Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07638


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Full Text
ANNO XXXII N. 272
Por 3 meze adiantados *$000.
Por 3 mezei vencido 4500.
| -- -- .
TERCV FEIIU 18 DE MYEMBKO DE \m.
Por anno adiantado I5$000.
Porte franco para o subscriptor.
BUCO
bNCAHI.Ut.AUOS DA SUBSCHIPCAO' NO NORTE.
fanhiba, Sr. firvaiio T. d* Hitivididi; Ntul, o 8r. Joto
;"lmL Ptrtin Jnior ; Artoij. Sr.A. di Liiw Braga;
loari, *lr. J. Joi* d* Ulivairi; Minnhio, o 8r. Joaquim Mar-
fu* Kadriguaa; Piuhj, o Sr. Dominga* Herculino A. Penoa
Una; Para, *. JuiinimoJ. lamoi,- Araaiuoai.a Si. Jtrt-
njate tU Cn.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olla* : io4m ai da, <* mol lam *a ala.
gurau, Guiaaai ParaMfca : n.i. smcaadM a i-i.r,-n-irts.
8. AntM, Rexprnu, Knni'i.Cirujrj. Alimlii a Garaahael : n s. Loaraofui IVo^'Allw, RuaroiS, bleanairo, erejo, ttaftjaara, lit$a
ir*. Florea, Vlfa-tVJIt, bua-Vuta, Ouri< nrv tm : a* |a..ruivn;,,
Cabo, l|injuc.i. sjerialaiap, Ria-ForaMMu, lint, Uarrein*, Agaa-Preta
l'imiTLi, Iras Kalal .iu> :...- .-i i .1 s.
Pftawalciraa e Naial : tstfataa-ftiru.
I...... ut correiul part*tn a Hl n*raf di manla.
AUD1EXCIAS DOS TMHUNAES DA CAPITAL.
Tribunal da comroareio ugunda a quintal.
itelac.no : nrfii-Itimnj ibadoi.
Paiaoda : quarlaa aaabbadoi al 10 horai.
Juno do cornmercio: fagundaa al 10 honi* quintal la Htit-dia.
Juno diorphioi.- aegunda quinm ai 10 taoru.
Primalra tarada livtl .- aagunda a itiui aa mao-dia.
segunda rara da ir*!: q jariai a iibbadoi la miio-dia.
EPHEHERIDES DO MI/. DE KOVEMBRO
3 Quarloereieaaia ai 3 borai minutos 48iagundoi da i.
H Lu chai! ai7 huras "3 minatoi a 48 legundoi da m.
19 ijnartominguanlaai 8 borai.la minutla 48iegund*i -
27 La Don ai 2 horaa.21 minutoi.48 legundoidi urda.
l'HKAMAIt DE IIOJE.
Primaira aa '.' horaa a IHreinutoi da machia.
Sagunda ia 9 hona t 12 minuloi di urda.
da m
DAS da semana.
17 Segunda. S. iregorioTliauiiatur^o b.
1H Tarca. S. Odn ab. ; S. Esiquio ni.
11* Quarta S. Isabel viv. ranina f. ; S. Poncianop. m.
2il Quinta S. I elii de Vaiois ; S. Octavn ni.
21 Seita. Apre*eut*eio da 8S. Virgen Mdj de Den.
-2 8abbado. S. Cecilia V, m. ; S. Felemon m.
23 Domingo. 27 8. Clemente p. m.: S. Crssogoo m.
.:\<:.\ititi:<. Altos da si itst hiim \i mi m i
Alagon,* Si. ( laudm* Falcto Diai; Babia* Sr. D. han
lo d*Janair*,*8r. Jote Partir Martiai.
KM peunamblco.
OproprliliriadoDIAIOMin*tl Flgcairaa Paria, aa *t>t
litraria, prifi da lndtptndtr.cn aa.tai.
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel general do eenamando da arma* de
Pernambuco, aa cidade do Recite, em 17 de
notambro da 1856.
OKUEM DO DIA N. 369.
O raarechal 'le campo, ruminandanle dan armas.
cal, mesmo diamantea. O engenheiro francez. de
que fallamos, declarara-se lambem a favor da estra-
da do Daui, ponderando ao Sr. Ilerudun que leria a
honra de str o priuieiro em descrever una rema a
desrunher.ida.
rimm o general llallivian nao pleiteara nienoi
calorosamente a causa dos rios de ieu paiz, onde
preparava-se enljo para I.....-nl.-ir nova revolaran.
A Indas estas lorie- snlliciacSes o lente dos Esta-
dos-1: nidos responder com una objerrao capital ;
declara, que, em virtuile de deliberara da presi- os nos da Bolivia te-lo-hiam eonditzidu ao Aina/n-
dencia, corn'Duuicada em ollicio de 13 do enrrentr,, na* a um pnnlo mu bailo, de sorte que para com-
desaquarl-lou honlem as [rea* do batalliea da plelar a explnrarilu desle graude rio teria sido mis-
guarda nacional, quinto e sexlo.que por occasio las | ter remonla-lo eui don. tercos de sea curso, isto he,
eleicoes pf^roarias fornm mandadas reunir uas fre- I cumecar entilo urna >i'li.n nova, que por i so le
gueiiaa dos Afogados e de Sao-Loarme*) da Malta ra expido innilos anuos, e teria upailo os viajan
rom o uluilo de garantir a liberdade do vol, e
minler a Iranquillidade publica. i,
O eapinlo de nr.lem e de subordinar. re-
l'erido* balalhes, manirestado pela presteza 'com
les a um acriescimo de fadipas lalvcz impossiveis de
supporlar alo o nm.
matico ; sesoado um preconceilo indio,o infeliz qae
adormecesse ilebaiio do moli cahiria pooen a pouco
em um enlorpecimento seguido de morle caria.
I'l.inlaciic de I ru e de alfalfa annunciarain aos
viajantes que chei^avam a1 aldeia de Cocacli.icra, po-
voada por nn- cem liabilanles, e residencia de um
sobprefeilo ou overnador de provincia. Usa pro-
vincia que lein o 001110 de lluarochin, cometa a de-
zoilo milhas de I,iimi; lein lonnllia- deevleusao
de noroeste a sudoeste e 72 de largura ; conla 1 ,20
habitantes que Irabalham uas niinas, cultiv.>m bata-
tas, criam jado oa exerrein a proli-sao de rneiro.
At casas hem como toda as da Sieira -a. conslrui-
da< de pedra ou de adobe e roberas de palha.
Ao ilnr desla villa o valle loriia-e lAo e^lreilo
que fiii preciso lalhar um nivel para a eslr.ida aira-
vez doa rocl.edoa na enooata da colina ; puts ah os
rochado foruiam moiilaiihas e nao deixam Itrntar
vicauhas [tonina*] annnaes selvagens, que asseme- Seria dilliril dar indicarfies preeisas sobre o valor popiilario nuil variada que Dada se encontrar nos
Iham-se muito ao lama, ao guanaco, e 11 alpaca, mas I .lo solo ilease pail ; elle depende da poirilo e da dornioio do sullao. Oeio que atravessando a cida-
euja Ua he muilo mais lina e preciosa qo a desla qaalidana mni varinvall do terreno. Em geral una 1 de urna so vez elle ver homrns de todas as Barate*
Um sabio de I.una nhieM um crur.aiiieulo entre a
virulilla a a alpaca, p desse pro lucio novo,chamado
p.iro-vicunaresulla una lili que rene a linura
da de vicunha a cousiseucia da de alpaca. Mr. de
Caatalaaii di iateretxuKa etaiislicas solirs o com-
mercio que faz o Per com a la desses diversos
aiiimaes. V
A expedicao deixou San-Maleo no I.* de joDlio
"eir Inrnere quareula e tres alqueires de millio
as hlalas ah produ/em hem.
l'in dos prnneiros aliiuenlos das classes pobres he
a r.aiuha 00 inilhn Untado. A bebida ordinaria he
a daca liquor feiln com milho fermenlado ; lem
cor de rosa, goslo muito a.rattavel, e espuma como
! chaiupaane,
e de quasi todas as condicres, e sera um nnlagre
, nao vir larnbein randa iiuiuero de borrachos pp.
um e 101.
Os accidentes 180 frcquenles emuin.i cidadecom-
Iruida sobre 18a piritosos l'uiidamenlos. Ha al-
| sons auno, ijue i-.ma ruina chamada depoii dislo
! Mala lenle, ablense, sepuanjo trexaalaa pes-oa.
\ popolarao dn dislrirlo de I arma (leva-se a de/, l'ouros da aules da cheglda do Sr. Ileindon cinco
A eslralacontinuava sua subida atravez dos roche- un do/.e mil almas, ; compe-M de brancos un do- inineiins liuliaui sido semelhanlemenic eagalMaa, I
dos costeando os precipicios. \< pedras ahi erara dcima parte, entre ns quaes coula-se un trance/1 haviam sido salvos, a Irabalhava-se anida para li-
bm Lima o Sr. Ilerndon achoa-se diante de tres (em seus inlerslicioi senao o solido cardo. Todavia
loleresses rivaes. Desde lempo imioemorial a ques-
que se reuinram esa forjas, os fazem merecedores I lio de ama eilrada atravez dos Andas que polilla o
de elogios, que o mesmo marechal de campo se apraz
em Ih'os dar era uorae da primeira auloridade da
provincia e nu seu, agradecando aos Sr. eomman-
danles e otliciaes das duas forr-s desaquarleladas, e
em geral a tolos 01 guardas pelo hero que aervirara.
A signado .Jos Joaquim Cvelho.
TRIBUNAL DO GOMMERGIO.
SessAo judiciaru bm 17 DE NOVEMBRO de 1856.
Presidencia do Bxm. Sr. desembargador
Souzu.
Per oceidenlal em cninmunicacao com o reslo do
conlinetile e por coiisegoiule com o Allanlico, fez
nascer o ciume enlre os valles de lluauuco, de
Cbanchamavo, e de Paurarlambo, situado a leste de
Caico. E ao viajante por om depuladn ao consressn, qoe en-
Iregara-lhe urna hrochiirs mlii olida : a O bullanle
futuro de Cuco, na qual o autor, frade italiano,
drclarava ter vi(o das alturas de Acobamba a si-
nuosidades do grande rio navegavel, Madre de ilt'os,
o momo que na sua upiniAo lan;a-se no Amazonas
Esliveram presentes"."ineo.uros do Iribunal. fal-! co"'? de *t aa> P00" dajBarra do
ndo com causa participada o Sr. desembarKador r',f!L'0' .. .
apoiado na realulade da vizinhaiira desse no, e
latid
(iltirana.
Julgaineiiloi.
Appellantei, t'onseca Medeiros <\ C.:
Appellados, Rosiron Hooker ^ C.
I icou adiado a pedido dos Sr<. deputados.
Ndo se julgaram mais feilos por nao estar pre-eu-
le o Sr. desi-mbargador Gilirana.
Foi dialiibuida jo Sr. desembargador Villares a
appelldro em que -ao :
Appellanle, Jo.io Piulo de Lomos Jnior e ou- n
iros
Appellado, Gaspar Amonio Vieira duimares, co-
mo cessionario de Manoel Autonio de Azavedo.
Escrivilo Albaquerqur.
Appellanle. l'r.iiiciro Pareara de Carvalho ,
Appellado, Antouio do Reto Barros.
Ao Sr. desPmb..rgador Villares.
Escrivuo Martin- Pereira.
Appellanie, Manoel da 1'onsec.i Cimbres e Jos
Anl.uno Pinto ;
Appellado, horlanalo Cardoso deouveia.
Ao Sr. desembargador Lefio.
Eicnvo .Malln Pereira.
na -na i le.lula le rom o Pun-, he qu o religioso
franciscano juslilicava a seductora promessa routtda
no 1 Mulo de sua hrochura. O Sr. Hermlou Rio du-
vidava de que exislisse com elleito uessa regi.ni 11ra
rio importante : lodos os viajantes precedente lalla-
vam di-lle de gnando-0 todavia com nnme> diversos,
e a leslemunlio das Iribus indias conlirmava essai
narrar^es.
O desejo da explorar esse grande rio desconhecido
co motivo que iudozia a viajante a pre
nessa estrada os viajantes avislaram as ruinas de urna
cidade india, cujas casas eram asseutadas sobre 1er-
raroa lalhados un monlaiiha. Alravessarara depois a
aldeia de Surco, a maior que tinliam encontrado ;
pareccu liles poder alojar 500 ou 000 pessuas, mas
e'Uva deserta, lodas as portas eslavam lachadas;
porque os habllaules oceupados duranle o dia aira/
das collinas em tratar de suas planlae/ies ou em
guardar seus reliauhos vollam para a casa de uoile
He ahi que termina a regio chamada a encosta, e
que comer a Sierra. As febres inlecinilleiileslque
reinara as vezes abaixo, nunca alcancam esse ponto
elevado, onde urna primavera perpelua subslitue o
invern e oveto. AI11 nunca cliegam os frios ne
voeiros oem os calores oppressivos que descera sobre
o litoral. Ahi eiicontrain-se e ueulralisam-*c as cor-
renles almosphericas que vem da encosta e do cume
da mnntanha. Da reuuiilo destas duas inHuencias
exlreinas resulta um clima delicioso, ama lempera-
inr.i uniforme, de que os doeules de Lima vem mul-
la vezes gozar. He lamiein nessas cabezalas oa
meias moniauhas que goslam de repoasar a peaaoai
doeules do pello, obrigadas a ir procurar saude nos
ares anda mais benelicos de Tirina e de Jua\a.
Nesse dia, o quinto da viauera, a caravana repon-
sou na bella fazeoda de M > c. situada em um valle
O VALLE DOAMAZONASE SEIS RECENTES
EXPLORADORES.
I'or Mr, II. Marte Martin
Primeira p.rle.
CoiilfnaMifi9
Misjau e parlida dos Sr. Hermlou e Gilibou.Pas-
sagem da cnrdillieira.
No in /. de agolo'de Is >i o leme Ilerndon da
mariiiha dos Eslados-Luidos que eslava empregado
na estacan do Pacifico e no porto de Valparai/o.re-
forir o valle de Paucarlainho e a eslrada da Coico. delicioso e a--az largo p.ra conler llgomaa planla-
rallava-be muilo de minas de 011ro drscofcerla era
IS'J em Galahava, perla da antiga capital do Peni,
mas aa coutendas a que liaham dado lugar Matea*
loes de prioridade de desroberla e ile direilo de ex-
ploracjto tinham liiio romo resulUdn oqueliramenin
das puntes, a deslr'iirdo das estradas, e ine'm a e\-
lincrjo de lodos os vesligios que podessein guiar o
viajante.
Alera diata as falsas IndicafoM Kpalhadas pelas
cOei de trioo e aleuns prados de luzerna. t) Rimac
ahi preciuilava iiarmumosamente auas aguas e> tre
suas ribanceiras cuberas de salgueros. Muilo lem-
po depois que a uoite lanrou suas trevas 110 fundo
de.se ninhii gracioso, os viajantes liveram o pra/er
de ver bnlharem ainda aos raios do ol oscimos ne-
vosos e ja um puuco apartados da colossal cordi-
Iheira.
As pio.liiooio dessas alias collinas sao o milho, a
porphyro vermelhu, e de caa lado do valle que I que exarca o ollicio de padeiro, de melir"s pela
ua era mai do que urna eslreila quebrada, no melade, e de indios pelo resto : os negrea tito alu
fondo da qnal fervia una lurrarite, o muro eleva- mu pouco uunierons.
va-se perpendicular a allura de joinlicntos pos. Alo-', Antea de retirar-te os Sf. Ilerndon e t.iblmn fi-
zerna deiapparecera cedendo a lugar a urna relva taran] urna etcorafo para dame de Taraa ao frtil
esrarsa apeuassulliciente para o alimento das muas.: valle banliado pt-lo Ihaiicharoayo, mas desde pou-
Todavia algumas couves crescem lias borlas de ; eos anuos smenle eulregao cultura por causa dos
Chiglla, aldeia de qiialrurenlos ou quinhenlis liabi-i ataques e dos roubos coinmellidos pelas Iribus Hi-
lantes perdida nessas alturas. Pouco depois as rnon- I das.
lanhas pareceram menos elevada, e a urna volla En I7 os Indios lioslis fnram repellidns para
da eslrada appareceram de vepenle os cunies nevosos ell'iii do Chanehamayo e do I ulumavo, e a lorlale-
.1 -.._. i;it.___^ j:....._ j .. ..1^1..-,.... ........--,- .1___... a_ ct._ .... .. ... .. j ...
vrar o quinlo.
As 111111.1 sao naluralmeitle o nico nhjecto de
conversara,) na cidade de Cerra-Paaco. Nao ha om
procuradi-r que nao qneito-ae de sua miseria e da
iucerle/.a perpetua de sua exiNlencia ; Indos coucor-
dam que jugara um jogo em que a mor parle per-
de ; todavia esse jugo os ailrahe, e apaixotia lauto
quauln o do (apele verde ; cada um delles espera
que a sorte ha de favorece lo algom dia, e que a
boya [deaeoberla de urna veia rica, Ihe esla' parti-
cularmente reservada. Esa popularo de jugadores
da Cordilheira diaule dos viajantes surprezos de.a- : za de San Ramn foi construida na reuniao dos doui i varia de seis a quinze mil almas, segundo o rendi-
cha-los Lio baixos. No dia seguinte as duas horas da
larde chegsram au poni mais alto da eslrada cha-
mado a passagem de Aularangra ou darocha de
cobredezeseis militas e quareula pes cima do
mar Os dous olliciaes tizerain suas nulas trmulas
e esbaforidas subir o cume da colima, donde nao
partes intejessadas tornavain de alguma sorle ne- alfalfa e as hlalas, das quaes ha malta* especies,
cessaria urna terceira desenlien dessas minas .le ou- enlre oulras a oca ovalis tuberosa, de goslo muilu
ro de C^rahaja -, porque sao -lias que parecen ler
lomeado ao- prunciros colonos liespanlioos, repelli-
dos depois pe-s 111 nos, us immeusns tliesourus que
eonlrihuirain para o expleudor da corte de Cario* V.
Emlim a provincia deCarabaya rooooimeada-a* de
si inesma |ielas producre d sea solo, e pela un
agradavel, e mcsiou um pouco assucarado; e a u(-
/uc bor menos delicado.
A una 1111II1.1 de Maxnc euconlra-se a cidade de
Malucaua. capital da 'provincia de Huarochiri, e
qoaii da inesma importancia que Sarao. On/e mi-
partaneil eommercial a que pidia ser desuada. I Ibas mai* adianto arh-se a aldeia nao menos consi-
Mas lomar essa esh ada de Cu/co. vigilar essa pro- deravel de San Malheo. situada 10,200 pos cima do
miic, lancar-aa a' cala diwaa minas de Carabaya e I nivel do mar, e cujos habilanies parecem Mtat sa-
do grande rio desconlircido, era anida dirigir-te pa-1 lisfeilus, apezar de sua indigencia e de sua Ma de
ra o terrilorio d Bolivia ou a" menos para o l'urus,' as-io. Elles nao lera neulium cuidailo de galibar
cebeu o aviso le seu guvenio d
regado de explorar o vallo do
que ia ser rucar- sa pcrplenj.lad" I
Amazonas, i'raloo de dividir
islo lie, nr-M na obrigacilo de atrancar o Amazo-
nas sem ter descido a pane mais Ha e niiis nteres-
sanie de sen curso.
Chegando a Tarnia o Sr. Ilerndon pnz lerino a es
dinheiro, e respoiidem no* aempre que nao possuem
aquillu que Ihs pedirnos e que queremos comprar.
O vesluann da* mulheres da Sierra dinero do dos
habilanles da eticosia. Gonsisie em una saia muilo
mando sobre si a respon-ahilidade eslreila e um corpmlio geralmente a/.ul.'du fa/.pnda
regado de explorar o valla do Amazonas, lratou de dividir a expedirlo em do(S grupos, dos quaes I sro**eira comprada em Lima, rom mu cinio de Lia
logo de reunir todas as informaroes que prJdiaiii ser- um sol direcrao do lenle lilbbon deMa lenlar ; de vanas cores, lecido por ellas mesmas. Trazem
llie ul-is no c.iinpriiiieiilo d-ssa importanle inissrtu. | a dMCoberla do famo-o rio dakriuihecido, i- o i.ulro lamban um avenlal de Ha suspenso ao hombro di-
O almiraiile Hnrnbr que. cniimand iva as forras na-1 cominandado por elle inemo devia explorar o alto | relio e cabido sobre o lado esquerdo. Para abrigar-
VaOS iaadaaaa no Paeinco, m mo- olli.-iaes a man- I Amazona'. I aa da trirrm ,1, m.i.li.i.. .1. ,!!. ..11... n.l, ..i,,-
vaes inglezas no Paeifico, muilo oili.-iaes |la man-I Amaioaat. 1 da hienda n.....I1.1.1 a. da nolte, -'la- nvulvem-
nli.i do l.liile. um, botnico iniflc. que idescera \J) Por coiuegninleentregoi. ao Sr. I, t-l-or nina or- m tm rna..... de loa qoe Ihes desee a'.c o m-i, do
Cliepare e o M largas a sapalos do couro nao [ireparado atados por
una correi* as peritas, cumplel-m este veslua-
110 ao inesniu lempo prnnillivo e civitisado.
Os viajante* lizeram em San Maleo e no arredo-
res orna poetada de algoa* dia*, os quaes emprega-
ram em Vigilar as minas. Knrain piiiiicirameule a
urna' hacienda, oude suhmelle-se o mineral as pri-
meiras operares uecessarias depois de sua eslrac
.">. A eslrada que cuudurio-os cm Ircs horas a es-
e eslalielecimenlo he guarneci ia de muros ualuraes
de grande altura, e de profundos barrancos.
Ierra ah aprsenla na sen esqueleto gigantesca : Ufo
sao mais rochedos, porm iiioiilanhas de pedras, cu-
jos cimos gn.allios cliegam a urna allura prodigiosa.
A hacienda forma um quadrado rodeado de com-
trocoSes baixas que comprelieudem o inuiiiho, os
linio, as ollicinas, os armazeus e os aposentos dos
ohreiros. Esles em numero de quareula poucu mais
uu menos aflo Indios da Sierra, de estatura pouco
elevada, de plivsiouumia cslupida, ma* ardeules e
robustos, lran-ios e pacientes executam sem mur-
murar os mais longos e mais rude trahallius, com-
anlo que nao Ihes falle a coca.
A coca ha o vegetal mais ulil aos Indios do Per.
Elles mellem alguina folhas drill na bocea, e de-
po's com ama lona agulha de pona liumidecida
liram de urna ciliada que Irazciu suspensa ao pesco-
co algtius graos de um p esliraiiquicadu ; he algu-
mas vezes a ciuza do moll ou da hauaueira, e quasi
sernpre cal pulverisada ;.poi mrio da mulla ii.lro-
dii/eui depois com admiravrl destreza esse p as
fiiihas de coca reduzidas a utna bola sobre a lingoa
Assira preparada ina-cain leulamenle a coca .2 Es-
la operaran dura unifonnrmeule quaieula iniuu-
los, e era viagem sua daracSo serve pira medir as
distancia; assim elles dizeui urna coceada, uto lie,
o lempo de urna ma'car,lo de cca, o que equivale
coniluencia do B'iii. o general Rallivian, | ex-presi- ir a Cuzco, percorrer a iegllo que eslende-se a lesle
-la ci lade e verificar se o Madre de Dios e o l'urus
foruiam um so e mesmo rio ; e 110 caso de o.iporeiu-
se dilliculdades insup-raveis ao cumprimenlu dessa
missiio, atingir-aa para a Bolivia, d**eor as monta-
uhas de Gorh'ibamba, embarcar no Mamuie. e ir ao
Amazonas seguindo o corto desse rio e o n Madeira,
doqu I he tributario. Esle plano dupl'Cado liulia
a vanlagem le a'segurai a explorarlo de uin parte
da hacia meridional do Amazonas ao mosmo lempo
que permillira ao Sr. Henidnn examinar a possiUli-
dade de eslabeleeer conimoincares enlre Luna e as
aguas navegaveis mais visinhas que correin para es.
se grande rio : de visitar a reinan metallifera mais
rica e mais productiva do Per' ; de observar por
i mesmo o rursn quasi inteiro do Amazonas ; em-
lim de reunir preciosas informantes sobre essa plani-
cie immem. chamada l'nmpa del Sacramento, mel-
lila enlre qoalro nos grandes, e a respetlu da qual
diz-se no rimjero t'ntcer*/il de Ulloa, nooot dous
conlineiiles da America nao coiticm neiibuma regiao
Lio frtil e tao favoravelnieiite ailuada.
Para a parlida de Lima foi marcado o dia 20 de
denle do Chile e enlao desterrado, 11111 ejugenheiro
francez empregado 110 servir:-, do govjruo chileuo,
emlim uin agente de cominerciii nijzlez opres.aram-
sc i'in Icazer ao lenle da marinha dos BM idos-Uni-
do* livros carias, cborograpbicas e docinilentos, ou
o resultado de sua propliaa vingens e de suas ob-
servantes pessoaes. Porem loi do encarrigado dos
negocios do Per junio da repblica do Chile que o
Sr. llerndou recebeu as mais preciosas iiirortnaces
e os mais nleis contellms. Esle diplmala conimu-
nicon-lhe dui carias escripias pelo Sr. V.tente Pa-
tos, habitante de Uueuos-Avres. o qual desde Islo
esforr-a-se por allrahir a allencao dos guvbroos so-
bre a navegarn dos nos da America do u!. Lina
dessas carias merecerla ser renro-luzida laqiii. He
datada de ltuenos-A\re.2 de fevereiro de JK.iO e di-
rigida 11 ao Exm. Sr. principe Loi/ Napoiuo Boua-
parle, presidente da republici franeauJ O Sr.
Pazos persua iido de que Cayana* he iatlioada a
ser a chave de vaslo comrnerrio recorda o| estorbos
tenia 1 1 por rile juuiu do governo fc.i 11 -/. desde o
anuo de I80 poca em que as cmaras ocCupav.n.-i- |
,* com a quesLlu da navegaran transatlntica. Elle 1 maio de ls"*l : os viajantes haviam de alravcsaar
desej tr: 1 que se eslabeleresse 111* rios nina liuha de < juntos a cordilheira dingindo-se para T.trma, islo
paquetes que ligaste a Uuyina Iraoeega aSrepubl- he. corlando os Andas quasi cm linha recia
cas do Peni, da Bolivia, do Equador, e de IVeuezuo-
la. ir I 1 los os minisirus que iovernaram;a Tranca
ale Tevereiro de ISiS, di-ia o Sr. Pazos, bpprova-
ran meu projecto, e lom.tram a* primetras' medida,
uecessarias a sua execuco. Em lsis elle renu-
vou soas inslancias ao govarno provisorio ; mas re-
cebeu de Mr. Arago, eiilo mimslro da knarinha,
urna rcsposla d**al*nladora. Na caria q-ie filamos o
Sr. Pazos apoiava-se nos trabalhos rcenles de Mrs.
de Casleluau e de Monlreval para n-rmiini-iilir seu
O camiiihn ordinariamente aegaida paraganhu a
montuna toma a drrecejto do nona e cosina a cordi-
lheira paosaado pela" "ridades de l'roiixillo, t.axa-
marea, Chachapoyas, M-ivohamha, elr. Entre esles
lies ltimos pontos una brecha enorme separa o
Andas, e da paanoem ao viajante, o qual vilaassin
urna saluda penivel.
O Amazonas, ou antes o Maranhilo que he preciso
alravessar para ir de Calamer* a Chachapoya* a-
Ma,
nos. Protegido* por esse reduelo eslahelererain-se
alu colonos que arrnlearam uslo, e agora vreiii se
ondear us canuaveaes, e hrilhar a llr amarella do
algodociro, e a baga varmelha do cafeeiro.
A milha e roeia da chacra ou fazeuda do general
Hilero enlra-se ua cidade de Acobamba, a qual con-
avislarain em torno de si sci'o pnrphvro, nev al tem mil e du/entot n quinheuUis habitantes ; seis
granito. Esse especlaculo lo linha nada da gran- 1 railhas mais longe arha-se Paira, cidade de mil al-
tlcza selvagem e sublime que res haviam e-per.do. < 111 s. Depois de dous das de jomada os viajantes
i> picos mais elevados de qoe aquello em que es- 1 chegaram as ullimas colimas da cadeia oriental dos
(avara, pareciam-lhes baixos e lalios de mageslade. Andas.
O contraste produzido pela vista simultanea das ne-' A estrada que os conduzira ao p dessa eucosi da
vts que cobnam as collinas inferiores, da folhage 1 Cordilheira nao os obrigira a orna s subida ; des-
lirilbaDte doi odnos villano* da planicie, eemlim de a passagem de Aularangra elles tinham seguido
dos pequeos lagos que dormiam Iraiiqiiillamcule um piano inclinado. a realidad* essa eslrada Jira-
no fundo de ligaos val", dava a paisagem uru ar vessa as duas cadeia* dos Andas ; porem as aguas 1 rilidade do Cerro, eque comeram a reapparecer ar-
de belleza mais calmo do que grandioso. 1 qae descero da primeira, ou cadeit occidental, ra- batios e llores. A dea ailha* da pequea aldea de
Emquantu o Sr. Glbbon tirara urna vista da Cor- varam una passagem a Irav* da segunda, B ahri- j San Raphael o viajante alravessa o ponto mais le-
dilheira por meiu ,1a ritmara lucida, oguia eslreme- i ram assim gargantas proruudas, uas quaes a eslrada ) Vado da segunda cada* dos Andas. Mas desse poli-
ca com a red. A veta na o moch) he a indispa- I foi iberia enlre os picos da cadeia oriental que ele- lo em diente una marcha rpida de un, anorta de
slcio produzida p-la rarefacrio da allimosjdtera lies- vam-se mu los militares de pes cima da cabera do hora sobre um lerreno escorregadiro e muilo inclina-
sas grandes alluras. lela, veia Mr. de Casleluau ; viajaule.
escreve betta he o uoine que os Indio* Ihe dio,por- i l-'oi dahi enifun que os dous olliciaes poderam pela
qoe imaginara que he causada pur exlnlares euve- | primeira vuz repuu/.ar a vista sobre a famosa mon-
neoadas sabidas da veias de metal. Os symptoinas | lana, cujo peusainenin lautas vezes os linha enlhn-
dessa indispu-irao sao vilenlas dores de cantea, m-1 siainado. Mas em vez de esperlarulo que haviam
llaminacJo das fonte*, dillicul fnaiiieulo das exlrtmida les. Dizein que u alhu he inenle coberla de florestas e de relva, e enlrecorla-
preservalivu contra ella. P r iso os atrieiros esfre- da pelas mil sinuosidades de um rio magestoso, des-
gam com elle as ventas e Ofolhofde soai nulas an- cobriram um lugar levemente nionlanhoso, coherlo
de arvora* e de arbustos de toda especie, enlre os
quaes norria em mito pedregoso,um no sem Dome.
A DI elles chegaram ao forle de San Ramn, pon-1 roberas de rosles, e dos verdes campos de alfalfa
loexlremo de sua txcursoo. A elevaran ne san Ra- f-tz logo esquecer as sceoas Irisles da monlauha e as
moa cima do nivel do mar he de dous mil e qui- assustadras aldt'-isde mineiro avenlureiros.
uhenlos pos inglezes, e corre-pnnde a pouco mais ou Huanuco. agradavelmeule situada ua margeni es-
meoos a de lanacntu, pueblo siluado ao p da ra- querda do iiualfaga, he uma das maii antigs cid*-
dea orridenlal dos Andas do lado do Pacifico. -To-1 de* do Per. Sua popularlo be da qualro a cinco
davia VaoacMO dista lmenla vinle e nilo milhas da ] mil almas. Seu rommercio taz-se com Cerro- Pasro
margamdo mar. entretanto qoe San Ramoo lira a j-le um lado c do oulro rom as pnvoaroes do llual-
qualru mil milliai do Allanlico, contando as vallas I liga. Ella recebe prinripalinnile artigo de manu-
do Amazonas, e a duas un e quiihentas milhas pe-, l'arlura mgle/.a em Iroca do -cu labOCO, de seus fruc-
lo menos em linha recia. lo*, e de seus legnmes. Iluanuco he por e\cdlcu-
A distancia percornda pelos viajantes cm sua I c a o pait do famoso chirimota. O Sr. Heriidun a-
complela passagem da Cordilheira he de cincoenla | lii vio esle fruclo duas vezes matar do que em Lima,
e nove milhas enlre V.maculo e Aularangra, e -le 1 e achou o de sabor exquisito. Os liabitaiilcs 10-I11-
oilenla e uilo milhas desso come at San Ramos, imam escolber os mais bellos deses ftGc.los, e co-
t forte eall armado de qualro peras pc(|tieiias, e 1 Ir i-Ios de fnlha. dooradafl para ornato dos aliares nos
roniem uma gnarnican de quarrnla e oito homriis. das d- fcia : depois elles sao vendidos em provei-
l'odavia forras Lio limitada* baalam para abrigar o < lo da igreja.
ocano que se dirigirn] a aguas que correin a seos rolnos do valle, e infundir respailo aos indios, os | O clima de lluauuco he mai sali ; porem a agua
pos depois de airavessarem um continente inteiro.! guaes abandonaran! inda a idea de recobrar o lerri 1 alu de mqoalIJade prodoa papoiras, prineipalmosj'
Ei-los pois dianle do valle dn Ama/onas. Cojo* nos \ lor o que perdern] ; mas de nu.uido em quando a- f te na maillera*.
quereip sondar,enfat plair*,llores1.**.o ">- cm- t* rem explorar, cujos recursos aclivos ou occullos (|ue- l-'rmiitados a disputar a passagem dos dous rios e a i esludante*. Bem como em Tirina e Cerro-Pasco,
oppor-se a novas conquistas. Militas vezes tem-se I o Sr. llerndou achou ahi um desejo extremo da par-
tentado eslabeleeer com elles rilaron amigaveis ; | le dos habilaules de ver ahrir-se navegaran, e Ira-
porem taes tentativas nao tem lid* oolro resultado zer das praias do Allanlico at elles pelos" tribula-
seuao infundir-ilies niaiur desconlianra dos brancos,! rios do Amazonas os oro lucio- das uares mais ci-
eos quaes elles vigiara iucessanlemeute. He mesmo vilisadas.
impossivel chegar a margem do rio sem expr-se a j Ao sabir desa cidade o Sr. Ilerndon atravessou o
recebar trechas envenenadas. rio >ohre uma ponte de l'ulhas tonga*, largas, e inui
As principies prodceles do valle de Chancha- grossas d'uma especie de cardo chamado mague}.
les de iibirem a essas ullimas allura
Deixandoo cume de Aularangra ns viajantes Hes-
ceiam por uma vereda iberia na ilharga da raonla-
nha, a qual eonduz.-os successivameiite s margeos
de (res lagos pequeos situados a diflcrentc' alluras ;
silo o Huarracarh. ou lago do Corno, o Morocacha
ou lago Colorido, uoinoqoe vem-lhe davanedade de
cores que apreseoUm suas aguas, cuja inperucie pla-
cida rellene as mnii inin- cirriiinviziulias verme-
Ibas, verdes, e aiuarellas ; eiuliiu o lluascicocha ou
lago da Corda.
