Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07637


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Full Text
,
ANNO XXXII N. m

Por 3 mc/.es adiantados 4^000.
Por 3 mezes vencidos 4#500.
SESMA FEIRA 17 DE MEMBRO DE 4856.
Por anno adiantado .5$000.
Porte franco para o subscriptor
DIARIO DE PERNAMBUCO
KrtCARUEGADOS DA SUBSCRIPCAO' NO NORTE-
fatakiba, Si. G.miiio T. di Halisidada; Ral, Si. Joao
luim I. Ptralrt Jnior; Araealy. Sr.A. di Umoi Braga;
h*l"'"OllHia; Miranhao, e Si. Joaquim Mir.
us *dngu*i; Piauhj, o 81. Domingos Hareulano A. Paisaa
Cariaas; Para. Si. Juillmarjo J. Iimoi; .maionai.o li. Jara-
alna da Olla.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olintli : indos os dia, is 9 c mea horas do da.
IgUWaui ("i.innj < Paraliib.. : ni- MafWrijras>
S. A.l.m, Civi-iru-, HoriH.iX.irinni. Allinfirt Garinfain< : na tfrt*~Mtm.
S. LoufOf "-'i'.tltm, Nauralh, l-lmnpiro. lri-jo, Pi>'|U(>ir;i, /.,[..-
icir, Flores, Villj-ll.il.. BtM-TUU, Ouri.ur; Kiu : B)U a|rU*-Mra*.
Haba, l(i.ijuc.t. ifrjihjem. Kin-Koriiioso, Lnu, ilarreiroj, Agiia-Preu,
Pinenlciraj ? NaUl: quinUs-ifiras.
(Jodud correioa panero aa 10 hars da Bnala.)
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio i leguuda a quintal.
ftalacao : tarcaa-feirai a itbbadoa.
Fincada: quarlaa aiabbadoa ai 10 horai.
Juila do eommarde. aagunaai aalOhoraaa quintal at aaaia-dla.
/alio da orphaoi aagunda a qu m tai ai 10 boraa.
Premura vaiade eiral I ugucda a aailai at maio-dia.
segunda rara da airel i quarUI aabbadoa aa maio-dia.
EPHEMERIDES DO ME/ DE NO\ 1..MISRO
5 Quarioereieinie ai 3 borai 4 mlnuloi a 48iagundoi da t.
11 La cbaia ai 7 huras 23 minutos a 48 legando! da m.
IV Quariominguanlaai 8 horas,13 minnloia 48iagondti di m.
-7 La norias 1 horai,14 minuten .48 tagundoida larda.
_. PREAM ,M( 1)1. HO.IK.
rrlmaira aa 8 boraa a 30 minuto da manhaa.
Saguoda aa 8 boraa a 31 minuto* da tarda.
POiri flPFlCiAl.
QOVEENO DA PROVINCIA.
fsenoaiooB* d aja 19 da novembro
CirculirAos Exms. presidentes das provin-
cias do sul. Tenho a honra de participar a V.
Ese. que esta provincia goza de perfeila tran-
qullidade.
Ate este momento as eleicoes teem sido feitas
com regularidade e perfeila calma as diversas fre-
guezias desta capital, e salva alguma rritasao sera
consequencia em urna ou outra paroebia do inte-
rior, as noticias que tenho recebido sao todas li-
songeiras.
As diferentes parcialidades polticas tomaram
parte mui activa e porfiada as operar-Oes leitoraes,
mas felizmente nao se afastaram das vas da ordem,
nem recorreram meio algum de violencia ou
coaccao.
OfficioAo Exm.. marechal commandante das
armas, inleirando-o dehaver indeferidoo requeri-
menlo do capilao Ilerculano Al ves de Souza, a que
se refere a sua informado de hontem.
DitoAo Ihesonreiro das loteras, dizendo que
vista das razes expendidas pelo provincial do
convento de Nossa Senhora do Carmo, no reque-
rimento sobre que Smc. informou em II do cor-
rente, convm que seja extrahida com a possivel
brevidade, urna das loteras concedidas em benefi-
cio das obras do mesmo convento.
14
OllicioAo Exm. marechal coramandanle das ar-
mas, declarando haver indeferido oreqoerimentn do
soldado Sebas'.iAo Accioli Sendas Ramos, sobre o
qnal S. Exe. inforraoo.
DitoAo inapector da Ihesouraria de fazenda,
communicaiido, alim de que o taca constar ao ins-
pector da Ifaudega e an administrador da mesa do
consulado, que Francisco JoSo de Barros, apresen-
tou titulo, do qual eonsta haver oblido o imperial
beneplcito, para exercer interinamente aa funcroos
de cnsul ,ia Blgica nesla provincia, dorante a au-
sencia de Luiz Antonio de Siqueira.Fizerara-se as
oulra* communicaces.
DitoAo mesmo, diiendo qoe o aviso da repar-
tilo do imperio de 21 de outobro ultimo, por S. S.
citado, nao mand.i parar n pagamentos das despezas
feitas com o rholera-moebus, e aim ceasar quaes-
quer despezas coco este objeclo, isto quer dizer qoe
lian se devem ordenar ou fazer noval despezas, mas
nunca que se deixem de pa^ar as qe|e jai esliverem
felas : e por lene deve S. S. mandar pasar a grali-
licacao que se mandou abonar ao alteres Joaquim
Jos Luiz de Souza, por despacho da 12 do corren-
te.Igual eerca do alteres Jos Francisco de Oli-
veira Mesqoita.
DitoAo chefe de polica, inteiraudo-o de baver
transmit i.lo a Ihesouraria provincial para eerem pa-
gas, e-tando nos termos legaei, as cantas qoe S. S.
remelteo das despezas feitas nos mezes de abril a ae-
lembro desle auno, eom o sustento dos praios potires
da cadeia do Limoeiro.
DitoA' Ihesouraria provincial, approvamlo o
contrato que Smc. celebrnu eom :i empregados da-
quella Ihesouraria, para se incumbiram de relacio-
uar a divida acliva perleucente aos exereicios ante-
riores ao de IS.J a ISi't.
DAS DA SEMANA.
17 Segunda. S. ijregnrioThauniaturgo b.
18 Tar(a. S. Odn ab.; S. Esiquio ni.
19 Quarta. S. Isabel viv. rainha I. ; S. Poncianop. m.
20 Quinta S. Felia de Valoil ; 8. Octavio m.
U Salta. Apresenlc II Sabbado. S. Cecilia v. m.; S. Felemon m.
23 Domingo. 27 8. Clemente p. m.; S. Crvsogno ra.
ENCARREGADOS DA SI Hv Itlll \<*> ajjgj M ,
Alagoai,* Si. Claudia* Falca* Diaa; Babia* St. ft.
li*d*Jaoir*,*Si. JoaaPareira Mirtina.
EM I'K. 1( \ AMIII ( (
O praprlatarla da DI ASI Maa.al Flgadr** da tarta, h m
linaria, praca da Indapandaoeia aja.Sai.
EXTERIOR.
AS DUASSICILIAS.
A quesUo de aples e a emineucla dos aconteci-
mentos que all se preparan), absorvem neste mo-
mento a Hiii-nr.i.i publica da Europa ; e todavi*
0 reino das Duas Sicilia*, que de todos os estados da
1 lidia he o que tem conservado melhor o cunho da
administrado fraueeza e das leis, que os exercilos
da repblica e do imperio levaram all do comtco
desle seclo, nao ha conliecido entra nos aeno pe-
las iiarracoes dos viajantes acerca do seo bello co
e das maravilhaa qoe a nalureza e as arles all os-
tentam a porfa. Eolendemns que ninguem lera
sera inlerease e sem proveilo para a ioleltigencia
dos fados e dos debatea que all vao reproduzr-se
talvez, as olas bislorieas a estatificas seguintes,
tiradas das lontes maii modernas e mais seuuras
quanto he possivel, ou pelo menos as mais acredi-
tadas. A eslalisliea nSo tem partido nem opinan,
mas pode servir na oceasio de rectificar os desvarios
das opiuies dos partidos.
aples a Sicilia, eslas doas partes do mesmo es-
lado, alternadamente uuidas ou separadas desde a
origam dos lempos histricos, tem frequenlemente
modado de governo e de aenhores. Psssaudo suc-
cessivameute dos Phenicios, Gragos e Komaoos, na
antiguidade, sua reunide fot consolidada no secuto
\ll da era moderna pela conquista normanda dos
Tancre-lo, coja dymnaslia legitima ou material as
goveruou por mais de um seclo, e Ihes imprimi
profundamente o cunho dos costumes normando,
dos qoaes anida se encontrara lanos vestigios nos
costumes e as instituirles locaes da Sicilia.
Em cunsequencia das conlestac.oes eotre os papas
e os imperadoies, e tambem por urna das consequen-
cias apaiionadas da averso que as racas latinas da-
qnell* paiz, como lodas as popularles italiattaa, li-
ii lia ni ao dominio a I lemn, urna dvmnastia frauee-
za, a de Carlos de Anjoo, inno de uosso 8. Luiz,
foi chamada ao Ihrono das Duas Sicihas, que ella
nao i "i I- conservar muilo tempo em sua inlegrida-
de, tendo-se emancipado a Sicilia por urna carne-
Mcina celebre \ esperas sicilianas) e entregado
llespanlia.
Parle franceza e parle hespauliola, as Duas Sici-
lias fnram nos periodos seguinles reunidas munar-
chia haspanhola no principio do seculo XVI e em
sua drpendeucia, ornas vezes hespautiola, no Ira- ve-
/es austraca, objeclo de conleudas e partilhas per-
petuas entre os infantes e os archiduques, loflreram
innumeraveis variacoes, qoe seria intil referir, e
que leriniuaram em l?;|j nos preliminares de Vieo-
ua, conlirmados pelo Iralado definilivo de 8 de no-
verubro de 1738 entre a Franca, Despanha e o im-
perio, em sua elevaran a orna nova monarchia in-
dependetite, sob a dymnaslia hespanhola, que s*
acha hoja representada por Fernando II, o re ac-
tual, cujo soverno provoca as repreaeutecoes, que
parecem pr em duvda a paz lao recente' e feliz-
mente reslabelecida.
Sabe-se quaes foram os acontecimenlos que per-
tnrliaram a posse da nova dymnaslia duranle as
guerras da revoluto e do imperio ; o reino foi no-
vamenle dividido. A Sicilia ficou fiel aos seus reis,
auiiliados por lodas as forjas da Inglaterra que li-
aba feito da ruina dos seua dominios o centro de
toda sua accAo no Mediterrneo contra sea gigan-
tesco adversario, e que deixou nesla ilha os funda-
mentos possiveis de om domiuio, que a imn-ioar o,
brilannica allega com amor a esperan.;*, t) reino
de aples foi submettido aos eiercitos da Fraura,
e toroou-se un apanagio do grande imperio, de-
liaixo de urna dymnasiiafrauceza ; mas os aconteci-
meiitoa a as Iransaccoes diplomticas de 1815 o res-
lilmram, nao sem algurna difliculdade e Hlguns sa-
crilicios,
Todos eouhecem o resultado, sobre os incidentes
do qual n Jo devenios insistir mais, e de que a di-
plomacia armada lomou urna parte mais euevola
lalvez do que hbil de um lado, como sincera do
oolro. Em soturna, o re das Duas Sicilias perda Je i francos e 2i cen,
a occasi.lo de que a Sardeuha acab.va Lio felizmente i As estatisticas otliciaes. publicadas em franca pe-
de ae apoderar, de vr a ser urna monarchia consti- ] los cuidados do ministerio do commercio, nao oos
tueional a conquistar um goveruo livre. que talvez do dados cmplelos sobre o commercio e a navega-
lo he secreto. A divida do Estado eleva-se a
IIH,7 Vi,i x i ducados para a trra firme, e-20,138,000
ducados para a Sicilia ; total 121,87^,000 docados
para o remo. O dueado real, moeda de contado, ve-
da cidade da Victoria, aecusaudo recebidn o ofticin
em que Smc. de\olvendo a copia da qualifcarao do
auno passado, coinmunira haver-se concluido* paci-
camnnte a eleic^oqoe alli se procecleu ltimamen-
te para eleitores.
DitoAojoizde paz presidenle da mesa paro-
cbial de Nazareth, aecusaudo receida a aela que
Smc. remellen dos Irabalhos da eleicAo a que se
procedeu osquella fregue/.ia para eleitores. luual
ao juiz de paz presidente da mesa panel,al da Ire-
guezia de Traciinhaem.
Ma A' cmara municipal de Goiiiua, aecu-an-
do recebidas as copias das acias, n.lo s da apuracao
dos votos para vareadores daqaelle municipio, mas
lambem do resultado da eleirflo de juizes de paz dos
diversos dislrictos da comarca.
i." Seceso.Palacio da governo de Pernambuco,
em 1 > de novembro de 1836.
A desi^nac.o do numero da eleitones que devem
dar aa freguezias de Bezerros a Caruari^ feila no map-
pa remellido a assa cmara em data de 9 de outu-
bro, leve por base, palo que respeita la primeira, a
qualifiraca> do rnrrenle anuo, que d,i a essa frecue-
zia 156 volantes, a pelo que respeita a Carnar a
qualilic o;.lo do anno passado que Ihe dava 1.VI5 vo-
tantes. nao lando al enlo chrgado a eile governo a
qualilicacAo que alli ae fez eate auno, i
Esta, porm, chegno em fina do maz passado, e
|>or ella se v seren os votautes qualificados em nu-
mero de 1080.
Com esle numero pois, e rom o de li.lti da quali-
licajao de Bazerros deste anno, he que d|e lo o calculo dos eleitores que cada tregula tem de
dar na prxima eleico.
Feilo asaim o calculo na forma pres ripia r.
aviso de 18 de junlio de 1819, deve B*ze rros dar 33
eleitores a Caruani 17.
Cumpre, pon-cu. que na lista dos eleilo es de Be-
Aojotzdfa paz presidente da mesa paroehlal JSatloiuSi "
zerros sejam incluido, os qoatro segoii
mais votados, alm dos l<). de modo q
sendo eleitores os 23 cidadAos mais vola
a esses st)a passado o pploma da que fal
da lei de 19 de agosto de 18t4j.
lando sido em Caroar feila a deleito para 21
eleitores. na forma do mappa snpra ciladi, e a de-
vendo ser 17, eumpro que sii sejam dados aos 17 ei-
dedaos mais votad, a diploma de que tr I* o men-
cionado arl.57.
Dos guarde a Vmcs. Sergio Teixeiraj
cedo. Srs. presidente e vereadores da ca nara mu-
nicipal de Caruani.
(tuicin se neste sentido aos juizes de
volados daa freguezias da Bezerros, a Car
da de Bonito, como presidenle interino i o eollegio
elaitural do 10. dislricto.
tea Hornea
q a, liquem
los, e que
a o arl. 57
paz mais
aaru. a ao
cougretso da Vieuua consagrou
ile novo os direitos do ramo liespanhiil e e ceu a base da reuniilo das Duas Sicilias, que foi ler-
min.d.i pelo acto de 12 dedezembro de 1816 com
algoinas con lices que. estabelecendo as rearas fun
damuntaes de sua administra(o, maulivessenisem-
pre urna certa dislincru entre as duas grandes par-
tea do reino, unido ames do qoe reunido.
Desda enlo, os res de aples uao tem gozado
scmpre do poder sera nxa e sem uquielac.lo. As
conspiracoe. que agilaram em 1820 muitos astados
da Italia, os pozeram seriamente em perigo. Justa
ou injustamente aecusam a Inglaterra de ler deri-
vado na Sicilia os germens de discordias permanen-
tes, de aulipathia invencivel e separado ulterior
entre a- populacocs das doas parles do reino.
A Sicilia revultnu-se em uorae da coiisiilur,ao de
1812, combinn;aobastante hbil das theocic- demo-
crticas do fim do ultimo aeculo e do* eoaiumes feu-
feudacs da Inglaterra: obra ngleza e contraria, por
eouseqoencia, aos verdadeiros principias a aos inte-
resa.s reaes da democracia moderna, aai qualquer
poulo de vista que sejam considerado*, roas que
tem servido por mais de urna vez, lio recular, como
intilmente, de estandarte nao sn na llespauha co-
mo na Sicilia, com urna compresso externa ou sem
ella, as sublevares das popularices emblela- por
esperanzas li-ougeira.
Os nomnenlo- de 1820 foram comprimidles pelas
nsulucne. do conjre-o de Layhach a pela interven
Sn das armas austracas. O* movimenlos popula-
res de 1818 trouxeram comslgo as raesmas aceas e
a misma couclusito.
O rei de aples avista dos desejos e das necesi-
dades dos seus povos, pareceu dicdido a sacrificar
seu poder absoluto, que nJu linha illerado seiia
na apparencia a lei orgnica de 11 dejuulmde 1821,
regulando a iadrtalfjta das consulta, de aples e
da Sicilia, e a lei de 12 de dezembru de Isiii, que
lixava as atlnlniiiOcs dos ronselhos proviucia'S.
Diversas ordeoaucas da 18 de Janeiro de 1SS8 ti-
nham ampliado as atlribuicoes deslas inslituires
cuusullalivas.
t'm decreto orgnico de 22 de Janeiro a-enluu as
bases de urna runslituicijo representativa, que foi
proclamada eco aples a 10 de fevereiio de I88.
I Esla constituicau, conlendo 89 arliios, linha lo-
mado por mu lelo a caria franceza da 1830, aperfei-
Coada porem em alguos pontos. Debaito da reac-
tSo dos aconlecimeotos daquella poca, e lalvez
lambem sob certas inspira;es externas, a Sicilia re-
usou submeller-se a ella, e pedio a eterna separarlo
nu a con-tiiiiic,o iugleza de 1812 menos liberal toda-
va, como devenios conlVssar, do que a que Ihe era
oll'erecida mais ou menos francamente por Feruau-
do, sob a pressAo das circumstancias.
I
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNA^BUCQ.
Q^tatiici.
16 DE NOVEMBRO DE 1856. |
A encolltade ora eilado he acousa mais importad-
le da vida, a, para fsze-lo com disceroinienlo, fra
mi-ier, nflo da-, nem mezes, mas anuos! de expe-
riencia e de reflezAo.
A primeira melade da vida seria poucoi para nos
es:larec*r acerca do (mprego qoe devenios fazer da
oulrs.
Mas nao nos he dado lempo para islrj ; cumpre
que escullamos, cumpre qoe deliberemos na idade
em qoe comecamos a nos couliecer.
Nao se deve aconaelliar a ninguem que> lome a iu-
teQigencia por puni de partida tas peiquizas da
apTtiTslc), que requer tal ou tal profissao.
As iolelligenciaa maca precoces nem sempre sao aa
que produzem os melhures fruclus, nem us mais du-
raduuros.
lao pouco nao se deve aconselhar a ninguem que
lome por signal de urna vncaro determinada o que
se chama vulgarmente o go'to.
Todos os meninos deseiam ser soldados, os seus
primeiros brinquedos sao marcados com esta carae-
ler ; e dar-se-ha caso qoe todos sejJm capazes de um
da toruar-se grandes capitales ?
Mas, se a lotdllgenda e o gilo sao signaea eiiai-
n,i lores, o que deveremossegoir '.' Aqoillo que os
lugares, os lempos, os hoineus, as cooses nao pocle-
riara destruir, nem enrrigir, nem modificar : u'uma mavel, nem mellos precioso tm qua~"o"aHt^a"^^
(I) Achar-so-lia lulas e-taslprcd- na nova collec-
r;ao dos tratados, de Mushard, t. XII. p. 373
392.
envolvemos alm disto o amor pelo Irabalbo, sem o
qual uao ha nem estado, uem felicidad*, uem cnosa
alguma.
Com etl-ito, sem o trabadlo todo o mais he intil.
Sem elle poderamus alcanzar forluua, masnooca l'e-
licidade.
O trabalho nao s deve ser o meio, mas anda o
liui do liomem.
Cada um de nos ao nascer traz coinsigo urna ne-
cessidade de aclividade que, ae nao he dirigida e aa-
lisfeila pelo Irabalho, faz de nos o flagello da socie-
dade ou de nos mesmos.
Se por ventura consagramos esta necessidade ao
prazer, encontramos a voloplucsidade, esse abvsmo
sem tundo.
Se procoramos extinguida na pregui;a, cnto o
desgoslo a precede e o tedio segue-a ; e o tedio he,
como diz Bulln, n trisle lyranno de tudas as almas
qoe pensara, coutra o qual a prudencia pude menos
que aloocura.
O Irabalbo eis o emprego de lodas as nossas (or-
eas e de todas as nossas facultades, o curso natural
de lodas as uoisas paixes, o verdadeiro alvo do lio-
mem.
He no trabalho sob lodas as relarcs, he em pre-
senta da materia que deve ser Dolida, ordenada,
poelisada, que vem expirar toda a vaidade, lodo o
orgalno ; he sobre esle terreno que o operario mais
humilde e o artista mais sublime vem eucoiilrar-ie
e dar as maos, confessaro sua fraqueza, unir os seus
eslorcos, e realisar desl'arle sobre a Ierra a dootri-
na da fralernidade.
As artes mecliaoicas, isto he, aquellas que lem es-
pecialmente p ir objeclo o til, sao a foule mais fe-
cunda da verdadeira riqueza de urna nacilo ; e, por
este motivo, o bom uperario nao he nem menos esli-
BS* tiver* respondido a todas as aspiracAe dos seus
povos, mas (eria operado ao menos em immenso
progresso sobre o rgimen que eonlinnou a soffrer.
A ennslituicao de 10 de fevereiro ficou suspensa
desde 1819. O reino tornou a cahir dehaixo do po-
der absoluto, poramente militar para a Sicilia, e
apenas temperado para aples pela cousulta dos
estados navaes, eslabelecida pelo decreto de 9 de
dezembru de 1852, a limitada sunenle pelas insti-
luices municipaes e leis franeezaa, que exiatem no
paiz, que as deve odiosa ucru [iac:lo de cincoen-
ta annoa.
Tal he, de um modo claro, quaulo pode permil-
lir um rpido esboco, a historia bem letal lessar
reino, que parece pagar com a ausencia de um go-
v .ru abongene e verdadeirarr.oule nacional, e com
a pressao continua da ad'iiiuislrarjo vo eula, os
dona maravilhosos que Ihe deu a oalureza. Eis-
aqui agora quaes sao aaa urganisacao propria, sua
farsea, sua imporlancia e aa circumslancias polticas
e adminialralivas, que lixa seu lagar na hierarchia
dos estados contemporneos.
O reino daa Duas Sicilias compe-ae elos reinos de
aples e da Sicilia, reunidos em urna > monar-
chia. De fado, esta dividido em daas partea sapa-
das pelo e-lreito do pharol de Meseina, e chamadas
por isso mesmo estadosaquem do Pharol,com-
prheitdendo o territorio conlinenlal e soa- dap*n-
ilencias e ealadosalem do Pharol,comprehen-
deudo a Sicilia propriamenle dita a as tilias acces-
orias. Todo o reino he limitado poloa mares Adri-
tico, Jonio e Thvrreuo ao norte, a leste e ao al ;
ao oeste pelos estados da I-reja. Seu territorio con-
ten 32,530 milhas qoadradas italianas, ou 2,033,011
militas quadradas geographicss. O censo de 1854
Ihe da 2,208,392 habitantes para a Sicilia, e
6,843.355 para a Ierra firme, isto he, 9,051,717 al-
mas para a popularlo total do reino, na qual a-
ples, a capital, emita 17,824 habitantes.
O astado lem por soberano a Carlos Fernando II,
que junta ao sea ltalo de rei das Duas Sicilias e de
Jerusalem. os de duque de farma e Placencia e de
grl* duque hereditario da Toscaua.
Femando II, do ramo dymnaslico de Bourbon
reinante na Hespanha, des le a paz de Vie mu i1734
a 1738; e restaurada em 1815 peloi actos de Vieu-
na, naireu a 12 de Janeiro de 1810, e reina desde a
morlede seo pai, que leve lugar a 8 de novembro
de 1850, teodo-se esposado em primeira consorcio,
1832, com a lilba de Vctor Emmanuel, rei de Sar-
de- ha, passou s segundas nupcias com a rainha
actual Mara Thereza Isabel, nascida em 1816, li-
lba do principe Carlas, archiduque da Austria.
Carlos F'ernando II s lem um filho do primeiro
matrimonio, o principe real hereditario, Francisco
Marta Leopoldo, duque de Calabria, nascido em
1836, e descendente por sua mai do ramo que reina
em Sardenha. Do segundo cousorcio lem lido oilo
lillios, dos quaes o mais velhu tem 18 annus de ida-
de. Alem disto tem urna numerosa parenlella col-
lateral, que o liga a lodas as casas soberaoas da Aus-
tria, Hespanha e Italia ; porem penalice particu-
larmente Austria por sua qoalidaele de coronel
proprielario do regiment n. 12 dos uhlans aus-
tracos.
Seu governo depois da suspeaso ela euusliluirao
de 1848 lie absoluto. Keina e goverua cora o auxi-
lio de um ministerio aasislido por um conselho de
estado, por parte dos dominios aquem do Pharol,
ce um teueute-general do re, do directores e de
"ma cousulta de estado para os domiuios alam do
I harol. Seu ministerio se campe de qualro mi-
nistros secretario- da estado, sendo um de'sles pri-
vativo dos negocioa da Sicilia junio do rei, e de mui-
tos ministros secuudanos.
Alam disto todas as geandes adminislrares cen-
Iraes tem directores geraes e um estado n.ior cou-
sideravel de empregadus, e sao distinelos para os
esta os da Ierra firme e para a Sicilia. O mesmo
succede cun lodos os ramos da oiganisai^lo adminis-
trativa, que he dupla para aa duas parles do reino.
Assim ha um supremo tribunal de juslicja para a-
ples e oulro para a Sicilia ; us dous reinos assim
unidos pelo goveruo poltico cham-se distiuclos
quanio a admiuislracao.
No ponto de vala "da orgaoisacao administrativa,
que tero permanecido pouco man ou menos tal co-
mo foi eslabelecida ha cincoenla anno sob os uuver-
nos de origem franceza, o reino est dividido em 22
provincias, quinze no coutiuaute a sata na Sicilia.
As provincias eitao dividida* lambem em 77 dislric-
tos. 718 cousellios e 2,199 mooicipios, repartidos am
proporeao de soa importancia entre as proviucias de
trra firme a a Sicilia, e dirigidas por governadore,
regentes e s\odeos. A adminislrac.au da juslica es-
ta organtsada pelo modelo dos tiibuuaes francezes;
com um tribunal de primeira instancia em eada se-
da de provincia, um tribunal de polica em cada dis-
triclo. om juiz de paz, cotteiliatore, em cada mu-
nicipio; 7 tribuuaea de relac.io usa principaes cida-
des do reino, e os doui supremos Iribuuacs do jusli-
i;a em aples e Palermo. A igreja mquelle esta-
do calimben por excelleucia. lem urna organisac,ao
sumpluosa e eiclusiva, de 23 arcebispoa, TI biipos,
aportad* 100,000 padres de todas ai ordens. A i es-
iruci;ao publica finalmente he, ao menos em *ppa-
rencia. mui ricamente provista cora IS academiaa,
um eollegio leal em cada provincia, e um semina-
rio em cada diocese.
