Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07644


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Full Text
4NN0 XXXII N. 278
Por 3 mera adiantados a$000j
Por 5 mezes vencidos 4J500.
TERCA FEIRV i'. DE MIEMBRO DE u.;
Por auno adiantado 15J000.
Porte franco para o subscripto. ,
-,.\<:aivuk;aiios DA SUBSCKIPCAO' no norte
Cartan; P>r,.li. J uilinino J. Iimoi; Anuionii.o Si, Jara-
i* a Cmm. .
PARTIDA DOS GORREIOS.
Olinda : lodo os ik''i.ir.i*>n. ((ir.ifiuj < i'.ir.iitii>* : ni -"^utt'/i- Mibu-fefn/i
S. AnUu, BvmitWi llonitii,C*ruaru, AHmiIio f Gsraaluai: n.i teffa-foict
S. LotUtOfOi Kv-W'AlbOt Ka^rrlli, LnlO(.iro, Brqjo, PtfHHin, FatCsV
eir, Flor*, v.Ua-lt-ll-, Boa-Tuta, Oaricarj Bta : mi iMru*-Mnai
(.abo, Ipojitc i. > inn-m, iras *? Natal : qinld-iVir.i-t.
Pimi-
(Todo* i correioa parten as 10 hru da Minuta.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
lobuna! do eommercio ; legunda | quintal.
Ralasao : lerfai-ftiraittabbadoi.
Faianda : quartat tiabbadoi aa 10 horai.
Julio do eommerelt: itgunda ai 10 hotaia qainlai at aiii-dlt.
Juito da trphioi i teguadii quialai ai 10 horaa.
Primtira raa de tvtl i itgunda a tailai a* maia-dla.
Sagunda vara da tirel: quanaa a aabbadoi aa nalo-dia.
EPHEHERIDES DO HEZ DE KOVEMBBO I DAS DA SEMANA.
J 5 Quirloereicenle ai 3 horai 4 minutos a 48sigundot da t. 121 Segunda. S. lo* Ha Cruzc. : S. Felicidad aa,
M Luacheiaai7 turas23 minutoisaiS segundoi di m. 2.' Tarja. S. Caiharini v. m.; Ss. Krasmoe Mercurio.
119 Quaitominguantaai 8 borai.13 minutla 48iegODdtl dimJ'26 Quarta.S. Pedro Alejandrino b. m.
j-7 La no?a ai 2 horaa,34 mioutoi .48 legundoi da larda. 27 Quinta S. Macand de Saboii v.; B. Josaphal m.
I I' i; I \M \ i: lil. no. I I-'.. |28 Beils. Jacob da Marca f. ; B. Sosthencs b.
|rrimeire as 'inoras a !>< minuto! da larda. >2!l Babbado. S. Saturninom.", S. t'.ezinodiir.
(Segunda as3 boraa a 18 minute! da manhaa.
31) Domingo. 1. do Adenlo. 8. Andrr apostlo.
i:\<\!iiii;g\ixis DA S IIS KIPl.AO NO MI
Alagoei.e Si. Claudio* Falca*Diai; Baha* Be. a>. >,
lio d e J mei rt ,e Sr. Jos Partir Miriim.
I.M rKRNAMBI CO
O praprieurie d. DIARIO Mantel Figaeirea a Feria, aa
i?rana, praaa di Independencia u.lil.
B j_ SJ-VaV AWIf^I s\ f '''" 'lor ''itc,n prohibir a reeliro do prndente no
> *am*len\ Jt een SafM m Ja malA ajtnVaaf '"" ''" luatrieonio, 'lue lhs|jio irapediode apre-
OOVSEKO DA PROVINCIA
.l> Secreto. Palacio do govreuo de Periiarobuco
ci -24de novembro de 1856.
O presdeme da provincia lemlo ein consideraco :
1." qoe nm o S 1H do arl. 40 da le provincial n.
til de 16 de 111*10 da 1*Vi, que creou o imposto de
I :'200?00O rs. sobre as lujas ero que ae vendein bi-
lhetes de loteras de oulraa provincia*, nem as lei-
posteriorea de orcameulu provincial qoe u mantive-
ran, sugeitaram esse bilheles u rubrica do theson-
reirodas loteras da provincia "e tmenle a do admi-
nistrador do cousulado : J." que a rubrica do roes-
mo thetooreiro das lotera, qae foi deler
na portara de 3 de julho do correnle auno,
hY.il de ser obiida ein raza dos afazeres do t.
reiro : determina que d'ora eru dianle os bilhetes
loterias da corte e das nutra- provincia
didos nas lujas somenle em que o podem
cado* unicamenle pelo administrador do consulado
proviucial, (cando ntsla parle smenle revogada a
citada portara de H de julho, que em lodaa as mais
disposiraoes continuar a ser observada al que a as-
sembla provincial decrete urna medida que pouha
as loterias da provincia acoberlode urna concurren -
ci.i jiociv.i e injusta, porque ella equivali ao paga-
mento neila provincia de impostos applieados des-
pezai provinciaes e nutras.
Sergio Tcixeira de Mmcedo.
EXTERIOR.
senlar-st ao cnrpo eleilornl e *Je aceitar ama nova
presidencia de qualro anuos.
Oa modos um pouco militare) de Jackson crea-
ram-lheguo senado e na camera dos rtpresentantes
urna opposicAo cousideraval. Nao era tal que caM*(M>
se a rejeitar lodas as medidas por elle proposlai,
mas um grande numero dellas Corara pouco fevora-
velmenle acolhidas. mesmo pelos seus amigos. E o
senado, chamado, nos termos da constiluicao, a ap-
provar a escollia qua litera o presidente, dos fnnecio-
narios pblicos qoe eslAo na dependencia daqnelle,
recusou sanecionar mudas nomearoes, entre oulras
a de M. Van-Buren, o qn.il uomeado ministro em
Londres no inlervallo de urna sess,lo. vio-se toreado,
em vista da recusa do seuado,. a deisar o emprego e
vnllar a Washinglou.
O mesmo succedea a M. Sttrrenson. qoe, proposto
se'i'rn^ven- I pe' Pre,lden,e Pare aubstitoir M. Van Burn em
o ser robri- ''0.n(,re'' na foi "ato pelo senado. Jackson, des-
peilado, deixou vago o logar de miuistro em Lon-
dres por quasi dous anuos; depois dtsignou pela
segunda vez a M. Slevenson, cuja escolha foi entao
approvada pelo senado.
Na tirdou muito em apparecer um desacord
completo entre o presidente, o vice-presidente M.
Ca|hoau' e o gabinete. Essas dissidencias entre M.
Calhoun e o general Jackson tomaram mmediata-
meme o carcter de um rompimento declarado. As
juesles politicas nao foram a nica ruin. Jackson
linha-se resentido, eomo disae, com a proposta de
censura contra elle apresentada, depois da campa-
nha da Florida em 1818. Souhe por urna carta qoe
Iha mostraran!, qae lora M. Calhoun um dos insti-
gadores daquella medida, e pois concebeu por este
eminente homem de eslado|um odio implacavel.
Jackson chegou ao ponto de nao recener os conse-
llios do gabinete, tao profunda ara a divisao que la-
>rava entre os membros que o compunham. Bodea-
ra-se de urna dozia de individuos de replalo um
pouco suspeita, mas devotados em excesso a' sna po-
ltica, e que formavam urna especie de concilibulo,
que se chamnu nos Estados Unidos o Kitchen-cabi-
net (conselho de cuzniha.l Era com esta lamarha,
como diriamos em Franca, que elle regia e discotia
os negocios do paiz.
O gabinete ohMcial snllreu a principio estes rivaes
sem dizer palma ; mas um &n o publico soube com
espanto que 01 ministros as retiraram em massa.
Suppoz-se que alguma violenta resolurao de Jack-
son teria dado causa t retirada de lodo o gabinete,
e aspara va- se ao mesmo lempo que asta aconteci-
menlo fornecesse matarla a imprensa para aecusaro
presidente, contra oqual ella comerava a lazar acer-
bas admoestaroes. O qoe se sabia "do negocio dava
alcm disso vasto campo a comineutahos e snpposi-
c;oe.
Eis aqui como as coasas chegaram aocouhecimen-
to du publico:os secretarios da guerra e do estado
tinham enviado ao presidente as suas demisses, o
qual tinlia iminedmlameiite escriplo ans secretarios
da marinha e do lliesouro para annuuriar-lhes qoa
elles lambem tenam do relir.ir-sc. Mas a que de-
viam atlriliuir realmente eile movimento I Perdiam-
se no mein dattaa conjecturas qoando o procurador
geral mi'inliro lambem do gabinete) pateuleou o se-
gredo em urna caita que se puiicou. A origem
dessas rtisseures profundas vinha, queni o poderia
cror ? da una queslao entre mulheres. Com affelto,
as ramillas dos ministros tinham recusado visilar e
recebara malbarato ministro da guerra Inde irir.
Jachsou anearresan um de seus amigos de ptoaorar
RETRATOS E PERPIS AMERICANOS.
O general Andrc Jackson.
(ConciMiuo. )
XII.
Havia esperaura de que a presidencia de Jackson
sena melhor do que a de seu predecesor. Pareca,
dissa eu em principio, que o povo americano neces
silava ent.io de einoces. Os escrpulos que esci-
tara Jackson se tinham acalmado depois de sua pri-
nu'ir.i caudidatura. A lemhraiiQa de seas dispara-
tes se desvaneca proporcao que se Ihe fazia nota-
vel a atitude lirme e poderosa como chefe da oppo-
sir.io. a gloria militar, os serviros e a inmensa po-
pularidade.
Com tao recommeudaveistitulos foi que seu no-
me apptreceu no escrutinio de 1828, ohtendo 178
votos contra 8:1 que alcantou Adams, seu competi-
dor, M. Calhouu, como vice-presidente, obleve 171
votos. Jackson tomou posse da presidencia no dia
i de margo de 1829. O cortejo, qua o acompanhou
de soa habitacao ao Caprilolio, oude, em presenta
do congretso, foi inaugurado e leu o discurso da
entrada, era composto da populadlo ordinaria e
alejo disto de om numero cousideravel de vellios sol-
dados da revoluto.
A prcseiiQa destes restos gloriosos de ama poca
seinpra venerada na America em urna ceremonia
ordinariamente mais civil das posses presideuciae*,
deu causa a muitas relie vies e'.commentarios. 1.011-
clairam d'esle fado que Jackson diipuuha-se a ini-
lilarissr p poder, pois lacs eraro os indicios que da-
va essa iiinova^ao iritroduzde no coslume antigo.
O qae mais deu nal vistas foi o cuidado com qoe
lackson fallou, no discurso da niiuarjr.ni, da ci-
tensAo dos po>Iercs do cargo que la eiercer, dos
quaes nao eslava disposlo a declinar rousa alguma.
Para milita eeotc a impressao foi me desde o primei-
ro dia. e Uzia prever cssa lula animada que re|e-I um.?_"ro."clhi,?f!0' '"as foi-lhe impossivel.
hnsou os oilo anuos de presidencia do general Jac-
kson. Altetelo desperlou-sa alada mais viva e pe-
nosa quando sn vio a dcslruir/in feila nos runccii.-
narios publico*, e a prolusao da empregos que de
tribuio pelos amigos, e pelos mcmliros do congrego
que licou destituido de hoinens, que Ihe eram de-
\otados, para cncher-se de pe'toas que a opposii;lo
abi inlroduza, com o lira de resistir ao que ja en*
tao se cliamavacui segredo aediladura de Jackson.
Nos Estados Luidos, a fallar a verdadet nunca as
Iuncees publicas l'ormarain urna carreira, t)s ein-
prtgos sSo to mal pagos, que nenlium homem ver-
iladeiramente inlelligeole e activo se resolve n per-
der o lempo, as forcas e os recursos do espirito para
ser contemplado na lei do orc,araeuto, quando por
toda a parte se Ihe proporcionan! rpidos meios de
fazer forluoa. Conseguiulemenle, us empregos p-
blicos sao apenas, uos Estados Unidos, um acctdeue
na vida.
Os presidentes, comludo, quaesquer que fossem as
suas opimes, liuhain alo enlao respedado os direi-
tos adquiridos. Washington, em todo o lempo de
sua adiniuislracao, apenas deu nove demisses; Johu
Adams, cinco ; Monror, nove e Ouiucy Adams, dua.
Estes nmeros eram de conliuao citados em pre-
seucs de I7( inudaucas que, logo do primeiro jacto,
Jacksun operou naadmuiistrac,ao, escnllieudo de pre-
ferencia os membros do couuresso para os empregos
titulares, o que se oppuuha singularmente com as CtaraeCea que lizera ein sua prolissao de fe peranle
os e|eilores, havia pouco lempo. Ahi di.sera elle,
que o eapirilo de partido jamait deveria animar o
primeiro magistrado da repblica, e que elle eoltica-
do uaqualla potieto, leria occasiao de propor una
emenda a' constiluicao com o tm de prohibir que
os membros do congretsoaceitassuui algum emprego,
durante o mandato (I Bem depressa Ihe esquece-
ram, como se vi;, eslas encllenles disposi^oes. Mais
larda vcio a propor ao congresso urna emenda, ten
I Km lodo o caso, qualqoer emprego estipendia-
do pelo estado he inrompativel, na America, com o
iiiudatu do representante ou senador.
Nada derla fallar a Jackson para que a sua admi-
ni.lracao d,os*a o espectculo de urna agilacao desu-
dada ueste govarno, nrdinarimento lao paeiOeo. CoDj
lotlaeAea puliiice, diasidencns "o opinioes odle
particolares enlre os membrot do poder, opposii;5o
da parle dos corpos deliberantes, dispolas entre nu-
Hicrcs, ludo cuntpirava para o. Mas anda nao he
ludo.
linas solemnes orcasioes se iam aprc que Jackson ile.cnvolvessn ao mesmo lempo grande
talento, una forca comintim, e moslrasse de novo o
pouco caso que fazia de lodos os obstculos que se
Ihe Donaban as suas ideas e vuntade.
Exagerando o syslema da respousabilidade e dos
direilos individuaos dos oslados, Jacksou erigin em
principio que o govemo federal nao devia subminis-
trar fundos para despe/.as qua (ivessem por m pro-
mover obras publicas, -enao para aquellas a que a
federarau era expressamenle obngada em consequen-
cia do i|ue recusou saneciouar diversas deliberarles
do congresso que estavam em coDlradicao com estes
principios; a opposirao dos corpos deliberantes nAo
loi lao longa como se poderia esperar ; acibaran) por
concordar em muilos pontos com as opiuies do
presidente, obtendo lambem algumas concesses.
Mil
A que.1.10 mais seria e complicada conlra a qual
Jackson se deba leu. foi a do Banco dos E>lados-l ni-
dos, cujo privilegio eslava a terminar, < a cuja re-
novacao se oppuuha Jacksou formalmenle. liaba j.i
locado netta queslao em seo primeiro discurso ; no
momento decisivo couttiluiu-se em oppusi;ao directo
ao Banco. Segundo o seu parecer um Banco gerat
prejudicava os bancos dos estados, e exercia em um
paiz onde o crdito he ludo, urna influencia que cedo
ou lard* devia modar a face social e poltica dos Es-
lados-l nidos. Essa insliluicao lornava-se am pode-
roso centro de accAo, e peta extenso ou limite do
crdito de que dispunha, fazia-se a dominadora da
naci a absorvia um poder e ama autoridade de que
a eoottilaicaa nem ao mesmo governo federal qoi-
zera conceder, par garantir a independencia dos
Estados.
A eslas doas qoaiaae rtuniam urna mullidlo de
aecusaces secundarias,que surgiam cada dia da pro-
miam locando o acorapanhamenlo ; pois uro verda-
deiro publico be muilo menos formidavel do que um
trio malvolo. Ilesla vez o canto foi totalmente sem
elleilo. Miulia ave. sem ter escutado fez ao principe
um ,'uniprimeiilo (rivial. Jorge perenrna com Noe-
mi um lbum de Cliarlel, e pareceu-me VC-lo trocar
um olhar escarnecedor. Indignada approximei-me
de Alplieo, a convertimos lodo o cario a respeilo de
msica. Ah qoanlo eu experimeulava uesse mo-
mento o desejo de livrar-me desse conslrangimenlo
penivel, e procurar a liberdade debaixo de outro
ecos !
No campo he ordinariamente, he de manhaa,
hora do almoc.o, que iheaa ocorreio. EnlAo com cu-
riosidade um tanlo poeril leem-se, eomroeolam-ae
as carias, es gazelas, e ate os ioipressos. Ere certa-
mente a hura oais agradavel em Braizieux ; o in-
leresse commum pnnlia todos de aecrdo por al-uns
instanles.
l'ma manhaa minha av, que liaba na m3o um
maco trazido pelo correio, entregan a Alpheo urna
carta, cujo aspecto perlurbon-o vitivelmente, e que
elle guardou com precipitadlo sem abrir.
Lea por favor, disse-lhe el'a ; (eremos noti-
cias de Pars ou de Alhena..
O principe descalpou-se com BT embaracado, d-
zendo que era aconta envala por um fo'rnecedor.
Repare! lambem que elle cessou de comer, retirou-
se logo depois do almoc,o, e vollou para o -alan com
a fronte carregada de mivens, qae d llicilmeute cou-
eegai diacipar.
M.10 grado mcu essa carta dava-mecuilado. lios
dia depois chegou outra. Desla vez levada da urna
vaga e dolorosa de rar-lhe um olhar furtivo, e observe! com um sent
ment de clame a lellra delicada, o papel edr de
rosa e o liaete com divisa. O principe tomou ainda a
carta em silencio, porro parecen 10 mais agaslado
que sorprezo, continuo a alatacar, e em vez de des-
apparecer logo depois do almoi;o, poz-se a conver-
sar com mais viveza que de coslume. A meu turno
nao pude vencer miaba agitacao.
P.issei o dia inlciro em combates peniveis entre
meo cinme e o meu orgulho. Ora dispunha-me a
supplicar a Alpheo que p\plieas mvslerioso ; ora ata quera forrar sua confianra nem
faz'-lo teslemunha de minha fraqueza.
De noite lodos asseularam-se no lerrar;o. Fiquei s
no salao, no crepsculo, triste ou delicioso sesundo
a sanaran de espirito em que estamos. Bepentina-
periondade inronle-tavnl ; mas elle lanihem perma- i mente Alpheo enlrou, disse-mecom precipilacao ler-
necia silencioso, recatado e prompto para abandonar I nas palavras le queixa, lanrando-me urna caria 10-
a discossAo logo que Ma auimava-se, ignorando os\[irc os joelhos.
" i pressa corri a urna luz, e li al-
0 CANTO DOS HELLENOS.
TKLO CONDi: DE LfjJRAT.
que ganhou o segundo premio, decre-
tado pela Sociedade dos Homens de
Lettras.
/'resert-arsua ima^inariTa deludo
n descio, he um Himples calculo de
felicidade para urna mulher vir-
tuosa. )> v -. J
.\fr.;.iiia Ntcker de Saostjnre.
I'onlinuacrw.) \
Lugo depois da chegada de minha lia.'To meu
pn un e de minha prima reparei qoe o pcincipt nAo
Ibes aeradava. Lada um lesleinunbava malevolen-
cia conforme seu carcter c sua posicAo, mas eu a
li em lodos os ulhos. A principio leutei animar esse
pequeo circulo lnguido ; porm reennheri logo a
uolilidede de meas estorbos, e live disso um reisen-
timenlo tecreto.
No campo, onde nAo tem-se para entreler as ho-
rai as Jrivolas lislracnies da vida de Par', a noti-
cia do dia, o accidente da ra, sao preci.os rumio-
cuidados, milita unan c alegria para afastar o enfa-
do. Minha ta trabslhava em urna obra de upeeoria
e fallava ponen. Keniiet e seus arredores eram o qua-
dro habitual de sua vida ; ella nAo condeca outro.
Tinhamos poucos conhecimeiilnsoii ideas comumns.
Jorge habiluadi a ver smenle o mar eos maruliei-
rns, pareca anda mais incapaz de fallar das mil ni-
nharias da vida frivola. Em vez de alimenlareni a
conversacAo elles permaneciam frios ecouslrangidn!.
Meu espirito inquielo, meus ervos ainla dnentes
causaram-me verdadeiros solTrimenlos. Nao conhe-
ro trab Iho mais ingrato do que querer forrar ou-
i'n'in a hrilbar contra sua vuntade. D-se as meno-
res eonversac/ies geito desairoso, e a palavras insig-
nilicanles urna inteipretac.lo falsa. Eu leria querido
ver Alplieo vencer essa familia ho.til a forra de su-
pria questAo, e a envenenavam extraordinariamen- 1 paiz tal
te. Kiii.iu Jackson, levando ao extremo a sua oppo- | malia.
si^o ao Banco, tomou o partido de crear-lhe em-
barazos inextricaveis, retirando, sob loa responsa-
bilidade os landos pblicos que ah se achavam ; era
urna somma consideravel. Den elle esta ordeni ao
secretario do thesouro, que recusou eiccutar como
inconstitucional e por ser exorbitanto dos direitos do
presidente. Jackson, menos escrupuloso, demitlio
o secretario do thesouro e nomeou em seu logar um
ministro mais devotado e obediente, que sujeitou-se
.a*cte acto de dictadora.
Este acto causn alvorito no paiz e urna extraor-
dinaria perturbado nos negocios. Considerando a
qOesto 00 poni de vista poltico,ninguem duvidave
de que o homem, qae assim infringa as leis em ma-
teria de finanra*, negocio em que ns Aroericeuos sAo
em extremo cautelosos, poderia ousar todo, ludo
eropreoender, ludo querer. Era tal a emoeAo em
todo o territorio dos Estados-Unidos, que se espera-
ra ver a cada instante rebentar alguma collilAo san-
guinolenta nas ras.
O senado ja bastaute irritado, tomou urna al (tu le
aggressiva. Ilenrique Clajf defini a siloacao em
um discurso celebre, que produzio urna profunda
impressAo. O discurso, enmecando por estas pala-
vras, a que nAo estavam afteitos os ouvidos america-
nos : r Estamos uo meio de urna revolucAo, >> foi
como a ultima gola que fez trasbordar o vaso das co-
leras e indigna^oes.
O senado usou do direito que Ihe confere a cons-
tiluicao, e pela primeira vez, depois de I7v>, se vio
Toreado a censurar o presidente. Esta medida ex-
trema e rigorosa anda irritou mais as paixes ; uos
cobrram de anuthemas o senado, outros 11A0 havia
injuria e insulto que nao dirigissem ao velbo geue-
ral.
Jackson. aceso de colera quando recebeu o velo
de censura^ responden immediatamente e em termos
tao vilenlos, que o senado, por soa propria dignida-
de e pela do presidente, recusou consignar a respos-
la nas actas de suas sessoes. Jackson, reprehendido
particularmente por teus mtlhores amigos, que Ihe
fizeram rer a melindrosa situacAo em qut se collo-
cava, retractou em urna segunda resposta as princi-
paes invectivas da primeira.
Depois desta penosa experiencia, Jackson, que vi-
nha de notar, em um passeio que dera petas gran-
des cidadei do norte, quinto tinha perdido nas sym-
palhias da opiniAo publica, resolveu retirar-se do
poder e deixar a presidencia M. Van-Buren, seu
vice-presidente. (2) Mas renuncioo a este projeclo.
Para terminar es senado renunciou logo a proposta de Jackson, isto
he, votoo pela renovacao do privilegio, mas o presi-
dente po/.-lho arelo constitucional,e devolveo o pro-
jeclo para ser de novo discutido.
A maioria de dous tercos de votos, que he neces-
saria pira a segunda decisao, nao tendo sido alean-
cada, sabio vencido o senado em sua opposirao.
Entretanto, forra he confessar que, oeslas lutas
arriscadas e que muilo comprometliam a poltica
interior dos Estados-Unidos, Jackson manifeslou
um tlenlo extraordinario de discassao e de Inica.
Seu discorso acerca da lei das obras publicas, por
exemplo, he notavet pela precalo e clareza ; he a
eloqaencia pratica posta por escriplo, esl)lo claro*
nervoso, com alguma cousa da segurancia do advo-
gado qoe defende, sem emphase e sem phrasealogia,
urna caoa que ha muito lempo esluda com acora-
do Irahalho. Oolm tanlo se pode dizer de seu dis-
curso sobre o negocio do Banco, c.m a differeoej
que nesle he um pouco amargo, provocador e apai-
xonado, o quo Ule de alem disso urna cerla vivaci-
dade e nm caracler muito particular.
O modo porque eslAo redigldoa estes dous docu-
mentos maiiifesla, que Jackson era lao hbil em ma-
nejar a peona, cuino a espada.
At lulas de JacKton com o senado tiuiam por fal
modo acceodido os nimos, que a proposito de cer-
tas medidas de alfandegas, votadas pelo congresso,
a Carolina do Sul declarara que a ellas se nao sujei-
tava, porque seresenliam de inconslilucionalidade.
Cliegou-se mesmo a fallar na separaran desle Esla-
do do seio da l'nijo. Ao passo que decrelava me-
didas coercitivas para assegurar a execurao da lei
na Carolina, Jackson redigia e publicara Mi de de-
zemhro de 1833) urna proclamac,Ao, onde, a par dos
melhores cooselhos, dictados com tocante simplici-
dade, fazia, para chamar a Carolina IniAo, um
sabio e judicioso commcnlario da ronstitui(Ao;
he urna obra prima. Mas, depois de se ter lido este
eloquente etocaute trabalho, he licito pergontar,
porque razao o homem que tao bem conhecia e
apreciara a constiluicao, que Ihe confessava lodos os
beneficios, se achava.conslanlemenle sobrauceiro a
ellae violnva-a com tao incrivel aodacia
Eslrauha eoi.iradicr.in e muito commam nos Es-
tados-Unidos O partido democrtico, pouco ami-
go da roiisinuirao, leude conliuuameule a ie Ihe
oppr ; mas logo que se apercebe de que ha excesso,
de que esta sede da sociedade americana se ocha
abalada, ella volta-se sobre si mesmo, e he com a
leiira e espirito da coustituir.ao que elle regeita sua
obra destruidora.
XIV.
os Estados-I.nidos, be ama ano-. pretarao do arlo addicional, para sustentar, que pro- do se arrojaran) a allribuir-lhe fiaude 110 seu pro-
cedendo as asseinhlas como tribunaes de juslira na cedimento, e t usarem de outras e\pre decretadlo da sospensjo ou demissao dos magistra- prias de magislrados graves e circunspectos, menos-
Ios, he neccssario que urna lei regule a formado pre/.ando o dever de darom exemplo de respeilo pa- miosa'discossAo na attemblri ao teaada 1
' .lei da interpretado. Reeorram oe Srt. Dn. Fwta
o e Campos, autores da representaran, a e**a P
Os juizos feitos sobre a administrarlo de Jackson,
na America, sao muito contradictorios. Aiuda se
Ihe uolam as paixoes e emoroes da lata. A ouvir processo. e que es-a lei deve ser posterior a' da in- ra com a mesma assemblca, que he eu superior, e
seus adversarios polticos, nenhuma das medidas fi- 1 ler|ireli;Ao do acto addicional, e anterior a' queixa tribunal competente para os julgar. E para peda
nanceiras adoptadas por elle .excepto o negocio do | que for su tunca 1 la ao couhecimeiilo da assem- rein fazer, nAo viram o artigo li. da dita lei.
o artigo, tica elle geiloso para o applirarem ao tea
lira.
Ao que temos demonstrado, acreereataioei a la
Banco medidas muito sabias e de um excellente
effeito, era obra sua. Sua altitudt lirme e patri-
tica nat differencas qae leve com as potencias cs-
Irangeiras, especialmente com a Franca, liuham
antes os risos de nma bravata do que habili lade.
Emfim lodos os seus actos, um por um, sAo rebai-
xadm, depreciados, redas! los a nada,
Seas partidarios, ao contrario, os/acA como chamava |sua parcialidade, exaltara ao mais
alto grao e com um enthu-iasmo que os cega nm
puntos perigosos de sua conducl a administrara.i
do general Jackson.
Para uns, esta administraran foi a gloria dos Es-
tados-Unidos : para ontros a vergonha e os remor-
sos.Ha poit um meio termo a lomar.Em lodo
o caso, diz com razao um de teus juizes, Edwiu
Williams,:r o periodo que esta administracao oc-
cupa, na historia do nosso paiz, ser sempre consi-
derado eomo urna poca cheia de acontecimentos,
caracterizada por sceuas de agitado e excitamentos
continuos 110 espirito publico. Em nenhuma opo-
ca, depois pa formacao da uosto governo, os princi-
pios das instituiedes livres, e particularmente os de
noisa ronstiiuirao. bem como as medidas relativas
aoainteressses da narAo, foram discutidos com mais
ardor e tlenlo.
Todo o que diz o escriptor, que acabo de citar,
he perfeitamenle exacto; e he assim que se pode
apreciar a administraran de Jackson. Eu arres-
ceularei, que estas lutas, das quaes a constituiralo
e as instituieoes americanas sahiram felizmente in-
tactas, at tem fortificado, provando quanto he difll-
cil fate-las ceder. Mas esta prova seria boa reite-
rada "! NAo o creio ; e sou absolutamente da opi-
niAo de M. Aradford, em suaHistoria do governo
federal,qoando diz, a fallar de Jackson, qae se
moilos presidentes da Baila viessem successiramen-
le administrar o paiz com as ideas arbitrarias do
general, perdendo de vista a constiluicao, nAo se
pastara muilo, aunos que a liberdade te nAo per-
desse para sempre, e que o povo nao cahisse debaixo
do despotismo.
Nao creio, poi-, que os Estados-Unidos renovem
esla (errivel prova com lAo glorioso chefe, senao
passado moilo lempo.
Jacksou deixou u poder em 1S:17, cedendo a ca-
deira presidencial a M. Van-Bureu, cuja candida-
tura Uvera sen fervoroso apoio. M. Van-Buren
era nm dos amigos mais dedicados do general. vi-
do por chegar onde chegou, coinprclieu leu que, li-
gando-se a Jackson, participara de toe populari-
zarle e influencia. Espirito apatronado, inflexivel,
irrilavel em apparencia para os mais affaveis. foi
para Jackson o que lora Johu Adams para Was-
hington, o echo prolongado de urna poltica enfra-
qaecida, mas qne tinha inleresse em nAo deixar
mnrrersobi lamente.
Jackson relirou-se para lirmitage, sua proprie-
dade, alim de ahi gozar definitivamente desse re-
pongo que lauto ambicionara sem poder conse
goir.
Eiitraqiiecid, menos pela idade do qoe pelas fa-
digas e aailac.io da moeidade, e mais fraco nos doas
ltimos anuos de sua vida, morreu a K de iuoho de
18.1.
O nome do general Jackson he um daquelles que
oceuparam nm lugar dislincto na hisloria dos Esta-
dos-Unidos.
\arier /Cijma.
(Meen de I'aris.
ble*. O artigo II S 7. do acto addiciooal diz Tambera
O principal fundamento desta opiniao, literi- ; compete as assemblcas legislativas provinriaesde-
minado das lougas divagares dos signatarios he cretar a suspensAo, ou anda mesmo a demissao do
1., que se o legislador quzesse, que as leis concer- magistrado, conlra quem houver queixa de respoma-
nenles ao processo dos crimes de responsabilidade bilidade, sendo elle ouvido e dando-se-llic lugar a
peraule os juizes e tribunaes judiciarios, e ao da res- deleza.
ponsalnlidadc dos ministros e conselheiros de estado i Por este artigo nAo prorediam as assemblcas co-
fossem applicaveis ao juUamenio dos masislrados mo Iribuiiaes de juslira para decrelarem a suspen-An
pelas assemblcas provinciaes. lena feilo mencao da u demissao dos magistrados, nem se Ibes radicara
lei, ou leis applicaveis, porque he de prirpcira intui-, forma alguma de processo, nem os caaos, em que
cao, que deixar ao arbitrio da assemblcas provin- deviam ou podiam imnr as nenas de suspensAo, ou
ciaus a escolha das leis feilas para juizes e tribunaes i demissao dos magistrados. Tudo licava a seu arbi-
to diversos, fura dei\ar-lhe um arbitrio mais aro- trio, e procediam ellas como corpos polticos, o que
po, e perignso do que aquelle, que pretenden co- era contrario ao artigo 179-i II da cousl. Apenas
arelar, e de feito coarclou pela disposic,ao do artigo Ihes era prescripto, que devia ser ouvido o magis-
.5. da interpretarlo do acto addicional, prereituando Irado, a dar-sc lugar a sua defeza.
de novo o qoe exista no 11 do arligo 17'.l da cons-1 O 5 7. do artigo 11 do acto addicional foi inler-
iit'iie.io o que as assemblcas provinciaes quando : prelado por tres artigos da lei de 12 demaiode 1810.
constituidas em tribunal de Justina, somente podem Tudo foi por elles providenciado r regulado. Nin-
appcar as penas de suspen.ao e demissao impostas
por leis criminaes anteriores aos faclos argidos) e
segundo a forma do processo para taet casos para o
julgaraenlo dos magistrados pelas assemhlas provin-
ciaes1 anteriormente eslahelecida.
