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Diario de Pernambuco
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Permanent Link: http://ufdc.ufl.edu/AA00011611/07641
 Material Information
Title: Diario de Pernambuco
Physical Description: Newspaper
Language: Portuguese
Publication Date: Friday, November 21, 1856
 Subjects
Genre: newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage: Brazil -- Pernambuco -- Recife
 Notes
Abstract: The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding: Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation: Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities: Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.
 Record Information
Source Institution: University of Florida
Holding Location: UF Latin American Collections
Rights Management: Applicable rights reserved.
Resource Identifier: aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID: AA00011611:07641

Full Text

AN30 XWII N. 275
Por 3 meze$ adiantados i.sOOO.
Por 5 mtv.es vencido! 4^500.
SEXTA FEIRA 2. DE Mi DE I85.
Por auno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO DE
K\(;.\HIIK(,.\IK>S I)A SUBSCRIPCAO' NO NORTE.
Pirihtba, 8r. Gtrvuio T. di Natividad!; tiltil, Ir. Joto
luir I. Pudr Jnior; Anoly. Sr.A. dt Ltmoi liag ;
lawil, elr. J. JeatdeOliriiri; Maraahio, o Ir. Joiquim liir-
S ladriguii; Piuhj, ..Sr. Domingo! HircullOo . Penoa
ni; Para, Si. J uilio,s>o J. tintei; Amionii.e Ii. Jiri-
nje l Cana.
PARTIDA DOS COKREIOS.
Ollnila
.tiara,
s. Aail
s. Loa
leir*. Flore
: lo rl, (Ji>ianna . ParaUbl : as atMffaet* a -vrt.-r.-iraa.
i, hm, llonilo-l^puar, AWatrO e GlraasSMa u laraa-MraX.
riir.i, leu-i .tino, .Va/an-tli, I.imoifinj./Ireio, f'esu'icir faca-
t, Villa-Bella, Iioa-Vi.i., Ovrfcarr K,: na, Callo, loojaca, Vniiliem, ll-Porno,i>, tn.i
Piuenlara, e fa'alal : uaintas-leiras.
{Tudut na crrelos parteas as 10 ha
||.i- .| i i
eiros, wu.-I'i
i 10 hora si aisnhis
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal da commirrio legunda i quintal.
Hlllfao : isrcif-feint ubbadoi.
Fuanda : quirtil < aabbadoi ai 10 horai.
iuisa da commereie: ntgundii 10 liorna quinm as aaala-dia.
Juio di arpliaoi i ni unda a quintil ai 10 hara.
Primairi Tira da ilril.- ugundn a mu aa miio-di.
inunda Tira da tira I: quarlaa a ia bbadoi aa malo-dli.
CI'III.MCIl lili s DO HEZ DE XOYE.MltRO
Quarlo ereicinlt ai 3 horn 4 minuto. I 48ligundoi di t
Lna ehaia ii 7 horas 23 minutoi t 4S ugundoi di m.
19 yuailominguanli ii 8 horn.13 minutla 48l!gaadei dli
*1 Lu B0V1 ii a. hora i, 34 m i n u loi ,48 ieg u ndo i di Urd.
.i_ ... PREAMARDEIIOJE.
Jrlmilri ai 11 horas s 2 minutoi di manhii.
oigundt aa 12 boraa a i minuioi di lardt.
F41T1 aFflCIAl
MINISTERIO DO IMPERIO.
Pela secretaria de estado dos negocios do impe-
rio se faz publico que, no dil 15 do crreme, S.
M. o Imperador assiste, na capella da imperial
quinta da Boa-Visia, missa que alli se ha de ce-
lebrar, as 10 horas da raanha, pelo anniversario
do faecimento de S M. F. a Sr.* D. Mara II,
devendo a corte comparecer nesle acto de casaca
bordada e vestuario preto.
Secretaria de estado dos negocios do imperio,
em 12 de novembro de 1856.Fausto Augusto
do Aguiar.
l.iSeocao.Rio de Janeiro. Ministerio dos
negocios do imperio, cm 31 oulubro de 1856.
Era resposta ao oflicio que Vmc, em data de bon-
letn, dirigio-me perguntando se pela morte ou au-
sencia de alguns eleitores, os supplentes mais vota-
dos oceupam na formaeo da mesa parochial os
logares daquelles na respectiva turma, e nesle caso
luem deve oceuparos lugares dos ditos supplentes ;
tenho de declarar-ihe que, segundo os artigos 5."
e 8." da lei regulamentar das elciriies, que tratara
da organisaijo das juntas de qualiueacOes dos vo-
lantes, e cujas disposices sao em ludo extensivas
a formacao das mesas das asserableas parochiaes era
virtude do que dterminara osarts. -il o-i3 Ha
inesma lei, nao se chamara supplentes para subs-
tituir os eleitores mudados, morios ou impedidos,
e nem ha subtiiuijo dos supplentes que altarem
por iguaes motivos, devendo nicamente ser con-
vocados e fazer parte das turmas aquelles eleitores
e supplentes queexislireni e estiverempresentesede-
impedidos.emborao seunumeroesiejamuito limita-
do porquaesqnerfaltas que se dcm,recorrendo-se, no
caso de falta absoluta .de todos elles, providencia
doart. 6,- da lei, repetida as instrueces annexas
ao decreto n. 1812 de '23 de agosto ultimo, a qua.
he applicavel a lodos os casos em que ha falta de
eleitores e supplentes para organisaco das juntas
a mesas, conforme est declarado em vanos avi-
sos.
Somunte se convocam supplentes para supprtr
a falla de eleitores morios, mudados ou ausentes
quandose trata de voincao era collegio eleitoral, se-
gundo dispoe o arl 65 da referida lei, cuja dou-
trina nao pode ampliar-se ao caso em questao em
vista do aviso n. 116 de 18 de setembro de 18-18.
Nesle sentido foram expedidos, alera desse aviso,
os den. 141 do 24 de novembro de 1846, n. ISO
de 5 de dezembro do mesmo anno, 4.-, e n. 8 i
de 27 de abril de 1847. S 9\
Oquelhecorarnunico para sua intclligencia e
governo.
Daos guarde a VmcLuiz l'edreira doCouto
Farm. -Sr. juiz de paz presidente da mesa da
asseuibla parochial da F.agi.
MINiSTER fO DA J USTICA. a>
DECRETO N. 1,834 DE 5 DE .NOVEMBRO
DE 1856.
Declara que a pena de uspensoo imposta ao em-
pregado publico por crime do respousabiltdaJe,
no deve ser cumprida seno depois que a sen-
lenca do jaiz de direilo, da qual houve appel-
lacao, he conlirmada pelo Iribunol superior.
Approvando a decisao do presidente da provin-
cia do Maranho sobre a duvida suscitada pelo
as-Job municipal do termo de Alcntara, bacha-
rel Fernando Candido de Alvear, era ollicio de 20
de Janeiro do anuo prximo pretrito, fundada a
dita decisao na disposicao do arl. 83 da lei de 3 de
dezembro de 1841, segund aquella appallago in-
terposla de senienracondcmnaloria produz olfato
suspensivo, excepto quando a peni he de prisao ou
pecuniaria; vi-.to o parecer do conselbeiro pro-
curador da coroa, fazenda e soberana nacional :
hei por boro, na confoimidade da minha imperial
resolucao de 29 do roes antecedente, tomada sobre
consulta da seccaodejustica do conselho de oslado,
declarar que a peoa de suspensio imposla ao em-
pregado publico por crime de responsabilidade, nao
deve ser cumprida seno depois que a sentenca do
juizdedireito.daqual seappellouhe confirmada pelo
tribunal superior.
Jos Thomaz Nabuco de Araa_o, do meu con-
selho.ministrroe secretario de estado dos negocios da
Justina, assim o tenha entendido e faca executar.
Palacio do Rio de Janeiro, cm 5 de novembro de
1856, 35'. da independencia e do imperio. Com
a rubrica de S. M. o Imperador!los Thomaz
Nabuco de Araujo.
DEGBBTO N. 1,837 l
DE
Declara : !',i|"e a inquiriso do tesieiiiunhas para
indagarlo das causas de f silencia he formula
substancial.do processo da n.iruccao da quebra:
2 ; que a convocacao dos creddres para a segun-
da reuniao deve ser foita por circulares do escri-
vo.
[JE 8 D
1856. I
NOVEMBRO.
Tomaudo era consiilera;ao o lolllcio do juiz es-
pecial do csinmercio di corte, d|e 25 de feverciro
do crrante anno, suscitando duvidas : 1-, sobre
o arl. 818 do cod. commercial, cuja disposi^o,
quanlo a inquiric/io de lestemunJias para indaga-
cao das causas de lallencia, lite parece facultativa
so pelo interrogatorio do fallido, cxam3 dos livros e
oulrasdiliRoneias ficamas ditas causis averiguadas:
2-, sobre a antinomia dos arts. 127 e 133 do re-
guiamento n. 738 de 23 de novembro de 1850;
quanto a forma da convocacao dos crelores para a
segunda reuniao.
Alien lendo que a indagieao das causas da fal-
leneia se refere tambem jurisdicao criminal, visto
,-omo elladeva servir de baseaojulgamentodo cri-
uiO de banca rota (arl. 819 do tado cod. e lei de
2 de julhode 1850), sendoquei inquiricode tes-
leiiionhas he termo substancial d formacao da cul-
pa, conforme o cdigo do processo criminal, lei
de 3 de dezembre de 1841, e aVeslos dos tribu-
uaes.
Altendendo oatro sim, que a segunda reuniao
de credores pela importancia dos autos respectivos,
e a vista da expressa disposic-iodo art. 133 do ro-
gulauento n. 738 de 25 de novembro do 1850,
e\ige a convocacao pessoal.
Visto os pareceres do conselbeiro presidente do
tribunal do commercio da cipital do imperio, edo
cooselheiro procurador da coroa, fazenda e sobera-
na nacional : hei por bera, na conformidado da
minha imperial resolugao de 29 do mez antece-
dente, tomada sobre consulla da seceso de justica do
conselho de estado, declarar i
1% Que a inquiricao das leslcraiinhcs para in-
ilagacao das causas de fallenria (arl, 818 do cdigo
commercial) he formula substancial de que nao
podem'prescidir os juizes do corainercio na instruc-
r;ao do processo da quebra.
2-. Qne a convocacao dos credores para a segun-
da reuniao deveser feila por cartas circulares do es-
crivo. \
Jos Thomaz Nabuco dd Araujo. do meu con-
slho, ministro e secretario le estado dos negocios
la justica, a*sim o tenha 'nVmdido o faca exociilar.
Palacio do Rio da Janeiro, m 8 do novembro de
1856, 35- da independencia!. do imperio. -Com
.- rubrica de S- M. o Imper/ador.Io.i Thomaz
Nabuco d^ Araujo.
QOVEENO DA PROVINCIA
I' Secco.Kio de Janeiro. MlaaMario dos nego-
cios do imperio em 3 de novembro le 18.'>6.
lllm. e E\m. Sr. Em addilaroeuto ao aviso cir-
tnlar de 2t da outobro proiimo passado, em qua
recommenclei a V. Ene. qa lea ceuar loda. a
depriaa relativas a epidemia do cholera murbas,
que por venlura .mi I., se continoero a (azer nesa
Srovmcia; (enho a declarar a V. Exc. que as Kr:i(-
cacOes concedidas aos mdicos commissionado< pa-
la o Iratameulo das pessoas acomraetlidas da referi-
da epidemia, deverao cessar dside o dia em que
forera elles intimados de achar-se concluida a sua
comniis-fio ; o que communico a V. Eic. para sen
conhecimento e eraejo.
Dos saarde V. Ec. l.aiz Pedrelra do Cooto
terral.Sr. presidate da provincia de I'eruam-
huco.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
SESSAO JUDICIARJA EM 20 0E NOVEMBRO DE 1856.
Presidencia do Bxm. Sr. denembargador
Souza.
Esliveram presentes os memlirosdo Iribonal, fal-
tando com caosa participada o Sr. desemharuador
(iitiraoa.
Julfjanienlof.
Appellantes, 1 onseca Medeiros ^ C.;
Appellados, Roslron Rooker i\ C.
Jul-oiie nulla i senlenra appellada.
Dittribuicii.
Koi (liUribnida ao Sr. de'sembargador Villares a
appellac.lo em que rio :
Appellante, Manuel Antonio dos Sanloi l'onles;
Appellados, Joao Keller A: C. e oulro.
EXTERIOR.
MONTEVIDEO
i de novembro.
IBera poderiamos deixar ir desla vez sem cor-
respondencia o infatigavel u Camilla ; i seuuiudo
o ejemplo do bomem acensado por nao tr falla fo-
so, responder opporlunaiuente como elleraalalii
mutaiiilis, que mil rotOea para io occorrerara,
siodo a principal a falla absoluta de plvora.
Con alieno, acliamo-uos hoja completamente bal-
dos de materia, quas sem ler que dizer aos lei-
tores, menos que nos pn.puzesseraos viajar pe-
los campos da pkaataiia, ou pe correr os espacos
imaginarios, o que nem esta nu coinlin.es des-
te Irabalho, nem lie para os pobres de espirito co-
mo nos.
l'ara que Uo qoe porem cslabelccido um pre-
cedeule perigOM que pode no uluro convnlar-noi i
indolencia, e mema para que cm sna ullima via-
?em ralo vi sciu lellras no-sss o .< Cuoilla, que
lio fiel e ponliial portador lera ido deUM 'lironicas
meiiMies, taremos sernprc a re-enlia dos apuntair.en-
toi qoe temos, eiobura nada de importancia ou de
iiileresse conleuham.
A siluanVi da repblica conlinoa qual a esbora-
mo na ultima corres|inndencia. A' cruel enfermi-
dado linanceira nao fm liada applicado remedio
alaum. l)i/em os jornaes qoe para as mflos do 30-
vcr|o ama proposta da varios eaptlalUlaa que tem
por ohjecto a amortisacao da divida publica ; mas
ale este momelo nao sflo ollicialim-ule conliecidas
as bases e nlinlr. de semelhante propo.ta, nem
se ssbe qual o pen dalla. I.imilar-nos-liemos porlanto a fazer volos
para que o remedio srja apropriado e ellicaz, e nao
venlia, pelo contrario, asaravar a molestia, co-
mo infelizmente sncceileii com as anplicai-ne aule-
riorru.
As diiposii;iis pacificas do espirito publico, a as
loaviveis tendencias para a reur;-*iiisacno social e
paralo Irabalho, de que fallamos na ca'rla antece-
dente, silo tarabem anda as mesmas, ao menos na
apparencia. A olbar pois para o folnro pelo pris-
ma ostensiva, parece que bellos dias de paz e de pros-
pendade esto reservados ao Estado Orienlal. Pol-
la que de lodo o coracao o desejamos, nio uusamos
conitgdo levar 13o lonsa o nosso prosnoslico, visio
que, de accordo com a opiniao de um amigo Ilus-
trado, a qnem moito respeitamos,na Ierra dos
pampeiros nao he prudente conlar com a baaaaea,
porque esta costuma s veres ser precorsora da
Ijrainie tormenta.Oeve-se porlanlo licar entenden-
1I0 Jqiie. em nosias ohservacoes acerca deste paii,
eiclusiv.menle nos referimos ao lempo que corre,
e nilo ao que ha de vir.
O i-riineiro dos poucos aponlamenlos que temos
resa d* liberdale concedida ao resto dos presos pe-
los suecessos de Tacnaremhii, de que em lempo de-
mos coala .ios leitores.
O soverno, para solemnisar um dos muilo gran-
des dial da repblica, oi de oulohro,anniversa-
rio da paz que llie deu a asistencia, diriaio um
accordo motivado ao superior tribunal de justica,
no qual. declarando jolgar na actualidade de abeja
aardiilida a orden) publica, e nio ser mais necessa-
ria. a bem desla, a priste daquelles dos compromet-
idos 11.1 rebullan de Tacuaremb queainha se acha
vam encareerados, -olicitava do mesmo tribunal que
fossem lodos poslus em liberdide.
DAS da semana.
17 Bigundi.S. GregorioThaumiturgob.
18 Terca. S. Odon^ib.; S. Etiquio ni.
19 Qua ra. S. Isabel viv. rainba f. ; S. "onrianop. ni.
20 QuioU S. Felii de Valoil; 8. Octavio m.
21 Seiti. Apresenur^o da SS. Virgem Mi de Dos.
.22 Babbido. S. Cecilia v. m. ; 8. Felemon m.
23 Domingo. 27 8. Clemente p. m.; S. Crysogno m.
EXCAHRECMMts DA M Ii*.11111 \o KOMI.
Allgoil.a 81. l.laudiaa Ftlcio Diai; Bakiaa ti tv ,_
JllodiJiaeira.aSr. Joae Ptrein Mirilla. ^*^
EM PEHNAMBICO.
O prop r 111 rl a da DI AMO Maaaal flnairaa aa Parla, aa assa
lllvrarla, prifi di Iadapandaacti m.t 1.
be foi a' casa do Sr. Castellau., com quem leve
urna larga conferencia sobre aagocios polilicos, eem
vista de motaos eaphca<;rs, t>Sr. general Oribe of-
ferecea ao Sr. Ur. ila.iellMos apresmla-lo como
aeu candidato para senador pelo departamento da
capital.
11 Ignoramos qoaes os ajustes celebrados entre o
vo encontr com os seus adversarios. No sabemos
o que poileriormenle se palana, qaer enlre os com-
mandanlet dos uavios de guerra dat dual naces,
quer eotre os respectivos agentes diplomticos "; ha
provavel porem que se troctssem e>plici>;es, por-
que o negocio ai exigia.
O Sr. I)r. t. Adolpho Kodrignre, advogado dis-
tinelo que na presidiada do Sr. Bnslamaule exerceu
o cargo de ministro das relare* eileriores. acaba
de publicar urna obra iiiteressante e apreciavel. He I nos, natural he suppor que este em corapeniacao se
a compilic.ao melhodica das leis e decretos da re- lera' prestado a adoptar as vistas polticas qoe anac-
publica desde a sua emaucipacao, corno leitodos tra le llie liouvesse inanifeslado. ,
lados celebrados a as resiloces do supremo|lribunal' Conseguinlemenle, sendo 1 cindidalura do l)r.
or deju.hcj. A obrado Sr. Kodrignts alm da vanla. Castellanos urna candidatura de cleiraopessoal do Sr.
gem de itr coofeccionadg cun escrupulosa eiaclidlo general t. Maooel Oribe, parajw-nns por este motivo
e em ordem cnroaologica, poupa aus qoe necessila- qua com ella, na actualidad! o menos, nao se
general Oribe e o Sr. Castellanos ; porem desdi que
' o general offereceu sua cooperacao ao Sr. Caslella-
O tribunal fui
pioraplo era annuir atx desejos do
governo, e mandou tallar immediaiamenle os Srs.
I, lrislan Aiaraboja, I). Jacinto Barbal. t. Silfre-
do Aiambuj, I). Modesto Palaaca e I). felii Cas-
tellanos, aos quaes lieos qaeira que aproveile a Ii.
Co, se ln que a mereciam, o que 11.10 nos perlence
averiguar,
P01I0 qua fosse noticia de ineia noile, nio deixa-
remo. de menciona-la. alenla a panuria de materia
em que nos ichamos. O Nacional d. da I i
l*'d* '.....unciou que o Sr. I.ourenzo Batlle renuu-
ciava acarterade fazenda. Como lie aconleci-
menio qoe lodos os dias se espera, como cunsequen-
cia do desespero em que necesariamente cabe o
pobre minislro das ItiaeM da repblica, aperlado
por lodo os lados por dinbeiro sem ler para u dar,
""l'cia mereceu crdito geral. Entretanto o
,< Halando da II categricamente a desmenlio,
e parece .que com razao e rundamenin, porque aa
menos ate esta data 1 Sr. Bulle anda lie o cl.efe do
Iiureaufinanceiro.
Ji que rallamos n'om membro do minisleriu,
aproveilaremos a opporlundsde para declarar que
se acha completamente reslabelecido do grave 111-
commodo de que fura atacado o Sr. Carlos de S.
\ cenle, ministro da guerra e da marinha. S. Ec.
reassumio a sua pasla desde os prime.ros dias do mal
hirvi.
Na lana do dia 10 aqui enlrou procedente desse
porto o vapor de guerra .< Jequ liiihonha. 1 A seo
bordo veio de passagein o Sr. capito de mar e guer-
ra Joaqumi K.ivmuiidu de Limare, commaiidanle
da divisan aval do imperiolms agoas do Frala, que
Tura cora licenca do governo imperial a coi te no mez
de agosto. O Sr. ,te l.amare entrou immediata-
mei.le ni. etercico das mporlanles funccAes do seu
cargo. turante a ausencia .'e S. S. lervio o Sr.
capilo de frag.la llenriqua llollsmilh, cominan-
dante d| crvela ilahiani. u He com o raaior
prazer que tribuamos o divido coito ju-lica e i
verdade, echoaudo a opiniao geral de queo'digoo
coiiiraandaula se porluu na sua iuteriuidade cun
tuda a inlelligeucia, zelo, probidade e criterio que o
disliuguem.
No dia l. aiiiiuiicii.il oflicialinenle o governo da
repblica, qu- rec-iirru proposlas para o cunliu de
IIH rail ifalacei de cobre em moedas de il), X) e .',
rs. A grande falla que senle a popularan de Mon-
tevideo He trocos miudos, falta que n.io fui reme-
diada pola sociedad! de cambios, como alli se ,s.
perava, exigi sera doria semellianle pruvidencia
por parte do governo. Colula nos que alumas
proposlas se apresenlaram ja, mas at agora 11.10 sa-
bemos qual a resolucao que sobre ellas louiou o mi-
nisterio da ranada.
O aniiiversnriu natalicio da S. M. Cathaliea, ao
dia 10 ib passadu, deu logar a uiua ru enlre ma-
riuheiros de guerra livspauhdes e americauus ingle-
zes, quel poderia lar consecuencias fiiue.tas, a por
veulora d,.inplicar anda mais o mi eslado das le-
lac&ei en|re us dous respectivos palies, proveniente
comosesibe, da quesl.lo suseitida sobre a ilha de
Cuba.
Como 1 ic do eslvlo no referido da, as embarril-
en!* de guerra hespaaholai e a eslranger.is surlas
aa porto tuihaiideiraram esalvaram .1 hora do cos-
tume. A corveta |amcrcana, purem, conservou-se
completainentc eitraohi a essas demoaitracAei, n.io
obstante u previo mu que, seguuJo nos co'nsla, li-
vi'i.i da solemnidad!.
fama era natural o amor propriodos llespanhes
resenlio-se, c no dia segiiinle, eiicontraiido-se ira
Ierra osjnarinheiros dos scaleres da corveta com os
dos navios hespaiihiMs, (ravou-se enlre elles urna
dispula de palavras que > i--iiu a vas de facto, sen-
do neressaria a inlervenrin da forra publica para
pr-Iba lermo.
O coinmandaulK da e-dat-au hespanhnla, logo que
foi iuforinadu do oeeorrido, deu as prensas pruvi
delicias, a ira de que se recolhestem os mariohelroi
para bordo d s seas respectivos navios enlreinulo
que, anda depoii de lerininada a lula, varios gru-
pos dos americanos percorriam as immpdi.ic, .es da
poiile do imbarque, oslenlando o desejn da um 110-
rem consultar 1 legislaco do Eslado Orienlal o Ira-
balho improbo de compulsar as colleccet dispersas
e truncadas de peridicos, e ai publicarles avulsas
onde at agora eslava regisirada o iurisprudincia
nacional.
O jorual Repblica do da I i parlicipou aos
seus leitores que, a dalar do dia 15, reassumia o
posto da leu redactor era chefe o Sr.l>. Jos Pedro
Pinto, qui, como ja o dissinus, fora exilado, e l-
timamente amnislnido pelo governo supremo do Es-
tado. Dios 1 Ilumine u esforrado lidador da impreu-
si a o livre de novos desgostos e marlviios, embnra
Ihe propurcioncm erial ensejos para 'ostentar todas
as galas do sen tlenlo e potica (Miaa, porque
foi sem duvida 110 lempo do desterro e dos sollri-
iiumiIos que mais brilhou a penm do Sr. Pinto
quer era prosa q-ier em verso.
L'm pobre carniceiru. subdito sardo, que roorava
as iramediaciTies da alfaudega nova desla capital,
foi eslravagentemenla assassiuado por um lea fa-
mulna noile do dia 13 Dizemos exlravaganlemeiite,
porque o atleulado leve por causa um accessso dt
alienado menta no assassiuo, o qual alias, segundo
parece, vivera al entau aa raeliior liamonia com a
u.i victima.
No dia 13 do passado foram publicados o* do-
camenlos olliciaes relativos a aulorisacao pedida
pela sociedad! de cambios dos Srs. Carlos Navia a
C, cuja organisaco noticiamos em lempo aos leilo-
tore*, para aagrneutar a emis bilhelei.
A sociedade, na representarlo que diriaio ao go-
verno, fuudava o pedido no facto, driiuinslrado
pela experiencia, de ser insullioiente para acudir as
necesidades pubiieas a emissao al agora falla, sen-
do que de dia era dil crescia a demanda da trucos;
o que, to mesmo lempo que allestava a urgencia de
ama nova emissao, puiiha em evidencia a couliaii-
(a que ao publico mereca a mesma sociedade.
No docomeulo a que nos referimos dizia m,. ,<
sociedade ao governo que nao jalgav preciso de-
mouslrar qne nenliuin iiiconveuiente ou risco se
podia|receiar da nova cmiss.lo, porqa.inlo os sem
bilheles ou vales nao tiuham curso Toreado, recebia-
os quem queria, e segundo o crdito que Ihe mere-
ca: il frente de cada um dclles e-lav-m ns nomes
dos socios respoiKaviis, e que a sus responsabilida-
de nao se limitava a urna quanlia determinada, co-
mo as sociedades anonymas por acc-s, senao que
se eslendia a lodos os bens presentes e futuros de
cada um.
O governo, altendendo a axposirio da sociedad!!
em dala de 13 expedio um decreto*au(orisndo-a o
emitlir mais 830,000 pataces, era valores que n3-
excedessem de qualro palaees, sub a respunsabilie
dade collectiva e Indivilual dos sele membroi d-
qoe se compi'ie a mesma sociedule, reopousabilidar
de que, quando livesse de fazer-se eflecliva, realisar,
le-hia pilos ineios mais sommarios. gozando os
posaiiidorcs dos bilheles ou vales de lodos os privi-
legios que as leis ouiorgam aos menores e ao fisco.
Sem embargo porm das razes exhibida pela so-
ciedade em sua reprcseulucao, e das reslrici;oes e
el ausulis impostas pelo governo 110 decrete que aca-
barnos de mencionar, a imprem unisona prouunci-
o'i-se contra a autorisacao, quer censurando a fa-
cilidade da concessilo sem as cautelas e legoranca
que a materia exige, quer rnesrao pondo em duvi-
da o direilo do governo para o fazer.
E o mais he que, ao que parece. 1 imprens ti-
nha razao, visto como a cummissao perm inenle, a
rujo coiikecimento foi o negocio levado, deelaron
que I a11lnrw.1e.io concedida a sociedade de cambios,
em sua organisaco, para emillir 120,000 pisos em
bilh'tes ou vales, s poda ser agora ampliada pelo
corpo legislativo. O decrelo do governo foi pois
suspenso, e as couias por ora talle rumo d'.ute-.
Por drliberarao do governo de 10 do mez lindo
foram prohibidas as transan-oes da sala dos correcto.
re, al que o tribunal consular puhlicasse o n-
pectivo regulammlo, de cuja confecc> se ocenpa.
He de crer porlanlo qua cessem as escandalosas es-
pecnlaeOes com os bonuaou lilulos da vida publica,
as quaes devem, nao poneos, a ruina e perda cm-
plela de iuas fortuna*.
Como o diasemo* em urna de nossas rorrespon-
deocias anteriores, aeliam-se promplo* para funeci-
onar seis saladero* ou xarqueadas. fm dclles, u
Sr. l'euerua, comeeou os sea* Iraballmt no dia 15
du passado, matando nesse dia :|IH) ammaes vaceuns.
Os outro* e'lahetecimeiilot devem 1 ,,.,.., princi-
piar brevemente os seus Iraballios. Dentro em
pouco lempo portinlo encontraran aqui os respecti-
vos especuladores gran Je quanlidade de carne seeci
a venda.
Por um despacho do poder executivo dirigido a
coraroiMito parmananle, remeliendo-llie copias das
olas trocidas entre o governo a os agenles da fran-
ca e da luglatcrra, foi o publico informado de que
se trata da crearlo de urna coromissao mixta para
jnlgar das reclamacoes dos sublilos daqoellas 11a-
cnes por prejuizos caosados na guerra passada. pa-
race-nos que com maior razao se preleuderid a cre-
acM da urnt eommi.sao semcllianle para julgar das
reclamaces brasileirai. ltenlo o grande numero e
vilor desti*: nao sabemos porm se alguina cousa
ha iniciada uesse sentido.
Na vaneada idade de ?!) anuos falleceu no dia
11 do passado, no departamento de Maldonado, o
Sr. Joan Manuel da Co*ta Pereira, que alli exercia
desde 1827 o lugar de vice-consal do imperio, (ioz.i-
va de urna repulaeao illibada, a era geralmenle es-
limado naqoelle deparlamenlo.
A lei fundamental da repblica determina que a
camaia dos senadores, de qualro em qualro anuos,
seja renovada de um terco na seus membros. A lor-
io designa os que lean de sabir, e o vol popular
quie* os cidadaus pie devem iibsiilui-los. Esla'
marcado o ollimo domiugo do crreme mez para o
preenchimenlo deila preceilo con-iiiuciunai. e, co-
mo era'de espirar, dede os ineiados de outuliro li-
do, que a cabala se pal em movimenlo
O Nacional de 2S, Iralaodo do objeclo .. se-
cundum arlem, 1 islo be, recummendauJo loda a
prudencia e muderae.iu no arlo, e todo o escrpulo
a criterio na escolha dos futuros venerandos pas da
patria, foi o primeiro que apresentou os nomes dos
qualro cidad.iu. que |ul.:.i merecerem de preferencia
01 actualidade os sullragios da urna. Sao elles os
Srs. 0. I'lorenlino Castellanos, . Juan Miguel Mar-
tnez, 1). Candido Joanic, e I). Adolfo Kodriguei.
Convm observar qua a eleirau de que se trata he
de qualro membros, pois que o senado compe-sede
do/.e.
O jornal Nacin, n que goza dis honras de tu-
lla ollicial, concordando em ludo e por ludo cora
os principios emittidos pelo seu eollega, quer acerca
da perfeila liberdade que deve presidir ,1' elegi,
quer a respeilu das qualldades que devem caracln-
sar os candidatos, discorda porem, e furmalmeule,
no que loca a' candidatura do Sr. Casiellanos pelo
deparlamenlo da capital, candidatura que alias u
o Nacional aprsenla cuino a sua predilecta.
A folha que passa por orgia liel do ministerio ei-
prirne-se nos seguidles termos, depois de discurrer
largamente sobre as eleices em llse :
11 A caudidatura du Sr. Caslrllanos ndo us pare-
ce a mais a proposito na iclualidade, por considera-
cois de oulra ordem qua se ligara as proprias doulri-
nas do nosso collega, a que viriam colloca lo cm
contradirn.
a So a candidatura do Sr. Itr. Castellanos fosse
iniciada pelo nosso collega, ou por um circulo de
.1 la.l.io- para representar algum principio adminis-
trante, nao veramos uella oulra cousa mais que o
exercicio de um direilo que reconliccmos em nos
mesmo*, e que respailamos nos nutro-, sem que pe-
lu seu exircicio se podessem suscilar prelenc.s |,pr.
niciosa* a' paz mterna, nem f.ivoreccr-se amim,.lo I-
guma pessoal. n
Abhmosaqoi ara parenthess, que nilo parece con-
veniente, pan lembrar ao leor que. segundo a
cnnililoicilo do Eslado, o presidente do senado he o
vice-presidenl! legal da repblica ; e porlanlo o
chefe do poder execulivo, dado por qualquer moti-
vo o impedimento docidadao que se adiar uu exer-
ciciu dtsse cargo.
''echaremos o parinlliesis para eootiooar a ouvir
a o Nacin :
. I.onae porm de ser mlm, a candidatura do
Sr. ( astllanos nao se exhibe coran a repiesenlnc.",o
de algum principio social, nem hi Uo ponen urna
candidatura coja ininnliva perlpnra ao nona eullega
da larde.
n He facto, hoja do dominio do publico, que, mul-
lo- das anles de havir escripto o nosso rullega so-
la froolein doOisle havia noticias ale 16 do cr-
rente.
Circulavam rumores de invasjo ; mas as autori-
dades eslavam prevenid.s, tanto mais quanlo acaba-
va de ler lugar a -ulilev.iraa de uns oitenla indio
amigo*, que se achavam naquelle p mo, e que, per-
seguidos, liiiham-se inlernado pelo deserto.
Havia noticias dos pontos denominados Bragado
e \ me Cinco de Mayo al 23 do pasudo. O gene-
ral Hornos, a' frenle de urna columni de quairucen-
los homens, linhi chegido ao ultimo dos referidos
pontos.
O mijar Llrente, com igual numero desoldados,
acha-se alli tambem. O coinmaudante Mollina
possa sabir ao alio Paraguay.
A mesma falla ollicisl publica um decrelo mol-
vado do presidente l.ope, que conten as legrantes
disposieei:
- O-] a Ar. 1. Todo aquella que nascer no territorio 1
olivo lava em Bragado com oitocentos homens, e esperava, da repblica he eidadao rraragu.vo, e como tal Inri '
r~T. ?. "f '"stanle a encorporacao de 250 milicianos de a qualquer eidadao em direilo. e devores.
