Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07642


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Full Text
ANNO XXXI1 N. 276
Por 3 mezes adi intadot 4,$000.
Por 5 mezes venc dos 4#500.
SABBVWO 22 DE NOYEMO DE 1856.
Por auno adianlado 15g000.
Porte franco para o subscriptor.
ENCARltEGADOS DA SL'BSCRIPC.VO' NO NORTE
Panuira, 8r. Servaiio T. di Niiindidi; tli'til, o Ir. loio
aulm I. Partir Jnior; Arieatv. Sr. A. d Lemoi Braga ;
ara, tlr. J. Joie. de Oliveira ,- Maranhao, o fcr. Joaquim Mar-
si um Sadriguei; Pimhy, o Sr. Domingo! Hirculaoo A. Panoa
Carota: Par, Si. JuiiinianoJ. Iimm; 1 miionu.o Ir. Jare-
n tora da (tala.
PARTIDA DOS CORREIOS.
i.-...,-,..
S. .lu,
8. Lo
n.L, os da*. ... '. -j-initj e i'.,,., ,,i,, : rus sama.!., a
', Buaerroa, IlDnilu.Ciru.ru, Allnili c liar
ateo, !'. .-d'llli... N.i/.i-ili. I.imoriro, II
ira, nona, Villa-fella, Koa-Vi.i., Oori.
lailio, Ifojiica, Seriabeo, Kio-Fu.mo.o.
Itilialeirta o Nal.l : .juii.1 ..--or i,.
I l i l9 crrelo* partea o- lo harn A minhfa.
Inj
Maa-fefraa.
akuaia. ur*-feim.
rjn, IVi;.(l'itJ. f.I.M-
I. vil : Mi- | i >'.-!'.r.i.
Uarrafrea, tsru.-Prel.,
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commtrcio ; leguodu i quintil.
Relico : lircii-feirai t aabbadoi.
Panuda: quarlit taabbadoa ai 10 horai.
iuia doeommtreit: iegur Jai n tu liorna quintal atlt-dla.
Julio di trphoi ,-itgundti t quinln at lo hora i.
Primtin rara do eirel I igunda t iiiiai at maio-dla.
Segunda Tin dt llvsl: quinar nbb.doi aa maio-dla.
EPHEMEB1DES I) MEZDE .XOYEMHKit
B Quirloereicinlt ai 3 horai 4 minutos t 48itgundoi di t.
1 Luaehait ti 7 horas 23 minutoi 148 itgundoi dt m.
11 Quartomingutnttti 8 horai.18 minuloit 48itgondti da m.
27 Lu nota ai 2 horai.at minuto! ,48 legundoidl larda.
_ PREAMAR DEIIOJE.
Primar, 0 ( MbduIoi da urd.
Sigundi o horia e 54 minutos di manhia.
DAS DA SEMANA.
17 Segunda. S. GregorioThaumaturgo b.
18 Terca. S. Odn ab. ; S. Esiquio ni.
19 Quarta. S. Isabel viv. rainha f. ; S. PODCiano p. m.
21) Quinta S. Flix de Valois : S. Octavio m.
21 Seiti. Apresentacao da 8S. Virgem &li de Dos.
22 Sabbado. S. Cecilia v. m.; S. Felemon m.
23 Domingo. 27 8. Clemente p. ni. : S. Crvsogno m.
ENCARRKGADOS DA M l:v lill-i \. v, M
Alagoai.o 8r. i.liudint ralcao Din ; ftana fci. B. I
|io dJ aua.ro,.Si. Jo.. Partir Nanita.
em man
O pr op r I ni ri. dt DI AIIO Mtattl Fi?aairia da
[liTraril, puta di Indiptndintu m.tiH.
PallTl OFFIOIAL
MINISTERIO DA MARINHA.
Decreto o. I8J de i de outubro de 1856.
Milu la observar uovo plano para os uniforme dos
ofliciaes do carpo da armada e clasica annexas.
Hei por bem approvar o uovo plano para os uni-
formes dos olliciaes do corpo da armada e classes
auoexai, qae com este lum assignado por .load
Mauricio Wanderley, do meu cousetiio, minislrn e
Becrelarto de eslado dos neeocio. da marinha, licau-
do sem efleito o decreto n. -J.V.I de 11 de dezem-
bro t x'iJ. O conselho supremii militar o lenlia
assim entendido e Taca executar.
Palacio do Rio de Janeiro, ero de outubro de
tKjtj, trigessiinu-quiilo di independencia e do im-
perio.Com a rubrica de S. M. o Imperador.
Joao Mauricio Wandetlex,
i'tauo a que se refere o tlecreto
tiesta data, para os uniforme* offlciaes do eorpo da armada e
das classes aiuieXa*.
CORPO DA ARMADA NACIONAL E IMPERIAL.
I. I
O/pciaes tjtneracs.
I'rimciro uiiiiurme ou de gala.
f .lupia armado de pluma* brancas, como inostra
a lis- 1, abas de i> |r pollegadas de altura na par-
te poiterior, t|2 na rtela ;S ditas para cada
cauto ; tope de cantas verdes disposlas circular-
rente, com a estrella brdala a lio de ouro, leudo
dt dimetro 2 3|t pollegadas]; presillia, formada de
um canoUo lustroso n. .*> 1| dobrado e torcido, e
de outro singlo dn mesmo numero, com um botao
grande na volta do torcido, igual aos da aboloadu-
ra da (arda ; borlas da Turma da Fig. 2 cuberas de
gallao de esleir de t 112 pdllegada de largura com
cinco voltas de canotao igual ao da presillia.
Farda.De panno aol ferrete ; peilo Iraspassa-
do, tendo dnas ordens de botfs grandes cada nina
separadas nina da outra por t pollegadas de inltr-
vallu n- parle inferior ; gol e einhOes com as bor-
daduras como mostram as FiKs. .1 para o almirante,
para o vice-alrnirante. 5 ni ra o chefe da esquadra,
e li para o chefe de diviso portinholas as abas
com tres boles grandes or baixo ; dons bolOes
grandes na feirAo, um a meio da prega de cada
abi, outro no remate das vistas na cilremidade de
cada urna das mesmas, e (re pequenus na abertura
de cada manga. (Estampa I."}.
Boles.Convexos, doura los, tendo dous circo-
Ios concntricos separadas pi r um esparn, no qual
estaro disposlas em relevo e circularmente vinte
estrellas, na parte central liRvera' urna ancora com
amarra disposla verlicalmenie, e no espaco que Ihe
licar superior urna corna ; tudas as parles salientes
pala e ua parte de dentro da palmatoria junto a'
roca, e de ser esta ultima guarnecida pela liarte in-
terna de um cord.io ignal ao qne ha no remate da
franja abaixo delta : us dislinclivosiobre a pala de-
vem ser de prala solida. (Fig. 19.!
Calca.Da panno azul ferrete sem gallo, ou de
riores, e dt dons cordes de t pollegada de largura
pira os olliciaessuhalttroos li^. 3i) ; sobre este na
freute verlicalmenie posta urna ancura com amar-
ra, t no esparo que the licar superior (una coroa,
todo bordado a fio de ouro (Fig. 35) ; tope nacional
no lado esqutrdo sobre o gallito ; correas de cauro
brim branco, couforme a slarjjo. Serio usadas so-1 enveruisado preto, presas ein dous bolis pequeo*
bre hotins ou sapatos abotinados. iguaes ios da aboloadara da farda, cobrindo a eos-
(iravala, fiador.Iguaes aos do primeiro oni-1 tura da pala. 1)9 ofliciaes superiore podero ad li-
forme. J/iim asar deste bonet ou de chapeo armado do
I aliui.Decourn preto envernizado,correa dobra- primeiro uniforme,
da da cintura de I i|2 pollegadas de largura ; din- Snbreeasaca.Como a dos olliciaes-generaes vEi-
guia< duplas de cnuru envemizadii em (orina de lampa 6. ; nos cautines em logar de horcadura'tres
i'or.la i com -[S dii diaiuelru ; chapa d orada t cir- galloes de ouro de dous conloes, e 1 pollegada de
undo fusco ; dimetro
i I|J pai,i os pequeos.
s de ouro com a pala de
sero bruidas, sendo o
I pollegada para os grande
I Fig. 7. .
Dragona. Unas dragom
gallao de lien a de 2 I | pollegadas de laruura ; lis.
K ) ; guarnecida a palmatoria cmn una roca de
ouro fosco e lustroso de (|8 do pollegada de di-
metro ; os lados de pala e a parle do dentro da pal -
materia un a roca ornados com um bordado de
i i noli i lio fusro e lustroso de 1i2 pollegada de lar-
gara ; um IniN'n pequeo igual aos da abatoadura
da farda a raeiu da largura da pala e distante I|2
pollegada do extremo interno ; franja de duas or-
dens de canotAo lustroso u. S l|2, sola e de i pul-
legadas de comprimen!' ; um cordilo fusco e lucro-
so de l(i de pollegada de dimetro sobre o reale
da franja loso abr.no da ro- ; (obre a pala os dis_
linciivo- di- i .ka-'l '.iMatK -- prila. i tpre
senlam as liSi.tte do alnifraele, 10 o do vice al-
mirante, II o do chefe de esquadra, e 12 o do che-
le de divUao ; comprimelilu igual a' largura do
hombro ; passadeira bordada a lio de ouro sobre
panno aznl ferrete. 'Fig. 13.)
Cal.a. li- panno a/ul ferrete, guarnecida as
costura exlcriorfs de galo de ouro de qnatro cor-
des de mei.i pollegada de largura, ilg. 211.)
Sr-r.ni asadas subre holinsiou sapatoa abotinados.
Grvala.Ou lenco de sella prela de maneira que
nio apparei;a o I ico.
Fiador.De cordao de Rolde ouio, de 12 polle-
gadas de comprimculo, coiu a borla de forma acha-
tada, e bordada de cauolillio|ruscu e lucroso, como
musir a Fig. 15, Uudu I lii pollegada de com-
priinento, e I 1]Kna -m maibr largura ; franja de
canul.ln n. ."i t[2, solta de 2 raillegadas de couipri-
meulo. rematada com reqolfcs de ouro fusco c
lustroso.
Talim.De gallao di uoro Je qualro corduts de
I l|2 pollegada de largura, (o
chapa dourada e circular de d
metro, leudo no entro urna a
pot. verticalmenle, e no espado que lhe licar su-
perior urna coroa entre d os i amos de faino e cafe
servindo de orla, ludo em relevo bruido sobre fun
do fusco, um porta espada de
lo para uspeuder o llrele,
16 e 17. Sera' usado por cima
Lavas.De pellica branca.
Florete.Como moslra a "
de metal dourado, terminaodi
nina coroa imperial, leudo a neio em relavo o ds-
ticoPedro IIna frente, e i o lado opposto o sol;
guarda cm forma de meia loa.
centro urna ancora cum amar
ramos de fumo e caf, circula.
rllela a falla e virada para
nio metal, dirigido do puulio
meio em relevo a ligura da
lados; lu lia achatada com 7|S
inaior largura ; bainha de cou
com bocal e ponteira de metal
i 1(2 pollegadas, e aquelle 3 I j. coiu hulau no la-
do externo para prende-lo ao tulu.
Segando uniforme.
Chapeo, fardas, uotes.Igujies aos do primeiro
umlorme. Estampa I".
Dragonas.Como as do primeiro uniforme, com
a iiillereiifii de nao lereni bordadora noi lados da
rado de velludo azul;
pai pollegadas de dia-
icora com amarra dis-
correr do mesmo sa-
lomo mostram ai Fig.
da farda abotoada.
ig. 18 '. punlio solido
ua parle superior por
leudo ein relevo no
a e coroa entre doos
a de urna semilla pa-
laixo ; arco do mes-
a' guarda, tendo a
Almerica de ambos os
de pollegada na sua
ro preto enveruizado
dourado, tendo esta
O CANTO DOS HELLENS.
PEU) CONDE DE LeoLKAT.
que ganhou o segundo premio, decre-
tado pela Sociedade dos Homens de
Lettras.
Preservar sua imaginario de todo
o descio, he um stifi/es calculo de
felicidade para urna mullier vir-
tuosa.
Madama Nicker de Sanssure.
'onfiimapuo..'
Poacu depuis, episodios da vida real vierain ar-
rancar-iue um tunta aus meus sonlios.
Chegava-me um cninpanhoira inc-pera la. A pri-
mognita de ininhas primas fui-nos repentinamente
envala pelo* seus pas sol pretexto de .iperfeirnar
sua educirn, mas talvcz com senlimento de ciume
inspirado pelo amor rom queninha av tralava-me.
Era urna mora de dezesele anuos, mtii risouha, e
Colar de 2 pollegadas de dinuioiro, leuda no centro
urna ancora com amarra dispuda verticalmenle, e
no espaco que lhe licar superiur umi coroa eDlre
dous ramos de lamo e caf servindo de orla, ludo
em relevo bruido sobre fondo fusco, os pauadores
e mais ferragens douradas, como mostra a Fig. 20.
Sera' usado por cima da farda abotoada.
I.ovas.De pellica branca.
E'pada.Como moslra a Fig. 21 : punho sollido
dourado, rematado com urna cabera de lejo, e for-
rado ua parle interna e nos lados lijaren les de lila
branca circulada do rame dourado; guarda de meio
copo, lendo externamente um-i ancora com amarra
disposta verticalmenle, e no espaco que lhe ficar
superior urna coroa, ludo em relevo brunidu sobre
fundo de d.airado fusca, e lisa internamente ; maior
largara da folha t 1|S de pollesada, buinha de cuuro
prelo envernizado com bocal de i pollegadas, bra-
cadeira de 3 l|2, e ponteira de 7 1|2, tudo de me-
tal dourado ; una argola no bocal e outra na b:a-
cadeira para prende-la ao talim.
Terceiro uniforme.
Chapeo armado sem plumas, igual ao do primeiro
uniforme, ou bonet de panno azul ferrete como
mostra a Fig. 22 ; cinta com urna bordadura de I
112 pollegada de largura (Fig. U.) sobre estaa
frente verticalmenle posta urna ancora com amarra
e coroa dentro de um circulo de vinteestrellas, in-
do bordado a lio de onro ; no lado esquerdu o tope
nacional ; correas de galillo de um cordao de 1|2
pollegada de largura, com urna passadeira de cerrer
de metal dourado em forma de livela, presa por dous
boles pequeos igoaes aos da ahotoadura da farda
cobrindo a costura da pala.
Sobrecasaca.De panno azul ferrete ; peilo tras-
passado. lendo duas ordens de oito bntSes grandes
cada orna separadas urna da outra pur tres pollesa-
das deintervallona parte inferior; valla virada;
cmhes com a bordadun da respecliva patente ;
pestaa na algibeira de cada aba, com um botao
grande uo mein e outro no extremo iuferior ; dous
botoes grandes na fecau e tres pequeuos na abertu-
ra de cada manga. Estampa l.t)
Boles.Iguaes aus marcados para o primeiro e
segundo uniforme.
Calca, grvala, fiador, talim, luvas, espada.
Iguaes aos marcados para o segundo uniforme.
II.
OFFICIAESi SUPERIORES E SUBALTERNOS.
Primeiro uniforme na de gala.
Chapeo armado igual ao dos olliciaes generae,
sm plumas, com o bolo igoal aus da abotoadura da
farda respectiva, leudo as voltas das borlas para o
oflieiaei subalternos de canolilho n. l|. (Fig. 23.)
Farda.Coma a dos olliciaes generaes, com .i dif-
ferenra de nao ler borda duras na gola e canhes,
tendo cm cada um desles ltimos em seu lusar Ires
botoes arailes na frente. (Fig. 24.
BolSes.Convexos, douradas. leudo na pcriphena
um circulo guarnecido por fura de semilla, e ua
parle central una ancora com amana diii*M'ta ver-
.Oralmente, e na espa.ro que lira licar supeiior uma
croa, tuda era releTtr'aruuida ..lire rundo fusru ;
dimetro nini pollegada para os graudes, ', para
os pequeos. (Flgj. 85 e 26.)
Dragonas.Para o capilo de mar e guerra :
Diiss dragonas de ouro iguaes is do segundo uni-
forme dos ofliciaei generaes sem os dislinctivos do
gran, e com bolAo sem estrellas. Fig. 19.
I'ara o capilAo de fragata :
Como as de capito de mar e guerra, com a dilfe-
reura de ser a franja no hombro esqoerdo de cano-
lilho n. J,'. Figs. Ule 27.,
Para o capilo-lenenle :
Coma as do posto antececente, com a dillerenca
de ser usada no hombro direito a de canolilhu u. \'.
ligs. 19 a 27.
Para oprimeiro-teucnle :
Como as do capilao de mar e guerra, com a dif-
.'en Vde ser fra,,Ja en> amlias de canolilho n. 'i.
Para o sesundo-teuenle :
Como aa de primairo-teueulc, porem sem franja a
do hombro eiqoardo. (F'igs. 27 e 28.)
Caira.De panno azul ferrete, guarnecida as
costuras exteriores de gallao de ouro de qnatro tor-
does de 1 i, pollegada de largura p.ra ofliciaes su-
periores, e de dons cordes de t pollegada para os
olliciaes subalternos. ,Figs. 29 t 30.
(iravala.Ou lenco de seda prela, de maneira
que nao apparera o lijo.
Fiador.De cordilo de fio de ouro de 12 pollega-
das de comprimenlo, hurla de forma de pira, leci-
dade lio de ouro, como moslra a Og. 31, leudo 1 \
de pollegada de compcimeolu e 7|8 no seu maior
dimetro ; franja de canotao a. ."> '; de duas polle-
gadas de emprimante, rematada com requife de ou-
ro fusco e lustroso para os olliciaes superiores ; e
franja de canolilho u. para os ofliciies subalter-
nos, t'ig. 32.i
I'alnn.Igual au Ho segundo uniforme dos ufli-
ciues-generaes. Fig. 20.1
Espada.Igual do segando uniforme dos ofli-
ciaes eneraes. Hg. 81.)
I.uvas.De pellica branca. Estampa i.'
Seguudo uniforme.
Igual ao primeiro, com a dillerenca de ler a caira
uu de brim branco, ou de panno azul ferrele, sem
gallao, conforme a estarito. Estampa .".'.
lerceiro uniforme.
Iloiiel.De panno azul ferrete, como moslra a
fig. 33, tendo um gallito de ouro de quatru cordes
de 1 )i pollegada de largura para os olliciaes supe-
Estavamos no mez de Janeiro, islo he, no meio do
carnaval. Eu custava a persuadir ininhas duascom-
paiiheiras a ir mulla- vezes a casa de madama de
Larev.
Sem duvida a msica heagradavel, dizia mi-
uha av ; mas fallando fraiicaiueute nao Rosto de
ver um Mita transformado em viveiro de
rinhos !
I.'m dia recbenlos um bilhete da baroueza cou-
tendo estas palavras, escripias com lapis :
o Por Sania lgnez, venhain iimaulula de noitt a
Adiamos o sal"m cheio de gente e de llores em
honra da padroeira di casa. Entre lodos e Ihetes nolei um feito de violetas e de camelias bran-
cas, que pareceu-me mais simples e mais helio que
os oolros. Admirei-o.
Nao helAo lindo-.' perguntou-me madama de
l.arcy. \oo dizer ao principe que voss lambem he
de minha opiniao, pois he a elle que o devo, bem
como este magnifico lbum conlendo vislis da
Grecia.
Emquanto ea folheava com embanco o bello vo-
luine. a baroneza accrescentoo :
Nao acha que para ser iuleiramrnle amavel o
principe devia fazer-nos ouvir outra vez u cauto dos
Mellen, s '.'
Esla noite, respond cum hesilurao, elle nao
pudra recusar-lhe isso.
Madama de i-arey aparlou-sc. Nao segui-a com
a vista, pois continuava a folhear com distracrao as
paginas do lbum. I ni iustaute depoi
^anlava.
Tornei t ouvir essa melodia t.io chara De foi-ine dillicil occultar minha perturbado. Eu sen-
passa-
aleure de detxar a Franche Comi pnr Pars, porm "a "1 dava adevinliar que era para mim que elle lanlava,
e experiineulava um seulimento profundo de reco-
o principe
que vultejava estouvadaineule atravez dessa socieda-
de nova, eujus usos fui encarreuada de ensinar-lhe.
Minha av admirava-se de acha-la um lauto groa- nhecimento e de orgulho.
seira, e dizia que ella enlrava em um salan como I Sihindo do salao achei no meu capol:nho nm ra-
oma segadora ein um campo. Minha peqoena su-| rnalhele ah peri rida.le de eleuancia leria lalvez sido sulli-ienle ; ne l.arcy. Tomei-o cm silencio, eoccallei-o aos albos
para impedir de eslabeleer--.e grande intiinidade I curiosos de Noemi.
entre Noemi e mim ; alin disto minlia prima clie-
gava tarde. Ella ra aiuda emquanto eu aouliava.
Nao podinmos enteuder-nis.
Ha minia que Dio l.ohv-te fallado de minha lia.
He porque desde o dia em que seu lilho (mi,,,,.,,_
se como ispiranie, ella passou raoilos annos na Bre-
i inha sem aniniai-se mais a perder de vista o mar.
Kscrevia-nos de lempos en lempos dando-no. algu-
mai noticias das viageus longinquas de Jorse e de
fu.is breves apparirnes nos ivredores de Bennes. Po-
rem na poca da chegadi de Noemi recebemos al-
liUinas liiiln.s de madama de Braizieux, a qual au-
iiui.ciiva-nos que leudo seu lilho oblido urna licen-
ri de alsuns uaezes viriam junios Mr* lili comnos-
o em Paris ou no campo.
Semelhaute noticia nao poda chegar mais fura de
proposito. Eu tinha um preenlimeulo vaco dt qus
a presenca de minha lia perturbara completamente
n vida dal, que eq para mim creara.
Vide Diario d. 271.
Alguns dias depois fomos ao baile da Lisie Civile,
dado no Casino da ioa da Chausse d'Antin. Minha
prima maravilhada de ver urna grande festa, e nao
achando-se nunca suflicieiitemenle bella para ahi
figurar, fez-nos dragar tarde. Fomos muitomal col-
loradas. 1'rnrure com es olhos na mullidao ama s
pessoa, que ahi n,io arhava. Minha av enfadava-se
de n.lo conversar, e crilicava a mollidao. N.iu lie
una r.Minino de pessoas elesantes, dizia ella, he a
leira de Beaucairc Noemi lamenta\,ios bailes de
BetaoeoD, nos quaes dausava toda a nuile. Concor-
damos em relirar-uos cedo ; puiem fui-nos iulinila-
nieiile dillicil eanhar a antecmara. Apenas chega-
nios ahi, minha v c eu soltamos um grito de sus-
to : lindamos perdido minha prima I Depois de a
lern.os procurada milito lempo ella voitoo-nni mili-
to espantada, coberta rom um capole de ca-eonra
vermelha da Algeria, que tomara mi falta do seu.
Ah ctrlamnii ella, qnanlo custa atravenu
esla mollidao Segu du i mullieres, cujos toncados
I iissemelhavam-se aos seus, e se nao fura nm helio
argora, separados por um eiparo de \ de pollega-
da e dispostos circularmente para o capilao de mar
e guerra ; dous salines dn mesmo padrao e largura,
igualmente enllocados para o capitn de fragata um
gallao do mesmo padrao t largura, e nutro de um
cordao de ', pollegada de largura, enllocado da
mesmi forma, lcandu o mais estrello pela parle in-
ferior, para o capitao-teneule ; ums callao de doos
cordes e I pollegada de largara, igualmente collo-
cado, para o primeiro-tenente ; dous galloes de nm
cordao e ', pollegada de largura, collocadoida mis-
ma forma para o segundo-teiiente. Enlre u extre-
mo inferior do canhao e o primeiro gallao cima
havera um espaco de I '-,' pollegada, menos a de
capillo de mar e guerra, em que o iulervallo acmi
ser de ',. Eslampa 7.'
Botes, cale., grvala, fiador, talim e espada.
Igoaes aus marcados para o segundu uniforme.
Os olliciaes que servirem de secretarius, ou de
ajudautes d'ordens dus ccrutnando* de diviio ou de
esquadra, usarao de corddes denurosemelhanles aos
adianto marcados nesle plano para o~ guardas-ma-
rinhas, aprnpriadoa porem para poderem servir com
as dragonas. Fig. 36.'
III.
tilARDAS-MARINIlAS E ASPIRANTES.
Vrimeiro uni/orme ou de galla.
Guardas-raarinhas.
Chapeo.Armado como o dosollIciaessiibaUerous,
mas sem bnrlai. Eslampa. 6.)
Farda, boles, caira e grvala.Iguaes al dos of-
liciaes subalternos.
Cordes.Serio usados no hombro esquerdo de
fio de ouro da grotsura de 1|8 de pollegada forman-
do tres voltas de grandeza difierente destinadas a li-
carem pendentes ao lado do hrar;o, de modo a suas
concavidades olharem todas para cima, sendo a su-
perior a menor e inferior a maior, esla ultima de
tli pollegadas de comprimento e acompauliada por
orna tranca feita do mesmo cordao, as duas ponas
eahidas urna de tli pollezadas e a outra de 17, am-
bas com tres nos dt cinco vallas, e terminadas com
agulheta de metal dourado, preso ludo em cima do
hombro por nm alamar do mesmo eordao de I tf
pollegadas de comprido, forrado de pannj azol fer-
rele, e com um holn pequeo igual aos da abolua-
dura da farda no extremo interno ifig. 36) como
usam presentemente os aspirantes.
Fiador.Como o dos alucias subalternos, porem
sem franja.
Talim, luvas e espada.Iguaes aos dos olliciaes
subalternos.
Segundo uniforme.
Igual ao primeiro, com a dillerenca da caiga ser
de brim branco, no de pernio azul ferrete aera gallao,
conforme a esla^ao. (Eslampa 5.1
Terceiro uniforme.
Bonel.Igual ao dos olliciaes subalternos.
Sobrecaaaca.Como a dos olliciaes subalternos
eslampa 6.), com um su gallao de um cordao de
meia pollegada de largura, eolloeado circularmente
ein rada canhau, na distancia ja marcada. Estam-
pa I-y *
Botes, calca, grvala, fiador, talim, espada.
Igaiei aos do primeiro uniforme, sendo a caira ron-
forme a estarlo, de brim branco ou panno azul fer-
rete sem gallan.
Aspirantes.
Uniforme.
Bonet.Igual ao dos guardas-marinhs.
lrdela.De panno aznl ferrete, peilo Iraspassa-
do, tendo duas ordens de oilo botes peqaenos cada
nina separadas urna da nutra por Ires polle'.-adas de
iulervallo ua parle ioferior ; golla virada, una es-
trella bordada a fio de ouro na parte externa de ca-
da mauga, duas pollegadas abaixo de sua uniao com
o corpo da frdela ; tres bolei pequeos na aber-
tura de cada manga, e oulros tres sobre a trente do
canhao.
r.uiues.Iguaes aos dos suardas-mariohas.
Caira.De panno azul ferrete, sem gcillo, ou de
brim brauco, conforme a estacao.
Grvala.Ou lenco de seda prela, de maneira que
nao apparera o laco.
Talim.Como o dos guardas-marinhas, diQerindo
na largura da correa da cintura, que ser de 7)8 de
pollegada, e as guias, que serao de correas de lar-
gura de j|8 de pollegada.
Espadim.Como mostra a fig. 37, punho de ma-
dreperola, terminando na parle superior com nm
remate de metal dourado ; os lados interno e exter-
no forrados com urna lamina metalici lavrada e
dourada ; guarda formada por duas hasles do mes-
mo metal doorado, fazendo cruz com o punho ;
bainha de metal lavrado dourado com duas go-
las, urna no lugar do hoccal e oalra no da ora-
radeira ; comprimento tulal 13 pollegadas, falla
achatada.
IV.
CLASSES ANNEXAS.
Uf/iciaet de copclla.
Filiforme.
( habito da respectiva religiao.
Observacgo.
lie iiileirainente prohibido aos capclhles o oso de
vestimentas seculares emquanto durar u leu embar-
que, a bordo ou em actu de servico, anda mesmo
que sejatn presbj teros do habito deS. Pedro.
V.
OFFICIAES DE SALDE.
Cirurgities.
uniforme.
Primeiro, seguudo e terceiro igual aos olliciaes
homem vestido de preto, que digooo-se de gaiar-me,
eu estara perdida .'
Kni.io elle esl aqui disse eo comigo. Viga-
va sobre ni.
Depnis live pezarde nao le-loreconherido no meio
desse tumulto ; pois nao veo-me ao espirito que es-
se homem fosse um deiconhecido.
Nao tstavamos anda no lim dt uossas penas ; nao
podamos adiar nossos criados. Sem cavalleiros, en-
lre unta mullier idosa e ama moga esloovada eo u.'m
sabia como tirasse minhas compauheiras do embara-
o. Emqaauto deliberavamos, o fro ganhiva-noi.
Itepeutiiiameiile um joven pagem de vestuario are-
gn chegou-se minha avn, e di'se-llie respetosa-
mente :
Meu amo ordeno-mc que oQerecesse snacar-
ruagem senhora marqueza.
Huem he sen amo '.' pergunlou minha av cora
sorpreza.
O principe Alpheo Michaels.
Eu experimentava urna angustia extraordinaria.
E--a siiuic.lo parecia-me lao delicada, que leria
querido fogir com risco de voltar par. e casa a p,
sem embargo de meus upatos de setim branco. Mi-
nhas compauheiras julgaram difTerentemenle.
Nao eonheco niiianem cum tal nome, diste
minha av ao criado mysteriosu ; porem j que seu
amo dgna-se de fawr-me ama propala lito gracio-
sa, Dos me livre de rejcita-la ; pas corremos ris-
co de ser esmagarias a porta deste fatal Casino, ou
de gelar-nos sobre a ponte antes de chegar u ra de
Grenelle.
A ollera foi, pois, aceita. Na earruagem Noemi
falln dos contoi de Perranlt e dos principes que
ahi soccorrem sempre os infelizcs. Minha av qut
esquerera-se do cauto dos Hollnos diicorria sobre a
polidez dos eitrangeiros, e sobre a decadencia dos
costumes fraucezes.
He preciso que eu encontr es-e principe em
alguma parle para agradecer-lhe, disse ella subindu
a cscada. Tenho una idea vasa de ler ouvido pro-
nunciar seu nome em casa de madama de Lar. \.
Talvet seja alum de seus rouxiooe. Hei de fallar
lhe a es-e respeito. Parece que os Athenienses lem-
se conservado polidns. Depois que os Fraucezes mel-
leram-se em conquslas, lim lomado lodos os defin-
ios das naroes vizinhas.
Com ril.ni.i, indo outra vez i casa da baroneza,
minha av couloo-llie sua aventura.
Oh isso lie bello exclainon madama de
l.arcy.
E correndo a chamar o principe, ella no-lu Irou-
xe para apreseula-ln iorinalinente. Miuln avn aco-
Iheo-o com agrado, e convidou-o a vir ve-la sem
suspetar qoe poda ser perigoso admitlir no nosso
cirrolo um eslrangeiro i.i.i brilhante. Prjuiplamen-
le esqueremos os perigns da idade que lijo temos
mus.
Eis-ahi n principe admithdn no nosso ,elho pala-
cio. Aqu, Branca, minha hilloria vai assemelhar-
se de muilas outras muras. Em seroelhanle caso
nao traa-se de algomat visitas recehidus de lempos
em lempos. Conhec a inlimidade recelosa, chiia de
doces emores, as espuanras que nunca ao enga-
di armada das patentes correspondentes, leodo
porem as fardis, sobrecasacas, gallao do bonel e
das divisas avivados de roxo. (Estampas 8.", 9.
e 10.)
I'lmrtiKiceulicot.
Luiforme.
0 mesmo que o dos cirurgioes, devendo usar com
o primeiro e aegondo de duaa dragonas de ouro
iguaes as dos seguudos-lenenle, trizendo porem no
hombro direito a qae nao lera franja ; e com o ter-
ceiro de divisas de zoarda marinha. Eslitnnas S
9 e 10.,
Knlermeirot.
Filiforme.
Frdela.Como a dos aspirantes, sem estrellas e
avivadas de roxo.
Bonet.Como o dos aspirantes, sem gallao ni
cinta, e em seu lugar urna facha roxa da niesma
largura, sendo a ancora com a marca e coroa bor-
dada de relroz ou l.ia cor de ouro.
VI.
Officiaes de faienda io numero.
L'nifurme.
Primeiro, segundo e lerceiro igual lo dos ofliciaes
da armada, sendo porem as fardas, aobrecasacas, e
n gallao do bonel e das divisas avivados de brauco.
Eslampas 8 e 11.'
Officiaes de (azend.i extranumerarios.