As leis de 15 de outuhro de 1827, e 18 de selem-
bro de 1828, o coil. do proc, o regulamenlo das re-
1.151'ies do imperio le :t de Janeiro de 1833, a lei da
'gera dir relleclidaraenle que os legisladores inter-
pretaram pelos arligos i., 5. e ti. daquella lei, o 5 7.
do artigo 11 do acto addiciooal par'a ludo licar cm
lelra mora !
osa discusso, Tirarlo de-f nganadus da r*rd**i-
ra inlelligencia do arl. .">. da le da nterpr*ta<;a eu
parle relativa 1 forma ilo procesto, qae a> eeein-
blca devein adoptar.
Segunda parte.
O segundo fundamento d 1an.1tariot da repre
senlarao lie : Em verdade. e as letefe** a
marcha do procesen de rrponahilida1e do- otaci-
Irados peramejes assemblree provinciaes eti-tiata a*
lempo do acto addicional. como diz parerar le.
a que nos temo referido, enlao o arl leria dito
segundo a forma do processo rvi-lrnle, ,,_-
aundo a forma do processo estabclecida para al-
gamenlo dos magistrados perante ot jeitos e inbe-
naes jndicrarios ou cosita eerr.elliaiil*.Pretender-
se que a anterioridade dat leie he tmenle coa rrla
cao an acto addicional. e nao principalaarale **
lacios acrusadns he om erro croteeir* oa rraaa*.
Por essa inlrlligenria ou at leii do pratmo i.....
ca seriam alteradas, ou anda qae reformada- iib-
sisliriam sempre para os catee etn qoe at ateea*-
blcas provinciaes te quize-teni constituir tea loba
naet de juslira : 01 magi-lradot nAo prieilegwdn-
seriam jolaados secando a forma do prnene* peraa-
NAo he. lcito suppiir que os legisladores tenham le o jury que exista ao lempo do ced. de aeer.
lido a fraud por principio, pois nada menos im- crim.. e antes da lei da :t de deteaanre de IHII '
poriaria, se I conslituirAo lendo revestido as as- Sena muilo para ver et*e procema Iraoeeearlade par*
semblas legislalivaes provincias de imporlaule atri-
I n lo n que temos relatado da vida de Jackson
confirma bem o que a principio disse, qae era real-
mente 11 m homem excepcional. Os principaes actos
de soa admiuislrarAo, qae leroos procurado reunir,
demnnstram ale a evidencia, qae a preseura de nm
semelhaule hnmero sobre a seena poltica de um
ditos agudos c graciosos que desarmara os adversa- j
rios. o Elle leui muito mais do que es-as miseros, is
vaiilagens, di/.ia eu sempre a 1111111 ine-ma; compre-
hende melhor o Reolo dat arles e a poesia do 11 mor
do quo a lingnageni allegada dos saines. 11 DehaMe
quera en livrar-me de um despeilo secreto. As mu-
lheres tem um orgulho egoisla pelos seus escolludcis.
I.oslam de ver o vulgo admirar aquillo que elUs
preferem, assim como os objeclos de prec,o, qi'e
permilliinos ao publico invejar de longe, sem deia-
lo nanea rouba-los.
I mi noite minha aro querendo sem duvida rom-
per a mounlonia de nossas reunioet pedio ao princi-
', en ranlo grego. Cousa extraordinaria I essa pro-
posta desgotlon-me extremamente. O piano velho
de Braizieux eslava desafinado ; mnhas mios Ire-
Vide Diario n. 876.
Levanlando-m
guias liabas astas vagas aarigaadas com um nome
de advosado moliendo, nas quaes elle
(2) Jackson eslava enlao no segundo termo de sua
presideucia. Em sua reeleicAo ( 181)2 reinara 219
volosconlra i9,queohteve seu coucorreiite lleorique
Clav. M. Van-Buren, como vice-prcsideule,obtive-
ra 189 votos.
e couyertoo-se mais agradavelmeiile que de coslu-
me. So Jorge permaneca pensativo e silencioso.
Aposto, disse-Ihe minha av, que cuidas ago-
ra nas bellas nuiles estrelladas, que passas sobre o
couvez de leu navio ?
Cora ell'eito, responden meu primo sorrindo
com cerla tristeza, eu cuidava que hei de deixar
brevemente lodos csses perfumes de rosas para ir
respirar o alcatrao.
Esla phrase impressionou-me recordaodo-me a
lolice que eu comraeltera ainda menina, a He pot-
sivel, disse comigo, que Jorge couserve-me rancor
desde tanlo lempo 1
i.iuiz enlao tentar algumas palavras de pozar pela
soa prxima partida ; mas elle respondeu-me com
lauta frieza, que senli-me logo desanimada.
Foi um bello serAo, Branca Tal he a m2ia das
lembraucas da moeidade, que as vezes meu pensa-
menlo toma ainda a levar-me a esse terrario roberlo
de llores, ondeen ouvia urna vo chara fallar-me em
tom baixo de un amor eterno debaixo de om co
sem auveus.
No dia seguinte Alplieo parti. Mo experimentei
emoctlo mu penivel no inomeiiln da despedida. Essa
separarlo nao havia de durar mais de ama semana, e
os das de espera lambem sao deleitosos. Demais,
nosso pobre corarao he lao pouco suseeptivel de urna
felicidade completa, que sent por isso urna especie
de fadiga. Parecia-me doce recolher-me e repousar
antes de proseguir uesse camiuho, em que enlao eu
aumente via llores, e em que brevemente havia de
adiar espinhos.
A partida do principe lornou a dar eerta liberda-
de as nossas relaroes de familia. Com a affibilidade
pouco meritoria das pessoas felizes moslrei-me ama-
vcl, solicita e atlepciosa para com rniulia lia, amiga-
vel para com Jorge, e risonha para com Noemi. A-
chava que nAo devia mais estar na defensiva como
em presenta de Alpheo, alim de eslar sempre prump-
la para susteula-lo ou para vinga-lo. O primeiro dia
passou-se bem sob a con lico de trocar tmente pa-
lavras insignificantes e maneiras polidas ; pois urna
verdadeira inlimidade pareca que nunca havia de
existir entre nos. De noite fiquei salisfeila de poder
achar-me so com meus pensamenlot. Qoando meltia
minhat joias na caixinba vi ahi um billiele lacrado e
guarnecido de preto ; abri-o pressa ; eis-aqui sea
conleudo:
o Senhora.
o Urna pessoa que tem mil razOet para odia-la, e
qae todava tem piedade de soa moeidade e de sua
inexperiencia, d-lhe um conselho salular. Benun-
cie para sempre an principe Alpheo Michaelis. Se
desprezar esle conselho, camiiiliai voluntariamente
a um abysmo. Beraia a pena sobre loa cabera.
Estupefacta e tremola aaile vjolciitmenle'a cam-
e rogava ao paiuha para que minha camarista p\plicasse-rae es-
priucipe que lossc sem demora a Paris, alim do ter- se enigma ; porcm una reflexao sbita inspimu-me
minar um negocio importante, nao sei se de heraajea asss prudencia para conter minha emoi Ao inlerro-
00 ?e!t""*-i ."UC(; ln|P"r,av:'"e I Enlao liz conio I gando-a. Era urna joven camponeza de iossa aldeia,
que mereca mulla conlianca. Ella asseverou-me
os cobardes que senlem-sc corajosos depois de pas-
sado o perigo, indignei-ine conlra minha desconfi-
anza. Ueuni-me an circulo. Alpheo fallou natural-
mente de sua partida, e declarou o motivo. Minha
avii rerlamon.
No meu lempo, disse ella, nm homem lrsv:i
sempre, e man lava bagiar os prnriiradore-.
f.luer que eu fara assim ? disse-me o principe
em voz bai>a.
Nilo, rirlafnenle, respond eu, -.eria diividar
ainda de voss.
O serio foi ilelcio-o. lomou-.e u cha un Urraca,
que uo mellra nenlium papel ua caiiinha dejlas.
Li e reli o lerrvel bilhete durante graade parto da
""te sem reparar que velava. Entregava-me as ron-
jerluras mais invprnsimei- acensando a Jorge 011 a Nne-
mi. Na manhaa seguinte oliservei-lhesalleiitanii'iile o
semblante para prorurar nelles um vrligio de mali-
cia 011 de compliridade. NAo pude eorpreniler nada
qne te Ihe ussemelhnsse Alm de que urna vor in-
terior dizia-me bem alio, que ambos eram iorapa-
7es de tAo cruel m\ slilicarn.
Ha noile sub minha cmara rom um temor im-
reforma judiciaria de 3 da dezemhro de I8H, eoseu buirAo de jolgarem o masistrado*, quzesse pnva-
respectivo regulamenlo de 31 de Janeiro de I8J2,1 las dessas funcees, Irausfurmando em urna burla,
quanto forma essencial e jurdica do processo, pro-1 a deslruindo por essa forma esses artigos da consli-
priainenledilo, conlcmas me PARA.
Reverso da representacSo dos Sis. magis-
Irados desta capital.
I." Parle.
Com a devida venia.
Limos no Trezc de Maio n. 850 de 10 de selem-
bro a rcpresciilar;io, que ao Exm. Sr. presidente da
provincia dirigirn) os Srs. Da. Jlo li ipti-ta on-
Calvet Campo., chefe da polica da provincia. Af-
fonso Arthur de Almeida e Albuquerque, e Frau-
cisco Jos Furtado, juizes de direilo da primeira-r
segunda vara da comarca desta capital, Jos de
Aranjo Roso Danim, juz municipal do termo dn
mesma, e Maximiano Franeisco Duarte, jniz de or-
phaos do mesmo termo, imputando virulentamente
a' assemblca legislativa desla provincia ter usur-
pado allribuicou, que Ihe nao compelen], por ler
sob o parecer de urna commssAo especial, nomeada
na forma do arl. til da lei de 15 de oulobro de 1827,
reconhecido que a forma do processo estabelecida
pelo cud. do proc, e regulamenlo das rolamos do
imperio para os crimes de respousabilidade dos ma-
gistrados, he a que devia seguir no processo, que
liaba de formar ao signatario Jos de Aranjo Ruso
Danirn. por queixa do bacharel Jos Vicente Tei-
xeira Ponce de Leou.subdilo portuguez, recorrendo
a' lei de 15 de oulubro de 1H27 nos cazos amistas, e
imprevistos.
licuaremos de parte o que se atlriboe aos Srs.
Drs. I 111 lado, e Campo. : elles que se justifiquen),
e deslruam a evidencia da verdade.
A opiniao publica nao se illodio ; esla' em dia
com todos os (actos ; achate habilitada, e he a com-
petente, para tobranceira as auriga- e manejos pos-
tes ein pralica, julsar da moralidade, e boa fe com
que proceder, m os cinco signatarios.
Analiza a representarlo o art. ."> da lei da inler-
possivel de dominar. Na caiiinha acliei segundo bi-
nan lacrado de preto como o primeiro, e conleudo
eslas Im Vi- :
u Cuidado A senhora esta sobre a borda de un
precipicio. Arranque curajosamenle as llores enve-
nenadas que o cobrem, e ento elle apparecer-lhe-
ha em lodo o seu horror. Pela sua felicidade, pela
sua vida, renuncie para sempre ao hornera ingrato
que nunca amoo-a.
Fura mol longo transcrever aqui todas as carias
que recebi assim. Demais, chego a um momento tao
doloroso de descrever, que desejo abreviar a larefa
que me impuz. Durante urna semana iuleira estes
bilhetes mysleriosos perseguiram-me a toda a hora.
Eu achava-os em 0111 livro comee.ado, em um
ramalhele. a meus pes em urna roa do jardim, e lo-
das as n ote- na fatal caiiinha de joias. Urnas vezes
elles conlinham prophecias sombras c .mearas ter-
rveis ; oolras vezes um desenho fnebre, um lumu-
lo ou ama caveira. A's vezes minha imaginaran exal-
tada induzia-me a ver alguma cousa sobrenatural
nessa perseguidlo obstinada ; porm qnasi sempre
eu adevinhava um plano de vinaanra concebido por
urna rival abandonada, e as lorturas do ciume reu-
111.un--e aos outros meos tormentus.
Alplieo escreveu .1 minha av urna caria respeilo-
sa e lerna, em que lamenlava a Icnlidao e a lyran-
nia dos empreaados ne justlca, os quaes exigiam
anda toa preseura por oulra seraena. Nao podeudo
mais supportar minha posirflo, nAo tendo janlo de
mira nenhuma pessoa, a quera quzesse confiar meu
segredo, determinei-mu a escrever ao principe, cou-
lar-lhe ludo, echama-lo para junto de mira com
as mais lemas instancias.
ceiloi ; e smente variam ou modificam-se cm re- I
laca 1 A nalureza e coudires do tribunal ou juiz,
que tem de excrcer a jurisdicco nas duas parles
distinctas do processofrmaco da culpa,julga-
menlo.
Se estas formas esto eslabelecidas, porque 11A0
podem ser observadas pelas assemhlat provinciaes.
segundo a sua natureza e ronslituirAo,-ordeuaudu o
arligo 5. da lei da interprelar,Ao, que nos crimes de
respousabilidade dos masislrados, que ellas liverem
de julgar, abservarAo a forma do processo para laes
casos anteriormente estabetecida.
Onde esla, o em qoe cousislo esse perigo de que
fallara os signatarios J porque motivo eses ciuco ju-
riscoiiiollos, nao demonstraran) com argumento- e
razes jurdicas, que a forme do processo, que a
coininiao e a assemblca reconhecera legal para o
caso de crime de reponsabilidade do magistrado,
que (inha de julgar, c que regula laes processns pe-
ranle as relaroes e juizes de direito, Irazia confusao
ou transtorno a ordem do processo do juiz aeeusado
pela preterirlo de formulas esseneiaes ou accesso-
rias '.'Porque conheceram senaduvida, que por ahi
nAo iam bem. Na deficiencia de ra/.Oesdoutrinaes,
fizeram grandes roderas para predispor a atlencAo,
empregaudo expresses sarcasticas e desairosas para
iulillrarem o seu veneuo com energa contra a as-
serubla.
A cemmisso e a assemblca nAo foram escolher
leis, nem Ihe era livre proceder sua vonlade, pan
formar o processo. Foi consulta la a legislarlo toda,
reconbeceram e sujeilaram-se a que era positiva pa-
ra o caso de respousahilidadedos magistrados de que
se Iratava, e i que por analoga, segundu a nsture-
zae constituirlo da mesma assemblca, nao podia
deixar de correr, como direito subsidiario, nos casos
omissos e imprevistos por tal motivo na legislarlo
posiliva.
Se os signatarios recnnhecem que viaoram as leis
penaos anteriores da inlerprelacao, sao coolradir-
lorios lepellindo o mesmo principio quanlo as leis,
lamliem aaleriorcs 3 da inlerprelacao, que regulara
a formado respeclivo processo para laes casos. Por
que vigorando as leis penaes, para as assemhlas de-
crelarem a suspensAo ou demis-Ao dos magistrados,
nao podem vigorar para o mesmo fim as que regu-
lara a forma do processo do respunsaliidade dos
magistrados em laes casos'?
lie contradirAo cega, prelender-se que nesle caso
he necessario nina lei anteriormente an processn.que
a assembla liver de formar, e posterior a lei da in-
lerprelacAo ; e vice versa 110 que lie mais melindro-
so, na decreta'..! 1 da pena.
Os signatarios dizem, que se os legisladores qoi-
zessem que as le. reguladoras dos processos de cri-
me de re-pon.ahlela l- dos magisirados Tossem ap-
plicaveis pelas assemblat. leriam feilo menclo da
lei ou leis applicaveis. E a assembla reconheceo,
e o bom sent commum luostra, que se ot legislado-
res nao quizesseiu que segundo e quanto a forma essencial dos processos de responss-
bilidadedos fiinccioiianos pblicos, e smenle alte-
radas quanto a natureza e condiroes do tribunal 00
juiz as assemhlas proce.lesero nAo determinariam
na lerceira parle do arligo 5. da inlerprelacao do ac-
to addicional, 011 observando a forma do" processo
para laes casos 1 casos restrictos na segunda parle
desse artigo' anteriormente eslabelecida, nem passa-
ria a dar no arligo (i. a forma do decreto da suspen-
sAo ou demissao.
Se a mente do legislador fosse, que sem ama lei
especial promulgada posteriormente a le da mler-
prelarAo nlo podessem as assemhlas fuuccionar co-
mo tribunal de juslira, teria ditoobservando a for-
ma eslahelecer, 011 for eslabelecida.
Para os signatario! se arra.larem al ao poolo que
miravam, viram-se ohrigados a sophismar o rtico
5. da lei da interpretarlo do acto addicional de urna
maoeira lAo palpavel, que, sem duvida com a mAo
na consciencia, julgaram por si a assemblca, quan-
mnar ama emor,Ao pungente. Minha av aecusava
o calor, a delulidade de meus nervo. Ella raandnu
abrir a janella, fon;ou-me a respirar espirilos. Ob-
tiveemm a permisslo de voltar para a minha c-
mara, e de litar s pretextando dores de cabera, e a
necessidade de dormir.
Sim, minha lilha, eu eslava sozinha na hora da
provaro, nesse familia que alias era a minha. Eu
ainava lernamenle minha av; porm acbava-a mili-
to idosa e mui frivola para [al-la minha confiden-
te. Alem de qoe entregar meu segredo nAo era lal-
vez renunciar i minha felicidade ? Entrevralo o
tuicAo. A opimo a publica tem encarado como dig-
no da maisaoslera censura, que cinco magistrados
se colligassem para irrogar essa allronla aos legis-
ladores hrasileiros, lornando-os incursos ooarl.St
do cod. crim.,para lograrem o goslinho de otl'eu-
derem e desairarem o tribunal seu superior, e com-
petente para os julgar,por ser a auembla com-
uma aseemblca de 28 membrot!Na* ; lea <,_
qulz foi vedar etpreasamcole, que ai leis ensatase..
como as dn procetto, nos casos a qae sa islin*. h-
vestem elleilo retroacliro ;e qoe a* e.ciMr*
provinciaes pndestem caasliluir-te em Inanmal de
jutli^a sem lei especial qee regalaste marra*) tto
procesto, que ellas deviam observar ceta* tribtfltaet
de juslira. II* itlo o qae retolla da lellra da le
e dos principio!. O mais seria ama aeradles *q
urna iiiutilida Ir, o que se alo pode sappr, pete
aquella le leve por lim especial reprimir os 1
posta de homens que nAo commungam com a sua das assemhlas provinciaes.
poltica provincial. He a opinilo publica a qoe nos
referimos ; he ella que assim (em encarado esa le-
presentarlo, seas lilis e seus elleilos ; he ella que
vio em ludo isso om meio de iuduzirem o Exm. Sr.
presidente da provmria a indi-por-se com os mem-
bros da assembla legislativa provincial evlraugu-
lando a independencia, equilibrio e harmouia com
esse corpo poltico e deliberante da provincia, que
Ihe eslava prestando o mais decidido o franco apoto.
A opiniAo publica tem acompauh.ido e reaislrado
lodos os faclos ; a ella nos referimos completamen-
te no apreciatnenlo da moralidade da conducta da
assemblca e dos seas adversarios.
Pelos referidos arts. 4., 5. e (i. da lei da inter-
pretarlo, foi ludo providenciado e rogularisado, de-
terminando :
1. Qoe as assemhlas legislativas provinciaes pro-
ceder como tribunal de juslira lia decrelarAo da
suspensao, ou demi.sAo dos magistrados.
2. Oue somenle poderao impr laes penas em vir-
lude de queixa por crime de respousabilidade a que
essat penas esliverem impostas por leis crimina
anteriores.
3. oue observarAo a forma do processo para laes
casos tcasos de crimes de respon-ahilidade em qae
tem lugar a suspensao ou demissloi anteriormente se reprimera com abusos e meaos esos friadn. c
eslabelecida. qae por consequeucia he ama ojuria ae peder I*-
i. Que o decreto da nspenslo nu demissao rieve-i cislativo geral o dizerem os tignalaries, qae e ho-
ra comer n rotatorio do facto, a citarle da lei, em i da iiilrrpirlar/ioloi vedar e\pre-amaule qa* atas-
que o magistrado esla iuciirso, c urna succinia e\- embicas prorinciaet pode-em con-liluir-si- esa In
posic.lo dos fundamentos capilacs da deo-ao lo-. Iiunal de juslica tem lei especial qae resalas** a
mada. marcha dn proceso,que ella devi*ea tegtm r-
Se a forma do processo que as assemblcas tem de mo tribunal de jaslira. mrqaanii. em tal case rae
observar, nao fosse aulcrioiiiicnle e-labelecida para 1 lena leilo, romo a raza natural 1- e m*lraa)d*.
os casos de crimes de respousabilidade em que era .eui lugar de inleipretar em Iret arligo* esto :
lera lugar a suspensAo 011 demissao dos magisirados 7. do aclo addieinnal, dando no ultime dellet a lew-
1 .randes -ao 01 e-forros de dialctica, pregd
neste segando ponto para sophismar a lei. iarrrteti-
du principios rrrdedeirot para cesa elles ai duna
os -igulanos argumentar.
Rceonbecemot, e 11 o distemos na priraeiri parle
do nosso humilde trabalho, qae a lei de li de 1
de 1810, leve por fim especial reprimir ot ato
assemblat provinriaes.inle pretaodo a I gamas 1
sienes do aclo addicional.
O parecer da eommissio foi o priraeare a rer.
nhecer e a declarar qoe ai qaettoee sobre e compe-
tencia das asemblra jolgarem m magistrados a *a-
Irat de temelhanle magnitade, levadas ae aaaaaatV
nienlo do poder legitlatir* geral, rimtliaads e
embararando a administrarlo public, iraraea en-
lir a necessidade de serea interpretadas il|amn
dispotiret do acto addicional, e qoe pe* itt* lera
promulgada etsa lei de 12 de maio de I8MJ.
Eslabelecendo ot sianalanos que lim eioerial
da interprelac.il do aclo addicional foi npilmil ...
abasos dat attembleat provinciae.. compre etaoai-
nara natureza dot abusoseommellides a resacit*
detie do art. 11 do arl* addicional,pera baaa
se conhecer a razio e o sentido ds toa laterareia-
rAo, dentro do rigoroso principio de qee abasteis n**
nicos que as assemhlas, e somenle por queixa,
podem julgar ao que vinha o arl. li., dando a forma
ira do decreto da suspen-ao 011 drini.-ao, eje* ke a
ultimo aclo do processo de jolgamenlo praeaejlgar
Nngucm reclama-me em parle alguma, Albi-
na, c nao possn deixar a vossr assim, coulinuou meu
primo com certa insislenria. Alem de qne de-de
malta lempo procuro ein vao urna occasifo de fallar-
Iheein particular ; perniilla-me que aproveite esla.
l'emendo ser interrumpido vou fazer-lhe l'ma per-
-unta sem preamhuln : Porque que he qae \o-sc
t r.il.i- me como inimigo '.'
Como inimigo, Jorge '.' exclamei eu mui con-
fusa.
Sim, como inimigo, e desde minha infancia,
sem que eu tenha jamis podido adevinhar o motivo
liciente declarar eesse arl.
rao, que at assemblcas
tac.10 da sospeii-lo ou
do. estavam tojeilas as
da lei da 1 iterarela-
proviaciaet aa derrr-
Ornm-jo ita* macMra-
it geraesproceden**
da senlenca antes de haver forma do processo, sen- essa lei especial. Mat ns legitladorce julg.r.ne. sel
do ella a ulliina parle do mesmo processo'.'
I1111I1I,inepto e ocioso seria o arl. (S. da lei da in-
tei prelarlo do acto addicional, se elle 11A0 fosse o
complemento do art. 5.
Irrisorio seria que sem estar eslabelecida a forma
do processo se estabelecesse a forma do seu ultimo
aclo A legislarlo tola relativa a forma do proces-
so, principia pelo seo primeiro aclo, continua a es-
lahelecer o curso do processo, al chegar senten-
ea. lie justamente o que se observa not arts. i.,
5. e ti. da lei da interpretar lo do acto addicional.
O arl. exelue da airada das assemblcas os mem-
bros das retacos e tribunaes superiores, para que
as assemblcas nao se excedessem.
O art. 5. determina como, em que casos c por que
leis devein julgar o magistrados.
O arl. (i. eslabelere a forma di senl3nea, isto he
eslabelece a concluslo do processo, que nao etitlia
eslabelecida.
O snphisma dos signatarios he palpavel em nossa
homilssima opinilo. He genrica a primeira parle
do arl. 5. da citada lei da interpretarlo, ordenando
que as assemblcas procedan)como tribunal de jus-
lica na decretacao da suspensAo dos magistrados ;
he restricta a segunda parte, declarando que s po-
dem imp'ir taes penai em virtud* de queixa pur
crime de responsabilidade, a qoe ellas pena- este-
jam impostas por leis criminaes anteriores ; be cx-
einplilicaliva ou indicativa a lerceira parle que diz
observando < assembla constituida em Ir tamal
de juslira< a forma do processo para taes casos cri-
mes de res|ionsahilidade, a que se refere a segunda
paite do arliao, e por conseqaencia em que 10 con-
verle a assembla em tribunal de juslica anterior-
mente eslabelecida.
Mas nem lorcendo os signatarios .1 sua vonlade
naufragio agarrava-me loucamenie is mtnhas ulli- NAo defenda-se ; as vezes sentimos antipata
mas e.peranras. Abandonei-me ao meu desespero
romo una menina que offresse urna resistencia pe-
la primeira vez. Dos nAo d sua paz a essas dore.
in>ensatas.
No fim de algumas horas nm pcnsamcnlo atra-
vessnn-me sbitamente o espirito. Corri a caixinha
de joias, e abi achei um bilhele assim concebido :
n He lempo, senhora. de fazer-lhe conhecer e; -
fim a verdade ; poupar-lb'a seria falsa piedade. Al-
pheo Michaelis nunca sera seu esposo. Se elle ousas-,
te cnuduzi-la ao aliar, ve-la-hia cahir a seus ps ba-
nhada de|sangue. Se tem ; coragem de saber tudo,
venha sera receioesla noite as oilo horas grade do
pai que exterior. Enlao serlo nico arbitro de sua
sorle.
No estado de exaltaclo em que eu achava-me nAo
hesitei um instante.
Hei de ir, exclamei, acontece o que acontecer,
pouco importa-me agora '
Ha na vida momento
Imitaras, e nao teria razAo de queixar-rae, se urna
cirruinsiancia particular nao forcasse-me a urna ex-
plicarlo. Creio, minha prima, que nesle momento
vosse deve desejar o conselho de am amigo, e venho
dizer-lhe francamente que e precisa de auxilio, of-
(erero-lheo mea.
lente i balbuciar urna resposta, urna justificscAo,
mas nAo foi-me pnssivel. Esse offerecimenlo leal,
imprevisto desarmara meu orgulho.
Elle conlinuoo assim :
NAo d-se ao Irahalho de confiar-me um segre-
do que Ihe seria penivel revelar. Fallarei por voss.
Se eu enganasse-me, vnssr me desmentira. NAo vem
aqui esla noile para tomar ar, porm para encontrar
urna pessoa que quer perde la, una creatura indig-
na de ser communicada pelaaenle de sua qualidade !
Era tal caso, Albina, ama mulher hesita, teme, con-
fia, seu -e-rede a um prente, a um amigo, a quem
enrarre&a de esclarecer urna iutriga que poderia
mancha-la.
Estas palavras foram pronunciadas com tal digni-
s decisivos, em que as nature-
zas mais fracas adquirem uina forja ficticia, febril, a
Depois de escrever essa caria de manilla para nao I qual irrebala-as e lance-ai muitas vezes ao encontr dade, tai ceento de"tiocridado qua no estado de'so-
lliviada. Na cega coufi- | do penaos que 11A0 leara podido afrontar na raspe- | lamento e de exallacio em qae ackav.i-me, tocaram-
rae profundamente.
anra dn amo- eu esperara tudo de Alplieo : prolec- \ ra. Nao he lir-neza, nem coragem ; mas una evaila-
cAo, felicidade. Parecia-rae que eu era a victima de lacjb) nervosa que produz umis vezes fallas irrepara-
uma machinarAo, que urna palavra sua bastara para
baldar.
Pareci ao almuro menos abatida que nos dias pre-
cedentes ; minha av reparando-o di Bravo, Albina, eslas melhor boje Por favor
nao fajas om drama de pouens dias de ausencia Fi-
quemoi na comedia ; he o nico genero em que an-
da posso lomar ura papel. Mas", a proposito de dra-
ma, TOeses saben) que existe perlo daqui urna mu-
lher mysteriosa '.'
Cada um exprimi eu espanto. Eu esrutava com
vaga inquietaran.
Nln teus lenlares de imitar o cavalleirn de
Avenel, Jorge, tornou minha av, lu que leus 0
mesmo uome '.'
Em que lorrinhs deve-se passar a noile para
ver essa mullirr mysteriosa '.' pergnntoo Mr. de Brai-
zieux soirindo. lie moja, formosa ".' Falla do pas-
sado ou do futuro '.'
Est vislo que he maca, accrescentou minha
av. Na minha idade ningoem vai s lorrinhas |ora
fazer vises; se ella falla, dve ser do fuluro : pois
lodos sahem seu passado, e nao precisara que se Ih'o
record. Mas he de nolar que ella anda toda vesli-
veis, oulrai vezss actos de herosmo seguidos quasi
sempre de inercia e de abalimentn.
Keparci .1 presta a desordem de raeu vestuario e
I' i no 1 n lo o rosto com agaa fria para fazer desappa-
reeer at 01 vestiaios de minhat lagrimas, senli-me
quasi tranquilla. Janlei mesa alim de poder sabir
depois do castello jem atlrahir a attenco. Ningoem
olTereceu-se para acompauhar-me, porqac eu pei-
Corria do ordinario sozinha todo o jardim o par-
que, e em um da de enxaquela o ar livre he pres-
criplo. Davam ele hora, e meia no relogio do sallo,
quando dirigi-rae para o lugar da lerrvel entrevis-
ta. Pouco depois scnlindo-me solada ne'se grande
parque solitario, live mudo. Aleo rorar de meu ve-
como tribunaes de juslicasomenle per qaeisa,
dendo impr aquellas |ieoas de deaitse ea aspen -
tae, llrenme ile respousabilidade, a qee elle et-
irpim impo-i.n por leis criminses salariares sbier-
rando a forma do processo para lace rasos r**> de
respousabilidade a qae entejam impasta* as peau.
de suspensAo 00 demitsao anlenormonle e-ltl.-lr
cid*.
A interpretarn tere por fim obelar, ejoe ae *-
Idea- provinciaes icgisl.istem tobra laa* aaaaaaB**,
irapondo penas de suspen.ao a deostae aa* >-
Irados, c inverlendo as formas de processo etUacte-
ridas por leit aerar-, como fez a t sembles de Rto
1 .randa do Norte, o qae se vr do vite de 12 de de-
zemhro de IHlii.
Se a mente dn legislador fosse, come qeeresa ae
signalariot, vedar ex prstenteme que et meaoblea .
provinciaet podetiem constilair-st em Inbanal da
j o. 1 ir ti sem lei especial qae regale a merrb* da ae-
re-so, leria o arl. 5. da lei da inler|irelare se ex
presssdo detta nanrira, oa lena dits seenalaadu
a forma de precesse qae te rettobeleeer, ee reate
semclhanle. Nlo era precise diier, caca* qaeretn
us signatarios, observando a forma de pteteese ai-
isleule, ou segando a forma do procese* ettabeleri-
da para os magistrados^perqoaato teta ajetaan
esli dito nas soat palavrasobterraade forr.* d*
processo para laet rasos cates de crimes de raapaai-
sabilidade doe macislradoi de qae -rnenle treta "
irtigo anleriormeole eslabelecida.
Se lal fuste, repelimos, a senla do leai-ladm es-
sa lei especial leria logo tido prornalgada, peas sjaa
confitso completa. Elle ditse-sae qnea malber mv-
leriota era nma aoliga actriz de am tbeatrialie'4*
pas-eio poldico, que eslirera moilo lempa eaapre-
gado em seu terviro emqaanle o principe osara**
com ella em um hotel do bairio de Nmil llaaiaec ;
qae desesperada pelo abandono do principe ella etat-
ecuira chama-lo a Paris debis* de am fal-o ate-
lexto para aterrar vos.- volitarle a forra-la a re-
nunciar a elle. O desgranado Vctor coaei.eo-eae
tremendo que fra cncarresaeo de collacar bilbcie
em sua cmara e em oulra. parles. Aesim retes- >
lera. Albina o irahalho de fazer-me ama cenhdea-
cia penivel. Agor* rogo-lhe pelo sea repease, pela
nossa familia commum quo nermla me e^e a tak-
litua nesla entrevista, i.iuando esta mulher Mr a
mi-si- prolegids ternera 1 sen turno, e vosee Acara li-
vre de ama perseguidlo odiosa.
