Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07643


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Full Text

V.
s
ANNO XXXI H. 277
Por 3 tniv.es adiantados 4$000.
Por 3 mezes vencidos 4$500.
'
SEIl\D\ FEIRA Vi DE MIEMBRO DE l*5S.
Por anno adiantado 15.S000.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO
K.\C VRRKGALM IS DA SUBSCRIPCAO' NO NORTE
faiahiba, 8r. eeriaiio T. da PUimdada ; Malal, o Ir. Joio
suim I. Psrsira Juuioi Arica ly- Sr. di Lamoi Braga :
Car, sBr. J. Jos di Oltriin; Maranhio, o Br. Joaquim Mar.
US adriaus; Plauhy, Sr. Domingoi Hirculano A. Peuoi
Ureas; Par, Ir. JuiliuiasoJ. amei; Amaiomi,. Ir. J.r.
arme aa Coiii.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinda : loa.au 09 ilias, ule una horas do da.
i.-.,,,.,.,u, Goiaooa PanUffM : mu -juni niua-laira.
4. Anl. fteirrru, lloiiilu.Caraaru, lj:.i,.,., e Garantaos ; nt .erca-reira.
!.. tanm K...-.I'tth... Saurai, L,io,-iro, llr-j.,, Pnndra, /-
ira. Flora, V,iu-B,.||., Koa-Vi.u, Oarica,, e Cu : .,., la.-fair"
-bu. Ipujln*, ..ruilna, 11,.,-Kuraa.u, l
FinenUir. f Nalal : qiiiMas-reiraa.
(I udua ai cornioa parlca > lo baraa da manilla.
Lirrairo, tj ,a-P -:,.
VI III K\i;l \s DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommtrelt segundas a quiniai.
Relaeio : leraai-fn ra a aalibadoi.
Fuauda : quana esabbadoi ai 10 horas.
Juiadocommarcla: naunda ai 10 barata quintal a* aala-dli.
Juio da trphaoi lagunda quimil ai 10 hora.
Primilla ralada /Tal: ng inda a Ititai aa maio-dia.
Segunda Tara da ilrai : quariai labbadoi aa miio-dli.
i l'll EM HUllil s DO MEA DE NOVEUBBO
Quirtor.reieanit n 3 hora 4mlnuloi i aSugundoi da t.
Luacbaia ai7 horas'23 liullu4l segundos da m.
19 Quanomisuaoiaii g horai.15 mlnuluia 48iagund*l da m.
27La nonu 1 horai.a* mmuioi ,4o lefuodoida Urda.
.i- i .. '"REAMAR DE MOJE.
rnmairi as 2horas "minutos da urda.
Bsgunds as2 horaa e 8n rainuioi dt manha.
DAS da semana.
24 Ssgunda. S. lee dS m.
25 Terca. S. enharina Mercurio.
28 Qua na. S. Pedro Aleandrino b. m.
2. Quiota S. Margarida de Saboia v. : S. Josaphal m.
H Sena. Jacob da Marca f. ; 8. Sosthenes b.
2l Sabbado. 8. Saturnino m. ; S. Orino diac.
30 Domingo. 1. do Advento. B. Andre apostlo.
EKRATA.
Na E(pt>fic.ao da doulrina calholica conteuda na
Sucnma de San Thomaz da Aquino, acerca da voota-
de de Usos, a qu.il fui publicada no Diario de sab-
bado 22 do crrante, alm de alsuraas faltas da lel-
tras, ele. deu-se tambero a Talla de urna palivra
neeeisaria para a inteligencia da phrase.
No artigo III, linha 15, era vez|denao he ab-
s .lulamente que Ueus queira outras rnosaa que elle,
Jeve ler-ee: Nao he ansolutamenle Decenario
que 1'eos queira outras coosas que elle.
f 4IT1 OPriCl AL
KNCARREGADOS DA SIBSI IUP< \o Mi MI.
Alagoii,. Br. Claudia* ralea* Diai ; Bata* B*. B. BW
|tlo di Janeiro, ir. Joaa Paraira Marllai.
EM I-I 11 \ \M1U i o.
O pr apr iaiarl d a DI AIIO MibmI II gaairea M Baria. aa en*
[livraria, praca da Iad*p*adtaeta di. Cal.
OOVEENO DA PROVINCIA.
Ep*4lnte da di M da noVLrabro
Oflicio Ao inspector da thesouraria de fazenda,
ii.tr.rando-o de haver poalo nCumpra-sen,i car-
la patele, pela qual fm conlirtnada a nomeacAo de
Alejandre H. Cleinciits para cnsul dos Estadns-
I. ni lo i da America neila provincia. Fizerum-se as
oolras ciimmuinracis.
Dilo Ao meimo, declarando que ofliciara ao Dr.
Thomaz Antunes'de Abren para entregar ao mare-
chal commandanle Has armas, aliin de seren empre-
gados no servido da corapanhia fiza de c.iv.iiUria,
doos eavallos que o mesmo Dr. romprou por conta
da liaran, e pela qoanlia de 1808 rs., para a cum-
riiiss.ln em que esleve empregado ollimamenle as
comarcas do sertao.Fez-se o necesiano exped-
enlc.
Dito Ao commandante da eslacSo naval, re-
commendaudo que faca seguir para o porto da capi-
tal da Babia o hrigue de cuerra Kolo, que, na for-
ma das ordena imperiaes, lem de fazer parle da es-
{tfio naval daquella provincia. Participoo-se ao
respectivo presidente.
Dito Ao director do arsenal de eoeira, dizendo
que o Eim. presidente das Alagoas participara, qne
foram entregues ao commaudaDle do oitavo hata-
Iho de inanlari i as tres mantas e vinte caira, de
panno verde, que S. S. remetteu ao mismo ba-
taluao.
Dito Ao inspector do arsenal de marinlia para
mandar fazer os concert* deque necessitara as Mal
halieiraa empregadas no servido do Lazareto do Pi-
na. Communicoii-se ao provcdjr da suida.
Dito Ao mesmo, approvando a deliberacao que
S. me. tomn de mandar vir ra Inglaterra seis fol-
ies para a ollicina de ferreiro daquella arsenal, e de-
clarando haver recorninendado a lliesouraria de l.i-
zenda a e\pedirlo das convenientes ordens para que
na alfandega se coosinta no despacho, iseuto de di-
reitoa, dos referidos folies.Ofticiou-se neste senti-
do a mencionada thesouraria.
Dito Ao mesmo, rerommeii lando que fara sen-
tir ao vigario da freguezia de San Frei Pedro Gnn-
ralve* do Kecife o apreeo ero que a presidencia tein
a prova de desinteresse que elle acaba de dar, dt<-
pensando o pagamento, nao sii dos lienesses que llie
competalo, como de oulros que Ihe viessem a caber
pelo baptismo de mais Irinla Africanos recolhidos
quelle arseual.
Dito Ao joiz municipal da primeira vara do
Kecife, declarando haver. em vista de sua inorma-
<:-in, espedido ordem ao commandante do presidio de
Fernando para fazer regressar a ela opilal, din
pn.ir.ln de S. me. o preso Francisco Affonsn do R<-
go Mello, alim de ser enviaja enm guia para a ca-
deia de Macei, onde .leve cumprir a pena de pri-
s.lo que foi ciuideuinadn pelo jury da cidade do
Pncalo. Far.-se o necessario expediente.
Hilo Ao teiiente-coronel commandante do sex-
to balalhio de inl'aiilaria da guarda nacional do Ke-
cife, irtletran >-, ,io hnvoe pJi,, ordem (he
.mirara de fax* ii la para ur.iemiiisar a S. inr. da im-
portancia dos V'-ncimentos das praea* a oflieiacs do
inesmo baUlhlo, qoe esliveram aquartelados.
Diio Ao presidente do rainselho administrativo
do patrimonio dos orphaos, dizendo que, em vista de
sua informarlo, deferio o requerimenlo einque Au-
na Francisca de Arruda Kego pede licenca para aeu
lilho, Jos Francisco do Kego Kaugcl. p^ssaroito das
em sua r.ompaniiia.
Dilo Ao rege inr do gymnasio provincial, in-
teirando-o d* haver expedido ordam, nao ao ius-
pector da alfandega, para llie entregar os qualro cai-
notes que vieram da corte para aquelle esiabeleci-
mento, mas tambero ao da tliesooraria provincial
para qoe p.uue o que S. me. adianton ao profesor
lirunel, e receba os cen mil rit das matriculas da
aula de msica. Deram-se as ordens de que se
traa.
Dte Ao thesoureiro das loleriss, remetiendo,
para ter exerueo, copia do novo plauo que S. me.
confeccinnou para a enlracrao das loteras da provin-
cia. Igual copia se remetteu thesouraria pro-
vincial.
Dito Ao joiz de paz mais volado da freguezia
do Ev. A cmara municipal do Ouricur; cora-
rnouicou-me a segoinle :
la" Que nao proceden ainda i appurarjo dos vo-
los par joiz de paz e vereadores por nao Ihe ter si-
do remedida a acta da elcirao da freguezia do Ez.
2.- Qoe Vmc. em lodo o presente qualriennio nao
llie tem reqoiilado livros abarlos e robncados para
a qualificaro, cujas actas nao teein sido enviadas a
essa cmara.
3." Oue a acia da junta de revisflo, que funceio-
noo oo crreme auno, foi feila em um caderno sem
formalidade alguma.
Estranhaudo esta irregularidades e omissies, que
indicam pooeo zelopelo servido publico, e poueo es-
r.ropulo na observancia da lei. cumpre-me reenm-
mendar a Vine, que promova com toda a brevida-
de pnssivel a remessa da acia da eleirAo de juizes de
paz e vereadores na eonformidade do artigo linda
lei de 19 de agosto rt* 1H1(.
Determinando o artigo 11!> desla mesm lei que
todos os livros necessarins para a quablica^ao e elei-
r.in sejam foroecidos pela cmara muuicipal, e nu-
merados, rubricados, ahertos e encerrados pelo pre-
sidente dell.i, eonvm que Vmc. requisita a essa c-
mara, ein lempo opportuno, a remesa dos mencio-
nados livros, alini de que (oda a escripturacAo do
proeesso eleitoral se fara de um modo conveniente e
legal.
Devo por ultimo declarar a Vmc. que Ihe compre
devolver regularmente a cmara municipal n livro
da qiialifiraeai), dermis de cumprido o preceilo de-
terminado no artigo 37 d rilada lei. Ofliciou-se
neste seotido cmara de qoe se trata.
PortaraN .meando o capitao reformado do ejer-
cito, Manoel Claodino de Oliveira Cruz, para enar-
car interinamente as funcres de major do lerceiro
balalhao de infantaria da guarda nacional do mu*
cipio do Kecife. Commnnicou-ie ao respectivo
eommandaole superior.
ORIGINAL DO DIARIO OE PERNAMBUCO-

23 DE NOVKMBRO DE 185(>.
I.tnia topalar ofcr,- n arigem da /unman do ron-.
curo do Carino em O/inda, e da igrrja e con-
cento de Sania Tlureza no lunar denominado o
Pixa.
Sabe toda a gente que Duarle Cnelho de Albu-
querque foi donatario da rpitauia de Peroambuco,
que enISo s eslendia ao sul ale as Alagiias, e, ao
norte, al Parahiba e Kio Crande, e que residi
ne.sla dependencia da metropole por mullos aunos
com outras familias que Irouxe comsigo de Portugal.
Entre esla familias queacompanharam o donata-
rio de Pernarnbucu, havia un eerlo Kny Mendo de
Mene/.es, que o segaira espteialmente'por dediea-
cBja e amizde.
Ruy Mendo era um n.lalgu de provincia, que pos-
soa vtncoloa un Aleintejo, as ilhas de San Miguel
a de Santa Hara.
Era catado com Dona Thereza de Bivar descen-
dente em grio mu nroiiino de lluy de Bivar, o
relebre Cid, cojo valor e bisarria inspiraran! a Cor-
neille una das sua' immurlae ereaoBaj dramalicas,
e deram rnuilo- episodios a musa easlelhana dos ro-
manceirot.
Tratando Kuy Mendo de formar o seu eslaheleei-
menlo, fez acquisifjo de Ierras as projimidades de
i iliiela edenlroda mesma r.idade.
Siloou urna quinta, cuja habitarao principal col-
locou oo alio em qu* hoje existe o palacio do hispo.
Aicondicoet vaotajosas do silin e n denominarao
consaorada habitaran, o seduziram de lal orte que
Koy Mendo dea-lhe a configuraran de raslello, or-
naodo-a rom dnas pequeas lorres, que ainda hoje
eustem, e recordam a obra primitiva.
Dapoia de alguna anuos, o amigo deificado de
I loarle l'.oelho leve dous lilho* : AITonio Mendo de
Menezei Branca de Mener.es.
O menino lioha apenas sele anoos e a menina
21
CircularA os Exms. presidentes das provincias
do norte.Tenho a honra de participar a V. Exc.
que esta provincia continua tranquilla.
As eleicoes terrainaram as freguezias da capital
!>em o menor abalo para a ordem publica, e o mes-
rao posso dizercom reluci a toda a provincia, a
excepcao de um ou outro ponto; onde alm de al-
guraas irregularidades no proeesso eleitoral, mani-
fesiou-se certa exaltarlo entre influencias locaes,
mas de natureza tal, que at hoje nao lenho que la-
mentar um so aconiecimento de alguma gravi-
dade.
DiloAo Exm. marechal commandante das ar-
mas, rccommendaodo que ordene ao l." cadete "2."
sargento Ignacio de Albuquerque Maranhao Caval-
eanti e ao 2.- sargento Joaquim Prisco de Queiroz,
do 2.- halalho de infantaria, que paguem quanto
antes na recebedoria de rendas internas, vista das
notas que remelle por copias, a importancia dos di-
reitos e emolumentos que eslo dever, relativa-
mente ao aviso de S do crreme, que tambera re-
melle por copia, no qual se determina que elles si-
gam para a corte em fevreiro do anno prximo
vindouro, alim deesludarem na escola militar o
curso da respectiva arma.OfBciou-se neste senti-
do thesouraria de fazenda.
DiloAo mesmo, transmittindo por copia o aviso
circular da reparticao da guerra de 1 i do corrente,
mandando abonar a todos os inspectores dedistric-
tos militares, os vencimenios correspondentes
commandante de divisao, a contar daquella data
em dianteIgual copia remeileu se a thesouraria
de fazenda.
DitoAo Exm. bispo diocesano, enviando co-
pia do aviso do ministerio dajusiica de 3 de do cr-
reme, acerca do padre Joaquim da Assumpcao Sal-
danha, que sollrendo de alienacao mental, foi re-
motlido para o Hospital Pedro II na corle, onde se
acha.
HitoAo inspector da thesouraria de fazenda,
transmittindo por copia o aviso de 11 do correnle,
em que o Exm. Sr. ministro da guerra comrau-
nica haver requisilado da reparticao da fazenda, a
expedicao das convenientes ordens. nao s para
que se annulle a sobra de 72:9863882 rs. que
appareceu em differentes verbas do crdito aberio
a quella thesouraria, para as despezas do mesmo
ministerio em o exercicio de 1835 a 186 ; mas
tambera para que as verbas 12.' e 18.' sejam aug-
mentadas, esla com "i:10G3G95 rs., e aquella com
4999065 rs. .
DiloAo mesmo, remetiendo por copia o avi-
so de o do corrente, ao qual o Exm. Sr. ministro
da guerra, manda absolver ao coronel reformado
Benio Jos Lamenha Lins, a raiilicacao extraor-
dinaria de 408000 rs. meosaes, emquanio se adiar
na commisso de exame do arsenal de guerra, e re-
commendando a expedicao de suas ordens, para
que na recebedoria de rendas internas se arrecade,
i visla da nula que lambem remolle por copia, a
.importancia dos emolumentos que esseollieial e o<
dentis mencionados em dita noia. r^H^ reparticao da guerra. OfBciou-se nesle sentido
ao referido coronel,
DiloAojttiz municipal de Iguarassu', re-
metiendo por copia nao s o parecer do conselliei-
ro presidente da relaco, dado cerc de um reque-
rimenlo em que Antonio Borges da fon seca, pedia
sedessem inslruccoes a Smc. a respeito de outro
requerimenlo queja Ihe havia dirigido, solicitando
um exame no livro da quaficacao daquella fregue-
zia, mas lambem o despacho que se langou no men-
cionado requerimenlo.
CircularAs cmaras municipaes.Represen-
tando-me o procurador fiscal da thesouraria de fa-
zenda, que ainda depois da execuco do regula-
menlo quebaixou com o decret n. 361 de 15 de
junho de 1844, leen, sido remedidas para o juizo
dos feitos da fazenda, comas dos devedores sujeilos
ao imposto annual sobre lojas e casas commer-
ciaes, e outras de diversas classes e denominadles;
donde resulla, nao s incommodo ao juizo, porin
muias vezesa perda do imposto, tempo e trabalbo,
visto que quando chegam as comas quelle juizo,
quasi sempre demoradas, muilos dos devedores
leem deixado de existir, e outros leem acabado cora
n estahelecimemo que deu origemao imposto E
sendo o mesmo procurador liscal de parecer, que
esses inconvenientes se poderiam remover, urna vez
que as cmaras munieipaes observassem rigorosa-
mente o preceilo do art. 18 do citado reglamen-
to, que terminantemente Ihes prohibe dar licencas
snnuaes aos que sao obrigados ao pagamanto do di-
to imposto, sem que tenham ellos apresentado co-
nhecimenio de o haverem pago no anno anterior ao
da licenca que se requer; recommendo mu
expressamenle a essa cmara, que cumpra cora a
mais rigorosa restriccao a providencia indicada, a
qual fazendo desapparecer urna divida activa asss
avultada, habilitar o juizo a oceupar-se da outras
muas execuces que sobre elle pesara.
4.' Seecao. Palacio dogoverno de Pernambu-
co em 22 de noverabro de 1856.
liecebi do delegado de polica desse termo, do
juiz municipal supplenie em exercicio, de ires
eleilores dessa freguezia e do deputado provincial
padre Marcal Lopes de Siqueira, olricios em que
referem as oceurrencias que se deram nessa fregue-
zia por occasio da eleicao primaria.
Delles se conhece que o tenenie-coronel Alvaro
qnalro, quando el-rei I). Sebastian, arraslado pelas
ideas da poca. pelas cruzadas, pelos combales
ana inflis e conqaisla d'alem-rnar, germens fecun-
dos de episodios da cavalleria da idade media, len-
Inu castigar a loberba e pirataria dos reis de Mar-
raros.
Para esla empreza cisanlesca, Sua Mazestade pu-
blirou bandos, em que chamava s suas bandeiras a
llor da ravalleria portu^ueza, desprezando os ronse-
Ihosda prudencia, e strvindo iuvoluutariuraetite aos
clculos da potencia vizinha.
Entre os ravalleiros que o arompanharam aos
campos de Aleacer-tjuibir. nronlrava-se as pri-
meiras lileiras o valente Roy Mendo de Menezes.
Apezar de se adiar longo da patria, os echos da
alona nacional o vieram despertar na sua enranladora
habilacSo de Olinda, e inmediatamente embarcoo-
se com a aua joven esposa, urna das maia bellas Per-
uambucanas daquella poca, e rom os seus dous Pi-
lilos, dnus primores de graca e de innocencia.
No meio d viagem, na altara dos Acores, reben-
tou urna furiosa lempestade, que fez desperrar os
navios que iam de ronserva, e sor,obroa o que* leva-
va Kuy Mendo e a familia.
Na desordem do naufragio, no meio do tnmulto do
desespero, quando a salvarao pe'sonl aprsenla lodo
o egosmo que a rararterisa, sob a ronfusao lao na-
tural em semelhanle ronjunrlura, desapparereu de
junio do pai a innocente e candida Branca.
Ernesto de Carvalho Granja, quando oceupava ain-
da o cargo de delegado, expedir ordem par se ar-
mar toda a populacao do lento, nao obstante a
calma que reinava em todos os espirites, t muitas
positivas e claras determinacoes de evitar apparato
de forca.
Tomando conta do seu emprego o aclual delega-
do, procurou inutiltsar esse apparato perigoso ;
mas o mesmo tenente-coronel. longo de obedecer
s ordens da autoridade e poriar-se como cidado
pacifico, procurou ao contrario, levar a effeito
planos eleiiuraes portal modo preparados, eem-
progou osmeiosde influencia de que dispoe, para
agitar os nimos, recebeu gente armada em sua
casa, e reeusou por disposicio de seu sueceswr,
as armas destinadas ao servico da polica, allegando
have-las j entregue ao commandante supe-
rior.
O vigario doss freguezia tambern me he escrip-
to.como figurando tristemente nesses aconlec: raen los
lameniaveis, percorrendo as ras, espalhanda dou-
trinas perigosas, excitando odios e amea$ando_ com
a sua autoridade pastoral a quem o nao ohede-
cesse.
-Mediante os esforr;os do delegado acalmaram-se
os espirites, e deu V me. comeco aos trabalios da
eleicao que correram regularmente em todo o dia 2
do corrente, sendo organisada a mesa e lavrada a
competente acta.
No dia 3 continuaran! os Irabalhos com a mes-
ma tranquillidade da vespera, quando a mesa de-
clarou que as suspenda. Interrogada pelo dele-
gado sobre o motivo do seu procedimenio, respen-
deu simplesmenle que esteva coacta, O delegado
fez-lhe ver, que havia all forca para garanti-la e
satisfazer as suas requisices, e o padre Marcal
Lopes de Siqueira, tendo obtido licenca para fazer
algumas observacoes, perguntou se os irabalhos
foram interrompidos por algum imprudente ; se a
autoridade policial so havia negado a qualquer re-
qutsicao ; se algum votante e queixra de violen-
cia empregada para o obrigar a aceitar cdulas ; se
havia no edificio ou na villa alguma forca armada,
a excepcao das pravas que estavam dispos cao do
juiz de paz ; se tinha liavido ao menos alguma dis-
cussao calorosa entre os membros da mesa.
A todas estas pergantas respondeu em neme da
mesa o tenente-coronel Alvaro Ernesto de Carva-
lho Granja, negativamente, allegando smente, que
ouvira dizer, que pessoas do governo haviam dis-
tribuido cdulas entre o povo ; o que na sua opi-
nio era bastante para u suspenso dos irabalhos,
por ser a mesa soberana, e o podia fazer.
Sem dunda o art 6(1 da lei rcgulameniai- de 19
de agostoda 1846, d a mesa parochial, ou Ihe re-
conheceodireiio de adiara eleicao, marcando para
ella novo dia, e tcitamente est reconhecido que a
mesma musa he o juiz competente para conhecer
dos motivos pelos quaes a eleicao se nao pode veri-
ficar no dia aprazado.
Em verdade, a ser exacta, como devo snppor. a
^irmajio quo me deram as pessoas citados, a me
lun V m-~fresi.ilo huu>u ni1,i,um.it j0
seudireito, pois o andarem pessoas do governo (ex-
presso indefinida) distribuindo cdulas, quando
amasa declarou que nao obrigaram a ninguema
aceila-las, nao podia ser motivo para allegar coac-
QaO( nem tal coaccio motivo para semelhanle deli-
berar;ao.
Eolrelanto, como a deciso da mesa he definiti-
va, e ninguem he competente para reforma-la, se
ella se contentou com o adiar a eleicao, marcando
na forma do citado art. 60 novo dia para se verifi-
car, qualquer que tenha sido a fulilidade dos mo-
tivos, cumpre reconhecer o direito e o facto da no-
va convocaco, e preslarem-se os votan les esia
nova convocaco.
A qualquer tempo que se descubra dolo nessa
deciso, pode a questo criminal ser ventilada pa-
rante o tribunal competente : as mesas sao respon-
saveis, como todos os depositarios da autoridade,
pelo que pralicam com dolo.
Das informacoes recebidas, porm, nao consta
que a mesa tenha cumprido o devor que Ihe corre,
de convocar os volantes para novo dia designado
poreditaes, como manda oari, 60 da lei citada da
19 de agosto de 1846.
Sirva-se \ me. responder-me sobre este nbjeclo,
na certeza de que tanto Vmc. como os membros da
mesa, no caso de nao terem feito essa nova convo-
cado, tem de ser responsabilisados como incursos,
nao s no art. 100, mas no ari. 91, 96 e ou-
lros do cdigo criminal do imperio.
Os direitos dos cidados qualilicados da fregue-
zia do Ouricury, nao podem ficar Bstffo de urna
mesa que arbitrariamente calcule inulilisa-los, por-
que assim conveoha s suas paixes ou interesses de
homens de partido.
Dos guarde a VmcSergio Teixeira de 31a-
Mo. Sr. juiz de paz presidente da mesa paro-
chial da freguezia do Ouricury.
4.3 Secco.Palacio do governo de l'ernara-
buco 22 de novembro de 1856.
Recebi o ollicio de Vmc. datado de A do corren-
te, em que relata as oceurrencias que tiveram lugar
alii no dia 3 do corrente a proposito da eleicao pri-
maria. Lomo muilo a prudencia e zelo rom que
se houve Vmc. no meio dessas difTiculilades, eo
brilhante resultado que ohleve maniendo a paz pu-
blica, a ordem e o respeito as leis sem o emprego,
e al sem apparato de forja, segundo Vmc. infor-
ma, e corrobora o teitemutiho do juiz municipal
supplenie em exercicio, do deputado provincial pa-
dre Marjal Lopesde Siqueira e dos eleitores Joo
l-'erreira de Siqueira, Raymondc Jos de Siqueira
Francisco Raymundo Teixeira e Joaquim Jos Go-
mes, que todos rae escreveram sobre o mesmo ob-
ject.
Na copia junta do ofiicio que dirijo ao juiz de
paz presidente da mesa parothial Vmc. ver o modo
porque encaro esse negocio. Tenho demorado al-
guna das esta resposia a ver se me chega alguma
noticia da marcha ulterior desse infeliz negocio.
No caso de nao haverem 0 juiz de paz e a mesa
parochial cumprido o dever que Ihes corre de fa-
/.erem nova convocaco de votantes, devo suppr
que de molu-proprio, a instigaeoes da cmara mu-
nicipal, de Vmc. ou de qualquer oulra autoridade,
ou a requer ment de qualquer cidadio, tenha o
juiz de paz immediato executado esse dever.
Se pois aquella mesa, ou o jniz de paz mais vo-
tado, ou o immedialo procederam conforme a lei.
teremos de lamentar o incommodo qua tiveram os
povos com urna nova convocaco desnecessaria, mas
tudo lera entrado na ordem, e a lei ter sido execu-
lada. Se poram os cidados de Ouricury foram
esbulhados de aeu direito de votantes pela vontade
caprichosa da mesa parochial, nao s o collegio e-
leitoral que ahi tem de se reunir, ea cmara dos
deputados decidiro a questao constitucional na
parte que Ihes incumbe, mas o tribunal competente
julgar da cnminalidada dos actos.
Noentanto recommendo rauito a Vmc. o acau-
telar com todas as medidas de prudencia que se
nao perturbe a ordem publica, eque o collegio elei-
toral, que ahi tem de reunir-se no dia 2 do mez
prximo, gozede toda a liberdado em suas delibera-
coes.
Dos guarde a Vmc. Sergio Teixeira de Mace-
do.Sr. delegado de polica de Ouricury.
No inesmo sentido seollieiou acamara municipal
de Ouricury, aojmz municipal suppleote em exer-
cicio Dinias Lopesde Siqueira Carvalho, ao delega-
do de polica /.eferino Connives Lima Granja, ao
juiz de paz immedialo ao mais votado, aos eleito-
res Joo Ferreira de Siqueira, Raymundo Jos de
Siqueira, Francisco Raymundo Teixeira, Joaquim
Jos Gomes eao padre .Marcal Lopes de Siqueira.
e mnninies fizeram rrer firmemente a Jarkson. que quanlo se preparava para repellir os ataques
os Inglezes, por intermedio du guvernador hespa-1 migo, ruja presenra tinha sido j mamfeal
nhol da Monda, tivessera prestado ellicaz auxilio I algumas escaramuzas, recebeu una ineni
do ini-
feslada por
...agem da
aos indios. (I general Ini visado, que cerca de legislatura, composla de tres de teas membros, que
Insieres tinham desembarrado e que se vinlia pergonlar-lhe quaes eram suas intenres no
na embocadura do Apalachicola, com I caso de se ver forrado a (atar retirada, e s* era ver-
fortilicaram
perno*.a,i dos llespanlioes, e que excilavam ...