Apenas a uma distancia de sesenta iinld.i da
margem do mar, a expedirn, ja linha paveado o
grande limite que separa as aguas do Atlntico da*
do Pacifico. Us iillimu* pasto*da* muas tinham ope-
rado uma mudaiira completa na po.ijao geograpltica
dos viajantes : acabavaoi de pa>sar a linha de lom-
inunicarao rom o Pacifico, e he para o Allanlico,
apezar da distancia de suas pralas, qae elles lein de
ora era diaule o msln voado ; he para esse
ment mais ou menos elevado das minas.
1,1 1 ai immedialamenle depms de ler deixado Cer-
ro e ler subido as colimas que Iba licam ao norle
o viajante avista os Andas orientaos. A' esquerda
descubre enlao um lugar panlanuso, donde correin
alguns ribeiro*, que sua Vista nao pode despiezar ;
por quanlu essas aguas modestas auutnenla las pela
reuniao de multas nutras iro lanrar-se no Allanli-
co por uma embocadura de rento e menla milhas
de largura, lie A fonte do lluallaga, um ds pn-
meiros tfibnlario* do Amazonas.
Sete milhas mais longe ua direcc.10 do noroesle
chega-se a pequea aldea de Quilina, em cuja VI-
inhonc* ha minas de ouro que o Sr llerndou sn,i-
pe ainda uflo exploradas, lie ah que para a eslt-
da(ransporla-o ,i sombra das arvoresde Inicio e dos
cannaviaes. A ir.ui-irio lifo repentina dos cumes
fros e escarpados, desprevldosde toda a cultura pa-
ra um terreno coberlo de vegelarilo tropical, produz
una aorpres* maravilhoaa. Algumas milhas mais
adianle passa-se n liinile que separa at provincias
de Pasco t de Huameco, e chra-se a aldea de
Ambo situada ua reuniao dos rios lluacar e llual-
laga. Depois calende se um valle magnifico reves-
tida da mais rica vegelarao, 110 qual o alegre espec-
tculo dos cannaviaes, dos salgueiros, das arvores
r*m Investigar, procurando adevinhar que 11 rotu-
ro reserva a essa vasta reuiao do globo, para a qual
o negro peuuacho de um paquete a vapor, ser u sig-
nal do inovimenloe da vida. Porquanlode tal acon-
Iccimcnto datar nessas regies a aorora de uma ci-
Mlisacao, cujos i'oriiieus vigorosos ainda dnrmuain.
roas cuju magnifico desahmxamenlu se enlrev.
Os dous olliciaes da I nulo Americana laucaram
um nlhar en husiaslico para o la lo desse iniuieii-o
ma\o silo milho, caima, cuca, \ucea, nnaiiaz. bans-
rico terrilorio. (.Un; v-riedade de clima, de solo, e I na, caf, e algodao. Os Irabalhadores ahi sifi Ira-
de producres ".' Pndiaiu elles exagerar n imporlau lado segundo o mesmo svslema e sujeilus a' inesma
ca desse bello valle, cujas largo< rios pareciam-lhes Ne'vidao que os mineiro* da Sierra. A yace* he
esimailus a ira/er lanos tliesoarus lis margeos na- nn,a v-nedade de mandioca, a suhslilae o pilono
donaos do Missistipi J Alera disto arabavam de en- Per' assim como 1 man luna no Brasil. Os indios
Irar 110 dislriclo das minas celebres da Peni; das en- | fs/era lainbern della orna bebida multo embriagadora
tranhas dessas moniauhas -alma a iniir parle da prala a '!"" chauiiui mtalo. O caf produzido pelo valle
que circula ua Europa, e elles pergunlain o si raes- j de Chaiichamevn iie de qualidade excellrnte. O Sr.
mos songo seria po-siv-l por meio do cominercio e ; Ilerndon declara que he o melhor que elle leiu in-
da navegarioa qual os venios e a* mares prometiera [mailo. Em samma osa* valle que esla ainda mui
ser fio favoravcl ao sen piiz, d*viar o curso desas 1 lnge de ser inleraineiile arroteado, ollerere um
riquezas, e dirig las para os Eslados-l unios 011 le l'rieiio adrniravel e nao padece duvida que allrahi-
ess] prala seria Lo ulil para coittrahalunrar u ouro | ra uumerusos rolnos lugo que a auloridade l'r as-
rnes. u de ter admirada na deliciosa cidade Lie San- I le lugar lica apartado obra de tres graos ao nurle da
lingu o Mpecto longinqno das brancas cordi|heira e nrigeiu do lio no lago Latinrocha ; mal o* iioinero-
a transparencia das noitr* estrelladas do CI lie o Sr. sos ponfo* uu lunares de rapidez nilo tornan) o
llern Ion recebeu a ordetii de ir a Lima pai couli- Maranhilo realmente navegavel senao mullo 111.>is a-
nuar uas hibliolecas dos convenios do Peni floas pes- baixn, e tlepuis do ponijo de Minseriche junio da
quizas preliminares. O viajante achou Liaia mui j aldeia de S. Itorja.
ditTnronta do que a vira vinle anuos antes. Assi-tio I Alravessando os Andas em linha recia ale Caima,
aos combates de lourus que fortn dados e o honra Sr- llerndou desprezava, pois, o Maranho, o
da elevac..0 do novo presnleiile, o general Eeltoal- qoal alias nao leria podido navegar ; iiortanto he o
que ; porem o 11 hre ainpliilhealro nAo eslava mais I mais occidental dos rios IribntarToa, o lluallaga, que
como oulr'or* cheio|da elasse escolhida e eleganle de ha de rondu/.i-lo ao Amazonas a um punto ass.z
Lima ; o povo baixo occapava-o lodo. As niullieres prximo, mas abaixo do pongo de Manseriche.
I111I1 nu lainbem abandonado o Irago nacional Lio i Asim, a 20 de maio de I8T>I depois de nmnicio-
gracioso, a saya y maulo o qual lornou-sn enlre 'sos preparativos que I'or intil ex por aqu, .1 expe-
ellas, beiu como ouli'ora o cinto dourado eu re mis, diego sabio de Lima pela porta das Maravilhas (/'ner-
um vestuario de deshonra II. A* elegantes penu -', I a de Mararilla.-, .
lias Irazern agora vestidos Itaiiceics. frcquenlain a Ella compiiiiha-se uoi Srs. Ilerndon e Glbbon, da
rlpera, e era vez da famosa planta do Para niay, o j um joven Peruano mnit* esclarecido, II. M.uoel
mata, adoplaram a moda europea do diada India. Ijnrpa, engajado na qualidade da Interpreta, de moi-
Erofim a estrada de ferro eulre Lima e Callas acabou los criados, de ura lu-lio, e do arrieiro encarregado
aprsenla aqui, segundo diz n lenle nicle/.
projecto aliene.!.1 do principe cora o cal..: de uraa '< ama largor* de sesseula jardas, e precipitase eulre
convicrao insbalaval. I duas radeiat de mnulaiihas, cojos cuines elevandn-se I uma caminhada de qaasi duas milhas i'nglezta. Para
Depois de have ruliiido essas diversas inforun- de ca la lulo de seu leilo peidem se as nuveus. Es- | os Indios a ese* possnt propnedades excitadoras de
t.l forra, que sublilue mullas vezes lodo o aliinmlo
durante iuuilosdl.1-cunserullvos. O sabio viajante
lleuulo, Von Ts Itudi refere que empregou mu In-
diu em um Irabalhu dos mais faligaules durante cin-
co dias e cinco noiles, em oulra" inlerrupcaa mais
da que duas horas de repon/o em cada uoile, sem
oulro aliiniulo -en.Vi us folhas de coca : que 1111111--
di-taineute depois desse Irahalho penivel o Indio,
alias de 00 anuos de idade, acompaiihou-o durante
dous illas em uma viagem de :t:t leguas a p, e que
momo eiilau declarou qoe eslava proiuplo para sup-
porlar de uovo as racimas redigas sem alimento,
comlauto que livesse sullicieulo qoaulidade de co-
ca .1 .
Eulrelaulo babilonio i vida dos trpicos o Sr.
Hejndon ralo pode reler um eslremccimrulu quando
vio os Indios da hacienda uo meio le uma iriassn de
lodo ne mercurio, lendo as peritas nu 1 ineltidas
em uma agua, cuja lemperatora era de Irin a e oi-
to graos d* l-'arenheit. Esses deagrecados gonham
meio dollar por dia, mas o chele da haciei d* qae
fornece aos seus brenos as pr.ivisSes de que elles
ueces'ilam, lem serapre o cuidado de que Ihe fiquein
devedores de maior somrna, o que os loma por as-'
sim dizer escravos de seu eslabeleciineulu ; por-
quanto por um uso que l'-m quasi a forra de lei,
ningiiem loma para seu serviro a um Indio indivi-
dade para com seu p.lnlo : assim nao resta a esse
ludio desgrarado oolm meio de recobrar sua libe|-
dado senlo a Cogida para orna reg 10 loiigiiiqua, on-
de nio seja multen ir.
As minas de prala de qoe depende essa hacienda
dislam della duas leguas. Seus Irabalhoscasliinlriti-
.1 mil dollars por auno, e sen rendimenlo annual
he de setenta mil dollars.
Vollaudo dessa eicwigo os vlajanles viram ara
bando de lama* que serven) para o transporte do
mineral. O lama, chele do banjo, eseelbido por
causa da supeiioridade de sua rslalnra, a qual rhe-
ga a quasi seis pes, camiuua adianto, e Ira/ com
ccrla grara mageslosa a cabera oiuada defocosde
laa de diversas cores, dos quaes peudem campanillas.
n Esses animaes podem supporlar uraa carga ua obra
de cenlo e Irinla libras, mas Mbe-sc que o loma he
obstinado, pois quando qoertra-lhe tmpor uru fardo
mais pesado, e quando excede suas foscas ualuraes,
rom a anltga insliloic-lo dos bandos de salteidores.
Nao podeudo ir a Onilo cousullar os pi em sos ar-
chivos dos Jesutas, ns quaes liuhuin feilo di Ha ci-
dade o quarUI general de suas mitses ao interior,
racoes
Ocopa
o Sr. Ilerndon ctuileulou-se de esludar as na
dos Franciscanas reunidas publcalos em
em 1790. Esta leilura da ao autor iiorte-ainejric.'iiio
o pretexto de um assaz longo re diver'as exped'ces que desde um lempo mesmo an-
terior A Conquista hespanltola passaram as corililhei-
rs para explorara Immeosa planicie a que os l'erua
nos ileram a designarlo geral de Monlan, 1 lo he.
tugar de florestas
de coiidu/ir as seto nulas que levavara as armas, as
proviso**!, e o reslo do malerial.
Os v unir, seguirn) urna eslrada lisa e pedrego-
sa, leudo a' dctala as villas de Miradores e de Che
rillos, rodeadas de verdeganles |tlautares de caima
* de alfalfa, especie de luzerna, cuja?, bellas folhas
lera cor verde-escura ; a' esquerda e alraz o vale de
Ritnac rom sua abundante vegetarn : mas adianle
delles a paizagem esleudia se severa e rida. Pou-
co antes de anoilccer chegaram a nina hacienda ,1a-
lenda] rhamada aanla Clara. Firaram sorprezos de
ver o aspecto de miseria e falla de assei que apre-
senlavu .--a casa, alias lo vizinha da grande cidade
As ullhnaa inilrucres do gnvernu dos E- a lo- de Luna.
Luidos forara Irazidas ao lenle Ilerndon pur um j I res niilhai mais adianle alcanraram a hacienda
seu compalriola, o Sr. Lardner Gibbon, lamn m nf- i de Pacavar, cujo mayordomo ou administrador que
licial de marinha, e qus havia de ser seu cumpa- era ura jovial e inlclligenle Viino (oaacido de um
ubeiru de siagein. Esas inslrucr,es delerraidavam < negro e uma india! mandou-llies preparar urna ceia
o* I compo-la -ie uma sopa mui clara,chamada ruldn.e de
11 de "ni pralo de chupe.
1 exac-1 (i chupe he geralipoule usado na Sierra ; he unv
V11.
ininociosaraenie a ualure/.a das indagares q
viajante1 erim enetrregados de rollter. O li
ana missaa>era f./.-r seu governn eonheeareom
lid.lo. nao aomfiite o es'.ado actual do valle do ..
zonas a respeitd-da navegaro de seus nos; o nume-
ro de seus habilatites, e su 1 rondicao social, ijiins-
In.il. eommercial, e agrcola ; seu clima, seo; solo,
e suas prodaccaes. romo tamben os gneros da cul-
tura do que ell- lliea pareresse sosreplivel ; ^mlim
a especie e a eileoegO de seus recorsos commerriaes
ainda iin desenvolvidos, e que podem oITcmcera
Ierra, as llore-i.--, os rio, ou as mina
A esculla do Itinerario abandonada ao jaifo do ] midores.
chele da expedicao lormni-se para osle n ohji to de
enviado pela California e pela Australia. Mas aban-
donemos os dous olliciaes americanos s suas refle-
xfs palrndica.
Chegaram as minas de cobre e de prala explora-
das por Allende, m*l cujo valor nao poterain co-
nhecer ; o director somante dicnoo-te de d zer-Ibes
que o mineral era mu rico. A IS milhas da haci-
enda ach so lamber uma mina abundaule de
oarvao.
Depois do ler operado a subida do Poy-Poy, cume
que dizem ser ainda rnsis elevado que o de Clitrn-
boraso.'os viajantes segiiiram o valle dos Lagos, e
enlraram no de Vnnli. Pousarara em uma pequea
aldeia chamada Pachachara, cujm hahilantes pare-
cera-o Ihes mais idusirioso* que os do oulro lado
da Cordilheira : ah vi-am tambem bellas planla-
cei de miada e de legtimet ; o nico cornhuslivel
ahi era a laqojil ou escr-menlu dos animaes desecca-
-lo. Pouco a pouco a pVoporego qae elles pa.savam
as collinas, a vegetarlo reapparedl, a cevada o tri-
go, a luzerna, d-pois in>iu(as, arvores, e llores, ale
saz lorie par* cxlinguir nos espirilos o lenior dos
selvagens. E11LI0 os eslahelecimenlns podeiau es-
lender-se sera perito ale as aguas navegaveis do
Leas, ale, n qual dala' naturalmente sahida aos pro-
ducios variados de,s* frtil, regulo.
1 'di ni lo de I -rma os viajantes enclieram de ale-
gra os habilaules, us quaes derara parle da impres-
sau levoravel que Ihes causara o valle de Cliinrha-
inavo mas i|iiaudo elles woberam que os Sr-, llern-
Elle pirn sucressivamenle na aldeia de Sania M
na del Valle, oude provou uma bebida mu agrada-
vel teila rom somo de caima fermenlado e chamado
hnarapo, a na de Acomavo, onde ohscrvou acacias,
laraiijas, figos, guavas, ehirimoj as, e a bella llur com
furnia de etmpainhl que exhala um dus mais deli-
ciosos perfumes, a lloripuudia.
Todavia apezar do euconlro desses bello* fruclos,
e dessas llores odirlfers* o viajaule nao dive ainda
crer-se na montana, (t
Drixando uanuco, que emlnira esteja un fundo
do mar acha-se elevada seis mil pej aciina do nivel
do-mar, resta ainda subir uraa alia moulanha cha-
mada o Cerro de Carps. Sobre esse cume v-em e
rauilat.centenas de cruzes pequeas de madeira col-
locadas sobre as grata formadas pelos ruchedos ;
silo provavelmeule signes ex-VOtodenudo* pelos ar-
riciros 1 amohecido-, por terem escapado aos perigos
tta subida ou da descida desa moulanha.
Abano do Cerro de Carps aprescnla-se o ville
de Chinchan, onde camera a culi ara da coc, e cres-
cem os aitanazeiros e. as baiiaueiras.
Depois de ler ainda passado uma oa duas collinas
oooeUrbben lam vi-ilar uniros valles viziuhos, esia 1 o Sr. Harpdon cheeon no I d igoslo a povoac.to
alegra loi perlurhada pelo receio de que os dous ol
liciaes dos E-lados Luidos descubrissein em oulra
parle vnilageii uiaiores e ttulos melborts a. privi-
legio lo desejado de uma estrada qne poiiha essa
teosla da Cordilheira era commuuicarilo cora u
Amazonai.
Foi ahi que ns dous viajantes resolvern! separar-
se, e ein|irehcuder rada ura, como distemos uma ex-
pedidlo particular ; o Sr. Herudon se dirigira ao
norle para embarcar no Koiillag* e alcanear oAina-
0 perlo Co seu poni mais navegavel; o Sr. Gib-
que 1avislaram a pequea cidade de Tarn* inrllid, i '"" volLina paia o tul e lomari.i a directo das
enlre collinas, rodeada de salgueiros, e de arvores! rolt-brc, minas de mercurio de Huancavelica e da
de frulo. e precedida por va-lo* campos de alfalfa, a i f,dade imperial de Cuzco.para ir reconhecor as foii-
inais verde lorias as re!vas. Esla visla promettia lites I,es da Madir de Dios, e lancar-se em busca d'esse
um helio lugar d- repouso depois da passagem peni-1 rio desconhecido. '.
vel da irida Cordilheira. Coiilinuareiinisa acomp nliar ao Sr. Ilerndon al
Tarn he uma cidade Je lele mil almas perlen- Amaznnas, visto que lomos como elle a iulenrao
cenle provincia de Pasco e ao diitnclu de Ju- ,,e descer o rio ; depois lanr ,r-nu-liemn ora
mu ; suas casas sao conslrui la rom adobe ; as mais
bellas so caiadas por dentro e pur tura. No domin-
go, dia de leira, v-.-e ahi uraa seeua assa/. aiiuna-
da e pilloresca : os habilaules do campo vein uesse
dia vender ot objeclot .pie fabricaran!, ns poncAus,
as coberlas, os sapalos, os cha|iens de Lia de VCU-
nba ; comprar coca, fazendas de algodao, e agua-
diente, e depois ouvir mista.
Al ceremonias religiosas sao malte bonrad.H em
I arma ; as fetlas raullipliram-se lodos os dias, gra-
rJirella, ora rsquerda segundo enconlrannos os
alTIueiite.t mernjiotiaet uu seplenirionaes, cujo curso
rernunlsreinos at lalilodes minias vezes mu Ion
ginquas. Assim remontando o Puros e o Madeira
encontrramos n S-. Gibbon, cuja viagem tambem
Sproveilaremost igualmente em nutro* 1 los encontra-
remos Mr. de Caitalnan, .llr. W aliare, Mr. de Mofl-
ir* vel, e lalvez lambem oulros viajaules de qoe ani-
da nao fallamos.
A separaran leve lugar no i de julho, dia em
tas a um aso pelo qual toda a pi-ssua cedendo a nm- 'lue Sf- Herndon deixou a cidade de lamia. Na
Uva* ou -le *stcat*{jto, ou de piedade real pode fu
dar ama solemnidade, eujai despe/at paga. Eis-
aqni como pralca-se asee ato singular. Durante ou
depois dn serviro divino, qualquer pessoa rhega-se
an aliar, inclina-se, e proclama sua inleurao ser o
Mayordomo ou admini,lrador de (al f-s(a quasi lo-
do* escollum a do seu padroeiro o sacerdote aben-
da depois o fundador, o qual lica as-iui ohrigado,
como lambem seus descendentes,* prover a celebra-
dlo annual da Tesis que instituto. A maior despe-
za nessas ocrasides he a illunnnacuo comple! da
tarde segiule i-hegou a pianicie de Junin, onde a
(i de agosto de 1821 Bolvar ganhna sobre os lle-
panhoe* na* viciara celebre. ,A aldi de Junin
que contera mil habilaules esta situada a 13,917
pes cima do nivel no mar. A almosphera ahi he
"nulo tria, r o *olo muilo hmido para permillir
neulioma cultora ; por ao 01 haMUates ngo lem
oulro alimento senao as dillereutes especies de h-
lalas que vero-lues dos valles dos Andas, e que el-
les conservara fazendo-at seccar ou gelar.
de riogoMario. He ahi que o lluallaga lomase
navegavel ; e pur sao o oflicml de marinha leve a
sal-sfacao de deixar muas 11.0.1 adoptar um novo
meio de Iransporle mais conluriue aos seu* goslos e
a seus habito*.
Em resumo de Lima a Tingo-Marta,primeiro pon-
to navegavel uo lluallaga, a distancia he de Irezen-
las e Irinla e rien militas ingle/as, pas-audu por
Tarma, Irajeclo que pude fazer-se rig irosamente em
vinle e um dias, e mesmo em dezenove das indo-se
directamente de Lima Cerro Pasco. Achain-se
eiiil.ima quanlasmulasdealugudseqeinm a seten-
io e cinco cculi.nus por dis.
O alimeulu de uma nula cusa em termo medio
doze cntimos e meio por dia, e cada ama pode'car-
regar duzenlas e sestenla libras. Durante a bella
estaego a passagem da Cordilheira na 1 he peuivel
nem desagradavel ; mas na etlarao das churas dsvs
ler pe 1 cunlrario diflicil e mui perigosa.
Agora a barca du Sr. llerndou vai levar-nos a Ta-
pida correnle dos nos Botamos em fim 110 paiz
dos rios Entramos emlim no paiz dos ludios sel-
vagen-, dos maracos uivadores, dos crocodilos e dot
vampiros.
Temo* passado a regi.io das monlunhas e das lle-
ves ; u valle d* Amazonas banhadu de sol aprsenla-
nos agora seos iiinuiueraveis no- come collores bn-
Ihanto*, e as riquezas msravilhosss de seu solo vu-
g.-in .'
Reme Conlemperaine,
Continua. 1
Biiy

mistura-la em qoe eulram hlalas, queiju, loiiciuho,
e muilas vezes rarne. A hacienda pareceu-lhe;
estado m cnlinra onmx nwdi'-cre ; os inslromente*
aratorio* eram pesados ogrosseiros. A rasa cous-
Irnid* de udot>r<, ou lijlos endurecidos sosnl, e co-
berta de t'lhas, eompnnba-oa de uma s sala em i e"' Pra, neila-se, : prefere ser espaucado ale mor-
lorno da qoal reinava urna raualba Interior de bar- I rcr conlinoar seu caminbo. Apezar de seu carte-
ro, leudo don* p* de alian e Iret de largura. e,. 1 ler brando e dcil, seo olliar lorna-ie fero quando
pecie de divn couliouo que servia de lailo aos dor- "'r'lam-no, e elle laura entilo uraa saliva extraordi-
nariamente acre que produz sobre a pelle os momios
cllenos de um vesiralorio. Someule os machos silo
PAGn* AVULSA,
i-l hshs
17 de novembro, as -J horas da lirde.
I nipcn felizmente sobre o seu solido llirono
ogenio tl,'ipa/.;esl ludo finalisado.e rada qual par
cu canto mais ou menos salisfcito ; e nao eonvesB
calcular-se respeito do futuro, islo lie, do dia 2
do prximo dezemhro, porque al la lera Dos mui-
S pararemos um inslanle com o Sr. llerndou
igreja, a qual he adornada de velas desde o chao ale na cidade e as alnas de Cerro-Pasco, visitadas e
olelo. Asmis ricas srnlior.is emprestara nesse da descriplas por Mr.de Caslrlnan. ir Cidade arlili-
SOSO Jolas aBootros objeetos par* ornaras unagens e I cial, ao pomo servir-rae d*aie termo, diz o viajaule
as baudeiras levadas as procisses. A musir, o* franco/, na qual a riqueza da-minas de prala amon-
amos, as girndolas de logeles, (>s fagos de arlili- tnnu de Indas as parl-s milharet de homens era re-
ciu, as danta* india, concurren! lamben) para esas | gict, onde o reino vegclal su he re| resenlado por
'oleiinidades Ireqiienlet. Os dan-adores tomam nm algom musgo, e onde o proprio Cndor ngo rhega ,, r,r n linmeni n.V Don- A
Irage de varias c.ire. que allinnint ser o dos anii- tem dilliculdade j A villa desses lugares ex- | q P^' U b UlSPe' dlz
sos indios. Produ/em nm lom montono com una Iraordmanos prn.luzni sobre o Sr. Ilerndon uma a -10-. ,
especie de gaila acompanhada por um tamboril; impres-ao lemelhante. Espedaeolo exlraordi- Tomamos a liberdade de pedir ao F.xm. Sr
aam lambem de catcabelet presos aos joelbos e ao* nario, dic elle, e que mo posso compar-r seoSn conselbeiro presidente, que, vino ter-se encanado
pes. lureli/.menle quasi lempre essas le-tas silo ler-I tquelle que aprsenla a cralera de um vuicio. ti
minadas por aceas de desordein e d embriague!. I viajante T cazinbas cmislruidas sera o menor cui-
Seganduosiesiemunlioscolbidos pelo Sr. llerndou o dado d,i regular.l tde sobre pequeas colimas 110
lero secular do Pera*, salva- as I.....ruta- excepcoes, meio de montes de Ierra e de Cavidades profundas.
para Olinda os asnas do Beheribc, hom ser que
S. Exe. as far;a lamliem ebegar ale o rolle{;io dos
orplios, que sendo habitado por mais de de oilen-
utna especie de acacia chamada sangre de christo, pequea porrn de Cal Mr. de Casleluau fa/ "bser-
qual produz uma fava graude e da llores verme- var ama coincidencia curiosa com amaneira de pre-
Ihas e brilhaitles. Porem o arbu-lo mais uol.ivel, i parar u batel na Indi.
posto qae seja o intis commmii nesse paiz d'onde | :l Mr. de Casleluau fallando dos poderosos el-
h indgena, e posln que enconlre-se freqoeulemcu- feilos desle vegetal Taz orna observaran que nilo
le cultivado no moto-di* dt Europa, he o inoll, o | merece ser desprezada : a Ela plaa'que vem dos
lade do curso de Iteni, o qual lidiara olnlruillo de 11"''1 ,el" r".ll,i,s ',c'i<:das como u da acacia e da valles quenles da Cordilheira poxoe, diz o viajante.
han-os de aroia e in.errompido por nurae-o.a. ^\^^Steu!n. ****
citado inultas vezet no liabalho de Mr. Len ravre.
depois de algumas viagens no paiz comprehe id: lo
enlre o Msrmore e o Beni publi-ara oarrace* capa-
zei de exrilar n zelo de nm futuro explorador.; Vi-
gilan o lago Rogo-Agnaao, cuja exisiencia perma-
necer alcnldi> duvtlo.a. e remontara smenle me-
choairat, mas sobre cujas margens assignalara veias
de ouro e de pratt, foules de agu)_salgada, rarvn.
1) Na poca da passagem da Mr. de Oaslelnad por
osla ridade, ai tapada; mulheres de lana lirtham
aiod* ette vestnsrin ; o viajante franrez Tt al a
este respeito ama exposirafo de rnilume* e>drem 1
inenle corinsa. Vide at primeiras paginas dot, J V..
Antigamenle as virtudes esliraulanies mais nslrnordinsria* .
linda hnje elgoma* Iribus m- I rom o sen auxilio ot Indios fazem viagens forradas
diat serv*m-se desses frurlns para fa/erem uma be-
bida mallo estimada sobreludn como mesiuht. a\
madeira do mnll hernmlmslivel precioso, pnit eres.
re oarH|menie em nm lugar despojado de .irvnre-,
4llrlinem- de mais de cem leguas, a posln que minio emmagro-
ridos, parecnn todava aorbegir ler conservado lo-
das as sua forras... Croia que a inlrodarro da ro-
ra na Europa ollerereria grandrima* vanlagent ;
podara ser distribuida aos soldados na; grandes mar
pelo que he mni eiiipregadr pelos refinadores para chas, e algumas rallas hem fechadas amhar-adasa
clarificar OMsocar. Qu.nndo s,lo aperlada-, as folhas | bordo dos navios seriam grande auxilio om retas
desse bello irhuslo exhalara um rhsirn forle s aro-1 rasos de naufragio. I. III, pp. Une 3W,
11.10 gnu de graude estima ; erocompeiistcaoo mes-1 A- chamins de barro des amigos rurnos contrstalo 11 pessoas torna-se wnnsissima i mnAarrin .iii.
1110 viajante concede aos n.embros das coinmunida- smgularineiile cura o cano mais (legaile da moder- I ~ 1, 1 penosi-sima a ronduccO della
des religiosas eparlirularin-ule aos rnistionarios, os na machina a vapor. A rruz colo.sal levantada so- i da aebenhe P"3 a'\"""e luS'r lie mais uin-ervi-
quaes sao quasi todos eatraogeiros, Uespanhe* ou 1 hre a eojlina de Santa Catalina qaasi no meto de d-1? 'lue I,re;ta S. Exc. a aquellu pi eslalieleci-
llaliauus, uma consideracao merecida, e he ao seo I de parece collorada ah de proposito para proleger ; lucillo.
tele, sua energa, as suas lu/es qne elle aiinbue os ihesooso deseouhecidas qne cobre na santa sua>- Etlanas iinsis maa .oi-iindo ,1- ihtavima
maior parle das eooqnislas e da influencia peruar : bra. Dna. bellos lagos pequeos divididos loraenle I B,lao.a* "-aa-s r",s sorvindo de ilieatios,
as. por uma mirada, e um lerceiro aperUdo enlre dous onJe maruJa '"R1"- quando nos domingos ven
A um legua de I anua esla siltiada uma fazeuda nionllrnlos deseobrem-se, uns na uxlremidade me- a ltirra. pratica ale immoralid .des, 11 jo fallando
fundadaejdminisiradaporunivclhogeiieralchsmadu ridi.uial e o oulro i,a otcidenlal 110 undu dessa era-! uas mane-iras genlis com que essa gente CUllinri-
iinu!^ .jSpsff.:: eoot h-; -i*es, na,%arjndas e jar,las; u,,i-
das de rochedos brancos. Emlim a direita e es- ln.menle oeram em correr aira/, das quitan-
qoerda dominando n quadro elevase magnifica deiras, abrora-las. c outros desaforos de igual
Se he islo puriniuido... entao que conii-
Ollero.o qual a forra de paciencia,trabalbo, a dinhei-
ro lornou-se la/eudeiro, converleu um lugar aridu e
pedregoso cm ramp s de adrniravel collura, em jar-
dins onde crescem eguraes, peras, pecegos, morau-
gos, amendoas, al vdeiras ; e lambem rosas, cravos,
pensamentoSi jasmins, e geranios. II certo que
lano as llores como os fruclos nilo eram de qualida-
de superior ; mas toa prpaetic ern logar I.lu fro e
Lio elevado j era quasi um prodigio.
i) Fsle sabio innato sobre 3 utilidad* ijue liste*
Ta em ntrodn/ir o lima no inundo enligo, r.rnr
Cordilheira. Se o viajante desee a cidade, v de I iae
Indos os la los a Ierra iberia, e boceas de minas nnom
abandonadas ; sen numero eansa-UM admiraro e |
uslo ; elle pergunls i mesmo e Indo e-te lene-I
no phiutiatiea ais >ai ahator-ae-lh* debaixodo*|-
p- e laura lo vivo 110 tundo de algom abvsinn -nh-
len meo Sua mua, Irapeca nos rna- trenas e
mal calenda", e sp ev-e caminbo peri"oso nr.o rapl
Os guapos cavallriros, que, como alurina-
palmente nos Alpes e nai montanhai da Algena, Vi- xa-llie lod.i a allencao, sons olhnt dirigem -e para a
de a .eus -orwr.i-pe l.'ii ,in-vi iminentot. doa.!_______________________, ______
I. IV, pp. IOS 107. I iiT. 1." iniriidiiccdio.
fi Ja dissemot que montana di palavra hespa
11 ti" 1 monie ho-qae den-j ,- lechado .ienifira Ingar
de Moretta*. Os Peruanos detiinam por e e nome
a planicie coiierla de malta* qne romera te peda en-
cosla oriental dot Andas, e Iho conservan) ale a Iroo-
leira do Brasil.
I dos, correram dous dias sobre a ponte da l*>a-
( ^ ista, e que griluam amanhia sahiruos na
1 Pagina Avulsa '. enganam-se, porque a noca
a Pagina nao censura essas cousas... ellas tata
perraitlidas... cassim...
I O baile dos cincoenla osados no danta Isa-
bel, di. 1M1, ler sido esplendido.
Existe no boceo do urna lera em tigu-
ra de !i imem, que quando esta em ociosidade o Nti
maior prazer lieespancar alrozmenie inulher, h-
1 llios e i.-scravos ; insultar e deseompor qnem pHa
, pona transita, na visinhos e camaradas que o pr-
, runa ; n.i rnlrrtantn. esse individuo ncra ln
ebrio e nem louco.
Dizem achar-se as [tortas da monee Se.
Cruz, ijueroura na ma Dimita : esse bom pai de
familia achando-seaffeetado de bydropisia, inandnn
) chamar una curandeira que n.nra para a Boa-N 1-
ta ; com effeilo, em poucos dias o Sr. Crnz eslava
sem agua alguma em seu corpo, mas azora resp-
, parecen o mal com maior forra, e a sua vida pen-
j ga olhos vistos. Alguns senhores mdicos, logo
que son aerara que essa mullier eslava (ratando )
Sr. Cruz, disseram que o mal reappareceria rom
mais vigor, eque seria preciso muilo ruidado ; na
realidad,' assim foi : consta-nos mais, que nao be
o primeiro doenle tratado por essa roulbor, qne de-
pois do alguns das, v-sc en perhm de
vida. A ser exacto, a noticia deve exrtressanseo
le prohibir, que essa muHier ouse assim jogarron,
a vida dos seus seuielhanle- por qiiaesquor eeru
mil reis : se a cura da hvdropisia estivesse too *o-
mtnle na cxlraccao dos lquidos, a mulber cura-
rla iiiir.-iriilo-amenlee-semal.