Eu estar torlurada. Heixara-* taller tentara e
silenciosa como om culpado diante de am jaii. Em-
fim exclamei levadt da violencia da ateas sealt-
menloi:
Mas vots nlo sabe qae miaba felicidade sera
qaehrada na Iota Nlo sabe qae se lesa*, nao Im a
noile nem a mofle ; he perd de tedas as eseeeaa-
ras que ligam-me vida f Talvez esea malber le-
lil,1 menudo. Devo renunciar aa harneas qae eeti -
mo, que amo, somenle pelo tea teslemaabo 7
Por cerlo que nlo. Farei teda o qae depender
de Brisa para detcobrir a verdade nette cabo. Se-
melhaole mulher nlo merece ronlunri ; te elle aaV*
derme prnvat irrecusaveit em apeie de saas pala-
vras ; p.irlirei aminhla com sea salornaacle para
Parie, irci ter com o principe, |iedir-the-k iafe<-
mai.et dignas de le, e se elle joslilicar-te, reate pe-
der anda ser feliz.
Pois bem, Jorge '. exclamei, esloo prnnipla
para aceitar a prolerrao que voss otlerece-me ; mas
debaixo de urna su cundirlo aconlera o que acon-
tecer voss nunca trahir meo segredo nem mesmo
em meu inleresse e dianle de nossa familia. Creia
que esla reslricrlo nao me he imposta por nenlium .
senlimenlo de desconfiauca : desejo ser sempre se-
nhora de minha sorle, nao quero ser salva contra mi-
nha vonlade.
Dou-lhc minha palavra de honra, respondeu
.Mr. de Braizieux, seu uome he tamhem o meu, e
es-a garanlia devia bastar- Ihe na falla de conlianca.
Agora delie-me contar-Ule como eu sobe seu se-
gredo.
lia poneos das pisseiandu nesle parque a|ianhei
----------------------------- _-,------------,--------- |,B -> .--j.v |->a> >| >.', i|'iiiHit;i
nao sonre a relva causava-me susto ; estire piesles a entre as hervas um bilhele, li-o, erora grande -or-
fugir, mas orna altracran irresislivcl arrebaton-me, preza micha nelle achei imeacaa feilas em estvlo de
eu quz jogiir o meu desliuo, perde-lo 011 sal-1 melodrama que seaundo lodas as ap|iarencia 11 io po
VJ"I"- diatn dirigir-e sanio a soas. Lamban lo-me da ex-
No momenln em que eu chegava grade de ferro pressao do (error e-lampa la em seu semblante desd*
que separa o jardim do parque exterior, e-lrcnieri ] nlgain lempo, rene fcilmente os lias dessa intriga
oiiv.ncio um rumor de pasos. Una voz conliecida reuneiii-se os pedaros de urna caria para rerompor-
chegou-roe aos ouvidos, era a de Jorge.
Voss he mui corajosa, minha prit
prima, disse-me
elle, com arenlo de zombaria, de patsear aqui a laes
da de preto, como o ptgem de M.irlboraugh, e Iraz I horas. Poderia encontrar alauus Vagabundos,
ura vn lgubre sobre o roslo. Dbwm que mora pr- I N'Ao receio nada, re lo daqui, emea-a de pessoas pobres, tt qaaesdfio on- fua. Pstelo nesle p.rque desde minha infancia sera
rosera rnnlaera lioca de pirn (rigneirn. encontrar nanea onlrm vagabundos senao parlara
Receto, dissa minha lia framente, que esta j .asalo.
deronherida ser. aloum.i rigaria .up and., de va- Jar1- arrrilai
gem mais brandara.
i.omlodo, iixclaiiion Nrnjaii, nu podere mais Obrigadi : Preciso de er, e -eria demasiado
dormir I Mas, veiam como Albina esta paluda egosmo rsle-lo aim frs dn salo, ondt -rmdnvida
\rudo-me ol.jerio da alinelo gtral consegu do- o reclaman). ?
S
Ihe o sentido.
A historia da
minhat sospeita
mainu mysteriosa vcio confirmar
A' forra de observar e de inler-
Saradi a cabera com am cesto de ineredeMadr.
Deite-me ti, Jorge I Melhor do qoe aiaaaeen
eu consegoirei coovencer essa mallier de aaaaltra e
de calumnia !
Nao tornou meo primo com firmeza, itte he
impossivel ; nlo posso nm.eiilir. Mbma, em dna-
la no poder de (al rrealera. Hei de arompanha-la.
011 de iih-lilui-la. Por cita noite ao menas coatide-
rc-ine como tea irmAo.
Poit v.i, disse-lhe ea ; mat lembre-sa de qae
deposito mais do que t vida em tan m*t.
Apoiei-me an seu braco. Onde elava miaba cera-
j aera de pouco antes ".' Meu ri rpo trema ; ea n* li-
nio lina, cnergie nem vonlade. Jorge qaz racea-
'lu/.ir-me ale perlo do caaleH*. lUminhaotae lenis -
ment sem [iroferir urna t | alavra ; nnenle rbe-
aando ao poial elle riiste-me com voz alterad* .
Obrigado, Albina.
N nllei ao salao para aguardar a volla de Jaree.
No fim de doat huras mor ee elle entran crave,
pensativo, e alienando nlo olhar para mim : depoi-
f.illou de um negocio imprevislo. que forra\-m a ir
a Paris no da rauinle.
Enllo lodos vao-se '.' exeliinnu minha a,. ; be
men braco luiunn larga rom
rosar soube qoe una mulher inora sempre robera una deenra ronlacinsa. Tenho vonlade de arr,...,..,
de reoevellida de preto alojara-se porto daqui em lamhem minhat mala., qaem abe al.- ende ..I
rasa de uns pobres aldeu.es, que nao.ahia qu.s. aun- chocar e.a ii.lloenria Ao men.. Iiaaa-no n L,K.
ra. mis que um dos criados do raslello, \ ,c(or ia lo- r,pe. I.ievlhe que ni m.nl.a .dade nln pode-e na.-
dns oa aiasa ehoaptoaa ronverava lonnamenle esperar, e qo.- esln.i anr,oa por >t. ,ll,n.....
com alia. Este homem empre parecer-me d..i,- ra hnde com o ilHailll de nolia,
mulado, e indigno da ronhsnra de n.sa av Pedi i Balas p,|a,ras nlnram-ni* soi^e ,. cora. .* rea*..
que fosse despedido hoja metmn no momenln de nma trerhs agodt Nin roiiM-m fallar di vida o d.
tua retirada chami-n otlereci-lhe pagar toa tranque- sol 10 moribuiido-
za ou Jsuniiritr sua conducs tjostia!. Obliva um.i' Tniflunai '-**
MUTILADO


n-mo be Muiiueo me* feiia a 11 iovihxo et i$si
a sua l.ilt.i imporlava mesmo que destruir, nulli-
ficar ou suspender o :-7. do arl. II do acto a ciunal, que faz parte integrante da censliluiruo, pri-
vando as assemblas legislativas provinciaes Je con-
linoarem no pleno eiercicio de suas iuncr6es, e
tal (hi-Io implicara com o arl. 8 do cod. crim.
E pois que o fim da le da interpretarlo do acto
addicional foi reprimir abusos, e por aviso de l de
dezembro de 1830, que o signaiarios da represeula-
c,ao reconhecem, e denominam nunjislral, ja linlia si-
do declarado que as assemblas provinciaes nao po-
dem legislar sobre a forma do proettso, he evidente
que ou dos molivos porque foi interpretado o S 7,
lo arl. II do acto addiciuiial foi o ahu-o de algoiuas
assemblas terem Itgiilado sobre a forma do procedo
para os ci mies de responsabilidade dos magistra-
dos.
Condecido pois que esie foi un dos abasos com-
mellidos, condecida esla urna das raies da interpre-
lraa do ; 7. do arl. 11 do acto addicioual, e a in-
genusima necessidade de se declarar a forma do
processo, sendo por iiso que o arl. .'>. da lei da inle-
I relico mandn observar a forma do proceiso para
lae* casos (caaos de rrime de responsabilidade dns
magistrados) anteriormente eslabelecido, e o arl. (i.
di a forma da senlenra.
iii'in nutra intclligeneia nos partee que admitte
n hom senso, e n sua razo, por quanln seudo o acto
addicioual datado de I de agosto de M >',, e estando
as assemblas provinciaes no pleno exercicio da im-
portante allribuieao de julgar os magistrados, lie in-
Icmpeslivo aventurar, que a interpretarlo do x 7.
do arl. 11 do acto addicional, leve por lim vedar ex-
pressamenle qne as assemblas se conslituisiem em
tribunal de juslira, e que para isso a dila inlerprela-
ro tijera o exercicia dessa importante atlribuiro
dependente de urna lei especial sobre a forma do
processo, que devero ellas seguir. A concluso lgi-
ca de semelhanie opinio lie que nao tem sido pro-
mulgada essa cogitada lei especial, como meio de
obslar, i|uc as assemblas, que antes da interpreta-
rlo nao prorautgaram leis sobre a forma do proces-
se, ou que promulgando-as, foram derrocadas, ou
suspensas, possain extreer urna de suas mais impor-
tantes allribuiroes.
tem se pode clarificar de blasfemia jurdica, (e na
riMliia.1,! nos liorrorisa ver sabir da peona de um
profeasional Ilustrado, como o Sr. L)r. francisco
Jos Furlado, lamanlia injuria feita a sua esclareci-
da inlelligencia, e a sua replanlo,) e firmada em
urna representarlo por cinco jurisconsultos, lodos
magistrados, essa asserc,o proferida em tom senten-
cioso, e dogmtico.tv"llo isto o qoe resolta Ja letra
e espirito ra lei e Oos principios !!!
i.Hif f [ni le n ler a uaco brasileira nos scus re-
Diesenlanles, e no sistema constitucional, que fe-
lizmente oos rege; que momlidade sena preriso
suppor nos nossos legisladores, si o poder legislativo
geral, interpretando o acto addicional a constilui-
(o fundamental do imperio, para evitar os abusos,
que as assemblas de algomas provincia cstavam
commettendo, pensasse em commelter oulro roaior,
nma fraude, com o Pira de vedar que as as,embicas
legislativas das proriuciasdo imperio podessem cons-
liloir-se em tribunal de juslira, para nao exercerem
amadas sais mais importantes allril.uioes ?! Vai
para dezesele annoi, que o-aclo addicional foi inter-
pretado, sem qoe lenha sido promulgada essa lei es-
pecial sobre a forma do processu, cogitada pelos si-
gnatarios para sustentaren), que della depende a
realidade do 7, do arl. II do aclu addicional, que
nos seas inleresses nao dtve passar de urna fcelo !
Desde a promulgarn do acto addicional em iMi
est em vigor o 7. do sen arl. II, e cinco magis-
trados se collig3ram em 183b, lodos membros de um
dos partidos polticos da provincia, do qual os dous
primeiros passam por chefes directores, com o fim de
obslarem qoe a assembla provincial se convertesse
em tribunal de juttica, para exercer essa importante
.illrihuii.au l'olilica Eleices !
O qoe porem mais tem causado assombro sos lio-
mena de boa l. e Trizantes censuras, lie que o Sr.
Dr. Furtadn, o liberalo das franquezas provinciaes,
<> juiz municipal, que prendeu ao joiz de direilo,
seu superior, para vencer as eleicoes e fazer-se de-
pulado geral, segundo as folbas publicas, o l.uzia
genuino, esteja ai agando por es-a forma a fo do po-
vo nos bomens desse partido, qoe aqui o acalenta
com os priucipios liberaes para vencerem as elci-
ces!
He sem davina irrizoria urna lal inlelligencia da-
da aos arligos e ti da lei ue 12 de maio de I sin,
que iuterprelaram o 7, do ait. 11 do acto addicio-
nal, o que equivale a sua suspenso por 1(1 anuos,
n ale que seja promulgada essa cogitada lei espe-
cial, nao podendo a cnisliloicao ser suspensa seno
em algumas formalidad**, que caranlem a tiberdade
individual, porem por lempo limitado, e nos casos
de lelielli.m, ou invazo de inimigos pediudo a se-
guraora do Estado, por acto especial.Arl. .n ;
Vi da mesma consliluiro, a qual em nenhuma das
suas disposires conseiiie, que o poder legislativo
das provincias possa ser -u-pens de funecionar e ex-
ercer plenamente suas allribuiroes, antes o arl. 86
do cod. rrim. eslabelece a pena de :l a l anuos de
prisdo com trabalho ao qua tentar destruir algum,
ou alguns arligos da coiisiiluic.ao.
Entretanto 5 jurisconsultos, lodos magistrados, e
um delles aecusado peranle a assembla provincial,
por crime de responsabilidade, com o lim de induzi-
rcro o Exm. Sr. presidente da provincia a addiar a
mesma assemblca, que llie eslava prestando o mais
decidido e franco apoio, se colligaram e llie dirigi-
rn) essa representarlo, com termos e imputarles
ollrnsivas da dignidade desse corpo polilico provin-
cial, r da replalo de seas membros, na qual jul-
sarain multo proveiloso emillir aquella seutenca em
lo dogmtico.Ej-lle isto o que resulla da letra e
espiritoda lei e dos principios! Vedar expressamen-
le que as assemblas provinciaes exerc.au) plenamen-
te siies aftnbuires !!! E como para lanzar um es-
rarneo conclueni.O mais seria urna necedade Que
arrojo !!
MI uia o Brasil, e desgracados scriam os brasilei-
ros, se os nossos estadistas livessem de inlreprelar a
lellra, e espirito da cousliloieu, e das leis, pela
Lentedo. su na lar ni na occasio de se arranjarem,
combinarem, o colligarem para formular essa repre-
seotai.o 13o.mirificada !
I)s signatarios nao tendo que combater, levanla-
rao um caslello no ar, e o distruir3o victoriosamen-
te, dizendo. n Pretender-se que a anteiioridade das
leis lie menle em relarfto ao acto addicional, e nao
principalmente aos fados aecusadns be um erro gros-
seiro ou craso. l'or eisa iutelligeucia ou as leis do
processo nunca seria alteradas, ou ainda que refor-
madas subsisfiiriain sempre para os casos, em que as
assemblas provinciaes se quessem constituir em
Irinuoal de ju^tica : os magistrados nao privilegiados
seriam julgads segando a forma do processo peran-
la o jury, i|oe existia ao lempo do cod. do pro*.
crim, e aules -Ja lei de 3 de dezembro de 18i1 Se-
ria muito para ver esse processo trasplantado para
urna assembla de 28 membros '.
A doas especies de lei- se refere o arl. 5, da lei
da interpretarn, e sao as leis peuaes e as leis que
regulara a forma do proeesso. O que eotendeu a
commisso, e a B-semblea, foi que se as leis penaes
anteriores a que se refere aquello artigo, sao as que
exi(em em vigor desde antes do acto addicional,
pela mesaaa raio a forma do processo para laes ca-
sos casos de rrimes de responsabilidade de que tra-
ta o mesmo artigo; anteriormente eslabelecida, lie
lainbeu) as das leis em vigor desde antes do referi-
do acto addiciim.il.
E lucidado e-te ponto.rlaro est que o parecer da
inmini-sao nao eslabeleceu, uem cogitou esse prin-
cipio figurado, le combatido pelos signatarios, mas
circumscreveu-se a inlelligencia da disposic,ao con-
trovertida por elles, quando demouslrou (|u as leis
pelas quaes as assemblas provinciaes tem de regu-
lar-se mao he preciso dizer--em quanlo pelo poder
legislativo geral uao forem alteradas, ou substituidas,
sao as que txislem em vigor desde anles do aclo ad-
dicional, o qae sendo ellas anteriores ao laclo aecu-
sado, teve a con. mi-,lo em muita cunsiderac,3o o arl.
Ij8 II da constituir, e p>t tanto, nao se da o
elimo retroactivo qoe fuur.nn os sieuatarios. Essa
inlelligencia pois, que elles emprcslaram ao parecer
da oommissuu para aleija-lo, e 11 r- r argumentos qae
parecern) vanlajosos aos seus fius.ns a revertemos,
como me rubro dessa commissSo, aos que della se
lembraram, e lizeram uso, com lodos os corolarios
que dtduziram.
Os signatarios avistando no processo formado pela
assemblca do Cear ao juiz de direito interino Dr.
Jos I.uuror.ro de Castro e Silva um roebedo em que
iam naufragar, prelenderam livrar-.se delle com o
arl. 8, da lei da interpretar, caja disposie,o diz
As leis provinci es que forera opposlas a inlerpre-
laeao dada nos arligos precedentes "tollo se enlendem
revngadas pela promol&ar;o desta le, sem que ex-
pressameule o sejam por actos do poder legislativo
geral. >
U Dr. Jos l.oiircnro foi julsado em virlude de
uina lei provincial da assemblca datada de I i de se-
tembro de 1837 slabelerendo a forma do proceso
para os Crimea de responsabilidade dos magislrados,
que ella livesse de jolgar.
Mtense qae ess lei nada mais fez do que copiar
arligos da lei de 16 de oulnbro de 1827, e as dispo-
sicoes das qae d3o a forma do prores-o dos magis-
trados, citadas pelo parecer da cemmisso.
Antes dessa lei linha sido expedido o avio de 12
de dezembro de 1838, qne os signatarios recoiibecem
c declaram magistral.
I.ogo. sendo aquella lei da asemblca do Ceara'
poslerior a esse magistral aviso, leria sido necessiria-
inenle suspensa pelo governo imperial, c revogad*
pelo |ioder legislativo eral, se as suas di-posieoes
fossem contrarias a forma ilus proressos eslahelecida
por leis geraes anteriores (ou posteriores aoacto ad-
dicional, pela usurpado de allribuiroes, que llie
nao coinpeliam, como acontecen com a lei da as-
sembla do Kio lirande do Norte, deque traa aquel-
lo magistral aviso, expelido em re-uosta ao ollirio
do presidente daquclla provincia de 'J de outubro de
I83">, pedindo ao governo imperial a expedirn de
suas orlen- ao presidente da iclacao de l'erna'inbuco
alin) de que esse Iribunal se regulasse no julgarnen-
lodos leitos instaurados uessa provincia, e que liou-
' "fin de subir a rssa instancia, pelas leis proviu-
i i.i que linli.un sido sauccionadas por aquello mes-
illa presidente, visto que leudo sido......i provincia
alterada em muitos casos a maneira de pntcessar,
marcada pelas leis gerac, fazendo por ciemplo, de
rurso ordinario causas, que as leis geraes lizeram de
curso sumroario, e vice-versa, a nao observar a re-
layo esta nova marcha de processo peruana muito
< direilo dos litigantes.
O governo imperial no rilado magistral avisoues-
ir.inb i severamente ajo presidenta por luver rom
urna indiscreta e illcgai '.......rao. invenido a mar-
cha recular do procmoi que T aeudo ttabelee|-
la jior leii geraer > fura da esphera das asietnl.le-.
provini-M.. nlnpndeWr por ll alltradi j~\
aiiilinua o aviio magisir.lNenhom artiga do aclo | eslabelecer a ordem do proceno, observando l.'.r-1 principio inconcluso de recorrerse I leis nalrrai
addicional allnbueao poder legislativo da provincia |ina eslahelecida pelas leis geraes para os ca.us de \ anlogas, c na soa falta as das nares civilisadas
a raealdade de lesislar em laes casos, antes lli'ove- rrimes de responsabilidade dos ruiicriunarios publi- como direilo subsidiario, nos casos onustos ou duvi-
dou pela disposic,o genrica do arl. 12. eos. O grave mal resulla da falla de moralidmle e dosoi.
Diz ainda o magistral aviso as in-lrucrfies de
'.I de dezembro de 18.15, que Ihe foram iemeiliia<
em lempo competente se recommendou aos presi-
dentes das provincias a mais vigilante crrum*pcco
sobre senielbanle'assunipto ; e V. E\c. a despeno
ihi- a fonte de Indas as leis, a noisa consliluiro.
lida a saurro '.' lal he a boa lo, e a houestidade
com que esses cinco magistrados, formularam essa
ropro-rnlai..io recheiada de injurias e calumnias
contra o seu su|>erior, eompeleute para o* sentenciar
a' suspenso, ou demisao por crimrs de responsa-
de, lomaro a peilo desvirtuar os actos da assem-
de Indo rito lancciona arlos illegaes qne, seguudo a blca legislativa dista provincia, c loma-la odiosa e
sua mesma cxpressSo, v3o por em perigo o direilo desprrzivel aos olbos do vulgo, e ao longe, forjando
ilos llligantes, para solicitar depois ao governo que intrigas e calumuias protervas e abjectas, para con-
canonisc esses actos.
Examinemos essas instrucres de i) de dezembro
de 1835, de que traa aquelle magistral aviso, e que
li.nv. r ni por decreto ila ir.esma dala.
O artigo 5. dellas diz qoe < Os juizes de direilo,
sendo perpetuos, nao podem perder os lagares para
que forem nomeados seno em vilude de lenlenoa,
na forma do artigo 155 da ciiiisluiro. Esla sen-
tenca porem pode ser proferida, on em juizo con-
tencioso, ou nos termos do arl. II j 7. do acto ad-
dicional pela respectiva assembla provincia!, a quem
compele e-labelerer o proceses, que ueste uIIhiio
caso devera segoir-se, para venlicar-se a suspen-.o,
ou demisso, sem que por isso deixe o mesmo juiz
de diredo de lirar sojeito a quaesqiier outras penas,
em que possa ler incorrido. a
Prosigamos. A le da assembla do Ceara olien-
do e va llmenlo das pahoes naquelles qaedeveni dar
exemplo de respeito, moderarn e houestidade. ls- eslabelccendo que a inviolablidade dos direitos" ci- bihdade, que commellerem no exercicio de seus em-
so s.m DfHU-acadaroenle md.vid.io. que prelen- ; vis e polticos dn eidados brasileiros tem por base pregos I I
,lem monopolisar os loros da illuslracao, e prohida- a liberdade esegiiranea individual, e a propriedade, l'assara
cogiton no 29 do ar'lipo 17! que-.. Os empega-
dos pblicos sao restrictamente respousaveis pelos
abusos e omisses pralicadas no exercicio de loa*
[aDCCOes, e por nao fazerem etleclivamenle respou-
saveis os seus subalterne, n
O poder legislativo geral piioeipiou como devia, i do proc. crim. a forma do processo era a dos crimes
seguirem os seus liu<, sem se Dejaren de cuspir
nos iiienibros della, virlmias da mais execranda mal-
dade, i pi.ilirio- sem conla.
Concordamos, em que lie conveniente que por
urna le geral se eslabelera a uniformidade da or-
den) do processo. para que seja a mesma em todas
am os signatarios a analvsar o parecer em
sua forma sol o cararler que llie deram de psre-
cer-lei : l'rimeirn, porque applica a Indos os ma-
gistrados o processo dos emprrgndos privilegiados,
quando alguns nao sao privilegiados (alias lodos, me-
nos os juizes de direilo), acerca dos quaes pelo cod
pela cabera, porque regulada ella, ludo mais llie li-
ca subordinado e camiulia em ordem. Confeccionoii
primen .menle a lei regiilamenlar da responsabili-
dade dos ministros e conselheiros do estado, datada
as pr. vincias. He-nos muito sali-latorio ver que : de 15 de oulobro de 1827.
os signatarios prniiunriaudu-se pelauuilorniida-
de do processo deixaram bem rouhecr por um
rpido descuoo, que n3o confundirn as formas com
a ordem do processo, talve leudo em lenibranra a
lei de 23 de lelembro de 1828, que no artigo I. de-
cretan as formalidades que deve ler o processo. quer
summario ou ordinario, mas sem eslabelecer a sua
ordem, deiandn isso aos juizes e lribun.es, que se
regolavam pelas leis anteriores.
I .o por essa lei, que as juntas da jsslica, ouvido-
de consliluieo, e usurpa as allribuiroes do poder \ res, jui/.'s de fura, e juizes ordinarios so regulavam
Desta lei derivan) todas as mais qoe estabelecem
rommuns, e pela lei de 3 de dezembro de I8I, arl.
258 l." e ,').' Id -ulanieuio de 31 de Janeiro de
I8i2 arls. 3!I7 a 4115, e nao o processo dos arls. 12
e 13 do regularoento de 3 de Janeiro de 1833, appli-
cado pela assembla, sendo que esle regulamenlo s
em grao de appellaco, e segunda instancia era
as formas e solemnidades do proressos de responsa- ; applicadn aos magislrados nao privilegiados
bilidade de lodos os empregados pblicos. Quem lr esle trecho ficar re lamente persuadido
l'.m segando lugar foi promulgada em 18 de se- ( de que as leis nelle citadas conlem disposices op-
leinbro de 1S28. a lei regulamenlr do supremo Iri- i postas on diversas sobre o processo de respnnsabili-
IiiiiiiI de ju-hra. eompeleute para julgar os rrimes | dade ; mas quem as confrontar ficar convencido do
de responsabilidade dos seus membros, dos das re- | contrario, e lambem de que os signatarios baldos de
laciies, do carpo diplomtico, e presidentes da pro- argumentos jurdicos, on lgicos desfiguraran) lado.
legislativo geral, mas subsiste em virlude do rligo
8. i cuja integra ja cima Iranscrevcmos) da lei da
interpretarn do aclo addicional.
O magistral aviso de 12 de dezembro de 1836 de-
clarou, qua as asambleas provinciaes nao podem Ic-
gilar sobre nbjeclos que estejam cumprehendidos
uo artigo 10 c 11 do acto addicional por Ibes ser isso
vedado peln artigo 12 que diz.< As assemblas pro-
vinciaes nao podero legislar sobre imposto, de im-
porlar3o, nem sobre ohjeclos nao enmprehen lidos
nos dous precedentes arligos o Sio os arligos 1(1 e
II, que,nao cumpreliendem allribuiroes sobre a
forma do processo.
Oarlig5. das inslrucc,es de de dezembro de
18.15, mandadas execular por decreto da mesma da-
la, e reconhecidas em viiior pelo magistral aviso de
12 de dezembro de 1836, diz que respectiva as-
sembla compete eslabelecer o processo que deve
seguir-se.
O artigo 5. da lei da interprelaro do acto addi-
cional determina, que as assemblas observaram a
huma do processo para laes casos | rasos de respon-
sabilidade dos crimes dos magistrados anterior-
mente eslahelecida.
Da h*rmoma de todas estas disposires resulta I."
que sao idea d -linda., que se devein conciliar pa-
ra lerera ambas execuraeObservar a forma do
processo para taes casos anteriormente eslahelecida
( arligo 5. da lei da interpretadlo ;,e eslabelecer o
processo que se devera seguir arligo 5. do decreto
de II de Janeiro de 1835 Pi'aquella disposii;o se
comprrhf ndem creadas, e eslabelecidas peln poder
competente as regras, ordem, nalureza, e a Turma
ordinaria, ou summaria do processo : e nesla a ob-
servancia dessas regras e ordcn seguudo a nalureza,
e lorraa do processo, qoe se deve seguir, para taes
casos anteriormente eslahelecida pelas leis geraes :
2.- que a lei da assembla do Cer nao ferio a
forma dos processos anteriormente eslahelecida pe-
las leis geraes, mas -omento eslabeleceu o processo
que devia seguir e por isso nao foi suspensa pelo go-
verno nem revogada pelo poder legislativa geral,
subsislindo em virlude do arl. 8.- da lei interprela-
(to:
3." Que as assemblas nao podem legislar sobre a
forma do processo | aviso magistral de 12 de dezem-
bro de 183b") mas podem estahelceer o processo qae
deven) seguir arligo 5. do decreto de !l de dezem-
bro de 1835 ) observando a forma do procesto para
laes casos anteriormente eslahelecida.
i. (Jue leudo a assembla de eslabelecer o proces-
so que deve seguir, nao pode deixar de observar a
do processo eslahelecida anteriormente pelas leis
geraes, | arligo 5.- da lei da interpretado do aclo
addicioual ) e nao poda sobre isso legislar, nao len-
do oulro meio mais curial de eslabelecer o processo,
que devia seguir senao ouvindo nma commino ju-
dicial para examinar qual a forma anteriormente
eslahelecida pelas leis geraes para o crime de res-
ponsabelidade dos magistrados.
5." Qae a assembla legislativa provincial proce-
deu ern regra, e nem tinlia oulro meio de eslabe-
lecer o processo do juiz mauicip.il acensado, seno
nomeando urna cominis,o especial na forma do ar
bgo 10 da I-i de 15 de oulubro de IN27, para exa-
minar esse assiimplo, c que a commisso procurou
escrupulosamente ruinprir o sen dever, exami-
nando-o em todas as suas relaces, corno cotista do
seu [i irecer, ridicularisado pelos sigualarios com a
alcaida deParecer Lei.
b.' 1-inalmcnlc quesera muilo otfensivo, odioso,
e mesmo bem perigoso, e contrario ao principio de
uniformizar a adraiuislrac/io nacional em lodos os
seus ramos provinciaes para fortificar o elemento
moiiarchico, que em unas provincias as assemblas
legislativas estejam no pleno exercicio de saas irn-
porlanles allribuiroes conferidas pelo S 7. do arl.
11 do acto addicional, e noulras privadas de o exer-
cerem, o que verdaderamente equivale a suspenso
desse artigo constitucional lora dos casos permilli-
dos uo arl. 17'J $ 30 da consliluieo, que s adinilte
essa medida por lempo determinado.
0 que temos dito na l. e 2.-' parte desle nossn
losro e humilde Irabalho. nada alara cenamenle
na upinio Jos cincos jurisconsultos, signatarios da
representaran ; mas como s escrevemos para n3o
|M--.ii por moeda de lei quanto se disse nessa repre-
smoslo, submettemos nossos argumentos a upinio
imparcial e esclarecida, e respeiiosimeule aguarda-
mos a -entono.i, qualquer qoe ella seja.
Respondemos euio aos dous ionios, qae nos pa-
recern) fun-lamenlaes, para sustentarcm os sigua-
larios. qne a assembla legislativa desta provincia
nao se poda constituir en Iribunal Je jastira. A-
gora raslrearernos lodos os rlili^.ios, eom que elles
ei. ao I -ar,;in os seus arrunenlos, alcunhado o pare-
cer da commisso de Parecerl.ei, para o ridi-
cularisarem, e irrogando com profuso iujarlas, e
in-iillo- a assemheta.
I'riuripi.irn por darem seus leslemoullus no pii-
meiro periodo da repre-enlaro, que a assembla
usui p ni lo allribuiroes que Ihe nao compelen), de-
cretara pelo modo o mais irregular a forma do pro-
cesso para o julgameutu dos magislrados.
1 surpa, aquelle que com ma f, e contra o direi-
lo e juslira, prepotentemente faz uso do que nao lie
seu. Concedido qoe os signatarios estivessera de boa
f persuadidos, de que a assembla usou de um di-
reilo, que nao era -eo, esla persuaso oo Ibes dava
o direilo de irrogaren! urna afhronla ao poder legis-
lativo provincial, que be seu superior, e liibunal
eompeleute para o julgar, e com o qual catan no ri-
goroso dever de guarJargravidade, e respeito,
inocuo por inleresse da propna dignidad, e de si
mesmos, pois que como magistrados devem dar o
exemplo, fazendo abstracrao completa de ludo
quanlo possa concorrer para enfraqtierer o uso des-
se direilo garantido pelo arligo 17D S 3(1 da con-li-
luirao, priocipilmeiite por que dzern que lanr;aram
mo delle, como membros de um dosPoderes po-
ltico"0 judicial lo,
A assemblca nao decrelon a forma do processo,
he ardilosa semelhanie allirmaliva. Ja demonstra-
mos na 2. parle de.le nosso Irabalho, que ella nada
mais fez do que eslabelecer a ordem do processo,
observando a forma anleiiunneule eslahelecida pa-
ra os casos de responsabilidade, e sujeilando-se a
lei de 15 Je outubro de IS27, nos casos omissos,
por ser a mais anloga nalureza da assembla
convertida em tribunal de juslira.
Cilaram os signatarios a inlepra do j 7. do arligo
11 do aclo addicional, o artigo 5. da lei da sua in-
terpielaru, c o J II do arligo 17! da consliluir3o
para delles conrluirem qoe nenhuin arligo'da
cousliluiro, aclo addicional, ou interpretarn dea
as assemblas provinciaes a r.,culdade de legislar
sobre a forma do processo; que u arligo 12 do acto
addicional claramente veda essa faculdade, e que
nao era justo, poltico, ou conveniente, que a li-
vessem.