Creecks a recaaMcar a guerra.
Jackson informnu deslas fados aoeo gnveino e
propoz, como inein eflicaz e enrgico de piir termo
a todos esses artificios e evitar a guerra no Sol, o
de aolorisa-lo a apoderar-se de Peosacola im-
portante porto militar no golpho do aiieo,
dade, como se I i n ti ai espalbadu, que tinha o designio
de lanrar fogo a n la le aules de a abandonar. uN*o
ronliei meus prnjerlos a pessoa alguma, Ihea reapon-
deu elle, e e ebegasae a rrer que os cabellos adevi-
nhavam-me o que lenho em mente arrauca-los-hei
imme.lialaroenle. n
Em verdade sua iatMefla. era mi deixar apos si,
O momenlo era supremo, niin admillia demora ; < nada,
puliros homens se arliavain sobre o ronves ; a mor
parle da tripolarao, nao lendo esperanras de reee-
her soccorros de torra, procurara recurso de salva-
ran nos destroc) do navio que se desconjitnlava.
Enlre os mariaheiro que assim procediam, exis-
tia um, chamado Bruno, desleinido nos perigos dos
mares, e que por muilas vezes llana aflrontado us
horrores da morlc.
Esse loubo do mar, com o seu prestigio ndisenp.
tivel dominava os nutras compauheiros.
Ao vi> lo com os olhoa riniillanifs, com a fare
(oslada pelo sol do trpicos, com propnrees alhleli-
raa, lis -.eris o gladiador romjuo |ireparandn-ae nara
a lula.
Eslc marojo, em ruja alma residiam smlimenlns
nobres elevados, vendo rolar arraslada pelas vagas
do mar enfurecido a desmaiada e innocente Brauca,
prendeu-a no sinlo, e uniodo o corpo dalla ao seu,
buscou a salvarao de ambos em om pedazo de mas-
tro de que tinha feito cavallete marinho.
Todas estas cousas se passavam no meio de um
conflicto horroroso.
Levado pelas vagas, auxiliado pela Providencia
que pareca querar compeusar urna a.-c.ioii. gene-
rosa, la.i sania, foi atirado, j exhausto de forras, e
tendo renunciado a lular contra a morle, a urna' praia
deserta e areaosa da ilha de Sania Mara ( urna das
Afores ) onde urna pobre mulber apanhava loios,
que servem de leulia .1 pobreza do paiz.
O espertacolo novo para esla infeliz mulher des-
perlou-lhe a attenrao em favor dos dous nufragos,
e animou-a a presiar-lhes alguns soecoros.
O mesmo tojo qne ella rarregava servio para en-
xugar a roopa dos dous nufragos e para aqueecr-
llies os membros regelados.
Ao principio desesperaran) de salvar a innocente
Branca, mas Bruno, medieu de occasio, porque era
rico de experiencias de naufragios, empregou as eni-
borrares e oulros remedios que se praiiram em
laes rircumslaucias. nao perdendn a esperance, ein-
quanto senta as palpilaees do curar.10 da menina,
que ja repulavam orphaa.
Era urna serna locante a que representava seme-
lhanle quadro : uro marojo enm lagrimas nos olhos,
urna pobre mulher sjudan.10 com as suas diligencias,
chorando lambem, e pedindo alivio aos cos. que
nao foram surdos aos brados da afUicrau, e restitui-
rn) vida a quem j pareca estar della aliando-
RETRATOS E PERFIS AMERICANOS.
O general Andr Jackson.
(Cootiattacjl*.)
VIH.
Algumas tribus indgenas linhain formado, sob a
direrr,ao de um chefe famoso de uorae Tecumseh,
ama liua sobre lodo o territorio que se esleude des-
de o Tennessee al a Florid. llorante a guerra com
a Inglaterra, tinham ellas feito formidaveis prepa-
rativas para atacar os Estados-tjuuidos. Ja ti iiham
assassinado os brancos das margeos do Oliio, do
Tennessee c Georgia. Estes faclos iiolados loma-
ra** um earacler mais serm pelo alaqoe de um forte
nu territorio do Miasissipi, onde trezeolas pessoas,
oiulheres e meninos foram assaisinadas. lie hoin
declarar que os Indios foram secundados e soaicn-
Ijdos nesse ataque twlo litvpanhoes de Pousacola
Honda. (.,nsinlia que se lumassem medidas
promplas e enrgicas, e nesse intuito a legislatura
do l'ennessee aulorisou urna leva de 3500 liomens,
que foram postos as ordena de Jackson, ainda sof-
frendo as con rom o coronel Benlor e de que Ihe resultara que-
brar om liraro.
Jackson dirigi esla guerra com nina pericia e
vigor poueo commum. lem das escaramuzas, ba-
teu os Indios em Ir graudes balalh.is, oa's quaes
loroava sempre a freute das tropas. Emlim, o ulti-
mo desdas rombales, o de lloiseshoe, provou aos In-
dios a inulilidade de seus esforcos coulr um lal
adversario, que alravessara impvido grande exten-
sa o de terreno e penetrara al o intimo de suas ca-
vernas. A mor parle das tribus subroelteram-se.
Ias guerras contra os ludios tinham um carcter
que Ihes era peculiar, e que exiga ilaquelles que as
ernprehendiam caparidade especial e coragein ex-
Iraordinana. O Sr. Ulehel Chevallier diz a lal res-
peito : havia menos gloria a ganhar do que em
Auslerlitz, purera talvez mais perigo a correr, a
Em lodo o caso, se o resultado desla guerra nao
foi mais favoravel aos Eslados-Uuidos, he cerlo que
Ihes poupou graves embaracus ta rritica situaran
em que se aebavam. Era de summa jusli;a, que
fosse recompensado de um modo brilhaule aquelle,
que loo assignaladoi servidos prestara ao paiz. Em
maio de 1SI4 foi Jackson nomesdo major-general
do exercilo regular, sob as ordens do general Uar-
rison, que foi depois eleito presideole dos Eslados-
Lnidos. Jarkson uAo esperava recompensa que
lano o lisougea-se e que melhor Ihe salislizesse a
amhirao.
Mas u 01 era ludo ler vencido os Indios ; eouvi-
nha ainda assegurar a paz definitiva por meio de
um trafilo, limitando as frooleiras egarauluido as
boas relarnes para o futuro. Jackson foi natural-
mente o escolhido para por tim obra lao dillicil, e
que toru.mie exlremamenle delicada pelos inci-
denles de que athoo meio de a complicar. As con-
dires do tratado com os Indios sao, por assim di-
zer, a chave de novoa (actos, qua dao remate i
deicriprao rio cararler do general Jackson. Segun-
do os termos deite tratado, os Indios nao deviara
eiitrelar relaroei de natureza alguma com as guar-
nlfooi inglezas e hespanholas ; os Ameriranos re-
servavam-se o riireilo de islabetecer poslos mililares
em seus territorios e a livre uavigarau em suas
agnas. Eslipulavam d'oulra parle, que os ludios
nao serian) subrneltidos vigilancia de algum agen-
te ; que neuhuro traficante atravessaria o seu terri-
torio ; que ninguem poderia commerciar com elles
em expressa e especial autoritario do presidente.
A questao das Ierras tambera ahi viuha especificada,
e para essa negociarlo dirigio-se Jackson a Alabana
no mez de 111II10 de 1815.
A appariraiodosCreecka, urna das tribus mais ad-
versas ao governo americano, no territorio da Flo-
rida, o enrarniramento rom que esla tribu se em-
penhara na ultima guerra e suas provisoes de armas
e que he hoje lalvez um magnifico arsenal martima sena* urna cidade em cliamioaa. A ninguem o dii-
dOs_h.iados-| unios, t) ministro da guerra oppoz- 'sera, mas coiiheeiim-u'o bastante para que Ihes fos-
se lorenteme a om lal pro|eclo, haseando-se sobre se fcil atlrilioir-lhe om tal plauo. O momenlo ile-
neatralidada da lles(>anlia na guerra pendente, e cisivo se aprovimava
nao aulorisou o general a obrar contra os llespa-
nhoes, senao depois de estar li-ni cerlo de que as
autoridades da Florida se arhavam de accordo com
os Indios e I11gle7.es. Esle aviso, datado de IS de
julho delHIi, Jackson pretende nao ter recebido
senao em 17 de Janeiro de 1815, justamente seis
mezes depois, o que parece iuveroiimil. O caso
he. que Jackson obruu, romo se o seu projeelo li-
vesse sido approvado, ou como se tivesie inleira li-
berdade de aeroes. Das consequencias desse nego-
cio, da pouca hesitarn que Jackson moslrou em
levar ao cabo a sua empreza, da indulgenria que
enconlrou da parte do governo, depois de termina-
da a causa rom bom resultado, posto que fosse urna
violaran das relaroes internaciouaes, de todas esta
circunstancia- se pode inferir que Jackson tinha an-
lecipariaroeute a certeza de sua abs-ilur 1 ; que,
quando muitrr, se Ihe Jeixaria a responsabilidad
pessoal do aclo, pondn-se o governo ao abrigo desse
aviso retardado seis mezes. Jackon, informado
por espme-, que um numero ronsideravel de Ingle-
ies havia desembarcado na Florida, e qoe os Indioi
haviam recebido delles armas e munires, esrreveu
ao goveruador hespanhol de Pensacla, instroin-
do-o do que acab.iva de saber, e inlimandn-lhe que
Ihe entregasse lodosos chefes inglezes qne se achas-
sem naquellas immediaroes. I un re-posta, tarda
a principio e cheia de hesilares e argucias Ble dei-
xou a Jarkson a menor duvida sobre a attituda dos-
lea pretendidos neutros.
Dirigi ainda ao governo urna roosa rarla em
que por demaia se revela. Nao vos sorprehendaes,
diz elle, se em un desles dias lver a lembranca de
pedir-vos uro aquarlelamenlo nessa cidade para 1111-
nhas tropas. Tende a buudade, acrescenta depois, de
ves ahsler de ora em diantc de toda e qualquer 111-
A carreira militar de Jarkaoo so na* fechara.
iam-sc-llie oflerecer novas occasiAos do o riisliagou
como ...Madn e de mostrar tamben o mtmttfrtim
que volara aos tratados inleroarionaes.
Com elleilo. em 1818 foi ello eorarregad do em
preheoder ama nova campan ha coaira o> Indi. No-
minla, que commelliam dei redacoesj no ni. Ja-
rh i-.mi perseuuio-o ale o lemlorio da Florida, o a-
pn lerou-se logo de orna fortaleza lie.panhola \
doo inglezes, qoe ahi prenden por detrnnlianra ata)
que tinham exnlado os Indio a re*nltr-*>, foaiajl-
gar por um conselho d* guerra. I m dalles foi ab-
solvalo o o nutro condomnad* a mor. Jackson I/
executar a ambo.
Achava-se Ja,-kon oulra vez uesna mnni I Inn-
uiua frota maleza, proceden- ; da. junio a ssa mesma Pensacla, que 1a aaa voz
...'..'-}i!m3'c* desembarcara um exercito de tropea conquistara ; a lentario ora lal.qo* ni* hovia re-
sistir-lhe. Marchon pon obce Pensacla, para *n*>
.,'in-rn I,., qne tinham feito a campanil da lle-pa-
1. lia sob as orlen- do doque da Wallioglon, o qual
se dirigi pelo lado do lago linrgne sobre Nova Or-
leans. Depois de minios combales, em que lahiram
victorioso os Americanos, a grande balalha se em-
penliou cerca de qnalro milhas di>lanle de Nova Or-
leans. O general Pakenham, a frente de doze mil
homens, avanruu contra os iiitrinrheiramenlos, for-
mados a pressa com saccas de olgodlo, e guarnecidos
rom cinco mil Americanos. Depois de um sangui-
nolento combale, cojos pormenores nao cabe referir
aqui, as tropas inglezas foram polas em completa
debandada, e muri o general Pekcnharo, quando
procurara. 110 lira da acrao, reunir a Irupa, que se
dispersara em ronsequeticia do fogo mortfero que
Ihe faziam os melhoressjiliradores do mundo. Foram
ainda morlalmenle fendos dous oulros gtueraes, e
nao liraram menos de dous mil Inglezes morios no
rampo da balalha. Vendo-so perseguidos vigorosa-
mente, refugiaram-se 1 bordo das embarcaroes, e fi-
zeram-se ao largo.
Esla balalha :8de Janeiro de 181 .">>, que foi de moi-
ta gloria para o general Jackson, grangeou-lhe urna
pnpularidade immen-a nos Estados-Unidos. Fez
elle urna entrada Iriumphal em Nova-Orleaos;
rondoziram-nn aealhedral, onde se cantou um
Te-Deuin, e juvens vestidas de bronco, precedan)
esle cortejo, juncando as ras de flores.
Ao chegar em Nashivelle, foi recebido com iguaes
demonstraroes de recolijo, e, em geral, de urna a
oulra exlremidade dos Estados-Cuidos, fizeram-se
feslas populares em honra do hroe de Nova Orlean
As legislaturas de lodos os Estados Ihe dirigirn)
votos de agradeeimetilos, e o congresso mandou
candar em uitro urna medalha rommemoraliva da-
sumario injuriosa ao meu governo : nao eslou de quella ratnpauha, e a ollerereu o geueral vencedor
humor a supporta-las. Nao me consideris como re-1 Cabe aqu mencionar uro faci, que demonstra a
veslilo de urna missao diplomtica : nao quero dis- | que poni o general Jarksmi levava a sasceptibili-
culir comvosco senao pela bocea de meus canhes. 1 dade da consideracfto que linha, e o poueo cato nue
Eis ahi qual era, poueo mais ou menos, o theor
dessa caria, da qual conservamos algumasexpressex]
mais cararteristicas. O oflirial, encarregado de apre-
seolar essa meu-1;em singular, declarou, em sua vol-
ta de Pensacla, que vira cento e cincoenla a duzen-
los olliciaes Inglezes, um parque de artilharia, e
cerca de quindenios Indios, bem armados. Irajando
o ouiforme ingle/., e que o pavilhao da Graa-lreta-
nha llucluava em raailo* lugares. Jarkson, exaspe-
rado, resolve exerular o seu plano favorito de ala-
qoe contra Peusaeola, e, esperando sempre ordens
do governo, lomoa suas medidas, orgamsou a defe-
za de Mobile, e fez pedido de mais voluntarios ao
lennessee, a Louisiana e ao territorio do Mi'sissipe.
Chegaram-lhc dous mil homens perfeilamente mo-
udos o equipados. Poz-se caminho e roraernu o
aloque dos forles, lomando prnmptamente alguns
com incrivel energa. Chegando em frente de Pen-
s-rola. onde uma fmla insleza desembarrara, havia
pooeo lempo, importantes reforeos, envin ao go-
rnador om parlamentario, mpndo-lde a romli-
^ao ""
fazia de toro o poder qoe, a qualquer titulo, pare-
resse conlrariar-lhe a vontade. Em sua chegada a
Nova-Orleans fizera elle, como fica dilo, proclamar
a lei marcial para todo o territorio da l.ouisiaus.
Alfon* das depois da balalha de S de Janeiro, e
ehaiido-se anda a cidade em citado de sitio, or-
denou a pnsao de um memhro da legislatura, qoe
dizla ler romenlado, em um artigo de jornal, ase-
denlo na Iropa.
Ora, a liberdade individual, como ja date anima,
he causa sagrada na Awerica, ekt proprio Jarkson
assim o provou em ama circamslanna bastante me-
lindrosa.
Culpado, ou nao, o acensado raenrreai* jusilla,
c pedio serpisli, ,m librerdnde prestando curan
o que Ihe foi concedido. Jarkson fez prender im-
medialamenie c condecir para fura da cidade o juiz
que riera oliabcis-corpus.
iiest.belemla a paz, ruja nnliria rheg^ de Was-
Kton-CllV dos das ilejiois .Infarto, o juiz en-
-------------- -.-- .>....,. 1 ,. ,, nii|.Mil|..-i,;r .' 1 "ll'Ji a -- i--------------------
ao .le que ns frt da ci.lai serian) oceupados por ,'" e nov" ."" 'xereino de uis lunrroe., o faz
-... i,.,-. ini-cicaiias, ale q<> paviuiao neoa-' V "rJ' "",' ""*"" mt tar dojahadnel.
nhol ealivesse em atado de observar a neulralidd le I, f um'' "r"eln 'la V*>& e prenUdo om magis-
promellda. O goveruador recosou-se arceder a es- """ "" He,c' de s""* altnbuices. O genera"
las proposiees o assallocomeroa. Jackson enlrou
virlorioso na cidade, anda deffendida das rasas e jar-
dins com vivas desrargas. O commandante hespa-
ndul. vendo-se de lorio perdido, enlregoo-se A dei-
iprao, submeltendo-se a lodas M condijOes impos-
tas pelo venre.ior.
Jackson eslava ronseguinlemente senhor da Flo-
rida, que era sem duvida uma excellenle conquista,
mas, comprehendendo a gravidade do passo que rie-
ra, nao quiz lambem tirar-Ihe a importancia. Com
elleiloa satisfarn exigida fura dada, os inglezes li-
uli im ... i.-u ni., o territorio hespanhol, eos Indios
se tinham evadido para o interior das florestas. O
commandanle drspanliol eslava completamente li-
vre da marran eslrangeira que Ihe tolhia o direito
rie neulraliriade. Bem cerlo de se acharem as coo-
sas em sua siiuarAo normal, Jackson escreven uma
carta ao goveruador, l.i/.en lo-llie ver esla sua opi-
m.io. eevacu ni. duui das depois da lomada de Pen-
sacla, esla edade e o territorio da Floiida. Pde-
se dizer que, a dalar dahi, a Florida, coja impor-
tancia he de fcil comprehensao, pertenee ao< Esla-
dos-l odos.
Nova-Orleans eslava ento amcarada de uma !V
vasAo ingleza, e annuuciava-se a pproiimagao de
forcas ronsideravel-, destinadas a atacar esla cidade,
ruja acquisirAo cusfara aos Americanos Untos ex-
forros. Os I n-lezes sabiam, que, lomar Nova Or-
leans, era dar no inimign um golpe mortal. Jac-
kson Iraiisporlon-se iiiuneriialamenle a Nova Or-
leaus cora um corpa de tropas, e abi asaenton o
quartel general.
Ilecnnheca a gravidade rie sua siluai-ao. Via-se
a em frenle de um inimigo difireme de todos aquel-
les contra quem se linha medido, e, compreh-n-
riendo que Ihe eslava a gloria empendada nesla ac-
rao, appellou para Indos os seus recursos e tlenlo
militar. Obngado .1 fortificar Mobile e as frooleiras,
nao linda poriirio Irazer romsigo, senao om corpo rie
(ropas muilo
cid
nao
compareceu e foi lunderouario p-lo tribunal a pa-
gar uma mulla de mil dolars (.'i,000 francos que
salisfez.
Abrin-se immedialamenle em Nova-Orleans ama
suhscriprao, cujo producto, ijual a importancia da
mulla, loi-lhe oll'erecido. mas elle reeusou. Em
I8M o congresso deliberou qoe aquella somma fos-
se restituida ao general com o foro* deeorridos.
Depois da campanha de Nova-Orleans Jackson
reliron-se para Ennitage de onde sahira hdvia 00
mezes; all linha elle recebido a uomearjlo de com-
mandanle em ehefe da divisao militar do sul.
Bstanle desrju concibera de gozar por fim de um
repouso, que do-rara em loda a vida, mas que nao
pn.lera jamis lograr, qner fosse isso devido aos pro
prios erros, quer forca dos acontecimento*.
Ainda desla vez, a despeilo ria resolurao lomada
nao leve senAo orna pequeua demora em Ermitags,
e pardo para Washington.
Havia muilo que o alorraenlava a ambicio das
honras militares; agora porum comecava-u a mover
a amdlr.n polilica
Jarkson, bem cerlo da rerepjan qoe leria por lo-
rio o caminho, nao queria deixar de cerlificar-se do
grao de influencia e popularidade que gozava. A
a imnislrarao rie Madison eslava a terminar, e ja se
preparavain para a lula da eleirao presidencial.
Nao e poda rrer que, naqoeala oteadle, ao meuos
em apparenrH, houvesse pessoa algoma, que re-
uuisse na opiniAo publica lautos ttulos a merecer
os ulTragius populares, como o geueral Jackson.
Elle proprio o acreditava, seos amigos assim a
pensaran, e eneootra-o* em uma caita de Aaroo
Burr, de que ja fallei, esla phrase Jackson mar-
cha i:a estrada rie Washington. Recommeudava a
eu genrn, ex-governador da Carolina do Sul, que
usasse da influencia que linda Sobre seus amigos
al.....le fa/er iriumpliar I candidatura do general
" lie minio tarde, 11 respodeualde o genro; pode-
la arerescentar : da um homem que adquiri
A desgrasa lambem gera a amizade e o amor.
E11IA0, enlre o naufrago e a sua salvadora, que
era uma joven camponeza, dularia de sensibilidade
mi commum e de alguns irarns de belleza, o infor-
tuiio prodazio urna svmpatdia, .pie su pode ser sa-
lisfeila por meio das benraos Em breve o marujo rie outros lempos se rouver-
leu em pescador do alio, vivando por muitos anuos
ignorado, no fundo de uma ilda poueo frequenlada.
Varios eram os deslinos. A (ilda de Buy Mendo
era salva por Bruno, e o pai e o restante da familia
por corajosos moleileiros, qoe conseguirn) lva-lo
i ilha de San Miguel.
Ahi encontrou o cavalleiro o ulerease que empre
inspira a desgrara, e os confortos que a sua posiro
de proprielario na ilha Ihe aaseguravam.
Prevalecendo-se das suas relaces cora o governo
da larra, poz todo o empenho em descobrir a filha
que havia perdido, prometiendo maguicaj recom-
pensas a quem Ib'a troaietie viva, ou Ihe desse no-
ticias della mora, indicando os signaes della c dos
insignificantes adornos que levara comsigo, e publi-
cando dan los por lodos 01 lugares da ilha.
ludo foi de balde. Dos tinha previnido oulros
deslinos.
Depois de reparados os incommodns rio naufragio,
mitigada, mas nao linda a dr moral, Kuy Men-
do deu-se pressa em seguir para Lisboa, no primei-
ro navio que demandara aquella porlo.
Apenas rirseinharcou, fez seguir sem demora para
o seu solar a mulher e o lilho, e chamando a si os
seus homens d'armasacompantrau o infeliz e teme-
rario rei porluguez.
Nos campos de Alrarer-Ouibir lve elle o desuno
trgico qoe a historia refere ; e abi aonde a flor da
nobresa, a monarchia, a gloria e o poder porluguez
licarara sepultados, ahi .lambem sumiram-se as es-
peranzas de uma esposa amante e o arrimo do ado-
lescente Allonso : Ka) Mendo tambera foi victima
do inimigo.
Nao podia um corarao de mulher supportar lanos
golpes.
As lagrimas, as saudades, a perita do marido e da
lilda, rie quem nunca mais Uvera noticia, apezar
das diligencias que fizera para descobri-la, minaran
ama exisiencia ainda nova ; e, quanrin apenas cen-
tava o fildo dezoilo anuos rie idade. Dos chamou-a
a i, dando-lde em sua gloria riescanro, que sai
I menle abi podia encontrar.
Depois de preenchidos por Affonao os deveres de
bom lilho, a nccessidarie de pr em boa orJem lodos
os seus bens o levou a visitar o seu patrimonio es-
palhado as HhaadeSaO Miguel e de Sania Mana,
e na capil.uiia ile Peroambuco.
Nesla cxciirsAo leve de aportar na ilda de San Mi-
guel, ond* depois de receber coulas dos seus admi-
nistradores, estes o obsequiaran) rom festina cam-
pestres, em que as fiUias rins rendeiros vinham os-
tentar as suas grabas e belleza.
11.le pon), dirigio-se ilda de Sania Msria, on-
de o esperavain os meamos Irabalhos e lolgares.
Knl.io o corarao 1I0 joven Allntlso, in-en-iiel ati-
este momento s sellas do amor, se deixou raplivar
pelos encantos de uma joven ramponeza, que .1 lo-
das as couipanheiras ev.edu em formosura e al-
livez.
Pala primeira ve/, a sua alma nova azperiineiilou
Nova Orleaos era uma esperie de eslalagem, orcu-
pada por genle de lodos os paizes, que nem mesmo
linham enlre si o laro de um idioma. Jarkson enca-
ran com alum terror a sua critica posiro. Sabia
melhor que ninguem quanto Ihe era indispeosavel
mais algum reforro, para que podesse resistir a um
alaque mais vigoroso. Alleclon entretanlo mnila se-
renidade, oslenlando uma conanra, que certamen-
te nSo linda, o qoe animou a corgem dos soldados
e dos liadilaules, rujo eiildu-iasmo e coaitjovacio
eslava bem longe de prever. Na ouvids em que"se
achara rerra das disposiroes dos habitantes da ci-
dade, linha comerado proclamando a lei marcial, e
tomou em seguida as mais significativas disposires
mililares a respeito da legislatura louisiana. E*m-
toda a impcloosidade de ama primeira paixao, lodo
o foeo rio senlimenlo : supplicas, proteslos ri'amor,
seduces, tudo foi empregado. mas em ro3o.
A joven camponeza sentia-sc sensibilisada pela
presenta de Allonso, mas lemia a distancia que del-
le a separava.
Sua velda mil, pois que ella ja n5o linha pai. rom
seus conselhos e com suas lagrimas, ainda mais aug-
menlava os receios da rapariga.
Allonso cansado de rogar em vio, abrasado por
uma panao que ja nao conhecia freio, arraslado pela
impeluosidadedeseu carcter, abusou das facilida-
des de poderoso, empreaou a violencia, raplou-a
com mo arma.ia, pondo-a a bordo do navio ero que
segua para l'ernambuco, e cojos inleresses erara
todos seus.
Hecorrendo ,1 violencia, Allonso foi apenas arre-
balado, mas nao se animou a ser cruel, nao qaiz se-
parar a 1n.11 da lilda, esperando que o tempo llie
trouxesseo amor de que se julgava digno.
As previses rie Affooso nao fallieran) uo lodo.
Os seos protestos ardentes de amor e um momenlo
de Traqueza decidirn) da sorle de ambos.
A pobre camponeza lornou-se aroanle do rico li-
dalgo, mas em breve as lagrimas da infeliz, o deses-
pero, e lalvez a dislanria em que se achava dos sens
prenles lizeraro que, (cando em l'ernambuco, elle
sella-se com um consorcio legilimo a unn qoe linda
lirio o amor somonte romo primeiro vinculo.
.Muitas veres, n-s bellas lardes e as nuiles delicio-
sas de loa, que Smente se cooliecem dedaixo dos tr-
picos, expanriindo-se era mutuas confidencias, c
llenando o p-iisaiiienlo vaguear com toria a liberda-
de que permute um amor novo, .riebrurados as ba-
lauslradas do palacete de OlinSa, fadrica de Kov
Mendo rie .Menezes, adi narraran) diversas secnas da
puericia.
Por mais rie uma vez rcvellava a camponeza espo-
sa, e agora rica dona da (erra, nm sonhu que linha
tidoctn menina, no qual se suppunha transportada
a uma siluar.lo igual a que era dominada pelas suas
risitas,
A eatas ronlidenrias reipondia Alfonso, dizendo
que laes sonlius enrprrav.im orna propderia que Heos
mandava romo aniiunrin do fiiluro enl.io tre-
seme. '
Dcslarle passavam ambos dias que sempre sao
curios, porque os de felicidad* nunri rito cura-
pridos.
eojoa direitos a uma tai mauifestarao do povo ame-
ricano, ja indiquei.