O exercilo activo esta organisado eom um desen-
envolvimenlo que parece etauerado, visto a impor-
tancia, e at aqui as necessidadei do estado. Com-
prebende, sem contar os corpos lixos e a intenden-
cia, as tropas de guarnirn, os iovalidos a as rompa-
ninas de armas e de eioiacan, 56,375 homens em
lempo de paz, e 103,261 humenem tempo de guer-
ra, comprahendidos a guarda do corpo, o corpo da
guarda e corpos especiaos. O eiereilo esla suh a di-
recelo da dez inspectores geueraes
A marinha lem em seu prssoal I vice-almiranle,
5 contra-almiranles, 9 brigadeiros, 25 capitaes de
rsala, um regiment de infamara de marinha de
12 com panlnas, Um corpo te arl Iban a de marmita
de 14 companhias, 2 eompanhias lisas, om corpo de
engenbaiia. nutro de mariuheiros, etc. Sen mate-
rial conten] 2 naos de linha deISi cautines, 5 fragatas
de vela, 12 a vapor, 2 corvetas, 5 brlgues e um nu-
mero proporcional de navios de ordem inferior.
A orgauisae;Ao linanceira tem sido o ubjerlo dos
cuidados particulares do rei actual ; mas o orrameu-
cAn total do reino. Ellas elevam-se a am vslor~de
116,988,277 francos, importrmeles a exportantes reu-
Se nao he o nico enemplo, que atiesta a nossa
civilisatjo em negocios leitoraes, o successo, que
teve lugar na cidade do Recife, he unidos raais ra-
estabeleceu este novo serviro. ntreos passageiros
que trooxe a aeo burdo, veio o rnonsiznor Vicenzo
Missooi, arcebispo de Edessa, internuncio apostli-
co a enviado extraordinario da Santa S, junio a S.
ros que a nossa historia poltica tera de registrar i M. o Imperador do Brasil, o qual sattou em trra,
em suas paginas, e ser urna ligio eloquente para o vizilou os pnucipaes edificios desla cidade, scom-
futuro do nosso paiz.
Agora a grande preoecupaejiodo momento sao
os planos para a conquista dos lugares de repre-
palavra : o nosso rararter.
ludo muda ou se desenvolve no liomem com a
iJjJe sn o cancler he immutavel.
A energa, a audacia, a iiisinuar;ao, a posse de
no* mesmos nao se adqnirem ; e podemos pos-or a
fundo a Iheoria de urna ciencia uu de urna prolis-
sAo, sem que por laso sejamos proprioa para exer-
c-le.
dlslinclo.
Com falto, quaulos objeclo* de inslruce-ao e de
adnnrac,io nAo se devem encontrar as manufactu-
ras e as ollicinas europeas para o liomem mais ins-
truido !
Sem duvida be bello estudar as producresda na-
lureza ; mas o conhecimenlo dos diroretes melos
que a indosiria amoraga, ou para metigar oa males
Aisim, primeiro que ludo comecemos por esludar ou para augmentar os pra/eres da vida, he tambem
aa nossas inrlinar/iea, a itossa clisposirAo natural, e
ae nos nao quizermns ver abrigados a combaler o
iiiiini-o interno a externo.
Anda reslam muitaa -iiilicul I oles a vencer, e ca-
da astado tem as suaa ; mas alas dillie-ul nido-, lon-
go da nos abalee evrilar.cn a nossa coragem, etcila-
r u a noss-i vonlide, se no eitado que abracar des-
inleressante.
as oilicneas. mais do que em outra qualquer pa-
ragem, ae dore eiironlrar o genio sob mil fnrmai di-
veraa.
Depois da cultura das Ierras, he esta a HVtasIrla
que convm mais ao homem ; urna e outra I jiein hu-
j* a lorc;i dos Estados poliriados.
Desde que a Europa se acha coberta da manufac-
turas, diz alguem, o eapiiilo e o corado humano pa-
recem ter mudado de pendur.
A industria, mai do luxo, pode girar viciis ; i
ao menos bae os da ociosidade, quesAo mil vezes
mais perigosos.
Multiplicando o* trabalhos, permute qoe maior
numero d* homeus participe da riqueza e da li-
berdade.
Depois das arles induslriaes e mechanicas, a agri-
cultura oceopa o lugar immediato.
A agricultura he a fonla dos verdadeiros bens e
das riquezas que tem um valor real.
O manufacturero, o commerciante, o capitalista,
sao obrigados a confiar a sua fortuna aos ventos e as
ondas ; sao obrigados a confia-la a correspandeiiles,
cuja f, inlelligeocia, comporlameuto e firuldades
sAo raras vezas cabalmente conhecidas ; so obriga-
dos a esperar aonos inleiros, o resultado da suas ope-
rar-oes felizes ou iufelizes.
A vida se paisa em inquietacajes ineoncebiveis.
Isenlo d* tantas agitares, o cultivador, litado em
um terreno, tem sempre debati dosolhus a aua pro-
priedade, os seus vveres, a sua renda.
Sollre poucos revezes, e estes pouco crueis ; a se-
reuidade do co, o esmalte e a fecundidade dos cam-
pos, encanlam-lhe ordinariamente oa ullms ; lie para
elle que a ualureza se reuova, se aformosea sem iu-
teffvpcSa.
ee Se livesse um homem que me produzisse duas
espigas de trigo em lugar de urna, dizia um monar-
cha, eu o preferir a lodos os talentos polticos.
Todo Hepeude e resolta di cultura das Ierras ;
faz a forcea iulerior elos Eslades ; o poder que vem
de outra qualquer parle he artificial a? precario.
A industria e o commercio, que se nao evarcem
em primeiro lugar pela agricultura de umpaiz, per-
tencem ao poder das 100,0-. Miraugeire*, que po-
dem. ou dispula-los por emularAo, ou lira-los por
iuveja, oa eslabelecendo a mesnia industria, ou sup-
primindo a exportado das suas materias em ualure-
za, nu a importacAo destas materias em obras.
Mas um paiz bem arroteado, bem! cullivado, pro-
duz os homens pelos froclos da trra, e as riquezas
pelos homens.
Nao sao os denles do dragAo que elle semea, romo
Cadrao, para gerar soldados que se jdedroein ; ha o
leilode Juno, que povoa o reo rorji nina nmllido
iunumeravel de estrellas.
O commercio lambem he orna urrupaco mui lu-
crsliva. As necessidades respectivas da socielade dos
homens fizeram nascer o commercio ; lana, cap
222Sum9*?*Zr!2+ "f !*',!nUnlos 'da provincia. Consta-no'ti que em"cada
continental em 181.*. A 1-rauca lie um dos Estados ^^ .,* ,
que tem a maior parte nesla movimento. Seguudo |ci.rcul M apfesenU um numero constderavel de as-
os balanr-osda 1 imiui-ii-aeo das alfandegas essa par- pirantes, nao s ao lugar de deputado-geral, se nao
la foi em 1853 de 53.160,000 fnmeos, commercio
geral, e 10,594,000 francos, commercio especial,
comprehendidaa as impnrlaijes a exporta(;es.
O reino das Duas Sicilias, eollocado no centro do
Mediterrneo, goza de urna poscc.io privilegiada para
o commercio naquelle mar, e participar de todos
os desenvolvimenloa que um fuluro prximo Ihe re-
serva. A leda iiave.-aco 1u reino data de 30 de
jullio de 1818 ; foi completada pelo decreto de23 de
marro de 1819, que declamo francos os purtus da
Palermo a Messiua. A corte de aples lem alm
eli-lo tratados de commercio com tosa* as cortes eu-
ropeas, com a ijrao-Bre snlia, de 26 de setembro de
1816, e 29 de abril de 1845 ; eom a Franca de28
de fevereiro da 1817, 1i de junho de 1845. e 12 de
maio de 1817; cum a Hespanha de 15 de agosto de
1817 ; com a Kussia de 2> de selembro de 1815;
cum .1 Porta de 16 de ejutubro de 1817 ; com a Di-
namarca de 13 de Janeiro de 1816 ; com a Austria
de 4 dejalbo de 1846 ; com a Premia eAllemanha
de 27 de Janeiro de 1817 ; com a Blgica de 15 da
abril a coma II illa o I, de 17 de novembro de 1817 ;
com os Estado,.1 nidos de 1 de dezembro de 1856.
Todos estes actos Ihe asseguram ai vaulagens e a po-
sir-AO dos Estados mais favorecidos.
Ivnlim convm observar que a Europa he repre-
sentada juuto da corte das Duas Sicilia* por um cor-
po diplomacico de ordem superior. He verdad* que
smenle a Franca h- representada all por um em-
baixadnr ; mas a Austria, a limera, a Hespanha, a
Grao Brelanha, Purtugal, a Prussia e a Kussia lem
enviados extraordinarios e ministros plenipotencia-
rios ; o papa ura noncio apostlico ; os tsla lo.-1 ni-
dos, um rministro residente ; os oulros estados agen-
tes inferiores.
Tal he debaixo de todos os pontos de vista, o esta-
do cuja siluacAo chama neste momento a alicocAo
de tuda a Europa, por causa das auva complicarles,
cun que o aiucca a obslinacao ou a suscepltbilidaele
do principe qoe o goverua. A atlitude, que as duas
graudes potencias occideulaes lomara m a seu respei-
to, agita urna dessaa quealoes terriveis, que pelos
precedentes que eslabelecem, assuslam aquelles mes-
mos a qoo lisungeiam os designios occullos ou de-
clarado*. Cumpre esperar que a diplomacia, cujas
resolucues, como dizem, nAo eslAo anida lomadas,
procure remover todos os pergos e preparar, antes
de qualquer rompimenlu irrevocavel, urna subido
que salisfaca ao mismo lempo o direilo dos sobera-
nos, qu* reivindica o rei de aples e os direitos da
huniamdade que invucam a Franca e a Inglaterra.
Em todo o caso, qualquer que seja o desenlace de
orna -itua; 10 lao grave, qualquer que sej m as com-
plicares internas ou estarna*, que nu c. un pres-
tes a fazer ezplosao. cumpre nao esquecer na Eu-
ropa a sbrelo lu na Halla, que a Franca ea Ingla-
terra tem preocoupacnes particulares Harta que-lao,
comea em todas que se referem ao reino das Duas
Sicilias. Em urna palavra, succeda oque succeder.
nao se deve perder de vista om instante que em
qualquer crse interna ou externa qoe vier compli-
car o astado, da que se trata, a primeira questAo
que se eslabelece a seu respeilo he a de separado
eolre as duas parles que o coinpoi'Ui, e qoe sepa-
rar ou deixar separar a Sicilia d aples, debai-
xo de qualquer forma que tenha lugar, seria dar a
Sicilia a Inglaterra ou pelo menos a soa inlluencia
exclasiva.
Ora nem a Europa em geral, nem a Italia em
parlicolar, nem a Franca sobreludo, que v boje
tantos mleresses supremos reunidos por ella 110 Me-
diterrneo, nada vem poupar aluu de prevenir essa
eveutualidade. Todos os diaa nos dizem que as ve-
l.ias rivalidades iiitemactunaes rilan exlinclas e
queremos crer qae assim seja ; mas ha pergos a que
nao le deve expur ataluda* as mais experimenta-
das. Dizemos pois, nao para conjurar os perigos da
siluacao actual, que, RraeM a Dos, nao lem a gra-
vidade, qoe se suppOe, mas para lodas as circuns-
tancias presentes 00 futuras: quaudo a Franca con-
mina no Oriente e subretudo na frica a obra da
civilisarao, de que he instrumento providencial,
deve obsler-se especialmente de elevar com suas
propria* mios, (liante do grnele imperio, que ella
runda na Algeria, nova Cartlago, que poder um
dea ler desejos de embarazar all a su* acrAo.
Pretse.'i
PltBjUniGO.
RECIFE 1G DE NOVEMBRO DE 1850.
AS 6 HORAS DATARDE.
RKTROSPECTO SEiUYlL.
As noticias que lem chegado de alguns pontos
mais longinquos da provincia, relativamente as e-
leicoes de 2 do corrente, so pouco satisfactorias,
nao porque a ordora publica fosse perturbada, nem
porque lenharaos de lamentar algum sinistro seme-
ntante aos que liveratn lugar na provincia do Cea-
r ; mas porque a intolerancia e as animosidades
dos partidos nopermittiram que as mesas secons-
tituissem em certas freguezias, no da designado
pela lei.
Entretantos. Exc,oSr. presidenle da provin-
cia, tem dado as providencias necessarias para que
continu o processo, que foi interrompido nodia 2,
e a esla hora, he provavel, que a primeira solem-
ntdade para a eleilo dos represntenles de Pernam-
buco legislatura do anno vindouro tenha sido pre-
enchida em toda a provincia.
Findaram-se nodia 15 os Irabalhos eleloracs,
na freguezia da Boa-Vista, e no dia 16 os da fre-
guezia de S. Antonio. Em ambos os lugares tri-
umpharam os conservadores, e podemos asseverar
que o longo pleito se decidi sob os melbores aus-
picios da ordem c do socego.
taes, vigilias, ludo consagrara ella* a este ollicio
honroso a uecessario.
N*e produz nada por si proprio, e as suas func-
roes sa reduzem a trocas ; mas percorrendo a Ierra,
Iranspondo os mares, superando oa obstacolos que se
oppiinliain e-ominunicacao dos povos, ealeuileudo o
amor do bern-estar e da civilisarao, lornou-se de al-
guma sorte n motor do inundo.
Sem duvida he fcil, he bello piular os Roma-
nos, eom a nica arle da guerra, subjugandu lodas
as nutras artes, lodas aa nae;es ociosas ou coruiner-
ciaules, policiadasou ferozes; quebrando ou despre-
zando os vasos de Cormibo ; mais fdizes sob deuzes
de arda do que eom as estatuas d'ouro e de raarfim
dos Phidias e dos Praxileles.
Mas he anda mais agrada**! e lalvez mais bello,
ver toda a Earopa povoada de nares laboriosas, que
rolam iiicessautemeule em torno do globo para ar-
rolea-lo e appropria-lu ao homem.
Agitar pelo sopro vivificador da iuduslria lodosos
germens reproductores da ualureza, pedir aos aova-
mos do Ocano, as eiilranhas dos rochedos, nevo*
BJIMaa ; revolver a Ierra com lodas as alavaucas do
genio ; eslahelecer entre os elous heioispherios, era
virtude dos progressus Miza* da arle de navegar,
pontos volantes de comcnuuicaro que unem um
continente ao oulro ; seguir todas as estradas do sol,
e passar dos Iropicus aoa pulos sobre as azas dos ven-
tos ; n'uma palavra, abrir tolas as footes de bem-
eslare de ci\ilis.,ra0 para derrama-laa por mil ca-
naes sobre a face du mundo : eis a icnagem do com-
mercio.
O exercilo, a marinha, a engenharia, as boas ar-
les, o eslodo do direilo, a medicina, o entine publi-
co de todas as especies, as proli-soes privilegiadas,
aAo occupae;oes honestas e lucrativas, e cimtituem
um estado ; mai dependen de tantas candiede*, ele
esludo a de dinheiro, que inoslraiii que o lioioem nao
he iuleiramenle senliur do ,eu destino na sociedade.
Esle fado explica a razao por que a esculla de um
estado nanea foi n objeclo das mcdilares do phile-
soplio ou do muralisla. A ultima palavra de todas as
rousideiaooea a que nos poderiainos dar sobre esle
assumpto he o trabalho.
Os anligos compreheuderam-no cabalment, a a
engenhosa allegoria de Hercules enllocado entre a
VoloplDosidade p a Virtude, que proruram arra-l.i-
lo cada urna para seu lado, lie talvez u melhor tra-
tado que sf posa.-, | mane.
o Hercules, di/ a sabe,tona anliga, lendo chegado
os ajilada em qae os mancebos, aenhores de si proprio*,
i- I do a conhecer se lomaro o raminho da virtude nu
lambem ao de depulado provincial, o que he tanto
mais admiravel, sabendo-se que a eleigo para este
ultimo cargo s deve ter lugar no fim do anno se-
gu n le.
Em outra occasio, fallando nos acerca do mes-
mo assumpto, iniciamos a ideia do que todo aquel
le que aspirasse ao lugar de depulado apresentasse
um programma, que contivesse as necessidades do
paiz, e os meios de satisfaze-las, como se pralica
em idnticas circumstancias nos paizes da Europa,
onde existe o governo representativo.
Anda insistimos sobre esla iniciaejao, que repu-
tamos de utilita le para o paiz. Nao he smenle
nos lugares, em que differenles opinioes polticas
tomam parte na elenco, que os candidatos offeressem
considcra;ao dos eleitores um programma de suas
ideias.
Nos paizes da Europa, em que o triumpbo ele-
loral cabe a um nico partido, ahi mesmo os dif-
ferenlos candidatos, que se aprasentam a disputar o
cargo de mandatarios do povo, submellem as suas
ideias ao corpo eleitoral, alim de por este meio mos-
trar, nao s o que lio de fazer, no caso de seren
eleitos, como ,as babilitaejoes intellecluaes, de que
podem dispr, e cetiamente este cosiume he urna
garanta que o verdadeiro merecimenlo tem em seu
favor no governo representativo. Esta pralica, no
momento, em que escrevemos eslas linlias, esl sen-
do empregada no reino de Portugal.
As noticias do norte do imperio que de ordinario
sao destituidas de nteresse, desla vez preoecuparam
a attencao publica em consequencia do carador
trisle e lgubre que as assignalou.
O vapor entrado dos porlos do norte no principio
da semana, foi portador das luctuosas oceurrencas,
que liveram lugar na provincia do Ceara', em con-
sequencia das eleicoes primarias. Sem embargo das
medidas lomadas pelo presidente dessa provincia,
para que as eleir/ees se ellectoassem segundo a lei, a
na melhor boa ordem possivel, asseguiando loda a
liberdade a garanta as opiniea belligeranles do lu-
gar.as anas louvaveis inlencea foram frustrada-, e o
sangue humano corren na cidade do Sobral a tmpe-
ratriz.
No primeiro poni linnveram Ires cundes e trinta
e lanos ferimenlns, e no segundo ama morle a tres
ferimentos graves.
Scmelhantc successo foi urna sorpreza inconcebivel
para todos os espirites. Entretanto receiava-se que
em outros lugares da mesma pruviucia se boovessem
representado srenas iguaes.
No Para' e no Maranhao ainda se DSO linham ce-
lebrado as i-|,-ico,-, al a sabida do ultimo paquete,
mas aa ultima provincia e era tal a -il u.r.io do par.
lidos que receiava-se alsnma cvenlualidadc ai-
nistra.
No Rio lirande do Norte e na Parahba, as cousaa
se liaban passado em paz.
No da 10 eulrou em nosso porto o vapor luso-
brasileiro l>. Pedro lio, conduzodo a seu burdo
um numero conaideravel de passageiros. A qaeslAo
napolitana ia lomando l.rzaa proporres. e receiava-
se que viesae substituir no espirito publico o loiiar
que oceupara durante quatro anuos o pleito orien-
tal. As esquadraa iugleza e fraueeza linham parti-
do, segundo os jormes recebido.. para se collocarem
de observarlo dfronle da capilal das Duas Sici-
lias.
Os aclos conciliatorio, da corle deVienna ainda n3o
linham produzido os resultado! desajados, mas com
ludo esperava-se que os negocios seriara arranjados
amigavelmenle ; -einelbaiil- crenca bemaitobem
fundada, pois que a Austria era nossa upiuiAo deve
lar maior inleresse pela paz da Italia, do que an-
tro qualquer governo da Europa. Se a guerra ar-
rehentar ueste paiz, he provavel qae Europa loda
-otlra um grande abalo, erabora se salvo do perigo
eom alguma dilliculdade ; mas he muilo natural
qoe a Austria perca aa suas possesses italianas. As-
sim, temos para nos, que o governo de F'rancisco
Jos ha de empregar maiores esforco*, do que em-
bregara enlr* ai puteuciai occiJenlaes, e a corle de
S. Pelersburgo, alim de que se nao d nm liro uo
lerrilorio uapulilauo.
A 1-ranea e a Inglaterrarontinuam oa sua allian-
ea, e em ludo |o ceso loraaiAo parte nesta nova lu-
la ; eolrdaiito a Russia lem manifestado as suas
sympatlii.is em favor du rei Bumba, que fizara o
mesmo, quando el>a se eatorcia nos dolurosoa aper-
toi da guerra da Crimea.
Comii previmos em ama das nossas revistes do
principio deste moz, quando resumamos as noticias
acerca da Hespanha, o ministerio O'Donoell foi dis-
solvido e suh nario, lendo sua frente Narvaez, na qualidade ele
mioialro sem pasta, o autor principal da revolorjAo
de piHm de 1851 ; he o ultimo verbo da poltica des-
ptica da raiuha rali, continuada com vice diversas pela rainha Isabel. Todo* os membros des-
la poltica, que eslavam fura das grara, depois da
o-ce-in, i i de Hs,..ulero ao poder, eslAo'uccupaudo lu-
gares no estado a continuara a proceder como
d'antes.
O vapor sardo chegou com a aurora do dia em
que eslava annunciado, e esla feliz acoulecimento
enebeu de alegra ao corpo de commercio desla
pr.ic.i. Sam embargo da allicrAo, qoe causa a um
passageiro o saber que em um'dia fixo chegar in-
fallivelraenle a um ponto dado, comtudn a puntua-
lidad* da iiavegarao a vapor he orna circumslaticia
mui apreciavel para aquelles que esperam, e ama
das pmneiras condires para a emprea respectiva.
He tilo o que raais tem concurrido para a pro-pen-
da :e da linha de Soutliamptou.
Assim a primeira viagem do nlienovao be um
feliz peognostico para o futuro da companliia, que
do vicio, vio-se emb ir.u; ido acerca da escolha, e re-
tirou-se, alim de pensar neste problema era urna so-
lid.io apartada.
ee Ao passo que eslava eutregue s suas rellexes,
avisiou diis mulheres d'alta estatura, que se enca-
minhavam para elle.
Em urna observava-se a decencia e a honesli-
dade qae caracterisam as pessoas bem nascidas. Ti-
riba por rnalo um ar de asseio, os Irados du pudor
uos olhos, porte modesto, e um vestido branco.
ee A oulra era ao mesmo tempo grosseira e delica-
da ; as cores do roste, qoe eram arlilidaes, a faziam
parecer mais alva e mais corada do que a gente he
ordinariamente, e observava-se que ella seconslrau-
gia para toruar-se mais diretla.
a Laaeav os olhos para ledos os lados, e o vesli-
do era arraujado da maneira mais propria para fa-
zer brillen os encantos ; contemplava-se inressanle-
inente, e observ.va se os outros ,c eoulemplavara :
muilas vezes se cnnsi lerava na propria sombra.
Quando se acharara a poaca distancia de Her-
cules, a primeira conliuuou a andar com o mesmo
passu ; mas a uulra que qaeria prcvini-la, correu a
elle e Ihe disse :
ce Vejo-te, Hercules, na iucerleza sobro o genero
de vida que deve* abracar ; se te queresligar a mim,
conduzir-le-hei pela estrada mais agradavel e mais
fcil. Nao llavera prazeres que nao gozes, nem iu-
couiino los de que nAo sejas isenlo ;
er S leras d* cuidar no que pode lisongear o gos-
lo qoaulo ao beber e ao comer ; ver e ouvir o que
pode encantar os oovidos e os olhos ; sentir e locar
o que ha mais delicioso ; escolher enlre os prazeres
mais vivos e mais picaules ; dormir agradavelmenle,
c subretudo gozar, sem o menor trabalho, de lodas
eslas docuras ;
o NAo recees que, para acba-lo-, cu le reduza a
algum esforz do espirito uu do corpo : aproveilaras
do irabalhu dos oulros ; permiti aos meus amigos
enriquecer por tudos os meios. a
a Depois de ler ouvido estes palivras, Hercules
uta pergunlou como so chamava.
a Os que me ara.in, resnoudeu ella, me nomeam
a Felicidade ; mas os qoe me aborrecen] de-tan;.un
o meu nome sob o da Volupluosidade.
ee Nesse momelo a oulra mulher se anproximnu
do hroe a liie di- :
o l>iri|u-me lambem a ti, Herculei, porque co-
nhecn oa que le deram a exislenria, e pnrqur, desde
a la int.uicia, tens dado prova de um bom nal i
ral.
o He islo o que rae faz esperar que, se lomares a
estrada qae coaduz ao meo lado, te diilinguiras por
pandado pelo ajudanle de ordens do governo; des-
cancou um pouco no palacio da presidencia, onda
foi acolhido com a afTahilidade e distincrao. qoe
caracterisam o Exm. Sr. Sergio Teiieira d Mace-
do, e visitoa lambem o hoapirio da Penlia. cujo
sub-prefeito o acompanliou al bordo, em conse-
queuci. de se aehar presenlem*nle em misses o
Rvm. preffilo F>ei Caelano de Missina.
0 vapor sardo Irnuxr-nos ulna noticia am pouco
agradavel para aquelles a qoem a sorte permute
procurar dislracres de um genero elegante e vapo-
roso. Consta que o prximo vapor desta linha de-
ve couduzir urna coiopaohia lyrica, a que o agente
nesla cidade recebeu um aviso, no qual Ihe man-
davam dizer de Genova que, se fosse possivel fazer
algum arraujo com a dila companhia, ella nat) se-
goiria para o seu destino ui America do Sol, e fica-
ria no nosso thealro.
Os amadores do canto c da scena lyrica peruam-
bucana hau de ficar salisfeitos com esta nova. Res-
ta que as esperanzas creadas a este respailo nAo li-
quem frustradas, a que se prove a corle do Rio de
Janeiro e a pequea cidade do Maranhao qua em
Pernambuco iambern ha amor pelo bello, a qoe o
aentimanto artstico, este lado puelico do corarAo, he
cultiva ln e apreciado entre oos.
I'".....-nuil com grande aclividade os trabalhos do
caminho de ferro. Todos os das ehegam navios
trtzecdo nbjerlos para esla grande obra. A barca
americana Palilicnler veio exclusivamente car-
regada com perlruces para esla mesma obra. Ouasi
ledos os navios de Inglaterra (razem como lastro In-
dios e outrn- artiga*. Alm da ee Pallfinder tem
vindo oulros com a mxima parle da carga de tri-
litos, Waggons, etc. Calcula-la que serAo preciso*
100 navios para couduccaode tooo o material da es-
la la, circunstancia qae lalvez tnllua sobre a baixa
dos freles e alra na exportara,, dos gneros do paiz.
A semana eucerrou se coeu ama esplendida -oleen
nidada no salando Ihealro de Sania Izabd, qaera-
mos fallar da bella partida, qua leva lugar ua uoile
do ela 16. He ama das mais interessaotes reunieres
de que temos lembranca ; mais de 400 pessoas obs-
Iruiam o vasto sabio, de sorte que no momento su-
premo das reouies desta especie, islu he, uo inter-
v alio -o I re a primeira e segunda contradanza, os
convivas desta fesla noctuma.a custo se podiam mo-
ver ; era nina onda itnmeosa comprimida pelai
qualro paredes do salAo, am que reiuava a harmo-
na e satisfarAc unnime.
1 ma sociedade qua se intilulava a a sociedade dos
ai solteiros a foi substituida por oulra que sa ioli-
lola dos cr 50 casados, e fot esla ultima que den
a explendi.la festa da noile de 13. Cada vez nos con-
veucenioa mais qne e-tes pasaaleuipos, alem das dis-
Iran-es deliciosas que proporcionam iiidistinclameu-
le tero vanlagem de ir exlinsuiido pouco e pooco as
aiilipaihi.'s publicas, qoe infelizmente exislem enlre
nos, e congralulaado os dilferentrs membrus da gran-
de familia peiuambucana. Emlim, nada faltou ua
bella partida dos a 50 calados u : concordia dos es-
pirito., destnelo dos convidados, e profusao de
confortes de laa a especie, assigoalaram esta noita
de agr lavis recontedles.
Mortalidade do dia 9 a 15 de novembro de 1856.
Licres.
Homens II, molheres II, prvulos 10.
/: .-crocos.
Homens 2, mulheres 3, prvulos 3.
Total 10.
PAGINA AVULSft
15 de novembro, as 2 horas da (arde.