A assembla conscia de nao poder legislar sobre
a forma do processo; mas tendo de eslabelecer a
ordem pralica do que se linha de organizar, nada
mais fez do que cumprir o arligo 5. da le da nter
prelr-oao pela mane na mais leal, circumspecla, e >
prudente, procedendo como ja licuu dilo,
rnnrnrdam.-* .. v rauco il Alraeida escrevia no Jornal.lo Commer-
milMraU Z n m. ,n J, "" i'"" ?"" ~ '""' Uml,m """>"=" V'o a quena devia ir a urna
TT>^r ut^ZT i-^'r r"*" "a"' H""""'"*0 para "'"'"-". suslentandu ser eon-
"{1" ?!. ,ul'dda Pe,<* ". I""" -le pro- I plenle para es.e lim a de infrac. o da conslilui-
a qual fui decretada para cumpnr-se o S II do arti-
go 17!! da nossa consliluieo, bem como para obser-
vancia do arligo 15!) da mesma con-liluioo, linha
anles baixado o decreto de 17 de abril de*l82i. Es-
te decreto, c aquella lei estabelecem tornale
formas sem eslabelecerem a ordem do processo,
al que foi promulgado em litis de novernbro de
1832 o cdigo do processo criminal e cin 3 de Ja-
neiro de 18JI o regulamenlo das relaees do impe-
rio, marcan lo lodas as formas do processo em geral
e a forma particular de cada processo para lodos os
crimes pblicos, particulares ou policiaes, que II-
iiliam de ser julgados pelos juizes de paz, Jurados, e
ti ilu o ao. das relaees. Essa legislaro existe toda
em vigor, ( menos a parle do cdigo do processo cri-
minal, que versa sobre o jurv de aecusaco ) t sua
appltcaro he que he feil. nao l pelas autoridades
juiieaila-, e policiaes posteriormente creadas, co-
mo por nutras, que exiiliam, as quaes foram reves-
lidas de airada e jurisdiro criminal segundo a re-
forma judiciaria da le de 3 de dezembro de 1841,
seu respectivo regulamenlo, e oulras disposires
posteriores. ;(> processe de responsabilidade dos
magistrados existo eslabelecido por lei. Guardadas
as suas formalidades e.scnciaes, pertence as assem-
blas convertidas em tribunal de juslira dirigir a
ordem do pruccssojapplicando as disposi;Aes da lei,
corno fazem lodos os juizes. E pocede'udo desla
forma a assembla, overee dentro das raias de suas
atlribuices, os principios e doulrina, declarados, e
expressos no aviso circular du ministerio da jastial
de 7 de fevereiro do crranla anno.
Nao podemos comrrelien ler. qne a disposicao do
artigo 5. da lei da inlerprotaco do actu addicinnal
livesse por lim obviar aquelle tao grande mal
que se figurn aos signatarios, eslabelccendo outro
mil vezes peior, como he suspender a roaior parle
das assemblas legislativas provinciaes do exercicio
de urna da suas mais importantes allribuiroes ( de
que estavarn de posse1, em vez de interpretar o JS
do artigo II do aclo addicioual.
He nolavel, que os signatarios, enlendam que o
arl 51a lei da interprelaro suspendesse ti observan-
ciado ; 7. do artiga II do aclo addicional! He inqua-
lilicavel, que u proprio Juiz aecusado, assignasse
urna represenlaro, em termos virulentos e ollensi-
vos a assembla provincial i Essa representarlo
tem sidogeralmenle considerada corno uin meio ar-
tificioso, e combinado para reduzirem o Exm. Sr.
presidente da provincia a romper com a a assem-
bla, que Ihe eslava prestando o mais decidido e
franco apoio.
Os signatarios tergiversaran) dizendo i qae o a-
resto da assembleo do Ceara com a sua lei de pro-
cesso de li de selembro de 1837, nao pode prevale-
cer contra a consliloir.lu ; forte novidaile! accres-
cenlando queja anles da inlerprelaro era reconhe-
cioo, que as a.scmblas nao podan legislar sobre o
processo, como lora magistralmenle declarado, e
demonstrado pelo aviso de 12 de dezembro de 1836.
jaove mezes depois deste magislral aviso he que
foi promulgada a lei da assembla do Ceara, como
se v de suas dalas. E porque nao suspenden o
governo esla lei para ser coherente com aquelle a-
viso magislral ? INcle-se, que esle aviso foi expe-
dido sendo reyente B Sr. Eeljo, partidario das fran-
quezas provinciaes, e aquella lei cheguu ao couhe-
cimenlo do governo imperial quando ja exislia no
poder o ministerio de I!) de selembro, sendo minis-
tro da iiNlica o senador Yascnncellus, o chafe cen-
Iraliaador. Entre a data da !ei, e a *sceiic,a"o do
gabinete de I!) de selembro intermediara cinco dias
Esle gabinete desenvolveu enrgicamente o seu vi-
gor austero sobre as tendencia! para cercear as fran-
quezas provinciaes, e lendo expedido varios avisos
sobre os eveessos das assemblas provinciaes, deixou
em vigor a lei do Cear.'!
Procuremos a razao de 13o singular cintraste nos
precedimentos dos dous gabinetes.
O magistral aviso de 12 de dezembro de 1836 ver-
sa sobre uina lei da assemblca da provincia do Kio
Grande do Norte, que violava a consliluieo, e as
altribuictlM do poder legislativo eral. Aquella
assembla legislou sobre a forma no processo; alte-
rn a eslahelecida pelas leis geraes, como demons-
tramos na segunda parte deste nossu humilde Iraba-
lho.refcrindo o que diz aquelle aviso; porm a lei
do Cear, respeilou a forma do processo eslaheleci-
da pelas leis geraes, guardn as suas formalidades,
e neslc sentido eslabeleceu a ordem do processo.
lio he o que nao fez conta aos signatarios demons-
Irar, e analisar; negaram-se ao dever, e a lealdade
de esclarecer a materia com a verdade e exaclido
que requera essa importante queslao donlrinaria.
Com a rnesma sinreridadecom que cilaram a ma-
gislral aviso de 12 de dezembro de 1836. disserain e
nao demonstraran), que neiihuma assembla de ou-
Ira provincia tem decretado a suspenso, ou demis-
so de algum magistrado, porqoi o artigo 5. da lei
da inlerprelaro veda que as assemblas se possam
consumir em Iribunal de juslira por falla dessa lei
especial por elles cogitada.
'.o /a la- aarin as disposires da coosl., do aclo
addicional, da lei de sua interprelaro, e do magis-
lral aviso, dizeu os signatarios :
Nao obstante disposires lo claras e terminan-
tes, a assemblca desta provincia querendu a todo
Iranse coostilinr-ss Iribunal jodicario, adoplou por
urna simples volaro e alvilre do sea presidente,
que a lei do proeesso para o julgamenlo dos ma
gislrados pelas assemblas provinciaes era a de 15
de oulubro de 1827, especial para os ministros e
conselheiros de estado, lei que nao cogiton de ma-
gistrados e menos de assemhleas provinciaes, que
nao exisliam anda, nem foi por lei alguna amplia-
da aos magistrados.
A ausencia de boa fe c o despeilu em um ini-
miso nnpljcivi |. os I .../um argumentar semelhanle-
menle !
Allribuir i assembla quea lodo transe quera
constituir-se em Iribunal de juslira, nao he von-
la.le de calumniar sem pejo ".' Os bous julgadores
uleam os oulros por si. Os sigualarios procedem de
boa fe Se nao procedem, ah est a razo do sen
proc.lmenlo ; alias respeilariam a opinio da as-
sembla provincial, usaran) de seu direilo sem co-
bri-la de opprobrios.
Os Srs. Drs. Furtado e Campo, enlendem qae de-
vem ser lambem os orculos da assemblca ".' Com-
melteram os seus membros o rrime horroroso de
leza sapienciaem nao consolla-los, respondvndn
as suas palavras sagradas com um religiosoA-
men ".'
Seu odio e seu ranear enfurecidos por nao pode-
rem dominar o poder legislalivo provincial, nao
Ibes consentalo que fossem generosos para com os
criminosos membros da assembla'.'
A presentada uina quena ao juiz competente he
do seo dever recebe-la e examina-la para conhecer
sec.l formulada legalmenle. O que fez a assem-
blca ',' Fez o que n3o poda deixar de fazer. Apre-
senlada e lida a queixa do bacharel Jos Vicente
leixeira Ponre de l.eSo contra um dos juizes signa-
tarios, nomeou orna rnmmisso de cinco membros
para examina-la. O Sr. depolado Dr. Malcher, que
i assembla repela o que seu irmo bacharel Tilo
raneo d'AIraeida escrevia no Jorn
vincias e para conhecer em grao de revi-ta das cau-
sas crimes e civeis.
As suas disposires sobre a forma e solemnidades
snbslanciaes do processo para os rrimes de responsa-
bilidade sao as mtsmas da lei de 15 de oulobro de
1827.
Ai alterares ou modilicaces sao cnncernenles e
adaptadns as rondices do organismo pessoal do
supremo tribunal, mas inleiramenle subordina-
das aos principios reguladores consignados naquella
lei.
O cod. do processo ni mi na I foi promulgado em
lins de uovembro de 1832, ampliando algnmas dis-
posires daquelles principios reguladores sem con-
trariar as formas e solemnidades substanciaos da lei
de 15 de oulobro de 1827.
O regulamenlo das relares do imperio de 3 de
Janeiro de lr.33, a lei da reforma judiciaria de 3
de dezembro de 1811, e seu respectivo regulamenlo
n. 120 de 31 de Janeiro de 1812, nao se allastaram
desses principios reguladores da forma e solemni-
dades substanciis do processo de responsabili-
dade.
Se pois a forma qoe as solemnidades substanciis
para os processos e crimes de responsabilidade sao
as mesmas ; e se alm disto o arligo 5 da lei da in-
lerprelaro do S 7 du artigo 21 do acto addicioual
manda observar a forma do processo para laes ca-
sos anteriormente eslahelecida, conhecido fica que
os signatarios, esfor;ando-se por encubrir a carencia
de razes jurdicas, paraphrasearam os seus argu-
mentos por diversus maneiras, u vieran) cora as co-
gilaras repelindosempre a roesma causa.
As disposires da lei da reforma judiciaria de 3
de dezembro .le 1841, e sen respectivo regulamenlo
n. 120 de 31 dejaueiro de 1812, qoe regulan) a for-
mario da culpa e julgamenlo dos empregados pu-
A ferina do processo de responsabilidade eslahe-
lecida no regulamenlo das relace* para os empre-
gados privilegiados de soa jarisdicc,ao passoa inlei-
ramenle desde a lormarao da colpa al a sentedla
para essa le da 3 de dezembro de 1811, e sea regu-
lamenlo n. 120 de 31 de Janeiro de 18*2, menos as
dispusieres dos arligos 14 e 15, especialmente inhe-
rentes ao tribunal, como corpo colleclivo, que nao
podiam ser applicadas aos juizes de direilo que jol-
gam por si somente.
Os arls. 12 e 13 do regulamenlo das relaces, n3o
estabelecem processo algum, como dizem os signata-
rios ; esse dito nao passa de urna argucia engaado-
ra, oa capciosa. Suas disposires, concernentes a
formarn da culpa, sao exaclissimamente asdu arls.
399 e 100 do regulamenlo n. 120, e referem-se lam-
bem aos arls. 80 e 112 do cod. do proc. crim. que,
regulara a formaras da culpa no foro cominum.
Nao ha exacto que o regulamenlo das relaees so
em grau de appellarao leja applicadn aoi emprega-
dos nao privilegiados. He mais oulra caramiuhola,
por quanlo os arls. 397 a 103, que regulara o pro-
cesso dado peranta os juizes de direilo desde a for-
mar3o da colpa al fazer-se os autos conclusos para
a senlenra final conten as palavras, e exactamente
as mesmas disposires dos arls. 10, II, 13, lli, 17, IX
O 19 do regulamenlo das relares. Os arls. 20 a 21
sio especialmente inherentes a oatureza do tribunal
como corpo colleclivo. Das senlenras desle l ha
recurso de revista, e tem a parle o de embargos
para o proprio Iribunal, o qne nao acontece com as
senlenras dos juizes de direilo, mas tem appel aro
para o tribunal da relarlo, e da senlenra deste ha
lambem o recurso de revista. A commisso reconhe-
ceu por lano que nao podia prescindir das formali-
dadas eslabelecidas nos arls. 20 a 21 do regulamen-
lo das relares, por serem essencialinenle applica-
a s.is Z.J- por muir, a /,. K.._
E quem disse ao mea juris-ennsulio, qae a n-
po.ira do arl. 26 do nono codito he pcraietooi at>
menor porqoe o abandona, porque doixa ittfrr a'
sos por mares mmmem d'onh-i NarrooV t_ Cota
se desronliece astim a e-pirn,, da legislaran !
Pon .ailia o Sr. A. Sooti, qae nosw parle aata
rodign longo .le l.mrar mraeres nMli-
cumpor sobre os pareis da alo e a fratade. loa
2 de o- entregar .' di.rnpro das nuda, eaeapeHa-
das d.> roininereio, pelo contrallo naaileUa para
Clin elle- a roais paternal protfccas qoe poda Ib
otlrrerer. Porque, so por am lado prtmaM-e h.
gicamenie, que o menor qae se (z cnaiwilM
nl '"'.'""" Porqoe se vente con a necesaria pe-
oelraca... s)gacidale, e iiitelliirencia thiirtlira o
raliea para hem raleolar as circumstarH-,., vaala-
aealo rrnoa mm
Conlieoomos um pai, que tem em sua casa
nunca menos de seis lillios, bomens e mocas sem
serem baplisailos! Ouc deletxo, que miseria !
lia quem lenha visto porta do convento do
Carmo, quando rezam alguns devotos o terco,
um bando de peraltas, que se juclam deallieos, io-
Sando nojentas pulhas s mulheres, que canlam !
Se nos perpuniarem quem lie mais ridiculo, se um
moleque ou um moco liraneo que di para tal, di-
remos queesiu.inconiesiavelmenlt.
Porque as pairullias nu fizem recolbcr ao
asylo dos mendigos, esses miseraveis (jue dormem
as portas dos templos quasi ns, oque nesses mes-
mos lugares fazem o que Ibes pede a nalureza ?!,,
Ser isto muito permillido, decente e reli- considera aior.eaepaae'^oeadeT'de'wr "a''
gioso ? respeilo de lodo ai acia. ,4o adatrirla oa ea
Ha urna casa de dous andares no pateo de "a'lco "* PrM""P* ma ajan iodo* ce-
S. Pedro, i,ue es. escorada no oitao e n. freno,, [ LISTAS tT*'~? <>.-
mas que ainda esla habitada ; he verdade, que 'cuidada de alienaros aaaa bB, imi.aaw.iaao-
quando ella quizerdesabar, dar signal deaviso'menteporqo* elle por andar da iha'vva aaa
e se demoiar tanto, que dar lempo al a carreaar; |"",,Bl"' <* eaacia seta aerc%.iae a" eai
o ultimo .eslo quebrado da cozinha : f.em-se em %Z %%. '~TtlT^ZZ,',
espeques, e depois gritemquem me acode I, vmteaau Umheiaparea a rana da ir
lia na ra urna casa que offerece cons- do comroerciaolo dao-te effeetiva
tanlemenle um espeelaeulo ao publico, que deseja "6 ** *"" 'rbiu. a aecna
, r*~ j- l- i i v"*a reeurso prestes a .ennn-dial.
passar algumas horas mais dtsirahido : a dona so- bem de r.iz qae porvenlora elle lenha. tm
va a escrava, o dono sova a dona, a escrava grita prodario n -ae o ututo enerrratt^a': par atra
c pede soccorro, a dona lurra pelos visinhos, e no ''do,_:" m"or cumoaerciaate ata padrtsa fa*
meio de toda essa infernal lida. griu o reino, ou o f&Z&'SSSm tTjK
sipo-pao, nao cessa de tazer sua obrigaco : des- escoa o lempo qoa nia ha do perder, e a jaaaa
fiar loda essa miada, he urna historia muito enfa- ; e pode assemar a capricho ; mti cata
donha, todava, saibam que quando a dona *'" ,ic"'.* elle n' iraila a drflteii .
... a porqoe lora o mesmo qae iicir d* sea liaa aai
bel.sca a cscrava.o dono pernea a dona : fica pa- mport.m. ir,ra. qaai he c^darir ZJ2?
ralogo... gooiarts par masa lio secare, sis m ai
Na rua^Velha, em uina casa terrea, ha urna I imnente posiival *rhar-a do reo aata
erianca, que pelos gritos queda, parece ser de er'T t *"' ,m" r,,toV }'"* "*
j j i_ j- |iia porlante-nao impo-ivel de ler evecara i
mol tenra idade, he diariamente surrada sem hu-1 Mj, qo,i ,, 9 ,g,nhl, ,., livcr .^..i,
manidade : vezes ha, que mal se ouve ella gri- Atalm qae ; pmle-te diier ejaa a Sr. i iran li
lar quem me acode IPedimos ao inspector Soolo, qoorendo qoe se ala o naeer eaaataaaata-
da ra que obste latnanha perversidade : que cri- j '* d"l"r?" '" *,* **frm^ "*T ","' *
j 1 | ins de rali, fondada oa retao da fraooua o
mes podera commelter essa enanca para ser tao rietM-iai da minoiidado, razia .l..s qU a*,
atrozmente castigada ".' Dizem al,que j se temen- lo porque he dentara evieasiv, a fatataioa
do ouvirem-se fora os ;riios da victima, os abafam doutiina da cdigofraocei, deve, para tm cao-
com uro panno I (Juera faz islo he muito capa,, de J^ ^SS^LTi
assasstnar com mais dous dcdtnhos de raira.
ELl-ITORES Da FREGUEZIA DE S. FLIX
DO BUIOUE.
Os senhores Volos.
Francisco Ignacio de Arauio 845
U_____1 J'.l_____ n ,
bheos, nao privilegiados peranle os juizes de direilo veis i assembla converlida em tribunal de juslira,
que lambem sao competentes para julgarem oajui- corpo colleclivo, conciliando-as com ar disposires
zes inuuicipaes, sao justamente as do cod. do pro- | parallclat da lei de 15 de oulubro de 1827, pela a-
nalogia de serem as assemblas provinciaes, e a ca-
ceiso e do regulamenlo das relares, para oa pro-
cessos dos joizas de direilo peraole os tribunaes das
relares, como adianto mostraremos minuciosa-
mente.
Cnntinuam os signatarios :
' !inmediatamente uomeou-se, como se a assem-
bla provincial fosse a cmara dos deputados. nina
c.iiiiinisao, segundo o arligo 10 da citada le, para
dar o sen parecer acerca de nina queisa contra o
jaiz municipal desta capital arguindo-o do inaudito
crime .os signatarios gripharam asas palavras) de
haver pronunciado e prendido a un aslrangairo,
qoe havia sublrahido on aulos qae oblivera con-
fidencialmente, enlregaudu-os depois da priso.
O qua dissernos ja sobre a uomearao da commisso
eah;i provincial do Cear de 14 de selembro de
1827 respoude.salislaloriamenle u primeira parle
deste arligo.
i.iuar.io porm queia de ser um estrangeiro,
nada devia isso inlluir nat allribuiroes da assembla
e nu sen prncedimcnlo : mas desia circumslancia
serviram-se os signatarios, bem como se tinha ser-
vido o Sr. Dr. Malcher para cimentar odios, e
exaliar paixoes contra a assembla e seos membros.
Essa queixa nao diz o qae referen) os signatarios. O
que dellas e dos documentos annexos cousla he
que o procurador dos auditorios, Jos Antonio
l-uiz Coelho, lizera ama policio, (junta por cerlido
mar dos deputados corpos legislativos, segundo os
seus regimenlos, formulados pelos preceilos da cous-
liluiro, sn poderem funecionar com a maioria ab-
soluta do numero completo de seus membros, o que
nao acontece como tribunal, que julga coro seis dcs-
embargadoies.
Ja se ve por lano que os signatarios embrnlha-
ram, confundir! ludo para nao se ver as cousas
como ellas realmente sao. Se formos chamados a
ama discusso mais minuciosa, nao recuaremos.
O 2. argumento da analyse (eila ao parecer da
commisso fica respondido' cabalmente com o que
acabamos de ponderar. Dizem porem os sigoatarios,
no empenho de crear cunfusOes e embicaros, que s
exislem na sua mente e vonlade, que lal processo he
de muilas caras, e que o accosado nao poder aliar
de aulemo com os casos em que se tem de recorrer
lei de 27 de oulubro de 1827. He com efleilo ne-
cessario andar desaponlado, ou empenhado em en-
gendrar pretextos e sofismas, para se lam;ar mo de
lal olijeooao. Basl? ler os arls. 159 do cod. do proc.
e 12, 13, 16, 17, 18 e 10 do regulamenlo das rela-
res, ou ler apenas os arls.397 a 101 do regulamen-
lo n. 120 de 31 de Janeiro de 18i2, que he a mesma
cousa, para que se reconheea que o juiz accosado he
levado pela letra da lei a segoir um por om todos os
termos do processu. Os casos omissos dizem res-
allegando qne na qualidade de procurador dos au- peilo a ordem por qoe a assembla deve consliloir-
dilorios ra ronsliluido por Punce de Leou seu pro-
curador em urna causa, que conlende com a cma-
ra municipal, e que recebendo da mo do escrivo
os aulos com vista, os levara ao seu constiluinle para
allegar saas razes, porm que tendo de recolher os
autos aocarlorio os mandara pedir por pessoas lide-
se em tribunal de juslira e funecionar, a fazer ob-
servar as formalidades do processo; e he por isso que
se lera de recorrer a' lei de 15 de oulobro de 1827,
como direilo subsidiario, pela analogia j demons-
trada em oulro lugar.
03. poulo, parafrazeando o que mais de ama vez
dignas,e Ponce de Len os recusara eulregar, e por! repetem os signatarios, proporciona mais urna occa-
siao de mostrarmos que elles fizeram longos rodeios,
e vira-voltis para predispor a atlenoan. Mas ludo
quanto temos dilo exuberantemente patntela, que
os signatarios creando objeerdes cajas, liverara a
cautela de nao se meter a demonstrar a razo e a
procedencia dellas, pelo meio de ama analyse sobre
a forma do processo de responsabilidade, nalureza
da assembla, e saas condires, couverlida em tri-
bunal de ustica, para dignamente se poder conhecer
que ella nao adoplou nem ohservou a forma do pro-
cesso para os casos de responsabilidade eslahelecida
auleriormenlc pelas leis geraes em vigor.
NSo foi bia lembranraa de emprestar a represen-
laro rouilas caras desparecer da commisso. O afo-
rismo de It.icon.Nri/i placel Janus in legibusuio
condemiiar la^nbem as mulla- caras que cerlos jui-
zes pespegam as leis'.' Nao sera' bem applicavel
esle pensamento a essa represeolacau "!
Esse aforismo foi decifrado pela forma segoinle
A assembla provincial do Para applico. a cita-
da lei de 1637. e rnais duas on tres por um simples
parecer de commisso, e deduz um processo incerlo
e monstruoso, que nao se pode deduzir pela mais
arrojada inlerprelaro doulriuaria Arranjar um
processo approveilando ni diversas disposires des-
sas leis reguladoras dos processos de responsabilida-
de, ora peranle um juiz onico, ora peranle tribunaes
colleclivos, qae aenhuma semelhauoa lem com urna
assembla, ora finalmente peranle duas cmaras le-
gislativas, urna das quaes serve de jury de aecusa-
r3o, oulra de senlenra, suprimir instancias e recor-
sos, e dizer que esse processo imaginario exislia, e
elle se reten: o arl. 5. da inlerprelaro do aclo
addicional, he zombarda razo c do bora senso,
Esla tirada n3o passa de om devaueio maligno de
poela na pialar, com o fim de zombar da razao e do
bom senso, e illaquear a ba f. Ili-tnnr ir lal
rociada he Irabalho que nos da particular prazer.
O parecer nao he le, nem formulen lei, nem
cogiton de formular lei. Moslra smenle que o
processo da fonnaou da colpa eslabelecido no cod.
do proc. crim., esla' em vigor tanto para os empre-
gados privilegiados, rujo jolgamento pertence as re-
lares.como nao privilegiados que eram aleados pe
los jurados, e boje o s3o pelos juizes de direilo. E
das leis qne nelle se relerem se observa1. que os
arls. 396 a Ol do regulamento n. 120 de 31 de ja-
ueiro de 1812, regulam o processo todo de reepou-
sabiliaade, peranle o juiz de direilo desde a forma-
rao da colpa al a' senlenra final : 2. que esse
processo he o mrsmissimo peranle as relares: 3.
que as disposires d'aquelles arls. silo as mesmas dos
arls. 10, II, 12, 13, 16,17, 18 e 10 do regulamento
das relares. A commisso nao linha necessidade
de relenr-se ao cod. do proc. crin)., para a forma-
rlo da culpa por que suas disposires seacham trans-
feridas no regulamenlo n. 120. J demonstramos
qoe essas disposites foram liradas da lei de 15 de
oulubro de 1x27, e successivamenle entraohadas as
leis posteriores sobre o processo de responsabilidade.
NSo he exacto que o parecer supprimisse instan-
cia, nem recorso algum ; he una aleivosia aflirmar
lal. J traamos desla malaria, e aqui repetiremos,
que nao he com esses palavres vegos, que os signa-
isso pedia providencias. O juiz despachou ordenan-
do que ie passasse mandado de conranoa dos aulos
contra Ponce de l.eon.
Coosla lambem da cerlido de urna resposti dada
pelo procurador dos auditorios Pedro \ alent da
Cosa a urna caria do procurador Coelho, que o li-
nha encarregaiiu de pergeniar a Ponce de Leou o
motivo de nao querer entregar os aulosqae os
nao entregava porqoe ella n3o quera ir pessoalmen-
te recebe-lose sement de bocea os maodava pedir,
em Ihe deixar um documento escripto para sua sal-
va-goarda.
N3o devo. nem me he decoroso ir adianto. O men
intuito n3o he discutir aqui a queixa do Ponce de
Len ; mas tim repeilir as insinuares dos signsla-
ros e neutrali- ir o veneno propinado a assembla
na inverso ou desliguramenlo que fizeram do
que conlem a queixa.
Continan) ainda os signatarios :
ir A commissu no dia 16 deu o seu parecer
musante do|documenlo u. I, decidindo que a refe-
rida lei nao era a reguladora do processo, seno
nos casos omissos devendo seguir-se o cod. do proc.
crim. e o regulamento das relares, mutatis muan-
lis '. E na sesso de 23 foi approvado quasi unni-
memente lo singular parecer, regeilada a emenda
nlferecida pelo onieo membro dissidenle, e qual pro-
pozera que, vislo nao haver lei de processo, se abs-
tivesse a assembla de constituir-se tribunal de jus-
tir-a e remetlesse a queixa a S. Exc.
O parecer da rommisso) he datado de 19, e foi
apresenlado na sesso de 20 de selembro, faltam por
tanto a' verdade nesla parle os signatarias, nao sa-
bemos com qne lira.....A comaissOo nao deci-
di cousa alguma ; fez om relalorio da legislaro
existente sobre a forma dos processos de responsabi-
lidade, e manifeston a sua opinio, mostrando qual
a forma do processo eslahelecida para os casos de
responsabilidade, e que nos omissos e imprevistas
devia recorrer-se a' lei de 15 de oulubro de 1827,
como direilo subsidiario.
Fallaran), pois, os aisnatarios mais urna vez a'
verdade, dizendo que a commisso decidi, etc.,
ele.
A emenda do Sr. depulado Dr. Malcher era inad-
missivel.
Sea lim era deslitnir a assembla de suas allri-
buiroes, degrada-la, e abrir a porO para Ihe serem
assacados novos insullos e convicios, expondo-a ir-
riao, e ao desprezo, corno he notorio qae fora assim
combinado.
Essa emenda mandava remctler a qoeixa ao pre-
sidente da provincia contra a doulrina expressa no
aviso de 21 de selembro de 18:15, que manda os pre-
sidentes remetieren) as assemblas provinciaes as
queixas, nos casos de suspenderen) o magistrado, es-
tando ellas reunidas. Mas os sigualarios o que que-
riamera que a assembla se soicidasse, erigindo um
padro de irabecilidadc,degradar3o e opprobrio. E
para islo empregou-se lodos os meios, no intuito de
qoe ella reruaria aos l'eros, as aroearas, aos iosollos,
injurias e calumnias, que se punliam diariamente em
pralica.
Abdicar urna das suas mais impelanles allribui-
, que as assemblas das provincias quizerem
eslabelecer. Mas o parerer da rommisso nao de-
cretou nem eslabelecen forma alguma de processo;
iudicou sim as leis geraes em vigor, que regulam o
processos de responsabilidade de lodos os f'uccioua-
rios pblicos, e declaiou qual i que Iralava da for-
mado processo, que se linda a seguir, e qual a qae
se devia observar nos casos omissos, p-la analogia
de consliluir-se urna assemblca legislativa em tri-
bunal judiciario.
Se hojalo, se he conveniente qne a magistratura
de um mesmo imperio nao deva licor sujeila a ser
jnlgada pelas dillerenles formas de processo, que as
assemldeas de rada provincia qiii/orom eslabelecer;
muito mais jateo, e muilo mais convenirme he,
qoe eslando os magistrados de algumas provincias
nSo e das leis
A laaenUea porm cuten Jeu que devia nomear
urna ccmmisso especial nos termo, di lei de 15 de
outubro de lt>:>7, porque em todo o caso errando
com o preceilo de-sa lei, manil'cslava desejode acer-
tar, e respeilo as formulas que ella eslabelece para
a formaro da culpa do crime de responsabilidade
peranle a auembla geral legislativa, que lem lu-
da analogia com a assembla legislativa provin-
cial.
Oual pois a lei qne foi infringida, oa cid que foi
o direilo das parles menosprezado ".' Essa dispoiirao
ilo arligo 10 da le de 15 de oulubro de 1827, "foi
respeitada, e eslahelecida na lei da assembla do
Ceara de I i de selembro de 1837, e se fora isso urna
exorbilan
Manoel d'Albuqoerque Cavalcanti 836
Coronel Leonardo Bezerra de Siqueira Caval-
ennti 4 Tenenie coronel Manoel Camello Pessoa Ca-
valcanii 49->
V igario Jos Teixeira de Mello 491
Autonio Marques d'Albuquerque Cavalcanti 4-91
Jos Jesuino de Albuquerque Mello 491
Capilao Emiliano d'Albuquerque Cavalcanti 48"
Alfares Joaquim d'Albuquerque Pessoa Caval-
canti 487
Ivo Rodrigues Lins d'Albuquerque 486
Laesle Bezerra Cavalcanti 486
Jos Victoriano de Carvalho Cavalcanti 485
Alferes Manoel Joaquim No Santo 484
Joo Alvares da Cunha 484
Romualdo Bezerra Cavalcanli 484
Manoel Simio Cavalcanli 483
Miguel Archanjo Teixeira Usorio 483
Jos de Mello Cavalcanti 483
Eugenio Vellez de Mello 482
Jos Hercolino d'Almeida 482
Lourenjo Bezerra de Arauju 482
Francisco Bezerra Baio 481
Manoel de Souza Coelho 480
Francisco Casado da Cunha Lima 480
Jos Leoncio d'Albuquerque 480
Caelano Moreira Lima 180
Izidoro Bezerra d'Olivcira 4 79
Thomaz de Aquino Araujo 79
Bernardino Joaquim d'Almeida 476
Antonio I.uiz d'Albuquerque -<~6
Joao Jorge Cavalcanti Jnior 4~4
Manoel Simes Bezerra ,73
Leonardo Jos Bezerra 473
Amonio Luiz Bezerra 470
Supplentes.
Os senhores Volos.
Capilao Paulo Cavalcanli de Albuquerque 405
Tenenie coronel Thomaz de Aquino Caval-
canti 404
Luiz de Aranjo Cavalcanli 403
Coronel Jos de Carvalho de Araujo Caval-
canti 402
Honorato d'Albuquerque Cavalcanli 401
Leonardo Bezerra Cavalcanli 400
Tenente Antonio de Araujo Cavalcanti 308
Capilao Andr Cavalcanli d'Albuquerque Arco
Verde 308
Silvestre iNunes Campello Maranhao 398
Tenenie Jeronymo Vas Tenorio 398
Belisario Fernandes Bezerra 397
Tenente Henriqueda Silva I/ibalo 397
Augusto Bezerra Cavalcanli 397
Alferes Jos Francisco dos Anjos 396
Jos Bezerra Leite de Sampaio 395
Jos Gomes de Mello 396
Luiz Ignacio de Araujo 395
Manoel Camello de Siqueira 395
Tenenie Jos Bezerra Cavalcanti 394
Tenenie Dorindo da Cunha Lima 394
Luiz Flix Bezerra Delicado 393
Capilao Francisco Vas Cavalcanli 393
Joo Paes Brrelo de Mello Cavaloenli 303
Leoitillo Alves de Siqueira 392
Tenente Manoel Camello da Bocha 392
Honorio Bezerra Leite de Sampaio 392
Capilao Antonio de Hollanda Cavalcanti 392
Aliares Amonio Vitalino de Mello 391
Antonio da Rocha Tenorio 391
Jacob Bezerra Cavalcanli 390
Jos Bezerra Monleiro 390
Alexandre Saturnino de Albuquerque 338
Leoncio Acurcio Cavalcanli 30
Jos Cezar de Vasconcellos 20
At amanhaa.