Uniforme,
lefta apenas o lerceiro dos da sua classe dorante
o lempo de embarque. As divisas tarta correspon-
dentes as do rommissario e escrivflo de no, para os
qut rmliarr.ircm em navios de mais de 80 peras, ou
vapores de forra superior a de 300 cav.illus "porem
o que embarcaren! em navio de lll a 20 peca, ou
vapores de forja superior a de 130 cavados, terilo as
de commissario e eierlvta de fragata : nos navios
menores os escrivaes terao as de guarda-marinha.
Desptnseiroi.
Primeiro umlorme.
Sobrecasaca.Como a da ciaste de lazando, sem
divisas. (Eslampa 12.
Bonel.Como o da classe de fazinda, com gallao
do padrao e largura, das divisas de guarda marinha,
subre vivos braucos.
Segundo uniforme.
Frdela.Com a dos aspirantes, sem estrellas, e
avivada de branco. Estampa I2.1
Bouet.Igual ao primeiro uniforme.
Fiis dos nommistarlos.
Filiforme.
Frdela.Igual ;i dos despenseirns. Eslampa 12. i
Bonel.Como o dos despenseros, sem gallao, I
lendo em seu logar ama faxa branca de una polle-1
gada de largura, sendo a ancora com amarra e co-
rea bordada de relroz ou l.ta cor de oaro.
VII.
NUTICA.
Pilotos de numero.
Uniforme.
Sobrecasacas.Como as dos fliciaes da armada,
lendo o emblema de ancora com amarra e cona
bordada a lio de ouro na gola. (Estampa 13.
Bonel, botes, grvala," fiador, talim, espada.
Como os dos guardas mariuhas.
Calca de panno azul ferrete, ou de brim branco,
conforme a cstarao.
Obscrvarao.
He permitlido o uso da frdela para o serviro de
bordo com es memos dislinctivos.
Pitlos extranumerarios.
Uniforme.
Igual aos dos pilotos do numero, do qual s pode-
rle usar em quanto durar a sua commissao.
Praticautes de uonieonio du nreorados.
Un i forme.
Frdela.Igual a dos aspirantes, sem estrella,
coiu ancora i coroa, como a do bonel, bordada de
cada lado da gola, de relroz ou lacor de ouro. Es-
lampa 13.)
Bonel.Como o dos aspirantes, sem gallao, leu-
do o emblema da ancora com amarra e coroa bor-
dada de relroz on la a cor do ouro.
VIII.
MACHINA.
Primriros maehinislas.
Uniforme.
Sobrecasaca,Como a dos ofliciaes da armada,
avivada de verde, e sem divisas, leudo na goli de
ambos os lados um eyHndro com embalo e coroa
Fig. 10.
Bonet.Como os dos olliciaes subalternos da ar-
mada, e o gallao assente sobre vivos verdes. Es-
tampa 13.)
Segundos, terceiros e guarios machinistat.
Uniforme.
1 erao o uniforme igual ao dos primeiros machi-
rustas, com a differenra porem de ser o gallao do
bonet da largara das divisas de guarda marinha e
do mesmo pradao sobre vivos verdes Eslampa 13,
e o mesmo emblema sem coro para o seguudo de
ambos os lados, para o terceiro smenle do lado di-
reito, e para o qanrto do lado esquerdo.
Foguistas.
Uniforme.
Como o dos liis dos commissarios, sendo os vivos
verdes, assim como a faxa do bonel.
Cnrvoeiros.
Uniforme.
Igual ao da marinhaseni.
Observaces.
He permitlido aoi machinistas n aso da frdela
avivada de verde, para o servico de burdo.
I\.
Of&ciae* de apitti.
Meslres de numero de nao, e extranumerarios que
servirem como taes a bordo das naos, fragatas e cor-
vetas de primeira ordeni, de vapores de"forra igual
ou superior a de 300 cavallos.
Uniforme.
Sobrecasaca.Como a dos olliciaes da armada sem
divinas, tendo na gola de cada lado doai ancoras de
metal dourado disposlas em cruz. Eslampa 13.1
Bonet.Como o dos olliciaes subalternos da ar-
mada.
Meslres do numero ae fragata e de nucios de nuiis
de 10 pectu, ou rapares da forra dr 130 at'- 300
MmHm inclusive.
Uniforme.!
Sobrecasaca.Como a dos mtslres de iinmem de
na'o, leudo na gola de ambos os ladusuma s ancora
de metal dourado. l-'.-lam la 13.
Ilonet,Corno o dos meslres de numero de na'o.
Conlramestrcs de numero extranumerario*, mestre*
extranumerarios embarcados em navios menores.
1 uifurme.
Sobrecasaca.Como a dos meslres de numero de
nao, leudo Mmenle no lodo direito da Jola una an-
cora de metal dourado. Bataaipa 13.1
Bouet.Como o dos meslre de numero de nao,
sendo o gallao do padrao e largara das divisas de
guarda marinha.
UuariStt de numero e extranumerarios.
Uniforme.
Frdela.Como a dos aspirantes, sem estrellas
com ancora de metal douradi> smenle uo ladu es-
querdo da gola. Eslampa I3.i
Bonel.Como o dos aspirantes, sendn o gallao da
largara e padrao das divisas de guarda inariiiha.
ARTFICES.
Primeiros curplntciros e calafates.
Uniforme.
Sobrecasaca.Como a dos meslres do numero de
nio sem ancora mi gola.
Bouet.Como a dos meslres do numero de na'o.
Estampa 13.
Segundos e terceiros rsrpinteiros, calafates, serra-
Iheiros e tanoeiros.
Uniforme.
Frdela.Como a dosguardies, sem ancora na
gola. :Estampa 12.
Bonel.Como o dos gilardici.
Hscrevenles e meslres de armas.
Uniforme.
O meimo dos segundos c lerceiros earpiuleiros,
com urna coroa bordada a relroz ou la cor de ouro
na gola,sendo a do escreventedo lado .lucilo, c a do
mestre de armas do lado esquerdo. {Estampa 12.
Observaces.
I." Simiente os olliciaes generaes poderaousar de
chapeo redondo, porem com sobrecasaca sem divisas
c fora de acto do servico.
(erraedio do lliesoureiro pagador da reparticao das
obras poblicas. mande adiantarao capillo Alfonso de
Albuquerque Mamaban mais dous conlos de ris pa-
ra a coniiuuiie.n dos pagamentos de que le acha elle
cncarregado, relativos is obras do melhoramenlo da
estrada do porlo de Gallinhas a Caielc. Commu-
nicou-se ao director das obras publicas.
Dito Ao director geral da instrocrao publica,
autorisando-o, em visla de sua informarao, a espa-
rar por mais 30 dias o concurso annanriado para o
provimento da cadeira de instrucrao elementar da
fresoezia de Santa Mara da Bua-'\ isla.
Dito A' cmara municipal de Gmaniia, dizendo
que com o parecer que remelle por copia do procu-
rador fiscal da Ihesouraria proviucial, responde ao
officio em que Ss. mes. consultara Acerca do paga-
mento que ped o porleiro da mesma cmara.
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel general do commamdo dat arnii de
Fernambnco, na cldade do Recite, em 21 de
novembro de 1856.
ORDEM DO DIA N. 371.
O mareclial de campo, commandanle das armas,
faz publico para conheeimonto da guarnicao, que
hontem fez a sua apreseniaeo no quartel general,
o senhor segundo ctrurgiao alteres do corno da sau-
le periniltidu o uso de cohete branco ou azul j n ._.;.. n- F..L;..- >i i ,', .
ferrele, leudo botes isuaei aos da abotoadura da de do exerc.io Dr. Francisco Hiendes de Araonm,
Ranzel de sello, emolumentos e fita para oblencao i bstanle ronberidos, qa.iit.lo elit se
da caria imperial do ollicio de labelliao de notas, ei- candidato aos sullngio* do pite amer icaaa. Nada
ci iv ao do crime e civel do termo de Pio-d'Alho. te ignortva de tai vida e carcter. Tambes* era
Dito Ao mesmo. mandando realisar, stii res- elle Uo franco e expansivo, que nada n>nltlimit
i'.ui-abtlidade da presidencia, o pagamento da quan- te occnlttvi de seu proced ata I o. Una raa 4t si-
lia di'7-ib'i rs. que dispendeu o commissario do dro, que se exige para a habitarle des btnuai m
vapor Amazonas com o enlerrameuln do cadver do blico, anda lhe pareca pouco transp-ireate ; ajee-
soldado que fallecen a bordo do mesmo vapor. brna-lht pas es vi Jios rom os eotovello. rom m
Dito Ao brigadero director do arsenal de gaer- | pe e com a cabera, e vivee. por aatia dizer, ao
ra da corle, acensando recebido os 17 livroi qae S. S. meio da rus, exptilo dia e otile t expertarit'pe-
remetleu para o segando balalhao de mf miara. bliea.
Dito Ao inspector da Ihesouraria provincial, Sahia-se bem o qae elle valia t de qiaal* era
iiiteirando-a de haver deixado oprufessor publico capaz, lauto par.i o bem. rumo para o mal. itean-
a Agua-Preta, Ivo Pinto de Miranda, entrar agora do, pela primeira vez. ae ..prevenan ctadidat,
lio gozo da licenca de um mez, qoe lhe fura conce- Cuosa que as pes.nai ataba nA<< % ptrtcea larri-
dula no primeiro de oulahro ultimn. Igual com- vel, mas ale pengoM. abiete m rrescwa ntatra
mnnicaeaose fez ao director geral da iinlruccou pu- de solfracioa. pesio qut Mi em aunara tal, ama
l'll.c.a- i '"O eaurisiem um completo triampae. Ai emi-
Dito Ao mesmo, recommendando que por in- | nenie qualidadei dt qae era dolad* e populan
manga da farda, com o seuundo uuiforme ou sobre-
casa, c fora deaelo do serviro.
3. O uso de chapeo armado coberlo de oleado s-
mente he permitlido com o terceiro uniforme, ou
com o segundo em lempo de chuva.
." O olliciaes de todas as classes exceptuando a
dos generaes, pare os quaes mo foi marcada frde-
la, pdenlo usar desln, quandu os navios em que se
aclianm embarcadas esliverem a vela, sendu aviva-
da com as respectivas cores as dos que pertencereni
as classes annexns.
. As cairas d* que devem usar aquellas classes
para que nao foram designada! serao de biimbran-
ou panno azul ferrele, conforme a eslurao.
que em vitlude do aviso do ministerio dos neg -
cios da .querr do .1 de oulubro prximo lindo, foi
mandado servir nosta provincia, e determina que
este senhor facultativo fi-ine servindo no 2.' bata-
llno de infanlaria. e empregado no hospital regi-
montal.
Faz igualmente publico que liontem nomeou
o conselho de guerra que tem de sentenciar o solda-
do do dito 2.- balalhao Jos Seram de Santa An-
na, pela culpa prevista no art. 23 dos de guerra,
sendo do mesmo conselho, presidente o Sr. capitao
, -w r,..... .., mncio, eMiiioi me ii e-iM. ao. m w n ..
ti.' Os olliciaes do apilo, e os nomeados para ser- Manocl de Campos Leile Ponteado, auditor o Sr.
nadas, os silencios mais cloquales do que palavras,
is meas palavras logo comprehendidas. Alpheo vi-
nha a todas as horas : suas maneiras respeitosas, lao
d ni eren I es daq un las b.s un, os da poca, agrada-
vara muilo i minha av Elle uoi acoinpiuhava
muilas vezes as reuuies, ao Ihealro. ao passeio, c
algumas vezes ale aos armazens. Eu abaiidonava-mu
com lanto ma< delicia a e- enio mea espirito e mea coraran nunca tiiiham si-
do satisfeilos. O co eslava abe'rlo obre minha ca-
beca, como disse um autor de outr'ora. He mu bri-
Ihanle e pnra, querida filha, essa aurma do amor '.
Doas mezes passaram assim rpidamente. Come-
cava o mez de abril quandochegaram madama Brai-
zieux e o lilho. Contra seu custume minha lia nao
aceilou um aposento ein casa da sogra, dizendo que
ji linha-se alojado com Joret no hotel Meurice.
Accrescentou. que estando ambos auciosos para ir
repousar no campo, esperavam que nossa viagem
nao fosse deferida.
A idea dessa prxima partida causnu-me urna es-
pecie de susto. I.'m imn forlissimo altralna-me a
Pars, t Braizieux, meu Braizieux tan amado re-
presentava-se-me enlao como a Baslilha ou como as
torres de Vinceunes. Todava minha av conseiitiu
com summo gosto uessa prxima raudaniji. Fali"t-
da dos prazeres do invern ella aspirava a ver tlores-
cerem soas macieiras.
Tado isso nao era de nalnreza propria para cu-
Tar-ine das prevences contra minha lia. Achei-a
anda a mesma ; ha miitlierisque parecein fallas pa-
ra parar no oulouo da vida sem lerem conhecido
primavera ou verle, e sem (emerem o invern. Jor-
ge, enlao lenle de marinha, eslava j homem. Ti-
nha muila siinplcidade e distinccao em suas manei-
ras, e phyionooiia aradavel; mas 11,10 achei-o no-
tayel em nada. Elle chegava fura de proposito, e
minha recepcao nao poda deivar de reseiilir-se
disso.
Tornando a ver-me, o principe reparnu na minha
tristeza. Mostrou-se mais alllicta do que eu pela no-
ticia de bOMi partida.
Vou tentar o destino, dsse-me elle ; temo que
se)a-me contrario. Madama de Ltrcj lrata-1110 com
summa bondade, e consenlir em servir de media-
neira para com minha familia ; mas ni. posso li-
vrar-me dos mais sombros presenlimentos.
Auimei-me a Iranquillisa-lo. Tinha iimacoiilian-
e.i absoluta na indulgencia de minha av.
Todava quaudo no da seguinte madama de I ar-
cv foi aununciaiia, o corarlo palpilou-me com vio-
vico, ao qual perlenca graduado superior, so pde-
nlo usar do uniforme respectivo emquanto durara
sua commissao.
' A medida adoptada nesle plano refera-se a es-
cala ingleza.
Palacio do Rio de Jnn-iro, em i de outubro de
IHMr.-Joo Mauricio ll'anderleij.
GOVEEKIO DA PROVINCIA.
ExBtiUaDta .9 da tu de ainiabrt
Ollicio Ao Exm. maree.il commandatile das
armas, recommendando a expedicSo de soas ordens
para que a tropa de primeira liulia, reunida aos cor-
pos d. guarda nacional desla cidade, ao de polica, c
sub a dn ere 10 do ollical a qaem por lei compelir o
caminan.la, marche para o pateo deste palacio 110
da J. de dezembro prximo vindooro, auniversario
do reliz natalicio de S. M. o Imperador, alim de as-
sistir ao cortejo, que lera lugar hora do cosame,
devendn a goarngilo da pra^a nesse dia e no ante-
cedente ser comp.sla de pracas da guarda nacional,
que nao poderem marchar, para o que lena expe-
didas as convenientes ordens ao respectivo comman-
danle uperior, com quem S. Exc. st euteuderu
acerca do detalbe para semelhanle farmalora. -iEx-
pediram-se as convenientes ordens nesle sentido.
Dttu Ao mesmo, declarando que convem qne
as pracas do balalhao nacional e do primeiro ele in-
famara viudas da corle, sejam dispenaadas do ser-
viro da guarnirn, no caso de ser possvel.
Dito Ao mesmo, couvidando-o e aos olliciaes do
etercilo existentes nesla capital, e que rsliverem
disponiveis uo dia 23 do correle, para acompanha-
reni a procissao de Corpus Christi, que lem de sa-
bir da igreja matriz da Ireguezia de Santo Antonio
110 referido dia das 3 para :is horas da tarde.
Iguaea convites foram felos ao Exm. commandanle
superior da guarda uacionnl do Recite, e olliciaes
soh seu commaudo, ao commandanle da estaca j na-
val e ofliciaes du armada empregados na mesma es-
tadio, ao inspeclor do arsenal de marinha e olliciaes
ao servico do referido arsenal, e ao commandanle do
corpo de polica com a respecliva officialidade.
Dito Ao inspector da Ihesouraria de fazenda,
approvando a deliberadlo que lomou de accordo com
a junta daqurlla Ihesouraria, de contratar com a cai-
\a filial do Baocn do Brasil nesta provincia a com-
pra de um 1 lellra a favor dos ageutes do Brasil em
Londres na importancia de libras dezoilo mil, ao
cambio de 27 3|l diuheiros por mil ris, iudepen-
denle de ibunarilo.
Dito Ao mesmo, aulorisan luar, soh a responsabilidade da presidencia, o pasa-
mento que pede o capelln da colonia militar de Pi-
menleiras Fr. Jos de Sao Thoraaz d'Aqoino, da
quaulia de ti8?200 rs. que veuceu por exceno de
sold.
Dito Ao mesmo, recommendando a expedirlo
de suas ordens para que na recehedoria de rendas in-
ternas sej recebida a importancia de 53^000 rs.. qae
lem de pagar Francisco Antonio Bravner de Souza
dessa conversaran Respond com distraerlo as poo-
ciis palavras que madama de Uraizieux dirigio-me.
Felizmente Noemi conversou pur nos Ires.
Quaudo muiba av voltou ao salo, pareceu-me
eslai inulto agaslada.
Deve-se concordar, disse ella, qut quem rece-
be as visitas de Mma. de l.arcy pude supprimir
gazetas. He um livro bom de folheir. porm mu
fatgame de ler. Ella sabe a historia do meen li
do theatro Italiano como os proprios bombeiros,
e conla os srveles, e as cadeiras de todos os bailes.
Abaixei os olhos com tristeza. Ah 11A0 cnlicam-
se as pessoas que Irazem noticias agradaveis. Essas
lem simpre grasa e espirito ios nossos olhos.
Depois que mioha ta relrou-se, minha av afas-
tou Noemi nb um pretexto ftil,e disse-mecom in-
dillrenca talvez alleclada :
Aquella pobre baroneza de Larcy he urna mu-
llier etcellente ; mas tem o grande defeito de que-
rer obsequiar, empregar, casar, ou reconciliar a to-
do. lia dez auuos apenas que ella quera fazer-me
casar com um velho general inslez que morreu de
um ataque de cholera em Boarbonne, e que viajava
incessantemente entre seu papagaio e seu medico.
Adevinhas para que ella veio agora ? Foi com a in-
leagan de ollerecer-me para ti o principe Michaeli.
Ora, minha filha, concordo que o prncipe he etcel-
lente ; mas nao quero que vas morrer de fume na
Grecia, undt parece que ello nao possue qoasi nada,
.ligninas ruinas lalvez por lodo u patrimonio, ou al-
umas ecuuumias que permillem-lhe ler urna ear-
ruagem de aluguel e luvas. He mui pouco para
duas pessoas.
Oh querida av, exclame cu, nao quero mais
dn que isso ; deixe-me ser feliz .'
A da de um romance coraecado sem seu eonhe-
cimento passou pelo espirito de minha av, e en-
clieu-a de sorpreza e de indignaran.
Oue disse me ella, tu me enuanavas assim ".'
em quanto en cuidava smente em leus prazeres, e
em la felicidade, dispunhas de li mesma abusando
de minha cuulianra, rindo sera duvida de minha
boa f ?
Debalde pleiteei minha causa com calor ; minha
VO irritada nao deu-me ouvidos. Pela primeira vez
eu linha-a olt'endido profundamente.
Toa ha tinha raz.lo de censurar minha indul-
gencia para oomligo, disse-ine ella,
hendo o meo erro.
luda era, pois, cintra mim, mesmo o mor-pro-
pmi den segunda mli, cuja calan tr ent.io eu
aiidicior Dr, Bernardo Machado da Costa Doria,
e vogaes, os Srs. tenenle Francisco I lenriques de
Noronba, o alferes Jojo Bibiano de Castro, Luiz
Alartinsde Carvallio, Kslevo Jos Paes Brrelo,
e Coriolano de Castro e Silva.
Jusc Joai/uim Coellio.
RETRATOS E PERPIS AMERICANOS.
O general AndrJacksou.
I.
O general Jeckson, cojo retrato pretendo aqui
esborar, foi um dos homens mais eminentes que
lem apparecido na scena poltica de qualquer
paiz.
Em nutra qualquer parle, menos nos Estados-U-
nidos pareca ter elle sido destinado para o poder,
posto que le lizesse recoramendavel por gloriosos
serviros, talento real e vanados conhecimentos; ex-
cellenles qualidades, lantu de espirito como de co-
rario ; por um patriotismo rlenle e tal, qae al-
trapassava o que se chama a exagerarlo du patriotis-
mo americano, se he permitlido censurar um ilai
mais nobre- e puros seulmentos.
He islo bastante, ua verdane, para justificar a im-
mensa popularidade de que gotava o general Jark-
son quandu lu eleilo, e mesmo antes de sna pri-
meira candidatura presidencia dos Estados-Uni-
dos ; mas tssa popolandade era devida, em cir-
ios pontos, a (lulos que, por sua nalnreza, de-
viam aparla-lo para sempre da scena poltica.
Impetuosidade de carcter ; esponlaneidade e ra-
pidez de resnluces, dom precioso, cunvenho, quau-
do he o predicado de um espirito que labe dominar
se, mas perigoso qaando he dirigida pelo rapricho e
exallamenlo ; obslinarao tenaz as ninas anticipa-
das, ponto de se nao curvar uem a propria aulo-
ridade da lei ; vonlade inllexivel ; colera lem vel
conlra ludo u qoe se oppunha a seosdesejos; so-
berano desprezo conlra lodo o obstculo, anda le-
gitimo, que lhe coulrariava as inteocdei ; profun-
do desdem pelor/ue se dir '., anda mesmo
qaando o descoulenlamento e a reprnv.uao parlisse
da opiniAo publica ; inclinacao desmarcada pelos
Iriumphos pupulares ; seolimenlo limitadissimodas
noroes de verdadeira juslir a e lulractavel altivez;
lies cram, creio pode-lo aflirmar, oa traeos qae de-
I.i.iv.im, na nr"aniar,ni do genoral Jicksou, um
homem de tempera pouco commum.
Aciescente-se a tudo isso urna necessidade ins-
tinclva de fadigas e Irabalhos de toda a especit.
Era>lhe iniuppnrlavel o repousn, qner de corpo,
quer de espirito. He predrstioarau ou privilegio.
Nao ha um s fado mais importante da vida do -e-
neral que liveise corrido segundo as regras ordi-
narias. Ate mesmo era seu casamenlu se enconlra
oque qaerqueieja de txlraordinariu e, direi, de
maravilhoao.
Os bons e maos costumes de Jackson j eram
A febre vno ioflammar-me o tangue. Vi nces-
saulemenle iniulia av e minha lia a' eabeceira de
mim leilo. Ellas fallavam em voz baxa com ar in-
quieto apres-iiliiudn me smenle pocSes amargas.
Oh porque urna mili vigilanle, urna" rmaa lerna
nao Mera ni cosiuar-me o caminbo abencoado da re-
lisnarao e da paz !
i i Pouco depois fui rodeada pelos melhores mdicos
o de Pars. A homeopatlua dispuloo minha cura a ve-
1 Iha Faculdade. Receilaram-me sobre lodo o descan-
so. Minha av lembrava-sc com desespero do fim
prematuro de minha mili qae moriera de dor pela
perda de meu pai. Os mlicos iiisisliam para que
fossem satisfeilos 01 meut menores caprichos : recei-
lavam-mea felicidade.
Um dia minha av enlrou na minha camart, e
abraroa-me mais alTecluosaincnle que de coslume.
hu estiva inscosivel aos cuidados como ao aban-
dono.
Querida filha, disse-me ella, quero pagar leu
resi,ib declnenlo pelo preco que te aprouver. Mr.
Marjnlo diz que eu le envi aos Ptreneos ; aera o
ar de Alhenas absolutamente necessario toa
cuia ?..
Depois accrescentou com emoc.io :
S feliz a tea goslo, ininlti liib.i ; seja fena a
vnntaile de Dos .'
Lance) os olhos em torno de mim com urna espe-
cie de espanto, com um prisiuneiru a quem se abrie-
ra repentinamente a porta da masmorra, o que fosse
deslumhrado pela luz do dia. Vi junto de mim nm
bello ramalhele de vilelas. Balbuciava. ria. e cho-
nva ao mesmo lempo. Tinha toda a eloquencia da
felicidade.
Dessa hnr.i em diaole, querida Branca, a doenra
heon vencida ; a mociade reconduzio-ine prompta-
meule vida. Todos os dias om novo ramalheta de
violetas substitua o da vespera. Mmha av com if-
rectosa delicadeza achava meio de Tillar naturalmen-
te do prncipe a proposito de hag.itellas, como fue-
ra um mez antes; puuco depoii couduzram minha
poltrona ao salao.
Era um bello dia de abril, ludo tinha um ar de
dade qae tinhi levaran] es miaras a etaaecet-lhe
os defini. ; porem o coogretto. calrataade eaa
estes ltimos, deu a prelerencu a tea caapet'.W
Ouinry A.lam-.
A mesma razio qae irrisin 1 mnr parte da cai-
nao publica em favor de Jackson. alea de talu
motivos que Hit eram petteiea, liria a rparate
votar em (.luincv Adiis..
I res menibn s do partido democrtico acabavaa
de sneceder-se na radeira preudeartal : Jtaartta.
Midison e Mnnroe, e rada um ella per dees ler-
itioi. slo he, por .-paca de olla aaeet. A ettVK-jt
de Jackson, representante fanaliit de meaat aar-
lido. e promelleudo ira/er de mais, aa 1
de tul doolrin.i, esse caraeltr impelaam
militares, de que Iratarei depeit. ctat qae <
rava a ease partido ama heraera da paitar. Era
isso o que desejava .rdenleiaenle a pavo rain
cano. Era justamente is.o o qae tema a Caa-
gresso.
Quatro annm depois, qnindt Iriaapata. ea aa>-
da linha Jarkson mederadt a rudeza, traaiaaiiia
m.delicias de -oa nalurrza. En liada n mesa ho-
rnera ; sempre popular, o n trece o do itapra m mti
mos perisos, ronio chefe de aa peder eiecaHve.
coja iniciativa ha a principio limitada, a aaaaat ra
manifesla he sempre c neo berta cea a tintan a de-
ba no dai formulas prudente*. 11 ipiilttai a evi-
dentemente pouco couciliaveis eaa a dejaatitaw
ecom a vonlade sempre incomeqeealt dt Jack-
son.
0 nlln di Uniao Americana he cidadaa ala de
ser suldado ; o general, ao contrario, ea ledas at
uccasies de sua vida te mostrara mais aldida da
que cidado. Era para receur ala apec't de anta-
gonismo entrt o< hbitos do genenl a a ceetaara.
do paiz. E, apexar ditto, fui elle eleito cea criaste
-iii-lac.io de seu p ru.lo. Me nertnuci dizer lam-
bem. que o reinado de Oumcv Adaras cerrara he-
nesla e sabiamente, mas de in moda ataca art-
illante e qut contrastara com a vala najara mi-
no, de presidencia, lae clorioumenlt piitaiaiii
poa seas tres predeceuorw.
P.iicceu enlao qae, nao ai a partido diaiualis-e
linha urna desforra 1 lirar pela rcenle dtela, ara.
lambem que o povo americano tenlia ama certa ne-
cessidade di emoces.
Dir-se-hii que a calma e placidez do gevtrae fe-
deral romecava a ser -lhe iosappaxiavel. Paae-se
mmto m explicnr isto pelo rapul.1 mcieaeat. 4a
populadlo, pelos nurnern-,., rlemrulm ettraaket ia-
Iroduzidosnoseiodi nir.lo e qae se nat liaham lia-
da podido amoldar influeacii .1 ~as iaslittic.-.
iuteramente eslnahat aus oulrot ptvos.
Quinto as emurn que procurava. o pava ameri-
cano foi plenamente s- li-f- '-i, porque Jarkwa ika-
lou com anean con-i.t nr.is, r>-.i arca unta da
republici dosEslados-l nido. Elle enronlica aeras.
seguudo a exprefdu do sceplicoeilaiieU nglez ae
fazer pissir um carro jonsido qualro retalla .
par da iiivinlabiliila.lt das leis alr.vri .leva rentti-
luiro ale enlao respeiladi, mesmo daquelle. aae
volaram conlra a soa adn|^*t e qoe foram dapua
encirregadus de a exeeiilir. Janes Mnaroe era nes-
se numero.
Nao quero dizer qoe Jark.on liveae lomad-. -
partido de collnrare ab-olulanaenle naai da le ;
ao cunirai 111 elle 1 invucata incatsaalemeara aa
maiuiei abusos que pnlietvi ; aa ata de>ai
dos nascidin dn defeilos qae te indiode aa 1
carcter. Se oppunham-tr, por exeaple. a ama me-
did, coja a.topcao elle indicava, pranaaaa aa -
mava immediatameiile oalra vilenla, extraa, ta-
ra de ua esphtn e poder, lie qut ella tiaha a has-
hilo do mundo, e senta a neceuidtde de eaa obe-
diencia eega.
Em lodo o cato, os eite aatrat da prtaijtaiia de
Jackson deram a tniis lulhtntica prava da aerleiia
unan dos Estados enlre si e a medida da larca vital
da repblica teteraI.
Nanea os elementos de discordia a a piixoet divi-
dinm linio os partidos na Eslades-I oiasn
nesse oito ninas. Pode-te dizer qee, adae le
rain vulteivi sobre a America de Norte, l-eliz
te serenou-se 1 lempesiada ten desastre*.
1 rolando particularmente de tai elevare pijili-
ci, fai Jarkson sem roulesticae a heaaa ajan, de-
pois de Washington, mi agiten a pretcenpaa a
opinulo publica na Fst.dos-I indo. Advemnv- t
adeptos, amigos e inimizos, teda te pnerim ea
campo, uus para louva-lt com e\cetra, oolrtt para
eriiicn-lo e iiijoria-lo al.; 1 exigaracjto.
Jackson era em verdace nm desles hoaram amfa-
lares, que nao inspram mornis rviapalbtat, aea
meias inlipalhia*.
Os .en 11 menlo<, que infunda na mait, qner te
dirigisiera to coracao, quer ao etpirita, lt se-lbe neressariamcnle como um Itlii npelne.
Ale o momento em qae se envetveu definitivaaen-
le na poltica, Jickwn I '.ra idutalrtda de ledat a
rl isse di .ociedade americana. Chamavam-lac Otd-
Hickorv velho carvilho, I, ea aliaste a tai I
za iiiihiar. e esle alconln en maii papalar na
rica, do que o nome do mait illatlra varia. Na
bar-rooms boteqoins e eaft, ama a latredaiia
1 O hickori he urna arvere,
duro como o do carvalho.
ceja leal he lia
Durante minha doenra aaiaha lia viera
dias offerecer san auxilio a minha av ; pa--m t*
cuididoi Ira e ponloa.s de madama Braizaeei, aa
ir calmo e digno irritavam me. Ea praferia-llra
mademoiiella l.aoreolecontri 1 qnal lina* n aiaai
o direito de impacieolar-aa.
A l'rop.ire.niqueniinliaconvilesctaiadiaatea-st,
minha lii diminnio suas viaili. Eili vinni a-im-
panhada do lilho. o .pial frta e dtrikia
empre aucion> por dcixar-no.
Cnac rdou-so qae partiramos a pequeas ramadas,
minha av.i, Alphe 1 eaa, eqae minha prima canda-
da aos cuidados de Mmi. de Braiteai vina mata
se a nns com ella e Jorge ni semana aeceinle. Noe-
mi prisioneirt desde algam lempa ficen mni Min-
ia com ene irranjn, qnt ptrmillia-llie vitilar Pari-
como provinciana, e dt minha parta tai practica
ter-roe-hia iniporl.nado mude. Achei nema vigem
deliciosa. Aspirava cam embrigaeade cenvaletcenle
os perfamesda primeira. flora, lio azradivei para
quem deixa os mures dt Parii. Os prados de relva
nascenle, as sebes florida, ... caales, a rulan
tudo parecia-me ler um apela nave a tneenlidnr :
urna viagem tem tantas delicia, qaando parec qae
he a felicidade que ella erada/ ...
I'.- unos urna semana deleitosa aa Kraieax. Atr
minhas velhai arvure pareciam-me aatieVs iMl.
que parlicipavim de minha ilegru. En clava ..insta
dbil a tal ponto qae -'-|rtdn riaaialmi.
de -oliln impanham-me um repeaso iti alali. Al-
pheo lia-me os poemas de lord Bxroa, a meditar".
de Mr. de Lamartine, e principalmente a. Meneas
enses de Casimir Delavigne. Elle lii bem, cea vtr
liarmomiMa e sonora ; demai., quem be qoe nao lem
condecido o poder de urna voa imista Ualra. 1
zes farmavamos castillo! no ir di i.recn.
ama cirli geoaraphca deb.ixo dos sdhn, 1
a estrada de Mar-elha, e poace depon
presles a saudir do convez do aivia at pea
mortaes. NM era na Italia nena na Sonta aera ata-
viamos dep.i-ar n lempo dn,-,, dnni.iv adn.ma.ea \-
llienas. A vida das manare, p.rlictlarididei -du
essa Ierra qae harril de ser nnnhi patria, en cantata
va-rae. Tenle de balde fallar-lhe, c desfallecida cs-
Agora compre- tende-lhe somente a mo.