Cencluio-se a apurae-Ao das lisias na freguezia
da Boa-\ isla, lendo por urna grande maior ia trium-
pliado os conservadores.
Na freguezia de Santo Antonio, al esla hora
nao havia duvida que os liberis perdessem, porque
0 avanco que havia a favor dos contrarios era grau-
de amanhAa estera ludo concluido, a Dos quetra
que para o fuluro 1860 nao bajan eltirOts por tri-
angulo .'
Cada dia temos noticias que novas fortunas vao
ande completamente esbanjadas nos terriveis sor-
vedouros das tablaseos, e que reina nesses antros a
maior falsa f possivel para com os concurrentes, e
mu principalmente para com os miseros paios, que
de paios licam reduzidos as vezes em urna hora a
prosaica ron di cao de tripas. Ver, I a de seja dila, que
os comedores dos paios nAo Ibes poem facas aos pei-
los ; ellea assim o querem, assim o leuliam ; os ju-
gadores etercem orna industria, se bem que crimi-
nosa, inmoral e prejudicial, mas como homens in-
duslriosos corre-Ibes a obrigai.-Ao de dar impulso
ao seu modo de viver, e como aeuAo a cusa dos in-
nocentes paios '.' N* podamos apoolar nao s a*
ras, sean as casas, os numerus, aa pessoas te que
pessoas !..) mas nem fazemos isto, porque a nossa
Pagina lem um limite, em certas circumstancias,
alem do qual nao passa, a nem nos queremos pres-
tar a viiigancaziiibas, muilas vezes de alguem que
nao foi admittido no gremio. A' polica cumpre re-
mediar o mal ; aa ras leem inspectores, estes sa-
bem ou por verem, ou por jogarem, ou por oovirem
dizer, a ei-tiiilu remediado. O que he verdade he,
que dnni Me os ramos de negocio, que presentemen-
te mais deixa...
Consta-nos que se preparam excedentes bum-
lia-meu lu, e deleitosos presepes para u natal, di-
verlimentos estes, qoe ja fezeram em algum lempo *a
delicias dos uossos suburbios. Os presepes quanto
maia dausados melhor, porque auccede que depois
de alguns mezes sao chorados, pelo bem qa> fize-
ram. ..oan lo fallamos em presepes, nao nos referi-
mos a edificante devorando Menino-Deos, qae mul-
las familias pralicam em suas casas particularmen-
te, e sim a esse uso immoral de meia dozia de mo-
coilas dansarem a liante de urna lapinha, aosom de
urna guitarra o voluptuoso luiidum com as compe-
tentes fieiras, a os couvidados que nesses dnertmen-
los abundara.
Miseria Com os males de uns lucram osou-
trns! Ainda se acha vivo ara be le do Collegio das
Arles, se bem que gravemente enfermo, e dizem
que ja fervora os empenhos para o lagar. Dos d
muitos annos de vida ao bedel, para confuslo dos
ambiciosos.
Acha-se organisada emOlinda urna sociedade,
qoe lem de dar mensalmeute um soirre. c.iuein -a~
aches honestas e virtuosas, e proporcionars a mim
mesma um accrescimu de gloria e de conside-
rarao.
o NJo procurarei seduzr-le, apreseutaudo-le pri
meiramenle a imagem elo prazer, mas te exporei com
a mais exacla verdade as cousas taes como os rieoses
as estabeleceram; pois que os deoses s concedem aos
homens o que he bom honesto cuita du trabalho
e da applicarao.
ce Assim, se queres que os dioses le lavnreram.
cumpre render-lbes o culto que Ihes ha devidu ;_se
queres ser charo a leus amigos, he pela dedicarAo
que podes liga-Ios a li ; se aspiras aa honras na re-
pblica, cumpre que te tornes ulil repblica ; se
pedires a Ierra grande abundancia de I rucias, deves
cultvala com todo o coidsdo ; se pieferires enri-
quecer por meio de rebanlios, deves cuidar muitodos
rebanhos ; se a la ambirAo le induzir a adquirir
um nume na guerra, aprende a arle militar cum
aquelles que a sabein, e applica-le a pralicar aa suas
lic.ie- ; emlim, se queres adquirir a forja do corpo,
lembra-le que he uecessario que o submellas i razao
e o etercites pela aclividade a pelo Irabalho.
* A esta- palavra., a Voluptuusidade replicou :
ee Estas vendo, Hercules, por qoAo longo e diflicil
caminho esla mulher le prupoe que audes para le
conduzir a nAo sei qo* salisfacAo da alma, enlrelan-
lo que tenho um curtu e fcil que conduz a verdadei-
ra felicidade.
o EnlAo bradou a Virtude :
ii Infeliz '. o que tena lu bom para dar|aos ho-
mens, e que prazer podes gozar, lu que nada qoeres
fazer para conhecer o premio do bem '.' to, que nao
condeces a necessidaele das cousas agradaveis, mas
que dallas le furias antes de deseja las ? Comes an-
tes de ter foute, t bebes antee, de ler sede.
o Para leres manjares deliciosos, applicas es (eui
cuidados a formar bous co/iuheiros ; para beberes
voluptuosamente,compraseis vinlins mai* exquisitos,
a mandas a todas as paragens procurar gelo no ver.io
para dormir, exige* leilos artsticamente esculpidos,
pois que nao desejas o somno por causa do Irabalho
mas porque nao sabes a que fazer da (ua ociosi-
dade.
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Vale*.
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ligos de metrpoli '> .'
ELEITORES DA FREGUEZIA DE
SF.RINUAEM.
Os senhores :
Manoel de Mesquita Barro* Wanderlex
Dr. Manoel d* Barro* \\ anderlev Lina'
Dr. Ignacio Joaquim de Souza Lelo
Dr. Manoel Nicolao Rigaeira Pinte da Souza
Tenenle-corunel Gaspar Cavalceati de Albn-
querque lieha
Mauoel Germano Rigaeira Pereira da Bastas
Dr. Antunio Germano Rigaeira Pinto de
Souza
Jos Cavalcanti de Albaquerqoe Cch*
I ciienie-coronel Joan Florentino Cavalcanti
de AlbuquTquc
Sebastian do Reg Barrate
Goncallo Francisco Xavier Cavalcanti I choa
Major Ignacio da Barro* Wanderlev
Teoeote-coronel Coriolano Velloso da Sil-
veira
Marcolino Alves Villela
Capilao Luiz Paoliuo Cavalcanti da Altra-
querqua
JoAo Alfonso Rigueira
Jos do Reg Barros Wanderlev
Manoel Cxrillo Wanderlev
Francisco Manoel Wanderlev l.in-
CapilAo JoAo Cavalcanti de Albuqnrrque l
Francisco Manoel de Soura Oliveira
Joo Aflonso Rigaeira Pereira de Bastos
Vigarto Demetrio Jacoma da Araojo
Rvd. Antonio Jacome do Araujo
JoAo Ovidio Rigaeira Pinto deSaza
Capillo Barlbulomrn do Reg Barros
Manoel da Gama Romeiro
Pedro Csvalcanli de Albaqaerqae 1 clnn
Manoel Cavalcanti d* Sa' Alboqaerqee
Pedro Allonsi. Rigaeira Pinto de Souza
Francisco l.uu Wanderlev
Vicente Elias Cavalraoli de Albuquerqac
RESULTADO DA ELEICAO' DA FREGUEZIA
DE SANTO ANTONIO.
Os senhores:
Coronel Domingos Alfonso Nery Ferreira
Dr. Angelo Delinques da Silva
Teuenle-coronel Sebaslta Lopes (.amaris
Major lien i n Jos Fernn des Barrea
Dr. Antouio Rangel de Torre* Bandeira
Dr. Francisco de Asis Oliveira Maciel
Dr. Antelo Epaminondaa da Mello
Lente Anlonio Pedro da Ftgaeiredo
Empregado publico Caelaao Pinto de Veras
EscrivA i Joaquim da Silva Reg
Alteres Caelano Jos Mendes
Vigario Venando Hruriqec* de Rezende
CaptlAo Firroino Jos* de Oliveira
Major Claodino Benirio Machado
Alfares Manoel Joaquim Machado
Dito JoAo Baplisla de Araujo
Ditu Silvmo Guilherme de Barros
Proprielario Mauoel Anlonio de Jess Janear
Despachante Jesuiao Ferreira da Silva
Capilao Joao Athanazio Botellio
lente da armada Manoel Martina de Aseved*
Castro
Capilao Jos Lacio Monleira da Franca
Empregado publico JoAo M, noel de Catira
Dito Antonio Manoel Pereira Vianna Jnior
Teoenle-coronel Hodolpbu JoAo Barata de Al-
naaaa
CapilAo Joao Anlonio de Paula Rodriguea
Negociante Antonio Luiz dos Santos
Dito Joaquim Francisco de I orre Galliado
I euenle Francisco de Paula Machado
Ernpregado publico Joaquim da Molla e Salva
Dito loSa Pereira da Silveira
Artilla (luilherin Pinheiro Ro*a
Dilo Anlonio Francisco (.oncalves
Dclo Dionizio Kibeuu de Vasconcello-
Dilo .lose- Luciauo Cabral
Alteres Barlholomea Guedes de Mello
Empregado publico Marcolino dos Santos Pi-
nheiro
Alteres Franciico Locas Ferreira
Supplenlct.
Dr. Ivo Miquilino d i Graba Suelo Maior
Capilao Anlonio Augusto da Fuiera
Dr. Joaquim d'Aquino F'onseca
Dito Aniunio Jos da Costa Ribeiru.
leme coronel Justino Perda de Feria
Empregado publico Jicio Francisco Batir.
Dr. Candlo Aullan da Malla Albuquerqae
Capilao Jees Luiz Pereira Jnior
Dr. JoAo I-raucisco Teiieira
Dilo JoAo da Silva Raaos
Brigadeiro Joaquim Bernardo de Fi,
Eserivlo Manoel Peres Campello J
Gama
Dr. Dioiloru Ulpiano Coelho Cataulm
Dilo Joaquim Elviro de Moraes Carvalbo
Dilo Francisco Ferreira Martina Ribeua
Esciivao Floriano Correia de Itrtlu
Dr. Jos Flix de linio Mar,-Ju
Dilo Antonio Jos Alves Ferreira
F.mpregadu publico Manuel da Silva Ferreira
(.apii.iu Flix Francisco de Souza Magalhaes.
I)r Carolino Francisco de Lima Santos
Negociante Francisco Antonio de Brila
Dilo Anlonio Jorge Guerra
Anula Jos Francisco Carneiro
Negociante Joo Carlos de Lentos
Capillo Jos da Fonsec* e Salva
NegocianteSeveriauo Jos de Moma
Artista Domingos N unes Ferreira
CapitAo Francisco da Souza Reg Mooteiru
Artista Manoel Jos ferreira
Dr. Leopoldtno Dellino d'Abreu
Proprielario Antonio du Hago Parhca
Artista Francisco Jos Correia de Oueiroga
Negucianle Caelano Silverio da Silva
Artista Refino da Costa Pinto
Dito Se veiio JoaquimMarns do* Santo*
Dito Jo3o Paulo de Sooza
Dito Joaqoim Milttao Alves Lima
______ Me amankia.
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IV. i
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Acfaa-se entre mis de vnlta do Maranhao, o em-
presario da companhia lyrica, em veapera de par-
tir para a Europa, ?fim de renovar pana da con-
panhia, que tantos momentos de diliciosas distrac-
.es nos proporcionou no principio desle anno,
juando se diriga para o lugar do seu destino.
Emlim, o que ha mais agradavel e raait Msaaa-
geiro a esperar, a louvor de ti mesmo, la nnaea o
entenderte ; nunca gozaste do nais agradavel des
espectculo-, pois qoe uunca viste nada bom que
viezse de li.
Assim, quem podera acreditar na* tuas palavra* !
(.uem se querera deixar illudir per las finiiili. e
que humen (ensate se atrevera a assodar aa* le.-
companheiros ?
o O (eos amigos, ua sua juvenlade. sao frece* e
sem vontade, turnam se estupidos. Emqeaut* sao
chocos, vivem no *eio da molleza, en manaies *
fadiga nem o trabalho ; mas a* eafearnidadoa sao a
partilha do resto da -cea vid*. F.ovenonhans*s| oa
vida passada, e a vida presente lian serve dJa
peso.
ee Mocos, ae entregara a todo- os prazer* ; Tlilm
colhein as miserias e os iucommndoa. Pela miahe.
parle, habito com oa deoses, habito com us hmci i
de bem. Sem mim, nao te taz nada ben, aen na
co, netr. ua Ierra.
a Sou o qua maia respeilam o* deoses, e aquelk.
d'entre oa murtaes que silo digoo* de mim.
e< C,.n-olu os operarios nos seua Irabalbo*, ee *ni
prezarios eocontram era mim ama fadl guarda das
-ua- casas, e os servo* nina protectora haneti-
cenle.
Contribuo para a prosperidade do* trabalhos da
paz, e nao lia apoio mais solide do qae o mee as
emprezas da guerra.
c Emlim, sem o mais firme lacn da aniaJe.
I reparo para oa meus amigos os prazeres da beber e
do comer ; goza en dalles sera ladiga e l
o, porque esperam ,|u a ncressidada faca i
deaejo.
O somno tem para alle mais eocantos de aui
para aquelles que nao Ir. ib, 11, a ni ; mas *a o dome.
sem pezar.nem por isso deixam de ramprir con na
acnJameiiiii os teus deveres.
a Os mancebas encontram do<;ura nos loaveres
que Ihes dau us velhoa, e estes se li-ungrian con os
respeilos que Ihes tributa a juventud.
He por mim que sao estimados pelos de
procurados pelos seus amigos, honrado*, na palria. e
Nos prazeres a que le entregas, forras a nature- quando saltera dela vida mortal aaa lira.n sepal-
e. por lodos .* especies de artificios, prevines as | dos num esqoecimento vergonhos,,, m w.. ,..
mes cnnliouam a viver na memoria elos homens, e a
ua gloria sempre nova conserva para sempre e tr
euplendor.
n Eis, meu charo Hercules, ata o riiuinhn pnc on-
de poden-henar a verdadeira faliddade.a
o Hercules levanlou-se, e seguin a Virlade...
sfcaadaA-d-AraMa/
saaa necessidades.
o Eis como diriges o; teus amigos ; durante a
noile ln os mersultiaa em exn-ssos vergnnbnsos, e oa
fazea dnrmir durante a parle mais til do dia.
o Posto que aejas immorlal, ns deoses te rejeila-
ram da sociedade dellea, e oa homens virtuosos te
considenm com desprezo.


Consta-nos que, lendo o Sr. Ramonda cumprido
saiisfaloriamenleu seu primeiro romralo, ogover-
no do Maranhao concedera-lhe novamente a era-
preza, mediante condi;6es raais vantajosas, espe-
rando que o louvavelcomporiamento doemprezario,
e o esmero com que se houve, anda outra ve/, se
lornarao dignos da considera^ao publica.
Admira-nos que a provincia do Maranhao, que
agora comeca a occupar um cerlo lugar entre as pri-
meiras provincias do imperio, nos exceda, adian-
tando-separa possuir urna companhia lyrica, quan-
do nos, que occupamos um posto mais elevado en-
tre as outras fraccoes da Ierra da S. Cruz, que ja
vamos dispertando a curiosidade europea, possoin-
do um dos melhores edificios theatraes do imperio,
apresentando o magnifico rendimento de mais de
seis ceios contos de reis, raensalmenteem nossa
alfandega, nunca podessemos alcancarque entro
nos se fizesse urna tentativa deste genero, que ao
passo que nos desse algumas horas de distraccao ho-
nesta, concorresse para dispertar o gosto e amor
pelas artes, e adulcerar os costumes e indoleda mor
parte da nossa populacao ; dcst'arte daramos um
desmentido crenrja calumniosa de que entre nos
nao ha gosto, nem amor do progresso.
Isto posto, approveitaraos a occasio, para lem-
brarmos ao poder competente, que fra de gran-
de utilidade que a nossa provincia contratasse
igualmente com o Sr. Ramonda alguns mezes de
espectculos lyricos para o nosso tlieatro. O Sr.
Ramonda obriga-se a dar ao iheairo de Maranbao
cinco mezes de representaces ; assim, Ocam-lhe
sete mezes, durante os quaes, elle poderia vir para
aqui com a companhia. Fora islo mais vantajo-
so e mais til do que estas miserias dramticas
que temos tido, gastando-se com ellas todos os an-
nos o subsidio votado pela assembla provincial. O
Sr. Ramonda j he bastante conhecido entre nos,
e lambem j nos deu provas exhuberantes do seu
gosto e babilidade, e por isso ninguem duvidar
que cumpra satisfactoriameule as obrigacoes que
porventura coutraia para com o nosso publico,
sendo urna garanta desta esperanca a rennvacAo do
contrato que fez com a presidencia do Mara-
nbao.
Se porventura o subsidio votado este anno nao
he su luciente, estamoscertos que qualquer excesso
pecuniario que o governo crie psra este Om, que
tanto Ilustrar a nossa bella capital, ser plena-
mente adoptado e sanecionado pela assembla pro-
vincial, tanto mais que ha dous annos que nao te-
mos theatro, e os subsidios votados foram poupa-
dos. Assim, se poderiam consagrar pelo menos
inte qualro contos de reis com o tlieatro, sera
que nisto houvesse accrescimo de despeza.
Alm da parte material que entra na vida do
hornera, ha o lado artstico, o sentimento do bello
e da arte em geral, que conslitue o individuo, e
Pernambuco que tanto se ufana dos seus melhora-
uientos materiaes, lambem deve tratar da cultivar
as artes, que sao o signal caracterstico e o orna-
mento dos povos civilisados.
Um amador.
(f0Srre*>ont>endaS.
AO PUBLICO.
Comarca da 1! .a-\ isla i." de outubro.
Srs. redactores.Jit paginas de seu cunceilua-
do Diario por algumas veze lera-se mandado im-
primir correspondencias e coinmunicados teceudo
elogios ao Sr. capilao Manoel de Campos Leite Ven-
teado, ei-encarregado da delegacia dos terroosd e
Boa-Vista e Cabrob, e do coinmaudo da forrea vo-
lante, ora existente neala comarca, cujos elogios an-
tes qoe merecidamente fossern feitos ; todava, pes-
soas lia, que nao lendo pleno conhecimento do
mrito do sr. ei-delegado, os consideraram como
adelaloriamentedirigidos por alguem que as-nn pro-
ceda, para se preservar de perseguires iujastas...
(ib calumnia !", r.izeodo assim de urna autorida-
de justiceira, symbolo de maldades.
Hoje porem, Sra. redactores qoe acha-se o dito
Sr. capitn divorciado de neis, por ter sido dispensa-
do dos cargos de que oolr'ora se acliava revestido,
passando imprevistamente os mesmos cargos ao Sr.
capilao Jos Fraucisco da Silva, que para isso foi
orneado pelo governo, coja nomearlo isss nos
apraz e nos parece plausivel, porqoe'descobrimos
ueste senhor circumspecrito, e pur isso licamos na
expectativa, e pedimos-lhe com irapeloosidade qoe
siga o honroso trilho de seu antecessor, paia um dia
contar victoria.
O no** lira. Srs. redactor-.-*, nao he fazer mme-
ritos elogios ao Sr. ex-delegado, he to somente
darmos-lhe orna prova de nossa gratidAo, e demons-
trarmos an Esto, governo e ao respeilavel publico,
os valiosos a sempre leinlirados servicos por aquella
benemrito militar a esta comarca prestados : com
imparcialidad, principiaremos por tiiier, qoe esles
elogios sao lilhos da lenibranra que uos resta de s*as
pbilantropicas aeces como empregado civil e mili-
tar, e como amigo ; consegaiutemenle ludo quanlo
lemos dito nao he obrigitono eoem lisonja nascida
de .-iTiiedrontir.io, he de nossa esponlaoea vontade,
o ii.'io sendo isto bastante para desempenho de nos-
sos devtres de amizade, continuamos :
O Sr. capilao Penteado assomio os cargos de que
acaba do ser exonerado, no dia 33 de fevereiro de
18-Vt, e dorante o espaco de dous annos e sete me-
zes que tiremos a satisfacAo de o termos exercendo
os cargos, qoe meritoriamente oceupou, congrato-
lamo-nos em dizer, que sempre se mo.lrou atracti-
vo para com todos, desempenbando assim categ-
ricamente com nimia probidade os exercicio* de
auas fuucces, conservando su.i inabalavel replanlo
intacta, dando provas de moralidade o caridad*,
especialmente para com a pobreza, a quem eilen-
den sua mao benfica .segundo soas circumstaocias ,
ganbando por isso a s\mpatbia de lodos ; fez im-
mensissimas marchas em perseguirse* de crimino-
sos, com o que muito ganhoo a polica e aseguran-
<;a individual, visto qoe comegoio elle a captura
de jj criminosos de morle e mais de 70 de ferimrn-
tos e furtos, alem de oulros que seus crimes sao
qualilicados em didcrenles artigos do cdigo do pro-
cesso, assim como a spprehensao de mais de -JjO ar-
mas, tanto do Estado, como ofTensivas e-prohibidas
por lei, reprimindo por consequencia os assasiitio*
de qoe hoje acha-se a comarca desassombrada; logo
urna diminuirn qua-i que incalcalavel respeito a
ellcs, que oolr'ora davam-se em crescido numero,
a poni de se contarem em dous annos s na fre-
guezia do Salgoeiro O, o qoe agora nao ae d, an-
tes pelo contrario vai todo em seu e-lado normal,
lodos estes serviros, que acabamos de propalar,
loram feitos sera o menor prejuizo dos habitantes
desta comarca, porque jamis houve quem tivesse o
dissabor de lhe ser forri tirado om auimal caval-
lar para o servico e nem vaccoin para o sustento da
tropa qoe o dito Sr. capilao rommandava, pois era
tal a assiduidade que linha em prover as necessida-
des, que nunca lhe faltaram os recursos, tornndo-
se por esta forma independeiile o digno de elogios,
at mesmo de seos desairelos, que tambem alguns
d'entre estes lamentara sua retirada.
Vamos porem agora, Srs. redactores, fazer om
esboco Uo someule da maneira hourosa porque
se portn este brioso militar, de quem viemos de
fallar. Dorante o lempo de aeu enramando apre-
sentoo conducta boa, conservon seus commandados
no zenith da limpeza, assim como a disciplina foi
sempre inalteravel, o que muito concorreu para
moralisar a forja seu cargo, foi enrgico no des-
empenho dos serviros militares, Ira Ion aos soldados
como lilhos, ja procurando o melhores gneros pi-
ra os alimentar, ja mandando comprar remedios
por alio proco para os curar ; assim como deu-se o
auno patsado por occasio da epidemia das febres
intermitientes, que lhe foi misler, quando menos
dispender dOOJ, que reunidos a oolraa quantias
gastas em diversas molestias prefez a de lOttJ, cuja
somraa nos parece que anda esta no desembolso
della : e foi assim qoe pode elle evitar o mi re-
sultado de tantas enfermidade..
Ja que livemos occasio de fallar relativamente
as praras aqui destacadas, curapre-nos dizer em
abono da verdade, que cense portado dignamen-
te, e nio obstante estarem fura de seos batalhes ha
mais de tres annos, deixam de ostentar aquelle ha-
bito militar, tal e qosl adquirido, e isto devido a
agilidade e pudor de quem os commandava, que
sendo iucausavel em cumprir com toda a escrupo-
losidade as ordens de seo conspicuo general, que
asaszelloso por seus subditos e pela mauutenrao
da disciplina, nao cessava em aclivar, fossem feitos
os devidos exereicios (segundo consta-nos', do que
resullou termos a dita de apreeiarmos admiravel-
raculc a maneira com que executavam aquellas pra-
ras o manejo de armas, exereicios de fogo, marchas
de roda e de costado, tanto em passo ordinario, co-
mo dobrado, etc., etc., e ludo com muita perfeicao,
iimiv.i e garbo possivel.
l'arece-nos, Srs. redactores, que om militar que
assim procedeu por longo lempo como commandaii-
le de nma Torra, e que a deixa moralisada, como Ti-
ca dito, nem sii se ufana e euehe de gloria a seo in-
legerrimo general e mais superiores, como honra o
nosso exercilo, por isso julgamos que torna-se
mais que digno dos elogios daqurlles a quem com-
pelir fate-los.
Nos, habitantes desla comarca, :ooru pequea
exceptes) especialmente os abai\o assignados, te-
mos o regosijo de asseverar simultneamente ao
Illm. Sr. capillo Manuel de Campos Leite Pentea-
do, que soa inesperada ausencia nos sobmetleu a
maior consternara >, qoe imaginar-se pode ; mas
como nao podemos reparar tAo seosivel dor, cor-
dealmenle pedimos-lhe sirva-se aceitar esla exigua,
mas sincera prova de nosso agradcciraenlo pelas
ni inciras aliareis e urbanas com que se dignou tra-
tar-nos, e pelos relevantes servicos a mis pres-
tados.
Perroitta-nbs enlretanlorenovaruossosvolosde ain-
reraeslitnaetonsideracaoqoelhelributamos.devenrlo
erer que a leinbr.in._-a de suas lao bellas qnalntadr*
na de acnmpanliar "al filial aos que roa prazer e
nfanidado lem a honra da se assignarem sans res-
peiladorea eanectnosiwimns amigo,
Jos Francisco dos Santos.
Honorato Honorio Kibeiro tiran, i.
Manoel da Silva Franco.
Joaquim da Silva Franco.
-I aiiuini Alves dos Sanios.
B-rnardo Pereira do Rosario.
Francisco l'.irrea da I iuerra.
Theodoro Malinas Piuheiro.
Joao Ozorio liranja,
Joaqun! l-rauciscn de Couvea l-'erraz.
Jos Francisco de Gouvea Lima.
Joaqoim Mnreira de Almeida Leal.
Antonio Gervasio Lima Granja.
Joao B. Lima Granja.
Alexandre Kndrigues Lima.
Florencio Alvts de Camino.
Manoel Ozorio Graaja.
Sainan i Kibriro Granja,
Salustiu Gomes da Cosa Granja.
Lino da Cosa Araujo.
Manoel Bieardn da l'aii.lo Quinaquina.
Antonio Joaquim da Silva.
Egidio Marliniano Alenrar.
Gonralo oo Nascimcnln e Oliveira.
Flix Evangelista da Silva.
I.ir i ni Leite da Silva.
Lucio (-'maniaco de Oliveira.
Ilavid Pereira Lima.
Ivo Alvares da Hitan e Silva.
Romanen Francisco dos Santos.
Antonio Urbano dos Santos.
Manoel dos Santos Reg.
Theolonio Leopoldino de Azevedu Cavalranli.
francisco largim Granja.
Manoel Pereira Lopes de Siqueira,
Ricardo Pedro da Silva.
Virgulino de llollandd Cavalcanti.
Florencio Jos Barbosa Velhiuho.
Jos Venceslao de Oliveira Catiro.
Manoel Francisco de Souza Peixe.
RayiDundo Jos Barbosa.
Joao Alhanazio de Cerqueira.
Joflo Antonio de Oliveira.
Antonio Laurenlino Monteiro Leite.
Marcolino Jos F'erreira de Novaos.
Francisro Barbosa da Cruz.
Manoel Firmino do It.mlini, lilbo.
Honoralo Barbosa, lilho.
Antonio Barbosa, lilho
Flix Jos da Silva, genro.
Luiz F'ernandes Porto.
Jos Ayres Cavalcanli.
Jos de S Araujo.