(ucs ero oulr.s circuinslaueias seria imperdoaoel i tarios ho de captar a opinio Ilustrad* e imparcial.
cornmodisnio, condescendencia, uo fraqueza ; porm
no estado a' qoe as cousas linham chegtdo seria de
falal exemplo semelhanie erro.
Continan) os sigualarios :
a Na falta de lei de processo, na impossibilidade
de ser ella decretada pe* assembla, nao lano por
ser isso exorbilaule de suas allrihaices, corno por
que devia contar que V. Exc. era obediencia a cons-
liluiro negaria a sua sanecao a' lei iniciada, ou sus-
pende-la-hia, se fosse adoptada por dous lerros, co-
mo porque urna lal lei seria poslerior ao fado, e nao
servira ao empenho de seus aulures, recorreu-se
a urna fraude legislativa, decretando-se a lei por
um parecer de commisso para sublrahlr-se a medi-
da a' sancrao, uo obstante violar o arl. 13 do aclo
addicional.
Nao nos atrevemos a qualilicar esla lingua-
gem '.
Em poocas palavras os signatarios diclara ni a' pre-
sideocia da provincia un compendio do que devia
Tazer.
Al alai corra ludo por conla e risco de quem
perlencer ; porem o que como ineuibro da commis-
so, que lonniiloii o parecer, c principalmente co-
mo memlno da assembla legislativa da provincia
do (jrao-Para', nossa chara patria, nao tolerados, e
repellimos, he o arrojo com qne os signatarios se a-
il S 7. do arligo 11 do aclo addicional nn firou
suspenso pelo artigo."., da lei da interprelaro, para
as assemMcas provinciaes, que nao Oleran lei de
piocesso. (I arligo 170 S 35 da eeasliloirau lmenle
nos casos de rebelio, ou invasao de inimigos, pe-
dindo a seguranra do Estado, que se dispense por
lempo determinado algumas das formalidades, que
gar.intem a liberdade individual, he que permute
islo por um aclo especial lo poder legislativo etc.
A violarao de laes arligos conslilucionaes he que
seria heio odiosa, e inlnleravcl; e enlrelaiilo he U-
so que rigorosamente querem os signatarios.
Acresccnlam elles lo grave mil iri pode sCr
evitado pela nniformidade de
o apresenlon na de 20 do mesmo men ".' Nao mani- | direilo a nao ser tocad., o laneloario dos "seus peu-
les.a a conmnalo imm relleelido parecer us senil- I smenlos, e de sua con-ciencia, recnnlieraui e ma-
is membros para com a magistratura nifeslem por palavras c obras,
brasileira
Mas coovinhl fazer-se grande bu'lia, grande es-
palhafala centra a assembla para sublrahir de ..
'ua junsdiro nm dos signatarios, fa/.endo-a re-I a vida para roubar a bolsa.
. que lodos lem igasl
lireilo.
() que usa do purihal da calumnia e da perli lia he
MMline mais perigoso do que o salteador que tira
Esse meio i analhemalizar a nao ser insidioso, he
paixonado, e destituido de raciocinio ; nao passi de
una declamar., desairse.
As di.po-iones das leis, a que se refere o pare-
cernao sao diversas>o homogneas perfeila-
menle. Ha inleira semelhaura no Iribunal da re-
laro com o Iribonsl de ju-tioa, em qoe se conver-
lein ai assemblas provinciaes para julgarem os ma-
gislrados ; e ha identidad* em serem esses Iribunaes
de juslira criminal, corpos colleclivos, e competentes
para cumulativamente julgarem us juizes de direilo.
Ha lambem semelhaura com a assembla dos depu-
tados geraes, e com o senado, como corpos legislati-
vos, que se ronverlem en Iribunaes de juslira para
processarem empreados pblicos.
.Inlonin /tirardo de Carvalho l'tnna.
Para (i de oulubro de 1856.
i Uresa de Mafo>
<$^mm imtctt&o.
PAGINA AVULSA,
Domingo leve lugar a procissao de Corpus-
Clirisii, na freguezia de S. Amonio, expensas de
S. Exc, Bvm., a qual esleve mui edificante: acom-
panharam : o Excm. e Rvm. Sr. bispo, os Lxms.
Srs. presidente da provincia, general commandan-
te das armas, comraandanle superior da guarda
nacional, e grande numero de ollicaes de dilleren-
les corpos da giiarnic.ao ; fez as honras urna bri-
gada de primeira linha e guarda nacional sob o
com mando do Sr. coronel Nory Ferrcira, salvando
a fortaleza do Brum tanto ao sahir como ao reco-
lher. Tornou-se por ilc.ru.n- sensivel o diminuto
No prximo numero do .tlhenen l'ernambwaiv*,
era urna compararan do arl. 20 do nosso cdigo
commercial, com o 0' Jo cdigo francez ero que se
I refere, a doulrina daquelle a que se acl.a consigna-
da neste. Nao posso deixar passar tal opinio sem
jootar-lhe algumas cunsiderarr><*s em contrario.
O'arl. 26 do nosso cdigo permita aos menores
lilhos lamillas commerciaiites, uo smente obrigar
e livpothecar os seus bens de raz, como tamben)
aliena-los. O cdigo Fr,porm, no arl. (< s
Ibes permitir obngar e hxpolliecar estes btns, e.
conseguintemeule, consagra urna disposicao mais
resnela, com relaco as facilidades que pela le
devein ser daJas ao menor commereiaute, por xir-
lu'io deste mesmo carcter que o reveste.
Ei- o poulo da queslo ero que o autor da rom-
pardo.io o Sr. Alenla Soulo se pronuncia por
esla goisa : Entendemos, que, uo te deve conce-
der ainpl,miente ao incn..r a faculdade de alienar
bens de raiz pelo simples faci de ser comuicrcian-
le, e, por i?do, esposamos a dispcsic.o do cod. fr.
Cuntida no arl. <. etc. >,
Examinemos a argumentarn do nosso joven corn-
mercialisla.
Diz elle que as rares porque a lei commercial
releva os menores da incapaciojade que os Inlhe na
legislaro civil, fundan.-se na promptido, na crle-
ridade mesmo com que se devem mover as opra-
los por falla da prompto e -iidir.enle activa a OJM
pode nalaralmeale acnateeer ae an. eurrttae*
romraerciante por circanaslaacias fmpreaiaU* a m-
dependentes da toa vonlade mais M
que venda om predio sea, alim da ai
sobrepujar essa lal ou quejanda folalidaea.
Amia entre erro do Sr. Alnoida Sarta, 4
fado de ler compre he* di Jo nal a qoa) a
trina mesmo do tea qaeri.U Celan Fi
quanlo a razan pela qaal as respectiva
dores desle GhIiko nfaHmrmm do man a faealaea
de fazer alheaeXe de hem de rail, asta fei a
terem elles arrecriado dos pareeiim Me e m
i, da' onda* nlaaneitodas do mmaurna.
Dooco de mares maca a'anrri aorraaaW,
t-n leu o Sr. Si..:.., m sin a da evitar
esbanjameula dos heos da menor, feila par
mo ; foi, a razao que da Rograa
a para qoe ello nao te desposen
da seos bens. a
Ora, om efteito. quem podera eaierger, a
qoe lenha olhos de visionario, |
e fraudes na venda, por exempla,
rail ?
O Sr. Almeida Soula deve saber
de venda entre ims prava per i
eo pateado par nm labelliaa de olas
Constituido, que lenha ronhecimrnlo da
pessoal do comprador e da vendedor. Para
de desle instrumento se reqaer
leslemtiohas pelo menos qu- o lenha
ver. lleve ser laucado em livro esmpeiialinial
numralo, rubrica lo e encerrado peta pan ta ree-
P-elivn i-rmo. Atsin. ha taires ferntliledn ia-
feriveis, on indisns-nsiaveif coadira en orden a pro-
venir prtvaricardei e engaas, a* jenatt te peJe eap-
pur qae. nem por travos penetre a fraede as* at-
l pul arns da con I ralo. Pode in dar-te a tata* *r
qae traa a or. do liv. I" til. 13, trtwl he a de le -
Ao enorme, mas para lal faeto dantas oa Bao a In
o remedio "*,..
Ea ha pna:o ditae qoe a razia da .
do in-or he exteosive demai, a agart
porque. He que rila prora contra a lam
alienarn ros immoveis, do nana* i
contra a permis-.io relativa hypataaaa tVet*
Perqae, te o menor ha inexperieole para
le> alienar... he claro qae, lodo e ateio
aclo que der em al lem-.ro, etli Tara da sata" capa-
la.! e civil :Oraa hxpothtea innrnliniiali aaa-
doi a transferencia do direilo taaca o kan avaatte*
cado :I.ogo nao ha por oade coacador aa" ntar
a faculdade de hvpatheear w atn) ato a rail.
Este argomenlo qoe par ti te eila par Ierra la ta
o qoe se diz em suslentaceo da Iboaria 4a CeJe**
Krancei, sih..m qa a Sr. Alataiaa aun aaa*V4a
de simples oh|orcio e aiagislralmeale a imilla
como ama run/utUo dr rtntat /ros ana dittmrras
por.. a i mesma Halttrez* e $immria. Baatnaatto,
forrte ne he agora o laier-lht ana raaaaarl av
servarao.
Niniaem qae justificaste e arl. 2 da mm Cad.
disse anda, qae ot contratos de venda t da t)Jpi0>i
ea >ejam a iiimu eoaaa o lenha re sanare ai antean
elle, i,,.. E, pan, o V. Al randa Sarta Ma tanalit
cousa iienl.uma ni qaeslao, diada a daHimaa J>ri-
dici desses ronlratos.
Ti I vez, foi por eaasiderar tiqearida de ladee a
dislinrrode venda e hxpalheca...
Pois, eu agora par miaba parle Iba diaa, trae f-~
Irivialidtde mridica de naile l
o dominio do m*u saber. Be
posto re-pon ler, pina a lomar a Ha da tai
argumentarse.
Tendo felu a diflerenti < coa
de hvpolheca, e eslabelecido que.
efTilosjuridics, sao dillerralet ;
concille nesles termos : (Ira,
on pelo menos a raza aconselha,
quelle que vende ttcveaa ser najare, datan
pirar mais couli.iir. do qoe tqutllat asta
exigir no qae hvpothera. a
Valha-o Heos !. II verdade rae en
erTeilot da hv polheca n.o ora qae ordinariamente a hveetinca esta preao-
/.indo a Iraosfcrem-i* da objacta h ipilbmada. aataa
se fra o contraa de venda, par (aMa do ce*apn-
mento da obrictran qae Iba aiz reipatn E. ea-
no, ento, havendo cavas en qae da bipinira ra-
sulta verdidrira alienarn, pleaa Iraash
pojo completo de om hem da rail, ha
menor a faculdade de hv pothrcar, ltate
a consisiente nos actos "de alheaeaa lie
modo st qui/ermos ter coherentes,
lgico*
O sr. Almeida Soulo quer liada oasrir-ma '
ji deilo a banda a rgameela d aaalagia ena
aeabei de eslabelerei. Ea avaaea a eaaar qpa,
pode hypolhecar, com maioria dt rmziu '
faculdade de alienar. P n-qoe, s-a1a a fc
moa garanta qne se da' par aau divida a** t
conlrahr, garanda da neana aaterezi de leahtr. a.
cnixegoinlemeiite, leada par fim a aallata(;a da-
quclli divida que por aea-a ata ten rada paga ; la-
davii, minias vr/e acontece qae d-oa par hvpa-
llirc. de ama obngar,..,., an bna da raz a> valar
etcedenlp ao dets* lal nbr.gario, a,
do devedor li\ polherante ..orine Ir
credor t Ihe dii pague ma a divida
po-uir o de qu. me lr hvpolheca. Mas t
nao pode rom ir a ..angaria a la pardeo toa
de raiz por am prora relalivanaali iatifrbraale
Isla, Sr. Almeida Sarta, da-te qeati eaaaprv. a
faz o bom boceado du awarariei da oan aatkea a
No-. Ierra.
Uir-me-ha, pnis. aindt qae a hvarthaear be acta
para que se evija mea... rapacidaae. da ene a a
se requer para as alheartt *
liobejnais para recriar,
denega opSnVr alienar a. jajs teas anlre
hv poli.era delles a Inrto o a direilo. prsrdaaida
do qne se (>>ra veada-los?...
Hesla-nns acora Hitar do modo partjao'o*! a Sr.
Almeida Soolo. np-^lc-te reaciliar as das I mili 11
res o n.wa e o Iranrer t rirai-se torta de
nao liieram mais do qoe ir de
principan.. li. parle dn leai-ladorlr.
qoem dit. Imuve de-n...litara 4
do menor. Entretanto, da parta .
sileiro se pdt as-ignalar a stgaiale raa:
. i) gri.... d... Krasiltirns he prapna para nata
as arles, na indastna, na. lellra-, a aWatilliit val
iii.,.ir.ni..i qae he rapai dr competir, etc., ote. Ma-
lte sobre taita no eummereie, oade a aplitf*. da bVt-
sileiro mais ap| arree.-
i ira.suppi'.i.i qu- nunca tivattem pataada
!t stl
vea on a
salaade da
ene prava
anaanaa.
faaar dat-
Sr.
A.
H


ruar, ou desfi-iieaudo-a paia malquisla-la e trna-
la desprezivel; e nesle empenho nao se poupou meio
algum.
Ma
os signatario! inverleudo a ordem natural do
r.uninniii raciocinio, que a boa razio dirige, para
por um caminbo lorluoso chegarem a braza soa
sar.ln.ha, diaran que a lei ile l.'i ne oulubro de
oderle-.,lativni ., '"" P'"'" poder lartaUlivo geral deerelar para lodo o imperio; \ binas provineiaet. nem fo, por lei ilgiiraa empliida
e fo. par obriga-lu que a Iri ,| |.' dr m.lin de a0" aMaWlHMlOB,
,il".','1"'"";":.....'l'.r se le n.. artigo .. \ lo, taleriormoBl n)o pode .......lar na nosle-
E como opilme do lal compendio dizem os signa-
lirios :
He claro a olhos vistos, que sob a forma de
parerer derrelou a assemblca uina verdadeira le,
suhtrahiudu-a a' sanelo.s
Pcrguulamus iiui.
E se iiideprnilenle dn parecer de commisso^,
o procemo roe organlsado, leria sido decretada al
gnni.i lei E llrevtram-tl os sgnala, ios a inventar
irrisoriamente que a assembla na falla de lei de
proceso, e ni impossibilidade de a deerelar
lei
o 'por nm parecer de commisso pira snblrahir me
cues commcrciaes; poiem, qne, lodavia, uem a
presteza, m-rn a celendade dessas operacrs exige,
que a esphera de acojo do menor commerciintr I pela iiitnle do nmM~lrii.lador, o aaa oa)
seja por maneira dilatada, qne se detconhera ne'lc j braste ninguem de ferer a apologa da
a sua rairooridade. [Biasileiros para unlmlat wnvrnirtrii ole aa
tis-aqui as suas Inrmaes palavras : ., Como sa- daqurlle ponto A. nos. In liaatu. man ailll
bem lodos, as razes derlas^- elaeaneta .^\ fon- la qae es-a declarar,, em nada" -',-a OaT aa riHa
dara-se na celeridadee promplido qae dtinandaiii j p-igunlo eu aa ir. Almeida anata, s* a hsMadar
as operares commerciaes, as quaes,sem duvida ne- | hra.ileiro fin coherente mm os ata* rnnnam o una
nhuma seriam grandemente relardidas etc. [..[mnu-.e com a in lote do pova p.ra aa* lear-laa
Mas, o Sr. Almeida Soolo nao v que dis.t nilo quando Ira. ou a di-posir qae aa arligo 2h s roo-
nm absurdo, quer seja referinlo as npenres de : lem. como pulso Un recen a d.aliina qae bs~i
qoe Irataio commercio geral. quer seja que se nj.-ma di-|.o..r.. ell? c-lauels^ca ? Ooaria. patt
enleuda por ellas as operac.0es do Iralico du menor .' que ceeamrnle arnmpaahatse o> ratita r.i,.-,K#I
Pois n,1o adve.le que. com relajan aa primeira.. o s.,n, allenrao positiva as .nnd.i,s do llrtsil pac-
innvimenlo geral do commerciu nn odre reanla- t chira nao he .ral,rmenle vVrdadetra ate lamia
ment pela iucapacidade dos menores ; r com re- nvrlhor he a I,-, quanln mait adaptada aos niaoniLi
larao as leglindM slriclamepte, o lirar dellas rato a o rararler a' ndole da naraa qae a rvrahc l^.-a
em qae asseulca relevancia daquella incapicid.de, cano prelce n cud.g a tranca/, ao aasaa aa aaeh- "*
, significa o mismo que dizer :para que os menores >iae traamos Sentir-sr-lia a Sr ** -
numer.i de confranas que se aprcsenlou ; sendo | l.nhamceleri.iade as suas operares commerciaes, r, 0 geni.. braiie,ro, q,e du. i,. aatoMiladH
ainda mais para admirar o nao comparec men lo da t deve m ser capazs de commerciar / Eoao he isln principalmente para ,. rummerm,
irmandade do Sanlissimo de nma das reaue/ias. uPP"r ab>ordamenle as operal;r.c5 commerciaes do f ranee/ qu-, m. ni natnalar, aaa
r-nr.. ,.___,- i r> i mellar anles da ma ciipandade de commerciar, ti- sem |.r arlivntadr Via l,> >..,. ,
- Consta-nos que pela Cabanga teem appa- j riJMto da proinpdJll c(.|erida.le daquell.i, a j,.- de fu.ia-co.. m *
recido noile suas assuadas, provenientes de famos lifica;o que e'quer dar a' etta'.' Como, pois, he
sos sambas que all se ha feilo, principalmente do- ;1"e ^r- 'Xlmeida Souto cnlende, que as reatti
sahbados pra os domingos. Parece incrivel, que
[uasi dentro da capital, o povo esteja tao mal edu-
cado no que diz respeilo religio. Quando os
domingos deveriam sor, j naodizemos santificados,
pelo menos dias de soreg, em que o povo deveria
dpscam;ar dns trahallios da semana, san os dias em
qiin nnis o turbulento-, -enMenlam, r o- di-titr-
InOS se ommellera
porque se releva o menor da ineaparidade de coir,-
merriar demandara as suas operares commerciaes 1...
0 menor commerriante, he verdade, conti-
nua por forra da nature/a do mrsmo rommerno,
ha ile raisler elevar-se a runa da .na peapria fra-
queza e inexperiencia, e repuiar-sr em indn na
onlrn. que nn aqoelle qne deve sor em maleriis
mi auioi,to civ.s .i i. Me n", i quer di/er, que a
le, u dc,e abaudouai inicramenir. t deixa-lo vogir
M
mi
9 fe.a-
llevo di/.er agora dnas pslavras aa Si
?joulii, s bem q.,,. |a bm irnha larnaaa
len.o. Snu .oi.herednr dos ulenlot da
Ihe inleira jailira, lonlia sentida meta .
a forra da sai lgica, o par isto nanee en _
dota, pe. milla ene II.r d.Ka. wivamesvlo mfm, Wata a
sin.-ei ida i, ,| mrm r(>raro. qne e aJta vira a *m
Va
..orne siih-rripl... junan |K-,,s.r .[o- la,
ertar d*sse artaaa d tikrynm, ana .
'uinliil ir n arl 1. du aataa caJica ntat ...| i.,,
a ma;.i brilhaiiit perir.lt a e> .darte ,m,Mn, *
exhibida do alto da -aetiia|doqoorle ai.m. da iacal-
MUTILADO


V
c
dde ile direilo por mu doa aeus mais dialinetoa r-nr-
namentot o Illm. Sr. Dr. Joaqoim Vilella de G utro
Tavare*.
S.
<&omwtt0.
. ug.Y DO BKCIFE 21 DKi NOVEMBRO A S
3dOKAS|DA TAKE.
Colices fflciaes.
Heiconto de ieltraa de 1 a 2 mezea8 *.. ao anno.
rreeric.o Hobilliard, preaideule.
P. Borget, lecreliriu.
CAMBIOS.
Sobre Landre*, 27 3|t.
Pars, 346.
c Lisboa, 98 a 100 por de premio.
" Hio de Janeiro, \\2 a I por 0|o a 15 e 30 das.
Acoses do Banco, 40 a 45 de premio.
companhia de Beberibe 549000.
* a eompauhia Peroumbucana ao par.
a t Ulilidade Publica, 30 pureenlo de premio.
a Indemnisadora. 52 dem,
a a da ealrada de Trro 20 por 0|o da premio.
Discanto de lellras, de 7 a 7 1|2 por 0|().
Dito do banco7 a 8 por 0|rj.
Doro.Oncas hespanholas. ,
Moeda de KSiOO vellias
a a 6400 nov3S
a a 9000. .
Prala.Patacoea braaileiros. .
Peao columnarioi, <
menea nos.
28a 289500
J. 16JO0O
". 16|OO0
. 98000
. 29000
. 2JJ000
19860
Catea Filial do Banco do
Brasil
EM24 DE NOVEMBRO DE 185.
Directores da temana, os genitores : Mauoel
(jencalvea da Silva e Jos Pereira Vianoa.
Descunlu da letlraa a vencer ale 3t de dezem-
bro do eorreute auno 8",; dilaa com venciraenlua
poalerieres 9 ',.
Preaaio de lellraa aneadla obre a praQa do Kio de
Janeiro, a 15 diaa viala 2',.
ALFAROBUA.
rXeudirnenlodo dia 1 a 22. .
Idam do dia 24......
375:7448215
13:9363868
389:681 J083
Oescarregam kojf, 25 i uocembro.
Brigue Inglezl-'nerul*mercadoria.
Brigua portuguezHelampagopedias de canlaria.
Polaca aardaTivaeaal.
IM POftTAC tVO.
Brigue inglaz l-'riends, viudo de Liverpool, con-
signado a Sauu 1er. Brolliera & (.., mamfeslou o ae-
guinle :
23:! fardoa e 25 caita* fazendas de algodao, 2
caita* e meia de algodlo, 5 dilaa fszeodas de Imliu,
12 itilaa caaaaa. 1 dita cafeleiras, 50 ditea queijns,
72 (lilas cli, 160 barra chumbo, 50 diloi mauleiga
de vacca, 63 roloa cabos, 80 cuuhelea ajo, 47 Rigua
I barra e 1 caito louca: a Sauuders Brolbera
ftC
100 caitas folha de I-landres, 1 dla objectus di-
versos, 2 dilaa e 1 fardo fazeuda de algodao, I
quinlaea e 20 libras chumbo em rolo ; a Barroca
& Castro. *
2 fardos hiendas de algodao ; a Joliottoo Pa-
ler &C.
2 ditos e 9 caitas fazeudas de algodao ; a A. C.
de Abren.
1000 barris plvora, 120 ditos chumbo ; a orden).
tiu (enaltada*, 16 qaintaea e8l libras de ferro ;
para a eatrada de Agua-Prela.
I eacco amostras ; a divenas.
Barca lugleza JHH Scutt, viuda de Mew-Porl,
conaignada a Scoil Wilson A C, manifestou o se-
guinte :
300 tooelladas da carvao de pedra ; ao mesmo.
O iMSI I.A II!) i.KH SI..
Bendimenlo India 1 a 22.....' 31:8129257
dem do dia-2i....... 2:2109410
31:0229657
1VEKSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia 1 a 22 3:2285780
dem do ilu 2i........ 26-J022
3:4745802
HECEHEOOKIA DE RENDAS INTERNAS fc-
RAES DE PEHXAMBUCO.
Rendiiiienlo do dia 1 a 22 17:52:^203
dem do dial!!........ 1:3205487
18:8435690
CONSULADO PROVINCIAL.
Heiidunenln dn dia 1 a 22
dsin do da 2 .
31:6769681
3:72i:668
:I5:401831
Wtovtmwto -o potto.
yaci* entrado* no dia 24.
Liverpool45 dias, galera ingleza Bonita, de 299
toneladas, capilo II. G. Slurney, equipagem 16,
carga fazendaa e mala genaros ; a Patn Vi-h &
Companhia. Pertence 1 I iverpool. Passageiros,
Mr. Jana (alian, Thomaz Payne e sua senhora.
Assu'--I5 das, brigue braaileiro .Imperador. do
Brasil, da 29 toneladas, capitto Laaodio Euge-
nio de Oliveira, eqaipagero 13, carga aal; a Mu-
noel Alve* Guerra. Perlenee ao Rio de Janeiro.
Veio largar o pratico e segu para o Rio de Ja-
ueiro.
itichmondII dias. barca americaua Amanda, de
368 toneladas, capitn R. K. Ilarford, equipasem
10. carea 3,600 b.rrica* com larinha de Higo ; a
Scliranim Whately & Corapanbia. Perleoco a
New-Yurk.
Rio de JaueiroII dias, barra porluguezl allorlcu-
cia, de 56N toneladas, capitn Joflo Silverio Ro-
mano, equipagem 16. Baraja cafe e 120 toneladaa
da pedra; a Manuel do Naiciinenlo Pereia. I'er-
tence a Lisboa.
dem14 dias, barca portugueza l.igeira, de 425
toneladas, capilo Rapliael lionc.alve-> Branco,
equipagem 15, carga 120 toneladaa de pedra ; a
Vicente Alves de Souza Carvalho. Perlenee a Lis-
boa.
Barcellona43 dias, sumaca hespanhola Culebra,
de 122 toneladas, capilo Jos Ventora, equipa-
gnu 10, carga vinho ; a Arauaga & Bryau. Per-
lenee a Barcellona.
Da coromissitoVapor do guerra braaileiro Bebe-
r\be, enmmandante o capitao-tenente Jos Ma-
na Rodrigues.
Rio de Janeiro32 dias, brigue brasileiro Feliz
Destino, de 207 toneladas, capitao Joaqoim Sna-
res Eslauislo, equipagem 10, cargt 650 barricas
com farinha de trigo .' a Manuel Gonc,alves da Sil-
va. Pertenre a Pernambuco. Passageiro, Mauoel
Gomas da Silva.
e*it**.
0 Illm. Sr. inspector da tbesouraria provin-
cial em ruropriinento ta resoluco da junta da fa-
/end, manda (azer publico, que as arremalacoes
das obras do riacho Pinuhyra e do Brunztnho fo-
ram tran [cridas para o dia 27 do correte.
E para constar se mandou afnxar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de Pernam-
buco 22 de novembro de 1856.O secretario,
A. F. da Annunciaco.
O Dr. AlexandreBernardina dosRciseSilva oflici-
al da imperial ordem da Rosa, e juiz de direilo
da 2.* vara criminal, da comarca da cidade do
Hecie, por 8. M. o Imperador, que Dos guar-
de ele.
Faco saber que uo dia S8 do torrente as 10 ho-
ras da manhaa se ha de reunir na sala das sesses
da cmara municipal, a junta revisora dos jurados
qualilteadus no municipio do Rccife, na forma do
disposto no arl. 228 do regulamento n. 120 de 31
de Janeiro de 18-12, a fin de proceder-sc como est
determinado no arl. 229 do mesmo regulamento.
E para que chegue ao conliecimenlo de todos,
mandei passar o presente que ser publicado pela
imprensa.
Cidade do Recito 22 de novembro de 1856.
Eu Manuel Correia (jomes de Almeida, escri-
vJo interino do jury o subscrevi.
Alexandre Bernardino dos Reis e Silva.
t*iara Sed.
Companhia de
Beberibe.
O Sr. caixa da companhia esta' atitoi-j-
sado a pagar o 17.- dividendo, relativo
ao semestre lindo no ultimo de outuhr,
na razao de 2.S'2") por aci;ao. Escri ptorio
da CompEiiliia de Helierilje, 21 de no-
vembro de 183(i.O secretario, Luiz da
Costa Portocarreito.
Os aeohores que arremslaram (albos de arou-
Kuaa pblicos na cmara municipal do Recite, com-
parecer na casa da mesma .cmara com sens liado-
res, para assiznar os respectivos termos.O secreta-
rio, Manoet Ferreira Acaioli.
CONSF.LHO ADMINISTRATIVO.
O conreino administrativo ii*m de comprar o sa-
"Uililt :
Panno azul para sobrecasacas e calcas covados
3,139, dito para capoles ditos 6,582, bai'-ia verde
ditos 2,483, panno preto ditos 398, casemira car-
raesim ditos 400, esleirs 1,670, casemira azu
covados 25, luvas brancas de algodo pares 120,
foles inglez pequeo 1, sapatos pares 2,061.
Quera quizer vender estes objeclos aprsente
as suas propostas em carta fechada na secretaria do
conselho as 10 horas do dia 26 do corrente
mez.
Secrolaria do conselho administrativo para for-
necimentodo arsenal de guerra 19 de novembro de
1 S.'tiliento Jos Laraenha Lins, coronel pre-
sidente.Bernardo Pereira do Carmo Jnior, vo-
gal c secretario.
ggj *l riUIIICO TERC FURA 1% i ROVMIRO DE Hil
W Rt.PARTlC.AO' DA VACCINA.
~$ O commissario vaccinador pro- -y-
0 vincidl, reconhecendo que muitas &
"; pessoas deixam de comparecer a -;V.
^ ta repartirao em consequencia ^
$$ da longittide do lugar, avisa ao :>
respeitavel publico que tem re-
%$ solvido a vaccinar tambem as fi
y tercas leiras de todas as semanas, "
:J:' na casa de sua residencia, conti- $0
$g$ nuando a repartirao a funecionar ^
j* no torreao da alfandega as quin- t$
SJ tas e domingos: assim, as pessoas $j
% que sequizerem vaccinar as ter- fh
@ cas feirat, podem dirieir-se das ^
(if sete as nove horas da manliaa, ao j-J
^ 1 andar do sobrado da ra Nova A
estiuinadadoSoln. (JO.Dr. Joao 2
% Nepomuceno Dias Fernandes 3
O tribunal dn commercio da provincia de
Pernambuco, convida aos Srs. commerciantes na-
cionaes matriculados a residentes nesle districto, a
comparecerem no dia 1 de dezembro as 9 horas da
manbaa na secretaria do mesmo tribunal para
proceder-sea eleicaodos dous depuladoscommer-
ciantes que para o seguinle qualtiennio do 1857 a
1860 tem de substituir osactuaesSrs- depulados
Joao Ignacio de Medeiros Reg, c Joo Pinto de
Lemos, na forma do til. nico do cod. eommercial
e decreto de 5 de setembro de 1850
E para constar mandou o sobredilo tribunal fazer
este qne assignado pelo seu secretario ser 'publica-
do no o Diario desta cidade e afiliado na mea do
commercio com a lista de que trata o arl. 5\ do
citado decreto.
Secretaria do tribunal do commercio de Pernam-
buco 24 de'novembro de 1856.Joao Ignacio de
Medeiros Reg, secretario interino do tribunal.
Jos Jeronymo Monleiro.
Jos Joaquim Dias Fernandes.
Jos Pires Ferreira,
Joao Ignacio de Medeiros Reg.
Joaquim da Silva Lope;.
Jos Rodrigues Pereira.
Amonio Valentim da Silva Barroca.
Gabriel Antonio.
Jos Antonio Basto.
Luiz Antonio Siqueira.
Joao Pinto de Lemos.
Joao Pinto de Lemos Jnior.
Jos Velloso Soares.
Elias Baptista da Silva.
Joaquim Ribeiro Ponles.
Manoel Goncalves da Silva.
Manoel Dnarto Rodrigues.
Jos Candido de Barros.
Jos Leas de Castro.
Manoel Ignacio de Oliveira.
Joao Jos do Carvalho Muran-,
Vicente Jote de tirito.
Jos Pereira da Cunha.
Manoel Joaquim Mamse Silva.
Francisco Accioly de Gouveia Lins.
Manoel Alves Guerra Jnior.
Jos dos Santos Neves.
Antonio Krancisco Pereira.
Caetano Cyriaco da Costa Morcira.
Antonio Jos Leal Reis.
Camillo Pinto do Lomos. .
Barlholomeu Francisco de Smu,..
Jos Gomes Leal,
Vicente Mendes Wandcrley.
Jos Francisco J.avra.
Joaquim Jos da Costa Fajo/.es.
F.sui conforme,Dinainerii'o Augusto do Reg
Rangel, no impedimento do ollicial maior,
REPARTir.AO' DA VACCINA.
O commissario vaccinador provincial, reconhecen-
do que multas pessoas deiiam de ir a esta repartido
em rniisequencia da louuilude do lugar, avila ao res-
peilavel publico que tem resolvido vaccinar lambein
lias Ierras- reiras de (odas as spnianas, na casa de sua
residencia, continuando a reparlicao a fuuccionar no
torreao da alfanrirea lias quintas e domingos : assim
as pessoas que se quizerein vaccinar lias terc.ns-fei-
ras, poden) dirigir-se das 7 as 9 horas da manhaa,
ao primeiro andar do sobrado da roa Nova, esquina
da do Sol n. 60.Dr. Jo3o Nepomuceno Diaa Fer-
nandes.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Por esta secretaria su faz constar quo nesia data
foi inscripto na respectiva matricula o Sr. Fran-
cisco Ferreira de Andrade, cidado brasileiro.domi-
ciliado na cidade de Macei .provincia de Alagas,
commercianle em grosso e a retalho.