Aquelle general achava-si ne acampamento de, Ventajera, a a corveta iugleza a vinar Harnrr ka
llumaitii. e era crenea geral que, hoja qua o Para- pouco dahi vinda. '
guiy tinha lerminato loda as dissideneias com os 1 Os navios de caerra hrasileros tarta* asi 1
seus vizinhos. o presideola Lpez cedera o posto a
sen lilho. que de dia im dia captava mais at svm-
palhias dos liberis.
L'm artigo da ful lia ollicial Srn,in ir,o declara, que ~
pelo tratado ultimamenla celebrado com o Brasil ferido na popa,
nlende que bandeira alguma eslraogeira
nao oflreram felizmeola averia alguma >a
Apena o vapor Jn/HitinKonhit, abalroadt paraaj-
Iro navio, perdea um e-u-alcr qae na dia e-ame
enconlrou na praia do Migetele, a tai
I___ ... _- _2__
"Z^yT"1" d" l'rl,,c,i,,iu Plantado pelo Chivilcoy. que pr.faz umlulal da 1,800 homens,
em, dLl8 iqU emudecer os rOleraa.ii de f iccao ou de circulo. Esle i pe de defeza.
sao principio de conveniencia publica sena mino.
cabado com urna candidatura imposta pela esculla
pelas vistas de um su hornera, a da um liomem que
coran todos sabera, haveiidu sido chele de om parti-
do, tem urna significaran poliliea mailo prouunciada
para que se possa deixar de recouhecer a inconve-
niencia que ha presentemente em apparecer|apoiando
candidaturas de sna propna escolha, pois que anda
quando o fizesse cun a melhor inleneao do inundo,
corno a piiz nao deve julgar por iiilenrOe-, aa por
Tactos, niaguen que tenha hora stuso podar deixar
de suppor qae quando se procede desse modo, he
porque se lera um nilere.se direr lo.
Estas nb-ervaeiies, alem de oulras que omitlirnos
pan nao fatisar os leitores, como era de esperar,
provocaram una rrspmla do iVaciojinl, a estabel!-
ciu-se discus'o enlre us duns joruaes. O Sr. floren-
tino Castellano., porem, ao qoe parece, para pr ter-
mo a questao o ao mesmo lempo definir claramente
sua posieao perante o publico, dirigiu no dia :!(! ao
redactor do Sanional a segointe carli :
Sr. Redactor do Saciowil.Quando o Sr. gene-
ral Oribe me manifestou pessoalminte sua syrapa-
tlua por minha candidatura 111 prxima eleieio de
senadores, ja diversas pessoas de outros circuios ha-
viam instado comigo para que nao a recusasse.
Por isso mesmo lita poderam mediar ajstci en-
tre mim e o general a respailo da eleieo ; e repillo
cun loda a euersia do I.....it-m de honra, a maliciosa
e infame suppnsicao, que alias parece natural ao di-
ario Sacian, em seu numero de honlem, de que eu
ni rompen.ae.iu do apoiu do general Oribe me pres-
tara a adoptar as vistas polticas qae elle me liou-
vesse manifestado.
suppur-se nos hintens de honra e de cunscieucia, de
vontade prupiia, e de completa iudepeudeucia de 0-
pinies, eulre'us quaes me assigualam um lugar a-
qoelles que me coiihccem.
O diario Sacian julga natural ocnvillecimento a
a proslitoir.lo ; c a distancia em que islo o enlloca
dos homens de bem lito me permilte entrar em dis-
cussao alguma. lie por isla que me limito a estas
explicarse*,rogando ao Sr. redactor Ibes d publici-
dade.
Permilla-me que nesta oetMetta Ihe tribute o
meu ricoiiheciiiienlo pelas beuevolas expresses com
que apoioo a minha candidatura, a qual de certo nao
solicilei nem pretendo.
A fallar a verdade nao se pde er mais franco,
nem mais positivo. Se pois, como he de crer, as pa-
lavras do Sr. Castellanos sao a expres.ao fiel dos seus
senlimetilos, aquelles qoe Ihe derera o seu voto o
fartfo cora a couscieucia de qoe elegeiu para o im-
portante cargo de senador da repblica um eidadao
que, aseos recunliecidos tllenlos e halulilaces, re-
ne as apreeiaveis qualldades da independencia e
energa de carcter.
Parece que val finalmente ser allmdida a grande <
uecessidade de augmento de coinmnnicares, ha lan-
o lempo reclamado pelas relares e iuleresse* com-
merciae* e polticos entre o imperio e a repblica.
Os joruaes desla capital desde os lius do mez ultimo
coinecarara a publicar diariamente! annuneos do*
acaules das companhas de paquetes a vapor do Bra-
sil e de Genova, declarando que provaveimeule este
mez principiaran os paquetes da priroeira a fazer
duas viageus meiisae* para esle porto, a os da se-
gunda una.
lora sem duvida intil demonstrar o immenso be*
nchcio que em lodo o sentido deve resollar do fado
de que irtlamus. Al aqui apenas urna vez por mez
h.via eommuiiicace* recalares enlre a capital do
imperio e o Eslado Orienlal: n'ora em diaule essas
ciiinmunicarii 1. temo lugar quatro vezes por mez,
com a vanlagem de que duas deltas inlere-sam tam-
bem a's importante, relari. que exislem entre a re-
pblica eai provincias d.i Itij Grande do Sale Santa
Catliarin.i.
Fazendo ardentes votos pela prompla realisarao
de to apreciavel melhorameiilo, igualmente 01 Taza-
mos pira que sirva elle de incentivo a evecuo.'io da
projectada reforma do eorreio desla Capital, afim
de que a eorrespuudrucia nao cnntiniie, como al a-
gora. a ser eniregue lre. qualro e mais dia* depois
da chegada, quando de lodo nao se perde, como al-
guma* vezes acontece.
O imposto da cunlriliiiicao directa, di que nos
oceupamos na correspondencia anterior, sem em-
bargo dos defeilus do respectivo regulamiulu, pa-
rece que seinpre pruduzra mais do que ie esperava;
o que deve sem duvida .er atlribuido aos reclamos
da conscieticia do. propneUrius e capitalistas ara
favor da penuria em que se acham os cotes pu-
blico*.
So pelo que respaila a ridade de Montevideo, al
an dia i do passado.lizeratc-sa un repartir rom-
petecte deelaraee* de capilaes no Valor 8,163,213
de pesos, e presumee que e*ta sunina ser aug-
mentada muilo, pois que e ca pitaes consideraveis.
Diz o Comercio del Pialan que o. empregado*
pblicos, pensionistas do Miada a .lemais assalaria-
dus do1 erario, caito j de olho alerta pira versados
primeiros reaaa que -e eabrarem do referido imposlo
consegaem ser embolsados ao menos de piarle do que
se Ihes deve.
Para dislrahir um pouco o leitores da monotona
que necessariamenle devem ler enroutra.lo em-
quanto Invenios escripto. passsreraos a resumir as
iiolicin que us consta de Bueuos-.Wre*, da Confe-
daracAo e do Paraguay.
Assesses do corpo legislativo de lluenos-Avres
foram proroga las al o da t" do crranle.
Uaviasido apresenlada 1 municipalidad! da capi-
tal urna proposta para o cslabelecinieuto de ura ca-
lumbo de ferro a vapor desdo o mercado novo de
rructosao sul at i bocea do Riachuelo.
O governo pedir aulorisarAo as cmaras para
coutralar a construccao de oatro eaminho de ferro
desde a alfaudega nova al ao referido ionio do Ria-
chuelo.
Partir para Inglaterra o senle que ha de con-
duzir o vapor uPrimer Argentino, destinado a ser-
vir para a navegaran dos rio< interiores.
Ocaciqae Catriel dirisira-.e 00 governo pe lindo
ser nomeado chefe do. Indio, que cominanda, e ga-
rantindo que elle elodoi o. seas lornar-se-ham bous
amigos a reconhereram o governo do eslado.
Morrea no dia 11 do passado, em Bueuos-Avrei.
No mesmo dia 2:1 cngara ao ponto Vinte Cinco
de Maio, o Si. I.arguia, deixando em nfeus doas
lilhos que o haviam acoinpauhado, enviado por Cal-
lucur*' a intimar que se Ihe nao forem entregues as
lamilla- dus indios que eslavam em Mullas, invadi-
ra a fruuleira.
Calfuruia' mili,! era marcha. Ouando o Sr. Lar-
Jtui.i o deiiuii achava-se elle as Tres Lagunas, a 50
leguas do Bragado, e a I devia aatnr era Casbrza de
Buey, cerca de 25 leguas de Vuile Cincu de Man.
Os indios comb,denle, viiiham era numero de 1,000
a 1,200.
Naqoclla dala 2H do passado, o coronel I). Lan-
nano Daz, clfe da frunleira do centro, devia a-
char-se a' frente da sua diviso.
No dia 2"> houve unta grande inuii 1..;...1 na villa
de Lujan, rhegaudo a agua ale a' praja. Tarto que
nilo se observava detdeo anno de 18:18. Posto que
alsuma* casas, ranchos e lojas solTresiem avarias,
com todo ai perda nao Toram de vulto, e felizmente
niuguein morreu.
Communicaroes do general Hornos de 2li aunan-
eiarn que urna das partidas avanzadas apiisiouuu do
outro lado da Cruz de Goma om indio bombeiro de
C.dfacura de|Hiis de te-lo perseguido algoraas le-
guas pelo campo fora. Este indio deelaron que
C.irucura se havi.i retirado com modo do. prepara-
tivos da direza da frooleira, deixando as Tres Li-
sunas umi partida de .10 indios a' espera da respos-
la do itr. I.arguia.
Vejamos agota o que ha da confederadlo. Sable-
vou se urna Torca qui eslava uo Kio-Ouarlo sob o
''ominando do coronel Basgorri.
O diere di subl!va(Ao Toi o leneuti-coroiiel liuar-
dia, a tanto elle como os dentis conspiradores a-
chara-S! pnsos.
O Sr. Kojo re eiiman, e Toi nomeado para lubstilui-lo o Sr. Vega,
que exercia o cargo de ministro da taada, licando
o l)r. trias inlcrinanieule encarregado do go-
verno.
No dia .10 de setembro teve lugar o eueerraraento
da sagunda lento legislativa du cougresso federal, a
cujo aclo. alm do. asentes diplomticos, fui presen-
te o general Sania Cruz O governo e o cougresso,
diz o Nacional Argentino, preslarain euthu*ia*liea
approvarao ao tratado negociado era O congresso, era data de 26, expeuira o seguinte
decreto :
a O aenado e cmara dos depulados da Confedera-
cao Arsentina, reunidos era congresso, saiicciotiam
com forra de lei :
Arl. |.a A nar.lo argentina n.io rrconhece valor
nem forra legal aos actos ele soberana exterior qui
houvesse excrcido o governii de Boeuos-Ayres, tiem
s de soberana interior qae alTectem as proprieda-
de. uacionaes 00 o crdito da repblica.
" Arl. a," Consegiiintemrnle, o poder executivo
protestara' conlra lodo* os actos de que trata o artigo
anterior que liver exercdo o governo de Bueuos-
vres, e iudiviilualmeiite contra cada 11111 dos qoe
110 tutaro exerrer quando ebesarem ao seu conheci-
mento.
Communique-sc, ele.
A cain.ra dos depulados tiuha-se orcupado do re-
querjuieiilu em que o harao de tiraly pedia ser-de-
clarado eidadao argentino era exercicio detde I8.1O.
A cmara indeferio a petieao,- sem embargo de lia-
ver Ja o bario exercido os mais imporlanle* direilos
do cidadAo.quer cuino fulicciunario publico, quer co-
mo repreieulaute no congresso. E accresce que a
provincia de Santiago, pela lei de 10 de agosto, 110-
raeou-o depuladu proprielario.
O tratado celebrado entre a confederarfto e o Pa-
rasu.y resume-se no scguinle :
I'icam por elle reslabelecidas as rellenes amisa-
veiscom o Paraguay sobre a base da mis perpetua
reciprocidade garantidos os direilo* dos Argenti-
nos a Paraguayos reciprocamente nos respectivos
,!,or'os 'OW principios liheraes, com plena U-
coldade de negociar por atacado e a varejo, a com
completa aaranlia da propnedade.
I'ica ajustada a navegarao livre e commura dos
nos para a bandeira mrrcanle a de gnirri.
rixaram-se eslipulaces a respailo de cnsules de
conrormidade C"in os principios do direilo publico.
Igualmente Toram celebrados ajustes relativos aos
crrelos, que garaniem a livre circolarito da corres-
pondencia e dos joruaes.
Estabeleceu-se u reconhecimento do direilo e ad-
jedieactoda ilha de Apip ConfederarAo, e du
ilha de \ a-irea i repblica do Paragaiv.
Cuiiyeio-se por ullimo 110 aprazamenlii da questao
delimite* e nutras eslipulares, eslalielecriido os
principios que ambos os goveruos recouhecem no ca-
so de guerra.
Alm das eslipulaces consagradas 110 tratado,
cou.la que as alias parles .contratantes acordaram
em varias deelarares, que se achara ixpressas em
um pruloculo especial.
0 governo do Pirasuav declarou qoe aceilava o
principio da iieulralisaca'o da ilha de Marlira liar-
cia, no caso de guerra ; e declarou oulro.im que ja-
mis apoinria oo iulluiria paia a disniemliracAo di
qualquer dos Estados litnilrophes.
O depn.iln lvri nos porlosde liualegiivnch, I ra-
goay e Paran ja he lei do lerrilorio federalisado.
KOI sanecioiiidu pelo congresso, e decretado o
Cumpra-se pelo poder executivo nacional.
O governo de Mendoza havia convidado os de S.
JoaoeS. I.oiz para a celebrarao de tratados inler-
provinciaes.
Tinha fallecido no Rosario o coronel ti. Luiz Her-
nndez.
O snveruador Lpez, que sahio da capital de San-
la tocara o fin d! visitar os departamento* da-
quella provincia, chegou ao Kosario a 19, e fra alli
bem rrcebido.
O cougresso argentino, na sua -es-ao legislativa
desle aiinu, sinccionou i leis, das quaes as mais
notaveis -ao as sesuinles :
Lei sobre incompatibilidad! enlre o cargo de le-
ador 011 depuladu, e o de ministro de estado.
Lei eslobeleceudo que as mercaduras procedentes
de rabos a dentro paguem u dobro dos direilo* ordi-
narios, caso nao eslejara sujeitas a direilo especial,
e 30 por cenlo d calorem se estverem sujeitas a
este direilo.
Lei orgaiiisando o* Irbunaes de justiri no territo-
rio fe leralisado, e lixan lo os veuciinenlos dos seus
Ih/.em o* enlindidos que se 1 tormenta dars
mais urna liori, ha provavel qoe algeat navio la
sem arrojados a praia com sacrificio larval ata asas
punca, vidas. Em verdade, a julgar pela laaauKai
que causoo am Ierra, devia lar Hile um esperlaa-atas
medonho no mar !
\ demora do Camilla no. permitir dar oais J-
sumas noticias de liueiias-Avres e da 1'unfe.lerara..
;Vr.'-.--..E,cP,uam-." da ?**?** 00 ""? I E'n Beno..A>re. TlT^_____________"j.
o Or. t. Vicente Lpez, a quem o. joruaes deno- I einpregados.
minara vaoeravel eidadao e poeta da lil.erd.de ar- I Lei aulorisando o poder executivo para adherir
Ao expirar, refere a tribuna, 0 Or. aos principios de direilo martimo consagrado* 11
gemina.
Vicente Lpez re'velo a t-rida que Ihe Magia a
alma. Apenas siulu, aliase elle, que o povo de
Buenos-Ay res acredite aiu la que abaudonei ama
vez a saa causa, aceitando o accordo de S.in-Niro-
las, ao qual pelo contrario resist, e su .uli-crevi
com a condirAo de ser subraetlido a' legislalura.
loram. segundo cou.la, muilo concorrida, e pom-
posas as exequias que se ||ie Bienal, e ao dar-se o
corpo a lepultura o Sr. l)r. I). Juan II. (iulierrez
pronuncioii u.n lirilhaute discurso, 110 qual poz em
relevo os mererimentos e qualldades du liuado, ,\
Ierra Ihe jeja leve.
l-'oi assassinado u coronel I). Slvino Olivieri, che-
fe da legiAo agrcola da Badil branca, por alguns de
seus proprio. soldado*, que conlra elle traicoeira-
menlese lublevaram. O rorouel Olivieri Jeixou
apenas comee 1 la a grande obra qui eraprehendra
de colonisar e segurar as frooteiras do sul de Bue-
oos-Avres, suhjugaudo os sclvagena, djspolando-
llies o llornn 1 1 desses vastos lerrilorios.
O coronel Mitre regraciara da eampaoha a rida-
de, e rea.sumira de novo paila da guerra.
O vapor (it'ieneral Pinloo devia parlir para a Ba-
ha Branca, conduzimlo duzenlos homens de Irona
de linha.
declarardo leita era Paris pelo congreso dos pleni-
potenciarios.
Lei fazendo extensivo o deposito livre aos porlos
de liiialesuaychii, Uruguay e Paran.
Le pila qual o governo da Confederar^ 1 chama ao
seio da patria lodosos Argentinos aosenles por eflei-
lo da guerra da independencia.
Lei esiabelecendo qualro collegios uacionaes em
Mendoza, Salla, Tucuinuu e Calamarca.
Lei |iela qual a nacto araen'ioa nao reconhece va-
lor algom legal nos actos que exercer ou hnuver exer-
cido o governo de Bueuos-Ayres, e que alTectem os
inlerrsses da Confederado."
E linalmenle a lei alterando a pauta dos direitos
di alfaudega.
Ji so v que nio serl cerlaminle por falta de leis
que deixari de prosperar a Confederarao. O que he
certo he que se for nesse andar, islo li, se lodos os
annos o consresso produzir lio grande numero de
leis, cm breve nao haveri archivo sullieieulc para
conl-lai.
anterior o* lilho* dos ageales diplomticos ou cnsu-
les que nasram no territorio paraguayo.
Arl. :l. Em conformidado com o disposto no
arl. I., os lilhos de estrangeiros casados no paiz n.io
podem in.crever se no registro de iieuhum cnsul
istrangeiro. /.
Eis quanlo colbimna da exeursao que acabamos
de fazer pelas repblicas vizinhas. Ainda duat pala-
vras -obre Tactos relativos a Montevideo, e daremos
por linda a nos.a trela desle mez.
No dia l.do correte embarcou a bordo do va-
por de guerra braaileiro Ypiranga, e segoio pjra o
Paran, o Sr. eouselheiro ministro plenipotenciario
e enviado extraordinario do Brasil uesla repblica
Or. Jos Mana do Amaral, que foi removido pelo
governo imperial no mesmo carcter para 1 Confe-
derarao Argentina. O Sr. Joaquina Thomaz do
Amaral, que exercia alli o cargo de encirregado do
uegocios do imperio, vem occapir o mesinu posto
110 Estado Orienlal, e chegou a esla cidade na ves-
per.i do dia da partida de seu irmao.
Sem duvida qoe nao estamos suflicieiilemeule ha-
bilitadu para luruiar um juizo exacto e seguro a res-
pcilo do proced itienlo e dus actos do Sr. eouselheiro
Amaral, como ministro do Brasil, uascircura(ancias
excepcionaes e melindrosas em qoe S. Exc. se achou
Deesa repblica, sobretodo nos primeiros mezei de
ua residencia ; a por venlura he mesmo cedo para
pronunciare um.i .iMiirnc.i base.nla e justa acerca
de sui delicada missAu, porque ainda nao decorreu
a lempo preciso para que se coohecara bem os leg-
timos froclo. della.
Prcsrindindo porem de seinelhaiile apreciaran, e
pondo de parle as divergencias que possam suscitar,
he-nos graln declarar que silo conformes com a uossa
todas aa opiutes. reconheceiilo 110 Sr. ronsetheiro
Amaral ura diplmala distincto e um cavalheiro de
raro talento e nao vulsar inslrarrao. Por Oim
par! cordialminle desejamos a S. Exc. 1 mais pros-
pera viagem, a o gozo de dias serenos e relices 110
seu novo deslino.
Nos ullimos das do mez passado fez suas despe-
didas e reliroa-se de Montevideo o respeilavel an-
ciao de hirsuta barba e cans solas, cuja chegada a
esla ri la te anuuiiciuios na correspondencia de 'Mt
de maio do rorrele auno. Veio suh.litui-lo ama
joveu forme.a, loucada de frescas e vicosas llores, a
(rajando as galas da eUc,!a que representa.
Estamos na Primavera e he na verdade encanta-
dor o aspeclo que n natureza aqui olt'erece con-
templarAo do Ii )inem. Como he bello, sob um co
puro, limpido e transparente, deixar de niaalia a
cidade, e buscando os arrabaldes, observar como as
arvores e as plantas, que o invern despira c ador-
mecer, *e despertam agora vestidas de lindas folln
verdes, e de mil variada* mimosas Dores, coja fra-
grancia embriaga a alma !
Que emorjto i'gradavel e doce se prova vendo os
horizontes sem lime percorrendn as vastas campias
arrtdenladas de Montevideo lao vaatat romo a
Ocano, e lio hullosas como elle, quando o vento I levido at6 do correntc.
revolv as verdes Itaites do trigo e das plantas qoa
s povoam I yue contraste singular enlre o quadro
da nalure/a 00 Ifio de Janeiro e o do Kio da praia I
Ahi as mnrilanlias mageslosas, os soberbos colos-
sos de granito, disputando o vo * noven-, o im-
pnodo o MoUmenlO de respeilosa admirara 1 ao via-
jante ; aqoi os prados amenos, as planicies Ilimita-
das, sem as mudires du grande e do mtravilboso
que la se observara, mas cum lodos os Iracos da ale-
arla meiga, su?ve e innocente, que caraclerisain a
existencia campestre !
yo* rico lliealro para a lyra de um pastor como
lliointz Anlouio linnzaga, he exclamaran que nao
podemos conter sempre qoe a sus nos perdemos por
es.as campias ondeadas !
Itelevem-nus os leitores estes devancins, que in-
setisivelraenta nuscahirain do bico da pruna a pro-
silo da Primavera, e-tarao qoe nesta capital di lu-
gar a orn curioso divertiineulu, de qua queremoi
Tallar, pois que pelas largas proporrdes que toma
nio pode deixar de fazer parla da uossa chronica.
Chama- se aq jiremontar lat cmelaso que no
Bra.il se chamaempinar papagaios. Qoein nao
Ii ver eslado em Montevideo nao pode Tizer idea da
pai vio, do fanatismo, e do furor que *e desenvolve
por semelhaiite diverlimenlo, sajlireludo nesla qaa-
dra do auno, em que reman com regularidade e
constancia os ventos de leste, as \eie> quiuzee vin-
te dias ucr.essivos.
A cidade aprsenla, principalmente durante as
lardes, ora espectculo interessanlissimo. A* soleas,
e miradores, ou mirantes das casas, enchim-ie de
pessoas de ambos os sexos, e de loda as Hades e
contienes, que loocamenl! se entregara e dedicara a
urna lula na qual nao puncas vezes se observam in-
cidente, em extremu graciosos.
IM cmelas daqui nao tm, como os pupagnins
do Brasil, uma forma nica e exclusiva. Ha come-
tas de lodas asqoalidades e especies L'm aprsen-
la a cara de um liomem, outro a figura do sol, sytn-
holo da repblica ; aquella semelha um passaro," es-
le um emblema chinez ; e o papel, o panno e a se-
da .ao os maten es de qae si cumpe.
A lula consiste em eslorrar-se cala um por elevar
acuna dos dos outros o seu papagnio ou cometa, e
dados os encontr, uo ar, que sao fiequenlcs, livra-
lo inclume, oa pelo meuos era melhor eslado que o
do adversario. A victoria 011 a derrota he sempre
celebrada com gritos, assobios, fogueles, e quaula
casia de b.nulho corre na occasiao.
He ara verdade divertidsimo ver ura liomem ar-
mado de enormes barbas e bigodes, seguio a corda
de ura papagaio, caraiuhando sobre a so'ca como um
Ionio, a tomando as grotescas posiraes a que o obri-
ga a neceisidade de conservar o passaro em equili-
brio .' Corn os olhos filos no ar, ahalroa a cada mo-
mento com .miro- que estao como elle occop.ido* !
E nao menos divertido he observar lanibein a im-
meusidadi de gente que, da* soleas, ja das roas,
se unir.'lera a admirai o espectculo !
Kapazis de 18, 19 a 20 aonos consomcm os dias
inleiros desde muntiua al a noila a empinar papa-
gaios, descansando apenas o lempo preciso para co-
mer . .
Nao deixa porem de ter tambim seos perigos se-
nielhanle diverlimenlo ; de mais de urna iesgrar,a
havemussido leslemonha, e, segando nos informam,
raro he o anno !in que nao ha a lamentar algum de-
sastre, proveiiienti, ji da quedas que os menino,
dao das soleas dislrahindo-se do terreno era qae pi-
sara pela uecessidade de applicar loda a allenrao aos
moviinenlos do papagaio, j das uavalhas que pren-
dera a cauda deste pira o tim de corlar no encontr
a corda dos outros, masque uAo poucas vezes corla
a cara ou a cabera do espectador ou do viandante.
Sem embargo, a brincadeira animalmente te re
pele na e-lar i.1 da primavera ; e, segundo asseveram
velhus chrouistas, a julgar por este anno, o enlhu-
siasmo vai em progresso. Pela nossa parle a nica
observadlo que Taremos, he que carsta Ierra tem sea
uso, cada roca tem seu /aso.
E por boje fins laus Oto.
2, sendo finalmente apnrovado a aa-raaaaala eral
para ls.,,. a rommitsto permanente qae teta te
luneeionar no inlervallo da aesse fioa romposU da
srguint! minetra : senadora* os Sr*. Al*iea. < jrrr
ras e Prtela : depulados os Srs. Escalada, Teiedar
1 Carn.
Por dala, da (roMleira do Azal de do patuda
cooslava que a 21 alli rhegara a emhanada do Ca-
triel, competa de doas capiUet. acompaakadn ato
"0 00 12 individuo., enlre o* quaes sei amillare..
A embaixada ia manida de planos podere para l-
ser a paz, lirando porem o tratado deprdenle da
ratihcicao de Calriil.
No da 9B prelendiam os amliaixadore* regre~ar
levando as condirnes da pai a aigaas pretales, lla-
ve ser curiosissima a disa.us.Aa qae aalaralmattla
essas condiei.es han de sascitir oo conselho* do Ca.
(riel.
Alcancavain a 27 as datas da fronleira da rentr...
t.alfuciiri dehniiivaraeule te retirara dat Tm la-
gunas, entregando intei 01 lilhos de Largeia ama
tinha em refen*.
O coronel I. L. Dia chegou ao poate dea
do I inte Cinco de Mayo para "confereoriar
general Hornos. Nao te recelando par ara
pela fronleira de Oesle, tem o general to
P-.ra a villa de Mercedes rom a colamaa Mas aao
commaodo.
Pelo que loca ConfedericSe, n qae lemas a oe-
ii'-ron lar he qua o governo deeretou qae aa empre-
Sldos civis e militares em Indas ai provincia, to-
raasiem luto por tres dial em demonstrla da parar
nacional pala morle de henemeriln argeatine Dv.
II. A cenla Lpez.
Tinhi-se poblirado o regnlimenlo ptssrrrsasria pa-
ra o commercio reciproco a de Iran.ila pola oarat-
Iheira entre a ConfedenrAo Argaaliaa a o Chile,
em virtude do tratado qoe as doas narei crielsri-
rain.
O poder executivo resulveu qua o general I rqai-
z*. na sua qaalidade de eommaodaale em ebefe tai
furras da ConfederacAo, dirija |>e*soa|nienle a datera
definitiva da rronleira, e lodos o aprratt mili-
tares.
Temos tambem > visla as arden* nailU pato
soverno da Confederarao par ocrasiAa to aove ote-
vimenlo revolucionirm da provinri.i da Saata te.
Nellat porem nio encontramos objerlo disaa da al-
tcncAo dos leitores, e por isso faremoa aovai
linal. """"
IITERIQR.
RIO DE JANEIRO
13 de novembro.
O paquete Camilli,* procedente do Rio ata
Praia, traz datas de Buenos-Avrres li 3, e do Moat-
Ambas as repblicas fcaramem paz.
A carta do nosso corresrtondeDle de Moolcviden
refere tao minuciosamente ludo quanlo ha de ia-
teresse, lano de Montevideo e Bucnos-Ayrrs, co-
mo da Confederado i rgenlini c Piriguav, qae
nada temus a accrescenlar.
OSr. conselheiro Jos Mirii do Amaral, cavia,
do extraordinario e ministro plenipolcnciariri tai
imperio na Repblica Orienul, foi enviado ao
mesmo carcter para a Confederarao Argentiaa. S.
Exc. foi substituido em Montevideo por om eoear-
ri;;ado de negocios, o Sr. Joaquina itwaaaz ttn
Amaral, que represenUva oBrssil pnalo os go-
vernos do genenl Urquiza e de fncan Ir
res.
Em Sania l' reheutou umi re\olm 1 1 conlra o
soverno do general Juan Pablo l.opez. A Orden
Buenos-Ay res ila cotila desse fado nos segjjrn-
nlem a' tarde chegaram da; .'Santa f
. Ae~[al2701II horas da noile, que conlirman a noli
cordado pelas de-rargas que hzerara o, araotinados ca da urna nova rovolocta'aaqaetta r'-
1 ni r ni lli nm i*..inlula ____1__ i*v .*
Tnihim-ie recebido novos detalhes sobre a morle ..
do coronel Olivieri. Segundo refere urna correspon- 1 les lermo
dencia da Baha Blanca, coronel foi alevosamente i < llon
fuzlado pelo, seus soldados, quando
susleutoa ainda assim por si s ara cmbale conlra
todos lies.
A Ordem, dando noticias das fronleira-, innoa-
cia que o general Escalada rhegara ao Azul cora g
sua 1 oiiiilivi. depois de hive mirehido sera de.
canco desde que pas.on n ni Salado, rs'o relerido
ponto eslavam os e.p.rito mudo larmidni pela fal
ta da torcas de inl.mlari.i 5 porem foi completa a
confi.inca qua inspirou a pn>.anea do ganara!,
quem a populaeo acnlbeu com a. tnaiores
bre ei*a candidatura, o Sr. /enera! II. Manoel Or- I traeei da wpeilo e de enlhnsiasmo.
O general Lpez se achava a 4 lesnas de dis-
tancia do Rosario, uo* Cerrillos, com itKI homens.
O Rosario devia pro.iiiiiciar-se a favor do movimen-
lo de.-sania IV na noile de 27, ou na raanhaa di _'.
A revnlla lu nicahera la por um .sr. Rodrieup-:,
lu do Sr. ( ullen. Dizia-se que n fin, do mov,min-
io era roiloear no enverno a i, pascual Echacue. .
No Paragua> fallecen n Dr. Gell,. Era segundo
se diz, o nico raudidalo qoe em ma cleieao livre
emoni- | para a presidencia poderia oppor-se ao sineral L-
pez, filho do aclual prisideoli.
Iti
Aeabavamo. de escrever na tarde do dia do cor-
rete a. ultimas Imlias da nossa rorrespondenria
quando fomos informado da que. tendo tidn n Ca-
milla uma das victimas do vilenlo a horrvel (uri-
cao de sue.le que cabio na madrugada desse dia, os
reparos de que precisav para porse cm eslado de
navegar exigiam qne fosse por alg m lempofadiada a
sua viagem
A aclividade iugleza, qae condece bem a forja
da phrase lime U moneg. abraviou quanlo huma-
uamenl! pode essa demora ; e o paqo. te. cojos con- .,
zssfssr-de w,,ora51 p'" ^teo'szsrSE ?
As avaha, que sonre, o Camilla provierara do ^^to*^J-il
ahalroamenln coma barca franceza l.milia, do Ha-
vre, que impedida pela violencia da lufao, garrnu
labra o paquete, partindo-lhe o surupes a urna dat
caixas dst rostas, arranrando-lhe Iota a borda Talsa
de r, c Tazendo-ihe um rombo na popa, suppeie se
que rom nina ancora que a barca n .1/1,1 suspensa.
Alem dis.o perdeu o Caimlla dous escaleras.
Consta-no* qut Toram igualmente prejudie.ida.
pelo Inflo a* sesuinles embareaeops :
Barra francpza Kimla. hrigne .usen Camelen
bu ui" liespanhol / ./.('ira, hrieue inetoa /Ici/ina
barra americana \e,. t or, dila dila Inda Mana.
brisue oriental ( omerr.,,, calera frai.reza i rtrji,.'
dita americana .'no.. Squal, untara lie.pmhola
Amia, briene hamhurgue/ / aniiaim'l, e-runa de
gutrra hespanhola Cartajanera, barca hri-ileira
.s'nrfc, dita hespanhola festaurano,,, po|aca dila I doVodai- o' qonto.'"*'
S. PALLO.
I> da oevembre.
Sem 1 untis prembulo vou dar-lhe eaali 4tt nr-
ticias eleitoraai qae al agora me tem viuda a c-
iiherimenlo.
Nesli capital e fregu/ i as vizinhis teve lagar a e-
leirao pilo modo o mais regalar qoe se pedia des.
jar ; r>n.....a mais profunda paz, a apelar te ipin
recerera am rampa s partida, rom lata a arlmda-
de, n.io ha .1 lastimar nem o rerii lev* detagaisata.
Oautigo partido liberal, que na eleica 1 aaaicipal
havia vencido cxclasUameola, aalaatea qae devia
agora prestar hominagem as idea* da ranriliarla tts-
minantes em toda u imperio, iiirlnindo aa aa chapa
da eleitores alguns nomet pre-ligin-os, qae nali'an
mililaram com os conlrarios, mal qt recentemeala
haviam mostrado mod-rarAo e etpuito te caaeaioia.
l'ara etla lim foi presentada na fregaezia ta S aaw
chapa milla, conten lu miza antigs lia*raat, a aa sa-
me* dos Srs. ron.rlheiro Carueiro da Campa*, hara
de Ig i.ipe, a entieso Andrade.