Consu-Dos, que a viave e orphsnnado fura
generosamente lembrada pelo fallerdo romroenda-
dor o Sr. Lni/ Gomes Ker reir, em seu taita ment.
So esses os brazes que nao rnorrem sobra a cam-
pa de um verdaoeiro christao.
0 tribunal da relacao absoUeu o Sr. r.
Drummond.c todos os mais aecusados a respeito d<<
negocio do mlliabole de Serinhaem. Vio ser es-
ses cidadaos restituidas ,-is snas familias, a he milito
provavd que se passe uma esponja sobre qaalqnor
cslo de exacerbaban, que porventura ainda baja.
Nos <> lescjamos de coracao ; no entretanto, qne
damos os parabens as familias desses senho-
res.
He liojo o Te-Qeuma na Boa-Vista cm
acea de gracas, porse ter finalisado a etaicao em
perfeila tranquillidade. O orador he o revoren-
dissimo iregador imperial, padre niestre Joo Ca-
pislrano de Mendonca.
L'm moco que jarla-sc da Una edueacao lac-
rante reiinioes, ou entre pessoas drcumafuls., a-
sna-se nos dedos ora, nao he s esse moco, tetno
vislo mais alznns : poiem tiquero renos que seme-
llianlc 1: ilion he parlo de urna groascira edu-
raro.
Celos individuos 1 asseiam i noile (mesm.>
de luar; as ras de Olinda em menores, embrullia-
Jos em capotes : lalez 'luoirara-se ter por bomcii
i hunestus ; mas engsnam-se, roeus saibores, i4o
s lie proprio da elasse rale.
Algumas bijas de sipsieiroe raircinmi tra-
balliam em Olinda nos domingos c dias sanios ru-
mo em dia til: pois nao se contentan, com toda
a semana .' para que profanar o domingo '
Foi celebrada no domingo 9 do correnle, a
fesla de Nossa Senliora de I uaddupccom derencia,
e varias outrasfestinhas teeiu-se feilo em IJIinda
soQViveis ; estara em inteiro despreso a igreja dn
Cupe, se nao fosse o zelo e cari lade do digno (li-
so urriro o Sr. professor de msica Canillara. Es.-,
Iicinom tem sido incansardem procurar o meliora-
mento material e moral desta coafraria.
* Ekmi uma casi na ma de San Bento, do
Olinda, cujas portas esli abenas ; de dia he
ovil de porcos, cabras e cameiros, e a noile he "
covilde tnalldlores: da lem rotulo qnn IMasra
jieriencer a Santa Casa da Misericordia.
Foi hornera o dia marcado pda congrega
rao da Faculdadc de Direilo.pir.i o eonfarimeniodn
grao de Dr. aoSr. bidiard Manoel do Nascimen-
10 Machado Portdla. As II horas da manhaa,
na sala nobre da mesma Faculdade, preseoles S-.
Excs. o Sr pi.-i lente da provincia, con) mandan te
das armas, chele de noticia, general -jjra, diroc-
lor, lodos os lentes e substitutos, e grande oumer
de espectadores, foi rooferido, depois de nm dis
curso recalado pelo doctorando, o grao de Dr. tm
essa orcasiao o mui digno lente o Sr. Dr. Jeronv -
1110 Vilella, pronuncio 1 um bello dn
dando quaes os deveres e obrigacaes
recebe o grao de Dr.
LI.KI fOlIiS DA FRKGUE/.LV DA LI /..
Os Srs. Votos.
Tcnente-coroncl Manoel Leas de Aranjn
l'inneiro
Capiao Joo de A/evedo Araujo Probare
CapiLio Jos Fetreir < .ornes da Silva
Propneiario Joo Dias Carneiro da Ansu-
querque
Capujo Manoel Cavatcanti de Allniqnerqne
Tetienie Joaquim Miguel Pereira Frdre
Lavrador Francisco Joaquim da Costa
Capitn Francisco Joaquim da Rocha Fal-
can
Capito -los.; Ferra/ Daltro
Alferes Antonio Brazilino de llcllanda
Lavrador Joaquim de Araujo Pinheiro
Rendeiro Francisco Jos Morda da Costa
Rendeiro Antonio Vicente Ferrara Chaves
Lavrador Amaro Martins \ ianna
Suppleoles.
Os Srs. :
CapiLio Francisco Amonio Cabral de Mdln
Proprieurio Manoel Carneiro de Albnquer
que
Padre Flix Jos Moreira da Costa
Dr. Joo Antonio de Souza Bellrao Aranjn
Pereira
Proprietario Joaquim do Reg Barros Pes-
soa
\ cente de Araujo l'inheiro
Reverendo vigario Ignacio Alves da Cunha
Soulo Maior
Manoel Anlunes de Mueiro/ Barros
Thom Lefio de Castro
Tertuliano Carneiro de Ailiuquerque
S meriro Carneiro de Alluiquerqne
Manoel Tiburcio Carneiro de Albuquerque
Francisro Xavier Carneiro da Cunha I am-
pollo
Diogo Soares Carneiro de Alboqucrquc
KLEITOllES Da FRECCEZIA DO I
Os senhores :
Tlicolonio Jo': de Frcila-
Manoel Joaquim Man|ties Una
Anlonio Feij de Morses Lins
Jos dos Santos Sou/a
Jos Joaquim Bezerra de Mello
Jos ntonio da l'orciuncula l-aage
Malhias Ferreira de Mdlo
Francisco Quintino da Silva Yidra
A ntonio Jos Rodrigues
Joo lira/, de Vasronrellc.
Anlonio Jos.- Perr-ir
Minoel loaquim deS-iiirAiiiia
Manoel Come, ra I'iinliaHmlr
-los (.omfC"t.ri! Jnmoi
Di. Delhno Air RMoCtrnlcnMi .ii Aii-....
Vt5.
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uni i fMWBeco VE".A gjjj is wqvwbbo oe iiis
Joo Gomes da Silva 346
Jos Remigio Guimaraes 345
Francisco de Paula da Cunta Baslos 34*
Jos Fabianno da Cunta Bastos .IV.
Pedro Jos da Silva 342
Manoel Francisco de Amorim 3i0
Jos Gomes de Moura Borba -'AO
Jos Gomes de Almeida 339
Gadino Al ves Barbosa 338
Leandro Pereira Barbosa 337
Joaquim Miguel Gomes da Silva 335
Jos Joaqun) da Silva 33fl
Jos Hooortlo Chaves 333
Joaquim Molo Teixeira 330
Joo Francisco da Fonseca e Mello 328
Joaquim Jos Cerilo 31!)
Vicente Perreir Padilba Calumby 317
Joaquim Jos de Meira Torres Gelindo 315
Aleixo Jos da Luz 301
Vigario Manoel de Mello Falco M. 290
Jacinto Jos de Mello 295
(jf-uiz Francisco de Moura Borba 254
TUartinho de Mello Albuquerque 241
ELEITRES DA FRLt'.UK/IA DA
BOA-VISTA.
i unhores: Volos.
1 cnente-coronel Antonio Carneiro Machado
Ros 20
Professor Simplicio Jos de Mello 510
Major Jos Joaquim Antunes 309
Proprielario Rufino JosCorrea de Alincida 509
Capitao Amaro de Barros Crrela
Tenente-coronel Antonio Carlos de Pinito
Borges SOS
Dito Tbeodoro Machado freir Pereira da
Silva B07
Dr. Bento Jos da Costa -""OS
Tonente-coronel Thoraaz Jos da Silva Gus-
mao 502
Proprielario Vicente Antonio do F.spirilo
Santo 502
Empregado publico Thomaz Antonio Maciel
Monteiru 502
General Antonio Correia Seara &0
CapiUio Jos Mara Freir Gameiro 502
Dr. Luiz de Carvalho Paes de Andrade 501
Empregado publico Manoel Coelbo Cintra 501
Padre Francisco Alves de branles 500
Empregado publico Jos Antonio dos Santos
eSilva 499
Dito Jos Alfonso dos Santos Bastos 499
Dito Manoel Luiz Vires 499
Dito Joo Gregorio dos Santos 498
Capilao Jos Goncalvcs da Silva 498
Empregado publico Joaquim Jos Ferreira
da Penha 497
Escrivo Francisco de Barros Correia 496
Empregado publico Hvpolilo Carvalho de
Vasconcellos Albuquerque Maranhao 496
Dito Francisco de Lemos Duarte 496
Dito Luiz de Azovedo Souza 496
Escrivo Francisco Ignacio de Athayde 496
Empregado publico Joaquim Mileto Maris 495
Artista Ignacio Jos da Assumpc,o 495
Padre Francisco Pioxoto Duarte 495
Proprielario Jos Carneiro da Cunta 495
Dito Beato dos Santos Ramos 493
Empregado publico Belmiro Augusto de Al-
meida 490
Tcneote Jos Anto de Souza Magalhes 490
Capitao Joao da Silveira Borges Tavora 489
artisla alexandre dos Santos Barros 488
Dito Miguel Ribeiro do Amor.il 487
Escrivo Pedro Jos Cardozo 485
Supplentes.
Os senhores: Volos.
Tenente-coronel Manoel Jos da Costa 337
lente Decio de Aquiuo Fonseca 336
Conimcrcianle Flovio Ferreira Cslo 335
Proprielario Thom Carlos Peietli 334
Cominercianie Belarmino de Barros Cor-
reia 334
Dito Joaquim Elias de Moura Gondim 324
Proprielario Francisco Accioli de Gouveia
Lios 327
Dr. I.ourencp Trigo de l.oureiro 3'.'.6
Proprielario CI01 indo Ferreira Clao 324
Dito Jos Iliginio de Miranda 318
Hilo Venceslao Machado Freir Pereira da
S>lv. os
Dito Joao Barlholomeo Goncalvesda Silva 318
Dito Jos Barboza de Miranda Santiago 318
Proprielario Ruiino Gomes da Fonseca 318
Dr. Rosendo Aprgo Pereira Guimaraes 318
Artista Pedro d'Alcntara e Silva 317
Professor Porfirio da Cunha Morcira Al-
ves 315
Solicitador Miguel Arcbanjo Fernandos Vi-
anna 3! 3
Commerciante Jos da Costa Brando Cor-
deiro 313
Major Manoel do Nascimenlo da Costa Mon-
teiro
Commerciante Joaquim Fernn le- de Azove-
do Jnior
Artista Geraldo Amarante .los Santos
Dito Manoel Joaquim da Costa
Dito Jos Joaquim Ramos e Silva
Commerciante Andre Guilhermc Brekenfeeld 307
Proprielario Joao Pacheco de (ueiroga 307
Dito Francisco Rufino Correia de Mello
Dito Francisco Martina Raposo
Tenente-coronel FeJiciano Joaquim dos San-
tos
Artista Manoel do Nascimento \ ianna
Desembargdor Manoel Rodrguez Villares
Empregado publico Manoel Antonio Mariins
Pereira
Artista Jos Nunes de Oliveira
Dito Francisco Mendos Mariins
Commerciante Francelino Augustod'Hollanda
Chacn
Dito Joaquim Jorge de Mello
Professor Joaquim de Oliveira e Souza
Artista Jos Lucas Rodrigues Machado
Hospital Je cardade J4 de novembro71
(lenles.,
1571.
Ate aiiitmhia. v
muas pessoas para Iguarassu', quo no entan'.o,
nao podaras votar, nem ler volos para eleilores.
Basta isto para \ me. ver como correm as cousas
por aqu.
Por parte do partido dominme temos tres can-
didalos.
O Dr. Manoel Joaquim Carneiro da Cunha,
que coma com a inaiot a dos votos das duas fre-
guezias deOlinila, alguns de Maranguape, poneos
em Iguarassu', e muitos poucos em liama-
ror.
O Dr. Silvino Cavalcanli de Albuquerque, que
tero a maiora dos collcgios de Maranguape e Ita-
marac, e alguns em Iguarasiu' eem Olinda.
O Dr. Joao Antonio Cavalcanti de Albuquer-
que, tem maiora de volos em Iguarassu', poucos
em llamara: c nada em Olinda e Maran-
guape.
Do lodo praieiro retiram-se os candidatos conl
a pifio das eleicoes aqu c na illia.
Para aprovoilar o portador deixo de extenso.
para mostrar que amatoria real llie perlenee. Esla nllto o pirlido cmwervodnr, depois de haver ido elleito entre a liberdade e a virlude. que nao se co-
i.es. O que nunca DO- [examinada a cundir> de caita votante, "ornear rom-' nhece nm so homem vcrdadeiromenle virtuoso que
miaSea ron posta da principan influencio da fre-. a leolia negado. Nao sflo senAo os viciosos que kan
llera' ser dito lie que liouve compres-Ao, violenrio,
intimidarlo ; cada uin vulon ci.iiio quiz, cedeu l'l
ednceSea que qett, icredilon un* promeaeaaeu nal
eaperanca que qeii. A forra publica durante a en-
trega das lisias fui senipie insiguilicaiitixiina, i sol-
dado* em cada igreja Depois de leda a votacao p
din ante a opurorAo liouve a presenra da maioi nu-
mero de soldado quaudo o patudo liberal, iU praiei-
ro denuuriou nleurcs de vinlenria dt parte do par-
tido guahiru'. ou conservador, inlerirors de que as
aoliinl.de claramente o suspoilaroiii, e nos laiuliem
denunciamos. As riecis&ea da presidencia trozem o
runho da imporcialidode. e pareceni revelar a mainr
solicitud! em dar ao partido praieiro ou liberal to-
da ai aranlias.
Nflo se Hieran empre as eleicoes por ple modo
no*M pala. Lamentando o pasudo, fuljamos de
eslalielecer hejn este progreso que he real. As pri-
nienas eleicoes que e iiierom ( lalvez algumo de
senador) ja nflo aprevenanlo mesas compostas de
um su partido porque bem claramenle ossupplen-
les de eleitores tilo em (odas as purochios os praeiros
ou lilieraes.
Asqualificacei, le Janeiro pioi'.rnoja serao feitai
por mesas parochioes compo-las de dou. eleilores
zuakirtH e iluu
gMlia, a< quae lenc'o a sua frente o caudidalo, que
raoi sv mpathias llie mereca, andavain de porta em
porta solicitando volas, com OMal boas palavias de
que sosia o 110.su povo, sempre doetl, sempre bnm ;
mas evretsivamenle crdulo, fcil de inllsmar-se
Um frito.
E como o poileriam faier os primeiros, se vivendn
em lula rnnliiiua com a paiao para obedecerein
ao dever, nao eslao um so monienlo privndos da
conscienria do seu evercicio '.' Os segundo, sim, tem
Eis mais urna doulrina nppoila i da Igrcja deque de nao he urna famldade especial e di.lm^ia da anB-
praeiros. Assimopaiz taha do estado
EI.E1TORES DA [FREGUEZIA DC SS. COS- 1 *'" 1ue ,e aehaw quaudo um dos parlidoa recosava
capaz de lodos os ewessos. quando inlniido de urna toda a raiflo de nei;-la. pois mo a exercendo, nada
idea falsa, como ja fot vees lein acontecido. : Ihes pode alleslar a sua existencia.
l-lo tambem qoiztram evitar os conservadores de Esta he tandiem a doutrina da propria relisio que
S. J'so. n ie..-!i.i .
Files uaoderamlu;ara que boa f e credulidad* do 1 () h mem nasce no peccado, p na he senAo usan-
povo de sua trruuezia los*em tunverlidas em inslru- | do da liberdade, ajudado pela i:r.ira, que eooaagna
inenlu o.lioso das ptnAes de homens desalinailos, a | lev. nt.ir se.
quem a coiiscieucia da propria impulencia tolda a
raiflo, e lraduz-se por um ddiiio sem nome. A
predeniia aqu tul anda mn elemento de Irium-
plin.
Eiilrelanlo porque modo proce a o partido praei-
(I r. Feiloza por tanto nao so se ach emoppo-
sic.lo com a boa pbilosophia e com a iareja calholira
a "espeilo da libirdade de lieos, senao lambem an-
da a respeilo da nalureza da liherdade do homem.
Se lomea livres, > a hherdade .-.insiste na pai-
ra '.' como coiresponlia elle a e*M proceder de seus ribilidade da nflatelo, na possihilidade. oa capaci-
MEEDaMUO.
Compareceram 159 votantes
Tenente coronel Hemeterio .los Velloso da
Silveira 151
Advogado Jooo Francisco do Amaral 129
Dr. Joao Antonio Cavalcanti d'Albuquerque 104
'jao
Cavalcanli
10*
104
104
104
10
104
103
103
103
103
103
103
102
102
102
102
101
100
99
99
97
97
97
06
93
99
su
87
83
82
79
78
7r>
71
68
313
312
312
308
307
304
304
304
303
302
301
300
300
299
287
286
281
Vigario Jos Joaquim Lobo de Alberlim
Padre Sebastiao .lose Ribeiro l'essoa
Capiliio Pedro Jos -Monte-Negro Villarim
F.scrivao Francisco Xavier Cavalcanli
Bento Jos Pacheco de Almeida
Tenente Francisco Xavier Das
PadreTrajano Estevam da Providencia
Capitao Joaquim Cavalcanti Galvo
Tenente Luiz Ignacio Ferreira de Araujo o
Silva
Geraldo Laurinto de Siqueira Vareji
Escrivo Joao Baptista Teixeira Cav
Jos.'1 Mathias da Fonseca
Padro Joaquim Jos Cobo de Alberlim
Padre Genuino Gomes Pereira
Tenente-coronel Francisco Cavalcanli Jaime
Galvo
Pedro Celestino de Souza Pimcnicl
Escrvo Jos Maria de Caldas Brandao
Manoel Filgueira Galvo
Manoel do Reg Albuquerque
Andr Cavalcanti de Albuquerque
Claudino de Menezes Vasconcellos do Drum-
mond
Francisco Xavier de Andrado Jnior
Sergio Clemente Souio MaJor
Tenenie Francisco Cockles Teixeira de Araujo e
Silva
Joo Barreiro Rango!
Joo Evangelista de Almeida
Joaquim Jos da Fonseca C.alvo
Joo Jos Freir
Jos Januauio Uourado
Capitao Hermano Jos da Silva
Jos Ignacio Ovidio
Cosme Eugenio da Costa
Antonio Mariins d'Assumpeo
Capitao Manoel Joaquim da Fonseca Galvo
Estevo Evangelista Lucas
Supplentes.
Os senhores: Votos
Amonio Benlo de Araujo 67
Alexandrino Jos do Amaral 50
Major Antonio Barboza Cordeiro edusmo 50
Tenente coronel Jos Gomes Ferreira de Abren
e Mello 49
Capitn Francisco das Chavas l'crreira Duro 49
Dito Antonio Gome Cordeiro de Mello 49
Jos Laurenino de Azevedo 49
Alteres Manoel Ignacio Pereira da Silva '9
Antonio Jos Mauricio 49
Francisco de Araujo Piohciro 49
Columbo Pereira de Moraes 49
Joo Paulo de Fraga 49
Luiz Marques Bacalho 49
Manoel Ignacio de Albuquerque 49
Thomaz Jos Tavares de Mello PJ
Bernardino de Sena Salles 49
Coronel Manoel Pereira de Moraes 48
Tenonio n ...... 1 r,..,,.. 11^,. Ro7nrra do
Menezes Jnior 48
Antonio Gomes Ferreira do Abreu c Mello 48
Antonio Joaquim da Fonseca Galvo 48
Joo Cavalcanli de Laccrda Galvo 48
Luiz Ignacio de Albuquerque 48
Pedro Francisco Peixoto 48
Coronel Manoel Jos Serpa 4s
Antonio Fernandes Velloso da Silveira 47
Manuel Joaquim Pereira Jnior 47
Ismael Clemente Bezerra 17
Benedicto Manoel do Rosario 46
Manoel Ignacio da Luz 46
Joo Neponoceno Cavalcanli 4.)
Luiz Clias da Silva c Albuquerque 45
Florencio de Barros '5
Panialco Jos de Santa Anna 4->
Manoel Cavalcanti Gadelho 4 1
Joo Thenorio de Albuquerque 43
Pedro lorge da Silva Ramos 41
lloberio Gomes de F'ruga ^6
alexandre Tavares da Silva 35
ECEIFORES DE ITAMARACA'.
Major Antonio Cordeiro Falcan !<>
Luiz Cordeiro Cavalcanti de Albuquerque 96
Major Alexandrc Pereira de Alcntara 96
Tenenie Guilhermino Ferreira de Alcntara 96
Joo Cordeiro Cavalcanti Gitahy 96
Manoel Florentino Xavier Miranda 90
Romo da Costa do Amaral ''>
Manoel Lopes de .vlhuquerque ,J6
Joaquim Bronco da Assumpcao Piros 96
Alexandre Jos de Souza '">
Manoel Lobo de Miranda Henriqucs 98
Leandro Jos Dornellas 9,>
Anselmo Ferreira do Alcntara ,J^
*oo Henriques de Miranda M
Os supplentes sao da opposico.
Carra particu\ar.:
usar de seus di re lo- ou lamia aprcsMil r-se e deixava
ao oulro loda a ingerencia e direcgAo. (Juando po-
rein empreamos aqu a palavra trmia devenios no lar
que esse partido sempre usou com desembarazo de
seus diredos pelo que loca a' imprenta. I.uuvaio
eja Dos, em paiz nenlium ella he mais livre do
que no Brasil, e lalvez em neuliom, ella seja tanto,
que he na Inglaterra.
Das paroclnas do interior conlinuim a vir noti-
cias de paz e ordem publica, poror de ureu-
lari lades e descuucerlos no proceder das mesas
ou dos juizes de paz. Contiena o expediento do
Soverno a conler medidas o deciees em materia
eleiloral.
Sabbado l.'i do correnle foram absolvidos pela re-
lacAo o< presos condemoados pelo auditor de mari-
nba, pelo furto de escravos do palhabote presiona-
do em Seriohaem.
Vetarara pela ab*olvi<;Ao os senhores desembarga-
dor lleriiardn lt.iin.-ll > que foi o relator, Kocha Bas-
los e Valle; vntaram pela coiillrmarflo da sentpnra
os senhores desembar^aJores 'IViles, liomes Kiheiro
e Andre Haslo'. Ja ae ve pois que houve empate e
Enarenen aoi roi o vote de Minerva. Como o Sr.
desembargador Kabello.di/.em, linha antes declarado
o seu voto pela conliruiaeo da seutenra, ao saber-se
que seo relatorio foi um ariazoado em Favor dus reos,
su se pode repetir o sapientis . liuiii.
Occorreu mais la para as bandas do Hio Formse
a lirada de um preso do poder da jarllc*. A escolla
de setesida ios que o acompanhava foi alocada por
oita facinerosos, o chefe dos quaes foi morto no coo-
Uicto. sendo feridos dous soldados. 1) pre*o eseapou.
Dizem que era um grande facinora de _'_' anuos de
idade e 21 crimen de morle! '
contrarios
Dao dile-lo : elle linha chei;ado ao ultimo aoga
do -,eu fiene/i.
Rao someiilp o Ueroi, esrriplo por urna panul
ensopada em IV|, yoniiiava diariamente loda as iras
contra O partido conservador, se nao lambem erarn
alliudos paiqnini pelas esquina, Mfacando-M apo-
dos a liomes respeitiveis, no intuito de se excitar as
paixe populares, com embustes e calumnias, que
felizmente foram despresados !
Mas isso nao deve sorprender : o partido actual
mente decahido precisa de tae< armas, principalmen-
te na (regcela de que traamos.
lailain-lbe alii homens de popularidode real, in-
llueutes por alientes, por dedicaroes que e o meri-
lade da queda, como elle diz, sendo cello queso
pode cahir qoem nflo est deilado, legno-ae que nao
nascemos em peccado, o que he peccando (pie exer-
cemes essa farnldade.
E que doulnna periL'o-a nao he eatn, queridoami-
RO, nao snnienle para os proprios intlividuos (|oc a
prolessam, senau tamhem inda mesmo para o paiz
em que vivera
Se he cerlo que, consi-tindo .1 intetligaar.il ni ca-
pacidade de conhecer, lodavia nao nos mostramos
realmente inteligentes seno qoondo, exercendo es-
sa facnl lade. adqueiimos veriiadeirui cnnliecimen.
los; lambem deve ser cerlo que, consistindo a li-
berdade na posibilidadc da infrafcao, na possibili-
dade, na capacidade da queda, nao nos mostramos
- un..- lu'io-, ea -aula relenlo que profes-ainos.
Se o homem nao se perdeu tolalinriite. que ueces- 1
sidade havia de que o proprio Filho de Dos se re-
vestisse de nossa carne e viesse ao muuJo sollrer e
morrer por nos *
A graude7a do i-ni" li-i n.t i sera utna prova da
L'rande/a do mal '.'
(I Dr. Feilo/.a, dpsenvolvendo o seu peosamenlo,
di/ mais adiante que loi o principio do eiro que,
por loduCCflO, por persua-ao, arraslou o homem a ni*
fringir a vonlade de lieos, a pralicar o mal : que
desde enlo, |arnando-ae o erro o principio pre to-
tade, mas apenas um modo oe ser da m*ma.
Na vonlade, continua elle, esta a imlixi
ao do ser ; a vonlade he .,, tm ^^ _^_
pna, e a liberd.ile lia medida, a eilroao. o li-
mite desa acco. (ia,vi ^ elae. r ooa m
in lividualisaco. o se.- como qw ,.P( I. t .y. nah
darte O. iiili-Unria mlependriite ; emau lacada a
vonlade em -oa e-encia. dei\fl ,,, ,, rn
uhilancia. e ha compromelliaaeiiln d librrdede
compromellimenlo necesumn.
loaaoa pata, qae a liberdad* lln h..mei en* Iw
ama laculdade dislmcla da venlade d I
iiinrto. era de niisier que a I rrilmle dao-1 mas sim eaM meama vootade ngue da vonlade nei e.-.ria. ., !i
lo possoal pode iiear ; no enlama qoe no parli conse vador avulliro os nomes com laes p-edicados. culdade, cahimos, infringimos a Ici ; islo he, que-
Ahi esla' o bem cooliecido Se. (eiienle-i-oionel Fran- remos e obramos o mal
ca, querido de lodo, popular em lo.tas as eras,cns- Sem duvida ama tal liherdade nao ser jamis do
liluiudn um centro de Forcu, que seus adversarios j soslo do9 homens honeslos, nem amada pelos cora-
jamais poderao Ueilrmr. A hi estilo os Srs. juiz de I ;es bem formados; ella nflo peder ser apreciada
paz Baslos, Manoel J. Ferreira Esteves e seus ir-, senao pelo-espirito turbulentos, pela almas depra
mitos, Acciuli etc. e muitos outros que tunee iriarnus vada. tfs porque le disse na precedente que de
se Bomeauemot, os quaes tem quioliilo igual na yic- i bom prado a reiiunciava, e que de lodo o caraca
loria eleiloral. E he iuconlestavel que oos praeiros i agradecera quem della me despojaise.
i&0Mmnniea1>$&.
VILLA DE IGFARASSL'
ti de novembro.
Ha inuito lempo que Ihe nao escrevo, e entre
outras roznes prima a preguica, peccado de que
me aecuso principalmente. Muiuts noticias dignos
de publicidade tem sido caladas, e o descosiumede
escrever j se vai apoderando de meus dedos, de
luaneira, que com custo rabisco esta. Os annos
que me vergam o dorso, os achaques, con;equen-
cia do cholera, que soUr, me vo lomando quasi
inerte ; as minhs tracas palpobras me cobrem os
olbos, que com esforco se levanlam do chao, que
contemplara como habitaron prxima, para o alto,
indo mora aqnelle, que continuamente invoco
na terrivel viagem, para que o tempo com
momirrada me convida 1
Quando \ me. menos pensar, recebe a noticia
de queja nao he de-te mundo seu velho e imperti-
nente correspondente, que como ultima vaidade,
deseja ver seu nome estampado no Diario, ro-
deado de estrellas'brancas em campo negro. Fri-
tan vario ludus,quera foi onoliciadordelguarasu;
se certificaran de que andaram eindosem seus cui-
dos ; cu nunca fui lembrado como capaz de escre-
>'or. e por isto nem olhavam para mira. Procu-
rarei ser agora mais frequente, anda que para isto
foco algiini sacrificio.
Concluirn!--,: as eleicoes, c o resultado adian-
to ver. A praa apreseotou-se em atiitnde firme.
Beta que livesse havido no principio um pequeo
disturbio partido da seu lado, o que um ou oulro
imprudente arriscasse algumas palavras descome-
dtdis, com ludo devo confessar-lhc, que a opposi-
co poriou-se bem. Pleileam com forc suacau-
KEPARTICAO DA POLICA.
SCreloi ia da policia de Pernamhuco 15 de no-
vembro de 1856.
tiln. eExm.Sr.Levooo conliecimenlo de V.
Eic.,que das lilTerentesparticiparOes hoje recebidas
nesla reparlico, consta que se deram asseguinte
oceurreucias:
Foram presos : pela ubdelecacia de Sonto An-
tonio, o prelo escravo Beuediclo, por fgido.
E pela subdelegado da fregue/.ia da Boa-Tilla,
Antonio Seratim dos Sanios, por forlo, e Jos Pe-
reira da (looceic.li, por espancamenlo.
Dos guarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. con-
sellieiro Sergio Teixeira de Maredo, presideute da
provincia.O chefe de policia, Dr. I'olicarpo Lopes
Ue Leo.
&iaru de pcvnamviuo.
Kecife, IT de novembro as S horas da noite.
Esla' concluida a eleicao dos eleilore lano na
fre:uezu da Bua-Vi|U como na de Santo Antonio.
En ambas venceu o partido guahir ou conservador,
par urna grande inaioria, com adinrenla porm de
que na Boa-Visla parecem concordar ledos os parti-
dos, que a eleicao so passou sem fraude, sem tro-
de lista
AS ELEIWES PRIMARIAS DtJ PKIMEIKO
CIltCCLO. ;
A provincia de Pernio buco dlingne-sa e torna-
se uolavel entre uas irmaas, nao smente pela ra-
pidez com que, comparativamente a ellas, c.imiulia
mas vias do progresso material e industrial, de que
sao prova os importantes melhoraiiientos que ahi
etistem execula.los, e outros em execuc/io ; mas an-
da e principalmente pela educacoo moral.de que deu
exemplo com a ordem e socego quo hilo reinado lias
eleirOe, que acabara deUer lugar. E ueste ponto
em duvida alguma, ella deu ao Brasil inleiro om
tesleruunhu' exuberante de que lambem se adianla
com {mal rapidez uessa e-trada do progresso
moral, aberla pelo mundo civilisado sb a influen-
cia das luzes do nosso secuto, em que lauto predo-
minara as ideas de fraternidade e boas relacoes so-
ciaes.
A execa^m da nova le eleiloril pareci dever
produ/.ir nina coramoco geral na provincia, pela
Iota reohida do partidos.divididos em parcialidades
pelos diversos circuios, em que deviara mostrar seus
elementos de evisteocia e forja local.
O governo fez a promessa solemne, que cumprin
religiosameule, de que arauteria a liherdade do
voto a todas as opinioe : o partido da opposico ou
antes o partido praieiro, prestando a f que devia a
sinceridade de semelhaule proraesa. preparuu-se
para o combate. E sendo cerlo, e hoja he inques-
lionavel em vista do [esullado geral da eleicao que
esse parirlo ac!ia-e reduzi lo a urna fraca minora,
licito era recelar que elle procura-e recorrer ineios
de intimidadlo, promovendo desordens e motins,
como os que sederom ullimomeiile as eleicoes mu-
nicipoes, com o lini de afastar das urnas ospacilicos
membroa do partido conservador. Cumpre, porm,
coufessar que ana receio nao se reveslio de reali-
dad.?.
Essa MSnranea dada palo governo, que, dipondo
do i-J.... "wi se mostrasj ilino3lu o iolrr-
vir com lodo o seu podero para manler a ordem,
conler os partidos em seus juslos limite, e esmagar
aquelle que se excedesse, foi um peubor s.sra.lo
que o ponido conservador deslo p-oviticia aceiloo,
e, escudado nelle, apresenlou-se lirme. compacto e
decidido, pleiteando a sua caosa, com a f de -mi
antigs craneal, com o eolhosiasrao pacifico deque
tem dado provas, sem o auxilio do ccete e das b>o-
nelas policiaes, recurso de que oulr'ora usara e a-
bosara o parlidu decahido maniendo era -ua- liteiras,
e respeilando na dos contrarios o livre exercicio da
liherdade do voto.
O partido praieiro linha convidado a lodos os seus
merabros, para que disputassem o Iriompho das ur-
nas em todas as localidades era que conlnvo meia
duzia de amigos liis; e di era cada una dolas, aliaudo-se aqui on all com es-
sa classe de descontente, que he de toda as pocas,
e que quasi sernpre se forma das sobros sem presu-
mo dos partidos, ou da pretenees individuaes ma-
logradas. Mas a eleiroo do pnmeiro circulo pare-
ca ser o alvo da maior arabic.ao da opposic,ilo. Era
ahi que se apresenlava candidato, se lie que alada se
n i" aprsenla, o redactor em chele do Liberal, que
como he libido, repula-se urna dos primeiras illus-
ir.ices scientilica do presente seclo, snpeiinr
lodos os respeilo, nilo s as mediocridades do par.
lido dominante, em que de cerlo uoha habilitar/es,
mas al ao proprio chefe de seu partido, o Sr I r-
bano Sabino Pessoa de Mello, cujo baslito desde mui-
lo Ih'o irrehalou. Asim, pois, eulendendo o mes-
mo redactor era seos sonhos dourado, que o pri-
meiro circulo lhe perleucia de faci e de direito, fez
convergir todas a forcaj de seu partido para essa
eleicao, que seguramenle foi a mais livre qoe se po-
de desejar. Ahi nao houve a menor coinpressdo da
policio ; a liherdade foi ampia e a auloridade s
moslrou sua iceflo para providenciar no sentido de
garantir o pai lido decahido, e salisfazer todas as suas
reclamaces e mesmo exigencias, sempre que estas
liuhain algum lado de m-l n;.i ou rarA .
E a ese respeilo foi tal o escrpulo e sinceridade
com queie procedeu. que urna so auloridade poli-
cial nao se apresenlou eaadidalo ao eleitorado uo
primeiro circulo; ao passo que ua fregoezia da Var-
na, por parle do partido pr.ieim, o subdelegado con-
correu a ele So, e acha-se cleilo eltilnr !
l'ma apreeiacOo rpida da marcha do processo e-
leiloral do primeiro circulo moslra al que ponto
se elevaram as forros dos dou par lido-,que nelle fo-
ram parte, quaes os recursos de qoe cada um se ser-
vio e de que pode servir-se no futuru, quaes os ele-
mentos de existencia propria, que cada um apr-
senla.