Secretaria do tribunal do commercio de Per-
nambuco 21 de novembro de 1856.Dinamerico
Augusto do Reg Rangel, no impedimento do of-
lirial-maior.
THEATRO
ESPECTCULO SOB A 01 RECrAO DO ARTISTA
O SR. SANTA ROSA.
BENEFICIO
DA SRA. D.
seotstaa
VnoM.
EDO SR.
JOAI BU DA COSTA LIMA.
Quinta-feira 27 de novembro de 1856.
Depois que o Emn. Sr. eonselheiro presdanle da
provincia ae iliguar comparecer na tribuna, os Sra.
professores da banda de msica militar do corpo de
policia, de que he meslre o perito Sr. professor Pedro
Nolasco Itapii.ii, eiecutarao urna das sua melliures
ouverluras.
Fiada a qual subir' a1 acea a muito linda e iu-
leress me comedia joco-seria emires actos, tulitu-
lida.
i
1 SEVSIBLIIIAIIE
NO
Actores :
As Sras. I). I-'lorinda knolh, Jesuina, Alejandri-
na ; os Srs. Santa Rosa, Alves, Ribeiro, Hozendo e
Lima.
Os inlervallns serSo preenchidos com as melhores
pegas de msica do repertorio do mesmo Sr. Pedro
Nolasco, e entre as qoaes execotaro (a pedido ae
muilas pessoas1,
aria da opera
O Trovador.
liara' llm ao espectculo com a muri jocosa
V CRIADA ASTICIOSA
01
0 BIGUDO SOMMENTO.
lie ele o espectculo que vai ser apresentado ao
Ilustrado publico desla cidade, de qoem esperan) a-
colhimenlo.
Os bilheles pudem ser procurado* em casa da be-
neliciada, ra de Muras, sobrado n. 70.
Principiara as horas do costume.
'-s'Dtso* &&riui>$.
Para I bon secue rom brevidade, por ter a
maior carga prompia, a iMrcaporlugoe/a n.Miria Jo-
iiio : para o reato e passageiros, para o que lera ex-
cellenles commodoa, trala-se com Francisco Severia-
no Habello A I illm, ou com o capiiao na pra;a.
Para Lisboa Sfgue em poucos dias, o biigne
poiluguei l.aia III. queja pouca carga Ilu falla :
para carga e passageiros, para o que lera escolente)
commodos, trata-se com seos consisnatarios Kran-
cisco Seversano Rabello Killio, ou com o capilo
J. J. da Costa, na iraca ou a bordo.
Rio de Janeiro.
Espera-se do Assu' o brigoe Imperador do Itra-
ailu, o qual depoiada andicienle demora para recaber
scravos a (rale, seguir' para o porto indicado :
Iratar com Manoel Alvea liuerra, na ru.i do Tra-
piche n. 11.
ro de Janeiro.
Ale o lira da preaente semana pretende aeguir para
o Rio de Janeiro a veleira barca braaileira Saraivau,
lem promplo dooa tercos de seo carrecainenlo ; pa-
ra o reslo e escravos a frote, para os quaes lem en-
cllenles commodos. trata-se com o seu consignatario
Antonio Luu de Oliveira Azcvedo, ra da Ci oto. 1.
Real companhia de pa-
quetes inglezes a vapor.
Al o lim d o mez espera-se bin dos vapores da
real companhia, o qual depois da demora do cos-
ame sesuira para o tul : para passageiros etc.,
trala-se com osagentes Adamson Ilowie i\ Com-
panhia.
AO RIO DE
Janeiro
segu com brevidade o brigue
nacional MARA LUZIA., capi-
tio Joo da Silva Morad : tem
grande paite do seu carregamento promp-
to, 6 para o restante trata-se com o con-
signatario Antonio de Almeida (jomes,
na ra do Trapichen, l, segundo an-
dar.
Mar ii i i fio e Para
/& o palhabole nacional LINDO PA-
^MLm. OUETE, capito Jos Pinto Nu-
nes, yaiseguir com bievidade, podeainda
ragajar ulguma carga ; trala-se com o
consignatario Antonio de Almeida (iomes,
na ruado Trapiche n. l(i segundo andar.
Para o Araeaty
O hiale aDuvidoso legua com brevidade ; para
carga e passageiros, dirijam-se a Marllos & Irmo,
ra da Madre de Dos n. >.
PARA O PORTO
segu com brevidade o superior bngw Esperanca,
novo, da primeira viagem e forrado de cobre ; para
carga e passaaeiros, trata-se com Barroca & Castro,
na ra da Cadeia do Recite n. i, ou cora o capil.lo
na praca.
RIO
de Janeiro.
Segnc no dia -J7 do mez correle o palhabole I e-
nus, aiuda pude receber alguma carga, e escravos a
Treta : Irata-se com Caelano Cyriaco da C. M. na
ra da Cadeia do Recite n. >.
de Janeiro.
Vai aeauir com brevidade o palhabole l'iriade,
para carau passaueiros e escravusa frele trata-se com
Caelano Cyriaco da C. U., na ra da Cadeia do Re-
cife n. -2.
Para Lisboa.
O patacho porluguez nllrilhanle, capilo An-
tonia Brai Pereira, ahira' com loda a brevidade per
ter a maior parle da carga prouipta ; ffara o reslo da
mesma trata-se com o dito na praca, ou com o con-
signatario Domingos Jos perreira liuimaraes. na ra
do Qoeimado n. 35.
PARA LISBOA.
Vai sabir com brevidade a barca portuguesa Li-
geira, bem conhecida pelas suas viasens ; para o
resto da carga e passageiros, trata-se com os consig-
natario V. A. de Souia Carval.o & C, largo do Pe-
lourinho ns. je 7, ou ao capillo Raphael Concalves
Branco, na prac,a do Commercio.
Precisa-ae d marinheiros nacionaes, para
bordo da barca nacional Sania Mara Boa Soria :
qoem se julgar habilitado, dirija-sc a bordo da mes-
ma liaren, no I-orle do Mallos : a tratar com .j capi-
tAo da mesma.
Sctl3&.
Lcilao.
O agenteBorja, por autoritario doE\m.
Sr. |)r. juiz especial do commercio, a're-
quenmento dos administradores da mas-
sa fallida de Nuno Mara de Seixas. fara'
leilao, das propriedadetabaixo declaradas,
peitencentes a referida massa, a saber :
I sobrado de ."> andares, sito na ra do
Vigario n. 1H ; 1 dito lambemde "lauda-
res, na ruado Livt amento n. .">G ; i dito
de 2 andares, na rita Augusta n. 2 ; 1 ca-
sa terrea tita na traveuado Moateiro o. 1 ;
1 dita na travessa do Marisco u. i i; 1
dita na ra do Alecrim n. I ; 1 dita na
ra do Mondego n. 7 ; I sitio na Casa-
Forte, com boa casa de vivenda, sen/.alae
coclieira.etc. ; e 1 terreno de 28 pnlmos,
correspondente ? ra do Brum e a dos
Guararapet ; os Sr. pretendentes t|uei-
ram, pot tanto, examinar com anteceden-
cia as supraditas propriedades: o leilao
tera' lugar quarta-feira 2(i do corrente,
as 10 boras da manliaa, no urmazem do
agente annunciante, sito na ra do Col-
legio n. 15.
LEILAO DE BOLACUINllAS INGLEZAS.
O agente Pestana fara' leihlo por eonla de qoem
pertoncerde 118 barricas de bolaehiulias inglias, as
quaes sero vendidas pelo maior preco que dr, e
em lotes a vonlade dos compradores, ierra fira -J.">
do tarrea!, ni seu armazem na ra da'Cadeia do
Rerife n. .'i as 11 horas da manhaa ; assim como
vender' urna escrava de naejo, de i lade A annos,
figora, e oulros inoilos ubjcclo? que se
se os cucur-
llioilo lunilla
achar.lo patenles no mesmo armasom,
rentrs assim eiigirem.
Leudes.
William Lilly na qualidade de procu-
rador bastante de seu filho William Lilly
Jnior, lara' lcilao por iilervenciio do
agente Oliveira, eautoritacao do Illm. Sr.
inspector da alfandega, da barca ameri-
cana uSmithlield lotarao cerca de l.")
lonelladas americanas, com sua mastrea-
cio, erros e crlenles, cordoallia,panno
e mais perlences, tal tjual te aclu ancora-
da em franqua ueste porto, onde pode
ser antecipadamente examinada : quinta
leira 27 do crtente as de/. Iiorasda ma-
nba, no lugar da attociacao couucercial
desta piara. Em seguida serao tambem
vendidos defrontedo Trapiche-Novo: urna
porcio de vollame inteiramente novo,
consistiiidoem \ellas grandes, ditas de ga-
vca, de joanetc, btijarronas ele, varios
cascos va/.ios para aguada, e lenlia para
uso de navios etc.
LEUDES
\\ illiam Lill\ fara' leilao, por inteiven-
cTtO do agente Oliveira, de um ptimo car-
ro dequatro rodas, com dous arreios com-
pletos para cimillos, um cabriolet com ar-
reios, seis cavallos de carro e montara, "
sellins para montara de homem e 2 ditos
de senliora, frciose Otilios objeclos : sex-
ta-leira28 do corrente, a's dez boras da
manhaa, nacocheira do Sr. .Miguel, sita
defronte do convento de S. Francisco.
Lcilao
0 agente Borja fara' lcilao em seu rouzMD,
na ra do Colleciu n. 15, de urna intinidade de ob-
jeclos de ilillercnli qualidades, consislindoemnbras
de mnrci.ieiria novas e usadas, varios panos, obras
de ouro e prata, relngioa para algibeira, ditos ame-
ricanos, de parede, espelhos. lustre, lanlernas de vi-
dro, candelabros, ptimos qoadios, camas de ferro
maruiores para mesas redondas e consollos, mesas de
in.-innnre, louca e vidros para mesa.e urna porclo de
linissiraas quinquilharias france^aa, ele, etc. ; nessa
mesma occasiao fara' tambem leihlo de orna encl-
lenle mobilia de Jacaranda', todos os mais arranjos
concerne ules a casa, e qualro ptimos escravos mo-
cos, de bonitas figuras, de ambos os sexos, perten-
cenles a urna pessoa que retira-ae para fura da pro-
viucia : qumla-feira 27 do eorreute, as II horas da
manhaa.
Por se Dio haver ullimado sabbado, conliuna
boje a porta da alfandega o leilao annunciado r,o
edilal de 1S da corrente.
J&i)i30$ $t>cr$0d.
SOC1EDAUE DE ENSAIO FBANCEZ.
Por ordem do Sr. presiden(e declaro aos socios,
quequinla-feira ha sesso as 0 horas da manhaa.
O segundo cecretario,
Costa Carvalho.
Precisa-se alogar urna ama para casa de fami-
lia, qne saiba ozinhar, pois he para este se-rvic.o so-
mente : na ra Augusta, sobrado o. .'I.
r vetes
Na aala nlerior do sobrado n. (i. primeiro andar,
da ra do (Joeiroado, ha lodos os dias sorvele das (i
I horas da (arde em diante.
Lotera do Rio
de Janeiro.
Acham-se a venda em a loja da praca
da Independencia n. 40, os novos bilh-
tes da lotera G7 da Santa Casa da Miseri-
cordia, que devia correr a 18 do corren-
te ; as lisias esperamos pelo vapor fran-
cez BKASIL a 27, (caso toque neste por-
to). Ao recebermos as mesmas listas, se-
rao immediatamente pagos, de conlormi-
dade com os nossos annuncios. os respec-
tivos premios, na mesma loja cima
REMIGIUS KNEIP, mestre marci-
neiro, no aterro da Boa-Vista n. 23, avi-
sa ao respeitavel publico e aos seus amigos
efregue7.es, que Macha habilitado a lo'r-
necer aos tennoret de bom gosto, excel-
lente e a mais moderna escadaria redon-
da de qualquer tamanho, e evecutada
com a maior delicadeza e pericia d'arte.
Bilhetes da lote-
ra do Ro de
Janeiro.
Acham-se expostos a venda junio ao
arco de Sanio Antonio, os novos bi-
lhetes da lotera 07- da cata da Miseri-
cordia, cuja exlraccao teria lugar em 18
do corrente, no Hio de Janeiro ; as listas
veem pelo vapor francez BRASIL (caso
toque aqui.) ou outro que sahir depois
daquella dala; os premios sao pugot a
vista da competente lista, e por isto os
bilhetes sio vendidos a dinheiro a vista.
Jos Ettzebio Alves da Silva.
Vai nje a praca pelo juito de orphaos desta
cidade a casa de sobrado de dous andares, silo na
ro. de San Jos da Costa no bairro do Kecife, per-
teucenle ao casal de Joaquim Jos de l-'igueiredo
com u abale da quinta parle da avaliacao.
Cunslaudo ao abano assignado que o Sr. Ig-
nacio dos Sanios Cnelho, morador e eslabelecido uo
lugar da barra de Canavieira, pretende mudar-se
do dito lugar, c como seja devedor ao abaiio assig-
nado de urna letra ja vencida, o nao pode faier sera
que primeiro liquide seu debito, do contrario se pro-
ceder nos termos da lei. Antonio Joaqoim da
Costa e Silva.
Precia-se de Orna ama de meia idade c qoe seja
sadia para oservico interno de orna caa de pouca f-
mula : no aterro da Boa-Vista o. 61).
Ua-se a joros a quautiade oilucenlos mil rist:
na ra da Alegra n. :H se dir qu-m di.
Aluga-sej) I." andar da cusa da ra da Cadeia
do Kecife n. 17, muilo proprio para escriplorio : a
tralar na laja deM. Ferreira de S.i.
O abaiio assignado faz aciente que se eitravioo
de seu poder um quarto de bilhele da 1. parte da
l. loteria concedida em favor do reeolhiinento da
Conceicao de Olinda, com o numero 6:tV, no qral sa-
nio a snrle de dous conlos de reia, e tinha no verao
a jssignalura do abai 10 assignado da maneira stgniu-
aJJ A. da Cunha ; p-lo que o mesmo pede aos
Sri. thesooreiro e caulelislas.qne nao paguemaquem
apresenlar o referido quar(o, visto pertencer ao
abaixo assignado.
Jos Antonio da Cunha.
Os credores da mana fallida de Oliveira Ir-
maoi iX C. sao convidados a comparecer na aala das
audieucias do Eim. Sr. Dr. juiz espacial do com-
mercio. e por ordem do mesmo para o da quinta-
reir 27 do corrente das 11 ao meio dia, afim de lo-
marem ronhecimaulo do relalorio do estado da dita
massa Taluda, apresentado pela nova administra-
cao.
Desapparccu do terceiro andar da na do Ro-
sario eslreila u. 2. por cima do barbeiro um papa-
gaio : quera o achou e quitr entregar ser recom-
pensado.
') Sr. Conrado Alvaro de Cordova Lima ( da
Baha ) lem orna caria na roa da Cudeia do Recite
n. 2.
Fredericol'reinonl vai ao Para tratar dos seus
negocios.
-Luiz Manoel Rodrigues Vallencasacca sobre Lis-
boa : a quem convier diriia-se a sen armizem, ra
de Apollo n. 13.
Os credores da massa fallida de Antnuio Au-
gusto de Carvalho Marinho.cujos lila.oa foram apre-
sentados _e verificados pelos administradores, quei-
ram vir receber o que Ibes loeou em raleio na ra
de llortas n. :i.
Em pr;ca presidida polo Illm. Sr. Dr. juiz
dos feitos da fazaoda depois de sua audiencia no
dia-ido correnle se bao de arrematar a quem
mais der os bens seguintes penhorados por execu-
ces da fazenda nacional conlra seus devedores a-
baiw declarados, a saber .
Lina casa terrea sita na estrada do Monteiro n.
1, pelaquantia da l.~>0,pre<;o porque foi adjudica-
da a mesma fazenda, dos hordeiros de Joaquim
Fernandes- da Gama.
Urna dila no Monteiro, a margem do rio com
70 palmos de frente o o() de fundo, por 300v000
reis, de Jos Bernardino Pereira de rito.
Uma diia pequea na fregueziado Poco da Pa-
nella n. 7, com 22 palmos de frente, e 50 de fun-
do, cozinha dentro, quintal em aborto, chaos forei-
ros por -1005000 reis, da irmandade do S. Sacra-
mento do Poco da Panella.
Uma escrava donme ajana nacao Angola com
idadedel.) annos, por 3fJtr!OOO"r>is, e um es-
cravo do nnme lenediclo, da mesma na^ao, idade
de 60 annos por Si 05000 reis, da viuva de Igna-
cio Paulino da Cunha.
12 cadeiras de madeira Jacaranda cora assentos
de palha novos por 7 2*000, de Vicente Moreir.i
da Silva.
12 ditas enm sof de madi ira jacaranda.com
assenlo do palha por 5(53000, de Manoel Epige-
nio da Silva.
l'ma pequea casa terrea ni ra do Queimado
n, 57, com 1-2 palmos de (rente c3 de fundo,
quintal murado com 48 palmos em quadro por
2:500000 reis, de Jos Antonio de Oliveira c
oulros.
Quem taes objectos pretender dirija-so ao lugar
o hora do costume. Rccie 24 de novembro de
IS56. O solicitador do juizo, Joaquim Tlicodoro
Alves.
Precisa-se iiien>alraenle de urna escrava por
aluKuel, que seja liel e i|ue se queira sojeilar a Ira-
balhar no Iralicn de fazer doces: quera a tiver e a
queira alngar, dirija-se a ra da Glorie n. 90.
O Sr. Thr.maz da Silva Lobo Itolelho lem uma
caria viuda de Portugal, na ra do Crespo o. i.
ExpotlcBo Iliteraria no taita de Santa
Isabel
qoe vao apresenlar em publico os proessores Anto-
nio Ignario da Silva e l-'rancisco de Frailas (iam-
boa, no dia se\la leira, S de novembro, as II horas
em ponto. Cura acoinpaohamenlo d seraphina os
meninos canlarao pela msica do l.jmno da Inde-
pendencia do Urasil a ledra da abertura da escola.
O Sr- professor adjunclolhes propora por hverocliphi-
cos os vivas a S. M. I. e autoridades Iliterarias, em
seguida a explicacao desses hverogliphicos, cantando
todas as regras e poesas anaiogas com acompanha-
menlo de seraphina, por solfa. Apreenlar-se-ha
um orphao de seis anuos de idade. quj nos foi en-
tregue em (ns de abril pelo Illm. Sr. Joao Xavier
Carneiro da Cunta, ao qual orphao jamis ensilla-
mos, nem consentimos que ensinassem a ler ; e s
por >er uuvinte l e escreve alguma cousa. verifican-
do-se assim o que assevera o Eim. Sr. Caalilho no
seu livro Rjutta de conlas pagina 13, linhas 11 a 18.
Iodos os mais Irahalhosde escripia, leilura de prosa
e vero, coutabilidade de nmeros inleiros, deci-
maes. trceles ordinarias, problemas de calculo de
regra urea, gaomelria pralica. analvse rammalical
e lgica, e mais desenvulvimenlos desta natureza,
que por ventora aprcseiilarera os meniuos, san ai
proyas do Brande servico que o Eim. Sr. eonselhei-
ro CaiUIlM acaba de prestar s duaa grandes farai-
las braaileira e porlugaeza. A hora marcada enlen-
da-se inilitarmenle em ponto. Nao se apresenlam
os meninos das nossas qualro escolas da capital por
ser ejeessivo o seu numero.
Oflerece-se om cozinhelro para casa de homem
solteiro : na roa da Alegra n. 15.
RATIFICACAO DE PROTESTO
O abano firmado ratifica o protesto judicial feilo
intimado aos nullos administradores da massa de
-Nono Harta de Seiaa, inserto nete Diario em os ns.
2u>i e 369 (13 e 1S do correnle mez de novembro^
por occasiao de o agente Oliveira proceder ao leilao
de varios predios da referida mas-a. E, vem ante
o publico na prsenle occasiao. por lata que observa
que se pretendem arrematar por intermedio do ageu-
le llorja muilos dos predios da massa om o dia 2(i do
correnle, nao obstante a oppusieao que t essas arre-
mataces, consta fdra (aita por muilos dos credores
por causa da Icsao enorme das avaliaroes desses, e
de lodos os predios, pelas quae> n mas,", he prejudi-
cada uo quasi decuplo dos valores reaes ; sendo tam-
bera porque taes arrematarles (por serem de bens de
raiz) devem ser fiitas peraute o juizo, e nao em lei-
I5u eommercial. Declara, por lim, que ha de em
lempo opportuno reivindicar ou haver dos arrema-
tles c dos administradores da massa, o valor de sea
credilo de cerca de '20:000$000 com todos os seus in-
(eresses legaes. Recife 21 de novembro de 1836.
Jos da Rocha l'aranhos.
Precisa-ae de uma ama qoe saiba cozinhar, e
de um rapaz pa-a criado : na roa do lio-pino n. 28,
e na ra das Cruzes u. 20, das !) horas do da al as
2 da larde.
Fogio no dia 21 do corrente uma muala de
nome Alexandrina, figura baia, um taulo feia. re-
gula 30 annos, levando vestido de chita, de roupao
sollo e chales de lia prelo : quem a pegar leve-a ao
pateo da Penha, sobrado n. 1.
Precisa-se de 1505(100 ajaros, d.i-se penhor de
ouro : quem tiver anuuueie.
-- Precisa-se de om caixeiro que lenha Instante
pralica de taberna, pagando-se bom ordenado : a
Iratar na ra do Visarlo n. 33.
~ Deaencaminhou.se de um sitio na estrada doa
Alllictos, que laz quina para o becco do Espinheiro,
uo dia 20 do correnle, um carneiro grande, baelanle
manso, todo braocn, mocho e inleiro : pede-ss a
qoem o achar ou delle liver noticia, o obsequio de
dirigir-se ao mesmo sitio ou ao sitio do Sr. Debourg,
na casa junto a ponto, que sera' generosamente re-
compensado.
-- Quem quizer couprar nina preta que saiba
cozinhar esem vicio, dirija-se a ra de Santa Rila,
casa terrea n. 89.
L'MA RATIMCACAO' RE PROTESTO E DE-
CLARA CAO'.
D. Barbara Maria da Silva Seisas, por si, e como
bastante procuradora do seu marido Nuno Maria de
Senas, Tem ainda ante o publico ratificar o seu pro-
leal e deelaracea enaradaa qoer em os ns. 186 de
/ de agosto e seguintes, e 212 a 215 de 9 a 15 de
oolubro dcsle Diario, como especialmente em os ns.
261 a 2(i8, 18 a 1 i de novembro do corrente.
Protesta solemnemente contra as nullas arremata-
cues feilas no dia 14 do crranle mez por Francisco
de Paulal-igueira deSaboia, de am sobrado de dous
andar, na ra da Penha, por lesao enormissima,
como igualmente conlra francisco Jos Alves Coi-
maraes pela arrematarlo lambein por este feila, de
um -ilio com lamo-a casa de vivenda, etc. ele na
ra da Casa Forte, e mais seis casas em dita rna, e
na do Pufo, por isso que foram feilas sol avaliaees
de um dcimo a Imih do seu valor real, ou ainda
seudo reilas sob base das declinas, quaudo uutr'ora
(ale 1851) alugadas sob a administraran do marido
da al.Mivji assignada.
Declara, ouiro aira, qee protesta solemnemente
contra as novas arremataresannuuciadas para o dia
20 do correnle mez, pelo agente Borja, por iaso que
as avaliacoea foram feilas com lerto enormissima
com o lim Ha quoim.ir o do reduzir ., nada a impor-
tante massa do casal, ou massa irrita e nollameole
declarada fallida do seu marido, e por cujas conse-
qoencias immensamenlo desastrosas, (orna solemne
e altamente responaaveis Jos Jeronymo Monleiro
e os pseudos administradores Aureliano de Almeida
Rodrigues Isaac e Novaea Companhia.
Declara, tambem, que ainda esla pendente da de-
ciaao do juizo do commercio, urna peliro da abal-
lo firmada, requerendo a annullacao das supraditas
arreinalacoesSabflj e Cuimaraes, como a ausla-
53o das pretendidas para o dia 21 pelo agente Borja,
sem que novas avaliaees sejam feilas sesundo a lei,
sendo que clamorosamente os fallados administrado-
res Isaac e Novaea han retido ero si a pelicao des-
de segunda-feira p i-ad i ,sin darem a iuforrac,ao ao
juizo, revelando desl'arte fins sinislros, que a abaixo
firmada deixa u perspicacia do publico.
E, e mb ni, de novo ratifica o protesto judicial fei-
lo por seu marido em 2 de jnlho de 1851. exarada
em varios Diarios, e designadamente em os M. 186
e sesuintes desle anuo ; e, por forra do qual, nao s
ha de reinvindirar do poder em que se acharem
quaesqner predios ou oulros bens, como haver lodos
os prejuizos, perdas e damnos de Jos Jeronvrao
Monteiro, e dos nullos administradores Isaac e No-
vaea & Companhia. Recife 22 de novembro de 1833.
Barbara Mara da Silva Seivas.
Aluga-se om sitio no corredor da Varzea, cora
aorados de fructu. boa casa com suMicienles com-
modos para familia, e banho, sendo o lugar raoito
bom e preciavel : a fallar ou com o porleiro do
consulado peral, ou na ra do Quelinado, loja n. 20.
Manuel Maria Rodrigues do Nascimenlo mu-
dou soa residencia para a ra da Santa Cruz n. :I0.
Thereza Maria de Jess, porlugaeza, relira-se
para Portugal.
Aluaa-se o segundo andar do sobrado de tres
andares da ra do Oueimado, onde morou o Sr.
Viegas.
Recommenda-se a loda e qualquer aulorida-
de policial ou capillo de campo.que caplnrei'ii an ca-
bruiha de nome Manoel, idade 10 annos pouco mais
oa menoa, que fugio do abaixo assignado, assim co-
mo prole.ta--e desdeja conlra lodo e qualquer que
dolosamente o hoover aednzido, ou facilitar a fuga
ilo mesmo, palo que pronlelte ".ratificar generosa-
mente ; levu caira de riscado azul, camisa de du-
la roa e chapeo do Chily velho.com fita branca pjs-
sada no chapco.e Iraz comsigo um lenco branco pin-
tado de rio pela beira : leve-o a roa Nova nume-
ro 21.
Francisco Jos Cermann.
O Sr. Joaquim Jos Marqueta que
mora por detrazda fundicio do Sr. Starr
em Santo Amaro, queira mandar a esla
typographia, a negocio que lbed7. ret-
peito.
LOTERA da provincia.
O abaixo assignado avisa ao respeitavel
pttlilico, que vende a dinheiro a' vista,
sendo da quantia de lOO.s para cima, os
seus leli/.es liillietes e meios pelos piceos
abaivo declarados, na ra da Cadeia n.
45, loja de mitide/.as.
Bilhetes .stioO recebe I:000.s00
Meios .".S'3."> .. .".OOO.sODO
Por Saluttianod'Aquino ferreiraJo-
s lorlunalodos Santos Porto.
LOTERA da provincia.
abaixo assignado venden as seguintes
serles:
PROVINCIA.
O Sr. Ihesoareiro da.
loteras manda fazer pu-
blico, que estilo expostos
a Venda, na tbesouraria
das loteras, na roa da
Aurora n. *i6, os bilhetes
e meios, da ultima p irte da
primeira, e primeira da se-
gunda loteria a beneficio
do^ convento do Carino,
cujas rodas andanio dia
9 do corrente.
O mesmo Sr. tliesourci-
ro manda declarar, que
ainda Acara muito gran-
de porgao tle bilhetes por
vender, e que tendo mu-
toa na thesouraria das lo-
teras, convida aos sen llo-
res jog-ailoresa virem com-
prar.
Teniio-se reformado o
plano por isso o Sr. the-
soureiro manda abaixo
transcrever para coiilie.c.i.
ment do publico.
PLANO.
4000 bilhetes a 6000 24:0000000
20 por canto 4:8008000
19:2009000
1 Premia de 6:000000
I JJilo de 2:0003000
1 Dilo de 900*000
1 Dito de 4003000
3 Ditos de 200 H009000
"> Ditos de 100 5005000
10 Ditos de 50 500*000
20 Ditos de 20 4009000
40 Ditos de 10 4005000
1250 Dilos de 6 5:500000
1332 Premios. 19:2009000
3668 Branco-.
4000
Thesouraria das loteras
17 de novembro de 1856.
O thesonreiro, Francisco
Antonio de Oliveira..\p-
provo. Palacio do iover-
no de Pernambuco 20 de
novembro de 1856. S.
de Macedo. Conforme,
Antonio Leite de.Pinho.
.los .1 anuario Alves da
Maia, escrivao das lote-
ras.
O abaiao aasignailo, sobremaneira ppnhorado
rio mellior Iralameiilo pnsaivel, e anbirlaa unm qua
receben Je (oda a briosa ollicialid.-nle rjn segundo
balalbao de inranlaria :especialmente de seu digno
romniandante, o Illm. Sr. coronel Maimcl Monii
lavares, e dislincto liscal o Illm. Sr. roajor Fenian-
lo Machado de Suma, durame a sua estada de onza
rnes e cinco das oo eilarlo-maior do quarlel do
Hospicio urana-se de eonsagrar-lhes e-ic publico
le-iemiinlio da ana mais plena e acrjsolada sratin.lo.
assesarando-lhesmui sinceros protestos de partirolar
eslima, e oflerecendo-lhes seu diruinulo presumo
Antonio de Vasroncellos Meneies de Drnmmond.
.N.i ra Huella, casa de pasto, n. 111, da'-ae
alinoco de solido, cha' e cal, no janlar seis pralos,
a noite cha e cale, s para ama passoa, por 2VM0U
rs. meiisaes, com muila limpaza, es- mandara' Tevar
a lempo e a hora, pois que ja Ir ni negros sullicien-
tes na casa, fazendo ver as pessoas que quiztrem ca-
le negocio que pagarto adianlido pelo seao que se
(em lavado.
Na roa do AragAo n. .1, prccisa-se de duaa pre-
las para tomar doce para Nadar.
Precisa-se alogar um prelo, dando- tent e bom salario: na ra Imperial, padaria nu-
mero lili.
Fugio do cngenlio Cacaliu' do coronel Sanlia-
go, oescravo cabra de non e Anlouio, i lade 10 an-
uos pouco mais ou menoa, basl.nle alto, eiroes
grusseiraa, nana chato, ulhoa grandes, cabellos c're-
poa, levaudo comsigr, om cavallo caal.nlio, e. um ca
pote : quem o pegar leve-o ao Sr. commendador
Manoel Gonr-alves da Suva, na roa da Cadeia do Re-
cite, ou ua ra Nova, em caaa de Jos l.uu J'ereira
Jalar.
(Jaem precisar de orna ama de meia idade pa-
ra casa de homem solteiro ou de pouca familia, para
engommar e cozinhar, e fatrr o mais servico de ga-
sa, dirija-se a ra dos Martwios n. Jl. '
AMASSADORES.
Precisa-se de dous amassadore< que sejam ligeiros
na lendedeira, e enlendam da arte, da'-sa bom or-
denado, e nao Iraballia no cylindro : os prclenden-
les dirijam se a rua Imperial, padaria n. 17:1.
Tlie undersi;ned lias tlie pleasurc
tomake knowntotlie publie in general,
aud especiall) to Slup Masters, that he
lias latelv opeiied bis new eslablishment
at Parabiba ataSbip Chandler and Gro-
cen Store, vvhere bethall be hapm to
execute any orden which tbei ma\ in-
trust bm evitb.
1 raeio n. 970 iOO.sOOO
1 dito 2026 OOO.SOOO
i dito i. 11 >'.) 50/jOOO
1 bilhete "07." 5O.VO00
1 meio ii 4388 500O0
1 dito . 122(1 508000
tujos
0 mesmo tem e\poslo a' venda os seus
fely.es bilhetes e meios da ultima parte da
primeira e primeira da segunda loteria do
convento de Notta Senhora do Carmo, os
quaet iiaoettao tojeitot ao descont dos
oilo por cento do imposto jera
piciris sao ostefjuintet :
Ihlhetes 7000 recebe (i:000.s000
.Meios ."i.s.">00 5:000|000
Por Saluttiano de Aquino Ferreira
los.- Fortunato dos Sanios Porto.
Na luja da fabrica de chapeos .le Domingos
rraiKHco Kamalho. na praca da Independencia n.
Id e .W. acaba He receber um -orluneiilo de honela
do velludo, lodos bordados a ouro, o mais bonito
que lem apirenlo no mercado desla praca.
Na loja d.i fabrica de chapos .! Domingos
"meneo Kamalho, na praca da Independencia os.
