Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07645


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Full Text

ANNO XXXII S. 2711
Por 3 nezes adiantados 4$000.
Por 5 mezes vencidos 4,$500.
re-- -
MARTA FEIRA II DE \OYElNtO DE .856.
Por auno adianlado ljJOOO.
Por!' franco para o subscriptor.
u
I :\C MUtiSi. AIiun |>A SUBSCMPCAO' NO NORTE
rarahiba, i Si. eirmio T. da Halirldad* ; Natal, Ir. Joao
uim 1. Partir Jnior; Araeii). Sr. A. da Lamoa Braga;
ttara, Ir. J. Jos* da Oliraira; Maranhao, o ir. Joaquim Mar-
uaa driguaa; Piauhj, o Sr. Domingo* Hirculaoo A. Peuoa
"aiaoM; Para, atr. JuallniaooJ. Karnai; Amaiooii. o Ir. Jaig-
oynie da Costa.
PARTIDA DOS COlUtEIOS.
Olinrta : iaes n* ,lias, .,. i m.-i.i hanu a dia.
lavaras**, fSolaaea Parabiba : aa. *imn las b etias-rcfraa,
,s. Aetao, l;,rr.... Ilonilo.l.irii ir o. Alf'i'i.i 8 ''"' iilliiins na n-rca-n-i
S. I.i.inciir.i, l'-'.-.i A.'ln,, KaaaraUV,, LieMetro, Orejo, PoiajMlra, fa
irira, Flor, Villa-Bella, Boa-Vista, Oaricui y
Cabo, Ipqjaca, SeriaUaal, Rto-Pom...... i
Pimninira.. e Pl'alal : juinl&a-d'iia*.
''--- oa crreim pariem 4 lo h,ra* da
Eia a*aartaa-feirai
ilirreiroa, i*aa-Preu
AUDIENCIAS DOS TR1BDNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commarcio leuDda a quintal.
Retaceo : tercai-Teiraiaaabbadoi.
Faienda : quarlaa aaabbadoi al 10 horai.
Juiodo commarcio: (agundaa ailOhoraaa quimaa it maia-dli.
Juizo da orpboi .- aagundaa a quintal ai 10 horaa.
Primaira Tarad* eivcl i aagundaa a aaitai ao roaio-dia.
Sagunda ara da anal: quariai a labbadoi a* maio-dia.
Cl'll l.V.i nm: no MEZ DE \OVEMBRO
DAS da semana.
Quariocreicentaai3boraa a minutos a 48iagundoi da t. 121 Segunda. S. Joo da Cruzc. : S. Fclicidade m.
f Luaehaiaai7 Iiuras23 minutoaa 48 legundoa da m. 2o Terca. S. Cailiarin* v. m.; Ss. Krasmoe .Mercurio.
1.1 Quartominguantaai 8 horas,13 minutoa* 48iagnndoi da m. 28 Quarta.S. Pedro Alnaifdriiiu b. ni.
27 La ora ai 2 horaa,2 i minutoi,48 legundoa da tarda.
_ PREAMAR DE MOJE.
Prlnielia as Shoras 43 minuto! da larda.
|Sagunda as 4 borae e o minuloi da manbaa.
27 Quinta S. Margando de Saboia v.; S. Josaphai ni.
2K Sexta. Jacob da Marca f. ; h. Sosthenes b.
2y Sabbado. S. Saturnino ni. ; S. Cezino diac.
31) Domingo. 1. do Advento. 8. Andie apostlo.
e\<:akke(;aimis da si mm hipi \> vi mi.
Alagoai.a 8r. i laudm* FalraoDiai; ftahiae Si. k>. atoott
lio daJanairo.aBr. Joao Pareira Mirtina.
EM PEl;\AMBLEO
O prop huira da DI A 10 Manat Flgoairaa ata Vana, a aaaa
ir rana, prifi da Indapandaneia na. ti 8.
QOVEIENO DA PROVINCIA.
Expedienta do dia 11 da novenabro
i illirioAo eiigenlieir llenriqoe Augusto Milet,
mirar regado da medirlo do* lenos de marinha na
comarca du Rio Fuunoso.' .ommunico a Vine, pa-
ra seo couheciuienlo, que nesla dala recommaudu
ao juiz, municipal do Kio Formoso. o cuuipnmeulo
dejpt de oulubro do anno passado, relativamente a
MVirao e demarcarlo dos terrenos pedidos pela
esperar por deeislo minlia que evidentemente nAo
pode rhegar a lempo de serem eleitm os eleilores
dessa Treguer.ii que deviam comparecar no collegio
eleitoral a > de dezembro.
Cusa a crer qoc Vmc. chegasse a commetter (aes
exressos, mas no ollicio que llie dirig a 2 do rnr-
renle, lera visto que dilles o aecusam pes.oas que.
pelos carino* qoe exercera e pela sua pusicAo social
deviam merecer-me crdito.
Esperei ,iLan. dias para ver se cheguvam allega-
res de Vmr. e dos que de necordocom Vmc. obra- I
MOSCO W.
(Correspondencia do Sord de llru.i ellas.
Moscow 2'\ de agostoi de seleuibro.
Cumpre-me em descmpeulio do encargo qoe de
mini exigi, apresentar aus ollios dos vossos leitores
Moscow, com as suas ruar, com os seus edificios e os
seus monumentos.
Consent, porem, que vos diga que esta tarefa lie
ram, que nllenuassem on deslroissein aquellas im- impossivel lano pbjsira como moralmenle. Phy-
pulares. Agora me chegam com elTeilo os ollicios
de Vmc, da mesa parocbial deque Vmr. era secre-
?*Pgy! PwotHiawa, no. legare, denegado. |t.rio. 'aM, munmpal ,,e que Vmc. be me.n-
i,amella, nesse termo, e s francisco no de Sen- |,r, dos moradores daa frege/ta, Liberato Rl-
uiiaem, vulo que o referid-i jmt apenas remellen
em l\) daquelle mea, o processo de um oatro terre-
uo em Tainaadaic, lambem requerido pela mesma
compaubia.
E como a Vmc. iocambe a direcrio e etecur.io de
negocios desla nalurea. na conformidade da nrdem
do Ihesouro n. 1:18 de 18 de dezerabro de 18(5, le-
udo a recommemlar-lhe, que exigindo do juiz, muni-
cipal do Kio Kormo-o, lodos os esrlarecimeulos e
papis que se refariraaaoa terrenos de que se Irala,
e a um mitro iliiu ii,i ra de S. Jos daquella ciria-
de, e pedido pur Antonio i'iulieiro da Palma, em-
pregue as neceMariaa diligencias para promover o
andamento de lodos os procesaos relativos aos terre-
nos acuna indicado!..Vestido olliciou-se ao referi-
do JUIZ.
OllicioAoEvm. commaudanle superior da guar-
da nacional do municipio do Kecife, declarando que
aulorisoa o director do arsenal de suerra i fornecer
o cartuxame de salva, lueuciouadu na rcquisirao
que S. Exc. reuietleu.
UiloAo Exm, marechal comraandante das ar-
mas, duendo que as pravas do balallio naval e do
1. de infamara, podein auxiliar a galana nacional
na g'jdniiro da prai;.i los 1 ,s-l e 1 do viuduuro
inez de oezembro, e seren dispcniados do serviro
' de Ierra do dia : em diaute. CominuDicou-se ao
commanilanle da estarlo naval.
Dito Ao inspector da ibesouraiia de fazenda,
trausmilliiido por copia o aviso circular de 3 do cor-
rente, no qual o Exni. Sr. ministro do imperio de-
clara que as gralilicares concedidas aos mdicos
coinmissionados para o irataiiieulo das peisnas ac-
commellidas da epidemia do cliolera-iuorbus, deve-
r.lo ceasar desde o dia cm que forein elles iuliiuados
de acbar-se concluida a sua commiiso.
DitoAo luesmo, enviando por copia o aviso de
11 do correle, no qual o Exm. Sr. mioistro da ma*
rinha declara baver-se concedido um anoo de licen-
;a ao >. (cuente honorario da armada Joaquim Al-
vm Moreira, para ir i Europa buscar um vapor da
Compaobia Pernambucaua, o empregar-se no servi-
ro dalla, ficandu exoucrado do r.....m indo da escu-
na l.indoya, o para o qual se uoiueou o pillo Mi-
guel Archaugelo da Cunba.
DitoAo mesmo, inleiraiidu-o de haver einjvisla
de sua informarAo, deferido o riquerimento em
que D. Maria Isabel da Conceico e Silva, viuva de
Iguacio Ferreira da Silva, peda permissi para ven-
d t a ll-iin |uo Cibsou pela quanlia de :!."ii!-'):Ki. a
posse e bemfeilorias do alagado de nunuli i u. :t A,
na eslrada de Molocolombii.
DiloAo cliefe de polica, dizendo qae eipeilio
ordem a thesouraria de fazenda, para que estando
uos termos legaes o pret e relarao que S. S. remel-
lan, pague a importancia d is vencimentos da escol-
la de guardas narionaes qoe cnmluzio recrulas do
termo da loa-Vi-U para osla capital.
DiloAo uie-ino, niteiraudn-o de haver Iraii-niil
lido tbeeooraria provincial para ser paga, .--1,: i; I i
noa lanrmaH lefjaw, a roma uno S. S. remelln da
despeza leila cita o susleiiio dos j.retuis pobres da
cadeia do Brrjo durante o inez de outubru ultimo.
DiloAo preaideiite do conselliO admiuislralivo,
recommeiiibuido que dos gneros o maii ubjeclus
mencionados noa pedllus que reuietle, do almoxari-
f.ido e botica da presidio de Fernando, promova S.
S. a compra dos que o conselbo entender seren ne-
cessarios lili, leu lo em vi>la a ulliuia remeaaa, e
que do crdito abeito pira as despezas do presidio
em o exercicio correute, t cxi'te o s.ildo de reis
IJ:70">^7.j, p ir cenia de qual se ha do lemetler di-
nheiro para occorrer ao pagamento dos venenuen-
los do! sentenciados e do deslacaienlo.Communi-
cou-se a thesouraria de f.izenila.
DitoAo iiispeclor do arsenal de marinha, dizeu-
do, que para poder resolver sobre a compra da boia
de ferro de que Stnc. Irala,faz-se preciso que decla-
re o prero porque se obleve cada urna das que se
leem comprado anteriormente.
DiloAo.mesmo, declarando que, 6e Joaquim Jo-
s dos Sanios e apresentar pediuJo o menor seu li-
dio de o,me Agripino dos Sanios Albuquerque, que
se arha alislado na rompaiihia de aprendizes ,1a
quelle arsenal, pode Sinc. mandar eulrega-lo, Iu.mh-
do o dilo menor excluido da mesma compaubia.
DiloAo capilo do porto, remetiendo por copia
o aviso de 11 do correle, no qual o Exm. Sr. mi-
nistro da marinha declara a pralica que se deve se-
guir nesla provincia, acerca da matricula da Iripo-
lodo elle lapaco entre kilai-Oorod e os vanuds- que se distingue entre todas, numerosa e iiilluriilc, .
consume oUelj-OoroJ. Ao sabir dos houlear- que vive >.. p-la inlellige.icia. que se alimentado I
ds as ran vao sempre alargando, e sao oulra vez esludo e indagacOei scienlilicas, e can cenlro be a
corladas pela grande ra dos jardius, qu- circula unuersidade. Desla nniveisidade tem sabido os,
toda a Moscow como um cinto. Esta parle fia ci- homons de mais saber da Russia, os iui melhores
daos, que se eslende para alera do no, conslilue o estadistas, e os lena emprceados mais inlelligenles.
Aeinliauoi-orod. Depois segoem-se o recinto, as! Aqu leo lea po, a phnlograpbia de Moscow a as
encruzlhadas, o magnilico parque 1 etrovkii, e ali- feiroes de dillereiilescilhegorias dos babilantes que ;
permanente. Acereseeutai i
. ...dividuos que aqu chegam
O Kreulin he o ceulro, assim como Mos- tl,.s os anno., ou para liiarem a soa residencia,
cow he o centro .1,. imperio. ou Je pa,,aein, viudos das provincias, e dos remo-
krenlm significa o IMW que a Aeropolis dos tos districlos do imnerio, desde a Siberia. Caucas,,,
nal loda essa molo de casas de campo, de fabriras. compiera a populacAo
de mosleirosl que para assim dizer he o cortejo da o grande numero de'ind
cidade.
sicamentc, porque at boje ainda se n.ii fez nenhu- .
raa desconerla para dnguerreolypar ama cidade por gregos. Era ah, com illeito, que o izar resolva, I territorio do Don. Crimda" atVPol'iTii'pro'\"nri,is
beiro lirama e Kicardo Pedro da Silva, assim como
as cartas lambem de Vmc, do vigario Francisco
Pedro da Silva, e de um cidado da Parahiba, Tho-
m de Lavor Paes Brrelo.
Em lodos estes escriplos os Tactos occorridos nessa
villa por oceasiae das eleicoes afo descnplos de um
modo intciraineute opposlo aquclle em qoe o des-
creveram as oulras aulondadei e pe-soas que delles
me linti un inforuiado, e de que,liz menrao no meu
citado ollicio de -JJ do correle.
Segnndo Vmc. e seus consocios, todos os actos de
violencia que os outros ihe imputam, foram prali-
cados por elles, e Vmc. c seus cousocios he que
mauliveram a paz e a m i mi. lia aqu duas aftir-
mares contradilorias e 10 nma pode ser vardadeira.
De qualquer lado que eslea a mentira c o embe-
te, ha para lamentar que os dictantes da honra e
da probidade lenliam podido ser de 1.1 modo esque-
cidos, que cnladaos da ordem veuliam mentir a dn-
meira auloridade da provincia sobre fados occorn-
do< com toda a poblicidade.
O que resulta desle conflicto desordnalo dos
principaes cidadAos dessa villa,he que ella csla' sen-
do o Ihealro de urna lula de familias e de ambicio-
sas influencias locaes, de que infelizmente temos
tantos exeinplo*. Os liomeus favoreciilos |nda fortu-
na que deviam eooeorrer por urna beriigna inlluen-
ria para o bem-eslar c educarSo das elaiM! pobres,
infelizmente praticam arlos qoe macolam no-s.i re-
|iulnrOo de poso civilisado c oslenlain paixes que
so servem para auarchisar as elaiaea desvalidas, dis-
Irahi-las de suas oceuparoes para irem servir de ja-
nisaros aos abastados, iieutiiido'-Hies habiios mais
de avenlureiros e salteadores do que de cnladAos
uleis e iiiduslriosos.
Ouem pr.ivorou essa sluarilo, qne-n comeroa es-
ses armamentos e tropelas pode ser diividoso no
mein das allirmai;es deseoconlradas de Vmc. e sena
consocios e dos seos adversarios. O que he cerlo po-
rem he que a mesa de qne Vine, fazia parle como
secretario, e em cujas decwies evidentemente la
lluio, detxou de convocar os volantes para nova clei
ao em lempo de haverem eleilores dessa fregurzia
no dia "2 de dezembro.
Para remediar esle mal quanlo seja pos-ivel, ja
em ineus ollicios de -22 do crreme imliquei aca-
mara municipal, ao juiz de paz hmroedielo em lo-
tea, e ao delegado de polioia em ex -rcicio que no ca-
so de nao fa/er o juiz de paz mus volado a compe-
tente convocarlo do* volantes, deve faze-la o imma*
dialo em votos.
Nilo pote Vmc, com raziediser que o peniamin-
to do governo em materia eleitural era pora Vmr.
nm myslerio, qoanilo acensa a recepfao de ordem
Uo claras e positivas por mim dadas em i|.versas cir-
culares c oll.:ios, c quando affirma i|ue nada para
ahi loi eaeripto Vmc. ou a resto* Intima i-in car-
las ou ollicios alm do que foi puhliro e eonheciilu
por to los. N.lo se nu......i pois Vmc. nem podi
euganar-se a visla do ordena lao car.is, 'piando en-
lendeu-que o L'overno nao quera nem imporneui d*-
afgoarcandidato alttoem a oarato algium el-noral. o
que a Vmc. coronela era fazer lod .s .- esfu ros par .
maiiter a ordem e a linerdada dea votanloa.SI os fez,
obroa bem, se a ordem se manlevo apz*r dos esfor-
coa de Vmc. e de i*oa consocios para perlurha-la, a
honra reverle ao s.-u sucressor ua deleuari,', e ao
hooi espirito do povo.Keinciteu-se copia ile vflicio
meio da peona c dopipel ; moralmente. porque,
para vos satisfazer com|ilelamentr-, seria tni-lcr abs-
Irahir de ludo o que vejo, de ludo o que miro, de
ludo quanlo se p,ssa. se agita e se move em reior
de mim : empreza diflicil para quem lem olhos pa-
ra ver e ouvidos para ouvir, e impossivel parlicu-
larinenlo para um rosso qoe, em dias corno estes,
seja qual for a sua paz de espirito, nao poda denar
ile unir a esses dous senliJos, um senlimenio, o do
seu coracilo.
Debaldc ferharci os olhos, debalde me encerrarei
no meu aposenlo e calafetarci as janellas e as per-
las ; hci de sempre ver e ouvir. A memoria e a
esperanra dominaram alternativamente o meu pen-
samenlo, e sem que en o deseje, e mo grado meu,
enlre ellas collocar-se-ba Iriumphaule e irresisli-
vel senlimenlo de amor pe > que so lem pascado e
lia de passar ueste berro da nossa infancia, nesle
sanluario da nossa existencia nacional, lo nosso
fuluro, nesla cidade sania finalmente, a qual embo-
ca nao lenha inscriptas por sobreas suas portas es-
tas palavras acramenlaes ;urbi et orn, nem por
que os hoiardos disculiam os impurlautes negocio
do estado ; era ahi liu.ilfi'.eiite rjajaiestava o corarlo
o peusamento, o centro onde vinbam expandir-sue
donde se dissuninavain todas as i >rr,. do reino.
O kreulin, donde melhor se ve, he da praga Ver-
melba. Tolas es,as ameas, eludas essas r.oruija
irregulares, las radas como se foram de renda, que
se admiram especialmente do lado do jardiui, na
noile do da da coroacflo apparecerom humilhaute-
metite illumiuados. Ilau de produzir um elteilo
maravilhoso.
ballicas, Finlandia e Arkhaugel; contal mais e-sa
iiuuiensa agglomeracSo de povo, d' empregados, de
militares, de fidalgos ; essas uomerosas depulares
I:mjando com tanta vare 11 le e onginalidade, man-
dadas por todas as cidades epor todas as tribus ovas-
saladas ao imperio, e que as feslas da coroarAo
Irouxerain a Mo*r'\v, e dizei se nAo he para fazer
andar a' roda as calieras dos tourislas eslranieiros,
vindos aqui uaoso para presencearem as Testas, se-
nSo tambera para estudarem a nossa capital ; e se
nao he natural qoe a considercm mais como uina
Queris agora gozar da vista desta cidade im-; inmensa hospedara I caravanserai ) universal, de
mensa, e do magnihco panorama que apreseuta que como o alplia eoomega da nossa civilisarAo.
Subi ao lerrar.ode Vasihi Blageunu, ou a torre de I E nao deixam de ler alcana razao, porqoe essas
Ivau-Velikn, on anida a colina dos Pardan, lio I duas delinires unidas expriniem perTeilamcnle, na
rica de remuiscencias, e u qual audain ligados os i miliha opinllo, o que lie e o que sera" Moscow da-
uomes memoraseis, da Sylocttze, e dAdaches, oalqni a dez anuos.
ctiuselheiros do grande Izar doratile a primeira e i O que he Moscow. ja o saheis, e portis imaginar
mais eipleudida metade do seu reinado. Deslas e- olhaudo para o mappa do imperio da Russia ; o que
levacoes, desTruclaes um panorama admiraveli Pu- sera', quando as innmeras e immensas vias Terreas,
cas cidades poderAo apresentar outra isual.
'Pendes a vala a aollga cidade, que se levaola ero
isso deixa de ser a ci laile eterna do nosso mundo ; spiral, e em Tace vos lica o kreulin, cujas copulas.
acuna ao delegad) do Ouncurv.
DiloA Libralo Kibeiro Granja e Ricardo Pe-
dro da Silva.Kecebi o ollicio que Vinos, me diri-
girn] relatando os aconleciincntos occorn los nessa
villa por occasiao das elcires de 1 do crreme.
Tenho escriplo sobre estes objeclos as autoridades
compelciiles, e miuhas deleriuiiuces serao publica-
das pela imprensa.
DiloAcamara municipal do Ouriciiiy. Kece-
bi lionlem o ollicio que me dirigi essa cmara mu-
nicipal datado de .> do correle. Anle-houleni {
linba eu olliciado a Vaca, reinelleiido-lhes copia do
que eserevi ao juiz de paz, que presidio a mesa pa-
rocbial na oeeaailo dos aconleciiuenlos de que se oc-
cupa esse ollicio a Vmcs.
Us Tartos sAo contados por Vmcs. de um modo in-
leiramenle opposlo a uarracAo que me lizeram o de-
legado supplente em exercicio e oulras autoridades e
eidariaos dessa villa.Por ora nada mais me cumpre
do que esperar qoe Vmcs., e lodas as mais pesioas
a quera isso incumbe, faram lodos os eiforr.os para
loauler malleravel a paz e a or lem.
Portarla.Co
OS 1111,1
reo-
ra com venciraenlus para tralar de sua saude.
t^oinmunicou-se ao respectivo cominaiidanle.
la.;Ao do vapor Igavaas, i. perlencenle Com- *nES2ZT!!^Z!*l'm'.1? '""
paubia Pernambucaua.- Commuuicou-se a csla. *"" bra"c"c0 Ki,m'- """'* '
DiloAo inspector da Ihesuuraria provincial, re-
comini-ud.iudo que, a visla do compleme rerlilica-
do, mande pagar ao arrematante do o. lauro da es-
lrada da Eicada, Christovaa de llollaiida Cavalcan-
li Mello, a quanlia de (KoliOll rs.. a que lem direilo
o mencin;, i i arrematante, por haver exltahido
J,5(K palmos cbicos de pedra.
DiloAo juiz de orphaos do termo do llecile,
communicando liaver o inspector do arsenal de ina-
rinha declarado que ainda nao Ihe foram aprasenla-
dos os orphaos Jo-, Joao, Manuel, llioinaz e .iulu-
nio. mencionados no oltiriu de Sinc. de 10 do tr-
renle, afun de lercm o couveuieule desuno.
-'
Ollicio Ao Exm. hispo diocesano, lioso a V.
Exc. qoe examinando e Tazeiid examinar
pas inclusos que reccbi do ui.peclor
de hunda rotativamente ao bispado calhedral, vi
guiaras, e curatos da provincia, e coiifrontaudo-os
com os quadros aaaoxoi ao rclalorio apresenlado
este anno ao corpo legislitivo pelo Exm. ministro
da jiisii;a, se sirva indicir-me as inexacliiloes que
os reTendos roappas conliverein e preencher quacs-
quer lacuuas que nellos se enciuilrarem, afnn de que
eu possa, com a brevidade que me be recomm-u-
lada, romp ir as ordena do Exm. inimsUo da ius-
lica.
Dilo Ao Evm. coinman l.nle superior da guar-
da nacional do manicipio do Kecife, para mandar
suspender do serviro da mesma guarda nacional al
a prxima reuna* do cousciho de qualificacao ao
guarda dol. batalhlo da afamara l.oureiico An-
lonto Marques, visto achar-sa doeule.
Dito Ao inspector da thesouraria de tacada,
rccnuimendan o que sem demora mande cHecluar
o pagamento do prel das pracas do balavlhio n. (i.
i}4 nTanlaria da guarda nacional desle municipio
qtitf esliveram aquarlelladas, incluiudu nelle os
veucii.ieoios do da Iti em que Toram ellas de quarlelU'das, visto nao convir que o cummaudanle
do ui'srou balalbAo lique por mais lempo no des-
embolso deau quanlia que adianlofl era virtude de
ordem da presideocia. (^miinuuicou-se ao referi-
do commamla.nle.
Dito Ao cnsul porluguez nesla provincia, re-
metiendo para seu conhecimeiilo a iiiforniaro que
mioiilrou o inspeclor da all'aifdega acerrado subdi-
lo porluguez Francisco Joaquim doNascimenlo a
que se refere a representarlo do inesiuo Se. consol
de L do correle
Dilo Ao delegado do lermo de Onricorv. !)a-
f H- de expedido o meo ollicio dirigido a Vmc. com
data de 22 do correte recchi ollicio-, de oulras ao-
COMMANDO )AS ARMAS.
Quartel ceneral do commando das armas de
Fernambuco, na cidade do Becife, em 22 de
novembro de 1856.
ORDEM 1)0 DIA N. 372.
O mareehal de campo commaodaule dos armas
laz publico, para conlieciinenio da gaarnigaoe icvi-
dii elfcilo, o aviso do ministerio dos negocios da
suena abano Iranscriplo, pelo qual S. M. o Impe-
rador, houve por bem determinar, que acontar de
11 deste inez em dianle, o abonera a lodos os ins-
pectores de dislriclos mililares os venrimentus cur-
ia liiesouraria rc-pondeotes a' cniiinandaiilu de divisAo.
O mesmo mareehal de campo, mandando proceder
a conselho de investigarlo sobre a qoeixa que o se-
Ron lo sargento do nono hatalhao de inlanlaria, Ma-
nuel Marqoes Ferrcia Lina, nlentoa contra o .ea
eommandante de companhia, o Sr. lenle Vrenle
de Paula Ros de Oliveira, por bave-lo mallralado
com palavras ultrajantes em actos de servico, e Tura
delle, dentro do respeclivo quartel, vio contra soa
espectalivi que a qucixa nao fui infundada, e por
isso eslraiib.i severamcnle ao mesmo Sr. lente sc-
ineihaule coiuporliimeulo, contraro a disciplina, e
desconveuienle lo servico. I.imila-se a esle eslra-
nhameulo, por estar rooviucido que o Sr. Rios, a-
valiando bem a Talla em que cabio, se cohibir' no
Tuluro de reproduzi-la, e ap'oveila esla oeeaiiao pa-
ra lembrar aos senbores ofliciaes, que nao he des-
considerando oa seus subordinados, diiigindo-lhes
uoiiics injuriosos e ameaeaa, que rouseguirao faze-
rem se reapeiUdoi e obedecido*.
Superiores bem educados c convenientemente ins-
truidos nai suas obrigaces, desconbeceni esses meios
ignominiosos e reprovados. Todos lem direilo a boin
Iratamenlo, anda mesmo o culpado, por que esle
a lei se encarrega de o punir, e a ningoeni he licito
ultrajar aquelle que desvmu-se da senda de seus de-
veres, c conitiluio-se crimiuoso.
Finalmente, lemhra-lhes que sendo a classe mili-
lar esseucialmeiile briosa, aos superiores encerr-
nados de dirigi-la iucombe alimentar lao nohre al-
bribulo ; c por cerlo que islo nAo conseguirlo, es-
ligmatisando com termo* eflensive* aos membros
dessa classe que se alfaslarem do cmiiprimeiilo de
saa* nliriga^es.
Conven) antes anima-los e puni-los segundo as
circumslancias, com o rigor da disciplina, quando
se lizerem merecedores de eorreccSo, visto como es-
I indades dessa villa narrando o* ac mlerimciHos de se rigor encarnado mesmo na legislacio, se nao op-
1- 1 10 i'i, l.nili. il,. III lll i I I dltlorelltif ,1 .lil'lul I ,t I,.',* ,1 mqnKlvK -.1..____ .... I__' j. .
pos de manera atguma aos principios de moralidadc
o de aecurada cducarAo.
Aviso.
Circolar. Rio de Janeiro.Ministerio dos nego-
cio* da guerra, em II de uuveiuhro de I8."(i.
Illm. e Exm. Sr.Determinando S. M. o Impe-
rador, que a lodosos iu*p'ectores de dislriclos milita-
res se abonem desla data em dianle o vencimcnlos
le divisan, assim
1,2, it do correle de om modo dillerente daquelle
era que Vine, m'os apr*senlou.
Da copia jniila do uTJcio que cscrevo ao eom-
i andanle do batalhlo da guarda nacional Alvaro
Ernesto de Carvalho Granja vera' Vine, o modo cein
que encaro es-es aeonleciinnntaa,
Dilo Ao teneuloenrenel Alvaro Erue<(o de
'. Tvolho Granja. llonlem me rliegou as maos o
ollicio de Vmc datado de 7 do correle, em res- correspondentes a enraman.lante
posla ao meo de I ; de oulubro eir que Ihe commo-
niquei a sua demiasao do cargo de delegado de po-
licio desse ierran.
Nunca respond ao oflieo que Vmc. dJz ler-me
escriplo Cm dala do I, .lesetembro cxprlmiudo o
de-ejo de ler essa mesma dcmistlo, porque nunca
lal ollicio recelii.
i* motivo que d"i a ro-olurAo lomada a seo res-
paile nada lintia de indec iroso o pessoa de Vm e
lo'sem quacs iosm o* calclo* que m'a diclaram,
obrando eu dentro do* limites de inhibas allrbai-
^es, i Vine, so compela n
que tem exercido, e exerce cargos
g vernn, corvar-sr as derises desle e nao lomar
dolas pretexto para rrear diflirnldades a sen sur-
ri-stor, e.pnr em'ri-ro o orreo publiro, coarrtar a
li irdad" dos votantes e al privar a lodos do exer-
cirio .le leus direilos, lomando na mesa parochial
pirle arliva na arbitraria suspeiHau do proresso
(, .-iioral sem exerutar o preceito da lei que inaada
onvocar os volautes para outro dia, a pretexto de
que o Ocripenle calamina, porque nilo o couhece,
e qoe lalvez uem a si proprio se couhece ainda, po-
rem que ha de ronhecer-se e T,izr-se conhecer, na
pelas armas e pelas conquistas, mas nicamente pe-
la influencia sempre progressiva dos seus elemento*
nocionm-, dos seas principios pacficos e humanita-
rios, finalmente da saa cvilisarAo e bem e-lar.
Rem o sabis, nida ha mais contrario aos nosos
hbitos, aos notos goslos e ao nosso carcter, que
vermo-nns eucerrados n'ura espaco aperlado, cs-
ireito i- i o-o poras el. Carecemos de ar c de espaco,
como dizein na sua pilloresca linguagein os nossos
camponezes.
Ora, eu sinlo-me aeanhado dentro do circolo on-
de meencerrasles. Fallar-vos duque foi e do que
er, de Moscow de lionlem, de Moscow de ama-
uhAa, sem vos descrever o qne eslou vendo e o que
eslou sentindo, he para mira, repilo, eous impos-
sivel.
Uesculpai-me, pois, se vou mais alera do que exi-
gisles de mim, sem duvida, para evdar rcpelirei
as vossas correspondencias. De reslo saliere! es-
colher novos caminlios, e se por vetes correndo por
cima dos lelbados dos edilicios, lanrar uina vista
d'olhos curios t e a furto para essa immensa multi-
dilo apinbada as ras, e cujos murmurios (eslivos
e enthusiastas, como o rumorejar das vagas que vem
lamber a praia, chezara al aos meus ouvidos, es-
forrar-me-li"i ao menos, porque nao leuhais de
m'o lanrar em rosto.
NAo sabis oque mssimprc'sianou, qar,ndo com
a rabera enlre as mAos, e reclina la sobre a mesa,
quiz agrupar as miuli i- reminiscencias para com um
trarjo de peona, desenliar esla cidade immensa, ou
antes este ajunlam-nlo de minias cidades .' He que
anida nao existe orna descriprao irtistiea, hislonca
e phitosopbica de todos os monumentoi agjlnmern-
dos na cidade. E todava era isso cou-a fcil ; por-
que, iiqui cada pedra, cada edificio, cada ra e ra-
da bairro tem asna importancia ea sua signilirario
proprias.
Desde o Kilai-l, uodalo ao novo p.-.lacio ron-jlrui-
do pelo imperador Nicolao, desde Vassilhi-Bldgeo-
uoi, templo inolliTorme e multicolor, de Turmas
Originas e extravagantes, alo as numerosas igrejas
donde se ergucm graciosamente inuuin-ras grunpas
douradas, por loda a parla encontris nina memo-
ria, urna pedra. que correspondem aus vestigios qoe
na sua passagein Imprimirn] no nosso carcter na-
cional, os diversos elementos que empoem a noss
historia, desde o elemento trtaro, de lgubre e
araaldic,oada memoria, al ao do Occidente, menos
triste he verdade, mas igualmente esirauh> i nossa
nalureta e ndole completamente salvas. Entre es-
ses monumentos, uns denotara a origem, oulro o
predominio de alguns desses elementos, e ou-
tros linulm-.Miie a passagem, a transirAo de um para
outro.
Depois, lo meio de tolos estes Tragra;nlosdis-
persos, que sao como paginas arrancad is Je um li-
vro incompleto, e coja diversidad* necesariamente
contriboe para que o estrangeiro uAo possa apreciar
o seu coojonclo, levanlam-se mageslosamente,
grandes e soberbos, os monumentos reaes, grandio-
sos da nossa propria existencia : o kremllu, Ivan-
VeliKii, ele. Esles sa i como os captulos, onde po-
dem solelrar-se as maii iiileressante<, as mais glo-
riosas paginas da nossa historia. aVqui reconheee-
mo-nns a mis mesmo., e sentimos que temos vivido
de urna vida propria.
Estes monumentos immorredouros, seoodessem
Tallar, fallariam russo. Em redor, e a pequea dis-
tancia as formas simples e primitivas das nossas ea -
Manas de madeira ou das cabinas dos n Mee* campo-
nezes, nesses hbitos, nesses co-iuun- ho patriarchaes, lao r-p.asidos da primitiva crenca, da
ronfianra e da serennla le do merrador e d i monjik,
lalvez digara que nao se a.'ba a Russia, mas be a
verdadeira Russia, he ahi que se eu ainlra a Russia
sera meseta, isenta d toda a liga estrangeira ; em
suininaa Russia slava.
Todos esles vesliajM e todos esses cirnanlos mul-
tplices e diversos, esli agrupados ao lado un- dos
outros ueita Cidade, que lanos eslraugenos boje
veem visitar, qu muilos descreverarn de ceilo, po-
rem que.'como vedes, nenhum polera ooinprehen-
der nem definir bem.
Al aqoi lenbo me referido sii a Moscow. a cida-
de amiga ; anliga, porque posto que seja a mais no-
va das cidades ilavas, he a mais velha das cidade*
lussas, pas que he oella e por ella, soa verdadaira
capital, que este irnmenso paz, do qual, como bem
deixa ver o aclo solemne, que agora se realisa deu-
Iro das suas inuralha-, se consumi em imperio, e
foi baplisado>com o noine d- Russia ; cidule sania
linalmenle, porque por tres vezes h.lo ule la nossa
independencia nacional, euceira lodas as nossas me-
morial, as nossas santas reliquias ; porque resume
o nono pateado e he urna garanlia do Tuluro.
Sim. Moscow he lo lo o uo-so passado : he ahi
qoe e-l i o seu orgulho, e he alu que esl.i a nossa
gloria. Vio e vencen
Trauceza. Findas as
guerras, apenas cuidavamos em ler vida piopria, co-
merou logo oulra lula para nos civilisar, e na qual
corremos o risco de bastardear.
Esla lula, encelada em Moscow, Iriamphoa em
S. Pelershurgo, emblema e personiliracao da >ua
victoria. Tuve as suas pbases boas e l'razeu-
do-nus as luzes do occideule, deu-nos meios para
melhor uos conhecermos, e para avaliarmos os pe-
rigos de urna rupia servil.
lie a esla larefa improba mas proficua, que Mos-
cow, era silencio e concentrada em si mesma, se en-
trega desde o triompho da soa rival.
O seu empenho, a sua lula; mas iota de reacrAo
progressiva e nao retrograda, lem consistido, por
om lado em Tazer desapparecer os srdidos vestigios
do jogo trtaro, e por aqui se poderil explicar, se
uecessario fosee, a nos,a sympalhia por lodos os que
creem em Mahomel, e por oolro lado era combaler
as exageradas tendencias para o occidenlalismo, ou
aillos germanismo que nos ia levando al esquecer-
mos os nossos elemeulos nacionaes, e iinporlaodo
para o nosso paiz palavras e cousss essei.cialraenle
contraria! a nossa nalureza; lula linalmenle, que
Um lido o resullado de nos appiuxiraar cadj vez
mais, civilisados c aperTeiroados dessa nalureza pri-
mitiva 13o perfeiu, e que o povo al boje ha con-
servado. Por isso Moscow agora Iriuinpha por seu
torno: o seu Irabalho perseverante e sempre leal
pradeo os seos tratos; a sua crenra foi a base de
urna escola, e esla escola be boje a de loda a Rus-
sia.
!\ao se pode duvid.ir de que sagrando dentro das
cruzes e gnuipis lodas douradas rellectiu lo os raios
do sol, se ergoein para o ceo, depois, os numerosos
edificios, cujas formas exlravagaules vos deixam
estupefacto; depois, os esparosos e magnficos pa-
lacios, onde outr'ora habilava a nossa amiga aris-
tocracia, e que perleucem agora aos uossos ricos