Nao se adiando de todo ultimada a efinron de
Sanie Antonio, a quol deve certamenle ler corrido
de modo regular, pleiteada como foi pelus membros
de ambos os partidos, e por este inspeccionada,
guardaremos para oulra occasioo o que sobre ella
se deve dizer ; oceupando-nos por anconi as e!ei-
coe ultimadas do Becife e S. los, cujos eleilores
prefezendo o numero de 13, anegaran) por si
um thompho completo oo partido conservador.
A eleicao da fragoeita deS. Fr. Pedro Uonealvaa
do Becife, correu l.io livre e pacilica, que um so fac-
i se nilo deu, que ino!ivase a menor reclamac.lo ao
presidente da provincia por parle do ponido pr'aeiro,
sempre promplo p diligente em fze-las quaudo o
menoi pretpxto se Ibes oll'ereria.
As for5as dos partidos uessa fr("uezia torooram-se,
em verdade.desiguaes, desde queemvirtude de urna
coinbiiiarflo,se consegaio organisai umu listarle elei-
lores coniposla ilas prinripaes influencias do primei-
ro e scuuudo dislriclos ; o que rednzio o partido op-
poskionlita a uma Imigaiflcaale minorli.
O Srs. I.eaes com o aoxilio de seus prestrnosos
amigoa Antanea e oulraa, Maegoravan
In di chapa no primeiro districlo, onde predomina
o eommcrcio. sempre propenso >s ideas de ordem,
sernpre anlypalhico e avs-o a loda e qualquer agi-
lalt.un nornes t
Nana fre:uezia ceu-sc o mesmo que icima disse-
mos acerca do Becife : a eleicao correu de modo lao
regular, que os praeiros nao tiveram que fazer re-
rlainiiaii.- a S. Exc. E todava ella foi disputada
palmo o palmo, corlo alias o dissero o proprio orgo
oppoicionisla, o Liberal l'ernambucano. Mos tie
que os dou tercos dos volantes perleocetn, sem du-
vida, ao parliii i conservador : o faci o mosliou,
embora a opposijilo procalamasse pela impreusa que
o resultado da eleico ser-llie-hia favoraval.
He Tardada que o Liberal 'ernambucano tem
procurado delurparc resultado da eleicao, profenn-
doinvectivar u caloiiiniar a conl'estar urna derrota,
que oo demais nao he deshonrosa. Mas para re
pouder-llie, paro mostrar que a eleiciio de S. Jos
he a evpre-so verdadeira dos v oanles, para mos-
trar que ahi correspondffi-se lielmenle as vilas do
illu-lr.nlo t impar, lal ,a iniini-lialor da provincia,
basla dizer que leudo o partido praeiro orna com-
missilo eucarrenoda/de inspeccionar o processo elei-
loral, e sendo esl/baslaule vigilante, uenhuma oc-
casiAo leva, como ja dissemos de lazer rcclamar;6es
a S. Exc, dexieU|a rectidao e nobreza de caraeter
nada he licito dizer; pois he sabido que S. Exc.
constantemente repeta que elle mi se inlearssav)
directamente pelo Iriumpho do causa desle, ou d'a-
quelle lado poltico ; mas que o que desejava e pe-
dia era que cada partido procurasse vencer sem per-
turbaran de ordem publica, sem recorrer oo em-
preaj da fraude. oi exactamente o que se fez nos
duas eleicoes de qne lemos tratado.
Assim, pois, eonfeiM o partido praeiro a Iroque-
za de suas forras, resianamlo-se a coadic(floem que
se ocha, qoe nlsso nada ha de in lecoroso ou menos
diano : o embuste he peior qne ludo.
I itunii.ra a eleicao como fca dito, foi uo dia
Espanla-rae, nilo posso coroprehender mesmo que
o Dr. faca conaislir uma faculdade no exercieio al>-
uiivo, que della fazem alguns. tiio ignoro qoe a
existencia de nos-a faculdades pode ser provada as-
sim pelo bom, como pelo nuio uso que das mesmas
fazemos, pois usar bem ou usar mol dellas he sem-
pre exerce-las ; mas la/.e-li cousislir no mo uso,
he sem duviila translurnar-lhes a nalureza, he as*ig-
nor-lhe um lim opposto quelle em qoe poz a vista
o Creador, quanto com ellas no dotou.
i De ?er o homem livre, diz anda Mr. t'.ousin,
tratando desle ubjeclo, de nao perlencer senilo a si
mesmo, nflo se deve concluir que tem sobre si lodo
o poder. Muilo pelo contrario, somente de ser elle
dolado de liherdade como de intelligeucia, concilio
que nflo pode, sem decahir, degrador essa liherda-
de nem mi iutelliiencia. He um uso colpavel da
liberdade o abdica-la. Ja o dissemos: a liherdade
nao he somente sagrada pora os outros, ella o he
tambera para si mesma.Subraelte-la oo juno da pai-
xAo em vez de aiismeiita-la debaixo da disciplina
liberal do dever, he ovillar em nos o que merece
nosso respeilo, tanto quanto o nos outros. t) homem
nao he uma cooso ; por cnnseguiite nao lhe he per-
mittido tratare como cousa.
Ha uma educacAo da liherdade, bem como das
outras nossas faculdades. He urnas vezes domando
o corpo, oulras govermodo a inlelligeucia, princi-
palmente resistiudo as paladee, qoe aprendemos a
ser livres. Encontramos n coda posso o combate : he
nosso dever nAo evita-lo. Nesso lula de todos os das,
forma-se a liberdade e engraodece-se al qoe lor-
ua-se nm habito.
o O que se himo ser livre i Cada om de nos sa-
be que he livre qu.urln sabe que he o senbor de sua
aceao. qoe pode comeca-la, suspende-la, ou conti-
uua-la, secundo a sua vonlade. Somos livres, quau-
a dislm
Sondo issoaxim. qurndo ....--------T-i*Tanw
o |.eii..in,-i,in do doulur, quande dir II,le teda
a liberdade amala loda a vonlade i <>, w _
* el..... a liberdade --...., v.-i.ui.le ,m .Ze.
Iimil, pode arr i-i.m esla I l.luerero elle ,utrt _r
a vunlo le com o seu limite arrwta a vonlade i
limite '.'
Conlesso-te qoe taba inlelli.-nria --latii |.
nflo pode comprehender ao sraude wvaterie.
leudo Mi. (ioiisin e-labrlemb. > IIpshj'
os me.un el Inhalo que am. mas elevaos* ee i
nilo, que po-ue uma liberdade inliniu ja*.le a i
oa
cesse ao muirlo para rehabilitar i reunir a humani-
dade, ensinando-lhe onde lat e em que consisto a
bem.
l-j quem he i Verdad*. peanla o Dr. Me
iilelligeiiria de Den-, responde. E quem he a in-
lelluieiieia de lieos'.' He o Verbo. E quem he o
Verbo '.' He o PUko. Loko, conciue, cumpla que o
filho deseeste ao mundo para dirigir a voulide do
hornera ao bem absoluto, ero mister ensinar au hu-
mera qual a vonlade de Dos.
llo, querido amigo, he puro pelauiamsmo, lie
lambem a doutrina do- Socinianos e dus Dci-las.
tU prirneiros desle neregai, nao prendo na propa-
garAo do peccado original em lodos mi, lomam a inleiligenca nilinila, e que a>-iiu cea
Kedempc/memum -enlrlo melhaphurico e diiem que ueucia he inlallivel. i-enia .la. inerrteue ale i
Jesus Clirislo iiA) lie Betemplor dos homens senao b-rafao, pois com um su litar per. en i*>Je e-la o
porque por suos lices os tiruu das Irevos da iuuoran- bem. asim a mi uher i.ide exreala
oa, e por seu exerrfplo, da corrupcAo dos coslu- m-i.........ni nenlium e.lun.i, u du|. r
mes : porque perdoa-lhes os peccados aclnaes, e por -ejoinle exrlama^o :
-no- promessa, por m .mi um-, etc., excila-os a a Liherdade espontanea E o qae aaer diier a
virlude,.i sanlnlade, a gaafcaro ceo. que -ignilic, o que exprime a oponlaaeidaita nah.
s ollimos leudo a rana! opiuiao acerca do pac- bordado A liberdade prudoz de M alaaaaa caxHa '
cado original, enleiidem tambera a Bedempc,o de A contade quer, a inMlien-im conliece oa pea>a
um modo emellianle. Elles dizem que Jess Cbrta o a senuhilidade -enle ; ma. a liberaii, que espe-
to resgatora os homens de seus peccados perdoindo- ci de actividad* deuion-lra .' '.oiire.la-ae a c*aei
Ih'os pelo poder qoe para isso recebera de Dos, que laneidade na lulelligeBcii : mas eapoelaaealaale na
morrera pur mis e hira Baila victima, porque con- vonlade e na vonlade livre 1 Crrnm ja* Con-ia
firmara por sua morle a doulrina que havia usina- se mu-Ira aqoeru do a-unapla. Arlo e.i.inl.fc>...
do, porque luorrendn, dera-nos u eiemplo da perfei- na opiniAo de Cuasin, lie aquelle qae Me he arde-
la obedieucia, pela qual podemos merecer o ceo, e nadu pela vonlade ; ur.i Minie ha aaaeiarsa 4m vataata-
porqoe pedio a Dos que nu< desse a coragem de de pode haver liberdade 1 l/aga a Mtiufla da Canana
imtalo. be uma va snblilea. a IU
E sera esto a doutrina ealholica '.' Nao, querido Com qoe laolidade, querido aruigu. sa aVualii
amigo. Jess Chrislo ensinou-nusa verdade, mas nAo ta anim om hornera qoe I tercateme imanan 11
ensiuou-nos loda a verdade. elle proprio he quero como o maior dos pliiiosophos vivo daalranca, e
isso diz ao seu apostlo : ao meu ver lambem do mundo inlehro, fo ja na*
0 Ea vos enviarei o E-piritn Santo, o K-pmlo exi-lein na Alleinanha K.nl, SUiell.ug, li-
cousolador, que procede do Pai : esse Espirito vos clile r ''esel que lhe disputen ena ajeara .' aat
ensnar loda o verdade e habilaro em vr'is, etc. horn te ha i. aunas estada plnlo^opi.ia, nao
.a. J. c. 14.) por a aiaaejfla, mas por oaraaia e qae esrreven v*
> io mostra isso claramente que o verdadeiro lim sobre esla acirtela des te INJIl, ensina-a deeoe l*M
da mis-Ao iio Filho de I i-o. foi oulro que nao eui- sempre com geral applaosn e areilaraa, e irn ea
nar-nos'.' Sim, o verdadeiro lim da encarnarlo do pars'.' Mas ah quem mandan meiier-t a ata-
Verbo Divino, conforme no ensioa a igreja, tiro qoe inouslrar a liberdade de Ueee, bateada aaai ee
su elle podia alcanrar, pois nenlium eole creado n- Pernambuco quem a ncgaiae !
nha para iiso bastante merecimenlos, foi remir e I Entretanto nao lia Mr. Cuasia qaa ea raat a-
salvar o mundo no senlulo proprio deslas palavras.: qoem do a-oinplo. he o ara conlral-ctor qae av-
U padro Ventura, depon de tratar da queda do couhece a nalureza da liberdade. Ma, he elle, qaa
homem e da alteracao subsequente de soa conslilai- em vea de c.mi lera-la coma um allnual* rama
(Ao, assim phisica como moral, eiprime-se nos se- cial da vonlade. considera-a pele nnUini ni
aaialea termo acerca da salislai.QAo que era divid um limil, ama imperfcirao desla '.cudale a bz
o Macetadu Divina utrendida. conia|ir na capacida te, na po-ibilila Todo o insullo he lauto mais grave quanto maior na poiib he a dienidade da peaill qoe do mesmo Ir: objeclo. t 6 Dr. Feilosa dir qoe" nao se pede
Em raifla, pois, da Mageslade iolinita que o hornera pontaneidade no liberdade, pnrqaanlo na aptaia
insultara por sua revolt, seos peccados linhaiu al- do pluloaopho fraucec, o aclo espontanee be aqaal-
suma cousa de infinito em soa malicia, que nao po- le que n,n he ordenado pela vonliae, c ende afla ha
da -er perdoada leafla em visla de uma salisfoc^o [ vonlade, nAo pode haver liberdade.
infinita. O qae responder a iso. querido amiga l.aja n
1 Triste condirAo do homem exclama Sanio I euua, e he que o doulor nae romprebendea a ar-
Agosliuho. Toado sido o peccado commellido pelo I dodeiro sentido rla> |ialavra de Mr. Caana, o anal
pelas 6 horas da tarde celebrado um Te-Deum na do antes de obrar algum acto, lemos lomado o reso-
igreja do Trro, acompanliado por orchestra, cora
toda a soleinnidade o pompa ; assislindo a elle tan-
to os eleilores como diversos pessoas grados d'aquella
e de outras fresuezios. Apoz esse acto reouirain-se
os seus assistentes em caso do Sr. tenente-coronel
Franca, onde lambem se acharam os eleilores do
Becife, sendo ohi servido um delicado copo d'agua,
oflerecido pel commissao directora e pelo condida-
lo, qoe luvia sido fiel coinpanheiro das fadigos da
eleicAo.
A nielli >r ordem reiuou uesse festn, animnlo.smi,
pelo enlhusiasmo da victoria, mas fraternal, expon-
sivo de alieice cortiaes e proleslos amigaveis. Foi
um rendezcous o lapanaao de allectos mataos, em
que una sallusAo odiusa, uma nica expressAo of-
fensiva, qoe revelos-e odio ou rancor, se nao pro-
nunciou contra o paiti.lo proeirn.
Diversos brindes tiveram lugar : as duas fregue-
zias, representadas pelos seus eleilores e pessoas de
reconhecida influencia, fralemisaram no implexo de
um mesmo senlimento, e entre os brindes que mu-
tuamente foram feilos, nAo foi esquecido o que jus-
tamente ero devido ao diirno administrador do pro-
vincia, o qual foi correspondido com o enlhusiasmo
que a elevacAo de seus senlmpulos inspira. Tombem
a do pernombncouo Sr. Aususlo Frederico de Oli-
veiro, que tonto Irabalhou e se popu'ariou, loi re-
cetiido com ajusliQa que a senerotidade e cavallei-
mn '-. nriunr.. ira reuna., nahi ."iiicn;im negar
o quem tanto os ajudou.
Nunca, em verdade, houve moii merecido aculhi-
menlo a um candi talo ; e elle nos pareceu lAo sin-
cero e solemne, que somos levado o crer que S. S.
receber era breve a merecida palma de seu esfor-
eoa, sua dadieaeflo pelo causa conservaeora, seu nflo
desmentido patriotismo, sellada pelo sollragio dos
eleilores do primeiro circulo.
SAo estes igualmente os nossos votos : ilesejamos o
feliz exilo dessa candidatura de um pernambucann,
que melhor que, nenhum oulro podera advogar os
inleresses de sua provincia, e especialmente da fre-
guezia em que nasceu, que he o centro do nosso
commercio.
Um obsercador.
II de novembro de 1856.
eos de listas ou ioncomenlo furtivo dellas no ama, I lacio, primordial corrosivo de suas forras v'itaes.
entretanto que em Sanio Antonio os membros da So segando dispelo, o de Fciri de Porlos, ela-
meso -Ao suspeilus oo oceusados pelo partido pni- | vam os Sr. Bicardo da Silva Neves, JoAo Marque I lo hom. te re.i.l
eiro de lerem praticodo actos de mi' f e desle- Correia. os irmoos Molra e outroi, cujos nomes has- dever.
a conslou que se su-peit-sse lavam pora wargnrar o Iriumplm ilcaur.do de modo Eis porqoe te disse, qoeiido omino, que o liberda-
notavel de surte que, sem receio de conleslarAo, de. bem longe de consistir na po-sibilidade. oa c.i-
CABTAS DO AMIGO V AO AMU.O /. SOBRE O
DESTINO DO HOMEMPELO SB. B. AN-
TONIO VICENTE DO NASCIME.NTO.FEi-
TO/.A.
III.
Querido amigo, era ni ni i inlencAo eonograr a
presente carta lodo inleiro ao exame do Deas vonla-
de, do Deus inlellieucia e do I leu sensibilidade,
qoe no enlender do Dr. Feitosa cornpoem a 11 lda-
le Divino, mas pora salisfazer o leu desejo, vou dar-
le aiuda alguns esclarecimentos sobre esse dora pre-
cioso que, fazendo-nos senhores de nossas acroes,
eleva-nos dignidade de pessoas, e permute qu sa-
jamos no rpundo a imagem de Dos.
En le die que o liberdade, bem longe de consis-
tir na possibili lade, na capacidade da que'.i, na
postihiliriade da infracrAo, como e M no diiearto,
he pelo contrario o instrumento de nosa perfeicAo,
pois somente osandu dello, apartamo-nos dos ani-
maes, e oproximamo-nos da Divindade.
Se qui/ei e- convencer-te desla verdade, contem-
pla-te com calma, sem paixAo e sem precouceilos,
que ochars em la olma, em soa re drade viva, es-
sa potencia livre contra o qual debalde se conspira
u mundo, pois nao consegu jomis domina-lo.
O hom-ni, como sabes, lie mu composlo de doos
substancias de ualuiezas opposlos a carne e o espi-
rito. A primeiro, leudo aludo do mundo, lende
para o mundo, a segunda, tendo sabido de Dos,
lende para Deo. Eas duas tendencias em sentido
contrario troduzera se de uma parte pelos appelites,
pelos necessidades, pelos desejus, pelo orgolho, peto
coluro, e em gerol pelo egoi-rao, pela paixAo, e da
oulra pelo dever.
A paixAo procede da sensibilidode, entretanto que
o dever he umo concepcao da reato. Daqui resulta
que quando noi intelligencia chega a conhecer o
dever, noso vonlade lein sido j mullas e minia ve-
zes solicitada pela poivoo e por ello desviirado. lie
ilso o que acontece geralmeute as crianzas.
Nesta estado obramos por atrita dizer quasi do
mesmo modo qae os aoimae, somos sempre livres,
he verdade, ma nAo sabemos que a somo. Temos
eeiucieaela de que quererao. mis na lemos consci-
eneia de qoe queremos livremeole.
K*la consciencia, a nAo adquirimos senAo quando
em reda obedecer a paixAo, mis lhe resislimo. lie
somente enlAo que eonhecemn a forra deno.sa von-
lade, he somente enlAo que flcamus sabendo que so-
mos verdaderamente livres.
E o que he que nos pode levar a resistir asim i
paixAo? A idea do dever, o qual. ua phrase de om
sabio esenptor contemporneo, opporece dentro de
nos mesraos como um poder colmo, porm inflexi-
vel, cujos decretos eternos nAo dependem nem da
nosso vonlade, nem das le escripias, uem das pai-
xes, nem do precouceilo* dus lioraeus; lerrivel pa-
ra quem o oll'ende,*e doce para quera o ama.
He porque o dever se nos aprsenla como ohriga- I
- i lorio, como lei da vonlade, que para obederer-lhe i
luamos contra o pailita, impomos-lhc cnncessp ei
-acrilicios e por um esforro mais rorajuso, at che-
gamos o aunt(|oil|.|a.
Besulla daqui que primeira vez que lemos I
ronsciencii de nossa liberdade be pratic.indo um oc-1
paixAo para obedecei ao I
oldade. Anda nos
o lar sido a urna violada Tora das heras dos tro-
balhos da meso, as fraudes pois de que sao aecu-
ado os membros dota devem ler lido lugar du-
rante os Iraballios, em publico, e ni presento das
commissoes.
lAo
podemos diier, que era parle algumo do imperio le-
ra' havido uma eleir.lo ir.ois puro, mais real e ex-
plcito do que a da freguezio do Brcife, rumprindu
advertir, que para esa vialoria lambem muito con-
A principal fraude que se siippe |er ,,j0 empre- i Irihuio a ellicaz eaeparaefle do condidito que goza
goda roioeneherein-se as cdulas apparcnles com das svmpalhi commerciaes.o Sr. Dr. Augusto Fre-
oulrasoccullos escripias em papel fino, que no tancar derico de Oliveira, no nleresse de cuja candidatura
| na urna a_cdula principal sc faziam escorregar. *A contam-se Jedicaees de extremado valor.
pacidade da queda, no possibilidode da infrorcAo, co-
mo quer o Dr., he pelo contrario u instrumento de
BOaM perfeirAo.
K t) tm mem nilo he vcrdadeiramenle livre no in-
terior de ana consciencia, diz Mr. Cousin, aeuAo re-
sislindo o paixAo e ohedecendo o juslita. a
A obrigocAo mnrol, dil elle em oulro porto re-
iimindo um dos orgumenlo de Kaut, Irmoseul
fundamenlo na dislinrrAn necessaria do bem e do
lu;A i de o fazer, saliendo que podamos tomar o re-
solueao contrario. O acto livre he aquelle de que
sei que -ou a causa pelo lesterauuho infollivel de
iinnlio consciencia, e de qoe, por esse Ululo, me re-
conbeco responsovel. A liherdade he o atlributo
foudomentot do vonlade. e :t
A verdadeira activnl ule nAu he senoo a aclivida-
de voluntario e livre. Embura a vonlade seja finita
ou infinita, be de sua esseucia ser livre.
O que seria rom ell'eilo querer sem poder deixir
de querer '.' NAo seria aeiio querer sem que-
rer '.' Sira, vonlade sem liherdade he um obsordo,
he umo conlradiccAo, he ser e nao ser su mesmo
lempo. Tambem nAo ha vonlade onde nAo ha in-
telligeucia pora goia-la.
Esta queslAo he importanlisiima, por isso que-
rendo que nao le fique uenhuma duvida a seu res-
peilo, vou|lransrrever aqui umo bella passagern na
qual Mr Julio Simn, na sua obra Le Decoir, que
ha duus annus fui premiada pe i Academia frauce-
za. a traa oo meu ver, com mAo de me.Ir :
Temos visto at aqui, diz o pruluudu onaksla,
o espirito concebendo um ocio ;i fazer, e deliberan-
do sobre a nalureza dese ocio ; cercado pelas pai-
1.....p ploie.indii-sp por julgar o carcter dellas e
prever-lhes as cousequencias, esclarecido pelo dever
e fluctuando entre o inleresse e a uslit;i. He de-
pois desso deliberacAo, dessa he.ii.ipin! ealgumas
ve^' rtiesmo no meio della que o r-Jer anhararro
resolve se oo ocio : ora, deixando-se levar pelo in-
leresse, oro pelu dever, e sempre imhor de sua es-
rolha ; rauitas vezesilainhem calcando ao ps as-
sim o dever como o inleresse, para obedecer algu-
ma paixAo insensato ; tenlindo-se perfeilanienle li-
vre de fazer nutra cousa que aquella que faz;
prompto pan suspender sua resolucAo. ou para
transforma-la se assim lhe parecer be..; desafiando
fora de si todas as forras do muirlo, e dentro de si
as forras podcros'issimaa do desejo e da razAu.
Examinemos de perto esse quarto faci; pois he
elle liberdade loda inteira.
O primeiro ponto que se deve bem eslabclccer
he que nem a poix.lo nem a idea sao cipizes de pro-
duzir umo acea sem a intervengo de mmha vunta-
de. Se a paixAo pro luz uin resultado, he quaudo
me entrego, quando me abandonu. Qualquer que
sejo a nn;.i de um senlirariito oo de um principio,
sinlo, vejo, compreheudo que ella vem encalbir di-
lua de miuha resolnpAo. Debolde he extremo o
meu desejo, posso resislir-lhe se quero ; debalde be
o meu dever claro como a luz do dio, posso, se que-
ro, calco-lo aos ps. A paixo pode consumir-me,
nao pode vencer-me. Ella lein a soile dos tvrinnos;
pode motor-me e isso be ludo : he quasi diier que he
impotente.
a Insistimos tombem sobre esse oulro carcter lAo
notavel da liberdade : nAo somente eu medelermi-
no no teulido que me aprai e.polher, senAo lambem
lixo o meu momento, resolvo-me miuha hora ; na-
da forra-me o reolver-me nesle instante antes que
em oulro. Muilas vezes, depois de urna serie de re-
flixes subtis e complicados, lomo o meu partido de.
repente, sem ler resolvido o problema que me linha
prnpo-to ; he porque tallo minti vonlade nAo es-
pera por miuha intellieeneio. Algumas vezes lam-
bem levo miriha deliberaran ale ao lim, atea con-
cluso ; e quando iniulio decuAo esl tomada, co
irresoluto, inactivo ; he porque rollo miuha intel-
ligeucia nao arras! nimba volitada. Cerlo homens
tem decisAo no espirito e irresolu(Ao no coraco,
prova evidente do independencia radical da vonlade.
Em uma polavra, nado he mais evidentemente di*
lindo do que estas tres phases do pbeuomeno volun-
tario : o coucepcAo, a deliberarlo, a resolacoo. Pri-
meramente comprelieudemos que ha logar pora
querer ; depois examinamos se he justo ou sa he til
querer ;e afiual, queremos. Cuuceber um acto, me-
ditar sobre um aclo, nAo he faze-lo. Pensei que po-
da mover o meu braga ; reconheci que faria bem
em muve-lo ; entretanto elle permaneca immovel.
Ouero agora move-lo : ei-lo que move-se !
a Emlim, mesmo no momento de miuha resolu-
pAo e quando dou de ilgoajl -orle impulso as mi-
uha faculdades activas, o que he que paisa sc em
minhi conscieucii '.' Percebo claramente a miuha
re meu acto ; mos oo mesmo lempo que a percebo, per*
cebo-me o mim ine'no e un i forra capaz de produ-
zi-la. Teulio um seutimenlo que pode ser mais ou
menos juslo. mais oa menos preciso, porm que uAo
lali.i-ine nunca completamente.da e*lenso dessa for-
ra que me con-lilu* ; compreheudo claramenle.vejo,
siuto, pela intuir i interior ou senso intimo, que es
sa forca que produz essa resolu<;u, po lia nAo produ-
zi-lo ou produzir oulra inteiameute diflerente, e
que assim he ella causa, raz.lo ultima e sulliciente
da inesuia. Ora, uma causa que poda, por sua pro-
pria virlude, pro lutir outra coua que nao a que
produz. he precisamente orna causa livre. He, par-
anla, ahi que percebo a liberdjde com uma eviden-
cia irre.f-hvel ; e he por causa disso que, de lodos
os actos da vida intima, o rc'olusAo de obrar, ou
pora follar como a escola, a tolicao, he o qoe me faz
penetrar mais profundamente no ruyslerio de miuha
proprio nalureza. Neltas sigo o olcanpu a vida, a
pessoa humana, at uo focco de sua aclividade. i)
Ve-l, querido amigo, quou difluente he essa li-
berda *e da liberdade Ju Dr. Feitoza. lima exalla o
homem, enuobrece-o ; a oulro reboix-o, avilla-o.
Uni concibe-? que exisla e mesmo noo pode deixar
de eislir no nalureza dvina : a nutra he nello in-
concebivel por indigna anda mesmo do uaturczi
humaiii.
A verd.i 1ero liberdode consiste em querer o bem,
assim como a verdadeiro inlelligeucia consiste em
copherer o verdade, assim como a verdadeira sensi-
bilidade consiste ero senr o prozer. O qoerer o mal
nAo he senAo o limite, a impcrfeicAo da liberdade,
ossim como o cahir em erro he o limite e o iinper-
fee.in da inteligencia, assim como o ser sujeita
dor he o limite e a imperten,i > da sensibilidade.
Tira o liberdode humana o seu limite ; isto be, o
querer o mal ; lira iiiielligenria humana o seu li-
mite, isto he, o cahir em erro ; tiro i sensibilidade
homem, be o homem quemdevia expa lo ; mas leu
do sido rommeltido contra a mageslade infinita de
Deo. que noo pode ochar senao em si me-uia oina
satisfcelo digna de si, nflo podia ser expiado iciiio
por uin Dos.
Ora, porque meio, entregue o homem a si mei-
mo, poderia jamis elevar-se a um inerecimento in-
fiuilo, a uma santidade minina, para poder apre-
senttr a Dos orna -aii-t,u;.m inliniti nAo -rnenle
pelo peccado de sua origem senao lambem pelos
seus peccados actukes '.' A recouciliacAo.poii, do lio-
mem peccador com seu eos pareca impossivel de
uma imposibilidade absuluto : sin perda era sem
recursos, sua morle sem remedio ;su vi.ia.eu sem
esperonri, sua morle sem cmnolarao.
Mis o qne era impusivel a miseria do homem
foi possivel a' caridade infinita de Dos, pelo meio
du grande myslerio du Verbo de Deus que te le
homem.
o Esse Virbo divina nla tomn a humouidide lo-
da saa. impassivel, immurlal j nAo loinou a haraa-
iii lade tal qual ella era uo estado do innocencia do
humera. Tumuo a humoiiidade fraca, enferma, su-
jeita aos snlli iinenio. c a' morle ; tomoo a humani-
dode til qual se tornara depois do peccado do ho-
mem. Tomou, diz S. Paulo, uma carue que, sem
ser manchada pelo peccado, linha toda a temelhan-
ga pvtermr emu a carne do peccado e desde eulo
capaz de sofl'rcr, de morrer pelo peccado e de expiar
o peccodo.
Mas deblixo das pello odiotas de Esau, dehai-
xo do veo dessa carne do peccado, o verdadeiro Ja-
cob, o \ erbo Eterno, conservoo sua voz divina, a
saolldode, os nierecimentos, os direito, a dwnidide
de Filho de Dos. J'ela un lade di peaso na quil
em Jess Christo esto substaneialmente unidas at
duas nolurezas, o Deot. assim como acabaiUM de o
oiiserv.ir. b* eercfadeira/ueqle liomem e o boine n
verdaderamente lieos. Verdadeiramenle homem,
elle pode er huimlhodo, sollrer, morrer como qual-
quer homem ; mas verdaderamente Ueos, pVla dar
o essas harailhac,>es. a essea sotlriraeulos, a essa
morle o valor, o mererimenlo infinito das accoes
de Dos e oll'ercccr a Dos uma ..iti-!ace,ij iiili-
nila.
lie assim que, como David o linha predilo, i
verdade dos decretos de Dtos e a paz e a reconcilia-
pAo do homem, a juslipa minuta de Deot e sua mi-
sericordia inliuila, euiuiiliando-se em Jess Christo
ohraer;im-p, beijarm-se, uuiriiu-se e trium-
pharam. u ti,
() doulo e profundo Bergier, em seu Diccionario
de Theologia, qoe le he bem couiiecido, su-li nij uo
artigo fedeiupriio, e prova com a autoridaie nao i-i
da Escriplura senAo lambem dos padre da igrej,
que J esos Christo em vez de ler o Bedemplor do
mundo no sentido dos pelagianos, sociuimos e deis-
tos, com cujas duulriuas parece-se muilo a do Dr.
Feiloza, o be pele contrario em lodos ut sentido e
em loda a energa que os escriptores -agrados ligam
a esta qualidade ; qoe com o preeo de teu sangue
resgalara elle para ..... a herani-a eterna perdida
pelo peccado de Adam ; que tornado hoinein pela
ucaru.ie.io, resgalara seos irmAos da etcravido do
demonio em qoe linhimcahido por esse mesmo per-
cudo ; que os salvara da morle eterna que haviam
merecido e a que estavam con lemuadus como oulras
lanas victimas ; que finalmente fura o vingador da
nalureza houi.ua e acabara com o assassiu i des-a
mesma nalureza, deslruindo o imperio do demonio
e ie-liluindo-iius a esperanza da immurlali l.nle.
Sa a perda do homem, diz linda o aolor do dis-
curso, nAo foi total, neeessoiiamente nao pecrou em
lodo o elasterio de sua liberdade ; onde toda a liber-
dade arrasla luda a vonlade, nao pode haver po i-
hilidade de arrepeiidimeulo. e a pena he ueeessa-
nameule eterua, como acontece no eilreiuo sala
oico.
o Daqui resulla : I. que o homem psecou; t que
nAo pece.ou em lodo o elaslerio de sua liberdade ;
'I- que licuu capaz de algum bem ; capaz de arre-
pendirueulo ; e porlauto, capaz de redempejao.
Deixando por einquanto de parle essa liherdade
que, nao sendo, segundo ensilla u Dr., sena. o li-
mite di volita.le pode lo lavia armlir a vonlade,
pois qae nSo compreheudo semelhaule mvtleno dir-
te-hei anda que a doulriua acuna expendida he
opposla a' da igreja ; a qual conlirinaudo por seus
decretos a doutrina de Sanio Ago-linbo a este re-
pcilo, decidi que o homem pur si mesmo nao he
capaz de fazer neubiiraa boa obra meritoria, nem
inesmu anida de desejar faze-la ; que pira isso lhe
he uecessnrio u soccorru da gracti iclaal interior, e
que o simples desejo da grata he ja urna grapa.
tjueres ver romo com elleilo assim mesmo aconte-
ceu relativamente aos nossos prirneiros pais .' Ei-
cala n que diz o padre Ventura.
ir 11 ni-piii leinu.-nus em espirito lo Edn que a
primeira culpo du hornera acaba de profanar. Es-
luis vendo all no fundo de uma florala Adam em
rompanlna de Eva, a cmplice de sua falla, agacha-
do no ouco te orna arvure, tremen du de inedo a
Mea dos castigot de Deus, e oppmnidode vergouha
em pre- ue a do vacuo que a Innocencia e a Grara,
rclirando-te delte, deixarara lhe no corara.."' Oue
cousa mais natural em (Ao horronxo estado di qoe
recorrer o' misericordia desse mesmo Dos, cuia jus-
lira provocara, e procurar desarmar por seo arre-
pendimento a colera celeste que por saa desobe-
diencia havia excitado .' Eutrelaiito umo idea Iflo
simples, lAo natural. nAo se aprsenla a' ra-
zan do primeiro peccador, nAo obslanie ser Uo
esclarecida e loo perfeila, e iso deve ensinar-nos
que o hornera nao' Ictlo jamis contiendo a exia-
leucia desse meio de sua reeonnliaeao com Dos, se
Dos lhe nflo livesse revelado. Langa de pensar em
vollar pora D.-os. Adam, depois de ler-lhe vollado
seoslas, iiao peusa seuAoem aparlai-se delle sem
pre cada vez mais, e occullar-se ao olho de seu i
amor ; teria permanecido uo ab>smo de eu pecca- |
do se o proprio Dos au fuste ler com elle e lhe es-
l-mi le.-o a in 11 para dabi o tirar. Vemos 'por isso
nAo disse nunca cin uenhuma parle is>e qae etU qoe dissera.