O ar da primavera nilochesava aisas generosamen-
te ru-i de (irenellc, como diziam us mdicos ; por
uso ellos en\iaram-me a llrai/ieuv. Oesla vez rum-
pri a receila com prazer. F^stava ine-mo anciosa por
partir mas exig que o principe nos acompanhasse,
pois nao poda consentir em nova pararan. De bal-
de objectaram-me com a decencia, e coiu o uso : fai
inllexivel.
linha omedo medn de nm avarenlo qnenAo qner
deixar sen thesourn longe de s. f.nt.in i.i.nlin aa ,
era, non l.nh. aprendido a so.lrcr e ceder. Stm apiessoo o prep.rativns do caame"o o a T.iv'a
eeragMB, -em energa, recusei .ahir de minha .ama- de f.z,r-se sm pompa na igrei daa|dV, illa lia
raemesmu comer pusseinoitesiem snmno e di, mandar.m chamar as raodi, 1.. ".ultar.m e
se.nrepouso. Semelhanle estad., alleron-me rapi- ,hro a cxoval. One me importa "o
Uom que febril impaciencia ..gaarde, o tetul.ado ZE2r* M ^ **" I -r-m, ..imp.csm'.n.e, .' T"
fe'ta para minha primeira receprlo. Alpino espera- Dercorrer aiilecipadamente a ra de Ele, de
nerva, de Herma : habitar n Iwlelde Landre*, d. n-
de gna-se de am bello espectculo.
leen. A principio ella dirigi a coiiversacao para | nunca lluvia Mohecido, e que laiiieutava a aulorida-
cuusas iiisignilicanle. rom a vrrhosidade eslrcpilosa de .los pas do anligo rc-imen, os couveutos e talvcz
e ouca das mullieres frivolas. Fallou da nova opera : lambem as cartas reaes secieta-. Minha avn nao cui-
l.ucia de Ijimermoor, do baile dado pur Mr. Ilope, | don que devia ler previstu o perigo de longe e lau-
do incendio dn Theatrn Italiano, ra corrida da Croit COo luda .1 culpa sohre mim.
de Beray, da halalha de ('.nnslantuia, de sua ult- Ah querida Branca, quan alllicta lqui '
ma tonca, e ale da mnrle do impeit^or de Mogol, i insuppnrlavel pareceu-me ,1 vida I Animada
iinpoi ail.n
lmenle Kse
Minha avi su9lenlavn ulirivelnienlp">se logo ro-
laoto Je palavras ; minlia lia, que por inclieidade
ahi se achava, pareca ciar a'urdida. Emlim a em-
haxadnra leTanlou-se. e pedin-lde urn nlomenln de
audiencia.
quan
romo
coma fclicididt-
E11 queri
mi-iar3r .1 vuid.ide
monte II > -
mello e o Partdetmn. Qorria ser iprrtenltdi aa ra
le da joven rainha Amelia, ufana de ver Indnaealmi-
rarem miuha escolha. Ne-sn reina-, em qae tan -
to nutres tem procurado hroes e de..e, ea >-i<-
rava empregar meu .untado cm prunrat Irmbrin
ras da I rio.;a e da mocidade de Alphee. Minha at
sorrin lo racoudazn-nos a Pan- ou a Rrairieav.
Tenho vino mais rniuM do qae 1.1.ar.. ,,,
1.recia, nos dir ella. *,e lodn.-ouhe-sea ^annln
inspido', e feios o velhns \nslide< e tu vethn \ 1
c.b,ado-, n.niero toldara ea na memni.a
Aii io deliriosi episodio loi de breve dora
Miqha lia e tas leompanheira. rl.ecar.im. r n.
enl.lo no...-i Innquillidine cnnvrrlen-^ em
cousliangimemo
I^Bl'.tt
.' tfili**l -.
roTiOTtT
ILEGVEL


voluntariamente para locar o seu copo com os .loa. diflcil reter o solirtor emsua sede dejnneshorough
humens mais grosseirot, luda a bebida um pnuco elle eslava quasi sempre i Irru doa roteadores du
carregada ehamava-se, e ainda hola conserva o no- C.umberland-Rivcr, lamido uma caca rnde l rae de Jack me era o synonymo conhecido de ludo o que repre-
sentara a torca.
He Mu,lmenlo ama grande ligara histrica, de
que os Eslados-L nidos poden) rom razo gloriar se,
anda mesme depois desset oilo anuos de presiden-
cia, Julgada muilu depoi*, e ao longe, a con.lucia
de Jackson, no governo, d uma illa idea de sua ca-
pacidade e raiiaesclarecida. .Vio houvc un!*1 pon-
i de admlniilrac,llo iulerior nem de polilic,. exler-
na de que n.io Iralasse, e em que nao deixaiiesg-
nal de si. Anda hoje he fcil reconliecer-ihe por
toda a parle as obras, diz M. Mich. Chevellir, fal-
lando do general como he fcil seguir o sum de
urna tiuiuliea, ou a directo das lavas de um vl-
ete, i
Tracemos a historia das primeiras pliases dlssa ex-
islencia, que eomec.ava a se turnar celebre hus an-
naes dos Estados-Unidos logo ans qoalorze anuos de
idade. Murrendo Jackson aos setenta e oilo anuos,
pode-se dizer que nos ltimos sessenla e qaalro de
a vida nao drscanc.ou um su momento.
Seos biographos, por causa da extrema veneradlo
que Ihe Iributavain, nao detprezarim cousa algu-
ma para faze-lo conhecido, colligindo ludu quaulo
dizia respeilo ao Old-llirkorv, e podia satjsfazer a
canosidade publica. Nem se esqueceram de regis-
trar o numero de libras que pe*ava o seu hroe !
Segoindo-lhes o exemplo, direi ao leltor que Jac-
kson pesuva apenas cenlo e quarenla e cinco libras,
o que forma um verdadeiro contraste rom a sua im-
toensa estelara de seis ps e uma pollegada.
Era pois de extrema magreza, mas de umlalbe
ireito. Physicamenle pareca delicado, e entretan-
to, diz M. Eaton, o bioira
preparando son rpida prospero! ule. Cuiila-sc que
no esparo de aleun* mrzes, fez elle viole e .las via-
gens alravez das solidf.es de duzentas imillas que *e-
param lonatboroagh de l.nmliei Ind-itivcr.
Etn uma dealM expedices IT'.li Jackson. i fren-
te de muilo poneos liomeiis intrpido*, derroten urna
grande partida de Indios e arrasou completamente a
principal de suas al.leias, chamada Nikljadt e situa-
da as margens do Tnine.'Ste. A bravura de qrjp deu
lautas provas neises diversos ronOictoa lomara popu-
lar o sen n.une entre os ludios, que o lemiain res-
peilavam. Elles davam-lbe os dous appellidos de
Mharp-Kuife culello aliado) e de roenled-Arrow,
Hecha puntuda.)
Sua repula,n rumerou ncsla pora, porque os
roleadores do Tenoeaaee, a quein prestava atsigna-
lados servidos, o cnnsidrravam como um leo, e l'a-
ziam circular suas altas proezas acompanhadas de
pomposos elogios.
Era anioa que a magislrado prcludiava os futuros
destinos do general.
IV
car no paito do um dos adversario* um tiro de pial-
la, c.'in o tim de nmrrer mais depressa.
Ei ah co-liimes. dir- com razao o leltor, liem
singu'.-res llevo dizer que eslas especies de duelos
se davam, como acabo de referir, em uma poca em
que os habitantes d.. Oeste iam a igreja armados .le
mosquete ; em que, por urna simples palavra mal
comprehendida, mal enlerpreteda, n*oroa mesa re-
donda se rroiavam os tiros de pistola com delnmcn-
lodos visinhos que pagavam as vezes pelos culpados.
Felizmente ja la' vai ese lempo. He fcil com
lodo explicar-se a existencia de laes cosime* em
una sociedad* consumida corno o fu rain os Estados
do Oosle.
Com formas urr. pnuco mais poli.las e menos bru-
tae se deram, e anda se ,|j0 duelo* em todas as
parles Ja America, rom poeten dilTereiiva. Asm,
DiliO BE PSBRI8UCQ SlB.>0 U H tfv.RIIIO BE IS>I
dos, que Jackson l.esilou. Ilispersou a milicia e dal-
lan que llurr ruiilinuasse sua viauem, expe lindo ao
governn um relal.irm dos fados, no qual expuuha a
silgarlo em que encontrara o coronel. Ker-bera or-
dem de prendar um culpado, um conspirador, mas
encontrara um limrfein desarmado, inoflensivo, via-
jando r.un seus amibos,
Algum lempo depois f.ii preso Itorr, condolido a
Iticlieinond na Virginia, e acensa lo de lrahi.au .nu-
tra os Estados-Unidos, 'I'ralava-se de saber se Jack-
son .leveria ser considerado cmplice e preso, como
.las veres o Ira o general Wiikenson injustamen-
te aecusado ; maa por liin hnnlarain-ie a reprehen-
de lo fortenunle. E. na verd-de, Jackson nada sa-
bia, e nao leudo lecebi,lo confidencia lignina de Ai-
rea llorr, declama que,se fosse chamado paratesle-
. miiulia. depoiia em favor do acensado, porqnaulo a
acontece mullas vezes que dous advrsanos se acham I seus olhos a conduela do coronel nao linha meieri-
n um campo, armados de arrabuzes e dlO-K caca,
como leriam l'eilo a um animal feroz. Um dos
mens melhores amigos fui morlo n'iim duelo em Mar-
linica, ha 15 anuos, ao quarlo tiro Irucrdo com seu
adversario, u* dous primeiro* de fuzil, a :lll pasaos,
de colas voltadas e girando sobre os Cllcanhies pa-
ra se arhar face a r.ce ao dar-se o sicnal. Os ad-
versarios, nao se lendo leridu, coutinuaram o cumba-
e a pistola na distancia de oilo passos. 1 mearan.
Jack*ou previra a prosperidsde do territorio de
Tenue.-ec, simples distrielo entilo e mais tarde um I se assim cada um delles das balas.
dos poderosos Estados da Uailo. Conheci lamben nm n.edico, que n'um duelo de
lennessee. siluado|no I'.ir-Wesl, cuja fecundidade espada, recebeu qualorze feridas e fez dezesete em
e immensos recorsos deviam em pouco lempo aug- seu adversario, e lato ha doze anuos, as Antilhas
mentar a importancia d '
do censura ; que, se algumas deaeonDancaa conce-
bera a seu respeilo, foram-lhe ellas suggridas por
boalos sem fuudainrnlo. Burr, lendo sido posto e
do Mmilrlro emposta de escolhidos cavalleiros.
em rujo numero alguna diltinclos esludaules da fa-
rol la.le de direilo, ella aprsenla urna bella face.
Os conviles distribuidos com disrernineut'. recahi-
rain em ecnlhid.is familias desla cidade. I'elos es-
tlalo! que a resera, he absulutsmente prohibido
llaver loxo nellea ; a* tenhoraa e os cavalleiros Ira-
jaran -implo-mente.
I in nutro tamben) deve ler lunar no palacete
da ra da l'ra.a, por uceasidu de l'uudar-se a socie-
dade Recreio Juvenil.
Hospital de caridade..VI de novembro. 76 do-
enles.
.li amanilla.
REPABTI9AO DA FOI.ICIA
Secretaria da pohcia de Pernambuco 30 de no-
vembro de 1836.
Illm. e Exm. Sr,Levo ao conhecimenlo de V.
ml" '" """lameiuo. rsurr, ien.10 sido poslo em i.-,r ... a., ,i,n.rni. ..,, -.
hlwd.de em irl.de de Banca, nao assl-tio ao pro- | nesuVeu^ti^ o em, p"l'"<>?6" N receb.das
cosan e fni Ind.vi, i._ i,,i "e,l1 r'P^"!'..', consta que se deram a* segumtes
como o temos mostrado Oue-l. Vil, art. > .-Elle. W'hl. arl. :t. A*snn. .,.,,, l .,., ,..,,,,.
porlanto nao abra p-la Bacosaldade de sua nalureza, melli aplioticam. ule alaainos eaa ...nfi.
mas lodo, es elleilos, cuja causa he, procedem de 1 fuoil amo-nos sobre a anatkaala a .obre
sua uiliniia perfeijao, segundo a delerminacaedeaaa i\a /cffeiln
vonlade e de sua iotelllgenciH. Terceno. Segando | n
Ise^
BSaaBBBBjBa
siaailita-a*
liesdr enlai o si2nal qoe n.anile.ia ea
esta 1 iiv.i. pode i.mb-m refeeir-ss> dtsiadai-
a r.-larao dos elleilos para a causa. Os tHelios pro- 1 d/: em um sentid., melhaplto.iro
cedem da caosa que os prodttl segundo nell. preev- h -ima rolniro lev.d.
lera, pois todo o agente pradal seasemellianl
(Ira
os efleiiea preexislem na causa segn lo o mudo de |
ser da propril rausa. Por conseguiule, sendo o sen
de Heos a sua inlelligeiiria, os elleilos preexislem'
nelle de un modo inlellisivel : p.ocedem delle se-
gundo o iii.'smn modue por consegainte de um nulo
volunlario, pois he a vontade que perlrnce o de *f|0
de reali. La-
go a vontade de Heos lie a causa dos ente*.
Artigo V. I'de as-iginrseumacaasaavonta dede
Dos 1
l'.esposla :
A vontade de Dos Dio (em nenhuma especie de
causa. Com effeilo cumpre observarque a vonlade he
lleo
aa
Ceno c foi todava al Ivido.
fio citada carta de JePerson, acrescenla elle acer-
ca d 1 pn.jeclo de llurr.. nenhum crioulo, neiihum
americano loniuu o parlido desla liomem ; Sen*
parlidarios erarn novos emigrada! e pessois deinais
qoc fugiam accao da jaslica, ou de seus cre-
ponir, a puiurae* he
'lenal da cnle.a ; l>- mi i qw ui
empreminos a palavra-Tolerapara |
signar un ca.|ig0 qae ,ie inflige, i). 1
o tunal que inaurfrsla urdinafi.eneole m*~> v
de he alrumas vezes empregado m-il..|.|ioric,.re-,-
le como indicando a vontade de Deis. Aim aaaa-
do ae ordena uma cuas., he um r.jl q*e indica
que se qu-r que ella .eja feta. He a ae* fai aaa
Inmemiis alen mas veie em um sentida aneUtaplistri-
co o preceiio de Heos por sua vontade. eme. aaeie
dizemos : Seja fela a voaw vordad a..ira n. lar-
ra como na ceu M.ih. \|, |0. aj, |.4,, Tt^
dillerenca entre a vontade e a calera, aee rola aaa
-e esleu.ie nunca ao prapna, poeq., .pliaira fava-
iccurreiicias r
Forara presos : pela delegada do primerro listric-
lo ileste Ierran, as escravus l'edro e Paulo, este por
fuuido e aquelle por deaordeiro.
Pela suh.lelegacia da Iregueza de Sanio Antonio.
eguinles "m* consequencia do eiitendiinenlu, e que a ca osa i damenlalmente ama paita, ei.trela.il
da volitad.' dailu.lle nue .1.1er lie a mi.mi .m,, 1 .-a* .. t_ *_ .
pene.a
llorr, que liveci occasiao de aquilatar,
Confederacilo Americana, enlre francezes perleilam.nte civilisados e de eos- : relaces coro Jackson. a nobreza e ener-ia
otferecia particular allralivo aos emigrados da Euro- turnes pulidos.
pa, que ja comei-avam a lomar o caiiiinhn da Ameri- E*ta especie de combates sao como que um objec-
ca, e aos dos Estados Vizinhos, apremiando as ri- lo de publico espectculo. Nao se chama qualro
queras de um suloainda coberlo de prados e florestas, lestemanha* para assislir a elles; cnnvidam-se al-
mas lodo corlado de ros e cuja vegetarlo sobic-exce- mimas venes duzeuia*. trezeulas, 011 quindenio*
da de lodos os oulros E-tados. pc-soas. Sao se busca locares apartados e ucrul-
, pilo que nos forueceu es-
f,r,f-SLar.*C,n9*"'0"* '" "e "' cons,'1,0'iu> aue A rpida agglumerac.l de individnos de h.bilos. los ; o campo escolhido he urnas vezes o jardim de
a ,.V.a PrU' VUP|!0 .' ma" darj,s .f"d,;a. 5acteres e origens diversas, dando provas de ama um amic e oulras o aaUa do tliealro, como succe-
aiiueiias que nenhuma oolra pessoa poderla solTrer independencia e intrepidez pouco communs, fortes den em ISIti em Nouvelle-Orleans
iao longo lempo como elle, e sera que je rasen- de eorpo e de espirilo, como era misler para 01 Ira- Para lerminar as proezas de Jackson, cojo oume-
balhnt que liiihain de emprehenier, epara os periaus ro he incalculavel, direi que, em um duelo, que
a que eslavain expostos, diseminados sobre pontos leve com o Sr. Charles Dickson, f^ilo e exectadu
isolados, sera vas de coinmunieacao c cousequeule- desla vez com toda a regulanHde, foi elle lerido
mente sem lacos sociaes ; estes individuos assim as ; gravemente. Dickson, leudo sido o primeirn a al-
siomerados, digo, formavam no solo americano dos rar, lirio a Jackson no peilo, quebraudo-lhe abala
E'l.i.ios-I nnlii. uma rara nova, excepcional traja duas coslcllas, o que o fez cnhll iuslar.laneameule
dos homens do Occidenle. mas levantou-se loso depois, c disparando por sua'
Conservou-se alli por muilo lempo um l\po semi- vez, ferio murlalmente a Dickson, que cxpirnu pou-
selvagcm, original anda boje e muilo distincto do co depois. Jack*on levon muilu lempo primeiro
reato da popularo doa Esladoa-lnidos, pealo que os que se realabeleeease completamente, e como era
seus roslumes se teiiliam tornado mais hraudos. Tu- conhecido o sen mudo de proceder nesses cmbales,
do alli era xu gineris, nada lendo de comiuum coiu caosou grande especiarlo a morle do seu adversario!
os Estados do Norte, do Oriente, ou do Sal. tonto que lol necessano qac as qoalrotes lemunhas
listas observacoet eram indispeusaveii, para que o redisissem um dncumetilu e subscrevessem, juslili-
leilor podesse Tormar uma ida exacta dos meios em- cando plenamente a sua conducta,
pregados para a realisac,ao de certos fados, que pre- V.
lendo referir. Em IStlJ foi J.nkson nomcado major-gcueral do sa goraVdecaTida
Mo admira que Jackon, lendo concorrido para a exercito da seu E i'rmaj.iouessa sociedade singular e pausando nomeio inudou-se cmplela
della os primeiro! anuos da mocidade em que as im- que na vi'
pressAes sao mais facis ejprofundas, se reseulisse do i ra regular
dores, aventureirose especuladores''de''trdUaales: 'JSH?9 *""** "+"+* A "W1"0
Epela subdelegada da fr-guazia da Vanea, An-
tonio Francisco de Mendonca, e Francisco Xavier
Ferreira, ambos por f-rimrnlos.
Dos guarde a V. Exc. Illm. e Exm. Sr. con-
selheiro Sersio Teueira de Macedo, presidente da
provincia.O chefe de polica, Dr. l>o\\carr,o Lover
ile /.co. r
tisse do meuor iucummodo. Era forra de habito, ade-
quirido logo nos priruciros limos, como se ver.
M. Eaiun, que foi amigo intimo de Jackson, ar-
dente defensor de sua poltica, e que fora membro
de seu gabinete, Iraca-lhe os lineamentos, pinlan-
do-o coro olhos de um azul carrega.lo, cobeilode
sobranselhas arqueadas e movedicas. A vitla de
uma vivacidada extrema, lornava-se penetrante e
dlfticil de aopporlar-se quaudo algum pensameulo o
agii.ua. A cabeca, ossea, e a larga fronte eram cu-
beras de cabellos aspessos e estirados como uma
dina.
Tinlia zaaneiras affaveis, mao grado os gestos, o
tom imperioso, e a allilude lirme e decidida, que Ihe
altrahiarn o respeilo e acalaraento de qoem quer que
Tusae, inesrou no roeiu desses inlrelenineiitos fami-
liares, e toque de copos u*s lascas, onde ia conversar
sobre os negocios do paiz com os homens do povo.
Ouanto i moralidade e probidade era elle irrepre-
hensivel. lie uma ju-tn.-a que se Ihe leui sempre
tribulado, anida quando as paixes polticas chega-
i.un a ponto de Ihe contestar e rebanar os sloriosos
servicoi. Aquelles, que mais intimamaote o conhe-
ceram, nunca poderam detrobrir um nico acln de
sua vida privada que fose digno de censura.
A claridad? era a sua viilude dominante.
Nao conheceu miseria que nao procuras-e logo
succorrer.
Penetremos agora na vida avcnlurosa de Jac-
kson.
III.
.Nao he dilficil cenhecer a causa do odio cnesrni-
rado que Jackson volou sempra i\ Inglaterra. .Era
isto una beranco. Sua familia, oriunda da Escocia
e ligada igreja preshyleriana, linha sido exilada
para a Irlanda pelo goveroo inglez. O av, llugli
Jackson, era fabrcame de pannos, uas circomvizi-
nlijiicas de Carnckfergus. linha quatro lilhos, lo-
dos rendeiros ; o mais mogo, chamada Andr CA11-
drew), emigrou para a America em I7t>5 com a inu-
lher e dous lilhos, llngh e Koberi. A miseria e a
intolerancia poltica o tinham expellido da Irlanda,
l-oi estabelecer-te em Waxhaw, na Carolina do Sul,
onde comprou Ierras e se fez rendeiro.
Foi ahi que oasceu Andr Jarksou, muso lierne,
aos 13 de marro de 1767. Seu pai morreu alguus
das depois de seu uascimenlo.
A viuva ficou sem recursos e com tres lilhos. El
la enviou os dous mais velhos s aulas publicas, e
couliou o mais moco, que era Antre, aos cuidados
do doutor Uomplines, ifim de prepara-lo a receber
urdent. Andr cnlrrgou-se com ardor ao esludo do
-reso e do lalim, e fez nestas duas linguas rpidos
progressos. segundo o aflirtna um de aeus biogra-
phos, M. Kendall.
Mas e'tes Irabalhos pacilicos foram inopinada-
mente inlerrompidos pela sublevarao revulucionaria
das colonias contra a melropote.
Andr Jackson, com oilo annos apenas, foi, pois,
nina iunocenle trstemiinha desse muvimeulo palrio-
tico, e assistiu partida de todos os vizinhui. e ami-
gos de sua 111..1 para o exercito independeule.
Era 177!),'lendo us luglezes invadido h Carolina
do Sul, lodos pegaran) em armas. Hugh, irmo mais
velho de Jackson, parllode arma as "costas e mor-
reu logo 110 principio da enmpanha. Ere a primei-
ra divida desangue que pagavain os Jacksuns a essa
nova patria, qne iam conquislar aos luglezes, op-
pressores at entfio de sua familia. Deu-sc logo de-
pois ama balalha nos arredoics de Waxhaw, ondeos
Americanos toll'rerain urna derrota. Trantportaram-
se os morios e feridos a Waxhan, e Jack-on, com
lrezc annos da idade, presenciou o espectculo dos
horrores e calamidades da guerra. Os gritos de viu-
ganr;a, que de lodos os ladosjse nuviaro, exallaram-
Ibe a imaginaban. Ao mesmo lempo do fondo do
corceo uma voz ihe vinlia recordar o irmo morto
pelos iiic-mos, que acabavam de juncar os plainoi
de sua aldeia de cadveres e de sollnmenlos.
I'oraou iuimediatamenle uma resolarao. Parlio
com seu irmao Koberl, e foi reunir-se a un corpo
de voluntarios, destinado a obrar debaixo das ordens
do general Sumler. Apenas chesado ao campu,
Jack'on assistio a um sanguinolento enmbale em
llanging-Kock. A companliia de que lazia parte
foi muito dizimada.
Islo se passava em jalho de I7K0. Jackson conla-
va treze annos e meio, a nessa iriade linha ju visto
morrer nra irmao, mais de Irezentos de seus con-
cidadaos morto* e feridos, e experimentara o fogo do
inimigo.
Em razio de sua tenra idade, os dous irmos
Jacluioos, Andre e Roberl, lendo o ullimo, quando
muilo, quinze annos. nao poderim er alislados em
uenhum eorpo regalar de milicias. Depois de ler as-
sislido a varios combates, c approximando-seas tro-
pas inglezas i marchas forradas de Waxhaw, que
amearavam invadir, vierara ambos reunir-se i sua
mili para conduzi-la I Carolina do Norte. Ouandu
vollavam para o exercito foram feitos prisioueirus.
Nao he raro ver exlinsuir-se uo capliveiro a ener-
ga dus mais corajosos toldados. O eiilhunasmo ali-
menla o espirito nos combales, emqoanlo que a fria
alinospliera de uma pri.ao e o insultante Iriumpho
do inimigo trazeiu o desanimn ao corarn. E*le phe
21
Illm. e Exm.Sr.Levo au conliecimento de V.
Eic.quedasdiirerenles parlicipa(es hoje recebi-
das nesla reparlicao, consta que se deram as se-
racler deste, mottrou-N mullo commuvidu por sua
declaracao favoravel, e conservou-lli- sempre a mai
cordeal affeirao. au fallava no general teno com
enlhusiasmo, e foi o primeiro que, sem o ronsullar.
aprcseulon-o candidato a presidencia em 1813.
Vil
Jackson, sem abandonar a agricultura, lateral-
sou-se amliem em um eslabelecimenlo cumiuercial
em Nashville.
Emprezas oesta orden eiam inleiramenle oppos- guinlet orcurrencias :
tas ao carcter do general, o qual lano leconliecia I '"i preo : pela delegara do segundo distrielo
lo, que tenao quiz ingerir em cou*a alguma, de-1 detle lerinc, M inoel Juaquim de Barro*, por deso-
pinando toda a tua canQanea em seu socio. E*le, 1 bediencia.
Ido mal correspondeu a ella, que Jackson se vio em I Ma subdelegara da freguezia do Kecife, os pre-
pouco lempo sohrecarresado de consideraveit divi- i lo e-cravos Leonardo e lieraldo, e*le a requeri-
das. Pagou-as todava a' troco de muilas econo.nia*. I ment do senhor e aquelle por fgido.
e com o produelo de pule de teus beus, que te vio i E pela sobdelegacia da freguezia de Sanio Aulo-
lareado a vender para esse lim. (iracas, porrm, a I "o. Ani a Joaquina de Jess, por brisa, Francisca
sua natural actividade em breve se. achou era uma I Mara da Jess, por desordem, e o pretu cscravo
pstralo vanlajosa. Francisco, por fiarlo.
O movinieulo, o estrepito e as grande aeces eram l>aos guarde a V. ExcIllm. e Exm. Sr.
da vonlade daqu-lie que quer he a mesina que
causa da intelligeneia daquelle que comprelien-
de. Ora, no enteodiineuto acontece que se se com-
prehende separadamente, ou um depois do outro, o
principio e a cmiclus.lo, a iulelliseiiria do princi-
pio he a causa da sciencia da cooclusao ;
ae a aa-
l""t"'-' a respaila da lia-.
"les da vtaui.
tade pode ser loma 1
H'n 1 .1 nislinsae-e em Deus ilaat
urna vonlade propria a uuii vontade -nrth ipaaiiu
so a vonlade propria ha chamada roaredt- aV bea
pra zer, e sua voata.la inelhaphanca. ...,/adr ate ra-
nal ralecaa
VOllttdl- II.
quaes cnsiuinanxw motlrar que qaerem... aisataa
Ora, podamos manifestar qar atiera
lecidiJamenlc o que mais couvinha a' sua ualu-
re/a.
(Jualquer que leja a race pela qual te pretenda
encarar a guerra de 1SI-J entre a America e a In-
glaterra, pode-N dizer que Jackson loi o sen motor,
por um acto do congresso,
jiinlio, era um motivo de satisfarn
cumple menle. Eslava porem escr.p.o | para Jackson. que deeejevi ser uella empregao.
ida de*le homem oricnial, nada succede-1 A fallar a verdade, poslo que algena Ihe pozes*
selheiro Sergio Teixeira de Macedi.. presidente da
provincia.O chele de polica, Dr. Policarpo Imdcs
e l.eao.
ommittttctiDa.
Jackson, que, como disse, enlrevira o fuluro do abortado, se Koane conservasM o aj
lennessee, tirilla resolvido eslabelecer-se na regiSo Nessa poca lemia-se algumas difliculdades com a
em que se acha hoje edificada 1 cidade de Naskdle. Ilespanlia, proprietaria da Florida, e de uma parle
rol pois IWMIar ah sua residencia, e como era tol-; do lerrilorio de l.uiziana, de que osEslados-Unidu*
teiro (baclielor e de genio instare!, una conlrastava : acabavam d comprar a porr.ao perlencenle i Fran-
com a idea da mobilia e de casa, h.xpedoo-se na ha-' ca. A milicia do ieiuiesse'e '1803: fui posla em
nuacao de uma senhora chamada Denotan, viuva de pe de suerra e u seneral Jackson recebeu ordem do
um coronel desse nome. emisrado da Virginia. I ministerio da guerra para preparar os meios de Irans-
A senhora llonrlson linha uma linda lilha, coja ; portar suas tropas para Nouvelle-Orleans. A acti-
srap o alfabilidade eram de encantar. Casou-se com i vidadeqoe deaenvulveii nesla coniunclura revelou
ceno cspilao Knbards, velhaco rematado, de costa- I capacidades militare*, qoe, mo grado sua cora"em
mes dissolulos eque tinhalhe um lal ciume, que lo- I e arrojos, nao se podiain esperar de um jurisconsul-
rava ao oltrage. A Sr.-> Kuliards, abiiidonando-o '
fora refugiar-sa a principio 110 lar materno depois
de intentar orna accao de divorcio permite o corpo
legislativo da Virginia.
Emquanto o processo sesuia os tramites legues, e
em virlu le da impresso qoe ella nao ignorava ler
produzdo emtJarkson, se linha retirado para a casa
de nma sua prenla em Nalcliez, no territorio do
Missi*sipi.
Algum lempo depoi* soube-sc que a qneslao de di-! nao permillia procurar o verdadeiro sentido 1
vorcio fora recebida pela legislatura de Virginia. O labviiniho e os subterfugios dos cdigos e legis-
Jackton dirgese iinmedialameuls a Natchez. pede a lares eramlhe iaieceseivele. Algumas vezes diri-
lo. Jackson resignoo eniao n lugar do joiz, que
exercia hivil sei. annos Isu.
Eaton persuadido de que o leilor nao poder f-
cilmente conciliar, depola do que j sabe da vida de
Jackson, esse caracler emprehendedor, cavalhcircs-
co, fososo e exceulrico com a placidez e gravidade
do magislrado.
Com eireito, Jackson era liem poaco proprio para
eiercer o cargo de juz. Seu modo de raciocinar Ihe
ntiio da Sr.a Hobards, desposa-a 1791] e volla para
Cumberlaud.
Dous aunotde verladeira felicidade, apenas per-
turbada uma ou oolra vez pelas caberadas de Jack-
son, se lindara pastado depois da sua ailo, quando
no lim do anuo de I71KI, soube elle que, na occasiao
em que >e casara, aiu la o divorcio entre o capilu
Kobards, e sua mullier nao liona sido pronunciado
pela lesi'latura da Virsinia.
Essa legislatura, leudo idmittidoi pelico, reen-
viara a queslo ao tribunal de jo'lira do kenturky
para ser ah julgada. L, depois de muilas deloiiaas.
a >r.'' Knbards acibara, hivia apenas alguns inezes,
de ganhar delinitivamenle o seu pleito.
\e-se, pni, qoe Jack-on desposan uma mullier,
cujot primeiros lacos conjusae* noeslavam definiti-
vamente ditsolvidos no momento de tua unio.
i m fado de-li nalureza leria sido considerado
monstruoso em nos*a MMledade, ou mesmo itnpossi-
vel. Elle se explica, todava pela estraulia silu.r-ao
em qua te achavam os Etlados-Undos nessa poca", e
indica, qaando menos, a irregularidade se nao a des-
ordem proronda da organisacao administrativa do
paiz. Jai-k-uii vio-se conseguinlemente abrigado a
casarse de novo par legitimar por uma nova cere-
monia a uuio involuntariamente Ilegitima durante
dous anuos.
Deixaudo Jackson a magi.tralura em 171M, den-
se ao exercic o da a Ivocajcia cora especial fervor ; e,
direi mesmo, cora energa e coragem extraordina-
rias.