O vigario Antonio Joaquim Boares,
DUID DE PJMHUCQ SEGHDA Fl.RA 17 II IO\||f|^o BE 18
Senhore redwlore :l.i hoje no seu ronc-'itun-
do Diario de Vernamhueo, om exquisito annnn-
co em resposla a nina prrgunta fela em sua mes-
ma folha. Todo o mumio lem reparado que o meo
sogro o Sr. Antonio de Siqueira Cavalcaoli, Dio tem
apparecido na arena da diseussaa por lanas vezas
chamado, e atlectando om orgullio desmesurado ha
------------ ..^u,, ul ,-,H(,_i, i,iin(.,in, varios,
com o que se tem Cnm razaogcolligidn, que este -en
procedimeulo he devido a verionha de seus proprios
actos, tanto mais porque se ha verificado que ne-
Vivendo elle su para escoeitar dos meios que po-
de levar a elleito os seus negros planos, nao desper-
digara por rerlu aquella sua rcapwll com aqoal
era sua mente, julgar qoe me far um grande mal.
fco pois, que deverri e-lar sempre prevenido dos ac-
coinmetliineiiles desse hoineiu terrivel, passo a exi-
gir de \ S. que digne-se com toda a clareza re-
pnti ler ni- ao p desla, ecunseolindo qoe en use de
suas resposla*.
I. Se \. S. roiuproii me 011 nao os escravos A-
goilinho, Anglica, e o mulatiuhn Joaquim Canja-
rana, se lendo en lhe paseado o papel de venda, fui
ou nao lambem assiKnado por V. S.
J. Se V. S. saliendo que o escravo Agoslinho ha-
va ja lugnlo me do i,.,,,i, ou nao que o venderia
lugo que com os ootros bouvesse-o do Sr. Siqueira.
.1. Se \ S. pedio-mt-ou nao em instancia a mi-
nha coa.ljuvai;ao, para ajoda-lo a tirar jadicialmen-
le tas mais do Sr. Siqueira os referidos escravos.
i. So V. S. recorda se da da, e mez qoe vende-
r a meu mano Jos Felii Pereira de Burgos os re-
feridos escravos. e qnaei M m|vos ue levaram-no
a eSSa ri-olur.'ni.
>. Quem, ou quaes as peMoaa, qoe levou a Carla
que \, S. da parle de Marlapagipe olido Sr. Si-
queira.) e que exigi lhe semelhaule resposla refe-
rida, nonio me coininunicou.
ti. Se V. S. recorda-se em que dia e mez deu a
dita respo-la a caria recehida .le Martapagipe. Es-
pero qoe V. s. nao se recuse a dar urna verdadeira,
e a mais clara resposla, qnaulo seja necrsiaria para
reslaheleeer a verdade dos fados, e nao ser mancha-
da a Blinda reputado, como ella servir' para espe-
si nliar a ordidura do trama lo Sr. Siqueira Caval-
caiili, que por nimba maiOf iulelicidade he o av de
raeus lilhos...
A sua resposla ser-me-hadada sem perda de lem-
po, e se por ventura m'a negar, ver-me-hei na du-
ra uecessidade de proceder eoutra V. S. como for
da le. Entretanto sou com respeito de V. S. mui-
to venerador c criado.Aulonio Carlos Pereira de
Burgos Ponce de Len.
Recife, O de mato de IH."*.
RESPOSI A.
Illm. Sr. capitao.l.i bein a sua carta cima, eu
nunca pensei que esla miuha resposta fosse pedida
para fazer mal a V. S. e nem que me acontecesse
colisa ueuhuma, por tanto aquella miuha resposla
que dei ao sogro de V. S. fio sem vigor, e nem va-
lidade ueuhuma, porque se dei foi com visla de
razer bun a euhora de V. S., e nao para que seo
sogro lhe quizesse f.zer mal. Passando a responder
carta de V. S. leuho a dizer-lbe que he verdade
ter eu comprado a V. S. os escravos ditos por me
razer conla, e por V. S. me dizer que tinha direilo
ue os vender, e que eu mais cedo, ou mais tarde ha-
ia de os receber aem muito trabalho. Nao s V.
S. assigooo como eu blubeiu o papel de veuda que
* S. me passou. He verdade ler eu dito a V. S.
qoe nao ra*ia tenco do ficar com o Agostinho, por
ser ruiao, e depois eu soube que era bebado. Eo
' S. que me fizesse o favor de me ajudar
__ r-----U.H ( .... lil(1,MM ur ilumc .III^UOI ,\ (Cll.llljO,
lira delle por la' ua Recife ver os horaens da jusli-
a para demandar o Sr. Siqueira, par eutregar os
uitus meus escravos, e depois V. S. mandou-me di-
pertencia, foi publicado, sob a inspiraran de seu I"8'11 na recebia, e uera va os meus e
rantl do ponche sendo seu sogro um homem grande, poda fazer to-
lla sempre a publicado feila por parle desse e- ^' con>o he sabido ter feito cora o escravo que V.
nbor, um preludio do resultado que deve esperar, S- Vl
e por isso ja nao pode fazer neuhoma impressao no
animo de pessoa alguma, esses escriplos do Sr. An- ,nc,' de ncr sem os meus escravos, sem o dinheiro
lomo de Siqueira, dirigidos com intencao de ferr 1UB dei uor Bes, e gastanto por cima com a juslira
a minha repalacao, porque o publico felizmente ja r'
nos lem julgado.
i en.ava eu que o meu sogro o Sr. Antonio de ?u nao acnaa qaero quitesse me comprar, I enlao
M'jiieir.i. (fu 1,i ..ii.n^i. A* mm _j;____________indo CU II ""* U; --
em como os e*
-----" rw* --| -"'iiiniii utir tlIII* l
fui por isto ao Recife fallar com V. S.
para ver se
'_rav* os me9mos escravos, V. S nao quiz,
oem quitesse me comprar, e enlao
Direila fallar cnm o 8r. Jos Flix,
---------........,.,, t|uc ru MMV j pelo luesmo uinneiro
que me uoliam distado quando os escravos ja estavam
mais caros, c que ninguern me quera comprar por
nao osconhecer. E ailo o irmao de V. S., com
muito cusi sempre os comprou com a cnndicrao da
questao cunlinuar da mesraa maneira, e quando me
Mam enlregues os escravos eu lhe fazer entrega del-
les, iicamlo porem elle abrigad* pelo resto das dis-
pezas, sendo a raetade do .jusle do advogado ceolo
emeoenta mil reis.e oulras despezas que se fizessem
piecisas. Eu vendi os escravos ditos ao Sr. Jos
reiix, em um da de sabbado no meiado de abril ;
mas do da nao esiou bera certo. Uesejo o seu bem
estar por ser de V. S. alenlo venerador e criado___
Jos Ignacio de Mello.
guandos 23 de maio de 1836.
N. II.Declaro a V. S. que o portador que Irou-
xe a carta do Sr. Siqueira de Martapagipe disse
chamar-se FillppeS. Tiago de Sena,-Mell. Esla-
va reconhecida pelo labeliao do Recife.Sa*, era 2rj
de maio de ls.,(, e sellada lambem no Recife a 3
de jonlio de ISti.
>. (*) Certifico que revendo a rcceilada meia siza
i-'SCoV--S "io"""> linauceiro prximo lindo de
!>>ia tSob, cousla que Jos Flix Pereira de Bur-
gos no da 10 de maio de I8:>6, pagou o imposto da
nata ciza pela compra que fez a Jos Iguacio de
Mello, de .! escravos por nomes Joaquim Canjarana,
pardo idade 15 anuos, Anglica de uacao idade 30
annos, Agostinho prelo idade lli anuos.lie o qoe
lenho a certificar em vista da mencionada receila a
que me reporto, t. secrjo do consulado provincial,
I. de novembro de 18.16,
Eu Vicente Machadn Freir Pereira da Silva o es-
"ev,'r"r, ""Pedirneulo do chefe da primeira sec-
rao Francisco Ferreira Marlios Ribeiro.
Antonio Carlos Pereira de Burgos Ponce Je Len,
Recife lo de novembro do ISJti.
s moslrasse sempre orgulhoso !
HM, assim nao succe.leu, e enlendendo o Sr. An-
tonio de:-siqueira,quedessa veza sua lorre se sosten-
Una sobro a agua fez publicar no dilo annoncio soa
caria e resposla do Sr. Jos Ignacio de Mello, na
qual lhe declara em Ib de abril de 1836, nao ter-
me comprado oj escravos Agostinho, Canjarana, e
Anglica, e que somenle em delicio a mim, ha-
via presta lo a sua assignalura, por ser esse o mcio
que poderia en ter para adquirir ni escravos.
He pois a vista desta resposla, que meu sogro se
animou Uella se servir, que sou obrigado a oerecer
a considerara.) do publico os documentos infra, e
vera o mesmo publico que quem assim pralica, pode
lodas as Velel que queira fenr-me, irrogando tactos
que minha educaran repelle. A mim, e utm a mais
iiioguem admira, que o meu sogro aiuda desla vez
toaba serias presumpnies de "que san simuladas
todas tranzares feitas por mim e nem de que le-
nlia eu parte activa no desapparecimenlo|do escr-vo
Agoslinbo, ele. elee mais ludo qiiaulo Iba a-sil-
lar a sua imaginacAo. porque como se ha evidente-
menle provado, lem o Sr. Antonio de Siqueira ha-
bilidades que se nao devem perder. Ella' em seu
elemento ; vai se paleiiteaudo ; eu de minha parte
0 applaudo.
Concloimlo peco-Ibes que dignem-se publicar
esta correspondencia, e os documentos juntos, fazen-
do-me o especial favor da conserva-Ios em seu pur
der por esparo^de oilo dias, para sercm vistos po.
quem queira por seus proprios olhos se desengaar-
Son seu assignaule o obrigado.Antonio Carlos
1 emra ie Burgos Ponce de Len.
DOCUMENTOS.
I.Illm. Sr. Jos Ignacio de Mello.Ha duas
Horas me eueoolrei com om hornera do Cabo, que
me parlicipou, lhe haver couslado que o Antonio de
Siqueira, do engenho Martapagipe, bavia dito, ler
urna resposla sua, em que V.S. bavia declarado que
nao eram seus os tres escravos que eu Ih'os bavia
A islo acrescentou. que V. S. nao m'os linha com
praao, mas que fantsticamente se represenlava
comprador.
Emquanlo a primeira parte acredilei, porque sei
have-los V. S. vndelo a meu mano, pergal me
acbo confuso coma ollima, porque nao sei a que
vem islo, e romo pode eer verdadeira lal noticia,
quando \ S. me comprou eses escravos, os mes-
mos que \.S. vender !
Se he pois certo, ler o Siqneira lhe escrplo. e V.
8>. respondido acerca dos referidos escravos que fo-
ram do meu casal, eu lhe rogo que me de a mais
tiara explicarlo, porque esse Sr. Siqueira, que oflo
dorme, smenle para urdir tramas, receio sempre
delle, que procure me deshonrar por lodos os mo-
dos a seo alcance, para levar ao fim suas (erriveis
inieuces.
Por felicidade eoconlrei esle seu portador, or ,
quem lhe eserevo. e rogo que se nada do que se me acontoceu I olha que actualmente nao I
conlou exisie, nao preciso ja de sua resposla ; mas SK lio facil encontrar oulro agenciador de subs
se o siqueira mandou por la', peto qoe me respon- criprjOes !
swsnaaicrrraSs:, 2 Afn m -n
me responder em qusilos. Nesle caso me manda- esco rePolhude rechonchudo que num um pero
ra a resposla por um proprio, e na falla a mandara' trasendo por distraccao um cupidinho : como
m^:,z^r^uT;Syms tnha'^S'o sem,te conheci di,igenlie inc,nsave1' julsDi0
bem. e disponha d. quem' he )V. ",.(,'" "*ehe m n0l,c,a de bom 8rado' em razao de
nerador, e criadoAntonio (
^*dfcetaS a 4w-u- CICnCa* Pw >">*mp pode ler o mesmo
Kc,fe, ., de mam de, 56. modo do vida, razan parque eu de grande cotn
'lra.Srcapi.ao.LE"?espJs.,dasua carta de ~D'cJe fu,ni'ar^^''0rei em cavalleiro pa-
hontem lenho dizer a V. 8., qoe depois de ou i onde"lustriana.
das que aqu clieguei do Rerife. appareeco' uesli
seu eogenho um portador do Sr. Siqueira, com um.
carta para que eo responii-sse-lhe
Vpnbcacao apcWdo.
carta do exm. ferreira em respos-
ta A DO ESTIMADSIMO.
Hecebi a tua com data de 12 do corrente, assy-
nadadoApipucos, e principiando a responder por
baxo j (do que le nao deves admirar) sou di-
zer-le que toda a vida fostes engranado, e bem o
mostras quando dizes anno da grara, peticao
dos leos*, queres aludir, bem le emendo, i pe-
lijao que derigi ao Conslhosiio; Eim ? lies um
maganao de cabresto, e esperto como um alho,
bem haja a May que le pari.
O'ra agora invejo-ie a sorie maganaostnho, cs-
tas-te refrescando minha cusa, lem cuidado com
as despezas, v la nao percas a carleira, como ou
le
O'ra agora segundo la racommendacao, iralei
de fallareom leu compadra, oque muilomc cus-
cr.vosnaoer.m veVdader.menle "raS*T IZ l.0"'em oulro >emPo. ao primeiro sio logo se ren-
mim, mas sim por amisade a V. S. que bavia pres- -8 nem ao lerMlro me attendia, foi me per-
lado a minha as,ignatura. e que lodo isto me man- Clz0 pplicar-lhc todas as reverencias para o sueei-
^f^lSSS^-^\^^: *-*! ^Pois do que. me disse,
mmk^^mmTZJS!ff.S^ Z Pl ""'' pe l bien bien,
e que seu irmao depois euiao se arranjana com V 3ennor oMo tanto nao acontece ao esli-
riV Ton'o,1,'0 '!* esta minha resposta vi' madissimo, Iba respond eu, coilado, assevera-lbe
^^^^^ZTuJSTtVSu. r,TS.al ": abreoolh0'entndes-
dofora. v 4 oinaisi.nna v.s. bota- me >. a0 depois nao digas que o leu amigo le nao
Eu nao quera responder tal cousa, mas ficando esllma'
portadoradz nli'ltr SL ,e",'0.? "' Vl *" *""' ***** Da me[ JUment0 Jo Coulinho,
de\ S q. fari, com qoe V. 8. com seu irmTo ? pg -""'"t Pe' PrSreSS0 1Ue
nao bulisse com isso, porque V. 8. enlao pagava o e,t0 'mV"l na Graphia, ainda que por
ot. Foi por esia razo que dei penenciapropria, conheco que isto sopara l,
tens
ex-
tue
rti.ln .-----------... u, nu.nn, que a ..= .,- -- --~ nunm mweu
saSSff-5?^ a=s nrmS:daafiada,coraoquenMn^
porianio o escravos na companhia da seuhorade IV.
> a era o mesmo como estar no seu poder porque "ra COmo Ia vaes Pescando no francois,
""'""',ael estarem no poder de sua seubora, e eu do Inguerez, (mas nao lauto quanlo i pes-
tSZf^\litt3*Tn. ^I d ,,8SP,"ll'ol)Ha'os exigir da nossa bo'a
achar que obrei mal, enfa rae qu.li pedoar ,i 2?^ P"" "eirem d,S CUrs0S analoSos' e 8,o
por ahl es!aremos acorados, tu de mensageiro e eu de
percisaoda minha bem aparada penna, muito prin- I
cipalmente quando a opposic,ao principiar a ana-
lisar pelo Diario, o relatorio j publicado, da
muilo sapientsima adminislracao a que prendi
teu amavel compadre ; nao sei a onde eslava o jui-
zode nossa boa gente, qnando mandou publicar tal
relatorio, necessariamenle lude lhe acontecer o mes-
mo que acontecen ao meu mal fadado discurso.no
discursado por pouco zelo do portador.
O ra agra como confessas que sou parede vellia.
e que nao dismorono com qualquer rajada, devo-te
advertir para me jugares ainda mais solido, que
me lenho encoslado a um grosso carvalhr., alm
disio se necessario for me cercarei de um profundo
reg.
O'ra agra vista (lisio e dos auctos, nao terei
o direilo de exigir qne todos reconhocam que sou o
que mais provas lenho dado para que o bom nome
portugnez brilhe entre as nacocs mais cultas ? I
O'ra agra porque uso de tamas nomes quanlos
me sao percizos para industriar alguma coizila,
quererao negar-me esla direilo ? nao fizj ver por
este Diaroa a aleada que me tinha sido consedi-
da por merc egraei, pelas batalhas dadas contra
os inermes na cerra que ftca entre Guimares e
Braga... Nao le lembras meu pigmeu quaes as
ideias que eloquentemcnte sustenle no Anti-Arro-
ganie : ao qual dei do mo mui airosamente, por-
que tu' e os oulros rae nao quizeram pagar como
eu mereca ? queixeime a alguem por esse vosso
modo de proceder? de certo que nao .' E enlao islo
nao he mostrar querer eu viver livre de vergonhas
deste mundo.
O'ra agora em quanto ao que me dizes respeito
a meu caro Irmao, a a casa de meu l'ay (a quem
nao conheQo) isso he para l, que para c nada
vale.
O'ra agra finalmente digo-te que le nao im por-
tes com a minha vida, do contrario embrulho-te em
meia folha de papel e despacho-te para a California,
j que em lempo nao achastes quem te ompurrasse
para Mossamedes; desculpando-te actualmente
porconhecer que tu' arespeito de probidade es que
nem aquelle nosso amigo em materia do gabine-
te ? queres que le diga o que tu' s a tal respeilo,
l um boi a olliar para palacio 1 !
Secretara a onde sirvo de guia
Dias desaceis, de novembro o mez ;
Em o qual a adminislracao
De cinco est reduzida a trez,
eitrangeirns, i cora bacalbio, 3 com familia de tri-
go, em lastro, 7 de cabolagem I de guerra.
Sahiram : i com gneros do paiz para porlos es-
Irangeiros, > em lastro e 9 de cabolagem,
Ficaram no porto '> embarraroes, a saber: 8 a-
mencanas, Jfi brasileira., 1 franceza, I hambiirgue-
za, 3 despalilllas, > bollan.le/.a-, ti iuglezas, H por-
tuguezas e > sardas Indas mercantes e 9 de guerra,
daquellas 37 esiao a carga, 17 em descarga, 1 em
franqua, .i nao lem destiuo e Ires eslao tundeadas
no lameao.
&l>WWtt$t0+
o CAMBIOS.
Sobre Londrea, -27 3|i.
Paria, 3i(i.
Lisboa, 98 a 100 por J de premio,
o Rio de Janeiro, lia a I por Om a 1 e 30 dias
Acedes do Banco, SO a 15 de premio.
companhia de Beberibe 548000.
a companhia Pernambucana ao par.
Utilidade Publica, 30 por ceulo d* premio
lodemnisadora. j-> dem.
da estrada de ferro 20 por Oin de premio
tisconlo de letlras, de 7 a 7 li por Om.
Olio do banco7 a 8 por 0|n.
(juro.Onjas hespanholas. .
Moeda de 63100 velhas
6f>i00 novas
45000. .
Prata.Palacoes brasileiros. .
Pesos columnarios. .
& mexicanos, .
288 28*500
. 16KJ00
. 165000
. 9>000
. 28000
. 28000
18860
ALFANDEGA.
Reudimentodo dia 1 a 1. .
dem do dia 15 .
188:8569180
2:6)(ij!l8
213:5l2a778
Descarregam hoje 17 de novembro.
arca ingleza XanphanteIrilhos de ferro,
(jalera francezaOlioda manleiga.
Brigue inglezOdeinmercadorias.
Barca iuglezaQuimbacalhao.
Barca americanaJapnicalamilla de Irigo.
Brigue americanoNanevdem.
Polaca hespanholi(iuadelupevinho e passas.
I olaca hesp.nholaSilenciopassas e barris de v-
uho.
Patacho porlugqezBrilbaotediversos geuero.
IMPORTACAO*.
Barca americana Japnica,i> vimta de Kew-York,
consignada a Saunders Brothers & Companhia, ma-
uifestou o seguinle :
1,528 barricas farinha de trigo, too barris banha
e porco, 20 di!.-!; graixa, M. saces piioenta, 200
barriqumhas bolachiuhas, 115 caixascha", 20 eaixas
cassas ; aos consignatarios.
OFSULAIK) GERAL.
Rendimento do dia 1 a 11.....19:1188731
dem do dia 15....... 1:7998236
28:9173967
&0trit*cttto do poto.
llVBRSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia 1 a H .
dem do dii 15. ....
2:22009
3103909
2:53lj918
DSF^S9S DE EXPORTACAO PELA MESA
,.,S);VslJL*D0 DESTA CIDAUE NO DIA
U DE NOVEMBRO OE 1856.
LisboaBarca poriugueza Mara Jos, Francisco
Severiano Rabella & Filho, 27 cascos mel, 91 la-
boas costado de amarello.
LisboaBrigue proluguez Soberano, D.' R. de
Andrade, 500 meios de sola.
BostonBarca americana Warre llallelhIlenry
l-oslar 4 Companhia, 1,200 saceos assucar masca
vado.
Hampion RoadBarca ingleza o\Vagger,Schramm
Whately & Coinpaohia, 300 saceos astucar mas-
cavado.
Exoortacao .
Aracaty, hiele brasileiro lovencivelii, condoli o
uuiDl* : 92 volomes gneros estraogeiros, 19
barricas bolachinhas e biscoilos, 3 suecas arroz, 27
barricas assucsir.
Canal, brigue inglez Cbarles, de 302 toneladas,
ennduzo o seguinle : 4,000 saceos com 20,000 ar-
robas de aisucar.
lbrallar, brigue escuna harnburguez Osear, de
31J tone adas, condozio o seguinle : 3,360 lceos
com lb,800 arrobas de assucar.
RECEBEDORl DE RENDAS INTERNAS B-
RAffi l)E PERNAMBUCO.
Rendimento do'dial a.11 io.9728i3i
dem do dialj........ 1:639^729

12:612? 103
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento doia 1 a 11 .
d*m do dn 15 ,
18:7378092
6609161
19:3979253
nao foi islo por mal.'
o., al(eu.v ,,,_
naco de Mello.-yUandus 18 de maio de 1856 -
-lr,uamr":'"!he.11-1," |,el,> ,al,fllia d0 K.cife 8a'. en.
TZ&IL'Sl*'***1*- -^
r.:;_illlT-.Sr- Jus1.|Sn',eio de Mello.-* visla d
re-oosla dada por \. S. a minha caria .1. 17 do
crreme, permitlir-me-lia qoe lhe diga ter sido seu
estranhavel procedimeulo bastantemente criminoso
UrTo g0,na Srle "Ben,leu '' "! "PU-
Por cousa alguma deveria V. S. sugelar-se a
um pedido injusto, e dessa ordena, porque losse Yei-
to pelo poderoso Sr. Antonio de Siqueira Cavalcan-
li, lanto mais quanlo lleve saber que esse senhor
de quem por mao fado meu sou genro, me ha hor-
rivelmenle perseguido para o complemenlo de sua
feroz viuganca. Elle se fingi meu credor, e de
urna quanlia avullada para embargar os meus bens
alim de privar-ine de meus nicos recursos e fallar
assim os meios para dellen.ler-me de soas calumnio-
sas unpolaccs. Elle susciloo-me processos crimi-
nae, e inalianeaveis. por crimes imaginario con-
Ira mim, suscilou uniros prnressos eiveis, e erclr-
siaslicos, em urania ludo quanlo he de perseguir-
me deshourar-me ella n.io trepida, arroi- espantos i-
ente, procurara me perder '
Uesejo o seu bem eslar por ---------- "-o, .u uo meuwiijaiu e eu uo
,,.' al!"10 J""*?-0* ecriado, Jos Ig- cavalletro, em Corsarios !! I Eim I que tal a mi-
nha lembranca 1..
O'ra agra censuras-me pela ameaca que lis a
nossa anillada, aprovandocom indo a laxa que lhe
lancei, lio smente, porque me nao leem riscado o
nome da lista dos associados I Nao sabes meu pax
vohisa que ella lem scienca de que meu nome an-
ligo de Ferreira (.1. J. V, ) hepara c, e o moder-
no de Coulinho (A. Bernardo,) he para l, se a ta-
xei de vacillanle, foi nao s por certos motivos,
como tambem por lo nao ter esporado, e mesmo
porque a julgo sem cabeca para te poder corrigir
ludo devido a leu compadre.
O'ra gura se ella se agastar por estas oppnioes
de seu servo servorum, qne me raque o nome da
pauta, sem que eu lhe requeira, e vers como cu a
arranjo, muilo principalmente a teu compadre ;
Olha tu' nao pescar de diplomacia diplomtica, por-
que se pescasses devisa lemhrar-te do quanlo elles
(I Esses escravo forara vendidos pr-ln Sr. los
Ignacio di Mello, lm I? de abril de 1856.
.Vacos mirados no dia 15.
Ierra Nova26 dias, barca ingleza Queen, de 250
toneladas, capiiaojohn Muun, equipagem 14, car-
ga 3.000 barricas com hacalho ; a Schramm
>\ halely Companhia. Perlence a S. Jo3o (Ter-
ra Nova).
Torra Nova34 dias, brigue americano Tliomac
fallero, de 149 toneladas, capilaoC. G. Hiorth,
equipagem 8. carga 2.S80 barricas com bacalhao ;
a Maih-os Austin & Companhia.
Genova e Malaga75 das, polaca sarda Anna, de
I2i tonelada-, capilao Pablo Caoesi, equipagem
II, carga vinho e mais gneros : a Baslo A Le-
mos. Perleuce a Genova.
Navios s-ihi-im no mesmo da
Rio Grande do NorteLancha brasileira Feliz das
Oudasn, meslre Bernardo Jos da Costa, em laslro.
Passageiro, Domingos Jos de Oliveira.
Anca!)lliate brasileiro Invencivcln, meslre An-
tonio Manoel Allonso, carga fazeudas e maii g-
neros.
CanalBrigue inglez Charlesii, capilao Josboa Lef
foley, carga assucar.
-vamos entrados no dia 16.
Rio de Janeiro11 dias. polaca brasileira Zelosau-
capilo Frulunso Pereira Dulra, equipagem 12,
carga 259 pipas, barris vazios e mais gneros ; a
Isaac Cuno & Companhia. Passageiro, Manoel
Jos Preslrell". Perlence a Peroambuco.
H nlevidco29 dias, brigue hespanhol Miguel,
capilao Antonio Foulanills, de 264 tonelladas, e-
quipagem 12, carga 100 (onellada de pedra ; a
Amorlni & Irruios. Perleuce a barcelona.
Navio sahido no mesmo dia.
Rio de JaneiroPatacho americano l.evant, capi-
lao Samuel M. Welsh, de 178 tonelladas, equipa-
gem 8, carga laslro.
Liverpool pela ParahibaBrigue inglez Elisa, ca-
pitao James Lucas, de 387 toneladas, equipagem
II, carga lastro.
PRACA |)o RECIFE. 15DE NOVEMBRO DE
1856, A|s 3 HORAS DA TARDE.
Jtedsia semanal.
Cambios -> Os saques da semana come;aram
; a negociar-se a 28 d. por 18 so-
| bre Londres, porm baixou para
t 27 3|1. ao qual se fecboo a sema-
l na; sacando a este preco a caixa
lilial por 20,000 .
Assucar A entrada subiu a 26,819 saceos.
Os hrancos sodreram baixa de 300
a .500 rs. por arroba nos ltimos
duus dias; porm os mascavados
sustentaram-se e delle fizeram-se
algumas vendas que regularan) :
Canal 2S700, America de 28800 i
25850,'.e Lisboa 259IX) por arroba.
Algodao .... o mercado esteve activo, e as 812
sacca que vierara ao mercado fo-
ram vendidas de 68500 a t>8900
por arroba conforme a qualidade.
Agurdenle A pouca que lem vindo obleve 958
for pipa,
onlinuam a ser procurados, regu-
lando por 295 rs. a libra dos sec-
eos salgados, fallando se mesmo
e"' veudas ocullas a maior precn.