Em vez de easinar qaa a aclo aapaalaaea ha a-
quelle que nao he ordenado pela ventada, Mr. Can
in ensini pelo contrario, qae be aatwlle qtae be
ordenado livremenlo por ema facaldade. nta man
acompanhamenlo de uenliuma deliberara..
Oueret ver como elle se explica a cata raapaV- '
Aqui eslo as toai pmonat palavraa:
Ha sem vfla tabtileaa aaaa duliarraa raat en-
Ire o livre arbitrio a a liberdade eapialiaia. a (t
livre arbitrio, he a vonlade coiu a i| paiatbt a >-
libprar.m entre os partidos divetaaa, a l_
C'indip.io suprema que, quando deaa.s 4a 1
rao nos resulvemos a qaerer ma ma aaai
mos a consciencia immediata da lar paila a aja
poder ainda qaerer o contrario. lia ahi qaa ep-
pirece man enenicaraenle a liberdade, paras el-
la n.io he eaaolada. Teoho citada vartaa vea-. *
exemplo d'Aesai. D'Ataaa nao deliberaa ; fet t*m
por isso menos livre, oa dciion de ahrer enea latei-
ra liberdade O unto que depon da Unge a ata-
ros,, exercieio da virlude, lem -negada aa pula ate
pralicar como te fonal naluratt us anta, a ta.
cia de ti mesmo, que mus repugnara a friqam ha-
maca, n.io pastara por veulara da ea inairaaaea;*
passivo e ceg da graea, coma ata! a prapanla a qat-
zeram Lulbero a Calviao par anta inierprelerae et-
eeaaiva dideatrina agotlioiana 1 >a. ; aHa anaii
noc ainda livre, e longe de te lar -leaviaacida. -na
liberdade aparando-te, si lew elevad, a lagtaali
cido. A espontaneidad! lie eantacialaaaaaa hvre,
bem que uao teja acompanha.la de uiabami ttel
beracato e oca pe mollas vetes a ai acanto aa rapta.
arrojo da tul acedo m.pirada, a apenan eiie nna
trapo mi prufuiididade. di caateteacia. Iraax
puitomos ota exacta p>cholesia para a Ihtaiiaai a
rcroiiiiecL-reruua de he llambem a forma eminente 4. hhnrflea a>
Deot. (111 Sim, li.o. he cerlaaeal livre ; na.
entre oulra prova. tena ab.urda qaa bantvaw.
matios na caua prinjeira 4o qae tm ata de atae(-
feitos, humauidade : Deot he livre, aa aaa li-
berdade nAo ha esaa liberdade relativa I
pa nalureza e fela para lalar contra a i
contra o erro, e serar pen elui-nte a vina
ciencia im per feria ; elle be livre, i
he uma lilierdade relativa a aaa atirete i
Cutre o justo e o injntlo, b-ni e o mal. entre a ra
ao e o tea contrario, Deot alo pode deribernr, aaaa
por cuntegainle qaerer ao aeete mud..
se com rtliilo que elle leuha pedida la
chamamos o rnao partido So lappaairla'h
impla. Compra poit admiilir qaa, q aaa la etta lana
lomado o parli io contraria, aaa Balaren atatabaa-
lenle. josla e sabia te teta de-eavadvi4. ca. na
esponlaneidide que conlem a liberdade teda i
e exclue ao mesmo lempa os estar casi a u.
vonlade \J c taaito mais ainda|a aparara, i
da necessrlade. lal ha o Tinliilini.iaiainai 4ti
divina. (13 "
Mr. Cuusin nao be o unic. philaaaalta aa aanaa
pansa, lodos o observadores qaa afle toa i
ciaet dilingoem em nos dees espacte* a> i
vres, uus reflectaos, outros irreaciiaaa ;
zer, om qae tao pracediaoi 4c datibarar-tW e"i
qoe o na sao.
Oueres saber o qae Mr. Julia Sia
le respeilo ".
Aqui tent ai suas propriat pilavrat :
.' ti aclo qae acabamos 4e aoalvsar ha tala cana
reflexo. Elle he por \t mata propria para tervn
de exemplo, pon fura long.ateuie petada a dvacali
do, e todas as suas pliatet uo- aaa coaihecntat ma
uAo podera haver liberdade a conseje.alent-nt rat-
pontabilidada sem reltetflo He mronletaaval qa
o h o ue m produz certo arlo, aat qoaeo aaa lana
madurameole pen-a.lo antes de os pra tnatr. Ma
mesmo alguns de que nos nao lembramot ma da-
pois de os ler predazido. l'-veremo rrer qaa to-
dos cues idus au livre, poalo qoe irreflecltaaa a*
que ha entre elles a. lo; livres e aclaa qaa a no.
sao !
Nao se po le negar qae a presenta 4a lbenla!,
no homem, diminuindo o dominio de in-lmcl., dai
xa todava algnm lagar a, movimenlos imli'nrli
ven. Si ilguem me dirige intpiaidaaaaala aera >
olhos um lirio rdanle, valla me a Inda a
nflo -rnente tem refleclir, ma. atada
pensar no qoe taro, sem o saber. Sa me l*
em om precipicio, aaarro-me ma-lunilmente ao'ra
no que encentro em nimba qaeda. Sta lilil ca-
lis qne taro dar de loda a liberdade, e da toda a
responsabilidad*, mais cama animal da ama tasan
homem.
Mas se no color do combate veja da reata i.
orna espada levantada contra mea gaera! a laara-
me entre elle e a morle. nao -eralivie pata arr*. -
Ello o he em verdade ; lal hemtpa nanea para a
fazer, e lal oulro sera sempre delta inrapat ; tal a
far boje que oinanhia a nAo tarta maia.
Fazendo-a, sinlo qae me sacrifico a mlah iln
rAo ou ou meu dever ; ama surlvile sanio tarbii i
ai no uiisluraeroin o senlimrntn 4e mea mthaiii
Se escapo, nAo curo dos elogio qaa me dao rato
qoe me Ao devido, e qoe arroolei a poriga d tur
der muilas cootat que me sa. atataja, para na* MI
tar ao meu dever. Ei pois incanlestavclnanato ann>
acrAo livre, mas eit lambem cerlamenle ama i
irrelleclida. Por ...,,i diier, nao lataei
paaaar. \ i e aflaai. Minti arcaa lu lada |
nea. talvezque, a. haaveon r-il-cml.., ea llve-
adiado solidas raiuet para abaler me. na lalver aaa-
rae lalias-e a coragem, pan he precian man cr. Jen.
W He verdade que a liberdade n. ha ana. It
culdade rpecial e disliurli da venidle, varab-n.
noo ri.nhe^o piule-..pho qne lal riuiajual; aaaa aa
he verdade que seja um m.do de ser atoan' farol I.
de. A liberdade he o altrihaiu fivada
trbulo etsencial da vonlade, atslm
diz S. Prospero, que poto o liomem por seu livre i I0" melhor ohaervado lein a nalaSreza das f.rablaaaa
arbitrio posso abandonar a Deot; uo pode vollar : do espirito humano
para os seus bra,ut se sua misericordia, prevenin- \ "' l*"r '**" qoe ot philcmopbo red
rom > com efleilo a algumas aeconteceu.
He de notar que e-la Providencia parti
da
o elogio.
Os negocios por aqui nao voo bem dirigidos, al- ,
m disgustos tom apparoeido entre 04 aMObrosl22,*^SL^'mm1^''^9ar'fn-\0' S? *" ,
do nartirin rinminanu n me taz nona una milito. !' 'riilicou.litidi.-lhe a inlerpretarAo niais expresiva, oque he exacto he que .. ponido con- za correspoiidcnle da liberdade. a P
anle' "lM I resnela, exigu.di. suo execncAo mais pontnal. e J^^*i"P<>. '"" "Tarea legitimo,' Fenelon, sabio e virla.ao o.reb.spo de Comhrai,
cpie o parlidu ronservador nAo gozara dos honras de
. | vencedor no lula. E, ou fosse, na realidade,temor,
bter umo viplnria mais t.rilliaiite p
deejo, a paixAo, ao inleresse par
car a' lei. Elle deve ser livre, logo o hp, ou alias a
Balaren humana alta em conlradicAo comsigo me-.
mi. A certeza directo do obrigocAo orrasla a cde-
os eleicoes com
sua : declarando que non bastava elor a cdula dubrado, nenlium
j ero necessario eslor obreiada nu lacrada, por lodos
o lados. Au pre-idenle da meso inrumbio fazer
acriliri.i licito.
ileixassem de comparecer
-nte.
A .nialificaco que serv.o na preste occasio i S { ^^^ttoZm*, .
lu a lena em 18o-, que asta too defeiluosa, que dever, que faziam ou pe delle as commissoes ?
posso afiancar, que por ello ocollegio nao lem ex- I He natural qoe a partido vencedor ache qne lu-
pressio ; porle dos votante pprloncem hoin fio- i torren muiu bem e reaulormenle, e qoe o par-
"tlrna do San Lnnranca narta e,la mudada a mu-' v*"c,0 al"';'1"e existencia de lodos s vicios I nosso jornal de hi.nicm este nanumnieado. que alias
-, men. l ,^- P ntudM. i e deieilnt que podem desnguror e al annol.r orno se acha, em mm ooder desde tabh.id... '
i' mor.o.. Ue 189S pira en 6 IfNn mudado eleirav. He natural que foro clculos ubre culculoi) O/}/?.
loo I rn niui terminantemente diz que a liin-rdade
.sendo a qualilicopAo doquella Ireguezia a mais: nAo he outra roosa que o poder de querer o leem, oo
eousnenciosa possivel. nAo exislindo uella um s no- i passo que o poder de qnerer o mal be anles urna
me aneerypho, poi apeuaa notam-ss nmmissoes de : fraqueza e uma h-aiilidada do nosso querer,
mbos os lados polilicns, re- '
nomes p^ilpii.-entes a
Por afUnencii de materia nao foi impresn tm
ll '
I
do qui;
um verdadeiro poder. 2
TAo grande ollinidade, lio inlirno relar.io ho com
i Da Vral, do Beaa t dn Bian L. XV n 'iie <
. XIV p. 372.
I .VIV p.
i., Traite de l'ixisleure de Dieu.
do sempre a verdade sem cahir jomis em erro, go-
zando sempre de prozer, de felicitado sem er ja-
iiiois sujcilu o menor rtr.
o Perdeu- Ur. Nao, responde elle proprio ; porqoe se o ho-
mem se huuvesse lotilmenla perdido, sui vonlade
nA:> produzirio nuuco o bem, sua intelligcncio nAo
eoaheceria nunca o verdode, tua sensibilidade nao
daria sendo o odio. Desde que lio u i mundo algum
bem. olgum.i verdade, algum amor, lie evidente que
o perda do homem nAo foi lolol. (3"
du-a, o nao clioii por sui voz interior, e'n.io o it- ; algatliear es>i farnldade |m>| nnme o> I ibera tale trabe por sua graea. I1" I'1" *> vonlade que lhe b. ,.r..,rio. Oa> ama
Com effeilo. no ouviset.a voz de lauta dacnra 1 gjgff?.1!!,.!'*". r"-aWade a n.l.ren tV-a
com que retumba a floresta aanaatada; a Adam. g?jy*.irlwte,l> **'' "W *-
Adora, ond.esl.s .' He o voz de Dees. d,zS. Ch.v- < ?"V2"l"ZT,'mt"': """"' '* *"" *" *"
oetonte, chamando e,.e grande culpado por seu no-1'";,,!'..? '""- q"' P* '"" "*"
me, piroinspiur-Iheaconlioncoem sua bondade, ".l,,,,* S \" "V*-*-*'}**** eapaava-
convidando.o dizer por si mesmo, nAo o lugar em ^ '"......* I T I l| | In par Mr. .na-
que e acha, mas o estado en. que caluro ; he a .oz a. 1 -
de Dos provocando Adora percador a reconhtrer- \ AJ. |m ** "'-nle dtoamananl |*er-
' se. a deplorar seu procediraento, a fazer orna hu- ,'it'*"' ,"'" ,"4"n '""",-' oaalnrdn tarara.
milde conlisAo de seu peccado. alim de obter .. per- ?'.""'. >""""" '" a lim.le da neanada.
dio que o Icio apagado e o gr.r, que tena repo-' 'l" J l'"" Pde arraalar
II Du Vri, du lie ni et du Rien I.. XIV p. 1%,
L. XII p. 298.
(4) Le Devoir r>. 17 a 11.
.. Atlmieu Pernambucano n. II pac. 8ti.
rodo ua funestos ennsequenrias. Fli aqui, |h> .
acprescenta I ertulano, o pr 'priu Deo, desde o pri-
meiro intitule em que o homem peeeee. in-lrunido
lodo o pe co lor acerca da que deve fazer, i-io he,
iudicaudo-lhe e estabelerendo do moisbrill.anle ma-
Si
9 Albenco 1'ern.imbaeiai. n.
10 lll.dem p. >-. nota .
11 ''.....j. mu-Ir oa que a hl-^Jade ha
o ni ailnbuto e-srnnal e mpi ab>i.leala da van
neira, o orrepenilunento ea .....mide cuulissflo do '.'?" 71'J'l!" ?' '"'T ,B* *^mm-^***t
peccado, cmoascon.lipoes neres-ar.as do perdAo e hr V '!?**'".'"'"''''" ,",",,',' "* >an.. *u aaa
do desIruiccAu .lo rae.u'.o peccado. 7 ten a, ,, T SS". f*?" B '
Vollemes agora ao myferii que cima assig- J'l [ ii'J '"rn'"'- na., he ..^. ,
!,( H lo''0, aa diaa. duendo em vei de Ibset,
i) Dr. leiloz. diz qoe em im opioio a liberda- uf ,0
6 T. I, ponferencia IX p. ,37 ;, 4)g.
i,", T. III conferencia \IX p. lia 15.
di/er oaefnrr e mneria di delil
- rs ...iie r.rec.,i.. a dele.mr.aro 4a vr.nl.a-,
ll Do \ r*l. dej Ke ni rl da Ren 1. TVI a
I -j vil nota r
t.t
WlXTvtT
ILEGIVEL


OURiODE PIIIIIIUCQ TtftCA FHA 18 || invlMIfio || ikSS
para perseverar era ama reaolucSo heroica do que
pira evecula-la lugo que he concebida.
a Kile ejemplo bata pira aulorisar-me a diter
que ha acedes rrefleclidas, qae s-t > todava feitat li-
vremtole, s cuj respnntabilidade com ju pola ter imputada. Se procunrmos era que ellas
differem das accSet puramente inttinelivas, acha-
remos que uno lem infallibilidade do intmelo,
qae nao plem produiir-se tena no hornero, e que
sao aeompanhidas pela eonsciencia do acto e pelo
co.iliecim.Mito do motivo. Se proenrarmos de oolro
ladoem qae differera das accoss refleclidasnan acha-
remos nido bena marcado eoio ausencia da deli-
berado, pois hi no met-oo momenlo eoncepcao do
acloafiier, conceprio de um motivo, resolucaoe
eiecocao. (H) ...... ,
Liberdade infinita, dlt aiuda o llr.. sao palavras
vasiat de sentido. Assim he, querido amigo, mas so-
mente para aqultes que consideran! a hberdade
como o limite da volitad, poit rom eQeilo nenhura
limite poli ser nhnil0 ra'9 P"r" Mr- ("Jas'"' aue
9 considera, un como o limite, mas cnmooallribulo
essencial dessa faeuldade. liberdade inliuila he urna
evpressao mui significativa. Ella exprime a vonlade
divina livre e infinita.
Ja qa Mo dt hberdade de Dos, permita qae
irala aiilla aqu de um dos arsu.oenlot producidos
pelo Dr. era sustentarlo da doillriiia qaa a respeilo
della ensinon, pois qae uio me foi possivel apreca-
los lodos convenientemente na prece-leule carta.
Dlieu lo qua a vomade de Dos nao depen le ab-
solutamente do poder a forra dos motivos, que alia
qaer por qae qoer, o Dr. dm armas contra si raes-
mu. Elle eStabeleccu a liberdade divina pensando
combala-la.
ize-rae, querido amigo, porque razao nos consi-
ilirimoi livre* '.' Sera' porque nossa vonla le he ar-
rutada pelo poder dos motivos, ou sera' porque o
uutso querer nao lem oulra raiao sulUcienle senao o
nosso mesmo querer'.'
Ouando algoem no porgante a raan de algum
acto n*so e nao queremos e\plic pelos quaes nos decidimos a pratica-lo, qual he a
re nada miis eipreasivo, ha naja man decisivo, roais
terminante do que urna tal respnsla? l-*iz porque qaiz,
quer diter': o raen querer nao tero oulra razao suf-
licieuli foaao o mea qaorer mesmo, a nmilia vonla-
de lia livre,; e que replicar a uso t Nada absoluta-
mente.
E com effetlo, se o ente livre nao he aquelle que
quer porque quer, aquelle a cajo querer nao se pode
astignar oulra razao auflicieule senao u sea qaerer
mismo, stra' por ventura aquella que qaer amista-
do por alguiuraovel, ou pjir oulra, aquelleque quer,
u > querendo verdadeiramente !
K A vonlade, que he a sede da liberdade, he a
mesma em todos os homeus, diz Mr. Cousin Ella
pode ter an sen tervico luslrumenlos differeoles, po-
tencias diQerenles a por conseguidle des'uuaes, qur
maleriaes. qaer espiriluaes ; roas as poteocias de que
a vonlade lispe nao sao ella, porquanlo nao dis-
poe das mesillas de modo absoluto. O nico poder
livre he o da vonlade, mas este o he esencialmente.
Se a vonladt recouhece leis, essis leianlo silo m iveis,
mola* qae a movam : tilo i e i -, ideal, a da justica,
pur europio, a vontide recouhece essa le, a 10
niesin i lempo lem a contciencia de poder confor-
mar-se coro alia, ou de infnngi-la, nao f i/.cnJo urna
causa eenao com a eonsciencia >ie poder fazer a ou-
lra a reciprocamente. (15!
Mr. Julio Simn, uo seu ecair que ja' cilei, de-
inoiislra l.inhem etcelleolemente a doutrina cima
expendida. Para ella o honiem nao he livre senilo
porqua nio te pode assiguar a tua voulade ueuhu-
ma oulra cusa determinante'que a toa vonlade
misma. He esse o seu Mulo de nobreza, he nisso
que culis -te toda sua diguidade.
A vontide humana, diz o Ilustre escriptor, he
urna causa, cujo carcter propiio be a autonoma,
Isto he, o poter de determiuar-sc por si meama,
como bem Ihe parece, era tal ou lal seulido; os ad-
versarios da liherdade sustentara qae nAo ha laes
causas: eis lo lo o debate, e lie tm razio que te
taz lulemr aqui o principio de razao safficieole que
n ni esta'em discus-uo. Se exisle na uaturea das
eausas, urna causa tal que conleudo em si as formas
contrarias, e todas as intermediarias eomprehendid.it
entre ellas, possa realisar a sea bel prazer qualquer
dessas formas, he claro que tein em si mesma a ra-
zao aullicienle nao someiite de seu acto, seno tam-
bera da forma o de lodos os accidentes de seu acto.
Ora sera' impnssivel que elisia urna lal causa ? em
oolros termos : sao todas as causas necessariamenle
il nalureza das causas pliisicas, cuja aceito lodo li-
mila-se a commanicar a oulros senles orna imput-
ado que ellas propriaa receberara A queslo assim
e NAo se trata aqoi da liberdade de mdiflercnca.
A vonlade determina-fe livremenle, mas nAn cega-
ineulc. Dizendo que a vonlade humana dispoe de si
mesraa, nAo pretendemos qoe se decida a obrar sem
motivo, O motivo he para a vonlade aos nossos olhos
urna occaso de desenvolverse, eremos tmenle que
assa occasiao nAo he determinante, i*to he, que a
forma do desenvolvimeolo da vonlade nao depende
da Dataran dos motivos, mas dapropria vonlade, Eu
nAo obraiia, se nao experimeolasse nenhum desejo;
mas a accao que faro por causa desse desejo he tal
qual eu quero qae teja, e nAo tal qual o meu deitjo
a faz, ( (Ity
O hornero I* l* re. querido amigo. Dos he lam-
ben) soberaiaineiili livre, por o mesmo que neu-
huma razAo sullicienle se pode assignar nem ao que-
rerle um nem ao querer do outro, senAoo seu mes-
nio q-aerer.
Singular e extravagante he por certo a idcla que
s Dr. faz do Dos creador do Cea e da Ierra. Ao
teu ver, o Enle supremo qaer cegamente, isto he,
quer sem saber o que quer ; toa inielligeucia nAo
pode ornecer niolivos a sua vonlade ella limita-
se a eoiihecer o que a vonlade cegameute lem que-
rido !. \'
Accresceula que esse Dos nAo he livre e dtze-me
seno llie somos a perder de visla superiores; niit
que sabemos o que queremos, e queremos livre-
menle '.
Sera esse o Deo di Abrakam e de Jacob, o Dos
dos chrislios, o Dos a quem adoramos'.' iNAo, cer-
tameota, e cusa mesmo a crerque isso livetse sido
dito, eseripto e publicadu por um horaeui que fui
educad" no gremio da igreja catholica, e que diz
que ajada profe>sa a f de seus maiores.
Se o Dr. se livese dado ao trabalho do ler e-
quer as primeiras paginas da Biblia, nAo leria cabi-
do em errot Uo grosseiros.
Elle allirma que a inielligeucia de Dos nao po-
* de foruecer motivos vonlade da Dos, a qual deten
volve iiidependeulcmenle della; enlrelnl M >\ es
escrevendo a historia da creacao, dcbaiio da inspi-
rarlo do Espirito Sanio, conforme er e eusina a
igreja, refere positivamente o contrario.
i Dase lambem Dos: Paca-te o Firmamento no
meio das aguas, e separe nmas aguas das oulras
*8oas- ..
E fez Dos o Firmamento, o dividi is aguas
que eslavam por baixo do Firmamento das qae es-
Uvam por cima do Firmamento etc. >
u Ditse lambem Dos: Facam-se uns luzeins no
Firmameulo do eco, que dividam o da e a noile a
tirvam 1a fgnaes para mostrar os lempos, os das e
os annos: ele.
a Fez Dos pos dous grandes lozeiro um maiu
que presidiste aodia : outro inait pequeo que pre
iditte a uoile : etc. >
i Dista lambem Dos : Prodozam as aguas reptil
di iluta vvenle, a aves que voem sobre a Ierra de-
baixo do Firmamento do ceo.
Creou Dos pnis os grandes peixes e todos os
animaes qae lem vid e inovimeulo etc.
.i Diste lambem Dos : Produza a Ierra animan
vvenles segando o seu genero : aximaes domsti-
cos, replit e beatas da Ierra, seguudo suas especies.
u E creou Deot as batan da Ierra, segundo as suas
atoeries : os aumaes domsticos ele.
o E diste : Facamos o homeui a nossa iraagetu e
seraelhanca, o qual presida aus peixet, do mar, as
aves do ceo, os hestas da lena e a ludas os reptisqae
se movem sobre a Ierra, e domine em lodo a Ierra.
o K creou Dos o hoinam sua imagem : elle o
criou a' imacom de Dos, macho e femea os cnou.
ii Dille mais o Senhor Dos : Nao he bom que o
homem leja ao : faramo-llie um adjalorio seme-
IImite elle.
i Infundio poit o Senhor Dios ra profundo som-
na a A ijm ; a quando elle eslavajdormludo, lirou
urna das suas cusidlas e eucheu de carne o lugar
doude a linda lirado.
o E da coslelli que linha lirado de AdAo, formou
o Senhor Deot a inulber, e a trouxi a AdAo. (18,
Quem nAo distingue em ludo itso a concepcao do
peiisamento e aua realisarAu pela vonlade? o pa-
dre Veulur.i he lambem detla parecer.
Estas metmas paUvras lpte dixil, el faca
.iiint ; ipse mindavil, e crala sunt i diz 'lie, ensi-
uaro-not emlra que a materia e tuas propriedadet,
as causas e seus elleilos, as (oreas c seus resulta tos
us elementos c os Corpus qae delles foram formados
os principios a suas cousequencias, ludo em urna
palavra, sabio da mesma mina, leve a un ni a ori-
lem, a mesma razAo, a mesma base, o raesrao prin-
cipio, que lado ata foi seuao um pensaiueiito
da iulelligancia de Deot, um signal de sua voulade.
um acto de eu poder, um erliu de sua palavra rea-
lisando-se no nada; que o ideial do mundo sabio
inteiramenle feilo, de um so jacto da inlelligencia
divina, attim como o laclo lirolou Completo do tom
de tua palavra. qae nao houve inlervallo eulre a
cauta a o elleito, enlre a palavra e a cousa, entre a
ordein e teu euraprimenlo; de sorle que o mesmo
instante que ouvio usa palavra vio ua execucao
immediala. complela a perfeila. Keferindo te a S. Basilio, adverle-nos elle qui
nao devemos lomar no sentido material a palavra
ii dixil eut", que nao devemos crer qui Dos te-
nha encerrado seu pensamenlo em um tora de voz,
c qae lenha lido necessidade da pronunciar una
palavra phisicamente articulada pira declarar sua
vonlade a faze-la executar. Seria late rehaixar
Dos a rondirAo do horaem, como o lem feilo os
poetas. Segoudo os vardadeiros principios da f
chriit.1, o ilizer da Dos, o mandar de Djos, nAo
he oulra cousa que executar o primeiro movimeulo
da -u i intellicncia, o seu verbo, pon que lie pelo
verba qae Dos ludo fez. Ileasiim que Daos
falla, ti
Em falta lile lodos estes tetlemunhos, querido
amigo, bastarla que considerassemos um pouco o
mundo para que li:assemos iiileiramenle convenci-
dos de que nAo ha obra de urna causa qua n5o sabe
o que faz, e que obra necessariamente.
Tambem senao porte ronceber que urna causa in-
(nitimsnle labia e livre obre sem se propor un:
lar
O metmo sabio padre, relerindo-se linda a S.
liazihu, refula ambot estes errot uat teguinles nal
lavras : r
Mas lembrai-vos de que ha mesmo hoie pl.ilrt-
sopho. que. admitlindo ter Dos a causa do mundo,
ousam lodavia allirmar que nao u Cuera livremenle ;
qoe o mundo be um efreito necessario desta causa
divina, do mesmo modo que a sombra he o efleito
necestario dos corpo, a que um facho accezo causa
necesariamente luz. Ora, diz S. Uazilio. he para
previmr um lal erro qae conlesla a Deot a liberda-
de da creacao, qoe Moyss comecou por estas pala-
vras: .i No principio creou Daos o ceo a a larra
as quaes excltiem evidentemente lo lo o conslrangi-
ito, loda a necessidade da parle do Creador,
topho he deslumhrado pela elaridade -demasiada-
mente grande do seu ohjecto, o suphisla, pelo con-
trario, he ceg pelas Irevit do delle.
o A esse respeilo, l.eihinl/. refere anida qa o so-
phisli Foe, di/.ia os seus discpulos no fim de sua
vida: O fundo das cousas he que nao lia nada ;
o nrincipio de todas as causas he o nada. Sabemos
que ludia est cheia desse nihilismo insensato, os
sophislas gregos, e (juraias enlre oulros, o eusiua-
ram. Plnno a elle voltava, a em nossos dias urna
escola pliilosoplnca inleira o amina.
ii lia partalo atlieos; em lodos os seciilot os
tem havirto ; ha da have-los sempre, porque o mal
poe nos corneo-s dos perver-os a incredulidale radi-
cal e a negai.-Ao absoluta. O alheisnio, dizia Pla-
Uo, lie onii doenca da alma, anles de. ser um erro
do espirito.
o Eis agora o porque ha hoje urna escola de a-
theisui) mais scienlil"n:o do que u albaismo an-
ligo.
ii lie porque, assim como o alheisnio pralico nAo
he a nao porte ser senao a piapria volitad dirigida
em senlido inverio das leis moraes, 'io mesmo mo-
do o .iih'i-ino especulativo nAo he senao razao di-
rigida em sentido inverso dat leis lgicas ; donde
resulta e*U etlraahl cmiseqoencia, que em pluloso-
pliia, a Iheoria do alheisnio nao he oulra rousa
que a demonstradlo da existencia de Dos lomada is
avessas. tira, sendo a demonslracAo -ctoal da exis-
dizem em sen laconismo divino,u qae Dos fez a
ando livremenle, alim de fazer-se conhecer como
o hule bom, pelo que fez de til; como o Ente po-
deroso, pelo que fez de grande; e como o Enle ti-
bio pelo que fez de soberanamente bello. i> ,21)
tolos os erros em que cahio o Dr Feluza, ajoe- inmi. \tim, woiai uuuiuiisi n na exis-
rido amigo, erros funeslissimos e que nAo tei como tencia de Dos iiiathemalicameula rigurosa e (ornada
anda Bao foram combatidos, visto que a imprensa | lal visivelmenle pelosIrabalhos do seculo XVII, e-
ja os propmou por todo o paiz, uascein da idea fal- l gua se que a Iheoria actual do alheisnio, que he
ta que laz da hberdade e tambem do pouco conheci- esta mesma demonstradlo invert la, he, em um
ment que parece ler dos deveres que uot impoe a i cerlo s-ulido, rigirosa, e direi misino, conforme a
aanli religiao qua professaroas. vardade ; porquanlo no lira do raciorinio Iraz o ab-
L-onsiderando n liberdade como o limite, e por surdo ; o que deve ser, pois qoe um bom raciocinio
comegoinle como urna impeifeijAo da von- jdivereduzr ao abaordo a hypalhese de que nAo ha
lade, fazeudo-a consistir na postibilidade da in- i Dos.
fraccAo, na postibilidade, na capacidade da queda, I O alhaismo eonlempiraneo, representado por
nao en possivel que a recoiiliecesse em Daos, que Hegel, procede como se segu. A'vista dos entes li-
be perfeilissimo. Negsndo a Deot i liberdade, a nilot que sao ato cerlo poni e n.io rto aliiin ; a
consequancia lui allirmar qua a inielligeucia divina I visla das perfeicrtes creadas e da seus limite*, elle
nAo poda fornecer motivos ,i vonlade diviua, que i applica em sentido inverso o processo que sobe para
nao ten lo livre, nao pode eacolber enlre os motivos, i Dos. Em vei de apagar, o limite e elevar ao inli-
Ailinnin lu que a inielligeucia divina nao pode co-1 nilo as perl'eirea, apaga ai perfeicos a irapalle o
uhecer eiiAo aquillo que se Ihe maiiifesla, a coate-| limite au inliiiilu ; a chega assim* a allirmar que
quencia foi allirmar lambem que a vonlade divina
quer sem saber a que quer.
O Dr. nAo recuou diaole de nenhum absurdo, e
se desgraciadamente continuar na mesma marcha,
mais breve do que alie proprio pensa, ler.i cabido
noabxtmodo ailieismo; uo uo alheismo pralico,
pois esse, segundo um sabio escriptor contempor-
neo, he a voulade dirigida em seolido inversa dat
leis moraes, porem uo alheisnio especulativo que,
segundo o mesmo autor, nAo he senao a razio diri-
gida em senlido inverso das leis lgicas.
O methodo qoecondnz a tAo medonlio abysrao he
o proprio que a Dr. amoraga taino saber. He o
inverso daquelle que conduz a Daos.
Este, avista das per(ei{Ues que adornara os entes
creados, apaga-lhet os limites, e elevando-as ao in-
finito, chega ao ser abtolulo; aquelle, pelo contra- ''\'T,\ ,a **>.>*'*&< de repeesenlacAo
r o, em Vez de apagar os limites e elevar as perfei- !' ''"' d,a 'lo ""'"'*- |" dignoo
C'S ao inlinilo. apaga as perfores e elevando os ~!Z*22!!L* ??*.. P"rte!'> *'*** ,Ro.
limites ao infinito, chega ao uio ter absoluto.
Nos, rcconheci-ndo oo homem a liberdade, aptga-
exisle um nao ser absoluto, e que nao lia oulro ser
b'olnlo qae o nuda.
Donde segue- ou que o Ser he o Nada. lisias deas propotricOei
estn lilil lmenle em Ilegal que as repele a cada
lisiante. Ellas sao, como se v, o cuuuciadu do ab-
surdo absoluto, Isso ilevia ter. O procetso que, ap-
plica lo no senli lo recio, dj a propria verdada, de-
ve Irazer o absurdo puro quaudo he applicado s
avessas. )> ,-22'
Nada mais podo dizer-tepor boje o leu amigo do
coracao.
I.
Oolubro 22 de IR6.
M) De Devoir p. 22 a ii.
I.) Ua Vrai, do Beao el du Bien L. XII p. 2!tS
eJIV.
,16 La Devoir p.:!'.! e O.
17 Vide carta II ou o Alheneu Pernamburano
p.7.
1.18) Tradoeco do Padre Pareira.
t19} Con'erenciat I. II p. f.liy.
-"i Ibidara p. 661 e 662.
roos-lbe o limite, e elevando-a ao innnli. chega-
inos ao ser absolulaiuenla livre ; o Dr., reconheceo-
do lambem aa homem a liberdaJe, em vez de apa-
g>r-llie o limite e de eleva-la ao iofiuilo, apaga,
pelo contrario, a porfeicao, e elevindo o limite ao
inlinilo, chega ao nAo ser absoluto nesse senlido.
Eis porque digo que, se desgraciadamente conti-
nuar nessa marcha, mais brave do que elle proprio
peina, lera cabido du medouho abysrao do alheis-
mo especulativo, lera negado Indas* as perfeices de
Deot, lera negado o proprio Dos. NAo pudendo
referirle ludo quanlu a este respeilo lem escriplo
o sabio abbade (jralry, imitar-me-hei a apreteu-
lar-le aqui urna paasagera do seu tratadoDe la con-
naitsancede Dieuque le mustiara' de alguma sorle
lodo quanlo lica acuna expotlo.