Eslas expresses ser.lo fcilmente justificadas sa-
bendv>-se que, eurarregato do ajuste de certas cen-
ias, nao levedovida em expur-se nao s ao odio e aos vilenlos ataques dos devedores. Teve
de lutar varias vezes contra cavilosas raachiuaroes,
que Ihe punliam em perign a exialeucia.
Cnmprehende-se muito bein qoe nao eram cnusas
deslas que Ihe embargavam o p.sso. Depois de ler
quebrado alguns bracos e pernal com oulras arm.s,
que nu as da le, lavan sua empreza ao cilio, Irium-
phando doi tumultos e dos ataques directo*, e lazan-
do entrar na balsa de >eus clientes o dinheiro qoese
Ibes devia, manchado de Magna, he verdade, mas
nao por sua causa. I iuliam-no forcado a i.s*o.
O Teniiessee linha feilu ja lo rpidos progressos
em 1793, que se aeliava em circumstancias de oceu-
para calhegoria de Estado. Tratava-se, pela, de or-
ganisar uma constiluirrn e angariar votos em apoio
gia-sc direclainente ao lim. Como advogado lias cau-
sas criminaes, lazia elle do negocio de seu cliente o
seu proprio, o que diva era resultado, nao poucas
vezes, bellos ragos de eloquencia. Como juiz, as
eiitencasque profera faziam-se notar por uma sim-
plicidade e clareza iam erapliase nem prelenrao.
kendall, fazendo e.la mean observado n.ire a
conduela de Jackson romo jurisconsulto, accrcscen-
la, que sua retirada nan fui bein recelada senao por
aquelles que lemiam-lhe a ju-tica, entretanto que
excilou grande descoulenlameiilo na maioria de seus
concidadaos.
Jackson linha nessa poca nina pequena fortuna
liourosaniente adquirida. Rclirou-e para tua pro-
pnedade de Hrmitage, aguardando, n'um repouso
quedetejira. os aconlecimenlos que o futuro Ihe
preparav ; applicaudo-te Cum arior a' agricultura e
a picana, lendo mesa sempre prompta para seus
amigos, e ullerecenilo-liies uma franca e cordeal
uoraeuo, frequente nos hument feitos," poderla mais da admis*o desse lerrilorio como Eslado da fed'era-
lacilmente repruduzr-se em daa jovens pouco
aguerridos. au aconteceu, porum, assim ; os dous
pequeos Jackons mostiaram naquella lernvel con-
junclura uma firmeza de caracler, qoc fazia augurar
bem de nm e de oulro.
Cerlo dia, pastando revista um oflicial inslez, or-
deuuu Andr, que limpasse suas botas, cobertas de
lama. O joven americano respoodeu cora lal alti-
vez e desprezo a etle insulto, qoe o oflicial, puxaudo
pela espada, Ihe fez ama profunda ferida no braco.
Oulro ollicial ferio o irmo de Andr, fazendo-lbe
lo violento golpe na cabeca, que parti o crneo,
de qoe veio, pouco lempo depois, a resultar a murle
do pobre moni.
Andr e Koberl foram Iiansporlados a Cambdeo,
onde suppurlar,ni com a maior coragem e heroica
resignarlo as dores de suas feridas, e para cumulu
de males foram atacados das bexisas, que enlo cau-
savam grandes estragos. Finalmente, em conse-
quencia da troca de prisioneros, foram elles resti-
tuidos a sua desgranada mai no mais lastimoso esla-
do. Robert t viveu dous diat depois da sua sollu-
ra. Quinto i Andr, passon-se muilo lempo anles
que ae realabelecette da ferida e da dotnca. Apenas
cunvaletceu, que sua mai soecumbio aos ataques de
uma febre perniciosa, adquirida a bordo de um ha-
telao em Charlettoii, onde linha ido para tratar e
consolar varios amigos, que liaban cabido prisio-
iieirus, romo os seus dont lilhos.
M. Kendall, o biographo que ha pouco cilei, faz
observar o segonle:
Todos os membros da familia Jarkson, que ti-
nham fgido da Irlanda, por evitar a oppressilo dos
Ingieres, pereceram em sua nova patria, em conse-
quencia dessa rarsma oppressdo. Andr, que era o
nico fillio n iscido sios Esiados-luidos, como se ha
deu leilor recordar, foi lambem o nico que sobre-
viven a lodo os infortunios porque passou para
ser o vingadur de sua raa. 1
Na cooclusao da guerra da independencia, na qual
se achou envolvido al o lim, Jackson eslava so 110
inundo, ua posse de ama pequea propriedade de
puuco valor, e sem cuusellieiro para guia lo. Acon-
tecen euiao o que soe acontecer 110 lira das langas
guerras ; os primeiros momentos de paz e da calma,
focara clieios de indecisao. Os espritus, e sohrrlu-
do us mexper ientes. como que licam desurienlados e
incertos do trilito qua devein seguir. A ociosidade
Ihe pesa, llabituadut a aclividade ruidosa dos cam-
po de balalha, n,i 1 po.lem acoslumar-se sbitamen-
te i paz, e ha qaasi uma necestidada para elles pro-
curar lia emoces da desordem, alguma cuusa que
Ibes record osalarla '.e os quem vem la' ".'
continuo* do campo de balalha.
Jackson teulio esse distaboret dos primeiros lem-
poi, e lanrou se cegamenle, em companhia de al-
gnas liberiinot, 11'oral vi la detregrada. Os duelos,
soceos e espadriradas eram o seu viver conlinuu.
Nesles loucos desmandos de sua mocidade adquiri
elle o arrebalainento da carcter, a essa impeluosi-
dade que moslrou em ledas as coutat. P.ide-se fa-
rilmeiila crer nulo, lembraudo-se de dous ou tres
lacios que ja' referimos da infancia de Jackson.
cao com o seu novo titulo. Os amigo) de Jackson
uomearam-iio membroda cornmis-o encarresada do
trabalho de redgir a conatilaicJJo, e, admiltido o
lennessee, foi aleito ten primeiro representante 110
consresso, onde lomon assenlo a 3 de dezembro de
1/% conservndose at marro do anno segrate em
que expiroa o seu mndalo.
Pouco lempo depois foi eleilo membro do senado,
de cujo cargo pedio demissao, lendo apenas lomado
assenlo c servido em uma sesso.
lie para notar-ge qoe Jackson uessa poca levasse
a sua abnesarao ao ponto de nao querer fiijurar na
potinca e nem achasse prazer nielo.
Darauts a tua curta passagem ua cmara do* re-
presentantes e 110 senado, nao pronunciou uro *..
discurso, liroilando-se apena* a dar sempre o seu vo-
to de accordo com o parlido democrtico coutra a
idminilraro de Watliinglon, que lirminava e a de
John Ailanps, que tuccedera aquella.
Kecolhendo-te a vida particular, entresou-se enea
mais ardor aoeslodo Iheorico e pralico das leis. Su
papularidade no Tennessee, diz om dos teus biogra-
phos, era 14u.1l senao maior que a de outro qualq'jer
cidado na America.
Nomea.lo membro do supremo tribunal de jatUea
do Esta lo. exerceu por pouco lempo esse cargo/e
demitlio-e, decidido a relirar-sea vida privada, por
caosa do mau eslado de sua sau.le.
O lliealro em qua Jark*on se linha ale eniao mos-
trado, era demasiadamente anubado ; a reputaran
extraordinaria de bravura que linha adquerido era o
resuli.i le da muito* irtus isolados de roragem. e de
erviros prestados exclusivamente a caosa publica.
Os cargos pouco imprtenles que exercera, e o pou-
co lempo queestivera na garanda de neancios pu-
blico*, liaviim-lhe, todava, altrahido algumas ini-
mi*a.les.
F.ntre osmait encamarado* iuirogos conlava elle o
l0Vm"e!!,';r ,lu 5fdi ''''"""^e.chamado Sevier.' o biographo Baln, que inlimiJavara e daMMearfa-
tm con.equencia de uma discussao calorosa entre vara.
dmiVa,'i'vt,^):lrirUCi,ra,"",e Ci"!'i' de 'lesi,,i0- X"" Bnrr' denui< dc '" uar.ldo silencio por
I Ii '11'" '"""f,la,nwle -1 rava|-' "'r""1 le'"l'". P'"'"""' annrgicamenle contra ama
uuiiXs d lu e'\ 6 ? 'U"""n *S Ca'"'"'! Ul. saP"-'Ca- AlgniH das nepois Jackson, rael'ior
, .^'""1'"- "e,y leV"r' alem *" """' i >"<'"><<>> ""do concebido mais vivas suspeilas do
mo iJf "a d."l,U,ma S" """' q"e lcVara na fT*' C"rl0a com elle tal*' a4 0*- O plano
rh-iudo ao I '. 11., de BU" MJW^V,, '' r""-se "'ecido. Sua i,.0-
9^rS!mS^!S^' eSp""'1 %: s,,blevaros *" do oes.ee,lo sul. con-
n. n raranu'aU.ll. 1 A ,ve";f,u fom lal un-| v,da-los a uma t-paracao, constituir com elles um
neto, que aquelle nao pode resistir ao choque, indo imperio do qual se fazia o chefe e depois atacar a
lancar-se por trra. J.cksnu ia quelirar-lhe o era- I repblica dos Estados-1 nido, que o mo Oolleri
neo no momento em que chegaram as lestemunhas' eleser presdeme e uera inesmu sovemador do F:*-
hiKpilalidade. Podia eutregar-se ao repouso, porm
nao o fez pela MUpalhil que volava a' inercia. Foi
precisamente durante este periodo de pretendido re
tiro, que elle trve com Dickiuson o duelo de que
acuna fallei. lambem se passou nesle lempo uma
aveutura assts mvstehosa, que produzo grande im-
pressitu nos Estados luidos, e na qual, com a maior
nigenuidade c boa f, Jackson represenlou nada me-
nos que o papel de Iranlor, sem o saber. Para pre-
venir qualquer juizo da parte do leilor, direi anle-
cipadamenle que Jachara eteve a ponto de tornar-
se cmplice de ama notavel cuospiracao.
VI
O general Jarksou lomou conhecimenlo, quando
lazia parle do congresso. com o coronel Aaron Burr,
vice-pre*idente da [nido, sob a primeira adminis-
tracaa de Jelferson.do quera fura comoelidor a' pre-
sidencia. Aaron Burr, coja audacia mo era menor
que a amlnc.i,1. que || rlevorava a alma, vendo que
Jeller*nu Ihe fra preferido, irritoo-te a ponto de
palenlear por aclos o de'goslo que Ihe causara esia
derrota. Apre.*cniou-se depois comu candidato ao
logar de goveinador do Eslado de Nevv-Vork ; mas
o general llamillou. que o linha por um intrigante
poltico, coml.aleu-lhe rorlemenle a candidatura, a
de fcilo conseguio malosra la. Aaron Burr, viva-
mente irritado por esta novo conlratempo, envin
ao general Ilamilton um cartel de desalo. Ilamil
ton. cuja murta fui uma calamidade para o paiz, on-
de era um dos lioineiis mais estimados, ipezar das
insianrias dos amigo*, compareceu no logar indica-
do e abi perecen. Aaron Burr vio-se de lal sorte
perseguido pela animadversao publica, depois desle
incidente, que se retirou da scem poltica, e por
muilo lempo esleve esquecido. Mas, relirando-se,
concebra elle um outado plano, que nao lardou
muilo que u nao potene em execuclo. Em 1803 vi-
sitn o Occidente, e aiinunriou sua inloncAo de ahi
compar Ierras e na l.ouisiana. Apresenlo-se era ca-
sa du general Jackson, que o acolheu amigavelmen-
te, e prc*lnu-se de ludo a seu ervico. com especia-
lidade depoi* que ouvin dizer, que viera elle cum
appruvacao do govemo, lomar aa eco..arias medi-
das pnra uma expedirlo contra o Mxico, 00 caso
de que rompesse a suerra entre a llespanha e os Es-
ladus-l nidos. Jark-un, a quem por dentis agrada-
ra esla noticia, aitjudou o seu hospede a excculai lo-
dos os planas, relacnm, u-o com pessoa seguras e
batante diteretas para gaardarem o tegredo al a
occasiao opportuna, eque por si mesmo leempenha-
ram na futura empreza de Aaron liurr. O proprio
general preslou-llie um barco para a expluraro do
Cumberland.
Aaron Burr, que em mas Memorias faz a Jark-
sou os maiores elogios, desa?revrndu-n como humera
de alta inlelligeiicia,, uma detall simas francas
elrdenle* como se deseja enronlrar : Aaron
Burr, digo, vollon ao Occidenle 00 auno seguinle.
Alguus bollos vasos chegaram aos ouvidos de Jack-
son acerca dos designios de seu hospede, o qual to-
dava enconlrou o mesmo acothimenlo lympathieo ;
e como prescrolasse vaga e subiilmenle a inten.ao e
animo ri0 general, este Ihe responden qoe, se as
circomslancias perinillusem. eslaria prompto a mar-1-|.
cliar cora elle contra o Mxico, encarregando-se! la
mesmo de Ihe foruecir Iropaa, mu previnio-o de
que rompera com elle lodas as relaces, se se tra-
lasse de alsuma tentativa contra us histailos-L'uidos.
fallando assim, Jackson iancuu sobre o seu interlo-
cutor ura daquelles ulhares penetrantes de que falla
Em janiiro de 1813 desceu o Ohio e o Mitsissipi,
arrosltiido as naves, os gelot e [odas 1 cuiurarieda-
des de um rigoroso invern para se ir estabelecer em
Nalchez, onde devena receber inslrucret. Anda
se nao vio, diz Eaton vida de Jackson;, exercito
mais elimo de energa, gracia sobre todo a' seu se-
neral que o nao abandonara, parlilhaudo cum os
suldadus lodos os sollnmenlos e privares, e commu-
nicandu-lhcs a alma o mesmn ardor de que se aelia-
va animado.
Esta campanha lermiuou por uma decpelo, e |
qua-i que o ridiculo teria recibido sobre o g'eneral
Jackson, se esle, cora nco teu, nao livesse sabido
tomar certas medidas que Ihe pozenm em relevo o
caracler euerg.co e independeule. O sul dos Esta-
dos-! nidos, que pareca ao principio amparado de
um ataque violento, subsisti ao contrario inleira-
menle eviranio, a' guerra ; e u guverno, nao latean-
do necessano enlreter Iropas ah intilmente, niau-
duu que Jacksun as debandasse, permilliodo aos sal-
dados 11 relirarem-se para seus lares, e que preitasse
conlas ao general Wilkinien. Foi isto, poit, como
ja disse, urna deeapego e uma especie de mystifica-
c.i'i |iara Jacbson.
Escapuu a uma tal conlrariedade, lomando na mais
seria coiisiderai;ao u depluravel eslado de toa Iropat,
das quaes duzenlos homens se achavam doenles no
tiospual e o resto em um eslado de nudez, que nao
permillia a mor parte destes inlelize* voluntario bus-
car suas casas ; lariam sido lalvez obrigado* a eoga-
jarem-se nos corpas regulares di general Wilkinson.
A conduela da Jackson uesli conjunclura, posluque
de todo contrarit a disciplina, servio para mostrar
de quaulo era elle capaz, e grangeou ao mesmo lem-
po a eonoanei eamiudedoi soldados. Nauobtianie
as instancias e at mesmo as ordens do general Wil-
kinson, Jatnon resolveu contrariar aa iuslruce,es do
ministro da goerra, ao menos o qae dizia re*peilo a
inimeduta dupersao dos volunlarios. Poz-ie a caroi-
nho para leniiessee, mis frente das tropas, qae au
debandou, conliiiuaiido a dar-lhe o exemplo de pa-
ciencia e resiguaclo para sopporlar toda a sorte de
pnvaces.
Foi ao entrar era Nashville que despeda os volun-
tarios, depojt do que explicou ao governo o seu pro-
cediineiito, o qual por lim o approvon. As despezas
dessa vulla, de que a principio se disputara o paga-
mento, allegando que estavam a cargw do general
desobediente, forara astuinidas pelo governo.
Jackson devia porem ofTerecer logo depoil oulros
exemplos de desobediencia, e da resoluc.au de obrar,
ate cerlo poni, sesundo os caprichos e phanlasia.
l-.nii ctmo relirou-se de novo a vida privada, poslo
que nao fosse este repouso de longa duracao.
C'inluiuar-ft-ha.
PACIM4 AVULSA.
Com achegada doSr.Dr. Alinela da Europa,
o hospital porlugoet lera de lomar um grande im-
pulso, vislo que S. S. veio com disposn;ode levar a
ceito o que lera plauejadu a favor desse eslabeleci-
menlo.
Temos oolado qoe o Sr. Dr. Almeida iolere*a-se
vivamente para que Boreeea quinto ser possa ludo
que diz respeilo nesla provincia aos cldadaot porlu
guezes, o que em verdade lie diguu de todos us elu-
gios, lano mais quaulo prende era ludu o desinle-
resse, a su o amor que S. S. consagra a sua palria,
e sympathi.isque vola a nossa Ierra. No dia (!) do
crrenle lomou o Sr. Dr. Almeida conta da prove-
duria do l.ospual pnrlugucz, apreseulado nessa oc-
casiao a juma administrativa olivara1 aulhognphn
pelo qual s. M. el-rei Dr Pedro V se declara pro-
lector do hospital purluguez. Cousta-uut, porm,
que >. s. naoe*la' muilo salsfeilo em ler de licar
junto a aeligl fabrica de vinagre, u edilicio e terreno
comprado para o novo hospital porloguez, o deposi-
lu do gai, pelos inconveiiieiiles que acarrelu o acido
cartiumcu. principalmente 1A0 era contado cura du-
enles ; todava he bem pruvavel que ludo se reme-
die, sem lnver prejuizo nos nileressadoj.
Em breve temos de ver as bellas calcadas das
casas do Sr. Araujo ua Paule Vellia completamente
arrumadas, purque us meninos prelus que vao I
cavollns dos senhores vsalva a redacrao
avar
nao s
eorrern como alucinados pelo areal como por cima
das cacadas. Commuromenle as familias que habilam
que
e ii.iu po-
essas casas estao para u iulerior della,
deiu pdr cobro a esse desaforo.
Se nao qoerem dar esmolas aos mendigos nao
01 rid.cularise.n, purque a sorle denle mundo be
mal aegura ; alies se contentara cora o coslomei-
ro perdoe. Esscs intuitos sao proprio de cana-
ulas que desconliecem o que seja civilidadc. sisadez,
e eorapaio, e nao de moros eonMoa qae devem ler
muilu cm mira esses principios, alguus alias lao co-
meziuhus que regen) as sociedades.
Entendemos sei prudencia em quaulo a poli-
ca nao venlicar cabalmente donde parlio o ataque
qoe snilieu a escolla que conduzi, um preso para es-
cidade, no (iempapo, nleba aventurar juizo al-
gum contra este ou aquelle ; mulla* replame, lem
solliido por juizos precip la los e temerarios'; ha es-
pirlos iao aniaiialntante amigus d, s males, e dis-
cre.lilo.allieio<, que aspiran) por qualquer nova des-
agradavel para se regosijarem e darem largas a ma-
ledicvnria : modas 111 rebus.
Deixem essa poi.re crcundinlia, ineus amigos:
Deut fecil tuk : nao devemus zumbar dos defeitos de
Expo*icao.la doolrina calhnliea ennteuda na Som-
rai Ibeologica de S. Thomai de Aquino cem da
vonlade de Dos. 1. I paga. 187 a M,
ou
Pravidi sinaridade r.da boa le com que procede
quera rita o mesmo Sanio Uoulor pan negar a li-
berdade du l'.ule Supremo.
QUBSTAO \|\.
lia contade dr Deoi.
Artigo I. Ha vontade em Dos'.'
Besposla :
I Em Dos ha vontade assim como ha intelligeneia.
Cera elle,to, a vunlado he a consequencia da iulelli-
geocia ; porqoanlo, assim como loda a crealura re-
cebe de sua rorma o seu ser em acto, do mesran mo-
do a inlelligeocla he posla em acln por sua furnia ln-
lelltg vel. Ora, lodo o ser he de lal sorle dtsposlo a
respeilo de sna forma natural, que quando nao a
lem. aspira e leude para ella, c quaudn a lem, nel-
la repona. O mesmo acontece com loda a perfeicu
natural, islo be, com ludo o que be bota na nalure-
za. E he essa iuclinacao para u que he hora qae cha-
ma-s appelile natural ns enles que sao privados di
cunhecimenlo. Por con*esoinle o enleiidimento lem
uaiui alente urna dispn-irao aualoga para cora o
bem, percebido por essa Innna intelligivel. guindu
o p.issue. nelle repoosa, quando u ralo lem, procu-
ra-o, e he precisamenlu nessas duas cousas que con
aisle a vontade. Lugo, ha vontade em lodo o ser que
lem uma intelligeneia, asim como ha appelile ani-
mal em lodo o ente que lem sentidos. Astim, visto
que ha intelligeneia em Dos, cumpre que naja nel-
le vonlade. E como tua intelligeucia he seu ser, sua
vonlade o he tambera.
Artigo II. Quer Dos unir cousa que a si pro-
prio ?
Kespusla :
eus quer nao *,>roeme a si proprio, senao lam-
bem aiuda outra cousa que nao elle ; o que pode-
mos tornar sensivel pela compararlo que preceden-
temente temos erapregado. Com elleilo, a ere-tura
nao lem s uma inclinaban natural para o teu bem
proprio, de modo a ad uiri-lo quando o nao potsae,
ou a repensar nelle quando o possue ; mas ella he
anda levada 1 dilluudi-lo subre us oulro enles lau
to quanto i*su Ihe he pnssivel. Assim, vemos que
ludo o agenta, segundo sua arlualidade a sua per-
feic,ao. reprodm seu lemelhinle. Esl, porlanlu. na
naendl da vonlade communic._r aos outros, quan-
to he pn**ivel, o bem qua se puaue. E se isto he e>
respeilo da vonlade hu-t.ana, com mais forte rnzo o
he do itH'-mn modo I respeito da vontade divina, da
qual mana por imitaran toda a especie de perfeico
Logo, se as rrealuras comraunicam 109 uniros entes
tua bondade era razao de sua perfeico, lanto mais
deve sera vonlade divina levada a commnnicarao9
uniros entes saa bundade refleclindo sobre elles,
lano quanlo be possivel, a sua imagem. Deot quer,
pois, a si mesmo, e quer lambem as uulras cousas.
Elle quer a si mesmo como lim, e quer os oulrot se-
ras como referindo se a esse lien, poiseonvm 1 bon-
dade divina dar-se era parlilha a ludas as crealurat.
( Chamanto a alinalo do leilor para o que e-
yue. '
Artigo III. Tudo o que Dos quer, o quer neces-
sari.menle '.' ,|)
Hesposta :
A palavra ntetttatia lem dous sentidos ; ella po-
de ser tomada aroluia e hvpotheticamenle. ;-) Jul-
sa-seda uecessidade absuluta de uma proposij.io pe-
la relac.io dos termos. Assim, a proposirao he de
ama uecessidade ab-olula quando o predicado esl
conliJo no sugeito ; por exemplo. o horaem he ne-
restariamenle auimal, ou bein ainda quando o su-
geito he da me>ma nalureza que o predicada ; por
exemplo, he necessano que o numero teja par on
impar; mas esla proposirao: Sorrales esta as-
seulado, nao ha Mcemrii absolulameiile, pois
podia bein acontecer que elle uao se asseula.se ;
ella he necessaria siiraeule de nina uecesiidade
hypoibelica, islo he, suppotto que elle esleja i-
s,'uta,lo, be uecetsario que u esleja emquanlo o es-
la. A repeito da voulaie, importa observar que ha
cousas que ella quer de uma uecessidade absoluta,
mas nao acontece o mesmo com ludo o que ella quer.
Poi* que a vuntade de Dos esla uecessariamenle em
relarao com sua boodade, que he o seu nbjeclu pro-
prio, Dos quer necessaiiamenle a sua bundade co-
mo nos queremos necrssa-lamente a felicidade. To-
da oulra faculdade lem igualmente uma rtiaeo ne-
cessaria cora o seunbjrclo proprio e principal, assira,
a vista dirgese necesariamente partas curca, pcii
he de sua nalureza procuri-las. Mas Dos quer as
cousas que eslao fura delle couforinc ellas se refe-
ren! a limida le delle cuino a seu lim. Ora, quando
no* queremo* um lim, nao queremos necesariamen-
te o* meios que conduzem a es*e lim, salvo se esses
meios sao laes, que sem elles nao poneramos alean-
Car nosso lim. Atsira queiemos necessariamente ali-
mento quando queremus conservar a vida ; quere-
mos necessariamente nm navio quindo queremos
navegar, porque sera alimentos nao se poda viver,
sera navio nao se pude andar subre as aguas. Mas,
nao queremos neces*ariainnite ura cavado para pat-
sear, porque podemos muilo bein passear san isso.
O mesmo acontece cum .1 mais. Donde segoe-se qoe
sendo a bondade de Dos perfeila, e pudendo pas-
tar sem ludo o que esla frira della, pois que liada
nao pude augmentar toa perfeirao, naohe absoluta-
mente i/ue Dos r/ueirn oulras cousas i/ue elle ; mas
rumpre que elle as queira de uma uecessidade bv-
polhetici ; pois, snpposlo que queira coro elleilo uma
cou-a. n,"u, pude nao quero la, purque sua vonlade
nao pude mudar.
Arligo IV. He a vontade de Dos a causa dos
eules 1
Kespusla :
lie necessirio dizer que a vontade de Dos he a
causa dos enles eque Dos ubra por sua vonlade e
nao por uma neceeiJade de tua nalureza.como
alsans philusoplios o lera pensado. Isso pode de-
onslrar-li de tres modo. Primeiro, pela ordemdas
causis activas. Obrando a intelligeneia a a nalureza
para um lim. como o prova Aristteles Phvs. lili. II
teil. 49 importa que uma inlelligenria superior de-
lerii.ine previamente o lira que deve alcanrar aquelle
qoe obra pur nalureza e os meios que deve empre-
aar, bem romo Importa que o rarador determine u
alvo que sua Hecha deve alliogir, e o modo porqoe
-"a o deve ferir, Pur consesuinte he necessario que
accidente uu in iradamente. Ealao a trttd che-
ma-s parmitsAo. Maailatlataat par _uln m*
queremos uma cuus ditp*>ado-o a t-za-sla aaer
conslianginda-oaiasopor torca, crea qaaa.'ta ac-
denamus a i'guein que f.ca o qae gatmait. an
quando pruhibimos-lha de latee u raolrnw aaai
empenhan 10-0 de m l per-a.iv e nava ca*.. .,
signalda vonlade lama nome da-co^h._| ,-
do o liomem cinco randos de manifesiar a aaa 1
de, disliusaimot p..r este malivu ente,
volitada divine. Ilem.i. o prrrriM, o romsHho a
proiiifio sao chamados ua* -a,,(.,. aaenotat-ai -
BMl da vonlade divina ; pon. lie dita era S M,-
theut : saja bate na, vonlade a-ira .. lar,,
como no eco. | Mal,. VI, |U. >eiiaade S. \aa-
linlio. apermissaoe a opera, an,a. lambeta daos
tia-naes da vontade suprema, pata ha lita : .Nada *a
M :se o Omnipotente nao quer. nu nao permute aaa
se tara, ou sa alie proprio o nao m*r. Encl.tr
cap. Ij. ; l'oda-e dizer l.mbaa aa a ri raiitujjj"
e a operar,10 referem-ta ao pratenla, a mermimit
ao mal. 1 operaran t9 b*m, -,, mrmki^rm a
empre relativa .. mal, preee.i. r,|1(0 ," i,,.
ohrualorio. a o ciiitelnn relativa aa beta I
mas se nal, pnrqee toma-se ueste caso e tunal da vM 1*
o espritu visse a conclusau un principio e ompre-1 pela m siua vonlade. "^ea
hendette uma e outra com o mesmo olhar, a asteante I Arl. MI. He ronvanienle dittiaaair
da couclusao nao lena mais enlo por causa I inlel- 1 i vnnta re divina cinco tignaes
ligencia do principio, porque nesle c.so a scieucia Resp,.-|,:
da uma c a iulellisenciadu oulro nao seriam senao Chamare- te sicuaes da
uma su e raesma cuusa, uma cou*a nao pode ser
causa de si mesraa. O que nao impedira ludavia o
espirito de consideraros principio como as causas da suma cous por iu>* metanot. 00 iv aal'ra.
couclusao. O mesmo lem lugar relativamente a von- restamos Iam por nos me.,n.. rlirrrla ---.-"
tade, para a qual o lim he para ot mei.x, o qae para mente a por arridenle.. yaiile.t.ntw ,,,_-,
a intelligeneia os principio* sao para a. conrlusoes. le quandn operiroo-la por n. rnatm.,, MiTl
Don le retulla que, se alguem quer o lim, e d-p. 1- o tignal recebe o non,, de---------------- T**.?**
os meiot por dous actos disiinclos. a vontade do lim lamas indirectamente q.a.do nao M ..
sera causa da vonlade dus meiot ; mas, te te quizar ex.cuCu. Porqoe Aristteles diese 11,,. |,k VIII
por om su e mesmo acto o hu e os meio*. nao acn- ; texl. :i qua nao impedir uma e.a., ha. t
tecera mais o mesmo, porque uma cusa nao pude
ser rau*., de ti mesnia. Todava sera' verdade dizar
que se querero em relcelo ao lim. Ora, a...... como
Dos coniprehende todas a cousas em -ua etsencia
por um 1,1' e mesmo acto, assim lambem quer loda*
ascootts por um su e mesran acto em seu amor. Por
conseguInleassinicomoemDeoia inlelligenciadaeau-
sa nao he a caosa da inlelliscncia do elleilo, puis que
elle coinp'i'lien ie os cffeilos em sua causa ; as-1111
du mesmo modo a vonlade que elle lem do lim nao
be causa da vontade que elle lem dos meios ;
todava elle quer que esses meios se retirara ao fim.
Por conseguiule elle quer a causa pelo motivo, mas
nao he por rauta do raulivo que alia a quer.
Arl. VI. Cumprc-se sempte a vouiadi de Dos.'
Kesposti:
Sen lo a vontade de Dos a cauta mait universal
de lodas. releva que seja sempre carapnda.
Paia convencer-nos dis*o importa observar, que
sendo o elTeilo semelliante em sua fiiima 1' causa
que o produz, devendo discorre sobre as can-as. Mi-
cien es do mesmo modo qoe sobre as causas formae*.
Ura lias causas formaes, poslo que um elleilo possa
nao ler lal ou tal Turma pailicular, au pode toda-
va deixar de ler pelo menos
Assim ello pola bem ser ui
mas nao pude ser uro nao
i.o be ipplicavel as cu-as
pude ser produzdo fura de lal ou tal cousa particu-
lar, mas uao fra da causa universal que compre-
heude em ti indis as causas segunda; pois te ama
causa particular vem a nao pruduziro seu elleilo, he
porque lem sido embaracada em sua ao.au por ama
oulra causa particular que esta' ella raesma com-
prehendida no dominio da causa universal. Por con-
segainte. um elleilo nao pude escapar ao imperio da
causa universal. He use u que v-se perfeilamenle
as cou-as corpreas. Lina estrella pode ser impe-
dida de produnr o seu elleilo; ruis 1 cius qae
impedir de o produ/.ir poden' sempre ser redim...
pela meio das causas intermediarias, a forma geral
qae rege o primen o eco. Por conseguiule, visto que
a vonlade de Dos he a causa universal de lodos os
entes, he impus-ivel que nao prodaza leu elleilo.
Porque o enle que parece sublrahir-se a ella debai-
xo de ura respailo lorna a calur uella debaixo de ou-
tro. Assim o peccador que peccaudo aparti-se da
vonlade de Dos lano quaulo pode faze-lo, lorm a
cihir debaixo do seu imperio, visto quel he punid,,
pur sua joatiei.
Artigo VII. He roudavel 1 vonlade de'Dos .'
Kespatla :
A vontade de Dos he soberanaraenle immul.ivel.
Com elleilo deve observir-se que ha diflerenri en-
tre mudar de voutade e querer a mudenca de" algu-
ma cousa ; pois tero mudar de vuntade, pode-sr
qoerrr que urna couta teja feila agora e que depois
o entrao leulia lugar. Nao lia mudanfa de vonla-
de senao quando te comen a querer o que daotet
nao se quera, on quando se crasa de querer u que
e quiz. O que uao pude acuinecer senao emeons.
qoencia de uma mudanza de ideas, ou de uraa mu-
d-nr.1 as di.|io-n.oe* do ter daquelle que quer :
pnrquaiilo nao leudo a vonlade o bem poi objeclo,
pde-se por dons no,tic* comear a querer uma
cu-a que nao se quena antes : I Ouando se emne-
'.'" a adiar ba uma couta que un au te achav.
lal, o que suppe uraa 111,1 ranea do sujeilo.