Ela lista obleve am Inaaphe brilhaala. irada a-
leilos lodos os teus candidatos com grande malaria ;
sendo o mais volado o Sr. Carueiro, qai reaonm ,
quasi 1111a1111111.il le dos volos.
Em alguma- Iregnrzas visiahas venceo o antig..
partido saqoarrma ; apelar da qae paraca 11 Ma ami-
to provavel a eleirte da Dr. Carne.
Em Sorocab.1, infelizmente hoov lamalla aa 1-
geeja, dorante a chamada tas votinle, niallial
alguns ferimenlos leves. Ja Ihe rimmaalqaii tras-
na eleieao de camarat a mesa em Sorteaba hiera a
chamada por orna litta falsificada ; aun, oaata v/
1110 (.udeudo isso ler logar, ara evidente qae a par-
cialidade poliliea qae tinha materia aa meia part -
ria a eleieo. K11IA0, para evitar a Parala, rule
den-... conveniente negar a itealitate to ataran
volantes, para rejeilar sua. redulas, chelea a te--
tac mieiilo a puni de negare a leealidate te ata
negociante abastado, a 9r. Heury. iraavaa ta tepa-
lado l'idoa I leurv ; attim rama de ana ampiaa,ia
publico qoe nnlnriainenle exerce sata faaciTti eta
Sorncaba, e oulrot.
Esle proeedimento dea logar a enrgicas rrrlimt
roe-, a rnolivou o tumulto : oa das mesaras aa la-
l-re.sado-, ha punco pronunciado par lar minlilt
eipancar o ex-juiz municipal. Dr. A11 vota, tai aat-
te irlo atropellado, a sollreu aigaas marrat, na I-
l.imln outras petsoas oll-i.didis phvsicimetste. II
delegado da pulira acudi immediatimeale rom a
Torca publica, rrilalielrcea prnmplameele a araVeaa :
pin-eguin a eleirio pacificamente, a o jaiz rnaasri-
pal vai inslaarar o. competenle. |Waeetaa. Daas
do* mesario. reliraram se, alleganto talla te aeTa-
ranra. mai ojoit de pai. Di. AUeida Melto. e m
uuir.is msanos motnoaram.
Na cidade de Mog das Cruzas a jaiz do pai rait-
volado, que tambem lie euiiiniaudanle da gaarda aw-
eional, no dia da rleie.io mtndou allixar umrditil
adiando-a pelo estado da r.iaerao em qoa -ppuiil..
eslir o pavo pela indebiti inler frrei.eii sabdelegad
de polica. II segunlo jan de as, a iiitlanria-r
reclamacoes da multas pestaas do pnva, tate.te a
igreja, oreani.ou a met na forma da* nliiata. taa-
trui roes a procedeu a rl.-ir.in, Mbre cu|i validaste
lera de pronanciar a fatura cmara.
l)e P111da1.1111ha11g.ha. onde ta rrreatam tetar-
den.. ron.la que ludo correo am pai : a antis par-
tido iquarem relirou-se do combite. e par hs
ja na 1 se paide nutrir a rercio da qoa a lata arji
desvigradavel, porque nao lu abselolimrale lula al-
gum,.
_ Da todot o* nutrn* ponto, donde aas tem rhega-
noticia* >.io ellas boas ; e nao cn.la, por are,
ama na ordem paali
porque as noticias ma*
Em Santos foi pleiteada a eleieao c tenacidad
orna das parriali lades apoia a eaadi.l dura toa ltv>.
Marlun Ir.ursroe Carvalluas ; nafra !*ti*>a4e a
llr. Bernardo CaviAo a o Sr. Jos Vercartro. O Dr.
Marlira ronseguio 1 eleirAi da qualro rleitorr aa
cidade om em S. Viceale ; os tea* antagonista, h-
veram sala.
Aperar disto, ainda ha taail |H-avavri a eleir.a.
dn llr. Marlun, que he n randidalo da pirliito lilas-
ral m nleridu. a leui a apoto de minias .ios jaliae
.iqini'-i.ij. 1111. pra-tiL'io 01 a mil lenie.
Prosa 'uero 01 lacnldide da d.reilo a 1. la.- J...
e-Inda,,!..- p o- carnes prep.ralor.n. e*4r-> coi.,.-
Carara rom uma tormenta de h fi.. matos M-ir-
i 1 r.r 1 en I.. rn. 11.amente i. la .indo alimaa
dos lodos o* armo, mano* a primeim. qae ,ra 1
m do- ludate* de Btate.
lESDtT



IIMIO t HMICO SEXTI FElffA 21 II NOViMIRO DE flil
auno oeixou de fazer arlo por te adiar processaduicao esla' provisoriamente o imhm Ihealro. Nada.
criminalmente, por cri.ne re etupro, pelo qual j,i
o-i4 pronunciado : ou(rs lamhfin do quinto anuo
lem nflrilu o angosto de sereol simplesmeiile ap-
provados, o que nao era mallo fsusl.
O Sr. Julio Mariano Gulva, director de um a-
credilado collegio inlimlailo o
Aifit-neu l'aiili.la-
m, i) acaba de mudar o eu eslabrleeimenlo para
nm novo edificio que elle lez en irrrlar con panda
dispendio, e onde .se achain hoja todas as accommo-
dac,es desejavels. He digno de encomio* o Sr. (jal-
v3o, porque he forcoio reeonhecer que uAo ae lem
poupado a todoa os sacrificios para corresponder a
eonanc,a doa palada familia que lh- entregara oa
seus lilni-.
O Sr. bispo diocesano pre ende inaugurar de-
poia .l'amanhaa, 8, o seo seminario episrnpal, com
-insude pumpa e solemuidade. |S. Ese, lem expe-
pedido convites I todas as pessoas gradas para a iin-
aa cantada, que lera' lugar ba igreja ila l.ui, e para
o acto da tnslallacio do mesrrio seminario Consta
que o cabido, a convite dt 8. Etc., pretende a-sisiir
a solemuidade ; oxala' seje ist oceasiAo para se res-
tabelecer a pai entre S. Ene. e aqaella respeilavel
corporaco.
( Carta particular,)
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PERNAHBUCO.
Rio 11 de novembrn.
Miiiucio'idadet da corte.
Llcn-e*.Chegoo Roalmenle. e tai passando, a
poca id que o actual gabinete devia revelar au
paiz que a reforma elettoral Bio be utopia, e anda
meiioa o apanagfo do poder.
Da feitoa grande ideia do Sr. de Paran n.i.i oi
procraslinaia. Os bomens do gabinete deram prova
cxhuberanle de -na convlcojo e fidelidad de prin-
cipios NAo ha lactosa oppor n esta verdade. Alem
das ritis providencias para garantir a liberdado do
vol, o governo exerceu orna syndicancia rigorosa
sobre todas as autoridades puramanle-las coheren-
tes com soas ideiaa.
Assegarads assim as garantas do cidadAo, nol.-
do corrente romecou a correr o procesro eleitoral
rom muila calma e regularidade. 3o recciou-se ja-
mis aa cenas que oolr'ora s iam dar-e nenias o*>
rasiOes. Apenas cabe aqu consiguar dous tactos,
que necorreram as fregueziaa de Sanl'Anna e Santa
Rita, que nao mereceram alleiirao. Alguns patrio-
tas dessas frecuezias Isvaram sua exaliaran orato-
ria a provar coma evidencia de soceos o valor de
sua lgica.
Se bem que as influencias eleiloraes ahandem nos
ideias do goveruo, todava houve nina scisAo que os
separou em sentidos oppoitos.
Assim he que no primeiro circulo appareceram
ilnas chapa*, que sendo da mesina cor publica, se
denominaran)chapa Hego, apreseulada pelo Dr.
.lose Pereira Kego ( candidato ) e chapa Vianna, ou
apresentada pelo conselheiro Joaquim Francisco Vi-
anna e uniros, qne apoiam a candidatura do con-
selheiro Sergio Teixeira de Macedu. Urna lerceira
chapa, dita liberal, fo organisada pelo desembar-
gsdor I.uiz Fortunato de Brito Abreu Souza e Me-
nean, o qoal pretende a candidatura ; apoiando-se
me Dejean recelieu exportlas de ."UO.-4. reis por ca-
m-role !
Celebridad* europea. O Sr. Ernesto Viseante,
eximio racstre de cauto, admirado na Europa, aqu
ae acba e dispe-sa a demor.ir-se alguns anuos. O
conde tinten enrarregado de negocios do re de
aples nesla corle, Dio qui/. quo eu cnmpatriola
foso linspedar-se em hotel, e o levnu para sua casa.
Vapores cslrangeiros. No dia lll entraran) nesle
porto o vapores Bresil e Sardlnha. No da II par-
lira para MarauhAo, com escala por esa provincia,
o vapor de guerra iraricez leare e para Bresl
o l-l-iibe.in, lambem francer.
Ubilos de Ji ile uuiohro ulmno al ti do corrente
fallecern) >:l psnas.
Moviinenlu da pnpulirao. Enlraram 1:747 indi-
viduos e aahiiam 1:17, alora alguna escravo, no
dito lempo.
Muvime.iio do porto. Enlraram I8:| navios a s-
hiram 1911 no refendu periodo.
Priaes po|iciae. Foram presas :>-> pesoas.
Espectculos. Do 27 dn mez lindo a lUdesle no
Ihealro l.yricoS. no Dramaliro 33; e no circo
olmpico :> bapli.ail... e CasamMl*. Baplisaram-ie
no mez pa-sadu na freuue/.ia da Candela. ia, Sacra-
ineiilo, liloria. Sania lilla. Santa Auna, Santo An-
tonio, Engenho V'elho e S. Jos 3j peisoas e
casaram-se 53.
A administraran prosegue em sua marcha desas-
somhrailameute.
A eguranea de villa e propriedade continua a ser
ellirazmenle garantida : inda nio nos esquecemos
do nosso digno ex-rhefe de polica i)r. Neiva, a quem
lauto devemus.
Foi chamado para rxercer o cargo de eliefe de pn
licia interino, u jui/. de direilo da comarca de Ala-
gla, Dr. I... ti i, ii,;., di Silva Sanliaso, n qual se
acha em exercicio desde 28 do me/, plisado.
A hxgiene publica he sali-faloria em tola a pro-
vincia, gracas a Providencia Divina a epidemia da
arlla que grassou nesla capital, esl qnasi absolu-
tamente exmela.
O calor he iulensissimn, apezar das grande* rhu-
tasque iilliinameule cnluram, asquees smenle ser-
vrain para incommodar a>'S narizel de lodos os ca-
libres, classes e condicoo* exislenles nesla boa cida-
de, inclusive o do scu humilde correspondente
I ale.
ALAGOAS.
M.ieei", lll de uovembro.
Encclarei esta por as-umpt. eleitoral, que he ac-
lualmente a preocuparan gcral do imperio, a ina-
nia da quadra. No pafates governad.is cun-lilucio-
ualmeiile .leirao he semprv queslao vital, e coma
nao ha republicas de Piulan, a crise eleitoral nao
detxa de prnduzir mais ou mino* alalos sem todos os
espinlos. Em algumas localidades corre o ssngue,
em mitras ha bons murros e empuires, em todas
pon'-in be infallivel aboudanie copia de desrompos-
loras. insultos e injurias dos quaes e nrigiuam iui-
mizades, odios e desavengas para bons pare* de an-
uo-. Feliz a localidade em que he smenle a lu-
gua a arma aggressiva Queira un asflaa queira ha
de um homeiii lomar parte na folia ; por mais que
se proclame incompalivel, lllieio ou indifferenle aos
Intereascs em jogo; quando menos espera arruuiatn-n
em urna lisia pura Miar da parnrhia e.... Adeos
Semana Santa, como dizia I). Citar de Bazan, ei-lo
niel lulo em camisa de unte varas, euliado em cal-
cas pardas e com panno para mangas!
Dizia-se que a opposicAo desla capital eslava re-
solvida a pleitear a eleicau primaria do (Ha -2 pron-
mo passado, e que seachava disnosla a envidar lodos
os seos esforcos e lancor nao de lodos os recurso*
para vence-la : presuma ella que tinha em sen la-
vor a oi'ini publica e conseguinleinente que se-
ria certa a victoria, se bouve eleioa i : entendeu que convinlia para seus planos
chamar um antlgo auxiliar de pequeo corpo e gran-
de espirito o impvido (inania S'acional, que se
qualilicara em IK.'ij e linln passado psia a reserva.
Entrando em servieo activo, foi logo o valenlc
guarda deuda roronbadas e baionetadascm seus p
ro-
pnos olliciies. que eram gnverni'las : estes e*torna-
eni um restricto numero de pesroas. lloje que os garam-se e resolveram aceitar o combate, e pela sua
hoinens sensatos abundan) no pensameuto da pol-
tica proficiente do gabinete, a fermentarlo de par-
tido liberal, etc., nao passa de ira calculo inconve-
niente e subversivo, coja soluto, enlre a opinigo
publica, deve ser desfavoravel. Que explicaran lera
una tal obstinaran, quando se records que esses
liberacs de boje nao lem estadistas qoe os guiem e
conforte, nao lem um orgam importante < acredita-
do, que oa sustente, nao lem em lim orna causa
que justifique suas pratenfoes? Kecurra-se ao jor-
nal de Timn e em suas paginas achirlo desetiiol-
x idas satisfactoriamente eslaaquestoes.
Pel segundo circulo apresenlam-se candidatos o
conselheiro Paranhos e o coronel Frias de Vascon-
celos. Consta que este, qoe he apreienlado pelo
partido liberal, renuncia a causa.
parle prepararam-se para a bucha.
A presidencia mosirou-se imparcial e neutra dei-
xan-in aos contendores livre a arena para o pleito,
lomando apenas as medidas de cautela necessarias
para evitar desordena e alguma cominnr;ao do sore-
g publim. 0 npposit;ao mostroo-*e satisfeita com
a allilude lomada pela administraran, a quem le-
da iiie-ui" no seu orgAo econmicos pela impar-
ciahda.le e neutralidade que goardava, e alo con-
lemploo ao Exm. Sr. Sa' e Alhoqoerque em sua
lisia de leitore* Tal era a disposic,Ao dos nimos
as vesperas da eleijao.
Formou-se no dl -2 a mesa parochial com toda a
regularidade, entrando dous mcmhios de opposicao
e doos governislas a lora joiz de paz pratideo-
le : ludo correu im melhor onlem e harmona : a
Pelo terceiro circulo apresenlam-sa candidatos o victoria esleve dubin al odia 4: de urna e oolra
desembargsdor Alexandre Joaqoim de Slqueira e
Dr. Jo,1o Maiioel Pereira da Silva, arabos da pol-
tica conciliadora.
A maior parle das freguezias ja deram o resultado
linal da eleirao. Aventurar qualquer juizo acerca
la probabilidade do Iriumpho de Pedro ou de Pau-
lo he indicriran ; por quantoainda depois de loda
a inurac.ln, senao pode emitlir juizo seguro.
E-tan, pois quasi finaliados os Irabalbo eleilorae*
da corle, a qual pode gloriar-se de ler dado om
hrilhanle exeltipln ao reslo do Brasil, que praza a
Heos a lenlia emitado!...
Piiblicacoe*. Sahiram luz reunidas em um pe-
queo volme, as carias mprwiaa no \}>ario do fio
por Ir., sobre o poemaa Confedernrao dos Ta-
inoyos,
Foi publicada pelo Sr. Diniz urna peca de m-
sica, intituladaa batalha de Sebastopol, 'que me-
receu mullos applausos na Europa. Os meuores
desla corle ja a execolaram.
luiportac.io de feras.A esruna ingleza .Xeir t'orl
nitrada uesle'porto no dia !l de outuhro findo,
lroo\e a seu bordo um casal de lees pura o nego-
iianle desla praca Souto, que ja pos-ue muilus uu-
(rns animnes.
I'rahalho primoroso.Esleve exposto na galera
do Sr. Buque, ra do Ouvidor,o retrato do marquez
parle se rnvidavam lodos os esforcos, laneava-se mi
de lodos os recursos licito*, ; caronchoso cascu lo*
sahiram das tocas e apreseularjin-se na matriz enm
a sua chapinha ; o Neslor dos volantes, um velbo
de lll anuos, que mora a msis de urna lesna longe
da capital, apresenlou-se no dia da terecira chama-
da. Na recrpcjlo das lisias havia o maior escrnpiilo
acerca da idenlidade do votanle, o qual sai depiinha
a chapa na sagrada depositara, depois de bem cou-
ceiifessalo pelos mesari. s, que se mostraran) pti-
mas confes-ores, apezar de nio serem sacerdotes.
Entre a* diversas peripecias que boove, nao pasaa
deixar em silencio uinaque me pareen ni ge-
neris: apresenloo-se para volar um individuo des-
conbecidn, e foi chamido inspector de quartei-
rao em qoe elle inorava, a qual era seu propno
genro para dar informarcs sobre a idenlidade
do MMiin. Declarou o Inspeelof que o nio conhe-
cia. Oh In.moni de Dos, exrlaiunu o oulro, pnis
rost mo me ronhecr".' nao he vo.ss casado com a
minlia lilliu Nao quero saber dissu, retorquin-
Iho a genro, eu ca' na o rnnbeco ! lima eslron-
dosa gargalhada dos assislenles'lerminou a dispula
do reconhecimenln.
No dia da lerceira chama la foi qoe me resolvi,
a pctlidu de um amigo, a ir levar a minlia lisia a'
urna : avisjnhava-me a' quinado Paulo quandu lo-
Pnblicou se o decreto do 1820 que niandou obser-
var novo plano para os uniformes dos officiats do
corpu da armada c classes aanexas.
Fui designada a enmarca de Macapa', no Para',
para o jui/. de diieilo axulso Josc Francisco de Ar-
ruda Cmara.
As eleirfs lauto no Biu como na Baha correram
placida e livreiiieule.
L-se no Cotreto MercHiil :
a Arfia-se
para sua
NAo Inven lo elaborado o meu humille discurso
por seulimrnlo de vaidade e oslenlacao, conlava
tranquillo cum a indulgencia dos sabio*. :l Mas
no me lembre que o filia scienna he presumpeo-
sa, rala-se de inveja. e apndala Iraieueiraiiienle,
procurando proseliiismo enlre os ignorantes, nAn a
forra de raciocinio poilern-n, masa poder de cliar-
lalaoico dogmalismu. NAo me leuibrei de que se
enciiilrain a cada passo ueste mundo coraroe* pou-
I
le Paran, lirado por um artista allcmAo. O retra- hriguei nm sugeilo viudo da Igroja ntoi aforgurailu;
lo apreen(a-n fardado e com todas as insignias. De apezar ileser j idosn, baixo o gordo desenvolva
os quanlos exi.-tein, he esta o mais capressivo e orna hgeirrza e agilidadr de rapaz de 18 annos : vi-
bein acabado.
Corapauhias.Os jornaes de li do correule trazem
o programma de urna nova emprez para edili-
cacies, da qoal he aulor o Sr. Francisco Jos Fia-
lliu.
Esla companhia denomina-ie archileclonici, e
lem por lim edificar predios para pessoas pouco
abastadas.
Aioda mesmo que n.'io coucorressem com a utili-
dade e importancia desla ideia, planos lAo philan-
Iropicos, esta empreza, proporcionando mais habi-
laces para o povo do Rio de Janeiro, deveria me-
recer malta boa acceilaeAo, em conseqiiencia do fa-
buloso aluguel que ura se paga pelas casas, e da fal-
la sensivel quede da para dia val apparecendo.
Sorprehctide primeira vista a ideia de passar um iu-
quiliuo a proprietario, ilepois de il aunus de re-
sidencia, pagando um mdico aluguel, em relarao
ao preseute, e mais urna quola mensal, que uAo
exi:eder;i ile .Vi par cenlo mais ou menos sobre o
mearas] aluguel. Enlrelanlu he esta orna das boas
ninas da cumpanliia archilectonica.
O Sr. I'ialh.. ja tem comprado porra.i de terrenos
para a companhia. Pos jornaes desla corle do dia
achara o plano desta emireza bem desenvolvido.
Conlam-e pois boje tiesta corte M |companhia edifi-
cadoras, inclusive a de7 de selembro.
1,'in artista brasileiro, chamado Netlo, traa
de organisar, snb o titulo provisorio de AssociacAo
Nacional Manufactureira de Movis, urna compa-
nhia que tetilla por lim dar mais desenvolvimenlo a
marrineria nacional. O fundo social sera dividido
em 10 mil accoes de KXI-j r. cada urna.
K.vames. Coraecaram ja os exames as academias
o collegios desta corte. S. M. o Imperador assislin
os exames dos das i e 7 .lo corrente no collegio dt
Pedro II.
Sofragios. No dia 10 do correte, 1:1.- aniversa-
rio da morle do senador Diogo Antonio Feijn; cele-
brou-se urna missa pelo responso do sua alma.
No da !1 celebroo se lambem missa pela alma
do pretu Simao, salvador dos nufragos do n Per-
uamburaiia, e que consta ter fallecido de cholera-
morbus na I!ha de S. Vicente.
l.uclador. Mr. Charles, alhlela fraucez, queja
deu um espectculo no mez passado, em que ven-
eeu a ."i adversarios, liit.ni outra vez no dia 8 desta
rom i, -ahn tu rio mesmo victorioso. Depois de
detlar em Ierra com facilidade a tres, vio-ie quasi
vencido pelo i.- adversario, que, alias, dentre os
concurrentes era o mais delgado.
Mr. Charles falseoq em ama vira-rolla e cabio de
barriga para o chao, susleiido-se com as mao e os
pes. Esti posic-lo he j asta meo le a inversa prescrip-
la naclausula da lula, quediz Mr. Charles se consi-
derara' vencido e pifara o cotilo de reis, quando
seu companheirode lula o deilar enm ambas as es-
paduas no cbAo, como elle o faz. Mr: Charles he
um eolosso, cuja vista faz reeoar os concurrentes.
Alem desta prodigalidade da Balaren, Mr. Char-
les revela coiihecimeulo prfido da gxmnastica.
Seus gestse movimculos na lula sAo delicados. A
plateia, compostaem sua maioria de rapazas malcre-
adnsc podt-se diterbrulos, lem se tomado iusuporla
vel, fazendo urna grita infernal durante o espectcu-
lo e apupando injustamente a Mr. Charles. No ul-
timo espectculo lo dia 8, lani-aram moedas de co-
bre, batatas, ponas de charutos e balas de ferro
com agudas ponas sobre o Mr. Charles, e chega-
ram i feri-lo.
Para se renressar casa, foi cercado de perra*-
nentes, o anda assim soflreu socos e emporroes
lio--,i genlalha que se ciifsrda em urna casara para
praticar aclus desla or.lem. Mr. Charles diz, com
razan, que tem viajado quasi lodo o mondo, po-
rom anda nao enconlroo povo lo selvagem.
Felizmente os Brasileiros; s participan) desla pe-
cha por se darein etes facto* no seo pau: pois. ad-
miradores como i|o do eslrangeiro, sua dislinccAo
he acolhe-lo com bondade, e especialmeute oa
que sjn dignos dsso.
Nao se invoca semelhanlecircmmtancia para jus-
(iticar ou innoceotar os que assi!iram ao espect-
culo, pois muitus he pussivel tizessem coro e aquel-
lo argumento nAo passa de urna Diese. Mas oi no-
loriamenle observado que cerios grupos, que invol-
veram nesse diverlimeulo iilas de nacionalidaile
foram o* qne commelteram taes delicies.
Irn joven llnrdalez, ditcipulo de Mr. Charles,
tinha de lutnr ues*a mesma noile com :'. imliviilu-
os, liando o premio de um rrlogm de ouro aquello
i|ue o ilerribasse. O pequeo joven, qu* pesa 10:1
libras, Iravanlo-se i'om o prioieirn adversario cou-
fessou-se vencidu sem que rahisse, pois viu-se cons-
Irangido a recusar a lula por causa dos arroxu* e
insultos que -i.Ilion, logo que cumecoii a lutar. A
. oueiirrencia para esse espectculo foi exlrairdina-
ria. Os bilhetes de entrada se veuderam no dia do
i'iverlimenlo por i e d- rs. lim grande numero de
pessoas licaram da parle de fura do circo, por nao
I'" lerem entrar. NAo he perinittido seohoras nesse
cspeclnenio.
o Ihealro Ixrico. Ma lime Dejean deu o seu be-
nelicio no ilia 20 do passado, cantando na opera
Kegina Chipri II a opera em que Madama De-
jean mais eiilhusiasinu produz, pelo que lem sido
sempre tstroudosameule applaudida. Alem de
grande numeio .1,. bouquels, irlnaldas i- enleilM, a
cantor,i recebera por essa oecniM um collar rom
IB diamantes de 115 quilata*. una medalh.i erarrijl-
da da hrilhanles e -. braceletes, ollera ra alcun*
secinnislas da nova rmpre.'i Ivrioa, nli cuja direc-
nh i elle seslirulando, accionando e resmunnando
algumas palavras que nAo se podiam entender; era
o Cascavel Se vos' liver boa memoria ha de rc-
cordar-se que quando encelei a musa r rro-p-.n (en-
ra, ha duu annos, vine em urna orcasiAo furi-ado,
para nao cr curioicida a manifeslar-me assig-
uando, rnenle em nina rieminhas epstolas, n meu
mime e cognome de Jararaca. Prevaleondo-rae da
alliindaile serpentina abordei a comadre dizendn-
Ihe :Venda ca', men amigo, diga-me onde vai lAo
afervorado?!Deite-me, que estou Ciim moila
pressa, vou previnir a mirilla gente para evitar qual-
qoer disturbio, nos ca' os liberaes nao queremos
barolhos, nao qoeremos vencer por meio de mo-
hns Creio que he essa lambem a opiniAo dos go-
vernislas : se xosis e os seus ealilo desse humor,
eerlo que a eleicAo cnnclnr-sc-hi com toda a regu-
laridade c urden). Nao quiz empalar nuis o Cas-
cavel em sen Inuvavel intento c dirigi ine a igieja;
a opposicAo eslava deanimada. o* governislas ti-
nham arrrgimenlado oin respeilavei conliiigente, a
victoria ja nAo era riuhin ; no enlanlo renia entre
os pleiteantes cortezia, e mesmo cerlo nenenle cor-
liate.i entre o mais eurags : he assim que vi com
gnslo o Juca' ent relarado em doce amplexo como
Cascavel ; o Soares e o Manoel Claulino rasgando
sedas ele. ele.
A oppoir3o foi vencida por mais de 330 votos; a
eleicAo, segundo a opiniAo paral, fe/.-se com toda
a liberdade e em todo o processo reinou regulari-
dade eurdem, sendo apenas para sentir-se que se
Irocassem afumas palavras oll'ensivas e mesmo in-
jui osas enlre algumas pessoas mais imprudentes ;
mas quem pule previnir esses pequeos r>*sabores
em reunios em que os nimos eslAo sobre-exci-
tados? I!
Em Mas m paroclilai da provincia frt-se a elei-
tAo de eleilures, sem grande abalo do espirito pu-
blico, e sem alteracao do socego.
Na cidade de Alagoas duas parcialidades que se
dispulavam influencia eleitoral, formaran) Uuas me-
sas paroebiaes, cada urna em sua greja ; capricha-
ram purm ambas em concluir seus trabalhos cun
calma e regularidade, deixando ao poder competen-
te a apreciacAo da legahlade dellas.
Ns villa da Mallallrande, lamliem duas parcisli-
dades llllgaram acarea de iniluencias locaes ; o joiz
de paz presidente da inca parochial suspendeu o*
Irabalhos, e veio capital com um protesto por elle
assigoa.lo, e dous mesarios, allegando viulacAo da
urna, em a qual dizia lerem iulroluzido dolosamen-
te de noile. grande pardto de cdulas a presiden-
cia conseguio que os influentes litigante*, o* quaes
tambera vierarn i capital, chegassem a umaccor.lo ;
de maneira que regresaram cora o loovavel propo-
sito de fazerem a eleicAo em harmona.
Na freguezia da Palmeira dus Indios preparavam-
*e os inrliienles para urna luta renhida : saliendo a
presidencia que M cousas .imeae i\,im perluibar a
tranquillidade publica, fez eguir para l o bravo e
prudente capitn Moni/., afm de garanlir o socego
do lugar : essa medida leve ptimo resultado, e elei-
cAo fez-se tr.inquill im.'iile. Eis pois passada gran-
de crise, concluiu-se ludo em santa paz !
Reina porcm a discordia no mundo canddatal,
Dcixe passar o adjeclvo.)
Conla-ieque Aichimede* estando um dia no ha-
nlio. resolver mentalmente om cerlo problema are-
omelrlco, cuja solueao uunca tinha podido adiar : o
celebre gemetra licou lao Iransporlado de alegra,
qoe sabio n pelas rnas gritando eureka I eore-
ka '.cheguu lambem a miuhi vez a exclamar
ach'i '. achei ! nAo va porm V. suppor, qoe eu
sahi pelas ras un indecoroso estado em que o sabio
grego aprescnlou s a seus concidadAoJ o meu ocha-
do nao corresponde semelbanle msuifeslai-an, foi
apenas a desroberla daquelle celebre \ de" Porto
Calvo, no qual. dase Ihe. que anda nao tinha po-
dido meller o denle ; pois bem, agora presumo que
del com o incoenito. Segundo os meos clculos, u
\ de que Iralo bea nada menos que a um desein-
bargador salvo algnm erro de calculo.
No circolo da capital esla firme o Exm. Calbei-
roi, o supplente he duhio ; dizem alguns que o Lu-
cio se aprsenla ropplencll, nada sei a respeilo.
No circolo da Assemhla dispulam o Pedro Aulo-
nin e o Titara ; creio que o EspiridiAo be o fiel da
balanca : a victoria be lacerta.
Dium que o Exm. Canansan desisti de sua cin-
didalurs pelo circulo de S. Migacl, em favor de s-u
irman o Dr. Caiuer.i ; o Dr. Benjamim lambem
abandonen a arena, para nAn entrar em pleile com
seo lio ; licaram pois em campo ;i fortes candidato* ;
os Drs. Cijueiru, Silverin e Oilicira ; o resollado he
dubio ; porm o meu dedo mnimo que adeviuha,
esl me assegurando que o Dr. Cajueiru au sera en*
forquilhadii.
No circolo do Penedo, quando menns se espera-
PAGINA AVULSA
Como sabein todos, artista niio liasuo rara-
pinteiro, pintor, msico, ou torneiro, Iam bem lie
0 actor, o liomem que se car.ieterisa para appare-
cer cm scena nos iheatros ora, segue-se que o ar-
tista, quo nao lem por qualquer circumstancia nc-
oasiio de representar, nao ganha dinheiro, nao po-
de conseguinlemente alimentar mulber e filbos, pa-
gar casa, ele. O nosso patricio Santa Rosa he ar-
tista ador, pobre, e sem oulro recurso, senao o seu
talento scenho ; ha um anno que nao ganha um
real de sua arte, porque o nosso theatro infeliz-
mente, he theatro para se ver mais do fura, do que
de dentro : o Sr. Santa Rosa faz agora um esfor-
?o, orgtnM tima companhiazinha dramtica, ou
por outra, assenta urna base lirme, na qual possa
ter com que elle c seus collegas compren) o pao-
nosso : nada mais justo, lano mais quanto nos
participamos desse meio honesto dedar Inbalho a
quem qiter trabalhar. O publico, pelo quo pare-
ce, nao torce o rosto ao Sr. Santa Rosa, porque vi-
mos a tnlluencia quo houve no seu primeiro espec-
tculo, e isio mais o lem animado, e nao hehoje,
que se pode calcular o beneficio, que esse honesto
arlisla vai Fazendo nossi Ierra. O governo,
portanto, visla do esforco e boa vontade do misso
patricio, lambem nao deixar de concorrer com o
que for possivel, para que a nascenio companhia
nao morra, quando agora vetn luz. Havendo
urna quola para o ihealro. nos parece que melado
della ou um lerco, ser sullicienle, para que esses
artistas aspirantes possam para o futuro aqui, ou
em qualquer poni do imperio, contar com uma ar-
te, sem ser a de votar livrumente.
Anies de honiem leve lu;ar o Te-Deum
eleitoral na matriz de Santo Antonio, esteve so-
lemne e concorrido.
He sem duvida alguma pessimo exemplo
para o povo, eslar um individuo em altas vozes in-
sultando (a titulo de conversa) com apodos atrozes
o partido poltico, que Ihe he adverso se lem re-
senlimentos deste ou daquelle, dirija-se sua casa
ou aonde quer que seja, u se desabae como lio-
mem de lirio, mas nao esleja dando lo triste es-
pectculo, eat offendendo a honestidade das fami-
lias visinhas com palavras......que em seu
furor uterino procuralancar obre seus adver-
sarios As ras sao paraas regaleiras, e a im-
prensapara os homens debem
Ajunta-se ;i noile, segundo nos consta, em
certa calcada no bairro de Santo Antonio, um ma-
gote de dissolutos, que a sua pricipal oceupacao he
dirigir dicterios, gracolas e insultos a quem passa,
a ponto do muitas pessoas deixarem de pas-
sar pela tal pedra de escndalo, e darem grandes
rodeios em seus passeios para nao exporetn-se aos
motejos desses cidadaos.
Dizem que defrontc da fortaleza das Cinco
Ponas, ha um foriim.que nao estando armado he
abundante em sentinellas.
Consta-nos que vai ter lugar no Monleiro
qualquer dia, um magnifico baile campestre. O
loilettu dos cavalleiros e das senhoras he lodo
braneo.