He preciso declarar que, com quanlo lossetn im-
prtanles os serviros prestados por Jarkson, rom
Abanto fossem anda rcenles os seas Iriumphos,
nao 111.pira 1 1 eniao, por causa de seu carcter, mais
confianra, de que em otra qualquer poea. para
que se Ihe sacrilicasse liomens, que eram cerlaroeu-
le inferiores em tlenlo, .purera mais aploi para o
exercicio da magistratura. Emlim seria a primtra
vez que um general, caberlo rie louros e cercado do
prestigio das Victorias, fosse chamado ao poder; s-
lii mlimidava -. americanos. Poder-se-hia oppor
o exemplo de Waidiuglun mas Washington eslava
em umaisiluarao excepcional. Era u libertador do
paiz, e licara sendo para elles om deus.
esla
A ventora nao he destinada para a Ierra ,
nao existo sem nuvens, precursoras, quasi sempie.de
lempest.de eminente.
No meio destes intrelenimentos apparocea om
motivo de desasoeego e de inquietarao.
UaM molestia grave accommelleu'a velhs Berlha,
ma de graciosa, norae que linha a esposa de Alfon-
so, nome confirmado pela soa belleza.
No desespero da salvarao, ja nao cantando rom os
rerursos da Ierra, bosrou Berlha moribunda aa con-
sola.;5esda religiao, prorurando 11.1 resignarn que
ella acon.elha, o animo e a fortaleza que d'para a
grande viagem.
Administrados lodos os soccorros religiosos, cha-
mou junio a si seus filhns, o genro e a filha, e an-
les que Ihe fallasse, pedio-lhesque llie perdoassem
uma in.ii.lira que havia rommetlido eonlra elles
reeeianrio que se esquecessem dos sentimenlos d
amor filial que sempre lindara leterauuhado nara
comsigo.
Reveloo qoe lirariosa nao era sua lilda ; referi a
aventura do naufragio, que Ihe linha dado semelhan-
le condicAo ; cnnlessou que no fundo da sua arca
exista nina pequea caixinha, cncerrandn os Irajos e
adornos insigiiihcanles que UraeJoaa trazia, quando
foi a.remerada a praia em companha do fallecido
Urano.
semelhanle noticia
Ihe constara lerem -e refugiado algoos rtiefes In-
dios, tomnu a eidade man loa colorear atona nie-
les que encontrn. Esta evecurjo foi rnsrrirsmm
te eiprobida Jackson, romo nm acto do tinaldade
sem precisan algoma. Esqoeeer*m-o d* qt era
Ihe neceiiano justificar o orelexlo que buarara pora
apoderar-se de orna cidade, abrigada sob pavilhao
de om narn amiga. Jackson sealia-ee mam em-
anen, que da pumeira vez. a abandonar a I Inri 1,
e I 'en -acnla. Dea, como pretexto da ana oecnpsfao.
a cuerra rom os Seminlas, o escreven a* gae>o.
dizendo que, emquanto se nao termina*** drCan-
1 ornnie aquella goerra. julsava pro denlo, para a
segoranra dos K-lados-lnidas, denar om Pansmls
uma i'oarnirao americana.
Suas raios nao produzram o ine.mo efleilo qoe
em 181 i. Susciloa-M, aa m>io da roncrew, ana
animada diicoesio acorra do proredimonto do fono-
ral. I'ropor-.e. que se Ihe ioOiogiaoo orna forte
cor rerco; mas essa proposito foi repellida por
urna grande maioria. Monroe, qoe calculara a fon-
do lodas as vaotagens qne a arralada ampies* de
Jarkson trazia aseos prnjerlos tobro a Flavida, to-
mn a palavra em soa drfeu. baaeando se em no
os fortes hespanhoes tinham sido ovaeaados. Ja-
rkson senlio o rigor com qoe o Irataiam conoar-
vou vivos resenlimenlos contra os inicia-laare da-
qoell arru-aro. particularmente eonlra e Srs. Cal-
do 1111 e Clay, coja acertado palnolisroe nao admil-
lia essa indulgencia com qne s* perdoava a Jack**
os seua disparales.
Emlim, em isjl os Estados-1 nidos apoderaram-xi
da Florida. Jackson, que se tiulia delioittvamenla
retirado do ser\ir... foi numeari > goveroador do*
terrilorio, caja ahsorpro tora inronie-davelmeoie
preparada por elle. Seu primeiro arlo adminrtiali-
vo foi julgar e prender o minmau anle hnaanlisl
qne lile recusara a rommnmcaco da corto i>*pe*>.
E-l.'ve pouros mezes na Florida, e, riemiltinOo-s
das funrroes de goveroador, loi para a Icoocasn.
O presidente oOereceo Ihe enlau a erso de minis-
tro pleoipoleneiario em I rauca e depois no Menc.
I -.J I ; mas Jarkson reeusou. A escolla* do nm ho-
mem, feila pelo presdeme Monroe, era ealrean*-
inenl* acertada para Ihe secundar as vistas do con-
quista dn Mexiro, qoe os Americanos ambii isna
vam, qu* ambirionam ainda, e do qsal o dao aa-
senhoresndo de porcAo em porrio, ale qoe -* Ihe*
oflerera mellior oreasiao.
Nio rompreheoderia Jarkson a impwtamia da
m:s-.io qn se Ihe confiava on antes, por
preoecup .do de su.s aapiraroes a presid
quizera expor a rommetler nesse cargo
imprudenria !
Foi eni.io que se elle alirou vida pnlilics.
fizera ja, e bem contra soa v anude, uma enra en-
panr.io. Areitou ama radrira de senador no Con-
gresso 1823 : era preparar soa candi I,tura pre-
Mdenria. tila foi elferlnament ui-posla em ISJl
para a subatilaicao de M uroe, que devia ler lo-
SorOJO anno .f-",."'". raes t^Kiioeuifi me fo-
ram 0(,,,.,./.,.: John Ouiory Adanaa, Oasvford o
Cas.
Era de prcumir qoe Jackson ganhasse a eUicao ;
mas os seas dous concurren I s C'a lord e (.la- divi-
ilirnn calculadameiile o partido democrtico da-
modo a nao deixar a Jacksoa senao urna pesica* *e
rundsna ein I i.e do nico cuncorrenlo real, (.lom
cy Adams, que Ihe era preferido por mellos dem-
cratas.
0 plano vingou ; assim repart Jes, o velo na*
deram a maioria necessaria I e a detrae, confor-
me as ili-pu-iro da consliluirao. foi 'terminar ao
seio da cmara dos represntame, qne, neilo caso,
vola por Estado, lendo cada Estado om voto. I.lm
cy Adams (01 eleito por orna graodc maioria, aato-
eipadamenle previila. rli
\l.
Croadas queixas qne o illuslre Jeflerson tinha
da coostiloicao americana, era o dar ella aa txr-
culivo um rerlo carcter de monarchi.i elerliNa.
que podia eslabelecer a perpelmdade do poder as
man. da pessoa eleila, oo cominear em sea familia.
Elle chamava o presidente nm falte rei da Po-
lonia, ii
He conveniente observar, qoe neoham faci joja-
lilcou as apprehonioes de JeiTerson. Hrxempla do
desinteresse de Washington, retirando-* depon ato
duas eleicoes successtvas, iotrodozio na pralica cota
regra, que 11,10 e-laa escripia na comlilaicaa, e que
foi escrunulosaniente segoida por todo o qoe Iho
succederam, o qoe veio a dar um desmentido for-
mal nquelles temores.
Cinco presidentes, proenchendo om periodo do
viole e oilo anuos de poder, eram inleirameale ea-
(raiitiosnns aos outroa ; neoliora laro de prenles, <
os una, ouinrv Adams, filho de John Adama, qne
fora suecessor de Washington, fornecen o primeira
exemplo, e lambem o onico ale boje, do poder pre -
idencial renovado na mesma familia. Alm dina.
Ire presidencias, de oilo anuos cada ama, separa-
ran) esla doplice eleirAo ; e o sobtil mo poranr.
nm' ainda me, de 1830, na foi mam do qne orna
simnlajla do qoe se dera nos Estadsx-I'oido em
I8. Com elleito elegeram Oumr\ Adam, nia
poroue era Adaros, mas ponfo en* foseo ADAMS.
A palavra, 00 o equivalente leve logo a eipli-
carAo.
t^onev Adams. qne, como se vio, gndara em
aliono recurso a eleicAo pleiteada por Jackson, n*a
era certamente om homem de pouca importancia ;
mas n.i.i linha uma ai das eminei,les qaalMade da
sens piedecessores, nem de seu eonenrrente. A n-
nica vanlagem, qoe linha sobre o ultimo, ora nSo
nossuir os meamos deleito-. N'aorido em I7C7, a-
chuva-se com cincoenla e oilo anno qnandopoW a*
poder.
Oaiocy Adama rara alumno da escata pa(rielira
de seo pai, um dos mainrr. propognadorna da cea**
1 Jarkson olilisera. 'i'J votos de eleilares ; A-
dams, 8i ; Crawford, il ; e llenripue Qav, .17.
2i Adams ohleve os votos de 1:1 Estados Jark-
son de 7 ; Cr.. wford de 4.
a prolecrlc divina nao o tivesae desamparad*. 1___
o arbitrio de fazer entre lagrimas a coofideacia a
sua esposado lodos o seus recelo., aronaelhaorio no
se separassem, e dest'arle vivemem ale qr rkearaa-
se a solar,3o definitiva dada pela caria roosa a nm
grave caso, filho rie condiroe imprevistas deseo
nhecidas.
lendo passado mais de um anno, rhrens) alinal a
resolurao dada pela Santa S, em sjnn era ordenada
a sep>rarao perpetua de ambo o eapomo,a im
posirAo rie peuileucias severas, e roma meio de ob
(ar as lacilidades de reinrideneia do peceedn n reeo-
Idimenlo e clausura eligiese de ambas os innocente-,
culpados.
Allonso um vago presenlimenlo, que elle proruroo
ancobrir, a cni.seguio occull.-.r, r.i\orecido pela cir-
r e de ain.c^.lo em que se a-
Eniao Aflonso cliamoo a soccessao dos sen ben
lomporaes um prenle rollaleral, a dispoodn dn an-
tros bens eslranhos aos vinruladn, fot tareas dae-
eSns or.iem rie Nona Senhora do Monte Carmello.
inrluindn neslas dadivas a de nm terreno, aade de-
pois se edificoa o convento do C.rmo em Olinda ; e
lambem iguaia donativos a Sania I Iwreza d iodo
de.iarle orrasiao a e edificar o convenio no reco-
Idimenlo que acloalmante existe no logar denomina
do Pisa as proximidades de Olinda.
AfTunsn ainda foi mais longe an vinario feral da
mesma cidade doou a habilar.10 qoe Ihe servia de
confidenria infundio em palacio, o qne boje rnnslllue "uma das
rumslancia rie d
chav
111: 1 pressa om examinar e-se veotUios, guar-
dados romo preciosa reliquias por Berlha, no 1 leve
dm 1 la, e piide la -lmenle rerondecer que laes sig-
linham sirio aflixadus em editan.
Lando, na ilha rie Sau Miguel.
episcopae
Ajustados os sens ne.'nrios mundano. deMa ma-
ii'ira, Alfonso recolheu-se ao ronvento dea Carmeli-
tas de Lisaa, e a infeliz Rranra >anla Tbereza rie
(.oimbra. p ahi, ambos di.tantea om do onllo, |>ro
ruravam afogar a forra de penilenrias uma lem-
naes ruu.iziara.exaclaineme rom a .tiidr.,,,,, rie '^SJT^^S:^ SSft ^
I anrl n,, e i" "^ "P '',"'SU' S.' 'em-' r,'frcar ") ** 'erua. ,
oaetam, f l- 1"'' "T ['"T'lC '|,,e Poderiam >e *rir.l.s..m .. des.e mondo Iramil^
ESl! ,' ,e:lc,no,,l',' "rcul"- e Ia" '' m;"s a M "' """ fel,/ e infeliz. IrBIlUBll e rula*
nai era confirmada par papis veldo. de seu i.ifeli, m^.erio, que .rnente l.eos rool.ere. H
IJk. ?.! d!o*Ur.a rte! "^,",""n os s,na" 1"e K "ah. segundo a tradicrio, a origen, da ed.lira-
apregoados em rao do ronvontn do Carmn e da igreja de Santa I he
reza em Olinda ; o principio de arquisiran da saaai
O desonga.,,, do que a ua mulher era Branca, a dencia episcopal na mesma ridade ; em Vl.n.tT. ,
ana propria trmaa quo lano lempo a farailiat linha a narrar.io de uma leuda ,,p.,|a, ^ i,,.. '
chorado perri..la.ohorrorqell.e.ii.piravaa siloa-1 fancia da no.sa p.ovincia, qoe re.eberom ,1a h~ ,
cao o la,., alleroattvmenle lomar resoluees qu. se de nina mulher. na.nda no ann. de 17|t, mmmZZ
eomd.liam ; e, ou porque fosse ftr.-iu.le o seu fundo .ainda vivo enlr.- Sr InWiniianainaiaTli
demoralade, ou porqui, o que he miii provavel,'
do pasa ,.l,.
Mnlnn-ri-Araz,/
MlTUR
ILEGIVEL


OHRIO BE P-HUCBUCQ SGbHi"- FEUA l\ II Rivinmo |E ISil
di independencia. Herdara-lhe a placidez e a es-
cessiva prudencia, boss e uteis qualidades empre-
gadas no lempo em que Joliu Adams fez uso cl'ellaa,
mas un pouco caducas para a qoadra em que vi-
ven o flho. Quine) linlia um particular conheci-
meulo e experiencia dasqoesloes depolilica estran-
geira. Qoaudo rooc,o como amilio palernn, e dc-
poii nos cargos diplomticos visitara e residir soc-
cessivamenle na Franca, llolluida, Inglaterra, Al-
le manila e Russia ; linha pois esludado muito de
perlo loda a Europa, e citara as melliores coudi-
cdei para ser una eieellenle ministro dos negocios
eslnugeiroi. Monroe assim o pensara ; por qnsn-
to escolheo-o para secreUrio de Estado. O senado
approvou logo ama tal esclito, e general Jackson,
a qaeot o presidente falliva da introdcelo de Quin-
cy Adams no gabinete respondeo-lhe. Na. te-
nho Jusilla em aflirmar, qoe M eieellenle a esco-
llia que Cuestes para o pasta dos eslrangeiros. M.
Adams, em orna conjoctura melindrosa, sera um
hbil diplmala, e estou convencido de qoe a sai
i]iimear,Ao ser.i accolhtda por lodos com muila satis-
1,10.10.
Achaodo-se eolio a occupar o logar de ministro
plenipotenciario em Londres, Coi chamado Ame-
rica. Mas nrin Mooroe, que algara apto p,ira o
cargo qoe 1 lie conliava, oem Jackson, que mostrava
inuita seguranza em iaa aplido, tinham pensado
uelle para urna presidencia.
Dedicado como era ao estado, podia ser conside-
rado como um dos homens mais instruidos e lillera-
raloi da America ; at mesmo ja tinha occupado
dignameule a cadeira de lente de eloquencia no
colUgio d'ilarvrard. Mas nao tinha em si um ni-
co litlo Dotavel pelo qual elle se reair recummen-
dado ao eargo supremo a que fot chamado. Pare-
ce inconteelavel que a caudidalora de Jackson fui
quem I lie abri o caminho.
A circomstancia de ser lilho de John Adams, po-
dara obstar, como i oulros, a nomeaejao para um
lugar de vantagem. Qaanlo a sua posicAo no cou-
greiso, era-lheella deafavoravel ; enviado ao sena-
do como federalista, islo hr, oppoiicioDisla da ad-
minislrncao de Madisun, volara em favor de um
grande numero de medidas propoiuis por esse pre-
sdeme, o que Ihe valen alguns volos de ceusura da
farle da legislatura de seo Estado (Massa cbassels)
ora, emt'un empregado por dons presidentes anli-
federalislas em nomeaoo de favor.
De um lado ama mediocre capacidade poltica,
precedentes pouco sympalhicos as maisas de outro
fizeram qoe presidencia de llaincy Adamscurresse
sem brilho e honeatamentecomoaedeveria esperar de
um homem de probidade irreprebensivel, mas en-
oootrou no congresso e mismo no pa>z urna forle
opposioo, da qual Jacysoa era o chefe legitimo.
Vencido no escrutinio de 18*28 por seu competi-
dor, que tomara ama psito furnudavel, Qoincy
Adams relira-se do poder. pora injoslica o esque-
cerem-lhe os servidos, e o nao foram. Continaoo
a rasar parte do congresso, para o qual era constan-
temente eleito, e morrea de um ataque de apople-
ja, no da -tete fevereiro de 18i8, com 81 annos
de idsde, do exercicio de seu cargo e em sua cadeira
da camera dos representantes.
(Continua.)
PUVJdttlCO.
talento do artista. Collera varios solos, dislingoin-
do-se entre cites o de{ful tedase o de{fui to-
lisdignamente encentados, n primeiro pelo autor
da compo'irAo, qoe nao s dispde de una voz fresca
e harmoniosa, como de urna encllente execuc^lo, e o
secundo pelo senhor Trjano, a primeira vl de bar-
ritono que poatoiaaM. O Sr. Peilro Haplisl* evecu-
lou com a sua banda de msica militar encllenles
pe;as. A orriie-tracan da msica da missa he cheia
de bellos peina,nenio, e harmouias. Entretanto non
podemos deiiar de notar o diminuto numero de ar-
tistas, que roncorrereu a solemnidade, especialmen-
te sendo esta quasi a iinioa arle liberal, que he cul-
livada entre us, e sendo Sania Cicilla protectora
Hos mutdeos. *
Morlalidade du dia 16 a 22 de novembro da 1856.
/.irres.
Homens 5, mulheres II. prvulo 11.
Fsrrmvos.
Ilumens 4. inullien- 2, prvulos 0.
Total 33.
RECIPE 23 DE NOVEMBRO DE 1856.
AS 6 HORAS DATARDE.
RETROSPEfJO SEIAXAL
As commonicaoes, chegadts do interior du pro-
vincia, ainda se oceupam exclusivamente com os
negocios eleiloraes. Referem todos os incidentes
occorridos, e dao conta do resultado oblido, mas fe-
lizmente estes Incidentes silo marcados com um ca-
rcter pacifico, e ttido curren regularmente, a ex-
ceprao oe poucos logares, onde a solemnidade nao
pode ter lugar no da marcado. Quanto ao mus
rilo aeeorrera novidade algoma nena de mansito, e
o soccego publico se conservava iualleravel.
Ai churas, qoe se experimentaram aqui. tamben)
se estenderam a varios pontos da provincia, e en-
eheram de satisfazlo os agricultores.
I ni facto de grande alcance, e que poje acarre-
tur consequencias funestas para o paiz, divulgon-se
no principio da semana. A reanlo do distiieto re-
formou a sentenc,a proferida pelo auditor de raari-
nlia, em que foram coudemnados os individuos
complicados no furto de africanos aprisionados em
Serinhaem, absolvendo os mesmos, e coDlirmou a
sentenra de absolvilo, que tinha sido proferida
favor de dous dos mesmos complicados.
A independecia dos poderes do Estado he certa-
mente urna garanta para ocidadAo, e ama conJir.lu
para a boa ordem do systema rrpresentatiro.
Mas esta independencia tem um limile trocado
pela razao e hora senso, e lodas as vezes que o'ma-
gistrado Iranspe este limile, abusa da jurisdicc,ao,
que Ihe toi confiada, e deixa de ser o salva guarda
dos direitos da sociedade. A upiniao publica flcou
sorprendida com este facto, que pode ser cansa de
graves emergencia para o paiz. Este arresto da
relaoao. e outroi igoaes partidos do tribunal dos ju-
rado!, liso produzido o scepticismo no proprio espi-
rito dos individuos mais fanticos pur estas inslitui-
oes da civilisacAu moderna, e Dos permita que
ellos nao se reproduaain, afim de que nao appareoa
a nc^aoao alisoluia, e venlta o dispvitsrao doa-tcm-
(.ns pastados tiihciiinii a. uk.^dade, de que tanto nos
ufanamos.
He sabido que o governo inglez gastara mais de
JO milhoes de libras esterliuas cun o cruzeiro, para
impedir o contrabando de africanos, que, oolr'ora,
ee fazia no llrasit, O pavilhilo nacioual, e a nos-a
soberana de povo independeDle e constituido, fo-
ram algumas vezes ultrajados pelo poder brilanicu,
em conseqaencia da cubica srdida dos traficantes
hrasileiros e portogaezee. Estas violencias se re-
produziram por varias vezes, nao s no alio mar, co-
mo no nosso proprio territorio, appareceo o celebre
bi/l Aberdeen sobre o dlreito de vizita, que de al-
guma sorle prejudicava as nossas relaoes commer-
ciaes.
O governo brasileiro, em 183:2, ,se nos nao enga-
liamos!, vio qoe al cerlo ponto seinelhaules violen-
cias e aggresioes tinham urna causa razuavel, e que
era oecessario salvar o carcter nacioual da affronta
qae s deveria recahir sbreos traficantes. Obrigou-
se a punir .severamente a todo aquelle, que se alra-
vesse a violar as convnceles celebradas entre o 11ra-
sil e a Gra Brclanha i para a extincro do contra-
bando de i frcanos. O governo fni lincero, louiou to-
das as medidas para que semelh.inle crime nao fosse
mais perpetrado; expellio do territorio brasileiro
varios contrabandistas eslabeleceu um cruzeiro era
teda costa, e recommendou a lodos os seus delega-
dos aas provincias do litoral lodo o cuidado e vigi-
lancia contra o cootrabando de africanos.
O governo inglez aereditou na sinceridade do ga-
binete brasileiro, retiren o bloqueio das cotias d'A-
frica e dos nossas mares, depois aboli o bil Aber-
deen, as tiHO'ies da Europa applaudiram a reso-
luo.lo .lo no-so governo e da Graa-Drelanha. Dos
qunra que as esperancesconcebidas por estas nacaies
e que, em abouo da verdade, li.lo sido confirmadas
pelo dosso governo, nAo lejam postas em duvida por
. semelhante decisAo,
As milicias chegadas do sul sao destituidas de n-
teresie. Depois do cnceri menlo das cmaras tem
reinado una calmara podre as alias regin da po-
ltica. Na corle, assm como as oulras provincial,
por onde passaram os dous vapores, entrados esta se-
mana dos por.os do sul, as eleicoes eram a graude
preoecupacao do momento. O partido conservador
tem geralmenle friumpliado as provincias do sul, e
para feli:idade da nossa civitisajao, noliavia noticia,
de que se livesse dado elgum facto .semelhante ao
que occorreram do Cear. Si'pponha-se que ua ca-
pital da Bahia a opposi-;o enviara um deputado a
cmara temporaria futura.
.i.luanlu au norte, as milicias que temos ainda sao
as ir.esmas, que nos (rouge o ultimo vapor.
O vapor Iguarassu', que tinha sido annoncado
para o dia l'J, anda nao he chezado al o momento,
cm que trocamos estas Hutas. Semelhanle demora
ja vai cansando suspiitas, e aiguera ja Ihe asotana o
mesmo destino que leve o infeliz Mrquez de (An-
da. Cremos que estas preocenpar-Oes sAo infundadas.
Se a demora foise filha de algara sinistro, he prova-
vel que ja se soubesse aqui, pois qoe todos os das
enlram navios e embarcaroct de ootra especie vin-
das do lado por onde anda o lguara$>u\
As dalas qoe trouxe o .n-mir, sAo quasi as mes-
mas detrae foi portador o Pedro II. Segundo om
Damero do ConiiifudonW, toda a Europa se achava
em paz. As correspondencias de aples, dirigidas
a lVonreile-faief/e de Wortzbourg, anaunciam qae
o governo napolitano continua os sens armamentos
com roaiti aclividsde. As reservas de guerra foram
chamadas, o qoe eleva os regimeotos de infantera,
que, com 13 batalhOes de cacadores, formam em lem-
po de paz63 mil homens, a perlo de 70 mil homens,
sem contar os caevdores. L'm credilo especial foi
aberlo ao geoeral l'ilangieri, chefe da arlilharia, qae
e-l.i montando de aovo todas as boceas de fogo.
Nao te desenvolve menos activdade na marluha.EI
rei ordeos que lodos os navios de z-ierra fussem ar-
mados, e para este lim (rabalha-se com tanto zelo,
que, dentro em pouco, duas naos, cinco fragatas,
duas corvetas, cinco, breganlini, dez fragatas e dez
navios 4 vapor, assiio como chalupas canhoneiras,
podero sabir dos portos napolitanos.
Quanio as oulras partes do velho mundo, nada
mais teraoi que accreicenlar. Tudo Picara em
paz.
Este iodo mais do que nos antecedentes, tem en-
trado grande numero de uavos ueste porto, e dahi
resulla, como he natural, o augmento das rends do
fisco. Poslo qae o rendimenlo da alfandega ne-le
raez nao seja lao magnifico, como no passado, com
ludo espera-s que seja um dos maiores desle anuo.
Em cousequencia da zrande abundancia de viveras
importados do eslrangeiro, os presos se conserva
em um estado regular.
A estatiilca dos peqaenos crimes, publicada do-
rante a semana as participarles olllciaes,'atiesta
a activdade de-le ramo do servirn publico. Ordi-
nariamente os delinquenles sao presos, r se instau-
rara os respectivos processos. No dia ->i foi encon-
liado dentro dos mannoes, no lagar denominado
Rarrela, o cadver de um menor de nomo Vicior,
lilho de Antonio de Jess Callado, e que tora assassi-
nado por Filippe Antonio da Silva. O aisassino foi
inmediatamente preso, e est sendo processado peio
subdelegado do dlslhclo dos Afogados.
No dia J2 leve losar na igreja do l.ivrgmenlo urna
bella soleumi ia.tr religiosa. Celebrou-ie a testa de
Saula Cecilia com a pompa que permiten) os reour-
-oc dos artistas devotos da pidrneira dos msicos.
i antou-se pela primeira vez ama missa, rwiipoairAo
lo joven artista, o Sr. Jos Coelho, n .pira, ao feliz,
n'-a de loii'inouiis del, i.i.-i. ,ne revelan) o tieliu
PGINA AVULSA.
1E3B 31 IDlIliS
Consta-nos que em Santo Amaro, la para a roa
do l.iina, ha um SansAo, que esta causaudo seas se-
rios receios aos pacficos moradores daqaelle lugar,
l'or qualquerd ca aquella palha surra a pexsoas
livres, como acaba da fazer a urna mulher, que
deixoa-a por mora !
Oulro, a europio (Ao edifican! e moral mar-
lyrisoa uro escravo de urna vuva desvalida, e di-
zem que fora coadjuvado por um soldado de poli-
ca, e acabnu de maltrala-lo a golpes de espada.
Qoem nos referi esles facto aftirmoa-oos serem
elles veril,ideirus; o que he cerlo he, que as rondas
espicham-ie preguijosa* no bello colchan de areia,
qoeofferece a obra do Uymnasio, ao passo que os
moradores de Sanio Amaro vivero depois de dar
Ave-Maria, (raneados para n3o serem insaltadoi por
om Ano das Pedros Negns Pedimos ao Sr. sub-
delegado da Boa-Vista que, a vista do que acabamos
de referir, faca reprimir os furores dessas oncinhas
de Sanio Amaro. U inspector daquelle logar, se
bem, qne tenha bons desejos.tudavia como emprega-
do nos Lazaros oao pode providenciar sobre o qu
acontece em Santo Amaro.
I tuvimos dizer qae alguns subditos franeezes ne-
gociantes se acharo descontentes por ler sido, segon-
do dizem elles, feito o fornecimenlo de vivere do
brigae llanoie em segredo, sem serem lidas as soas
carias de proposlas, segundo rezara o edilal do con-
sulado francez.
No sabbado fez-se com loda pompa a festa de
Sania Cecilia no Livramenlo. Os artistas que culti-
van, a msica ainda n > se esqneceram de soa pro-
tectora, e cada auno mais se esmeram em feste-
ja-la.