Considerando ot enles que no cercan), contem-
plando esle mnnda e nossa alma, vemos nelles o
ser e a vida, mas limitaJn-s ; lra;ot de belleza, de
bondade misturados de vicis-iludes e conlrasles. Mas
a bondade loaparleila dula rauu lo nos faz compre-
hendar a bondade inlinia ; tua belleza emprestada,
a belleza absoluta ; porque esle muudo revela e an-
nuncia Deas. He islo o que em prestnca deste
mundo deve comprebender a alma de todo o ho-
mem e lal be o dever de sua razao.
a O dever de nossa razao, he conceber o infiuilo
alravs de lodo o vestigio de ser, de bolleza, de
blindada que as crealuras nos moslram ; e porqne
ellas nos moslram lambem pjr todi a parle limites,
vacuo, mal e imperfeicao, o dever de nossa razao,
assim como n dever .le nossa vonlade he nAo-parar,
nem relativamente ao conhrcimento, era relativa-
mente ao amor, nos enles limitados. Transp los,
procurar o enle inliuilainenle perfeilo, manifesla-
menle iliflercnte de Indas as crealuras, bem que evi-
dentemente anniinciadu por cada um i, lal he o mis-
to deer.
n Mai he aqui que os horaens separam-se e vo
para Dos ou delle apartam-se.
Quera he que uAu lem hesitado em presenta do
espectculo completo das cousas'.' Urnas vezes a
ordem e a belleza do mundo levara a alma a' ad-
miracAo, ao loovor, esperanca e f nesse enle
Invinval que todas as cnusas .uinonciam e revelara.
aO slras ve/.es a dufordem e o mal, a iiuienu e a bre-
vidade do presente, principilmenle a morle pertur-
bam-nos, enlrislecein-uot a impellem-not a desxon-
Hanca. a murmuracAo, ao desespero. Nesia hesita-
cAo, nessa prova;iu da razAo e da voulade, ana, sus-
tentados pelo intliucto legitimo da nalureza hu-
mana, ou para in-lhor dler pelo contacto de Dos
na raiz da alma, maoteem era si o ideal, a f na
perfeicAo analta, subslancial, actual e viv. Ou-
lros, upeznr do horror que iuas almas etperim'n-
lam e doi remorsos de su.i razao, deiiam sullocar
em si o ideal palo espectculo do accidente, a f
pela visla do obslae ili. e em resposta i duvida, es-
colhero a uegaclo. S,lo estas as duas raras moraes
e inlellucluaes que dvidem entre si o mundo. Ha
espiritos c earaaftM que allirmam ; ha oulrot que
negara. Ahi esti toda a gstalo: Deot ou nao,
sim ou nao.
o E a esculla he livre. Volontaria e livremenle
somos por Dos ou contra Dos.
He esla a esculla eulre os dous caminhos que
se ollereivm a lodo o hornera, nAo tmenle eoi sua
mocidarli senao lambem em cada ponto da "vida,
t.ada momento da eonsciencia de nos metmos, ca la
impressAo das erealnras. pode c deve retumbar de
nos e da creatura al Daos, si repellindo e dnde-
nhando a vaidade, a imperfeicao e a mizeria prc
sent das cousas ede mis mesillas, um iroor enrgico
do bem. isto he, a virlode, eleva nossa alma para
o B-m supremo soberana perfeicio, levaudo-iiot
do Bailo para o inliu lo, do transitorio para o eter-
no. He isso o que Socrals chamava philotophai,
quaudo dizia : l'bilosnphar heaprenler a mor-
rer : he aprender a sacrificar as irapresses acciden
lies e passageiras. as seusares limitadas, os pra-
zeres finitos a imperfetos pira alcanzar a propria
sub-lancia, cuja sombra sAo. >. Esta marcha para o
inlimlii pelo sacrificio do Hallo he o caminho direi-
lo, o caminho do bem e da verdade.
i Mas te iodos ot momentos da contciencia de
mis mesinos, se Indas as impreesoet das creatoras,
em vez de rrtambarem al Dios am nossa inielli-
geucia e em nosso coracAo, envolvem-nns do egos-
mo a na laaiailldada : se cada prazer e cada dut
pregara-nos. segundo a expressAo enrgica de Pa-
lau, no ponlo prsenle e accidental da vdi; te em
vez de elevar-nos aoiniiilo e aoimmenso.o instante
presente lixa-nus em um ponto do finito ; se elle
separa-nos nAo smenle da eonsciencia de Deo,
mal ainda da eonsciencia plena de nos mesmos, da
pone total de nnssa alma, raaior que o mundo, pa-
ra reduzir-nos as proporces ie urna creatura que
nAo he seno urna pailicolaridada no mundo : este
rehaixainenlo qoe nao poje ler lagar senAo porque
preferimos livremenle a possessAo de nos mesmos i
de Dos, e ii putsesso plena e total de nos metraot
a impressAo exteri ir dos sentidos, a sensualid'de i
razAo, a volupluosidade .i virtude e liberdade ;
essa decadencia conlinoa para o menor, he eviden-
temente o caminho filso, o caminho do mal e do
erro.
i O homem sobe e desee livremenle na escada
da m l,i em cada poulo da vida. Ella leude, porca-
da um de seus movimenlos livres para a plenilode
da vida ou para a \ .dad- da vida, isto he, para uro
ser real actual, ou mais vazio oa mais cheio. Elle
oproxima-se de Dos e he mais, ou aparla-se de
Dos e he menos, e tal he lodo o myalerio da vida
ir para Dos ou aparlar-sa delle. Nos ignoramos a
Insina perpalos e universal do mundo a de cada
alma ; eutrelanlo o lerrivel drama nAo para. Mar-
chamos teropre ou para Dos ou para n nada : o
humera muo desee para o nada, diz a Escriptura
Sanl. o
ii Eis porque ha atheos.
ii Me cerlo que ha para a alma momentos horro-
rosos, nos quas descula de Iguma sorle a um me-
nor ser, islo he, alunada era sua vida, ella he ten-
tada de incredulida le absoluta ; senlindn-se decres-
cer a aballar, ella he laatada a dizer. iulonAo he
senAo um abyajaa vazio ; nao ha nada, nAo lia Dos;
porque ella marcha para um menor ser, cometa a
crer no nada : do mesmo modo que nos momentos
luminosos decresciinenli. da vida, a alma que sn-
la-se crascer o subir concebe o ser cada vez mais,
estremece ie legria o salla, por um pode-
roso _aclo de fe, al ii certeza immediala a alllr-
inacan absoluta do ser, islo he, do ser inliiiiln.
i Desortn que em substancia o myalerio do bem
a do mal, du erro a da verda le, consiste, pela eseo-
lln da liberdade. em cli'g.ir a um dettes exiremos,
a um deaMM dous juizos primitivos, universaes, im-
plicilos, qae tAo a sulnlancia de cada espirito : o
Ente he. oo enlAo o Enle alo he ; propotirea am-
bos vivas, iatimaia aaearaadao, que cada a'lma af-
Hrma a sua escull i a Iraz cm suas eutranbas. L'raa
della pro latida pelo amor livre do soberouo Bem,
Ii a propria formula da evidencia, o Enle he ; a
eutri, produzpla pelo desguato do soberano Bem e
pela esculls habitual do menor que resulta do egos-
mo, he a formula geral do absurdo, islo ha, a mais
leiminaute a a mais ahinlula do tojas as proposires
coiilradilo1 ias : o F!nle u.lo he.
ir Sao estas, repito, as daat tendencias humanas,
o hem, o mal ; a verdad, o erro ; ha espiritos que
allirmam, a he porque mam : ha eapirilos que ne-
gara, he porque nAo amaro : uegacAo absoluta ou
allinnarao absoluta. Ser ou nao ser, leos ou nAo,
tudu ou nada.
o Daqui a b'lla observacAo de PlalAo que l.eib-
uilz arha lAo verdadaira u O philosopho a o so-
plnsta marcham em sentido cootrario ; urn vai n i
o ser, o .mir.. para o nada, e ao pisso que o philo*
quem devemos ser tratos pelos esforros que faz para
regenerar o nosso quasi defunlo Ihealro, principal-
menle quandu o altiii de qoe se serve he o mait
azado para dar occopacao licita a alguns dos nossos
patricios que se quizerern dedicar a vida arlislica.
l. iinqu riin nao eslejamos habilitados e menos
habdoados a escrever para o publico, linio mais por
que urna hbil penna ja analyse do espectculo do da 13, pedimos venia ao
respeilavel publico para tolerar por um instante a
nnssa sem sabjria e permillir que di'amos algomas
palavras, porque senlimos em certas passagens erao-
5ei i.n> fortes, que sobre inaoiin nos impressioua-
ram o espirito.
Pela descripeao do especlicalo feilo ncsle |Diar de 15 do correnle, pode ver o respeilavel publico
qu a pec.a', cumquaulo alo seja deslaa que lera
profundo enredo e que despert acata momenlo a
seusibllidade, com lado aneen-a bastante moralida-
de, a lera passagens que nleressam vivamente e al
fariam arrancar lagrimas ao coracao mais ompedir-
ui lo, e fossem executadas com leda *a perfeicao,
que sen,i.i pudia exigir de adores principiantes, e
que pela primeira vez entrara em scena e sao dig-
nus alias de toda a indulgencia porque deseinpenh.i.
rara seus papis por manen.i que mais se nao podia
delles exigir.
O drama eucerra quiln papis principaes e sobre
cada um delles pennila-ie-nos que facamos peque-
as relieve-i..ira nAo a'norrecermus o publico e me
nos cansarmos sua paciencia.
Temos em primeiro lugar urna viuva moca, rica,
pretenciosa, receheudu cun alisfacao as homena-
gens de cavalleiros. e vendendo caro sua obzeqoesi-
dade: porem bastante discreta e jadenla para in-
lerromper suas relacoes com om honiem casado que
frequenlara a sua casa e que por urna paixAo desen-
faeada que o cega, ah irracia sua leeilima mulher
a a Iratara sempre com maueira desabr las em tro-
co da maior dilicaleza e candura com que era mi-
mosiado por sua mulher, um anjo de bondade, c
um vr la I-ir.i lypo do amor coujagal, am comple-
xo das mais bellas virtudes.
Estes dous papis foram cticarregados e primeiro
a Sur. Knuil que comquauln estivesse fra no
principio da reprcse-ilarAu, todava dopois que per-
deu o medo esleve anima ia e execulou pur maneira
ajni' salale/: o segundo fui ilesi>rnpenhid.i pelo Sr.
/.'.(..lu., que ua lardado ooinprcliooUciu -u p ., t
deuprovas le que ja ala he novo na arle, e tc|fos-
M raais dillicil, sem duvida quemis hria o Sr.
Kozendo para ilustrar o eu tlenlo.
O terceiro papel e o raais imprtame de tuina foi
desempenbado por mademoisclle Jotephina Me-
llar.
l'rata-se d una esposa na llur da idade, porm
com bastante juizo, para constituirse um modelo de
amor conjugal, de extrema dedicacAo a seu mari-
do, ainda que esle seja mui'o mo, de houuslidade e
honradez ao ultimo extremo, de urna paciencia e
re-uuaei i como acnn-ellia a religiAo, uro modelo
einlim das mais apreciaseis virtudes e seuliminlos
nobres fe elevado-, como he raro euconlrar-se em
lAo lenra idade : esla virtuosa e de licada esposa
solTre com a raaior resignaban os plirenesis e acces-
eet de seu marido, a nunca tem a oppor-lbe tanAo
caricias e expresses meigas, chelas de ternura : ea-
la mulher modelo da esposa virtuosa repelle com
altivez os couselhos de seu pai, que l'azpi lodos os
esforfos para separa-la de sen mando : couipreben-
de p 'i leu,unente que a honra e a houc-lidade nao
permitiera qoe urna mulher abandone a corapanhia
le sea marido, eque ni ha homem por muilomao
que seja que nAo possa ser subjuga lo pelo amor,
pelo cariulio, pela dedicacao de urna raulher ; que
a arma raais po lerosa he u eoracii, e que aos die-
taraet de um coracao que "i inspira amor e ternu-
ra nao ha homem qoe resista : se tudas as malheres
detsera o devido apreso a armas qua lem i tua
dis[> i-ira.i. cerl.imenle que iiaohsveria marido mao:
ai ferat se d-nnam cun o amor e o ciriaho quanto
mais os horaens : e se ellas bem soubessem manejar
os altelos, e bem prezass;m a >na honra e houes-
ti lade, nenhum i certaraenle abandonara a compa-
nbia de seu maiido : oo quau.lo por lr-lhe desti-
nado a sorle esse homem in lomivel, o que adiamos
imposaivel. quaudo a inulliar In batanle discreta e
ju lciesa prr sab-r vencer, ura claustro deveria oe-
culli-la elerinmente as vislai e a i diteres do pu-
blico....
Mademoiselle Meuar. eremos, que he a primeira
vez que appa.-ceero tceua: merece tula a desculpa
por uo ter mostrada sempre o mesmo ialaretae, e
lor em certas passagens asalo completamente fra,
i>orcm ero outrus coinp-nelrouse perfeilamenle do
seu papel e deserapenhou-o como nao se poderla
esperar de urna artista Uo notel : virao-la alguinat
vezes muito comiunvida e sensib lisa la nAo tn quan-
do linha de empregar para c un seu marido palavras
de ternura e de ui'iguic-, coma lamban quando
procurando a raulher que era a cau-a das Iresvaros
de seu marido, ella leve de empregar essa lingua-
geiu forte e resoluta, que t foruece a honra e o ver-
dadeiro amor, e com as quaes foi capaz de conse-
guir que essa mulher. cheia de orgullo, lomasse 3
hrme resolucao de vedar que o niaridu da victima
qoe a prucorava, deixasse do fre (ucnlar a soa casa,
e por esse meio conseguio-se que esse homem des-
vairado cahisse em s, e se lomasse um esposo digno
de lal nome.
Alm detlat passagens, duas mais liouverara em
que madamu>elli Alear mo-dreue poteaida de sen
papel.empregou lodos os seus esforcospara mover os
alleclot : hisleada por teu pai, que a queiia lirar
da cnmpaubia de seu marido, ella di/.-lbe ; Tor-
nare! quando nAn llver oulro remedio : quero resis-
tir at que me falle o soffrimeuln, a hnne-tidade e o
decuro me darAo forcii, e he aienos penoso sollrer
os domesliciis desagrados^do que expor-me as.cnli-
cas do mundo : nessa occatiAo a actriz apode-
ron-se de urasenlimeutu querejpercutiaern nAo pou-
cus corsce ; vimos alguinat lagrimas desliaarem-
se pjr cerlas Taces niimotHs, e os lencinhos promp-
taraente as encobrirem.e te de nossos olhos alguraas
urio correram, he oorque elles; sAo muilo escassos
em derrama-las.
No lerceiro acto lambem lnuive nutra tcena dig-
m de mencAo e fui quan lo a inreliz eipou leve de
regeilar o contrato feilo por seu pai e eu marido
por deixa-la e dar-lbe urna subsistencia : seu pai
inteiramenle salisfeilo appreseula-lhe O papel pas-
tado por lea marido, ella o toma e vendo o con-
leudo, comroelleu una falta de delicadeza e desal-
lencao para cora o seu progenitor, rasga o papel
com impelo e diz-lbe : Oue sou mulher do caval-
leirn e que t" o golpe da mirle me pudera' separar
delle, que nio aceto ajustes! malvolo! e obrigacOes
escandalosas,!) he um falla digna de ser perdo'ada
a una mulher que sabe aqol lar os seus deveres e
se acha poamlda le verdadeiro amor a seu marido :
porlim ua visita que Taz a viuva a essa de-venlurada
esposa, na occaslAo em que seu marido acabava de
propinar-lhe veneno, madalmuisella Henar mostra-
se alleclnosa sobre manrira, eleva -se a ponlo de
causar vivas anMgoaf, ah quer elli.depois de liaver
coulieci.lo o trama negro e infame desse homem
desalmado, mnslrar-se superioi ao seu infortunio a
batante dedicada a seu esposo para receber a mor-
le ceanlo quo elle fique entregue as suas loucu-
i.i- : lie 'i-lmenle e-te eforco extremo da alma
mais bem formada que tere como um ralo a eons-
ciencia desse brulo o qual envergunbado dos eus
malvados failos, conbece seus crimes proslrado a os
ps de sua sania esposa, arrepeude-se dellet e emeu-
daudo-se al vivar una vida de homem de hem :
estove importante esta scen i c toucou-nus viva-
mente.
Eis como a constancia no solVriinenln, o bom sen-
so de urna joven espo-a, o verdadeiro amor conju-
gal, o milito coiilieciuienlo e apreciacao da honra e
das virtudes que devera ornar o carcter de urna
complela tanhora, vencem um genio irascivel, fu-
ribundo a fazem delle urna cera para moldar-te a
lulo : se lodas as roulheres comprehendessem o no-
bre papel de Mademoiselle Meuar, nAo haveria es-
cndalos que se dAo lodos os dias 1
O quirto papel, ou te quizerern chamar quadro,
einlim he repretrulado pelo Sr. Sania Kota e pela
Sra. de- una lrala-se de um cssal de criados, cuja
mulher he de uro genio ralhador e bulhenlo, e que
por qualquer ninhana nu phraae de seu Uni espoto,
vai-lhe as venias, arranha-lbe a cara e injuria:i
com palavras speras e proprias Mnenle de criadas :
ambos os artistas desempenhar.-un a sua inissAo, e
cora loda a propriedade. O Sr. Sania Ilusa, coja
especial .lade i,e hem conhecida em papis carica-
tos, lastimamos que a Sra. Jesuina fuste desuado
ora papel lio Inste, cuino seja o de mulher, que
maltrata a seu esposo : a mulher deve ser ura anjo
de candura e a imagem du amor, para ser adorada
pelo hornera, e nao urna furia inlerual : he verdade
que nuil! !- philosophus e pnetas lem piulado a mu-
lher sob a forma do diabo ; mas outrot tem as pin-
tado sob a forma de dolos a quem devenios a-
dorar.
Pedimos ao Sr. Sania Rosa, que nao desanime em
doplicar de esforcos, e que us continu a obsequiar
com seos espectculos, para nAo vivermos nesse
abandono em que nos ochamos, e o respeitjvel pu-
blico que nos releve, e o enojamos c
donha narracAo relia por um seu comprovin-
ciano
O Auttu.
presentar llanca para polerem lanzar e arrematar.
Paco da cmara municipal Jo Hecife em sessio
de 13 Je novembro ile 1856.Bario de Capiba-
ribe, presidente.Manuel Ferrcira Accioly, sa-
creatio.
Vbc&ta ota.
CO.NSJUT DE FRANGE.
Le cnsul de Franceen cette residence a l'hon-
ncur de prevenirles personnesiiuc cela poumil
iniresser, quo mercredi prochain, 19 du prsenl
mois, il sera procede en sa chancellerie. onze
lieures du roalin, l'adjudicaiion des fournitures
de pain, vianda eteau douce necessairc la con-
sommaiion dn Brick de Sa Hajosla, lo Beanma-
noir, aciiiellmcni en ce pon el que le mi'-me jour
el la niine heiirc, il sera egalemenl procede a
l'adjudicalion dla fourniture des fonds qui peu-
veni i'ire ncessaires nu dil llrick, le Beauma-
noir.
1.0 Cahicr des qharges potir los dites fourniiurcs
peiljvel pu- esl dpos au Consulat de Franca ou' les personnes
e,.mnr.?.n, ''ui V0U|l"'enl concourrir aux dites aHitidicalions
(on*c5UouDencitt.
im.=As boas acones nunca devem ,"' enco",r',',a ei" Pue; de a'a -rioulo.escravo. po-
uusciu Je ,p,)arecer D1 CH.a d0 subdelegado da frenue/ia
s.nao su porque quem as prat.ca te.n ; da Boa-Visla. que dando os si.gnae, do dituietro ner-
ogiaaa, como porque a publicacao de ; dido e a quintil Ihe sera' entregue,
le servir de. honroso exemplo 'c no- IKIBL'.NAI. 1)0 CDMMEKCIO.
Por ...I -i ....... ^n I.. ....I.,___ __- _. .
, potirront en prendreconnaissance.
Fernambauc le 15 novembre I85G.Le tonsul
I de France.Vie. E. de Lmont.
declaracao*.
I A quem Ihe fallar urna earleira com dinheiro, que
Srs. redael rtear escondidas
direito a ser el
taes accoes pod. .
bre estimulo para muilos. r or 05,, SBcrt,|ar"< 'az publico quo nesla dala
_.! i ii .. I"" inscripta, nu coinpeleiite livro do matricula a
Assim pois julgo um dever fallar do procedunen- Irru social de Meoron & Companhla, es.aMec.da
lo que leve as ultimas eleic.-es da fregue/.ia de S. j n""**" lir-'t' con commereio de manufaciura de la-
Antonio o Sr. Firmino Jos do Reg, o qual, I """'"
poslo que irabalhasse em favor do irinmpho do par- S^!2^&grm*m "'
lido a que elle perlence, todava nao nos consta que
praticasse aclo algum de turbulencia, que commet-
losse qualquer desacato, injuria, ou violencia con-
tra os cidados que concorreram elei^ao ; pelo
contrario somos informados que o Sr. Firmino se
portara moderado e coro quielacao. Felicitando ao
Sr. Firmino pela mudanza do seu proceder, com o
qual entrot no caminho dos liomens honestos e
grandes, temos por fin dar lestemunho de urna
verdade, e fazer desvanecer qualquer impresso des-
favorarel que paire sobre sua pessoa, e qualquer
suspeila que Ihe seja desairosa. Com a inserso
destas linhas muito obrigaro a
/ m ennserrador.
Pernara-
Dinameriea Augusto do Kego Kangcl,
.No impedimenlo do ollicial maior.
9mm*t$i9.
ritACA 00 RECIPE 17 l)E NOVEMBKO AS
:l tIOItAS DA TARDE.
CotacCe* olliciaes.
Cambio sobre Londres11 .'t| COd|v.
Dito sobre dito-JH d. o ni) dlv.
r'rederico /tobilliard, presidente
.". Borges, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, -J7 :tii.
Paris, 316.
Lisboa, 98 a IDO por ",, de premio.
o Rio de Janeiro, 1 rJ a l por 0|Q a S e .10 dias.
Accoes do Banco, 10 a tS de premio,
ir companliia de Beberibe 4$000.
i i companbia Peroumbucana ao par.
Ulilidade Publica, :iO purceutoda premio.
ir Indemuisadora. 52 idem.
ii da estrada de ierro M por 0|0 de premio.
Uisconto de letlras, de 7 a 7 l|2 por 0|n.
Dito do banco7 a 8 por Oig.
Ouro.Ou^as hespanholas. 289 289500
Moeda de 6900 valhas .... 168000
6i00 novas .... I69OOO
11 40000.......98000
Prala.Palaces brasileiros......28000
Pesos coliimiian. -......25000
meiicanos......, 1J860
Caxa Filial do Banco do
Brasil
EM 17 DE NOVEMBRO DE 1S3(,
Directores da semana, os seubores : Joao Pinto
de I.tmus e Dr. Auguslo predenco de Oliveira.
Descont de lellras a vencer al III de deterh-
brodo rorreuta auno 8',; ditas com vencimenlos
posteriores 9 ",.
Rio de ncno.
Espera-se do Astu' o brigoe "Imperador do Hra-
silu, o qual depoisda inllicienle demora para reciber
escravo, a frele, seguir' para o porto indicado :
a tratar com Manuel Alves Guerra, na ra do Tra-
piche 11. I i.
Ileal eonipanhia quees ingiezes a
pa<
vapor.
No dia 19 espera-se do sul o vapor TAMAR,
coimnandanle Jelllcoe, o qual depois da demora do
coslurae segolra para Soulbamplou, locando uos
portes de Sau-Vicenle, leneri, Madeira e Lisboa :
para passageiroselc, lrala-se com os agentes Adam-
son Howie iS; t".., na ra do Trapiche-Novo n. 42.
Ao Para
segu com htevidadt
ALFANUBUA.
Rendimenlorin dia I a 15.
l.ili ilu UI., 1 ,
21 :l:.M 2(778
;M.017e5C
252:l70j:i2i
Descarregam hoje 18 de notembro.
Barca iuglezaNanphanteIrilhos de ferro.
Brigue inglezKremdrsplvora.
Brigoe inglezOdamIrilhos de ferro.
(alera iuglezallerraiunemercadorias.
Brigua americanoThomaz Wallcrbacalhio.
Barca americanaJapnicafarinha de trigo.
Brigoe americanoNancjdem.
Polaca hespanholsliuadelupapipas de vinho.
Polaca lie-[11 nimiaSilencioidem.
Patacho porluguezBrilliantediversos genero".
Brigua porloguezRelmpagopipas vastas, cebo-
las e batatas.
Polaca saidaAnnamassas, azeile, vinho e eli-
damos.
Escuuj brasileira/.elosapipas e barris vasios.
Barca iuglezaQoimbacalbao.
oO>SULADO UERAL.
Rendimanlo do da 1 a 15. .... 28:9175967
dem do dia 17....... :l.7il3i55
2i:(HJ0522
1VERSAS PROVINCIAS.f,|
Reudimeulo do dia I a 15 2:5.'!is9l8
dem do dil 17........ 3.128879
2:8078797
DESPACHOS DE EXPORTACAO PBLA MESA
1)0 CNSUL\ 1)0 DESTA CIDADE NO DA
17 DE NOVEMBRO DE 1836.
HavreGalera franceza iiOlindaa.Lasserre &Tisel-
frers, 1.000 couros salgados.
H.impton RuadBarca'ingleza nWaggero, Schramm
Whalely i Corapauhia, 1,(100 saceos assucar mas-
cavado.
BostonBares americana nWarre llalleth--llenry
l'ostir ii Companbia, 1,000 saceos assucar masca
vado. '
LiverpoolBarca iugleza uNanphaote, C. A. At-
tell L\ Companbia, l.lidii saceos assucar misca-
vado.
LisboaBarca porlugoer.a uMaria Jos, Jos l;er-
reira Les veriano Rabello J( Pililo, i praiiches de ma-
rello.
PortoBrigue porluguez Eeperanca, Barroca &
Castro, 6:1 cascos mel.
PortoBrigue purtaguez S. Manoel In, Josc- An-
tonio de Carvalbo, 155 talcos assucar brauco.
XDortacao .
Livorpool por Macei, barca ingleza nDemerarao,
da 632 toneladas, conduzio o seguiute :2,800 sac-
eos assucar.
Parabiba, brigue inglez nElizan, de 387 toneladas,
conduzio o segrale : 1,519 barricas bacalhio.
RECEBEDORIA DE RENDAS IN TERNAS tiE-
RAES DE PERNAMIIUCO.
o palhabote naci
nal LINDO PAQUETE, capitao Josc Pin-
to Xur.es : para o resto da carga que Ihe
lalttt, tiata-sc '-om o consignatario An-
tonio de Almeida (jomes, na rua do I ra-
piche n. I (i, segundo andar.
1610
de Janeiro.
~> brigue FIRMA my.uu para o Uio de
Janeiro quarta-fefra ludo coi-rente: pa-
ra escravos a frete, trala-se com os con-
signatarios Nova es A C rua do Trapiche
n. ."i.
de J
aneiro.
Jopne com brevidade o palhabole (Veaou ; rece-
be carga e rassageirot : a Irilar com Caetano Cvria-
co da C. M., na roa da Cuica do Recife n. i
PARA O PORTO
segu com brevidade o superior bngue Esperanca,
novo, da primeira viagera e forrado de cobre ; para
carga e passageiros, Irata-se com Barroca & Castro,
na ruada Cadeii do Recife n. 1, ou com oeapiUlo
ua |.r,i._ 1.
AO RIO DE
Janeiro
segu com luevidade o brigue
nacional MARA Ll /JA, capi-
tao Joio da Silva Moraes : pu-
ra carga, trata-se com o consignatario
Antonio de Almeida liomes, na rua do
Trapiche 11. IG, segundo andar.
Para o Rio de Janeiro.
Segu com a maior brevidadea veleira ebem co-
nhecida barca nacional Sartiva, por ter parle do
seu carregamcnlo prompto, para o resto e es-
cravos, para o ipio tem excelleules cummodos, os
prelundentes podem dirigir-so ao seu consignatario
Antonio Lili/, de Oliveira A/.evedo, na rua da
Cruz n. 1.
Companhia Per-
nambueana.
Rendimanlo do dia I a 15
dem do dia 17.
12:82(i?il8
577;I12
t :i. o jj-'iito
CONSULADO PROVINCIAL.
Reudiraento do dia I 1 15 .... 19::i!l7;2>:)
dem do da 17....... 3:8419764
23.3399017
Wttoimmte $0 pono.
.'varios entrado* no dia 17.
Lishaa27 das, brigue perloguex Relmpago", de
335 loneladas, capitao Rodrigo .1 laquim Correia,
equiiagein 13, carga vinho e mais gneros ; a
lliomaz de Aquinn enseca g Filhos. Perlence a
l.ishia. Pas-ageiros, Antonio Jos Silveira, Ale-
tandre da Conceico Coelho, Jos Anlonio dos
Sanios, Manoel Joaqoim da Silva ligueiredo.
Rio llrande do Norlei dias, lancha brasileira Flor
do Rio 1 ir.in le do Norte, de 42 toneladas, raeslre
Miguel Arehinjo da t^osla, equipagem i, carga
assucar e uiillio ; a Jos Pedro da Lu. Perlence
ao Rio tiraudc do Noria, Passugelros, Jos Pedro
da Lu, Jos Mauoel da Coala, Pedro Celestino
Chaves, francisco Joaquim da Silva.
Tenerife30 dias, vapor de guerra inglez nllawg-
hty, cominandante llamiltnn. Vaio receber car-
v3o e segu para o Rio de Janeiro.
Terra .NovaBrigue ingle alaaala, de -JWi lonela-
das, capil.lo A Sleele, equipagem 13, carga ;.iin 1
barricas com bacalhan ; a ordem. Perlence a
Gneooek-
Liverpool12 dias, brigoe ingle nl-riendsu,,de l'.lti
toneladas, capitn !- ti. Jean, equipagem 10, car-
ga faiendase raais geueros ; a Sauuders Rroters
$-ttc*.
(21) ll.idam p. i'.kii.
l fio.
Nos dias 15, 17 e 19 do COrTOutJ oslara cm
prar;a no paco da cmara municipal do lccie,
a obra da conslruccao d'uma estrada nova para a
Varzea,orc.ada em 5- 1OO9OOO' os pretndeme que
qaizerem consultar o orratnenlo o pnderac procurar
na casa da mesma cmara, assim como devero a-
ditanarua do Alecrim n. I ; 1 dita na
rua do Mondego n. 7 ; I silio'na Casa.
Forte, com boa casa de vivenda, sen/ala e
coebeira, etc. ; e I terreno de S8 palmos,
correspondente rua do llrum e a dos
(uararapes : os Srs. pretendenlcs quei-
ranj, portante, examinar rom anteceden-
cia as supraditat propriedadet: o leilao
lera' lugar quarta-feira 2(i do correnle,
us 1(1 horas da manhaa, no armazem do
agente annunciante, sito na rua do Col-
legio n. 15.
O agente llorja faro lailao pin seo armaiein,
na rua do ddlegio 11. 15, de um grande snilinienlo
de obras de marcineria novas e usadas, e nulrus mul-
los objecloi de dillerenles qualnladcs que lora im- das I 0 as ."> da tarde
possivel enumerar mh como lambem fara Uilao Preci.-sa> da om. ,.
de urna complela mobilin a raais .franjo, de casa, L,,,r nVraVoZad 1 5* St fl^
per.encen.es a urna pan., que iclira-se para IV.ra di ,ta ("ngregicao *' ""' **
Aiilonio L. d'Olivaira Aieveda fara leilao, por | _
Lotera do Uio
de Janeiro.
Hoje esperamos por nm dos va (mu
dosnl, as listas da lo'eria i- do asvlo
de Santa Leopoldina. Anda e\ist'etn
alguns liilhetesema loja n. 10, da pra-
<;a da Independencia: os premios sei-.m
iinmedialainenl.! pagos, logo que nos
adiemos de posse das mesmas liiUs d<
conlormiilade com os nossos anntm-io.
na ruailoCollej'io primeira andar n. ,
- .3 S'-'-*>
LarifO vapor /guuras'it' espera-se dos porlos do norle
de IK a 21 do torrente iner, e cora pouca demora
nesle porlo leguir para es do sul : pira carga e
passageitot, no etrriptorio da companbia.
eif$3>
Leilrio de queij >s.
O agente Oliveira (ara' leilao, por con-
ta e risco de quem pertencer, de 50 cai-
xas de 'i queijos llamcngos cada urna,
chegados prximamente de Liverpool pe-
lo navio uOdem: hoje. 18 do corren-
le. as 10 horas da manhaa, quando se
presume tabirSo da alfkndega, e no lar-
go desta.
nprir :
*rja
Zoifirt &itt80&.
-praiealireni tai ensi-
las, poit que, depoit de toa retirada iwr ndate ri-
ponda.
10 horas da noile : quem for sao dono pros-are iw
eaa do Sr. Jos Paulino da Alaaida Citando, a
fcs.rida Rara, qoe dando lodos ot li.aaei m oolrp-
gara .
Precisa-so de timjpreto idoso. forra oa capli i.
para Tuer o tervico da urna cata a comprar : alrii
da malni da Boa- Visla o. 16.
i'recita-se alocar urna errara qul
pira o aervito de urna cata da familia, c pe
qaa notahc a ro : quem liver dirija -e a rua |
va n.61.
Lotera da pro-
vincia.
5a parte da 6a lotera da
matriz da Boa-Vista.
Rubricados pelo ahar-
xo assignado, foram ven-
didas as seu-uiitcs sortes:
818 MMOtj ineio bilheic.
91."i 2:000s I dito.
898 900s meio bilhetc
17i. SOOs mio billietc.
537 lOO.s hhete.
.-10C lOQf bahete.
5523 lOOs blhete.
2467 I OOs i meios.
95." ."0.<( S ditos.
649 50.s- i ditos.
221 i- O.s- 2 ditos.
1012* O bilhetc.
P.J.Liyme.
\nli-iiio Peraira Hispo, subdito parlasasei. re-
tin-sc pira o Kio de Janeiro, levando am tai com-
panhia om tea etrrave.
I pessoa qoa anaaacioa (or um prrlo sapalrno
a cii/'nheirn para alocar, appareca alraz 4a malni
da Poa-Visla o. :!'!, piimairo andar, para tiaUr o>
ajuste.
Preeisa-M da ama ama qoa lenhi ka-laota lai-
Ic pin criar om menino : qurm tivar aostlaa r imtlaneas dirij.-ie ao pleo de S. Joa a. 15.
Hospital Todos os Santo* da venerare* or-
dem terceira de S. Francisco o
Hecife.