iiegori mies; depois, avistis o Moscov, o qual, co-
mo oilu.cad i em Trente do orgolhoso kroulin, in-
clinaal modesto e tiraidn, e dealisa na sua rapi-
enjos projeclos eslAo ja em parle approvados pelo
guveruo. e era parte ainda era c-ludo, unirem. pas-
-iii lo por Moscow, o Bltico ao mar-Ne&ro, Paris.
Londres, Vlenoa, Iterlin, Vatsovia a* China e a'
Sillona. EulAo Moscow sera' na realidade o mer-
cado universal onde todos os povos villa trocar os
seus productos e a sua civilisaco, ondeo Oriente e
o Occideuic se encontrarAo.
Entilo Moscow atlingira' a sua verdadeira impor-
tancia, ehegara' a sua meta, e rulisara' a sua mis-
sao. 1 -ii lo sido o olpln, enlo sera' o oraega da
nossa riviliiar^Ao. De cerlo que os Rossos dos secu-
da correle, serpeaudo com mil graciosas mu- los XVI a XVII, e mesmo do principio do secuto
dades.
Para alcm, os voisosaalhos espratam-se pelo cam-
po ; ahi um fumo espesso, que son de cein fabri-
cas, paira por cima das grandes aspas dos moinhos;
para alm deslas labricas v-se urna extensa cam-
pia malisnda de jardius, de borlas a de llrenles
arvoredo.
Esle p.inor.mi i he esplndidamente piloresco, e a
sua visla consola, porque raostra qual he a activi-
dade iiidusiri.il e o beiu estar que ha em redor da
cidade.
Se agora conlemplaes a cidade pelo lado do nor-
te, um espectculo mili diverso se aprsenla a vos-
sa visla. Acol veris ratone o soccego e a tranqoil-
lidade ; ese leudes a imagioaro um pouco viva,
e rouheceis a nossa historia nacional, uo podis
fugir um instante de meditacAo; aqui, pelo con-
trario ludo vos distrae, aqui reina a activilade e o
Irabalho ; novaraente avistis o Kreulira : porm
do lado de kilai-Gorod, a cidade commercial por
excellencia, onde o moviineulo he contiuuado, de-
pois vedci numerosas igrc;as com os seus Zimborios
da vanegad.is cores, os inosleiros. os palacios, os
boolevards e ai espieos*! roas orladas de palacios e
de lojas; Tuerskaia sempre alulhada de gente, a
Pretchislenka, que ainda se chaina a ra dos Bot-
ante*, e a ponle dos Marechaes, com as suas mag-
nificas lojas francez is, allemaas e russas.
Agora volvei oolho, piro o oulro lado do rio.
Que difleranca ia nlo he a capital, he uina eida-
de de nroioii prxima da qu-.l licum mollas al-
tleias ajgli"i.-o !a*, roas o leti certa onginalida-
de. He Kiii q.io exisletn lo ios esses grande* esta-
beleeiinentos pblicos, separados uns dos outros, e
que sao aulro* lanos penhores do nisveilo dos nos-
sos soberanos pelas classes desfavorecidas e pelas e-
durac i da moeida de.
Aqu o ar be tedio e rorre despejado, c he por
\l\, nAo suspeiiavam se quer a importancia que
Moscow havia de adquirir com oscamiuhos de ferro,
importancia que chega a toda a Russia ; porm se
se .riinitte que os povos, como os individuos, pos-
suein um senlimenlo inslioclivo do qoe valem, e
por conseguale podem presentir o seu Tuluro, com-
prchender-se-ha como he que os russes sempre olha-
rain para Moscow como para a arca santa dos seus
futuros deslinos, e os nomes de cidade sania e de ci-
dade elema, qne os seculos sempre Ihe tem dado.
nao serao ridiculos e vaidosos para 01 tourislas.
Jornal do Commerciu de Lisboa, i
CARIA SOBRE O EGYPIO.
.lo redactor do fournai des Debis.
Nao quizera com ludo deixar o Egyplo sem dizer-
Ihe alguraa cousa dos monumcnlos que acabamos de
admirar.
Parece-me que um viajante que livesse visto rslas
maravilhas sem Ihes con-agrar ama recordarAo seria
bastante ridiculo,
Fora misler que fosso. mu insensivel para nao ter
sido abalado em preseur i de semclhanle espectcu-
lo ; e. se ao contempla-ios, experimenlou slguinas
impresides profuni's, nAo vejo razio por que nao
(ransrailtiria estas imprcsses, quaes quer que fos-
sein, as pessoas menos Telizei do que elle que nao
poderam v-las sobre os lugares.
Por oulro lado, os monumentos do Igyplo nao sao
somenle urna gloria para o povo qae os erigi; fazcm
parle da historia da arle pela sna.originalidade, pela
sua g-andeza, algomas vezes at tamben) pela sua
perfeirAo; e deixa-los em silencio, he rasgar urna
pagina dos anuaes do espirito iiumauo.
Alguns desles monumentos lem qualro mil annos
e mais.
Pergunto-lhe eu : lia qualro mil anuos, o que era
isso de cerlo que se preleno esle bairro allaslado toda a Europa, inclusive propria Grecia t O que
da cidade, para nelle se montaren) lodos esles esla-
belecimeutos.
Em redor delles levanlam-se as graciosas casas
de campo dos nossos uepociantes, cuja ari Interiora
origiual se semelha a das eibanassuissai.
O corpo priucipal dos aposeulos lica no meio de
um recinta onde eslfi > as cocheiras, as arribana! e
oulras oflicinas i.io coramodas .e lao necessarias i
vida intima polriarcli.il dessa honrada gente que
se conserva fiel as Iradiroes da anliga familia es-
lava.
Agora vollai a Tace para o lados mordesle e no-
roeste de Moscow ; aqu outra vez se esconde a ca-
pital ; o ispelo muda completamente s vedes
urna como densa noreste formada das grandes cha-
mins das fabricas, das forjis, das mauufactoras de
todas as especies e de todas as pmporres.
NAo he Mosr.ovv a capital dos Izars. Moscow a ci-
dade das pedras brancas beloeamenuaia) he Mos-
cow a cidade moderna,* raioha das nossas cidades
induslriaes ; he ahi que se Tabrieam esses bellos es-
tofo* de seda e de lia, esses pannos, essas chitas li-
nt-simas, ess.is porcelanas e esses couros, esses pa-
pis, e esses tapate* qu" lanto adrairaram o estrau-
geiros na exposicAo de l.ondrei.
Do lado de sudoeste, linalmenle, enlre o Moskva
co Sanoza, avislaes uina pennsula onde o aspecto
outra vez moda, prova certa de que oscostumese
os hbitos sAo diversos.
Geni elfeilo, nesla peninsula lnhilara pequen is
negociantes e artistas, classe de gente especial, como
os trsnileverin**, que ainda conservara com mais
li lelidade, do que os neos negociantes, os seus an-
ligoscosltimes e os seus velhos precooceilos. Ha-
bitan! em casas de madeira de carvalho, cujas per-
las e janellas raras vezes se abrein, nAo deitaudo exactamente dos mlloes mamelnros, enlre os qoaes
..o .- ..,..-; ....^.. ... ,._,.: ...._. a. n ........
[v. publico para osfins fniivenicnlcs, que
o cummunico a \ Exc. para seu conbecimeulo e ex- suas murlhas, pelo seu amor e pelas suas rogativi
eruriio na paite que Ihe loca. |a seu muilo ama lo imperador, Moscow consagra
Dcosgoardea V. ExcMrquez de Caxias.Sr.! no mesmo lempo para a Russia nma era nova da
presidenle da provincia de Pernamboeo. prospetidada e grandeza nacionaes.
Joti Joaquim Coelho. .-Ao eilas, em resumido quadro, a importaneia
23 pasaadl e presente, a vida, a alma e-
ORDEM lio DIA .\. .'.7:!. lejas agora conberer Ihe o corpo, o esqueleto'! Vou
O mareehal de ampo, i-ommuiilanle du- armas, ll'".'r as soa,s re''-'"rs c a su'' ph>ionomiii ariu.es
i.onsidcrida nisloriamenle, Moscn divide-se em
qu ilro partes, ou antes, como acuna* di-sc, cm
cidade* dillcreiilrs; o Kreulin, a Kitai-tiorod, o lle-
ly, o Zamlianot-tiorod, e finalmente o* arrabalde*.
Considerada administrativamente, divide-la em Ires
secres, 17 bairros e !l(i dislriclos.
O centro da ridade lie o Kremlin, situado na
margem esqoerda da M.iskva; pelo norle une-se-
Ibe o Kilai torod, formando ambos a rulada, prn-
priamente dila, o coraran da ciJade. O kitai-tio-
rod esta' cercado de praras donde saem em forma
de leijne ai maioroi roas de Mnsrovv, as qoaes sao
cortada!, prximo das praras palos boulevards.
entrar o ar. quasi nunca os habitantes das oulras
cidades, e nimia menos o* eslrangeiros.
Como vedes, Moscow he urna cidade mi yeneris,
que nao he Tacil licar couhecendo n'um da. NAo
basla visita-la em d as de Testa ; correr as ras, as
praras, os edificios ; he misler tambero devassar o
interior dos seus differentes bairros, estudar a his-
toria de cada um delles, e examinar os seus habito*
acrtame* ; he sti assim que se podem apreciar de-
vidamenle as Ten-es caraclerislicas desla immensa
capital, que. como disse cima, he menos, nina ci-
dade, que uina reouilo de muilas cidades, cada urna
dai quaes lem o seu carcter, as suas erigen*, 09
seus coslumes e os seus hbitos especiaes. Assim,
vedes urna muilidan de honieus qae vivendo, para
| assim di/-r. ao lado uns dos oulros, eslAo dislau-
as inva-es lartara. polaca e 1 ciados por seculos.
is ; as uossas | Indas as pocas, lodosos graos de civilisarAo por-
que temos patudo, se enroiilram anida ioje em
Moscow, com toda a sUa originalidad*.
Os seculos X. XVI, XVII e XIX ahi vivem ala
so como urna recordarAo lavrada na pedra, mas para
assim dizer, ahi vivem era carne e osso, ao lado uns
dus oolrns, sem que todava se desenconlrem. Aqui
podis admirar a vida primitiva, essencialmenle pe-
triarchil, e as excelleulesqualidades do mitigo sla-
vo ; acola', o fatalismo, e imlifierenca inerte, e o
espirito cobicoso do trtaro brutal ; ao pe, e como
Irn.noto, o amor do lucro, a colora, o medo dos
estraugeirus, reunido a um profundo senlimenlo re-
ligioso e a urna nohre altivez do nesociaute rico, o
qual ainda se Icrohra de JoAo IV como de um pro-
lector ; mais cima a vida material e luxuosa do
poderoso boiardo que ainda nAo poude eaquecer a
poca em que para ser membro do coos-lho dos
hoiardos lloiarskaia Domua', nao era uecessario sa-
ber escrever.
Aqui termina oieculo XVI. Enlre esle secuto
e o XVII, ha como um ciarlo. No meio levania-
se urna cruz, por baixo da qual se lin estas Ires
palavras: Fe, Esperan;*, Amor, a estas palavras
ajumaran! em redor de-sa cruz, emblema do longo
ni al v rolo.-i i da Russia, qoe ia produzir ama nova
e-i i ovil ni. dous humen- de difireme nascimentn ;
um principe descendente de um Hus ramos da an-
liga lamilla de Rurico. e oulro, simples camicei-
ro. Elles sin li/eraui levantar a nacao, e salvaram a
patria.
Aqui acaba a anliga Ruwia, e aqui igualmenle
comeram a nova Moscow e os novos elemenlos da
reforma de importaran estrangeira. Vle-los lodos
agrupados, desde o espirilo borguex, burocrtico e
era eiilAo o reslo do mundo e al os povos mais ci-
vilisados desses lempos meio fabulosos ao lado do
Egyplo t
Mas, como Ihe dizia nn miuba primeira caria,nao
Iridio a menor prelenrao de comprehender os Inero-
ph pilos.
Pela minlio parle nada descobri de novo ; nAo sei
destes enigmas esculpidos sobre a pedra dos palacios
e dus lemplos senAo o que me ensiua Cbampullion o
moto, VVilkinsou, de Rouge, l'risse, Lpala*, Mari-
elle e os outros eax pt dogos.
N'uma p la\ r,i na i -o se a descoberla deChmpol-
lion se he ioeonteatavel; e a esle re>peilo nao me
lio mis inlerpretacei dos sabios cujos trabalhos n.lo
posso verificar.
Os monumentos que temos visitado nAo sao mu
numerosos.
O lim da nossa viasem era especial, e a grande
queslAo do islluno de Suez cora as quesles secunda-
rias que a ella se liga.n, era a nica que nos devera
uceupar.
Com ludo nao quizemos pa*r como barbaros ao
p desle e sem laorar-lhes um olhar; e eis aqui poaco mais ou
menos lodos os mouameulos que vimos sobro as
margan* do Nilo as pyramides de (jhizeb, o templo
de lien lerali, os palacios e os lemplos de Thebas so-
bre as duas margeos do rio, Esuel, Edfou e a liba
de l'liild.
Nao Ihe fillaie, nos monumentos rabes que en-
contramos no Cairo ou nos arredores do Cairo.
lia nesla cidade urna imillidAa de mesqnilas, que
merecem os esludos e ate a admiraran dos artis-
tas.
Fura, os lomillos dos califas, como dizem, ou mai
Teilo cen xezes para sali-Tazcr rurmaldades bfila- .
nicas, rereiava que elle quebrasse o peroro, e lor- |
nei-me inexeravel os suas supplicas ardenles.
I'odavia nao perdeu nada cora as miuhas re-
cusas.
Almoramos ao p da grande pirmide, debaixo
de iiina sombra ; mas, Iraiisloruodaa cousas huma-1
as ahi bebemos champagne memoria dos Plia -
raoes.
Muilos uniros vioilantes cujo exemplo seguimos!
ahi lizeram as Torras .mies do us ; e entre os mais
enligo* cujo '.esteinunho ebegou ao nosso eoubeci-
meulo, pode-se citar Mecatee da Milet e llerodolo, i
quiihenlos anuos antes da era ehriitla ; Diodoro de !
Sicilia, Strablo, pouco lempo antes desta mesma i
era, Plinio e maitos oulros, que depois de daus mil '
e qualro cenlos anuos calcaran! esl- solo que lam-
bem pisaram os soldados da repblica Trauceza, ,
quando dispersaran) turba dos mamelucos indis-
ciplinados.
Segundo a narrarao de llerodolo, lestemunha
occular, parece que a grande pxraraide era no seu
lempo revestida de pedras plidas de que a uns
pequena linba, diz elle, 90 ps de comprmeme.
i.-i,ii i eu mesmo medi am Medmelllabou pe-
dras que tinhanl :tj pes, nAo repillo esla asierr,ao.
Mas he ceno qae boje e depois de maito lempo
ja Min ha vestigios disto.
Segunto todas as apparencias, estas pedras mag-
nilicas Toram roubadas por mAos sacrilesas que as
lerAo deslinados a outros misteres, e deltas lerAo
teilo o fcil adorno de algn- oulros monumentos le-
vantados com pouca despeza.
A segunda p>ramide ainda lera no vrtice o em-
bone particular que be de grauito, ao pasio qae o
da grande pvramide devia ser de marmore, se-
gundo se suppe.
M.is coran esle enTeile esta especialmeole no vr-
tice, islo be. a (ID pes pelo menos do solo, suspen-
sa e comida no declivio, he provaval que o que fal-
la lenha sido roubado pelos mAos de espoliadores
pouco habis, pois que be precisamente o que falla
que devera licar intacto em vnlu le da sua propria
posicAo, se livesse que receiar os ataques do lem-
po.
Se a segunda pvramide lia sido despida al me-
tade da altura. nAo ha raz.lo para que a grande nAo
lenha -i lo outr'ora toda robera e despida por ladroei
mais ndanosos e mais laboriosos.
Assim, he minio provavel que ninguem, ainda
vendo os p\r;,mides, nao possa Tazer uina idea jui-
la do que ellas rame quando a sua superficie res-
plandeca aos raios do sol que as allumiava incssau-
temenle sob este co ser, nuvens.
NAo medimos a grande psramide.pois que nAo he
cousa Tacil por causa do estado do solo circuinvisi-
nlio.
As diraeuces dadas pelos anligos c pelos moder-
nos mais rv iras lAo mui diversas, seguudo o nivel
em que Toram tomadas e tambem seguudo a habi-
lidad* daquellcs que lera medido c seguudo a na-
lureza dos seus instrumentos.
Sirvo-raedas estimativas mais rcenles dadas pelo
coronel II. \ ise. que crcou para si uina especie
de gloria e de auloridade ueslas materias pelas des-
i! rilas qUe ahi Tez.
II- lo/i estas estimativas em medidas fr.mcezas, e
aclo que a grande pvramide deve ler sobre Cada
face da base em algansmos redondos, "JO ps uu
iil metros; a altura vertical he de iX) pes ou 150
metros e de 550 sobre a mclinacAo de 3I-5U" que
tem os lados.
Imagine a massa medonha que do estas dimen-
res multiplicadas urnas pelas oulras.
-Nao ha menos de O'I degraos soperpoitos, segun-
do a lioha de declivio,sem que alias,cousa bastante
singular, os degraos tenlum por toda a parle a mes-
maespessura.
Parece que em ama obra do-Ir genero, loo ma-
llieuiatica e (lo regular, cada orna das pedras deve-
ria ler idnticamente o mesmo volme.
I.no,i que islo teria sido milito Tacil ; mas he pro-
vavel que nAo lenliam cuidado insto.
Ogrlede pedra calcarla que se empregou he
soberbo nAo tem um defeilo, e nao devera ser mui-
lo duro de corlar, ajulgarmos pelo eslido em que
ainda hojoso acha.
( Jornal dus Debata. )
deminhas allribai-1 denria foi servida por portara do 2') do corren
'gos' de'co.innra'do ""'ar o Sr. copilo reonnarlu Manos! Claudi.
a presi-
orrenle
ioo
d'Oliveira Cruz, [iira exorcer interinamente as
[njiegoei detoajor no 3-. btltlho de infamara da
guarda nacional do municipio ilo Recite, segundo
ronstou de offirio da inosuia presidencia linnado
nnquella data.
Jote Jo.ii/uin Coetlm.
figura o nonie da Malek-Adel, sAo mui cuno-o, ; e
foi com grande prazer que perrorremos estas mes-
quitas em ruinas, graciosas e peleles ao mesmo
tempo ; mas be esle um mundo inteirameute difi-
reme que nAo be Mulo de baulero, uao be o que
a genle vem procurar nn solo egxpcio.
Para ir a* grandes pyramides que se deseortiuim
a dimita quando al uem as ronlempl* do alio da ci-
dadellado Cairo, compre passar o .Niio c loinsr pela
aldeia de tiluzeh, boje mui arruinada, e de que l.e.lo
o Africano, no romero do seclo XVI, fez uina ci-
dade mai lloresceule.
Como a nandacae eslava anida mui alia e cobria
o campo, foi-nos misler seguir a lavarlo de Ierra
que por longos desvos Conduz, serpenteando na en-
trada do deserto l.ibvco, onde jatea asas gigantes-
cas coMilruccdes.
De longe e medida que dalla* nos approxima-
varaos, produzein mullo pouco efieilo ; e seriamos
quasi lenlado* a dizer: i Como pois he islo o
Mas qoando ileixamos a elevacAo e alem da inun-
dara > caminhamos a p para eslas masas, Tazendo
um kilmetro pouco maii ou menos na areia para al-
ean,; i-las, sem qae os olhos se aila-iam dellas um se,
gnu lo, se elevam de repente a proporres colossaes-
e quando a gente ebega em lim a base, tica como al-
ienado e opprimirlo de espanto.
Ela ter.sacao procede evidentemente de que esles
monumentos extraordinarios sao de um canto de pe-
dra, e o efieilo que produzein he de alguma sorle
concentrado.
O mais vastos palacios, os de karnak, por exem-
plo, os de Medmelllab m, irameusos como sAo,
nao esmagam como as pxraraides.
U observador se pode orientar as diversas parles
que aualysa e que se podem individualisar urna a
urna.
Aqui o golpe he nico, e o hnmem Tica fulminado.
A sorpreza nao diminue anula quando sabe-se so-
bre esles assenlos de pedras magnificas das quaes .li-
gninas lem Ires e qualro ps de alio para cada de-
grao da escAderia !
No vrtice, a .">l)0 ps cima do solo, com o Cairo
em visla, a sua cidadella, o Makallan qoe o domina,
o Nilo e a inundarAo, as pxramides de Sakkarah uo
horizonte, com Memphis e o deserto libyco, e era
lorno de si as Ires ou qualro pyramides que escol-
lan! a grande, o espbinge c a* rainal de varios pa-
lacios e de urna mulndo de lumulos, o eheito nAo
diminue ; e de repente eis-nos transportados como
em um mundo sobre humano.
I. un ludo, a eonlemplacao eessa. sem que o es-
nilitar da Allemanha, alean espirito, lino, mordaz,, paulo .leva res.,ir lio depiess ; e se torna a descer
frivolo, elegante e polillo da sociedad* franceza. No la grande pyranude mais depressa do que linhs sido
" ahi veles' -
meio desles elemento! estrangeiro* que
raesclados min os elemento* nacionaes, apparece
om oulro que participa alguma cousa daquellcs,
muito desles: esle ultima e-ia' perNBOiGcade n'nma
numerosa classe de liomeus erudito*, de esladi-la- e
de liomeus de toeiedade, os quaes desejam ser rui-
sos ua rigorosa arcepcaoda palavra, c nao allemie-,
fraucezes, ou inglezes, mas rnuo* do aeculo \1X.
Esle elemento, esta tendencia, esla reaccAo de
que cima vos Tallei, e que promella um lo pros-
paro e grandioso Tuluro, sabio do que usaiii chamar
a escela de Moscn, porque Mosco nao oau he so
o cnrar.ao do imperio, o sanrluario da* uo-,- me-
morias narionaes, o cenlro da nossa industria fabril,
he lambem, e espccialiueulr. o foco da nossa ci-
vilisacAo.
Igada.
Subi em menos de dez minlos, coadjuvado por
um vigoroso rabe, e acniipanhado por um mui
lindo lapaz cajo peito anda nao era batante robus-
te para seguir esla ascensao de slecple-cha-e.
Ilesci ainda mais rpidamente, amatando algu-
raas vezes o meu rabe nos meos sallo- precipi-
tados.
Ouaulo a si, elle ala cessav.i, ou subindo, on
descendo, de pedir-me o bhakshis, que eu Ibe pro-
mollera ; e insista com as impertinanciai mais vi-
vas de urna eriaoca, para que ou \\.
sabir e descer em dez mnalo*.
Pedia apenas a m.idesla soinma de lies sbil
por esle curso diablico.
permilli.se
Privei-me voluntariamente de semelhatc esper-
lla em Moscow ama scciedade, para assim dizer.' taculo ; e pqsto que me parecesse que elle o devera
PAGINA AVULSA.
Se o Sr. director das obras publicas j man.
dou, segundo nos consta, collocar na canalisarao
do pantano do Dunda as comportas, porque se nao
dar cumprimentos suas ordens?Julgamosnao ser
essa obra do lana diihculdada, que em 8 dias nao
se possa da-la por prompta : da maneira por cer-
lo, que se temcarregaao, por exemplo, a areia,
nem e:n um anno se completar esse melhoramento
lo necessario aos moradores jj Olinda : areia
carregadaem jangada, lio o mesmo que agua den-
tro de cesto, mas como nos consta que o Sr. Jos
Antonio de Araujo, se obriga a deilar l em suas
canoas, toda a areia precisa, lie bem provavel que
visla desse offarecimenlo, os encarregados dessa
obra nao besitcm em abraca-lo, alim de que cm
pouco, aquella cidade esteja abastecida de agua.
.Muilas familias teem deixado de all passar os
dias calmosos deste inez, pelo inconveniente de nao
haver agua sulliciente que chegue para o consumo
da ridade.
Para que, meu amiguilo, lia de vocemec
appelidar ileCalinga, a quem vive em sua casa lo
pacificamente ? Sa elle tem coinsigo a varinha de
condo, que faz dispertar em fros coracoes as Tin-
gelas da ardenle lera, nao lie por certo devido is-
lo ao chistoso velacho Catinga, e sim squalida-
des atractivas, que fazem deslumhrar a quem lem
coracao phosphorico, e assim, nao rMi:ularisa to
publicamente honesiidade encarnada.
O que significa quasi lodas as noites um
vulto na esquina da travessa do hecco do Veras ?
Um vulto immovel noile eacuado em um canto,
sempre faz seus recelosa quem nao est disposlo a
ser victima de algara ah perdoe I
Que curiosidada Ha um moco na ra das
F"*, que depois de toda a visinhanca agasalhada,
lem o incommodo de andar de gatinbas pelas por-
tas a ouvir o que se conversa... deixe-se disto,
porque j o viram duas vezes fazor essa gra-
cinha.
Duas Helenas resingaram, da resinga passa-
raii as descomposturas, das descomposturas s vias
de fado, e neste ponto urna baleu mao ao seio, e
saccou urna navalha, e cortamente que feriria a
sua adversaria, se aquella nao livesse longos mele-
nas ; defendeu-sc do golpe c foi aos cabellos da
nimiga, derribou-a, arrastou-a ale umquarto, e
levantando a lampa de urna arca deroupa, prendeu
os cabellos da sua adversaria, trancou a arca a cha-
ve, cdeixou-a aos gritos at pela manha : houve
quem ludo sotibesje, e podendo,providenciar nao
quiz.
As canoas de capim no pono da ra do Sol,
sao constantemente roubadas por mam jos eslran-
geiros, que desapcrcebidamenle exercem lo inno-
cente arte. Alt que por l tambem sabem fur-
lar!... Os encarregados da vender ocapimdes-
prezam as canoas, vio passear, e os charos es-
piklis approveilam a vasa ; que genle Gna !
Antes de honiem noile, julgou-se que
havia incendio no principio da ra de llortas em
urna loja de marcinoiria, lano era o fumo que
sabia atravez das telhas; indagado o faci, foram
urnas palhinhas que se queimaram ; quem passava
admirava-se ver como eslava a ra, que com dilli-
nildade se viam as casas : osacrisuio de S. Pedro
o o sineito do Carino, quasi, qua-i, qua lucam re-
balo !
Diana que apezar das rondas, o* negrosdas
padarias as Cinco Pontes, conlinuam a cantar to-
da a noile rom manifest incommodo da visi-
nhancas,
Ouviinns dizer que antes de honiem fura
preso em una das fregueai um individuo, por ler
dado urna risada : ha risada, que nem um degre
do paga-a.
Na Ponie Valba hoave utni reanm de prc-
los africanos, na qual arremedaram toda a etique-
ta do< sainas: dansaram, tocaram, ronversaram,
comeram c liebcram, na melnor ordem possivel.As
damas quasi todas traziaiu aljofares desde a tauaal-
a ponta do nariz, sao modas.
Em urna calcada da ra de llortas, V aau
fuma capaz de consumir urna perna >ao pode
haver maior entrega I
Por carta de Villa Relia de 1'. do rsarresUs)
ronsla-nos ue no da ti tiveram logar aa tawadj
denominado Areal, duas inorles. Tendo om Fran-
cisco Ib agarra contratado casamento de nma ** li-
llia rom umscu vizinho. pouco depow a raaetcilla a
um oulro. Sabcndi o phmeiru desles qae a oa *wi-
va se devia espozar com oulro, e.perou no atadas
bodas na occasiAo em que saluatn de ea** dnqvM-i
um liro, sendo reapoudido por dous airo* alivia* pe-
los qee acompanhavam os noivos a' igrM; ral-
tando a mor le do enforquilhade e a de aai den an-
tros. A chava alli rabia ja a alguns das ron aram-
danria ; os campos reverdecidos promriiiem preepe-
r rolheila e abuudaoea perenne. Il.iviam |i Ni
chagado os relralos de S. SI. o Imperador das. sew
ministros orrerecidos pelo Kvm. Sr. coneao Pin**
Campos i o miara municipal daquella villa.
Hospital de caridede 23 de novembro: <
doenies.
2474.
lie amaiiht.
CMARA MUNICIPAL DO RKCIFL.
SESSAO" I \ I It Ai ili UIN A li | a EM HK tl"TI -
BRO DE 18.-*.
Presidencia do Sr. batan it roahaniV.
Presentes os Sr*. Kego e Alhuquerqae. Oliveira,
r ranea e (iameiro, fallaono com rao** participas!*
o Sr. Viaona, e sem ella os raaisSn., abrio-ie a *es-
sAo e Toi lida e approvada a acta da antecedente,
rol I; lo o sfguinle
EXPEDIENTE:
L'm onicio do Exm. presidente da proviaci*. de-
clarando que a Trcgiiena d* Boa- Vina tem de dar
:W eleilore e nao :tt, por* que eitaxa avmooa*
qoe o territorio de liebenhe antes de ser anee do
Iregueiia de S. Pedro Marlvrde Olinda. pertoaairia
a S da mesma cidade, e na. a Boa-Virta, romo *a
suppoz quando Toi urgainsado o mappa do noarn*
de eleilores que deve dar rada parochia, o aae re-
inelleu a esta cmara no dia 9 de ontabre. In-
leirada.
O Sr. presidente declaroa que logo qne _
esle odelo, ptssrtjii o seu contando ao couherm
lo do juiz de paz mais votado do prirneiro di*4ncto
d* lloa-\ isla.
Oulro dcS. Exc. rccommeoJaudoa bel execoraa,
na parle locante esta cmara, do dnpavato no avi-
so da repartir.,o do imperio de 30 de selenacn alli-
in i, rujo cxemplar rpmellia.no qnal eilava declara-
do que oscollegios eleiloraesdesta provincia devesa
reunir-so no dia 2 de dezembro prxima Tinloam.
para celebrar a sessAo preparatoria de qee Irala
art. lili da lei de Vi de agosto da 1X16 na mi**
dialo da:tpara proceder a eleirAa de deiMlaatos
geraes para a legislatura de ls.,7 ItaJO.Intei-
rada.
Outro do mesmo. remeneado copia do qae llie
dirigi o tbesouieiro daeslrada de ferro, acarea dn
embararus que as obras da mesma eslrada teem lan-
o ao transito para o m.iladoiiro potlice, sobre **
quaes Ibe represeotoa osla cmara.Inteirada. e
mandoa-se remoler copia do ollicio d lhaoriir
aa riscal ile S. Jos para dizer sobre o objecto o q*e
de mais Ihe occoncr.
Oulro do mesmo, requisitando .de o dia I ."> de ja-
muro prximo vindooro. uina r*lac.io do* re*eaKli-
vos proprio iniinl, ipjrs, rom dectatarav O* aval *a-
lado e prestmo.Que se alislize-se. "
Oulro do barbarel Iranri-co lime' N rilara de
Albuquerque Mello, participando qoe |no dia .'
de oulubro entrara no exercicio da primen., vara
municipal na quahdade de anpplenle, per de liceura o elliclivo.Inteirad*.
Oulro do procurador, pedalo quanlia de 2l;f
; ira pagamento das cusas da *enleoe* irae a aa
lavor blete Bazilio Airare* de Miranda Varrit* am
lihello qoe move contra a muninpalidade aobro a
posse do terreno em que esta edificada a rilxwra *
Uoa-Vista.(Joe se lirasse do calr*. *e aalragaa*.
Oulro do eogeubeiro rordea 1*r, infomunda qae
lem 28 I,rao i- quadra la. e meta o Ierren penal-
cente a municipalidade, anneio ao >iii* do earav-
gioo Teixcir*. qoe o padre Jos de Jeoa* Man* ato
\ asroncellos quer alienar, a* quae* a razao aa
l;2UU cada urna, seguodo liase ja ln*ad*. **-
tam 3J?4mK1Que s* oflciass ao Exm. presdeme
da provincia pedindo permi-.ao para s eaeclear
a alienarAo requerida noi termo* do arl. da lei
provincial n. 1171. send* a permis*o etlaaeiva a
quaes qoer oulros que reqnelram o terrea qee ata-
da resta.
Outro do mesmo, informando qae o ten* re-
querido por abroar) no mesma lagar, por Anm
de Barros Corren, tem "Mi orara* qnadraaa* qo
avahadas a I5JKII importam em 11 VsM.A aku-
ma lo-oiiiioi 1.
Eoi approvado um parecer da commiato de csS-
cares. declarando as raides porque nao te poaean
levantar estaleiros de comlrucroes navaes na praia
de Ssnta Rila, no lugar ahi designado para logra-
douro publico..Nesle sentido despaehoo-ae a pe li-
rio de Joao Rodrigues di Silva Valle, e ladea-ao
reincilcr copia do parecer ao capillo do porto.
Itesolveo-se .1 requerimenlo do Sr. trinca, liciasse lo Exm. presidente da provincia, abre a
conveniencia de ser conservada a pedra qae *e liroa
do edilicio que aeabou de servir de cadeia, a qaal
conlem a iuscriprAo da poca da ronslroccio ato
mesmo edifcio.e o nome de quem o mando* fnadar.
Conc*deu-M ao guarda municipal do Recife.Fraa-
cisco de Araajo Caldas l.iraa, om *m d* liroora
com veuriinenlo, para tratar de saa saude,par aos***
o haver requerido.
Man dou-se remetler commisia* de edificarle*
nspetiroes vindas da presidencia, de I). Maria Fran-
cisca de Assii Pinheiro, Jos Marcelino da Rom,
Josc de Carvalho Rapoio, 'e Joaquim de Alnaeida
Piulo, lodos requerendo aforamentos de I truno* ato
marinlias em dillerenles logares.
Ilespacharam-se as peliroe* de Antonia Je** Sea-
res, Antonio Manuel Estoves, Benln Jato llevaas*-
ls. B'rnardino Josc Monleiro, hrinriscs BoteHao
de Mendonra, Francisco de Araojo Caldas I nm.
JoAo Lata da Paz, Jos Carneiro d* Caaaa, Jan
Ignacio Avilla, Joseph* Sebasliao* CavaleaaU ato
Albuquerque, Joaquim Jo.c de Oliveira, Malina
Rodrigues de Jess Itrasilera, J*4* Rodrigues da
Silva Valle, l.n/1.1 Mana da Conreinan, Leandro
Sabaler, Mara Eugenia da Conruran, Manoel Ale-
xandre Comes, Manoel da Paulo Pai, Pedro lear-
le Rodrigues Francia, It mao do Reg Barre*, o le-
vanlou-se a srssAo.
Cu Manoel Kerrcira Arcioli.iecrelario a teres 1.
Baro de Capibaribe, presidente. --/ir*o i(fc-
quen/ue.OU'eira.I/anuaReg.A'ria'i.
REPARTICAO DA POLICA
Secretaria da polica de Pernambac* 21 de no-
vembro de tN'ifi.
Illm. e Kxm. Sr.Cumpre-me levar aa ronhci 1
moni 1 de V. Exc, que fu recolhor i casa de deton-
r,Ao Saturnino Come, e llenrique Jote da Silva.
por seren crimonctot de morles leilas era difieren -
les termos ,1 -1,1 provincia e dos da Parahiba, o*
quaes foram presos o remeltidos pelo delegada aa
Esrada.
lias dillerenles parliripares consta, qee *o de-
r.im as seguinles oceorreocias :
Foram presos ; pe|a subdelegara da fregeczu do
ReciTe, o liespanhol Antonio I ernindet, por 1*-
sullos.
Pela subdelegara da Ireguetia de Saeta Aaleai*.
Antonio Joaquim Mari* da Cotia, Misad Franntro
de Paiva, os n.craso- Joaquim e Albino, todas por
desordem.
Pela sublclegcia da fregueiia da Bta-\ iaia. *
prelo esrravn Cermann, por ebrio, o ilaliaao Jote
l-.un liai, por desobediencia, e Antonio Estima .l>-
Sanlos, por luver ferido a seo proprio salero.
E pela subdelegara da Trigiiezia dos Afosado..
Manuel Comes dos Santos, por Turto, e Jote Comea
ta Silvnra. por denuncia de s* adiar pronunciado
no lermo da Victoria.
H'iis guilde a \ Exc Illm. .\m. Sr. een-
selheiro Secio Teixeira .Ir Maredo. preaidenle da
provincia.11 chele de polica, l>r./'o/i ar-1
de dio.
ZHt d ^ern taime*.
Recife 2'i de n*xembin de i> 4j.
No :11111o de Isi he i|ue loi leniiuantemeule u
xada romo esl a forma de uovenin da Kia-il. I ma
ramaia de drpulados investida d* p*.!-r raaasi,
limites suprimi, irlormou. ue ainpliou al-nn- . gos de uos-a excellente ronsliluiroo ,| Hu*. 1,
anligos consellios gafa** de provincia toram .*-
lidos eui a-scmblcas legislativa-, provinciae e aiai-