Teve ante-honlem lugar no Monteiro um soi-
re por occasiAo da iislallar,Ao da sociedadeII'--
creio Familiar do Monteiro.Desde as 8 e roeia da
noile comeraram a allluir para all os carros condo-
zindo as familias qoe deviam abrilhaular aquella
esla caiupeslre. As9 horas deu-se principio a elle,
e|s 3 e meia da madrugada anda se quadrilhava.
Scholichs, walsas e quadrilhas a cada instante fa-
ziam arrebatar as senhnras e os cavalleiros. Ape-
zar de muilas partidas haverera uessa noile, comludo
es socios do Recreio poderam reunir sessenla e lan-
as senhoras e qoasi melado de cavalleiros. O goslo,
a profusAo, o asseio e a bo.i ordem foram as grioal-
dai da fe-la e a completa satisfago de todos os Iro-
phos qae cobrein a direcc,Ao. Praza a Dos qoe es-
ees joveos nao recuera oro passo na senda trullada, e
que continen! a distinguir o llecreio Familiar do
Monteiro de lodos os demais Rccreioi, por seo apa-
rado gosto e cavalleirismo,
Tem sido visto constantemente pela praca da
Boa-Vista oro prelo ebrio, qae da para amplexar
fortiorits pretas quilandciras. de lurte que, quaudo
elle apparece, ha om alarma geral na repblica dos
laboleiros.
ELEITORES DA FREGUBZIA DE BOM
JARD1M.
Os SeDhores :
Urbano Jos de Mello.
Antonio Malinos Kangel.
Joo Barboza da Silva.
Dr. Manoel Thomaz Barbuza Freir.
Jos Francisco de Sooza I.
Jos Francisco de Arroda.
Jos Thomaz de Aquino Pereira.
Antonio Barboza da Silva.
Jlo Lopes Delgado Leal.
Manoel Francisco de Souza.
Antonio Bezerra Lebrel.
JoAo Manoel de lana Leilc.
Joo Filippe de .Mello.
Jos Correa de Oliveira.
Jos Gomes da Cenha.
Padre Severino Beoicio Jos de Arauju.
Padre Jos Francisco de Sooza Barboza.
Feliciano Joaquim de Acui.ir.
Jos Caelano Pereira de tjuero/.
Antonio Joaqeim de Ajinar.
Joaquim de Souza Barboza.
JoAo Fraucisco Xavier da Foaseca.
Manoel iWavasio Sarinho.
Manoel Antonio CaiAo.
Joi Jernimo Bezerra de Agolar.
prai,ao I...., An Ac.ilixi .
LoizSoaresde AllmquOrqoe.
Manoel Severino CabVal je Arruda.
Manoel F'erreira t;.iulpos lia .
Vicente F'erreira da SilVa*.
Ilenrlque Luiz de Sooza.
JoAo Francisco Gomei de Arruda.
Manoel da Silva Pinto.
Domingos Coelho da Cunha.
JoAo Baplista de Araujo.
Antonio Jacintho Lopes
Joaquim F'rancisco,Rodrigues.
JoAo Gomes de Oliveira Coelho.
Manoel Antonio Barboza.
JoAo Manoel de Sooza Viauua.
Amaro Severino de Paula.
Antonio Gomes da Cosa.
Jos Vicente da Costa Asaiar.
ELEITORES DA FREGI E/.IA 1)0 LIMOEIRO.
Dr. Antonio Manoel de AragAo e Mello.
Dr. Jos Francisco da Cosa Gomes.
Coronel Antonio Gomes da Silva Comaru-
Dr. Nabor Carneiro llezerra Cavalcanli.
Maeoel Cavalcanli da Rocha Waoderley.
Henriqoe Luiz da Cosa Gomes.
Manoel Ramos da Silva .Morena.
Manoel Alves Pereira.
Severino Alexandre Villarim.
Francisco Aulonio da Costa Cabra!.
Francisco F'erreira da Costa Gomes.
Luiz Francisco Barbosa da Silva Curoai.
Jos Francisco Barbosa da Silva Cuinaru.
Jo ni Francisco Barbosa da Silva Cumar.
Marcelino Alves Pereira.
Manoel Joi Pacheco.
Manoel Rodrigues dos Sanios.
Paulo C. da R. W au.lerle v.
Manoel Gomes de Moura *e Silva.
Jos dos Sanios Silva Medeiros Jnior.
Joaquim Olegario Gomes da Silva.
Lourenco Soares Cordeiro de Mello.
Leandro Gomes da Silva.
JoAo Capislrano da Costa Gomes.
Paulino Francisco de Arruda.
Benlo Jos Lopes GuiroarAes.
Antonio Peres Ouinta*.
Joaquim Theoduro de Vasconcellos Aragao.
Jos Maria Vellozo da Silveira Azevedo.
Gervazio Pinto de Paiva.
Pedro Jos da Silva.
Luiz Vaz Salgado.
Jos Joaquim da Cunha Pinto.
Joaquim Francisco de Paola Molla.
Antonio de Sooza Ferreira Rabellu.
Flix Jos Ferreira da Silva.
Antonio de Hollanda Cavalcanli.
Antonio F'erreira de Mallos.
Migoel da Rocha Cavalcaoli.
Manoel Francisco de Barros.
Manoel Pereira de Moura. -
Francisco Manoel Cavalcanli.
Manoel ChrislovAo de Mello.
Francisco RimAo Pimentel.
Joaquim Marlins de|Mcllo.
Hospital de cardade, 22 de novembro T
doentes.
Ate amanhta.
enca absoluta de violencias he o primeiro caracte-
ritlico de-la fien;.11. O segundo he o ler sido plei-
leada por ambos os partidos, empregando cada um
uas forjas, e os metos que Ihe sao propiios. (Jui-
zeramos nao ler de censurar cerla falla ce toleran-
cia, e de verdadeiro civismo. Anda nAo penelrou
he enlre nso principio da obediencia as maiorias.
Quando um juiz de paz e eleilores que deviam com-
por a mesa Vlam que tinham de perder a eleirAo
pelos volos, porque forra Ibes nto dava o gove'uo
para dominar a maioria, ou se abstiuhain e uppu-
nh.iin a eleic,Ao inercia, e m vonlade, como aconle-
ecu em Agua Prela, ou iam para a mesa com a in-
lenoAo de embarazar e inulilisar a eleirAo, como
aconleceu no Ouricurv.
As-iin quem tema par o seu partido a perda da
eleic i > anles qot-ria privarseus comparacluanos do
exercicio de seus direitos de votaoles, do que ve-Ios
man lar ao collegio eleilores de urna opiniAo dille-
rente da ua. Km nutras parochias, por exemplo
na Brejo, a minora da mesa vendo vencido seo par-
llo prefer retirar-se ao ver o iriutnpho di seos
adversarios, e traballiar para elle.
A ereoej de qoe em eleicoei as fraudes sao licitas
ainda nao desa|>pareceu. Nem lodos ainda aceilam
a proposi(Ao que o partido praeiroaflirma (e o gua-
lur ii coneorda) ler sahido da bocea do Exm presi-
dente da provincia quem ial-iiiM urna lista ou
aronselha urna fraude em cleieea he capaz de fal-
sificar urna lellra de cambio, e fortar ama firma pa-
ra obler dinheiro.A energia. porem, com que a
primeira autoridade da provincia se prononcioo con-
tra e..as manobras, se for sustentada por minios an-
nos, ha de ir callando nos nimos dos cidadAos.
lima mais adiaolada civlisa$lo e os hbitos mais
nem arraigados de-la cientfica e comp icada forma
de governo hAo de ir bem marcando no espirito dos
povos qoal he a linha que separa a fraude do eslra-
lasema licito.
Vamos dar om exemplo deslas coutas. Desde se-
tembro corifeos do partido praeiro, ou liberal, para
chamaren! a si cerlos espirites para quem a recorr-
mendac,Ao do governo lie sempre om valioso Ululo
diziam-lheso presidente da provincia qoer o
tnumpho da praia. e mostrando trechos das circu-
lares e ordeos de S. Exc. Ihes diziaro que voto livre
quera dizervolar em liberalporque livre e li-
beral significan) a mesma cousa. O sophUmahe de
bom gosto, si os contrarios o nAo refulavam, lauto
ptior para elles.
No Diario de 18 do correuteannunciamosa loma-
da de um preio das mAos da escolla que o condu-
zia. Esse prese era Saturnino Gomes da Cunha.
Pilhando-se livre, foi procurar refugio do eu-
genho do Sr. Jo- Pedro Velloso di Silveira (das
Lagei) masahi cima i vonlade deeidiJa de n.lo
dar guarida a om lAo nefando criminoso, foi preso,
e entregue a juslica. J eliegoo e esta capital, e
se acha na casa de DetcucAo em boa guarda. Elle
era facinoro entelas e foro.is para o segorar e preveoir urna re-
sistencia desesperada. Apezar disso porem a vida
do fllho do Sr. Jos Pedro correa perigo ; ia esle se-
nhor sendo victima de sua boa acc.lj, porque de
cerlo he urna boa acrAo o esforoar-se por entre-
gar juslica om ente qoe Ihe deve conlas lAo im-
portantes.
nolro. de dez annos, mas de n. .nena mui dislincla.
Desse esludo piofundo da vida humana conclui-
ram alguns sabios, que todo aquelle individuo, que
alcanzara a idade de dez anuos, linha mais probabi-
h la le de ah anear a de viole ; e aquelle que alean-
Cara a de vinle, linha tamben) mais probabilijade
de chegar a de nula ; e assim por diante ale a ida
de de cinc lenta annos. Desle poni culminante, o
zenith da vida humana, as probabilidades decres-
ri.iin na mesma proporiiAo em cada decenio, al que
o individuo chegava aos oem amioi. Dahi para ci-
ma ludo era accidental : sem calculo uem a menor
prohabihdade.
Outros sabios pretenden), que o poni culminan-
te da vida nao exceda de qoarenla anuos, e alguns
rumo Vollaire, que nAo pa Floureua, pnrm, ero ama obra recentemenle pu-
blcala, e que ja tero Ires edicc,ts. prelemle que
esle ponto culminante se esteuda alos 50 e cinco
annos de idade, termo medio entre os quareula e
elenla annos, qoe he a poca, que elle denomina
de /ii'ii/'iru; n; porque lie aos stenla annos qoe,
sesundo sua opinio, comee,* a primeira velhice.
Entretanto a verdade he que, em lodas estas Ihe-
orsas, nao bao menor grao de cerleza, e apenas me-
sos s se oceuparam em acalmar aquelles pobres ho-
mens, que se liaviam irritado por lio pouco. ,
l'or tanto, ja ve o paiz que se no mais nos portamos
bem, como diz o correspondente, lambem ueste in-
cidente a razao foi nossa : e o fu porque sendo mis
os homens da lbenla le e con*equenlemenle do di-
reito, somos esseiicialinenle goYirnislas, quaodo ve-
mos o direito guardado.
Confessa o correspondente nao irem os negocios
para os conserradores muilo bem all, por haverero
desgoslos enlre os membros do parlido dominante.
Sejamos fraocos e leaes. Pode o correspondente
contar os horneas notaveis du parlido iluminante '.'
Analye o lermo, ou parlindo da propriedade, ou da
populacho, e o parlido dominante desapparecera.
Em iti oo 48 engeuhoi e encenhoeas lera o pirlido
dominante dez "! pode em 3000 roanles de Igoa-
rass fazer dutentoi Se ni propriedade pie ela
em correlar;ao comnosco, se o nio esl na populacho,
o que he all em Igoarast o parlido dominante oa
conservador ? Comervadore somos n, que pleitea-
moi com forra nona cauta, e nos sujeitamo* pramp-
tamente as ecises do governo, como o assevea o
correspondente.
A prnva esta no fado. .Na eleicAu de setembro os
KECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS i.E-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do da 1 a Ul .... 16:3119154
dem do di2J........ 1:J14K)'J
amaos
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1
dam do da s .
[
30:2l7^:>
1:4.'i'.;i."i6
Companhia de
Beberihe
:H;b76cuo1
rasprohabilid.ides; mas sAo essas Iheurias as que boje goabin'is acoitumados a escrever actas lem proce-
servem para regular asdill'erinles cathegoriaa dos der a eleico, e crendo, que nAo coropeliriamos, fo-
premioi no segoro da vida. Porlanto ve-se que a rain apanhados de sorpreza ; e Miando nal posiQes,
companhia, assim como lodas as que se oceupam commandando a goarda nacional, sendo joizde paz,
dess especialidade, nao formnlou as uas calhegn- presidente da cmara, e temi em suas mSo loda a
ras- du e meras conjeelaras, ou ao acato, mas >o- inflaeocia legal, apenas recolheram a orna com im-
bre dados qoe a experiencia tem de cerlo modo menso Irabalho e fraude T2 lisias, sendo nossas 13.
confirmado por umi longa serie de fados dorante Os juizes de paz do 2." districto.oode a qualiucjo.lu
miiitos anuos. sobe a 1400 votanlea, foram eleilos com linee cotn ;
Dando aos noisos lelore urna idea do syslema, uo I. dislriclo com 1i0() volantes o parlido dominan-
sobre que se fuudam as companhias de seguro de le apenas consegu 45 volos.
vida, nAo qoizemoi fazer alarde de faoslooia eru- Atlurdidos por esse fado preparnram-se para 9, e
dio.i i. o qae seria ridicolo ero om artigo de jornal; b.ileram-se galhardamente; essa infloencia nAo appa-
mas siunente collucn-los ira posican de bem avalia- receo ; e m a eosla de inaoditai trapazas, de faliifi-
rem os priucipios reguladores de temelhaules asso- cacalo no livro da juthficao.io poderam tnetler na
ciaoOcs, para que podessem apreciar as vaotageos: urna 103 ce.tnlas.
do seguro contra a roorlalidade de cus escravos; O que he, pois, o partido dominante em Igua-
v i -1 > que a companhia s pode tirar algum inters- rais '.'
se pelo numero avullado de pesson legaras, e es-1 A quatiticac,lo he como a descreve o correspon-
palhadas ero urna vasta superficie. deule ; mas sempre nella se podem doscobrir 800 vo-
Eis-ahi as bases sobre que fundaran! os sabios soas (antes ; demos por oullot os -2000, porque n.lo apre-
Iheorias sobre a vida media e sobre a loogevidade senlam sem fraude nem Irapaca ao menos 50 vo-
humaoa ua Europa; deseas Iheorias he pois qoe par- tantea '.'
to o syslema, qoe rege as companhias de segaros Aceitamos a confitiJo do correspondente, a verda-
de vida, qualquor qoe seja a espeeialidade que se de nAo pode estar occnlta pela qualilicacAo de
dediquem, quer seja para a classe livre quer para 183-J aflianra bem o correspondente nilo tem o colle-
a escrava, quer seja o seguro temporario, qoer per- gio de fguarass expressao alguma.
peiuo. E quem he culpado di-tn '.' Os ineus amigos nao
A plivsiologia comparada servio para provar que oceupam posico, a qualifica(ao he do joiz da paz,
a existencia homana devia ser mais longa e dora- que a nAo quiz fazer. E porque '.' Esle porque sera
dora do qoe se observa commuroenle, e a eitaltstica eunhecido na quatifiearAo que vai ler lugar era janei-
niorluana velo demooitrar, que, enlre o nascimen- ro ; por presumir eaque o Sr. conselheiro Sergio
to e i mor, ha um termo comroum para todos os nAo consentir e cnnlinuaoao de um estado de eou-
eutee. Elle termo be aoque chamamos vida media ; sas, qoe pode ser fatal.
a qcal varia debaixo de certas circumslaocas, aiu-1 Se a trapaza, se a fraude vence ; se o fado consu-
da mesmo entre os povos mais civilisados. madu he principio, n.lo esperero mais eleirAo ero Per-
Agora podem os noaaos leitore formar- o seo joizo < nambneo pelo theor da desle aono ; temara que os
sobre as vaulagens da companhia e dos segurados : fados do Cear se reprodozam por lodo o norte,
aquella smaule por em graode numero de seguros He tanta a miseria dos dominadores de Igutrassu,
distribuido! por diflereules localidades; e estes pelas que nAo acharan) entre os seus 38 habilitados para
probabilidades, qoe lilis sAo favoraveii, ero urna es-1 eleilores, e Jibes foi mister laucar rolo de analpha-
cala mais vasta que a da companhia. belos como o Sr. Cosme Eogeoio da Costa, e de nAo
Se alguero julga que o segdro doeseravo he urna qualificados, o que demonstra o seguiote :
PRACA DO RECII E. 2DE NOVEMBRO DE
1856, AS 3 HURAS DA TARDE.
Retitlu semanal.
Cambios O vapor THamar, que pasoo pa-
ra a Europa fui portador de aval-
lados saques, o- qoaei regularan)
por carea de 1170,000; sendo so-
bre Londres a raaior parle a "II
3|1 d. por 1? a 60 d. e algom a -jk
a 90 dias; sobre Parn a :ii:i r.
p.>r fr. a bO dias, e sobre Lisboa a
98 por rento de premio a lio diai:
depois detle nada se fez.
AlgodAo Vieran) ao mercado 033 sacca, e
os lei.os regularin de 63700 a 7a,
caixa da .nmpanliia 'la' autori-
Kigar o 17.* dividendo, i dativo
O Si.
Sado a i
ao semestre lindo do ultimo de outuiM-o,
na razao de 2$-~>0 por aivo. Eacriptorio
da Compznliia de Bebeiibe, 21 c no-
vembi-o de 185li.O ecritario, Luiz da
(xmU Poilocarri-iro.
Os senhores que arremalaraea UIImh
gees pblicos aa cmara municipal 4* Receto,
parec/m na can ale mesma .ramera rsnn eei
re, para aseitaar ou r< .perlivee lerme* O
rio, Manoel Ferreira Arrioli.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo lem de coaprar sa-
iiinto :
Panno a/ul para sobraeaaaea* a cetra* eavaJn
3,139, dito para capoles dito* 6.58, karei ala
oblendo TatttO umai 20 laceas pa-, ditos 2,483, panno prelo ditos 3K,
(gotttmtmicafto.
SEGURO CONTRA A MORTAL1DADE DOS
ESCRAVOS.
IV.
Prumettemos uo dosso anterior artigo tratar das
diflereules calhegorias do seguro, sempre dehaivo da
mesma base, islo l.e, da vida media di escravo. Va-
mos pois cumprir a uossa palavia ; e para que o lei-
(or possa melhor cumprehender-uoi, sem oeeessida-
de de recorrer ao prograuma da conipiuhia, poremos
aqui ue plano os premios divididos erri sele calhego-
rias, cnnloi me a idade dos escravos :
ra fechar urna encommenda.
As-iic.ir-------- Eolraram -1,100 saceos. Us pre-
sos suslenlaram-se e mesmo live-
ram algara beuelicio, para cerlai
qualidadn. Fiteram-se vendas
importantes do roascavado bruto
de RUDO a 2S75n por arrolft do .
America de 5850 a SfMO e Lis- as
boa de 9950 a 3/. Os brauoos niez.
eos tem variado de 450 a Sa) por Secretaria do conselho adminislravo paca fef
arroba : o deposito he pequeo. necimentodo arsenal de guerra 19 da a'
Couros-------------Veoderem-se de 29o a J00 r. por a B_, <&" "
libra, e falla-se em precu supe-' '>Bnlo Jos* Lamenha Lias,
mesim ditos JOO. unir.' 1.670,
covados 25, luas brancas de algaaaa paras I2R.
foles inglez pequeo I, sapaloepares i,0*l.
Quem quizer vender esles objeek
as suas proposlas era carta fechada aa
10 borai do dia 26 do
deipeza onerosa ou deioeeessaria; o futuro o desen-
gaara', quaodo sentir de perlo o resallado funesto
da sua improvidencia. O seguro he, porlanto urna
garana dos lucros ou do salario, como do capital
oo do valor do escravo seaarado.
f_____________W.
(^orreapon&ettcitta.
Srs. redactores.Um vesperas da eleicAo provin-
cial do auno passado, fazendo sentir a oeeessidade
Da presidencia obtive o segunde despacho :
n Como requer. Palacio do guverno de Pernera-
hoco 17 de novembro de 1856. Sergio de Ma-
cado.
Meo requerimento foi o se-uinli :
Illm. e Kim. Sr. presidente.Antonio Borges
da l'iinseca reqaer a V. Eic. Ihe mande certificar, se
eslflo oa qualifica(Ao da tregoezia dos Santos Cosme
a I lamino de Igoarassii os nomes dos cidadAos Pedro
Celestino de Sooza Pimeulel, Jos Ignacio Ovidio,
JoAo Jos Freir, Jos Joaquim da Fonseca GalvAu,
Hermano Jos da Silva, Antonio Marlins de As-
rior por veuda occnlta.
Agurdenle Regulou de 909 a 959 por pipa.
Airo? ------------dem de 39 a 3a5O0 por arrobe.
Arcos de ferro- Idein de 99 a 99600 por qumial.
Bac-.lh.io---------Tivemoi um carregameulo de San
JoAo com 3,000 barricas, |que se
venderam acerca de 119300 por
barrica ; e outro qoe eslava em
ser, dizem qoe ebleve II95OO. O
consamo coolinuou graude, re--
lalhando-se de 1I900O a IIRSRR,
Meando em deposito de 10 a 11,000
barricas.
Carue secca- Chegou uro carregameulo de Bue-
nos A)res com 10,000 arrobas, o
qual principiou a vender naje por
69 porarroba. A do Rio Grande
veudeu-se de 49 a 69400 per ar-
roba conforme a qualiaade, e des-
la ficaram em ser 11,000 ditas.
Cerveja- Veodeu-se de 59500 a 63 por du-
zia de garrafal.
Farinha de trigo- Nao hoove entrada. A asistente
regola por 4,500 barricas da Ehi-
ladelphia, Richemood,e Ne ltr-
ien us, vendendo-se a primeira de
09 a S, a segunda de 249 a 269
e a ultima a 239 por barrica.
Ferro--------------O de Saecia regaln de 12&000 a
12?500, e o ioglez de 79200
79500 por quintal.
Mjniei.'.i Veodeu-se de 360 a 380 rs. por
libra da de porco.
sidenie.Bernardo Pereira do Ca
gal^c.secrerio.
Jaaor.va-
THEATRO
DI.
ESPECTACLIX) SOR A DIREO. O DO ARTHta
O SR. SANTA ROSA.
BEIfEFICIO
DA atu. P.
-rUtfr/a /teoM
I -*""* avav uaa .-imoi .iuioihi ___...
de ser o uusso commercio representado no corpo le- ampc,1o, Francisco Xavier de Andrade Jnior, Jos
gialalivo provincial ua pessoa de um dos seui mais Mathias da Fonseca, e Manoel Filgueira GalvAo.E
.lllllljl.. Ill J)t,.l.l... itujAFlSm afaiAAA AJ1S Jk. 1AH Iflkjak ..- Bma, Jr*. k J ___ i
S
< V
c
o
00
3
S 3

1
BEPAKTigAO DA POLICA
Secretaria da polieja de Pernamboco 22 de no-
vembro de 1856.
Illm. e Esm. Sr,Levo ao coobecimenlo de V.
Etc. que das diflerenlas participarles hoja recebidas
nesla reparlir;Ao, consta que se derarn ai leguinles
occurrcnciii r
1-oi preso : pelo joizo de direito da segunda vara,
o alferes da guarda nacional Antonio Claudioo Al-
ves Gome', por crime de la-leu.-ia fraudulenla.
Pela subdelegada da fregnezia do Recite, Luiz
Jos da Croz e Felicidade Perpetua de Lima, por
desorden).
Pela subdelegada da Ireguezia de Sanio Antonio,
Loiza Maria da ConceioAo Corles, e o prelo escravo
Luiz, para averiguaees por crime de furto.
Pela sobdelegacia da fregoezia de S. Jos, Ale-
xandre Joaqoira, l.olz Jos da Rocha Jardim, JoAo
Jos, Romualdo Alves da l.u/., lodos por brisa, e
Romana Maria da Conceio.10, por furto.
E pela aobdelegacia da freuuizia da Boa-Vista,
o italiano Joseph Mrlalo, por desobediencia.
Refere o subdelegado da freguezia dos Afogados,
ero ollicio desi.i dala, que fra'honlero a noite en-
conlrailo deotro dos mangues no logar denominado
Rarrela d'aqoella freguezia. o cadver de om menor
de nome Vctor, lilho de Antonio de Jesos Callado,
o qual foi assassinado por Filippe Antonio da Silva,
que inmediatamente foi preso e contra elle esta o
roesmo subdelegado proceden.la na forma da lei.
leos --naide a V. Esc.Illm. Esm. Sr. con-
selheiro Sergio Teiseira de Macedo, presidente da
provincia.o ebefe de polica, Dr.l'olicarpo Lopes
de Lelo.
i Recife 23 de novembro de 1856.
Oepois das noticias do Onricnry, que demos no
Diario de 211 do eorrenle, nenhuma oolra rhegnu
de irreenlaridade. mi e- and dos l quelle genero.
\ n 1, -nos repetir que. ine-111,. all, nao lime lula
sgnsuiiialeiila, choque de psrlidarim rnadni. A in-
s- -- ci eo ^ w eo 1*
Cremos que se pode prescindir das Ires ultimas
calhegorias, porque nAo ha escravo til, 00 que pos-
sa ganhar om salario conveniente, cima de 55 an-
nos de idade, salvo se for -uro perito meslrc do ofli-
cio; mas ueste caso, qoal o escravo coro alguma lia
bilidade, que se nAo liberta anles de la chegar 1 S
sendo vicioso, e enlAo nao poderla attingir aquella
idade.
He verdade, que algons escravos temos nos co-
nhecido nesla cidade e no campo, que leudo meios
de se forraren), preferem anles vivar como escravos,
para nAo abandonaren) as casas de seas senhores ;
mas esle eieroplos sAo raros, a quaodo exilia al-
gom, pouco iulercsie llavera era segura-lo; porque
om escravo desla ordem he sempre considerado co-
mo um membro da familia.
Quanto a primeira calhegoria, islo he, desde a ida-
de de 12 annos al entrar na de 40, ji dissemos
quinto era bstanle pra provarmos, que a vanla-
gem por parle do senhor, que assegura o|seu escra-
vo. esla em muito manir escala que de parle da com-
panhia, pois que pode ser representada como de 2
11- para I ; islo he, qoe sendo a vida media do es-
cravo aos 20 anuo.-, lodas as vezes que o segurado
exceda desta inade, as vanlagens ou probabilidades
esli da parle do senhor do escravo, e a companhia
so lem a seu favor as mesmas probabilidades, quau-
do a vida do segurado esl entre l-J e 20 anuos. A
escala por lano das probabilidades he uiaior para o
seohor do escravo, porque esl enlre 20 e 40, ero-
quaolo que para a companhia se limita enlre 12 e
20 ; ou por oulra, a escala favoravel do senhor be
de vinle graos, e a da companhia apenas de oilo.
Ora, sendo ua idade de 12 a 40 annos, em qoe
maior numero de seguros se devem fazer, porque he
justamente nesse periodo que os escravus sao mais
robustoi e presiam melhor servico, be claro qoe a
companhia lena contra si m.uor numero de proba-
bilidades, se nao coolasse com diflereules causas mo-
fle), que possaro equilibrar ai desvantagens pelo
melhorameotu provavel da condieao do escravo por
meio do seguro. Estas causas ja as produzimos uo
artigo anterior; se ellas podem fazer diminuirs
probabilidades falaes a favor da companhia, 0A0 sAo
acaso de mulo maior iuteresse para o seuhor do es-
cravo, e mesmo para a esciavidao em geral '.' A com-
panhia toma na realidade grande inleresse pela vi-
da do segurado, mas o senhor do escravo tem ainda
mais iuteresse pelo erviru e pelo salario; porque
nao he so mister qoe o escravo viva, mas qoe te-
nha saude e possa Irabalhar.
A segunda calhegoria compreheode a vida desde
os 40 ju- entrar nos 13 anuos da idade do segurado.
Se na primeira calhegoria ji tinh; a companhia mui-
las probabilidades contra si, em relao.iu a vida ine-
dia do escravo, ua segunda eres -em eslas mesmas
probabilidades em orna escala ascendente ; e por to-
se o periodo he apenas de ciuco aunos, mas lodo el-
le a favor do segurado ; entretanto que o angmento
do premio do seguro he apeuas de meio por cenlo
-1|2 0|0. sobre os 3 da primeira calhegoria. Se desde
us 20 aonos, lermo da vida media, ale os 10 de Ida-
de, a companhia s tem a seo favor urna feliz casoa-
lidade ou o bom horscopo do segurado, he claro
que dahi em dianle, em cada hora, em cada dii, em
cada anuo, ella s pode contar com a sua boa fortu-
na. He om verdadeiro jogo de azar como a roleta,
onde tem de pagar cen por 3 1|2, qoe recebe, oo
96 1|2 por 0|0 ; com.uma dillerenca mui nolavel, e
he que na miela o banqueiro lem a seu favor 35
nmeros contra um. e a companhia neste caso (em
25 nmeros contra si, qae sAo os sanos que decor-
rem desde o ultimo lermo da vida media, islo he,
20 annoi al os 15.
A terceira e a quarla calhegorias eslAo no mesmo
caso da segunda, mas ale e suppouha pelo qoe le-
roos dito at aqui sobre as probabilidades falaes,
desde o lermo medio da vda pira cima, qoe a com-
pauliia fosse tan nescia, qae emprehendesse nina
operncAo de lucro smenle para perder ; nAo de cer-
to. Iloje ha dados muito positivos, sobre os quaes se
lem fundado, nAo s o lermo medio da vida, como
lamben) as probabilidades de excede-lo A longevida
de humana lem sido explorada por grandes sabios ;
e, cumquanlo ludo seja precario na vida do homem,
cercada de Unios elementos, que a comprometlem
a cada lstame, todavia ella aprsenla urna marcha,
por assim dizer uniforme sob certas circumslau-
cias.
Enlre os anligos havia orna crtica ; e era que em
cada sele anuos o hemem pasiava por uina verdadei-
ra prov,.o,io. Nos annos sele, qualorze, vinle um, e
assim por dianle em todas na pocas setenares, a vi-
da corra perio, porque dava-se tima alien-o 10 phv-
sica e moral no individuo ; a estes aunos setenares
cliamavam climatricos. Mas lugo que se pas-ava
qualquer dessas pocas, havia muita prohabilidade
de chegar-se a immediala. O armo climatrico mais
fatal era o sexagenario terreno em que o numero
sele entra nove vezes.
Os modernos, porem, regeilando lodas esla* ap-
prehemes cabalsticas, rundan 111 a tlienria da Ion-
gevidade homana sobre fados perfeilamenle averi-
loados obre a vida dos povos, seos climas, costa-
mes, alimentos, estado nao s para e'tihelerer o lermo medio da vida des-
es povos, romo para fundar urna llieona mais ra-
cional sobre o prolongamenlo provavel da vida, pe-
lo menos enlre a narea maii civilisadas. Enln,
em lagar de parlados de sele anuo- estaheiererara
.ligos membros, disseram Vroes., em o seo numero
252 de 31 de novembro.
a A idea de composirAo do corpo legislativo, quer
geral, quer provincial, por meio das diflereules cas.
sei da sociedade, lornoa-se enlre nos, de cerlo lem-
po para ca, urna preocoparAo da nona parte da na-
0A0, iaspirou o projeclo de ama relorma eleitoral,
que a ti cu l fui traniformido em lei na ultima sssso
das cmaras legislativas.
11-je que se oflerece urna nova occasiao em que
tem de ser escollados os qoe devem advngar na re-
presentado nacional os ioteresses vitaes do paiz, e
qoe aquella nova le lera de levar ao pedantelo a
expressau de diversas localidades oa das elasies do-
miuanle nos respectivos dislrictos eleiloraes, eon-
-nit.iii, Vinos., que. prevalecendo-me de soa bella
idea, aprsenle ao primeiro desses dislrictos doui
nuiuei, qae symbolisam os seus ioteresses e digna-
mente os podem representar.
Es de Oliveira, para deputado, e do Sr. Aulonio Mar-
ques do Amiirim para suppleule.
Em urna provincia como a nossa, em qoe o coro-
inercio consttiue orna das priucipaes e poucas fon-
te- da riqueza publica, nao he justo, nao he mesmo
possivel, qoe se nao reconheja na importante e res-
peilavel classe qoe e compoe, o direito de escolher
representantes seas, identificados com as suas ideas,
seus ulereases, soa; necessidades.
A nossa agricultura, mallo importante, sem duvi-
da, e de mallo pero, qoer em relaoao poltica,
quer em relaoao a administrarlo, um nJJo
constantemente ao parlamento homens seos. Pre-
sentemeole, com os estrictos oeiiotnca, q facilita
a ercolha dos iufloentes das localidades, e maior va
lor moral da' a propriedade rural, ella adquire ain-
da urna muilo mais subida importancia oa queslAo
dos negocios pblicos, lauto pelo accreseimo do nu-
mero de seas representantes, como pels pnsc,au so-
cial dcsles, soa riqueza e Mostraran.
Ootro tanto, porem, nao tem acontecido com o
nos-o cominercio, aleo presente nao considerado de-
vi lamente. I)s serviros importantes qoe elle tero
prestado ao paiz, sua constante dedicaoao a roanulen-
oao da ordem publica, sua desinleressada coadjuva-
r-Ao em ludo quanlo diz respeito aos melhoramcutos
da provincia, o lacea, einlini, que o ligam a nossa
prosperidade e grandeza futuras, sAo por cerlo mu-
los valiosos, que Ihe da 1 direito a occupar urna po-
sico em face dos uegocios pblicos, e a entrar nes-
sa justa e razuavel parlllha de influencie, com que
cada classe deve ser considerada uo grande pleito,
em qae a proviucia toma parle ua presente qoa-
dra.
Assim, pois, devendo o primeiru circulo ser con-
siderado coiiimerci.il, por issoque compoe-se da par-
te desla capilal em qoe se effecluam ai priucipaes
operaedes mercantil, licito deve ser-lhe escolher
representantes seus, tirados de sea seio, conhecedo-
res de suas necessidades.
Ambos os candidatos que aprevenamos sao bem
i'onlieci.los por sua posirAo nidcpeiideiilu. Fllhos de
negociantes respeitaveis, nascidos em freguezia que
fazcm parte do prinwiro circolo, arabos sao roeui-
bros da direcloria do uosio principal eilabeleci nen-
io cnmmerdal, a cala filial do banco do Brasil,
e interesados em qoaai lodas as emprezss indnstri-
aes e coramerdaes, qae se lem formado nesla capi-
tal.
Anlepondo o Sr. Augusto de Oliveira aa Sr. Mar-
ques de Amor un, devo declarar, qae esleu looge de
presuppor nesle unjaviaerloridade, que talvax a ma-
lignidade preleuda deseobrir.
Adiando igoal mrito pestual ca ambos, enleodo
todava qoe a posioie ^dunlada a qae tem ctiegudn
o primeiro, depotadfr em dous lr:Ulaturas, quiuliu-
eiro de fadigas antige dos iriuniphos de om pal-
udo cheio de tradiecues, e qae ao demais muito con-
correu, pelas soas rlac pcsaoaeii para a victoria
dos conservadores ed\ ibas das frrguetias desle cu-
calo, da-lhe direilo a urna iuconlestavel primaxia,
qoe n.io deve ollulfar au segundo, o qoal, com
quanlo membro de noesa aueraola pioviucial, em
qae dea provas de gr ude .ligui.laie e illustrarAo e
decidido inleresie peJs dasae a qae perleuce, oceu-
pa ama posioao mala modesta, menos avanzada e
mesmo nova ua vida publica.
Em todo o caso, purein. 'Ao deas cavalleiros mul-
lo digaos de representar o cominercio de Pernam-
buco ; dous nomes qoe sao om aenhor de indepen-
dencia e nteireza, per *>sr> qae nAo aspirando nen-
huio Helios posi(Au a sombra do governo, oao preci-
sando anles de .Indo p.oo'.ir.n iiaia si, poderAo e
saberAa um e oulro asher-se livre e deaembaraca-
dos para advogar, sudJ metano contra o guverno
quando for preciso, a cause de seos cummileotes,
com aquella independiara e energia, qae devem
constitu! um dos primeiros predicados de represen-
tante do poro.
Um eildr de primeiro circulo.
Recife, 22 de novembro de 1856.
R. Me. Recife 17 de novembro de is.v.l..fnuiiiu
Borges da Fonseca.
Ei< a certidio.
Em comprimenlo do despacho sopra, certifico
que revendo a qoalicac,Ao do aono de 1852, nAo
consta que os individuos cima mencionados fossem
qoalificados.
1 E para que assim o conste pasiei a presente cer-
tidflo nesta secretaria do governo da provincia de
Pernamboco aos 18 de novembro de 1856, .15. da
independencia e do imperio. O ollicial archivista.
Joo l'nlriitim l'Helia.n
Eis, pois, como vai a eleieAo do circolo deOiinda.
l'm circulo em qoe, sendo eleirAo regalar posso li-
soijear-rne pude obler um.
Coolinaarei a publicar lodoi o docominlos qoe
lenderem a uullidade da eleioilo daquelle circolo ;
e desde j cito aos adversarios para que venham por
esle Diario cooteslar-me.
Espero, Srs. redactores, a cnnlinuao'in do seu
favor.
Recife 20 de novembro de ls.Mi.
Antonio Borges da Fonseca.
^MblicaciJft5 a pebtoo.
KDO sa.
JOAO PEIEIIA IA (ieSTA Lili.
Quinta-feira 27 denovembr
Depois qae e Exm. Sr. eonwlbeire
provincie te dignar cempareeer u triboau
Viulios-----------Os linios de Lisboa de 3559 a 3603 | "2!?"qre, da bnd .le mesira militar
por pipa. 0 branco da marea Jlo paiicia, de que he mestre o perito Sr.
de Unto 360b, e o da Figoelra de
300? a 3203.
Descoolo---------De 8 a 10 por cenlo ao anuo, coa-
lorme 01 venciraeolos.
Fretes- Effecloaram para Liverpool a 25
pelo assucar, e 5|8 pelo ilgod.lo
tomado na Parahiba.
i'ocaram 110 porto : 5 vapores e 3 com gneros di-
versos.
Sshiram : 5 em laslro, 5 cora assucar e oolros g-
neros, 7 de cabotagero e 3 de guerra.
Ficaram no porto 65 embarcacoes, a saber: 6 a-
mericauas, 26 brasileiraa, 2 fraocezas, I hamburgue-
za, 6 hespanholas, 1 hollaudeza, Uiuglezas, 12 pur-
tugoezas e 2 sardas.
iRotrmcnto do votto.
NO
Illm. Sr.Coogrsiolo-me com V. S. pela fausta
noticia qoe boje se dignoo cororounicar-me.por sa
ollicio, de achar-se nesla comarcal tela a epi
fila U11 liole a-.i.oi 1,0- ,ie tjue. .Ifvllln, oa. |i._^
a Providencia. Convicio de sua dedicacjn e zlo
pela ardua commissAo a seu cargo durante o II a ge I
lo epidmico que accommelteo esta comarca, onde
V. S. cioao deseos deveres, prestou-se como um ver-
dadeiro humanitario, etmpre promplo em soccorrer
a classe.desvalida, e ao reclamo da aaloridada em
lodos os pontos desla comarca, bem como uo lermo
de Iogazeira, onde eu me achava e testeraunhei os
valiosos serviros prestados por V. S., pois a mim i
cabe por lito apreciare tervicos reoder-lhe o roen
mais ingenuo reconhecimeutn. Agradecido pela de-
licadeza de suas expressues, filbis do sea bello ca-
rcter e dasroanairas porque sempre coosiderou-me,
campre-me relribnir-lhe cora o offerecer-lhe os
meas bou desejes de servl-lo e mostrar a alta esli-
ma e respeito qoe devoto a sea pessoa.
Dos guarde a V. S. rouitoi aonos. Villa Ralla 7
de selembro de 1856.Illm. Sr. Dr. Thomaz An-
tones de Abreu, moito digno medico em coromis
sao do govarno nesta comarca.Rodrigo Castor de
Albaqaerqoe MarauhAo, jaiz municipal e orphAoe
dos termos de Villa Bella e Iogazeira.
Sessao ordinaria da cmara municipal de Iogazei-
ra em 7 de ouliibru de 186.
Illm. Sr.Esta cmara acensa a recepcao do of-
fido de V. S. datado do dia 7 de setembro dente an-
uo {dia de insano prazer para toda a oirao branlei-
ra) em que faz sentir o grande jobito que tem, e
devem ter todos os habitantes desle termo por se
achar extineta a epidemia de cholera morbos denlre
nos. Elli pur parle de leu municipio d infinitas
grabas e louvores ao oosso bom Dos, e as tuerces e
diligencias do nosso augusto Imperador o Sr. D.
Pedro II, e ao travs deslas obrigardes a ventora
de termos um lAo apto e sabio medico e muilo maii
caridoso qoe a grandes esforcos nube dar om ex-
pulso cousideravel ao mal que d'entre nos exista.
Esta corporacao municipal aprovella a opporlonida-
de pin signilicar-lhc o respeito que devidamenle S.
s. Be digao.
eo guarde a V. S. felizmente. Illm. Sr. Dr.
Thomaz Antones de Abreu, mui dlguo inspector e
diroclor do servido de saude uas comarcas de Flores
e Boa-Vlsla.Francisco Miguel de Siqfleira, Seve-
rino Jos de Almeida Pedresa, JoAo Ferreira Libe-
ral, Joio da Silva Cuaresma, Luiz Ferreira da Silva.
^D*WirTv:i0.
r HACA DO RKCi FR 22 DEl NOVEMBRO AS
3 HORASIDA TARDE.
Cotacoes olllciaes.
Deseoulo de leltras de 2 mezes9 % ao aano.
r rederien Itobliard, preiulcgle,
P. Borgn, secrelano.
.varios entrado no da 22.
Cotinguiba 9 dias, sumaca brasileira Feliz Ven-
tura, de 109 toneladas, mestre Marcelino Jos
Bitancourt, equipagem 11, carga assucar e cou-
ros ; a Schramm Wbalely c\- C. perteaee a Co-
tluguiha. Passageiros, Marcos da Sil a Cabul v,
e DomiDgos Boa Ventara.
Camaragibe2 dias, hiate brasileiro Sania I,una,o
de 24 toneladas, fbestre Eslevao Ribeiro. equipa-
gem 3, carga varios gneros ; a Manoel Jos l.n-
11, perlencea Pernambuco. Passageiros, Jos Laiz
da Silva Carneiro,Miguel Areahojo de Oliveira Car-
dlo, Antonio Joaquim do Livrameulo, Joaquim
de Barros, Mauoel (juedes.
Rio de Janeiro111 dias, barca pettagoeza ajanla,
de 273 toneladas, canil*) Joio ie da ttoclia.
equipagem 15, carga 208 toneladas de pedra. 1
FiauvSs cvcilooo lVabullo o (111.us prilcucuillu
a cidade de Lisboa/
Montevideo34 das, barea portagoeu Santa Croz
de 322 lonelada, caplAo Manoel de Frutas Pires
1 iiiiuiaraes, equipagem. 15, carga ossos e maii g-
neros ; a Thomaz de Aqaino Fonseca e filhos.
Pertence a ddade do Porto.
Maceio 2 dias, barca Inglesa uiiardiue > de 358
toneladas, capillo W. Henitl, equipagem 16, car-
ga assucar e algode ; a Paln Nash 6c C. Veo
receber ordene e seaoe para Liverpool.
.Varios sabidos ne mesmo da
Parahiba barca inglesa Julieta, em laslro, sus-
penden do LaraeirAo.
Liverpool por Macei barca inglesa -Naiiphaule.
capitao John Orr, carga assucar.
Em commissAobrigue escuna de gaerre bmilcro
eEolon, commaudaiils o segando lente Francis-
co Jos Coelho Nello.
dem brlgoe de guerra brasileiro Capibaribea,
commandanle o eapllao teneote Hermenegildo
Barbosa de Almeida.
demvapor de goarra braiileir%Beberibs, com-
mandante o capil.lo lente JoamMaria Rodriguen.
Rio Grande, do Norte lancha brasilea Flor do
Rio Grande Norteo, mestre Migoel Arcanjo da
Coila, carga fazendas mal* gneros. Passageiros,
Antonio Manoel do Nascimeoto, padre JoAo Pao-
lino Piulo de Agoiar, Jos Graciano de Gocs Lira,
Pedro Celestino Chaves de Azevedu, Francisco
Joaquim de Silva,Antonia Agapito do Mente Bel-
lo, joaquim Jos Barbosa Monteiro, Tirquiuio
Braulio de bouza Amarante, Jos Suriano de
Souza. Irineo Brasiliaoo Magno da Silva, Jos
Joaquim da Silva, Feliz Jos da Silva.
Sacio entrado no dia 23.
Buenos-Ayres24 dias, barca hespanhola Victo-
ria, capillo Euiebio Molla, 242 tooelladas, equi-
pagem 14, carga 120 lonelladas de pedra e areia ;
a viuva Amonm & Filhos. Pertence a Barce-
lona.
curios tbidos no mesmo dia.
LiverpoolBarca ingleza tiardenyv ; com a mes-
ma carga que Irouxe. Suspenden no Lameirio.
Rio de JaneiroUne ue americano Nancv, eapl-
lAo E. Meses, de 665 lonelladas, equipagem 15,
carga laslro de areia. Passageiro, Pedro Augurio
Marina.
Porto Alegre pelo Rio Grande do SolPatacho bra-
sileiro Neplano, capitao Antonio Evaristo da
Rocha, de 151 (osciladas, equipagem 8, carga as-
sucar e mais gneros.
Rio 4a JaneiroBarca americana .Japnica, 1 capi-
llo W. B. Sheldou.de 221 luntliadas, equipagem
9 ; aaa laslro.
LisboaRrigoe porlugnez ..Soberano, capillo Ma-
noel Antonio Gtierreirn, de 230 looelledas, equi-
pagem 16, esees assucar e mais gneros. Passa-
geiro, Miguel Lourenco da Silveira.
->olaco Raplisi 1, evecelarle ame das 1
oaverlarai.
Finos a qaal subir' a' seana a msjie lieeta a m.
~M,,,t'e A L3un
CRIMEn
Actores :
As Sras. D. Floriada Kaoak, faiaiai. \
na ; es Srs. Santa Rasa. Alees., Rilasen., R
Lima.
Os inlervallos *erIo preencMdes aaaa aa
pecas de mnsica de re per ton. tm misma Sr
Nolasco, e enlre as qtuet nacalmie (.
inailas pessoai).
/
Q MISERERE
a *rii
O Trovador.
opere ds aria
Dar'
(arfa,
lim ae espeetacnU cosa a
t KIAi tSTtOSl
01:
0 BICDO S0IH0LEIT0
He e>te o espectacolo qae vai ser
illuslradn publico desta cidade da
colhlmenlo.
Os bilhete* peder ser preorad*. .
neficiada, rea de Heras, sobrado a. TO.
Principiar as bar as de eastome.
ttrtfto*
asa casa da be-
R0 de
IUARASSL".
O sen correspondente de ante-honlem, (raan,lo da
elei.;n all, fez-nos om relevsnlissimo servio.. ; nAo
podemos deixar, nos es inleressados pela legiliinidade
da elei._-.io do circus? do Olin la de ser-lhr grato, e
nossa gralidlo manifestamos hoje.
Sendo nosso lim remstrsr desapaixonadanlenle lo-
dos os fados correspondentes aquella elei^ao, 11,1.1 lle-
vemos perder os que nos propu'ciona o cor repon -
denle em soa caria listada de 14.
Diz qoe nos apresenlamos ero altilnde firme, mas
qoe houve un pequeo dislorbio parlido do nosso
lado.
Vejamos.
Dando-se principio a chamada, o meo amigo o Sr.
Dr. Serpa RrandAo pergunlou a,. Sr. juiz de-paz pre-
sldeute da mesa, se os nao qualfficados podlaro vo-
lar ; reipoudeo-lhe como cumpria nAo.
AMIIIOS.
Sobre I ondre, 27 3|4.
e Pnris, 346.
e Lisboa, 98 a 100 por % de premio.
Rio de Janeiro, 1.2 a I por 0|0 a 15 e .'(0 dias.
AccOes do Banco. 40 e 45 de premio.
-i companhia de Beberihe 541000.
a companhia Pernambocana ao par.
1 iilidade Publica, 30 por cauto da premio,
c c Iodemoisadora. 52 dem.
da estrada de ferro20 por 0|Q de premio.
Discoulo de leltras, de 7 a 7 l|2 por Orn.
Dito do banco7 a 8 por 0|o.
yuro.Oncaa bespaoholas. 289 28t-<00
Mot-das de 6800 vellias .... 16SO00
a 69400 novas .... I69OOO
o I9OOO.......9*000
l'rata. Palaces brasileiros. ..... 29000
Pesos columnarios. .... 2*(KK)
* mexicanos...... 1*860
Espen-se de Asan* o I
sils, a qual depeis ds swaRiiinle
escrsvoi a frele, segoirs' para e r.
a tratar eern Maaeei Alves Goarra, aa rw. 4* Tra-
piche a. 14. mw
Aracaty.
Segac mtsies as a Meto Esatecaa ; nava eassai
di carga e passageiros irata-aa na ras) Ra ni.:_ 1.
Recife a. 2.
PARA LISROA.
O palhabote poriagaae eRiMialn, caeias te-
lonio Briz Pereira, abira' coa toda e tiaii ler e mirar parto ds cares priaali ; aaare resto de
mesma trala-ae ca a da aa praca. esa aaaa o 11.
signatario Domneos Jos Farreara IJedaMNaa, na toa
do Qneiasede a. 35.
ro de Janeiro.
Al o Om da presente seeasae pretende atair sor a
o Rio de Janeiros veleira barca araaMaara Sanrva.
lem promplo doas terrea de seo es
ra o resto e escravos e (rale, para
cllenles eoromodov trata-a* ca
Antonia Laiz de OU vetos Areveda, rae da Cae a I
Psrs Lisboa segac cora areWeae, mm mt a
mnor carga prompta, a l.area peclafess eMarM la-
se* : pera o Tssto e pOMageiree, aasta) o 1
eellentes eammados, trsla-M eea '
no Rabello A; Filbo, oa coas a I
Pare Lisboa egne esa pescas
porluguet cLais III, qae ja paaes 1
para carga e pa-sageirss, pera a eaje
commooo, trata s* com seas lamia
risco Sevenane Haaalla A FsHm, oa rasa a 1
J. J de Casta, aa orara oa a nardo.
Real
miut&.
cumpa nliia
quet.es i unieses a
Ue pa-
va por.
Descarreeam hoje 24 de novembro.
Galera ingleza11 enmoneIrilbosde ferro.
. Rrigoe inglezFrcendsmercadura.
lie assim. diz o Dr. Serpa, e tanto que nao es- I Brigae inglezOdemIrilhoi de ferro.
ALPANI'BGA.
Heudiiaenlodo dia I a 21. .
dem do dia 22......
366:970!38
8:773j8(>7
375t215
Brigue porlugnezRelmpagodiversos gneros.
CONSULADO GBRAL.
Rendimenlo do da 1 a 21.....' 31:8128257
2:210*410
dem do dis 22
lando eu qualilicado nao voto ; e porlanto nao pode
volar nem ser membro da mesa o Sr. Pedro Celesti-
no, que 11,10 esla qualilicado.u
Islo desoricntnu aos adversarios, e pedio o juiz de
pa* que se o provasse ; oflerecemos-lhe a qualilica-
c'.o, que linha uas raaos; e foi enlao que coufessou
ter riscado Pedro Nolasco da Silva para suhsli(ui-lo
por Pedro C-leslino.
Nesla situara.1, o joiz de paz manda que vol a
mesa ; lemhraroos qoe s podia cada um membro
volar quando fosse chamado, e nao sem o ser ; res-
pondeu-inis o juiz de paz, que para a meia u.io era
misler.
Entao dsseo Dr. Serpa, qoe o Pedro Csleslino n.l.i
podia volar ; o joiz de paz impradenlemeni.' depois I DESPACHOS DE EVPORTACYO PELA MES\
de pequea altercacio, levantoo-se da cadeira, veio DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
ao lugar de Celestino, tomn-Ihe a cdala, disse I 22 DE NOVEMBRO; DE 1856.
para o Dr. Ssrpa veremos se tote ou uo. e a va- HavreGalera franceza Olndai, Lasierre & Tisset-
lenlona 0,111/ meller na urna a redula daquelle ; en-1 toers, 700 rourns sleadoi.
l.o o Dr. Serpa voltea I fenda para baixo, e isto den 1 LiverpoolBngoe inglez nltsne, Samuel Brolers
Rl VERSAS
Rendimenlo do dia 1 a
dem do dii 22. .
PROVINCIAS.
21 ... .
31:0229657
3:228*780
2169022
O Illm. Sr. inspector da ihesouraria provin-
cial em cumplimento da resolufao da junta da fa-
zenda, manda fazer publico, qne as arieo)alaroe*
das obras do riacho Pirauhyra e do Brunzioho fo-
ram ranferidas para o dia 27 do correle.
E para constar se mandn alfixar o presente e
publicar pelo Diario, s
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 22 de novembro de 1856.O secreUrio,
A. F. da Annunrkeo.
0 Dr. Alexandre Bernardino dosReiseSilva ollici-
al da imperial ordem da Rosa, e juiz de direito
da 2.a vara criminal, da comarca da cidade do
Recife.lpor 8. M. o Imperador, que Dos guar-
de ele.
Paco saber que no dia 28 do corrale as 10 ho-
ras da maoba se ha de reunir na sala das es;
da cmara municipal, a junta revisora dos jurados
qualilicados no municipio do Recife, na forma do
disposto no art. 228 do regulamenio n. UO de 31
de Janeiro de 1842, afim de proceder-*; como est
determinado do art. 22!tdo mesmo re;'ulameulu.
I', para que chegue ao conhecimeato de todos,
mandei passar o presente que Ser publicado pela
imprensa.
Cidade do Recife 22 de novembro da 18.5G.
Eu Manoel Corroa (iomes de Almeida, escri-
vao interino do jury o subscrevi.
Alexandre Bernardino dos Reis e Silva.
3:1713802
tottfata-'.ot*:
lugar a um alvnroln por parle da meia duza de
adlif rentes do juiz de paz.qoe e.t.iviin preaenls.ien-
do nesse fiiln de valenta mnito diitinelo um lil
Franciico Dias meml.ro da mesa felizmeule o no'.-
A C., 500 sarros awnrar mascavado.
PortoBrigae porlugnez S. Manoel ls, ..Manuel
Joaquim Ramos a Silva, ROinaaOi rom r*aiear
hraneo
Pelo preiente faro publico, qoe lodo o escravo ea-
conlrado as ruai drila cidade oa as estradas dos
rrabaldes da mesma depois do loqoe de 9 horas da
noile, sera' preso e rerolhido a' casa de doieuoAo, e
castigado na manhaa segninle rom 50 palma toadas,
salvo se os escravos apresenlar bilhete assienado pelo
respectivo senhor, declarando qoe vai a eo ervico.
O prsenle edilhI eia' observado pelen agente if
polica, passado o prazo de f. das que firam marra-
do!, para qne rhesue etla providencia aa roaheci-
msnlo doa dones. Secretaria de polo .i da Pernam-
boco 90 de ao\ einl.ro de 1R5f).
Atoo iim demaa esaara-se ( _
real rnmpinhia, a alai depais ala <
lume segaira mm *
l-ala-ie cero assfvatte* Ad
paahia.
AO RIO DE
Janeiro
segue com brevirkde o lariguc
nacional MARA LI'ZIA. pi-
to JotMi da Silva Moris : U-v<
grande parte do seu ra rrcjamenln pnwp*
to, e para o restante; ti ata-a,- com o cam-
signutarin Antonio de Almeida (rovara,
na mu do Trapichen. 16, segundo an-
dar.
