Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07640


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Full Text
ANNO XXXII r 274


Por 9 iiuv.es adiantados 4 '000.
Por 3 mezes vencidos 4/J500.

(JUNTA FEIRA 20 DE NOVEMBRO DE 1856.
Por unno adan lado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO DE FE
INC VRREGADO DA SITBSCIUPCAO' NO NORTE.
Farahiba, 8t. 6ir lio T. da Natividad!; Na tal, e Ir. Jeto
Sm I. PoMin Junio. Araeaij. 8r. A. d< Lamoi Braga ;
'*. alr. J. Joae d* 01'ira ; Maranheo, o Sr. Joaquim llar-
,u* Sadriguai; Piaahy, > Sr. Domingoi Harculano Pinos
Ctieuae; Para,Ir. Juili lanoJ. Karaoi; imuomi, a Ir. Jir-
ujme da Cola.
PARTIDA DOS CORREIOS.
'Min.lt : indas on illa... 9 r mia i'ira o da.
lKu.--r.is.iJ. Goianaa l'arahiba : Ras MgwtUi a aaxtas-fairaa*
S. Anlao, BaaaWiaa, BaaaaOaCvawfi, Altiiihn Gar.ii.liun. : na teroa-lalfOa
S. I.oureiico, l'>. RazareU,, Liaaowra, Braja,, )'e|u"ir.i. rn.-a-
irira. Florea, Villa-Helia, Boa-Vala, Oorkarj e Km : na. ajaart*-falra
Cabo, Ipojoca, Senaaiam, lin-r'oriao.u. Daa, Uamlra*, 1 / i ,-l': ...
Pimi-nlciraa e Natal : qainlaa-feiras.
fTudoa aa correioa parlca a* 10 haraa da asnilla.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommarcio i aegunda a quintal.
Btlafio : lerfaa-feiraa a aabbadoi.
Faiauda : quarlaa tiabbadoi II 10 horsi.
/uiiodo eommarcio: icgunda ai 10 uoraae quintil a* na i a-da.
Juio da arpbaoi : lagunda quimai ai 10 hora i,
Pnmaira varada e/tal : saguoda a iiitai aa maio-dia.
segunda rara da airal: quaiiai a labbadoi aa maio-dia.
da t.
EPIIEMF.HIDES DO UEZ DE NOVEMBRO
5Quarloereicanlaai3horaa 4 minutos aaSseruodoi
l La chata ai 7 huras23 minutoaa 48 legundoi da m.
l!> Quariommguantaai 8 horai,15 minutla 48iagundoi di m.
-7 La Dora ai X horaa.24 minuloi,48 legundoida tarda.
_ PREAMAR DEIIOJE.
rnmaira aa 10 horaa t minuto! da manhaa.
Segunda aa 11 horaa a 18 minuloi da larda.
PAIYK tmClAL
DAS DA SEMANA.
17 Segunda. S. iregorioThauniaturgo b.
18 Terca. S. Odn ab.; S. Esiquic na.
IB Quarta. S. Isabel viv. rainhi f. ; S. Poncianop. m.
20 Quinta S. Flix do Valois ; S. Octa.io in.
21 Sexta. ApreacnUcio da 8S. Virgrm M de Dos.
22 Sabbado. S. Cecilia v. in.; S. Kelemon m.
23 Domingo. 27 8. Clemente p. m.; S. Crjsogno m.
E\< AHUILADOS DA M ;s< ItlIM \ KOMI
A la goai. 8r. i laudina FalcaoDiaa ; Bata* ttr. I
lo deJaneiro,*sr. Joae PareiraMartlai.
EM PERNAMBICO.
O proprlataria da DIARIO Hanaal rigoeina de taita,aa i
linaria, prata da Independencia u.lil.
OOV6E3IO DA 'HOVINGIA.
Eaujm.Ueoau tto aUa 8 tta oo.en.bro
Ollicio Ai) inspector da t esouraria de fazenda,
dizendo que pode, sob a rctptisabilidade da presi-
dencia, maular escriplurar as espezai que se fize-
raro no exercicio de 1855 a !.". cum o presidio rte
Fernando, e eicadeui na imporincia de :13(s017
rs. do crdito aberlo para lata inpezas.
Dito Ao metmo, traoimitl ido, para os eonve-
uienles exames, copia da acia docooselho adminis-
trativo, datada de 7 do crrenle.
Dito Ao mesmo, inleirando-i de que o joiz de
direito da comarca do Brrjo, baehrel Joaqnim Jor-
ge dos San tu, participoa liaver enrado no da 6 do
crranle no gozo da Uceara que le foi coucedida.
Tambem ae participou ao Exm. unselhciro presi-
dente da reanlo.
Dito Ao cliefe de pelida, deelrando qne Irans-
minio thesouraria provincial p.i.i ser paga, es-
tando nos termos legis, a conla qu S. S. remeileu
das despezas feilas com o fornecimtilo dos presos
pobres da cadeia de Garuar, nos mzes de sclem-
bio a outubro ollimos.
Dito Aojuiz de direito I guar Jos de Mi-
randa lichda, reiuelteudo orna secn a via do ot-
licio, pelo qual se mandou pagar na liesoararia de
fazenda a qaaniia de tiOJ r-. a qu me. lem di-
reito como ajnda de cuslu, por le sido removido da
coroarea de Flores para a da Anadia.
Dito Ao juiz municipal de Garauuns, dizen-
do que se deve evitar sempre ama detora intil
no julgaineulo dos reo, e por isso curnpt que S. me.
na primeira occasio opportaua, requisie a reiuea-
^a para ahi du prese l.m Antonio das .evea, que
lendo sido mandado submetler a novo jlgatnento,
aeha-M retido na ca nais breve qae fr pos jury daquelle lermo pelo crime de que hetecusado.
Cito Ao presidente do conaellio adraiistralivo
do patrimonio dos orphaos, recomaieud.3do qae
mande admiltir no respectivo collegio orphao
Francisco de Mello de Suuza Kangel, que lie sera
mandado apreseular peloiuiz de direito le Pio-
d'Alho.
Dito A" Manoel Silvestre de Alboquerqe Ma-
r a u 11 .i o. qaarto jaiz de paz da fregaezia de tapaca-
.d. I'eulin prsenle o scu ollicio de 7 do orren-
te, comimior.iikKi as oceurreocias qne ahi se leram
por occasido da eleir;o primaria.
Segando a espacelo que Vine, faz, romero essa
eleicio ao da -2 do crrenle debaixu da presleu-
cia do juiz de paz luais volado ; mas nao tendo um-
parecido ale ama hora da tarde do dia i, nero {,
neiii dous dos ineaarios, asruinio Vine, a presidiicia
da mesa parochial, como a lei Ihe incumbe, na ua-
lidada de qoarlo juiz de paz ; nomearam-ie don a-
leitores na forma da lei para suhsliluiiem aos dus
qae (altaram ou ,retiraiam-se, e passou-se a ree-
ber as cdalas dos votaules.
No dia ."> r.oiiiiiin.iv.! este processo qaaodo pelas!
horas da larde apre lado, e querendo Vrac. re ler-llie a presiJenci.
elle declaran que s a aceitara Horneando uovos me
jrios.
Nao sendo como oflo devia ser aceita pela mes;
cala condii;,lo, a inesma mena cooliuuou sob a presi-
dencia de Vmc, e termuiun no dia 7 os sena traba-
Ihoi, como cousta da acta que Vmc. me remellen Uespeza dem
No dia G, porm mandn u juiz de paz mais vola-
do aflixar mu edilal declarando adiada a eleirao
para o dia '.*.
As aerres de Vmc. em parle sao apiadas e em
parte contestadas pela exposic-aj cousl uile do una
ca lavrada enic.-i do jui/. da paz maii volado erL
.r>do correnle'c- que veio junta ao ollicio que elle me
dirigi na mesma data.
Segando o exposlo nesla acia, organisada a me-a
parochial no da 2 de nuvumbro passou a receber as
cdulas dos volantes nesse da e no aesuinte ale as 7
da larde, apeznr de alguus disturbios que focam apa-
sionados pelo delegado de polica.
presenlaiidu-sv, porem, no da u juiz de paz
cora dous mesarlos para prosegairem em seus iraba-
Ihoa, euconlraram fuicciuiiando ama uova mesa
cooititaida por Vmc, e da qual (azim parle dous
iloi mesarios primitlivos, e mais oulros dous unraea-
dos posleriormeote.
Apezar da insistencia do juiz de paz mais vola lo,
ao qoii Vmc. ceder-lhe a presidencia seudu nisto
e por lano tora do competente lugar, o convoca
para outro dia. Nao he certo se essa mesa se lera
adiado de poste das competentes lillas e oulros pa-
pis. No he corlo se os volautes lerdo acudido ao
sen chamado. Nao he cerlo se lera podido func-
conar ou se sua acr,io lera sido embargada pelai
autoridades.
Oualquer deciao pois qae en tivesse de dar seria
hypollietica, e por isso teuho-a demorado at hoje a
espera de ulteriores iofnrmac,oes.
Se Vmc. s lomou a presidencia da mesa e sii sop-
prio a falta dos dous mesarios ausentes depois de
bem estabelecido que o juiz de paz e os dous mesa-
rios se demoravam, obrou Vmc. muilo acertada-
mente. Se poram Vmc. os dou mesarios presen-
tes anleciparam a hura, obraran! com dol" e crimi-
nosamente, o qae nao lie de crer. Se comparecendo
o jniz de paz mais vulado, Vmc. Ihe ofjereceu a pre-
sidencia que Ihe compela, obrou bem, e ells'devia
simplesmeole loma-la e continuar os trabalhos sem
pretender desmanchar o que eslava felo.
Se elle quiz qaa enlrassem os mesarios originari-
amente eleilos e n.io continuassrm os substituios
que foram nomeados em sua falla, quiz o que era
legal. Se poim elle prelendeu aunular a nomea-
rimu da roesma arma do exercilo, sera commandada Capillo Sebasliao Jos de Maga
pelo Sr. coronel Dominaos AITonso Nery Kerreira. | C.oramaudante superior Manoel
A companhia de artfices, armada de espadas, for-
mar alas goaroecendo o paleo, e a cavallaria da
guarda nacional compor o piquete, que deve acom-
panhar a San Jorge.
A's 3 huras da larde em ponto, a brigada dever
estar formada uo largo do palacio da presidencia,
dah se&uir logo a occapar a posirao que Ibe he des-
tinada, em allitude a preeucher o seu lim, segundo
as deterniiuac,oes do respectivo Sr. commaodaute.
A fortaleza do Brum dar as salvas do costume,
ao sabir e recolhar a procisso.
IMm
perior Manoel Pereira da S.
Teneule-coroiiel Braz Nunes de Magalhaei
Major Victorino Pereira da Silva
Teueule-eornuel Manoel Nones de Magalhes
Major Jos Pereira da Silva
Capillo Andreliuo Pereira da Silva
CapitJo Aulonio Sim, licio Pereira da Mlva
Major Joaquim Pereira da Silva Tentao
Capitn Manoel Pereira da Silva Jnior
Sebasliao Peieira ra Silva
Alfares Alexaudre Jus Nunes
Major Manuel Uoininguesde Aodiade
Mauoel Pereira da Silva eS
-.m du' lus 'ncisr.o Jo Lacerda, Aurelio Ferroi-1 ningucm ecrupulisou, e a um plano la. bem conce-
O mesmo marechal de campo convida a lodos os
Srs. olliciaes dos corpos, qae nao marcharem na li- i Alteres Jos Pereira de Aguiar
iba, e aos nao arreeimeolados para acuiupanharem Francisco de Mello Barbosa
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ra Kspinheiro, Antonio Josu ile Amoiim, Mi- i(l" ""'"'i''"10 P guc. Lu, tanna, Francisco Jos de Sou,a lo- I ft^AttfrlKSSLS ZZ.^
pes, Ernesto Francisco Lima Santos, Joao Te- dade urna crise em qoe se auguravaui as desTarss
dro de Alcam, Julio Accioly de Brilo.
At amonkS.
cu dos aubslilutos para Humear uolrus, quiz um ab-
surdo. Se livremenl e por Lio fulil motivo deixoo
de exercer regularmente e no locar prnprio os de-
veres que a lei Ihe iucumbe, para ir fura desse lu-
gar reuuir conventculo, exercer urna auloridade de
que por moto proprio se despojou, c fazer convoca-
res illegaes do poyo, seos aclos podem ter maior
ou menor criminalidade segundo os acontecimen-
tos qoe se seguirem.
I.ogo que en receba mais minuciosas e mais im-
parciaes informares, procorare dar urna suluro
pusitiva a estas difliculdades em quanlu caiba *na
rbita dos meus poderes. O collegio eleiloral cum-
prir por lim os deveres, ejercitara' os ojreitos que
Ihe confere a lei. Keinelleu-se copia do ofllcio a
cima a Jns Bezerra Corr-a juiz de paz mais vola-
do da mencionada fregoezis.
Purlaria Nomeuodu a Mauoel Joaquim Correa
de A Imei I, para u logar vago de curreio da rece-
bedoria .de rendas internas. Communicou-ie
thesuuraria de fazenoa.
lllm. e Exm. Sr. Teuuo a honra de remoller a
V Exc. as inclusas denionilracoes dos saldos exis-
lentes na* dilferentes caixas a cargo do thesnorriro
desla Ihesouraria no dia 15 do correo te.
Deo guarde a V. Exc. Thesooraria provincial de
Pernamboco 17 de uovembro de 1856. Illm. e Exm.
Sr. con se | he 11 u Sergiu Teixeira de Macedo, preaideute
da provincia.O inspector, Jos' Pedro da illca.
Demonstrarn do saldo existente na caixa especial
das apolices em 15 de novumbro de 185(i.
Saldo mi :!l de oulubro
P-.Indo......l:i!l:OOa-0 Recelta de I a 15 do eun. >
-------------13%000}000
tapen dem......... 200-5000
a mencionada procisso, os qoaes dever3o compare-
cer na matriz a hora que indicada Mea.
/Ole Joaquim Coe'no.
ORDEM ADDICQONAL A DE N. 370.
O marechal de campo, commandanle das armas,
declara, para os fin- convenientes, que huulem fez
a sua apie-enlai.o uo quarlel-geoeral o Sr. capilo
do segundo balalhao de infanlaria, Manoel de Cam-
pos l.-ile Peiiti'ailn, regressado da comarca da Boa-
Visla, onde commandou o deslacamenlo volante, e
exercea o cargo de delegado. Louvaado a esle Sr.
cpala.i os servidos que valiosamente presin em di-
la comaica, quer maniendo a ordem publica e per-
seguindo os malfeilores, quer soccorrendo aos qae
liveram ] iufelicidade de serem atacados do chulera-
murbus, aproveila a occasio para louvar igualmen-
te o Sr. ranino do mesmo baialhao, Manoel da Cu-
nta Wandtrley Lins, que na comarca da Flores
exerceu os mesmos empregns, e presin iguaes ser-
VifOS.
Declara, oulroiim, que nesta dala conlrahram
novo engajamenlo por mais seis annos, nos termos do
regulatuetilo de 14 de dezembro de 1852, preceden-
do inspeccao de sade, o Sr. primeiro cadete, -e-
aundu sargento do qoarlo balalhao de artilharia a
pe Carlos Etleves Freilas Goimaraes, e o segundo
sargento do mesmo balalhao Sabino Fernandes de
Souza, esle da primeira e aqaelle da segunda com-
p.minas, os quaes por sobre os vencimentos que por
le Ibes compelirem, percaberao o premio de 4008
rs. cada um, pago segundo o disposlo uo artigo ler-
ceiro do decreto numero 1401 de 10 de jiinlio de
1H54. e lindo o engajameulo uina dala de trras de
22,500 bracas quadradas.
Se desellaren', incoirerao na perda das vantagens
do premio, e daquellas a que liverem direito, serio
coiwiderados como se recruladus fossera, ifeseontan-
do-se no lempo do engajamenlo o de prtaSo, em vir-
(ude de srnlenra, averbando-se este di.cunto ea
perda das vantagens nos respectivos ttulos, como es-
ta por lei determinado.
Jus Joaquim Coellio.
519
437
138
133
Saldo.
138:8005000
Caixa doexerccio de 1856 a 1857.
Saldo em 31 de oulubro
P- lindo......132:323.5117
Keceila de 1 a 15 ducorr. 21:4195350
Saldo.......
Caixa de depsitos.
Iildo rm 31 de oulubro
'inda.......Mi<343#76
ceila de 1 a 15 du cotr. 2-5320
156-7279797
70-7899336
85:9Klaill
ll.lo l
apoido pela mesa e por -ropos de hum'ens armados
qne se postaram no- reciulu e portas da igreja.
O juiz de paz mais volado avista de um tal proce-
eirneulo, ralirou-se com dous mesarios, cooliuoindo
a l'uoccionar a mesa presidida por Vmc.
Comparecendo segunda vez aquelle juiz no intuito
de assiiinir a presidencia, foi repellidu para fura da
'eTeja, que eslava guardada por urna furea armada,
e tendo-se dirigido a sacrista para formar a mesa e
proseguir em seu trabalhos, oi aioda repillido
pelos guarda! egraude numero de pessoas
Avista disto reuni o sobredito juiz em sua casa
dons mesarios e com mais dous cidadaos Humeados
nena occasio (icou constituida a mesa, que convo-
cou os volautes por edilal para comparecer nu
dia 9.
No meio de asserc-iies qaa se conlradizem, e pri-
vado dos recursos necessanos para conhecer a ver-
dade porque nao recebi esclarecimenlo de algurna
terceira auloridade imparcial e alheia e a esse ds-
graradu coullicio, nao pusso dar, comodeiejara, urna
ilecisao positiva e temo ale me seja impossivel da-la
em lempo de aproeitar para o da da rcuniao do
collesio eleiloral.
O faelo posilivo e remoliendo, tanlo por Vmc,
como pelo jaiz de paz mais votado, he que nao che-
garam igieja o primeiro juiz de paz e dous dos
metanos apezar de passada a hora. Couvinha pus
supprir a falla dos ausentes na forma da lei, por-
que o processo eleitural nao se poda m: nein procraslinar iudelinidaineule, em ra/.m do in-
commodo dos pavos e e mulas oalros inconvenien-
te. Isso fez Vmc. de modo que Ihe parecen mais
regalar, o povo que all eslava para votar, .votoo.
I roa oulra mesa reunida em urna casa particular,
0 CANTO DOS HELLENOS-
PULO CONDE DE LKUURAT.
peza dem .
Saldo.
211:3509196
11)5-5570
211:1849626
Caiacspecaldocalramenlodas ras desla eidade.
Salo eill 31 de outuliro
I'*"*.....3:359-5794
Recita de 1 a 15 do oorr. 255920
Despea idciii
Saldo.
3::i)S\-,57l
2:.500-5000
8859714
(jixa special da couslrucro da punte do Kecire.
Saldo ci 31 de ootubru
, P- "">.....2:9895858
Rercilao 1 a15durnrr. 5}
Despea i. -m.........
Sido.........
C-iixa especial das loteras.
Saldo cm : de nntubm
p. lido. .
Keceila de 1 15 do corr.
9899856
1:0005000
1:989-58'*
12:0055746
4:8005000
Dcspeza idem. .
Saldo
16:805-5716
2:4729666
U-33j\9080
COM Vi\DO DAS ARMAS.
Quanel general do eonamando das araui de
Pernamboco, a eidade do Recite, em 19 de
novembro de || >6.
ORDE. DO DIA N. 370.
Determina o niai chai de campo, commandanle
das armas, deconfur udade com as ordeus cm vi-
gor, e de aecrdo con as qoe recelreu do Exm. Sr.
eonselheiro presideutt a provincia, que na tarda du
da 23 do correule um brigada acompaulie a pro-
cisau de Ciirpni Ckri i, que lem de sabir da igre-
ja matriz Ja freguezia a Sanio Aulonio.
Esta brigada, que se evera compr dos balalhes
da guarda nacional desl municipio, primeiro de ar-
tilharia, primeiro e segu lo de infanlaria, e do de-
Stobel
la,
que fianhou o segundo premio, decre-
tado pela Sociedade dos Homens de
Lettras.
" Prcfcn-ar sua imagtnafio de Indo
o desvio, he um simple calculo de
felicidade para urna mullicr ifr-
luosa. ii
Madama Ntcker de Saossure.
Es linda, querida Branca, es rica, amada, e ja oti-
sas preferir a esse mundo que le admira outro mun-
do delicioso, mas ideal, creado por urna imainarao
de dezoito anuos. Com quaulo luxo e amor adornas
essa Aih.inbra de (cus sonos como vives ahi con-
lenle looge das exiaeucias mesquiuhas e das realida-
des valsares de iiussas munotonas existencias! Ahi
-rnente unvem-se vuzes intelliu'eiiles e ternas, ahi
aina-se sempre cm jamis calcular. Teus amigos
ai liain-le luuca, mas de nada servem suas graves
admoeslaroes. .\'lo veuliu pregar-le a meo turno,
pois leria c-rleza de au ser oavida ; quero smenle
ciinlar-le nina historia. Essi historia he a ni i n ha
propria. lie nina eeatdeaeia, quasi ama conlissao.
Nao podes recusar uuvir-me.
Primeiranieule, querida lilha, deixa-me dizer-te
que lamento seres lao rica Eis urna linguagem ex-
traordinaria, que sern duvida ouves pela primeira
vez. A riqueza pareee-lc anda ser a melhor de
las prenda., visto qi,e> le permute sonhar a vonla-
de, e fazer os onlree felizes. Eolendamo-nos. Dos
me livre de querer aiiuniar-le. Eu desejana a (odas
as mor- um dote ce>lo, mas ralo lal que atlrahisse
ludas as vislas. A vida assemelha-se a om rampude
balnlha : ahi aponb-se, e fere-sa com prelereiicia
.iquillo que brilha.
iantbemja fui como es asora, Kranca, amimada
pela riqueza, linda... lalvet menos do qae la ; mas
lallava-me nina Mi, a mais precioso bem desle i ro de Sainl
inundo, bem que nao podes agradecer sullicienle-
inenle a Dos liaver-le conservado Eu era orphaa,
e fura creada pela minha ovo. Desde a idade de seis
anuos tomava ja ares de zrandeza, resista aos mens
ineslre-, ordenava aos eradns, a qnaes nhedecam-
,e un respeito. atOe ten,-, rompreheodliln qaa
ludo na.) me losse aabmisso qi,.indo mea eipellm, ao
qual i-nuteinpl.i va -ma ataviada como urna honeea,
Miaba av, mulhcr da noda de Versalhes e de
Irunon, depois prlsiuneir depois emigrada, co-
nliecia lano as glorias con, as vergunhas du serulu
passado e do prsenle. Cu ava ludo isso admra-
veliiiente, pusto que voltass. mulas vezes a certas
ancdotas pro.lileclas. e fosi om poucu frivola em
seosjuizos. Como amava ai da ai reunioes conser-
vara om auditorio composto a amigos velhos, e de
mojos ndiscrelos, que para e: rever obras luiluricas
viuhara folhear suas lembran is. Sempre disposla
a criticar de ludo, mas heno a para com todos,
amavel, espirituosa, e occultai o a forr,a de graea
urna educai-ao incompleta, gen de considera-la co-
mo o modelo de um lempo que odos comprazem-se
em calumniar, agen que uao ibe-se mais enve-
Ihecer.
Vislo que promell dizer ludo, ;vo coofessar que
minha avo, ba e iodulgente que u nca recosava-me
um beijo nem am enfeile, uao era ia assas vigilau-
le paja dirigir minha infancia. Ei primeiro lugar
eu nao a via senao a certa horas, e ) seu loucador,
ou depois de j.nlar. Eolao ella a. igava-me, da-
va-me alguos bolinhos e despedia-nu De ordina-
rio eu licava entregue ao cuidado das lindas amas,
e suhretudo ao de mademuiselle I.aure t, camarista
de minha av, a qual fazia-lhe pagar i m seu mu
geniu liiula anuusde lidelidade. He Td ule que
nao leiiho razao de queixar-me ; pois se despotis-
mo pesava sobre as oulrai criadas : ea e i o mimo
da casa, e ella tratava me com cerlo res[ 'ito como
os retratos de familia, us cofre preciosos, as por-
celanas de Sevres. No dia do Anuo llom, la com-
prava-me brinquedos com suas Testas, e pe carua-
: val permillia me usar de seu chapee e de s i bello
c.ipoliiiho de seda furia-cores.
1 uoco depois as aias succederam as amas. Tive
mulas. Lma inglea enUlou-me com passag is de
Shakspeare, urna allemaa eusiuuu-me a pedir i. o na
llngua de Schiller, emlim uina discipula de i lk-
brenner, leve a gloria de fazer-me locar qualri as.
ludas mais occopadas de seus inleresses que los
meus abandonaram-me para busrar forluua em I n-
dres ou em San Pelersburgo. Falluu-se emlim 'e
fazer-me entrar us Abbave au llois. I.ulei coi o
um passarinho poita do viveiro, ruademoise
l.iurent decidio-se a meu favor, e liquei em cas,
onde gratas a alguus uieslres chamados de fura, e
um pouco de inoi propricfpuee adquenrJa edoca-
Cau snperhcial que satisfaz a mor parle das inu-
Ihrres.
Crcsci branilaraeute cm um velho palacio do bair-
de Sainl Cermain, o qual parece-te agora lao
Irisla cum seus vasloi sah'ies, seos movis velho, e
alen raleado. Ao. dezeseis annos lornei-me
anheira assidua de miaba boa av, e liquei eu-
gada de acabar suas laperarias e de sr-rvir o
Minha av leve lamliom a sumina hoadade de
PAGINA AVULSA.
IB3DJT SIIjS
lima gentileza.Certo moo morigerado de
mais, que ronda va muilo a porta de urna casa de
familia depois do silencio da noitc, foi apercebido
pelo dono da casa, que pegando-o do urna vez es-
piando pela [echadura para o interior da casa, an-
da diegou a puxar-lhe pelas orellias. correc{ao in-
fructfera para certa gente. Uespcilado porque a
sua Dulcinea veio a saber, jurou aos seus penates
vingar-ae do ;alis fleugmalico) pai de familia,
mas como? Insullando-o na ausencia, ridiculari-
sando-o, e al, segundnos consta, pagando mo-
laques, para ero ou tras ras o apnparem, porque
elle lie defeluoso Eis um amante bem misera-
vel 1 O pai da desejada ludo lem sotTrido com re-
signacao, o a sua vigilancia tem dobrado, a pomo
que, sem poder, vai alugar um andar para morar,
e o meu Narcizo iica pasmavilgatus...u emquan-
to a polica nao Ihe bate i porta.
Dizemque pelo pateo do Terreo, ra Impe-
rial, Jarditn, Caldeireiro, ele, lia labernas onde
reina desdela madrugada logo, a mais depiavada
dissoluco ; nesses covis dizem liaver bancas no in-
terior, para a bsqunha innocentinha.
Pedimos a certa familia, que nao permit-
a esse rapaz sahir mais ra, porquanto vai com-
mellendo grandes vergonheras, que deslustrara o
nome que lem...
Anda as sentinullas perdidas pelas calcadas
obstruindo o transito.
Ainda as carreiras precipitadas cavallo pe-
las pooles.
Consla-nos, que eslao-sc cxtin;uindo as sa-
las de daosa ; nao fazem falla. Que nunca mais
rcapparer-am.
Ha em certa ra uns eriancos muilo esper-
lnhos ; pode ser que ten ha o menor 16 annos.
Pois esses bons pecurruchos, quando chegam das
aulas, correm para o quintal, raunem-se lie pedras,
e, da-lhe que dars, os Miados quebram-se, a vi-
sinhanca gria, quem passa pela ra arrisca-se i
levar um pombo na cabeja. Quando nao he as-
sim que esses innocentes se disirahem, vio para a
varanda, e entaoquem passar que naosoffra um
motejo, uro insulto, urna provacao mesa.o
APIRA!. Al) iVERAI. DE 22 El.EITORES DA
VILLA BELLA NO DIA 2 DE KOVE.MBRO
DE 1858.
Os senhores :
Alferes Joaquim de Mello Mallos
volos.
651
seu j
com
carr<
cha.
, mi lie usava de vestidos prado, e lilas es-oras ou
aore enlar-me em ledos n reon...e,, demnranlc-s. ,,ri ra, m qne nada Irahis-e urna cagil liara en-
ule para ver-me dansar, e ozandu de mens eo|, -i,. uas feicC.es linham le^ularid'i.le nm lan
mP a^Tgtjffia tatsa j; as .wSLvrKt stsa
ntva. I ni acolhida por toda a parle de ama] bram s adornavam Ihe o rnslo com anneis inilcxl-
quena pessoa
rain
rnineira agradavel e liiongeira. Meu dote leria sido
saOicienle para allrahir-me cortezaos, e a liberdade
em que eu fura educada, dava-me urna ccr de ori-
ainalidade. Todos os guizos da loucura soavam em
lorno de iiiim. lia amava a dausa. a mullidau, o ia-
mor. Envernisada com o eipinlo de minha av,
nabitaada a fazer as liunrai de seu salao. Uto tmlia
o limido recalo que impe-se ordiuarjameule s mo-
ras ; porrp minha inexperiencia da vida era com-
pleta. Nao condeca oulros guias seno minha phau-
lasia e minha imaginacao.
No mez de maiu partamos a pequeas jornadas
na velha callera, minha avii, MademoiielleJI.aurenl,
um cao chamado Pacha, e eu para Braisieux, anliga
haniar.io da familia, onde licavamos ale o Nalal.
l-.ni.io luucas cirreiras pelu campo substilui.im os
bailes, l'inhamos huspedes, visiuhus ; parecia qat
raziamos o. prazeres oas malas. Desde a manhaa
ale a uoile eu fazia resoar minha catla de pedra
com as quadrlbas do invern. O parque de carpes
severos parecia-me sempre risonho com suas bellas
campias, suas sombras, e seus muros guirnecidoi
de laladas carregadas de pecegos, e de ovas.
Porem minha familia uao rompuuha-se de um
pe.soa. Minha av uvera lies (ilhos. dos quaes
s re>lava-lhe o primognito ; mas tendo esle casado
em I- ranche Comi cum uina mulher doenlia e se-
dentaria, enlreaava-se inleirameiile a car,a, a agri-
cultura, e a edur .r.in de seu lilbos, e qusi nunca
vinha a Paris. O segundo, meu pai, fallecer te-
nenle-coronel na Iiespaiiha. e minha mai sohrevi-
vera-lhe pouco- annos emlim o lerceire lamhem
fallecido desde muilu lempo deixara urna viuva e
um lilho onico, os quaes patio que hahitasscm a
Brelanba, viiiham alcumas vezes visitar-nos. lie
dessas pessoas que vou agura fallar-le.
Devo coufessar-le qae deleslava minha lia. Era
nistoduas vezes iuexcusavel, porque nunca emon-
trei urna mulher 13o perfeila ; mas era justamente
essa perfeicio que eu eje pedia sollrer. Madama
de Braisieux, perlenrcnlo a urna das melhores fami-
lias de Itenne-, nio india o orgullio dos 'ilhos da
lorluua que nAo intimida a iiiiguem ; mas a dii-
i nirrau natural quo Irahe-se como involoel iriamen-
te. lirattde, forte, c digna em lulas as colisas, ella
parecia nasuda para commandar. Era pelas suas
ateta que eu imasinava quando lia a historia Semi-
ramis, Calbariea II, e Mara l'hereza. Com efleilo,
lendo lirado viava cum urna riqueza consideravel
-iara adminislrar, e um lilho para educar, ella go-
bernara esse pequeo reino interior como soberana
rrae e hbil. Nunca minha lia pareceo-me dei
ll de ter raz.lc em suas palavras ou em so ia arenes,
t inca nm movimeuto irrellectido trouxera-lhe k
h ^ca urna pajavra inconsiderada, viv, ou lerna.
N iJJeade querido deixar n luto de viuva ella o-
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lenle Liberato ilorenlinu de Magalhes
Capilao Jos Malheos Pereira da Silva
(lapililo Joaqoiin de Souza Coelho
Alteres Joaquim Jos Nuues
Alferas liraz Ferreira de Magalhes
Supplenles,
Francisco de Sean Magalhes
Jos Alves da Barros
Padre Manoel da Snnza Farra/.
Thorac de Sooza Magalhes
Braz da Cosa Mazalhaes
ienente-enronel Anloniu Xavier de Moiaei
Antonio Nuues de Bairos
.loa.. Nones iNogoeira
Candido Comes Tavaiei
Jos Antonio Pereira da Silva
Major Jos Pires Bibeiro
Antonio de Souza Magalhaei
Benedicto Jos da Silva
Hoque de Carvalho Brandan
Majur Victorino Lopes de Barros
Anloniu ii.irm.io rfonei
Dr. Eslevao de Albuquerqua Mello Monle
Negro
Antonio Rodrigues da Silva
Braz Zelu de Magalhes
Antonio Gomes de Carvalho
Manoel do Nasrimeuln Casado Lima
Joaquim Manoel de Magalhes
Anloniu da CotU Lima
Joaquim da Costa Lima
Profeasor Joaquim Cnnralve? A\res
Manoel Francisco de Souza
Alferes Braz Nunes
Padre Antonio Couralves Lima
Henrique Nunes Lima
Antonio Comes lavaras
Norherlo Comes dos Santos
Joao Comes 'lavares
Mauoel Gomes Tarares
Leonel Cordeiro do Masalhaes
Vigario Mauoel Lopes Rodrigues de Barros
Joao Barbosa Nogueira
Joaquim Pereira da Silva
Joaquim Jos de Moura
Domingos insc Ramo
Alevinare Nunes da Silva
Francisco Goncalves Lima
Pedro Oonralves Lima
Francisco Alves da Fonceca
Andr Barbosa da Gunha
