Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07651


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Full Text
iwo xxxii n. -is:;
Por 3 mezes adiantados 4^000.
Por 3 mezes vencidos 4$500.
(JIARTA FEILU DE DEZEMBRO DE 1856.
Por auno adiantado 15^000.
Porte franco para o subscriptor.
i \ iHnhlhi, ,-. Otrvaiio T. da Natividade ; Nalil, o Ir. Joao
ltea I. Feraira Jnior : Arica ij. Sr. A. da Lemoi Braga;
Ceari, Ir. J. Joie da Oliiiri ; Maranhio, o Si. Joaquim Mar-
MI tedniuei,' Hiauhj, 8r. Domingos Hareulano A. Penoa
< "mu; Par, Sr. JualinianoJ. tamos; Amaionaa.o ir Jare-
T" da Coala.
PARTIDA DOS COR REOS.
DHltlU ; (oii* O iliaJ. ** *> r TTH*).i hOMI ilO afila
I)(ihpm, Goiatnai Parabita : nj v.'mrli' e fMf*-f-r-n.
N. Anl.i. llr/'-rrif*. It'inito.liiruar", Mlinlm o 'ir.irthu'X : ni latf*-Mtt
S. I.MUHMiro. Piu-d'Alhoi NaureUi, Lltvoeiroi fc*fo. Pwfjmra, iij*
'ira. flor,... ViU.i-w/... I e Km : in< {rua-felra!
CaLo, IpOJKMi Sa-ntii.i<*m, lUo-FoCaMtO. I ii i. 'lii rvroa, Igu-Proli
PioMiiliir* e V-lal: qu.nti-fciris.
I mil 01 rorreir.* parlcrn 10 hra AUDIENCIAS DOS TIlllllINAES DA CAPITAL.
Tribunal da eommarcio i secundas a quiniai.
Helaco : lercai-teirai sabbadoi.
Fund -. quanaa tiabbadoi ai 10 horai.
Juila do eommereio: iigundan ai lOhoraia quintal a aiala-dia
Julio da erphaoi .- legunda a quinin ai lOhoraa.
Primaia fara da sfvel I sagundil a aaiiai a* maio-dia,
segunda ara da ai ral: quariai a iibbadoi a* malo-dla.
EPI1EMERIDKS DO HEZ DE DEZEMBRO
Quarloereicania a 1 hora 7 minutos a 48aagundoa da m.
" La ehaia ai 5 horai 44 minutla 48 segundos da I.
'SQuartomin guanta ai 4 horas,13 minutla 48iagund*s dsm
-" La ora ai 6 horas, Ji.mi utos .48 segundos da m
I'RF.VMAI ll. lio.I K.
rrlmalra as r> horas a 31 minuto, da manhaa.
Sagunda as 1 boraa a 18 minuto! datarda.
DAS DA SEMANA.
1 Segunda. P, Nahuma prophcta: S. Eloy b.
2 Terca. S. Balhiua v. ni. ; Ss. Poncianoe Adria.
d Quarta. S. Fraucisco Xavier ap. das Indias.
i Quinta S. Barbara v. m.: S. Pedro Chrysologo h.
3 Sena S. tieraldo are. ; S. Sabas ni..
li Sabbado. S. Nicolao b. : S. Leoncio m.
7 Domingo. 2. do Advento. S. Ambrosio are. dout. da igr.
ENCARREGADOS DA SCBSCRIPCAO NO SOL.
Al aproas,o Sr. i.laudina Falcao Diai ; lahiae Sr. D. Dupri
tio-d aJ anuro a 8r. Joa Pareira Mirlmi.
EMPERNAMBUCO.
O propietaria doDIABlO Mancal Flgoiiroa di Fana.oa aua
IWraria, prava da Indapandaneia ni.(a 8.
P4BT1 flFFIQUb
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expedirme d la 29 da novembro.
OllicioAoExm. marechal commaudante das
arma, dizendo ficar i llenado do destioo qne uve-
ra m os medicamentos e ulencilius que pur parle da
nmniis-lo ilc hygiena publica foram recol Indos
bolien do hmpii.il re;;imenlal, a qoe pedir or-
dem ao direclor do arsenal de guerra para fazer re-
colher aos respectivos armazens o fardo de htelas e
o (ogareiros mencionados em seu ollicio de honlem.
Ufticiuu-se nesle sentido ao referido direclor.
Dito Ao mesmo, declarando qne, para poder re-
solver acerca do que uede Manoel Joaquim das Tra-
ma Maruiho no requ rmenlo que remelle, faz-se
preciso que S. Etc. informe em que dia entrn elle
no exercicio de pralicanle da botica do hospital re-
gimental.
Dito Ao cnsul de Franca no-la provincia.
A' vista da comnm1uc.15.r1 que acaba de dirigir-me o
inspector da Ihesouraria de fazenda, tenhn a decla-
rar an Sr. viseoudii E. de Lmunl, cnsul de Fran-
5a, para ana nilelligeiicia e direcr,ito, que o negocio
da transferencia da apolice perlencenle eos herdei-
roa do subdito francez Nicolao 1 u I mil poder ser
ultimado lona que o mesmo Sr. consol comparera
naqneil* repartirlo, pois que na -u 1 presenra, na
do comprador da apolice ou aeu procurador, e cmn
assialeucia do pcueurador-liscal, he que se deve la-
vrar o termo respectivo, de ontormidade rom o dis-
tado 110 parlamento, quando 09 projeclos de golpea
de estado fa/.iaiu delirar todas as caberas e eucon-
lr ivhjii a cumplicidade na ra, lie uestes lempos de
deiordem e de verligeus, que principiou a nobro
mis*.!, do tinado, misslo, que elle desempenhou ale
10 lint coid essa lenacidade e obstinarlo, que he un
testeuiuuliu du coiimccuo profundas, e que era o
cuuho particular do seu carcter.
! i'/.--e o campeuo iulralavel da lecalidade, de-
fensor persisleole da lituano, lem allender mesmo
as veleidades do seu proprio partido, muita.-, vezes
tentado a ceder aos impulsos da poca. He este o
carcter distioclivo da vida parlamentar daquelle
illuslre Krasileiro ; tinh 1 urna bunsula, quando a
iii.iuir parle dos homens inlluentes ubedeciain aos
caprichos da opiniAo publica. A lula que suslcn-
tou, iive variada crises ; nein sempre ennse^uio
conjurar os fados eslra-legaes, e mullos dessea tac-
tos, como a procUiiiir.io precoce da raaioridade do
Impera lor, n,io liveram as consequencias arrisca-
das qnn elle receiava ; mas coolribuio, e lie esse o
seu (id .lo immorlal ao recuiihecimeiilo de seus con-
cidadAos, para fazer pendrar profundainenle nosein
das populaces brasileiras o respeilo i lei e o culto
da coii.,litui(ao, salva suarda da iDOOarchia.
Se o imperio l-emerieano atravessou sem gran-
de ol> A'L anuos, se resisti aos 111,111. eiemplos, que Ihe
davain as republicas, que o rodeiam, se as anteabas
de ap.irataa, que se esculavam nos primeiros das
da iudependencie, emajeceram completamente, he
qoe ,a fe ..a raooarrhia e a cosutitsjicto que regala
liberal mente os iliretus de lodos, se enraizou cada
vez ir.au no corado do povo, grabas a infaligavel
perseverancia de cerlos espralos privilegiados,
frente dos quaes eslava Carueiro Leo, que na im-
aprcsenlada no senado pelo Sr. Ferraz, seu habitual 1 arguia os seus directores de o.io lerem feito realisar
e sen mais vehemente adversario poltico.
i Peridico dos l'obrcs no l'orlo.]
posto no decreto de 1 .'> de Janeiro de 1 s J-j ; convin-
do que ueste occaiiao se exhiba a referida apolice,
cuja regularidade deve ser verificada pelo dito fiscal.
*I,!.!.Jl?r.COnSU' "' nro1ei,os de mil,lla es,'- P'e"*i e~lia'tTihunaTp^
actus lizeram a educa(o na opinitlo publica.
roa e consideraran.
Dito Ao iuspei.'tor da Ihesouraria de fazenda.
0 commaudante da. estaban naval declarou-me em
ntido de 18 do rorrenle, que essa Ihesouraria recu-
ln satiifazer ama :un iitiiada e rubricada que
Ihe apresenloo o commissario de oto navio de guer-
ra, para pagamento* de nbjectos necessarios a esse
navio.
Em sua informaran sol n. 7!!, acerca do iiie-n. 1
oh|eclo, V. S. jalga mais regular que o chefe da es-
1 ir,v> Ihe requisile M pagamentos por meio de ofli-
rios, em que V. S. dever proferir os despachos ue-
re>-ari. para a lezalidadn das despezas.
Em requisiroes desta natoreza me parece que se
deve adoptar o meio mais fcil e promplo de eipedi-
las, sem dependencia de qtialqaer formalidide que
nao sej* esseurial ; e he pm isso que nos corpos do
ejercito se lem ale hoje seguido a pralica de se en-
dererarein os pedtdoa a presideucia sem virem acom-
(.anhados de olltcios.
Cnnvira, porlanto, que sejam salisfeilas as requi-
COMPAM1IA LLSOUlUlLEIKA.
Parecer da commisso de inquenlo.
Srs. accionistas. Ardua tarefa nos foi imposta,
a de proceder ao eiaroc das cuntas apreseuta las pa-
la direcrao em assembla geral de 16 do mez de
julliu, e de inquirir da eereucia da mesma campa-
nilla, desde o aeu romero Ardua nn verdade, e
mullo superior as nossas forras ; mas lleven 1 des-
empenhar o vosso eucargu, e desejando tainli -in n-
tisfazer ao uosso dever, pirmos mao a obra e vamos
dar-vui conla do nosso Irahalho.
Eiainiuamos as cenias apreseiitadas.lcumpulsando
os documenlos compara(ivos,;ceiifron(ando verbapor
cada una deltas, e desse exame resullou o nolarem-
se pequeas e ligeira discrepancias, que a commis-
so est bem convencida de que nao provierain des-
lenguo deliberada.
As coulai, a partir do romero da cerencia, liverao
agora de ser forinalisadas a tace dos muilos e varia-
dos documentos que as podiam eomprovar, e M seas
lani^ameiilos que nlo poderam ser devidamcule con
feridos com as copias remetilos para a imprensa
a mulla em que dizem haver nicorrido o contlructor
do Pedro II, e de au ler promovido a eohrauri
dos prejuizos causados ao vapor Duque do Porlnope-
lo alialroameulo que soflrera de un oulru vapor in-
elez ; mas a commisso leudo em vista que ambos
estes assumplos estAo sujeilos a urna coulestacan que
nao poJera ler liin Mfsio pelo meio arbitral, enten-
ded dever abster-se de propalar a sua opinio indi-
vidual para nao preveuir o sen melhor resultado. A
commiisdo suuhe mais que a direcrao lora outro siin
.i-ro-a 1,1 de ter sido pouco zelosa no contrato feilo
para o regular supprimenlo do combuslivel preciso
ao custeameulo dos vapores ; mas a conlianiia que a
mesma directora livera de dar aos seus correspon-
dentes e ao delegado qoe rolan linha na Inglaterra,
e a quadra um puaco desfaveravel em que lal con-
trato fora celebrado lizeram persuadir a mesma
commisso de que a ennsura feila a direcro nao
tem bstanle fundamento para a (ornar responsavel
por artos em que era obriza la a acreditar no tes-
teinuuho de lerceiros. Km ron el 11-10 y n. de ludo
quaiilo lica expenlidohca vossa commissito de pare-
cer que o passivo da nossa cnmpanliia seja julgodo
como liquidado al 30 de juuho prosimo pascado
na imporlancia de cenlo e sessenla con(os (rezed-
los ciucoenU e nove mil qnalroccnlos e oilcnta e
nove res, e as dirceeea que lem gerido por quites
derao cansa a necessidade de algumas correcrOes,
que Indas foram agora devHamente alleudidas.
A eommis-ao corrigio mais alguns erros e impar- lle ,'"li, reponsabilulade, al esss dala, venlicau-
feufOM, que encontrn, e espera que assim revistas I,u"ss eilresa dos haveres do balando, que com ei-
Mi relataremos os promenores da carreira par-
lamentar e ministerial do Mrquez de Paran' ; se-
ria es :revcr a historia do Brasil ha um quarto de
seculn, porque o veneravel homem de ealado asso-
eiou-ne a (udo. ja como ministro, ja como depulado
00 se lador. Foi por tres vezes chamado a lomar
assr" lo nos conselhos do Imperador, primeiro, nos
princ ipios da regencia, depois em 18IJ, depois em
ISill com a presidencia do gabinete. Mesmo depois
de le* sido ministro, aceitou em algumas circums-
tanchss funcr.e* secuodanas, e esses evemplus de
alme mi;ao nao silo raros no Brasil.
Asiim, em lempos diulceis, o governo fez appel-
lo pa ra o seu patriotismo, nomeando-o successiva-
menle presidente das provincias do K10 de Janeiro
e de l'ernambuco, imite era flagrante a asneara da
ner :a civil. Apreeentoa-se sempre nestas eca-
sioes com mtiila cuergia, e niiuleve e re mo poucas vezes a Irstiquillnlade publica. Mais
rece lilemente o aeu amigo M. Paulino de Souza vis-
roes dirigidas pelo enraman janle da estacao naval, | cond e do L'rusoav eulSo mililitro dos negocios es-
nma vez que ellas conleiiliam a assignalura nu ru-
brica das pesaoas competentes ; podendo V. S. lau-
s;ar lias guias, por esse modo autenticadas, os des-
pachos necessarios para legalidade da despeza. Ke-
tnellen-se copia du ollicio cima ao coininaiidaule
da "staro naval.
Dilo Ao iresmn, recommeudaudo nnvariienle
qoe mande clle-lnar a 111 l"inni-arao da quantia de
79560 n. qu9 se dispendeo rom o enlerramento do
cadver do soldado do batalhAo naval, Jos Pedro de
Alcntara, vi.tu constar de ollicio do commandanle
da eii.r.io naval, que anda nao teve lugar essa 111-
demnissAo. Fe/.-se a ne^essaria cominunrarao.
Dito A chefe de polica, inlelrando-o de ha-
ver expedido nrdem a Ihesouraria provincial para
que, estando nos termos legaes os docomentos
que
S. S. remellen, pague a importancia dos loguis
?"VI,.a*. t > njornal ,10 CarasiaMiretas dsi !t
Irn geiros, conliuu-lhe a mis.ao delicada de ir ne-
ori ar com Mmitevi ico, com os Argentinos de L'r-
quiza admParagaay, o tratado de allianra contra
Ros ss, e essa (arela lio hbilmente desempenliada
vale n-lhe o titulo de vsconde de Paran'.
A grande importancia parlamentar que iiavia ad-
quii ido, era devida pelo menos lanto ao seu carc-
ter, como ao seu talento na tribuna. Com uina
ndole um pouco alliva e o geslo instinclivodocom-
mando, possuia 00 uns alto grao o senliiueuto da
disr iplina.
( 1 partido conservador, que nao era mais que
um a Iraca minora do momento, em que Carneiro
ton mu a-sento Has snas lileiras, deveu-lhe nina or-
gan i-.oj.M vigorosa e compacta, que Ihe assegurou a
victoria. On Oteare, ou nao pule nogahiuele, era
aos Dtatameoie dedicado a toda a administraran qui-
lo deste (erin na frecue/ia de Ipnjiiea, a bem as-
tm das despeas feilas cun o foruecimeuto de lu.
pira os ment-muados qoarlis.
Dito Ao pro.si'tenlti do cor.sellio de adrpinis'tra-
rau naval, duendo que nao se pode fazer eslensivo
a Alexandre Bodrigu*s dos Aojos o abono sla grali- mf eslava,
he aran qne p-reebeu Clirislovao Santiago de Olivei-
ra pelo eierririo da secrel irlo daquelle conselho,
visto que essa grattffca$flo foi arbitrada esperialmen-
te a este pelo aviso de -J't de Janeiro de ls"i.
Dilo Ao direclor do arsenal de guerra, recora-
mendando que, com sirgencia, mande receber dos
negociantes N. O. Biebor A; Companhia o aruiamrii-
loemais objeclos comprados para o carpa de poli-
ca, enteudendo-s' para laso com o inspector da Ihe-
souraria provincial de quern deve partir a ordem pa-
ra a entrega de taes ohjectos. Olticfuu-se ueste
sentido ao referido inspector.
Dilo Ao in-per.lor do arsenal de marinlia, para
nomear om calafate hbil, alim de servir no brigue-
barra llumaraai, visto ler de desembarcar o que ac-
tualmente eala servindo no referido brigue barca.
Inteirou-se o commandanle da BaUcJta naval.
Diio Ao direclor das obras publicas, aotorisan-
do-o a lavrar o (ernio de rerebimento delinitivn da
obra da bomba siipplrmeiilar uo quiutu lauro da ra-
inili :ar 10 da villa do Cslio, pasaando ao mesmo lem-
po o competente cerlilira-lo, alim de que o respecti-
vo arrematante possa haver da Ihesouraria provin-
cial, para o que licam expedidas as convenientes or-
slena, a importancia da prestarlo a que lem direiln.
Dilo Ao inspector da Ihesouraria provincial,
approvando a erremalarao que fez Antonio Mala-
.lon, artigo con
ng rado a sua memoria, recorda. como um dos seus
ma is bellos (lulos, o procedimento que elle leve
11 si mi das ultimas coses da regencia. 11 Dedicado',
di/, esla folln, cmn toda a energa, que nelle se ma-
regancia de M. Araujo Lima ; lepoi
M rquez de Olinda fui II que orgnisuii ao regen-
te n famoso gabinete de I!) de sclembro que Iraluu
de vencer as repugnancias e de fazer cessar as ani-
mi nidada*, concillando a um lempo os amigos ad-
versarios ; nao linha querido fazer parle do gabine-
te, a sua uisnio era mais elevada : o gabinete oilo
vi< na senao pelos seus incessaules e, larri, por esie"
ir? batho das Daaaidea iiicessantemenie renovado pa-
ra conservar a harmona enlrc ministros ecxela-
m inte divi Udo. Essa parle da nossa historia licou
al? hoje ignorada : e para a publico o ministerio de
I. de selembro. rompaclo e solidario, como elle se
pr oclamava, nao dava ao seu zeloso eampeao, Car-
ne iro Lelo, oulras inquielac.es mais que as de arre-
gi,neniar a maioria, a de a conservar lirine no vol,
e sustentar com ella o fago da discusso.
Ese espirito de disciplina, que manifestara as
qi icsles do parlamento, quiz tambem aze-lo preva-
le rer na admiiiistrarau, quaudu foi chamado ao po-
dnr em I8i, e foi essa a causa da sua estrepitosa
qijeda. A piuvincia do Kio linha a fazer urna elei-
1; ,1 para o senado ; um candidato hostil ao gabine-
te o chefe das allandegai da capital, apreseolava-se
entre os candidato, e a ua candidatura, commenla-
dil pelos seus amigos, era como urna lava laucada
face do ministerio : este candidato foi repetirlo pe-
lo escrutinio : o seu nome na (igurou na lisia dos
quias de Macedo l.uua da obra do empedramentu do ir es nouies, entre os quaes a coroa 11 ola a Tazer a
decimu-nono lauro da estrada da Victoria com oa-'si a escolha. Mas Carneiro Lelo nao se contenlou
bate de um por ceiito. e sendo liador Jos Francisco : ci an este successo, quiz restaurar o poder, que se 1ra-
Pereira. Tambem se approvoa a arrematacao que la va de enervar ; pedio a deslituirlo do Tuncciona-
fez Joaquim da Cosa llaia da obra dos reparos da | n >, da quera linha a que\ar-se. ssa daaUlaiela do
ponte sobren riacho Pirnuhira, dando por liador Jos
Maria da Cosa Carvalho, e com o abate de vinle por
rento.
Dilo Ao vigario da freituezia da Luz, recom-
mendando que, vista do orraraeulo e plano qoe
remelle, (rale da dar comero a obras da matriz da-
qaelli freguezia, corla de que se expedio ordem
Ihesouraria provincial para qne, medanle liaura id-
nea, faca entregar-lhe a quanlia de XtrU"? rs. alim
de ser applicada as mesmas obras, que, de r.iufor-
midade rom a enrular da presidencia datada de ho-
je e dirigida aos vigarios, deverao ser lisralisedas e
examinadas pela directora das obras publicas.
Expediram-se as eonveuie.utes ordens.
Dilo Ao provedor da aade do porlo. O cn-
sul americano veio pedii-me urdeuasse lo M o favor
possivel, para qne a viuva do capillo da baleeira
americana Lanr.tr, e de que falla Vmc. no en olli-
cio dalado da lioulciii, possa gozar de todos ps rom-
nod 15 que requer o seu estado de sade, e seja dis-
pensada de uina residencia mais longa 110 Lazareto.
enlro das regras e dos deveres de seu ollicio, re-
eommendo a Vmc. qne lenlia na inaior considerarlo
esle pedido do cnsul.
Circular Aos vigarios da provincia. Para que
hija toda a fiscalisarfio no emprego das quolas das
Imadas aos coucerlos das malrizes desla provincia,
jiilgiiei cnnvenieule incuinhir a repartirlo las obras
pallucas, nao so da argaoiiaeio dos orramenlos de
laes obras, mas laiubein da -Itrerrao e iiispecr,ao del-
tas por meio de seus eng-nheiros, que deverlo sem-
pre omillir seu parecer acerca das cuntas que pres-
larcn ea encarregados das mencionadas obras. O que
commuuicn a \ me. para seu conbecimenlo e execo-
r V- ua parle que Ihe tocar.
Portara Ao agente da companhia das barcas
de vapor, mandando dar passagem para as Alagas,
pur conta do governo, no vapor que se espea do
norle, ao capelln da 1 epartnu 1 ecclesiaslica padre
r Antonio de Mello Albuqoerque. I'arlicipoa-se ao
marechal commandanle das arnibs.
runrciouariu fol-lhe recusada, e o ministerio'uitei-
in dco a sua demissto.
Ja se v que Carneiro Leo era um homem de
lucia, c era sobradillo pelas snas e\cesiva suscepti-
bilidad-", e pelo seu modo aggressivo que o seu ta-
lento oratorio se toruava lamivel. A sua palavra.au
principio lenla e embarazada, deseuvolvia-se a lor-
mva-s" clara e rpida, aguillioado por iulcrruproes.
A le aos ltimos das da sna vida, elle teve esse" ar-
d ir de cmbale, essas res|ioslas acertadas que impe
a reserva aos adversarios polticos, talvez por isso
ineiinn que ellas ir a um pouco acerba da sua dracanto, nao tirara 11a-
da solidez dos seus argumentos, a elevarlo de suas
iilas.
Os seus rnmpaliiulas nlo foram os nicos que fi-
poderam merecer a vossa approvarln. Disemos que
estas coulas que se apreseutam foram agora formali-
sa 1as e daremos a razao porqae era uecessario que
assim se lizesse, para explicar os motivos pelos quaes
ns balan ros anteriora-tile a presentidos, e nomea-
damenle o de \\ da julho do annu prximo passado,
nao condizem com o qua agora se apresenlou em
30 de juuho deste anuo.
A escripturac-lo dos livros desla companhia foi
logo desde o seu comiso laucada imperfeitamenle,
por quinto nlo se abri nellcs a contaaccionista
que faria ver quaulas acres se iam passando, e por
consequencia qual o crdito da couta do capital com
respeilo de prestares a cobrar.
Nlo se abriram a cada correspondente as praras
eslraiigairas as duas cootas necessarias para clara
disliucrlo da sua e da rcsponsabilidade da compa-
nhia, islo he, a que era em dinheiro do seu paiz, a
a que se dava em dinheiro nosso.
Abriram-se cuntas ao vapor o Duque do Porto
pelo leu cusi, e ao cusleio do mesmo vapoi; mas
nlo houve o uecessario cuidado de r.arregar aquel-
la smente com u que era custi, e esta exclusiva-
mente com o que era cu'leio.
Alera disso a conta do cusleio sem individuarlo
de viagens ulo daria iuimediolo conhecimenlo do
icsullaJo de cada urna dola- a esse coiihecimenlo
agora mais que nunca mostrava-se esseucianienle
decenario para a apreciarlo das vaulagens qne esta
nossa companhia pode ullcrerer. Em laes rircums-
taucias o balando de III de Janeiro de I8VI ulo mos-
Irava o quanto deviam os accionistas, qoe enlito
erara, nem quantas acues eslavam passadas, e me-
nos -a'i-fa/.H aos fins de urna aicriplurarlo regular.
Iiavia, he verdade, em avulso uina costaneiracein
os mimes dos accionistas e o numero de suas acrOes,
mal este caderuo nlo concordava ruin os livros prin-
cipaes, e nlo era possivel fazer conferencia eiacla
por elle. Com a mesma imuerfcirao ronlinaoo a
escripluraclo datu por dimite, e o inimi-i de 8 de
fovereiro de I85i sahio com os mesuios defeilos.
Com o andar das operaees abrirara-se aontaa ao
cusleio de II. Maria II e au cosalo do I). Pedro II;
mas ua e outra tambem sem individuarn de via-
gens, a lem de nella se carregatem despe/.as, que de-
' ii nu ler sido leva las a contado cosIj.
Abriram-se contal por carvlo aopprl lo no dille-
rentes portos das eacallaa; mas nao houve o cuidado
de descarregarem despezas, que devenam ler sido
luvldas a conta do cu*to.
Abriram-se rutilas por carvlo supprido nos dilTa-
reules porlos das eacallas; mas nlo hmiva o rui lado
le descarregar estas eonlaa com o crvalo supprido,
levando a sua imporlancia a cuula do cusleio da vi-
i- ai para o qu 11 era f-ilo eso supprimenlo.
Com estes e nutro.- dcfeitos semelliaues u.10 era
possivel que as cunts dos cuslenis, e as de rirvlo,
estivessem exactas e cunpl-las, e que os livros po-
dessem dar o balaoco dos haveres da companhia ca-
rao eia mistar.
Disse-ieuo parecer do couaeliiu fiscal junto ao re-
latnrio de -II de agosto do auno passado que o vapor
D. Mara II bata as qoalro pnmeiras viagens tei-
lo de reu lmenlo |h!i: Ua-un rs.; mas ama seme-
Ihanta propositlo nasceu da dalos foruecidos por
una ecriplurarlo que ulo represenlava o verdadei-
ro estado da companhia, a pomo de comprehender
nessas mesmas qualro viagens alguas rendruentos
perl;nceutcs a quinta.
Foi por laes motivos que a actual direrr j 1 da
companhia desojan lo aprescnlar o seu estajo debai-
xo do verdadeiro potito de vista ero que couvin
olhar para esla empreza, mandou orgauisar -, cou-
las desde o principio da gerencia face de docu-
mentos e laut-amentoa que nlo pn lem ser contesta-
dos e que ella faz saldar as coulas aherlas, qua pre-
cisavam ser apuradas snbslituindo-as pelas uuva-
mente formalisadas para vos poder apreseutar o ver-
dadeiro estado da cumpinhia
lle un possivel que alguma deslas cuntas nlo es-
leja ainda no grao de exaclidao em que devera en-
trar : porin estamos convencidos deque nao serii
possivel fazer mais do que se fez, carias e papis,
que foram revistos, era factivel escapar uina ou u-
ta cousa,; todava qualqucr falta que possa ler ha-
vidu, pouco portera alVeclar e verdadeiro saldo, que
estas conlas demouslraro.
Passando agora ao inquirito liscal de gerencia
desde o san come<;o, sentimos ser obriga-los a dizer-
vo.
Oue desejavamos que a folha da tripola^ai dos
nossos vapores livesse sido mais reduzda, ja no nu-
mero da gente, ja nos venctinenlos que Ihe fjrarn
ma rcados.
Desejaramos que se tivesse feilo escolha deoulro
pessoal, que nao deivasse allender muilas vezos aoa
inleresses da companhia, com u ftil pretexto da
que os nossos vapores nunca deverlo perder a dig-
nidade de paquetes.
Desejaramos que livcsse liivi.1i inaior Cisca-
lisaclo sobre o precio e consumo dos manlimeu-
le parecer se vos aprsenla, e pelo qual pederis
ver que o prejuizo real que a companhia soffrera
al aquella poca fora de oilenla e rinco conloa s-
lenla e oilo mli e Irezentos quarenla e unve reis.
Porlo 8 de selembro de IS36.
Tilomas de Aquino e Snuza.
Antonio Pinto deCsrvaluu.
Manuel (iualberlo Soares.
iniiiislrar.nl inlerna dos oulrns Estados, principal-, l.emhrados estarlo os nossos leilores das cor- ;
mente no locante a administrarlo de juslica. respondenrias que o Sr. conselheirn Jos liento da i
a Querer manler a paz, reprovando os meins de Canda e Figneirclo publicoo em sua defeza por I
obslar as tramas revolucionarias, he o mesmo que raasa do negocio do contrabando de Africanos, e que
eslabelecer analta para gerar soblevaroes: e, se al- foram transcriptas neste jornal. Essas corresponden-1
guina inquietarlo publica houvesse em aples ou cias chegaram a Londres, e na gazeta Datti/ \etc* de
Sicilia, seria cerlainente devida a lal modo de pro- t de nulubro, l-se o arligo abaixo inscripto, que,
ceder. I'iovocana al o mais subido grao as lenden- corrigindo algumas expreisesque mnlivaram aquel-
rias revolacionarias, assim nos Estados n'el-rei, co-' las correspondencias, conlm um juizo favoravel a
mu em toda a Italia, lio iiiopporlnua protecrlo da- respeilo de S. Exc.
da aos principaras perturbadores da ordem. Londres, >.) de oulubro.
o El-rei, meu senhor, lem, em todos os lempos. Recebemos dous commanicados do ex-presidenle
feilo usi da sua soberana clemencia a favor de gran- da provincia de Pernarabueo, acerca da discusslo
de numero de seus crimiuosos, 011 desvairados suh- que leve lugar na ultima sesslo do p n lamento sobre
ditos, coinmutando-lhes penas, e revogando senten- o estado das relaroes enlre a Inglaterra e o Brasil,
r is de degrado ; e seu benvolo roraeto sent o : era consequencia de urna una dirigida ao gabinete
mais subido desgoslo, qnandu observa que muitos do Rio de Janeiro por Mr. Jeriiiugliara, o qual, fe-
desles homens sao incorrigiveis. E, se al aqui o lizmenle, ja nlo he representante da rainha naquel-
nnsso angosta amo poda mostrar a sua clemencia, i le paiz. De muiln boa vonlade damos publicidade a
V so buje obrigadu, muilo conlra sua vonlade, mas' osles commonicados.
a hem da seguranza publica, a nlo fazer nso deesa | No primeiro, o ex-presidenle qneixa-se de o ha-
prerogativa, em visla da exaltarlo que na Italia vermos desrriplo como um funecionario do pouca
causou as imprudentes suggesles dos goveruos, que firmeza de carcter, e de termos diln que fura d-
os inimigos da ordem, teem em conla de seus pro- milliJn do seu cargo. Julgando pela euerga do estv-
lectores. (lo da sua correspondencia, inferimos que S. Exc. he
o Se a mais perfeila Iranquillidade reina presen- uina pessoa de vigor e energia mui ronsideravel ; e
lmente us Estados d'el-re, aonde a revolurao lem se elle, eraquanto governou Pernarabueo, erapregou
sempre achado, pela alleirlo do povo ao seu sobera- em sua politira acerca do trafico de escravns lodo o
no e lirmeza do goveruu, o mais poderoso obslacu- ardor e actividad* que desenvolve no papel, ( e nlo
lo aos (ramas para desorden-, lambem he crlo que j duvidamos um so instante de que o lenba feilo i cer-
os inal-conlenles nunca deixsrain de procurar meios lamente nao houve uenhnraa falla de lirmeza.
de levar pr.r diaute suas au tazes roachinaroes, dan- Mas, S. Exc. talvez nao tenha comprehendidii bem
do paslo as l'erozes esperanzas dos que conctbem a sentido da linguagem de que usamos, a qual exci-
projeclos de envolver a palria em desorden c cous- lou sai susceplibilidade. Desejamos que desappare-
O MRQUEZ DE PARAN'.
O a.'arquer. de Paran, ruja morle annoiiciamus,
represci.'lou 110 lfrail um papel mui importante do-
rante es 11 s ullimns ->"i anuos, c o sen nome liguiou
llOllrllamc.l.', em lodaa as lulas, que a muiiarchia
lua-ileira al.*!.**** vii ti.riu'arnenle mi seu de-I preciso haver
fuim-niu tir, 1-- .. ,.-... -..- .. r.j --- -------.--, ,<.*<> iicici inouiinai y
ava o Rnado 1. au-e ''" sfu poder, no pleno menle a lei eleitorat. L'ma lei que paasou 1
io das fuicres 1.'' presidente do conselho, e de 18-Vi. stmslitue a' eleir;5o por esrrotinio de lisia
e por provincia a eleirio individual e pur dislriclo,
?.?*v" '*" a,l'm cerlo numero de incompali-
Ul-dadtg enlre as funcres publicas e o mandilo dt
leinilado.
bule. marquez de Paran", nbedccendn' a esla necessidade
Uo momenlo err. q,le "c <^'"> V"* *'le o sepul- 1 da sua situarlo, ulgou dever modincar profonda-
ero, eslava o Rnado 1. ''"seu poder, no pleno ] "' le' '''oral. L'ma lei que pasou na sesslo
esercicii
a influencia da plilica .;"* '* energieamente rc-
presenlou, deve sobrevive'r- "'* Sobre esle dupli-
cado asp-cln, na deixa .1 ier Inlereaunle dar a
ronher.rr muilo resoniidamcule P^S'ado deste ho-
inein de estado e a aliaran que k*reou.
Honorio Il--i in.-i.v Carneiro L*So, depois viaconde
e marque/ de f-r in>, rra rui I8JS i."'.i-en magis
Irado, quandn as aeas cnieidadatos da pmvweia da
Minas o elegeram para o cargo de depii. l0- 1 '"I* s'^o que a nova Ira lossc applicada por aqoel-
<.oalro eleirn-s sucre-sivrs ren -varain o mndalo, le mesmo que a propoz, e lano mais qoailto a re-
# Carncirn Lea. nao abanionoii a u.i can j*" I forma foi moilo combatida, a o personagrus mais
amara ieraporaria, aculo para lomar eeeem0, ,m | eminenlaa, aqucllci que parscein destinados main
181:.'. dos huiros do sena.1.1, onde o chmala 'na cedo no mais Urde a rccolber a soceesalo minisle-
americano. Iluraiilc a ministerio de I8V2, o habite
prllnese diplmala que represenlava a Fraui;a no
H10 de Janeiro licou lio impressionado com um dis-
curso de Carneiro Lelo sobre a politira geral, que se
leu ao Irahalho de o Iraduzir todo, e de o mandar
ao ministro dos negocios estrangeiros de Franca com
a observarlo de que um lal discurso nlo era "indig-
no de ler si lo pronunciado por S. Exc.
Diremos h" principio que a poltica seguida pelo
marquez de Paran linha creado celtas dillicuhlades
de situarlo para o Brasil. EHeclivamente eis em que
ocrasiln e para que lim se rnnsliluio o ministerio a
que elle presidia. as eleires qoe se lizeram no
lim de 1852, o partido conservador linha obtido a
quasi lolaiidade dos votos. Era om triumpho para n
gabinete, onde ligurava nicamente o elemento con-
servador, mas este Iriuinpho foi de curia dorarlo.
A cmara ellecliva. cedendo a prelenrnes pessoes,
dividui-se. Sustentos fracamente o ministerio, que
eiicoulrava no senado uina oppnsirlo '.emival. Por
lim es ministros eanraram-si e deram a sua de-
missao.
O Imperador, usando da prerogaliva que Ihe com-
pele, chaniou a' presidencia 11 marquez de Paran',
o reuni em volla delle algumas notabilidades da op-
poirlo liberal.
Esla reonilo de pessoas nppnslas Inru iram-se fa-
cis nelas liroes do lempo e pelo apasiguameuto das
paixes pnlilicas, a nlo foi um acto de pouca habt-
lidade ler po.lo a frente de nina obra do concilla-
ran um homem de estado, estimado de tolos pela
energa da cu cararler. Mas para que esle gabinete
correspon lessc ao lim paia que fiira formado, era
lamhcm conciliario as cousas, e o
mero de consumidores. Desejaramos que a con-
la do boteqiiira tivesse sido apurada em cada via-
gem. e se livesse comparado o seu pro Indo com o
ruslo do seu forneciin*nlo para se poder averiguar
se a companhia loerava ou perdia, em ler aquello
eslabelecimento por sua conla.
Desejaramos que as agencias fassem retribuidas
em prnporcio dos lucros que grongeauem para a
ciimpauhia, e nlo pelo sytlaaal tieuma quota certa,
para se prevenir alguma suspeila de falla de zelo.
Desejaramos que as despezas do servico peasnal e
material dos escriplorios corressem por conla da
commisslo anda que tnai avallada, que se cunfe-
risse aos agentes, e a propria direccao.
Desejaramos em lim qne a direcclo actual nlo ti-
vesse vindo dizer no anuo passado, a assembla, que
bavia Inoro- as qnatro viagens do vapor D. Ma-
rio 11 quando ellas nn lodo haviam dado ucn re-
sultado negativo. Chegariamus al a fazer por mo-
tivos laes una censura severa a" direcrln, se outros
serviros pur ella feilos e especialmente o de coinpro-
metlcr a sna responsabilirtade individual em una
-omina to avultada para acudir ao r.osleio da com-
panhia, nos nao devesse impor silencio, e ale exigir
de alguma sarta o uosso reconheciinenlo.
Me para lamentar qoe a inexperiencia em neg
eios desta ordem livesse consentido que a direcclo
residase lora do lugar onde sao geridns os priuipaes
negocios da coinpauliia sem poder ver rom os seus
nlhr e observar por si mesma maiii cousa qu* lem
sido ohrigada a ver pelos olhos de outrem, e a saber
por meio de inform.ires discordantes, e al contra-
dictorias.
He para lastimar oulro sim que alem das dillieul-
dades inlierentes a toda a empreza levantada de
novo, accre-eessem as da demora e alrazo na cohr.in-
ga de algomas prestar/es, como ja se vos disse : na
falla completa de pagamento de oulras, e na exis-
tencia d'aUumas qne nunca chegaram a ler lomado-
res, o que ludo deu causa aos graudes sacrificios em
ci vai agoia ser posta em pralica, porque os
Esla I
poderes da legislatura estilo acabado-, c s elcilores,
lem de nomear nina uuva cmara. A morle do mar-1
quet de Paran' 1 rea pois om 1
repreienlacao ,1 s seu liis alertares, ea esculla ,''
Imperador D. Pedro II.
I) d-pnla lo de Minas n.lo linha ainda atlrahido a
atleng.io paUica no me/ de nl.ril de ls:l, quanlu o
imperador D. Pedro I nbdirnii em livor de sen fi
Iho, enl.io de idads de i anrns. lle a da lar de-la
pafa, 110 111-i.i das 1 .-a,p --i,, i,-- la regencia, qnan-
do o poder exerulivu era < oulealadn, cufraquerido
e sem prestigio, quandu a omnipolencia eslava de
que se virem empeuliados os direclores para acudir
ao easleio regular das viagens emprehendidas e aos; ,n,rio de novo, clern-nl
oslosde conslrun.ao dos barcos. i-anda
O svslema diverso adoptado nos naval eslalntos manto
de um lerceiro vapor, romo qual se possa estbale- (imvern
mplieasflo, a bom I <*r eoai regnlaridade a carreira mensal, e a lem-
liraura de conceulrar a arrao da gerencia cin urna
su pessoa, slo medidas, que prometiera ptimos re-
sollados, e que farlo mudar inleirameole a lacea
nossa empreza, ora llodesaniniada.
Com quanto nlo tenhanms um dique, andeos
nossos vapores pusssiii de quando em qoando revis-
tar o fundo ; com quanto nlo leniaino. ar.a suli-
venra. do governo, como 1,-1,1 oulras ompre/as des-
la por iodos ,,. Braiiliras, lodo, 'i ordem na Inglaterra e no Krasil : ainda asiim
1 inccionarios das linanrai <; a drpularln inleira confiamos qoe a eilicacia do novo eatatnto e a ani-
de M 'na i'im,,r nn lelo. I vidailc do novo geranle dao d'ura avante mrlho-
F.ste hornero, em qnem as paiiAea polticas erara res proveilos a uossa companhia.
lio vivas, nao linha um su inimigo particular. Al A commisslo lambem foi informada de que al-
propo-la i-'ara assistir em corpo ao seu enlerro foi I goem por excessa de zelu pelas cou-as da coinpi tihia
Lemos no Times de 7 do passado :
Paria J de oulubro.
ti Nada ha de novo, segundo eremos, relativamen-
te i quesllo uapolitana. Ainda nao foi recebida a
parle que se esperava da sabida do birlo Brenier de
aples ; e al se entra em duvida se elle ja par-
lio, ou se anda se conserva no seu posto, esperando
alguma mu laura feliz 110 animo de S. M.
L-se no Moniteur :
11 O bario Brenier, ministro plenipotenciario do
imperador na corle das Duas Sicilias, deu conheci-
menlo ao guveroo napolitano, no dia "I do correule,
das inslrucres que Ihe determinavam a inlerrupc.!o
das relaroes com a mesma governo, parlindo de a-
ples com toda a legaclo.
Publicamos em seguida os documentos qne tna-
tuaraeute se expedirn! poroccasilo do incidente que
deu em resuludo al rompimenlo. Habilitarlo ellos
para que se possa apreciar a juslica e prudoncia com
que se liouve o governo do imperador.11
N. I.
O conde iralcwski ao barSo Brenier.
Pars I de raaio de ISjti.
Senhor bario.J.i Hve a honra de vos manifes-
tar os bem fundados motivos da inquie(arlo quo se
m unl>-lou no congresso de Pars.
Sinlo ler de voltar agora a tal issuroplo, para
bem fuar o sentido e alcance deslc inci lente, lan-
o quanlo nelle he inleressado o reino das Duas Si-
cilias.
Como tereis observado, lodos1 os plenipotencia-
rios que se acham em Paris se moslraram igualmen-
te repassadns dos aflictos respoitisos dos seos gn-
vernos para com a independencia dos outros esta-
dos; e neultiim dalles desoja provocar uina nter
venci, ou manifestar-Jo de lal nalureza, que olleu-
da esses senlimenlos.
a O governo das Duas Sicilias nlo lio possivel que
se illoda sobre as nossas vordadeiras iiilunccs ; e nos
lisongea a e.peranr; le que, assim como mis, os re-
presentantes das grandes potencias da Europa, ce-
lebrada a paz, se nlo bao de mostrar indifferenles aa
esta lo dos negocios nos pontos em que essa paz pos-
sa vir a eomprometler-se em poca mais ou menos
remota, l-'ji, t 1 Rmente, para levar a quesllo a es-
le terreno, que o congresso mu naturalmente pro-
curou cunheccr as causas quo inanlinliam a Dalia
n'um estado, cuja gravidade nlo poda subtrahir-se
a sua observarlo.
< A 111 molo,11 1 da ordem na pennsula italiana,
he una das priucipaes cnndicOes da eslabilidade da
paz. II poruui do dever e interess das potencias
nlo poupar qualquer esforc (endent a evitar que
se renov a agitarlo nesia.pjrte da Eoropa.A tal
respeilo pensaram unnimemente os plenipotencia-
rios. Como se alcanrira, porm este resultado !
Nlo se pode fechar os olhcsao que os tactos nosmos-
Iram evidentemenle. Cmprenlo quar dizer ario do
rigor, a que s prudeuleraenle deve recorrer-se,
quando a necessidade imperio.anumle o demandar.
Ue oulro modj, em vez de se reslabelecer a ordem
e rouliaiica, ie creara novos perigus, dando 1 pro-
paganda revolucionaria mais elementos de bom xi-
to..Veste sentido, segundo nos parece, he qoe o go-
verno de aples tem errado na escolha dos meios
para conservar a Iranquillidade nos seus estados___
Parece-nos. pois. urgente o allaslar-se ello da erra-
da senda por onde val raininhando. Julgamos su-
perfino indicar-lhe 01 meios que julgamos mais a pon-
to para alcanrar o lim a que elle iu.luhilavelmenle
mira.Om a canees-ae de ama amuyslia, pruden-
temente concebida e hem applicada, e cora a refor-
ma na administrarlo da ju-tira, achara meios de
proveras necessnlades que nos limitaran- a apon-
lar-lhe.
u Eitamos plenamente ronvencidos de que o pre
aenle estado poltico em aples e Sicilia poe em
grave risco o socego da llalla ; e este perigo, amea-
r ni lo a paz da Europa, ha de necessariaiueule cha-
mar a alienlo do governo do Imperador. De lo-
dos os modos he do nosso dever despertar sobre lal
poni a altera; 10 da Europa, e o zelo do Estado, que
lem mais directo inleresse em evitar deploraveis
acoaleeiiDentns.Niis que j 1 salislizemos a esle de-
ver, lomau lo a iniciativa no congresso, preenchere-
mns lambem o de appellar para u animo conserva-
dor do governo das Duas Sicilias, para que ollerec,a
uina prova das suas boas inlenres, dan lo-nos co-
nhecimenlo dos meios que jul^a Ihe convra adop-
tar.
Bem notareis qu- os molivos que mis impellem
a dar o paaso, de cuja execorlo sois eocarreajado, e
que daris de accordo com o ministro do S. M. l.,
sao fundados em juslica que prende no inleresse col-
lectivo dos estados da Eoropa, e temos f em que
ser tomada em aples urna resolurlo grave, ins-
pirada por laes motivos. Se ulo forem lulos em
conla os nn1 conselhos, grande risio baver de
que se allerem as boas disposiroes que o governo do
Imperador na lera aaisiifu de manifestar para com
a curte das Duas .Sicilias ; e cousequeiitemenle de
que se provoque urna frieza muilo para sentir.
una copia deste nfUcio, ao ministro de negocios es-
trangeiros de S. M. siciliana. Sou ele. Wa-
lewski, 11
N. -.
OcommeuJador CaralTa ao marquez Antonini, em
Paris.
aples em :)0 de junho de t8>.
'.' "* mrquez.Ja lereis conbecimenlo, pelo meo
ollicio de 7 do rorrenle, il substancia da participa-
rlo que rae fe/, o envia lo de Franca, que an mes no
lempo me deixou, depois de o ler, urna copia do of-
licio que o seu governo Ihe dirigi a tal respeilo.
Tambem veris pela copia do documento fran-
cez, que julgoei conveniente remetter-vos, que o go-
verno imperial loma sobre si o encargo de applicar
aos dominios de el-rei o sentido e alcance das cau-
sas, de que, diz, elle propon dera conhecimenlo as
conferencias que houve para a celebradlo da paz, e
as quaes lodos os plenipotenciarios se mostrarain
igualmente dominados dos senliinenlus de respeilo
que animara os seus goveruos, pela independencia
dos oulrus Estados.
O conde Walewaki, ao passo que declara nlo
poder haver duvida quanlo s verd-deiras intenres
da Franca para comnosce, jtilgou convenienle a hem
da conservarlo da paz, mostrar a necessidade de e-
vilar que se rennvem as agilares na Italia, o que na
opinilo delle nlo pode obter-se, sem qoe se adoptem
os meios tendentes i boa alminislracao interna, que
pareram adequadns para evilar os perigos a que po-
de exporom svslema de rigor, nhslaudo assim i for-
te triumpho a' propa-
revolucionana, por meio do desconlenl.i-
teruaees.
o 11 governo de el-rei, que mu cautelosamente
evila ingerir-se nos negocios dos oulros Estados, re-
pula-se nico juiz das uecessidades dos seus Esta-
dos, leudo nisio em visla mauter a paz, que nao se-
r alterada, se os malvolos, privados de lodo o au-
xilio, se virem inanietados pelas leis, e pela forra
do governo. E he esle o nico meio de allaslaro pe-
rigo de novas coiivulses, e de Miaran lal que po-
nham em risco a paz da Italia, e o que o benvolo
eoracla de el-rei nosso amo julga adequado e oppor-
luiio para manifestar a sua real clemencia.
Sois autoriaado, Sr. marquez. para ler esle n-
tido ao conde Walewski, dando-lhe delle uina co-
pia, como resposla a' sua nota, a que alinde. Ca-
rada. >
N. :t.
O colimen I idnr Caralfa ao barao Brenier, em
aples,
" S. M. el-rei, augusto soberano do abaixo assiq-
nado. ministro de negocios estrangeiros, lem sabido,
por noticias de Paris e Vienna, qne mui desagrada-
vel inipresslo cansos no governo imperial, e em S.
M. o Imperador dos Francczes, a resposla do gover-
no das Duas Sicilias as comraunicares feilas em
Mapolea da parle dos governos francez c inglez, por
ir W. Temple, e bario Brenier, enviado extraordi-
nario e ministro plenipotenciario do Imperador Na-
polelo, resposla que loi remellida ao marquez An-
tonini, com inslrucres para a cjminunicar ao con-
de Walewski, do mesmo modo que o principe Carini
a devia cummunicar a lord Clarendon. Pode ser qoe
no olliciu de MU de junhu uliimo se nao compreheu-
da a idea dse iraputarem ao governo francez pen-
samentos nlo conformes com os penhores de segu-
ranza que elle por lanas vezes lem dado a' Euro-
pa ; e, se o governo imperial poriesse imaginar que
o dito ollicio envolva lal censura, grande fura o
desgoslo que por isso sentira. O governo de Frail-
a, assim como o de aples, e de outros Estados,
nao1 deseja revnluciies ; e sobre este ponto existe a
mais perfeila harmona, posto que alguma dileran-
ra de opinilo possa haver no locante ao modo de as
evitar.
11 O governo de el-rei lera vislo as conselhos pe-
la l-'ranra, a diluios pela -ua sollicilnde era pni da
Irauquillida le da Europa, que pode ser compromet-
ida pelos disturbios na Italia, urna prova do bom
animo que o Imperador Napoleo deseja sem a me-
nor duvida manifestar a el-rei de aples ; mas pe-
lo que di/, tespeilu .1 all'eciencia dos meios. que pa-
ra isso ciimpre adoptar, e sua ellicacia no sentido da
ra impre-sau de que o seu successor na presiden-
cia f.'a escolhido comoum funecionario de urna fir-
meza de carcter mais que ordinaria ; e da escolha
do Sr. Macedo na prsenle conjunctura, tiramos a
inferencia mui favoravel relativamente a determi-
nara em que est o goveruo imperial de eflicaz-
inente reprimir qualquer tentativa ledenle a fazer
reviver o trafico da escravalura, e punir qualquer
11 ir -ion -no subalterno a quem se possa allribuir
roniph 1 ia.li- em lal tentativa. Nlo livemos a me-
nor iniimr.Vi de oflender ao Sr. Jos Beulo da Cu-
nta c Figueiredo, que, segundo parece, resignou vo-
luntariamente a presidencia do que julgavaraos ler
sido demiltido.
No segando commtinicadn, digno ex-presidenle
defeude-se exlensainenle das impulares rriininalo-
rias do conde de Clarendon. Na necasiio em que lord
Clarendon responda a ceusura do ronde Malmes-
bury, pensamos e dissemos que o ministro doi ne-
gocios estrangeiros linha Iransposlo os limites sla
exaclidao na noticia que deu do negocio de Seri-
nhlem ; e o ex-presidenle lem toda a razio de ap-
pellar para a imprensa iugleza alim de habilita-loa
corrigir os engaos de om minislro inglez.
Lord Clarendon, fazeudo ua cmara dos lords re-
preseulnres qoe lio seriamente impugnavam a hon-
ra e reputarlo de om alio funecionario do Impera-
dor do Brasil, basera-se por consequencia as in-
forraaroes qoe Ihe foram Iraiisuiillidas pelo cousul
inglez em Pernarabueo.
Sobre a exaclidao deslas informarnos o ex-presi-
denle oppe, para nlo dizer lulo, graves duvidas, e
exprobra an nosso cnsul dallio procediraenloque he
smenle devido ao servico consolar inglez, que lord
Clarendon deveria investigar. A aecusacao he a de
iiilimidade cora um funecionario subalterno da pro-
vincia de Pernambuco, que tura demiltido do seu
cargo por suspeila de cnmplicidade rom os trafican-
tes de Serinhlem. e que se acha agora respoudendo
a um processo criminal, por nrdem do goveruo im-
perial.
Nao podemos decidir al que poni semelliaule ac-
ensaro he bem ou mal fndala; mas nn caso do
processo ser bem succedido, mais uecessario sera que
lord Clarendon averige a quesllo al o lim.
A importancia dos nossos cnsules, que remetiera
para aqui inforiuaces de urna evarlidao ineontee-
lavel e capazes de sollrer 11 mais rigoroso alante, be
em toda a parle grande ; c em ueulium outro paiz
se appliea ato com lauta forra como no Brasil, oude
os cnsules nglezes, eumpre confessar, se acham col-
locados em uina posirao muilo excepcional e odiosa.
Iranquillidade do Estado, ninguera pode negar que r'-,n oulro qaalquer paiz as suas funcr-ajes sao mer-
esse arbitrio perlenee a el-rei, que he o juiz mais 111- i meule comuiurciaes, e se casualmente transpe a es-
dependente e illaalrado, quanlo a forma de governo1 phera das allrihoiriies consulares ordinarias, he s-
qna mais ronvem ao seo reino. Nlo pode haver nis- | meule para fazer relatnos a respeilo das condiroes
lo diversidade de opinilo, e al porque as potencias geraes do paiz vizinho, ou para proteger as victimas
bao proclamado esses principias. d'' oppresslo e l>rannia. Mas, no Brasil, os nossos
0 He de.necessario lembrar qoe foi no reino de consoles t imam sobre si mu ampios a polticos de-
Napoles astada primeiro se reslabeleou o socego al- vere~, c msto sin apoiados pelo l-'o-eign-ojfice. Ahi-
lerado pelos ullimns aconlecimenlos, sem auxilio es- |lla mais, frequenteinenle inlervein nos negocios in-
Iraugeiro, e su pela acelo do gnvernn ile cl-rei. temos da provincia cm que residemr e geralmenle
O conselho de amigos he sempre gralamenle ',"'" navios nglezes de guerra que cruzara ao longo
oovido : estes, porm. como laes devem allender a
que, o que he bom para 11 u reino, nlo o he liara
oulroPode bem conliar-se na prndencia de S. M.
porque, melhor do que ninguera, conhece as oppor-
luiitdades c circiimstancias ; e o governo imperial
jamis deixou de reronheccr lio indispensavel liber-
dade de acr,!o.
O governo das Duas Sicilias mire o mais since-
ro desejo de que se apague ale o mais leve vestigio
da desagradavel iinp.es-lo que possa ler causado no
animo do governo imperial a resposla comraunicada
pelo marquez Antonini.
He seu vehementsimo desejo nlo sti manler a
mais eordeal e sincera inlelligeneia com o guverno
de S. M. o Impor 1 lor, como apenar cada vez mais
os lacos da .1:111/ ule que exista felizmente enlre os
dons soberanos, a nica que pode manler o uecessa-
rio equilibrio para a ronservar,lo da ordem e Iran-
quillidade de dous Esiados, que sempre conserva-
rara as mais ainigaveis relaroes pelo que diz respei-
lo a eises dous objeclos. O abaixo assignado tem a
honra de ser etc.
.Vapules lli de agosto de ISiti.CaralTa. >
N. i.
O cunde Waleu-ki ao li arlo Brenier cm aples.
Pars em lll de oulubro de 18,'ili.
Sr. bario O governo do Imperador vio com
pesar que o governo das Duas Sicilias nao se moslra
inclualo a modificar o seu aspecto, era a corres-
ponder aos desejos que havemos expressado.
Nlo repilirei as cousideraries que levaram o
governo de S. M. .1 dar o passo indicado no mea uf-
ficia de ->t de maio ultimo.Julgo poder dizer que
nao llavera' um sti gabinete ua Europa, que ulu le-
uda recouhecido a sinecridade e prcvislo dos con-
selhos dados a' curie de aples. Ninguera llavera'
que n.io reeonheea que as prsenles circumslauciis
ulo somos impellidos por alfeclo algum hostil, mas
lio someute pela idea elevada da manulenclo da nr-
dem e dos inleresses geraes, cuja expresslo nlo po-
de de molo algum 1 fien ler o governo a quem he di-
rigida.
O governo do Imperador sent, Sr. bario, que
as siiis intenees fossem mal iulerpretadas, e que a
resposla do gabinete de Capoles seja concebida na
forma e na substancia, por mudo que me abstenho
de qualilicar, m is que nlo eita' de raaneira alguma
em h ir n ma com as intenees que diclaram o pas-
so que havemos dado.
it I.'- uuva. 101 i-ii.i, com a esperaur.i de que o
lempo, que tem decorrido desde a nossa coramuni-
cacao, huuvese modificado as impresses do gover-
uo dis Duas Sicilias, e que a refiexo leudo produ-
cido mais justas apreciaees, de per si mostrara
qolo opporti'no era 11 momenlo de eotrar na senda
que us seus proprios inleresses bem como os do seu
povo Ihe apoulavam sem carecer para isso de nossos
conselhos.
da costa para ap o ir e relorrar a sua iulervenr,3o.
Dirigem notas, como se fossem funecinnarios diplo-
mticos, aos presidentes de provincia; arguera, dis-
cnleui, representara, edvcrlrm n insislem com esses
funecionarios, inuicam-lbes aquellos que merecen!
ser acrediladus e que inspirara couliaura; geral-
mente ligam-se com opailido|e irapreusa da op
posirlo as provincias em que se acham ; e ao passo
que justificara seraellianle allianri sb u l'uu lamen-
lo de sua utilidade, lornain-se frequenlemente ins-
Iruinenlos dos polticos locaes desliluidos de escr-
pulos. N'uma palavra, em cada provincia do Bra-
sil o cnsul iuglez loma ordinariamente ares de um
ministro brituonico, Altela orna importancia que
he olTensiva ao governo provincial, allende pouco a
sna esphera de deveres, colloca-sc em violenta col-
lisio cora o presidente, e esmerilba e remelle para
aqu lodos os escndalos do lugar. Nlo he exagera-
to ; basla uina leuura superficial da corresponden-
cia acerca do trafico de escravos para ministrar a-
hundanles c ridiculos exemplos da gohemoucherie
dos cnsules inglezes no Brasil; e o modo porque
slo geralmenle considerados pelos Brasileiros pule
ser deducido do lora do rr. Cunha e Figueiredo, lo-
das as vezes qoe se refere ao consol, a quera attri-
hue o eugmo dt lord Clarendon a respcilu do seu
prc-cedimenlo.
Estamos bem convencidos de que a repartidlo dos
negocios estrangeiros nlo prescreve lao desagraslavel
larefa aos cnsules inglezes no Brasil ; mas por isso
mesmo de\c-se erapregar o inaior cuidado na esco-
llo dos individuos que se lem de nomear. Em lo-
do o caso devem ser homens de urna prudencia ex-
perimentada e de uina discric,|o reconhecida, ho-
mens de tino que pissara distinguir a verdade do er-
ro, e que sejam escrupulosos, de torta que su obrem
quando grandes inleresses assim oexijam.evilemloda
a exageradlo as ufurmacoes que enviarem a secre-
taria dos negocios estrangeiros, assim como a oslen-
lacn deauloridade nos lugares onde residein ; ho-
mens laes que na pureza.de suas vidas se rellictam
a dignidadee o respeilo da sua uarlo.
Pedimos lord Clarendon arrelile qoe nao he islo
o que presentemente se da era todas as provincias
do Brasil; e estamos persuadidos que um dos pri-
meiros pasaos exigidos para melhorar as nossas rela-
roes com aquelle paie, be a revislo do pessoal nelle
eucarregado do nosso sarviro consular.
COItltESPONDF.NCIAS DO DIARIO DE PER-
NAMBLCOr
PARS
li de novembro.
I ni grande fado dorainon todo n mez passado a
poltica europea;julgou-se observar por certos syrap-
tomas que allianra angln-franceza parecia oslar cum-
proraellida : a Inglalerra que delta as suas esqua-
.. .. I dras 110 mar Negro, approximava-se da Austria que
.. Mal ogrou-se a nossa Capectal.ya.-He re.loideixa as suas tropas nos principados Molduvalacbos;
ueororamendalor CaralTa vos d.ng.u, em dala a Franra se approxim.va da Kussia, e 01 jornaes
a 26 de agosto, outro ollicio concebido m termos hrilanicos al fallaran! de um tratado secrel.rio.
ri-.l do illuslre defnnlo, maiiifeslaram riuvi las 0-
I brn a opporlunidade e elliracida le desta reforma.
Cornoquer que seja, a marta do marque/ de Pa-
na' foi lastim 1
inecionarios
n francs, obrando em sentido opuoslo
aos principios respailados por lo ios os Estados, leve
por acertado suggerr a idea de reforma era nossa
administraran interna, a qual diz elle, he desueres-
sario apuntar. N.io deixou cointudo de indicar a na-
lureza das reformas, que o goveruo da el-rei deve
adoptar, como asmis adequadas para a eon&arva-
$ao da paz.
1 fia dillicil comprehender o modo romo o go-
verno nnio'i 1.1. qoe di/ estar hem informada da i
luar.io do-j Esiados d'el-re, possa nslifiear a load-
missivel ingerencia que pretende ler nos nossos ne-
gocios, rom a urgente naeessidade de lef-umas, ru-
a11 falta, eiilende elle, he um grande perigo para a
Italia no presente oslado de aples e Sicilia.
o Neiihuiu goveruo lem Jn.-.lo de iulervir na ad-
1
d
mu conciliadores, mas que em substancia nao era
mais satisfactorio do que o antecedente. Emquanto
aeder nina situarlo a que teios o mais vivo dese-
jo de por termo, o governo do imperador de con-
cert com o do S. M. B. julgou prudente nlo con-
servar no mesmo p as suas relaroes com o governo
das Duas Sicilias.
Pelo que, Sr. bario, tereis a bondad, apenas
receberdes esle oflirio, de adoplar os neressarios
meios para sabir de aples com lodos os empresa-
dos da vossa legarlo. Idnticas inslrucres foram
mandadas a'legarlo brilanica. Eulregarejs osar-
chivos da nossa legara) ao cnsul de S.M. Toda-
va, para prover aos meios de dar ellcaz pmteec.io 1 o lymbolo da aotoridade, apoiando-sa sobre reli-
aos subditos Trancezoi residentes no reino das Dual 'i-1- A verdade sobre esle esunipto deve sabir do
Sicilias, estar prompta urna esquadra em'l'oulon, rest ihelecimento dos lacios um pouco esquecidu, :
aonde em pouco lempo se receben. as ordens que vamos fazer islo em algamas palavras.
se julgarcm prrrisas,-e pii ventura se tornar na- Bm 1816 Fernando IV, que fora deposlo pelos
cessario eonfiar-lbe. para bem dos inleresses de nos-1 eierriloe da repoblira Irancea, tomona subir ao
-1- coucidadaos. o cuidado de suppnr a falla cau- i thronn suh o nome de Fernando I: Deixou em II JK
ada pela ausencia da proleceio uflieial. O com-1 ao lilho Francisco I nm Ihrono que liaba abal
mandante desta esquadra tem ordem e instrnc(oes I em Is-ji om lerrivcl Iranilon
Em lodos os lugares se flzem as seguinles pergun-
las : sera' uina vaidade a paz dn Iralado de marro ".'
Sera' i3lo possivel '.' Tara' lugar a gnerja italiana '.'
lera lugar a expedirlo de aples'.'
E primeiro que tu lo, este grande, negocio de a-
ples se vai esclareeendo. lle mais anligo do que se
|iusa geralmenle, c o apreciarlo dos aclos e da po-
ltica do governo de Fernando II lem dado lugar lo-
dos esles das as dlscnsaCes mais vivas c mlis ap-
pailonada ; para uns he um carrasco coroado, o
IMassiM do povo ; para oulrus he um nobre e ge-
neroso soberano, ultimo representante do direilo di-
vino, e que su he enrgicamente alarado por que he
I de eslar pr-p irado para lal evento, mandando que
I urna das embarraron, que lera as igas ordens, \i-
I site os portos da aples e Sicilia, abrilo o res-
I pectivo comiiiaiidante rominanieatlo rom osnoa-
jioie iu-ulcs. Tendo em villa semelbanla lira, re-
salven S. II. B. mandar fondear urna esquadra no
porto de Malla.
,1 I eris a bou dale, >r. bario, ,| le esle ollicio
ao cumulen dador Caralla.deiv andn-lho cpia delle.
Son,ele11 il'fil..,,
Diaria do Goreritoit Lisboa.
i[oe dalia alialado
e Rubra o qual es-
le oltimn si. permanecen cinco anuos no meio do..
terrores e agonas que Ihe spressaram a morle ;o
ea oreessor Fernando II mbslitaio-o em Is;.
I 'ni iii I > II desde asna aiceocio, para rompre
hender a prnlndeza das chagai eansadas pelo reg
man preredeule, e parecen querer, .mu I a lui-
gnageni que enlao diriga, applicar e a rura las
' Nosso pnvo.di-s elle no seu m ira 1 de asrenr,i,
aguarda de nos algum allivio aus encargos que nos
', liepro lii/unos esle arligo pnr ler sabido com
lalguos erros uolaveis em oulro numero.
roreram as perlurbarei prendas... Estamos promp-
los a fazer quilquer especie de sacrificios para cun-
teguir semelliaule resultado. 11
a Mas esla lingoagem da sua parle nao pissava de
halulidade,persuadido ou olo.dos elTeilos irrecusaveis
da marcha progressiva do lempo ; restringi nogu-
larmenle as reformas prometlidas ; a como diz
Chateaubriand | um homem que nlo pode ser sus-
peilo a respeilo dos Bouiboos ) tomn 00 parece tu-
rnar como consprameles o que nlo patiava de enfer-
midsde de lodos, o produelo do aecule, a lula da ao-
tiga sociednde contra a nova, o combate da decrepi-
tude das velhai inslltuictles com a euerga das ge-
rarues novas ; lomou ou pareceu lomar as inaa mais
falsas sobre o verdadeiro estado das cousas, 1 desde
enllo para o seu governo o elidi de urna cnse per-
manente e geral ulo foi mais do que a agi.ar.lo de
alguns conspiradores.
Assim, a despeilo das promessas do manifest, a
reforma financeira se Iradozio em urna diminuirlo
dos venciraenlos dos empregados, em om mui dinii-
nuto abalimento da tasa das cavalgaduras. As re-
formas na admiuisireco da ju-lira deiiaram o jury
supprimido, deiiaram ao soberano o direilo de mo-
dificar as penas para sggrava-las assim como para
dimiuuilas, e o beneficio de urna formula, que per-
milli retar preso aquelle contra o qual ulo se tizc-
rem eccusafties sunicienles de cplpabilidade.
Sem e-le rgimen, e desde I8i7 sobretodo, o re-
nado de Femando II nlo tem sido mais do que urna
lula armada, alternando com o rgimen da S.Se em
presenta da terrj-eutac,lo cresecnte, pareceu appro-
ximar-se das tendencias liberaei de Po IX ; mas a
alegra que n povo leslemunhou causou-lhe lal des-
couteiitaraeuto que promulgou imroedialamenteal-
guus decretos de graude leveridadae de lerrivel exe-
cucao ; alguns diai depois Na pules se insurgi ao
passo qua em Palermo us Sicilianos pediam urna re-
forma.
O movimento de aples se applacou por um mo-
mento, mas as peitees da Sicilia prodnziram a ra-
volla, e 18(K a i> de Janeiro, os habilaolea de Pa-
lermo pediram que se pozesse em vigor a conslilui-
cao coucedida em Ihlii por Fernando I sob a influ-
encia da Inglaterra, e supprimida em 1815.
S depois de um horrivel bombardeameuto loi
que leruando fez Urdas cuiicessea, mas o povo
que antes da eiluslo de saogoe as lena aceitado, re-
geilou-ai. A-6 de Janeiro de 18i8 aplas se re-
voltea de novo aoi griloi de viva a comliluiejio !
Fernando pareceu ceder, mas desde odia seguin-
le da promulgaran desla constituirlo que institua
duas cmaras, cuniagrava a inviolabilidade do re,
a responsabilidade -los ministros, regolava a liber-
dade da imprensa, e institua a guarda nacional, um
discredlo completo ligouse a esla consliluislo ; o
parlamento foi convocada e aberlo do meio das per-
turbarusa mais doloroias, ao passo que a Sicilia pela
sua parle, conlinuou a sua obstinada resistencia a
despeilo de todas as proposites reaes e quiz a in-
dependencia absoluta sob o governo de um principe
italiano.
Me- 111 bombardeada por varias vezes nlo foi ma-
is do que ruinas, e a i I lia inleira apezar de todo o
rancor (ralada como paiz conquistado, subineilida.a
laxas, abusos e violencias sem numero, e privada
urces.n amento de todas as conceisoei do panado ;
em lim, a 9 de Janeiro de 18*9 Napolei, aples
depois de longas auciadadei passoa sengrentos das
durante os quaes o parlamento foi dissolvidoacous-
lluico do annu precedente calcada aos pi.
Hoje o governo pretende que a constituirlo ape-
nas est suspensa, que como F'ernando II nlo pode
ser rei constitucional, tornouie rei administrativo,
o qne se esforea a desviar o povo de qualquer preoc-
copatlu putilica, e fazc-lo gozar da inaior somuia
de bem esar possivel.
A despinto de todos os elogios que se pode fazer a
este1 pretendida despotismo lutelligenle, as pertur-
l--r :euuvara,-.i3i lodos os p ralos do reinu
apezar do_ eslado de sitio, e se a quesllo de inler-
venco nao eslivesse eslahelecda, a queslo inte-
rior anda permanecera inleira. O gabinete anda
lem como presidente Fernando Treya, irmlo de
Carlos Troja, que foi chefe do ministerio de ires de
abril, como minislro dos negocios edrangeiros Luiz
CaralTa do Traetlo, anligo secretario da legaran era
Paris, como minislro das finangas o cavalleiro Mu-
renn. Kaphael Carascosa he minilro secretario de
estado e o cavalleiro Ludorico Bianchini,direclor dos
negocios interiores, Ceovani Cassisi be minislio dos
negocios da Sicilia, o coronel Puenna e o general
Braceo director da guerra e da marulia, e Luiz Pia-
11 di minislro da grata e da juslica.
O armamenlos sao mui activos; as reserval de
guerra foram chamadas, o que eleva os regimentoa
de infantana que com o 13 balalhes de caradores
formara em lempo de paz i"i.iiimi homens, a pello
de Ti 1,11 11 homeus, sem contar os catadores.
I m crdito especial foi aberlo ao geueral I il.m-
gieri, chefe ua arlilharia,que esta monlando de novu
lodas as boceas de fugo e execulando um Irem de
ponios. Nlo se desenvolve menos aclividade ua
inarinha. El-rei ordeuou que todos os navios de
guerra fossem armados, e para este fin se Irabalha
com tanto zelo, que em breve duas naos, cinco fra-
gatas, duas crvelas, cinco bergaolios; dez fragatas
e dez aviaos a vapor poderlo sabir dos portos.
Km aples mesmo o castello de S. Eline esla ago-
ra armado com T.'i petas de grosso calibre, e a guar-
nidlo conla Ires mil lioineus enlre os quaes se acha
um destac,imenlo suisso. A for^a militar da cidade
he calculada em b.UtHJ homeus,punco mais ou menos,
que eslo sempre em Imoviraenlo para intimidar a
upulacio. Abriram-se listas de arrolamenlos para
os quaes ui Laaron! de diversos biirros eslo or-
ganisados em balalhes somenle sobre o papel.
Depois da Inglaterra, depois da Franra, a propria
Russia deu conselboi de prudencia e de moderarn.
O czar escreven a el-rei Fernando urna caria aulho-
grapha, pedindo-lhe que esculaise as vozes das po-
tencias occitlenlaes, e por oulro lado M. de Kisselell,
seu einbaixadur em Roma,fez ebegar aos degros de
seu iiiiiimi. observares anlogas. O comporlamen-
loda Russia, o acto pessoal do imperador Alexandre
sobre orna quesllo europea, que oceupa de urna ma-
neira lao euergica a opinilo publica, lie evidente-
mente mu nolavel, lem allenuado singularmente,
se rain tem annullado de urna maneira absoluta, o
sentido da circular de (jorlscbakoll. Se os grandes
estados soberauos bao procurado esclarecer o gover-
no napolitano sobre os perigos a que u seu llieor de
proceder pude expor toda a Italia, e cumo repercus-
slo o continente, he natural que urna grande poten-
cia couservadura, como a Russia, se associe por
seus conselhos a designios lio manifeslamenle ins-
pirados por una alia prudencia, e por um desejo
sincero de manler a paz universal.
Desgraradamcnleesta inlcrvenrlodo czar nao lem
exercido influencia alguma sobre'a situarlo do pro-
blema, pois que o goveruo francez, depois de soas
langas Pe-1 taror-, lomou sobre si um partido ; de-
clarou admenle em ama ola inserida no seu or-
glo-oflicial que inlerromperia lodas as relaroes di-
plomticas, explicando a maneira porque eocarava a
qnesllo. Esle documento refere que nie conlm
mais do que urna simples interpretarlo de relatts
diplomticas, embora nao seja um acto de interven
cao, e ainda menos um acto de hostilidade ; he de-
clarado nesle documento que alguns navios de guer-
ra deverlo proteger a segurara;a dos nacionaes fran-
co-inglezes, e que esla simples medida de prolec-
1,o eventual nlo deve ser considerada como um a-
poio, ou urna animara otlerecida a aquellos, qne
prucuravam abalar o Ihrono de Fernando II. Esla
ola nlo foi publicada isoladamenle, mas com os
docomentos diplomticos Irocados enlre os goveruos
de I r -ur 1 e os da Sicilia, alim de que, arcunlecj 11
que acconlecer, o mundo seja joiz. Foi desde de
nidio do 18.Vi, que o conde Walewski deu ao bario
Brenier. seu embaixador em aples, insIrocrOes
em que Ihe referia as preoecupares do congresso
de Pars relativamente ao reino das Duas Sicilias,
expuuha-lhe que a coinpresslo linha rigoies a que
nlo he opporluuo recorrer -cn.io quando slo iinpe-
riosamcnie ordenados por uecessidades urgentes; que
o goveruo de aples se engauava na escolha dos
meios destinados a manler a Iranquillidade nos seus
estados, que parecia orgenle que parasse no cami-
nho errado, cm que eulroii, e que aehava, quer
n'uma amnista prudentemente concebida, e leal-
inenle applicada, quer na reforma da administrarlo
da juslira, as disposites apropriadas as uecessida-
des. Arrescentava emlira que em presenra de se-
melhanle situarlo, que era nm perigo para a situa-
rlo da Italia, e"para a paz da Europa, e depois de
ler dispertado a lolicilnde das potencias reunidas un
rnngreo, appellava para e espirito de rooservarlu
de Fernn lo II.
A ehanceluria napolitana braduu contra a viu-
lar.lo do principio de nlo inlervenr-io, e islo em om
lom .ill: v 1 c acerbo, que revelava, quaudu ineiio-,
tima grande inditlerenra para com de-mleressadus
eouselbos. Em ulliino lugar, a 10 de outubrn, o
Conde de Walewski, protestando de novo a lealdade
do seu goveruo, aiinonciou 110 embaiador liaran,/
que em pie-enra da resisleucia ubstinada, que- se Ihe
oppe, e cessando lodas as relare diplomaliras, de
va v dl.ii para Franra.
A Inglaterra levo n mesmo roinpnrlaraenio que a
Franca. A'vista deste roinpimenio de relares di-
plomticas, diztin que el-rei Feriando raedila um
manifest explicativo do seo coinpoitameuto, e das


OHBH PtlUBKO QUUTA Flhl 3
M i.- .1:u._...-.. e Me manifesta a iulen
car as lecac,es napul.lanas de l.nndies
;Ao de revo-
de Paris.
cid,
Era urna palavra M esquadras iDgle-frioctili aluda se
que u iBizaceuMdo rttp.-n.lesse arcosa- dcns ; desle......a capilal :itkl pracas da suarda i.a-
cao deslruinde jurdicamente a< parles de qae ella | conal.
sean moverarn. Devtaaoa suspender qualquer ap- le a lecaMClo?
eompaiilia, que a memblea jolgaiia improteden- | Termioo aqu. driaMu de nolieiar-ll
Ja disten).< que a Austria anula manten) a ua b lea iotiohiui.
II OC-
Iri-les que
orcopacau no principa os danubianos c por conse-
queun.i a -w.i influeii i. ron-erva um monopolio
commercial.
lie este um laclo ioleirameule incoocel.ivel com
o espirito a*.un como com a lellra do tratado de Pa-
rs, e capaz de chamar proiiniamenle a aliene."... das
potencias aisignalarias do acto de 30 de niarcu. Com
elleito, ot etladot-occidenlaes ea Itu-sia nao verm
rom bons olhos a prolongarlo da residencia dos
Austraco as duas provincias, e para qiem conhe-
ce ao mesmo lempo a polilica paciente do galiiriete
de Vicua, e os de-ismos ambiciosos, que remoiilam
lio alto, quinto a casa de Hapsbours, equivale a
um (Slabclecimenlo definitivo. A pnmeira conven
rilo enlre a Anslna e a Porta dizia e>presamenle
que a oeeoptcAn cestaria com h gatrra ; a seuuuda
couvenco aulunsn a respectiva .luracao indefinida,
pealo que o lexto dcla convenci rale soja conde-
cido, nem por isto ritita de ser positivo que elisia :
he islo o que taz a Torca da Auslria.
l'ara reconhecer a coxplaeencia da l'orla, o gabi-
nete de \ mo,i se recusou a dar a soa adhe-io i
reuman dos principados : a Inglaterra, que compre-
liendeu que asta reunan serla vanlajoia .1 Itussia.
inuduo de rumo, e se passou com armas e bigagens
para as lucirs dos anlireunistas : ao principio t-
oha arraslado a Franca, queinudou a sua pnmeira
re-olucao, e conserva al esle momento urna aliilude
espertante. Assim, esla quesillo vai lornar-se om
Erando emharai.n para a diplomacia, pois qoe lie
mui complexa e sa refere em todos os pontos a in-
Icrewet igualmente tasreptiveis. He duvidoso que
a Kassia eontiota tro deiiar a Auslria senbnra pa-
cifica por simples sobsliluirio da marsem esquerdt
do baixo Danubio.
Campre recordar antes qoe ludo, que o tratado
de Paria chama as provincias Moldo-Valacbasa for-
mular ns seus volos sobre lodos os ponlos da reor-
u loisacflo interior. Divans ad-hoc devem ser con-
vocados por meio de urna rleir.an : pode-se admillir
que esla cleicau seja possivel sob a pressso de um
exercilo etlraogeiro? Ser islo justo f Sera' leal qoe
eerlos partidos sejam apoiados e favorecidns, e que
niitrns sejam redundo* ao silencio ? NSo he nem a
Auslria, nem a Porta, nem a Kussia, nem a Fran-
ca, nem a Inglaterra que devem ler ingerencia nos
deveres Moldo-Valarns ; he a propria Moldo-Vala-
chia, e ella so. Etlabrlccendo as bases de urna reor-
cmiiicI.o deslas provincias, as potencias assisoala-
riaa do tratado de l'aris prelenderam fater aluuma
cos.i grave e duradouru, he essencial que se ngo
possa contestar, nem a espoutaneidade nem a since-
ridade.
Correspondencias recentes referem que a 1"ranea
linha abandonado pela sua parle a causa de reuniao
dos principados, era nilo prolongar indefinidamenle
dilliculdades, cuja suluco fie la.i dcejavcl para lo-
dos. Como quer que seja, esla queslao toma dece-
didameiile lugar enlre as que allrahcn> a altenca da
Europa, e deve necesariamente, ser o objeclo de
envs difficaldades, pois que a Porta ja exige por
meio de om protesto as grandes potencias a retirada
das tropas ..usjnaras, assim como exige a retirada dos
navios 11.cle/.es das agaas do mar Nrcro e das boceas
do Danubio. Quanlo ao sen comporiamefilo para
rom os principados, eis qoal lem sido : haixou um
firman relativo a orcaiioaco da representac,.o na-
cional das duas provincias, mas nao se encnnlra nes-
le docamentn nina su palavra sobre a minian como
se fosse ama parte perdida.
A commis-ao de Cooslatiliuopla val om pnuco va-
aarosa, -cibera lenha muito que lazer e queiram
subinetter-lbe o regulamenln da navegar, do Da-
nubio. Al esle momento tmenle se l'eni agitado
na commisso qoestAes de precedencia. A coromis-
ao de limites termiuon os seus Irahalhns, excepto
s que se referem a llelurad, che provavel que a
Kussia ceder sobre esla quista.
<;. M.
blca.
Porem m roaglalradoi jolgando-sa oflemlidos, 1
nAo tolerando que o ion municipal rea-pondeue .1
astembla, dirigirn a S. Exr. a represenlac.ua que
Vmc. ja vio, e S. Exc. logo bailn a parlarla de
adiatnenlo, na qual tacbava os actos de aetemble. de
illcgaea, arbitrarios e olTeusivos a' cooslituirao do
E-ta lo.
Eis em rcali la le. mru charo, a biliaria dos acon-
ienmenlos que tanto tem pieoceupadu a allencao
publica.
Na* eiuillo reflexao algnma, caila qual julaue co-
mo entender, e por si mesmo decida de que parle
e-la a razan, se da parle do Exin. presidente 011 da
as.einblca. e quern fui que rompen a harmona que
felizmente havia.
Ainda mais una prava da inoderaeilo c boa vnn-
lade da assembla.
Na apuraran Sera I ibis volos para depulados pro-
viuciacs a cmara desla cida.le, jniilon uns vol,
que no eollegie de Camela' foram tomados em se-
parado, aos oulros que foram jllgadc-1 validos Co-
mo sabe, este piocedimciiln da cmara vai de en-
contr as que dispocm os avaos do minislerio do
fe

mmm
PAGI?* AVULSA
IE3B_J IB1L\.3
Poique bio de principiar os abusos ja a iepe-
lo das |irisocs dos esrravoi noite'' Dizeui-nos que
algnmai palmillas nem esperan) que sem as II ho-
ra-, e logo dio principio as coirerias ; ora, eis aln
nina medida que se for mal cumplida, nao nj cau-
sa grande damno .1 bolsa, seuAo lambem lurna-se
por dernais vexaloria.
lemos visto dous meninos, que pouco eacede-
r.lo ue seis an-ios, fumaren! em curto Capaos de lem-
po mais charutos do que fumaran! veterano- fumis-
tas ; nAo he esageracflu nosa, por quanlo es-as
duas criolitas tanto fumam bem cuino bebim ine-
Ihor !
Na ra da lia una nina alcooliea ; nos nos
explicamos : e-a niollier cria nina menina de oiln
Iropa da guarnico e coi leja eliaie de S.
lacio do ijoverno, a' cujo acto concorreu
mero ile pe-sons.
Em a noite desle mesuio dia todas
no lliealro de Sania Isabel, onde os vivas
S. Exc. em presenta do relralo de S. M. fi
nenie correspondidos. (Iseuundo baialbA
It 1'Z'lnlRO DE IIH
SI. opa--lella de Catiro Tarares, mino palriofio do dtalo-
rande nu-' ramio, e em um iliscurso ncamenle elaborado, llie
te/, ver lo I. a importancia do grao, que acabata de
hs msicas I receber e as obriga(0n a elle iabarenlet. Esta pe-
s mas da culade. Ilonvc < ipeeUcnlo ja importante do illoilra lente f.u u applaodida, e
dados por tal he o -eu mrito, qoe nos abalen! de fatt a
rain viva- menor rellev.io.
Ii miar-; Terminada a leilura, deu-se por lindo o acto na
rom um.
de rogo-'
lo anniveraario do mnnarcha bratileiro
nolavel illnmlnaeln, juntando a este aiuna
sijo um copo d'aiiua, em que lomou nal le gran Je I Mi qoe de magealom
numero de peaaoat dlslinclat.
Em Coiisequeucia de rnuilas pes-oas sel
ila nacional, que se acba nquartelladn.feslejuu o da forma dos estatutos vsenle
Devcmus tjunlar que durante o preenchimeulo
le todas as solemnidades, rcinava no saldo um nao
que lazia realzar a pompa e
a grandeza do arlo ; be que as feslas da inlelligen-
acliarein ca e dn saber o espirito t eunrandendo o sen po-
impcdidas 11.. eleirao, e por isso n.10 pnderem rom- der c exaltada a dignidade que llie innnria
Pirrear ao corlejo us horu do costun.e ; S. Exc o Terminado pois o acto do oouturamei'lu levanla-
br. presdeme inandoo declarar no Diario do pri-1 ram-se lodos, c o llr. Nascimenlo Porlella leve eti-
meiro, que receberia ns senhores eleilores impel-I lAo de dar um amplexo fraternal nos
dos por esta circunstancia no dia 2 as 7 horas da | legas, recebendo de todos elle a ext
noite. Com tll'eilo, na hora aprasada, os eleilore-' "- -*------------------
dos doos circuios da capital se dirigirn) a palacio,
S. Exc. cornprimeutou a todos, e depois, em eoni-
iuipeno, um de > de levereiro e oulru de H de maio mMes' nla* falla-lhe por moleslia o alimenlo nutri-
tivo, e eulio lem avesado, dizeru, a criane.i a chu-
par torcidas ensopadas em agurdenle, islo para a
.salvo o erro,; porque nao i cmara, e sin a assem-
blea compele jolgar da Validada e moralidade das
eleicoe, dos depulados ; aquella compele seguir as
actas dos collegios taes quaes esli redimidas.
I'uis bem. A assembla tomando rnnhecimenlo
de*le acto da cmara municipal, e quereudo evitar
que para o futuro elle servisse de precedente, o con-
snlerou como iofraceAn da lci do IS de asesto de
1850, e assim communicou a S. Exc. para que im-
pozesse a' cmara a pena, cm qoe livesse incur-
rido.
S. Exe. mandn nole-'e bem, nle que a cma-
ra respondes-e. mas que infurmasse a' tal reapeils ;
e dada a informarlo da cmara, a qual nAo fii sa-
lisfacloria, e nem o podia ser, porque he evidente
que ella exorbilara de suas atlribuiroes, Exc. poz
urna peilra sobre isso, ecalou-se.
Enlretanto a assembla nada disse, e continunu
em boas relames de harmona com S. Exc. al o
momento de receber a portara de adiamenlo.
Esla ja tai um pouco longa, e por i-so voo ja ter-
minar ; mas nAo o farei em dizer-lhe que o resul-
tado das eleires de loda a provincia toi como Ihc
mande! diter, islo be, o lado drelio veneen comple-
tamente nos circuios de Gamela' e Sanlarem, e o
esquerdo na niaior parle das fresue/.ias do circulo da
capilal.
Por toda parle foram feilas em paz, menos na
villa de Homarat, onde houveran pauladas e cabe-
cas qnebrauas, assim como urna csbamlalhada, nAo
havendo por isso eleicao, pelo que para la' rrar-
charam ha poucos dias KM) praras do balalhAo de
policia.
.Na Viga tambem um mesario Coi eravemenle fe-
rido, liculo a igreja manchada de saogue.
NAo pos-o resistir ao prazer de aqu Irauscrever,
al com a mesma orlographia, um atleslado passa-
do por um lente de inelez. E1-I0 :
11 Certifico, que o Sr. Fulano dos anzs osla loo
coinmis.i nesle l.yoojo Ingles (ingle! com s e sem
asseulo ao menos c que lem sido assiduo, e apro-
veitado.Por ser verda.le, ele.
Que Ihe parece ? em que leria sido aproveitado o
lal enhor esludante ? e que.n o aproveitaria'.'
Ah se o J0A0 Dio^o pilhasse esla peea, rerla-
rnente se regalara de aubmetle-la ao escalpello da
sna rigorosa analjse, quando nada para exercicio
dos seus alumnos.
Dos permuta que esta Ihe cbeRue os maos, e se
honre de achar um caulinlio no seu Diario.
Atiene.
crianza embriasar-se, dormir e nAo chorar, e os co-
bres conrnrreroin. NAo nos resporisabilisamcs pela
veracidade da hisloria. mas a perversidade he cria-
dora ..
Etilo com muita pompa as novenas de Nossa
Sendera do Amparo em Olmda. promellendo ser
esle auno a fesla ni01 le bullanle.
Continua baver um presepe na praia de S. Fran-
cisco Oliuda que he rouilo concorrido, porque ha!*!m
0111 drama representado com dan-as, las ele. Juan- ] "'"* ecretanos, os srs. Manoel Joaquim do Rege
do se canta oeu tambem don o rneu vinteinu sabe da Alhnquerque e Manoel Coelho Cintra ; e escruta-
dores, os Srs. francisco de Barros Crrela e Anln.
paoliia do lenle coronel coinmandaiile do angn
1I0 balalhao da suarda nacional, que se acba aquar-
telado, com outras inuilas pe'soas; sediricio aoquar-
lel onde era dado o d po d'agua. De manera que
no da -2 finte duas solemnidades, um pela inanha.i
e nutro unute.
llnulem reoniram-aa os eleilores dos dous circu-
ios da capilal, o primeiro na matriz de Sanio Anto-
nio, e o segundo'ra do Sacramento da boa Vista.
Em Santo Antonio a mesa eomiie-se do sesuin-
leaaenhoret: pretldenle, Kodolpbo jao Barata de
Almeida; secretario, Antonio tiomes l.eale Joa-
quina Lucio Monteiro da Franca ; cscruladores, Do-
mingos AHnnso Nerx l'erreira o Venancio llenri-
ques de Kezende.
A mesa do cnllegio da Boa-Vista foi composla a--
- presidente, o Sr. Antonio Carueirn Machado
IETERIGH,
CDRKESPONDENCIAS 1)0 DIARIO DE
PEKNAMBCCO.
PARA'.
Belem 18 de novemhro.
Haslanle sorpreza me causn o nao encontrar na
columnas do seu universal e bem conceiluado Dia-
r" a nimba caria de IS do mez pas-ado. NSo ha
duvida, levon descaminho, pois que ha dous anuos
que icnlio a honra de ser sen correspondente, (poslo
que o mais ordinario e inspido de lodos os que esle
litlo lem, e nunca deixou Vine, de, com a sua pro-
verbial hondade. dar om ranlinho as columnas do
gigante do norte.
Oeio, qoe sinlo muilo esle revs, nAo ni porque
perdi o felio da rumba obra, como porque mais que
nonca se faz preciso que eles meus pobres e cache-
lieos humillos veja 111 a luz do dia ; pois que leem
nina iiio-ici sagrada e honrosa, a de reslabelecer a
verdade adalterada por alsucm que daqui escreve
para essa.
B lano he islo exacto, que elle mesmo confessa
na sua ultima missiva, que perleuce um dos lidos
polilicu, quefdividem esta iiileressante provincia, ao
esqeerdo ;pelo que claro esl, que nao Ihe re-
ferir elle os tactos rom aquella imparcialidada que
so deve esperar, mrmenlo aquelles que disserem
respeito i polilica ; e entSo de mister se torna, que
om eorreclivo appareca em honra c desforro da san-
ia verdade.
I ma grave queslao hoje omina a menlc dos P.i-
rnen-e-, a qoe versa sobre as occorrenrias que lera
luto lagar entre o presidente da provincia e a assem-
bla legislativa provincial.
Esta queslao tem para assim dizer dividido a pro-
vincia em duas opinres, orna i favor do presiden-
te, e onlra a favor da assemhla.
posla de homens perlenrenles ao lado poltico deno-
minadodireito,evidente he que o lado que se
mostra contrario ella e favoravel ao presidente, be
" chamadoesquerdo. E sendo o meu collega des-
te ultimo lado, ninsuem deixar de reconhecer. que
elle Iraltr de deprimir a assembla aceitando a sea
talante ot fados.
Tambem elle provavelmenle dir que eu incorro
no mesmo ceceado que elle, mostrando que a as-
sembla he qoem lem raiAo, porque ptrtenro ao
lado direilo. Mas ea Ihe responder! que na soo
poltico como elle, c que se hoje me inclino ao lado
direilo, he porque sendo Paraense, c vendo a sem
rato e a maneira porque foi injustamente tratada
a representaran de minha provincia pelo actual pr-
ndenle, nao posso de-.xar de sentir o meo corarAo
ennfranger-se, sobreludo quando vejo, qus fora da-
qm se quer ajear a assembla passar por anarchica
e vinsativa, quando 110 contrario be o bom senso e
a moderarlo ns caracteres que a distinguen!, e rlia-
mar-tereos de policiaaos depulados, como fez o
CEAR.V.
Fortaleza ti de nnvembro.
lie a eleiriu o faci principal ubre que esli fi-
xtdos lodos os olhos na provincia. l)cciipar-mo-hei
porlanto'com ella.
Da '!i freguezias que emita a provincia, venceu n
partido caranguejo em 7 e I por metade ; os chi-
mengoa em 3, Arneiros, Maria l'ereir.i e Imperatriz
a partilharam em Inhamunt; os dissidentes ou eqni-
librislas em >, Quixcramubim e Caninde ; os col-
ligados, caranguejos unido aos clnmangos. em urna
Aracaly ; deixou de haver cleicAo em >, Sobral e
Santa-Auna, e duplicla em Sania (Juileria.
Do que lica exposlo deprcliendc-se claramente de
quo poderosos elementos de for;a dispe o pariide
caranguejo.
Compro lodavia registrar dous fados que atiestan)
a vtlalidade do partido chimaogo, e os odios e rau-
coresque infelizmente dividen) o Ccart, e lizeram
apparecer aceas lAo dcploraveis.
Ouando Indo levava a crer que o partido chinian-
go se acbava recolbido aos bastidores, aguardando
do lempo a elevadlo ao poder das suas ideas e dos
homens que as rcpreienlam, defez elle Indos os
clculos, lomando a parte mai< activa lias eleices
de todas as freguezias da provincia, sem excepcAo
d'nma. Niiignem o leva a mal ; eslava no seu di-
reilo mais pleno.
O mesmo juizu favoravel porem nao pele ;..cr-se
a respeilcda violencia cora que e-sc partido apresen-
lou-se na lula eleiloral de que fallamos.
No Csscavel achando-se os chiniangos em mino-
ria, roubaram a urna, o qoe deu lusar a que se pro-
cedente a argonda eleirjo.
Em Maranguape Icrveu a pancadari, pedradas e
lijoladas, sendo o rompimenlo da liarlo dos chiman-
gos, que afinal se accommodaram, leudo os supplen-
les, e sabiudo elnloies \ caranguejos que a elles se
li.it 1 o ni anido.
NoAracal), caranguejos e rhimangos eeiligadea
pozeraiu-se em hu.slilidadc com os carangnejos pu-
ros, que lilihaili a sua frente a familia Caminhas, a
qoem derrotaran!, depois d'uuia di-pula insana, des-
pezaa fabulosas, e chumando a seo lado o delegado
e commaudante da lorc,a publica, all destacada, o
lenle coronel Pecegueiro, que, (ha boato qoe nao
garanto) corre, que recebera 2.UUI? rs., paro o lnn
de prender o aterrar os caranguejos, fater calar
ba> ondas contra a mesa a abriga-la era coarcAo a
continuar a eleicAu e receber as cdulas que" Ihe
eram apresenladas.
Na Imperatriz, Santa Anna e Sobral deram-se an-
da cenas mais violentas.
\'a primeira destas freguezias prdendia o partido
caranguejo Inzer sua eleicio a parle, evitando loda
juuci.do com es chimangos de quera entenda que
uascerla a drsordem.
l\'ete intuito oceupava a igreja, qne oderecia i
disposijao dosseu contrario, para o mesmo lim, os
quacs, ii.io estando por bao, os acccmmdleram a ti-
jollo, ccele, punbal e bacamarle. Iravando-se urna
lula mrdouba em que houveram varios lerimenlos,
escapando de ser aaaaaciaada o Dr. juiz de direilo,
que era do lado dos caranguejos, e havendo al por
ultimo orna morle ; porque achando-se ja em casa o
roda uiua enanca de 15 a lli anuos e com um soiti-
mento deloa-corre os couvioedos e vai :irro-
maudo ama em rada um.e dislribuindo cravos, ro-
sas, anglicas, iiiangerieues ele. e recehende em
troco os -2, 3, i, e mais mil ris. Ora, sendo 0-
linda urna Ierra pauprrima e extnrquindo-se com
taes agrados o diuheiro dosoulros, ou nao se ha-
de ver que(lio urna calamiadeoa se hade com-
prar Ias e cravos a dez mil ris I'alvez queiram
imitar os leiles das festividades do Bomliir. na Ba-
biaquem sabe
nio Joaquini de Moraes e Silva. Nesle collegin nao
buuve a menor duvida, que desse motivo a dis-
cusses.
Antes de se proceder a eleirio do preidenle nu
primeiro collegio, suscilnu-se a duvida, ae era per
rniltido volar fiara presidente em algara dos indivi-
duos ja eleilos para a mesa. A aflirmativa foi sus-
tentada pelos Srs. Francisco Baplisla de Almeida e
Venancio Delinques de Kezende, sendo a negativa
defendida pelos Srs. Epaininondas de Mello. Torres
bilo de que se acli.iv.im possoidos, o
2\ de novemhro de IS."*.
se col-
> doju-
/'.
Srs. rtdactore*. Os meus trab.lhos, que sao
mullos, como Vincs. hem sabem, principalmente no
principioe lun de cada mez, ..Ao me permiltiraniain-
da responder cinvenienlemenie ao ultimo cummuiii-
cadodoSr.Dr. leiloza, publicado 1.0 LiberalPtrnam
haco de 2i do passado. Enlrelanlo, como ea demo-
ra posa ser interpretada pelo mesmo senlior, e por
aquelles que jurara era sua palavras stni as compre-
hender. de modo desfavoravel causa da verdade
que ansenlo. peco-Ibes queiram eslampar a presente
em en bem conceiloado Diario, para qoe o publico
hque Meme de que brevemente apparecerei, asse-
verando desde ja aus que comigo pensara, que o er-
ro e falsidade dos inimigos da liberdadt de Dos bao
de ser dainonslrado de modo qua nao dar lagar a
replica.
De Vincs. alenlo, veuerador e criado.
P. S. Nessa uceas ao publicarei tambem o meu
BOOM,
Dezembro 2 de 1856.
porque tenda ltnanter a diK.pi.na do corpo que Quaotoa dizer V. S. ,|ue eiulg. desmoralisa-
n,nando, ho fora do toda duvida, ,,, 0 acio de do se sua orden, for derrogada, be-me anda pon-
S. EXC. OI arbitrario, e. cora elle, eommelteu um dera.-lhe, que no exfreicio da can-os, conferidos
escOBSO de aulond.de, einoulro lint mais do que pela le. nao pode haver quebra de forra moral
apotar o proce-ltmenio reprehensivel de r.ertos of- quandu so reparara ertos qU olTendein a meitai
ticiaes, que nao rccuariatn ante consideradlo algu-
ma para che^ar a' seus fltu, qual o de violentar
o voto do cidado guarda nacional ; rom o som duvida alguma, me tirava a forca moral. IV.-
rece-me, portanto, que inconvenienio, ollcnsiva
mesmo, e al contraiiaa lei, foi a ordem de S.
Exc, para que eu revogasse a minha ordem do
dia. Com o que lenlto dito, emendo ler justifica-
do o meu procedimento, e defendido-me na ar-
guijao que me fez S. Exc, preiendendo que eu
havia obrado llegalmente. Entretanto, do passa-
gem, seja-me permiltido dizer ainda, que dous fac-
los se deratn depois desta ocurrencia, queconlir-
marain o juizo queliz dosse prinie.ro acto do S.
F.sc, islo lio : que S. Exc. muilo de propositme! r
qoiz dosmoralisar ; e estes fados foram : primuiro,
tur sido dotnittido o major Antonio Jos do Olivci-
ra Fragata, que relevantes servicoi preslou ao ba-
lalhao, e que nao havia docahide ainda da ronfian-
He na Itol cxecitco desta.no /.eltfdos proprios di-
renos o regalas, e no respeito aos direitos dos su-
bordinados, que consiste a verdadeira forra moral
vislo como a transgressode lei com restricr.ao e ofl
fensa des allr.buirOcs dos meemos subordina-
dos, arcarrea a desobadiencia de qur prove a des-
moralisago.
Assim pis ordeno a V. S. que faca revogar
assim que esle receber a sua ordem do dia de 34
do crreme, e qoe disto me scientiliquo alienas o
bouver cumprido : espero queV.S nao dimi-
nuindoozolo e boa intencao com que costuma
preslar-so aoscrvir;o da guarda nacional, continua-
ra a ajudar este commando superior a manter a
disciplina da mesma guarda, que tamo convein
conservar para a manutene/m da ordem e osce"0
publico.
Ueos guarde a V. SIllm. Sr. Jos Gandido
lia quem deseje saber, por conveniencias, os i B/,llde,ra e Manoel Fonieca de Medeiros. O calla.
oreos das fieles dos vaporea cosleiros para diversas I ** *plon esta tngunda opiniAo. e depois segui-
porlos. Se nao losse cjlcmporaneo pediiiamos a' .*nJ",e ", ou,ro l'abalhos; recebendo a mesa os
digna roiiip.inln.i a publicacAo delles. P'"m.a'',do!i Wlerea para dar o sen parecer sobre
Dizera que ha lerlossemelhaiiles, que leem as-
sentadn quando vAo para seu passeins ao norte, de
nao pagaren) o pedagio doPisa!
Consta-nos que o remilerio dos cholericos nos "ra"m >' diplomas dos msanos ; e deu por
*rugados, acba-ta em abandono em breve pasto de a S,M*''0".
Ao timlarem a ses-An apresenloo-se o ^r. Antonio
da Costa Kego Monleiro.dizendo que Irazia om pro-
testo sobre a nollidade da eleicao primaria desle
circulo, mas nAo loi aceilo por tr declarado o pre-
sidente que ja havia encerrado os Irabalhos, c que
s no dia seguiule podia attenr.er a semelhaiite rc-
a validade dos niesnius, c o presidente nomeoo. na
forma da lei,nina commissAo composla dosSrs.Ejia-
minondas, Medeirns c Jos (ioiues Leal para veri-
findos
mea rollegt cnrrespondeule.
Como quer qae teja, pa-.o a expnr-lhe ludo qnan- !? de ,d,relln;* oblado, des (i que eslavam na elei-
I" tem acontecido, e appello para a honradez e pro- I ^"' Pedlri"n Uct"^ a0 mes'"" J"' de duelo para
Meaja do mea collega, para que em san coneiencia I "'m'a ,8"J" "" H""1.*-'' cor"l-*l'eiros e armas
extraviados, o qual prohibi por duas vest; mas
entretido em conversar, o soldados seguirn) scin-
pre para a igreja, sendo resabidos prximos a ella
por urna descarga, a que respondern! com nutra e
cerraran), em cujo acto foram perseguidos por um
grupo de chimango<, a um dos quaes um dos soldt-
disa, te o qae vou eipdr he ou uAo o qoe realmente
lem-.e dado.
fW dla_2K de main do cor rento anuo aqui chego-J
.. fcxta. Sr. Ileaorepaire sob os mclhores auspicios
jw.ivei, nao su porqne achata a provincia na me-
Ihor .n-dem, cracas a iruparciul e benfica adminis- .
Irarao rio Exm. Sr. Re.;o Barros, como poiqoe os ,na,ou. disparando a arma mesmo na carreira, c
Parteases linham rouliaiira de que S. Exe. vinha no" e 6rvemenle fendo e banbado e
roniiiiiiar o programma de seu digno antecessor ; e
en! 10 lados quer do lado direilo, quer do esquerdo,
e qaer os indilTerenfe I polilica como que porfa
IraUvain re o rodear de ron.iderarao e respeilo.
Ne-ta- rircumstancias abrio-se "a assembla pro-
vincial ao dia IS dea goslo, com um conlenlameiilo e
enthusiasmo ale enlao nunca vistos, por isso que o
povo ae jolgava feliz por ler a soa frente urna as-
sembla patritica e amante de sna provincia, e um
presidente em quem depositava todas as suas espe-
ranzas.
.\eie mesmo dia 15, immedialamtnte depois da
la-ullarAo da assembla, a mesa desla foi em nome
della cumprimentar a S. Exc. em ten palacio, e de-
clarar-Ihe a toa adbesAn e apelo, delicadeza esta,
qae pela primeira vez era enlAo pralicada' e ditas
deu provas ajmesma assembla tomando cm consi-
derarao, hgo na sesses dos riias seguinlc, lodas as
medidas propostas por S. Exc. em seu re.linio, e
rnnver leiidu-a. em projedos ele le, os quaes eram
redigidot de accordo com S. Exe.
1's adversario da asemillo;, nao podendo lalvez
tolerar, ou olhar com bons olhos esla harmona, que
feliimenle reinava entre ns poderes execulivo e le-
-i.l.tivo ridicularisavam os depulados pela impren-
ta, e al eliegaram a dirigir-lhps bisaltos das gale-
ra. Mas os depulados se cnuservavam silenciosos,
.otlieudo tudocom reianar;io .1 pe'lido e por conse-
IhosdeS. Exc. coninuavaiii regularmeiilo em seus
Iratiallin.
gao.
Todos ricnnhecem que a provocacAo s vas de
fado proveio da parle dos ehiinangos," os qu-es, re-
tirando-ie cus adversario da villa, lirararn de pos-
te della ; occupaiamna com gente armad, deer-
lores e criminosos ; varejaram lodas as ea-as, rou-
baram, insultar.un, pozerara piquetes em toda as
estradas e deram como folla urna eleirao, metiendo
lin.lmenle o juiz de direilo era proces'sn pela morle
que bouve, e ao promolor e mais pessoas por crime
de -'dieran.
Era Sania Anna corra a lesele plcidamente
quando os -himaiigos, vendo que a perdiam, arro-
mewaram do coro da igreja um chuveiro de liiollos
c periras sobre os caranguejos que eslavam 110 corno
da igreja.
Foi o ruinera da lula : os caranguejos armajam-
'*.' rore.u '"'A.: "'""rio o clnmangos armado.
poicos, porqnanto a cerca que o defenda dizem es-
lar arrumbada era diversos lugares. Pedimos que, a
ser exacta a noticia, oem piovideucias a res-
peilo.
Eslarao us moradores da ra do Ouro e adja-
cenle votado a dormir depoi das 2 horas da
madrugada '.' E esta (Juera lem sniniiu quer dor-
mir e 11,10 esta pira ouvir a alroailorasco-
plas--de ensains presepeiros. Se pois eslao condem-
uadus a 11A0 dormir einquanlo durarem os en-
aios, eulao guardem o iraballio para a noilee loca
a doimir de da; chamen ceia o almoco.a aol a la,
iraiiqneiii as porlas e janellas ; e vao para as camas
fazendo de cunta que he uoile '. Si assim podean
ler nni,i--iioiletranquilla, porque nao ha ensaius
de presepes de dia. E obuinha".' lie nina es-
pecie de caixa de guardar loupa batida 110 fundo
por urna mao de piln: he islo o qne nos infor-
mara, e nada mais salular para lazer adormecer :
irra !
Dizem qne ha una coche ira que sempre cabio
Irocando por--enganuos sellins e arrems, que la
dao para guardtr... he mao islu por cerlo e se no
dissesiem o nome da ruja, nos, que haveramos de
prevenir, que ia nao se gnardassi senaoindi-
Ibas, e as antigs nramiiuiticas de eslnbeias de
pao !.
Na seguuda fera, na roa Velba da Boa-Vitla,
Qm corlo esraoller da 111na10li.lt do Sanlissimo Sa-
I .iiiienio. pot Ihe lerem dito ou dirigido alguma pi-
lcha, pre-ionipeu em una descompostura dt uomes
Ion oL.cf no. e asquetosu, que uao buuve quera se
pode-se ouvir, e isso em voz alia, era pleuo dia !
Oh lie ndiculaiisar muilo a nossas cousas mais
santas Como se permute que um maluco consu-
mado e insolente vista urna capa de inuandada to
respeitaval, e ande pelas mas a descompor a quem
por gaialice oa innocencia Ihe diiige alguma arara'.
Para impedir-se esses escarnalos, iguae ao que se
den seunda-feira na ra Velba, compre, ou uAo Si
coosenlir queesse rapazola lirc esmullas, ou se Ihe
recommeudar que faca ouvidos de mercador, se quer
viver.
Pedimos a uns Srs. ctludantes, que inoram em
cerlo sobrado, que deixem-se de cuspir pira dentro
dos baldes d'agua que as pelas andan) mercando :
que grare esta? Ora, por quem sSo, meus senho-
res, ninguem esludisposlu a bel>er a agua que vo-
cemecs sujam.
O esj eclaculo da sociedade thealral sleve bas-
tante concurr.In c biilhanle, perlo de nvenla re
nhoras ornaran) a suas galerias. O dramaAITron-
la por Allri.nl-,fui sollrivclmetile desenipcnhado,
precedemlo o hvmr.o naional cantado a.liante do
busto de S. M. por duas alas no mincebos de-
reiilimenle Irajadnsde prelo. O Sr. general 8ea-
ia deu vivas i S. M. a Familia Imperial e > Cons-
liluirAo ; liouve quem dsse ao Exm. presiden-
Icda provincia c aos benemritos Periiaiiibucanos, e
um socio lerminou dando vivs ao Sr. Seara.
No lim do espectculo boove quem quizesse lidi-
culansar o aclo, mas a Sr. Maredo, ufo dus socios,
publica e solemnemente repellio em termos habis
aquelle abuso de bospilalidade. I eriain algum di-
reilo (se lal direilo lia de ceosurarem on palearein
se pagassem. mas um lliealro particular he urna so-
ciedade que deve ser lAo retpeilada como qualqoer
sala particular onde se baila.
Damos aos nosos leitores a seguinle agrndavel
noticii : o celebre Xico Carteira, que se acba com-
primi seiiKiira na casa de dileucdo, abracan o olli-
co de saplero, e lem dado as maioret provas de de-
dicarlo ao Irabalho. sendo muilo assiduo e bastante
cuidadoso das suas nbrigac,e. Juanlos homens sao
mos porque nao lem quem Ibes dirija a actividade
II um boru e lome.l camiiibo. O procedimento pos-
quenineiito.
0mmnnicab0.
O douloramento do Sr. Manoel do Nhsc-
meulo Machado Poi tolla.
Bsperavamot que as pennas illuslradas, que e h.io
encarregado de narrar os aconltcimentos, e detcre-
ver os tactos, que te dio na provincia, nAo deivassein
patsar desapercibida a fesla ScienliBea que tivera lu-
gar nu dia 17 do cnenle era o salao de boma da Fa-
coldade de Direilo, por necasiao de lomar o grao de
llr. o Sr. bacharel Manoel do Nascimenlo Machado
Porlella.
He oh o imperio da ciencia e das arles qae os po-
vos se elevara e se dislinguim na escala das na-
ces.
lie a scicncia, e nAo a forra, nem o dinbeiro, o
que faz que um povo qualqoer se avantaje a oulru,
e procure illuslrar o animes de sua historia.
He a ciencia a Ihesouin ioeigetavel, o thesoiiro
mais apreriavel ; o desideralom ....... nubre do cora-
eao humano. Basta nularmos que he por ella que
nos distinguimos do bruto, e nos aproximamos da di-
vindade.
P01 lano parece-nos, que nAo be um facloinsigni-
licanle, e de que nao se deva fizar honrosa meur.au
o coiilaiem as letras mais um lilho dedicado, o ps-
suirem ?s sriencias mais am cultivador constante.
Parece-nos que quando se trata de festejar a sciencia
he preciso que baja urna maiiifeslarao enlhusiasttca,
um inrenlivo aos que sededicao a vdaafanesa du es-
tudo.
Alera disto, sendo nossa provincia victima de ac-
cusacoes infundadas, havendo al quera supponha
que seus habitantes s.i prestam para a milicia, he
preciso por isto mesmo, que fados desla urdem nao
passem sem algum reparo, alim de que com a evi-
dencia delles possdmos esmagar os nossos detracto-
res.
He pena que oolro que livesse mais hebililaees
do que nos, se nAo incumbiste de trela Uro imp'or-
tante, como esla.
Sabem us hahilanlcs desta ridade, que ha dias boa
vera um doulnramenlc na nossa Faculdade de Di-
reilo ; ma, como o dooloramenlos entre mis, pelos
novos estatutos que regem a Faculdade, se achara re-
vestidos de certas formalidades, de cedas solemnida-
des propriat da importancia do aclo em si, e nem to-
das as pessoas pederan assUtir a eslas ceremonias,
compre que digamos o que vimos, e que desneva-
mos minuciosamente esse aclo importante.
Foi o dia 2i ao mez passado as 10 boras da m-
nlila o designado para que o Sr. Nascimenlo Porlel-
li procedeise a deleza de suas Iheses.
O Sr. Nascimenlo Porlella gosava ja de om ton-
ceilo subido, de urna rcpulnco scientilica, que o
fazia haslanle couhecido.
Bacbareladn ainda o auno passado com a idarle de
2\ anuos, havia em seu tirocinio acadmico adrlue-
rido louros immarsceisivcit qae jamis deixariant es-
quece-lo. Havendo sido propo-lo a premio por iu
meslres, cada vez mais elle se esfonava para lor lar-
M digno da confianra e estima delles,
Tendo apenas recehido o gran de hachan!, foi lo-
go depois, honrado com a eleicao do depotado as-
sembh-.t provincial, c nao obstante ser a primeira vez
qoe se senlava em suas cadeiras. vimo-lo cor.slai te
_ mente defender os direitos e inltresses da provincia,
tener oeste infeliz be urna prova de que em legra a presentar projedos de importancia e aventar i
1 nn 11 j .--------- ^ .v^.o n, -.---------- ..-j^...- u nu|.iiiiniitid c aventar ir
110a oo ma ndole do individuo resulla da boa mi m generosas e philantrupicasque cerlamente honra
eilur.ic.io que recebe na infancia. Sirva esle cxemplu seu carcter,
para em lempo corriglr a minios que se achim as
mesmas circumstancias que levaram Ch.cr Caiteira a
casa de detencAu.
lemos cartas de Papacara de T, do passado.
Consta-nos que no dia 9 nAo correa o sangue na-
quelle lugar por oeeaeiao das stoioaaa, em conse-
quencta da benigna e pacilira i.ilerveneao do reve-
ronilo padre prtfeilo da Penh, que all te achava.
O digno 11115-1011,1,1,1 Unba dado principio obra
do collegio de meninas, que lem por lim augmentar
esle preslimoso cstabelecimenln ; mas s estar
prompla nos ltimos dias d Janeiro. O callalo esta
rheio de meninas, sendo grande paite orphAas do
cholera, as quaes san digaas de loda a ccmpaixao e
amparo publico, sob lo.lus os respeilos.
I'a-.geiro. do vaporo Imperaduro para os por-
tta do sul : Olympio Manoel dos Santo, e 1 escravo.
Joe Itibeiro de Alnn ida Santos, lose Jorge de Car-
vallo) e I criado, liarcia Dias Pires, Jos Pires de
Carvalho Alhuqiierqoe, Domingos Antonio Pires de
Carvalho. Dr. Miguel da*Castra Marques, sua roAi e
I criado, Carlos Jos de Mallos Vanique, padre \o-
loniod* Mello Albuqiierque, Micilde Augusto de
Azevedo peora, Manoel Fernandez Saboi.i, Pedro
JoscCaivalho, Tintino Joso de Medeiros, Antonio
Piulo da Rocha el criado. D. Rila lavares da Ca-
ma e I lilho, padre Antonio de Olivena Anlunts,
I ranero Peraira de Mendor.ca, Jos Aquino Fon-
seca, Linios Esperidiao de Mello .Mallos, Dr. Jos
no-1.0. corpo da
e acaslellados, e dirigindo-o do
ig'eja.
Consta que se deram :l a morle e muitos feri-
ment-. Nao conlinoou a eleicao, com a ehegada do
joiz de direilo da comarca, que fez com queu povo
de amhos os lados se dispersasse.
Em Sobral, a desgracas foram ainda mais cplo-
raveis.
No lercciro dia da eleicao, em causa alias reco-
mienda, o rbimango Jugo Kenlo. roiibecido por
Mila-paolaleoet, eapilincando om grupo de rento a '
tantos homens, rumpeu a pancadari no paltmar da I
um marcbavam a couas, quando em (i de se- 2SS """''1 '" r'lr'"";ueju ; lravou-c una lula I
lemlHo o bacharel Punce de l.e.lo sal ..elle i con- "<,r."Vtllem que Indo Ha pancadas. lijola.la.faca.la.,
deraciio da asamblea 1.111a repre-enlacAo docu- e ,,c:"*'" morios e fendo uns :,(>, sendo grande
mentada cuta o juiz municipal desla capilal. parle leme piiucipal, como o juiz de direilo, Com-
< que devia fazer a assembl. nesle caso! regeilar I "''n;ll,",e "l'C'io. ele.
in lironie-a represenlacao. sem della lomar eo- Sem querer orcupar-me de fado menos Kc.fi-
nhec.mciito depois ne I,da na llorado
pelo primeiro secretario? Creiu que uin
que no. E enlao fi nomcada urna rom
1ecial para sobre e'.la dar o sen parecer. Era nina
das miabas aulcnnre n,isiva ja eu Ihe liz ver cm
resumo romo linha sidu elaborado esle parecer, o
qual ja \ ror. tambem Iranscreveu inlegralmenle do
Maio, oa-un como a represenlacao des
lomar co- I Be ''" orcupar-me de fados menos iisgni-
espedleale ?""*' ,"' cnrreneiai mais snlieolcs qae
g-iera din. I "v"i"" ,"~i'r "" tW"-;' """ provincia, que olle-
raissfiu es- r"'e,1" "BP, "e grave mtdilae> aus poderes du
Bonifacio de Andrade, Francisco Jos CaidosoGai-
maraes. Anlonio l.u.z ,1... Barros, Antonio AtinirJo
de Arauj.v, Manoel Aulunes Pimeiilcl Jnior, rapi-
ao-lenenleJusc Maiia Kndiigues, Raxiunndo Car-
lea Leite. Antonia Jos de Alcov.a, IJemilhomein de
Almeida Biaga.Maano t.omes Kibeiro.AzariasCar-
los de Carvalho I,ama. Francisco Ildefonso Ribe'ru
de Menezes, Joaqnia Haplisla dus Santos
Hospital de caridade :lt) de noveinliro7 do-
eniet.
I." de deienibrc".
jil amanhaa.
HSl'AHTiqAO DA POLICA
Secrelaria da policia de Pernamhucn I de de-
zemhru de IS.'iti.
Illm. e Bim. Sr,Levo ao conhecimenl
Exc. que das dril
rae
de V
-xc que das diBerenles parlirip.-res hnnleu. e boje
aeebida abril reparlirA, consta que e deram a
egninti's oecuirenciis r
Foram presos : pela subdelegada d.
Recifc, o bortegoeies Jote Ignacio di
Mana lavares, a r
magistrados contra a as-e.nbl
ea, o a porlaria que em
S. Esc. baivou adiamlu
esiado.
Nunca, desde qne o Ceara" he Car/, anda as
pocas mais revolucinuari.,, derara-se eleiroCt l;io
disputadas, cera qoe se derramis* lano sagai.
OaaessAous causadores eascausasdas rlesgracat
iio i.iiiieni.it 1. ;
Cura a mao sobre a censriencia declaro singola-
i.ente e que .meu e o que pens.
lodos eslSo de ireordo em que a provocarJJo a' vi-
IS de fado, proveio gcralmenle da parle'dos clu-
ellica
1, alcr-
virlade dela repre-rnlac.io
a assembla prnvincial.
Eiitraiidu em dlaratiie e-te parecer, (ai apprava-
1I0 pe i assembla unnime, excepcAo do Dr. Mal
" **?* i mangos, que enlen leram sur alr o meio man
.orno a cattrlatae do parecer era, que reste eavi- I rie etercer c -rn provello oa direilo rleilorae
lo .. juiz muinripal arctraado, approvado aquelle. Irr seas contrarios, a destruir os obstculo uue a
foram ns papel remelllo, ao juiz aecusadu para mesas e ai miierill Iba opptinliain ao
ie!'nniler.
foi enl.io que S. Ene. inlerveio nesle negocio, e
quena que depois de e-lareiu as cousas ueste pe, a
aatatafeMa reruase, cintra a sua dignidade, re.'nn-
-iderando n
na
reguezia do
Silva, Jos
rqnisicAodo respectivo Cnsul, e
'.i *''"';' reqwrimenle do teohor.
I ela subdelegara da Ireguezia de Sanio Antn
Jos loaqu.m dos .Sanios, Joaquim Oo
e o prelu Vcravo David, todos por
escravo Ambruzi
10,
mes deMell
briga, o preii
I) aqu ja se v, que o merllo do candidato d
fazer abluir um grande concurso de pessoas, q,
sala cm qne havia de ler lugar a defeza das theses
va adiarse apiihada de espectadores.
De feilo as II horas do mencionado dia, esland
sala de honra da Facohlade chcia de assislenles de
Indas as hierarchias e do lodas as elasses, cslai d
prsenles todos os lentes da Faculdade 1 excepcAo do
Illm. Sr. Dr. /acharias de Ciies e Vancnncello-, o
Exm. Barao direclor, o Monsenhor Anlonio J
Coelho e onlras pessoas grada, deu-se comeeo a u-
ta da inlelligenciao doolirando queoecupva a 11-
dl o lugar de eludanle, nAo obstante ser bactiarH.
Tora ngoros.) e forleniente argido por 7 lente-, ( u
orcupavam as suas respeilaveis cadenas em urna 1-
pccie de galera, procurando cada qual sobrea i
ao oulro cm sua argumentacao cenada e lgica, 11
conhecimento profundo e variado da atienda.
Concluida a deleza das Iheses com a leilura da d s
sertaeflo, un que a donloraiidn fura lamben, eneiti-
camenle argido pelo lente pres.deutc dn aclo, c-
liraram-se da sala lodos os espectadores e o doai j-
rindo, para qne corresse o escrutinio. Eram 3 lio a-
da larde.
A approvarJJo plena, como a laurea dos Irahall os
e vigilias do aprendizado, denota a maneira cabal e
satisfactoria porque o doutorando havia sustenta
a suas Iheses.
Com effeilo, nao oh-lanle um coneaiso immei
de pessuas, enlre as qaaes se divulgavem algn
capacidades e per-onagens da provincia, nao ol
(ante a vantagem consideiavel a lodos osrespeil<
que lera o rnesl.e sobre o discpulo, e a argiimen a-
i;Ao cerrada e profunda daqoelles. he inconle-lav I,
he rrrcosivel que o doutorando atlingio e respo
(leu a' toda- as quesles com um sangue fiio mal -
lavel, com a agudeza de intelligencia que lodos I
reconhecem.
Feilos os rumprimeiiloi da eslvlo, relirararn-
0 (looiiiraoilo e os cirrunslanle--.
<> dia 17 do concille fora marcado para a rece -
{lo do grao. 1
As 11 horas pouco mais on menos desse dia, cl-
(sudo ricamente paramentada a i.ila de honra A
Faculdade em que se linha de proceder a ceremo-
nia.urna rica banda de muica fazendo ouvir so
harmoniosos na entrada rio edificio,a duutoran.lo
na sala de espera, cercado de pessoas destnela!
enlre 1 quae vimos S. F:xc. o Sr. presidente di
provincia, eemuindanleduermas, geoeraea, cm
mandante leperier da guarda nacional, chele- da|
rrpailir.ie-, dnalure em direilo e medicina e nes-
soa de todas as elasses, foi ah convidado pelo di-
redor, qae era seguido pot todos os lenle, para en
Irar na sala onde devia ler lugar a cerimouia.
Etleclivamenle mirando o douloraudo acn
..... -^..ina-
iilia.io ricsteseqoiln hrllhaule para o salAode hon-
, ra da I- aruldaric.lomou a carteira que Ihe compi-
la, e o marojos CbcdevilU TI Mi. "" V l,"'"'.n ,h",,a cumn *eu padrinho 0 Sr. Dr.
ri.iguez. -""eviilee l.esehrtie, por im- Jeronxmo \ ilella de Ca-lro lavares, e a t,qerda
- vcncnnenlo
o eleicao.
Por uuiro lado a poltica conciliadora e moderada
que o garanta lem adoptado ; o lyslrms deimpar-
eiilldade e de abslenrae na tleirieqoe a presidencia
parerer da commis.ao sperial. e rege.- segua, f..,. crer ao- el mingos que era ehegada
ian.lo-o, rom esle hu .Ungise particularmente vez de a.reiiderem ao moler n.r. o 1 ,
ao diputado mais inll,ni, s. os qae< era rruniao desea,regaa o ?" particular eoi.siilla.am m oulros ; e lodo f,
ras, e o
brigue
Pela subdelegaria da freguezia de S. Jo, Pedro
Alexandnnn, por brisa.
Pela subdelegan-, da freguezia da Boa-Vis,,,
Pedro Carnero de Malla, por impela de ter enmi!
mso. -loso t ereua da Cui.rdi.ao, e Manelino E-le-
v,iu Caiado-I.imi, ambos por deaordeiros
!. pela s.ib elegaria da freguezia de S.' I.ou.enoo.
Ileni,..,,,. Uenealvea da Silva, par se achar pracs!
Deos,-uai,lea V. F.ve.-Hlm.e Eim. Sr. con-
seHie.ro Sergio Irixeira de Macelo, pretldenle da
SISo?" CbefC 'le l",lic':,' DtP*II"I" Lpn
Srs. redactores. Tendo-mo ordeuado o Exm.
Sr. barao da Boa-Vista, commandanie superior da
guarda nacional desle municipio, cm data de 27
de ouitibro prximo findo, iitie rcvngase a ordem
do dia que eu, na qualidado de commandanie do
batalho de infantaria da mesma guarda na-
cional, fiz publicar em 24 do mesmo mez, nao hc-
sile um momento em faze-lo, porque otilra cousa
nao Jevia fazer senao cuioprir a ordem que vinha
do superior; aguardei, porm, para em lempo
compleme., fazer o devido appello para o publico,
anteo qual, ameraba que eu justilicasse o meu
procedimento, explicando os fados, e que me de-
fendesse mesmo ; porquanlo, a minja ordem do
dia, que foi mandada revogar, merecen a qualili-
caro de inconveniente, offeosiva da disciplina
dos corpos e contraria lei.
He, pois. ehegada a occasiao de defender-me ;
eu peco ao Exm. Sr. barao da Boa-Vista permis-
sao para faze-lo, discutindo o seu e o meu proce-
d menlo em toda a oceurrencia que deu lugar ao
facto da tevogacao da minha ordem do dia asse-
guro-lhe que farei com a devida conveniencia, e
nao menos deferencia que me campre ler para com
a sua pessoa.
Tendo eu visto recomendada a liberdadedo vol,
por mais de urna ve/., pelo governo, entend nao
dever ser indiuerenlo ao procedimento de alguns
.senhores olliciaes do batalho de meu commando,
que me consiava empregarem lodosos meios caba-
lsticos para pleitear a eleico primaria a que lti-
mamente se procedeu, descerni al o pomo de
amelar com pristo os guardas, cilados volan-
tes, pretexto do falla do sorvir;o e de insubordi-
nacao ; e, pois, bem cerlo de que o nico n.eio
de impedir islo, era reiirar-lhes a delegaco da ai-
tribuicao de prender os mesmos guardas durante
o lempo preciso para o livre gozo do do direilo de
votar, assim o fiz pela ordem do dia ja citada, e
que vai transcripta sob n. 1.
Para mim era fura de toda duvida, que um pas-
so dado por mim nesle sentido, seria muilo do
agrado do meu superior e do governo, que em lal
caso doveriam louvar-mc. Eotreunto, assim nao
succedeu, e liem ao contrario vi, que o meu pro-
cedimenlocahio no desagrado do Exm. Sr. barao
da Boa-Visla, commandanie suporior, que apenas
soube da publicacao da minha ordem dollia, me
mandou cltamarao seu qua riel, e me pedio que re-
tirasse a mesma ordem do dia.
Nao era islo digno do mim, e nem pareceu dig-
no do Exm. Sr. bario da Boa-\ isla. Nao acce-
d, pois. um scmelhanie pedido. Entao me
dirigi o Exm. Sr. barao da Roa-Vista o oflicio que
vai transcripto sob n. 2, pedindo-me que Ihe de-
clarasse, so com effeilo mandara cu publicar a or-
dem do dia datada de 24 de oulubro prximo lin-
do, da qul me reineileu copia, e que motivos rae
levaram ter esle procedimento. Bespondi-lhe
nodia seguinle, quanlo ao 1. pomo affirmaiiva-
mentu ; o quanlo ao2.", quc islo me levara, o
firme proposito em qne eslava, da fazer respeilar a
liberdade do voto, muilo principalmente quando
haviam recommendacies expressas nesle sentido,
com o que sem duvida alguma cu mantinha a
disciplina do corpo ; accrescenlando, que lamo eu
assim considerava o meu aclo, que i ser obrigado
revoga-lo, como alguem affirmou que consegui-
ra, nao continuara no commando do corpo, pois
que me julgaria desmoralisado ; como se v do do-
cumento sob n. 3.
De posse S. Exe. o Sr. barao da Roa-\ isla da
minha resposta, me officiou na mesma dala, orde-
nando-me que revogasse a minha ordem do dia,
porque sobraser na sua ultima parle inconvenien-
te eollensiva da disciplina dos corpos, era man-
Testamente contraria a lei que rege a guarda na-
cional; oque v-se do documento sob n. 4.
Creio que o Exm. Sr. Bario da Boa-vista obrou
com alguma precipiarjao quando lomou conheci-
monto do meu acto, e commelteu uro exces-o ou
abuso deauloridade na resolucao que sobre elle lo-
mou ; islo tnosirarei pela analyse que passo fazer
das suas citadas expressoes." Primeramente diz
S. Exc. que azjuslica s minhas boas intences,
mas que nao pode consentir na existencia de mi-
nha ordem do dia por nao caber aos comman-
danles dos rorpos, nem mesmo ao commando su-
perior, tomar por si medidas de lal natureza sem
duvida, cora 11ra lim bom. Ora, na verdade,
parece incrivcl, que alguem baja, que consteste aos
rliefes dos corpos da guarda nacional, a allribtiicao
de expedir ordens do dia com o fin de fazer res-
peilar a disciplina dos mesmos corpos, como effec-
livamenle era a de que se trata E com effeilo, se
pela minha ordem do dia eu tirava aos comman-
dantesde companhia urna atiribuicao por mim de-
legada, qual a de prenderos guardas, com o lim de
tirar aquelles os meios vexalorios contra os mes-
mus guardas, em urna poca em que se tornava
necessario garanlir-lhes a liberdade do voto, he
evidente, que exercendo eu este direilo, praticava
um aclo que tendia man ler a disciplina do cor-
po ; impedindu que os mesmos cominandanles de
companhia descessem al o ponto de transigir com
os guardas, o que be fcil de conliecer-se. Ponan
lo, negar-me o diroito do expedir ordens do dia no
sentido em que en l,z, he niio a Hender bem ao fim
real que tive em vista. F. he admirare! que se me
negu este direilo, muilo mais he que se diga que
osen exercicio he inconveniente, oflensiro da
disciplina dos corpos e manifestamenle contrario
lei ; porquanlo, provado como ftea, que o exer-
cicio do direilo de expedir ordens do dia, no serv
lido cm que eu liz, tem o seu assenlo na discipli-
na que deve ser manlida nos corpos, nao pude em
verdade, dizer-se que elle he inconveniente ofTensi-
yo da disciplina, e contrario a lei, por envolver
islo una manifest e palpitme coniradiccio.