Achando-te vagos ot logaras de en fu me na r ra-
fermeira dn meiioo hospital, par deliberara! da me-a
administradora da dita ordem, sae ronvidadoa m -
man- qae eilivereai an circumtiincia. da Kail dn
- irl. 1 "jS dos eslalutos, a apretenlarem n Ha rtqain-
"a fabrica de ealdeireiio da rua do Brurn n. menlo ao irmao ninialra, na nao prfciaa-aa ao-
iiisini irain-.c os escravos Misuel c Malinas, o ra ii tobredilo hotpilal do om srvenle. O aaal <*>
artigo a qoe te refera o aanoneio cima be : ..sera"
preferido! para estes anpragot um homem e aoaa
molher, qoe alm de raudos oo aparentados asa jan-
meirn crao, pn-snarn is eminentes virladas q*. rA
rarlerisam ot verdadeirc clirinli, para qoa duna -
menta comprara com os .itrradot desere* qae recla-
ma o homaiiidada olTradoraa.
ORDEM TERCEIRA DE S. KR>CISCI.
Por ileliberaca. da raeta regadera, (aa laaaao da
II, sao convidado! lado os irataot em geral aera
comarecerero oo da 23 do corrale, palia -J Ii ufa-
da larde, na igraja da ordem, paramaolados roa) aa-
habilot.p.ni encorpnnilos.acompsnhar a piiliali de
Corpas Chriili, convite de S. Exc Rva.
ILLISTRVCAO L1S0BR. SI LUI \
E
Pede-seao Sr. E. S., queira mandar
pagarasubscriprao de .1 annosquedeve
de certo peridico, alias sedarao outros
esclarecimientos.
-Nesla tvpographia |irecisa-se fallar
ao Sr. Rento A. R. Tupinamba', que mo-
rn ou teveloja no pateo dot.armo.
Precisa-se para o servico interno e etlenio de
urna casa eslrangeira, de um preto: a quem Ihe con-
vier dirija te a roa da Crui n. (.
Ira rapar com pratica de loja de lazendas of-
ferece-se como caiveiro, o mesmu pode dar boas in-
formacoes lano de sna conduela como de son ha-
riilitares ; qurm precisar queira dirigir-sa ao se-
gundo andar do sobrado ao p da ponlc da Boa-
Visla, qoe lem taberna por baixo.
Precisa-se de urna pessoa, homem ou mulher,
para fazer as compras e ir a alguns maudados de
urna casa de pequena familia, podendo ir pernoitar
em sua casa, querendo : na run do Hospicio n. 7.
ARREMATAC.VO JUDICIAL.
I or aolonsacao do Ulan. Sr. Dr. juiz de orphaoi e
ausentes do termo desta cidade lem da ser arremata-
dos em hasta publica, enm as formalidades do eslx lo,
no dia setla-feira l do correnle, ao meio dia," na
casa terrea defronte da lundicao da rua do Brom,
os sesuinles objectos que compem ot espolio! dos
hnados portuzuezes ahalio designados.
De Jote de Souza Delgado :
I bui eoraa carnea avahados em litlglKK)
De Iranciscn Domingoes AITonso :
Roupa de uso, dlferentes objertos de ter-
vico de casa e Boreaa de ferramenla de
carpina, ludo avallado em.....ItjNKXI
De Joao Raimundo Teineira :
I cavallo ruco anda novo ava-
liadoem.......
Konpa a objeelns de uso, avah-
ado em........
I relogio suisao Irancellira de
prsla.avalindo em '. .
1 pequeo aunel de ouro, ava-
llado em .....
I accAo da fabrica de liar algo-
dao, no vilor de. ." .
lO^HMI
J69000
aoeiMo
.-5OU0 I6NKM)
33HM>
Ri.
primeiro he de naco Cabund, oflicial de foudidor,
baixo, cosluma-se embriagar e ser muito regrit-
la ; o segundo ha (ambara de naci, nao lem ofHcio,
cnsloma embriagar.se e lem ot ps luchados, ente
prelo ha nnlirias de ler andado por Olinda a estrada
""*" ""- .....--,<.- <- ..a. .,...i.,-,.,,
oulra pessoa que os peearem ou delles derem noti-
cias, dirijam-te a dita fabrica qae ter.i recoaipen-
ladn.
MAIS MA PERGl.'NTA INNOCENTE.
Tendo os apregoados proleclores da senlio-
ra do Sr. Burgos Ponce de Lcon, em nome della,
dito na correspondencia de 24 do passado quo o
dito senlior havia re>|uerido a prisao de sua mi ;
cujo facto an sabido ero S. Anlao. B lando cm
resposta se dito na correspondencia do 29, que era
isto tima calumnia ; nao lie verdade que os laes
funis do poncho, (nao estando cheios), de-
vera provar sua asserQo fazendo publicar e:se re-
querimenlo, e mais provas uthenticas?
Ceriamente. Mas se ellas nao provarem urna
lao grave imputarjao, nao lie verdade que so nao
pejam de suas falsidades ? Corlissimamente.
I Irl Ira ilb cambio.
Precisa-se de uina ama forra ou captiva para
cita de pouca familia na rua dat Trincheirai n. 8,
loja dr larlarugueiro.
Desoja se saber quem lie o corrtspondente do
senlior do engeuho do Brejo Novo, Joo Jos Lopes,
para te Iralar de negnrio que diz respeilo uo dilo :
na rua do Crespo n. Ii, oo auounciesua murada para
ser procurado.
IrniHiidade de San-Jos
d'A*?*oiiia.
0 ecrelariodn irmandade de San-Jos d'Agonia,
erecta no convento de Nossa Seuhora do Carino,
convida a lodos "S seus charissimos irmos, por or-
dem da mesa regadora, para misa geral, qoarla-fei-
ra, 19 do correle, pelai (res horas da larde, assim
como lambem couvida a lodos p1ra dominao as mei-
mas horas, para eocorporados acompaiiharem a pro-
Clss3o de Cnrpus-Chrisli.
Rila 'lavares da tama, coran procuradora de
seo pai Vicenta lavares da Silva Coutinho, nulr'ora
eonhecido por Vicente pe reir de Paula, az scien-
le n respeilavel publico, que uiiisoein faca negocio
algnm com bens perleocenles ao dito seo pai, prin-
cipalmente com o escravo, pardo, da nome Ma-
noel, e a cscrava de uacao Angoli, de lime Maria,
sendo a annunciaulc a onica auloritada, lano liaver
qualquer bens donde quer que oJIea axisla, como qoa
pode negociar qualquer liem a aao pii perlen-
cenle.
Recife 17 de novembro de 1856.
Precisa-sede urna escrava para o ser ico Ha
casa a rua : quem liver para alugar dirija-se a roa
das i rn/e- n. :l, ou aununcie para ser procurada.
l-ugio no dia H do correnle mez, as ti horas da
larde, a preta escrava de mime Delpbiua, natural do
ganliii de Angola, de idade de :t(i anuos, pouco inaii
ou menos, eslaiura regular, cor prala, levou vestido
de me(im pretn, c Dieta prela. E-la prala foi escrava
de Antonio Beuevi.les Haaif palco, morador na
comarca da Caraira', e julsi-se para la' ler ido :
prtenlo roaa-se as autoridades policiaes a eapilSat
de campo de apprebende-la e lava-la a rua doi Pires
n. 13, que serSo recompensados.
.ms-s,v;3o-:o-::? o :h:-:::::-:::-^-
-*- o- -.aw --*- -*.- i+r *tr '^r*r+r *' .-'.
g Asso iaga |>uputar de
soecorros mutuos.
L(*ilo srMii limite.
O agente \ icira da Silva far leilao quaria-feira
10 do cortante por conta e risco do quem perten-
cer, para luquUa>io,de urna casa de um negocian-
te e de inultos objectos de escriptotio inclusivo dous
cofres e oulros muilos objectos de marcineiria, que
ludo oslar patente no mesmo dia.
Leilao.
O agente Ro ja, poraulorisarao doE\m.
Sr. lr. juizespectal do commereio, are-
queiimt-nto dos adminislradores da mas-
alallida de Xuno Mara de Seivas. ara"
lei lao, das pro|iriei ladrs aba i \o declarada.-,
pe tenecntes a referida mana, a saber :
I sobrado de > andares, silo na rua do
Vigario n. ITi ; 1 dilo lambem de "> anda-
res, na roa do Li\ tamento u. "5(i ; I dito
de 2 andares, na rua Augusta n. 2 ; I ca-
sa terrea sita na trave.sadoMonK.-iro D. 1
1 dita na travessa do Marisco n. 14; 1
55
O
X l)e ordem do Sr. director convido a lodos T
V3 o* socios paro sessilo exlraordiuaria no dia
*7> C. do correnle, s ii hoias da larde, na rua g
S Direiia n. 7, segundo andar.O primeiro l
v.? secretario. Joto da Cunha Teiaira. t.-
O Sr. Fumino Mara de Oliveira
queira ?r no arma/.em da na da Cr
n. 11, para negocio de seu inleresse.
i Attencao! |
^ Oabaiso ahiqnado jase acha na" livre
:.? ailinuislrai,n dot hens do convenio de >'os- 6?? ,
.^'- sa -enhnra do Carino da culada de Olinda ; C.^i
S Por ",0 ineni dever ao mesmo ruuvenlo, '
Os seubores assicniole- dot joraaat lataataiiai
meiicionadiis, queiram mondar buscar oo aaaiar
aliimamenle chaaados a Imana da Joa Roaaaira
de suiza, roa do Crespo defroote do arco de SatH-
Aulonia.
I am-se contrata Jn comprar i cata lenca a. -I
do hecco do l'itreiro na IIsm-VoU : ae al^M* aa
Majar com direito a impedir etla Csteapra. mi>u-
por esle Diario, ou dirjase a roa 4o K alaria aa I
Vista n. ti.
Precisa-e de ama paatoa <|aa aaiba nuahat >
ordinario de orna caa 4a familia : airaiJ. lie
picio n. :i.
Preciti-se de nm ripazinbo ao laeaaao qoa ie
queira prestar a fazer alioaa wv^o naiiatnili
com ai suas forras : aa rua do llaipieia a. *.
Na roa do Ranrel defroala ae a..'. areeisii-tr
de om menino de 13 a I i auna-, qoe toalla aralH
de taberna.
Jhh
ga-se
I casas ua Torra, ciiidn e pialadas, para ia ,__
fasla, por commodo ptaco : aa raa da Cedria dr
Sanio Antonio n. 17.
I'reclsi se de ama ama para eaaiaaar a caaa-
prir para don peajoat : aa roa Uneile>. %,.
I'recisa-se fallar aoSr. JoaquinJoas
Marnues, que morn em Santo Amaro :
na livraria ns. i e 8, da piara da Indepcn-
cia.
Ro(ja-se ao Sr. Flix Alvci de (Mi-
veira, morador em I'ara I ilu o favor d.
ir ou mandar ao Monteiro, cm casa Petlro lioellio Pinto, a negocio de sa-u m-
teresise.
Precisa-se alusjar uina eat-rava pai
0 servico de urna casa de jiotica familia :
na rua do llabuga', loja de |uatro pol-
las n. 1R.
lleory hnrtler llelcli retira-te para oa Eatado-
1 nidos.
Precisa-sede boas ce-deretraa: aa raa Nota
o. :>
O capitao W ilion relira-se ceai aaa laajilia
pira fura dn Imperio.
F. M. Iioprad, subdilo franca, nraia tarar".
~ A casa tarrea da raa Imperial. parleaeaaH m
fallecido Jo- Joaqoim de l.ima, oata lajeWa aa pa-
Eamenlo da dividas qoa o mesan Icm dueada, r
para que iiinEnam allacoe icnoraacia, aa fat a prt-
teiite annuiicio.l.'m credar.
---- ---- -w. -r -~r -~- ..^ -^ .^.
Precisa-se alugar um criado, ipie de i
(ador a sua condtita : a tratar na rua do!
Crespn. 15, primeiro andar, das !i a'il
" da larde.
Evadio-sc a prela Lana, erioul.i. d 0,,,, em j
nne achava-se serviudu, para pa'^ar em sieus aervicos
o dinheiro adianlado para sua alloma : prnl.tta-c
contra quera a liver amulada, nAo su pela drleuc.to
de sua pessoa como pelos valores qua ella carrritou
furlados da cata, do que lodo ja estn inleirada at
autoridades policiaes. O niellmr sienal para ser co-
ndecida ha que lem a braco direito a parle da man
indiada de ervsipela, cosluma a embriauar-aa, e foi
ueste eslidi qoe se evadi, dapoil de ler lutado com
umi petsoa da cita : quem dalla stouber e parlicipnr
na ditlilacjo da praia de Santa Rila, oo ao Sr. sub-
delegado de S. Juic, i cr. beia recompensado.
O abano atsifinado rrtira-se para se* i
e dei enrarrecado para tralar dot n.gidit aa aaa na, a
qoero pode dirigir-ie toda e qoilaaer paana atas
liver e tratar nrocint com o metala acata Ci4i4r.
Kerife 1.1 de novembro de IK'm.
Juan Peraira da Araojo 1 araoni.
Kosi-te a poviia qae araao daat Mira- d
qoanla de 171J!l rada ama, acallas por tratara
lote da Silva a favor de llnminsosi oVCaalro Man. -
favor de mandar entrabar na roa da Praia a. 31. qa-
Ihe licara' a-->. ohri;adn ; c previita-M a acaiUni-
que nao pasue a quem Ihe apreaentar.
Pracia-se de orna ama lona na captiva, ata
s.nU cuiinhar, para c- de punca faaailia : aa toa
du Brom n. I i.
EMI uro.
'.luam prensar de eiilallm da ralira, o de trtia
misturad rom ralica, inand hn-rar a raa d: La-
las da lie-jueiia do Sanio Anloaio un. a lvpa.
pbia.
Ooem liver conlis cm lurc amanraai-Ma-
} Melvaller, capillo WHaaa, qoaira aprr^i i.,
las uo prain .le :t dia> aera teicn pasi-, no r*rri|4a
no de Mans Portier <\ Companli-a, raa da I ra-
che n S.
Pracisa-se da om prelo qae taiaa taran a aae
ta 4 qoe tica m.. aaiaaua am ama ca-a mraajai-
ra : a Iralar ni na do trapiche n. Ii.
Precisa-se alujar orna ama pora raimlur rm
urna casa da pouca lamilla. n qe ,, (lr| |M.B
! comportada : ua roa da Cadea Xallia a. t -
Aluzam-ne srsanJo a lercrira aastam 4o ^s
lirado ii. IS da raa da lia .lea d.> llacile, fw\, |cm|
da I niaras : quem prelendei tMiiai ai ao escnsM.
lia u. M na loattna rua. So o.- metm... .I.iadn. *.<
acb .ra rom quem Iralar.
A quera cuimer e declara qae ha aiidirmu
do juun ua par d.i I.' disocia detla liccav-/i. I>
Santo Anlonio do Kecile audu |H ,i aa/..*iet)>r
^en.a-ff iia aa hom e lasar da cutime.
Ofterece-se aaa caueiro com pratica pata li-
barn qurm preci-ir dinji-K i Apiporu*. i
jauto ao icougue.
ILEGIVEL


IH II Pl :;B3B. Tg* /ti? 18 31 NOV Mafia H 1856
DEPOSITO DE L1VE0S BOTILS HOMEOPTICAS^
DO
U ur. P. A. Loho Moscoso, tendo de fazer urna viagem deixa a sua
ile pessoa habili ada e de inicua probidadc, e ui.i deposito na luja I
logueira deSouza na ra do Crespo, sobrado novo do Sr. MagalhSea
direccSo .
Manoel Nogueira deSouza
po,
HIELOS FIXOS.
Botica de 12 tubos grandes. ,
Dita de 24 ii ii
Hita de 36 ii
'Dita de 48
Dita detiO
WOUO
155000
2090(1(1
255000
IlOOOO
fila uo uu .I"-UI
Manual de medicina liomeopallnca do L'r. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina.....
Medicina domestica dol)r. Ilenry......
Tratamento do cholera morbus......
Repertorio do Dr. Mello Moraes. .
I
2-AR"4tMk"*v!- Ti
* PLDRAS PRECIOSAS- ,
~ *
j*> Adere* de brilhanlea, j
S diamantes aperlas, pul- -Jj
ceir.ii, allineles, brincos jK
S e rzalas, holes e auueis *
;" de dilTercnles gostosede
* diversas pedras de valor. ?.
MOREIRA k DDiRTE.
LOJA DI Qi'RIYBS
Rua do Cabuga' n. 7.
Cumpram, vendem ou -,
bri- *
2 Irocam prala, ooro.
3 Ihantes,diamntese pro- .?.
* las, e oulras quaesquer 3 |
joiasde valor, a dinheiro *
? ou por obras. Win
gmiiiiiMiiiiiijniivwiiiiaau Recebera por to-
% dos os vs pores da Eu- g
ropa hs obras domis *
.; dejas, salvas, caslicae% .<.
OderilO OStO, tail- | colhere.desopaedeeha, *
C e mullos outni" 1.1,;ecto- .
de Franca como
Ainiitzeiu de Burle Saiiza
& (,'.*, roa da Cruz 45.
ilrrhesado a ele armazem, pelo navio Ulinda
oetcellenle rap franco., qoe cuslaina leceber, e
pnr cummodidade dos amonita de boa pitada, irha-
, rao do me*mo rape em cusa ,t,n Srs. Jaai Carduzo
botica sol a i Ayres. roa da Cadeia, e tleeira \ Duarie, raa do
de livios do Sr. i Cabana : o prcru he rasoavel.
af> 1-1
Lompai.hia ele
Beberibe
Porordem do Sr. director, Sao convi-
dados os Srs. accionistas da Companhia
de lleberibe, para sereunirem em assem-
blea geral, no da 18, ao meio-dia, alim
de decretaren] o pagamento do 17- divi-
dendo, e approvarem o orcameuto das1
lesp.wasdo correte semestre, Escrp-
torioda Companhia de lleberibe, l de
novembro de 18o(.O secretario, L. da
C. Portocarreiro.
Afericio.
O abaivo .s.isnado, .rrrmalaiite das alrriencs do j
muuiripio do Recifr, tcieulilica a qoem couvier. que i
tero estabelecido o scu escriptono no pa'eo do Trro
M. l, aonde dar' expediente das K da mauhaa as '
:l da tarde.Jos Custodio Peinlo S.ares.
PrecLa-se de una ama que lenlia bom leite :
na ra da Cuia u. I), priiueiro andar.
2O3OOO
1()f 1100
2#000
(iflMIH
ib
wmh o m mml.
OCHO F. PltAT.V *
* Adereros completos de J
* ouro.meiosdilos, polcei- m
gj ras, allinctes, briucos e 9
i rozetas, cordes, trance-
m lins, medalhas.correutes *
J e enleites para relouio, e *"
. outrosmuitosobjeclosde ';
' ooro. *"
Apparclhos completos, SJj
de prata, para cha, ban- 5
<>; dejas, salvas, easlicae, .<."
.' de prala.
ks> m S S **> SgSBBB&i
de Lisboa, as qta es se vendem por
|>re^p eommodo como costumam
Grande e assea-
do eollegio em
Lisboa,
pura meninas, internas e externas, enja
c4ttcaco, prendas e mais vantagens, se
poierto avaliar, era preienca dos estatu-
ios, que se acliam na n do' Crespo loja
" Hi. ou na esquina que volta para a
mata Cadeia.
uvifARAs. utmm
Boa nova lenho a dar ;
fcste sol qit vos abra/.a
ai-seeiu jelo (rausforinar.
I.a' do Polo, mide (w Lapnes
Vivein na loca enfiruados,
Chetiou neclar que 'efresca
Vossos labios dessettdos.
K o Suares, que uron guerra
Ao rb?o, ao sol, ao calor,
l'0.m s*'0' ananaz e oulras
Mitigara' *oa ardor.
Jnuto an becco do Rosario
Ide, pon, e encoulrareis
Ser verdade o que vos coulo ;
Bom cobre la' dcixareis.
Prectsa-se de urna lavadeira que se-
ja boa, nao demore a roupa no rio e de
fiador a sua conduta: na praca da Inde-
pendencia liviana ns. e 8.
Precisa-.e de orna ama que seja liel, que eo/i-
nlie e engomme com toda perfeijao, para urna la
milia eslrangeira de duas pesseas, paga-se bein ; na
.'ua do Trapiche n. 40, primeiro andar.
COMPAMIIA DE HEGIROS MARTI-
MOS E TERRESTRES,
ESTABEI.ECIDA .NO RIO DE JANEIRO.
CAPITAL 1 (i, 000:OOjOOO.
A companhia lem sua esencia no aaeriplorin de
viuva Aiuorim & Filho, ra da Cruz n. 45, onde
aceita lodas an propostas de seguros de riscos e for-
. luna do mar.
Sobre o casco, quillia e perlences de navios de
i qualquer lolacan ua navegacao de longo curso, de
I cabolagem, ou lluvial, uu na pesca, em viagem (,u
i presles a viajar, em carga ou descarga, amarrados ou
, ancorados, em concert ou uu estaleiro, quer por
lempo cerlo, quer por viagem simples, ou y premio
| ligado.
Sobre mercaHorias desde o momento de seu em-
barque ale o de sua descarga e depusito.
Sobre os lucros esperados de mercadorias encami-
nhadas para qualquer mercado.
Sobre o casco e quiln de embarcai.oes miudas
anaregadaj em descaiga e Iralico dos porlos.
Sobre o capilal e premios de iliuheiro a risco.
Sobre o premiu dos seguros e premio dos premio.
Sobre acroes de lerceiro por daiunus causados uor
, aualmameiilos forluitos.
Sobre os frele*.
i A companhia recebe lamben proposlas de seguro
de nscos de incendioe damnos causados para preve-
ni-lo oueilingui-lo de raio ou logo celeste, e iiiuu-
dacoes.
SOBRE OS SECLTNTES OBJECTOS.
Predios urbanos ou ruraes, rejas e quaesquer es-
tauelecimenlos, com exclusao de depoHos,fabricas e
I laboratorios de plvora, e materias i.icendiar.as uu
Millammaveis, thealros e casas de espectculos.
Mercadorias ero qualquer parle que e.lejam, mo-
bilia-e olennhos de fabricas de quaesquer eslaliele-
cimeiitM mduslriaes. quer sejam leilas por seus pro.
rielarlos, quer pelos uso-irucluarios, localario.su-
lilocalanos uu credores llviiolhecarius
Sr {"'*" ,P'r'"""'"f0 ru" da CrP* a eil, prop-olu'Lb ere-seguro, quer
agar-se-ha sobre a avahado de l:lKMhO00 o dos seguradores, quer dos segranos, no, casos en
Mve X ''"P'-P"^0 de ou" valor, inclu- ue a esles pOdecompelir "r.-seguro aS"8 em
s.ve o sello da apol.ee ele A. OjmpaBhi. garanle a promnla einniaara H,
B> lu,lr$. ..r_.,.,v UP iii.aesquer'simsfru., c n inodicHade
lie 12 ate entrar aM .0 anuos 36IO0 por anuo. JWWnlo: igualmente as abalimento dmmmi
As (.oiidicoesiiiipressaspoderiser procuradas uu cscriplono da companhia. de seguros.
Uar-se-ha consultas gratis aos escravos seguros das i
.1 para 10 horas da mauhaa, no escriplorio da toni-
paiihia.
Ensina-sg a pilotagem theorica-pralica, o cur-
inercio:'. S 'j-avasaM*.** A w* ./*. ._____.
(vompanhia de seguro con-
tra a morca I id a (Je dos es-i
era vos estabeleeida no
RIO D JAASEIR0
CAPITAL 2,000:000.v000.
SEGUBiDAOE.
...i-iun-.o ,i imuiai;eiu uieorira-pralic, n cur- -^ m im* M-m ua> ana
so malhcmatico e francez, cotilas para o commercio:! / ',, ilin ., /. ... ,/ ....
a tratar ua roa do Nogueira n. 7. ^-OllipailllIU (16 SCJlirOS III I
rilitnos, estabeleeida no
Fabrica de fiar e|
teeer algodao.
Rio de Janeiro.
Capital mil contos de reis.
Ollerece ao commercio vantagens que nenliuma
ulra companhia tem feito ato agora. Aceilam-se
. propostas de seguro no escriplorio de Isaac, Curio A
Loinpanbia, agentes da companhia, ra da Craz
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
hstabelecida cm Londres, em raarso de 1*24.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brolherg ft C., tem a honra de in-
, aria,; formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
e aj quera mais convier que eslo plenamente au-
3a loja das seis
portas
Em frente d Livrament
Superior cal de
Lisboa.
REMEDIO 1MGOMPAKAVEL.
Vende-se superior cal de Lislioa : no
arina/einde Novaes v\ C, ra da Madre
de Deosn. 12, por preco eommodo.
Velas de car-
nauba.
Vende-M a 12)000 a arroba de
do AracalJ na ru.i do Oueimado
? C9.
vcl.
loja
. de earnaoba
ile ferrageus
Kielogios
Os abaiio assignados, com loja de oorives na ra
do Cabug n. 11, confronte ao pateo da matriz e ra
Nova, fmm pablico, que esto recebendocoutiiiua-
damenle as mais novas obras de ooro, lano para
eeuhnra como para humens e meninos : os procos
conliuuam razoaveis. e passam-se conlas com rs-
ponsabilidade. especificando a qualidade do ouro de
11 ou IS quilates. Picando assim sujeitos os mesmos
por qualquer duvida.Straplnm i Iriuao.
0 abaiio assianado avisa aus propiietarios das
casas foreiras das ras de Sania Cecilia. Nogueira
Acouguiiihos, S. Jos. Sania Rila cpraia da malina,
que venhana ou maiidem pagar os foros vencidos,
alia como se devem entender com o inesmo nbaixo
asignadn para chlerem a licenca para Iraspassos as
occasmes em que Ihes seja preciso fnze-los: ua tua
dos Pires n. :l.t.Manoel Comes Varga*.
B1LHETES DE LOTERA BO
l DE JANEIRO.
Arham-se exposlos a venda junio ao aleo de San-
io Antonio, o* novos bilhetes da 2 lotera do Aylo
de Santa Leopoldina, exlrahlda de ."> a K do pre-
sente, as lisias vem pelo primriro vapor que sabir
depms daquclladala, e ebrgar aqni ale 17 do cr-
ranle. Os bllblea sao pacos de i-unfnrn-.idade com
osannuncio.ja felos. e por islo sii so vendem a
dinheiro a vitla, por causa de se ai-harem minios
bilhrles vendidos ha lempos, e os Srs. que mi-iece-
lam a cmilianca lomando-ns a creniln na) tem cor-
respondido assim com o que trataran!, com cuja mo-
rosidade dircrlamenle iultoem a haver duvidas e
para evitar qneslocs, espero que quinto nica ve-
nliam salisfazer seus dbitos a Jos Enlabio \lve
da Silva.
ll>|iolheca-se ou vende-se urna cisa terrea,
construida a moderna, em bo. localidade nesla pra-
;a : a fallar com Joaquim dos Keis (jomes, nos Coe-
lho, ou na ra da (iloria n. :I2.
Precisa se tingronla prcla que cozinhe e en-
sotme para o servico interno de urna casa de peque-
na familia ; paga-se beiu : na ra Imperial, casa
Precisa-se de um bom cozinheiro para urna
casa eslraugeira a tratar na ra do Trapiche n. S.
primen.i andar.
O abalan assiguado comprou aos Sis. cYedores i
(le Uanoel Jalo francisco uarte a loja da ra Nova i
II. 10, as dividas da inesma ; por bao i oga-se aos
>rs. devedores mandi-m pagar seus debilos uo prazo '
He 8 das, do contrario sern enlregoes as conlas ao
procurador par promover a cobratira. Radia 15
de nnvemhro Ce 1856. "
**" lenacm Soarn de Avallar.
1 recisa-se de urna ama para o serviro de urna
casa de poura familia ; na ra de Apollo n. I II
armazcm de assucar.
Precisa-se de um> ama que lenha bom e ba-
lenla leile : no pateo da Sania Cruz n. 2. sobrado de
um andar, ou na rna do Oiieinudu n. 41.
Pesrueinhus do mais fim' pello hrauco e de cor
para as senhoras porem ao pescoco a' sabida dos liai-
les e Ihoalro para nao constiparen!, prrfo cinco mil
rs., lencos de relroi matisados a dez lusles, romei-
ras prelas bordadas de cor a dous rail rs., lencos de
seda da cor para pescoco e nulo de Manaras a dez
tusloes, camisas de camliraia burda'as aduus mil rs.,
manguitos a dez tusloes, collariuhos de recortes
dez lusliies, e de roassa a pataca cada um, saas
brancas bordadas a dous mil rs., luvas de se a pre-
las a dez tosidas : da-se amostras de ludo, levando
penhor que equiv.da o que se quer ver.
\ eude.se ou permuta-se por qualquer proprie-
dade nata praca ou fra dalla, distancia de cerca de
duas l'goas, nao sendo em lleberibe ; e tambera se
arrenda par preco inuilo razoawl, sendo a braailei-
ro, um sitio em lleberibe, lem urna casa regular
cora li quarlos e sala, (oda envidraeada, eslriharia
com 50 palmos de comprido e :|0 de largura, Um
frucleiras e capim, e balsa grande para plantar o
que quizer, e para ter vacos de leite em abundan-
cia, lenha eazna para gastode casa a para fazer cei- i ,
cado, e oulras muitas comraodidades, e para nao ser Mcllur l-oropanhia
mais evlenso particularmente se dir' ao pretenden-i UalAniAa ,1^ .. .
le : lem i bula mansos e :l carrocas, esle negocio se IMSlOfi IOS Q& \)&\ t 11 i
rara'com qoem quizer: ua ra do Vicaria n, 19.1;___i_. i j i
terc.iroandar. 'HRic/.esdeouro, desabnete edevidro :
vendem-sea prer,oia/.oavel, em casa de
AugustoC. de Abren, na ra da Cadeia
do Recite, arntazetu n- Ti.
->- Na ruado Trapiche u. li, escriplorio de Ma-
nuel Alves Uuerra, vende-se por eommodo preco o
golilla : soperior vinho do Porto em barra de
oitavo. chapeos de ellio, e sabaoainarello Tabricado
no Kio de Janeiro.
UM VESTIDO POR SSjOOo.
Novo c completo sortimento de corles de vestido
de chita de dillerenles padret, cores litas, pelo di-
minuto preco ds 25 cada corle : ua loja de 1 porta,
na roa io ijueimado n. lo.
VENDE-SE
Gtsxa de patente, pi ova d'agtia, para
arreios de can.
Vinlm do Rluno de qualrdades espe-
ciaeJi ili.iiiiiislx-ij; e Mal colM-unnri.
No ann.i/.em de C. J. Asi lev A C
Aigodaozinl.s
pa
saceos de anMcas
sa de N. i.
ii. V.
vende-se raa ca-
mdbm <\ C-, ra ',, i
UNGENTO HOLLOWAY.
Hilhires de individuos de todas u naedes
poden) teslcmutiltar as virtudes dcste reme-
dio inoomparavel, c i rovar em caso neeessa-
rio, que, pelo usoquedelle li/erain, tem seu
corpo e membros inleiramente sfioa, depois
de liaver empreado intilmente outros tra-
tainentos. Cada pessoa poder-se-ha cunveu-
cer dessas curas maravilhosas pela leilura I R N"va n. IHieja de M. A. Coi'A l
os peridicos que Ih'as reialam lodos os,'nu* aeaanriaa tat um araside naHI
lia m ni tos annos ; e a maior parle del I t'{" HE IIIITO BARATO.
Chales de tnenno de linda* corea cosa n
cas paimas bo-d.d.s matiz pelo 4tmmuln
preco de 8J ; na ra do Oueifcado n -^ iw
ojo da Boa Ke. deronle da loja da h...
lama.
das li
' .illaiale, lano sapcrior.
ra do torres n. 38.
Vandem-aa ti e-cravas de idade de 2S a ;!0 an-
nos, cora alguraas habilidades : na roa llireila n. :|.
Pranehoes de pinito.
Vendem-se ua fabrica de velas da ra do Brum,
mais em conla do que em outra qualquer parle.
\ ende-se a taberna sita no becco Largo do lle-
cie n. li : a tratar aa mejina.
Vendem-se saccascom milho e ditas com fari-
nha ; na roa das Plores n. 21, taberna confronle ao
porto das canoas.
Na travesa da Madre de lieos, no secundo an-
dar do sobrado ti. I(i, ha para veuder-se urna escra-
va moca de M anuus, pouco mais ou menos, e lem
beuit i Tigura.
Capadlos gran-
tnanecido longo lempo nos hospitaes, onda
deviam soft'rera amputacSol Dellas ha mui-
tas, que havendo dei&ado esses asylos de pa -
deciraento, para se nao submetlerem a cssa
op.unjo dolorosa, lora ni curadas completa-
mente, medanle o uso dessu precioso re-
des.
S "0 chegados a loja de miudezas, na rna da Cadeia
do Recite n. i-",, ptimos capachos em forma de ta-
pete, proprios para sofs era casas terreas, os quats
se veudera por precos comino Jo-.
Vendem-se 12 cadenas modernas, de amarello,
com ausento de palliinha, por preco eommodo : ua
roa dos Pires junio a caita d'agua.
Sal superior de Cdiz : vende-se em casa de
scnraar.ni Wbalel) tV Companhia.
FJ
Veodem-ie para li-
quidarn as fazeudss
-baixo mencionadas, k^" niitentes na loja n. j^.
chapeos de castor branco, ditos
ditas para senhora e meninas, dl-
baptiaada de orancaa, toucas para os
senhoras, eofeiles "para cabeca, llores
m
10 la lu, .>,
prelos fraucezes,
los para
moamoa
finas, peunas, uiaiileletes, rapolinlios, romeiras,
manguilos, leques, chales de retroz bordados, len-
cinlnis de dita, lovas de seda pellica, bicos de
blondtf, ditu, de linho. filas de seda e velludo, da- u
masco eocaruado. azul a amarello, selim de cores,
macas e saceos para viagem; c oulras mulls fa-
zendas qoe seria enladouho mencionar, e que se
temiera por melado do seu valor.
DEPOSITO DA FABRICA
industria Pertiambucana,
RA DO CRESPO N. 9.