Jos Antonio Pereira Cavalcanli
Tliom de Sooza Magalhes
Andr Barbosa da Cruz
N. B. O commandanle superior Manoil Pereira
da Silva leve menos rotan, por nao ler am s do
opposicSo, o qae nao aconleceu cora os dous
mais votados.
APCRACO (ERAL DOS VOTOS DE VERBA-
DORES E Jl'l/ES DE PAZ I).i VILLA E TER-
MO DA VILLA BELLA. _
Os senhores. Votos.
REPARTIQAO DA POLICA
Secretaria da polica de Pernambuco 17 de no-
vembro de 1856.
Illm. e frjxm. Sr,Levo ao conhecimenlo de V.
Exc. que das dillerentes participarns hoje receidas
583 ; "'a reparlirAo, consta que se derain as scguiotei
461 i oceurrencias ;
F'oram presos : pela aubdelegacia de Sanio An-
tonio, a parda Firmina Maria Tenoria, por brisa.
E pela subdelegada da freguezia da Bda-Visla,
Candido Jos Beuedicto, Franciica Maria das Cha-
gas, Mara Joaquiua da Conceicao, e os escravns
rtiomaz, Marcelino, Leocadio, e Fumino, lodos
por desordem.
Dos guarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. eon-
selheiro Sergio Teixeira de Macedo, presidente da
provincia.O cbafc de polica, Dr. Policarpo Lopes
de Leiio.
e calamidades de urna nova guerra civil.
Cerlo de que a maior gloria cabe ao povo que deu
provas da virtudes cvicas, que muilos Ihe nao sup-
poem, mas nao devemos esquecer os serviros de ne-
nliun daquelles que bem guiaram esse povo, sou-
beram fallar a seus bons iustinrtos, e dar-lhes exem-
plOi Je inuderacao, ordem e tolerancia.
So Ooricurv n.1o se fez a cleicao. Tendo sid
ClUalIrie dizer
leve.
rom fetvor A trra KV >ei
Recite 16 do nouembro de 1856.
AO PAI/.
Nao abominare! os homens, na recaer dunle
sao-1 de suas iniquidades: Scrates babeado a crata linha
sua alma tranquilla e suas ultimas palavras faraan
de esptranra para a regenerar., da huraam toda :
Chrislu libando a uliima gollai do rain (da a esa
cierno pai que perdoasse a eos alguzes. p-ir avie m-
barem
oi",riS,u .da 5S'.p,0all2l! HS" ****9?**! i"!fii^ -mm mm^SSmmil
polica .i agilaqao e o desasocego que prodozo u* obra da rmnituta ha de i
Villa a nlenrli ,ln ni-.i n J o.- ..,... J________ ara.
172
172
51
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152
116
lil
110
Volos.
34
10
337
Volos.
Major Victorino Pereira da Silva
ManoelJPereira da Silva e S
Bento Goncalves Pereira
Tenle Guncalo da Cola Lima
(.apilan Jos de Souza Coelho
Tenente-curouel Pedro Pessoa de Siqocira Cam-
pos
Alferes Jos Caelano de Campos
Sopplentes.
Capilao Manoel Jos Diuiz.
Joao Marlius Vieira
Major Victorino Lupes de Barros
Jos Antonio Pereira Cavalcanli
Professor Joaquim Goncalves AytVt
Dito Luiz Ignacio de Oiveira Jarditn
Padre Mancel de Souza Ferraz
Juizes de paz de Villa-Bella
Os senhores.
Alferes Braz Ferreira de .Magalhes
Ieiienla-eoronel Manuel Nones de Magalhles 311
Major Victorino Pereira da Silva 3UI
Capilao Francisco Goncalves Lima
Juizes de paz de tliixa-Verde.
Os senhores
Capilao Anloniu Lopes de Siqneira
Alferes Joaquim Antalo de Magalhes
Capilao Arnan Nnaei de Magalhes
Francisco Xavier Martina
Juizes de paz de Flores.
Os senhores.
Teneole-coroncl Chrislov.io Jos de Campos
Barboza .).>')
Capilao Benedicto llorlancio de Siqueira Cam-
pea >.t
Capilao Juao Baptiila de Athavde Siqueira 222
Alferes Joaquim Leile Braiil | 9
O vapor francez L'Avenir, vindo da Europa
trouxe a seu bordo os seguirnos passageiros 1
Para esta provincia.
Madenfcizelle Saunier, M. Uenazel, I*. E. Uour-
geois, Gaspard Adolpbe Bourgeois.
Para Bahia e Rio de Janeiro.
Salvador Vicente Sapucaia, Manoel Candido d9
Araujo Lima e um criado, Manoel Jos Mari-
nho da Cunha e 1 criado, Tilo da Silva Macha-
Volos.
Cierto de Wtm*mbnto.
Recife 19 de novembro de 1856.
iodos us bons cidadaos regosijaudo-se da paz e
ordem que reina por loda a provincia, aplau lindo a
roaneira decorosa porque lem sido condozida esta
eleirao. fazem a devida juslica as autoridades, sobre-
ludo a mais elevada d'eulre ellas. He preciso, porem,
172 ,er i0,1 cm lodo, e nao esquecer aquelles que na
posicao que Ihes ruube nesse grande pleito, auxilia-
ram com sua bella conducta e al com seus conse-
Ihos, pruposlas e petiroes a arcao da auloridade.
De cerlo que o exemplo da capilal servio moilo
para espaldar por loda a provincia as disposirfies to-
lerantes, ordeiras. generosas que auimaram pur loda
a parle o povo. Entre os ineios porque aqu se regu-
lansaram as operaees llevemos coular como o mais
impurlanle esse cuuvenio tao liel e l,'m fcilmente
execalado para exercer sobre as mesas a iusperrau
que marca o arl. l da lei regulamenlar de Is'de
agosto de 1818, sem o tumulto e confuso com que
olnain as massa. Foi am proceder novo. O n-
venlo imperial adoplou e ordeno.1 algons arligus des-
se cuuvenio, que podem ser ordenados. Novas ga-
rantas de regularidades se deram.
A gloria da iuicialiva desse roelhodo lo salular
de obrar compete ao Sr. Dr. Anloniu Vicente di
N i-cimenlo Feitoza.
No liberal l'ermimbucawi de 12 de selembro se
cha orna carta dirigida ao Exm. presidente da pro-
vincia, assisnada por aquelle senhor pedindo a adop-
$ao daquellas medidas pela maneira seguinte :
a Domiugo, Sr. presideute, vai ler lugar a clei-
cao ; pois bem us, em nome do partido liberal da
pioviucia propona, a V. Exc. o eguiole :
1." O Illm. Sr. cliefe de polica assisiira a lodo
o Irahalho eleiloral para o lim de manter a ordem
c poslando scnliuellasemcada entrada da ierejafara'
correr a lodo indislinclamente, offerecendo-me eu
no primeiro lugar para ser corrido.
2\As urnas leran no lam-io superior urna aber-
tura por onde s possa caber ama cdula, c verifi-
cadas qae eeUo vazias, sei3o (raneadas, e as cdalas
corto intrnduzHas pela abertura, pelo proprio jniz
de paz, lian se abrindn as urnas se nao no momento
em que, linda a eleirao, se liver deproceder aconU-
gem das cdulas.
3a* A' noile as urnas sero guardadas por nina
forja de confianza que nao permita a sua violarao e
vigiadas pur homens de nm e oolro lado.
1 O Illm. Sr. Dr. chefe de polica dar- as pro-
videncias para qoe nenhum disturbio ou provocarlo
se d durante a noile.
ir i.' A p .pul ir, 10 te conservara' loda das grade
para fura, e em Ionio da meta para vigiar os seus
trabalhos, se collocaro duas commsses de ambos
os partidos, sem que uutrem se possa dalla appru-
umar. K v
Exm. Sr. presdeme, lenbo fe que, se as cousai
assmi passarem, V. Exc. vera' como a eleicao ca-
minhara em boa ordem e enlao a liberdade de
vol acra urna verdade e nao urna tarca.
Epcro qu? V. Exc. lomara' na devida consi le-
racao as raines qae acabo de espender, e qae se lor-
ara credor dos volos de ailmiracao e respeilo de
ama provincia hriosa como Pernamboco. "
O Exm. Sr. presidente da provincia acolheu todas
as ideas do !sr. Dr. Fcilo'a com aquella promplido
qu. era de esperar de um humera, cuja repulacao
de habilidade administrativa eslava ligada ao evito
pacilico deslas eieicoes, e uo Liberal Ve.rnambmano
de 1.1 de setembro se acha o seguale :
dlloiitem 12H0 correnle peranleS.Exc. oSr. pre-
sidente da provincia,quenosallirma garantir a lber-
dadedo volo,epernleo Sr.Dr. edefe de polica, con-
cordaran! o Srs. Antonio da Costa Reg Monleiro
coronel lenlo Jo Lemenha Lina, Dr. bn XJhiae-
lino da Cunda Soulo Maior, Dr. JoaqotnTde Aqui-
no Fonseca e Dr. Anloniu Vicente do Nascimenlo
ieiloa, por parte do pirlido liberal, nos sesuinles
artizo, alim de com ordem e securanca para ambus
os partidos proceder-se a eleico na freguezia de
Sanio Aiituiiio, amanhaa I! do correnle. a
Seguemdez arligos entre ns qnaes se acnam todas
as ideas propostas p.-lo Sr. Dr. Feitosa.
Cumpre notar que n servico felo pelo Sr. Dr.
Feitoa nao se limita a ler iniciado aquellas ideas. Se
oulro as iniciara, nao seriara lalvez aceitas com tan-
la facili.lade pelas aotnridsdes e pelos partidos. Po-
dan) appareccr duvidas sobre a legalMade de laei
medidas, poda liaver escrpulo de'cum ellas violar
as disposices do cilado arhgo ii. Vendo-as porem
proposlas por um jurisconsulto e publicista to dis-
tinelo como o Sr. Dr. Feiloia, uioguem dovidoo,
villa a entrada de grandes grupos de gente armada
comern all a eleirao com toda a ordem, mas auter
ceiro dia o juiz de paz e a mesa daclararam-se coac-
los e suspenderarol os trabalhos. Felizmente nao
houve aclo nenhum de violencia, mai be torpe a
manobra de privar urna freguezia de exercer seas
direito, porque v a mesa que isso nao couvem aos
inleresses de seus membros. O cerlo he que nao po-
dendo chegar a lempo as providencias qoe der o go-
1 verno provincial, pode bem ser que se faca a eleicao
daquelle dislriclo sem a intervenrao dos volantes do
Ouricury. Ser valida a elei(ao'assim feila
-****WaW*r-
Hoje locou em noso porto o vapor francez /.Ave-
nir, aa companha de Marselha, o qual infelizmen-
te nao trouxe jornaes que nos dessem a conhecer os
aceolecimeulos posleriures ao ultimo vapor.
<0mmittttcafoo.%
vei que, segundo creio, o proprio venlo nao ter-
ousado desencrespar.
i.'uando madama de Braizeux chegava nossa
habilacao, licavamos como estupefactas. Ella era
muilo bem educada, amo: discrea p.ra lomar a
liberdade de ceusor-r nada em casa alheia ; porem
seu olhar sorprezo dizia mulas vezes mai do qae
p.n.ivr.:. Apezar do respeilu com que ella Iralava a
sogra, esta sullria como lodos a intlaencia glacial ;
centava menos ancdotas e prefera sen veslidos cor
do folln serca. loria ha-la lo que urna pesoa es-
Iranha ouvisse es-a- daas mulheres Iroearem as pa-
lavras cousaaradas : Muida mai, miada lilha a
Para julgar da fneza de suas reanles. pe|, minha
parle ciiniprehen.il logo que minha lia desapprova-
va minha educar;Ao, minha independencia de carc-
ter, minha ociosidade e meu luxo ; pur isso dianle
della lado dcsapparecia, alegra, espirilu, joas e
rendas. Madamuiselle Laurenl muda e eonstrangida
nao alrevia-se a ralbar com uinguem, e parecia-me
que o proprio Pacha nao tomava a liberdade de tre-
par no sof.
Uuia, .(n .. ~" 'v*nliam de pressa, nos diste ella, vou procu-
,. .fm^ti a* .C e,n0U,pr''!lO J.0rse- Lra om "r-lhcs lugar. Temos excellente msica, e vamos
nello mancebo dcil e tespeitoso dianle da mai, su- uuvir cantar o prncipe Alpheo.
irivelmenle turbulento fura do salto, mas que nao Com efleilo foi nos moi difcil descubrir dous lu
^h,^a.^'aa iJS '"Tpr"eres: que "'-Igaicipara nos. Dolado de minha av arhava-se
i\ti ?i .'iP ?""'?" rWeaedee eonira ama s.lencio-a Insleza que fazia o compasso com o
elle he que julguei logo a.l.v.....ar que era-ine des- ; seu bello leque Pumpadqur. Do mea lado ficavam
exemplo julguei faze' um sacrificio meritorio persua-
dindo-a a condozr-roe a casa da baruneza de Larcv.
sua amiga, em vez de ir a embaixada da Inglaterra.
Porm para cousolar-me um pouco de minha abne-
garlo, toniei um vestuario novo composlo de um vel-
lido de crep branro o de urna cora de folhas pre-
parado para o grande baile brilaunilo.
Madama de Larcv qua-i contempornea de minha
vn, era mundana como ella, porm muilo menos
espriluusa. Recebia vizilas todas as sexias-feiras, e
esforrava-sequanto poda para allrahir gente ao seu
salan. Todava como a msica, o cd, os sorvetes, a
conversaran, ludo ah era geralmenla-iuediocre, os
verdadeirus elegantes, nao iam l sent pela qoares-
ma. Por i.so ella recoma a lodas as dares, e a tu-
das as opinies. A ex-2oarda real ahi jogava o whiil
cam os geueraes da frica, e os Russos c IVIonezes
baliam-se no ecarte.
Neeal noile licamos sorprezas de adrar um verda-
deiro lamullo.Mamadade Larcj parecia-radiosa.Ella
veio receber-nosalarefada.risouha, e com vestido de
velludo cor de rubim.
liuado como marido, e so o pensame'olo de ler ora
de minha lia hastava para eucher-me de (error.
Meu primo muilu mais ijoso do que eu, lomara as
praias da Brelanha a vocac/io da marinha. Seus
e-lulo- foram dirigidos para ese ladu ; emlim elle
cheguu-nos om anuo muilo alegre : ia partir como
aspirante.
Enh1o, priminhe, draw-rne elle, n.lo est ufana
de ter am primo aspirante '.'
Nao, respond grosseiramenle : nao goslo da
marinha.
Porque f lornoa elle com viveza. Corra-se o
mundo inleiro, salva-se a equipagemchega-se a al-
mirante Que efeilo pude vuss acbar a lao bella
carrera '.'
Nao sei ; disse eu com impaciencia. Parece-
me que um inarinheiro deve sempre vollarqueima-
do do sol, grusseiro, e cherando a alcalrdo.
Elle retiruu-sc lugo, lao visivelmeole 1.Hendido
que comprehen.il niinhu lolice ; mas uao tive a sa-
gacidade do repara-la. Pouco- das depois elle dci-
xou-nos para embarcarle era loulon. Seu navio
fazia vela para Alexaudria.
Nao eicrevu minlias Memorias ; mas somenle om
episodio de minha vida. Deixa-me pois chegar sem
muilo prembulo ao invern de 1817 a 1838, o qual
ficoii-me profundamente gravado na lemhranca. En
linha piitau viiiie annos.
F'sse invern foi mu hrlhaole. ,\ alta ancieda-
de parecia qoarer ,ndemnisar-i;e de ler drame n ul-
timo carnaval Infido lulo pelo ni arlos \, e dan-
sava-se sera eeraei. O recro de fatigar minha avo
lazia-me preferir maitas vezes o, seres inlimos oa o-.
conrertos msicos aos crandei baile lma TefJJnor
duas joven elesaules que fallavam de .Mauricio Be-
auvai, dos hanhos sainado, e da lomada de Cons-
1 mi na com acompanhamenlu da h .1x0 e clari-
nete.
itepenlinamente om maecbo adianloa-se no meio
da mullido que obsequiosa dava-lhe passagem. Mi-
nhas vizuhas esquec clamar :
Como he bello I Quinta diaUaeclo Elle tu-
rne comprehender o emhusiasnio dos Frauceze pela
causa da Grecia. Agora coucebo o exilio voluntario
de lord Bv'on.
He para uuvir esse bello cantor que renuneiei
esla noile ao baile da erabaixada, respondeu sua
amiga. Dizem que sua voz vale a de Kubini.
Du cerlu,
Uencjio.
Queris ler em um semblanle a mais acerba
dor que se passa em um carabao 1 Queris descre-
ver as agonas de urna alma sensivel ? Queris
contar as pulsa5f.es de um corarlo extremamente
mortal pela mais viva saudade ? Queris, emlim,
avahar o que passa moralmente um extremoso ma-
ndo, quando ve irremissivelmente expirar em seus
bracos, luclando com as vascas da morte, aquella
que Ihe deu o Creador para ser sua nica consola-
5ao nesie vale de lagrimas Impossivel Esses
phenomenos sao inexplicaves, e sempre que elles
reproduzem-so a mudez da lingua ou a exallacao do
espirito furtam-se por imperiosa lei, das dolorosas
sensaces ;i sua expsito : a explcacao mais elo-
quente de urna dor profundahe a mesma dor .
nada convence lano as occasiOes cm que ella fc-
re o coraQo, cono dizer-so eu sinto 1___
A morte de urna esposa, outro cu daquelle que
a perde, sobro ser urna rerdadeira calamidade para
os filltos, que ainda reclamavam seus carinhos, suas
hcues, seus cxemplos, e sua proteccao materna, ris-
ca no mesmo momenlo em que li a vctima feri-
da, do livro da existencia do seu consorte, melada
dos annos de sua vida.
Pode ser que assira nao seja, mas nos pensamos
assim....
Acaba de fallecer aos 2 de oulubro prximo pas-
sado na villa de Caranhuns, a Exm.* Sr.' D. Lu-
ciana do Espirito Santo Cimisao. dizna esposa do
Sr. capilao do i."balalhao de infanlaria, delegado
do polica daquello termo, e commandanle Ja forja
volante da mesma comarca.
Una leso chronica do ligado, que sempre zom-
bou dos recursos da medicina, levou-a prematu-
ramente sepultura, quando parecia, pelo seu ex-
terior, que gozava a mais vigorosa sade.
Com .>0 annos de idade, deixnu essa virtuosa
esposa, rarinhosa mai, christaa ardenle e honestis-
stma senbora, de existir, Picando entregue seu illus-
ire marido s dolorosas coramoc/ies da um corado
extremamente sensivel, que perde para sempre o
idolo do seu amor, o objeclo dos seus respetos,
aquella, quo deu o ser, aos seus innocentes li-
lliinhos !...
A Exm." Sr." 1). Luciana do Espirito Sanio
Camisao, nasceu 1 15 de jullm de 1826. Com
11 annos e um dia casou-se com o Sr. capilao Ca-
raisao, c desde essa poca que nolou-se no carc-
ter e conducta da j.jven esposa, ludo quanlo pode
fazer ditoso a um marido, tudo quanlo pode con-
correr para a felicidade de um par, e fortuna de
urna familia. O correr dos annos confirmou o que
enlao sedivisava, e a falla que hoje faz sua casa
esia virtuosa senhora, juslilica o pesar de lodos,
quo a conheceram, e que hoje sentem sen pasa-
mento...
Nao temos expressoes para significar o quanlo
doeu-nos dentro d'alma nova lao triste Podemos
avaliar a jnsta dor do Sr. Camsao, principal-
mente ao lembrar-se que sua querida lilhinha de 15
annos de nascida, perdeu, quando mais preci-ava
dos cuidados de sua excellente mai, de saudosa
recordado !
Cumpre havar resgnac.ao e fe muilo ardente na
religio, para se nao enlouquecer de dor, quando
golpes desla ordem vem ferir-nos de frente.
O sentmenlo exagerado he ilem de urna offen-
sa directa ao Creador de tudo, um tormento dupli-
cado. Bfbnan ?'
He millar dizer, com os olhos no co Seja
feila a vonlade do Senhor.
pa-sado de Alhena com orgulho, depois falln de
Alhena- escrava com sombra m lignc;lo. Emfim.
sua ro pareceu reauimar-se lembrando o rcenle
dispertar de tua patria, sna lihertaro, e propheli-
saudo-lde novos deilinos.guamlo calu-se, houve um
coro de bravos, um Iriumpdu de lagrimas. Ninguem
ousoo pedir repetirlo, nem laucar ramaldeles como
a um ador. O principe surrio com craciosa melan-
cola, volteu au plano, e comerou de novo liiuples-
menle lem parecer orgulh jso oa fadigadu.
F^sse talento excepcional tao dillerente das lices
aprendidas dos cantores ordinarios, a poesa que a
Grecia inspira, e lalvez tambem a belleza do nobre
eslrangeiro, impressionaram-me vivamente. Sua voz
tinha de'de muilo cessado de vibrar, e reioava an-
da no mea corceo.
Ouvio jamis cousa semelhaute nr. thealro dos
Ilaliauos 7 disse ainda ama de niiuhas vizinha 10a
amiga. Por iufelicidade do publico o principe he
mui nobre para fazer-se artista. Elle perlence a
urna das melhores familias da (recia, e descende pe-
lo lado materno de um dos duques francezes de A-
Ihenas.
Creio que descende em linha reda de Apollo,
respondeu minha segunda vizinha. Em verdade a
Grecia he ainda o paizdos deoses. Klle he rico '.'
Sem duvida. Paseia lodos os das no bosque
de Bolonda em um helio llburv puchado por um
cavallo magnifico, e com um pgem pequeno vesti-
do, segundo creio, de Albancz que atlrahe lodas as
vistas.
Mudemos de lugar, disso-me em voz baia mi-
nha avo, a qual enfadava-se de uao conversar ; esse
leqee endefluxa-nie : parece-me que lanra-me au
rosto lodas as nevoas du Tamisa.
Approiimmo-nos do piano, onde achavam-se al-
guus lugares abandonados, norqoe a mallidao viu-
da para ouvir o canto dos Mllenos corra ja para
oulra pule. Nesse momenlo madama de Larcv abo-
gan rollieudo elogio! para o seu coucerlo msico, as-
sim como as eae'orn das mas cnldem dinheiro.
Querida Aliona, dissc-me ella, vosse que ama
tanto 1 msica, deve ler ficado trasportada ?
De certo, exrdimei. Nunca ouvi
. ir ciuiipiei.i.
O prosreaio deixou sempre apua si oa Irere de
lagrima e de langae; o progresw leen Mt>rj
marchado em destruir. Ai forrai vira* da aalurcu
oppOe o homem a sua industria, e a deslrae. a -
melle e a vence. Fallar do progrrssa lora dalax
con di r.ie* he desconhecer as lei da narteneia do
mando e de lado quanlo nelle vive e existe.
Eslas le- invariaveia do progrrsxe sao lauta
phvsico como no moral: he sempre a destruir.* pe-
ra melhorar. aperfeiroar o pulir ; sem iapidarw a-
pedra preciosas uto leriam valer : sem atatffa-
recimealo da barbaria e ignorancia ote vir' a em-
I isar:, e sahedoria.
As revolure. porque o roado lem pasudo desdr
principio sto prova desla verdade.
E, pois, que he rundirn iodispMsarel de preurr-
so a deslruirao, e. poi, que para alcaufar e beta dr
ini'ler rater o mal ; 01 que se dio ao rahalho da
orgaiusaro ou reconslrucrao da sociedadr. drvrm
inulto inedilar, alim de ato precipitaren! irnnirn-
meiiiui que mais larde uara completos ; e qiae ire-
leudendo adanta-ios s conseguem una ehra 1
ganisadora.
Na siluar.iu do paiz os amigos do pragie 1
dcslroir, au podem organisar. Entre uas hoja a
brenos se nao eulendem. c no sea laescavolviuMu-
lo Ihe vai -ii-re leudo o que areonteceu ao> cbteiro-
da lorre de Babel; quando os qae esto no and li-
mes pedera barro mandam oa debaixo tafeaos pora a
s.ialho: quando pedem agua mandan rato.
Esta liluaclo imp -ei ia medilai o.
O direito nao deve ser imposto, a dictadura* de-
vem ser proscriptas ; para isla he miste que ledr*
entrera no ranearlo; e qae na queiram algn- c-
penos organisar urna oligarrlna.
A eleir.lo que se esla procedeadn veio la|aillilil
a dillicoldades : o pavo qae vio drlraadar seu di-
reilo exallou-se, e uto perdoa ; e n i|uerer orna regenerar... qae conluiue esta aCaajata
de em dous campos de vencedores e voiada*; par-
que no, os homens do prugresao.qaereaMt 1
de e Iralernidaile do genero humana.
O qae cumpre hoje ao partido revolu
Esparar. Eiperemos a conducta des paulares nutiti-
cos na prsenle conjundura, a saberea*
iiossos direitos valem ou se preleudem qaa 1
da forca para os fazer valer.
Tendo mena amigas do circulo de Ola 1a
lido e sustentado minha candidatura, e 1
que nelle nao honve cleirlo. eeofiamcu na seriada
das palavras proferidas do alto do Ihreau, a espera-
mos.
Eu porem espero ainda por mulla- oulrai r..a-a-.
(.rendo qae o progresw nao pode vir nula dcttaita
de so.is verdadeirai condires. cread ajjuu a hiu.nu
nao lem poder para apressar a marcha da roda da
lempo, romo o uto tem para (are-la parar, e-pero
que nu sea rodar rhecu. ae pauta onde deoa-uaa
adiar o mais poro que me for poasival.
Por oulro lado quero faier ama runressan ao. Ii-
derae : quexam-se elle-, qae son eslerva a au* -
cenc.lo,na o serei ; liquem p.i- na campa. c-*a-
balam por a cao-a e par ana conla, eu* as e-tMi-
rare.
Declaro pois que eslou retirada da putitica Wli
gcraue, que sou demcrata, mas que nao seu he-i
republicano.
Son demcrata para querer qoe deulre das osar-
da roii.tituiro s* di lada expauslo aa elementa *>
presenlalivo, repriimodo-se os abusos da pader ee-
culivo.
Nao mu linje republicano ; pois que ua ajuare
impor a narao o meu pensamenta, usa quera ostar-
Ide minha vonlade; nem forra-la a entrar uofa-
vernj de minhas cienrai e de minha* aipara>t ;
espero pois que a narao cheguc ao pauta.
Nao lalo rrhahililar-ra* na* rafas do* osManaada-
res ; pois que para elle* son proscripta. *au a uu-
carnarto da guerra civil, mas quero dmcuuta la
nao os cinh.ir.ir.irei presentemente ; relra-ni* a vi-
da p.ulicnlar, e nao oceuparai presuulimiinle pasi-
:an na imprensa ; aicreverei quaut* lor nw
diarios existenle* em defeza de dirrita* meu* e a-
Iheios. que forero cunrulradas ; e nada mala.
Caiihecem-me ; quer llberoet, quer ruusereada-
res, minha franqueas e Iraldade os larfa a acredita-
ren] em miulias palavras : descaacera lados, uua aa-
lou muilo re-olulo a operar.
I'uhliquem, Srs. redacltre* de 0*rio, zule mea
manii -to c ir-. I jr.iu. o qual espera que lada- a
jornaes admitlam, mxime os joruee* demerrala-.
aos quaes ni 1 quero impor minha vaotade, nem na-
da aronselhar ; esludem o paize precedaos cam
qoizerem.
Recife 1 de novembro de 18'..
Antonia Bornes 4* Fonatrv.
O da '1 do prximo futuro mea he a dia da supre-
mo pleito nacional, em que cada provincia em uur-
licolar e lodo o paiz em geral, lem de deuuaNar m
-eos poderes oas mos de um numere duterutiaatfa
de individuos, para tratar do seu bem catar indivi-
dual e da prosperidade da patria remmum .-he a
da em que eomecam os novos sondas das IVasilei
ros acerca das esperaofai de grandeza a do futura da
paiz.
Assim, ninguem te devo admirar qae manile-lr-
mos as nossas ixmpalhia* em favor de am do* can-
didatos que se ..presenta pelo primeiro circulo de ca-
pital, em favor do Sr. Antonio Epamiuaudoi do
essi unifonnidade de lux* o de praaa
lo pouco diana de miaba alicario.
No domingo seguinte sahiodo de Saial-Sejapire
com minha av estremec involuntariamente, und*
o princi|ie apoiado a uma columna da igreja, grave,
e 1 estnlo de preto como sempre. Cam grande oar-
preza miaba elle saudou-nje profundamente. Cai-
rel rrspondendo.lhe a' -audarn, o alleclei uceupar-
me nicamente com minha avo !
Durante qua-i um mez renovaram-ie malla* ver
esses encontr imprevistos de lal serte qaa tive ama
v-ga desconfianza de qoe o principe oa precurav.,.
Seu olhar filo sobre mim com allenrae podia-mc fe-
zer sappor isto sem muila vaidade. I icqainUia
inos a inesma sociedade. Eu via-a no baila, na thea-
lro, nos Campos-Elvsios, na igreja. Elle and**
empre vestido de lulo, ola danuva, uatoaagava
c.nversava pouco, e raras vezes sol*e cunan Ir.
viae.
Mas todos iaitrrogavam-no sobre a i.re.-ia. e en-
tto sea* -entntenlos patrialicos davam-lhe aatavrl
eloqoencia.
Todava com grande petar nosso elle racu*ava per
loda a parle cantar.
Seja o qae for um romance, dizia-lbe Urna
de Lairv.
Nao, responden elle, os desterrado* sauaeule
- ibero arias de seu paiz, e estas anlisem-UN ; a*jucl-
l cjinlo de guerra, |iur cxempln, be meu cania pre-
dilecto.
Charo principe, ohjectiva-llie a ulrsrquiasn b.i-
roneza, TOaaa exeellenci* ntn esta' desterrada pus-
t> qae era verdade teriamoa leutar..-, de
Torra, se quizesse embarcar-si.
\ oluutario 011
cuusa seine-
1 o joven estrangulo mereca allrahir a llianle. F.u coiuprehenderia que esse canto levantas-
Era iiolavelmcute bello. Seu semillante se um exercilo.
nobre e regular, sua estatura elegante, leu surriso de i Apenas pronunciei eslas palavras irredeclidas
branda melancola, seus olhoi negroi ao mesmo lem- lancei a vista cm torno do raim toda confusa. Eo-
pu allivu e pehsalvo coulrastavam fortemenie com conlrei jutaiuenle os ulhoi do principe, e o mesnin '
nao pilam
A senhor.1 sabe a* ver -
11 nilo, replirava nffaU, lie -e*nprr r.
exilio. Alhenas morreu. e seo* lilho*
para pedir-lhe lil um Inmolo.
os de lord II. mu : .. Bella patria do I .rene,
existes mais. e todava va immotlal I ..
Lord Rvrou dizia i-so ha mullo lampo, aecrr-
cenlav* madama de Lar; l.izeudo o rha. Agara
ahn-se que os Gregu* lem uma rainha joven o Im-
mo. e que os bailes de sua corle eqovdeaj ae* da
nossa.
Eolo lodo inlerrogavaiii o principe ubre *>--,
nova rolle, sobre -ua tliquela, sobre o mel ata rnaati
confusa. Eo- le llvmello ; periant.v.m-lhe se era *duo^|L
ia-eu do Piteo a Alhenas
m rarraatea de alaguel
quando con, voz harmoniosa e lirra. dngldi cora preYs~.on,,Jo.7ez^^ I J Z,17a\\T. Z'ruTail^T I .
grande talento de artista, elle enioou uraa eapoele falgaoimesrnoao>rmharque fSra^mlMTm^Z^I-^^!^ nMd.ra ba, ,
d* canto de gueira areao, esse auditorio frivolo ficoo I me, e depois corando de pejo e examinando oulro
transportado de admiraro. Os versos e a niuica : ladu du salao ouvi-o pronunciar eslas palavrai :
Relia como \ elle la !
Eo nao linha lido ainda o \larlire<, todava Ii
qaei lisonjeada. A n.nlheres adeviiiha
o Iv po trivial dos dan-adores de lodos os saines. Mas sorriso brando e uielaurulico. que ja liuha-inc im- I c
liosa e firme dir.gida com \ presionado, fez-roe eonheier que elle rae ouvira.[ S" Mte.uuU. ?"',, ,,Vt, 1LT VZ E UU'
co para a sua mirada triomplial na nalru ata
Soln. ""
Enlrelinl.. o principe ronaervava para r-auaiea um
recalo lo perfeilo, ama adunde lao repel. ,|Mr
':
MUTlOvDCJ
eram de grandes meslre c o principe dava s ola
a ao versos um realce qne duplirava-lh*s o valor.
- l.m salo h indigno dalle, dziam. Devera -er
ouvidn ni Srala de Miln tendo o mar no fundo do
thealro par arnmpanliar-lhe a \n,
Fmrel.inlo o principe nao pareca deeejar nm au-
ditorio ma.s ma :e-to,o. Canlava 'iem esorrn como
um pescador napolitano que cania aria na'eiouaes
coiirtriaudo ua rades, Primeirameoio lailon do

uta uscaropri- .ua allencao BtapuaKa erobar.rar-se. Chega
passeio oo de um 'erin.
I Cm fmnar-sevibt
^