Para que outra fosse a concluso, seria preciso
que se negasse ser a altribuicao que lem os com-
commandantes de companhia de prender os guar-
$tta:0 m tytmumbut.
H lmlm.i ...diputados de muerda, en. eam S. Vlia. -......*&**
I-.-r e ,le aeal.areni esle negocie de ama maneira I [lepisda eleirio a nreaidaoei. a
-**" "*- P ><"** Pl-S fue de-! mem.para lodo, gSiSam t-
.^.| ve.p .,,, a'ninle, ludas a
musirs da anarni-
Ida eaardl nacional pe.cnrreram as
pari.culares e n islahrlirimen-
cao da eida 1
ma, e alga
los publico, .e illuminirsm.
No dia .; bouve ama br.ihsiite parada de loda a
i. -----_-_---------. .- v^.. 1 1--------------- aaiaaa aarta dente d'aei? Baptista, como preii- das, tima delegaro dos commandanies ou chafes
|dos corpos, o que ninguem ha que seja capaz de
negar, porquo a lei apenas da urna scmelhanie at-
ributcojura proprio aos comraandantes su-
leriores, chefes dos balalhes, corpos, secc.jcs de
lallines, esquadr.'ies c companhias avulsas, (arl.
I da lei n. 602 de 1!) de selembro de 1850.
He claro, pois, que muilo mal qualificou o
xm. Sr. barao da Boa-Vista a minha ordem
dia.econse^tiinlenieme '|ue obrou co.n preripi-
lto, quando desle meu acto lomou conhecimento.
Atora pcrgtintarei eu : porque so julgou S. Exr.
aikorisado^ mandar revogar essa minha ordem do
dia 1 Pelo arl. 1. 5 ig doderreto n. 135i do G
de abril de 185i, podem os commandanies supe-
riores mandar revogar asordens do dia .
Ocrupandn o direclor e os leutei os seos resprc-
livos lugares, hem como os convivas, coinec.u a ce-
rinionia.
lliloiiloraniln leu am bello discurso em que mos-
trava a imnorliaeii da .-ciencia do direilo, agra-
deca a seu meatres,. lerem cultivado sen espirito
e a benevolencia que liveram con. elle, cuiicluiudo
por pedir ao .brelo, que ua forma dos estatuios Ihe
canreiisse o ^'rao.
Antes porm de recebar essa coma de louros, de-
riiio a expre-sao sincera de sen Igradecimeato ao
Illas. Sr. Dr. Jerooxmo Vilella de Castro lavares
pelo loaar que oceupava em seu ilnuloranii-iilu e
pela maneira aflavel e benvola porque se dignara
sempie Irala-lo, bem romo era poueas palavras e
em Ierran os mala evpre-sivos, remiendo urna llo-
ran director, ll.e Riera o maior rlogio postivel.
Depoi tnbindu io lusar em que eslava o Sr. di-
r mesmo de S. Ex*. ; e segando ter sido nomea- de Barro, lente coronel chafa do 3 "batalho d
do o sen subslituto, sem que previamente fosse: guarda nacional do municipio do Recife.
Assignado.Barao da Boa-Vista.
Commandanie superior.
Srs. redactoresTodos os dias apparerein of-
hciaes da fazenda publica exigindo das pessoas que
lem (asa abort o imposto respectivo, sem que elles
lenhain succedido no esiabeleeimenio ao devedor ; e
por mais queso lhes mostr (jue esle imposto nao
ho real, e s.m pessoal, por cujo motivo s o deve
jiagar aquelle que justamente o deve, nao qiierein
por isso, e a fortiori exigetn o pagamento.amea-
cando com fazerem penhora, alim de cobrarem o
debito com cusas excessivas : e porque seroelhan-
le absurdo nao deve continuar, rogo-llies |o favar
de inserir o aviso junto, que alom de oulros mul-
los, bem claramente moslra a ordem do imposto.
Levando esla arbitrariedades ao ronhecimento, do
publiconaoqueremos censurar ao Sr. l)r. Alvaro
Bar-balho l choa Cavalcanti, porquanlo esle inie-
gerrimo magistrado nao consente em tal abuso, e o
pune sempre que chega a sen conbecimeuto.
Sou dos Srs. redactores, seu venerador o criado
rxrr PPrmidu.
utlicio do ministro da fasenda de 23 de outubro de
1852.
Ao administrador da recebedoria da corle, decla-
rando que a decisao comida ua ordem de lde Ja-
neiro do corrento anuo a favor de Jos Joaquim
da Silva Pessoa para poderem livremente alugar a
sua casa n. 47 da praia da Saode, vera que ao in-
quilino passe o onus do pagam.inlo do imposto, a
que fosse obrigado o antecessor, aproveita sem du-
vida a Carlota l.abioja, que a ella sesoccorre, para
nao ser demandada por i nipos ios antigoss devidos
de quando a oulro aquilino eslava alugada a
mesma casa, ondo se acha com taberna.
|ue forem
rector, receben del o rao de dou.or,, abracando ^ 'i' '' 1" *"?*><' 'I
a lodo* es en me-tre lomea assenlo junto delles* m,fM om "" da nao era rnnlra a lei, porque
ern urna rade.ra, qui Ihi eslava desuada. nenhnma disposirao desta se Ihe nppunha, sendo
asUoqqe o sr. nr. laroevoiuXi- qu> at 9a aclwva ella no ajpiriio da mesma lei,
eu oundii 011 consultado, nao porque a lei assim o
exija, pois que, em verdade, o arl. -19 da lei n.
602 de 19 de sote111l.ro du 1860, da' eslaaltribui-
cao exclusiva ao governo, mas porque sempre se
lem assim procedido na nomeaco dos majorca dos
oulros corpos, c assim se proceden quandu o Sr.
major Fragata foi nomea.lo.
Pero-Ibes, Srs. rodadores, a publicarao destas
linhas, com o que muilo obrigarao sou venerador
e assignanle.Jos Candido de Barros.
Becifc 1 de dezembro de 1856.
N. 1.
ORDEN I) DIA N. 325.
O Illm. Sr. tenente-corotiel r.ommandanre, man-
da publicar ao balalhao que chegando ao conheci-
mento deste commando que alguns senhores olli-
ciaes do corpo esiiio empenhados na eleigao ,|ue deve
fazer-se no dia 2 de novembro do crreme anno,
para levar a elleilo suas prelencocs tem aiueacado
al;uns guardas nacionaes com prisiio, e nao con -
vindo a disciplina do corpo e moralidade desle
commando, que se pratiquem actos desseii, cons-
Irangendo o voto livre, o mesmo .recomniendado
dolle pelo governo.
O mesmo Sr. commandanie ordena, qus nesles
30 dias nenhum senlior ollicial de balalhao, possa
prender guarda nacional algum, sobro qualquer
pretexto, sem que primeramente participe a esle
rommando, para elle conhecer da causa emurar os
dias de priso para enlao ser elTectuada.
Final mente obiiveram licen^aosguardas nacionaes
da 2. 'companhia Olimpio Francisco de Mello ,e Can-
dido Bomualdo Morara, este, de2 mezes em 24 ,e
aquelle 1 mez en 16, e da 7. companhia Gaudi-
no dos Passos, 1 mez em 23 do crreme taez.
Assignado, Antonio Jos de Oliveira Fragata, ma-
jor.
N. 2.
Illm. Sr.Chegando ao meu conhecimento a
copia, que inclusa Ihe remello, de urna ordlem do
dia que segundo consla-me V. S. mandara publi-
car em seu balalhao com dala de 24 do crreme,
haja V. S. de me informar se cora effeilo i sto as-
sim deu-se c quaes os motivos que o levaram. a ter
esse procedimento.
Dos guarde a V. S. Huartcl do com. nando
suporior do municipio do Recife 20 de outubro de
1856.Illm. Sr. Jos Candido de Barrosleiienlc.
coronel commandanie do 3.- batalho da guarda
nacionalAssignado, barao da Boa-Vista, com-
mandante superior.
N. 3.
Illm. e Exm. Sr.Sabbado 25 do corre,lie as
~ 1 [2 horas da noilc recebi o oflicio de \ Exc.
com data desse mesmo dia, e nelle me ordenrvade
responder se fiz publicar no balalhao do meu com-
mando a ordem do dia de 24 do crreme, como
por copia jumara, e quacs os motivos que me le-
varam assim ler procedido.
Respondo que he verdade ler dado lal ordem, e
feilo publicar no balalhao do meu commando a o
motivo de meu procedimento nella mesma se con-
ten ; tendo mais a accrescooiar a V. Kvc. qn,. jul-
go ainda de mtiia necessidade ser ella tnanlid. 1 pe-
las razes que passo a expender.
Cotistando-me que alguns olhciaes do bala Iho
do meu commando pleileam com frenezi a el, cao
que se deve realisar 110 dia 2 de novembro do cr-
reme anno, empregam meios para violentar o voto
livre to recommandado pelo governo com ai nca-
cas de prises aos guardas nacionaes, que nao v rola-
ren) na chapa que elles apresenlarem : de a 01 dem
que por copia V. Exc. me remelleu, para assim os
mesmos guardas nacionaes lerem a certeza de q ue o
pensamenro do governo nao era urna ulopi a, e
para nohavcr abusos nao fiz s.i recommenda oes
aos olliciaes, lirei momentaniamente os meio de
coaccao que elles podiam empregar, porque a nao
ser assim seria minha ordem do dia urna fa rea,
pois s se poderia castigar o dclinquenie, porem
nao e previnir o mal, pcis elle ja eslava fei lo e
desapparecia a vomada do governo,lendo-sc forjado
o voto do cidado guarda nacional.
A vista do que tenho expendido, ainda enle ndo
quebera obrei na minha ordem do dia, e mesmo
porque nao tenho sciencia na lei da guarda na, ju-
na!,que ordens iguaes a esla me sejam prohibidas.e
muilo principalmente por motivos to honre isos
para mira, e se por ventura ha lei expressa em
contrario a dita minha ordem, declaro a V. Exc.
que peccosomenle por ignorancia.
Permilt-me V. Exc. que a respeilo diga mais al-
guma cousa. Sabia, e em lempo competente s e se
fizer mister provarei. que urna pessoa muito in le-
ressada na eleirao, prometiera c declarou aos of-
liciaes intoressados, que faria com que a auioridide
superior mandasse revogar a minha ordem do d ia,
pois Ihe era muilo prejudicial aos seus inters ses
de caballa.
Peco venia para dizer "a V. Exr. que se com .sf-
feito minha ordem for revogada, eu como com-
mandanie do corpo me julgo desmoralisado, e s jm
brea para manler a desciplina e ordem no l.atalli. o,
se por ventura o governo delle precisar, e cnto me
pora na contingencia para nao Iludir, entregar o
cummando do liatall.au a quem competir.dando p.ri-
meiro exccii^o a qualquer ordem qu me for d s-
lerminada, dando eu mais urna prova deobedienc ia
asleisdopaiz e as autoridades constituidas, pois
que sempre fui e serei ordeiro,
A vista do que tenho exposlo V. Exc. ordenar
o que entender em sua abedoria e imparcialidade.
Dos guarde a V. ExcQuarlel tro commando
do 3. balalhao da guarda nacional do municipio
do Rerife 26 de novembro de lS.'iti.Illm. e Exm.
5r. barr da Boa-Visla, dignissimo commandanu.
superior da guarda nacional do municipio do Reci-
fe.Assignado, Jos Candido de Barros, lenle
coronel-
N.4.
Quanel general da commando superior da guar-
da nacional do municipio do Eectte 27 de
outubro de 1S5I.
Illm. Sr.De posse do oflicio de V. S. de bo-
je, em resposta ao meu do 25 do crreme, relati-
vo a urna ordem do dia de 2 i, que desejara saber
se de faci partir do V. S., cumpre-me dizcr-lhc
que com quanlo reconhera e faca juslira as suas
boas intunr;ijes, nao posso consentir na existencia
do tal ordem por nao caber aos coinmandantes dos
corpos, nem mesmo a esle commando superior, to-
mar por si medidas de nalureza da de que V, S.
lomou, sem duvida com um fim bom, como tam-
bem porque a ultima parte da referida ordem do
da sobre ser inconveniente e ollensiva da discipli-
na dos corpos.ho manifestamentr, contraria a lei que
rc;e a guarda nacional.
O fim quo \ S. tere cm vistas s poderia ser
preenchido por providencias directas, panidas desle
enramando superior em conformidad,.' de orden
expressas da governo, ao qual en certamen te ja me
houvaru dirigido, se V. S. 011 qualquer 0111ro roni-
inaudanle de corpo da guarda nacional, em ve/ de
tomar por si medidas lacs me hotltesie representa-
do contra os abusos, que por ventura, um ou ou-
lro ollicial pussa ler commctlido ou lenle rom-
melter, com o fim ,!e violentar o voto dos guardas
queche Sao subordinados.
fc V. S. nao .leve ignorar que as ordens do dia
dos commandanies dos corpos limilam-se as que
forem necessarias para 11 rutnpriment das ordens
superiores, a economa dos rorpos e exernro
de Iris lendeaiM a disciplina Barrica dos cor-
pos.
'aPubcacfcS m pedito.
THEATRO NACIONAL DES. LUZ.
rimus ale ao (aneante uar.Jado sileocio sob os
iraballiiu da companhia Itolwrt e Deveaos, porem
ese ulencio nao pode cootiouar, porque o dever
nos obriga a tecer sincero eloaios a qoem por di-
reilo os merece : Mr. Deveaus. uina das partea
prinripaea da cunijianhia, he sem duvida um dos
melhores pbjiru que lem viudo ao Maranhao, o
Malera menos do que Herr Alexandre ou Filippe
Uebar, para podermos dizer que tem viudo ao Bra-
sil, seus irahalhns sao por de.na.s orpreudedores
e tem urna esculla de iuteressanles pecas cuja in-
veneau he sua, e nus fai admirnr o talento, e a M-
cellinte combinarlo de aro .nii-nuenlo sublime
poslo em praticn pelo proprin prsico.
Podenies amanear que Mr. eveaux, he um dos
mis acre.lila.les fabricjn.es de pee.aa me canica, que
eiislia1 cm l'aris, e que multas ilrs'ias peras foram
por elle vendidas a Filippe Deba., a Herr Alexao-
dre e muitus oulros phyicot quo viajara pela Eu-
ropa. A presteza e a delicaieta de seo irabalbo
no lem fe.l.. conhecer a verdade do couceil ,.,'
Mr. Iicveai.v, cozva im Paris. Mallo wolimos
que au possa elle Tallar bem u portusoez, para
rnelhurapreciarmoaat etplicajfies de sua. sones
com ludo elle se az comprcherider perfeitameDle
pe a asradavel maneira de expressar-se em frau-
en. Aceite Mr. Deveaux| os nosso. verdadeiros
e merecidos elogios pela delic.ideza de sea Irabalbo
pelas sublime, mveneoe d paeaa ala sea gabine-
a -----r V* 'va ilrlIfJIIG
le, que em ludo m-rece a atiendo de um publico
preeildor das arta e dos bons artistas e sobre lado
a encomprehcnsivel man-ira do magnifico everci-
vumu'!. ,a""ravel. Iho-VAMBA OU OMB-
HIBO O ARcuja mvenefl,, he de um Irabalbo
eslraordinario e ounca visto no Braiil. Conla-i,a
que Mr. Ueveaui pretende viajar pelos porlus do
zlaJ:rc.io "": ^.-" i !-
futurisanios a mesma aceitaeilo, e applaosos qae
tem recel.,,10 uesta capital. Tambem nao podemos
deiiar de rellenar o art.sta l'emambiicano. pela
eieeocaa de us ,ogo> nos dinicollosos exereicios de
seos irabalho. que muita atlccao lera merecido do
publico que lem sido ja,t, ,pp|,,udiad0-o como
merece teu bera exec.itado trabalho. Quanlo io-
ven Hominense Jelina, nada diremos porcm-
quaiilo, porque seu Iribilh.anda na el asaram
ao d.l.c.l ; he verdad, que ja lemos desrrnclada al -
saos momentos de prazer ao ve-la voltear sea lin-
do e bem lormado corpo nos lances dessesdous pas-
ee que lem daniado, mas apezar de o ler relio, e
de muito apreciarmos seu garbo e nililtii, so-
mos tasto, para nao dar elogios nicamente a bel-
leza. Lc.m a conliuoacao dot Irabalhos da com-
ttJgsr jus"s, aqem ,m"fcer -*
Hospital Portu-
guez de BeneG-
cencia.
Por ordem do Illm. Sr. provedor se faz publico,
que por deliberarlo da junta administrativa loma-
da em sessao de 2!) do mez passado, se acha o mes-
mo Sr.autorisado a coniratar com os Srs. consia-
nalar.os ou donos dos navios porluguezes em m-
vegacao para este porto o tralameniodas respectivas
inpolacoes debatxo das seguinles condiccoes :
I.4
Em cada viai;em para esle porto ser o navio
contratado obrigado a pagar ao Hospital a quanlia
de 2000 porcada marinlieiro, 4 por Clda
ollicial,
2.
Esle pagamento ellccluar-se-ha cm face da ma-
tricula, que o uavio trouxcr do porto donde tiver
seguido ; sendo os individuos nella incluidos os
nicos com direilo a entrada no hospilol.
3.
KITectuar-se-lia lambem impreterivelmeuie no
da itnmediato aquelle, em que o navio tiver tun-
deado, nac sendo sanclilicado. Nesle caso effec-
tuar-se no dia inmediato.
,Na vtagem, em que nao for salifeila a clausula
precedente perder o navio direilo aos beneficios do
Hospital, beando esle com o de cobrar a respec-
iiva quoia, salvo se preceder o disposto na condic-
ao 1 -. ou motivos de forca maior, cujo aman
fica reservado ao provedor do Hospital.
5.
Ao acto da salisfarao das respectivas quolas sc-
ra o consignatario ou dono do navio obrigado a a-
ipresentar urna copia da nrfricula, de que falla a
cundirlo 2-, dcvidamcnte legalisada, a qual devo
licar na secrelaria do Hospital.
6...
|-m caso de bito do doentc ser o consigna-
tario obrigado as despezas do seu enletra-
menio.
7.'
Km todo o caso para a admisso de qualquer
doeale preceder sempre requerimento ao provedor
do Hospital, acompanhado do respectivo lilnlo do
contrato.
8.a
Por sua parto o Hospital obriga-se a tratar ;.=
tripolaC/NS dos navios ronlralados do modo se-
guinle :
Marinboiros romo dogales de abunda clasc.
Ofliciaes come doenles de primeira dea.
sie contrato valera pele lempo, que convier .1
ambas as paricss.mas nunca fpoder ser rescindido
em quanlo o navio contratado se conservar nesle
pnrlo.nem em quanlo nao estiverem salisfeiloslodos
os encargos da sua ultima va;em.
Os Srs. consigna la os ou donos dos navios por-
luguezes actualmente fttndeados nesle porto, e aos
quaes convenba o .ontrato, devem rametle a se-
cretarii do Hospiul os seu^ noraes, c os dos navios,


BUI'O DI HlmilUCO QUAITA FURA 3 II DEZ'HIIRO lE is.
que quizcrem contratar durante o prazo de 5 dias
contar de hoje, e relativamente aos navios, que
de futuro aqu aportaren, nao querendo, os seus
consignatarios desde j ohrigar-?o ao contrato se-
rio a lie admittidos al ao da imniediato che-
gada dos mesmas navios.
Secretaria do Hospital Portuguoz de BeneGcen-
na em Pernambuco 2 de dezembro de 1856.
Manoel Ferreira de Souza Barbota,secretario.
(Sommtuio.
am. CAMBIOS.
Sobre l.ondrea, 27 3it.
l'.iris, :i.
Lisboa, H a 100 por ", de premio.
Ki de Janeiro, 1|2 a I por Om a t."> e ;I0 dias.
Actes do Banco, illii.ij, premio.
companbia de beberibe 0*9000.
compauhia Peroarobucana ao par.
Utllidaile Publica. :t0 purcentoda premio.
lodemnisadora. 52 dem.
da estrada de ferro 20 por 0|fl de premio.
OiMMHito de leltras, de 7 a 7 l|2 por 0|o.
Dito do banco7 a 8 por ()|().
ouni.(incas hespaoliulas. ,
Moertas da Be 100 velhas
e 6I00 novas
e 43000. .
Prata. PalacAea brasileiros. .
Pesos columnarios. .
mncanos.
289 a HfOO
. 16)000
. IHjOOO
. 'JJWOO
. 23000
. 29OO0
1J860
Caita Filial do Banco do
Brail
KM I DE DEZEMBRO DE 1850.
Directores da semana os seohoreii : Manotl
Ignacio de Oliveira e Jos Pereira dn Conha.
Descont de ledras a veucer at ;ll de dezem-
bmrio correnle auno
posteriores !> '
ditas com veocimenlus
IMPORTA? A/O.
Vapor nacin.ii ulmperador consignado a agencia,
vndo dos porlus do norle, mauifestou o egainte :
21 harria iguora-se ; a Aulouio de Almeida !o-
25 ditos dito ; a ordeoi.
I arco cafe ; a Xislo Vieira Coellio.
1 haba joias; a Justino Norat.
2 caiioes ditas ; a Joso Moniz da Silva.
I pacota ditas ; n Higluo Jo Coelhe.
I caita ditas ; a Jolinslon ,\ C.
I volante ditas ; a >. O Bieber & C.
Brigue faaneei uSuperbe vindo de Ditpppe, con.
signado a Scharamm Whalslv 8c C, manifeslou o
segoiule :
1.800 barricas eimenlo romano ; a ordem.
Iliale nacional Gormo do Norle vindo do Ara-
cal), consignado a ('.. C. da Costa Moreira, manifes-
luii o svgoiute :
lol rouros salgados. 2,00:1 meios de sola, 1,938
co'irinlios de cabra curtidos. 200 esleirs, 8 pacotes
com 162 pares de calcado, 63 saceos fcijau, 18 dilos
gomiDi, 1 barrica cera amaraba ; a ordem.
Vapor nacional nlguaras-iin viudo dos porlos do
norte, consignado a agencia Pernambueana, raan-
felou o ssgninte :
518 meios de sola ; a Manoel Goncalve da Silva.
10 saceos goinma ; a l.uiz A. de Souza Aguiar.
17 c uros alzados, 120 dilos curtidos de cabra, II
neios de sola, 31 saceos cera de carnauba ; a Jos
Antonio da C. & Irmao.
I calts joias ; a B. .Viral.
I,MW couros salgados ; a Timm M. A Vinassa.
5,879 ditos ditos ; 1 N. O. Bieber & C.
71 mecos cera ile carnauba; a Dominios Rodri-
gues de Andrade.
I catincolarinlins : a II. Goibson.
2:1 saceos cera de carrnauba. 2 caitas pipas aba-
tidas ; a AllinuiD Come* da Costa e Silva.
8 melosde ola, > couros salgados, 2 ditos curtidos
I paeote (alendas, (i saceos cera de earnaoba, I sac-
co gomma ; a Manoel F. Alves de Moraes.
:l c.-i.oe. louca, I dito chapeos, I barril loncinbo,
I gamella banda, I.I cadeiras de palioha ; a Tibur-
1 cama de ferro, I einbrulho colcho e cpula,
caoes partenee* da cama, 2 saceos assacar ; a P.
A. de Oliveira l.eite.
1,700 arrobas de violetas, 27!) meios de sola, 2:l!)8
couro. salgados, barricas sebo, 18 garajaos carne,
I barrica astucar, 1 saceos caf, 17 dilos e i barricas
gemina, 16 caiioesiohps ignorare ; a ordem.
O
&09imew j> porto.
receberem as guias e efferluarem o pagamento de
seos dbitos naqnella colltcloria em dilo prazo, sem
despeza algunia judicial.
S REPARTICAO- DA VACC1NA. <$
$ O commissai io vaccinador pro- @
vincial, reconhecendo que militas @J
^ pessoas deixam de comparecer a ;'/-
@ esta repartico em conse da loiifjitude do lugar, avisa ao
m respeita.el publico que tero, re- @
^ olvido a vaccinar tamhcm as @
tercas feiras de todas as semanas, Q
5 na casa de sua residencia, conti- ^
-3 nuando a reparticiio a t'unccionar g
;; no torreo da alfandega as quin- ,;-V-
if tas e domingos: assim, as pessoas g
$ que se quizercm vaccinar as ter- gi
g ras feiras, podem diricir-se das ^
^ sete ai nove horas da manliua, ao
f 1. i mi,11' do sobrado da ra Nova
^ esquina da do Sol n. 00.Dr. Jofio
@ Nepomiiceno Dias Fernandes
@?S-3 ti? 5'5-:3@@@S
CONSEI.IIU administrativo.
O couselbo admiuislralivo precisa comprar os ob-
jectoiseguintes :
i'.n.i o mein balalliao do Ceara.
Ilollanda de forro, covados HOO ; oleado para ric-
liruin. dilus 10 ; colxeies pretot, pares 500 ; bolocs
brancos de osso grandes, grozas 50 ; dilos ditos de
ditos pequeos, dilas <>0 ; ditos prelos de dito, dilo
115.
Companbia fita de cavallaria.
Cabezadas de couro com arrala de couro cru
61.
Provimenlo dos arinazeas do Arsenal de Guerra,
olliciuas de I.3 e 2.a classe.
Costados de amarello, 6 ; laboas de assoalbo de di-
tas, tlii/i,!- i, ; pilla ih.Mlnn, rolos 4 ; travs de sicu-
pira com .'{0 palmos de cumprimenlo, e 0 pol. de
lace, 3 ; arcos de ferro de 2 pol. e roeia de larg. ar-
robas 10 ; ferros de plantas com capas de 1 e 3|i de
pol. inglrza de iarg. 24 ; dilos sem capa de I e 11 i
de polg. iugleza de laig. 6 ; verrumas caibraes, du-
liaa 4 ; ditas caiiaes, dozius i ; ditas ripaes, dilas 4
ditas de guarniro, dilas 4 ; pregos ripaes da Ierra,
millieiros 10 ; serrles de lita, 6 ; dilos de mAo de
26 polg. de comprimento, 12 ; esqoadros de aro, 6 ;
cabos de linliu velho, arroba 50 ; oleo de liha;a,
dem 5 ; verde crome, dem :!; rdio Ierra, idem I ;
arcos de pa com os cooipeltntts ferros, 2 ; ocre,
arrobas 3 ; serras de mo de 26 polegadas de com-
prmanlo 6.
Ollicinas de 3." classe.
i ameba iugleza del l|2 polg. aic .>|8 com sens
compeliles appaiellios, 1 ; safras grandes, 3 ; fer-
ros suecos qoadradus sorlidos de 5|4 a 5|8 ,j,|, 10.
5.a classv.
Sola branca garroteada, aeios 300.
Fornecimeuios de luzes as eslaes militares.
Flus dejalgodan, libras 30.
Presidio de Fernando.
familia de niaudiaca, alqoeirestiOO ; alclria, cai-
ta I ; viulio linio, caadas, da medida nova 40 ;
agurdenle branca, dilas da dila. 20 ; ararula, arro-
ba I ; i.i|ini-a do Maraiili.in. arrobas 2 ; papel al-
majo, resmas 6 ; dito*paulado, dilos i ; linla de es-
crever, garrafes 10 ; madapolAo, pecas (i; baran-
des de cera, 12 ; pedra d'ara 1 ; galhetas com pra-
tos de vidro, 4 ; sal refuado, selamim 1 ; folhiuha
laliua de 1857, 1 ; ditas de algibeira de dilo, 2 ; ca-
oiveles finos, 2 ; b'eta eucaruada, cov. 12 : preusa
da ferro para fazer faiiuha com 2 furos de so-
bresaliente, 1 ; pregos caibraes, milheiros 6 ditos
CHiiaes, ditos 6 ; dilos ripaes do Reino, dilos 6 ; car-
vo de pedra, toneladas 2 ; caibros, 200 ; arcos de
ferro para pipas, arrobas 4 ; breu, barril |2 ; as-
tearas de pmssaba, 20 ; cangalhns, 20 ; esleirs para
as mesmas. 20 ; pas de ferro, 12 ; cabos de linlio
para drira, peja I ; sicupira para dous cairos.
Botica.
AciJo ntrico, libras 2 ; aquilao gommado, idem
4 ; campliora, dem 8 ; calouielaoos, nucas 4 ; crio-
sol, nnra- 2: ipecacuanha prela, lib. i ; raiz dle al-
ia, arroba 1 ; resina de angico, libras -S ; popa de
liinarindo, dem 16 ; salsa parrillia, idem 32; espi-
rito de salainouiscn, libras 2 ; cjarelo de polas-
sium, idem 1|2; oleo de lima, dem l|2 ; triaga
magna, laias 2 ; fuudas duplas, 10 ; dilas do lado
direito 25 ; dilas de dilo esquerdo, 15 ; cicola em
rama, libras 4 ; espirito de lerebeoliua, dem s ;
emplaslro eslomatico, dem i ; pomada mercnnal
de partea iguaes, Imm 8 ; vidros de ventosas surti-
dos, duzias 6 ; rolbas de cortiea sortidiis, milliei-
ro 1.
Quein quizer vender apre em carta ferbada na secretaria do conselbo as 10 llo-
ras do dia 5 de dezeinbro p. futuro.
Secretaria do couselbo administrativo para forne-
cimenlo do arsenal de guerra 26 de 1856.Benlo
Jos l.amenba l.ins, coronel presidente. Bernardo
PARA 0 ARACATV.
Sabe impreleriveliiieiiie no da 5 do corrate, o
liiate Devidow.a anida tecebe carga : Irala-se com
Martins ft lrm.lns, ra da Madre de Dos n. 2.
A polaca nariunal aZeloza Un precisa encajar
iiiarinheiros naeiooaes para sua viageo p-'r o Kio
de Janeiro pela l'araliiba : a Iralar na ra ,li Cruz
i (49, ou com o capiLlo a bordo.
Sttt&t*.
Utt>i906 W$tti$W0&.
Sanias intratas no dia 2.
Parahiba21 horas, hiale brasilciro aCamAes, mes-
tro Bernardino Jos Bandeira, de 31 toneladas,
eqoipagem I, carga loros de mangue ; a Fran-
cisco Radirb. Pertrnce a Parahiba.
IlamborgoO dias, barca dinamarqueza ul'reeio-
sa, eapitilo I. I. Kiaer, d 221 toneladas, equi-
paitaaa 13. ama CaasMdas amis eneros; N. l'creira do Carino Jnior, vogal e secretario.
ti. Bieber & Compauhia. l'erlence ao porto A-
|senzade.
Jersey34 dla, barra ingleza Qoen, capilao
William Nenl, de i! toneladas, equipagem 12,
csrsa lastro ; a Saundres Broters ,\ Cooipauhia.;
P'rtenca a Jersej.
Varia lahidoi no mesmo da.
Landres loare fnrncez Echn, cipiUa G. Deba,
carga a mesina que trooie.
Catinauibasumaca brasiteiraoVcnturaFeliz, mes-
Ire Mire'linn Jos II.. carga bacalhao e mus g-
neros. Passaaeiro, Dr. Antonio Aunes Jacome
Pires e mi i familia, Courado Alvaro de t'.ordio,
Dimenico Biavenlurs, Jais Francisco do Nasci-
mentn Malta Ver ie, Doiningus Jos Vieira de
Carvalho.
Rio de Janeiro e porto intermedio-Vapor biasi-
leiro Hlmperadorv, commaodaule o primeiro l-
enle Torrnao.
ma*t$.
O chefe da primoir seccio do consulado
provincial, aervindo do admiriistrador, em virlude
do disposto no art. 3 do reguJameoto de 3 ds ju-
Iho ili 1852, faz publico que' se achara deposita-
dos, no deposito geral dous esclavos, Antonio, na,
o Cassange, idade da 35 a 40 annos, Clorindo,
uacao Gongo, idade de 40 a 45, annos, com urna
batida no olho esquordo apprehe^didos pela polica,
os quaes sao considerados bens \de evento, por e
desconher seus donos, e para qnd seja cumprido o
que conten o sobredito art. marida publicar pela
imprensa, para que no prazo de JO dias comparece
quem aos dilo.-. escravos tenha |direito, findos os
quaes se proceder a arrematarlo pela forma deter-
minada no art. 4 do citado regultjmento.