A fabrica de sabfio e velas de carnauba, es-
tabeleeida na ra do Brum, tem estabele-
cido um deposito na ra do Crespo n. 9, pa-
ra ahi nicamente dar extracto aos seus
producios, proporcionando assim a tnator
commodidade aos consumidores. As velas
manufacturadas nesta fabrica, orferecem as
vantageoa sepuintes : sSo t'eitas com a car-
nauba simples purificada pelo meio do va-
por, siio inodoras e bellas na apparencia,
queimam com igualde le e nao esborrm, e
nao fazem muri ao e dao mais luz e mais cla-
ra do que as velas slearinas ou deijualquer Frioiras.
composiao, e que se vendem no mercado. I Gengivas escaldadas,
i-aoricam-sedeti, de 7 e de 10 em libra, ven- i Inchagfles
do-se em caizas que contera 192, 224 ou I Intlammacao doligado
_ correge
dor. e outros magistrados, alim de mais au-
tenticarcm sua aulrmativa.
Ningueni desesperara do estado de sua
saude se livesse bstanle contianca para en-
satar este remedio constanlemenle, segiun-
do algum tempo o tratamento que necessi-
tasse a natureza do mal, cujo resulUdo seria
provar incontestavelmente : Que ludo cura!
O ungento lie til, mw partir lamiente
imx tegninlet casos.
za i ni dcsenipcnlHi, ra Un
viar a (ala loja. tirara um lacla r.^,
;o mais eommodo du qoo em aalra MlsjauViL
A( ILl DACRUm.3!.
Anliiinii Barbosa 1 4.
medio. Algumas das taes pessoas, na clusao qoe modo" sala d barrajar daaaaa a. (
de seo reconhecimento, declarara:ii estes re rua Lrat *"* a o> a. i di anaim; aa
sullados benficos dame do lord correge- "'"l'''l""''"' mlM *-* **" tal
borgo, qoe se vendem ao* realas a a rctaiba al.
n-im_ca Ul. I___..
gam-se, luda ni.n. barato dr
qaa asa ni arta.
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortadoras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Enl'ermidades da cu-
lis em geral.
Enfermidades do anos
Erupcoes escorbticas
fstulas no abdomen.
Frialdade oo falta de
calor as extremi-
dades.
:1" velas cada urna pelo preco de 15/.
O sabao he branco, as mate-ias primas
de que he fabricado sao simples e inofensi-
vas, o Chairo que deixa na roupa heagrada-
velj rivalisa com o melhor sabao hespanhol
c he superior ao sabao americano, que se
vende no mercado a 2*0 rs. a libra.
Vende-se igualmente em caixas de arroba
e a preco de 160 rs. cada libra.
Os incrdulos comprando reconhecerSo
por experiencia a veracidade do que se an-
uuticia.
b XA
^o **?#.. s
A sociedade era coramandita, Amorim,
duerra & C".. por deliberadlo tomada por lili dos
seos socios, subscriptores de 5008000 a 5:oU0.rOutl de ------.------" 1 pieiiaiiienie au-
reis, dos que ellecluaram o pasamento da primeira | -Ofisados pela dita companhia para effecluar se"u-
prestado, lera resolvido mandar a Europa o scu: ros sobre edificios de lijlo e pedra coberlosDde
socio Uuprat, pelo vapor Tbamara, esperado do Rio llha e i"ualmeni snha. *J couer.los de
de Janeiro de ls a 20 do correte, para ir procurar 'oUalmente sobre os objeclos quecontiverem
os riscos, planos e nformaces deliniivas, uno regres- esmos edificios quer consista em rnobilia ou
so deste, dar coinero a edilicacao da fabrica a suas
depeudeucias.
Era virlude do art. 39 dos estalutos, a sociedade
deliberou que continuarla a admiltir novas subs-
criproes. no escriplorio da sociedade, provisoriamen-
te em casa do Sr. Manoel Alves Guerra, rua do Tra-
pict"
ca_
e*-- ,! .- m,wia |iiupui(."ues, e cou- cit. na i'iia ua
>eqoenlementefacililar maiores lucros ; devendo as .fruniln arrl-.,- ato .
novas assignatarai, serem realisadas com as presta-; 5 "' tasa "
enes ja' effectnadas pelos priineiros socios.
A primeira preslurao realisjda al boje, tem sido
de 5 por cenlo do capilal subscripto.
Pemambuco 12 de novembro de 185G.
Amorim, /aria, Guerra A. C.
cb. H, I.-and.r..mfiarme. augra^^^eo ra"T' "&? um >/.,nl,ei,0, I
apital social, afim de que, a fabrica possa ser feita ,0> M"e seJa "Seado e nao bebado,
lesde soa fundac.lo, cora maiores proporcoes, e coil-! etc. : na rua da Cadeia de Santn Anl
eiioenteraenlefacililar maiores lucros, dev.n.ln :..'_______i____j lu""'
em fazendas de qualquer qualidade.
Cozinheiro.
Precisa-se alagar um cozinheiio, escra-
liel,
Ionio,
Companhia
Periiainbucana.
S J. JM, DENTISTA, l
continua a residir na ruaNova u.19, primei- S
aj ro andar.
NOTA
2*2.
Cumpra-se nma casa terrea que seja em boa
rua : na tua da Oadaia Velha n. 1.1, se din' quero
pretende. 4
Compram-se apolices da Idivida provincial,
na rua das Plores n. 37 !. andar.
Comprara-se carrafas vasias a SjOOO o rento
B. ro d. MenzalalVelha n. 110, no deposito de be-
bidas espirituosa*.
Compra se elTeclivamenle,labio bronze'e robre
velho: i,_deposito da fundicao da Aurora, na ru-
do Brum. logo na entrada n. 2S,e na mesma fund,
cao, em Santo Amaro.
Compram-se Diario* para embnlhna 100 rs
mira : ua padaria do paleo da Sania Cruz n. 55
junio ao sobrado. '
Comprase urna planta decioim. que d para
sustento de dous anim.es, e lamban se F.ra' negocio
com o terreno por compra ou alnsuel, nao nenen-
lo lugar de me.a leaua de distancia do Recife ,
Pranca."" '"' d |,UC""'0' "" ^piiaa
Compra-sr una carleira de urna s-i face com
o compleme mocho ou sem elle : na praca da In-
dependencia n. a ,u
Compra-se urna preta de l a 22 anuos, de bo-
nita figura e que lenha habilidad, sera* molestia
nen, v.c, algum, e que se venda por alguraa ou <
c.rcurastanc. : na rua da Cruz n :(.,. N. ,B "ln. ,"
saaluga-se uraa preta velha, captiva, quo.aibaco.
Btn.
1. eluuchc acaba de recebar um bello surli-
ment de relogios ,isos de ludas as quaiidades.
anl,, de ouro como de prala, ditos galvauisados e
roteado.; Mim cora,, ha tambera meio, cl.ronome-
i "os" "* rm,ce"*. c""> caisas, lodos allau-
Precisa-se de urna mollier idosa e di bous
I coiiumei para urna casa de pouca familia, assim co-
I m de um bomem cozinheiro : a tratar era casa do
desernbargador Mendes da Cunha, junto ao quarlel
i uo Hospicio.
Precisa-se alugar seis prelos para armazem de
O sonhoresque lubicreveram novas acees desla Ej5L*L2! qU''f,r alusar- dWl,M! rua i
companhia, sAo convidados a entrar com a primeira quera "ra"ar "' 1ue enccIllrari' ">
prestarlo de :I0 por ceulo, no prazo de 110 dias : no
siripturio do Sr. Amonio Marques de Amorim, roa
da Cruz. Recife 1S de oulubro de 185l.Manoel
Altai Guerra, secr.lario interino.
mandar
Ret:elM!-se dinheiro para .
dar na cidade do Porto, por letras, sejam
de pequeas ou maiores quantias, ao
< amblo corrale : na rna
n- 10, segundo andar.
Re-ebe-se dinheiro para mandar dar
no Rio de Janeiro, por lettra. a peque-
o prazo: na rua do Trapiche n. se-
gundo andar.
Precisa-se de um bom criado e puga-se liem
agradando o servieo e coraporlaiinriilo : a tratar no
campo do Hospicio unto ao quarlel casa do desem-
bargada* Mcudes da Cuulia.
l)E\TIST\ FIUMEZ. 1
.1.
;:.-
Paulo Gai-nouv, de volt, de sua viagem to
a Europa, mu morando na rua Nova n. 5?
V 41, primeira andar, onde poda ser procura- W
VJ rt" a qualq.ier hora.
!SS&r5Si
T .. I 5? H
rapic ,e|^i:;vv-vti;^?ei??g@&S _
Aliiifinak da provincia.
listando se conCecconando o almanak
da provincia, roga-se a todas as pessoas
que coslu.namnelle ser incluidas, eque o
nao estiverein, ou hotiver algum ct ro,
queiram mandar levar ;. livraria numero
e8da Piarada Independencia, a emen-
da, assim como |)ede-sc aos senhores de
mandar igualmei'-
sma I'
Sm. VC?BNALA' ABEUIA E SEBO.
>a rua da Cade.a do lUcife, loja n. SO, h. para
vender cera de carnauba nova a boa, dita de belb
e sebo era rama superinr. aueina,
CHALES E TOOLIM DA INDI V.
M rua da Cadeia do Kec.fe. loja n. 3o, defronle
da roa da Madre de IJeos. ha para vender um c -
les de loquuu de peso da India, branco, lodo borda-
do, o mais rico que pode haver nesle genero.
NOVIOAOE.
Bicos e rendas de poro l.nho, proprios para los-
illas e saias de senhora*. finissiraas llore, de peonas
a obras de ouro de 20 qaialalet, e boa gaita: ven-
dem-sei na rua du Cullegio n. 20, segundo andar.
n,I7,i "''" ""'" ca" '"res' sil'' "a travessa dos
Ouarle,., por preeoeummodo : a lriar ua rua da
as 0 da ar'de "' '"'ra, d ma""Aa- e de I
or,7.1,e-"',e""1 Um bra' de b8l'nC < Romao,
grande. Ja usado, cora cabos c comas de madeira '
ua pidan do pateo d. Santa Cruz, n. 55, ionio ao
1"IU'I , ~. Ve,,",e"ae ",n eabriolet novo e moderno : ua
rua dos Pire u. 28.
VINHO DI PORTO.
\*de-se muilu soperior vinho do Porto em bar-
ris de S.\ viudo no ultimo navio daquella proceden-
cia : entro elle lia urna marca de uraa qualidade ge-
iiiiiii.., sendo da colheit. d* l:ii ; a visla da muilu
lina qualidade e do preco razoavel o comprador ani-
ma-se : na rua de Apollo n. 10, armazem de as-
anear.
Cemento.
Venda-sa eemanto novo em barrios o raeas bar-
rica*, t a relalho, por preco muiloem conla: na rua
da l.adeia de Santo Antonio n. |7, para acabar.
Vandem-ae mergolhaa le parreira muKatel
muilo bous, e alL'uns pea de llores, por prcro muito
em cotila : na rua do Hospicio junto a taberna e
dir quem vende ; assim como qoem precisa de urna
pessoa para eaiinhar e angommar,
Vende-se ora mulalinho cora :t anuos de ida-
da : a Iratar na Ponte Velha da Boa-Vista n. 33, la-
Vende-se urna loja de couros e calcado) na rua
inr.it. n. .,.,, com poucos fundes, a dinheiro : Ira-
la-se cm a dono na inesma, das 10 horas ate o meio
oa.
i Ricos chales S
:.-r Chegaram a loja de Santos Coelho, ';'*
';.:: rua do Oueimado n. 19, ;.v
<> lindisf irnos chales de touquim, sendo ma- y?
'.,: tizados c de tuna s cor ; ditos de casemira A
. verdadeiros rom luidas palmas, sendo urna
I;) matizada a mira de urna s ciir ; a clles w
'<..* antes que se acabein, pois sao poucos. s
Vende-se muito barato um cavallo
pedrez bastante grande, gordo semacha-
<|iics. pmjvrin para coito e.,,., naaw,
sella, por andar bai\o: quem o quizer
compiar pode-se dirigir-sca rua da Cruz,
do armazem n. 87, queso me mandara'
mostrar.
Va loja das seis
portas
Km frente do Livra ment
ludispensaveiscamisa* para humera com peilos de
aagaiaa francezas a dez tusloes, peci* de camliraia
lisa com oito varas e miia para vestido de dous e
tres babadus a Ires mil rs., corles de cassa chita com
sel* varas a qualro patacas e meia, fil prelo de chu-
visquinhos para camisusaquatro patacas a vara, cha-
les de merino de lodas as cores a quatro mil e qui-
i, eulos, chales de caa adamascados para ir ao'hs-
ohn a sello, chales escuro* para casa as mantillas
Irla a duas patacas, ludo so vende barato a dinheiro
visla para acabar antes do balaneo.
VINAGRE EM BARKJS.
Superior a marca PKR e Palean & Socios, adia-
se a venda no armazem do Valem-a, rua de Apol-
lo u. III.
Vende-se uraa escrava mora de nare, cozi-
nli.i. eugninma e lava, ludo com perfeiril : na rua
Uireila, taberna u. 72.
PARA ACARAR.
Na tua .Nova, loja franceza n. 8,Confron-
te a Caml-oa do Carmo,
vendem-se chapeos de seda para senbora, da oliima
moda e qualidade, com um leve tuqo. de mofo, pelo
bar.ilis'iinu preco de lo? cada uro.
Era casa de llenr. Brunn & Companhia, na
ruada Cruz 11. lo, vende-se cognac era caix.nhasde
dual..
\
rime-so um sabia bonito e uiuilo cantador :
on pateo da Santa Cruz l. 2, sobrado de ura andar.
Pekini.
Esta rica fazenda de ti palmos de largura be inle-
ramenle nv em Pcrn.mbuco.; fabricada no celtsle
imperio, de cuja capilal lira o noroe. he de uus pa-
dioeslindissimoseainda lulo vistos alo agora : Van-
de-i. pelo baratissimo preco d* 20600 o cavada : na
ru. do UiieiiiM.lu n. 7, loja da estrella.
AGENCIA
Da fundicao Low-Moor, rua daSenzala-No-
va n. 12.
Nesieestabelecimentocontinaabaver naa com-
pleto sortimento da moendas raeias moendas
par. en(enho, machinas de vapor e taixas da,
form fco.ido o .o.do d 10,|os OI lau.nbos para
dito. v
LABYRIRTIIOS.
Vandem-aa lauro e toalhas de labyrnlno, asien-
ladu era lina camliraia de liubo : na "roa da Cruz 11.
di. primeiro andar.
CAL E POTVSSV
Vende-se potassa da Rossia e americana, cheg.da
ueste* das e oe superior qualidade ; cal de Lisboa
da mais nova que lia no mercado : no* seus deposi-
to na rua da Apollo n. t A, e 2 B.
Cfl (Je Lisboa e potassa.
Na rua do Trapiche armazens ns. 9 e
11, vende-se superior potasas da Russia
eamericana, cal virgem de Lisboa, da!
Inllamni.ico da ma-
triz.
Lepra.
Males das pernas.
dos peilos.
de olhoa.
Mordeduras da replis. i
Picadura de mosqui-
tos.
Polmes.
Queimadelas.
Sarna.
Supuracoes ptridas.
Tinlia, em qualquer
parte que seja.
Tremor de ervos.
Cceras ua bocea.
do figado.
das arliculaces.
Veas torcidas ou 110-
da bexiga. dadas as peinas.
Vende-se est* ungento no estabelecimen-
lo geral de Londres 11. 244, aSlrand, > e na
loja de lodos os boticarios, droguistas e ou-
lras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, liavana e Hespanba.
Vende-se a 80o rs. cada bocctinha.coolem
urna iiutruccao em portuguez paia explicar
o modo de fazer uso deste ungento.
O deposito geral he em casa doSr. Soum,
pbaimacculico, ua rua da Cruz n. 22, em
Pemambuco.
LEQUES F1NCS.
\endcm-se luques muito finos com ricas
pinturas, espelho e plumas a 2#, 3--500 e 4/:
ua rua do -oueimado luja de miudezas da
boa lama n. 33.
VENDEM-SE CAPACHOS
pintados, compridos e redondos a 700 e 800
rs ; na rua do Queimado loja da boa fama
11.33.
N&valhasa contenta.
Conlinua-se a vender a s-iHKl o par{prero fim) e
jbemcouhecidaMiavalhaidebarha.feilas'peloha-
Xarope do Bos-
que verdadeiro
RA LARCA m Ko>AR|o N. :.
Conliua k !< a. **l* tarspa 4* malMa
aeaalai 110 Rio de Janeiro a* Sr*. Val, A Caaaaw-
nhia.rua du lluspiria 11. n aa botica da ibail.'.
signado, que pranle *r eidadnra.
Barlhulumea Pr.acasca da]
VINHO IK> PORTO liEMiMi
vende-se opiimo vinha da Parlo ea. barr aa
111.11 lo e oila*,,. por prera rataaval: nr*udali-
d.ia do Recle n. 13, eacriptaria da Rallar & <*,-
A ttenco !|
9
r Na rua do Trapiche n. .">*, lia $
v5 superior rap; Punce/.a do Brasil. =jff
i3 el legado recen teniente do Kio de
Janeiro, em qualidade |>ou<-o dif-
f:re do de Lisboa, ao paam que
:.: custa apenas I n .00 a libra ; ade
ii antes |ue acabe, poia
4 he perpiena.
a remes.*
I
mais nova que ha 110 mercado
Moinhos de vento
n:dnar7uVdoi^de^!rrBrmbaa;;iCEAHISI0 PARA Elfil
bil fabricante qoe ha sido premiadoeni diversas.,
pnsices: vrndem-se com acondicao d. nao agra-
dando poder o comprador devolve-lss al .'10 dial
depois,la compra .resliluinilo-sr a i mnorlanria: eW
cpt.ilo a u.-.i.. 1 o C.de ,\brcn, na ru* da Cadeia do
Recite n. 30.
Vinho do Porto, superior chamico.
Em caivn de 2 daa e em barr de oilavo, r-
cememente chegadopelo brigoe .Tratada*. ; vnde-
le nicamente no armazem de Barroca ^ Ca,|r0 nj
riia da C.dea du Ricfe 11. -i.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda
construccao vertical ecom lodos o melhoramentos
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio d
Bamburgo: na rua da Cadeia armazem n. 8.
POTASSA E CAL YIR6EB.
No amigo ej bemeonhecido deposito da ruad*
Cadeia do Recife, escriplorio n. 12, ha para ven-
der muito superior potassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, ludo
a prerjos muilo favoraveis, com os quaes- ficarao
os compradores satisfeitos.
com bombas
za de capim
na rua do Brum ns. 6, 8e 10.
Em casa de Saunders Brothers & C,, praca
do Corpo Santo n. 11, ha para vender o seruinu>!:
Ferro inglez. '
Pixe da Suecia.
Alcatrao de carvn.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para saccas.
Dito enfranjado igual ao da Babia.
E u- completo sortimento de fazendas propriaa
para aste mercado : ludo por preco eommodo.
Rap de Lisboa. __
PELO VAPOR li. PEIIRO II :
na rua do Oueimado n. 35.
Biilhaittiiic
A 10*100 O CORTE.
Com este titula cheuva pelo alliaaa aav m
lindo rorles de seda r-rocei. a. liada,
rua du Oucinado n. 21 A.
*T*?>0* fKg^Urf.
Na dia s da carrtala 1
cravo l.rraldn. parl.itc.ala a baraaca ,ta f.]
Norberlo Joaqoim Jote li<, a aa*4 ha fmm
lu, lem do ioio multa- Mica* dabniaa*, b
eslalura regular, e Irm d..* en.trian alada
causlico, qaa ai Ihe applicar.ai qaaaaa >aari
cholera do lempo oa rpiderai., saada ataa 1
e oulr. ua iiuca ; l.vaa camisa da l*adM, ratra
de .Igodan cm rcat eacaraaaa*, au* taita, t-ah,
mudado de mapa, porque elle ha criaaa. a batUMe
\a loja das SeS Farfha de mandioca.
portas.
Vende-se superior farinJia de Sania
Catharina, em saccas que tem um alqnei-
r, ie (medida vllia) por preco eommodo:
f-m frente do Livratnento. noarmazera A iloze vinlen* ocovado de alpaca franceza para
a 11 ,le,,CDl,or"i, largura quatro palmos, chaly
----- .*- i"i -mu i|i" u >' I 1 ,lii -. 111:1
ue I ires, fazenda de goslo a duas patacas o covado,
anual escuras que nodesbolaro a meia pataca o co-
vado, e de cores a seis vBlens, riscados francezes a
meia pataca, e largo, a dous lustes, cassas pintadas
.Madre ele Deot n. 12.
a
peno p*rt-*a ao* aaaaam ra.**r
en, prs.a. 1 ur -a rncarrr(ai Ha aL
era*os tosidos, par. .pnreh.ad.ua a 1
e o levarem ou msndarem rairecar a. aa*. a
le Apollo n. 2 A, na banm da Recil*. ahi umaj
recebara*. ju.la tudemaiuca*.
No principio de oalabr* da tmttm aa*. a>-
sipp.rrreu do poder de aro iiahn a Ur. laaaaaat
Dantas Correia de i,*, m*r.dr aa Sarra *> Tal
veira, um niol.linhu de non. Rraiicio.
1 i annos, puuro m.i* aa mea., acabad-
los cacheado, rn, marra* de lien... aa 1
denles da frente quebrado., lem ama 1
Iriz na fonle rquerd., ,,. i.i^dr da I-1
lilaila ranc* d. chicut* aa* >hIm, ana ahM
se conhecein applicwido tnta, detcMba-a. 1
ediiznlo lunado para ser ..adida, a
cnlr,1 lodo o* qac lem ranrarnda para
quem o apprrhemlrr. sen.ln acata ri.ad. da R*
l*e-* ao lar-,, da A-..mlilca, j irM a. 10, dr JJaa
Iiibeiro d. Brilo, ,eado no inieiiar, a taaa a. ai
enhor, que n'um ou .ulra lagar aaraa ham aataaav
pensados.
Paci do .rteaha Alrgret.. irezaezi. da Axm
l'r, la. a e-cr.ivo Iridia, cnoale. da idade da 21aa-
1111-. altura regalar, tarca du cora, parea,
em barba, cor am l.ala fula, a lem am d
dedo indicador da mia dir.Ua, ha rradida da 1
verilha, muilo ladina rivilmda, adrara tam
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENCE- Sag^^Ta !&CSSl3
NHEIRO DAVID W. BOWMAN, ti A 1"'"ot pm eM"ii"- ante" depa*. da h>
RUA DO BRUM, PASSANDO O oHA SffSSSSm^
r ARIZ, fin cas. do rrlrml* ei,|.r : rana-** q.il.nj rm-
ha seinpreum grande sormenlo dus secuintes ob '"'dad. policial e rapnar* campa* apa. "
jectos deinechanismosproprios para eiiienbos. sa '**" 'eferido en.rnba aa Sr. tmmrt
ber : moendas e meia moendas da mais modern
construccao ; taixas da ferro fundido batido, d
superior qualidade e de lodosos tamaitos ; roda
dentadas para agua ou animaes, de lod.s as propor
cues; crivose hocca.de fornalhae resislros de bo
eiro, aguilhoes.bronzes.parauios ecavilhdes.moi
mi1..- de mandioca, ele. ele
NA MESMA FUNDICAO.
e excculamtodas aseiirommendas com a superior
ndadejaconhecidaecom a devidapreslezae com-
modidade ero preco.
Chaly de flores
SOLAS E I.ISTKAS A HINI KS. O COVAIMI.
Na rua do Queimado n. 21 A vrnde-,e cbaly d.
nores solas e lislras, padroes moderno : do-se as
amostras com peuhor.
iS'i >n de q uadros
."**-*"- '"I U3 UUUB lll-ti IV, Crl*i,tS 11 lt I 1.111 rl S ij.' ... )................ I
a meia palacan covado, riscado trancado para roupa V-8U,Je"secal(,el-lsbuaull,Dnam,ll'el>egada,aa-l-AR(.OS L MI1.DIMI0S A 19200 O COVADO.
de escravos a sois vintens o covaJo, cassa escocezas 1 '">',co'"O0otassadaKusstaverdadfila : napraja, Na rua do Oueimado n. 21 A vrnde-se sedinhas
a doze vinlen* o eovadn, e tudas as mai fazenda ""Corpo.Sanio n.ll. |de quadros miodo c largos a 13200 o covado, corles
TAIXAS PARA ENGENHO.
Wa fundicao de ferro de D. W. Br.wmann ua
rua da Brum, passando o chafariz,' coDiina ha-
ver um completo sortimerto da taixes de ferro fun-
dido e batido de ,1 a 8 palmos de hoces, as quaes
acham-se a venda, por preco eommodo a com
promptidao: eiobarcam-se ou carregam-se em acr-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se superior llnha de al^odao branca e
ac cores, era novello, para costura: em cas de
gonthall Mellor Si Com|.....hia, rua do Torres n. M.
Ir rassa raiudiiilu de piula a SROO, mur, olma a
JOO o evado, dil* matizada a .jl o covado', cbilas
francezas a _'i.n o covado.
por precos que convidara a nroupar para a lesta. A
loja esla abei (a das seis da manilla as nove da noile.
CABRIOLE!".
\ ende-sc um ptimo cabriole!; para ver na co-
rhcira do Sr. majar Silveir, na roa da Cadeia de
Sanio Antonio ; e para tratar ua rua do 1 luriiinnlu.
loja de miudezas da Bol fama 3*
AVSO
' aosbarbeiros.
.Na rua da Cruz n. 51, saladebarbciru,
de Antonio liarboza de Barros, vendem-se Vci
[ bichas de Hamburgo, pelo diminuto pre- j emraaa, em ala de a^ da^da^ naabnr^ S rendas linas a rassas, por mais barato
prejos do que em outra qualquer parte,
da C. Ba.ln, no ne-l. cidadr AnUnia Uile l_
ra B.t.i. n. ru. da Cadeia a. 17, qac aaraa baaa ra-
cenipenudus.
Eila' absent h. minia din da
qoe Antonio. Im conhecidn para
dar vendendo, nnirn porque Irm ei
vari casa, rile lem arrlb. tarada aaaa
gil. do remo de orna meta las, a
nba, lem sido vino ,, Krrilr ama raa da A
anda limpia em rnmpaahi. da am
falla dr ain brarn, r diz qaa aaa r** ti
sim ganlmido emana : na travesea da Trauta, a
No dia 18 do crrenle pela* oito Ratas
da manhaa rugi um negro por nome'AnU-
u i o, n qoal he de naeSo com os signa*. -
quintes : cor fula, pouca barba, aasa el
(| liarlo di re lo, os pe* apalheUdos, e am pi-
do lado dircilo tem algumas costaras imi-
tando calor de libado, lerou calca azul d.
riscado, cmisa a/ol, chapeo de pal ha : u
negro lem um irman que he rodadas da
carne nos acouges da Tregneiia V Santa) Aa-
tcnio, sendo asta o seductor daqnrlk, aa>-
gundo que se lem sabido ; foi csrr.vo de Sr.
acadmico Antonio Rngerio Freir de Caraa-
Iho, morador atraz da matriz da Boa-Vista,
Vendem-se sellins com perlences, l.en .. v!"d? fom i**** acadmico ala A-
patcnte inglez e da melhor qualida-
de que lem vindo a este mercado :
no armazem de Adamson liowie po haj*m de aprehender, a*tm4tTi
4 C, rua do Trapiche n. 42. legitimo senhor abaixu assigaado na rao
larga d > Rosario n. t, qae generoaaatente
gua-Prela, lalvez tomasso esta estrada ;
tanto pede-se a lodas autoridades oads
mesnio for enconliado, e os capitSe. da cata
mmmMnKM-m-^mmmuwMmmt;|,,s" ?.uc,B "oUser.-R.m.rdo
r .vo rauco.
Vinho do Portom t^;tm,tm*
vende-se tim completo sorlimenio de fa-
do (cr-
eo (le 20i)000 O ceulo, as mais modernas i de I0'1", quinto, uilavu e dcimo, por precos com-
.j. -... ----------.. _.. .. ....... v ., j niesma livraria
-; respcilaxel publico, que regressando de
continoa a residir no aterro
Alusa-se a Inj da casa da rua da Aurora n. .">*,
onde fni oflicina do fallerdo raarrineiro llenriqne : !
nuera pretender dlrja-ae an Sr. JoUo Pinto de Lamo
lumor, no sen escriplorio, ou casa d sua morada,
na rua da Aurora.
-- l'recna-sede boa* cnslureiras : na na Nova
n. i2.
Vendem-se saccas cam farinha nova o tarrada:
na raa da Cadeia do Recife n. 2:1, loja.
Vandem-ae borzeKuina Imilacll dos france-
zes, de todas a Carel, e oulras o' ras "de bom Ro*lo;
precisa-se de olliciac de sapaleiro para laxiar e co-
ser, o tambera aprendi/es liara en.ni,ir nu iii..-.,,a
atada .erv.co. a*Mra era carro* romo era bracos .le ...erfeiror, c conforme 'r.n,raT"|n. se Z
Iaprendi7es farao qualquer obra parfeila em pouro
lie ipp.ie'iu do .iii de Cruz de Alma mn lempo : na rua dos Qtiarleis n. 11 i. t
cachorro de rara escocer : quem o liver nehadn quei | Vende se um cavallo rarllado, novo, com mui-
r levar na Cruz de Almas, sobrado amaiello, ,,u ua j to bou* andares e bonito : qoem pretender dirij.i-se
rua do Trapiche n. S, que se:;i generosamente gra- a coeheira de Jos Lopes Cuimaraes, na rua da l"ln-
tiiieado. Iraoliua.
I do mercado; assim como se alugammais
! barato do (jucem outra parle, e se vende
a relalho.
C Ixel es fra noezes.
V.ndem-sa carloes cara 21 pires de colxeles
francezes a l) rs. cada um, malas cruas para ho-
rnera a 150 o par, e duzias a IMMO rs.: uo alerro da
Boa-Vista n. 7.
Plaquetas nara carro:
V ende-se muito superior vaquetas para cobrir
carro, por eommodo preco : no aterro da Boa-Villa
li. 7S.
Vende-se um hora cdbiiolel.dcscoberlo, com
arreios de metal principe e lodo rnassico : na rua
Nova, cuchena por baiso da cmara municipal.
Af erogas.
No depoilo de pilo da rua da Cadeia de Sanio
Amonio n. li, vendem-se as j bem ennhecidas bo-
lacha* d'ovos a randa de llraca a lO rs., e rlii da
India mai* superior a 29500 a libra.
Vende-se mu bonito cavallo todado
e bom andador: a tratar na ruado Quei-
mado, (.mu o Sr. .Manoel Jos Leite.
modos : na rua da .Madre de Ueos, loja n. 34
tanto em porcOcs como a relalho, arian-
Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-' Q fando-se aos compradores um s preco
de-se vinho do Porto de supeiior qualidade da bera S para todos: esle eslabelecimentO abrio-se
cunhecida marca l,W em pipas, Larris e cailas de ** de i
urna c rtuas duias de garrafas.
A verdadeira gracha ingleza n
queira Castro Moiileiro.
Continua a estar fgido o earrato A
de nagao Cassangc, de idade de IB annos
mais ou menos, altura regular, rangaoiro i
S! Jar, cor preta, rosto redondo, sem barba,
| limpas, ebeio do corpo, e ion versa asaste; fas
f i eacravo dos herdeiros do finada Caetano i io.r. te-.
"f da Cunha ; ha quasi certeza da aaiar pan a*
& j partes do sul desl provincia, se algaem aceitar a
corabinaco com a maior parle das ca- 11 *? MerOTJ li,|uc cert01de 1? *" ta
sas commerciaes inglezas, francezas, alie lder COm ,od "^ d,S lso,r Maoar, .
H maos e suissas, para vender fazendas mais 3 ST KS ST*"" f^T."" i"
em n meas de I ."> du/.ias de potes: cm ca- H em conta do que se tem vendido, e por islo S "* co"dundo Go ->
sade James Crablrec A C, rua da Cruz 1 ol'erecem elle maiores vantagens do que 8Un *nd*r. nesl1l *'*' B0 ^^CraasaJ,
!S -s... ...i....... ._____:.?_ ,. -' S i ou Agua-r na da I
ata.
i-niiiiu csiduciuciiuuum conviaa a loaos
^ os seus patricios, e ao publico em geral,
y para que vcnliam (a bem dos seus inte-
resses) comprar fazendas baratas: no ar-
mazem da rua do Collegio o. 2, deAn-
ionio Luiz doi Santos & Rolm.
vessa da Madre da neos n. 1K ; e assim como bata- i &&&j&W&M&Mm.&m&&&&!&!(titit i ".!..,"* .,""0 P*''10 :
las de Lisboa a 2S00 a arroba, sendo di nina ar-! ^^?*^**l'***_^*********,-**l ,."_1J,0,;'' d. Parabiba. l, cava
roba n.ra cima.
RICOS ESTOJOS PARA COS-
TURA.
Vendem-se milito bonitas caixinhas rom
repartimenlos propilas para costura a 2;.'>00,
38 o 35500 : na rua do Oueimado loja de miu-
dezas da boa lama n. :u.
\ endem-M saccas cora faiiuha, de alqueirc.
medida velha a ;^00O : ua rua do Vinarra, liberna
de .!. i. .i i.
CEBLAS.
Continua-3 a vender ceblas sullas a .VIH, lOe
800 rs. o cenlo, e de mnUio a 900 a IjpSOO : ua Ira-
outro qualquer; o proprietario deste i"m- I ,re,?Uwit *eS- L~" *
p portante estabelecimcnto convida todos -
lo-no lie i llera ai 7 hora* ,1a Baile am .mu
mualo, de i....... I liorna/, alia. relMrada da rara.
eoin marca, de bexma., | rrna. .-raa,
cas de cicalrue asa csatatna, l.II. i
id ni ; levnu cainix de panno aial ,
da d. ourrll,, branco ,., Immbrrira*

da S.
-\. O. BieberA C, rua da Cruz n. i. oelb,. qwo bnuve por brraara 4a era
, Jo*quim de huu/a daqu.lla ndo>, a tai
iiuciii p,| abano a.iKnade Si. Il,l.,j. 4,
Linas da Russia.
dem inglezas.
Brinzao.
Ili ns da Russia.
Vinho do Madeira.
Alftodan para taceos de asquear.
raeaah. Ti
Vascnnrelln Juumr. i,.,,r.,li a* ,
fregoriia do Pilar da dil. pratiari.
lein-e a raa da Conrnrdia a Pedro \bimim laiinr.
I,,liman**. .,q. arta' r-i rrnnmcali
Itrrife t. de oulubro ,ie IRjS.
I'edra Aaleaie ieisaira l.i
l'K.KN.
TYP DB M. V. MI PARIa taja.
ILEGIVEL


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