Bem sabemos que nao he por deleixo, que
a calcada dos Martyrios nao se concert, he por es-
quecimento : como quer que seja, depoe muilo a
desiruicao a que ella esl reduzida. e admira co-
mo uma irmaudade lao piedosa lem-se tornado lao
descuidosa a esse respeilo.
Anda pelas ras desla cidade uma prea, que
ora se lingindo ebria, ora louca, embica por
qualquer pona sem a menor sein-ceremonia, e
nao deixa o que esl socegado, se Ihe parece furla-
vel. Cuidado com ella !
Ha dous diai andou pelo aterrada Boa-Vis-
la um moleque destronando uma sedula verde de
iluzentos mil reis, dizendo ser de vinle, e que ti-
nha adiado em uma carteira na Estrada Nova ;
das antes foi visto com uma outra nota de dez mil
reis e alguns patacoes. llavera imn na Estrada
Nova ? Este negocio ficou entregue a polica da
Boa-\ ista, e nao sabemos do resultado.
Sr. inspector da lie na vossa pona
que se reunem, sem vos saberdes.dous vultosapaixo-
nados, em vossa pona se assentam os planos do
rapto, c rapto que acarreto roubo de cousa sonante
eambulante ; se nao quizer proteger o esforcado
cavalleiro, defenda a fazenada do pai he seu de-
ver.
Vapor ingle! a Limar , viudo do Rio de
Jamuro, arome a seu bordo, para esla provincia,
os seguintes passageiros :
Oxelne, Uoxvman, llracie, Braga, Clemenls.
Kooker, Albuquerque, Lima, S.irraanto, tiouoca e
i irahalhailores.
Para Soulhanipton e parios interine lim, desla
provincia sahirnin :
Joaqun) Pereira Ro*as, llernardino Jnsxj de Car-
valho. Charles Wilson. sua Manara e :l filnos, Junli
Lilly, P. Cancanas, Filippe I'. Neelham. Johin-
nes Prader, P. E. Schller, Jo* Mara Ramonda.
O vapor o Paran,m viudo do Kio de Janeiro Irou-
xe a sen burdo para esta provincia os segundes pas-
sageiros :
A senli ira, > filhos c -2 criados do ebefe da e*la-
jao naval o capilAo de mar e guerra francisca Ma-
nuel Barnizo, Dr. Jos Prancisco de Arruda Cmara,
fcxm. brigadeiro /.un Antala l'avilla, sua senhora
ascravos, UaaoelCaelaao E*pmdola, JoaoCoelho
llaslos. I). Auna Accioli l.ins Wandcrlex e 1 criada,
Lat Irancisco Xavier Torres, Francisco de Paula
I essoa Jnior e I criado. Manuel Francisco Teiseira
Arseliuo Jos de Al.neida Pernambuco, Joaqoim
Jos l.opes da Penha, Jos Severiano de Souza, Ma-
nuel fc. do RegoVallenca, Iriou llraziliuu de Car-
valho e Silva, Ermirm Cezar Coutinho, Joaquim Ne-
v* Machado Coulmho e 2 diados, Francisco Meu-
de de Amoriin, sus senhora, 2 filhos I escravo,
Antonio Pereira Rancho, Fosler Willhm Nash. A-
diilpho Corio, Jernimo Campadonico, Jernimo
Denigre, I). Anua Joaquina da Silva Ramos, li-
llios e I criado. Dr. Leonardo Anluues de Meira
Nenriqnese | criado,Manoel Joaquim dlSilva Lefio
e I ciado, Jet Joaquim de Parias, Rento Joaquim
de Medcirus, visariu Francisco Manoel Maciel a |
e*cravo, Dr. Benjamn Frankliu da Rocha Vieira e
I ecravo, Francisco Joaquim Oa Silva Joca', Jos
Ovidio de Parias Lobo. Jos Paulino de Albuquer-
que Sarment, Mana do Rosario e I nela, Francis-
co Honorato de Siqueira Rarhoza, Benedicto \nlo-
nin de Albuquerqu-, Francisco l.eile das Virgens,
Antonio I.uiz de Barros), Adolpho Lamenia l.ins,
Azarias Carlos del.srvallin Turres, Manoel Jos de
Abren Paras, Jurto Migacl de Oliveirn Heanlo, 2
ex-praras e a mulber de um dito.
Segoein para o noria os seguuites passageiros :
Exm. hispo do Para'e seu secrelariu, Rvd. Ant-
ale Aflonso do Moraes Torres, ilesembargxlor Mano-
el de Cerqoeira Piala, sua seohora, 1 Bino e 2 es-
cravos. Ernesto Feliciano da Silva lavares. Deao
F. de (i. Punenlel Belle/.cs, Paulino Frankliun do
Amoral; M.noel Jn*o de Souza .Neiv, lente Joao
Alfredo Cabra) de J., llernardino S. Freir, Esta-
nislao Josa de Alcntara, Msrcondes i'eeanlia, Ju-
venal Lalliic. da C. e Silva, Manoel Jnaquim da Sil-
va Mora, I.uiz de Lima, variaspracase ex-prai-ss do
exerciio e manaba.
Hospital de caridade 19 da novembro 74
doentes.
nesla corle, e vai em breve partir cu eeneroso', que atormentara a pobre imaginaba
provincia, o pernambucano Sr. Manoel m '""lo qu' de!s^i,,len, discussao e lerem ao co-
rnK.HKn cn;Hni. ,. j i raeao dos oulros urna parcella dn mal iueem ai en-
Caeuno Spinola, o qual tem pendente do parecer j ct;ttm. :>l E..ireia..l<.. ,es cora ,Zi Me eon-
do conselhn do estado um projucto de ponte suspe.n- ; lava acunleceu-me, quando me ailiava iuvnlviilo
sa de sua nvMejio, cujo mrito e nuvdade eslo " mj<' emarauhadn de unobas lides polticas, ala-
garantidos pelos documentos que abaixo transcre- I ca"".,e de, e,"Ui',('",, 0UI "pbista encapotado, li
vemos. Nao he moderno esse trabalho do Sr.
Spinola, e ja desdo o lempo da presidencia do Sr.
S Reg no Cenia, onde enlo seachava aquello
senhor, que esse projecto foi submetlido lo parecer
da admitiislracao publica. Succedcu, porem, que
al os seus documentos se perdern) as secreta-
ras.
O Sr. Spinola, que nunca leve uslttdos regu-
lares de mechanica nem de engenharia, entrega-se
a esses trabalhos por inelinaeo e gosto, o nao he
este o primeiro invento ulil que lem sabido de suas
maos. Todos os seus Irabalhos, porm, leem sido
esqtiecidos ou desprezados. O Sr. Spinola tem um
nome brasileiro, e isio he uma m recommmenda-
cao.
A ponte de nova invencio, exocutada em um
modelo de seis palmos de extenso, e formada de
pedacos de madeira muilo linos, supporla no seu
centro um peso de seis arrobas.
Consta-nos que o Sr. Spinola vai offereceros
seus planos a um particular, que tal vez acolha me-
ta om
para arena de ataque ao Diario de Per-
nambuco, ssmpre promplo para fenr-ine, -empre
promptd a emprecar contra mlm dede o sircas-
mo mais pungente, desde u phraseado do gal,
al o analheina em nome da rcligiao do Jc-us
Cbrisin !
H -l'arle ama Imaginadlo de azas corladas, llo-
rando uma caria dirigida por um individuo que se
assignaV um amigo a quem chama--/., leve
a inste li uilir ni.;a de orcupar-se rom o meu humil-
de discurso ; mas de um modo que escandalisa, por-
que Miraste a quem o au olleiideu; dogmalisa sem
mostraras suas bullas; e folmina-me aiiatliemas co-
mo se fura a cadeira de S. Pedro em pessoa.
O amigo /. lca merecen I i do amigo Y um concei-
lo mullo mili subido, porque nau deu lo meu dis-
curso grande pre(o O B'lylo e lingoagem do meu
humilde discorso aij passaram inclumes Debai-
xo do ponto de vista philosuphieo,ueubuma sig-
nii'.c ico lem, e dehaixo do poni de vista reli-
gioo, heum complexo de heresiaseapaz de hor-
ronsar a qualquer espiritopiedoso Einlim eo
nao i-on'iee.i o lieos a quem adoro, oa alias ado-
ro a um Dos que na he u de Abrihaam, e de Ja-
cob, que nao he dos cbrisiaos, que nio he o nosso !
',Ol
Accussces dela ordero e com este lom dogmati-
.. Na vontade de Dos ha aneresida le:n bem
absoluto ; na vontade do humera ha alib-rda le :
ii bem ou mal. A lber.la.le. pnrtanlo, he a contin-
gencia, o limite, o relativo na xnniade : he o ca
racler essencial da vunlade do hornera. A vonladc i Uiai'ajaef a
de Dos deve ler o carcter da necessidade. Mas'
Dos nao he livre '.' X.\u. no sentido ontolnjiico da
palavra. A Becessidade nem he fatalidad-, nem be
colele ; a laasar-se aldierdadecomo a acaa*
tao da fatalidade ou da eeaceJJa,confina a Daos
ile nm modo absoluto. Mas euia seria dar pala-
ra uma signiflca^Bo qoe nada exprime na ootu-
loi'ia.
lu lo ni sea bondade per om arlu auire e
taiueole simples, n.io se psxte assinar raaaa fcaaj
sua voni.i.le. I E alarla depon de ora hed,
mo raciocinio, elle roaclae par ssaaieejaaiasia
anslivo. mas nae ha aatr
caus. lo moiixo qu#> ,-iie a qaer. M
Ma- psra que me e-Ion canean.In rom flj|m ha
capaz de d-rtarar lense aa propno S. Ihstaaar
d'AquMn j:i
Eulrelaiil, sa a Sr. \ qaiter lanar a casa, a-
signar o sea mime, e ealrar em ama aaaaaaaaal ce
ueroa, grave, a iseula de insapparlavel danasalis-
i'-*' u ... D. .u,.^. mo, estou pmmpla a arompauha-la; jada-l.has a
t prosesoindo na expl.caclo du meu pen-aroen- -eollocar aaamaa : '1 1 iTT eaesrar
lo eu ergo a .......do da vontade de Deo, (oda a al- ll.s-he. que prats-rf,.....relaiacaa da asta ZmZT*.
tura do inlinilo e do absolulo. i.l,a.,do-a de Inda a Lscorto. como e.,e. me-.ao. di. eeea|n, ... -.,.
coaccao.nlern.eexlerna. i2 Icomnalerera um. opi.i.la, ,fc, .Mada !. iXZ
lodo o mundo que sabe |......r, ve rren0 rm itn ^JJ iclSaC
que a ques.au fo. collocada ; enlrel.nlo o Y. ,|,ao- I qu. Ihe. parecem m.llior atacar a^mTlao Hto.
donando a ..otologa, prea.le-se a uma aaeitla de lem o intuito .1. c.mbaler
p,|,viase.em vez de mostrar qu---l.berdade--o I Se o 8r. Y nao est. re.'|,d,. a roa.p,atie. ..
he >sse a que ... chamo lil.erdi.de 18) af..n.-.e por ,eu nome aaaaa d.-ea... eolio aJK a,
demonslrar con. texto* a .,t..ni..c de escriplore., nao perca o ,..-... lempo em respraw.ii,, me
qi...,. un. grande l.e.ege por O.zer qoeHeos melhor qac ni.. .. m-lle^e a lar-lia.
hlo de livre '. Ora d -e nada mais insopporlavel dando re.n
S. Tbomaz d'Aquino diz em sua.sarama Theo-
Ihordoque a adminislracao o trabalho do nosso |c"'s" s podem fazer os hornees aoUrisadoe, com
compatriota, Esla decisao do Sr. Spinola he con- '**eM"l ""'Sasao de assigua-la* com seus no-
sequencia do desanimo que Ihe produ/.io o mo
acolhimento official que receben.
Oesboco incluso de projecto do ponte, conve-
nientemente exectiiailo, offerece muila solidez, e
lem a seu favor a experiencia, em militas outras
ondo lem sido applicado o mesmo principio, sobre-
ludo empregando-se o ferro, o que nao obsta a que
seja loda feila de madeira, sendo ostravamenlos
cuidadosamente execulados. Rio de Janeiro, 10
de outubro de 1856.Guillicrme S. de Capa-
nema.
Vi o esboco da ponto de que trata o parecer
supra, esboco da menean do Sr. Manoel Caetano
Spinola. O principio do parallelogrammo neste
projecio empregado tem sido exeeulado em outras
partes, mas nao do mesmo modo que aqui se indi-
ca, lia no projecto do Sr. Spinola maior facili-
dade de acommodar-se a conslrucxjo dos nossos
rios, e por isso o julgo muilo proveitoso Seria
para desejar o ensaio delle, do qual se pode espe-
rar bastanteestabilidade. Rio de Janeiro, 30 de
outubro de 1856.Dr. Jos Joaquim deOliveira,
1.* tenentc de engenheiros. lente substituto da
escola militar, o
Ue uma caria escripia da Serrinha do Arro-
zal, em 22 do passado, iranscrevcmos a seguinte
noticia :
Cabio aqui no dia 7 da corrente, s i horas da
tarde, uma tal chuva de pedra, que cusa a crer os
damnos que causn. Quasi todos os telhados Pi-
caran) cm misero estado, as planlaccs nao sof-
freram menos. He faci virgen, nesla locali
dade
Da Babia es o qoe nicamente da' o Diario
fall :
< Um assassno.A noticia qne demos no
Diario segunda-feira, se acha mais circumslan-
ciailamenie referida no Noticiador Cacho-eir.
Oferecemo-la, portanto, aos leilores.
Foi brbaramente assassinado com 8 Tacadas,em
o dia 25 do corrente, pelas 8 horas e meia da ma-
nhaa eem frente doquariel da polica, o cidado
Joaquim Jos dos Sanios Reis.
Foi seu assassno o guarda policial Marcello
de Tal, crioulo, que se acha preso e processado
pelo delegado do termo.
' Ninguem, por cerlo, julgaria, que lal crme
pudesse ser commetlido, nao s por quem foi, mas
lambem com o instrumento e no lugar que foi
De Maceio nada ha digno de meneao.
Chegaram procedentes deste porto*:
Ao Kio, a' llobr.gua americano l'airy com 10
das dn viageni.
A l iliia. a 5 a barca ingleza Xoreal, com l das;
a l o brigue Ingle? Claudia, cora V das ; a i o bri-
gue innlez Cretcent, com . das ; alio hiale na-
cional Don .Imii/o'. cora S das ; e a 15 o b.igue
ingles Jertetj, com 1(1 diis.
Achavam-sc a' carga, para ete porto : no Rio o
brigue Marianna e patacho litperanra ; e na Ba-
bia a sumaca .\ora Minerca.
Sahiram do Kio para este porlo : a 8 a barca por-
lugueza /.iycira e o hiato de guerra brasileiro /'-
rahibano ; alo a escuna IMl e a 12 a barca frau-
ceza Auttraiic.
me*, e uenl.um juma lisia qoe se preza as aceita
m sua ulha sem aquella garanta, ftj] Mas o Sr.
I'igueiroa, ou nao couhece as coi)5derac,oes do jo.
nalismo illulrado, ou he um instrumento sempre
promplo a ferir-me doloridamente. Quem roe di-
rige taes accusari.es he um \, he om aaphisla enca-
potado, que, au me Ojoerendo completamente com
prehcuder.ergue com suas proprias raaos om caslello
para ler o praiar de derruba-lo, chamando em seu
auxilio parbolas do Evangelio., e dezeoas de cita-
q-'s sem a menor applicacao (iOJ
E porque loda essa celeuraa contra mim '.' Por-
que en dase em meu discurso sem nunca Iranspur
as raas da Ph.lnsophia, que avontade de Dos
era n -. es-ana. infinita e ab-olu|a, e que a vonta-
de do humera eraconliugeule. Imita e relativa;
e arrescenlei : ;11)
lgica, que a vontade de Dos he uecessaria
ir Como o ser de Dos he uecessario em si mesmo
(diz o Santo Doutor,. lamben, o he a sua voutade e
a sua setencia. (15 .
O meimo auto, fallando da bondade de lieos,
diz qoe s elle he l.om por essencia. Ora. se Uro*
be bom por essencia, obia necessariamente
bem; uo pode obrar e nem pode querer o mal.
(IHj
nao perca o RJsej
na.. *
seus desacert* a qeem naa aa|lalVsa
e n.i o pe.tu. I.ara nunca rm soas alarias Iliteraria,
e se.ent.lieas. al'
Kec.fe II. ile novembro de JM a,
Dr. .Volante Viceele de .Nascii
'pubcactto apf&ibo.
HOSPITAL KiRTUOllEZ DE BENEFI-
CENCIA.
O mesmo sauto diz que Dos condece o mal, mas HelMoriodo lerceiro trimestre de 1856 lisia a i
adminislraliva do Hospital Portugal* ae I
cenca, em sessao ordinaria V primeira aesaia-
go de outubro, pelo eu presideate o Illa*. Sr.
sua vontade au pode inrlinar-se para o mal. largo
toda a nianife-tac.i.i da vontade de Dos he o bem
absoluto. 17)
E como couhece Dos o mal '.' Diz o mesmo 8.
I lumia/. d'Aquino que Dos condece o mal pelo bem.' llernardino (roznesde f milho
n Dos coiibeceudn todas as rousas boas, ;diz o Doa-; SenlinrM ,ni1,jn,. j' ., ' __
lor Anglico he m.-ter tambera qoe por ellas co- VJ- m0omu < Hospittl Pertagail
nheca asmas, que sao .m relacao as boasacci- n>c'.ia. Ue conlormidadc com a diipisarra
denles. do 18 art. 72 dos eslalulos que aw i
O mesmo Sanio Duolor, explicando as palavras do nlio dir-vos conu do moviraenin ce. Mal
cciro havido nesla esubaienraeato daraaLTl-
mestro que hoje linda.
Acha-se etleciuada i compra do terreno e casas,
que i margem do rio Capbaril ao sal 4a cai.
ottt&pon1)tncia.
Sn. redaelore*.Como Vmcs. liveram a bon-
dade de acceder ao meu pedido relativamente a pu-
hlicacao das cartas do amigo V ao amigo '/, sobre o
destino do homem pelo Sr. Dr. Antonia Vicente do
N'cimenlo Peilosa, peco-Ibes queiram anda levar
Mil bondade ao puni de lambem Iranscrever
em soa acreditada Tulla a resposla maaiilral, poli-
da e allencio'a que u mesmo Dr. Ibes da no Liberal
de honiem, para que OS leitore* do uiario que au
o forem daqoella gazela, possam ficar coiihecendu
al onde chega a elnquencia, erodiean e sciencia
desse homem, que julgsndo-se superiur a lodos.per
lOlde-M ero sua vaidade que Ihe invrjam a gloria;
de*se,genio, einli.n.que ful inspirado agora pela sabe-
doria inliuita para explicar aos homens a nalurez*
da l'nnda le Divina, isln he, que o Ueos Padre he
a vontade, que o Dos lillu he o iulelligencia e que
o lien- Espritu .Santo he a sensibilidade ; qoe he a
vontade de Dos que gera a inlelligeucia de Dos;
qne Dos mo lem liberdade; que sua vontade quer
sem saber o que quer ; e que a libe.dade humana
nao consiste senao na possibilidnda da mirare,m da
le, na possibilidade, na capacidade da queda'.
Se Vmcs.se dignarsmda ajunlar aocommunicado
do Dr. as notas que incluso remello, muilo agrade-
cido Ihes licar o
/..
Novembro 0 de 1850.
Havendo sido convidado cm asesta prximo pa*-
sade ela Ilustre directo doAlheneu Peruambn-
cano-t-pira, em qoalidade de locio honorario, assis-
tir a -e-,i.i magua desuada a solemi.isar c anui-
reriarte das Kaculdades de Direilo do imperio e do
ni.-i.iiiAlheneu, julsuei de mou dever dizer al-
gumas palavras acerca de um assumplu importante,
e no curto espado que decorreu do convite -.--o
(nm dia eduas noile. eloliore um pequeo discur-
so, uma asperje doomprovlso. (ornan I > para thema
o destino do homem e di humanidad..Era as-
sumplo por rlemais grave, mas pensei que podero
tratar delle enlre mancebus que eo nao poda coo-
siderarprofanos.
Chegando a reunan, encontrei pessoas que, por
mais distinctas que fosiem, nao estavam habita.ias
a meditar sobre la.s cou.as, e live escrpulos de
recitar o meu discurso, sendo que ate ped escuta
mesa. Mas, nao me sendo esla concedida, ndo li-
ve Mitro remedio sena reata-la,e alo me arrepeu-
iti de .. baver feilo, porque gozei do prazer de vo-lo
comprehendido e eulhusiaslicameiite applaudi...;
prazer qoe nao se refera a mi ni, mas ao auditoiio
qoe me euclieu de grandes esperanras pelo futuro
de mi ni.. Ierra. I
l'ed.o-se-me a publicacao desse discurso c nclla
consent, uma vez que lose leda no peridico da
sociedade, por ser de carcter exclusivamente scieu-
lilicu e Iliterario. Por inda eu r.mienlirls em pu-
blicado nos jornaes polticos e noticiosos, visto como
nao quena ver-me lurlurado por inlerprelaci.es rio
Valgo, E a-snu mesmo. nao o lu publicar e.'o juu-
lar-lhe algumas notas com o ltanlo de autorisar al-
gumas pruposicoes que parecen un arrojadas a cerios
espritus limuralose aos ostentadores de falsa e indi-
gesta nidieao. ^2
sll cmanhaa.
fttatw bt ftaiMmtoc*
_ lomos .i visla juruaes com dalas do Kio a l, da
itahia a 17 e de Mace, a Ib du correule.
Fallecen ao lia l| 0 viscoude do Kio II .im,, com
ol anuus de idade, .ra vice-preideule do llie*ouro
e veador de S. M. u Imperador.
, Foi condecorad,, rom o llicialalo da Kosa o pru-
12t)SBl?!^l!!&*M\mt*Crm\M52Jr*- '" """"""" * '"emnos cegos,
lellorllranco, com ama bomba, que alordouu a tu- Adolpho Maersh.
de p
dos os candidatos...
Dei-lhe mais on menos conta do Caudados dis-
Iriclo eleiloraes, rel.itivai.ienle a seus poslulaules,
resla-me Oizer-lhe que ha nm forte candidato avnl-
so, h o Dr. Etpiridile, juiz de direilo da Impe-
ralri/.
Moilo linba que di/.er Ihe obre a.somplo eleilo-1 na igreja parochial aa'M. S.das Dore, do Kio"Verde'
ral ; faro pnr.-.n. aq.......nio por mulla, raz-.es, sen- ,, bispado de liovaz. '
11 Niio parliriam os applausus des-as pessoas qoe
na., estando oro-tuinada, a meditar sobre les mu-
sa*, crerain no doator sem comprehcnilrreu. o qoe
dizia ? >,1o he isso o que sempre acontece Procu-
re boje o doulor em loda esla cidade algomus pes-
soa* de verdadeira inslruceo e saber para assigna-
rera nina declararan de que applaudiram o seu dis-
curso, e que anda oiapprovam por acharem-no
conforme com a lia philosopbia e com a religiao
que prol'essami... que lalvez nao ache uma que
a isso se queira prestar! para o doulor a experien-
cia e ver se o que dizemos lem oa nao algum fun-
damento.
Mas pergeniar! o doulor, porque ralo mi se
apresenlnu tmiguem a coinbaler-me sean a > '.'
us Ihe respumleremos : Porque u lera bstanle,
Demais ci o iloalol que baja muila Koala que quei-
ra expor-se disentir com elle, estando anida bem
yixo na memoria de lodos que acuiilecen aus
Srs. Dr*. Ilraz pie.entino e Pedro Autran '.' .Nao
ha u presente rommunicado uma pruva do qoe di- ;
zemos ".' Continu o duolor a injuriar, Coiiiu qui- |
zer, ao amigo T, cerlo de que quando elle con-
(3) A muilas pessoas recoinmcndou o .loulor o
scu discurso coro peca diana .le ser lida, dizendo
al que era sua int'iic.i. miada-lo imprimir junta-
mente cm nutro que havia pronuncia tu un (labi-
nete Portuguez de Leilura, para cura elles mimosear
os seus un gos ; entretanto sabemos de algumas
dessas mesmas pessoas que -rnenlo psra nao des-
gos(arem-no, em vez de dizerem-lhe que o achavam
mao, ds.erain-lhe que o na., tinbam lido.
S" Sera um retrato que o doulor, que bem se
couhece, faz .le si inesmu, ou sera uma allusao ao
amigo Y Se he o eo retrato, achamo-lo fiel, se
he uma alias**! ao amigo Y, nao lem iienhum fun-
damento.
O que he que ha no doulor que possa fazer inve-
ja ao amigo Y '.'
O doulor lem loda a razan de dizer que a fals
sciencia he presump.;osa, lalvez que tenha chegado
a esle conheciraeulo pelo lestemnnho da proprta
conscieucia.
O sabio Fenelon retrarluu-se de orna upiuiao que
aailealara, apenas Ihe li/.eram conhecer qoe eslava
ein erro, isso mesmo acooleeeu anda cm a anoo de
I8V1 ou 183 cora o illulra e dout aicebilpo de
Pars, e (em aconlecido com varios oolros vares
distinclos, mas o doulor nao se retrata, pu.qu.nilo
nao ci po*sivel que sua iutelligencia caa lamis
em erro. Debadle se Ihe niostra que art em cou-
l.adicco cum todos os grandes philosopbos, assim
auligos como rondemos; dehalde ie Ihe uppe a
doulrina, cunstante .la igreja de que diz que he li-
Iho ; debalde cilain-e-lhe as palavras do Salvador
do inundo dirigidas :.os seos discpulos ; debadle
einlim repelem-se-lhe as expresases do propno Dos
para pravar a liberdade divina, elle continua per-
tinaz em sustentar o ab-urdo em que orna vez ca-
hiraDos nao be livre .'
De aorte que os maiores pbilojophos, a Igrej, Je-
sos Christo, Dos mesmo, todo* estilo em e.-ro, s.i
0 ooutor acertnu rom a verdade !
(5) Sera' outro retrato que o Dr. faz de si
mesmo ?
0 Quem sera' o sophista, aquelle qoe sostena
o que diz com a auluridade de lona a sciencia sa-
grada e profana, ou a que quer ser acreditado sem
poder apro-eniar uma s auluridade em seu favor/
O sophisla esla' retratado pelo sabio abbade Cralrj
no lim da lerceira caria du amigo )'; parece qu.
o Dr., por ver lalvez nesse retrato todas as suas
feices, deue pressa de refen-ln a oulro para
qoe o pubho o nao racoaaeceate.
71 O Dr. pensa que quem l o Liberal, nao ( o
Diario, por isso exprime-se assim. O amigu )'
mostrando que o Or. esta' cm enntrudiccao mani-
fest cum a doutrina da Igreja, ale smenle acerca
da liberdade de Dos e da natureza da Trinlade
Divina, senao lambem acerca da queda do primeiro
homem e da misso de .lesas Christo, Iranscreveu
era siiste.ilao.an do que disse pediros dos inelhores
ascriplores assim sagrados como profanos, assim an-
ligni como modernos ; cilou varias obras recentes
ludas premiadas pela Academia de Fraaca ; inos-
trou que o proprio padre Veutura, que na., pude ser
siKpeilo ao Dr. porquaiito ci.ufesss quelem um
poder de raciocinio que alerra, uma forr-a de lgi-
ca que esmaga, uma extensaa de sciencia que es-
pantacombale sua errada opiuiao, duendo que
nao se coucebe Dro, que nao se pode mesmo conce-
ho-lo senao como um ente soberanamente livre, en-
lrelanlu que o Dr. susleula que a liberdade seria em
Dos uma faculdade oa um altributo repugnante e
sem possibilidade de er concebido, uma imperfei-
can, uma fraqueza, uma concepc,ao repeln la pela
essencia divina,
E o Dr. allreve-so a dizer que o amigo )'dogma-
lisa sem mostrar as suas hulla, quaudu de elle que
assim o faz, querendo que o creamos, nao obstante
estar em opposicAo com tu lo quanto he sabiu e sau-
to no muii i.. !
8 He isso uma triste verdade que nao pode ser
cuuleslada. Logo que se lem ilemuu.tr ..n. que u
Dos de Ahrahoam e de Jacob, o Dos dos Chris-
l3os he soberanamente livre e sala o que quer ; lo-
go que > lem demostrado, como o amigu 1' de-
innr.alrara em una de suas cartas que anida nao foi
publicada, que a Trindade Divina Mi he pan
us chrislaos a vonlade, a mlelligencia e a sensibi-
lidade ; porqiiaulo uo se pode faaer uenhuraa dis-
lincao entre esses ntlribulu* nem entre elles e Dos,
enirelaniu que a igreja ensina-nos que as Pessoas
Divinas sao distinctas unas das outras, segue-se ou
qoe o Dr. nAo couhece o eu a quem adora, ou
que adora a uro Dos que nao he o dos christaos.
Pergunte o Dr. a qualquer chrislAu. que incon-
Irar, se er que o Dos a quem adora he livre e Me
o qoe quer; e vera' que lodos Ihe respndelo que
bio d.sso conveucidus. Logo, cerno d.zer-se que o
Deus dos chrisia.is he o mesmo que esse Dos muti-
lado e nnperfeilo do Dr. J He verdade qu. lalvez es-
lejamns Indos tm erro, pnis a puocos he dado lana
sabedona para penetrar como o Dr. na ualureza di-
vina. Dessas graras da-a Ueos soinente aos seus
escollildos mais amados, e nesle caso.lao assigualado
favor feilo ao Dr., he mais orna prova da liberdade
soberana com que Dos procede na di seus dons.
:!> O amigo ) nao leve por (im fazer aecusacois
ao Dr.; pouco ou nada imporla-lhe a sua pessoa.
Coiisenliii.lo na publicaeau de suas cartas, foi seu
nico lirn cuncorrer de nlguma sorte pala abriros
olhos mocidade iuexperiente, que u discurso do
Dr. sera duvida neiihuma poda desviar do eami-
nho da verdade para o do erro, do canutillo do bem
para o do mal.
Se o Dr. persuadio-se de que ninguem ousaria
com ha t-lo, he porque couhece pouco do governo
providencial do mundo. Leia entre oulras a excel-
leule obra de Mr. Madrolle, Dieu decant le Siecle.
e vera que sempre que o espirito das trevas inspira
a um de seus apostulus para propagar o erro enlre
os humens, u e-pirilo de loz c de verdade inpira
lamben) a om dos eus escolhidos para comhale-lo.
Asim se o amigo ) nao (ivesse consentido na pu-
blicaeau le mas carias com receio de cumpromelli-
menlos, Dos teria inspirado a uotro para o fazer.
Lem o Dr. a Cidade de Deus de Santo Agustiuho,
e vera lambem es-a lula cuuslanle entre as duas c-
dades, a cidade da Ierra e a cidade do co. a cidade
de Dos o a cidade do Diabu, cada uma dellas sus-
tentada sempre e protegida pur aquelle a quem re-
conhece por chefe.
10 OSr. Pigueiroa couhece lauto as considera-
c/.es do jorualisino illailrodo e murliadu, qae Mta
sempre pr.implo pra prestar graluilamenle u seu
Diario a defeza du bem a da verdade. Puucu Ihe
Impart que os artigo* aatejim ou nao assisuados, o
que el e quer beque prupuguein a verdade, que pre-
guen! a boa doutnia, que del........n a bja caosa.
Quer u Dr. convencere dio Combata os argu-
mentas que o imigc ) drseuxulveu em suas cartas,
nao com descompu-luras, m com rar.es. e roaode
o* seus artigos a Sr. Pigueiroa. que aulorisados por
elle, asseauramos-lbe que sern lodos publicados gra-
lu.lamenle no Diario, pois o que elle quer he otn-
umpli i da verdade. e mo o dos iu.liv.du s.
Quanto a parabnla e cit
vontade,acrescenla :
a Sendo hondada de Dos o ohjeclo proprio de
oa vontade, e referuidu e tudas a oulr.is cousas
a ella como o seo lim,Dos quer absolutamente e
neccsariam.ute--a sua hundade, mas na., qoer as A.-.., -0 ,^1 i*" rv ""i""'"'* ****** em i
oalrai cousas senao por uma nece-nlade hypothel- | Pi*.U'* *" '*onSles Corad.., 'pin
ca, i -tu he, uma vez upposl que elle as quer, elle J0610 edilicec-io de um predio proprin, para Mia-
ndo pude deixar de as querer. |s
Se da idea da uecessidade passarroos a da liber-
dade, veremos que ella nio pn.l.. exprimir senao
um estado de imperleicau meramente humana.
(10
O que quer dizer no homem a liberdade sem o
condec, nenio da le sem o ex ame e u peso dos
motivos'.' Para a vonlcde livre he essencial uma
causa, uma razan, -JO1 Em reanlo, a respeilo de
Deo*, diz S. Tbomaz referindo-e a Sanio Agosli-
aha: Toda a .ansa ellicent. lie mperior a sea ra conhecer da conveniencia de approveiur oa eV
etreilo, e como nada da maior do que a vonta.le de mir _ _j ,. rT""""' Deos, nao se pode as.ignar cauaaasuavonl.de. q W,; mM*m I""*"*"
E logo como cuncIusJo leroeceata : Quereudo Dos mcnu) da obra em ambos os osos, e dar o sea aa-
| rt-cer a respeilo, pira que vista delle, asta
se esiibelucer esle liospita
Se de conformidad*.' cum i pa na ja ipuravasVi,
podaren ser approreiladas as duas casas i
no terreno comprado, enuo mu breve fu
esta esUbeleciroenlo em casa propria, i
liverem de ser demol las, este resuliado
remoto.