We .is, pre,-i.a-se alagar urna ama para lomar ron-
ii de um menino ja desmamado a quem convier
annuncie soa inorada para ser procurada.
Anlonio Francisco llamos
ShipCIumdlcr
Peiderain-sc no dia 21 do corren-
le dous mandados de penhora de que he
autoi Joaquim da Silva Lopes : pede-se a
quem os tiver achado os queira levara
travessada Madre de Dos n. 18, segun-
do andar, que sera" recompensado.
I'ugio no dia 1:1 do corrente mez o prelo criou-
io, de nome Caelano, representa ter 35 anuos de ida-
de, altura regular, barba fechada, cosluma a e-lar
por Sanio Amaro e Campo (irande ; quem o pegar
poda leva-lo a rua larga do Rosario n. .17, que sera
recompensado.
Aviso as stnlioras que enfeitam bandejas
com boainhote metmo para pretepe,
qne veram em bom lempo de festa.
Na confeilana de Pinto A Irmjo na rna da Cruz
n. -_'l em frente ao chafan/, alai euconlrarSo os com-
pradores diversos objeclos em doce e figuras propriaa
para presepes e bandejas para casamento* e bailes,
que ha muito deviam ter rhegado para mellior se cn-
feilarem ditas bandeja* o mais delicado que be poi-
sivel, viudo da Italia e Iranca pelo ultimo imin, .
ns prcros sao commodoa ; assim como ainendoascon*
feladaa e caixiuhaa para aa dilasque seivein parase
brindar, assim como oulroa doces e bolinhos finissi-
mosqoe se podem encontrar: o mesmos donos
apromplam qualquer eiicommenda de bandeja
commodos precos, o mais breve e
he possivel.
Lotera da pro-
vincia.
6. parte da 6. loteria da
matriz da Bou-Vista.
> abaixo assignado v den as seguintes soites:
2304 l:OO.s bStMB.
M feMtJ 2 X
2185 IOO.s- biltKM-
1761 200 bil,,.*-.
115. 200s 2 meios
2091 tOOl 2ditr>.
">.)! lOO.v 2 ditos.
r.228 100 2 dito.
iril8 5tf 2 dito*.
1112 ..0 bilbetc
2587 Hf 2 rnejot.
Acham-s expostos n
venda os liilhetes e meios
da ultima parte la pri^ei=
ra e primeira da egpunda
loteria do ro i vento de
NossaSenhora do Carmo.
sendo o plano mudado pa
ia a sorte a 0:00^0 00
Os precos sao os.sei/iiintes:
Bilheles 7s0O0 garantidos
Meios 3fMM
Em porcode 100^ ;l.
ra cima :
Bilhetes (isb.VI
Meio .~i.s325
I*. .1. Ln/ini
Deordam rio Illm. Sr. director geni da >-
trucrao publica, faco sabor a qoem coaviar, a in-
leressar, queS. be. o Sr. preaidenledaprevMwa.
attendendo a razes ulieriores.hoiiwpor bem ean
car por mais (rinudias o concurso aonoorado ara
provimento da cadeira de iastruepo eleaaaatar aV
S. Maria da Boa-Visu.
E para consur. sa mandn publicar iiiiiialu
pela imprensa.
Secrelaria da directora geral da iaairaecao m-
blica em 22 de novembro de 18..6. -O aaiiaUlta
Francisco Pereira Freir.
Pela musa do consulado proviael aa U/
publico,que do primeiro de dewatbrn pnmaao w-
douro se principia a contar os .10 dias utos Bar, n
pagamento, a bocea do cofre, da dcima doa ara-
dlos urbanos das fregoe/ias desta cidade e da dos
Afogados, findos os qu 3 0|0todososquedeiiarem da pagar asas dba-
los.
Deposito
DE
Continua o deposito do berro do l.oncalv-. arma
iem n. I, a estar sopprido de aacto "sapertor. -I
muilo acreditada fabrica da visiva de Orlpbiai I rati-
ta I ve* Pereira l.iroa, vande-aea diaaMro ala, aajaa
de-conln, |>elos prer.os abana d -laradoa :
Amirello l.< qualidade 100 ra. a a.
Cinzeolo 70 ra. a ..
Arremataeao.
A arrematarlo do> epolioa dos ibdilo, prrla;ri'
es Jos re Soma Oclcado. Kranciara laaaaratats Al
fonso e Joo Ka\ niun lo leivnra, drat t |a3
lerra-relra St do crtenle, ao nirn.-dia, na aae-an.
casa da rua do Brara, ja annaaciada aaM* Iha-
rio. i'
ama baria
com asseio que
A pessoa a quero for oiTarecida u
arante, sranda, para banho, r janlaanaaila
Iha adamascada, de mesa, rom deas vara* e *Maa
quarla, qaerendo restituir esle casera*, levo-oa a
roa do Seve oa a ilha doa Halas, aobrada d- aa an-
dar, onde morn o cnsul porlornez, qoe aera' aa-
iierosameule recompensada.
NeaU tynofjraphi.i pi-w-iaa-c f.ili.n
ao Sr. Benlo A. K. Tupiiiaml>a', que mo-
rn oti teve loja no pateo do Cu mu
loi.iinlias
PARA 1857.
Arhain-se a venda at bem ( oi.ln-. !.,
tolhinliat. impixtaat n<5tta l\ porp-pJno,
dat seguintet (pialidadea:
F0LI1IM1A RELIGIOSA, contendo ahnn
dot mezes, a biblioMxa do bratileiro. que *e compiN- de ora-
CJtn <|uotidianat, methodo de ataittir a
initaa e conlissim; cnticos, paalmo,
hymnps, ollicio de Nona Senliora
Conceicao e minia* outras oracne d<-
rancie mrito, preco.....* .",0
DITA DE VARIEDADES, a <(ual ak m tkia
nena, conterp artigot de agrk-ultur,
noo.es de tciencia, arte, lei dos rii -
culos, Ubella de un pos I os, e rejjuUro.ii-
lo de afericiio, etc., etc., prero. ."20
DITA SIMPLES, contendoalem* dos roc-
/.et, a lei dot circuios e varias tabel-
las de imposto j'eraet, provincia.-
municipaes, prcix)........ 2tO
DITA DE PORTA* a qual alem do hh-
zet tem e\|)liaic/iet das indulgencias i
CM-Oiiimunluics, etc., preco. |i,n
DITA ECCLESIASTICA /ou* de padr, ,
elaborada pelo Rvd. Sr. Pcmicnci......
da Se de Olinda, segundo regras
da i(;reja, e lei* conhecida* rc-
peito, prero.......... ,,,
Toda estas lolliinh. sao impressas cin
bom papel e excedente lypo, I vendem-
teemporroea retalho:" na livraria da
praca da Independcncin ns. OcH.
Joao de Aqoino i .aspar pede a pesaoa qoe rt-
cebeu uma carta na Baha para lira ealrecar. ,. ooa
anda Dio fez por isoorar a ana morada. favor do
enlrecar na rua Direila n. ft .rvoiid,. andar... oa
<>J do !sr. I.uilherme da Silva i.uianaiar* na roa ala.
uaataa.
Alerra-se por mana* qae he petsivel, Irrreno.
em alagado por em|ireiUida : a tratar na armairm
de madeiraa do Miguel, coafronle ao porto daca-
noas da rua Nova.
Hccommenda-sa a (oda e qualquer aotarila.1'
policial ou capitao di- campo qaa caplorena rn,|c
que (,i.iii;alo, idade 18 aun,,., punco anata oa lana
que desappareceo do abaixo aa.ianado na dia JO d-
corrrnte.e sa j.iga est.-.r perdido par ler .ido caanrra-
do ha iioocos diaa viudo do aarlAo e ata rnalnmi a.
ras da cidade, isto em ocra.iA., de ir fater oan fre-
U : levou eaaalsa d, rtatooo .-om mana., mu.lo rn,
laa e cale, ,|e sansa azul, aliara resalar, che.. .>
corpo, cara larga e alcuma* -ama. na, pernos .,,
o pegar leve-o a praca da Il..a-Viata n. L
Precisase de am boliairo : na roa do llospari,.
d. .1, sobrado.
Hospital Portu-
gus d Benefi-
cencia.
Em consequrncia da d>librai;ao tomada em *.
sao da a-.enilili-a jeral doa enhorca arrioni-lj. ,|.,
' p .i.. j Hospital de 'A do correle, foi lrau*leri.la dn nraw,
I rc,sa-se de um senlior para guarda livro. ,le ro domingo de de.embr ,,.r
nina casa eommercial, que teulia baa lellra e lialnlc
laque necessarias para escripia : quem ealiver lies-
las circomslancias pode se dirigir a rua da Madre de
eos leja n. 36A que pessoa que liver lara babilitaqes.
,,___, '__ ,:------------ nierue empa.*ailu.. iievrnrl.. a cortlliil"aa dr
T! 'J pa".PaM f"". "o lugar de conta, dar seo parecer drnt IS d..
lL^LZ^^"dt..C"nha- !"1. men.eno .e,ceo dominen de lanero "
quem prelender dirija-se a ilha dos Ralo, en a ru;
do Seve, sobrado de um andar, em que mornu o
cnsul portuguez.
primeiro da
le Janeiro, a aeaso ordinaria da mraana ansa
acral, procedendo-se oosle da, depois de lado o re-
lalorio, a cleicao da juma administrativa e ala rotn-
missao de came de coiila*. qoe eran iinmedni,
menle empassado*. devenif.. a rommi.-a de oame
pata
Mata-
lanriro.
Hospital rorlugoez de Henrlirenna em l'rrnvni
buco IS de novembro de 1S."m. -U .erreUrm.
Manoel I erreira de Souza tjil-o-.
MUTILADO


01*2.0 t PfMiBN .4 TEUCi HtliA 25 i NOV.M K0 li I S 6
DEPOSITO DE L1YR0S E BOTICAS HOMEOPTICAS.
'E^ffi
DO
DO
isa* i?o &* &b so^Qcaa^^ft
O Dr. P. A. Lobo Mostoso, tcndo de fazer urna viageni dcixa a sua botica soba
ilireegSo de pessoa lialiiluada c de inlcira probidade, e un deposito na loja de livrosdo Sr.
Manoel Nogucira deSouza na ra do Crespo, sobrado novo do Sr. Magallies Bastos.
PRESOS FIMOS.
Botica de 12 tubos grandes. IO#000
Dita de -24 15>000
Dita de 36 ... 20;0(ii)
Dita de 48 a ... 25?000
Dita de 60 ... 30M00
Manual de medicina bomeopatbica do Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina........ 2O5OOO
Medicina domestica doDr. Ilenry......... lOfOOO
Tralamento do cbolera morbus.......... ii/000
Repertorio do Dr. Mello Nortes. ....... 6fooo
c
1 I
PEORAS PRECIOSAS- 9
Aderemos de bullanles, *
diamntese perolas, pul- 4;
reirs, allinetes, briacos .i
e rojetas, boloes e anneis J.
de diflereoles gostos e de *
diversas pedral de valor, m
* Compran], vendem ou *
Ir iran prala, oaro, lin- '""
luantes.diamanlesepero- .*
$ las, e outras quaesquer W
8 joiasde valor, a dinheiro
* nu por obras. Z.
I0REIRA k DARTE.
LIJA DI 01R1VES
Ra do Cabuga' n. 7.
(iecebem por io-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras do mais
moderno g-osto, tan-
to de Franca como
, ?
j| OURO EPRATA- *
? Adereros completos de J
?* ouro, meiosdilos, pulcei- i*
SS ras, ainneles, brincos e *
? rozelas, cordes, (ranee- Z
,*i lins, medallias.correules *
? e enfeiles para reloaio, e ?
... outrosmuitosobjeclosde 5
<*i oaro. i*
: Apparclhos completos, *
j de prata, para cha, ban- ^
$ dejas, salvas, caslicaes,
?, colheresdesopaedeclni, *
e muilos oulrus objectos *
.: de prala.
de Lisboa, asquaes se vendem por
preco eoiriDiodo como eostuiuam.
Companhia dt? seguro con-
tra a mortalidade dos e.-
cravos estabelecida no
RIO DE JANEIRO.
CAPITAL -2,000:000.s-000.
.Iqencia iWal de Pernambuco 11. 1:1 rua do Crespo.
Pagar-se-lia sobre a ivaliurao de IMXIOsOOO e
mais ou menos em proporcio de oolro valor, inclu-
sive o sello da apolice ele.
Das idadn.
De 12 ale entrar aos 40 anuos :I6."100 por anuo.
As coudicoes impresas poilerm ser procuradas no
eseriptorie da coinpanbia.
Oar-.e-ba consultas aralis aos escravos seguros das
! para lo horas da manhna, no csrriplorio da com-
panhia.
Companliia
Periiaiiibiicaiia
"sonhnresquesuhicreveram novas acrcs tiesta
.'ompanhia, silo convidados a entrar com piimeira
prestaran de30 por cenlo, 110 prazo de :10 dias:) no
escriplorio do Sr. Antonio Marques de Amnriin, ra
la Urea. Itecife IS de oulubro de 18j(.Maaoel
-Vives 1,.ierra, secretario uterino.
Reueoe-se dinheiro para mondar
dar na cidade do Porlo, por letras, se/am
de pequeas ou maiores quantiasj ao
cambio corrate: na ra do Trapiche
11. I0t segando andar.
Alusa-se a loja da casa da ra da Aurora S. ."?*,
oude fot oficina do fallecido marcineiro llenrique :
>|uein preleuder dirija-se ao Sr. J010 Pinto de l.emos
Jnior, no seu escriplorio, un casa de sua morada,
na ra da Aurora.
Precisa-te fallar aoSr. Joaquim Jos
Marques, que morou em Santo Amaro :
na livraria ns. (i eS, da praca da Indepen-
da.
J. JANE, DENTISTA, l
% continua a residir ua ra Nova u. 19, prime i- 0
8 ru andar. a,
ENTII.HO.
Ouem precisar de eulullio de callea, de Ierra
misturada com califa, mande buscar a ra das Cro-
zes da Magnesia do Santo Antonio junto a tvpogra-
pbia.
l'recisa-sc de urna mollier ~idn?a e de bons
costumes para urna caa de poueaofamilia, assim co-
mo de um homem cozinheiro : a tratar em casa do
desembarsador Mendes da Cunha, junto ao quartel
do Hospicio.
SEGURIDADE.
Companhia de segurm wia
ritimos, estabelecida no
Rio de Janeiro.
Capital mil contos de res.
I lllerece ao commercio vaolagenl que uenliuina
luir companhia lem feito ato agora. Aceilam-se
proposlat de scauro 110 escriplorio de Isaac, Curio $
Companhia, ageutes da companhia, ra da Cruz
I n. 'J.
1| Cozinheiro.
Precisa-te alagar um cozinheifo, escra-
I vo, que seja asseiado e nSo bebado, fiel,
I ele. : na roa da Cadeia de Santo Antonio,
segundo andar da asa amarella.
.vadama Rosa Ilardv,
modista brasileira-
Ra Nova n. 34.

@
5@
I DENTISTA FRANCEZ. |
',': ^aul (Jaisnoox, de vnlla de sua viagem e&
. a Europa, e <& 'I. primeiro andar, onde pode.ser procura- 9
'.$ o" a qualquer hora. .,",.
Almanak da provincia.
Estando se confeccionando o almanak
da provt.icia, rona-se a todas as pessoas
que costa .namnelle ser incluidas, eque o
nao ettiverem, ou houver algum erro,
jueiiaui mandar levar a livraria numero
(i e 8 da Piarada Independencia, a emen-
da, assim como pede-se aos senliores de
engenhos, se dignem mandar igualmen-
te as transferencias a mestna livraria.
Precisa-te de urna lavadeirq que te-
ja boa, nao demore aroupa no rio e d
fiador a sua condula: na praca da Inde-
pendencia linaria ns. (i e 8.
COMPAMIIV DE SEGIROS HIRITI-
MOS E TERRESTRES,
ESTABELECIDA NO KIO DE JAISEIKO.
CAPITAL l,000:000.s000.
A companhia lem sua esencia no escriplorio de
viuva AiLorim A Filho, ra da Cruz n. ij, onde
accila todas a proposlas de seguros de riscos e for-
tuna do mar.
Sobre o casco, quiln e perlences de navios de
qualquer lolar,Ao na navcgic.ao de longo corso, de
cal>ota;em, ou fluvial, uu na pesca, em viagem ou
prestes a viajar, em carga ou descarga, -marrados ou
ancorados, em concert ou no eslaleiro, qoer por
lempo certo, quer por viagem simples, oo a premio
ligado.
Sobre mercadorias desde o momento de sea em-
Darque at o de saa descarga e deposito.
Sobre os lucros esperados de mercadorias encami-
nhadis para qualquer mercado.
Sobre o casco c quilha de embarrarnos miadas
einpregadas em descarga e Iralico dos prlos.
S-ibre o capital e premios de dinheiro a risco.
Sobre o premio dos seguros e premio dos premios.
Sobre ;icc.oes do Icrceiro por damnos causados por
abalroamenlos fortuilos.
Sobre os freles.
A companhia recebe tamban proposlas de seguro
ile riscos de incendioe damnos causados para preve-
ni-lo ooexliugui-lu de raio ou loga celeste, e inun-
darries.
SOBHE OS SBGUINTES OBJECTOS.
Predios urbanos ou ruraes, igrejas e quaesquer cs-
talielecimenlos, cnni exelosao de depsitos,fabricase
laboratorios de plvora, e materias incendiarias ou
inllammaveis, (liealros e casas de espectacolo.
Mercadorias em qualquer parle que estejam, mo-
bilia e otencilios de falinras de quaesquer eslabele-
cimenloi industriaes, quer sejam leila por e"u pro-
pnetanos, quer pelos uso-rructuario, locatarios,su-
blocataros uu credores hvpothecarius.
I' inalmeute aceita propostas obre re-segoro, quer
dos seguradores, quer dos segorados, nos casos em
que a estes pode competir o re-seuuro.
A companhia garanle a prompla indemnisac.io da
importancia de quaesquer sinislros, e i modicidade
dos premios: Igualmente um abatimenlo as pessoas
que na roda do auno li/erem urna avultada somma
de seguros.
SEGURO CONTRA FOGO.
CompaDbia Alliance.
Estabelecida cm Londres, em margo de 1844.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tero, a honra de in-
formar aos Sr. negociantes, propietarios de Bisas,
k a quem mais convier que eslo plenamente an-
-)risado< pela dita companhia para eflertuar Stga
i. sobre edificios de tijolo e pedra, cohertos de
i-lha e igualmente sobro os objectos quecontiverem
os mesmo'; edificios quer consista em mohilia oa
etn fazendas de qnalipier qualidade.
lem a honra de annunciar ao respeilavel publico
que recclieu de Franra pelo navio nlliino chegado,
um rico sorlimenio de chapeos de seda para enho-
j ras, ditos de seda e de palha, de forma nova, da ul-
j lima moda para meninas de J a ti anuos, om grande
e variado sorlimenio do eofeilos para cabera de se-
nbora.de llores, lila e froco, corles de /e.lido de
oda beanco, ditos de cuies, grosdenaplts de dilTeren-
tes cores, corte de vestidos de garra de seda 'mnilo
1 modernos, e muitas uutras fazends. Na mesma ca-
sa compra-se urna escrava mora e recolhida, que cosa
bem e cngomnie.
Precisarse para nina
casa estrangeira do um co-
zinheiro que sr?ja perito
lemseuonicio, paga-se bem
'sendo fiel e n&o teudo vi-
cios : a tratar na ra do
Trapiche i. 52, segundo
andar.
Aloga-se um bom sitio para passar a testa no
lugar do Cordeiro amargem do rio, com boa caca
para grande familia, estribarla para 4 cavallos, asas
para prelos e feitor, bonito pomar, muita orlalice,
grande baila de capim : quem o pretender dirija-se
a ra da Cadeia do Kecife n. 4.
Domingos Alves Matlieut tacen solne
a Babia. Recie 20 de setembro de 1850.
Para o servico interno precisa-sc Je urna
pessoa que roz.inhe e engomnic : na ra Nova
n. 17.
Precisa-se de um porluguez para feitor de 1
engenho que tenha alguma pratica : (jucm estiver
nestas circumslancias dirija-se a ra da Cruz n.
21 escriptorio, que achara com quem tratar.
Na loja doferragans etniudezas de Jos An-
tonio Moreira Diasna ra Nova n. 3">, vende-se
niuito boas espingardas f rance/.as de um e dous ca-
iDOS, ricos bules e cafeleiras de metal de principe,
i muilo boas esporas do ajo, brides, picadeiras, cou-
ro de lustre muito bom, cera^de Lisboa em velas de
1 ate l em libra, bugias, ludo por barato preco.
AVISO. i
PARA OUEM COSTA DO FRESCO.
Na taberna do Retiro caes do llamos.ba ex- 5?
;i^ celleule baulio d'aeua doce para refrescar o :'.
i n, ardenle calor quepios abraza, a lili reis ca- .
' f? da um ; lambem ha boa agua de caj' cris- ?
;^ lalisada, e oulras bebidas diversas refrige- S4
& ranles : jogodc bolla, e ludo quanto se pos- S,
g sa precisar sem ser preciso ir ao mallo pas- ^
sarafesla. F &$
&&-@@@@@@
ATERRO DA BOA-VISTAN. 16.
Mr. Pomateau lem a boma de participar ao
publico,quc recebeu podras para faer ainolarao to-
I dos os dias.
l'recisa-se do urna ama que saiba bem cozi"
libar : na ra do Queimado, loja n. il.
I'rccisa-se de una ama que saiba bem cozi-
nhar : ua ra do Qualmado n. 38.
O abaiio aaslsnado avisa aos propriclarios das
casas fnreiras das ras ile Santa Cecilia, Sogueira,
Arousuinhos, S. Jos. Sania Kilaepraia da mesma,
que irnli uu ou manden pagar os fi ros vencidos,
assim como se devein entender rom o inesmo abaixo
asignado para oblerem a lirenca para liaspassos ua
occasioe em que Ibes leja preciso fa/.e-los: naiaa
dos l'ires n. :i:l.Manuel Comes Veigss.
Ka loja de Jos Amonio Moreira Dias, na
ra Nova n. 35, vende-se um completo sorlimenio
das melhores perfumaras ebegadas ltimamente,
ricas carteirasde madreperola e de marlim para ho-
mem e Sra., carleiras de tartaruga para guardar
bilbetesde visita, boas litas de seda lisas e Jarradas
de lindos matises, fitas de velludo, Irancinhas de
lan de diversas cores, facas de madreperola, ditas
cora cabo de p de viado proprias para fechar car-
tas, bonitos objectos de fantazia, luvas de seda de
cores para senhora,ditas de fio de Escocia para ho-
mem, meias para homem e sonhora o meninas,
escovinhas para unhas, ditas para denles, ditas para
cabello, ditas para chapeo, ditas para falo, penles
de tartaruga para alisar cabellos; ditos de bfalo de
todos os tamaitos, ricas aboloaduras douradas pa-
ra para abertura e punhos. bicos e rendes de todas
as larguras, carleiras com agulhas francezas, caixi-
nhas com cohetes, ditos frencezes em candes, car-
tas france/as muito finas, carriteisde linda de 200
jardas, retroz de todas as cores, boioes de madrepe-
rola para camisas, ricas charuleiras, papel amisade,
dito de peso paulado, dito perlina.tesourinhas mui-
to finas para unhas, ditas de todos os lamanhos
para costura, lindos toucadores para senhoras, car-
leiras para algibeira, caixinhascom lacre muilo
fino, lapis linissimos, fivellas douradas para eos,
obreias, dilas de cola, pos muilo finos para denles,
caivetes muito finos de 1 al 4 folhas,e immensos
objectos de muilo bom gosto e por precos muito
commodos.
Apessoaqueperdeu urna carteira com
dinheiro, a (|ual oi adiada |>or umeriou-
lo escravo, pode apparecer na casa do
subdelegado da (reguezia da Boa-Vista,
((lie dando os sigoaes da carteira c da
quantiaperdida, (he sera' promptamente
entregue.
_ l'ede-se ao autor do annuncio das letlras ini-
ciaes J. A. S. M. se digne declarar se o mesmn se
.Hiende com o lenle Jos Antao de Souza Maga-
Ibes.
Precisa-se de urna pessoa que aiba cozinhar
o ordinario de Urna casa : na ra do Hospicio ii.il.
Precisa-se de um bom criado e psa-se bem
asradando o serviro e comportamento : a tralar no
campo do Hospicio junto ao quartel cusa do desem-
bargador Mendes da lamba.
g A H01E0PATHIA E 0
| CHOLERA.
W nico Iralamento preservativo e
curativo do cliolera-morbus,
$9 PBLO DOCTOR
^SabinoOlegarioLudgero Pinho-
Segunda edierao.
A benevolencia com que foi aeolhida pe- (^
Gk ,0 publico a primcira edicrao deste opus-
7 rulo, escolada no curto esparo de dous me-
^ es nos induzio a reimpressao'
t. Cusi de cada eiemplar......I5OOO
>2 Carleiras completas para o trala-
'fff ment do cholera e de muitas 011-
/gk Iras molestias, a..........305000
H* Meias carleiras..........KisOOO
fflk Os medicamentos so ns melhores possiveis.
il Consultorio central homcopithico, roa
(JW de Santo Amaro Mundo-[Vo\o n. (i.

Billictes de visita.
Cravam-sc c imprimem-secom perfeicao bilheles
de visila, leltras de commercio e todos os"objectos da
arle caligraphica, registros, vinhelase quaesquar de-
senlius, abrem-se firmas, sineles, lanto a (albo doce
como em relevo, ornamentos em objectos de ouro e
prata, fazem-se riscos lindos e origioues para borda-
dos de labyrinlbo ; admitle-se a recesa de quaes-
quer desles objectos no caso de nao ficarcm a conten-
to das pessoas que os encominendarero : qoem pre-
tender dirija-se a qualquer desles logares : no bairro
do Itecife, roa da Madre de Dos n. :I2. priineiro
andar ; em Sanio Antonio, na livriria classica do
pateo do Collesio n. -J ; as Cinco tontas, sobrado
da quina confronte 1 matriz nova.

Compram-se apolices da Idivida provincial,
na ra das Flores n. 37 !. andar.
Compram-se patacfps brasileiros e
hespanlioes a sOlt). na ra da Cadeia do
Recit, loja de cambio 11. ^S.
Compra-se um prclo de naiao Cosa, de idade
XI annoi, que tenha boa conduca : na ra Uireila
n. (iti.
Compra-te um tanque ou pia de
pedia, que seja maior de tres palmos:
na livraria ns. ti e 8, da praca da Inde-
pendencia.
Compra-se urna escrava moja e recolhida, que
aiba perfeilamenle coser ehflo e engemmar : na ra
Nova n. .! i.
Compra-se um sitio de Ierras de plantaba al
quatro leguas de distancia do Kecife, anda mesmo
sem casa ; na ra de 11 orlas n. 8.
Compra-se orna casa lerrea ate l:200" as lre
freguezias. Sanio Antonio, Boa Vista e San Jos:
no sobrado da ra de Moras n. H se dir'.
Na ra de S. Goncallo n. 14, precisa-se
de urna ama de lcite, sadia, e sem lilho ; paga-se
com generosidade.
Na ra de S. Ooncallo 11. 14, precisa-se
de urna escrava liel para o servico de casa e com-
pras para pouca familia : paga-se bem.
ALVICARAS. lUn/EADA !
Itoa niv \ lenho & dar ;
Esiti sol que vm ibraia
Vai-se em gelo tran^finmar.
L' lo Piilo, ondo 01 Lapne*
Vivem 11* (ora enrurhadns,
ChegOO nerliir que refresca
Vossos lahios dessecados.
K o Soares, que jurn guerra
Ao foso, ao sol, .ni calor,
Com galo, ananaz e oulras
Mitigara' yosso ardor.
Junio ;- becro do Rosario
Ide, ['os, e eucunlrareis
Ser verdade o que vos coolo ;
Bom cobre la' deixareis.
I*recisa-se para o serviro inleroo e exlerno de
urna casa estrangeira, de om prelo: a qoem llie con-
vier dirlja-se a ra da Cruz n. i.
JOAO HA SILVA RAMOS,
MEDICO PELA UN1VF.BS1DAE DE
C01MBRA,
-nntina a receber em sua cisa na ra do C.abug' n.
Ili, das K as 1(1 horas da manlia, e das 3 as ."1 da
tarde, as pessoas que o queiram consultar : bem ro-
mo se presta a sabir rom a ja reconhecida piomp-
tido, a visitar qualqoer enlermo, a toda a hora do
dia 011 da noilt, quer dentro qner f..ra da cidade.
IJuem precisar de um forneiro de peifeirao
I para qualqoer padarie, procure na praca da Inde-
' pendencia, loja ni. li e 31.
Xa loja da boa fe vende-se muito barato,
.tanto as pessoas da piara como aos fie-
jue/.es do mato.
Uadapol&o n.; a *- a peeja, dito entre lino
a 33600, dito (lito a 31300, nl^odiiozinlio liso
encorpad.i de 20 jardas a 2/880 a peca, dito
dito idem idem a 23720, dito dito idem idem
a 292IO, algodiio de listr.is a 160 rs. o cova-
do, chitas linas para coberta a 200 rs., brin-
/inlio de linhode quadrinhos a 200 rs.,brim
brar.co trancado dito a 1/440 rs. a vara,
dito pardo liso de puro litiho para palitos a
640 rs., dito de cor trancado dito dito e de
bonitos padrfies a 800 rs tilo de linho liso
muito fino a 880 rs. a vara, dilo dito borda-
do dito a 1/280. cambraia lisa lina a 480 rs.,
lila dita de salpicos muito lina a 800 rs.,
dita adamascada com urna vara de largura
para cortinados, em peca de SO varas a 7j,
camisas de ciscado muito bem leitas a 13500,
cortes de cambraia muito fina de muito bo-
nitos padroes com 7 varas a 23, palitos de
biim pardo do puro linho a 3)200, ditos
pretos muito bem l'eitos a 49, ganga ama-
relia franceza muilo lina a 320 rs. o covado,
cortes de fuslfo para col/ele a 600 rs., ditos
dito* finos a 19, ditos de gorgurao de seda a
3-.">00, assim como outras militas l'azendas
que se vendem por menos que em outra
parte : na ra do Queimado 11. 22, loja da
boa le, defronte da da boa fama.
O aballo assignado vende o engenho Arariha
do l'imenlel, illa be, o que llie perience, e nao exi-
ge dinheiro algum ao passar da escriptura, conceden-
do "0 comprador pauar-lhe no pra/o de seis anooa,
como mais conveniente Ihc for ; elido a compra
considerada como fela a dinhoro. e ticar o com-
prador papando juros de om por ceilo ao mez, eo
enuenhn h\pothecadoao pa{ameulo, e havendo una
Tirina recoohecidameiite abonada para garanta de
qualquer falla, l.-lr en;enbo moe com egoas, lem
pr.iporrocs para safrojar ,(IIIO paes e levanlar-se
mais dous eii'jcnbos villa do Cabo ou no menino engenho rom r'ranci-
co Elias do Ileso Oantai.
Vendem- seis eacravoe, sendo cinco prelas de
idade de 2S a 30 auno, com varias habilidades, e
um prelo otlirial de carpioleiro de idade de 30 an-
uos : na ra llireila n. 3.
Vendem-se 20 travs de fundo: a tralar no
pateo do Hospital taberna 11. 30.
Vende-se liaos de comadre em camnhas de 8 e
16 libras, amenooas, marmelada em latas de 2 libras,
ludo da melhor qualidade, chesdos ulliraamcnto de
Lisboa no patacho << Kelampaso, n e por menos pre-
co do que em outra qualquer parle : na roa do Vi-
cario o. 27.
Vende-se um baldo de volto : confronte ao
lio.ario n. 39-A.
Vende-se o eOfCDho Muribeqoinha, 3 lesnas
distante desla praja, que fra avahado em 35:000)
de rs., pprtenccnle ao casal do tinado commeudador
Jos Paulino de Albuquerque Sarment, e 110 qual
temo actual rcudeiro tres quinhOes de lOO-^XHI rs.
cada um, que foram excluido daquella avaliacAo a
que te proeedeu no dia 26 de julho Jo correte auno,
pelo juno de orphflos : quem o rretenn'erdirijae ao
Sr. tenente-coronel Itaiata, ra da l adeia 11. 22.
Vendp-se urna prela de nscao Cotta, de idade
de 30 auno-, que lem alumas habilidades : na rua
ila San/al! 1 Nova n. id, I.-andar
\endem-s* don. cazinhas me.i a^ua : na rua
Aueusla, e .* trata na tasa lerrea n. 23 da mesma
rua.
Vendem-se uva-, moscatel de imiio boa quali-
dade ; na roa larsja do Kosaro o. 3-..
A
Muita atlenijao.