M iranliAti e Pr
^ o pilli.ilH>tc nacional I.IMrO PA-
^mm\% l.ll'KTE, capitao Joae Pinto Un-
nes. vaiseguir com Uevidasdc, podramal.
e'ii;:.ij.n alguma carga ; .trala-ae cxmi o
consignatario Antonio de Alma, ida (eomn,
na rua do Trapievtr> n. I < rgonrip niidki.
1 ara,o Ara O hiele liuvidoao.' vcw n hllliHi aaaa
* a pa^frvirav dtrijaat-a a Martt*. & \^m
do Madre de naos n. 2. aaaa^
car"
roa
MUTILADO"
ILEGIVEL
(


PARA O PORTO
a*H*a omd brevldada o superior bneue Esperancau,
novo, da primeira viaa.ro fornido de cobra ; para
caria e patsageiros, trala-se com Barroca & Castro,
na ruada Cadeia do Ratita n. 4, ou coro ocapitao
Da prai;a.
*'"0 'IUIBIC0 SfGUN A FURA 2i HQViMlRO DE lIII
ftUks.
Leilao.
O aguaite Borja, porautorisacao doE\m.
Sr. Ur. juiz especial docommercio, a're-
querimento do$ administradores da mas-
sa fallida de Niino Mara de Seixas. Cara'
leilao, da propriedades abaxo declaradas,
pe tenceutes a referida mussa, a saber :
1 sobrado de 3 andares, sito na ra do
Vigaiio n. 15 ; 1 dito tambeindc 3 anda-
res, na ra do Livramento n. 56 ; 1 dito
de 2 andares, na ra Augusta n. 2 ; 1 ca-
sa terrea sita na travessa do Monteiro n. 1 ;
1 dita na travessa do Marisco n. 14; 1
dita na ra do lecrim n. 1 ; 1 dita na
i ua do Mondego n. ~ ; 1 sitio na Casa-
Forte, com boa casa de vivenda, senzala e
cocheira, etc. ; e 1 terreno de 28 palmos,
correspondente p ra do Brum e a dos
liuararapes ; os Srs. pretendentes quei-
ram, portant, examinar com anteceden-
cia as supraditas propriedades: o leilao
lera* lugar quarta-feira 26 do corrente,
as 10 horas da manhaa, no armazem do
agente annunciante, sito na ra do Gol-
legio n. 15.
LEILAO DE BOI.ACIIIM1AS IMGI.E/AS.
O agente Pestaa fara' leilao por conta de qaem
perteoeer de 118 barricas de bolaehinhas inglezas, as
qnaes serao vendidas pelo manir preco qoe dr, e
em I ilo* a volitada dos compradores, larra reir S>
ilo corrente em ttu armazem na roa da Cadela do
Kecife n.-Vi as II horas da manhaa ; assim como
vendara' ama e>crava de nac.3o, de idade 2X annos,
niaito bolilla lisura, e uniros muilos ohjectos que se
acharao patentas no mesmo arroasom, se oa cocur-
renlat asaim exigirem.
Leudes.
William Lilly na qualidadc de piocu-
rador bastante de seu filho William Lilly
Jnior, fara' leilao por intervenido do
agente Oliveira, eautorisarao do IIIm. Sr.
inspector da aliandega, da barca ameri-
cana Smithlield lotacao cerca de 165
tonelladas americanas, com sua mastrea-
cao, trros e corren tes, cordoalha, panno
e mais pertcnces, tal ijual se aclia ancora-
da em franqua neste porto, onde pode
ser anticipadamente examinada : quinta
feira 27 do corrente a's des horas da ma-
nhaa, no lugar da associarao commcrcal
dcsta praca. Em seguida serao lambem
vendidos defronte do Trapiche-Novo: urna
porcao de vollame inteiramente novo,
consist ii'.lo cm vellas grandes, ditas de ga-
vea, de joanete, bujarronas etc., varios
cascos vazios para aguada, e lenha para
uso de navios etc.
LEUDES
William Lilly fara" leilao, por interven-
cio do agente Oliveira, de um ptimo car-
ro de quatro rodas, com dous arreios com-
pletos para cavallos, tun cabriolet com ar-
reios, seis cavallos de carro e montara, o
sellins para montara de horaem e 2 ditos
de senhora, freiose outrosobjectos : sex-
ta-fera 28 do corrente, a's dez horas da
manhaa, na cocheira do Sr. Miguel, sita
defronte do convenio de S. Francisco.
Leilao
O agente (tarja bra' leilo em era armazen),
na rua do Collrgio u. 13, de urna inlinidade de ob-
jeclos de dilTerenles qualidades, consisliudo ero obras
le m.ircineiria novas e osadas, varios panos, obras
de ouro e prata, relogios para algibeira, ditos ame-
ricanos, do narcde, espelhos, lostre, linternas de v-
dro, candelabro", ptimos quadros, camas de ferro,
marmores para mesas redoudase consollos, mesas de
marmore, Inora o vidros para mesa,e urna porcao de
finissimas quiquilharias francezas, etc., etc. ; nessa
mesma occasiio Tara' tambem leilao de ama excel-
lente mobilia de Jacaranda', todos os mais arranjos
concernentes a casa, e quatro ptimos escravos mo-
ros, de bonitas ligaras, de ambos os sexos, perleu-
."enli's a urna pessoa que retira-se para fora da pro-
viucia : quinla-fetra T do correute, as II hars da
manhaa.
fttto* ilMDcrSos.
Nesta typographia precisa-se fallar
ao Sr. Bento A. B. Tupuamba', quemo-
rou ou leve loja no pateo do Carmo.
lolliinhas
PARA 1857.
Acham-se a venda as bem conhecidas
folhinhas, impressas nesta typographia,
das seguintes qualidades:
FOLI1INHA RELIGIOSA, contendo alem
dos mezes, a hibliotheca do christao
brasileiro, que se coinpGe de ora-
c/jcs (|uotidianas, methodo de assistir a
missa e conlissao; cnticos, psalmos,
hymnos, ollicio de Nossa Senhora da
Concei(*ao e muitas outras orares de
grande mrito, preco......520
DIl'A DE VARIEDADES, a qual alem dos
mezes, conten? artigos de agricultura,
nocoes de sciencias, artes, le dos cir-
culos, tabella de impostos, e regulamen-
to de afericao, etc., etc., preco- 520
DITA SIMPLES, contendo alem* dos me-
zes, a le dos crculos e varias tabel-
las de impostos ge raes, provinciaes e
muncipaes, prei'o. ....... 240
DITA DE POHTA, a qual alem dos me-
zes tem evplicacoes das indulgencias e
excommunhiies, etc., pico. 160
DITA ECCLES1ASTTCA (ou'de padre),
elaborada pelo Bvd. Sr. Penitenciario
da Se de lnda, segundo as regias
la igreja, e leis conheciilas a res-
peto, prego..........400
Toda* estas folhinhas sao impressas em
bom papel e excellente typo, e vendem-
se em porcao ea reta!lio: na livraria da
piara da Independencia ns. 6 e 8.
DEPOSITO DE LIVROS E BOTICAS HOMEDPAT1 CAS,
uo
Ut)
I -* iilajMUa BNa>|
j PEORAS PRECIOSAS, p.

J Aderemos de brilhantes,
$ diamntese perolas,pul- i
Cairas, alfinetes, brincos I
e rozetas, boles e aunis *
_ de differenles goslosede
?i diversas pedras de valor.
i
* Comprara, veodem ou *
| trocam prata, ouro, brl- ffl
Ihantes.diamantesepero- %
t las, e outras quaesquer f
I joiasde valor, dioheiro 1
: ou por obras. I
**:.?.?*.*>?;?.?>?,,
tom^5*^!!5Stt^&^^YM*1*a*m deixa sua bolics,,l)a
Mannal Mb^mSSTSJ de.,nleira Probi Manoel Noguetra do bouza na rua do Crespo, sobrado novo do Sr. MagalhScs Bastos
PltEgos KIXOS.
Botica de 12 tubos grandes. 10/000
Dita do U ... t jjjooo
Dita de 36 ... -205000
Dita de 48 ... 23S0O
Dita de 60 n i> ... 305000
Manual de medicina homeopathica do Dr. Jabrcom o dic-
cionario dos termos de medicina.....
Modicina domestica doDr. Ilenry......
rratamento do cholera morbus...... .
Repertorio do Dr. Mello Moraes.....
JOOOO
10/000
2/00(1
61000
10REIRA A DDARTE.
l.dJA DI 01 RITES
Rua do Cabuga n. 7.
Itecebem por to-
du8o8 Vapores da Eu-
ropa as obras do mais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
OUROEPBATA- m
*
Adercros completos de
ouro, maiosditos, pnleci- :?
ras, alOoetes, brincos e 9
rozetas, cordoes, trance-
lins, medalhas.correntes
e enfeiles para relogio, e H
outrosrauitosobjectosde I
ouro. *
Apparelhos completos, 9
de prata, para cha, ban- *
dejas, salvat, casli;aes, 9
colheres desopaedech, ?
e inultos outrui objectos J
de prata. J
****s*essvses?;KaB86.
de Lisboa, asquaes se vendem por
pre^o eommodo como eos tu mam.
Reeommenda-se a (oda e qualquer autorida-
de policial ou capitao de campo.que captoram ao ea-
briuha da iioma Mauoel, idada 10 anuos pouco mais
ou menos, que fugio do abaiio assignado, assim co-
mo iirolesla-sp desde ja contra lodo e qaalquer que
dolosamente o houver sedmido, ou faciliur a fosa
do mesmo, pelo que promette gratificar generosa-
ni'iiic ; levou ealc.a de riscado azul, camisa de chi-
ta rosa e chapeo do Chily velho.com Tita branca p.is-
sada no chapeo,e Iraz comsigo um leuro braoco piu-
lado de rozo pela beira : leve-o a roa Nova Dame-
ro 21.
Francisco Jos Germano.
O Sr. Joaijuim Jos Marques, que
mora por detrs da fundirlo do Sr. Starr
em Santo Amaro, queira mandar a esta
typographia, a negocio que lhe di/, res-
peito.
LOTERA DA PROVINCIA.
O abaixo assignado avisa ao respcitavel
puhlico, que vende a dinheiro a' vista,
sendo da quantia de 100.S para cima, os
seus feliz.es bilhetes e meios pelos precos
abaixo declarados, na rua da Cadeia n.
45, loja de mmde/.as.
Bilhetes 6f(>50 recebe 6:000.$000
Meios 0^325 o:000j|00U
Por Salustianotl'Aquino FerreiraJo-
s Fortunato dos Santos Porto.
LOTERA DA PROVINCIA.
O abaixo assignado vendeu as seguintes
sortes:
1 meio ii." 970-
comtorio mmn-
| ^ TIIICO. |
^ DO DR. CASAXOVA. S
i'; -8rua das Cruzes28. s
^ Neste eousollorio lia sempre para vender J?
^ os mais acreditados medicamentos horucco- w
W palhicos de CATELLAN e GVEBER, lauto @
aj em linlurat, como era glbulos, e o mais ;'.-
/i em conta pussivel. J*
JF Urna botica de 12 tobos 6| 8S e lOrjOOO V
.-.; de 2i .. 10o 14> o 15J000 ii:
m D de :i ios i5 e 209000
S, -de 4K IHo 22J e 5aOUO
<9 a de 60 2.>o e :I0000 tt
g$ Tobos avulsos 500, 800, e 15000.
jg I oui;a de tintura a escolher 2g(IOO.
Jf* Consultas todos os dias gratis para os po- ^*
bres. Q
^^^@ &&% o &?
Joao de Aqoino Gaspar pede a pessoa qoe re-
cebeu nina carta na Baha para lhe entregar, o que
anda nao In por ignorar a sua morada, o favor de
a atracar na rua llireila n. 25 segundo andar,oa na
loja do Sr. Guilhermo da Silva Guimaraes ua rua do
Crespo.
Fugio honlem do primeiro becco da Gamboa
do Carmo urna cabra bicho,ruin um> corda amarr.da:
quem a pegar leva-a ao mesmo becco que sera' re-
compensado.
O secretario da irmaudade do Divino Espirito
Santo de S. francisco em nomo da mesa regadora
convida a tolos os seus dignos irmaos, para que no
dommgo 2:1 co correute pelas doas o inei. horas da
larde coruparec,am no cousislorio da mesma irroan-
dade, iiliin de encurporados acompanharcm a procis-
r,lo de Corpus Chrisli.
Atarra-se por menos qoe he possivel, terrenos
em alagado por empreilada : a tratar no arinaztm
de madeiras do Miguel, coiifrouto ao porto das ca-
noas da roa Nova.
Fica em meu poder o bilhele inleiro da setta
parte da se\ta lotera da matriz da Boa-Vista n. 23t>5
pertencenleao Sr. Mauoel Jos de Saot'Aoua Arau-
jo, morador no Cabo.Antonio Domiugues de Al-
meida Poras.
Kecommenda-H a toda eqaalquer autori-Jaile
^nliri..! ou capilo de campo qo. captrela o mole-
que Gonzalo, idade 18 alios, pouco mais ou manos,
que desappareceu do bailo assignado no dia 20 do
correute.e se jolga estar perdido por ter sido compra-
do ha poocos dias vindo do sertao e nao coohecer as
ras da cidade, isto em occasiao de ir fazer um fre-
U ; levou camisa de riteado com mangas muito cur-
tas e eal$a de ganga azul, allura regular, cheio do
corpo, cara larga c algamas sarnas as pernas: qutm
o pegar leve-o a praca da Boa-Vista n. 22.
Precisase de om bolittro: na roa do Uoipicio
n. 3, sobrado.
Pede-se ao autor do annuncio das ledras ini-
ciaos J. A. S. M. se digne declarar se o mesmo se
entende com o teuenle Jos Atrito de Souta Maga-
Ihaei.
Contina a estar fgido o preto de nome Anto-
nio, o qu-il he moito condecido porque costumava
vender tapioca, edepeis tem estado alugado em al-
gomas casas, e por ultimo tem estado ganhando nos
carros da alfaudega, e audava sempre eom o preto
Manoel que tem um braco de menos, o qual repre-
senta ter 18 anuos, tem a orelha turada com urna ar-
ga do fetio de urna meia la, e he conhecido por
brinqoiiiho.lem o dedo do pe junto do miuimo muito
pequeo, qoe lica muito dentro avistados outros, he
muito bem fallante e intima de forro, tem sido sem-
pre visto lauto no Kecife como pala Boa-Vista, car-
regando trastes e agua : portant se recommeoda a
policia e aos capiles de campo que o apprehendam
e levem-o a travessa da Trempe u. !>.
Na loja de Jos Antonio Moreira Dias, na
rua Nova n. 35, vende-se um completa sortimento
das melhores perfumaras chegadas ltimamente,
ricas carteirasde madreperola ede marflm para ho-
raem e Sra., carteiras de tartaruga para guardar
bilhetes de visita, boas fitas de seda lisas e toradas
de lindos malises, litas de velludo, trancinhas de
lan de diversas cores, facas de madrepercla, ditas
com cabo de p de viado proprias para fechar car-
tas, bonitos objectos de fantazia, luvas do seda de
cores para senhora, di las de fio de Escocia para ho-
rnera, meias para homem e sonhora c meninas,
escoviohas para unhas, ditas para denles, ditas para
cabello, ditas para chapeo, ditas para falo, pentes
de tartaruga para alisar cabellos; ditos de bfalo de
lodos os lamanhos, ricas ahumaduras douradas pa-
ra para abertura e punhos. bicos e rendas de todas
as larguras, carteiras com igolbas francezas, caixi-
nhas com colxetes, ditos frencezes em cartes, car-
tas francezas muito fina, carriteisde linha de 200
jardas, retroz de todas as cores, botoes de madrepe-
rola para camisas, ricas charuteiras, papel amisade,
dito de peso paulado, dilo perlina.tesourinhas mui-
to finas para unhas, ditas de todos os lamanhos
para costura, lindos loucadores para senhoras, car-
teiras para algibeira, eaixinhascom lacre muilo
fino, lapis finissimos, fivcllas douradas para eos, ]Janf d,"e a relacio eiistaole em seu poder, por"mm
obreias, ditas de cola, pos muilo finos para denles.' j"*'*'""13 j .< "' J"" '"> mesma nao estejam
*tZS!at4 fu,has,e ^E^5*^W^,^,S
odjccio ae mullo bom gosto e por precos mullo qualqoer recibo por elle passado. Recite 20 de no-
comniodos. | vembro de 18.56.Amaro Benedicto de Souza.
~a-'>r8C'Sa-''e de am* i"n, de leite' 1ue seJa r"r"
: na rua do Crespo n. 5, casa da esqniua
The undersigned has the pleasure
to make knownto the publie in general,
aud especially to Ship Masters, that he
has lately opened hit new establishment
at Paralaba as a Ship Ghandler and Gro-
cera Store, where be shll be happv to
executeany orden whch tbev mav n-
trust him evith.
Antonio Francisco Hamos
Ship Chandler
Perderam-se no dia 21 do corren-
te dous mandados de puuliora de que he
autor Joaquim da Silva Lopes : pede-se a
quem os tiver achado os queira levar a
travessa da Madre de Dos n. 18, segun-
do andar, que sera* recompensado.
Prerisa-se de l:500#000 com o premio de um
por cenlo por lempo de um anno, dando-se por ga-
ranta um predio nesta cidade livre e desembaraca-
do, e que rende annualmente tiOOlOOO : quem qui-
ler este negocio anuuncie.
- Constando ao abaixo assignado, que o seu ex-
caixeiro Joao Nepomuceno da Silva, amia pelo eeu-
troda pruviucia cobrando dividas que lhe nao per-
lencem,previne a lodos as devedores da casa que exi-
jam delle a relarao existente em seu poder, por miro
aai.nada a u .... ..,. .....____. _..
NOTICIA.
Saino a luz, impressas na typographia de San- 1u volia para a rua do Coilegio
los & C. 1854, as alnstiiuirijes litrgicas paral
uso do clero era geral e dos seminarios om part-1
cular, compostas para o Seminario Romano pelo
conego Joo Fornice, postas em vulgar com as no-
las cora que as havia enriquecido Mr. Boissonct,
professor do grande Saminario de Provenga, autor
do diccionario de Hitos Sagrados ele.
1
dito
t dito
1 bilhete
I meio
1 dito
400|000
hOOOgOOO
50#000
50f000
50&-000
50*000
Precisa-se de urna pessoa que saiba eoziohar
o ordinario de orna casa : oa rua do Hospicio n.'J.
Quem precisar de um forneirc de pereir.n
para qualquer padarie, procure na praja da Inde-
pendencia, loja os. 11) e 21.
Precisa-se de urna ama que saiha bem cozi-
nhar: na tud do (Jueimado, loja n. 46.
Precisa-se de urna ama que saiba bem eozi-
ohar : na rua do Queimado n. 38.
LOrEItIA DO KIO DE JANEIRO.
Resumo da evtraccao dos premios da 2
loteria concedida para construccao do
asylo de Santa Leopoldina, estabeleci-
do na capital da provincia do Rio de
Janeiro ; e\ttahida cm ti de novembro
iadama Rosa Hardy,
modista brasileira.
Ra #ova n. 34
Tem a honra de annunciar ao respeilavel publico
-------O..o ^,. etc., por I a-DC fecebeu de Franca pelo navio ultimo chegado,
Ignacio Francisco dos Santos, preshvlero secular. 'n "? so''"mel"iu chapeos de seda para senho-
JStjbk: de coTndi?ao csiudo feSWJtt&tisara'*s
Liturgia no grande Seminario da Baha, e nos se- a variado sortimento de enf.ilos para cabera de se-
minarios do Rio de Janeiro, de Olinda. do Mar- unra, de llores, fila e froco, cries de vestido de
nhao, do Parete, a cuja vulgarisaco o Evm. i!L ""co ,'l,l0.s rte core, 3rdenaples de difieren-
Sr. arcebispo da Baha Ao duvidou'de qua.ilicar! \^S&ffS&SSSSSZ ttSZ
como um servico prestado a rel.giao e as letlras, nao coropra-se urna .ser.,, mo" e recolida?nne co,
so pela correotao e pureza da linguageme como por b
que assim o traductor facililou o esludo c o conhe-
cimenio desla parte lo essencial da sciencia eccle-
siastica, he dividida em 4 partes ; a primeira tra-
a do santo sacrificio da missa ; a segunda do of-
Dcio divino; a lerceira da administrado dos Sa-
cramentos e a quaru fioalmente das hendaos, das
procissoes e dos officios fnebres.
A edicao he ntida, feu com lypos novos, em---------
bom papel, formato de 12 mximo, quasi igual fioS *
ao 8.- commum [rancez, e certamcnle faz honra aos
prelos pernambucanos.
Vende-se cada exemplar do 440 paginas de im-
pressao em lypos de 8 pontos, entrelinhados, pelo
barato prego de 4 rs., brochado, e 5 rs., enca-
dernado, as livrarias da rua da Cruz do bairro do
Recifo n. 56, o do largo do Coilegio, n. 2.
Ignacio Francisco dos Sanios.
Hospital Portu-
guez de BeoeG-
cencia.
bem e eogomnie.
Precisa-se para urna
casa estrano-eira de um co-
zinbeiro que sja perito
em seu officio, pa^a-se bem
sendo fiel e nao tendo vi-
a tratar na rua do
Trapiche u. 52, segundo
andar.
Aluga-se araban sitio para passar a fcsia no
lugar do Gordeiro amargem do rio, com boa caca
para grande familia, estribara para 4 cavallos, asas
para pretos feitor, bonito pomar, muila orlallce,
giande baisa de capim : quem o pretender diriia-se
a rua da Cadeia do Kecife n. 4.
_ precisa-ce de urna ama para casa de pouca
ramilla : na rua do Rangel u. u, segundo audar.
Domingos Alves Matheus sacca sobre
a Baha. Recife 20 de setembro de 185(i.
Para o servico interno precisa-se de urna
pessoa que cozinhe e engomme : na rua Nova
o. 17.
Precisa-se de um portugtiez para feilor de I
engenho que lenha alguma pratica : quem estiver
n.
de 1856.
1 3351 ....... 20:OO0S
1 4530 ...... 100005
1 335...... 4.000
1 3649 ...... 2:000
fi 128243224103087
10
20
(30
2005
2020
112!)
5675
4588
4220
O mesmo tem e\ posto a' venda os seus
lelizes bilhetes e meios da ultima parte da
primeira e primeira da segunda loteria do
convento de Nossa. Senhora do Carmo, os
>|iiaes naoestio sujetos ao descont dos
oito por cento do imposto geral, e cujos
piceos sao os seguintes :
Rtlhetes 7s000 recebe (i:000s000
.Meios 3*500 5:000,S000
Por Saiustiano de Aqu no Ferreira
Jos Fortunato dos Santos Porto.
Na loja da fabrica de chapeos re Domingos
Francisco Hamalho, na prara da Independeaci
li' e .'*. aciba de reccher um sortimento de booels
de velludo, lodos bordados a ouro, a mais bonito
que tem aparecido no mercado desla prara.
Na loja da fabrica de chapeos d. Domingos
l''ranci-co Kamalho, na prara da Independencia ns.
M e :W, preri-se alagar urna ama para lomar con-
ta de um menino ja desmamado : a quem convier
anuuncie sua morada para ser procorada.
Fugio do engenho Cucahu' do coronel Santia-
go, o escravo cabra de non e Antonio, idade iO an-
nos pouco mais ou menos, bast.nle alto, feices
grnsseiras, narrz chalo, Ihos grandes, cabellos cres-
pos, levando comsign om cavallo castanho, p. utn ca-
pole : qoem o pegar leve-o ao Sr. rommeodar-or =mpo doKospicio jonto ao quarlel casa do desem-
Manoel lionralves da Sdva, na roa da t'adeia do Re-
rile, ou n. rua Nova, cm casa de Jos l.uit l'ereira
Jonior.
i Mein precisar de ama ama de itieia idade pa-
ra casa de homem olteiro on de pouca familia, para
eagommar e cnxinhar, e fazer o mis servico de ca-
a, dirija-a. a ru. dos Marlyrio* n. 21.
AHASKADOUBS.
preeiu-ta da doua amassadnr^, qae na teadedatra, aol.ndam Ja art, da'-a bom or-
danado, a nllo trabalha no eyljodro : os pretendeu-
tes dirijam-se a rua imperial, padaria o. tT.'i.
31354023J.....
470128314401541
1632-1727 -21602210
35125910 ....
14 237 3501232
18091889^=221 2679
2814296930063323
4015447545774805
4826509653595534
171 238^ 328 492
814 847 876 912
1131113311901192
1226 12541266 1271
1455 -148715281566
1660170020422082
2129229923592483
2943297630023007
3022316834423681
3728384138614220
4257426545674613
4648466146714721
4835--4845 5363 5368
548656245855 5858
5889591659185974
100 de ......
1800 de. .
1-0005
4005
100
405
20
2000 premios.
Alnga-se urna das lojas da ca*a de sobrado do
aterro da lina-Vista n. 11, proprio para qnalqoer es-
tabelecimento : a tratar no mesmo sobrado, oa na
rua da Cadeia do Kecife no escriptorio da casa n. :t,
qaasi confronte ao dos Srs. Barroca & Castro.
Precisa-se de um bom criado e paga-se bem
gradando o serviro e comportamento : a tratar no
bargador Mendes da Cunha.
Prccisa-sc de tima ama capaz para
tomar conta de urna casa de familia, pi e-
(eiindo-se perleicao, pnraoceupar-se tom este mis-
ter as horas vagas: quem estiver nes-
las circumstancias, dirija-sc a taberna da
rua da Autora, que so Iho dir' quera
precisa.
tra coosequencia d. deliberadlo lomada em ses-
sao de assembla geral dos senhorrs accionistas do
Hospital de do corrente, foi transferida do primei-
ro domingo d. deiembro para o primeiro domiugo
de Janeiro, a sesso ordiuaria da mi-sma assemblca nestas circumslanciasdiriia-sc a rua da Cruz
geral, procedendo-se neste da, desoa da lilla ra- 91 ,,.; v -
lalorio, a eleicao d. juma ad,i.ra.iv. e da eam- wmPono' 1ue com quem tratar.
Z ekamf *'". cun,!s ,|ue "r0 i111"""1"1-1 N loja de ferragons e miudezas de Jos An-
meuie empassados. devend.. a comm .ao de eiaine toninMnroir, n;. u"00*"
de contas dar o seu parecer deulro de 15 dias, para ? .Dl,S "a rUa NoVa n- 3!i> *'
ser presente i ass.mbla geral, que se reunir' nova- UIU) oas espingardas francezas de um o dous ca-
mente no leiceiro domingo de Janeiro. nos> ricos bules o eafeteiras de metal de principe,
JHS noie-m8:^ ?t {^0^^^"^ ^ZX ^ ftA^^S
Manoel terreir. de Souza Barbosa. ,? 'UiUe UUo bom' cera-de L,sboa em veUs de
m,_________, !lat0 ,b em libra, bugias, ludo por barato proco.