Uma coinmissio de.'I membrosloia

(12 Helia maneira de plnlosophar. para salvar ai|niinisiralva possa de promplo resolver o <}}.
a vonlade de Dos de luda a enarcan interna e ex-' gar mais acertado, da accordo com os rara reas aaa>-
lerna, o Dr. nega-lhe aliberdade Euiao qual se-
ra a vontade livre, na opiuiao do Dr. 1 Sem duvida
aquella qaeesl sugeila a enareno interna e externa.
E digan) qoe o amigo V nao he om pobre so-
phisla, e que o Dr. nao he u.n profundo pbilosu-
pho '.'
13 Koi isso mesmo o que o amigo V fez mar-
vilhosamenle bem.e -e o Dr.a naga, he porque pen-
al lalvez que us que lerera o seu commuiucadu nao
leriam lido as cartas delle. O amigo I' moslroo,
intentado em autoridades dc-graude peso, que a li-
berdade, em vez de ser o limi'.e da vonlade, como
ensiuara u Dr., he pelo contrario, o altributo essen-
cial deesa faculdade ; que venta le ero liberdade he
querer sem querer, he um absurdo, he orna cunlr.-
dicc.lo ; que o querer o mal n,lo he a liberdade, mas
sim o limite, a iniperlcicc dessa faculdade ; assim
como o cabir em erro nao he a inlelligeucia, mas
sim o limite, a impertirn dessa faculdade, assim
como o ser sujela a dor, nao be a sensibilidade, na-
simo seu limitee Imptresete. Que a verdadeira
liberdade consiste em querer o bem, a verdadeira
iatlllifeadl ero conhecer a verdade e a verdadeira
sensibilidade em gozar de pr.zer, de felicidade. 'la-
do sao mnsiroa o amigo Pero suacarias II e lll,
cuino he que o Dr. alreve-se a dizer u cuntrano ?
Ser isso muila lealdade'.'
i lio He desgraca, qu. um hnmem tao instruido
nao saiba em "quo consiste i heresia !
Ilerege, diz Uossuel, he aquelle que tem uroiopi-
niiu sua, aquelle qoe egue seu proprio p.nsamenlu
e seu senliroento particular : um calholico, pelocoo-
Irano, segu, seml.esilar, o sen lmenlo da igreja uni-
versal.
Eslar ou nao n Dr. comprehendido no primeiro
caso '.' Sera o seuliiuenlo da igreja universal que
Ueos he livre. que a queda do humero nao foi total,
que Jess Christo veio au mundo smenle para.
ensinar i v-rdade, e qu. a Trindade Divina ha a reo-
niau da vonlade, da lutelligencia e da seosib.lidade
de Dos, coniu o Dr. mu '.'
(Inca o Dr. mais uma c laca.) indigesta do Diccio-
nario de Theologia de Bergier :
a A heresia he uro erro voluntario e obliuado
contra qualquer dogma de fe. Aquelles qoe qoerem
desculpar esse crme, pergunlam como he que se po-
de julgar se om erro he volunlario ou involuntario,
criminoso ou iunoceule, se provem antes de ama
paixao viciosa, que de um;. ralla de luz. Responde
re mus, |.o que como a doulrim cli'i.l.ia he revelada
de Dos, he ja uro crime querer cunhece-la por n
mesinos e nao pelo org,\ a daquelles qoe Daos esiabe-
leceu para eniua-la ; qoe querer cscolber ama opi-
niao para erig-la em dogma, he jd revoltar-se con-
tra a aoloridade de Dos. (Ouvio Dr. J; 2. pois que
Dos esl ilieleceii na igreja o corpo dos pisloie* para
ensiuar os lies, quando a igreja tem fallado, be de
tiossa pa-te um orgulho obstinado resistir i sna de-
cisao e preferirnossas lu/.ue- s della...
Isso he in-uporlivel, dir o Dr mas emfim qnem
quizer.ser calholica ha de sajelar-se a tal, e sabe o
Dr. o que acontece a quem a isso neca-se '.' Ouca o
qoe diz o ymbolo allribuidu Santo Athinasio :
Quictimt/ue mil srilrum eme, ante cemnia opas
eit, ut teueal catholieam /den. Quem quizer ser
salvo, imporla que mies de ludo tenha a fe callm-
lica.
i Quam tiiti i/uist/ue inlegram, iutiolatamquc
-ercaceril. ab*que dabio in irlernumpetibtt, Seal-
gero a mo guardar inleira e itiviulada, sem duvida
nenhuma murrern eternamente.
Mella o Dr. a mao na ra.ciencia e diga se guar-
da a f calholica inleira e inviolada, quero nio <>
professa seoo ale propaga doulriuas que Ihe silo con-
trarias ?
13; Onde esta essa inlelligeucia penetrante de que
lauto se orgulha o Dr. que nao c.nipreheudea oqi
disso S. I li ama/ '.' Astim como o ser de Dos he ne-
cessino ero si mesmo lambem o he a sua vunlade e
a sua sciencia, quer dizer : assim como Dos lem
o ser de si mesuiu lambem tem de si mesmo a vouta-
de. e a sciencia. He issu que significamos lambem,
dizendo : Deus he uecess.irio de existencia e de e-
icncia, ou euUi. Deo* h es-concia pira, Dos he ic-
io puro.
S. I boma/ refere a necessidade ao ser, a essencia
de Dos, mas .. Dr. nao compreheudendo lal, refere-
a a raanife*laca.i da divina vontade, e allnbue assim
a S. Ihomaz uma doulrina que elle nunca euii-
oou.
Ib') O amigu I ja pn.vou cm uma de uas carias
que se Deus nao pode querer nem obrar o mal, nao
he porque nau seja livre, he sim, porque sua vonla-
de sendo perfeita, infinita, nao pode gyrar na espita-
ra da imperfeica.., do linilo, mas que na do bem,
quer elle livremeule esleou aquelle. Esse be pen-
sar de S. Tbomaz e de lodos us tbeologo.
(17; Ja se muslrou a Dr. que nao sendo o bem
absoluto senao u proprio Dos, nio pode er
objeelo do verdadeiro querer de Deus. Que Dos
he verdade, nao pode deitar de querer o que elle par
sua nalureza he, ^pur exemplo, bom, mas bem que
iuliiiilu, nau quer nem la/ (ura de si nada que nao
seja flnilo, pois repugna que baja moilos infinitos.
Que, paranle, he entre os bens tirulos que elle esco-
Ihe e escolhe livreinrnle.pois he absurdo soppor que
estes possam ler bastaula forra para arrutar uma
vonlade inlinita
(18' Eis que o amiga Y, a quem consullamos so-
bre esle ponto, roauua dizer-uos :
Dos ndo uode querer deixar de ser aquillo que elle
he por sua essencia, por rata diz S. Taimil e dizem
todos o ll.ei.lu_-us, que elle quer absoluta e necesa-
riaraeulc a sua bondade, a *ua sabedoria, a sua feli-
cidade, etc., e nao he rase mesmo o que arunieee
curo us humens que u Dr. diz que sao livres '.' Pode
algum de nos querer nao ser eusivel, querer nao ser
iutelligenle, querer nao -er livre Pode alom enle
estar em contra licrao com a sua ualureza ".' Se lie
varase existentes era eaixa.c dar pnaciimio edi-
ficio em que lem de esUlietocer-se boacilal.
O medico encarregado deste hospital, o IHm. Sr.
Dr. Augusto Carneiro Monleiro da Sil Saakw.
lem i abalmenle desempenliad a sua miims.
o vivo inieresseque lem tomado por esto i
c-io superior a qualquer encomio, e digan i
particular consideracao
O Sr. Joao Anioniu Coellio, r.imriimoa 10 me-
tes de seus serviros gratuitos cerno baraaira aais-
grador e applicador de ventosas neste awsairol ; as-
tes serviros, ni minha estimativa, saa mpmitmt
uma csmola de -J(iO-"T M)0 rs., e dexem sar
ciados por osla junta como merecem.
Os eopregados do esuWeaiaenlo tcm-ssj i
duzido regularmente.
Linilliram-se 43 arcoes por 31)
gnus dos quaes, ji tinbam cuniribaido
esmola pan o hospital (quando prtwiserie, 1 i
do-se por conseguiule emiuidis 8031
em resultadu o'.16 accionistas.
Km vrtudc dn disposto im n. n das e-U4H-
tos, pissou-se titulo de bemeil^es aoslHma. Sr.
Caeuno Cyrac da Costo Moraira a Jii<(oo Pares, a
de Andradc.
Hovirociito peasoal.
E^'iani.......... .,
Enlraram Portu^ue/c-......j,|
a Hespanhol....... |
ai
Fallecerain l'uilugue/.cs...... a
Sahiram curados ditos...... |-
Hospanhol..... i
Exislemcm iratimonto...... tu
Movimeniuda caixa.
Evislij em tide julhu. .
Recobeu-se no irirnestro .
Tata, .11
mantm
I.Kt\VM9770
Pagou-se o saldo da compra do
terreno, siza, laudemio dos-
pezis........
Empregou-se no maleriil. .
espezis que se literam rom o
bospiul .......
Existe em caixa induindoder coa-
tos, quinnentos dncoento axato,
e quinheales em umi laura da
Banco .......
*mmnm
3W60II
l::.M87f
I0:fi077oa(l
mmmwn
2V Assim cerno lambem na., sa peste i
ni.urna i vantade I.amana. O qac a
sao e-.eiicialiii-uie livres, bem qw I
la|e outra lioila.
2i> S. Ihomaz depois de mostrar qoe a ventada
que Dios Um do lim nao he caos, rta vesslada qaa
elle lem dos mama, acere-remalad.via .11* ejaar
que es.e* me.-------.lirain aa lira a caatlai J'4.
co.e7 ,| ,-rul la chote arsar Ir ma./, aaaSs er
ii esl pai o canse ,IH mol/ ;'i"i la omr. Ma U*
Por ronseguinte ella ,. a ra,*, p,|. ..^.^
roas nao he por caes, do .nolis, qae a aaer
Isso significa rom claramenteDen. qaer a-r. raa-a.'
purque quer, seo querer lem alea raas aata-
cente que seu querer u.rs.no. logo b. Une ; *..*
u Dr. querendo confundir Inda, tradaz a* aalavrasi
cima transcripta* em francs por e-tas entra. par
cuiisequeiicia Dos quer a rou-a pan a 1
nao be por causa do motivo qoe elle a i
Qual era a razio qn. le.ou a l>r. a d-hcarar m-
sim o .entilodas palavra* de S. I bosnaz a aare-
senla-lo ao mando c. mu duendo u.n Ul ililli, *
Sen possivel qu- akueru qae teaha nliDiin jii
pu'-a d.zer que se queira algama caa aa* aale
m divo, roas para o m tivn ? O que MgaHiea qaerr.
2T C0U5* '"'" "TO' ** '* P~**n-
S. Tbomaz mostrando qae ha livre avhilri. #m
Daos, rita eslas palmas de Sanie Amtaacst, : I _
pinto Santo di.lr.hue seos leas a costa m eaais-sae
quer, islu he -eeiiulo n sen lisie .rbilr... aam *W-
decer .. necrsudade. T. I p. MI.
poda deixar de ler lido nelle a. palavra* a
cripta*, e porque poi. .tuda assim. calmas part-
nai em sustentar os .,u. rm, teal
de querc laa apadrmhar aam aqaelle i
refuta, comanda Ma* ,i., adiar aaim diem ve.
se conhecimenlo |
Sera' assim que e discute de boa fe?
S. Tbomaz du mus i.a moma pagiaa :
Nm m-sinos temoso livre .ibilrie a rri|iil. .1.,.
cousas que n.lo queremos iiecessaria oa mstim-i
vamente ; puis querer .er lelu nao he de Bsr-a ar-
te nm acia livre, mas am acia iiiIisk-Iiv... He fe
uso qae os nalros anima, cojos m.vn
sao resalados peln [
... .ti-iiucii da Datareis aa sast
is,o qoe o Dr. exii:. para derlara-lo livre, assegura- considerados r o daH.ao. do atora artosa. I*
mo-lhe que iienhum ichara, senao lalvez ellle que Dees qoer nere..r,.meisl. sea b-mdade tkt
.. .......cuasas qae elle nio qaer aere*Mriaanilt. ras<
Mueni nao ve claramenlc enunciada a liberdade temo, prvido ,rl ;i elle lem a livre afinan* re
comque Dos procede.nas iccr-s externasne-ta. u- I l.tivaroent. s e..u.'.sq.e na-quer .see^ri,..
Iras palavras de S. I homaz :-Mas, .lie nao qaer a, Sendo o mal da i-erc.do, lu ,, u Ma lZ*,
outras cousas MWla por uma necessidadehipathelia, I na nem. panana. d,r,clmenle noim.1. a' Im i.i.
islobe, uma vez sopimsla que elle a* quer. mo pode divina pela qual Dos qae l.da. ca*,^.
deixar de a* querer Lma vez supposto que elle Icmos pruvad-. art. 3 he exide le
as quer, ala exprime claramente a possibilidade de sivel aue queira o ,,| tlJllL ella
nao as querer '. t o ente qoe quer uma cousa po- I arbilno, po-* pasta - |1| j, .)r. mm .
denlo nao qncre-la, nao sera oro en e livre | opposl... As.., Ih. |MK 1 que admira nau he qe a mlelligencia do Dr. q0, Xo ,,j,, aaakm cohio o*
n3o aomprelienda as cusas, nao obslanle a sua gran- \ querer lenlar-no. ..u a ,,,
de caparida.te o que admira he a Taita de sinc.ri- i Allrever-*e-ha o Dr. \ ril.r ajalto S.a I Iwraar
dade com que proaed*. Iiapoii ... palav,;le S. pajr. prova, aa, Oem fZtSil tZEfiL]
eimm *
^me he aasaja*
rsaasaja eo
seta parrar.
r. . i *cl, " "'iiisii reno ue que noaliln re ron-
liveram merre da serventa vitalicia dos ollicios seulm na publicacao de suas carlJs. fui j, coala -
narliaor do unm a,, ..,.,,... i.-,^ __- j _________. j i"......
psrliaor do jui,,. ,1o larm* da Aracalv na pro- do com essa reme."
"/'.....'-'ar'.l.oiz Candido IVrreira Chaves ; 2 Indigesta, porque a nao lem a doulor. am
Segundo labell.a e escrivao de orpl.aos do termo | em vez di ler e-rrlplore, da primeira orden,, |
IdaS. Paulo Joaquim de Oliveira Cezar.
l'oi ipresrnlada o padre Seraphim Jos da Sil.a.
do a principal o rerri.. de eirar ou fa/er algum fal-
so prr.gnoiliro, que xa ollender o ruelin.lin .le algum
raiididalu, qne he a ento mais -u eepluel que ,o-
nhero.
Por derreio ,|e ;.; ,| , | rj r?mnvl,| 0 j,
de direilo I ir .luuel Joaquim Ayres do Nasrimen-
lo, da comarca de Sobral deatc-nodn entrancia, pi-
ra a da i ortale.a. de lerceira enlrinc.i, no Cearu.
ler Baldar, medico alternan, propagador Sfguudo
me diz n amigu Y, da doulrina do Dos vonlade,
dn Dos intelligencia e do Dos enaibilidade, a
qual ludavia o doator venden enmn sna, assini como
ja o fez em outra nreasiao eom a tbeoria econmica
de Ralhiir.
Onanln filstdadi, desafumos o dmilor para qne
a manir,
de ten dever
para a refalara.)
na,, fluir
.|al. ih,.I.iiio.
ua propnsl... peia
i.lo.p.n- qajeaa a a.Vt eara dW
ini prefara i ,a4tatv> as
pila qual tm
MUTTL^DtT


/
Existo em vales para recebar. .
liara em recibos de mensalidades
do primeiro trimestre. .
tem ditos do segundo.
tem ditos do tereeiro.
tem no terreno
tem em caixa,.....
Rs.
2:702*000
oiftio orNiuiiueo sexta pura 21 n iovimuo i t\m
19(530K)O
2760]00
1:6209000
6:4088020
10:6079550
2t:800580
Hospital Portugus de Beneficencia em Pernam-
buco 5 de outub'o de 1856.Bernardino Gomes
de Carvalho, presidente interino.
RelacSo dos doentes que foram tratados no Hospital
Portugus de Beneficencia em Pernambnco, no
terreno trimestre da sua fuodacao, a contar do
da 6 de julbo a 5 de outubro de 1856.
Molestias ordinarias.
Curados ou mehoradot.
Portuguezes.
160 Antonio Rodrigues, Porto, 20 annos, sol-
teiro.
161 Antonio Rodrigues, (tendo sabido em '2 de
juiho, entrou novamento em 13 de agosto.)
162 Antonio Francisco da Costa, Oliveira d'A-
croeis, 14 annos, solteiro, caixeiro.
)63 Francisco Jos FernandesAnlunes, Santa-
rera, 43 annos, solteiro, trabalhador.
164 Manoel Pinto de Oliveira, Villa da Feiri,
20 annos, solteiro, caixeiro.
166 Joaquim Gomes da Silva, Porto, 4* an-
uos, casado, martimo.
166 Luiz Martins Pereira, Vianna, 37 annos,
solteiro, estucador.
137 Joo Luiz de Burgos, Lisboa, 37 annos,
viuvo, martimo.
Hespanbol.
168 Pedro Marstano (2) Barcellona, 19 annos.
solteiro, rnariticno.
Fallecidos.
Portuguezes.
169 Antonio Martins Kua, Vianna, 38 annos,
solteiro, estucador.
170 Jos do Souza Delgado, S. Miguel, 29 an-
uos, solteiro, carroceiro, (24 boras depois de en-
trado.)
171 Manoel Jos deArauju, S. Miguel, 67
annos, viuvo, carroceiro, (quando ae tirou da rede
ein que foi conduzido, verilicou-so estar mono
F.xistem em tratamento.
Portuguezes.
172 Jos Francisco da Costa, Porto, 35 annos,
solteiro, sapateiro.
173 Manoel da Silva Fontes, Porlo,34 annos,
casado, marcineiro.
174 Antonio Fernandos, Potlo,38 annos, casa-
do, tanoeiro,
175 Joao Manoel Alves. Traz os Montes, 20
annos, solteiro, caixeiro.
176Christovao Jos Mendes, Pono, 24 annos,
solteiro, martimo.
177 Joao Pacheco, S. Miguel, 67 annos, sol-
teiro, martimo.
178 Domingos Francisco Gomes (2), Porto, 24
annos. solteiro, trabalhador.
179 Joao Valente, Porto. 18 annos, solteiro,
martimo.
180 Serafim Francisco de Almeida, Villa do
Conde, 30 annos, solteiro, arebitecto.
181 Jos Gomes do Nascimunlo, Barcellos, 26
annos, solteiro, caixeiro.
Est conforme. Hospital Porluguez de Benefi-
cencia 5 de agosto de 1856.Manoel Ferreira de
Souza Barbosa, secretario.
&<<>mthtt'iw.
rrtACA W RKCIFE 20 OE NOVEMBRO AS
:t tioltAS UA TARDE.
Colarles olliciaes.
Aburar mascavado 28710 ti 3J000 por arroba
com saec.
Assucar sonieiio3|600 al 3s<>j0 por arroba com
sueco.
I rete da l'arahiba25 d| para assucar 9|l<> para al-
godo,
l'rele daqui par Liverpool2S di e 5 5 0|0.
r'rederico RobUliard, presideule.
/>. Borgts, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 d|l.
Paria, 346.
Lisboa, IW a 100 por " de premio.
Rio de Janeiro, 1|2a I por upja 15 30 das
Acces do Banco, 10 a i.j de premio.
ii o ciimpauhia de Heberibe 548000.
ii o compauhia Per .ambucana ao par.
i ii Ulilidade Publica, 30 porceutoda premio.
< Inilemnisadora. 52 dem.
a d* estrada He ferro 20 por 0|0 de preui'O.
Diseoulo de lettras, de 7 a 7 1(9 por (>|o-
Dito do banco7 a 8 por 0|Q.
lluro.(Jocas hespanhlas. .
Moda de 6S00 vellias
('..- ii novas
b 48000. .
Trata.Patacoes brasileiros. .
Pesos columoarios. .
a mexicanos. .
Aerees de companhia*.Estrada de ferro de D. Pe-
dro II : 28 descont.
Banco
  • Brasil: para 31 de dezembro,
    121o pr.
    Banco Rural : I >s; pr. a dinbeirn.
    Paqueles a vapor : para 29 de abril, 1208
    pr.
    Onjas da patria: 303100.
    (eorge llnsoii, presidenlc.
    .limo Secerino da Silra, secretario.
    As trausacres em cambio foram boje importan-
    tes, lechan lo--e lirme.
    Alrin das Iransacrije* cima referidas venderam-
    e acces do paquetes a vapor a 1108 premio para
    30 de marro.
    I-retnii-- un brizne hespanhol para o Rio da
    Prala a 7 reales Montevideo ou 8 reales Buenos Ay-
    res. Fretaram-se mais duas embarcares para 'o
    Rio da Prala e Valparaito, porm os pormenore
    lulo transpiraran!.
    Vnderam-se 10.000 sacras de cafe.
    BUENOSAYRES, 31 DE OCTBRO.
    Imporlacfto.
    A socar.A procura para o de Pernambuco lem
    afroaxado poreilarem os relalhistas tuppridos e pre-
    ferirem esperar a entrada da safra nova. Exislenci*
    4,125 barricas e lliiil saceos, a mor pnrle de quali-
    dade inferior. As vendas do me/ foram 58 bsrric*>
    a 8 70 1|2. ti) l|2. 8 80, direitos pagos, e 8 48 pelo
    mascavado viudo no Deseo; 9iti barricas e lli" meias
    de 89 11 i a b5, direilos pagos pelo branco, e 8 50 o
    mascuvado.
    Da Bahia, pelo Sophla, 2(i7 barr-* e 17 saceos de
    18 a II 1|2 rentes fortes em depolo.
    De Sanios Kio de Janeiro, 205 barris pelo i* - ci vcinler.inii- a 8 *. direitos pagos.
    Arroi.Do Brasil 100 saccas pelo l'eiro II a 28
    1|2, dlreitus pagos.
    Farinha de Irigo.As excessiva* entradas em ou-
    tubro (31,000 barrica) dos Estados Unidos em di-
    reitura e do Ido de Janeiro, tornaran) menos favo-
    ravel a posigao deste genero desde o mez passado,
    decorreudo mais de oito das sem baver urna so ven-
    da. O pri-cn foloro depender da nossa boa ou m
    colbeila do iriso.
    Vinho.ti da Calalnnha continuam em boa pro-
    cura e suhiram ; 230 pipas anoazeuadas ventltram-
    se a 8 l.'.'Tn. direilos pagus e um pequeo lole do
    interior a -> 1,850.
    AKuardenle de caima.A do Brasil omito frouxa;
    os possuidores tem grandes existencias e procoram
    enlabolar negociaron)com os negociantes de retalho.
    >s quaes se acliam sullicientemenle prvidos. Veu-
    deram-se 780 pipas acerca de 8 1,935 a 8 1,900 por
    28 ga'les, direilos pagas. O pequeo lote pelo di-
    fiero obteve pas. 17 em deposito.
    (jeuebra.Tein-se loroado procurada : as vendas
    fobre 2,110 ranas e 1,289 gsrrales a 15 l|2 reales
    forte-, e I,oo jrralo- pelo Cano a 8 50 direilos
    pasos; 400 calas a 2| reales fortes, direilos pagos,
    o 400 caita* a 0 105, direilos pagos.
    Viodo.As entradas do mez otcam por 1,570,000
    ps ; 2 cargas de Memel veiiderain-ae a 36 palarde*
    por mil ps a burdo, e 180,000 p* pelo Cari Fre-
    denick ivqualidade inferior), a 31 1|4 pataees; ou-
    tras cargas a 33 e a .12 palaces. Do pinbo de resi-
    na 2 cargas a 50 palaces, e 1 a 18 dilos.
    CarvHo.Oio toneladas, vendidas antes de chega-
    r*m, 9 1|i palaces, i 10 a 10 1|2. lia procura ao
    primeiro nlgarismo.
    Oucas.Os exiremos foram 3 321 e 8 316. A co-
    larlo lino ion, foi 8 335.
    Cambio.Sobre Londres 69 a 68 ps. Paris, frs. 8"
    a frs. 86,50 por unja.
    Exportable.
    Couros salgados.Ultimas vendas de55a55 1|2
    reales fortes de saladero, 10 a 51 maladouro. Sem
    existencia.
    Sebo. Fez-ae urna venta i 17 1)2, eslabeleceu-
    do este algrismo urna bana de I 1 iS rl. sobre a ven-
    da antecedente.
    Carne de \arque.Sem existencia, e sem contra-
    to, excepto para urna carga a 3 6 lfS fortes a entre-
    gar em Janeiro. Mercado lirme a esla colaran.
    Couros seceos.As cotaroes silo 65 rls. fortes para
    Allemanha, 62 t|2 a 63 para'Hespauba, 63 paraos
    Estados Luidos, 63 l|2 a 61 para Geuova os peque-
    nos, e 58 a 59 os grandes.
    Sem existencias e muilo procurados.
    MONTEVIDEO 1 DE NOVEMBRO.
    Importaran.
    Vinbo.O de Calalonda tem melhorado. A car-
    ga do Matea indii vendeo-se a 8 81 a bordo.
    Agurdente de caiin.i.C-da-w a do Brasil a 8 85.
    Genebra.1,600 (artatoea e 800 caixas venderam-
    se a 18 1|2 rls., 550 garrares a 18 l|i rls., e oulra-
    de meuor importaucia a nutros preros. Este artigo
    lornou-se frouxo |s rls.
    As*ai-ar.Do Rio venderam-se 766 barricas pelo
    Improviso, primeira qualidade 22, segunda qualida-
    de 17 3|4 rls.; e .131 barricas mascavado pelj Inerte
    a 19 1|2 rlf, por arroba. Cotam-se a pernambucauu
    brauco 27, mascavado 20 rls., Santos branco 21,
    mascavado 19 por arroba a bordo.
    Arroz.Do Brasil 12 rl. Tem afrouxado.
    Male. 3,191 len-os 1,183 meios de Parauagua'
    venderam-se a 30 rls a bordo.
    Sal.Vendeu-se urna carga a 17 rls., e ontra a
    16 rls. por fanga ; depois outras de 16 a 15 rls. for-
    tes.
    k Pind. Mullo froino: io.1100 pc< pelo Aeir-
    YoTk alcancar.ini smenle 32 3|i por 1.000 ps.
    CambioSobre Londres abno-se a 43 d. e subi
    a 43 1|2 d.
    288i
    288500
    165000
    16CO00
    9*000
    28000
    28000
    ll60
    ALFANDEliA.
    Hendiinetilodo da 1 a 19. .
    dem do di 20......
    319:9805708
    22:6603729
    Afrouxou oepai repenlinamenle e fe-
    cli 'u-e a 2 l|2d. por peso. .
    Paris. Abrio-se a 86 1r2 a 87 fr., e declinou a
    85 6(10 fr. por peso.
    Exportac.ilo.
    Cooros.Hasta data suliiram todas as qualidades-
    O lotes que apparecerain adiaran) fcil veuda a pre.
    tos mais altos. Espara-M mu la maior alia. Colam-
    se os de 10 libras a 87 rls. Os leves para o< Estados
    I nidos a 86 l|2 a 87 rls., e para o Mediterrneo a
    80 rls.
    Cooros salgados. Os xarqueadores coutralaram
    todos os couro'. (Mata os saladeros a70l|2rls.;
    mntadouros de 7 1|2 a 75 rls. as 7) libras
    Sebo. Cola-se a 21 e22 rls. por arroba ; tata
    ludo contratado.
    Carne xarqueada. Colamos 6 3|l pitaces por
    quintal. Sem existencia.
    (Jornal do Commero do Rio.)
    BAHA 14DEOLTLBRO.
    Camino.-.
    1 dito de
    gueia dcM
    :M2:617437
    Oetcarretam Ao;e 21 de notembro.
    Barca ingteallermioiieinircadorus.
    Brig'i ainWicanol'homaz Wallcrbacalbso.
    Ilniiue inziez lcene dem.
    Brigoe inglezOlemferro e carrillios.
    Polaca saidaAnuao reslo.
    Polaca besianlioUGuadalupepipas de vinbo.
    Brigu portoguezRelmpagodiversos gneros.
    Escuu briileiraZelosao rcilo.
    IMPOHTACAO.
    Vapor naMonalaParaua' viudo do sul, mauiles-
    tou osesuii te :
    I pacote guora-se ; a Joaquim Jos de Amonm.
    I dito di o ; a Novaes & C.
    94 rolos I imo ; a Novaes 6; C.
    1 caixao gnora-se ; a Juaqoiui de Oliveira Mala.
    1 dito dte, ao Banco.
    olba dito ; ao desembargador J. M. 11-
    i dio.
    ;t calile ignora-se ; a lote Martins da Silva.
    I dito diti ; a F. Maestro.
    I encapad j ignora-se ; a Tiium Momsen & C.
    I eaixole pilo ; a Scrro S. P. Ltile.
    I vnluinequeijo- ; a D. Auna A. Vanderley.
    I dito ignora-se ; a Autouiu da Silveira Maciel.
    1 dito dild); a Lasserre A Tissel Freres.
    I dito dild,; a Couceiro S. do Reg Barros.
    I dito dild; ao Dr. G. M. W. Drumond.
    I dito dilol; a Carlos Fiedler.
    1 dito rttto!; a Dwgo ilalliday.
    I iiitodiiu ; Hypolilo Dimoiid.
    I dito dito ; a Joaquim Jos Alves de Azevedo.
    I dilodilo; aj. K. Rostron.
    I dilo dito k a Bailar A; Oliveira.
    I dilo jolaat; a Miguel fi.
    I dito igno^a-se; a Joaquim Antonio da Costa
    Miranda.
    X)NSULADO GKRAL.
    Hendimento Jo da 1 a 19.....27:6558596
    dem do dia-20....... 2:l88s989
    30:l!.tJ>485
    llVBRSAS PROVINtJAS.
    Hendimento do dia I a 19 2:905:li:t
    dem do dii 20........ 1798087
    : 3:1258130
    DESPACHOS DE EXPOKTACAO PKI.A MESA
    DO CONSIJIADO DESTA CIDADE NO DIA
    20 DE NOVEMBRO UE 1856.
    Porlo__Brigue porluguez uS. Manoel I, diversos
    carre*adores. 220 saceos e 26 barricas assocar
    branco e mascavado. 82 couros salgados, 1,100
    ponas de boi. 98 saceos gomma.
    Biiciios-AvresPolaca despalillla Viageiro, Viu-
    va Amorim & Filbos, 320 saceos assucir branco.
    Liaba*Briuuc proluguez Soberano, diversos car-
    regadores, 170 sa eos assncar branco.
    PliiladelpbiaBarca americana Lu.mu, Mallieos
    Aoslin A; C-mpauliia, 1,900 saceos assucar masca-
    BuenoslAvres- Brigue hespanhol Miguel, Amo-
    rim Imita), 10 pipas agurdenle.
    RECEBEDOKIA DK KKNA INTERNAS t.E-
    MAES DK. PERNAMBUCO.
    Hendimento do .lia 1 a 19 I.6798'8)
    dem do dia 20........ 1:070*k>6
    I5:7.>0ff3l
    CONSULADO PROVINCIAL.
    Heudiineuto dodia 1 a 19 26:7>ll76
    dem do da 20....... 1:6763652
    Londres a 60dia de vista,
    Paris........
    Ilamburpo.......
    Lisboa o n .
    Dobroes bespantiocs .
    )/ da palria ....
    Pecas de 68100 velbas. .
    de 48......
    Soberanos.....
    Palaces brasileiros. .
    Hespandoes .
    Mexicanos .
    l-'relex.
    Canal a ord. para o Keiuo I nido 0 s. a 15 nom.
    Entre Havre llamborgo 10 s. a 15 nom.
    Bltico 45 i. a 15 nom.
    Liverpool 30 s. assuc. nom.
    1|2 por libra ais.
    Londres 10 s. oom.
    Hamburgo ou Bremen 33 s. a 10.
    Trieste 15 . a 50.
    Havre ou Marselda 60 nom.
    (Diario da tahia.)
    27 3|id. i 28.
    315 a 350 u fr.
    650 (iliiiin. b. nom.
    98 a 100 por rento.
    298000 a 29*200
    298000 i) 290200
    168000
    98000
    88800 90000
    18920 18960
    18810 > 18860
    18920 18960
    lhod'1852, faz publico que se acham deposite,
    dos, no deposito geral dous escravos, Antonio, na-
    cao Cassange, dade de 35 a 40 annos, Clorndo,
    naci Congo, idade de 40 a 45 annos, com urna
    belida no ollio esquerdo appreliendidos pela polica,
    os quaes sao considerados liens de evento, por se
    desconher seus donos, e para qne seja cumprido o
    que conlemo sobredito ari. manda publicar pela
    iraprenss, para que no prazo de 60 das comparega
    quem aos ditos escravos lenha direito, findos os
    quaes se proceder a arremaiarao pela forma deter-
    minada no art. 4 do citado regulatnento.
    E para que chegue a noticia de todos mandei
    passar o presente edital, aos 12 de uovembro de
    1856.
    Theodoro Machado Freir Pereira da Silva.
    Olllm. Sr. nspecior da thesouraria
    provincial, cni cumplimento da resaludo
    da junta da lazenu^a da mesma thesouraria,
    manda fazer publico que- no dia 27 do cor-
    ren le vSo novametrte a praca para sercm ar-
    emalados a quem por menos lizer os con-
    tratos seguintes.
    F!mpedramento do 20 lauco da estrada da
    Victoria avaliado em 5:9098700.
    Dito do 21 lanco da mesma estrada avalia-
    do em 8:6958500.
