Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07636


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Full Text
ANNO XXXII N. 270
Por 3 mezes adiantados 4J000.
Por 3 mezes vencidos 4$500.
... rT7- n-*- r a.
SABIVDO i: DE Mhmilito DE 18o6.
DIARIO
Por anno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
BUCO
L.u.AIlHEt.ADoS DA SUBSCR1PCAO' NO NORTE
Fuikibt. flr. Grtano Y. di Halivididi; Naul, o Sr. Joio
lulm I. Paran Jnior; Atacan. Sr. A. da Lmoi Brigi;
Cura, *fr. J. Joie da Olirura; MaraDbao, o Sr. Joaquim Mir-
imi t*drigu*i; Piuhy, o Sr. Domingo! Hirculioo ai. Panol
annaa; Pan, a Ir. iuilloiinoJ. .araos,- aVranonai.o ii. J nr
njiaa da Cail*.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Maula : lodM 1 >'", 9 o mcia toras .lo da.
lavan*. Guana* c Faraataa : as eegaaaaa arapa-Wni.
8. AatSa, Ileaerros, ttoaMo-Caraa, Allfaaa e Garaaaaa* : au taraa-lefra,
S. Loareafo, Mu-S lili". Naiarvta, Liaraeiro, llreje, Paaaaaira, raga-
Mira, Flore-, Villa-Bella, Uaa-Vtala, Oerkary e Ba : aaa Burlaa-feu-aa,
IjIio, Ipojuci. ^.'rinliifni. Kio-Formosu, Una. rtarratfal, As-ua-l'n-ta
Pino-titeirai a Natal : oH.Dtai-Iiiira.
Tintos i.t crrelos partan a IU haraa da anLa.'
AUDIENCIAS DOS TIUBCNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommtrcio segundas quintas.
Ralacio : tircu-film a aabbadoi.
Fazanda : quartaa aiabbadoi 11 10 horai.
Juiodo eommarefo: ieiundai al 10 boma quintil 10 aiii-dii.
Juio da orphaoa .- aigundu a quintil n 10 horn.
Primilla. vara da ifvil I Mgundli iinai 10 miio-dia.
Sigundi iara da ilrel: quiln wbbadoa ao maio-dii.
EPIIEMEHIF.S lu MEZ DE XOYEMHRO
3 Quino erescenie ai 3 horai 4 minutos I 48uguodoi di t.
U Laaehaia ai 7 huras23 minutoai48 ugundoi da m.
19 Quirtominguinlaai 8 horas. I.i minulon 48ligundai di ni
27 Lu novias 2 huras,24 minuioi ,4S ugundoidi urda.
I'IIJWMAH DE IIO.IE.
Prlmelri 11 1; hona o4 rninutoi da minhia.
Siguzda ai 7 borla e 18 minulol da larda.
DAS da semana.
10 Sigunda. S. AikJk1 Avelinof. : S. Nimpha.
11 Terci.S. Marlinho b.; S. Verano b.
12Quirll.S. Marlinho p. 111.; 8. Luvino p. m.
13 Quinta Ss. Arcadio e P.-ulclo Mrn.; S. /.china v. 11
14 Sena. S. Abilio diac. ; S. Gu'ias m.
15 Sabbado. S. Cleineniiuo m.; S. Filomeno m.
16 Domingo. 2t> B. tioncalo de Lagos ; s. Edmuud b.
ENCAIlItLG YDOS DA MHM.lllh.to Mi M I
Alagoai.a Si. Claudio* FaleaaDiai; Babia* hr. o.
lio daJaneiro.a sr. Joao Partir Mirnm.
IM PERXAMBL'ClJ.
O praprialana da DIA10 Manaal riianr** a tarta,aa
irraria, praea da Iadapandaocia aa.tal.
QOVEENO DA PROVINCIA,
pontete M alia 12 a aarnabra
OtliciuAo Em. presidente da provincia de....
............., tulicilaodu a expedirn de sin- ordene,
pira que o inapeclor da Ihesuoiana de fuzenda
(aquella provincia n:io ti dene de mandar pa-
gar a quanlia de IttloUOO mensaes. qoo o lente
do 9.- batatn., de iiilaolaha Jos Amonio de l.nna
cnusignou all de seu sold, lista assim o liaver el-
la pedido ; mas latnbem nvie uina guia uu certi-
ficado, do qual conste haver cessadu o abono deesa
prestatajo, alim de e poder regolarisur oeita provin-
cia o "pagamenlo dos veiirjmenloi do relendo l-
ente.
DitoAo Em. presidente do Ceara, inleirando-o
de haver autorisado o director do arsenal de guer-
ra a fornecer ao eormnandatite do meio batalhio
daquella provincia, as qualro espida, meuciouadas
no pedido que S. Etc. remellen.
Hito__Ao Exm. mareclnl corumaudanle das ar-
mas, exigindo 1 remessa de urna cerlido dos aasen-
tameolos de p.-aca do sildado Auaclelo Nniies Be
erra, relativos ao tempn ero que servio na coinpa-
nliia lita de ravallarii desia provincia, alim de ser
enviada ao tun. presideule do MenMbao.
DitoAo inesmo, recorninen-lando a expedirilo
de suaa ordena, para que a guarda diaria da casa de
dcleotjio seja compo ulia.-Cominutiicou-se ao chele de p'ilicia.
conta do uoverno, no vapor << Irnperalrii, ao alfe-
nt do tt.- !i 11.ilii,ni de infanlari.i Jo-e Kranciscu de
(lliveira Meaquila.Tambem inaudou-se dar passa-
Ke'ti para a Babia, por coola da provincia da Pa-
rahiba, ao l)r. aiiIoiiio Eduardo Kaub.:url>.
OilaBemuveiido, de conformidade eom a pro-
posta do i-hei- de polica, o lerceiro suppleule do
delegado do termo do Brejo, Caetaoo de Oliveira
Mello, para priineiro suppleule do inesino delega-
do.Cominunicou-se ao referido chele.
1.'' Seci.ao.Palacio do soverno de l'eruambuco,
em 1 i .le iiovenihro de Itlti.
.Ne-ic tnoruento reeebu ollicioi do mi rubro da me-
sa parochial Joaquim l-'r'li\ de Araujo, do delegado
suppleule Lala Correa de Sa', e do juiz municipal
suppleule em etercicio /.aearias Goes de Vanconcel-
los. Todos elles ai concordes na eipositjao dos Tac-
tos alil iconlecidos por occasio de se proceder a e-
eicao primaria. Secundo esla t!t.posii;3o, Vmr.,
leudo l'eilu no dia 'J do corrente M duas primeiras
chan>adasde volanle<, conforme manda a lei, deal-
i -iM 1 a terceira para o dia :l as 9 lioraa da mauliAa ;
mas uesse dia, dapois de ler felo o povo esperar na
iureja inulilineule ale as li horas da larde, declarou
que nao 1.1/1.1 a terceira chamada. Mo dia se^uinte
i; priucipiuii-se 1 apuracao. que fui interroinpida
pela uoile, qtiandu a> s horas lu roubada a urna em
presenca de Vine., o de oulraa peisoas, sendo uo dia
> encontrada na torre da iureja, quebrada, semas
re lula!, mas com u livro das acias e a lista dos vo-
lad.es.
Admira que leudo occorrido acontecinicnto dessa
D1I0Ao mesmo, Iraiumittindo par ter o conve- onlem, nao recebesse eu ollicio al.uin de Vmr. lo-
nieute desuno, a guia do alferej Leopoldo Bordes 1 ,n,Urt p,,,, por ,,,, qu, rerem daque||as ou-
0*M* L'eha, que leve passaijem da .,. baialhao iDfiintaria para o da mesma arma.1 arlicipou- credilar que Vir.c. procedessa de modo l.to replanen-
90 ao Exm. ptesidenle do Maranhao. I nivel, passo a obsarar o ie{juin[e :
DitoAo Exm. cotiselheiro presdeme da rea- Altim do alvilre illeyal e arbitrario de nao fazer a
rio com ordem
cluida anle< d
toda a provincia
lieos cuarde a Vine.Salsea Tei\aira de Macedo.
Sr. Joaquim FelU de Araujo, inemhru da mesa
parochial de I acralo'.
m e regularidade, e pona litar con- tana da Bolonha, que Ihe foi confiada em 28 de 1 Dito J*S* llirrano Alvcs Maciel
a reuiiiilo dos collegios eleitoraes em sctembro de IS55, Capilao Joaquim Cavalcanli de Alhoqocrque
Depois do que pedile o sagrado palito para as I ii*,! M,,oel Do.or.lo de Barros
igrejas de Unen, de Mohilpw e doVarsovia, po- lir. Unaeta Altes 4a Silva Sanio,
vidas do mesmo modo cima dito. 1 Capillo Frauciscu Cavalcanli de Albuquerque
Kinalinente S. S. enlregou o annel cjrdinalicio '., I1'".' ...
. ti u_ o a nr 1 n.,i,. il radie Joaqoun Xavier l'orlell.i
a S. Em R o cardeal V.ale-Pre a, Ihe assignou Cpiu, J0,. Cavalcanli .le Alb.iquerque Mel-
0 Ululo presuyieral de Santo Andre e bao Gregorio lo Jnior
no Monto Celio. "r- Sebaatiio Antonio Accioly Ltus
Ilolirando-so para 04 seus aposeiilos depois do
a, compre-me recommei.dar-lhe que lome todas ngfigni,. S s ^ audieucia particular
netliias emprenue os Hielos mais enercicos para point-uioi
nosso cardeal.
.'1 Secr;ao.Palacio do governo de Peruambuco,
t i de nuvemhro de I8().
Tendo de proceder-se a nova eleico de eleilores
nessa freuezia por ler licado inulilisada a 1.a, am
conseqoeucia dos arontecimeiitos que Vmc. nao ig-
nora
as medidas emprenue os lucios ruis enercicos par
que a eleirao se iffeclue com onlem e re^ularldade,
e seja garantido a todos es cidadaoa o seu diieilo de
volar, luulilisando-se quaesquer meius reprovados
que a capricho e espirito de parlidu queiram por-
ventora empregar.
Vmc. deve en(euder-se com o d.'lesado defse
termo sobre os meios mus conducentes a rnauler a
Iranquillidade publica, leudo de sobre-aviso, mas
sem oslenlat-ao ioulil, a forrea com que ah e poder
contar, alim de que seja ella fcilmente movida em
caso de necessidade extrema.
Dos guarde a Vmc.Sergio Teiveira de Macedo.
Sr. subdelegado da freguezia de Tacaralu'-
r.i.i. para designar tres desembargadores, alim de
que reunidos a Ires ol1iciae< superiores do Mrcalo,
julguem em ullima instancia no da SO da correle,
as 10 horas da inmh,', o procesao criminal do cabo
to eaquadra do corpo tle policia Jos Joaquim Flo-
rencio, declarando S. Etc. com anlecedencia os Ho-
rnea doa designa los.l)lliciou-se ao mareclial com-
maudanle dasarmaa, para mandar avisar os Ires olli-
ciaes de que so Irald.
DitoAo inspector da Ihesouraria de fatenda, di-
ferido que ddve dar cuinpritnenlii a ordem pela
qual se man lou articular ao alferes Jos Francisco
toroetra cliamada, Vmc. levou o dearespeito .i- Icis
ao ponto de nao permillir que a mesa desiguasse o
dia para nova el-irao, como Ihe incumbe o ail. 00
ta le de 19 de agosto de IMUi.
Estranhaudo mu aeverameule ame procedimeulo
faccio-o. que pareee manifestar a iiiIhiq. que se
Ihe atlriliue de inuliliaar por meio tan reprnvado a
eleirao dessa parochia, compre-mu ordenar-llie qua
no mesmo dia em que esle olllcin recebet luanileaf-
lixar o ciiut mnenle edil.il aunuociaiido a eleirao pa-
ra ilousdias depois. e enlao Vine, a presidir! e tra-
tara de cumprir com lealdadc e huir os tleveres
de Oliveim Mosquita os voocimeulos corresponden- que a le Ihe incomlr
le ao prsenle me/. Deto advertir porem a Vine, que uesla occasiao
DitoAo mesmo, retommendando qoe mande | ollicio igualmente aojail de paz nnin-dialo em v,
adiantar ao alferes Jos Francisco de (lliveira Mes- |, ,ra (|uei c,so ae Vl0C- meim da em que
quita, os vencimenlos correspondentes ao presente | ah chegar o portador desle ollicio Dio fazer allitar
inez, e bem assiro passar-lhe guia de soccorrimeulo, 1 ns edilaes que ordeno, os allite elle, e no caso de
viato que teni elle de seguir amaba* pan as Ala- | Vmc., nao se apresenlar a presidir a eaeicto, 110 dia
RM a reunir-se ao K.- batalhAo de iulanlana.j marcado, a presida elle por que assiin ,'< manda a
Parlicipou-ae ao ruarecnal cominandaote das ir^- le.
ma". Ai delega lo sup|ilente em e\ercicio ordeno igjal-
DitoAo mesmo, declarand* que <> inspector do meule qoe lome lottai as medidas, e empregue os
arsenal de marinha participara haver a africana li- .,,,. mais enrgicos para que os eidniaoa des 1 pa-
vre. de nome Generosa, dado a luz no dia 7 do ror- rochia nao fiqaenj privados do axercicio de seus di-
mite una enanca do sano mascoliuo, a qual so lem [ reiis, que bao polem star entreaues ao capricho
de dar o nome de Marlinho.Fizeram-se as uulras de Vine,, guiado pelo espirito de partido, nem ao ca-
p icho de autondade iienhuma.
Dos guarde VmcSergio Teixeira de Macedo.
Sr. juiz de naz presidente da mesa parurlual da
freguezia de Tacaralu'.
4.* Seccao.Palacio do governo de Pernam-
buco 14 de novemliro de 1856.
Remello a Vm.cs. para sen conliecimenlo, opia
do ofcio que Tiesta data dirijo ao ni/, de paz mais
votado dessa fregue/.ia, o recominendo-llies que
concorram de sua parte para o cumprimenlo das
nstruccoes nelle comidas.
Dos guarde a Vrocs.Sergio Teixe'ua de Ma-
cedo.Srs. mumbros da mesa parochial do Ta-
caralu.
4.' Seccao.Palacio do overno de Pernambu-
co 14 de novembro de 185(5.
Remetiendo por copia a Vmc. o ollicio que tiesta
data dirijo ao juiz de paz mais votado dessa fregue-
zia, lenbo a recomraendar-lhe que no caso de nao
seren execuladas por aquelle juiz as nstruccoes
comidas no citado ollicio, Vmc as cumpra belmen-
te, dcbaixo da mais estricta responsabilidade.
Dos suarde a Vmc.Seigio Teixeira de Ma-
cedo.Sr. juiz de paz immediato em votos aoque
nacha actualmente em exercicio na fregue/iadeTa-
caratu como presidente da mesa parochial.
eommumeacoes.
DitoAo'mesmo, dizndo que vislo nao admiltir
demora, o concert de que precisa a cubera do ar-
ma/ein contiguo a poule do consolado, e ser insulli-
eienle o ere lito por onde deve correr essa deipria,
concede a aotonsacAn que S. S. pedio para tiespeii-
ifer sob a responsabili la-ie da presidencia, a quan-
Cia necessaria ao mencionado c mcerlo, t|ue pode
ler executodo por arreniataefta ou adatinulra(ao,
conforme S. S. julgar mais convenie:ile.
j DitoAu rominandiile da eslat.ao naval, iccom-
jmetiiliindo a e\podic.1o d suat o'-ieo. pam une mu.
alos navios d.iquelt^ eslaro tic a Salva do estvlo. lio '
jje us 2 horas da tarde, etn que patlira do rr-enal
ide .uarinba o esc.tler da presidencia coinlu/into o
iiilernonrio aposiolico para bordo do vapor Geno-
va. Ofliciuu-se ao mareclial commantanlo daa
armas, para ordenar que a'lorlaleza do Brum salve,
quando o vapor sahir barra fora.
DiloAo comtnandaote|Suprrior do liiuilo. di-
zendu que he dignu de loutlor o modo porque S S.
procedi acerca de algoos) guardas nacionaes dl-
qoelle municipio, poi qu o seu proceder esta de
perfeito accordo com a prudencia a moderaco t|ue
s* devem ler em pocas de eleices.
DiloAo Inspector do arsenal de niariuh 1, rc-
commeudandu a expedido t^e soas orden-, para que
o escaler di presidencia eslea prompto as duas lio- |
ras da larde, alim de conduzfr o internuncio IOM-
i.-1 SeccaoPalacio do governo de l'cruaiubnco
l de lluvrinluo de IHlti.
Tenlld prese .le o ollicm datado de li do enrente,
em que Vote, faz ver o procedimaiito do juiz de paz
presiilenle da mesa par. rhial e me cummontra, a-
oernrrenaiaa queae deraoi ajenaa frendeaja por oeca-
-i.o iie pro.- ii-r-so a ele15ac.j1ri1n.11ia, qoe Oeoo .
loutiliada e-n conteqoeneii do roubo o qoebranno- I delium
lo 11 urna qoe condola as cdulas dos volantes.
iXe*ta dala dirijo nt|uelle juiz o ollicio constante da
ropia jonla.aendu -le parar que o portador que o le-
v. ehegue a ssa freguezia al o da 2:1 to corrente,
e tendo de comprar a eieicao dotis lias depois da
sua chegada, coulurme as ininhas imlruccocs, pode
Bear concluida no dia 27, poia que na OOtra elcicao
t|tie se jiiulilisnii lizeraiu-se as duas primeiras cla-
uisdas em um su da, e nao sera' agora impossivel li-
11alisar-.se ., terceira no segundo dia. Em ludo o
caso ha espaco sullicieiile para que allelo a que
se val proceder esteja ultimada antes to tifa malea-
do para .1 r.uui.ij dos Collegto* f I -llorar- em luda a
provincia.
Keruminendo a Vmc. que empregue todos os meio
qoe a ua prudencia Ib. ,-uggerir, e que Ihe faculta
R0MA18DESETEMBR0.
Uepois do consislorio publico em que o papa deu
o barrete cardinalicio ao cardeal Viale-Prela, S
S. reuni um consislorio secreto no qual propoz
as grojas seguintes :
As igrejas calhedraes unidas de Osmio e Sin-
goli para S. E. R. o cardeal Joao Brunelli ;
A igreja metropolitana de Mohilow ^Russia)
para o R. WenceslaoZylinski, promovido da gro-
ja caihadral de Wilna ;
A igreja melropolilana de Vrsovia (Polonia!,
para o R. Antonio Fiiail.ii ski, promovido da
groja episcopal de llerruopuli;, nparlibus hif'c-
Juurnal (les Vcbal'.
PAGINA AVULSA.
LI de novembro, as 7 horas da noile.
Continua a apuracao das lelas as freguezias
de Santo Antonio e Boa-Vista, reinando sempre a
maii perfeila harmona ; a differeoca a lavor dos
con-ervadores em Santo Amonio, sooe a triuta el
lautos, segundo nos informaran!, e un freguezia da I
Boa-Vista diz-se ser indubilavel o Iriumpho contra Dito Pedro Be/erra Cavalcanli Maciel
Vigario Joao Itaplista Soares
Capilao Joan tiuilherine de Mello
-Pilo Joto Carlos de M*ndunr,.i Vasconcellos
l'eiienlt Antonio H,is Santos Pinheiro
Majr Prandieo da Rocha Barros NVanderlej
Capilao Pedro Ignacio Wauderlev
Alferes Jos Antonio Pessoa de Mello
Tenente Jos /efermo de Barrus
Alferes Frauci-co Marques da Fonseca
Dilo Jos Nicolao Bezerra
Alean des'e mandoo a mesa parochial expedir di-
plomas aos cidadaos seguintes, por se ter mandado
apurar as listas com :I9 nomes, segundo marcou-se
por editaes, e enleuacr-se que lanos sao os eleitores
da parochia, em face do arligo 52 da lei respectiva e
avises conceriienles a maleria.atim de ser semelliau-
le qneslfn decidida pelo poder rompclenle.
Tenente Manuel Jos Pessoa tle Mello
Alteres Joao Manuel Teixeira Cavalcanli
1351
1:154
Lili
LIM)
IXiO
1:150
|:I50
IViO
LIJO
1350
13*7
1347
1347
1341
1309
1297
I2SK
127-2
laridade*. Aqui a mesa se aepara em doas. Acola a
mesa .Mil faltar a urna, e nao trata de nova elei-
cilo. Mais adiaute apparecem desgoslos, querellas,
queitas de falla tle liberdade.
He justo fazer Mi oh irregularidades app.Tecein nos lugares onde nanea
e previram 011 nos quelicam pela distancia menos ao
alcance .1a influencia benfica das autoridades supe-
riores que residein na capital.
Apezar de ludo, veuha linda o qne vier, a ver ti-
lle plenle ha que esta el-ic.ii lem moralisaduo
paiz. Os tlesordeiros do sertao quando forem saben-
do rumo as cousas se passaram por ca bao de anver-
gouliar-se de sua regueira, imprudencia e alra/o.
os liberaes, visto que he consideravel a tlill'eienca
a favor dus couservadures, e restar ua urua menos
de melade das lisias recebidas.
I i
Fomos ver eslrear as duas artillas madeinuisrt-
le Alexandrina e Kinot no espeelaeulti de I1011-
lem.
F'oi grande a endiente ; a msica do Sr. Pedro
Bapliila esleve como sempre insigue.
Nao somos exagerados, mas devenios em abono da
> ei dade di/er.que nao esperavanjn- que essas duas so-
nhiiras, sem pratica e escola, podessem deseuipenhar
de lal sorle os seus papis que nao lizesse atsolula-
menle aborrecer os .specladores. Fizeram quinto
poderam, e a naiureza ajudoo-llies para nao desa
gradarem o aoililono.
Mademoiselle Alexanlrina, se platicar, ha de ser
urna arlisla de lalenlo : centren esludar-lhe o ca-
rcter ; parece que os papis facetos Ihe agradarao
mais.
A Sra. Kiuol ja lem pisado no palco -. lem desem-
barane.
O Sr. Sania llosa desempenhoo iiiaravilhosamenle;
ha sempre o mesmo, procurando execular o que es-
tada satisfactoriamente.
Os Srs. Alvei. Lima. Ruzeudo e Sra. Jesuina
n3o nos faa desconhecidos, fazem por nao aborrecer
os seus ouviutes ; houteyi o Sr. Alves moslrou-se
desejoso tic agrudar mais 00 que nos ontrus das, e
com efleilo o papel do lal margado parsita foi bem
le-euipenha lo pelo Sr. Alves.
O espectculo uau enfadou : o Sr. Santa llosa me-
rece que os nomo* patricios nao u tirsainpareni ; he
a sua arle dramtica, e o thealro fechado na > lera'
rom que alimentar seus lilhns, e o publico nao lera'
ae quer) essas huas de pa-satempo, o nico em nos-
a 'era que podem todos fruir.
Bm >e sabe que u Sr. Santa Rusa nao he um Jo3o
Caelauo, e u> ui que a p.dire compaiihia que houlem
nos obsequiou he urna companliia do Sin-Pedro, ou
du Gyinnasio. 110 Rio de Janeiro ; com ludo temos
12211
1226
122")
1202
1201
tolico para bordo do vapor t<|Genova.
pelo E*m. presi.lei.le'da'; i r''^1:'l!ibir ^"V^V^''"
DitoAo mesmo, dizeutl
pedidos ultimme ule
Asia. ".. 1..111S hieelr* \ l"i"ha cir'-0''' -e 7 de outubro, para inanler
o que, M hl-.UIIs Ollj-Ctos nuhlica. niM. ,U,aJ.1_____ .
.te, pa,-a ata a qoe lem ... : a"de,de'vo.nar',",r e"' ^ "" Pl?",0')e Ibtr-
ser appl.cados. pode S.nc. (izer asaller.ici.es que
julgar uecessanas no peso, como na grossura tle taes
ubjectos.
DitoAo director das obras pahlicas.Neceni-
lamlo o meu antecessor de um edificio no bairro da
Boa-Vista, para servir de laiispilal provisorio na
lompo em que aqui reinou a epidemia du el.oler-,
pedio ao leiie.ile-coronM Joan Vieir* -la Caoba um
predio sea siluadu na ra da Aurora, prometiendo
restitoi-lo no......um estado en. que fo-se entregue
ao governo. Ese predio servioicom eli'eilo de hos- !
pital de cholencos, sem que o ieu piopnetario re- !
cehe-se por isso RialifleaetO alguuia.
Agora apreseuta-se a viuva lo mesmo lenenle-
curonel requerentloo cumprimeulu da prumessa fe-
la pelo uiao aulecessur.
Coiiviu que Vmc. enlendeiidolse com a proprie-
laria e procedendo aos necessarioii examen, me re-
mella um iiiranieiiln das despezasl a fa/.er para re-
parar os estragos que 0 predio ieiilia soll'rido, em
cousequencia tlu uso a que foi prestado. I*ara sso
deseara Vmc. receber ta coinmisivi de hygiene as
inforin.iroe-. minislratlas pelosmetliqos que dirigirn!
> huspitil, e que -e acham por issolhi
uformar sobre o estado do predio na poca em
que por p irle du governo foram racehidas as suaa
chaves.Ofliciuu-se ncsle senlidu B^ referida com-
missao. \
PortaraAo agente da coinpanhia l das barcas de
vapor, para mainlar transportar al as Alagoa-, pur
Dos guarde a VmcSergio Teixeira de Mac-
do.Sr. delegada suppleule de Tacaralu'.
uccurrencias que ah se
iccasiao de pruceder-se a eleifi* pri-
i.-1 Seccao.Palacio do goveruo de Peruambuco,
I i de novembro de IS56.
Com a copia inclusa do ollicio que agora mismo
dilijo ao juiz de paz mais vutado dessa freguezia,
respondo ao que Vmc. me enderecuu em (i du cor-
rele, coinmuiiicaudo as
deram
maria.
Rusia-me recon.mendar Ihe que use de lodos os
meio de prudencia, e dus que resullam tlu prestigio
de -ua autondade, alim de qoe se uiaotcuha a or-
dem por necasiat. da uova eleirao, e seja e-la feila
coa a malar regularidadc, gafamindo-se a todos os
cidadaos o livre exercicio do seu dueilo de votar.
Heos guarde a VineSergio Teixeira de Macedo.
Sr. acarias lities de Vasconcellos. juiz municipal
appleala em exercicio de Tacaralu'.
i.a
Seccao.Palada do governo de Paraanutiea,
e que -e aclij.n por issotliabililados para 11* de novembro de ISti.
Accuso recebido u ollicio datatlo tle 8 do corren-
te, em que Vine, me Commuuica asoccurrenciasque
ah se deram poroceasiao de proceder-ae a' eleicau
primaria.
No ollicio con.lante da copia junla vera' Vmc. as
providencial que don p.ira que se faca a nova ele.-
PaLO de aspremont.
utaatnnaa
MI TlIKoPltlLO (lAUTltli.
tinal de l'ompeia foi perturbada por um visitador
Mlranbo : uina carru.gen. parou a entrada dos lumulus ; 1 auto deseen, c dirigio-se a 1
o lser do encontr.
A igreja archicpiscopal a Chieli, para o R. D.
I.uiz Mara de Marinis. clrigo d'Aquila, conego
desta raihedral, pro-vigario da mesma cidade e dio-
cese, examinador prosyuodal e doulor em Iheolo-
gia.
A igreja archiepiscopal de Marlianopla, t'n par-
Ubiis infidelium, para o R. Joao Marcel Gul-
kowsky, bis|K), bispo demissionario deJanow ou
Podlachia (Polonia) ;
A igreja caihedral de \ seu, para o R. Jos
Manoel de Lemos, transferido da s episcopal de
Bregarte* e Miranda;
A igreja caihedral de Bora, para o R. P. Fr
Dalmaced'Andrea, clrigo de Morcona, arcltidio-
cese de Benevenlo, professo da ordem dos capuchi-
nbos menores, ex-provincial do campo, Basso, e-
xaminador prosynodai na diocese de Rojano e lente
de tbeologia.
A igreja caiedral de Wladislaw ou Kalisk
(Russia), para o R. D. Miguel Marzewaky, cl-
rigo da diccesc de Wladislaw, escolstico da ca-
ihedral o vicario copilular da mesma cidade e dio-
cese ;
A igreja calliedral do Janow ou Podlachia (Po-
lonia), para o R. V. Fr. Szymansky, clrigo de
\arsovia, professo da ordem doscapuchiulios-mi-
nimos, cx-dilinidor, ex-provincial de Yarsovia,
prefeito das misses, commssario geral daquella
provincia ;
A igreja episcopal deGinopolis. in partibus
infidelium, para oR. I). Vicente Lipoki, clrigo
da diocese de Wilna (Russia), archedacono da-
quella caihedral. reiior da academia romana catbo-
lica, examinador e biblioti^ecario diocesauo, can-
sor dus livros ecclesiaslicos, douloj em tbeologia e
deputado sullraganeo pela diocese de Terraspol.
Em seguida o Santo Padre, conforme o uso, a-
brio a bocea a S. Em. R. (o cardeal Viala-Ptela,
que pedio o sagrado pallio para a igreja mctropoli-
disse Paulo vendo n armas; nao tiiihamo* Concor-
dado em oalro modo tle combate .'
Sem diiuda. mas eu cuidava que o senhor
x mudara lalvez de opiuiau ; nunca huuve duellu
Ja ailianladn, e posto que sea espirito devesse es- I lenle Genuino Alves M.in-I
Alferea loao Marinhi. de Mello Falcan .Innior
Capilla Antonio de llullanda da Rocia Caval-
canli
Seliasliao Antonio Pessoa de Mello
B-llannino l'essoa de Molan.la Cavalcinli
Antonio Velloso de Albuquerque
Teueule Antonio Santiago Ramos
Alferes Jos F'idcles \avier
Capataz Joao Agostiuho de Nacimenl)
Alferes Beriidrdu.o de Seiiua Barros
Manoel Antonio da Coala
Paulo Leilao de Vereoca
Joan de Barros Wanderle)
Tenente Antonio Jo- Das M.irtins
Alferes Jos Thendt.ro da Fonseca Pila
RESULTADO DA ELEICAO' DA FREGLE/.IA
DE CAKL'ARl".
Os similores : \ oos.
Teiienle-coronel Joao Viera de Millo e Silva 353
Majnr Silvestre Antonio de Oliveira Mello
Capitn Miguel Ferreira Velloso
Dilo Caelanu Alves da Fonseca
Tenente Joao Caetaoo Coelho da Silva
Alferes Francisco Jos Goncalves Florencio
Capilfta Anlonio Vctor da Silva Viein
Dito Gregorio Fraaeiace Torres Vasconcellos
lenle laranrisco l.eile de Azevedo
Alferes Jt.ao da Costa Pinheiro
Negociante Claudino laade Oliveira
Dilo Pedro Maximiano Oliveira Mello
Ele*irlo Antonio Jos Nanea rio Valle
Agricultor Francisco Joaquim Torres Gallindo
.Negociante Berilo Jos Nones do Valle
Dito Manuel Leiiede A/.evedo
Agricultor Francisco de Salles Pereira
Negociante Manuel Ferreira do Espirito Santo
Tenente Francisco Antonio da Silva
Neooeiatnle UeaeH Francisco da Silva
Agricultor Joao .Vui.es de Araujo
Negociante Aulnoio Manoel de A/evcdo
930
930
92li
922
S7."i
K7.">
Sll
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sou
KtiO
Slit)
853
353
353
353
353
353
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Vrl
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:i>2
352
3)2
o d-ver de animar os bous desejos dos que se querem Alfere Clemente Jos de Oliveira
Negociante Manuel do Souza Braga
.(/(' amanlma.
353
353
:tJ2
353
:i">2
351
351
351
dedicar a es-a arle, alus mu proveiloja los uallea
qoe abon.inam a occlnsidadc.
Ja he >le mais Pan-ce que co corla c,\>i na
Boa-Visla. coja per-pecliva he s:.eriia, se ajtinla a-
Roaa de me/.es e mezes p*ra lancarem na roa qoait-
do defroute ha genie reunida he ineaporlavel o le-
udo, infecciona ato um hospital de Laz.roi .'
Ha dous das evadi -e do poder de seu marino
ama santa mulher, por nao poder mais soportar as
cev.cias que delle soll'ria ; padeceu al a altrela
faltar-lhe com a ruragem devida : ale surtas levava
de millo Pobre marlyr !
Na ra do Amonto no Recite, dizem, que ha
uina forle casa de labolagem, onde os paiun mue
qoe os jugadores dao is victimas) sao de pnanos ale
o ultimo real.
dem, alraz do quarlal que fui da pulicia.
dem, no Mundo Nnro.
dem, na ra de S. Fraurscu.
I non..... e mais i.lem I..... Sabemos de ludo
islo, menos das casas e dos seus numero-, o que na
ver iade nos li/eram um servido, porque mis chaina-
riamos a Itleacao da polica para ellas, do cu Ihe
v.esse o remedio ; fclizinnile de nada 111.1 sa-
bemos.
Quando a vellia Europa nao perde ucras.ao de
aprtsenlar 10 muinlu lodo e qualquer phenumenu. I a Z ~t^
qu despuma ein seu eio, alim de palentear a sua .^Klifiiaj) sj "* i>St^W*'tlC4)a
li cu nd 1.1,1, le en. lodos os sentidos, o joven Brasil nao i_______________________________________________
deve deixar I noli un no olvido aqnelles que igual-
inenlc apparecem enlre os seus Binas, para dar a Kecife U tle novembro as 9 horas da uoile.
conhecer a essa velha boropa qu* o genio he de to- I *
dos e de ludo. Nesla cidade existe um menino, por | As eleit;oes da freguezia da Boa Vista polem ron-
in.iiof 1.1 a favor to
BEPABTICAO DA FOX.ICIA
Secretaria da pulicia de Peruambuco I i de no-
vembro tle I8j(i.
Illin. e Exm.Mr.Levo ao coiiheciiuenlo de V.
Exc.quo das iirereniesparlicipares buje recebtlas
nesla reparlirjo, eenala que se deram as segu.ile-
oceurrencias :
l-'oram presos : pela aul.delegacia do Recife,
Jos Caelanu Teixeira de Silva, por desobediencia,
e o prelo escravo Ravmuudu, por fgido.
Pela subdelegara da freguezia de Sanio Antonio,
.lo 1 ene.., I.uiz, Pedro Jusedos Santos, e a prela es-
tera va Josepha. lodos por desorden!.
E pela subdelegue, da freguezia da Boa-Villa,
Man >e Joaqoim Bubosa, para averiguaees em
cun.' de Mil 1. e Jo-e Fr.uici cu da Rocha, por
ebrio.
Dos guarde a V. Exc. lilni. e Exm. Sr. con-
selheiroSergio lexeira de Macedo. presidente da
provincia.0 chele de polica, Dr. Pulicarpo Lope/.
Ue l.tto.
o -me Jos Grego, que, comando apena* cinco annus \ siderar-s decididos, purque a
e qualro mezes de idade, lora ao niauu variatlos pe-
il.iens d; msica adiniravelineole, alenla 1 sua pun-
ca idade. Euioct.es agradaveis se senle ao uovir o
macio rucar das pequeas m3usinhas desse joven
sobre o teclado do piano ; e ub>ena-lo subsliluir
com urna rapidez immeusa uina uilava por um quar-
la de lom. He bello ver o desponlar tlu talento des-
se joven que, deaprezaudo os brincos da puericia,
se alira com einpha-e a dcdilhar bellas quadrilhas.
partido conservador he lal que anda quando todas
as cdulas que se acham na urna taja*) liberaes ja
uau poderu dar maioria a esle partido.
Em Santo Antonia coulinuaiu as peripecias com
que lea marchado uaquella apurarlo. Couliuuain a
apparrier lisias cunseivadorasein involucrusliberaes,
assim como appireeerim lisias prateirai ein invulu-
crus nao du papel grudado, mas do papel amarellado,
emelhanlo o dos ou guab.r.is. a Dao podendo dar
polkas, scholish, valsas, ele He o genio exercen- pretexto a por em duvida a vahdade da lista qu* cun-
do seu imperio ; he o rilar de um talento que nos, le...
honra 1 a'. Sem jamis ter tido filustre, neiu rece-
ido I.cenes de msica elle mais he diguo de al-
lencan.
Hospital de caridade.1:1 de novembro. 71 do-
enles.
ELEITORES DA FREGUEZIA DE
BAR REROS.
Os i.liii:o- : Votos.
Tcoenle-corone! Tnomai Aires Maciel 1351
Dito Francisco Santiago Hamos 1.151
As noticia- que van coeaando dus dislrirlns mata
h.ugiuquns, nao sao lo agradaveis cornu as que ti-
uliainus tos di.lrictos mais viziuhos. Em parle al-
guma lem havido violencias, 011 conll.clos sanguino-
lentos, grifas a Dos; mas apparecerain em diversos
pontos os re-uliados desse sv-lema de iuloleraucia,
dessas Iradiccoei de capricho, c de ispusirao a ga-
libar por lodos us meto*, quo todos os amigos do paiz
devem desejar que mais nao apparecam.
No Brejo, Garanhuos, l'spacaca, Sao Bentn, liui-
----- ,-- ---------------- -------. .... H..JW, .....n,.,,u,..., ,|, 1 ,,.,,,, ,-.,,, p,,-oi,', 1,1.1
ur. l.ourenco Avellinu de Albuquerque Mello 1351 que e l'acaralu' lem havido lod. a casia de irregu-
(5t>mmtttttca)t>i5
BVANGELHO DE S. LUCAS CAPITULO H.
O espirito de partido
Enlre os males que aflligem a sociedaJe, um dos
mais bsrriveis, e deque procedetn elfeitos os mais
funestos, he sem conlradiccao o espirito de par-
lido. A razao o reprova, e o Ilivino Orculo,
que sa acaba de referir, allauUnle o condemna.
Se os homens esciitasiem, como Ibes cumprc, a
voz da razao ; se elles examinassem com impar-1
cialidade a justica ou"injustr;a dos ditlerentes par-
tidos, ou antes o que ha de justo e de injusto em
todos os parlidus, jamis se deixariam dominar
pelo espirito de partido. Mas nada dislo. A ra-
zao despieza-se, prescinde-se da juslica, e motivos
que tienliuma relai;ao lem com ellas, e que i.iuiia-
ve/.esal Ibes sao dlametralmenleoppostos, motivos
individuaes sao os nicos qua cegamenle determi-
nan) aescolba deum partido, edaqui vera que os
sectarios de ualquei' partido se propoiibam sus-
lunla-lo com todas as foreaj da perlinacia, empe-
nhando-saao mesmo lempo em supplaniaro par-
tido que llie he adverso com lodo o vigorda intole-
rancia. E'quem nao c que esla disposigao de
animo necessariamente deve indu/.ir ou arrastrar
aos ultimo* extremos'.' Nao causaextranbeza, por-
que lie ensilo necessario do espirito de partido ;
mas causa horror a etican.irania luclajque enlre si
travam os differunles partidos, as armas que ma-
nejan!, os recursos deque se servem, os meios que
empregam, as iracas que invenlam, os ardis de
que iisain, a sanha, o furor com que se guer-
ream.
Os mesmos fados que de urna parle so allir-
mam, negam-se deouira, e desprezando-se o exi-
me indispensavel que exige o conliecimenlo da ver-
dade, substiliie-se-lhc um d'iscorrer frentico, s
proprio de homens pertinazmente ciedulos ou in-
crdulos, segundo consideram as cousas de que se
trata favoraveis ou desfavoraveis ao seu modo de
sentir. Embora salle aos olhos a evidencia do
contrario daquillo que se allinna, neiu por isso se
deixa de sustentar a allirmaliva cum uina animo-
sidade ntoleravel. Alt K quem podar calcular
os resultados do uxlerinin.idor espirito de partido !
O lion.em t|UB desgra^ailanienle se deixa dominar
pnr elle, lorna'-se culpado das mais indignas con-
descendencias para com os da sua parcialida.le, das
mnis revoUantcs injuslicas para com os que niiosc-
guem as suas parles. Se nina vez os repula in-
fensosa sua Bausa, o eidailao, o prente, o amigo,
o consellieiro fiel, aquelle mesmo de quem lem re-
cibido assignalados lienelicios, c a quem tal vez tu
do deve ; todos sao seus declarados iuimigos, pelo
nico mutilo de Dao adheriretn aoseu partido !
Ein suinma, o bomem que so deixa dominar pelo
espirito de partido, indo sempre de abysmo em
abysmo, ncnhuina razao o convence, nenhuma ex-
periencia o desengaa, nenhuma desgrana o con-
ten., nenhuma infamia o envergonha '.
Deteslavel espirito de partido Elle perturba a
paz das familias, e, inlroduzindo no meio dellas, a
habilacao onde-rcinava a concordia e a harmona,
iransfoima-se em um campo de batallia, onde as
coniestacoes, os odios, as intrigas, ludo aliaran e
ludo iranslornain.
Deteslavel espirito de partido Elle tem sido a
causa de lanas invasoes liolenlai, do lautas guer-
ras injustas, de tantas revoltas imprudentes, de de-
vaslajoelo assoladoras, de ruinan lo lamenlaveis,
de estragos irremediaveis, de niortes atrocissi-
inas !
Mas se laes sao inconlestavelmenlo os funestos
effeitos do espirito do partido, quem podar desro-
nbecer nuanto elle he opposto ao espirito do chris-
anismo .'
A essa religio divina, que inslruindo-nos acer-
ca da verdadeire origen do genero humano, nos
convence da estreilissima uniao que entre os ho-
mens subsiste apenas comecam a existir ? E na
verdade. Creou Dos o priineiro liomem, e gra-
vando nelle a imagem da sua diiina paternidade,
cunstituindo-o pai coinmum do genero humano,
fazendo que lodos os homens pr.K edessem desta
origen : eis-aqui, sem duvida, estabeleeida enlre
files a muis completa fralernidade. E para que
hu, senao paro que os homens vivcssetii na mais
perfeila uniao '.' No foi oulro o designio da eter-
na sabedoria, dando ao genero humano uina ori-
lle para I
Napulitauu ; o lenco esta
lar oaenpaJe com cousa bem dilTerenle da .-.rcheolo-
| aia, cumliido nao poda deixar de notar mil parli-
1 cn'aridades, qoe mi leri percebidu em Ulna sita
1 (lo liaL'ilual. Os sentidos que a alma nao vigii mais,
I e que exercem-se por sua cunta, te-i. s vezes singu-
ilar lucidez. Ctuidemiiados inurle, caminhaiido ao
siipplico, ilislingtieiu um llorinha as fondas da cal-
lead, um numen. 110 bolao de um uniforme, uina
falla de orlhographia ein um letreiro de loja, ou
qualqoer oulra circumslancia pueril, que toma para
! elles uina importancia enorme. Mr. de Aspremoiil
I passou tilinte da quinta de Dinmedes, do sepulcro
de .Maminia, dos l.en.icyclos fnebre), da anliga por-
la d- cfdatle, das casas a das luas que guaruecein a
va Consular sem laucar a vista sobre uaJa, e toda-
va nWBem coloridas e vivs desees monamente*
chngvam-llie ao cerebro cun perfila clareza ; elle
va todo, tanto as columnas rebocadas al o meio ,le
XIII
Pmpela, cidade ii.orla, 1.3o acorde cedo como as
cidades vivas, e posto qoe tenha repellido em parle
o leneol de ciuza, que a coluia desde tantos seculus,
mesmo quando amaiihece lie,, adormecida subre sao
linio fnebre.
Os viajantes de todas as mcties, que vi-itjm-na
durante o da, eaUO a etaaa horas estornudos na ra- I soa altura com estuque vermelho ou ama
111a, fatigados pelas excursues, e a aurora levantan-
Kepeulii.anienti osduus adversarios sentinm-se
desligados. I 111 golpe do punhal de Paulo corlara o
lenco.
Tregua '. grilou
corlado.
Oue importa '.' coiitioueinns, disse Paulo.
Ilouve ei.lao u.n sileuc.u profundo. Como iuimi-
gos leis nem Mr. de A.premun, nem o conde que-
riain apruveitar as indicacnes dadas pela troca das
palavras. Deram alguus passus para tlesorienlai-se,
e eui.iiuuaram a procurar-sc na sombra.
O p de Mr. de Aspremoul de-locuu umi pedri-
nha ; esle leve rumor revelou au .\a|Hililauo emque
O conde Allavilla fez um signal de acquiescencia. I sentido devia cauunhar. Allavilla saltuu cumu um
Anda quando nossa destreza seja igoal, mnha
l.osicuo dl-me mullas vanlageus sobre vos-a excel-
Icncii, re.pon.leu Pauto cun amargo surriso ; miu
queru -abusar dellas. Fs-aqu puuhaes que eu Iruu-
xe ; exaraiue-us ; sao perfe.lamente iguaes ; eis-aqoi
lencos para vndannos os olhos. Veja, sao encorpa-
dos. e meu olhar mo podera alravessar-lhis o le-
ciito.
au temos leslemuulias, di--" Paulo, e um de
nos n:1o deve sabir daqui vivo. Escrevamos cada om
um Inlhele .1 iie-iaii in a lealdade du cumliale ; o ven-
cedor o eollocar sobre o pellodo inorto.
Boa preeioeio responda u Napolitano com
um sorriso.
Y. Iracon algumas linhas no livro de memoria de
Paulo, u qual preeucheu a seu turno essa forma-
lidade.
I'eiio islo os adversarios tra'ram a casaca, icuda-
ligre, e eucoulrou o punhal de Paulo.
Esle locou a pona de sua arma, e seulio-a mutila-
da... passos vacillames sioratn subre as pedras, uu-
vio-se um suspiro up|iriuiido e a queda de um corpo.
O pielendido dormidor nao muveu-se.
Nao he um h imer, adormecido, he am defun-
lo.disse um Jus mocus.o qual pela sua estatura ba.xa
distingua mellior na sombra o aspecto do cadver.
O cicerone a!iaixou-se,e tornea a levantar e ex-
clama.id 1 com ansie :
I in homem as.assinado !
Oh ua verdade he mu dasamadavel ichar-se
iliai.ledetaesobieclos; afaslem-se, Elhelwiua Killy,
Bes., disse mislress Bracebridge, nao conven, a mo-
cas bem iducaJa contemplar om especluculo Uo
mi. i-ente. Nao ha polica ueste paiz '.' O coronaria
devia ler retirado daqui o curpo.
L'm pap-l 1 disse lacuuicameute o primo alloe
ii.iperl.gado como o laird de Humbikie-. da Prista
de I in/,'/ue/".
Com elleito, raspondiu o goia lomando o bi-
Penetrado de horrur Paulo lirau a venda que .0- I l',ele '-locado sobra o pello de Allavilla, um papel
bria-lbe os olhos, e vio o cunde Allavilla pallil
immovel, -leilauo de cu-tas, e lendo nu lugar do co-
rae.ni urna la.ga no loa vermelha.
O bello Napotilaun eslava inorto.
Mr. de Aspremoul pez sobre o peito de Allavilla
as pintoras a fresco, e as inscrprnes Iracadas sobre i """ os olhos, armaram-ae de pouhaes. e segurara.n o Imbele que altestava a lealdade lo duellu, aiiilii
do-se sobre as romas da tulade- numia nao iltomi- as preles ; um annuueio de aluguel tinha-se escrip- cada um una pona do lenco, lerrivel liona de uuiu dus banhos anl.gu, n.ai, pollito ...-.laridade du da '
ua om su resto humano. So os lagartos corren so- | |,, prolunda.nenle em sua memoria
qoe seos la-
palavni latinas sem
bre os moros, sem fa/.er caso do ene* ranem inserip- bios re'pelieui macl.inalnicnle as
tu nu lim.iiar das ca-as deserlas, e saudaiu alegre- I dar-lhes iieuhuiii sentido.
mente us priineirus raios du sul. Taes san us hab- ,_ ,
tanies que auccederam aos cida He* anlig.-. e pare- .? ? I)e"sa^?''! combale que absonia Pau-
c.e que Pompeia nao lem sido desenterrada senu,.,.",',. !.T..!L'.._a.!'.t.!_"!'11 c""lHVi, "'.'..; eu
para elles.
lie um espectculo eslranho ver i claridade asa- r,.,,,,,,,,,^^,,,
lada e rusada da m*nliu:t esse cadver Oe cidade sur-
prendida lio meio de anua prazeres, de seus Iraha-
Ihosede soa i.ivilisacao, e que nao sollrcu a disso-
lue ni lenta das ruinas ordinarias ; ero se iiivolunl..-
riaraenle que os proprielarios dessas casas conserva-
das 11.laclas, \ao saine de suas h.ii.ii ieue- com seus
vestuarios grego* oa romano*, que van rodar as car-
ruagens, cajos trilbos percebem-se sul.re as pedral,
iiue os ebrios vao entrar nesses thermopolios, on-1e
uola-se anda amurca tle sens capes sobre o marina-
re do halcJo. Cnminha-st como em um soi.l.o nu
uie'1' du passadu ; It'-se e.n It-ltras veru.elhas un al-
galo das roas, o unuuucio do espectculo iluda !
I'orm esse di,1 pernea ha ma.s tle dezeseis seculus.
A' claridade niieeale da aurora as dans^rinas piula-
das na* paredes pafecem agitar seus crtalos, e con.
,1 ponta do p levantar como eseam* cir de rosa a
barra do vesldo, cuidando sem dtiviua que us lan.pa-
danus acendem-se para as orgia* do trirlinitini ; as
Venus, os Salyrus, as liguras heroicas ou grelesca
substituir os habitantes
espirito eslava em oulra parle ; na casa de Kiche-
wd. Elle apresenlava ao commodore sua caria de
misa W'ard cnnleinplava-n fur-
t.lamente ; ella luha vestido hrancu e esbeltos a-
.lomados de iasmiiis. Quanlo era joven, bella e vi-
vaz... entau !
Os banhos amigos lic.-m no hm da va Consular,
junto da ra da Fortuna ; Mr. de Aspremunl nao
cu. nu a acha-lo.. Ealrou na vasta s.la tle abobada
rodeada de nichos formados por atlantes Ce argila
que -upporl.iiam urna arcbilrave .uada demeniuM
.-de rolhagem. o forro de marmore, os moaaico*.
as Ir.pecas de l.t.mze dusappaiecciam ; nao rc-la do
.mug esplendor mai- du qoe o* allantes d areila
r ns paredes nua. como a. de un Inmuto ; tima cla-
ridade vaga, que \em dt- urna ianellinl... redonda,
illiiiiiiua ui-m-ndo as pedras quebrada-do chJo. Eia
ah que as mull,re- de l'ompeia um depois do l'.d-
i.hu ensogar seus bellos carpoi hmidos, renovar
-eus toaeadoa, t<>iaarinistun.cii, e contempiar-se
au robre bruido dos espelhos. lina scena hem dil-
ferenle ia passar-se ah, e o sango 1,1 coner sobre o
lei.lam substituir oa hahilaiiles deiapparecidos, e 1 soto nulr'ora banhadu de perfumes,
lar i cidade mora una populacao pintada. AlcnrtS insUoles drpois apparereu o cm.de Alla-
\ sombras coloridas Iremem ao longo das pare- Vl" 'rasamilo na mi 0111a boeela de platolaa, e de-
le-. o e.pirilo pote alguns miuulos preslar se a il- bsito do braco .toas rapada* : porqaanto na pjder.i
enlre -eus odio
Esti prumplo '.' pergunlpu Mr. de Aspremoul
ao omite.
Sim, resp-inleu o Napolnlauo cum voz perfei-
lamenlc tranquilla.
D.im Filippe Allavilla era liomem de bravura ex-
perimentada, na., tema o
1I0
perseguir
u'ri cunsa no
inhale ceg, q
lu-.u de una phanlasmagoiia aatitja. Ma-, nei.e
lia, enm gran ie susto dos lagartos, a sorenidade ma-
_ Vida Marro n, 26t.
cree que fo-srm senas as cnidii-es proposlas por
Mr, Paulo d.- Aipramaal ; smenle vira Dallas nina
/onih.ria mcphislophelira, um sarcasmo infernal.
Para qoe aten aisllas e es-as espadas, conde '
nao ajetlatura, e esse combate ceg, que leria fei-
to t|ualquer mitin estremecer de aaito, u.io eanss-
va-lhe a menor perlurbacao ; elle nao fazia mais do
que rondar au acasu a decisan da lula, e nao liuha
o desairad > de ver os olhos furores tle sen adversa-
rio dirdejarem sobre elle seu olhar lerrivel.
Os dous combatontes brauniram os p.inhaes, e o
lenco, que ligava-os um ao huiro nessas densas Ire-
va-, eniesou-se torilmente, jl'or um- movimenlo ms-
tinelivo Paulo e o conde hiviain rer.adu o curpo,
mica defeza poss.vel nesse; dueilo exlranroiuario ;
s-us bracos rerabiram sem picanear OBlra cousa so
au u vacuo.
I inha um carcter horriyel essa lula obscura, em
que cada um presenta a luurle sem ve la chegar.
Pirases e silenciosos s ilat atlversarios recuavim,
vollavain se. sallavarn, enfonlravam-se algumas ve-
zes. errando 011 ultrapassandu u alvo ; mo uuvia-se
...ais to que'o rumor de seus passus, e a respiracilo
arqoejanlc de seu pello. I
lina vez Allavilla senllo apona desea punhal
encnulrar algoioa cousa, parou creudo ler inorlu sen
rival, e es|.eiu.. a quilla do corpo ; tinha IcridO a
pare.le !
- lili en cu..lava h! lo IraspaMado de parle a
parle, disse elle tornai.d|. a p,.i-se na defensiva.
Nao falle, disse Pauto ; -ua toi ...a-me.
C n cmbala coutiuuoii.
que an luir criminoso, que l'rudl.on 1
pelas Erynnii ringadurae.
XIV
Pelas doas horas da larde um bando de viajantes
inglein guiadu por um r.cerune vliilav as ruina-
de Pompeia ; a Ir.bu insular camposla de pai. ni.ii,
mui'ilu se- 1 Ires lilhas, dous iilhos e um primo, perrurrera ja com
1 cum algumas liubas escripia*.
Lea, disseram em coro es insulares, cuja cuno-
sidade eslava muitu excilada.
1 Na 1 prncure-se. nem inqaiele-sc ninguem pela
minlia unirle. Se achar-se esle bilhele sobre mii.l.a
lerida. lerei siiccuinliidu em um dueilo l-al.i.
it (Assiguado l-'ilippe, conde de Allavilla.o
Era um hu.nein de bem, que pena laipirofl
mislress Bracebridge, a quem impressionava a qua-
lidade de conde do defunlo.
He um bello moco, inurmuruo lilheliviaa.
Nao le qaeiurai mais da falla de imprevislo
na* viagens, d.sse o Be-s a Kelly : he verdade que
nao fomos atacadas pur aalleadar** .-11 estrada di
Terrecas a Food. ; mas um joven lidalgo aira ves-a-
do pnr una punbalada as ruinas tle Pompeia ja he
Ulna aventara. Seinduvi... i-to proven, de rivali-
dade de tmur ; au menos leremns alguma cousa ita-
liana, pillo, e-ca, romntica, para eonlV a no*ui
.aminas. Fare. desta scena um de lemplos de \ enas e de Jopiler, o Paulheon, e a- lo-1 |,uln, e ,u n,. aecrescantar* algn versos misterio-
las vizinhas. lodos seguan! silenciosamente em seu -euiindu o goito de livro...
Murray as eiplicac/5es serbosas do cicerone, e ape- | () so||ie r,,, |,eiii dado, ubservuu u guia, de bai-
OBI lancav.m un. ulhar safra as columnas, os ira-- | x |Mr,i cima, nSo ha que dizer.
menlos das estatuas, os mosaicos, as pinturas a Ires-1 lal foi a ora. u fnebre do cumie Allavilla
cu. a as inscriproe.. Ugons obreiroi avilados neto cicerone foram eba-
aos banliu-, anl.gus, ilescoberlosimar "ajusli, a. eo carpe do pobre Napolitano toi
>ar fro, au qual lia-se o profundo enfado o,ue cu-
ruclerisa a reca tirita....tea, o ainphill.ealro, o Ihea-
Iro de tragedia e de canto, tao curiosamente reuni-
dos, o quarleirao mil lar, eur.queci lo de eafficsture
pela ncio-iila le dos corpas de guarda, u l'orun sor-
prendido o* meto da moa reparaclo, a basilia
em 18-21, enmo o guia Ihes fazia observar. Aqoi
eram as estufas, all o fumo de aquecer .. agua, acolo
a sala de temperatura moderna ; esla- informan. >s
dadas ein liuguagem 1. .poblana cum algumas desi-
nencia! inglesas parecan inleressar bem pouco aos
v.ziladores, os quaes iam j relirar-;c quando Elbel-
vvina a filha primognito, mura de cabellos lourol e
de palle manchada de sarda, deu duus passos para
Irs com ar assu.lado e exrlamou :
l'm homem !
Ser sem duvida algumlrahalhadur dase-cava
cues, .1 qnem o lugar toaba parecido propria pata
dormir a sesia ; debati detlK abobarla lia sombra e
frescura : nao tema, -chora, disse o guia impelliu-
rensportadu para o seo ca-lello perlo tle Salerue.
(jaantoa Mr. de Aipremoul vallara para a sua
carruagem, lando us olhos abarlos como omsouui.im-
hulo e sem ver nada. Parec* uina estatua cami-
n.ando.Poslo que houiesseexper.mela 10 vista do
cadver o horror religioso qne a inorle infomle, com
ludo nao seulia-s? culpado, e o remorsu ii.i,i liuha
paria em seu desespere, riosocado de maoeira que
u.o podera recusar, aceeilra cs-e dueilo rom a es-
peranza de perder nelle urna vida dal.i em diaule
odiosa. Dolado de um rdhar funeslu qu./era ...11
con.hale cago para que su a til ileljde fosar- respon-
-atel. Sua iii.n* i.au feriri, o inimign Brroiare-ie
-ubre 1. punhal l-'lle laineulava o ronde Allavilla
do com o p o curpo entendido no chao. F..a, man-' cuino se toan sua morir.
! dri.to, Uvauta-le, deixa pasaar estes senl.ore- '. I I 01 u mea pui.lial que matan o, dira com si-
go ; mas se eu lvess--. contemplado em om baile,
lena rbido um lastre do lecto, t-r-lhe hi.i que-
brado a rebeca, Sou innocenle como o raio, ramo
a nev que rola das monlanhas. nomo a manrinilhei-
ra, romo todas as torcas destruidoras e sem cunsc-
eucia. Nunca rninha vonlade foi 111,1, meo curaco
he cheio de amor e de benevolencia, mas sai que
-u. prejudicial. O raio nao sabe que mata, en, ho-
mem, crealora inlelligente nao teuho u.n dever se-
vero a cumprir para cnnigo mesmo'.' Devo cilar-me
SO aseo proprio tribunal, e interrogar me. Pua.oaca
su li ar uesta Ierra, onde su causo desgranas ".' lieos
coudei.inar-me-hia, ae eu msla-se-me pramorde
mena se.nelhaules ? I .tuesta 1 lerrivel e profunda que
nao atrevo me a -e^olver ; parece-mc que na pusi-
cau em que eslou a inerte voluntaria seria desculpa-
vel. Mas, se eu euganasse-me t durante tuda a eter-
uidade li.-ar.a privailu da visla de Alien, a qual no
caso contrario poderla eu contemplar sem fazer-lhe
mal ; pi-is os ulhus di alma nao lem u fa-cino. He
um risco que nao quero eo.-cr.
Unta idea sbita atravessou o cerebro do desgrana-
do lellalore, e inlen umpeu-lhe o monolugo inle-
riur. Suas leices acalinarau-sc ; a seremdade im-
mulavel que segu as grandes reauluroei deseuru-
go.i-lhe a fronte paluda.
dude cu..den...a los. ineut ulhus, porque sois
a--a...us ; mas autos de fechar.vus para sempre lar-
h.-vns de luz, t-uiilemplai u sul, u ceu azul, o amor
immeii-u, as radaa tle inontaul.as, as arvores verde-
jantes os hon.onles juli-.ilus, as columnatas dus pa-
I lacios, as choupana* dos pescadores, as illiaa loi.giu-
! quas do golphu, o Vesuviu com seu pennacho de fu-
mo : roulemplai para lembrer-voi lodos esses ol.jec-
I lo- que nao veris mais esludai cala forma e cada
Cor ; regalai-vos pela ultima vez. Por hoie, foue-tus
I ou nao, podis lilar-vus sobre tudu : embriaga!-vos
i com o esplendido espectculodacreacSje Ide, vede.
I paneiai. Brevemente calina u panno entre vos e a
' diicoracao du universo.
Nev momento a carruagem co-l.-aia a praia ; a
I baha l.rilhava radiosa, o eco pareca feito de urna
I nica taphira, um espleudur de bel) /.. rev si.a I-.-1
da-... cousa-,
Pauh. man Ion Scaziiga parar, tlesceu, a-seuiuu- i
IS ein uina rocha, e cauleinptoa ......tu lempo o .u- I
\ ilnllo como se qusose absrra-loa Seos otlu afaaa* i
I vam-se uu e-paco arruubavam-sa uin.ii em exlase,'
impresnavatn-ie de claridade, einbe'i.am-se no ol '
, A noile que la .-eguir-se nao lena aurura i-ara
elle.
Arranraudo-se drauj c.mlemplr;ao silenciosa Mr.
I di Aipfemonl tornen entrar na cirn.igem, e.liri-
1 gio-os a rasa de u.i Alicia W'ard.
Ella achalao rom 113 respeta deiUda 1.0 a*0
nasal., inferior que i de-cieien.os, Paulo t-ollu
cu- e .liante .1-11. e desta ve/ 1.1,. cnut-rioii o-'
. olhos alo,i\..,ifl-, t-u.no fa/ia depot- qao adqoei.1.1 a
Iconsciencia .le ras geiutura.
I A helle/a la* perfeila de Alie:, e pintualcaia se I
;em nica ; e he islo o que cotivinceniemenic m-
persuadeessa rolij;iao augusta, que venlurosamcti
te professamos. Ella quer que entre os homens
so reine urna perfeila unidade de espirito limad.
no precioso vinculo da paz; ella nos est inti-
mando a cada pas.-t. o maudaroento por excullenri,.
novo : Amai-vos uns aos oulros. Ella nao cosa
da recommendar a maior das virtudes a randa-
da c uina caridade to sublime, que uo pro-
curando o que lie sen, m. tem por tim o bemroiii-
11111 m.
Elle prescretc o amor dos inimi ;o-, ens.ua a
retribuir bem por mal ; prohibe nao so a singan
(a, mas al osdesejos della. Ella hnali.ci.i-' h-
lola amor, toda caridade. Observemos pois, as
suas mximas, reconhecendo todos um sr. seahor.
urna mesma H, um mesmo baplismo, um s lSan-
e pai de lodos.
IHEAIHO DE SANTA ISABEL.
Beuelicio do Sr. Sania Kosa. Etrea de actor** e
aelrizes. O retrato de mallas familiaa.
Depuis de urna transferencia, leve lugar aate-to-ii-
i'in o especlacolo annuisciado em beuehcm do Si.
I'edru Bautista de Santa Kosa. oue leve a le./ h-i..-
h.anea de levar a -cena o drama O rotrela. ato
multas familias.
Pla pnme.ra vez que vi.no- annunriada esla pe-
ca auguramos mal della e do henel.r.ada. aaas felir-
mente. em vez de mil. dirtina* b** loi aaa es-
culla.
0 retrato da mima.' familia: pera de ara cela
novo, nao se resenle de-as banalidades da eawla
amiga, de que se ella sepan.u para irgair ixcl..-
vameiile as un-cripeoe- da escola m*il*ia< Nata
tem em si es-es grandes e lernveis iniedam. aau ca-
sas paiM.es levadas ao ullimo ponto; ma- as -ua
mesma simplicidade desde o comer, ale a olnrav*.
ella abrauge fados que tolos m da* e a cada pa
se r.'pi odii/eui entre nos.
1 111 111,indo que despreza a luolher maltrato-*
por amor de oulra : urna mulher que, apelar 4* as-
s.m ser tratada por seu marido, an.a-a aaj........-
mente e nada Or do qu* ouse e Ihe d.zna ; am
criado desses da motla, que vivem de ouir de en- e
contar a uniros; ama criada, deaa* nalherea que
miis gr.la.n que os mandos: urna vlava, eaaao aa
lilailas, que coslumsm dar em saos rasas aaarudas,
ja..lares c funrct'ies rom o lim de Ierra* adara are-,
a seren ,r/-i i.i.j, ; emliui, am deaaea hdalia-
ess tumba nem MOstn, que vivem de cbaebar >
janlares almoro- dos oulros e depaia inlngarem-
*l ; eis o drama, eis suaa personagena.
He da critica d- nossos uso- qua l.ramas a car-
rercSo de 1......1. inveterado! e ruaos ceolomu. pata
ni lia he a iiiclhor arma para coaMcaa-S* aesae
lim emiiientemenle social.
A prolugnni.ta do drama he a prime-ira per>a*i*-
g-m que nos cahe s.d. ai tMa*. A aeahara II. I -
rinda knoth apossm-se d* papel e deaeaapewriaa a
bem.
Seductora e eheia de atlralivos. ella reuaia jaala
a si am concurso n-jinero-n de afteicoada*. enice a-
quac! o cavalleiro -ogund 1 prno.iagcm ; na*, aa
m unenlu em que eouhereu qoe elle, baicaada .
despreiava e ullr.ijava sua mulher, saabe aaim a
paixao ntica que elle senta, exprlliado-si da aaa
casa. Novel, com 1 be, a scuuara D. I lunada K -alh
us arle dratnalic... coinludo andoa b.m em *ea pa-
pel ; mas aaaaar diana algumai peqaeaa* lul.-rri-
cn-'s cninmelleu. que devera, para aulri vei qa >
ver d Irahalliar, rurrlgir. O seu ealrar esa aom*.
lnguido como lo., tala amorlere. aaaila; sea
Ireaaaatia* davem -er mais vivos : >.u 101 aaaa ar-
guida. i 1 lavia roinprel.endeu verdadeiraoaei la a
parle no. transportes do lerce.ro quadra. aaiada ar
leune em casa do cavalleiro anal mulher d*>.
A mulher to cvalleiro, joven, atada na Bar da
idade. miislu.u quai.to he sen-ivel u caraca" ae ama
mulher que ama. MaSOsaaiaSae* .leaaoriaa lle-
nar toi que-u e aiar-tou d'sls parle sali.-farlaria
mente a executou. A placidez as manares panana;
a calma e o despreio daa iniriga- qa* ae uea t*rer
enlre molher e marido ; o amor par sea eaaaao 1 la-
vad ao ponto tle antes querer sutlrer toda* as im-
pelo, tle -oa ira. que aahir de sa* rompaaliia aera
1 de seu pai, eis al principee* c-nai tere- Se aaa mu-
lher, mdelo de lidelidade. 4uo*saa4o-*e da aai*l.
lugrou mademoiselle .-'.leaodrina bem deaemiati sa-
lo. Seus transpones foram excelleale*. man larn-sa-
-e 11,u.n e 1 a sua friera nal mais aceaaa qa* aaa rara,
le rilor, fazeulo-a um paan* moua.oaaa. Para
que nao rail oulra vez us u.esn.us aelrilas, raaa
pre applira.-se ...lis a cuitara d. antead.aa-i.l .
deve tomar algumas lices da declamara* a an-n-
uailu. A excepc.,,, disto cn.nplelamenla agradan.
0 cavalleiro, joven de unte a Ir.nla atanaa, da
genio de fogo, capai tle *e incendiar par qaetaaer
flisca qoe Ihe loque, tlesprezador de sua lamba para
poder g-.zar us praierea da uiui.d -. paaca -a aae
lando que mulher lia ou rhare, tolaue am bbjb>
leie, he u carcter des-. personagam. lira au*-
nado pala v'uv, ora exasperad* peto *a deiari/i.
ora emli.n irado runir* -ua propria mulher in |k i -
que Ihe laz igradns a caricias ; lie ileaaa* bamaa
que. por man me.guiee qa* -e Ihe fartm, saaoi <*
i"lio descoilenle., e de lud-> ** exa-peram. O M
II'/ 1.11 ainluii bem ueste pape!, moalioo qoe *ea
tilinto | he amadure-i In e cultivada. Casa loa*.
mellior elle liria si entra** e sabale da cea* im
uienns pressa do qoe 0.turna. O actor Seve lev naai-
lo em visla o papel qae execula. Alcns 4mt*t de-
feilu uenbum mais neo..tramos nelle.
1 m criado enredador e miniante. IrvaH** aaa
vida a mu .r e a contar o qa* a dis n'uma parta
pin limar em nutra, toi o papel d* qae ** (snar-
resou o banelicialo. Quem deixara' da caaiiar. r
Sr. > mi.. Ku-a no papel de criad* caricato Ihiei
alguma colisa subre elle he desvirtuar o eaaeesle fm
o publico ha formado, he deafalh.ir 1 gnaalda *m*
ha lautos anuos Ihe cinge a fronte.
A parte de sua mulher, deasas que 11.tai... ralba n
e dao pancadas em seu mando, dr genio lern* --I
inee.irliaval, foi execatada pela Sra. II. Jsanias J**e-
pliina da Silva. Nunca l-nliamus apreciada aaa* se-
or ass.m dizer |>elo ollriiuento : a malber tial a
quisi desapparerido para ceder a lagar aa aaa ; aaa
carnela transpire..1 e luminosa ; ealrev.a-se a
alma r uno uina claridad* em am* alampatda de ala
ha-l.o. -n- ol. 1- l.nl.am o infinito do cea, iwn
lillaiuio da eslieila ; apena* a vida paabi-lae m^
labios -ua ass.gualura sermell...
I m narrias divino .ll como um raio de sol sobre orna rosa, qaaadn ella las
0 olhar do nuivn envnlver-se em tonga rattcia. Creas*
qoe Pauto afugeulsra emlun 11 ideas faaesta. dr
jellitera, e v.dlava-lhe aleg.- confiada cao** aa*
primeiros dia-, e eslendea Ib* a mas paluda e del
gid*.
NAo faro.Ihe un* medo dic a asar* cea*
branda zumbara a Piulo qoe linl.a 01 ollmi tila* a*-
bre ella.
Oh! deive-me conlempla-la, reanoadau Mr
de A-premun com um tom de vez -angelar, aj.a--
Ihrndo junio do sof. de.ve me eu.hr.agar-me rrn
essa belleza iuefavel '.
E cnnlemplava -vidamente us rab lio- n*gra> t
lustrosos de Alina, sua fronte bella e para cas .
nm marmore g.rgo. seas silbos de o a/u-e-rae.
como a de orna uoile delirioaa, sea nana do tormv
tan delicada, aua bocea que sumado deixava enlre
ver esperlas, seu tollo de n.oeou.leaale e tto.ivel.
e purecia nolar cada parlirularidale cada perla., h
cuino um pintor qne qu./e-c fazer am retrato'tle
cor ; larlavae enm ti especio adorad, feri.- Basa
proii-.lo de lemhrai.cn oh -rvandu aa nrrfis r a-
contornos.
Debaixo dcsc olhar .ir lente Alicia fa-mada r
deleitada experimentan urna -en*a. ..a valaplo-sa-
mei.te dalaraaa, agradavelmenle mrlal aaa vida
ex illaia-ae, e evapnrava-sr ; ella crasa a rnipalli
deca, re-friava-se e dep-u< inrnava e ato arada
Cum r^a^ u.n minuto a alma te-la-lua denado.
Ella p./ a mo sobre ..- ||,o- de l'aat*. ma- a
olhar do m.nee'o alravcs-av.i romo logia* dedu-
Iransparcnlc- a delgados de Alica.
Agora meus < li.r- pulen. eMin.-iiu-. bm de
ve-la sempre en. meu co.-a-.lo, d.s-c I aisla brvaa-
laudo-se.
De iinilc depois de liaver assistid ao pr *V sal.
u ultimo que hana de runleiiiplar, .Mr. d* \-pre
moi.t v illa.1 ; anatata n Imi.l da Victoria inau.tou l,u
car um fogareii rzWull it*.
Juerer.i saajryslar-aa d.-sa rom a.go Ver giba
1 alsarappa enlrt'.alido a l'.ddv o qae r-le pedia d 1
parto dn s--u amo ; he o mellioi qua p.,.leii4 f.,/-,
aquell- maldito |eii..io.e '
ti noiiodo Marta ah mi a piualii, coiilia j c..
lermra ,le I .1 arappa ... emleu ... .n.-e ,a*iie.,
t-nlli- rll, a l.i.u.oa da am pui.lial, .- e-flua a|a* -
le. re l'.ca-te vini.elbo.
< ... 1.' u '-abe
MUTILADO


OiiRiQ OE PilUCQ SABBADO li || ftOviMIRO |E isii
nhura no pspel ile caricata. e por (temis no enlliu- ] evenluaes, ilirn ile melhor coruprehanderino* que,
-i ismou v-la, ridicula e inleressanle, a (rilar com
sen iti.iri.ln e a querer ilar-llie pelr nieoor Talla. A
Sra. D.Jesuina leve a palma de rainlia noile; fui ella e sn eila quero conquislou verdadei-
ros applausos.
Nao he de hoje que conllevemos essa actriz, de lia
milito que a temos vito .leseinpenhar parles, mas
iulelizmeule, sempre contrarias ao seu carcter. A
Sra. ll.Jezuina nao devede*amparar a parled c can-
ala, que completamente Ihe assenla. O palete en-
ternecen, o publico se enlhusiatmou, e em geral a-
gradou bastante o seu papel. Apesar porem de bero
descinpenhar, com ludo urna Talla commetlea, que
inteiramenle (ornona ridicula de mai< ; (01 o seu
ronlinuailo riso ; uem riso, oem senedude de ras'.
Kiiipude ella esa dUlraclo, que nos desde ja Ihe da-
mos a corda dorainria.
O morgado do campo he a personasem mellior que
lein o drama. l,m homem lase* que s vivun por
casa dos oulros, elogiando aquelles que Ihe enchein a
panr.i, e crilieando depois de siliseilo eu apetite,
he o carcter desse personagem, itesenolvidu pelo
Sr. Alvc, que assaz couliecnlo sendo de mis. (orna-
se conseguiuleraenle tlesnecessaho lecer-se-lhe gri-
nildas : sea genio he recooliecido, o goslo que uu-
Ire pela arte dramtica he sabido.
Andou liem na parte e uenlioin deleito Ihe no-
tamos.
Os demais desempenharain liem os papis que Ibes
Toram distribuidos.
Os intervallos preenchidos pela banda de msica
lo corpo policial, dirigida pelo Sr. Pedro .Nolasco
Baptista, cstiveraro bous. Riqoissimos pidaroi to-
cuu ella, eulre os quaet o miserere do Trovador. S
un desapreciador de msica deiiara de ouvir tocar
o tottrrere.
O puim a dous fol bem execntado pelas dual jo-
vens peraambocanas. Seos pastos figurados, suas
bellas e interessantes posic.es conquistaram enlhusi-
asticos applausos do publico.
A farra correo bem e satisfactoriamente.
Conlituio o Sr. Santa Kosa 11 mimosear-nos com
esses diverliraeidos.queenconlrarubom acollumenta
110 publico, e aparada para a anal)se do espectculo
a peona do Apreciador Uo mrito.
SEGURO CONTRA A MOKTALIAUE DOS
ESCKAVOS.
III
Dissemos 110 nosso primeiro artigo, que a vida
media da popular,,,, vscrava entre nos no podia
cl.'var-se cima de vate anuos. Felizmente pode-
mos obler uiu documento, que justifica plenamente
a un-,1 asscrro, e ha o obituario dos quilro fre-
gu zias da cidade 00 Recife durante o periodo de i
anuos (desde o I" de marro de IS3I ale o ultimo
de tevereiro de 1853) pcrTeilamente organisado c
mandado imprimir pelo administrador do cemilerio
publico o Sr. Manuel Luiz Viriles, lele precioso
documento coiisia, que a mortalidade as referidas
qutro Tregen*?, e, durante quatro anuos consecu-
tivos, foi dr8,5t, pessoas, sendo livres 6,678, es-
cravas I.Sliti. Tomando o termo medio do qualrien-
uinteremos para os primeiros 1,669, cinco por anuo,
e para os segundos 1!6, cinco pelo mesmo lempo,
11I0 he, terrinos 1669 e cinco decimos de pessuas li-
vres raorlat por anno, e J66 cinco decimos de es-
rravos morios tambera por anuo,
O Sr. \ ir.ie-, nao sabemos com qoe fon lamento
orcon a popularlo total das quatro [rtgaexiM em
/>,UtH) almas, dando para escravos a quinta parle.
No admitlimot o calculo de 60,000 almas livres pa-
ra a iioa cidade, como o mais aproximado, porem
din; Linios muilo de que a parle escrava exceda de
12,000, que he a sexta parte de 72,0!>0 almas, em
que computamos a populadlo total das citadas fre-
guezias.
Bazeamos o nosso computo nos segoinles dados :
H escravalura lem diminuido consideravelmenle na
cidade pela merle e pela venda para Tora, como he
publico e notorio ; de quasi ludas as rcparlirOes pu-
blicas tem sido baoidos os escravos, comerado pe-
ta obras publicas ; o mesmo serviro de carreto he
hoje Teito por gente livre, quer tiberios cu ingenuos;
muitos serviros em que antes s se empregavam es-
cravos, como serventes de obras,boleeiros etc., etc.,
Iioje tilo feitos por liomens livres, leudo-se ja des-
vanecido o preconcoilo de que so os e.cravos er-
viam para taes misleres ; e do mesmo registro da
mesa das diversas rendas consta apenas pouco mais
de 6,000 matriculados. Dando pois 12,000 escravos
para a nossa cidade, crrans que o erro, se o ha, es-
l.i em que damos de mais que nao de menos.
Ora, volinodo ao nosso calclo, e lomando por
base 60,000 almas livres para ns quatro Troguezia
um que se divide a nossa capital, e 1,669, cinco
termo medio do pessaos moras anuualmeule doran-
te os penltimos quatro annos; segue-se que a mor-
talidade da gente livre regulou 110 mesmo periodo
por dous e qoatrn quintos (2 4|5) por cenlo ao auno
com pequea dillerenca. fumando do mesmo mo-
do por base 12,000 escravos lias mesmjs Treguezia*,
c '166 cinco morios annualinente como termo medio
resulla que a morlalidade dos escravos fui de pouco
menos de H por cenlo aoanno. Esta dilferenca pro-
va o que dissemos antes, isto he, que a morlalidade
entro os escravos era relativamente miiilo innior
que a dos livres, e poi consequeucia qoe a vida me-
dia daquelles est em moito menor escalla que a
lestes. S tal dtsigualdade se d na cidade, onde
os escravos gotera de urna cerla comniod.dade, e
-11 pela maior perla empresarios no serviro donies-
lico, a mortalidade desle deve ser em inulto maior
proporrao 110 campo, onde sao tratado como irracio-
naes.
Anda temos oulra prova mais valenlc do obitua-
rio dos tres mezes deste >uuo duranlc o cholea.
Com elleito nos mezes de fevereiro, marro e abril
Talleceram lias quatro Treguezia da cidade do Re-
cite 3,388 pessoas, das quaes 2.162 livres, ,e 876 es-
crava". I iu.ir.1 ailo a m na base da popularlo lo
I H. 1-lo he, lili,IKl.) almas livres e 12,001) escravos,
segoe-se que das primeiras a morlalidade foi na ra-
zio de qualro e um dcimo por cenlo (4,1) > a dos
segundos de sele e tres decimos {7,' ; difterenc
euurnic, qoe serve para juslificar-iius complelamcn-
Ic, ou provar ainda mais qoe fulo Tomos exagerados,
compulaodo a vida media das pessoas livres na nos-
sa provincia entre 29 e .10 annos, e do escrava em
em lodo o caso, o teluro he nuu gaianua nao s do
capital cmodo salario, ou do juro do capital repre-
sentado pelo escravo.
Sopponhamos, um liom escrava d lodo o servico
assegura lo no valor de um mulo de res e maullan-
do dez lusle por da. uu W09000 por anuo, e te-
remos o seguiule resultado lenas (odas as deduc-
ces :
Salario do escravo durante un anuo 3009000, a
rieduzir : o legare sobre um cont de res. :th>OUO;
ve-luano, molestias, diai de serviro peididos ele,
ele. 1H90001009000.
Kendimuulu liquido do escravo por anno 110.5 rs..
que he o juro de 20 por cenlo ao anuo do valor as-
segurado, o que excede em mullo ao inleresse que
pode ollerecer quolquir a-sociarao mercanlil ou de
iudiislria no nosso pal*.
Se rellertirino que o valor dos escravos, assim co-
mo ns salarios augmentara lodos os anooi, apesar de
riico de um eapilol lao precario come a vida dees
inTelizes, com que rapidez nao desceran aioda com
a garanlia do seguro "? Se lia dez ann.is a esla parle
os esciavos lein duplicado de valor, quanlu Dio vil-
lero daqoi a de/, anuos um escravo que boje val um
cont de res ? lie de presumir ente pode asseverar-
le que valer um cunto e quiuheiilos mil ris pelo
menos, eulrelanlo que no mesmo esparn de lempo,
seu senhor apenas tera'gasto, nao do capital, i:m-
dos lucros, com o seguro (rezeulos c (aeenta mil
ruis, que he o producto de (rinla e seis mil ris por
anno durante o decenio.
Paramos por ora urna pansa, e deixemos que o lei-
tor reflicla por algum dias sobre o assuinpto, alini
de que possa melhor i-ompreheuder-uos qiiaudo tra-
annos das 1I1II -ri'iiles calhegonas do seguro, sem-
pre dehaixo da mesina base, islo be, da vida media
do escravo.
Este >era' por lano o objcclo do uosso seguinte ar-
tigo. II'.
UMA PERGUNTA QOE NAO FAZ MAL, E
PODE ANTES FaZER BEM A UNS OR-
l'HAOS.
Paulo, senhor do engenln, silo na freguezia Jo
Cabo linha nesia cidaileum predio em Bemca fre-
guezia dos Afogados onde moravamos fnlios que leva
fazia-os baptizar na matriz do Sacramento da Koa-
Visla com liecnca do parocho dos Afogados ; alem
deste predio de Bemca onde resida,linha um an-
il.ir do sobrado na ra 1 (Jueimado para quando
estivesse doente, e ncsie sobrado moneo. Sua viu-
va requereu ao juizo de orpliaos desta cidade Ihe
conferisse provisao para ser ella lutora dos seas
lilhos, e Ihe foi concedida, deu principio ao inven-
tario, do qual he escrivao Guimares, resolvendo-
se a dar todos osles passos, nao s os motivos de
residencia, como o ter arjui muilosbens de raiz, e
baver aqui fallecido o inventariado seu marido.
I'ergunta-se poder o juizo de orplios do Cabo
avocar tal inventario para o Cabo onda lem a viuva
engenbo ? E no caso de o fazer, deveri ser cuin-
prida a avocaioria '!
por
que
alcance, revocando pra isso cousa ailmiravel
um simples despacho juma senUnr.i definitiva
havia pasando em juigadu.
Kemenmiuilo, porerp, eu a vara dejnil municipal
e de orpiijos, por Irr fchegedo na comarca o iliano
juiz de direilo Rayruilbdu lerreira de Arauj Muta,
iiiilm que Padre de Ojsiru nao havia entrado rom o
dinheiro para o cofre eor io-inuares de Benin An-
lonio Alves ; e por ieab mendei .le novo inlima-le
para que desse riiinpri)ueulo a minlia sunleur.i, me-
reren.io tudu o meu proceder, rul.livo a avallaran, e
pagamento do escravo, e juros em qoe cnudemiiei
o lulor, a appiovr,n ,|o |)r. Cmara l.eal no pro-
viineiilu que don em clureirilo, lio qual couheceu o
incu 7elo pelo serviro jiulilico.
Depoil de melllplicajda advertencias vendo que
Pedro de t'.aslro menpaeabeve as minlias orden-,
man,le s?queslrar-lhe iun escravo para pagemealo
do alcance em que se arhava pra cun os seus lule-
Isdo', einconsequenria do que deu iuiniedialamenle
una qucixa contra iniin ao digno cousellieiro l'ires
da Molla, o qual miaacliai, io nella o menor Tunda-
meuto, e conliecendo Quanlu era ftil desprezou-a,
e ero sua resposla elogiou-ine, e de!ermiiioii-me que
conliiiuasse com a mesjma de 1icac3o c zelo em be-
aelido 1I01 orpliAos. ;l))ocuinento numero 2.
Benlo Amonio Alvos, l'rancisco Joso de Sooza,
deepeitado contra miin, aqurlle pur n.lu (cr eu del-
ledo justilicar uina divida Taulaslica com o lim ni-
camente de prejudicaf os orpliam, no iuveutario de
una sua mana, que lava por fater cerca de 2 au-
no, decidiudo que clfe recorresse os msios ordina-
rio ; e esle, porque puz termo as tralicincias que
Tazia com a justica, doeumeiilo numero :l ; 1,1111-
r.n ,1111 desde lojjo a vocilerar contra mim om asque-
rosas correspondencias, atim de aTaslar o magistrado
que c-tava resolvidoa ciimprir com suas obngares
a ilespeilo de tuda guerra que Ihe lizessem.
A niinh 1 prese ni; a us inroinmodava, porque nao
podiam negociar eomajailica, uem protegerem o
eriiniuosos sobre qoeui exercicia a mais severa poli-
ca e vigilancia. Sem dar peso a aecusare* viz e iu-
Tanies, prosegua 111) meu prouosilo.de uAo dar quar-
le aus criminosos proteizi los por quem quer que
fne, e n'esle sentido envidei lodos os esTorc,os para
a oppres-ao do i rime, ji nido pessoalmeule Tazer as
dillitencia* documento numero ?] ja ordenando e
activando a prnio dos facciuoras cuja cifra elevoo-
9H a 61, dos quaes ja Toram publicados os uomes di
occeSpott&cncia-
Srs. redactores.Comquanlo eu seja o primeiro
a recouliecer a minha Traca capacidade intellecloal
para escrever para o publico, lodavia me acho com
coragem para destruir ua pagiu&s do sen Diario a
desabrida guerra, que a meu re.peilo occuliamenle
Tez meu mano, subdelegado supplcute desla Tregue-
zia de Itamarnca, por occasiiio das presentes elei-
r-js, a poni de riscar o meu nome em quasi todas
nt chapas que se iaui aprcsenlar per parte do go-
verno. Prevaleci-me do rifle que dizcada um
enterra seu pai como pode, e por isso digo como
possu os meus senlimentos, para que quem me co-
nhecer e o prqprio meu mino Tacara o juizo que bem
Ihe aprouver.
Principiarei por dizer-lhes, Srs. redactores, que
ilesde a creacao dos juizes de paz, que os votantes,
meus comparoctiiano, me houram com os seus vo-
tos, a ponto de er eu coiislanteuienle reeleKo em
lodas as eleiroe que para esse lim se tem feito ;
e o mesmo tem suecedido com as eieires
para cleilore c vereadoies, desde que me pro-
puz servir a meu paiz, e para prova de que
sempre merec o cunceito dos meus patricios,
nao obstante estarlo poder o partido hoje em op-
peeifao, tive de ser acese teinpo um dos elcilores,
que como lal deixei de volar, sendo ea subdelgalo
elleclivo e maior commnlanle do batallile de
euarda nacional desla freenezia, j 1 _- 1 o Sr, Clii-
chorropresidente de enl.ioretorniar-me no re-
ferido posto, e demillir-me do cargo de sobdelega-
do. Achava-me resignado no meu eugeuhu, des-
canraii lo no seio de minha famill 1, quando recebo
a nomearilo de lenle-coronel do referido bata-
lio, poique o Ilustre finado marque/, de Paran
quando vivo e presideule desta provincia mejulguu
capaz.
Approximaram-se as eleires, e em todas ellas
tive de ser reeleilo, romo bem prova a de 7 de sc-
tembro deste corrento anno.
Procede-ie a eleirao de 2 do andante, e, com es-
panto meu, nem para supplenle me achou capaz o
reterido meu mano!!... !
O enigma lie de Tacil inlerpretarao, porm por
modestia nao o darei ao publico: murmente sendo
cu e meu mano da 1ne.n11 poltica.
Moito agrdelo aos meus patricios os seus han
deaejo, que s nao conseguiram por nao concordar
com elles meu mano.
N'aosei qual o motivo de assim praticar, arredan-
do-me da votarao: devo suppor que declarando eu
que nao seriam outros os meus candidatos sean os
Sr. Drs. .Silvino Cavalcanli de Alhuquerque e Ma-
noel Joaquim Carueiro da Cuulia, um para deputa-
do e oulro para supplenle, esla seria a causa ; e se
nao he esla o motivo, nao sei qual seja. pois elle e
lodos desta Treguezia sabem que pertengn a poltica
presente, e que vivo com honra e prohidade, causa
20'tao somente. "A vida roedfa de escravo be"a La-1ta,TU de ,er e" '''nadu pelos meus patricios, a
Tormar-lhe, que a vista du procede de que traa a. publica naquella loealldade pelo que, he pela sua
mesina portara, eonila que o criminoso de morle I exemplar conduele moral, e civil sempre o eon-
Joo Frentica da Cimba Lindares quando Iralava
de sua deTeza por me 10 de prescripcao, o promolor
publico iuteriuo era francisco Jos de Souza, ro-
mo he ceettente da Tolda 26 du memo processo
em que olliciou. O reTendo he ver.lade de que
duu IV'.
Villa da Imaeratrit 10 de raaio de 1856.
O secretario do jur\.
francisco Jo'e do Nascimenlo.
Interrogatorio Teilo aoro Jlo Fraocisco da Cu-
aba Lmliairs.
No mesmo dia, me/., anuo retro declarado em ca-
sa de residencia do l)r. Christovao de Barros Lima
Motile Rato, juiz municipal e delegado de poln-ia,
ah prsenle o reo Jlo Francisco dn Cunha Linha
res, livre'de Trros e sem couslrangiineiilo algum,
pelo mesmo juiz |i,e foi feilo
modo que se segu
cnlerei: e o coucidorn cuino um migistrado apre-
ciavel. Por ludo ser verdade, passo o prsenle.
Caer 2*1 de oetabre de ls*i6. ,
Antonio Jos Machado.
F.stavmn reconliccidas as firmas.
Depois de luannos lirado a braco com a torra
auarcli.ca, e desordeira desie uossus adversarios,
que insudando os too* asserla, na obrig.iran a rom-
per us loucos exressui doiia 7 de seleinbro, de-
pois de respondennoi a disparatadas diseaisoet dos
campee deises vivandeirus e eaeclisUi que ja nao
nos podiam nggredir 110 dja II, a visla da garanlia.
qoe ii averno nos enviara, porque os malvados ao
por nalureza covanles ; depois emfun de expormo
ao publiro a liel historia dai eteiciies de vereadores,
interrogatorio du c Juj/ e p.^Ajsia cidade, bem longo eslavaroo.
de peu'ar qae teamos ainda de occopar a atlen-
mar-se Joao Francisco da Cunda I,inhale-
l'ergunlado qual o .eu nome ? fle.pondeu cha- cilo pBbMM eom seif,|lanle m.lena, poii aue 0 ,,.
l'ergunlado donde he nalural"' Respoudeu que
desla Treguezia d.i Imperatriz.
I'ergiinlailo onde he mnrador '.' Responden que 110
liiar Marangipe desle lermu.
I'ergiiiilado ha quautos lempos adi mora I Res-
poudeu que desde o uno de IKO.
encio desses domeus e.ceica du exposlii naquelle ar-
tigo pareca provar a li telulade do que dissemos, e
assim o jolgavamus. Tendo porm e-ses no-soad-
versarios laucado mi do iillinio recorto, que llies
restava. enoeiessaram 10 governo da provincia om
requerimenlo em Turma de protesto, que corre im-
prosso 110 6inn'o de Vrrnambuco, bem como urna
n 1 1 it -i 1 j """' "" u,|i"u "c 1 rritamnuco. uem ruino una
inhagoan!f Kespondeu qoe rep,esenlac.ao a S. M. I. acompatihada do depoi-
|.,-.r. ,Z ...L .<..., ..,------------------. .11. lne," ,le ejteoa*M seu, maior-s ene,eumenos,
l
l'ergunlado onde estiva ao lemim em que se dis ..
deu que pelo enrae que llie irapu am MN lempo lla, (oJos es,ej ac,im,los ,Lllalld_se .
achava-se morando no dislr.clo desle termo. maudar-no5 oovir sobre,, eo coul.udo. jalgam,,
PergonUd. porque l.-vu mono, a Luiz Sobre de nos dev dlr publicidade a iuTorrnacao, que
Respondeu que nao milou a Lu.z Sobre | s. Elc. dlrll?lmSi c'crpmo, ,, os aulore^ J ^
per;as ainda desta vez terao de eiivergnnliar-e, e
Sa 11I1,, j 1 '
de Sanliago.
P.rgun,.,, a elle respndeme como linba con- '- J %-J-
S,L"! Sf? T*SS2Z LU'L!Ub.re..?e mouorcha. e ao goveou procurando^co
rain 9 cleilore e i supplentes, sendo que alguusque consta das arles. qUe exi.iem em psnli-r de V.
se ausentaran! ou Toram dos que approvaraui as des- i Sr, o deeej 1 de descubrir roolraveaees le
ordeus ou mais lim natos. Emquanto a cilariio dos 1 aulonsar os peUciouaiioi a ntarem u arhg* ',
avisos de ."> de dezemhro de 1816, de 18 de Janeiro e 1 lie claramente mande te reno ,.,
20 de Tevereiro de 1817, para provar a incompalibi- j mairi/, exceptuando os r.,.,,. ,,u ,ur
lidade dos membrus que compozerain a mesa, pr le- rio no lur bastante esaacese, qyr bim
rem sido as que servirn na junta do qualiliiara,, de 27 de abril 18 o> 1817, cilaajo per elles se
,. roii*iirM 4j
de.te anuo, parece-nos que nao lem applicarftii
caso, nao su porque elle. 11,1,1 -erviram na qualihea-
e.io du anno passado, que Toi aquella culi) a qoal se
Tez a cletr.lo, como porque. cts'S avio explicam as
jncompalibiliilades enlre os Irabnlbos da junta de
qualifleafta e do conselho municipal, e nao rom a
mesa parorlual, declaran lo elles. qoe o Joiz de paz dep.....ient das leslcmanha. citeOei neeu parle
mair; velado cento deve ser o presidente, nao pode r-oi por Unto ero conscqucocia de aie e heve* cae,
nira no corp.i u.l in.iin.-, a -e,,,;,. ,.,, it,p,a|ieTt-
cm oalre lugar, avisa de 8 de marcad* 1HI7. 11,.
de s infr.rr.io do arlico, e elle deixnu e nata di-
reilo de julgar da capacidade do la|.r l.lgii.
ter respondido ees lr primen, p,eiaju. ,u ,,,.
seaUcae dirigida a S. M. Iai|rial. a lelalad.
Tazer parte das turmas como eleitor, Mame nelles nu-
merados.E de mai, o juiz de paz Joaquim Pedro
do Reg,. arrelo, que prcsidlu a juula e qnalifica-
(le desle anuo, nao be o juiz de piz mais volido, e
neiu fez parle da mesa parnchial org^nisada ; um
Toi chamado no da 11, em substituirn do meiano
J0.I0 florentino de (oes Cevalrauti, que pedio dis-
pensa, romo consta da acia do recebimenlo, e lian a
Julia toiicalves Lima, qoe jt estiva substituido por
IlcrmogenesGoncalves Lima. Diremos peticionarios
qoe a mesa Toi Tormada as escondidas 0,111 piquete a
porta'.' Oue dees ideas mais cuiilradiluriai a escondi-
das e cun piquete a porta '.' A admirarlo doseieilo-
res e supplentes, de que Tallara 01 peticionarios, tu
cluido ,'- Irabiilhet do cn lidade V. Hxr. reroattecea em flirn 4* | um.
lubro, de rujo direilo n peliriaaatHM literaaa a ee>
dacia de negar que se pracedea a el ira,, \\. sjaa-
lili, ario do auno enlecrdeat*. e pois nao |Cie lugar
a accusar.io leila ao |iresi4nle desle eaaaara de dar
as lilss do eleilnres e r.eaanu,, em 28 *r aaa-u ;
(uirqiie leii.lo-e roneluri., ., |i,ii|a revisara a 11 de
agosto, su depais de 21 dial pelo weaa eueaa aaaoda
o a\ iso n 22 de 2 de fevereiro de 1K 7 i 2 a .1. I*e
que se deve reunir .. eeeaatJsa municipal a avvo
de I de tevereiro de 1817 t I. citada pelea pelea.
narios em nada Ihe epruveila.por qemiaelie asea-
da reunir em lempo competente qoe *4u M -\ ^w
poiiden
Luiz Sobre
Ks.'.s's s""tt"*"", ?v '"~iii'"'T;;.v.T.r.rr..;is;
llr.tli g". lfS; A .. care",0, "rtMaaa cm o jui/.o do, humen justos, e
lerguntado a ele ru se por caosa desla morle m,,... :,.,. ____, .
nao linba sido process.do e preso para sec recoll.i- ptXrSS n. I /ePe"mos e"f "-">"*";>* *
do a cadeia da capital donde eadira-e / Re.poo- 'SZZfSSJZZSrElffS!? '"'"" T
deu nue he verdala o,ip Ir., nrr..,d.. nr..,. rn. V-"'-". "" llara"" uu Diarw essas represenlar.oe-
se do seguro, lano para a compaohla como para o
proprietano de ecravos, portento r.amprc qoe esle
calcolem lodas ai probabilidades, alim de que se dc-
-in-auem de qoe nao ha nada mais precario do que
a vida de um enle cujo 111-tinelo (ende mais a des-
Irui-la do que a conse va-la, ao inverso de lodos os
entes animados.
Fajamos om pareullieses, c.iproveilemoi a occ.i-
lUe, que lalvez ele tendamos outra lao asada, para
dizermo urna palavra acerca do (rabalho do admi-
nistrador do cemilerio publico. O Sr. Viriles he
um desses bomens positivos, que se enlregam de
corpa e alma a um inister. Todo votado ao seu em-
prego, elle nao se limita somente ao que Ihe diclam
suas instrncees e regulamenlos : faz mais, prucura
rlevar-se sobre a rulna e servir cun intelligencia
c proveilo.
t) Sr. VirSea he dotado de moito bom senso. Pa-
r homein que nunra saino de seu paiz, admira ro-
mo elle coepredende o hom c 11 bello em ludo
qtiaolo perteuce ao objeelo de que (o encarregado.
Chelo de aclividade e de energa elle se dislingoe ao
iiiesni,, lempo por maaeirat delicadas e urbanas pa-
ra com o povo, cujo j.zigo final esta ilebaixn de sua
guarda. Os mappas mortoarios a qoe alludunos,
loram coiiTecciunados por elle, e impressos a sia
rusia, no que gastou redmente muilo mais de
5001000.
\ olamos agora ao nosso assumpio, Tazendo ama
compararan enlre o seguro, que exige a rorapanhia
l'rciidciu'ia. e a vida meds do escravo. Se este ter-
mo medio nao excede de vinle anuos, a companba
assegorando a vida do escravo desde 12 al 10anuos
de idade na raz,lo de Ires por cenlo do valor ase-
gurado, assume a responsabilidada do duplo da vida
media, e por consequeucia tem muilo menor gro
do probabilidades a ieu Tavor em qoaulo qoe para o
senhor he de nina grande vantasem, jorque segura
e seu escravu por um termo duplo da existencia
provavel, logo que excede da idade de vlnle annos.
lalvez haja quem nao compreheuda o domo racioci-
nio pela matieira porque o expozemos, vamos ver
so por oalre modo nos lomamos mai claros.
A vida media do escravo he de finid annos.e nun-
ca mais.
A couipanliia aisegura a :t por cenlo do valor ar-
bitrado ao escravo desde a idade de 12 annos al
10 inclusive ; lugo desde 12 al 20 anno as proba-
bilidades >ao 11 Tavor da companliia ; mas de 20 au-
no al 10 sao (odas a Tavor do segorado. Ora, de
12 anuos al 20 van uilo ; mas de 20 a H) vio 20 ;
logo no seguro que taz a cumpa 1,Iva, a- probabilida-
des a Tavor du senhor eslAo na razilo de 20 para 8,
isto he, 2 1|2 pera I. Esle calculo he lao cliro co-
mo a luz meridiana e nao necessta de mais provs
do que as cifras que ficam registradas.
E porem porque a coinpanhia essegara por nm so
preco em um periodo Lio dilatado como o de 2S u-
uos. tendo contra si tilo avallado numero de proba-
bilidades '.' a razo he clara,e coimste primeramen-
te no avallado numero de escravos, que sejam asse-
gurado, puis su pelo numero pode compensar-se a
perda provavel ; que nem lodo os escravos iseegrj.
rados excedam o lenuo da vida media, islo he, de
20 anuo para cima ; que o coidado e inleresse que
nuil, seubores lem por seos escravos, o preser-
vara alo ceno unido da morlalidade romiiiora a esta
clame : que u inleresse ,1a compendia ella maulein
a sua cu-la os melliores mdicos e da' consullas gra-
tis lodos os das aos er,avo segurados; que por sua
inlluencia deve.....esapp.irecer em grande parle os
motivos de suicidios e os castigos rigorosos, e por
consequeucia moldurara' a condiccao do escravo r
inellioraoilo e.,la' diminuirle as probabilidades fa-
aes.
excepto de um oo oolroque ignoro
Paro aqui, alim de nao proferir alguma palavra
que iiivoluuiariameute possa escapar-me, que v
molestar o melindre do meo mano, ao sim digo-llie
que moito agraderoa juslira que me fez....
Quciram, Srs. redactores, dar pudlicidade a es-
ls mal escripias linlus, que muilo agradecido Ihe
ficara o seu constante leitor e assignanle,
Fratteco Cordeiro Cai-alcanli.
Engenbo Cuinalv 12 de novemhro de 1836.
CEAR.V.
Sr.redactor. pare que o publico condeca qoal
a consequeucia da. aecu-aroes de que fui vicims na
Imperalriz, misler ae fax qoe trace n'uin quadro,
se bem qoe tuccinlo, a origem de guerra- infame e
vil que
que Tussem punidos 01 aulnres de lie- chines: a uns
fi-los casar suasorinmcnle, a ou(ros recroar, a ou-
Iros melti-os em processo na forma da lei, como be
sabido por lodos all, seudo esso meu proceder apre-
ciado pela zeole seusila da comarca, que rnnfessava
que a jostira na Imperalriz era distribuida com
igual 1,1,le com lodos, fussem grandes e ricos, pobres
ou desvalidos.
F'iz convocar o jorv da Imperalriz no mez de u-
Iho de 1833, ua qualidade de juiz de direilo inleri-
110, e appeilei de I criminosos, do quaes o tribunal
da relac.au |a deu provimeulo a appollrilo que in-
lerpuzde Alexan ir Jos da Guia, mandando sub-
melte-lo a novo^jnrv, como do accordao publica-
do 00 Pedro // n une, o 162:1, peudendo as outras
appellacoes do canheeimento d'aqoclle tribunal.
Todas essas absolvices eicandalosas, promovidas
por lie,iio Antonio Alves e seus amigos; todos esses
escndalos pralicados por elles, forain contrariados
por 1111111 ; ja appellaudo das decises dejar] para a
relacao ; e ja processando como delegado aquelles
criminosos que existiam debaixo da proteccao des-
ses h'crrabrazea.
Tambem cunvoquei o jurj de S. Cruz, e iuterpoz
appellarao de um proces.o contra o padre Jos Joa-
quim Coclho da Silva, e nao appellei de outras ab-
solvieses, inclusive as da morte do inTeliz Leandrau,
porque e l)r. Araojo Lima ja havia appellado das
primeiras absolvicoes, que se deram, n.lo podendo
en ;, viste da lei appellar leguuda vez.
Assim pois, vejado Benlo Antonio Alves, e seus
espoletas que nao podiam impunemente dar protec-
cao a crimiuosos, nem esbanjar os dinheiro jierten-
cenies a orph.i.i., pela oppo.irao que encmilravam
de minha parte, recorreram no expediente de escre-
ver ao padre Pompeo, pira que me goerreasae pelu
immundo Clarean. Sem se aperceher do^papel en-
cmmendado de vil espoleta, que Ihe Toi commetli-
do, o padre Pompeo lornou-se echo dos meu ini-
migos, e deu parabens a sua Torluna de Ihe deparar
esse meio de poder render esse servico, como paga
anlecipada dos votinho'ii qoe espera recebe:-.
A primeira, a mais culmniaole das ecusaees que
se rae lera Teilo, he por na ler rateado as cusas
de qualru inventarios que preced, qoando alias o
regimentu era emissn, e linha em abono do meo
procedimenio a pralica do Toro de Pernambuco, em
que serv como juiz municipal supplenle, e promo-
tor publico Interino.
Alordoado o padre l'ompo pelodesejo sem limi-
tes de tahir ilepuladn pelo circulo da Imperalriz,
peusou que eu havia de lomar parle na ele,(ao para
guerrea-lo, e julgaiido-me vingalivo como elle, pela
inesquinhez que Turma o Tundo peculiar d# seu ca-
rcter, levou sua ollicio.idade i ponto de pedir em
soiisarligos a minha remocAo ; nao obstsnle a idea
que de mim formava a bem do servico, quando me
dirigi o ollicio, documento numero 7. Mas o que
lazer, se era preciso ncompanhar o devineios, e a-
slazer os capricho d'aquelles de quem eslava na
dependencia para segurar os votos do rircolo por
onde se aprsenla candidalo ? A Divina Providencia
porem nao ha de permit,r que um enle to abjecto,
que vaga assim na carreira das circunstancias, seja
eleilo membro da representadlo do paiz. A Divina
Providencia velera a Tavor do's Cearenccs, para que
ainda desla vez prevale;* o verdadeiro mrito o-
bre a opapoula de Sania i.iuileria.
Emtim foi um sem numero de accusac.e que soT-
fri, a qual mais frivola, Tulil, e inverosmil.Haja
vi.ln o que disse o Ceareii'e a respailo da circula-
res que mealtribue, depois de removido, para que
os inspectores de qosrleiroes lrnuxe-s-m os povo
para a prxima eleirjo, qoando he sabido, e eu de-
monitrei-o no penltimo numero do Pedro II, com
11 prnprio odicio de Benlo Antonio Alve, qoe en-
Iregoei a vara de juiz municipal, e delegado de po-
lica, logo que tive cominuuicarao de minha remo-
rio, tratando em segoida de partir para esta capital,
onde me acho desde o dia 18 do correnle mez.
Entretanto o padre Pompeo no sea proposito de
ludo desvirtuar, sem se importar dt ser desmentido,
diz no ultimo numero do seo Cearense -^oe foi di-
mettido de delegado, qoando aioda o qoe he cerlo,
he que o Kxm. Sr. Pae Brrelo, jolgaiidn o lugar
vago, em roosequencia de minha remoco, nomeou
ao Sr. Analacio Francisco Braga para" mesubili-
luir, documento numero 8.
Conchando, direi ao traanle padre Pompeo qoe
pode coulinoar na larefa que Ihe Toi imposta de in-
vectivar a um seu collega por mero desabaTo, e ado-
larao a liento Amonio Alves a troco dos volinhos.
cima des.as mizerias esta' a consciencia publica,
esla' o bom coneeilo, o lestemunhu, e juizu respeita-
vel que fuerera e o aliono do meu procedimenlo os
dignos presidentes desta provincia, do meu lempo a
a voz publica o indignan como aulor desa morle
l'ergunlado o motivo de ler assassinado a Luiz
^abre deS.uliago? Respondeu que de sua parle nao
salte o motivo a que deu lugsr esa morle.
Perguiitadnem que logar havia morlo a Luiz So-
bre de Santiago e a que horas foi o acontecido '.'
Respondeu que matarain no lugar Desierro nao
sabenno as horas, sendo que por esse inolivo im-
pulavain e porque queriam mesmo dar a elle como
aulor dessa morte.
/'ergunlado se linba inlriga com Luiz Sobre de
certu
Ulms. Srs. presidente e membros da cmara mu-
nicipal.Respondendo ao oTficio qoe VV. SS. nos
dirigiram em dala de 10 do correnle acoinpauh.ido
do despachu do Exm. Sr. presidente, datado de i do
correle, lanzado no reqoerimento qoe ao governo
enderecaram alguns cidad.los, ebem atsim urna re-
prescnlacao para ser levada a augusta presenta de
S. M. o Imperador, e outros documentos leslemu-
uhaes, ludo com o proposito de provar as supposlas
irregularidades das eleiroes qoe acabara de proce-
der so pura vereadores c juizes de paz.limilar-nos-
se mo tez, compara Ja com a pelelo era
qoe me colloquei.
e^ ^ -* a ..-_ ...v, 1^, ,. ,.,iviii| ^.o iillfU ivikuii u
hao breves, repilo, as rnnsi lerares que veu fa- | esla parir, os honrados juizes de direilo, e chefes
;er, e faro-as com (oda sinceridade de que be ca- rt" polica com quem serv, documentos uumirus9,
paz a leal lae do meu ciracler
Tendo eu chega lo 110 dia i de agoslo de I83 na
comarca da Imperalriz, enlrei uo exercicio de joiz
municipal e de orph.los no dia 3 do mesmo mez e
pouco depuis no da delegacia du polica.
A' minha chegada fui inlormado quo a adminis-
traran da justica achava-se em um rabos, eiisliodo
1 lutores que nao preslavam cenias, e inventarios por
Tazer al de 12 anuos. Os criminosos passeavam
impuaemeute sobre a protecejh) diolurna dos domi-
nadores do lugar: e por isso 'antevi para logo as diT-
liculdades com que lena de hilar.
A situarau eslava difluida e desenliada cm deas
palavras: 011 disfarrar o mal. deixando as censas le-
varem esss (endeucias que ludo delurpavam ei-
lapavam : 00 oppor um paradeiro a esle estada a-
nachroiiico, collocaudo a administraran dajoslirja
na altura eonvenienle, reves(iadn-a dquelle carc-
ter Irlo, mpassivel, e redeelido que Ihe compele no
exercicio supremo da applicacao das leis, e obser-
vancia ds 1.omnl i- protectoras ,1a sociedade.
N'um caso, seria bern commoda a minhi po.irao
com o a laisse Taire pa.sser altralnria o silencio
dos raaos, e a complacencia dos bous; livre da pres-
sjo do odio e da susceplbilidade dus prejuizos e
precoiiceilos mal entendido*, leria evitado a calum-
nia e a diu"ama{do; sem vnnlade, anlepoudo a eon-
venleneia ao dever, iinparcialidade a a ligidez ,1
iinposices, a |irolei-e.-,ii legal dos cidadaos a indlfle-
renca do cviiisroo, direilo do fraco ao capricho do
re-,, a persegoirao do crime, ;i imparcialidade, a
diguiilsde do joiz ao talismn dos loandes; entao
o lempo se metera deslinde insensiveliuenle enlre
o afagos e caricias : a n'oulrn caso leria o reverso
do
.un
10. e II
Felizmente nao ha no Ceara' qoem n3o tenha
conhecido e solfrido do carcter insidioso do padre
Pompeo ; e por isso nao he de admirar que tenha
aoginentadocm o meu nome o catalogo do dec-
tralado, que li.1i, si,lo levado ao poste immondo
do su Cearense.
Forlaelza .10 de onlubro de 1836.
Christovao de Varrot l.ima MonteItaio.
DOCUMENTO N. I.
N. I.i7.Certifico que. durante o exercicio
topplicailla, o harharcl Christovao de Barros I
Mente Raso, no lurar de juiz municipal e de or-
ph.io ,lu termo da Imperalriz, Torara entregues all
polo thesourciru de orpblos ao proc jrador dos arre-
malanlee de impostes eaeieaeee, para te recolber
Ibraonraria, dlnheifos de orphos : imporlanuo a
dUTerenles addieje iontregnes, desale 28 de agosto
de 1831 al_ 19 de ago qoanlia dc2:78k'37 rs., deque perteneiam ae
erpnfoi de David lioncalves Rabello o segoinle :
Auna :lux>, Jos 270.-?, .Manoel V3tl0b0. Aos or-
plioa de Francisco lerreira llrag* o scguinl Vi-
renlina IHolliS, Margarida I37H|, Alexandre
t,232S!. Aos orphaes Manoel, Francisco, Alexandre
e l.uiza 1364598. Ao orphlo Francisco, lili,o de Ma-
nuel (innralves l 1.1 iij)2. Ao nrplnlo Antonio,
lilho de Jeronv mu de Frailea CoiraarAes i'.l>(i78-
nao se tendo dado especificaran a reipeitu de quaes
sejam oe oulro orphos, a qoem possa perleucer a
importancia rstame de730;29:l que com as suhre-
dilas qaaslias prrfaz aquella de 2.781>37.
Certifico mais que fin recolhida mesraa thesou-
raria a quanlia de. :l.!0?62l reis, dinheiro de au-
11 j .< > I" c*r,,tiau*is 10
1 nrgunlado se elle respondeule quando (ralou de peticionarios e
iu.1 livreoea por meiode orna prescripcao, linha re-; os,aj ^^
.oII,,do-se a eadea .' Responde,, qoe nao pois a- ()(, Inesma na|u-
cnava-se em soa casa no sillo ^larangipe,leudo man
dado valer-se da prolecrao do Sr. Francisco Jo-e
de Souza, para soa absolviese couseguindo-a leve
para esse lim de dar e queja anles havia ajustado
o seo procurador jl mencionada Francisco Jos de
Souza, a qoanlia de 51:* rs. tirando porm devendo
a quanlia de MJrs. ao escrivao Urbano, qoeera pa-
ra Tolha corrida.
l'ergunlado te Francisco Jos de Souza, nesse
lempo na j era o promotor '.' Kespoedcu que nao
sabia.
l'ergnnlado qoal o joiz que Ihe coocedeo seme-
Ihsnle prescripeao/ Respondeu que Tora o joiz sobs-
litulu Rento Antonio Alves.
DOCUMENTO N. 4.
Cerlifco que o ollicio a que se retere o suppli-
canle he do theor seguiule:Recebi hoje o ollicio
em que V. S. me d parle da pri-au do criminuso
de morle de uorae Antonio, tambem conhecido pur
Honorio, qoe se achav homisiado uessa comarca.
Limando a V. S. por mai esla diligencia Teil.i a
bem do servico publico, recommeodo-llie baja de
Tazer capturar ns demais criminoso, que ainda por
ah existam.
_ Dos guarde a V. S.Palacio do governo do Cea-
r, 12 de sutembro ds 1855.Vicente Pires da Mol-
la.Sr. juiz de direilo interino da comarca da villa
da Imperalriz.
Secretaria do governo do Ceara, 30 de outubro de
1856.Francisco de Araojo Barros.
DOCUMENTO N. 5.
Relacao dos presos criminosos que lem se recolhido
a esla cadeia, por ordem do Sr. Dr. Chriilovao
de Barros Lima Maule II i-<. eoi qualidade de de-
legado de policia e juiz|municipal e|de orphos e
de direilo iuteriuo, desde Janeiro de 1856 al 9
de outohro do crrenle anno, o quaes sao os se-
grales :
1 JosAnloni] Pruna, crime de delloramenlo.
2 Joaquim Maiqoes de Oliveira, crime de ame 1-
rat e de armas.
:l Francisco lerreira dos Santos, crime de morle.
4 Jos Marlins, fuga de presos.
5 Vicente Gomes dos Santos conhecido por Vicen-
te Bazilio, crime de Tenmeuto leve.
ti Gonealo Francisco de Araujo, indiciado em cri-
me de morle.
7 Pedro (jumes da Cosa, conbecido por Pedro Ci-
miano, por crime te Terimenlos.
8 Alexandre Ferreira Braz, pronnnciado em cri-
me de morle.
9 Juao Francisco da Cunha Liubares, pronunciado
em crime de morle.
10 Alexandre Jos de Brilo, indiciado em crime de
roe be.
11 Manoel Ferreira Diono, indiciado m crime de
roobo.
12 francisco Raymundo de llollaoda Cavalcanli,
pronunciado no art. 129 S S do cdigo crimiusl.
1*1 Aoua Mara do Espirito Saoto, crimiuosa de
morte.
I i Francisco Jos da Cunba, condecido por Fran-
cisco Vieira, proaunciado no art. 201 do cdigo
criminal.
15 Luiz Alves da Casia, conhecido por Loiz Rt-
phael, pronunciado no arl. 193 do cedigo cri-
minal.
16 Leandro Christovao do Nascimenlo. indiciado
em crime de leotaliva de morle.
17 Pedro Francisco das Chagas, conhecido por Pe-
dro Claudiauo, pronunciado no art. 201 do c-
digo criminal.
18 Alexandriua Maria Barbosa, pronunciada no
ert. 20i do cdigo crimiusl.
19 Vicente Correa da Silva, criminoso de morte.
20 Manoel de Sooza Brauna, indiciado em crime de
norte.
21 Manoel Joaqoim l'ereira, coudemnado no art.
201 do cdigo criminal.
22 Ouileria Maria de Jess, indiciada em crime de
morle.
2.1 Bernardo Peroira deSenne, inga de presos.
2i Josd'Alhuquerque, fuga de presos.
25 Mahci..i Lourenco da Costa, fuga de presus.
Em T de verdade que assiguo. Imperalriz 9 de
ooluhru de 1856.
O carcerelro da cadeia,
Joao Pereira dos Anjus.
DOCUMENTO N. 6.
Relacao dos presos desertores que lem-se recolhido
a esla cadeia por uniera do Sr. Dr. Christovao de
Barros Lima M me Raso na qualidade de delega-
do de policia, juiz municipal e de orphos e de
direilo interino desde Janeiro de 1856 al 9
de oulubro do corrate auno, os quaes sao o se-
guiule :
Manoel Carneiro da Silva e Jos Fernandas da
Luz..
Em T de verdade que assigno. Villa da I ropera
UiS 9 de ouliihru de 1856.
O carcereiro di cadeia.
Jo5o Ferreira do Alijos.
DOCUMENTO N 7.
Direcloria geral da nistruccilo publica da provincia
I- de jiinho de 1855.
N'esla dala lenho nomeodo a V. S., inspector das
do quadro para mirarme. Ative-rae ao cumpri- j sent, entregue tambem nasodredila cunlormidade.
ment do dever: a minha dignidade pessoal, a mi- fa,, se lendo riado'o caso de que '.res entradas de
11I11 poei{!e de juiz, o mea cararler e tentimenlo orphilos ou de aiv.enle. tivcssem lugar anles ,1o
exrluiam lod a hesitarlo na preferencia porque i exercicio do lupplicante naquelle municipio,
devia paular o raen procedimenlo. Em conseqaeu-l E para couslarse passou o prsenle, em cumpri-
cia, foi meo primeiro cuidado regularisar o Toro, ment do despacho: retro Eo Antonio lien,aromo
procurando por as cousa era seus eixos, o Tazer Jorge Subiinho, segundo cscriplurario a escrevi na
cuinprir a lei. primeira secr.io da Ihesooraria de Tazenda do Cea-
liiiuinaio que nanea te havia recolhido os di- | r, aos III 'de oulubro de 1856.
nheiros dos orphos na "starlo fiscal; que erara da- O chele de secan,
dos a particolares por autoritario dos juizes leigo; 1 Manoel Nunes de Mello,
que nao exisliam hvros para o recolhimenlo dos di- DOCUMENTO N '
ros, em detrimento dos dircilos daquelles inte-1 Foi-me prsenle ioa retpo! '
M^SS^TX-WS intriga-cora o ^ ^r^,! 02 "SS pe
1 presenciados Toram adulterados, e Talsilicados pelos
bem que padessemos Tundaiiienlar
;e com uutrus lanos ducumentus
reza daquelles que os pelicionarios
produziram ; islo he. ioqoiricao de testemonlias,
lodavia convencido da importancia deses docu-
mentos, que s,, podem ap|,rovcilar aos qoe, cons-
ejos da (al.idade de seus ditos, procuran: basea-los
a' cosa do sacrificio da consciencia alheia ; us, que
presamos a dicnidade de nossa p samos dese meio de jiislifica^ao, e passamos a' res-
ponder os pontos seguiules:
A primeira reclamarao dos pelicionarios (nda-
se na Talla da publicarao das listas da qualiliearao,
e ter sido Teda a eleig.1o pela qiulilicrao do anno
antecelenie, era reto de nao e haver concluido
os Irabalhos do conselho municipal, que deve traba-
Ihar 15dia consecutivo. .Visto cumpre-nos res-
ponder que tendo S. Exc. rrolvido a quesle que
Ihe Turan! presentes .obre o conselho de recurso mu-
nicipal era oflicio de 2 de selembro que recebemos
por iuterrnedio' dessa cmara no di 5, mandando
qoe se procedesse a elmclo pela qoaligcagao du an-
uo antecedente, e vendo que nao seria pnssivel em
tao curto esparn publicar as lisias, muilo bem pre-
venio S. Exc. mandando qoe e dsse publicidade
a' estas listas por meio de editae-, oque fielmente
e romprio aTiixaildo-se m* lugares mais publico
do primeiro e segundo dislricto dela cidade. Nao
Toi porlanto a ignorancia da ijualilicayan que uu
encorajan, nem 13o poaco deanira.,u aos pelicio-
narios, porquanto esiamo bem convencidos de que
nenhoma daiqualilicagoes aeradaria aos desordeiros
que so applaudiriam a qualilicacao se livessem in-
cluido o numero de proletarios, morlo, e invisiveis
que o conselho municipal inserio na sua lista. Ain-
da repelliraos a injuria irrogada ao povo de haver
elle rompido o livros, e mai papei. Nao, nao Toi
o povo que commetlea semelhaiile escndelo, mas
sim roeia duzia de homen, a qaem moi bem cha-
mela inexpertos, qoe engaados pelas promessas dos
peticionario romperam no exceo ja (8o tbido ;
nao foi lamben) a Talla de curaprimenlo a orden
de S. Exc. que molivou aquella disturbio, porquau v
lo anles delle ainda a mesa nao se aeliava inslallada.
Tambera nao approveita a allega,;",,, dos peiiciouari-
os de qne nao sabiam era quem votassem,porque ella
e ressenle de urna Talsidade inconslelavel visla da
sclada apparacao oude se v :i chapa dos peliciona-
rios. Abstemo-no de analiiar os noinesdella quasi
loda composta dos que juraren).
1 .'mili,u.un os peticionarios dizendo que nao havia
intenrao de olfender a iiinguem, e como seria islo
possivcl, pois horaeus recoohecidamenle malvado.
rompern) loucos excessos, e aquelles que sao ac-
commeltidos niio devem deeuder-se e So chama-
do provocadores ? I )ucm linha intereste em que se
rumne.se os livros e mais papis '! Os pelicionarios
a quem a qualifica^ao uo coviuha.
Esta' pois jaililicado que nao era possivel que fos-
se 1,-ral lo de Barro Colho o provocador ; o que
elle Tez Taria qualquer homem deTeodeo-se das
sigreisoes que iizeram os desordeiros peticionarios.
Ditem mais os peticionario oor bocea do bacharel
Relir.io, que se nao Tora a deTeza prestada pelo labe-
IHo Jlo Vicente e coronel Jos Claudino haveria
derramamento da sangue.
Sim, estamos convencido que taes eram os dese-
jos do grupo, e tambem podemos atlirmar que Toi
a perfidia e Iraii-ao que raoveu a Joao Vicente e de-
tender a si e a nos com algoma coragem, porquanto
leudo elle na vespera do dia 7 as 10 horas da noile
assegorado por parle dos seos que nao haveria dis-
turbio*, vio-se miseravelraenlu illudido, e quiz dar
urna prova de cavalleirismo, Toi isto um rasgo qoe
minia yezes assoma no cmelo dos maiores malva-
do. Emquanto ao coronel Josc Claudino que ha-
via elle T.zer mai do que capitanear '.' (.loando
cerlo liomens adquirem a celebridade em alguma
cousa, Torra he suslenla-la e por isso nos dizemos
que o coronel foi o cheTe qoe rom sua presencia e
nome Iradircional aniiii.iva o grupo. couervando-se
era expectativa, 00 para lom.r para nos combater
qoau lo elles eslives.em mais renhi o, ou apanhar
oe deslroro dos vencidos e cingir a coroa da victo-
ria. Ao seguinte periodo da Tormirito da mesa re*-
p n temos com a acta de sua Tormalura, e cora a
rrarlclpacla que levou-se ao couhecimenlo de S.
Exc. depois de terminada a eleico.
Emendemos que deviamo ir para o logar mais
prximo, aliin de sermos seguidos pelo povo e elei-
lores, e Tomo por urna razao moito naloral para o
lado oppusl urna vez que o pelicionarios com seos
cacelisUs e achavNin em casa da primeira leslemo-
nha Alexandre Jos de dolanla Cavalcanli, que
tica oa distaucia de dez pahn.,. da matriz. Em-
qoanlo a maneira porque se organisou a mesa pa-
rorlual, he esle um laclo que mai de|uma vez lem-
se declarad,, nao na acias de sua lormc,in como
tambem na parlicipac,,e ao Exm. presidente da
provincia.
Nao podemos deixar petUT desppercbido o pe-
riodo em que os peticionarios lamentara, e per.lem
a conlianra que Ibes inspirara a forra de dez pra-
ras que S. Exc. enviara no ,ha 9, com o capilao
Jos Antonio de Carvalho Danta,, para comraanda-
la. e nomeado delegado supplenle ; e pur certo nao
podemos crcr que liomens qne se jactara de algum
bom senso e intelligencia como ojbachaiel ll-lii.i-,,
i qoe he o motor de des requerimenlos, eche pretexto
au a publicas ,,es,a villa e espero de seu reconhe-lpara accu.ar o dilo espillo pelo simples facto de
:" P"b-'!C.0,-" ',,ai.'."ri .dc """ 1 ler vuido eom o vereador Juiu Floreol.no e em sua
ca-.i retidir. E o que sgnilica accrescenlarem ao
nome de Joao de Goes. o Ululo de arrematante da
obra duacougue .' Ahi lia ilu.s cousas a notar,
primeira que he mentira seja Jo.io de (ioet o arre-
matanle, o qoe Tacilmeule se prova cora o doco-
inenlo junio dojcunlralu da arrernalacao, e segunda
he que anida quando To.se elle o arrematante, o qae
provena isso? I'orveiitura u laclo de ser arrema-
tante uu vereador inhibe alguem de hospedar outro
era sua casa? Vamos a questao dut lisias (run-
das.
Nao havendo listas era livros de qualificacao do
. O qoe Ihe commonico |iara seu conbcci-1 anu paseada, em consequeucia de se.em rasgados
no dia 7. foi no dia 10 quo recebemos do presidente
podia dar-ie naquelies eleilores e supplenle que ju-; da le, aotori-audo ao ja n,,.,,,r,|..| .
r.ir.im cunlra, e que approvaram o.diiurbio, acora- anda quande nlo lenha eommuuicarao, o tea m-
panhaiido os cacetistas em seus delirios. Emquanto curso na responsabilidades da le qeaade pae asee
a historia das Ir ce tulas por duss, he mais una pretexto o au fara reunir.
prova do procedimenlo escandaloso e audaz do Bel- Assim pois ole fui era lempo legal a reama* da,
trao, que inlruduzudo a mau na orna, tirara lre con-eUin luuiucipil.a vala do dupseta SMavtaode chapa, para ler occasiao de fazer essa gratuita ac- de Janeiro de I8Jj9 S i
cutacao : para que liada repelen! os pelicionarios a Em qoanlo a pabliridade das lisia por V. tac.
1 ui-i. i o do voto do irm.lo pelo irmlo ? j reeornmendada em ollicio de 2 de lelaaaaa pa aaeM
Para qoe tanta jindervia N* contaremos a bi.- de edilaes. jolg.mos Mtiifarlurienteala
loria fielmente, e se o Sr. Ileluao lem algoma com- no ollicio do prcaidente e mal cidadea
ciencia nos seu aclnt a achara confirme, lie ver- zeram a mesa qne lunl* suninetteaee a
dade, qne chamaudo-se um roanle, este entregou a de \ Kxc.
edapa, mas recnnliecendo.se depoi de elar ella na [ Porlanto desprezamn os diloe da Hat
orna que nao era o prnprio chama lo, mas sim seo riladas rm apon, dea pelinonaria. pote ejoo
irmao, e que aquello viera entregar pelo iriuao que nos sa(i(e|o Iota a vigencias da lei e or
ficara doente. para uao ser elle maltratlo, entao nao j ^ Exc. nlo pelki a meu defuir aro reejoal
sendo possivel recouhecer-se a chapa, coiicordou a \ exlemporaneo e oppo.i,, as eedeaM de V. Exc
mesa e com ella o mesmo Batirlo, que poda lirar o I deieriun a\a se procedeaae iinpralefivaleaetil* a
voto valendo pelo do portador, uina vez que ese ir- | f* lo da 7, e lano inn qaaolo o avia* _._
mo tambem eslava qualilirado. '"" de H deasoslo de I8tel apprava isoal rlilana
Onde pois, Sr. Bellrao, esla a vosa sinceridade ? I Cao. O que ae segu panodee 8, !l a In
Muilo bem, dizem os peticionarios, que o resto do presentarlo que rrspoudeiam mu besa e acho ex-
dia foi urna lula de escndalo* e reclamares, e mis
repetiremos que Toi um lula de escndalo e pro\o-
caroes. e se ralo corren o sangue do* inarlvres, nao
Toi por lal;. de voulade da parle dos quaixosos, que-
rernos dizer do qoeixoso lleitrao. porquanto, os de
mais siguatario ou juraran as raaos delle, ou nem
ao meos ; podemos as-egurar ler,1111 a lounstruosa
pelirao a qoe respondemos.
Julgamos ler respoudido conscienciotameule os
lopicoi mais impor(antes da queixa do Sr. Bellrao,
porque ja dissemos, os oulros ua souberam o que
dbjeeram, nem mesmo o que jurarain, pois he noto-
rio que esses depoiiuentos Toram dilados pelo incsino deculp.s.,; ao mesmo deleaade
Sr. Beltrau ; sendu leslemunha aquelles inesmus I indigna de um inagislra,lo.
cacetistas e desurdeiro*. Longo seria acoinpaiihar a lodo o mal* que e sesua Esta. Sr
pinado pal ollicio do praaideole a 1
coinpo/.eram a mesa, imr er urna repetir*
do que dizem em o requerale ule a V. Esc., diri-
gido.
Em quinto ao abandona, e aaaeBaaatearte do de-
legado Manoel Dearle da Costa ful islo a rnaaeD-
menln dgolo qne Iba caaaeo 11 nhiaaealt da
um odicio do juiz de diieila interino Fren
Sooza Cirne Luna datada do Li da olea
ponsabilisaudo-n pela di(arlM*a qoe
na Torra, requi.ilada pela otesa emle. au
o mesmo juiz de direilo era aiaa calla pitlnale" ae
taaaaateata)*
presenl'.c.',,. he una repetirla dos lacios riplslaai
do no reqoeiiinenlu a \ Exc. dirigs...
Tactos qne se pi**arara em preeaaaca da
dual se aelum ceiiveiiiealeioenieesatnla
le por ella ropondidus. .
Purlenlo semeiile sos cumpre aaahaar a
e |irao da leslemanhas, que
uerguioenos de oppowcle, ala podiaa jorar tea I
aquillo que o seu chele Ibes dieleve.
A primeira lestemuuha Joao Kageate de lisa a
de, s.icn-la,, da matriz, Icen de ser ara heeaeo 4r
unos cos limes, juruo mullas (ah-ioaaei per wr e aea
jurameulo Iota dictado pete Besarlo, ejaa ea era-
valeceu da ignorancia e imberilidede de .mta, ajara
ne*se processo fez o ridiculo papel de ata aaaaeravet
aolomalo.
A seeunda lelemaaha a eapiUe Jeee .Volease de
Carvalho Danla, caja- careca- e pmceO eeaadaaa a-
insinaares do Sr. Bellrao, ule qoereente da defajr
pela ola escripia pelo ine-mo Sr. eMtrta (a. eaai-
iderada cerno perjara, Ulula aaa tu <
Ira.
A :|.-' le.lriiuinha qoe ha a rea_._
rio Francisco Xavier dos Sealee nada prova, bata
que lenha alguma* mexarlidnes, filaaw ,
biln que elle lem do taes acias.
A 4. teeleaunba Jeaqaim Maarioa W
nos deixeremos de .in.li.ar. par qu-mle 1
raenle ignrenle, essigaaria atada 1
e ale meme Tarn qae o levaanaa a
ber o que linha leilo, parqualo real 1
seu nome.
A 5.a le.iemu ha ende Jola Vieeele de
Calvan, que pu lena esperar-*e della t Cal idea eas-
thosiasla do deaordeirns. a eea eseepliei, aata etara
que lem de esseverar lado quinta I ka dtetava a aea
cheTe Bellil, deveria accreerealar man i _
va calumnia qae dislinzeieae da man
nhas, e he por isso qoe vemos ao ,
esse embuste contra Jlo Floreaiiaa da I toas CneJ-
canli levantado ; a biela e bom soasa para
cerque Jalo de Coas jamis serie capee 1
o nome de V. Esc. paia aaiersaar eaaaaamaee; a
anda quando elle qui/-*-e servir-ie dama calesa.....
para animar aoa m., jmmtlt lena a rartltOaaM o a
publicar diente de lia eilremad am.aeoa.ta. far-
taulo esse Tarto he tal,que eos aos avsHaeuitaaa des-
cend! a sua refalara.,*.
A ( leslemunha Luiz Callos de Acatar aaa me-
rece apena ; de ser analisada por ajaeale leni om
pobre sapaleiro uae sabe desenvoteor-ae ra jora
mentos rrimidees, qnanlo mais em jaraaaealoa pol-
ticos ; assim pois a>Li clare, qae anda fot a Sr. kVI-
Irao, jiue jurn por eila l'-leinunha.
A 7.-_ (esieiiiunli 1 Anl-ino Munu 40 AJmeida ae*
obriga.Eirn. Sr..a aer am pean aBom eaieaue. poe-
quanlo querenda ella distingan-* daa ooaraa, o aaa
juramento Toi am loado de falsedades a
que revelle a quera souber a historis daa 1
quciiao. fc assim consiela V. Eu. oem
culrarui,.* na maierie da depaimeate.t
li/e
(
ei
c
Chaniei n
queixa dada con-
izes ; (omei a providencia de Tazer enlrar per. ,TVmeTp,-SM C2K uJ^SLTZlZ
he ..orara de f.en. a a quanlia de 7818571 rs. lidade de lulor de|,.s sobnnhos. q
rielosive I de .1 '-(,21 rs. dc bel de ausentes. Do- I Recoinmendo a \ me. qoe haj. de cominear
"TSZTZZht-.......-.-_....... !de,euv,,.ver,e,.ze.!,emb-,,e,icio,o:r,ho"d"s
lulores a conlas
...... WUV..W.W ..^- pilaos desse
uz invenanos, atim termo, proredeinlo|com idu o rigor cunlra os lulo-
F,s a,,i o que a eempenh,, procuro,, es.abeleeer I SS-SK *7l^%2S3! ZtttSXSSZ '^ T" *
enlre niel, au fol so rana especularla de lucro maa 1 ,. n aardannrli, rn,iia q va idos. a. vainas |irovnlencias do ilireilo, as quaes
tambora um correctivo uu aguill.au p,a rae dora dcia ,ia c ni a rmMmU "" "' Pel m""' P-rt.* >- ou por deleite ou par
a condicrao deose. eola, -otad., a orna uiorle T" I tv "re o'lores ren.issos loi chimad c .1. S^!SZ ""f Tu1" re,";c""" -""""-
.!,. e srae.,,s horrivei, ; (o, ao J......I ,>dro',e Clro de fJooT.' I"e ^.'e'aeao s I S^JiZESS?* ""'.'" ""P-
le.npo lira conselho jirudenlee,.,na iii.hluirau, i,-. ,-,,, p,,.slav,.,.L-.,ilo que,l,,r.,,,|,.(, Wriodo ve.,- kmoBnaiTl^amt'lM^i ,. ,
Inadore. lu cora,, nina escola pralica de'inleresse e den escravo a mellen om -i ,. ,,rn,lri f 1. "*"** \'"f- .'.'"i U" governo du i.eara
,1. raural.d.de. de amor do ganho e de rarid d i une ho,ve^i, ,|. ." que u^ es^ rae,^ l 1, J,""" *! S -'*"" ''" "-
edriMua de econoinia ,lu,.,;Mlc. o dj, hvgicne pB. ,,a!,CM ', ^ TlA^ "* ^ '^ "&$$& [%T^
'mSO* l V* n!'"M.da f!.mM. a'0 ur,U- I c ?S0 de um'1" avu,* ns especliv. juro "'""""'" J""" '' '"""" d" L"nl" ,"'"ate
lal uomescao, era cuj exercicio confio de seu pa-
triotismo que desempenhara' cinTorrhe o bom con
ceilo que de V. S. faro.
Dos guarde a V. ,-i. III,n Sr. Dr. Chrislovao
de Borros Lima Monte Raso, juiz municipal da Im-
peralriz.
O director, Thomiz Pomoeode Souza Brasil.
DOCUMENTO 8.
Achando-se Vine, nomeado joiz municipal de
vlamauguape, e nao couvindo que fique vaga a de-
legacia desse legar, nesla dala notorio para solisti-
Ini-lo nese cargo cidadao Aaastaeio Francisco
ment.
palavra do resto da queixa qoe julgamos ociuso,
porque se reduzem as aecusaees mais b-niae. e que
:io a arma de Iodo os partidos que nao podem veu-
cer as eleiroe*. Desejaramos lodavia, que o quei-
xosos apreaeataesem 11ra Taclo de violencia por nos
pralictdo. Se o desurdeiro >e retiraram, Toi pr
conhecerem que nao era jiossivel conseguir eu lint,
isto he, espacar, liarulhar e alropellar a marcha dos
Irabalhos, ludo com a intenrao de esperar occatilo
em que se podesse Tazer a eleir,lo com os 583 iutru-
os votantes do seu conselho municipal, que tanta
irregularidades leve, que S. Exc. deprezaudo ts
men- importante, ainda achoa tres que prodazism
a -111 uullidade, mandaudu proceder a novo cun-
seJJio.
Emlirn, dissemos que a Torca reclamada para a ga-
ranlia da mesa e da liberdade de voto, em rinde
do ollicio deS. Exc. porloo-se com a maior resula-
ridade e ordem, lodo devido a acertada esculla de
S. Exc. na pessoa do capilao Jo Antonio de Car-
valho Danla, qoe lana energa e moderaran mos-
1ro,1, o que claramente se prova com a Talla da ae-
ro.arao de alguma violencia por elle pradeada, ain-
da mesrae pelo maiores energmenos do lado do
que,voso. Honra pois a esse distinclo ollicial, que
to bem abe coraprir as ordons do governo. Per-
mitala VV. SS., que usandu do mesmo direilo de
qoe e servio o peticionario Pe.Iro Bellrao, de .0-
nolar aos depoiinenlo das lestemunha e mai do-
cumentos, tambem lancemos alguma olas a mar-
gen) do signatarios da pelico, que respondernos pa-
ra que VV. SS. melhur liquem conhecendo o estado,
qoalidade c posirao desses homens.
Deo guarde a VV. SS Cidade da Viclmia :H de
oulubro de IRVI.Illras. Srs. pretidenle e vereado-
res da cmara municipal da cidade da Victoria.Jo-
s Severino Cavalcanli de Albuquerque, juiz de paz.
Joaquim Pedro do Reg Brrelo.Aletaudre Be-
zerra de Alboqoerque Barros. Juliao Goncalves
Lima.Anloiuu Lourenco de Alhuquerque Coelho.
lilil e Exm. Sr.Salsfazendo o respeilavel des-
pacho de V. Exc. dolado de t do corrale, exarado
no requerimento que cobre oulro a V. Exc. indere-
ado, bem como uina represeulacilu |n>ra ser levada
a aaajaata praaaaca do s. M. o imperador, acompa-
ahado lodo com o fin de provar as sopposlas irre-
gularidades das elcic,",., que acabam de proceder-se
para vereadores c juizes de paz desla Treguezia, do
depoiinenlo de leslemuiihas e oulros domnenlos ;
permuta V. Exc. que esla cmara leudo ouvido u
juiz de paz e cidadao que compozeram 1 me*a pa-
rnchial, cuja inTorraacao V. Exc. jauto achara, pi-
ra maior clareza e ordem, igi a marcha ehronolo-
iica dos domnenlos, res..ondeado em primeiro la-
nar ao reqoenraeolo V. Exc. dirigido, e depois
represenlaplo, qoe sendo toda baseada n-) depoi-
inenlo das lettemuuha, desta maueira iicara destrui-
da esta prova, e mais resumido o processo da defeza
00 refutaran.
Esla cmara, Exm. senhor, senle proTundamenle
occopar a esclarecida allencao de V. Exc. cora urna
iniorruaca,,, que sendo bastante longa, deve eomu- v_,*,, retrospectiva sobre osee istdiv
rar o lempo de V. Exc, lio necesiario e precioso
a q,ie*le- e negocios pblicos da maior transcen-
dencia que pezam sobre V. Exc, mss torca he se-
guir passo a po.su iodos o periodos de lio longa
narrativa, e para plena e satisfactoriamente V. Bxc.
eonhecer a Talsidadede taes allegacues.
Mo Toi, Exm. senhor, o zelo dos itileresset da
muoicipalidade, que obrigou os pelicionarios a des-
pertarem da toa habitual indolencia paraos negocio
de publica atilidade, que nlo slo remunerado, co-
mo elles allirmain, qeze nunca deram consideracao
a laes eleices; e nos piamenle eremos que s a re-
forma da lei nleitoral qoe Tez das carairas mooici-
pae a chave das eleires, poderia abrigar os peti-
cionarios a em prega rem lodos us e-forro*, calum-
nias, iutrigas e desordens para o vencimenlc della*;
e pois por mais qoe os pelicionarios se quizessem
acoberlar com a capa do amonio povo e da liberda-
de, revellaram claramente as soas iulencoes.
Dizem os peticionarios que o lempo aclarou suas
duvidas, e entao reunidos os propietarios de ambas
as Ireguezias Vicio.ia e Escada e mais liomens ho-
ueslo resolvern,--? a guerrear a cmara.
Bem quizeramos, Exm. Senhor, poopar-not a
analyse pessoal dos pelicionarios, rus a vista de tan
positiva injuria nao nos podemos Turlar a por algu-
ma olas no individuos que a-ignaram. 1-I0 he,
que jurar,ui as represenlares, nota que demons-
tran!, que a excepcao do Sr. Beltr.in.e mai dous ho-
rnea*, nenham delle sao pro -.Helarlo 11 accepjao
lgica da palavra, porquanto, nos parece que a pos-
se de omi miseravel casa de laipa a uiuguem Ai um
ululo de prnprielario. Klmquanlo a honcalidade
nos no obstemos de Tallar della, rogando a V. Exc-
se digne ler o que dissemos sobre as t.esleinnnhas c
as olas a margera do seu dc|ioimentos.
E como, Exm. senhor, ns informaco do prei-
dente da mesa paroclual e maiscidaJau que a coin-
poteraiu, as.is deseuvolve a queillo du processo
eleiloral, e nos varase responder cora mais desen-
volvimenlo a lepresentaclo de S. M. imperial ende-
re-.ada, deixamos de rel'ul-r amplamenle as ques-
le repelidas pelos signalarius ero seu reqoerimen-
to V Exc. dirig la, pr serein quasi a o.esma
da repre.enl.irao do S. M. Imperial, lauto mai
qoanlo nos suhscrevemus e cuncurdanios com o que
Informara aquelles nfesario, que mellior podem res-
ponder a Tactos de que Toram leslemuuhas.
Agora permita V. Exc, que passeraos a refutar
os Tactos mais imporlaules da repiesenlarao euderes-
tadaaS. M. I.
O dilo da primeira leslemonba Joao K.igenio da
l'r 111 la .e .-a.-ri.1,10 da niairiz, nada prova cora cer-
teza, por isto que ella raeama diz que nlo sabia on-
de linli 1 Irabalhado a primeira reuniao da junta e
nem tao puocu em que dia Toi cncsiderada esla cida-
de livre do cholera. ,>a verdade jurara Talso se lal
cousa assegurasse, urna vez que entao se achava na
capital do Recite ; tambera nada val o dito ambi-
guo dessa lestemunha de que Ihe constav. se acaba-
ra o cholera em marco, quandn.ainda em abril ha-
viam terrores, e todo povo de lal modo impresiona-
do pelos interiores da freguezia que ale poda pen-
sar em seus negocios.

Den oiurri. 1 u i ""'"' mi uu na ni quo recebemos no prei arV em i i ,1 T" a ?"-r" v """'"' v" ^ dH P""" P e qaeliOcerJJe do uno passa-
aes I! rr I, < "n ' .'".edialamenle exlrahiram-se a, lisias que
Munte Raso ~" -'"""vao de Barros Lima -,,, Bliedn ua mnlrii .... da II, e,a presenrada
Timben) he falso que houvessera reiteradas ordens
do governo para que a junta revisora se reun-,
fu, era 22 de Janeiro do correnle anno. qoando ja o ..
lernvcl cholera havia invadido esta cidade, qne ,os- Fernando, e loada apparer.,1,. ha ,
penderam-se os irabalno. da junla comer .idos em 20 nesl, cida te. jolg......- que elle era
mo cora a sinceridade e verdade aaa 1
cmara.
lla quatro anuos pouco
inTelicidade deste cidade eme iadivmae mache re-
idindo entre n,... e tendo e (elicsdaoe da sanear a*
na casa de sen runhado.o ja de direila loterioa ba-
charel I ranee, de Soasa Cirne Lima,ama eaaattea
te hospedara, aluda so ale resalveo a 1
urna prolisslo 00 uiduslria lirila qoa o I
livrar-ee de orne posirao He eWpaaeeaota o
liadora ; por lano nao admire V. Ese. ejaa <
quemes se parsita ao numera dos momo ve
bandos em que infelizmente abaeaa eotaesdoda^
passam a vida aaa casas de jone, ininsaada a m
lindo, e desacreditando as familias
quanin lendo elle lodo os viesas do.
sabe apreciar a heara e lopaamtlo
probas. Assim poi leudo elle sicoma pericia' o It-
seireta oa caria*, sempre Use do cara qoe mi asa
uha a *ua librrtiuisem. Alem dioso, he aoghci a
nolorie que esle m.o Ciba ae ve ehtiitad a aeasa-
lar-se da casa de *eu caabado lodas as Vamos aaaa
seu pai vera visitar a saa hlha. Oh'. aataarta bo-
inana .' Avista disle. qae chirria pode mema a
depiiinenl,, desta lelemuaha ? Na cantale da
sellar cora sea nome a ialsidades qae Iba toram da-
tada pelo Sr. Belliio. elle qau priaier na mealare
accrcscenlaudo aus uutras, que boeve taaettse o
aineaeas da |>arle da senle qoe vea valer, p-rsoa-
cenle ao subdelegado do seeoada di-lrfl. Misera-
vel. para que a.-im adullera- um Tari. pomHaa. c
Teilocum a maior boa o 1 .Viiguem, Exm. Sr., pro-
leudeu lenta, cunlra a vid* de varas adveeeano..
nem me.mo dirigir o menor u,.allo, apesar do oa-
candalo do dia 7, e dos arrulles eilo pala Hleme
nha com eu grupo, inoleqee, e rausaca aa dia a
ooile, em qae percurrrram es roas mame ride e. >
que iuccdea o-je o direnos, porque fot prcataeiada
por muila pessoas circaaaapectas.
Dirigindo-se Severino de tal, no dia K, aa 1
legado do segonde dnlncta par recebar 1
esle reparn quando elle j se retiras a tata so aan-
sou n meio da ra mai publica qoe levava ooju
Taca de malo 110 quarlo eeetume do. melena e par
isio mu,1,1 ou o il.d.dcada qoe e coardaase miailii
lamente, que nao quena ver niacaem aunada.* ejae
elle .1 -. 1.1 dar o riampia, ao qoe aaammamma Seve-
rino, dirigi-. a |nja mais viiinlia.qae era a raea da
lhoinaz de AjuinoOl vena rom qaem linki rea
ccs de amiiade, e posando a tara para podar a
guardasse, vio com admiraran qae maamam se aVe-
raon-ava, e corria.jalgaode que 1, qaaajfajaj aUrniei.
lalvez p,r aluda Ihe pe-a,en ae raaKteaew aire-
ni r-os do* eu crime, na Jeeordeaat da ate 7. Ki-
0 que se pasob. Toda o reste do dspsimeale be a
repelirio da mesmas Tal'idades, perqee lodo taeam
felina pela me.in, hilla ; isla he, pele redacta de
Sr. Bell.e. ^ ^^
' A 8 lestemunha,Jnaqaim de Sa C*\alreeli Ma-
chado de Alhuquerque. rajo nome ala ha o me.....
com que ontr'ora se eprllidova. sonda e-la madaaca
ou (ruca, (irovcnienle da laare da ferloaa par qiee
lem pa**ado. Sl lauto* o* crime. e lao saaa pro
cedimento de*|a lr.|emi,!,i, que balora eiiera
que muit.i* ve/es lem 1 lo preso aesta, r aa r
marra du Bolillo por cunte de (arlo de rasaste*, a
na de (jolanna por crime de morle, datada re**lla
ser ronleiniiido a rumpur *ealenra aa prendo do
um mez. da a.-v
^
Alie-
direito
le da cunera, o
1 que durante o meu exercicio de joil de lavroa ne-sa*ieasi
lesli comarca de IK5i1856 o supplicante EraqusnloM t|ae!Ao
do. Iruncainento
li-l
dade possivel, pnrlsnlo em 22 de mam se aflixaram I pmment
o editae convocando os eleilore e sapplente para Nao
22 de iunho com os praio
olne esta r.imara.
A ilwfeim de ea haver Bs*aaa*m astal-tdadr* ejae
arara raammmaar, eHe alna faoan r.m.
I a 11,miare, pal
donado rom o
. plo,i|..,.i excepri,, ,| preidrnle. itr qeaal
lia* an mais lardar, esla claro que esle prazo he o e qnerem |ire*(ar, e .-,,,, poi rerlrile*
que exerri o rargo .No periodo a que respondemos as (alsidades lor- | mximo concedido, e qoe pode ella jaula r incluir vereadore. e si 111 upplcnle
uc- migam a cada palavra. Ora, se o eleilorese sup- | seu irai.alho em mono lempo, portaate a mal- F..nqii.n!o a hlm. mamm 'andado..
DIIC! MENKJ N
AttCSlO, uu luan:., o icmp,
de cliele de policia de,la provincia, tive muila .
cuntes de recjulierer e apreciar o zelo e inielligen- penles ja llsviam
na, e prnbiiade rom que o Sr. Dr. Christovao de ci e uolilicaeite para o da 7, era" ri,.eqacncia do
Karros Luna Monte lias,,, desempenhava o deve- que e apreseularam na matriz, como pois dizem o
ras dos cargos de juiz municipal e delegado do ler- : peticionario que nao houve eoovite, a mesa Toi or-
mo. "* Imperalriz. tornndole moilo notavel sua ganua Ja era aclo continoado, que havia sido nter-
aruvidade em perseguir, e punir os criminoso, e rompida pelo disturbios do pelicionarios, c- Insta a
uesse empeuho preslou imporlsnle sjrviro a causa | acia da sos organtac.io para ver-te qae compsrece-
d 'Convidados por edilae, ulli- i gua iulelligenria dos peticin,,rio*
I"
deteeaVll |eesteiae desla ram.ra no* deixarrm do om 4of-
ender poique a-sim na rua*lrana
O* arlo ,ieia cmara. Exm. Sr.,fallasa 1
da que a* lemauida* palavra* de la
A III.. e u.limi l-iemunha Xlrxaetdre Josede
ll..,l.n, I. Cavelcanli. rom qaonla eaaaate
da 10 de agosto (erminando uo da II o que ludo, militado na fileiras dttta cmara, por quenas ere-
lufrarrao alguma deesa artigo. Coctate poi a u
la o* seu* Irabalhos a til dejolbo, cumprindo o ar-
liao 21 da le. e em virlude do artigo 22 qoe manda
reunir-o depois de llfl dia para alien ler e decidir
a dir.ida e reclainac,~*. nuvaraenle *e reuni no
MUTILADO
ILEGIVEL

-


OlftllQ II PtlUIBlN SlBHAliO li 01 NOWMillB It I8S6
sentimentos particulares, prtttou-ie a todas ai exi-
gencias dos desordeiros servindo de tocrelario ao
conselho municipal por V. Etc. nullo, dando a sua
ca-a para quartel de hnmins, e teus clubs, onde se
li/.eram ludas as reunies, pela prniimidade em que
esl i da nutriz, eml'un quiz levar a isnuminiosa cruz
que Ihe poteram nos hombros al o Colgotha, torlu-
rando sua conicienrin eom um falso juramento,e lao
verdade ho que alirimniot, que buje ven .lo a ca-
deia de Infamias coir< que o arraslaram, j cometa a
irrepender-se e a reeuar, considerando a profundi-
dade do abysmo em que o querem precipitar, reeu-
saudo-se B> compor o nosso conselho. Dos quer*
que o su arrepeudinieulo seja sincero, c nos Ihe
perdoaremos o passado.
I'aramus aqui, Eim. Sr. ,para nao mais fatigara
V. Esc. caja esclarecida iulelligencia fcilmente
comprehendera* a vista dos documentos, o que lalve*
ios escapaste, e de cuja benevolencia esperamos nos
releve allantas eipres-es rouis forles ou pouco ur-
banas, que su a posr,1o em que no- collocaram es-
ses horneis desalmados nos poderia arrancar no calor
de notss iiiformac,ao ; apelar de termos (eilo ura
proposito firme de guardarme* loda a moderadlo e
prudencia, 11R0 s em deferencia a pessoa de V.
Kic. que inuito acatamos, como tambero a posirdo
que gozamos.
Dos guarde a V. Ec. mullos annos. Pago da
cmara mnniripal da eidade da Victoria it de ou-
tubro de 18JoIllm e Eim. Sr. consellieiro Ur.
Sergio l'eixeira de Mari-do, dignissimo presidente
desta pruvincia da Pernambuco.Jos Cavalcanli
h'errat de Axevedo. preti lenle da cmara munici-
pal.Alejandre Bsi'rre de Albuquerque Barro.
Aulouio Lorenzo de Alboqnerqoe Coelho.llemio-
genes Gouc.alvet Lima.Joao Florentino de es
Cavalcanli.
Priiui'ira cuta o Estima-
dissiiiio ao flxiii. Fe
Aiic o Sr. padre Oliveira em ->2 de abril de lSli, que
alinal a muiiu custo fui deferida em 1'.i de maio de
18.il>.
O Sr. juiz ad hoe, postergando a lei da ordenado
que regola a luspeicao, Ihe da ama interpretara
que Ihe cooviuha, e sem que anda se liouve>sacons-
lituido o juizo que linha de julaar da suspeica >, con-
siaVuu lidos os i.~> da', e mandando fazer con-
elusos os autos de divorcio em II de julho, despresou,
ni limine o embargos a seulenca a l<> de julho, da
qual o Sr. Burgos appellou para o venerando tribu-
ml da relacA metropolitana do arcebispado da Ba-
bia, em 23 de julho de IK.'.li
(.limito a acrao de alimentas, eslando em conclusilo
|nn se decidir da competencia do juizo, foi mandado
consultar peloSr. r. padre Ibiapinaao l.lin. eEi.ro.
Sr. arcebispo da Baha, que endo do parecer que
uma tal accSo deveria correr pelo civel, era >lo
contra os desejos do Sr. coinmeudador, e entilo det-
appareceram os autos !!!
Civel.
Nesle foro, o Sr. commeudador se apresentando
credor do Sr. Burgos de urna quantia fantstica, sem
tienhum titulo que te lizesse acreditar, requereu
pelo juizo do Cabo em litis de abril de 1855 um ar-
ralo uos lien- de seo genro.
yincial, era cumprimento da resoluto data 120, 2.G74 dilos demeial bronzoado com o n.
junta da raleada, | manda tazar publico que 10 demeial amarelloa 140, 1,'JiO ditos pequo-
no dia 21 do corralo vai iiovameiiton pra-
ca para ser arrurcatatla a quem por menos
lizer, a obra do emparamento do til- lauco
da estrada da Victoria, avaliada >m res
5:890|500.
E para constar se mandn aflixar o pre-
sente c publicar pelo Kuiario..
Secretaria da thesouraria' provincial de
Pernambuco, 10 do novembro de 1856. 0
secretario, A. V. d'Aniiuncia?ao.
O clicfe da primeira, secciio do consulado
provincial, servindo de administrador, ettiviriude
do disposlo no art. .T do regu'.ame-lo doTI da ju-
lho da 185:2, faz publico (|uo se acham deposita,
dos, no deposito geral dous escravos. Amonio, na-
cao Cassaiijje, idade da 35 a 10 annos, Clorindo,
nacao Congo, idade de 40 a 45 annos, com urna
belida no ollio esquerdo appreliendiilos pola polica,
os quaes sao considerados liens do evento, por
desconher scus dunos, e par ana seis cumnridn (
O Illm. Sr. juiz amida! Ur. Ernetlode Adalaar-^""" oc,,s dtJtaus' e Par 1ne J cu'Pri(1
Fouseca maudou que justificatse ; roas aSo tendo |.ue coulem 0 sobredilo Mi. manda publicar pela
sido dados us depoimentus das teslemunhas em sua impransa, para que no pra/.o de GO das con paraca
presenja, sendo ellas dependentes do Sr.commen- quem aos ditos escravos icnha direilo. findos s
dador, e com penetrarao de que he dolado, conhe- .,,,_________. ,
cendo ser caviloso o eip.ndido no requerimentn, j 1*** proceder a arremalacao pela forma delor-
conlra os de-ejos do Sr. commeudador, lev o pre- "imada no art. 4 do citado regulainenlo.
reir.
Nao sabes charissimoe esfarrapadissimo amigo,
quanlo me tem penalisado osdesgo>los porque tens
passado, tu io deviJo ao mlianlie portador do mal
fadado discurso, nao discursado uo Hospital !!..
Sim,meu alambasado,aiDgo, (amigo de meia ca-
ra) tu tens soflrido o que Ueo diabo nao soffria listo
lie, para aqui, como lu bemdizes nada vale... Ora
agora para la, Uso be que o diabo saber se, porque
osnossos amigos de l, a quem le tens dirigido com
o no me de Coulinbo (A. Bernardo) vendo no Dia-
rio, n. 214 de oulubro passado a la arengazinha
dos *, c acompanliando elles asanalyses mes,
na feilasno Diario ns. 245,248, 249, 253-
255 e 256, por ellas vero, que o tal magano do
Coulinho (A. Bernardo, e Ferreira, I. J, G.) he
urna e a mesma figura i !! E veraoiambem que o
tal Coulinho, nao be mais nem menos do que um
personagem, que om Lisboa como (unilciro quiz a-
funilar sen irmo '. 1 E da casa de seu pai quiz
fazer grande fogueira 'Ora,agora meu encorpa-
dissimo amiguinho e de ludo quanio lie meu, lem
eoragem, ainda que bem sei que he desnecessario
rogar-te, porque cooheco que es parede velha
que te nao desmoronas com qual rajada.
Ora agora cumpre-me avisar-te, porque bem
tsnepj falta de forte rajada, pode apparecerboa
picarela ou grossa tranca, e enlao Iraz zoz sem-
pre te prespogam em trra : ora agora isto he o
que nao convem, pois bem sabes que derribada a
trinebeira, licainos perdi Jos,o mis a descoberlo.sere-
mos derrotados pelo inimigo.|Sabes o quanlo le es-
lima o teu pequeo amigo, eporianto permitle-lhe
a doa;ao que le faz de um bom conselho: olha,
poe em execuco,uma pequea parle do teu aran-
zel, e vem a ser, o fim que tens em vista, isto he,
o brilho do borr, nome portuguez e sabis co-
mo ? Requerendo a direcloria do Gabinete, a eli-
minauSo de leu amigo nome, para ser substituido
pulo de Conliubo (A, Bernardo! jnntando lu
para esle fim, a patente de cadeto quejes do grao
* e da declarando d que su podes transitar das
7 as !) horas da noite, e i.-to por merec e gra^a das
posturas... Ora agora sege ido tuas ideias, o tal no-
mo nao pode existir no quadro dos socios, pori|ue
serve de desdouro ao bom nome portuguez, e isso
nao vai de accordo com mas ideias.
Ora agora se elles naoqnizerem estar pelos au-
los, respega-llie com os perganiinhos que possue
por graca e merc da tal Serriuha Santo Benlo !
Jilo digo eu lisluu louco Nao fa?as tal: he
inelhor dizer que inudaslc o nome,porque o amigo
le fazia horror! !.,r
>arda os rospeitavois liio!..-. c desculpa a mi,
nha lembranca { ou trago a caboca polos ares, tujd
devido uao pouco /.elo do portador. Foi a cansa
de tomarem-ie a sua coma, Dos de Misericordia,
permitli que esses zaogoes se nao lembrem desie
vosso servo.
Oh mil vezes antes me tivessem empurrado
para Mossamedes Olha eu estou muito docnte da
briles, e ludo por la causa, por cooseguinle
nao sei quando irei a essa ; ecomo estou bem per-
suadido de la capadocidade, quero-le encarregar
da cobranca a meu cargo, e por ser leu amigo, nao
preciso de de/ fiadores, como em lempo ja le exigi-
r ni mas v>'l que entre cantaradas nao deve ha-
ver lezao '. por isso enlende-te para este fim com
ineu compadro, do contrario nada fazes, porque
os outros meus patres, eslao muito conspirados
contra li, e com razao ; pois vais ter a petulancia
de os increpar de vacilantes ? He verdade que li-
ubas esse direito, porque para com tigo ji ha mui-
to deveriam ter obrado enrgicamente ; e se assim
fosse, tu nao avanjarias agora a ameaca-los, sem
mais ceremonia, e com o titulo do Gabinete.
Se nao eslivesse convencido da razao que le as-
sislc quanlo a primeira parle, eu le esconjurava e
quando te visse pcrlo do mim. te faria cruzes, di-
zeudo, eu le arrenego !!'.'.!!
Ora agora, vamos a tralar do que me serve; o
passado passado : como ja disse, me acho muito
doenle enestas alturas oscirurgies sao caros. Pe-
co-te que logo que esla recebas, falles com meu
compadre, que julgo ja lera chegado (o que na
occasio presente lamo para mim como para ti he
nina felicite : a proposito de felicit, sabaras
gue lenho feto progresso no franuois c na gia-
phia ; gracas as aulas do nosso gabinete Olha
na graphia lenho eu as minhas esperanzas, porque
se lu .' eu formo- com cartas, eslarei habilitado
para te ensinar caminhos e carreiras, montes e va-
les, nos quaes tu podes desenvolver a la indus-
tria das serras, e assim passarmos vida regalada,
livre das vergonhas desic mundo i mas como te ia
dizendo, se vires o compadre manda-o c e islo
sen ceremonia, porque elle tem rustrida obrigacao
de Iralur gratis ao seu compadre o criado em
quanlo viajou, co continuare-! a cr emquanto elle
for......se elle se recusar a vir a p, le-
la- Ihe o jmenlo do Coulinho, a quem podes as-
severar quo nao ha de passar mal nestas alturas
Adeos, cbaroamigo, aceita o coraran nllaumado
desle ten amio que muito te ... estima.
A | ti pucos 12 do anno da graca, peti(ao dos l-
eos.
>ol ieia i los despachos proferidos nos processo|us-
ciladns plo rico e poderoso Sr. commeudador An-
lonio de S iqueira Csvilcanti cnulra seu genro o Sr.
Antonio Carlos l'errira de Burgos Pouce de l.eon.
l,oior i honra loa digoose ntegros magistradr.f,
qoe p iarne ule compcneir-ndo-se de seos mais sagra-
dos devere i, cora heroicidad* fanai justira, sem im
porta rem- le da osleniaro de /orea de qualqaer das
liarte -.
Ecclesiaslico.
Neste fo ro o Sr. Siqueira em nome de sua filha
propnz um a aceito de divorcio contra o Sr. Burgos
em maio u e 1855, e logo depois propoz outra pediu-
do al un, ni os p ira rila.
Juiz.O1 Illm. e Kviii. Sr. I)r. \igaiiu geral Jos
Antonio I'areira ibiapina.
IV imaii r.O Illm. c Rviu.Sr. Ur. eonego l'ran-
ciaco Anloi lia de Oliveira lloselles.
Ades de subirn] us aulos a couclu-o pira eu
julzamento furam com vista au Illm. Sr. promotor,
o qii il cu '.ra os itsejt do Sr. commeudador, re-
quera que o juno 1eferis.se a peticu do Sr. Buruos,
que pedia O cumparecimenlu de sua molher, para
que fossem acariciados, como l.iiubein protesluu pelu
novo termo de vista, om seu despachu de III de dc-
./Pllllir.. .io iHr5.
Sabir.in os autos a concluso em SO de dezembro;
mas o Illm. Sr. vis-rio geral nao julgau, e se dc-
miltindoik cargo felos vollar para u carluno em
\ de jioei.-u de 1836,
.N'cnieado vigano geral o Illm. c Itvm Sr. Ilr. An-
tuiic da Co filia Figueiredo, se duu de suspeito na
cau..i a' l de fevereiro de I8.'i<.
Niinieado vigario geral ad /ice o Sr. Ilr. Mmoel
Indina da Oliveira, para julgar da causa, apeair
de sua gran de intimidado com o Sr. Dr. pidre Pa-
rias, a mi it) do Sr. Siqueua, e haver antes dado
sua itpim^o 3esa causa em favor de seu amigo o Sr.
Or. r'arias, itodavia nflodeuoo de pro.lar juramento
para e eonsl iluir juiz des*a causa I! de fevereiro
de IRilj. e c .m a mais eUmorosa injuslira prnferio a
ua t ecessori ida -enlenc un facor dos dezejus do
Sr. f.iqueira, decretan lo o divorcio perpetuo quad
th'imm em I 1 dn abril de IKVi. em que lulo %6 inde-
ferii a peii,;,' o no promotor, -euao romo Ihe neguu
a no ya vista I
rc-iembaniada essa loiqoa santenja a II de abril
de 11*56, e re qaerida a susptiro du rifando juiz ai
cisa diguidade e energa de repellir a exigeucia do
poderoso !
Desanganadu o Sr. Siqueira Cavalcanli pelo Cabo,
em cuja comarca mora, tentou conseguir o manda-
do de embargu no juizo civel desta eidade. e com
effeilo Ihe foi concedido pelo lllm.Sr. Ur. Custodio
Manuel da Suva (juiraares, em 7 de maio de IS.
Sobre oa beui embargados apresenlaram-se em-
bargos de terceiru, eontra os dese/os do Sr. com-
meudador loram receidos a -l de juuho de 1855. E
o 27 de julho o Illm. