Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07650


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Full Text
ANNO XXXII R. m
Por 3 mc7.es achantados i.S'OOO.-
Por 5 mezes vencido 4$500.
TERCi FEIIU 2 DE DEZEMO DE 1856.
Por anno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO
I \i:AIWIKI. YIHIS DA SIIBSCRIPCAO' NO NORTE
Fmklkt. Br. Girtuio T. di Nilitldidt; Ha lal, Ir. Joio
quii. Pereira Jnior; Arica ij. Sr. A. di Lamoi Braga;
laart, elr. 1. Jrii da Olitaira Maranhao, o tr. Joiquim Mar-
driguei; Piuhj. o Sr. Domingoi Hsreulano Peiioi
Ciimm; Para, Ii. JualInlanoJ. Iibhi Anaionn.a li. Jart-
nw a Casia.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinill : tU M dfa. Hflfn
I-.....-. Goiaaaa < r*r.ilha :
.. Anl.;... II. ,.rr..-. llonil.i.Criii
S. Lmucafo, I'..-I'lili... ,\a Cira, Flore... Villa-llrlla, Moa-Vw
l:.,r..i. 11... m. .. s.-rinli.-.prn, I-Ki,rm,i
i'im.Titnrt. e .\..,i: feaiaa-felrae.
(Todos ra crrelo* puru-m ns 10 har
ti ho M .A ll
ni un ll 1" < tttav -fr r>
H, \U ufe e* rUr nh.1 ; H ' rtji-fnf ra.
h, 1,. un tr<> (t eo. fe <|r* m. /n i-
. Our m a r 1 u : (i4 "" l'-ir
i;.rr .lr*af lj-Pnu
AUDIENCIAS DOS TRIIIUXAES DA CAPITAL.
Tribunal da eornmereio ; segundis quintas.
Relafao : lercai-feini aiabbadoi.
Faianda -. quarias eiabbadoi aa 10 horai.
Juno do commareia: legundii 1110 horaia quimil la aiala-dlt
Julio de arphaoi.- legunda quintal ai 10 horn .
Primaira ?ara da i/ril i ssgundas a Mitil a* miio-di.
Sagunda rara da ai ral: quariaj a labbadoa aa miio-dla.
EPIIEMEK1DES DO MEZ DE IIE/EMKRO
5 Quanocrtieanta a 1 hora 7 mlnutoi a Saaguodoa da m.
M Luachaia ai horai 41 minutoa a a8 legundo da t.
IBQuartominguanWai 4 huras,15 minutla 48iagODtUi di m
27 La ora ai i", lio ra, H>,m i n uloi ,48 lagundoi di m
PREMIAR DE BOJE.
rrlmairi a- ti horas a A minutoi da rnanhaa.
Bagunda as li horai a .10 minute! da larda.
DAS DA SEMANA.
1 Sagunda. S, Naliuma prophela: S. Eloy b.
2 Tarca. S. Bilbina v. ni. : Si. Poncianoe Adria.
3 Quarta.S. Francisco Xavier ap. das Indias.
i Quinta S. Barbara v. m.; S. Pedro Chrysologo b.
Sexta. S. (craldo are. ; S. Saba m..
H Sabbado. S. Nicolao b. : S. Leoncio m.
7 Domingo. 2. do Advento. S. Ambrosio are. dout-da igr.
ENCARREGADOS DA SLBSCRIPCAO NO SEL.
Ala ion,. Si. Uiudina FaleaoDiai; labial 8t. D, Dupn
11 d aJ a naira aSr. Joas Pare ira Martina.
F.M PERNAMBECO
O proprlalaria dal'IABIO Maneil Vignairoa da Parla, na lu
linaria, piafa da Incipindincia ni.I a 8.
Patlfat aFflQiaU.
I da
COMMANDO DAS ARMAS.
Qvartel arnaeral ale commaido tai i
Pernambnco, na cidade do Heclfe, ana
eUseabrede 1856.
OROE.M DO DA N. :!78.
O marechal de campo commanrtanle das armas,
determina que oa Srs. capitn reformado Manuel
Ju.iqunii Ma.lnreir.i, lenle Francisco d'Assis
(taimarles, do 10. balalhAode infantera, passrm a
servir no 4.' baialhAo de atlilhariaa pe, na qualida-
da de ad.li.lo-.
N ornis para servir interinamente o emprego de
ajudaule do forte de Pao-Amaretlo, o Sr. tenante
reformado Andre Nunes Cantoso.
Jote Jon quim Coelho.
TRIBUNAL DO GOMMEHGIO.
SfcSSAO JUDICIAHIA EM 1 DE DEZEMBRODE 185G.
Presidencia do Esem. Sr. desembargador
Sovza.
Esliveram presentes oa membrosdo tribunal, f.tl-
Uudo i-oiu causa participada o Sr. desembargador
tiiliraoa.
Vastagtm.
Pasaou do Sr. desembirgador Villares ao Sr. de-
sembargador LeAo a appellarilo em qoe to :
Appellaule, Manuel Anlunio dos Saotoi (-'untes ;
Appellados, Antonio Joaqaim da Silva Castro e
oulros.
EXTERIOR.
CORRESPONDFNCIAS DO DIAPIO DE PER-
NAMBUCOr
LISBOA.
I de novembro.
Foi publioado o aieeajiaa que em resposta ao do
Sr. Albino de Kisueiredo, director da escola pol> -
lechuica de I.i-ium, proferio S. M. el-re D. Penro
V, na sessao solemne da dislribuicAo dos premios da
meama escola.
O discurso te el-rei era clieio de elevadas coosi-
derar^oes sobre o ensillo all profesado e sobre a sua
miliia-iici.i na illuiirac.i} do pal/, e especialmente na
do Mirrilj.
A respeilo d.j obiervalorio astiAfirnico de Lisboa
larobBin e-rei discursou como quem aprecia as van-
tagens que resallarlo de se elevar aquelle eslabele-
cimentu an nivel eligido pelo estado actual 'l.i ci-
encia.
El-rei prometteu continuar a desvellar-se pelo
engraiidacimento da escola e animou com mu i be-
nvola! eipressoes o corpo calhedratico e os alum-
nos a proseguirera com o zelo e ardor qoe ause ou-
lros lem manltislado.
Foram all em seguida distribuidos os diplomas
dos premios, e terminado o acto, visiuram as M M.
e AA. os vaiios eslabelecimentos da escola.
O diseurio do Sr. Albino de Figoeiredo repriseo-
la um importante capitulo da historia da iuslruccrio
publica em Portugal.
Esta bem escripto e oflerece mui valiosas con-lde-
races.
o domingo (9) liveram lugar as elcicOes para a
legislatura de IK>7 a I8O0. Reiuou em todas as as-
seiublas a manir irauquiltiJade, seudo regular a
concurrencia dus eleitores.
Em Aliada e Mafra be que se deram algumas
irregiiUridartes diguas de lempos qoe Teliimente ja
passaram. A eleicau fui disputada por cinc parti-
dos, a saber o progressista dissidcnte oa liislurico,
o prograssisla regeneradoro carlistao realista
e o da governo, oa para meIhor dizer o proprio
marcada na lei, he o imposto de 50O ris por pipa eiercia o profeisorado pelos seus padecimentos, e
de vinlio, geropiga e agurdente qoe der entrada | por discussoea com oa seos eollcgas. Alm no Porto ou eiu Villa Nova de da\a, a contardo I' j riasobras, como a Iraduccilo da Medicina I.-.'al de
de julho deste anuo econmico de I8"iG a 1857, ale Sedillol e a IraducqAo em verso do poema de l.ucre-
complelo pagamento dn capital e juros do mesmo "
empreslimo. as caixas do llanco Mercantil sera
entregue mensalmenle este rendimenlo pelo thesau-
reiro da alfandega do Porto, davendo entrar duran-
te n crrante mez o reudimento do imposto arreca-
dado desde o I- de julho al :ll de outubro ul-
timo.
ci, deixou urna versilo da Eneida e varios raha-
Ihos Iliterarios de muito valor. Marreu pobrissi- |
mu, com oa seus ordenados rebatidos ate 18.18 .'
O governo anda nao franqueou as linhas telegra- '
phicas ao publico. A imprensa commercial oeusu-
ra a demora e com razA. Por mais lelegraphia
elctrica que lenhamos, lia urna formidavel pregui-
Ohriga-se o governo a que a amortisarvo annoal i;a as secretarias de estado, que anlipathisa horrosa-
do capial mutuado pelo Hinco Mercantil, depois: mente coro a necessaria rapidez dos negocios
de pagos os juros vencidos, nSo seja menor de 10
coolos de ris. No caso de por motivo da escassez
da prodocrilo vinhataira haver consideravel dinii-
nuicao no rendimenlo do imposto, rompromelte-se
o governo a apresentar s corles, logo no eomeco da
prxima sessoo legialativa, orna proposta para ser
autorisado a apphcar dos ren lmenlos gerae* da al-
fandega do Porto a* sommas que forem uecessa-
rias para u etaclo cumprimento daquella cun-
dirlo.
Os 100 conloa sao destinados para obras publicas
no districlo vinli.iteiro do Douro.
O governo esla autorisadu ha "i mezes pela cmara
transada a contrahir nm emprrslimo de 1,500 eoli-
tos, mas ainda nao u pode obter. Deutrodo paiz, os
capilaes recu a parle com nm espirito de intente cordial, por- i a um procesin criminal, por onlera do governo im-
qiie eram inspiradas por ama sincera suliciluda para perial.
com o re pon mi da Europa, e porque revelavam ao i Nao podemos decidir alo que ponto scmellianleac-
mesmo lempo o Mapeilo devldo > indepeiidencia de j cusarao he hem ou mal fundada ; mas no caso do
lodos os astados soberanos. ( processo ser bem snreedido mais necexsnriosera' que
n Assim. na Blgica, o governo de acrrdocom a i lord Clarendon averigaa a que-t.Vi at o fim.
opiniao lobre os eicessos de cirios orgSos da im- j A importancia dos nossos cnsules, que remetlem
prensa, se mostrou disposto a embarga los por lodos | para aqui InforiMcoM de urna eiartidUo incontesla-
os meios de que poda dispir. vel e capazes de sollrer o mais rigoroso exame, he
o Na Gracia, o plano de organizan financeira,! em toda a parte grande ; e em neuliuin uutro paiz pregar-Ibes com ummentesna cara. "No poi-
suhmetlido appreciarao dos trihunaes protectores,' sa applica islo rom (anta forra como no Brasil, onde o acompanhar os embustes dessesBoas-fes,im-
Accusaram a presidencia de ler dado :t'.i demis-
sOese elles lem caragem de fallar em demisses !
deinoii>lrou-se que nao passaram de 0 e elles
ficaram comod'anles.
Accusaram a presidencia de ter mandado forra
para vencer as clcices em Igarapc-mirim ; apre-
senlaram-se os ollicios de autoridades lellc- qoe
rerlainavam a forra como indispeusavel a seguran-
za, e o resultado das taes eleic,oes frrala- veio
As aprehenses qoe causou a crise alimenticia ees
saram de lodo; o mercado esta' surticicnlemenla pro- |
vido de trigos.
Publicou-se o pareeer da commissilo de inqueri-
lo da companbia l.oio-Brasileira. Heme o-lh'o
para conhecimeuto dos seus leilores.
Pelo supremo tribunal de justica militar foi con-
firmada a sentenra de morle proferida em cunselho
de guerra contra oa dons artilheiros que insultaran]
no sea quarlel de Belem o majur Pina. Ni se sa-
be anda o qoe tara'o poder moderador, lia cir-
cumslancias attenuanles, e parece que o leferido
majar (lera lugar por imprudencias aquella desas-
trada insuhnrdinaro.
Na barca Perpelua allimamenta chegada do Bra-
sil ao pirlo de Lisboa, vieram prelos, :t escravos
conde de Sa', ministro da marinlia, inanduu que us
pretus fossem considerados livres, e como o cupito
se recusasse, os prelos foram recolliidoi na au
Vasco da tiama, at se decidir a pendencia.
Ha ero Lisboa um preto, chamado Paulino da
Concaicao, que nAo parda una orcasiao de aullicilar
a alloma dos seas irmAos. Foi elle quem audou
mais aclivo nesta emanciparjo.
I..
O bario de Lagos, que lano combaten as opera-1 e um forro. Em virtade i* rcenle le. o Sr. vis-
toes do Sr. Fonles no parlamento, sahio de Lisboa,
eucarregado pelo governo de negociar fora do paiz
" que se no podera ohler aqui. Iliz-se que at bu-
je ainda nAo realisara operarlo alguma ; os joros
que se Ihe pedem siu inrriveis.
Para o actual gabinete, he hem sicnifieativo o
que se esla paralada. Parece que e dirigi agura
ao Banco, e dentro em pouco se tratar essa que--
Uto.
Se, ao qoe parece, o ministerio nAo lem crdito
para 1,,00 conlos, que se pode esperar defoturo,
Ihe pergunta a imprensa regeneradora.que v ueste
facto urna victoria?
A oergunta he terminante.
Duero que se vai Iralar de melhorar a barra do
Porlo.
Sir John Ronie, dstinrto engenheiro hydraoliro
chegou aquella cidade ha poneos dias e vai paitir
para Inglaterra, eucarregado pelo gnveruu de com-
prar machinas e apparelhos para se comecarem os
Irabalhos. Os planos do Sr. Kcnnie eslo concluidos
eja foram apreseutados ao goveruo.
Tinha tambem chegada an Porto o conelheiro
Lessa, sub-inspector geral dos correios, para tratar
do eslahelecimento da mala posta entre aquella ci-
dade cade Coimbra.
Annunciuu a gerencia do Banco Mcrcanlil Por-
tuense, que dava comero no dia \ de novembro a
cobranca da primeira prestarao das acres, a jo?
ris por cada accAo.
O Banca Commercial do Porlo pnblicon o reso-,
mo do seu activo e passivo em :il du pasaado. Exis-
te em cofre :i6h:377sOI5 ria, sendo 33MB3$Mi em
dinheiro metlico e o resto em notas do Banca de
Lisboa, e papel moeda.
O capital aclnal do Banco he de l::l:l7:i(IOS.
Nomeoo o governo urna rommisaao eocrregada
de pro por I lie om plano geral de reforma pura todas
as alfanuegas do contineiite e ilhas, em que se enra-
prehenla a fxacao dosqaadros de cada urna delias
a forma do sen expediente e despacho por om meio
mais fcil e prnmplo, os venciinenlos dos seus ein-
pregados, e o melhor systema de liscalisa<;Ao, assim
terrestre, como martimo. He tambem recnmmen-
dado a esta commissAo qoe pruponha as medidas
que de preferencia devem ser adoptadas para a
atiesta o acodamcnlo do governo-hellenico em lomar
em considerado os consellios do congresso.
o Na Italia, a Santa S e os outroa estados admit-
leni a upporluniJade da ciernen* la, < a dos melho-
ramenlos internos.
o A corte de aples foi a nnica que rejeitou com
altivez os conselhos da Franra e da Inglaterra, em-
bora apresentados sob a Inna mais amigaxel.
os cnsules inglezes, -uinpre cuufessar, se acham niedialamenle desmasrarados ; seria um nAo acabar
ollocadosem urna pofi(9o milito exreprional e odio-1 nanea. Agora moslram-se saiidosos a que com-
sa. l'Zlai antro qaalsjuar piiz as snas funcQes sAo me- pridas lagrimas escorrem-lhes pelos cantos dos
ramrnle coinmerciaes, e se casualmente Iranspein a alnoa ; collados !.,.' fngem-se saudosos do Sr. Reg
esphera das altrihairo's consulares ordinarias, he su- Barros: mas elle os coohece melhor do que pen-
menle para^fazer relalorios a respeilo das ronlires! san.
genes do paiz vizinlin. ou para proteger as virtimas O sr. Bogo Barros lembra-se que aqoi chegande
da oppressao c txrauuia. Mas, no Brasil, os nossos' pela segunda vez achnu a asseinhla adiada, porquo
os illustrissimos niemliros do po ler supremo nAo ti*
iiliam vnltadu da feslaura ; adiamanto que Ihe mo-
veu o riso, nAo menos que o mage<(nso silencia e a
As medidas de rigor e de compressAo suscitadas consoles tmnain "sobre si mu ampios e polticos de-
desde longo lempo, por meio da adinini<(rar,Ao, pelo i veres, e nislo sao apciados pelo Foreign-offire. Ain-
goveroo das Diias-Sicilias, aguama Italia, e rom-1 da mais, freqocnlemcnle inlervcm nos negocios in-
promettem a ordem publica na F.urnpa. Convenc- lernos da provincia em que residem, e geralmente i allaneira ollera do discrecionario : esse adiament<>
das dos perigos de semetliaute situarAo, a Franra e lem navios 1ngle7.es de guerra que cruzam ao longo i foi para elles muito juslo, nem foi desprezo nem
a Inglaterra esperaram esconjura-los poi prudentes I da cosa para apaiar e re forrar a sua utcrveiirao. iusollo primeira corporacao da provincia : o de
conselhos dados em lampo npportuno ; e-tes couse- I Dirigcm notas, como se fossem fiinccionarios diplo- agora he ludo quauto elles quercm, e he o justissimu
mais prampta rcpresso do coiilrabanilo, e todas a
que lenderem a augmentar os ren lmenlos das al-
fandegaa.
O presidente desla rommis-Ao he o miiiMro do
goveruo, que uf., ., de barer oaleiilado 00 pruneiru^ estado honorario Antonio Jos de Avila, e niemliros
periodo da soa existencia ministerial a maior isen- j 0 comelheiru director da alfandega grande de Ma-
cla a imparcialidade puliliea,se rcsolven a fazer mu-
ver em sen proveilo al as ultimas rodas da machi-
na administrativa. Na sua lista pelos dos circuios
de Liiboa ioscreveu it tio'ues da lista regeneradora,
aacluiodo da do partido hisloric os uomes dos Srs.
Ilollieraan a .Manual de T. Coelho.
As ultimas milicias dn resultado das eleroes s3o
asseguinles :
lia o districto de Lisboa 17 deputados, entre esles
enceu o governo :t palo circulo -JS, de Lisboa, 2 pe-
iu de Cintra c 1 pelu de Torres Vedras.
Sahiatu eleilos por Torres um le;;iiimi-la, por
Selubal cartillas e por Lisboa 8 regeneradores.
Em l.cin.i ganlioii n goveruo i candidaturas e per-
deu duas : as das Sis D. Rodrigo e Bjcage que fo-
ram substituidos pelos Srs. D. Antuuiu da Costa e
Paulo Romairo.
O governo perdeu tambero a eleirAo por Vianua
e Barcellos.
Em Coimbra veuceu, bem como no Porlo e Avei-
ro, mas as suas cauJnlaluras representam opposias
opinies, de forma que us Srs. Cyrillo Machado, J.
M. de Abreu, Nazarelb, Mamede e Luusada que
perleucem au partido regenerad ir, liguram agura
como oleitos do governo.
Pela Feira foram eleilos us Srs. Alendes Lelle-
proprielano da Hevoluco de Selambro, conjunc,
lamente com o Sr. Carlus lenlo, carlista decidido,
e adversario vehemente das medidas fiuanceias du
ministerio transado. O guveruo udo ae quil npoiar
em nenhuma das upiuioes existeules. O resultado
he que em vez de furmar partido eala de lodos se-
parado a he por ludus aggredidu, pois que nenhum
Ihe agradece a prulecc.Ao que cuucedeu as candida-
toras que o representam.
luaugurou-se pois u eclecticismo parlamentar,
cajos resallados mugueui acredita que poderao ga-
rantir a eatabalidade do actual gabinete. Ero
cinco mezes de exordio eleiloral com que inaugurou
a sua estada no poder, descouceituoo-se para todas
as fraecdea, revocan lo do esquecimeulo e descrdito
em que jaziam todas as tricase mauejos qoe na ad-
mini.iraca do ruine de 1110111,11 ae puuhain em
pralica. A' excepeo das 'aionelas e violencias da
forja armada, o goven-o disputou as elei;0es como
quem se quera salvar n'uin ultimo e-lorco de ago-
na, pois lem a cousciencia da sua siluaqAo e das in-
coherencias em que ie cullocou.
Entretanto e em poucos das se ver pelas com-
inunica;des que das provincia forem che;.indo, lu-
do faz crer que a prxima cmara legislativa ser.i
composta de 13o heterogneos elementos, que o go-
verno a falla de encontrar uella maioria, te leinbra-
r lalvez de a diisulver.
De todas as probabilidades, na opiniao dos qoe
vem mais desapaixunadamcule nesta-, cuusas, he
esta a mais prnvavel.
Pur nutra parte, pjrece, pelo contrario qoe deve-
ra ser a futura maioria parlameular, se a liouver, a
indicadora do miuisleno que lem uecessariameute
da aobslilulr este, qne lodos reputaui de mera tran-
silo, a que alias 11,11 tem piedieados que salisfa-
r.mi a nenhum dus partidos qoe se aeham em
campo.
O Sr. Mendes Leal, redactor editor respousavel da
"Imprensa e Le, orgao carlista, rclirou-se da re-
daccao. Aquelle peridico declarou uAo se oceupar
de assumplos polticos einquaulo se nAo habilitar de
novo.
A IraccAo carlista, manifestoa-se-me contraria,
pelo representante, o conde de Thomar quando por
necasiao de assumir n puder, o novo gabinete de-
rlarava s cmaras e ao paiz tomar para India de
con tuda o programtna goveruativo da passada ad-
miaistrirao. O partido carlista obrou lgica-
mente.
Com o partido legilimisla nAo se percebe como
pjs-a li.nn uii-.ir nina administraran qualqucr, cujas
(radirciics liberaes e educaran representativa repu-
lan! completamente as praxes e doutrinas do abso-
lismo.
Os progressislas histricos nAo quebram langas
por ama situarlo curo que e-1.1 em divergencia.
As intimas retaques em que ao principio e para ef-
feilos eleitoraes allcctavam achar-se com o inini'te-
rio. mudarain-se com pposn;Ao franca.
Os progressislas regeneradores, n,1o po lem deixar
de aggredir abertameule os aclnaes ministros. Se
por um lado o governo decliiou adoptar o seu
programmi, por oulro reuonciou a adoprAo dos
meios fiuanceiros proposlos pelo ministerio que se
retirara.
Nem sempre os vaticinios que mais fundados se
fguram vero a venlicar-se ; comtulo a heleroze-
neidade do fuluru parlameulo lem de produzir re-
sultados.
Publicou o aDiarioi um decreto datado de S de-
le mez, approvanlo o conlralo celebrado enlre oco-
verno e os gerentes do llanro Merranlil Porliien-e.
por intervencAo dos eus agentes em Lisboa, para
um empreslimo de cem conlos de res em metal. O
governo. segundo as eondires ajustadas, poder re-
ceber em prestaedes mensaes que nAo excedero de
1-2 conloa cada mez, a principiar do ultimo de no-
vembro crrante. Os desembolsos do Banco Mer-
cantil l'orluense. por este empreslimo, vencerAo o
juro reciproco de (i e meio por cento ao anno,
em mais commisso on mi .'re-.-e para o mesmo
Banco.
boa Carvalho e Olive ra, o da altaudega municipal
Antonio Mario Cameiro, e os Srs. Sintos Monteirn,
.M.inoel Teixeira Basto, Custodio Manuel Comes ; o
presidente da Assoeiaco Commercial de Lisboa Ho-
norato Ferreira, e os membros da mesma Associa-
c;,io os Srs. Fradesso da Silveira, Hibeiro da Cunha
e Sebastian Ju-e do Abreu. Na AssuciacAu Com-
mrrcial foi prnposla por um dos socios, a nomearAo
de nina commisso do sen gremio que procure ob-
ler e lavar ao conhecimeuto da eommissAo creada
pelo governo, todos oa convenientes esclareci-
menlo'.
Esla dclibernrAo do governo foi maito bem rece-
bida pelo commercio em geni; com lado o assurop-
lo de que tem de occopar-se a coimnis-Ao, he de-
masiadamente complexo.
A qoestAo da repressAn do contrabando, s essa,
vai levar a eommissAo a' propusta de importantes
modilicaces as pamas.
O do.imo da industria nacional acha-se de for-
ma depon lente) le-la reforma, que segajramenla se
pode dizer que este objecto he dos mais vilacs para
a riqueza do paiz. Esta qoeslAo, em theoria, esta'
oceupando um congrpaso europeu, como he sabido,
e agitase hojeem qnasi lodos os estados do mundo.
A Assoriacao Commercial de Lisboa approvou ha
Irea das o reqnerimento ao governo, pedin lo-lhe
aatorise n imporlarAo da agurdenle de vinho.
Corren animada a discuasAo.
Esla' em Lisboa um engenheiro belga de provada
parleta, Mr. da Leaaa que apresentou no ministe-
rio das obras pablieas lodos os planos, sollicilando
a neeessaria coneessAo para construir os Irabalhos
precisos para a carga e descarga segara, fcil e
prompla das embarcaroes, permittindo an commer-
cio grande economa. Comprehende o projecto de
Mr. de Lenne:
I. A constroccao em frente da alfandega grande,
de ama poote (Jelee) com um caes oa desembarca-
dnuro (Dabarcadere.'i
2. I'ma via frrea que parlindo da alfandega
grande, ligue este ponto com o lerrero, alfande-
ga municipal e quaesquer oulros mercados impor-
tantes, e com a eslaro do caminho de ferro de
lene.
1. ......labrlerimaiilo de vapores esparialmenle
destinados ao servido de reboque remorqueurs.
i. O eslabelecimenlo no quadro da alfandega,
para amarraran dos navios, de om numero neces-
sario de boias lixas de parafusn helicoidal.
SAo inconlraditoria as vantageus que ollerece as
commercio esle projecto.
Odesembarcadouro, diz o Jornti do Commenio.
sera' calculado para nelle se poder elTeduar a des-
carga simultanea de lli navios.
As tabella- aminas ao projeclo. diz qoe ainda nAo
eslao didiuitivamcnlc eslanelecidas, roas os termos
m.ixiriio. ja fixados, sAo inferiores ao preros me-
dios porque boje sahem os trahalhoa correspon-
dentes. Esle plano lem encontrado apoto decidido
no capaes da prara de Lisboa.
O citado jornal trata desle importante assumplo
com a rnslitnia la lucidez, juitando-lhe considera-
ciies de lodo o peso.
Ovala' que nao seja deslimado a ficar em pro-
jecto om melhoramenlo de que em lAo remolas pa-
ragens esla' gozando ha alguns anuos o commercio
e a marinha. Se plano for avante, he que ficara'
sendo esle o melhor porlo do Atlntico.
'Cem augmentad muito o numero dos Irabalha-
dores do caminho de ferro do Barreiro as Vendas-
Novas. Da-se Irahalho a qoein ae aprsenla. Oa
jornaes lem regulado de forma que convidan).
No dia -28 de ootobro, Vespera do anniveraaro
nalalirio de el-rei I). Feroaudn leve lugar a iuaugu-
raeAo e beurAo do caminho de ferro de leste. Esta'
liualmenle aberlo a circular, puhlira o primeiro
lauco de urna via frrea.
Assisliram a'ceremonia SS. MM. e AA., o car-
deal palriarrha c prssoas da corte. No Diario do
Uoterno de 2"> publicnu-se o programma qoe nAo
transcrevo por maior brevidade.
A companhia fez nutra tabella de preros de trans-
porto de nassageiros. A companhia oflereceu a cor-
te e convidados um esplendido lanch no Carrega-
do. A uiagem de ida foi ptima, chegando o trem
em que iam SS. MM.em quareiila minutos. Na de
volla gaslou duas horas. As carruagens sAo boas,
mas as locomotivas, sAo velhas e ms.
Por urna coincidencia imprevista, nenhum dos
ministros a quem o paiz deve esle grande inelhnra-
mento nacional, panda assislir aquella fesla da civi-
lisar/io. O marechal Saldanha ainda ae arhava em
l.nn ir.-, os Srs. Rodrigo da I on-eca, l-'rederico
(iuilhcrme e Visconde de A'.houguia, por atienta*,
c a Sr. Partea por Ihe haver fallerido nesse metmo
dia seu pai o Sr. J0A0 da Fonles l'ercia de Mello.
chafe de eaqnadn e ministro de estado honorario,
Tinha sido aventador de Cabo Verde, ,r duas ve-
zcs vogal do supremo lnlion.il de jnslica militar,
inspector do arsenal e niernbrn do con-alhn ullr.una-
riun. Eicreveu algumas obras de mercciinentu sa-
br marinha.
Por decreta de 8 desie mez foi nomeadn o Sr.
Fonles conselheiro elTeclivo do consclhn ullramari-
110, para o lugar vago pelu fallecimeulo de seu
pai.
Fallecen tambero o Dr. Lima l.eilo, distancio es-
criplor e lente da escola medico rirurgira de l.is-
A hy potinca especial dette empreilimo, na forma I boa. Ha muito lempo que o Dr. Lima l.eil.io uao
PABIS
20 de ontubro de 18.V.
Annonciam-me que a companhia ingleza de Sou-
thampton deve dohrar o seu servido de navios a va-
por qoe navegam para o Brasil, c, que a 22 desle
mez, deve expedir um steamer que locar em Per-
narobuco. Como procuro apruveilar ludas as occa-
sies qoe o podem mais promptamenle por ao alcan-
ce d nossos negocios europeos, tambem Ihe escre-
verei por esla via, lamentando ao mesmo lempo que
os nossos navios a vapor do Havre nAo loqueui mais
no seu porlo.
(i successo da quinzena, em que teuho de rallar
Ihe primeiramenle, foi urna revolarn mioislerial
realisada em Madrid. Pobre Hespanlia Se Ihe fosse
sull-ieole para sabir dos emhararus em qoe se lem
achado, mudar o pessoal do seu governo, segura-
mente se deveria reputar curada de ludus os seus
males, pois que em menos de tres mezes lem expe-
rimentado Ires homeos presligioxo$, dos seus mais
celebres capilAes, primeiramenle de Espartero, de-
pois do marechal U'Donnell, erolim do marechal lian-
con Maria Narvaez. Dar-sa-ha caso que esta Hes-
paoha desolada letiha chegadoao termo das suas d-
res? Ser Narvaez mais feliz do que os seus-predi
crssores, e conseguir salisfazer ao mi-1110 lempo a
rainlia e a opiniao publica '.' Deaejo-o de lodo o roen
coraran, mas nao me atrevo a esjiera-lo. Ha nos sof-
frimenlos, qoe experimenta a Hesn-inha, um 1 caasa
profunda que se liga propria nalureza das cousas,
lalvez s instiluires polticas, e que urna .imples
mndanra de houiens nAo hata para conjurar.
Como quer que seja, eis-aqui a historia curiosa di
asrencAo de Narvaez ao poder. Depois da rev ilurAn,
que arrehenlou no mez de julho de 18ji, o duque
de Valenca ( Narvaez julgra convcmenle retirar-
se para a Franra, alim de deixar os successos seguir
o seu corso, para nao causar (roperos ao governo sa-
bido da insurreirao. Besidia em Pars onde foi mui-
lo bem visto pelo imperador, e onde se reconciliara
com a ralnha Maria Chrislina. (juando no mez de
jullui passado, O'llonnell derrihou Espurlere, Nar-
vaez pensou que era chegado para si o momento de
(ornar a entrar na patria, e esereveu i ratnlia pe-
din tn o conseulimenln, e oflerecendo-lhe os seus
serviros. A rainha agradeceu-lhe a sua boa vonla-
ile, mas o momento ainda 11A0 era chegado para Nar-
vaez, as ciicum-lanciaa ainda eram criticas, t. a cor-
le ainda tinha necessidade de O'Donu II para aca-
bar de desmembrar o parlido progress>la. Narvaez,
que tinha ido esperar em Bayonna a resposta do go-
verno, vid Ion momentneamente a Paris: foi Mmen-
le nos primeiros dias desle m/. que elle foi secreta-
mente convidado a ir para Madrid.
Comlndo, nesse momento U'Donnell pareca go-
zar plenamente da conlianra da rainha. Ilaviam, lio
sio do conselho, dsruises moi enrgicas, e alguns
alalos. Mas estas difliculdadcs, que provinham da
propria composirAo do gabinete em que funecioharam
antigs progressislas, sempre se arranjavain com mais
ou menos cusi. Pur oulro lado, o imperador dos
Francezes linha escripia i rainha peilindo-lhe que
canservasse O'Donnell, e 11A0 se enlregasse a reacrAo
do partido conservador. A rainha communicara es-
la caria aos seus ministros, declarando que eslava
decidida a seguir os conselhos de KapoMa III. As-
sim, nada pareca amearar a existencia do ministe-
rio O'Donnell.
Foi Mata* eirciimstancas que Narvaez clugra i
Madrid. A sua presenra causn comludo urna pru-
funda ii-arao. e ao principio fez fallar de ti por
urna acea de violencia inrrivel. Achando-se ero um
-al.iu dacapilal, Com M. (iuel y lenle, anligo ineui-
bru das cortes cnnsliluintes, a maridu de unta das
irmaas do rei de Hespanha, provoeou a eate que li-
nha fallado mal de si lias cortes, e a alterca.-, de-
genernu, seguudo dzero, em vas de fado. L"m due-
lo foi eonveiicionado, mas a rainha, instruida do fac-
i, inanduu prohibir a Narvaez que sa batesse,
iiiainlou prender o adversario que nao quiz renun-
ciar an duelo. (Depois da ascenrao de Narvaez, M.
(iuel y Kenle fui posto cm liberdade.,
Poueos dias depois leve lugar um baile no 1 ac, e
toda a gente observan a benevolencia particular com
que a rainha arnlheu o duque de Valencia. O ma-
rechal O'Donnell assuslou-se, e as explicacAe* que
ohleve da rainha anda mais Ihe augmeolaram os re-
cejo. A rainha exprimio-lhe o firme desejo de ver
o eu governo seguir ama polilica mais francamente
conservadora, e se queixou enrgicamente da pu-
lilicidade que se linha dado i caria o imperador dot
Francezes, commanicda por ella coiilidencialmeii-
le aos seus ministros. Esla linguagem ja nu dalla-
ra esperar O'Donnell conservar o poder : depois
de ler conferenciado com os collegas, depoz a de-
missAo de todo o gahinele enlre as niAos da rainha,
que a aceitan, e nomeoa iromedialainenle o general
Narvaez presidente do conselho. Esle eslava promp-
lo, e no mesmo dia da soa nnmeario, apresentou a
rainha a lista dos personagens, qne prcteudia asso-
riar Varias deslituires de chefes civis e mililares as-
-igualaran! a ascenean de Narvaez, que quer com ra-
7A0 cercar-se de homens devoladus a sua polilica.
Mas, compre reconhecer, qoe esla polilica se pro-
duz mui francamente, e sem exctlarAo. Assim, o no-
vo gabinete eslava formado a 12 de outubro, e desde
llt a gazela de Madrid publicava dous decretos, nm
dos qoaes reslabeteceu em lodas as suas disposicoes
a concrdala concluida com a Santa S, e o oulro
suspende completamente os effeitos da lei da l>> >-
amarlination.
O marechal O'Donnell manifeslou a inlcnrito de
fazer urna viagem ao eslraugeiro: o marechal Con-
cha dive igualmente deixar a Hespanha e o general
Dulce se relirou para Sanlander. 'Ao se deve lemer
ni la para (-11111 N rvae/. da palle destas notabilida-
des mililares ; o nnico perigo para o gabinete hespa-
nh d [a este perigo pode ser grande) viria de ora
movimento progresaisla e revolucionario. Narvaez o
comprehende, e v-se que elle ja se esforra para
previm-lo, velando nos inleresses das cla-ses popu-
lares. Os jornaes de .Madrid annunciam que algu-
mas medidas foram tomadas pelo goveruo, alim de
moderar 11 prero dos vveres alimenticio!.
Os negocios da Hespanha, cujn quadru acaba de
Irac.ir-lhe, leeni por um momento riislrahiilo a at-
Icnro da Europa, dos negocios de aples, em que
Ihe"fallei na minha ultima caita. Comludo nada es-
la terminado entre as potencias ocrdentaes e ap-
les ; pelo contrario, a conlenda esla ueste momento
mais envenenada do que nanea. Dissc-lhe qoe nAo
comprehenda bem o inleresse que poda ler a Fran-
ca ueste negocio, pois que nao poda, como a Ingla-
terra, ler o peoaamenlo orcullo de apruveilar se de
um Iransloruo 110 reino das Daas-Sicilias. Lamen-
lava que o nosso jornal oflicial anda uao livessi: ex-
plicado o pensamenlo do goveruo, communicsHil-
nos a causa e o ti 11 de semrlhanle rompinenlo. Fui
boje smenle que o governo francez se decidi 1 dar
estas explicares lo impacientemente desojadas, e o
artigo que elle fez apparecer no MonHeiir desla ma-
idi.ia he excesivamente curioso, a por islo Dio pos-
so deixar de offercc-lo inedtlarAo dos seus leilo-
res. Eis-aqui u texto :
o A paz concluida, a primeira preoecopacio do
congresn de Paris fot a ta intuito, os plenipotenciarios examinaran! os ele-
mentos de perturbarao, que exislam na Europa, e
dirgiram parhrularinenle a allenrao sobre o estado
da Italia, da Blgica e da Grecia. As observares
trocadas por esla occasiao foram acoln las por leda
Ihos foram menuapresalos : o governo das Duaa-Si-
cillas, fechando oa nlhos a evidencia, qoiz perseve-
rar em ama estrada fatal, O roao conselho dado a
observares legtimas, urna duvda injuriosa, laoca-
' da sobre a poieza daa inlenroes, urna linguagem of-
fensiva, onposta a conselhos salutares, e ernlim re-
cusas obstinadas, nAo permltem por muito lempo
manler relaces amigaveis.
o Cedendo as sucgesloea de ama grande potencia,
o gabinete de aples procorou allenuar o elfeilo
produzido pur urna primeira resposla ; mas, esta ap-
parencia de condescendencia nle passoo de una
prova de mais da sua resolucao em nAo levar em
coota a solicilude da Franca e da Inglaterra para
com os inteaesses geraes da Europa. A hesitaran j
nAo era permiltida, foi preciso romper as relances
diplomticas com a orle, que linha lAo profunda-
mente alterado o seu carcter, h-ta suspcusAo das
relaces ofliciaes nAo coustrtue de rnaneira alguma
urna interveneao nos negocios interiores, ainda me-
nas um acto de hoslilidade.
Todava como a seguranca doi nacionaes dos
dous goveruo. pode ser comprornctlida, elles leuni-
ram esquadras para prevenir semelhaute eventuali-
dade ; mas 11A0 quizeram enviar os seus navios as
aguas de aples, alim de nao darem lugar a inler-
prelares errneas. Esta simples medida de pro-
lecrAo eventoal. qne nada tem de cominatoria, nAo
poderia ser considerada, comu uro apoio olferecido
a aquellos que procuram ab.lar o tlirouo de el-rei
das Daas-Sicilias, voltando a una sAa apprcciarAo
do senlimeulu que guia us governos de Franja e de
Inglaterra, o gabinete napolitano comprehende ali-
nal os seus verdadeiros inteiesses ; as duas poten-
cias se darAo pressa a renovar com elle as inesmas
relaces como De passado, e sern felizes se derem
por esle meio om novo penlior ao repouso da Eu-
ropa, n
Esle_artigo oflicial que causn aqui grande tanta-
rilo, nao con-eguio modilicar o senlimento de todos
aquellos que ponsain que as medidas turnadas con-
tra aples sAo urna perigosa concess.lo feila a In-
glaterra. Com lodo a participaran da Franra ties-
tas medidas lera' o boin resultado de modera-las, li-
rando-lhes lodo o carcter do ama inlervetirAo hos-
til oa de ama aggressAo. O que alias parece justi-
ficar a allilude turnada pelu nosso governo he a for-
ma oll'ensiva qoe o gabinete de aples den em
principio a' soa resposla is notas de Franca.
i m loreciro negocio tambeiH preoecupa o mundo
diplomtico durante esla quinzena. O tratado de
Paris prescreveu a revocaran iuimediatd das tropas
que occupavain o territorio turco.
A Inglaterra, a Franra, a Sardenha cumpriram
religiosamente eita eondicAo do tratado. Ale hoje
a Austria nflo jalgou conveniente seguir esle exeni-
plu. Deve lonibrar-s que durante a guerra, um
exercilo austraco uceupara a Moldavia c a Valachta,
para proteger estas provincias contra um novo ata-
que da Russia. Estas tropas al o presente ainda
nAo deixaram os seus poslos, e he um fado lano
mais grave, que us plenipotenciarios do eongreso
exprimiram a lirme vonla te de que as provincias
danubianas declarassrm, em plena liberdade, o vo-
l pela reerganissete do seu governo.
A Franca, e a Inglaterra protestaran* com onergia
contra a prolongacilo da occuparAo austraca, e tudu
IndW a crer que o calimete de Vienna vai alinal ex-
ecular aa prescripcoes do tralado de paz. N'uma
palavra annunciam qne us membros do congresso
vAo mu prximamente reunirse.
O imperador da Rosis, de volts das feslas da co-
roacAo, narria fazer a sua entrada em S. Peler-hiir
i go a I i deste mor. Antes da sua partida de M s-
cow, conferio a ordom de S. Amlr a M. de Mor-
nyeao principe Eslherazy, embatxador de Franca
e d Austria.
Ein Franca n3o ha novidade alguma, a' excepr/10
da crise linanceira que anda continua, e deprecia
loilos us valores. SAo as loucas especularoes da
bolsa que origiuam estos enduraros monelaros, e
que lornaram os valores metlicos de dia em da
mais raros. O imperador depois de ler passado va-
rias revistas s Irupas, para provar, a despulo dos
boatos contrarios, que goza de excellenle saude, par-
lin hutilcm para o ca.lcllo imperial de Compiegne,
onde deve passar l;l das.
Soubemos por via da America que doos indivi-
duos compromettidos no ronbo das acrOes do cami-
nho de fono dn Norte, haviam sidos preso em New-
\ork, O priucipal acensado ainda nao foi preso.
mancos, aos presidentes de provincia; arguem, dis-
cutem, represenlaiii, advorlem e nsisleni comesses
fiinccionarios, indicam-lhes aquellos que merecem
sor acrodilailos e que inspiram conlianras ; geral-
menle ligam-se rom rom o parlido c a imprenta da
opposirao as provincias em que se acham ; e ao
passo que justilicam semolhanle allianca sob o fun-
damento de sua ulilhlade, lornai.i-se frequentenien-
le instrumculosdos polticos locaes destituidos de es-
crpulos. N'uma palavra, em cada provincia do
Brasil o cnsul inglez loma ordinariamente ares de
um ministro bri/anuico. Altela urna importancia
que he olTensiva ai governo provincial, atiende pou-
co sua esphera de deveres, colloca-se em vilenla
collisAo com o prosidonlo, eesmcriiha e remelle pa-
ra aqui lodos os escndalos do lugar. NAo he exage-
rarn ; basta urna loitura superficial da correspon-
dencia ceraa do trauco do escravos para ministrar
abundantes e ridiculos exemplus da gobemunrherie
dos cnsules nglezes uo Brasil; e a modo porque
sAo geralmentn considerados pelos Brasileiros pode
ser deduzido do lorn do Sr. Cunha e Figoeiredo, lo-
das as vezes que s refere au cnsul a quem atlnbue
o engao de lord Clarendon a respeilo do seu proce-
dinunto.
Estamos hem convencidos de qoe a reparticao dos
negocios eslrangeiros nao prescreve lAo desagcadavel
larefa nos cnsules inglezes no Brasil; mas por isso
mesmo deve-se empregar o maior cuidado na eco-
Lembrados eslarao oa nossos leilores das corres-
pondencias qoe o Sr. couselheiro Jos Beulo da Cu-
nha Figaeiredo publicou em sua defeza jior causa do
negocio do contrabando le Africanos, e que foram
transcriptas nesta jornal. Essas correspondencias
chegaram a Londres, e na gazela Daily Nene de 21
de ouluhro, l-se o arligo ahaixo inscripto, que cor-
rigiudo sganlas eipresses que molivaram aquellas
correspondencias, conten um joitO favoravel a res-
peilo de S. Exe.
Londres 23 de outubro.
Recebemos dous rommunicados do cx-presider,-
le da provincia de l'eriiambuco. acerca da discussao
qae leve lugar na ultima sessAo do Parlamento so-
bre o estado das retaques entre a Inglaterra e o Bra-
sil, em coosoquenria de ama ola dirigida so a-
binele do Rio de Janeiro por Mr. Jerningham, o
qual felizmente j 1 nAo he representante da rainha
na.inidlc paiz. De muito boa vunlade damos publi-
cidade a esles communicados.
No priroeiro, o ex-presidenle quoixa-se de o ha-
vermos descriplo como um luiiccionarto de poura fir-
meza de carcter, e de termos dito que fura oemitl-
do do seo cargo. Jaleando pela energa do eslvlo da
sna correspondencia inferimos que S. Exc. he urna
pesaoa de vigor e energa mu consideravel; c se elle
em quanlo governou Pernambuco, empregou em sua
poltica acerca do trafico de escravos todo o ardor e
aclividade que dosenvolve no papel .o nAo duvida-
mos ora instante do que o lenha faite,)carlamente
nao houve nenhumi, falta de firmeza.
Mas S. Exc. lalvez nAo tenha enmprehendido bem
o sentidu da linguagem de que usamos, a qual exci-
tou sua susceptibilidaile. Desrjamos que desappa-
reja a impressAo de que o seu sncceasar na presi-
dencia fora eseolhide como um faneeionarin de urna
firma de carcter mais que ordinaria ; e da esculla
do Sr. Macedona presente coujucliira tiramos a in-
ferencia mu favoravel rolaiivamonte a dplerminarAo
em que esta' o governo imperial de ollicante de re-
primir qoalquer tentativa tendente a fazer reviver
o trafico da esrravalura, e punirqualqoer funrciona-
rio subalterno a quem se possa allribuir ciimplici-
dade em tal tentativa. Nao tivemos a menor inleu-
{la ata rilen ler au Sr. Jos lenlo da Cunha c Fi-
Eotiredo, que, segundo parece. re>igiiou|volunlaria-
mente a presidencia de que jnlgavamos ler sido di-
miltido.
No secundo communicado, o digno ex-presidenle
defende-se exlcnsaroente las impulacos rrimilo-
ni- dn conde de Clareudon. Na occasiao em qua
lord Clarendon responda a censara do ronde Mal-
moshurx, pensamos e diasemos que o ministro dos
negocios eslrangeiros linha Iransporlo os limites da
I exaclido na nol*cia que den degorio de Serinhacn
e o ex-presidenle lem lods a razaode appetlar para
a imprensa ingleza alim do lialnlila-lo a corrigir os
engaos de um ministro inglez.
Lord Carendon. fazendo na camaravdos ropreson-
l.icues que lords, IA seriamente inipugnavam a hon-
ra e reputarlo do 11111 alto liinccionario do Impera-
dor da Brasil, basesra-ie por cooseqnecia om infor-
marAes qae Ihe foram transmitila pelo censal in-
glez em Peruamhaco.
motivo do desrre liln em que procuram laucar a pre-
sidencia, se por elles podesse vir descrdito a al
gu o. a. culpa tem u mesmo Sr. Beaurepaire : se
elle desde o principio Iralasse-os como merecem,
se nao inlerviesse para que se poupasse ao \ico e .1
sacia, o \ico e a sucia nao eslariam lao desafo-
rados.
Progride a colonia de Nossa Senbora do O", ape-
zar da guerra que Ihe fa/.oin. N.lo posto deixar de
admirar a constancia do Sr. Jos do O' no meio de
lanos obstculos a do desanimo que debalde pro-
curam inspirar-llie : assim nAo o esqueja o governo
na disIribuirAo.
A 2.1 do correle vai collucar a primeira pedra de
um capella padroeira da colonia, a que hao de
assislir o pee 1 imite r. a gente melhor do Para.
I m faci bem memoravel e digno tambero de um
cauliuho na po-tendade, rae ia escapando.
A elciraucm Cairela foi feita com lodas as hon-
ras militares. ()< cidadaos foram mandados lomar
a farda da guarda nacional e disliibuidos por com-
panhias curo o digno c zeloso chele na vanguarda,
dirigi.un-se a urna sob o commaudo de um sargen-
to, que nessa occasiao liles dava a chapa do chefe,
para melterem-na na grela. O apparalu nao era
simples apparato ; (l delles iam com cartuxame
embalado para o caso de haver algum Cametaeuse
que Mo se sajettaate avolar litremente.Deve-se
esse hrilhanlismo de eleires a um conogo e a 0111
Ma dos individuos que se tem .te nomoar. Ein te- medico, lidelissimos exoculores das ordeus do au-
do o caso devem ser homens de urna prudencia ex- 1 Soslo.
perimentada e de urna descrico reconhecida, ho-
mens de lino que possam distinguir a verdade do
erro, e qae sejam escrupulosos, de sorle que so
ohrem quando grandes inleresses asim o exijam, evi-
tem toda a exagerara as informaroeaqueenviarem
secretaria dos negocios eslrangeiros, assim como a
ostentaran de autort lade nos lugares onde residem);
homens laes que na pureza de suas vidas se refliclam
a dignidade e u resucito da sua nacido.
Pedimos a lord Clarendon acredite qae nAo he is-
so o que presentemente se da em lodas as provincias
do Brasil; cosamos persuadidos que um dos pri-
meiros passos exigidos jiara melhorar as nossas rela-
eftes ruin aquella paiz lie a revisan do pessoal nelle
encarregado do nosso servio consular.
n furor
\n que
ar cbm a
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
PARA'.
Ilelem 1S du uoveiiibro.
NAo ha de que eu me lemhre, noticia
eleitoral la extenso e intenso. Se me I
um genio audou por Indo eslo Brasil a locar
sua variohd mgica, e reanimar curarnos ja frio> e
morios para a polilica, eu acreditara : de oulra ser-
le nao posso explicar eso accordo unnime e espon-
taneo. Ou entilo, he a voz da nalureza, que desla
arle nos aununcia alguma cousa grande.
Pelo meu pacifico Para avaho o reslo do imperio.
Oue novas e nunca vistas maravlhas produzto aqui
a eleirAo de 2 du correle A mais nolavel, oa urna
delias, lu o desapparerimeulo completo dos saqna-
remas-purns Apresenlaram-se duas chapas, e am-
bas eram de liberaes I As proclamarais eram de
ambos oslados liberaes: saquarema, nem urna '. (Joe
felicidade para a minha provincia nAo ha mais
parlidos com os seus odios c exclusivismos, estamos
lados de accordo, ja formamos o oiiuui uvile do
evaugellin!
vlrn desla felicidade, que j nAo he pequea, vi-
Em Sania Thcrcza a cousa foi um poncomais
livre anda,e cm Mousaras nAo houve elciro,
porque la' foi o excesso de liberdade, que a in-
fluencia direila deixava aos volantes.
Os direitos coutinuaro ainda arrufados com o
desprezo do Dr. Fau.lo a' botica ; e a botica he que
us domina hoje.
Mandaram publicar no .1 Tapijoense o de Sanla-
rein urna tremenda dcscali;adeira ao Dr. Fausto,
que a nada menos lende que a alienar-lhe a- sxm-
palluas dos eleilorrs .' SAo daquellcs, para quem nao
valem l!l favores, se se nAo completa o centesimo.
Elles s'jbmelleram-se muilo honeslamente a' bli-
ca ; querem que o Sr. Fausto lamben, se submclta
a olli e a beije, como elles querem que u Sr. Faus-
to sa esquera do Piparolo, como elles se esque-
cerain !
O mediro Caslro e o medico CantAo divcrlem-se
como mas perguntas innocentes presidencia. En-
lre ellas avalla esla : o que eancaile merece um ca-
rhorrinho de c.iinh.lo do presidente, que ao depois so
ania por causa de um adiameiit, 0 al despedio-
se da lavagem de roupa que se ollerecera a fazer,
por dinheiro '.' 11
Outia pergunta, porein do menos importancia,
faz o onlro, e he : quanlo he preciso para que um
presumido lo-le se arrufe '.' Dizem que ainda
nao acharan resposla, e quando a derem, screi pun-
tual em (ransmilli-las.
CEAR.V.
Fortaleza 2(i de novembro.
lia das Ihe escrevi pelo li/iiarassu, e crcio que
dei-lhc noticia de ludo quauto se lluvia pas-ado 00
dislriclo de Sobral. Agora 10 ,-iccresceutarei acere 1
desse districlo que em consequeucia das promplas e
acerladas medidas, que o Sr. Paes Barreltu tumou ao
saber dos farlus, que nelle linham occorrido, a paz
publica foi complelamenlc ie-labelecida, e os nimos
de seos habitantes se 0A0 ficaram de lodo serenados
ao menos arrefeceram muilo no odio, em que se ce-
vavam.
Pur isso he de suppor que a eleicA daslreguezias
mos os lidalgos inleressarem-se pela saude dos pie- ** Sobral, e de Santa-Anua, leuliam sido continua-
das, por quauto ellas s foram espadadas para quan-
do pudessem ser feitas sem desordeui e novo allen-
lados.
X eleirAo de toda a provincia acha-se concluida ;
om loda a parle corren ella em paz, e Iranquilidado,
endo tinta de sangue justamente nos lugares onde
nada se receiava.
NoCralo os partidos estavam preparadas para um
banquete ; a excomrnonhao havia sido vibrada como
una cabala, como um recurso contra adversarios. A
sua eleirao, porm, correu plcidamente. Cincuenta
e qoalro proras commnndadas polo capilAo Jetan Bap-
tisla de Mello, e i presenra do Dr. lien-ulano, que,
ha poucu, deixou a adnnuislrar.lo da provincia, e
que para all marchuu na qualuladc de chefe de pu-
lida, desarmaran! a colera e os odios de ambas as
parcialidades. Felizmente, o Dr. Hercolano, que
tAo guerreado foi na adinmisIrarAo, proceden na-
quolla comarca por lal modo, que a propria opposi-
tAo Ihe lece elogios, confessanilo que a 11A0 ler elle
guardado a conduela, que observnu, o saugue seria
un Cralo derramado om tnaia larga copia.
Ao menos eala coulis-Ao de adversarios deve com-
pensar um pouco as injastlcat de tola a ordom, de
que foi victima aquelle magistrado, a quem os ho-
mens sizudos desla provincia tributara o maioi res-
peilo e consideracao.
Ein todos os oulros ponlos da comarca, com ex-
ceprao do Jardim, onde a eleirSo foi dividida, ven-
veu o parlido carangueijo. A opposicAo dea os sap-
plcnles tu, Crato e Barhalha. Em Misso Velha ella
o3o pleiteou a elei(o, [urque nAo lem forca na lo-
calidade.
No Araeal] eslremeceram amboa os parlidos ; di-
dizia-se mes uo que uinguein devia admirar-ss do
que rehenlasse all urna guerra rivil. Felizmente,
porm o t.Mioute-c ironel Pecegueiru, que all se
IjcIiou na qualidade do delegado, e com 60 pracaa as
-- orlen- pude garantir, se bem que com a maior
beu., visitsreos-aos, paraiem na roa pata fallar-
Ihes, euip-iiliai ein-e al com as mais e lias c avos
dos podreiros e carapinas, a quem elles linham pos-
to de canalha embriagada : houve ceias lauli.simas
ao novo, e em quedisponderaro para mais de 7 con-
los, e dizem que ulu delles, s pela sua parle deu
(1 conlos e uovecentos e nvenla e nove mil reis, e
o reslo foi gencrosamouto'minislrado em pro-rala
pelos oulros : o priineiro, o que deu os ti conlos),
deixou de ir Camela, e foi Visto a cavallo '. a
apregoar pazos por estas ras, espantadas de lao es-
tupendo milagro, dizem que elle monta admira-
volmento ; soube-se da virlude de nm chapen que
p.le eucohrir dous sujeilos, agachado um sobra o
oulru, como urna admirarao com um ponto de le
Iras gordas. O lenenle-coronel MagalhAes emprooo
e encrespou-se como om hoiiieui na sacrista das
eleictles, e 00 dia seguinte no (Diario do (irAo Pa-
11 com um arligo adulterino dizem que he por
eslar cansado dele parlo, que elle nao us don ani-
da u discursoznho que fez na assembla provincial)
O secrelario da prc-1 Inicia presin ao grande par-
tido nacional u apo o do seu nume ; e, comludo fo-
ram lab iqur.. i, vergonhosamente as :l freguezias
la capital, c em lodo o circulo lizcrjin 20 eleitores !
Na frognezia da S recullierain-se 519 cdulas, u
Dr. Malcher leve 121 votos, e o ultimo da sua Cha-
la illti : o punidlo da chapa direila leve 11:1. Em
Sania Anua a pnmeiro da esqaerda leve :I0I votos,
a o ultime 27">: o pnmeiro diieilo leve 78 votinhos.
Na Trindade primeiro da esqaerda leve 207, e o
ultimu ii ; fizeram supplenles com 32 vutus. lican
du a chapa direila para siippleule dos supplenles
com os 18 votinhozinhos (ora, que caco ida !, do seu
primeiro votado. Para semelhaute resultado nAo ora
preciso lano Irabalho. E Irabalharam como genio !
Alm do furor geral,que tambem os lomou, elles li-
nham a recuperar eradiloi que julgaram perdidos
com a derrota da elir;ao.de cunara ejuizea de paz ;
qum 1.1111 riuiv cncer ao presidente que osan derrota
f ira um per acc dens, e ahi veio oulra mais
vergonhosa.
O secrelario da presidencia o Dr. Assts, abri orna
correspondencia com o Dr. Tilo Francisco de Al-
meida. para justificar sua entrada em urna chapa
de inimigos baixos da presidencia. Anles nao se
mellase niso o meu secretario: alm de amarra lo
na discussAc pelo Dr. Tito, cucravilhou os amigos,
ronfessando que o presidente 11A0 e-la a frente de
nenhum dos lados, e que por conseguinle poda ello
haiulear-se sem Iraliir i confianza lo seu emprego.
E por conseguale, concluo eu, os que insullam o ho-
rnera sob rapa de guerrearen! a presidencia que 11A0
esta a frente de ncnlium dos lados. sAo injoslos, 00
cousa que melhor exprima o genero le guerra que
Ihe fazein. Considerando agora o juizo de Paris que
jacel alia menle r.-jiostum,e motiva tantas iras,
be por conlissAo dos aggravados, o adiamento '. '. is-
lo he, o meio nico que a presidencia pudia empre-
gar para evilar os conflictos na pralira, do emperr
da as-cmbla e da opposi;Ao dos magistrados. Os ho-
mens nunca ouviram fallar de adiamenlus nem de
dissnlores de assemblas : aqui mesmo nunca hou-
ve adiamento, e, portanto, fui um acto sem ex. 111
po o que pial o-,a, o presidente, foi um deareapeilo
inaudito 10 nico poder supremo da provincia !___
Se fossem os luzas que charais-em poder supreino
da provincia a uina assembla provincial, vade
dilliciililade, e os mss desesperados esforros, o soce-
go publico e a seguranca individual.
A eleicM foi vencida pelos Srs. Pachecos unidoa
i upposi5.i1. Desde que houve no Aracaly essa li-
ga, uiiigoom duvidou mais desse (riuinpho. Entre-
tanto oa Sr. Camiiihas apregoam hoje, que perde-
ram as eleices por causa das violencias do (enenle-
cnronel Pecegueiro lie este om pretexto, como
qualquer outro, para explicar ama derrota.
Os Srs. Caminata! linham para si que quem (em
mesa (em eleicAo ; os Srs. Pachecos provaram que
elles eslavain em erro, e 110 meu entender de um
modo a nAo deixar mais illiisiio, porque a verdade
foi sempre que quem tem maioria qualificada deve
ler a ekiran. Ora, esta tiuham-na os Srs. Pachecos,
ainda que Ihes cuslasse ouro, e 0111 convenio com os
cbimangos, seus antigos adversarios.
Em Maria Pereira o Dr. Rocha suspendeu o bra-
co dos desordoiros prestes a desearregar o golpe con-
tra a vida do cidadAo. Ambos os partidos eslavam
nesta ponto disposlos para as vias da faci. Mas, o
Sr. Paes Barrelto dcsarmou-os, c por um modo, que
conleutuu ambas as partes. All venceu a opposicao,
que he composta de meislas, que he aqui urna frac-
cao de saquaremas dissidenles.
Ein Cascavel a eleicSs que fot nulilisada pelo
roubo da urna, acaba de ser feila rom paz e tranquil-
lidade.
No Ip, ondeos partidos arhavam-se etlrema-
|iare porque cmhm, dizem elles que lu/.ia he | dos, nada houve ; a forra publica foi alli o arante
publicann. desonluiro, ele.: mas quererem sa- : da ordom, e da paz da eleirao
uareiuas snpidaiil.-ir o ele culo nionarchico, sub-; Na l'.raaaia naaiaaah.hu._i '. 1 j 1
raollondooseu representante ,0 .lmanlo ,,- .,; S '"""" de '"""'
ortico... sao cou-as que so elles saliera e explican.: P ,\*Z S.?l, v pleiteada, porem con, orden,
ou. o que he menos rlessiraso .0, sens conh ciroen-. L al r. re lnlo- ''" ^^TaSSi ""I'
losein po.i.ica. all-^o saquaremas quando con- g ,^ "sa' Z c '" ^ ,' ^o Z"rt
vera, e quando convem sr uz as, elles o alo com 11 ,,. u. provincia, n. opiniao mais .oral
lodo o desembar.,Qo e fresquidao. j JJ1 C"9 5L'r' "P"!'' P*lo districlo daquella
Cliamanm obscuro so presidente. Transcrevcu-| O nutro candidato provaval ha o Dr. Bandeira,
!!_"_? iiiJal^m.--*15 ^e?.iP" (l! !''"".- I V 1<>"* o Dr. Miguel Fern.mdes Vieira lem invi-
lado lodos os esforros.
dinand Diniz. Files passam, saltam pelos fados de
importancia, e levam a massar naqoells qoe sccos-
luma referir em nina hiographia, por li lelidade his-
i- lorica E coiicluem mui lampeiroo intrpido ov-
Sobre a exaclidao daalat iuformanies, o ex-presi- ; lorira l. couciucm mu lampeiroo inlrep
denle oppe, para nai (li/or luda as graves j plorados, o viajante sempre occupnlo com a meleo-
duvulas,e nosso cnsul d'alli o procedimentu qua he ; rologis e geographia physica dos lugares que vi-ila-
' va, que reuni preciosos documentos "obre logaros
someiite devido ao sorviro consular ingle, qoe lord
Clcrendon deviria inva-ligar. A aecusarao c a de
intimidado com om funcionario siiballorno da pro-
vincia de Peinarnburo, qn fora deiuittido lo seu
cargo porsuspoila ae rumplici tide rom os Iralicau-
les de Serinhaero, e que ss leba agora respundeado
descouhecidos, e foi eucarregado pelo governo de
ohler DOCOes lupographicas dos lugares cenlc.ies do
imperio, etc., esse he nm hornera obscuro Ese
deslampatono he do medico la saugria ; e, senau,
he rerlamenie do um lal \icu-Posteridade.
Presuose-se porem que esas candidalara sera der-
rotada. Eu nada allirmo, porque, lauto o Dr. Silva,
como o Dr. Bandeira, dispoem de muilos elemeulus
de viciara.
Como Ihe disse, onde se esperava a dosnrdora, ella
na appareceit ; rebenlou, porem, a tempestado ua
I mporatriz, onde sendo a allelo por parle dos caran-
gueijo* dirigida pelo Dr. Raxmundo Ferreira de Ara-
ja Lima, nada ora de recelar, e en, Sobral, onde
i.enlioiii.i pi ubal.ili I jdo de victoria linham os clli-
mangos, ou u opposirao dirigida pelo Dr. Joau Fi-
lip pe ; e onde s civilisacAn, a prosperidrde, e oulros
elementos de ordem promediara que ludo eorreris
em profunda paz.
A ainbic.i. 1. porem, que desvair as maiores cabe-
ras, e ludo leva diaule de si, Iranilornuo lodos os
clculos, e fez todas as previses !
Em ambos estes lagares fot a resistencia contra a
lei, e por parle de homens, qae devism respeila-ls,
qoe inesperadamente produzo a desorden).
Digo-lhe is.o com loda a imparcialidads, embora
seja esla verdade hem amarga para ambos os parli-
dos nesta provincia.
Desculpe-me eslas ligsiras reflexes.
Agora duas palavras sobre as candidalnras prova-
veis e seguras.
Parece-me que os deputados provaveis sAo : pelo
circulo do Ip o Dr. Bandeira, ou o Dr. Silva ; pelo
de It .Ion i o Dr. Pompeo, oa o Dr. Jagaaribe : esta
porem rene mais probabilidades. Os depotados se-
guros sAou Dr. Machado pelo circulo da capital ; o
padre Pinto pelo da Aracaty ; o Dr. Andr Bastos
pelo lo Cralo ; o Dr. Francisco de Arsojo Lima pelo
do le. ; e o I ir. Miguel ler .andes pelo de S. Joao
do Principe. O Dr. Kuyinundo esl sem circulo ale
hoje.
Falla-se aue o Dr. Rax mundo ser o suppleule
pelo circulo desla capital, e que ira cmara dous
annos.
parece indicar qae esla mmbin.iro se
Tudo
fara.
Eslao esgoladas desla vez as noticias pol-
ticas. u
Existem agora nesla cidade tres cantores dos que
faziam parte da companhia lyrica do MaranhAo. Tem
dado j duas represeotarues, que foram moilo con-
corridas.
O tenor, qoe a j ra I a ve I ; dizem os entendidos que elle fara fortu-
na ein Ierra maior do que esla.
O reslo da companhia s3o as senhoras Rebnsini,
e Remorini. Como nao quero dizer hereiias, nAu
me mello a apreciara mrito de nenhuma.
So Ihe direi que ellas tem agradado, e qae a nica
li-trac.io que temos agora, he a que nos he propor-
cionada por esses artistas.
A companhia do MaranhAo ainda nao passoo lo-
das as suas acees : creio que nem mesmo o (arco
dallas.
E lodavia vieram somenle trezentas para esta pro-
vincia.
Findo esla renorando-lhs os protestos de minha
sabida eslima, e dislincla consideracao.
Adeos.
PAGINA AVULSA.
2 de dezembro.
Chegnti a .soberana dos eleitores ; he hoje
para os eleilos do povo o dia festival de sua inde-
pondenria, aquelle, etnqtie, reunidos em um pon-
to, devem conscienciosamente eleger dous represen-
tantes da riaran, deputado e supplente pelo distric-
lo que porlencerem. Um representante da ra-
co he sem duvida alguma um sacerdote do povo,
que adame do paiz, em pleno congresso nacional,
tem de defender os dogmas da religio polilica do
sen estado, lem de propugnar pelos direitos do po-
vo, que a professa, tem alinal o dever de manter
uiviolavel o sanrta sanciorumdas leis do seu
paiz. Se um deputado e um supplente sao ludo
isso, que dissemos, claro lica, que os individuos,
que liveremde ser escolhidos para misleros lio im-
portantes, devem reunir um complexo de predica-
dos, que nao dcsminlam o (im para que vo ser
eleltos. Cada eleitor deve onvir betn os diclames
de sua consciencia ; nao se Iluda rom falsas pro-
messas ; eslude bem o carcter do prelendenle, e
cemo lodos sao entre nos condecidos, nao poder
haver quem depois diga que fiz eu '! 1
Todavia, cumpre, que em previa reunido, os
eleitores discutan! a idoneidade dos pretendentes, s
tlecidam com firmeza, afirn de que na hora da vo
laco nao hesitem, nao ouram melodiosas canti-
gas, e nao se bandeen! para um lado, em que
lalvez naufraguen!.
D'ora em dianlc, e como sempre, a sorte do
nosso paiz vai ser depositada as maos dos nossos
deputados, e esle pensamenlo basta para que a e-
colha delles seja bem considerada.
Cada um accarrele com a responsabilidade do
seu oto, certo de que nao haver razao para de-
pois dizer-se cu nao sabia : todos nos
conbeccm'os, e a experiencia ja tem demonstrado,
se os pretendentes sao ou nao dignos dos sufra-
gios dos eleitoros.
O povo lica na espectaliva.
Na travessa da Concordia, hoje ra da De-
tcnco, mdn um individuo que ensina latim ; na
sua ausencia os seus discpulos, segundo dizem,
tornam-se reprehensiveis pelas carnadas que fazem
quem por la passa : estamos bem persuadidos,
que o mesire ignora, e eis porque chamamos
sua aitcnfo para o que, por informacao, levamos
dito.
Consta-nos, que est em projecto urna fa-
brica de vidros no lugar oulr'ora Sanzala de Santa
Thereza, periencente ao Sr. Brito.
Ha uas prelos e moleques avezados ba-
terem na porta de una padaria na ra Direila, de
sorle, que alm do dispenador das familias (ma-
china de atnassar pao), ha mais pela madrugada
este eslorvo para o som.no, e nao flan ahi ; depois
que entram principiam as caones infernaes, que
deveriam ler por acoropanhamenlo um relho a
duas mos.
Um costttme. Algumas familias travam
renhida palestra para com a visinhanca fronteira, a
apparercm ideas, se hem que honestas, que devem
ser ventiladas com mais recalo, e o que succede ? He
que por haixo dessas varandas se reunem os lees
nocturnos, e oque menos fazem he dar largas
a maledicencia sobre o que versa taes serdes de hn-
gua : Ora, se isto nao hela muilo proprio s se-
nhoras, o que nao diremos de dous homens aos
gritos de parte a parle, fazendo scienie ao publico
al do que comem ? I
Ha em linda um empregado publico,
que por seu olTicio, he sempre procurado ; mas
com que difficuldade nao chega alli urna parle
com as laes seminellas caninas, qne se postam
porta ? Seria bom te-las somonte noite.
No dia 29 fallecen, o reverendo Sr. pa-
dre Teixeira, um dos empregados no palacio epis-
copal desla cidade. Sacerdote respeilavel por suas
virtudes, retirado em sua residen ra ha muilos an-
nos, o fallecido padre Teixeira merecen sempre
considerarlo de lodos que sabem avahar o m-
rito e a vtrtude.
Com a prisao do Cabeleira de Santo Amaro,
os consocios amuaram-se, e desde cnlio, que nao
se ouve o piar dessas aves agourciras ; ha de go-
zar agora o bello Santo Amaro mais socego ; e
j se poder ter al tarde abortas as portas.
A casa no principio da ra do Arago, que
ha lempos dissemos estar o oilo desaprumado,
acaba de ser demolida na parle do mesmo oilao, c
ja a nova purcde se arha em andamento. Toda
a rautella he pouna.
Logo que dao 3|1 depois das 8 da noite,
principian! as ra reiras dos retos captivos para as
suas casas, e o certo he, que ja vamos gozando
dos clloitos de lao salular medida ; pelo menos ja
Bao se veem os grupos de prelos pelas ponas, re-
sultando entre elles quasi sempre distuihios.
Souliemos que na cidade da Fortaleza, nao
ha um soldado e eslio todos no centrov para
o sarco.
Causn espanto no mercado de carne secca, o
ler suspendido a venda desle genero, o brigue Ites-
panhol Soberano,!) que se arhava no porto, emuio
ILEGIVEL
MUTILADO"


Vi
fllttli IC HMRBICO T W HW 2 M HZ^MIRO OE ilSI
;eiros:
los de Sorna
inagre, Bernar-
mais a sua rpida sabida .rada mi interprelou es-
te facto sua voniade, porm, os que sabeni ti-
rar melhores consequeneins, dizem que isso den
lugar, ter elle dado mirada a 4,000 arrobas, e
trazer 15,000, contando fazer ilguns arranjos,
mas que encontrado na incorrup ibilidade do Sr.
feitor conferente Manoel Peregrino da Silva, una
ka mira in*encivel seusdesejos, con logrado, a
para nao levar uma mulla de .',0009000 rs.,
poz-se ao fresco Honra esse embregado que
fez recitar um contrakandisia.
O vapor ii Imperador virjdo do Para tou-
xc a seu bordo os seguinles passa
Para esta provincias-
1). akkade Fre Saturnino de Sania Clara An-
tiines de Abren, 1 escravo do mes no, Frei Jcsui-
nn da Conceicao Mallos, Antonio
Carvalho, Jos Antonio Pereira
dio Duprat. I)r. Joaquini Antonio Alves Riliei-
ro, Dr. Cypriano Fenelon (1. |Alcoforado, Cor-
Jolino Barkoza Cordeiro, Justino Noval,Joo Bap-
tista Mulier.Luiz Aturan,Eugenio Brusseser.F. D.
Kursihurd, Manoel Canilla, Amonio Caforal, An-
gollo Gargoza, Pascoal Bofa, Angelo Bof, Jos
Luiz Couto, Jos Santa Anna Hollanda.
Segueta para o sul.
Frei Vicente da Virgem Mana, Carlos Bernardo
Roza, Ayres da Serra Carneiro, capitao Jos Ma-
noel Braga, Celestino Antonio Marlins (iuima-
raea. Joo Carlos Muir,. Francisco Antonio Ra-
mos, 2 recluas para a marinha, 1 particular, 3
pravas do exercito, 11S escravos a entregar.
O commaodantc do vapor Imperadora,
entrado kontern dos portos do norte, encontrn no
esparracko em frente as Grajas, cncalhada uma
galera que pareceu-lke ser norte-americana. Acka-
va-se parle enterrada na areia e a oulra sobrena-
dando, imeiramenle abandonada e demonstrando
ter sido all arremessada ka poucos dias.
A\i atnanhaa.
LtSSl: Z!y:::l'I*Si:'nlffl,l0:M"an": M-porque Mooassallamt m. as ras, naspracas. nos collegios. Por toda
nam-n digno ilos applausos que ,.... ,|, ,.
REPARTIC1AO DA POLICA.
Secretaria da polica de Pernambuco 29 do no-
vembro de 1856.
litro, e Exm. Sr,Levo ao conhoeimento de V.
Exe. que das diflerentas partcipac/>es boje reeehidas
nesta repartirlo, consta que te deram as seguinles
occurreucill r
Korim presos : pela tubdelegaeia da freguezia do
Reeife, Francisco de Paula Marques, e Francisco Jo-
s de Monee, por brisa.
Pela subdelegada da Ireguezia de Sanio Antonio,
na escravos Turpiro, Catbanna, Vicencia, lodos por
serem encontrados fura de horas.
Pela subdelegada da freguezia de S. Jos, o pre-
to escravo Salvador, por fgido.
Pela subdelegada da freguezia da Boa-Vista,
Pedro Carneiro de Mello, por desordem.
E pela sudelegacia da freguezia do Poco da Pa-
nella, Manoel da Pai\o, por desobediencia.
lieos enante a V. E\c lllm. e Exm. Sr. con-
selheiro Sergio Teixeira de Macedo, presidente da
provincia.O chafe de polieia, Or. Policarpo Lopes
de Leiio.
MAPPA dos lenles tratados no hospital re-
gimenlal de Pernambuco nomezde nuvembro de
1856.
Hospital regimenlal na _: c B g E
ra dos Pire 1 de dezcm- S es E
bro de 1856. ? = ~ 3
U H Numero de dornlcs. 89 7(1 65 6 69
Obsercare*.
Os que falleceram fnram 4 de (uhcrculos-pulmo-
nares, 1 de varilas ronllucotes e I de tebre ama-
relia.
Dr. Pro-reden domes de Souza IHtanca,
1ciriirgijio encarregado.
Sfrtoio bt #ttnambuco.
O vapor Imperador.!, enlrado hontem em nosso
porto, procedente dos do Hurte, trouxe-nus jnruaes
que ulcanram, os do Amszonaa a II do passado, do
Para' a 18, do Maraohao a 22, e do Ceara' a 23 do
paseado.
'-'-se oa Estrella do Amazonas :
Chegon esta cidade a :)0 do passado, viedo de
Nauta, o vapor Tabalinga.
As noticias, que d'.lli tivemos, sao as que se se-
goem :
i Foi relirado do comman lo d'aqnella povoac.lo
por ordem do coronel Orliz, goveroador geral da
provincia litoral de l.oreio o major Bernardo So-
luhango, depois de haver sido advertido pelas vio-
lencia! pralieadas para com os Brasileiros.
Dirigiodo-se ao Exm. Sr. presdeme da pro-
vincia a respeilo o coronel Orliz faz scienle da sol-
tura dos doui indios, que estavain all presos por or-
dem do dito Solisbaugo. Bemetteu os processo or-
g;misados para es prises laolo destes como de Fran-
cisco de Souza Tapajns, e coin qoanlo os considere
criminoso,, reprova com ludo o procedimenlo de So-
lisbaugo, fazendo ver que os sentimeutos em geral
do peruanos, e de seu governo para com os Bnsi-
leiroi contrastam singularmente com lilo desagrada-
veis occorrencias.
O lenle coronel Francisco Gossuele, que ha-
via revollado a guarnirn de .Nauta,ehegando a Moio-
li.imli.i, foi all preso com luda sua tropillia, morre-
lo no conflicto um capitao, um sargento, e algnns
soldados. Em lodos os outros pontos da repblica
reinava perfeila Iranqnillidade, e nem um motivo ha
tata para te duvidar de que ser ese o seu estado
permaneole. Consta que se consolida cada vez mait
o Governo do general ('.islilla presidente da rep-
blica : que o presidente du Chile nao patrocina, e
empregara todos os meios para soocar a conspira-
ro, que Echinique e seos partidarios tramavam
contra o governo do Per ; que Ecbimqae esli em
Val panizo sero ler d'alli sabido para parle algoma.
No Para reinavam as febres inlermilenles e as ses-
ziies ; eram mui copiosas as ebuvas que por aqu
lambem se lem nolado esle mez.
Fizeram-se alli com calma e regularidade as elei-
res primarias para depuladoa, pertencendo os elei-
lura as Ires ptrochias da captlal ao partido luzit
ou liberal.
Cootlnuava 3 guerra abarla contra o presidente o
Sr. Beaurepaire.
Do MaranhA 1, Cetra, Ido Grande do Norte e Pa-
rahiba, nada ha digno de menrao.
Sahio do Maraiili.'.n para esl porto no dia 1 do
rorrenle o palacho oSjnla Cruz.
THEATRO IJE SANTA ISABEL.
Benelicio do Sr. Lima e Madama knoth.
I.
Anie-lioiilem leve lugar no Sania Isabel o segun-
do espectculo dado pela companhia dramtica, or-
gaoiiada e dirigida pelo Sr. Pedro Baplisla de San-
la llosa, a benelicio do Sr. Lima c Madama
Knoth.
A sensibilidade tiocrime, e a criada aslvtiota
ou o Hicudo Somnolenlo foram as comedias esculhi-
das e representadas.
Um vellio, cuja mocidade desregrada conduzio-o
de precipicio em precipicio, de gran em grao dos
rrimes malt feios para com a sociedade ; um homem
que enle a ledo o inslanle a aguda pona do punhal
los remoraos eucravar-se-lhe na consciencia, e que
cada passo que da no mondo llic repercute na ima-
ginadlo sua vida transada ; que busca minorar o
grvame de sua consciencia pralicando a caridade,
ocenrrendo ata miseraveis que corriam a buscar
en amparo ; que brisa em sua casa orna orphrta
desvalida para Ihe servir de conselheira e juda-lo
a distribuir o bolo ao pobre ; um homem emlini,
rnjo corario, aperar de endurecido outr'ora, senlia
eniao palpitar loda vez que se Ihe loeava na mimo-
aa tecla do amor palerual ; cis os caracteres do pro-
logonista, eis o fundo do drama.
O hrigadeiro Snval, velho ociogenario linba em
sua mocidade reqnestado, eeduzido e esposada clan-
destinamente una rmilh-T, e desse seu amor illi-
nto um fructo linba resollado uessa poca, era elle
apitau. Sendo rhamado pelo servido para fora do
lugar aonde hbil.iva aquella a quem havia seduti-
do, dcixon a desventurada eulicgue ao ptior de lo-
dos os estados da vida miseria,e jamis se lem-
brou, siquer, que ella exislit. Passados muios,
sentindo remnrsos da sua 111a aic.ao, Iraluu de pro-
rora-la, mas ja '. enconlrou seu nome, visto cuino
sua pessoa ninguem sabia aonde exista.
A contar des>e instante jamis sua conacienria
dr-canrou ; os remorsos o acompanhavam a lodo
instanle, e Ihe bradavam liem alio '. '.
Para obter allivio, soccorria aos pobres e tatia
cessar as lagrimas do desvalido.
I'endo-lhe inorrido um visinho, lomoo para 'ua
1 Minp.inhia a filha desse lioinein, para que o ajudas-
e a ir ao alvergoc do pobre levar-Ihe o ugo, e mi-
tiear-lhe a sede.
O 8r. K beirn, rerebendo esla parle, por drmais a
1 aracier, desempenlmu-a saiislacloriamenlc. Nos que
i acompanhaiiHx em scus acces-os de raiva e nos
*eo- estasis de ternura, por mais de una vez dei-
v.imns de rrer que fotte elle quem a exerulava.
Apezar de acahriinhado pelos annos, o Sr. Itibei-
ro fez bem 01 seus Iransportee, compreheudeu sua
parle. Cumtodo aclos pratlcoa elle boje inicua-
mente reprovados pela escola moderna. Os abra-
ios dos recnnln-cimeiilos n,1o devem ser lilo aperla-
dos ; basla que se loquem os bracos.
A-astada, guarda porla. do brigadeiro, he a e-
Giiii.1.1 petwnagem que apanhamoa na comedia. I'm
t adusravede urna ra tancia que rerebia de seu amo. e orgulhosode ser es-
timado pela criada predilecta da eaaa, foi o papel que
ocou ao Sr. Santa R. que, ebaado-ai'. car.r-
ler, anunu oplunamente. Toda ve/ que um arlur
qaalqner rerr-be um papel i carcter, o desempe-
rnas o Sr. Santa Bota ntla< rircomsten-
A Soplua. a joven tadofMa pelo brigadeiro, e que
depots do ssu desamparo vio-se reduzida a mendi-
jiaro pa dr porla em porta, e a vivar crin sen l-
Iho sem que fosse pnssivel detcobri-lM ; Soplua que
sendo envigada a boatal por m-ios de liiiG'ineiitos a
casa daquelle que Ihe havia roabado o dom mail
precios,.,, que o Eternoconfiou a' mulhera honra
foi forrada a semear a scisma entre Uenriqoela (a
validal e o alferes Carlos, narrando i pnmeira a hi<-
loria dos seus infortunios com o hrigadeiro, romo se
se boiiveiscm pealado entre ella a Carlos ; lal fui o
papel deque se eucarregou a Sra. I. Jesuini, e por
rerlo foi e-la a parle inelhor desrmpanliada em to-
da a comedia, visto como dcsempnihou um carc-
ter diamalralmente opposto ao seu.
I ma actriz uflo deve jamis alarefar-se de um
papel contrario ao seu carcter, porque, a nao se
poder forjar como o fez a Sra. II. Jetalna, neiihu-
ma se sahir hem : mas felizmente esta soube com-
prehender o quinto damandava a parte, e bem se-
nhora ilella lirilhou elfectivanienle un respectivo
desempenho, e ainda mais no reconbecimeiilo do
ultimo acto.
A Sra. 11. Jetuina, apezar de parteneer a oulra
escola, e-la muito a par da moderna a orca do Mia-
do. Continu que loriiar-selu uma das" melhore
aclrizes do nosso Ihp^lro.
Carlos, joven olllrial ,alferes, fruclo illicilo do
brigadeiro e de Soplua, levado pela forja do iulorto-
nio a demandar o sustento p.rji si e para sua mil,
guiado pela m.lo da Providencia a ir busca-lo no
mesmo palacio de seu pai ; lomado unanle de
llenriquela e seu futuro esposado, tocoo ao benefi-
ciado.
0 Sr. Lima comprehendendoa importancia do sea
papel, esludou-o e desempenhou-o ptimamente.
Toda viz que elle se esforzar, como deala vez, ha de
ser apreciado dividamenle. Nao desacotarle um
momento, se quer ; continu a trilhar a senda co-
me^ada que alcancar um lugar dislinclo.
1 ma criada valida e estimada por seu amo, e
guarda fiel de sua genern de um coracao bem formado e piedoso ; amante
lerna ao contemplar o seu dolo e furiosa e exas-
perada por ver que aquelle a quem dedicava seus
aflectos era um monslro de perversidades como Ihe
fazia erer o boticario); ora erauida ao cumulo do
prazer ao ve-lo, ora lavada ao apogeo de ira ao cou-
lempla-lo, foi o papel que coube a' beneficiada, a
Sra. D. Knoii. a qual ainda que no primeiro aclo
corresse solirlvelmente no fallar, no segundo e ler-
eeiro perem lornon-se perfeilamenle comedida ne-
se camiobo.
Senhora da srena, pois, ella nem corra, nem tre-
ma as fallas ; seu ar, seus donaires lizeram cap-
livar a mais de um. K-tnd. nao esmorece, que
seu lugar esla reservado no centro dos bons artistas.
No papel do boticario rujo carcter he o de um
homem intrigante e velhaeo coberlo com a ca-
pa da hypncrisia, e que adora suas mais ago-
dai punbaladas rom palavras temas e maviosas,
esleve sublime o Sr. Jos Alves ; seus transportes,
seus xtasis, seus tremores, por mais de uma vez
arrancaran! verdadeiros applausus ao publico, espe-
cialmente na scena em que Anastacio Ihe diz que
o alteres o procurava.
A parle de Ricardo, medien, amigo e cnselheiro
do brigadeiro foi confiada ao Sr. ttozendo, que a de-
empenhou nao mal. I'm papel de pouca importan-
cia Ihe locou esla vez, e foi jucamente por islo,
eremos, que o n io estudou c foi pa a a scena muito
apegado ao puni.
A excepcao desse pequeo defeitnandou bem.
I.izeta, criada dessas comme l faul, sacodida
e namorada, eis o papel que desempenhou rnada-
mesella Alexandrina Menar. Tendo-se apossado da
parle, desempenhou-a bem. I'm defeito, e defeilo
sensivel, notamos porem nessa senhora, o qoal be o
deleita ou pouco apresa que soe ella dar as pala-
vras qua profere. ludo he sopportavel em uma ac-
triz ou ador, menos syllabadas em cena ; lano
mais qoanto he deleito este, segundo nos dizem, que
nunca aprsenla nos einaios. L'm pouco de alien-
to far desapparecer isto, e brilhar u seu elegante
fallar.
He esla a ultima personagem do drama.
Ainda urna vez nao deixaremos de dar um can-
hnlio a msica do corpo de polica, pelos riquis-
stmos pedajos que execulou. O seu meslre o Sr.
Pedro II ipn.1,1 rada vez se torna mais digno do
nome que ha at boje saltillo graneear.
II
Lma criada eiperla, ligeira, astuciosa e velbaca :
na presenra do amo lingindo ser-lhe muilo fiel em
ludo quaulo elle deaejava se lizesse. e na ausencia
pralicando ju-l.menle o contrario daquillo que Ihe
dizia ; prolegendn os amores da lilha do amo, para
que, quan lo esla viene a conseguir caaar-te com o
seu querido Leandro, ella apanhisse a seu lurno, o
o sen amanleltro /.abomba.
He esla a principal parle da farra denominada a
Criada astuciosa ou 11 Hiendo somnolenlo; efoi a de
que se encarregou a Sr.' I). Jezuina.
Inleirameiile.i carcter, esla parle foi bem de-
sempenhada, visto como o caricato he o genero pro-
nunciado dessa senhora ; que deata vez corrigio-se
do seu riso continuado e andou ptimamente.
Sarampo, pai de Isabel,velho scxaGenario, c quasi
decrepito, he um dcs amiiade a urna pessoa, julgam nao haver ningoem
melhor do que ella em todo o universo ; fazeodo-se
amante de sua criada Narciza, he inlairaxeute
malogrado em seos intentos pelas arlimanhas dcsla,
que deixamlo fugir-llie a lilha com Leandro, fa-lo
perder o bello casam.iulo que havia arranjadn com
o sen amigo Maranha. Foi esla a larefa do Sr. Ki-
beiro : cuja parle depois de eslar por muitas vezes,
a borda do sepulcltro, veio Uialmenle a murrer c
foi entenada com lodas as honras.
O Sr. Kibeiro lendu adoecldo repentinamente,
logo ao entrar na primeira scena, nao quiz com lu-
do deixar de a acabar ; mas emendamos que. assim
lazendo.obrou mal, porque do seu enterro nasceu o
Btae desempenho dos oulros. Para oulra vez, com
a aulonoade de publico, nos o acouselhamo, loso
que se sentir encommodado. lome o partido de dei-
xar o papel a oulro, oque he possivel, ou eniao fa-
ca por nAo adoecer, possuindo objectos fortes que o
suslcnlem e nao Traeos que se eslalem.
Isabel, filha desle, he urna joven de 13 a lian-
nos, ignorante do que Ihe nao fazia conla, e aveessi-
vamenle experla acerca de ludo aquillo que Ihe in-
leressava.
Com inlencode casar-se com Leandro, por quem
moma da amores, e laclando com a conlranedode
do pai, nao olhara aos meios que empregaria para
realisar sua prelencao, de maneira que palenteando
a Narciz teus temores e volitada oe castr enm
Leandro, roncordou com ella nos meios de evasBo,
e locrou fuctr da casa paterna.
Madamese la Alexandrina Menar estudou bem o
seu papel, e desempenhou.o como era necessarin :
especialmente do meio para o lim. Algantat vezes
comldo tua voz liemeu e ella gaguejou ; he ese
um dereilo. nascido da falla de pralica, e do cosi-
me de eslar apenada ao ponto. He innegavel que
perclendo essa falla ser urna verdadeira caricala.
O Sr. Sania Rosa, farelo e gaialo, como mis o co-
nliecemos, brilbou como nonca na parle do Bicudo.
Lm hornera, cojos meios de vida eram os mais re
provados pela soriedado, e cujo maior prazer eslava
na ebriedade, consliluindo-se valenle desde o ins-
lanle am queseembebedava, foi o papel que (ocou
ao Sr. Sania llosa. n
Conhecedor do publico, o Sr. Sania Rosa, pode,
melhor que ninguem, desempenhar uma parle Jes-
las ; a nos sempre Ihe lereremos uma cora de im-
marcessiveis loores do hom desempenho andar anne-
xo ao sr-u Irabalho, como ainda desla vez.
/abomba, criado de Leandro e amant: de Narciza,
dessescriados sans fafon, alesres.ioviaes, inleressei-
ros e guias para as cartas amatorias ehecarem to
seu destino, tai o papel de que se alarefou oSr. Jo-
s Alves, que. estando a' caraler, andou extrema-
mmenle bem. I .remos que dizer mais alguma Mo-
ta sore elle he lirar-lhe a gloria que lem ganho ;
basla que, ainda orna vez repitamos que jamis se
aparte da senda Irilhada.
O Sr. Joaquim Alves, occupamlo-se da parte de
Leandro, desempeuhou-a satisfactoriamente ; novo,'
inteiramente, na scena, elle palenleou um genio
transcendente e um goslo apurado por ella. Nao
e-morera. pois, que dia vira' em que muilos inveiar-
llie-li" a alona.
Maranha, u pretendido naiva de Isabel, he um
desses malulos asnalicos, mas que participara de om
pouco de jocosidade.foi este o papel do Sr. Esckiner
o qual por demasiadamente mal comprchende-lo
deixamosde apreciar o seu Irabalho. Em oulra oc-
castAo oceupar-nos-bemos algoma cousa a sea res-
peilo.
O apreciador do mrito.
por aquelle, que ainda sendo proposto contra Con-
nht bem
A Idilura do inleressante discurso proferido pelo
deputado pernainbucano o Sr. Dr. Augusto Frede-
nco de Oliveira,f,na sessao da cmara qtiatriennal
ncsie crreme anno, c publicado no ullimo nume-
ro desle .Diario,.1 alalou-iios sabir do silencio,
a que por canrar;n nos reditzimos do lidar de peri-
dicos. Acompankaremns de algumas okservacfies
o faci da publicarlo desse discurso.
Quem houvcrlido quanio se ka vomitado diaria-
mente no Liberal Pernambucano desde o mez de
outubro athoje.c ler.e meditarsobre ess-idiscurso
deve, naverdade, rontristar-se de ver al.-que pon-
i as pretenr;oes enfon|iiilliadas, ou as pretencoes
em balanc-o, podem incendiar ainda os espiriios
mais bem formados, as imsginares mais cal-
mas !_ Dos seja com elles nesta crise do seu
passamcnlo candidatorio !
Parecia natural, patritico e generoso, que lo-
dos mis fossemos inleressados e arrordss em ap-
plaudir c encorajar os Pcrnatnkucanos, que cami-
nkando se desiin;tiem na vida publica : porque
essa dtsiincrao, essas pessoas, perienccm nao ao
individualismo, mas si m ao paz Mas!.. Na
Franra bouve um so rei que disse O estado Sou
eu-------Entre ni qnatuos mil candidatos nao di- (
7cmo paizsou cu 1 -*-
Nm:;uem contestara que o pernambucano Sr.
A. F. deOliveira, se ka dislioguido bonroaameo-
Ifl em seu tirocinio publico : desinleressado offi-
rioso, popular, desejoM da arenar, iiilaiieavel da
dar expansao a suas ideas, lano islo ke exacto, que
M seus desafectos. o< mais exploradores, nao o acoi-
fttcio ou Slomo, ambos severiam llrapalhados,
porque ,i ninguem, para quem a modestia be uma
grande e ndispeiisavel virlmle, he dado o dizer de
si mesmo, eu sou sabio, eu son discreto, eu sou
virtuoso Nao devendo e nem cabendo aoSr. Au-
gusto F. de O., nem a ninguem, dizer maravilkas
de si, pareca, entretanto, que esse pernambucano,
que nao desmerece de si, nem sua provincia
podesse salisfazer em indo e por ludo a- concep-
Coes polticas de nossa ierra ; porjuanto, em que
se cifrara ellas '.' que lem ellas sido al boje o que
lem produzido de bem publico ? Milita genle
neale pomo nao encontrar corceo, porm ackar
a algikeira : o Sr. Augusto F. de O., porm,
enconlra ptimos desejos, pelo menos em seu co-
racao ; e na sua algibeira e no peilo da sua casaca
nao encontrara os pros e precalsos que a poltica
drfere. F.sie Pernambucano Ittta com esclitos
do espirito de partido, lula com cmulaces pes-
soaes : oh se elle por si nada pesa as tienc/ics
do puhlico, se elle por quadrado nao se pode ac-
commodar em um circuj, i que vem tanto lidar
contra elle ? \ de que o povo o enconlra sempre
kemfazejo, e elle sempre solicito no desempenho dos
seus deveres. Sao paranlo, invejosos e prague-
jadores que hosiilisam a todo aquelle que a Provi-
dencia consignou um papel buhante neste
mundo.
Nos que conhecemos muito de peno esse per-
nambucano, kavendo-oem sua vida publica acom-
pandado, por assim dizer, desde o berro tt essa
posicao que os seus comprovincianos o elevaram
exponianeamente(aqui respondam os Paduanos se
porque elle mereca, ou porque nao merece : mas
lembrem-se daquea bella paran da oraco domiaj
nical: Assim como nos...) .Nao he nove paralo-
do o Pernambuco o punhal ridiculo com que o
ferem.
J dissemos que molestan) ao Sr. Augusto F.
de O., n'm sentido em que elle verbalmente,
nem por confualo escripia Ihe cabe polvcrisar :
representam-no como homem despido de loda e
qualquer educado Iliteraria, como um espirito
imeiramenle inculto : he pois, assim, que a rolha
arrolha : mas he cousa trivial fazer saltar a ro-
lha.
Conceda-se-nos um pequeo alinhavado biogra-
phico.
Apenas coniava dez annos de idade, foi o Sr.
Augusto F. de O., enviadopor seu pai Europa,
e l, depois de haver recehido essa educacao lima-
da e instrucliva que seda, como he sabido, nos
melhores eslabelecimontos de instruccao secundaria
da Franga e da Inglaterra, mostrando com desen-
volvimento satisfactorio, pelo qual obteve sua ap-
provacao do grao de hacha re em lettras, e, como
nos informara pessoas fidedignas, seus contempo-
rneos, na posse da sua caria, nao se podeodo ma
tricular na escola de direito por falla de dado, foi
morar enlo eiD Paris com o celebre jurisconsulto
ponuguez o Sr. Silvestre Pinkeiro Freir, quem
sua familia havia confiado a direcejo dos seus eslu-
dos : de seu natural propenso estudar, dedirou-
se tentear as sciencias naturaes,no so seguindo
os cursos da^ehimiea, physica o botnica, comoat
pralicando em um laboratorio cliimica. Finalmen-
te foi-lhe abena a porta da Faculdade de Uireito de
Paris, onde recebeu os primeiros graos de bacharel
e licenciado as sciencias jurdicas. Sem embar-
go dos pergaminhos da Universidade de Franra
serem os mais honrosos, j pela dilliculdade dos
exames, por serem vagos, j por ser o professora-
to alli dirigido por homens tao eminontes no sa-
ber, como independentes no seu julgamento, aquel-
es que lem interesse de apresentar o Sr, Augusto
F. de O. como um espirito inculto e montesino,
manden! cassar na Academia mais importante do
mundo, o registro da carta de bacharel em direilo,
dada ao seu inofensivo adversario : far,am evidente,
que o Sr. Augusto F. de O., nao fez estudos re-
gulares.
N oltando ao seu paiz, lendo ultimado seus es-
tudos, enlregou-se para logo as hueces da vida
publica, principiando prestar os seus primeiros
servidos na carreira diplomatica.com addidode pri-
meira classe da legaijao de Paris voltando nao
se foi deitar. engrossou a fileira dos propugnado-
res do principio de ordem contra o predominio
malfico da polticadescei que eu'quero subir,
e as jlumniis do Lidador, os abonos lypogra-
plii Unio, abonos sem reserva, provamcom ex-
huberanca que sua coadjuvaco nao era egosta.
Passando oceupar uma cadeira na assembla pro-
vincial e na geral, nao lardou a fazer crer aos seus
constituinies, que nao tinham commissionado utn
desses talenloes mudos. O Brasil o vio lomar
parle em discussoes de grande raonia : os nego-
cios da marinha o tem encontrado sempre pela
frente ; Pernambuco o lem visto na tribuna plei-
teando seus verdadeiros interesses, a obra do porto,
3 estrada de ferro, a liuminacao gaz, e oulros
mil melhoramentos tem sido" por elle advogados
com calor, com dedicaco, exhibindo variados co-
nhecimentos scientificos : na assembla provin-
cial honram-no muilo a sua defeza repartiese das
obras publicas, o seu ptojecto para a reforma des-
la mesma reparticao, em 1853, o vimos pronun-
ciar um conceituoso discurso, julgado o mais im-
portante, contra a questao Ribeiro, em a qual se
achava empenhada toda a deputecopernambucana
Na assembla geral se tem oceupado em importan-
tes quesles, ouvido e apoiado por eminentes ora-
dores, sempre comprovando licao assidua das ma-
terias do dia ; sempre exhibindo provas de conhe-
cimentos scientificos theoricos*, e prova to o ce-
lebre discurso que proferio sobre a organisaco dos
diversos cstahetecimentos de instruccao superior,
mormenle sobre a Academia de Bellas Artes, dis-
curso que oceupou perto de oito columnas do aJor-
nal do Co-nmcrcio : discurso, sem duvida, filho
d'uma instruccao muito variada.
Se na cadeira parlamcniar os interesses do im-
perio o levam iodo, nem por isso os negocios re-
lativos provincia de Pernambuco elle os deixa ah
ficar debaixo dessa cadeira : para os interesses do
Brasil elle est sempre protnpto as ftleiras, por-
quanlo sua modestia, e mesmo o seu verdor, ain-
da Ihe nao perraitiem o cotnmando nos negocios de
Pernambuco, vos o veris sempre testa, e nao
importa que muitas vezes sejam malogrados seus
esforcos faz o que deve como emende. Os que
o insultara nao o aecusam de paixoes e procedi-
menlos srdidos.Que mais pode realcar a repu-
tarlo de um homem publico ?
Nao sendo-nos por nenhuma maneira bairristas,
e reconhecendo que o Sr. Augusto F. de O., alm
das babilitaroes-de bancos escolares, que sao o apa-
nagio, ou por oulra, a Inica superficial que ador-
na o encobre milita mazella de cerebro, tem de
mais, e muito mais do que isso, o crdito de sua
dedieacao libada, o julgamoa apio para se apre-
sentar candidato por qualquer circulo de Pernam-
buco, todava, sendo elle nascido, e por dentis
conhecido no primtiro circulo da cidade do Recife,
a sua candidatura por esse circulo lem um duplo
carcter de pernambtiranismo. Conhecido da nu-
be classe commercial, tendo desla classe alta con-
fianca na gerencia das suas importantes funrenes
administrativas ebancaes: irmo entre o povo das
Ires parochias do Rerfe, Sanio Antonio e S.Jos,
elle, em verdade, lem captadoas sympallnas dos
senhores eleitores componentes desle 1.'e o mais
Ilustrado circulo de Pernambuco. Se i sua can-
didatura primar por esle circulo, que dio os
Arisikarcos itiexoraveis do Sr. Augusto ? que
houve subormo ? estupidez? alienarao!... Mise-
ria Sabis o que ser ? O 'seniimenio po-
pular ; a convirco de que oseleilos originaria-
mente pelo povo, o povo os aponta, e applaude em
sua reeleicao, porque elles leem bem servido a sua
causa : porque nao se engasgam com O'po'de-l
ministerial: porque nao se cobrem de lilinhas c nao
irasquinliam noorramento, dizendo depoisqual
povo, nem para povo !
E qual outro candidato da poltica dominante
se consagren mais francamente victoria do seu
partido, sem ter de seu nem pessoa, nem lempo,
nem lugar, nem dcscanco, que todo inteiro sedeu
|ao triumpho legal da urna ? Nao ser essa dedi-
eacao um motivo de attettcao para o seu lado pol-
tico ? A opposi^ao envidava lodos os seus re-
cursos, punlia em mnvimeiito todas as suas pka-
langes. rennvava todas as
parle Ibes arrebalava sectarios, rompa-lbo as luci-
rs, enfraquccia-lhes os meios do venc memo o
numero recekia insultos, e muias vezes os pre-
miava Que importa nokre opposirao, que
soja 011 nao o candidato do 1." circulo um sabio
consumado '! Dar-se-hia por contente se o fosse
nao sendo o seu Oulologo I '. Tudo querer a
nobre opposirao, menos absolutamente enrontrar
por frente em poca de Heicao tima aclividade, c
uma dedieacao como a do Sr. Augusto, pela qual
mereja a honra da candidatura. Mas eu lembro
opposirao, que sempre que tratar de cousas de
eleico passada, nao traa do que he seu.
Invocando a allenjo publica para o artigo ka
pouco estampado nesle Diario, nao queremos
por esse meio predispor o juizo dos sensatos elei-
tores do 1. circulo a favor da candidatura do Sr.
Augusto F. de liveira, porque isso suppomos es-
rusailo afn ; sim, purqtteessa predisposicao nos
ja a vimos e ouvimosfrnrametileexposla pela
manira dos eleiloros do circulo : se ella falhar,
nao somos mis quo mentimos. Quizemos, sim,
tingar a repuiacjio do nosso amigo, do nosso
comprovinciano, da maior/injuslica, da maiseslu-
5.
Ao aclo da satisfarn das respectivas quolas se-
r o consignatario ou dono do navio obrigado a a-
presentar uma ropia da matricula, de que falla a
condirr;a0 2', devidamenie legalisada, a qual dovo
licar na secretaria do Hospital.
1 u caso de bito do doenie aero o consigna-
tario obrigado as despezas do sen cnlerra-
menio.
7.a
Em todo o caso para a admisso de qttalqoer
doente preceder sempre requerimento ao prorodor
do IIospial, acompankado do respectivo titulo do
contrato.
8."
Por sua parte o Hospital obiga-so a tratar as
iripolaces dos navios contratados do modo sc-
guinle :
Marinheiros como docnlcs de segunda classe.
OtTicies como docnies de primeira classe.
10V
Esto contrato valer pele lempo, que convier a
ambas as parless.mas nunca Jpoder ser rescindido
em quanto o navio contratado se conservar nesle
pida aggressao que Ihe barhiciaquem o nao pode; porto.nem em quanlo nao eslverem salisfeitostodos
lachar de venalidades e picardas : quizemos em- os encargos da sua ultima viagem.
lim, que o vsm lavado da peconha do odio das OsSrs. consignatarios ou dono!
lu, un- de l'i por rento das
embarcarles eatrangeiraa
que passini a nacinnaes.
Direilos de .1 por ceulo na
compra e venda das ein-
harcaees .....
Expedienle da canatatia.
Sello Uto e proporcional. .
EiiioliiuH'iiiiis de eertidoes,
1303000
-il-^IMKl
'.I.IV-'.IIKl
1 :(M:(5o
119080
alq.
131
cenlo
6:li(iic"i!IK
Dittrtat provincias.
Dizimo do ligedle c oulros
teneros do Rio (irande do
Norte....... .",18000
Dito dilo dilo dilo da l'ara-
hibt. ....... I:i879it
Dilo dilo das Alagdas. -'IiitI-j",
Dilo do assurar, e oulros
gneros da lila..... 3i744|M7
liiin dilo da provincia da
l'arahiba...... 2089221
Dilo dito do Rio (irande do
"Norte....... 8999919
38:1169*31
6:6219513
l>5:0r;T>9i7
Depsitos saiiidos
Dilos exislenles .
7715328
8939989
ordinario..... .
em folha bom.....
ir ordinario ....
" rcstolho .
I pcracuaulia.........
liomina...........
lienuibre...........
Lculia de achas srandes .
11 pequeas.....
"i toros....... 1,
machas de amirello de 2 costados uma
louro.........
Costado de amarellode.'ta4l)p. de
c e 2 ,',' a :i de I..... .,
de dilo usuaet.......
Cosladinlm de dilo........
Sualho de dilo.........., r
Forro de dilo...........
Costado de louro.........
Cosiadinho de dilo ........ a
Soalho de dito...........
torro de dilo...........
cedro..........
loros de lalajuha......
\aras de parreira......
aguilhadas.....
a quiris..........
Em obras rodas de sicupira para c. par
civos i) u
quintal
duzia
hetbet polticas, que be o mais nogenio que ha.
O velho saquarema S.
otvc$pj>nbtncia.
1 donos dos navios por-
tuguezes actualmente Tundeados nesle pono, e aos
quaes convenba o contrato, devem remetler a sc-
rretariado llospilal os seus nomes, e os dos navios,
que quizerem contratar durante o prazo de .'> dias
a contar de hoje, e relativamente aos navios, que
uSttsstpzzssrcsss:de fm,,ro a"ui r;urem; n, ,,ueren',o ~seus
e sulloca o ;rilo da consciencia. nSu ha paraileiro que: .sl8natar,os.,l*sdeJa obigar-se ao contralo se-
o conlenha. .Nao sorpreudeii-ine por certo o trecho : rao a elle admitlidos al ao dia immedialo che-
ada dos mesmos navios.
Secretaria do llospilal Portuguez de lienelicen-
-Mel.nai .
Milho......
l'cdra de amolar
lillrar .
1 rebata
l'onlas de bol .
I'iassava.....
Sola ou vaqueta .
Sebo em rama
cauada
alqueire
uma
- Vw...b,...... ,, -.,, (.1,.:,,-., .,,,,. pu, ii'rn, u irecutl
que se v no conceituado Diario 1 le Vmcs., numero
270 da 1.7 do correle, na inforraarao em que figu-
rara os inemhros dj enmara municipal de Sanio Va-
tio, onde allirmar.ini o seguinle :
o Era quaulo ao labaadono a amoliiiameuto do
delesadu Manoel Dulirle da Costa, foi islo o resan-
limenlo e oe-jo-tu q/ie Ihe causn o recebimenlo de
om ollicio dujuizdt/direilo interino, Francisco de
Kuuza Cirne Lima, Jalado de 13 de setembro rea-
ponsab/lisando-o pillos disturbios que aparecessein
as torcas reqnisilallas pela mesa ; eir.bora ao de-
pois o mesmo juiz Je direilo em uma caria particu-
lar se desculpasse a> mesmo delegado com a humi-
Ihai; io iadignt de 'jm raagitlrado.
Se pois o OiuTi'iifa que alindo t fosse lido ntsla
comarca, eu nao thmaria o Irabalho de responder
cousa aisuina ; mais naoaconleceiido assira, nao pos-
so consentir que pfsse desappercebido aquelle Irecho
fundado somcnle lm maligno desejo de ferir-me ; o
que se lera emprepdo a lodo o transe, usando-se
dos meios reprovados e indignos. Com as duas co-
pias que se segueln se conheccra a verdad*. Deven
do ainda dzer que lem sido sempre por semelhanle
maneira, que se/me lem molestado, e procurado in-
dispor. I
Siu,s:nliores|redaclores, seu attigaanla re dor I Francisco de Souza Cirne Lima
Cidade da ViMoril 20 de novembro da 1856.
lllm. Sr.Orlo da prudencial bouradez que o
caracteriza, voil recommendar a V. S. digue-se de
dar as mais eiiaricas providencias de accordo com o
Sr. coramaudajiledo destacamento desla cidade, alim
le que seja ros nuda a ordem e o socego puhlico na
prxima eleieji
de vol, que la
Sr. ccnselheiro
sendo mantida lambem a liberdade
1I0 lem sido recoramendada pelo Exm.
presidente da provincia, que quer
seja cumprida a lei, o que he justo. Observe-se a lei
fielmente, ese am punidos o desordeiroslegalmenle.
Compre que V. S. concorra prudentemente coma
soa autondade para que ninguem provoque por
qualquer meio. mesmo o da estrategia, deso'dens ;
visto como chega a meu conbecimenlo que se pre-
tende erapregar amanbaa actos de coaceao indignos
de quem quer que os pralicar. Constou-ma qoa o
subdelegado do primeiro dislricto passara ha poucos
dias a vara para o quinto toppleote, e que hojefo
quarlo supplente chamara a si o exercicio ; aconte-
cendo que logo depois o primeiro supplente, (a
quem o ell'eclivo subdelegado havia primeiramenle
pas por estar no enramando superior ) nlliciou ao quarlo
supplente, dizendo que eslava em exercicio O
que claramente demouslra um interesse calculado.
Kara V. S. com que o subdelegado Borges entre
quanto anlet; no esercicio de seu cargo, a quem ja
ollicici nesle.sentido. Tudo quanto occorrer lavar!
ao conhecimenlo do Exm. Sr. cnselheiro pretiden-
te da piovincia eircumstanciadamenle.
Todas as autoridades devem dar exemplo de or-
dem e prudencia, evitando que se ponham em pra-
lica a coaccJio por qualquer meio que ella aparee, e
os disturbio!!: o que luilocoulio do zelo e pruden-
cia de V. S|
Dos guarde 'a V. S. Cidade da Victoria 13 da
selembro de 1876.lllm. Sr. lenle coronel Ma-
noel Uarle da Cosa, dignissimo delegado de poli-
eia desla citlade.O juiz de direilo interino de San-
to Anl/cn, Francisco de Souza Cirne Lima.
lllm. arnisoeSr. leante-coronel Uarte.Cons-
tou-me que V. S. sa enfadara cora o ollicio que I1011-
tem Ihe dirig, n que duvido anda n.n> so porque
X S. ma 1 otiherp, senao tambera por nao ver, por
mais que re esforc, na Untura da copia do mesmo
oflicio, a menor expressAo de oflensa a V. S. No ha
no referido ollicio termos donde se collija o respon-
sabilisar en a V. S. pelos disturbios que por ventura
aparecessein na eleir.10. Dizer eu no olcio a V. S.
que levara ao conhecimenlo do governo circunstan-
ciadamente ludo, isto era de mitiha obrigaran, e be
de (odas as autoridades, o que no domingo passado
Da e lodos tambem lizeram : e bem v V. S. que de
qualquer acnnlecimenln de lal ordem o governo deve
ler conhecimenlo. V. S. conbece mait Santo Anlao
do que eu, previoa-se, e se nao leve por ditos de
ninguem.
Estimo esleja de saude ; cont com o de V. S.
amigo, obrigado e criado allecluoso.
Francisco de Souza Cirne Lima.
U de selembro de 1876.
*Pb ca em Pernambuco 2 de dezembo de !8ft6.-
los d'Almeida Soares de l.ima Bastos, provedor do
Hospital. Manoel Farreare de Souza Barboza,
secretario.
&9tttiiut?ftttn
rilACA DO RECIFE I. DE DE/.EMBKU AS
8 HORAS Da TARDE.
Colarles nlllclaes.
Assucar Matea vado29900 al 350U) rs. por ar-
roba com tacen.
Descomo de lettras de 1 mez9 j ao anno.
frederico /lobllliard, presidente.
P. Rorges, secretario.
o CAMBIOS.
Sobre l.ondret, 27 Hit.
1 Parla, 346.
Lisboa, 98 a 100 por de premio.
Rio de Janeiro, l|2 a I por Om. a 1.7 e 30 dias.
Accoes do Banco, (0 w 1.7 de premio.
>i companhia de lleberibe .719000.
" companhia I'eraambocana ao par.
i Llilidade Publica, .)() purcentoda
Indemuisadora. 52 dem.
da estrada da ferro o por Oinde premio.
Diacoiito de lettras, de 7 a 7 Ii2 por Om.
Dilo do banco7 a S por 0|0.
um 1.llura- Iiespanln,!,,,. 89> I
Moedas de 69400 velhas ....
hoo novas ....
a a 49OOO.......
Prata.Palacet brasileros. .' .
Pesos columnarins.....,
mexicann.....
Mesa do consulado de Pernambuco 20 de no-
vembro de I8j6.Pelo ettrivao o primelo escripiu-
rario, ,/o'io Prdncieo fegis OulntcWa.
DESPACHOS DE EVPOHTACAO PELA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
t. DE DE/EMIIRO DE 1896.
GenovaPolaca sarda 11A tina, Baslo $ Lentos, Folies d carneirri
2,000 unhas de boi. fjjisg parrilha
PortoRarca porlucueza iiF'lor da Maian, Manoel Tapioca
Joaquim Melelo, 7 lonelelesde mel.
liihraltarPatacho Inglez nl'residenln, Koslron Roo-
ker cV Companhia. liim srecot assucar mascavado.
Pbil.'idelpbiaBrigue americano ciThomaz Willere,
Malheos Auslin & Companhia, 600 saccot assucar ..
mascavado. CLARA 20 DE NOVEMBRO.
Lisboallarca pnrtosueza (Mara Josco, Joi Joa- ''eos correles dos gneros de exportarlo.
quim Piras Soares, I pipa a 79 barris de e 7." -Jsuardenle, casaca. pp, gy.
com mel. Algodao empluma. arroba
LisboaBarea porlugueza za Carvalho A; Companhia, 308 saceos assucar Arrpz> P'lado.....alqueire.
mascavado. ( eiic*..... .
LisboaBrigue porluguez Relmpago, Thomaz de *ei,B de carrapalo. caada
Aquino Fonseca .S; Filho, too barris de .' mel., A,,ur branco era rama arroba
Buenos-AyresBarca hamburgneza Victoria, Viu- refinado. ... ,
Aniorim i\ Filho, 50 pipat agurdenle. i mascavado
premio.
285.700
I65OOO
16CO00
9IOO0
25OOO
SjOOO
15860
Al.l'ANDEliA.
Kendiroenlodo dia 1......20:7279160
. Oescarregam a 3 de de.embro.
balara maleza Bonitamercaderas.
Barca mgleza-Floaling Cloudmercadorias.
tarca mglezaSarahiridios de ferro.
Barca suecaFamelvlaboado.
Barca americanaC. E. Tavfarinha de Irigo.
KICM.IMF.NTO DO ME/ DE NOVEMBRO.
Kciidimentoliilal...........021:927-5602
Resl,U"ws..............' 219-57.1.7
Bs. 521:7075867
., Imporlacao.
ir lio* le rnnsiinin..........
DiUm de I p..r canto le reexpertao
para os pnrlos cslrangeiros. : "
Dilos de 1 por cenlo de reexportaran
para os porlos do imperii.......
Expedienle de .7 por cenlo dos gneros
cslrangeiros navegados por cabola-
gem.................
lilo de l|2 per I> gneros |. pai/'.
Olio de I l|2 por r. dos genero* livra,
Annazenagem las nteradoriat.....
Dila da polvnra.............
Pretnfo lo lyl por rento l>s amiaaado
Mullas cali-lilailas nos dmpacbos. .
Ditas divergs...........
. .. Interior.
Sello 6\n................
Pali'tiles ilns despachantes geraes. .
Ditas ditas especiaes. f.......
Feilio de litalot dos despachaiiles, dos
caixeirosdesparhantes, ale......
Emuliiinenlos de ccrlides.......
512:3905587
65710
3.5.00
3215671
.75:i5l53
9135256
1:4859936
4-5500
5:3839708
72696
32500O
609340
255000
12S500
25400
385560
521:7075867
Na* sci/uiiles especies.
Ilinheiro
Aatgnadot
217:0335781
274^749086
Depsitos.
Embalante no ullimo de
outubro........
Entrados no corrate mez
20:8589248
5535-708
Sabidos
21:4119756
1:8675729
O segundo balalhao' de Infan-
tas i a da Guarda Nacional do
Municipio do Recife, ergue o
niais solemne e significativo
testemunho de venurarao' de
amor c de tespeito
A"
AIT.ISTA PESSOA DE S. M |. BC.
OSR. D. PEDROII.
g IW FELIZ VmiVBRSAlIO DE SRU NATALICIO,
Bj I 31 2 DE DE/.EMhPO DE 1856.
Jgj Fidelidade ao Monarcha.Adliesao as ins-
w liluiQes a t leis do Paiz.I.uarda Invio-
g lavel da Lei Fundamental da NacAo.
** lir.l-m e |li W Classe Militar. Desvsnecimenlo e aloria
^ do 2.- Balalh.1,1.
^ As inspiraces do enlhusiismo patritico,
IM em perfeila li,mioma com os verdadeiros in-
S teresses do Estado, brotam espontaneas e vi-
g vidas nos curares brasileiros que palpilam
W senlimenlos nohres e cenerotus. O 2.* Ba-
g talhlo ufana-sc de Palriolico e Monarcbisla
)g( t.on.litucional.
Jgt I'm anno mait de rerordajes para o lira- S
^ sil e para a historia lie om uovo ramo que XA
v sedesdobra e lloresce na existencia bullanle <2
g do Sr. D. Pedro II Nilo podem esquece-lo 0
Kj os seus liis e alleclunsos subditos.
A vida do Monarcha Illuslrado e Masna- H
JQ nimo be a mus solida (aranlia para a pros- ';'-*
gt peridada de seu povo! I'm novo co que >S$
JjH vem apellar mais essa precila cadeia de Mu 13
vj charos das, he mait um estimulo de jubilo w
} para os seus subditos.
| (1 biio da clas.e mililar, e por outro lado J$
m a Honra da Nacilo, cujo ptvilhao e cujas ^
^ leis susleulain. g
^ II.....e i.itnn de Patriotismo, Sagraran de Ks
w um voto nacional, Dedieacao Pernambucana >S
yv e luda Bnsileira. HOSPITAL PORTUl'EZ DE BENEFI-
CENCIA.
Por ordem do lllm. Sr. provedor se faz publico,
que por doliberacao da junta administrativa loma-
da em sessao de 29 do me/ passado, se acha o mes-
mo Sr. atnorisado a contratar com os Srs. consi--
nalarios ou donos dos navios porluguezas em na-
tegaeJO para este porto o tratamemodas respectivas
iripolaces dobaixo das seguinles condicQoes :
l.
Em cada via;;em para este porto ser o navio
contratado obrigado a pagar ao Hospital a ujuanlia
de 2D0OO por cada mrinhero, e 49 por ctda
oflirial,
2.a
Fslc pagamenio ellerluar-se-ha cm face da ma-
tricula, que o navio trouxer do porto donde liver
seguido ; sendo os individuos nella incluidos os
nicos com direilo a entrada no hospital.
3.1
F.ITectuar-se-ha lambem mpreierivelmente no
dia immediato aquelle, ern que o navio liver fon-
deado, nac sendo sanclilicado. Neste caso elTec-
tnar-se no dia immedialo.
4."
.Na via;;cm, em que nao for satifeila a clausula
Existentes...........
na* seijiiintcs especies.
IMnhein...... 5369606
l-clras......1'.l:0O7flltl
19:5449027
9249051
Contribuirito de caridade.
Ilimd imputo ueste mez.........
Allnele^,! de Peiuamhuio 29 de novembro de
1876.
O earrivSo,
Faustino -lose dos Sanios.
IMPORTACAO
datera in^leza 'iBunitan, viuda de Liverpool, eon-
sianada a Paln Nath Companhia.
3 caivas e 2 fardosfazendas ; a 11. Oibsou,
t raiva eouros de porco, W dil.is linhis ; a Timm
M. X inassa i\ Coinpanhii.
92 fardos a 05 calas fazeodas,r:l ditas pianos, I
dila cobre, 3 ditas presumptos, 25 ditas genebra,
.70 ditas qoeijns, .1 vnlumet ac. 2 barriett eslanbo,
1 siso conserva, 10 toneladas, 16 quintan e 2 ar-
robas de ferrro ; a Paln Nash & Companhia.
50 barris manleiga, 18 fardos e 182 caixas fazen-
das ; a S lulhall Mrllors f Oompanhia.
1 caixa obras de casqutuho, 2 bahus ronpa ; a
Jimes K>der .'1 barricas estanho em barra, 1 dilo pregos, 24 cai-
xas e 19 fardos fazendas, 5 caixas cobre : a Barroca
& Castro.
10 lonelladas e ( qointacs de ferro ; Andrade &
Irmo.
101 ditas, 1 dito, 3 arrobas e 22 libras da dito:
Para a estrada de ferro.
100caixas e 1t fardos fazendas, 1 caixa papel pa-
ra escriplorio ,- aAdamson llowie & Companhia.
1t barris agoardente, 7 ditos viiiho.l dilo com es-
liveis. 5:t dilos ceiveja, .'! ditos ervilbas, 2 dilos e 1
ciixa conservas. 6 icos aarrafasvazias, I aixa cha,
1 dita burra de Ierro, 8 dilas biscoilos, II ditas
qoeijos ; a ordem.
8 bigornas, 1 folies para ferreiro, I barrica lomos
de ierro, I dila Terrjeos, j toneladas, 8 quiotaes
e 3 arrobas de fejro ; a Burle & Souza.
2 caixas e :i caiioes amostras ; a diversot.
i caixas miudezas, 5 fardos fio de vela, I embru-
Ihe relosios dcouro ; a ]. Il.illidax.
11 caixas fazenda. ; a llenrv Brunn A Compa-
nhia.
30 barris salitre ; a A.M. Machado.
23 caitas Mullas ; a S. P. Johmlon \ Compa-
nhia.
50 barris manleiga ; a Jobnston Patee & Com-
panhia.
2 caixas qoeijos, -J dilas biscoilos, 1 barril pre-
suntos ; a J. da C. Naves.
.77 barris presos ; a E. II. Wvatl.
J caixas pedras de sepulsura ;' a John GaK
80 barris manleiga ; a J. (J. DliveiraS.
17 caixas fazendas ; a Roslron Rooker Compa-
nhia.
5 dita e .7 fardos fazenda
Companhia.
5 harneas e I caixa ferragens: a Brender Bran-
dl.
10 toneladas ferro em linguado.tO feixes de ferie,
t caixa papel, I dila pedra de amollar, 2 barricas
carvito de lenba, 8 Jilas dito de pedra, 6 lonella-
das e 3 qumtaes de ferro, ,) chapas de zinco ; a II
\\ Buwmaii A. Cnmpanbia.
6 toneladas cinza de carvtlo, 5 ditas ferro coado,
I fardo lio de algodao, I barrica pm-alo ria polas-
sa, I erohrolho cravos de ferro, I dilo papel etc.; a
CSIarrcs Companhia.
I'nhas de bui
Sable .
Vinagre pipa
cenlo
moldo
meio
ta>
uma
IfiU

cenlo
&
pipa
69000
I23O1K1
89000
5000
328000
38000
jm
290INI
satKi
118000
249000
169000
309000
H90IKI
99OO
70000
ISOOO
88000
69OOO
.7801 (O
29500
lMIO
182811
186011
19920
19280
269000
189000
9210
L9800
J6O
6sOU(l
9800
4.9200
9200
360U
Ik.IKI
0360
169000
395OO
.-:kio
120
309000
LiverpoolBrigata inglez Odem, Johnstoo Paler Botracna hrnla ou gomma
i\- Companhia, 252 saccat algodao, 987 courus
salgados, 730 dilos de dito.
Liverpooltlalera iogleza ollarmione, Saunders
Brothers A Companhia, 586 saccat algodao.
Rio da PralaSumaca liesp.nimia Guadalupe, A.
& Bryn, 550 barricas assucar branco, 300 dilas
dilo mascavido.
Boenos-AyresPolacahespanhola uElegtncian, A-
morim Irmaos, 521 barricas assucar branco, 42
dilas dilo mascavado, 30 pipas espirito.
ExDortacao'.
Aracajii, sumaca brasileira Ventura Feliz, de' i)occ 0 nialnu.r nni,
109 toneladas, eonduzo o seguiut. : 587 barricas I 'qUer ,",,"'-
29OOO
MaJOOO
5-58011
19280
132811
39000
I96OO
.VjOOO
69OOO
29200
elstica
Cabellos de boiou ca val lo.
Caf pillado t.a sorte .
2. 11 .
Carrapalo......
Carne secca ou salgada. .
Cera de abelha .'
carnauba .
Cocos para comer .
Couros de boi salgado. .
carneiro ou cabra
corlidos
alqueire
arruha
cauto
arroba
cenlo
dade.
Buenos-A;rea por Montevideo, polaca hespaoho-
la Silencio, coudnzio o segoinle : 1,450 volu-
met assucar.
KECEBEDUBIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Krndimenlo do dia t..... 7669212
REND MEMO DA RECEBEDOR1A DE REN-
DAS INTERNAS GERAES DE PERNAM-
BUCO DO ME/ DE NOVEMBRO CBRENTE,
A SABER :
Renda dos proprios nacionies. -<
Foros de terrenos de marinha. .
Laudemios. ^ .
Si/a dos beni de raiz.....
Direilos novos e velhas e de chancel-
lara ..........
Dito de patentes dot olliciaes da
guan! nacional......
Disima de chancellaria.....
Multa por iufraci.o do regulamento.
Sello fixo e proporcional ....
Premio dos depsitos pblicos. .
Emolumentos........
Imposto sobre lujas, e casas de des-
ceios .........
Dilo sobre casas de movis, roupas,
ele, fabricados em paiz eslran-
Reiro..........
Dito gobre barcos do interior .
Tata de escravos.......
Cohranca da divida activa. .
Iudemoisac/e.........
Receila eventual.......
119520
439943
239750
7030)650
1:2609322
1:5369000
4010373
0600
10:0789952
49160
116o920
1:5190480
9
579600
2149000
3989241
30098<
69000
23:13932i.
Recebedoria de Pernambuco 29 de novembro de
I8.16. () escrivao,
Manoel Antonio Simes do Amoral.
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendimento dodia 1..... 7:5079398
"^'.tIS1.?0 iu mesa do 'consulado
provincial no me/. de novembro de
1856.
Direilos de 3 por cenlo do assucar
exportado -........
Dito de 3 por cenlo do algodao. .'
Dilo de 5 por cenlo de mait gneros
Dilo de 1|2 por cenlo do caf. .
Capalazia de 160 rs. por lacea de
algodao .....
Decima urbana.......
Sello de herancas e legados .
Novos evelhos direilos.....
Meia tiza dos escravos .
Emolumentos de polica ....
Imposto de' 1 por tent do anno lin-
do e divida activa......
dem de 3 por cenlo da divida-.ac-
liva..........
Molla da decima......."
dem do imposto de 3 e 4 or
cenlo ..........
Imposto da casa de vender bilhetes.
de loteras ........
dem dem de jogo de bilhar. .
Escravos despachados .....
Joros........
Costas da fazenda. ...".".'.
Taxa de aulas particulares da ins-
lrocr,ao publica.......
31:7769983
I 239954
5:5629529
119131
3109960
1:7029091
4:96292!
3269602
2:4359370
3.J600
I 799856
6(9020
499532
573794
IOO90OO
:0900
lOOfOOO
4o444
i 583787
I9OOO
51:9839897
Mesado consulado provincial 29 de novembro de
I8j6.^
O 2." escriplorario,
Utis de Azecedo Souza.
de 1
PALTA
dos precos correales do assucar. algodn, e mais
gneros do paiz. que se despacham na mesa do
consulado de Pernambuco. na semana
a de dtzembro de 1856.
Assucar em caixas branco I. a qualidade a,
a >.., ;
mate. ..-.,.,. ,,
bar. esac. branco. ,,..,
" mascavado .....
retinado..........
A|godao em pluma de l.i qualidade
' a >
3.
n em rarnro. .
Espirito de agurdente
-Agurdente cachara .
de caima .
resillada .
do reino .
Genebra.......
caada
Licor .
; a N. O. Bieber &
canaila
a.
uma
um
4

n
cenlo
62 eaixas a
Ibera.
2 caixas bubas
I dita chapr.j
queira.
1 dila fazendas ; a A. C. de Abreu.
31 dilase 19 fardos fazendas ; a i erreira M Ma
thens.
20 tardot fazendas ; a Fox Uro-
a Feidel Pinto.
de sol ; a Luiz Antonio de Si-
50 barris manleiga : a Bastos A- hmm
..";:;r;f;;::; prjri^Trrr^!^-*-^-"'"^'"1-"
tiva quota, salvo se preceder o disposto na condic-
(ao 1', ou motivos de forca maior, cujo apreco
fica reservado ao provedor do Hospital.
adversarios os assoxios e palmas da irrisao, con-
tando de os supplantarsem muilo irabalho. Po-
rm, o Sr. Augusto F. de O., a loda hora, as ca-
Elt.NAMBICU NO MEZ DE NOVEMBRO D
1876.
Consulado de 7 por rento. 51:7819636
------------------ 51:7819636
Aneoraaen......... 2:5039350
.......... caada
........... botija
;.....caada
Arroz pilado duas arrobas", lim alqucfre
em casca.........
Azeile de mamona.....
mendobim. .
a de peixe...... ]
Cacau ...........
Aves araras......
a papagaios......
Bolachas..........
Biscoilos..........
Caf bom........
resstolho..........
om casca.........
muido..........
Carne secca ..........
Cocos com casca......
Charalus bons......
ordinarios ......
regala e primor .
Cera de carnauba ....,,.
em velas.........
Cobre novn mio d'obra .
Couros de boasalgados .....
verdes..........
espixadus.......
de 011ra........
11 t> cabra corlidos .
Caachimbo......., .
Esleirs de prepen.....\\
Doce de calda........
goiaba......
seccu ........
jalea ......
Baldpa nacional......
i cslrangeia, mio d'obra
E-panadores grandes......
pequeuns.....
Fariuba de mandioca.....
milho.......
11 mil 1......
Coracao de negro.
Talajuba. .
Vilele ....
Pao d'arco em InnV
Cedro em cha r/fltT
Mel de engenho jf .
a 11 furu. jf
Milho .'..'.'.
Ooeijos.
sai......; "
Sebo derretido ....
em rama .
Sulla ou vaqueta em meio.
Toucinho .


umi
duzia
caada
.
alqueire-
libra
alqueire
arroba

11 m
arroba
89000
fitfOO
59000
9
:19200
900II
79600
890IKI
900II
'69500 79000
259000 309000
89OOO
49480
89OOO
80000
0210
9400
8400
9320
S360
IO3OOO
259000 409000
360 9480
9*00
.-.J59O0O
TWh
3800
89000
69000
:13200
53000
29800
49500
Metaes.
Ooro.Oaeaj hespinholas
Moedas de HfOO velhas
de 65400 novas
>' de 49000
Prata.Palaces brisileirot
Pesos columnariot
mexicanos
299200
16300O
169000
99000
29OOO
29000
I98OO
[CommenhL)
BULLETIM.
LISBOA 12 DE NOVEMBRO.
/ ecos enrenles dns generas de imporlacao do
llrasil.
Algodao de Pernambuco .
Dito do Maranho e Para. .
Assurar de Periiainbiirii branco
Dito mascavado. .
Dilo da Babia b. ". ]
Dito dito mascavado......
Dito do Hio da Janeiro m. .
Dilo do Para bruto.......
Dito de Cabo Verde ..,.'.'.
Arroz da India i.Goa) ...'.'.',
Arroz do Maranhao e P. ord." '.
Dito dito melhor........
Dilo dito superior ....."'"
Al pista..........
Cale de Rio primeira surte. .
Dilo dilo -ogiiuda dila. '.
Dilo dilo lerrrira dila ....'.
Dilo dilo escolba boa. .
Dito da Babia.......
Dito da Cabo Verde ....''
Dilo de S. T. e Principe. '.".
Cacao da Babia.........
Olio das Colonias.....\ \\
Cominhos. ......
Gravo do Maranhao .'.'...'.
Cera amarella de Angola '. [
Dita dila de Beugueila ..".'. '.
Couros espichados da Babia '. '.
Ditos seceos de Pernambuco .'
Dilos ditos da Babia......
iloa dilos de Caba Verde .
Cliircs pequeos da Brasil '.
Denles de marlim lei......
Dilos dilo inei.ao.........
Dilos dilo aserv.....'.'.'.'.
Krva-doce.........
Farinha de puo........',
Gomma copal amarella.....
Dila dita vermelba.......
Dila dila ordinaria.
105
110
23300
13850
29200
Lim*
19880
13800
29750
49400
59500
9000
700
33100
23/00
29300
19550
29700
3200
19800
19000
120
285
295
187
152
132
165
120
115
39IIOO
291(10
29100
tawKi
l-7'lll'l
198.70
23800
I92OO
18800
79800
69*00
7,70
38400
29*10
2-sto.l
19651
29801
49300
33800
49000
4-5000
49-200
180
290
300
197
162
147
175
9
9
9
37O0
29800
.73120
9900
5700
9100
13727
9801)
3720
3610
37,70
9750
9800
9210
9800
3210
fiOllO
19920
38110
t-9600
L96OO
73500
IO5OOO
39000
19640
65100
1-3800
:i900
19500
IOjOO
.79000
29560
t3"00
600
25700
IO3OOO
123000
3160
Oleo de rupalnli 1........f,gr
Dilo de liuliara........[ ^ "
Ouruc........... B
rmenla da India. ...'.'.'.'.
Salsa'parrilhaSautarem. ..." nn
Dila dila Guropa'........S
Dita dila Bio Negro ." .' .'
l'apioca......... B<
Vaquelat da Babia. ...'.'. \ Q
/ixportarSo.
Agurdenle de .10 gr. encase.
Azeite doce.........
Amendoa em milo, doce'.
Banh. em rama (unto) bar.
Btalas...........
Cera branca em grumo .
Dila dila em velat.....
Olilas...........
Carne de vacca (6 arrobas) .
de porco.
Cbouriros.........
Figos o Algarve.
M. 303000 509000
19300 19550
I9000 191.70
400 I9000
f 49000 49100
A 800 8.70
* 49500 49600
I90OO .49500
19*00 I98OO
323000
100 120
leo 140
105 110
103000 129000
88000 93000
3000 78000
18800 23000
38000
Mauleiga de porco (barril) .
Presuntos.......
Sal............."
Touciuho.........
Vinho linio 'encalcado'. .
Dito branco........
Vinagre linio encatctdo.
Dilo brinco. ......
Londres 30 djv. .
i 60 div.
!K> d|d.
Paris lOOdpt. .
Genova 3 m|d.
P mtlenl. 3 m|d.
Ilainbuigo 3 ni|d.
Gibrallar 8 d|v.
Cambios.
. 53 1|8
. 53 3|8
. 73 5|8
. .530
. .728
. 42 l|4
. 47 3|i
. 910
p. 2809000 2658000
aira. 39300 3-370
59800 9:100
I98OO
520
400
100
180
I4.5OOO
189000
55OOO
9.70
.79OOO
9400
49600
* 43000
132-900013*9000
13230001363000
pip. 183000 529000
188000 523000
M
B
500
380
:(80
160
800
moio
Acedes e fundos.
Inscnpros de 3 por cauto 16 a 16 3|8.
Cnupnus ......15 tria 46.
Divida ilell-rida a 27 3i8.
Acciies do banco de Purlugal 5023 a 5O13.
Aefflet do banco do Porto" 2359 a 2109
Metaes.
Aguias de miro dos Eslados l'oidot
Per;as de 85OOO.
Ooeas hesp.inholis.
Dilas moxicanas. .
Patacas hespanholas
Dilas me-.icanas. .
Dilas brasileiras.
Vinlc francos. .
Cinco francos.
189350 189450
890IO 89030
154300 158.700
149050 145120
960 970
940 9.70
950 960
39720 3*550
890 910
Esr.VO DO MERCADO.
De M de outubro a I -> de novembro.
Depois da sabida do Tamar as Irausaccoes nos a-
3;0: *u"r. arroz e marlim foram de importancia, no
OJIK. fe lambem hnuve grande animacHo em outubro.
K porem cm as noticias do paquete do snl viudas es-
I.ToOOO "!' V |ri,l,>ceS affrouxaram menos para ai
9300 '"v"1" superiores do que ha grande escassez.
milheiro
uma
I9OUO
Fcijo
Fumo
bnm
alqueire
@
alqueire
Na exportacilo bouve embarques no .telte de
0200 C"'"'""V.*" em outubro, porm ol,mmenle lem
titU IIrou",lu '"> consecuencia dos eomprailores etl-
girem reduccao ros preSoi, nos mais gneros pouco
80 "u r" ". m f*"n ,,,vil)0 '" eseessez.
iOO 3600 I'' po,em m lrntacroet tem sido em pequea
!**4>'l 1 e5C*,,,
23OU0 A" '"'"" lem sido proeoradas
19(1(10 eS'a" firi"es-
29560
e 01 prer;os cort-
ILEGIVEL
Impoiiarflo.
29500 x|l:o1ao. Vendas limitadas para contorno,
IMKHJ ?!'"'- '"" d, Hrn> Amslerdam, mi de
IQaflOn '" "'i"6"*'em casca do Para'. Vendas
i0900o|UBlc,rolle utrd consam() e jolu.or d() pij *>
-/

njnnr


O preco par o vindo de Inglaterra resulam :
Ordnario qoioul .... ^200 493)0
Bom........ 4siO0 aOOO
Superior ...... .ijoo 9000
Aseocar. Tem continalo a sabir e os presos
actuare catn firmes, eom eipecialidade os brancos
superiores de l'eroiinhoco do que ha falla.
As vendas leem sido regulares, lazendo-ie lam-
hem alguma eoasa para reexportar, em geral nos
meavados de Pernarnbuco.
O (olal das airado silo itl caitas, 102 barricas do
Hio, -2lli cauas, 11 barricas, til taceos, 1 feiie da
Baha e 173 saceos de Goa.
As eiislencias repotatn-se hoje, em
Caitas Foiie Barricas Saceos.
2iW 42 408 1814;!
Cafe. Entraran) 393 laceas do Rio, 141 de
Angola, a clugida do piquete do sul em novembru
a vendas para reexportarlo affrouxaram, a excep-
tan do superior do Kio du que ha seassez.
O total das vendas eaa oniahro montam a 6,500
saetas, das jgaes 1506 para contamo e em geral do
das colonial; lendo sido vendido todo de S. Thom
que havia entrado, As qoalidadei inferiores do Rio
sao difticait da reelisar.
Cacao l.'llimameule nilo lem havido vendas
em outuliro venderam-se 100 sacras da Baha para
reexportar, e pequeas parcellas de S. Thom para
comomo.
Cera. Ciiegaram iGi gamellas; pouca vendas
precoi nominaes-
Coaros. Venderam-se para consumo os seceos
do Rio de refugo que eiisliam em ontubro: bem
uno os que haviam chegado .de Minas a 212 e 222
rito.
Em setembro venderam-se para reexportar 2121
e para consumo 3720 espichado, em geral dos da
Baha.
Veudtram-sa. tambem para consumo 592. salga-
do naqaelle aez; porem oltimamenla sao pouco
procurados.
(ununa copal. Enlraram 1880 volumes deJAn-
gol; he difficil de realisar a< qualidades ordinariai,
mas as superiores lem -e hito alguma cousa.
Oleo de copaiha. Precoi uominaes, urna partida
que embarcoa fot de coota prupria.
Ourocu. Chctaram :lnl paueiros do Para', ulli-
mamente tem-se feito alguma cousa para reexportar
Salsa parrilha. Poucas vendsa, chegaram 10!)
rollos do Para'.
MJTICIAS MAK1TIMAS.
Lisboa, l:( de otilnbro a 12 de novembro.
I.airadas.
1.1 oatubro, brigae porloguez Incomparavel,>i Rio
de Janeiro.
1:1 ou.tibro, patacho portuguez Caulella, Para.
1t> ouiuliru, vapor francez aFranc-Comloii, Rio de
Janeiro e mais escallas, seguio para o Havre a 17.
Ifi iiululirn, brigue portuguez Pescador, Baha.
17 oulobro, patacho portuguez uCezar, Baha.
17 nulubro, barca franceza Sonvemr, CardilT, des.
tina-te par Bahi e arribos eom agua aberla-
19 oalubro, brigue sueco Ida, llamen, desliua-ie
para o Rio.
6 novembro, vapor inglez Avon, Rio de Janeiro e
mais escallas seguio a 7 para o norle.
t> novembro, galera porlugoeza Vasco da Gama,
Porto,destini se para a Baha, e vem a Lisboa re-
cebar o resto da carga para o que pedio em 10, 6
dias de franqua.
Sahidns.
11 ontubro, vapor inglez lmar, Kio de Janeiro, e
mais escallas.
15 novembro brigue sueco Malhilde, Rio de Ja-
neiro.
1 > novembro, patacho norueguense Iduna, Rio
Grnele. i
18 novembro, brigae russo Preciosa, Rio de Ja-
neiro.
18 novembro, galtra brasileira Palmira, Rio de
Janeiro.
18 novembro, brigue porlugutz Relmpago Per-
narnbuco.
20 novembro, patacho portuguez Jotephim, Ba-
bia.
20 novembro, brigae norueguense u\Vickingen,Kio
da Prala.
21 novembro, brigue portugnez Intrpido,- Rm de
Janeiro, e escallas pela Madeira, Cabo Verde e
Baha.
23 novembro, vapor porloguez U. Pedro II,u Kio
de Janeiro e mais eseallas.
21 novembro, brigue sueco >lda,uKiode Janeiro,
enm .i niesma carga eom que enlrou de llau-
sen.
25 novembro, barca americana Wilhelmine, Rio
de Jaueiro.
26 novembro, brigue portuguez Resolvdo, Kio de
Janeiro.
26 novembro, patacho portuguez "Abrotheai Para.
27 novemhro, brigue portuguez Eurico, Pernam-
buco.
29 novembro, vapor francez Barcelona, Kio de Ja-
neiro, e mais escallas.
29 novembro, escuna porlugueza Oliveira, Rio
Grande.
2 novembro, brigue porloguez Bem Vinda, Ba-
ha.
2 novembro, hrigoe brasileiro Ada. Genova.
5 novembro, brigue portuguez nl'arujo I. Pernarn-
buco. \ ^+4_
5 novembro, patacho americano 1'rncei Ellen
Rio Grande.
.1 novembro brigue portuguez id.aia II, Pernam-
haco.
7 novembro, I ni;, inglez Cenlaor, Rio Grande.
8 novembro, escuna hollandeza Albertina, Rio
Grande.
8 nnvenibro, lag. saeco liase. Pernarnbuco.
12 novembro, barca porlugueza, Empreza, Kio,
NAVIOS A CARGA NO TEJO.
Para o Rio de Janeiro.
liare.i brasileir Olinda.
Brigue poiluguez 'Viajante.
Para a Babia.
Brigue portuguez aBella Figueirunsc.
Patacho portugoez Destino.
Para Pernamboco.
Barca porlaguezi Gralido.
Brigue porloguez* Constante.
Para o Cear.
Brigue portugoez Cearense.
Para o Par.
Patacho porloguez Taro jo 3.
Patacho portuguez Cautela.
Patacho portugaezLigeirn.
Para o Maranho.
Barca brasileira Lazilania.
Brigoe porlusuez Urbana.
Vara o Kio Grande do Sol.
Patacho porluguet Cezar.
PROCUSTOS PARA RECEBER CARGA.
Par o Rio de Janeiro.
Ilrigue portuguez Iocomparavel.u
Patacho porlozoez Uuqoe do Porto.
Patache bratileiio Maria.
Par a Babia.
Patacho portuguez Boa Fortuna.
Escuna porlugueza Uelia.
EMBARCACO'ES DESPACHADAS.
Kio de Janeiro, e mais eseallas.Vapor inglez
Tamar.ualm da carga qce trouxe de Southamplon,
rerebeu 25.barril de vinlio-e mais mercidorias.
Pernarnbuco. Brigue portuiuez Eurico eom
10 pipas, 21 barris de vinho, t harrit da vinagre,
20 de aceito, 1,300 mol los da ceblas, 400 arrobas
de ha Para. Patacho portugoez Alirolliea, 20 pipas,
meia dita, 41 barr; de Miiho, 50 barris de vinagre,
20 barris-e 5 caixas de azeile, 100 moios de sal,
1,000 molhos de chollas, 200 cauaslras de batatas e
15 barra de manteiga e varios seeros.
Kio de Janeiro *< mais escallas vapor francez
Barcelone, para o Kio de Janeiro I barril e 5 an-
coret de vinho, 350 caixas de btalas, O molhos
ele cebollas, 94 barra de chorizos, 90 vol. de casta-
nhas. 1,718 de lisos, 17 barricas de amendoas e va-
rios gneros, para a Babia varios gneros e merca -
dorias.
UM DI PEMUBUSO TRC* Fimv 2 51 nEztlIM 8E 18
movhntato 00 pttv.
.Vacos entrados no dia 1.
AracalvIBdias, hiate brasileiro Correio do Nor-
te, de 37 tonelada, meslre JoSo Anliines da Sil-
veira, equipagem 6, carga couros, sola e mais g-
neros ; a Caelano C\riaco da Costa Moreira. Per-
lence a Pernambnc. Passageiros, Luiz Candido
l'erreira Chaves, Jos hollino da Silva Carvalho.
Sehasiio A. da Silva Carvalho, Antonio Ko> mun-
do Paes de Lima, Monica AgOstinha da Silva
Carvalho, el escravo cm passaporle.
Par e porlos intermedios12 dias ti horas, vapor
brasileiro Imperador, coinmandanle o |. l-
ente Jos Leopoldo de oronha Torrezno.
Montevideo26 dias, patacho hespanhol Dse, de
137 loneladas, rapilSo Pablo Porche, equipasen)
II. carga 70 Imiel.das de pedra e rea ; a Bailar
& Oliveira. Perlence a Barcellona.
A'aco lahiilm no nfimo dia.
Rio da PrataPolaca hespanhola Silencio, api.
tflo Jacinlho Aleina, carga Macar.
BaliiaBarca americana Am.nda, eapilito R. P.
Ilarford, carca parte da qie trouxe ; lendo veri-
ficado sua sabida hontem.
m*$&.
en'
O chefe da primeira seeco do consulado
provincial, servindo de administrador, em virlude
do disposto no art. 3 do regulameato de 3 deju-
lhodl852, faz publico que se acham deposita-
dos, no deposito geral deus escravos, Antonio, na,
cao Cassange, idade de 35 a 40 annos, Clorindo,
nacao Congo, idade de 40 a 45 annos, eom urna
belida no olho esquerdo apprehendidos pela polica,
os quaes sao considerados bens de evento, por se
desconher seus donos, e par qne soja cumprido o
que conlemo sobrediio art. manda publicar pela
imprensa, para que no prazo de 60 dias comparec
quera, aos ditos escravos tenha direito, (indos os
quaes se proceder a arremalaco pela forma deter-
minada no art. 4 do citado regulamcnto.
E para que chegue a noticia de todos mandei
pasar o presente edilal, aos t de uovembro de
1856.
Theodoro Machado Freir Pereirada Silva.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da resolucao
da junta da fazenda, manda fazer publico,
que a arrematagao da obra da ponte sobre o
riacho Brurazinbo, oi transferida para o
dia de dezembro prximo futuro
E para constar se mandou affixar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernarnbuco, 28 de novembro de 1856. O
secretario, A. F. d'Annunciacao.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da resoluto
da junta da fazenda da mesma thesouraria,
manda fazer publico, que no dia 11 de no-
vembro vao Bofamente a praca para serom
arrematados a quem por menos lizer os con-
tratos seguintes.
Empedramento do 20 lanco da estrada da
Victoria avallado em 5:909}200.
Dito do 21 lanco da mesma estrada avaha-
do em 8:695J500.
Lan?o da estrada entre a cidade de Goian-
naea ponte do Bujary avallado em 13:4319.
Conservacao permanente da estrada da
Victoria, avallada em 8:50o.
Dita dita do Norte, avahada em 2:2885.
Dita dita do sul, avahada em 8:520.
E para constarse mandou affixar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
l'ernambuco 28 de uovembro de 1856. Ose-
cretario, A. V. d'Annunciacao.
Pela recebedoria de rendas internas geraes se
faz publico, qae he esle o ultimo mez do pagamen-
to dos menos dos cholencos nesla repartidlo, de-
pois du que se proceder' a' cobranza execuliea.
Recebedoria de Pernarnbuco, |. de dezembro de
I8ob. .
O administrador,
Manoel Cwnelrt de Souza l.acerda.
O lllm. Sr, inspector da thesouraria pro-
vincial manda fazer publico, que no dia 3 do cor-
rente por dame se pagam os ordenados e mais des-
pezas provinciaes vencidas li o ultimo de novem-
bro prximo findo.
Secrelaria da thesouraria provincial de Pernarn-
buco i de dezembro de 186,_-Q secretario, A.
1', d Aununciaco.
emplastro estomtico, dem A ; pomada morrnri.il
de pertes lgaae, linras 8 ; vidroi de ventosas sorli-
dos, dozias 6 ; rolhat d cortina sorlidas, milhei-
ro I.
Quem qnizer vender pre>enle as snas r.ropostas
em caria fechada na secretaria do consellm a* III ho-
ras do dia 5 de dezembro p. fuluro.
Secrelaria do ciuiselbo admimslralivo para forne-
cimenlo do arsenal de guerra 26 de 1856.Benlo
Jos Lamenha Lins, coronel presidente.Iternardo
Pereira do Carmo Jnior, vocal e secretario.
CONSULADO DE PORTUGAL.
Acabando de receber a attenrinsa commonicar;ao
do Exm. Sr. conselheiro Sergio Telxeira de Macedn,
presidente dcsta provincia, convidando por meu in-
termedio, como cnsul de S. M. Fidelsima, aos
subditos distinctos do mrsmo Augusto Seshor, resi-
denles nesla cidade, que quizerem comparecer un
palacio do governo, pelas 11 horas do da 2 de de-
zembro prximo, afim de concorrerem ao cortejo e
assislirem a crande parada eom que se ha de solem-
nisar nesse dia o anniversario natalicio de S. M. o
Imperador, assim o taco constar aos meus compa-
triotas, pemdo-lhesde manifestaren) a synipalhia
e respailo que teem ao monarcha brasileiro, rorres-
pondendo ao delicado convite eom que S. Exc. os
distingue e convoca para lo honroso arlo.
Consulado de Portugal em Pernamliuro, aos 29 de
novembro de 1856.
0 cnsul.
Joaquim Itaptisla Moreira.
til3eS
THEATRO
ESPECTCULO SOB A DIRECCAO DO ARTISTA
O SR. SANTA ROSA.
I.IUMli: GALLi-
Tcrca-feira 2 de dezembro de 1856.
Festejo do anniversario de S. M. I.
o Sr. D. Pedro II.
Logoqtioo Exm. Sr. conselheiro presidente da
provincia se dignar comparecer na tribuna, urna
banda de musir militar, tocar o hymno nacional
o qual ser repetido pela orchestra dirigida pelo
Sr.Jfedw Nolaseo Baptisia.
Subir o panno, e perante a aHigie deS. M.
as Sr". D. kinolh,e Alexandrina, caolarao obvm-
no naeional que ser respondido por toda a com-
panhia.
Depois do qual represenlar-se-ha o Vaudivclle,
que lem por titulo
Artlmr
ou
DEPOIS DE DE/ESEISA^OS.
o qual he ornado de diversas arias, e coros canta-
dos por marujos, entre os quaes, um ser cantado
por oilo senhoras, incluive algumas meninas.
Actores que tomaro parles principaes no drama,
as Sr's. D. kinolh, e Jesuina ; e os Srs. S. Rosa,
Rozendo, Lima, .los Alves.
A pedido de rouitas pessoas asduas jovens per-
nambucanas dansarao o
PASSOADOUS.
O espeelaeulo terminar eom a comedia em um
acto o
RECEM NSCIDO
na qual loma garle o
A.(UCU V(}.
CORKEIO GERAL.
As metas que lem de ser conduzids pelo vapor
brasileiro Imperador, viudo dos porlos do uorle
e eom desuno aos do sol, fecham-se hoje (2) do cor-
rente as 2I|2 horas da larde, c fiuda que seja su
recebe-se correspondencia eom o porle duplo al as
Ires horas da tarde do inesmo dia : os joiiiaes de-
ven) estar na reparlicao qualro horas antes.
Cartas seguras, viudas do Norle pelo vapor
Imperadoi, par os senhores ahaixo declarados,
francisco Jos de Paula.
F. Pereira de Barios e Silva.
'oncalo de Almeida Soulo.
Seve Rodrigues Selle.
O ngenle Borja fara' leililo sem limite, qoinla
feira 1 do crreme as II horas, em seo arniazein na
ra do Collegio n. 15, (le urna inlnidade de ohjerlos
de riillerenles qualidades, consisindo em duas p-
timas mobilias de Jacaranda, urna rica secrelaria de
Jacaranda' eom lampo de marmore, on> lindo loillel-
le do mogno, varios pianitos, liquidar.Ao. sofa's.con-
solos, cadeiras, mesas, coinmodas lano de Jacaranda'
como de amarello, eoulras mailas obras, objectos de
ouro e brilhatiles. liem como rozelas, alliuetes, pul-
seiras, hules, relogios para algibeira. dilos de pare-
de americanos, candelabros, lanlernas, ricas quin-
quilliaiias l'rance/as de goslo modernissiino, um ri-
quissimo faqueiro de prala moderno, liquidarlo
oplimos peles,, excellcnle redes bordadas, jaidl-
ueiras de marmore, marmores para consol e mesa,
aparelhos de porcelana para cha, dito para mesa, vi-
dros linos, crislaes e oulros muilos objectos etc. ;
assim como nesse memo da fara' leilao lambem de
urna eicellente mobilia para sala, lodos os mais ir-
tmiijos concernenles a casa, e qualro ptimos escra-
vos inor.isde bonita lignra, e de amhns os sexo, per-
leuceules a urna pessna que se relira para fora da
provincia, os quaes se entregaran porqualquer prero
maior oerecido.
O agente Oliveira far leilao por ordem do
lllm. Sr. cnsul de Frasea nesta cidade, de varias
joias de prata, ouro, diamantes e hrilhautes, per-
lenccnles a liquidarlo da massa do finado L. A.
Ilandoox, -ol ito I'rancez, consislindu em bolOes,
arsolinhas, laas, medalhas. brincos, coraees, ata-
cas, aunis, alfincles de peilo. collares de coral e de
conluihas de ouro, pulceiras, livellas, crucifixo, agu-
Iheta, redomas, inclusive alsumas de prala, fila-
gran, cornelinas e oulrasdillerenles cousas: sexla-
feira 5 do concille, as 10 horas da manha em pon-
i, no seo eirnplorio, ra da Cadeia.
SEXTA FEIRA 5 DO COR-
RENTE.
O ageule Oliveira lara' leilao em diflerentes lotes,
por ordem do Sr. Manoel Luiz da Veiga e oulros
inleressados, da bem conhecida, oplima e grande
casa de sobrado, e terrenos rircumvtsinhos, existen-
tes un logar de Santo Amarinho, estrada em Mola
recta para Olinda e transversal para a fundicAo da
Aurora, cujas confronlaces, divisfles e dimenses
podem os prelendentes examinar as localidades, e
por meio da planta existente no escriptorio do refe-
rido agente, onde lera' lugar o leilao ao mcio-dia.
Sem limite.
O agente Vieira da Silva far leilao por con la e
risco de quem pertcncer de -10 a 50 canaslras do
btalas todas escolhidas o cegadas ltimamente de
Lisboa defronieda porta daalfandega quarta feira
4 do corrento as 11 horas em poni.
Su limite.
O agente \ ieira da Silva far leilao por rontac
risco de quem pertencerde urna porgiojde ceiras de
figos de superior qualidade, vindos ltimamente de
Lisboa, qttaria feira 3 do corrente defronte da por-
ta da alfandega as 11 horas da manha.
Lotera
Do Rio de Ja-
neiro.
\
o Sr. Robarlo de Albuqucrque Mello.
Os bilheles acham-se a venda no escriptorio do
theatro.
Hoje devem cliegar ;is listas li lotera
(i7- da Santa (.mu da Misericordia, pelo
vapor brasileiro uSan-Salvador : o res-
Itintedos bilhctes acham-se a venda na
loja da ra do Crespo n. 1, junio ao ar-
co de Santo Antonio.
Conipanhia de
Bebe pibe.
O escripturario da Commanbia de Be-
beribe Harcolino Jos Pape, anda con-
tinua a agenciar a venda e compra de
aerfies da mesma companliia, mediante a
urna pequea graticacSo : podem diri-
f,ir-seao escriptorio da mesma, rna Nova
n.7, das S.i's ." da tai de.
Hospital Todos
os Santos,
da venera ve 1 Ordem Ter-
cena de San-Francisco.
Para o mesmo hospital precisa-te de
um enfermeiro e urna enfermeira, aquel-
les de nossos rmSos casados sem illios
que pretenderem o lugar, cujo ordenado
lie deGO.sOOO para amlws e mesa, diii-
jam-seao irmaoministro Flix Francjsco
de Souza Nagalhaes, morador no largo
do Carmo n. 1(i, assim como precisa-sede
um servente para o mesmo hospital.
No dia tpiinla-feira \ do crlente,
na sala das audiencias, pelas 10 horas da
manhaa, se deverao achar os Srs. credo-
res da massa fallida de Cruz i\ Ciomes,
para em presenta doExm. Sr. Dr. uiz
docommercio, serem prestadas as contas
t,Tr-2are,:lZ oaScn,8i.Pcsla"ad^"> dos administradores, na turma do art.
lanos cortea decassa para vestidos de excellentos o,;o ,in r.j ,i ___'
padroes p.ra ateta, 800 pecas de bicos de algodo 8''8 d Cd/ d COmm-
O abaixo assijjnado milito agradeci-
do ao sen medico assistente o Sr. Dr.
Joo da Silva Hamos, pelo mclhor trata-
ment possivel, constante cuidado, des-
vello e ptimas maneirascomejue portou-
se durante sua grave e perigotinima en-
fermidade, assim como aos Sis. mdicos,
l)is. Pitanga, Pereira doCarmo, Firmo e
outros, que prestaram-se prompta e de-
dicadamente eom sitas obsequiosas vizitas
e valiosos pareceres ; emlim aos Sis. ci-
rurgioes Miguel Felicio c l'erreira, a to-
dos os seus amigse a diversas outras pes-
soas que o vi/itaram c mandaram saber
do sen estado de saude. Tem o maior
prazer e ufana-se de consagrar-lhes este
publico testcmunho de sua mais acrisola-
da e eterna gratidao, olliTecendo-lhes ao
mesmo tempo sen diminuto prestimo.
Kecile 1- de dezembro de 18."> xantlre Primo Camello Pessoa.
Da-se 1:4009 a premio de 1 por Oiq ao
mez na ra doUucimado n. 15..
I'recisa-se do uma ama para cozinhar e
ngommarpara um hornera solteiro, e tomar con-
ta da casa : na rita do Qneiraado n. 15,
Aluga-se uma casa terrea sila no lugar
Sania-Anna de dentro, cujo lugar he o mais salu-
' bre possivel, c o aluguel he bastante commodo : a
tratar na ra da I.ingneta n. 3.
Precisa-se para o servico interno de uma ca-
sa de pequea familia, de uma criada(forr ou cap-
tiva) que saiha cozinhar, pagare generosamente :
na ru Imperial sobrado aonexo a fabrica do sa-
bio.
Precisa-se de um ou ilous meninos para a-
prenderem a charuteiro, ou mesmo escravos, aos
quaes se olIerecevantagcm,na travessa de S, Pairo
n, 2, segundo andar.
Lava-s e engomma-sc eom perfeico, na ra
do padreFloriano n. M.
Preciss-sedeumaama.para cozinhar cen-
^ommar c fazer o mais Service de urna casa de Do-
men) solteiro, mas que seja de meia idade : na ra 1
das Cruzes n. 20 se dir quem quer.
O abaiio assinnado perdeu o meio bilhele do .
Rio de Janeiro n. Sl'il. que se espra a lisia no pri-
mero vapor, perlenceiile aos Sr.<. Manoel Jos Ber-I nardino de Paiv... Alves & Feliciano e Benlo Jos 5U*U"5 BUriC, CUII1 tt III
brica do abaixo assignado.
Lotera do Rio
de Janeiro.
Acham-se a venda em a loja da praca
da Independencia n. 40, os novos Diabe-
tes da lotera 07 da Santa Casa da Miseri-
cordia, que devia correr a 18 do corren-
te ; as listas esperamos pelo vapor fran-
cez BRASIL ( caso toque neste por-
to). Ao recbennos as mesmas listas, se-
nt immediatamente pagos, deconlormi-
dade eom os nossos annuncios. os respec-
tivos premios, na mesma loja cima.
LOTERA da provincia.
Ultima parte la primeira
e primeira da
teria do Carmo.
Foram vendidas as ne-
segunda lo-
de Medeiroa: rosa-e aos senhores raulelistas que
vendem bilheles do Kio.qae o apprehendam.caio llie
seja a presen lado.
Manoel Jos Bernardino de I'aiva.
?a ra larga do Kosario, esquina do boceo do
Pei\e-Kri(o, no segundo andar do sobrado n. 9,
cozinha-ee para fra eom lodo asseio, perfeico e
rromptiduo e lamben) se engomma : ludo por preco
maii commodo do que em oulra qualqoer parle.
Cear, Mar-
nho c Para.
o
Pernamboco.Brigue porloguez nTarujo !., -J8
|> harrin de vinho, 7 pipas,
11~> barris de vinagre, MU brns]de azeile, 100 caixst
if XI molhos de cebollas, 11\ canaslra de batatas,
II saceos de comnhos e varios gneros e mercado-
ras.
. Brisoe porloguez (Lili tom l barris de vi-
nho, S" de iirdiiihas, 1\ de carnes, 6 barris de vi-
"are, l.'iti caixas {de cer, 0 barris de cbouri^os,
Wi vol. eom bnlilas, 308 molhos de cebollas, 130
vo|. con, figos e varios gneros e mercadoras.
I'ernaisuoro. l..re inglez Kven, em laslro.
A baic irKmpreza dada ahid boj para o Kio
fallando Ihe o vento fundeon na enseada de Paro de
Arcos, seruio no dia l:t as 8 hores da manilla.
Esta' .niiiiin-i.1.1 o vapor D. Pedro Vn para sa-
lar, eom escalla por Pernanbaco e Babia.
Alcance.
Despicho para cporlaclo.
Kio de Janeiro. N0 viajinle, 163 barr eom
RUI almude de vinho, Uw arrobas de fiaos, l vol.
. od azeiloii, -I) sdcc ,it. feijilo e SS barris de
peixe.
No Tjne varios gneros.
Bahia.N -Bell l-'igoeirense. II arrobas de
ligo-, i barricas de cal de pedra.
No Vaco da Gama >> pipu :|| harris eom
.KM) aliiiudos de vuiho_, 1 pipas -l barris eom OO
almudes de vinagre, O pedras de caulsria.
l'ernambuco. No vapor Tyae, til barris de
carnes e (i eiiu develas de cerj.
\ iiliratidao, jli barris eom :ioi) almades de
vinho, 10 barricas de amendoas, :|j rrobas de fi-
gos, e 'O barricas de loucinho.
M.iranliAn. So L"rhann, 100 arrobas de fieos,
l>."> pteas de casias, l.VI arrobs de hlalas e 4 >ul d
cera em pao.
Para'. INo nl.igeiro, 100 moios de sal.
No f'..nilel.i .VI caitas de velas de cera, .VI
arrobas de amendoas.
Ceara'. No nCearense, i> pipas s meias ditas
eom .100 almudes de vinho.
Hio lran !c___No nKeriiice, MM\ moios d* sal.
l'rac.i de Lisboa cm ID.
Arenes do Banco de Porlugal
dem ii a do Porto
Inscripcoes de :| por cenlo
Coupons
Divida deferida
Papel moeda
Nales do Baoen de Cisbon
llendimenio da alfandeg.i granda
veiubru 7:i(9;$77If rs.
Eilrihido do J. do CommerHo de II
I..
.ii9 5019
23fi 2Ue
l 1|l 'il SU
4i 11 Ir-'
23 t', lli
Jl i
1578- 1?75
em i:i de no-
e 13 e 11 .
'di E--=-i._
Segu ate o im da
palhabote nacional
presente semana o
LIM.O PAQUETE,
i KEi'Aiuii.au ua VACCI.NA. Q
Q Oeommissario vaccinador pro- jj
^ vincial, reconhecendo que muitas jj
-;; pessoas dei.vun de comparecer a r;V-
A esta repartilo em conserjuencia S
da lortgitude do lugar, avisa ao -.'.-
f& respeitavel publico que tem re-
^ solvido a vaccinar tambem as
@ tercas feirai de todas as semanas,
$$ na casa de sua residencia, couti- ^
% nuando a reparticiio a funecionar ^
%$ no torreao da alfandega as quin- ^
@ tas e domingos : assim, as pessoas ^
<|ue se quizerem vaccinar as ter- @
^ ras l'eiras, podem diricir-se das 5
sete as nove horas da manhaa, ao ^
^ 1. andar do sobrado da ra Nova jj
t$ esquina da do Sol n. (i().Dr. Joao i
t$ Nepomuceno Dias Fernandes i''
CONSEI.HO ADMINISTRATIVO.
O consellm administrativo precisa comprar o ob-
jectos seguintes :
Para o meio baUlhla do Cear.
Ilolland d forro, covados 800 ; oleado para de-
brum, ditos 10 ; colieies pretos, pare .VX); boles
brancos de osso grandei, groz.s50 ; ditos ditos de
ditos peqoeuos, dilas M); ditos prelos de dito, dilo
140.
Compaohia fiza de cavallaria.
Cableadas de cuino eom arrala de couro cru
til.
Provimrnlo dos armazeos do Arstnal de Guerra,
iiIIcias de 1." e 2. classe.
Costados de amarello, ti ; taboas de assodho de di-
lis, duziat (i ; pitia marlini, rolos i ; Irave de sico-
pira eom 30 palmo! de cumprimento, e 9 pol. de
face, ;); arcos de ferro de > pol. e mein de larg. ar-
robas Itl ; ferros de pininas cun capas da 1 e :t|i de
pol. ingleza de larg. i ; ditos sem capa de I e l(i
de polg. ingleza de laig. ti ; verrumas caibrae, du-
zias 4 ; ditas caitaes, dalias 1 ; ditas npaes, dilas 4
dilas de gu.irnir.iu, dilas 4 ; piegos ripaesda Ierra,
millieiros 10 ; serrles de lixa, ; dilos de mio de
~2<> polg. de coinprinienlo, 12 ; esquadros de ac, 0 ;
cabos de Itnho velho, arroba V) ; oleo de lihaca, (> Patacho porlugiiez Brilhtale, eapilAo An-
idem S ; verde crome, dem II ; rozo Ierra, dem I ; ,0"' l,r" Pereira, sahira' eom loda a hreviJade por
arcos de paa eom os competentes ferros, 2 ; ocre, ,er manir parle da carga prompta ; p.ra c reslo da
rrobas :t ; ierras de mao de 2 polegadas de eom- mes'" Irala-se coin o dilo na praca, on eom o con-
sisiialario DomingosJoso le reir i,uimar.it... na ru
do Queiroado n. 35.
Para o Cear
o hiate NOVO OLINDA, mcslie Custodio
JoteVianna, rinda recebe alguma carga
para completar o sen carregament : a
tratar eom Tasto Irmaos.
i.
de Janeior,
Ate o fim da prsenle Kman pretende seguir pa-
ra o Kio de Janeiro, a velelra liana nacional Sa-
raiva, tem perto de ilous leaos de seu c.irregamen-
lo prompta para o reslo e escravos a Irelc, para
osqunes lem ezcellenles commn.los, lrala-s como
seu consignatario Anlonio l.uiz de Oliveira Ateve-
do, ra da Cruz n. 1.
Aracaty.
Sesoe eom brevidade o hialc Eiallarloi : inda
recebe caiga e passageiros : a tratar rara CaelnBO
t.\riaro da C. M., na roa da Cadeia ilo Kerife, nu-
mero 2.
PARA O AKACATY.
Sabe iiii|.reterneln,enle no da .' du correnlp, o
hiale .i IIiimiIii-ii,. anda recebe car?a : Irata-se eom
Marlitts v\ Irmaos, ra da -Madre de lieosu. 2.
capitito.lose Pinto Nunes, cem alguma car-
ga que tiver, quem quizer carregar trate
eom Antonio de Almeida Gomes,na ra
do Trapiche-Novo n. I (i, segundo andar.
AO RIO DE
Janeiro
segu eom brevidade o brigue
nacional MARA LUZIA, capi-
tao Joao da Silva Moraei : tem
grande parte do sen carregamento prorap-
to, e para o restante trata-te eom o con-
signatario Antonio de Almeida Gomes,
na ra do Trapichen. I (i, segundo an-
dar.
CEAKA' E PARA'.
O patacho Auna recebe caiga por frele commo-
do, nan demorar-se-ha no porln in'ai que o tempo
preciso para alastrar : os prelendentes rnlender-se-
ho eom o consignatario J. B. da Folicea Jnior,
na ra do Vigario n. 23.
Sahe al o dia li do rorrele para o Acaracti
o palacho nacional nEmtilacAo, locando no Ceara',
apparecendo frele que rca* conla : a tratar no es-
criptorio de Manoel t.nnralves da Silva ou eom o
capiao Anlnuin Comes Pereira, na pra;j.
Para Lisboa sahira' eom a maior brevidade
possivel a barca porltiguc/.a llortencia, capitao
JoSo Silverio Komano ; para cara e pasiageiros,
para os quaes lem ezcclltnles coinmodas, Irala-se a
bordo eom o mesmo capililo ou eom M.noel do Nas-
cimenlo Pereira.
Para Lisboa segu eom loda a brevidade o bri-
gue portugoez [uKelampaeo de primeira marcha,
por lera maior parte da car; prompta: para o res-
lo da carga e passaaeiros, para o que lem assciados
commodos, Irata-se eom os consignatarios Tiloma?
de Aqaino Fonseci & l'ilho, na ru do Vigario n.
I'.' | iimi'irn andar.
Para o Porlo seaue viagem em poucos dias a
barca porlocueza Flor da Matan, capilo Jo.cde
Azevedo Canario : quem Bella quizer rarreeai ou ir
de passagem, para o que lem encllenles cominodns,
diiija-se 10 mesmo capillo, ou a sen consignatario
Mauoel Joaquim llamos e Silva.
Para Lisboa
do differentes larguras, c cenia e lanos gigos eom
batatas de Lisboa desembarcados ltimamente, o 1
porcao de mobilia nova e usada, obras de ouro e
prala, relogios do algibeira e de cima de mesa, co-
Iheres de sopa, ede cha de prala, pedras de marmo-
re para consolos.e para mesas redondas, brancas e
de cor, candelabros, casli(aes ele. e outros objectos
que seria impossivel nomea-los, quarta feira 3 do
corrento em scu armazcm na ra da Cadeia do
Recite n, 55 as 11 horas da manhaa,
O agente Borja fara' lellrto quarla-feira 10 do
corrente as 10 horas da mantilla, de diversos predios
pcrlenceules ao Sr. Josc Das da Silva, a saber:
orna casa terrea de n. 2, sila na travessa do Lima na
rita Imperial eom duas salas, dnus quarlose cozinha
fura, seis ditas de ns. 4, ti, 8, 10, 12 e 14 na mesma
ra, rom duas salas, aia qnarlo e cozinha fura ;
duas dilas na roa Imperial n. 7(i A e 76 B, eom duas
sala, iros qnarlos e cozinha fura ; qualro armazens
emcaiso, na mesma ra, um terreno amada
Praia de Santa Hila e um dilo na Passagem da Mag-
dalena eom 12 1;2 palmos de frente, aa lado da ca-
sa do Sr. Jos Joaqoim llias Femantes, os quaes
serito entregues sm limite, visto serem vendidos
por accordo do proprietarin eom o ex curador fiscal,
paracumpriineulo da concordata que lite fra ulli-
mamenle ootorgada : os senhores preter lente- que
quizerem llgaai esclarecimentns a tal respeilo, di-
rijam-se ao armazcm do agente annuncianle, silo ua
ra do Collegio n. 15, onde lera lugar dilo leilao.
<> IHm. Sr. William l.illey, leudo de relirar-se
para os Estados luidos, fara leilSo, por inlervencoo
jln agente Oliveira, de lodi a mbbilia da casa de sua
residencia, cnnsislindo em um soJierbo piano, ca-
deiras das melhorcs qualidades, lafllo de sala usnaes
como de balando, para dita de janlar e slelas, me-
sas redondas, lofsexplendidos, goarda-roupa, guar-
da-vestidos, eipelhos grandes, dilos pequeos, luu-
cadores, commodas, lavalorios, mesa elstica para
jsnlar, banquiuhns diversos, aparadores, gnaida-
livros, ricos tapetes, lustres, lampees, laulernas,
magnifiro relogio de parede, loocas de porcellaua
para janlar e ilmoco, crislaes, facas e garfa, Irern
de cozinha, 2 logues de plenle, hanheiros, 1 cabrio-
let eom airein. e o competente cavallo, assim como
de varios oulros artigo* miudm : terra-fcira, 9 do
corrente, as 10 horas da manilla, siti do Sr. Joao
.M.i'Mus de Barros, eom frente para a eslrada uova
do IWabguinho, contiguo ao do Or. Accioli Litis.
IGiS t:000s 2 mcios.
1058
1666
178
r>06+
52
887
1156
366*
38(i8
oja
^i>0l> tot>tt$0*.
prituento ti.
Ollicinas de 3.a classe.
I ai mli.i inglez del 1)2 polg. ate."i|N comlseus
compeliles apparelhos, 1 ; safras grandes, 3 ; fer-
ros suecos quadrados sorlidos de o[i a j|8 qq, lo.
5.'' classe.
Sola branca garroteada, n,eios 300.
I'orueciinenios de ln/e- a- e-tanies mililares.
I'ios de';algodao, libras :).
Presidio de Fernando.
Farinha de mandioca, alqueires (500 ; alelria, cai-
za I ; vinho linio, caadas, da medida nova itl ;
agurdente branca, dilas da dita. 20 ,- araruta, arro-
ba I ; tapioca do MaranhAo, arrobas 2 ; papel al-
majo, resmas 0 ; dito'pautado, dilos i ; linla de es-
crever, garrafas 10 ; madapolao, peras li ; baran-
des de cera, 12 ; pedra tfara 1 ; galh'elas eom pra-
los de vidro, 1 ; sal refinado, selamim 1 ; folhinlia
latina de IH.77, 1 ; dilas de algibeira de dilo, 2 ; ca-
ivetes linos, 2 ; batl encarnada, cov. 12 prensa
de ferro para lazer farinha eom 2 furos de so-
bresaliente, I ; presos caihraes, milhciros li ditos
caies, dilos ti ; ditos ripaes do Iteino, dilos (> ; car-
Mo de pedia, lindadas 2 ; caibros, 200; arcos de
ferro para pipas, arrobas A ; bren, barril |2 ; vas-
suuras de pjafuba, 20 ; Mllgllbaa, 20 ; esleirs para
as mesmas, 20 ; pls de ferro, 12 ; cabos de liuho
para driea, pera 1 ; sicupira para dous carros.
Botica.
Acido nilrieo, libras 2 ; aquilao gommado, dem
i ; camphoia, idem S ; calomelauos, ouras i ; crio-
ol, onijas 2 ipecacutihi prela. lib. I ;"niz dle l-
lei, arroba I ; resma de angico, libras 8 ; popa de
tamarindo, idem Iti ; salsa parnlha, dem 32 ; espi-
rite de salamooiaco. libras 2 ; r\ arelo de polas-
sium, dem f|2; oleo de lima, idem l|2 ; Iriaga
magna, bus 21 ; fundas duplas, lo dilas do lado
direilo 2.> ; dilas de dilo esquerdo, 15 cicala em
rama, libran i ; fspirilo do lerebenliua, idem ;

'itteiiclo.
Os accinnistai da companhia Vigilante dos rebo-
ques ao convidado! para a reunio no dia qninla-
feira 1 do corrente impreterivelmcnle, para dclibe-
rarem sobre negocios importantes da mesma compa-
nhia, no.escriplorio de llenry Fni.ier ,\ C.
Recreio divino.
Nafreguezia de S. ./os,
ra i< Forte n 5.
t;oniiiiuiin os hanhos d'agoi doce, eom o oplimo
choque, e muila decencia proprios par familia ;
agua de caj e oulros refrescos, tem o expeliente ca-
pilo de abicachis, e cale, e para diverlimeolo d
bella rapazeada ha o jognda bolla, das ."> horas da
n: inli.i i as 10 d nnile.
A ibaito assignada casada rom Luiz Francisco
da Cos, sonbe que o dilo *i.hor linha vendido
orna monda de casa que lem em Olinda ua ra do
C xo e que foi vendida sem a sua assignalura, e
por issofazverno publico que licara' a "dila ven la
milla.Francisca Tertuliana da Costa do Espirito
Santo.
CM VOTO DE GRATID.IO.
Desengaado dos soccotos mdicos, volido ao
desprezo dos homens, e enlregaa unicamenlc a von-
lade de Dos, meachava eu carpiudo o mal da mor-
pha ciim lodos os seus horrores Porm urna mao
bem fazeja. um coracao caridoso e ntmiamenle a!Ta-
vel veio em meu sorcorro, e como que mandado pe-
lo Allissimo, salvoo-me dessa triste e penivel silua-
JS, rurando-me radicalmente. Esse homem que
chamarei um anjo, he o Sr. Manoel Borges de Men-
iloni;a, a quem devo, abaixo de Dos, o meu resla-
belecimenlo ; e como uto lite possa pagar por oulra
forma, alienta a minha falla de meio, rerorro a"
prelo, para por meio desie aniuincio manifeslar-lhe
a minha gralido, e recommenda-l.i a lodos quanlos
solTreremo mesmo mal. Itccife 21 de novembro de
1856,Manuel de Barros Falcan de l.acerda.
Precisa-se de um eonlra-meslre de alfaiale pi-
ra enriar obras, e igualmentecoslurciras para calcas,
collelc e palitos : na ra da Cadeia do Kecife" n!
10, primeiro andar.
Precisa-se alugar um prelo nu prela para o
servic.0 de urna casa de pouca familia : a pessoa que
liver, diria-sea rita Augusta, casa n. ili.
tralo e reeonhecida pelns obsequios que hei
recebidodo Sr. Joaquim Mnntciroda Cruz, e de sua
l-.Miia. cousorle, por espado de dnus mezes, que em
sua casa lenlin estado hospedado, nao pisso deiiar
de, relirando-me para minha provincia, dar-ihes es-
le lesleiiiunho publico de meo cierno recoiibccimcn-
le. Nao lendo nuil que cITerlar-lhes que om cora-
cao sincero e ralo, anhelo emprc ler occasiao de
Ib nalentear inen reconlierimenlo. Sei que Ibes
oliendo a modeslii, mas de-culpem-me, he a eipres-
sAo da verdad, nao a pnsso sofTocar. Ke-ife I. de
dezembro de 1856.Padre Anlonio de Mello Albo-
querque.
Litliog-rapiia.
A nllirina lilhographica que exislia no caes de
Apollo,casa de viuva Lauerro, aclu-se lrau>fe*da
na rna da Cruz u. 2">. aonde seu dono esla promplo
para execnlar lodos o Irabalhos concernetilo a sua
arle, como laclara', contas. ledras de cambio e da
ierra, ronlicninenlus, recislros, bilheles de visilas,
etiquelas, e qualquer impressilo dourada, pralcada e
de cor.
Precisa-se de um caixeiro
da ra larga do Kosario n. 2V.
Aluga-se urna rasa grande para passar-sc a fes-
la, na freguezia da Varzea junio a povoacilo : quem
lhe convier dirtja-se ao segundo andar do"sobrado n,
2, na ra de Dorias, que bola o oililo para o palear
do Carmo, qoe ah se dir' quem luga.
No dia 18 de novembro de IK-jli, do engenhn
Barra de Canavieira, comarca de Nazarclh, provin-
cia de Pernamboco, fugio um meu escravo por no-
me Franrsco, eom os signaes seguinles: mualo cla-
ro, boa altura, grosto, fallas brandas, humilde, ladi-
no, cabello ellORado ao :asco. barbadu, ja pinla as
barbas, lera 10 anuos de idade, lem uma costara em
cima do olho s ibre a lesla, parere-me qoe da parle
direila, prove.iienle de um cooce do cavallo que le-
vou, costuini andar cain a cabera amarrada eom
leiu;os para nao se v a marca, ha mezes que cra-
von om espinho de cardero sobre o joelho do que
manca, trahalha mais on menos de carapina, e tam-
bem de meslre de assucar, be aladroado e gosla de
lagar, levou contigo nm mea quarlo alasilo, frente
baria, calcado, capado, eslradeja puxando uma per-
na, lera de Kail anuos de idade : quem o prender
e me entregar sera bem pago de leu iraliallio.no meu
engenhn, ou cm casa de Jos Baplisla Kibeiro de
Faria, ru da Cadeia n. 0.
t Antonio Manoel liaiito.
Malhias Cesario'de Mendonca, meslre da mu-
sica do secando balalhio de infamara do esercilo,
declara para perfeilo esclirecimenlo de duvidas, nao
haver recebido le pes'oa alsuma gralifiea^ao para a
msica, por ter assslido ao Te-Dcum que solemni-
sau-se na malriz da Boa-Villa em aejao de araras
pela eleira.
Ha para alugar-se uma loja, mas su se alosa
a homem solleiro : porlanlo se algum houver eom
necessidade de dita casa, dirija-se a loja do dono
desla lypographia, qoe Iba dir' quem a alugsj. O
preco he 8)000 por mez.
O Sr. Jos Antonio da Silva Miia venha pxar
aa abaixo aisigna.ln a quanlia de fiSjIlOO, pois j "foi
chamado por eile Diario por lellras uiiciaes, e como
o abaixo assignado he om pobre caixeiro e precisa
aaila quanlia, e nao leoha dioheiro para gastar eom
Justina, por isso recorre ao jornal para receber dila
quanlia. O Sr. Mala he caixeiro do Sr. Alem, no
Forte do MallosJos Ferelra da Silva.
Quem precisar de urna ama para casa de pou-
ca familia, sendo para o servico interno: procure
na roa dos Pires u. 18.
PROVINCIA,
O Sr. thesoureiro da-
loteras manila fazer pu-
blico, que estilo expostos
a venda, na thesouraria
das loteras, na ra da
Aurora n. '16, primeiro
andar, os bilhetes, meios
e quartos, da segunda par-
te cl;i segunda lotera a be-
neficio d> convento de N.
Se nitor* do Carino, cujas
rodas andam no dia 11 de
dezembro. O mesmo Sr.
thesoureiro manda decla-
rar (ue existe uma comple-
ta numeraco de bilhetes,
donde se pode melhor es-
colher a serte, c espera a
concurrencia dos Sis. jo-
gdores, pura animaren
as loteras da provincia,
visto qoe as ultimas teem
sido sempre extrahidastt-
cando grande poreft > de
bilhetes por vender.
Thesouraria das loteras
29 de novembro de 1856.
Jos Januario Alves da
Maia, escrivfto das lote-
ras.
Roga-se aos c redores do Tallecido
Manoel Joaquim Goncalves e Silva, <|iic
vcnli.im feceber o rateio que lites loea ;
quarta-feira ."> de de/.embto, na roa da
Madre de Dos n. 50, loja de Jos Anto-
nio da Cunta limo.
Precisa-se de uma ama forra ou capliva, para
lodo o servico de uma familia de duas pessoas, nao
le din ida pagar minio bem sendo asseiad e dili-
genle : na ra da Cruz. n. l!l, armazcm de fa/.endar.
Lotera da pro-
vincia.
eST
..'.J.
-;$ O Dr. Kibeiro participa ao pu- 0
ip l)'eo(|iie ebegou do Ceara*, e con-
*] tinua a residir na mesma casa, rna ",'
Ada Cruz n. 15, segundo andar. g
O abaixo assignado propoc-se a entinar lalim,
podendu ir a casa de quem ido quizer, em lloras de-
terminadas : a fallar-llm na ra da Praia, Icrrciro
andtr n. 43, das (i as '.I da maulla,
larde.Jeronymo Cesar Marinbo lalcao.
PrariM.N de 3 aanwidorct, paga-se bem : na
ru do llangel n. 1:1, deposito na quina do becco do
Irem.
Aloga-se o soiao do sobrado de um andar, silu
na IraTCoa da Concordia n. 'i quera a pretender
dirija-ie ao mesmo, que achara' eom quem tratar.
?Jt (I acadmico Joaquim Barhoza l.ima, len-
ft le particular de inglez e francez, avisa aos K
; Srs. esludaiitcs de preparatorios, que sn.i 9
i-J aula esli abcrla na rna da llloria n. 41, e ^J
dg que depois do dia ."> nao admit a malricn- '.n
'i la, quem quer qoe prcletWa ao eiarae das W
'. reendas maleriis.
'.m,s*>,i.
aWWWffSf|- OT@*}
O abiiio assignado leudo justo e ronlratado a
casa on deposito da ra Direila n. i7, eom o Sr.
Francisco Joaquim Teiieira, a se alguma pessoa se
julgar eom direilo a dilo deposito quiira declarar por
e-te Diario, para evitar abusos, isso no prazo de .'i
dla,i> Manoel do Ssntos Leal.
I.cmbra-se a pessoa que lem occullo em sua
casa a escrava Genoveva, baja quanlo anles de a
mandar entregar a seu senhor, na ra do Apollo n.
I A, cerlo de qoe nao o fazendu proerder-se-ha eom
todo o rigor que as lei para isso facullam.
yuem precisar de um selim em bom eslado,
eom todos os mais pertenec, dirija-se a ru do Li-
vramento n. 1, segundo andar.
Precisa-se de um caixeiro de 1:2 a I i annos re
idade, cun alguma pralica de taberna : a tratar na
travesa do Singado n. 1.
<> abaixo assignado solicita cansas nos Iribo-
naes desla cidide, para o que llerece seo presluno
e pole ser procurado das Slinrai da maiilija as da
larde: na la estreila do Kosario n. H, primeiro
andar.
II. Eduardo Kego Mouleiro.
DAGUERREQTYPO.
SVSTEMA NORTE-AMBRICANO,
Aterro da Boa^Vista n. i, terceiro andar.
t) artista proprietarin deste eslabclecimnlo, leudo
ebegado boiilem no vapor Iguarasso'", desde boje
I de dezembro, pe de novo a sua calera e olli-
cma a dilposir;ao do publico, os melltores processos
descoberlos e pralicados pelos uorle-americanos s,nu
empregadns pelo artsla, o que asseaura a pessoa que
se retraa mu pouco incnmrnodn, e um rctralo per-
feilo e ioallersvel. Ni mesma casa existe o mais
cmplelo e variado sorlimenlo de caixas. quadros
passe-par-tous e joias de ooro para i cullocaiSo dos
MUTTE/W
relralo.
AO PUBLICO.
Conslando ao abaixo assignado que os policiaes
Ha \ icloria consideram como hypoiliecarlos os seus
bens, para pagamento de injurias i que lastima .')
e cusas de urna infinidade de processos, que vio
sersubmeitidos a aquella laLuraiorio ; declara pelo
PRESENTE qae lem contratado vender iodos
os seus bens. Aquellas pessoas, por lano, que
i se julgarcm habilitadas para opponm embargos
e das Hasda venda dos obrediios bens, nao peream lempo ;
apparceam eom loda a brevidade, para leyali-
sar o sen direilo !
Recife :0 de novembro du 18o>.
Padre Joao llerriilano do llego.
Ila-ie diuheiro a premio sobre peonares de
onni e prala: quem precisar lirja.se a ra da Ca-
cioiba n. J, que se dir' quem da'.
O abao assignado venden as tfiguin-
tes sortes:
I bilbete n. 54632:000.s000.
I meio 524 200|000.
1 bilbete olSI ~i()>;0UU.
I meio .i lTili ."iO.sOOO.
1 dilo ., 2659 54)8000.
O mesmo tem expelo a vendaos seus
minio feli/.es bilhetes e meios, da segun-
da parte da segunda lotera do conven-
io do Carmo, os quaes se vendem pelos
piceos abai\o declarados.
Millietes 7.V000 recebe 6:0001000
Meios ."i.s'.'iOO 3:000|000
Por Salustiano de Aquino Ferreira
Jos(;Forlunato dos Santos Porto.
Aluga-se o quarto andar do sobrado
da ra do Trapiche-Novo n. -12, para
lioinem solleiro: a tratar no primeiro
andar to mesmo.
Precisa-se comprar ou alugar um
cozmheiro, para nina casa ettrsngeira
de pouca familia : a tratar na i ua da
Cadeia do Recite n. 21.
Alada est por se alugar orna das duas caas
annonciail! nos Kemedios, propria para se passar o
verso : a Iralar no caes do Hamos, sobrado de dous
indares, no primeiro andar. Na me si-se por aluguel ou compra de uma canoa de carga
de mil a mil e quindenios lijlos de alvenaria, que
estoja em perfeilo estado.
O abaixo assicnado lendo mandado um porta-
dor a cavallo ao escnplorio dos Srs. I.emos Jnior &
l.eal Kris, dallando o parlador na porta da ra o
civallo, quando deseen nilo o encontrn mais: quem
delle livor noticia, o qual lem os sigu.c- seguintes,
ruco, pedrea, bem gordo, nao muilo grande, dinas
pretas, anca de porro, dirija-se a casa do Sr. Fran-
cisco Sergio de .Mallos, na roa da Aurora, recompensado.
Manoel Goncalves Pereira Lima.
No cscriploru de Domingos Alves Malinos,
na uma caria de importancia para o Sr. Antonio
Lopes Braga, por isso o mesmo lenlinr a quetra pro-
curar pessoalmcnte pira lhe ser entregue.
Precisa-se de uma pessoa para cozinhar e n
commar cm ras de ponca familia, do lencnlecoro-
nel > Helia Na mesma casa se dir' qoem vende j
mergollios de parreira moscatel a 300 rs. cada um.
AOs Srs, estiKlMiidf.s de
prep tratnos.
0 baebarel formado A. R. de Torres Bandcira
professorde lingua franceza no Gymnacio Provin-
cial de Pernamburo, tem aberio um curso de riie-
tortca e poelica, assim como de lingoa franceza, e
da geographia, e breve dar comeo a um curso de
philosopbia, c tambem ao de lingua ngleza r os
Srs. esiudanies que se quizerem matricular cm
qualquer desies cursos podem procnra-lo desde j,
em a casa de sita residencia, na rtta .Nova, sobrado
n 2, segundo andar.
Precisa-se de um caixeiro que abonesua ca-
paridade, e tenha pralica, para padaria no paleo
da Sania Cruz n. ;>."> junio ao sobrado,
Na roa da Cadeia dp Santo Anlonio n. II, das
i; horas da larde em dianlp, ha srmpre sorveles de
diflerentes qualidades de fruelas.
Na rna da Cadeia de Sanio Anlonio n. li. ba
os verdadeiros rluruloi Irovadores, e oulias diversas
qualidades.
900.S- 2 ditos.
200.S' 2 ditos.
lOOtf 2 ditos.
KHI.s- 2 ditos.
50$ 2 ditos.
50.? 2 ditos.
50$' 2 ditos.
505 2 ditos.
50$ 2 ditos.
Apenas sabir a lista ge-
ral, os pos.su i (I o i es de di-
tos nmeros poderao vir
receber o competente pre-
mio, no escriptorio da ra
daj Cadeia n. 50, ou na
praca da Independencia,
loja u. 40.
P. J.Layme.
Antonio de Padua Pereira Pacheco lem um
embrnlbo vindo do Ro de Janeiro no armazem de
Joic Antonio de Araujo.
Oj credoresda massa fallida de Antonio Au-
gusto de Carvalho Marinho, cojos (lilos foram apre-
seutados o verificados pelos administradora, qoei-
ram vr receber o que lhe tocoo em ratio, na roa
de Hurlas ii. ii, no escriptorio do Dr. Egydio Hen-
riquesda Silva.
RODBO.
Tendo vindo uma pessoa de volta da cidade 0-
linda, em um carro na noile de 20 do corrente, e
lendo-se dirigido aos Bairro Baixos casa do
Sr. Antonio Raymundode Miranda a quera dese-
java fallar, isto por volta de ama hora da noile
pouco mais ou menos aconteceu que apeiando-sedo
carro para dirigir-se a casa do dilo Sr. se ebega-
ra a elle um vulto que nao conbeceu por causa da
cscaridade da noite, e lhe furiou ura relogio, e cr-
reme licitando unicarounle pegado na casa do pa-
ul o ganxo da crreme, o relogio tem os signaes
seguintes : he de ouro, saboneta francez, lem o
vidro quebrado, a numeraco dos segundos est ja
gasta, o ponteiro das horas quando chega na pas-
sagem das seis as sete pega no dos segundos por
estarem froxas, a crreme he bastante groca o tetn
por sinetes os seguinles enfeites : um general de
prala sentado em uma carotina encarnada, uma ca-
bec.a de cavallo em cima de oulra carotina azul, o
esverdeada e mais uro barrete de ouro, ura sellim
nm par do estribos, e loros, um chicle em lerra-
gera de cavallo ludo de ouro : roga-se a qualquer
Sr. relojoeiro ou autoridade policial que dos ditos
objectos souberem noticia de os aprehender elevar
a casa de Anlonio Francisco Marlins, na ra
da Cruz n. 62 que se gratificar eom generosi-
dade.
O abaixo assignado previne, a quem possa
imcressar, que o casal do tinado Ignacio Paulino
da Cunha do engenho Dous Bracos, lhe he devedor
de mais de cuc^o pelo juico commercial da 3- vara do Recife,
a <|ue esio sujeiios todos os seus bens por titulo de
hypotera registrado no carlorio do escrivao Coimhra
de Rio Formoso : e para evitar equivoco, ou ig-
norancia se faz o prsenle.Christovao Xavier
Lopes.
Precisa-se por aluguel de doas pretas escrava
para fazerein o servico de uma casa de pouca fami-
lia, sahindo a ra par fazer as compras : quem as
liver dirija-se ao sobrado n. H da roa ds S. Francis-
co como quem vai para a ra Baila, para tratar do
ajuste.
A fama do bom
caf.
Xa ra larga do Rosario n. 4o\ primei-
ro andar, ha bons petiscos de divenas
qualidades para fazer lanche, das 10 ho-
ras do dia as 10 da noite, e tambem das
mesmas 10 do dia a's oda tarde, ha sor-
vete a 200 rs., e das 5 em diante o bom
cali' eom leite, simples, cha' e chocolate :
na mesma eneitam-se bandejas ri<|uissi-
mascom asseio e promptidiio, por menos
do (jueem oulra qualquer parte, assim
como iz-sc diversos pralinlios proprios
p?ra presentes.
Atteiico
A fama do bom cafe, na ra larga do
RosarioD. iG, primeiro andar, avisa aos
seus ireguez.es, que acabou de recebar
um completo sortmeato de figuras as
mais liadas que he possivel. de gomma,
propriaspara bandejas e para brindar-se
as jovens, como sejam, reis, prese|>es,
prnccz.as, rainhas e cupidos, a t, 2.S c
300 rs., e cahinhns muito ricas para dar-
se de festa, e outras muitas cousas
avista dos compradores escolherao
gosto.
Pcrmata-se por uma escrava que saiba cozi-
nhar o diario de uma casa e cngomtuar,anda vol-
tando-se o que for de razao, um ecravo de afio
angico de meia idade bastante forle c sadio, apto
para semejos grosseiros, garantindo-se o aluguel de
105000 mensaes'pelos sei vicos do mesmo : a ira-
lar na ra de Apollo armazem n. 13.
AFAMA
Triimiplia.
Na confeilaria de Pinlo & Irmflo, ra da Cruz n.
21, receheram ltimamente de Franca um lindo or-
timenlo de ligurai de ramos para noivis, a oolro>
objerlosde gomma, o mais delicado que be possivel,
para as scrihorai que cnfeilam |bndejas, dilas para
pr"iepes, urna porc.lo de amendoas confeiladas. e
caivinhas para se enchereni, o mais rico que se po-
de achar para se brindar ; os mesmos aprompUm
qualquer encommendas de bolinhos e doces par
bailes c casamento!, enm promplidUo e aiseio, para
qualquer parle que os compradores quizerem, por
prec.is commodos.
Na eocheir n. 33 da ra das Flores, qnc foi
do finado Jos Maria Bories, conlinua-se a receber
carros e cavallos para cuardar e Iralar, c do 1.- de
dezembro em diente havera'sempre carros de alu-
aiiel o em ludo promelle-se servir bem contento
los fregoezes.
Minie'oe Sooza Silva Serodio, morador no
Kiachao de I anellas, leudo negociado nesla pr.ra
coin varioslenhores. a quem sopp nada dever d'e
romas vencidas, convida a lodos aqnelles que se jul-
girun seus credore. de Ihes apresentar soas conla
deulro do prazo de Ires das, em rasa do Sr. .los
Carreiro da Silva, as Cinco Ponas, lic.ndo depoi,
desli dala desouerido para o fulorodn qualquer de-
bilo vencido ale esla dad.
Recita 39 da novembro d IRVi.
Manoel de Sooza Silva Sirodiu,
que
a sen




\mn M PttKifeLWi filQft Fi&A 2 DE DtZEMIII II IStb
DEPOSITO DE L1YR0S E BOTICAS HOMEOPTICAS*
un
>rm*&-wjr
1)0
IMI
O Dr. I. A. Lobo Moscoso, teno de fazer uuia viagem deixa a sua botica soba
ifirec^So de pessoa habilitada e de inleira probidade, e un deposito na lo ja de livros do Sr.
Manoel Nogueira deSouzi na ra do Crespo, sobrado novo do Sr. Magalliaes Bastos
precos FIXOS.
Botica de 12 tubos grandes. 10/000
Dita de 24 > ... 155000
Dita de 36 ... 205000
Dita de 48 ... 259000
Dita de 60 i) ... 305000
Manual de medicina homeopathica do Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina
Medicina domestica doDr. Henry.
Tralamento do cholera roorbus .
Kepertorio do Dr. Mello Moraes. .
20^000
101000
2000
61000
flfitt-fr
I
i
J PEORAS PRECIOSAS-
* Adarecni de brilhanto, t:
a; diamantes e peroles, pul-
i cairas, alisales, brincos '.*'
* rtelas, holoei e anneis *.
de difTereolei gostos e de
diversas pedral de valor.
' Compraro, vendem ou *
a trocan prata, ooro, bri- j*.
* Ihantes.diamanteseparo- m
3 las, e oalras quaesquer *
J jaiai de valor, a dioheiro
*.' Mi por obras. 2
I0REIRA A DDARTE.
L0J.4 DI 0I1HIVU
Ra do Cabuga' n. 7.
Receberu por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras do inais
moderno g-osto, tan-
to de Franca como

{* OURO E PRATA-
*
? Adereros completos de
^i ouro,meiosdilos, pulcei-
5 ras, hllinetes, brincos e
' rzalas, cordes, trance- ^
e* luis, medalhas,correutes :*
e enfeites para relogio, c *
(g outrosmuitosobjecloide J
,i onro. #;
<*j Apparelhos completos, $
ja de prala, para cha, ban-
i dejas, salvas, easlicaes, *
* colheresdesopaedech, *
iS e iiniiliis oulrui objectos 9
jjj de prala.
Deposito de pia-
nos fortes
DAS MELHORES FABRICAS:
em casa de Timm Momscn i Vinnassa,
prara do Corpo Santo 11. 15.
Nesta typograpbia precisa-se fallar
ao Sr. liento A. K. Tupiuamba', fiuenio-
rou ou teve loja 110 pateo do Carino.
Vendeni-se Ires terrenos foreiros ero Sanio A-
inaro, todos cun seteceulos palmos de frente para
estrada MVa de Luiz do Kego, e com fundos para o
ueste at (O palmos, confrontando pelo norte com o
sitio do Sr. Mauoel Pereira l.emos, junio do actual
hospital niiile/, e pelo sul com o sitio do Sr. Jofio
do. Sanios l'urlo : quem as pretender dinjn-se a
Vicente Alves de Souza Carvalhu, ra do Trapiche
11. i i, primeiro sudar.
Vende-se ama negra crioula, cozioheira e do
servico de campo : na ra Direila n. 92.
vende-si?
urna liiili,i de 78 palmus de comprimento e 12 pole-
gadas ein quailro de grossur, de qualidade supe-
rior : no trapiche da Companhia, no Recite.
de Lisboa, asquaes se vendem por
pre$o commodo como cos unan.
COVAMIIA DE SEGUROS MARTI-
MOS E TERRESTRES.
ESTABELECIDA .NO RIO DE JANEIRO.
CAPITAL 16,000:000$000.
A rooapaahia lem saa agencia no eseriptorio de
m Atkorim 4 Kilho, roa da Cruz o. 15, onde '
aieiU loda a> propostas de segaros de riscos e for- '
lasa da mar.
Sobre cseo, qaillia e pertences de navios de
jaalejaer telarn na navegado de longo curso, de
rabotasen, oa lluvial, oa na pesca, em viagem ou
preste a viajar, ero carga ou descarga, amarrados ou
aacarado, em concert ou no eslaleiro, qoer por
iciapo cario, quer por viagem simples, ou a premio
licad*.
Saaare aarcadorias desde o momento de sea ero-
batqao al a de saa descarga e deposito.
sabr os lacros esperados de mercadorias encaroi-
atudas para qaalqaer mercado.
Sabr o casca e qaillia de embarcarnos miadas
emprendas em descarga a Irafieo dos porto-.
*abra capital a premios de dinheiro a risco.
Sobre o premio dos seguros e premio dos premios.
x*re acfes de tereeiro por damoos causados por
abalraamenlos fortuitos.
Sabr aa frates.
A campanilla recebe lambem proposlas de segaro
de risco de laeendioe damoos causados para prev- 1
-le oa eilingui-lo de raio ou fogo celeste, e luuo-
daroes.
SOBRE OS SEtiL'INTES OBJECTOS.
Radios urbanos ou ruraes, igrejase quaesquer es-
lalielecimentos. com eiclosao de depsitos, fabricas e
laboratorios da plvora, e materias incendiarias ou
intUmmaveis. thealroi e casas de espectculo.
Mercadorias em qualquer parte que estojara, mo-
atia a alanrilios de fabricas de qnaeisquer eslahele-!
amentos ledustiiaes. qoer sejam feil.is por seus pro-
priatarios. quer pelos uso- ir ocio arios, locatarios, su-
Mocatanos oa credores hypolhecarioil
Fioalmenle aceita proposlas sobre r-seguro, quer
das seguradores, qoer (ios segurados, nos casos em
qaa a estes pode competir o re-segari.
A companhia garanle a prompta intlemnisacio da
importancia de quaesquer sinislroa, c .1 modicidade !
d.w premios: igualmente urn abatm nlo as pessoas !
que na roda do anuo hzerom urna av liada -omina
ate segures.
SEGURO CONTRA F00.
Companhia Alliance. I
Eslabetscida era Londres, em mar;! da lr>2'i.
Capital cinco milhes de libras esUerlinas.
Saunders Brother & C, lem a hdnra da in-
formar aos Srs. negociantes, proprietaikos de casas,
e a quem mais eonvier que estao plenamente au-
.orisados pela dita companhia para effdeluar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra.Tcoborlos de
llha e igualmente sobre os objectos que conlivercm
ce aasmos edificios quer consista em [mobilia ou
em faadas de qualquer qualidade.
: j. jane, dentista; :
o% continua a residir na rua.Nova n. 19, primei- fk
Sro andar. _.
SEGURIOAOL
Companhia de seguras mu* I
riimos, estabetecidu no
Rio de Janeiro,
Capital mil coritos de reis.
ntierr.ee ae commoreio vaolagens qaa nenhuma '
lutra companhia tem feilo al agora. Aceilam-se
proposlas de segara ao eseriptorio de Isaac, Curio 4 '
Companhia, agentes da companhia, rui da Cruz
o. 49.
Ensina-so a pilolagem ibeorica, pratica, e
curso malheiuatico, e frincez, con tas para o com-
mercio; a tratar na ra doNogueira n. 7.
Fabrica de fiare
tecer algodao.
Aluga-sealoja da casa da ra da Aurora n. .>*:
nde foi oflicina do fallecido marcineiro Henrique s
quem pretender dirija-se ao Sr. J0.I0 l'inlo de Lento,
Jnior, no seo eseriptorio, ou casa de sua morada,
na roa da Aurora.
Companhia
Pernarabucana.
sscnlmresque soh panhia, -,ui convidados a entrar com primen*
lala Ha 'lli ...i ___-____ n ..
Os
p------, .......,a,,0 a cimai 1 'Mi a primen
prestacao de :t por cento, no prazo de:iOdias: n
escriplono do Sr. Antonio Marques de Amorim, ra
da Cruz. Recife 18 de oolubro de 185li.Manoe'
Alves Ouerra, secretario interino.
Madama Rosa Hardy,
modista brasileira
Ra Nova n. 34.
lem a honra de annunciar ao respeilavel publico
que reeebeu de Franca pelo navio ultimo chegade,
un rico sorlimenio de chapeos de seda para aenho-
ras, ditos de seila e de palha, de forma nova, da ul-
lima moda para meninas de i a li anuos, ata grande
e variado sortimenlo de enfeilos para cabeca de se-
nhora.de llores, lila e Troco, curtes de vestido de
seda branco, dilus de cores, urosdenaples de difieren-
tes cores, corlearte vestidos de garca de seda mnilo
modernos, c multas ou Iras azendas. Na mesma ca-
sa compra-se urna escrava moca e recolhida, que cosa
oem e eugomme.
Precisa-se para o servico interno e etterno da
urna casa estranceira, de um preto: a quem Ihe eon-
vier dirlja-se a ra da Cruz n. i.
Precisa-se de um bom criado e pga-se bem
agradando o servico ,. eomportamento : a tratar no
campo do Hospicio junto ao quarlel casa do desem-
bargador Maneta da Cunha.
Deposito
De
AO PUBLICO.
No armazem de fazendas_ baratas, ra do g
Collegio n." 2, %
vende-se um completo sonimento de fa- 54
zendas finas e grossas, por mais barato f
pregos do que em oulra qualquer parte, |*
tanlo em porroes como a retalho, aflian- M
cando-se aos compradores um s preQO J$
para todos: esle estabeler.imento abrio-se i5
w de combinacao com a maior porte das ca- 25
sas commerciaes inglezas, francezas, alie- yl
mos e suissas, para vender fazendas mais t
em conta do que se tem vendido, e por isto
oflerecem elle maiores vantagens do que
oulro qualquor; o proprielario deste im-
prtame esiabeleciment convida todos
os seus patricios, e ao publico em geral,
para que venham (a bem dos seus inte- f
resses) comprar fazendas baratas: no ar- 2
mazem da ra do Collegio n. 2, deAn- S
ionio Luiz doi Santos & Rolira.
VBamnmmmmmeammm
Precisa-se de um caiietro porlagoez, de 12 a
14 anuos de idade, com algnma pratica de taberna :
a tratar na Soledade, confronte ao quarlel.
Fuaio no dia 28 do correule, da casa do cn-
sul americano, o seu escravo de atme r'lorcnliuo,
pardo, de idade SO annos. estatura alta, corpo regu-
lar, tem falla de tres denles na frente, una fstula
em ama das faces, cor escura e muito fallante, foi
lionlem vito as 3 horas da tarde nos Afogados e sup-
poe-se que se dirigir para Pajeu' de ("lores, logar
de seu nasciraenlo : roga-se as autoridades policiaei
ou capules de campo, ou a qualquer pessoa que o
prendam e o levem a casa do aoouncianle, onde se-
ra' bem gratificado.
Antonio da Silva Kamos, cidadao hrasilciro,
relira-ae para Portugal com >ua senhora e unn. lilba
menor.
Precisa-se de urna ama forra ou captiva para
lodo o servico de urna casa de familia ; na roa No-
va, sobrado n. 23, segundo andar.
VENDEM-SE
batatas minio novas a lOlH) rs. a arroba
zem do ces da Alfaodega n. i, de Paula
no arma-
l.ope.
Nt,
Compram-se apolices da Idivida provincial,
na rtia das Flores n. 37 !. andar.
Compram-se acc;oes do banco do Brasil, per-
lenccntes a caita filial de l'ernambticn, das realisa-
das e naoirradiadas : na praca do Commcrcio i (i.
casa iie M. I. d'Oliveira.
Compra-se urna casa terrea que braba 3 quar-
os. bom quintal, cacimba, na fregnezia de Santo An-
tonio oa Boa-Visla : qoem liver anuuncie
procurado.
para ser
Sendas.
AS BRAGAS*
No deposito de pio da ra da Cadeia de Santo
Antonio n. li, se fornere pilo muilo superior a '-J
por pataca, vendem-se bolacbinhasdc ovos para soi-
rce h 640 rs. a libra,bolachas a moda de Braga a 48(1
rs. a libra, velas de espermacele muilo soperior, e
raanleiga inglezi a 1;l0 rs. a libra, vinho do Porto
vellio viudo de uncommenda a JOUO rs. a garrafa,
eofeilam-se bandejas para bailes, sendo de doces
muilo fiuos e em bandejas do lodos os tamanbos, por
precos razoaveii. No mesmo eslabelecimenlo ha
um variado sorlimeulo de xaropes champagne, mar-
rasquim.cerveja, cognac, licores echa' muito supe-
rior a 295OO r-. cada libra ; lambem liaos verdadei-
roi charutos Trovadores, e modos oulro* gneros
qae ludo ae vende barato por ser cata nova.
Vende-se
Co\ins de linho blancos e de cores.
Knvul.is 1 Ir ferro, do Porto.
Fio pnete.
Panno de linho.
Pomada.
Sabonetes irance7.es finos.
Charutos de San-Flix, de diversas ({nuli-
dades.
Archotes.
Sabfio nacional.
Na ra do Trapichen, lo, sj-gundo an-
dar, a tratar com Antonio de A. Comes.
Vinho do Porto.
Na ra do Queimado loja ile miude-
zas n. 25, vende-se muito bom vinho do
Porto, em barris do oitavo, por prero
muito commodo.
se muito boa hanha de pjrco e alva, a
Vende-
a relallio : na
ara csciiptorios e cari-
nos.
resmas de papel de peso do
aver a b?, dito in-
ven dem-se
melhor que he possivel

A sor.iedade em eommandita, Amorim, Faria,
nena & C"., por deliberarlo lomada por 101 dos
seas socios, subscriptores de jOOsOOO a 5:00ta000 de
res, dos que efl'ecluaram o pagamento da primeira
prc.^ac.10, (em resolvido mandar a Europa o seu
socio Ilupral, para ir procurar os riscos, planos e in-
foimaces delimlivas, enoregresso desle, dar come-
ja a tdihracao da fabrica e suas dependencias.
Em virlude do arl. :i"l dos estatutos, a sociedade
Hcliberua que continuara a adinillir uovaa subs-
mpces. n eseriptorio da sociedade, provisoriamen-
te em casa do Sr. Manoel Alves Guerra, ra do Tra-
piche 11. 11, I." andar, em termos a augmeniar-se o
capital social, liui de que, a fabrica psa ser feila
desde saa fun l.icao, com maiores proporc,6es, a eon-
seqaenteraentefacilitar maiores lucros-, dcvemlo as
novas asignaturas, serem realisadas com as presta-
enes ja' cfTectaadas pelos primeiros socios.
A primeira prestacao realisada alo boje, lem lidp
de por rento do capital aubscriplo.
Peruambuco i2 de oovembro de t8.)6.
Amorim, /-"alias, Guerra \ C.
Continua o deposito do becco do Conralves, arma-
zem n. i, a estar supprido de sabao 'superior, da
muilo acreditada fabrica da viuva de Delphino Uon-
talves Pereira Lima, vende-se a dinheiro a vista, seiu
descont, pelos precos abaiio declarados :
Amarello I. qaalidade 100 rs. a .
Cinzento 70 ri. a s.
Na loja da fabric de chapeos de Domingos
Francisco Kamalho, na prac,a da independencia n.
:I6 e 38, acaba de receber um aorlimeulo de houets
de velludo, lodos bordados a ouro, o mais bonito
que tem aparecido 00 mercado.deita praca.
% CONSt'LTOBIO II0M1E0PA- |
4 THICO.
-;v DODR. CASANOVA.
.;:> 28rita das Cruzes28.
^ Nosle consultorio ha sempre para vender 1S
^ os mais acreditados medicamenlm liomn-o- w
V palhicoi de CATELLAN e f.VEBER, lano @
2* em tintura*, como em globolus, e o mais "a
ff. em eonla posiivel. %
Ji? Urna bolica de 12 lobos (i-J 83 e 109000
S > de i\ >, 109 1i5 e 1S5O0O
Qk de 36 139 I"!? e Osooo
X de 4 18-s j-} e i">j le (iO >) >..? e :I0500
& Tobos avalaos 504, 800, e 13000.
sjrv I nnca de tintura a escolhcr 2>O00.
9 Consullas lodos os das gratis para os po-
@ts>S@@$
Afer5o.
O abaitn assigMda, arrematante das aferiresdo
municipio do Recite, tcienlifica a quem eonvier, qoe
lem estabelecido o seu eseriptorio no pateo do Terco
n. 16, aonde dar' expediente das 8 da maohita as
3 da larde.Jos Custodio Peinlo Soares.
Sv5
Cotiipanhiade seguro con-
tra u mortalidade dos es-
cravos estabelecida no
RIO DE JANEIRO
CAPITAL 2,000:000^000.
Agencia filial dr Vernambueo n. 13 ra do Cretpo.
Pagar-se-ha sobre a avahadlo de 1:0009000(0
m.iis un menos em proporrilo de ootro valor, inclu-
sive o sello da apolice ele.
/)a. idaile$.
Do bl ale eulr.tr aos 0 anuos 3(i.5l0n por anuo.
As rondteocs iinprcssaspdenlo ser procurada, no
eseriptorio da companhia.
Dar-.e-ha consultas sralis aos escravos segurosdas
'.) para 10 horai da manhaa, no eseriptorio da com-
panhia.
(Ja abaio assignado, com loja de ourives na ra
do Caboga n. 11, eniilroute no paleo da matriz o ra
I>ova,fazem publico, que eolio recebendu continua-
damente as mais novas obras da oaro, lanto para
senhora como para homens e meninos : os precos
continuam razoaveif. e passaoa-se contas com res-
pnnsabilidado, especificando a qualidade do ouro de
li ou 18 quilates, ficamln assim sujcilos os rnesmos
por qualquer duvidaSerapbim & Irmo.
Bilhetcs de visita.
Cravam-se e imprimem-se rom perfeico bilbeles
de visita, lellras de commerrio c lodos os'objeclus da
arle caligrapbica, registros, vinhelase quaesquar de-
senlio!, abrem-se firmas, ainetes, lano a lallio doce
como em relevo, ornamentos em ohjeclos de ouro e
prata, fa/.em-se rucos lindos o originaes para borda-
dos de labyrinlho ; admille-se a recusa de quaes-
quer dcsles objectos no caso de nao ficarcm a conten-
i das pessoas que os encominendarcm : quem pre-
tender dirija-tc a qualquer desles lugares : no bairro
do Recife, ra da Madre de Dos n. :i>, primeiro
andar ; em Sanio Antonio, na livraria classica do
paleo do Collegio n. >; nai Cinco Ponas, lobrado
da quina conrronle n matriz nova.
Pela- mesa do consulado provincial se faz
publico,que do primeiro de dezembro prximo vin-
douro se principia a contar os 30 dias uleis para o
' pagamento, a bocea do cofre, da decima dos pre-
I dios urbanos das freguezias desia cidade e da dos
Afogados, findos os qucs incorrero na mulla de
i 3 0|0 lodos os que deinrem de pagar seus dbi-
tos.
?mP}* e !?BVp barato"?! eco
de 152) ditas muito bous sem ser bico de
anca 5 0 rs duzias de lap,s muitissnr.o li-
nos a .120 rs., ditos proprios para risear li-
vros a 800 rs., canetaJ de osso tSrne7.s para
peonas de ago a 120 rs caivetes B O Mimos
da urna a qualro loll.as a i, 2, 3, 49, e ou-
tras mais cousas que se vende barato- na
ra do Queimado na bem con hecida loja de
miudezas da boa Tama n. 33.
Luvas de varias cualidades
Vendcm-so ricas Invas de seda de todas as
cores, bordadas c com bolotas a 2t o rata
ditas sem ser bordadas brancas c amarellas
para homens e settboras a 19, 19200 e 15500,
ditas de lio da Escocia brancas e de cores
{.?..? Bomaiii e senhoras 300, 400, 500 e
bi'O, ditas brancas c de cores, de algodo,
proprios para inontaria a 240 e 320 e ulr;)
qualidades mais que se vendo na rn do
yuetmado na bem conhecida loja de miude-
zas da boa fama n. 33.
He muito barato.
Vendem-se duzias de facas e garlos de ca-
bo de marfim de boa qualidade a 10>, ditas
dios de cabo de balango muilo finas a 6/,
ditas ditos cabo rolico c oitavado a 3j, du-
zias de coiberos de melal principe a 33 e 6>:
tUs de metal mais ordinario a 800 e 1540
c outras muttas cousas que se vende barato
na ra do Queimado na bem conhecida loja
de mtudezas da boa fama 11. 33.
Vende-se um novilho lurioo e vilellas na
taberna do Aodre o. encruzilb.da de Relem.
DO MI de Josc Antonio Moreira l),as na ra
*"2 "**5 *"" "tnica de toda, as
grussuias, por meaos do que em
parle.
outra qualquer
t,.T ." H CrrilV0 s(,nl S prelas enlre el-
as urna boa cozioheira um preto oflicial decarlapin-
ta.ro,, lodos por p.ogo commodo ; oa ra Oireila
Vende-se na ra larga do Rosario n. 35 auliga
loja que fot do l.ody lita, no sel.m liza, com ata m
avar,, mas mu.lo forles propria, para amarrar cai-
VM.deem medidas e varas, vvende-ae vara, a 20 e
10 e 60 rs., pecas de 10 varas a KO e 120 e 1H0 rs..
tana como se vende na mesma casa muilas uiiuJe-
quioquilbanas, ludo por precos muilo ba-
zas
ralos.
iOO rs. a libra, tanto em porcao como
ra Imperial 11. 53.
Vende-se doce de caj' novo, caslanhas conci-
tadas, e loda e qualquer qaalidade de doce, lano
secco como de calda : na cidade de Oliuda, ra de
Malinas terrena 11. 12.
Vndese urna negra de naci com urna filha
de 11 annos para 12, muilo bonita, urna dila com 1H
annos, bonita figura, urna mulalinha quasi branca
com 11 anuos, um moleque com S para t anuos :
oa r,,a da banaala Vtlhu o. 70, segundo andar, se
dir quem veude.
Vende-se um escravo de idade 18 anuos : a
ralar na ra do Encantamento n. 11.
A 5/jl rs. a pega.
Pegas de algodao de listras com 11 covados, a 3
rs., com pequea avaria : na ra do Qiuimado, viu
do do Rosario, segunda loja D. 18.
~~ Vende-se um braco de batanea com 6 palmos
S4 saceos com farinha groga boa para animaes e
220 saceos vazios para o mesmo genero, ludo mui-
lo barato : na ra da Cadeia do Recife n. 29, pri-
meiro andar.
Chapeos de castor.
Saperiores chapeos de carlor sem pello, chegados
pelo ultimo uavio francoz (Miada de formas ele-
gantes : vendem-se na ra do Crespo n. i, em casa
de J. Falque.
Aviso as senhoras.
J. Falque, ra do Crespo n. i, vende chapeos para
senhoras, formas modernas, a 109 e 159 rs.
Espm-tlios
na ra do Crespo n. casa franceza. ha uro grande
sonimento de cspartilhos de diversos lamaulios e
|u iluta Je., que se vendem por mcuos que em oulra
qualquer parte.
A CIDADE DE PARS.
J. Falque,
ni 1 (!o Crespo n. 4.
Reeebeu pelos ollimos navios vindos do Havre um
completo soi lmenlo de roupai feilas as melhoiei
casai eiculleles de todas asqualidades e feitius, e por me
nos preco que em oulra qualquer parte. Malas e
Mccea para viagem, lindas mesas e caitinbas para
costara imitaudo xaro, de diverso lmanlo,, e pe-
cas, e ostro! mullos objectos que se vendem por
commodo preco. Ricos chapeos de sol de seda para
Homero com lindos cabos de maifim o mad
oulros de dirfercnles qualidades.
dreperula e
Msicas.
BA DA CHUZ \. 11.
Vende-se um grande sortimento de
musicasdos melhores autores para piano,
Aluga-se o segundo andar do sobrado de Ires
audares da ra do (Juciinadn, onde inornu o Sr.
Viaua : a Iralar na obra qae se esli tazcudo oa ra
da Cadeia de Santo Aulnmo.
O Sr. Joaquina .lose Marques, que
r .mora pordetrazda fundiraodo Sr. Starr
demista mam. Ste^V'paro'queJra,n,,,;f,r,.a **
"typographia, a negocio que Ihe diz rea-
peito.
Precita-aedeum rapa/, para criado
de urna casa estraugeira : no Corpo San-
to 11. i o.
l\o aterro
)a Boa-Vista humero ||,
vendem-se chales de louquim bordados da ludia di-
tas de meiino bordados, ditos de listras e ditos lisos
seda furia-cores, sarja prela hespanhola, cassas fran-
cezas linas, llores franccias linas de todas as quali-
dadei, eapellaidelWesbrancas propriaspara noi"a
llores de camelia e ditas de sipu, chapeos de seda para
senhora, ditos de palha de Italia para meninas, |aa-
Cos de cambraia de linho bordados linos, loucas de
lodasaa cores para baplisados, filas de seda de ludas
as qualidades, larg.se estreitas, Iranjas de seda lar-
ga o eslreKas. filo prelo de salpicos. chapeos de pa-
lmita para senhora, pulceirasde cornalina monta la
em ouro de tai. gaaroCj>M |iroprias para vestidos
assenlo de filo branco bordado de cacunde
Vende-se urna taberna na rreguezia da Varzea
na melhor localidade possivel por licar na eocroai-
IhaJa de todas as estradas, teado urna sala separada,
e commodos rroprins para tamilia : a (ralar na n,es-
ma com o dono, oqual dir o motivo por que veude.
Vendem-se penlrs da moda de Franca fcilos na
Ierra, de boa lartaroga. lambem marrafa para me-
nina ; e lambem roncertam-se quaesquer obra, des-
ta genero : na loja de larlarugueiro, no palco do
Carmo, luja do sobrado da esquina que volta para a
ra das Trincheiras n. 2.
Na casa que (oi do coosulado dos Estados loi-
dos, defronte do Trapiche Novo, veude-se a mais es-
p cutida collcccao das melhorts % mais acreditada!
obras de grandes aulores, impressas no idioma in-
glez : os preleudenles para as mesmas podem com-
parecer na indicada casa, das J horas da manda al
as -2 da tarde.
Vendo-se om bom silio em Beberibe couti mo
a ladeira que desee para a povoacio, com boa casa de
vivenda para urna grande familia, por ler 2 salai, 7
qaartos, estribara, bem plantado de arvores de es-
pinhos novos e velbo, e lodo cercado de cerca de
limita, com larras proprias de nina e oulra parid da
estrada, capoeira |)ara lenha ; cujos fundos vio at
o rio, baaheiro coberlo de leda, e na frenle um re-
lugio de sol : quem o pretender comprar diriiasn ao
seu proprielario no mesmo silio, uu ao Sr. Manoel
Elias ile Moura com bolica na piaga da Boa-Visa
que o guiara1. Esta negocio ,e taz a dinheiro, o
permula-se por ca-as uesla praca.
^^^veSOvSS;;.'
(*tt Paulo Caienoax, de volta de saa viagem
"' i Europa, esta morando na rna Nova n.
il. pnnieir.i andar, onde podaser prorura-
3 a a qualquer hora.
@
mimn a mmi
Ra do Cabuga' n. 7.
tteceberam pelo ultima vapor
chegado liontem n Adresses
rozetas c
de. cornalina de
ipglez
hontem .Adresses, pulceiras,
anneis de brilliantes, pulceiras
tferentes {jostos, botoes
sendo variaees, walsas, quadrilhas, etc.,
as mais novas que teem appaiecido na
Europa, vendem-sc por menos do custo.
EmcasadeJoao
Praeger^C,
RA DA CRUZ N. 11,
ha para vender:
Cabos da RujJtia de todas as dimensf.es.
Conservas francezas e inglezas.
Vinho de Bordeaux em barris e em gar-
rafas.
Pre/.untosdc llamburgo.
Clierry.
Vinho do Porto, etc., etc.
Vendem-se pcllcsde cabra de loda qualidade,
por preco eommodo : na ra da Cruz n. :, primei-
ro andar.
Vendem-se a dinheiro, por precos commodos,
os -e,un,le. ailigos : champagne da bem e acredita-
da marca estrella, sardtnhas em Utas de quarto e
mcies, .ii cniuc- em pequeos barris, talas de pene
ero conserva, vinho de llordeaui em caixas de duzia.
e garrafas vasias em raitiu de duiia : na na do
trapiche u. 11.
Em casa de Eduardo II. \V\atl, ra
do Trapiche-Novo a. 18, ha para vender :
A verdadeira gra\a ingleza n. )7, dos
fabricantes Day & .Martin.
Tintas em oleo.
Cabos da Htissia.
Vinho Ciierrv superior em banis.
Agurdente de Franca dilo.
Fi uclas c conservas inglezas.
Papel lino para cartas.
Livros para copiai ditas.
Ditas de lembranca.
Oitas em branco sortidos.
Papel para copiar cartas.
Em casa de Eduardo 11. Wyatt, O
ra do Trapiche-Novo n. 1S, ha $$
para vender, chegado no ulti- @
ino navio de Londres : ;>
"> pianos Cortes o elegantes de fa- {
bricaulc afamado, com seus per- @
tenecs segiiiules.
ocarteiras para msica.
r3 ^ duzias de estantes para dila.
$ G cadeiras para piano.
Vestidos de
phantazia
a "i>0(M) rs.
Na ra do (Jueimado, loja n. 17, ao p da botica'
vendem-se os mais mojemos curies de vestidos de
phaolazia para seoboras, proprios da presente esla-
Clo, seodo de cambraia loda de seda curo babadns de
moito lindas cores, pelo barato preco de 12S000 rs.
cada curte,a-.im como chales de looquim branco e de
cores bordados, por menos preco do que em oulra
qualquer parle.
Novidade.
Pelo navio Trance* Olinda, chegou orna oov;,
fazeoda de da transparente de diversas e delicadas
cores, com quadros de seda, propria da presente es-
tacan, para vestidos de senhoras c meninas, e se
vende pelo barato preco de 640 rs. cada covado : na
ra do Queimado n. 17, ao p da bolica.
Vende-se figos de comadre em eaixinhas de 8 e
(("libras, ainenooas.inarinelada emlatasde 2 libras,
tudo da melhor qualidade, chegados ltimamente de
Lisboa no patacho Kelampago, i> e por menos pre-
i.-odoqueem oulra qualquer parle : na roa do Vi-
gario o. 27.
IIma attenc&o-
INa ra do Crespo, loja da esquina, que volta pa-
ra a ra da Cadeia, vendem-se cobertores de l.ia
hespanlmes, lencos de cambraia de listras a 4110, 500,
e 000 rs. cada aro, corles de casemira de cr a 49,
e 5|000 rs., ditas prela a 49500 e 89OOO rs., dilos
de hrira escuro e amarello para calca a 1J440, pan-
nu de lindo do Porto, loalhas de mesa e roslo. guar-
aaoapoa de lodas asqualidades, aloalhado adamas-
cado com selle palmos de largara a 1^600 a vara,
corles de cassa chita a 1>niOO n., a oulras moitas fa-
zeodas por precos commodos.
Fama
Primeira.
Aoaletroda Boa-Visla n. 8, defronle da bonera,
he cliesado uro grande lorlimenlo de toda ai quah-
lades de ueoeros de molhados das melhores qualida-
des. por prero commodo ; por isso convida a lodos
os taeijuezesquequizerem fazer sorlimenlo para paa-
ar a fesla e serem bem servido, dirieircm-sa a esle
grande eslabelecimenlo. que acharSo verdade quanlo
di ulMM linos inglezes a S|000 a tata, e de dez para ci-
ma mais baralo, e urna porrtlo de caitas vasiai de
espermacele, azeile doce.licore, roaisai, cha, ou-
lras ele.
MarmHIada.
Ilua do Queimado n. 35.
I.alas com frurlas em conserva novamei.te ebega-
das de Lisboa a 800 r., e com marmelada tina a 60
por libra.
Ceblas.
Tara liquidar se vendem muilo baratas : no ar-
mazem de Aulonio Annes Jacoma Pires defronle da
porta da allandega.
Com pequeo
toque de avaria.
I'ecas de madapolao a 5500 a 3)000 te., alpaca
de seda com quadros a 210 rs. o covado, veudem-sa
na ra d Crespo, loja da esquina, que volta para a
do C.deia.
A 160 ruis o co-
vado.
Rucado escoro de qoadrinbos, proprio para ca-
misas e vellidos do pretal, vende-ie na ra do
Crespo, loja da esquina, que volla para a ra da Cu-
VINACKF ESI It.UUUS.
Superior a marca l'Klt e h'alcao & Socios, adia-
se a venda ao irmazcm do Valeuca, ra de Apol-
PARA ACABAR.
Na ra Nova, loja ranceza n. 8, confron-
te a Caml-oa do Carino,
vendem-se chapeos de seda para senhora, da ultima
moda e qualidade, com um leve loque de mofo, pelo
baratsimo precede 10)cada um.
CABKIOLET.
\ende-se om oplimo cabriolel; para ver na co-
2? ma,0r si'veir' <" '>* da Cadeia de
baoto An onio ; e para Iralar na rna do Queimado
oja de miudezas da lloa Fama 11. 33. vue"naa0'
CUALES DE TOQUIM DA INDIA.
,1 ra' ,Cide'.8 do Kecife l0Ja SO- defronle
da ra da Madre de Dos, ha para vender um cha-
les de loquim de peso da India, branco. todo borda-
do, o mais rico que pude haver neite genero.
Superior oal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa : no
armazem de Novaos & C, ra da Madie
de Deosn. 12, por preco commodo.
AGENCIA
Da f undiso Low-Moor, ruadaSenzala-Ho-
va n. 42.
Nesteastabelecimenloconiiniahaver naieoni
plato sortimanto da moendas a ateias moendas
para engenho, machinas de vapor o laixas da
ferro balido e coado de todos os lmannos para
dito.
CAL E P0TVSS1
Vende-se potassada Hutsia e americana, ebecada
uestes dias e oe superior qualidade ; cal da Lisboa
da maii Dova que ha no mercado : nos seus depoi-
doi u ra do Apollo o. 1 A, e 2 li.
Cal de Lisboa e potassa.
Na rtia do Trapiche armazens ns. 9 e
vende-ce superior potassa da Kussia
II
Em casa de Rabe Schmettau & C.,
ra da Cadeia n. 57, vende-se :
Elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann de Hamburgo.
Em casa de Rabe Schmettau & C,
ra da Cadeia n. 57, vende-se:
Vidrospara espelho.
Vinho do Rheno superior.
Conservas alimenticias.
Tinta para tjpographia.
Tudo por prec,o commodo.
S A ttenco!

e americana, cal virgem de Lisboa, da
mais nova que ha no mercado
Em casa de Henr. Itriinu & Companhia, na
ruada Cruzu. lo, veude-se cognac em caiiinhasde
ajana.
Em casa de Saunders Brothers & C., praca
do Corpo Sanio n. 11, ha para vender o sei;uinte:
ferro inglez.
Pixe da Suecia.
Alcalro de carvao.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Dito entrancado igual ao da Bahia.
E um completo sorlimenlo de fazendas proprias
para este mercado : tudo por proco commodo.
Farinha de mandioca.
Vende-se superior farinha de Santa
Cathanna, em saccasquetem um alquei-
ie (medida velha) por preco commodo:
no armazem de NovaesA C, na ra da
Madre de Deot n. 12.
13$500
Vende-seealdeLiaboaullimamenleehaada.ai-
simcomopotaiiadaRussiaverdadiira : na praca
doCorpohanlo o.11. *
A verdadeira gracha ingleza n. 97,
em b incas de 15 du/.ias de potes: em ca-
sa de James Crabtree & C, ra da Cruz
n.42.
Vende-so superior linha de aleod,1o branca e
2^,C.,rJ!'Mm ""I'!!"' Para """ I aaa d
soulhall Mellor A Companhia, ra do Torres o. 38-
TA1XAS PARA ENGENHO.
Ha fundicao de ferro de D. W. Bowmann na
ra do Brura, passando o chafariz,' coatina ha-
ver um completo sorlimePtode taftss de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por pre?o commodo a com
prompttdao: embarcam-se oucarregaaa-se am acr-
ro sem despeza ao comprador.
Na roa do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
ae-se vinho do Porlo de superior qualidade da bem
conhecida marca iJW em pipas, barris e caita* de
ama e duas duzias de garrafas.
sedas de
QUADROS ONDEADAS
A ISOO o covado.
Cbecaram pelo ullimo navio francez ieda= de qaa
drosondeada, de liado goslo, a vendem-se a 11300
o covado dan-se as amostras com peohor : na ra
do (Jueimado o. i A.
Chaly de flores
solas a 800 rs. o covado.
Na ra do Queimado o. -M A, vende-se chalv de
lloren solas e liitras, e dao-sees amoilrai com'pa-
liior. '
SEDAS DE
quadros larsros e iniudi-
V
Na ra do Trapiche n. 54, ha &
m superior rap; Princeza do Brasil, 3
^ chegado rccentemenle do Rio de @
S# Janeiro, em qualidade pouco dif- $
fere do de Lisboa, ao passo que A
custa apenas I.V00 a libra; a elle $5
O antes que acabe, pois a remessa
0 he pequea. *
XAROPE
DO
BOSQUE
Foi IraDiferido o deposito desle tarop paia a bo-
lica de Jos da Cruz Santos, na ra Nova o Vi'
garrafal 58500, e roeias :if000. sendo falie lado
aquelle que nao for vendido neile deposito, palo
que sefli o presente aviso..
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO-
Para curade phlyicaem lodotosaeusdifleran'
teiRraoi, quermolivada por coostipaedes, tosse-
asilima.pleari/.escarrosdesaDpae, dr decol-
lados a paito, palpilacao no coraSo, coqaeloehe-
bronchile, dorna sarKauta, o ledas aimoleilia
dosorgaos pulmonares.
Bonecas francezas.
Vendem-so bonecas francezas ricamente
vestidas e de varias qualidades a 18200,
i>600 e a?, na ra do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Escovas ae todas as quali-
dades.
Vendem-se ricas escovas inglezas para
roupa, o melbor que pode haver e de nova
invencao a 38, ditas francezas muito boas
a 18, 18500 e 28000, ditas para cbelo ingle-
zas e francezas a 18200 c 28, ditas para den-
les inglezas e ranoezas a 400, 500 e 600 rs
ditas para unbas dila dita a 2*0, 500 e t,
ouiras qualidades mais baratas, que ludo se
vende na ra do Queimado na bem conheci-
da loja de miudezas da boa fama n. 33.
de punlio modernos, correntos, trance-
lins e outras obras, ludo de ouro de lei,
as quaes vendem por preco commodo
como cosumani."
fr -w,.. -j- ?..- ;.. :rj-.,!:.:: j$f ^/;, ?,.V
Km casa de Timm Morasen i\ Vin-
iiassi, praca do Corpo Santo 11. 13, hu
para vender:
l'm sortimento de
chegado ltimamente
livros em Ii'iiki,
de llamluirgo.
elogios
oberloie descobcrloi, pequeose grandes, deooro
prata, palenle icslcz, para hornero e senhora, de
am uos mel bores fabrica o les de Liverpool, viooos
pelo ullimo paquete inslez: ero casa de Soulhall
Mellor & Companhia, ra do Torres o. 38.
Kelogioe de patente
inglezesdeouro, desabnete edevidro :
vendem-se a preco razoavel.em casa de
AugusloC. de Abretr, na ra da Cadeia
do Recife, armazem n. 36.
Na ruado Trapiche o. li, esctiplorio de Ma-
nuel Alves (morra, vende-se por commodo prejo o
sesoiulc : superior vinho do Porlo em barris de
oilavo,chapeos de fellio, esabaoamarello fabricado
no Itio de Janeiro.
lili VESTIDO POR SSOOO.
Novo c completo sorlimenlo de corles de vestido
de chita de dillerenlespadres, cores Bisa, pelo di-
minuto preco da 8 cada corla : na loja de i portas,
ua ra oa Oneimadn n. 10.
DEPOSITO DA FABRICA
industria Pernaiiibacana,
RA DO CKESPO N. 9.
A fabrica de sabBo e velas de carnauba, es-
tabelecida na ra do rum, tem estabele-
cido um deposito na ra do Crespo n. 9, pa-
ra ahi nicamente dar extraerlo aos seus
productos, proporcionando assim a maior
commodidade aos consumidores. As velas
manufacturadas nesta fabrica, orTorccem as
vantagens seguintes : sao feilas com a car-
nauba simples purificada pelomeiodo va-
por, sio inodoras e bellas na apparencia,
queimam com igoaldflde e n3o esborram, e
nao fa/.em niurrao e d3o mais luz c mais cla-
ra do que as velas slearinasou de qualquer
composicilo, e que se vendem no mercado.
r'bricam-sede6, do 7 e de 10 em libra, ven-
dcndo-seemcaixas que contem 192, 224 ou
3aO velas cada urna pelo preco de 15/.
O sabao he blanco, as materias primas
de que be fabricado sao simples e inofensi-
vas, o cheiro que deixa na roupa be agrada-
vel; rivalisa com o melhor sabao hespanhol
e be superior ao sabao americano, que se
vende no mercado a 240 rs. a libra.
Vende-se igualmente em caixas de arroba
c a preco de iliO rs. cada libra.
Os incrdulos comprando rccoiibccerao
por exponencia a veracidade do que se an-
uuucia.
^ekim.
Esla rica fazeuda de palmos de largura he inlci-
ramentcnova em Peruambuco ; fabricada no celaste
imperio, de cuja capital lira o nome, he deunspa-
dr'i..- iiu.ii... mu. e anula n. i,i vislos ale agora: ven-
de-e pelo haralissimo preco de 2Sfi00o covado : oa
rtia do Queimado n. 7, loja da estrella.
Moiuhos de vento
com bombas derepuiopara regar horl.iscba"
xa de capim : na fundicao de D. V\. Bowmaii'
ua iua do Brum os. 6, 8 e 10.
Ilfl
(JS
a 1 .'200
covado.
o

MTTCSDfJ
Vendem-se sedas de quadros miados e largas, pi-
aroes modernos : na ra do Queimado n. 21 A.
sedas .de
iiuadros a 1.000 rs. o co-
vado.
Na ra do Queimado n. 21 A, vendem-se sedas de
quadros miudos. padrbes renos e esculos, pelo dimi-
nuto preco de 18000 o covado, corles de or entine a
lii-iMMi, mussulioa a 3(i0 o covado.
F.iLAR SE SEDA
A 1,200 rs. o covado.
Na ra do Qaiimado n. 21 A, vende-se folar de
seda, largo., de qaadros de lindos goslos ; do-se as
amostras com penhor.
Vinho do Porlo, superior rhamiro.
Ero caiai de 2 duiiai e em barril de oilavo, ra-
cenlemenle chegadopelo brigue Trovador; vnde-
te nicamente no armazem de Barroca & Castro, na
ra da Cadeia do Recife n. 4.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacarandas
construeco verlical ecom lodos o melhoramenio,
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio da
Hamburgo: na ra da Cadeia armazem n. 8.
POTASSA CAL YIIGEI
JVo amigo ej bem conhecido deposito da ra da
Cadeia do Recife, eseriptorio n. 12, ha para ven-
der muilo superior potassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo
a precos muito favoraveis, com os quaes ficaro
os compradores satisfeilos.
1EGHAHISH0 PARA ElfiE-
IHO.
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN, \A
RA DO BRUM, PASSANDO O ollA
FAR1Z,
ha semprc um graodesoriimeolo dos seguales ob
jectos de mechanismos proprios para cn.enbo. a sa
ber: moendas e meias moendas da mais modero
conslruccSo ; laisas de ferro rundido c balido, d
superior qaalidade a de lodosos lmannos; roda
dentadas paraagua oa auimaes, de lodas as propor
cues; crivos e boceas de foroalhae regislros de bo
eiro, agtiilhires.bronzes.parafusos ecavillies,moi
nhos de mandioca, ele. ele
NA MESMA FUNDICAO.
le. eicculamtodasasencommendas com a soperior
ridadejcouhecida ecom a devidaprestezaa com-
modidade em preco.
VINHO 1)0 PORTO GEMINO.
\ende-se oplimo viubo do l'orlo em barris da
quarloe oilavo, por preco razoavel: na ra da Ca-
deia do Recile o. 13, eseriptorio de Hallar A Oli-
veira. w
VENDE-SE
Graxa arreios de carro.
Vinho do Rheno de cpialidades espe-
ciaesJohannisberg e Marcohrunner.
No armazem de C. J. Astley N. O. Bieber C, ra da Cruz n. i.
vendem :
Lanas da Russia.
dem inglezas.
Brinzao.
Riins da Russia.
Vinho de Madcira.
Algodao para saceos de assucar.
da Bulla
para sanos de assui-ai : vende-se em ca-
sa de N. O. Bieber .\ C, ra da Cruz
o. 'i.
No trapiche do Ramos vende-se su-
perior Jacaranda*.
Algodozinh
No dia 8 do eorrenlc tugio do eoeeobo Lava.
S.ln (T".'a P' d'A,l,1 "ra ""* P"d-o,
do nome Christovao, que reprsenla ler 10 aaa*.
pooco m.ts oa menos, com os sigoaei a.gain.e.
Iiauo, bem feilo decorpo.de ps, com bsw
debaiio do queno, cabello, creapoi, pone, coraoT,
olhos prelo,, c.m lodo. o. dente, da f.eni,, 0"_
ei. algumaa paiavra. que paiecem da negro de An-
gola quem o apprehender coodnra-o a roa da Guia
u. oi, segundo audar, oa ao referido engenho Lava-
gem, que sera geoerosamentt recompensado.
Fugio do eogenho Caima Brava da comarca da
Oo.anna, no da 16 do correle roez, om cabra de
nome Jo.e. com oflicio d. iap,le,o ; fi escravo do
finado leoenle-coronel Manoel Xaiier Carn.iro l
Cunha, que mora? em N.S. do O1 da mesma co-
marca lam os legoinles sigo.es : bstanle alio, bem
barbado, representa lar 32 a 35 annos de idade, ca-
bellos olios, corpo regalar, lem urna frula peoue-
ua em cima da junta do dedo grande de um do. pe>,
diieja passar por liberto : roga-se, porlanlo, a lodi
ai auiondadei, qae o facam prendar, as.-im como aos
.eubore c.pitae de campo, e remellar para o men-
TcrtlU^aU0' U """'" 00 *P'or.o na roa
nairuM.-Zl.qaeganeroiamente .erao retompen-
Fugio hontem as 7 boras.um escravo mula-
to de nome Tbomaz, alio, reforcado de corpo, rom
marcas do bexigas, pernas grocas, e nellas marcas
de cicralizes as cauellas, falla com mua manei-
dao, levou vestido camisa de panno azul greco
guarnecida de ourelo branco, nos orobros e p-
nhos, abarla na frente em forma de palito: este es-
cravo he natural da Parahiba e loi escravo do Sr
Carlos Coelho, que o houve por heranra de sen so-
gro Jos Joaquim de Souza daquella cidade, e foi
comprado pelo abaixo assignado ao Sr. Hilario de
Alhandra Vasconcellos Junior.morador no engenho
lapua freguezia do Pilar desia provincia
quem o pegar leve-o a ra da Concordia a Pedro
Antonio Teixeira Guimares, que ser generosa-
mente gratificado.
Continua a eslar fgido o escravo Amonio
de nacao Cataoge, de idade do 35 annos pouro
mais ou menos.aliura regular.canguciro no andar
cor prcta, roslo redondo, sem barba, cosas mpas,'
cheto do corpo, e conversa pouco, foi escravo dos
herdeirosdo finado Caelano Goncalves da Cunha
ha quasi certeza de andar para as parles do sul desl
provincia, se algnem acoitar dilo escravo fique
cario de que o dono ha de proceder com todo o ri-
gor Jas leis contra o acollador, e a quem o cap-
lurar promelie pagar com generosidade, sendo con-
duzldo a rita da Guia n. 6* segundo andar nesta
praca, ou no ongenbo Crusabi ou Agua
Fra da freguezia de 5. Lourenco da*Mtla
1ooyooo
DE GRATIFICAC10'.
Ausentou-se em *28 de agosto desle correnle
anno da casa de seu Sr. Francisco Mauricio de
Malla Ribeiro, morador em Bom Jardim, comarca
do Limoeiro, o escravo crioulo de nome Fernando,
bem moco, representa ter S5 annos, com os seguin-
les signaos : altura regular, cabellos torcidos bem
pegados no casco, cor prela, olhos vivos, beico
grocos, com falla de um denle na parte superior,
barba imperial.corpo reforcado.nadegar empinadas,
em pequeo foi alguma cousa surrado ejlalvez
mostr alguns vestigios, lem os ps e dedos curtos
porm largos, he bem fallante, e corlez. Tehi-se
desconfiansa ter procurado para o engenho Jar-
dim, comarca da cidade de Goianna.onde o mesmo
escravo tem seu pai, assim como tambem aparece
leve noticia que fora visto nesta capital : roga-se
por tanteas autoridades pociaes ecapitees decam-
po du o capturaren! omandarem a casa do supra-
dilo senhor, que alm da paga a cima mencionada
ser generosamente gratificado.
AVISO.
1009000
No dia 23 de junho do correnle anno, fugio de
bordo do bngue ..Maria Luzia o prelo crioulo,
Manoel. oqual fazia parte da tripolscao do mesmo
brigue.de idade 24 a 2o annos pouco tnaisou
menos, e lem os signaes seguimos : rolro compri-
do a descamado, cor fula, cabellos ecrcilhados, o-
Ihos um pouco grandes e amortecidos, beieos
grossos, sendo o de cima raais grosso que encobie
a falla que lem de denles em cima, falla um pouco
airapalhado devido a falla de denles, pouca barba
e rala, e bigodes, tem na mao esquerda junto ao
dedo minimo urna especie da ervo sabido, as na-
vegas um pouco empinadas, no andar tem um gal-
lo para um lado, cadeiras largas, cintura fina, pea
apalhelados e um pouco largos levou calca de al-
godao azul desbolado e carniza de algodao risesdo,
chapeo de palha, tem oflicio de cozinheiro, e cos-
luma embriagar-se : foi escravo do ir. Dr. Jero-
nymo Vilclla e do Sr. Dr. promotor de Olind
Queiroz Fonseca, a ltimamente do Sr. Alberto
Forsier Damon : o abaixo assignado, senbor do
dilo prelo, gratifica generosamente a quem o ap
prehender e leva-lo om sua casa, no aterro da Boa-
Vista n. 53, segundo andar, ou no Becife, ra do
Trapiche n. 16, a Anionio de Almeida Gomes ;
como lambem protesta contra qualquer pessoa que
o occultar em seu poder: assim como gratifica e paga
odas asdespezas. Joaquim Lopes de Almeida."
I'EKN.. TYP DB U. F. DB FAKlA 1856


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