    Lauco da estrada entre a cidade de Goian-
    naea ponte do Bujary avaliado i-m 13:4318.
    Conservado permanente da estrada da
    Victoria, por lempo de 10 mezes, avaliada
    em 8:5008.
    Dita dita do sul, avaliada em 8:5208.
    Dita dita do Norte, avaliada em 2:2888
    E para constar se mandou allixar o presen-
    te e publicar pelo Diario.
    Secretaria da thesouraria provincial de
    Pernambuco 14 de novembro de 1856.-Ose-
    cretario, A F. d'Annunciacao.
    O lllm. Sr. inspector da thesouraria
    provincial, em oampriroento da resolucSo
    da junta da fazenda, manda Tazer publico,
    que a obra dos reparos da ponte de Pi rauhi-
    ra vo novamento a praca para serem arre-
    matados a quem por menos lizer no dia 20
    do correte mez.
    E para conslar se mandou aflixar o presen-
    te e publicar pelo Diario
    Secretaria da thesouraria provincial de
    Pernambuco, H do novembro de 1856. O
    secretario, A. K. d'AnnuociaQao.
    Pela inspeccao da alfandega se faz publico que
    no dia 22 do torrente mez depois de meio dia se
    bao de arrematar om hasta publica, porta da mes-
    ma reparticao, sendo a arremataco Hvre de direi-
    tos ao arrematante as mercaduras abaixo designa-
    das ja annunciadas em edilal de 30 das.
    xm marca 2 pedras de cantara pequeas no
    valor de 28 cada urna total 45.
    1 gaiola no valor de 100 rs.
    1 emastra vasia no valor de 20 rs.
    Marca F. 16caixoles com ameixas e peras cm
    mo estado no valor de 100 rs. cada um total rs.
    1 8600.
    Letrer0 1 eaixole com marmelada inteiramente
    arruinada no valor de 20 rs.
    1:190 paroleras, tendo algumas azeilonas inteira-
    mente arruinadas, no valor de 20 reis cada urna,
    total 239800.
    Marca A. C. 1 barril vasio no valor de 100
    reis.
    Marca F, 30 caixoles vatios no valor de 40 reis
    cada um, total 15200.
    Mana M. 10 barricas vasias no valor de 200
    res cada urna, total 28.
    25 barris com aduelas no valor da 28 cada um
    total 505.
    36 ditos ditos no valor de 28 cada un total
    72.
    Marca B. C. 1 barril vasio no valor de D00 rs.
    Marca C. 0, 1 caixa com rap naccional
    em mo estado no valor de I!}'.
    1 dita dita no valor de 1U8.
    Marca R. B. 1 dita com 195 livres impressos
    em broxura a 500 rs, cada um total 97^500.
    Matea Y.L. 1 caixa com 40 embrulhos de colxe-
    lescom (6(3 grosas de pares no valorde3d9C>640.
    Lelrteiro i embrulhocom 12 folhetos impressos
    com 18 eslampas pequeas no valor de 20 reis
    cada urna total 300.
    Sem marca 3 garrafas com alisinlo, no valor de
    500 res cada urna total l500.
    S. M. 16 ra.Ionio, de papel para imprimir, no
    valor de 100 rs. cada um, total 18000.
    S. M. 1 caixa com roupa e mais prepares para
    mascarados, sendo ludo usado, no valor de 258000
    res.
    Marca H M 100 livros inglezes e francezes em
    mea encadernafo, e em mo estado, no valor de
    800 reis cada um, total 805 rs.
    78 Tldelos no valor de 400 rs. cada um, lolai
    3IJ5-200 rs.
    S. M. I caixa vazia no valor de 18 rs
    S. M. 1 dita comalguma roupa bstanlo usada,
    no valor de 15600 rs.
    1 Dita cotn alguraa roupa de passageiro usada,
    no valor de 38 rs.
    1 Dita dito dilo no valor de 15000 rs.
    1 Dte dito dito no valor de 15000 rs.
    1 Dita dilo dito no valor de 28000 rs.
    S. M. 3 embrulhos com '.'.0 aboluaduras de
    melal para casaca, no valor de -8000 rs.
    S. M. 6 l|-2 garrafas de vjnho branco de Lis-
    boa no valor de 400 rs., cada urna, total 25400.
    Ocaixas de papello com chapeos de palha en-
    feitados para senhora no valor de 28 rs. cada urna
    total 128 rs.
    1 Sarco com roupa no valor de 18 rs.
    1 testo vazio no valor de 100 rs.
    1 Lata va/.ia no valor de 100 rs.
    Allondega de Pernambuco ls de novembro de
    1856.0 inspector Bento Jos Firnandes Ra-
    mos.
    ment dos donos, Secretaria de polica ds Pernam-
    buco 20 de novembro de 1856.
    CONSELHO ADMINISTRATIVO.
    0 conselho administrativo tem do comprar o se-
    guinte :
    Panno azul para sobrecasacas e caigas royados
    3,139, dito para capotes ditos 6,582, bai'-ta verde
    dilos 2,483, panno preto ditos 398, casemira car-
    mesim dilos 400, esleirs 1,670, casemira azul
    covados 25, luvas brancas de algodo pares 120,
    foles inglez pequeo 1, sapatos pares 2,061
    Quem quizer vender esles obje.'.tos aprsenle
    as suas proposlas em caria fechada na secretara do
    conselho s 10 horas do dia 26 do corren!
    mez.
    Secretaria do conselho administrativo pata for-
    necmentodo arsenal de guerra 19 de novembro de
    1856.Bento Jos Lamenha Lins, coronul pre-
    sidente.Bernardo Pereira do Carmo Jnior, vo-
    gal c secretario.
    THEATRO
    DI.
    tera' lugar quarta-feira 2 do correte, i
    as 10 liorat da manhSa, no armazem do
    ageute anDUnciante, sito na ra do Col-
    legio n. 15.
    Antonio L. d'Oliveira Azevedo larleilSo, por1
    inlervenrao do asente Oliveira, de cerca de 100 pe- I
    rasde cabo* do Cairo. 17 dilai luo. de lindo, e mui-'
    lo* artillo* proprio* para navio*, como sejam Salo*, !
    ollioei, argola*, porlalii', ferrigeni de versa*, sapa-
    las. rrnqoe*. patiadaret, 551 libra* de promos de I
    chumbo e 1(10 lata* de Hala branca : *e\l-feira, 21
    do correnle, ai 10 lluras da mandila, no armazem da
    Iravessa da Madre de Den* n. 5.
    *lt> $0$ &u>cy0p*.
    ESPECTACl LO SOB A D1RECCAO DO ARTISTA
    O SK. SAMA HOSA.
    BENEFICIO
    DA SHA. D.
    /'/o'""/'/
    'vto//>
    EDO SR.
    .niui rama u mn lima.
    Quinta-fetra 27 de novembro de 1856.
    Depois que o Kxm. Sr. cnn*eldciro pre*idenle da
    provincia te ibsnar comparecer na Iribuua, o* Sr*.
    profesores da banda de musir militar do corpo de
    pnlicia, de que de inestre o perito Sr. profeisor Pedro
    iVolaaeo Btpliit*, i'vciiiara,) un, ,|.i* -n i* melhore*
    oaverlura*.
    1- inda a qual subir' a' -ceno a muilo linda e in-
    toressanle comedid joco-*eria em (res actos, intitu-
    lada,
    A S-:.\SIBiUII.4!IE
    CIME,
    Adores :
    As Sras. D. 1-lorinda Knulh, Jeiuina, Alexandri-
    na ; os Srs. Santa Rosa, Alves, K'beirn, Kozendo e
    Lima.
    Os inlervalloi erilo preenchidos com as meldores
    pegas de muiica do reperlorio do mesmo Sr. Pedro
    Nolasco, e entre as qones execularao (a pedido de
    umita- paseo), .i aria da opera,
    O Trovador.
    Dar'
    far^a,
    liin ao espectculo cora a milito jocosa
    V CRIADA ASTUCIOSA
    0 BICUDO S0MN0LENT0.
    lie este o espectculo que vai ser presentado o
    Ilustrado publico desta culade, de qoem esperatn a-
    colliinienlo.
    O h Mide- poderu ser procurados em casa da be-
    neficiada, ra de Hurlas, sobrado D. 70.
    Principia* n* horas do coslume.
    vrt)0O5 9&nittmf&.
    Rio
    de Janeiro.
    Espera-se do A n' o brisoe ulmperador do Bra-
    sil, o qual depois da snlticienle deiuura para recber
    escravos a Irele, sesuira' para o porto indicado :
    a tratar com .Manoel Alves liuerra, na ra do Tra-
    piche u. II.
    AO RIO DE
    Janeiro
    Utoirittttttto 0o petio
    &t*t*l0t$.
    28:l27sH2N
    I
    KIO 1| Li KOVEMBHO.
    I vlwes olficiae* d\ junta din correctores.
    Cambios.Loudre*:!27 1(|2, 27 :l| e29 5|8 a'JO d.,
    lelras *WccailUk a 27 1|2 a 90 ds.
    Antuerpia : :i\}7 a '.lo d*., eiu Paris, le-
    tra* suradas :tas a 90 ds.
    Havre, pafavel \em Paris :i'i5 a 317 a 90
    dias.
    Saclos entrados no dia 20.
    Rio de Janeiro e porto* intermedio*7 dias e 1 do-
    ras, vapor b'asileiro Paraoa, commaodante 1".
    1. Horses.
    Montevideo22 dia*, polaca liespanhola nElesan-
    cia, de 201 toneladas, capilla Pedro Man-lanv,
    eqaipasem II, carga 50 toneladas de pedra e ire'a;
    a Amorim Irmaos. Perlence a Barcellona.
    Mulos22 dias, brigue porlucoez nAmalia 1. de
    :I17 toneladas, capilAo Jlo Antonio da Silva Mal-
    ulo, equipagem lo, cars.i SO toneladas de pedra e
    rea; a Mano-I Juaqoim Ramos e Silva. Perlence
    a cidade do Piulo.
    Baeoos-A\rrs--3:l dias, barca franceza Induilriea,
    de 222 toneladas, capilAo M. A. Gelle, equipa-
    sem 13, em lastro ; a Amorim I raos. Perlence
    a Dieppe.
    New Porl12dia. barca inzjeza uAunie Scoll,
    de 221 toneladas, capilAo Jodi Me. (iresor, equi-
    pagem 10, carga carvao de pedra ; a Scoll Wil-
    son A; Com pin ina. Perlence a Arbrolb.
    Rio de Janeiro e porlu* intermediosti dia, vapor
    ingle Tamarii, commaudante John Jellicoe.
    Navios laMdos no mesmo da
    Rio de Jane-roBrigue brasileiro Liberal, capilAo
    Manoel onr-alve* Ferreira Mia, carga aisucar e
    mais gneros. Passageiros, Auna l-'ilippa da Cos-
    a Uome* e 1 Tilda menor, Maria Jos da Silva,
    Joaquim Pedro, Joaquim Jos da Cucha Guima-
    r-es.
    Assu' e Rio (Iranile do NorteUiale brasileiro An-
    gelical), meilre Jos Joaquim Alves da Silva, car-
    ga [alendan e mais gneros. Passageiro.*, Pedro
    Jos de Carvalho e su lillia, Aususlo Tavares Ro-
    dovalho. Sim.lo Joaquim de Souza, Luiz Antonia
    lerrcira Santa e I esxravo. Antuniu Ferreira S'iu-
    lo, Joaquim lunario da Silveir., Joi Fihppe da
    Peuha, Franci*;o Paulino de Almeida Castro, llal-
    li i no Saraiva .cao. Josc Joaquim de Souza. Fran-
    cisco Jos lime*, Laiz Pereira Jacome, Manoel
    Pedro de Alcntara, Viclor Pereira Jacome, Luir.
    Pereira de Souza, Mainel do Nascimeuto Ja Ko-
    eha.
    BahiaEscuna hull.indcz* nAnlje, capilao A. M.
    Schaafsen, cerg, pail d.i que irouie. Passagei-
    ro*, Francisca llu*a de Oliveira, Innncencio Mar-
    que* ile Araujo donrnkcs lo loriado, Francisco
    Manoel l'arai/.o Cavalrauli e I criado, I liorna/
    liarcez da Rocda Vasconcellos Multe Negro e 1
    criado, Americo Marques Cordeiro Jvlabi, Eduar I
    Rastere.
    Paradina Hiato drasileiro uCamoe*, meslre Ber-
    nardino Jos Baudeira, carga viudo* a maja g-
    neros.
    Observarlo.
    O vapor trancei (Brattla eguio para os porlos do
    sul no mesmo da de sua cliega la 19 do correte.
    19) llenla dnenlemartirtllar de -ariiinda rla-e.
    mmt&.
    O chefe da primeira sereno do consulado
    provincial, servindo de administrador, ein virlude
    do dir|>osto no trt, '1 dn rt^n'anjentrt da 3 de u-
    CORBEIO GERAL.
    As mala* que lem de eandnair o vapor Paran'
    para os porlos do norte, serio frenad*! boje (21) as
    3 lloras da larde, e recebem-se correspondencias com
    o porle simples al 2 1(2, e depoi* dem al se la-
    craren! com o duplo : os jornaes deverao ser enlrc-
    gues horas anti*.
    Correio cii!.
    Helar,! i das Carlas sesuras viudas do sul pelos va-
    pores brasileiro e ingle, para osseniores abaixo
    declarado* ;
    Antonio Vasconcellos Uenexes de Drummond.
    Bazilio de Anioriui Bezerra.
    Carinada Silva Araujo.
    Francisro Maria Dupral.
    I', de Paula Silva l.ius.
    F. Seraphico de A*is Carvalho.
    (aspar de M. V. de Drummoud.
    Joaquim Alves de Fraila*.
    J. da Cosls Honrado.
    J. Francisco l.avra.
    J. Manuel da Silva Si.
    J. de Oliveira Souza.
    J. Pereira Caslro C.
    I.oiz Francisco da Vaina (2)
    Melquades Aususlo A. P.
    @ KKPAKTltUO' DA VACUNA. @
    @ O commusaro vaccinador ]uo- @
    @ vincial, reconheceado que tnuitas @
    ^ penoat deixam de comparecer a 4$
    @ esta tepartirao em contequencia fi
    ;;;- da longitiide do lugar, avisa ao @
    @ respeitavel publico pie tem re- @
    ig solvido a vaccioar tambem as
    -@ trras feiras de todas as semanas, 8
    ^0 na casa de sua residencia, coitti- ^
    % nuanJoa repartiro a l'unccionar ^
    .;};- no torreSoda alfandega as quin- ttu
    ^ tas c domingos: assim, us pessoas i;.
    @ que sequizerem vaccinar as ter- jj
    .;]5 ras feiras, podem dirigir-se das
    ;]a sete as nove horas da munliSa, ao
    j-i I andar do sobrado da rita Nova
    ^ esquinada do Sol n. (i().l)r. Joao j
    fi Nepomuceno Dias Feiiandes s'i
    O* senliore* que arreiu*taram lalhns de acou-
    gues pblicos na cmara municipal do Recife, com-
    parefuo na casa da inesmatemara eom seus liado-
    re*, para assisnar o* respeclivos termos O secrela-
    rio, Mauoel Ferreira Acciuli.
    Pelo prsenle Taco publico, que lodo o e.cravo en-
    contrado na roa* .ir.la cidade ou as Miradas dos
    srrabaldesda mesma depois ,lo i,,qui- de 9 horas da
    noitc, sera' preso c rci-olhido a' ca-a de d -ii-uroo, a
    castigado na manilla segunde cora 50 palmaloadas,
    salvo se o* escravos apreaentar bilnets siuigaaa pelo
    respectivo spihnr. declarando qne val a ata aerviro.
    O prsenle edilal sei' abaarvada pelo* agentes de
    pnliria, passado n prazo de l din* que licam marra-
    do, para que ehesue eila pratidenria ao rnoheri-
    segue com brevidade o brigue
    nacional MAItIA LLZIA, capi-
    tao Joao da Silva Moraes : tem
    grande parte do seu carregamento promp-
    to, e para o restante trata-se com o con-
    signatario Antonio de Almeida Gomes,
    na ra do Trapichen. 10, segundo an-
    dar.
    Har lili A o e l'ar.
    k o pal ha bote nacional LINDO PA-
    ^aflL OUETE, capituo Jos Pinto Nti
    nos, vai seguir com btevidade, podeainda
    rngajar alguma carga ; trata-te com o
    consignatario Antonio de Almeida (jomes,
    na ra do Trapiche n. 16 segundo andar.
    PAKA O PORTO
    segae com brevidade o superior tingue Esperanra,
    novo, da primeira viagrm e forrado de cobre ; para
    carga e passageiro*, Irala-se com Barroca fli Castro,
    na ruada Cadeia do IteciTe n. , ou com o capilfio
    na praca.
    Compaiihia ller-
    nambucana.
    Nesta typographia piecisa-se fallar
    ao Sr. liento A. K. lupinamba', <|tiemo-
    rou ou teve loja no pateo do Carino.
    folhinlias
    PARA 1857.
    Arliam-se a' venda as bem conhecidas
    olhinhas, impressas nesta tvpograpliia,
    das seguintes qualidades:
    FOLHIMIA RELIGIOSA, contendo aletn
    dos mezes, a bibliotheca do christio
    brasileiro. que se COmpoe de ora-
    qoctquotidianat, methodo de assistir a
    missa e conlissao; cnticos, psalmos,
    hvmnos, ollicio de .Nossa Senhora da
    Couceirao e muitas outras oraees de
    grande mrito, preio...... T>20
    DI IA DE VARIEDADES, a pial alcm dos
    mezes, conten, artigo* de agricultura,
    norrios de sciencias, artes, lei dos cir-
    cuios, tabella de impostos, e rcgulamen-
    lo de ai'ericao, etc., etc., preeo. 520
    DITA SIMPLES, contendo ale'm" dos me-
    zes, a lei dos circuios e valias tabel-
    las de impostos geraes, provinciaese
    mtinicipaes, preco........ 210
    DITA DE PORTA, a qual aleiu dos me-
    zes tem explicaoet das indulgencias e
    i:\coinmunhnes, etc., jirco. . 1(50
    DITA ECCLESIAST1CA (ou'de padre),
    elaborada pelo Rvd. Sr. Penitenciario
    da Se de Olinda, segundo as regias
    da igreja, e leis conhecidas a res-
    peito, preco.......... i-00
    Todas estas olhinhas sao impressas em
    bom papel e excellente typo, e vendem-
    se em porcSo ea retalho: na livraria da
    praca da Independencia ns. t c 8.
    Alagam-se escravos da Co*la, acoslumados ao
    carreto de saceos de assucar a 1 diarios, com
    grande vanlageni de nao carregarem a cabera, <
    sim ara carros com bois : na ra" da Senzala Velhi
    u. 70, segundo andar.
    William Lilla] Jnior, negociante matricula-
    do ne*la cidade, leudo de relirar-se para os Estados
    Unido*, deixa por seu bastante procurador a seu pai
    o Illa). Sr. Willian Lllley, cnsul americano.
    Em dias de Miembro protimo passado fugio do
    eiigenlio Poco Cunprido uina e*crava rrioula, cor
    tula, nido* gran le*, bastante alta, bracos compridos
    e delgados, un pouco gaga, chama-se Ignacia, com
    idade de :I0 annos, ou pouco mai, he captiva de
    Silvano Antonio Gallo! quem a prenler ou der no-
    lici.s certas sera bem recompensado de seu trabalho.
    No da 20 do correnle fugio urna preta de ne-
    me Lucinda, natural de rajan, a qual foi comprada
    em leilao, com o* signaes segrales : bastante alia,
    bera prela, um pequeo sigual que parece belide em
    um dos olhos, falta-lhe um denle de um dos lados,
    ps grande*, levon vestido de chita preta e camisa de
    algodao/inho ; recompensa-se bem a quera a levar
    ua ra do Colleaja " !).
    Appreheudeu-se no dia l'.l do correle, na
    poToaeBo de Sanio Amaro de Jabualo, una prela
    de meia Idade, segua rom um comby para cima,
    lem panno da Coala e vestido rauto sajo, dil que he
    do Sr. Manuel ae Abren, nao dia a rua : por iso
    quem .c julgar ruin dirrilo a n-u appareca lia
    rua Diraila n. 93, ijue pagando as despezas Iba aera
    entregue.
    l'recisa-se de urna ama de meia idade para
    casa de familia, que cuzinlie e compre : na rua de
    llorlas u. 51.
    A paiaaa qne Iba fallar um cavall > de estriba-
    rla, dirija__*e a fabrica d charolas rtu alerro da Ba-
    Visla o. i/, que dando n* -ignae* llie sera' entregue.
    Precita aa da asna batane* (randa ama pe-
    quena, com sen* pesos : quera a liver dirjase a rua
    do Kangel n. 17, armazem, ou aiiuuncie por esla
    folln para ser procurado.
    Precisa-se de l:50OMI0O eom o premio de um
    por cenlo por lempo de um auno, dandu-se por ga-
    ranlla un predio naca cidade livre e desembaraza-
    do, e que rende aiiniialmeule 6008000 : quera qui-
    zer esle negocio aunuiirie.
    Constando ao abaixo as'ignmlo, que o seu ex-
    caixeiro Joilo Nepomuceno da Silva, anda pelo cen-
    tro da provincia cobrando dividas que llie nao per-
    leuceni,previne a lodos os devedores da casa que exi-
    jan) delle a relarao existente em seu poder, por mim
    attigaada ; e, no c-o que na mesma ata clejam
    sen* noraei lancados, devein sslistazer casa e nao
    Hospital Portu-
    guez de Beueli-
    cencia.
    Em consequencia da deliberadlo lomada era tes-
    sao de assemdla -eral do* seuliurrs accionistas do
    Hospital de 9 do correnle, foi transferida do primei-
    ro domingo de dezembro para o primeiro domingo
    de Janeiro, a sessao ordinaria da ni- -ma assemblca
    geral, procedendo-se ne*le dia, depois de lido o re-
    Ialono, a cleirau da junta administrativa e da com-
    missAo de exame de contas, qoe serio immediala-
    menle empossado*. devendu a comnn-ao de exame
    de contas dar o seu parecer dentro de 15 dias, para
    ser presente i as*emblca geral, que se reunir' nova-
    mente no leiceiro domingo de Janeiro.
    Hospital Porluguez de Beneficencia em Pernam-
    buco t> de novembro de 1856.O secretario.
    Manoel Ferreira de Souza Barbosa.
    l'recisa-se de urna ama capa/, para
    tomar conta de urna casa de .uinlia, pre-
    letindo-se que saiba engommar com
    peiTeiriio, paraocctipar-se cotn este mis-
    ternas horas vagas: quem estiver ties-
    tas circumstancias, dirija-se a taberna da
    rua da Aurora, que se Ihe dita' quem
    precisa.
    l'recisa-se de urna ama forra on captiva para o
    servico da casa : na rua da Lingoeta, taberna n. i.
    Quem quizer comprar urna lipoia dirija-se a
    rua do Sebo b. 5, de manda aie as 9 doras do dia.
    Precisa-se de um caiieiro que saiba vender
    n'uma taberna e loja, para lomar conta de urna loja
    na villa de Po-d'Alho : quem eslivir neslas cir-
    cumsIauci.-M pode dirigir-se a rua do Sebo n. 5.
    O bacharel formado em direito Antonio de
    \asconcellos Meuezesde Drummond, amigo advoga-
    do deste fiiro, pude ser procurado para'o exercicio da
    sua profisso na rua do Hospicio n. 9.
    Precisa-se de urna ama de leile para criar una
    menina. Tambera precisa-se da uina ama para an-
    dar coiii um inmuno ; Da rua Direila n. 86, seguu-
    do andar.
    Na rua Direila ti. 9 junio ao pateo do Livra-
    mentu, necessila-se de coslureiras para caltas de
    c.irregacao e jaquelas.
    Precita aa de dous amassadures : na padaria
    do Forle do Mallos, rua do Burgos n. 31.
    Precisa-se de um sacerdote para capelln de
    um engeoho na freguezia da Escada : a tratar na
    rua da Cadeia do Kecife n. 50.
    Antonio Jos Zacaras de Carvalho, com arma-
    zem de moldado* na roa da Senzala Velha n. 136,
    avisa ao respeilavel publico, que o Sr. Joaquim Jos
    Kemardo de Oliveira deiiou de ler seu caixtiro des-
    de o dia 17 do correnle.
    o,| p
    ao referido caixeiro, pois que nao levarei em conla
    qaalqoer recibo por elle passado. Kecife 20 de no-
    vembro de 1856.Amaro Benedicto de Souza.
    Da-se 1:0005000 em prala por diuheiro grau-
    do, enm um por eruto de premio : a fallar nesta I) -
    pugrapbia, ou rua da Praia n. 20.
    l-'ugiu no dia 8 rln correte o prelo Vicente, de
    naiMo Angola, idade 50 anuos, altura regular, es-
    padaudo, cara larga, mareas de hexigai, heuo* gros-
    sos, pernas arqueada*, tem o co*lume de embriaga-
    se, fui comprado a Manuel da Silva Sanios era i de
    onlubrode 1851, que Ihe fura reinetlido do Mera-
    nli, o por Juse l'edro dos Santos. A profisso do dilo
    esrravo naquelle lempo era ser manijo, huje em-
    pregado no ssrvico do campo : porlanla, rogase as
    anlnriiladrs policiaes, capitana do parlo e capilAes
    de campo, que o caplurein e o raaiidetn a *eu seuhor
    ua rua eslreiia do Kosario n. 31, a Jos Moreira da
    Silva.
    Precisa-se de uina ama de leile, que seja forra
    e sadia na rua do Crespo a. 5, casa da esquina
    que volla para a rua do Collegio.
    .VIadama llosa Hardy,
    modista brasileira-
    Ra Nova ti. 34

    -.en
    Larg*o im Aseeiul>la ii 10
    O vapor Ignaras'' espera-se dos porlos do norle
    de 18 a 21 do crrenle me/, e cun pouca demora
    ne.le porlo seguir para os do sul : para carga e
    passageiros, no escriplurio da companliia.
    a ra o Arac-itv

    O hiate Ihividosp s?sue com brevidaJe ; para
    cart-a e patMUflrof, dirijam-se a M ir litis A; Inuu,
    rua da Madre de Dos n.
    Aracaty.
    Segu nesle* dia* o hiale Exalirio ; para o reslo
    da carga e passageiros lrata-3e na roa da Cadeia do
    Kecife n. 2.
    lrtoaiidade do Santissimo
    ^aoramento da fregu*
    i* de S. Fre Pedro
    Gordal ves.
    A rnetaregedorida mesma irmandude.
    convida a todos osseus irmaos- ein geral,
    paraterem abondade de comparecet no
    da 25 do correte pelas 5 horas da lar-
    de, na igreja do Corpo Santo, alim de en-
    corpoiados aeompanhniem a procitsao de
    Corpus Clitisti, para a(|ual l'oram convi-
    dados por S. E\c. Rvm. Recife 1!) de no-
    vembro de 1850.Oescrivao, Francisco
    Joao de Rarros.
    Na ruado Vigario n. 33, precisa-se de um
    caixeiro que lenha bastante pralica de taberna.
    Para o servico interno precisa-se Je urna
    pessoa que cozinhee engomme : na rua Nova
    n. 17.
    Precisa-se de um portuguez para feitor de 1
    engenho que tenha alguma pratica : quem eslivar
    neslas circumstancias dinja-se a rua da Crn n.
    21 escriptorio, que achara com quem tratar.
    Na loja de Jos Antonio Moreira ias, na
    rua Nova n. 35, vende-se um completo sortimenti
    das melhores perfumaras chegadas ultiroameole,
    ricas carleirasde madreperola e de marDm paraho-
    memeSra., carleirasde tartaruga para guardar
    bilhelesde visita, boas litas de seda lisas e lavradas
    do lindos malises, litas de velludo, trancinhas do
    lan de diversas cores, lacas de madreperola, ditas
    com cabo de p de viado proprias para fechar car-
    las, bonitos objectos de fantasa, luvas de seda de
    cores para senhora,ditas de fio de Escocia para ho-
    mem, meias para homem e senhora e meninas,
    escovmhas para unhas, ditas para denles, ditas para
    cabello, ditas para chapeo, ditas para fato, penles
    de tartaruga para alisar cabellos; dilos de bfalo de
    todos os lmannos, ricas abaloaduras douradas pa-
    ra para abertura e punhos. bicos e rend.s de todas
    as larguras, carteirascom agulhas francezas, caixi-
    nlias com eolxetes, dilos frsncezes em carioes, car-
    las francezas muilo finas, carrleisde linha de 200
    jardas, rctroz de todas as cores, .bolocs de madrepe-
    rola para camisas, ricas charuleiras, papel amisade,
    dito de peso paulado, dilo perlina.lesourinhas mui-
    to finas para unhas, ditas de todos os lmannos
    para costura, lindos toucadores para senhoras, car-
    teiras para algibeira, caixinhascom lacre muilo
    fino, laps linissiraos, fivellas douradas para eos,
    ohreias, dilas de cola, pos muito finos para denles,
    caivetes muito finos de t al 4 folhas.e immensos
    objectos de muilo bom gosto e por precos muito
    commodos.
    Na loja deferragens e miudezas de Jos An-
    tonio Moreira Diasna rua Nova n. 35, vende-se
    muilo boas espingardas francezas de um o dous ca-
    nos, ricos bules o eafeleiras de metal de principe,
    muito boas esporas de ano, brides, picadeiras, cou-
    ro de lustre muilo bom, cera de Lisboa era velas de
    1 at 16 m libra, btigias, ludo por barato preco.
    Da faienda Cachoeirinha em Amarella. comar-
    ca do Braja da Madre de Dos, provincia de l'er-
    nainbuco.no dia 2! de oulohro prximo passado, de-
    sanpireceu um raoleqoe de noma Cielano, de idade
    de 5 aunos, pouco mais ou menos, com o* signaes
    segrales : alio, meio fula, cabrea redonda, lesla
    grande, nari* afilado, bocea algum lano pequea,
    beicns grossos, cabellas pouco pegados, pe* e atiaa
    bera feilos, olhos regulares : quera o trouxer oo der
    PROVINCIA.
    U Sr. liiesoureiro d-
    loteras mam! fazer pu-
    blico, que esiao ex posto*
    a venda, na Hm smiraria
    das loteras, na na da
    Aurora n. !I6, os billiet* s
    e meios, da sexta parte ra
    .-exta lotera da matriz da
    Boa-Vista, cujas roda an-
    dan, no dia M eorreute,
    e que logo que saiain as
    listas, se paga ni os pre-
    mios incontinenti-, a ex-
    cepeo dos dous premios
    grandes, que aftu payos
    no salaoda extrae-;ilo. lo-
    go que sejrim publicados.
    > mesmj Sr. tliesourrtirr
    manda declarar, que lia
    na thesouraria das lote-
    ras, porcao de billietes c
    meios, e que con>tando-
    liie que pessoas dizeiu iiao
    liaverem bildetes e meios
    na thesouraria das lote-
    ras, para assim veiidereni
    logo os bilhetes e meios
    (|ue a elle compram. para
    revender, e como conti-
    nuamente ficam avultadas
    porcoes de bilhetes par
    vender, por isso o Sr. liie-
    soureiro manda publicar
    que existe um sortiuieuto
    de todas as 1111 me rayo es, a
    escolha do comprador.
    Thesouraria das loteras
    15 de novembro de 1856.
    Jos ./anuario Al ve sda
    Alaia, escrivo das lote-
    ras.
    Setltke.
    Leilo.
    O agente Ro ja, por autoritario doE\m.
    Sr. Dr. juiz especial docommercio, a're-
    (|iieriment dos administradores da mas-
    sa fallida de .Niino liara de Seixas. tara'
    leilao, das propriedadetal>ai\o declaradas,
    pe tencentes a referida malta, a saber :
    1 sobrado ile "> anclares, silo na rua do
    Vigario n. \~> : 1 dito lantbemde "lauda-
    res, na roa do LMdinento n. ~>6 ; I dito
    de 2 andares, na rua Aufislan. 2 ; I ca-
    sa terrea silana travessa Monteiro n. 1 ;
    I dita na travessa do larisco n. I i-; 1
    dita na rua do Aleerini n. I ; I dita na
    rua do Mondego n. 7 ; I sitio na Casa-
    Forte, com boa casa de vi venda, lenzalae
    coefaeira, etc. e 1 terreno de 28 palmos,
    correspondente .- rua do Brum c. a dos
    Goararapet; os Srt. pretendenles rjuei-
    ram, portanto, examinar comanteceaen*
    ein as tupraditot propriedadet: n leilao
    lera a hoara de annuncisr ao re*peilavcl publico
    que reccheu de I-ranea pelo navio ultima chegado,
    um rico sorlimenio de chapeos de seda para senho-
    ra*, dilos de se.U e de palha. de forma nova, da al- nolic.a ceria,| dV-sri.e 5taOOo7aZMm4^ .
    lima moda para meninas de a (.anuo*, um grande ma faienda, ou em Taboca da
    e variado sorliuiento de enfeilos para cabcc.a de se-
    nhora, de llores, lila r troco, corles de vestido de
    e,la branca, dilos de cores, grosdentplea de dilleren-
    les cines, corle* de vc.lulo* ,le g*n;a de seda muito
    modernos, e muitas outras fazenda*. Na mesma ca-
    sa coinpra-se urna escrava moca e reeoluida, i|iic cosa
    bem o engnmme.
    l'erdeu-s do Kecife u's Cin'o PoalM, na noile
    do dia lli do correle, um capote do borracha :
    quem o liver echado, iiuereiido eulrega-lo, dirja-
    se a ruado Crespo n. , qoe alcm de se lomar como
    favor.se dar* ilJ'KM) de gralillcajao.
    l'recisa-se de um Iralialhadur de massrira : na
    rua Direila n. i.
    i'rccisa-ce de urna ama para casa de pouca
    familia : na rua do Rangel n. it), segundo andar.