'. -----..... "'',,.-,,, reanva aw li-ta 4a sakrr-
nos ama forma geral NM. e que lodo, .re. referen.-,, ^(r.
a hornero ou uro ser tea, r.l |,e a d..lr,.,a c.tholir. r teajeanZia. -.
! ser A rnetma observa- Iide de Oro., yuem ,,, r.l, S. T*mU2.
as ellicienles. Lm elfritu no para sustentar ... Ita~ .w k. ..TT. AV
Aaei-
no para suslenler que Daos aaa ha livrt, aa cvU-a
sem o ler lido, oo de proposita taverla a i
diz para antea illudir os isaarintes. Eaa a
casos he um procediminlo iadigaa da aa
illuslradu e honesto.
ovmponbmcia.
Srs. redactores.Prefei lado par geete a por ca-
rcter a vi la tranquilla a -uilad.. *U raajliiilaan
do glorii era riquezas, cuino Vracs. bata tttanai
dolos, coja vaidade Uve frlicldade de cada Ca-
nhecer. nao obstante cantarera tanda notan* av
adoraoores, vivo quati como anachateU aa atete da
l suciedade. Ninguero me v em Ihe.lrot, aaaa a*r--
mo em reno,,',, quer publicas q.rr parlicalsre-
posla que pan muil... d-lla. tenh.. sido eaavttlada
I ende le tu etlndns regulares rama paora* petjtaa.
o lem feila aro Pernambaca, aata embarga de
nunca me apresenlri candidalu neta raasme aa la-
gar de eleiler da pirachi.. diezma* ale peala
de ter voluntariamente renanciad.o direil. de vnl-r
a qae oulros d.lo lana iprrro !
Nao einbaracaiBda i ajnuuem m9 eawiano ala (ai-
luua. teulio a dita de na enherer iaiaaisat.
Concluidos os mena Irabalhot diario*, tade a lera-
po que me resta he can>agraaa a leilara e aa i
unir distraer,, qae cnlieco. e caja
Deot que sempre rae conserva.
llera tranquillo me arhava qaando
curso que a 11 de agotlo dn nrrentr aaaa
ciara o Sr. Dr. Femzi na Flcaldade de llllill, e
peraontando qual a nbjeclu de qae tratara, rriai'i
deram-me qne do destino da htiaf e de haeaaai
de, o qual considerara debaixo de ia ponte ate ato-
ll novo. Persuadido da qoe a havia falte tema ia
a* idea* da moderna e**-ola, fond.cia pata Sr. Jt^
Keynan e qee na Franca he conheeida dabeiie ta
nome da malhematicasa goal, tetra qae rhrMl*. aa).
\ss.ro, he todava ea**ota, da.-taa (r.iMitN 4t*Z
le liem I mil* '1,, riinlnrl,, .. n.. r..i m. ._
junto da fogo, o que iio I,ni,a lugar antes, i-
teda de NeVcYorlt! No raso deque Ihe fossa dilli-
dos dous conten lores e Ihe suspendern) o braco.
Conflictos desla ordem eram Treqoeoles na vida de
Jackon, e estavam em harmona com os cntumes
do paiz, e, salvo certa* particularidades, cora os de
quasi ludus os povos da America.
Conla-se .elle nm oulro duelo, quasi em iguaes
condiroes, poslo que revestido de circumstancias I jacio com ajenenlas americanos,'
multo mais gravet. Jackson, depois de ler trocado I on em IStIT, >>, nao
cora o cuionel llenlhoii al-umas palavras ollensivas, i em lledlau. u
coneordou em uro encontr, lienlon, sabeudo qoan- Jarkson, pouco* das dnpois da reposta clara e ca-
to sea adversario era impetuoso. Iiospedou-se era um Ihegorica que dera ao corone
ntngnem, porque, se as vezes somos bem forinid
do phy.ico, temos ura moral 13o coreando que melle I aquelle que obra pela tnlellisencia e pela vonlad
medu o assim deixem a rurcundinha. eja anles daquelle que obra pela nalureza; e, puis,
Ainda nao viraos, mas dizem, que a estrada do que Ueus ,ie Iif'nieiro de lodos os auenles, he ne-
Mondego lorna-ac em Irevas lugo as Anda nao he chegado o Sr. Jalo ('aciano, eja I vonlade. Secuudu.Segundo a cmsliluicao intima
nos coete haver quem queira especular cum os ca- I du ase' natural. Com eff-ito, esta especie de agen-
inarule e caderat '. Val,a-nos Dos... I le nu produz jamis senao nm '.i e inesmu elleilo,
au sabemos se sera' certo, mas dizem que se ] porqaanto a nalureza opera sempre de um su e ines-
vendem bilbetes d.,< loteras da curte em earleirai I mo modo, salvo se encoulra um obstculo. O qoe
pelas porta* : la vai como nos disseram, e a ser ver-! '-' nue ^l* *"s,m- he obrar ella sempre legun-
drrar .. b!" i,. '* S'nr0tln'< P" i n"'l l'- W* polica deve lomar em considera- J<> W '". nnquaiilo he no mesmo estado, pro-
uerar-se-Iiia ilessa cidade, que havia punco lempo
se submettera aos coslumes e idea* americanas, e
marchara depois conquista do Mxico. i< O lio-
mem que se persuada poder effecluar um lal pru-
escrcvia Jefl-r-
merece tenao ura lugar
quando o fro chega, corneja a geule a jentir-se bem | poit do contrario o nao tarta, atete aaa ten!,.
Quanto curare*-se a couhecer a bondade de um oti-
le,-lo que sempre se linha ignorado al enlao; por-
que recorremos ao cuntelho para saber o que he
bom em relacjlo a no* ; mas lodas e-la* mudanras
nao sao potsiveis em Deas, poit lemas demauttrado
qneslao l\ art. I c queslo XIV. art. lo que su.
substancia, assim como sua sciancia sao absoluta-
mente immulaveis; por lano devemos concluir que
sua vonlade o he lambem.
Artigo VIII. Torna a voulade de Dos ueceisaria,
as cousas que ella quer '.'
Hesposta:
A vonlade de Dtos lorna necessarias cerlis cousas,
mas nao impoe esse caracler a ludo o que ella qoer.
Alguns philotnphos lera querido explicar es-a diOV
renra pelo theiu das causas, e lera dito que as consas
que Dos faz pela causas necessarias t3o neeattanas,
e que as que elle faz pelas causas contingente* san
contingentes; mas este raciocinio nao nos silisfaz
por duas razes : 1.a Porque nejante de urna cau-a
primera he coutingeule em consideradlo de ama
cansa segunda, poi pode ser impedido pela fall
dessa causa segunda. Astim ama plaa peda im-
pedir a virludedo sul de produzir-se, ei.lrelanlo que
uao ha neuhoma causa segunda que potsa impedir
vonlade de Dos de ler o seu elleilo. 2' Porque sa a
di-tiucolo dos elleilos contingentes e dos elleitos ne-
cessarius nao se refere Itndl a causas segundas, se-
sue- se que existe lora da iulencao e da vonlade de
Dos, oque repugna. Vale pois mais dizer qoe es-a
eiislinccn repou*a sobre a cllicacia da vonlade divi-
na, poique quando uma cinta he efticaz em toa ic-
rao, o effeilo que segue-ie depende delia, nao Mi-
nente quanlo a sua existencia, senao lambem quan-
lo ao seu modo de ser e de obrar. Be o flllio, por
exemplo nao parere-se rom o pai, ate nos acciden-
tes que compSi'in seu modo de ter, nao e deva al-
Iribuir senu a' debilidide do germen encnrregido
de sua reproducen,, ; mas sendo a vonlade divina
soberanamente eflicaz, sriue-se nao ni que o que
Dos quer, ncoulece, senao lambtm que ludo se lux
r)o modo purque elle quer que seja felo. Oa, elle
quer que baja cousas ueces.arias e oolras que tejam
contingentes, alira de que baja urdem no umvers,, e
que elle offerecg um ludo cmplelo ; por isso os ef-
felos queridos or Dos uao sao continenles, por-
que as causas prximas que o produzco) o tu tam-
bera; roas elles o .ao porqoe Dees quizqneofus-
sem, e porque ueste u limo proposita, subraetleuos
a causas que u sao igualmente.
Artigo IX. Quer Dos o mal?
Kesposla :
O qu he o que he de sua nalureza drsejavcl co-
mo o lemos diio quesl. V. art. 11; nao l-e pois pos-
sitel que o mal que Ihe be upposlo seja o objeclo
do appelile natural, animal ou inlelleclnal que n.io
he oulra cousa que a vonlade, entretanto acontece
que se deseje accidentalmente o rail, raat he por-
qoe enlo.elle liga-se i alguma cuusa de bom como
o vamos ver. Cum rlfeilo, un, agente natural qual-
quer nao quer en> si mesmo non a privaco nem a
conupeode un oulro enle ; elle qoer tmenle
nma I,,,ma ruja reah-ai.no arraala a ,1,-tiu,ca de
omi oulra Turma ; elle quera reproduce,"! i de urna
coma que lem por consequencia a coirup'c,o de ou-
lra. A--IH, o leao que mala o cervo nao se propue
-o nu ..lira,.ni. r -., ,, i,.:., nula e-sc animal nica-
mente por raata-lo. Do mesmo rondo o impdica
nao considera tenao o prazer que acha no mal, a
nao para na dillormidade, ua feal Jada de tua ma
acrao. O mal liga-se porlanto a um bem qualquer e
nao hetseno a privacdo de umoulrubem. Ningaen,
o dewjiril jamis, era mesmo accidentalmente, te-
nao se desejas-e o bein a que elle esta' unido mais
vivamente do que o bem de que nos priva.Ora nao
ha hem qoe Dtos pos*a queier mais qua -ua bunda-
de mrsmu, com quanlo elle queira em verdade tal
bem mais do que tal oulro. D'ondc resalla que ella
au quer de nenliuin modo o mal da peccadu qoe
de,rae Inda a ic-lac,, cum tua divina bondade; mal
elle qoer o mal qua nao he senao uma impeileirlo
da natureza e o mal que he um ca*ligu e quer o cas-
tigo, porque qoer a juslira, e quer.que baja cousas
que se corrompan) naturalmente, porque quer man-
ir r a ordem da natureza.
( Chamamos a atlciic,au do leilor para o seguinle
aniso.
Arl. \. Tein Dos o livre arbitrio i 3
Hesposta :
Kt mesinos temos o livre arbitrio a respaila da*
cousas que nao queremos necessariamente ou ins-
tiuclivainf ule ; porque querer ser Miz nao he de
nossa parle um arto livre, mas um aclo inslinrtivn.
He por is*o que os oulros animaes, rajos ninvimen-
los lodos >a.. regeilados pelo intmelo da nalureza,
Kn.retan.o ,11. bem depreisa renuncien es*. rai.e-1 MnTnfcilan^ | 'SSSTaVIS^ ZtbwJVSZ. mTJI ttTSl !*" ravel etl.lenc.a, rorapendo corajotamenl. com o. rao se chiva alojado. q "", crDMosas [, le,S c e le immedi la U P"rece1''ue "",'""jndo, seipre, purm, do uma uecessidade de sua nalureza. e por cania,
seus hahi.u, de depravaco, einprehendeu. rom I K*.e, rabeado de um la. circam*lncia. dirige Mffi?!!!^^ _______ | =uii,.e. qi,e_., ohrasse seitund,. a liberdSde de ,'.,
rao, e averiguar quem a lauto se arrisca, e compro- ai"-os inesmos elfeito', pois lodo o agente ten) por
melle ; como desrjamos que alguem nao toflia por natureza nm ser determinad,,.Por consegrante nao
ah alsum incoinnindo, por isso dizemos x que endo o enle divino determinado, mas cnnlendo em
he para nao ser pilludo com a bocra na botija. t' 'oda a perfeiru do ser, na,, te poda admillir que
Paiece que e*l- anuo a nossa aristocracia, e I ",,r P'1" neceajidedi de sua nalureza: Nesle ca*o
bora gulo atlluira' para o Beberibe, por que dizem 'e,le nA'' podara produzir tanate um elleilo indeler-
que ja nao ha all uma ca-a para alosar. Com ellei- ">""<''. an, seu ser, o que he impossivel, I na,, sao considerVdos"como"loVdy'd'livVe*"b-
'." .e:.a.p,"0reC.i, F!*** "^" h <"= deseja- | ------- | .ro. Poi, que Den, quer uecessariamenle a sua b. n-
dade e ha cou*as que elle nao quer nrcessariamrnte,
rumo o temos provado arl. :. elle lem o llvm
arbitrio cm re.rao s cousas que nao qoer necessa-
riamente
Arl. XI Deve-sc distinguir em Deej a vonlade
du sisnal *'
Kesposta
ala*. Saa. le.
melhores em qne empreser lempo
dadores, qual nao fot o barrer ta qee
meo espirito, vendo qae en elle ana em,
heresias, proprio para apartar i mecida.'- mra_
pnente a quera era dedicad.,,,!,, camiaho da verda-
de para o de erro, do camlnha do beta pera e da
Kre o primeira vez qae me t* recia etn I
buco, e cri do meu dever carao eatbolica,
olhot a esse* moros aula* que livaatein
precipicio em qua o* qaeriim laar;ar, ambara aaann
obrando suteilasse contra mita as na* tte aneea a
cunsiderava como o podra de saa grana. ^^
Como me diriga a moros qae ealllram ai tettrae-
jolguei que litas devia fallar nao itnnu eaa aanna
da raligiao, senae tambeo aa tte praprtt
phia, musirn,lu-lhes por lim que eram ara
corda* em afllrm.r iquilla que a laler da
nezava : isl lie,a l.herdade da Dea*.
Em m.aha* rarla*,em IranalcH- rma a erra, lada-
vii Iralei arbanamenle ao Sr. Dr. pe
at que era senilmente ronnder.da e <
mo om dos primeiros advngado* da nai
daa inlelligeacia* mais esclarec las de i
cia ; mas etae Sr. re*|mndeu-aaa cft___
tentador de falsa e imlicrsta era ler.i.
capolado a dirigindo-me eelrtt tefortea i
lies que cm vez da oflrndrrem iqeeHe
sao cnspidos.nao fizara mai* qae mottrar a rarartar
e edurarao da quem ddles serre-sa. Bavre i
prrmittam-ine Vinrs. que ale a agamia |
baslinle impropria par certa Ce em bornea
prezae que respeita ao publica para a eail c _
Mai au me lembrei qoe e lata sacada be
presompsota, rcli-aa de env.ja, a epaaltate Irai-
i,oeirimente, prorunndu prosalilitaiu catre i
rante, nan a i,,,,-, oe raaaciaia podare-.,
podar de chirlalaniro dogmatismo. >"m me I
de qoe se encnnlram a cada peam nr-te
nenes pnuco generoae*, qee atarnunlim
imagmacao com tanto que decrartam a t lanli
levem ao eraran dus oulro tni parrdli de aal
qae em si enerrram.
Depoi* de trr-me a-.m injeriada. a >r. p). Faete-
r.i deaaha-me par tirar i rapa e declarar a atea
nome, creada lalvez que em .tea cirraaMaaatei oate
me animara a linio, e qae a habilitara para recta-
mar uma nuvi cora de lonro ; otas mtllii i. aa
seo calcula.
Eu podena responder coudiuaameale ae nma al-
ien- o. mit nu o quero ; pera num a libinlidi Kta
runsisle ni cipicidade de infringir i tes, da aarar
o mal mu m em qaerer a brea ailtndi ame Ira a
hem. Descomponlu-He poi* elle na-ale aoterr
que nao consecuir desviar-me da carretel aa aja
impe a le do dever.
Aceite a desalo da Srv lr. I 'citen rata >*-
guinlet cndicoes
. Depvis qua tiver tido publicada a anab amalla
carta, que he a ulnma, lera elle ama dilacae e da.
diat para refuta-la-, .ende eitt rea.acia pabliie la
no Winro, |.i que Vmc*. prestara se i" i~.
~* |" .*r>*"aeB-' m e *nrfraqBBB)
lere lambem umt .tilai.au de dez diat para ai rnra
ir minhi ireptiri. e i'uldirada alia, para ae<-
queslo lenha uraa suluco. Vasca, sa eaat-OTraara.
de remellar ludo eram o amara la ITatiq, en
que fui eslampado o ducur-u do Sr. Hr. I tilla i. am
Exm. Sr. arce ,, ,|, mhll t ,. txm v ^
rapella.-m..r, pedinto-ll*,, rol aaave de aravmtV
que, em qnilidade de luaslre* de fe, te e^garaa oe
decidir se it duulriiiat rmileuda* aa aura. *g.
rniilnrmes a qoe entina a|igre|i, na re Ihe U* raa-
Oualqoerqoa latea deeisao dada per eaaee illet-
Ires e sabio! prelado*, Vajea, a publicara... eaj ...
leiirao a cousa algente, sera cuawdaraeae i njejfjj
ma pessoa, puis alo', devem aalepor a iBlerra
elerno de *eu* conn lailn*.
Ma proponh,, qua tote a qae.la. decidida carie*
pessoa batante a,.l..ri,ada. c cumpelaaln .
ir mis austral, para evater-NM -r......iimurn__
>e o Sr. Dr. he.loza qaizrr estar pala aaa Va es-
polo, au lera mal. que derlarar por evde 0W.
que, caita as piesenlrs con ln-, .. ( ra_ -^.^
a". Sr*. redactores qu-, p.r baixa dr*a d|.r^rtZ
denarem lambem por extenv, lado a mea atrae' I
De Vajea, aliento vrnrradar e cii
Nueinl.ro l de lK"tI.
1.
*n*m^SZSirBi i "!Sxr^^iS^aJZltf^ I m!* M marq"e7 "',fave,,e de 1 'dB i0,h0'" :'iinie ,em'
Braga.
ui'ir nn .vlnnle.ro om hrilhanl* *oi-
i roe pela insiallirao da sociedide Recreio familiir
he que elletqueiram corresponder ma grarja e'ob-
servar sem mandamenlos. Noli do mesmo ah-
bide. i
*&ubtt Sentonca profer.la p, lo Si. Dr. caarfe
d. polica i aud. Sor de mainha. ae
pi-ocifjso instaurado p.lo cool.a-
oamlo de af, ic, nos ha vial o cate aV -
inhai-m.
J isios estes lulos, etc. Sio aceirsajM Trm-
ciscd de Paula Cavilrann w ,~.-.>r |ll|ti<|
|>orChiro-caador,Juse Kranciiia JVtcmIi
l.ms, conhecido por (JzumU, __ o latrbaral
Amonio de \ isconccos Menurn de rx-----------, .
Ha cunta* que applicamos a lieos em nm sentido Antonio di Silva Pereira de Itvmm I, i a L.
propr.o, e OttlrM que nu Ihe cunvem senao em um ..f,;, L Xtnm "*aaaa M
sentido meihaphorico romo o distemos queslo nos ""*** 'dos as igoas de Smmharaa,
---------------------------------------------------------------------em um palhaboie indo de Angola, pelo Mn,ite, aa
,:l. Esle artigo e red ai a que*io que lemos Ira- j rominandante Aogusato l'.esir de Mcsqait, ou Me-
tido, arlco :l. A Escriplura expi.-i'.la verdad,-era nozes, era dill dn nae/ de oulul.rn d. i a -
nma mull ln de Ligare.,; Rom. I\- -Cuja, vuli ',._, alacH.idn ei.w.m. '' '*" *
miserelar, el quero vull indunt Jer. XVIII Erre m -fi"adn m^ crin ni nrata da da I de
Ogulus faciebal
bidt.;
oput, ele Nota ,1o mr*m ib-
4~
I rimpromellamo-no. a faeer
Sr. rorirsponpenle. '
qaa |H/,,pava ..
'/?r.
MJTTl^ri-
ILEGVEL


*
'
mesmo mez, conduzindo os africano? subtrahdos,
embarcado, para as bandas da Sarrambi : Manoel
Fidelis do Nasci ment de ter leva Jo o dito capilo
para ierra, fazendo parle da guarda de paisanos,
quefoi a bordo fazer a apprelwnsSo do contraban-
do, haver consentido na subiracao dos africanos ;
e ler levado para sua casa de bordo do palhabote,
urna lata de basilico, um pedazo de cabo e oulros
objecios dessa importancia.
Os dous primeiros rosem suas defezas apresen-
taram as teslemunhas de fls. 188aib. 192, as
qnaes depozeram que o reo Wanderley, esteva du-
rante o citado dia 12 noengenho Cnelhas, duas
leguas e meia da barra de Serinhaem, e o roo Accio-
li Lina no engenhoSibir, mesma distancia da
barra de Serinhaem, onde eslava Tundeado o palha-
bote importador dos africanos, e disto sabiara, por-
que forara casa do primeiro, e passaram pela do
segundo : a primeira tesiemunha diz tambemque
passou i noite em casa do primeiro reo, e nao o
vio sahir.
Esta testemunha he um orlicial de marcineiro e
assalariado do reo.
Mas perguntados se sabiam que os dous primei-
ros reos lomaram parte na subtraccao dos africanos,
limitaramse declarar, que Mies nao constava, se
esses reos tiveram alguns dos africanos subtralii-
dos do palhabote.
As teslemunhas offerecidas pelo ro Antonio da
Silva 'Perera, e constantes de fls. 193 a fls. 197,
igualmente lmilaram-se a jurar que Ihes nao
constan que Amonio da Silva Perera tivesse tido
algomdos africanos subtrahidos, e que o nao vi-
rara sahir de sua casa no dilo dia 12.
Nenhuiia outra prova produziram esses ros em
suas defezas.
As teslemunhas citadas, pois, nao destruiram
a aecusacao, antes a corroboraran], porque nao
provaram que os reos nao comraeiterarn o crima,
nem mesmo depozeram de maneira a duvidar-se
da possibilidade de irem os tres reos a bordo do
palhabote fazer a subtraccao.
- A'vista do ex posto, julgo os reos Francisco de
Paula Cavalcanti Wanderley, conhecido por Chi-
co cacador, Jos Francisco Accioli Lios, conhecido
por Cazumb, e Amonio da Silva Pereira, incursos
as dsposi;des do arl. 2 da lei de 7 de novembro
de 1831 e A da lei de 4 de setembro de 1850 ; e
como o delicto foi commellido noile e houve ajus-
to entra os delinquintespara o perpetrare (circums-
tancias mencionadas no art. 1688 1 e 17 do cod.
crirn.), combinando os arts. 179 com a primeira
parte^ do 34 a o 35 do citado cdigo, condemno
os ditos reos Francisco de Paula Cavalcanti
Wanderley, conhecido por Chico-cacador,
Josa Francisco Accioli Lins, conhecido porCa-
zumb, e Antonio da Silva Pereira soflrerem
a pena corporal de seis annos de prisao, e mais
om virlude do art. i da lei d 7 de novembro ci-
tada, os condemno pagar a mulla deduzentos
mil res por cabera de cada um dos africanos ex-
traviados, e na despeza da reexportacao delles par
a frica, respondendo c^da um dos condemnados
por si e por cada um dos outros quemo i multa e
despezas de reexportacao nos lermos da lei em ulti-
mo lugar citada.
Absolvo, porm, os aecusados bacharel Antonio
de Vasconcellos Menezes de Drummond, e Ma-
noel Fidelis do N'ascimento, da crime de que sao
aecusados ; o primeiro, porque provou nao soque
nao tova parle alguma na importarlo dos africanos,
como qu foi elle quem djierminon seu pai o coro-
nel Gaspar de Mcnezes Vasconcellos de Drummond,
a assureir o ejercicio dedelegadode policiade Se-
rinhaem, para fazer a apprehenso dos africanos e do
palhabote,' que o coadjuvou com seus conselhos
de advogado e com a sua penna, e nesse empenho
esteva na engenho Trapiche al depoisdas
onza horas da noite de doze, rctirouse em direitu-
ra para sua morada no engenho do Anjo, e s
foi a Barra de Serinhaem no dia 13 em companhia
de seu pai, para guia-lo na redaecao dos termos de
apprehenso, officios, ele. finalmente, que apenas
conheceu conweu pai o extravio de 46 africanos,
(extravio que s poda ser sabido dello e de seu pai,
porque s a este o capilao tinha comraunicado
quantos irouxera. a seu pai a elle aecusado), acor-
selbou a sou pai que disso dsse parte log ao *.
verno, e de seu proprio punho escreveu a eorar*Ti-
nicacao : circumslancia que exclue toda a probabi-
lidade de ler partilhado o crime, que fcil limo llie
era occultar, nao s pela razio expendida, como
porque a capacidade doscommodosdo palhabote era
para isso inteiramente favoravel.
Anda mais provou o aecusado, que nao poda se
ter combinado com os dous primeirosWanderley
e Lins, porque com aquello nao linha relacoes
e eom o segundo tinha indisposicao : absolvo a
Manoel Fidelis do Nascimento, porque mesmo da
prova da aecusacao se v que elle, conhecendo per-
feUmente o coronel Joo Manoel de Barros Wan-
derley Lins e seu engenhoSerrana que o
capilao do palhabote procurava, engaando a esie
o levou de caso pensado casa e preseoca do dele-
fiado de polica do termo de Serinhaem*, coronel
Gaspar de Menez.es Vasconcellos de Drummond
para eolregar-lhe a presa------Este jirocedimenlo
deveria te-lo collocado na disposicao do arl. 5 da
lei del de novembro de 1831 citada. Quanto
ao ler Manoel Fidelix levado para trra e para sua
casa alguns objectos do capilao, nao he um crime
previsto pela legislarlo citada, antes he de efer que
elle julgou dever isso pralicar para melhor engaar
o me.-mo capilo. Finalmente se nao provou que
de qualquer modo tivesse Manoel Fidelis. concor-
rido para a subtraccao dos africanos desapparecidos
do borjo em numero de 46.
Condemno mais os reos Francisco de Paula Ca-
valcanti Wanderley, conhecido por Chico-caca-
dor, Jos Francisco Accioli Lins, conhecido por
Cazomb, a Antonio da Silva Perera, pa-
gar pro rata, as cosas desie processo, deduzindo-se
a parle dos que ainda nao 'orara julgados ; e con-
demno a rounicipalidade no pagamento das que to-
caran) aosdoos absolvaos : alm disso, pagar por
inteiro cada um dos condemnados, as cusas feilas
com a sua defeza.
Recife 25dejunhoda 1856.Dr. Policarpo
Lopes dt Leo.
Aceordo em relaoao.Que confirman a sen-
tenca appellada na parte que absolveu os appella-
dos o bacharel Antonio de Menezes Vaseoneeilos de
Drummond e Manoel Fidelis do Nascimenio, l-
tenla a prova dos asios ; reformam, porm, a
mesma sentenca na parle que condemnou os ap-
pellamea Francisco de Paula Cavalcanti Wander-
ley, Jos Francisco Accioli Lins, e Antonio da Sil-
va Pereira, como cmplices na subtraccao dos
africanos apprehendidog na Barra de Serinhaem,
para os absober como absolvem, porquanlodos di
versos interrogatorios, aicareacoes, exames e infor-
macaa que procedeu daudiclor de marinlia, que
instaurou o processo, asiim como das diligencias,
que dapois lambem prolcedeu o delegado de polica
tenente-ooronel Joo Nepjomucenoda Silva Poriella,
de fls. 98 em dianle park descobrir os criminosos,
como lambem das que antecedentemente fez o com-
mandante do destacara nto e o juiz municipal do
Rio-Formoso, nao se encontra de todas essas dili-
gencias e das teslemunhas da aecusacao prova al-
guma roncludentee pleni, qual a que o direilo re-
quer para urna condemnslcao, eas teslemunhas pro-
duzidas pelos appellanles de lis. 16(1 em diante, e
suas defezas de lis. 230 t fls. 244, sao relevan-
tes para Iludir a aecusafco. que se Ihes fez, e por
conseguinie para relev-los da pena que Ibes foi
imposla pela sentenca appellada, visto como he es-
ta fundada simplesmeniaem dspoimentos vagos de
ouvirdizer, incertos e cpnt'adiiorios, quenenbum
peso merecem, e nao particularisam cireumstan-
cia alguma que os torncm acreJilaveis, nem indi-
cara a fonte ou orig^.m de sua ciencia, e delles s-
inente poderiam rosullar indicios lambem vagos e
incerlos, que nunca lizeram pruva para aulorisar
urna condemnafo era crimes ainda mesmo leves,
e muito menos em crimes de tanta gravidade, como
o de que se trata, para o qual se exige prova plena
e robusta, a nao presumpeoes que por mais vehe-
mentes sao repeldas pelo artigo 36 do nosso cdi-
go penal. Portante, reformada nesta parte a sobre-
dita sentenca, e confirmada na outra parte absol-
vem ot appellanles ; e mandam que tamo estes co-
mo os nppellados, sejam postos em liberdade, pas-
sando-se para isto alvar da soltura c baixa na cul-
pa, ecoodemnam as cusas a respectiva munici-
palidad.'.
Recife 18 de novembro do 1856.Azorado,
presidente.Rabello.Bastos.Telles, vencido
i;nmn a reforma.GonvsRibeiro, vencido qnan-
lo reforma. Bastos doOliveira, vencido quanio
reforma.Valle.
PHOGRESSO T IHSTRUC-
?A O PRIMARA.
Analvse ao relalouoque em abril de 1856
ez o Ilustre professor publico Sr. Jos
Francisco Soares, ao E\m. Sr. Sa' e
Albuquerque, dignissimo presidente da
provincia das Alagoas.
O professor, (dzS. Exc.) que deceno uao nu-
tria pelo systemasentimentosde fanatismo, ou en-
tusiasmo irrellectido, dando coma da sua com-
missao, escreveu-me emjseu importanlerelatoro as
seguinies palavras a matricularam-se em diver-
sas datas do mez de Janeiro 46 alumnos ; destes
13 ja sabiarn ler, 33, portento, principiaran! pelo
novo systama : 17 destes ja linham sido matricula-
dos o anno passado em minha cula dos quaet so-
mente nove conheciam as lettras, e oito nada sa-
biam A todo te poda chamar analphabetos : o
restante, em numero de 16, entraram pela primei-
ra vez.
Dos 33 um morreu, outro raudou-se da capital,
31 sao os que frequentam a aula, todos lem adqui-
rido uroadiantamento maravilhoso. Seis formara
a primeira decuria, lendo desembarazadamente, pa-
lavras por sylabas, a principiam a fazer leitura cor-
rente.
Promellem dentro de um anno estar promptes na
leitura.
Os de mais formam a segunda decuria, lendo
somante palavras por sylabas. Em 18 de fevereiro
foi admillido. como ouvinle, nm alumno de 9 an-
nos, que matriculado em minha aula em marco do
anno passado, alen de ja antes disso ter frequen-
tado outra, nao sabia ao menos as lettras do alpha-
beto 1 I !
Pelo novo systema aprendeu-as em cinco das 1
Faz parta da segunda decuria, e prometa ler muito
bem em pouco lempo,
Em marco foram admiltidos,como ouvintes, 4.
que formam a lerceira decuria, c principiam a ler
palavras por sylabas. No crreme mez de abril (o
mesmo mez em que faz este relatorio) foram admit-
tidos, como ouvintes, at ao dia 13, 12 meninos,
todos ja sabem as lellras, formam sylabas por car-
loes, principiam a ler palavras por sylabas. Al-
guns destes ja haviam frequema lo outras aulas, e
nem se quer sabiam as lettras '. Cinco fazem
parte da lerceira decuria.
Advirta-se qne este Ilustre professor como diz o
Exm. presidente da provincia, nao era enlhusiasla
do melhodo Castilho, ao contrario mostrava urna
especie de seepticismo acerca das vantagens preconi-
sadas pelos apologistas do novo methodo. Mas por-
que razo este mesmo professor, um dos mais ha-
bis e dedicados que possuea insirueco p-imaria
daquella provincia, nao pode jamis obter pelo me-
lhodo amigo, as vantagens que adquira agora,
quando est mais velho, mais cansado, mais abor-
recido do magisterio do que quando principiou a
leccionar, com toda a robustez, toda a dedicacao,
e todo o enthusiasmo que nos avvenla no comeco
de qualquer emprego? Isto por sem duvida he
devido nicamente excellencia do melhodo Casti-
lho, cu jo segredo est em prendera attencao dos
meninos pelos meios suaves, alegres, e divertidos,
que os faz amar a escola, e por easa luz elulrica
que Ihes rasga de improviso a densa nuvem que
Ihes obscureca as faculdades intellectuaes, inda
mais comprimidas pelo terror que Ihes inspira a
carranca do mestre, o temor doscaligos, e a posi-
cao sedentaria, to opposla idade pueril, at nos
raesmos irracionaes.