Bacalhao---------\. ieram a nosso porto quatro car-
regamentos, dos quaes dous segtii-
ram para oulros, e doos foram
vendidos acerca de 118 por barri-
ca. O coniunin sobio considera-
valmenle, relalhando-se de 108500
a 128500, conforme a qualidade,
e heararn em ser de 8 a 9,000 bar-
ricas.
Carne secca- Os prei;o< conlionaram de ~ a
4f500 por arroba da ordinaria/de
y a 08.1OO peU regular, e de 68
a 68300 pela superior. Ha em de-
posito 18,000 arrobas do Rio Gran-
de do sul.
Farinha de trigo- I vemos Ires carregameutos dos
Estados Luidos com 4212 barricas,
que foram vendidas de 209500 a
21;S00 por barrica, e com ellcs o
deposito hoje monta a 6,600 har-
neas, tendo-se relalhano de 208 a
3fe a americana, e a 308 a dt
Iriesle.
Manleiga Vendeu-se a ingleza a 700 rs. por
libra, e a franceza de 520 a 510
rs. por dita.
Massas--------------dem de 88 a 9.? por arroba.
Descomo- Ue 7 a 10 por cenlo ao anuo.
r retes- ----- Do assucar para os Estados I nidos
a 60 por aaeco, e pelo algodao
d1|2 a 5|8.
I ocaram no nosso porto 3 vaports e 2 navios cora
bacalhao.
Rntraram .* com fazeudas e vineros de pai/es
O Illm. Sr. inspector da thesourarla pro-
vincial, em cumprimento" da rsnlur;5o da
juntaida fazenda, manda fazer publico que
no dia 27 do corrente vai novamentoa pra-
ca para ser arre.r.atada a quem por menos
lizer, a obra do empedramiento do 19* lango
da estrada da Victoria, avaliada om reis
5:890|500.
E para constar se mandou afJixar o pre-
sente c publicar pelo Diario
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco, 10 de novembro de 1856. O
secretario, A. F. d'Annunciac.ao.
O chefe da primeira seccao do consulado
provincial, sen-indo de administrador, etn virtude
do disposto no ait. 3 do regulameoto de 3 deju-
llio da 1852, faz publico que seacham deposita,
dos, no deposito geral dous escravos, Antonio, na-
eo Cassange, idade de 35 a 40 annos, Clorindo,
najo Congo, idade de 40 a 45 annos, com urna
belida no olho esquerdo apprehendidos pela polica,
os quaes sao considerados hens de evento, por to
desconher seus donos, e para qne seja cumprido o
que contento sobredito ari. manda publicar pela
imprensa, para que no prazo de 60 dias compareca
quera aos ditos escravos tenha direilo, lindos os
quaes se proceder a arrematarlo pela forma deter-
minada no art. 4 do citado regulamento.
E para que chegue a noticia de todos mandei
passar o presente edita!, aos l de uovembro de
1856.
Theodoro Machado Freir Pereira da Silva.
Nos dias 15, 17 e 19 do correnta estar em
praca no paco da cmara municipal do Recife,
Obra da construcc,o d-uma estrada nova para a
Varzea,or$ada em 5-1008000: os pretendentes que
quizerem consultar o orcamenio o poderc procurar
na casa da mesraa cmara, assim como devero a-
prcseniar lianja para poderem lancar e arrematar.
Paco da cmara municipal do Recife em sesso
do 13 Je novembro de 1856. Barao de Capiba-
nbe, presidente.Manoel Ferreira Ancioly, so-
cretario.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, em cumprimento da resolucjo
da junta da Tazeiida da mesma thesouraria,
manda fazer publico que no dia 27 do cor-
rente v3o novamente a praca para seren ar-
rematados a quem por menos fuer os con-
tratos seguintes.
Fmpedramenlo do 20 lanco da estrada da
Victoria avaliado em 5:9098700.
Dito do 21 lanco da mesma estrada avalia-
do em 8:6959500.
Lanco da estrada entre a cidade de Goian-
naea ponte doBujary avaliado em 13:431.
ConservacSo permanente da estrada da
Victoria, por tempo de 10 mezes, avaliada
em 8:5008.
Dita dita do sul, avaliada em 8:520.
Dita dita do Norte, avaliada em 2.2888
E para constarse mandou anisar o presen-
te e publicar pelo Diario.a
Secretaria da thesouraria provincial de
I^rnambuco 14 de novembro de 1856.-Ose-
cretano, A. F. d'Annunciago-
O Illm. Sr. inspector da thesouraria
provincial, cm cumprimento da resoluto
da junta da fazenda, manda fazer publico,
que a obra dos reparos da ponte de Pirauhi-
ra v5o novamente a praca para serem arre-
matados a quem pur menos lizer 110 dia 20
do corrente mez.
E para constar se mandou aflixar o presen-
te e publicar pelo Diario
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco, 14 de novembro de 1856. O
secretario, A. F. d'Annuncia?3o.
Zcttetatott.
CONSOLA! DE FRANGE.
Le cnsul de France en cette resdence a l'hon-
neur de prevenir les personnes que cela pourrail
iniresser, que mercredi prochain, 19 du prsent
mois, il sera procede en sa chancellara, onza
heures du matin, l'adjudicatioo des fournitures
de pain, vande eieau douce necessaire la con-
sommation du Brick de Sa Majesle, le Beauma-
noir, ar.iuellment en ce port et que le meme jour
el la memo heure, il sera egalemeot procede a
l'adjudicalion dla fourniture des fonds qui peu-
vent t-tre necessaire au dil Brick, le Beauma-
noir.
Le Cahier desqharges pour les diles fournitures
est depos au Consulat de France ou' los personnes
qui voudraioni concourrir aux dites adjudications
pourront en prendre connaissance.
Fernambauc le 15 novembre 1856.Le cnsul
de France.Vte. E. de Lmont.
REPART1CAO' A ^CCIXA. Q
^ Com autonsarao do E.\m. Sr. 8
9fc3 presidente da provincia laz-se pu- @
@ blico, para conhecimeptodos lia- S
bitantes desta cidade, que os dias S
0 de vaccina sei-iio de lioje em di- ^
^ ante as quintas e domingos de l[-
^ cada semina, no lugar e horas S
.^ anteriormente declaradas: nos do- S
@ mingos estara' esta repartirao a- t%
:J berta ate'a'a 11 horas da manha. @
@ l)r. Joiio Nepomt.ceno Dias Fer- ^
.^ nandes, commissario vaccinador fe
provincial. :
Relaco das cartas seguras existentes na adminis-
do correio desla cidade para os Srs. abaixo de-
clarados.
Antonio Gongalves Ferreira.
Antonio de S Pereira.
liento Jos Beroardes.
Caetano de Castro.
Francisco Jos de Paula.
Justina Lins Machado.
Joaqium Arsenio Cintra da Silva.
Joaquim Augusto Siqueira Lima.
Joaquim Antonio de Moraes.
Joao Antonio da Piedade.
Josepha Joaquina da Piedade.
Jos Baplisia da Fonseca.
Jos Correia dos Sanios.
Jos de S Cavalcanti Lins.
I.ino Jos de Csstro Araujo
Luiz Martas de Carvalho.
.Manoel Lopes de Siqueira.
Miguel Gonsalves Rodrigues Franca.
Manoel Joao Cavalcanti Wanderlev.
Manoel Jos Ribeiro Cavalcanti Lima.
Manoel do Nascimento da Cosa Monleiro.
Paulino dos Sanios Carvalho.
Sebaslio Amida de Miranda.
Silvino Cava'cantl de Albuquerque.
CO.NSELHO ADMINIS'I BAT1VO.
O consellio adminislrativo em cumprimento do
an. 22 do reg. de 14 dedezembrode 1852, faz
publico, que foram aceitas as proposias de Joao de
Siqueira Ferro, Joao Fernandos Prente
Vianna, Jos Francisco Lavra, Campos i Lima,
Jos Vellozo Soares, Gitilliernie da Silva Cnima-
res, Siqueira & PTOra", Francioco Mactel de
Souza, J. S. Dumont, Antonio Pereira de Olivei-
ra Ramos, Domingos Francisco Ramalhu, .los
Nogueira de Souza, Jos Baplisla Braga, Rodri-
gues i\ Ribeiro, e Domingos Jos Ferreira lui-
iiiaraes, pan fornecerem :
O 1.', 100 meios de sola curtida c escolbida a
49500,250 covados de panno azul para capoles a
18900, 400 ditos de dito a 19800, 2,800 varas
de algodozinho para camisas a 160,
02.a, 100 meios de sola cortida c escolbida a
49500,2,560 clcheles prelos grandes a 40,1 ar-
roba de rame de lato fino a 900.
O 3.a, 1,533 covados de panno azul para far-
dameuto a 23J212, 3,969 dilos de dito verde a
2450, 910 inanias de laa a 19710, 3,360 va-
ras de britn branco lizo a 380.
O 4.-, 400 covados de panno azul para capo-
les a 15750.
O 5.-, 1,200 covados de baeta verde a 680,
106 mantas de la a 19800, 808 varas de ania-
gera a 330, 49 covados de casemira encarnada a
29, 1,326 varas de-ergodozinho para camisas a
168, 2,442 covados do hollanda de forro a
110.
O 6. ", 920 covados de baeta verde a 570, 25
ditos de casemira amarella a 20, 1,650 varas de
brim para frdelas a 369, 3,648 covados de hol-
landa a 95.
0 7-, 3,274 varas de brim a 390.
O 8. 300 pares de sapalos feitos na provin-
cia a 1OS00, 60 pares de coturnos a 49.
O 9.-, os instrumentos bellicos constantes da
nota da repartido do quartel-mestre-general para o
o 10.'batalho de infamara, na importancia de
1:9859500.
O 10.', 1.888 boloes de metal dourado com o
n. 3 a 120, 826 dilos pequeos a 120, 1597
grvalas de lustre a 550, 95 bandas de la a
39900, 24 pares de palatinas do metal para m-
sicos do 4.- batalbo deariilharia a 79200, 290
pares de dragonas para o mamo batalbo a 59800,
385 pares de chouriras de la branca para o 2."
batalho de infantera a 560, 3,164 varas de cor-
dodela a 60, 10* pares de palatinas encarna-
das com palmatoria de la preta para artfices 1C,
8,056 boloes de metal com o n. 4 e granada a
120, 4,226 ditos pequeos a 120, 5,390 dilos
de dito com o n. 2 a 120, 3,465 dilos pequeos
a 120, 2.674 dilos de metal bromeado com o n.
10 de metal amarello a 140, 1,910 dilos peque-
nos a 130.
O 11.', 200 bonetes para o 4.* batalho de ar-
lilharia a 19600, 24 ditos para os msicos do
mesmo batalho a 59500, 290 barelinas para o
mesmo batalho com o apparelho dourado s 69,
264 ditas para o 2.-batalho de fuzileros a 19600,
600 ditas para o 9,- balalho a 19400, 193 di-
los para o 10.- a 19400, 118 ditas paraa com-
panhia de artfices a 18600, 60 ditas para a de
(avallara a 18600, 290 penachos para barretinas
do 4.' balalho de animara a 19, 40 covados de
oleado preto a 900, o concert de 80 barretinas
para a companhia de artfices a 39500, 80
penachos a 500, 80 dragonas a 19.
0 12.', 1 livro de 500 folhas de papel hollan-
da pautado, cora o lombo e ponas da couro e ca-
pa de panno para o hospital rcgimental por 209,
2 dilos de 200 folhas de dito a 109
O 13-, 580 bombas de metal dourado a 320,
8,400 boloes bronzeados com o n.9 de metal ama-
rello a 14o, 6,000 ditos pequeos a 130, 840
ditos de metal doura 480 ditos pequeos a 120, 60 esporas de lati a
29000-
O 14.-, 183 grozas de boles brancos de osso a
230,152 ditas pequeos a 230, 200 dilos prelos
a 230, 20 quinlaes de ferro inglez de varanda a
99600, 30 ditos de dito em barras de la 3,8 a
89700, 4 folhas de ferro tinas a 109 o quintal,
4 ditas de dito grossas a 109 o quintal, 4 quintaos
de ferro angular sonido a 209, 1 arroba de Go de
vela a 740 a libra.
O 15.-, 20 quinlaes de ferro inglez quadrado
de 5|8 a 89500.
E avisa aos cinco prmeiros vendedores, que de-
vero recolheros respectivos objeclos ao arsenal de
guerra no diaT7 do corrente mez ; aos cinco se-
guintes que devero recolher no dia 18, e aos cin-
co ltimos no dia 19 do mesmo mez.
Secretaria do conselho administrativo para lor-
necimenio do arsenal de guerra 14 de novembro de
1856.Bernardo Pereira doCarmo Jnior, vogal
e secretario.
signatarios *Ovze$ & C,, ra do Tranich.-
n. 54.
AO RIO DE
Janeiro
segu com hrevidade o brigur
mcnmI MARA LtZIA. atn-
lio Joao da Silva Moraes : pa-
ra carga lrata-e com o consignatario
Antonio de Almeida Gomes, na ra rio
lrap.cl.cn. 16, segundo andar.
aio
de Janeiro.
Sosae com brtvidade o iialhabolc .Viatu ,.
la (.. M-, na ra da Cadci. do R*cif* *. i.
PARA O PORTO
soe rom brfvid.de o superior Itrac flitarn,.,
'". da pr.meir. ,m forrado** ^IL
tara, e pa.s.,**,, u.i,^, nm Umt l oMn
"a ruad. Cadei. do Recife o. I, Tel .tL
ni prara. *
barajo Ceari:
Sabe em uoaen diu por ter *, ,,, 4, _
M o niate -Novo Olinn.. morir* CatMw J
\ lanna ; a Iral.r com o memo ou ceta 04 eanin.
lario T.sso Irmitot. '
Para o Rio de Janeiro.
Segu com maior brevidadea releira ebea eo-
nhecida barca nacional Saraiva,. por Mr perted
seu carregamento prompio, para o rote *-
cravos, para o que lem exceUeules miisi. t
prelendentes podem dirigir-se ao seu eonstgaaiario
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo, na ra* de
Cruz n. 1.
Companhia Per-
nambucana.
*tDid09 *Si(Uttitbm0.
Rio de raneiro.
Espera-M do Assu' o brigoe Imperador do Bra-
sil, o qual depois da snllicieole demora para recober
escravos a frale, seguir' para o porto indicado :
a Iralar com Manoel Alves (iuerra, oa ra do Tra-
piche u. li.
Para o Aracaty
sabe ale o fim da presente semana a muilo veleira
barcara Mara Amelia; para o resto da carga Ira-
la-se ua roa da Cadeia do Recife d. 57.
Real companhia de p<
quetes inglezes a vapor.
No dia 19 espera-se do sol o vapor TAMAR,
commandanle Jellicoe, o qual depois da demora do
coslume seguir para Soulhamptoii, locando nos
porlos de Sau-Viceule. TeueriS, Madeira e Lisboa :
para passageiroselc, trala-se cornos agentes Adam-
on llowie i t-, na ra Jo Trapiclie-,Novo o. 1J.
A o Para

segu cotn brevidade o palhahotc naci
nal LINDO PAQUETE, capitao Josri Pin-
to Nuncs : para o resto da carga qne lhe
falla, trata-te "ora o consignatario An-
tonio de Almeida (jomes, na rna do Tra-
piche n. 1(5, segundo andar.
Para o Ulara-
nliao
segu com muila brevidade a barca liltl-
LHAME, tem a bordo a meia carga que
trouxe doBio de Janeiio, e aqui alguma
prompla : para o resto que lhe falta, tra-
ta-se com os consignatarios Novaos iV C,
ra do Trapiche n. 54, ou com o capi-
tao, na praca.
RIO
de Janeiro.
O brigue FIK.MA segu para o Rio de
Janeiro quarta-leira 19 do corrente: pa-
ra esclavos :< frete, lrata-se im os *n-
Larjra 'I
O vapor Iguarassu' _,
de IK a -i do correal* mez, con _.
ueste porto guiri para o* do sal : por* cana
passageiros, do euriplono da coari
ro de Janeiro.
No dia is do mea corrale tabe Wiaa* .L**i
ral ; m recabe escrav*. (rato : > iT*i*t 1> r*
l**o C\ ri.cn d. C. M., a* rea a
a. -2. '
Srfltfe*.
LeiUo sem limite.
O agente Vieira da Silva fari leili
19 do corrale por conta c risco d*
cer, para luqiiiJaco;de ama casa o* um _.
te e de muitos objeclos de esmptorie indasiv*
cofres e oulros mutos objeclos d* aurciaeiria.
ludo esura patente no mesmo dia.
Leilo.
O afruntollotJH, |Kn -uloi l$ai.,o doExrii
Sr. Dr. juiz especial clocomrnrdo, '*>
querimento dos administradores d mas-
sa fallida de Nuno Maria de Seixai. fara
leilao, das prapriedadesabaixodeclarada,
pertencentes a referida massa. a saber
I sobrado de ." andares, silo na ra do
Vigario n. 13 ; 1 dito tambem de anda-
res, na tua do Li\imenlo n. 56 ; I dito
de 2 andares, 11a ra Augusta n. 2 ; I ca-
sa larrea sita na travesa do Monteiro n. f
I dita na travessa do Marisco n. 14;
dita na ra do Alecrim n. 1 ; | dita na
rita do Mondego n, 7 ; I sitio na Caa-
Forte, com boa casa de vi venda, sesteada r
coclieiru, etc. ; e 1 terreno de 48 pilme.,
correspondente ra do Itrum e a du
Guararapes ; os Srs. pretendentes quei-
ram, portante, examinar -om anteceden-
cia as supraditas propriedades: o leibo
lera' lugar quarta-feira 26 do corrente,
as 10 horas da manha, no armazeaa d
agente annunciante, sito na ra do Co*-
legio n. 13.
O agente Borja fari Lilao era se* ara****,
na ra do Ullegw o. li, d. om fBaaH HftMBMS
de obras de marcineria novas e iu4m, >**ni mm
tos objoclos do diflerenles q*.IM*** ** **r* i**,
possivel enomerar ; mm como 1 nti fmm |*0j-
de um* completa mobilia mais nnaju ** c*
perteocMtet a urna pcm*) qa* ralir*-** **** t^, 4.
provincia, I |nanoa di veno. n t**j***n* _,,
qonlquar preco maior que oll*r*eer, ~iali m tn,
liquidaco : qaarU-hira, 19 do corrale. ** i(Zl
ras da inanh.ij.
*tt>i0* toittt&f*.
Pede-scao Sr. E. S., queira u.
pagarasubscripcaode 3 annoqi.>eder
de certo peridico, alia s se danto oulros
esclarecimentos.
-Nesta tvpographia prei-isa-se fallai
ao Sr. Rento A. R. Tupinamba', queaao-
rou ou teve loja no pateo do Carmo.
Peranle o Illm. Sr. Dr. jais dos !*, *,
provincial te liad* arrenut.r tm prin 1
bens teguiule. :
Osa* pequen, rasa Ierre* d* pedra ral na Im..
ro do Recif*. na ra d* Korle a, li A, m*i i*-
palmo, de Ir.ule de loado., I^at***-
nha, quintal em aberto, vallada en anu r. a,
Manoel dos Alijo. "
IJma cas* Ierre* de podra e ral na roa InBrrui
n. il, com porta e jaueiu do treme. lemU Im m!
uio. de Iroole e 110 de landos, cata i ,.|., -. .
los, counba dealro, qainlal morado e rKJmZ,mt.
eir, .vallada em 7005 rs.; doi herdeiros d* M.a.at
\ cenle remira. "","
L'm* casa Ierre* en caita*, coa porta ,,11.
11.10 acabada, oa rs* doOoiab* Mt Afaod*, ti
leudo :I0 ,..10,05 d. f.e.te NO *> co^S-,,,;'
.endo .le pedr, e el em mo eoU4o. 4.!!,
a rs.; de Tlier*u Mana de Je.*..
Lma casa terrea de podra o cal ra* do I-re
o. Ib A. eom urna s porta, sea rep.rlmienu toa-
do um pequeo quintal em aberto. coa caate ,|.
mo. de frenle ."il. de c.mpriae.lo. ?'uZXZ
em meo estado, avahada em 3.O r.; de M....I i.",
Anioi.
Urna ea.a terrea de pedra cal ao l.rr. A. K.
medio a. 0, lendo :^tmn d. I^VTajJlV
de romprimenlo. coa :i jan.ll*, *> f^, 1
cadas, > Ma,. ;| qo.no,, cojialu dealro, malol
rs do* i.ibo. de Joaqain Jo- UU deaaa*.
I m. cas. Ierre* de taip* ,,a ra. do- IWM a. lo
?o,p,u,' J,"" ,'" ,co" U """" M de'
couiprimen.o, i .,!.,, 1 ,, JJ-
chao foreiro, ero m.o esl.do, iv.Iim* ..
de l( -a Mana da lancen-.,,.. "
A aiBirl. da loja de poleiro da roa IHrerl.
II'. qual le e.,lh coa vid, r""*
d* Jnao i.omr. Hrrrtr..
I m. ra** |,r,ei de (,i|u ** r** d* S Uin-i *_
AfgadM B. .VI, co 10 p.i,. de freaie Vr. 4.
'oniprimenlo, com porta janell. avaliada ra te
".; de llercolano de tiqnoiredo.
Uaa* laboa. de pinito de armoeao por
Lm b.lcio d. int-ma madeiu aor. .
I m caiao para amo-iras d* read*
por.........
I m iMl.nra com pesos de I libraslat
meia qu.rl. por. .
'Uo medida-, de (olha por ... .
lios sarratoes vasioa por.....
Seis edeiras .mciicanas por. .
L m. me., de pinko km-tjavri. par
(.uicoent. c.rralas preta. v.tin per .
tenia botijas varia, par ... .
Lineo barris van*, par.....
i nutro barrica- fondo* par .
I
ILEGIVEL
.




OlttiO li PEItfeBBKI SEGUIDA FilU U OE NOVIMIM 1866
II Gregorio da Cosa Munteiro.
A renda anuual da cisa terrea de pedra e cal na
raa da Pa no A fosad isn. 2, eom duas portas. 2
salas, 1 quarto, cozinha dentro, quintal em aberlo e
cha 'S foreiros, ten lo 5B palmos da comprmanlo e
21 ditos de largura, avallada a diia renda em 128
n.; de Nicolao Antonio.
A renda annoal da cata terrea na roa de Santa
Rita 107, por '248 rs. ; de Joao Thornaz Pe-
reira.
Urna olaria cobsrla de tellia, com Torno de cozi-
nhar tijolloi com setenta palmos de largara e 200
ditos de Cundo, com :l ras em chao foreiro, em
boro estado, avahada em 80O8 rs.; de Bernardo a-
mio Franco.
A parle do sohr.nlo de 1 andar, na cidade de 0-
linda. na ra dos Qualro-Cantos n. 16, com -2 > pal-
mos de freute e 76 de fundos, cozinha fura, quintal
murado, avahado em 95^709 rs.; eJoaquim c. o 11 -
Calves Bastos,
Urna casa terrea em mao estado, de laipa, na ra
do Quiabo nos A Togados D. 4. com porta e janellas,
leudo 18 palmos de frente o ii dilose 5 pollegadas
decomprimenlo, 2 sala*, t quarto, cozinha dentro
quintal em aborto, chao foreiro, avahada em 500
rs.; de Maria do Espirito Santo.
I mi caa terrea ua ra Imperial n. 207, lando 18
palmos de Trente e 45 de Tundo, eoziuha dentro,
quimil m aberto, avahada em 200* rs.; da viuva
de Eozabio Lopes.
Urna i-iiM terrea arruinada na ra do Molocolom-
b n. 38, de pedra e cal, com 26 palmos de freute e
60 de fundo, 2 quarto*, cozinha dentro, qniulat em
alieno, e sein coberta por OOB rs.; de Jn.li> da
Cruz.
Urna casa terrea nos Afogados na roa de S. Mi-
guel U.46. lendo 15 palmos de frente e 55 de fun-
dos, cozinha dentro, quintal em aberlo e cacimba,
avahada em 160S r ; de Maria Rosa de Jess.
Urna casa meia-agua na roa de S. Miguel n. 85,
de pedra e cal, lendn 8 palmos de largura 20 de
comprimenlo, e leudo smenle urna porta de frente,
avahada em ios rs.; dos herdeiros de Joaquim Cae-
Uno da Luz.
Urna rasa terrea de taipt nos Afogados na ra
do Pojas a. 8, leudo 22 palmos de freute e 100 de
fundos, cozinha dentro, quiutal em aberl ava-
liada em 508 rs. ; de Joauna Maria d ra-
zeres.
Urna casa terrea na freguezia dos Afbg. na
roa do Molocolomb n. 56, leudo-- I pah os de
Trente e 46 de fundos eoziutsa^eulro, quintal em
aberlo, leu lo u l.i lo do orto ao sul cabido, avahada
em 808 rs.; de Kosa Maria de Jess do Nssc-
inanto.
Urna casa terrea de pedra e cal, ua ra do Moto-
coloraba nos Afogados u. 69, com 20 palmos de
frente e 40 de fundo, 2 salas e 2 quarlos, avahada
em 1833 rs.;'de Mauoel (ioncalves Sirvina, pelos or-
pl .ios de Jo.'m Lopes de Souza.
Urna pequea casa terrea de pedra e cal no bair-
ro do Recife na ra do Pilar o :I0. com 20 palmos
da frente e 34 de fun los. cozinha dentro e pequeo
quiulal murado, avahada em 4008 rs.; deJos da
Coala.
\ Urna casa terrea de taips la roa do Quiabo o. (i
'.nos ATogados, cvm noria ejaneltt, leudo 18 (Mi-
nios da largura e :i i ditos e 5 pollegadas de compr-
manlo, com 2 salas, I quarto, cozinha dentro, quin-
tal em aberlo, chao foreiro, avahada em 508 rs.: de
Joaepha Hit reza.
Urna casa terrea de pedra e cal na ra do Pocas
n. 22, com porta a jauella, lendo de largura 22 pal-
mos e 6 polegadas de comprmanlo, lendo mais 2
salas, 2 quarlos eotinha dentro, quintal em aberto,
chao foreiro, em multo mao estado, avahada em
til" rs. ulra rasa terrea, sila ua roesma ra n.
24, lendo 22 palmos e 5 polegadas de largura e 48
ditos e 4 polegadas da comprimeoto, 2 quarlos, 2
salas, cozinha dentro, quintal em aberlo, e com 2
porlas da frente, avahada em 6(8 rs.; de Miguel
Loarenjo Lopes.
I mi casi tena de laipa ua ra dos Pojas n. I,
da porta e janeila, com 15 palmos de largura e 7
pullega las, e 25 ditos de comprimenlo, 2 salas, I
quarlo, cozinha dentro, quintal em aberlo, chao
foreiro, em mao estado, avahada em 10; rs.; de
Jo.'m Antonio de Lima.
lima casa terrea na roa dos do t.y.i,
com 10 palmos de largura e 34 dilus .. 'rimen-
lo, com porta e jauella, 2 salas, 1 quarlo, cozinha
dentro, quiulal em aberlo, chao foreiro, em mao
c-i i lo. avahada em 503 rs. ; de Antonio Luiz de
Freilas.
Uin sitio ile Ierras uo lugar do Arraial, com casa
de viveuda, lendo urna porla, 2 janellas de freule e
5 ditas de oites, com 42 palmos de largura e 107
de fundos, 2 salas, om gabinete, 4 quarlos, eoziuha
fora, arvoredos de fruclas, em mao estado, avahado
em 2:0008 rs.; de Manoel Ferreira Chaves.
