Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07652


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Full Text
AjNNO XXXII N. 2815
Por 13 mezes adiantados 4f000jj
Por5 mezes vencidos 4,S'500.
OtIMV FEIRA \ DE DEZEMBRO DE 1856.
Por anuo adiantado 15^000.
Porte franco para o-subscriptor.
DIARIO DE
KNi.ARREtiADOS DA'SUBSCRIPCA(V NO NORTE
Hnhibi, 8r. Oirtiiio T. da Niiiudid.; Ntlal, o Ir. Joio
'|uI. Partir Jnior; Arica.y. Sr.A. da Litnoi Braga;
Uar ,?. J. JoadaOliraira; Maranhao, o Ir. Joaquim Mar-
isa* LUdriguai; Piauhy, o 8r. Doraingoa HareuUoa A. Pauoa
Cmmm Para, i. Juii.dUi.oJ. llMtl Amaionai,fr. Jara-
! "a Oaia. f
PARTIDA DOS CORREIOS.
Oliixta: torio* o< da,*,. 9 c meia hora do da.
l^iiiir.Kisu, <;<>i.nina e l'arahiha : n.H .r-sui.'fi'* *r>xt.H-fi',rj.
s. Aao, Reuma, RoaflihCaraar, \in.-.-'r. e Garaahaaa : ia mi-j .i-iVra.
S. uMnn(o, Mo-tfUlha, Raunlk, Limociro. Rrvjo, PaMtrintaT-i* /a-
seir, Flores, Vifla-lEHfa, Uoa~Vt>u. Ouiiiury e tu : m <|art i^tVira
Cabo, l|i>, Ca., i.trreiru.t, A^ua-I'rct
PinuMiUiris r Nalai: qinu-frirao.
(1 uiiua oa corrcioa parlen aa 1(1 haraa da nanhla.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal da commirno i itguadti quintil.
Relicio : lercat-feirat esabbadoi.
Fazsnda: quarm aiabbadoi as 10 horai.
Juiro do comraerelo: sagundil aa lOhoraaa q o Id la a as
Julio da arphaoi ,-isgundai a quinlai ai 10 hora i.
Priraai ra vara da efval ssguoda a mu a* maia-dfa.
Stguada raa de airal: quarui a labbadoa aa malo-dia.
ala-dla.
EPIIEMEIUDES DO ME7. DE DEZEMBBO
5 Quarlocreieanla a 1 hora 7 mlnuloi a 48aagundoa da m
" Lnaeheia ai 3 horat 44 minnloa48 aegundoa da t.
\9 Quarlo minguani. ai < horas,13 minutla 48lagundai da m.
-7 La Dgmif, horai.Ji'..mmuloi .48 legundoidi m.
_, PREAMAB DEHOJE.
rrimstri as 10 horai a 6 minutol da manhai.
Sagunda as.inahoraa a 30 minuloadaiarda.
paits arriciAi.
OOVEHNODA PROVINCIA.
Expediente do dia 1 de dezembro de 185t.
Onieio Ao ehefe de polica. in(eirando-o de
haver Iransimltirio .-i Ihesouraria prorincial, para ser
paga, estando nos termos legaes, a conta documenta-
da que S. S. reroetleu da desped feta eom o expe-
diente a rOais objeelos nereisarios i casa de detenr-Ao
no raez de outubro ultimo.
Dito Ao director des obras pohlicas, recommen-
dando que nos termos do oflicio da presidencia de
11 de aelembro ultimo, mande pagar ao sentenciado
Vicente Ferreira da Silva o jornal a que lem direi-
lo por haver catado :tl) prises da casa de delenrAo e
fornecer a cal precisa, visto que o ajudante de en-
genheirm enearregado dan ohras daquelle edificio
nAo quer incluir esse pagamento em folln. Coro-
municou-se ao chefe de pulicia.
Dito Ao inspector da Ihesouraria provincial,
Iransmillindo a copia de urna caria de Pinto Leite &
IrroAos, e bem assim as facturas e mais papis a que
ella ae refere, afim de que acceile e faca pasar no
devido lempo a Mira que Me for apresentada por
parte de Maooel Joaquim Hamos e Silva de l.........
115,18,8 proveniente de papel e involacros que fo-
r un ene .minen lados pela presidencia para a res-
pectiva secretaria a esto leodo a conveniente appli-
eacAo.
Dilo Ao presidente do collegio eleiloraldo ler-
eeiro dislriclo da provincia.Transmillo a Vine, o
documento incloso. de que me nao compete lomar
conhecimenlo e siin ao collegio eleiloral.
EXTERIOR.
O congrego internacional de beneficencia e o con-
gresso para as reformas das alfandegas em Bru-
xcllas.
I m grande 'nomero de homem eminentes lem
eoucorrido de todos os paw.es para tomar parte nos
traba I los do congresso de beneficencia, e do con gres
ao para a reforma das alfandegas, e o poderoso in-
teresas coi que lem seguido a rfisr-us.au das graves
quesloes qoe all se debatem, he umaprova eviden-
te da necessidade, boje remolienda, de modificar as
paulas, qae regalan as relares internaciouaes,
especislmenle melhorar a condicSo das classes ope~
rarias.
Esta necessidade de reformas sociaes, inda aira-
rada em alguna Estados da Europa, lem-se tornada
orna quesl.io vital para a manir parle das naces mais
adiantadasem industria eem civilisa;ao.
Oecapar-nos-hemos em primeiro lut-ar do congres
o de beneeencia.
Procurar e*tabelecer eom preciso qoaes ero os
resultados pralieus e immedialosdenle congre-su. se-
na emprehender iva tarafe 13o temeraria como in
sensata. Mas he fcil prever queo ell-ilo moral de-
ve er grande ; a maior parle rfos raembros estran-
B'iros que all se reuniram occopam, nos seus res-
pectivos paites elevadas posices, ja como liomen
polilii'os, j como industriaes, ou como membros de
corporacoM scienlifcas, e por estes differentes lilu-
los, goaam rf'uraa inconleslavel auloridade, que de-
ve necessariamenle servir para esclarecer as medi-
das qae recouhecerem salolares ; e o programma
votado pelo congresso de Iwnelicencia, sustentado
por elle, nos seus paizes, ha tudas as razo s de crer,
qae qaando nao seja adoptado, spja pelo menos es-
tufado eom allenfAo, e seriamente disentido.
0 congresso de beneficencia, ainda qae nilo leve
nutro resultado alm de laaatar as bases para novas
e peridicas reunioes, comludo felicitamos sinceigy
menle n> hoinvus que lomaram parlo naquelia bor-
rosa iniciativa.
Alm disso, como derlarou Mr. Charlra Kogier.
era apenas un congreso de miro iiieeau, no qual se
deveri medir n terreno, abrir os sulcos, e laucar a
ameale que de l'ularn deve fecundar.
lie pois iiijiistamanle, que se pretende reusurar a
glande extensas do programma rcdigido pelos coi-
dados da romini-.i i oiganisadora ; Iralava-se de for-
mar ama especie de cdigo de beneficencia : era ne-
cessario reunir todos os elementos de codificaran.
para os separar e discutir um a um
Kae se poder couteslar o intere.se que apresen-
laram as sis.es em que os representantes das dille-
remes nacocs depozeram as reformas (miadas nos
seas respecliros paizes, e os relatnos chelos de fic-
to-, e de iilei. esclaracimenlos assim como de apre-
riaveis aponlamenlus.
Mas a censura que lalvea.se possa dirigir eom jus-
lira ao congresso de beneficencia, a de nSo ter esco-
Ihido, d'eotre si, ou pelo menos preparado para o
futuro una rommissao especial, encarregada de es-
ludaras qiesles do programma, nlo lano segundo
ponto de vista internacional, mas segundo o poni
de vista etclosiva'nenle nacional.
Esla lacona, ou para inclhor dizer, esta'grande
geueralidade de ideas, embaracou a solnro de mui-
las que-lcs da ama imporlaucia maior a de nina
urgente aclu.lidade, que se ligara todas por urna
raoneaao mais ou menos intima, ao melhorameuln
da sorte dos operarios.
Para nAo deuar de dar alguns eiemplos, citare-
mos especialmente a questo de emigrarlo, a da rfi-
viso, e da grande conceulrarao da propriedade ler-
ritorial, a dos seguros agricolas, e muilas nutras
qaesles de sanidade e ahmenlacAo.
1 oda. eslas quesloes, encaradas da orna maneira
lata, nAo pnrferam ler urna solucAn immediala, por-
que, nos dilTereules ponlos que abraeam. compre-
li mi lem elementos inuilu diversos para ser devida-
n'ente apreciadas.
He desta maneira qae o gran de r.ivilisa^Ao de ca-
i povo, o desenvolvimenlo da sua industria, as
'undiriies ,|o teu clima, a ualureza e os producios do
sea solo, sua organisai.Ao politice e a sua legislara
civil, se lornain oulros lanos elementos particulares
q-ae rfevein entrar cada um pela sua parle na apre-
riacao das inslituices sociaes qaa Ihe convem. Pre-
tender delerminar de urna maneira absoluta e seral
quaes deven ser essas initituires, e de que melho-
ramentos sAo suseepliveis, sein lazer cargo das dille-
renras que arbamos de mencionar, be um Irahallio
inlnieiunio e estril, ha perseguir um pbaulasma.
Entre a< rbedidas geraes voladas pelo congresso
re beneficencia, e manifeiladas em foima devoto,
mencionaremos principalmente :
EVJaT
POR TOUSSAINT DE \ 1LLE.
m<2.
Ilir mili prtrler omnts
ngelus ridet.. ..
(Horacio.'
IV
Watfa nenhuma esperawa de sahaiio.
U medico que fora rban'.adu cheunu pnuco depois
.i cmara do doenle. I-.ilion um instante em fox
baixa rom Kosange e o CaplUa Marlineaa.
Oavindo dizer que Adriano linha a febre de Ma-
dagascar, elle fez um aslo rpido, que esprimia ao
ine.iiin lempo a grandeza do perigo e a pouca e.pe-
ranca de eonjora-lo.
I-san in o capilAo para urna janclla ellc(perguu-
tou-llie :
lia nanlo lempo es-e mancebo acha-s? nesse
estado !
Ha oilo dias, doulor.
Ah I senbnr, lia lalvez seis das demais.'
E ficiu silencioso e pensativo...
Doulor, lornou o velbo uiarinheiro, vislo que
o lempo insta, vislo que nAo ha um mmenlo a per-
der, vos.a seohoria tentar empre alguns remedios,
nnirt a experien.sia a ana setnela para combaler
mal. Demais, bem sabe que a mocidade he muilas
veres por si mesma nm antidoto, e a nalureza lie
sempre um auxilio. Espero que vossa nabora Iri-
unipl ira ; e nntti nAo amanta lera feilo urna bel-
la cura, como lambem (era salvado duas existencias
preciosas : a de un homem honrada, de alma grande
e generosa, e de urna moelaha que ficou em l'ran-
i.a confiada a urna lia pobre, e cuja vcnlura rapouM
toda sobre vida do irmAu '.... Pela ininha parle,
donlor, declaro-lhc que m-u recnnhecimenlo...
.-enlioi, inlerrompeu o medico asss loca lo
pela observarAo um lano physiologica pela qual co-
medir Mr. Martillean, hci de tentar; bei de clia-
m ir em soccorro ilo doenle todos os meios que oll'e-
re-e-me a seiencia medica. Mas infelizmente essa
ciencia nji be a panacea universal, enmn cuida o
valso. A sciencia procede piimeiro pelo dlagnoslicn,
lepoi i gnia-sa pela nalureza do -unploma- para fa-
isc o tratamenln, e piule al 'limas veres no cerneen
.la rfoeih.a obrar simullaneameiile a eom boro suc-
Vide Wnrt'o o. *.
1. A organisacao do crdito lerrilorial e agrcola,
lendo em vista os principios poslos em pratica pelas
sociedades desle genero que exislem em Allemauha,
Polonia c K-oo-.ia,o a concordancia da legislarn
geral dos diversos paizes eom os interesses legilimos
dos que emprestam, e dos que pedem emprestado.
Seria para desejar que esle voto do congresso de
beneficeucia. exerceese algoma influencia sobre os le-
gisladores belgas, e fizesse afioal sahir das catacum-
bas do senado o projecto de lei sobre o crdito terri-
torial adoptado ha alguns anuos pela cmara dos re-
presentantes.
. A isencAa das peas qna pesam sobre o com-
mercio dos cereaes.
.'!. O eslabelecimenlo am cada urna das cidades,
de eslares, onde gratuitamente seiuscrevam as pes-
soas que hnnverem rfe fazer pedidos ou ofierecimen-
lot de Irabalho, a exemplo do que sa pratica em
liamboigo.
i. CreajAo de nma correspondencia internacional,
por cujo meio se communiquem mutuamenle na I ic-
io. as puhlicarOfs, e quaesqner oolros documentos
que teuham relacAo eom a economia caritativa eom
os mellioramenlii. e reformas que possam inlerestar
as classes operaras a indigentes de cada paiz ; um
centro director deveria ser provisoriamente eslabele-
cido em Ilruxellas.
NAo citaremos mais do que eslas qualro medidas,
porque sAo as nicas que foram discutidas de nma
maneira quasi completa, e a cujo respeito o congres-
so se pronunciou sein reserva, indicando o modo de
as levar a efleilo a par doi mclhoramenlos qoe se de-
ven inlroduzir. Todas as demais queslOes comidas
uo programma, e as proposlas que posteriormenle se
lizeram, eom especialidade as que ligam a beneficen-
cia publica, e que lem relacAo eom os eatabeleci-
menloi de enridade, eom o estado sanitario das fa-
bricas e das casas, assim como eom as habilares ope-
rarlas, e eom a alimentadlo barata, foram por as-
sim direr, voladas em globo uu adiadas, nAo sn pe-
la impoisibilidade de formular ama re.po-l.i geral,
ahsolulamente verdadeira para lodos os paizes,
mas porque a discussAo absorveu os dias de qae o
congresso poda dispr.
O congresso de beneficencia volon pois pela ex-
Icneao eaperfeiQamento dos seguros, applicando us
principios de reciprocidade e de generalisac.a'o.
Unta semelhanle solnr;Ao, vaga por um lado,por
ijue se lornou necessano indicar os meios de eslabe-
lecer e!a reciprocidade, e discutir incidentemente a
intervenrAo do Estado ; e pueril por oulro, por
que se nao poderla conceller a exlensao dos seguros,
senao pelo principio da generalisaQAo, se he que a
ReneralisajAo he nm principioorna semelhanle so-
lujAo, dizemos, nAo paracc de nalureza tal que pos-
as produzir grandes resultados, e he neste senlido
que se pode dizer que o programma era mailo eu-
cvclopedico.
Teria sido para desejar que a assembla, adoptan-
do a proposta feila por Mr. Scbuberl. lente em k>-
niasberg, sospendesse desde logo o programma das
que.tn". de que ella se deve oceupar na sessAo im-
mediala, que lera lugar no anno prximo em Fr.iuc-
rorl, sobre o Main, para dar a ca la um dos seus
membros o lempo uecessario para se preparar para
o debate, enlher os documento-, c procurar os meios
da sua realisicAo : seria esla a maneira mais segu-
ra de chegar a resultados cerlos e praticos.
Seja porcm como for, ja dissemos no principio
qoe aquelles que organisaram este tongresso de be-
neheencia, preslaram humanid.de nm servijo
merilorio. laucando a primeira pedra de um edificio
em que lodosos linmens inlelligcnlese de genio, le
hsougearAu de tomar parle.
II.
O congreso internacional para a reforma das al-
landegas adoplon como poni .le partida as resolD-
foea laXDMdaa pelo ronreso econmico do 1817, nde
qe a hberrfade de cmnmercio be nina necessidade
da soeadade humana, que dar em resultados :
" V '*,r C1"1* ve'r ma'" Pv"s en,re *'
2. Estender a produci.au, c pora indu.lria ao
abrigo dos impulsos vilenlos.
3. Melhorar a torta dos operarios.
4. Destruir a causa constante de desmorali-
sacAo.
Mas o congresso rie I8G nao julgnu dever entrar
de novo na discussAo geral acerca da livre nremula-
r.ao e proleccAo. Sentimo-lo ; nao porque sejamos
inimigo. da liberdade de cummercio. nem partida-
rios das paulas existentes, mas porque o interesseda
ciencia exige urna demonstrado completa.
De duas cousas urna ; ou a livre premulacAo nAo
he mais do que urna utopia excellenle sobre" o pa-
pel, mas irrialisavel na pralica, ou enlAo be um
Iheorema que pode ser demonstrado priori, ou por
conclusoes dedu/.idas dos principios econmicos que
nao podem sor contestados.
Em preseuca das numerosas divergencias da opi-
moes qoe nesles ulliraos lempos se lem produzdo
em franca, das serias criticas de que a resolucAo
do congresso de 1847 foi objeclo, especialmenle'da
arle de M. Killiingliansen, em urna broebura mul-
lo nolavel. leamos de.ejado que os membros do
congresso actual nao se limilassem a Irazer em
apon, da liberdade de coinmercio urna serie de docu-
mentos, muito peremptoiios sero duvida para os es-
piraos convencidos, mas n=o para aquelles que he
neress.noi convencer, porque os fados particulares
e ocaes nao ale sullicienlemenle conclodcnles para
cslaleceraverdadedeum principio geral.
Hepelimosquehesi.no interesseda scienria, e.
paia ver cslabelecido um principio cuja applicarAo
desejamos seja prxima, que daaejarlaaaoi e'sla
prova.
Depois de ler envide os relalorios dos deleejdoi
dos dinerenles Estados acerca das reformas opera-
das em rada paiz dos resultados oblidos depois de
anno, dos obstculos que bouve para s deslruir, o
eoHgreuo para a reformadas nlfandtgai adop,,,,
as seguinles resolurnes :
O congresso es'ti de accordu de que os gover-
iios levem a afeita reformas as alfandegas para
diminuir os direilus e simplificar as paulas, leudo
em visia:
O interesse da jusliea t
O inleresse gera! das nares ;
u O nteres.e especial dos operarios ;
a I) inleresse dos industriaes ;
' O interesse das Por consequencia, declara que se deve proce-
der em lodos os paizes a urna reforme geral de al-
cis, sobre o moral do individoo. Pelo contrario
diaute de accidentes supremos, imperiosos, rfe in-
lensidade rliegada ao paroxismo, os melhorcs meios
sAo muilas vezei baldados... Vislo que as considera-
ces qje o senhor acaha de apresenlar Ha da nrdem
puranienle moral, uto podem (er lugar aqui. Toda-
va vejamos...
Kosange relirou-se da cmara por um instante e
elle chegou-se a Adriano.
Examinou eom escrupulosa altenrAo o semblante
a lingua, o pulso, as mAos e os ps'do doenle, poz-
Ibe o dedo sobre o venlre por dilferenles vezes e
inlerrogoo-o muilo, mas em vAo.
A'a perguntas do doulor, Adriano respondia ape-
nas enlre-abrindo os olbos embalados e quasi vidra-
dos, os quaes (ornava logo a fechar. Pareca que a
norflo dai pessoas e das coosas procurava auseular-
se-lhe da memoria, que a perreprAo dos objeelos ex-
ternos chegava j.i as regies obscuras e profundas do
esqnecimenlo, as quaessn lano o lomiar da morte
rumo o sancluarin di. sorann.
(I medico menenu a cabera, den um suspiro e
dingindo-se a Mr. Martillean disse-lhe em m'eia
voz :
O caso he da mais alta gravidade ; hem como
eu previa, he o ultimo periodo !... Todava para
servir-me de sua expressAo. tenlarei...
Entrn eom o capitn em urna sala vizinha, pe-
dio eom que escrever, e passou urna receila...
Depois enlre2ando-lb'a disse :
He preciso ni.scrvar rigorosamente esle primei-
ro tralamenln, se qui/.er ler alguma esperaura de
salvarlo : pocAo de quina eom ludano para lomar
duas colherinhai de meia em meia hora. applicar.Au
de Iriula sanguisugas sobre a parle inferior do ab-
domen, e depois sinapismos nos pcs.
AmauhAa bem cedo, accrescenlou o doulor
tornare! a vir para ver os elTeilos produzidos
E sabio deixai.do a .Mr. Marliueau eom Ko9ai."e
sobre o poial.
A moja esperara rom vivo senlimenlo de ancie-
dade o resollado da visita ,io doulor. Bem como lo-
d.s as mulheres erloulaa, ella cria no medico da ca-
sa como em Dos ; eslava porlanlo decidida a se"uir
sua receita rom religiosa exactulAo. .Mas o penea-
incnb. de que sangue do pobre doenle ia correr no
estado de firaquexa extrema em que elle achave-te
fez-Il.e sentir uina emocan profumla ; um estreme-
ciniento doloroso percorreu-lhe lodo o corno.
Todava ella disse comsigo que era preciso mos-
Irar-se lorie, BOeenio para bem de Adriano ; e eulao
palos cuidados reunidos de Mr. Martir.eau e do ne-
gro que permanecer fiel em sen posln, foi exerula-
da a receila.
ti mancebo roi.-ervava urna iminoblbdade as.u--
ladora. Nr.fi su |iareeia complelamenle edranho ao
que f ./ia-se ou dizia-se em Ionio delle, mas tamben.
nppnnlia uina inseosiblidaile inerte a arr.io dos tne-
fandegaa (immediata e progressiva) e sem se preoc-
cuparem da reciprocidade ;
Declara igualmente, que o mrlhor meio para
chegar a esle lim be crear urna associac,.o inlerna-
oional europea, que tenba por missAo esclarecer a
opiniAo publica, revelar us males das legislsres ac-
luaes, e recommendAr a adop;Ao das bases unifor-
mes d'aquellas que as deven substituir ;
Alm disso, o congresso, querendo assegurar o
Inumpbo dos principios pruclamados por elle, e a
formac.in da associa^Jo que os deve fazer preva-
lecer ;
o Decide !
* Sera organisada nma commissAo internacional,
enr.arregada de organisar e de dirigir em lodos os
paizes da Europa a associacao projeclada pelas meios
que as leis, e os coslumes locaes deixarem a sua dis-
posicAo.
A eommissao deve igualmente oceupar-se de
proseguir na uniformidade dos pesos, medidas e mo-
edas, na uniformidade do systema e .los imposlosdas
correspondencias poslaes e'telegraphicas iulernacio-
naes, lano para o transporte das cartas, como para
o dos impressos, na uniformidade das leis de cum-
mercio e de lado quanto possa intercalar ao coin-
mercio internacional. Para este lim a commissAo es-
tar um relajan eom as commisses |.. cicadas, em
visla destes dilTerenles assumplos.
Por ultimo, o congresso emule ainda os seguin-
les votos, para chamar particularmente sobre elles
allenrao dos governos:
c 1. Que ludo quanlo existe da legislarlo colo-
nial seja abolido ;
2. Qoe ludo quanto diz respeilo a' declararlo
das mercadorias destinadas a' importarlo, exporla-
5A0, e ao transito, seja anjeitn as formalidades as
mais simples possivel, e regras uniformes entre as
dilfcrenles naroes;
_ 3. Que a navegar,!., nos rios que formam as
vas de communicarAo Inlernaeionaes, seja hvrede
lodas as peias, e que lodo o direilo de pas.agem e de
Ir..11.ito existente nos rios, e 001 cstreitos seja abo-
lido ;
u i. Ooe a legislarlo sobre passaportes seja modi
ficada de maneira que possa assegurar a Iivrc cir-
culadlo de pessoas sem direilo fiscal algum, e sem o
conveniente viso nos differentes paizes ;
.'..Que o enno de economa poltica seja in-
Iroduzido em lodos os eslabelecimentos de n-lruo-
1.A0 publica a particular, na maior escalla, nAo s
nos universidades, mas lambem as escolas prima-
rias, collegios e escolas professionaes, e que para es-
te lim se formem inslilutos proprios para ensinares-
ta sciencia, e torna-la popular.
Alm de ludo islo, o congresso emillio o vol de
que em qae cada paiz aa pessoas que se ceapam de
quesloes ecooomicas e financeiras se renan e tra-
balhem em commom para a aboli;Ao dos direttos de
barreira.
Em resumo, o congresso para a reforma das alfan-
degas, ainda que sustenta o prinripio da livre pre-
mutacao. nAo exigi absolutamenle a soppressAo de
lodos os direilos, mas apenas os direitos protecto-
res, sem comludo locar nos direilos fiscaes.
Desejamos que as reeolurf.es que elle adoplon le
nham urna prompla execaagSo, qoanlo aos meios
que cada urna das Bastes deve empregsr, para que
urna experiencia mais longa e mais geral venha de
monstrar qae a liberdade commercial nao he apenas
urna Iheoria generosa, mas um principio venladeiro,
e susceplivel de urna applicacAo universal.
A prxima reuniAo do congresso internacional pa-
ra a reforma das alfandegas, assim como do con-
gresso de beneficencia, lera' logar em 1837, em
Francfort sobre o Main.
!,< Nord.)
[Jornal ro Commercio de Lisboa.]
O (onsliliillonel publica o seguinte artigo a res-
peilo da questo susrilada pela pusse de lloarad e
das consequencias desse cnnllirlo.
i' Una lamenlave.1 dilllculdade acaba de inter-
romper os Irabalhos da commissAo encarregada de
lrar8r na Bessarabia 1 fronleira que deve servir de
limite Turqua e Kussia.
fundan lo-.:- no texto do tratado de Pars, a
Hus-ia reclama a posse da cidade de Balgrad, situa-
da a pouca distancia do lago Yalpuck. que enmara.
niea eom o Danubio. Alguma. das potencias signa-
tarias do tralado de Paris partjlham neste ponto a
sua opiniAo.
A cousa de tres kilmetro, distante de ll.dgrad,
acha-se ama povoajAo por nome lol.ach, uutr'ora
chamava-se llolgrad. e muilas vezes designada eom
o nome de Toback Bolgrad.
Sezondo pretend'm entina potencias igualmente
signatarias do tratado de Paris, he smente desta
povoacilo que se tralava.
Diito nasceu nm leligo que r.Ao pude ainda ser
resolvido, e cujas consequencias sAo igualmente para
lastimar.
A Auslria, eom effelo, allegando o molivo de
qoe a fronleira qoe deve servir de garanta i Tur-
qua iiAu esla determinada, manlm a occnpa.Ao
dos principados pelas soas tropas, e por oulro lado
em presenra de urna occuparAo eslrangeira. a Tur-
qua, de acciirdo eom as outras polencias, nAo con-
vocoo os divans, nos quaes devem ser apurados os
volos das popularos, moldo-valacas para 1 nova
consliluirAo das provincias danubianas.
u D'este modo, de urna questo em si pooco im-
prtame pelo espirito que parece ter presidido a sos
inlerpretacao, resullou urna siluar.Ao contraria a for-
maes e.lipulares, e que a prolongar-se dara lu-
gar a graves inconveniente.. Que Bolgrad perlenca
ou nAo a Kussia, parece-uos, quando a nos, ser
uina queilao de um inleresse mediocre, apezar das
exagerarlos dj Timrs e d'alguns jornaes estran-
geiros. A occuparAo prolongada dos principados,
a demora rom qoe se procede a sua organisa;Ao, lie
essa urna questAo de graviisimo alcauce.
NAo he a interpretadlo judaica do lexlo de urna
conferencia, he o espirito que a dictou que deve
servir de guia quando apparacem llovidas na appli-
cacAo. lranquear as boceas de Danubio, tal era o
lim que -e propunha o congresso de Paris. Ora, se
o lago Yalpuck commonica cera o Danubio, e se a
posse das suas margeos dava a Kussia o direilo de
.In fundar elabelecimenlu, BoUrad, capital cas co-
lonias blgaras, esli situada a muitos kilmetros de
distancia das suas margens, e am I 1 mesmo qna esla
cidade fizesse parte do territorio rasan, iieubom in-
conveniente deveria baver em fazer o Irajado da
DAS DA SEMANA.
1 Segunda. S. Nahuma propheta: S. Eloy b.
9 Terca. S. Balbina v. 111. : Ss. Ponciano e Adria.
-I Quera. S. Francisco Xavier ap. das Indias.
1 Quinta S. Barbara v. m.; S. Pedro Chrvsologo b.
' Sexta. S. Geraldo are. ; S. Salas ni..
"i Sabbado. S. Nicolu b. : S. Leoncio in.
7 Domingo. 2. do Advento. S. Ambrosio irc. dout.da igr
ENCAHREGADOS DA SCBSCRTPCAO NO SIL.
.Ala,g,0*''- 8,,I l,udin FalcaoDiai;Bahiao 8r. D. Dopii
lio daJanairo.eSr. Joa Pareira Mirtini. p
EM PERNAMBOCOa
O propriaiari.d. DIARIO.Macoal Fignairoa da Farla.na lu
llvraria, praca da Indapaudancia m.ls 8.
nli 1 acha-se na posirAo humilhanle de urna poten-
cia compellida a operar contra o goveruo das Duas
Sicilias, e obrigida a altender, para salisfazer aos
vontade de
seus desejos, a
rior.
fronleira de modo que as aguas do lago fos-cm
delle excluidas.
o O governo do imperador, durante esla longa e
complexa questAo do Oriente, deu sobejas provas
da sua lealdade e da moderarlo cheia de firmeza
que se nolava nos seus designios. Desde os prime-
ros dias, annunciava elle, nos despachos diploma-
lieos publica ma pelo Mimileur, o lim que linha em
visla. A sua l.ngoaeeni, desde enlAo, nunca variou,
e quando o xito veio corear o esforro das nossas
armas, mostrou pela boa fe dos seus actos que as
suas palavras 11A0 erara baldadas. Discutido sem ar-
rirrc-pensre (pensaniento reservado', o tratado de
Pars foi lealmenle exerulado pela Franca.
n Porvenlura assim lizeram lodas as polencias,
e 11A0 seria para desejar as vezes urna sinceridade j cein us elementos rfe que se compile a nopnlarjj
igual, um mesmo espirito de conctliarAo "! O go- | polilana, poder-se-ha rasoavelmente espera
verti francez disso fornece novas provas, quando, urna boa adminislrarao saja de urna guerra civil, ou
lirmando-se na auloridade moral, que Ihe grangea- 1 de urna occuparAo eslrangeira Ha pelo contrario
leo que vem declarado no prolocolo 11. 21, rea- 1 Le-se 00 Journal des Dehat* de 18 de outubro :
w, *. ?"0 d d'a S 'le al,ril' ",U SCSiao con'ie : novo m'D'slerio heipanhol, que se formou em
kt prometlia que os exercilos alliados evaca- 12 de outubro, be composlo de sele pessoas, cojus
una influencia sope- | riam no prazo de t mezes o mais lardar, as p0si5f.es nomes sAo desde muilo lempo conhecidoi.
queoecupavam no territorio russo. O conde OrlnlT' O marechal Narvaez, duque de Valencia, he sem
Qualquer que seja a neces.dade de operar, nAo 1 iguaes prome,as faza para a retirada das tropas duvida um dos horneo
se devem perder de vis a as consequencias da accSo. russas acampadas em redor da cidade de Kars, deque nha : he ao mesmo te
bappornoe que lord Mmerslon possa operar a sua se haviain apoderado, e que deviam restituir i Su-
vnnlade, que os nossos emhjixadores sejam retirados; bli.ne Porta. O conde de Buol lomou a -en torno a
de pales, e que as nossas esqaadrasse appresentein palavra, c eis segundo o prolucolb. 11. 21. qual foi a
era renle de (iaela, quaes serao os boos resoltados sua opiniAo sobre esla materia. Citamo-la Icxtnal-
desla demonslracao'.' Seria iuevilavel o convite para
uina insurreic.lo, e o primeiro resultado da nossa in-
'ervencAo sena provocar urna lula sang'iiiiulenla no
reino qoe pretendemos salvar. Quando se conhe-
10 n-
car que
ram a equidade e a iu-ih; da su conducta, recla-
ma enrgicamente a execurAo ralhegurica de todas
as eslipulaces do Iralado de Paris.
De resto, allirma-se que a conferencia institui-
da pelo congresso de Paris, nico tribunal que possa
dar urna prompla soluralo a lodos os ponlos em leti-
gio, reonir-se-ha, segundo lodas as probabilidades,
dentro em pouco.
I'raduzimos o seguinle artigo da Pretaa am rela^ao
aos negocios da Italia, responlendo ao Times:
Temos afioal u ma explicaQAo iutelligivel da po-
lilica dos nossos ministro, a respeilo da Dalia. Foi
um jornal ministerial que no-la deu e anda que seja
tarda, acceilamo-la eom prazer, porque deve con-
tribuir para esclarecer o publico quinto ao valor do
s> -tenia qoe proseguimos.