Essa luz e'etrica ha a analyse, syntese da pa-
lavra fallada, sempredo mximo para o minimo,
mas que poneos ainda bao comprebendido, de que
he mais fcil descerdo cume para a base, do que
galgar desta, para aquelle, e por cojo processo ja
hoje muitos, ensnam as linguas vivas, e monas,
com duplicad^fructo e rapidez, que jamis oblive-
ram os eruditos professores da amiguidade O I-
lustre professor, atiesta que os malricnlados em Ja-
neiro, inleiramonin analphabetos, em abril ssLoi
quasi lendo correntemente : os malricnlados em
marco,s com um mez de estudo, esto lendo por
sylabas, ao passo que aquellos quose haviam ma-
triculado o anno passado, e frequentado oulras au-
las, pelo melhodo velho a maior pane nem as le-
tras conheciam,eram inteiramente analphabetos 1 !
Sera suspeito o illuslre pernambucano Exm. Sr.
S e Albuquerque V 1 listar mistificado o mu
digno professor alagoense ? 1 !
Eia, avante Sr. Soares, o futuro he vosso, o p
loesquecimento nao cubrir o vosso lime, vos bem
merecis da patria Honra a Ilustre assembla da
vossa provincia! Eterna gloria ao Exm, Sr. pre-
sidente Sa Albuquerque suhrlantai, Sr. desentro-
nisai da cadeira hemorroidal esses regressitas ra-
marraneroe, que olhando s ao seu bem altar,
naoseemportam com o adiantaraento dos meninos,
erando que s a palmatoria, a carranca, e a immo-
bilidade sao os nicos meios que devem ser em-
pregados a bem da insirueco primaria I Como se
enganam I Jamis vence o rigor, o que o amor nao
veuce O vosso exemplo, e o dos Ilustres colle-
jas Ja Baha anmaram ao mesmo empenho a dig-
nissima assembla provincial de Sergipe, eseu Exm
presidente. Segurai a insirueco primaria no sul do
imperio, o norte lica por nossa coma.
Entre os briosos pernambucanos cnconlram-se
genios transcendentes, capazos de grandes empresas
e que jamis arrepiaram carreira, por mais que os
ramerraneiros, furlando-se a urna dscusso franca
e leal, os invclivem, abocan-hem, e tratero de pa-
gle o novosystema. Res non verba.
Ha pouco foi-me lerabrado pelo Illm. secretario
da directora gcral desla provincia, um insigne pro-
fessor. talvez a flor delles, o Sr Andr Alves da
Fonseca Jnior, hornera do futuro, progressista,
de coraco humanilario, cheio de vida, mesire de-
dicado, escravo dos seus deveres, zeloso do magis-
terio que exercita ; se elle pelo melhodo velho he
to proveiloso aos seus- discpulos, aue nao far pelo
insigne melhodo Castilho 1 Elle o est estudan-
do com toda a dedicacao e intelligencia de que be
dolado ; at onde remontar esta aguia os seus ele-
vados rooa ? ? Elle, moco, instruiJo, dolado de
urna actividade enexcedivel 1 Grandes e rele-
vantes servicos lem de recaber delle a insirueco
primaria !
Elle, e o Sr. Francisco Xavier Carneiro da Cu-
nha, queja foi professor publieo. oSr. Joao Jos
Rodrigues, licenciado pela directora geral, promp-
lo nos prepatorios da nsiruccao secundaria, o Rvd.
padre mesire Manoel Thomaz,profesor jubilado, o
Sr. Manoel Jos de Farias Simoes, o Rvd. padre
me-tre Joaquim Maciel, o Sr. Manoel da Costa Ra-
mos.o Rvm. Sr. vigario do Apudi, alm dos dous
professores do Piauay, e Rio Grande do Norte,
onde ja temos urna mestra, pelo novo systama, e as
Sras. D. Clea, D. Priscilla, a D. Francisco, Ro-
mana, e quatro professores nesta capital de Per-
nambuco.gracas aodisliocte Sr.Dr. FilippeMenna,
que me conslituio o chele desia coorte progressista
em o norte do imperio.
Felizmente o Exm. Sr. Sergio, dignissimj pre-
sidente desia provincia, e o mui digno Sr. Dr.
director eral nao sao infensos ao methodo Casti-
lho -. com to poderosos auxiliares envidaremos to-
das as nossas torcas para que a insirueco prima-
ra allinja aquella grao de perfeetibilidade, e rapi-
dez, que as demais arles e sciencias ho desenvol-
vido ha meo seculo a esta parle.
O gaz ja se extrahe da agua, o fio elctrico sub-
marino transmitie em poucas horas as noticias a
militares de leguas de distaneia.o Wagn corre com
a rapidez do raio e s a insirueco pri-
maria finara eslaccionaria Oh 1 nao. Eslude-
mos o novo methodo, appliquerao-lo a todas as
phasses do ensino ; a larefa he ardua ; mas antes
de mim ja alguem o disse.
n Osuorque se derrama a favor da patria, he
sempre honorfico.
O Exm. Sr. Dr. conselheiro Antonio Feliciano
dcCoslilho ordena-me de pedir a todos os senhores
professores,e professoras cima indicados, e a quaes
quer oulras pessoas que lenham estudado o seu me-
lhodo de leitura repentina, dgnem-.e remeiter em
caria fechada o seu parecer, sobre o novo systema
de ensino, assim como o bem. ou mal que sobre
isto se baja publicado, e que se vier reconhecido
por tabellio, mellinr ser, aim de se publicar no
Relatorio gerai, at principio do futuro Janeiro,
rerebem-^e o; cartas na ra Nova, escola cotral do
mm tt WMHCf 31M O II II MVfMIRO DE ll
melhodo Castilho, donde serao remotiidas para Lis-
boa.
Francisco d6 Freilas Gamboa,
Professor particular autorisado pelo governo.
9mm$ttio.
riSACA DO RECIFE 2t l)E NOVEMBRO AS
:i HORAS DA TARDE.
CotacOe ofllciaes.
Assurar mascavado 2f750 a >900 por arroba
com saeco.
fredeheo tlobUliard, presidente.
P. Borges, ecrelario.
Sobra Lomir, 27 3^AMBIOS-
Parle, 346.
Lisboa, 98 a 100 por \ de premio.
. Kl? dS Jal,ei'u- <|3a I por 0|U a 15 e :10 das.
AccSes do Banco, tO a i."> de premio.
companhia de Beberibe i0O0.
f companhia Peruambucaua ao par.
UlRidade Publica, 30 purcentode premio.
e Indemnisadora. 52 dem.
a a d> e DiMconto de leltraa, de 7 a 7 1i2 por Om.
Dilo do banco7 a 8 por 0|o.
yuro.Oncas hespnhula>. 288 288500
Moedai de 6ciO0 velhas .... ItisOOO
b>100 novas .... 16J000
48000.......98000
Prata.PatacOes brasileiros......28000
Pesos eolumnarios......2j>000
mexicanos...... itSIM
ALFANDEliA.
Hendiraentodo dia t a 20. .
dem do dii 21 ...
342*478*37
2:322j9ll
3H6:970j:li8
Oescarretam hoje 22 de noiembro.
Barca ingtexa.llermionecerveja e ferro.
Brigoe inglesOdeinIrillio* d ferro.
Brinae ameriono l'homaz Weller bacalhio.
Brigue portuguezRelmpagodiversos gneros.
CONSULADO I.KKM..
Kendiinenlo dodia I a 20.....30:1441583
dem do dia 21....... 1:6671672
31:81291:
Kendimenlo do dia 1
dem do dii 21.
i-MVERSAS PROVINCIAS.
a 20
3:1258490
103|330
3:2288780
DESPACHOS DE BXPORTACAO PBLA MBSA
O CONSI.'I.xDO DESTA CIDADE NO DIA
21 DE NOVEMBROIDE I8.-.6.
HavreBarca inglea Olin.la., Lasserre & liiset-
frers, 600 sacco* assuexr mascavado.
Buenos-AyresPolaca he va Aroorim & Killio, 2V) barricas assocar branco,
loO ditas dilo nnscavado.
Lisboa Brigue proluguez "Soberano, Francisco
Severiano Rabello e outroi carre^adores, 161 sac-
eos asncar mascavado.
PortoBrigue porlngpez uS. Manoel I, diversos
carre^adores, 109 coaros salgados, 52 cascos mel,
200 meios de sola.
Exoortacao'.
Parahiba, hiate brasileiro CamOes, couduiio o
seguinle : 120 volme* gneros eslrangeiros, 100
meios de sola, 723 caiiots charutos, 133 dilos cha,
2 latas Chocolate, 7 ditas fumo, 190 caises doce de
goiaba, 10 saccas arroz, 18 caadas de espirito, 10
saccas caf, 200 cauoes sabao.
Liverpool por Macei, barca ngtezaaNanpliinte,
de 612 l.ineladss, condazio o seguinle : 10 barri-
cas linhaca, 2 barris doce de calda, 525 saceos e 200
barricas assucar, 259 saccas milho, 20 ditas faijao,
11 varas de renda, I tala coufeilos, 2,198 meios de
sola.
RECEBED0R1A DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia t a 20 15:7309341
dem do dia21........ 5608813
16.3119154
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendiinenlo do dia 1 a 20
dem do da 21
28.-4278898
1:7808397
30:217j25
Mofcimnto $o porto.
-Vaco entrado no dio 21.
Bircellona e Malaga37 dias, do ultimo porto 27,
polaca hespanhola .Joven Dolores, de 137 tone-
ladas, capito Pedro Coll. equipnem 10, carga
viuho e mais gneros ; z Arauaga lirvau. Pe"r-
leoee ao porte de Barcellona. Passageiro para o
Rio de Jaoeiro, Anlooio Coll. Seguio para os
porlos do sul.
Vacoi takidof no mesmo dia
Rio de JaneiroBrigue brasileiro Firma, capilao
Manoi-I de Frutas Viclor, carga assucar e mais
gneros- Passageiros, Antonio Borges da Fonseca
Jnior e 1 cria india de 3 anuos, Antonio Pereira
Bispo e 1 e-.r,ivo, Francisco Connives dos Pra-
zeres Rocha, o pillo Jos Vicente di Maia e i -
cravos. sando 2 perlencentes ao cepMSe do mesmo
navio e 2 perleneenles ao conlra ine'lre.
Uarbor Greco Barca ingleza Queen, capilao
John Munn. em laslro.
Ilamplon R.adsBarca ingleza Wagger, capilao
J. Obroqell, carga assucar.
BostonBarca americana Warren llallell, capi-
13o Samuel W. Hallett, carga assucar.
Para e porlos intermediosVapor brasileiro Para-
n, commandante F. F. Borges.
DiturS.
Pela inspeccao da alfandega se faz publico que
no da 22 do crreme mez depois de meio dia se
bao de arreraatarera basta publica, porta da mes-
ma reparlico, sendo a arrematarlo lien de dire-
103 ao arrematante as mercaduras abaixo designa-
das ja annunciadas em edital de 30 dias.
Sem marca 2 pedras de cantara pequeas no
valor de 29 cada urna total 45>.
1 gaiola no valor de 100 rs.
1 cinaslra vasia novator de 20rs.
Marca F. 16 caixoles com ameixaso peras era
mo oslado no valor de 100 rs. cada um total rs
I 9600.
Latreir0 1 caixote com marmelada inteiramente
arruinada no valor de 20 rs.
1:190 paroleiras, lendo algumas azeilonas inteira-
mente arruinadas, no valor de 20 reis cada urna,
total 238800.
Marca A. C. 1 barril vasio no valor de 100
reis.
Marca F, 30 caixotes vasos no valor de iO reis
cada um, total 10200.
Marea M. 10 barricas vasiasno valor de 200
reis cada urna, total 28.
25 barris com aduelas no valor da 2 cada um
total 509.
36 ditos ditos no valor do 28 cada um total
728.
Marca B. C. 1 barril vasio no valor de ijOO rs.
Marca C C, 1 caixa com rap naccional
em mo estado no valor de 19\
1 dita dita no valor de 11,0.
Marca R. B. 1 dita com 195 livres improssos
embroxura a 500 rs, cada um total 979500.
Maaca V .L, 1 caixa com 40 embrulhos de colxe-
tescom 666 grosas de pares no valorde3599610.
Leirteiro 1 embrulhocom 12 folhetos impressos
com 18 estampas pequeas no valor de 20 reis
cada urna total 360.
Sem marca 3 garrafas com absinto, no valor de
500 reis cada urna total 18500.
S. M. 16 cadernos de papel para imprimir, no
valor de 100 rs. cada um, total 18600.
S. M. 1 caixa com roupa e mais prepares para
mascarados, sendo ludo usado, no valor de 259000
reis.
Marca H M 100 livros nglezes e francezes em
meia encadernaco, e em mo estado, no valor de
800 reis cada um, total 800 rs.
78 Tolhetos no valor de 400 rs. cada um, tola!
319200 rs.
S. M. 1 caixa vazia no valor de 1 rs
S. M. 1 dita com alguma roupa bstame usada,
no valor de 19600 rs.
1 Dita com alguma roupa de passageiro usada,
no valor do 39 rs.
1 Dla dito dilo no valor de 19000 rs.
1 Dita dito dito no valor de 19000 rs.
1 Dita dilo dito no valor do 28000 rs.
S. M. 3 embrulhos com '/.O abotuaduras de
metal para casaca, no valor de 43000 rs.
S. M. 6 l|2garrafas devinho branco de Lis-
boa no valor de dOO rs,, cada urna, total 294oO.
6 caixas de papello com chapeos de palha en-
fetados para senhora no valor de 29 rs. cada urna
total 128 rs.
1 Saco cora roupa no valor de 19 rs.
1 testo tao no valor de 100 rs.
1 Lata vazia no valor de 100 rs.
Allandega de Pernamhncn ] P, de novembro de
1R5C. O inspector Benio los I mandes Ra-
ran<-.
O Dr. Anselmo Francisco Peretli, commendador
da imperial ordem da Rosa, juiz de direilo es-
pecial do commerco por S. M. Imperial a Cons-
liucional etc.
Far;o saber aos que o presente edital virem, que
no dia 11 de dezembro vindouro, se ha de arrema-
lar por venda a quem mais der, na sala dos audic-
torios depois da audiencia deste juizo :
Um sitio com arvoredos, chaos proprios, cerca-
do com urna pequea casa coberta de lelha, lendo
una entrada de 20 palmos pouco mais ou menos,
alguma cousa extenso na estrada qne vai da Casa
Forte para o Arraial, avalide por 1:3008000 reis,
penhorado por execuco de Elias Emiliano Ramos
contra .loo Baptista Paes Barrete.
E para que ehegue ao conhecimento do todos,
mandei pasear edilaes que sero publicados pela
imprensa e afixados nos lugares designados no cod.
commercial.
Dado e passado nesta cidade do Recife aos 20
de novembro re '856.
Eu Maximiauo Francisco Duarie escrivo o subs-
crevi.
Anselmo Francisco Peretti.
$tttani oes.
CORREIO GERAL.
A pessoa que lancou na caixa da adminislracao do
crrelo ama caria com sobscriplo a Marcelino Theo-
Ionio de Souza bidreira, fallando-lhe a direcc^lo, e
por consequencia privada de poder seguir sen desli-
no, qaeira dirigir-se a mesma reparlijao para o fim
cima.
Os senhores que arreinalaram-lalhos de acou-
goes pblicos na cmara municipal'do Recife, com-
parecen] na casa da mesma .cmara com seus liado-
res, para assignar os respcclivoa lermos O secreta-
rio, Manoel l'erreira Accioli.
Pelo prsenle laco publico, que lodo o escravo en-
coulrado as ras desla cidade oo nss estradas dos
arrabaldesda mesma depois do loqoe de.9 horas da
noile, sera' preso e recolhldo a' casa de detenido, e
castigado ba manlia seguinle com 50 palmaloadas,
salvo se os escravos presentar bilhele assignado pelo
respectivo senhor, declarando que vai a seu servido.
O presente edital sera' observado pelos agentes de
polica, passado o prazo de 6 dial que licam marca-
dos, para que ehegue eila providencia ao conhaei-
mento dos donos. Secretaria de pulida de Pernam-
hnco 20 de novembro de 1856.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conseibo administrativo lem de comprar o se-
guinle :
Panno azul para sobrecasacas a calcas covados
3,139, dito para capotes ditos 6,582, baila verde
ditos 2,483, panno preto ditos 398, casemira car-
mesim ditos 400, esleirs 1.670, casemira azul
covados 25, luvas brancas de algodo pares 120,
foles inglez pequeo 1, sapalos pares 2,061.
Quem quizer vender estes objectos aprsenle
as suas propostas em carta fechada na secretaria do
conselho s 10 horas do dia 26 do correnta
mez.
Secretaria do conselho adminisirativo para for-
necimentodo arsenal de guerra 19 de novembro de
1856.Bento Jos Lamenba Lins, coronel pre-
sidente.Bernardo Pereira do Carmo Jnior, vo-
gal e secretario.
Companhia de
Beberibe.
O Sr. caixa da companhia esta' autori-
sado a pagar o 17.- dividendo, relativo
ao semestre fmdo no ultimo de outubro,
na razuo de 2.s20 por aevao. Escriptorio
da Companhia de Beberibe. 21 de no-
vembro de 185(1.-0 secretario, Luiz da
Costa Portocarreiro.
f'ara o Aracaty
O hiale Duviiloso segu com brevidade ; para
irga e passag'iros, dirijam-se a Martina & Irmio,
ra da Madre de lieos n. 2.
THEATRO
DE
ESPECTCULO SOB A DIRECCAO DO ARTISTA
O SR. SANTA ROSA.
BENEFICIO
DA SRA. P.
J'/t/(/a
fona/A
E1)0 SR.
40AO PEKEIRA DA COSTA LIMA.
Quinta-feira 27 de novembro de 1856.
Depoiiqne o Eim. Sr. conselheiro presidente da
provincia se dignar comparecer na Iribuna, os Sr.
professores da banda de msica militar du corpo de
polica, da qua he mestre o perito Sr. professor Pedro
.Nolasco Bapliita, execuUrao urna das suas melhores
ouverluras.
Kioda a qual subir' a' cena a muilo linda e in-
(eressaole comedia joco-seria eiu tres actos, iulilo-
lada,
A SEVSIBILIAIIE
CRI1E.
Actores :
As Sras. I). 1 lorinda Knolh, Jesuina, .\lei.indri-
ja ; os Srs. Sania Rosa, Alves, K.beiro, Rozendo e
Lima.
Os inlervallos ser3o preenchidoa com as melhores
DMei de musica do repertorio do mesmo Sr. Pedro
Nolasco, e entre as quaes executarao (a pedido de
mullas pessoas),
Q SISEHEHI!
opera da aria
O Trovador.
ara' lim ao espectculo com a muilo jocosa
farja,
V CRIADA ASTIJOOSA
01.
0 BICUDO S0MN0LENT0.
lio ele o especlaeulo que vai ser apresenlado ao
illuslradn publico desla cidade, de quem e->peram a-
colhimenlu.
Os bilheles pudem ser procurados em casa da be-
neficiada, ra de Hurlas, sobrado o. 70.
Principiara as horas do coslume.
'roigo* *&mitimi&.
R
io de iioeiro.
Espera-se do Assu' o Inigoe "Imperador do Bra-
silu, o qual dppoisda snllicieute demora para recaber
escravos a frele, seuuira' para o porlo indicado :
a Iralar com .Manoel Alves liuerra, ua ra do Tra-
piche o. 1 i.
AO RIO DE
Janeiro
segu com brevidade o brigue
nacional MARA LUZIA, capi-
tao Joao da Silva .Moraes : tein
grande parte do seu carregamento promp-
to, e para o restante: trata-se com o con-
signatario Antonio de Almeida Comes,
na ra do Trapichen. l(j, segundo an-
dar.
Maraulifio e Para
o palhabote nacional LINDO PA-
QUETE, captlo Jos Pinto Nu-
nes, vai seguir com bievidade, pode ainda
<-ngajar alguma carga ; trata-se com o
consignatario Antonio de Almeida Comes,
na ra do Trapiche n. 1 G segundo andar.
PARA O PORTO
segoe com brevidad.- o superior bimue Esperanca
novn, da primeira viagrm e forrado de cobre ; para
ctra e pasageiros, Irala-se com Barroca & Caslro,
Ba ruada l,ideia do Recite o. ou com n capilao
na praca.
M
Aracaty.
Segu nestes dias o hiate Exalaijio ; para o reslo
Ha cargn e passageiros irala-se na "roa da Cadcia do
Recife o. .
PARA LISBOA. |
O palhabote porluguai nilnlhanle, capilao An-
lonio Bra Pereira, ahira" com loda a brevid,-.1e por
ler a maior parle da carga prompla ; p.ra o resto da
mesma trala-se com o dilo na prai;a, 00 com o con-
signatario Domingos Jos Ferreira Cuimariles, na ra
do Queimado n. 35.
ro de Janeiro.
Al o fim da presente semana prclende seguir para
o Rio de Janeiro a veleira barra brasileira Saraiva,
lem promplo dous len-us de seu earregamenlo ; pa-
ra o resto e escravos a frele, para us quaes lem ex-
cellenu-scommodos. Irala-se com o seu consignatario
Anloio Lab de Dliveira Azevedo, ra d, C'uz. o. 1.
Lcilao.
OagenteBorja, por autorisacao doE\m.
Sr. Dr. juiz especial docommrcio, a're-
querimento dos administradores da mal-
la fallida de Nuno Mara de Sebeas, fara'
leilao, das propriedades abaixo declaradas,
pettencentes a referida massa, a saber :
1 sobrado de o andares, sito na ra do
Vigario n. 15 ; 1 dito tambcmde ."anda-
res, na ra do Livramento n. lj ; 1 dito
de 2 andares, na ra Augusta n. 2 ; 1 ca-
sa terrea sita na travessodo Monteiro n. i ;
I dita na travessa do Marisco n. 1 i.; 1
dita na ra do Alecrim n. I ; 1 dita na
ra do Mondego n. 7 ; 1 sitio na Casa-
Forte, com boa casa de vivenda, sen/.alae
COCbeira.etC. ; e I terreno de 28 palmos,
correspondente p ra do Brum e a dos
Guararapes; os Srs. pretendeutes quei-
ram, portanto, examinar com anteceden-
cia as supraditas propriedades: o leilao
lera' lugar quarta-fejra 2G do corrente,
as 10 horas da manhia, no armazem do
agente annunciante, sito na roa do Col-
legio n. 15.
LEILAO HE BOI.ACIUNIIAS INGLE/AS.
O agente Peslana fara' lailao por conla de quem
perleoeer de 118 barricas debolaehinhas inglezas, as
quae sarao Vendidas pelo maior preco que dr, e
em lotea a vonlade dos compradores, ierra fera V
do corrente rni seu armazem n ra da "Cadeia do
Recife n. 5.> as II horas da manhaa ; assim como
vender' urna cscrava de naSao, de idade d8 annos.
mono bonita ligura, e oulros muito- objectos que se
adiarlo patentes no mesmo armasom, se os (-ocur-
rentes assim exigirem.
DSoS Stoeto*.
Nesta typograpbia precisa-se fallar
ao Sr. Benlo A. K. Tupiiamba", quemo-
ron ou leve loja no pateo do Carino.
. ASSOOiflO TTPOGUrHICA PEBlinOCilli.
U primeiro secretario avisa a quem inieressar aue
hoje ha sessao, as 6 horas da larde.
Joao lie Aqoino aspar pede a pessoa qae re-
cebeu urna carta na Baha para Ihe entregar, o que
anida o3o fez por ignorar a sua morada, o favor de
a entregar na ra Direila n. >:, segnudo andar.oo oa
loja do Sr. Ouilherme da Silva Cnimaraes na ra do
Crespo.
Kuglo hontein do primeiro becco da Camboa
doCarmu urna cabra bicho,com orna corda amarrada:
quem a pegar leve-a ao mesmo becco que sera' re-
compensado.
, O secretario da irmandade do Divino Espirite
Santo de S. frentico em nomo da mesa regedora
convida a lodos os seus dignos irmaos, para que no
dom ligo -j:t do correle peU* dua. e mei. horas d.
larde comparecam no consislnrio dade, afim de encorporados acompanharem a procis-
^3o de Corpus Chrsti.
Alerra-se por menos que he possivel, terreos
ero alagado por empreitada : a Iralar no armazem
de madeiras do Miguel, confronte ao porlo dasca-
noas da ra Nova.
Precisase de urna malher de meia idade, que
entenda de engommar. para se empregar nesse ser-
vico, rnenle de um hornera : a Iralar no paleo do
Carmo. sobrado n. i, das 9 horas al 10 da manhaa,
e das 2 ai 1 da larde.
Fugio no dia 13 do correnlo mez o preto criou-
lo, de oome Caelano, reprsenla ler 35 anuos de ida-
da, altura regular, barba fechada, costuma a estar
por Sanio Amaro e Campo (raude ; qoem o pegar
pole leva-lo a roa larga do Rosario u. 37, que sera'
recompensado.
Pica em meu poder o bilhete inteiro da sexta
parle da sexla lotera da matriz da lloa-Visla n. 2303
nerlencenteao Sr. Manoel Jos de Sanl'Anna Arau-
jo, morador no Cabo.A.ilooio Domingues de At-
ineHa Poras.
Recommenda-sa a loda e qualquer autoridade
policml ou capilao de campo que capturem o mole-
que Ooiifalo, idade 18 annos, pouco mais ou menos,
que desappareceu do abaixo aasiguado no dia 90 do
correole.e se julga estar perdido por ler sido compra-
do lia poneos dias vindo do serlao e nao couhecer as
ras da cidade, isto em occasnlo de ir fater um fre-
l-i ; levou canina de riscado com mangas muilo cur-
ias e calc;a de ganga azul, altura regular, cheio do
corpo, cara larga e algumas sarnas as pernee : quem
o pegar leve-o a prara da Bna-Visla n. >>.
Precisase de om bolieiro : na roa do Hospicio
?. 3, sobrado.
Pede-se ao autor do annuncio das lellras iui-
ciaes J. A. S. M. se digne declarar se o mesmo se
enlende com o lenle Jos Ailo de Souza Ma-a-
IbSee.
Contina a estar fgido o preto de nome Anto-
nio, o qual he muito conhecido porque coslumava
vender tapioca, edepni. lem estado alugado em al-
gumas casas, e por ullimo lem eslado feohaedo nos
carros da alfandega, e andava sempre com o prelo
Manoel que lem um braco de menos, o qual repre-
senta ler 18 annos, tem a orelha furada com urna ar-
gola do feilio de nma meia la, e he conhecido por
liriiiquinbo.lem o dedo do p junio do minimo muilo
pequeo, que lica muilo dentro avistados oulros, he
muilo bem fallanle e intima de forro, tem sido sem-
pre vislo lano no Recife como pela Boe-VIela, car-
resando trastes e agua : porlanlo se recommenda e
polica e aos capilaes de campo que o apprehendara
e levem-o a traversa da Trempe n. 9.
Precisa-se de urna pessoa que saiba cozinhar
o ordinario de Orna casa : na rna do Hospicio 0,9,
Ouem precisar de um forneiro de perfeii-a
para qualquer padarie, procure ua praca da Inde-
pendeucia, loja n. 19 e 21.
Precisa-se de urna ama que saiba bem cozi-
nhar : na ra do Oueimado, loja n. i(i.
Desappareceu um roolalinho por nome Izidoro,
de menor idade, na ra Direila ao meio dia, no dia
21 do corrente : quem o adiar dirija-se a ra das
Aguas-Verdes n. 1, que sera' recompensado do seu
trahalho.
Precisa-se de urna ama que saiba bem cozi-
nhar : na ra do l.lueimado n. 38.
NOTICIA.
Sairao a luz, impressas na lypographia do San-
tos & C, i8-r>o, as Inslituicoes liturgicaso para
uso do clero em gcral e dos seminarios em parti-
cular, compostas para o Seminario Romano pelo
conego Joo Forit'ee, postas em vulgar com as no-
tas com que as liavia enriquecido Mr Boissonet,
professor do grande Saminario de Provenca, autor
do diccionario de Ritos Sagrados etc. ele, por
Ignacio Francisco dos Sanios, presbvlero secular.
Esla obra, que serve de compendio ao estudo de
Liturgia no grande Seminario da Babia, e nos se-
minarios do Rio de Janeiro, de Olinda, do Mara-
nhao, do Parele, e cuja vulgarisaco o Exm.
Sr. arcebispo da Babia nao duvidou "de qualilicar
como um carvajo prestado a religio e as lellras, nao
s pela correceo e pureza da linguageme como por
que assim o traductor facilitn o esludo e o conhe-
cimento desta parte lao esiencial da sciencia eccle-
siastca, be dividida em 4 partes ; a primeira tra-
ta do santo sacrificio da raissa ; a segunJa do of-
ficiodmno -. a lerceira da adminislracao dos Sa-
cramentos : ea quaila finalmente das benciios, das
procisses e dos officios fnebres.
A ediyao he ntida, fela com lypos novos, em
bom papel, formato de 12 mximo, quasi igual
ao 8.- commum francez, e ceriamcnte faz honra aos
prelos pernambucanos.
Vende-se cada cxemplar de UO paginas de m-
prcsso em lypos de 8 pomos, entrelinhados, pelo
barato preco de 43 rs., brochado, e 59 rs,, enca-
dernado, as livrarias da ra da Cruz do bairro do
Recife n. 56, e do largo doCollegio, n. 3.
Ignacio Francisco dos Santos.
Mojf estar" a* venda no largo da
Praca da Independencia, um cavallo que
carrega, esquina, che ptimo paravia-
gens.
Hospital Portu-
guez de Benefi-
cencia.
Em consequencia da deliberarlo tomada em ses-
'.Jo da assembla geral dos senhores accionistas do
Hospital de 9 do corrente, foi transferida do primei-
ro domingo de dezembro para o primeiro domingo
dejaneiro, a sessio ordinaria da mesma assembla
seral, procedendo-se nele dia, depois de lido o re-
latorio, a eleicio da juma ndminislraliva e da com-"
missao de exame de conlas, que lerao immediala-
menle empassados, devend.. a c >mnn--.i i de exame
de contas dar o seu parecer denlro de 1.~> das, para
ser prsenle i assembla geral, que se reunir' nov.i-
menle no leiceiro domingo dejaneiro.
Hospital Porluguez de Beneficencia em Peroam-
buco 12 de novembro de I8.">b\O secretario,
Manoel Kcrreira de Souza Barbosa.
A mesa regedora da irmandade do
Senhor Bom Jess dos Passosda matriz do
Corpo Santo, convida a todos os seus ir-
maospara comparecerem no domingo ."iijef
do corrente, pelas ."> horas da tarde, para |
encorporados acompanharem a procissao
de Corpus Chrsti, assim como se roga a
todosos irmaosque tiverem capas em seu
poder.deas mandar entregar ao Ihesourei-
ro.O escrivfio, Domingos Jos da Costa
Cuimaraes.
Precisa-sc paia uiua
casa cstrangeira de um co-
ziuheiro que s-ja perito
enaseuofficio, pusp.i-sebem
sendo fiel e nao tendo vi-
A pessoa que perdeu urna carteiracom
I I llhilIfA .i.r. I \ ', I I________________" _.
mviviu iiiomiir, un oiiuihUdldH U3CUIII* pradores diversos objeclos em doce e llguras proprlas a"Morn mandem pagar trm* *
pare presepee e bandejas nara casamenlos e hail... e B a,a'' d0 ">olrano .erao entres
par presepes e bandejas para casamenlos e bailes,
que ha muito deviam ler ebegado para melhor se eu-
feilarem ditas bandejas o mais delicado que he pos-
sivel, viudo da Italia e Frauda pelo olnmo navio, e
os precos sao commodos ; assim como amendoascoo-
feiladas e caixiohas para as dilasque seivem parase
brindar, assim como outros doces e bolinhos (inisti-
mos que se podem encontrar : os mesmos douos
apromplam qualquer encommenda de band'jas
commodos precos, o mais breve e com asseio que
he possivel.
Precisa-se de um senhor para guarda livros de
urna casa commercial, que lenha boa lellra e habili-
lac,oes necesarias para escripia : qnem esliver ties-
tas circumstancias pode se dirigir a ra da aladre de
Dos leja n. 3fiA que ae dir quem pieleude a
pessoa que liver taea habiIila;oes.
The undersigned has the pleasure
to make knownto the publie in general,
aud especially to Ship Mastei-s, that he
has lately opned hit new establishment
at Parahiba as a Ship Chandler and Gro-
cers Store, where heshall be happv to
executeanv orders which thev mav in-
trust him evith.
Antonio Francisco Kamos
Ship Chandler
LOrERlA DO RIO DE JANEIRO.
Resumo da extracnio dos premios da 2
lotera concedida para construccao do
asvlo de Santa Leopoldina, estableci-
do na capital da provincia do Rio de
Janeiro ; extrahida em t de novembro
de 185 (i.
3351.......
1530.......
335.......
3649.......
12824322440^3087
.31354023.....
4701283-1440 Ij4l
10321727 -21602210
35125910 ....