E para que chegue a noticia
passar o presente edita), aos 1 i
1850.
Tlieodoro Machado Freir Pereira da Silva.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, era cumprimenlo | da resolucao
la jimia da fazenda, manda tfazer publico,
|ue a arrematarlo da obra da ponte sobre o
nacho Biumzuiho, oi transferida para o
dia de dezeinbro prximo futuro
E para constar se inaiidou aluzar o presen-
te e publicar pelo Diario
Cear, illara-
nho e Para.
Segu ate o Gm da presente lemana o
palhahote nacional LINDO PAQUETE,
capitaoJote'Pinto Nunes, com algama car-
ga i|ite tiver, (juem quizer carregar trate
i'om Antonio de Alnteida (lomes,na ra
do Trapiche-Novo n. t(i, segundo andar.
AO RIO DE
Janeiro
segu com brevidade o hrigiie
nacional HARA LUZIA, capi-
to Joao da Silva Moraes : lem
iodos mandei i (Tralllle Paitt:d eucarregamentopromp-
uovembro do!to' e Pai'a 'estante trata-te com o con-
signatario Antonio de Almeida domes,
na ra do Ira piche n. IG, segundo an-
dar.
CEARA' E FARA'.
O patacho nAnna recebe carga por frele coinrco-
do, nao demorar se-ha no parlo raais que o lempo
preciso para alastrar : os prelendcnles entender-se-
liao com o consignatario J. B. d.i Fonseca Jnior,
ua ra do Vigario u. ->.
Sahe at o dia (i do corrente para o Araraeii
lliesourana provincial de o patacho nacional ..Emulacjo... tocando un Cear'.
apparecendo frele que fa?a cunla :
Pernambuco, H de novembro de 1856. O
.secretario, A. K. d'Aniiunciacflo.
O lllm. Sr. inspector da| thesouraria
provincial, em cumprimenlo da resulucao
da junta da azenda da mesma thesouraria,
manda lazer publico, que no dia 11 de uo-
venibro vo novamente a praca para seren
arimatados a quem por menos lizer os con-
tratos seguintes.
Kmpedimenlo do ao lauco da ostrada da
Vii-.ioria avahado em 5:90 Dito do 21 lanco da mesma estrada avaha-
do em 8:6957500.
Unco da estrada entre a cidade de Goian-
na ea ponte do Bujary avahado cm 13:4318.
Conservaco permanente da estrada da
Victoria, avahada em s:.iiiu.-.
Dita dila do Norlo, avadada em 2:288c
Dila dita do sul, avahada em 8:520).
K para conslar se mandou allisar o presen-
te e publicar pelo Diario.*
tiecrclaria da thesouraria provincial de
IViu.imliJiii 28 de novembro de 185(i.Oso-
rretario, a. F. d'Aiiuuuciac,ao-
Pela rerebedoris de rendas internas geraes se
las publico, que he etle o ultimo mea do pagamen-
to dos enlen,!- dos cholrncos nc-la rc|,articao. de-
p, i- do que se proceder' a' cobranza eieeulna.
Keceueuri.i de Pernambuco, ]. de dezembro de
O admiiiisirador,
Manoel Cirueiro de Souza l.acerda.
O lllm. Sr, inspector da thesouraria pro-
vincial manda fazer publico, que no dia 3 do cr-
reme por disnle se aagW os ordenados e raais dos-
|>ezas provmciaus vencidas ate o ultimo do novem-
bro pro\imo lindo.
Secretaria da thesouraria provincial de Periiain-
lh-o 1 do dezembro de I8.i(i,O secrelario, A.
F, VMl*ta0&.
Pela procuradura fiscal da fazenda provincial
se avisa aos devedores de irnpostos de decinm, rela-
tiva an auno linanceirods IS.'i'i a IRVi, cobrados pela
rull-cinri.i da ci.la.l de Olnida, para nu prazo de
(II da-, que lindan no nllimo de dpzemhrn de Is'a.,
i-nniparsa'erem na mema prornradoria lineal para
tratar no es-
criplorm de Manuel (oncalves da Silva ou com o
capilAo Antonio Gomes Pereira, ua prac,a.
Para Lisboa sablra' com a maior brevidade
possivel a barca portogaexa ullortencia, capilao
Juilo Silverin Romano ; para carga e passagriros,
para os qu.ies lem encllenles commodas, trala-se a
bordo com o inesmo capullo ou com Manoel do Nas-
cimcnlu Pereira.
Para Lisboa secua com toda a brevidade o bri-
gne purtogucr. ^Relmpago de primeira marcha,
por lera muior parle da carga prompla: para o res-
to da carga c passasciros, para o que lem assciados
commodos, Irata-se com os consignatarios I liorna;
de Aquioo Fonseca & Filho, na ra do Vigario n.
1!l primeiro andar.
Para o Porlo secue viagem em poneos dias a
barca portosueza Flor da Mala, espiao Jote de
Azevedo Canario : quem nella quizer carrecar ou ir
le passagem, para u que lem excedentes commodos,
dirija-se omc-mo eapiiau, ou a seu consignatario
.Manoel Joaqun ha.....s e Silva.
Para Lisboa
f) pala, lio portagoei Hrilhsntc, capilao Au-
louio llraz Pereira, sahira' coro loda a brividade per
lr a muior parle da carga prompla ; pura o reslo .la
nisma Irala-se rom o dilo ua praga, ou com o con-
signatario Domingos Jos Ferreira Ouimaries.na ra
00 l.llii'llnailn n. 35.
Para o Cear
o hiate NOVO OLINDA, mettre Custodio
Jote'Vianna, rinda recebe algutna carpa
para completar o sen carregamento : 'a
tratar com Tasto limaos.
agente Borja fara' leilao sem limite, quinta
feira i do correnle aa 11 horas, em scu arma cem na
ra do Collegio u. !.">, de uiua inlinidade de ubjeclos
de dillerenles qualidades, cunsislindo em ditas p-
timas mol,illas de Jacaranda, nina rica secretarla da
Jacaranda'com lampo de niarmore, om lindo loillel-
ic do mogoo, varios pianitos, liquidseAo. sofa's.con-
solos, cadeiras, mesas, cuinmodas lano de jaesrauda'
como de amarello, eoulrns multas obras, objectosde
ouro e brilbanles. bem como rozelas, alhuele, pul-
seiras, botoes, relogios para algibeira. dilos de pare-
c | de americanos, candelabros, lanternas, ricas quin-
*Q! quilharias francezas de goslo modernissiino, un ri-
g quissimo faqueiro de prala moderno, liquidaeau
y& ptimos tapetes,, sxcellenles redes bordadas, ar'di-
gg j neiras da marmore, msrmures para cuusolo e mesa,
aparelbos de porcelana para cha. dilo para mesa, vi-
dros linos, cri-iacs e oulros nimios objeclos ele. ;
assnn como nessemesmo da fara' leilu lainbem de
una escellenle mobilia para sala, lodos os mais ar-
raiijus coiiceruenles a cusa, e qualro ptimos escra-
vos mucos,le bonita lignra, e de ambos os sesos, per-
lencenles a urna pessua que se retira para lora da
provincia, os quaes se entregarn por qualquer prejo
manir ollerecido.
() senle Oliveira faro leiblo por ordem do
ll|ro. Sr. cnsul de Franja nesla cidade, de varias
joias de prala, ouio, diamantes e brilbanles, per-
leocentes a liquidarlo da massa do tluado I.. A.
Kaudoui, subdito Francez, coiisislindo em uoles,
argolinhas, liaas, medalhaa, brincos, cora(oe, ala-
cas, anneis, alliocles de pallo, collares dr coral e d
coulinhas de ouro, pulceiras. liveltas, crucilixo, agu-
lliela, redomas, inclusive aluiimas de prala, lila
graaa, cornelinas e nutras diuVrenles cousas: sexta-
feira .j do correle, as 10 horas da manbaa em pon-
to, no cu escriplorio, iua da Cadeia.
SEXTA FEIRA 5 DO COR-
RENTE.
O agente Oliveira fara' leilao em diflertnles lotes,
por ordem do Sr. Manoel l.uiz da V'eiga e ootros
iuteressados, da bem cunhecida, ptima e grande
casa de sobrado, e terreuos cireomvisiuhos, existen-
te) no logar de Santo Asaarinho, estrada em liuba
recia para Olnida e transversal para a fundicuo da
Aurora, cujas confroutac,es, ilivises c dim'eiises
podem os preteudeules examinar lias localidades, e
por mcio da planta existente no escriplono do refe-
rido .i.cnle. onde tero' lugar o leilao ao meio-dia.
-Se 111 limite.
O agento Vieira da Silva fara leilao por roma o
risco de quem pertencer de 40 a 60 canastras de
batatas todas escolladas e chegadas ltimamente de
Lisboa defronte da port da alfandega quaru feira
4 do correnle as 11 boras em pomo.
Se limite.
O agente \ ieira da Silva far leilao por nonti e
risco de quen pertencer de urna porc,ode ceiras de
figos de superior qualidade, vindos ltimamente de
Lisboa, quaria feira 3 do correnle defrpnie di por-
ta da alfandega as 11 horas da manhaa.
Leilao que faz o agente Pestaa de cento e
tantos corteo decassa para vestidos de excedentes
padres pira a fesla, 800 pecas de bicos de algodo
de differentes larguras, e cento e tantos gigos com
btalas de Lisboa dezembarcados ltimamente, e 1
porco de mobilia nova e usada, obras de ouro e
prala, relogios do algibeira e de cima de mesa, co-
lhercs de sopa, ede cha de prala, podras de marmo-
re para consolos.e para mesas redondas, brancas e
de cor, candelabros, caslicaes etc. e oulros objectos
que seria impossivel nomea-los, quarla feira 3 do
correnle em scu armazem na ra da Cadeia do
Recife n, io as 1 1 horas da manbaa,
0 agente Borja fara' leilao quarla-feira 10 do
correnle as III horas da manilla, de diversos predios
perlencenles ao Sr. Joso Dias da Silva, a saber:
urna casa lerrea de n. 2, sila ua Iravesaa do Lima na
ra Imperial com duas salas, dous quarlose coziuba
lora, seis dilas de Ds. -i, (i, 8. 10, 12 e 11 na mesma
rua.com duas salas, um quarlu e cozinha fra;
duas dilas na ra Imperial u. 7(i A e 7li II, cotn duas
salas, ires quarlos e cozinha fora ; qualro arrnazens
em Mitas), na misma ra, uin lerrcnu na ra da
Praia de Sania Rila c um dilo na Passagem da Mag-
dalena com 12 1|2 palmos de frcnlc, ao lado da ca-
sa do Sr. Jos Joaquim Illas le uanaes, os quaes
serlo culrcsoes stm limite, visto serem vendidos
por aceordo do proprielario com o ev curador Asea I,
para euiiiprimciilo da concordata que Iba l.ira ulli-
mainenie Mloroada : os snhores pretndanles que
quizercm alguns esclareeimcntos a tal nspeito, di-
rijam-se ao armazem do agente aniiunciantr, situ ua
ra do Collegio n. 13, onde lei lugar dito leiUo.
O lllm. Sr. William l.illey, teododeretirar-se
para os Estados Unidos, fara leiUo, por inlervenrio
do agenle Oliveira, de loda a mobilia da casa de sua
residencia, consistindo em um soberbo piano, ca-
deiras das inelhorcs qualidades, lano de sala usuaes
como .le balanco, para dila de jadiar e -alelas, me-
sas redondas, sofsexplendiiloi, uuarda-ioupa, guar-
da-vestidos, espedios gran les, ditos pequeos, lou-
cadores, commodas, lavatorio*, mesa elstica para
jantar, banqonhos diversos, aparadores, guarda-
livros, ricos tapetes, luilres, lampeos, laulernas,
mamiili.-ii i elogio de parede, loocas de porcellana
para jantar e almoro, eristaes, raas e garfos, irem
de cozinha, 2 foguea de patente, baoheiros, 1 cabrio-
lel com arreos e o compleme eavtllo, assim como
de varios oulros artigas miadas : lerr.i-fcira, 9 do
correnle, as 10 hora, da manhaa, siti do Sr. Joo
Martins ds Barros, com frcnle para a estrada uova
do Maoguinbo, contiguo ao do l)r. Acciol l.ms.
O agente Borja (ara' leilao, (|uarta-
fcira 10- rio corrente, as 10 horas da ma-
nliaa, de diversos predios perlencenles ao
Sr. Jos Dias da Silva, a saber : nina casa
terrea n. 2, sita na travesa do Lima
na ra Imperial com 2salas, 2 (piarlos e
co/.inha fora; 6ditas de ns. i, (i, 8, 10,
I2el4na mesma ra cora 2 salas, um
quarto e cozinha Fra ; 2 ditas na ra Im-
perial ti. 7li A. e76B. com 2 salas, 5quar-
tos, cozinha fora ; larmazensem catxao,
na mesma ra, um terreno na rita da
Praia de Sania Hita e um dito na Paua-
eem da Magdalena com 12 I yl palmos de
frente, ao lado da casa do Sr. Jos Joa-
ipiiin Dias Fernandes, os quaes ser&O en-
tregues sem limite, visto seren vendidos
por aceordo do proprielario com oe\-cti-
rador liscal, para Cumprimento da con-
cordata ipie Iheora ltimamente oulor-
gada : os sentares pretenden tes que quize-
rem alguns escls reclnenlos a tal respeito.
dirijtm-se ao armazem doagente annun-
ciante, sito na ra do Collegio n. lo onde,
lera' lugar dito leilao.
srvetes
No aterro di Boa-Vinla n. lil haver.i sorvste lodos
os dias, das ti e meia horas da Urde em diaule.
I ma pessua com habililaces necessaiias pura
escriplurar commereialmenle, se offereee a quem se
queira utilisar de seu prestimo : podera' ser procu-
radu no Kecife, ra da Cadeia Yelda, loja n. (i do
Joilo Baplisla Fragoso, e em Santo Aulonio no Pas-
seo. loja n. 3, dn Coelho.
A pessoa que deiiou na noile do espectculo
da SociedadeTheatral Kecrealiva, cni 1 de dezembro
um leque na Ralada, dirija-se ao atierro da Boa-
\ i Precisa-se de una ama para casa de pouca fa-
milia, composla de duas pessoas : na ra das Cru-
zes rase Isrrea n. 13,
i Por oidem do lllm. Sr. provedor inlerino 'a
.:._ da sociedade (Irlbodoxa, Luterana e Amor S
^ a ^*''''ai'i convido aos snhores socios a -ur
5 comparecer amanli.a pelas II) horas do fi|
da na ra Jas Aguas-Verdes n. ni primei- ft,
IK, ro sudar. JP
? () escrivao interino, ^
%';';. Antonio Ltopoldmo Jos iranes. M|
SOCIEDADE HE E\SAI0FR\\(H.
Por ordej do Sr. presidenln declaro, que boje
as 9 horas da manhaa ha sessao.
O i.- secretario,
Costa Carvalho.
Attoiicao.
Os accionistas da compauhia Vigilante dos rebo-
ques sao convidados para a reunifio no dia quinla-
feira i do correle imprelerivelmeule, para delibe-
rarem sobre negocios imprtanlas da mesma compa-
nbia, no.escnplorio de llenrv Forslerft C.
Recreio divino.
Nare.tieza de -S". os,
ra o Forte i 5-
Conlinuam os banhos d'agoa doce, com n ptimo
choque, e mulla decencia pruprius para familia :
agua de caj e oulros refrescos, lem o excellenle ca-
pil de abacacbic, c cale, c para diverlimeoto da
bella rapazead bao jog.ida bolla, das horas da
manliaa as III da nnile.
A abaixo assiguada casada com l.uiz Francisco
da Cosa, soube que o dilo senhor linha vendido
urna inorada de casa que lem em Olinda ua ra do
Coxo e que fui vendida sem a sua assiguatura, e
por iMO tai ver ao publico que (cara' a "dita venda
nulla.Fraucisca Tertuliana da Cosa do Espirito
Santo.
UM VOTO DE tiKATIUAo.
Desengaado dos socco-ros mdicos, votado ao
desprezo dos homeus, e entregue nicamente a voli-
tada de Heos, meachava eu carpindo o mal da mor-
phoa com todos os seus horrores Purera urna mAo
bem fazeja, um coracao caridoso e mmiamenle all'a-
vel yeio em meu succorro, e como que mandado pe-
lo Altissimo, salvou-me dessa triste e penivel situa-
ca curando-me radicalmeiile. Esse homem que
channrei um anjo, be o Sr. Maooel Borges de Men-
Jonca, a quem devo, abaixo de Daos, o meu resla-
belecimenlo ; e como nao Ihe possa pagar por outra
Turma, ltenla a minha falla de meios, recorro a"
prelo, para por meio desle annuncio manifestar-lhe
a nimba gralidflo, e recommenda-lo a lodos quantos
sofTrerem o mesmo mal. Kecife 1 de novembro de
leiob.Manuel de Barros Paleto de l.acerda.
Precisa-se de um eonlra-meslre de alfaiate pa-
ra corlar obras, e igualmente costureiras para cairas,
colleles e palitos. : na ra da Cadeia do Recife* n.
40, primeiro audar.
Precisa-se alugar um pelo ou prela para o
servido de urna casa de pouca familia : a pessoa que
liver, dirija-se a ra Augusta, casa n. 4tj.
?o
*$S@
"il-feVi
RIO.
de Jaueioi*.
Al o fim da prsenle emana prelende sezuir pa-
ra a Itio de Janeiro, a veltira barca nacional -Ss-
raivan, lem porta de dous lerdos de seu carrsgamen-
lo promplo : pira o rsslo a escravos a (rete, para
os quaes |em exceilenles commodos, Irata-se como
seo consignatario Antonio f.ui/ de Oliveira Azeve-
do, na da Cruz n. 1.
Ht)5oS $5 t>cro5.
Srs. fedarlores.Como no di/er de alguns dos
nossos douloracos, Dos nao lem liberdade, pode
qualquer pagan ou rhrisiAo novo capitular deIte-
crein Divinous banhns dn quintal do padre Manoel
lo muro, visto como estn lo Dos amarrado de pe
e ma,i- (Senhor, nao sou eu que n dico mo pode
castigar esse impo. o Chrhlio irllio.
Precisa-se de una para o ssrvieo interno de
urna casa de pouca familia : no aterro da Boa Vista
II. til).
Na ra d.o l.ivramento n. :!l desrja-sa fallar
com o Sr. Pedro de Alcntara de Abroa Lima para
negocio de seu intaresse.
Aluga-sc urna casa pzra passir a fesla. na
travesa do Monteiro, a margcni do rio Capibaribe :
quem prelender dirija-sr ao Poco da Panela, taber-
na do Sr. Joaquim Ignacio da Cosa, a Iralar com o
mesmo.
Da-se dinheirn
ooro ou prala
Cacimba n. '2.
Precisa-se de nina casa p.,r aluguel, sendo no
bairro de S. Jos, mi de Santo Antonia, em boa lo-
calidad que para taberna : faz-sealgama vanlagem
no alusuel agradando : a quem couvier aununcie
para Iralar.
a premio sobre penheres de
quem precisar dirija-se :\ ra da
C'3 O Dr. Ribeiro participa ao pu- @
Q Mico que dieron do Ceara', e con- g
tt tinua a residir na mesma casa, ra *u-
-;;;- da Cruzn. \~>, se{;undo andar. g
O abaixo assignado prope-se a en.mar l.lim,
podendo ir a casa de quem sto quizer, em horas de-
terminadas : a Tallar Ihe ua ra da Praia, lerceiro
andar n. 13, das (i as !l da manhaa, e das 3 asb da
(arde.Jerunvmo Cesar Marinho Falcas),
Preriss-se de 3 amassadores, paga-se bem : na
ra do Kangcl n. 13, deposito na quina do boceo do
Trena.
Aloga-e o solao do sobrado de um andar, silo
na Ir.ivessa da Concordia n. j : quem a pretenda!,
dirija-se ao mesmo, que achara' corn quem Iralar.
LitllOgrap.iia
A nllicina lithagrapbioa quo exista no caes de
Apollo, casa de viuva l.asserre, acli-se tran>fe-ida
na ra da Cruz n. "). anude seu dono csla promplo
para exeeular lodos o* trabalhos concernenles a sua
arle, como factura?, coalas, lellras de cambio e da
trra, conhenmenlos, registros, hilheles de visita,
etiquetas, e qualquer impressao dourada, praleada e
de cr.
Lotera
Do Rio de Ja-
neiro.
Hoje devem ebegar as listas da lotera
07- da Sania (lasa da Misericordia, pelo
vaporbrasileiro San-Salvador: o res-
tante dos lnllicii's acliam-se a venda na
loja da ra do Crespo n. I, junto ao ar-
co de Santo Antonio.
Compauhia do.
Beberibe
O escripturario da Compauhia de Be-
beribe Matcolino .lose l'upe, a inda con-
tinua a agenciar a venda e compra de
accSes da mesma companbia, mediante a
urna pequea gratilicacao : podem diri-
gtr-seao escrptoro da mesma, ra Nova
n.7, das 8 as da tai de.
Hospital Todos
os Santos,
d't venera ve i Ortiein er-
ccira de San-Francisco.
Para o mesino hospital precisa-se de
umenfermeiroe urnaenfermeira, auuel-
les de nossos irmaos casados sem lillios
que pretenderemolugar, cojo ordenado
hedeOO.S'OOO para ambos e mesa, diri-
jam-seao irmao ministro Flix Francisco
de Sou/.a Nagallies, morador no laijjo
do Carino n. Ili, assim como precisa-se de
um servente para o mesmo hospital.
No da quinta-ieira do corrente,
na sala das audiencias, pelas 10 horas da
manbaa, se deverSo achar os Srs. (-redo-
res da massa fallida de Cruz iS. Comes,
para era presenca do Exm. Sr. Dr. juiz
docommercid, serem prestadas as contas
GABIiV'ETE PdiTlGllEZ
UIIUIA
%
He ordem do lllm. Sr. presdeme do eonselbo de-
liberalivo convoca-se o mesmo conselbo para seasio
extraordioaiia no dia i do eoncnle me/, pelas 7
horas da larde, no sal.lo nei eslabeleeimeoto. K-
eife \> de dezembro de I8J6. Mcudes ('uiinar.ics, |,
secielario.
Na uoile de :ill de novembro para I de le/em-
bro desapparecea da estrada dos \llicin., silla con-
fronie ao Sr. lr. Velloso, am eavalla pedrea peque-
no, can la e dinas prelas ; adverle-se que o inesmo
cavallo foi em osso e'sem eabresio ; quem delle liver
noticia dirija-se ao sierro da Boa-Vista n. :IH, ou no
. mesmo sitio ; e pede-se encarec lamente as .lulori-
rOSOS prelende seguir ca- dades pol.ciaes para que digne,..e dar as suas or-
den, para aprehi-nco do mesma, caso rosta Cortado.
Aluea-se um segundo andar na rus do l.vra-
menlo e um l-rceirn na roa Direila : trata-se na
ra do l.ivramento n. :i.|.
Precisa-e de urna ama para caa de pouca fa-
milia : na na da Hoiia. a. '.i.

dos adminisl
SG8 do cod.
Precisa-
da ra largt
Aluga-se u
la, na freguezia i
I lie convier diriji
i, na ra de II
do Carmo, que
Malinas G
sica do secundo
declara para per
baver recebnlo
msica, por (er
>ou-se na inalri/.
pela eleican.
lia para a
a homein aolleir
necessidade de
desla lypuarapl
preco ho 8)UU0
O Sr. Jos
na abaixo assign
chamado por ssl
o abaixo nssigna
ili'-ia quanlia, e
justicH, por io
adores, na forma do art.
lo corara.
de um caixero: na loja
do Rosario n, 2.
na casa grande para passar-se a fes-
a Varzea junio a pnvoaeao : quem
-se ao segundo andar do'sobrado n.
las, que bala o nii.i i para o palco
bi se dir' quem aluga.
larlo'rla Mendom;a, meslre da mu-
,iiaihio de iufanlaria do exercito,
eilo esrlarerinienln de duvdas, nao
e pes-oa alloma Kralili.:aco para a
issislbloao Te-llciim que aoienini-
da Boa -Vista am aecao da gracas
lorie do Mallos
iiL-ar-sc nina luja, mas sd se aluga
i : pulanlo se alguin houver com
dila casa, dirija-se a loja do I om
ia, que Ihe dir' quem a alagl. O
ior inez.
Auluiiiu da Silva M ia venha pagar
irtu a quanlia de (iS.^KK>, pois ja foi
Diario por lellras Iniciaos, a como
lo he a u pobre cnxeiro e precisa
nao leuha dioheiro para gaslar com
acarra ao jornal para receberdila
quanlia. O Sr. 1 aia he caixero do Sr. Alem, no
Joi Ferreira da Silva.
FAMA
Trtumpha.
Na ronfeilai ia de l'inlo Irmao, ra da Cruz n.
2\, receberam ultimamenle de Franca um liudu sur-
liineulo de lig iras de ramos para oivas, e oulros
objeclos de ao nina, o mala delicado que he possivel,
para as seubor is que cufeilam (bandejas, dilas para
prosepes, um; porcilo de ameDdoas eonfeitadas, e
caixinbas para so encherem, u mais rico que se po-
de achar para se brindar ; os mesmos apromptam
qualquer encommendas de bolinhos e doces para
bailes e casamentas, com promptidao e ssseio, para
qualquer parl que os compradores quizerem, pf
preces cemmodos.
yuem precisar de urna ama para casa de pou-
ca familia, endo para o servido iiileruu : procure
ua ra dos i'ires n. 18.
'.i acadmico Joaquim llarboza lama, leu- ft
_.:._ le particular de inglez e francez, avisa aos S
08 Srs. eslndanles de preparalurios, que snn 9
-;? aula est abarla na ma da ('.loria n. II, e g
,r\ que depois do dia ."> nao admiile a malricu- S
i la, quem quer que pretenda au exame das 9
xiV referidas materias. s
I.embra-sa a pessoa que lem uceulto em sua
casa u escrava lenoveva, haja qnaiilo antes de a
man lar entre jar a seu senhor, na ra do Apollo n.
1 A, cerlu de que nao o fazendn pioceder-se-ha com
todo o rigor que as leis para isso facoltam.
Ouem precisar de um jelim em bom eslado,
com Iodos os mais perlences, dirija-se a rna do l.i-
vramenlo n. i, segundo andar.
~- I'recisa-se de um caixero do i-2 a I i annos de
idade, com alguma pralira de taberna : a tratar na
travessa do Singado n. 1.
O abaixo assignado solicita causas nos tribo-
naes desla cidade, para o que ollerece sen pretlimo
a.pole ser procurado das 8 horas da manhaa as i da
terde : na tua eslreila do Itosario n. 8, primeiro
andar.
II. Eduardo Kego M mleiro.
DAGUERREOTYPQ.
SVSTEMA norte-americvno,
Alerto da Roa-Vista n. \, terectro andar.
O artista proprielario desle eslihelecimenlo, tendo
chegado honlem uo vapor Iguarasso"u, desde hoje
I de dezembro, pe de novo a sus galera e olli-
cma a disposirio do publico, os melliores proeessos
descuberlos e pralicados pelos norte-americanos slo
empreados pelo arisl, o que assegura a pessoa que
se retrata mu pouco incommudo, e um retrato per-
feilu e ioalteravel. Na mesma casa existe o mais
completo e variado sorlmenlo de caixas, quadros,
passe-par-ious e joias de ouro para a collocacgo dos
retratos.
No dia 18 de novembro de 18"i, do engenho
Uarra de Canaviaira, comarca de Nazarelh, provin-
cia de Ternambuco, fugio um meu escravo por no-
me Francisco, com os signaes seguinles: mualo cla-
ro, ba allura, grosso, fallas brandas, honulde, ladi-
no cabello chegado ao tasco, barbado, ja piula as
barbas, lera III anuos de idade, lem urna costura em
cima do olho sobre a testa, parece-me que da parte
direila, proveiiieule de um coore de cavallo que le-
vou, co-tuina andar com a cabec amarrada com
lencos para nao se v a marca, ha u mezes que era-
vou um espiaba de cardero sobre o joelbo do que
manca, Irabolha mais ou menos de carapina, e lam-
bem de mestre de assacar, he aladroado e gosla de
logar, levou consigo um meu quarlao alas.ao. frenle
aberla, calcado, capado, eslradeja puxando urna per-
na, (era de 8 a !l .unios de idade : quem o prender
e me entregar sera bem pago de en lrabalho.no meu
geni, ou em casa de Jos ll.pu.ta Hibciro de
rana, ra da Cadeia n. 0.
Antonio Manoel Gaio.
AO PUBLICO.
Constando ao abaixo assignado que os policiaes
da Vicioria consideram como hypoihecados os seus
bens, para pagamenio de injurias (que lastima '.)
e cusas do urna inlioidade de proeessos, que vio
sersubmetlidos a aquelle laboratorio ; declara pelo
PRESENTE que lem contratado vender todos
os seus bens. Aquellas pessoas, por tanto, que
sejulgarem habilitadas para opporem embargos
venda dos sobreditos bens, nao percam tempo ;
apparecara com toda a brevidade, para legali-
sar o seu direito !
Recife 30 de novembro de 185C.
Padre .loiio Herculano do Reg.
Dase dinheirn a premio sobre penbnres de
ouro o priila: qm-in precisar lh jase n ru da Ca-
cimba n. -2, que se dir' quem da'.
Da-se 1:4005 a premio de I por 0|o ao
mez na ra doQueimado n. 15.
Precisa-se de urna ama para co/.inliar e
engommar para um homem solteiro, e tomar cun-
ta da casa : na ra du Oneimado n. la.
Alnga-se urna casa terrea sita no lugar
Santa-Anna de dentro, cujo lugar he o mais salu-
bre possivel, e o aluguel be bastante commodo : a
tratar na ra da Lingueta n. 3.
Precisa-se para o servieo interno do urna ca-
sa de pequea familia, de urna criada(forr ou cap-
tiva) que saiba cozinbar, paga-se generosamente :
na ru Imperial sobrado annexo a fabrica do sa-
bio.
Precisa-se duum ou dous meninos para a-
prenderem a charuteiro, ou mesmo escravos, aos
quaes so ollerece vanlagem,na travessa de S, Pedro
n, i, segunde andar.
Precisa-se de urna ama, para cozinhar e en-
gommar e fazer o raais servieo de urna casa do ho-
mem solteiro, mas que seja de meia idade : na ra
das Cruzes n. 20 se dir quem quer.
O abaixo assignado perdeu o meio lurtele do
Rio de Janeiro n. 21M, que o espera a lisia no pri-
meiro vapor, perleuceule aos Srs. Manoel Jos Iter-
narriinn de Paiv.i, Alves & Feliciano o liento Jos
de Medeiros : roga-e aos snhores caulclislas que
veidsm hilheles do Kio,que o apprehendam,CH!0 Ihe
seja apresenlado.
Manoel Jos Bernardino de I'aiva.
Na ra lana do Rosario, esquina do beco do
Palia-Frito, na segundo andar do sobrado n. '.),
Cuzinlia-se para fra com lodo a-seio, perfeicao e
promptido e lambem se engoinma : ludo por prora
mais commodo do que em oulra qoalqoer parle.
Kojju-se aos (redores do fallecido
Manoel Joaquina Goncalvcs e Silva, que
venham receber o rateio que Mies toca ;
quarta-feii-a 7> de dezembro, na ra da
Madre de Dos n. ti, loja de Jos Anto-
nio da Cunta Irmao.
Lotera da pro-
vincia.
abaixo assignado venden as seguin-
les soiles:
I bilbete n. 54032:000s00.
1 mel h 32 i 2O0JJ0O0.
I bilbete ."ISI 5O5O8O.
I nielo I Til i ."iO.sOOO.
1 dilo 1. 2659 ."iO.sOOO.
(I mesmolein e\poto a vendaos seus
milito feli/.es bilbetes e meios, da segun-
da parte da segunda lotera do conven-
1 lo do Carmo, os quaes se vendem pelos
piceos abai\0 declarados.
Bilbetes 7000 recebe 0:OOO$OOO
.Meios .".s'.'iOO ,, ."MIOO.sOOO
Por Saliistiano de Aquino Ferreira
Jos Fortunato los Santos l'orto.
Precisa-te de asna pessoa para eoznharoan
aonimar cm casa do puuca familia. ,\o Iciienlc-coro-
nel \ ilella. Na mesilla casa sedua' quem vende tl
mergullios de parreira moscatel a .VMI rs. cada um.
Os .Srs. estu(lindes de
prep rutorios.