A Italia, dizemos nos, he um paiz dividido e de-
sunido, incapaz de conquistar a sua independencia,
ou de a conservar so a dolarem eom ella ; esta rela-
Ihada por facroes furiosas, e goveruarfa por princi-
pes sem auloridaJe. Tera estado alternativamente
eugeita ao dominio da Austria c da Franca, que an-
da boje eslAo prnmplas a dividir entre si o seo terri-
torio, se uina insurreirAo Ihes fornecer o pretexto.
Para conlrabalanr.ar a sua inllaencia, a Inglaterra
deveseguir una linha poltica especial. Somos obri-
rsdos, dizemos, a iuterv.r. afim de conler a Austria
e a Franca em bons limite'.
Sa nAo intrnennos, cainos reduzidos, pelo que
respeita a Dalia, a um valor insignificante, e lanza-
mos aquello paiz na. maus dos seos poderosos visi-
nhus. Devemos lambem lomar parle ueste jogo, nAo
eom a esperaura de ganhar mas para impedir que os
oulros Irapaceiem.
n Eis o resumo dos argumentos apresentados para
defender a poltica ministerial.
Em primeiro lugar ; esla Iheoria he muilo ab-
soluta. Nlo exislem motivos rasoaveis para acredi-
tar que a franja e a Austria cousiderem a Italia co-
mo doenle,' e se desponham a captar sua saccessAo.
Os interesses deslas doas potencias sao 1A0 oppostos,
qae nAo he poisivel que possam chegar a um accordo
a respeilo do projoclo indicado. .Nada prova que
tenham iulencAo de violar desta maneira as leis pu-
blicas da Europa. Rea urna nem oulra podem ler
grande dselo de s-rem visinttoa prximos. Se acre-
iltlarmos similbautes vistea como movel da nossa po-
ltica, devemos preparar-nos para levar as uossas in-
trigas a lodas as pequeas orles da Europa, e em
vez de preg.rmos o exemplo da lei pela manulenro
dos direilos e dos territorios, inspiraremos por toda a
parte o receto d invasAo, estabeleceudo como regra,
que he necessirio semear a rfivuo uo exterior para
ler a trar.quilli.lade enlre nos.
[avocar e defender o principio de nledvenrno
nos negocio, internos de una nacAo estrangeiVa, nAo
lie um excellenle meio de a preservar conlrL a in-
vasao.
Se a llalia esli amear;ada do um perigo sirio da
parle da Austria a da Franca, a poltica que liemos
a lupia 1o orto aera de nalureza a aogravar ess* peri-
go'. Ser um bnm meio para auxiliaros esla (los da
llalia, alacarasua independencia, provocar
possivel que nm despotismo mais severo se levante
sobre as ruinas d> sv sienta actual.
o Seo uosso governo sent uina necessidade de 0-
perar, nao encontrar elle campos de acrlo mais
vastos e mais convenientes do qoe a llalia, a respei-
lo da qual nlo podemos ler, pela din"erenr;a de raras
e de religiao, senAo urna malta mediocre sympathia'.'
Estamos cerlos de que a Inglaterra nao pu le olhar
c un ni 1iilirei.es para a r m lelo de qualquer nacAo
da Enrona. A sua inflaeiicia deve empregar-se m
animar os bons governos, e em reprimir os abusos
da auloridade. Mas, alm dcsla queslAo de senli-
menlo, ella nAo lem o menor inleresse nos negocios
da Pennsula Italiana, e deve imitar-se a proteger
osen territorio contra a invasAo eslrangeira. Ora,
para realisar este fim, o raelhor meio he insistir, co-
mo faza lord Castlercagh pela estricta observancia
do principio da nAo n.lerve 11. 10. .. t/dHi.)
Eis aqui o artigo do Conslitulionel. a que holl-
ina nos referimos e qoe pela sua imp.rtancia publi-
camos boje por extenso :
Todas as noticias e lodaa as correspondencias
que recebemos do Oriente eslAo de accordo em allri-
bitir ao gabinete de Vienna a iutenc.lo de prolongar
indefinidamente a uccupa;ao da Moldavia e da Va-
lachia pelas tropas austracas.
a Julgamos que se quer calumniar a Auslria. Na-
da nos autorisa a desconfiar da sinceridade desta po-
tencia, e, se fosse verdade que ella livesse formado
o projec^t que se Ihe suppoe, daria apenas alguns
mezes depois da concluso do tralado de Paris, um
primeiro exemplo de violarlo desse Iralado por ella
voluntariamente assignado, e do qual livremenle
discuti, antes de aceitar, lodas as coudirSes e lodas
as clausulas.
Coa efleilo, o artigo :!! do Iralado de Paris esla
redigido nos seguinles termoi :
H Os territorio, ollom 1110. oceupados, durante a
ir raarn, pejarl tropas de SS. MM. o imperador dos
Francetes, o imperador da Auslria, a rainha do
o Keino-Umdo da Uraa-Bretaaba c da Irlanda, e o
re da Sardenha, segundo os termos das conven-
ir res asaignadas em Constanlinopla, no dia 12 de
m.rc 1= 18'.. enlre a Franca, a GrAa-Brelanlia
k e a Sublime Porta ; no dia 14 dejunho do mes-
ino anno, entre a Austria e a Sublime Porta, c no
dia 15 de inoren do 1833 enlre a Sardenha e a Su-
< blime Portal serio evacuados, depois da trocadas
" ralificacales do presente Iralado, logo que for pos-
a sivel. .
" Porlanlo, nosle artigo, as potencias se compro-
metiera reciprocamente/urnas para cotn as mitra-, a
evacuar o mais breve possvel, depois da troca das
ralilicaQf.es do Iralado de Paris, os territorio, ollo-
inanoa oceupados. durante a guerra, quer pela In-
glaterra, quer pela Sardenha, quer pela Austria,
quer pela Franca.
" Esle lexlo he formal : nAo da Ingar a nler-
pretarAo alguma. A Austria nao iftklc allegar como
exrepcAo a sen favor a sua coovTnrAo particular
con a Sublime Porla para a occuparAo da Molda-
via e Ja Valachia, nica porcao do territorio otlo-
mam. que linha sido enllocada sol a pmlcccao dos
g?-g*" l",r '"P** e'lfiaeiras, como se prblen- seas eiercilos, visto qoe o artigo :ll a especifica ex-
s mais eminentes da Hespa-
lempo ura dos seus ufliciaes ge -
neraes maia disliuctos e um dos seus liomen. de es-
tado mais 1II11.irado, e mais firmes.
O marechal conhece perfeilameute o estado doseu
paiz, as suas necessidadese recursos ; he parlicular-
mel f* a > .,.- mente dedicado a causa da rainha Isabel, rainha
o conde de lluoirelicila-se pela prompidAo eom constitucional da Hespanha. Pertence a ease par-
que as potencias belligeranles lizeram retirar os seus1 lirio realista, conservador e liberal, em qoe lanas
exercilos, eiecnlando desle modo nma das mais im- vezes lemos rallad/., partido esseucialmente njode-
portantcs eslipulari.es do tratado de paz. Disseque rado, tAo opposto aos exressns dos partidos revolu-
pela sua parle a Auslria lena o cuidado de fazer en- cionarios, como as tentativas insensatas de um pe-
irar de novo no seu territorio as suas (ropas, que oc- I queno numero de realistas, cegoi e apaixonado, que
cupavam os principados. Accrescenlou que esla ope- desejavam qoe a rainha Isabel, desmerrtindo a sua
rasao, que nao enconlrava as mesmas dlfliculdades' origem, se proclamasse absoluta. O marechal he
que se davara uo embarque dos exercilos que se acha- I dolado de urna vontade enrgica,
vara na Crimea, poderia verilicar-se mais prompla- A ana vida militar e poltica he bem condecida ;
nienle. e que por consequencia as tropas austracas' limilar-nos-hemos a lembrar, que elle linha sido
evacuariio os principados, antes que os exercilos bel- ja por duas vezes presidente do conselho de minis-
iizerantes tenham pela sua parte evacuado o impe- Iros, a primeira de 18it a ISlri. Esle primeiro mi-
no oltomano. nisterio do marechal Narvaez durou perlo de dous
Ve se pois que a momenlanea demora do rigor eonos. O marechal reunia enIJo as funcr-les de
ese i. artigo presidente as de ministro da guerra. 0 segundo
misterio do marechal comerou em 4 de outubro
tt\T m la.;___a- __:-_-__ J.
dicamenlos. Qualquer leria podido crer que tralava
omcadver.
Com a applicacAo dos sinapismos o doenle pare-
ecu dispertar um inslan(e do letha'go : enlrc-abrio
os olbos, lenloii apoiar-se so colovelo, sollou como
um lgubre gemido de agonisante, c recahio em
nma profunda atona dominada apenas por urna res-
pirarao Vaga.
A's primeira horas da manilla a silaarao do do-
enle aggravou-se anda. Sua respirarlo (ornan lo-se
curia e agitada, como na vespera, tomava enlAo en-
loneoea guluraes e sibilantes como o estertor dos mo-
ribundos ; seus olhos eslavam deinasiadamenle aber-
tos e fixos, c as vezes elle mova os bracos, 00 igar-
rava-se ao leito como se falla-se-lhe oar. ou st pro-
corasse segurar-se borda de um abvamo.
Rosange e o velho marinheiro nAo iinham orna-
do neuhum repooso. Alflictos e atlonilos elles de-
ram-se pressa em mandar chamar o medico.
A inora quiz cuite-abrir um instante urna (las ja-
nellas da cmara alim de renovar ah o ar ; mas um
vento de lempeslade comeravaa soprar com violen-
cia ; os coqueirns e as palraeiras do jardim agilavam
seu pennacho ao esforz da ventana mistrala de
grossas e raras golas de chuva, que faziam crepitar
com sora metallico as folhas lustrosas das bananei-
ras. O reo eslava escuro ; os campos do ar pareciam
cheios de predicrr.es fnebres e de grilos lamentosos.
A raorja lorooo a fechar a janellacom sosto, e foi
eslremecendo refugiar-se em um canlo da cmara
junto do capitn Marlineau, cujas mAos aperlou for-
lemenle.
Mas, lano na cmara, enmo fura reinava uina
almosphera sinistra ; ahi eslava pairando sobre o do-
enle ama das nuvens glaciaes, povoadas de espri-
tus invisiveis. e que sAo como a mortal ha antecipada,
o primeiro sudario dos agonisante'.
O medico reappareceu. Chegando ao leito do A-
driano elle fez um movimenlo immedialamenle re-
primido. Examinou atleulamenle as feices do man-
cebo, lomou-lhe o pulso, e aTasloo-se depois com
os signaes do mais completo deslenlo.
EnlAo dirigindi.-se para n corredor seguido de lio-
songo e de Me Marlineau disse-lhcs :
Todos os das dAo-se nesle inundo acorileci-
menlos inevitaveis, farlos marcados nos decretos do
soberano senhor, e contra os quaei debalde lularAo
conslantcmanle os esforros da sciencia e da dedica-
rlo da humanidade. Deixemns, pois. de illndir-nsa :
aquelle mancebo esli perdido Anlea de melo-dia,
talvez daqui a Ires ou qnalro horas, elle rateara de
viver.
Mr. Marlineau ergueu as mioa ao eo. Rosange
den um arito, e pallida como a morte seonrnii -e ao
braro dn opilan para n"o cahir.
O negro velho assentadn i abeeaira de Adriano
nAo perder nenhum dos gestos do doulnr ; oliiar-
v.,ra Ihe o -einl.ldiile rom a mais escrupulosa allen-
dessemns assegurar-nos de urna parle do bolo que ha
a dividir V f
Os apologistas do nosso ministerio dizem : Isiro.
I releodem que temos inleresse em fomentar aslper-
li.rhar.oos, para lomar parle as suas ruinas. 11.- ue-
cessario que fac.mo, alguma cousa, di/en Jlles.
Dislo alguma cousa pode vir bemou mal. Mis as
consequencias nAo podem entrar
cora a necessidade de operar.
Comprehendemos esle svstema da parle de um
estado necessilado que se envolve nos negocios Uos
oulros para ler um pretexto para desprezar os stjtft.
asstm como comprehendemos lambem a mana desses
amadores de jogo de socco.qoe se intromettem em lu-
das ai rixas, e 11A0 eslAo salisrei(os senAo quando os
crneos eslAo despedazados e as algibeiras vazias.
Mas i-iu nAo he um principio poltico para urna gran-
de uarAo.
Toda asrazoe que hoje se fazem valer para le-
gilimar a intervenc.lo em aple foram invocadas
para justificar urna inlervenrlo na Hespanha. Nesle
ultimo paiz, podemos provar a s ibedona do princi-
pio e os seus resultados. Ser possivel ver com sa-
lisracAo a silo.QAo aclual da Hespanha Y Qual he a
inlluencia que a Inglaterra excrce hoje uos conselhos
do governo em Madrid ?
Nlo desejamos que o governo de lord Palraers-
lon esteja decidido a operar em aple sem o con
curso da 1- ranea. Mas se he verdade, como se allir-
ma. que a Franca procura lodas as occasies de aug-
mentar a sua inlluencia na Italia, alim de conseguir
amasar a si ama parle da pennsula, nao teuderi a
nossa poltica directamente a alcancar o resulla I
que deveriaraos querer evilar.
" Era o gabinete de S. James que deveria con-
denan*! enrgicamente a inlervenrAo na llalla, e he
que a reclama ea provoca, eque procura lazer adop-
tar medidas, cujo nuico resultado possivel, seria um
levanlamenlo. o qual (ornara iuevilavel nma oceu-
pacAn eslrangeira. Vemos perigos na inlervenro
da Franca e da Auslria, e impellimr.s por lodos'os
meios eslas duas poleuciaa a inlervir, a violar em
aples o principio da soberana nacional, e a justi-
ficar dcsla maneira lodas as inlerveinoes no fu-
turo.
Mais prudenle e mais sabio, o imperador dos
rrancei.es reousassc ceder as sollicilacAes do nesso
governo. Pez de certa maneira um fr'eioa impeluo-
sdale do nosso o Foreign nice. A (jrAa-Brela-
cAo, e lra-lhe as feices a conrfemnarAudo doenle.
Apenas o medico, acompanhado deltosange e de
Mr. Marliueau. deixara a cmara, o negro levantan-
do-se e andando na pona dos pesfra a porla, e pe-
la fechadura esculara as palavras pronunciadas no
corredor com a delicadeza que cararlcrisa o ouvido
de lodas as ragas negras.
Ovindo a seolaaea do doolor, elle cohrio o roslo
com aa mAos e chorno em silencio.
Infelizmente, lornou o medico, meo ministe-
rio nAo he mais ulil : elle cessa forrosamente aqui.
Agora deve comecar o do sacerdote.
E relirou-se.
O negro appareceu .liante deltosange a de Mr.
Marlineau, e disse-lhes com voz lacrimosa, e com o
accento venladeiro de solicitude do servo fiel :
Meos charos senhores, eu onvi ludo Nao ha
mais esperanca, nao he verdade o pobre moro es-
li mnrlo, visto qae fallou-se do sacerdote !..." Pois
bem y.aza, pois bem, capilAo, deixe-me obrar !.....
Ausenlar-me-hei lalvez nina hora ; mas promettam-
me deixar o doenle em repouso, e nao faze-lo pade-
cer anda mais,
Ah em que pansas pergunlnu a mora ani-
quilada. Que queres fazer, Mninimi'. Se ..aviste lu-
do deves saber que ni. ha
pres. Hlente o se refere especialmente a esla cou-
venrao, que he a de l'l de unlio de 1831. A orcu-
pacjlo dos principados danubianos pelas Iropas da
Austria acha-sa porlanlo claramente classilica.la pe-
lu tratado de Pars em .. numero da oceupaees
que, motivadas pela guerra, deviam cessar com a
paz, e o territorio da Moldavia e da Valarhia he
lambem claramente designa lo como fazendo parte
dos teminos olloiiianos que deviam ser evacuados
pelos exercilos das potencias alliadas da Sublime
Porla.
1. Sobre esle ponto nao pode haver dcbJ nem
duvida. A obrlgarAo da Auslria de evacuar o
mais breve possivel a Moldavia e a Valachia, depois
da Iroca das ralilicares, he lio precisa como rigo-
rosa.
Vemo todava com grande snrpreza que as Iro-
pas austracas occupain anda a Valachia e a Mol-
davia, que desde ha muil.i deveriam ler evacuado,
verdartehequeo artigo :il dizque as diversas oc-
cupacoesque rrsultam das conveiioi.es eapeciaes con-
tratada com a Sublime Porla. pela Franca, Sarde-
nha, Inglaterra e Aoslria, bao de ceas irlogo que
r..r possivel.sem litar prazo algum, e sem desig-
nar poca alguma.
Parece-nus purera qoe a Auslria, menos do que
asoulras polencias adiadas da Sublime Porta pode-
rla tirar partido do vago dessas expressi.es para pro-
longar indelinidanienle a occuparAo na Mollavia e
da \ alachia, pelas snas Iropas.
Logo que for possivel, quer dizer o mais bre-
ve possivel. E assim o entendern a Sardnna, a
franca e a Inglaterra, exeru(ando risca.
Apezar das dilliriildades com que deviam lular
para transportaren], por mar um numeroso exercilo
e um inmenso material de .Sebastopol a Constantino
pa. e de Conslanliuopla a Londres, a Marlelha, a
taenova, campriram ellas com as obrigaroes que Ibes
Impnnha oart. .11 do Iralado de Paris eom urna le-
aldade exemplar e urna maravillio-a rapidez. NAo
resta boje um nico l.atalhao francez, inglez ou sar-
do sobre o (errilorio ollomauo.
E asnm, rfe resto, o cuten lia a propria Auslria.
Pri.va-o a linguagem do seu primeiro plenipotencia-
rio no seio do congresso. Scgondo essa linguagem, a
evacuarlo da Moldavia e da Valaqoia pelas tropas
austracas devora ter precedido a de Conslanliuopla
pelos exercilos alliadas que combaler.m na Cri-
mea.
physinnomia franca e inlelligente, de estatura alia c
esvella.
O negro agradou-lhe, elle eomprou-o, e levou-o
para bordo de seu navio.
Sabendo que o joven negro era de Emvrna, urna
das piincipaes cidades de Madagascar, deu-lheo no-
me de sua cidade natal.
Dahi em dianle o escravo nao deitoa-n mais
cmnparhli.....dos prazeres, dos cuidado e dos peri-
gos do senhor ; nAo foi o ultimo nos cmbales, no
meio dos abalroamenlos em dar golpes terriveis no
ioimigo, e em amparar muilas vezes o oflicial com
seo corpo.
Emyrna era da raca ao mesmo lempo branda e
altiva, corajosa c melanclica dos Sacalaves, repelli-
da para o inirior de Madagascar pela raca bastarda
e feroz dos Hovas, a qual, digamo-lo de passagem,
ella expillir.i om dia do litoral, guiada lalvez pelos
Francotes, aos quaes chama com grandes gritos.
existe no lexlo do tratado de Paris
:il 11.10 apona nenhuma, essa demora foi annoncia-
da verbalmenle na sessAo de 1 de abril. Anda rasis!
nessa mema sessAo, os plenipotenciarios de Franca,
lo-I.,1 orrae; da Sarrfajiha transmitliram aos euibaiva-
dores das suas potencias em Conslanliuopla, os po-
deres e as inslrucres necessarias para concluir cora
a Sublime Porla uina convenci especial, conceden-
do aos exercilos alliados, para eOecluar a cvacnarAo
do territorio oltomano,oceupado cm virlude dos ta-
lados de 12 de marco de 18j4e L.de marro de 1855,
urna -iilliiente demora, lendo comludo.o cuidado
de indicar que esta demora 11A0 poderia exceder o
prazo de seis mezes. Se nessa occasiAo nAo fez o
mesmo a Austria, que oceupava os principados dano-
l.ianos em virlude da convenci de 14 de junho de
IcSt, lie porque a nAo julgou conveniente, por isso
que o conde de Buol acabava de declarar que a ope-
rarAo retirada das tropas aostriacas acampadas na
Moldavia e na Valaquia se ellectuaria mais promp-
laraenta do que a operaco do embarque dos exerci-
los alliados que se achavam na Crimea, e que a ban-
deara d'AusIria deixaria de fluctuar neslas duas pro-
vincias, anles qae as han oirs de Franra, Iuglaler-
ra e Sardenha desapparecessem de Conslanliuopla.
'( Effectivarncnle depois desta linguagem. que ne-
cessidade haveria de eslipnlacoes estipulares espe-
ciaes, lixando a demore de rigor para a vacuacAo
da Moldavia da Valaquia. urna vez que a potencias
que deviam encontrar mais difliculdade nos muvi-
menio. para as retiradas das suas tropas, 1Ao exigi-
ram dilliculdades nos inovimeulos para a letirada das
soas Iropas, nAo exigiram mais do que seis mezes
para verificar essea movimenlos, e que a Auslria re
cimbreen que carecia de menos lempo para satisfu-
zcr, pela sua parle, as ohrigaces do arl. .11 '.' De-
pois das explicacoes havidas na sessao de 4 de abril,
a convicio de todos os membros do congresso nAo
deveria ter de que a Aoslria evacuara a .Moldavia
e a Valaquia antes dos seis mezes ?
n Tamhem nlo podemos acredilar na vericidade
dos boatos de qoe os che/es do exercilo austraco que
oceupa a Moldavia e a Valachia, lenham feilo novos
contractos de abastecimenlo com os fornecednres da-
quellas dn. provincias. A Austria nlo lem nenhum
molivo ou pretexto plausivel para conservar as suas
Iropas nos principados danubianos, que ella nAo pode
continuara oceupar sein violacAo, segundo as expres-
sr.es de Mr. de Buol, de urna das prinripaos condi-
rf.es da paz. lia de cerlamenlc coroprehender, que
que deve pela sua parle apressar-sc a cuniprir esla
rondijAo, quanla ser., a demora que lem de haver, e
que depois da haver pro'meltido de evacuar os prin-
cipados danubianos anles da partida das Iropasanglo-
francezasda Turqua, he justo que ella retire o seu
exercilo deslas duas provincias, einquanlo esla par-
tid! nlo seja um faci consumado.
Que razoes, pois, ainrfa meante especiacs peder
allegar o gabinete de Vienna para prolongar a sua
occuparAo da Moldavia e da Valachia ".' Dir' elle
que deve vigiar pela execuro do Iralado de Paris,
pelo (ion respeita a' queslAo da nova rtemar.-acAo
das fronleiras que devem separar a Kussia da Tur-
qua ? Alas sera a Austria a nica inleressada ties-
ta queslaj? Estar' ella especialmente encarregada
de vigiar a observancia das clausulas do Iralado de
Paris? Sera' sn a ella que perlenre lomar urna de-
cisAo relativamente ao delta do Danobio, a cidade
do llolgrad e a ilha das Serpeles'.' o Iralado de Pa-
rs nao Ihe cultero direilo algum, nem Ib? concede
mis.,11 alguma desle genero. Nao exule a menor
circunstancia para, a esle respeilo, inlervir de urna
maneira difireme das oulras polencias alliadas da
Sublime Porta ; porque as oulras polencias nAo a
encarregaram de as secondar militarmente, para
vencer as difliculdades secundarias que fcilmente
se solvem pelas vas diplomticas.
A occupacAo da Moldavia e da Valachia pelas
Iropas austracas, e se prolongar, poderia parecer
urna inlervenrAo armada. Ora o artigo 27 do La-
lado de Paris, declara formalmente, que nada pede-
r' ler lugar que se pareja com isto, mesmo uo caso
que de resto nAo exisla, de desorden! interior na de
perigo exterior, sem nm otHeenitmle accordo entre
a Sublime Poria e as oulras polencias contraanles.
u Onda exislc, pois esse concenienle accordo que
exige o artigo 27 do Iralado de Pars J NAo, na he
possivel que a Auslria tenha intencAo de prolongar
a sua occuparAo dos principados danubianos, e ape-
zar de quanlo se diz a esle respeito, estaraos persua-
didos de que actualmente ella se oceupa de lazer re-
tirar immedialainciile as suas Iropas da Moldavia e
da Valachia. Mr. de Buol deve ja sentir vivamente
que esle uconleumento nlo lenha podido justificar
as suas esperarlas, nem real.-,ir as suas promessas.
Deve pelo menos dar-se pressa cm fazer cessar ad-
mirarlo qae por loda aparte lem causarlo a lenli-
dao cora que o gabinete de Vienna cumprc os com-
promissos que lornou a esle respeito, pondo termo,
o mais promplamente poisivel, a urna occupacAo
que parece descontentar especialmente a Inglaler-
a, impaciente de ver os principados danubianos li-
vres da tulella do exercilo da Auslria.
[dem.)
mais esperanca,
Senhora, lornou vivamente o negro, nao aou
mais do que um pobre esrravn ; mas lenl.o bom co-
ra.;Ao, e desde hontem cuido em urna cousa... Sorel
lalvez feliz !... Sim, Dos que me nove sera com-
migo !
E sem esperar por nova observaco de Kosange
ou do capilo o negro correo i sua choupana occulla
ent.-e as arvores do vergel, lanrou aos hombros om.
aacco feilo de folhas de cama, de que osam lodos os
escravos em suas viagens, munio-se do um guarda-
cluiva simples e primitivo, tomn depois um baslAo
solido, dirigi-.e para o porllo, c sabio, apezar da
chuva que calila e da profunda escuridAo que rei-
nava.
I.'m quarlo de hora depois o porllo ahria-se no-
vamenle para deixar enlrar oulro negro, em cuja
mAo oscillava urna Linterna pela violencia do vento,
e ao qual segua um sacerdoie levando o viatico.
VI
hmyrna.
Emquanlo o ministro de Dos unge o moribundo
com o sanio oleo, digamu algumas palavra sobre o
negro velho, sobre esse servo generoso e dedicado,
romo ainda enronlram-se slqnn anualmente na-.
rnlonias.
Havia un. vinle e eineoanuos que llnuiiai l.ju-
rr. passeando nm da no rae- da Baraclinis evami-
oava os signaes de seo navio, que i.ai,>urava-se no
pulo, quando nolnu no meia de um carregamenlo
de uegros recenlenieiile desembarcados um rapaz del le ou aquella que leve cuidadai a"infancia ert'romo
Se o marinheiro, como cerlos senhores, houvesse
sido cruel para cm o escravo, Emvrna teria sem
duvida sido um servo dillicil de governar ; pois de-
baixo desse grotseiro epiderme corra o real e anli-
go sangue dos Rabilaras, dessa familia altiva, mas
conslanleinenle bel aos tratados concluidos rom os
Europeos, e que foi desthronada pela farrAo falsaria
e envenenadora do defuulo Ranavala Mandjaka.
Pirnio oflicial tratara sempre o joven uegro co-
mo amigo ; por isso o escravo consagrnu ao senhor
urna afleicAo inalleravel, nma dedicarlo sem limi-
tes, e Indas as vezes oue l.ancrv desembarcava na
ilha da ReuuiAo, era Emyrna qoem mplorava o fa-
vor de ir buscar Rosange no collcgio ; era lamben
elle que nos passeios rara da cidade conduzia a me-
nina ao hombro, ou fazia-a danaar i sombra das ar-
vores do vergel, ao son, .la raheca de tres cordas de
st-u paiz, com a aria melanclica, que na infancia
elle ouvira cantar pelos serves de sua familia, quan-
do moutados em bois, adornados de folhas e flores.
elles colhiam o arroz as vastas planicies, que ro-
deiam Eiiiyrna.
Verdadeiro e sincero crcnle como a miir pirle dos
Bretes, Iliomaz l.ancrv impuzera a si mesmo o de-
ver rfe ensinar ao sen escravo ,,. principios funda-
mentaos da religiAo chrisl.io ; applicara-.c simples-
menlc a lancar-ihe no rararjta, como semeule fe-
ciuda, a primeira essencia das leis desse enligo e-
lernamenle consolador e civilisador, que chama-se o
Evangelho.
Eisas noci.es tummarias e bem rompreheu.li.las
do rhrislianismn jumas a boa ndole de Emvrna Ii-
nham sido suffirienles para que o earravo nierereae
invaiiavelmenlea ealima, a r-onl.anra, e a jmira.ie
do senhor, e io;se .empre rnusidered de ro-anee
rom., am segundo pm.
Ninnami que em lingiiageiii crioula significa aquel-
ja vimos o nome predilecto, pelo qual a mora gos-
lava do leslemunhar ao negro velho sua afTeirAo quasi
filial. E o negro a seu lurno para exprimir sen amor
e sua dedicarlo nAo achara denominarlo mais lerna
que a de zaza, diminutivo de zazabce que na lin-
guagem de Madagascar significa menina.
Assim, depois da morte de Thomaz Lancrv, de to-
das as pessoas da casa Emvrna era lalvez"aquella,
cuja proleccAo, cojo espirito de renuncia e de sacri-
ficio poude supprir melhor para com Rosange a jau-
la sollicitude do chefe da familia.
Agora conduzido por urna idea lixa, c escolando
rnenle a voz de sua alma que manda-lhe tentar um
ultimo eslorco em favor do doenle accolhido pela
senhora, o velho servo caminha a pasen rpido... ou
antes corre, afrontando as trevas e a chava dos tr-
picos, a qual formou trrenles impetuosas em pouca-
horas, e vem laucada pelo venlo aroular-lhe inces-
santemenle o roslo.
A tempestarte desenfreou-se... o Ocano muge as
ondas bramera c sallam sibilando sobre (oda a cosa
e sobre os edificios do caes, o qual cohrem com 1111-
mensos lenrocs de eaenna. No meio dessa lerrivel
convulsAn d. nat.ireza algn, lertos tas arrebatados,
muilas arvores lorcem-se, e licam desarraigadas'
Emvrna nAo ve nem ouve nada..", prosegue
em seu camiuho com intrpido arrojo.
A cidade de Saint Denis he alravessada ao oe'le
por um nbciro do mesmo nome, o qual nos bellos
das be corno urna larga lita de prala serpeando gra-
cosamenle alo o mar. Os seixiuhos que formam o
teilo entendem-se enlao formando orna arena vasta
e secca entre lengaa ca -leas de rochas enormes e
pretas.
A" direila voltando-se para a embocadura do rio
vr-se como urna popularlo inleiramente dillerenles,
uina segunda cidade com curabas risonhas, de ia-
nella pintadas, de jardas cheios de sombra e de per-
fumes, e urna mullidlo de moinlios pequeos que no
silencio my.leoso das noiles |> irecem ler vnzes hu-
mana.
A' esquerda lica urna planicie vcrdejanlo e florida
que fslende-se romo 11111 bello manto ate a sombra
dos arbusto; selvagens e dos leiv.-s que inclmam do
alio das rochas sua rahellera melanclica. Todos os
dias da semana, sobreludo na domingo, es.e I.ipele
de velluilo verde recebe I.....cu- e muflieres avidus
de prazeres campestres e da alegre liberdade, fami-
lias iiileiras perlenceules a todas as classes sociaes,
que vem passar ahi o dia rom muilas pruviss.es gas-
tronmicas, e lodo os ulMirilioade rezlnha. Fazem-
se fugo, da ramos serros cobre a relva, .. arroz lerve
em raoirulas de ferro, o rapio ou 1. per voltando-se
no espalo mistura seu cheiro rom'o. arnnu balsa-
mico" que descera da1 monlanhas
Depois.lo banl.n na avoa do no ,anla e iletie-
uieiile sobre a relva... Ao pr do sol esst irem he
rarregado romo depois de um icampamenlo, lodos
de 1847 e lerminou em 15 de Janeiro de 1851; du-
rou por conseguinte mais de Ires annos. Assim a
duas presidencias do marechal abrangeram o espa-
to de 5 annos. Durante todo este lempo o governo
constitucional foi urna verdade, e o paiz estove li-
vre das desordena interiores e das agilacoes revolu-
cionarias, lo frequenles em oulras pocas.
O marechal Narvaez, sempre que lera aceitado a
presidencia do conselho de ministres, eomecou por
seassociar a seu amigo Pedro Jos Pidal, hoje mar-
quez de Pidal, a qaem lem confiado urna das pastas
mais imprtenle!. De 18it a 1816 Pidal era mi-
nislro do interior, e he a elle que se deve a Consti-
tuirlo de 181j, que nao he mais do qae a Consti-
tiiiclo de 1837, sabiamente reformada em um es-
pirito monarchico. De 18*7 a 1851 o marquez de
Pidal aju.I.m Narvaez como ministro dos negocios
estrangeiros ; foi elle principalmente que preparo
pelas suas negociarles a concordata celebrada com
a corle de Roma, e assigoada pouco lempo depois de
sua .luda do ministerio.