ILEGIVEL
..



HIM'O I 'iBXO (HURTA FtlftA 26 II ROVMoRO DE lili
larga* allriboices foram dalas
is aos poderes provin-i vez de em que so prefere a doutrina daciuelle,
seenir.lsar.ao utilis-i- leia.se _doulrina dester.od. fr).
ciae*. Creou-se assim urna de
ma em paj 13o vasto, descenlralisarn sompre dse- I
jav.lquai.do he possivel na admini*lra.>, posto! N* palavras mullas em ve/, de relevancia,
que pengoia na urganisacao pulidora. O Itrastl lein-se relevainentc.
resolveu enlao a sm modo e rom elemento* ni*i*
felues e liases in-ii* solidas a queshio dos novemos
federativos qae com lana felicidad" e menos soli-
dez tinham resolvida o* Erados Unido*.
O decrelo de l'J de Hlembra de 1853 olhem que
n3o he carta de lei) que e*labeleceu h eleicao dos
dcpalados por di.lriclu. eleilor.es, 11A0 lio lei org-
nica, n.io conlem disposicao constitucional. Apen.s
allcrou algumss dispusieres de una lei regulameu-
ti.r de eleice. Nem liouve investidura do poderes
con.liluiules nos depulados,uem al estes usarain de
uiu modo mais solemne de deliberar, e decidirs
queites do estado.
A medida foi iniciada no -miado e n,lo na cunara
dos depulado; foi discutida como rrsniMfii" e mo
como decreto j o Poder Moderad pulilicuo, nao ero forma de carta de le, mas em for-
ma de decrelo. lio pois o derret que manila n/.er
a eleitao por dislriclos e nAo por provincia*, um ex-
pediente ordinario que pode ser conservado, amplia-
do, revogado, modilicado sem forma alguma de lei
orgnica.
Quem qoer diier que deseja i.omerear a consti-
tuirlo existente (al como e-l.i', nao deve duer a
coustituicao tal como lcou em 1853, e sim a consti-
luieao tal como licou em 1831* porque depois de
IKli o"io Imiive nunca raodillcncao ligan)! na coo-
utuic.io. O decreto que creou os districlo* eleilo-
raei, alu nem se baseia na* disposicijes de I8M; ja o
or. % da constituidlo primitiva jurada eic 1824
falla de Mriclo eleitoral, que pode ser loda a pro-
vincia, pndein aer urna ou duas parochias.
Sem preteudermos que qoeni qualilica de retrogra-
do o partido que diz querer parar em 1X111, nAo en-
leiule a differeuea que lia entre le orgnica, on
constitutiva, lei reaulameular e resolotAo da assem-
bla geral legislativa, entendemos que a aipraalo
de um tal pensamento cousign*da no Liberal Ver-
nttmbucaii" suppe, grande distractAo ou esqueci-
mento.
O decrelo dos circuios pode pois ser revogado por
oulro simples decreto, em virtude de oulia simples
resolunto da assemblea geral legislativa. Entre ou-
tras objecc,es que se Gzerain a tul forma de elei-
ces fguram como muio importantes as duas e-
guintes: 1 a Iranqniliilade e paz publica perigam
com a renliida lula que deve baver em cada distric-
to entre dous candidatos, balcudo-se. por a*siu) di-
zer, corpo a corpo. 2. A eleicAo por pequeuos dis-
lriclos pode fazer apparecer nina certa anstorruc*'t
de lugarejo >les notabilils de clocber, como se diz
em Frauca} perigosa a' paz do imperio, e a desem-
barazada acrSodos poderes rouslilueionae*.
A primeira destas difllculdadcs fi. com pasmosa
felicidade resolvida pela excellenle poltica do Exm.
r. presidenta desia provincia. As eleres por cir-
cuios sAo compaliveis com a paz e tranquillidade
publica, islo esta' ganlio.
Asegumla iil'j-iT.iu ainda nao est resolvida, nem
o pude ser com una s eleitao, por ora anida se
obra cun os maleriaes previamente accumulados no
oempo em que cada proviucia toruiava um so dislric-
l|o eleitoral oa circulo. *
Ainda nao esto eleilos ns deputados, no enlanto
as conjecturas ja sao segorissimas. O partido liberal
mi praeiro tendo-se mostrado ordeiro, mas exalan-
do agora orna extraordinaria dse de fel e de bilis,
evidentemente nao o fdzporqae se munleve a nrdem
e sim porque llie parece que se deu tiesta eleitao o
segando dos dous inconveniente* .pontados. Cum-
ple nada decidir com precipilatA. entretanto be
inegavel que ao Exui. Sr. Sergio de Macedo se deve
o ter felo de sua parte ludo quaulo era pouivfcl para
qoo esla grande experiencia losse bem feila. S. Exc.
com oto cuidado que todos os partidos applaudiram
evitou a desordem, e com urna reserva e impareia-
lidade de decises que lodos o* partidos (ambem ap-
plaudiram. ou ao menos o partido liberal nunca des*
conlieceu, (antes da bilis, se enfeuda) deixou correr
a eleicAo de modo I poder ser bem observado o mo-
das operandi do novo systena eleitoral. A' experi-
encia feta em l'ernambuco se deve unir a das oulras
proviucias. Nao precipitemos porm um alizo qual-
qticr. Repelimos : ainda se Irabalbou com os tn.ile
riacs vellios ccummulado*.
Ouando expomos doulrinas de urganisacao social,
oa de poltica. nAo as destinamos aossatuoi, escreve-
inos para todos. Aluuma vez podemos lembrar aos
sabina o que elles Conliecem melbor do que nos, como
boje fazeinos para lembrar qn a orgaoisaejo coos-
lilijrioii.il do Iti.-i-il dala de IS'i.
Ouando dirigimos elogios ao Exm. Sr. presidente
da provincia pagams una divida de bom Pcrnam-
boesoo. S. Exc. nao precisa de nossos elogios, elle
lein documentos o>leu*ivos da consideraran, estima
e aprecodos governos de dill'erenles cores'polticas,
que tem dirigido os nossos destinos desde 1833, Boza
de urna geral estima no imperio, tein documento* e
provas de apreco e estima colindo* fura do imperio
de muilos liomens quevalem mais do que ROS, e as
paginas do Liberal l'ernaiitbucano, ande maio deste
anuo al explosaa de sua bilis, S. Exc. tem ampia
colbeita de eptetos lionro*o*, de demon1rate* de
estima, de apreco e llecao. l'or este lado muito
dllicil de contentar deve ser o Exm. Sr. conselbeiro
Sergio o Ble* esla farlo.
Quasi no lint em ve/, do deelaracao, leia-se
derla inay,;o.
K no ultimo iiarayrapho >i> enionda que o com-
mtlDieado Pinda as palavras que venlio de con-
fular, c o mais como nota qnesoltreu erro de cotn-
psginafo,
S.
@0.*ceWtti'nidti.3.
Sn> rciiartaw.I.i un sen uiirio de 13 do cor-
rele as duas eatilinarlai em forma de olliiios inlor-
matoro* dos meinbio* da mes* parorliial.'le selein-
bro, da cmara municipal da eidade da Victoria,
contra a representado que diriglin.s ao Exm. Sr.
conselbeiro presidente da provincia e a S. M. o Sui-
temerosa e ucmeinlj parece quando nAo somenle
quebia-uos os Ufos do corpo que no* preodern i
esle mundo, mas anda nos arranca as afleice* d'al-
m,i, e sobmernlndo-nessolitarios na profndis-ima
noile da eleruida le.
A separacAo eterna do esposo para a consorte, da
uij para os li'li is, do inn.ne do amigo, nlo he por
seutora urna segunda morle melbor anda que a
separaran do r-erno .'
Por esta justa eonslderacjlo, pois, muito doloroso e
allllilivo devia de ter sido e |ia*.menlo da evein-
plansin i espina e preciosa mAi lierlru les FrUltisc
l.ius, fallecida no dia 7 de julho prximo p-
salo.
Depois de om lgeiro conipendiir di sua peregri-
naran ne*le valle de lacrimas, digamos duis pala-
vras acerca de sua mora,
Uertrodes Francisca l.iu* foi lilba do capillo Ha-
noel l.-i(Ai) l-'iguera t le Mara Orlrudi-s Francis-
ca l.im, e naacau a Jl de dezemhro de 1781.
A* palavras ds amor dn prximo, de religio es-
Ireineque des le o berro semprc oovia d" seu* pais,
a que mais eflleaze* trabalhavam no sen espiril>,
qoaoto singellsa deviam de ser e f indicada* pelo
enlimeutos l.io puro* e in
pelador. O publico vera que dos cinco memhrns cxemplo, lizeraiii-lbe .
que assigniram o ollicio da cmara, lies foram me- i rlinaces lau bellas, que lien pareciam os bolOes da
sarios a I i de selembfo, na eleirao.os Sr*. Anlo- irla le que man larde desabrocho! no sen corarAo
ojo Louieuco.Alexaii Ir Itezeira e llermogeues tiou-, eipaadlndo beuelicos ellluvio*. Audsva sempre "a-
ralves ; paranlo sao em maioria os meamos liomens
que anclan] a si prnprios como camaristas e res-
pondn comomesarios. t)s mestnoecmicos em dif-
ferenles theatros, so com dillerenra dos presidentes
da mesa p.irorhial e da cmara, coulra os quaes
igualmente nos queixsmos.
NAo admira pois qoe fossem aulorc* daqtielle* of-
fie.ins a dssessem contra ims ludo quaulo llie soffffe-
diante des adin ieslares paternas. De niaueira que
assim crescendo na idade. lambem ereccia nos pri-
mores rl'alma. Chegau lo i la le de receber um es-
poso foi elle o Sr. alteros Joio de Mello l'i-
menlrl.
Corno esposa foi quauda malar desenvolviiuento
den o' raridad..
Ouando dislrabia-se dos di*vellus de oma tarda-
rlo o despeito oqnelles mesmos. que acco*amos de deira inai para rom os sus lillin era sempre pua
violento* e infraclores da lei ; o que admira be que derramar IrarJefleioa. Vixeo TI auno*, 7 mezes a i
sem dnciimenlos prelendam ser acreditados, e Uves- j das, c natle periodi, paradi/.er lulo em una pala-
sem a faluidade'de se dinuir ao publico paraof- vra,rruer como esposa que amasse o seu consorte
fuscar a \erdade. | como a si mesma, qoer coma mi que desvivesse
A lei da o remedio para se descobrir a verdade e por seos lilho*. ella foi o exemplo mais pcrleilo e
s depende da boa volitado de S. Evr. Ordene S. \ mais sublime de nina mutber chrisla.
Exc. que se proceda criinnalmenle contra ns in- I Mas ab !... o que lie feito de quem tiuba 13o ex-
tractores da le ; e se elle* foreni un* iiinocciiies, se cellenles litlos, e que tAo bem o soobe com-
iiAo for verdade ludo quaulo allegamos, recaiam as i (irehcndcr o papel que Dos qoiz que neste mundo o
penas da lei contra seus aecusadores e contra as tes-1 hornera represent.sse ?... Ja uao existe,... ja per-
dd|miidencia, como nm duplo motivo a nosso pra-
zor !
Nao ino poilem ser inliflarenles as lisongeiras
expressoes, que em pregn V. S. em seu citado of-
ficio, tomando cin ttlgama considenrsao o pouco ser-
vico, que preslei na slllirliva poca, em que foi mi-
tilia freguezia aceommetiida do flagelto ; se algunia
roiisa fu foi impoUido pelos devores inliercnles ao
meu ministerio, e pra/.i aos veos en os cumprisso
como ev.igi.iin as criticas circumslani'ias da poca !
de tanto nao posso nfanar-me, sim ftl o que pude,
c era eompalivel as ininlias debis forras.
Pronleoo-ma desta oi^asio para tesiemunhar
a V. S. nao s por mim, como em nome dos meus
parocliianos, os mais sinceros votos de gratidiio,
pelo ze'.o, e promptido, com que nos soccorreu N .
S., serapro que se faziam necesarios seus valiosos
servicosem prol da humanidadu sofrodora, e como
sejain iosoluveis lio relevantes serviros, limitamo-
nosem rogara Daos pela saude, e longos das de
V. s.
O nosso goveroo, que appre'.iando o mrito de
V. S., encarregoit-lhe do Uio ardua tarefa, cerla-
menle deve oslar tranquillo por tio acertada esoo-
ilia; elle pois desvelado, como lie pelo bem estar
dos seus govornados, saber devidamente ser grato
a V. 5., por tantos beneficios prestados populado
desla comarca.
Aproveito o cnsejo para reiterar a V S. a alta
eslima, e lonsideracao, que llie dedico.
Dos {uarde a V. S. por muitos anuos. Pa-
jeo de Flores 12 de setomhro do 1856.lllm. 8r.
Dr. Thoma/. Antuiies deAbreu, inspectoredireelor
do servido da saude as comarcas de Flores e Boa-
Vista.O padre Manoel da Silva Burgos, vigario
da freguezia de Flores.
leinunlus que elle* chamam de perjura*, porque
nao acliavam oulra* tantas que quizessem perjurar
e conlradizer as nossas, cuja vida privada foram re-
volver.
Se crimes tacs nAo deven passar impune*, anle*
convin que sejam seviramenle castigados, para
desaggravo da le e da moral publica ; como mui
lieni disse em sua circular o Exm. Sr. CaosaoaSo de
Sinimbu"' nAo se deve tolerar que os proprios acen-
sados pretendan) que as suas palavras virulentas
pass.ru como documentos, e assim tiquera im-
pones.
Entre nos e elles ha juizes, ha tribunaes de recur-
so, e a verdad appareccr lmpida ; quaulo oais
que ahi mesmo ellesiconlessam facios que nao po-
deram negar e que alias condemnam, e nao podem
prevalecer os frivolos e reprovados motivos que a-
presenlam para jnslilicar-se.
Se pois nao he possiveldescobrir-se |a verdade em
materia de eleitoes.entao acabemos com aleiroes e
com as leis e preceitos que Ibes sAo relativos; por-
que lei sem garanta nao he lei be moral, e sua
infract.'io nao he crime he peccado.
Commellem-se em eleicAo os escndalos,as infrac-
toes mais revollanles contra a le c contra o direiln
do cidadao : esle couliado no desaggravo da lei sof-
fre e a ella recorre ; se nella e as auloiidades uao
eucontra o apoto, que espera o pacieule, resultara
disto o desespero ; e e*la he a foiite. a origem das
desorden* que app*recem as eleites. Cnmpra-se
a lei contra os infractores, seja o direilo de cada
um manlido ; lomera as autoridades superiores om
verdadeiro ulerease na regulan lade das eleiroes,fa-
zendo punir severamente a quem for de direilo que
nao havera mais o menor disturbio. O socego que
resulla da fbrca.naorooralita a sociedade, nao acre-
dita a outoridade e nem pode honrar urna elei-
cAo.
Quciram as autoridades superiores curar esse can-
cro da nossa sociedade, c ludo se reslabelecer.i no
masara momelo.
Emqaanloislo se na fizer, o s\ sienta representa-
tivo assim falseado so produzr* ntrica desrdeos
e tmmorali lade*, e eolio sera mais patritico e mais
humano fazer com que nao comparece em eleires,
anda que teuna maioria, aqoelie lado que nao con-
tar com a protectAo do governo.
Assim euteudo ter dado una salisfatao ao publi-
co, sem aceitar a srdida lava que me aliram, e
convencido aos Srs. mesarios e camaristas de Santo
Antao. que nao sAo capazes de me esgolar a pacieu-
cia, e que me sel respeitar.
Pedro Rezcrra l'ercira. d'Araujo Bellrao.
lenlo-Vclho 17 de novembro de IS5t>.
\ ELEICAO DO CIRCULO DE OLUSDA.
Corre-ine o dever de esclarecer quanio poder a
questo da nullidade da eleifo desse circulo para
quu a respectiva cmara proceda legalmenle na ve-
rilicaco do poderes, que vai ter lugar em abril do
auno vindouro.
Ja publiquei as nullidades que inquinan) a elei-
rao de Iguarassu ; a de Itamarac est sem contra-
dicho nulla por falta da lerceira chantada, que se
nao fez, c cujo documento opportunamente publi-
ca rei.
Km Olinda as cousas nao passaram de modo
diverso, o antes foram mais escandalosas as [ra-
paras.
Se em Iguarassu o juiz de pazconsumio 11 dias
(atando a chamada para ora urna qnalificafo de
mais de 2800 volantes s recolher a urna 153 c-
dulas ; os juizes de paz de S. Pedio Martyr so so-
correram um novo melhodo desconliecido.
Pela qtialilicajao deste anno, a freguezia de S.
Pedro Martyr tem 963 votantes, e a da S 000 ;
pois bem, a eleirao dessas freguezias se condujo
cni 8 ou 10 horas.
No tormo do Iguarassu regula ainda a qualili-
eactio de 1852; de modo que all sao os governis-
las lio escessivamente conservadores, que en-
itenderam nao dever quaUficar do enlao para c,
Em Maranguape a qualiiorao be de 1S5.I,
alii pode baver defeza por amor do cholera, que
nao den lempo a qoalilicar. mas no termo de Igua-
rassu so se explica a nao qualdicarao em 4 annos
para nao darjlugaras reenaaoaa,a ao desappareci-
ntonlo dos invisiveis ; e mesmo da designarlo de
luarteires arbitrarios, em virtude do que aconte-
ce fazer-sea chamada de quarieires inteiros, sem
apparecer um s votante, porque os nao ha.
E notem que cm toda a provincia os qualifica-
doresde Iguarassu s acharam parelhas em Barrei-
ros, Agua-Prela, el'azenda t:randa.
Exposta.assim a questao, espero que os adver-
sarios nao abandonein a discussao, e venham por
este a Diario convencer-me de inexacto e falso,
liecife 24 de uovembro de 1836.
Seu criado
./nfo.io liorgrt da l'onseca.
'' S.Na miiha|car(aquelVmes. se dignaran)
publicar boje ha dous erros nolaveis : no S 13
diz-sc terem sido nossas lisias 13, foram 18, no
que sosegu o 9 quer dizer novembro,
A NOSSA ALFANDEGA.
Os trabalhos da quadra nos desviam a attenr^iio
do objeclos mui merecedores, e assim passou no seu
retrospecto do dia 3 do correle a parle relativa da
alfandega no niez de oulubro.
le sem duvida lisongeiro o estado de l'ernam-
buco, a civilisacao corre a passos largos ; a paz
concorre para o progresso da renda publica ; sem
duvida porem os agentes fiscaes tem muila parle
nesse progresso.
Em outubro a renda da alian lega foi do .
612:4369034, e nao podedeixar esse resultado
de reverter em favor do sua adminislracao. Todos
sabem a inlluencia que exercem no desenvolvimen-
lo da fiscalisaso os agentes fiscaes ; sen civismo he
muito poderoso elemento do progresso.
Por toda a pan.: o incremento das rendas, Iraz
louvor aos exactores, e podante domo-Ios ao honra-
do inspector da alfandega o Sr. Benlo .los Fernan-
dos de Barros, que lao dignamente dirigo os tra-
balhos da alfandega, e lambem a lodos os mais
lunccionarios da mesma.
I le lisongeiro a lodososrespeitoso-estado linancoi-
ro dePernambiico. A alfandega,mesa do consulado,
ircobcdorias.e con.=iilado|ariecadaramno mez de ou-
lubro 733:6189188, o que. no caminho em que
vamos, nos dar bem depressa uina renda do mais
de 10 mil conlos por anno.
Dos permita que esle desenvolv ment seja a-
proveitado para a prosperidade e tinidade desta
grande nacao-
Iierifc2i do novembro de IS.'iG.
.nlonio h'nryes do: Fnica.
ERRATA.
No r.'iiiitiiuiii hjIi, ,ia boiiloi, nn ptw-ipio, em
Srs. relacin*.He cerlamenle bem eulraordi-
nario o fado qae lia pouco acaba de dar-se en.re
minje um Sr. que por aqui anda intituladoDr.
Casxiova, o qual por conta dn sua especulatSo ho-
uieop.dliica arrancou-me devo assim dize-lo)da al-
gibeira a qu.mli.i de 30J rs., pelo motivo e pelo mo-
do, que com lided.ide passu a narrar.
Adiiccendo gravemente meu sogro Antonio Fran-
cisco de Almeida Cosa, depois de esgolar a medici-
na allopaliiica, e jo perdidas as esperonras, lem-
bruU-se, como ullima laboa de salvarao, de recor-
rer hnineopallua ; e para leso maudou chamar a
esse Sr. Casanova.
tfern ; chamado o Sr. Cssinova, promplo foi em
comparecer ; e principiando e embutir no pobie
doenle seusespecificas e milagro-osfra-quiohos,
(Ao radical foi a cora, que em poucos dias veio a
raorrer meu sogeo !
Morlo elle, c paseados pouco mai* de seis dias,
dirigio-se pessoalruenle a mim o Sr. Casanova, exi-
giudo o pagamcnlo de 11(1- rs., a litlo de visitas e
dses feitas e applicaiias ao meu liuado sogro, ao
que llie respoudi que me nAo polio prestar a um
tal pagamento e nem me julgava elle obligado por
que nem o liona mandado chamar c nem linlia
meu sogro deixado dinbeiro ou bens com qoe fosse
elle p.uo.
Eulrelauto e na obslanla esla minba IAo razoa-
vel e terminante rasposla, ainda insisti o Sr. Casa-
nova, maudando-me de novo urna conta ja am pou-
co din.misada e rednzida apenas a 77> rs., e eo
que me nao julgava devednr ainda me neguei a pa-
g*-la pela razo jo dada.
Mas o Sr. Casanova que linha feito o clcalo de
panhar-nw, fosse o quaulo fose, abale 20-j rs. de
*ua leiniosa conta. radas a l)J e inauda-me no-
tificar p.rr comparecer no juizo de paz, alim de pa-
gar-lhe.
Obediente ao preccilo da lei, no dia designado
para a audiencia, nao podendo eu comparecer por
me adiar entAo incommudailo, constitu nomeei
um procurador que elTeclivaincnte por mim compa-
jeceu aerante o S.-. Caelano Pinto de Ven*, juiz de
paz do primeirn disiricto da freguezia de Santo An-
lonio ; e pas*ando e*le a averiguar o negocio, em
resultado oque be cerlo lie. que sem alteuder a ue-
ubiiina das valiosas raiOes pouder.idas por meu pro-
curador c so dando oiividos ao qoe enlao dizia n
meu inculcado crednr. coiilentando-se com nm
ronscienciosojuramento que fez delirir ao Sr. Ca-
sanova, e a que ello nao duvidou preslar-se. s por
isto condemnou-m- a pagar a quaulia de l^ rs. do
elstico trabalbo da perfeila cura, de que veio meu
sogro a alliviar por una vez !
Debalde ainda replicou o nieu procurador, pon-
derando, alm de oulras cous.is, que o juramento do
Sr. Casanova pouca fe deveria inspirar c merecer,
visto que tahez livesse jralo com a mesma cons-
cieucii com que de uiiiii asigia o pagamento des*es
; debalde se llie ponderon que assim seria con-
deinnar sii c apenas pela* simplices palavras do au-
tor, o que alio* se oppiintia jo-lira e equidade que
deve baver na* dcri*es; a nada se querendo mo-
ver o Sr. juiz de piz, inabalavel e duro como a po-
dre, iusislio em su. deciso, de roaneira que u3a
ti ve oulro remedio senio pagar ao Sr. Casanova e*sa
divida que do 1105 a foi eiicolheudo, al que a poz
em 509, *" com o lim de pode-la sullocadamcule
cobrar pelo juizo de paz.
Comelfeilo, respeilo muito, e lodo mundo reco-
nbece, a iutelUgencia, o saber, e linalment. a mo-
ralidade sem mancha do Sr. Caelano l'inlo de Ve-
ras, juiz que me couileiniiui: ma*, s. me nao en-
gao, paiece-ni que desta vez nao foi elle recto e
acertado em soa judicatura; poique para obrar-rpe
a pa-ir ntsle caso ao Sr. Casa nova fora inisler que
esle provasse. ou ter traa lo meu *ogro por convite
e chamado inni, oa que liona esse deixado bens,
cuja beranri houvesse eu aceitado : porem obligar
a iiuem nao contrtalo obriKac*. constranger a pa-
sar por oulro quem nada teve de nutro, he na
verdade ama jari.pradaceia nova, que s so explica
pelo inexplicavel principio alta dicli par*, atque eatunmtie.
Pois bem. seja o como for, fui condemuado e pa-
guet; c fcandu sem esta dinlieiro, iica-mc lodavia
o direilo de qneiiar-me sempre dessa decisao, que
lodos confessara ser por le mais injusta.
Se nao estivasse convencido de que o Sr. Gasa no-
va pratici astea e oulro* farlo* por mera uece-sida-
de, o que me fax delle condoer, eu decerli gastara
mais alRum dinlierso, e ira lidiante com c-(e nego-
cio, porem de toda prescindo conlenlaiido-uic ape-
nas em contar o relo oara (pie o publico se previ-
n. p lique sibendo, que o Sr. Casa nova ja nao be
aquella antigo curaodeiro de dir de denles em um
miuulo. como se fez anuunciar logo que aqui c!ie-
gou, piirini boje nina entidade grande, exressiva,
|i>imu*a, e nao *ei oque mai*... em suai exigencias!.
Dos queira que semprn possM demandar assim 13o
summariamenle, c com lana felicidade .'
i.i i i rain. Srs. redactores, fazer-ae o obsequio de
dar puhliciila te a historia desse fado, contado com
ii ielidade, e de que foi victima o seu leitor e obri-
aada criado
Jos l-'erreira dos Santo* /'orto.
laaoa ao tenebroso mundo dos sepulcro*,ja resli-
tuio a tena o seu corpo. Sendo boje apenas urna
rcconlacao. ella s poder viver na lembranca do
seu consone e dos seos filhos, qoe porventura ainda
se debulham em prantn, mas em praulo resignado e
clirisUo.
Muito rusia ao amor s converler assim na pli-
da saudade! !..... Enlretaulo, o Inmuto nos es-
pera a loio*. e he nesla dura uecessidade que de-
venios buscar coiisolac,des. ... (jerlrades Francisca
Lioi desceu ao seio do sepulcro ; mss como seguio a
caridade e amou a religio. subi ao co e descanra
o seu corpo ua paz do Senbor na igrejj da Apresen-
tajao da villa de l'orlo-Calvo.
Insiste da Ierra ingrata.
Fugiste dos crimes seus :
Na patria nao lianas patria,
E a toa patrio foi Dos.
Ferreira Brrelo.;
At ama/ihia.
lllm. Sr.O grande da de boje sssigiulado pelo
suramo pr.-.zer que pullula nos coraces de lodos os
Urasileiros, por virtude do anniversrio de nos*a e-
manctparao polilica, he lambem aquelle em qas por
urna imprevista coincidencia me cabe contente a
honra de coraraunicar a V. S. a agradavel noticia da
exlincjao da epidemia do cholera-morbn* nesla co-
marca de sua jurisdiceao.
l.oogralalo-me pois com V. S. por lao feliz suc-
cesso. rievido a divina misericordia, que se amerceou
de nos, e a solicilude do governo, que se dirigi a
prover as nece-sidades dos aflictos. Comquanlo nao
tivesse fcilo quanloreclamava a humanidade, e ludo
o que de mim se podara ter esperado, eslon convicto
de me baver safarcado por curaprir as ordeas do
governo. esgolaado todas a* minhas debis forcas.
Aradecendo i V. S. a franca e nuciente coadju-
vseo que se dignou pre*lar-me para o bom desem-
penho da ardua larefa que mal o governo conliou-
me, nao posso deixar de lelicilar a V. S. por baver
aproveilado a occasiao de prestar os eus relevantes
servicos, ja' coinomiil digna autoridade, ja' como ca-
ridoso cidadao, toinandu-se por esta forma credor
das heneaos do povo, c de inhiba mais alta conside-
raban, respeilo e particular eslima.
Heos uuarde a V. S. por muilos annos. Villa Helia
7 de setembre de ls.VI.lllm. Sr. Dr. Igoacio Jos
de Mendonra L'choa, muilo digno juiz de direilo da
comarca de Flores.Dr. Tliomaz Aulunes de Abren
inspector edireelor do servico de saode as comar-
cas de Flores e Boa-Visls.
lllm. Sr.Rcgoio-mecom V. S. pela aaradavel
eoeamanieacSo que se dignou fazer -me em su ofli-
cin de boje, de achar-se no lodo exlincla nesla cn-
oaarca a epidemia do cholera-morbos, de que se
amerciou livrar-nos a Misericordia Divina, ouvindo
nos*as preces fervorosas : lestemunba occnlar da
mais pronunciida dedicaran e mcansavel zelo que
deseuvolveo V. S. no desempenho de su.i esplnhosa
commi**ao dorante o lempo qae aqui esleve, aecu-
dindo sempre de promplo ao gemido do desvalido, e
reclamo da autoridade ; pela parle que me toca
rendo a V. S. o meu mai* profuudo reconbecimenlo
por tao assignalados servicos, tsnlo mais dignos de
apreco, qoanto prestados em urna quadra de quasi
completa abneg.icao, lastiman lo, mau grado meo,
que nao conlassemos a felicidade de o ter entre nos
desde que comeron esta comarca i ser flagellada por
semelhante pesio : agradeco-lhe as expresses lilba*
de sua bondade, que prodigalisou-me no final do
seu ollicio, as quaes Ib. relhbuo eom o offorecimen-
lo de meus tenue* serviros, e a mai* alta eslima e
considerarlo que consagro a pessoa de V. S.
Dos guarde a V. S. por mudos annos. Villa Bella
7 de selemhrode ISjti. lllm. Sr. Dr. Tliomaz Aulu-
nes de Abren, diguissimo me lico em commi*s3o en-
carregado do servico de saude nesla comarca.O
juiz de direilo, Ignacio Jos de Mendonra Uelioa.
aE3 ^^^r^i .2 _**. Mm
O JURAMENTO.
Por Jouode Barros Falco de Alhuquci-
[ue Maranhao, bacharel formado cm
scienciiisjui'idicas esocistes, socio corres-
pondente das sociedades auxiliadoras da
industria nacional, do instituto histrico
de Franca e Eumenio Llladiense na a-
cademia dos arcades de Boma.
I.c ciel, pour iou. eherir, toulul toutnomforiner,
ll le veul, aimons, il est m doux d'aimer.
Pzayl.'homme sensible.
O co, que nos amou sempre,
Todo p'ra nos quiz formar ;
Si elle o qoiz, eni.in amemos.
Mi e qoaoto be doce amar !
l'Aimeitio lUadttH'i.
No templo excelso, divino,
Juiei l'.lvira adorar ;
l'le esle mundo extinguire,
Nao bei de o voto quebrar.
Elviraprodigio immcuso
De virlude e formosora !
Centro e lim de mlnha gloria !
Miuha nica ventura !
Como est tao prazeoleira,
llemocada a Qglureza,
Contemplando ettasiada
Seus donaires, gentileza !
Ondeado em s.us encantos,
Delire! de amor, ao v-la I
Na9 veas gelou-se o saugue,
Sem da mimoria perd-la !
Ke toda um cu de innocencia !
De belleza encantadora !
IJue sornso gracioso .'
Como he terna seductora !
He delicias de meus olhoi.'
Eimalle da n.dureza !
Da Ierra e dos cus portento,
Elvira, tua belleza !
Belleza, que eucanta o mundo !
De Deus excita o sorri-o !
Delicias do leruo amante !
Inveja do paraso !
Talitman dos meus sentidos !
D'alma lacila eloquencia !
leus encantos, bella Elvira,
Tem dos ceas a omnipotencia !
Nos mares dos leu* portentos
A Miaren se abvsina !
.Miuha alma estremece c geme !
E de amor delira e scisraa !
Nem luz raio de espeiauca
Alravz do. miuha. dores !
S.i.1 leus cilios meu grilhes !
Sao infernos leus rigores !
S tu dominas miuha alma,
Tao grande, conio o universo !
Teu vassallo me lomaste,
Delineo, em pnato immerso !
Sers meu anjo ou demonio '.'
<.lu ni le fez lao poderosa '!
l'orque, cruel me assassinas,
Tao esquiva e desdenbosa 1
O desespero no peilo !
E n'alma imraenso lerror !
Neste inferno iuexplicarl,
Nao se exliugue a minha dr....
tyitMutcetz r* |?e)ib>.
NECI1R0L0UTA BtOURAPllICA.
. ManihiK ilute tilia pUtlit,
t't ipargam tmulo........
\'ir'_'. Knei les lib. ti.
Se i le da morle s [ior si parece borrivel aus
albos ila humamdade, anda me derrame em no*.., enra^Ao a mai* frvida Mperaofa
de urna vida nlletior em qna v 1.1010.1=3* de leiiis
l.hnslo *e de-bolaiu nii flores du l'araizo : mai*
lllm. Sr.Ligado por analoga de ministerio a
V. S.,e reconhecanle da dedicacao, desinteresse c
caridade chrislaa, com que V. S. se houvena crise
emergento que acabaran) de airavessar as suas ove-
Ihas, cumpre-me nesle fausto diado hoje, em que
exultamos de prazer polo feliz anniversrio de nos-
sa independencia, communicar a V. S. a alegre
noticia da completa extinecao da epidemia do cho-
lera-morhus nesla comarca.
A Divina Providencia, ouvindo nossos votos e
nossas preces, se amurceou de nos, que passamos
pela mais alflictiva provaejio, por elteilo de nos-
sos grandes peecados ; o, pois, remiendo grar.as ao
Todo Poderoso, llie rogitomos que nos ampare com
sua infinita misericordia, o cubra erm o seu divino
mani esle grande imperio, destinado a altura das
grandes narres, o ao nosso inclylo e adorado mo-
nareba, que por si e por seu governo lanas provas
nos tem dado de sua evanglica dedicarlo, suavi-
sando os nossos malos e zelando a nossa prosperi-
dade.
O cloro e os mediros, lorados por alinidade, c
evorados naquella conuiictura, souberam por mais
esta vez, pula pratica de suas elevadas virtudes,
por sua decidida coragem, c complica philantropia,
fazer resaltar o imporianic papel que na sociedade
devem representar : congiatulo-me, portanto, com
N S., por haver tomado grande parte nesse empe-
nbo, obtendo o mais feliz evito. Oxal podesse eu
ter merecido tanto qoanto \ S. por seus reconhe-
cidos feilos! mas conforia-me a convieco de nada
ter poupado, genio para precneber as vistas do go-
verno e dos sollredorcs, ao menos para fazer quan-
lo cm mim coube.
Approveitooensejo para testemunhar a minba
alta considerarlo, profundo respeilo, c particular
estima.
Dos proteja os seus dias.
Villa Bella 7 do setembro do 1856___lllm.
e reverendissimo Sr. padre Manoel Lopes odri-
gucs de liarros, digno vigario de Villa Bella.
Dr. Tliomaz Antunesde Abreu, inspector c direc
lor do servico de saude as comarcas de Flores c
Roa-Vista.
Do igual tlicor aos reverendos sganos da fregue-
zia de Flores. padre Pedro Manoel da Silva
Burgos, e da villa da Ingazeira, padre Filippe
Benicio Moura.
lllm. Sr.Tenbo presente o oflicio que V. S.
se dignou dirigir-me em datado 7 do correte mez-
comii)iinicando-ine a total extinecao do cholera,
morbiis netta comarca.
I.ouvemos pois a Dos por lao assignalado lieno-
licio, pois que atlendendo as nossas tracas suppli-
cas, so dignou arredar de nos o castigo, que lao
justamente merecemos, aliento e numero de nossos
pecrados. tile queira por sua inlinila uiisericoi-
dia preservar-nos d'oulra provanca lao alllictiva.
Digne-se V. S. acceilar os parabens que Iho don
pelos relevantes serviros que a os habitantes desla
comarca em crise tao arriscada, pois cerlamenle es-
lo cima de todo o elogio.
Approveito o cnsejo para reitcrar-lhe os meus
protestos de subida consideraron, c eslima a pc*soa
de V. S. a quem Dos guarde por muilos annos.
Villa-Bella 12 de setembro do 1856lllm. Sr.
Dr. Tliomaz Antunes de Abreu, diguissimo ins-
pector, e director do servico de saude as comarcas
de Florse Boa-Vista O padre Manoel Lopes Ro-
drigues de Barros, vigario da freguezia de Serra-
Talbada.
Illm.Sr. Vrciisn a receprao do ollicio de V.
S. rom dala de 7 dn COtrente mez, no iinal rout-
rnunirando-me V. S. a '.raa noticia daaxtineco
do cbolera-morbui na*ta comarca, vollieu de pre-
ferendi \.-m (eliriiai-me o latiste ]h da nossa in-
Qual pliani.isiu'i agonisanle,
l'raiileando nos lagedos, *
Vagare desesperado
l'or selvas, montes, rorhedos....
Debulhario em triste prantu,
Nao respiro oms.inst.nte....
V, Elvir, quanlo soffre
Teu liel e temo amante !
leu* divinos allraclivos
Sao flagello* de minba alma....
Nem aicanc,o, em ais deshilo,
Do marlyrio a doce palma !
O teu sorriso divino.
Todo encantos, doce amor !
De prazer inunda o mundo !
A' aurora excede em fulgor!
()uem porte ver-te um instante,
M'iu de amor licor perdido,
tjual baixel desarvorado,
Telas vagas impellido !
Elvira, meu doce bem,
De amor vida e formosura !
Tu es a flor do universo !
Da belleza a iinigem pura !
ttellezaque martvrisa !
Flor divina, encantadora !
Nao dilaceres meu peito,
I \ raima, (lo seductora !
De Sorrento o grande vale,
Leonor idoUtrando,
Delinhava de saudade.
De extremo amor delirando....
De scismar nos seus martirios,
l'erdeu o sizo, a razao,
E qu.l precito gemeu
Nos infernos da paillo...,
O negro po da miseria,
Em desespero, Iragava
No erftstiilo pavoroso,
Onde a luz nao penetrara !
N'sla lormenla de horrores,
l'asso vacilla si existe....
A's tortoras da saudade
Sea corarn nao resiste '
Nn sepultura dos vivos,
N. mais horrenda prisao !
Onde, immerso em negras sombra-,
Dehrava cm soliJao....
I'revendo Tasso a mor,
Nao va o e*plcn lor d.i luz....
Na mente desesperada.
O inferno reproduz !
I.eoniir era o seu anjo,
o sen nono, o sen emende,
V. de amor o lio elctrico.
Jue da lerr. ao cu o prende !
Ab> simulo cm seos encantos !
IncesMOte delirova....
Sem \-1a, gemendo altlictu,
Ao ceu a morle imploiava.. .
Lacerado de marHrio*.
Sea peilo sempre exista....
Na uisis profunda tristura,
De saudade, amor arda....
O sen nome barmoniosn,
as paredes da prista,
Co'o proprio sangue escrevia.
Vertido do corarn !
La mesmo mnlliplicava
A sua imagem divina....
I'iix.io tao pura, infeliz,
Na sua alma predomina !
fanlo amor, lormnlos lautos.
Sen peilo marh nsar.im !
Para nabar-Iba a eiistencia,
Node*esprou lanr.ii.im !
Oiiamlo o palacio dos duques
De FVirara se evlinguir,
As pri-nes de Tasso, em templos,
De improviso bao de *urgir !
Contemplar-llie o mau*olo,
!>o inundo os sabios inlo.
I.'roas de Iniro rtepftr-lha,
l'.in -ijnal de adoraeo !
I. do lyraooo a insolencia,
Ali-iii los evos calcando,
Pon la ser por lodo*,
o sen nome improperando !
Cruel duque de Ferraia !
D- remoraos n.io morresle,
Ouando viste fas*o em pranlo,
Oj.iii In o seu sepulcro erue*le '.'
N'a prislo marlvri-a.lo
De saudade lo pungenle,
Nao ceseava d. carpir
Seu deslino loacamente !
Nesse mar de acerbo pranlo,
Flutiia Tasso incessante !
o Porque nao vens ronlemplar-iue .'
Kvclamava agooinota.
o Ab viude dores vies.
11 Soiibos 'la miuha ventura,
11 Serenar meu desespero,
o Mitigar miuha tortura !
Assim como anjo* perderam
ii Do cu as glorias sem lim,
o Ah Leonor, sem lo ver,
a Turto perd para mim
A maule l.io fervoroso,
To -i'iisivel, devotado !
Ao ronleniplar-lbe os cncantu-,
Delirava exlssiado I
l foi Tasso o sen amante !
o vate da Dataren,
Oue altivo rivalisava
Do ceu immenso a .;i.m le/a !
Fin pavorosas prises !
Futre louros enllocado
O mais sublime dos vales,
Assim ser rasrlvrisado !
Qoantai vezes exclamava :
De sjiidade repassado
a Leonor, meu doce enranln,
11 Eu morro desesperado o
Ponen a peuco ardenle fehre,
Tao cruel vida exlinguiu !
E tao extremoso amante
A' inausilo de Deu* subi !
Si le visse, ininhn Elvira,
Esse lieuiu uuiversal !
Leonor encantadora !
Nao chamara sem igual.
Tcus donaires contemplando,
Por ti geroera incessante,
Adoraria vaidoso
O leu divino semblante '.
Leonor era um portento
Do gentileza e candura !
Era a deosa da anisada,
Desfazendo-se em ternura '
(iloiia, delicias da patria !
E dos fieuios adorada !
Por seu saber e virtudes,
Em llalla decantada !
Oualro lustros delirou,
E em densa rhamma arden
Aquelle que s de ouvi-lo,
Ierra, inferno e cu tremen !
Leonor no pensainculo,
Leonor no coraban.
Sen marlyrio requinlava,
Na tenebrosa prisao !
Elernamenie gemera,
Na mais horrivel tortura !
Sua gloria era bumilhado
Adorar-Ibe a formosora !
Mulbrr tvraiiua, orgolhosa,
Nao senliu meuor pesar !
Foi o lypo da indolencia !
Da crueldadc sem par !
Seus gemidos carpidores
SufTocado* na prisao,
De l.eouor nao moveram
O ingrato corado !
Ah Elviraquem pndera
aleo amor Mllrar-le n'alma !
I mi* encantos e virtudes
A' paixao dan.un calma !
A virtude a perseguir-me !
Justos cu*que \\ ranina !
Idolatrar seus encantos,
Sera um crime, ousadia '.'
Senta meu coracao
Exhalar-se de tiistura !
Nao erao desileu* da ingrata,
Sua inmensa furmosura !
t.'ucm meas cuidados nutria,
Era uina idea tao vaga,
Ouvir das aves o canto,
Iteqoebros de voz lao maga !
Os mrlie te* escarpados,
Abrigando agreste* llore*,
Eram s minhas delicias,
Paraso e meus amores !
Aborrido deste mundo.
Todo perfidia, illu-.m !
S eucantos enconlrava.
Eiu scismar na solidao '....
Eo vi Elvira n'um templo,
Que inanlia deliciosa '
O veo de um anjo trazia,
Orando a Deus piedosa !
Desde enlao meu ser se extingue,
E se absorve 110 de Elvira.. .
E o mondo desapparere
Nesse momento, em que a vira !
Montanhas, rochados, prados,
Sol bullanle, verde mar !
Todo universo esla cheio
Dessa belleza sem par !
Sim, Elvira, tu excedes,
Em belleza, a Leonor !
E's da ierra e ceus delicias,
Archilypo do pudor !
Os prazem da innocencia....
As torturas do marlyrio....
Nesla horrivel solidade !
Elsroisam mea delirio....
Invoque] espectro errante,
Com triste voz penitente !
Que a morle Elvia me desse,
Nesse estado lao pungente !
Mas, ernel porque desprezas
Meu carpir la*o doloroso 1!
Meus gemidos nao commoveni
O teu peito lio mimoso
Apena* vi leus encantos,
Perd a luz da razao....
Fosle de amor meus infernos !
Desesperei de paixao !
Doce tremer de leus nlbo*!
Huem se atreve a debuchar,
>em gemer inconsol.vel.
Sem de amor lonco licar'!
Sim, Iremer mago, divino,
l'or quem dera o mundo mteiro !
Hue ilo sol a luz deslumhra
Nesso vulver feiliceiro!
Desses olhos que me abrazara
As libras do coraran !
li mulo provm meus prazeres,
A miuha estrena airiicc,o!
O* h> mnos delicioso*,
l.'ue no ceu os alijos canlam,
Oue em torrentes de harmunin,
Em ardenle arroobo encantaro.
Apenas sao arremedos
Das las nulas, Elvira,
De nuvi-las Deus cucant.do,
I mine 11-1 prazer sentir !
Hival no cu nao enconlra
De Elvia a voz seductora!
A sen* ps o raio proslra
Voz tao melga, encantadora !
Quem alenla m leus donaires,
Sem delirar de paisdo,
lie rcais que o brouze insemivsl,
Nao lem alma, corarlo !
Asiros bullanle* do ceu.
Da larra e mar a belleza,
N.io leem o* leus allraclivos,
Too sublime gentileza !
O cvsne nao lem, l-'lun.
O leu garbo eiihonl!
T s de amor as delicias,
Doce encanto do Brasil !
E's, Elvira, lao formo*a !
Oue temoque arrebatada
Ao eterno enipsreo s.jas,
E dos anjns adorada !
No esplendor ui.iior, s.in ver-le,
S ha Ir-vas, solul*o !
Tu' s a luz dos meus nlho*,
'iluria do meu coraedo !
Si do CQO eu fra arrbanjo,
Sem le ver, n bella Elvira,
Dnpreun a propalo fvot
Milmorlesa Deu* pedir.
O' belleza inexplicavel '.
Tu" enfieias a razao !
Nao s In' da Ierra o encanto !
Celeste irradiarlo '.'
Porque de Elvira o* desden.
Par e pasto le acompanham '.'
lao leroz ingralidao !
O, justos esos nao eslranham.'
Ab minba Elvira, cu naufrago
Nesle* mares de delirios !
Amor, saudade e riume
nao os meu crois inarlvrios....
Sera leus olhos contemplar,
N.io desejo mais viver,
IC11 inlo existencia eterna,
o' Elvira, so de os ver '.
Pode um ten nteiRO sorriso
F.levsr-me aos cvut de amor,
Extinguir da lorli mrala,
Un cruel, feroz rigor :
.Meu Deus que llazellos
Torluram meu pello !
A qu.intos marh nos
F!u vivo 1 i'in !
Elvira, lao bella !
lio* ron* o primor !
Eqouleo d'.ilnia !
i-, morle de amor !
Sem v la, a existencia
Tranquillo uotava,
De amor as delicias
Altivo iusullava !
Purera vendo a lgrala,
F'quei .'--'mi lirado !
Filiando eo' I mnrt.,
lie amor abrasado !
O astro mais bello,
(loe gvra na allura, *"
au tem seus encantos,
Sua lormosora !
Mu Deus, l'licdade,
Sii nella diviso !
I alUz rspernnra
No peilo eternizo !
I m iostaole, sem ve-la,
Ndo posso viver....
Odcio a existencia,
Preliro raorrer !
Uelle/a lao mana
Aliares merece !
Por ella niiuha alma
De amor tnlouquece !
F lana belleza
'f v raima se slenla !
E o meu deiesprru
\aidosa alimenta !
As bellas feicoes.
De encantos borJada* !
Crois rae lanceram
Algeraas doiradas !
Que lidos cabellos,
Asylo de amor,
Adornam-lhe a fronte,
Com lano primor !
Elvira, leo* olhos
lienlis, fulgurantes,
Sao sellas divinas,
Farpoes penetrantes !
K brolam risonhos.
Era boln torrentes,
Fulgor lao brilbanle.
Que encanta os vvenles !
Eotao deificado,
Em prazer uadava.
Hiiaiulo nos leus olhos
Doce ardor cevava !
I en* de rosa e lirio
As faces mimosas,
00 jardim celeste
tihualdas vinosas !
F'illrou-se em leus labios,
Minha alma encantad.,
Sollaudo gemidos,
De amor abrasada !
Ten labios semelham
Ao roseo bol.io.
Os eoios proclamara
De amor a maman !
Que de soes, sera couto,
Mundos, sera medida,
leu sorriso encerra,
Luz de minba vida !
Encanta, avvenla
Toda a natureza,
Sauctuario iininenso
De amor e belleza !
E's deosa uos olhos,
No mago sorriso,
Do universo encanto,
De amor pataizo !
Pelo mundo espalhas
tirabas a militares,
Enches de alegra
Terra, cus c mares !
Teu ebrneo eolio
Todo he les usna,
Eulevo do amante.
Templo de raudura !
Teu peito mimoso.
De innocencia ornado,
De sanias virtudes
1 vpo immaculado ;
Faz miuhas delicias.
Suprema venlura 1
lie edn de amor.
Imn de ternura !
Em teu lindo seio
Mil graras llorecem,
S netle os cuidados
Do amor adormecem !
Divinal fragancia
Constante respira,
M.inha alma encendida,
De eucaulos delira !
Teas globos de nev
Vacillsm no seio... .
De* mai o enlouqueco !
De assomhro! de enfeio !
o Elvira I rain 11-le !
Nos ares soou
11 Os voto* sagrados
o Desfez, iusullou
Ardentes transportes.
Delirios morlaes,
Meu pranlo esaspeiara,
Fu iiim meus ais!
do de ron-a certa, qual o sitio da camotas da Ca-
sa Forte, e dous presepes, como se si do nom<>
testamento a folha verso, o que Ibe uao a a
qualidade deberdcira, para eslabelecera conpesM-
cia do juizo dos orpbos nos termo, da ord. est.
explicada pelo avis6 do ministerio da jusura da /
de novembro de 1X'.-. be patente a -iriiiiluoiii
du i'ii/'j de etfusM para nclle procader-se ao m-
ventarin requerido a fulba .1.
lambem nao pode oembarpado recorrido ser tsr-
veniananle de bens do finad testador, cono pre-
lende, com o fun,lamenlo de Mr. sido ella casada uin
o emlargante por escriptura da arraas, na qual
pacluaram a nao rummunira*;o da beas do casal,
porque sendo o embargante marido, roeeiro d -
inicios e rendimenio dos U-ns, na ensatasen .tu
raatrinionio.beni romo dos adquiridos O aceraeodos
como productos dos mesmos bens, se-undo so *
da es,ri|iiura a f.dha N nrn, provaodo-n Banal
documentos da folha .> a foi. 75, que na ronsianria do matrimonio bouvoraiu
esses bens adquiridos us quaes pela atesou esrrisHu
r.i commumearam, be lora ds duvida m m *m.
bargar.le compele ser o inventarenle do soa casal,
por forea da ord. I, i, tu. 8.'i jj 1 e ;j.
I'nrianto, em vista do cxposio, e o mai. W -
losjulgam nullo o processo pela inron eoiruru du
juizo, em que foi prirqado, e da pessoa do m-
venlariante, que |la razao aiima referida dav*r ser
o embargante recorrente. 1 undemoan atn casan
o embargado recorrido.
Maranhao -1 de outubro de 1S.'6.fleira, pro-
sidenle.Miranda.Silva lavare.Tonoao.
Silva liuimaroes. vencido, vole pois rajsaan-
tcncia do juizo,e de ser o recurrido o in"aliiwsii
Foi voto vencelur o dosembargador Arai ja Fraaco.
Miranda.
/

(6&m*Atrt*.
IACA DO ltl.1.11 F DE| NOVEMaRii >
I UOKASIIA l'AKl.K.
Coto fin ofliciae*.
Dnconlo de lellra*a 8 c a I ao ai,,,...
Cambio sobre Londres27 :l|i til) dp.
rredenco huMUimrt, \
P. H<,rgc>,
CAMBIOS.
sobre Londres. -J7 M,
P.iris, 36.
Lisboa, :ts a |tl por de premio.
< K10 de Janeiio, l|2a I por 0||is 1s oa
Arene- dn Banco, ll a i.i do premio.
" companhia de Beberibe .Visfltn.
o u rnnip.uiliia Peroaiuburana ao por.
I lilidade Pablir.i. :tii|.,rcenlai '
t Indemoisadora. d ideas.
d. estrada de ferro -Jl por thn b I
Diseonlo de lellras, de 7 a 7 1| rsar Oaa,
Dito do banco7 a K por 10,
()uro.Huras bespanbula*. iJSj a '
Moedas de ItetiMi velbas .... 1
691UU no* 1- .... I
tauo.......
Prats.Pataco** brasiteiros......
Pesos columoarios......
meiiesaos.....,
ALFANDEGA.
Hsndiraestodo dis I 1 21. .
Idom do dis .
II
MLMtjKsi
Detcarretam hoje J6 de mrtmkrt.
Ilngiie ingles Friendsracrcadoru.
Galera ioglecaBonitaidem.
Barca americanaAmaodaf.rinha de triga.
Barra americanaC. E. Tayidem.
Polaca be-paubolaCulebrapipas do Ma.
Hri.ii. noriujhKelamrugapodras da cajotaria.
Bngoe brasileiroFeliz Hestioo larmba do arwn.
IMPORTABA O.
Barca americana > Atnaula, viuda do R*
coosisnada a S.hramn Wlulelv fj (j.,
seguate:
UM barricas farioha de triga ; aos i___
Itrigue nacional a Feliz lle-lia... viaSa Va K*a Oo
Janeiro, consisnas'o a Mjaael l.Mrjtva. ds Salva,
manifeston o scsnmle :
.V) eaixas azaile ; a C. A. S. da llalla.
1 peca cabos ; a M. F. da Suva.
-JtIO frasqueiras geaebra, tiVI b.liias sasMu) de
triso, ( vorgalboes de obre. I cuole rswmao. t
dilos clupos 00 pipas vaaias, .' barns ares..". po-
cotes lio, J canas faseodas 1 dita velas. 33 istson
mercadorias, >V2 accas cale, 75 rolas foose ; a
ordem.
I c.iao chapea. ; iVu-tl I dito dilos -, a Jos BaoSMa 4a Koaacca
I dilos ditos ; a Mala > InuSaa.
:l ditos ditos ; a A. I., f. do Malla.
-' voliime* lanuda. ; S. 4 C
.sl eaixas cnvolie ; a M. J. do INivoirs.
..n.NSLLAtK) i.KKAL.
Kendimento d.. da t 21.....:.MJ4.>
Idem da dia ....... i.lTtrt
II Tsssjull
Saudade, ciume,
Desesperado,
l.aceram crueis
O meu coracao !
Kivaes se me antolbam
As folbas, os montes,
As flores, os prados,
Os ros, as fonles !
Allecto, amisade.
No peilo encerre,
Nos cus, uos tafetn.
Coualanle serei !
No amor igoalar-me
Alreve-se alguera ".'
S meiga, extremosa,
l.ivn.i. meu bem.
Mimo*o destino
O meu peilo alenta,
Tao negras ideias
Kisouhoafugenta !
No templo sagrado,
Taes viizes soaram,
Oue o meo coracao
De amor encantarara :
11 Elvira formnsa,
" Ardendo era pudor,
1 Constancia jurou-te,
n as aras de amor.
11 Os cus e-i'ularam
o O seu vlo ardenle,
n Os ceus sao eternos,
n Elvira n.io mente.
Copia da senlenra no processo n. 5324, 3 qual
loi assignada boje, he do theor seguinle : Vistos,
exposlos e relatados estes autos de revista civel en-
lVEKSAS PKOVINCIAS.
Haudiineiilo da da I a 'Jl ... 3
Idem do dii -........ 7
DESPACHOS DE EXrORTACAO ffcut BssnaU
DO CONSI I.AIM) DESTA I.IDADE XO M \
as DE NOVEMBKOIDE 1KT*.
LiverpoolGalera iaitea llermirme.. C. J. A-Ur.
i\ Comp.ahia, 2iki ero* asmear quimil.
LiverpoolBugae ingles .Odem>. Jsfcailsa ras-.
C* Companhia. simi aeros ssucar maseavaOo, T*i
saccas algodlo.
HavreGalera frjn-ezj .ilHioda, IJ'asrrst,Tssasl-
frers, I .:MI sarcos assocar mascavada uiaaiiii.
LisboaBrigoe nornsaei Relmpago.,
Aqoino Fonseca ,, Filho, 91 cawoa mal.
LisboaBarca p .miguen .Mana Joa, F
Serenano Rabella \ Pama, 3K eaaeaa mal
LisboaBngoe porluuoeiUi. llla.FrauciseoSJc-
veriano Kabello & FIIm, 70 accor imrar saos-
cavado.
LisboaPatacho porlogaei Bnlbsole.. Dnmini.
Jos Ferreira Guim.i.ie*, Ib cava. rnel.
Porto Brigoe porlugnez .S. llaooal I, ovvsjrea*
carregadores, (17 couros aigidn., berrif o
ecos aosaan branca e mascavada.
PhiladclpliiaBarra americana Laiima, Malk*w.
Aaslm (\ Companhia, H saccas aaaocar aaaaca-
vdo.
Ilueiio.-A v re*Pataca hesnaahola Elataoeia.. Aa-
lonio Luir de Oliscara Asevedo, M ssamssdo
pi.ssaha.
Buenos-AvresPolaca he-p>nlmla -Vlacen*.. Via
va Anioiim \ Filho-, -20barricas asuoon braana
e mascavado.
lineos-A v resBrizne lir.-ileiro l>nceiraa .. laaar
Curio i\Cnm|ianln.i. .") pipas cachaca, 2*1 pisa
alcool. 'lO barrica *-ucr brauca o snatscavaOa.
Baeiio<-Av resBrigoe liespanhal Mitoata. Aua-
rim Irniao-, 31 pipas alcool. 10 Sil., rarlwra. hl
barricas assocar branca e m**avade.
Exoortacao .
Rio Grande do Norte e Asen', hiale bravien--
iiAiivielicao, conduzo o segalale : tHI vatam.-
gneros estranaetro*, 112 eaixas rharntes, 12 -otia. r
1 arroba caf, I ti:, caita, saba. I enea* de faosa
1 !1 copos, 2 foniz, 2 eunrh.* de lulanra, H w*rnim* V
tro parles, recorrenie Joso Feliciano Portella e re- flandr.*, ,,.,:, j jncor.t.., 2 nnaYioi., e I tmr.n
corrido Joaqun) Ferreira Chaves, conceden) a re- aguarden'-, I barrica, e i barriqainhaa aoaocar. 2
vista pedida dos accordaus 11. 150 v. e II. 1611 aorrlca ansabra o Iseor, I dii licor, doce, rasa-c

v., que confirmaran) a senlenca (1.127 v. e II.
120 por nullidade e injuslica notorias. Consiste
a nullidade em julgar competente o juizo des or-
phaos, nao exislindo berdeiros menores, como se
prova, e lestaraento ll. 5, contra a expressa dispo-
si?oda ord. I. I.-, tit. 88, 4 e ~, nao sen-
do para isso bstanle a assistencia da orpliaa Anna
Tertuliana por ser mera legatario, como se mostra
do mesmo testamenlo a II. 6. Consiste a injuslica
notoria cm se julgar ioventarianto o recorrido com
vcluso do recorrente, por quanlo tendo esla com-
raunicacao nos bens adquiridos na constancia do
matrimonio, ord.l. 4, til. 05 1.% bem como
nos rendimenios dos bens declarados incommuni-
caveis, nao dovera ser preterido pelo recorrido, que
be um mero legatario particular poi cabera de sua
mulber, como su prova de 11. O. Bemetliam-sc
os aulos para a relami do Maranhao, que desig-
nan) para a sua revisan e hnal julgamento.
Rio de Janeiro, 29 de feveteiro de 18.">6.
Nabuco, presidente interino, l'inlo, Perdigao Ma-
Iheiro.Cerqueira Lima, Vei;a, C. Franca, Pinnei-
ro, Peranha, Almeida, Siqueira, Cavalcanti, Pan-
toja.
Fechou-sc a sessao a meta hora depois de meio
diaO secretario, Joao Pedreira do Couto Fer-
rar.
Accordam cm relaraoelr. >uc vistos.evposlos c
relatados na forma da lei estes autos do revista ci-
vel entre parles.
Recorrenie o embargante lo- F'eliciano Portel-
la, e recorrido o embargado bacharel Joaqun) Fer-
reira Chaves ; julgam provados os embargos a
l'clha 15, recebido a folha 42 verso,
nao lendo a faileci la I). Anna Florencia de Siquei-
ra, mulher do embargante instituido no seu testa-
mento a 11. A berdeiros menores, para que na confor-
midadeda ord. 1-, 1 til. 88, A, 6 0 7, pndes-
sk ter lugar proredor-se a inventario pelo jalao dos
orpbaos, deixandn apena' a menor'ua alilhadi,
Anua Tertuliana da OsttmjtjM, um .*implr- b-ja-
ch.irulns, dii.i- gebebra, -Jl d.nas e meta de oahn-
ra, 1 i du/!** de coro*. "i rosaos doce, I asoeaoa dr
carne.
Rio Grande do Norte, lancha lna*ilerr Flor do
Rio tiran le dn Norte., condesin a ccoiate : t'sO
volumes gneros rsliangcirin. II dita-rale, I dtta
movis,7 dilos quatlinhi-, :t dito, arroi. Sil 4f1a
sabao, I dito ciiebr,'. -2 dilix vinagre. O dita. loma.
'. dilos rh.i. vi diio* charolo*. I dito espirite, IK di-
tos bolachinh i* c Imlarli... :t -lila. lOree, I 4*1
chape*. I dito vida.. 22 di'* abras de seiba
Flaolrr-, I par de Inlho., I labe* da assmrtOm, i
landres, Km libr e rape. I ,rrlu de carsMHaba.
I.i-boa. bhgii- poilucuei .-Soberana., <*e-2M to-
nel id.**. c->ndn/!o o -emiinlr : l..ill* tmtrm amm-
car, nal in.io. de vaojoeto, tWsaaaaa "il .hih -
nsana, ;l" ptasa, I hh ia dil^ e IfiK barr* oa*-l. 01
aserafl caf, pras*ea*W i'c amaralln, t ratsa dar.
I calxao livro-, I iiihreiho pella de anra.
Rio Grande d Sol pM Pi.rlo- \legre, palarba
br.i.ileiro VeiduiiiM, de l.'il l.iiieli*a. .endnr-n a
sastotota : JB barasose bamamao, l.iai, batriea.
e (MI -arro- n.ar, 1,'Slil cim-as.
lltl.F.PFIMHtlA IMS KF.MIA IMKKMM.K
fcAHS HK PF.RNAMKI tas.
Hendinienti' de
Idem do dia -jV
ha
21 .
IN.H4
l*:.-al-e.7
t.'INSI 1 AIM) I'ROVIM.IAI
aVondiOSOOlO da da I o 21 .
dem do da 2*> .
IVaMovIt"
:t:aanoili
msMg-'M
PAITA
l/0> UTOfOS '-''irruir. ,ln
griirru. d'i l"nz. OSBS
tnii.-iiirid'i dr pnvanaaa
o 2I de aonmasu dr |s ,.
porquanto As-ur.ir ancottaabsaaeo I. qualijxlr
asar, aie**w-*-i. r ..
d'-i-il.mm nn 1 dn
na ,. _(
K mjLHar. .... > *
i> h;ir. e*r. I.r;u:i .. . l'sa
' ts.liMv ,%i\n . i j-::m
B I. 11 ..... \
AlCntlrtt. flil |.|linil la- 1.1 5Mm|l*U*tt* as mmm
.......1. - fjbi
0 em choto......... 1 ;
ILEGIVEL


D-RlO BE PlIMlBUCQ QUASTA FEUA 26 M MVlHIJtfio BE ISSS
K
Espirito de agurdenle......cnida
-Agurdeute cachncs........ "
i) de cauna.......
a reslilada..........>
do reiuo........
Geoebra.............caada
8 ............... botija
Licor...............caada
............... garrafa
Arroz pilado dual arrobas um alqueire
em casca........
Azeile de mamona ........canada
11 mendobiiu........ >'
u a de peise.........
Carau............... '
Aves araras.........umu
a papagaios.........un
Bolachas.............. a>
Biscoitos...............'
Caf buin..............
i resslolho...........
a um casca........... u
muido............. >
Garu secca............
Cocos com casca..........cenlo
Charutos bons........... a
a ordinarios........
" regala e primor ....
Cora de carnauba......... (a)
> era velas........... >
Cobre uovo milo d'ohra -.... 4
Couros de boi salgados.......
i verdes............
a espiadot.........
o de ouca..........
a cabra corlidos.....
Caachimbo.............milheiro
Esleirs de preperi.........uuia
Doce de calda...........
a geiaba..........
u seceo ............
a jalea ,........
Eslpa nacional.......... jU
estrangeira, mo d'olua
Espauadores grandes........um
b pequeos.......
Fariuha de mandioca.......alqueirc
b u milho.........
;ii .irul.i........ "
PeijiO...............alqueire
ruino bom ............&
ordinario.....
ii em folha bom........
ic ci ordiuario.......
u reslolho........ "
1 pecacuauha............
i. i ruma..............alq.
dengibre............. V
Leuha de achas grandes......ceuto
b a pvqueuas.....
i) i) n toros.......
Prauchas de amarello de 2 costados urna
t t louro......... D
Costado de amarello de :t a 40 p. de
<-. e t a it de I..... n
ii de dito usuaes.......
Costadiobo de dito........ 11
Soalho de dito...........
Forro de dito........... u
Costado de louro......... u
Cosladiuho de dito........
Soalho de dito...........
Forro de dito...........
ii o cedro.......... ii
loros de tatajuba.........quiutal
Varas de parreira.........du/.ia
b b aguilhadas........
a quins..........
Em obras rodas de sicupira para c. par
M B dXOS t t BU
Helaco...............caada
MilhJ...............alqueire
Pedra de amolar '........urna
b ii filtrar..........
ii ii roblos......... ii
Ponas de boi...........cento
l'iassava..............moldo
Sola ou vaqueta..........meio
Sebo em rama...........<4>
Pelles de carueiro.........nina
Salsa parrilba...........(t
Tapioca -.............. i
linhasde boi...........ceuto
Sabilo............... &
Viuagre pipa...........pipa
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5200
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9360
169000
39.JOO
M00
120
llfcOOO
K para constar se niamlou allixar o presen-
te e publicar polo "Diario.
Secretaria da Ibesouraria provincial de
Pvrnainbuco 14 de novembro de 1856.O se-
cretario, a. l'. d'AnnunciacSo.
O lllm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cutupriiiicnlo da resolucSo
da junta da (azoada, manda fazer publico,
que a obra dos reparos da ponto de Pi mulli-
r vo novanienlu a praea para seren arre-
matados a quein por menos lizer no dia 20
do crrante mez.
E para constar se inandou anisar o presen-
te e publicar pelo Diario.
Secretaria da Ibesouraria provincial de
Pcrnambuco, H do nove nbro de 1856. O
secretario, A. K. d'Aniiuiiciacao.
0 lllm. Sr. inspector da thasouraria provin-
cial em ciimprimunio da resoluto da juntada fa-
zenda, manda fazor publico, que as arrematares
das obras do riacho Pirauhyra c do Brun/.inho fo-
ram tranferidas para o dia 27 do correle.
Dar'
larca,
Inri ao espectculo com a muito jocosa
A CRIADA ASTUCIOSA
0 BICUDO SOffiNOLENTO.
He este o espectculo que vai ser apresenlado ao
illaatrado publico desla cidade, le quem esperem a-
eolhi meato.
Os bilhetes podem ser procura uefciaila, ra de Dorias, sobrada 11. 70.
Principiar as horas do coslume.
LEILES
vt'stog '' ufe s.
Para Lisboa segu com bre\idade, por lar a
maior carga prompta, a barca porlugueza Mara Jo-
s : para o reslo e pssssgeiros, para o que lem et-
cellenles cominodos, trala-se cun Fraucisro Severia-
110 Kabcllo A; l'ilho, ou com o capilSo n,i praea.
P^ra Lisboa segu em poucos dia*, o brizne
porluguez l.aia III,n queja punca Barga Ihe falla :
para aarga e passagelroi, |Mra o que lem expelientes
ro de janeiro.
E para constar se mando u aflivar o presante e commoJo<, trals-M com seos ea'mignaUrioa Irn-
publicar pelo Diario. |chao Sevenano Habello Filho, ou com o capiio
Secretaria da iesouraria provincial de Pernam- J- J da Corta' "" '"a':aou a boKto-
buco 22 de novembro de 185C.-O secretario,
A. F. da Aiimim'k.r'iu.
0 Dr. AlexandreBernardino dosRuiseSilva ollici-
... ..,,.. Alcotimoa prsenle semana pretende seguir para
al da imperial ordem da Rosa, o juiz de direilo 0 Ku de Janeiro a veleira barca brasilea Saraivaa,
da 2." vara criminal, da comarca da cidade do lem proinplo dous ler<;os de -cu carregameuto; pa-
Wocife, por 6. M. o Imperador, que Dos guar- ,eslu e cscravos a frele, para os qoaes tem ex-
j e)c cellentescommodos, Irala-se com osen coiisiguala'io
., ,. Anloum Luiz de Ulivcira Azuvedo, ra da C'uz n. 1.
rajo saber quo no da '28 do correnleas 10 ho- .
ras da manliaa se ha de reunir na sala das sessoes IlCiil CU1M)<1 II lllt
William I.illv fai-a' leimo, por interven-
cfio lo agente Uliveini, de um ptimo car-
io dequatro rodas, coindom arreios com-
pletos para cavallo, un cabriolel comar-
reios, seis cavados de carro e montaa, "
sdlii.s para montara de homem e 2 ditos
de senhora, fi-eiose ouD'OSobjectos : sex-
ta-feira 2S do corrente, a s dez horas da
inanliaa, na coebeira lo Sr. Miguel, sita
deiVontedo convento di." S. Francisco.
Leilo
1) agente llorja fara' leililo em seu armazeiu,
na ra do (.ulleaio 11. 15, de una Infinidade de oti-
jeclos de diHerenlcs qualidades, cuosisliudoem obras
de niarciciria novas e uadas, Varios panol, obras
de turro e prata, relogius para algibeira, ditos ame-
ricanos, de i'.n de, espedios, lustre, laoteraai do vi-
dro, candelabro-, ptimos qoadros, camas de ferro,
marinores |ur.i mesas redondas e coatollof, mesas de
marninre, lotiza e vidros para mesa,e urna porr;ao ile
finissima.- quinquilharias franceza*, etc., etc. ; nessa
mesma occasio fara' tainlietu leililo lente molnlia de Jacaranda', todos os mais arraujo-
couceriieutes a casa, e qoalro ptimos escravo* mn-
, de bonitas lioras, de ambos os sexos, perleu-
centes a urna pe.-soa que retira- pia fora da pro-
vi ucia : quiula-fcira 27 do corrente, as II horas da
maulia.
da cmara municipal, a juma revisora dos jurados ziiiplpti j l|<''IfZi'S
qualincados no municipio do Kccife, na forma do i
disposlo no arl. 228 do regulamenlo n. 120 de 31
de Janeiro de 1812, aQm de proceder-sc como est
determinado no arl. 229do mesmo regulamenlo.
E para que ebegue ao conhecimento de todos,
manJei passar o presente que ser publicado pola
imprenta.
Cidade do Recite 22 de novembro de 1856.
Eu Manoel Correia Gomes de Almcida, escri-
vao interino do jury o subscrevi.
Alexandre Bernardino dos Reis e Silva.
il
de pa-
va por.
&tcf*?o5e*.
Mwmmw pvtio.
-mi-id* entrado no da 25.
Rio de Janeiro13 dias, barca Trauceza Auslra-
lie, de 210 loueladas, MpUSo Felsuerell, equi-
pagem II, n_ 1 60 toneladas de peilra; a Schrain
Wbately iX Compauhia. Prrtence o porto de
Calle.
Ilnenos-Avres30 dias, polaca sarda Celestina,
ren) 11, carga 10 toneladas Je arca ; a Isaac, Cu-
rio & Coinpanhia. Perlance a Genova.
Pluladelpliia3 das, barca americana C. B.'TaMk>
de I'1.* r 'ii'.i'Kf, CBpilao Clark, cquipd^cm 9, i*
ga 1,895 barrida com faruiha ee trigo; iMl-
theos Ausliu <\ Companbia. Pertence a PnUadel-
phil. Pas Iluenon-Avres22 das, brigue diuamarquez Cou-
rie, de' 131 louelada, capildo A. Pelerson, equi-
pagem 10, carga > toneladas de rea ; a Amorun
Irmaus. Perteuce a Aperande.
Calino de l.imaSO dias, lugre francez Echo, de
212 toneladas, capilo Deba, eqeipasem 13, car-
ga eouros e maii gneros ; a ordem. Veio relies-
car e -t'-'it para Loudres. Pertence a Uordeaux.
Bueuos-Ajres23 dias, polaca he'panbola Aean-
cia, de 200 toneladas, capilo Francisco Millel,
equipagem 13, carga 100 toneladas de pedra ; a
Isaac, Curio & Comptnhia. Pertence a B.irctl-
luua.
Rio de Janeiro-r dias, patacho porluguez Ro-
mano, de 2TS toneladas, capililo Antonio Tclles
Machado, equipagem I j. carga 120 toneladas de
pedra ; a James Ryder |& Companhia. Pertence a
Fayal.
Sidney78 dias, barca intleza Melbourn, de 321
toneladas, capiUo W.iRoberlh, equipasem 13,
carsa la a e sebo ; a ordem. Segu para Londres,
eoiiduziodo 5 passageiros. Pertence a Dumdee.
Sacio $ahido\ no metmo dia
Rio de Janeiro Brigue brasileiro Imperador do
Brasil, com a mesma carga que (rouxe. Suspen-
da do lameiro.
9
O
}3
fe
9P
\:'f
miu&
chefe da primeira seccao do consulado
provincial, servindo de administrador, em virlude
do disposlo no art. 3 do regulamealo de 3 de ju-
II10 d: I8.V2, faz publico que se acham deposita-
dos, no deposito geral dous escravos, Antonio, na,
cao Cassange, idade de 35 a II) annos, Clorindo,
na;o Congo, idade de 40 a i,'i annos, com urna
bebda no olho esquerdo apprehendidos pola polica,
os quaes sao considerados liens de evento, por se
desconher seus donos, e para que seja enmarido o
que contorno sohredito arl. manda publicar pela
imprensa, para que no prazo de (>0 dias compareca
quem aos ditos escravos tenha direito, (indos os
quaes so proceder a arrematarlo pela forma datar-
minada no art. 4 do cilado regulamenlo.
E para que chegue a noticia de lodos maiidui
passar o presente ediial, aos 12 de uovembro de
1850.
Theodoro Machado Freir Poreira da Silva.
S EditaL
fPclo presente fco publico, que S
todo 0 eicravo encentrado as ras g
j. desta cidade ott as estradas dos '%
t arral>aldes da mesma, depois do J
g|? toque de !l horas Ha noit.c, seta' ^
^ preso 01-ccolhidoa'casa de deten- j?
^* cao, c casi jado na rniilniascguin-
^ te com 50 palmatoaaa, salvse os 9
* escravos apresentarem bilhele as- ',j<
i signado pelo respectivo senlior, de- t&
clarando r|ne va a' seu servir. tt
@ O presente ediial sera' observa- (*
3 do pelos agentes de polica,passado i\-
Sj o pra/ode li dias (pie, licam mar- Qj
@ cados para rpie chegue esta provi- &
^5 dencia ao conhecimento dos do- ;);
nos. ;';
d'. Secretaria de policia de Per- i.
nambiico 2'l de novembro de I Sol. '_]'
@ chele de policia, Dr. Pulsear- -;'}
^ po Lopes de Leao. -;;;-
O lllm. Sr. inspector da Ibesouraria
provincial, em cumprimento da resoluQo
da junta da lazenda da mesoiaHIiesouraria,
manda fazer publico que no dia 27 do cor-
rente vao novainontc a praea para seren ar-
rematados a quem por menos lizer os con-
tratos seguintes.
Empedramenlo do 20 lauco da estrada da
Victoria avahado em 5:!M)oa~00.
Dito do 21 laneo da mesma estrada avaha-
do em 8:6938500.
I .anco da estrada entre a cidade de Goiao-
naea ponte de Uujary avaliailn em 13:1313.
Conservaco permanente da estrada da
Victoria, por lempo do 10 mezes, avahada
em 8:50o.y
Dita dita do sttl, avahada em 8:~i209.
Dita dita do Norte, avahada em 2;288?.
Os seubores que arremataran) tallms de arou-
gues pblicos na cmara muuicipal do Recite, com-
parecam na casa da mesma .cmara com seus liado-
res, para assisnar os respectivos termos.O secreta-
rio, Manoel Ferreira Accioli.
m BEPARTI9A.OP DA VACCINA.
0 O commissario vaccinador jmtj- @
vj3 vincial, teconliecendo t|uc militas 1^
@ pessoas dei.vun de comparecer a .;::
^ esta reparticao cm conseiptcncia $ft
^ da lonyitude do lujar, avisa ao
^3 tespeitavcl publico que tem re-
^ solvido a vaccinar tambem as
^ tercas feiras de todas as semanas,
$Jji na casa de sua residencia, conti-
^ miando a epurticao a unecionar ^
^ no torrefio da alJandega nasquin- @
t^ tas e dominjos : assim, as pessoas ^j
.3 que sequizerem vaccinar as tei- tj
^ cas feiras, podem dirigir-ce das
sete as nove horas da manilla, ao
1. andar do sobrado da ra Nova
esquinada do Sol n. ti.Dr. Joo
A Nepomuceno Dias Fernandes
O tribunal do commercio da provincia de
Pernambuco, convida aos Srs. comniercianies na-
cionaes matriculados o residentes ncsle dislricto a
comparecerem no dia 1 de dczetnliro as 0 Lorat da
manbaa na secretaria do mesmo tribunal para
proceder-se a eleicao dos dous deptttados commer-
cianlesque para o seguinte qualiiennio de 1857 a
1800 lem de substituir osactuaesSrs- deputados
Joo Ignacio de .Medeiros Reg, e Joao Pinto de
Lomos, na forma do til. nico do cod. commercial
e decreto de 5 do setenibro de 1850
E para constar niandou o sobredtto tribunal fazer
este que assignado polo seu secretario ser publica-
do no liano Jesi^ciJadc o aflixado na prac,a dV
commercio com a lista do que irata o arl. 5\ do
citado decreto.
Secretaria do tribunal do commercio de Pernam-
buco 24 de novembro de 1856.Joao Ignacio de
Medeiros llego, secretario merino do tribunal.
Jos Jeronymo Monleiro.
Jos Jua ini 111 Dias Fernaudos.
Jos Pites Ferreira,
Joao Ignacio de Medeiros Rege.
Joaqun) da Silva Lopes.
Jos Rodrigues Percira.
Amonio Valenlim da Silva Uarautv.
Gabriel Antonio.
Jos Antonio Basio.
Luiz Antonio Siqueira.
Joao Pinto de I.emos.
Joao l'in'.j de Leaos Jnior.
Jos Velloso Soares.
Klias Baplislada Silva.
Joaqnim Ribero Ponies.
Manoel Gon^.alves da Silva.
Manoel Uarlo Rodrigues.
Jos Candido de Barros.
.los Leao de Castro.
Manoel Ignacio de Oliveira.
Joo Jos de Carvalho Muraos,
Vicenie .loso de lirito.
Jos Pereira da Cunlia.
Manoel Joaquim liamos e Silva.
Francisco Accioly detouveia Lilis.
Manoel A Ivs (lucir Jnior.
Jos dos Santos Neves.
Antonio Irancisco Pereira.
Caetano Cyriacoda Cosa Morena.
Amonio Jos Leal Reis.
Canillo Pinto de Lemos.
Rarlholomeu Francisco de Souza.
Jos Gomes Leal,
\ cenle Mendes Wanderley.
Jos Francisco l.avra.
Joaquim Jos da Cosa Fajozes.
Est conformo,Dinamerico Augusto do Rugo
Itangel, no Impedimenta do ollicial maior,
Al o lim d o muz espera-sc tira dos vaaores da
real coinpanhia, o qual depois da demora do cos-
tume Mgalra para o sul : para paawgeiro* etc.,
trala-se com os agentes Adamsoo llowie ^ Com-
panhia.
AO RIO DE
Janeiro
segu com brevidade o brigue
nacional MARA LIZIA, capi-
lo Joio da Silva Moraes : lem
grande parte do seu caiTcjamento promp-
to, e )tara o restante trata-te com o con-
signatario Antonio de Ahneida tlonies,
na ra do Trapichen, l, segundo an-
dar.
Mar 1 ilio e Par
A opalhabote nacional LINDOPA-
^Sfei QETE, capitao Josti Pinto Nu-
nes, yaiseguif com btevidade, podeainda
engajar alguma carga ; lrala-se com o
consignatario A nlonio de Ahneida Gomes,
na ruado Trapiche n. Ili segtinglo andar.
l'AKA 0 PORTO
se?ue com brevidade o superior Iniue Esperanfas,
novo, da primeira viauein e forrarlo de cobre ; para
carna e passaaeiros, trala-se com Barroca n Castro,
na ra da Cadeia do lecifc D. i, ou com o capitao
na prara.
jfctndoS mtt*rt.
de Janeiro.
Segoe no dia -JT do mez corrente o palhabote I c-
MMt aimla porle rccebir adunia Carga, e escravos a
frele: trala-se rom Caelano Cuiaco da C. M. na
ra da Cadeia do Kccife n. ^.

de Janeiro.
Vai legair com brevidade o palhabote l'iriade,
para cama passai^eiios e escravos a frea trala-se com
Caelann Cyriaco da C. M., na ra da Cadeia do lie-
dle 11. 2.
Para Lisboa.
U pancho |Hirlu:;iie "lii llianlo c.i i.m An-
loniu Uta/ l'ereira, *dhira' oum (oda a brevidade per
ler a maior parle da eirffl prompla ; p*xs u reslo da
mesma lrala-se com o diln na prara, no com o con-
-i^ihtiarin DomiiifinsJosc Terreira GoimaiSWina ra
do (Jucimado n. :'.'>.
PARA LISBOA.
Vai sabir com brevidade a barca p ttu :ne/.a Ll-
;eira,s bem conhecida pelas suas viaueos ; para o
reslo da carga e passaaeiros, trala-se com os consig-
natarios V. A. de Souza Carvallo & C, largo do l'e-
lourinho us. 5e 7, 00 ao capitao Itapbael Goucalves
Kranco, na pra<;a do Commercio.
Prseia-M de marinheiros nacionaes, para
bordo da barca nacional aSanla Maria lloa Sorlt :
quem se jultfar babjlilailo, dirija-se a homo da mes-
ma liaren, 00 l-'orle do Mallos : a tratar rom o capi-
tao da mesma.
Para o Cear
o bJatcNOVOOLIN'DA, mestre Custodio
JoseVianna, rinda recebe alguma carga
para completar o seu carregamento : a
Iralareom Tusso Irmaos.
Sociedade
RECREIO i UIU VR DO M0\TEIRO.
Por ordem do lllm. Sr. director da
Sociedade Kecreio Familiar do Mon-
leiro, convido aos Srs. socios para com-
parecerem a' sessao, no dia 27 do cor-
rente, a's 3 horas di. tarde, na casa de
miiilia residencia. Mouteiro 25 du no-
vembro de I Sol.O secretario, Francis-
co Brandao Cavalcanb' de Albuquerque.
SOCIEDADE DE EM10FR\MEZ.
Por orden) do Sr. presilenie declaro aos socios,
que ha sessao aiuanhaa as 9 horas.
O segundo cecrelario,
Costa Carvalho.
Deposito de pia-
nos fortes
DAS MELI10RES FABRICAS:
cm casa de Timm Momsen & Vinnassa,
praea do Corpo Santo n. 15.
Precisa-sede um rapaz para criado
de tima casa estrangeira : no Corpo San-
to n. lo.
Aluga-se urna pala de 2 botas ate !)
da noitc, para vender pio-de-l e bollos:
ipiem |u ecis.ir annuncic.
Os directores da companhia de se-
guios martimos lililidade Publica,
novainettte convidara aos Sis. accionistas,
para comparecerem no cscriplorio da
mesma companhia, ra da Cadeia do
liedle, no sabbado 2!) do corrente, ao
meio-da, afino dse darexecucuo a ulti-
ma parte do art. 41 dos estatutos. Reciie
2idc novembro de 1856.Os directores,
Luiz Antonio Vieira, Manoel loaquioft Ra-
mos e Silva.
Frederico Fremont tai ao Para' tra-
tar dos seus negocios.
No da 8 do curenle fugio do engenho l.ava-
pm da rregoeria de Pao d'Alho, um escravo pardo,
de nome Chrislovio, que repreiinla ler 10 anuos,
paseo mal nu menos, com os siaoaei aeguinles :
bailo, bem feilo da corpo e de fes, com barba por
(tehaixo a queivn. cabellos crespos, pouco corado,
olhos prelos, corn todos os (entes da frente, pronun-
cia alsu'nas palavras que parecun de negro de An-
gola : qacm o apprebender com u/.a-o a ra da tiuia
n. (il, segundo an lar. ou ao referido emendo l.ava-
gem, que ser geoerosamenlr re:ompeosado.
Ouem annanciou preciar de lOKIOO sobre
penhorts, dirija-se a ra do Sol n. 23, que achara
com quem Iralar. |
l'reviue-se ao Sr. Ihesonnito das loteras que
nao pague a quem apresenlar n. 1 >(._; da loleria
que ha de ler andamento, pon|ie perdemos om meio
bilhele com este numero, suuaoao seo proprio dooo,
dado o caso saia algum premio : o bilhele ca as-
signado no lado de detraz com a firma lavares &
Silva.
l'rer-isa-se do um forneim desembarazado : na
idariada ra da Senzala Velln 11 Mi.
Constando ao abaixo assignado, por pessoas
li I li.'na- ha pouco vindas de S :ri 1111 : o 1 { parece
incrivel esla nolicia, mas aflirmam ser verdadeira)
que Anlunio Germano lgueira Pinto de Souza,
poucu antes de fallecer, celebrara urna simularla
escriplura do venda de seu engeobc liosario a sua
lia I). Hila Rigaeira rom o ntuilo de defraudar
aos seus credores, fazendo esla senhora immcdia-
latncnle doacao do mesmo engenbo aos filhos delle,
corno siemnossopaiz nao existissem leisparanuHi-
licar una lal iranquibernia apressa-se o abalxo
assignado em protestar por este meio contra seino-
lliaule procedimenlo, eiuiiaanio nao encaiiiiiiha sua
accfio compleme, como herdeiro de sua av D.
Maria Ignaeia Francisca de Albuquerque, a qual
em lide jullio de 17SI doou a seu sobrinho, o or-
denaado 4ndf re Albuquerque Maranhao, a pro-
priedade denominada Caite, ariiie\a ou constitutiva
da mxima parto do dito engenho Rosario, com o
onusda passar depois da inorle do donatario para
os mais prximas lietdeiros della ; o por consc-
ninlo Ihe cabe direto,nos do havel essa proprie-
dade, como tamliem torios os rendimentos que llio
o inherentes eindevidamente pereebidos por quem
quer que fosse.
Kesponsahiliso-ine pelo pretexto cima na for-
ma da lei.
Recifo" 2.'i de novembro de 18l>. Joo de
Barros Falco de Albni|ueique Marauluo.
Lotera do Rio
de Janeiro.
Acbam-se a venda em a loja da [iraca
da Independencia n. 40, os nevos bille-
tes da lotera 67 da Santa Casada Miseri-
cordia, ipte devia correr a 18 do corren-
te ; as listas esperamos pelo vapor fran-
cez BRASIL a 27, (caso toque nestepor-
to). Ao recbennos as mesmas listas, se-
rao inmediatamente pagos, deconloimi-
dade com os nossos annuncios. os respec-
tivos premios, na mesma loja cima.
REM1GIUS KNEIP, mestre marci-
uciro, noaterroda Boa-Vista n. 23, avi-
sa ao respeitavel publico caos seus amigos
e freguezes, que se ada habilitado a lor-
necer aos senbores de bom gosto, excel-
lente e a mais moderna escadaria redon-
da de qualquer lamanho, e esecutada
com a maior delicadeza e pericia d'arte.
Bilhetes da lote-
ra do Ro de
Janeiro.
Acham-se expostos a venda junto ao
arco de Santo \nlouio, os novos bi-
lhetes da lotera 07- da casa da Miseri-
cordia, cuja extra ceo teria lugar em 1S
do corrente, no Rio de Janeiro ; as listas
veetn pelo vapor francez BRASIL (caso
toque aqu,) 011 outro que sabir depois
daquella dala: os premios sao pagos a
vista da competente lisia, e por isto os
bilhetes Sao vendidos a duihciro a vista.
Jos Euzebio Alves da Silva.
pad
Comisado ao haixo assignado que o Sr. Ig-
nacio dos Sanios Coellio, morador e eslabeleculo no
lusar da barra de Caoavieira, pretende inudar-sc
do dito lusar, e como seja devedor ao abaivo assis-
nado ile urna letra ja vencida, o nao pode faier sem
que primeiro liquide seu debito, do coulrario se pro-
ceder' nos termos da lei. Antonio Joaquim da
Costa e Silva.
t) ali.'iMi assignado fsi scienlc que se etlraviou
de seu poder um quarlo de bilhele da l. parte da
I." loleria concedida em favor do reeolhioMBlo da
enneciarlo de Olinda, com o uumero 0111, no qual sa-
bio a sorle de dous conlos de reis, e liuha 00 verso
a assignnlura do ahaivo assignado da maneirarecul-
le : J. A. da Cuulia ; pelo que o inesmo peleaos
Srs. tbesodfeiro e cauleiislas,que nao paguein aqueui
apresenlar o referido quarlo, visto perleucer ao
bailo assignado.
Jos Antonio da Cunha.
RATIFICAD DE PROTESTO
(I aballo lirinado ratifica o protesto judicial hito
S iiitunado aos nullos adiniiitslradores da ma-s.i de
Nono Mana de Seises, inserto ne-te Diario em os na.
268 e 89 Clel do crrenle me/, de noveiiiliro
por neeasilo de o agento Oliveira preceder ao leiljo
de varios predios da iclerida uiassa. E, vem ante
o publico n 1 presente oceaslno, pos Uso que observa
qaese pretenden) arrematar por intermedio do agen-
te It'irja mailos dos predios da mana om o dia Jli rio
correle, nao obstante a oppo-io.ui quo ( cssas aire-
inaliir.'ies, cousla fura fela pot uiuitns dos credores
por causa da lesu enorme das avallar/es desses, e
de lodos os pre lios, pelas quae< .1 hi.i-. lie prejudi-
cada no quasi dccu|ilo dos valores relies; sendo lam-
lieiu porque lies arremalucoes por >eremde bees de
ra/, devem su hilas per.mte o juio, e nao em lei-
lo commercial. Declara, por lim, que ha de em
lempo opporluno reivindicar 011 haver dos arrema-
tantes e dos adinim>lradores da UMSBB, o valor de >cu
credilo de cerca de :fl:000;<)00 com todos os seus in-
tereses lei;aes. Kecife ^ de uovembro de 1836.
Jos da Itocba l'arauhos.
Precisase de ama ama qae seiba coiinbar, a
de um rapaz pa-a criado : na ra do Hospicio n. -s.
e na rua das Cruzes 11. 21), das 'i horas do da at as
_' di tarde.
PrerUa-e de 150)000 a juro, da-se penbor de
ouro : quem liver annuucie.
l'recisa-se de um caiieiro que leuha bstanle
pralica de taberna, pagaado-SO bom ordenado : s
tratar 11a rua do Vicario n. :13.
Dese:icaiuinhou-se de um sitio na estrada dos
Allliclos, que faz quina paia o becco do bspinheiro,
no dia '20 do corrente, um carueiro erante, bastante
manso, todo branco, mocho e inteiio : pede-se a
quem o adiar ou delle livcr noticia, o obsequio do
dlriglr-M ao mesmo sitio.ou ao sitio do Sr. Debuurs,
na casa junto a ponto, que sera' geucro-ameule re-
compensado.
-- Ijuein qiiizcr cotprar Bina prela que saiba
cozinhar e sem vicio, dirija-sc a rua de Sania Hita,
casa terrea n. MI.
L.M.V IIAT1I ICAI..VD' DE PROTESTO E DE-
CI-.VIlACAtV.
D. Il.n liara Maria da Silva Mitas, por si, e cmiio
haslaulc procuradora do seu mando Nuno Maria de
Senas, rcm anida anle o publico calificar o seu pro-
testo e declaraces eiaradas quer era os as. lcH> >ic
7 de SgObtO e seguintes, e 'l\'2 a 2\~> de '.I a 1-*> de
ootubro deste Diario, como especialmente em os us.
2 Protesta solemnemente contra as nullas arremata-
ntes feitas no dia I do crrenle mez por Francisco
de Paulal-'igucira deSaboia, de um sobrado de dous
andares na rua da Penha, por le-Ao enormissima,
cora i^ualmenle contra Francisco Jos Alves tiui-
maraes |iela arremala{So lambem por esto fe i la, de
um sitio cun famosa casa de vivcuda, etc. ele ua
rua da Casa Forte, e mais seis casas em dita rua, e
na do Poco, por isso que foram feilas sob avaliares
de nove dcimo a baixo do seu valor real, ou anida
sendo feilas sob base das decimal, quando oulr'ora
(alo 1851) alujadas sob a adminislra^ao do marido
da abano assignada.
Declara, oulro mu, qse protesta solemnemente
contra as novas arremalacoesaniiuuciadas para o dia
26 do correute mez, pelo agente llorja, por isso que
as avaliacoei foram feilas com lefio enormsima
com o lim de queimar e de redozir .1 nada s impor-
tante inassa do casal, ou massa irrita e uullaineole
declarada fallida do seu marida, e por curas enana
qaeneias inmensamente desastrosas, toma solemne
e allaincnle responsaveis Jos Jeroinnio Monleiro
c os p-eu'Io- administradores Aureliano de Almcida
Rodrigues Isaac e Novaes & Companhia.
Declara, tambem, que linda esla pendente da d-
cisao do juizo do commercio, urna pedcao da abai-
xo firmada, requerendo a aniiullar.in das supradilas
arrcmatacesSaboia e Cuimnres, como a *usla-
rlu das pretendidas para o da 211 pelo agente Uorja,
sem que uovas avaliaces sejam feilas segundo 1 le,
sendo que clamorosamente os fallados administrado-
res Isaac e Novaos hilo retido em si a pelicao ,lr>-
de segunda-feira pasada,sem darcui ainforina^au ao
juizo, revelando dest'arle fius ministros, (|ue a aballo
firmada deia 1 perspicacia do publico.
E, emlim, de novo ratifica o protesto judicial fei-
lo por seu marido em 2 de julho de 1851, evaralo
em varios Diario), e desiguadamenle cm os us. ISIi
e seguintes deste auno : c, por ton;,i do qual, uo so
lia de rt-invindicar do poder em que se acharen)
quaesquer predios ou oulros bens, como haver luilj
osprejaizOB, perdas e dainnos dejse Jerouvaio
Monleiro, e dos nullos admini'-lradores Isaac e No-
vaes & Companhia. Kccife 22 de novembro de ISi.
Uarbara Mana da Silva Seivas.
Aluga-se um sitio no corredor da Vanea, com
arvoredus de fruclo, boa casa emu utlirieules com-
modos para lamilia, e hanlio, sendo o luzar muito
bom e apreciavel : a faltar on com o porteiro lo
consulado ceral, ou na rua do 'Jueimado, loja o. 30.
Man itjl Maria Kodrigoes do Piascimento inu-
dou sua residencia para a rua da Sania Cruz n. 90-
Thereza Maria de Jesos, portuguesa, relira-se
para Portugal.
Aluca-sm o segundo andar du sobrado de Iris
andares da rua do (Jueimado, onde rnorou o Sr.
Viegat.
I
DA
PROVINCIA.
O Sr. tli: soiirc.ro m
loteras manda fazer pu
blitjo, que estilo exposto-
a venila, na thesouraria
das loteras, mi rua Aurora n. 'i6, os bilhetes
e metas, da ultima p.trte tl.i
primeira, e primeira ta se-
muida lotera a Oeneficio
do convento do Carino,
cujas rodas aiidaiu no dia
29 do corrente.
O mesma Sr. tlicsomvi-
10 manda declarar, que
anda (icara muito frau-
de po^o de bilhetes par
vender, e que leudo n.ui-
!(s na thesouraria das lo-
teras, convida aos senho-
res j oradores a vi rcm com-
prar.
Tono-se relbnuado o
piano por isso o .Sr. lio -
scureiro manda tbaixo
transcrever para couli* ci-
mento do publico.
PLANO.
1000 bilhcies a 63000 t* OOOTOm.
-20 por rento 4:8009000
1 Premio de
1 Dito de
1 Dito du
1 Dito de
3 Ditos de 200
5 Ditos de 100?
10 Ditos de 50
20 Ditos de -'"-
O Ditos de 109
1-250 Ditos de t."
1332 Premios.
2liGS Blanco-.
19.2004HMW
6:0009000
2:000*000
900SJOOO
400*000
60t300%
SO00Oo
5009000
400*000
100*000
?:5O0OUO
10:2009000
%tm,*>
THEATRO
ESPECTACl I.O SO't A OlItliCr.O DO ARTISTA
O Sil. SANIA IIOSA.
BENEFICIO
DA SRA. P.
l/Zoit/'r/re /OnoM
E HO SR.
.I0i(> rEHIRA DA I.OSTA I, PA.
Quinta-Peira 27 de novembro de 1856
Depon que o K\m. Sr. ciinielheiro presidente da
provincia se iliuuar comparecer na tribuna. o Srs.
profeasores da banda de msica militar do corpo de
polica, ile que lio mestre o perito Sr. profer-sor l'edro
Nolaseo Bsplitts, sieeolarSo nma das soas melhorcs
(iiiverl'iras.
linda a qual subir' a' serna a minio linda e in-
lertesaoU co|nedia joco-seiia cm Ires actos, iuiitu-
Irida,
Leilao.
OagenteBorja, por autoritario iloExin.
Sr. Dr. juiz especial clocointuereio, a're-
quemeotO dos administradores da mas-
sa taluda de Ntino Alaria de Scixas. lara-
leilaof das propriecladesabaixo declaradas,
pe tenientes a rele ida massa,. a Saber :
I sobrado de ."i andares, sito na rtia do
Vigario n. 1T> ; 1 dito lambem rie anda-
res, na rua do Liwamcnto 11. ."(i ; 1 dito
de 2 andares, na rua Aujjusta 11. 2 ; 1 ca-
sa terrea sita na travessado .Monleiro 11. I :
I dita na travessa do Marisco n. IV; I
dita na rua do Alect im n. I : I dita na
rua do Mondcgo 11. 7 ; I sitio na Casa-
r*orte, com boa casa de vivenda, senzala e
coebeira, etc. ; e I terreno d 28 palmos,
correspondente ; rua do lirum e a dos
liu,nampes ; os Srs. pretcndenles quei-
ram, portanlo, examinar com anteceden-
cia as supraditas propriedades: o leilao
lera" lugar quarta-feira 2ii do corrente,
,s I" botas da manbaa, no BL'mazem do
agente anntmcianle, silo na rua do Col
Ujio n. 15.
X
mi
X*
liiAE
M
Leiloes.
de procti-
tiini LiII\
VVilliam Lilly na qualidade
rador bastante de seu lillm \\ 1
Jnior, lra' leilao por intervencao do
agente Oliveira, eatitorisaro do lllm. Si
inspector da allandega, da barca aineri-
cana "Smilblield" loiaeao cena de I (i
lonelladas americanas, com sua naastrea-
cio, leeros e correntes, cordoalha,panno
emais perlences, tal qual se acia ancora-
Jai1 k!".""' '.Vexa"ilri" d;i em franqua neste porto, onde pode
na os sr. sarna nosa, Alves, Itrbeiro, lluzeiido e '.
l.ima. ser anleeiparlaincnte examinada : quinta
t)s inlersallos sero preenchidos com ss melhores
pecas de msica do repertorio do mesmo Sr. l'edro
Adores :
As Sras. D. Ilorinda
Nolasco, c enlre as qu.ies e\ecularo (a pedido de
inuilas pessoas ,
GMIS]
ra da opera
O Trovador.
lena 27 docorrente a s dez boras da ma-
nbaa, no luearda atsociaco commercial
desta praea. Em seguida sera' lambem
vendidos deirontedoTrapicbe-Novo: urna
porcao de vollame inicuamente novo,
cousistmdo em \ellas grandes, ditasdega-
vea, de joanete, bujarronas etc., varios
caicos va/ios para aguada, e lenba para
uso de navios etc.
Os credores da maisa fallida de Oliveira Ir-
maos c* C. sao convidados a comparecer na sala das
audiencias do K\in. Sr. Dr. jnil espacial do eom-
mercio, e por ordem do mesmo para odia quiula-
feira -27 do corenle das II ao meio dia, ahiu de lo-
marem ronheciineulo do relalorio do estado da dita
inassa fallida, apresenlado pela uova adruinialra-
rJ\o.
O Sr. Conrado Alvaro de Girdova l.ima ( da
ltalua ) lem una caria ua rua da Cadeia do ltale
u. >.
Irederico Frentn! vai ao l'ar Iralar dos seus
Hojudos.
-Luiz Manoel liinlri^ues Vallencasarca sobre l,i-
boa : a qneui convier dirija-se a seu armiem, rua
de Apollo u. 13.
O? credores da massa fallida de Amonio Au-
gusto de Carvalho Mnriiiho.cujns Minios foram aprc-
sentados e verificados pelos administradores, quei-
rain vir receber o que Ibes tocn em raleio na rua
de llortas n. '.ti.
Em pr;i;a presidida pelo lllm. Sr. Dr. jui/.
dos feilos da fa/.enda depois de sua audiencia no
dia -20 Jo corrente se hao de arrematar a quem
mais der os boas seguintes penhorados por oxecu-
5<"kss da fazenda nacional contra seus devedoree a-
liaixo declarados, a saber .
Una casa terrea sila na estrada do Monleiro 11.
1, pela quantia da 150,prec,o porqueToi adjudica-
da a mesma fazenda, dos lierdeiros de Joaquim
Fernandes- da Gama.
Urna dila no Monleiro, a margem do rio com
70 palmos de frente e 50 de fundo, por 300*000
reis, de Jus Bernardino Pereira do lirito.
lima dita pequea na fregueziado Poro da l'a-
nclla n. 7, cutn 22 palmos de frente, c 5U do fun-
do, ru/inlia denlro, quintal em aberlo, chaos forci-
ros por 400900 reis, da irmandaJe do S. Sacra-
mente do Poco da Panella.
Urna escrava de nome Maria naco Angola com I
idadede-15 annos, por 3003000 reis, e um es-
crayo de nome Benedicto, da mesma narjao, idade
do 60 annos por 2( 00000 reis, da \iuva do Igna-
cio Paulino da Cunha.
12 cadeirasde madeira Jacaranda com asientes
de palha novos por 7290UO, de Vicente Moreira
da Silva.
12 ditas e um sof de madeira Jacaranda, com
assento do palha por 563000, de Manoel Epige-
nio da Silva.
lima pequea casa terrea na rua do Queimado
n, 57, com 12 palmos defrentee3li du fundo,
quintal murado com 48 palmos em quadro por
-2:5009000 reis, de Jos Antonio de Oliveira c
outros.
Quem taes objecios pretender dirija-se ao lugar
e hora do cosame, ttecife '24 de novembro de
IS.'i. -O solicitador do juizo, Joaquim Theodoro
Alves,
l'recisa-se mciisalmenlR de orna e'crava por
luaael, que seja lie I e <(ue se queira sujeitar a Ira-
lialbar no trafico de fazer doces: qoem a livcr e a
queir.i alagar, rbrija-se a rua da doria 11. IM).
PrKsa-se de urna ama para cozinhar para pe-
]uena flrnilia : na Capungl sitio do Sr. Hoherto.
Na rua do Vicario n. 1j, precisa-se de um olli-
cial de lnrbciro, qoe seja perito nu seu ollicio, e de
boa couducla.
GUSETE Til TIGLEZ
DE lElfljBA;
De ordem do lllm. Sr. presidenle do con-clho de-
libeativo convoca-ie o mesmo cnnselho para sessao
eslraunliunria no dia 2(i do prsenle mez, pelas 7
horas da larde, no sallo desle eslabelecimento. Ile-
:ife -2i de novembro de lSJti.O 1.- secretario.
Mandes tiuimaraco.
Na rua do Arabio n.7 sedira' quem d 1:3003
a premio.
1'recUa-se de ama ama para casa de poura fa-
milia, que cozuihe e compre: ua rua de llortas
n. 54.
A mesa resedora da innandade das Alinas da
malriz da Boa-Vista manda celebrar un oflicm so-
lemne por alma de seus irinaos,uo dia :S de uoveiii-
l)TO, e nessa occasio o respectivo lliesoureirn distri-
buir' pelos pobres que assislirem ao ollicio a asmla
de 200 rs. a cada um.
Precisa-se de urna ama para o serviee Interno
de urna casa de fdinilia : no ces do Hamos n. 63.
O'erece-se nina crionla para-ama de casa de
homem solteiro, ou esludanle: na rua dos Barbel-
ros, sobrado do Sr. Jo3o l'inlo de l.cinos, quarlo
andar.
D-H dinhsiro a premio sobre penhores de ou-
ro oa prala : a (its da Carimba n. 2, que se dir1 :ii-iu d.
Ouem iinnun.iou precisar de l:.">IX)3, dando por
Saranlia um predio dcncmbar?r;ailo que rende tilt3
sanases, dirija-se a roa da Cre o. 35 : para Iralar
na mesma rua n. :|, bija.
A pessoa que annunciou querer loOtOOO
sobre penhores ; dirija-se a rua estreila do Rosa-
rio n, 4.
Alugam-se escravos da Cosa acosiumados ao
carrete de saceos de assucar a 1?? diarios, com a
grande vantagem de nao carregarem cabeca, e sim
em carrose em bois : na ruada Senzala Velha n.
"0, segundo andar.
Compra-se una rotula em meio uso, c urna
balanca com pesos do arroba para baixo, quem li-
vor annuucie.
Aluga-so una casa terrea no Poro da Panel-
la, ron fronte a do Sr. (iibson com os segualas
commodos ires salas, seis quarlos, copial e co/i-
nlia separarla : iiucn pretender diriia-se a Manoel!''ueir',,,alu"'.',,.l
. c .. .,' j juuu.i o sr. Ilu.maz da Silva l.obo Itnlclho lem una
carta viuda de Portugal, na rua do Crespo n. i.
l.\pOScO Iliteraria nu sabio de Sania
Precisa-se de um feitorpara^engenlio distan-
te desta praja 8 legoasj que enteida de agricultu-
ra do mesmo engenho, horla,planlaiSo de flores
etc., u
lsal.cl
que vo aprsenlas em publico os profestorea Anlo-
1 mo luaacio da Silva c 1 rancisco (le I rulas liam-
>|ue dr/nonliecimunio a sua conduela,-pie- |IDI
atraiarna r;ia do (Jueimado n.
fere-sc casado
19, loja.
Knsina-se a pilolagetn llieorica, pralica, o
corso mathematico, e Iraneu, comas para o com-
inercio; a Iralar na rua do Nogueira n. 7.
Precisa-se fallar ao Sr. Jos Fiel, natnrsl de
Sergipe : un linaria us. lie, di praea da Inde-
pendencia.
O Sr. E. \. S. queira apparc er ncsla l\po-
graphia, a oeeocio que Ihe diz rospeito.
N.i rua Dircila 11. 8, precisa-se de om meni-
no para eaiseiro de loja.
l'recisa-se Slngsr nina ama para casa de fami-
lia, qnc saiba cozinhar, pnis he para este servico so-
mente : na rua Aogosla, sobrado n. :.
O Sr. Joaquim Jos Marques, tiue
inora por detraz da undieo do Sr. Starr
em Santo Amaro, (jueira mandar a esla
typograpbia, a negocio qoe I be di/. es-
"lOTEEIA DA iROVINCI.
O abaiXO assignado avisa ao respeitavel
publico, que vende a dinbeiro a' vista,
sendo da quantia de lOO.s para cima, os
seus leli/.cs bilhetes e unios pelos piceos
abaixo declarados, na rua da Cadeia n.
45, loja de mitide/.as.
Bilhetes 6|650 recebe (i:000.s000
Meios .".s'02.") ( 5:000|000
Por SalusticUiod'Aqiuno l'erreifaJo-
se Fortunato dos -Santos Porto.
Na loa da fabrica de chapeos de Domingos
Francisco K.imalho, na praea da independencia n.
:l(i e :1S, acaba de receber um sortimeulo de bow-ls
de velludo, lodos lardados a ouro, o mais bonito
qoe tem aparecido no mercado desla prara.
Na loja da fabrica de chapos ds Domingos
Francisco llamalho, na praea 11 Ind-pendencia 115.
U6 e 38, precisa-se alagar anta ama para tomar ron-
la de um meuino ja desmamado : a quem couvicr
aununcie soa morada para ser procurada.
Na roa DireitS, casa de pasto, n. III, da'-se
almoco de solido, cha' e caf, no jantar seis prosee,
a noite cha e cafe, s para urna psssaa, por -2"i.5(IOO
rs. niensaes, rom muila limpe/.a, e se mandara' levar
a lempo c a hora, pois queja lem neuros sullicieo-
tes na casa, fazendo ver as pessoas que quizercm es-
te negocio que pagarlo adiantido pelo -evo que se
lem levado.
Na rua do Araglo n. 3, precisase de deas pre-
las pars lomar doce para vender.
l'recisa-se alagar um prelo, d.uido-c o asae-
telo a bom salario : ua rua Imperial, padaria nu-
mero 17.1.
Tugio do engenho Cucahu' do coronel Santia-
go, o escravo cabra le nou.e Antonio, iJade W an-
uos pouco mais uu menos, bstanle alio, feu;e>
gros-eiras, nariz chalo, olhos graudes, cabellos cres-
pos, levando comsigo um cavallo caslaubo, e um ca-
pole : quem o pegar leve-o ao Sr. rnmincndador
Manuel lioncalvcs da S>lva, na rua da Cedis do le-
nle, 011 na rua Nova, cm casa de Jos l.uu l'ereira
Jnior.
AMASSADOBES.
l'recisa-se de dous amansadores que sejam ligeiros
na (ende leira, e enlendam da arte, da'-sa bom or-
denado, e nao trabalb.i 110 cUiodro : os pretenden-
tes ilinj mi se a rua Imperiai, padaria n. 17.1.
The undersignetl has tbe pleasure
to make knownto tlie publie in general,
atid especiallv to Slnp Masters, tliat be
has latelv opened bis new eslablisbmenl
at Parabiba asa Slnp Qliandler and Gro
cers Store, wbere hesnall be happv lo
execule anv orders v.hich tbex mav in-
trtist him evilb.
Antonio Francisco liamos
ShipChandler
Aviso as senboras pie eul'eitam bandejas
com bolinhos e mesmo para presepes,
qne veram em bom lempo de (esta.
Vi confeitana de l'inlo
11. 21 em frente ao cli.ildrrz, abi eiicontrarau 1-r1.11,- j
pradores diversos objeclos em doce e figuras proprias
|iara presppes e bandejas para calamentos e baile>,
que ha mallo dcwam ler chegado para melhor se eu-
l'eilaiein ditas bandejas o mais deji
i 000
Tliesoiiraria das loteri>
17 de novembro de 1856.
O ti.esonreiro, Francisco
Antonio de Oliveira. >-
provo. Palacio do jrover-
110 de Peniaiiibnco 90 de
novembro du 18o6. 8.
de .'lacillo. Contoriur,
Antonio Lcite de Finlio.
Jss ./anuario Alves d t
Main, eseiivio das loic-
rias.
Lotera da pro-
vincia.
G. p-irte da 0. lotera da
matriz da Bo a-Vista.
O aliaixo assignado veii-
deu as ne^uintcs soi tes :
27)01 s:000.S bilhele.
i 12 2:000s 2 meios.
2185
471
1151
2091
")V
22S
1518
nii
2587

rvetes
Na sala interior du sobrado n. li, primeiro andar.
ds roa rio (lorimndo, ha lodos n* dias sorvele dn* li
l|Ss horas da larde em diaole.
Preciante de urna ama de niela idade e o,ae seja
sadia para oiervico interno de urna casa de punca f-
mula : no aleo da Bua-N isla n. 60.
no rlia sc\la leira, 21 de novembro, as II horas
em ponto. Com seompanhssnenlo de serapliina os
meninos cantaran pe* msica do hvinno da lude-
|iendeucia do lliasit a ledra da abertura da escola.
I) Sr- profeasor adjunelolhea propora por b>erogliphi-
eos os vivas s S. H. I. e aaloridades litlorarsas, em
seguida a eiplieaeio desses hveroglipbicos, canlaDdo
ledas as regras r poesas anlogas com acompanha-
inenlo de serapliina, por solfa. Apreseular-se-ha
mu orpbilo de seis annos -le idade. que nos foi en- brindar, assim como oulros doce e bolinhos liuissi-
Iresue em lins de abril pelo lllm. Sr. Joo Xavier m09 1Qe podem encontrar : o* mesases dono*
Carueiro d,i Cunha, ao qual orpldo jamis ensilla- aProroP,am <|ualquer encominenda de bandejas e
mos, ntin consentimos que nostnaasem a ler ; e sol eommodos precos, o mais breve e com asseio que
por ner ouvinle Id e esereve alguma cousa. venlican-'he possivel.
do-se assim o que a-severa o Esm. Sr. Casliiho no Aluga-se um sitio para passar a fesls. no lugar
-m litro ajosle de cnnlas pagina 13, linhas It a IX. da Torre, a margem do rio Capilnribe, com boa c-
todos os inais Irabalbos de escripia, leilora de prosa sa, serian e com grande co/.inha, eslribaria, ele:
e verso, coulalulidade de nomero< inleiros, deci-quem pretender dirija-se a ilha dos Ralos ou a rua
maes, frarci's ordinaria, problema de calculo de I do Seve, sobrado do um andar, cm que rnorou o
regra urea, gsomelria pralica. analysegratnmatieal cnsul porlucuez.
e lgica, e mais desenvolvimenlos ilela nalureza, Pela mesa do consulado provincial se faz
rn CasUlbo acaba de prestar ts duas grandes fami- Idouro s principia a contar os 30 das uteis para o
lias brasileira e portuioeaa. \ hora m.rrada antea- ] pagamento, a bocea do cofre, da decima dos pre-
da-se mililarmenle era poolo. Nao se apre.eniam dios urbanos das freeuezias desla cidade e da dos
09 meninos das noMSS qualrn escolas da capital por
ser eseessrro o seu numero.
OgTerecese um coxinheira para casi de homem
solleiro : ua rua da Alegra o. 15.
900| liilliele
MOJ lnlhcle.
2H0.S 2 meios
I00| 2 dito.
I OO.s- 2 ditos.
100$ 2 ditos.
50s 2 ditos.
50.S' lii I lete.
50.S 2 meio.
Acham-se expostos
venda os bilhetes e nit i
da ultima parte da pri e=
ra e primeira da segunda
lotera do convento tle
Nossa .Senhora do Carino,
sendo o plano mudado pa-
ra a sorte a 6:00#4MM>
Os precos sao os seguint* s:
Bilheles IxWiO {jarantidos
Meios Ss)M0
Etu poryao de 100*7 pi-
ra cima :
Billietes iisii.iii
Meios i>3 -15
1*. .1. L'itjme.
wmjmwtMK-maMwimmmi
| Al PUMO.
w| No armazera de fazendas baratas, rua do
Collegio a." S,
vende-sc um completo sonimenio sis fa-
."-4 zendas tinas o rossas, por mais barato
g* presos do que em oulra qualquer parle,
"i lano cm porres como a retamo, iffua-
'} cando-so sos compradores um so prern
fj para todos: este estabclerimenio abrio-n
* de combin.-ira'i rom a maior parle das ea-
j* sas commcrciacs inglezas, francezas, alie
j^ mos c suissas, para \ender fazenda mai
J^ cm conla do que se lem vendido, e por isi..
o A IrmaouaruadaCruz H ollcrecem elle maiores vanlag.n- do que
, aln eucontrarau o>com- M *~ '
oulro qualquer; o propnetano oVle im-
portante esiabelorinienlo convida i indos
ara melhor se cu- IB os seus patricios, e ao publico cm peral,
s,el.vindodaI,..,ae franca pel'.^T-rlT: 1 ?"e Venhm > J- *'* ^
os precos sao commodos ; assim como amendoas cm. K resses) comprar fazrndas baratts : ao ar -
tailadas e caixiohai para at ditas que serveni para se Jj mazcm da rus do Cillivm n. i, deAn-
tonio Luiz dos Santos A Rnlist.
Afogado?, lindos os ques incorrerao na mulla de
1 0|0 todrs os que deixarcm de pegar saos dbi-
tos.
XKmmmGsmm-
I deposito
ni:
Coiitinna o deposito do berro do lioofalvo.. arma
zem n. i, a e-lar sui.pno mullo arredilada lalmra il. viava d* Detphmo <,*.
jalves Peieira I .nu. vend.-ea diiikesran rila, em
descont, |ielo procos abaiso derlaiattos :
Amarello I qulidadc l(I ts. a .
Cinzenlo 70ts. a
WUTILADO


16 10 il KU^Btil OUAUi ftlal&S NQViM >lii it 18*6
DEPOSITO DE LITOIS E BOTICAS HOMEOPTICAS
00
-a (0 mu
O Dr. P. A. Lobo Moscoso, temi de fazer uma viagem deixa a sua botica soba
ilirecQao de pessoa habilitada e de inleira probidade, e un deposito na loja de livrosdo Sr.
M a noel Nocueira deSouza na ra do Crespo, sobrado novo do Sr. Magalhiies Bastos.
PliKC.OS FIXOS.
Botica de 12 tubos rundes. 10/(11)0
Dita de 24 i) ... 15.3000
Dita de 36 ... 208000
Dita de *8 > ... 253000
Dita de 60 ... :ui3000
Manual de medicina homeopalhica do Itr. Jahr rom o dic-
cionario dos termos de medicina ........
Medicina domestica doI>r. Ilenry.........
Traame,lio do cholera morbus
Repertorio do Dr. Mello Montes.
2O9OOO
I0J000
2/000
61000
I
3 PEDRAS PRECIOSA *

*. Aderec.01 de brithanle, *
V diamntese perolas, pul- j
M eeiras, allioetes, brincos
* e rozetas, boloes eaDoeis $
p de diflereolea gastos e de '
diversas pedral de valor. $
I
' Compran), venden) ou
trocam prala, ouro
lha,iles,dian)aulesep*ro- +
,*$ las, e ou(ras quaesquer *
J joiasde valor, a diuheiro *
' ou por obras.
mKvfseesmmsKssssBBbi.
I0REIRA k DDARTE.
L6JI DI Ol'RIVS
Ra do Cabuga' n. 7.
m.
bri-*
.?> ?
g OURO K PRATA-
4.'
Aderemos completos de
* ouro, meiosdilos, pnleei-
? ras, allinetes, brincos e i
?5 rzalas, cordes, trance- ^
i, lins, medallias,correutes
J e enfeiles para relosio, e ?
;^| oulrosmuilosobjectosde
ouro. *
* Apparelhos completos, *
ropa as obras do mais ^j*y
I CONSULTORIO HOMCEOPA- 8
1 nn TII1C0.
Q 1)0 DR. CASANOVA. SE
gjjg 28 rundas Cruzes 28. ft
r'S N'f,e c""'-"|lorio ha sempre pina vender 2
?* os mala acreditados medieamenlos liomu'o- ';
i,-1 patneos de CATELLAN e i KllEtl, (auto ?
/J eni lTiiura-, .-un,) ,., lbulo', e o mais Sk
.*.. ein conla pusivrl.
W lina botica de 12 tubos 69 S> e 103(100 i.'?
$5.3 de 2V i, |03 123 e l&tfOOO '.J
ii de :t( |53 IftS e 209000 aj-
de s n |8 -2 a 251000 "-
de 60 n 229 25a e 3CO00 y
I gboa avulsus SOd, SIK), e 1*HH).
~.^ I mira da (intua a escaltier 23000. 2
<> Cnsul,as lodos os das gratis para os po- f
,- brea. #*
V%b '*> ..- --" ? ..* ....... 1B'&%&k&W
Seguros contra
o fogo.
Receben! por io-
dos os vapores da Ett-
moderiio rosto, tan- 1 "*'"* s1,,!,e?-.c!'.'.;
H Se muitos oulroi objeclos J
til lt- 'raiira l'OITill *deprata.
de Lisboa, asquaes se vendem por
pre?o commodo como costumam.
% J. JANE, DENTISTA, i
9 contina a resid ra ra Nova n. 19, primei- f
Sro andar. m
l'recisa-fie de urna rnalhcr 3>dosa e d* bous
costumes para lima c;i-,i de poucofamilia, an-im co-
mo de um liiiiiieiii cozinheiro : a tr.ii.ir cm casa do
I Ttt t \\ OI'I i.1 |(* (|()S PS- despinbarcador Meudesda Cuuha, juDlo ao quarlel
"do Hospicio.
cravos estabelecida no
He .'imito >:'ato.
Vendem-se duzias .le facas c. garfos de ca-
bo de mailim de boa qoalidade a l();, ditas
ditos de abo de balango muito linas a o/,
ditas dnos cabo rolico e oitavado a 33, du-
ziesdecolheros de metal principe a 33 e (3:
ditas de metal mais ordinario a 00 e 19400,
e oulras mullas cousas queso vende barato,
na ra do Queimado na bem conhecida loja
de miudezas da lioa lama n. 33.
TAIXAS E FEKRO.
Nafundico da Aurora era Santo Amaro, e
lambem no DEPOSITO na ra do Brum, logo
na entrada, e defronte do arsenal demarinha, lia
A
160 risoco-
vado.
Itiscado escuro do o,oadrinlios, proprio para ca-
misas e vestidos de prclat, \ende->c na ra do
Cratpo, luja da eaquioa, que volta para a ra da Ca-
dea.
VINAGKF Bal H.UtK'S.
Superior a marca l'KK e Kalcao Si Socios, acha-
te k \-iKla no arin.uem do Valema, ra de Apol-
lo n. 1:1.
CKUA DE CARNAUBA, AKKI.IIA ESEBO.
Na ra da (.a.lcia do Itcrife. toja n. 50, h. para
seinure ura grande sorttmento de taixas, tanto de vender cera de earnaebe aova boa, dita de abelba,
e sclio em rama supeiiur.
lariiiH
fabrica nacional como estrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fundas; e ein
ambos os lugares existem guindastes para carre-
gar canoas ou carros, livres de daspezas. Os
perjos sao os mais com modos.
RIO D JAKEIRO
CAPITAL 2,000:000000.
Atienda fi\ial de Vernambuco n. 13 ra do Crespo.
Pagar-se-ba sobre a avaliacao de 1:0003000(0
ni ais ou menos em proporrao de mitro valor; inclu-
sive o sello da apolice ele.
Das idades.
I>e 12 ale entrar aos 40 anuos .tii-tna por anuo.
As cond)<;6es imprcssaspoderHo ser procuradas uo
escrip(orio da coinpanbia.
Uar-se-ha consuDas jjratis aos escravos segurosda*
0 pura 10 lloras da manhila, no escriptorio da com-
pauhia.
Compa i lii a
Pernaiiibueaia.
SEGUBIOAOE.
Compa i hia de seguros m\
ritmos, estabelecida no
Rio de Janeiro.
Capital mil coritos du reis.
Olterece ao commercio vanta^ens que nenliuma
tulra compauliia lera feilo ale agora. Aceitam-se
proposlas de sciiuro uo escriptorio de Isaac, Curio &
Coiupanbia, agentes da companbia, ra da Cruz
n. W.
Cozinheiro.
Pn'csa-s<; alugar um co/.inlieiro, escra-
vo, que seja Haseado e nao bebado, fiel,
etc. : na ra da Cadeia de Santo Antonio,
segundo andar da casa amarella.
adama liosa Hardy,
modista brasiltir.
Ri Nova ii. 34.
Tem a boara de annuuciar ao respeilavel publico
que receben de Franca pelo navio ultimo chegado,
um rico sortimenio de chapeos de seda para endu-
ras, dilos de seda e de pallia, de forma nova, da ul-
1 lima moda para meninas de 2 a (i anuos, um grande
i_____________ i variado sortnuenlo de enfeilos para cabecadeae-
cnnn.h. ,q ue ,uh crHeveram ><>* acnies.Ustamiora. de llores, fita e troco, coles de vestido de
BSftSSSSSVSs i ers | ssaaaatsa taris
ulras fazendas. Na mesma ca-
i escrava moca e rccolliida, que cosa
. -
ubscreveran) novas acn'
uvidados a entrar com a
ir ceulo, uo prazo de 30
escriplorio do Sr. Antonio Marques de Amor.m, ra \ modernos'einuiias'ou
da Croi. |tcclfe |8 de oulul)ro de l8.-)(._Mal,oe, sa com esc
AlfH Guerra, secretario interino. \ i)em e engomme.
Kecebe-ee dinlieiro para mandar | Aluga-se ui
dar na cidade do Porto, por letras, seiam ,UKi,r ll0 l:"rdciro amargem do rio,
,lr. .... i Para grande familia, estribara para
uc pequeas ou minores quantUU, ao para prelos e leitor, bouit,. pomar,
cambio crlenle : na rua do Trapiche
n. iO, segundo anda.
Aluga-sealoja da casa da rua da Aurora n. .'><,
onde fui atocina do fallecido marciueiro llcnrique :
quem pretender dinja-se ao Sr. JoAo Pinto de l.emos
Jnior, no seu escriptorio, ou casa de sua morada,
na rua da Aurora.
Aluga-se un bom sitio para patsar a fesla no
com boa caca
4 cavallos, asas
inuila orlalice,
grande balsa de capim : quem o preleuder dirija-se
a luada Cadeia do Kecil'eu. 4.
Domingos Alves .Matlieus sacca sobre
a Babia. RecileOdesetembrode I85G.
l'ara o servico interno precisa-se Je urna
pessoa que cozinlio e engomme : na rua Nova
na livraria ns. (i c8, da piara da Indepen-
cia.
Precisa-se fallar aoSr. Joaqiiim Jos i a. 17.
Marques, que moro,, em ^oAu^voi^^^^^^^.^^^^^
f AVISO.
para quem GOST do fresco, g
W Na taberna do Keliro caes do Kamos.ha ex- &
fP ctnenie banho d'agua doce para refrescar o
,,v ardents calor que|nos abraza, a 120 reis ca-
ft
\3 da um ; lambem lia boa agua de caj' cris-
.^ lalisada, e oulras bebidas diversas refrige-
Z ranles ; jogode bolla, e ludo quanlo se pos-
*g sa precisar sem ser preciso ir ao mallo pas- W
^sarafesla. S5
-..:
DENTISTA FMMEZ. |
Paulo Gaiguoux, de volla de sua viagem j%
Vj B Bnropa, es( morando Da rua Nova n. 5*
VI? II, pruncir,i andar, onde porte ser procura- W
5? do a qualqaer liora. M
AUnaaak da provincia.
Estando se confeccionando o uimanak
da provincia, roga-se a todas as pessoas
que cosui.namnelle ser incluidas, e que o
nao esttverem, ou bouver algum erro,
(jueiram mandar levar a livraria numero
0 e 8 da Piarada Independencia, a emen-
da, assim como pede-se aos senliores de! ero de S. (lonfallo n. H, precisa-se
engeohos, se dignem mandar fualmen-!de uma escrava liel Pa" servir;o de casa e cra-
le as transferencias a mesma livraria pras Para Poura fa,nil,a : I^Sa-se liem.
.-*...
Q
ATERRO DA ROA-VISTAN. 16.
Mr. Pomaieau tem a honia de participar ao
publico,que recebeu' pedras para fazer amolaco lo-
dos os dias.
Na rua de S. Goncallo n. 14, precisa-se
de uma ama de leile, sadia, e sem fillm r paga-se
: com generosidade.
Co m p a n hia y or he r n.
CAPITAL, C 1,200,000Estabelecida
cm 1836.
Para ellecluar seguros sobre proprie-
dades, mercadorkis, mobilia c jieneros de
quasi toda a quabdade. Premio de T)|8
ate 1|2 OlO ao auno.Agentes, C. J.
Astley & C- '
Afcricao.
O ahaino assignado, arrematante das aferieesdo
muuicipio do Kecife, acienlifica a quem couvier, que
tem eslabelecido osen escriplorio do pi.teo dn 'Ierro
n. 16, aonde dar' expediente das 8 da mauhaa as
3 da tarde..lose Custodio Peiioto Soares.
Nesta Ivpograpliia prerisa-se fallar
ao Sr. liento A. R. Tup'mumba", memo-
rn ou teve loja no pateo do Carino.
Hg Kua Nova n. 18 loja de M. A. CeJO^d C. con-
tinua sempre a ter um grande sorlim!uto de obras
feitas de alfaiate, tanto superior, como mais infe-
rior, camisas francezas, brancas e de cores, gr-
valas, colarinhos,chapeos francezes, dilos de sol, de
seda e pannlnho,suspensorios de borracha.meias para
senlioras, homens, meninos, fazendas para fazer-se
qualquer obra deenroninienda com a maior preste-
za e bom desempeulio, em lim qoalquer pessoa que
vier a esta loja, tirara um fado completo e por pre-
co mais commodo do que em outra qulquer parle.
Ucsapparecpu do terreiro andar da rua do Ko-
lara estreila n. 2. por cima do harbeiro um papa,
gaio : quem o acliou e quizer entregar sera recom-
pensado.
Vendem-se sellins com pcrienrcs,
patente inglez e da melhor qualida-
de que lem vindo a este mercado-:
no armazem de Adamson Howie
4 C, rua do Trapiche n. -12.
>*
da
trra
&omt>t> '.
Compram-se apolices da (divida provincial,
na rua das Floros n. 37 |. andar.
Compram-se pataches brasileiros e
hespanlioes a IsOIO. na rua da Cadeia do
Recife, loja de cambio n. 8.
Comprase um prclo de narilo Cesta, de idade
22 anuo, que lenlra boa conducta : na rua Uireita
n. 66.
Compra-se um tanque ou pia de
pedia, <|ue seja maior de tris palmos:
na livraria ns. 0 e 8, da praca da Inde-
pendeocia.
Compra-se orna escrava moca e rccolliida, que
paiba perfeilamentc coser cliSo e e'ugonimar : na rua
Nova n. 31.
Compra-se um sitio de Ierras de planlacaa al
qualro leguas de dsiancia do Recife, anda incsmo
sem casa ; na rua rie Moras n. 18.
Compra-se uma casa terrea at lOQg as Ires
freguezias. Sanio Antonio, Boa Vala e San Jos:
no sobrado .la rua de llorlas n. 18 se dir'.
95ett**&
-Precisa-se de uma lavadeira que se- ALMIARAS. BAPAZEADA !
ja l>oa, nao demore aroupa no rio e d
(ador a sua condula: na pra\, da Inde-
pendencia liviana ns. (i e 8.
CeiPANHlA DE SEGUIOS .IVIIITI-
MOS TERRESTRES.
ESIABEI.ECIDA NO KIO UE JAKEIKO.
CAPITAL t A companhia lem saa agencia no escriplorio de
viuya Aniorim & Filho, rua da Cruz n. 5, onde
aceita todas as proposlas de seguros de riscos e for-
tuna do mar.
Sobro o casco, quilba e perlences de navios de
qualquer lotarao na navcgc.ao de longo curso, de
cabotagem, ou lluvial, ou na pesca, cm viagem ou
prestes a viajar, em carga ou descarga, amarrados ou
ancorados, um concert ou no estaleiro, qoer por
lempo cerlo. quer por viagem simples, ou a premio
ligado.
Sobre mercadura, desde o momento de sea em-
barque al o de sua descarga e deposito.
Sobre os lucros esperados do mercadorias encaroi-
nhadas para qualquer mercado.
Sobre o caaco e quiln de embarcantes miadas
empregadas em descarga e Iralico dos porlos.
S-ibre u capital e premios de diuheiro a risco.
Sobre o premio dos seguros e premio d
lloa nova lenbo a dar ;
Este sol que vos abraza
Vai-se cm gelo transformar.
I.a' do IVilo, onde os Lapes
Vivem ua toca enfurnados,
Chcgou nctar que refresca
Vossos labios destacados.
E o Soares, quejaron guena
Ao fogo, ao sol, ao calor,
l oiii gelo, anana/, e oulras
Mitigara' vosso ardor.
Junto ao becco do Rosarle
Ide, pois, e encontrareis
Ser verdade o que vos cont ;
Bom cobre la' deisareis.
Precisase para o servico interno e silerao de
urna ca-a fslrauseira, de um preto: a quem llie cou-
vier dirjase a rua da Cruz n. 4.
JOAO DA SILVA RAMOS,
MEDICO PELA UNIYEKSIOAE DE
COIMBRA,
-onlina a receber em sua casa na rua do Cahug n.
t(i, das 8 as ti) horas da manilla, e das .I as 5 da
larde, as pessoas que o queiraui consultar : bem cu-
; mo se presla a sabir com a j reconhecida promp-
' lidiio, a visitar qualquer enfermo, a toda a hora do
Sobre .,cc.es de lerceiro por dainos causados por < d" da "0,,t,|uer de"" 1uer f"r da c"Me-
ali ilriunienl.i forluil.;-. .
Sobre os fretes. I .~ ''ecisa-se do uma ama que saiba bem
A companhia recebe
ambem proposlas de seguro "'^ ^ISS^ '' *
de riscos de incendioe damuos causados para preve-
m-lo oue\liugui-lo de raio ou fogo celeste, e iuun-
deeses.
SBHE OS SELIMES OBJECIOS.
l'radios urbanos ou ruraes, igrejas c qnaesquer es-
laheleciiiientos, cum exclusilo de deposilos,fabricas e
lal.oralorios do plvora, e materias incendiarias oo
intlammaveis. theatroi e casas de espectculos.
Mercaduras em qaaiaatr parle que eslejam, mo-
hilia e ulenciliosde abricas de quaesquer estabele-
cimenloi induslriaes, quer sejam leilas por seus pro-
pnelarios, quer pelos uso-frucluarlo, locatarios,su-
lilocatarios ou credores hvpothecarioa.
Kinalmeule aceita proposlas sobrere-seguros,quer
dos seguradores, qaer dos se,qurados, nos casos em
quj a esle pode competir o re-seguro.
A companhia garaute a prompta indemniaco da
importancia de quaesqncrsinislros, c a modicidade
dos premios: iinlmcnle uro abalimento as pessoas
que na roda do anuo lizerem uma avullada soturna
de seguros.
SEGURO COINTRA FOGO.
Compauhia Alliauce.
I. ia|i.)U-|,|a cm Londres, em marco de 1821.
Capital cinco milhoes .le libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a lionra de in-
formar aos Sr*. negociantes, proprietarios de casas,
e a quem mais convinr que csto plenamenio au-
urisados pela dita companhia para eflccluar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos de
telha e igualmente sobre os objeclos quecontiverem
os mesmos edificios quer consista em mobilia ou
em fazendas de iual avisa aos proprietarios das
caas foreiras das ras de Santa Cecilia. Nogueira,
Acouguiihos, S. Jos. Santa Hila epraia da mesma,
que veulia ou mandem pagar os furos vencidos,
assim como ae devem entender com o mesmo abaixo
asignado para oblerem a licenca para (rspaseos as
occasnie* cm que Ibes seja preciso faze-los: na loa
dos Pires n. 33.Manoel Come Veigas.
Apesseaqueperdeu urna ca tetra com
diiibeuo, a pial tbiachada por umeriou-
loestravo, pode apparecer na casa do
subdelegado da frerjuezia da Roa-Vista,
(pie dando os signaes da carteira e da
quaotia perdida, Ihe sera" promptamenle
entregue.
Precisa-se de m bom criado e pga-se bem
agradando o servico e comporlamenlo : a tratar no
campo da Hospicio junto ao quarlel casa do desem-
bargador Mendes da Cunda.
Arrematado.
A arrematacSo dos espolios dos sobdilos porloguc*
in Jos de Sona Delgado, l-'ranci.co Domingos Af-
iinao e Jalo itaymundo Teiteira, dove lar lugar
lerra-leira 26 do c.irrenle, ao meio-dia, na mesma
rasa da rua do llrum, ja anuuncia.la nesle Dia-
rio, i.
A pessoa a quem for nflerccMa una bada de
rame, grau.lt, para banho, e juntamente urna toa-
lia adamascada, de mesa, com dtus varas e uma
quarla, querendo restituir esles objeclos, leve-os a
roa do Seve ou a ilha dos Halos, sobrado de um an-
[ dar, oudo mornu o cnsul portugus, que sera' ge-
t uerosamcute recumpensado.
Vestidos de
phvntazia
a 12^000 rs.
Na rua do (Jueimado, lo|a n. 17, a pe da botica'
vendem-se os mais modernos corles tle vestidos de
ptianlaiia para senlioras, proprios da presente esla-
cao, sendo de cambraia loda de seda com ha hados de
moilo lindas cores pelo barato preso de 13)000 rs.
cada corte.assim como chales de (ooquim hranco e de
cores bordados, por menos preco do que em outra
qualquer parle.
Novidade.
Pelo navio francez Olinda, ebegou uma uova
fazeuda de lila Irausparente de diversas e delicadas
cores, com quadros de seda, propria da prsenle es-
Uco, para vestidos de senlioras e meninas, e sa
vende pelo barato preco de GiO rs. cads covado : na
rua dn Queimado n. 17, ao p da botica.
Vende se umescrivo pec,a muilo robuslo, pro-
prio para armazn) de assacar ou padaria, do que
eutende muilo, e um moleque muilo bouito e esper-
to : na rua da Senzalla Nova ti. 30.
\ endem-se dous moloques um de uinze e o ou-
tro de qualorze annos, os mais lioritos que tem
apparecido : na rua do l.ivramento n. 4.
Na loja da boaf
vende-se muito barato : panno fino azul
a 3^ o covado, dito dito preto superior a
39500, cantSo preto muilo lino a 060 rs., lu-
vas do seda eo::i ricas bol. tas a 15280 o par,
ditas dita bordadas a 2>, ditas dita para me-
ninas a 18380, ditas de lio de Escocia p*ra
meninos a 32" rs., ditas dito dito para ho-
nieni a 4"0 rs., meias pretas de seda para so-
nhora a 2~, ditas ditas de laia para padre a
1/600, ditas ditas de algodao para senliora
a 100 rs., ditas brancas dito dita a 210 e 320
rs., ditas ditas dito para meninos a 210 rs.,
chales de merino coa, ricas palmas borda-
das a matiz a ."j-.'aio, dilos dito com lislras de
-i'.l i a \g, dilos dito liso com ricas franjas
de seda a 59300, ditos dito dito com franjas
de bla ifOO, ditos de lia de muilo bonitos
padrOes a 13, ditos de algodao dito dito a
800 rs-, ditos de tarlatana a 1?, lencos de
cambraia com ricos bicos de linho a 1/200,
ditos de dita proprios para bomcm a 240 rs ,
oambraias francezas de cores multo finas a
480 rs peitos para camisas a 4)0 rs., ditos
de l.ulio muito tinosa 13280; alcm disto um
completo sortimenio de lazendas que se
vendem por menos que em outra parle : na
rua do Queimado n. 22, na bcoi conhecida
loja da boa le del'ronle da da boa lama.
Vendem-se travs, enlames, iu.ios Iravessas e
caibrria, ludo de boas qualidades, e Umbem se ven-
de iiui moleque com ollicio de serrader c carapioa :
ua serrara de Jos lligioo de Miranda.
Chapeos para meninas
Vendem-se os mais modernos chareos de seda e
palhinha, ricamente enleiladoi, para neniuas de I a
K anuos: ua rua Nova, loja n. 4.
"tedas.
Vendem-se as mais modernas sedas lisas e de qua-
dros de ladal as cores : na rua Nova i. 1.
Camisas francezas.
Vendem-se camisas fiance/.as. bran:ase pintadas,
a 21o, 28o e :2; a duzia, abertun de linho a
a duzia, collarinliot de dito a 29 a cuzia : na rua
Nova n. 5.
Vendem-se espanadores sorlidcs de n. I a n.
.">: na rua da l'raia n. J!). prmeira aodar.
Em casa nassa, praca do Corpo Santo n. 1,1, ha
para vender:
Um sortimenio de livros un branco,
cliegatlo ltimamente de Hamburgo.
Vaade-ae um armario de pinna sem estar en-
vernisado, e cm muilo bom e-lado : aa Iravessa da
Trenipe n. 9.
Vendem-se pcnlcs de diversas modas, de tar-
taruga, lamben) de inarrafas, e IravessAo para meni-
na, tambem concerlam-se quacsiiier obras deste ge-
nero : na loja de tarlarugueiro, no pateo do Carino,
ioja do sobrado da esquina que volla para a iu.i das
Trincheiras o. 2.
Vende-se um rico jogo da pistolas da fabrica
Inglesa : na rua do Crispo ti. 9.
Vende-se una escrava crioula, i'ozinheita e do
servico de campo ua rita Direila n. 112.
Vende-se utn enaenho em Sehiihaem, com
boas ubras, malla vir^em, bom terrero, aiiiinaes e
sall'ra : quem o quier riano n. 3N, sobrado de dous judjre-, que achara'
com quem tratar.
_ O abaixo assignado vende o engenho Arariba
do Pimenlel, lito he. o que llie pertence, e nao exi-
ge dinbetro alcana ao passar da escriplura, conceden-
do o comprador pagar-llle no prazo de seis anuos,
como mais conveniente llie for ; sendo a eompra
considerada como fetla a dinlietro, e licar o com-
prador pagando juros de utn por ceulo ao mez, e o
engenho hyputlitcadoao pagamento, e havendo uma
lirma reconhecidatnente abonada para garaulia de
qualquer falta. Este eogenho moe cora egoas, lem
propor;Ses para safrejar 4,000 piles e levaiilar-se
mais dous.enaenhos de moer com agua : a fallar na
villa do Cabo ou no mesmo engenho com Francis-
co Elias do Kcgo Dantas.
Vendem-se seis escravos, sendo cinco prelas de
idade de 2S a 30 annn, com varias habilidades, e
um prelo ollicial de crpinleiro de idade de 30 ali-
os : na rua Direila o. 3.
Vendem-se 20 (laves do fundo: a tratar no
paleo do Hospital tahea n. 30.
Vende-se lieos de -ama Ir em caiiinhas de 8 e
I ti libras, ameiioas, tn, rutel j,)a em latas de 2 libras,
ludo da .. elliur qualidade, chegados ultimametile de
Lisboa uo palaclto Relmpago, .. e por menos pre-
.;o do que em oulra qu.lquer parle : ua roa do Vi-
gario o. 27.
Vende-se um baicSo de volla : confronte ao
Rosario n. 3'J-A.
Vende-seo engenho Muribequiuha, :l lcgu
distante desta prasa, qae fra avahado cm 35:0003
de rs., periencriiie ao eaaal do finado commendador
Jos Paulino de Albuqoerque Sarmenlo, e no qual
lem o actual rendeiro tres qutnlioes de lOoOO rs.
cada um, que foram extlaidos daquella avaliacao a
que se procedeu uo dia G de jutho do curren i- auno,
pelo juno de orplulos : quem o y reten :er ijirtj.i < ao
Sr. tcneute-coronel Itartda, rua da Cadeia a. 22.
Vende-se uma prela de nac,So Cosa, de idade
de 30 atiiios, que lem algumas habilidades : na rua
da Sanzalla Nova u. 40, !. andar.,
Vendem-se dnai taiinbas meia agna : na rua
Augusta, e se trata oa casa terrea n. 23 da mesma
rua.
Vendem-sc uvas rauscalel de* muito boa quali-
dade ; ua rua larga do Rosario'u. 32.
Huir attenca.0
l\a rua do Crespo, loja da e-quina, que volla pa-
ra a rua d.i Cadeia, vendem-se cobertores de 1.1a
hespauboes, leucosde. cambraia de litlrasa 400, 500,
e 000 rs. cada um, corle de casemira de cor a 4s,
e .,3000 rs., dilos prela a 43500 e 85IIOO rs., dKos
de britn escuro c amarello para calca a le 10, pan-
no de luili do l'orla, loathaa de mesa e roslo. goar-
dattapos de lodas as qualidades, aloalhado adamas-
cado com selle palmos de largara a t-Hi(H) a vara,
cortes de cas,a chtla a 1>n00 rs., e oulras mullas fa-
zendas por preces commodos.
Com pequeo
toque de avaria4
Pecas de madapol.to a ijJOO e 3*000 rs., alpaca
de seda com quadros a 210 rs. o covado, vendem-sa
na rua do Crespo, loja da esquina, que volla pata a
da Cadeia.
Vendetn-se folltas de louro de 80 rs. para ci-
ma : na roa da Seozala Nova 11. :t, nadara de Do-
mingos Jos da C. Lopes.
Vende-se uma laberna na rua do l-'ogo 11. 20.
muito afreguezada, propria para qulquer princi-
piante per cau
porque se vende sedira' ao comprador.
Vende-sa um abrile! novo e moderno : na
rua dos Pires 11. :it).
GORDAS PARA VIOLA'O.
Vende-se superioi cardas e bordes para violao
0 rabees negadas poximamente : na praga da 11-
denria n. 3.
No trapiche do Ramos vende-se su-
perior Jacaranda'.
Vende-se manltiga ingleza flor a 1it20, dita a
HOU rs., dita franceza a 010, passas muilo novas a
000 rs., Blesa 220. bolnctiiuba ingleza nova a 320,
batatas a 8(1 rs., velas de carnauba reliuada a 180,
qutijoa do reun a 200*0, aletria a 180, vinho a 5W),
610, 800 e I.-DOO, e ottros mullos geueros cm coti-
la : na taberna da quiua da rua dos Mari) rios u. 36.
Fama
Prikelra.
Aoalerro da Boa-Vista n. 8, .lefronta da lionera,
he chegado um grande sorlimento de '.odas ai quali-
dade de gneros de motilados das melhores qualida-
des, por preco commodo ; por isso convida a lodo
os (reguezes que quizertra fazer sorliinetito para pas-
sar a testa e seren bem servidos, dirisirem-se. a este
grande estabelecimenlo. que acltarau verdade quanlo
di^o nesle annuiicio. Tambem se vendem biscimti-
iibos finos Ingleses a S|D0 a tala, c tle dez para ri-
ma mais barato, e tima .pon;.lo de caitas vasias de
espermacele, azeite doce, licores, majsa-, cha, e ou-
lras ele.
Sement de co-
eutro.
_ Vende-se senienle Je coenlro muito nova, rada
garrafa 320 : na taberna da quina da rua dos Mar-
I) nos d. 36.
1 ira padara <; refna^SLu
Vendem-se as melhores peneiras de rame ama-
rello, viudas de Lisboa, por baralo preco : na nada-
rla da rua eslreita do Rosario n. 13.
, OBRAS DE MARMOHE
Basto t Lemos, na rua do Trapiche 11. 17, lem
para vender estatuas, pita, pedras para mesas e lij-
los de lile I2plegadas, qoadrados, (odas estas obras
de niarmore, de elegante gosto, perlettas e em bom
estado, e por preco, commodos.
Vendem-se saccas com farinlia nova e torrada :
na rua da Cadeia do Kecife n. 23, toja.
I\a loja das seis
portas
Km freiite d Livraiueno
Pescoeinhusdomaii lino pello branco e de cor
para as senlioras paren) ao pesci-cn a' sabida dos bai-
les thealro para nao constipare',!,, preco cinco mil
rs., leticias de relroz malisados a dez lastSet, romei-
ras prelas bordadas de cr a dou, m| rs., lencos de
seda de cor para pescuco e inflo de senlioras a dez
lusloes, camisasdecamliraia bordadas a.luus mil rs.,
manguitos a dez lusloes, rollurinhos de recortes a
dez lusloes, e de masa a pataca cada um, saias
brancas bordadaa a dous mil rs., luvas de serta pre-
las a dez lustdes : da-se amostras de ludo, levando
peiihor que equivala o que se quer ver.
PARA ACABAR.
Na rua Nova, loja banceza n. 8, confron-
te a Caml.oa do Carmo,
vendem-sc chapeos de seda para senliora, da ultima
moda e qualidade, com um le\e loque de molo, pelo
barat'.siimo prec.o de 105 cada um.
CABK10LET.
V ende-se um ptimo cabriolel : para ver na co-
cheira do Sr. asajor Silvetra, na rua da Cadeia de
hanlo Antonio ; e para Iralar ua rua do Oueiinado,
loja de miudezas da lloa lama u. 33.
AVSO
aosbarbeiros.
Na rua da Cruz n. 51, saladebarbeiro,
de Antonio BarlxiKB de Barros, v>ndem-se
bubas do Hamburgo, pelo diminuto pre-
00 de SOOO o ceulo, as mais modernas
do mercado; assim como se alugammais
barato do |uecm outra parte, e se vende
a retallio
CHALES DE TOQOIH DA INDIA.
Na rua da Cadeia do Kecife, loja n. 50, deronle
da roa da Madre de Dos, ha pata vender um cha-
les de loquim de peso da India, branco, lodo borda-
do, o mais rico que pode liaver ueste genero.
Em casa de llcitr. Ilruutt 6; Companhia, ua
rua -la Cruz n. lo, vndese coguac em caixinhatde
duzia.
Em casa de Saunders Brothers & 1)., prac*
do Corpo Santo n. 11, ha para vender o se;;uinte:
Ferro inglez.
Pite da Sueria.
Alcalrode carvo.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Dilo entrancado igual ao da Babia.
E u a completo sortimenio de fazendas propria*
para este mercado ; ludo por preco commodo.
Familia de maiidinr-H
Vende-se superior farinba de Santa
Catharina, em laccasquctem um ulquei-
ie (medida v.llia) por preco commodo:
uo armazem de Novaos N; C., na rua da
.Madre de lieos n. 12.
i3S300
Vende-seca Id e Lisboa ul I i mamen lee llegada ,as-
simcomopolassadaKassiaverdadiira : na praca
doCorpoSanlo n.11.
A verdadeira fjracba inffleza n. 07.
em b ericas de 15 duzias de potes : cm ca-
sa de James Crabtree & C, rua la Cruz
n. VI.
Vende-se superior liaba de algodao branca c
de cores, om novello, naca costura: em casad*
Soutball Mellor & Companhia, rua do Torres n. 38.
TAIXAS PAKA ENCENHO.
a fundipao de ferro de D. W. Bowmann ua
rua da Brum, passando o chafariz," contina ba-
ver um completo sortimeptode taitas de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por prece- commodo e com
proiupudao: e,nbarcam-seoucarregass^eemacr-
ro sem despeza ao comprador.
Na rua do Vigarto n. 10. primeiro andar, ven-
de-se viulio do Porto de superior qualidade da bem
conhecida marca GW cm pipas, barris e caitas de
uma c duas duzias de carrafas.
v FITAS DE VELDO.
Vendem-se litas de vellido pretas e de co-
res, estrellas e largas, lisas eabertasde mui
lo bons gestos, pelo barato preco tle 160
320, 400, 5U e 00 rs., na rua do Queimado
ua loja do miudezas da boa fama n. 33.
. LEQES FINOS.
vendem-se ieques muito finos com ricas
pinturas, cspelho e plumas a 2#, 3,-500 e 4/:
ua rua do Uueimado loja de miudezas da
boa lama n. 33.
af) de Lisboa.
' ura quem estiver de luto-
Venderse na rua do Queimado, na bem co-
nhecida luja de miudezas da boa lama n. 33,
voltas prelas finas c ordinarias, ricos alline-
tes, ricas pulceiras, c ricas rozetas, ludo do
mcihor gosto que se pode encontrar e por
preco que nao dei&ara de agradar aos se-
nhores compradores.
SVSTEHA MEDICO E I10LLOWAY.
PELO VAPOB I). PEDRO 11 :
na rua do Queimado n. .">.">.
Superior cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa : no
armazem de Nova'* \ C, rua da Madie
de Deosn. 12, por preijo commodo.
Velas de env-
naiba.
Vende-se a 12^000 a arroba de velas de carnauba
do Aracaly na rua do Queimado loja de fetrageus
o. b'J.

I'

:."'.
J;
-fN

3
eiogios
oberlose descoberlos, pequenose Brandes, deouro
e prala, patente iuglez, para bomcm e senliora, de
or. uos melhores fabricantes de Liverpool, viudos
pelo ultimo paquete inglez: em casa de Soutball
Mellor^ CompaDhia, rua do Torres n. 38.
^elogios de patente
'nrjlezesdeouro, desabnete edevidro :
vendem-se a preco razoave), em casa de
Augusto C. de Abrer, na rua da Cadeia
do Kecife, armazem n. .">6.
Na roa do Trapiche u. I i, escriplorio de Ma-
noel Alves Guerra, vende-se por commodo preto o
segoinle : superior vinho do Porto em barris de
oitavo,chapeos de fellro, e sabaoamarellu fabricado
no Ki de Janeiro.
UM VESTIDO POK 2f000.
[Novo c completo sortimenio de corles de vestido
de dula de difTerentcs padies, cores lizas, pelo di-
minu preco de 2a cada curie : na loja de i porlas,
na rt.a PILLEAS IIOLLOWAV.
Este inestitnavel especifico, composloin-
teiramcnle de hervas me.urina, s, nao con-
lm mercurio, nemalguma outra substancia
delecterea. Benigno a mais lenra infancia,
e a compleicao mais delicada, he igualmen-
te promplo e seguro para desarre,gar o mal
na compleicao mais robusta; he inleira-
menle innocente em suas operaedes eeflei-
tos ; pois busca e retnove as doen;as de
qualquer especie e grao, por mais antigs e
tenazes que sejam. .
Entre milhares de pessoas curadas com
este remedio, muitas que ja eslavam as por-
tas da morte, preservando em seu uso ; con-
seguiram recobrar a saude e forjas, depois
de liaver tentado intilmente lodos os ou-
tros remedios.
As mais alllictas nSo devem cntregar-se n
desesperarlo; laram um competente ensaio
dos ellicazes eleilos desta assombrosa medi-
cina, e proles recuperaro o heuelicio da
saude.
.Nao se perca lempo em tomar esto reme-
dio para qualquer das seguinles eul'ermida-
des :
Accidentes epilpticos
oui.1 as qualidades mais bralas, que ludo ae
vende na rua dn (Jueiniatlo na bem conbaci-
da loja de miudezas da b ja lama n. 33.
Moendas superiores.
Na lundiaodi-C. Starr&C., em San-
to Amaro, acha-*- para vinder moendaf
ae anua todas de km, de um modeloe
t'iinstrucviiii muito MBMMrSa,
Uculofl e lunetas deludas
iS <|U;ili(lafl(*s
Veiidciii-ssupiii..irs oculoscnm armacao
de tartaruga de tuda, as graduac,., a i*hn.
ditos mullo hons tutu armac>5es domadas a
I9M0, ditos ditos ron, armacOe pralra^a,
I, OIIOS ditos coiiiarniacao de ac a WW e
l#, lunetas cosa arnia^,. de UrtaruRaa Ir.
atlas lediindas c quadradas oc lialea a #
rs.. ditas de dou vidios armacao de ha lea
a la6 por prec.o barato na luja da lM lanaa na ru
do (jueunado n. :i:l.
PARA AS SEHHOfiAS DE 601
GOSTO.
*endem-sc caisiohas ricamente cnleila-
as proprias para presentes 2-, 3a a 4f ca-
etas ricas proprias para senlioras a 500 is
carletnnhas muito lindas par. sonhoraa a
. I*" l,e!,ouras Pf costura, tinissimas a
l#, ditas ditas para unhas a JOO, 1- e l/Soo
ricas Iranjaspara corlmados. t/a peca, |M,'
cuihos de relroz de todas as core iHMi.
ricas caixinhas para guardar joias aNr>!
camisas de meia para mancas a 500 rs., ri-
cos boles pra roupa de .-naneas a l? a sm-
zia, sapalmhos bordados para a mesma* a
U8M e 1/500. ditos de 13a mais ordinarios
a 320 e 400 rs., agulheiros com aiiulhas w-
tidas a 160 e 2*0 rs. crtjs d colxele*
rranrezes 2 pares a too rs., rarteirinlta-
com agulhas surtidas a 320 rs., caixinha
rom agulhas francezas a 160 rs,, miadaai de
linha para bordar a loo a i... rs., carriteb
de Imita de 200 jardas hom autor a W r di-
tas de 100 jardas autor Alexandrc a te r.,
maciiihos de trampas muito boas a CO r ,
trancinhas de ISa de casacoes a MO rs. a pe-
ca, caixinhas com grampa* muito boas a la
rs., miadinhas de luilias de poso finas a ti*
rs., bahados aberlos de buho a 100 e 12 r.
a Vara, dilo bordado de luidos padn.es a 9N
rs. a vara, trancas de seda de todas as core
J larguras c oulras muili>,imas cousa*, qot
ludo se vende barato, na rua do Oueimadw
loja de miudezas da boa fama n. 33.
Pitra ( scnptoi ios e cario
rios.
Vcndcm-se resmas le papel de nrso m
mcihor que he possivel haver a 6;, dito in-
ferior pnuca|cotisa a 3a e laOO, dito paqoe-
te muitissimo fino a -:.ti(i ,. dito alaaaro *
greve e marlim a ia, dito almaco muitissimo
hom a 3;200, dilo de cores cm quartos dr
resma a 700 rs grozas das verdadeiras pe-^
as de ac bien de lanca pelo baralo preco
de 1a200, ditas muilo boas sem ser bico de
lanca 500 rs., duzias de Lipis muitissimo si-
nos a 320 rs., ditos proprios para riscar li-
vros a 800 rs., canelas de osso torneadas tara
pennas de ac a 120 rs caivetes riaiasisno
de uma a qualro lulhas ti, i, 3, 4a. e jo-
tras mais cousas que se vende barato; na
rua do Uueimado na bem conhecida Iota 4c
miudezas da boa fama n. 33.
A loja d boa
fama
Veii( limito
Chapeos (milla
Italia.
d
o
IJaslo \ Lanos, ua rns do Trapiche u. 17, (em
para veiuler rliat.ciis de pal ha .le llalla, dolirados e
sitiaelos pata liomem, Umbem de phanlaaia, e para
meninos e meninas, das nielli.ires fabricas e mu.lcr-
iius goslos, pur preros commodos.
VINHO D PORTO.
Vende-se multo lapertor vinlio dn Pori em bar-
ril di' S.#, viudo uu ultiinu tiavlu daquella proceden-
cia : enlrcelle lia urna marca .le urna qualidade ge-
nuina, sendo da collieil* .1 IH.'I ; a vista da muito
lina qualidade c do preco raioavel o comprador ani-
BM-se : na rua de Apollo n. 10, aruia/.eni de as-
sucar.
Ccmeuto.
\ ende-se ccmenlo novo em barrica) e meias bar-
ricas, e a relallio, por precio inuilocm conla: na rua
da Cadeia de *an(o Antonio u. 17, para acabar.
Mar mellada.
Rua do Queimado n. 55.
Latan rom (rucias em conserva uoviinente licua-
das de Lisboa a 800 rs., e com inarmelada lina a ti 10
por libra.
Ceblas.
l'ara liquidar se vendem muilo baratas : no ar-
mazem de Antonio Annes Jacome l'ires defronte da
porta da allandega.
Vniaunucuna,
DEPOSITO DA FABRICA
< iidnstria
ROA DO CRESPO N. 0.
A rahricadcsahiio e velas de carnauba, es-
tabelecida na rua do llrum, lem estabcle-
cido un deposito na rua do Crespo n. 9, pa-
ta ah nica,neute dar extrocc3o aos seus
productos, proporcionando assim a maior
commodidade aos consumidores. As velas
manufacturadas nesta fabrica, olfcrccem as
vantagens seguintes: s;"io feitas com a car-
nauba simples purificada pelo meio do va-
por, sao inodoras e bellas na apparencia,
queimam com igualdede e nao esborra ni, e
mo fazem murrio e dao mais luz e mais cla-
ra do que as velas stearinas ou de qualquer
coraposico, e que se vendem no mercado.
Fabricam-se de 6, de 7 e de 10 em libra, ven-
dendo-seem caixas que contem 192, 221 ou
3^0 volas cada uma pelo prcQO de 15/.
O sabo he branco, as materias primas
de i|uc he fabricado sao simples c inofensi-
vas, o cheiro que deixa na roupa he agrada-
vcl; rivalisa com o melhor sabiio hespanhol
e he superior ao sabo americano, que se
vende no mercado a 2V0 rs. a libra.
Vende-se igualmente em caixas de arroba
e a preco de 160 rs. cada libra.
Os incrdulos compraudo rcconhcccrSo
por experiencia a veracidadc do que se a-
il unca.
Alporcas.
Ampolas.
Areias nial de;.
Aslluna.
Clicas.
Convulscs.
Uebilidade ou e\le-
nuaco.
Dcbilidaduou falta de
forjas para qual-
quer cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
En fertilidades no ven-
tre.
Eufermidadcs no liga-
do.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Hei ysipcla.
Febres biliosas.
e
kim.
Ksla rica la/cnda de (1 palmos de largura be inlei-
ramenle nova em l'ernumbuco ; fabricada no celeste
imperio, de cuja capital lira o lime, lie de mis pa-
dr.es iindissinios e anda nao vislos ale agora : ven-
de-se pelo baralissimo preco de 2?ti(!l) o covado : na
rua do Uueimado n.7, loja da estrella.
AGENCIA
Da f undic.ao Low-Moor, rua daSenzala-Ho-
va n. 42.
Nesieeslabelecimentocontiniiaahaver u
pleto soriimento da moendas a Meias
Fchrcs intermitientes
Febreto da especio.
Gotla.
Ilemorrhoidas.
Hydropisia.
Ictericia.
Indigesloes.
Intlamma^oes.
Irregu la ri da des da
tueiistniar.io.
I.omhrigasdetoda es-
pecie.
Mal do pedra.
Manchas iu culis.
Obslruccao do ventre.
I'hlisica ou consump-
,'o pulmonar.
ItcteiiQo de ourina.
Itheumalismo.
Symptomas secunda-
rios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo nial.;
Ir. lo :
Libras de buhas n. too c 120 de boa qua-
lidade a 2?, ditas de linhas de coro a 1*w
peras de lita lavrada larga de seda a W
duzia de pentes aberlos para segurar cabel-
lo a 2?200. grozas de botOes .le loor* pinta-
dos a 240, meias braucas e cruas para hornea*
a liiO, suspensorios para homem e meuioo a
l? rs,'* c*rle'r* Pra algiheira a 6A0 rs ne-
^-. da fiu de linho a 40 rs., Jtror.s de ho-
cs finos para calcas a >m rs., gr, de
uoles de madrcperola a no rs., braceletes
encarnades para senhora a 200, caixas com
buhas de marcar a 2S0 rs., peca de bico en-
treno com 10 varas a 560 rs., duzix de le-
suras para costuras a 1/, ditas maiorcs mul-
to boas a 1.-.20O, e oulras muitissima couas
que se vendem muito barato na rua do Onei-
mado na bem conhecida loja da boa rama
n. 3J.
VENDEM-SE CAPACHOS
pintados, compridos e redondos a 700 r uno
rs ; na rua do Uueimado loja da boa rama
ii. 33.
Vendem-se estas pillas no estabelecimen-
lo geral de Londres nj 344. Slrand, e ua
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
lras pessoas cncarregadas de sua venda em
loda a America do .iul, llavana e llesp&nha.
Vendem se as bocelinhas aSOOrs. Cada
nma deltas conlin, urna inslrucQ-lo em por-
tuguez para explicar o modo de se usar des-
las pilulas.
U deposito geral he em casa do Sr. Soum
pbarmaceulico, na rua da (iruz n. 22, em
l'eriiambuco.
as dos me I liorcs gestos
que se pode encontrar
se vendem na loja da boa fama na rua do
Uneimudo n. 33 e por procos que nao dcixam
de agradar aos compradores, porque real-
mente se vende barato e ha muilo onde es-
colher.
iS'ilo muilo litadosjd a pu-
nlios
Vondem-sc muito bonitos botos para pu-
^0cr*npft fit+909.
1OONOOO
DE GRATIFICACAO'.
Ausenteu-se em 28 de agosto desia iiiiiiIl
anno da casa de seu Sr. Francisco Maarieis da
Malta lliheiro, morador em Bom Jardim, comaiu
do Limoeiro, o escravo croulo de nome lerna na.,
bem moco, reprsenla ter 15 annos, rom as <
les signaes: altura regular, cabellos torcidas
pegados no casco, cor prela, olbot vivos,
grocos, com falta de um dente na parle laawiaV.
barba imperial,curpo reforcado.nadegar empinadas,
cm pequeo foi alguma cousa mhmm e tolvez
mostr alguns vestigios, lem os pese Mas cortas
porra largos, he bem fallante, a eorlez. Tem-ee
desconfanca ter procurado para o engemxi Jar-
dim, comarca da cidade de lioianna.oode u raen 1
escravo lem seu pai, assim tomo tambern aparece
leve noticia que fura vi-io nesta capital : roga->e
por tanto as autoridades policiacs e capitaas da cam-
po de o capturaren, e mandaren) a casa do sapra-
dilo .sebo,, que ak:m da paga a cima mencionada
.ser geuerusanienle gralilicado.
AVISO.
ioocooo
todos os tamanhos para
ferro batido e coado de
dito.
CAL E POTASSA
Vcnde-e polassa da Kussia c americana, ehegadl
uestes dase de superior qualidade ; cal de Lisboa
da mais nava i|ue lia no mercado : nos seus depsi-
tos na rua de Apollo 11. I A, e 2 B.
Cl de Lisboa e polassa.
Na rua do Trapiche armazens ns. 9 c
II, vende-se superior potatta da Kussia
e americana, cal virgem de Lisboa, da
mais nova jue ba no mercado,
Moinhos de vento
combombas dcrepuiopara regar hortasebai-
ta de capim : na lundicao de !>. W. Bowman,
'ii 1 rua do Brnm ns. 6, 8 e 10.
alCaS t;tS (illas e IllOderS Nodia23dejunlK,docrrento anno, fugwde
liordo do bngue Mara l.u/,a o preto nianla.
Manoel. o qual fazia parle da irrtflarao do mesmo
brigue.de idade 24 a 2o annos pooeo maisoa,
menos, e lem os signaes seguinles : miro nmpii
do e descamado, cor fula, cabellos imimsdiia. o-
Ihos um pouco grandes e ainorieridos, beiros
grossos, sendo o de rima mais grosso que catablo
a falla que lem de denles em cima, falla asa poara
atrapalbado devido a falla de denles, posea barba
e rala, e bigodes, tem na mao etquerda jaato ao
dedo minimo urna especia da ervo sabido, maa-
degas um pouco empinadas, no andar ton am sm-
nhos pe o baralo preep a 500 e 800 rs cada to par, um |ado M5ciras "
abotoadura : na ruadoOueimado na Hia de' n,iu ,.4 b """"". P
miudezas da boa fama 1. 33. I aPf ,:U"lolsj9 u" P*" l"gos levon ralea V
godao azul desbolado e .anua de algodao iiscaa
POR .10:000 REIS I chapeo de palha, lem otBdodeconnbeiro, ros-
Vende-sc uma rica toalha de abirinUI""" S" i esriavo do Sr. Dr. Icro-
propria para baptisado na loja da boa lama "5"" Vllella e o Sr- Dr- promotor de Oltada
11.33. jQueiroz Fonseca, e ullimanv-nlc do Sr. Albert
>, jForslor Damon : o aluno assignado, seabor da
l^triS |)Ha JOg^Hr. Idilo prelo, gratifica generosamente a quem a ap-
Vcndem-se baralhos de cartas francezas prehender e le\a-lo era sa rasa, 00 aterro da Kea-
muilo linas e de hom papel a 500 rs. o liara I ^ isla n. 53, segundo andar, 00 no Recite rua dn
cojo- 1 |no> lliUs portoguezas mu,lo linas a 32" rs.: Trapiche n. 16, a Amonio de Almrida Gasjmi
moendas na rua do Oneimado ua Inia da miiul*.a .1. I ~._ 1__1______.___ '
peoaa(aa
P-uiu ua uiueuuas e Meias moendas. a rua do Uueimado na toja de miudezas da como Umbem protesta contra 1 as*
para enfienho, machinas de vapor e taixas de boa fama n. 33. ..n A.. n""l"
HIGOS ESTOJOS PARA COS-
TURA.
Vendem-se muilo bonitas caixinhas com
repart montos proprlas para costura a 2#5O0,
39 c 39500 : na rua do Uueimado loja de miu-
dezas da boa fama u. 33
E.sTovasile todas asquali*
dad< s.
Vendem-se ricas csrovas inglesas para
roupa, o melhor que pode liaver e de nova
invencSoa 39, ditas francezas muito boas
1 l?, 19900 c 2-000, ditas para cbelo ingle-
zas e francezas a 19300 e 28, ditas para den-
les inglezas e franaezas a 100, 500 e 600 rs.,
ditas para unhas dita .'.ita a 240, 00" e la, o
o occullar em saa poder: assim como gratifica e r.
lodas asdespe/as.Joaquim Lopes de Alroeirl.
Aosentoo-se em ill de Irverei.o A
- rerrealr
auno, da rasa o> seu *enlior Uiumiio da Silva, aw-
rador nes'e fenipu m> ensenha Ca
fragneala Je .\>a tala,
de do Kio Koimov
niuriiuiiab., na
e r. -ful, menle na cid
o escratn Jnaqoim, nara. l^.
canje, reprsenla lor ". a1 1 <>ur man ni'm
com (.s signaes nftalaln : esialora reolar. car
preta, nlhos viva-, .In.lrs alvos [irflilas. Iire>
LT" niao lem um .le.li. aleijada, prucrdido de am |
ricn, pea um lamo apallwtadsa, cmlama fHar
e mam, levog vestido ralea e ramio ae alcoa.in -
ni, ebasrta e mais aleum.. roupa mbrarm>4a asa
utn lenco : pedr-M a Indas as abloridadr. polu-iM
e rapiles de campo b.,-m da a '.pprphemlrr toa
ao seu sei.bnr n.. Kio I oimw, oa ae^a rotad*.
ua roa Direila 11. W. lerceiro aadar, qae ama' re-
compeniido.
I'EKN.: Tff UB U. f. V9 PA*la W*
MUTILADO
ILEGIVEl


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