/
A
\



Mallo, ecomiuendando-o a considerarSo clo eleilo-
res das lre freitueiias ueste circulo, como un dos
candidatos que julgamus mais habilitado para advo-
car os nossos mleresses common, oo so pela sua
capacidad* inlelleclual. santa tambem pelos <
relevaule'a que lia presl.do a nossa provincia.
O Sr. Epaminondas de Mello durante dous anuos,
defended quasi so rom inlrllieencia dislinrla os m-
teresses do partido Conservador P'laimpreua sendo
o anio e exclusivo redactor da miiio, MIB qc* pa-
ra isso livesse oulri compensa man do qoe a satis-
la. ao d consciancia rjo dever, e duranle este periu-
Oo nunca o partido conservador deixou de ter nesla
provincia um advocado exlreiiui e incainWI.
A UoUa lraosformou-*e no Pai:, e ele novo fi-
lli da imprensa aempreteve em seu favor os cuida-
dos e dfsvellos do Sr. Epaminondas, e os nteres.es
da provincia e do partido (iverain um lidador infa-
ligavel ; mas anda >qni nao pararsm os serviros do
ultimo redactor da l'nilo.
Aproiimavam-se sa novas eleirea de camaristas
e juizeede paz, o parlidu conservador nao tinlia um
orgrio especial na impiensa qoe defenderse* o* seus .
interesara ; o Sr. Epaiiiinundas tomou a iniciativa, e i qu
aurgio o ~OMsfrrador,esse rovo athlela da imprensa; I qu
a caasa da ordem e do verdadeiro progreaao fui sus- I de
rentada com intelligeucia e dedicarlo pelo Sr. Epa-
minondas !
Mas nao sao estes os nicos serviros que a Dona
provincia Ihe devein.
Os seus elaquentrs e locics discursos pronuncia-
dos nema lugar sobre as quesles mais diliiceis que
se lem agitado no seio da representarlo provincial,
desde o dia qoe o Sr. Epaminondas pataou a oceu-
par aiua dos soas cadeiras, quer na aessau extraor-
dinaria, quer as ordinarias em que elle lem servi-
do ; e a nossa estrada da Ierro, o Uxmiaslo, a illu-
niinacdo a sai, e oulrus grandes melhoramentos, de
que huje se ufana a nossa provincia, devcm-lhe limi-
to para seren tradazidus erh helos.
Estas verdades, estes serviros prestados a t'ernam-
riuco pelo Sr. Epatninoudat, >Au condecidos umver-
salmente pelos eleilores do circulo de Sanio Anto-
uio, e ama prova evidenlejda sua intelligeucia o pa-
Iriolismo ; e reproduziado-oa aqui, no fazemos
mais do que avlva-los na lnibrancja dos nossos dig-
nos collegas do prinieiru cintilo da capital.
Ai flpinif de camaristas e de juizes de paz, e as
de eleilores perlenceriam Italvrz ao partido da op-
posiedo, se u Sr. Mello tiao se livesse apreseutado
em campo com meia duna de amigos dedicados da
fresoezia de Santo Antonio, pois qoe uessa poca o
partido conservador nao t|nha ceulro, ueiu (|uem di-
rigisse dssympatliiasquefelle conla nesla fregue-
zia. I
Entretanto, o Sr. Epaminondas se apresentoo,
reuni us reliquias desse part lo que lem dado inn-
mera* pravas de delicio e lealdade, desde 1840, em
pleitos eleitoraes, e conseguio o triumplio mais bu-
llanle qoe a historia poltica da proviucia lem de of-
ferecer a' meditarais da postendade : vencen um
partido que lem em seu favor oito annoa de opposi-
;iii a o mgico prestigio do lilolo com qoe se deno-
mina : he oro dos actos que mais atteslam a habilt-
dade politica e lino tacto do Sr. Epaminondas.
E que recompensa ha recebido o Sr. Mello de
lautas fadigas, de lautos trabalhos, e al de lautos
dissabores'.' Nada mais do que os Inicios da hones-
ta e glotiosa prolissao de advogado, que aeraron,
desde que recebeu o grao de bicbarel na academia
de linda.
As'im, he lempo de aeradeesrmos ao uosso digno
coulproparochiano os servidos qoe elle ha prestado
a' nossa patria commum, e compensar o verdadeiro
mrito, dando ao Sr. Mello urna cadeira na repre-
sentarlo nacional : he esla a recompensa da patria
agradecida, e o pedido que faz aos eleilores do pri-
ineiro circulo da capital
Cm eleilor'ile Santo .Intonio.
\
-:-r-
OURIO DE PIHIIBUCQ QUHITA IVHA 20 II IOVIMIRO re 18
enJo lame seus lilliinhna, enlra em urna vereda
qi e ia ler a um seu recado e leva nina aboliera :
am estes o* indicios |....., ,erra quando matav
de dosjlilliinhos fui agarrado, inellido ein Lir-
ios serviros turas para coufossar o roubo pobre innocente Urna
rnlrageiii (tesina"rada o fez sempre dizer a verdade.
Foi reineltidu ao Sr. subdelegado supplenlv Fran-
cisco Trixeira !! Esle faiendn d sua parle o que
polde, o remelle para o Sr. delegado Alvaro !'. pas-
sdia se as mesma* dolorotaa averigoafoes, e depon
e.i(iiciT,iin--- do uos-o infeliz l'aulo. que dnlnro-
sarnenle tnn reino gema n. cadeia. Chorava a cada
palso a mizrna sua e dos llli!ilios.|Neiiliuni alivio
clava seos moles ; por elle iiiusuemlpelia.
ilanilaram-o fazer a limpeza da cadeia a-siro nos
laran 'en nico recurso julgou sercorrer ; foi
Lado, soirrendo urna tremenda sorra de pa'o e
ce d'arma, veio ein bracos para a cadeia onde em
ico enloqueceu ; alguna das depois de luiinso
ido, o metrna inspector prendera o roubador ven-
ido os lales, nni prente de sua mollief ; enlrc-
do o roubo o delezado o sellmi iminedialamon-
Nto reina una ave-mana de penitencie. Mas
fi/.er do iicsso inlVlit domlo '.'.'. O Sr. delegadn
i moro he oqu'-sabe ciiuiprir rom cu* deveres,
mif de um pooco vacilar man Ion soltar o dr-nra-
0 doudu, que depois de perdido 1 ou '. das por
ma o levaram a sua desdilosa familia, que em
uto e misarla linha paaaado lodo este lempo. A
mi Ihfr de l'aulo linha dada alu/. antes de receber
sen lerno esposo, porem sim um doudo furioso.
Ujpois de lauto lidar de dores, a niuihrr de l'aulo
ramee embalando o liihiuho. l'aulo que nodor-
1 vem pe a pee mala alagada aquella por quem
a a propna vida. De novo foi l'aulo para
a de Ouricury, os prenles o reclamaram
pe liram-lhes dinheiro, no menos viole mil reis, o
ido era criminoso Tan pobres eram, que nao
erain nem esle para dar. Pastados alguna mezes a-
recidus de ler um doudo o soltaran!,
'ossain. seuliores redactores, estas puras verdades
idoer o coi aran do MMM esclarecido presideole.e
npadecer-se de uosso soHrifcenlo.
ou,seuliores redactores,de N'mcs. o mais dedicado
go ecriado. "
(gOEteSftonfr.; ticte.
IPOJUCA.
Nosia Senhora do O' 18 de novembro.
Srt. redactores.Na duvida de sermos ou nao
acreditados, nao he sem acanhamentu que noticia-
uioa a resurreirm da nossa fallecida msica da guar-
da nacioual : mas nos o afrmamos porque vimos
com os nossos proprios olhos; e uo dia 8 veio ella
abrilbanlara fesla de Nossa Senhora das Dores, em
nossa igreja, com suas harmonas : mas como nao
faltam nanea maledicenles ouvimos, nessa occasio,
mu grupo delles que se inlerrogavain :Teudo a
ullici.ilnlade do balalbao concorrido com o seu di-
uheiro para a compra do inslrnmenll, c mensali-
dades doa msicos, dissolvi.la ella, a quem devenid
tiles pertenece '.' Ouvimos dilerenles opiuiOes uns
diziam ficarem elle* perlenceudo ao commandanle,
por ser a msica sua lillia predile la ; e oulros, que
iieviain ser vendidos e seu producto dividido pela
otlicialidade. Veremos em que assenlam.
No dia II do corren le, pelas qualro lloras da lar-
de, urna patrulha que do Kio Eormoso couduzia
duus prrsos, foi inexpera tameule asssllada por oito
diluirs, uo engenho licnipapo, coro o lim de snlla-
rem a um dos pre rara, depoia de reuhida resistencia da palrull(a,de
que rcsuilou licarem feridos dous soldados sendo
um gravemente e morloum dos assallantoll! l.luem
pode, pode....
Velo-nos as iiiaos, casualmente, urna nomearode
iuapeclor de quarluirao fela por um sobdelegado
do mallo, que aqui Iransceventos, ipiis verbis, por
acharmo-la inleresaniilv.
0 inspector l'edro Marlins pedio dmicao por
cansa de ser pescador e eu o iittmeio i V. M. inle-
rinamento al que veuha aiioiniaco do Sr. delega-
do, entretanto V. M. he obrigado a aceitar e cumpra
as ordeus ponba-ae duro...
1 'eos o guarde, subdelegada ele. ele. ele.
l-oi eoconlrada, caminho do Itecife, um grande
comboy cujas cangas eram : grande quantidade de
caixea de doce dre arai;s ( do superlno ) assucar re-
linaoo de priineirja qoalidade, agurdente de cannt
do .)_' groi, fannlia melhor que a de Muribeca,
azeile de den ir, mu los penis, galliuhas, capoles, pa-
tos, gansos, emaa, penquilos, papagaios, samburaa
com ovos.j saceos com as chapas que se nao apura-
ram as eleicOes.de Ipojuca, e porc,,io de vellas de
sebo. sorlidas.
Dizem que sendo, em camiuho, nlerpellados oa
conductores se lejvavom aqoillo ludo para a feira de
Cedras de Fogojrespouderain: Vai ludo para u Ke-
cife para ser darlo de presente a quem redigir ama
aecusacn em forma contra cerlos... subdelegados,
coja deinissao sa procura... safa!...
Suu, Muhuresjredaclores.elc. ele.
O espectro.
pesa
pa
ni
1(0
e
Srs. redactores.Nflo lendo a mesa pamcliial da
la doUiu'icury feilo eleicao, e sim urna causa que
naja lem Hume, apresentei, como volante de'la Ire-
gtiezia, o mea prolesto contra semelhanlc Iralican-
ecomo n.io fosse aceito, e nem lao pouco Ido,
\ mes. que o ensiriiu no seu grande jornal,
publico eonhecer como no Ouricurv, ha
itos anuos, se faz eleieao ; mais do qoe all enn-
i se deu na eleieao, devendo mais saber o publico
specialinenle o povo pernanibiiratio, que a mesa
pai ochial, de cotnbinacao com o delegado, nao fe/, a
ap racao das cdulas,e se o fez,esla' em inviolavel se-
grejdo ; pois al hoje n.io ha quem do coulo mesario
naqa saiba, e Iho sendo requerido nao deu cer-
lid|lu.
(> que jalgam Vmn. Nao llies parece um
ni y -Ter i r, poij i, .Mli he juslamenla. Uecifraremos
a c(iarada pela maneara que esla' feita. Com Sal-
ueiro e Ex. e parle desta fregueza. nAo conla o
delegado, heui era silencio a vola, a i daqoi,
que venlian o* volos daquellas duas Ireguezias,
proporcao que forem aquelles, elles da mesa pa-
desta fre-
aquelles e
gne
mei
rocl tal e delegado, augmenlam os daqui
e assiiii, por mais que sejam
os estes, lecm sempre o Iriitmpho.
Siu. Srs. redactores, de Vmcs. ltenlo respcilador
ecriado.
SO habitante de Ouricury.
lia do Uiiricurx 3 de oulubro de 18"ili.
m. Sr. presidente e membrosda mesa parochial.
a os vutaules da opposieo desta freguezia de
eorj respetosamente viernes peraute essa mesa
parochial presentar nossos protestos, e os motivos
que Ionios tioos sezoiutcs, que pedimos sejam ac-
ceilus e inscriptos na presente acia.
1" Nilo ler essa mesa eumprido com Os paragra-
phosl 1 e 2 do arl. 18 do cap. > da le de 19 de a-
goslr) de 18tr, que diz:
Nao serao incluidos na lisia geral os menores de
> .trinos ; ao passo que essa mesa parochial conen-
lio elreeeheu cdulas de cnanras de 12 c I i innos,
assin dos filhos familias qao mulo em rompanlia de
seus tais.
Nao ler a mesa revisora eumprido com o que
o ar|.-i, e lao smenle fez a parle segunda
mo arl., incluiudo pessnas imagiuarias com
de {augmcnlar-se a votarao e assim vencer a
nos rendimenlos dos bons declralos incommuni-
eaTois, nauyiievora ser inreterido pelo recurrido, que
he um mefoip^j-jo paiiicular por caliera de sua
nuilher, onlosc prova de II. Reiiiclliam-se
os aulos para a rolaran "Uo Maranhao, que desig-
nara para a sua reiisaj a hnai-jul'jamtiito.
Rio de Janeiro, 2'.) de fevereiro de IS.'ili.
Nabuco, presidente inior'mo, Pinto, Pardigao Ma-
Iheiro, Ceiciueira Lima, Veia> C. Frnca, Pinhei-
ro, l'eranha, Altneida, Siqueira, Cavalcanii. Pan-
toja.
Pechou-se a sessao a meia hora depois de meio
iliaO secretario, Joao Pedreira do Coulo Fer-
raz.
Accordom ein relagao ele. CJue vislos,cxposlos e
relaiajos na forma da lei esles aulos de revista ci-
vel enlre parles.
Recrtenle e cmliorRaiileJos Feliciano Porlel-
la, u recorrido o embargado badiarcl J}a<|iiini Fer-
reira Chaves; jiilgam provados os embargos a
fcllia IA, recebido a ollia 42 verso, porqiUDla
nao lendO a fallec la I). Auna Florencia de S'|ue-
ra, .-nulher do embargante instituido no sen testa-
mento 3 II. i berdeiros menores-,para qce na confor-
midadeda ord. 1-, 1- til. 88, !j 4, C e 7, podes-
se ter lugar proceder-se a inventario pelo juizo dos
orpbaos, deixanjo apenas a menor sja alilbada,
ca'j Anua Tertuliana da Conceicao, um simples lega-J
' do de cottsa certa, qiul o silio da campia da Ca-
sa l'orle, e dous presepes, como se v do mesmo
estamento a folha o' verso, o que Ihe nao da a
qualidade deberdeira, pira estabolecer a competen-
cia do juizo dos orphos nos- termos da ord. cit.
explicada pelo aviso do ministerio da justica de 28
de novembro de 1834. be palenlea imconipelencia
do juizo do orpliaos para nelle proceder-se ao in-
vemario requerido a folha 3.
Tmbem nao pode oembargado recorrido ser in-
ventarianle de bens do finado testador, como pre-
tende, com o fundamento de ter sido ella casada com
o embargante por escriptura de aribas, na qual
pacluaram a nao comniunicarao de bous do casal,
porque sendo o embargante marido, meetro dos
fructos e rendimento dos bens, na constancia do
matrimonio,bem cmodos adquiridose aecrescidos
como producios dos mesmos bens, segundo se ve
da escripiura a folha 03 verso, provando-se pelos
documenlos da folha 36 a foi. 43 e de foi. 65 a
75a 'I110 "'' constancia do matrimonio bouveram
esses bens adquiridos os quaes pela mesma esrriplu-
ra communicaram, he fora ds dnvida que ao em-
bargante compele ser o inventarame do seu casal,
por forca da ord. 1, 4, til. 83 ^ 1 e 3.
Porlanlo, em vista do exposlo, e o mais dos au-
losjulgam nullo o processo pela incompetencia do
juizo, em que foi pricipiado, e da pessoa do in-
venlarianle, que pela ra/.o cima referida deve ser
o embargante recrreme. Condemnam as cusas
o embargado recorrido.
Maranhao ideoutubro de 18">(.Vieira, pre-
sdeme.Miranda.Silva 'lavares.Torreao.
Silva Gtiimaraes. vencido, votei pe'. compe-
lencia do juizo.ede ser o recorridoo inventarame.
Foi voto vencedor o desembargador Araujo Franco,
Miranda.
da por meio do clariin, da ritremidade do Campo de. mflo na publicarlo de urna obra mu extensa sobre
Marlc a una vdela enllocada em cima do Trocado-, o complexo da ciiunic.i orgauica.
ro. foi rerebida por esla, e o signal de rereprilo re-
enviado ao expedilor, em inenoa de quiuze se-
gundos.
Foi depois desle primeiro resultado, que o minis-
tro da iiierra nomeou uniacominisso de ofliefael ge-
neraos de loda a* arma*, a qual, depois de varus
experiencias i Campo de Marte, fez um relalono
mji favoravel sobre a nova invencao.
Algum me/es mais (arde, o nveulor recebia do
inini'tro da marinha ordem para ir aToolnn. alim
d- la la/er expe leticias peraute nina commissao ma-
rilinia.
Ellas se renovaraiii varias ve/es, e sempre rom
fellcdade, diante da commissiio, presidida pelo cou-
lra-a!iiiiran'.e liallois.
O relalorio se ui'islra mu lavoravel ao novo me-
Ihodo lelegraphim.
Comiudo o governo nao Inmuu dcciao alguma pi-
ra appliea-lo immedialainenle.
Ileixa una viuva e qualro lilbos de lenra ida-
de, sem lorluna.
I: lie de desejar que os amgos da ciencia reuii.un
os aeuieiforcoa para proteger esta familia lo dig-
na de inlercsie, e para aligenar o lardo lao pesado
que de boje em vanle licar as costas da viuva de
Garhardt.
[Luiz Figuter
Preste, i
*ifflitlO.
.O >l
n'-^iiDfv.
ORCLMIO E MISERIA.
O |ornal ingler. n Easlern Couaiirs Herald, con-
: la, uns seriles termos como um homem morrea de
lome, em resallado do seu orgulho :
lia um auno que um emi-rado hngaro veioes-
tabelecer-se nesla cidade ilull dizendo chamar-**
Man larde, cnnlinuaiido aaperleijoar os seus pro-
cessoa, Sadr sabmelleu de novo a ua dmcoberU a
Aeadema da* eieneia*, qoe, n'um relalorio devulo
a Edwori mais vellio Ireveuet, capilao de fragala,
(he \'er. intuios elogie-.
Em 1811, o ministra da marinha enoarregOQ a Su-
dre de ir experimeular o seu pilenla sobre a esqua-
draido Mediterrneo. einpregou ai maiores diligencias para fazer aeredi-
X commissao Horneada pelo vice-almiranle Un- lar ao eu senhurio, e a lodos, que viva com far-
an, commandanle em chele da esquadra, se reuni loca, quando e achava privado uos mais iiisiguili-
muitas xezes uo ancoradouro, e pode asegurar-se '. cantes coinmodos.
que a rapidez de Iran.misaao do todas as ordena da i O son noine verdadeiro era Adolpha de Werdlo*-
laclica naval era conveniente, e que loda as lormu-1 ki. Naseera em 1803. no caslello de Worden, si-
o Dr. Beck; prworou prover ina sorMiueaeia e
a da sua lamilla dando lices delinguas; mas de-
pois de passai pelos lernveis Iranses da pobrea do-
rante mallos meiei, uccumbio na segunda leira, uo
meio das mais allliclivas ciicum-l.incia-.
i> pobre prnlessor resida em Ilull i.'uma casa de
boa appvrencia ; parece que etnquaulo alu habilou
einpregou as maiores diligencias para f
lar ao -eu seuiorio, e a t
las iiilimi ser coinmonicailas, a uoile como de da,
pelo claiim, a una distancia de cerca de duas mil e
do/.'ii!... loesas.
Ouandoa eaqnadra saino de loulon para ir auco-
rar na* iln i- d'llveres, nutras provas (iveram lugar,
is dez horas da uoile, uo aucoradouro : deratn o
mesmo resoltado.
O almirante |nlg*0 enlo a proposito adoptar esle
meio para ordenar aos seus navios que lizessem os
seu preparativos de partida.
A lelephimia reiinid iiniuedialaineule, e os si^-
u-1"- se Iradu/iraiu em linguagein vulgar a bordo de
cada navio.
Na inad'ugada do dia legcialt, a esquedra sus-
penda a ancora a se diriga para a* nossa* posses-
ses d'Africa.
Ao volar, duranle o trajelo de Alger a I oulon,
as experiencias que (iveram anda lugar em pleno
m r, porm lodos os lempos lulo deiiaraiu duvida
loado prximo a cordilheira dus montes Carpathos,
BU xisinliancas da cidade de (alalzia.
Era o uiiico lilhodo con le Adolpho de Werlins-
ki, general de exercilo pulaco, e de tima princeza
liolaca, que uiorreu dando-o a' luz. Seu pai deu-
llie urna educarlo esmerada ; apreudeu quasi lu-
das as Inicua- vivas, e pode se fazer idea de qual
era a sua procieucia ueste punto, sabendo-se que
fallara doze linanaa Niio era pois tnuiloque cuu-
lasse lia hora da adver-ilade com o seu talento liu-
guislico para aecudir a' sua subsistencia e a' da sua
tamilia .'
Seu pai o. or- n de um tiro de pistola, que sobre
elle disparara um cossaco, na occasio em que fazia
Ua viagem de iuspeco m na Rassia.
U* beus do morgado passaram para o iudividuo
que faz objeclo Je-la uoliria, que entau assumiu o
titulo de sen pai. No entretanto lormara-se em rne-
diciua, em Vicua, e foi Horneado medico do paeo.
no espirito dos ineinbros da commissao j as evolu- I Eiivolveu-se numa cnuspi-.eo revolucionaria cou-
m' o!.",n'!1,,''i ,lli"",1,ras' se execularam por meio i ira o ullimu imperador, e foi denunciado : mas Con-
seguio evadir-sa da Auslria, disfarraudo-se era
i'.ACA Di) iil-.t II r. 19 DE NOVEMBRO AS
3 HOltAS DA I ARDE.
Cotaces ofllciaes.
Assucar SOlUCno:le*IM por arroba.
r'reaericu ItubMiard, presideule
.". Bargn, secretario.
Pernambuco, li de novembio di
.secretario, A. I-. vimutu urm
185. O
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 .1, i-
Pars, :i.
v Lisboa, 98 a 100 por de premio.
Rio de Jaueiro, l|2a I porOio* 13 W dia*.
Acedes do Banco, ili a l-i da premio.
.' compauhia de Beberibe 9000.
o a i .ni ..mina l'er ambiicaiia ao par.
(( u L'lilidade Publica, 30 por ceulo d pumio.
o ludcmuisadora. 52 idem.
a da estrada de ferro 20 por Oode premio
Diseonlo de leltras, de 7 a 7 l|2 por 0HJ
Dilo do banco7 a S por 0|(|.
(juro.Onras hespanholas. .
Moedaa de t.- -i-i nlim .
ai00 novas .
fcOOO. .
Prala.l'alacoes brasileiro*. .
Pesos columnari s. .
- luexicaiios. ,
16)000
HOOOO
Ja 21000
Ij-b0
LKANDEliA.
Reiidnncnlodo da I a 18. .
Id*m do da l'J......
da lelephoni
Assim, a c(iniiir--."io declaron que o svslema le-
lephonico poda ser mu ulil marinada, e cha-
mou sobre osle assumplo a sen alleurtio do go-
verno.
O l. mi xito das experiencias leitas uo mar, dei-
pertou o zelo da admiuislrace da guerra. Novas
etpeiiencias comerarain no Campo de Marle, ea
commissao de olliciaei generaea. pranle quem tive-
ram lugar, coucluiu pela adoprao desle svslema no
eiercito e pela creando de una escola de lele-
phonia.
[gnaramoi porque causas o projeclo de inlroduzir
uo exercilo o svslema de correspondencia acstica,
pastor.
Os seus bens loram confiscados patrimonio que
Ihe reslou foi a soa iuslruero. Passou a Hespa-
ulia, oude residi por elgnm lempo ; porem leudu
sido denunciado, foi emulan desse paiz com oulros
emigrados, Vollou a V'ienna cora a promessa de
ser .iiiiui-iiado ; mas debalde reclamou restituir,
dos seus bens.
Oulra vez abandonou a Auslria, mas leudo ah
vollado em 1818, cedea, como muilos oatros, as
iuslaiicias de kossulh ; alistou-se no eiercito hn-
garo e foi Horneado medico em chele do corpo do
seueral Bein. Depois da derrota doa Hngaros pelos
que pareca asseulado, em loil. no espirito do go- Russos, o conde de Werdin-ki veio para l.oudres,
no, nao recebeu execu<;ao alguna. onde residi por algum lempo. Emquanlo ah es-
teve receben urna quantia consideraval, dizem que
2'
mam
do m
o lim
eleirio.
3' O arl. W do cap. 2 su essa mesa comprio a
parlevque manda recollier as cdulas, deixando o
mais Indo do art., fazendo a chamada por quaftei-
res.com o lim de'les volantes darem cdulas duas
e tre- veze como lizeram, sendo reclamado peles ci-
dadaos da lei essa mesa nao atienden.
v ler essa uiesi abusado do dever que Ihe impoe
o arl. III, dando assim lugar que a* pessuas que ja na
ullima chamada volarain, coulinuem assim a vir en-
Ireu'ar chapas.
5- I amiieui n.lo ler eumprido essa mesa a parle do
arlise .>0, que diz : Na"ose receberao volos do quem
nao esleja incluido na qualilicacilo, nem dos votantes
que no comparcerrem pessoalrneiile, pois nsoulrua
ridadle* da le julgaroos mo ser possivel, ser quali-
licado l-'ilippc Kodngues Coclho, que ha dez annos
ou mal- mora ua provincia do Piauhv, qoe cnlregou
nao lo duas como mais cdulas, pela promessa de ser
capilao da guarda nacional ; assim oulra* loco ni en-
tregues daspessoas ausentes, e sendo reclamado pela
oppqsirao essa mesa n.io atienden.
o'j Menos rumprio a meas como que determina o
arl. .i, na parla que manda fazer a leitura dos lilu-
los ae i, e do capitulo I do titulo 1.
IHms. Srs.Tendo observado a pralica nociva de
vender se no arougue desla villa para consumo do
poyo a carne fresca de gado morlo uo mesmo dia, e
at immedialaineiile aps a morte ; nao se proce-
dendu a exame algum sobre o astado de saude do
sado antes de ser morlo. e nem sobre a qualioade da
carne depois na morle ; e diflicullando os vendedo-
res aos consumidore- o fo-necimeDlo las q-.iaiiti la-
des de carne, que soineiile Ihe sao sullieienles, visto
como nao qoerem seno vender porrdea maiores, o
que Iraz o incoiiveiiienle, ou de guardar-se a carne
por dous e tres dias e comer-se alterada, ou de sal-
gar-se, e enlao nao e comer fresca ; sendo ludo is-
to opposto ao que se pratiea cm oulras villas e ci-
liados, e do quanto se acha eslabelecido pelas lea e
regolamentosein vigor-, e cuinpriudo-rae na quali-
dade de enearregaHo da impeerao e direccao de
lodo o serviro de saude tiesta comarca vlar sobre a
salubndade publica ; permutara- me Vv. Ss. que eu
leve ao conbecinienio do Vv. Ss. a urgente necessida-
de de providenciaren!, para que cessem nao sj laes
abusos, como lambem a venda criminosa de gneros
alimenticio*, quer solidos ou lquidos, corrompidos,
ou de qualidades nocivas, devendo-se proceder a
respeilo dos contraventores com lodo o rigor das
leis ; com o que Vv. Ss. pratcarao mais um servi-
ro em favor de seus inunicipe.
Nao me faro cargo de propor a Vv. Ss. os meius
prulicos para a evecncao das leis a respeilo, porque
Ibes serao conheedos ; mas Ibes declaro qu* eslou
promplo a coadjuva-los com lodo o meo fraco con-
tingente, e quanto me seja compativel, uo empenho
do< beneficios a este municipio.
Reitero a Vv. Si. a manifestarlo do tneu profun-
do respeilo, e alta eouridaraejto.
Dos guarde a Vv.
Srs. redactare*.Viudo-mc is maos o Jornal to
Commercio d II do crreme, nelle deparei com
urna innxinif.ija de revollanles mentiras aventura-
das fpor um encapilladoacrislni da matrizde
Ipojuca que, rom o maior descaro e impudencia
se aprsenla adulterando |ossucccssos havidos antes
e uo dia 2 uaquella freguezia, por occasio daselei-
r'oes, e que lavado da baixeza de senliinentos qoe
naturalmente o animain, nAo Irepidou em Irazer-me
baila, eiapreslandu-me qualidades que talvez
so elle tenha de desordeno com u damuado lira,
cuino parece, de ver se cousegue desconceilaar-me
peanle aquelles qoe mendu couhecem. Entregara,
de bom grado, ao bein merecido desprezo essa es-
cripto roiseravel, opprobrio de qoein u tracen, se
por ventura com o meu silencio nao reeeiasse dar
lugar inlerprelari'iei ambiguas. Islo poilu, resol-
vi-me a desmascarar esse eoibusleiro na parle que
me diz respeilo lomando por nica vinganra, cum
a expo.icao da verdade |nua !e cru, fazer-lhe su-
bir, o saugue as Taces, ae, de lano elle for ca-
paz.
Morador nesla freguezia, ha mais de II annos,
nunca me quiz envolver em negocios eleiloraea,
o do so porque a minha vida de agricultor me Bao
deixa vagar para semelhanles dislracres, como por-
qoe al hoje, nao sei aiuda o que siguificar possa nm
diploma de eleitur da maneira porque se elles aqui
lazem.... Islo nao obstante, achando-me qualilica-
do, eo qoiz deiiar de.u-ar da meo direilo de vo-
lante, e, ueste carcter, all apresentei-me para dar
o meu vol em quem me approuvesse, indo apenas
acuiiipinhado de Ires pessoas de minha familia e um
ordeuanra.
Aquello sacristo porem, munido de sen micros-
copio monslro de nova invencjlo lobrigou-me
cnlraudo no dia aprazado pelas 10 horas da ma-
nhaa na freguezia, i frente de ceulo e tantos .vo-
lantes armados de Paramarles e oulras aunas pro-
hibidas, para vencer as eleices a poder de forra,
formando assim a desordem e amearaudo os no-
vo* !!
He rnoilo desfa^amenlo !
A ser exacto o que diz esse atristan, deixaria eu
qoe ii* cousas corressem como correram ; i -lo lio,
que sem ter havido recebiinenlo nem apuraeao de
cdulas, se lavra-se urna acia, ad hoe, com o'maior
escndalo usorparao por um modo Inaolila dos
agrado* direili* do povo .' Eu que me inleiessava
pelo triumpho de nm dos lados, eu munido de tor-
ca, revestido de auloridade e desurderu o oulro
lado o ;da ordem... pacifico, i'uerme e tiritando de
medo ; porque nada liz, nada oppuz. rcusenlindo
com iiidiflcrciira na eiclusAo dos meus '.' !
Oulros qoe o respondan).... Entretanto para
aqui, deiaodo aos imparciaes a apreciarao do ex-
pendido e ao mentiroso a infamia de seu paro
ceder.
So*, Srs. redactores, etc., etc.lzoro Camello
I'esaoa de Siqueira Cavalcann, subdelegado do se-
gundo disli irlo de Ipojuca.
Engenho 9. Paulo 17 de novembro de 18.'ifi.
Srt. retadores.Como casos semelhanles ao que
vou passar aos olhos do mundo nao deviam lcar de-
apercebidos, inda quandu julgamus de nosa parle,
que elle jera' repetido rom dur por aquelles, que
uao lem corac.i i de fera ; pero a Vincs, que em nm
lugar, que mais as valas d u passem a mais im-
portante columna de seu apreciavel I iario
Bellarmino t,ornes, inapeetor de um quarteirao do
termo de Ouricury, prendera a Paulo de tal, por
haver alguna indicios que linha silo este infeliz ho-
mem o aulor de aun roubo, que se linha perpetrado
durante urna ausencia que havia fe lo de sua casa.
Koubaram desle Sr. Bcllarminu uns brincos de ou-
ro, urnas esporas de piala, unais alloma consa,
qoe nao sabemos. A caixa qoe coiilinha esles Iras-
lea toi lirada pelo arrombainenlu da porla, c condo-
zida a un ferhado de mallos e quebrada. O rouba-
dor inda deixou ronpa etc. O infeliz Paulo, que na
K '" '''"* rinda ver na cabera ..na
cabaca d agua para malar-lhe a sle. Paulo leve
de seguir pala Mirada, aja* paasava na -a-1 ronhada,
i Ainda mais'essa mesaalitrrou do dever quelhe ^J5Hf*!MV,r' !'- VllU Bella de se,em-
iSa n .ti ii.Illin-. hr*. presidentee mais vereado-
res da cmara municipal desla villa.Dr. Thomaz
Anlunes de Abren, inspector e director do servir;o
de ande as comarcas da llrese Boa-Vista.
lllm. SrAcensante* a receprao do ollicio de V.
S. dalado de 21 Jo correle, e em respo-ta cumpre-
no dizer qae j se expeda as ueeesaarias ordens
alim de que sejs satisela com lodasolicilade a exi-
gencia comida nosobredilo ollicio de V. S., relali-
varaeute a matonea do galo, que deve ser lalhado
no arougue desla villa, ludo conforme dispem o
lil. 3., e arlj. I, 2, 3, 4, 5, 6, 7 0 8 das poiluras
desla cmara.
Dos guarde a V. S. Pato da cmara municipal
da Villa Bella em aeasao extraordinaria da 27 de se-
lembro de 1836.Illm. Sr. Dr. Thcma:- Anlunes
de Abren, inspector c director do serviro de saude
desla comarca e da da Boa-Visla.O padre Antouio
Conralves Cima, presidente.Mancel Nunes de
Magalbaes.Sebaslia Jos de Magalhaes.Joaquina
Manoel de Magalbaes.Manuel Kelicio Jaslinia-
no.Antonio Jos de Campos Barboza.
tonlorme.Villa Bella 13 de outuarude 1836.
O secrelanu da cmara, Manoel Doningaes d'An-
imp$e o arl. 'Jli na parle que ordena o receliiniento
das sedulas, deixando de chamar pelos mimes dos
cnladaos ch-mou por qnarteires.
8', Aluda asseveram os protestantes ler esn msa
dispensado o arl 07, que foi publico volarem mul-
las pessoas qae nao eslavam qoalilicadas, visto nao
ler sido concluida a nova reviso, e lano assim he
qujale boje nao foi eumprido o arl. 25 do cap. 2.
9j ler sido oo lodo dispensado o art. 27.
10- Inda menos cumpno a mesa com a excocilo
do arl. 1112.
I'ioleslamos pelas seguinles violencias :
I.1 Ter o delegado de polica com o mais vilenlo
foror dentro do recinto da sala em qoe instalada
eslava a mesa parochial, imposto silencio a um cida-
dao^ por esle ler pedido o cumprimeiiloda lei.
2. Tero mesmo delegado mandado pelos inspec-
tores de quarteirao por em ordem de marcha os cida-
dos, volantes em sua porlif, e dislribuindn sua chapa
tomlva aquellas que ja liiibam reito os cidadaoi li-
morplos.
3J Par ler essa mesa com o maior escndalo escriplo
ohapas em lujar de seos trabalhos, e all mesmo fa-
zer recebe-las pelos cidadao* que se linham ido oc-
riili-T, e que violenudospor ordem do joizpresidente
vinl am pelos inspeclorres agarrados.
Ter ainda o delegado mandado pela Iropa que ,
linli i de guarda, arralar oulru cidadao que de nuvo I
' i o cumpriinenlo da lei.
Mandar essa mesa a Jos l'erreira, vaqueiro de
fazendado piauhv, escrevr chapas na mesa, e
saio l.uiz doRegu Barrm faze-las receer pelos
cidalaos que viuliam como presos pelos inspectores,
cuja i pessoas trmulas asenlrgavam depois ; o mes-
- nesario ufano dizia ser por ordem do delegado
juiz presidente,
ler u delegado com forles gritos dentro do re-
> da sala dado sna palavra de honra, que as pe*-
da oppositao au teriam um so vol, por cole-
ver que o povo votava com os cidadus da lei.
l'er l.uiz do ttego, mesario. pul muilai vezes
du mato* de cdalas, era o menor respeilo a lei
lo pouco aos
Acharatn-n'o mu complicado.
Kuiliii, o luveiilnr indeiniiisuu-se desle miu xi-
to pelo melhor dos inrios.
Aoerfeieoou mais a sua obra, pois qae, em 18i(i,
consigui reduzir i unidade todos os sous de qu* li-
ba necessidade.
Bil aqu o que se lia uo Moniteur de de feve-
reiru de ISiti :
< Experiencias de telegiapbia acstica, inventa-
da por Sudre c pralicada peiociiiliai, (iveram lu-
nar boje, cm Viiic-iines, em presenta do duque de
Monlpensier, du general dourgaud, presidente da
commissao de artillnria, e de varios oulros ollieiaes
generaes e superiores.
" I inliam-se po-ln a disposico de Sadr oilo pe-
tas de amulara,que linham sido collocadas defrunle
da porla do caslello.
i O discpulo de sudre, que Idevia interpretar
as ordens, eslava por (raz do polygono.
a Todas as ordens Iransmillida com grande rapi-
dez e sem outro auxilio mais do que o canbao, lo-
ram interpretadas com a mais esc.-upulosa fidelida-
de ; e quando l-rminou-se a sesso, S. A. R., as-
sim como o generaes, teileinunharam (oda a sua
aalisrao a Sudre.
Era um resullado quasi maravilhoso, um pro-
gresso inmenso para a telegrapliia militar esaa re- i
I a .;,i i a unidade.
Hoje, se pode empregar alleriialivameule. segu.- para aqu noha
do as eircumilancias, urna nota, um tiro de peSa, i peilavei. Ihe acon.elliara
Descarreqam hoje 20 de nocembro.
Barca inglezallennionemercaduras.
Barca inglezaXanphanleIrilhos de ferro.
Brigue inglezOdemIrilhos de ferro.
Brigue inglezI cene Mea.
Barca americanaJapnicafamilia de lugo.
Brigue americanoauandem.
Brigue .unei leaii.iTliooiaz Wallcrbacalho.
Polaca despalilllait.ial.liip.-pipas de viulio.
Polaca saniaAnuamercaduras.
Brigue porluguczRelmpagodiversos gneros.
Escuua brasileira/ 'lo-1pipas vaaias e breo.
IMPORTABA O.
H ircoc.i nacional lio Assu viuda de (iuamare
me-ire .Manoel JosC da Rocha.
.10 alqueiresde sal. 10 arrobas de peixe assado,
(i2,09t dita* seceos, 21! couros salgados, 8 meios de
sola, 725 courinhos curtidos, 1 saeco cera de car-
nauba ; a ordem.
Itircaca nacioual uCarolina viuda de Macu.
mestre Bernab de S.inl'Anua, mamresloa o srguiule:
588,500 peines seceos, 23couros salgados, 188 ditos
curtido-, 28 sacras miltiu ; a ordem.
oONSULAD iiEKAi..
Rendimento do dia 1 a 18. .
dem do dia 1<1.......
Pela nspeccao da alfandeea m
no dia 22 do crrenle mez depois
bao de arrematar embasta publica, .
ma repartirlo, sendo a arrematar,,
i los ao arremalnnla as mercaduras
das ja .mi,uucudes em udital de 3
S>cm marea S pedras ile eanb
valor de 20 cada urna total 4-.
1 .-mi ..i no valor da 100 rs.
1 MMra vasia novator de
Marca F. l6caiiobsrom a
no estado no valor de 1U0 r>
13600.
Lalreir0 I eaixole rom ma
arruinada no valor de ?0 rs
1:190 parolciras, lendo algu
'JH* T^tS I "ru arromadas, no valor i
' a; toUl 239800.
Marca A. 1). 1 barril *:
reis.
Marca F, 30 caixotes v
cada um. total 19200.
-Mar:a M. 10 barricas .asas no valor
reis cada urna, total 23.
25 barris com adueJa no valor da 2 rxl> ana
toul SO. # m
36 ditos dito* no v mr de 2J> cada nm total
728.
Marca B. C. I bar il vasio uo vatVir *<;> r-.
Marca C C, caixa coa rara
em ino oslado no v; or de 19:
I dita dita no va ir de 109.
Marca H. B. 1 lila com 19j Ixtc
cm broxura a 500 rs, cada um total 97
Manea V.L. I r txa com M embramo* Ja cohr
tes com fi6ri gros; de pares no valor d*3595$4o
l.etrreiro I en irulhocom 12 folbeto* laipian*
com 18 eslampa pu|uena* no vaier na St Re-
cada urna toul 00.
Sem marca 'garrafa* com abanto, no valeratr
509 reis cada ma total l.>00.
S. M. 16 c Jemos de papal para imprimir, mj
valor de 100 i cada um, total 19000.
S. M. 1 ca
mascarados, i ndu ludo usado, no valor de 'ijOxm
reis.
Marca H >I 100 livros ingbaas e rnaeeaas am
meia encadi naci, e em tno estado, no valar a*
800 reis er um, loul 809 rs.
28d:tii;i7:i:i
:iti:072aM7.">
3l'.l:lc70rt
2">:57854ob
2:077dI40
27:65500%
l-'lVERSAS PROVINCIAS.
Reudimenlo do dia 1 a 18 2:8313311
dem do dil 1!l....... 1153002
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ami
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cinl
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rico
holi
nen
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Ion
8
apa
um
ten
occ
de
ten
drade.
Illms. Srs lie ueste dia solemne, em que lodos
M Brasileiros exalten) de prazer pelo auniversario
do grande icoiilecimenlo de uossa independencia,
i|tie por una coincidencia me cabe, possaido do
maior jubilo, a honra de cnuununica a Vv. Ss. que
se acha iiileiraineutc exlincla nesla comarca a epi-
demia do cholera iiiorbus; desse siuistro e malelico
viajante, aluoz de miihares de vidas, cujas cunse-
queucias anida deploramos, e de que por minio
lempo se resentir' a agricollura, commercio e in-
duslria do nosso charo Brasil, digno de melhor sorle.
Reulamo-, pois, granas a' Divina Providencia,
que nuvuidu nossos volos e noaSH preces, se amer- 1
ceou de nos, que espiamos com aquella provarflo os
nossos peccados; e concorramos unnimes em pres-
tar cada
um seu contingente para sacar os males da
espectadores, querendo assim | huraannlaae e fazer prosperar esle rico paiz, predes
L .........r.l.r I......... ..... ||NW|. .1 J...kU. M -......-.. I
o que segurar-sede procurador da cmara, e cx-
ir lodos os seus dinheiro* como o lem feilo.
Protestamos por nao querer essa mesa fazer a
rardo tas cdulas, con caixinha de cedro, com dous frageis cadeados ja
lo-se 1 ec,Iludo no dia 8, sendo voz publica que
lilimente conllnua-se a fazer urna qualilcac.ao
eis mil votantes, ao passo que esla freguezia nao
..' mais que um na forma da lei.
II Protestamos liiialrnenle por nao querer essa
meia Tazer escripturarao de seus trabalhos, deiiau-
do aisim de ler acta de suas sesses.
J Joaquim Leonel d'Alencr.
"illa de Ouricurv 12 de setetnbro de 18'Mi.
tinado a' dianleira das nacoes acompanhando desla
forma o peiisaiiicnlo, e caridosos actos > nosso lio
amado quanlo urcessario, e augusto Imperador, e
do seu guverno, que lio sulicilos procuram fundar a
nossa prosperidad:.
Coir.miinirandu a Vv. Ss.esla (io feliz nova, enm-
pre-me declarar-lhes queesgolei lodasas minha* for-
ras, e nem poopei sacrilicio algom para preenrher
um tambor, am fanal, um sigiial qoalqaer.
Acrescenlemos que, por ler ganada 10 era simpli-
cidade e raindez, a iraiismi^so dos signaos nao per-
deu nada, assegura o inventor, da exactiuao que faz
o seu mrito principal.
Aos diversos SperfaieoamsOto* que acabamos de
fazer cunhecer, Sudro veio ain la uiui recenleruenlc
acrescenlar novos, que consisleni assignalar .1 visla
05 Sons da coi re-pon.Inicia lelepliol ica.
Para islo, elle faz oso de um apparelho so'ire que
colloca as Ires n'oTs iiiusicaes.que elle considera eu-
tan como signacs.
Desla maneira, o venlo, que em cerlos casos, pa-
ralysaria lalvez o elfeil du clarim ou do lambur,
nao poderia impedir que os aiguaes, qoe lpraseu-
lam Ires son*, miu sejam distinguidos ao longe.
Depois de lodos os juizos favoraveis que bao sido
inauifeslados acerca da telephooia, admira-uos que
uunra lenha sido adoptada nos exercitos.
Ha vinte e ciuco auno* qae esle svslema he co-
nhecido ; ha sido experimentado um numero cou-i-
deravel de vezes.
Assim, como he possivel que nem em l-'rauc 1.
nem no eslraugeiro ainda nao tenha sido coroado
pela sanelo do emprego pralico uos exercilos de
ierra ou de mar ?
Esle faci uos parece grave contra a invencao de
Sodre.
Constilue um argumento serio a oppor-lbe ; pois
que ningiiem poderia duvidar que tolos os govur-
iio-, todas as administrac/irs que experimeutaram es-
le svslema, (enham ti lo razes valiosas para repel ir
o emprego.
lie de crcr qoe esle mellio lo aprsenle na pralica
algum ohslaculo que diminuc-llie as vanlageus.
A influencia dos cebos, qae podem confundir as
olas do io.oai com as mestnas unas, repelidas com
fnlervallos mais ou menos aproximados, nos pare-
ce um desses inconvenientes.
Em resumo, sem ser partidario enthasiasta da le-
legraphia musical de Sudre, julgamos que o couhe-
clmeulo desle melhodo, subre o qual a aliene, 10 pu-
blica acaba de ser uovamente chamada interess.iria
aos nossos leilores.
Fazeroos voto para que o inventor consiga alia!
alliogir o alvo que procura ha lanos unos : fazer
aduplar a sua invencao para o uio dos exercilos
das usquadras.
Sem duvida, a telephonia nao pnderia ler a pre-
teneno de subiiiluir a lelcgraphia elctrica.
Mas pode-se observar que este uilimu meio de
correspondencia s pode l'ancciuiiar sobre llnhas
delermiiiadas e preeslabelecidas.
Nos exercitos em eampanna, a telegraphia elctri-
ca sa improvisa; he verdade,mu rpidamente, mas
ainda he mister que o lerreoo seja livre enlra as
duas salseos.
A lelephonia Ihe he superior sob esla relacae;
opera em lodos os lugares e sem preleor;ao aulici
pada.
A lelephonia pude funecionar sobre urna frola, e
suprir em rigor, a lodos os svslema que le bao
prnposlo para cninmunicnr rpidamente au longe.
He muvel e se p'ide improvi-ar rapid,menle ao
lonze.
2.IKM1 libras, ;de um sea prenle da Russia. u-
f'lizmenle envolveu as ires quart.s parles desta sura
ma 110 commcrciu do ferro, e como socio de um ju-
deu ; esla e desle ullimo, de sorle que apenas puu I* salvar vinle
e cincu libras. Emquanlo residi em Londrea, sir
James AndersoB, de Bullevanl, na Irlanda, e Wil-
liam Peatn, eiquire de Londres, requereram am
privilegio exclusivo, 110 qual linha um interesse.
E-te privileaiu era por quarloze anuos, e paraaper-
feiroar a forra motriz, e para a applicar ao mov-
melo de vialuras, navios e machinas.
O interesse do lualo conde era especialmente na
pule da invenrdo, que consista na applicacao de
certas propriedades explosivas das libras vegelaes,
preparadas por meio de cidos do mesmo modo por-
que se exlrabe a plvora do algodao. A mveucao
nao progredio por falta de dinheiro.
O cunde de Werdinski dirigise enlao a Son-
tbamplon, onde exerceu a prolissdu de medico com
o nome de Dr. Becl. Ah casou com urna mu-
Iher minio mais mota do que elle, da qual leve
dous filhos, eujos um s esta' vivo. Potasa como no
linha um diploma de medico inglez, foi obrigado a
sabir de Suulliampton, e vollou au c^nlineute, re-
sidiudo algn lempo na Molan la.
Dabi veio para Hall, ha puuco mais de um anno,
Algumas pessoas res-
111 que se eslabelecesse co-
inoprofessorde lineuas.
E'ta prolissdo porem, bem pooco Ihe renda. Foi
orneado mestre de allemao no instlalo d s opera-
rios ; e no entretanto so alcaucnu doos ou Ires dis-
cpulos particulares.
Durante lodu esle lempo empregnu os maiores es-
fortos para ocullar us seus aperlus pecuniarios
pesar de viver na scciedade mais escolhida de
Ilull. Era lo rigido, de carcter to indepeuden-
le, que iieiiiiiim dus seus amigos soube de aua pe-
nuria, sanio quando ja no se Ihe poda dar reme-
dio, e anda assim foi coima sua volitad .
Havia mullas samauas qae o conde Werdinski e
a sua familia se aliiuenlavam de um pedari de po,
e o que anda mais augmenlava a sua penuria he
que em casa nada havia que podesse veuder-se. Seja
como for, o conde resisti ale domingo pela raanha;
uesle dia pedia a un dos seus viziiibus que fosse
pedir ao Dr. Covvper que o viesse ver, porque dese-
javs fallar-lhe particularmente, infelizmente o
medico no pode vir, maudoo porm urna receila
que davia ser avia.'a na dispensara botica onde os
pobres reerbem medicamentos i'raluilmenle O
visinho levou a receila a referida bolica, oude es-
perou pertu du duaa horas. Prete ale que esque-
ceram a vida, desfazeudo-se o pharmaceulico em
deaculpas para alleuuar a soa negligencia. Final-
mente veio o remedio, mas ja era larde o pobre
conde ja nem linha forras para o beber.
Na segunda feira de raanh outro visinho coudoi-
do do enfermo foi chamar o Dr. Arrhibald, que lo-
so veio ; roas o conde lnava-se coro rapidez, e as
cinco horas e meia expiruu.
Aid esse momento uinguem fora admitlido em ca-
sa do conde : por taso ninguem eslava preparado
para Ili encontrar urna pobreza que rrpugnava. O
cadver jazia sobre urna porla velha cubera com
um panno de emerga cobiia o cadver uina co-
berla esfarrapa la. Esle lelo irapruvisadu; e duas
ou (rescadeiras velh.s, compuubam a mobilia. As
janellas eslavam guarnecidas de transparentes bran-
co, que Ibes davam exteriurmeule urna apparencia
decente : dentro porem s se va a mais abjecla
miseiia. Emquanlo roupas, a desgratada fam lia,
para assim duer, eslava completamente desprovida;
lendo com ludo sabido occullar com a maior per-
severanra a sua miseria aus olhos dos eslranlios.
Procedendu-se i autopsia 110 cadver do conde,
reconheceu-se qae a fume e o fro contribuirn) ua
mxima parle para aprsar a morte.
O conde de W-rdiiiski oppuzera-se coustantemeu-
j le a que sua mulher recorresse a caridado publica.
Duranle inultas semauas viveram apenas com Ires
shelliuiis ( (i7."i rs. I
Qaasi sempre u conde desmaiava quando rccolhia
a casa, lamauhu era o seu ahalimeuto.
As laces paladas e einagrecidas da condessa de-
moaslravam bem que passava romes. No entretan-
to o amor por seu iilhu augmenlava as suas incriveis
privares : a creaac* liuka sempre nma parle mai-
or no pe luto de pio quo servia de alimento a esla
familia infeliz.
Algumas pessoas caritativas resolvern! valer a
ttWHM
viuva e ao urpio, noudo-os ao abrigo da miseria,
, a que leria escapado o conde, sena.t fora a rigidez e
l."!'?.?,d,":f'" e,n.1u, lodoso, lugares, as ille xibilidade do seu carcter.
DESPACHOS DE EVPORIAUO PULA MESA
DO CONSFI.xO DESTA CIDADE NO DIA
1! DE NOVEMBRO DE 1856.
Buenos-Ayres Escuna hollandeza -ElizabMh..
Novaes o Compauhia, 363 barricas assucar bran-
CO e mascavado.
LisboaBriaue prolusuez aSoherauo, diversos car-
regadores, 310 saceos assncar branco e mascavado,
30 saccas caf
Bueno<-Av res-Brigue hespanhol Migarlo, diver-
sos carregadores, 500 eiies de piassab.i, 10 pipas
agurdente.
LisboaBrigue portuguezl.aia lllo, Autooio liu-
^niz Hachado, 20 saceos assucar mascavado.
LiverpoolBarca ingleza oNanphauleii, C. J. As-
ile) i Compauhia, 150 saccas algodao.
Buenos-AyresPolaca hespanhula uViageiro, Via-
v* Amorim i\ Filhos, 300 barricas asaacer branco
e mascavado.
Exoortacao .
Para' pelu Maranhao, brigue brasileiro .Clara ,
de 187 toneladas, conduzio o segainle : M bar-
ricas l'iiinli 1 de trigo, 1.132 barricas assocar. 234
saccas caf, 40 barris espirito, 2 caixOra charuto-, 1
dilo velas, 20 latas oleo de ricino. 1 fogo de ferro
para foliar formigas, 100 barricas breo, SsMat phos-
phoros, 56 saceos sebo em rama, 200 cocos, 2 baru-
cas groseies, 1 caixao cigarros, I dilo latas de cha.
Rio de Janeiro, brigue brasileiru o Liberal., di
207 toneladas, conduzu o seguinte ; 9t0 sscer
assucar, 20 pipas agurdenle, 413 saccaa milho, 4
dozias de cucus de beber agua, 37 p,anchoes de pi 1
telim.
lio-ion, barca americana nWarrem Hllelo, e
36.i toneladas, conduzio o seguinte :50 fardos r 1-
rus de boi seceos, 205 saceos salitre, 144 fardos o,
,000 saceos assocar.
RETrEBEliOftlSTE KENDAS INTERNAS* "
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dia I a IS .- 14:281
dem do dia l'.l........ 3
14.67 578
CONSULADO PROVINCIAL.
Heudimeulo dodia 1 a 18 :!i:'. -- ''"
d*m do da l!l ...;.. I:- i8779
-26 ">II7
*- psjUtra me
esaete sisa
porla 4a ase--
it>ie de aarai-
abaixo dastgn*
'dia.
'rs,
wxase pera, aaa
cada um total r*.
ualada uilriraincnit
i's a/eitonas inletra-
-'fi re-rada ase..
'< na valor de l*i
ios no valor de S) rasa-
de 'irai
WMtotonmto w pot o.
Santos entradot no di 19.
Baenos-A>res--3 dias, brigjoe hespanho ..Sobera-
no., de 412 toneladas, capilo Jos Co >me, eqni-
P i(tm 15, carga 12.113 arrobas de ca >e secca ; a
Aranaga, Bryan v\. t.ompanlna. Per -nce a Bar-
cellona. A'eio relie- ar e segu para lavana.
Colinguiba5 dias, patacho ainericam Scolia, de
t!8 toneladas, capilao For*ylh,equi agem 8, car-
ga assucar ; a Henry l-onier V c panlna Por-
teare a Philadelphia*. Vai* receb ordeus e e-
l'iiii para Philadelpbia.
Baha7 dias, barca ingleza Joliel de 144 tone-
ladas, rapit.u Thomaz Criwper. eqaipagera 19,
carga 400 toneladas de pedra ; : Johuslun Paler
A; Compauhia. Pertence a kiree ock.
Mar'elha por Tenerife 25 di ', vapor fraocei
I.'Avenir.., commandanle Gel .
Paraluba2 horas, hialc bravil iro Flor do llra-
sil, de 28 toneladas, mestre. >So Francisco Mar-
tina, eqaipatem 1, carga loro- le maugu* ; a Jus-
tino da Silva Boa-Visia. Per nce a Pernambuco.
Passageiros, M.noel Subo di Penha, Manoel Al-
ve* dos Pasaos.
X ae i os taidos no nesmo dia
Rio de JaneiroVaporas de : ierra inglezes Slaun-
clii e c(Ha>vghly, lendo v. ifieado as suas sabidas
iiontem a noile pelas 9 1p> loras.
Liverpool por Macelo(jal a ingleza uDemerarao,
capilao R. Evans, carga socar.
ParBrigue brasileiro a ara*, capillo Fernando
Jos dos Sanloi, carga assucar e maii genero*.
PaaaMgtiros, Rayrnundo suguslo de S, Aniceto
Jos Borgrs, Joi dos S utos Villara. Juan 1 lio
mor.
allernalivas do dia e da uoile, a propria noile Ihe
he mili favoravel, em cuusequencia do sileueio que
eslende sobre a Ierra.
Assim, nem a divsrsidada dos lujares, nem as vi-
tynblkacQcg a pe&itw.
as saldas vistas do governo, e coadiuv'a-lo 'uo empe- f1issill"l''' as mudantas sbitas do lempu, nao
nho humamlario : o qual dignouse confiar un niim, ""."''""Si1"' a '"archa.
SONETO
Dedicado ao cerdadeiro ehrittio.
Rasgue-se o deuso veo da escuridade
A voz ptenle do Autor do Mundo* ;
Sejam prsenles aos alneos immuiidos
Ado, Noe, .Moxsesa huinanidade :
Dos a-Iros a brilhanu claridade,
Dos mares os altvsmus furibundus.
Dos lampas os legrados mais profuiidn-
Sejain paleulea ;i incredulidade ;
Leis cierna, divinasu, nivslerios,
De immensas inaravilhas o primor,
Dos prophelas seus sito* ministerios.
Revrlem-se ao misrrimo impostor ',
Confunda-se a allivez de impos aereo.
Au painel do poder do (.reador .' !
por ceno inanflietente para una Uta ardua larefa;
mas senlo fitquanln se dtsejnra e se esperara, he
porque mais nao pude Aprovcilo a opporlunidade
para a presentar a Vv. Ss. os protestas de minha alia
considerronte profundo respeilo.
Heos suarde a Vv. S. felizmente. Villa Bella 7
de setembro de 18511.Illms. Srs. presideule e mais
venadores Ja cmara municipal da Villa Bella.__
Dr.Tilomas Anlunes de Abreo, inspector e director
do servir de saude as comarcas de Flores u Boa
Visla. '
Accresrentamos que os iuslrumeuloc da lelepho-
nia, a exceptu do culi.10, sao mu porlale; ser-
ven) alm dislo para oulr s osos, rondirdo de alio
importancia na pratiea : he o clarim, islo he, para
oulro lim entre as maos do soldado, que con-liluc a
seu agenta issendal.
Assim, a lelephonia exceda a' telegraphia em In-
das as siluaroes cm que nao se lem nem o lempo
para escolher os lugares, nrm a alternativa du es-
culla.
No mar. lalvez que a lelephonia aprsenla*** pou-
lllm. Sr.s-TeinjD em vistad ollicio do"V. S. datado ca snperloridasla sobre ssigqaes visuaes; maisa-
be-se, por ontto lado, que os ilgnaea maritimoa s
podem ser empreados na transeaissaa de ordena
previstas e conveucionailas de nteniao.
A telephonia permiti exprimir toda a especie de
ideas, Iransinillir todas as ordena possivei.
Ao mesuio lempo, pode augmentar muilo o puder
dos signaos s nelle, e tornar prstiesveil al
naes de ceiracao.
'[le
de do crenle,0111 i|j- nos coiumuoica 1 adhesdo
com que devenios prnanleatrasea dia, digno deceno
dos encomios dos Braailelros ; ja pelo aoniversario
da nossa indepen lem ia, e ja por se adiar esUneto
nesla comarca o soll'riiiieiilo do cholera, que cun in-
lensiiludea Ceif.ndi cada dia seas hstrltsnles, cum-
pre-nos responder qoe pirlilliada drsses principios,
esla cunara, e possuida dos verdadeiros reronheci-
ineiili* de {ratidao, nao deixa de Iruvar e agrade-
cer a V. S/o n ei,i que lem empregado pela salu-
brida.le ddt habitantes desle munic|iiu, R cujis ma-
las 110 desemperno! da commissilo, que Ihe fui con-
fiada, lem sabido precaver e superar.
Deas guarde a V. -. paco da cmara municipal da
\ illa Bella em sesso extraordinaria de 2T du se-
tembro de 18.56.IUm, sjr. |jr. Tbonva Anlunes de
Abreo, inspector e direclur do aervijo de saude em
comniissao nesla comarca e ua da Boa Visla.O
padre Antonio (ionralvea Lima, presidente.Ma-
l os slg-
Ida
J. do Commercio de Lisboa.
IMA AHVHE HISTRICA.
Lu Iplilo acaba da derrabar em Hartford Coiniec-
licut una arvore que era lalvez a mais anliga das
das das lloreslas americanas, e de cerlo a mais cele-
bre pelas recordares histricas a ella ligadas. O
Carvalho da Carta era ama preciosa reliquia das u-
licas eras.
Ainda aules da fin lacio das colonias, esla arvore
era demuda veiieracao para o srlvagem. Quando
o govcni'dor Wyllys, quiz mandar curiar um bos-
que ao qual perleucia esle carvalho, urna depulardo
dos ludios veio pedir-llie que nrt 1 levasse a vnl o
eu projeclo, poapanda urna arvore que sempre fura
mu venerada pelos seus anlepassa ios ; era, diz o
Americano, para elle, urna especie de caleudarm
vegetal, e as emeulairaa cometa vam logo que a ar-
vore principiara a reverdecer.
Fcil be de apreciar qual he a sua grossUra, *-
bendo-ae que u'uma cavidade do tronco eabiam de
p e ao mesmo lempo vinle e sele pessoa.
Ja em 16.15 a immemorial a sua anligoidade,
e as suas dimensOeseram collossaes. Dede essa po-
ca u carvalho, respeilado pela Iraiicao indgena, gu_
lava da piedosa estima e -wnpallna dos colonos.
(Jopia da senlenra no processo n. 5324.
Di assignada oje, he do tbeur seguinle : a Vistos, aoel Sanes de Magalbaes. SebaMiili Jote de Ma-
galti.-s.Antonio Jas de Campos Barbosa.Ma-
nuel Felicio Justiuiano. Joaquim Manoel de Ma-
galbaes.
f xposlos e relatados estes autos do revista civel en-
tre parles, recrreme Jos Feliciano Ponella e re-
(ortiilo Joaquim Ferreira Chaves, eonceJem a re-
' isla pedida dos aeeordaos fl. 150 r. e il. Kii
v., que confirmaran! a senlenra 11. 127 v. e 11.
I20_pornnllidadee injus.ir-a notorias. Consisle A TELEPHONIA ni" FELEORAl'IIIA Mi S1CAL.
Ceitcrttl5 e tir!\v.
nullidadeem ulgar competente o juizo dc;s or-
baos, no exislindo berdeiros menores, como so
prova, e testamento II. 5, contra a expressa dispo-
iiro da ord. I. I.-, lil. SS, S 4 c 7, nao sen-
ww ----- 1--------- -w.h iini-iraii: 101.1:1 i, U lllli:\-'js 1 r-1,--
10 para isso bstanle a assislencia da oipbaa Auna ',cs "l>ini"'s que us homeiisde paz ou de guerra bao
Desde a poca, ja reinla, em que foi imaginada
pelo mvenlor, a lelepliunia ha sido o objeclo. durao-
le grande numere de vezei, de n 11 exaiue pro-
funde.
N.io ser ..on iulere.se fazer cuubecer a* dilleren-
Peatsmes com Ussajoa*, qu exprimi esla
no lelephonia pode encontrar a sua applicaro nao s
na goerra, mea na indnslria em particular para o
servir dos caminlin* n ferro, onde o empreuo de
nm molo de ciiuiniunicaco simples e rpida apre-
tenlari* arando numero de vanlagens.
Ch. Uerhardl acaba do morrer em Stra-bourg,
reliado em lo la a forra da idade e do talento.
Iinlia sido, com l.nirenl, o fundador da nuva
escola de chimica, o prumolnr do svslema unitario
que parece chamado a rezer um dia luda a setn-
ela chimica,
E'ta osela perde nelle o seu mais illostre, o seu
mais hbil defensor, e a scieneia
fundamente de semelbanle perda.
a sa obra e sem ler rece,'id^'a i m f aT3E V .SW.M
ainou-se urna aran e confusAo, e qoando (ornara
accenderaa lutn.a eaija linha j. desapparecid
do emiiienle chimico :
I eolio a dor de anaouciar
Cailos II oolborgara em 1662 ama carta, cajo trn-
Ihographo ainda existe, e que servio de le orgnica
a esle estado ale i .na aetoal eoaslilnicjto decrelada
em 1818. lluiiiin Jacob II mandn dissnlver o go-
verno da Nova Inglaterra e in-liluio oulro, o Cuii-
neelieul nesou obediencia. Convocan-ae urna aaaem-
bla, a qual reelegeu o anligu goveruador Threal.
Emlll deootubrodc 1687. sir Edmundo Audrow.
represenlante do rei.'enlrou cm Harlford, e quiz i
m lorea que Ihe enlregassem a caria. O governado'r
resentir' pro- reonia a assembla ; ea caria foi abl posta sobre urna
' mesa.
Andr jalaava qae a carta ji |lu
las <"
recompensa dos seu* bello Irahalhos.
Dripretz, qoe presidia na Academia das scien-
eias. annuneiou. uestes termo* na.helicos, a morle | fr; Jeren,iah Wadawerih que a tirara a fora
eoaderao velho carvalho, o qual (fahiliroao
9 itw*.
78 Toll tos no valor de 4100 rs. rada um ka!
315200 r. ""'
S. M. caixa vazia na valor de I rs
S. M. dita com alguma roupa bstanle irada
no valor i 13600 rs.
1 Dil com alguma roupa de oas*acair* rsala
no valor de 3 rs.
1 I) a dito dilo no valor de I-TOO* .
i L la dilo dilo 00 valor de laTUiO rs,
1 I la dilo dito no valor da 2000 r.
S. 1. 3 embrulbos com -y aanlaaduta i
meul *ra casaca, no valor de 9000 rs.
S.M 6 1|2 garrafas e virabo branca Lis-
boa .0 valor de 400 rs., cada urna, total 2?4*jri
6 aixas de papellao com chapeos de pOut otv
fei os para senhora no valor de 29 rs. cana neas
io 120 rs.
Stco com roupa no valor da 19 rs.
oslo vazio 110 valor de 100 rs.
I Lata va/ia no valor de 100 rs.
Allaodega de Pernambuco 18 da atiisniaii >
1,56.-O inspecior Beato Jos Finaafe f.,-
1 os.
r. Anselmo Francisco Peretti, comnjmsi-
dador da jmperial ordem da Rosa c juiz tjn
di re tu especial do commeircio, rteata cala
dedoRecire e provincia de PernambtKo
por S. M. I. c C. etc. "co.
Fac<> saber aos que 1 prestente nJital vt-
rem que no da de dezembro p'oximo fu
turo, se ha de arrematar por venda a qoem
mais der na sala dos auditorios, depo, dl
audieori. desle juijto. um, p,rte do sobrado
de dous andares da ra do Vio-ario 1. I7,ava-
L1^?* P"te s*=*tn" r... a qual
penhorada por exeeucJo Ue Iranciio Ma-
noel de Ol reir Miranda cuntra AnltMao la-
tricio Correa de Kigueiredn
E p.ra que chegue ao conheci mento de io-
dos mandei passar cdilaes, qUC*er-o publi-
cados pe impn>na e allixado., no* lucares
designados no cdigo comraerciai
Dado e passado nes cidade do loc.le *.
10 de novembro de ttUC. Eu Hax,nii.r,
trancisco Duarte. escrivnn a subieren.
Anselmo Frarjctseo Peratti.
O Dr. Anselmo Irauciaco l'erelti, contnaesj
dador da imperial ordem da Rana, c lu/
de direito especial do comniercm nrat>
cidade do Rectfe e provincia da rVrnaa-
bnco por S. II. o Imperador que
guarde etc.
Kar-o saber aos que o prsenle cdital nr
em como no da .4 do prximo uturo mez de
dezembro. a requer ment doexeuuenle.
Kvd. conego retlor do seminario de Olmd.
se ha de arretnaUr por veuda ra segunda
pra?a desle juizo, com u abaUmento da .
parte no valor de l sa de vivenda, errores de frudo, na jetada
dos rmelos, pertenceule aos csecuudo-
Francisco de Uarvalho Paca de Andrade a
sua mulher, o qual por falu de lancadora*
deixou oe serarrcroaUdo no dia drgnado
e para que se effeclue a arremau.ci do dilo
silio, ou possa ser adjudicado ao rotando
exequenle pelo pceo Uc 8:1400? na confoi
midade d. le, mandei passar segn los edi-
Ues que sertio alli.vades nos lugares do co*
turne e publicado pela iiuprensa.
Dado e passado tiesta cidade do Itecife ao>
12 de novembro de I8. I.u Francisco la
naci de Torres llandeira. escrivo o Ha *
crever.
Anselmo Francisco PereUt.
IHlOst
O chele da p muir seceo do consulado
provincial, servindo e administrador, em virlude
do disposto no art. do regula me ..lo 'lo .1 dsju-
lhod3l852, faz pi ilico que seacham deposita,
dos, no deposito gei I dous esclavos, Antonio, na-
cao Cassai ;;e, irJail de 3i> a 40 annos, Llorindo,
iKirao Congo, idat de 40 a 45 annos, com urna
belida no olho cs<| erdo apprehendidos pela polica,
os quaes sao ron- lutados liens do evento, por ic
desconher seus d nos, e part qne seja eumprido o
que contemos iredito arl. manda publicar pela
imprensa, para |ue no prazo de 00 dias compareca
quem aos dilo escravos lenha direilo, lindos os
quaes se procr oa a arrematara') pela forma deter-
minada no ai .4 do citado regulainenlo.
E para qi i chegue a noticia de lodos mandei
passar u pr ente edital, aos 12 do uovembro du
I85(i.
TI odoro Machado Freir Pcreira da Silva.
O Im. Sr. itispcC'Or da the.souraria
provim al, em cumprimento da resalugo
dn jun i da (azenda da mesma thesourana,
niiind fazer publico que no dia U do cor-
rente /So novaiucnte a prora para serem ar-
i
^s
de um dos seus mais joven* edosseua
corrcspiiudeiilcs. Mr. Oerhardt, prolesso
Academia a morte ,,,,. A c,rlil
" nnme. A caria u inrnou a apparen-r em 1689 ui
TT, TaroT';'"pcl, ,Mrtt"',,e ,aeob"se SS'
' Vd "cul~ 11 tea urdem de consas.
No du J| do aawlo, dil em que desabou r
valhoda l.arla, os tina* dohraram, e M operar
pande abrie. d'armaa de Harlford foram enl
sobres crnicos aobre os reslos do venera*'
ralbo.
'orna! do Cnnr.nerrio rt> I i na
MUTILADO
'

rumi' ados a quem por menos lizer os con-
tra!' seguinles.
I* ipedramenlo -lo 20 lauco da estrada da
Vii- Jria avuliiidii cm 5:1MI99700.
lio do21 lanco da niositia ostia.la avalia-
di em 8:9.)->50(i.
i.ati(;o da estrada entre a cidade de Goiaa-
r c a ponte de liujaiy avallado em 11:431a.
Conservac-So pennancnlu da estrada da
ictoria, por tempo de 10 mezes, avahada
:m 8:5">.
Dita dita to sul, avaliada c:n 8:j0?.
lula dita do .Norte, avahada em -2:288^
E para constar se niandou ellixar o presen-
te c publicar pelo .'Diario
.Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco 14 di: novembro de 185G.- O se-
cretario, A. F. (i A 111111 mi ai 11.
0 lllm. Sr. inspector da thesouraria
"provincial, cm cumpriinenlo da resoluto
"da junta da la/utida, manda fazer publico,
que a obra dos, reparos da ponte de l'i raulu-
ra vao uovamente a piuca para seren arre-
111.liados a queiii por menos Azar 110 UM
do crrenle mez..
E para constar se mandou aflixar o presfn-
te e publicar polo Diario
Secretaria da tliesouraria provincial de
jj BtPAKTK^O UA VACCIXA.
^ Com autorisaiao do E\m. S .
-;;; niesideole da pt-ovincia taz-**; pu-
@ mico, para i onliet iminludo* lia-
^3 hitantes desla cidade, ttue o* dia
3 de vaccioa ciio de lioje t-m di- S
.; ante ras <|uinUs e ilomingr de f
$ cada sem.na. no lugar e horas
^ anlerioriiieiitcdirliiKhis: ik* do-
fg mingos estar' la repart'ao a-
3 berta ale a's 11 lioras ana manli.i... |
Dr. Joao .Nepomixi-iio Dias F1-1- r
11.111.les, i'omniisN.ii mi v.;, ciiiaoW 1
i |iroxincial.
CONSELHO AMIMSTR ATIVO.
0 consellio adminislraiivo lem rjceoniprar *f
auintc :
Panno a/.ul para >abreeaseas onfanj entaaV
3,139, ditu para capoles ditos fi.Os, bat-u verab
ditos 2,483, panno preto dilus 39S, cascanra ca
luesim ditos 400, esleirs '.' "". rmaiin atnl
eovadox 25, luvas brancas du algodao paro IM.
fules inglez pequeo I, sapaluspares 2,091.
Ouem qui/.er vender esles obje los -pTr tai
as .suas pioposias em caria 1 ciliada na aor^eanria V
con seibo as 10 hora do dia 26 do runoat
mez.
Secretaria do consellra sdminislrauxo para ior-
UM'imento du arsenal de guerra 19 de l aV
IS.'ilj. Benlu Josu Lamenha Lins, curonrl nrr
sidenic.Bernardo Per-ira do Carmn .lanior, *
gal c secretario.
^ar-
ts.la
r lu-
Car-
Rio de
iiieiro.
Es|M-ra-H! du Aasu braonj t'lmuetatVear *V ara.
silo, o qual dapntsda nWliianta derawra atara nnUl
escravos a frele, seguir' para paria inaJaraala
a tratar com Manuel A Ivs <,uerta, ua iu, au Ir.
piche n. f i.
RIO
de Janeiro.
'srse rom hr*-,i(N dr .. palhahnle Vaanji ,,
be- carca e pasMCeir. ,.: a tratar nm, Ca*t*w fwi
v da C. W., na roa d Cadeia do letna n. 2.'

-


AO RIO DE
Janeiro
e.ue com brevidade o litigue
naional MARA LU2IA, capi-
taoloao da Silva Moraes : tem
grande parte o seu carregamento promp-
to, e para o reante: trata-se com o con-
lignalano AnL,i0 de Almeida Gomes,
na ra do TraVie n. 16, segundo an-
dar.
Maraihao e Para.
jA opalhaotenacional LINDOI'A-
-^k QUfcTE,cap 10 Jos Pinto Nu-
2**, vai seguir coi! vidade, pode ainda
-ngajar alguma j ; trata-se com o
consignatario Anto de Almeida Gomes,
na ra do Trapiche,, t segundo andar.
PARA PORTO *
icgoe com brevidade o su-rior bii:;ue EsperaDcau,
no, da primeira viagem forrado de cobre ; para
ear> paisageiros, trata- com Barroca & Castro,
ua raa da Cadeia do Kecifi. i, oa tom OCapilao
Da pcji^d.
Hura o Ri< cej .Janeiro.
Segu com a maior brevio]e;a veleira ebem co-
nhecida barca nacional Saraa, por ter parte do
seu carregamento prompto, ua o resto e es-
i-ravos, para o que tem cenes comtuodos, os
preiendenics podero dirigir-se i seu consignatario
Antonio Luir de Oliveira Avedo, na ra da
Cruz n. !.
Cumpaiihh Per-
nambucaia.
las, croques, pasadores, 551 libras de promos de
chumbo
Iraressa
O
Lar:-* da A*seiii!jla 10
O tapir lguaras>u' espera-se dos porto),, norte
de 18 21 do corrente mea, e com poucjemora
ueste porto seguir para os do sul : paraarga e
passageiros, uo escriplorio da companhia.
ara o Arae ty
U ltale uvidoso seaue com brevidade para
arga e pasaagriros, dirijam-se a Marlins 6 qn0
ra d.i Madre de Dos u. 2.
Aracaty.
Segu ne-lc- dias o liiate Exalacio ; para o re,
d carga e passageiros Irata-ae na roa da Cadeia.
Recife u. 2.
IIIRIQ 1E rferlB'M) QUINTI FEUA 20 il ROViMIRO DE Itll
11iilatas de liiiln bnnra : sevl.-feira, 21
do corrente, ai 10 huras da mauba, no armazem da
da Madre de Dos n. 5.
igenle Peslana fara' leilao em seu armazem.
na ra ta Cadeia do Recite u. 55, de grande porfo
de mobi ia nova e usada, consislindo cm cadenas,
sofs, m irquegas, mesas, aparadores, consolos, qua-
dios e v dros, podras marmore p-ra mesa redondas,
canslos, commodas, varias obras de ouro e prata,
reoslos ..--mi cuino 100 saccas de faltan! de man-
dioca, e oulros inultos objectos que se adiarlo e es-
larao paleles para nerrm eiaminados : quarla-fei-
ra, 20 di corrente, as 11 boras da mauha.
St>i>$ ax$o#-
Nesta tvpographia prerisa-se fallar
aoSr.l Benlo A. B. Tupinamha', quemo
ron oijt tere loja no pateo do Carmo.
loliiiuias
PAR 1857.
Acliam-se a venda as bem conliecidas
folliinlias, impressas nesta typograpliia,
das seguintes qualidades:
FOLHIMiA RELIGIOSA, contendo alein
dos mezes, a bibliotheca do chriitaoj 'lStUS, Se
brasileo, que se compe de ora-
roes quotidianas, raethodo de assistir a'
missa e conlissao; cnticos, psalmos, CepC&O (IOS UOS ()iei!UOS
Ii vamos, officio de Nossa Senliora da o-faildcs IU6 Sil!
PROVINCIA,
;0 Sr. thesoureiro dai
loteras manila fazer pu-
blico, que estilo ex postor
a venda, na thesouraria
das loteras, ua rua da
Aurora n. '6, os bilhetes
e meios. da sexta parte da
sexta lotera da matriz da
Boa-Vista, cujas rodas an-
dan* no dia *I4 corrente,
e que loo que saiam as
paga tu os pre-
mios incontinente, a ex-
Conceiraoe militas outras oracoes del
grande mrito, preco......520
pagos
no samo da extraco, io-
DlTApE VARIEDADES, a qualal.m dos >0 (Me S('j ilU publicados.
mezes, conten? artigo de agricultura, I. i -^B-.y, ..
noroesde sciencias, artes, ledos cii- *>. ) 1*. fliesoi.r -|l,<
Companhia de
Beberibe.
Nao se tendo reunido ntimci o sulliciente
de senhores accionistas para funccionar a
assembla geral da Companhia de Ucbe-
ribe, convocada para boje, oSr. director
de novo a convoca para o dia 21 do cor-
rente, ao incio-dia, ptevenindo aos se-
nliores accionistas (pie, de conlormiilade
cotn oartigo additivo ao K.-dos estatu-
tos, deliberar-te-ha com o numero de ac-
cionistas pie comparecerein no indicado
dia. Escriptorio da Companhia de He-
beribe, 18 denovembro de 1856. O
secretario, Luiz da Costa Portocarreiro.
_ Precisa-se de una ana que seja fiel, que eo-
rinlie com loda pcileir.lo, para casa ae pouca tamr
lia : a fallar ua un do llrum, arinazein de assucar
n. 2.
Lava-se, engomroa-M e coziulia-se para tura
com perleicao: no beccodu Iloiario n. 2. Na mesiua
casa ha urna ama secca.
O abaixo assiguado faz scienle ao publico e
particularmente aos senhores que picleudeicn arre-
matar beo de raiz, que a csa de pedra e cal e ui.i
de l'.irru e madeira, como fot aunuuciada, sila no
Monteiro a' maigem do Capibaribe, com 70 palmos
de frente e 30 de fundo, pdihoraJa pelo que ilizem
dever o iuquihuo da incsmii o Sr. Joso Ucrnaidiuo
Pereira de linlu; lie propriedade do abaiio asigna-
do por lc-la manda.lo construir, e poriora mullo ad-
miruu ver n Sr. cscri\o dos fallos auuuuciar que
na primeira aadioacla sena arremala qn.iii ln lodos .ibim, e muilo principalmente os se-
Lotera da pro-
vincia.
O al>;i\o auignado venden as seguin-
les sortes:
1 meio ii. 89890OJ00O.
1 dito .. 1305400^000.
I dito ., 2266200x000.
I bilhete > ri7S3IOxOOO.
1 meio .. 1510 50$000.
I bilhete 5393 oO.SII.
O mesmo tem exposto a venda os teui
felizes billietes e meios, da sexta parte
da sexta lotera da matriz da Boa-Vista,
os quaes nao estosujeitosao discontodos
8 porcento do imposto geral, que ven
pago logo quesaia a lista geral,
da Cadeia do Kecil'e n. i
siio os seguintes:
Bilhete inteiro i.s800 recebe V:000.s0()0
Meio bilhete 2*100 2:000x000
Por Salustianode Aquino Ferreira, Jo-
s Fortunato dos Santos Porto.
Carros fnebres
A'rt administr idor.
Esle eslabelecimento, sito eui um armazem cou-
fronle a (oerolarla do polica, oal munido de bons
arros por ter reformado ludo de novo e a primor.
ia ra
os | >re<;os
culos, tabella deimposlos, e regulamen-j Uiaildit (cela r:i r,
lo de atrirao, etc., etc., preco. 20 |,p(l),.... r:.,
D1IA SIMPLES, contendo alem dos me-"'1 lir,a (,'*!"
que
THEATRO
zes, a lei dos circuios e varias tabel-
las de impostos geraes, provinciaes e
municipaes, preco........ 240
DITA DE POKTA, aaual alem dos me-
zes^em explicacocs das indulgencias e
e.xcommunlies, etc., preco. 100
DITA ECCLESIASTICA (ou' de padrel,
elaborada pelo Rvd. Sr. Penitenciario
da Se de Olinda, segundo as regias
da igreja, e leis conhecidas a res-
peilo, preco..........i00
Todas estas lolhinhas sao impressas em
bom papel e excellente typo, e vendem-
se em porcao e a retalho: na livraria da
praca da Independencia ns. (i e 8.
L'm eerto P... que ja foi representante, aclian-
do-ie em urna roda de lilleralos.jatam-sedeser suas
as caitas do Y a seu amigo /., por occasio de ter-sc
dito que semrllianle producto era obra prima. l)e
cerlo a producidlo he obra prima ; mas ser dola !!!
SOCIEDADE DE ENSATO FRAIV-
CEZ.
Por ordenj do Sr. presioente declaro ao socios,
que boje ta leaiaa as !l doras da maohaa.O 2. se-
cretario, Costa Carvallio.
Alofa-aa urna casa uo Cach'aug para pooca
familia, em lu-.ir inuitn fresco : qoem precisar diri-
jase a ra do Cauo n. 42.
I'i n-1 -c de urna ama forra oa captiva pera o
servifu d casa : na ra .la Lingoeta, loberna n. i.
Qoem qui/.er comprar ama tipoia dirija-se a
ua do Sebo u. j, de manbaa al ai 9 horas do dia.
Precisa ia de um caiseiro que saiba vender
ha
aria dan lote-
ras, porcao de bilhete8 e
meios, o que con tindo-
Ine que pessoHS dizem nao
havereiti bilbetes e meios
na thesouraria das lote-
jrias, para assiru veuderem
logo que a elle compram. para .
d' t Uuena. ra do Irapiche n. 11, primeiro andar, das
el", e COIUO COIlll i;,,1'?'"* d" 'af"^i/ > da tarde, da dala de hoje a
oiiameute ficaui avultaas
poredes de bilhetes por
DE
ESfECTACI:LO SOB A OIRECf.VO UO AHTISTA
O SR. SANIA ROSA.
BENEFICIO
ha sha. r>.
i
EDO SR.
JOa l'EREIUA D4 costa lima.
Quinta-fera 27 denovembro de 1856.
Uepoisque o Etni. Sr. conselheiro presideule da
provincia se dignar comparecer oa tribuna, os Srs.
professores da banda de masica militar do enrpo de
polica, de qi-e he mestre o perito Sr. prole-sur Pedro
Nolasco Bapli-ti, executar3o ama das suas melliores
ouverl-jras.
I inda a qual subir' a' sceun a muilo linda a in-
teressante comedia joco-seiia em tres actos, intitu-
lada,
i mmwm
CRMEo
Actores :
As Sras. U. Klorinda Knolh, Jeuina, .\leiandri-
na : os Srs. Santa Rosa. Alves, R beiro, Rotonda e
lima.
Os intervallos serio preenchidos com s melhores
pecas de mnsica do repertorio do mesmo Sr. Pedro
Nolasco, e entre as auaea execularao (a pedida da
umitas passoai, .1 aria da opera,
O Trovador.
urna laberna e loja, para totar coma de urna loja
1 villa de Po-d'Atho : quera esliver neslas cir-
mslancias pode dirigir se a ra do Sebo d. 5.
0 bacharel formado em direilo Antonio de
Vconcellos Meuetesde Urummood, anligo advoga-
dlesle fiiro, pode ser procorado pata o etercicio da
""profis8o ua ra do Hospicio n. !.
Precia-e de urna toaa de lene para criar um
mena. Tambem precisa-se de urna ama para au-
r>ahm Din menino ; na ra Oireild 11. 86, sesuo-
d dar.
. ~' Sr. J. A.S. M. venlia pagar a quanlia de
ooau na ra da Cadeia de Santo Antonio n. lli, e
se navier pagar vera' o seu 11.une por extenso nes-
. le lli.,,,
na llireila u. .piulo ao paleo do l.ivra-
menlonects,lla.se ,je csiureraj para ca|cas t
etrroneejaqatla.
'^isa- do rorli,, Mallos, ra do Burgos n. 31.
I'isa-sedeam sacer.lole para capellao de
am engl0 K frogaecia da Escada : a tratar na
ra 0a Cei0 d0 Recite 11. 50.
Anl,i(, j05 /icarias de Carvalho, com arma-
ni'iados na ra da Senzala Velha o. I3ti.
llore empreados nos felos da la/.euda, que este j c""onl"r>dade do reeuUnciilo do cemilerio, iste-
predio liedoju.lo da Cuuba Res u ntodoSr. Ilrilo :! I'";"1 ." >e" ''"linislrador o desi-mpcnho a ron-
portanlo niiigoem lance em 1.1 casa porque tila ts- P""'"i visto que esla muuio de lodo o ne-
ta' livre e doaamoaracoda.
O Sr. que annuucjou cobrar os loros da ra de
Santa Rila, pcileiicenles ao berdciros do fallecido
Sr. coronel Mauoel Crrela de Araujo, pode eppaie-
cer ua rua do Rangel n. 21, para o lim de mes an-
dante.
Preciiui-se de duas eoalareirai que cusam bem :
na ra Nova 11. :li, casa da modula brasilcira.
SOCIEDADE
fundadora do fabrica de
fiando e tecidos de algodu.
Os senhores socios silo convidados cBoetnr o pa-
E'menla ita -.....ili prestadlo, que he i'uada em 10
. Jo capital subscriplo por cada um uo ernplo-
lio, e provisoriamente em casa do Sr. Manuel Alves
l'jra
(arca,
lim ao espectculo coiu a muilo jocosa
\ CRUDA ASTUCIOSA
OL
0 BICUDO S0HN0LENT0.
Uo esle o espectculo que vai ser presentado ao
illuslradn publico desta cidade, de iiucm esperam a-
colhimenlo.
O bdlieies podara ser procurados em casa da be-
ueliciada, roa de Hurlas, sobrado n. 7(1.
Principala as lloras do coslume.
grifte
Leilo.
O jgenteBoiju, poraulorUarao doExm.
Sr. Dr. juiz especial docommercio, a're-
'|uerirpento dos, administradores da mas-
sa fallida de N'uno Hara de Sebeas, fara'
leilao, das proprieilades abaixo declaradas,
peitencentes a rele ida massa, a saber :
I sobrado de Ti andares, sito na rua do
Vigario n. 13 ; 1 dito tambem de -"landa-
res, na ruado Liv i amento n. ot> ; 1 dito
de 2 andares, na rua Augusta n. 2 ; 1 ca-
sa terrea sita na travessa do Monteiro n. 1
1 dita na travessa do Marisco n. I i; 1
dita na rua do Alecrim n. 1 ; 1 dita na
ua do Mondego n. 7 ; I sitio na Casa-
Forte, com boa cusa de vvenda, senzalae
cocheira, etc. ; e 1 terreno de 28 palmos,
correspondente < rua do Hrum e a dos
Guararapes ; os Srs. preteodeotes quei-
ram, portanlo, examinar com antececleii-
^ cia as su pa ditas propriedades : o leilao
IfcaV lugar ipiaita-leira 2tj do corrente,
as llJ^boias da manliau, no armazem do
agente hnnunciante, sito na rua do Col-
legio n. f^>.
visi lorajeitaTol publico, qae o Sr. Joaquim Jof
Mmrdii Oliveira leixou de ser seu caivtiro des-
de o da / u crrente.
riuaidadt do Sanissiino
SaeiMment da fregu*
zla le fij. Prei Pedro
Gi)noilve.
A mea ejedorida mesma irmandade.
convida atlos osseus irmaos em geral,
paratertii abondade de comparecer no
da 2i dc-orrente pelas horas da tar-
de, na igi a do Corpo Santo, afim de en-
corporadcaeom[)anharem a procissao de
Corpus Chgti, para a qual l'oram convi-
dados por l BxCi Kvm. Rec|fe j,, de nQ.
vembro dcsli.O escrivao, Francisco
Jn'io de lia 11;
iaiAND^? 00 SANTISSIMO
SACRAIESTO DAMlTRIZ
DE SAITO ANTONIO.
Amesa aeluar,gta tmandade.pelopre-
sente convida a idos .seus irmaos em ge-
ral, pai-dcompaiierem n0fja o.l do cr-
tente as 2 horas d;.ara,. em nosso consis-
torio, alan de enccporadoa acompanha-
rem aprocissao deorpui Christi, para o
que Tomos porS. E;. Rvm. convidados
Consistorio 19 de mimbro de I85(i.
Oescrivao, Tiburciovaleriano Raptista.
PrOsgPimma
DA FES1& DE
S. Cecilia.
vender, por isso o xv. the-
soureiro manda publicar
que existe un sortiniento
de todas as nuiuerayes, a
escollia do comprador.
Thesoura ra das loteras
15 de noveiubro de 1856.
Jos Januario Alvo sd i
Aiaia, escrivao das lote-
ras.
AO lt BLICO.
U absixa auignado tem vivido semprc do que he
seu, o nao cosluma, como cerla gomia da Victoria, a
impmgir sato por lebre, a viver de especuliiies, de
esprtelas e innumerosas traticaucias : por'laulo o
abano as.innado scienlilica a todo o l'eruambuco,
que nada deve a ninijuem, que diilosamentu deiie
de querer pasar. He poja infundado o boato que se
lem espalhado, de que o mesmo abaixo assiguado
nao Mil pagar ao Sr. Joao Dias Kerreir. O leito-
res vejam o recibo que val abaixo iuipresso, e venlo
que desde o da 8 de etembro se acha pago o Sr.
JoSo Das terreira de itWsuUO que elisio pelo Ira
tamenlo d. minba escrava duranle um me. Se
pois o Sr. Joao Oas es!, pago e o piule dinr a lodo
o mando, para que se ha de propalar a idea de qoe
o a Blagnem quero pasar ?Pelas una obras os
conhecreis ui-se Jesus dos l'hariseos.\ ejam
purlanio os leitores qoe Ws sflo as pessoas da ci'lade
da Victoria gente infame, com honrosas, poreiu
poucas excepcoes. A Sra. I). Mara lun publicado
a quera queira uuvir. que eu lhe levo ^IM>3. Essa
senhora queira declarar de que lie que eu llie devo,
aliin de ser indemnisala. Eu su quero o que be
meu, o alheio nao apeleco. S6 juslica queru, favor
nao peco. Recif. ts de oulubro de Ijti.
Jolo llercolano do Reg.
"ecebi do Sr. Antonio Ravmundo a quanlia de...
OUjUOO. Victoria 8 de selembro de I8j(i.
.iiiiii Das Forraba]
Declaro qae os 900(000 cima referidos, os recebi
do reverendo padre Juao llerculano do Reg para
os entregar ao Sr. Joao Dias. Victoria, era ut
upra.Antonio Ra> mundo de Mello. Eslavam re-
eouhecidos.
Na rua do Vigario o. 33, precisa-se de um
caixeiro que lenlia basiante pralica de taberna.
I'ara o servico interno precisa-sc de urna
pessoa que cozinhe e engomme na rua Nova
n. 17.
-Offerece-se um rapaz porluguez de idade de
24 annos.sabe ler, escrevere contar soffrivel, para
yluga-se
casas na torre, caiadas e pint.das, para se passar
ai fesla, por con. modo pieco : ua rua da Cadeia de
Sanio Antonio n. 17.
I'recisa-se de una ama para cozinhar o com-
prar para duas pessoas : na rua Djrcila u. 115.
BNTDLHO.
','ucm precisar de enlulho de callea, a de Ierra
misturada com calida, mande boscar na rua dus Cro-
les dafieguezia do Santo Anlooio junio a Ivposra-
plua.
Pede-seao Sr. E. S., queira mandar
pagar a subscripcSo de "> anoosquedeve
de certo peridico, alia's sedarao outros
esclarecimentos.
Seguros contra
o
Companhia Norlhern.
CAPITAL, 11,200,000Estahrlti ,H ,
em Is.iii.
Para cllecluar seguros sobre propric-
dades, mercadoi ia, mobilia genero d<
(jii.isi toda a quahdade. Premio di .">|*
l| <|< a., auno.Ag-lites, C J
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Ai erica o.
Rilheles d<-
Vlkll.l.
l.ra\ain-c e mpriruem-w(om perleicii. I.ilhalc
, de visita, lellras de cominero., e ludo, o,'ubcelos *
mu.i' l ir *"""'{M>le '"Ce* artoertitnaMca, -f- ; Hiji d.
Jm 1 iPk C"""I|C'1 a ,lu,", cou^ier. que !,,, abrem-,e urinas, .mete,, tanta .. ullw doce
erai esUbelecido o seu escriplorio no paleo do Ierro I como em relevo, ornamento, en. obiec.u. de ouro c
S H. i!hu? i .eS^e?e. das S da mnU* as I'"1*- la/cm-se ri.cos lindos rig.o.e. p,r. haMa>
i tarde.Jos Custodio I'enoto Soare. I dos de labvrinlho : admille-e a Saasa de ajaMI
j quer deslesohjeclos M caso de nio firareai a r.tiie-
| lo das pessoas que os enrommendarein : qoem Bf*~
leader dirija-se a qualquer desle* leawrs : m benrv
; do Recife, ua da M.dra de Oros a. M, i mm.
andar ; em Sanio Anlooio. oa livrana cU
paleo do Collrgio u. -2 ; na* Cinco Tontas, i
REMEDIO IMCOMPARAVEL
3(1 do correte. IVrn.ni....., l.j de aovembro" de
I85.Amoiim, I-arias, liuerra & Compaulna.
l'recisa-se de urna ama para o servido de cozi-
nha : em Santo Amaro ao pe da fuudn.ao, taberna
de Jos Jaciulho de Carvalho.
irmandade lo Santissiino
Sacramento da Matriz
da Boa-Vista.
Por deliberarlo da mesa regedora, sao couvidados
lodos os irados era geral, para romparecereui uo da
Zi do correte [doatlago), as -J huras da larde, no
consistorio da mesma n mun.la.i-, alim de encorpo-
rados acorapanliarem a procissiln de Corpus Cliliali,
para que fomos convidados por Sua Esc. Revereu-
dissima.
Quera preci buscar ua matriz da Boa-Visla.
Precisarse para ama
casa estrangeira de nni co-
zinheiro que s ja perito
em sen officio, pag-a-se bem
sendo iel e nao tendo vi-
cios : a tratar llamado
Trapiche n. 52, segundo
andar.
-- Recommenda-se a toda e qualquer auloridade
policial oa eapibio de campo que captorem ao c.bri-
nlia de nomo Mauoel. idade de 10 anuos, pouco mais
oo menos, que lu roo prole-la--e contra lodo e qualquer que dolosa-
mente o boover eduzido, oa facilitar a a^. do mes-
mo, pelo que prometle-se ^ratilicar geDerosameole ;
o qual calirinha le.ou calca de rscado azul, camisa
de dula ria, chapeo o Chile velho com fila brauca
plisada do chapea, e Ira/, comsigo ora lenjo braoco
pintado pela beira de iio : qoem o pegar l*ve-o a
rua .\uva u. 21.Fraocwco Jos Germano.
cessario a qoalquer enterro, lano para o. que qui-
zerem nimio bom, como medio e inferior, eucarre-
gando-selanibeni de lirar as licencaa, masica, cera
e canos de paneta, ermajOet, etc., sem por esle
Irabalho exisir recompensa'; podendo ser procurado
a qualquer hora uo mesmo armazem.
Alu=a-se mu bom litio para passar a fesla no
logar doCor.iciro amaruem do rio, com boa caca]
para grande familia, eslribaria para i cavados, asas '
para prelos e leilor, bonilo pomar, mulla orlalice, [
grande balsa de capira : qoem o preteuder dirija-se
a rua da Cadeia do Recife u. ,.
O cirurgiao Francisco Mariano de Araujo Lima
continua a dar consultas lodos os das das i i. i ho-
ras da larde, ua rua da Gloria u. "t.
ARREMA UCVO JIIHC1AI..
t or aulonsacao do lllru. Sr. r. juii de orpbaos e
ausentes do termo desta cidade lem de ser arremata-
dos em hasla publica, cura as formalidades doeslvlo.
no da seita-feira Jl do coirenle. ao meio dia," na
casa lerrea deronle da fundicao da rua do Brum,
os segoiolei objeclos que coiupoem os espolios dos
finados porlaguezes abaixo designado*.
De Jot de Souza Delgado :
I boi e urna carrosa avalla ios era i.ii-iuhi
De francisco Domnigoes AQonso :
Roupa de uso, dillerenies objeclos de ser-
vico de ca-a e purc:lo do renameula de
carpina, ludo avhalo em.....ll-OOO
De Joao Ksymundo i'eixeira :
I cavallo ruco aiuda novo ava-
liadocm.......
Roupa e objeclos de uso, avall-
ado ero, ..,..
1 relogio MSM C Iraucellim de
pr-la, avali.ido em ....
1 pequeo annel de ouro, ava-
llado em.......
I accan da fabrica de liar alnu-
dao, uo valor de. ." .
-- William l.ilej Jnior
dos Luidos.
retira-se para os Esta*
l'recisa-se alugar una pela que cozinhe e en-
gomino para o servico interno de una casa de peque-
ua familia ; paga-se bem : na rua Imperial, casa
O abaiio assignado comprou aos Srs. credores
de Manoel Joao Francisco Iluarle a loja da rua Nova
u. 10, e as dividas da mesma ; por isso roga-se aos
Srs. devedores mandum pagar seos debilos uo prazo
de S dias, do contrario sern enlrccoes as contas ao
procurador par. promover a cobraoca. Recife 13
de novembro de 185ti.
Jo,lo Ignacio Saares de Avellar.
1003000
26|000
aitjjojo
:; jJOOO HiiOOO
Ks. 3:i!ij0u0
UNGENTO HOLLOWAY.
Milhares de individuos de todas as nacdw
podem tcsiemunliar as virtudes deste reme-
dio mcoinparavel, e provar em caso iecessa-
mo, que, pelo usoqucdelle li/.eram, lem seu
corpo e memoras inteiramente saos, depois
ae naver empregado inutilmenle outros tra-
lamentos. Cada pessoa poder-ss-ha con ron-
ce r dessas curas maravilhosas pela leitura
dos peridicos que lli'as relatara todos os
das lia mullos anoos ; e a maior parle del
las sao tao sorprendentes que admirara os
DiMfeos mais celebres, guantas pessoas re-
coDraram com esle soberano remedio o uso
de seus bracos c peinas, depois de ler per-
manecido longo lempo nos hospitaes, onda
deviamsnflier a amputoslo! Dellas lia mui-
las, que havendo deixado esses asylos de pa-
dec ment, para se nao submetlerem a essa
operacao dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das taes pessoas, na ehisao
de seu reconhecimenlo, declararan] esles re-
sultados benficos dianie do lord correge-
dor, e outros magistrados, alm de mais au-
tenticarem sua ainrmativa.
.\inguera desesperara do estado de sua
saude se tivessu bstanle conlianca para en-
saiar esle remedio constanlemeule, segiun-
do algum tempo o tratamento que nect-ssi-
tasse a natureza do mal, cujo resultado seria
provar incontestavelmente : Que ludo cura!
O ungento he ,util, mat particularmente
JOS *eguiitte$ casos.
da quina confronte a matriz nova.
SYSTEHA MEDICO UK IKH.I.<\\\\.
l'recisa-se de urna ama para o servlfo de urna
- .casa de pouca familia : ua rua de Apollo n I It
qualquer emprego ; quem pretender procuro DO| armazem de assucar. a. olio a. I U,
paleo do Terco no sobrado denominado usca Vi-
Pelo prsenle sio de novo convidados os ere-
dores de Amonio Aoguslo de Carviilho Marinho pa-
ra que no imnrogavel termo de l>es das aprsenle
O agent Itorja far leilao em seu armazem,
oa rua do Collejiio n. 16, de um grande sortimeutu
re obras de marcmxria novas e usadas, e oulros inul-
tos objectos de difiranles qu-hJades qoe fiira ira-
posisivcl enumerar ; assim como tambera far leilio
de ama completa mobilivi e mais arranjot de casa,
periencenles a urna pessVj qoe relira-se para fra da
provincia, e i piauo. diversos qoe so entregarlo por
qualquar prejo maior 4uel oderecer, visloseren para
liquidago : quiula-feira,, 20do corrente, as II lio-
ras da manhila. i
Antonio I.. d'Oliveifa Azevedo fara leilao, por
i.ierveneao do agente Oli*;i,ai de cerca de 100 pe-
asde cabos do Cairo. 17 d,,, Uilos de lioho. e mul-
los artigo* propr.os para o.vios, como seiara gatos,
olhOai, argolw, prtelo!, fSrrageos de vergas, sapa-
Aj qoalro horas oa manhaa do ., 0| d cmala,
sera torada*baadeira, percurr,j0 ,s)a alguma.
"" rt"1-' "'''e- *">*<> conduzi.lapor menina, de
reolemenl. vestida., enloanio cnl, de |u.vr a
mesma V,re,n. Ao meio-d. sel- annuncada a
festa com res grandes =yran.1olao. h,endu Vesp,ras
canlad.s. fesla. sella, e le eum, io orador do
evangellio o Rvm. padre provincial re jfltt d-^,.
sumpcao Moura. e do Te-liemn o n,s0 irma,
Rvm. I.eunaroo Joto (irego. A inus", da fesla he
nova e compo-ia pelo nosso irmo Jo?Coelho Br-
bosa : lo los esles acto* serlo preencliict com linda,
pecas de msica mililar. Os professor.,d, msica
rogara ao respeilavcl publico se digne caharecer em
os referidos aelus, alie] de mais brilhanltj. i
Tesla de sol
era' a fesli da
admnistra;;io,
daiuha.
ATERRO DA BOA-VISTA. *.
Mr. I'omaieaii lern a honia de parlPiar ao
puLlico,.|ue racebea pedral para fazer sinoco to-
dos os dias.
Na rua de S. Gon5allo n. 14, presa-se
de urna ama re leile, sadia, c sem lho p*a-se
com generosiilade.
JNarua de S. Gonesllo n. I i, BroaLse
e urna escrava iel para o servico de casa e ca.
pras para pouca familia : paga-se bem. \
Precisa-sede urna ama para tratar do arra.
prnleclora. Domingo, \ correnle
i Senhora do Dora Parlovob nossa
a qual constara' da fesii p da la-
'.-. "a rua estrella do Rosario n. I, afi-Tl de serem
conferida! e entraren) era ratcio, e nao o fazeudo
procede-se a esle, coui u titulo que forera apresen-
lados.
da, ocaso queira informacao se poder dar.
Precisa-se de um portuguez para feitor de 1
engeaho que tenha alguma pralica : quem esliver le", credl'" *"> inUIradorea da mam fallida, o
nestascircumsunciasdirija-se aruada Cruz \tXS^SS7^S^SSSR
1 escriplorio, que achara com quem tratar.
Na loja de Jos Antonio Moreira Dias, na
rua Nova n. 35, vendse um completo sortimeoio
das melhores [rfumarias cliegass uliimamenie,
ricas carteirasde madreperola e de marini para ho-
rnera e Sra., carleiras de tartaruga para guardar
bilhetes do visita, boas litas de seda lisas e avradas
de lindos matises, litas de velludo, Irancinhas de
lan de diversas cores, facas de madreperola, dilas
com cabo de pe de viado proprias para fechar car-
las, bonitos objectos^de fanlazia, luvas do seda da.

A IIOUEOrATUIA E 0
CHOLERA.
nico tratamento preservativo e
curativo do cliolera-morbus,
e !& t PELO DOLTOR
cores para senhora.ditasde fio de liscocia para lio- f -A Sabino Olegario Ludgero Pinho.
i. i Segunda ciierao.
k benevolencia com que foi aeolhida pe- "
lo publico primeira edicrao deste o;ms- b
culo, escolada no curio espacode dous me-
zes nos induzio a reimpressa'o- (|
Cusi ile cada eiemplar......IjOOO i
Carleiras complclas |iara o trata-
menlo do cholera e ne maitas ou-
iras moleslias, a..........30JOOOU
Meias carleiras..........ItisOOO H
Os m-dicameiilo< so os melhores possiveis. 6
Consultorio central hoincopalhico, rua
de Sanio Amaro :Mulldo-^ovo n. H. %
i
i
mem, meias para homom e senhora o meninas,
escovinhas para unhas, ditas para denles, ditas para
cabello, dilas para chapeo, ditas para falo, pentes
de tartaruga para alisar cabellos; ditos de bfalo de
tojos os lamanhos, ricas aboloaduras douradas pa-
ra para abertura e punhos. Lieos e rend s de todas
as larguras, carteirascom sgulbas francezas, caixi-
nhas com colieles, ditos fruncezes em carles, car-
tas fr3ncezas muito Bas, carrileisde lioliti de 200
jardas, retro/, de todas as cores, Lotes de .nadrepe-
rola para camisas, ricas charuleiras, papel amisade,
dito de peso paulado, dilo perlina,tesourinhas mui-
to linas para unlias, dilas de todos os lamanhos
para costura, lindos louesdures pura seuhoras, car-
leiras para algibeira, cixnhascom lacre muilo
fino, lapis linissimos. (ivellas douradas para eos,
obreias, dilas de cola, pos muito finos para denles,
caivetes muito finos de 1 at 4 folhas.e inmensos
objeclos de muilo boro gosto e por precos muito
com modos.
Na loja deferragtins e miulezas de Jos An-
tonio Moreira Dias na rua Nova a. 35, vndese
muito Loas espingardas franoe/.as de um e dous ca-
nos, ricos Lules e caeleiras de meial de principo,
muilo boas esporas de aro, brides, picadeiros, cou-
ro de lustre muito bom, cera de Lisboa cm. velas de
I al lli em libra, Lugias, ludo por Laralo preco.
Da fa/eiula Ca.-hoeiriuha era Am.irella, comar-
ca do Brejo da Madre de Deui, provincia de IVr-
nambuco.uu dia29 de uulouru pruximo paasado, de-
sanpireceu un muleque de nome Celano, de idade
de anuos, pouco mais un menos, eoia os sisnaes
se^uinle : alio, meio lula, cabera redonda, lesla
grande, nal iz afilado, bucea alRODI tanto pequea,
baleos grossos, cabellos pouco pegados, pea e mo.
bem eitos, olhos resalare. : quem o trouxer ou der
II dicia cerla, dj-se-lhe O;000. dirigindo-se a mes-
ma fazenda, 00 em labora da mesma comarca, ao
dono que he o abano assignado. Taboca i de no-
vembro de IS.jli.
Franrisco Bcnevi es Muniz l'alcao.
I 1 u.| r>. ___ 1 *-------- ... ..i.ujlu utucu.c>.yuiiu rilen,
jo interno de urna casa de pequea familia ; a fai -., ., ,,. ....,
lar no aterro da Boa-Visla loia n U : Fng'o do engenho Aldea de iNazarelh.o escravo
................. ,, J .'.. \ Jos, denacaoAugola. com os ligases segolnloi :
^<.r<>""<.;....-.;;,> i V;HiJv'i;!?!-''."'^Acor l,rela- """ "l'",s um li",l vermellios. o beico
1 a .^ f .- iuferior alguma cuusa encarnado, peinas tinas, ,es
r\ I I {kEl,*M ( tV ..:. iomprilos, nos poicos marcas que se suppe serem
zassvilV/djI)' 5 |'e cordas, idade :ii> anuo", pouco inai ou menos,-
le escrava he nalural que leuha viudo para esla
Paca, visto que foi comprado em 1:2 do correnle ao
S Manoel, nilitulado C.boclo : a pessoa que delle
1V milicia pode prenle-lo eJeve-lo a rua do Vi-
sai, armazem de asuc.r de Brho llueiror. ii Caos-
fiaia, que lem ordem de gialilirar coiu generosi-
dade
.-.
^. O abaixo assignado j se ac|la ]i,re
taf adm uistravao dn heos do cunveulo de os-
sa Senh
senhora do Carmo da cidade de Oliuda ; .
r Islo qoem .lever ao mesmo coiivenlo. S
w comparec qu-lquer hora do dia.fre xi?
B Lu/, da Hureza Machado, vigario-prior. id
Precisa se de ama ama forre ou captiva para
ONU de penca familia : a rua Velha o. 101.
P.-ecisa-se i!c nu:a escrava par oservi{ode
casa e-a quer, ,lver p .,,.f rirjja.se a roa
das Cr^es n. .1, ou annuucie para ser procurada.
A pssua que quizer um prelo que >abe cozi-
nhar, oflii-ial de sap.leiro, e qoe sabe servir bem
urna casa e a mesa, e muilo fiel, querendo um, an-
iiuncie.
Aluga-se urna das lojas da casa de sobrado do
a'erroda Boa-Vlill 11. II, propiio para qualquer es-
labelecimeiilo : a tratar no mesmo sobrado, ou na
rua da Cadeia lo Recife no escriplorio da casa u. :j,
quasi ronrroiite IB dos Srs. Il.rroca A; Caslro
I AO PUBLICO.
g| No armazeio de fazendas baratas, rua do
Collegio n." 2,
g vende-sc um completo sortircento de fa-
g sendas finas e m&as, por mais barato h
K presos do que em outra qualquer parle, %
1$ tanto em porsoes como a relalho, afiian- B
g ?ando-se aos compradores um s prego g
y para lodos: esto estahelecmento abrio-se ?2
ys de corahiuac.o cora a maior parte das c&- 5
sas commerciaes nglezas, francezas, alie- i|
I maos e suissas, para vender fazendas mais S
Jg em conia do que se '.em vendido, e por isto jg
M oflerecem elle maiores vanlagens do que
g outro qualquer; o proprietario deste im- %
p portante estabelecimento convida todos &
H os seus patricios, o ao publico em geral, I
I para que venham (a Lem dos seus inte-
jgj resses) comprar fazendas baralas: no ar-
jgj mazem da rua do Collegio n. 2, oeAn-
gj[ ionio Luiz dos Santos & Rolim.
leni-se contralado comprar a casa terrea 0. -\
do becco do I'errciro na Boa-Visla : se alguem se
iulgar com dlreilo a impedir esla compra, anuuucie
por este Diario, ou dirija-se a rua do Rosario da Boa-
Visla n. 41.
Da fabrica de caldeireiio da rua do Brum ir
21 aus.ularam-sc os e-cravos Minuel e Malinas, o
primeiro he de nai;ao Cabundi, ollioal de fundidor,
llano, cosluma-se embriagar e ser muito regri-
la ; o segando he lamben de iiacio, mo lem eludo,
cosluma embriagar.se e lera os ps mellados, esle
prelo ha noticias dn ter andado por Oliuda sestrada
Nova : rogase aos eapiUea de campo ou qualquer
outra pessoa que os pedresa ou delles derem uoti-
cias, dinjam-se a dita rubrica qae ser.i recompen-
sado. r
Precisa-se de urna ama forra ou captiva para
casa de pouca familia : ua rua das Trincbeiras n. ,
loja de larlarugueiro.
Deseja se saber qoem he o correspondente do
senhor do eiiaenho do Brejo Novo, Ju3o Jos Lopes,
para se tratar de negocio que diz iepeilo as dilo :
na ua d<> Craapa n. 0, uu auuuiHMStta morada para
ser procurado.
l'recisa-se de orna ama que saiba bem cozi-
nhar : na rua do Ouennadu n. :is, cm frenle do bec-
co da Congregarse
Precisa-se de urna ama forra ou captiva, que
saiba engommar, para familia peqoena : quem qui-
zer ilirija-te a rua das Cruzes n. 2, sobrado, primei-
ro andar.
A prssoa qae anuuuciou para cuzinhar e ser-
vir bem ama casa.e he ofcial de apateiro, dirija-se
alraz da maliiz da Itua-Visla o. 16.
__ Beroardino Jos de Carvalho, encarregado da
iquidac.io da casa de Francisca Alves da Caoba &
Companhia, tendo de relirar-se para a Europa 110
primeiro paquete iuslez, roga a lodos o, senhores
que se julguem cum direito a haver alsuma quanlia
que a mesma casa lliedevs, aapiesentartm suas con-
las, pois que, depois de sua retirada por nada se res-
ponde.
inT h' I''"3" am unrru no nia U "'e m. >
10 horas da noile : quem fur seu dono procure na
casa do Sr. Jos Paulino de Almeida Calando', na
fcslrada .Nova, que dando lodos os siguaes se entre-
gara .
Precisa-se de um prelo idoso, forro ou captivo,
para facer o servico de urna casa e comnrar : alraz
da matriz da Boa-Visla 11. 10.
C. STARR & COUPAKIIIA
respeitosanicnle anuunciam quoJbp seu ex-
tenso estabelecimento em Santo Saro, con-
tunuan a lubricar com a maior perleii-no e
prompiidao, toda a qualidade de inachinis-
mo para o uso da agricultura, navega Jo e
manulactura, e que para maior con- nodo
de seus numerosos Itoguezes e do publico
cm geral, tem abarlo cm um dos grandes
armazens do Sr. Mosquita na rua do Brum,
alraz do arsenal de mantilla um
DEPOSITO IJE MACHINAS,
construidas no dilo seu estabelecimento.
All achantos comprndures um completo
sorlimento de moendas de caima, com todos
os inelhorameiilos (algon* delles novos e
priginaeg) quea experiencia de amitos anuos
lem mostrado a necessidade. Machinas de
vapor de baixa c alta p.essan, taxas de to-
no tan.anbo, lauto batidas como fundidas,
carros de mo e ditos para conduz.ir formas
de assucar, machinas para moer mandioca
prensas para dito. Ionios de ferro balido pa-
ra lamina, irados do ferro da mais approva-
da conslruccao, fundos para alambiques,
envos e portas para fornalhas, e urna inlni-
dade de obras de ferro, que sera eufadonlio
enumerar No mesmo deposito cxisle una
pessoa iutelligente e habilitada para reerber
todas as cticnmmendas, ele, ele, que os an-
nunciantes conliuulo om a capacidade de
suas olliciuas e macbinismo, e pericia de
seus ofliciaes, se comprmelU-m a fazer exe-
cutaicom a maior presteza e pcrfeicjio, e
exacla coiiCortnidade cornos inodellosou de-
senii.is, c instruccoes que llie l'orcoi lorue-
cidos:
I CONSLLTORIO IIOMIEOIM- O
o nuco.
.;_;. DDK. CASA NOVA. j
i-;': 28roa das Cruzes 28. ;-.
.. Neslo coiuollorio ha semnre ppra vender ':'
[;' os mais acrediliidos medicammlm Im......o-
...- palbirw de CATELLAN e GVEBER, lano -';-
:'.; em imlura-, como em glubelos, e o mais "
m, em conla pmsivel.
Vjr Lina botica de \2 lubos ii, s- e 10,-OOU
%,? -' o 109 li e loguOU H
.'';. de :lli |55 IS.-^ e ajgoutl S
.':; de n .. IN.-- 2.- e ,-oon
'-." >i i. de W) g 22- 2'<- :10-IHHI
''; robos avulsos 500, xoo. e 14000. .'"
.i I onca de tintura a esculher i'-SKM). '. ',
';.; Coiisullas tojos os dias .-ralis para os po- w
-..: tres. ;"
.?.- .-- .? .->.-. ... ... ... _,, ... .. ;'
-...-..-...- V '...'.. --. .'-..;..; ... ... .,:\:.::._-:.i
Hospital Todos os Santos (Ja veneravel or-
dem teixieira de S. Francisco do
Recife. r- -
, Achando-=e \ as os lunares d enfermeiro e cn-
' ?,.'n,?ra, "'""*'"" ' administradora da dUa 0rdem. sao convidados es ,r-
!*?"' "v*in as circumslancia- do liual do
art. 156 dos esUlsjtos, a apresenlarem o seu requeri-
, melo ao u-osae toioislro, assim como precisad pa-
ra o sobreihlo hWpit,l de om srvenle, o linal do
rliKO I que se refere o s
Alporcas.
Cambras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Enl'ermidades da cu-
tis era geral.
Enl'ermidades doanus
Krupces escorbticas
fstulas no abdomen.
I'rialdade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Gengivas escaldadas.
InchacOes.
Inllammaco doligado
da bexga.
Inflammaco da ma-
triz.
Lepra.
Males dss pernas.
dos peitos.
de olhos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmes.
Queimadelas.
Sarna.
Supuracoes ptridas.
Tinlii, eai qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das rliculac,oes.
Veas torcidas ou no-
dadas as pernas.
PIULAS HOI.I.OWAV.
Este mestimavel esperilico, composlom-
teirameule de liervas medicinaos, nio cotj-
tcm mercurio, ncm alguma outra sulisUnua
deleclerea. Benigno a mais lenra infinria,
c a compleicSo mais delicada, he igualasen-
te prompto c seguro para desarraigar o mal
na compleicSo mais robusta ; he inteira-
mente innocente em suas operacoes eefle
tos ; pois busca e remove as doenca dr
qualquer especie e grao, por mais antigs c
tenazes que sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com
esle remedio, muilas que ja eslavam as por
tas da morle, preservando em seu uso ; con
seguiram recobrar a saudc a Torcas, depois
de haver tentado intilmente lodos os ou-
tros remedios.
As mais afllictas nao devem entregar-** t
desesperaeo; i.u.am um competente easaio
dos ellicazes eOeilos desta assombrosa medi-
cina, e prestes recuperarlo o bcneGcio da
saude.
NSo se perca lempo om lomar este reme
dio para qualquer das seguintes cnlcrmida-
des :
Venderse est ungento no estabelecimen
U> geral de Londres n. 24*. oStrand, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
iras pessoas enca regadas de sua venda em
toda a America do Sul, llavana e Ilespanha.
Vende-se a 8trs. cada bocetinha,conten
urna instruc^So em porluguez para explicar
o modo de (asar uso deste ungento.
O deposito geral he em casa doSr. Soum,
pharmaceulico, na rua da Cruz n. -2-2, em
Pernaubuco.
Perfiltnarias fnissim.ts.
Ka loja de miudezas da boa lama na rua
do Qucimado n. 33 cncontra-se sempru um
rico sorlimento de pe fumarias de todas as
qualidades, inglezas e francezas, sendo dos
melbores autores que ha em Pars e Lon-
dres, a saber : agua de Colonia muilo boa,
sali.'m para barba de creme de amendoas,
agua de lavando muito superior, vinagre
aromtico para dores de cabeca, banlia mui-
to lina em ricos vasos, extractos de mullas
qualidades, extractos propnos para,bolso de
esludanle, essencias de varias qualidades,
opiato o meihorque ha para limpar denles,
pas para limpar os denles, e oulras muilas
cou-as que nao deixaro de agradar aos se-
nhores compradores, e que ludo se vende
por precitilio muilo baralo.
KOB LAFFECTEUR.
O nico auloritatlo por Uecinao do contelku real e
decreto imperial.
Os mdicos dos hospilaes recomniendam o
arrobe de LafTeclcur, como sendo o nico
atitorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
esta em uso na mantilla real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco tem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as al'-
feccoes da pello, impingeiis, as consequen-
cias das sarnas, ulceras c os accidentes dos
partos-, da idade critica e d acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convm aos catar-
rlios, a bexiga, as coulracc, dos orgSos, procedida do abuso das njec-
Qes ou de sondas. Como anli-syphililicos
o arrobe cura em pouco tempo os fluxos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessanles
cm consequencis do emprego da copahiba,
da cubeba ou das njecces que representen)
o viruasetn neutralisa lo. Oarrobe Laffec-
teur be especialmente rccommeudado con-
tra as doencas iuveleadas ou rebeldes ao
mercurio e a iodoreto de potassio.--Lisboa.
--Vende-se na bolca de barral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praca de l>. Pe-
dro n. 88, onde aiaba de chegar urna gran-
de porcao do garrafas grandes o pequeas
viudas di ectamenle de Paris, de casa do dito
Boyveau-Laliecteur l:,rua iwcheleu Paris.
Os formularios dflo-se gralis em casado a-
gente Silva, na pra^a de D. Pedro n. H2.
Porto, Joaquim Araujo ; Babia. Lima & Ir-
maos; Pernambuco, Soum ; lo de Janeiro,
fincha o. l-'ilhos; e Moreira, loja de drogas ;
Silla Nova, Joo Pereira de Magotes Leile ;
j Rio Grande, Francisco de Paula Coulod; C.
Kua Nova u. 18 loja de M. A. Caj A. C. con-
! tinua sempre a ler um grande sorlimeulo de obras
' feilas de alfaiale, tanto superior, como mais infe-
Accidentes epilpticos
Alporcas.
Ampolas.
Areias .mal de.
Asinina.
Clicas.
Convulsocs.
Debilidade ou exte-
nuarlo.
Debili ndeou falla de
loicas para qual-
quer cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Cnfunnidades no ven-
Ir.
k'nfermidades no liga-
do.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Mei ysipela.
Febres biliosas.
Pebres intermitiente,
Febretu da especie.
Cotia.
Ileniorrboidas.
Hydropisia.
Ictericia.
Imligesiries.
Inllainmacoe.
Irregu la ri da de> da
menslruacao.
Lombngas de toda Sjn-
necia.
Mal de pedra.
Manchas u.. culi.
Ubslruc<;ao de vealre.
Phlisica ou consump
c.io pulmonar.
Belcuco d^ oorins.
Kheunialismo.
Symptomas secunda
nos.
Tumores.
Tico doloroso.
Liceras.
Venreo mal.
Vendem-se eslas pilulas no estabelecimen-
to geral de Londres nj SU. Strand,- e no
loja de todos os boticarios, droguista* a ou-
lras pessoas cucarregadas de sua venda ira
loda a America do Su!, llavana e Hesphliia
Vendem se as bocelinlias a 800 rs. Cada
una UelU conten mWiiiccii oa ,..,.
luguez para explicar o modo de se usar do
las pillas.
O deposito geral he em casa do Sr. Souui
pharuiaceulico, na rua da Cruz. o. ii, un
Pernambuco.
Preci.a-se alegar urna esclava qae seta evo
para o servico de urna cas. de familia, e prvrii
qae uo sabe a roa : quem tiver dirij.-se leal rW-
va ii. 61.
Antonio Pereira Bispo, subdito perloga. re
lira-e para o Rio de Janeiro, levande em Me <,-
panhia om seo escravo.
BoiieCfsm francezas.
Vendem-se bonecas francezas ricameulc
vestidas e de varias qualidades a l-JO",
1-60" e S?, na rua do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Pentes de todas as quali-
dades.
Vcndem-sc ricos pentes de tartaruga aje
T, ditos dilo de alizar bous a i-, ditos dr.
dilo de marrafa a 1:100, ditos de dito de tra-
vessa a 49, ditos de unieorne paia alisar a
i?, ditos de bfalo muito linos a fiOO e 8""
is., ditos de baleia para alisar a 300 c loo
rs., ditos abcilos imitando tartaruga para
prender cabellos muilo bonitos c bem traa
balhados a laSSjB ,. l.-jljo, ditos de Inicia a-
bertosaiO, 320 e para piolhosa 500 rs., na rua do Queimado
na bem conhecida loja de miudezas da noc-
la ma n. 33.
j\aloja da boafe
vendo-se to baralo que admira panno li-
no azul a 3/o covado, dito dilo pelo supe
riora M*J>, casemira prela lina a 2, lom
bazina prela muito lina ou lapim, proprin
para baliuas a 1/280, sarja prela liespanh-
la a I;oO, selim prelo macau a -011, can
tao muito lili >, fazenda prela superior pro-
pria para vestido de lulo a 960, alpaca de se-
da do cor para palito a 640 rs ricos coi le-
do gorguies de seda para cuteles a 39*00,
pal i los prelos muilo bem i'cilos a 41, dun-
do biim pardo de puro liulio a 3-200, lencos
prelos de grosdeoapla Sr, e oulras muilas
lazendas que se vendem por precos lao di-
minutos que ninguem deixaia de comprar,
na rua do Queimado n. S2, na bem cooheci
da loja da boa fe.
AOS Vi! iM KS 1)0 BOM E MATO.
Vcndemse ricas ciaiuteiras bordadas a
retro/, servindo tambem de carleira a l/, di-
tas sem ser bordadas muilo boas o S> Jjjfc
caileiriti-.as muils ricas S/, dilas prupri.s
para viagem a SsOO, cailcirus giaudes para
dioheiro a I#00 ej, tranceln* para relo-
gios. prelos de retro/, a 160, aauores para
navailias mimo liaos a I;, podras inglezas di
aliar uavalnaa a lf c 1-500, ricas bengalas
rior, camisas francezas, brimcas e de cores, sra- j Pc' haralo pre^o de 13 e 1-500, peules com
| valas, colaiii.los,chapeos frauco/us, dilos de sol, de | escova e espetho para sui-sas a HOO rs eoto
seda c paniiinho.suspen.orios de borr.-iclia. meias paia jos para bal lia a 2- e-'50", livellas dourada-
I senhoras, hoineus, meninos, fazendas para f.zer-se
qualquer ubia de encuiiimenda com a maior preste-
za t bom desempeuho, em lim qualquer pessoa que
vier a esta loja, tirara um fado completo e por pre-
co mais commodo do que em outra qulquer pule.
OKUE.M TERCBIRA E S. PR.NCISCO.
Por deliberadlo da mesa resedora, tm sessao de
. t. sao couvida.ios lodos os irmaos em geni para
I com| arecerem uo da Si do correnle, pelas 2 lloras
[ da larde, na isreja da or.lem, paramentados com >eus
hjbilos,p-ra encorporadoi.acomp.iihar a procissao de
Corpus Chrisli, a convite de S. Ele. Ilvuia.
para calcas e colleles a 120 is., cisloet para
bengalas a so rs., Caixiulias para guarda
phosphoros a 160 rs escovinhas para lim
par penles a 240 rs., chicotes mullo bou
para c.vallo a Mfl rs esporas linas de ac a
I/, grvalas e seda muilo boas a I", alai ,
dores de cornalina para casara a 300 rs., pill-
eis ngle/.es para barba a :>00, 600 esoo is
camisas oo meia muilo linos a IfSvA, rica-
abutoaduias para collele a MI o sjH rs di-
tas para palitos a 500 e 600 rs., eslojosde n
ILLI SI RAliA" L| SO'BHASILEIKA : ",as l,a,a rape a 2rj00 e 3, dilas redondas d.
E tartaruga linas a u, unirs muiiascou---
*-:^r^^ j Ba. Jr^k.^aa^a, que se vendem por baralo picc,o : na liado
Os senhores assicnanle5 dos joruaes litlerarios Uocimado Ua l em coiiliccida loja da ba la
I mencionados, queiram mandar buscar os nmeros I ffia 11. 33.
| ollimamenle ehegados a livraria de Jo- ftesueira
le ftuuz.i, rua do Cre.po delroule do arco de Sabio
Antonio.
qilali
- Precisa-se de nina pessoa q .e saiba cozinhar o preferido, pari 'll\VmZZ"C'!L*T'' "B : '"*"
ordmano^le nina ca.a de familia : na rua do ..os- ; L,.....q^ & S 2tR-J3 'Jff
- >,\r, de um rapazinho ou :.nino que ,e ZS^5Sk*+Z ^'aJZ'
queira prestar a fazer UgUM sorvkos compativeii I menle cun.."- "?.!"*. us! pdt" f"> dlKna"
n'ui as suas turcas : ua rua do Hospicio n. i).
Meias de todas i
dadts.
\ endeni-se muilo boas m< ias de seda m -
las e bianras para senhoras pelo baralo pu-
co de 2,30",dilas de laia para padres a I.-'mhi.
ditas de lio de Escocia pinlaoas para bomcui
pelo baralissiino pre^o de 400 e 5011, dita;
blancas e cruas para lioincm a 20<, 21" i
na entrada, e defronie do arsenal do marinria, fia | -s" ''i1"* pintadas a brancas para niem-
; sempre um grande sorlimento de taixas, lano de I "os -l" ,! :l" ls > 1,,as hrancas, linas aara
'foi,.;. __:.-^i____.. ...______ ... ... lilil--"-- -- -*'" -:-- .
-- Na rua do iTaHsTH-ilefioiile de n. 4, precisa-se
| de um meuino de 1:1 a Ii anuos, que teuha pralica
de laberna.
TAIXAS E FERRO.
Na fundicao da Aurora em Santo Amaro, e
tambera no DEPOSITO na rua do Brum, logo
I menle compran, cum o. sagrados devore, que recial
I ma a humaudade soflredora.
percos sao os mais com mojos.
deas da boa tama n. 33.
ILEGIVEL
MUTILADO


OI .aiO l PfllftlBI QUINTA FU'1 20 01 NOViMiRI IS56
DEPOSITO DE L1YR0S BOTICAS HOMEOPTICAS
DO
O Dr. P. A. Lobo Moscoso, tendo de fazcr urna viagem dcixa a SUl botica soba
direccSo de pessoaihahiiiada e de nteira probidade, e um deposito na loja de liaros do Sr.
ManuelNoiiueira dSouza na ruado Crespo,sobrado novo do Sr. MagalhesBastos.
pangos kixos.
Botica de 12 tubos grandes. 10/000
Dita de 34 155000
Dita de 36 ... 203000
Dita de 48 ... 239000
Dita de 60 ... 30s000
Manual de medicina homcopthica do Dr. Jahr com o dic-
cionario (dos termos de medicina ........ 203000
Medicina domestica do Dr. llenry......... 10/000
Tratameutoi do cholera morbus.......... 2/OO0
Repertorio do Dr. Mello Monea......... 6fooo
H
fl <* aWMM
* l'U lll AS PRECIOSAS, jjg
Al i *I
Aderen de brillianles
> da maules e peroles, pul-
ceir.is, .Heles, brincos. 'M
* e roletas,bolees e aunis *"
5 de dillerenles gostos eda
f diversas pedral de valori jaj
_ 1*
* Compram, veodem oujjjj
j trocan) prala, ouro, bri- *
* Hiantes,damaolesepero-ijg
S las, e oulras quaesqoer'J*
*: joiasde valor, a dinheiro jj
*- uu por obras. G
S^Tl I0REIRA k DARTE.
I
LOJA DI OURIVES
Ra do Cabuga n. 7.
Recebem por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras do mais
moderno gusto, tan-
to de Franca como
OURO BPRA1 A- i
Aderecos completos de
ouro, meiosditos, polcei- #
ras, amueles, brincos e *
rozelas, cordoes, trance- J.
los, medallias,correles %
e enfeiles para reluci, e *
outrosmuilosobjeclosde J
ooro. j(
Apparelhos completos, f*i
de prala, para cha, ban-
dejas, salva, eastiraes, ;?
collieres de sona edecha, W.
e muilos oalrus objeclos *
de prala.
de Lisboa, asquaes se veodem por
preco eommodo como eostumam.
do collegi
Grande e assea-
;io Lisboa,
liara meninas internas c c\leruus, cu a
oducarao, prendas e mais vantagens, se
poderao avallar, em pretenda dos estatu-
tos, que se acliam na ra do Crespo loja
11. ib, 011 na esquina que volla para a
1 na 1 l,i Cadcia.
ALVNAIAS. HUMEADA '
Boa nova lenlio a dar ;
tile sol que vos abraza
Vai-se em gelo transformar.
La' do Polo, onde o Lapues
Vivcm ni (oca enfuruados,
Chesou nctar que refresca
Vossos labios dessecados.
E o Sitares, que jurou guerra
Ao fogo, ao sol, ao calor,
Com gelo, anana/ e unirs
Mitigara vos'so ardor.
Jnnlo ao becco do Rosario
Ide, pois, e encoulrareis
Ser verdade o que vos conlo ;
Bom cobre la' deisareis.
I'recisa-se de urna lavadeira que se-
ja boa, nao demore aroupa no rio e d
fiador a sua conduta: na piara da Inde-
pendencia linaria ns. (Je 8.
Precisa-sede orna ama qae seja bel, quteo/i-
nl.e e engomme com loda perfeican, para urna fa-
milia estraDgeira de duas pesseas, paga-ie bem ; na
-na do Trapiche 11. 40, primeiro andar.
COMPAMIIA DE SEGUROS MARTI-
MOS E TERRESTRES,
EMABEl.ECIDA NO RIO DE JANEIRO.
CAPITAL l(i,000:000$000.
A companhia tem soa asencia no eseriplorio de
viuva Au.nrim Filho, roa da Cruz o. i 5, onde
aceila todas as propostas de seguros de riscos e for-
tuna do mar.
Sobre o casco, quillia e perlences de navios de
qualquer lolac.an ua aavagecla de loimo curso, de
cabotagem, oo fluvial, ou na pesca, em vilgem ou
prestes a viajar, em carga ou descarga, amarrados ou
ancorados, em concert ou no eslaleiro, quer por
lempo certo, quer por viagem simples, ou a premio
ligado.
Sobre inercadorias desde o momento de seu em-
barque ale o de soa descarga e deposito.
Sobre os lucros esperados de inercadorias encami-
nhadas para qualquer mercado.
Sobre o casco e quilli* de embarcaces miudas
empreadas em descarga e Iralico dos prlos.
Sobre o capital e premios de dinheiro a risco.
Sobre o premio dos seguros e premio dns premios.
Sobre ncres de lerceiro por 'damnos causados por
i abalroamenlos fortuitos.
Sobre os frele.
A companhia recebe lambcm proposlas de seguro
de riscos de incendio e damoos causados para preve-
. ni-lo oneiliugui-lo de raio ou fogo celeste, e muu-
daces.
SOBRE (IS SElit INTES OBJECTOS.
(- i I'redios urbanos ou ruvaes, .creas e nuapsnnpr <..
lili |).t II H I I (le Se^lirO COII- labelecimenlos, com e.clusao dedeposiios.fabrica, e
a. i-j i i I laboratorios de* plvora, e materias incendian na
traa UlOrtalidrtde dOS e.5-!>nllammaveis,the,.ro,ec.sasdeespc"c0l"
i ; i i Mercadorias em qualquer parle une e era vos estabelecida no mi t*uio, <, fabricas de muqW.^b?
nm |%- IlUPinA fi* ,odus,ria,!S. 1" sej.m (eilas por seus pro-
KlO Dt JArfLlRO pr^'f^ quer pelos uso-fructuario., localarios.su-
aaav ve. *Hhiiiw. blocalanos ou credores lirpolbecarios.
CAPITAL *i,000:00().S000. KlaalaaeaU aceita proposlas sobre re-seguros, quer
Jf/encia filial de Vernambuco n. 13 ruv do Cre>po. do* seguradores, quer dos segurados, nos casos em
Pagar ao I... nl.r. ..v|,,. n UUOeWM) K 1 W l n|llr > n ,.
mais ou menos em proporc,ao de outro valori inclu- companhia garante a prompla iiidemnisac.ao da
sive o sello da apolice etc. ; "'porlaiicia de quaesquersinislrus, e a modicidade
Das idades. do* Prem|os : igualmente um abalimento as pessoas
De 12 ate entrar aos W anuos :16-5I0 por anuo. 'Iue ** rolla do aill"> zerem urna avullada somma
As coudires impressas poderao ser procuradas uo j seguros,
eseriplorio da companhia.
Dar-se-ha consultas gratis aos tscravos seguros das
'.I para 10 horas da mauliaa, no eseriplorio da com-
panhia.
Ensina-se a pilolagem Ibeorica-pralica, o cur-
so malhemalico e fraocez, cuntas para o commercio:
a tratar ua ra do Nogueira o. T.
Compram-se apolices da Idivda provincial,
na ruadas Flores n. 37 l. andar.
Compram-se carrafas vasta) a 81000 o rento :
na ra d Senzala Velha n. lio, no deposito de be-
bidas espiriloosas-
Coropram-se nOiariooi para embulho,,a 100 rs.
a libra : na padaria do paleo da Sania Cruz n. .'>,
junio ao sobrado.
Compra-se orna prensa para espremer raj em
boro eslado : em Sanio Amaro ao pe da fuudicao,
taberna de Jos .laciulbu de Carvalho.
Coropra-se urna plaa de cipim, qae d par.i
sustento de seisaniroaes, c lambem se Tara' nesocio
com o terreno por compra ou alucael, n.'io eiredeu-
do o lugar de meia legua de distancia do Recite : a
tratar na ra do l'ocinho, em casa do capillo
tranca.
Compra-se urna prela de I (i ai anuos, de bo-
lilla ligura e que lenha habilidades, sem rooleslia
nem vicio alguro, e que se venda pur alguma oulra
circumslaucia : na ra da Cruz n. II.Na mesma ca-
sa aluga-se urna prela velha, capliva, que saiba co-
nabar o diario de oma casa de pouca ramilia e ven-
der na ra, a larde.
da7iloCrann";!;eUmapre,a dC mea id",e : na ">
Compra-se um' cscravo de meia dade, que
seja robusto e saiba Irabalbar om sitio : a traiar
ao aterro da Ba-Vista loja n. 44
Fabrica de fiar e
tecer algodao.
SEGURIDADE.
Companhia de seguros na*
rilinivs, estabelecida no
Rid de Janeiro.
Capital mil contos de res.
Oflerece ao commercio vantagens que iieniiiima
, mira companhia lem feilo al agora. Aceilam-e
proposlas da sesuro no eseriplorio de Isaac, Curio &
i Compauhia, agentes da companhia, ra da Cruz
u. 49.
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliauce.
Lsiabelecida cm Londres, em marco de 18*34.
Capital cinco millies de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, proprieurios de casas,
ea quem mais convier que esto plenamente au-
orisados pela dita companhia para effectuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos de
tllia e igualmente sobre os objeclos quecontiverem
os mesmos edificios quer consista em mobilia ou
em fazendas de qualquer qualidade.
Cozinheiro.
Prccisa-se alagar um cozinheiro, escla-
vo, (pie seja asseiado e nao bebado, fiel,
desde sua fndanlo, com inaiores proporees, e con- elc* "a''ua da Cadeia de Santo Antonio,
sequenlemeiilefacilitar maiores lucros ; devendo as ^segundo andar da i:asa ailtarella.
novas assisualuras, serem realisadas com as presta- I _
joes ja' cllecloadas pelos primeiros socios. :SJ89*
A primeira prestacao realisada al boje, lem sido] j I K\f Ill'VTKT t ^
de .> por ceolo do capital subscripto. V* ''l'Ji Wii.l I lili .\, M
S> eonliuua a residir na ra.Nova o. 19, primei- %
:ro andar. r S
RA i^ NOYA
n. 2.
I.. Delouchc acaba de receber um bello Jorli-
ment de relogios suissos de todas as quaiidades
tanto de ouro como de prala, ditos galvauisados e
tolcados ; assiro como ha lambem meios chronome-
tros e relogios francezes, com ciias, lodos allian-
cados.
Precisa-se de urna niulhcr idosa e de bous
coslumes para urna casa de pouca familia, a..un co-
mo de um liomem cozinheiro : a Iralar em casa do
desembaraador Mendes da Cunha, junto ao nuarlel
do Hospicio.
A sociedade em' commandita, Amorim, I aria,
(uerra & O'., por deliberaran tomada por tlll dos
seus socius, subscriptores de .iIH'-HHKI a 5:000^100 de
rcis, dos que rll'ecluaram o pagamento da primeira
preslarao, tem resolvido mandar a Europa o seu
socio Dapral, para ir procurar os riscos, plase m-
inniianies -I t-liii 111 vh-. e no regresso desle, dar come-
'_-" a ediliracao da fabrica e suas dependencias.
Em virlode do arl. :|9 dos estatutos, a sociedade
deliberou que conlinuaria a admillir novas subs-
cripres, no eseriplorio da sociedade, provisoriamen-
te em casa do Sr. Manoel Alves Ijoerra, ra do Tra-
piche n. 14, I." andar, em lemos auguienlar-se u
capital social, atim de que, a fabrica possa ser feila
Peruimbuco l-Jde uovembro de 185(i.
Amorim, tartas. Guerra \
C.
Companhia
Pernambucana.
i Precisa-se llagar seisprelus paia armazem de
assucar : quem liver e quizar alujar, dirija-se a ra
Os senhore,que .ubscreveram novas acrc, des.a quem ZZt"'"""" "" ,0, 1oe e"con,r"-' ">"
eoiiipauhia, s3o convidados a entrar com a primeira
PiTstacao de .10 por cenlo, no prazo de :I0 das: no *OOvK;g$ @@@5t^
eseriplorio do Sr. Antonio Marques de Amorim, ra tifa llt'ITl'Ti ..,/!
la Cruz. Rccife IS de oulubro de 18.-.0.-Maooel ;;. III'.'M |> I \ |KArl(dM
Alves (.uerra, secrelirio iolerino. jg ..... aU"'
\& {." a|gnoox, de volla de sua viagem
__utw.0i, j- i i**! tur'>l). esl morando na ra Nova n.
nerjepe-te dinheiro parfr mandar g M, primeira andar, onde pode.ser procura-
dar na cidade do Porto, por letras, SBJam]9 I"'*!'* ''ora.
de pequeas ou maiores quantias, ioi*5@?@@@@ @@@._
:;:tr^r.;,;;,rua do HH t} Estando se confeccionando o almanak
Precisa-se alugar um criado, (jue de piovmcia, roga-se a todas as
fiadora sua conduta : a tratar na ruu do'lue cosUi,nam nelle ser incluid
Crespn. 1 primeiro andar, das !l a's n, estiverem,
O abaizo assisnado avisa aos proprielarios das
catas fureiras das ras de Santa Cecilia. Nogueira,
Arouguinhos, S. Jos, Santa Kila e praia da mema,
que venham ou uiaiidem pacar os furos vencidos,
assim como se devem eolender com o mesmo abaixo
a occasie* em que Ibes seja preciso fa/o-Us : ua la
dos Pires n. 33.Manuel Comes Veigas.
J6A0 DA SILVA RANOS.
MEDICO PELA UMVKHSIDAli DE
COIHBBA,
-onlinna a reefber em sua casa na ra do Cabug n.
16, das S as 10 horas da inanliaa, e das 3 as ."> da
larde, as pessoas que o queiram consultar : bem co-
mo se presta a sabir com a j recoohecida promp-
lidao, a visilar qualquer enfermo, a toda a hora do
da ou da imite, quer dentro quer fura da cidade.
" da tarde.
Precisa-se de uro bota criado e pga-se bem
agradando o servii;o e comporlamenlo : a tratar no
campo do Hospicio junto ao quarlel casa do desem-
liargador Mendes da Cunha.
$ettdad.
;, Boa-Vista a. ij, no tagarnia a lerceiro ani S
, .lar, aonle sempre o enconlrarao promplo "*;*
*',' "J-"'"Vares de soa profis>.lo. v '
7 ^l1-"";?"'!8 a ,ni* da casa da ra da Aurora n, ."?{,
ande fui oflic.na do fallecido marcineiro llenriqoe :
,uem pretooder dirija-se ao Sr. Jo3o Pinto de l.emos
Jnior, uo sen eseriplorio, nu casa desamorada,
ua rna da Aurora.
pessoas
as, e <|ue o
ou liouver ilgum erro,
queiram mandar levar a livraria numero
(i e 8 da Piarada Independencia, a emen-
da, assim como pede-se aos senhores de
engenhos, se dignem mandar igualmeo-
Icas Iransferencia.s a mesma livraria.
I m rapaz cora pralic-de loja de lazeudas ol-
lerece-se canto caiteiro, o mesmo pode dar boas iu-
toruiai.es lano de sua conduela como de suas ba-
bilitaces ; quem precisar queira dirigir-se ao se-
cuadu andar do sobrado ao- p da ponte da Boa-
V'isla, que lem taberna por baixo.
Precisa-se para o servico interno e exlerno'de
urna casa eslrangeira, de nm prelo: a quem Ihe con-
vier dirjase a rna da Cruz n. j.
Precisa-se fallar aoSr JoaqumJose
.Marques, que morn em Santo Amaro :
na livraria ns. 6e8, da piara da Indepen-
cia.
CORDAS PARA VIOLA'O.
Vende-se superior cordas c boides Para violao
erabeca -llegadas proximamenlo: na prarada in-
dencia n. 3.
Vende-se damasco de seda soperioi, de difle-
reiu.score, : na loja da 4 portas n. :l, prxima ae
arco de Santo Antonio. '
r ~ ftlt" l"n"0 ver(,c de -,iuie largan P"a
arco de Sanio Anlonin.
^T.)Vr"!e ,.1'scr7i,..dc i" anuos com nina lilba
de 12,,muilo bonila ; t dita com 1 18 annos, com
habilidades e bo.ula figura; i mulaliuha quas. bran-
ca com III para 12 anuos, cun principio deaoilura
I moleq.ie com, para (i anuos, muilo bonito : na
roa da heozala \ elha n. 70, segundo anclar, se dir'
quem veu le.
Vendem-se sapatos de couro de luslre e panno
para senliora. pes pequeos a OO rs. o par : na ra
do Livramento n. 41.
i ~i *eV'se *? eiCrav" rioulo. de 16 a 18 annos
da idade, bonita figura : na ra das friucheiras u.
30, segondo andar.
ara padari-i e refinacao
Vendem-se as malhores pcueiras de arame'araa-
Mlto, viudas de Lisboa, por barato preco : ua pada-
ria da ra estrella do Rosario n. 13.
Vende-se uro preto de 30 annos por 500r
rs, sem defeiio, proprio para sitio ou atnaabo i
na ra do Oueimado n. 3.
Vende-se um balco de amarello pira es-
eriplorio, e urna carteira de duas faces em meio
uso urna mais pequea de urna face usada, na ra
da Cruz n. 35 segundo andar.
VenJe-sea taberna da ra Direila n. 53 a
tratar na mesma ; csia taberna he urm das melho-
res que ha nesla ra, por ler muilo Ina freguezia
vende-se porque seu dono periende (azar urna vic-
gem.
Vende-se urna prela crioula de bonita figura,
de idade de 20 annos, muilo sadiae sem deleito al-
gum : na ra da Assumpr,ao n. J i.
SAO DE BOM COSTO.
Camliraiax francesas muito Bnas o de liu-
n.*r*!i ,.cs,aJ50?rs- covado: na be"' W
nhecida loja da boa le, na ra do Queimado
Vcndem-se sellius com perlences,
patente inglez e da melbor qualida-
de que lem vindo a esle mercado':
no armazem de Adamson Howie
4 C, ra do Trapiche n. 42.
I Mussulina f
% a300rs.ocov;.do. |
^ Na ra do (.kieimadon. l'.l, loja
# de Santos Coelho, vendem-se mus- S
% sulinas matisadas a 00 i. oco- S
vado, ebegadas pelo ultimo navio. S
Na ra do Cabuga', loja de miude-
zas n. i, derpnlc do lampeao, vendem-se
bahados de pfinno de Iinlio de todas as lar-
guras, tsftfo aberto como bordado, mais
baratodo(|ue em outra qualquer parte,
por se querer saldar contas com o fabri-
cante.
Vtnde-se um bom moleque de 11 aun..- Da
ra da liloria n. 55.
Vendem-se saccas de farinha que lem um al-
queire, medida velha : uo Recie, ra da Cadeia
u. .w.
Vndele rap de Paulo Cordeiro, nuvo, em
meias libras i na ra do Queimado, leja de ferra-
gens u. 13, pelo prera de 19900
' SEMENT DE COENTRO
iiova, viuda do serlab : vende-se na roa da Cadeia
de Saulo Aulonio u. (i, cada garrafa OU rs.
Vende-se um piano por preco eommodo, que
muilo agradara' ao comprador : na ra do Aragao
As Bragas*
No deposito de pao e bolacha da ra da Cadeia de
Sanio Antonio n. I>, cunlinuam-sea vender as ja bem
condecidas bolachas a moda de Brasa a 500 rs. a li-
bra, llores de ovos para soirM a IJSO.biseoitos muilo
huesa ilK) rs., assucar cristalisado a 240, tha muilo
superior a r500. No mesmu eslabcleciinenlo se en-
coulram uropa* propnos [.ara a arloal eslaco, bem
como champagne, marrasquiuo, absinlho, "cerveja,
licores e vinhos diversos, ludo muilo em cunta, ve-
las superfinas de espermacele a 1*000 a libra, mau-
len-, loglcza superior a Ic-JOO, e oulros dillerenles
objeclos, ludo muilo barato.
B OBRAS DE MARMORE
aslo i l.emos, na ra do Trapiche n. 17, lem
para vender eslaluas, pias, pedras para mesas e lij-
los ile lile li'polesadns, qoadrados, ludas eslas obras
de marmore. de eleganle costo, perfeilas e em bom
eslado, e por preco commodos.
Chapeos t!e palha de
Italia.
Baslo A. LciDoa, na ra do Trapicha u. 17, lem
para vender chapeos de palba de Italia, dobrados e
sinzelos paia liomem, lambem de phaulasia, e para
meninos e meninas, das melliores fabricas e moder-
nos gostos, por precos commodos.
NOV1DADE.
Bicos e rendas de puro linho. proprios para los-
illas e saias de senboras, (inissimas llores de pennas
e obra de ouro de M qoinlalcs, e bom goslo vtn-
dem-se na ra do CoHegio n. -JO, segundo andar.
Vende-se urna casa (errea, sila na travessa dos
tjuarleis, por preco eommodo : a Iralar ua ra da
langucia n. 3, das 7 as 10 horas da manhaa, e de I
as fi da larde.
VINHO M PORTO.
\cnde-se muito superior vinlio do Porto em bar-
ris de B.', viudo no ullinio navio daquella proceden-
cia : enlre elle ha nina marca de una qualidade ",e-
nuina,senilo-da colTicila de IHIli ; a visla da muilo
lina qualidade e do prec.o raioavel o comprador ani-
ma-se : ua ra de Apollo u. |U, annazem de as-
sucar.
Cemento.
\ ende-se eemonlo novo em barricas 9 metas bar-
ricas, e a relalho, por preco muilo em MPla: na roa
da Cadeia de Santo Antonio n. 17, para i'abar.
Vende-so um cabriole! novo e moderno : na
rna dos Pires u. js.
Venile-se um braco de balanca de Knmao,
grande, ja usado, com cabos e romas de madeira :
na padaria do paleo d. Saula Crur, n. 55, junio ao
sobrado.
Vendem-se mersulhos de parreira m senle
muilo bous, e algn pes de llores, por proco moilo
em conla : na ra do Hospicio junio a labern. se
dir'quem vende : assim reino quem precisa de uina
pessoa para cu/inhar e engommar.
Vcinle-se um mulaliiiho rom .'i annos de ida-
de : a Iralar na Ponte Velha da Boa-Visla n. :):!, ta-
berna.
Vrende-se urna loja de couros e calcados ua ra
Direila n. 55, com poucos fundos, a dinheiro : Ira-
la-se cun o dono na mesma. das ID horas ale o meio
fas-iiifia ta
trra
Vendem-se saccas com farinha nova e torrada
na roa da Cadeia do Becife n. 23, loja.
Vendem-se borzeguins a imilarao dos france-
zes, de todas a cores, e entras ohras'de bom aolo;
precisa-se de olciaes de sapaleiro para laxiar eco-
ser, e lambem aprend/es para ensinar ou mesmo
aperfeicnr, e conforme o contrato que se fuer os
aprendizes farlto qualquer obra perfeila em pouco
lempo : na ra dos Ouarteis u. 1.
CEBA DE CARNAUBA, AHECHA E SEBO.
Na ra da Cadeia do Brrife. loja n. 50, ha para
vender cera de rarnaoba nova e boa, dita de abelha,
e seboem rama superior.
CHACES DE TOQI IM DA INDIA.
Na ra da Cadeia do Becife, luja n. 50, defronle
da rna da Madre de Dos, ha para vender um cha-
les de (oquiro de peso da India, brauco, lodo horda-
do, o mais rico que pude haver oeste geuero.
IVa loja das seis
portas
Em frente d Livramento
Pescoeiubos do mais Bao pello branro c de cr
para as senboras porem ao pese cu a' sahida dos bai-
les Ibealro para nao consiiparem, preco cinco mil
rs., lencos de relroz matisados a dez losloes, romei-
ras prelas bordadas de cor a dous mil rs., lencos de
seda de cor para pesclo e mao de senboras dez
lusles, camisas de cambraia bordadas a dous mil rs.,
manguitos a dez lusles, collarinhos de recortes a
dez lusles, e de maesa a pataca cada om, saias
brancas bordadas a dous mil rs., luvas de se*l.i pre-
las a dez lusles : da-se amostras de ludo, levando
penbor que .quivala o que se quer ver.
Vende-se ou permula-se por qualquer proprie-
dade nesla praca ou fura della. distancia de cerca de
duas legoas, nao sendo em Beheribe ; e tamben) se
arrenda por preco moilo razoavel. sendo a brasilei-
ro, um sitio em Beberibe, lem urna casa recular
com (i quarlos e sala, toda envidrarada, estribara
com 50 palmos decomprido e 30 da largara, lem
frucleiras e capim, e baisa grande para plaular o
que qoizer. e para ler vaccis de leile em abundan-
cia, lenha easua para gasto de casa e para fazer cer-
cado, e o-ilras moilas commndidades. e para nao ser
mais e\tensn particularmente se dir' ao prelenden-
le ; l.in 1 bofa manos e !t carreras, esle negocio se
rara' rom quem quizer : na ra do Vigario n. 19,
jerceiro andar.
Vendem-se e>cravas de idade de ^S a allan-
os, com algumas habilidades: ifa ra Direila n.:.
Pranchees (fe pitillo.
Vendem-se na fabrica de velas da ra do Brum,
mais em conla do que em oulra qualquer parle.
Gapaciios gran-
des.
Sio rbegados a loja de miudezas, na ra da Cadeia
do Recite n. 15, ptimos capachos em forma de la-
pele, proprius para aofs em casas terreas, os quaes
se veiideui por precos commodos.
Vendem-se IJ cadeiras mojamas, de amarello,
com asseulo de palhiuha, por preco eommodo : na
ra dos Pires juulu a caita d'agua.*
Sal superior de Cdiz : vende-se em casa de
Scbramm Wbalel) & Companhia.
I
m ^s*?*'*&_*h'
,^-u& 1
10 lid TU-, .NuVn
Veodem-se para li-
quidacao as fazendas
baixo mencionadas, ^^*
esislenles na loja n.
chapos de castor branco, ditos
prelos raneczex, dilas para s.uhora e meninas, di-
tos para baptisado de enancas, loueas para os
mesmos e seuhuras, enfeiles "para cabera, llores
finas, peonas, manteletes, cupotinhos, romeiras,
manguitos, leqoe<, chales de relroz bordados, leu
rinhnsde diln, luvas de seda* pellica, bicos de
blondo, ditos de liubo. Tilas de seda e velludo, da-
masco encarnado, a/.ul e amarello, selim de cores,
macas e saceos para viagem; e oulras uiuilas fa-
zendas qoe seria enfadonho mencionar, e que se
vendem por melade do seu valor.
Ya loja das seis
porlas
Em frente do Livramento
Indlspensaveiscamisas para liomem com peilos de
esguido france/as a dez lusles, pei;as de cambraia
lisa com olio varas e meia para vestido de dous e
Ires babadosa tres mil rs., corles de cassa chila com
sete varas a qualro patacas e meia, lil prelo de chu-
visquinhos para camisus a qualro patacas a vara, cha-
les de merinii de todas as cores a quatro mil e qui-
nhenlos, chales de cassa adamscanos para ir ao ba-
nhqasello, chales escuras para casa as manbAas
fras a duas patacas, ludo se vende barato a dinheiro
avista para acabar antes do balanro.
VINAGBF EM BABBIS.
Superior a marca l'RU e Falcito & Socios, adia-
se a'veuda uo armazem do \ alema, ra de Apol-
lo n.l:l.
PARA ACABAR.
Na ra Nova, loja ranceza n. 8,confron-
te a Camlioa do Carmo,
vendem-se chapeos de seda para senhora, da ultima
moda e qualidade, com um leve toque de mofo, pelo
baral'.ssimo preco de til; cjiU um.
\a loja das seis
portas.
Em frente do Livramento.
A doz violen- o covado de alpaca france/a para
vestido de enhoras, largura qualro palmos, chaly
de llores, fazeuda de goslo a duas patacas o covado,
chitas escuras que nao desbnlam a meia pataca o co-
vado, e de cores a seis vinleus, riscados francezes a
meia palara, e laraos i dous lusles, cassas pinladas
a meia pataca o covado, riscado lr*nc,ado para roupa
de escravos a seis vintens o covado, cassas cscocezas
a doze viniens o covado, e todas as mais razendas
por pre(;o que convidara a enroupar para a fesla. A
loja esl.i aberta das seis da manhaa as uove da noile.
CABBIOI.ET.
\ ende-se um ptimo cabriolel ; para ver ua co- i
Chaira do Sr. majar Silveira, ua ra da Cadeia de '
Sanio Antonio ; e para Iralar na rna do (Jueiuiado,
luja de miudezas da Boa Fama u. 33.
AVSO
aosbarbeiros.
Na ruu da Cruz n. 51, saladebarbeiro,
de Antonio Barboea de Barros, vcndem-se
Incln-, de UamburgO, pelo diminuto pre-
cp de SOjfOOO o cento, as mais modernas
domeado; assim romo se alurjam mais
barato do <|iieem outra parte, e se vende
a retallio.
Gulxetes francezes.
Vendem-se carines caro i pares de colieles
francezes a lili rs. cada un, meias cruas para ho-
rneo) a 110 o par, e duzias a l-M'OO rs.: uo aterro da
Boa-Visla n. 7K.
Faquetas oara carro:
V emle-se muilo superior vaqnelas para robrir
carro, por rommnrfo preco : no atorro da Boa-\ isla
II. '.x.
vende-se um bonito cavalio iodado
e lioiii andador: a tratar na ruado Quei-
mado, com o Sr. Manuel Jos Leite.
Chaly de flores
SOI.TAS E I.1STBAS A 800 BS. O COVADO.
Na ra llores solas e lislras, padres niodernoi ; dao-se as
amostras com pcuhnr.
.Sed s de qnadros
LARGOS E UIUD1NHOS A 1*000 O COVADO.
Na ma ilo i.iuei.-nailo n. 21 A vende-se sedinbas
de quadros miu.tos e largusa Ij-JHI n cuiado, corles
de cassa miudiulias de piula a SgOO, murruliua a
:l(H).o covado. da i mslizada a 500 o covado, chilas
fraucezas a jm o covado.
Brhantine
A ljiKMi 0 CORTE.
Com esle titulo ekegoa pelo ullimo navio francez
lindos corles de seda escoceza de lindos gostos : ua
ra do Oueimado u. -2i A.
Rap de Lisboa.
PELO VAPOR I). PEDRO II :
na ra do Oueimado n. 3").
Superior cal de
Lisboa. !
Vende-se superior cal de Lisboa : no
armazem de Novaes & C, ra da Madre
de Deosn. 12, por prcro eommodo.
Velas de car-
nauba.
Vende-se a 12)000 a arroba de velas de carnauba
dn Aracaly na ra do Queimado loia de ferrageus
n. 69.
Relogios
oberlose descoberlos, pequenose zrandes, deouro
e prala, palenle nilez, para bomem e senhora, de
un. uos melliores fabricantes de Liverpool, viudos
pelo ullimo paquete inalez: em casa de Soulhall
Mellor ^ Companhia, ra do Turres n. 38.
Relogios de patente
inglezesdeouro, desabnete edevidto :
vendem-se a preeo ra/.oavel, em casa de
AugusloC.de Abren, na ra da Cadeia
do Kecil'e, armazem n. 06.
Na ra do Trapiche u. ti, eseriplorio ilc Ma-
nuel Alves Cneri a, vende-se por eommodo preco o
segoiule : superior vinho do l'orto ero barns de
oitavo. chapeos de fellro, e sabaoamarello fabricado
no Bio de Janeiro.
UH VESTIDO POB SUMO.
Novo c completo sorlimenlo de corles de vestido
de chila de dillerenles padres, cores las, pelo di-
minuto preco de 29 cada corte : na loja de portas,
ua rna du ijneimadu n. 10.
DEPOSITO DA FABBICA
industria Pernanibucaiia,
RA DO CRESPO N. .
A fabrica do sabSo e velas de carnauba, es-
tabelccida ua ra do Brum, tem estabele-
cido um deposito na ra do Crespo n. 9, pa-
ra atii nicamente dar extraerlo aos seus
productos, proporcionando assim a maior
commodidade aos consumidores. As velas
manufacturadas nesta fabrica, offerecem as
vantagens seguintes : sao feitas com a car-
nauba simples puricada pelo meio do va-
por, sao inodoras c bellas na apparencia,
queimam com igualdede e nao esborrain, e
n3o fazcm murrio e dSO mais luz o mais cla-
ra do que as velas stearinasou de qualquer
composieflo, e que se vendem no mercado.
Fabricam-se de 6, de 7 e de 10 em libra, ven-
dendo-seem caixas que contera 19, 221 ou
3a0 velas cada urna pelo prcro de 15/.
O sabo he blanco, as materias primas
de que he fabricado sSo simples e inofensi-
vas, o cheiro que deixa na roupa heagrada-
vel; rivalisa com o melhor sabSo hespanhol
e tu- superior ao sabo americano, que se
vende no mercado a 240 rs. a libra.
Vende-se igualmente em caixas de arroba
e a prego de 160 rs. cada libra.
Os incrdulos comprando reconhecer5o
por experiencia a veracidade do que se an-
Quncia.
Em casa de lleur. Brunn & Companhia, na
ra da Cruz u. 10, veude-se cognac em caixinhatde
duza.
Fekira.
Esta rica fazenda de (i palmos de largura he. intei-
ramenle nova em l'eruambuco ; fabricada no celesle
imperio, de cuja capital lira o uome. he de mis pa-
dres Imdissimos e aiuda nao vistos al agora : ven-
de-se pelo baralissimo preco de 25000 o covado : na
ru. do Queimado o. 7, loja da estrella.
AGENCIA
Da fundicio Low-Moor, ra daSenzala-Ho-
va n. 42.
Nesteestabelecimentoconiina a haver nu com-
pleto sorlimsnto da moendas meias moendas
para engenho, machinas de vapor e Uixas da
ferro batido e coado de lodos os tamanhospara
dito. r
I.ABYRINTllOS.
Vendem-se lencos e loalbas de labvrinlho, asien-
ladoem lina cambraia de linho : ua "roa da Cruz n.
Iti, primeiro andar.
(M E POTASSA
Vende-se polassa da Russia c americana, ebegada
nejles dias e de superior qualidade ; cal de Lisboa
da mais nova que ha no mercado : nos seus depsi-
tos na ra di Apollo d. 1 A, e 2 B.
Lisboa e potassa.
lo Trapiche armazens ns. 0 e
II, vende-se superior potassa da
CEBLAS.
Conlmua-se a vender ceblas solas a 500, 40 e
MMI rs. o cenlo, e de molho i 900 a 1*000 : o. tra-
vessa da Madre de Dos o. 18 ; e assim como tla-
las de Lisboa a 2*400 a arroba, seudo da umi ar-
roba para cima.
ti. O. Itiebei A C, ra da Cruz n i,
vendem:
I.Duas da Kussia.
dem inglezas.
BrinzSo.
Btins da Russia.
Vinho de Madeira.
Alfjodao para saceos de assucar.
Algodao'/iiiliv da Baha
para saceos de assucar : vende-se em ca-
sa de N. O. Bieber i\ C, ra da Cruz
n. i.
VENDE-SE
Grasa de patente, prova d'agua, para
arreos de carro.
Vinho do Kheno de ipialidades espe-
ciaosJohannisberrj e Marcobrunner.
No armazem de C. J. Astley i C
BA DA dliH.$4.
Antonio Barbosa de Barros faz seente ao publico
que mudou a sua sala de barbear da cata n. i.J da
ra da Cruz para a de ti. 51 da mesma ra; na mes-
ma sala se acham as mais moderuas bichas de llam-
hur_:o, que se vendem au ceutos e a relalho, ealu-
gam-se, ludo mais barato do que em oulra parle.m
Lm casa de Ka be Schmettau o. C,
ra da Cadeia n. 7, vende-se:
Vidros para espelho.
Vinho do Kheno superior.
Conservas alimenticias.
Tinta para typograpbia.
Tudo por pre^o eommodo.
Em casa de Ka be Schmettau ra da Cadeia n. 37, vende-se :
Elegantes pianos do afamado fabrican-
te Traumann de Hamburgo.
Ntivalhasa contento.
Continua-se a veuder a88000 o pir'pre^o fno) e
j l.oni.-.ouhecidasnavalha-debarba,feilaspelo h-
bil fabrcame qoe hasido premiadoem diveisaset-
li.-n.oc-: vendum-se com a condi(ilu de nao agra-
dando p ider o comprador devolve-las al IH) oiit
depoisdacompra ,restitoindo-sea imnorlancia: em
casa de Auuusto C.de Abreu, na ra da Cadeia do
Becife n. 36.
Vinho do Porto, superior cliamico.
Em caitas de 2 duzias e em barris de oilavo, re-
ceiiiemenie chegadopelo brigue uTrovadom; vnde-
se uiiirainenle oo armazem de Barroca V Castro, ua
ra da Cadeia do Becife n. 4.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
construc(o vertical ecom todos o melhoramemos
mais modernos, tendo vindo no ullimo navio da
Hamburgo: na ra da Cadeia armazem n. 8.
POTASSA E CAL TIRGE1.
Nc amigo e j bem conhecido deposito da ra da
Cadeia do Recite, eseriplorio n. 12, ha para ven-
der muito superior potassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo
a precos muito.favoraveis, con os quaes ficaro
os compradores salisfeilos.
de fustao para collete a *00 rs.brm trinca-
do branco de puro linho a 1/Mars. a vara,
dito dito de cor idea a 800 rs., io dato par-
do idem a 260 rs., dito de quad inhos mia-
dos a 200 rs. o covado, madp.;au fino n. >
a 4/a peca, algodin de lislr-a a tt* rs. o
covido, chales de algodol ot bonitos pa-
dres a 800 rs., garga amarelV francea d
quadros, de lislra e lisa a 3* rs. o covado,
eouiras tnuitas lateadas que.e ven.lcen por
muito menos que em oulriparte : na ra
do Oueimado n. 23, na bem condecida loja
da boa le, defronle da loja e miudaias da
boa fama.
PARA AS SEHHOFAS DE B01
GOSTC
Vcndem-se raisinhas '.canele amella-
das proprias para prpscnt s a 2s, Sa 4f, ca-
nelas ricas proprias para .enhoras a 500 r ,
carteiriuhas muito lind s para senhora* a
800 rs., tesouras **ra i ijttJnrrinisaifma i
If, dilas diUs para nh; t a 500, 1 e 1JLp*>
ricas franjas para n in .Josa 4/a pera !>
cinbos de relroz de s as cores a ao r
ricas caisiohas para ardar joiasa aters *
camisas de meia para naneas a 50o r ri-
cos lioles para roup de enancas a I? du-
za, sapatiuhos bod dos para as memas *
19* e 1#300, ditos Je li. m,I$ ordinaria
a 3o e 40 rs., agulieiros com acalkaa sur-
tidas a 160 e a40 i,., carloes de colel
francezes 24 pare a 100 rs., carte.rinbas
com agu has sordas a 320 r., caixinhas
com agulhas Iran.-zas a 160 ra.. miadas de
!"f-a .P"rf b0rd' 'P0 e *" rile,
de 11 nha de -OO ja das bom autor a Oo rs di-
tas de 100 jarda autor Alexandre a Wra*
macinhos de gr mpas muito boas a M ral'
Irancinhas de V de casacoes a 80 rs,
ca, caixinhas em grampas muilo boas a S
rs., miadiiibas-fe linbas de peso finas a fan
rs., babados a>erlos de linho a 100 e lo r
a vara, dito 1 rilado da lindos padres a -sm
rs. a vara, trncas de seda de todas as bm
e larguras e utras muiw.mas cousa. que
ludo se veuiJ barato, na ra do ueiadr.
loja de miuezas da boa rama n. 3J; ^^
W LOJA DA 16. FE
vende-se bme barato m.dapolo muito fi-
no n. 6 a 4600 a peca, dito dito a 3600 dito
entre fine* 3/300, dito dito a SfTOoValmidao
trancado eea de o jardas a :t#30o, d.iVliso
muito ecorpado idem a -t/880 Z2
idem a *, chiu lm. P.rTh;r?;.0.dJ.
rs. o cosdo, duas escuras de cores fisa* 1
leorscambr... |lsa mulo riIwa56#^;
vara, da_dila fin. a 480 rs., dita muito fina
C .ZT*? f "" diU P* -lo fi"
400 ... dita adamascada com urna vara de
largu' propna para cortinados a 7 a ucea
sala como muit.sj outras razend.rqoe'
por J.s qu.hd.des se lorn.m Si
dave ?os amigos do bom e barato: na roa
do fl"adon. na loja da boa H. oefron-
te >a da boa fama.
1ECBAHISM0 PAR EES
NA FUKD1CAO DE FERRO DO ENC-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN, A
BA DO BRUM, PASSANDO O o>A
FARIZ,
lia sempre um grande soriimento dos sesoio'* "^
jectos demechanismosproprios para enuenlic M
ber : moendas e meias moendas da mais n-'era
coustrucrao ; la i xa > de ferro fundido e ba'> '
superior qualidade e de lodosos tamaito! ""**
dentadas para agua ou aoimaes, de ludas a'roi""
(Oes; crivos e boceas de fornalliae remsln de bo
eiro, aguilhOcs,bronzes,parafuios e c.ix i I 'os.moi
nhus de mandioca, etc. elc
NA MESMA FUNDICA'O
c excciilam tudas ai-cnro imendas com -operio.
ridadeja '-oiiliecida ecum a deviJaprestae com-
modidade ero preco.
Em casa de Timm Momst* A Vin-
nassa, praca do Corpo Santo 1 13, lia
para vender:
pianos fortes do raellior aror-
Cm soriimento completo d livros em
branco, ebegados pelo ultim navio de
Hamburgo.
VINHO OO POBTO GEN 1NO.
Vende-se ptimo viudo do l'url en larris da
quarlo e oilavo, por pre.j razoave n ruada Ce-
dea do Recife 11. 13, eseriplorio rj lalUr 4 li-
de