Urna casa terrea na ra do Bom-tjoslo nos Alu-
dos n. 21, de porta e jauella, com 18 palmos de
largura e 36 de comprimeulo, leudo a freute e re-
taguarda de pedra e cal, oiluts de taips, quintal em
aberlo, em mao estado, avahada em 308 rs.; de Pe-
dro Uias de Ansis.
lina casa terrea na ra Imperial n. 208, a qual
ton 12 1)2 palmos de frente e 47 de fundos, cozinha
fura, quintal em aberlo, em mao estado, avahada
em 60? rs. ; de Mauoel Alves dos Sanios.
Lina casa terrea na ra Imoerial n. 219, com 2
portas, 2 salas, cozinha dentro,' I quario, quintal cuy
aberlo, com 15 palmos de largura a 38 palmos e afl
olegadas de comprimenlo, avahada em 608 rs.; des
/.i'lro Marques de Colonha.
I ma casa terrea na ra do Quiabo nos Afogados
n. 62, de laipa, com porla e jauella. leudo 18 pal-
mos e 7 pollegadas de largura, e 54 ditos de com-
primenlo, 2 quarlos, 2 salas, cozinha dentro, quin-
tal em aberlo, chao foreiro, em mo eslado, ava-
hada em 708 .; de Jos Meades.
L'ma casa terrea de laipa ua ra do Quiabo nos A-
foi-ados u. 2, rom porta e jauella, lendo 18 palmos
de largura e 3t ditos e 5 polegadas de fundos, 2 sa-
las, I quarlo, cuzioha dentro, quintal em aberlo,
chao "fore! o, em mao estado, avahada em 608 rs.;
de Joaquim Jos de Mello.
lima casa terrea de laipa ua ra do Quiabo uos
Afogados n. 26, com porla e jauella, 2 quarlos, 2
salas, eoziuha fura, pequeo quintal, com 21 pal-
mos de largura e 7 pollegadas e 70 de fundos, ava-
hada em SMsf rs.; de Joaquim Antonio Vieira, por
Luiz Placido.
L'm sobrado /lo dous andares e io(o na freaue-
la de S. Josc, oa ra dos Marlyrios n. 4, o qual
lem cozinha no sola o. quintal grande, com cacimba
propria e porlio para a ra du Caldeireiro, p-rleu-
ceudo ao mesmo sobrado o becco que lem no lado do
norte, que se acha tapada, avahado em 8:0008 rs. ;
dos herdeiros da Pedro Ignacio da Cuba.
D- pretendemos compsrecam as 10 horas do dia
19 de uuvembro crrenle oa sala das audien-
cia).
foliiiulias
Tendo obtido 1500 subscriptores, para a
mprassao de un volume de minlias poesas, cujo
numero nesla capilsl en as comarcas exceder do
2,000,resolv r a diversas provincias desle imperio
agenciar a venda de20,000 exemplares,para o que
consegu de meu presado e especial amigo,
o coronel (aspar de Menezes Vasconcellos de
Drumniund, caria de abono para a casa coramer-
cial N. O. liieber e C1., que de boro grado e be-
nignamente se prestou fazer a encommenda em
Hamburgo de 100 resmas de papel de boa quali-
dade e do lamanho do Diario de Pernambuco ;
e porque tenho certeza de recebe-las por todo o mez
de fevereiro doanno vindouro.edeva satisfazer im-
mediatamente o seu impone, supponho que neuhu-
ma duvida lero de proteger-me lao benignos subs-
criptoresradiantando-me suas assigoaluras vis-
la do recibo impresso, por mim assignado.
Quanto a harmona e enlhusiasmo de minhas
poesas, no Diario de 8 de agosto, desloan-
no, foi publicado urna cancao denominada A
rosa a o valee brevemente ser impressa outra
intitulada O juramento ; ento veris,
quanto heapprehensvo e extremoso aquelle que
nao cessa de erigir altares vrlude o de decan-
tar o sublime da belleza.
Convera, briosos brasleiros e Ilustrados estran-
geiros, que derramis sobre mim o balsamo da
vossa proiecco.sempre dedicado ssacrosantas les
da verdade, reconheci no servilismo a mais funes-
t origem da miseria ; tambern tenho conservado
O meu coraran isento de rancr, porque so almejo
a emancipado e felicidade do genero humano, do-
lado de seminemos elevados, nunca praguejei
contra os obstculos que leem interrompido raeus
generosos projectos ; porque, confiando em Dos,
nelle lenho depositado tedas as minhas esperanfas
em pi Ja humanidade. L'm di se dilatar par-
mim a esphera da ventura : e se forem nuleia
meus desvcllos, a traquillidade de minha alma ser
o talismn de minha existencia.O bacharelJoao
de Barros Falco de Albuquerque Maranhao.
Precisa-se alugar seis|pretus para armazem de
assucar : qoeni liver e quizei alujar, dirija-se a ra
de Apollo, armazem n. 0, que r.nconlrar com
quem Iratar.
Precita-se obter inlormurOes se existe
O Si". Jos de Souza Dias, vindo do Rio
de Janeiro eui 1811 oti 1842: na ra da
Cadcia, escriplorio de Manoel da Silva
Santos.
I o. rapaz com pratica de foja de fazendas of-
Terece-se como caueiro, u m'csmu pode dar boas in-
furmacoes tanto de soa condocta como de suas ha-
biliaces ; quem precisar queira dirigir-se ao se-
nundo aodar do sobrado.ao pe da poute da Boa-
Vista, que lem taberna iwr bailo.
Precisa-se de urna pessoa, hornera ou mulber,
para fazer as compras e ir a alguns mandados de
urna casa de pequea familia, pudendo ir pernoilar
em su.i casa, querendu : ua mu do Hospicio o. 7.
I DENTIST FMNCEZ. f
.ti Paulo (jaignonx, de volta de saa viagera ;:
gp a Europa, est morando na ra Nova n. 2
V 41, pnmeiru andar, onde poda.aer procura- \*
-o*, do ,i qualquer hora. $g
Alma na k da provincia
Estando--sii confeccionando o almanak
la ptovincia, roga-se a todas as pessoas
que costumam nelle ser incluidas, e (|ue o
nao estiverem, ou liouver algum erro,
queiram mandar levar a livraria numero
6 e 8 da Piarada Independencia, a emen-
da, assim como pede-te aos senhores de
engenbot, se dignem mandar igualmen-
te as transferencias a mesma livraria.
I J. JANE, DENTISTA, l
9 contina a reiidirnaruafiova u. 19, primei- JJ
ai ro andar. a
RA
n.
NOVA
L. Delouche acaba de receber um bellu surt-
ment de relogios suissos de todas as quaiidades,
lano de onru como de prata, ditos galvauisados e
raleados; assim comu ha tambera meios chronnme-
iros e relogius frngeles, com caias, lodos aman-
eados.
Cozinheiro.
Prtcisa-se alugar um cozinheiio, cscia-
vo, que seja asseiado e nao bebado, le!,
etc. : na rita da Cadeia de Santo Antonio,
segundo andar da casa amarella.
Pa-se KOOOOO a juros mdicos, oo loda quan-
la com hypotheea em alguma prvpriedade, e mesmo
lirma escolhida, ou por parles com penhores : ua
ra da Praia n. 1.1, segundo andar.
Precisa-se de una ama que lenlia boin leile :
na ra da Guia n. U), primeiro andar.
Uecebe-se dinheiro para mandar
dar na cidade do Porto, por letras, sejam
de pequeas ou maiores quantias, no
cainbio crlente : na ra do Trapiche
n. i-0, segundo anda.
Recebe-te dinheiro para mandar dar
no Rio de Janeiro, por letirtu a peque-
no pia/.o: na ra do Trapiche n. 40, se-
gundo andar.
PARA 1857.
Arliam-se a' venda as bem condecidas
lolhinhas, impressas nesla tvpographia,
das seguintes quaiidades:
FOLHINHA RELIGIOSA, contendo alem
dos mezes, a bibliotheca do cluistao
brasileiro. que se compe de ora-
i;nesc|iiotidianas, methodo de assislir a
mina e conlissao; cnticos, psalmos,
bymitos, ollicio de Nossa Senhora da
r.onceicao e muitas Otilias oraees de
grande mrito, preio......320
DITA DE VARIEDADES, a <|ualalem dos
iH.v.es, conten? artigos de agricultura,
nOCOet de sciencias, artes, lei dos cir-
cuios, tabella de impostos, e regulamen-
lo deaterico, etc., etc., preco. 320
DITA SIMPLES, contendo alm dos me-
zes, a lei dos circuios c varias tabel-
las de impostos geraes, provinciaes e
municipaes, preco........ 240
DITA DE PORTA,' a qual alm dos me-
zes tcm explicacei das indulgencias e
excommunhesletc., pre DITA ECCLESIAST1CA (ou'de padre),
elaborada pelo Rvd. Sr. Penitenciario
da S de 01 inda, segundo as regias
da groja, e leis conhecidas a res-
peito, preco..........400
Todas estas blhinhas sao impressas em
bom papel e evcellente typo, e vendem-
se em porriio ea retalho: na livraria da
praca da Independencia ns. c8.
l\a loja de fera^ens de Antonio Joaqoim Vi-
dal iV. Companhia. na ra da Cadeia do Hecifc n.
5<> A, dese/a-se fallar com o Sr. piloto da armada
Jos Guilherme dos Itcis, alim de curaprir eom o
que promelleu fazer quaurio chegoo o navio de Fer-
nando ; usa-se desle ineio por ter sido varias vezes
piocurado em casa e nao ser encontrado, apesar de
se ter deixado recado para que apparera na loja ci-
ma dita, purcm anda nao leve a huudde de u fazer,
o que se espera faca avista do prsenle aununcio.
Precisa-se de uina ama forra uu captiva para
casa de pequea familia : na ra do Cohegiu n. 83,
terceiru andar.
Precisa-se para o servicn interno e externo de
urna casa eslranscira, .le ora preto: a quem Ihe con-
vier dirija se a ra da Cruz n. 4.
Por ordcn do Sr. provedor in- $g
terino da sociedade orthodoxa e ^
^ litleraria Amor a Caridade, $g
fi; convido aos Sr. socios a compa- g
recerem boje, pelas horas da
@ tarde, na rita das Aguas-Verdes @
JQ ii. lii, primeiro andar.O es- :'
crivao, Antonio!.. Jos Atantes. ^
Precisa-se de urna ama para casi da pouea fa-
milia : a fallar na ra do Arago o. 16.
Oa abaito assigoados, com loja de oorives na ra
do Cabug n. II. confronte ao paleo da matriz e ra
iVnva, fazem publico, que eslao recebendocontinua-
damente as mais novas obras de ouro, tanto para
eenhor.i cumu para horaens e meninos : os precos
conlinuam razoaveis, e passam-se contas com rs-
ponsabilidade, especificando a qoalidade do ouro de
li ou 18 quilates, (cando as>im snjeilos os mesmo
por qualquer duvida.Saraphim & Irm3o.
Precisa-se de 2 ou 3 hornens porluguezes que
lenham pratica do servieo de campo,para se Ihos en-
tregar om grande sitio sobra condicies vanlajosas
a tratar na roa do Queimado n. 21."
Precisa-se de um bom criado e paga-se bem
agradando o serviro e comporlamenlo : a Iralar no
campo do Hospicio junio ao quarlel casa do desem-
bargador Mendes da Cunha.
O abaiio assignado avisa ana proprielarios das
casas foreiras das ras de Santa Cecilia. Nogueira,
Acouguinhos, S. Jos, Santa Kila epraia da mema,
que venha-n ou mandera pagar os foros vencidos,
assim como se devem entender com o mesmo abaixo
aisignado para obterem a licenca para Iraspassos as
occasie em que Ibes seja preciso faze-los: na ra
dos Pires n. 'SiManoel.domes Veigai.
BILHETES DE LOrERIA DO
110 DE JANEIRO.
Acham-se exposlos a venda junto ao arco de San-
io Antonio, os novos bilhetes da 2 lotera do Asylo
de Santa Leopoldina, eitrahida de 5 a 8 do pre-
sente, as lisias vem pelo primeiro vapor que sabir
depois daquelladata, e chegar aqu ale 17 do cr-
renle. Os bilhetes sao pacos de ronformid.ide com
osannunciosja felos, e por isto so se vendara a
dinheiro a vista, por causa de se acharem muilos
bilhstes veudidos ha lempos, e os Srs. que merere-
ram a conlianc.i toniaudu-os a creiito uo lem cor-
respondido assim com o que Irataram, com cuja mo-
rosidade dircclamcnle intloem a haver duvidas e
para evitar qnesles, espero que quanto antes ve-
nham salislazer seus doliiios a Jos Euzebo Alves
da Silva.
Engomma-se e lava-secom aceio e prompli-
d.lo : ua ra da Conceicao da Boa-Vista n. 17.
rrecisa-se de uina ama que seja Bal, 'queco/i-
nhe e eneonune com loda perfeica,., para urna fa
miha eslrange ra de duas patata, paga-se bem ; ui
*ua do Irapirhe n. id, primeiro andar.
i ("edico faz scieute aos seus aroigos"ei ao S
g respeitavel publico, que regressando de sua 9
-.i viasem. continua a residir no aterro da ''
i Boa-Visl n. V>, noseaundo a Icrceiro an- x

Aluaa-se a loj da casa da ra da Aurora n. 5t,
onde fui ofTicina do fallecido marcineiro llenrique :
quem pretender dirija-se ao Sr. Joao Pinto de l.emos
Jnior, no seu escriplorio, ou casa de soa morada,
na ra da Aurora.
Pracisa-se da boas coslurcins : ni roa Nova
n. :,-2.
A ama parda que annonrion r.esle Diario sa-
ber coser a engummar enm perfecto, dirija-se a roa
da Cantina dnji armo n. 10, e^uodo andar. Paga-s
bem.
Resposta
i urna perg;unta innoceii;
redo DI RIO de lion?
tem
Como o tal pergunladur diz que a Sra. do Sr. Burgos Ponce de Len, na cor-
respondencia de 24 do passaJo, ter este simu-
ladamente vendido tres oscravos ao Sr, Jos I. de
Mello, asseverando ter. para prova dessa fraude,
um documento ministrado pelo dito supposto com-
prador, e que ahumando o Sr. Burgo, em sua
correspondencia de 29,ser falsa semelbanle asser-
Sao, e que tal documento nao poda existir, visw
como tinlia elle verdadeiramente vendido esees es-
cravos,deviam os apresados protectores dessa Sra.,
assim desmentidos, justilcarem-se publicando o
documento, para nao darem urna prova de que
so nao pejam de suas falsidades : por isto pois
nao para o Sr. Burgos (hoja perguntador outra ora
JitsiiM eo pai de familia porque ja o leu
nos autos do Cabo, sim para convencermos ao pu-
blico.de que o Sr. Burgos affmna o contrario do
quesabe.e de que tal documento eflecl'tamente
ex'e.abaixoo publicamos; assim como alarmamos
queexislem oulros que estabelecem serias presump-
joas de que sao simuladas todas as transacoes feitas
pelo Sr. Burgos, deque leve parte activa no des-
apparecimento do escravo Agostinho, ele.,etc.
Funil do ponxe.
DOCUMENTO.
Illm. Sr. Jos Ignacio de Mello. Marlapa-
gipa 15 de abril de 185G.Abem da verdade
peco-lhe qde lenba a Londade de attestar ao p
desta se comprou ou nao a Antonio Carlos Poreira
de Burgos tres escravos.um de nome Agostinho ou-
tro Canjarana e Anglica, o isso em que mez e
anno.
Espero que Vmc. nao se negar veidade. Tem-
me ao seu dispor, por ser TTe Vmc. alenlo venera-
dor e obrigado.
ntonio de Siqueira Cavalcanti.
Illuslrissimo Si. Amonio de Siqueira Cavalcan-
ii. I'ermiita-meresponder-llieaquimesmo. Alies-
tara verdadfi, s devo dizer V. S. que taes es-
cravos nao os comprei, so sim por amisade ao Sr.
Burgos prestei minha assiguaiura, por o dito Sr.
encarecer bastantemente, que s era o meioquea-
diava para adquirir dilos escravos.
Em abono da verdade s he o que lenlio do in-
formar, embora seja contra amiscle.
Em quanto a era que V. S. pede, no lenho
lembranca, su sim digo que foi em junlio ou iulho
de 1855. J
Sou a desejar-lhe o seu bem estar por ser de
V, S. altencioso obrigado criado.
Jos Ignacio de Mello.
Engenho Quanduz 16 de abril de 1856.
(Eslava sellado e reconhecido).
Seguros contra
o
fogo.
Companhia J\orlhern.
CAPITAL, 11,260,00Estabelecida
em 18o(i.
Para electuar seguros sobre proprie-
dades, mercadoriat, mobilia e genero* de
quasi toda a qualidade. Premio de |8
at l|8 0|0 ao auno.Arenles, C. J.
Astley <& C.
I'recisa-se de urna lavadeira t|ue se-
ja boa, nao demore aroupa no rio e d
fiador a sua condrila: na praca da Inde-
pendencia li vi aria ns. cS.
RA NOVA L 34.
'adama llosa Hardy,
modista brasileira.
Kccebeu pelu ollimo navio, uCorale loser.u um
lindo sorlimeulo de fazendas Iraucezas para senho-
ras, cortes de seda de cores para vertidos, ditos bran-
cos para noivas, grs de Napias furia cores par ven-
der o covado, chapnsziuhos de palha e de seda para
meninas, formas mudernas para a idade de 1 a li an-
uos, ricos chapeos de cores .le seda para sentaras,
com litase llores lainbein de cures, lindo enfeiles
para cabega, cambraia de linho, esparlilhos, lavas
de seda, maulas para noivas, capellas, melasdeseda,
vest ose toucas paia baplisados e nutras moilas
fazendas de goslo : no mesmo eslabelccimenlo ven'
dem-sc lindos chapeos de Crep surtidos, de cores-
uso moderno pelo preco de 83000 rs. cada um.
Precisa-se de um caiteiro para lomar conla do
urna padana : quem se adiar habilitado para islo,
dirija-,e a ra de Horlas u. 64, que chara' com
quem Iralar.
COMPAMIIV DE SEGUROS MiRITI-
MOS E TERRESTRES,
ESl.UiEl.ECIDA NO KIO l)E JANEIBO.
CAPITAL 16,000:000/5000.
A companhia lem sua acencia no escriplorio de
viuva Aiborim & Filio, ra da Cruz n. 15, onde
aceita todas as propostas de seguros de riscoi e for-
lona do mar.
Sobre o casco, qiilhl a perlences de navios de
qualquer lolajao ua navegado de longo corso, de
cabotagem, oo fluvial, ou na pesca, em viagem oo
prestes a viajar, em carga ou descarga, amarrados uu
ancorados, em concert ou uu eslaleiru, qoer por
lempo cerlo, quer por viagem simples, uu a preroiu
ligado.
Sobre mercadorias desde o momento de sed em-
barque al o de sua descarga e deposito.
Sobre os lucros esperados de mercadorias encarai-
ohadas para qualquer mercado.
Sobre o casco e quilha de embarcaees miudas
empregadas em descaiga e Iraliro do* prtos.
Sobre o capital e premios de dinheiro a risco.
Sobre o premio dos seguros e premio dos premios.
Sobre aeces de terceiru por damnos causados por
abalsmenlos forluilos.
Sobre us freles.
A cumpauhia recebe lambein proposlas de seguro
de risco de incendioe damnos causados para preve-
oi-lu uuextingui-lo de raio ou fogo celeste, e iuun-
darcs.
SOBRB OS SEGUINTES OBJEC10S.
Predios urbanos ou ruraes, igrejas e quaesquer es-
labelecimenlos, com eiclosao de depsitos,fabricas e
laboralurios de plvora, e materias incen liaras ou
inllammaveis, Ihealros e casas de especaoslo.
Mercadorias em qualquer parle que entejan), mu-
hiha e ulencilios de fabricas de quaesquer estabele-
cimenlo industriaes. quer sejam leilas por seus pro-
prielarios, quer pelos uso-fructuario, locatarios, su-
lilnc-ilarios ou credores li)polhecarios.
I'inalmeute aceita proposlas sub ere-seguros, quer
dos seguradores quer dos segura.ios, us casos em
que a estes pude competir o re-seguro.
A cumpauhia garante a prompla indeiiinisacdo da
importancia de quaesquer sinislrus, e a modicidade
dos premios : igualmente um ahalnuenlo as pessoas
que na roda do anuo lizerem uraa avultada somma
de seguros.
SEGUI.IDAOE.
Companhia ile seguros m i.
ritimos, stabetecula no
Uto de Janeiro.
Capital mil contos de res.
OBereea ao commercio vanlagens que nenliunia
mira companhia tem feilo al agoia. Aceilam-se
proposlas de segoro oo escripturio de Isaac, Curio &
Companhia, agentes da companhia, ra. da Cruz
d. 4'J.
SEGURO CONTRA FOGO.
C'iinpanhia Alliauce.
Eslabelecida cm Londres, em marco de 1S24.
Capital cinco milhes de libras esleriinas.
Saunders Broto & C., tem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
e a quera mais convier que estao plenamente au-
.orisados pela dita companhia para effeciuar segu-
ros sobre edificios do lijlo e pedra, ccberios de
tlha e igualmente sobre os objecios que conlivercm
os mesmos edificios quer consista era mobilia ou
em fazendas de qualquer qualidade.
Quera tiver oaeeoidada de Iranapotta nu ajus-
te de carrelos de ubjectos de qualquer qualidade
dentro desta_cidade, pude dirigir-se a ra da Senza-
la Velha n. 70, segundo andar, ou ra de Apollo u.
1:2, qoe encontrara- pessoas habilitada pan fazer
cora loda a tegranfJ e respousahilidade esta epe-
cie de servieo, assim em carral como em bracos de
gente.
Precisa-se de urna molher idosa a de bous
cosime para urna ca.i de pnuca familia, aim co-
mo de om homem rozinheiro : a Iralar em casa do
dasembareador Meodei da Carta, jnnlo an quarltl
do Hospicio,
Grande e asseia-
do collegio em
Lisboa,
para meninas, internas e externas, cuja
educarao, prendas e mais vantajjons, se
poderao avaliar, em pi esenea dos estatu-
tos, que se acham na ra do Crespo loja
n. l(i, ou na esquina que volta para a
ra da Cadeia.
ALEARAS. RUMZEADA !
Iloa nova tenho a dar;
Este sol que vos abraza
Vai-se em golo transformar.
I.a' do Pillo, onde oii Ltpdts
Vivera na loca enfurnados,
Chegou nctar que refresca
Vossos labios dessecados.
E o Suares, quejurou cucria
Ao fugo, ao sol, ao calur,
Com gelo, ananaz e outras
Mitigara' vosso ardor.
Junio an boceo du Kosario
Ide, pois, e encontrareis
Ser verdade o que vos cont ;
Bom cobre la' dei taris.
DEPOSITO DE L1VR0S E BOTICAS HOMEOPTICAS*
00
00
O l)r. P. A. Lobo Hoscoso, leudo de fazer uma viagem dcixa a sua botica sb a
direecao de pessoa habilitada e de inteira probidade, c um deposito na loja de livrosdo Sr.
Manoel Nogueira de Souza na ra do Crespo, sobrado uovo do Sr. MagalliSes Bastos
i I! ElOS FIXOS.
Botica del- tubos grandes. 10/000
Oila de 24 ... 155000
Dita de :6 ... 90SO00
'JDila de 48 ... 255000
Oila detiO > ... S0M00
Manual de medicina homeopathica do I)r. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicins........ OjOOO
Medicina domestica doDr. llenry......... 10OOO
Tratanieiito do cholera morbus.......... 2#l)0o
_______Repertorio do Ur. .Mello Moraes......... 6000
Con a de seguro con-
tri a utorlHiicI.Kie dos es-
cravos estabelecida no
RIO 0 JANEIRO
CAPITAL 2,000:000|000.
Agencia /lio/ de Vernambueo n. llt n Pagar-se-ha sobre a avaliac.lo de l:000jO0O(e
mais uu menos em proporr,o de oulro valor) inclu-
sive o sello da apolire etc.
Da* idades.
De | ale enlrar aos SO anuos 3tdt00 por anuo.
As condiees imprensas podero ser procuradas uo
escriplorio da companhia.
ar-se-ha consullas gratis aos escravos seguros das
! para 10 horas da manhaa, no escriplorio da com-
pauhia.
l'.usinae a pilolai;em llienrica-pralica, o cur-
so roatht'inatico e francez, contas para o commercio:
a tratar ua ra dn Nogucira n. 7.
Fabrica de flar e
tecer algodao.
mm^tmKRHh-mm&
PKItAS PRECIOSAS. *
|
J Aderern, de brilhanles, ?
diamante* a paris, pul- ,
i ceiras, allinetes, brincos *>
$ e rozelas, botes a anneis :*:.
jii de .1:ilori.nlos gostos ede i
S diversas pedras de valor. S
S Compram, vendem ou *
g trocam prata, ouro, bri- *
Ihaiites.diamanlesepero-
g las, e outras quaesquer *^
^ joiasde valor, a ilinbeiru *
? ou por obras. i
HOREIRA L DD1RTE.
LAJA DI OIRIVFS
Ra do Cabuga' n. 7.
Ilecebem por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras do mais
moderno gosto, tan-
to (h Franca cooao
OURO i: I'KATA-
__ _?
Adarecos compielos de B
ouro, meiosdno-, pulcei-
ras, allineles, briucos a ?
rozelas, cordes, trance- *
lins, medalhas,correles
e enfeiles para relogio, e ;
oulrosmuitosobjecloade i
ooro. J
Apparolhos completos, *
de prata, para cha, han- 8
dejas, salvas, caslicaes, ?
culheres de sopa edech, 3
e muilos oulrus objeclos S
de prala.
de Lisboa, asquaes se vendem por
pre A irit,1 i-i!,. etn commanla, Aiporim, I*aria,
Guerra & C<.( por deliberado tomaba por 101 dos
seas socios, sul'criplores de 5O5O0O a 5H)00|000 de
ri, dos rpii' i-il'.Tiinr.im o paaruenlo da primeira
preslarao, (em resolviilo ni.ui i.n a Europa o seu
socio Duprai, pelo vapor uTIumaru, esperado do Kio
de Janeiro de 18 a o do correte, para ir procurar
os riscos, plase informacriesdefinitivas,e no regres-
so iJe-if, dar comeru a edfcaro da fabrica e suas
dependencias.
Era virlude do art. .'.i dos estatutos, a sociedade
deliberou que continuara a admittir novas subs-
cripres, do esrriplorio da sociedade, provisoriamen-
te em casa do Sr. Mnoel Alves Guerra, ra do Tra-
piche n. 14, I." andar, em termos a augmeniar-se u
capital social, flu de que, a fabrica possa ser feita
desde sua futi scquciileiiH'iitef.icilii.ir maiores lucros ; devendo as
novas assiifnatura*, sercm realisadas com as presta-
?oes ja* elTecluadas pelos primeiros socio*.
A primeira prestarlo rea Usada al hoje, lem sido
de "i por cento do capitel subscripto.
Pernambuco 12 de novembro de 185(>.
slmorim, Faria, Guerra i\ C.
Companhia
Pernambueana.
Os seohnres que companhia, ao convidados a entrar com primeira
|nesi,ic.i,i de.10 por cento, no prna de :I0 dias: no
ascriplurio do Sr. Antonio Marques de Amorim, rna
da Cruz. Recife 1S de oolubro de 18.">(>.Mauoel
Alves Guerra, secielario interino.
Justino da Silva Hoa-Vista participa a
seus tregese* e a quem pona interes-
sar, rjue mudou o sen estabelecimento
para a ra do Vigarion. 12.
Aruiazeiu de liurle lotiza
& C", roa la Cruz 48.