^ A mesa regedora da uinaridade do'
Senhor Bom Jess dos Passosda matriz do
Corpo Santo, convida a todos os seus ir-
maos para compureceiem no domingo 25
do corrente, pelas 5 horas da tarde, para
encorpoi a dos apompa nbarem a procissao
AVISO. S
|PARA QUEM UOSTA DO FRESCO. ^
t Na taberna do Ketiro caes do Ramos.ha ex- @
cllenle anho d'aaua doce para refrescar o
ardenla caUr nninn. .i...*. i~m_____ w*
. .... ------ |------*------ -^ --------------- rom irni.--i,u
de Lorpus Uinsti, assun como w; roea a Jj """" "'"r quejos abraza, a 120 reis ca
l O H*y (Ia t-.K ._ a-.
todos os irmaos que ti verein capan em"seu
poder.deas mandar entregar aothesourei- ,
ro.Oescrivao, Domingos Jos da Costa Z aaratota
Guimaraes.
wna caior queiuos abraza, a l-JO reis ca- i
la ora ; tambem ha boa agua de caj' cris-
tahsada, e oulras bebidas diversas refrige-
*s ; jogode bolla, e ludo quaulo se pos- M
:iar sem ser preciso ir ao mallo pas- ***
la. J*
-Apessoaque perdeu urna carteiracom ATERRO DA BOA-VISTAN 16
d.nhe.ro,a<,uallo,acl,adaporu.cr.ou- Mr. Pomateau lem a honra de LiLr ao
MilTiT'lrrt ,aPI,im'Cl' l CaSv- ,ll S'V recebeU P- Para ^erPamZ to-
subdelegado da Ireguezia da Boa-Vista, dos os dias.
que dando os signaes da carteira e da, Na rua de S. Go M .
quantia perdida, Ine sera p.omptamente de urna ama de leite, sadia e sen, Qlh ;P pa-a-se
entregue. Icom generosidade. c
Aviso as senhoras que enlelam bandejas j lN rua de S. Ooncallo n. U, pr0cisa-se
cora bolinhose mesmo para ptesepes, de urna escrava liel para o sorvico de casa o com-
qne veram em bom lempo de testa.
Na confeilana de Pinto & Irmo na rua da Cruz
n. 21 em frente ao chafarla, ahi eucunlrarao os ruin-
pradares diversos objectos era doce e figuras proprias
para presepes e bandejas para casamentos e bailes,
que ha muilo deviam ler chegado para melhor se eo-
reitarem ditas bandejas o mais delicado qoe he poi-
sivel, viudo da Italia e Iran pelo ultimo navio, e
os preros sao coinmodos ;assnn como amendoas con-
feiladas e caixiohas para as ditas que seivem para se
briudar, assim como outros doces e holinhos linissi-
mos qoe s. podein encontrar : o* mesmos douos
apromptam qualquer euconiineuda de liaudejas e
coinmodos pi .os, o mais breve e com asseio que
he possivel.
Precisa-se de um senhor para guarrla livros de
urna ca l5es necessarias para escripia : quem estiver nes-
tas circumstancias pode se dirigir a rua du Madre de
Dos leja n. 36A que >e dir quem pielende.
pessoa que tiver taus habilitaces.
Apprehendeo-se no dia P.l do Mrenle, na
povoacao de Santo Amaro de Jaboatao, urna prela
de meia Idade. seguia com um comb..y para cima,
lem panoo da Cosa e vestido muito ujo, diz que he
do Sr. Manoel de Abreo, na diz a rua : por isso
qu.m se j.lgar eom direito a mu-na .[ pjrera ua
roa llireila n. 95, que pagando as despezas lhe sera
entregue.
Pr.eisa-se de ama ama de meia idade para
caa de familia, qae safirina e compre : na roa de
IIortas o, 54.
IlII1 1 1 II1 ITll 1 III I 1 .1
Companhia de seguro con-
tra a mor al idade dos es-
cravos estabelecida no
RIO D JANEIRO
CAPITAL 2,000:000^000.
Agencia filial de Pcmamiico n. 13 ni Jo Crespo.
I'agar-se-ha sobre a nvaliacao de I :IHX)2(K) i. e
mais ou menos em proporr;rio de nutro valor) inclu-
sive o sello da apolice etc.
Das idade*.
Da112 at entrar aos til anuos :io>100 por anno.
As condires impressas poderao ser procuradas uo
escriptorio da companhia.
Dar-se-ha consullas gratis aos escravos seguros das
. para 10 horai da manhaa, no escriptorio da com-
panhia.
Eusina-sea pilotagem Iheorica-pratica, ocur-
so uiailii'inaiico e france;, cuntas para o coinmercio:
a tratar ua rua do Nogucira n. 7.
^luga-se
casas na torre, caiadas e pintadas, para se passar
a fesla, por coiomodo pieco : na rua da Cadeia de
Sanio Antonio n. 17.
Companhia
Periianibucaoa.
joaO da silva ramos,
MEDICO PELA UNIVEKSIDAE DE
C01MBRA,
-ontina a receber em soa rasa na rua do Cabula n.
lt>, das K as 10 horas da manhaa, e das i as ."> da
larde, as pessoas que o queirain consoltar : bem co-
mo se presta a sabir rom a j recoohecida promp-
lidilo, a visitar qualqoer enfermo, a (oda a hora do
dia ou da noil, quer dentro quer fma da cidade.
O abaizo assignado avisa aos proprielarios das
casas foreiras das ras de Santa Cecilia, frigueira,
Arouguinhos, S. Jos, Sania lilla epraia da mesma,
que venhan ou mandem pagar os foros vencidos,
assim como se devein enlender com o mesmo abaiio
aisignado para obterem a licenca para traspassos as
occasiesem que Ibes eeja preciso faze-los: na roa
dos IMres u. :);lManoel Gomes Veigai.
pras para pouca familia : paga-se bem.
ALVICARAS. RAMEADA!
Iloa nova Lenho a dar ;
Este sol que vos abraza
Vai-ae em gelo transformar.
La' do Pilo, onde os Lapoes
Vivem na toca enfuruados,
Chegou ueclar que refresca
Vossos labios dessecados.
E o Snares, que jurou guerra
Ao fogo, ao sol, ao calor,
Com gelo, ananaz e outras
Mitigara' vosso ardor.
Jnnlo no becco do Rosario
I de, pois, e encontrareis
Ser veidade o que vos conlo ;
llom cobre la' deitareis.
Osscnhnresqueiobicreveram novas acrca desla
companhia, sao convidados a entrar com piimeira
presiarao de 30 por cenlo, no prazo de 30 dias: no
escripiono do Sr. Antonio Marques de Amorim, roa
a. Cruz. Kecire 18 de oulobro de 18(i___Manoel
Alves oerra, secretario interino.
Hecebe-se dinheiro para mandar
dar na cidade do Porto, por letras, sejain
de pequeas ou raaiores quantias, ao
cambio corrente : na rua do Trapiche
n. 10, segundo anda.
Aluga-se a loja da casa da rua da Aurora n. 54,
onde foi oflicina do fallecido marcineiro Manrique :
quem pretender dirija-se ao Sr. Joo l'inlo de l.emos
Jnior, no seu escriptorio, oo casa de soa morada,
na rua da Aurora.
Precisa-se fallar aoSr. JoaqitimJoM
-Marques, que raorou em Santo Amaro :
na livraria ns. e 8, da praca da Indepcn-
cia.
| DEMISTA FRASCEZ. |
,^g( Paulo (Jaignoox, de volla de soa viagein ea,
<_& a Europa, MU morando na rua Nova n. 3*
W II. primeira andar, onde pode.ser procura- V
*g do a qualquer hora. ;,".
Altnanuk da provincia.
Estando se confeccionando o almanak
a provincia, roj>a-sc a todas as peuoat
que cosKi,nam neile ser incluidas, e que o
nao estiverem, ou houver algum erro,
queiram mandar levar a livraria numero
6 e 8 da Piarada Independencia, a emen-
da, assim como pede-se aos senhores de
engenhos, se dignen, maridar igualmen-
te as transferencias a mesma livraria.
l'recisa-sc de urna lavadeira que se-
ja boa, nao demore aroupa no rio e d
fiador a sua conduta: na piara da Inde-
pendencia Imaria ns. 6e 8.
COMPAMIIA DE SEGIROS MARTI-
MOS E TERRESTRES,
ESTABBLBCIOA NO RIO DE JANEIRO.
CAPITAL l,000:00(),s000.
A companhia lem soa agencia no e.eriplorio de
vmva Amorim & Filho, rua da Cruz n. io, onde
aceita ludas a.-- propostas de seguros de riscos e for-
tuna do mar.
Sobre o casco, qoilha e perlences de navios de
qualquer lolar.au na navegado de longo corso, de
c.bolagem, ou lluvial, oo na pesca, em viagem oo
prestes a viajar, em carga oo descarga, amarrados oo
ancorados, cm concert ou no estaleiro, qoer por
lempo certo, quer por viagem simples, oo a premio
ligado. '
Sobre mercadorias desde o momento de seo em-
barque at o de aua descarga e deposito.
Sobre os lucros esperados de mercadorias encami-
nhadas para qualqoer mercado.
Sobre o casco e quilha de embarcaies miodas
empregadas cm descarga e trafico dos prtos.
Sobre o capital e premios de dinheiro a risco.
Sobre o premio dos seguros e premio dos premios.
Sobre accoes de terceiro por damnos causados por
abalroamentos fortuitos.
Sobre os fretes.
A companhia recebe tambem proposlas de seguro
de riscos de iocendioe damnos causados para prve-
ni-lo oueilingui-lo de raio ou fogo celeste, c Inun-
dares.
SOBRE OS SEGUINTES OBJECTOS.
, Prertos urbanos ou ruraes, igrejas e qoaesquer es-
alieleciinenlos, com ezclosao dedeposilos.fabricas e
laboratorios de plvora, e materias incendiarias ou
inllammaveis, lliealros e casas de especlacolos.
Mercadorias em qualquer parle que estejam. mo-
taba e ulenniios de fabricas de quaesquer eslahele-
cunenloi induslriaes, quer sejam ieitas por seus pro-
pietarios, quer pelos uso-frucloarios, locatarios.su-
blocalarios ou credores hvpothecarios.
Mnalmeuleaceila proposlas sobre re-seguros, quer
ios seguradores, qner dos segorados, nos casos em
que a estes pode competir o re-seguro.
A. companhia garante a prompla inderonisacilo da
importancia de quaesquersinislros, e modicidade
aos premios : igualmente um abalimento as pessoas
que na roda do anno lizerem urna avullada somma
de seguros.
SEGURIDADE.
Companhia de seguros m*
riimos, extabeiecida no
Rio de Janeiro.
Capital mil contos de reis.
OITeroce ao cnmmercio vantagens que nenhuma
mira companhia lem feilo al agora. Aceilam-se
proposlas de segoro no escriptorio de Isaac, Curio j
Companhia, ag.ol.s da companhia, rua da Cruz
n. 19.
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliauce.
Estabelecida cm Londres, em marco do 1824.
Capital cinco milhoes do libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
e a quem mais convier que eslo plenamente au-
aorisados pela dita companhia para effecluar sogu-
ros sobre edificios de tijolo e pedra, coberios de
tlha e igualmente sobre os objectos quecontiverem
os mesmos edificios quer consista em mobilia ou
em fazendas de qualquer qualidadc.
^ozioheiro.
Prccisa-se alugar um coznbeiro, escla-
vo, que seja asseiado e nao bebado, liel,
ele. : ua rua da Cadeia de Santo Antonio,
segundo andar da casa amarella
PROVINCIA.
O Sr. thesonreiro dai
loierias manda fazer pu-
blico, que estilo ex posto*
a venda, na thesouraria
das loteras, na rua da
Aurora n. 'i6, os bilhetes
e meios, da ultima parte da
primeira, e primeira da se-
gunda loteria a beneficio
do^ convento do Carme,
cujas rodas andanio din
1!9 do corrente.
O mesmo Sr. thesour i-
ro manda declarar, que
a inda Acara muito gran-
de porefio de bilhetes por
vender, e que tendo mu-
toa na thesouraria das lo-
teras, convida aos senho-
res jugadores a vi reiu com-
prar.
Teiido-se reformado o
plano por isso o Sv. the-
soureiro manda abaixo
transcrever para conheci-
ment do publico.
PLANO.
1000 bilhetes a 000 24:00055000
20 por cenlo 4:8008000
19:200*000
AVISO.
No dia 23 de junho da crranle anno, fugio d-
liordo do brigue Mara: Luz. o preto e
Manoel, o qual fazia parte da iripoiar,io do i
brigue. de idade 24 a 2a anous poun atis ou
menos, e tem os signaos seguiotes : roiro eooipri
do e descarnado, cor fula, cabellos rrilhado, a-
Ibos um pouco grandes e amortacidos, baico-
grossos, sendo o de cima mais grosso qoe encobre
a falta qu6 lem de denles em cima, falla ua paoco
atrapalhado devido a falu de dan les, pouca bar.
e rala, e bigodes, tem na mao esquerda juaa ao
dedo minio urna especie da ervo sabido, asaa-
degas um pouco empinadas, no andar itta aaa g*-
to para um lado, cadeiras largas, cintura boa, pe
apalbuUdos e um pouco largos levou calca de al-
godao azul desboiado e carniza de algodao ninaVi.
chapeo de palba, lem officio da coriabciro, a oos-
tuma embriagar-se : foi eseravo do dr Dr. Jera-
nymoVilella c do Sr. Dr. promotor de Ohad
Queiroz Fonscca, e uliimmente do Sr. Albcrt
Forsler Damon : o abaixo assignado, senhor do
dilo prelo, graiifica generosamente a qaeaa o ap-
prehender e leva-lo em sua casa, ao aterro da Boa-
V ista n. 53, segundo andar, oo oo le>:ife, rua de
Trapiche n. 16, a Antonio de Almeida Goaaat;
como tambem protesta contra qualquer peaasa qaa
o occultar em seu poder: assim como gralinea a paga
lodas as despezas.Joaquim Lopes da lateala.
De ordera do Illm. Sr. director feral da ras-
trucrao publica, faco saber a quem convier, a n-
leressar, queS. ic. o Sr. presidente da provincia,
attendendo a razoes ulteriores,honre por basa apo-
car por mais trinla dias o concurso annuoriado para
provirr.cnto da cadeira de iastrui-rjo eleraaatar de
S. Maria da Boa-Vista.
E para constar, sa mandou publicar o presan le
pela imprensa.
Secretaria da direcloria geral da instrueco pu-
blica em 22 de novembro de 1856. -O sarrettrio,
Francisco l'ereira Freir.
Pela mesa do consulado provincial se faz
publico.que do primeiro de dezembro proxin Mn-
douro se principia a contar os 30 dias olis para o
pagamento, a bocea do cofre, da dcima dos pre-
dios urbanos das freguezias desla cidade e da dos
Afogados, fiados os qu.es iocorrerao na rauiu uV
3 0|O todos os que deixarem de pagar saos Mi-
tos.
IVeeisa-ae de anta aaaa que seja fiel, fe eaai-
nhe com toda a perrelcSo, par. caa de patata fami-
lia : a Tallar n. ru. d. Brum. armaren aSMcar.
n. 9*.
Auseolou-s. em JO d. I.verair* d. rwmk
anno, da e.a de seu enhor llioni/m 4a Silva, im-
r.dor uesae lempo no eiiL-euho C.awrironnho, m
tregen, de Agua Prela, e prrstoleaaeale na etata-
de do Kio FormoM, o Ktavo Jnaq.im. n.rJ. Ca-
C.11JC, i.presenta ler M .nnos poc. mano.' ,
com oa signae. aeg.iolei : rtialura reaauar, aar
prela, rIhos vivos, dente* alvo, a aarfaaiM.
ireasaa, barba pouca, rorpo frann.o, oa oat
mos tem om dedo aleij.do. procadido da aaa
ri<;o, p 'i um lauto apalhelado*, rotum. (aawr mjo
e groMo. levou vestido caira e camisa ao alaalaa a-
ul, chapeo e mais um leoco : pede-se a Indas as at.lond.de. paK
e pitaes de campo h.jam d. appiuli.aW I
seu senhor oo Hio FormoM, s
n. roa DireiU o. 40, terceiro aadar, iiao i
compensado.
Deposito
1)H
^TOS
O
0 l>r" Cae,auo V*vier l'ereira de Briio :
Z (meJico', faz acicale aos seus amigos e ao
T? respcitavel publico, que regressando de sua
yj} vu:nr. continua a residir no aterro da n
^ Boa-Vista n. 15, no segundo e terceiro au- S
W dar, anude sempre o enconlr.rao promplo *r
'.? aos myileres de oa protisao. &j
%%&&&%%% o o&
Praeisa-se para o servico interno e externo de
urna casa astranseira, de um prelo: a qaem lhe con-
vier dirija-se a rua da Cruz a. f.

l J. JANE, DENTISTA,
9 continua a residirnarua.Nova u.19, primei-
ro andar.
*e*33%9a*ceeet
l'recisa-se de urna roollier idosa e da bous
coslumes para una ca.a de pouca familia, assim co-
mo de um lionieincuiiilieiro : a tratar em casa do
riesernbargador aleudes da Cuulia, juulo ao quarl.l
do Hospicio.
ENTULHO.
Ouem prernardeenlollio d. ralica, de Ierra
misturada com ralica, manda bascar a rua das Cra>
res da fieg.iezia do Santo Anlonio ,un(o a tv pogra-
I Premio de
1 Dito de
1 Dito de
. 1 Dito da
3 Ditos de 200
5 Ditos de 1009
10 Ditos de 50
20 Ditos de 209
40 Ditos de 10
1250 Ditos do 6
1332 Premios.
2C6S Brancos.
(i:00(000
2:0003000
000*000
1009000
(009000
5009000
5009000
dOOiWOO
4005000
7:5009000
19:200 000
4000 U<~-
Tliesoiiraiit das loteras
17 de novembro de 1856.
O tiiesoiireiro, Francisco
Antonio de Oliveira.Ar>-
provo. Palacio do go ver-
no de Pernambuco 20 de
novembro de 1856.S.
de Macedo. Conforme,
Antonio Leite de Pitillo.
.lose .1 anuario Alves da
Vlaia, escrivao das lote-
ras.
Lotera da pro-
vincia.
6. parte da 6. lotera da
matriz da Bot- Vista.
O abaixo assignado vena
(leu as seguintes soites:
Ol 4:000,s bilbete.
U2 2:000.s 2 meios.
2185 900* billiete
471 200s ilhetc.
1151 200.S 2 meios
2091 lOOj 2 ditos.
">3i 1001 2 ditos.
3228 100$ 2 dito.
4318 50.S' 2 ditos.
1^12 50 billiete.
2587 50.s- 2 meios.
Acham-se expostos
venda os bilhetes e metas
da ultima parte !a pri ei=
rae primeira da segumla
loteria do coi vento de
Nossa Senhora do Carino,
sendo o plano mudado pas
ra a sorte a 6:000^000
Os precos sao os seguintt s:
Bilhetes 7.s000 garantidos
Meios 5ffOO
Em porcao de 100# i,.( =
ra cima :
Billicles 6j650
Meios 3.s323
#*. J.L time.
O abaiio aasignailo, sobremaneira penhorado
do melliur Iralanieuto pussivel, e sabida* uru< que
reeebeu de (oila a briosa ollicialidae do seaundo
balalbao de lufaularia :especialnieiile de *eu dgno
rominandanle, o Illm. Sr. coronel Manuel Muim
ramea, e disiinclo liscl o Illm. Sr. major Fernan-
do -Machado de Souia, durante a soa eMada de om.
me/es e cinco dia* no clado-maior do qu.rtel do
Hospicio, ufana-ie de un-j-rai llie- e-lc publico
lestemunbo da sua mais plena e arrjsolada gralidAo,
assesarando-lhcsmui sinceros protestos de particular
eslima, e ofl'erecendo-lhes seu diminuto presumo__
Antonio de Vas-oucellos Me.ieres de Orummoud.
Na roa llireila, casa de pasto, n. 111, da'-se
llrooca de solido, cba' e caf, no janlar seis prato,
a noite cba cafe, so para una pas.oa, por -J.'tu(H|
rs. meiisaes, com mulla limptza, ese mandara' levar
a lempo e a lioia, poii queja tem negros suflicieu-
la* na casa, laieudo \er as pessoas que quieruia ea- I
le nrgocio que pagarSo adunia Jo pelo seto iiue so
lem levado.
Na roa do Aragia d. :t, precisa-se de dua< pre-
taa par. tomar doce para Tender.
PnataM alugar om preto. dinlo-ir o .as-
anlo a bom salaria : ama Imperial, padaria nn-
Qiero i.
Continua o deposito do beero da ta>ia*is. _
zem n. t, a estar inpprido de ab.Vo superior,
muilo .credil.d. fabrica da viuva d> Delphiaio (ttm-
calve. Pereira Lina, vendante a diafcair* Ma, eaaa
descoolo, pelos prer.M abaite derlarado* :
Amarello 1.a qualidadc tlll n. a ..
(jiueolo 70 n. a .
Arremaliraii.
A arrematado dos espolia, don aibs'ilais porlaatiar-
"- Jos de Soor.. Delgado, Franriae. 1'omiaco- Al-
fonso e loBo Kav mundo Trivrir., dea. ter In. i
lrrr-lcira ti do eorr.Ble, ao meio-di., na i.iaai i
casa da rua do Brasa, ja anouuciadj aMiie Dia-
rio, a
A pessoa a quem fnr offereeida ama hacia da
rame, grande, para bando, e junlanieule urna I..-
Ilia adamascada, de mesa, cora daa. *ara mu
qu.rta, qaereodo rcsliluir Mh nbjKtn. |ajaaj ,
rua do Seve oa a ilha do. Rales, sobrad, de om aa-
dar, onde morn o cnsul portoguer, qae tara' ge-
nerosamente recompensado.
Aluga-se am ti. par. passar a feala. m lugar
da Torre, margena do rio Capibaribe, con boa ta-
sa, totao e rom grande eozinha. estribara, ate. :
qaem pretender dirija-** a ilha dos Ral*, oa rava
do Seve, sobrado de um andar, era jo* aura o
cnsul porlognez.
ifompfkt.
Compranvse a plices da Idivida proTianal,
na ruadas Flores n. 37 1.* andar.
Coropram-se garrafa, vasias a HjaJt* w
na rua da Seozala Velha a. 110, a* deposito de L.
bidat espiritaous-
(>nipra-s* ama planta deeipim, jaw driatr.
sustento de .eu anim.es, c lambeta a* f.ra' aaaaaaie
eom o terreno por compra en alanel, ni. nradi.
do o lagar de meia legua de distancia do Recife : a
Iraiar na rua do l'.cinb, em cjH 4, cbmj.
Franca. '"
-- C impra-se papel Diaria para embralho, a ar-
roba a .ohdi : ni padaria do aterro da Boa-VMj
o. 6b.
Cimpra-se um boi para carraca, eslaado me..
o magro que nio poM* prestar serviro, cata laato
qoe sej, novo, bom, e nio esleja a mo'rrtr ama
tiver e eslea di'poslo a da-lu am cata. diriia-M
prara da Boa-Visla, sobrado na esquina aaa valla
para a rua da Conceieao, oad. achara' coa. aaaai
tratar. *
Compram-sc patao.es l>i-ailciro> tr
liespanhoes a s010. na rua da Cadeia do
Recile, loja de cambio n. 38.
Conpra-*e um prela de dk-o C**la, de ida4.
11 annos, qae leulu boa coadocla : na raa Wrcrla
II. M>.
^fll^.0.
Ilmia atten^o-
Na rua do Crespo, loja da esq.ina. qaa valla pa-
ra a rua da Cadeia, vendem-se robertom de I...
iies|,anlM, ! S.?* C,d! m c,,"e "ra de cor a tj!
e .000 rs., ditos prtl. a Ij.VJO ggn fv d^
ae nrim escaro e amarella para calca a Ulan ma-
no de liol.o do Pono, laataa de aiaja., ril.:!2J-
daiiapes de lodas qualidadc,, atoall.aio adamw-
'7 S *??"** <"irara a I* ,,,
corles de c..,a cima a 1>>biT0 r.., e ralrai ailas la-
zendas por precos commodet.
a 16Q risoco-
vado.
Riscado escaro de qaadrinhns, proprio para ta-
misa, e vest.do, de prela., v.nde-w au ra. a..
i.r.'|Ki, loja da esquina, qae rolla para a raa da Ci-
Com pequeo
toque de a varia.
l'eeae de madapol.10 a ajajH :(-...,. .in.,.
de sed. com qu.dro. a 210 rs. o cav.... va^d*^,
Sa c.detcrespo, >u" ^mi"' sn
Vende-se minem saces a H| r. ur, ,..
bar : no ce. da Airjndeaa. armaiem 7
veudem-sefolli.sdelouro ,1, i ,.. .,..
-na : aaraa da Scazll, .N0 t. padaria d,|.
mingos Jos da C. Lbpes. ""
Vende-se um., taberna na rua do Fes* n j>
oaila ..fregaerada. Lrop,,. pm, _^
Piante por ca,, defler poac f0nd." o mSm
porqoe se vende se bira' eemprador.
r..7a V ":"- .f"iolel novo e moderan : H
rua dos l'ire n. :tJ mu
Vinho do Ptirlo, supcnoi (li;,mi.c.
Em caixa.de J dun.. e e. ha,,,, d..it.^, ,..
ceiiten.ei.le chegadp|K-lo br.sot a I rovads*. ; ,CBj!
IVSSKBT i" *""*' *>" -
vi Kl\ IV CRlZV.il.
Anlonio Barbosa de Barros Ul .oeM. a-i,ilr
qae mudo ^|, ,,.....* d, ~ Z^jT
raa da l.nu para a .1. n. .1 da me.ma raa -
ma sala >e achain a- mai. moderna. Uasw da lia*,*
S" V.m '*" ** "!' a r.latba. jM.
r;am-se, ludo man barato do que em oalr.. |smi
MUTILADT
ILEGIVEL
-


U-.'iJ II PtlMIM EGUNUA FU I Vi OE NOViM'Kfl II 18b6
COK DAS PARA VIOLAO.
Vendc-se superior cordas e bordoes para violiio
o rabeca chegadas prximamente : na prac;a da in-
fancia n. 3.
Vende-se rea posta na obra, ero grande e pe-
qaeoa porrjo, por prero muito commodo : no r-
matela de'madeiras do Miguel, confronte o parto
das canoas da ra Nov*.
EXCELLENTE FM&Qi.
U .itnanlfh de bou charutos o encontrara da
inelbor fabrica da cidade da lieln.i, na loja de livros
da enquia de ra do Collegio ; a elle?, aulas qut se
acabero.
RA DO QUEMADO N. 35.
Latas com fruclas ein conserva Dovamente cliesa-
das de Lisboa a 800 rs., e com mermelada tina a 640
por libra.
BATATAS E CEBLAS.
Para liquidar se vendein muito batatas : do ar-
mazn) de Antonio Aunes Jacome Pires defroute da
porta da allatidega.
Yende-se urna casa terrea nova, em chaos pro-
prios, sita Da Boa-Vista, ra do Jasmim : os preten-
demos dirijam-se a ra da Cooc quem veDde.
Deposito d pao.
, Vende-se pSo o melhor poisivet a 22 por pataca ;
as peasoas que quuereui ser fornecidas, levando-ae
em suas casas, doixem suas inoradas no mesoio ela-
belecimenlo, na roa da Cadeia de Santo Antonio n.
'i- No mesmo deposito ha quem enfeile bandejas pa-
ra bailes esoires pelo coalume do Bio de Janeiro,
sendo enfeitadas cum gusto, e doces linos em bande-
jas de todos os lainauhos a vonlade, e por prego
muito barato. Vende-se tambero na mesma casa cha
soperior a 29500 a libra, bolachinhas de ovos que
tanto desafiain o apetite a 6i0, bolaebinhas a moda
de Braga a,480, velas de espermacele a 1J}000, assu-
car reliuado cristalisado a -210, muito alvo a 200 rs.
Tambem ha seinpre um variado sortimeulode bola-
chinhas, biscoulos, champagne, xaropes, violtos,
chai ulna superiores, e ronitos outros gneros, que
ludo se vende muito em cotila por ser casa nova.
No trapiche do Ramos vende-se su-
perior Jacaranda'.
Vende-se urna escrava criola, a qual hequi-
tandeira, faleira e lavadeira de varella e sabio : a
tratar oa estrada dos Aducios em casa do lamao-
qutiro.
Vende-se mantena ingleza flor a 14120, dita a
800 rs., dita frauceza a ti o, passas nimio novas a
600 rs., figos a 220, bolachioha ingleza nova a 320,
batatas a 80 rs., velas de carnauba refinada a 480,
queijos do reino a 29000, alelna a 80, violto a 560,
640, 800 e 19000, e outros muitus gneros cm con-
ta : na taberna da quina da roa dos Martirios a. 36.