H 237 3501232
18091889^=22162679
2814296930063323
40154 4754577*805
4826509653595534
171 288-" 328 492
814 847 876 912
1131113311901192
122612541206 1271
1455 -148715281566
1660170020422082
2129229923592483
2943297630023007
3022.! 16S-3442368 i
37283841 3861 4220
4257426545674613
4648466146714721
4835 --484553635368
548656245855 5858
5889591659185974 100
100 de........ 40
1800 de........ 20
1
1
1
1
6
10
20
60
20:000S
100005
4.000
2:0008
1:0003
4005
2003
cios : a tratar na rila do
Trapiche n. 52, segundo
indar.
5*S8RHfctt***M***J
AO rilLICI.
No armarern de fazendas baratas, rna do
Collegio a.* J,
K vende-se um completo sortimenio de fe-
jK zendas tinas a (roseas, por ans beraio
1 precos do que em oulra qualquer parte,
S tanto em porcoes como a retalbo, arEao-
2 cando-se aos compradores ara s pre^o
i para iodos: este esubeleciniaoio abrio-ea
de combinaban com a maior parle du ta-
sas comroerciaes inglezas, fraocezas, elle
mos e suissas, para vender fazendas saaia
em cont do que ee lem vendido, e por mo
ofiereeeq) elle maiores vantagens do anee
oulro qualquer; o propiieurio deste ta-
ponante estabelecimeoto convida udoe
os seus patricios, e ao publico ero geni,
para que venham (a bem dos seas iaw-
resses) comprar fazendas baratas: aa er-
mazem da ra do Collegio a. 9, deAr -
dinhero, a (|ual lo i adiada por umeriou- .
lo escravo, pode apparecer na casa do SI Wni L"iz doe Santos 4 Roliaj
subdelegado da freguezia da Boa-Vista, ** *XM&MMSfM"
que dando os signaes da carleira e da
quarrtia perdida, Ihe sera" promptamente
entrefue.
. ,. rame para o servido inlt
Aviso as tennorai que enleitam bandejas oa familia ; paga-se bem
com bolinhos e mesmo para presepes, "
qne veram em bom lempo de festa.
Na confeilana de Piale & Irmo na ra da Cruz
n. -_'l em frente ao chafari/, ahi .me >nir ir.i i os com
Qoem precisar de enlulho de ealira. mal
buscar na matriz da Boa-Viila.
Precisa-se losar orna prela qae coz ube e ea-
sorame para o servico Interno de una eaia de |
na rae Impeiiel.
O abaiin asnado comproa ees Srs. em
e Manoel Joao rraocisco Duarle a loja aa rae ha
i. 10, e as dividas da mesma ; por tasa us sa
Srs. devedores mandem pagar < debitoa aa
U.
2000 premios. i
Perderam-sc no dia 21 do corren-
te dous mandados de pendn de que he
autor Joaquim da Silva Lopes: pede-se a
quem os tiver adiado os quena levara
travessa da Madre de Dos n. 18, segun-
do and.ir, que sera' recompensado.
Precisa-se de um fetor para euienho distante
desla praca K leguas, que emenda da agricultura,
hurla, plantajes de llores etc. eque d conhecimen-
lo de sua conducta, prel-re -" casado : a tratar ua
ra do (Jueunado n. \->, loja.
\lii(?,im-.e escravos da Custa, acoslumados ao
carrelo de saceos de assucar a 19 diarios, com a
grande vanlagem de n,n carregarem a cabera, e
-un em carros enm bois : ua roa da Senzala Velha
u. 70, segundo andar.
William Lilla] Jnior, negociante matricula-
do Biela cidade, leudo de relirar-se para os Estados
Unidos, deixa por seu batanle procurador o sea pai
o lllm. Sr. William l.illey, cnsul americano.
Em dias de selembro protimn passado fugio do
engenbu 1*050 Comprido urna escrava crioula, cor
Tola, ollios grandes, batante alta, bracos compridos
e delgados, uu pouco gaga, chama-se Ignacia, com
idade de .10 annos, ou pouco mais, he captiva de
Silvano Antonio (aio : qoem a prender ou der no
licias certas sera bem recompensado de seo Irabalbo
Apprehendeo-se 110 dia 19 do correle, na
pnvnar.ici de Sanio Amaro de Jaboaiao, urna prela
de meia tdade. seguia com um eomboy para tima,
lem panno da Cosa e vestido muilo sujo, diz que he
do?>r. Maooel de Abroa, aba diz a ra : por isso
quem te julgar com direilo a mcma sppartra na
ra Uireila 11. 'J, que pagando as despezas Ihe ser.
entregue.
Precisa-se de orna ama de meia idade para
casa de familia, que cuziulie e compre: na roa de
Ilorlas n. S.
A pessoa qae Ihe fallar um cavallo de estriba-
ra, dirjanse a fabrica de cbarulot do aterro da Boa-
Visla n. 1 /, que dando os signaes Ihe sera' entregue.
Precisa-se de 1:5003000 com o premio de um
por cenlo por lempo de um anno. dando-se por aa-
ranlia um predio ne.l.i cidade livr e desembareca-
do, e que rende anuualineule 00>O0 zer esle negocio aununcie.
Constando ao abaixo asignado, que o seu e-
caueiro Joilo Nepomuceoo da Silva, ama pelo cen-
tro da provincia cobrando dividas que Ihe nao per-
teucem.prcvine a lodos os devedores da casa que ei-
jam dr lie a relajo alstente em seu poder, por mim
assiguada ; e, un oso que na mesma nao eslejam
seus nomes lancados, devem salisfazer casa e nao
ao referido Caiieiro, pois que nao levarei ejn conla
qoalqoer recibo por elle passado. Kecife :0 de uo-
vembro de 185$.Amaro llenedicio de Sauza.
I)-se I.OOO3OUO em prala por dinheiro grau-
do, com um por cenlo de premio : a fallar nesta Iv -
pographia, ou 1 ua da Praia n. >0.
Precisa-se de orna ama de leile, que fija forra
e sadia : na ra do Crespo n. .">, casa da esquina
que volla para a ra do Collegio.
Madama liosa Ifardv,
modista brasileira.
r;i Nova 11. 34
lem a honra de annunciar ao respeilavel publico
que reeebeu de Franca pelo navio ultimo tbegeda.
um rico surlimenio de chapeos de seda para senho-
res, dilos de seda e de palha, de forma nove, da ul-
tima moda para meninas de > a ti annos, om grande
e variado sorlimenlo de enfeilos para cabera de se-
nhora. de llores, lila e Troco, corles de veslido de
seta branco, dilos de cores, grosdeiuples de dilleren-
tes cores, corles de vestidos de gire.* de seda muilo
modernos, e muia oulras rateadas. Xa assate ca-
sa compra-se urna escrava moca e recolhida, que cose
bem e eugominc.
.... saes as realas aa
procurador para promover a cobrenra. lienta I.".
de novembro de 1856.
Jo.1.1 Ignacio Stares da AvelUr.
Aluga-se um bom sitio para passar a les'a en
igar do Cordeiro amargem do rio, cora boa rara
para grande familia, ctlriboria para t cavallo., asa
para prelos a Miar, bonito pomar, aeaila ortsKoa.
grande baila de capim : quem o preloader dinia-w
a roa da Cadeia do Kecife a. 4.
Preeisa-se de uta trabalhador de niasotira : aa
roa Direila a. 21.
Precisa-ce de urna ama pera casa Va a-sssra
familia : oa roa du Raagel a. 10, segando aadar.
Domingos Alves Matheus sacca sobare
Babia. Rec!le O de setembro de 1856.
Precisa-se de uma ama capaa para
lomar conta de uma casa de familia, pri-
fe, indo-se que saiba engommar com
perfeicao, jxira oceupar-sc com este mia-
ter as horas vagas: quem cstiver aca-
tas circumstancias, dinja-sc a tabmia da
ra da Aurora, <|ue se Ihe dir' queaa
precisa.
Precise-se de uma ama forra oo captiva para o
ser vico dt casa aa rae de l.ingoele, Uberae a. I.
Qoem quizer comprar ama lipoia dinia- a
ra do Sebo u. .>, de inanli.u ale as 9 horas alo lia.
Precisa-se de um caiieiro qae seiba veaoor
n'uma taberna e loja, para losar coala aeaau W<,
na villa de Pao-d'Alho : quem esliver aaslas curaslancias pode dirigir-se e rae do Saba a. .'1.
O bacharel formado em direilo Aateasa de
\ asconcellos Menezes de Drummond, aetig* aoota-
do deste foro, pude ser procarado pera a eiercieio da
sua profissaojoa ra do Hospicio a. 9.
Precisa-se de om sacerdote pare cepeDao ile
um eogenho oa freguezia da Etcade : e tratar aa
roa da Cadeia do Recife a. jfl.
Antonio Jos /.aceras de Carvalho. com anaa-
zem de mulhados na roa da Sosala Velha a. !.,.
visa ao respeilavel publico, qae a Sr. Jeoejaisa J -
Bernardo de Oliveira deiiua de Mr sea raiiarro e.-
de o dia 17 do corlale.
irmandade do >antissimo
Sacramento da fregue-
zia de Fre Pedro
Gontpalvee.
A mesaregedorida mesma irmaiidask.
convida a todos osseus limaos em geral.
paraterem a bondade de comparece', rrn
dia 2.1 do corrente pelas 3 horas da lar-
de, naigrejado Corpo Santo, alim de en-
corporados acompanharem a procissao de
Corpus Christi, para aqual foram convi-
dados por S. Exc. Kvm. Recite 1 I de n<>-
vemJjro del85li.Oescrivo, Franci*-
Joo de Barros.
Na na do > igano o. 33, practra ea de am
caixeiro qoe lenha bstanle pratica de laberna.
Para o servico interno preriea-ae Je aea*
pessoa que cozinhe e engorme na raa Nova
a. 17.
Precisa-se de um ponogoez para Mtsr ele I
engenho que lenha alguma ortica : qoe* eativar
neslas crcumsuacias dinja-se a raa da Cruz a.
21 escriplorio, que achara' eom quera tratar.
Ne loja de Jos Anlooio Moreira Das, aa
ra Nova n. 35, vende-se um completo sornseale
das melhores perfumeras ebegadas uilimamcsMi.
ricas carleirasde madreperola e da roarfiai pare be-
mera eSra., carleirasde taruruga aera gaarder
bilheles de visiu, boas lilas de sede lias e lavrad-
de lindos matises, Us de velludo, Iranciohas de
lan de diversas cores, facurde inadreperoU, dru-
coin nabo de p.' de viado proprias para fecbar car-
tas, bonitos objectos de fanUiia, lavas de seda de
cores para senhora,ditas do fio de Estada para bo-
rneo), meias para hornero e setnora e raejaiaas.
escoviohas para unbas, dius para denles, ditas para
cabello, ditas para chapeo, ditas para falo, peale-
de tartaruga pera alisar cabellos; dilos da bfale d:
todos os lmannos, ricas aboloaduras Jostradas pe-
ra para abertura e punhos. Lieos e rendas de todas
as larguras, carleirascom agulhas francezes, cai\i
nbas com coheles, dilos freneezts ota rartae, car-
tas francezes muito finas, carriieis de liaba de S
jardas, relroz de todas as cores, botoes da awdrape-
rola para camisas, ricas charol-iras, papel ansisade.
dilo de peso paulado, dilo pcriioa.teoarmbas asal-
to finas para unhas, dius de lodos os laraeaho
para costure, lindos loucadores para senhores, car-
leiras pare algibeira, eaivirihascom lacro naito
fino, lipis linissimos, Gvellas douradas para raa,
obreias, ditas de cola, pos muito finos para denles,
caivetes muilo finos de I al 4 fowas.e inmiea-o-
objeclos de muilo bom gosio e por pracca mu <
commodos.
-Na loja deferragans | miuderas de Jo* Aa-
lonio Moreira Diasna ra Nova n. .">">, vende-1.
muilo ooos espingardas fraocezas de nm e dos ra
nos, ricos bules c eafeleiras de metal da prncipe,
muilo boas esporas de ac, brido, picadeiras, cau-
ro de lustre muito bom, cera de Lisboa aa veta de-
1 at 16 em libra, bugias. ludo por barato preco.
I AVISO.
rPAKA OUEM COSTA UO FRESCO '^
? Ka taberna dn Iteliro enseca HaaM.haea- @"
^ cellenle banho d'asaa ardenle calor que nos abraza, a ISI rosa ca- V
da um ; lambem ha la a.aa de caja' ero- .."
.'.5 tli-ada, e outras bebida, aottjaaaa r.-in.-- f.
a raines ; jusode bolla, e lodo qaanlt c po.. 'K
;?* sa precisar sem ser preciso ir ao mallo Das- 9
. -'.
f.
i-s
&
m-
ATERO I)\ BOA-VISTA.V 16.
Mr. Pomaieaii tem a boma de participar aa
publico.quc rocebeu pedras para fazer amolario io-
dos os das.
Na rus Je S. Coacallo n. H, precisa-
de uma ama de leile, sadia, c sem liHio : pa_-a-
com generosidede.
MOTIL
.Na roa de S. < .oncallo n. IV, preosa-s.-
ile uma escrava tiel para o servico de casa e rom-
pas para poura familia : paga-e l-rn.
Prisa-v. de uma rma para iralar do arrar<
jo inlernc de uma cesa de Mnjna familia a f l-
lar no aterro da Boa-Vista loja o. .
ILEGIVEL


OU >Q ti Ptg-.'i&Ltt SJttADO 22 01 NOViMar... H 1846
DEPOSITO DE LIVROS E BOTICAS HOMEOPTICAS^
_ sol a
ireccSo depessoa habilitada e de inteira probidade, e um deposito na loja de livros do Sr.
Manoel Ncueira de Souza na ra do Crespo, sobrado novo do Sr. Ma
O Ur.P. A. Lobo Moscoso, tendo de faier urna viagem deisa a sua botica
' a habilitada e de inleira orobidade, e un deposito n
allies Bastos.
HIELOS FlXOSi
Botica de 1-2 tubos grandes.
Dita de M
Dita de 36
Dita de 48
Dita de 60
111/000
15.-000
205000
25|000
:io?ooo
Mauual de medicina homeopatliica do Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina .; .
Medicina domestica do Dr. Henry. : .
i'ratamento do cholera morbus......
Repertorio do Dr. Mello Moraes.
209000
10*01)0
600O
-*>-;..
PUDRAS PRECIOSAS-Js
s 8
* Aderecen de brilhanle, J
5 Jiamjiiif. a parolas, pul- tj
*j cairas, alfinetes, brincos *
e rozlas, botes o atinis
I0REIRA k DUARTE.
LIJA DI OlnlYEJ
Ra do Cabuga' n. 7.
?;
2 de diflerenles goslos ede g Deplipm or rii-
g diversas pedral de valor. IteCeiJeiU JUr IO-
* dos os vapores da Eu-
ropa as obras do noa is
moderno gosto, tan-
to de Franca como
Compran), vendem ou
bri-
jj .'JI1I|)1HIIJ. TCUUCm ^
J trocam prala, ooro, bri- #
flhanlea.diamanlesepero- ?
las, e nutras quaesquer *;
m joiasde valor, a dioheiro
* uu por obras. ?'
1 W&
OOROEPRATA.
Aderemos completos de .
S ouro,meiosdilos, puleei- <
ras, alfinetes, brincos e *
. rozelas, cordoes, trance- jjj
y, lins, medalhas,correules SB
J e enfeiles para relo2o, e &
. oulrosrouitosobjeclos de '.'
s ouro. .?
2 Apparelhos completos, *
^ de prata, para cha, ban- *
:oi dejas, salvas, caslicaes, &
* colheres de sopaedech, *
!* emuilos outrus objeclos j*j
S de prata.
Afeii^an.
O abai*o assignado, arrematante das aferir.osdo
municipio do Itecife, acienlilica a quem convier. qoe
tero eslabelecido o seu esrriplorio nu pateo do Terco
ii. 16, sonde dar' evpr-riicnte das S da manhaa as
3 da larde.Jos Custodio l'eiioln SoarM.
Seguros contra
SEMEN 1E 1)E COE.MKO
nova, vinda do ertio : vende-se na ra da Cadeia
de Sinio Antonio u. 6, cada garrafa ."iOO rs.
Vende-se nm piano por preco commedo, que
muito agradara' ao comprador: na ra do Aragao
i. I i.
O
de Lisboa, asquaes se vendem por
preco commodo como costumam.
Grande e assea-
do collegio em
Lisboa,
pana menina*, internas e externas, en a
erlqcacfto, prendas e mais vantagens, se
[iodero avaliar, em piesenea dos estatu-
tos, que se acliam na ra do Crespo loja
n. 10, ou na esquina que volta para a
ra da Cadeia.
ALWAIAS. IAFAZEADA -
Boa nova leolio a dar ;
Este sol que vos abraza
Vai-ie em gelo transformar.
1.a' do Pido, onde oa Lapues
Vivem na toca enfurnados,
Chegou nctar que refresca
Vossos labios dessecados.
E o Soares, que jurou guerra
Ao foso, ao sol, ao calor,
Com gelo, auaoaz e oulras
Mitigara' vosso ardor.
.lauto an becco do Rosario
Ide, pois, e encontrareis
Ser verdade o qoe vos cont ;
Bom cobre la' deixareis.
fogo.
Co m p a n /* / a y or he r n.
CAPITAL, C 1,2<>0,000Establecida
em 1836.
Para ellecluar seguros sobre propie-
dades, mercadorias, mobilia e genero* de
quasi toda a qualidade. Premio de 3|8
ate 1|2 0|I1 ao auno.A;enles, C. J.
Astley i\ C
irmandade do Santissimo
Sacramento da Matriz
da Boa-Vista.
Por deliberaran da mesa regedora, sao convidados
lodos os irmaos em geral, para eomparecerem no dia
:\ do correle (domingo), as -J horas da larde, no
consistorio da niesma irmandade, alim de encorpo-
rados acumpanharem a procitsilo de Corpua-Chriali,
para que fomos convidados por Su Ene. Reveren-
dsima.
OBRAS DE MARMORE
Bast \ l.einos. na ra do lr-pichc n. 17, lem
para ven<1er estatua*, pias pe-1ra para mesa* e lijo
Chaly de lloi
fts
solas e i.isi has A simi rs. o covado.
Na ra do Oiiuimado n. '2\ A \hiIie chaly de
llurs solas e Iitlras, padres modernos ; do-se as
amostras com penhor.
,S"e<*sde qnadros
LARGOS E MID1NHOS A 1^300 O COVADO.
.Na roa do Oiiennado u. -j| A vende--e sedinhas
de quadros miodoi e larosa IJSOOo covado. cortes
los de 10 e 12 poleadas, quadrados, todas estas obras! *| Ci""a l"i,d,5MV. ?' '"'"a a.,?""' 'u,":uh"f ac
...... .. I 360o covado. dita matzala a j(MI o covado, cbllas
francezas a 60 o covado.
CEBLAS. i deia do Kecile o. 1.1,
Conlinua-se a vemlrr rfbolas solas a .VIO, fitO'e veiri.
SIK) rs. o cenlo, e de mollio a 900 a 15200 : na lr.-
ve^sa da Madre de leos n. 18 ; e assim como bala- !
las de Lisboa a ijlOO a arroba, sendo de umi ar-
roba para cima.
Perfumaras finissimas.
Na loja de miudezaa da boa lama na ra
do Qucimado n. 3:1 eiiconlra-se sempre um i '&
rico sortiiiicnto Jo porl'umarias de todas as -^
escriplono de Baluc \ Sfr
da marmore, de elegate gosto, perfeilu e em bom
estado, e por precos commodos.
Chapeos de palha
Italia.
Companhia de seguro con-
tra a mortalidade dos es-
eravos estabelecida no
RIO D JANEIRO
CAPITAL 2.0O-.00O.SOOO.
Agencia /lio/ de Pemainbuco n. l:i nm do Crespo.
Pagar-se-ba sobre a avaliac,ao de 1:0009000 o
mais ou menos em proporc.ao de outro valor; inclu-
sive o sello da apolice etc.
Das idatlei.
Precisarse de urna lavadeira que se-
ja boa, nao demore a roupa no rio e d
iiucior a sua couduta: na praca da lnde-
pendeneia liviaria ns. (ie 8.
Precis-se de orna ama que seja lid, queco/i-
nlie e engomine com toda perfei;ao, p.ira unala
milia estrangeira de duas pe-seas, paga-e bem ; na
?ua do Trapiche n. 40, primeirn andar.
C0NTM1IV DE SEGIROS MARTI-
MOS E TERRESTRES,
ESTABELECIDA NO KIO DE JANEIRO.
CAPITAL I0,000:000s000.
A companhia tem soa agencia no escriptorin de
vinva AiLorim \ Filho, ra da Cruz n. 15, onde
aceita todas as proposlis de seguros de riscos e for-
tuna do mar.
Sobre o casco, qoilha e perlences de navios de
quulquer lotajao n.i navegcao de longo curso.de
cabota^em, oo fluvial, ou na pesca, em viagem ou
prestes a viajar, ero carga ou descarga, amarrados ou
ancorados, em concert ou no eslaleiro, qoer por
lempo cerlo, quer por viagem simples, ou a premio
ligado.
Sobre mercadorias desde o momento de seo em-
barque al o de sua descarga e deposito.
Sobre os lucros esperados de mercadorias encami-
nhadas para qualqoer mercado.
Sobre o casco e quillia de embarcaees iniudas
empreadas em descarga e trauco dos purlos.
Sobre o capital e premios de dinheiro a risco.
Sobre o premio dos seguros e premio dos premios.
.Sobre accoes de Icrceiro por dainos causados por
i abalrnanienlos fortuitos.
i Sabr os fretes.
, A companhia recebe tamben) proposlas de seguro
de riscos de incendio e damuos cansados para preve-
ni-lo oue\liugui-lo de raio ou fogo celeste, e iuun-
dacocs.
S011KE OS SEGITNTES OBJECI OS.
Predios urbanos ou roraes, igrejas e quaesquer es-
(abelecimentos, com enclosao de depsitos,fabricas e
i laboralorios ds plvora, e materias incendiarias ou
inllammaveis, tliealros e casas de espectculos.
, Mercadorias em qualqaer parle que eslejam, mo-
bilia e utencilios de fabricas de quaesquer eslabele-
cimenlos industriaes, quer sejam feita por seus pio-
prietarios, quer pelos uso-froctoarioi, locatarios, su-
blocalarios na credores hjpolhecarios.
Finalmente aceita propustas sobre re-seguros, quer
j dos seguradora, qoer dos segurados, nos casos eiu
que a estes pode competir o re-seuro.
A companhia garante a prompta ndemnisa;ao da
, importancia de quaesquersinislrus, e a modicidade
j dos premios : Igualmente um ahatimenlo s pessoas
Compram-se apolices da Idivida provincial,
na ra das Flores n. 37 !. andar.
Compram-se garrafas vasias a 8(000 o cenlo :
n na da Senzala Velha D. 11(1, no deposito de be-
bidas espiriluosas-
Compra-se urna planta de cnpim, que dr para
sustento de seisaniroaes, e lambem se fara' negocio
com o terreno por compra ou alasoel, n3o ciceden-
do o lugar de meia legua de distancia do Recife : a
tratar na ra do l'ocinho, em casa do capitao
Franca.
. Compra-sc um escravo de meia idade, que
seja robusto, e saiba Irabalhar om sitio : a tratar
no aterro da Boa-Vista loja n. 44.
Compra-se papel Diario para embrulho, a ar-
roba a UjKiO : na padaria do alerro da Boa-Vista
n.b6.
Compra-se nm boi para carrocs, estando mis-
mo magro que n3o pussa prestar servico, com lano
que seja novo, bom, e nAo esleja a mo'rrcr : qaem o
Uver e esleja disposlo a da-lo em anota, dinja-se a
prac.a da Boa-Vista, sobrado na esquina que volla
para a ra da Conceico, onde adiara' com iiuem
tratar.
De 12 at entrar aos 10 anuos llijIOO por anuo, que na roda do anuo iizerem urna aviillada -omina
As condiccs impressas podero ser procuradas no de seguros,
escriptono da companhia.
Oar-se-ha consultas gratis aos tscravos seguros das
9 para 10 horas da manhaa, no escriplorio da com-
panhia.
Eusina-.. a pilolagem theorica-pratic, o cur-
so raatheroalico e Trancez, conlas para o commercio:
a tratar na ra do Nogueira u. 7.
JPluga-se
i candii na Torre, catadas e pintudas, para se paasar
a festa, por commodo prero : na ra da Cadeia de
^aIllo Anlonio n. 17.
Companhia
Pernambucana.
' ) -miImres que subicreveram novas aceea desla
companhia, sao convidados a entrar com a primeira
preslaclo de 30 por ceuto, no prazo de 30 dias: no
i'.scnpiorio do Sr. Antonio Marques de Amorim, ra
da Crnz. Kecife 18 de oulubro de 18(i.Manoel
.Vives Guerra, secretario ioteriuo.
Reeehe-8e dinheiro para mandar
lar na cidade do Porto, por letras, sejam
de pequeas ou maiores quantias, ao
< corrente : na ra do Trapiche
n. V, segundo andar.
Alnga-se urna das lojas da cdsa de sobrado do
alerro da Boa-Visla n. 11, proprio para qualquer es-
tabelecimento : a tratar no niesmo sobrado, ou na
ra da Cadeia do Kecife no escriplorio da casa n. 3,
quasi confronte ao dos Srs. Barroca Castro.
l'recisa-se de um bom criado e p>ga-se bem
agradaudo o servir e comportamenlo : a Iralar no
campo do Hospicio unto ao quartel casa do desem-
bargador Mendes da Cunha.
SEGUBIDADE.
Companhia. de seguros ma*
rlimos, eslabelecida no
Rio de Janeiro.
Capital mil contos de reis.
Oflerece ao commercio vautagens que n?nhuma
j mira companhia lem feilo at agora. Aceitam-se
| proposlas de sesoro no escriplorio de Isaac, Curio i\
- Companhia, agentes da companhia, ra da Cruz
I n. l'J.
SEGURO CONTRA FOGO.
I Companhia Alliaoce.
j Eslabelecida cm Londres, em marr,o de 1834.
Capital cinco milhdus de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
ea quem mais convier que eslo plenamente au-
.orisados pela dita companhia para ellecluar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos de"
tlha e igualmente sobre os objectos quocontiverem
os mesmos edificios quer consista em mobilia ou
em fazendas de qualquer qualidade.
Cozinheiro.
Prccisa-se alugar um COzinheitO, escra-
vo, que seja asseiado e nao bebado, fie!,
etc. : na ra da Cadeia de Santo Antonio,
segundo andar da casa amarella.
ety^e:9aai*j:se"#jsiai)
f J. JARE, DENTISTA. i
0 conliuaaresidirnaruaNovaii.19, primei- #
% ro andar. <>
RO
it.
OVA
22.
Boa-VisU n. 4), no segundo e lerceiro an-
jj* dar, aonda sempre o euconlrarao promplo
"...* aos myateres de aua proflssao.
L. Ueluucbe acaba de receber um bello sorti-
mento de rclogios iussos de lodas s tanto de onro como de prala, dilos galvauisados e
folcadoi; assim como ha traban meios rhroooine-
tros e relogios francezes, com caixas, lodos allian-
ejadaa.
? @-3&S53 ~ ,,risa-se de urna mulher idosa e da bous
coslumes para urna casa de pouca familia, assim co-
mo de nm homem cozinheiro : a Iralar em casa do
desembargadur Mendes da Cunha, junio ao quarlel
do Hospicio.
?A O Dr. Caetano X-vier I'ereira de Brilo
medico faz scieule aos seus amigos en ^
reipeilavel publico, qoe regressando de sua
';_; viagem, conlinaa a residir no alerro da
O abaiio assignado avisa aos proprietarios das
caas foreiras das ras de Sania Cecilia, Nogueira,
Arouguinhos, S. Jos. Santa Rila a prala da mesma,
CURDAS PARA VIOLA'O.
Vcndc-se superior corlas c bordoes para violao
e rabeca rhegadas prximamente : na praca da in-
dencia n. 3.
Vende-se rea posta na obra, em grande e pe-
quea .n.'rrio. por prero muito commodo : no ar-
mazem de madeiras do Miguel, confronte o porto
das canoas da ra Nov.
EXCELLENTE FUMACA.
Os amanles de bous charutos os encoulrarao da
melhor fabrica da enlate da Beliia, na loja de livros
da esquina da ra do Collegio ; a elle-, antea que se
rabana.
RIA DO QLEIM.YDO N. X>.
Calas com fruclas em conserva iiovamerttc cliesa-
da. de Lisboa a SOI) r>., e com marmelada lina a 010
|>or libra.
BATATAS E CEBLAS.
Vara liquidar se >cndem muilo baratas : no ar-
mazcm de Antonio Aunes Jacome Vires defroute da
porla da allaudega.
\ eude-se uroa casa terrea nova, em chaos pro-
prios, sita na Boa-Vala, ra do Jasmim : os preten-
den ir- dirijam-se a ra da Conceirao n. 11, que dir
quem vende.
Deposito de pao.
\ ende-sn pilo o melhor poisivet a -22 por pataca ;
as pessoas que quizereui ser fornecidas, levando-se
en loas casa, deue.-n suas mora las no mesnio esla-
belecimenlo, na roa da Cadeia de Santo Antonio n.
t>. No niesmo deposito ha quem enhile baudejas pa-
ra bailes e soires pelo cslume do Rio de Jaueiro,
sendo enhiladas cum gosto, e doces linos era bande-
jas de todos os lmannos a vonlade, e por prero
nimio baralo. Vende-se lambem na mesma casa ch
superior a J-VK) a libra, balacbinhai de ovos que
lano desafiara ao apetite a 610, bolacbiuhas a moda
de Braga a,4H0, velas de espermacele a IfOOO, asan-
car refinado ruslalisado a 210, muito alvo a 200 rs.
lambem lia sempre o ni variado sortimentode bola-
cbiuhas, hiscoulos, champagne, xaropes, vinhos,
charutos superiores, e muilos oulros gneros, que
ludo se vende mudo em cunta por ser casa nova.
Vende-se superior banha de porco, iaual a de
Lisboa a lio a libra : na ruado Cano n. 2.;
Vende-se urna prela, cozinha e lava de sabao :
na ra da Aurora n.4.
Vende-se urna nesrinha crioola, com anuos
de idade : quem a pretender dirija-se a ra Oireila
ii. 95.
Vende-se una propriedade no logar do Veres,
Ma bastantes commodos para orna grande lamilie,
cora arvores de frnclo : os pretendeutes dirijam-se
a Victorino Francisco don Sautos, ou ua mesma casa
e lagar, a fallar com o Dolra.
Vende-se mauteiga ingleza a ~tM, 00 e 720,
dila franceza a 600 rs.. loucinho de Sanios a 240 e
280, carnes e orelhas de porco a 100, feijao mulati-
nho novo a 500 rs., dito prelo a HO, e branco a 400
rs. a cuia, azeile de carrapalo a 280 a garrafa : ua
ruadas Grama n. 20.
Vende-ae ua ra Oireila n. 27 orna cauoa de
carreara nova em folha.
Vende-te um bom cabriole!, pintado e forra-
do de nolro, com arreios e cavallo, ou sein elle : a
tratar ua ma do Trapiche Novo n. 12, escriplorio I.
andar,
No trapiche do Ramos vende-se su-
perior Jacaranda'.
\ende-se una escrava crioola, a qual he qui-
landeira, faleira a lavadeira de varella e sabJo : a
Iralar na estrada dos Alllicloa em casa do laman-
qutiro.
-- Vende-se manleiga ingleza llor a l*30, dila a
800 rt dila franceza a 640. passas muilo novas a
'iilO rs., figos a 220, bolachiulia ingleza nova a ;)20,
balalas a 80 rs., velas de carnauba rclioada a 80,-
qu.ijos do remo a 230(10, alelria a 80, vinho a liO,
610, 800 e 15000. oatros muilos gneros em coti-
la : na taberna da quina da roa dos Marh rios u. 110.
Vende-se urna cadeira da Bahii em muilo
bom eslado : quem a pretender ilirija-tc ao pateo do
Terco n. 7.
Vende-se a confeilaria da ra da Crnz n. 17 :
a Iralar ni mesma com o dono A. A. Vorlo.
Fama
'riiueira.
Aoalerro da Boa-Visla n. 8, defronle da boueca,
he chegado um grande aorliniento de '.odas as quali-
dades de genero de rnolhados das melluires qualida-
des, por prero commodo ; por isso cotvida a todos
os fre^uezes que quizerem fazersorlimenlo para pas-
tar a l'esla r serem bem servidos, dirgitem-s a esle
Ba-lo & Lentos, na na do Trapiche n. 17, lem
para vender chapeos de palha de llalia, dobrai'os e
singelos para liomem, lambem de phanlasia, e |>ara
meninos e meninas, das melbores fabricas e moder-
nos goslos, por preros commodos.
VINHO DI PORTO.