    I AVISO.
    PAA OUE.MliOSTA 1)0 FRESCO.g
    V^ Na (alenla do Iteliro ca-s do Kamos.ha c- @
    ^ cellenle banho d'agua doce para refrescar o 45
    ... ardeule calor quepios abraza, a 1:20 reis ca- ,
    i? da um ; (anibeui ha boa agua de cajo' cris- ^1^
    .*]i lalisads, e oulras bebidas .liversa* relrige- t
    ^ ranles ; jugo de bolla, e ludo quauln se pos- -t4
    gj sa precisar sem ser precisu ir ao malla pas- ^
    :.: sara fesla. |
    ur-.-'i,"5,."Jii.. .?';?i" ..iJ'^7V \ir ----- .... mesma comarca, ao
    dono que he o abaiso asignado. Taboca i de no-
    vembro de 18jfi.
    l-'ranrisco Benevides Muiu/ Falcao.
    IRIANDADE DO SANTISSIHO
    SACRAMENTO DAMRIZ
    DE SANTO ANTONIO.
    A mesa actualdes(airmjndade,pelopre-
    sente convida atoos seus irmaos era ge-
    ral, paracomparecerem nodia 2 do cor-
    rente as 2 horas da tarde emnosso consis-
    torio, alim de encorporado acompanba-
    rem a procitsao de Corpus Cliristi, para o
    quefomos porS. Exc. Rvm. convidados.
    Consistorio I!) de novembro de I8.">u.
    Oescrivao, Tiburcio Valeriano Itaptisla.
    ATERRO DA ROA-VISTAN. 16.
    Mr. Poma lea u tem a honia da participar ao
    pub/ico.qui) recebeu pedras para fazer amolarao lo-
    dos os dias.
    Na rua de S. Gonjallo n. 14,
    de urna ama de leile, sadia, e sem lillio
    com jjenerosidade.
    ->a rua de S. Goncallo n. I i, precisa-se
    de urna escrava liel para o servieo de casa e com-
    Ausentou-selm 8 d*lm*te 'correnlepraS P"ra pouca fa,nilia : P'8,*se hm-
    anno da casa de seu Sr. Francisco .Mauricio da I Precisa-sede urna ama para iralardo arran-
    Matla Rilieiro, morador cm Bom Jardira, comarca |j interno de urna casa de pequen familia ; a fal-
    lo Limoeiro, o escravo crioulo de nomc Fernando, 'ar no aterro da Boa-Vista loja n. 4i.
    1 OtKs'000
    DE GRATFICACAO'.
    precisa-se
    paga-se
    bem moco, reprsenla ler 2o annos, cora os seguin-
    tes signac*: aluna regalar, cabellos torcidos bem
    pegados no casco, cor prela, olhos vivos, lieiros
    grocos, com falta de um dente na parte superior,
    barba imperial,corpo reforcado.nadegar empinadas,
    em pequeo foi alguma cousa surrado e tolva
    mos're algum vestigios, lem os pese dedos curios
    porm largos, lie bem fallante, e corlez. Tem-se
    desconfianca ter procurado para o engenho Jar-
    I'recisa-e de urna ama forra ou captiva para
    casa de pouca familia : na rua Vetan n. lili.
    irmandriUe -iit> Samis-imo
    Sacramento da M.triz
    da Boa-Vista.
    AO l'l Itl.lCti.
    O abaixo assignado tem vivido semine da ajtsa be
    seu, o na i cosluma, romo certa geni* da \ icioru, *
    impiugir galo por leltre, a vi ver de opecsslarur, .1-
    espertezas e innamarosas Iralicaucia* : prtanla a
    abaixo asignado scioolilica a lade o l'eroaiaban.
    que nada deve a nraguem, qoe dolofaaacsrte Vixr
    de querer pagar, lie pois iulundado o baala ajar
    tem e-palhado, de que o metan ab.ixa imiu**
    nao quiz pagar ae Sr. Joao Illa* l-erreira. IH lesla-
    res vejara o recibo que vai abaixo impretsa, tvaa
    que desde o da 8 de selembr se actta fafa Sr.
    -I i-.i o Dias Ferreira de iMHi.-miii qae exilia peta Ir.
    lamenlo d* Diinlia escrava durante aiu mrt. >e
    pois o Sr. Joao Utas esla pago a o poda diirr .!..,
    o mundo, para qoa se ha de propalar a laca ae sjm
    en a uingueiii quero Pag ir "TMal us aWas --
    i'onhei-ere* p.irt uno os leilores qoe laes sao as pt.-oa* da da Victoria gente infama, com honrabas, [ n
    poui-as excepres. A Sra. I). llana lasa pahtK*
    a quem quena ouvir, qoa en lli* desu _Mr-. I- *
    senhora queira declarar de qae he que ra Ihe dea,
    alnn de >r niJemnisaJa. Ku *> quero a qa- he
    meu, o alheio nao apele;. S jusli^i qaera, i.iv h
    nao pero. Kecife 8 de oulohro da IHjti.
    Joao llerculano da Reg.
    Itecebi do Sr. Antonio R.ivmaade a qaaalia de ..
    IKrOOO. Victoria de selcuinro de 18."*.
    Joto Da* I errrir i.
    Declaro qoe os dltUsIlUO cuna referida*, a. lecrhi
    do reverendo padre Joao llercalann do Mego para
    os entregar ao Sr. Joo Dias. Viciarla, era at
    -upra.,\ iiiunio Kaymonda da Mella. E*ta*aaa ra-
    couhecidos.
    Coiupanhia de
    Beberibe.
    Nao se Icniln reunido iiumei o sullii iruir-
    de senliotes accionista! para funecioaat .t
    assemblea geral da Coinpanliia de Bebe-
    tibe, convocada |>ara boje. oSr. dircrtns
    de novo a convoca para o dia 21 Jo cor-
    rentc, ao meio-dia, preveiiindo aot .-
    nitores accionistas que, de eonibrmidaile
    com o artigo additivoao lli.-dos ettalit-
    tos. deliltcrar-se-ha com o numero de ai -
    cionittas que compareccrem no nd< ,i< <>
    dia. Kscripioi-io da Gompanliia de B-
    beribe, 18 de novembro de 1 K.'ttt. O
    secretario, Luiz da Costa Portocanvim.
    . Precisa-se de ama ama qae seja Bel. qa r .-
    tiiihe com toda perfeirao, para rasa da paaea lasai-
    lia : a fallar na rua do Brum, armaren da **. m
    n. \.
    U abaixo assignado fax eiente an paUiroS a
    parlicularraenle ao* senliore* qne prrleadema atre-
    malar bens de raix, que a casa da pedra e cal e n.w.
    de barro e madeira, como foi annoaciada, sita *m
    .Monteiro a' margen do Capibaribe, com 70 paha
    de frente e .Vi de funda, penherada pela qa* dit a
    dever o inquiliuo da nu-m.i o Sr. Jos ll.-rn.idii ,
    Pereira de Unto ; be prapriedade da abaixo amrai-
    do por lela mandado ronslrair. a potmo moil ad-
    miroo ver o Sr. escrivo das Into* aaaaanar qjac
    na primeira au tir-nri. seria arrematada -lila rana,
    quando lodos sabem, e muilo principalmente a* >*>-
    nitores rrapregados nos feilos da lateada, aao este
    predio he de Juan da Conha Res e naod!sr. Hrili :
    portanlo niugoem lance em tal rasa parqaa tila as-
    la' livre e desembararadi.
    Precisa-se de doas coslureiras qoe roum bra> ;
    na rua Nora n. :li, casa da modista braairsra.
    Precisa-so para urna
    casa estraiireira de um co-
    /inheiro que s ja perito
    em seu oflicio, \mmm bem
    sendo fiel e nao tendo vi-
    cios : a i rata r na rila do
    Trapiche :. 52, .segundo
    andar.
    Recommenda-se a toda e qaak-aer aalariiiane
    policial ou capilaa de campo que raplarera aa raati-
    iiha de nomo Manoel, idade de 10 anm. poera mas*
    ou menos, que faglo do abaixo assignado ; a%*ai ri-
    mo protesta-e conlr* lodo | qaalquer qaa det..-
    menle o hoover sedqrido, oo larihiar a las*de.rae
    mo, pelo que promelle-se graliliear generoumesda :
    o qual cahrioha le.ou ralra de r erado arul. raan-a
    de chita rxa, chapeo ro Chile velli r..m lila araaca
    p.s-ada no chape,., elrarromsigo nm lenco atSBaaa
    piulado pela heira de n'no : quem pegar le*- a
    rua Nova o. Jl.Kranrito Jete i.riman,..
    Por deliberaran da mesa regedora. sao convidados
    lodos os Irialiii era geral, para rnmparecrreio no da
    I do correle- .domingo,, as -2 horas da tarde, no
    dun, comarca da cidade de tioianna.onde o mesmo consisiorio da misma irmandade, alim de euenrpo-
    escravo luin seu pai, assim cuino tainliem aparece railu'' aeompauharein a prociisa de t;urpu Ct'hsii,
    I 1,-ir, .-,.., I .... j..,nm,A:A......... k.'.. - ..
    leve noticia que fora visto nesla capital : roga-sc
    por tanto as autoridades policiaes e capitaes de cam-
    po de o capturaren! c mandarem a casa do supra-
    dito senhor, que aleen da papa a cima mencionada
    ser penernsanienle gmiilicado.
    Domingo* Alves MatltCUS sacra sobre
    i Baltip. ISceile^llde sfiembrod lS,rii.
    liara que fumo* convidados por Sua Exc. Reveren-
    dsima.
    yiiem preci'ar de enlulho de catira, mande
    buscar na malrii da Bna-Vi O Sr. que nnniincinii cobrar o* foro* da roa de
    Sania Kila, perlenrenles 3m herdeiros do fallecido
    Sr. coronel Manoel Crrela de Araujo, aana appna.
    cer na rua dn ltati"tl n. 'I, para a fin Jo me? an-
    danlP.
    - William Lato]
    dos I aatoo.
    Jnior rehra-se pala o- K la
    l'recisa-se lugar ama pela qae ro/inhr en -
    gomina para o serviro inlerno da ama ra-a de neaae-
    na familia ; paga-se l.rm : aa roa Impeiial. rasa
    n. 191.
    O abaixo as-ignado romprou aas M*. ciedme -
    de Manoel JoAo I rasri.ro Iloarlc a luja da raa N..,a
    II. 10, e a. divida* da mt-HM : por -. roia-se ai *
    Srs. devedores mandcni pagar ea* dbil, ao nrara
    de X das, do conlrario eran ent-gae-. as malas aa
    procorador par. promover a cobraara. Rerifa I .
    de novembro de l"ai.
    Joo lenarin Saares de Avrlla.
    Alnca-se um bom sitio para pa**ar a le-ia ae
    lugar dn Cordeiro amargem do iin. rom tma rara
    para grande familia, aslriharia para i aMattoa, aax
    para prelo* a feaior, hoail pomar, mnil < ortaltr
    rranda haixi derapim qnam o prei.nd.i dinia- *
    3 rnt Jj i adeia dn cent B ,.
    L
    MUTILADOl
    ILEGIVEL
    *-v


    -Qli.lO |f Pillans ti SEXTA ai A 21 NUUtM ;t lo-b
    \
    DEPOSITO DE L1VR0S E BOTICAS HOMEOPTICAS^
    uo
    K t-J"lJ w-i,J w.iww\^ *a*ea>>rw\aa>aarww6
    O Dr.P. A. Lobo Moscoso, tendo Je fazer uma viagem deixa a sua botica sola
    direccSo de pessoa habilitada e de inleira probidade, e um deposito na loja de livros do Sr.
    Manoel Nogueira de Souza na ra do Crespo, sobrado novo do Sr. Magalhiics Bastos.
    megos KIXOS.
    Botica de 12 tubos grandes. 10/0(10
    Dita de '24
    Dita de 36
    Dita de 48
    Dita de t>0
    155000
    209000
    255000
    :io?ooo
    Manual de medicina homeopathica do Dr. Jghr com o dic-
    cionario dos termos de medicina ... .
    Medicina domestica doDr. Ilenry.....
    Tralamento do cholera morbus......
    Repertorio do Dr. Mello Moraes.....
    209(100
    lOfooo
    2/000
    sfooo
    I
    I
    -^t>--W .. -*::
    * .v
    PEORAS PRECIOSAS- *
    9 f
    * Aderecna de brillianle,
    : diamante- e parola*, pal- _
    Cetras, allineles, brincos v
    * e rozetaa, botea e antieis *
    J de diQerenles (oslse de $
    *j diversas pedras de valor, i
    S Couipram. venden) ou B
    Ji trucam prala, ouro, bri- J
    w Ihantes.diamanleseptru- ?
    8 las, e oatras quaesqner n
    I joiasde valor, a dlnlieiro jj
    * ou por obras.
    jfanBaagagiTMjiMafiiiiniaat
    de Lisboa, asqua
    preco commodo
    Grande e assea-
    do collegio era
    Lisboa,
    para meninas, internas e externas, cita
    educaco, prendas e tnais fantaseos, se
    (Miderfio avaliar, em ptesenra dos etitatu-
    los, que se acliam na ra do Crespo loja
    n. l. ou na esquina que volta para a
    ra da Cadeia.
    AIAHIARAS. RAPAZEVDA !
    Koa iiovh lentio a dar ;
    Ente sol que vos abra/a
    Va-se cm gelo transformar.
    I.i do l'lo, onde os Lapes
    Vivem ti toca eiifurnados,
    Cliezou nctar que refresca
    Voiaos labios dessecados.
    li o Snares, qucjuroii guerra
    Ao Tozo, ao sol, ao calor,
    i oin gelo, aaaoai e outras
    Mitigara' vosso ardor.
    Junto ao becco do Hotariu
    Ide, pois, e encontrareis
    Ser verdade o que vos cont ;
    Bom cobre la' llenareis.
    10RE1RA & DDARTE.
    I.A.U DI oi:rivfs
    Ra do Cabuga n. 7.
    Receben) por to-
    dos os va pores da Eu-
    ropa is obras do ma is
    moderno g"osto, tan-
    to de franca como
    I
    S OURO EPRATA.
    ie
    *j Adereros completos de
    ^ ouro, rneiosdilos, polcei-
    i ras, h I (leles, brincos a
    rozlas, cordoes, trance-
    .i lins, medalbas,correules l*j
    ^ e enfeites para relosio, e *
    ' oulrosmuitosobjectosde
    ii uro. ^
    * Apparelhos completos, 86
    J de prata, para cha, ban- J
    ;. dejas, salvas, casti^aes, y
    ei colbereidesopa edcch, 86
    J emaitns oatros objeclos jjj
    9 de prata.
    es se vendem por
    como costuniam.
    t /ompanliia de seguro con-
    tra a mortalidade tos es-
    cravos estabeletida no
    RIO D JANEIRO
    CAPITAL 2,000:000*000.
    .i/nitiu /Mal de Yernambuco n. |:l rua do Crespo.
    I'a%ir-se-ha sobre a uvaliacio de hllOOjOOO (
    iiuikuu inctioein propur^o e uotro yolory inclu-
    sive o sello da apolice etc.
    Das idailet.
    De 12 ale entrar aos 10 anuos 36S1O0 por anuo.
    As condlcSe impressaspoderao ser procurada no
    escripluno da companliia.
    Uar-se-ha consultas gratis aos escravos seguros das
    ! para 10 boras da uianlia, no esciiplorio da com-
    panliia.
    Ensina-se a pilotaren! Iheorica-pralica, o cur-
    ta inallieinalico e trance*, cuntas para o roinmercio:
    a tratar Da roa do Nogueira n. 7.
    AKKEMATACA'O JUDICIAL.
    I'or aulorisaijo do lllui. Sr. Dr. juiz de orphitos e
    ausentes do termo desla cidnde lem de ser arremata-
    dos em h.i-l.1 publica, com as formalidadea doest\lo,
    no da Mtta-feiu 21 do coi rente, ao meio dia," na
    nata terrea defronle da fundirn da ra do Uruin,
    o> seguales objeclm que cumpoem o espolias dos
    linados porlugueies abaiio designado*.
    lie Jos de Souza Delgado :
    I bul e una carrosa avallados era GOaOOO
    De francisco Doiningur* Affonsu :
    Kuupa de uso, dill'ercoles objeclos de ser-
    mc;o de cusa e porrAo de ferraraeola de
    carpiua, ludo avallado en......lljjOUO
    De Jn.i i lid mu ii miii Teiieira:
    I cavallo ruco anda novo ava-
    liadoem.......1003000
    Koupa e objectos de uso, avah-
    ado ero........269000
    I relogio -U1--U traucellim de
    pr.ta, avahado em .... 3II900
    I pequeo annel de ouro, ava-
    llado eio....... 3*000
    I aivau da fabrica de liar algo-
    dau, uo valor de..... SUMOI6UO0O
    Precisa-se de urna lavadeira que se-
    ja boa, nao demore a roupa no rio e d
    fiador a sua conduta: na prara da Inde-
    pendencia livi aria ns. C e 8.
    Precisa-se de orna ama que seja liel, quaeori-
    nlie e engomme com toda perfeic,ao, para urna fa
    milla eslraDgeira de doai pesseas, paga-ge bem ; na
    'ua do Trapiche n. 40, primeiro andar.
    COIPAMIIA DE SEfilROS IA6ITI-
    HOS E TERRESTRES,
    ESTABELECIDA NO RIO DE JANEIRO.
    CAPITAL 10,000:000*000.
    A rompanlna lem son agencia no eseriplorio de
    viuva Aihorim fS Filho, ra da Crui n. 43, onde
    aceita todas a.-- proposlas de seguros de riscos e for-
    tuna do mar.
    Sobre o casco, quillia e perlences de navios de
    qualquer lolar,So na oavegajao de longu curso, de
    cabotazem, ou lluvial, ou na pesca, em viagem ou
    prestes a viajar, em carga ou descarga, amarrados ou
    ancorados, em concert ou no estaleiro, qoer por
    lempo cerlo, quer por viagem simples, ou a premio
    ligado.
    Sobre mercaduras desde o momento de seu em-
    barque at o de sua descarga e deposito.
    Sobre os lucros esperados de mercadorias tncami-
    nbadas para qualquer mercado.
    Sobre o casco e quillia de embarcarocs miudas
    empregadas em descarga e trauco dos prlos.
    Sobre o capital e premios de dinlieiru a risco.
    Sobre o premio dos seguros e premio dos premios.
    Sobre actes de terceiro por dainos causados por
    abalroamentus fortuitos.
    Sobre os fretcs.
    Acotnpanliia recebe lambi-m propostas de sezuro
    de riscos de incendio e damno, causados para prcve-
    ni-lo oueiliugui-lo de raio ou fogo celeste, e inun-
    darms.
    SOBKE OS SEGUINTES OBJECTOS.
    Predios urbanos ou ruraes, igrejas e quaesquer es-
    labelecimenlos, com eiclosAo de deposilos.fabriras e
    laboratorios de plvora, e materias incendiarias ou
    uillammaveis, lliealros e casas de espectacoloi.
    Mercadorias em qualquer parle que elejam, mo-
    bilia e ulencilios de fabricas de quacsquer eslabele-
    cimenloa iodustriaes, quer sejam leilas por seus pm-
    jirielanos, quer pelos uso-fructuarios, locatarios, su-
    blocatarios oa credores bvpolliecarios.
    liiialmeule aceila proposlas sobre re-seguros, quer
    dos seguradores, quer dos segurados, nos casos em
    'l"B a estes pode competir o re-seuuro.
    A. eompanliia garante a prompta iudemnisaco da
    imporlancia de quaesqoer sinistn.s, e a modicidade
    dos premios : icualmonle um abatimenlo as pessoas
    que na roda do anuo lizerem una avullada somnia
    de seguros.
    SEGURIDADE.
    Companhia de seguros m
    r i limos, estabelecida no
    Rio de Janeiro.
    i-
    Iti. 339|0M
    Companhia
    Pernaiubucaua.
    Capital mil contos de res.
    t merece ao commercio vinlageus que n*nliunii
    mira companhia tem feilo ato agora. Aceilam-so
    proposlas de seguro no escripli.no de Isaac, Curio A
    Compaubia, agenlcs da companhia, ra da Cruz
    SEGURO CONTRA FOGO.
    Companhia Alliance.
    Estabelecida era Londres, em marco de 1S24.
    Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
    Saunders Brolhers & C, tem a honra de in-
    formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
    e a quem mais convier que esto plenamente au-
    .orisados pela dita companhia para affeciuar segu-
    ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos de
    llha e igualmente sobre os objeclos quecontiverem
    os mesmos edificios quer consista em mobilia ou
    em fazendas de qualquer qualidade.
    Cozinheiro.
    Precisa-se alugar um cozinlieito, esera-
    vo, que seja assciado e nao bebado, fiel,
    etc. : na ra da Cadeia de Santo Antonio,
    segundo andar da casa amarella.
    | u j. m, DENTISTA, :
    continua a residir na ruaNova n. 19, primal- I
    i B ro andar.
    RA
    n. ^2.
    Os senhores que snbicreveram novas acr-e dsla ,
    companhia, sito convidados a entrar com a primeira
    prestajao de;W) por cenlo, no prazo de HOdias: no
    eseriplorio do Sr. Antonio Marques de Amonio, roa .
    da Cruz. Kecife 18 de oulubro de 1850.Manoel i
    Alves Guerra, secretario interino.
    Recebe-$e dinlieiro para mandar'
    dar na cidade do Porto, por letras, sejam'
    de pequeas ou maiores quantias, ao
    cambio correte: na ra co Trapiche
    ii- -0, segundo anda.
    L. Delouche acaba de receber um bello sorli-
    menlo de relogios .mssns de lodas as quaiidades,
    tanto de onro como de prala, ditos galv.uisados e
    lolcados; assim como ha tambem meios ebronome-
    iros e relogios francezes, com calas, todos aman-
    eados.
    l'recisa-se de orna molber idosa e da bous
    cosiumes para urna casa de pouca familia, assim co-
    mo de um homem cozinheiro : a tratar em casa do
    desc-mbargador Mendes da Couha, junto ao quarlel
    do Hospicio.
    Precisa-se alagar seisjprelos para armazem de
    assucar : quem liver quizer alugar, dirija-se a ra
    de Apollo, armazem o. 40, que encontrara com
    quem tratar.
    I!
    i.
    ;63
    DENTISTA FR4NGEZ.
    Paulo <. 11 _-m, ux. de volla de saa viagen. _
    Luropa, aabi morando na ra Nova n. J
    .1 ailfla* .....la----- u___________ F
    Aluga-se urna das lojas ila casa de sobrado do
    alerro da Bua-Visla u. 11, proprio para qualquer cs-
    tabeleciinenio : a tratar no inesino sobrado, ou na
    ru.i da Cadeia do Itccife no eseriplorio da casa u. 3,
    quasi r infroute ao do, Srs. lisrroca .V Castro.
    lrecis-i.se de um bom criailo a Dfga-se bem W *'< pumeiro andar, uude puda.ser pr
    agradando o serv.;., e coiiiporlaueiilo : a tratar no & du a flualq.ier hora.
    campo do Hospicio junio ao quarlel casa du desem-
    hurgador Mondes da Cunha.
    i*? ,!>r- Caauay \.vicr l'ereira dn Brilo ?\
    (medico f.,z scieule aus seus amigos e o
    respcilavel publico, que regresando de sua

    0
    im
    js
    ;S
    2 l-oedico f.,z scieule aus seus amigos e >o X
    W? respcilavel publico, que regressandu de sua 35
    3P fagan, coutinoa a residir m. aterro da -'-
    gj. Bi.i-VisIh a. ij. a* sesun.iii e terceiro aa- -:-
    ".'.. ". onde sempre o encunlrarao proinplo ;-f
    v. aos myleres de >aa proliasao. 9
    Aluza-se a laja da casa da ra da Aurnra n. 5*,
    onde fui oflicma do fallecido marcineiro llenrique
    qtJCta pretender dirija-se ao Sr. Jo3o l'into de l.emos
    Jnior, no seu escritorio, ou casa de sua morada,
    na roa da Aurora.
    l'recisa-se de orna ana que saiba bem cozi-
    Dkar : na ra do Oocimudu a, 38, cm freule do bec-
    co da t,oiigri.gac.il..
    y/Iuga-se
    i .isain. Ton, raiadaae pinl.da
    1 teHa, por eaainoda pie anlo Anlnnio n. 17.
    para sp passar
    um da ('ideii de
    IVecisa-se de urna ama para o aervlco de rozi-
    nha : em Sanio Amaro ao p da fnndico, taberna
    de Josi' Jarinllio de Carvalho.
    Almaaak da provincia.
    Estando se confeccionando o almanak
    i da proviucia, roga-se a todas as pessoas
    que coslu .namnelle ser incluidas, eque o
    i nao estiverem, ou houver algum erro,
    (jueiiaui mandar levar a livraria numero
    (i e 8 da Piarada Independencia, a emen-
    da, assim como pede-so aos senhores de
    engentas, se dignm mandar igualmen-
    te as transferencias a mesma livr'aria.
    l'm rapaz com pratica de loja de fazendas of-
    ferece-se como caiteiro, o mesmu pode dar boas in-
    fonnaroes tanto de sua condacla como de suas ba-
    biluaroes ; quem precisar queira diriir-se o se-
    sundo andar do sobrado ao p da ponte da Boa-
    Vista, qoe lem laberna por baixo.
    l'recisa-se para o servirn interno e eilcrno|de
    urna casa aflreaceira, de um prelo: a quem Ihe con-
    vier dirija se a ra da Cruz n. .
    Precisa-se fallar aoSr JoaquimJose
    Marques, que morn em Sanio Amaro :
    na livraria ns. lii-8, da piara da Indepen-
    da,
    0 aballa easlsoada avisa aos proprielarios das
    casas foreiras das ras de Santa Cecilia, Nngoelra,
    Aroucuinhos, S. Jos. Sania Bita e praia da mesma,
    que veiihao ou niamlem pasar os foros vencidos,
    assim como se devem entender com o mesmo ..baixo
    assignado para oblerem a liceuca para Irsspassos as
    Sccasioea em que Ibes seja preciso faze-lus: na loa
    os l'ires n. 33Manoel Gomet Veigai.
    40,10 DA SILVA RANOS,
    MEDICO PELA NIVERSIDADE DE
    GOIMBBA,
    -onlina a receber em sua csa na ra do Calme- n.
    Ili, das 8 as 10 horas da manhaa, e das 3 as ."> da
    larde, as pessoas que o quriram consultar : bom co-
    mo se presta a sabir com a j recunhecida promp-
    IldiO, a visitar qualquer enfermo, a tocia a hora do
    dil ou da uoile, quer dentro quer fiira da cidade.
    ENTLI.IIO.
    Ooem precisar de rululbo de calira, e de torra
    misturada com catira, mande buscar na ra das Cro-
    zes da freguezia do Sanio Anlooio junto a lypogra-
    pbia.
    Compram-se apolices da ldivida provincial,
    na ruadas Flores n. 37 !. andar.
    Compram-se carrafas vasias a 810O0 o cenlo :
    na na d Senzala Velba n. 110, no deposito de be-
    bidas espiriluosas-
    Compra-se orna preosa para espreiner caj. em
    bom esla.io : em Santo Amaro ao p da fuodicao,
    taberna de Juse Jacinlhu de Carvalho.
    Compra-se urna plaa decipim, que d par.
    suslenlude cisanim.es, e lamben se fara'negocio
    com o terreno por compra ou alusoel, rilo czceden-
    do o lugar de meia leaua de distancia d> Recife : a
    tratar na ra do l'ocinho, em casa do capullo
    tranca.
    . Compra-se urna preta de I (i a 2 anuo*, de bo-
    nita ligara e que tenba habilidades, sem molestia
    nem vicio algum, c que se venda por alguma oulra
    circtimstaucia : na ra da Croz n. 35.Na mesma ca-
    sa aluga-se urna preta velba, captiva, qoe saiba co-
    zinnar o diario de urna casa de pouca familia e ven-
    der na ra, a larde.
    , ~ Com|':se uma P"la de meia idade : na ra
    da tiloria n. 5.
    Compra-se um escravo de meia idade, que
    seja robusto, e saiba Irabalbar em sitio : a tratar
    no alerro da Boa-Vista loja n. -i i.
    , k" (?m,!?.r.""Se P"1"1 1)ldri0 naril embrulho, a ar-
    Tm. :'" pi",arl* d0 a,erro da Uoa-Visla
    SEMENT lE COENTRO
    nova, viuda do serian : vende-se na ra da Cadeia
    de Santo Aulonio u. U, rada garrafa 500 rs.
    N fn.l.,. um piano por preco comniodo, que
    muilo agradara' ao comprador : na ra do Aramio
    u. l
    OBRAS DE MARMORE
    Baslu A l.emos, na roa do trapiche a. 17, tem
    para venuer eslatua*, pas, pe.lras para lu^sa. e lijo-
    loa de III i 12polegadas, quadrados, ludas estas ulnas
    de mariiioif, de eleganteuuslu, perfeitas e em bom
    estado, c por precoa commodos.
    Chapeos da palli
    Italia.
    fStnb.
    OJUDAS PARA VIOLA'0.
    \ ende-se superior cordas e Iwrdoes para violto
    c rabeca rhegados proximamenie : napracadain-
    dencia n. 3.
    No trapiche do Ramos vende-se su-
    perior Jacaranda'.
    i,T Ve"ile-" un,a *sa*a rrioula, a qual be qui-
    andeira, faleira c lavadeira de varellae sabio : a
    lMM eS" Amic|t em casa do taman-
    nr.V", Va", e",*e manlei;a i"='a n,.r a Ulan, dila a
    H00 rs.. d.la fra.iceza a *0. passas muilo novas a
    BOU rs., hzusa 3, bolacliiulia ingleza nova a 3-t),
    batatas a 80 rs., vela, de carnauba retinada a iHO,
    m%Sl isk." -'^0 mu, mju e ijootl, ouiros mullos sentro. em con-
    ia : ua taberna da quina da ra dos Marlwios n. 36.
    i,r.Vi " ra,l"ra rta Bd|,ia'" m'io
    Terco i? : q"n pr"""ler air'ia-.e ao palco do
    Vende-se a ronfeilaria da ra da Croz n. 17
    a miar u- mesma com o dono A. A. I'orto,
    Fama
    Aoalerro da Boa-Vista n. 8, de fronte da noneca,
    lie enejado om grande ortimenlo de todas a quaii-
    dades de cenrrua de moldado das lucidores quaiida-
    des, por preso eomraodo ; por isso convida a lodos
    os rreguezes que quizerem fazer sortimenlo para paa-
    ar a testa e seren bem servido., dirigirem-se a este
    grande eslabelecimenlo. que acharan verdad quanlo
    diso ncsle annuiicii.. Tambem se vendem biscuuli-
    ndos linos inglezes a 21000 a lata, e de dez para ci-
    ma mais barato, e urna pon.ao de canas aal de
    espermacete, azrite doce, licores, massa., cha, e ou
    tras etc.
    Ha quinta casa do lado direilo dama dalluiao
    vende-se om moleque de I i a 15 anuos.
    Sement de co-
    entro.
    Ven.le-se semenle de coenlro moilo nova, rada
    carrafa 390 : na taberna da quina da roa dos Mar-
    Irnos n. 36.
    Em casa de Kabe Scluneltau A: C.
    ra da Cadeia n. 57. vende-se :
    llegantes pianos do afamado fabrican-
    te Traumann de ilamburgo.
    Em casa de Rabe Sclimettati A C.,
    ra da Cadeia n. 37, vende-se:
    Vidrospara espelbo.
    Vinbo do Rlieno superior.
    Conservas alimenticias.
    Tinta para typographia-
    Tudo por prero commodo.
    Vende-se damasco de seda superior, de dille-
    rentes corea : na loja de i porlas n. 3, prxima ae
    arco de Sanio Anlonio.
    Vende-se psnno verde de srande largura para
    fono de miliar: na loja de i porlas n. 3, prnximalao
    arco de Santo Antonio.
    Veade-te 1 esrrava de 10 annns com urna Tilda
    de 19, minio donila ; I dita rom loa 18 anno., com
    habilidades e bnnila fisura; 1 mulatinda quasi bran-
    ca rom 10 para \- annos, rom principio de costura ;
    1 moleoue com 5 para ti annns, muilo bonito : na
    roa da Senzala Velha n. 70, segundo andar, se dir'
    qum vende.
    Veadem aa npalaa de Muro de lustre e panno
    para sendera. p< pequeos a ItKl rs. o par : na ra
    dn l.ivramenlo n. II.
    'ara padarn e refinado
    Vendem-se as meldore: peneiras de rame ama-
    relio, vindas de l.isdoa, por barato preco : na pada-
    ria da ra eslreila do Rosario n. 13.
    Vende-se um balcao de amarollo pira es-
    eriplorio, e uma carleira de duas laces em meio
    uso, uma mais pequea de uma face usada, na ra
    da Cruz n. 35 segundo andar.
    Vende-se a taberna da ra Uiieiia n. 53 a
    tratar na mesma ; esta laberna he uma das melho-
    resqueha nesta ra, por ter muilo boa freguezia
    vende-se porque seu dono periende (azar uma vis-
    m.
    Vende-so uma preta crioula de bonita figura,
    de idade de 20 annos, muilo sadia e sem deleito al-
    gum : na ra da Assiimpcjio n. 14,
    Miissiilina I
    &

    a 300 rs.ocovndo.
    f'3
    Basto i\ l.emos, na ra do Trapiche u. 17, Irm
    para vender chapeos de paiha ilc Italia, dubiaduse
    sngalos pala homem, lambein de phautasia, c para
    meuinus e meninas, das melbores fabricas e inuder-
    uos goslos, por presos commodos.