Ilecheaado a e oexcellenle rape fiaucez, qoe cosloma receber, e
por commodidade dos amantes da boa pitada, acha-
rao do mesmu rap em casi do Srs. joao Cardozo
Ayres, ra da Cartel, e Moreira i Huirte, roa do
Cabog : o prero he rasoavel.
Companhia de
Beberibe
Porordeni do Sr. director, sao convi-
dados os Srs. accionistas Ja Companhia
de Beberibe, para sereunirem em assem-
blea geral, no dia |S, ao meio-dia, alim
de decretaren] o pagamento do 17- divi-
dendo, e approvarem o orcamento das
despozas do corrate semestre, Escrip-
lorio da Compauliia de Beberibe, 13 de
novembro de 185(.O secretario, L da
C. Portocarreiro.
J040 n\ SILVA R4I0S.
MEDICO PELA UNIVKS1DADE OE
COIMBRA,
-onlinua a receber em soa casa ua ra do Calme;.' n.
tli, das S as 10 horas da mandil, e das 3 as j da
larde, as pessoas que o queiram consultar : bem co-
rnos presta a sabir com a j recunhecida promp-
Inlaii, a visitar qualquer enlerino, a (oda a hora do
di ou da noile, quer dentro quer fiira da cidade.
Lotera do Rio
de Janeiro.
Na praca da Independencia n. 10,
acliam-se a'venda os novos Lideles da lo-
tera do asvlo de Santa Leopoldina,
que devia correr de li a 8 do correntc ;
esperamos as listas pelo paquete "Para-
n" >. no domingo I (i do corren te : os
premios serfio inmediatamente pagos, de
conlbrmidade com os nossos annitncios,
(logo que ten hamos recebido ai mesmas
listas) na ra do Collegio primeiro an-
dar n. -21, das 10 a's "> da tarde, dos dias
uteis.
l'recisa-sc de uma ama ou esrrava para cozi-
nhar e eneuininar para casa de pouea familia : na
ra do Crespo u. II.
Precisa-se de um preto que saiba servir me-
sa e qoe faca o m-is servicn em una casa eslrangei-
ra : a Iralar na ra do Trapiche n. 15.
Preci-a-se alagar uma ama p.ra cozinhar em
uma casa de ponca familia, mas que seja fiel e bem
comportada : ua roa da Cadeia Velha n. 45.
Alusam-se o segundo e lerceiro andares do so-
brado n. 18 da roa da Cadeia do Recite, pelo lempo
de 6 mezes : quem pretender dirijaM ao escriplo-
rio n. |S na mesma rua, ou no mesmu sobrado, qne
achara' com qoem Iralar.
Perdeo se do aterro da Boa-Vida ale o beco do
notario, um alfincle de peilo .amallado da azul :
quem o achou a quizer reslituir leva ao bacco do Pa-
dre o. 7, que era' gratificado.
I'racisa-se de boas ro .loreiras : ni rua Nova
o. 52,
Precisa-se fallar aoSr. Joaquim Josc
Marques, que morn em Sanio Amaro :
na livraria ns. 6e8, da praca da Indepen-
cia.
Chesaram a rua da Cadeia Velha
n. Si, escellenlas selins inclezes de
borrainas e oulrus regulares, assim
cumu sellins ingtezrs com capas de
Sola, propriot para criados, bons chi-
cles de estallo e cscellentes brides
inglesa, ludo por precos moderados.
Roga-se ao Sr. Fel\ Alves de Oli-
yeira, morador em Paratibe, o favor de
ir ou mandar ao Monteiro, cm casa de
Pedro Coellio Pinto, a negocio de seu in-
teresse.
Precisa-se alugar urna escrava para
0 servieo de urna casa de pouea familia:
na rua do Cabuga', loja de quatro por-
tas ii. 1B.
trmandade das Almas da
matriz do Corno-Santo.
A irmandade das Alinas, erecta na ma-
triz, do Corpo-Santo, da' de esmola, no
dia 17 do corrente, ItOrs., a cada po-
bre que comparecer ao ollicio que a mes-
ma irmandade lem de mandar celebrar
nesse dia. 0 esc ivao, Joao Licio .Mar-
ques.
O ihesoureiro da irmandade das
Almas, erecta na matriz, do Corpo-Santo,
pede a's pessoas que tem em seu poder
opas a tarjas pertencentes a mesma ir-
mandade, o obsequio d'as mandar entre-
gar em sua casa.Marceltino Josc'Gon-
calves da Eonte.
A pessoa que tem annunciado por este Diario
querer comprar uma morada de casa na rua de S.
K'olo, pude dirigir- a meima cidade de Olinda, e
entender->e com o Rvin. conejo vigario Joao Jos
1 ereira, que est; autorisado para vender uma boa
morada de casa na dita rua de S. liento, com orna
graude sala, i quarlos e sala atraz, grande quintal e
chaos proprios, ou declare a pessoa a soa morada
para ser procurada.
Aluga-se uma casa grande na rua do Mondego
na Boa-Vista, com grande quintal at ao rio, que
pode-se fazer hanheiro : a Iratar com Marcelino Josc
Lopes, na rua da Alegra n. 31.
Alnga-se um litio no Corredor da Varzea com
arvoredos de fruclo, boa casa com sullicienles cora-
modos para familia, e banho : a Iralar ua rna do
Queimado, loja da quina u. -K).
Precisa-se alugar uma ama de idado para casa
de familia, para Iralar do arranjo iulernoda mesma:
na roa do Queimado, segunda loja viudo do Rosario
o. 1S, se dir' quem precisa.
--Precisa-sede um feilor pan um silio noCal-
deireiro : quem esliver nestis circunstancias proco-
re na rua do Collegio n. 23, primeiro andar, que se
dir quem quer.
O cirurgiau Francisco Mariano de Araujo l.ima
continua a dar consullas lodos os dias das i n t hu-
ras da larde, na ruada (loria 0.71.
Dionizio Beoediclo faz publico, que lendo urna
filha de nome Francisca, de idade de II para i-> au-
no*, parda escura, baixa, cabellu eucaracoladu, ol,os
vivos, roslo cheio, a qual sahindo algumas vezes a
rua, roslumava ir para casa de urna Sra. Maroca,
que morou na roa da Rica de S. Pedro, em i (linda,
e de prsenle mora no Arrombado da mesma cida-
de, e como quer que ha dnus mezes, pooco mais ou
menos, ten lo saludo nao appareccu roais. suppoe-sa
estar occulta para ser vendida como captiva : roga i
pessoa que della souber dit-ne-sc dar noticia ao au-
nunciante por delraz do Corpo Santo o. 21, sobrado;
e protesta osar do rigor da lei conlra quem allentar
contra a libcrdade da mesma menina.
O abaito assignado relira-se para seu engenho,
e deina neala pra;a o Sr. Sebastian Paes de Souza
encarregado para tralar dos negocios de sua casa, a
quem pode dirigir-se loda a qualquer pessoa que
liver e iralar icgocios com o mesmu uesla cidade.
Recife 15 de uovemhru de I83G.
Joao l'ereira da Araujo Csrdoso.
No engenho Canavireira na comarca de Naza-
relh, precisa-se de um feilor para campo, e um cai-
eiro para o mesmo engenho : > Iratar uo becco do
Pail Frito, segundo andar u. 1.
I'recisa-se de um. ama que lenha bom e bs-
tenle leile : no pateo da Santa Cruz n. >, subrado de
um aodar, ou na rna do Queimado o. *|.
Ollerece-se um caixeiro com pralica para ta-
berna : quem precisar dirija-se a Apipucos, taberna
jauto ao arougue.
Koga-e a pessoa qoe achou duas ledras da
quanlia de 1715292 cada urna, aceitas por Francisco
Joc da Silva a favor de Domingos de Castro Maia, o
favor de mandar 'nlregar na rua da Praia n. 31, que
Ihe licara' asnas obrigado ; e previne-se ao aceitante
que nao pague a quem Ibe apreseular.
Precisa-se de uma ama forra oo captiva, que
saiba cozinhar, para casa de pouea familia : ua rua
do ltrum ii. Ii.
ENTtUIO.
Quem precisar de eutolliu de calida, e de Ierra
misturada com calida, mande buscar na rua das Cro-
zas da fieguezia do Sanio Antonio junio a tvpogra-
phia.
Precisa-sc de orna ama para u servido de urna
casa de pouea familia ; na rua de Apollo d. 1 B,
armazem de assucar.
Aluga-se urna das lojas da cusa de sobrado do
aterro da llua-Vista n. II, proprio para qualquer cs-
tabelecimenlo : a Iralar no mesmo sobrado, ou na
rua da Cadeia do Recito no escriplorio da casa n. 3,
quasi confronte ao dos Srs. Bsrroca & Castro.
A Sra. Firmina Maria de Oliveira quer-
r vir no armazem da rua da Cruz n.
II, para negocio de seu interesse.
Carros fnebres
Agr administridor.
Este eslabelecimenlo, sito cm um armazem con-
fronte a secretaria de poliria, est munido de bons
.-arros por (er reformado ludo de novo e a primor,
em conformidad do regulamenio do cemilerio, asse-
verando o seu administrador o desempeoho a con
lento das parles, vista que esl.i mouido de todo o ne-
ce-iano a qualquer enterro, lano para os que qui-
zerein nimio bom, comu inedin inferior, encarre-
gando-selainhem delirar as lic-ucas. msica, cera
e canos de pass-iu, armacL-', etc., >m por este
trabadlo exigir recompensa ; podando ser procurado
a qualquer hura na mesmo armazem
G1BI..ETE l'O TLGLEZ
DE l
De ordein do lllm. Sr. presidente do consellio de-
liberativo, convoca-so o referido conselhu para ses-
sau extraordinaria uu dia 17 do prsenle mez, pelas
/ horas da larde, no tallo desle eslabelecimenlo. Re-
cife 13 de novembro de IR'*. Alendes liuimaraes,
I." secretario.
O Sr. Alannel Ferreira de Souza Barbn lem
nma caria na I incela n. 'I.
T. M. Doprad, subdito fraocc, zvai a Eoropi.
PROVINCIA.
O Sr. thesoureiro da
loteras manila fazer pu-
blico, que estao expostos
a venda, na thesouraria
das loteras, na rua da
Aurora n. *26, os bilhetes
e meios, da sexta parte da
^ext:l lotera da matriz du
iioa- ista, cujas rodas an-
daut no dia *l*i correte,
e que logo que sai a ni as
listas, se pagara >s pre-
mios incontinente, a. ex-
iccpco dos dous premios
grandes, que sa<> pagos
no sal&o da extraccao, lo-
go que sejam publicados.
mesma Sr. thesoureiro
|manda declarar, que lia
na thesouraria das lote-
ras, porco de bilhetes e
meios, e que com-tatido-
llie que pessoas dilem nao
haverem bilhetes e meius
na thesouraria das lote-
ras, para assim veiderein
logo os bilhetes e meios
|qoe a elle compram. para
revender, e como com
Indamente icam abultadas
porcoes de bilhetes por
vender, por isso o Sr. the-
soureiro manda publicar
que existe um sor ti ment
de todas as numeracoes, u
escolha do comprador.
Thesouraria das loteras
15 de novembro de 1856.
Jos ifaoitario Alves d i
>laia, escrivao das lote-
[rias.
|Lotera da pro-
i vincia.
O abaixo assignado vendeu as sejjuin-
: les sortei:
i I meio n. 898OOO.sOOO.
I dilo 150.1iOOsOUO.
1 dito 2206200x000.
1 bilbete .i 1783IOOsOOO.
1 meio 1510 Oj'OOO.
1 bilhete 550.1 50.?000.
O mesmo tem exposto a venda os seus
felizes bilhetes e meios, da sexta parte
da sexta lotera da matriz da Hoa-Vista,
os |uaes nao eitfio stijeitosao discontodoi
8 por cento do imposto geral, ijue sera"
pago logo que saa a lista geral, na rua
da Cadeia do Itecife D. i5 ; os presos
sio os seguintes:
Bilhete inteiro 4s800 recebe i:000.s()00
Meio bilhete 2x100 2:000.s000
Por S&lustianode Acjuino Ferreira, Jo-
s Fortunato dos Santos Porto-
A casa lerrea da roa Imperial, perlencente ao
Tallecido Joic Joaqoim de l.iin.i, esla sujeita ao pa-
| camenlo de dividan que o mesmo licou devendo, a
i para que nineuem allecue ignorancia, se faz o pre-
sente aununcio.l'm credor.
Alusa-ie um bom sitio para pasar a fesl oo
losar do Cordeiro amarcem do rin, com boa caca
para grande familia, estribara para i cvallo>, asas
para prelos e feitor, bonilo pomar, nimia orlali<:e,
grande baiu de capim : quem o pretender dirija-se
a rua da Cadeia do Kecifen. i.
Pelo prsenle s'o de novo convidados os era-
dores de Anlonio Augusto de Carvjlhu Mariuho pa-
ra que no improsavel lermo de tres das apre seos crditos aos admioblradoraa da mas-ia lallida, o
bacharel Bajte llenriqoes da Silva, na rua de Mor-
as n. U2, ou a Antonio Domneos de Almri la Po-
cas, na rua estrella do Kosario n. I, alim de serera
conferidas e enlrarem era raleio, e no o fazendo
prncede-se a este, com o titulo que forem apresen-
; lados.
No dia H do corrente mez de novembro fusin'o
escravo lieraldo, perUncenle a beran^a do fallecido
Norberlo Joaquim Jos oedee, o qual he prelo ma
fula, lem no roslo mullas marcas de hexiuas, be de
'estatura regular, c lem duiscicalrizes anda dn
custicos, que se Ihe applicaram quando soffreu o
cholera no lempo ila epidemia, sendo uma no peilo
e outra na nuca ; levnu camisa de algodan, e calca
| de alsodo com riscas encarnadas, mas talvez tenli.
mudado de roupa, porque elle he crioolo e bastante
esperto : pede-se aos senhores eurarresados da poli-
I cia, a pessoas :ue se encarregam de apprebender es-
cravos fgidos para appreheuderem o sopra referido
e o levarera ou mandaren! entreear na casa da roa
de Apollo n. 2 A, oo bairro do Kecife, e ah mesmo
receberao a justa indemnisaefio.
A peno qoe qoizer un prelo que aabe cozi-
nhar, oflicial de lapaleiro, a que sabe servir bem
nma casa a meta, e moito fiel, qnerendo um, an-
Duncie.
Lotera da pro-
vincia.
O abaiio assignado vendeu a sorlr- abaito .lela
rada : us poasuidures podem ir racebrr l.g. ja
aaia a lisia, na rua eslreila do Kosario n. IH C. loja
de iniudezas de Joaquim Francisca dos Sanias Maia.
0 mesmo abaixo a-iiiml tem eiposlo a veavlaa.
saus afortunados bilhelea e meio da Hila pana 4a
setla lotera da matriz da Boa-Vista aaa seos y inl
j conhecidoi.
Numero XIK.KUOdflKlO
ISO UWSOIIO
Iraocisco Isndclnm da Sil*.
A quem convier se dacl.ra qac ha audiencia
do juizo de pal do !. dislricu desla freguezia de
Santo Antonio du Kecife ao da IH do mci imiaite
(lerra-feira) as huras e lugar do coatume.
Quem liver contas enm a barca amaneana rala-
r> Melvellen, capillo WiUoo, qaeira apr!-
las no prazn de :i dias para seren paga*, era earvipta
rio da lleorv Forsler & Coiopaohia, raa du trapi-
che o 8. i
(i capitn Wilson retira-sa cao sua laaailia
para fura do Imperio.
Uesapparecau do silio de Oa de Alma* aaa
cachorro de rae, a escocer: qdem a liver echad. iei
ra levar na Cruz de Almas, sobrado aroarell. m na
roa do Trapiche u. 8, quo aera Kaneroumaole gra-
tificado.
II > pslheca-se oo vende-se ama rasa larraa,
eonslruida a moderna, em bo< loealiitada acsa pra-
ta : a fallar com Joaquim dos Keis .ornes. a<- Ct-
Ihos, ou na rua da Cloria n. :IJ.
- Precisa-se alug.r uma preta qoe eozohe a -
gomme para o servieo interno da aaaa casa de roque-
a familia ; paga-se bem : o raa Imperial, casa
ii. 191.
Oflereca-se Mt sacras com fariaha do wasia-
ca inulto boa : quem quizer rtiri|i- a. trapicha dn
Sr. Bernardo a tralar cora o meta.
Preeisa-se de um bom connheiro para ama
casa cslrangeira ; a Iralar o roa do Irapteba a. 8,
primeiro andar.
Ileory horsler Ilelch retira-*a para o Estado
Luidos.
No priiicpio de mimbro do eorreole auno de-
sappareceo do poder de seu taahar a IH. Miaul
Dantas Correi. de l, es, morador oa Serr.i a> 1 ei--
xeira, um molalinho de nomt Kenugio, de idade d>
1 i annos, pouco mais ou menos, acabactaaa, cabel-
los cacheados, com marras de betigas aa cara, doas
denles da frente qoebrados, lem uma petjaeaa rica-
triz ua lonle esquerda, na idada de I. anuos liara
moilas marcas de chicle as costas, que aiada kate
se conbecem applicandu a vila, deseonha-M qac tas
seduzido e furlado para ser vendido, e pr.anl.-sa
contra lodos os que tem concorrido para aaa Saa :
quem o appreheuder, senJo nesla cidade do Hcrif*.
leve-o ao largo da Asamblea, preata a. 10, da Josc
Kibeiro de Brilo, e sendo oo luietior, a casa da na
senhiir, que o'urn ou oulro logar serau beai racaa
pensados.
0 abaito assigaado compraa aos Srs. eredote-
de Ha noel Joao Francisco Doarle a loja da ra Nova
o. 10, e as dividas da mesma ; por isao roga-a ao.
Srs. devedores mandem pagar teas debita tw prazo
de 8 dias, do contrario terao entregaos a roelas aa
procurador par. promover a cabraaca. Keeif* I
da uovembro de 1836.
Juo Ignacio Saartc da Avellir.
Atten^ilo.
Hoje sabbado, depois qne mandei para a impren-
sa a minha cerrespundencia em resposla a um anona-
do publicado boj. mesmo, eneonlrai eom urna pnaana
do eogenho Marlapagipc, qaa deu-me certeza 4c
anda hnntem ter nesse engenho denado o nacravii
Agostinho, qoe o Sr. Siqu. ira em te* annunrio eho-
goa a dizer que havi. desapparecido por influencia
miuha. Toroo a repetir, nada mais ha qaa aaa faca
sorprender o meu ugrn o Sr. Amonio de Siqueira
Cvale nti, elle pode dizer loda qnanla qaiior con-
tra mira, porque seus actos devem me hje amarar.
A. C. P. da Hartos Ponce de Uoa.
Bilhetes de vitita.
(,ravam-se e imprimem-secom peileirlo l.iIltH.
de visita, leltras de commercio e lodo* na abjaciaa do
trie caligraphica, regislrot, vinhelasa qnaeaqnnr d*-
senhiis, abrem-se urinas, tinete, laol* a lalhn dar
como em relevo, ornamentos em objeclos do taro e
prala, fazem-se riscus lindos a originara para barda-
dos de labyrintho ; admille-se a rocana de qaae*-
quer desles objeclos no caso de nao firarem a conten-
i das pessoas que os encommendarein : qoeai pre-
tender dirija-se a qualquer desles lanares : no tieiiro
do Recife, rua da Madre de Dos a. XI, prima ir
indar ; em Sanio Antonio, na livraria darica do
pateo do Collegio n. '2 ; as Cinco Panto, obradn
da quina confronta a matriz nova.
'Meuwc*.
Compra-te urna casa Ierre qaa toja em hoa
rua : ua rua da Cadeia Velha n. 1:1, se dir' qnetn
pretende.
Compra-te om terreno on pequeo tilia, anas
qoe t.nha al de, .Maogoinhooo Capaos, parem stodo en rbao
proprio : na taberna da rna da Cratea o. Jii se dir
quem qoer.
Compri-se orna casa em qaalqoer roa dos bair-
ros de Santo Antonio on Boa-Vista : na rna da Sobo
o. .">.
Comprara-se plices da (divida provincial,
ni ruadas Flores n. 37 1.' aodar.
Compram-se garrafa vastas a 8JO0O a cento .
na rus d. Senzala|Velba n. 110, no deposita de be-
bidas espirituosas-
&cnd*.
Vende-se oo permuta-* po qaalqoer proprie-
dade nesla praca ou fura della, distancia da cerca de
duas Irgoas, nao sendo em Beberibe ; a lambeta -c
arrenda por preco rauilo razoavel, sendo a braoilei-
ro, um silio em Beberibe, lem nma cata recalar
com 6 quarlos e sata, loda envidrarada, estribara
com .V) palmos de cumplido a at> do largara, lea
frocteiras e capim, baila groada para plantar o
que qoizer, e para ter vacos de leile em abnndaa-
cia, lenha e agua para gasto de cata e para farar en-
cado, e outras moilas eomrondidades. a par alo sor
mais extenso particularmente se dir' ao prelen.len-
le ; lera 4 bois mansos e I crnicas, este negciu e
fara' com quem quizer : na rna do Vigario n. I.
lerceiro andar.
Vendem -sa G escravos de idade da a H> an-
uos, eom algumas habilidades o raa IHreiU a. .1.
Praiiches de pintio.
Veodem-se na fabrica de velas Aa raa do ltrum.
mais em conla do qac em nutra qualquer parte.
Vende-se a taberna Ma ao becco Largo do Re-
cife n. 6 : a Iralar na mesma.
Vendein-se tarcas com milho e dila* ron fan-
nha ; na rua das Flores u. ->!, labora contrtala ao
porto das canoas.
Ni Irivest.i da Madre de Deas, aa tesaado an-
dar do sobrado n. Ii, ha para vender-te auto etara-
va um ;a de -20 anoot, pouco mais oo mena, o tan
bonita figura.
Capachos gran-
des.
Sochegados a loja de miudetas, na raa da Cadeia
dn Recife n. i, ptimos capachos em forma do t-
pele, proprios para totas em cata terreas a amae*
so vendem por precos eommudos.
o.
Vendem-se 12 cadeirat modaraas, de
cora assenlo de palhinha, por preco
roa dos Pires junto a caita d'agaa.
Vendt-sa uma escrava por prec cernaod. ;
oa roa do Brom ionio a fabrica da vela a i
Sal superior da Cadi : vende-se
Schramm Wbaleh & Companhia.
-^r^Tl
Vendera-e para li- t~v
qonlaro as fazendas i
baiio menrionada, ""Wssi
rutlenlcs na loja n. .N,
------------------- ...j.. ... w- fc
.non ius Ao>.: chapeos de castor braneo, prelos francezes, ditas para s>nhora e menina.. Ji-
los para baptitalo de arlcacaa. loueat pora o
m-sin is e senhora.. enfeiles para cabera, ores
finas, peuiias, manteletes, capolinho*. |roneirjt.
manguitos, leqoet, chales de r.lroi bordadot, len-
cnhns de dito, lovas de sed o pellica, btt-vt d
bloude, dilos de linho, filas de seda e velludo, da-
masco encarnado, azul e amarell, telim do cure-.
macas e saceos para viagem; e nutras moilat (-
zendas qne trria enfadonho mencionar, e qne -e
vendem pur melade du seu valot.
... > ... ... ... ... .,.- ... ._. -s .
.* "-".-"*

Ricos chales %
-. ,'l"'JT:,,"i>in '> l"ja de Sanio FOcIImi, ";
'.'', rua do Queimado n. 10,
"." lindis'imus chales de Inuquim, sendo ma-
Vifl tizados c de uma su cilr ; ililo* de casetnira *
i verdadeiros rom lindas palma, sendo nma -
\'.\ matizada e oulra de uma mi cr ; a riles "
"v antes que se acabem. pois san poneos. *.;
Vende-se milito liaralo uin cavalln
pedrez btante unae, j;ordo n .u-Im-
iiucs, |ii opi i para carro I tccsmo |Ktra
sella, por indar bai\o: qunn o ipii/i-i
com pa r pode-so di rirjii-r a rua da Cnu.
n mostrar.
MUTILADO


JIMIO l PiIMBIlO SIGUN1A fllln i7 M. RQViMBRO DE Itil
Vende-se ires casas terreas,sendo urna nobair-
rodo Recife, e duas no de S. Antonio ; irata-se na
ra da Cadeiado Recite loja n. 31.
Na loja das seis
portas
Km frente do Livrament
Indispensaveis camisas para liomem com peilos de
eguiao francezas a daz tosles, pegas de cambraia
lisa com oito varas e meia para vestido de doua e
tres babadoa a tres mil ri., corles de cases chita com
sete varas a qoatro patacas e meia, fil preto de chu-
visqoinhos paia camisus a qualre patacas a vara, cha-
les de marin de todas as cores a quatro mil e qui-
nheotos, chales de cassa adamascados para ir ao ba-
ndo a sello, chales esotros para casa as inanlias
Trias a duas patacas, ludo se vende barato a dinheiro
avista para acabar antes do bulanco.
Vende-se urna casa terrea sita na na do Am-
piare, na cidade de (Huida : a tratar na roa do Fogo
ii. 8.
Vende-se por preco commodo, na roa da l'raia
i. 46, cal de Lisboa muilo superior,lano em qoali-
dade como uo taioanho das barricas, chegada ulli-
mamente na barca Mariana.
VINAGRF EM BARRIS.
Superior a marca l'RR e Kalc/lo & Socios, adia-
se a' venda oo arinuzem do Valeora, ra de Apol-
lo u. 13.
\eude-se urna escriva moga de narao, cozi-
nha, eugomoaa e lava, ludo com perfeirAo : na ra
DireiU, taberna n. 7
PARA ACABAR.
Na ra Nova, loja franceza n. 8, confron-
te a Caml'oa do Ca rao,
veudem-se chapaos de seda para senbora, da ultima
moda e qualidade, eom uro leve loque de mofo, pelo
baratsimo prego de I09 cada uru.
Na loja das seis
portas.
Em frente do LivrameiUo.
A doze vinteos o covado de alpaca franre/.a para
vestido je enhoras, largura quatro palmos, chaly
de llores, fazeoda de goslo a duas patacas o covado,
chitas escuras que niodesbotam a meia pataca o co-
vado, e de cures a seis vinteus, meados francezes a
meia pataca, e la reos a dous lusies, cassas pintadas
meia pataca o covado, riscado trancado para roupa
dei escravos a seis vinteus o covado, cassas escocezas
a doze vintens o covado, e todas as mais fzendas
por precos que convidam a enroupar para a fesla. A
loja esta berta das seis da mandria as nove da noile.
CABRIOLET.
Vende-se nm uptimo cabriolel; para ver na co-
clieira do Sr. major Silveira, na roa da Cideia de
santo Anlouio ; para Iralar na roa do Queimtdo
luja de miudezas da Boa Fama u. 33.
Gomiiia do Aracaty.
Na ra da Cadeia do Recife n. 57, vende-se sn-
|ierior gomma ltimamente chegada doAracaly.
Cera de carnauba.
Na ra da Cadeia do Recife u. 57, veudem-se sac-
ro com soperior cera de carnauba, por menos do
que em outra qoalquer parle.
Couros de cabra.
Na na da Cadeia do Recife n. 57, veudem-se su-
periores pellos de cabra, por precos commodos.
AVSO
aosbarbeiros.
Na ra da Cruz n. 51, sala debarbeiro,
di; Antonio Barboza de Barros, vpndem-se
bichas de Hamburgo, pelo diminuto pre-
co de 20s000 o ceato, as mais modernas
do mercado ; assim como se alugam mais
barato do queem outra parte, e se vende
a retallio.
C.dxetes francezes.
Veudem-se eartOes em 21 pares de coljeles
francezes a no t. cada um, meias croas para ho-
iieui a 1 o par, e duzias a I96OO r.: uo aterro da
Boa-Vuta n. 78.