M. de Pidal acaba de reassumir a direccAo dos ne-
gocios estrangeiros; elle he mais proprio do qae
hingacm para restabelecer as relarf.es enlre a San-
la S ea curte de Madrid. O marquez de Pidal he
ura ministro essencialmente parlamentar ; foi pela
tribuna que elle conquiatoa a sua fortuna poltica.
M. Pidal he considerado como um orador de grande
forca,_e tem sido sompre tralado com muila consi-
derarao pelas corles ; gosla da discussAo e da lula.
II. Nocedal, ministro do interior, nao lem figu-
rado al agora senAo as assemblas legislativa,onde
lem feilo um logar muilo honroso. Merabro das
cutes constituidles, fazia parte de um pequeo gru-
po de depulados realistas qoe durante doos annos
defenderam com m.is constancia do que fortuna os
principios da monarchia constitucional. M. Noce-
dal o Rios Rosas eslavam quasi sempre de accordo ;
nos ltimos lempos separaram-se em qoesISea de
segunda or lem, porcm que nSo deixavam de ser
importantes. M. Nocedal tnbstitue boje M. Ros
Kosas. I'er que fazer muilo ; he elle quera ha de
preparar a futura inslallario do governo regular e-
gundo a constituirlo de 1855 e dirigir ai eleiroes de
depulados s curies.
O general I rbi-innde foi nomeado minislrn da
da marra, lie um antigo oflicial do exercilo cartil-
la. Depois da couvenrlo celebrada em Bergara era
1839, e determinada a guerra civil, o general Crbis-
londo, abracaudo a causa da rainha Isabel, servio
no exercilo e dislingnio-se pela na lealdade, lideli-
dade e exaclidao. He homem que ronbece bem a
sua prolis.Ao. He provavel qoe o marerhal Narvaez
dirija o general no exercicio de suas dilliceis fuuc-
rfies.
O ministerio da mariuha foi confiado a nm oflicial
do exercilo de Ierra, o general Lersuodi. Elle ge-
neral lem sido ministro por difiranles vezes.
Em mata de 1851 foi uomeado ministro da goerra,
e fazia parle do gabinele presidido por Bravo Murille.
Dous annos depois, o general Lersnndi succedia a
Bravo Murillo, e formava om desses ministerios de
transiccAo, que apezar das melhores inlenc,Oes. con-
duzram insensivelmenle a monarchia a' crise revo-
lucionaria de 1851.
O ministro da juslira e dos cullos nao he M. Ar-
razola, mas sim M. Seijas Lozano. M. Seijas Loza-
no, como M. Pidal, be um collega amigo do mare-
chal Narvaez, que o fez nomear ministro do com-
mercio e dos Irabalhos pblicos em 13 de selembro
de IMS, am lugar de M. Bravo Morillo, chamado ai.
ministerio das linancas, que eslava vago pela demia-
Ao de Alexandre Mon. M. Seijas he um juriscon-
sulto estimado.
A direcrao do ministerio das finanras f0 confiada
a M. lian iiiallano. director da administrara., das
alfandegas.
M. Barzanallano he om anligo cm pregado do mi-
nisterio das finanras; enlrou muilo novo e coraeroo
pelos empregos mais inferiores.
M. Barzanallano linha sido uomeado ha muid,
lempo director da admimsIrarAn das alfandegas, lu-
gar que elle desempenhava cora distincro. Ainda
que diputado, cooservou-se sempre eslrauho as si-
luacoes poltica-.
Esla direcrao, dillicil em todos os paizes, he-u
muilo mais em Hespanha, porque se lera iotro.luzi-
do muilas de-orden-, porque as recrilas sAo inferio-
res as despezas. e porque os dficit, de cada anno
augmentan! incessanlemenle o peso de ama divida
ja enorme. A Hespanha he victima de calamidades
de toda a especie, o mao estado das suas linancas be
urna das suas mais vivas chagas, a qae se torna ne-
cessario applicar sem demora um remedio heroico,
e nAo se entraar. O encargo imposlo a M. Barza-
nallano he bem pesado. Oala que nlo seja supe-
rior s suas forrai.
Nada podemos-dizer por ora icerca dos projcclos
dn novo gabinete, mas pela sua composir.o pode
afoulamenle dizer-se que as in.lituire- monarchicas
e liberaes da Hespanha nada lem a receiar delle.
O rgimen constitucional est seguro com homens
laes como o marechal Narvaez e o marqaezide Pi-
dal.
{Periodicodosl'obres 110 Porto.)
vollam para a cidade s vezes cantando, e 4 clan Ja-
de das l.nicina- e das tochas de ramos seceos Iriura-
pbalmenle levadas pelos criados negros.
Mas, qaando chega o mi lempo, o riacho enche-
M em ura abrir fechar de olhos, o invade todos esses
frescos asilos. Pooco depois he um rio transborda-
do, e feroz que precipita-se mogindo.
De um cabero suspendido tobre um ahysmo a mais
deduzenlos pcs de aliara, e cujo cimo"verde c re-
dondo fez dar-lhe o nome geral de oileiro, desse ca-
bero as aguas das chuvas Torneadas pelas trrenles
laleraes das monlanhas lanram-se com am ramor de
IrovSo que repele-se de echo em dio, e rolara para
o ocano rochedos enormes e arvor
secalares.
o ocano rochedos enormes e arvores alguma- vezes
Foi ahi as anfractuosidades de ama rocha, vinte
pcs cima do chAo que Emyrna reconheceu nm dia,
e examina alternamente urna planta de seu paiz ; he
para esse lugar que agora corre.
Elle chega as margeos do rio, abaia-se, cicol.i
com amia atrase- das mil vnzes da lempeslade... O
rio corre ainda tranquillo e apenas murmura de
qaando em quando dcbaixo das grossas e irregulares
golas de chuva, oa pela branda agitarlo contra as
margens.
Emyrna cnlra na agua, c sustentado pelo seu bas-
llo, o qual apoia com precauco no meio dos rocho.
do chega logo ao lado opposto.
EnlAo o negro lira vivamente da algibeira fusil e
sea, accende o cachimbo, e dirige-e para o ro-
cliedo.
O negro lem perlo de sessenla annos, om titala
nu rodea-lhe o alio da caliera ; mas seos cabellos co-
meram a piular as fron(es, elle he robusto, e lem
pernas solidas e firmes.
Sobe o escarpamenlo como um cabrito, e procura
em lomo de si 3 clarid.de do cachimbo... Acha a
plaa :... Arranca muilos punbados della, e mlle-
os no sacco...
Repentinamente ouve-sc um rumor looginquoque
augmenta com a rapidez do relmpago... He a agoa
que desee, be o genio da destruirlo e da raurte que
v..a, e salla de abysnio en ahysmo !...
Emvrna seri apanhadn. submergido pelas ondas
furiosas, despedarado entre os troncos de arvnres e
os rochedos que rolam !...
O negro lauca-.,.... checa ao leito dn rio. Apres-
sa-se, c cahe muilas vezes entre as pedras escorrega-
rfiras ; mas de lodas as vezes torna a levanlar-se cora
intrepidez, e emlim ganha felizmente a margemseu
ler perdido nenhuma folha plaa selvagem...
Apenas elle el fi.ra do perigo as agaasloeam a-
'las (alargeos, p rorrem para o mar om om luinul
loque domina por inlervallo-, o rumoi da leaos -
lade. '
11 vell.o servo cuuliiiiia .eo lain.nho, e ihca poo-
co depois a habitarlo da senhora.
1 l'OHlim 0/1 '-(-(( I
,
.


urui i! nmvu ouMta n\u \ ii i>e(mino de us.
O VALLE DO AMAZONAS.
O Napo.-
Javar.,...~......... '"'"= '"-is ><>' os corpo* mais indigestos, lars Coeleand
| como peda,;.,, ,1c-niela!, e qu. empregam em litio em lodo o rorro de Ama/.
l m onlro auara, poiem a ni eiiuimuui meemol pcame* leilciiiuidi,.. uuii lua -Su n. m>; i .,.
>Ud.o.lMarai,l,a-|,lK,l,..;.-. mu. Dlil l,).. domestico, lie .. Au-ini. que Ir,- !.....qu. iraball....." """nl "
: ga sem diffleald.de os carpos mais indgeno*, lee* Costeando numerosas ilh... qae Mito
eheS8-se
- r .......----.. ...... ti.iii., |itaai;o uc mrlai, e qu cm [.reclu)
I trroinaila i.....h \piui,i_,i,i no Icavalo, volt*- de ta* rorigem em (oarda-paleoe.
emcadas
' emhora-
Ji. Saoio Antonio, i.-,, denuncia da dua*i ica. da
jno, fura .inmediatamente no lunar e flncnnlrara
alean* f.ecuezea, pondo** ao fresco o rlnno da e*pe-
lunca. l.ou>ors au ,t. subdelegado por laoli
m... n mi;i embuceodura no Amazonas,' islo he,
haula, unde lurn-imu a encontrar M. M. de Cse-
leln.u c llcrndon, viajantes que se seguein ueslas
recies cum o mlervallo de .*> Bae*.
A mu,! pequeua dislauria de Naula, descerni o
llaranlin, esta a aldela O'Omagua, cojos habilan-
le vivem na maior Immuudicia, aatim eomo feral-
mente lodos o indgenas do Amazouas. |)ahi, coin
un dia de villero, chega-ie a nm oulro pueblo da
margen) esquerda do rio, cliamado lquiln, ; urna
parle da populadlo desla aldeia se cnmpe de anli-
Kos liabilanle* de S. Borja, situada mal cima so-
bre o .M.ir.uili.io e prxima ao ronco de Mausrrielie.
Alomo de Tabalinga o Amazonas recebe o Java-. Irinll e oilo lesna* do Jurua.
n, nllloente meridional, que parece nao Icr anda I O Japiira leni doaa buceas desviadas unta da on-
It explorado aenlo pelo que buscan. *al*a par- | tra alguna ceios de jardas ; a que esta' matean
nlrelanlo, segundo una rarta que Mr. de | oeste be o pfincipal; lem cen jardas de largara,
Vs aguas deele rio sao .le nm amarello claro ; .Mr.
---------.......--------" "-------'... BU U -....--- ,'"1 ,1,11
mira no jHpiira. que -em noroetle c se hinca no rio promplidftn. Cnutinur lie, que lieos e mullas faroi-
. Irliil'i a ...l.i l^,,...- .1.. ______ l i
lias o abenconr.ln.
"oram pre
Castclnau pensa ter sido dirigida por aaUuiioiuvs
porluguoies enrarregados da demarracAo TTas fron-
teiras, be |pOMlVl indicar cem nlguma certeza o
curio deslc rio, e os poBloi de Janela de teas
allluenles.
A aretele geral do Javaii seria do oeste a esle ;
nove leguas do suu embocadura elle se bifurca um
dos seus bracos se dirige esle nord'eite e be punco
importante, be o Javarisinho ; onlro, o Jacarana,
fcslra povos toram expulsos em ISil de seusanli- I cuj direccAo be nnrd-rsle, e que fierre muil,
gos eslabrlecimentos por dua sar-es elvagens, o*
llivaros e os Ooambimus quealil coinmetleram urna
horrivel carnilicina. Abaixo d'lnquilns, o pequeo
riu Nana) se lanca no Maranliflo por utna emhiicra-
lura de l.'iO jardas. Segue- Horaalpa oa Nouvel-Orau, habitado pelos Oregones
tortillas compridas) que lein u coslume de Iraspas-
ar o lobo da orellia e de Ibe lazer ariquerir por
meie de uuia rodella de madeira que abi iulruduzein
urna enorme dimensAo. Bate uso linba ja desnppa-
recido inlciramenle na poca da passagem de M.
H-rndon. E*les ludios se servem de lauras enve-
nenadas.
Mu proiimo esta aldela se echa a emboccadura
do Vipn, alllnente seplenlrlonal, que foi pariicul.r-
mcnle explorado por nm nataralista ilab.iiio, M.
(metano Osculali. Esle viajante parlindo de Gent-
o a 7 de julhn de 1847, cheaou ao Kapo pelo Co-
/-augu, alrava de mil dilliculdades, abandonada
nimias vetes por seos goias, e estando a poni de
morrer de fomo. Ella Sueca o Napa em orna ex-
lentAo de l.'iO leguas. Esle rio be habitado pelos
ludios Xaparos, divididos em 200 Iribos pelo menos,
eompondo urna populacho de tnnlii mil liabi-
lanle.
Este povos vivem em uma^selvajaria completa.
M. Otcuidti reprsenla o rio apo como mu fcil-
mente uaveaavel, e cornudo entre daas margens
planas, coberlas da vegetafo mail loperabon-
danle.
0 lim principal desle viajante era recolher iuiec-
los de qoe conlou 2T> especies novas. [I]
M. Ilerndon encontrou no MaraubAo daas canoas,
que linhan viudo, descendo o apo, de um ponto
visiuho de Ijenilo. A gente que eslava a bordo des-
las embarcac.ues Ibe disse, que elle poderia subir em
iluus metes e tiiein ete|rio ate o coiillueute do Coca,
que vem lanrar-se abi do lado erquerdo. Eram
cooduridas por ludios qo* Ihe pareceram os seres
in.ns selvagens qoe linba visto. Julga-se que se
acba ouro em p misturado com areia as margeos
do apo.
Em sua emboccadura no MaraubAo esle rio tero
JIM jardas de largura.
liepois da jinccAo do apo chega-se i aldeia de
l'ebas, da qual lalver. boje nAo evislam mais sig-
naes, porque, na occa.-i.io da passagem de M. Heru-
don, os Indios se oceupavam em crear um oovn es-
lahelecimento urna legua ao norle de sea anligo
poeblo. O novo Tica margem de um rio cbamado
Ambvaeu itio do veneno qoe se pode subir em 13
das no invern. No meto do curso'deslc rio se en-
cnilra os Oregooe aulhro^pophagos.
A' dea milhas, ao nordeste, pelo inltrir.r, se acba
a aldeia da S. Jos, cujos habitantes to os Yaguas,
reunidos neste lugar pelos cuidados dos missiouarios.
Para ir-ae a esta misso, passa-se por maginfcas
lloresla, em que se distiugue numerosas especies de
p.ilmeiras, eutre oulraa a colossal Esterapanga co-
berla de espinhos semelhanles i lauras de om metro
de comprimeulo ; o curioso Tarapolo, cujas railes
se dividem i doos ou tres metros da Ierra, o que faz
parecer suspenso no ar seu tronco, que he mui ele-
vado.
A madeira desta< arvores, diz M. de Caslelnau,
he "incorruplivcl n'ago, e pnderia servir para
uossas construcfes martimas. Entre o cipos que
crescem e se enlrelec,am em redor deslas grandes
palmciras, ha duas especies, o pai o o ramou, que
o Indios chamamboboogo e tralo,isto he, in-
gredientes do veneno, lie rom elleilo, com estes ci-
pos que os Oregones, os Yaguas, os Ticunas e ou-
Iras (ribos selvagens, r.ompe o temivel veneno de
que se servem para a cac.a. Oeaoul-cuouc, que for-
nece a gomma elstica, he lambem mu commum
nesl florestas.
Os Yaguas andam niis, mas trazem em redor do
enrpo um cinto de couro salpicado de runo ; lem
lambem algomas vezes em redor dos bracos e *
p-sroco ornamenlos semelbantes. Nos das de fes-
la elles pinlam o corpo com urna tinta pardo-clirn,
e sobre esta empregam o encarnado, o azul e o pre-
lo, fazendo diversas lisuras com grande delicadeza.
.Seus cabellos corlsdos rentes sao cobertos de nrucii.
Alguns Irazetn urna coroa de peonas, e ligam a
seus braceletes longas penuas de araras. Andam
armados de lancaa envenenadas, de facas e de sara-
batanas. As mulheres iirnam o pesclo, os bracos
e as peritas de collares de missangas brancas on de
baga de arvores ; ellas lem lambem um pequeo
avental de algodao linio de encarnado e guarnecido
de cooro. Soas casas Ao eapacoias ; fAo Taitas de
tullas de palmeiraa, que cabem em Ierra, o que llie
da.a apparencia de grandes cortijos. Estes Indios
Ao mol preguijoaos, mui embriagados e apsixona-
los pela dansa. Soa bebida be a chicha de bana-
nas fermentadas. Elle fazem grosseira* redes com
o lio de urna palmeira chamada cbambira uo Per
e liirtnn no Brasil.
O clima de S. Jos he mui agradavcl, e parece
ser mais sadio qoe o de l'ebas ; ha lambem abi me-
nos mosqoilos. as eircumvisinhanc.as -e encon-
Ira a arvore de que se tira um leile mui procura-
do pelos Indios por can-a de seu goslo, e do quai
nossos viajantes beberam com prater. lisia aobs-
lancia ao principio espumosa e branca como o leile
verdadero, se coagola promptamenlr. Os Yagoas
recolhem esla gomma em grande abundancia ; r-
vem-se dalla juntando urna soluclo de uruc, para
compOr as cares com que se pinl'.m. A sement do
urocii, qae he condecida em lodos os paizes hespa-
nlmes sob o lime de Achil, prodoz orna bella cor
encarnada, quando esl madura, e um amarello bu-
llanle, qnanirio esl verde.
As folhas de urna pequea arvore chamada tana-
ri dan a coj roa ; a cor preta be fornecida pelo
goea ou empapo, o escuro pelo macodute dosOre-
gooes. que be o ail (ndigo dos llrspanhes ; em-
bm o riiiiioiioroomounoiidos Y'aguas, que he o
lisonidos Oregones, prodoz urna cor de verme-
Ibo escaro ; he a lirtura empregada para as redes
de pelle.
M. de Caslelnau nos di curiosas informantes so-
bre o cosiumes dos Yaguas : esle selvagens lem
mgicos que sAo lambem mdicos e que pre-
lendem ler c< mmunica^ao com o Grande Etpirito.
i .'liando as meninas chegam a idade da poberdade,
encerram-nas durarle Ir mezes em urna ehoupana
solada no majio da lloresla. a mAi Ibes leva a comida
lodos os dias. Os missiooorios aflirmararn ao via-
jante o.segu He cosame: Onandn nma mulher
pare, he ubnir.ula levantar-se logo que se lem ap-
placado as dores do parlo, e o bomem vem deilar-
e em sua rede e da gritos agudos at que lodo os
seos amigos Ibe Iragam prsenles, a (i
Cooliiiuando a descer o MaraiibAo, en.ontra-e
lepots de l'ebas, a aldei dos Cocbiquinas, situada
sobre a margem direila e habitada por alguma fa-
milias de Majorunas ; depois os pueblos insignili-
cmies de 'oru.ile, de Camucheros e a liba de Moro-
mnrvic. Abajixo de-ta e sobre a margem de um
canal eatieito do lado da margem asquerd, esl es-
labelecida a Imissao de Cavallococb, habitada por
1 leonas. Eslea ollimos sao numerosos nos bosque
das viainbauchs, e se eslendem al o rio Javar, on-
de e!,lo eml guerra continua com os Mavorunns.
W. Ilerndou hebou esla missAc dirigida por'um pa-
dre encrgico.ique tiuba conseguido submeller os In-
dios au trabalho, e o libha acnslumado a conservar
suas casas, alleiaa e pessoas em um estado conve-
nienle de ordtm e de limpeza O domiugo se passa-
va sein embriaguez e dansa.
Crelo, -iluido sobre a margem sepletilrional he
oallimu eslebelecimenlo do l'eii'i sobre o Amazo-
nia. \ aldeia aeba-se edificada sobre nma collina
eai face da erRude ilha de Cacao. A populacAo se
oinpe de l'orlugoezes, llrasilciros e alguns Indios
I ui.unos.
Ao -.ni de l.arelu, e i Ircs horas de navcgacAo esl
o forte de Tabjlinga, que marca a fronleira do Bra-
sil, liste forld consiste apenas em nina batera de
las bellas perita de embao, de bronze, que domi-
iinmi o rio. I'etmillir-te-nos-lia que tomemos a II.
de l.a.lrliiau a' narrar.io de urna scena burlesca, a
qual den lugar a ricnolai;Ao deslas armas poderosas,
la novas para ds Indios.
Nanea a simplicidade do selvagem c a superrrio-
ndade do bomeiii civilisado liohaiu produzido um
encentro lAo caracterstico :
Meo velho piloto indio, nos diz o sabio vltjan-
i'. tmlia-se preparad,, ha muilo lempo para entrar
de um modo coilveniente as Ierras do Brasil ; Ira-
jando a melbor roupa. elle recoinmcndava os re-
madores qoe eiebntasscni exictameiile as bellas ma-
nobras que elle quena fazer ao pu do orle, -lim de
rioslrar soa hablbiUde aos eslrangeiroi. .Mas ueste
i mmeoio romoskaudados pela arlilharia do forle,
cum a qual nao c(inlava o pobre chele indio, qoe
nunca lendo ouvido um estrnndo se.nelli.inie. afmu-
voii o leme ; os remadores abandonaram seus remos
para occollar a cabeca, e o meu pequeo indio
.allarna qoe eslava Irepado sobre a cubera, se rtei-
xou cahir no fundo da embarcarlo dando gritos
agMBa, aos quaes respnmleram os das araras e dos
macacos. A embarcarlo ia revelia, e impcllidos
pela violencia da crreme, eslivemoa moilo te
sinuosidades, seria o braco principal. O Javar e o
Jacarana Irriam sido subidos pelos eugenheiroi por-
lugoezes al urna riislsncia total de renlo e setenta
e cinco legau da emboccailura do Amazonas. A
qmnze leguas desle ultimo ponto, n Javar recebe
obre sua maigem unenlal o pequeo rio Tucolij.
A cincoenla leguas mais cima um oulro atrllenle,
o Curuza, Ibe vem igoalmcnle do esle; esle ultimo,
posto que coiisideravrl, nao ..na navagavel senAo
em um curso de Irinla leguas.
Drpois da iOBfao do Javar, o Amazonas muda
seu norne de Maranhao pelo de Snlimes. Ello lem
nesle lugar urna largura de milha e metal nma pro-
luu lida.le de sessenla e seis ps no nielo de seu lei-
lo. A Irinta e urna leguas na direccAo de Taba-
linga chega-se a aldeia de S. Paulo, siloaila em
orna eminencia e rodeada de bosques e de grandes
pasto. A popiilac.io cnii) e--e de Iiiilios Inclina-
e Y'uri". e de alguna Irinla aranco*.
O coinmerriu he ainda mu pouco importante :
segundo Mr. lierndon exporta-se aniiualmenle de
S. Paulo oilo mil libras de salsa-parnlha no valor
de mil dollars ; qualrocenlus e cincoenle jarras de
manteca ou azeilade ovos de tartaruga, no valor
de quinbenlns e cincoenla dolais, e Ircs mil e da-
tadlas libras de cacao no valor de sescnla e qualro
dollar.
Todos ciles arligos -fin enviado a Egas, que Tica
mais abaixo. Segundo o viajante francez, o princi-
pal artigo de exportado be farinha de mandioca,
e os objeclos imporlado do alindo rio silo o lo-
euyo. o labaco e o sal. Fallando rla delicias da
morada em S. Paulo, nosso compatriota conla que
os ligres vem de noile comer os caes tas ra.
Vloi pruximo de S. Paulo o .Solimos* recebe, do
lado do stil, o rio Jandinldba ao qual Mr. dt Cas-
lelnau da' setenta a mienta leguas navegaveis pelos
que colhem a salsa-parrilba. Soas margens sao ha-
bitadas pelos Yuris estabelacidos prximo a' emboc-
cadura, depois pelos Tucunas, os Araicos, e os
Mavorunas. O curso lolal desle rio parece ser de
cenlo e dez leguas pouco mais ou menos; elle se
bifurca a selenla leguas do Amazouas, e um de
seus bracos communica com o Julny, segundo di-
zem, que corre mais a esle. Em face do ro .lan-
dialuba, e do lado do norte, o cano de Jacurapa
lanca suas aguas no rio ; esle canal cninmanica
como Potumavo, a dez das de flagea de su-
bida.
A dezesele leguas de S. Paulo esla" a pequea
aldela de Matara, e a cinco leguas mais abano, o
conlluenle do rio lea ou Putumavo, antenle *ep-
lenlrional.
Esle rio parece ser consideravel, segundo urna
nellcia de Mr. Jlerndon poder-se-hia snbi-lo em
caDoa dorante tres mezes e Biela, e a corrente seria
lAo rpida que o ineimn trajelo de valla, ilescen-
do-o poder-sc-hia elfectuar em quinte dias.
0 lenle americano lem alguma dnvida sobre a
exacliilAo desla noticia ; nAo nbslaule elle esla' con-'
vencido que o Putumavc, he mu exlenso e mni r-
pido. Muilos escravos bras'leiros fogem por esle
rio para altancar a Nova Granada.
Perlo da embocadura do Putumavo, 'vivem os
Indios Miragnns. A seis ou sele leguas mais abai-
xo esla' o confluente do Tunantis, no de nma lar-
gura bstanle consjderavel, mas que nao be prova-
velmente seno um braco do lepara. Enlre esle
ultimo rio e o Pulumayo habilam os Indios Baya-
chaas, Cbumanas, e Passes, que sAo lodo mni
brando e qoe andam iiih. As duas ollimas na-
r/ies pinlam o corpo de encarnado e parle de pre-
to. Os Vori mais pelo interior, sao lambem de
om carcter brando. Yinle e cinco legoas abaixo
do I unan:ns, chega do lado do sol, ao Solimes, o
rio Julav que Mr. de Caslelnnu aeguu lo a narra-
Cao dos commercinntes do paiz.soppe navegavel em
um curso de cento e menla legua. As fontes des-
le riu seriam mui prximas das du Javar. Elle re-
cebe inultos ;if]luenlcs dos quaes os mais importan-
tes >Ao os ros Mull e Bova. Na embocadura do
Julay habilam os Maraas que sAo baplisados ;
depois, subindo-se aclu-se os CelochiM, nt Y\a-
recus, os Tuchiiiawas, os Buriles; estes ltimos
lem o cosime de introduzir pequeos pedacos de
madeira em aberturas felas em redor da bocea.
1 ni canal estrello que cometa a vinle legass do
conlluenle do Julav. e separa da Ierra Mr me a ilha
de Cacao, conduzio Mr. Ilernilon a' aldeia de I'oii-
lebo.i. onde n viajante francez alcan^oa dous mag-
nlicus macacos acaris, de cor escarale, um dos
quaes linba o pello branco, e o oulro rosso vivo.
Ha urna lerceira variedad! desla especie curiosa de
qu.fii iinanos. he a de pello negro, que existe sobre
o rio Negro.
O Juma, um dos prncipaes allluenles meridio-
nacs do Amazonas vem lancar-sea iloze leguas abai-
xo ite Punleboa, por urna embocadura de meia mi-
lita de largura ; porem mais adiaule una milha,
urna ilha consideravel a divide em-dons bracos es-
ir. i..-. Quanlo a esle rio como a mullos uniros
menos importantes nossos viajantes (icain reduzidos
a discutir as noticias que Ibe furnecem os collec-
torea de salsa parrilba. llveme- dizer todava que
s M. de Caslelnau parce ter-e preocupado viva-
mente em reunir mi,Tin.ices uleis sobre o'curso
dus ros e determinar seu valor sah a relacAo geo-
grapbica. As mais das vezes o lente americano
nAo fa mais do que lirar da obra franceza o resol-
lado das indagacrs e dtscusses sabias.
llevemos pois lambem com noso zeloso compa-
triota que o Jurna parece icr sido explorado al du-
zenlas e sessenla legoas pouco mais ou menos e que
se deve ebegar assim, subiudo-o, al 13 graos de
lalilude sol, islo he, exactamente na mesma lalitude
sob a qual esl situada a aldeia de Ecbaral em que
M. Castftnan comec-ou su descula do L'rubamba, e
lambem a mesma que a de Lima. Hahi pode se
julgar da extensao importancia desle rio apenas
conhecido. Julgamoa inolil enumerar oa numerosos
nos que se lancam no Jorna. Entre as tribus indias
que habilam suas margens rilaremos,ubunlo, os Ca-
lanchis, dos quaes alguns sAo chrislAos ; os Aranas,
botlia e mui perigosos ; depois a doos mezes de via-
geni mais para rima, sobre as margeos, os Culinos
ero parle hospilaleiros e cm parte hoslis, o Catu-
chinas, os Nawas e os Tuchinawas que andam nu
e sao selvagens Os Nawas parecen) ser os mais
lemiveis, atacam o viajante*, eslAj em euerra com
lolas as uolras Befoea e >Ao aulbropophagos.
Mr. Wallace, que nAoalrancou o Jurna, pe er-
radamenle esle rio no numero dos que tem as aguas
prelas. Mrs. de Caslelnau e Ilerndou nos infor-
man que suas aguas sAo alvas, mas um de seus Ion-
gTiquo- Iributarios. o Taruaca, he de. agua preta.
Alguns indicios provariam que es Indios que habi-
lam as extremidades lem communicacAu com os
brancos dos eslabelecimenlns hespanhors do Peni'.
As margens desle rio sao mais ricas em salsa parri-
lba do qoe as de lodos os oolros desla rrgi.lo.
Ha na relacao de Mr. de Caslelnan urna passa-
gem moi curiosa, exlralltda por este viajante de um
jornal manuscriplo de que Ibe communicaram em
Egas c qoe lem por autor o padre Noronba. rsla
obra, mui seria sobre lodos os oulro* aspectos, 1ra-
la-se de una nacao de Indios de cauda.
Os Indios Caumas e l'ginas, diz esle religioso,
vivem em direccAo das foules do rio o Jorua ; os
primeiros Ao de moi pequea estelar*, excedendo
apenas de cinco palmos, e os ltimos lem segundo
nos asseguram raudas, e prnvm de nina mistura
deludite macacos quaia (coali,. IJualquer que
ejl, juma elle, a caua desle facto, sou levado
a acrnditar :
i 1. Porque nao ha razAo pbvsica que impeca a
especie humana de Icr urna cauda";
o ~. Porque muilos Indios a quem inlerroguei, a*
ene respeilo, me asseguraram o laclo, dizendo-me
que a cauda linba palmo c meio de comprimeulo.
ii :t. Porque o reverendo fre Jos de Sania The-
reza llibeiro, religioso carmelita e cura de Castro
de Avelaas, me asseguron que linba visto um caso
semelhanle, em casi de um Indio qoe linba viudo
de Japura, e me rcmelleu a prava seguinle...(lt
"Mr. de Caslelnau depois de lerciladn um oulro
autor que conlirma asasstrees do padre Noronba,
prosegoe :
o Ajuiilarei somcnle urna pnl.ivra. Descendo o
rio do Amazonas, vi om dia junto a' Innleboa um
coali negro de enorme rliniensao, partencia a una
India, a qual oflereri nm valor mu consideravel em
reb.c.i,, o p.i/ de.le curioso animal ; mas ella re-
cu-ou ludo, r:iulo-se.
o \ ossos csoieos slo inuleis, ma disse um Indio
que eslava na cabana ; be $em marido, o (.. Eis
de Caslelnau diz que nao ha tabla nm eslahaleci-
menlo rhrislln sobre suas margens. Segunde Mr.
Ilerndou poder-se-hia subi-lo durante |nn mez al
a descidas formadas por um cordaodo inmensos ro-
chado. He habitada pela Brande Irib dos Mi-
rawas, pelos Coritos e Macu. Esle ullirnos Dio
lem habilacAn ; erram pelo* bnsqoes, infestam as
msrgens do no, roubam o malam o mais que po-
dem. Alem das produenes ordinarias desla regiAo,
acha-se sobren Japur um arbusln chamado Cara-
juru, cujas folhas produzem nina cor escarale 1.1o
brtlhanie como a rncbonilba. Os Indios recolhem
em sarros de pello e vendem esle producto vecelal ;
o lenle americano admira se que mi leulii an-
da sido iiilrodii/ido no coiiunei.io eslraii.-eiro.
Adianto da embocadura do Jopiira. a largura do
Amaionas be calculada em qualro ou cinco milhas.
Ouasi em face do Japura, sobre a margem meri-
dionul do Ama/unas, esl situado e eslabelecimen-
lo d'Egas, junio an qual o Teff se langa no ria for-
mando urna especie de grande lugo. Un oulro lado
desle lago, que lem ceira de daas leguas de largura
est a aldeia do Nogueira. O Teffe be ponen iuipor-
ta-ile ; pnde-se ebegar i suas fonles,ent vinle dias;
a dez ou dote das de subida encentra-ic i direila
o rio lianch.i que se communica com o Juru.i. Os
Indius do Puru de que fallaremos logo, descero al-
gumas vezes o Teffe al Egas.