    TIMO D PORTO.
    \ ende-se muilo sopeiior vinho do l'orlo em bar-
    ril de H.-, viudo no ultimo navio daquella proceden-
    cia : enlre elle ha urna marca de uma qualidade ge-
    nuina, sendo da culheit* de I83i ; a vista da muilo
    lina qualidade e do preco razoavel o comprador ani-
    ma-se : na ra de Apollo n. 10, armazem de as-
    sucar.
    Cemento.
    Vende-se cemento novo em barrios e meia bar-
    ricas, e a retalbo, por preco muilo em conla : na ra
    da Cadeia de banln Amonio n. 17, para acabar.
    Vende-se um loulaliudo com 3 annos de ida-
    de : a tratar na Paule Velha da Boa-Vista u. 33, ta-
    berna.
    iarinha da
    trra
    \ endem-se saccas com familia nova e lorrada :
    na roa da Cadeia do Recife a. 93, loja.
    CERA DE CARfiAlBA, ABEI.1IA E SEBO.
    Na ra da Csdea do Recife, loja n. -V), h para
    vender cera de carnauba nova e boa, dita de abelba,
    e sebo em rama superior.
    CHACES DE TOQL'IM DA INDIA.
    Na ra da Cadeia do Recife, loja u. 50, defronle
    da roa da Madre de Dos, ha para vender um cha-
    les de toquilu de peso da India, branco, lodo borda-
    do, o mais rico que pi.de haver nesle genero.
    Su loja das seis
    portas
    Em frente d Lvimment
    l'escoeinhos do mais fin pello branco e de cor
    para as senhoras porrm ao peseteo a' sabida dos bai-
    les e tdeatro para nao coiisliparem, preco cinco mil
    rs., lencos de relroi malisados a dez lostoes, roniei-
    ras prelas bordadas de cor a dnu mil rs., lencos de
    seda de cor para peicoco e mao de sendora. a dez
    lusloes, camisasdecamliraia bordadas adoOl mil rs.,
    manguilos a dez lusloes, collariulio. de recortes a
    dez lusloes, e de roasa a pataca cada um, salas
    brancas bordadas a dous mil rs., luvas de se 'a pre-
    las a dez lusloes : da-se amostras de ludo, levando
    peiihnr que equivala o que se quer ver.
    Vende-sc ou pcrmula-se por qualquer proprie-
    dade nesta prac ou fura della, dislaucia de cerca de
    duas legoas, nio sendo em Beberibc ; e tambem se
    arrenda por preco muilo razoavel, sendo a brasilei-
    ro, um silio em Beberibe, tem una casa recular
    com ti quarlos e sala, loda envdrar;ada, eslribaria
    com 50 palmus de comprido e 30 de largura, lem
    frucleiras e capim, e baixa srande para plantar o
    que qoizer, e para ter vaecis de le I c em abundan-
    cia, lenha e agoa para gaslode casa e para fazer cei-
    cado, e ou ira- muitas commodidades. e para nao ser
    mais extenso particularmente se dir' ao pretenden-
    te ; lem 4 bol raan.ua e 3 carrocas, es|e nesocio se
    lira'cora quem quizer : na ra" do Vigariu n. IB,
    lerceiro andar.
    Chaly de flor s
    SOLAS E I.ISTBAS A 800 RS. OCOVADO.
    Na ra du Oui'imado n. -2i A vrude-se chaly de
    llures solas e lislras. padres modernni ; dao-se as
    amostras com penliur.
    Sei\-i,de quadros
    LAUCOS E MIltlMIOS A 1|900OCOVADO.
    Na roa do Queiinhdo n. -J A vende-se sedinhas
    de quadros luiudoVe largla l$900o covado, cortes
    de enea miadiahu de piala a -J-m, murruliua a
    .U,ii;,, covado, .na in-ii/ i,ia a .".Mil ucurado", cbilas
    franec/as a 960 o covado.
    Brili.antine
    A 103000 o CORTE.
    Com esle Ululo cbeuuu pelo ultimo navio franrrz
    lindos cortes de seda eseoeeza de lindos goslos : na
    ra du Queimado n. -Jl A.
    Rap de Lisboa.
    PELO VAPOR I). PEDRO II :
    na ra do Queimado n. 55.
    Superior cal de
    Lisboa.
    Vende-se superior cal de Lisboa : no
    armazem de Novacs iV. C, rita da iladie
    du Deosn. 12, por preco commodo.
    Velas de eir-
    narba.
    Vende-se a 125000 a arroba de velas de carnauba
    do Aracaly na ra do Queimado loja de ferrigens
    o. 69.
    CEBLAS.
    Conlinua-se a vender ceblas solas a 500, tlOe
    800 rs. o cenlo, e de moldo a 300 a l.-iui : na tra-
    vessa da Madre de Dos o. 18 ; e assim como bala-
    tas de Lisboa a 29OO a arroba, sendo di uma ar-
    roba para cima.
    i
    Ej
    d.e fusta.1 para rllele a 600 rs.l.rim treaa-a-
    dot branco de puro linho a I/**, rs. a vara
    dalo dito de cor ideni a 800 r dito 4iu p*t-
    ddi idem a S60 rs., dito te quadriaboa mia-
    drjis a OO rs. o cu vi do, madapoln fino a. t
    a 4/ a peca, algodio de lislru a ICO rs. o
    covado, chales de algodo! Ikibho ta-
    drf.es a 800 rs., ganga amarella frauerza de
    i|uailros, de listra e lisa a J0 r.s. o rovauo.
    e outras minias hiendas que se vendem fxr
    muilo menos qur. cm oulra parte : na ra
    A
    OSJ'IOS
    les ingle/ase franoe/.as a 400, 500 c 600 rs.,
    .I las para lindas dita -lila a 240, 500 e 19, e
    ouiras quaiidades mais baratas, que ludo se
    vende na ra do Queimado na bem conheci-
    da loja du miudezas da boa Tama n. 33.
    I'lli 30:000 RES.
    Nende-sc unta rica toalha de labirinlbo
    propria para baplisado na loja da boa lama
    n. 33.
    Cartfis para jor.
    Vcndem-se baralbos de cartas francezas
    muito finas e de bom papel a 500 rs. o bara
    Iho, ditas portoguezas muto linas a 320 rs.:
    na ra do Queimado na loja de miudezas da
    boa fama n. 33.
    S icas utas finas e modera
    nasdos melllores gastos
    que se pode encontrar
    se vendem na loja da boa lama na ra do
    Queimado 11. 33 e por precos que litio deixa ni
    radar aos compradores, porque real-
    e lia muilo ottdc es-
    apacbos
    des.
    gran-
    S3o ebegados a loja de miudezas, na ra da Cadeia
    do liedle n. ,">, ptimos capachos em fiirma de la-
    pete, proprios para lofs em casas terreas, os quaes
    se vendem por precos commodos.

    MJS&
    oberlose dcscohcrlos, perpienose arailes, de ouro
    e prata, patente iuclez, para bomem e senhora, de
    ou. uos melbores fabricantes de Liverpool, viudos
    pelo ultimo paquete iuttlez: em casa de Southall
    Mcllor A; Companhia, ra do Torres n. 38.
    Relogios de patente
    oglezesdeouro, desabnete edevidro :
    vendem-se a preco razoavel, cm casa de
    Augusto C. de Abreu, na ra da Cadeia
    do Recife, armazem 11. 36.
    Na ruado Trapiche u. l, eseriplorio de Ma-
    nuel Alves Cuerra, vende-se por commodo prec;o o
    sesoinle : superior vinho do Porto em barris de
    oilavo, chapeos de fellro, e aba o amare I lo fabricado
    no llio de Janeiro.
    IM VESTIDO POR 3f000.
    Novo e completo sortimenlu de curtes de vestido
    de chita de diflereulespadroes, cores linas, pelo di-
    minuto preco de 3 cada corle : na loja de i porlas,
    na rua do Queimado n. 10.
    DEPOSITO DA FABSIGA
    Industria Pernaiuhucana,
    RUA O CRESPO N. 9.
    A fabrica de sabfio c velas de carnauba, es-
    tabelecida na rua do Brum, tem estabele-
    cido um deposito na rua do Crespo n. 9, pa-
    ra ahi nicamente dar estraccao aos seus
    productos, proporcionando assim a manir
    comoiodidade aos consumidores. As velas
    manufacturadas nesta fabrica, olferecom as
    rantagena sepuintcs i sao feitas com a car-
    nauba simples purilicada pelo meio do va-
    por, sao inodoras e bellas na apparencia,
    queimam com igualdede e nao esbbrram, o
    n3o fazetn niurro e dilo mais luz e mais cla-
    ra do que as velas stearinasoit de qualquer
    composico, eque se vendem no mercado.
    Fabricam-se de 6, de 7 e de 10 em libra, ven-
    dendo-seemcaixas que contem 192, 224 ou
    1320 velas cada urna pelo preco de 15/.
    O sabfio he branco, as materias primas
    de que be fabricado s3o simples e inofensi-
    vas, o cheiro que deixa na roupa lieagrada-
    vcl; rivalisa com o roelbor sabSo bespanhol
    e he superior ao sabo americano, que se
    vende no mercado a 240 rs. a libra.
    Vende-se igualmente em caixas de arroba
    c a preco de 160 rs. cada libra.
    Os incrdulos comprando recoubecerao
    por experiencia a veracidade doquesean-
    u unca.
    lii" casa de llenr. Bruiiii 6 Companhia, na
    rua da Cre u. 10, vndese cognac em caiiinhasde
    dalia.
    \ endem-ic para li-
    quidadlo as fazendas
    ahaiso mencionadas, <-te>j<^S
    mstenles na loja n. i -N-,
    chapeos de castor branco, ditos
    pretos francezes, ditas para senhora e meninas, di-
    tos para baplisa.io de eriaaeae, toncas para os
    mesmos e senhoras, enfeiles para cabera, llores
    finas, pelmas, manteletes, capolinlios, r.uncirs,
    mandudos, lei|oes, chales de relroz bordados, leu
    cinhos de dilo, luvas de seda e pellica, bicos de
    bloude, ditos de linho, lilas de seda e velludu, da-
    masco encarnado, azul e amarello, aelim de cores,
    macas e saceos para viagem; e outras muilas fa-
    zen.las qoe sena enfadoiiho mencionar, e que se
    vendem pur melade do seu valor.
    I\a loja das seis
    Pe k i ni.
    porlas
    Esta rica la/.enda de ti palmos de largura he intei-
    rameulc nuva em Peruamhuco ; fabricada no celesle
    impeno, de cuja capital lira o uome, he de uns pa-
    dres lnidissimos e ainda nao vistos ale agora : ven-
    de-se pelo baralissimo preco da 25000 o divido : na
    rua do Queimado n. 7, luja da estrella.
    AGENCIA
    Da fundico Low-Moor, rua daSenzala-Ro-
    va n. 42.
    Nesteestabelecimentocontina ihaver aa com- i de seda
    O Na rua do Queimadon. 19, loja $&
    B de Santos Coelho, vendem-se mus-
    ffi Stilinas malisadas a ."00 n. O co- 5
    $j5 vado, ebegadas pelo ultimo navio. @
    Na rua do Cabuga*, loja de miude-
    zas n. \, defronle do lampeao, vendem-se
    hallados de panno de linho de todas as lar-
    guras, tanto aberto como bordado, mais
    barato do jiic em outra qualquer parte,
    por se querer saldar CODtat com o fabri-
    cante.
    -- Vendem-se saccas de farinba que tem um al-
    queire, medida velha : no Kecife, rua da Cadeia
    u. 53.
    Vende-sc rap de Paulo Cordeiro, novo, em
    meias libras : na rna do Queimado, loja de firra-
    geus n. 13, pelo preca de l-jii",
    As a ragas.
    No deposito de pilo e bolacha da rua da Cadeia de
    Sanio Antonio n. ti, continuam-sea vender as ja bem
    conhecidas bolachas a moda de Braga a jOO rs. a li-
    bra, flores de ovos para aoirea a (10, biseoilos muilo
    linos a 100 rs., assucar crislalisado a 210, cha muilo
    superior a 20500. No mesmo eslabelecimento se en-
    contrara \ ir,., - proprios para a artoil eslaco, bem
    como champsne, marrasquino, absinthn, cerveja,
    licoies e vinhiis diversos, ludo muilo eoi conla, ve-
    las superfinas de espermacete a IJJOOO a libra, man-
    teica ingleza superior a I-i?ihi, e ou rm difierentes
    objiclos, ludo milito barato.
    Iiu frente (lo Livramonto
    ludispensaveiscamisa< para homem com peilos de
    esguiao francezas a del lusloes, pei;as de canihraia
    lisa com oilo varas e meia para vestido de dous e
    tres babados a tres mil rs., curtes de cassa cbila com '
    sete varas a qualro patacas e meia, fil prelo de chu- :
    visquinhos para camisus a qualro patacas a vara, cha-
    les de merino de todas as cores a qualro mil c qui-
    nheiilos, chales de cassa adamascados para ir ao ba-
    lido a sello, chales escuros para casa lias manhaas
    fras a duas pateca!, ludu se ven le barato a dinheiro
    avista para acabar antes do bataneo.
    VINACRF EM BAKRIS.
    Superior a marca PRR e Falda & Socios, adia-
    se a'venda no armazem do \ alema, rua de Apol-
    lo n. 13.
    PARA ACABAR.
    Na rua Nova, loja franceza n. 8, confron-
    te a Caml'Oa do Carino,
    vendem-se chapeos de seda para senhora, da ullima
    moda e qualidade, com um leve (oque de raofu, pelo
    baralissimo prec,o de 109 cada um.
    Xa loja das seis
    portas.
    Em /'rente do Livramento.
    A doze vinleDs o covado de alpaca franceza para
    vestido de eoboras, largura qualro palmos, chalv
    de llores, fazenda de gosto a duas patacas 0 covado,
    chilas escuras que nao desbolam a meia pataca o co-
    vado, e de cores a seis vinleiis, riscados francezes a
    meia pataca, e larsos a doui lusloes, cassas piuladas
    a meia pataca o cuva lo, riacado Icncado para roupa
    de escravo, a seis vintens o covado, cassa escocezas
    a doze vinlcns o covado, e lodas as mais lateada!
    por preco que cou\idam a euroupar para a csla. A
    loja esla aborta das seis da inanb.ia as nove da nuile.
    CABRIOLE!.
    \ ende-se um ptimo cabriole! : para ver na co-
    cheira do Sr. mejor. Silveii a, ua rua da Cadeia de
    Sanin Aulonio ; e para Iratar na iua do Queimado,
    loja de miudezas da Itoi l-'ama u. 33.
    I de Lisboa e poassi.
    aosbarbeiros.
    Na rua da Cruz n. 51, sala de barbeiro,
    de Antonio lia i-boza de Barro, vcndem-se
    bichas de Hamburgo, pelo diminuto pre-
    co de 20.S000 o cento, aa mais modernas
    do mercado ; a. 'incomose alu;ani m.us
    barato do (jueerVAButra parte, e se vende
    a retal ho
    Fatjueas para farro:
    Vende-se muilo superior vaquetas para cubrir
    carro, pnr couimodn preru : no aterro da Koa-Vista
    n. 78.
    Vende-se un bonito cavallo mdado
    e bom andador: a tratar na i na doQuci-
    mado.com o Sr. Manoel Jone Leite.
    pelo soriimento da moendas e aieias moendas
    para enpenho, machinas de vapor e tainas de
    ferro batido e coado de todos os tamanhospara
    dito.
    I.ABVRirnilOS.
    Vendem-se lencos e toalhasde lah\rinlho, asaen-
    lado em lina canihraia de liuho : ua rua da Cruz n.
    31, primeiro andar.
    CU E P0T1SSA
    Vende-sc polassa da Russia e americana, chegada
    nesle* das e ue superior qualidade ; cal de Lisboa
    da mais nova que ha no mercado : noi seos depsi-
    tos na rua de Apollo u. I A, e - II.
    Ch
    Na rua do Trapiche armazens ns. 9 e
    II, vende-se superior potasta da Russia
    e americana, cal virgemde Lisboa, da
    mais nova que ha no mercado.
    Moinhos de vento
    com bombas de repuio para resar horlaseba'
    xa de capim : na lundicaode I). W. Bowman,
    ua rua do Brom ns. ti, b e 10.
    Em casa de Saunders Brothers & ('.., araga
    do Corpo Santo n. 11, ha para vender o .e;uinie :
    Ferro ingles.
    Pixe da Suena.
    Alcatro de carvao.
    Lonas de linho.
    Esponjas.
    Drogas.
    Algodao lizo para saccas.
    Dilo en trancado iu'iial ao da Baha.
    E uui completo sortimenlo de fazendas proprias
    para esle mercado tudo por preco commodo.
    Farinba de mandioca.
    Vende-se superior farinba 'le Sania
    Catharina, em saccas que tem um alquei-
    ie (medida v-dlia) por preco commodo!
    no armazem de NovaesA C., na rua da
    Madre de Dos
    gcovas le todas asjnali-
    d IM! s
    Vendem-e ricas cscovas inglesas pera
    roupa, o inollior que pode haver e de nova |, yu"eVmado n."*, na bem sM S
    invi-ncao a 35, ditas francezas muito boas ja boa fia, defronle da loja de miude/as.ia
    a 15. 19500 e OOO, dilas para cbelo ingle- |,M fama,
    zas p i'i anee/as a ISiOO c -Js, ditas para den- _
    PARA AS SEU HOBAS DE B01
    GOSTO.
    Vendem-se caixinhae ncamentc etiretla-
    das propnas para presente a Sis, 39 a 4#, ea-
    neUs ricas propnas para senhoras a 500 r.-. ,
    carteirinhas muito lindes para sanhoras a
    800 r tesouras para Costura, lnissiaaas a
    tf, ditas ditas para unlia a ioo, t; e t/^o
    ricas Ira nja para cortinados a kf a peca, leti-
    cinhos de relroz de todas as core* a afta r
    ricas caixinhas para guardar joias a SM* rs !
    camisas de meia para enancas a 50o t% ri-
    cos boloes para roupa de mancas a I? a du-
    zia, sspalmhos boidados para as sariiai a
    IHN e MSN, ditos de Ua mais ordioarn,
    320 e 40o rs., agulheiros com acalda aor-
    tidas a 160 2M rs. carhws de coliete,
    francezes M p.rc, loo r., cartowi.h.,
    com agulhas soitidas a 320 r., caixiat-,
    com agulhas francezas a 160 rs.. nuadade
    luibapara bordar a loo elOOrs., carme,,
    de linda de 200 jardas bom autor a O rs
    tas Ue 100 jardas autor Alexandre Mra
    macinhos ue grampas muilo boa* a rs '
    liam-uibas de Ua de casacues a m rs a m"
    ca, calimbas com grampas muito boa, a ua
    r., tmadinhas de hutas do peao E
    rs., babados abertos de linho a lOOciJ VT
    a vara, dito bordado de lindos padres a L
    rs a vara, traocas de eda de toda* as core
    e larguras e outras muitissimas cousa. niae
    U LOJA H Mi RE
    vende-se bom a barato oudapoUo maito to-
    no n. 6 a 45600 a peca, dito dito a 396W, dito
    entre lino a 3/300, dito dito a fcTOO, abrodi..
    m.'?"10 Pe,:, 2 M.j,rdM 3t500. Si
    muito eiicrpado dem a 2/880, dito dito
    dem a 25240, cbila lina para cobertas a *"
    rs. o covado, ditas escuras de cores lilas .
    ibOrs cambraia lisa muito lina a SCO rs. a
    vara. diU dila lina a 400 rs., dita muilo Km
    c om alpicos a 80o rs,, dila preta muilo lia,
    a 400 rs., dita adamascada com uma vara de
    larguia propria para cortinados a 7c a peca
    assim como muilasj outras fazendas, que'
    por suas qualidade se lornam recumaara-
    daveis aos amigos do bom e barato: na rua
    do Queimado n. fj na loja da boa fr, defroa
    te da da boa fama.
    TITAS DE VELDO.
    Vendem-se bus de veludo prelas e de co-
    res, estrenas e largas, lisas e abertasde man-
    to bous gi slos, pelo barato prero alo fot,
    320, 400, 30 e 600 r., na rua do Queimado
    na loja de miudezas da boa fama n. 33.
    BANDEJAS FINAS E BABA-
    TAS.
    Vcndem-se bandejas linas e de anos la-
    manhos pelo barato preco de 1/300, 2J.ea,
    3HM e !- : na roa do Queimado loja da
    miudezas da boa lama n. 33.
    RICOS ESTOJOS PARA COS-
    TURA.
    .i-micin-sc muito bonila* caixinba cosa
    rcparliuifiiio:- prop las para costara a 2/flo.
    35 e 3--000 : ua rua do Queimado loja de miu-
    dezas da boa fama n. 33.
    HE MUITO BARATO.
    Chales de merm de lindas core com ri-
    cas paimas bordadas a matiz pelo diminuto
    preco de 8? ; na rua do Queimado i.m
    loja da Boa Fe. defronte da loja da Roa
    /'roa.
    v LEQUES FilOS.
    Vendem-se lequcs muito finos coui ricas
    pinturas, espelbo c plumas a 2/, 35500 e 4*
    na rua do Queimado loja de miudezas da
    boa rama n. 33.
    VENDEM-SE CAPACHOS
    innlados, comprido e redondos a 700 e aon
    rs. ; na rua do Queimado loja da boa laaaa
    n. 33.
    Luvas de variak quaiidades
    Vendem-se ricas luvas de seda de toda a
    core, bordadas e com bnlolas a 2* o par,
    ditas sem ser bordadas brancas e amarella
    para homeiis c senhoras a 1, IHO* a Isa*,
    ditas de lio da Kscocia brancas e do corea
    para liomcns e seuhoias a 300, 400, JSM e
    600, ditas brancas c de cores, de algoswo,
    propnas para montara a 240 e 320 e outra
    quaiidades mais que se vendo ai raan
    Queimado na bem ennhecida leja de 1
    zas da boa Tama n. 33.
    de
    mente se vende barato
    colher.
    Uculos e lunetas de todas
    as quaiidades
    Vendem-se superiores oculoscom armai,-ao
    de tartaruga de todas as graduacocs a 33000,
    ditos muilo bons cotn armacoes douradasfa
    3-00, dji,os ditos com armacoes praleada,
    13, ditos ditos comarmaco de ac a 800 e
    1?, lunetas com armac&o de tartaruga a 13,
    ditas redondas equadradas de baleia a 500
    rs., ditas de dous vidros armaefio do baleia
    a 1S600, e oulros oculos mais que se vendem
    por preco barato na loja da boa fama na rua
    do Queimado n. 33.
    M tiendas su per ore.
    Na iundicao de C. Stari-& C, cm San-
    io Amaro, acha-se para vender moendas
    de canna todas de ferro, de um modelo e
    construccao muito superiores.
    Silo milito lindos para pu-
    nlios
    Vendem-se muito bonitos boloes para pu-
    nhos pelo barato pre?o a 500 e 800 rs. cada
    abotoadura : na rua to Queimado na loja de
    miudezas da boa fama n 33.
    Hf muito I) trato.
    Vendem-se duzia's de facas e garfos de ca-
    bo de marlim de boa qualidade a IO5, ditas
    ditos de cabo de balanco muito linas a 6/.
    litas ditos cabo rolico e oitavado a :ij, du-
    ziasdecolheres de metal principe a 35 e 6.3:
    uitas de metal mais ordinario a 800 e 19400,
    8 outras muitas cousas que se vende barato,
    na rua do Queimado na bem conhecida loja
    de miudezas da boa Tama n. 33.
    Para eseriptorios e cort-
    nos.
    Vendem-se resmas de papel de peso do
    melhor que he possivel haver a 63, dito in-
    ferior pouca cousa a 33 e 33500, dito paque-
    te muilissiino fino a 43500 e 53, dilo a I maco
    grave e marflm a 49. dito almaco muitissimo
    bom a 3.3-200, dito de cores em quarlos de
    resma a 700 rs., grozas das verdadeiras pe-
    nas de ac bico de lanca pelo barato preco
    de 18200, ditas muito boas sem ser bico de
    lanca 500 rs., duzias de lapis muitissinio iir
    nos a 320 rs., ditos proprios para riscar li-
    vros a 800 rs., canelas de osso torneadas para
    pennas de ac aiao rs caivetes iinissimos
    de uma a quatrofolhas a 1, 2, 3, 45, e ou-
    tras mais cousas que se vende barato; na
    rua do Queimado na bem con hecida loja de
    miudezas da boa fama n. 33.
    Para quem estiver de luto.
    Vende-sc na rua do Queimado, na bem co-
    tiliecida luja de miudezas da boa fama n. 33,
    voltas prelas linas e ordinarias, ricos alne-
    les, ricas pulceiras, e ricas rozetas, ludo do
    melhor gosto que se podo encontrar e por
    preco que nao deisara de agradar aos se-
    nhores compradores.
    Xa loja da boaf
    vende-se o mais barato que he possivel :
    chales lisos de merino muito lino com Irau-
    ,js de seda a 5/000, ditos dito lisos de listas
    a 4^. lencos de cambraia muito fina
    com bico de linho a 13200, ditos de cambraia
    brancos com barra de cor a 240 rs., mantas
    de seda para grvala a 13, peitos para cami-
    sas, brancos e de cores a 400 rs., fil de li-
    nho bordado a 15280 a vara, dito de dito liso
    a 880 rs., camisas de riscado finas e muito
    bem feitas a 1#500, alpaca de seda de muitos
    bonitos padres para vestidos a 640 rs o cu-
    *sort>0* f Hiiti.
    Faeio do ensenhe Algrele, Irefaeti e .iaaa
    l'rela, o i-cr.ivu liidoro, rru.ale. ( '
    Vi-mlri-seca I de l.isbuaul t imamen lechigada ,ai-
    sim '.omopoiaiiadaRanlavardadilri : na prara
    dot^orpn Santo ii.11.
    TAIXAS PARA ENGENI10.
    Wa fundico de ferro de D. W. Bowmann ua
    rua di Rrum, passando o cliafariz,' eontini ha-
    ver um completo sorlimepio de taixes de ferro fun-
    dido e balido de .1 a 8 palmos de bocea, as quaes
    acham-se a venda, por preco commodo a com
    promplido: embarcara-se oucarregam-se em acr-
    ro sem despeza 10 comprador.
    Vende-ae superior linlia de algodilo branca e
    re core, em novello, para coilura : em casa de
    S0011II Mcllor & Companhia, rua do Torres n. .'18.
    Na rua rio Vicario n. 1!l, primeiro andar, ven-
    de-ie >inlio du Porln ile superior qualidade ila liem
    i-.nilipciila marca IW ero pipas, liarris e ranas de
    uma p dua< duzias de uarrafas.
    A vmladeira grarha ingleza n. >"5,
    em li i-ru-as de 1"> daas de potes: em ra-
    sa de Janu-s Crabtree \ C, rua da Cruz
    n.42.
    l/o par, ditas de pellica para senhora
    ditas de fio de Escocia para homem a 400, di-
    tas de dilo para meninos a 320 rs., meias
    prelas de seda para senhora a 23 o par, ditas
    ditas de laia para padre a 15600, ditas bran-
    cas muito linas para senhora a 240 e 320 rs..
    ditas prelas de algodSo para senhora a 400rs.
    ditas de algodao cru para homem a 200 rs, ,
    alem disto muitas fazendas que se vendem
    muito barato, e que a vista dos precos os se-
    nhores compradores nao deixarao de com-
    prar : na bem conhecida loja da boa f, ua
    rua do Queimado n. 22.
    NrivalhasH contento.
    Conlinua-se a vender a83000 o par(prero liio) e
    jabemcoohecidaaiiavallia de barba,feitas pelo ha-
    !>il fabricante qoe basido premiadoem diveraatea-
    poairues: vcndem-se com a cndilo da nao agra-
    uando podcrocompra.lor devolve-laa at 30 dial
    depois da compra ,resliluiudo-sea imnorlaocia: em
    casadeAogusloC.de Abreo, na ro da Cadeia do
    Recife n. Ub.
    Alojad* boa
    fama
    Vende muito bar to :
    Libras de litihas 11. 100 c 120 de boa qua-
    lidade a 23, ditas de linhas de cores a 1j20o,
    peeM de lita lavrada larga de seda a 23500,
    duzia de pentes abertos para segurar cabel-
    lo a 23200, grozas de botOes de louc pinta-
    dos a 240, meias brancas e cruas para homem
    a IliO, suspensorios para homem c menino a
    10 rs., earteiras para alRibeira a 600 rs., po-
    cas de fila de linho a 40 rs., grozas de bo-
    loes linos para calcas a 280 rs., grozas de
    boloes de madrepcrola a 00 rs., braceletes
    encarnados para senhora a 200, caixas com
    linhas de marcar a 280 rs., pegas de bico es-
    trello com 10 varas a 560 rs., duzias de te-
    souras para costuras a 1/, ditas maiores mui-
    to boas a 1>-200, e outras muitissimas cousas
    que se vendem muito barato na rua do Quei-
    mado na bem conhecida loja da boa Tama
    n. 33.
    Gmiro de lustre marea de
    -.a> idade da 24.-
    nos. altura regalar, erro de carpa pocra
    vado, luvas de seda para homem e sonhoia a *"? '"!" or " * ''. "
    ._ dedo indicador da ama direila, be nadada da 1
    ' Illama, muil ladino e atvOJajatO, aleare, toca
    la, incelca-se forro e qae aba lee, prmtmnm
    cidade o Sr. lenenle-orond J.l. Piats, 4a I
    Juniur para o comprar, e Iwelrn ocpaea da M
    eulregue pelo dito Sr. a Aaloaie l.erte f. Ini,
    sippareeea em eerasiaa qae foi bascar aeaa
    em casa do referido teakor : roca-te a qaalaau 11
    loridarle policial e.rapilava e naaiaa appialnanla i
    lerem referido eageaba Sr. rrl /atara*
    da C. Ba,ln, no ne-i. cidade a Aalaaie I rile reees-
    ra Bario, na roa da Cadeia a. 17, qoe aarae bao* re-
    baaMObaBaBa.
    \n dia 18 do crranle polas oilo horas
    da manhaa fugio um negro por nomc Anto-
    nio, o qual he de naeSo com os signaes e-
    guintes : cor fula, pouca barba, posa do
    quarto direilo, os pesa pal botados, mo
    do lado direilo lem alguma costura imi-
    tando calor de ligado, levou calca azul do
    riscado, omisa azul, chapeo de palha : esbt
    negro tem um irmo que ho corlador 4a
    carne nos acouges da freguezia de Santo Aav
    tonio, sendo este o seductor daqueilc, se-
    gundo que se lem sabido ; foi escravo do Sr.
    acadmico Antonio Itogerio Freir de Carva-
    lho, morador a traz ila mairii da Boe-Vtata,
    tendo viudo com o mesmo acadmico de A-
    gua-l'rela,talvcz tomasse esta estrada ; por
    tanto pede-so a lodas autoridades owfo
    mesmo for encontrado, o oa cap lie do casa
    po bajun de aprehender, ov lera-M aosea
    legitimo senhor abaixo assignado aa rae
    larga do (osario i;. 48, qoe grnenmeTrle
    paga a quem o trouxer.Bernardo de Cer-
    queira Castro Monleiro.
    Continua a estar fgida o earrave Aalaow
    de naco Cassange, da idade da .1.' aaaos aoaea
    mais ou menos, altura regular, cangaeiro ao afi-
    jar, cor preta, rosto redondo, lem barba, eeotr-
    limpas, ebeio do corpa, e roavern peoea; fca
    escravo dos berdeiros do finado Casiano < tortear**
    da Cunha ; ha qaasi certeza da andar para aa
    parles do sul desla provincia, sa algorn atuai
    dito escravo lique ceno de que o dono ba de prece-
    der com todo o rigor das leis contri o aroitador, a
    quem o capturar proroetle m pagar com Raaara-
    sidade, sendo eonduzido a rua da Goia a. M se-
    gundo andir nesta praca, oa no enaenho Crvsalri.
    ou Agua-Fra da freguezia deS. Loan-ace do
    Hita.
    easteo.
    Vendcm-se pclles de couro de lustre de
    muito superior qualidade a preco de Asa
    4#500 : ua rua do Uueimado, na bem
    eda loja de miudezas da boa fama n
    Kasio honlera ai 7 hora! da aaile em evra*.
    mulato, de nome I lumia/, alto, rrl.-rraao ao carpa
    rom mareas de bexican, pernan creasaae nell aur
    cas de ciralrite na canrllas, falla i
    conhc- \ rula.. ; levou camine de parte* axal .
    3.1. da de oorrllo branra as linmlireirn a
    , aberla na frente em forma de palilo : eda
    VRAraTlJ.? PDlirC he nlu,al l'areliiba, e lai aeciava da r. Cl
    TflllfllliJAo ti ullAllLlJ. f.oelb.. qoe o bou ve r-r beraari da ata eaofa ama
    Um lindo e variado soriimento de model- | Joaquim de Snura daqualla rteade, a li cao^aaaa
    los para varandas e eradirias de gosto mo- ,'.''" a-iaaada a v. Hilaria 4 Aibayda
    dernissimo : na liindiCaoda a-"' -" !"
    lo Amaro,
    do lirum.
    i- uo deposito da mema na rua
    ,, ,,m c i arii.riii-. jiiinni. motanoc ao
    NA LAJADAIOA FE
    vende-se muito barato cortes de calca .le
    bonitas casemiras de algodio a 1/120, ditos
    leve-a a rua da i m ..rd a Pedro Aalaaia leiietra
    Caimarira, .,tt ,er-i 'tei^roumeale .ralibeade
    Recife I. de iiuluhrn da/tK.
    Pedro Aaiioeie Teiteira t
    PERV: TTP bl I
    M FAMA SM
    MLmDSI5f51
    ILEGIVEL
    -