Faquetas para carro:
Veude-se muilo superior vaquetas para cobrir
carro, por commodo preco : no aterro da Boa-Vista
u. 78.
Vende-se nm bom cabriolel, dtscoberlo, com
arreios de metal principe e lodo roassico : na roa
-Nova, cocheira por baiso da cmara municipal.
Veode-se um sabia bonito e muilo cantador:
no pateo da Sauta Cruz u. 2, sobrado de nm audar.
As Bragas.
No deposito de pao da ra da Cadeia de Sanio
Antonio n. 6, vendem-se as j bem condecidas bo-
lachas d ovos i moda de Braga a 500 rs., e chi'da
India o mais superior a 23500 a libra.
Vende-se um bonito cavallo lodado
c bom andador: a tratar na ra do Quci-
mado, com o Sr. Manoel Jos Leite.
ANTONIO LUZ DE OLIVEIRA AZE-
VEDO
tem para vender uo seu escriplorio, ra da Crnz
n. I.
Miperioree charutos em caitas de 100 e de 200.
labaco liuu simonle em talas de t e 2 libros.
i'ilulas de Vallis.
I'os de rogr.
Cdarope de Naf.
I'asla de jujoba.
Alllieia.
Auil muilo Pino.
ANTONIO LUIZ DS OLIVEI-
RA iZEYEDO
lein para vender uo seo armuzem, travessa da Ma-
dre da Dos n. 5.
Genebra em gairafoes por barato preco.
I'iassava.
Farinha superior de mandioca.
Piso da Suecia.
Cabos de cairo.
Hilos de lindo.
Tinta branca em hilas, limito boa.
Domingos Alves Matheus tem para
vender, em seu escriptorio, na ra de
Apollo n. 25, o seguinte :
Superior vinlio velho do Porto, em bar-
ris de oitavo.
Dito geropiga velho em ancoretas.
Dito engarrafado.
Enxadas portuguezas.
Toalbas de linlio para rosto.
Lences de linhopara casa.
Sement de I inhala.
Panno de linho do Porto.
Ricos e elegantes pianos.
To de algodao da Babia.
Panno de algodao da Bahia.
Na rui do Trapiche u. ti, escriptorio de Ma-
noel Alves (iaerra, vende-se por commodo prec,o o
secoiole : superior viudo do Porto em barris de
oitavo, chapeos de feltro, eiabAoamarello fabricado
no Rui de Janeiro.
UM VESTIDO POR 29000.
Novo e completo surlimenlu de corles de vestido
de edita de diflerenles padres, cores finas, palo di-
minuto preco il. 29 cada corle : na loja de 4 porlas,
na ra o Queimado n. 10.
DEPOSITO DA FABRICA
Industria Periiambucaiia,
RA DO CRESPO N. 9.
A fabrica de sabao e velas de carnauba, es-
tabelecida na ra do Brum, tem estabele-
cido um deposito na ra do Crespo o. 9, pa-
ra ahi nicamente dar eslraccao ios seus
producios, proporcionando assim a maior
commodidade aos consumidores. As velas
manufacturadas nesta fabrica, offerecem as
vantagens seguinles: sao bitas com a car-
nauba simples purificada pelo meio do va-
por, sao inodoras e bellas na apparencia,
quetmamcomigualdede e nSo esborram, e
n3o fazem munao e dSo mais luz e mais cla-
ra do que as velas stearinasou dequalquer
composicao, e que se vnndem no mercado.
Fabncam-se de 6. de 7 ede 10 em libra, ven-
dendo-seem caixas que con tem 192, 224 ou
3s0 velas cada urna pelo preco de 15/.
O sabao he branco, as materias primas
de que he fabricado sao simples e inofensi-
vas, o cheiro que deixa na roupa heagrada-
vel; rivalisa com o melhor sabao hespanhol
e he superior ao sabao americano, que se
vende no mercado a 2*0 rs. a libra.
Vende-se igualmente em caixas de arroba
e a preco de 160 rs. cada libra.
Os incrdulos comprando recouhecer3o
por experiencia a veracidade do que se an-
nuucia.
Em casa de llenr. Brunn & Companhia, dh
ra da Crqz u. 10, vende-se cognac em carnudas de
duza.
Supe
or cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa : no
arnaxemde Novaes & C, ra da Madic
de Deosn. 12, por preco commodo.
Velas de car-
nauba.
Vende-se a 123000 a arroba de velas de carnauba
do Aracaly ni ru;i do Queimado |ja de ferragens
Pekim.
Esta rica fazeuda de ti palmo de largura de inlei-
ramente nova em Pernambuco:; fabricada no celaale
imperio, de cuja capital lira o nome, he de uns pa-
drSesliodissimos e ainda 11,10 vistos al agora : ven-
de-se pelo baralissimo preco de 29600 o covado : na
ra do Queimado o. 7, loja'da estrella.
AGENCIA
D fundicao Low-Moor, ru daSenzala-Bo-
va d. 42.
Nesteesiabeleeimenioconlina a haver uas com-
pleto sortimsnto de moendas a aieias moendas
para engenho, machinas de vapor e ttixas de
ferro batido e coado de lodos os tamanhos para
dito.
I.ABYRIRTHOS.
Vendem-se lencos e toalhas de labvrintho, assen-
ladoem fina cambraia de linho : na roa da Cruz n.
34, phmeiro andar.
CAL E POTVSSA
Vende-se potassa da Rossia e americana, edeesda
nesles dias e de superior qualidade ; eal de Lisboa
da mais nova que da no mercado : nos seus depsi-
tos na ra da Apollo o. 1 A, e 2 B.
Cal de Lisboa e potassa.
Na ra do Trapiche armazens ns. 9 e
11, vende-se superior potassa da Russia
c americana, cal v'ugem de Lisboa, da
mais nova que ha no mercado
Moinhos de vento
combombas derepniopara regarhortaaebii"
xa deeapim : na fundicao de I). W. Bowman
oa rna do Hrum ns. 6, 8 e 10.
Em casa de Saunders Brothers & C, praca
do Corpo Sanio n. 11, ha para vander o se;uinte:
Ferro inglez.
Pixe da Suecia.
Alcalrao de carian.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Dito en trancado igual ao da Bahia.
E um completo sortimenlo da fzendas proprias
para asie mercado ludo por preco commodo.
Farinha de mandioca.
Vende-se superior farinha de Santa
Catharina, em saccasquetem um alquei-
le (medida vclha) por preco commodo:
no arma/.em de Novaes & C., na ra da
Madre de Deof n. 12.
A38500
Vende-seca I de Lisboaul ti mamen lee bagada ,as-
simcomopotassadaRassiaverdadsira : na oraca
doCorpoSanto o.11.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ha fundipao de ferro de D. W. Bowmann oa
ra do Brum, passando o chafara,'1 eomina ha-
ver um completo sortimenlo de taixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
aeham-se a venda, por preco commdo com
promptido: embarcam-se oucarragaa-sa sm acr-
ro em despeza ao comprador.
Veode-se superior linha de algodao branca e
^e cores, em novello, para costara : em cas de
jouthall Mellor & Companhia, ra do Torres n. 38.
Vinbo do Porto
Vende-se vinbo do Porto das mais acreditadas
marcas, em caixas de urna e duas duzias, e em barris
de quarto, quinto, oitavo a dcimo, por presos com-
modos : na roa da Madre de Ueos, loja n. :i'l.
Na ra do Vigario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se vinho do Porto da superior qoalidade da bem
coobecida marca GW en pipas, barris e canas de
ama e duas duzias de garrafas.
A verdadeira gracba tngle/.a n. 97,
em b tricas de 13 duzias de potes: em ca-
sa de James Crabtree & C, ra da Cruz
n. 42.
Vendem-se saccas com farinha, de alqueire,
medida velda a jOOO : na ra do Vigario, taberna
de Joao Simio.
CEBLAS.
Continua-se a vender ceblas solas a 500, 010 e
800 rs. o eenlo, e de moldo a 900 a 13200 : oa tra-
vessa da Madre de Ueos o. 18 ; e assim como bala-
tas de Lisboa a i-ou a arroba, sendo de urna ar-
roba para cima.
Sao mnito lindos para pn-
II11 Os
Vendem-se muito bonitos botoes para pu-
nhos pelo barato preco a 500 e 800 rs. cada
abotoadura : na ra do Queimado na loja de
miudezas da boa fama n 33.
He mnito barato.
Vendem-se duzias de facas e garios de ca-
bo de marfim de boa qualidade a 10;, ditas
ditos de cabo de balanco. muito finas a 6#,
ditas dilos cabo roliQO e oitavado a 3, du-
zias de colhcres de metal princip a 33 e 63:
ditas de metal mais orJinariu a 800 e 13*00,
e outras maitas cousas que se vende barato,
na ra do Queimado na bem conhecida loja
de miudezas da boa fama n. 33.
preco que nSo deixara do agradar aos se-
nhores compradores.
XAROPE
DO
BOSQUE
Koi transferido o deposito desle xarope pBra a bo-
tica de Jos da Cruz Santos, na ra Nova 11. 53',
garrafas 5&500, e meias 38000, sendo falso todo
aquello que na"o for vendido nesle deposito,pelo
que se faz o presente aviso.
IMPORTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para curade pht\sicarro todososseusdiOeren-
tesgros, quermolivada por constiparles, tosse,
aslhma, pleuriz. escarros de saugue, dr de cos-
tados epeito, palpitadlo no coracao, coqueluche-
bronchile, ddr na garganta, e todas asmolestias
dosorgos pulmonares.
Naiojadaboaf
vende-se o mais barato que he possivel:
chales lisos do merino muito fino com fran-
jas de sedB a 5/011", dilos dito lisos de listas
Je seda a 4', lencos de cambraia muito fina
com bico de linho a 13200, ditos de cambraia
brancos com barra de cor a 240 rs., mantas
de seda para grvala a 13, peilos para cami-
sas, brancos e de cores a 400 rs., fil de li-
nho bordado a 19280 a vara, dito de dito liso
a 880 rs., camisas de riscado finas e muito
bem feilasa 1/500, alpaca de seda de muilos
bonitos padres para vestidos a 640 rs o ci.<-
vado, luvasdeseda para homem e sonhora a
l/o par, ditas de pellica para senbora a 1/,
ditas de fio de Escocia para homem a 400, di-
tas de dito para meninos a 320 rs., meias
pretas de seda para senhora a 23 o par, ditas
ditas de laia para padre a 13600, ditas bran-
cas muito linas para senbora a 240 e 320 rs.,
ditas pretas de algodao para senhora a 400rs.
ditas de algodSo cru para homem a 200 rs, ,
alm disto multas fzendas que se vendem
muito barato, e que a vista dos precos os se-
nhores compradores n3o deixarSo de com-
prar : na bem conhecida loja da boa fe, na
ra do Queimado n. 22.
AOS AMANTES DO ROM E BARATO.
Veudem-se ricas charuteiras bordadas a
retroz servindo tambem de carleira a 4/, di-
las sem ser bordadas muito boas a 29 e 3/,
carleirinbas muils ricas a 2>, ditas proprias
para viagem a 23500, carteiras grandes para
dinheiro a 1/500 e25, tranceiins para relo-
gios. pretos de retroz a 160, afiadores para
uavainas muilo finos a 1\ pedras inglezas de
aflar navalhas a lf e 13500, ricas bengalas
pelo barato preco de 13 e 13500, penles com
escova e espelbo para >usas a 800 rs esto-
jos para barba a 23 e 2*500, fivellas douradas
para caigas e colletes a 120 rs., custes para
bengalas a 80 rs., caixinhas para guardar
phosphoros a 160 rs escovmhas para lim-
par penles a 240 rs., chicotes muito bons
para cavallo a 800 rs esporas linas de ac a
1/, gravatas de seda muito boas & 15, ataca-
dores de cornalina para casaca a 300 rs., pill-
eis inglezes para barba a 500, 600 e 800 rs.,
camisas e meia muito finas a1|20, ricas
abotoaduras para collete a 500 e 600 rs., di-
las para palitos a 500 e 600 rs., eslojos de na-
valhas linas para barba a 23, carias finissi-
mas para rap a 2*500 e 3, ditas redondas de
tartaruga linas a 6?, e oulras muitas cousas
que se veudem por barato preco : na ra do
yueimado ua tem conhecida loja da boa fa-
ma n. 33.
TAIXas DE FERRO.
Na fundicao da Aurora em Santo Amaro, e
tambem no DEPOSITO na ra do Rrum, logo
na entrada, e defronte do arsenal de marinha, fia
sempre um grande sortimenlo de tahas, lamo de
fabrica nacional como estrangeira, balidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas efuodas; e em
ambos os lugares existem guindastes para carre-
gar canoas ou carros, livres da despezas. Os
parcos sao os mais com modos.
SAO DE BOM GOSTO.
Cambraia.s fraocezas muilo finas e de lin-
dos padrues.a 500 rs. o covado : na bem co-
nhecida loja da boa le, na ra do Queimado
n. 22.
Km casa de Rabe Sclimettati i C,
ra da Cadeia n. 37, vende-se:
Vidrospara espelbo.
Vinho do Rheno superior.
Conservas alimenticias.
Tinta para typographia.
ludo por preco commodo.
Em casa de Rabe Schmeltau & C.
ra da Cadeia n. 7)1, vende-se :
Elegantes pianos do afamado fabrican-
te Trauraann de Hamburgo.
Meias de todas as
da des.
Vendem-se muito boas meias de seda pre-
tas e brancas para senhoras pelo barato pre-
co de 2/500,ditas de laia para padres a 13800,
ditas de fio de Escocia pintadas para homem
pelo baratissimo preco de 400 e 500, ditas
brancas e cruas para homem ti 200, 240 0
280 rs., ditas pintadas e brancas para meni-
nos a 240 e 300 rs., ditas brancas, finas para
meninas a 240 rs., ditas brancas para se-
nhoras a 240, 300 e 400 rs ditas pretas de
algodao para padres a 600 rs., e outras mais
qualidades que se vendem barato na ra do
Queimado, na bem conhecida loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
Em casa de Timm Momsem A Vin-
nassa, praca do Corpo Santo 11. lo, ha
para vender:
."> pianos fortes do melhor autor.
lim sortimento completo de vrosem
branco, chegados pelo ultimo navio de
Hamburgo.
Moendas superiore.
Na fundicao de C. Starr&C, em San-
to Amaro, acha-se para vender moendas
de canna todas de ferro, de um modelo e
construccao multo superiores.
C. STARR & COMPANHIA
respeitosamente annunciam que do seu ex-
tenso estabelecimento em Santo Amaro, con-
tunuam a fabricar com a maior perfeicflo
Luvas de variasqualidades
Vendem-se ricas luvas de seda de todas as
cores, boidadas e com bolotas a Si o par,
ditas sem ser bordadas brancas e amarellas
para homens e senhoras a 13, 19200 e 19500,
ditas de fio da Escocia brancas e de cores
para homens e senhoras a 300, 400, 500 e
600, dilas brancas e de cores, de algodao,
proprias para montara a 240 e 320 e oulras
qualidades mais que se vende na rna do
Queimado ua bem conhecida loja de miude-
zas da boa fama 11. 33.
Ocnlos e lunetas de todas
as qualidades.
Vendem-sesuperiores oculoscom armacao
de tartaruga de ludas as graduacos a 39000,
dilos muito bous com armaces douradas a
13200, dilos dilos com armages praleadas
13, ditos dilos com armago de ac a 800 e
19, lunetas com armacSo de tartaruga a 1s,
d'tas redondas equadradas de baleia a 500
rs.. dilas de dous vidros armacao de baleia
a 19600, e oulros oculos mais que se vendem
por preco barato na loja da boa fama na ra
do Queimado n. 33.
* iirt is pura jogar.
Vendem-se baralhos de cartas francezas
muito finas e de bom papel a 500 rs. o bara
loo, ditas portuguezas nuito finas a 320 rs.:
na ra do Queimado lia loja de miudezas da
boa fama 11. 33.
NA LOJA DA Ukffl
vende-se bom e barato madpoISoinuilo fi-
no n. 6 a 43600 a peca, dito ito a 3S60, dilo
entre fino a 3/300, dito- dilo a 23700, algodao
trancado peca de 20 jardas a 3/5Q0. dito liso
muito encorpado dem a 2/880, dito dito
idem a 23240, chita fina para cobertas a 200
rs. o covado, dilas escuras de cores fixas a
160 rs., cambraia lisa muito fina a 560 rs. a
vara, dita dila fina a 480 rs., dila muilo fina
com salpicos a 80o rs., dita preta muito fina
a 400 rs., dita adamascada com urna vara de
largura propria para cortinados a 73 a pega
assim como muitas) outras fzendas, que
por su s qualidades se lornam recommen-
daveis aos amigos do bom o barato: na ra
do Oueimado n. 22 na loja da boa f, defron-
te da da boa fama.
FITAS DE YELDO.
Vendem-se litas de veludo pelas e de co-
res, estreitas e largas, lisas e abertas de mui-
lo bons gastos, pelo barato preco de 160,
320, 400, 500 e 600 rs., na ra do Queimado
na loja de miudezas da boa fama n. 33.
BANDEJAS FINAS E BARA-
TAS.
Vendem-se bandejas finas e de varios ta-
manhos pelo barato prego de 1/500, 2?500,
33500 e 43 : na ra do Queimado loja de
miudezas da boa fama 11. 33.
ROB LAFFECTBUK.
O nico autorisadn por tlecis/to do connelho real e
decreto imperial.
Os mdicos dos hospilaes recommendam o
arrobe de Laffecteur, como sendo o nico
autorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Este medicamento de um
goslo agradavel e fcil a tomar em secreto
est em uso na maimha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco lem-
po com pouca despeza, som mercurio, as af-
fceces da pelle, impingens, asconsequen-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes do.
partos, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convm aos catnr-
rhos, a bexiga, as contraeces e a fraqueza
dos orgSos, procedida do abuso das injec-
ces ou de sondas. Como anti-sypbililicos
o arrobe cura em pouco lempo os'lluxos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessante.*
em consequencia do emprego da copahiba,
da cubeba ou das injecces que representem
o virus sem neulralisa lo. O arrobe Laffec-
teur he especialmente recommendado con-
tra as docncas inveteradas ou rebeldes ao
mercurio e ao iodoreto de potassio.--Lisboa
--Vende-se na botica de Banal e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praca de I). Ce-
dro o. 88, onde acaba de ebegar urna gran-
de porcao de garrafas grandes e pequeas
viudas di ectamenle de Caris, de casa do dito
Boyveau-Laffecteur 12,ra hichelieu Paris.
Os formularios d3o-se gralis em casa do a-
genle Silva, na praga de D. Pedro n. 82. ~
Porlo, Joaquim Araujo ; Bahia. Lima & Ir-
maos; Peruambuco, Soum ; 4io de Janeiro,
Rocha & KM los ; e Moreira, loja de drogas ;
Villa Nova, Joao Pereira de Magales Leite;
Rio Grande, Francisco de Paula Coutoo: C.
Rap de Lisboa.
PELO VAPOR D. PEDRO II :
na ra do Queimado n. 55.
Brilhantine
A 103000 O CORTE.
Com este Ululo cheaou pelo ultimo navio francu
lindo, eortes de seda e.coceu de liados gastos : ua
ra do Queirciadn n. 21 A.
ct**o* fttgitoS.
Forjo do enaenhn Goararapts, no dia 11 do
crranle mez. o moleque lien lo, idadede 16*20 ao-
us, alio, secco, pernas bem linas, sem barba alcu-
ma, raslo redondo, muilo esperto e Tallador, lem al-
gumas ciealrizes de chicote, j esleve lpulo aait de
um mez, passando por forro, perlo de lguarasu' :
quem oappreheuder leve-o a travessa do Queimado
i. 3, ou a seu senlior no mesmo eugenho tioarara-
pes, que recompensar'.
No dia 14 do correule fugio do abaiio asaigua-
'lo soa tscrava Maria, crioola, de idade 28 anime,
levando vestido de clni.i amarella e panno da Costa
roto : quem a pegar pode leva-la a estrada nova em
casa de seu senbor Jos Esteva* Rodrigae* dos Ad-
is, ou na ra da Praia n. 46, que sera' recompen-
sado.
da manhSa fugio om negro por nome A Io-
nio, o qual be de naejo com os signas* ae-
guintes: cor fula, pouca barba, pau do
quarto direilo, os ps apalhelados, a ao t
do lado direito tem algunas costaras imi-
tando calor de ligado, levou caifa azul te
riscado, camisa azul, chapeo de pal ha
(negro tem um irmao que he cortador
carne nos agouges da freguezia de Santo Aa-
tonio, sendo este o seductor daquelle, se-
gundo que se lem sabido ; foi esrravo do Sr.
acadmico Antonio Kogerio Freir de Carva-
Iho, morador alrazda matriz da Boa-ViaU,
tendo viudo com o mesmo acadmico Va A-
gua-Preta,talvezlomase esta estrada ; por
lano pede-se a todas autoridades onde e
mesmo for encontrado, e os capilaVes de cam
po hajam de aprehender, ou leva-lo sesee
legitimo senhor abano sssignadn na rea
larga do Rosario n. 48, que generosamente
paga a quem o Uouxer.Bernardo de < er
queira Caslro Mouleiro.
Continua a estar fgido o estrave Asflosn
de naco Cassange, de idade ds 35 aaass pesco
mais ou meos, altura regalar, cangseiro a* sa-
jar, cor preta, rosto redondo, sera serla, esanv,
limpas, clieio do corpo, s coa vera* penes; fsi
escravo dos berdeiros do finado Casiano Genfsraes
da Cunha ; ha qaasi certeza de andar ssra as
parles do sul desta provincia, se algeesa
dito escravo fique ceno de que o done ha a |
dar eom todo o rigor das leis centra e stssstdor, e
a quem o capturar promet*-se pajear coa psasre-
sidade, sendo condnzido a rea da Gata n. M se-
gundo andar nesta praes, oa ae eafasae Cresa),
ou Agua-Fri* da freguezis ds S. Lorseos ds
MaU.
Fogio do eusenbo Algrete, freguezia de Agua
Preta. o escravo Izidoro, crioolo, de idade de 24 an-
uos, altura regular, secco do corpo porm robuslo,
lem barba, cor oro tanto fula, e lem um defeito ao
ledo indicador da in.lj direila, he rendido de umi
venilla, muilo ladino e civilisado, alegre, toca vio-
la, incolca-se forro e que sabe ler, procurou nesta
cidade o Sr. tenente-eoronel Ju,lo Pin lo de I erm
Jnior para o coinpr.ir, e huntem depois de ter sido
entregos pelo dito Sr. a Antonio Leite P. Basto, de-
sappareceo em occasilo que foi buscar orna roupa
enwjaja do referido senhor : roga-ea t qualquer ao-
UjTdampoljcial ejcapilgea de eampoaaDpreheosSo e
rTevem so referida engenb ao Sr. coronel /.eterino
la C. Basto, ou nesta cidade a Aolonio l.eiie Perei-
ra bVlo, na ra da Cadeia n. 17, que serio bem re-
compensados.
Esta' ausente ha muilos dias de casa o mole-
que Amonio, bem cunhecido porque eostueaava ao-
dr endeudo, como porque lem estado alagado em
varias casas, elle tem a orelha forada com urna ar-
gola do feilio de uroa meia loa, e o chamam .Niqui-
nd, tem sido visto oo Recife pela roa da Aurora, e I f,uelit do PiUr da dita por
anda sempre em companhia de om preto que lem i r., i'nriin f. itn'i
falla de em braco, .diz que nao esu,fuBido. m.s I %% %T2FZ2*
sim anhaudo semana : ua travessa da Tremp. n. 9. | RK(r, | d, i,,ab,o d. 1K"*.
No da 18 do correntc pelas oito horas' |>e*ro A(< Tatieira
I-osio honlem as 7 lloras da eeile
mualo, de nome Theetai, alto, rifniaSe e*
esm "reas de beiigas, prrase ejsaaa
icslrite* as canellas, bits
culi vos camisa de padh sael i
da d arelie branco n, nmeteise,
absrl ea frseU em furma de ssHIii: sata '
he nataral da Parahib*. M **** do Sr. Csrlas
Coelho qoe o liouve por herasca ** ate s >
Joaquim de Sosia daqowlla ciae>, M i
pelo baiin amlgoad* so r. lliltrw 4* Ail
Vaseooeellps Juuior, sMrsdsr ee oaaeaes T
s |
lo
.4S&
Dos premios tia quarta parte da sexta lotera a beneficio a Matriz da Boa-Aista
__^^_ extrahida a 15 de Novembro de I8S6.
NS. PREMS.
, t'J.
Heloo*
qual=
IOS
obertose descoberlos, pequenose grandes, deooro
i prata. patente mglez, para bomem e senhora, de
nm uos melliores fabricantes de Liverpool, viudos
pelo ultimo paquete inglez: em casa de Son I hall
Mellor & Companhia, ra do Torres n. 38.
Kelogios de patente
iiiglezesdeouro, Jesalionete ederidro :
vendem-se a preco azoavel.em casa de
Augusto C. de Alireu, na rna da Cadeia
do Recife, armazem n. ."iO.
Para eseriptorios e carto-
rios.
Vendem-se resmas de papel de peso do
melhor que he possivel haver a 6s, dito in-
ferior pouca cousa a 39 e 35500, dito paque-
te muitissimo fino a 4*500 e 59, dito almajo
greve e marfim a 43, dito almarjo muitissimo
bom a 35200, dito de cores cm quartos de
resma a 700 rs., grozas das verdadeiras pe-
nas de .no bico de lama pelo barato prer^o
de 18201, ditas muito boas sem ser bico de
langa 500 rs., duzias de lapis muitissimo li-
nos a 330 rs., ditos proprios para riscar li-
vros a 800 rs., canelas de osso torneadas para
peonas de ac,o a 120 rs., caivetes (inissimos
de urna a quatro tullas a 1, 2, 3, 4s, e ou-
tras mais cousas que se vende barato; na
ra do Queimado na bem conhecida loja de
miudezas da boa fama n. 33.
Para quem estiver de luto.
Vende-se na ra do Queimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 33,
voltas pretas finas c ordinarias, ricos alun-
les, ricas pnlceiras, e ricas rozetas, ludo do
melhor gosto que se pode encontrar e por
promptido, toda a qualidade de machinis-
mo para o uso da agricultura, navegac3o c
manufactura, e que para maior commodo
de seus numerosos freguezes e do publico
em geral, tem aberto cm um dos grandes
armazens do Sr. (desquita na ra do Brum,
alraz do arsenal de marinha um
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no dito seu estabelecimento.
AH acharao os compradores um completo
sortimenlo de moendas de canna, com todos
os melhoramentos talguns delles novos e
originaes) quea experiencia de muitosannos
lem mostrado a nece3sidade. Machinas de
vapor de baixa e alta presso. taixas de lo-
do tamaito, tanto batidas como fundidas,
carros de miio e ditos para conduzir formas
de assucar, machinas para moer mandioca,
prensas para dito, foruos de ferro balido pa-
ra farinha, arados de ferro da mais approva-
da construccao. fundos para alambiques,
crivos e portas para fornalhas, e urna infini-
dade de obras de ferro, que ser enfadonho
enumerar. No mesmo deposito existe urna
pessoa intelligente e habilitada para receber
todas as cncommendas, etc., etc., que os an-
nunciantes contando om a capacidade do
suas ofiicinas e machinisrao, e pericia de
seus ofiiciaes, so comprometiera a fazer exe-
cutarcom a maior presteza e perfeicao, e
exaela conforinidade cornos modellosou de-
senhos, e instrucc,9s que Ihe forem torne-
ados.
Ricas titas finas e modera
as dos melliores gostos
que se pode encontrar
so vendem na loja da boa fama na ra do
Qneimadon. 33e por precos que nodeixam
compradores, porque
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