Na rua do Crespo, loja da esquina, que olla pa-
ra a roa da t'.adeia, vendem-se cobertores de laa
hespanlioes, lencos de cambraia de liHrasa 100, 500,
o 600 r. cada um, corles de casemira do cor a i-,
0 50000 rs., ditos preta a l>"ilKI e S^KJO rs., .1 ilu-
de brim escaro e amarello para calca a IJSO, pan-
n de linho do Porto, l.ia'bas ile me*a e rosto, guar-
danapos de todas as qualidailes, atoulhado adaina-
cado com selle palmos de largura a INiOO a vara,
cortes de cas-a cinta a 15600 rs., e outras mullas la-
zendas por preces commodos.
160 riso co-
vado.
Hincado escoro de quadrinho-, propno para ca-
misas e vestidos de prelas, vende-se na rua do
Crespo, loja deia.
Com pequeo
toque de avaria,
Pejas de madapolao a 25500 e IsOOO rs., alpaca
de seda com quadros a 20 rs. o covado, veudem-sa
na rua do Crespo, loja da esquina, que volla para a
da Cadeia.
Vende-se milho em saccas a 3M00 rs. para aca-
bar : no caes da Alfandeaa, armazem D. 7.
VeDdem-se folhas de louro de 80 r. para ri-
ma : na roa da Senzala Nova 11. 3. padaria de Do-
mingos Josc da C. Lopes.
Vende-se urna taberna na rua do Fogn. 20,
moito afregaetada, propria para qo-lquer princi-
pame por causa de ter poocos fondos : o motivo
porque se vende se dir' ao comprador.
Vende-se um cabriolcl novo e moderno : oa
rua dos Pires n. 30.
COI! DAS PARA VIOLA'O.
Vende-se superior cardas o bordcs para viol.io
e rabeca ebegadas prximamente : na praca da in-
dencia n. 3.
Vende-se irea posla na obra, em grande e pe-
quena perefo, por preco multe commodo : no ar-
mazem de madeiras do .Miguel, confronte o porto
das canoas da rua Novo.
EXCELLENTE FUMAGA.
Os amantes de bons charutos os encontrarlo da
melhnr fabrica da cidade da Behia, na loja de livros
da esquina da rua do Collegio ; a elles, antes que se
acabem. H
Deposito d pao.
Vende-se pao o melhor poisivel a 22 por pataca :
as pessoas que quizerem ser Tornecidas, levando-e
em suas casa, deiscm as moradas no mesmo ela-
helec.inenlo, ua rua da Cadeia de Santo Amonio .,.
>. INo mesmo deposito ha qoem eufeile bandejas pa-
ra halles esoirees pelo costume do Kio de Janeiro,
sendo eneitadas com aoslo, e doces linos em bande-
jas de todos o. lamanhos a volitada, e por preco
moito barato. Vende-se lambem na mesma casa eh.
superior 4300 a libra, bolachinhas de ovos que
anio desnham ao a peine a 610. bolachinbas a moda
aeuraua a;480, velas de espermacele a 1>0O0, assu-
car retinado crislalisado a 240, muilo alvo a 200 rs.
lainnem ha sempre um variado sorlimenio de bola-
COUines, biscoulos, champasne. jaropes, vinho<,
charutos superiores, e muilos oulros gneros, que
ludo se vende muilo em conla por ser casa nova.
\o Ira piche do Ramos vende-sc su-
perior Jacaranda'.
Vende-se urna escrava cnoula, a anal he qui-
Undeira, fateira c lavadeira de varella e sabio : a
tratar na estrada dos Allliclos em casa do laman-
qunro.
Vende-se manleiga inglcza llor a IllO, dita a
800 rs., dita france/.a a 610, passas muito novas a
600 rs., Dgoia 220, bolachinlia inglesa nova a 320,
btalas a 8(1 rs., velas de carnauba retinada a 480
qus.jos do reino a 29000, aletria a 580, vinho a 560,
i>, 800 e IjOOll, e oulros muilos (eneros em con-
la : na taberna da quina da rua dos Martvrios u. 36.
i7h Vcn.H*;se1saner'orbanhadeporco, igoal a de
Lisboa a 440 a libra : na rua do Cano n. 12.
Vende-se urna prela, cozinha e lava-de sabaa
na roa da Aurora D.44.
Vende-se urna nesrinha crioola, com .1 anuos
de idade : quem a prelender dirija-se a rua Uireila
n. Oo.
Vende-se nina propriedade uo lugar do Peres,
coui bastantes commodos nara urna grande (amilie
com aores de fructo : os pretendenles dirijam-sc
a \ ictonno francisco dos Sanios, ou na mesma casa
e lugar, a fallar com o Outra.
Vende-se manleiga ingleza a jliO, 640 e 720,
dita franceza a 600 rs., loucmlu. de Sanios a >u e
280. carnes e orelhas de |iorco a 160, feijo mulali-
nho novo a .1OO rs.. dito prelo a 180, e branco a IKI
rs. a cuia, izeile de carrap.lo a 280 a garrafa : na
ruadas Cru/.es 11. 20.
\ende-se um bom eabriolel, pintado e forra-
do de novo, com arreios e cavallo. ou sem elle : a
tratar na rua do Trapiche Novo u. 12, escriplorio I."
andar. v
Fama
Piimeira.
Aoslerro da Boa-Vista n. 8, depona da honeca,
he cheaado om grande sorlimenio de todas ai quali-
dades de gneros de motilados das melhores quidida-
des, por preco commodo ; por isso convida a lodos
os freguezes que quizerem Tazar sorlimenio para as-
sur a festa e serem bem servidos, dirigirem-se a esle
grandeeslabelecimeoto, que acharan verdade quanto
digo ueste aniiuucio. lambem se vendem biscouli-
nhos finos inglezes a 2SO00 a lata, c de dez para ci-
ma mais barato, e urna ponao de caijas vasias de
espermaede, azeile doce, licore?, massa-. cha, e ou-
tras ele.
Sement de co-
entro.
\eude-se sement de coenlro muilo nova, cada
garrafa 320 : na taberna da quina da rua dos Mac-
arios 11. 36.
ara padaria e refinagao
Vendem-se as melhores peneiras de rame ama-
relio, viudas de Lisboa, por barato proco ; na pada-
ria da rua estreila do Kosario n. 13.
Na rua do Cabuga', loja de miude-
/.asn. defronte do lampeao, rendeoxe
bailados de panno de linho de todas as lar-
guras, tanto aberro como bordado, mais
barato do (|tic em outra qualquer parte,
por se querer saldar cantas com o fabri-
cante.
, OBRAS DE MARfflORE
llaslo i l.emos, na rua do Trapiche n. 17, lem
para vender estatuas, pias, pedras para mesas e lij-
los de 10 e 12 polegadas, quadrados, todas estas obras
de marmore, de elegante gosto, perfeitas e em bom
estado, c por precos commodos.
Chapeos le pallia de
Itaii.i.
Ito-to ,\ tamos, na nu do Trapiche n. 17, (em
pan veudor chapeos de pallia de Italia, obrados e
tinselos para homoin, (dnibptn de phaDUsIl, c para
meninos e meninas, das mellinre-. fdhricds e moder-
uus -:m-1'>-, por pre'ros commodos.
YIHHO DS PORTO.
\ ende-se muilo snperior vinho do Porlo em bar-
ril de S.-, viudo no ultimo navio daquella proceden-
cia : entre elle ha una marra de nina qoalidade ge-
nuina, sendo da colheila de 1831 ; a vista da muito
fina qualidade e do prejo razoavel o comprador ani-
ma- sucar.
Cemento.
Vende-se cemento novo em barric.s c meias bar-
ricas, e a rclalbo, por preco muilo em conla: na rua
da t'.adeia de r>auto Antonio n. 17, para acabar.
Marine! lata.
Rua do Queimado n. ."3.
Latas com fruclas cm conserva novamerlc ahoga-
das de Lisboa a HOll r-., e rom marmelada lina a i; *, 11
por libra.
ten
i VTNAGRF KM UAKKIS.
[ Superior a marca l'KU e Kalcilo \ Socios, adia-
se a'venda no armazem do Valenra, rua de Apol-
lo n. 13.
CF.ItA DE CARNAUBA, AHKI.IIA ESEBO.
Na rua da Cadeia do Iterife, loja n. 50, ha para
vender cera de carnauhe no\a e boa, dita de abelha,
e sebo em rama superior.
lii'ilia da
ra
Vendem-se saccas com farinha nova e torrada :
na rua da (.a.leia do Itecife u. -j:l, loja.
\a loja das seis
portas
Em frente di Livramenlo
l'escoeinhos do mais lino pello branco c de cor
para as senhoras porem ao peseteo a' sabida dos bai-
les e Ihealro para nao cousiiparem, preco cinco mil
rs., lencos de retroz matizados a dez tosles, romei-
ras prelas bordadas de cor a doun mil rs., lencos de
seda de cor para pescoco e mito de sCnhoras"a dez
lostOes, camisasdecambraia bordadas adou< mil r.,
maogoitoa a dez tostos, rollarinhos de recortes a
dez tosios, e de massa a pataca cada um, saias
brancas bordadas a dons mil rs., luvas de seda pre-
las a dez lusICes : da-se amostras de ludo, levando
penhur que equivala o que se quer ver.
Em casa de llenr. Bruun cV Companhia,
ua da Cruz n. 10, vende-se cognac em caiiinhas
duzia.
Em casa de Saunders Brothers A: C, MSI
do Corpo Santo n. 11, ha para vander o se;uinte:
Ferro inglez.
I'ixe da Suecia.
Alcalraode carvao.
I.onasdc linho.
F-sponjas.
Drogas.
Algodo lizo para saccas.
Dito entrangado igual ao da Baha.
gran-
Capachos
des.
S5o chegados a loja de miudezas, na roa da Cadeia
do l.ecire o. ptimos capachos em forma de la-
pete, proprios para sotas cm casas terreas, os quaes
se vendem por precos commodos.
PARA ACABAR
. <.n. /v*..iii/\u- jiiu.upuuau; c i ii oa rearo-se ou cari
Na rua Nova, loja (ranceza n. 8, confron- r0 sem despera ao comprador.
te a Camlioa do Carmo, -lia rua do Vicario o. 19, pri
vendem-se ehapoos de seda para senhora da ultima ae"se vinho do Porto de superior
vendem-se chapeos de seda para senhora, da ullima
moda e qualidade, com um leve loque de mofo, peh
I1.T..1 -nn.i preco de 10) cada um.
CABRIOLE!.
\ ende-se um oplimo cabriole! para ver na co
cheira do Sr. major Silveira, na rua da Cadeia de
d(plMcias de todas as qualis
dudes.
Vendem-sc muito boas meias de seda pre-
ta: > e branras para senhoras pelo barato pro-
co de 2/.'.on,i) i in> de laia para padres a 1S*KM,
di tas di! lio de Escoria pintadas para homem
pelo baratissimo prece* de *00 o .V")f dilat
brancas e cruas para homem a 2imi. jn e
2MO rs., ditas pintadas c branras para meai-
nos a 210 a 300 rs ditas brancas, tinas para
r.neninas a 2MI rs., ditas brancas para se-
n horas a 2, |M c 400 rs ditas prelas do
algodflo pa'a padres a r,f><> i>.,e outras mais
. 11 .1 i .1 .. .1., --------- __ ______
.. \ ; _. ,. .ii,'ou.io para padres a 60<>rs.,e oulras mais
L um completo sorlimenio do fazeadas proprias qUal.dades ,,...: o vendem barato na rua dn
para aste mercado tudo por preco commodo. (lin-imaHn. nu ------------* -* *- i.. j______
para aste mercado : tudo por pfeeo commodo.
Farinha de mandioca.
Vcndt:-sc superior farinha de Sania
Catharina, cm saccasquetem um alquei-
ic (medida vjlliaj por pirro commodo:
no armazem de Novaes<5 C., na rua da
Madre de Dos a. 12.
A3$500
Vende-seca lde I. i sbo a ul I i maman lee bogada .as-
simcomopotassadaKussiaverdadsira : na praca
doCorpoSanto n.ll.
A verdadeira gracha ingleza u !".
em I) nicas de 15 du/.ias de potes : em ca-
sa de James Crabtree & C, rua da Cruz
n. VI.
Vende-se superior linha de algodAn branca e
de cores, era novello. para costura : em casa dt
Soulhall Mellor Companhia, rua do Torres n. 3K
TAI VAS PARA ENGENHO.
Ha fundipao de ferro de D. W. Bowmann ua
rua da Brum, passando o chafariz,' eoniins ha-
ver um completo sortimeoio de taixts de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preco commodo o com
promptido. embarcam-se ou carregaa-se om acr-
... .meiro andar, ven-
----------penor qualidade da bem
conhecida marca li W em pipas, barrise caitas de
orna e duas durias de aarrafas.
Vinho do Porlo, superior chamico.
Smn a, i......... .laea ae i'-""":niB'.<;B<'opcio nriue nlrovaoorii; venile-
>..i, ,. _!",I"' e.piri' lf**r "a rna do Queimado, se unicainenle no armazem de Barroc. .V Castro, ua
loja de miudezas da Boa taina n. 3:1.
AVISO
aosbarbeiros.
Na rua da Cruz n. 51, saladebarbeiro,
de Antonio Barbosa de Barros, vendem-sc
buhas de Mamburgo, pelo diminuto pre-
co.lcO.sOOOoceulo.as mais modernas
do mercado; assim como se alugammais
barato do |ueem outra parte, ese vende
a retallio
CHALES PE TOQUI1I DA INDIA.
a rua da Cadeia do Kecife. loja n. SU, defronle
d roa d Madre de Heos, ha para vender um cha-
les de loquim de peso da ludia, branco, todo borda-
oo, o mais rico que pode baver ueste genero.
Rap de Lisboa.
PELO VAI'Olt I). Pedro II :
na rua do Queimado n. 35.
Superior eal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa : no
armazem de Novaes & C, rua da Madie
de Deosn. 12, por preco commodo.
Velas de ear-
natba.
\ende-se a 125000 a arroba de velas de carnauba
do Aracalj na rua do yucimado loja de ferrageus
Bielog*
rua da Cadeia do Ktcilo n. i.
RA DA CIIZ 1 81.
------- i mm asnoaa oajsa
queimado, na !>cin conliecida loja de miu-
dezat da boa fama n. :i;;.
Luvas tic variasqnulidad s
Vendem-se ricas luvas de soda de todas a
cores, bordadas c com bnlulas a 4 o par.
ditas .sem ser bordadas branca e amar*lla>
para homens e senhoras a 19. Ifjon fglHi
ditas de lio da recoca brancas e de core>
para lioonens e senhoras a 3tM>, imi, jen e
6U0, ditas brancas c de cores, de algodao,
proprias para montara a -ji\ 3211 e outra>
qualidades mais que se vende na rna %>
yucmado ua bem conhecida loja do Misaslo-
zas da boa lama n. 33.
jgijlgjjji fMf > O*
Fogio no dia H do correal* pret. Vi
nacao Angola, idade VI aa.os, altor* rtaaSar.' SO-
ludaudo. cara larga, asan ai de beiiaa., boira* tr
sos, perin. arqueada., leo* rstanse de Trntineaei
se, fui comprado a ManoH da hIv* SmMm esa | a
on i ubro de I Vil, que Ihe for* remellid. Mar*-
iihii por Josc Pedro dos Saulo. A r'nli Or.
esrrivo naqoelle temo, era ser nuinj*. Iwa.
pregsdo no serviro do ramo. : nwta.l.,
autoridades policiots. capitana do peet. e _
de campo, que o captaren o o manden a aeo i
na rua estrena do Rosario a. 31, Jase
Silva.
toroira 0*
100*000
DE CRATIFICiCiO'.
Auscntou-se em i8 deslalo deste iuiiml
auno da casa de sen Sr. I'rancisce ItWtrjo A*
Malta Rilieiro, morador em Bom Jarditn, comarca
fcm caixas de 2 dallas e em barris deoitavo, re- do Limoeiro o rwriin rriiuil. L. .^.
centemenle rhegadopelo bri^ue Trovador..; rinde- lm TST5 ? >-
.. nn..,.i. ___^^______r,. d_____ i ,-'.._' bem moco, reprsenla ler IS innm i
bem moco, reprsenla ler 15 airaos, cofa o ass,oa
tessignaes: atliira regular, cabellos trridos lera
pegados no rasco, ror prela, olhos vivos, boira
gromos, cun falta de um dente na parte soportar.
Antonio Barbosa de Barro, 'aaielfti ao pnhlico ZJT ZZ !"" '" T "?" 5 E
que mudou a sua sala de barbear da casa n. 2 da 'mpenal.rorpo relorcado.nadegar __
rua da Cruz para a de n. 51 da mesma rua; na mes- em pequeo foi alguma musa sorrado
i.. ... >.m. para a He n. ..i da mesma rua-. na mes- c peqoenu oi alguma omisa sorrado i
sala se achain asmis modernas bichas de Mam- inosUc alguns vestigios, lem osrscdedcrs
Tui, uue se veildei.l aos renia a r.lullm ai I,,.____ i____ ...
-...,. ,fc ..,..,.,, n^ aiiao mujniiii. un li.i- ut nam
bunio, que se vendem aos ceios e a relalbo, ealu
aio-se, ludo mais barato do que em oolra parle.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
construeco vertical a com todos o melhoramentos
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio ds
Hamburgo: na rua da Cadeia armazem n. 8.
POTASSA E GAL TIRGE1.
So amigo ej bem conhecido deposito da ruad*
Cadeia do Etocife, escriplorio n. 12, lia para ven-
der milito superior potasa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem do Lisboa em pedra, tudo
a precos muilo favoravois,
os compradores satisfeitos.
1EGHAISM0 PARA EISE-
i- porm largos, be bem fallante, e corte. To
desconfianza ler procurado para o eagotVi Jor-
dim, comarca da cidade de l.oianna.oBda o mi i
escravo tem seu pai, assim tomo utabam aparece
leve noticia que lora visto nesla rapital : raga-oa
por Unto as autoridades policiaes ecapiaet de rara
| de o caplurarem e mandaren, a rasa do sapra-
dito senhor, que al.-ni da paga a rima raranaaio
ser generosanH-nle gratificado.
Mo da 1 do correnlc pelas oiUi horas
da manha fugio um negro por nome Anto-
.- l '1"H' be de tiar;ao com os lis liar i ac-
uito favoraveis, com os quaes ficarao guinles : c'.r fula, pouca barba, puxa dn
ionra catimUia. quarto direilo, os pt apa I helados, moa
do lado direilo tem algumas costara i*bi-
tando calor de ligado, levou ralea azul d>
riscado, camisa azul, chapeo de palha : cate
negro tem um irmao que be rortaw 4o
carne nos acnuges da I reguezia de Santo Aa-
tonio, sendo esleo seductor daquelic, ar>-
gundo que se lem sabido ; foi escravo ato Sr.
acadmico Antonio Kogeno Freir 4c tom-
illo, morador alraz da matriz da Boa-Vrata-
tendo viudo com o mesmo acadmico de A'
gua-PreU,Ulveztomase esta estrada ; por
tanto pede-se a todas autoridades osj*m
mesmo for encontrado, e os capites de ca
po hajam de aprehender, ou leva-lo aoscaj
legitimo senhor abaixo assigaado na roas
IOS
NA FUNDICAO DE FERRO 1)0 EXGE-
NHE.RO DAVID W. BOWMAN. , RUA DO BRUM, PASSANDO O olIA
FAR1Z,
ha sempre um sraude sormento dos segoinles ob
jectos de mechaoismos proprios para en^enlios, a sa
ber : moendas e meias moendas da mais modero
construcrao ; taixas de Trro fondido e balido, d
superior qualidade o de lodosos lamanhos; roda
dentadas para anua ouanimaes, delodasas propor
roes: crivos e boceas de fornalhae registros de bo
eiro, aguilhoes,bronzes,parafuioseciivilhoes,moi
iilin- de mandioca, ele. ele
NA MESMA FUNDICAO.
se execulam todas aseucommendas com a superior
ridadejai'ouhcrida erom a devidapreslezae eom-
modidade em preco.
Em casa do Timm MomscmcV Vin-
Dassa, piara do Corpo Santo n. 15, ha
para vender:
3 pianos fortes do melhor autor.
I'm sortimento completo de livros cm
l.ranco, chegado* pelo ultimo navio de
Hamburgo.
VINHO DO PORTO GEMINO.
Vende-se oplimo vinho do Porto em barris ds
quarto e oilavo, por preco razoavel: na ruada Ca-
n,, do Recie o. 13, escriplorio de Bailar 4 Oli-
veira.
53'?
O
..
oberlose dcsrobcrlos, pequenose grandes, deouro
e prala, patente inglez, para bomem e senhora, de
um uos melbores fabricantes de Liverpool, viudos
pelo ultimo paquete ingle*.: em casa de Soulhall
Mellor A Companhia, rua do Torres n. 38.
foelogios de patente
'ii;;lc7.esdeouro, desabnete edevidio :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
AtigustoC.de Abreu, narua da Cadeia
do Recife, armazem n. ."i6.
"" *a ru^do Trapiche o. 1, escriplorio de Ma-
noel Alves lioerra, vende-se por commodo prejo o
MgoiBte : superior viuho do Porto em barris de
oilavo,chapeos de fcilro, e sabaoamarello fabricado
no Id., de Janeiro.
IM VESTIDO POR -JSOOO.
ovo e completo sortimento de corles de vestido, .
declina de dinerenlespadrf.es, cores (xas, polo di- & ,
minuto preco d. > cada crie : na loja de portas, hS 7~ 1Ue ,u,l,e. P0'* remes*,
na rua do i.lueimado n. 10. W he pcrpiena.
DEPOSITO DA FABRICA ^**^hmmmmm
industria Periiamhacaiia J \ i U i \ V V
RUA DO CRESPO N. 0. V \ I* \J 1 1 J
cues; crivos e boceas de fornalhae registros de bo larK do Rosario n. 48, qae |enerosamrnte
eiro, aguilhoes.bronies.parafusoseciivilhoes.moi paga a quem o trouxer.Bernardo de Or-
queira Castro Monteira.
Continua a estar fgido o arrao. Atason
de naci Cassange, de idade de .1. aaaas paar
mais ou monos, altura regular, raagaeiro ao aa-
Jar, cor prela, rosto redondo, seas barba, eaatas
limpas, cheio do corpo, a roavena poaco; km
escravo dos berdei ros do finado Caouno < roojcalvcs
da Cunba ; ha quasi cerieu do aadar para as
partes do sul dcsta provincia, sa algaem aceitar .
dito escravo tique corto do que o dono ha da praea--
der com todo o rigor das leis contra o sisiliin.
a quem o capturar promette-se pagar eaaa Maro-
sidade, sendo conduzido a rna da Gaia a. C4 aa-
gundo andar nesta praca, oa ao oaajHNa) Croaain,
ou Agua-Fria da freguezia do S. "
Mau.
AVISO.
lAUenco
Na rua do Trapiche n. ."., ha Z'
O superior rape'Princeza do Brasil, @
O chegado recentemenle do Rio de t.'
@ Janeiro, em qualidade potico dif- }
$& l'eie do de Lisboa, ao passo que $
"j cusa apenas l.sVOO a libia ; a elle @

A fabrica de sabiio e velas de carnauba, es-
tabelecida na rua do llrum, tem estabele-
cido um deposito na rua do Crespo n. 9, pa-
ra alu nicamente dar extraccSo aos seus
productos, proporcionando assim a maior
eommodidade aos consumidores. As velas
manufacturadas nesta fabrica, otferecem as
vantagens seguinlcs : sao leitas com a car-
nauba simples purificada pelomeiodo va-
por, sao inodoras e bellas na apparencia,
queimam com gualdede e n;lo esborram, e
nao lazcm inuriao e domais luz o mais ca-I
ra do que as velas stearinasou de qualquer!
composic&o, e que se vendem no mercado.
Kdbricam-sede6, de 7 e de 10 em libra, ven-
dendo-seemcaixas quecontem 192, 2*ou
:t^l> velas cada urna pelo preco do 15/.
O sabiio lie branco, as materias primas
de que he fabricado silo simples c inofensi-
vas, o cheiro que deixa na roupa l.eagrada-
vel; rivalisa com o melhor sabao hespanhol
o he superior ao sabao americano, que se
vende no mercado a 2t0 rs. a libra.
Vende-sc igualmente em caixas de arroba
e a preco de 160 rs. cada libra.
Os incrdulos comprando rcconhccerao
por experiencia a veracidade doquesean-
nuncia,
l'ekiin.
Ceblas.
Para liquidar se vendem muito baratas : no ar-
mazem de Antonio Aunes larome Pires difronle da
porta da alfandega.
Esta rica fa/.enda de li palmos de largura he inlci-
ramente nova em Pernamhuco : fabricada no celeste
impeli, de cuja capital lira o nome. he de uus pa-
droesliodisshnoseainda mo vislos ate agora : ven-
de-se pelo baratissimo preco de 29600 o covado : na
ru. do i.ii.....i,i l" n. 7, loja da estrella.
AC ENCA
Da f undicao Low-Moor, rua daSenzals-Ho-
va n. 42.
Nestee-tabelecimenlcconlini shaver uncom-
pleto sortimanto de moendas e Meias moendas
para enijfnho, machinas de vapor e taixas de
ferro batido e coado de iodos os lamanhos para
dito.
GAL E POTASSA
Vende-sc polassa da Russia e americana, chegada
uestes dias* de superior qu.ilidade ; eal de Lisboa
da mais nova que lia no mercado : nos seus depsi-
tos ua rua d Apollo n. 1 A,eS B.
Os I de Lisboa e polassa.
Na rua do Trapiche aimuzcns ns. 9e
I I, vende-se superior polassa da Kussia
c americana, cal virgem de Lisboa, da
mais nina que ha no mercado
Moinhosde vento
com bombas derepuiopara reiar hort.isebai-
la de capim : na fuudirao de l). W. Bomau,
ni ni do Brum lis. 6, 8e 10.
DO
J
loi lran>fei ido o deposito deslc tarap para a bo-
tica de Josc da Cruz Santos, narua Nova n. .VI',
garrafal 5*500, e meias 39000, sendo falso todo
aquellc que nao for vendido neste deposito,polo
que se f.z o presente aviso.
NlTAim PARA 0 MUCO.
Para curada phlvsicaeni todo>osseusdflereu-
les graos, quer motivada por constipaees, losse,
aslbma, pleuri/. escaos de saimue, dor de rus
lados epeilo, palpilarSono corsea.., coquelurhe-
hronchije, dorna saraanla, a ludas asmoleslias
dosorgos pulmonares.
Ern casa de Habc Schmeltau A C.
rua da Cadeia n. T. vende-se
No dia 23 de junho do crreme anao, fasjsa *V
bordo do bngue Mara Lona* o preta c
Manoel. o qual faiia parte da trpo**ao do
brigue. de idade 24 a ta aoaos
menos, e tem os signaos seguinles .
do e descarnado, cor fula, cabellos cercilhado, a-
Ibos um pouco grandes e anvortaado,
grossos, sendo o de cima mais gromo qao
a falla que tem de denles em dan, falta
atrapalhado devido a (alta de daolcs, peaca tarta
e rala, c bigodes, tem na miro esquerda joaata
dedo mnimo urna especie da ervo sabido, as aa-
degas um pouco empinadas, no andar leea aaa pa-
lo para um lado, cadeiras largas, cintura aaa, ais
apalbetados e um pouco largos levo calca 4a at-
godao azul desbolado e camisa do aigoaao niiafc.
chapeo de palha, tem omcio de roziaaeiro, oeas-
liima embriagar-se : foi escravo do dr. Dt. Jo**-
nymo Vilella e do Sr. Dr. promotor de Oteada
Queiro/. Fonseca, e aliimamcnte do Sr. AtVn
Forsler I l.nnon : o abaixo assignado, jtahai de
dilo prclo, gratifica generosamente a qaeaa a ap-
prehender e leva-lo em sua casa, ao aterro da Bee-
N i-ta n. 33, segundo andar, oo no Rea le. roa
Trapidie n. 16, a Antonio de A trocida Geoaa.;
como lambem protesta contra qualqoer pesaae asja
o occullar cm seu poder: assim como gratiaca e paaa
todas asdespezas.Joaquim Lopes do n taamia
Aosentou-s* em M d* Ineroire o* |
niin, da rasa de seu -ei.l.ot Ilion./.., da Mi., sm-
radar nes-e lempo no rn.-eiib. C**a*l*a*sBhe>, aa
freuoeci* dr Agua l'rrl, e prr iralfcatii a* rada-
de do Kio I i.rni...., o escravo Ji.i^aim, aac* Ca-
tanje, representa ler X, uno* poun, nui"o i
rom os sigoaes srgoinlts : e-Ulura trtmk
prela, olhos ivo., orales alvo* o parlen.*,
srossos, barba pouca, rorp* frenriau.
Llegantes pianos do afamado fabrican- SCOTsCMS.SSsl
8Traiimann de Mamburgo. j ". pe* am lauto ..palliriadns. '..launa
___|m ,.,.. ,1 li. l. c, t ,, | e cr**o. levoo vestid caira e camisa t-tn (asa de Halie Schmellaii A (.., aul. chanco e mai. .t...^ m-,.. ...i-.
Mtw
-. IcexUa a-
zul.chaiH.-o e nvii> .le,m,.. roapa eaitraSasl. tai
um lenco : pede-se toda* a ai.loiidacsrs palKur.
e capitars de campo hajam da o appvrliTn.lrr kev.r
ao seu wi.hor no Hio loimn., ata BcsSa nafre,
na roa Uireila n. ti, lerreiro aadar. o^e ora rc-
'om|.eii.do.
l-'asio hontem as 7 horas da r .iie ata e*eva*.
mulato, drnonie I boma/, lio, r-.-l..icade, do cors
com marcas dr hem;:.-, peinas s- aseas nella* .
cas de cicalrites as caaelUs, falla i
. id,ni ; leve
o do Sr. Ctata* Jka
sea saaaaJaa*
Becife n. ^6.
VENDE-SE
Grasa de patente, piova d'aeua, para
ai reios de carro.
\inhodo Hheno de rpialidades espe-
ciaetJolianiiisberg e Marcobrunner.
No armazem de C. J. Asllex A C.
X. O. Bieber, C, rua da Cm/. ni.
vendem :
Lanas da Russia.
Idem inglesas.-
BrinzSo.
Btins da Kussia.
Vinho de Madeira.
Aljodiio para saceos de assucar.
Aigodaoziitlij para saceos .le assuca : \einle-secm ca-
sa de N. t). Ilieber s\ t'.., rua da Ciin
n. i.
te
Ent casa de Ualie Sclunetlai
ruada Cadeia n. H7, vende-se :
Videos para espelho.
Vinho do Rbeno tupvi ior.
Conservas alimenticias.
Tinta para tspogiaphia.
ludo por preco commodo.
.\'t \ t I Jl :S H fOllll'MlO rido; levoo camisa de paaue tal are_
Continuase a vender asO00 o par preco hio e H1 d* """11" '""" a .anUasra
BeoatwcWaiaavallwsdakaillaTlaiin^ ?~.
MI fabricante que haatda premiadocm diveriaies- '* "i. r.h.b^ Sai kt.,. d >,. Cart-
nos.rocsiv.ndeni-secomacondirno de nao aera- Vo"1'" !''' P h"2 "
oda poder o comprado, dcvolve-las .le :tn oa.! *"*""' de *. *i"^ "> e fo.
denois.lacompra.resliloindo-sea.ronorlanciaem ?'" '"L 'J."1 "'- AS
; leve-o a ru* d Concordia pr.trn Anteara Tats
tioimares. qoe ser' sen.raumrnle era
Recif* 1. de oulohrn de W3&.
Pedro Antonia lriirira liolmarla.
Ilc-appareeeo um mataiinh* por i liid,..
de menor idade, na rna iHreila ao mera dia. aa dta
do rorrete : quem o arhar d.ri|a-e a ra* al.
\.......\ .rile n. 1, qae sera' roromianKaala t rrm
Irtihalho.
Continua estar lucida a prela da ansac \aOs-
i..". i. quil he muilo contiendo i-q. ,hmh vender lipior*. e depon i.m ..lado .lasado esa *i-
zumas casa*, e por ultiato lem oslad s*nh*v>a* a*,
carros da alfaode:, e andas* sempre rae*
Mtnoel que tem um braco <\e merra., a SM
seala ler IK unos, lem orelh* tarada rom I
i:.ila .I., fetn. de ama oira laa. e h* -onhecOa par
l.ri.iq.iniliii.lein o de.ln do pr |.nl. do aiiaiOIS SB.lt.
pequeo, qae i'.ca nioil dentro ..rala do. ali*. ka
mullo bem filiante r iiilima do forro. Ira 4o a
prr visto lano no Krcilr mam pola Roa \ ida, cor
red ndo traste e ..n por lano m r
poli--.a aos rpales de campo ajae a ai
e leiim-o a travea da lirmp* a. .

fKKN. TVP MM. F. DS P.tNa Mi*"
MUTILSDOr



Full Text
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