Vende-se moilo superior vinho do Vorlo em bar-
ril de 8.-, vindo no ultimo navio daquella proceden-
cia : entre elle ha urna marca de urna qualidade ge-
nuina, sendo da colheita d 18:ti ; a vista da multo
lina qualidade e do prero razoavel o comprador ani-
ma-sr : na ra de Apollo n. 10, armazem de as-
sucar.
Cemento.
Vende-se cemento novo em barricas e meias bar-
ricas, e a relalho, por preco muilo em conla : na ra
da Cadeia de Saolo Antonio u. 17, para acabar.
Vende-se om molatinho com :i anuos de ida-
de : a tratar ua Vonle Velha da Boa-Visla u. 33, ta-
berna.
f ariulia da
ferra
Vondem-se saccas com familia nova e lorrada :
na rus da Cadeia do Recife n. 2:1, loja.
CERA DE CARNAUBA, ABEI.ilA E SEBO.
Na ra da Cadeia do Recife, loja n. 50, ha para
vender cera de carnauba nova e boa, dila de abelha,
e sebo em rama superior.
CHALES DE TOQUIM DA INDIA.
Na ra da Cadeia do Recife, luja n. 50, defronle
da roa da Madre de Deut, ha para vender um cha-
les de toqiaiin de peso da ludia, branco, lodo borda-
do, o mais rico que pode haver uesle genero.
J\a loja das seis
portas
Ei 11 frente d Livrainento
Vcscoeinhos do mais fino pello branco e de cor
para as senhoras porem ao peseteo a' sabida dos bai-
les e Ihealro para nao conalipareni, preco cinco fnil
rs., leuros de relroz malisados a dez losles, romei-
ras preias bordadas de cor a dous mil rs., lencos de
seda de cor para pescoco e nido de senhoras a dez
luslet, camisasdecambraia bordadas adous mil rs.,
manguitos a dez lusles, collarinhos de recortes a
dez lusles, e de massa a pataca cada um, aaias
brancas bordadas a doos mil rs., luvas de se la pre-
ias a dez tusloes : da-se ainoslras de ludo, levando
penhor que equivala o que se quer ver.
Vende-se u perraula-se por qualquer proprie-
dade ncsla praca ou fura delta, distancia de cerca de
duas legoas, nao sendo em lieberibe ; e lambem se
arrenda por preco muilo razoavel, sendo a brasilei-
ro, um sitio em Beberihe, lem urna casa regular
com (i quarlos e sala, loda envidrarada, estribara
com 50 palmos de comprido e :0 de largura, lem
frucleiras e capim, e bai\a grando para plantar o
que quizer, e para ler vaccas de leile em abundan-
cia, lenha easoa para gaslode casa e para fazercei-
cado, eoutras muilascommodidades, e para olo ser
mais extenso particularmente se dir' ao prelenden-
le ; lem 4 bois mansos e 3 carrocas, esle negocio se
fara' rom qoein qoizor : na roa do Vigario n. 11),
lerceiro andar.
Capachos gran-
des.
S.o chegados a loja de miudezas, ua roa da Cadeia
do Recife n. 15, oplimos capachos em forma de la-
pele, prnprios para aofs em casas terreas, os quaes
se vendem por prero- commodos.
Brilhantine
A 105000 O CORTE.
Com esle titulo ehegoa pelo ultimo navio Irancez
lindos cortes de seda escuceza de lindos goslos : ua
ra do ilueimadn n. 21 A.
Rap de Lisboa.
&:3Q&?$?Q % v:.'::v,:0::.;0O '<"' venhaoi'ou manden) pasar os foros vencidos,
assim como se devem entender com o mesmo abaixo
Aluga-se a loja da casa da ra da Aurora n. 5\
mide fui ofliciua do fallecido marcineiro llenriqoe :
|iicni pretender dirija-se ao Sr. JoAo Vinlo de Lemos
Jnior, no seu escriplorio, uu casa de sua morada,
ua ra da Aurora.
Vrecisa-se para o serviro interno e ederuo.de
urna casa eslrangeira, de um prelo: a quem Ihe con-
vier dirlja-se a ra da Cruz n. 4.
l'recisa-se fallar aoSr. Joaquini Jos
Marques, que morou em Santo Amaro :
na livrara ns. e $, da praca da Indepen-
da.
| DEMIS1JA FMMEZ. |
ja Paulo Gaighooxj de volla da sua viagem J&
a Europa, est inorando na ra Nova n.
II, primeira andar,
-,';- do ,i qualqaer hora
v 56'?
Aliii iSv
onde pode,ser procura- W
flS-<
10 oa r
PEI.O VAPOR I). PEDRO II :
na ra do Oueimado n. 35.
Superior cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa : no
arma/.cmde Novaes iV C, ra da Madic
de Deosn. 12, por prero commodo.
Velas de car-
nauba.
Vende-se a 19)000 a arroba de velas de carnauba
do Ar.iciiv na ra do (.lueimado loja de ferragens
o.m.
Blelog'ios
oberlose descoberlos, pequeuose grandes, deouro
e prata. patente inglez, para bomem e senhora, de
om uu- melhores fabricantes de Liverpool, vindos
pelo ullimo paquete ingle/.: em casa de Soulhall
Mellor & Companhia, ra do Torres n. 38.
Iielo*ios de patente
uglezesdeouro, desabnete cdevidio :
vendem-sea pruco razoavel, em tasa de
AugusloC. de Abreu, na ra da Cadeia
do Recife, armazem u- 36.
Na ra do Trapiche u. 14, escriplorio de Ma"
noel Alves Guerra, vende-se por commodo prec.o o
seguiule :superior vinho do Vorlo em barris de
oitavo,chapeos de feltro, e sabaamarello fabricado
no Rio de Janeiro.
III VESTIDO POR 2)000.
Novo e completo sorlimentu de corles de veslido
de chita minuto prero da 25 cada corle : tu loja de i porlas,
ua ra do ijueimadu n. lo.
DEPOSITO DA FABRICA
Industria Periiaubucana,
RA DO CRESPO N. 9.
A l'alirica de sabio e velas de carnauba, es-
labelecida oa ra do Rrum, tem estabele-
cido um deposito na ra do Crespo n. 9, pa-
ra abi nicamente dar extraerlo aos seus
productos, proporcionando assim a maior
commodidade aos consumidores. As velas
manufacturadas nesta fabrica, offerecem as
vantagens seguidles : sao l'eilas com a car-
nauba simples purificada pelo meio do va-
por, sao inodoras e bellas na apparencia,
queimam com igualdede e nao esborram, e
i)3o tazera n)urrao e dao mais luz e mais cla-
ra do que as velas stearinasou de qualquer
composQao, e que se vendem no mercado.
Fabricam-se de 6, de 7 e de 10 em libra, ven-
dendo-seem caixas que contem 192, 224 ou
8X0 velas cada urna pelo preqo de 15/.
O sabHo he branco, as materias primas
de que he fabricado sao simples e inofensi-
vas, o cheiro que deixa na roupa Le agrada-
ve I ; rivalisa com o melhor sabao hespanhol
e he superior ao sabao americano, que se
vende no mercado a 2*0 rs. a libra.
Vende-se igualmente em caixas de arroba
e a prer;o de 160 rs. cada libra.
Os incrdulos comprando reconhecerSo
por experiencia a veracidade do que se an-
ii nocla.
Em casa da llenr. Bruno >V Companhia, na
ra da Cruz n. 10, vende-se cognac em carnudas de
duzia.
Pekn!.
I-Mh rica fa/.euda de (i palmos de largura be inlei-
ramentc dovb em Vernambuco ; fabricada no celeste
imperio, de cuja capital lira o nome, lie de uns pi-
dres lindissimos e anda nao valos al agora : ven-
de-se pelo baralissimo prero da 20600 o covado : na
ra do Queimadu o. 7, loja da estrella.
AGENCIA
Da undico Low-Moor, ra daSenzala-Ho-
va n. 42.
Nesteestabelecimentocontina ahaver um com-
pleto suriimento da moendas a meias moendas
para en(;enho, machinas de vapor e taixas da
ferro batidoe coado de todos os lmannos para
dito.
LAUVR1BTIIOS.
Vendem-se lencos e loalhas de labyrinlho. asien-
lado em fina cambraia de loho : na roa da Crnz n.
;[i, primeira andar.
CAL E rOTASSV
Vende-se potassa da Kussia e americana, chegada
para barba de creme de amendoas,
agua de lavande muito superior, vinagre
aromtico para dores de cabeca, banha mui-
lo lina em ricos vasos, extractos de inultas
qualidades, extractos proprios para bolso de
estodante, essencias de varias qualidades,
opiato o melhor que ha para limpar denles,
ps para limpar os denles, e oulras muitas
cousas que nao deixarao de agradar aos sc-
nhores compradores, e que ludo se vende
por precinho muito barato.
Bonecas francezas.
Vendem-se bonecas francezas ricamente
vestidas e de varias qualidades a t?20<,
19600 e 2?, na ra do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Pentes de tocias as quali-
dades.
Vendem-se ricos pentes de tartaruga a 3 e
75, dilos dito de alizar bous a 15, ditos de
dito de marrafa a 13400, ditos de dito de tra-
vessa a 4,-j, dilos de unicorne para alisar a
1;, dilos de bfalo muito linos a 600 e 800
rs., dilos debaleia para alisar a 3()0e 400
rs., dilus abertos imitando tartaruga para
prender cabellos muito bonitos e bem traa
baldados a 18380 e 18500, ditos debaleia a-
bertos a 240, 320 e 400 rs., ditos de bufal-
para piOlhos a 5H0 rs., ua ra do Queimado
na bein couhecida loja de miudezas da boo
lama n. 33.
j\a!o ja da boa le
vende-se Uto barato que admira : panno li-
no azul a 3/0 covado, dito dito prelo supe-
rior a 99500, casemira prela lina a 29, bum-
bazina prela muito lina ou lapim, proprio
para batinas a 1/280, sarja prela hespanho-
la a 13800, selim preto macan a 2--000, cao-
tao muilo Gnu, fazenda preta superior pro-
pria para vestido de lulo a 960, alpaca de se-
da de cor para palito a 640 rs ricos corles
de gorgurocs de seda para colletes a 38500,
palitos pretos muilo bem feilos a 4f, ditos
de brim pardo de puro liuho a 3-200, lengua
pretos de grosdenaplea e oulras muilas
fazendas que se vendem porpreqos t3o di-
minutos que ninguem deixara de comprar,
na ra do Queimado n. 22, na bem condeci-
da loja da boa fe.
AOS AJUSTES DO BOM E BARATO.
Vcndcm-sc ricas charuleiras bordadas a
retroz serviodo lambem de carteira a 4/, di-
tas sem ser bordadas muilo boas a 23 e .!.>,
carleirinnas muits ricas a -2g, ditas proprus
para viagem a 23500, carteiras grandes para
dinbeiro a 1/300 e 28, irancelins para relo-
gios. pretos de retroz a 160, afiadores para
navaldas muito linos a 1 ?. podras inglezas de
aliar uavalhas a \ e 1 -:>00, ricas bengalas
pelo barato preco de 1} e 1>500, penles com
escova o espelbo para suissasa 800 rs esta-
jos para barba a 2? e2.)500, livellas douradas
paracal?as e colletes a 20 rs., castoes para
bengalas a 80 rs., caixiiitus para guardar
phosphoros a 160 rs escovmhas para lim-
par penles a 240 rs., chicotes muilo bons
para cavallo a 800 rs esporas linas de ac a
1/, grvalas de seda muito boas a 13, ataca-
dores de cornalina para casaca a 300 rs., pill-
eis inglezes para barba a 500, 600 c800is.,
camisas de meia muilo linas a t#200, ricas
aboloaduras para collete a 500 e b(0 rs., di-
las para palitos a 500 e 600 rs., eslojos de na-
valdas linas para barba a 2c, caisas linissi-
mas para rap a 2#500 e 3a, ditas redondas de
tartaruga linas a 6, e oulras muilas cousas
que se vendem por baralo pceo : na ra do
'':
Na la do Trapiche n. Til, ha
superior rape l'rinrcza do Bniail,
do Rio de O
de poii<-o dif- ;
ao paso M
@ cusa a|K-nas IxV a libra ; arllr
/l ttenco !i
>5 antes que acahe, poia a rcmew
@ he perpiena.
Vendem-se para li-
quidarao as fazendas
abaxo mencionadas,
existentes na loja n.
chapos de castor branco, ditos
pretos fraocezes, ditas para senhora e meninas, di-
los para baplisado de crianras, touess para os
mesmos e senhoras, enfeiles para cabera, llores
finas, peuuas, manteletes, capolnhos, romeiras,
manguitos, leiiues, chales de relroz bordados, len-
cinho.de dilo, luvas de seda e pellica, bicos de
blonde, dilos de linho, filas de seda e velludo, da-
masco encarnado, azul e amarelln, selim de cores,
macas e saceos para viasem; e oulras muilas fa-
zendas qoe seria enfadonho mencionar, e que se
vendem por melado do seu valor.
I\a loja das seis
porlas
Em frente do Livlamento
ludispensaveiscamisas para hornero com peilos de
esguio francezas a dez lusles, pe<;as de cambraia
lisa com 01I0 varas e meia para veslido de dous e
Ires baliadus ires mil rs., corlas de cassa chita com < "tes dias e ue superior qualidade ; cal de Lisboa
sele varas a qualro patacas e mei, fil prelo de chu- | da '"*"< ""i que ha no mercado^: nos seus deposi-
visquiuhos para camisusaqualro patacas .1 vara, cha-
les de merino de lodas as cores a qualro mil e qui-
ndenios, chales de cassa adamascados para ir ao ba-
iilm a sello, chales escuros para rasa na- manhilas
Trias a duas patacas, ludo se vende baralo a dinheiro
avisla para acabar anles do balanco.
VINAGRF EM BARIOS.
Superior a marca l'KK e Falciio f Socios, acha-
se a' venda no armazem do Valenra, ra de Apol-
la o. 13.
PARA ACABAR.
Na na Nova, loja ranceza n. 8,confron-
te a Camlioa do Carmo,
vendem-se chapeo de seda para senhora, da ollima
moda e qualidade, com nm leve loque de mofo, pelo
baralissimo prero de I"- oda um.
-\a loja das seis
portas.
Em frente do Livrmenlo.
A doze vinleos o covado de alpaca france/a para
veslido de enhoras, largura qualro palmos, chah
grande eslabelecimenlo. que acharao verdade quanto 1 de llores, fazenda de gusto a duas patacas u covad
di<<> nesle annuncio. lambem se vendem biscouli- I chilas escuras que nao desboU
assignado para oblerem a licenra para Iraspassos as
occasines em que ibes seja preciso faze-los: ua la
dos Pires n. 33Manoel tiomes Vcigas.
JOAO DA SILVA BAJOS,
MEDICO PELA UNIVGKS1DAE DE
GOIMBRA,
continua a receber em sua casa na ra do Cabuga n.
16, das X as 10 horas da manhaa, e das 3 as da
tarde, as pessoas que o queiram consultar : bem co-
mo se presta a sabir com a j reconhecida promp-
lidao, a visitar qualquer enfermo, a loda a hora do
dia 011 da noile, quer dentro quer f.ira da cidade.
EMXLIIO.
Quem precisar de enlulho de calica. e de Ierra
misturada com calica, maude buscar a ra das Cru-
zes da fieguezia do Sanio Antonio junto a tvpogra-
phia.
Billicles de visita.
I'iravam-se e imprimem-secom perfeicao hilhetes
de visita, leltras de commercio e lodos os objeclos da
arle caligraphica, registros, vinhelase quaesquar do-
maba, abrem-se firmas, sinetes, lano a talho doce
como em relevo, ornamentos em objeclos de ouro e
: prala, fazem-se riscos lindos e origuiaes para bord-
osla 11 do se COllictcionundo O almanak i I quer detlesobjeclos 110 caso de nao firarcm a cunlen-
pessoas j (0 fjaj pessoas que os encoromendarem : quem pre-
tender dirija-se a qualquer desles lagares : no bairro
Bli
l,i provincia, ni
que coslmnamne
nao estiverem, 011
queiram mandar le!
(i e 8 da Praca da I
la, assim couio p
engenlos, se dignen
a provincia.
os linos inglezes a 2|0l)0 a lata, e de dez para ci-
ma mais baralo, e urna porrUo de caisas vasias de
esjiermaeele, azeile doce, licores, nWMW, cha, e ou-
lras ele.
Ka quinta casa do lado direilo d. ra da I niao
vende-se om moleque de l'i a l.'i anuo-.
Sement de co-
entro.
VeuJe-se sement de coeotm muilo nova, cada
garrafa lt0 : na taberna da quina da ra dos Mar-
tirios n. 30.
Vendem-se sapalos de couro de lustre e panno
para senhora, ps pequeos a '(00 rs. o par : na ra
do Livramenlo 11. i I.
I ara padaria e reiiiaco
Vendem-se as mclliores peneiras di; rame ama-
relio, vindas de Lisboa, por baralo prero : ua pada-
ria da ruaeslreila do Hos.ro, 11. l:t.
V'cndc-se um balcao de amarelln
rriptorio, e urna earteira de duas laces
-se
ser incluidas, e que o
liouver algnm erro,
var a livrara numero
dependencia, a etnen-
ide-si- aos senhores de
mandar igualmen-
te as transferencias a mesma liviaria.
do Kecife, ra da Madre de lieos n. 32, pruneiro
andar ; em Sanio Antonio, na livrara classica do
paleo 1I0 Collegio 11. 2 ; as Unco i'onlas, snbrauo
da quina confronte a matriz nova.
Precisa-se de urna ama de leile para criar urna
menina, lambem prccisa-se de urna ama para an-
dar com um memuo ; na ra Uireila n. 86, segun-
do audar.
para cs-
cni inciu
uso, urna mais pequea de ama face usada, na ma
da Cruz. n. 30 segundo andar.
Na na do Cabuga', loja de miude-
zas n. defronle do lampeao, vendem-se
bahados de panno de linho de todas as lar-
guras, tanto aborto como bordado, mais
barato do que em Outra pialquer parte,
por se querer saldar oontas com o fabri-
cante.
que nao desbolam a meia pataca o co-
vado, e de rores a seis violen, riscados francezes a
meia palaca, e largos dous lusles, cassas pintadas
a meia palaca o covado, riscado toncado para roupa
de escravos seis vinleus o covado, cassa otcoeosas
a do/e vnicos o euvado, lodas as mais fazendas
por preros que convidan a enroupar para a fesla. A
loja esla atera das seis da manhaa as nove da nuile.
CABRIOLET.
Vende-se um ptimo cabriolel; para ver na cn-
cheira do Sr. major Silveira, na ra da Cadeia de
Sanio Antonio ; e para tratar ua rua do Queimado,
loja de miudezas da lina l-'ama u. 33.
AVISO
aosbarbeiros.
Na rua da Cruz n. 51, sala de barben o,
de AntonioBarbozade Barros, vendem-se
bichas de llainburgo, pelo diminuto prc-
ro de U.sdOO o rento, as mais modernas
domeado; assimcoino.se alugaminah
barato do queem outra parte, e se vende
a retalbo.
Paquetas para carro:
Vende-se muilo superior vaquetas para cubrir
carro, por commodo preco : no alerro da Ba-Vial
0.78.
Vende-se um bonito cavallo iodado
e 1k)iii andador: a tratar na rua do Ouei-
mado, com o Sr. Manoel Jos Lcitc.
tus na rua de Apollo n. 1 A, e -' II.
Cal de Lisboa e potassa.
Na rua do Trapiche rmaseos ns. 9 e
11, vende-se superior polassa da Kussia
e americana, cal vigem de Lisboa, da
mais nova que lia no mercado.
Moinbos de vento
com bombas derepuiopara regar horlaseba*
zadecapim:na fundicaode l). W. Bonroan,
na rua dn Hrum ns. 6, 8 e 10.
Em casa de Saunders Brothers & t'.., praca
do Corpo Santn. 11, ha para vtnder o se;uinle:
Ferro inglez.
Pixe da Suecia.
Alcatrao de carvan.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para saccas.
Dito entrancado igual ao da Baha.
E um completo sortimenio de fazendas proprias
para este mercado '. tudo por pre?o commodo.
Familia de mandioca.
Vende-sc superior lanuda de Santa
Catharina, em saccasquetem um alquei-
ie (medida v;lliaj por prero commodo:
DO armazem de Novaes A C., na rua da
Madre de Dos n. 12.
XAROPE
DO
BOSQUE
I o Iran-lendu o deposito deslr lampo para a W
tea do Jos da Cruz Santos, na rao Nova o. ...e.
garrafal 5900, a mcias 39000, sendo lilao toa
aquel Ir qoe nlo for vendido ocelo deposito, pota
que se faz o presente avioo.
IMPORTANTE PARA 0 NILICI.
Para rurade phlvsica em todsocoliaono
lea graos, quer motivada por coastiparea, loaae.
asthma, pleoriz.escirros de saagac, d< lados e peilo, pal[ iti'.au ao corara*, coajaHacliv-
bronchile, dnr na garcaola, c lodaa lanaolaoli'-
dosorgdos pulmonares.
Em casa de Rabc Schmeltati A I..
rua da Cadeia n. o7, vcnde-c :
Kleg.mte pianos do afamado Itarn \cxn-
tclrauraann de llamburgo.
Lm casa de Kabc Sclimetlan i L.,
rua da Cadeia n. ."", vende-sc :
Vidrospara espellio.
Vii'bo do Kheno sii|n-i un .
Conservas alimenticias.
Tinta paja l\ pograplii.i.
Tudo por prero com mudo.
NavalliHsa contento.
Cnilinua-'.r a vender jXjOOO o par prer. ht ,
j lino couhecida -n -vjlln.de barba.eila-'f el. ha -
bil fabrcame qoe ha sido premudoeai o'ivcnaioe-
pnsirues: vendem-se com acondifjaa de ato aara
dindo poder ocumprador deolve-lai at M ata
denoisdainni|ir,i .reslilaindo-seiiaanartiBcii: ata
casjdeAozustoC.de Abroa, aa rao 4a Caata 4
Kecifo o. 3b.
Luvas de varias qualidades
Vendem-se ricas luvas de soda de lodo as
corea, bordada* e rom dollas a -Jj o paro
ditas sem ser bordadas brancas amareUa*
para lime os c senhoras a U. tadOO !*>,
ditas de lio da tscocia trancas c da coro
para homens e senhoras a 300, *00, Si*
600, ditas brancas e de cores, de algoaJao,
proprias para montara a iW e 3i ojajtrai,
qualidades mais que se vende na rao n
Oueimado na bem couhecida toja de anude
zas da boa Tama n. 33.
LEQES F1R0S.
Vendem-se lequcs muilo linos cora rn a
pinturas, espelbo e plumas a US, 3?5ft)e l:
na rua do uueimado loja de miaara ola
boa fama n. 33.
HE MllTO BAKATO.
Chales de merm de lindas core con ri-
cas paimas bordadas a matiz pelo di ai rama
preco de 8f ; na roa do Queimado m. na
loja da Hoa ti-, defronle da loja da Me
lama.
FITAS DE VELUDO.
Vendem-se filas de vellido pretas e de co-
res, eslreitas e largas, lisis e iberias de mu
lo bons gnstos, pelo barato preco de ico
yucimado na tem contiecida loja da boa fa- o, 40O, 500 e 000 rs., na roa do Queimado
1 n- 33- -loja de miudezas da boa fama a. 33.
Meia
s
qilali =
de todas as
dades.
Vendem-se muito boas meias de seda pre-
ias e brancas para senhoras pelo baralo pre-
co de ^jOO.dilasde laia para padres a 19800,
ditas de lio do Escocia piuladas para homem
pelo baralissimo preco de 400 e 500, ditas
brancas ecruas para homem a 200, 2*0 e
280 rs., ditas pintadas e brancas para meni-
nos a 20 e 300 rs ditas brancas, Tinas para
meninas a 240 rs., ditas brancas para se-
nhoras a 240, 300 c 400 rs., ditas pretas de
algodSo para padres a 600 rs., e oulras mais
qualidades que se vendem barato na rua do
Queimado, ua bem conhecida loja do miu-
dezas da boa tama n. 33-
V O. Biber C, rua da Ciu/. n....
vendem:
Lonas da Kussia.
dem ingleza*.
Brinzo.
Riins da Kussia. '
Vinho de Madeira.
Algodao para saceos de asstirai.
Aiguilao'/ilii? Ua Baha
para saceos de assuc,ar : vende-se em ca-
sa de N.
4.
O. Bieber & C, rua la Cruz
^^rt^p fttfife*.
Vende-seca 1 de l.isboaulli mamen 1 ec liega da ,as-
simjomopotassadaKussiaverdadiira : na prara
doCorpo Sanio n.11.
TAIXAS PARA EXGENHO.
Ha fundifao de ferro de D. W. Bowmann ua
rua doBrum, passando o chafariz," contina ha-
| ver um completo sorlimer!o de laixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acbam-se a venda, por prero comrrodo o com
promptido: embarcam-se oucarregam-se em acr-
ro sem desie7,a ao comprador.
\ ende-se superior linha de algodao branca r
de cores, em uovello, para coslora : em casa da
Soulhall Mellor ,\ Cumpanhii, rua do Torres n. :IH.
Na rua do Vicario a. 1!), primeiro andar, ven-
de-sc vinho do l'ortn de superior qualidade da bem
couhecida marca (iW em pipas, barris e caitas de
ama e duas duzias di garrafas.
A verdadeira gracha ingleza 11. 91,
em I) rrieal de 15 duzias leples: om ca-
sa de James Crahtree .V C, rua da Cruz
n.4-2.
VENDE-SE
Gra\a de patente, prova d'agua, para
arreios de carro.
Niuliodo Blieno de ipjalidades espe-
eiaesJoliaimisberg e Marcolirunner.
No armazem deC. J. Astley & C.
Rl\ HA CLU H. 51.
Anlonio Barbosa de Barros faz scicnle ao publico
quemudoua sua sala de bnrbear da casa o. 2 da
rua da trui para a de 11. .">l d| meima rua ; na mes-
ma sala se ochan as mais modernas bichas de llam-
burno, que se vendem aos cenlos e a relalho, ealu-
gam-se, ludo mais barato do que em uulia parle.
Vinho do Porto, superior chamico.
Em caitas de 2 duzias e em barris de oitivo, ro-
ceulemenle chegadupulo brigue oirovaitor; vnde-
te nicamente no armazem de Barro c\ Castro, ua
rua da Cadeia do Hicife n. 4.
Vendem-se dous pianos fortes da Jacaranda,
construccao vertical ecom todos o melhoramenios
maisjnodernos, tendo vindo no ultimo navio di
llamburgo: na rua da Cadeia armazem n. 8.
POTASSA E GAL TIRGE1.
INo amigo ej bem conhecido deposito da ruad*
Cadeia do Recife, escriplorio n. 12, ha para ven"
der muilo superior potassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, ludo
a precos muito favoraveis, cora os quaes ficarao
os compradores satisfeitos.
1ECHAKISI0 FARA IM -
I u-to do da H do corrate a preto VaeeaH, 4e
nacao Angola, idide 50 aaaai, altara ngatar, r
padaudo. cara larga, mareta de boiioa, ailiai ara-
aos, pemil arqueada., lea, a eaataOB* d raabriaaar-
e, fui comprido a Manuel da Svilv Saatoa a I da
onlubrodelK-,1. qSa Ihe tara reateMtda da Mara-
nluo por Jos Cedro do. Saaloi. A BMtaaBa alo dMa
escravo oaqaelle lempa era -er Baaraya, taato aaa-
pregado no serviro do campa : pietoala,
aatoridades puhciaes. eapilaaia da parto
de raDDo, qoe o cap arem o o naadia a < 1
na ra ealreiia da Kosar 10 a. 31, a Jan
Silva.
I 00s00O
DE GRATIFICACAO.
Auscntou-se era 18 de agotas doto <
anno da casa de seu Sr. Fi
Malla Ribeiro, morador em Boa Jardee*,
lo Limoeiro, o escravo crioulo de aotae Ka
bem moco, reprsenla lar J5 annos,
.les signaes: altura regular, cabello*
pegados no casco, cor prela, oltans vivos,
grocos. com falla de um denle aa pan* 1
barba imperial,corpo reforpdo.riadBfar 1
em pequeo foi alguma coma serrado
mostr alguns vestigios, tea* os pose dada*
porem largos, he bem fallante, corlee. Ta
rlesconfianca ler procurado para a eagaatm Jar-
din), comarca da rulad* de <>oijaaa,oodo 1
escravo icm seu pi, assim como
leve noticia que fora visto nesta capital
por lano as autoridades polica ecapiue d* 1
po de o capturaran e mandar. a casa da
dito se>ihor, ser generosamente gralificado.
No dia 18 do corrente pelas oito horas
da manhSa fugio um negro por noae Aatn-
nio, o qual he de nacao com os lifwaoa ae-
guintes: cor fula, pouca barba, psjx* do
quarto direilo, os ps a pal helados, e ao ar
do lado direilo tem algunas costaras Nen-
iando calor de ligado, leroa calca atal de
riscado, camisa azal, chapeo de palha : eaV
negro tem om irmSo que be cortador de
carne nos acouges da fregueria de Santo Aa-
tonio, sendo este o seductor djquellc, se-
gundo que se tem sabido ; foi escravo do Sr.
acadmico Antonio Hogerio Freir fie larva -
Iho, morador atrada matriz da oo-Vuta
tendo vindo com o mesmo acadmico da A-
gua-I'reta,ialvcz'.omassc esta estrada ; por
tanto pede-se a lodas autoridades oade r
mesmo for encontrado, a oa cap 1 Se de can
po najim de aprehender, ou ieva-lo aosra
legitimo senhor abaixo assigaado aa roa
larga do llosario n. 4S, que geaoroaamenie
paga a quem o trouxer.Bernardo da Cer-
queira Castro Motileiro.
Coniinua a estar (agido o aacravo Aatoan
de nacao Cassange, da asado de 3. aaaa* pmr
mais ou menos, altura regular, eaagaoiro a* ao-
jar, cor prela, rosto redondo, sem
limpas, ebeio do corpo, o roa vena
escravo dos herdeiros do finado Caeuao (i
da Cunha ; ha quasi certeza da andar para -
HA P*rles ''" su'c''*11 Prov'nc'*i algncm aceitar a
dito escravo lique corlo da que o dono ba da aaaaa-
der com lodo o rigor das leis coaira n seettaer,
joclos d'e mechanismos proprios para entelis, a s 1"em rapturar promelte te pasar rota aeaera-
licr : moendas e rneias moendas da mais modero sidade, sendo conduzido a rua da Guia a. C4 m-
construccao ; taixas de ferro rundido e balido, d gundo andar nesta praca, oa no IgilLt. T___I,
superior qualidade e de lodosos tamnnhus ; roda i *eua-Fria da frMiii da I,'
dentadas paraagua 00 animaes, de lodas as proporj0" Aga* *'" "' lreKuezi *
jes; crivos e boceas de forualhae regiilros de ho I "ala.
eiro, aguilhSes,bromes,parafutos e cavilhes,inui
nhos de mandioca, ele. ele
NA FUXDICAO DE FERRO DO EXCE-
NHEIRO DAVID W. BOVVMAX, ,nA
RUA DO RRUM, PASSAXDO O .
FAR1Z,
ha sempre um grande soriinientu dos sesuinles oh
ir-'.* 4
Loareace da
NA MESMA FLXDICA'O.
I nuio honlem as 7 horas da aasla aa* vern
mulato, de nome'I homar, alia, rel.-rrada da carpa
rom marcas de acuate, pernai Eraaiaia aattoa ame-
le execulamlodasasencommendas com a superior c"*e cicalnaeiascaacUii, falla roa
ridade iaconhecida ecom a devidapresleae com- "d*' '< '",- "misa de pannoaial ara
modidadeem preco. da da oarello branca na. homlarewm c
I aberla na Ireolc em forma de palti
\ \ 111- : Ir natural di l'ariluba. a foi ewrava da V. larV.
Coelho qm o hou>e ir heranra da ara arara jar
Ii
preco
Em tasa de 'liinm Mon.sem
nassa, praca lo Corpo Santo n. 13
para vender:
pianos fortes do melhor autor.
Lm sortimenlo completo de livros cm
hranco, chegados pelo ultimo navio de
llamburgo.
YIMIO DO PORTO GUR INo.
Yende-se ptimo vinho do Porto em barris di
quarlo c oilavo, por prero razoavel: na rua da Ca-
da Ai
-arena Taana*.
que o lu u\e 1
Joaquim de Souia daqntlla ridada, e M
pelo ahii\n assignado aa Sr. Hilaria
Yasroncellot Juuior, eraa)af aa
fircueiia do Pilar .Ij^Uili prosiiiria
le\e-o rr.a 0.1 (Concordia 1 P. dii. Aatoajto T
liuimaries, qae sera' aSa)a*aa*ejBjajaj
Ki--ife I. de oulol.r >!: Sr&S.
Pedia Aaloaia leiieira .
PEKN.:,TTP UK V. P. DB KAKI*
MUTlUSDrJ


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