Ega, collorada a meio caminhe enlre a Barra-
do Ido Negro, e a fronleira peruviana, e a emboca-
dura de muilos ros be O estabelerimenlo mais con-
sideravel da Solimes. Esla cidade apenas conlem
oilocentos lub,i.ii.ie- ; acbam-se abi oilnot dez ca-
sas de coromercio que fazem mui bom negocio entre
Egas e o Para, na embocadura do Atnazonjs. O
commercio enlre Egas e esle ultimo pnrlo se faz por
meio de cinco escunas de Irinla a quarenla toneladas;
empregam cinco mezes pira ida e rolla, de sorle que
cada u,n.i ilellasrflectua dos viagens por anuo. O
commercio consi.te principalmente em salsa parri-
lba, em azeile de ovo* de tartaruga, e em peixe sal-
gado. Lina crregar,Ao desles gneros, que cu-la cm
Egas perlo do mil e trezenlos dollars, vende-se no
Para, doos mezes depois, por dona mil seis ceios
dollars. A escuna carrega, de volla, diversos gneros
de producAo eslraugcira.-ohre os quaes se reali*a,em
Egas, um lucro de sei cenlo* e vinle cinco dollars.
O ganlio lolal da viagero, deduzndo-se cenlo a cin-
coenla dollars de drspetas, se eleva pois a mil selle
ceios e selenla cinco dollars, ganhoscm cinco me-
zes. O movimenlo commercial enlre o Para e Egas
pode ser assim calcetado em Irinla e oitu mil dol-
lar. anniialmenle. Enlre Ega e o Per este movi-
menlo be menor ; elle se eleva animalmente a vinte
mil dollars. Tiramos di obra de-M. Ilerudon esla
inlerrs-anle e-latnlici que nAo se enconlra na do
M. de Caatelnan). He inolil accrescentar qoe o len-
le dos Eslados-L'nidos a-iproveila-se da cireums-
tnncia para convidar a seus jnvens a cmprebeiiden-
dores compatriotas i' dirigir-sn au Amazonas. De-
vemos accrescentar com M. de Caslelnau. que Ega
nao be sadia, que i.bt reinam qu.isi conslauleinenle
febres pulridas e iulermilleutcs e militas enlermi-
dades de peilo.
A quarenla lejanas abaixo' de Egas chega-se ao
lago de (Loary e au rio do inesmo nome. Este i o sabe
de una planicie inamena* a Irinla ou quarenla dia
de subida, c be habitado por Indios mni pouco co-
nhecido*. A agua Jo lago be mui lmpida,poslo que
da r/ escura. S;m mencionar as ilhas de que o rio
esla' caberle, chegamos a' emboccadura do lago de
Codnjash. que forma um pequeo rio que so sobe
em Ires dias. He preci.o camiiihar mais dnus dios,
para passar o proprio lago, que esla' siluado sobre
a margem septentrional do rio, e que communica
por pequen.,, regalos de om lado como Jipan e de
oulro cum o Kio Negro.
Antes de ebegar ao rio Codajasb, passa->e por
militas boceas do Puns, das quaes a principal que
esta' apartada cincoenla leguas du lago Coary, apr-
senla nma largura de perlo de nma legua. As aguas
do Puras sao da mesma cir que as do Amazonas e
qnasi lAo escuras. Esle rio he o maior (ribulario que
se lanca no Solimos: M. de Cattelaiu nota sobre
uas margen* muilos lagos cousideraveis. A vinle
dias de subida segundo elle, e a' qoiuze segundo M.
Herulnn, o Purus recebe a' direila o Paran i'-Pi-
chuna, que se communica com u Madeira poi meio
de lagos. Esla cumiiiunicacao, diz esle ultimo via-
jante, s he pralicavel na eslacAo de cheia. O Pu-
ns comer., a crescrr cm oulubro e a decrescer em
mai, poca da maior elevarn das aguas. A vinle e
cinco das de viagem M. de Caslelnau nula um rio
bstanle grande que vem da esquerda, chamado Ta-
pn, que lem unta crreme mu rpida e habitada
pelos Indios Sitios. A quarenla e dous dias se acba
sobre a margem direila do Purus.a emboccadura do
pequeo no Oid.iy, que subio-se em oilo das, e as
margem do qual' eslAo muilus eslabelpciiiieiilos de
Caturhinas, indios pacifico e qoe preparan) farinba
de mandioca, da mean* sorle qae os Sitios. Con-
sultando as carias, julgamos que esle rio Oidav de
M. de Caslelnau corresponde ao Mucum deM. Ile-
rudon, que he Mor esle collocadi lambem sobre
margem drieiln, ma-a Irinla dia* fomente da em-
bocadura do Purus. Esle rio Mucum cuja subida
exigiiia Irinla e cinco dias. eslaheleceria orna se-
gunda communicaeo enlre o Pornse o Madeira, c
adquirira por isso urna cerlaimporlaocia I unan-
d-se em alguma* iuformace* parliculares, o l-
enle amerirauo pensa que o Mucum alravessa urna
parte do grande departamento de Bani, na Solivia,
e communica pelo rio do mesmo nome com o Ma-
deira. Eucnnliain-se ainda no Purus oolros lagos
e rio-, que seria mnlil enumerar aqoi. Diremos s-
menle que perece provavel qoe se alcanzaste esle
rioaosulde 1-2 graos de lalilude, e er se que seus
liabilanle. cmno os du Jorua, eslau em communica-
cilo com os llspanhoes.
.Continua)
o precedente, llrur a ranura rarieitaiidn nAo ,.
oinwsla despeta, como com oulras que se lizecaiu
*ob 4iia direccAo. nas por orden* do goveruo da pro-
via-aH. com dinheiros dos mesmus rnfees geraes, e
se Ib tirara deste mudos naeio* de fater ao mu-
nicipio o que a le Ibe incumbe.
l''onam apprnvado* cinco pareceres da commis.Ao
de ednlicaces aobie as pelice* de Joaquim de Al-
enla! Piulo, l'rancisen Bollho de Andrade. D. Ma-
ra Francisca de Aasu l'iuheiro, Ignacio (iomes
reque-
n.i'i e
no di -2 :\ noile. quandn as
bandas nHiBre se reliravam depois de bavrrem lo-
cado em frente de palacio, Irinla c lanos escravo-.
que eslavam preparados para una lula reuhbu
erara os partidario* da httpanha e da pnlicta : bou- l'crreita, e Jos do Carvatho Hapozo, lodo
lem be provavel que .riassrm na palmatoria. San rendo Woramenlo de terrenos da marinba,
es.es o* verdadeiro* sarrilicios de quem e exalta nos ] opponiio a commissAo a que fossem concedido aos
partidos; sacrilicios que doem ou as mius ou as | tres pnjneiros os terrenos que requeren), silo n*
i I 'ua Imberial. Porte do Mullos, e ra dos Pescido-
hsleve brilhanle a.....ledo dia 2 : em frcnle ; res, e nhu assim qu.nlo aos dout ullimos, pur cala-
de palacio o povo alllnio extraordinariamente, e no- : rem os terrenos que pretendem nforar, desuado a
lava-se nelle nAo poura salisfacAo. lalvez parque viu servrulu publica.
lindar a poca eleiioral cm que hoovcMe de lamen-1 Mand\ni-se remeller a commissAo de ediliracAo o
lar o menor Herrainamenlo de sangue.ainda no mais reqoerirt/icnlo viudo da presidencia, de Marcellino
kinginqun^de nos.a provincia. Eslava reseivadn ao Jos Lotea, pedindu MeracAo da planta da cida-
de. quaiiin aos alinbamenlos da ra dos Cuellios.
^mv-HHMt barcia.
Srs. redactores. lloje, que por todos nos se
reconhecem as imtnensas vaotageOSe os sazonados
inicios, que nao s os povos desla freguezia, co-
mo de alguma vzioba, vio remitiendo, quando se
pedia abvir a S. mi.sao no dia 16 de novembro.
U povo algum tanto triste so relirou, nao se ou-
vindo de lodos os lados seno as cantigas de noss*
roai celestial.
Srs. redactotts, os bemfeilores deste pioesulie-
lecimenlo que se maierialmenie nao realiza como *
Ibes administran, meios para lambem gozaren, luellea que se acbam as grandes cidades cultas
desse poderoso elemento, que chamam da eivilin- Pde-llics fa/.er inveja em terreno, localidade
to, da qual gozam indas as nac/jes a lugares ins- proruilo religioso, o augmenlo, e con^rvacao des-
truidos, donde atlluem para o seu betn conceiUiado le beneficio, sito nesia ierra de Caira, se deve ao
Eviii. Sr. Cnnielheiro Sergio levar essanao vasli-
sima ao porto seguro, sem qne o menor ponto negro
se divisasse no hortsoate, darante a sua feliz derrota,
IBM erado es lerriveis agouro, que laziam cahir so-
bre ella antes de su-pender a pesada ancora. E ve-
nham ra'dizer-iios que Periiambiiro be patria dos
lurbulenlos e revolucicnarios !.
O dislinclu balalhAo de S. Jos offereceu ao
Exm. presidente um delicado e prolicuo copo d'a-
goa, no qual ichiram-ae mui dislmclos cida Aos. O
quarlel de S. Francisco esleve brilhanle, nAo sai pela
bell illuminacAo que appretenloo o balalhAo, como
pelo extraordinaria conrorrencia.
- Em palacio, na sala de espera. Incoo pela pri-
meira vez a banda militar dos orphfloa deOlinda,
agradou snmmamenle. (>im mais vagar fallaremos
sobre esle assiimpto.
O espectculo no Sanl Isabel leve nchenle ;
a compauhia (dizem), os artistas que Oto leem de
que viver, ainda desla vez agradaram ao publica. Foi
cantado o bymnn nacional adiaule do bosto impe-
rial pelas dos artistas, knoth e mademoiselle Me-
llar, e respondido pelo coro dos seus collegas ; o
Exm. Sr. consclheiro presidente, Ires vezes deu vi-
va* ao Imperador, e nulamente a familia imperial
e a constiluicao. e o Exm. marechal Coelho ao Sr.
presidente, a lodos elles foram enlhusiaslicamenle
respondidos.
A mnralidade poltica e a honra e socego das
familias deve ser respeilada por qoalquer cidadAos,
quanlo mais puraquelles qoe, por seu eslado e posi-
rAo, deven fazer respeila-los, como Ibes incumbe.
NAo ha larde em que senAo veja na Iravessa dos Ex-
pmlo meia dozia de peraltas a ioquielarem as
evp.i.la., qae, n>s horas de recreio, chegam s ja-
nellas da retaguarda da casa em que se acba esse es-
labelecimenln, as quaes deilam juslameule para esse
lado noode se renuem esses moc;os. Por quem sAo
deixem que csas jovens desrutem socegadamenle
I nicas horas qu lem de disIrar-Ao.
Com a approximacAo da fesla parece que qoc-
rem reaparecer os gatunos. NA admira.porque quem
nAo lem meios de vida busca-os, sej.i como for.
Honlem foi aberla a' gazua a porta de om sobrado
na ra do (Jaeimado, sendo arrombado um degrao
da escads, por onde penetraran! os ladrees na toja
perlcncenle ao Sr. Joaquim Francisco l.avr, levan-
do Ibe em dinbeiro a quanlia de l:b'05 e lanlus
mil ris, que sacraram da carleira. Em nada mais
locaram os laca molanles que iiiudam us objeclos de
ons para oulros lugares contra a vonlade de seus
dono--.
Hospital de caridade, S dndezembro.72 do-
cnle..
At amanhaa.
COMARCA DE GARANHUNS.
22 de novembro.
A aleMjio dos tleitores se fez sem alterarjiio para
a ordem e socego publico em todas as parochias
desla comarca alguns disturbios se deram apenas
em Papacaca c S. Benlo, que cessaram mediante
as providencias dadas pela autoridade policial, islo
be, pelo digno capito Camiso.
Dous candidatos dcputa;ao se apresentam por
esle dislricio ; seus nomes constiluem o stgredo da
abi'lha ; esle segredohea alma das actuaes transac-
{oes eleiloraes ; e, pois, nao serei en o indiscreto
em divulga-los ; o que Ihc posso asseverar he, que
somenleem dous candidatos se falla ; para os quaes
somante sao todos os esforcos, todos os sacrificios,
todas as dedicacocs: qual ser porem o afortuna-
do? O 2 de dezembro prosimo o dir ; quanlo a
mim espero que o depulado ser justamente o meit
candidato, pois que em sumnia, ja que est em
moda ter cada um o seu candidato, declaro a \ me.
que esta triste e mesquinha perso (nalidade apr-
senla tambem ura candidato : Daos o acompanhe
urna.
Aqui ver o resultado da apuracao dos votos
feila pela cmara municipal desle termo para os
futuros vareadores da mesma .
Os senhores : Volos
Coronel Antonio Teiveira de Macado 740
Capilo Antonio VictorCorreia 731
Copilao Lourenco Mililo Tenorio de Albu-
querque ij93
Collecior Manoal da Carvalho Furtado 594
Antonio Cardeal da Azevedo 584
Joao Jos de Araujo 575
Florentino Cypriano da Costa 533
Chegou hoje a esta villa o Dr. .los da Costa
Dourado, promotor nomeade para esta comarca,
Adeos.
(Carta particu\ar.
ERRATA,
O arligo que hontem publicamos a respeilo do li-
udo marque/, de Paran, lui csciipto no Jurna\ dut
Debates, d'onde o Iranscrcvco o /'criodico tos l'o-
bre no Porto.
r&lJ.JjUle.fifil.
llespatharam-se as pelic;Oe* de Antonio l.uiz
lioni;alv9> Ferreira. Amonio Huirle de Oliveira,
AntonioHorrira Reis, Antonio de Medeiros, Ker-
naril.no Jos Monleiru, Cbri.lovAo Kooger, Domin-
gos Hodripiies de Andrade, I'raocisco (jome* de Si,
Pranriscuide Assis de Oliven* Maciei, Francisco
Pereira ih Silva Sanio*, Francelino Amtrico de
Alhuq.jerhuc e Mello, Francisco Quinleirn Rodri-
gues Eftomi, Fernando U'lmole, Juo ,l-o de Car-
valho Mojraes, Jlo l.oiz Ferreira Kiheiro, Jo
Francisco dos P*(*Oi, Jo* Carneiro da Cuuha, Joo
Francisco He Oliveira e Silva, Johnslon Paler & C.,
Joaquim o> Albuquerque e Mello, Joaquim Jos de
Oliveira, l|r, JoAo Ncpomuceuo Oas llarrel, Jos
Ignacio Avala, Josepbina Sebastiana Cavalcanli de
Albuquer pie. Ileuriquc Gihson, Valerio Joaquim
Jos de Mello, e levantnu-se a sessAo.
Eu Maunjel Ferreira Accioli.secrelario a eacrevi
liaran de Capibaribe, presidente. OUieira.
Barata de iimetda. Gameiro. I'iannallego e
l\bu(/uerqB)eFranca.
REPARTigAO DA POLICA
Secretaria da polica de Pernambuco II de de-
zembro de 18jG.
Illm. e Evm. Sr,Levo ao conhecimenlo de V.
Exc. que dasIdiOerenles parlicpac.oea hontem e boj
recebidas nea reparlir;Ao, consta que se deram as
seguintes oedurrencias r
Inram pretos : pela subtMegaein d freguezia do
Kecife, os prietos escravo* Hernardo e Pedro, a re-
querimenlo dos senhores.
Pela subdensgacia da freguezia da Santo Antonio,
Manoel Joaqqim de Sanl'Annn, DamiAo Pacheco
Kaymundo, Agostinho d< tal. Silvino Jeronvmo da
Silva, Hermillo Jos de Alcntara, Manoel Jos do
Mascimenio, Mrcolino Jos dos Santos, Aveliuo Jo-
s dos Sanios, e os escravos Antonio, Manoel, Ovi-
dio, Faustino, Antonio, Luciano, Benlo, /.eferino,
Eugeniu e Pedro, lodos poi disturbios pralicados na
occasiAo em que as msicas locavaro o rtcolber.
Pela subdelegada da freguezia da Boa-Visla,
o prelo escravo .Manoel, por lugid .
E pala subdclegacia da freguezia dos Afogados,
Francisca Iguaria do Kego Barros, por insultos.
Befare o delegado do prime ir > dislriclo de-te ter-
mo, em olliciu desla data,que ao amanhecer de boje
appareceu a porla da escada do sobrado da ra do
tjueimado, que faz frenle para o becco da Congre-
goslo abarla a gazua,e um d*grto da escada arrom-
bado por onde enlraram o* ladre* na loja da fazen-
das de Jos Francisco Lavra e ah abriudo a* gave-
tas e arrumbando lima carleira, roub iram um cont
seis ceios e tantos mil reis em nulas e ouro, per-
leiir-nie. ao mesmo Lavra.
Ignorando-sequem sejam nsaolore* dn crime, el-
la o delegado procedendo as convenientes pesquisas
para os descubrir ecaplorar, entretanto qua se pro-
ceden ao competente corpo de delicio.
O subdelegado da freguezia de Sanio Antonio
participuu-mc hoje que ao >e retiraren! hontem a
qoarleis os curpnsque formaran) a grande parada *o
passar pela ra do Crespo o priroeirn balalhAo da
guarda nacional, sosciluu-se um coulliclo enlre os
pf rtidos das dillerenles msicas, sendo elles da Cano-
sa de moleqoes e pretos escravose vadios. Es*e con-
flicto se ia tornando grave, se uao fosse a prudencia
de alguns olliciaes do dilo bala hAo, porque algumas
pravas Jo mesmo se linham pronunciado euulr* a
msica dn curpo de polica e:n couiequencia da ri-
validade. que ha muilo existe entre as msicas desle
e d'aquelle corpo. fomenlnda pelos referido vadios
e prttoi escravos, sendo qoe por semelhunte molivo
reqiiisilando-me o sobdolegadu urna for^a de vinte
prni-asde pulicia mandeilb'a apresemar, e com ella
pode conseguir evitar que a noite se reproduzissem
igtiaes fados preudeudo os individoos que cima li-
cam mcnctnnadus.
Heos guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr. con-
selheiro Sergio Teixeira de Macedo, presidente da
provincia.o ebefe de polieia, r.Po/icarpo Lonei
de Keao.
jornal suas mais ou menos produccoes noticiosas,
alim de lerem por todos apreciadas, eu vou dar
principio, acreditando pamente, que nao be o de-
sojo de escrever, que mo obriga eniabolar esla
missiva,sim, o de levar no seu Diario o desejo
que tenho de ser til a esta freguezia, e a todos os
meus patricios e amigos.
nosso muito digno Miss., aqui ja referido, as ad-
ministrac.s passadas *f,im dos representan^
eila provincia, come '
ueiredo, em quem ja mais
oaita provinci*. como do Exm. eonselheiro Jos
B.mo d,-, Cunha e Figuairedo, em quem ja mais
pode descubrir ingratido.permiiiam-me que cor-
daalmeme louve .os muilos dtiznos. o Exm. dtre-
, ,DS,rUC?0 Public' e direelor Pnie-
A Divina Providencia nao pude errar em seus I '"oeste collegm, o Sr. Dr. juiz de direiio Tose
feitos. | BMdeira de Mallo, e .odas H mais autertdades,
Quando em 1853, 4 de fevereiro, aportou j ,anl CIVIS como ecclesiasticas; em quem se tem
nesta freguo.ta o muilo digno visitador missiona- j encontrado lirmes columnas dos seus sustentacu-
rio frei Caelano de Messina, prefeito do Hospicio | ,0.s rogando ao presidente administrador Ser-
de Nossa Senliora da Penlia, nessa cidade, logo re-1 !10 Teixeira de Macedo, e aos Exms. re-
conhect que esse ministro apestlo nos irazia una | P'esenianies da mesma tomem em suas vistas bem-
fecidade presente, e um norvir venturoso, os seus """ris o amparo da tantas polirezinhas desvalliilas
_-. :ao Exm. e Illm. Sr. bispo diocesano, a Zm
liceo venia, como principal protector pi, e cari-
tativo pastor.pai espiritual da todos em roeu nome.e
de iodos os meus fregueies.edas pobres desv.lidasdo
collegto de Papacaca, receba em seu solo, ro,0
diquedo bem fazer o amparo de lodos esles ser-
toes.
Nesta minlia pobre e fraca erpresso, filhalo so-
menieda verdade e dodescjo.que no amago daalnia
tenlio de ver o bem de todos, quero provar que
os meus elogios mo sao o podre inceneoViueimado
no turibulo da adulaeo ; lallem os faclos porque
entendo quod Dei Deo, quod Cezar Cezari.
Queiram.Srs. redaclores.n'um canlioho do seu
jornal gravarem estas minhas toscas rabiscas,do que
obrigarao aoseu constante leitor,
O vigario Joo Clemente da Rocha.
Papacaca 9 de novembro de I8d6.
P&GliU AVULSA
Chamanto* a allenrao da caridade publica para
um uu.-sn infeliz palricio.que se acha pobre como um
Job, e alem di-so crgo Esle desventurado be o Sr.
Jacinlho Jos de Veras,moc,u de 2~ annos.uuico arri-
mo da urna velba e virtuosa ni.li, c de una innocente
e casia irmaa. Perseguido por um ollicial para a
guarda iiacinnal.i'sse 10090 sobre ser esludanle.r apre-
sentar atlesladosem como frequenlava as aulas de l,i-
lim.geograpbiaephilusophia.era duenle.nAopudiaser-
vir : perseguido, pois, a poni de ver se aine,,.ea lo
a ir parar em urna prisAo, evadi *e a p (ara Ca-
rnal u: urna opblalmi.i ataron,o reduziu a cmplela
cegueira. Esleve um l'.aranhuiis em uso dos hanhus de
Crrenles, a como nao senli-.se inelhuras em sen mal
retiren -o para esla capital, onde vive de esmollas.
Sua pobre mil possuia do.s escravos, perdeu os
pela epidemia, e ora lambem vive do que esroolla
seu bom e ceg lilho Esle 111050 be de urna edu-
carlo aparad* ; leve muilos amigos e boje mendiga.
Ha quem pur vezes o lenba acouselhado a' resig-
ujr-se : o suicidio he a sua idea dominante. Se es-
te infeliz se encainiihasse ao Eim. bispo diocesano,
ccnselheiro piesidenle e aos caridosos cominercian-
les.lalvez que us seus padccimeolo* moraes livessem
limlivo !
.No dia > livemos fugo roanle em duplica! ;
cerlus gualdas abasando da ordem dos seus superio-
res pouparam as cargas,que Ihe deram para os tiro.,
e depois da parada andarn) pela cidade causando
faniquilos, aapaanot, abortos, sustos, gritos, carrei-
ras, etc. linas iraca !
Pedirnos ao merradnr de bilhele* e cautelas
de loteras, que mora no nAo insulte com no-
mes injuriosos a iiiicm pas.a por *na porta. Oue
mal Ihe Hieram os vindanles".' Ora que om*
esle !
Antes de honlem esteva espichada no meio de
urna ra no bairru de urna pela ebria em
nscu de ser esmagada pelos carros e ravallo.i: bouve
quem a vi.se e nAo se animasse, di-vendo mnda-
la recolher an corpo de urna guarda !
Dizem, mas mis na crema*, que qaaodo nm
quarlinbeiro as Cinco Ponas lem seus calores, *
billa pe.r-se mi na porla da run, esleja quem esliver
- portas, na ra e nas verandas '
empn
1 Damos aqoi esla pruva preciosa : Eu Jos de
Sania Ihereza Ribeire, da nrdem de Nossa Senliora
do Monte Carmello da enliga rerela, cerlinco e
juro, na quali.lade de sacerdule r sobre o Sanio
Evangelbo. quo quando era missioiiarin na amiga
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
SESSAO' EXTRAORDINARIA EM t:> DE NO-
VEMBRO i)E185(>.
Presidencia do .Sr. bario de Capibaribe.
Prsenles os Srs. Reg e Albuquerque, Reg, Vi-
anna, Oliveira e Franca, abrio-se a sessAoe bii lida
e approvada a acia da antecedente.
Foi lido o segninle
EXPEDIENTE:
ORDEM DO OA H. 373.
Lm oilirio da commissAo de hvgiene publica, rc-
quisilandu orna nulta das pessoas fallecidas de lebre
tmarella c de bezigas, sepultadas no cemiterio dede
o primeiro de novembro do auno passado, al o ul-
limode oulubro desle auno.Que se examiuasse se
nos mappas qua lem sido remedidos a commissAo,
conslain as nulas que pede a commissao, e se nao,
e olliriiis.se ao administrador do eemittrio para for-
uece-las.
Oulro do fiscal do bairro de Sanio Antonio, dizen-
do qua em consequeucia da cuinmiiincac>) que Ihc
lizera a cmara, de ter coucedidu um mez de licanfa
ao guarda municipal Pedro Joaquim Alve de Cur-
va Ibo, enearrexara de f.ner as suas vezes a Firmiim
Ribeiro de Jess, desde o dia I de uutubro, e pe-
dindo se marcasse quanln deve elle perceber pelo
servicu que faz Que ,je desse au encarregadu u
inesmo que se tem dado 1 outrus em casos idetico*.
Oulro do Dr. r mumi ainln que por decrelo de 13 de selemhro ulti-
mo, fura uomeado commissarin vaccinador desla pro-
vincia, lendo entrado no exercicio danto cargo nudia
i de oulubro ultimo.Inleirada.
Ootrodo engeubeirn cjrdrador. apresentandn um
novo orcamento da obra projectada da esliada da
Varna, na importancia de 5:1003 r.IJue fose em
pracn,
Oulro do mesmo, apresenlnndo a planta comple-
mentar do bairro da Boa-Villa, comprehendida nos
limites da cidade, com acresrimo e aperfeii;oanieiilo
do projeclo primitivo.A commis.u de edllicaces.
Oulro do procurador, communicando que em ob-
servancia da porlari* de 2 de oulubro ultimo, en-
tregara ao administrador do cemiterio, as alfaias e
ornamentos da capella daquelleeslabelecimento, pas-
sando-lho o mesuin o reciba que enviava.Ao ar-
chivo.
Oulro do mesmo, dizendoque om do* Madores de
Belarmino \lvs de Arocha dallara de endossar as
leltras da arremalacao que fez o mesmo Belarmino,
de lalhos, na importancia annoal de 7HT>9, e cnsul-
lando se julgava a cmara garantidas as leltraicom
um s lia.lor, que era Manuel Joaquim Ilaplisla.__
Que se respnidesseqnesini.
Onlru duli.calda B a-Visla. informando que com
efeiojse acha desconcertada, em estado de 11A0 poder
mais servir, a rarrora n. Wl perleucente a Josephi-
na Seliasliana Cavalcanli de Albuquerque.Inlei-
rada e mandou-se dar balsa na codela.
Onlro dn capillo do Porln, ronlnrmando-se com o
be verdade, esla parecer da cuminissAo de edilleaoies, lido na se>-ao
j de 2 de oulubro ultimo, aolir* nao e poderern cons
Ierra be mesmo casa de nm sngro
lii/em que no pateo da l'enlia morre, um pu-' Imir slaleiros na ra da l'raia de Santa Hita, nu
1 1,10 p hre que esleve dous da* em ca-a, lugar designa 10 paro Ingraduum pibliro.
bre velho,
sem ler quem o roa inhumar ; um caridade assim
s na r*>r/iidiinn... '.
Consla-nos que la psra o Forle do Mallos ha
Oulro* i dos *ecrelarios das mesas parochiaes dn
Rerife, S. Jos, Vane* e JabnalAo. remetiendo us
livros das acias das respectivas eleires de elilore
um nrpli.ui de pai e mai, que se nAo houvpr qum -a ; acompanhaiiiln an de s! Josa um maeo de 17 cdulas
cundoa 'cllt ha de ser um salteador Joga, furia I para serein levadas ao conheciincnlu do collegiu e-
maravilbosamente, coiilcnde, bebe, e ja taz a Ve- leitoral.Inleirada.
V2ZEE&SL..... i" PH,, VK "mi C"- E'""'"' -m disens.no o Oflleio dn
anca digna de melhur sorte ; quem compre
inspector da
'"V. .US; mSmS:fA wESEZlZ? NoXlanlo": ^pravlncif '
de Nogueira, vi em 1733, um himem cbamado Ala-
noel da Silva natural de Pernambuco 00 da Baha,
que vinha do rio Jipara onm alguns Indio, enlre u.
quaes achou se um brnlo inflel de Irinla anuos pou-
\Z'!" *.<""?", f"r,e- -,1 W*"a{0 do po- I c. mais ou menos.que........ Manoel me declam Icr
bre lactquelera lano mais profunda, quanlo nos li-
nha sido impos'ivel reler o riso vendo o desapon-
lamrnlo que se pinlava em suas fecocs e duranle
imilp elle desappareceu cun sua geule, sem csperai
recompensa que Ibes lindamos promellido. .:{
tabalinga he cercada ile Indios Ticunas, que an-
dam mis p Irazriu brarelelrs de pinna tiradas de
nma especie de acari, das azas do saracou e da cau-
da da alara vrmela. Alguns lem collares de den-
le* de tigre nu de macuco. Enronlra-se aqu ir.ui-
a* rsperies curiosa* desle ultima animal enlie nu-
tro, o. sahi. de longas crinas, n macaco cantador,
f diiiimuoniili
pas-are* raros
cauda, c romo ni* quize-se enacrcdilar em um fac-
i lioeslraordinario, elle mandn batear n Indio e
o fez despir sob pretexto de apaubar ovos de tarta-
ruga cm um bnraeo jonlo ao qual me eonsfervd tiara
veiilirar verdade ; com elleilo, vi, seo que fo.s
possivel kaver erro, que dito ludio tinhl mni
cauda da gradara de um dedo, p de rnmprimcnlo
mei palmo cubera de urna pelle lisa. O mesmn
Manoel nieasseguioii qoe o Indio Ihp ttiiba dito qoe
lodos o*meio* corlava-a alim de que ella nioae lor-
- mui eomprida, vistu cresrer mui
,. ., ^ ........- -....." o na .110,1101,1, i- nqr-v r*,vr, a rama
'."""!" """T!,-r"" "Ue f '"e"in" '"" "n a,,c ,,j' q empregado
ve, b a ser ..... ptimo c.dadAo, se ..Ao der ;,ara Ira-, lado.ro se acba inscripto no numen
b. t____s.. 11 ..... ne.on*es, e que Ihe parece justo
,7,; ? a aqoolla ealSUl.....a que cutado aos cufre. genes a quanlia
r^mma?.Zdidt!p,i:,l,e' ^rt" IWW a faMndi randa anin.l da ,
cem n..,sl,gu,,la.la para o sobrado dn rela-goar.la. ,,,. SCgudo o .en rendimenlo.resolveu'a
Sr. SemeAo. e.se c.l.eirinho mora 0o Recife, roa w responder a S. Exc. qne o in.ta.ou.,.
Ul-il..;.,....!.._____;.- _* ___J
RtI.A(..AO' DAS PESSOAS FALLECAS NA-
IREGCEZIA DESAMO ANTONIO, EM NO-
VEMBRO UE IS5I.
Constaiiiino, crinulo, escravo de Marcelino Antonio
Pereira, 7 mezea.
Feli-berto, pardo, lilho de Miqueiui.i Francisca Cor-
rea, mezes.
Anua Vieaneia Accioly do Vasconcel'.os,branca, viu
va, to anuos.
Antonio Jos Vicente Moita, branco, casado, (19
annos.
Caelano da Costa, Africano liberto, solleiro, SO *n-
noa pulir .
Rosa, Afncam.escrava de iioue.lo Augusto da (ra-
e* e Mello, 80 annos.
Um prelo, iguura-se, pobre;.
Filippe, Africano escravo ignora-se de quem 31
annos.
Manoel, crionlo, lilho de Auna Maria dos Praiercs,
13 mezes pobre).
Maria, Africana, escrava de JoAo Jos Barbosa, 15
anuos.
Clara Maria da Conceic,Ao, parda, viuva, 7i an-
nos.
Joanna Maria da Conceico, branca, viuva, 3"1 an-
uos pebre .
Tliereza, crioula, escrava de Manoel Joaquim Lo-
bato, 5 mezes.
Joaquim, brancu, lilho de Auna Maria do Nasci-
menlo, U mezes.
Manoel de Atroeida Lopes, branco, casado, 10 an-
uos.
Maria da Concec.Ao Silva, brnca, lolleira, l an-
nos.
Emilia, parda, lilha de Rosa Maria da ConceicAo, 3
mezes.
Maria, crioula, lilha de Auna Maria do Sacramento,
18 meze. pobre;.
llrrmenegilda, branca, lilha de Jos* Joaquim do
Espirito Santo, mezes pobre.
Maria, Africana, liberta, solteira, 48 anno*.
JoAo Antonio Lopes Chaval, branco, vlovo, Sb an-
nos.
Maria da Luz Cbabi, parda, solteira. "> annos.
Mana, branca, lilha de Amonio Jorge Cui.ra, 8
mezes.
Jos Alexand.ino (Jomes, branco, casado, 26 an-
nos.
liuilbrrmino, branco, filho de Ignacio Ribeiro da
Silva, > mezes pobre .
Manoel Maria do Naacimanto, crioulo, solleiro, !l
unos pobre).
Manoel Fernando d* Cruz, branco, casado, 54 an-
nos.
Francisca Candida da Cmara, branca, solteira, II
annos.
Padre Leonardo JoAo (irego, prioste.
2D*iat0 .o -JpcttwmbKO.
Kecife 3 de dezembro as 10 horas d* noile.
lloje reunirn,-.P os collegiu* eleiloraes dos
dous circuios oa capilal, para concluirem os traba
lllOS encela,'n. nu dia anleco lenle.
Depois de verificados os noderes dos eleitores, o
presidente do dislriclo de S. Antonio deu comeen
aos trabalho, annnnetonda que se lenav* sobre'a
mesa um requeiiiiiculn do partido da opposicAo,
em que pedia a nnllidade dus eleilores a quei a
mes parochial de S. Anlonio enviara diplomas, e
a validade dos que eslavam na ordem dos supplen-
les a pretexto de que se deram fraude* na ele. ,io
primaria, que prejudicavam os primeiros.
Passando o collegto a appreciar a qoe-lao, in.le-
ferio o requeriment 1 em Consequeucia de julgar iin-
p.ocei'entes a. razoes allegadas.
Em spguida pruredeu-se eleicau para ilepula 1
e lenlo-sp rece idu 81 clulas, obtiverm os Sr*.
Aug09toF.de Oliveira :>> volos, Antonio Epami-
nondas de Mello I.",, desemb.irgador Figoei.a de
Mello 13, c A. A. Sooza Carvalho I ; sando por
couseguiiile o primeiro volado, o depulado cleilo
pelo primeiro circolo da capilal.
Inmediatamente fez-se a cleic.10 do supplente, e
sabio eleilo o Sr. Antonio .Marques de Amooim com
17 votos ; oblendn o Sr. Antonio hpaminondas de
llalla 33 a o Sr. Jeanino Ferreira da Silva I, ea-
Chando-se lindos os trabalho*, o collegio se deu por
dmsolvido.
Pelo circulo da Boa-Visla foram eleilos : depula-
do, o Sr. bar.iode Camaiagibe com ~> olo, obten-
eSr.
^'ara sunntpnl ,. .. a..
I l.uiz Cavalcanli com
por S. Ele. a cmara para olor-
Cnnsla-no* quo na ra do Crespo, no dia 2 la-
ta dando um de'aguisado por cansa de ex illaineiilus
a respeilo de musieas : felizmenle nada bouve.
Consta nos que o Sr. Dr. Farias, subdelegado
domia das acieneia; ha poocos anuos M. da C*-
Iclnau, consol de Franca na Babia, depoi. de sua
Ignoro a que naca., pe,.P,,ciaes,e|d;7et;,"aVV,""'n;,,,A''n',,,,, """""^ "" ^>U "".....'"
I A obra da M. (Kculaii ainda nao foi liadtizi-
da em fraorer ir. por ltalo : Fj-plora tone MU
irgiotu ivafo., ,1 1,,,-., Vnpo e.ttl fiume d>l.
1 .4..a.-.n/i, da Gactano 0-ciitolo. fielant I8":0.
2 Ca.lilnao lom. .". fi. 31 .".
'. ('talnao t-m. 5 n '.',.
ou macacos noc.urnos, e crilrc us t Ml ||)u ,.-,, H,me....... ^
1 araran pteroglossasolocoma*. pon q..e na* margem do rio Juma ha urna nac*1
de ludios de eaod, ; e a.signo aflirmandu a ver'u-
dp do que aqu e cbIpiii. EstabeleeimeBlu de Caa-
IrodeAvelaos i' ,|, oulabro de l.liN. Anignida
ir. JusedeSanu riiaieu Kibei.o lailtluaii 1. ,
pp. ni), li.b.
3) Caslelnau 1. 3. p. !;._., qBe*uo dos horneas
de anda lem preocenpado muilo o poblieo e a Ac
Ntabelaeimento municipal, mandado construir pela
asamblea provincial que para elle consigna lodos
os anno* nma quola. e esta oreado em l.")ii:iKHl-) rs.;
que se u inspector n fez encorporar ao. proprio. na-
cionaes, parece qoe mln proceden regularmente; por
quanlo pelo fado de ler principiado a obra cusa
do* cufies geraes, nao se .egue que devi perlencer
fazenda 011 pagar-lhe renda, nein o insperlor o de-
via ler as.im elaasillcldo,
do o Sr. Urbano Sabino l'es*nade Mello 11,
Joaquim Vilella I.Para upplente, o Sr. Amonio
"I. oblendn o Sr. Olinda Cam-
! Carvalho -i, o Sr. general
Sema I, e Sr. Pedro Jos Cardse I.
No Cabo, sendo o collegiu de 107, apenas se reu-
nlram 59 nloitore*, faltando 48: 7 dp Ipojoca, 27
de Serinbaem e lid* freguezia do Cabo. pBMtn-
do-se an escrolinin para depulado, uhleve 55
volos o Sr. cnnselbciro SebasliAo dn Kego Barro*.
\ictonann de Sae Albuquerque I, e Ignacio Joa-
quim de Sooza LeAo 2. Para suppleule o* Srs. S-
bislilo do llego Barros de l.acerda .Vi volos, Jo-
Joaquim do Reg Barro 2, F.rueslude Aquino Fon-
seca I e Ignacio Joaquim de Souz LeAu oulro.
Em 1 >l 111,1 a reuuiram-se !I7 eleilores. Obliveram
volos para depulados 110 primeiro escrutinio osSr*.
feitos, enloestao presentes, a folicidade logrndo-
se, o porvir esperado.
A mesma Divina Providencia, por lares muito
diferentes, torna a restitu-'o esta freguezia;
aparia-se de seu humilde retiro, deixa sua amabi-
lissima m,u da Penda, obedece a voz que o guia ;
e qual outro S. Paulo das Gentes, principia sua
perigrinar-o no dia 25 do prximo passado, apor-
ta*no;dia 27 na villa Camaragibe, e qutrendo se-
guir a sua derrota, o que obsla ?
Um numero inconsideravel de povo, lembrado,
que Dos ludo devemos, c sequiosos de ouvirem
a palavra da verdade da bocea de to digno apos-
tlo do Senhor, se Ihe oppde, j nao lhes pode re-
sistir, cumpre com os seus desejos, derrma-lhes a
sement santa, d-lhcs a sua santa bencao, mostra-
Iho suas riquezas, a m.i de Dos do Bom Conse-
selho ; deixa-os em lagrimas, a entre suspiros
abraca novos Irabalhos ; eram dalli em dianle
tantos os filhos da amiga Israel, que o cercavam, e
Ihe pediam a doce consolat'ao da palavra evangli-
ca, que o ministro do Senhor, nao reparando o
ineommodo do seu raneado e fatigado corpo, com
todos reparta.n lodos consoiava ejanimava. segui-
rem a eterna felicidade, at que se avisinhoH este
ponto na freguezia de Quebrangulo ; all presta
seus relevantes seraic-os, e parte ao seu designio,na
fazenda da Cachoeira, d descanso ao seu corpe
fatigado pelas muitis predicas, que em todas as
partes fez em beneficio da religio e dos povos,
obras, como sempre custuma fazer esla varo apos-
tlo em todas as suas santas missoes, d",ixando pa-
ra os vindouros por onde passa o seu nome im-
mortalisado.
Dirigi-me quelle sitio, saudei a sua pessoa.
vizitei pela primeira vez as santas imagens, e ao
vc-las admirei quecliegasse tanta riqueza, e tao
primorosas obras estes sertoes, e disse, s a for-
ra da santa religio pode fazer, qne um ungido
do Senhor, deixando sua patria natal, elevado pe-
lo espirito religioso, passando mezes longinquos,
viesse habitar entre nos, e plantar-nos no cora-
cao a palavra santa, e custa de fadigas e sacrifi-
cios, trazer para lambem habitar comnosco, Nossa
Senhora do Bom Conselho ; Confio mais, trou-
xesse-as a um lugar vi/.inho esta povoa;o, para
all Ihe serem ornados os seus andoras, que segun-
do o permute o lugar, se nao sobresahiam aos das
pravas, nao Ihe ficam restar em accio e riqueza,
lal era o desejo dos meus freguezes, que cada um
s de per si, os quera aderecar.
Finalmente rompeu a aurora do dia 9 de no-
vembro de 1850, dia de eterna memoria para os
habitantes .' dia em que pela primeira vez, a Se-
nliora do Bom Conselho, lendo deixado os cora-
ces dos seus filhos, por onde passou tocados de sua
belleza, e nao menos sensiveis i dessa cidade, enira
no lugar rodeado para mais de mil pessoas, o mui-
to digno missionario frei Caetano conduzi, para
a col locar em um altar na capella do Collegio, afila
de ser all venerada por todos 03 calholicos, e ser-
vir de protectora do mesmo Collegio e de seus bem-
M toree.
['ovos de difieren: .s parles so apinhavam para
teslemunharem o que nunca, tinham visto, eao ver
seus olhos brutavam lagrimas ; esla era a unrao
que a Senhora do Bom Conselho derramava em seus
corsees.
No pateo da igreja matriz, depois de urna mes-
quinha exposico por mira feila, oidenou-se a gran-
de procisso : os homens em massa para mais de
tres mil pessoas, debaixo da Santa Cruz do Missio-
nario, seguiam a ra principal da povoaco, em
direccao ao collegio, que ftca ao norie, em peque-
a distancia, qualro meninas couduziam o painel
do bellissimo rosio de N. S. J., em um andor, a-
ps desle, quatro meninas conduziao em oulro an-
dor, o painel do Sanlissimo Coraran de Maria,
junto a este, os protectores com fitas brancas ao
pescoco, carregavam o riquissimo andor de H. S.
do Bom Conselho, seta meninas o rodeavam, cada
urna com sua bandeira com o letreiro dos seta Dons
do Espirito Santo, seguia esle carregado pelas se-
nharas casadas, e vulvas, o andor de Santa Luzia,
ia carregado por mocas donzells, o andor de San-
ta Vernica Juliana capucliinha, e a este seguia o
andor de N, S. da Penha carregado pelas protec-
toras, seta sacerdotes acompauhavam o kVntV ca-
pelleao do collegio, que de baixo do palito, levava
o insigne relicario de todos os santos do anno,
lendo no centro o lenho da Sania Cruz, que rico
presente se apresentoit aqui pela primeira vez, e
julgo queem toda a provincia, s Papacara be dig-
na de tao rico ihesouro, honra seja dada ao muito
digno missionario ; tal he a alleico que elle tem a
este lugar, e seus habitante ser-lhe-ho reconheci-
dos ("julgo que nao, e nem elle exige ), aos lados
iam distincios cidados, que debaixo do uniforme
da guarda nacional, levavam suas espadas pttnlia-
das, e junto a este ia o mui dislinelo Illm. Sr.
Joao Bapiista Braga.procurador e prolector do col-
legio, disiinguindo-se (Jos outros Ilustres senhores,
pela sua medalha de ourojpendente ao peito em una
grande fita branca.
Cada pessoa levava na mo um ramo verde,
que aos vivas a Sra. do Bom Conselho iremulavara
no ar ; em cada paseo subiam aos fogucies.annun-
ciandocom seus echos.nas alturas, o grande dia 9
de novembro de 1856 : as ras por onde linba
de passar a joia dos ceos, o da ierra ; se achavam
limpas, e juncadas, e as janellas ornadas de ricas
colchas, ( segundo o permite o lugar) ; todos
dobravamos joelhos a sua mf.i, que os visiuva ;
nao se oiivia em toda a procsico senao hymoos de
louvor a Sra. do Bom Conselho, na enlrada do pa-
teo do Collegio da quina da casa do Capello, ao
muro eslavam tres arcos com urna LanJeira con-
tando o letrero ( no temor he o principio da sa-
bedoria .) lendo o do centro vinte palmos da altu-
ra, e os tres a regubridade precisa e nos pes-
destaes deste um pulpito lodo ornado, nellas enl-
locadas duas meninas de 8 3tinus, ambas de uni-
forme branco brilhando ao longe os aderecos, que
Ibe pandiam no peito, lineando flores," quando
as santas imagens iiassavam per debaixo ; cm fren-
te da igreja varias girndulas de fogo subiam ao ar.
ao lado osquerdo Ja porla da igreja eslava um gran-
de e espacoso toldo, lando debaixo crelos para
descancar os andore,- que continlnm as santas ima-
gens, e junio a porta um rico aliar, qne depois de
urna pratica locante do livm. Miss... em honra,
e louvoi da Maria Santissima, canteia missa, lin-
da a qual o Rvm. Miss. annuuciou ao povo, que
a noitecda um trouxesse nina vella para ser ace-
za em quanlo se cantava um Te-I>eum laudamos,
em accao de gneis, e despedio o povo, eram 8 ho-
ras da manha.
As seis horas da tarde o povo corria de todas s
liarles cm chusma para tornar a offereccr de novo
suas oblaran a sua mi a Senhora do Bom Conse-
lho, as sela horas subi ao aliar o capello a mais
dous sacerdotes. e entoando o hvmno Te-Denm
laudamus, foi respondido pelo coro Te-Domioum
r-onhlemiir, o qual desempotihanm ptimamente,
lindo o qual, e nma Salve Reinita ramada em
Hospital Por fu-
guez de Benefi-
cencia.
Por ordem do Illm. Sr. provedor se faz publico
que por deliberaro di junta administrativa loma-
da em sessao de 29 do mez passado, se acba o mes-
mo Sr. iniorisado a contratar com os Srs. consig-
natarios ou donos dos navios portuguezes em na-
vegacao para esle porto o trataroentodas respectivas
tripolacoes debaixo das seguinles condieces :
1.a
Em cada via;em para esle porto ser o navio
contratado obrigado a pagar ao Hospital a quinfa
de 255000 por cada mrinheiro, e 4 por cada
ollicial,
2.a
Este pagamento eHecluar-se-ha cm face da ma-
tricula, que o uavio trouxer do porto donde tiver
seguido ; sendo os individuos nella incluidos os
nicos com direilo a enlrada no hospital.
3.*
Effectuar-se-lia lambem imprelerivelmenie 110
dia immediato aquello, em que o navio livor tun-
deado, nc sendo sanclificado. Neste caso effec-
tuar-se no dia immediato.
4."
Na viagem, em que Do for satifeita a clausula
precedente perder o navio direito aos beneGcios do
Hospital, cando esle com o de cubrir a respec-
tiva quota, salvo se preceder o disposto na condic-
eao 1 -. ou motivos de forca maior, cujo apreco
tica reservado ao provedor do Hospital.
5.a
Ao acto da satisfaco das respectivas quolas se-
ra o consignatario ou dono do navio obrigado a a
presentar urna copia dFmairicula, de que falla a
*ridicco 2-, devidaiuonio legaliaad*, qual dovo
ficar na secretaria do Hospital.
6."
Em caso de bito do doente ser o consigna-
tario obrigado as despezas do seu enterra-
memo.
7.'
Em todo o caso para a admissao de qualqner
doente preceder sempre rtquerimento ao prowdor
do Hospital, acompanhado do respectivo titulo do
contrato.
8.a
Por sua pane o Hospital obriga-se a tratar as
tripolacoes dos navios contratados do modo se-
guinie:
Marinheiros como doentes de segunda classe.
Officies como doentes de primeir Hasse.
10.-
Esle contrato valer pele lempo, que convier a
ambas as partess.mas nunca [poder., ser rescindido
em quanto o navio contratado se conservar neste
porto.nem era quanto nao estiverem satisfeitos todos
os encargos da sua ultima viagem.
O* Srs. consignatarios ou dono* dos navios por-
tuguezes actualmente Tundeados neste porto, e aos
quaes cnnvenha o contrato, devem remellar a se-
cretariado Hospital os seus nomes, e os dos navios,
que quizerem contratar durante o prazo de 5 dias
a contar da hoje, e relativamente aos navios, que
de futuro aqui aportarem, nao querendo, os seas
consignatarios desde j obrigar-se *o contrato se-
ro a elle admittidos at lo dia immediato che-
gada dos mesmo- navios.
Secretaria do Hospital Portuguez de Beneliceti.
cia em Pernambuco 2 de dezembro de 1856___
Manoel Ferreira de Sooza Barboza,secretario.
0mmttdo.
.Manoel JniqoHnLarueirn da Cimba iN, Silvano :K|,;'3I"" pelas collegiaas no coro, B as competemos
O li.-arv i t, tu 11I11 111 v j a a ___1 a t -** 1 ma.
.-, .M. dn I n.iri'l, .illirma ler Ve In, ..rn 1812, em
MeMtBni 1......em de ..-..da, cuj,, descnpcV) elle 1*1
no principio le- jnni hrothnrH cariota inlilulada
lasern an paz de Man-NiaoM un linmtn.. dt cau-
da. I'ari* IH-a'i.
Iviiiipu
In no mal. Iniiinj resi.|.ic.i:i de areordu rom a ca-
ma.a. de medir o m--ila.in.iro pa.a a Cabana,*, man-
dando principiar aJU o ed.fici.i por conla do crdito
exlrmrd!r:rli. enneedido pelo decrtlo dol ne e-
tembro .le 1850 par* medida*, sanitarias que a penar
e JolO Antonio III. No 'egundn r-rr uiinin leve o Sr.
Silviiio.ii. eoSr. Maiiu'l Joaquim 1.1; a volarlo
dn tipplenie, nao podeudn ler lu-Hr mi mcuma dia,
lien ada ia para o da iinmedial.
F.m Pi Albo reuniram-*e MI eltetorc*. O Sr.
ministro dajuslica nbleve a uuaiumidade e o Sr.
I.*ncico Joao Carnairo d rUnh* 71 volos para
luppitnle-
oraoM
tiuiictar
o liv
o
vm. Miss. snbio ao pulpito pira an-
povo, o qual se achava cada um coro a
sua ala n.-esa, que mais pareca -.er dia do quo
noila, que eslavam completos os .< detajoa, pir
lar enlregne as santas imagen! na lugar para
onde as linba mandado fazer, e para all serem ve-
nerada^ palos fiis, c dando vivas a nossa m Ma-
ra Santissima, disse ao povo qne, por cansado *"i
*~ "
ritAgA ( RECIFE 3 DE DEZEMBRO AS
3 HURAS DA TARDE.
(.nlaef,,., olliciaes.
Deaeaala de leltrasa 9 ao ina*.
AMBear mascavado purgadoJ-j,), rs. por arroba
com aaeco. '
rreierico Habilitarj, presidente.
P. Borgtt, ecrelario.
...... CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 .l|.
I' ni-, .:i..
Lisboa, 98 100 por de premio.
i.L*~'? du Jane'.',"' 'g \ I Pr OlO I -tO da.
Acedes do Banco, io a V> de premio.
companbia de Beberibc .'ilOOO.
companbia PeroambaeeM ao par.
Llil.dade I'iblici, .10 pnrceutod*
Indemnisadora. 52 dem.
- d. ettrada de ferro JO por ()|0 de prem.o.
D.aeonto de leltras, de 7 a 7 I-> pr Om.
Dilo do banco7 a 8 por Opj.
0uro.(Jocas bespanhula. J8 28.-*0
Mneda de (JSIOO velhas 111500(1
(iaiOO nova .... IfiafJOO
Frita.I'alacn... brasileiros. .
I'esn rnliirninn .
meiicanos. ....
premio.
2501111
SOIK)
I^KiO
Ca xa
iliai i Bhiico do
Braii
EM I DE DEZEMBRO DE 1856.
Direclores da teman* n* leuhore : Miooel
Ignaci* de Oliveira Jos Pereira da l.-inlia.
De de leltras a vencer ate 31 de dezem-
bro do correle anuo '.I
lil.KANDKGA.
Reudlmenlodn dia I ,
Id*m do dia 3 ,
J0:7J.ja!l^
I8:9ti0j9i7
:l!l:lit(l7
r.scarregam hoje i de efe.-ew.6ro.
lialera laalez* Bonita-mercadorias.
Barca instaraMoilins Cluudmercadoiiat.
Ilarca in^le/aCv prensrarvlo.
Barca suecal'amclv latinado.
Barca dinamarqusI'reciusaqueijos e garrafne.
Brizne frailee/.Supeib cemento.
Sumaca brasileirallurlcnrialumo e cliarulu-,.
Vapor hr. sil'ir,IgaaTMnjgenero* do pai/.
IMi'OiiTACA O
Vapor inglcz Tyne, vindo da Kuropa, ma-
iiifaslou n segninle :
c.aixas relegioa n joias douradas; a orJem.
5 ditase 1 mbrulho amostras, 1 dila relogios,!
dila joias douradas, i Sch.ilTeitlin & ('.
13 caitas e emLruIhos amostras Tinn
Mowan Vinas.su.


BUHO DI PEMIIIUCO QUINTA Ffn.\ 4 |g nzilHO BE issi
V-
I dita amostras a Demense Leclorc A C-
1 Jila joiat, 9 ditas amostras ; a J. P. Adour.
1 dita amostras ; a Burla Souza.
1 diu oas; F. Sauvage & C
1 dita ditas; aJ. R. Coelho-
1 dita ditas ; 1 dita perfumaras ; a Luiz An-
tonio de Siqueira,
2 dilas dilas; E. 11. Wyatt.
I diu ignora-se ; a E. W. Wyatt.
I diu relogios dourados; a Eduardo C. da O-
liveir.
1 dita dila ; a H. Gibsou e mais um erabrulho.
2 ditas joias, I diU amostras ; a Rab Scha-
mellan.
1 diu relogios e 1 cmbrulbo amostras ;Soulhall
MollorJ&C
4 diUs amostras ; a Adamson II. >\ C.
4 ditas e 1 embrulhos amostras ; a J. Koller C-.
10 dilas queijos ; a F. G. de Oliveira.
1 tmbrulho bandeira da eompanhia a Ada-
mson VV. & C.
1 fardo amostras ; a F. Gollarlier.
1 dito diUs ; a Scot, VV ilson & C-
2 embrulhos ditas ; a Fox Broters.
1 linas sanguesugas ; a D, A. Ataskan.
1 embrulho amostras, 1 eaUa papis ; a Seun-
ders Brosthers & C.
6 ditos e 1 fardo ditas ; a N. O. Bieber.
t dito estampas ; a VV, M. Pinislon e mais 1
dito rom eh.
1 dito amostras ; a I. Curio A C.
I drlo .lilas; a C. J- Asile*.
1 dito camisas de meia ; a Feidel Pinto.
1 dito amostras; a Roslron RooKsr & C.
? i-a i xas ditas ; a Cals Frere.
1 diu ditas I embrnlho papis ; a Ferreira &
Malbeus.
2 dilas bisas; aF. D, Tsnerrhesis.
3 ditas I embrulho amostras a H. Brun e C'
t embrulho telescopio, 1 dito papis; a Bastos
&C, I (11105.
I dito papis ; a Scharam VVhalley.
1 dito ditos ; i Manoel Goncalves da Silva.
! dito ditos ; a Arkrig, Russel Mellor e C-.
I dito dinheiro ; a Almeida, Fias.
1 caixa joiH-,aMoreira iVc. Duarte.
1 embrulho peridicos, aSoares, Palou Nash.
Sumaca nacional Hortencia, vinda da Babia,
consignada a Antonio Lo de Oliveira Azevedo.
ana ni festn o seguale ;
2 caije charutos,a Joa Antonio da Cunha.C
' 50 calas ateto doce ; Burle Sooza-
1 barris dito de palma, 1 saeca com 3 arrobas de
-olla ; a Amorim ic. Irmio.
I pacne pregos de rame, 50 caixinhas charu-
to, 2 saetas 6 ; 1|2 de colla ; a Lima Jnnior, C-
20 Tardos algodozinno ; a N. O. Bieber.
9 caixoes e t embrulho charutos ; a Francisco
(ornes de Oliveira.
I eaixa abjectos para seu uso; ao Dr. Sabino
Olegario L. P.
1 caixo charutos: a Guimaraes Vlente.
565 caixinhas charutos ; a Antonio I.ui/. da 0-
liveira Azevedo.
6 duzias de toros de Jacaranda, 38 saccas caf,
13 ditos colla, 1300 quartiuhas sorlidas, 105 ik
de estopu, 7 saceos lio de algodo. 5 barricas
gomma de ararut?, 95 fardas de fumo, ~1<3 cai-
vinhas charutos ; a ordem.
1 barrica gomma, 2 bacas de rame usadas, 2
-amellas de madeira, 19 poras do movis; ao
I)r. Antonio Agripno Xavier de Brillo.
Barca sueca Familien, inda de Slokolom,
consignada a C. J. Astley & C manifestou o se-
guirte :
2712 barras de ferro, 400 duzias c 3 Uboas,
8 m asuros de pinho ; a C J. Astley.'
Barca inglexa Sarah, vinda de New Pon, con-
signada a Jobnslon Paler C manifeslou o se-
guirte :
304 toneladas 1 quintal 1 <; 1)2 de ferro, para
a estrada do Rio de S. Frencisco.
Barca ingieza Kloaling Cloud viuda de Liver-
pool, consignada a J. Paler & C, mauirestou o se-
gainle :
in miu. a 19 fardo, (rends ; a Adamson 11.
4 C.
O fardos fazendas, 3 barriga* vidros ; a J. Crab-
- .V C.
Ir*
Al. J. Carneiro.
a fr'erreira (k Mi-
e (id
2 Nrdoi e el cai>ai fazendas ;
-Jl fardos 16 caivi. l.len l,i-
theu*.
li barra cobre, fardo* fazendas; a Patn Nih.
III cala* hunda* ; a J. kellcr Ov C.
O barris manteiga ; a Uaslo c\ l.emos.
I caita fazenda* ; a Kabe Schmettau.
:t dita* e 1 fardo (aleudas ; a A. C. de Abreu.
|:l'5 cnias e 4 fardos fazenda* ; a Rdstrou Roo-
hertVC
J barrica* e I caixa drogas, i barrica e I cana
ferngen* e balanzas, -J caitas lellins, 50 embrulhos
ps, l caixai lio de algodau ; a S. 1*. Jolioslou,
I fardo tapete* e capadlos, '.) caixa* chapes, 58
dilas e 7 fardos faieudas; a U, ili imn.
' IJ rardo* e :I8 caia fazendas ; a Fox Brolhers.
13 caivas faieudit, I dita ferragens, 1 barrica vi-
dros; II. Uibann.
1 diU fazenda* ; a I.. A. de Siquelra.
12 caixa* e 11 fardo* fazenda ; a Barroca & C.
16 caixas e Id tardo fazendas; a Soulhall Mellor.
i barricas ferragens ; a Kremlin i Krandi.
IDO barr mauleiga ; a C. J. Ailley & C.
2 barrica* ferragens; a J. Ilallid*>.
I caixa l.aue ; a l-'eidel Pinto.
.1 aaixa* e 6 fardo fazendas ; a 1. Curio. .
:lb' cana- e 20 fardos fazendas, % gigos 5 bar-
ricas louca ; a N. O. Bieber & C.
50 barris mauteiga, G gigus btalas, 9 fardos i
caixa* fazendas ; a Johnslnn Paler & C.
132 caixa cha, I bnil carne, I caixa sellins ; a
Saunder* Brothers & C.
tt caixas e 31 fardos fazeudas; a J B. C.
IU ca'xas e I berril agoardende, 6 jarro pannos,
..-.i caixa* queijus, 10 presunlos; a ordem.
IjO toneladas, 13 quinlaes, I arroba e 3 libras de
Ierro para a eitrada do no de S. Francisco,' 5 c*ixa*
jallla. I barril tnita de escrever, 6 enibrellio ra-
me, 81 bar is, II Cala*, 2 gigos e I embrullio ferra-
Keos, i harrt vidro*, barricas pesos para balan-
ras, id ditas envida-, 2 embrulhos ettjpa, III pa-
re de folies, 5 cana fazeudts, '< barrica e 3 gigo
louca, 6 fardos barbanle*. 5 barricas cervej, 2 dilas
preuntus, 20 embrulhos ferro, 2 eaixaa couse vas, 2
barr liogoas, 1 caixas bolachinha, i dita queijos,
!IK embrulhos pos, 2 barr metal, 1 caixao ignora-se,
80 parafuzo, 30 sapa, 30 caixas cha, 1 barrica co-
mera ; i.U. WjU A C.
uO.NSUI.AUU UBHAL.
Bendimento dodiat..... G:l(Hjl6d
dem do dia 3.......Iii:Ih;sni:,i
provincial, servindo de administrador, em virlude
do disposto no art. 3 do regu'.amealo de 3 de ju-
Ihods 1852, faz publico que se acham deposita-
dos, no deposito geral dous escravos, Antonio, na,
cao Cassanfie, idade de 33 a 40 annos, Clorindo,
nacao Congo, idade de 40 a 45 annos, com urna
bolida no olho esquerdo apprehendidos pela polica,
os quaes sao considerados bens de evento, por e
desconher seus donos, e para qne seja cumprido o
que conlemo sobredio an. manda publicar pela
mprensa, para que no prazo de 60 das compareca
quem aos ditos escravos tenha direilo, lindos os
quaes se proceder a arremalar;ao pela forma deter-
minada no art. 4 do ciudo regulamento.
Epara que chegue a noliria de todos mandei
passar o present edital, aos 12 de uovembro de
1856,
Theodoro Machado Freir Pereira da Silva.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, cm cuniprmento da resolucSo
aa junta da fazenda, manda fazer publico,
que a arrematado da obrada ponte sobre o
nacho Biuiuznho, loi transferida para o
K para constar se mandn aflixar o prose-
te e publicar pelo aliiario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco, 28 do novembro de 1856. -- O
secretario, A. F. d'Annunciasflo.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da resolucSo
da junta da fazenda da mesma thesouraria,
niauJa fazer publico, que no dia lt de no-
vembro vfio iiovamente a praga para serem
arrematados a quem por menos lizer os con-
tratos soguintes.
Empedramcnto do 20 lauco da estrada da
Victoria avaliado em 5:9095200.
Dito do 21 lanc.0 da mesma estrada avaha-
do em 8:695?50(l.
Laen da estrada entre a cidade de.Goian-
naea ponte de Bujary avaliado em 13:4319.
Conservado permanente da estrada da
Victoria, avaliada em 8:500.
Uita dita do Norte, avaliada em 2:288s
Dila dita do sul, avaliada em 8:5208.
E para cooslarse mandou aflixar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 28 de novembro de 1856.Ose-
cretano, A. K. d'Aiiiiiinciagao
O lllm. Sr, inspector da thesouraria pro-
vincial manda fazer publico, que no dia 3 do cor-
rente por diente se pagam os ordenados e mais des-
pezas provinciaes vencidas at o ulthno de novem-
bro prximo lindo.
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco i de dezembro de 1850,O secretorio, A.
F, d'Annunciac.30.
O hr. Anselmo Francisco Peretti, commen-
dador da imperial ordem da Rosa e juiz de
direilo especial do commercio, nesta cida-
de do Recile e provincia de Pernambuco,
por S. II. I. e (... etc.
Fago saber aos que o presente edital vi-
rem que no dia de dezembro prximo fu-
turo, se ha de arrematar por venda a quem
mais der na sala dos auditorios, depois da
audiencia ueste juizo, urna parte do sobrado
de dous andares da ra do Vigario n. 17, ava-
llada a dita parte cm 9581783 rs., a qual foi
penhorada por execucao da Francisco Ma-
noel de Oliveira Miranda contra Antonio Pa-
tricio Correa de Figueiredo.
K para que chegue ao conhecimento de to-
dos ma.idei passar editaes, quesero publi-
cados pela imprensa e allixados nos lugares
designados no cdigo commercial.
Dado e passado tiesta cidade do Recite aos
10 de novembro de 1856. Eu Maximiauo
Francisco Uuarie, oscrivao a subscrevi.
Anselmo Francisco Peretti.
O.Dr. Anselmo francisco Peretti, commen-
dador da imperial ordem da Rosa, e juiz
de (incito especial do commercio nesta
cidade do Recite e provincia de Pernam-
buco por S. M. o Imperador que Dos
guarde etc.
Fago saber aos que o presente edital virem
em como no dia 4 do prximo futuro mez de
dezembro, a requerimento do exequenle, o
Itvd. conego reilor do seminario de (Huida
se lia de arrematar por veuda em segunda
piara dcsle juizo, com o abuliuiento da 3'
parle no valor de 10:0009, um sitio com ca-
sa de vivenda, mores de Iruclo, na estrada
dos Afiliaos, pertencenle aos execulados
Francisco de Camino Paes de Andrade e
sua niulher, o qual por falta de lanzadores
deixou de ser arrematado no dia designado
e para que se eitectue a arrematado do dito
sillo, ou possa ser adjudicado ao referido
exequenle pelo prego de 8:0003 na conlor-
midade da le, mandei passar segundos edi-
taes que seriioallixades nos lugares do cos-
luine e publicado pela imprensa.
ludo e passado nesta cidade do llecife aos
12 de uovembro de 1836. Eu Francisco Ig-
nacio de Torres liaudeiia, esorivo o ia es-
crever.
Anselmo Francisco Peretti.
Cear, Mara-
nhao e Para.
Segu ate o fin da prsenle semana o
palhaboie nacional LINDO PAQUETE,
capitao Jos Pinto Nuncs, com algumacaiv
ga que tiver, quem quizer carregar trate
com Antonio de Almeida (lomes,na ra
do Trapiche-Novo n. 16, segundo andar.
AO RIO DE
Janeiro
segu com brevida.de o litigue
nacional MARA LUZIA, capi-
tao Joo da Silva Moraes : tein
grande parte do sen catregamenlo promp-
to, e para o restante trata-te com o con-
signatario Antonio de Almeida (ornes,
na roa do Trapichen. 16, segundo an-
dar.
CBARA' E PARA'.
(1 palacho Arma recebe carga por frele commn-
do, nSn demorar se-lia no porto man que o lempo
precito para alalrar : o* pretndeme entender-se-
hao com o consignatario J. B. da Foneca Jnnior,
na na do Vigario n. 23.
Sahe al o dia 6 do trrenle para o Acarac
o patacho nacional uEniular,lo, locaudo no Ceara',
apparecendo frele que fac,a conla : a tralar no es-
criplunn de Mxnoel (ioncalves da Silva oa com o
capuao Anlouio Gome Pereira, na per. i.
Para Lisboa sablra' com a maior brevidade
possivel a barca portuguesa Horlencia, capilo
JoAo Silveno Kornano ; para carga e p <--n_.eim-,
para o quaes lem excelltnle enmmodos, Irata-se a
bordo com o metmo capihlo ou com Manoel do Na-
cimento Pereira.
Para Lisboa egoi com toda a brevidade o bri-
gue portugoez jaRelampaon de primeira marcha,
por lera maior parle da carga pioinpla: para o res-
to da carsa c passageiros, para o que lem .(-ciado.
commodos, lrata-*a com os cousignatarios Thoniaz
de Aqaioo ponseca \ Pilho, na ra do Vigario n.
l!l primeiro andar.
Para Lisboa.
O patteho porluguaz Bnlliaole, rapilAn An-
lr uto Bra Pereira, ahira' com lod a brevidade por
ler a maior parle da carca prompla : p>ra o reslo da
mesma Irata-se com o diio na prara, ou com o con-
tigiialario DoniiimosJose Ferreira (.uiniar.ic., na ra
do i.iiiciin. iio n. 35.
Para o Oar
o ljate KOVO LINDA, mettre Custodio
JoscVianna, rinda recebe algumu carga
pata completar o seu canegamenlo : a
tratar com Tasso limaos.
RIO
de Janeior.
Al o lim da prsenle semana prclende seguir pa-
ra o Rio de Janeiro, a veleira barca nacional Sa-
ralva, lem perlo de dou ler^o* de seo carreganieu-
lo promplo : para o reslo e escravos a Irele. para
oiquae lem eiccllentes comandos, trala-se como
leo consignatario Antonio I.ui/. de Oliveira Ateve-
do, ra da Cruz n. I.
A polaca nacional (ZalMa 11 o precisa engajir
maiinbeiro- uacionae para sna .iagein para o Kio
de Janeiro pela Parahiba : a Iralar na ra da Cruz
n.^lll, ou com n capilao a bordo.
Cumpaiiliia !>r;i.silci';i de
paquetes
quim Das Fernandes, os quaei seiTio en-i
treges sem limite, visto serem vendidos
por accordodoproprietario com oex-cu-
rador fiscal, para cumprimento da con-
cordata que llie lora ltimamente outor-
gada : ostenhorespretcndentesquequize-
em algiinsesclci-eciinentos a tal respeito,
dirij sm-se ao armasen* do agente annun-
ciante, sito na ruadoCollegio n. 15 onde,
lera' lugar dito leilao.
SEXTA FEIRA 5 DO COR-
RENTE.
O ajenie Oliveira fara' leilflo em dincrenles lotes,
por ordem do Sr. Mannel l.uiz da Veiga e nutres
interessadns, da bem condecida, ptima e graude
casa de sobrado, e terrenos rirrumvisinhos. eiisleu-
tes no logar de Sanio An>arinho, e-Irada em liuba
recta para Oliiidn e transversal para a fiiudicao da
Aurora, cojas confronlacrtes, divi*5e* e dim'enses
podem os preleiideules examinar lias localidades, e
por meio da planta etistenle no escriptorio do refe-
rido agente, onde lera' lugar o leilao ao meio-dia.
Hospital Todos
os Santos,
da venera ve i Ordem Ter-
San-Franciseo.
9tMo$ toitttM.
X> Pela procoradoria fiscal da fazenda provincial
e visa aos devedores de imposto de decima, rela-
tiva ao auno liuaiiceirode 1855 a 1856, cobrados pela
collecloria da cidade de i Muida, para no prazo de
30 dios, que limlam no ultimo de dezembro da 1856,
comparceerem na mesma procuradoria liscal para
rereberem aa guias c efleeluarem o pagamento de
seos debito naquell collecloria cm dito prazo, sem
despeza alguma judicial.
V .'
'
ceira de
Para o mesino hospital precisa-se de
umenfermeroe timaenfermeira, aquel-
les de nossos irmuos casados sem lillios
que pretenderemolugar, cujo ordenado
he HeliO.sOOO para ambo e mesa, diri-
jam-teao iimaoministro Flix Francisco
de Souza Magalliacs, morador no largo
do Carino n. 16, assimcomo precisa-sede
um servente para o niesmo hospital.
GABUEIE rOitTIGUEZ
DE ..EITBi
He o lem do lllm. Sr. presidente do couelho de-
liberativo couvoca-se o mesmo conselho para sesso
cxlraordioaria no dia 4 do crrante mez, pela 7
horas da tarde, no alan desla eslabelecimenlo. Re-
cife a de dezembro de 1856. Meodes Guimaraes, t.<
secrelano.
Aluga-se um legando andar na ra do l.ivra-
nieiiln e um tirceiro na ra Direila : trata-se na
roa do Livramenlo n. 33.
Precisa-se de ama ama para casa de pouca fa-
milia : na ra de Hurlas n. 51.
l)a-se (Imlieiro a premio sobre penhores de
ooro ou prala : quem precisar dlrija-se a ra da
Cacimba n. 2
Precisa-c de urna casa por nluguel, sendo no
hairro de S. Jos, ou de Sanio Antonio, em boa lo-
calidad* que para liberna ; faz-se alguma vantazem
no alugu.el agradando : a quem convier annuiicie
para tralar.
Sor vetes
No aterro da Bn-Vlita n. 61 havera sorvete lodos
os dias, das (> e meia hora da tarde em diaule.
Imn pessoa eoin habllilaeftsa necessaiia* para
fin iii, l'i !> HU tt.Lt.ljeU ^f'""*1 'M/ltAtt. |qiieirautilisar deseu preslimo: poder' ser procu-
Um pedido.
Pede-seao Sr. Santa llosa, que antes
de retirat-se para Nazareth, d-nos anda
o prazer de ver trahalliar etsa sua eom-
panhia, levando a comediaA sensibi-
lidade no crime, e a larcaA criada
astuciosa ou o bicudo somnolento.O
apreciador do mrito.
ESTRADA DE FERRO
iTcrceira cliainada.
rado no Hecife, ra da Cadeia Velha, loja n. 6 do
| Joao Baplila fragoso, e em Sanio Antonio no Pas-
() directores da eompanhia da eslrada de Hecife eio, luja n. 3, do Coelho.
a Sin-Francitco, leem feito a terceira chamada de '
duas libras esterlinas, on res 17:777 sobre cada ae-
cao na dila eompanhia, a qual deve ser paga ate o
dia 8 de Janeiro de 1857. oa Baha, em casa do
Sr. S. S. Davenport A C, na corle, em casa dos
Srs. Mau Me. Gregor fc C., e em Pernambuco, no
escriplorio da eompanhia. 0 accionista que nao
raaliiar o pasamento dentro do termo indicado, po-
llera' perder lodo direilo as acc/ies sobre as qnaes o
dilo pagamento n.lo s liver ellecluado, em lodn
caso lera' de pagar juros na razio de .5 por cenlo ao
auno, e de nao receber joros ou divideulo da com-
panliia, pelo lempo que decorrer entre o dia indi-
cado para o pagamento e a sua realisac,o. Nenhum
auto de transferencia pode ser registrado depois do
da 8 do crreme, antes do pagamento da chamada.
Por ordem dos directores,
S. I', l'ertl.er.
Kecife 3 de dezembro de 1856.
O vapor PIRANA", commandanla F. 1". Itorge,
espera-ie dos porto do norte, eom desliuo aos do
sal, al o dia ll do rorrele. O Srs. que liverem
de remeller escr*vos e quaesquer voluntes, aejam
de carga ou encommendas, devero mandar a agen-
cia uo dia il. chegada do piquete, para nesse dia se
engijar o que poder s?r recebido. No dia da saluda
nao se recebe volme algum, e rnente se admitte
passageiros e dinheiro a Trele. ale as horas do expe-
diente : agencia, oa ra do Trapiche n. 10, wgon-
do ailar.
Lembra-se ao administrador da obra
do pantano de Olindu, que niio lie com
ama que se deve fazer o entulbo do bal-
do, salvse lbe convemqueo aterro des-
appareceno lim de meia duzia de dias :
Sr. administrador, veja que aterro nao
l.e eleic/ies...........
Recortarse com pe leico babados de
diversos modelos paia vestidos, pelo di-
minuto preco de 1O a vara : na ra lar-
ga do Rosario n. 23, por cima da loja de
barbeiro.
Lotera do Rio
de Janeiro.
Moje esperamos do sul o vapor "San-
Salvador., conductor das lisias da lote-
ra U7 t|ual anda existe tira pequeo numero de
billictes em a loja da praca da Indepen-
dencia n. 40 : os premiosserao pagos em
a mesma loja cima, de conformidade
com os nossos annuncios, a rece peo das
mencionadas listas.
Q Por oidem do lllm. Sr. provedor interino '^s
w da sociedade (klhodoxa e LuteranaAmor JJJ
a Caridade,convido aos sen hores socios a V
i^ comparecer boje (i), pelas 10 horas do &J
S dia,na ra das Aguas-Verdes n. 6i,priiuei-
W ro andsr. 9
H Anlonio Leopoliino .lo*- iranes, t
M&&.
IVBRSAS
Rendlmento do da I.
dem do dii 3. ,
PROVINCIAS.
16:1161323
19581-21
1809288
675501
RECEBKUOIIIA OB RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimtntn do dia t .
dem do dia 3.......
7661819
t:88U5283
2.655;i'J5
CONSULADO
Ren lmenlo do dia I. .
dan) do di 3 .
PROVINCIAL.
7:3014398
6:799*381
11.2:16877
Miooimctitc io pono
Sanios entrado* no di* 3.
Ierra Nova:I6 dias, barca ingiera 208 toneladas, capitn Alexandie Dunlol, equipa-
aem 12, carga 2,970 barricas* com bacalhio ; a
S.....der* Brolhers A Companhia. Perlence a
Liverpool.
dem35 dias. brlgue inalez James Slewari, de
18".) Innelart-. capitao John Taylor, eqoipagem
13. eatet 2,500 barrica* com hacalhn ; a James
Crablree & Comp.obia. Perlence a Greenok. Se-
suio para a II.Ina.
dem37 d, barca insli-za oSpirils ol the Times,
de 299 lonel m 12, carsa -2,800 barricas com baralho ; a
.Saniulcr Brolhers i.V Companhia. Perlence a Li-
verpool.
Patitiii:l dias, barca bratueirn aFimeza, de
J56 lontlada, capilao Joaquim Rspti.u do* San-
tos, equipasem 11, carsa sal ; a Manoel da Silva
Sanlo. Perlence ao Rio de Janeiro.
Baha13 dias, somaca basileira ullorlencia, de
'i'i loneladas, capilao Joaquim de
O
q& reiartii;ao" da vaccina.
@ O commissai o vaccinador pro-
0 vincial, reconhecendo pie muitas 5
^ pessoas deixam de comparecer a ;.
% esta repartirao em consequencia fi
$ da longitude do lugar, avisa ao @
@ respeitavei publico que tem re- ^
^ olvido a vaccinar tambem as 5i
^ tercas feiras de todas as semanas, ^
3 na easa de sita residencia, conti- ^
c^ nuanJoa reparticao a i'unccionar ^
Q no torreaoda .illiidega as quin- ^
^ tas e domingos: assim, as pessoas ^
Q (|ue sequiserem vaccinar as ter- ^
^ cas feiras, podem diricir-se das
@ sele as nove horas da manhaa, ao
B 1. andar do sobrado da ra Nova S
S? esrptinada do Sol n. O.Dr. Joo i
Q Nepomiiceno Dias Fernandes fi
Pela delegacia de. Jaboalao foi apprehendid*
um cavao no dia 21 de outunro : seu dono comp-
rela i.ni)i 1 > de documentos legaes para Ihe ler en-
tregue. Delegacia de Jahoalilo 30 de ouluhro de
1856.O delegado,
Joao Francisco Xavier Paes Brrelo.
Pela recebedoria de renda internas geraes se
faz publico, que no corrente mez se linda o prazo do
pasamento dos imposto- do eiercicio de 1855__1856
a saber : Renda dos proprios naclonaes, foros de
lerrenusileindiiiiha. dcima addicional de mao mor-
a, imposto sobre lojas. rasas de descont, ele, dito
sobre casa de movis, roupas, etc., fabricados em
pair. eslrangeiro, dilo sobre cascos do interior, e lai-
ta dos escravos, lindo o qual os devedores lero de
pasa-Ios judicialmente. Recebedoria de l'-rn.m-
baco 3 de dezembro lie 1836.O adminislradnr,
Manoel Carneiro de Soaza l.acerda.
Tendo esta reparlijao, em cumprimento da
ordem do Evm. Sr. presidente da provincia datada
do !. do corrente mez, de furnecer a provincia da
Parahiba, para a barra do Cabedi'-llo, 22 bracas de
corrcnle de I l|3 polegada, 2 ancoras de 12 quin-
laes com os compelemos manilhas, e duas grandes
hoias a empregarem-se ein halisamcnlos, cujo vo-
lme de cada nina, nao produza mais de mil pal-
mos cbicos, sendo indilierenica sua conliguracao ,
manda o lllm. Sr. inspector fazer publico, que con-
traala a compa destes ohjecios, por va de propos-
tas cm carias fechadas, aprescnladas nesta secretaria
eqjipasem 8, carga lbaro e mai* BMMtw; An- n0 dia (l A pessoa que deixou na noile do espectculo
da Sociedade'l'healral Recreativa, em 1 de dezembro
um leque n galaria, dirija-sa ao atierra da Boa-
Vista o. :I8, que Ihe ser entregue dando os siguaes
Precisa-se de una ama para casa de pouca fa-
milia, compoila de duas pessoas : na ra das Cru-
zes case Isrrea u. 13.
Attenao.
O* accionista* da companhia Vigilante dos rebo-
ques sao convidados para a reunio no dia qulnta-
reira 1 do rorrele iinprelerivelmenle, para ilelibe-
rarem sobre negocius importante- da mesma compa-
nhia, no escriplorio de llenry Forsler^ C.
Recreio divino.
Nafreifuezia de S. fos,
ra ni Forte n 5.
Cnntinuim os banbos d'agaa doce, com o oplimo
choque, e minia decencia proprios para lamilla ;
agua Ue caj c nutro* refrescos, lem o eicelleule ca-
pil de abacachis, e cal, e para diverlimeoln da
bella rapazeada ha o jognda bolla, das .5 horas da
inanliaa as 10 d noile.
A abai\o assignada casada com l.uiz l-'rancisco
da Cosa, soube que o dio senhor tinha vendido
urna morada de casa que lem em Olinda na ra do
Coxo e que foi vendida sem a sua assigualura, e
por ism fe* ver ao publico que fcara' a dita venda
nulla.Francisca Tcrluliana da Cosa do Espirito
Sanio.
UM VOTO DE GRATIDO.
Deseoganado dos soccorros mdicos, votado ao
desprezo dos bomens, e enlresae anicamenle a vou-
laie de Dos, meachava eu carpindo o mal da mor-
pha rom lodos o* seus horrores Porm urna milo
b*m fazeja, um caraca i caridoso e nimiamente affa-
vel veio em ineu soccorro, e como que mandado pe-
lo All--uno. salvoo-me dessa Irisle e penivcl silua-
5il curando-me radicalmente. Esse homem que
chamirel um arijo, he o .Sr. Manoel Borges de Men-
.lom; i, a quem de\o, abaixo do Dos, o meu resla-
beiecliueuiu ; e como nao me possa pagar por ouira
forma, ltenla a ininha falla de meios, recorro a"
prelo, para por meio desle annuncio manifeslar-lhe
a miuha gralidio, e recnmmenda-lo n lodo quanlos
soll'rerem o mesmo mal. Recife 21 de novembro de
1856.Manoel de Barrof Falelo de l.acerda.
Precisa-se de um ennlra-mestre de alfuate pa-
ra corlar obras, e igualmentecostureiras para calca,
colleles e palils : na ra da Cadeia do Recit n.
40, primeiro andar.
Precisa-se alugar um prelo ou prela para o
servic.0 de urna casa de pouca familia : a pessoa que
tiver, dirija-sea ra Augusta, casa n. K>.
a fifi
I9W
^^^@^@
O-
krn *
''..!>
^S*
Perlence l,,-
nliaa.
Ionio l.uiz da Oliveira Azevedo.
bia.
Terra Nov36 dias. Iirigue americano iilleleo, d
233 tonelada, capitao Abel Reynolds, rquipagem 1
9. carga 2,256 barricaa rom bacilhao ; Heorv i crelarto, Alexandre Rodrigues dos Anjos.
Furrier & Companliia. Perlence a Ballimnre.
Kichmond33 .lias, hiale americano uEmilv Keilh,
de 210 toneladas, rspiUe II. W Penny,' equipa-
nem 8, earaa 1,620 barricas com familia de Irigo;
a Roatrnn Rooker iV Cumpanlua. Perlence
New-Vorl..
bit*t&
O chefe da primeira seccao do consulado
Secretaria da insnccTo do arsenal de marinha de
Pernambuco cm 3 de dezembro de 18.56.__o se-
ttvi&ot "&<*tHkmt.
O ageute Borja fara' leilao em limite, quinta
feira do crreme as II huras, em seo armazem na
ra do Collegiu n. 15, ta urna inlimiladc de ibjectus
de dlllereules qualidades, consislindo em duas p-
timas mobilias de Jacaranda, ama rica secretaria de
Jacaranda' com lampo de marmore, um lindo loillel-
ic do mogno, varios pianitos,' liquidarlo, sof', con-
soles, cadeiras, mesas, cummodas lano dejacarauda'
como de amarello, euulras mullas uhras, objectos de
ouro e bullante., bem como rozelas, alliuele, pul-
eiras, bolOes, relogios para algibeira. dilo* de pare-
de americanos, caudelabrus, laiilurnas, rica quiu-
quilliaria francezas de goslo niudtrinssimc, um ri-
quissiuio faqueiro de prala moderno, liquidado
ptimos tapetes,, excellenle redes bordada-, jaidl-
nriras de marmore, marmores para consol a mesa,
aparclbus de porcelana para cha, dilo para mesa, vi-
dros linos, crislaes e oulros milito, objeclos ele. ;
assim como nesse mesmo da fara' leilau lainbem de
urna exiellenle mobilia para sala, lodos os ruis ar-
rujos coiicerurules a casa, e qualru oplunos escra-
vos iiKicnsde bonita ligura, e da ambos oseios, per-
lenceules a urna pessoa que se relira para lora da
provincia, os quaes se entregaran por qualquer prerii
maior ollerecidO.
O agente Vicira da Silva lara leihk de urna
porfa de ligo* chegadus ltimamente de Lisboa, e
so deixura' de os vender se os compradores nao qui-
r.erem : *exla-feira 5 do correle as II lora* em
panto a' porta da alfandega.
O agente [Oliveira lar.i leiblo por ordem do
lllrn Sr. cnsul de Franca nesta cidade, de varias
joias da prala, ouro, diamantes e bullanles, per-
teiicvutes a liquidacilo da niassa do hilarlo L. A.
Iljudoui, subdilo Fraucez, consislindo em buloes,
'argollaba*, ligas, medalba*, brinco-, curacnes, la-
cas, annei, ailiocles de peilu. collares da coral c de
cuntuihas de ouro, pnleeira*, livellas, crucilixo, agu-
Ihela, redomas, inclusive algumas de prala, lila-
grana, cornelinas e nutras dillcrenlcs eoaaa: sexla-
fera 5 do curente, as 10 horas da manhaa em pou-
to, no seu escriplorio, na da Cadeia.
O lllm. Sr. William Lilley, leudo de relirar-se
para os Eslados Lindos, fara leiUo, por inlervun-.o
do agente Oliveira, de lod a mobilia da casa de sua
residencia, consislindo em um soi.erbo piano, ca-
deras das iiiclbores qualidades, lauto de sala usuaes
como de bulando, para dila de jaular e slela, me-
ss redondas, ftaesplendido*, guarda-iuupa, guar-
da-vestidos, eapelhot ran les, ditos pequeros, lou-
cadores, comino las, lavatorios, mesa elstica para
janlar, hanqonlio diversos, aparadores, gnaida-
livro, ricos tpeles, lustres, Umpa'ies, laulerna,
inaaniiico iHogio de parede. louca de porcellana
para janlar e almoco, crislae. facas e garfoa, Irem
de cozuiha, 2 fogesde patente, banheiros, 1 cabrio-
Id enn arreos e o couiptleule cav.llo, assim como
de varios oulros artiga* miada* : terc.i-feira, 0 do
corrente, as 10 horas da manliaa, siti do Sr. Joao
Martina ra H-.irus, com lenle para a eslrada uova
ou Manguinho, eonliguo ao do Di. Accioli l.ins.
Leilao de predios
O agente Borja bra' leilao, rptarla-
l'eira 10 do corrente, as 10 lloras da ma-
nhaa, de diversos predios pertencentes ao
Sr. Jos bias da Silva, a saber : urna casa
terrea
0 O Dr. Ribeiro participa ao'pu-(tt
- lico (pie chejjou do Ceara', e con- @
@ tinua a residir na mesma casa, ra ?
fida Cruz n. 1 segundo andar. &
O abaixo assiguado propoe-se a ensillar lalim,
podendo ir a casa de qoem isto quizer. em horas de-
terminadas : a fallar-Ihe na ra da Praia, lerceiro
andar n. 43, das 6 aa da manhaa, e das 3 a 6 da
tarde.Jeronymo Cesar Marinho l-alco.
Prerisa-se de 3 amassadores, paga-se bem : na
ra do Rangel n. 13, deposito na quii do beeco do
Trem.
Aloga-e n solao do sobrado de um andar, silo
na Iravessa da Concordia n. 5 : quem a pielender,
dirija-se ao mesmo, que adiara' com qoem Iralar.
Lithogr pitia.
A ollicina lilhograpliica que exitlia no caes de
Apollo, casa de viuva l.aerre, aeba-se trantfe'ida
na roa da Cruz n. 35, aonde seu dnuo esla promplo
para execular lodos o Irahalhos concerneule a sua
arle, como laclaras, cotila, letlra de cambio e da
Ierra, conlieeimentos, registros, bilbeles de visita,
etiqueta, e qualquer impressao dourada, praleada e
de cor.
Lotera
Do Rio de Ja-
neiro.
Moje devein chegar is listas da lotera
07- da Sania (lasa da Misericordia, pelo
vapor brasileiro San-Salrador : o res
lunte dos liillietes aeham-se a venda na
i loja da rua do Crespo n. I, junto aoar-
! eo de Santo Antonio.
Companhia de
Beber i be.
O escripturario da Companhia de Be-
ld urna ama para o servido interna el henbe Marcolino Jos Pune, anda con-
s pesioas : na rua do Caldelreiro, Jo- tjlula ., agenclnl. ., venda e compra de
Aluga-se a casa terrea n. I, na Iravessa do
Moudego, com 2 salas, 3 quartos e aolao, conidia
fura, e mais I quarlo para escravos fiira da casa,
qoiolal grande murado e cacimba propria, eom
purles para a camhoa, aonde se pode lazer li luhei-
ro : a tratar no aterro da Boa-Vista n. 63.
Precisa-se alugar unta preta escrava que saibL
vender quem a liver dirija-se a rua do Cano n. 36.
O aoaixo assiguado faz publico, que tica de nej-
i'lium clltilo a pi ncurac.io bstanle que em o auno
prximo passado dera an seu calillado Antonio Jo-e
de Suuza Carvalho, oa cidade da Parahiba do Nurlet,
pois que de hoje em diante at tcm passado os podes-
res nella conferidos. Recite i de dezembro de 1856L
Aurelio Crispiniano da Cimba.
Se ha de arrematar no dia 5, pelas II horas da
manhaa, depois da audiencia do Dr. juiz de orphaoa,
um esrravo moco, de servicn de camp-\ de nonie o
mingos, avaliado em '.HIOsOOO.
MILICIA.
A companhia instrumenlal italiana, chegada aa)
la cidade, composla dos inelhores e mais esrnlhidot
instrumento*arpas, rabera, zabtiinbi, chapeo clir
nez, llauta napolilaiia, pratos e Iriangulo, em qui
se vo um sii homem ao mesmo lempo locar eme
dilterenles instrumentos, e quaes dcllas dillicilimm
em sua cxecucAo; lambcm se observa um joven di
12 anuos tocar rabeca, desetnpeuhaiido com u melhoi
goslo as mais difticeis e escolhidas pca. te msica,
lem a honra de noticiar ao respeitavei publico, que
esl prumpta a lirar cm qualquer raa muilas e
variadas ptfai do ultimo goslo, nos referidos instiu-
menlos, e espera salisfazer quelles que quizeram
accolhe-los.
O Sr. Firtnino de Souza Malheo* lem urna car-
la viada da Babia no escriplorio de Antoniu i.mi. de
Oliveira Azevedo.
Rccebe-se dinheiro para ser mandado dar na
cidade do Porto por lellras pagas a Viril ou a prazo,
em prala ou ouro : na rua do Trapiche n. 10, escrip-
lorio de Thomaz de I-aria.
(loeni perdeu urnas sedulas dirija-se ao prin-
cipio da roa da (iloria n. 34, que dando os signaei
Ihe .er.io enlregurs,
Precisa-se de um bom criado : na rua eslreil,
do Rosario n. 32, primeiiu andar sendo captivo pa
ga-se bem.
Precisase de duas amas, urna que saiba cozi
libar e fazer o servico interno de casa, e ouira par
tratar de um menino : na rua do livramenlo,
n. 20, segundo andar.
O lolh.de inteirb da 67 lotera da Sania Casa
da Misericordia n. 1225. perlence ao Sr. vigario A
Ionio Alves de Carvalho.
Precisa-se
bado"n.de.'11"4''"'""-----------------. j-jtinua a agenciar a vendaie comp
liesenc iminhoo-.e mu i barrica eom 7 alqu/ei-1nOQrteS da mesma companhia, mediante a
res de ca-lonhas, vinda no vapor em Lisboa por Rodrigo da Co-la Carva'
do do Sr. Jo- Francisco do* Sanios e i...
por iih-cqoo se alum do senhores passageiru do | n. 7, das S a S .) da tal de.
dilo vapor a con.lozio por eii2ano jonlo com -u ln- V r c
gagem, e a queira entregar a seu dono, lie Miuotl I -xO (lia quinta-teira i (Id corrente,
J na sala das audiencias, pelas 10 horas da
ie'r* "nto^se devei-ao adiar os Srs. credo-
res da massa Fallida de Cn & Comes,
Wior paraempresenca do Exrn. Sr. Dr. iuiz
lieos, i, '
(locommercio, serem prestadas as contas
* wxa i n Miu'i i j----------------------------------- a vi i x_ i luiuv (i
ne, enireinejuma pequea gratilicaeao : podem diri-
^ Silva!^aXtjl""^ a0 cnptorio da mesma, rua Nova
I'reria-se de nina ama forra on escrava
saiba bem cozinhar, (.aaa-se bem : quem prel
dirija-se a rua do Vfgaria n. 33.
Precisa-se de urn moc.o por'ugnez para
do enaeiilio Buinliin : na rua da Madre de
loja ii. 31.
Alugam-e i pretal psra Irabalbo de lanna-
zem de assncar : quem os tivec e queira alug i
rija-se mi de Apollo, armazem n. B.
(>llerece-se um moco para
qoizer anuoncie por este Diario.
No dia I," do crreme, pelas
boleciro
.'ara a Baha
A veleira e bem eunherid* sumaca brasileira
nllorlenciaa segu paia a Babia al o da 1(1 di cor-
rente ; para o reslo de seu carreuamenlo, lrata-u
com o seu consianalario Antonio I
Azevedo, rua d* Cruz n. 1.
os administradores, na forma do art.
r, di- S(8 do cod. docomm.
Precisa-se de um caiveiro: na loja
da rua lateado llosaiio n. 2.
hura da noile, Alusa-se urna casa grande para passar-se a fes-
la, na Ireguezia da Varzea junto a povo.cao : quem
: ,,
'-, sita na Iravessa do Lima 11"' appfehendido mu cavallo com ennealtia por an
na rua Imperial com 2 salas. 2 unartos e : *" ""'"'0. uo,C"nP" ,le P"Uc"> vclho -' 1uenl '"' lllc convier dirija-se ao segundo andar do'sobrado n.
I l\. c r. i n *cu verrtaderro dono enlenda-se com o. soldado de -, na roa de Hurtas, que hola o oilflo tiara o rialro
COXinha lora. I) ditas de OS. ,, 8, 10, [cavallaria Antonio Joaquim Candido, quedndoos do Carme, qne ahi Mdlf.',nen algi.
12 c 11 na mesma rua rom i salas, um
quarto e cozinha lora ; 2 ditas na rin Im-
perial n. 7li A. e7(i II. com i salas, 3quar-
los, cozinha lora ; V arma/cus em caixiio,
na mesma rua, um terreno na rua da
ligaaet, Ihe ser entregue dilo cavallo.
OITerere-se urna ama: na rua de llorla. n. 52.
Precisa-se de nina para o servico interno de
nma casa de pouca familia : no alerro'da Boa Vista
n. 611.
Maulla* Ce-.iriio le Mandan
folliinhas
PARA 1857.
Acliam-se a' venda as bem conliecidas
lu Imillas, impressas nesta typograpliia.
das seguifetes qualidades :
FOL1IIMIA RELIGIOSA, conlendo alm
dos mezes, a bibliotheca do chrstfio
brasileiro. que se compoe de ora-
efles (|iiotidiai:as, methodo de assistir a
missa e conlissao; cnticos, psalmos,
hj ranos, cilicio de Nossa Sennora da
Conceicoe militas outras orarocs de
grande mrito, preco......320
DITA DE VARIEDADES, a qual alm dos
me/.es, conterr art {jos de agricultura,
nocoes de sciencias, artes, lei dos cir-
cuios, tabella de impostos, e regulamen-
to de aferirao, ele., etc., preco. 320
DITA SIMPLES, contendo alem* dos me-
/.es, a lei dos circuios e varias tabel-
las de impostos geraes, provinciaes e
municipaes, preco........ 20
DITA DE PORTA, a qual alem dos me-1
/.es tem explicacoes das indulgencias e
e.xcoinmunliOes, etc., preco. 160
DITA ECCLESIAST1CA (ou'de padre),
elaborada pelo Kvd. Sr. Penitenciario
da Se de Olinda, segundo as regias
da igreja. e leis conliecidas a res-
peito, preco.......... V00
Todas estas folliinhas sao impressas em
bom papel e excedente typo, e vendem-
se em porcao ea retalbo: na livraria da
praca da Independencia ns. (i e 8.
Precisa-se por aluguel de duas preta eicrava*
para faterem o servico de urna casa de pouca fami-
lia, sahindo a rua para fazer a compras : quem a*
liver dirija-se ao sobrado n. H da roa de S. Francis-
co como qoem vai para a rua Helia, para Iralar do
ajuste.
Ha para alugar-se urna loja, mas so se aluza
a homem solleiro : porlanto se algum hoover com
ncressidade de dila casa, dirija-se a loja do dono
desla lyposraphia, qoe Ih* dir' quem a alugi. O
preco be 85OOO por mei.
A FAMA
Triumpha.
Na confeilaria de Pinlo & Irmao, roa da Cruz n.
21, receberem ltimamente dt Frailea um lindo sor-
limenlo de figura de ramos para ooivas, e ootros
objectos de gomma, o mai* delicado qne he possivel,
para a* senhora* que enfeilam |bandeja, dilas para
prosepes, urna porcao de amendoa* confeiladas, e
caixinhas para se eneberem, o mai* rico que se po-
de nabal para ae brindar ; o* meamos aproroptam
qualquer encommendas de bolinhos e doce* para
bailes e calamentos, com promptidSo e aneio. para
qualquer parle que os compradores quizercm, por
presos commodos.
Quem precisar de urna ama pra casa de pen-
ca familia, endo para o servico interno : procure
na roa dos Pires n. 18.
I.emhra-* a pessoa que tem occullo em sua
casa a escrava Genoveva, haja qnanlo ante de a
mandar entregar a seu senhor, na rua do Apollo n.
1 A, cerlo de que nao o (azendo proceder-se-ha com
todo o rigor que as leis para isso faeollam.
Quem precisar de um selim em bom eslado,
com todos os mai perlences, dirija-se a rua do Li-
vramenlo n. segundo t,ndar.
Precisa-se de um caiveiro de 12 a I i annns de
idade, com aleuma pratira de taberna : a Iralar na
Iravessa do Singado n. 1.
O abaixo asit.nado solicita causas nos Iribu-
naes desla cidade, para o que nlTerece seu presumo
elpoJe er procurado das 8 hora da manhila i da
Urde: na ma estreita do Rosario n. 8, primeiro
andar.
II. Eduardo Kego Monleiro.
DAGUERREOTYPO.
SYSTEMA NORTE-AMERICANO,
Auura da lioa-Vista n. *, teiceuo andar.
O artista propietario desle estabclecimenlo, tendo
chegado houlem no vapor Iguaraasa'n, desde hoje
I." de dezembro. pe de novo a sua galeria e olli-
cina a disposicao do publico, os melhores processos
desroberlos e pralicados pelos norte-americanos *aa
empreados pelo arlist, o qoe assegura a pesoa que
se retrata mai pouro iiicommodo, e um retrato per-
feilo e inalteravel. Na mesma casa exi.le o mais
completo c variado sorlimenlo de caixas. quadros,
passe-par-toos e joias de ooro para a collocarSo dos
retrato*.
- Estando iropressos os recibos para a cobran-
ca da subscripcao do volume das miabas poesas,
que ser publicado em marco do anno vindouro, se
me faz preciso declarar para esclarecimento dos
meus prestimosos amigos, que generosamente se
prestarem ao pediJo que Ihes fiz ha pouco neste
Diario., do adiantar-mea diminuta quantia que
subscreveram ; e vem a ser : que o abono do pape(
feito pelo coronel Menezes nao be sufUcienle, para
que possa teceber as 100 resmas de papel, que ha
de ebegar em fevereiro do referido anno de 1857,
por quanio diz a sobredila caria de abono, que no
caso de eu nao salisfazer immedialamenlea quantia
constante da factura, o socio e gereute da casa N.
O. Bieber e C. Ihe partcipe, para mandar salis-
fazer o seu impone, o elle receber o papel encom-
mendado, donde se ve claramente, que s satisfazen-
do toda a importancia das referidas 100 resmas de
papel, poderei conseguir a impaesso do volume
das poesas annuocadas.
Ora, quem al o prsenle tendo eslabeJecido urna
typographa com tres prelos.na rua do Passcio Pu-
blico n. 19, e comprado muilas fonlus de typos no-
vos ; typos que podem compor 20 peridicos e di-
versas obras avulsas.nao lem podido al boje colher
bom xito, como poder imprimir 20000 exem-
plarcs de um pequeo volume de poesas, sem ob-
terdesens amigos o adianiamento dessa diminuta
quantia ? Os assignantes hojj j excedem de 1500
a vista de enthusasmo e dedicacao que se teem ma-
nifestado na briosa academia, no collegio dos arles,
eemalguns negociantes desla praca. Na cidade do
Macei j voluntariamente subscreveram rento e
tantos, e hoje com a ultima publicarlo da cancn
denominada O juramentoteem surgido corno
por encanto, novos apologistas, que medo os p-
rateos pelo bom resultado desta minha apresa.
A^'ora lembro de passa^em, porque motivo as
Exms. Sras., que constituem as gracas do dia e as
Jelciasda noile, nao se prestatn a subscrever para
a publicaco de urna obra. qn9 tanto exalta suas
sublimes viriudes o formosura ? Nao sao os dos
da cadeia do mais aprehensivo e melindroso sexo,
qoe faz a gloria, delicias e dore ornamento do ho-
mem ? O homem nao naice de seu venire, para se
suspender de seu seio? Sua bocea deliciosa nao pro
fere palavras mgicas, que adormecen! lodas *s d-
rese geram lodo3 os prazeres ".' A natureza do ho-
mem nao he o rellexo da historia de tao bello, de-
voto e sensivel sexo ? Deve-se por consegunte a-
dopiar a estpida doutrina, de que s interceptan-
do-se as Sras. a propria luz, se consignara evitar o
seu dcslumbramento fechando as janellas das casas,
ondedevem vivero morrr? As senhoras, diz a
condessa de Remusat, nao tem senao actividade in-
terna ; sna literdadehe mais pacifica,que a dos bo-
mens, ellas su leem por inimigo o seu propro co-
racao.
Em verdaJe, sempre para as grandes emprezas
reclamaram-se os maioresesforrjos : os protectores
das obras luteranas em lodos os lempos se denomi-
na rain egides dos fructos da|inielligenc3 ; convem
porlanto, que todos cm geral, stibscrcvam, para a
publicscao de urna obra, qne tanto elcctri/a os co-
ragoes sensiveis. As bellas| Pernamliticanas devem
de imitaros cxcmplos das affectttosas elltistradas
bahianase lluminenses.O bacharpl l'ormado.Joo
de Barros Falcio de Albuquerque MaranhSo.
Pcrmula-se por urna escrava que saiba cozi-
nhar o diario de una casa e engommar,anda vol-
tando-se o que for de raz.o, um escravo de afio
jangico de meia idade bastante forte c sadio, apto
I
DA
PROVINCIA.
Sr. thesoureiro da
loteras mandil fazer pu-
blico, que estao expostos
a venda, na thesouraria
das loteras, na rua da
Aurora n. 26, primeiro
andar, os bilhet.es, meios
e quartos, da segunda par-
te da segunda lotera a be-
neficio do convento de N.
Senhora do Carino, cujas
rodas andaiu no dia 11 de
dezembro. O mesmo Sr.
thesoureiro manda decla-
ra r que existe u ma com pla-
ta numerado de bilhetes,
donde se pode melhor es-
col her a sorte, e espera a
concurrencia dos Sis. jo-
gadores, para animaren,
as loteras da provincia,
visto que as ultimas teem
sido sempre extrahidas ti-
ca ndo grande porjao de
bilhetes por vender.
Thesouraria das loteras
29 de novembro de 1856.
Jos .laniiario Alves da
Maia, cscrivilo das lote-
ras.
No dia 18 de novembro de IRli. do engenhn
Barra de Canavieira, comarca da Nazarelh, provin-
cia da Pernambuco, fogio um meo escravo por ne-
me Iranci.cn, com os sgnae* eguinles: mulato cla-
ro, boa altura, gro*o, fallas brandas, humilde, ladi-
no, cabello chegado ao ea*co, barbado, ja piola as
barba*, lera 10 annos de idade, lem nma castora em
cima do olho sobre a lela, parece-me qoe da parla
direila, proveniente de um cooce de cavallo que le-
voo, coituma andar com a cabrea amarrada com
lencos para nao se v a marca, ha 6 meza* que era-
voii oin cimillo de cardero sobre o joelho do que
manca, trabalha mais on menos de carapioa, e tam-
bera de mealre de atracar, he aladroado e gosla de
jojar, levou comiigo um roen qoarlno alato, freole
aberla, calcado, capado, etlradeja pnxando urna per-
oa, lera de 8 a !1 annos de idade : quem o prender
e me entregar sera bem pago de teo lrabalho.no mcu
engaan, ou cm cas* de Jos Bautista Kibeiro de
Fara, rua da Cadeia n. 9.
Antonio Manoel Gaiao.
iOs Srs, estudande* de
[)reparatorios.
0 bacharel formado A. R. de Torres Bandoiu
professorde lingua franceza no Gymnasio Provin-
cial de l'eri.tmbuco, tem aberto um curso de rhe
torica e potica, assim como de liogoa franceza, a
da geographia, e breve dar comeco a um curso do
philosophia, e tambem ao de lingua ingleza j os
Srs. (Mudantes que se quizerem matricular em
qualquer destes cursos podem procnra-lo desde ja.
em a casa de sua residencia, na rua Nova, sobrado
n 93, fecundo andar.
Aluga-se urna C8sa terrea sila no lugat
Santa-Anna dedeniro, cujo lugar he o mais salu-
bre possivel, e o alague! he bastante commodo : a
tralar na rua da Lingtiea n. 3.
- Precisa-se para o servico interno de urna ca-
sa de pequea familia, de urna criada(forr ou cap-
tiva) que saiba cozinhar, paga-se generosamente :
na ru Imperial sobrado aonexo a fabrica do sa-
bio.
Precisa-se denm ou dous meninos para a-
prenderem a charoteiro, ou mesmo escravos, aos
quaes se ollerece vantagem.na iravessa de S, Pedro
n, 2, segundo andar.
Precisa-se de urna ama, para eosinliar o en-
gommar e fazer o mais servico de urna casa da hu-
mom solleiro, mas que seja de meia idade : na rua
das Cruzes n. 20 se dir quem quer.
Na roa larga do Uosaiio, esquioa do boceo Pena- Frito, no seguodo andar do sobrado n. II,
cozinha *e para Tora com lodo as*eio, perfeic.to e
promptidao e lambem se engumma : Indo por preco
maia commodo do que em ouira qualquer parle.
ROB .AFFECTEl'H.
O nico autoritado por deriniio do conselho real e
decreto imperial.
Os mdicos dos hospilacs recommendam o
arrobe de Laflectcur, como sendo o nico
autorizado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Esle medicamento de um
goslo agradavel e fcil a tomar em secreto,
est em uso na mannhu real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as al-
feccGes da pelle, impingens, as contsequen-
cias das sai as, ulceras c os accidentes dos
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convm aos catar-
rhos, a bexiga, as contraccoes e a fraqueza
dos orgSos, procedida do abuso das injec-
(es ou de sondas. Como aiili-sypbi!ilico.>
o arrobe cura em pouco tempo os Ilusos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessaotcs
cm consequencia do emprego da copahiba,
da cubeba ou das injecQus que representen!
o virus sem neutralzalo. O arrobe l.air-i-
teur be especialmente recommendado cin-
tra as doengas inveteradas ou rebeldes ao
mercurio eaoiodoreto de potassio.--Lisboa.
--Vende-be na botica de Barral e de Antoniu
Feliciano Alves de Azevedo, praija de II. Pe-
dro n. 88, onde acaba de chegar urna gran-
de porrjiio de garrafas grandes e pequonas
viudas di ectamente de Pars, de casa do dito
Boyveau-Larecteiir 12,rua itichelieu Pars.
Os formularios dSo-se gratis cm casa do a-
gentc Silva, na pra^a de Pedro n.82.
Porto, Joaquim Araujo ; llahia. I.ima Ir-
m3os ; Pernamliuco, Soum ; Rio de Janeiro,
Rocha c< Filhos; e Moreira, loja tic drogas
Villa Nova, Joao Pereira do Magdtes l.eite-
Rio Grande, Francisco de Paula Couto Billictcs de visita.
i ira-, .un- : e imprimem-se com perfeirSo bilhetes
de visita, lellras de commercio c tudos os uhjeclos da
. arle csligrapMea, reglslraa, viahelssa quaesquar de-
o de uStTaaasaSka. "*- *** 8r0SSCr0S' Sanlindo-sc o aluguel de senhos, abrem-,e tirinas, .me.es, tanto a talle, doce
A HOMEOPATHIA E 0
CHOLERA.
nico tratamento preservativo e
curativo do cholera-morbus,
(0 PELO OLTOK ,i
Sabino Olegario Ludgero Pinho.
Segunda edicrao.
A benevolencia com qu foi aeolhida p-
Q lo publico primeira edicc.io deste opu*-
culo, esgolada no curto espacode lous me-
zes nos induzio a reimpressao-
Cuslo de cada eiemplar......19000
Carteiras completas para o trata-
ment do cholera e de moitas ou-
ira* molestias, a..........lOSOOO
Meias carleiras..........InsOllO
Os medicamentos sao os melhores possiveis.
Consultorio central homeopalhiro, roa
da Sanio Amaro 'Mundo-Novo n. ti.
i
Alugae nma casa p;ra ptjsiar a fe.la. na
i c um dito nf. Pissa-; Iravessa do Monleiro, a mrueni du ra Caplbarilie :
ela, lalier-
Irjlar com o
uiz de Ohveira "''m da >lll,',i'|ena Com 12 112 palmos de lu,,n i"-*'""'"- <*>'<>** l'-'t de Pan
..zdeO.tve.ra ^^ ^^ ^ ^ ^^ na d. Sr. Joaqun, l-.eio da Coala, a ,r
mesmo.
declara para perfeita Nelareelmenlo de duvi la, mo
haver rccchiilo -le pes-oa algama ^ratili-aco para a
msica, por ler assialiJa ao Te-Denm que solrmni-
sau-se na matriz la Bia-\ isla em acedo de macas
pela aleieSo.
5Precisa-e de orna pes-oa para cozinhar,* e:,-
oininar em casa de p.iuca familia, do lenenle-coro-
nel Vilella. Na masan casta la dir' i|uein vende .X)
mergullioj de paireira motcatel a .VX> rs. cada um.
llivOOO mcnsaes'pelos scivicosdo mesmo : a ira-
lar na rita de Apollo ormazem n. 13.
Da-so 1:4003 a premio de 1 por 0|o ao
mez na rua doljuemado n. 15.
Precsa-se da urna ama para cozinhar e
engommar para um homem soltero, e tomar con-
la da casa : na rua do Qnciraado n. 15.
como em relevo, iirnaiiiciilns em objeclos de ouro e
prata, fa/cm-se riscos lindos e originaes para borda-
dos de labv rinlho ; admitiere a recusa de quaes-
quer deslesolijeclos no caso de nao (icarem a conten-
to das pessoas qne os cncorr.mendarcn : qaem pre-
tender ilirija-c a qualiner deles logares : no biiiro
do Kecife, rua da Madre de Dos n. !t, primeiro
andar ; em Sanio Antonio, na livraria clussica do
paleo do Collegio n. >; na* Cinco Ponas, sobrado
da quina confronl* a matriz aova.



OlilB II PfIBABW I QUINTA Wlh B D}ZEm NO li I8S6
DEPOSITO DE LITROS E BOTICAS HOMEOPTICAS-
O
DO
r:
O Dr.P. A. Lobo Moscoso, tendo de fazer urna viagem dcisa a s-ja botica soba
itireccSo de pessoa babilitada e de inleira probidade, eum deposito na lojade livrosdoSr
ManoelNogueira deSouza na ruado Crespo,sobrado novo do Sr. Magalbflcs Bastos
PIlEgOS KKOS.
Botica de 12 tubos grandes. 10/000
Dita de 24 a ... 15-000
Dita de 36 ... 205000
Dita de 48 > ... 253000
Dita de 60 ... 30OOO
Manual de medicina homeopalbica do Dr. Jahrcom o dic-
cionario dos termos de medicina........ 2O3OOU
Medicina domestica doDr. Henry......... 10/000
Tratamento do cholera morbus.......... 2/000
______ Kepertorio do Dr. Mello Moraes......... 6*000
-^B8?.'*!-*-
PRECIOSAS- Jj
Vderecns de brllhantes, *
g pudras
I0REIRA DUARTE.
LJA DI Ol'RIVU
Ra do Cabuga' n. 7.
ta k
i'?? 4NJP4V'
OORO ETRATA-
* diamantase perolas.pul- {
* ceiras, allinetes, brincos .;
* e rozetas, boloes e anoeis $.
t; de differenles cosise de E
* diversas pedras de valor.
* Compraro. vendem ou Sj
m trocam prala, onro, hri- S
* Ihanies.diamanlesepero- $
las, e nutras qoaesquer mniicriKi fOSll) t-t II-
| joiasdcvalor, a dioheiro I ,,,u'^' gUOS-U, I
* uu por obras. L t,. i,,
Recebein por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras do mais
? Aderecos completos de *
i ouro, meiosdlos, palcei- $
1 ras, allideles, brinco- jS
,4; rozetas, cordes, trance- I
| lins, raedalhas,correnlc* *
^ e enlejes para relogio, e **
: oalrosmuitosobjeclosde J
i*i ooro. [
I Apparelhos completos, ?
2 de prala, para cha, ban- ~
3 dejas, salvas, caslicaes, ;?'
* colhere.desopa edech, .
'% emnitos oulrua objectos:*
5 de prala. 9,
Franca como
de Lisboa, asquaes se vendem por
pre$o eomniodo como cos ti mam.
Aluga-se a loj da casa da ra da Aurora 11. 5*:
onde foi oflicina do fallecido marcineiro llenriqoe 5
quem preleuder dirija-se ao Sr. J0S0 Pinto de l.eino,
Jnior, 110 seu escriplorio, ou casa de morada,
na roa da Aurora.
Companha
IVruamhucana.
CWAMIIA DE SE(itR0S MARTI-
MOS E TERRESTRES,
ESTABEI.ECIDA NO KIO DE JANEIRO.
CAPITAL 1,000:000,SOOO.
A cnmpanbia lem Ma usencia no escriptorin de
vmva Aiuorira caita loda a* proposlas de seguros de riscos efor-
uma do mar.
Sobre o casco, quillia e perlences de navios de
qu.ilquer talaran na naveg.cao de longo corso, de
cabolagera, ou fluvial, ou na pesca, em viagem ou
prestes a viajar, em carga ou descarga, amarrados ou
aurorado*, cm concert ou no eslaleiro, qoer por
lempo cerlo, quer por viagem simples, ou a premio
b&ado.
Sobre mercadorias desde o momento de seu em-
barque alo o de sua descarga e deposito.
Sobre os lucros esperados do mercadorias encami-
nli.nl- para qualquer mercado.
Sobre o casco e quilba de embarcarnos miadas
einpregad.s cm descarga e Iralico dos prlos.
jbn capilal e premios de dinheiro a risco.
Sobre o premio dos seguros e premio dos premios.
Sobre accoes de lerceiro por damiios causados por
ahalroamentos fortuitos.
Sobre os fretes.
A companliia recebe tan.bem proposlas de seguro
de riscos de incendio e damuos causados para preve-
nido ou exlingui-lo de raio ou fugo celeste, e inun-
daenes.
SOBRE OS SEUUIKTBS OBJECTOS.
Predios urbanos ou raraea, isrejaseqoaesqueres-
labetecimentos, com exclusao dedeposilos.rabricas e
talioralnrio.de plvora, e maleriaa incendiarias ou
inliammaveis, thealroi e casas de espectculo
Mercadorias em qualquer parle que e.lejam. mo-
premios: Igualmente um abalimenlo as pessoas
i C01SIJLTORIO HOMffiOPA-
TIIICO.
:;;: DDK. CASANOVA.
19, na das Crtt/.es 28.
[Veste consultorio ha sempre para vender
o mais acreditados medicamento, liomi.o-
palhicoi de CAIELI.AN e i.\ Klll-'.l,, lauo
em tinturas, como em glbulo", e o mais
"...
''*
m cm ennta poisivel.
",* lina botica de \i tubos
;;
de 21
de 36
de S
de 60
til R-< e IIMKtO
105 123 e ISJOOO
15g liwe 2OSO00
<> Ift? 223 e 2590U0
225 239 :1IMI0
Tobos avolsos 50,1, S00, e 1>tl00.
1 oiifa de Untura a escolher 29000.
&
m
Osscnhnresqueanhscreveram novas acede* desla
companha, s;l convidados a entrar rom primeia
prestaran de :U> por rento, no prazo de30diai: no
escriptono do Sr. Antonio Marques de Amorim, ra
da Cruz. Kecife 18 de oulobro de 1856.Mauocl
Alvcslmerra, secielirio interino.
Madama Hosa Hardy,
modista brasiJeira
Rila IVova n. 34.
Ten a honra de annunciar ao respeilavel publico
que na roda do anuo licrem
de seguros.
urna anillada somma
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
Esiabelecida cm Londres, em margo de 1824.
Captol v.l.u mllUOcs B 111,,,.- i'.mci linas.
Saunders Brothers & C, tem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
e a quera mais convior quo esto plenamente au-
.onsados pela dita companhia para efleciuar segu-
ros sobre edificios de tijolo o pedra, colwrtos de
Uilha e igualmente sobre os objectos quecontiverem
os mesmos edificios quer consista em mobilia ou
em fazandas de qualquer qualidade.
| 4. JANE, DENTISTA, %
9 ronlinuaareaidirnarua.Novan.19, primei- 2
froaudar. r J
< 99
SEGURIOAOE.
Companhia de seguros mi.
riltmos, estabeecida no
lio de Janeiro,
Capital mil coritos de reis.
Ollerece ao commercio vantagens que nenhoma
utra companhia lem feilo al agora. Aceilam-se
proposlas de seguro no escriplorio de Isaac, t:urio A
l-ompanhia, agentes da companhia, ra da Croz
Ensina-sc a pilotagem Iheorina, pralica, e
curso nulheinalico, e francez, conus para o com-
mercio; a tratar na ra do Nogueira n. 7.
Fabrica de fiar e
tecer abodao.
e mullas onlras fazendas. Na raesma ca-
sa compra-se urna eacrava moca e recolhida, que cosa
oem e engommc.
Preciaa-se para o servico interno r eilerno da
urna casa strangeira, do om preto: a quem Ihe con-
vier dirlja-se a roa da Cruz n. }.
~.**5**"" lle um D,,m rnado e pga-se hem
agradando o servico e comportainenln : a tratar no
r'"1'" "" 'pitio |ant ao quanei rasa Uo oesem-
bargador Mendes da Cunha.
Deposito
DE
Continua o deposito do becco do Honcal v.-, arma-
zem n. 1, a eslar aupprido de sabao superior, da
muilo acreditada fabrica da viuva de Delphino Ijon-
Calves Pereira l.ima, vndese a dinheiro a visla, sem
desconlo, pelos precos abaiio declarados :
Amarello 1." qualidade 1(K) rs. 5.
Cinzenlo 70 rs. a ft.
Consollas lodos os das gralis para 01 po-
W bres.
Ra larga
DD ROSARIO N. %.
botica de
Bartholomeu F. de Sonsa,
contina a vender
XAROK DO BOMUI
(sendo also o que lbr vendido em outra
qualquer parte.)
Rol) LAIlectcur.
Pikilas vegetad de Brandet.
Vermifufjo inglez em vidros.
Elixir anti-;ism Frascos de bocea larga com ralbas, de
I 1 12 libras.
C. STARR 1 COMPANHIA
respetosamente annunciam que 110 seu ex-
tenso eslabeluciinenlo em Santo Amaro, con-
tunuam a fabricar com a.maior perfeicSo e
promptido, toda a qualidade de machns-
mo para o uso da agricultura, navega- ao c
manufactura, e que para maior coir nodo
de scus numerosos freguejes e do publico
cm geral, tem abnrto cm um dos grandes
armazens do Sr. Mesquita na ra do Bruin,
alraz do arsenal de mariiilia um
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no dito seu estahelecimcnto.
All acharilo os comprodores um completo
sortimento de moendas de caima, com todos
os melhorametilos talguns delles novos e
originaes) que a experiencia de muitosannos
tem mostrado a necessidade. Machinas de
vapor de baixa e alta presso, taixas de to-
do lanianho, tanto batidas como fundidas,
carros de mo e ditos para conducir formas
de assucar, machinas para moer mandioca,
prensas para dito, lomos de Ierro batido pa-
ra larinha, arados de ferro da mais approva-
da construc^o, fundos para alambiques,
crivos e portas para tomainas, e urna inlini-
dade de obras de Ierro, que ser euf.idonho
enumerar. Uo tnesmo deposito existe urna
pessua inlelligcnte e habilitada para receber
todas as ciicommendas, etc., etc., que osan-
iiuncianles contando om a cap-icidade de
suas ollicinas o machinismo, e pericia de
seusofliciacs, so compromettem a fazer exc-
cutar com a maior presteza e perfeiciio, e
exacta conformidad*] com os modellos ou de-
scubrs, e instruccoes que Ihe forem forne-
cidos.
- Corapram-se apolices da Idivda provincial,
na ra das Flores n. 37 !. andar.
Compra-se urna casa lerrea que lenba :iquar-
los. bom quintal, cacimba, na fregnezia de Sanio An-
tonio ou lioa-Visla : quem liver aonnncie para ser
procorado.
Compra se effeclivamenle.lainn bronzee cobre
velho : no deposito da fundirn da Aurora, na rus
1I0 Itrum. logo na entrada n. u'S.e na mesma fundi-
c U-SifatS.
is abano assignados, com loja de ourives na ra
ao cahoga n. 11, confronte ao pateo d. matriz o ra
>ova,razem publico, que eslao recebendo ennl
'lamente as mais novas obras da
enhora como
continan)
inua-
lanlo para
pomabilidade, especificando a qualidade
11 ou 18 qutales, ficaudo assim soieilos
* socielade em commandita, Amorim, Paria,
.ucrra & L'.. por deliberarHo lomada por 1(11 dos
seus socios, subscriptores de .'jOOrjOOO a .VOXXHIO de
n-is, dos que ellecluarain o pagainenlo da primeira
pre,la,;.io, lem resolvido mandar a Europa o seu
socio Mupral. para ir procurar os riscos, plase in-
lormacnes definitivas, e no regressodesle. dar come-
;o edilicarao da fabrica e suas depcndeucia.
Km virlude do arl. :i!l dos eslalutus, a sociedade
deliherou que continuara a admiltir novas aubs-
cripcoes. noescriptorio da sociedade, provisoriamen-
te rin casa do Sr. Mauorl Alves (oerra, ra do Tra-
piche 11. 11, 1. andar, em termos a augmentar-se o
capital social, .lio, de que. a fabrica possa ser eita
desde sua fundacao, com matares proporef.es, e con-
seqoentementefacilitar maiores lucros ; devenilo as
novas >ssisnatara>, serem realisadas com as presla-
;"S|. elTectoadas pelos primeiros socios.
A primeira preslaco realisada ale hoie, lem ldo
de > por c-nlo do capital subscripto.
I eiuanibuco 12 de novemhro de 18j(i.
slmorim, Fartiu
r
oan.
para homeus e meninos : os preros
razoaveis. e passam-se conlas com res-
e do ouro de
- sujeilos os mesmos
por qualquer duvidaSeraplum & Irmo.
Pela mesa do consulado provincial se faz
publico.que do primoiro de dezembro prximo vin-
douro se principia a conlar os 30 dias uleis para o \\c"
Pagamento, a bocea do cofre, da dcima dos Pre- | ""!. "* ,
A,KJt,, ;rsegue7ias-te,a ci,,a,ic t^kira*,*ssttfM"ven-
Afogados, fiados os qucs incorrerao na multa de I multo nanm. F
Na roa da Cadcia defronte da Relelo, taber-
na 11. S ha das melhores bichas liaraburguezns para
vender, a relalbo c em prelo, e tamhemse alugair..
Chegou taberna grande n. I ao lado da i-
greja da SolediVIe, nm grande sorlirnenlo de mnlha-
dos das melhores qualidadrs e por prero commodo,
por isso convidare a lodos os freauezts que quze-
rem|ser,bem servidos, a dirgir-se a este esiabe-
lecimenlo para o arredilaren. ; erharao manleica de
-;n",s,;.,!!i',,a"a m '*' ,;"-u a |ibr:'- c
>bO a SbW a garrafa, qoeijos mnilo novos a 2a rs
e aj-JOO. cha hv.son e perolaa ;100 e 'fy-M) a libra"
passas, figos, ameisas, amendoas, doce de aoiaba
marmelad.a, tu.lo muito novo.linsuicas do MrISoedo
reino, ricas cabecas de porco para feijoada, e muilo
mais gneros de bom goslo.
Plvora.
a I3.S"
PARA LI0Lil)A(,:A0.
\ endeni-se na ra do Oueunado loja n. 17 ao pe-
da botica, chales de touqoim dados em duas ponas, pelo barato prero do 9M e
239 ". cada om, ou melado do precij porque sem-
pre se venderam.
Vende-se urna cabra, bicho, com duas cras,
boa de leite : na 'ua do padre lloriano n. H.
NOVAS ALPACAS HE SEDA ADA-
MASCADAS.
A 720 RES O COVADO! !
Na roa do Queimado loja n. 17 ao p da blica
vendem-se alpac s de seda adamascadas e de qua-
dros, viudas peta ullimo navio, proprias para vesti-
dos de senl.ora e meninas, pelo barato prec.o de 70
rs. o covado. assim como casas franeczas' de noves
gustos, chegadas pelo ullimo vapor, pelo barato pro-
co de fiiO rs. a vara.
Na casa que foi do consuladn dos Estados (Jal-
dos, defronledo Trapiche Novo, vende-se mais e-
pleudida eoltecfAo das melhores e mais acreditadas
obras de gran tas autores, impressas nn idioma in-
glez : os prelendentes para as memas podem com-
parecer na indicada casa, das'. horas da manhita al
as > da larde.
Vendem-se fi eicrnvos sendo .'> prelas enlre el-
las urna boa cozinheira um prelo nflcial de carlapin-
teiro,, lodos por p.ero commodo : na ra Direila
n. 3.
IIIREIRA it 8AHE.
Ktta do Cabuga1 n. 7.
lteccbcram pelo ultima vapor inglez
ebegado hontem >< Adresscs pulceiras,
rozetas e aunis de brilbaotes, pulceiras
Je cornalina de dilierentes gostos, botfies
de puuho modernos, correntoes. trance-
lint e Otilias obras, ludo de ouro de lei,
as qnaes vendem por prero commodo
comocostumuin.,
l\o aterro
Da Boa-Vista numero 9,
vendem-se chaire de louquim bordados da India, di-
tas de merino bordados, ditos de lislras e ditos lisos,
seda furia-core-, sarja preta hespauhola, casas fran-
cezas linas, llores franrezas finas de todas as quali-
dades, capellas de lloresbrancas proprias para noivas,
llores de camelia e ditas de sipo, chapos de seda para
canora, ditos de palba de liaba para meninas, leu
ios de cambraia de lobo bordados finos, tacas de
todas as cures para baplisados, filas da seda de todas
as qualidades, lmase estreilas, trancas de seda lar-
gas e estrellas, fil prelo de salpicos, chapeos de pa-
bnha para senhora, pulceiras de cornalina mntala,
em ouro de lei, guarnicf.es proprias para vestidos
asenlo de lili, branro bordado de caeunde.
Na loja de Jos Anlonin Moreira Das, na ra
Nova n. 35, vende-se muilo bom salitre refinado a
K;000 rs. a arroba, chumbo de mumcAo de todas as
grossuras, por menos do que em outra qualquer
parle.
Vende-se urna taberna na freguezia da Vanee
na uielhor localidade possivel por ficar na encruzi-
lhada de todas as estradas, lemlo urna sala separada,
e coinmoilos rru|irii.s para familia : a tratar na mes-
ma com o dono, oqual dir o motivo par que vende.
Vende-se na ra larga do Rosario n. 85 auliaa
taja que foi do l.ody fitas de selim lizas com alguma
avaria, mas muilo fortes proprias para amarrar cai-
xes de charutos, assim como para ganhar dinheiro
vende em medidas e varas vvende-se varas a SO e
10 e (il) rs., pecas de 10 varas a XI) c 120 e KiO rs.,
aisim como se vende na mesma casa mullas miude-
zas e quinquilleras, ludo por precos muilo ba-
ratos.
Vendem-se tres terrenos foreiros em Santo A
mar*, todos com seleceutos palmos de frente para
estrada nova de l.uiz do Kego, e com fundos para o
oeste li610 palmos, confrnnlando pelo uorle com ..
sitio do Sr. Manoel Pereira l.emos, junto do aclual
hospital inglez, e pelo sol com o sitio do Sr. Joiio
dos Santos l'orlo : quem as pretender dirija-ce
\ cenle Alvcs de Souza Carvalbo, ra do Trapiche
n. 1i, primen ,. andar.
VENDE.M-SE
hlalas minio novas a 1;000 rs. a arroba : no arma-
zem do ces da Alfandega n. 3, de Paula Lopes.
Vende-se
de ln!
CAL E POTASSA
AGENCIA
Da fundico I.ow-Moor, ruadaSenzala-Ro-
\endee polassa da Kussia e americana, chegada 49
nesle dias ne superior qualidade; cal de Lisboa I M .... .-" .
da mais nova que ba no mercado: nos seusdeposi- esteesiabelecimentoconiinua ahaver cora-
dos na ra da Apollo 11.1 a, e -2B. pelo sortimento d moendas c Meias moendas
Na ra do Vicario 11. 111, primeirn andar, ven- Par' otlfenho, machinas de vapor o taixas de
de-so niii,i. do Pon., de superior qualidade da bem I farro balido e coado de lodos os lamanhospar
conhecida marea UW em pipas, barrise caius de dito,
orna e duds duzias de garrafas.
Vestidos de
phantzia
a lJ#000rs.
Na ra do Oueimado, loja n. 17, ao p da botica1
vendem-se os mais modernos curies de veslidos de
phanlazia para senhoras, proprios da prsenle esta-
tu, sendo de cambraia loda de seda rom habados de
moiln lindas core, pelo barato preco de 123O00 r.
cada corle,assim como chales de louquim brauco e de
cores bordados, por menos prec,o do que cm oulra
qualquer parle.
i\ovidade.
Pelo navio frnncez Olinda, ebegon urna nova
fazouda de l,la transparente de diversas e delicadas
cores.com qnadros de seda, propria da presente s-
lacao, para vestidos de senhoras e meninas, e se
vende pelo barata preco de liiO rs. cada covado : na
ra do Oueimado 11. 17, ao p da botica.
Aluita ritteiu;ao.
Na ra do Crespo, loja da esquina, que volla pa-
ra a ra da Cadeia, vendem-se cobertores de loa
haepaohci, lencos de cambraia de luiros a 400, 300,
e 600 rs. cada um, corles de casemira de cr a 4.?,
e 33000 rs., ditos preta a l^OO e 83000 rs., ditos
de hrim escuro e amarello para caifa a IfMO, pan-
no de linho do Porlo, tanlhaa de mesa e rosto. Eoar-
danapesde todas as qualidades, aloalbado adamas-
cado com selle palmos de largura a I3IMIO a vara,
corles de cassa chita a 1>o00 rs., e oulras mullas fa-
zendas por procos coinmodos.
Fama
riiiieira.
Aoalrrro da Uoa-Vista n. 8, defronle da honeca.
he ebegado um grande ortimenlo de '.odas as quali-
dades de seeros de moldados das melhores qualida-
' des, por preco commodo ; por isso convida a lodos
os freguezesqucquizerein fazer sorlirnenlo para pea-
lar a Testa serem bem servido*, dirizirem-se a este
grande estahelecimenlo, que adiaran verdade quanlo
digo ueste annunco. I'ambem se vendem biscouli-
nhos linos inglezes a -JjoO a tala, e de dez para ci-
ma mais baratn, e urna porcAo de c.ai\as vasia de
r-permacelo, azeile doce,licores, ma.-.i-, cha, e nu-
tras etc.
Mar mellada.
Ra do Queimado n. .".
Latas com fruclas cm conserva novamer le chega-
das de Lisboa a 800 rs., e com marmelada lina a (ilO
Con
Claudio Dulieux \ende pdvora,
cada barril de 85 libras.
Vioho do Porto.
Na roa da Madre de Dees, loja n. 31, vende-se vi-
nho do Porlo de muilo boa qualidade. em harris de
o." e 8.- ; e engarrafado das melhores
diladei marcas leguinles :
Duque1813 1 Em cainas de
KealIKI1 '
) duzias.
e mais acre-
uma c dan
upAnliia de seguro.con-
tra a mortHl.dade doses-
r.ravos estabeecida no
RIO D JANEIRO
CAPITAL 2,000:000jOOO
Y'p^r 5 de V"'"""1""; 13 nm do Crespo.
1 a.ar-se-ba sobre a avaharilo de IMM0S0OO q
'"....." menos em proporcXo de oulro valor'inclu-
sive o sello da apolice ele.
Da< idailei.
tal:.'alenle; r aos O anuos :ili,,IOO por anuo.
As embeoos imiiressaspodcnloscr procuradas no
escriplorio da companhia.
1 nlt'-Tn'1)" ?*",,M -rilli* 0 scravos seguros das
'2 l0 l,0"'i "a maiihia, no escriplorio da com-
I demista mm. 1
:} Haulo l.aiynoo,. de colla de sua viagem L
r .. turopc. ei,. morando na r, Nova n. ^
2 I 'T,V" an.'l,r-onl'' i"",,:" roc"-
.-- do 1 qualqjer hora. jj
3 0|0 lodos os que dei'xarem de pagar seus deli-
tos.
O Sr. Joaquina Jos Marques, que
mora por detrazda fundirao do Sr. St ri-
era Santo Amaro, queira mandar a esta
typographia, a negocio que Ihe diz res-
peito.
Nesta t\ pograpliia precisa-se tallar
ao Sr. lenlo A. K. Tupinamba', quemo
rou ou leve loja b paleo do Carino.
Pugio no da 2S do correnlc, da casa do con-
n,,i""e,Ca."a* ,Aeu e*ra* de nome ';lrenlino,
pardo, dentado i annos, eslalur. alta, corpo recu-
lar, lem ralla de trc. denles na frente, urna lislula
em nina das faces, cor escura c muilo (olanle, foi
hontem ble as :i horas da larde nos Afosado.o cop.
poe-se que se dirigir para Pajeu' de llores, logar
"u."asc"1nel"u : 'e-ae as autoridades policiae.
ou capilaes de campo, ou a qualquer pessoa qoe o
prendam e o levem a casa do anooncianle, onde se-
ra bem gralilicado.
Precisa-sc de urna ama forra ou captiva para
lodo o servico de una casa de familia ; na rna No-
va, sobrado n. >:\, segundo andar.
No escriplorio de Domlnuos Alves MeiheM
lia umi caria de imporl.uiria para o Sr. Amonio
l.opes llraga, por 1--,, o mesmo senhor a queira pro-
curar pcssoalnicnle pira Ihe ser enln-in-
AO IUli.KO. a
% No armazem de fazendas baratas, ra do M
Collegio n." 2, ?|
g vende-se um completo sorlirnenlo de fa-
M zendas finas e ;rossas, por mais barato
* precos do que em oulra qualquer parte, 3
M tanto em porces como a retalho, affian-
^ cando-se aos compradores um s preco ;
|^ para todos: asie estabelecimento abrio-se J*
gf de combinaco com a maior parte das ea- i
J^ sas commerciaes inglezas, francezas, alie- 3j
3^ mos e suissas, para vender fazendas mais 5
M em eon do que se tem vendido, e por isio t
H ollerecem elle maiores vantagens do que jf
* oulro qualquer; o proprielario des te im- g
3 ponanie esiabelecimcnlo convida lodos I
os seus patricios, e ao publico cm geral,
B para que venham (a bem dos scus inie- B
J^ resses) comprar fazendas baralas: no ar- B
g mazem da ra do Collegio n. 2, de-An-
M loni Lui'- d0i Santos & Rnlin.
,1 T.^t '"-1""" > M da ra da. Flores, que foi
do l.n.do lose Mana lloroes, ,ou.,.,ua-e a receber
cirros e .-avallo, para gaarda e tratar, .- do I de
de/embroem,l,a,..e havera-,e.npre carro, de alo-
H
gordos c
Vende-se l:00O}000 em prata brasilera e bes.
partila, com picho de um por cenio: no arma-
zem do \alenca, ra de Apollo 11. 1:1.
Vendem-ie i laitos para relioaca'o e lodos seus
penences.em bom estado, proprios para quem quizer
priuclpiar por ser ludo por diminuto preco quem
pretender dirija-se a ra Aogasll defroul.j'do chafa-
riz, taberna.
Vende-se
habilidades, cozinha o diario e lava ; vndese
em coma em ra/.;i.....achar-se alguma cuuia adotn-
lada : a Iralar na ra da Praia n. 3.
JT V?"uen,-se 'in?'Ciis do reino n-uionovaja
(.10 a libra : na ra dos Marlvros n. 36,
Vendem-se duas mulatas com habilidades : na
ra do Queimado n. 'i.
Vende se a taberna da ra da Iloda n. 18 a
Ir ilar na mesma.
Ven.le-se uina
numero 9.
ncgia:narua de Sania Isabel
Vendem-scsellinscom pcrlonces,
patente inglez e da melhor qualida-
de que lem vindo 1 este mercado;:
no armazem de Adatasen llowie
& C, ra do Trapiche n. -i2.
Uonecas francezas.
Vendem-se bonecas francezas ricamente
vestidas e de varias (jualidades a I92OO,
1--600 e 28, na ra do Queimado loja de iniu-
dezas da boa faina 11. 33.
Evito vas e todas as quali*
dadrs
Vendem-se ricas cscovas inglezas para
ron na, o melhor que pode baver e de nova
iiiveiicSo a 3s, ditas francezas muilo boas
a 1?, 19600 c teOOO, ditas para cbelo ingle-
zas o rraneczas a l9S00e2, ditas para den-
les ingle/ase franoezas a 100, 500 e 600 rs
ditas para tullas dila dita a 40, 5011 e 1?,
outrasqualldaijos mais baratas, que tud'sa
vende ria ru do Queimado na bem condeci-
da loja do miudezas da boa fama n. 33.
Siio milito lindosjuda j)M-
niios
Vnndem-sc muito bonitos botes 3ara pti-
nhos pelo barato preco a 500 e 800 rs. cada
abotoadura : na ra 1I0 Queimado na loja de
miudezas da boa lama n 33.
{icus litas duas o Qtoders
luis dos inelhores gostos
que s<; pode em-outrar
se vendem na loja da boa lama na roa do
Oneimado 11. 33 e por precos que nao deixarn
de agradar aos rompi-adores, poniue real-
mente se vende burato e ba muilo ende es-
colher.
\111s do linlio braucos e de cores.
Envadasde ferro, do Porto.
Fio pon etc.
Panno de linlio.
Pomada.
Sabonetes franeezes linos.
Charutos de San-Felix, de diversas quali-
dades.
Arcliotes.
Sabao nacional.
Na ra do Trapichen. 16, segundo an-
dar, a tintar com Antonio de A. Gomes.
Vende-se muilo boa hanha de porco r alva, a
OO rs. a libra, tanto em porco como a relalho : na
roo Imperial 11. 5:t.
Vende-se dore de caj' novo, castanhaseonfei-
ladas, e loda e qualquer qualidade de doce, tanto
secco como de calda : na cidade de Olinda, ra de
Malinas Ferreiri n. 12.
Vende-se um ecravo de idade 18 annos : a
ratar na roa do Encaolamenlo n. 11.
A 5$ rs. a peen.
Peras de ligedlo de lislras com covados, a 3
rs., com pequea avaria : na ra do Queimado, viu-
do do osario, segunda loja n. 18.
Chapeos de castor.
Soperiores chapeos de carlor sem pello, ebegados
pelo ullimo navio francez Olinda de formas ele-
cantes : vendem-se na ra do Crespo 11. i, cm casa
de J. I'lqoc.
Aviso as senhoras.
J. Falque, <(ta do Crespo n. 5, vende chapeos para
senhoras, formas modernas, a 10? e 153 rs.
Esparlilhos
oa ruado Crespo n. i, casa franceza, ba um grande
sorliinento de esparlilhos de diversos Utauahec e
qualidades, que se vcudem por menos que em oulra
qualquer parle.
A CIDADE DE PARS.
J. Falque,
rti : do Crespo n. 4.
Kecebeu pelos ollimos navios vindos do Havre un
completo sorlimeiito de roupas feitas as melhores
casas de Pars, consislindo cm casacas, palils calcas
c Icolleles de todas as qualidades e feilios, e por na
nos preco que em oulra qualquer parle. Matas e
saces para viagem, lindas mesas e camnhas para
costara imitando t.irao, de diverso, (amanhos e pe-
ras, e oulros muilos objectos qoe se vendem por
commodo proco. Kicos chapeos de sol le seda para
liomem com lindos cabos de marlim e madreperola e
oulros de dilierentes qualidades.
Vendera-se pellesde cabra de loda qualidade
por preco commodo : na ra da Cruz n. ;ll, primei-
por libra.
Ceblas.
Para liquidar se vendem muilo lualas : nn ar-
mazem de Antonio Annes Jarome Pires defrente da
pona da alfandega.
Com pequeo
toque de avaria,
Peeai de madapobio a 29500 e 39000 rs.. alpaca
de seda com quadros a III rs. o covado, vendem-sa
na ra do Crespo, taja da esquina, que volla para a
da Cdeia.
x 160 ris o co-
rado,
lscado escuro de qoadrinhos, proprio para ca-
misas o vcshdos de prelas, vende-se na ra do
Crespo, loja da enquia, que volla para a ra da Ca-
deia.
M.NACItF EM B.-VRRIS.
Superior a marca PRR e Falca.. & Socios, acha-
se a venda no armazem do Valenca, ra de Apol-
lo n. 1.1.
PARA ACABAR.
Na ra Nova, loja franceza n. 8,confron-
te a Caml'oa do Carmo,
vendem-se chapeos de seda para senbora, da uliunn
moda e qualidade. com um leve loque de mofo, pelo
bar.il.siimo preco de I0| cada om.
CABRIOLET.
\ende-se om ptimo cabriole!; para ver na co-
chera do br. major Silveira, na ra da Cadeia de
Sanio Antonio ; e para Iralar na ra do Queimado,
o/a de miudezas da Boa Fama n. 33.
Superior eal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de
armasemde Novacs & C,
de Dos n. 12
Lishoi : no
rua da Madre
por prero commodo.
.eiosrios
io andar.
Vendem-se a dinheiro, por preros commodos
os seguintes MUROS : champagne da hm e acredita-
da marca estrella, sardinhas em latas de quarln e
meias, arenque- em pequeos Larris, lala, ,.,. pcixc
cm conserva, vinbo de Bordeaos em caivas de duzia.
o carrafas vasias em canos de duzia : na rua do
Irapiche u. II.
Em casa de Eduardo II. YVvatl, rua
do Trapiche-Novo n. IS, ha para vender :
A verdadeit a graita in^lcza n. 97, dos
fabricantes Day & Martin.
Tintas em oleo.
(Galios da Kussia.
\ inho Cherry superior em harris.
Agurdente de Franca dito.
Fi uctase conservas inglezas.
Papel lino para cartas.
I.ivros para cupial ditas.
Ditas de lemhranra.
Ditas em branco sortidos.
Papel para copiar caitas.
&
"berlose desrobcrlos, pequenose grandes, dcooro
prala, patente inglez, para bomem e senhora, de
utr. uos mellioresfabricanles de Liverpool, vindos
pelo ultimo paquete inale*: em casa de Soulhall
Mellor k\ Companhia, rua do Toirea n. :I8.
nciogiots de patente
iii<;lezesdeouro, desabnele edevidro :
vendem-se a preco razoavel.em casa de
AugustoG. de Abreu, na rua da Cadeia
do Recife, armazem n. 56.
fia rua do Trapiche u. l, escriplorio de Ma-
noel Alves Guerra, vende-ce por commodo preco o
seguinte : superior vinlio do Porlo em barris de
oitavo,chapeos de fellio, esabiioamarello fabricado
no Rio de Janeiro.
I M VESTIDO POR 2^)00.
Novo c completo sortimento de cortes de vestido
de chita de diflerentes padrcs, cores (has, pelo di-
minuto prero de .; cada corte : na loja de 1 portas,
na rna 00 Oueimado n. 10.
DEPOSITO DA FABBICA
industria Periiautbocaiia,
RA L>0 CRESPO N. 9.
A fabrica de sabao c velas de carnauba, es-
tabeecida na rua do lirum, tem estabele-
cido um deposito na rua-do Crespo n. 9, pa-
ra abi nicamente dar extraerlo aos'seus
productos, proporcionando assim a maior
commodidade aos consumidores. As velas
manufacturadas nesta fabrica, offerecem a
vantagens seguintes : silo feitas com a car-
nauba simples purificada pelo meio do va-
por, sao inodoras c bellas na apparencia,
queimam com igualdede e nao esborram, e
no l'a/em inurrao e daomais laza mais cla-
ra do que as velas stearinasou de qualquer
composicao, e que se vendem no mercado.
Fabricam-sede6, de 7 e de 10 em libra, ven-
"lendo-seemiaixas que contera 102, 2Ji ou
3at) velas cada urna pelu preco de 15/.
O sabao he branco, as materias primas
de que he fabricado silo simples c inofensi-
vas, o cheiro que deixa na roupa he agrada-
ve! ; nvnlisa com o melhor sabSo hespanliol
e he superior ao sabao americano, que se
vende no mercado a 240 rs. a libra.
Vende-si; igualmente em caixas de arroba
e a prero de 160 rs. cada libra.
Os incrdulos comprando reconliecer3o
Cu I de Lisboa e potassa.
Xa rua do Trapiche armazens ns. 9e
II, vende-se superior potassa da Russia
e americana, cal virgem de Lisboa, da
mais nova que ha no mercado.
Em casade llenr. Brunn & Companhia, mi
ruada Cruz n. 10, vende-se cognac cm camnhaide
duzia.
Era casa de Saunders Brothers & (',., praca
do Corpo Santo n. 11, ha para vender o se;uinto :
Ferro inglez.
Pixa da Suecia.
Alcatro de carvao.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para saccas.
Dito entrancado igual ao da Babia.
E um completo sortimento de fazendas proprias
para este mercado ludo por preco commodo.
Farinfla de mandioca.
Vende-se superior larinha de Sania
Catharina, em saccasquetem um alquei-
e (medida vcllia) por preco commodo:
no armazem de NovaesA C, na rua da
Madre de Dcot n. 12.
A.lg500
Vende-seca Idcl.isboaullimamentccliegada .a-
simcomnpotassadaRussiaverdadiira : na praca
deCorpoSanie n.ll.
Vende-se superior linha de algodao branca6
de cores, em novello, para coslora : em cas de
.-outhall Mellor & Compaubii, rua do Torres n. ;18.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ha fundifo de ferro de D. W. Bowmann na
rita d3 Brum, passando o chafariz,' contina ha-
ver um completo soriimertode taixes de ferro fun-
dido e batido de :t a 8 palmos de bocea, as qnaes
arbam-se a venda, por preco commodo c com
promptido: embarcam-se oucarregast-se emacr-
ro sem despeza ao comprador.
sedas de
QUADROS ONDEADAS
A l$*lOO n eovndo.
Cl.egaiam pelo ultimo navio francez sedas de qoa-
oros ondeadas, de liado goslo, e vendem-se a 15:200
o covado ; dao-se as amoalraa com penhor : na rua
do Queimado n. 21 A.
Chaly de flores
foltMsnftOO rs. o covado.
Na rna do Oaeimado n. -21 A, vende-se chaly de
llores tollas e lislras, e dilo-se as amostras com pe-
SEDAS DE
qu nli-os .t I.S60 o
covado.
\endem-e sedas de quadros miodos e largos, pi-
droes modernos: na rua do (lueimado n. 21 A.
sedas Ule
VENDE-SE
Grasa de patente, prova d'agua, para
arreos de carro. H
Vinho do Rheno de qualidades etfie-
ciaesjoliannisberu e Marcobrunner.
' armazem de C. J
No i
4C,
N. 0. Biebe
vendem:
Lonas da Russia.
dem inglezas.
Brindo.
Riins da Russia.
Vinbode Madeira.
Algodao pura saceos de rnica
Astley 4 C.
'"a da Cruz n. .
quadros a 1.000 rs. o co-
vado.
Ka rna do Queimado n. 21 A, vendem-se sedas de
qoadros miudns. padres riHos e escuros, peta dimi-
nuto p.eco de ||000 o covado, corles de orenline a
10JO00, mussulma a .1(10 o covado.
FiiL.lt l)E SEIIA
A 1,200 rs. o covado.
Na rua do Queimado n.21 A, vende-se talar de
seda, largo, de quadros de lindos goslos ; dao-se as
amostras com penhor.
No trapiche do Ramos vende-se su-
perior Jacaranda'.
SAO" MUITO LINDOS.
Hicos cortes de veslidos de fazenda muito
lina, to la de seda e de um goslo muito apu-
rado, cliegados pelo ultimo vapor viudo da
Europa, uiuito proprios para as senhoras de
bom gesto, assim como cintas Trancezas
niuilo finas matizadas com lindas cores :
dao-sc amostras na rua do Queimado n 24
na loja la boa l defronte da da boa rama.
f'AHA (.LEM TEM BOM COSTO.
Na rua Uo Queimado n. 22, loja da boa f,
ha um completo sortimento de grosdenapo-
le de seda de lindas cores; aproveitem antes
que se acabem, que a testa esta com nosco,
assim como chapeos do Chile muilo linos,
que se vendem por menos que em outra
paite.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundico da Aurora em Santo Amaro, e
lambeta no DEPOSITO na rua do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de marinha, fia
sempre um grande sortimento de taixas, tanto de
fabrica nacional como cstrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequegas, razas e fundas; e em
ambos os lugares existem guindastes para carre-
gar canoas ou carros, livres da despezas. Os
percos sao os mais com modos.
Vinho do Porto, superior chamico.
Em caivas de 2 dunas e ero barra de cilavo, rc-
ceiiieinente chegadopclo brigue Trovador; vnde-
se nicamente no armazem de Barroca & Castro, na
rua da Cadeia do Ilcita u. 4.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacarandas
construccao vertical ecom todos o melhoramento,
mais modernos, lendo vindo no ultimo navio da
Hamburgo: na rua da Cadeia armazem n. 8.
POTASSA E GAL TIR6EI.
No amigo ej beru conhecido deposita da rua da
Cadeia do Kecife, escriplorio n. 12, ha para ven-
der muilo superior potassa da Russia, dila do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo
a precos muilo favoraveis, com os quaes ficaro
os compradores satisleilos.
Navalhas a contento.
Conlinua-se a vender aKrOOO o parfprcco lio) e
ja bem coiihecidasnavalhas de barba,feilas'pelo ba-
il latineante que ha sido premiadoem diversates-
posires.-vendem-se com a rondir.lu de nao agr
dando poderocumprador devolve-las ate 30 diai
dei.i.i- l.i i uinpi a ,restiluinilo--ea i iiiimrlanria: em
casade Augusto C.de Abren, na rua da Cadeia do
Kecife n. il.
lECHAiilSlG PARA Ml-
da Balii
vende-se em ca-
nia da Cruz
Alg'odoziiiho
para saceos de assucar
sa de N. O. Rieber & C.
n.4.
Em casa de Rabe Schmettau 6 C,
rua da Cadeia n. 57, vende-se :
Elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann de Hamburgo.
Em casa de Rabe Schmettau & C.,
rua da Cadeia n. 37, vende-se :
Vidros para espelho.
Vinho do Rheno superior.
Conservas alimenticias.
Tinta para typographia.
ludo por preco commodo.
-!
-,
Attenco!
B Na rua do Trapiche n. i, ha 5
6 superior rape Princexa do Brasil, gj
^ chegado recentemenle do Rio de S55
Janeiro, cm qualidade pouco dif-
?i$ rere do de Lisboa, ao passo que @
8 costa apenas LsiOO a libra; aelle %
X. antes que acabe, pois a remessa @
m "e pequea. Z
XAROPE
DO
BOSQUK
Fei transferido o deposito oeste jarope para c Lo
tica de Jos da Crui Sanios, na rua Nova n vi.
garrata, M50(, meias :ISOOO, sendo falso lodo'
aquelle que Ble for vendido ueste deposita, r,l
qoe se faz o prsenle aviso." "
IMPRTAME PA|A 0 PIBLICO.
Para curade phlysicaem lodoiosseosdiOeieu
lesgraoa, quer motivada por constipacoes, losse-
astlima.pleuriz.escarrosdesaogue, dr de eos
ladosepeito,palpila(;aone coracao.coqucloche-
bronchile, dorna garganla, e loda. a.molesti,
dosorgaos pulmonares.
Luvas de varias qualidadt s
Vendem-se ricas luvas de seda de todas as
cores, bordadas e com bolotas a 2t o para
ditas sem ser bordadas brancas e amarillas
para liomens e senhoras a 1, 19200 e 15500,
ditas de lio da Escocia brancas e de cores
para bomens e senhoras a 300, 400, 500 e
bou, ditas brancas c de cores, de algodao,
proprias para montara a 2*0 e 320 e outras
qualidades mais quc se vende na rna do
Queimado na bem conhecida loja de miude-
zas da boa Tama n. 33.
He muito barato.
Vendem-se duzias de facas e garfos de ca-
boi de marfim de boa qualidade a 10, ditas
di os de cabo de balanco muito finas a 6/,
dilas dnos cabo rol ico e oitavado a 3, du-
zias de colheres de melal principe a 3 e 6s:
unas de metal maB ordinario a 800 e ISW
f..!M?H^''',s COi"i"', que "" YCDde baraio,'
na rua do Queimado na bem conhecida loi
de miudezas da boa fama n. 33, J
^mDOS ?Mgr5p}5.
No dia 8 do cor
odia 8 do correnlc fugio do engenho I ava-
Zu2!'eAaeV e r0 d'A"'0' om vo pardo,
de nome Chrislovao, qoe representa ter ,in ,,."
que reprsenla ler 10 nn...
u roeuos, cora os sigoaei segoinies
o de corpo c de ps, com barba por
^n??sT?eEl^fklv?ftfi %?*" ***** *>< -"1
O
o
8
ruado Trapiche-Novo n. 1S, ha Q
para vender, chegado no ulti- ^
mo navio de Londres : Q
"> pianos fortes e elegantes de la- @
aricante afamado, com scus
tences seguintes.
icarteiras para msica.
^ -2 duzias do estantes para dita. g
@ 6 cadeiras para piano. }
|M-|-
'C
kim.
Esta rica fa/endadeti palmos de largura he inlc-
ramenle u.iv em l'ernamhuco ; fabricada no celesta
imperio, decuja capilal lira o nome. he de mis pa-
dr.iesl.ndissim.is e anda nao vistas ale agora
NA FUNDICO DE FERRO DO ENGE-
MIEIRO DAVID W.BOWMAN, iiA
RUA DO BRUM, PASSANDO O ollA
FARIZ,
ha sempre um grande soriimento dos seguintes ob
joctos de inerbanismos proprios para enuenlios, a sa
ber : moendas e meias moendas da mais madera
construccao ; laixaa de ferro fundjdn e balido, d
superior qualidadee de lodosos lmannos ; roda
dentadas paraagua ou aniniaes, de todas as uropor
ces; crivos c boceas de fornalhae regislros de bo
Ciro, agiiilliOcs,broiiics,paralusos ccavilhoes.moi
litios de mandioca, etc. ele
NA MESMA FUNDigAO.
ie evecnlamtodas aseucommendas con. a superior
de-e pelol.aralissimn pre. o d. 2S6O07o"vado'*M *5Se,l,*,eW'*,#" a *Mltma <
l ru. do Miieimadnn. :.l...aH. .. ir..... modntade em preco.
, laja da estrella.
MoiaLosdd vento VifiHO IM) PORTO UENIilM
" ..... "i i ir... vinho do Porlo
com homhas de repuinparn rcar h orlas eba". qiiarto e oilavo, por preco ra/.oavel-
la derapim: ua fuudiciode U. W. BeWBtSB' d*ia do Rerife n. 13, escriplorio de
na rua do Brum us. b, K e 10. 'vena.
em harris da
na rua da Ca-
Hallar \ OH-
pouco mais
dbebai;obdoqe.-;c,Delta; Tre^s. 'ZZSX
olio, prelo., com lodo. o. denle, d. Uem,'^!
ciaalgu.as palavra.qoc parece,,, de negro de A
gol. : quem o apprehender coodu.a-o a rua da (?Z
n. bl .segundo andar, oo ao referido cngenbo l.av,-
gem, que ser* generosamente recompensado.
Fugio hontem as 7 horas.um escravo mula-
to de nome Tbomaz, alto, reforcado de corpo, com
marcas de bexigas, pernas grocas, e nellas marcas
de eicratizes as cauellas, falla coto muitamanci-
dao, levou vestido camisa de panno azul groco
guarnecida de ourelo branco, nos ombros e pu-
nhos, abarla na fren le em forma de palito: este es-
cravo he natural da Parahiba e foi escravo do Sr.
Carlos Coelho, que o houve por heranca de seu so-
gro JosJoaquim de Souza daquella cidade, e foi
comprado pelo abano assignado ao Sr. Hilario He
Alhandra Vasconcellos Junior.morador no engenho
Tapu freguezia do Pilar desla provincia
quero o pegar leve-o a rua da Concordia a Pedro
Anionip Tersara Guimaraes, que ser generosa-
mente gratificado.
J00.S000
DE GRATIFICACAO'.
Ausentou-se em 28 de agosto fiesta crreme
anno da casa de seu Sr. Francisco Mauricio de
Malta Ribeiro, morador em Bom Jardim, comarca
do Limoeiro, o escravo crioulo de nome Fernando
bem moco, representa ter 5 annos, com os seguin-
tes signaos: altura regular, cabellos torcidos bem
pegados no casco, cor prela, ollios vivos, beicos
grocos, com falla de um denle na parto superior
barba imper.al.corpo reforcado.nadegar empinadas.'
em pequeo foi alguma cousa surrado ellalvez
mostr algnns vcsiigios, tem os ps e dedos curta,
porem largos, he bem fallante, o coriez. Tem-se
desconfianca ter procurado para o engenho Jar-
dim, comarca da cidade de Goianna.onde o mesmo
escravo tem seu pai, assim como tambera aparece
leve noticia que fora vislo nesta capital : r"a-se
por tanto as autoridades policiaes ecapites de cam-
po de o capturaren) o mandaren) a casa do supra-
d.to senhor. que alm da paga a cima mencionada
sera generosamente gratificado.
AVISO.
1005000
No dia 23 de junho do crreme anno, fugiode
bordo do brigue .Mara Luzia o prelo crioulo
Manoel. oqual ftzia parle da tripolacao do mesmo
br.gue.de idade )i a 2. annos pouco maisou
meaos, e lem os signaes seguinles : rotro compri-
do e descarnado, cor fula, cabellos cercilhados, o-
Ibos um pouco grandes e amortecidos, beicos
grossos, sendo o de cirha mais grosso que encobre
a falta que tem de denles em cima, falla um pouco
alrapalhado devido a falla de denles, pouca barba
e rala, e bigodes, tem na mo esquerda junio ao
dedo mnimo urna especie da ervo sabido, as na-
degas um pouco empinadas, no andar tem um gei-
to par. um lado, cadeiras largas, cintura fina, ps
apalhetados e um pouco largos levou calca de al-
godao azul desbolado e carniza de algodao riscado,
chapeo de palba, lem officiodecozinheiro, ecos-
loma embriagar-se : foi escravo do i>r Dr. Jero-
nymo Vilella e do Sr. Dr. promotor de Olindr
Qoemn Foaseca, e ultimamcnie do Sr. Alberto
torster Damon : oabaixo assignado, senhor do
dito prelo, gratifica generosamente a quem o ap
prehender e leva-lo era sua casa, no alerro da Bos-
visla n. 53, segundo andar, ou no Recife, rua do
Trapiche n. 16, a Antonio do Almeida Gomes ;
como tambera protesta contra qualquer pessoa que
o ni-cii l tar em seu poder: assim romo gratifica e paga
"da' udespezas. loaauim Lupes da Imeida.
-*<
I'EK.N.: TYf O* M. K. UK PARU 1856
.


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