0 bacharel formado A. H. dn Torres Bandeira
professorde lingua (ranean no Gymaasio Provin-
cial de Pernambuco, lem abertn um curso de rlie-
lorjca o potica, assim como de lingos (raneen, e
da gcograpliia, o breva dar comeco a um CURO do
philosophia, e lambem ao de lingua ingleza r os
Srs. esludanles que se quizercm matricular cm
qualquer dcstes cursos podem procnn-lo desde j,
em a casa de sua residencia, na rita Nova, sobrado
n 23, segundo andar.
Precisa-se de umcaixoiro que abonosua r.a-
pacidade, e tcnlia pralica, para padaria no paleo
da Santa Cruz n. o.'i junio ao sobrado,
Na ra da i;.;,leia de Sanio Aalooio 11. (i. das
(i horas da tarde em dianle, ha nnpre sorveles de
dillerenles qualidades de fruclas.
PROVINCIA,
da
pu-
O Sr. tiiesoure.ro
loteras tuauia fazer
blco, quo. estfto expostori
a venda, na thesouraria
das loteras, uu ra da
Aurora n. 'i6, primeiro
andar, os bilbetes, meios
e quartos, da secunda par-
te d;i segunda lotera a be-
neficio d convento de N.
Si-nhora do Canuo, cujas
rodas andaiu uo dia 11 de
dezembro. O mesmo Sr.
thesoureiro manda decla-
rar que existe urna comple-
ta numeradlo de bilbetes,
donde se pode mell.or es-
colher a sorte, e espera a
concurrencia dos ftas. jo-
gadores, pura animaretn
as loteras da provincia*,
visto (|ue as ultimas teem
sido sempie extraliid .s -
cando grande pory i de
bilbetes por vender.
Thesouraria das loteras
29 de novembro de 1836.
Jos1 s anuario Alves d .
Maa, escrivao das lote-
ras.
Na ra da Cadeia de Sanio Antonio n. li, ha
os verdadeiros charutos trovadores, e outias diversas
qualidades.
~inoel de Soaza Silva Serodio, morador no
Kiachao de I'anellas, tendo negociado uesla praes
com varios snhores, a quem suppoe nada dever de
coalas veucidas, convida a lodos aqoelles que se jul-
aarem seus credores de Ibes apresentar soas contal
dentro do prazo de Ires das, em casa do Sr. Jos
Larreiro da Silva, as Cinco Ponas, ficsndo depois
dests dala deoncrado para o fulnro de qualquer de-
bito vencido al osla data.
Recife 9 de novembro de 1856.
.Manoel de Souza Silva Serodio.
Estando impressos os recibos para a cobran-
jea da subscripto do volume das minlias poesias,
1 que ser publicado em marco do anno vindouro, se
me faz preciso declarar para esclarecimento dos
mcus prestrnosos amigos, que generosamente se
prestarem ao pedido que Ibes fiz ha pouco nesle
Diario., de adiantar-mea diminuta .quanlia que
subscreveram ; e vem a ser : que o abono do nape|
feilo pelo coronel Menezes nao he sulTiciente.'para
que possa leceber as 100 resmas de papel, que lia
de ebegar emtevereiro do referido anno de 1857,
por quanto diz a sobredita carta de abono, que no
caso de eu nao salisfazer immediatamenlea quanlia
constante da factura, o socio e gereute da casa N.
0. Bieber e C. Ihe participe, para mandar salis-
fazer o sen impone, o elle receber o papel cncom-
mendado, donde se v clara menie, que s satisfazen-
dotodaa importancia das referidas 100 resmas de
papel, pederei conseguir a impsesso do volume
das poesias annnncinda*.
Ora, quem al o presente tendo eslabelecido urna
lypographia com tres prelos, na ra do Passcio Pu-
blico n. 19, ecomprado muitas fontes de typos no-
vos ; typos quo podem compor 20 peridicos e di-
versas obras avulsas.no tem podido al boje colber
bom xito, como poder imprimir 20000 exem-
plares de um pequeo volume de poesias, sem ob-
ler de seas amigos o adiantamento dessa diminua
quanlia ? Os assignantes hoja j exceden! de 1500
a vista de enibusiasmo e dedicacao que se teem ma-
nifestado na briosa academia, no collegio dos artes,
e em alguns negociantes desta praca. Na cidade de
Macei j voluntariamente subscreveram cento c
tantos, e hoje com a ultima publicacao da canco
denominada O juramento teem surgido como
por encamo, novos apologistas, que me do os pa-
rabens pelo bom resultado desla minha empreza.
Agora lembro de passagem, porque motivo as
Exms. Sras., que constituem as gra^ss do dia e as
delicias da noitc, nao se prestam a subscrever para
a publicacao de urna obra, qne tanto exalta suas
sublimes virtudes e formosura? Nao sao os clos
da cadeia do mais aprehensivo e melindroso sexo,
que faz a gloria, delicias e doce ornamento do ho-
mem ? O homem nao nasce de seu entra, para se
suspender de seu seio? Sua bocea deliciosa nao pro
fere palavras mgicas, que adormecem todas s d-
rese geram lodosos prazeres f A natureza do ho-
mem nao be o rellexo di historia de tao bello, de-
voto e sensivel sexo ? Dave-sa por conseguinte a-
doptar a estupida doulrina, de que s inlerceptan-
do-se as Sras. a propria luz, se consigueria evitar o
seu deslumbramentofechando as janellas das casas,
onde devem vi ver morrr? 1 As senhoras, diz a
condessa deRcmusat, nao lemseno actividade in-
terna : sna liberdade he mais pacifica,que a dos ho-
mens, ellas s teem por inimigo o seu proprio co-
racao.
Em verdade, sempre para as grandes emprezas
reclainarani-seos maioresestorbos : os protectores
das obras Iliterarias em lodos os lempos se denomi-
naran: egides dos fructos daintelligencia ; convem
portanto, que lodos em geral, subscrevam, para a
publicacao de urna obra, qne tanto electriza os co-
races sensiveis. As bellasj Pernambucanas devem
de imitaros exemplos das affectitosas eIlustradas
bahianase fluminenses.O bacharel formado,Joao
de Barros Falco de Albuquerque Maranhao.
Permula-se por urna escrava que saiba cozi-
nhar o diario de una casa e engommar,anda vol-
lando-se o que for de razao, um escravo de nacao
angico de meia idade bastante forte e sadio, apto
para servicos grosseiros, garanlindo-se o aluguel de
105000 mensaes)pelos seivieosdo mesmo : a tra-
tar na ra de Apollo armazem n. 13.
Atteneo
A faina do liorn caf, na na larca do
Rosarion. i, primeiro anclar, avisa aos
seus (reguezes, que acabou de receber
um complel sortimento de figuras as
mais lindas que lie possivel. de gomma,
proprias para bandejas e para brindar-se
as jovens, como sejam, reis, preseiies,
princezas, rainlias e cupidos, a l.s.se
500rs., e caixinbas milito ricas para dar-
se de (esta, e outras muitas cousas que
avistados compradores escollierao a sen
gosto.
PARA 1857.
Acliam-se a' venda as bem conhecidas
folhinlias, impressas tiesta tj pograpltia,
das seguintes qualidades :
POLHLNBA RELIGIOSA, contendo alem
dos me^cs, a hibliotheca do christao
brasileiro. que se compoe de ora-
efles quotdianas, metliodo de assistir a
inissa e conlissao; cnticos, psalmos,
livmnos, officio de Nossa Scnliora da
Conceico e muitas outras orar/ies de
grande ment, preco......' ."20
DITA DE VARIEDADES, a qualalem dos
mezes, conten? artigos de agricultura,
nocoes de sciencias, artes, Lei dos cir-
cuios, tabella de irnpostos, e regulamen-
to de afericao, etc., etc., preco. r>20
DITA SIMPLES, contendo a lem dos mc-
7.es, a lei dos circuios e varias tabel-
las de irnpostos geracs, provinciaes e
municipaes, preco........2*0
DITA DE PORTAi a qual alem dos me-
zes tem e\plicaces das indulgencias e
excommunlies, etc., preco. 160
DITA ECCLESIASTICA (ou'de padre),
elaborada pelo Kvd. Sr. Penitenciario
da S de Olinda, segundo as regras
da igreja, e leis conhecidas a res-
peito, preco..........400
Todas estas folliinbas sao impressas em
bom papel e cxcellentc typo, e vendem-
se em poreo ea retallui: na livraria da
piara da Independencia ns. (i e 8.
Na cncheira n. 33 da ra das Flores, que foi
u Tinado Jos Mara Borses, coutinoa-se a receber
carros cavallos para suardar e Iralar, c do I.- da
ilezemhro era dianle llavera' sempre carros de alo-
suel e em ludo promelle-se servir bem a contento
uus freguezes.
t LOTERA da proyihcia.
Litima naife Ja primeira
e primeira da segunda lo-
tera do Carino.
Foram vendidas a,s ne-
gnintes sortea, cotn a ru-
brica do abaixo assignado.
liS (i:000s 2 meios.
1038 900jj| 2 d'tos.
1666 200.S* 2 ditos.
1"8 100.S 2 ditos.
OGv lOO.s' 2 ditos.
552 30.s' 2 ditos.
887 50.S 2 ditos.
1156 50# 2 ditos.
~>t>ii 50.y 2 ditos.
38(i8 50s 2 ditos.
Apenas sabir a lisia ge-
ral. os possuidoies de di-
tos nmeros poderfto vir
receber o competente pre-
mio, no escrptoro da rui
da": Cadeia n. O, ou na
praca da Independencia,
loja 40.
#*. .. M'iyme.
ROBO.
Tendo vindo urna pessoa de volta da cidade 0-
Iinda, em um carro na noilc de 20 do correnle, c
lendo-sc dirigido aos Bairros Baixos casa do
Sr. Antonio Rayraundode Miranda a quem data-
jan fallar, islo por volta de urna hora da noile
pouco mais ou menos aconteceu que apciando-se do
carro para dirigir-se a casa do dito Sr. se ebega-
ra a elle um vulto que nao conheceu por causa da
esenridade da noile, e Ihe furtoit um relogio, e cor-
rente deixando nicamente pegado na casa do pa-
lito o ganxo da correnle, o relogio tem os signaos
seguintes : he de ouro, sabonete francez, tem n
vidro quebrado, a numerado dos segundos est j
gasta, o ponteiro das horas quando ebega na pas-
sagem das seis as sele pega no dos segundos por
eslarem froxas, a crrante he bastante groca e tem
por sineles os seguintes enfeites : um general de
prala sentado em urna Carolina encarnada, urna ca-
beca de cavallo cm cima de outra Carolina azul, ou
esverdeada e mais um barrete de ouro, um selliin
nm par de estribos, e loros, um chicote cm ferra-
gem de cavallo tudo de ouro : roga-se a qualquer
Sr. relojoeiro ou autoridade policial que dos dilos
objectos souberem noticia de os aprehender e levar
a casa, de Antonio Francisco Martins, na ra
da Cruz n. t2 que se gratiGcar com ganerosi-
dade.
Precisase por alugael de doas prelas e para fazerem oiervico de urna casa de pouca fami-
lia, sahindo a ra para fazer as compras : quem as
liver dirija-se ao sobrado n. X da roa de S. Francis-
co como quem vai para a ra Bella, para tratar do
ajuste.
A fama do bom
caf.
Na na larga do Rosario n. -Mi, primei-
ro andar, lia lions petiscos de diversas
qualidades para fa/.er lanche, das 10 lio-
ras do dia as 10 da noite, e lambem das
mesmas lOdodiaa's 3 da tarde, ha sor-
vete a 200 rt., e das em diante o bom
cali'com leite, simples, cha' e chocolate :
na mesma enfeitam-se.bandejas riquissi-
mas com asseio e promptidao, por menos
do que em outra qualquer parle, assim
como faz-se diversos pratinhos proprios
p?ra presentes.
MM -S-MM0M
f A H01E0PATHIA E 0 1
8 CHOLERA. i
r nico tratamento preservativo e J
curativo do cholera-morbus, W
PELO OOLTOK (0)
m Sabino Olegario Ludgeio Pnho. *
la .Segunda edicrao.
yn A benevolencia com que foi aeolliida pe- vfl
JA lo publico primeira edicto desle opns- &
2[ fulo, esnolada no curio esparo de dous me- J
<^) zcs nos induzio a reimpressao* t^)
. Cusi de cada eiemplar......15000 (&
w Carteiras completas para o trata- W
l^f menlodo cholera c de muitas ou- Bk
^ tras molestias, a..........30)000 3k
w Meias carteiras..........IfifOM W
\&\ Os medicamentos >o os melliores possiveis. (^
lfk '-""sullorio central humcopalhico, roa %[
\S<9 de Santo Amaro Mhim1i,->i-m, n. li. !J
Lotera do liio
de Janeiro,
Aeha
llli.l am-si: a venda em a inj.i da Independencia n. 10, us novos hilhe-
les da lotera 07 da Sania Casada Miseri-
cordia, que devia correr a 18 do corren-
te; as lisias esperamos pelo vapor fran-
cez BRASIL caso toque neste por-
to Ao recbennos as mesmas listas, se-
rao immediatamente pagos, deconormi-
dade com os nossos annuncios. os raspee-
tivos premios, na mesma loja cima.
Antonio de Padua Pereira Pacheco tin um
embrolho viudo do Kio de Janeiro uo armazem de
late Antonio de Araujo.
Kua Nova n. 18 loja de M. \. CajiV\ C.Seon-
liinia sempre a ler um grande sortimeulo de obras
feilas de alfaiate, lano superior, como mais infe-
rior, camisas francezas, brancas ede cores, sia-
valas, col.ii ii.hu-,chapen, francezes, dilos de sol, de
seda c panninho,uspeiisorics de berrarha,meias para
senhoras, hnmens, meninos, fazendas para fszer-se
qualquer obra deencommemla com a maior preste-
za a bom desenipenho, em lim qualquer pessoa que
vier a aria loja, tirar um fado completo e por pre-
co mais commodo do que em outra qulquer parle.
Bilbetes de visita.
lravam-M c imprimem-se com perfeicao hilheles
de visila, lellras de commercio c todos os objeclos da
arle calisraphicn, roislros. vinhelase quaesquar de-
senhos, ahrcm-se lirma<. ineles, lano a lallio doco
como em relavo,aroamealM cm olqecios de ouro e
prala, fa/em-se riscos lindos a originaes para I i .1
dos de labyrnthn ; admilte-ae a recusa de qae-
quer deslo-. objeclos 1111 caso de nao licarcm a conten-
i das paaaaas que o? cncommendarciu : quem pre-
lender dirija-se a qualquer ilcslcs lugares : no balero
do Iterife, ra da Madre de lieos n. 112, primeiro
an lar ; em Sanio Aulouio, na livraria dassica do
palco do Collesio 11. 2 ; as Cinco Ponas, sobrado
da quina confronte a malriz nova.
Aferic&o.
O abaivn ."isnado, arremalanle das afericpsdo
municipio do Kecife, identifica a quera convier. qoe
lem e.lahelecido osen escriplorio 110 patea do terco
n. It, aonde dar' expediente das 8 da manbaa as
: da larde.Jos Custodio Penlo Soares.



'
lltflO fsi Kmt&tiii QUaKTA Ffcll\ a bl biZEMitM Bt |ft*6
DEPOSITO DE L1VK0S E BOTICAS EOMPATlCAS,
DO
uo
O Dr.P. A. LnhoMoscoso, tendode fazer uinaviiigciu dcixa a soa botica sola
direccSo de pessoa habilitada e de inleira probidade, e um deposito na loja de livrosdo Sr.
Manoel Nogueira de Souza na ra do Crespo, sobrado novo do Sr. MagalhSes Bastos.
PUEgos KIXOS.
Botica de 12 tubos grandes. ,
Dita de 24
Dita de 36 i,
Dita de 48
Dita de 60 i
Manual de medicina homeopatluca do Di'. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina
Medicina domestica doOr. Henry.
Tratamento do cholera morbus
W00O
159000
309000
2500O
309000
Repertorio do Dr. Mello Moran.
20jt'00
111ni iii
2ll<)0
6*000

? mm-m
i'Kim.vs
I
.
PRECIOSAS- *,
B
lOREUtl
5j Adereces de hrillianles, *
j diamantes, parala,pul-
JR ceirns, allineles, brincos i
Jj e nuelas, boloes e anueis *
J. de dill'erenles gastase de $
H diversas pedrm de valor. *i
t
m
^
Compram, vendeni nu
I roca m piala, ouro, bri-
k DARTE.
I.6.IA DI OI'MVK
Ra do Cabuga' n. 7.
Receben, por to-
I dos os vapores da Eu-
oi;ro e prata-
n
?
Aderecos completos de *
> ouro, meiosdilos, pulcei- ?
ras, alliueles, briocos e i
lhantes.diamaolesep.ro-
las, e onlras
joiasde valor
^SSSi moderno grato, tan-
ou por obras. u,
* mmmsiKeamgammiiSi
*i ro/.elas, cordes, trance- J
* lins, medallias,crreme,
S e enfeiles para relosi, e +
ES oatrosmuitos.objeclosde s
Mi ooro. ^
* Apparelhos completos, E
da prata, para cha, ban- J
jai dejas, salvan, easlicacs, S
5 colhereidesopaedeclui, ?
* maitos outrot objectos *
8 de prata. i
'..*:??.*>:*.*:::*'**-<-***-
ropa as obras do mais
de
lo de Franca como
de Lisboa, asquaes se vendem por
pre$o couimoiio como costuoiani.
COMPAM.1.1 DE SEGUROS lAKITr
Aluga-sealoja da casa da ra da Aurora n. .">.':
onde foi oficina do fallecido inarcineiro IIenrique s
HK F TFIlttFSiTRlX qucm Pr,l*nder dinja-se ao Sr. J0S0 Pinto de l.mo,
.rnr.3 I, 11 USi. 11 UI..1, j Jnior, no seo osenptorio, ou casa de sua morada,
ESTABELECIDA MO RIO DE JANEIRO.
CAPITAL 10,000:0005000.
A companhia lem sua atonda no eseriptorio de
viuya An.oriiu i Kilhu, ra da Cruz n. 4 j, onde
aceita tudas a. proposlas de seguros de riscos e for-
tuna do mar.
Sobre o casco, quilha e pertences de navios de
quaiquer lolar,Ao na naveg.cao de longo corso, de
-abotagem, ou fluvial, ou na pesca, em viagem ou :
preste a viajar, eT] carga ou descama, amarrados ou '
aaoarada, em cuncerto ou nu eslaleiro, qoer por i
lempo cerlo, quer por viagero simples, ou a premio
ligado.
Sobre mercadoriai desde o momenlo de seo em-
barque ale o de sua descarga e depusito.
Sobre os lucro esperados de inercadorias encaroi-
nbadas para quaiquer mercado.
Sobre o casco e quiln de emharca.oes miudas
empregadaa em descarga e Iralico dos prlos.
S-.bre o capital e premios de dinheiro a risco.
Sobre o premio dos seguros e premio dos premios.
Sobre accoes de terceiro por damnos causados por
ahalroameulos forloilos.
Sobre os freles.
A companhia recebe lambem propuslas de seguro
de riscos de incendio a damuos causados para preve-
ui-lo oueiliogui-lo de raio ou fugo celeste, einun-
daroes.
SOBRE OS SEGUIM ES OBJECTOS.
Predios urbanos ou ruraes, igrejas e quaesquer es-
abe.ecimenlos, com eiclosao de depsitos,fabrica e
la.oratorios de plvora, e malerias incendiarias ou
iiiliammaveu, the.lro, e casas de espectculos.
Mercadonas em quaiquer parle que esleu
na ra da Aurora.
Companhia
Pernambueana.
Ossenhorcsqueinhucreveram novas accoes desl"
companhia, sao convidados a entrar com primeir
. prcrlacao de .10 por cenlo, no prazo de 30 dias: n"
, esmplorio do Sr. Antonio Marques de Amoriin, ro*
da Cruz. Rccife IS de outubro de 1856.Manoel
Alvcsijuerra, secralirio interino.
Madama Rosa Ilardy,
modista brasilea
Ra l'ova n. 34.
bili. a lencilio, de'r/bViVas^e^naTsqTeVs'la lTe" i aZT^!lT l* ann,"lci,r ao 'peilavel publico
cimeulo. ioduslriaes, quer seiamfeia. or ^cnsnro l21. de hr8"''a pel navio ullim0 ***>.
pnetarios, quer pal., a-froeloario. Ic.i.r",,P,T ra T, sort"men'0 de "*" 'le eda para seobo-
blocalariosuucredureslivpoluecarius d,toJ dc ,e,,a c d P'. ^ forma nova, da ul-
Finalmente aceila prnpoMas.obrore-scuro. auer T.l'j "".'" men'ni's d S a anuos, um grande
do-segura.iore.,qoe,lo'ss csarado, ", os^n .1 Z' nor"",e""'dc '"'",os P8ra cabe de se-
.luaa.stespdecompe.iroVse-uro nl.ora, de Oores, lila e froco, cortes de vestido de
A eompanhia garaule a proinpi indemnisacRo da i "', 1 core, ^'"^ei.aples de difieren-
iiuporlancia de qnaesqu.r sioislro, i ZZ rid.de ^""' C"r"" ?' "MM de *"r-3 de eda mni,
dos premios: igualmente ,,m ahTi m. '"' 'ti* i mod"nos' e mu"a' """" ra*end... Na mesma ca-
que na roda do anuo
de seguros.
Iizerem urna avultada somma
m compra-so urna escrava moca o rccolhida, que cosa
oern e engomme.
I'recisa-se para o tarrifo interno e externo du
urna casa estrangeira, de um prelo: a quein Ihe con-
vier dirlja-se a ra da Cruz n. 4.
Pfsa-se de um bom criado e pga-se bem
agradando o servico c comporlamenlo : a tratar no
campo do Hospicio |nto au iiuartel casa do desem-
bargadur Mundes da Cunlia.
osito
DR
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
Estabelecida cm Londres, em marco de 18S4.
Capital cinco milhoe .le libras lerlinae.
Sannders Brothers &. C, tcm a honra de in-
formar sos Srs. negociantes, propietarios de casas,
e a quem mais convior que esto plenamente au-
torisados pela dita companhia para eflectuar segu-
ros sobre edificios de tijolo e podra, cobertos de
llha e igualmente sobre os objectos quecontiverem
os mesmos edificios quer consisu em mobilia ou
em fazendas de quaiquer qualidade.
S 4. JANE, DENTISTA. I
jt conlina a residir na ra.Nova n. 19, primej- S
ro andar.
33'j'S*5Ca<4tj.J|a3*fc4aS """'" HCredlad> fabrica da viuva de Delpiio ijo-
rV i W 'J o ._ iL. |,lves l'ereira l.ima, vande-se a dinheiro a vista, sem
Vh I I fia? El I S lfi. descont, pelos preces abaiio deslarados :
) L. %J[ y f'? I |J fjk i g Amarellol.-qaalidade 100 n.
i-'-'' "'.....'- ,..., WN
..-, '" ;-;'-. .<,',,,' V
"" l'IIHlor. A *-m
Ricos chales de louquim da India a 369000
Ditos de merino bordados de velludo a
Ditos de ditos bordados em 2 ponas a
Ditos de dito bordados em 1 ponta a
Ditos de dito com lista de seda a
Diios de dito com franja de seda a
Ditos de dilo com franja de la
liomeiras de retroz malisadas a
Ricos cortes de vestidos de seda lavrada
Corles de vestidos de seda brancos a 3.r>S000
Cortes de ditos de seda do quadros a 283000
Grosdenaplo de cores encorpado o covado a 2800
Mauritania de seda com vara de largura
o covado a
Chaly de seda com llores malisadas o co-
vado a
Lirselina de seda com listas malisadas o
covado a
uqueza de seda de lindo gosio o cova-
do a
Fular de seda de quadros e lisias o covado a 15000
Frandelina de seda de quadros o covado a 19000
Seda esdoceza de cores o covado
Chaly de quadros de todas as cores o co-
vado a
Lia e seda para vestido cores escuras o
covado a
Cassas urlandys novos padroes a vara a
Ditas franeczas de cores finas a vara a
Mussulinas com llores malisadas o cova-
do a
Chitas Irancezas lincs o covado a
Riscado francez com 4 palmos de largura
o covado a
covado a
Sarja prela verdadeira hespanbola o co-
vado a
Selim preloniaco para collcie o covado a
Dilo branco maco para vestido o cova-
do a
Lencos brancos bordados finos a
Corles de cassa de cor de salpicos
Pulceiras de coral de varias cores a
Palitos de panno preto e de cor finos a
Palitos de alpaca de cor e prela forra-
dos a
Ditos de alpaca preta fina a
Dilcs de brim de cor a
Cescruiras de cor linas novos padroes a
Corles decollelesde seda'ricos a
Gravalinhas de seda de cores a
Camisas francezas brancas de cor a
l cito-de esguiao linos para camisa a
Colarinhos feiios brancos a
Camisolas, ceroulas, t meias de la
Cobertores de algodo grandes pora 650 e
Sedas de quadros com toque de mofo o
covado a 800
189000
18*000
99500
69000
f9;>oo
48000
C000
18600
19280
18100
18000
19000
19000
19000
900
900
800
500
.500
300
-240
-29100
29000
39200
19500
19800
28000
l->00
209000
XJ000
8000
39000
58000
9500
18000
28000
192S0
280
1200
I:>!#.
Continua o deposito do becco do lionc.alves, arma-
zem n. f, a estar supprido de sabao superior, da
Cinzento
70 rs. a ft.
.'OnipulUUa (le HeUUrOS 1l '.. ~ ^l0a d* fanrica *> chapeos de Domingos
.r ,i'/., .V"nc,,s,co Ki""alho, na orara da Independencia n.
nimos, estabelecida no
Rio fie Janeiro.
Capital mil contos de res.
Olleroce ao commereio vaulagns que nenliuina
utra companhia lem feito al agora. Aceitam-se
proposlas de seguro no eseriptorio de Isaac, Curio A
Companhia, agentes da companhia, ra da Croz
Ensina-sc a pilotagem Iheorica, pratica, e
curso mathemalico, e francez, romas para o com-
mereio; alraiar na ra do Nogueira n. 7.
Jb e 3h, acaba de receber um sorlimeulo de bonels
de velludo, lodos bordados a ouro, o mais bonito
qae lem aparecido oo mercado.desla praca.
- Compram-se apolices da Idivida provincial,
na ra das Flores n. 37 !. andar.
Compram-se accoes do banco do rasil, n.r-
encentes a ra.sa filial de l'ernambueo. das re la-
casa d. M. |. d Obveira.
i~h(''""pra"S1 Un,a casa lerrea 1ue ,e",la 3 quar-
" um o' iti",al'1cacimb-- a f'ognezia de Santo Ao-
'&zn&--:.&.
-Na casa
>a que foi do consulado dos Estados I ni
los, dafronlado Trapiche Novo, vende-fc \ "l'
Hc.liducollec-ilodasn.elhor.s e mais acrdi,^da
ohras de gran ies autores, impressas ,o ,
nare arSn^e,,",e,"1" "a'a n'""'a8 P* -
a 2 d'a Urd,:"Caa ""' daS 9 "oras da at
to is por p,ero commodo
u. 3.
na ra fjireila
Os abano assignados, com loja de ourives na ra
oo (.aboga o. 11, coofronte ao paleo d. matriz e roa
^ova.razem publico, que ailao recabendo conlinoa-
damente as mais oovas obras da ouro, tanto para
seo ora como para hoinens e meninos : os precos
n razoaveis, e passam-se conla com re's-
"^ \*\J (! L/,l*oo I8quilaiei, (icando ass.m sujeilo os me
- _, 'Dor 9l<|uer duvidaSeiaphim & Irmo.
tecer al^oilao.
ro de
esmos
V soriedade
'nena & C"..
:*eos socio., sul
iiis, dos que ellecluaraai
prestacao, o-in
em commandila, Amorim, Karia,
por .lelibera.au lmala por 101 dos
enplores de 500301(0 a .>:00?tKMI de
o pagamento da primeira
formones delni.livas, e no regresso desle, dar come- I cm ^"tO Amaro, (ILKir
deliberou qua cnnlinoaria a admillir novas
ripcocs. ou eseriptorio da sociedade, provisoria
te ero casa do Sr. Manoel Alves Guerra, roa do
piche n. 14, |. andar, em lemos a auameniar
Pela mesa do consulado provincial se faz
publico.que do primeiro de dezembro prximo vin-
douro se principia a contar os 30 dias uleis para o
pagamento, a bocea do cofre, da decima dos pre-
dios urbanos das freguezias desta cidade e da dos
Afogados, (indos os quaes incorrero na mulla de
3 0|0 todos os que deixarem de pagar scus dbi-
tos.
-- Aluga-se o segundo andar do sobrado de tres
audares da ru do Oueimado, onde raorou
V legas : a tratar na obra que se est
da Cadeia de Sjnlo Antonio.
1 Sr. Joii(|uim Jos Marques, que
ndirodo Sr. Starr
a mandar a es I a
typojjraphia, a negocio que Ihe diz res-
peito.
o Sr.
fazeudo na ra
subs-
amen-1 Precisa.se de um
-imus a augmenlar-se o L C "ma
eapiUI social. .I.u, de que. a fabrica pussa ser feila i l "
desde sua funchic.lo, com maiores p.oporces, e con- v00, .
.eqacnlemeulef anillar maiores lucros ; devendo as ~1>eS,a fyPG,'aP'"a I>l'eeisa-se
rapa/, para criado
aj isa estrangeira : no Corpo San-
Amorim, /'aria'
-- ....." lurcnln.u,
par.lo, de idade .0 anuos, cslalur. alta, corno re"u-
tem falta de Ir. denles na '
no
-ompaniiia de seguro cot-
traamon.ilidadt; dos es-
cravos estMibt IocIh
BIO D JANEIRO
CAPITAL 2,000:000*000
'"'r'.'r S'h "e f ern',,"b"1-? :t rma do Cra.no.
I agar-e-ha sobro a avalincilo de 1:000^1(10 e
mu,..,, menos em prop,;.-,0 de outro valor inclu-
sive o sello da apatice ele. u
Dai Hadtt.
Ilolj alo enlr.., aos O anuos :1|,|!W pnr ani,
As .oiiiIi.;m,.s .morcaspo.lerrto ser iiiocuradas na
eteriptorio .la companhia.
I>ar-se-ha ron.,.IU^-rali, aos e-cravo, segoresda
para I" lioia- ila manila.., no escriplorie na rom-
J'rlllll.a.
S mt\m mm.
W ,. Ca"ln ,'ili-'"'>. de V..IU .le soa
frente, urna lislula
em una das faces, cor escora c muilo fallante, r.
honlem vxio as :( horas da larde os Afogados e sun-
poe-se qua se dirigir para Pajea' de Florta, lugar
deseunasci.nenlo: roga-se as autoridades policiaes
ou capilaes de campo, ou a quaiquer pessoa que o
prendan, a o levem a casa do aouucia.ite, onde se-
ra bem gratihcado.
Antonio da Silva llamos, ci.lado hrasileiro
ratlra-M para Faringal com sua senhora a ama li|h
Precisa-sc de uina ama forra ou captiva para
! lodo o servico de una casa de ramilla ; na ma No-
va, sobrado n. SI, segundo andar.
Seguros contra
o
fogo.
m
viagem &>,
i%o\a l?, :
Companhia Sforthern.
CAPITAL, e f ,260,000 Estabelecida
cm I8ri.
Para eflectuar seguros sobre
dades, inercadorias, mobil
Boa fama.
Vendem se superiores raneas para condii-
SVs r-uep8,s r rsem- "ei KtoSS
toilos /, vtin. da Uma' 8* toos < s vtdros necessarios a 2, ricas car-
te.ra, de Jacaranda e mogno para so eVrre-
ve. e guardar todos os pertences, nropr os
reirs riuu.ss.mas de Jacaranda con. s .
ESKSsftirdeseda eco"1o
rVT?,\f' 6" e ** Penles mui'<> nos pa-
sas a 3oro'Pr!;OPn0,SparaCIanCHSOU para a-
sas a >o rs., pulceiras do meihor kosIo aue
se pode encontrar a ar, ricas cruzes de cor-
L"8' carte,nl""i Para lenibr.ncas, om
para hornero, as mais modernas que almde
eniontrar, jinetes com todas asleltras do
rico irascos para cima de mesa eoutras
pm;0 b,,s gsloa, asseverando-se a
quem v.er ver o rico surtimenlo, que sem-
rTu"te 7eSle esl"b"ecin.ento,'nao deti-
o sen di ,h.' rq e,,,Proue "'uitissimo bem
' seu dinheiro : na ra do Oueimado na
bem conheeid. loja de iniudezas da boa f"!
Vendem-se cajos para doce ou para vinho em
parea, grande, mandando-, levar a por.a : tra.,,-,"
na praca .la Independencia (onda de ourives do Sr.