A tlencao!
o
B Na ra do Trapiche 1 i, ba &
superior rape l'rince/.a J Brasil, ^
O cliegado recentemente o Rio de fi
@ Janeiro, em qualidade ouco dif- %%
@ fere do de Lisboa, aepasso que $g
U custa apenas l.sVOO a !w ; a elle
antes que acabe, pe a remessa ag
% lie pequea.
---^*-@fi-fi
XAR3PE
D
lOSQUE
tea de Jos da Cruz Sitos. ...ra Nova n. 33-, .. m.nh,a ,,"inTS2SC
narrara, 5*500, e roas :1900o. seudo faUo Ma VaSBlS ^ Pf "
auuelle oue nao for ndido nesle deposito, palo "IO* Ia" "o He naciio com os sil
que se faz o prsenle 'iso.
ChI
Na rna
Russia
e americana, cal virgem de Lisboa, da
mais nova que lia no mercado.
Moinhos de vento
com bombas de repuxopara regar borlas ebai-
xadecapim:na fundirlo de W. Bowman,
na ra do Brum ns. 6, 8 e 10.
Em casa de Saunders Brothers & C., praca i
j rv___o._. l r'"V" lesgraos, quermo'ana por ci
aoiaorpo Santn. 11, ha para v.nderose;uinte: !asllima,pleuriz.es.rros desanRue, dar decos-
Ferro inglez.
Pi*te da Suecia.
Alcatraode carvo.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Dito entrancado igual ao da Bahia.
E U'-n completo soriimento de fazendas
para este mercado tudo por preco eommodo.
Farinha de mandioca.
Vende-se superior farinha le Sania
Gatharina, cm saccasquetem um alquei-
dida vlli
FITAS DE YELDO.
2 ",Us de Teludo p'e-* -
rr-. estreiUs e largss, |is,s e aber| ^ .
BANDEJAS FINAS E BABA-
TAS.
Vcndem-sc bandejas Gnas e de varios U-
n)5e^d.ho.7.B.0n.Q3r,attdO ,O' S
RICOS ESTOJOS PARA COS-
TURA.
\emiein-se muilo boniUs caixinhas com
reparlimenlos prop las para coatura a *i|smi
to e 3->500 : na ra Jo Oueimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
,-u HE NUIT0 BARATO.
Cbales de merino de lindas cores com ri-
cas palmas bordadas a matiz pelo diminuto
loja da Boa Fe, deronte da loja da Boa
rama.
, t LEOES FUIS.
vendem-se lequcs muito finos coni ricas
pinturas, espelho e plumas a a/, sajo* a U
boa7.m.d0n.l33rnUd0 m**"" L
VENDEM-SE CAPACHOS
pintados, compridos e redondos a 700 e am*
rs. ; na ra do Queimado loja da boa rama
Ha 33.
Luvas de varias quaiidades
Vendem-se ricas luvas de seda de todas as
cores, bordadas e com bololas a -ft o Dar
ditas sem ser bordadas brancas e ama ralla
para liomens e senboras a 1, la*t*00 e 1=500
ditas de lio da Escocia brancas e decores
para horneas e senhoras a 300 400 500 e
600, dilas brancas e de cores, 41a azodo
proprias para motilara a 940 e 3fl e oulras
quaiidades mais que se vende na ma do
gueimadona bem condecida loia de aiiede
zas da boa fama n. 33.
&*er*t>oft fiifi**i.
-- Fugiodo emtenba Algrele, frrom. Aaaaa
l'rcta, o escravo liidcra, criolla, i)r lalaSc da **
nos. aliar, re-alar, erro da corpa r-arm "11.11.
sem bartx, cor om tanta fala, a lea. m a>rl
dedo indira.lor d. mao direila, ha n.|||. w >1
verilha, muilo ladino a civilisado, aleara, taca v
la, incolca-se forro e que saba |*r, praearaa 1
cidade o Sr. lenle-coronal Jalo Piala ae 1 (
Jnior par. o comprar, a laleas Seal' 1
entregue pelo dito Sr. Aalom. I.e.ie P. i
sappareceu em MeaslSa qua fui batear __
em cas. do referida teahor : rosa-te 1 aa.|aaa.
lorid.de policial a.capilStt de campea aiiinifiiTii .
evem ao referido engeiiho ae Sr. cota, el f, m,
d C. Baslo, no nenl. cidade a Antonio l^-.i. |
ra Baslo, na taa da Cadeia a. 17, aaa aerta I
com|iensado.
Foi lransferidoodepc'od1''aropeparaa bo-i \n da IX do norni. Mu. a.
ca .1. Jc ,1a Cruz Srtos. na ra Nova n. 53'. ^. -ll.*,^ d0 ">"* PIas Olio horas
roprias
ase Aalc-
guintes : c.r Ma, pouca barba, paia 'te
IHP0RT.4NTBPARA 0 PUILIC0.{&+& KS^r
Para curada phliea em lodososseusdifieren-, lando calor de ligado, levou ralea azul
- >r constipacOes, losse, riscado, camisa a/.ul, chapeo de na I lia ea
- sangue, dr de cos-
tados e peilo, palfacSono cor.rAn, coqueluche-
bronchile, dr n.-'"T'-anta, e lodas asmoletliat
dosorgaos pulmf*res
A lga d^ boa
fama
Vene milito barato :
Libras dlinhas n. 100 e 120 de boa qua-
lidade a Sfditsi de linhas de cores a Ia200,
piv;as de !* lavrada larga de seda a ASM,
du/ia de entes abertos para segurar cabel-
lo a 2320 grozas de boles de lou?a piula-
dos a 24'rneias brancas e cruas para liomem
le (medida v-dlia, por proco eommodo : | i(ir,("S(pcSOrios para homem o menino a mh
no armazem de Novaes & C, na ruada W rs., -rteiras para algibeira a 00 rs., pe-1 jsr
Madre de Dos n. 12. cas de la de linho a 40 rs., grozasdebo- 'n
$500
Vende-seca ldel.isboaullimamen lee llegada ,ai-
simcomopotassadaRussiaverdadiira : ua praca
doCorpoSanto o.ll.
toes lios para calcas a 280 rs., gruas de
botoedu madreperola a llo rs., braceletes
encalados para senhora a 200, caixas com
linli; de marcar a 280 rs., pegas de bico es-
treilcom 10 varas a 500 rs., duzias de te-
sou-s para costuras a i,;, ditas maiores mui-
lo Ns a l.->200, e oulras muitissinias cousas
qusevendem limito barato na ruado Quei-
mao na bem conhecida luja da boa fama
nJ3.
louro de lustre marca de
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ha fundipao de ferro de D. W. Bowmann na
ra da Brum, passando o chafariz,1 contins ba-
ver um completo sortimepto de taixes de ferro fun-1
didoe batido de.i. 8 palmos de bocea, as quaes CaStelO
acham-se a venda, por prejo eommodo a com Vendem-se pclles de couro de lustre de
proraptido: embarcam-se oucarregam-se emscr- llu'to superior qualidade a preco del*-e
ro sem despeza ao comprador 4#500 : na ra do Oueimado, na bem ronho-
... oda loja de miudezas da boa lama u. 31.
\ ende-se supenor linh.i de algodao branca i
de cores, cm novello, para costar. : em casa <]\
Soulhall Mellor c Companliia, ruado Torres n. :t
ha peo de pal ha
negro tem um irmao que be rmlani _
carne nos ac^iugea da rreguezia de Sanio An-
tonio, seudo este o seductor daquelle ae-
gundo que se lem sabido ; foi escravo do Sr
acadmico Antonio Rogerio freire de Carva-
lho, morador atrada malris da Boa-Vlata
tendo vindo com o mesmo acadmico da a-
gua-PreU,talveztomasse esta estrada ; por
tanto pede-se a lodas autoridades onda a
mesmo for encomiado, e os eapitaes da cana
po haj.m de aprehender, ou leva-lo aoaen
legitimo senhor abaixo assignado na raa
larga do llosario V.. 48, que generosamente
paga a quem o trouser.Bernardo da Cer-
queira Castro Xlouleiro.
Continua a estar fgido o estrave Ai
de nag.'io Cassangc, e idada de 3.'. .naos
ou menos, altura regalar, cangaeiro sio an-
cor prela, rosto redondo, sem barba, casias
limpas, ebeio do corpo, e conversa poaeo; le
escravo dos berdeiros do finado Caeuno 1 ciar al ni
da Cunha ; ha quasi certeza da andar sera as
partes do sul desta provincia, se ilguem
dito escravo lique certo de que o dono ha de
der com todo o rigor das leis contra o arniaaai a
a quem o capturar prcmeUase pagar cota aeaara-
iidade, sendo conduzido a ra da Guia a. o4 a-
gundo andar nesla praca, ou no enaanae GraaaW,
ou Agua-Fria da freguezia da S. Loureeca d
Mata.
Na ra da Vigario n. t, primeiro andar, vi-
de->e vinho do Porto de superior <|ualidade da lm
ronhecida marea OW em pipas, barris e raiuHe
urna n duas du/ias da garrafal.
A verdadeira grarfaa inglexa n.;7.
i-m li i ricas de IS duzias depotes: .n ca-
sa de lame* Crabtree ^\ C, roa djGruz

Faci hon'.ein ai 7 horas da noile
mualo, de notna I homi/. alto, rafaceada da i.
com marcas de be\i.a. neraa. !-raaN a nella. i__
ca- de cicalriies n.s c.ncllas, falta .ota km, mea-
cnlao ; le.nu camisa de panno.ral Pama i
da da ourello hranm n. bonibrairat e
abarla na frente en furnia ato palilu : rala earin.J
he natural d. Parib.ba, a foi escravo da Sr. Carla.
t.oelli.i qne o hoiive por heranra da ara Mero Jaar
Jo.quim de Souza daqua*la cid.de, a foi rstatraia
pelo ab.ito alionada .o Sr. Hilaria da Alhavda
V.sconcellos Juu.ur. atiaador aa mr.raha Tana
, freeoeiia do Pilar da lila -miarla ataran --
(o Amaro, o no deposito da mesma ua rna I ,,,. ru. d, roncnrd.i a Pedro AntoTiT'
VARANDAS E GRADES.
Um lindo e variado soriimento de model-
los para varandas e gradaras de goslo mu-
dernissimo: na fundiciloda Aurora em San-
do Itrnm.
[U UMVVBOV fS
vende-se. muito baralo cortes de calca de
bonitas casemras de algodao a 1/120, ditos
iiuim.ric*. qaa aera" leiiernumcnir s
l'edra AnKnio leiteira i.
l'KHN. TTP DI M. t. M PARIA taOT
ILEGIVEL

MUTCSTO"


Full Text
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