Vende-se soperior banba de porco, igual a de
Lisboa a 440 a libra : Da ruado Cano n. 42.
Vende-se urna prela, cozinha e lava de sabao !
na roa da Aurora 11. 44.
Vende-se urna uegrinha crioola, com ."1 annos
de idade : quem a pretender dirijn-se a ra Direita
11. 9o.
Vende-se urna propriedade no lugar do Peres,
eotu bastantes commodos para orna grande familia,
com amores de froeto : os pretendentes dirijam-ae
a Victorino Francisco dos Santos, ou na mesma casa
e logar, a fallar com o Uotra.
.., Vende-se manteiga iogleza a 5C0. 640 e 720,
dita franceza a 600 rs., loucinliu de Santos a 240 e
280, carnes e orelhas de porco a I O, feiiao nula li-
ndo novo a 500 rs., dito prelo a 180, e branco a 400
rs. a cuia, azeite de carrapato a 280 a garrafa : na
ruadas Crozea n. 20.
Veode-ee na ra Direita n. 27 orna canoa de
carreira nova cm falla.
Veude-se um bom cabriole!, pintado e forra-
do de novo, com arreios e cavallo. 00 sem elle : a
tratar na ra do Trapiche Novo n. 12, escrintorio 1
andar. r
CHALES 1E TOyriM DA INDIA.
Na ra da Cadeia dn Kecife, loja n. 50, defroDte
da roa da Madre de Deus, ha para vender um dia-
les de toquim de peso da India, branco, lodo borda-
do, o mais rico qoe pode haver ueste genero.
VINAGRF EM BABRIS.
Superior a marca PRR e Falr.lo & Socios, acha-
se a' venda uu ariniizem do Valenra, ra de Apol-
lo n. 13.
PARA ACARAR.
Na ra Nova, loja franceza n. 8, confron-
te a Caml ya do Csrrao,
vendem-sc chapeos de seda para senhora, da ultima
moda e qualidade, com um leve Inque de mofo, pelo
baratissimo prejo de 1115 cjda om.
CABUIOLET.
Vende-se nm ptimo cabriole!; para ver na co-
cheira do Sr. ruajor Silveira, na ra da Cadeia de
Santo Antonio ; e para tratar na na do nominado,
|Oja de mioHezas da Boa Fama n. 33.
Fama
Primeira.
Aoaterro da Boa-Vista n. 8, defronte da boneca,
he chegado om grande rortimento de '.odas as quali-
dades de gneros de moldados das melhores qualida-
dos, por preco commodo ; por sso convida a lodos
os freguezes que quizerem fazer sorliineulo para pau-
sar a festa e serem bem servidos, dirigirem-se a este
graode estabelecimenlo, que acharan verdada qoanlo
digo ueste annuncio. Tambem se vendem biscouli-
ndos linos inglezes a 2jOOU a lata, e de dez para ci-
ma mais barato, e orna p in-.in de caitas vasiaa de
espermacele, azeite doce, licores, massa-, cha, e ou-
|ras etc.
Na quinta casa do lado direilo da ra da IJuiao
vende-se um moleque de 14 a 15 anuos.
Sement de co-
entro.
Vende-se sement garrafa 320 : na taberna da qoiua da ra dos Mar-
lyrios o. 36.
Para paciaria e refinaco
Vendem-se as meldores peneiras de rame ama-
relio, viadas de Lisboa, por barato preco : na pada-
ria da ra estrella do Kosario n. 13.
Na rita do Cabuga", loja de miude-
zas u. i, defronte do luinpco, vendero-se
babadosde panno de linlio de todas as lar-
guras, tanto aberto como bordado, mais
barato do que em outra qualquer parte,
por se querer saldar contas com o fabri-
cante.
a OBRAS DE HARHORE
Basto & Lemos, Da ra do Trapiche n. 17, tem
para vender estatuas, pias, pedras para mesas e lijo-
Ios de 10 e 12 polegadas, qoadrados, todas estas obras
de marmore.de elegante goslo, pereilas e em bom
estado, e por presos commodos.
Chapeos de pallia de
Italia.
Basto & Lemos, na ra do Trapiche 11. 17, tem
4>ara vender chapeos de palha de Italia, dobrados e
singlos para homem, tambem de phantasia, para
meninos e meninas, das melhores fabricas e moder-
nos goslos, por presos commodos.
VIMO DI PORTO.
Vende-se moiln soperior vinho do Porto em bar-
ris de 8.\ vindo 110 ultimo navio daquella proceden-
cia : entre elle ha una marca de urna qualidade ge-
niiiua, sendo da colheita d fina qualidade e do preco razoavel o comprador ani-
raa-se : na ra de Apollo .o. 10, armazem de as-
ucar.
Cemento.
Vende-se cemento nov em barric.s e meias bar-
ricas, e a retal do, por prjo muiloem con la : na ra
da Cadeia de Santo Antonio n. 17, para acabar.
farfulla
trra
\ eudeui-se saccaa com farinha nova a turrada
na roa da Cadeia do Kecife 11. 23, loja.
CERA DE CARNAUBA, ABELIIA E SEBO.
Na ra da Cadeia do R.cife, loja n. 50, ha para
vender cera de carnauba nova e boa, dita de abelha,
e sebo em rama mperior.
l\a loja das seis
portas
Ein frente d Livr*. ment
Pescoeinhos do mais fino pello lirsnco e de COI
para as senhoras porem ao pesroro a" sabida dos bai-
les a Ihealro para nflo coiisliparem, preco cinco mil
rs., leu n- de relroz malisados a dez tusloes, rouiei-
ras pretas bordadas de nir a doui mil rs., lencos de
seda de cor para pescoro e mo de sendoras'a dez
tintinea, camisas de camliraia bordadas adoos mil rs,
manguitos a dez tiisloes, collnrinlios de recortes
dez tusloes, e de massa a pataca cada um, saias
brancas bordadas a dous mil rs., luvas de seda pre-
tas a dez lusloes: da-se amostras de ludo, levando
penlior que equiv.ila o que se quer ver.
Capadlos gran-
des.
S5orhgndo< a loja de miuilezas, na rna da Cadeia
do Recita n. 15, ptimos capachos em forma de t-
pele, proprioi para ofs en casas terreas, os quaea
se vendem por precos commodos.
AVISO
aosbarbeiros.
Na ra da Cruz n. 51, saladebarbeiro,
de Antonio Barboza de Barros, vendem-se
bichas de Hamburgo, pelo diminuto pre-
90 de 20f000 o cento, as mais modernas
do mercado ; assimeomose alugam mais
barato do queem outra parte, e se vende
a retal lio.
Vende-se um bonito cavallo lodado
e bom andador: a tratar na ruadoQuci-
mado, com o Sr. Manoel Jos Leite.
Rap de Lisboa.
PELO VAPOR I). PEDRO II :
na ra do Queimado n. ."55.
Superior cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa : no
armazem de Novata A C, ra da Madie
de Deosn. 12, por preco commodo.
Velas de car-
nauba.
Vende-se a 129000 a arroba de velas de carnauba
do Aracaly na ra do Queimado loja de ferragens
o. 60.
Relogios
oberlose descobcrlos, pequeose Brandes, deonro
e prata, patente inglez, para bomein e senhora, de
am uus melhores fabricantes de Liverpool, viudos
pelo ultimo paquete inglez: em casa de Southall
Mellor & Compaobia, ra do Torres n. 38.
Uelgios de patente
mglezesdeouro, desabnete edevidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
AugustoC. de Abrer, na ra da Cadeia
do Recife, armazem n- 36.
Ka ruado Trapiche u. I i, escriplorio de Ma-
noel Alves (iuerra, vende-se por commodo preso o
segoiule : superior viudo do Porto em barris de
oitavo. chapeos de fellro, e sabio amarello fabricado
no Rio de Janeiro.
l'M VESTIDO POR 23OOO.
Royo e completo sortimento de cortes de vestido
de chita de differenlespadfei, cores lizas, pelo di-
minuto preco de 28 cada corte : na loja de i perlas,
na ra do Oueimado n. 10.
f DEPOSITO DA FABRICA
industria Pernaiubucaria,
RA DO CRESPO N. 9.
A fabrica de sabo e velas de carnauba, es-
tabelecida na ra do Brum, tem estabele-
cido um deposito na ra do Crespo n. 9, pa-
ra ahi nicamente dar extraerlo aos seus
productos, proporcionando assim a maior
commodidade aos consumidores. As velas
manufacturadas nesta fabrica, offerecem as
vantagens seguintes: s3o feitas com a car-
nauba simples purificada pelomeiodo va-
por, silo inodoras e bellas na apparencia,
queimam com igualdede e n5o esborram, e
rio fazem murrSo e dSo mais luz e mais cla-
ra do que as velas stearinas ou de qualquer
composig3o, e que se vendem no mercado.
Fabricam-se de 6, de 7 ede 10 em libra, ven-
dendo-se em caixas que contem 192, 224 ou
320 velas cada urna pelo preco de 15/.
O sabSo he branco, as materias primas
de que be fabricado s3o simples e inofensi-
vas, o cheiro que deixa na roupa heagrada-
vel; rivalisa com o melhor sab3o hespanhol
e he superior ao sabSo americano, que se
vende no mercado a 240 rs. a libra.
Vende-se igualmente em caixas de arroba
e a preco de 160 rs. cada libra.
Os incrdulos comprando reconhecerSo
por experiencia a veracidade do que se an-
nuttcia.
Em easa de Henr. Brunn ra da Cruz 11. 10, vndese cognac em caixinhasd6
duza.
Pekim.
Esta rica fazeuda de 6 palmos de largura he intei-
raroente nova em Pernambuco : fabricada no celeste
imperio, de cuja capital tira o nome, he de uns pa-
droeslindissimos e ainda nao vistos ale agora : ven-
de-se pelo baratissimo preco de 28600 o covado : na
ra do Queimado n. 7, loja da estrella.
AGENCIA
Da fundico Low-Moor, ra daSenzala-Ho-
va n. 42.
Nesteestabelecimentoconiinaahaver uacom-
pleto sortimento da moendas a meias moendas
para enpenho, machinas de vapor 0 taixas da
ferro batidoe coado de todos os tamanhospara
dito. r
C\L E POTASSA
Vende-se polassa da Rossia e americana, chegada
ueslesdiasa de superior qualidade ; cal da Lisboa
da mais nova que lia no mercado : nos seusderfosi-
tos na ra da Apollo d. 1 A, e 2 B.
ChI de Lisbou e potassa.
Na na do Trapiche armazens ns. 9 e
11, vende-se superior potassa da Russia
e americana, cal virgem de Lisboa, da
mais nova que ha no mercado.
Moinhosde vento
com bombas*de repaio para regar hortasaba!"
xa decapim : na fundicode t. W. Bowmao,
na ra do Brum os. 6, 8 e 10.
Em casa de Saunders Brothers & C, praca
do Corpo Santo n. 11, ha para vcmder o se;tiinie
Ferro inglez.
Pixe da Suecis.
Alcatrao de carvo.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para saccas.
Dito entrampado igual ao da Bahia.
E uoi completo sortimento de fzendas proprias
para aste mercado tudo por preqo commodo.
Farinha de mandioca.
Vende-se superior farinha de Santa
Catharina, em saccasquetem um alquei-
le (medida vlha) por preco commodo:
no armazem de Novaes dk C., na rita da
Madre de Deo 11. 12.
A3S500
yeude-secaldcl.isboaullimainanlechagada.as-
simcomopolaasadaKussiaverdadtira : na praca
doCorpoSanto o.11.
A verdadeira gracha ingleza n. 97,
em b rricas de 15 dnzias de potes : cm ca -
sa de James Crablree iV C, na da Cruz
n. i-2.
Vende-se superior linda de algod.lo branca e
de cores, em novello, para costara : em casa da
Southall Mellor & Companhia, ra do Torres o. 38.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ra fundipo de ferro de D. W. Bowmann ua
ruad Brum, passando o chafar,1 contina ha-
ver um completo sortimer de taixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preco commodo a com
prornptido: embarcam-se oucarregaa-se am acr-
ro sem tapan ao comprador.
Na ra do Vigarlo 11. 19, primeiro andar, ven-
de-sc vinho .lo Porto de supeiior qualidade da bem
mohecida marea GW em pipas. Larris e caitas de
urna e duas duzias de garrafas.
REMEDIO 1MCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nacOes
poden testemunliar as virtudes deste reme-
dio ncotnparavel, e provar em caso necessa-
no, que, pelo usoqucdelle lizeram, tem seu
corpo e membros.inteiramentesaos, depois
ae naver empregado intilmente outros tra-
lamentos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas tnaravilhosas pela leilura
dos peridicos que liras relatan) todos os
oas Da mullos annos ; e a maior parle del
las sao tao sorprendentes que admiramos
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraram com este soberauo remedio o uso
-seus bracos c peinas, depois de ter per-
necido longo lempo nos hospitaes, onda
deviamsunreraamputacau! Oellas ha mui-
Us, que havendo deixado esses asylos de pa-
deetmento, para se nao submetlerem a essa
operacao dolorosa, foram curadas complela-
menle, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na elusao
-1seo reconhecimento, declararam esles re
Hados benficos diante do lord correge-
dor.e outros magistrados, alim de mais au-
tenticarem sua allirmativa.
Niogaem desesperara do estado de sua
ude se tivesse bastante conlianca para en-
satar este remedio constantemente, segiun-
isse a natureza do mal, cujo resultado seria
provar incontestavelmente : Que tudo cura!
''ungento l,e ,ulil, mat particularmente
nos seguintei casos
Alporcas.
Caunbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de ca beca.
das costas.
dos membros.
Enfermidades da cu-
lis era geral.
Enrermidades doanus
Erupces escorbticas
fstulas no abdomen.
Frialdade ou falla de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Ongivas escaldadas.
InchacOes.
luflammacodoligado
dabexiga.
Inflammacao da ma-
triz.
Lepra.
Males das peinas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosqui-
tos.
PuluiOes.
Queimadelas.
Sarna.
Supuracoes ptridas.
Tinha, em qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ftgado.
das arliculacoes.
Veas torcidas ou no-
dadas as peritas.
Vende-se este ungento no estabelecimen-
lo geral de Londres n. 244. Strand, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, Havana e llespanha.
Vende-se a 80o rs. cada bocetinha.coulem
urna instruccao em portuguez para explicar
o modq de fazer uso deste. ungueuto.
O deposito gerI be em casa do Sr. Soum,
pharmaceutico, na ra da Cruz n. 22, em
Pernambuco.
VENDEM-SE CAPACHOS
pintados, cmpralos e redondos a 700 e 800
rs ; na ra do Queimado loja da boa fama
u. 33.
i\Ta loja da boa f
vende-sc o mais barato que he possivel :
chales lisos de merino muito fino com fran-
jas de sed a 5^)00, ditos dito lisos de listas
de seda a 4#, lencos de cambraa muito fina
com bico de linho a 10200, ditos de cambraia
brancos com barra de cor a 240 rs., mantas
de seda para grvala a 15, peitos para cami-
sas, brancos e de cores a 400 rs., fil de li-
nho bordado a 19280 a vara, dito de dito liso
a 880 rs., camisas de riscado finas e muito
bem feitas a 1500, alpaca de seda de muitus
bonitos padrOes para vestidos a 640 rs o cus-
vado, luvas de seda para homem esonhora a
l/o par, ditas de pellica para senhora a 1/,
ditas de fio de Escocia para homem a 400, di-
tas de dito para meninos a 3-20 rs., meias
pretas de seda para senhora a 29 o par, ditas
ditas de laia para padre a 15600, ditas brau-
cas muito finas para senhora a 240 e 320 rs..
ditas pretas de algodSo para senhora a 400rs.
ditas de algodao cru para homem a 200 rs, ,
alm disto muitas fzendas que se vendem
muito barato, e que a vista dos precos os se-
nhores compradores nao deixarSo de com-
prar : na bem conhecida loja da boa f, na
ra do Queimado n. 22.
Para escriptorios e carto
rios.
Vendem-se resmas de papel de peso do
melhor que he possivel haver a 69, dito in-
ferior poucacousa a 39 e 33500, dito paque-
te muitissimo lino a 4-5500 e 59, dito almaco
greve e marfim a 49, dilo almaco muilissimo
bom a 35200, dito de cores tem quartos de
resma a 700 rs gro/.as das verdadeiras pe-
nas de ac bico de lanca pelo barato preco
de 132OO, ditas muito boas sem ser bico de
lanca 500 rs., duzias de lapis muitissimo li-
nos a 320 rs., ditos proprtos para riscar li-
vros a 800 rs., canelas de osso torneadas para
pennas de ac a 120 rs caivetes finissimos
de urna a qualro l'ulhas a 1, 2, 3, 49, e ou-
tras mais cousas que se vende barato; na
ra do Queimado na bem conhecida loja de
miudezas da boa fama n. 33.
Para quem estiver de luto.
Vende-se na ra do Queimado, na bem co-
nhecida luja de miudezas da boa fama n. 33,
voltas pretas linas e ordinarias, ricos aliiue-
tes, ricas pulceiras, e ricas rozetas, tudo do
melhor gosto que se pode encontrar e por
preco que nao deixara de agradar aos se-
nhores compradores.
He muito birato.
Vendem-se duzias de facas e garios de ca-
bo de marfim de boa qualidade a lOg, ditas
ditos de cabo de balanco muito finas a 6/,
ditas ditos cabo rolico e oitavado a 39, du-
zias de eolheres de metal principe a 39 c 65:
ditas de metal mais ordinario a 800 c 19400,
c outras muitas cousas que se vende barato,
na ra do Queimado na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
Moendas siiperiore.
Na (iindiciodeC. Starr&C, cm San-
to Amaro, acha-se para vender moendas
de caima todas de Ierro, de um modelo e
construccio muito superiores.
Oculos e lunetas de todas
as qualidades
Vendcm-sc superiores oculos com irmacSo
de tartaruga de todas as graduados a 39000,
ditos muito bous com arniacoes douradas a
I5-2OO, ditos ditos com armacoes prateaila,
19, ditos ditos comarmaco de ac a 800 e
15, lunetas com armacao de tartaruga a lg,
ditas redondas equadradns de baleia a 500
rs., ditas de dous vidros armacao de baleia
a 13600, c outros oculos mais quc.se vendem
por preco barato na loja da boa fama na ra
do Queimado n. 33.
Ricas litas Unas e nioders
nas dos melhores gustos
que se: pode encontrar
se vendem na loja da boa fama na ra do
Queimado n. 33 c por precos que nao deixam
de agradar aos compradores, porque real-
mente se vende barato e ha muito oudees-
colher.
Sao muito lindosjed a pu-
n i os
Vendem-se muito bonitos botes para pu-
nhos pelo barato preco a 500 e 800 rs. cada
aboloadura : na ra do (jueimado ua loja de
miudezas da boa fama n 33.
I'lll! .10:000 RES.
Vende-se urna rica toalha de labirinlho
propria para baptisado na loja da boa lama
n. ;t:t.
(artas para jogar.
Vendem-se baralhos do cartas Irancczas
muito finas e de bom papel a 500 rs. o bara
Iho, ditas porluguezas muito finas a 320 rs
na ra do Queimado na loja de miudezas da"
boa lama n. 33.
Escovas.le todas asqnali
dades.
Vendem-se ricas escovas inglezas para
roupa, o melhor que pode haver e de nova
invencSoa33, ditas francezas muito boas
a 13, 15500 e 29000, ditas para cbelo ingle-
zas e francezas a 19200 e 2, ditas para den-
les inglezas e franoezas a 400, 500 e 600 rs ,
ditas para unhas dita dita a 240, 500 e 13,
ouiras qualidades mais baratas, que tudo se
vende na ra do Queimado na bem conheci-
da loja de miudezas da boa fama n. 33.
. NA LOJA DA BOA FE
vende-se bom e barato madapolSo muito fi-
no 11. b a 45600 a peca, dito dilo a 39600, dito
entre fino a 3/300, dilo dito a 25700, aleodo
trancado peca de 20 jardas a 3/500, dito liso
muito encorajado dem a 2/88O, dito dilo
dem a 25240, chita fina para cobertas a 200
rs- o covado, ditas escuras de cores fixas a
loo rs., cambraia lisa muilo fina a 560 rs. a
vara, dita d.ta lina a 480 rs., dita muito fina
c on1 salptcos a 80o rs., dita preta muito fina
a *uo rs., dita adamascada com urna vara de
largura propria para cortinados a 79 a peca ,
assim como muitas outras fzendas, que
por suas qualidades se tornam recomoien-
daveis aos amigos do bom c barato: na ra
do Queimado n. 22 oa luja da boa f, defrou-
te da da boa fama.
BANDEJAS FINAS E BARA-
TAS.
Vendem-se bandejas finas e de varios ta-
manhos pelo barato preco del/500, 2J500,
39500 e 4-5: na ruado Queimado loja de
miudezas da boa lama n. 33.
RICOS ESTOJOS PARA COS-
TURA.
Vendem-se muito bonitas caixiabas com
reparlimentos proprias para costura a 2500,
35 e 39500 : na ra Jo Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n 33.
PARA AS SENHORAS DE BOH
GOSTO.
Vendem-se caixinhas ricamente enfeita-
das proprias para presentes a 2?, 39 e 4, ca-
nelas ricas proprias para senhoras a 500 rs.,
carteirinhas muito lindas para senhoras a
800 rs., tesouras para costura, finissimas a
t, ditas ditas para unhas a 500, 19 e 1/500,
ricas franjas para cortinados a 4/a peca, leti-
cinhos de relroz de todas as cores a 80o rs.,
ricas caixinhas para guardar joiasa 80o rs.,
camisas de rueia para chancas a 500 rs., ri-
cos bolOes para roupa de enancas a 19 a du-
za, sapatinhos bordados para as mesmas a
15200 e 1/500, ditos do 13a mais (ordinarios
a 320 e 400 rs., agulheiros com agulhas sor-
ttdas a 160 e 240 rs. carlOes de colxetes
francezes 2 pares a 100 rs., cartetrinha-
com agulhas sortidas a 320 rs., caixinhas
rom agulhas francezas a 160 rs., miadasi de
buha para bordar a 100 e 160 rs., carrileis
de huta de 200 jardas bom aulor a 80 rs., di-
las de 100 jardas autor Alejandre a 40 rs.,
macinhos de grarapas muito boas a 60 rs ,
trancinhasde 1.1a de casaces a 80 rs. a pe
Ca, caixinhas com grampas muito boas a 160
rs., miadinhas de bnhas de peso finas a 120
rs., buhados abertos de linho a 100 d 120 rs.
a vara, dito bordado de lindos padres a 200
rs. avara, trancas de seJa de todas as cores
e larguras e outras muitissimas cojsas, que
tudo se vende barato, na ra do Queimado
loja de miudezas da boa fama n. 33.
M LOJA DA BOA FE
vendc-se muilo barato cortes de calca de
bonitas casemiras de algodao a 1/120, ditos
de fustSo para rollete a 600 rs.,brim tranca-
do branco de puro linho a 1/440 rs. avara,
dito dito de cor dem a 800 rs dito dito par-
do idem a 560 rs., dito de iiuadrinhos miu-
dus a 200 rs. o covado, madapoln fino 11. 6
a 4/ a peni. algodSo de listras a 160 rs. o
covado, chales de algodSo ne bonitos pa-
drOes a 800 rs., ganga amarella franceza de
quadros, de listra e lisa a 320 rs. O covado,
c outras nitiilas l'a/.enilas que se vendem por
muilo menos que em outra parle : na ra
do Queimado 11. 22, na bem conhecida loja
da boa IV, defronlc da loja de miudezas da
boa fama.
^0rst>o* fugifct.
Fugio no dia8 do correla o pelo Vicente, de
nac^o Augola, idade 50 annos, altara recular, es-
patlaudo, cara larga, marca de beiigaa, uen;os aro--
sol, pernal arqueada, tero o costume de ambriagar-
se, foi comprado a Manuel da Silva Santos em i de
onlubro de 1851, que I lie Tora remedido do Kara-
nlio por Jos Pedro dos Saotoi. A profusao do dilo
escravo oaquelle lempo era icr marojo, boje em-
pregado no sr me." do campo : porlanta, roga-ae as
autoridades policiaca, capitana do porto a capilar.
de campo, que o captorem e o mandem a sea aenhor
oa roa estrena do Rosario o. 31, a Jos Moraira da
Silva.
\OOSOOO
DE GRATIFICADO'.
Auseniou-se em 28 de agosto deste correle
anno da casa de seu Sr. Francisco Mauricio da
Malla Hiheiro, morador em Bom Jarditn, comarca
do Limoeiro, o escravo crioulo de nome Fernando,
bem muco, representa ter 35 annos, coro os seguin-
tes signaes: altura regular, cabellos torcidos bem
pegados no casco, cor preta, olhos vivos, beirps
grocos, com falta de um dente na parte superior,
barba imperial.corpo retornado,nadegar empinadas,
em pequeo foi adunia eousa surrado e talve*
mostr alguns vestigios, tem os ps e dedos curtos
poror largos, be bem fallante, e corlez. Tein-se
desconfianca ter procurado para o engenho Jar-
dim, comarca da cidade de Goianna,ondo o mesmo
escravo tem seu pai, assim como tambem aparece
leve noticia que fora visto nesla capital : roga-se
por tanto as autoridades policiaes e capiles de cam-
po de o capturaren! a mandar** a rasa da
dito senbor, que alera da paga a rieaa 1
ser generosamente gratificado.
Nodia 18 do rorrentc pelas o lo ora^
da manhaa fugio uro negro por nome Anto-
nio, o qual be de nac3o com os signaes ae-
gutntes : cor fula, nouca barba, pana do
quarto direilo, os ps apa I helado,, e no pi
do lado direilo ten algumas costuras imi-
tando calor de ligado, levou caifa aznl o>
riscado, camisa azul, chapeo de palha rt.
negro tem um irmao qoe be cortador V
carne nos acouges da ireguezia de Santo An-
tonio, sendo esteo .seductor daquellc **-
gundo que se tem sabido ; foi escravo do Sr
acadmico Antonio Kogerio Freir de Carva
ino, morador atrada ana tris da Boe-V.u
tendo vindocom o me-amo acadmico de a'
gua-Preta,talvezloenasse esUestrada- or
lauto pede-se a todas autoridades onder
mesmo for encontrado, a oa capiUes de eam
po hajam de aprehender, ou leva-la) aosen
legitimo senhor abaixo asaigaado na ra*
larga do Rosario n. 48, qe tenerossaveerte
paga a quem o irouier.Barnardo dn Car
queira Castro Mouleiro.
Continua a estar fgida e 1
de nacao Cassange, de Latan* ds
mais ou menos, altura regalar,
Jar, cor preta, rosto redondo, sssa i
limpas, cheio do corpo, ae
escravo dos berdairos do finado
da Cuaba ; ha quasi certexa d* .
partes do sul desta provincia, sa algneaa
dito escravo fique ceno da que o don* aa ds 1
dar com lodo o rigor das Uta contra o aeaal
a quem o capturar prcmana-aa pagar coa wm
sidade, sendo conduzido a roa da Goia a. M sa-
g n do andar nesla praca, oa no iran Crawl 1.
ou Agua-Fra da freguetia da S. "
Mata.
Deuppareeao un roalaliab* **___
de menor idade, oa la Direita a* sacia ata, **ha
21 do rom-ule : quem echar dirija-ar a'raja eaaa
Asnas-\ enle. n. 1, que acra'------------- m.
traliallio. ""
Fugio no dia 13 da carras^ *aaa*a* -
lo, de nome Casiano, representa lar j\> anas* da asa-
da, altura regalar, barba faenada, ilisj a aasjar
por Santo Amaro e Campo l.rand* ; sjoasa sjssssr
pde leva-lo a raa larga da Rasarte *. 37, ja* asara
recompensado. "
*

I j?*rfr fA ui^
Dos premios da sexta parte da sexta lotera a beneficio a Matriz da Boa-vista
________extranida a 9.2 de Noverobro de 18S6.
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