Vende-se uma cabra, bicho, com duas crias
boa de leile : na -ua do padre l-loriauo n. (W
NOVAS ALPACAS DE SEDA 4D1-
A MASCADAS.
A ,20 RES O COVADO! !
a roa .lo Oueimado loja n. t: ao oe da IwJIh
ro"s vT? "'"r V6 Se"^ ^""--'"ase de qua-
dros viuda, pelo ultimo aVi, p,prla, para ,;.,,_
d> de senhora e moni,,;,., ,,|o ,,,', p,^0 a."-.
WSS.-? E. ul,""va|,ori ^ bi,'a' '-
PARA LIOUlDAjAO.
nailo. cm Huas pontas, pr|u
i>5 ". cada
HIRKIRA K ilUVRTE.
la .lo Cabuga' n. ".
Recebeijsm pelo ultima vapor inglez
cliegado hontem Adresses pulceiras,
rozeta e aunis de brilhantes, pulceiras
Je cornalina de dill'erentes gostos, Itotfies
de punho modernos, cori-entees, trauee-
ins eoutras obras, tildo de ouro de le,
as quaes vendem por piero commodo
como costumam.
3\o aterro
> Bu.i-Vistu numero 9,
vendem-se (haltada louquim bordados da India, di-
tos de merino bordados, ditos de lislras a ditos lisos,
seda farla-core*, sarja prela hespanliula, ca--as Irn-
cazas lillas, llores franeexas linas de todas as quali-
dades, rapellas delloresbrancas propriaspara noivas,
llores de camelia0 dilasde sipo, ejiapeaada seda para]
aenhora, d.los de palha de Italia para meninas, leu-J
eos de eambraia .le linho bordados fiuos, toncas d
todas as cures para baptisados, litas de seda de lo !.o
as qualidades, largas eslreitas. Iranias de seda lai-
gas a estrella*, fil preto de salpicus, chapeos de pi-
lioha para enflora, pulceiras de cornalina munlai
em ouro de M, juarniees proprias para vestidps
as-ento de lilo liranro bordado de caeunde.
~~ Na loja de Jo Antonio Moreira Das, na rila
Nova u. 3.j, vende-se mullo bom salitre refinadia
3000 rs. a arroba, chumbo de munic.o de loda
grossoras, por menos do que em outra qualn
parle.
Veade-aj urna taberna na f.eaueiia da VaaVaa
na inelhor localidade possivel por licar na encrdzi-
ll.ada de loda as estradas, lenrto uma sala separda,
e cominodos rroprm para familia : a tratar na i es
ma com o dono, o qual dir o motivo por qae ve ide.
Veode-se na ra larga do Rosario n. Xi ai lisa
loja que foi do l.odv lilas de selim litas com al una
avari... mas muilo lurtes proprias para amarrar Cai-
Joes de charutos, asaioj como para ganhar dinlleiro
vende em medulas e varas, vveode-se varas ato e
10 e O rs., pecas de 10 varas a SO c 10 e Kil rs.,
aisim como se vende na mesma casa muitas mi ide-
zas e quiuquilharias, ludo por precos muili ba-
ratos.
Vendem-se Ircs terrenos fnreiros em San o A-
maro, lodos con. selecenlos palmos de frenla para
estrada nova de l.oizdo Keso, e com fundos (ara o
oeste al 640 palmos, confrontando pelo aorta om o
s.l.o do Sr. Manoel l'ereira Lentos, junio do i lo.il
hospHal nicle/, e pelo sol com o silio do S-Tjoao
dos .-ani Porta : quem as pretender dinji-se a
\ cenle Alves de Soma Carvalho. ra do Trpicbe
n. primeiro audar.
VENDE-SE
uma liaba de 7S palmos de coinprimento e l:j
nadas em quadro de (nronata, de qualidade
rior : no trapiche da Companhia, no Kecife.
VENDEM-SE
btalas moito novas a IRIDIO rs. a arroba : no
zem do es da Alfandega n. II, de Paula Lo
pole-
sope-
.ii un -
et.
AS BRAGAS.
No deposito de pAo da roa da Cadeia dt Sanio
Antonio n. 6, se fornece pan muilo superior a 2
por pataca, venilem-se bolarhinhas de ovos rara soi-
ree a CO rs. a libra.bolachas a moda de Bra ;a a i-SI
rs. a libra, velas de esperroacete muilo suprior, (
manleija insleza a I3I2O rs. a libra, vinho do Porto
velho viudo .ir encommenda a -J5OOO rs. afearrara,
anfeilam-se bandejas para bailes, sendo de doces
muilo linos e cm bandejas de todos os lamanfius, por
precos razoaveis. No mesmo estahelecimltnto ha
um variado aorlimenln de xaropeschampase, mar-
rasqti.m, cerveja, conac, licores e cha' .cubo supe-
rior a *sj00 r. cada libra ; lambem liaos itrdadei-
ros charutos trovadores, e .muios oolros gneros
que ludo se vende barato por ser casa nova.
Vende-se
COKS.
Coxins de linho blancos c de
Kn\adasde Ierro, do Porto.
Fio pnete.
Panno de linho.
Pomada.
Sahoiietes france/.es linos.
Charutos de San-Fel\, de diversa i quali-
dades.
A rebotes.
Sabao nacional.
Na ma 1I0 Trapichen. I (i, seguido an-
dar, a tratar com Antonio de A. Comes.
Vinh do Porto.
Na ra do Oueimado loja de miude-
zas n- 25, vende-se muilo bom 1 inho do
Porto, em barris do oitavo, per pceo
mmto commodo.
~ Venda-a. muilo boa banha de porc e alva, a
lOO rs. a libra, tanto em porcao como a rclalho : na
roa Imperial 11. :>:\.
Vende-se doce de caj' novo, caslanhaseonfei-
ladas, a loda e quaiquer qualidade de doce, lano
secco como de calda : na cidade de Mlioda, rus de
Malinas rerreira ... 12.
Vende-se um escravo de idade 1K anuos : a
ratar na roa do Encantamento 11. II.
A 5$ rs si pega.
Pecas de aliadla de lislra com M covados, a .i
rs., com pequea avaria : na ra do Uueimado, viu-
do do Rosario, aagaada loja d. IS.
Chpeos de castor.
Superiores chapeos de cartor sem pello, chesad.x
pelo ultimo navio francez Olinda o de formas ele-
gantes : veudem-se na ra do Crespo n. i, em cas
de J. ralque.
Aviso ;>sscnhoras.
J. falque, ra do Crespo a. -i, vende chapeos para
senboras, furnias modernas, a 10? e 159 rs.
Espartilhos
na ra do Crespo n. casa franceza, ha um srande
sortiiuculo .le espartilhos de diversos lamauhos e
qualidade, que se vendem por menos qoe em outra
quaiquer parle.
Na ra do Vizario n. r.l, primeiro andar, ven-
d -se vinho do Porto de superior qualidade da bem
condecida marca G W em pipas, barris e caias de
uina e duas dufias de garrafas.
Vestidos de
a 'J>OOOis.
Na ra do Qoeimado, loja n. 17, ao pe da botica'
ende.n-se os mais modernos ciirtes do vestidos de ~
btiaolatia para senhoras. proprios da prsenle esla- C> I
UO, sondo de eambraia loda de seda com habados de
muilo lindas cores, pelo barata proco de li-000 r>.
cada corle,as*>im como chales de lnuqo coros bordados, por menos preco do que em oulra
quaiquer parle.
f AGENCIA
Da fundico Low-Moor, ruadaSenzala-Bo-
va n. Al.
Nesteestabelecimentocontinaabaver natcooi
pleto sortimento da moondas 4 Meia5 moendlc
para enfjenho, machinas de vapor e taixas d.
I ferro balidoe coado de todos os tamanhofpar
CAL E FOTASSV
Vende-se polaina da Rnssia e americana, ch.c.da
naateadiai.de superior qualidade ; cal de Lisboa
da mais ..ova que lia no mercado : no. seus deposi-
dos na ra da Apollo d. 1 A,a3 B.
rVovdade.
Pelo navio francez Olioda, checou uma nova
fazcuda de laa transparente de diversas e delieadas
cores, com quadros de seda, propria da presente es-
laco, para vestido de senhoras e meninas,' e se
vende pelo barato preco de CIO rs. cad. covado : na
ra do Oueimado n. 17, ao p da botica.
Vende-se Ggoa de comadre em caixii.l.a de H e
lli libras, ameudoas, marmelada em lalasde -J libras,
ludo da nielhor qualidade, chegados ultimameiile.de
l.ishoa no patacho o Kelsmpago, a por menos pre-
co do que am outra quaiquer parle : na ra do VI-
:;ario o. i~i.
lliiit atteiu;ao
Na ra do Crespo, loja da Piquia, que volta pa-
ra a ra da Cadeia, vendem-se roberlores de laa
hespanbucs, lencos d eambraia de liaras a Wl), ")00,
e 000 rs. cada um, corles de casemira de cor a J,
e .-.JOOO rs., dilos prela a S5.50O a 80OOO rs., dilo
de brim escuro eamarello para cal;a a IJ'iO, pan-
no .le linho do Porto, toalhas de mesa e rusto, goar-
danapos de lodas asqualidades, atoalhado adamas-
cado com selle palmes de largara a I^WO a vara,
corles de cassa chita a l^iiOO rs., e outras moilas la-
zeodas por preco commodo.
Fama
3
i
Aoatcrro da Koa-Visla o. 8, defronte da boucca.
he bagado om zranda orlimenlo de '.odas as quali-
dades de gneros de moldados das mell.ores qoaliria-
des, por preco commodo ; por isso convida a todos
os Iresuczesquequizerem fazersortinieuln para pli-
sar a festa r serem bem servidos, dirigirem-se a este
raudo eslabelecimenlo. que adiarlo verdadeqoauto
dia.o neste annuucio. Tambem se vendem biscouli-
nhos finos inslezes a 2)000 a lata, e de dez para ci-
ma mais barato, a uma porcao de canas vasias de
espermacele, azeile doce, licores, massa, cha, e ou-
Iras ele.
Mar mellada.
Ra do Oueimado n. .">.">.
I.alas com fruclas em conserva novamecle eheca-
das de Lisboa a SOO rs., e com marmelada lina a 640
por libra.
Ceblas.
Para liquidar se vendem muilo lualas: no ar-
inazcm de Amonio Aunes Jacome Pires defrente di
pona da alfandega.
Com pequeo
toque de avaria,
Pejai de madapoln a 2)300 a 3j00 rs., alpaca
de seda com quadros a 10 rs. o covado, veudeiu-so
11a ra do Crespo, loja da esquina, que volla para a
da Cadeia.
A 160 ris o co-
vado.
Itiscado escoro de quadrinlios, proprin para ca-
misas e vestidos de prelas, vende-se na ra do
Crespo, luja da esquina, que volla para a ra da Ca-
deia.
VDiAGBF EM BARRIS.
Mipenor a marca PRR e Falele & Socios, adia-
se a venda 110 armazem do Vale.ica, ra de Apol-
lo n. 13.
PARA ACABAR.
Na ma .Nova, loja franceza n. 8, confron-
te a Camboa do Carino,
vendem-se chapeos de seda para senhora, da ultima
moda e qualidade, com um leve toque de mofo, pelo
baratsimo preco de lOf cada om.
CABRIOLE!'.
\ ende-se um ptimo cabriolel: para ver na Co-
clieira do r. major Silveira, na ruada Cadeia de
Santo Anloino ; a para tratar ua roa do Uueimado
oja da miudezas da Boa I'ama 11. 3:t.
Superior eal de
Lisboa.
Vende-se superior ca! de Lisboa : no
atmazemde IVovaes & C, rua da Madre
de Deosn. 12, por preco commodo.
Na rua do Queimado n. 'J1 A, vendem-se sedas de
qoadros muidos, padroes rxos e escuios, pelo diini-
?"'" ,'e" d' ,,30" ovado, corles de orenline a
1115011U, mussulma a 3BO o covado.
Filil IIE Sra
A 1,200 rs. f>covicio.
Na roa do yu.imado 11. >! A, vende-se fular de
seda, largo, de quadros de lindos gosloa ; daose ai
amostras com pendo..
aloja da boa f
vende-se muilo barato panno lino azul
a 3/ o covado, dito dito preto superior a
3-700, cantao preto multo lino a 960 rs., lu-
vas de seda com ricas bolitas a 1*980 o par,
ditas dita bordadas a 39, ditas dita para me-
ninas a 13280, dilasde lio de Escocia para
meninos a 390 rs., ditas dilo dito para bo-
mem a 400 rs., meias pretas de seda para se-
nhora a 2-S, ditas ditas de laia para padre a
1^600, ditas ditas de algodao para senhora
a 400 rs., ditas brancas dito dita a 240 e 320
rs., ditas ditas dilo para meninos a 240 rs"
chales de merino com ricas palmas borda-
das a matiz a 5J500, ditos dito com listras de
seda a 4/, ditos dito liso com ricas franjas
de seda a 59500, ditos dito dito com franjas
de Ifla 4*500, ditos de laa de muito bonitos
padiOes a lo, ditos de algodao dilo dito a
nglezesdeouro, desabnete edevidro : ld"*- df larlatalla <. lencos de
Na rua do Trapiche armazens ns. !>e
I I vende-se superior potatsa du Bunia
e americana, cal virgem de Liaboa, da
mais nova <|ue lia no mercado.
Em casa de llenr. Brunn & Companhia, a
rua da Cruz n. 10, vende-se cognac em camnhasde
duza.
Em casa de Saunders Brothers & C., prjea
do Corpo Santn. 11, ba para vender o seguinie:
Ferro inglez.
I'ixe da 5uecia.
Alcatro de carvo.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para saccab.
Dito en trancado igual ao da Babia.
E um completo sortimento de fzendas proprias
para aste mercado ludo por preco commodo.
Farinha de mandioca*
Vende-se superior farinha de Santa
Catbarina, em saecusquetem nm alnuei-
te (medida Vlba) por preco commodo:
no armazem le NovaesA C, na ruada
.Madre de l)eoi n. 12.
Vende-seca Idc Lisboa al I imaman lechigada ,ai-
simcomopolassadaRussiaverdadiira : na oraca
doCorpo Santo n.11.
\eode-se superior linl.a de algodn branca e
de cores, em no.ello, para costura : em cas d
.outhall Mellor & Companhi., rua do Torres n. 38
TAI XAS PABA ENGENBO.
ISa fundipo de ferro de D. W. Bowmann na
ruadaBrura, passando o chafariz," contini ha-
ver um completo sortimento de taixas de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, na quaes
acham-se a venda, por proco commodo a com
prompltdao: errbarcam-se oucarrega-se amacr-
ro sem despera ao comprador.
sedas de
QUADROS ONDEADAS
A l^OO o covado.
Chesaiam pelo nliimo navio francez sedas de qua-
dros ondeadas, de lido gosio, e vendem-se a 11200
o covado ; dAo-se as amostra* com penhor : na rua
do Qoeimado n. 21 A.
Chaly de flores
?oltfsa800rs. n covado.
Na rua do Qoeimado n. 21 A, vande-se chalv de
llore, ollas e lislras, e dio-se as amostras com" pe-
nhor. "
SEDAS DE
quadros lardos c innidi-
nlos a .,00 .0
covado.
Veodanwe sedas de quadros miudos e l.reos.pa-
nroes modernos : na rua do Queimado n. 21 A.
Perfumaras fnissimas.
Na loja de miudezas da boa fama na rua
do Queimado n. 33 encontra-se sempre um
rico sortimento de perfumaras de todas as
qualidades, inglezas e francezas, sendo dos
melbores autores que ha em Paris e Lon-
dres, a saber : agua de Colouia muit boa,
sabao para barba de creme de amendoas,
;;u de lavau.lc muilo superior, vinagre
aromtico para dores de cabeca, banha mui-
lo lina em ricos vasos, extraclus de muitas
uualidades, extractos proprios para bolso de
esludante, essencias de varias qualidades
opiato o meihor que ha para limpar dentes
pas para limpar os denles, e outras muitas
cousa-, que nao deixarao de agradar aos se-
nhores compradores, e que ludo se vende
por precilitio muilo barato.
AOS AM4RTO DO ROM E BARATO.
veiuiem-se ricas charuleiras bordadas a
retroz servindo tambem de carleira a */ di
tas sem ser bordadas muito boas a a 3/
carteinnuas muits ricas y, ditas proprias
para viagem a 2?500, carteiras grandes Dar
d.nbe.ro a 1/500 e i, trancelins para relo-
gios. pretos de retroz a 160, afiadores nara
avalhas mu.to linos a 1|. pedras inglezas de
aliar navall.as a 1| e 15500, ricas henala!
escova e espelho para suissas a 800 rs enin-
be i-aUs a xa elM 120r3-' MSloe!i P"
uengaIU a so i*., caixinhas para cuardar
prSefa 240 MCOV,nh'- -'
paaPSloa80.yS,ChCOte8 muil" hon>
S Brava as dP L?. eSPraS Kn" de a0 -
ceis inglczes para BlVffiV?&S.
cam.sas ue meia mu.to Bo2 TSSnriS
abotoaduras para eoUeta a 500 e oo rs d?-
tas para palitos a 500 e 600 rs., estoiosde na
Wueimado na lem conhecidPa loja dabolfa-
_ FITAS DE VELDO.
OO 500 e bOO rs., ua rua do Oueimado
na loja dV. miudezas da boa fama n 33
Meias de todas as quaji=
dades.
J!T2? muit0 boas meia de sed P'e
tas e branras para seuhoras pelo barato ore-
?.?.d!^"'.la-S de laia P- P-lres 11SS0.
ditas de Im de Escocia pintadas para homem
pelo baratissimo preco de 400 e 500, ditas
brancas eeruaa para homem a 200, 240 a
280 rs., ditas pintadas c brancas nara meni-
nos a 240 e 300 rs., ditas brancas^finas para
meninas a 240 rs., ditas brancas para se-
nioras a 240, 300 e 400 rs., ditas pelas de
f.iM iP"a pa qualidades que se vendem barato na rua do
Queimado, na bem conbecida loja de miu-
dezas da boa lama n. 33.
Para quem estiver de luto-
r.l,!^;80 na ruadoQoeimado, na bem co-
vnh. n ':.Ja m,ul" ^ boa rama n. 33,
l r*T*S, l",as binarias, ricos all.ue-
melhr !LPJiCe"'aS' eri?8s rozet8,s. l1odo
rnelhor gosto que se pode encontrar e po.
preco que n3o deixar. de agradar aos^e-
nnores compradores.
No trapiche do Ramos vende-se su-
perior Jacaranda'.
'<^ttt>0* \m$i*o#.
>o dia 8 do corienle fugio do oeenho I ...
pem da freuez.a de Pao d'Alho, um escVvo Vrn
de ..orne Christovao. que represen. r &
pooco ms.s ou meno., com os signaeV
guiiile* :
sedas Sde
juadros a 1.000 rs.
o co-
vado.
aeioo-ios
bertose descobcrlos, pequenose srandes, deouro
8 prala, patente inglez, para bomem e senhora de
um uos melhores fabricantes de Liverpool, viuoos
pelo ultimo paquete ioslez: em casa de Soulhall
Mellor rS Companhia, rua do Torres n. :I8.
- -.oog ios de patente
Vend
ao pe
. urancos, hor-
haralu preco de 20> e
- .Na rua da Cadeia defronlc da
Relata., I.iher-
vender, a relalho e em
greTa dSUll.",,er,,a -'",'"le "' *> a '""> -
' da Soledade, om grande snrlimenlo de moiha-
laalldadea e por preco commodo,
rem,ser bem servida dlrlg^V ^e
mnenlo para o acre,larem ^ *%
. 28 ha Has melhores bich., liaVburgueLs'pa'ra
" porc.io, e tambem se aluga....
dos das n.elhi
por isU convida-e a lodo
A CIDADE DE PARS.
J. Falque,
rua do Crespo n. 4.
Kecel.eu pelo, oltimos navios viudos do Havre um o
completo sortimento de ronpas (ellas as melhores ,, ltio d
cas de Pans, consislindo em casacas, palito., caigas
vendem-se a pceo razoavel, eui casa du
AugustoC.de Abreu, narua da Cadeia
do Kecife, armazem n. 36.
e |colleles de lodas as qoalidades e feilios, e
nos preco que em oulra quaiquer parte. Malas e
mesas e camnlias para
lia-
na rua do
lia f
Mk :.Kl"rjl"- ''< morando ua rua
rtn'/'.^"'" "'l,r' "'"'' l'-'U^r procura-
f do .. qualqjer hora.
proprie-
.'.icios de
quwj toda a qualidade. Premio de 3|8
te 1|2 (l,o ao
Astlev & C.
auno.Agentes, C.
?&@@@:
Na eseriptorio (
ha urna caria de imp
opas Braga, poriHoo mesmo
le Domingos AI vea Malheos,
"rl.uiria pira o Sr. Antonio
curar pessoa.meu.e p.ra mTfg*?*' """
ESMJOS PAR COS-
TURA.
wl2rein"? """t0 DOII'tos caixinhas com
SPJI ,J-"ftn"l0S PrPr' pm costura a 2500,
de/as H. l: "V"3 J '-"""'nado loja de miu-
ue/as da boa (ama n. 33
Cartas pira jo^;r.
hiui'm "'"S0 ,h\nU,oa 'l"''-'"ruis irancezas
"l""Si; ?c l,om laPel a 500 rs. bara.
"">. aiias portuguesas mudo Guasa320 r<
boVSkVaT3l!mad0,,a,OJ'demad'!ZMd"
NJ >'.-iilitis i contento.
C.iilniua.se a vender.-iSSIIOI. p,p,eco litol e
rbemcouhecidBinavalliaidebarba.fellaspeloba-
hilfahricaiilequehasi.lopreiiiiatioemdivcrsases-
posiroes: vendem-se com aeondicio de nao agra-
dando poderocomprador devolve-las at 30 dia.
depo.s,h.com|.ra.resli(ui.ido-scaimiiorl,incia:en.
casa de A aguato C. da Abran, na rua da Cadeia do
Kecife n. Jb.
saceos para viagem, lindas
costura imitando xaro, de diversos tama.ilios an*
cas, a oulros imiiios objeetoi qbe se venden por
commodo preco. Ricos chapeos de sol de seda para
homem con. lindo* cabos de inarfim e madrcperola e
outros d-.lillcrcnles qoalidades.
Vendem-se pellesde cabra de loda qualidade
por preco commodo : ua rua da Cruz n. :, primei-
ro andar.
Vendem-se a dinheiro, por precos rommodos,
os seguinles artigas : champagne da bem e acredita-
da marca estrella, sardinhae en. latas de qoirlo e
meias, .renque em pequeos Larris, latas de peixe
em conserva, vinho de llordeaiiv em eahaa de du
a garrafas vasias em ranos da fin lia :
i'rapicl.e ... II.
Em casa de Eduardo II. Wyatt, rua
do Trapiclie-Novo u. 18, ha para"vender:
A verdadeira graxa ingleza n. 97, dos
lubricantes Day & Martin.
Tintas cm oleo.
Cabos da llussia.
Vmbo Cherry superior em barris.
Agurdente de Franca dito.
I' i tulas e conservas inglezas.
Papel lino para cartas.
Livros para copiai ditas.
Ditas de lembranca.
Ditas etn branco sortidos.
Papel para copiar caitas.
."".;'". '>.*-t': '\Jj-", ,- *&>,
-...., .;-..:;,:-.:-.,;-.,:.,:..:-.,;:....:<,;
-..? Em casa de Eduardo II. Wyatt, Q
:.,': rua do Trapiche-Novo o. 18, ha \
O I1'"'1 render, chegado no ulti-
.: nio navio de Londres :
.,.;- pianos fortes e plegantes de l'a-
bncante afamado, com seus per-
tences seguintes.
' iaileiras para miisiea.
Na ruado Trapiche u. II, eseriptorio de Ma-
noel Alves Guerra, vende-se por coiuinodu preco o
egainla: superior vinho do Porto m barris de
oitavo, chapeos de falli, e sahioamarello fabricado
e Janeiro.
UM VESTIDO POR SfOOO.
Novo eeomplelo sorlimeulo de corles de vestido
do chila de dillerentespadroes, cores lixas,
mnalo preco de 2f cada corle : m loja de
na roa 'lo Oueimado n. 10.
palo dt-
portas,
o
'.y
45
tt?
XaX
2 duzias do estanl
(icadeiras para piano.
es nara dita
oc?-&& vO-o;;h:^v!j?g
DEPOSITO DA FABRICA
ndustria Pernaiiibucaiia,
RUA L>0 CRESPO N. !).
A fabrica de sabSo e velas de carnauba, es-
tabelecida na rua do llrum, tem estabele-
cido um deposito na rua do Crespo n. 9, pa-
ra abi nicamente dar cxlraccao aos'seus
productos, proporcionando assim a maior
comuindidadc aos consumidores. As velas
manufacturadas nesta fabrica, ollerecum as
vanlasens seguintes: sao feitas com a car-
nauba simples purificada pelo meio do va-
por, sao inodoras c bellas na apparencia,
queimam com igualdede eii3oesborra.ii, e
i.3o razem murrSo e dSontis liue mais cla-
ra do que as velas stearinasou de quaiquer
composicao, e que se vendem no mercado,
rabricam-se de 6, de 7 e de 10 en. libra, ven-
dcndo-seemcaixas que contem 192, 22* ou
3^0 velas cada uma pelo pre^o de 15/.
O sabao lie blanco, as malerias primas
de que be fabricado s3o simples e inofensi-
ambraia com ricos bicos de linho a'l/200,
dilos de dita proprios para homem 2i0 rs
ca.nbra.as Irancezas de cores muito linas a
480 rs peitos para camisas a 400 rs., ditos
de linho muilo linos a 13980; alcm disto uui
completo sortimento de Tazendas que se
vendem por menos que em outra parte : na
rua do Queimado n. 22, na bem condecida
loja da boa fe delronie da da boa lama.
Ricas fitas finas <; uiodeis
as dos melhores gostos
que se pode eneoiurnr
so vendem na loja da boa fama na rua do
yneimado 11. 33 e por precos que nao deixam
de agradar aos compradores, porque real-
mente se vende barato e ha muilo onde es-
culher.
Sao muilo lindosied a pu-
u los
Vendem-se multo bonitos botOes para pu-
nhos pelo barato preco a 500 e 800 is. cada
aboloadura : na rua do Uueimado ua luja de
miudezas da boa lama 11. 33.
Oculos e lunetas de todas
as qualidades
Vendem-se superiores oculos com armacao
de tartaruga de lodas as graduar-oes a 39000.
t?n..mVl b?-M com es douradas
200 ditos ditos com armacocs pratcada,
-, ditos ditos comarmaco de ac a 800
I li :tas com armacao de tai taruga a i
bala*, bem fe.lo de Corpo e da ps, com
debata do queiso, cabello crespo;, p"c0
olhoa prelo, com lodo, o, denle da f.enie
ca algu.ua. palavrasTqu. p,recem da uegrVde
gola: qoem o apprehendercoodu-0 Zia.iv'
a. M. segundo andar, ou ao lataSaaM^bt?
gem, que sari g.neros.menl, recomnens.a ,J,V-
corado,
, plonon-
reeompeosado.
- 1-ug.o do 011-enho Orina Brava da comarca rl.
bo.,.nn.,ood.a16d correte m, um "abra .1.
..orne J.e, com olHcio d. paleiro ; foie,.,
finado .nenie-coronel Manoel Xa.,. ","). a"
Cunha, que morava era N.S. do O' da m..n
marca m os segoinles sigu.es"S+m3?.
.a bado reprsenla ler 3?. 35 anuos de id.d"' c.
bello,sollo, corpo regular, lem um. ferd. ne'ou"
H em cma da jonl, do dedo grande de "m doaa^'
trisas.pur l,bev: "*-. pi*. rlidas
a, au.or.dades, que o f.cam prendar, ain.n como s
.eohores capi.aea oe catipo, e rem.l.er n- ne-
c.oadoe.,ge,,ho,oo euiregar no escripio,,*, "'",
Om n. 21, que B.ner.s.m.Dre rl. r^Z*.
Fugio honlem as 7 horas.um escravo mua-
lo de norae Tbomaz, alio, reforcado de corpo, com
marcas de bexigas, pernas grocas, e nellas marcas
de eieratizes as cauellas, falla coto muila manci-
dao. levou vestido camisa de panno azul groco
guarnecida de ourelo branco, nos ombros e pu"-
nhos, abena na frente em forma de palito: este es-
cravo he natural da Parahiba e foi escravo do Sr
Carlos Coelho, que o houve por beranp de sao o-
gro Josa Joaquim de Souza daquella cidade, a foi
comprado pelo abaixo assignado aoSr. Hilario de
Alhandra Vasconcellos Junior.morador no engenho
provincia
Tapu freguezia do Pilar desta
quem o pegar leve-o a rua da Concord'ia a Redro
Antonio Teixeir. Guimares, que ser enerosa-
menie gratificado. ,
100*000
DE GRATIFICACAO".
Ausentou-se em 28 de agosto desle correte
anno da casa de seu Sr. Francisco Mauricio' de
Malta Itibeiro, morador em Bom Jardim, comarca
do Limoeiro, o escravo crioulo de nome Fernando,
bem moco, representa ter 35 annos, com os seguin-
tes signaes: ahura regular, cabellos torcidos bem
pegados no casco, cor prela, olhos vivos, beieos
grocos, com falla de um denle na parle superior,
barba imperial.corpo reforcado.nadegar empinadas,
em pequeo foi alguma cousa surrado eltalvez
mostr alguns vestigios, tem os ps e dedos curtos
porm largos, be bem fallante, e coriez. Tem-se
desconanca ter procurado para o engenho Jar-
dim, comarca da cidade de Goianna.onde o mesmo
escravo tem seu pai, aastm como tambem aparece
leve noticia que fora visto nesla capitel : roga-se
por tanteas autoridades policiaes ecapiaes de cam-
po de o capturaren! emandarem a casa do supra-
dito senhor, que alm da paga a cima mencionada
ser generosamente gratificado.
AVISO.
looaooo
No dia 23 do junho do correntc anuo, fugio .le
bordo do brigue Maria Luzia o prelo crioulo,
.Manoel. o qual fazia parlada tripolacao do mesmo
brigue. de idade 94 a 2a annos pouro mais ou
menos, e tem os signaes seguintes : rolro compri-
do e descarnado, cor fula, cabellos cercilhados, 0-
Ihos um pouco grandes e amortecidos, beieos
grossos, sendo o de cima mais grosso que encobre
a falla qu6 tem de dentes cm cima, falla um pouco
airapalhado devido a falta de denles, pouca barba
e rala, e bigodes, tem na mi esquerda junio ao
: a preco de 160 rs. cada libra.
Os incrdulos comprando recoiihccero
por experiencia a veracidade doquescaii-
uuiicia.
'(
kiiu.
Esla rica la/cudade< palmos de largura he inlci-
ram.nte aova em Pernambaea ; fabricada no cele.ie
impeli, de cuja capital lira o nome. he de mis pa-
droeslind.ssimos e anda nao vi.los ate) agora: ven-
de-.e pelo baratissimo preco de 2-1.00 o covado na
roa do Queimado n. 7, loja da es..ella.
Moinbosde vento
com Lombas derepuiopara regar hertasebaf-
, decapim: na lundirode D. >V. Bowiuan,
11.1 rua do llrum ns. 6, 8 e 10.
Igodao riscado,
chapeo de palha, tcm officiodecozinbeiro, a cos-
n.ma embriagar-sc : foi escravo do Sr. Dr. .lero-
nymo Vilella e do Sr. Dr. promotor de Olind
Qneiroz Fonscea, e ltimamente do Sr. Alberto
Forster Damon : o abaixo assignado, senbor do
itos de u Sar a'(l"0P?'sra"fa generosamente a quem o sf -
bfalo muilo linos a 600 e 800 Prel,entle^ lcva"10 em sua casa, do aterro da Boa-
i baleia para alisar a 300 e 400 I's,a"- ^K"""0 andar, ou no Recite, rua do
Trapiche n. 16, a Antonio de Almeida Gomes ;
como tambern proteste contra quaiquer pessoa qua
o occuliar em seu poder: assim como gratifica e paga
odas as despozas. Joaquim Lopes de Imeida.
todas as quali-
dades.
i Vcndem-so ricos penles de tartaruga a e
j dilos dito de alizar bou,, a 13, ditos de
dito de marrara a l-ion, ditos de dito de tra.
vean a 4o, di los de
: 19, dilos de
I rs., ditos de
W., ditos iberios imitando tartaruga para
prendar cabellos muito bonitos e bem tres
balitados a 19280 L. 19500, titos do baleia a-
bertos a 210, :10o e .v ,.s # (|j,os de bu|.al_
para ptolbosa 500 rs., na rua do Oueimado
na bem conhecida loja de miudezas da boa
lama 11. 33.
I'ErtN.: TYP l)B 1C. F. DB FAKU 1856
I-
.


Full Text
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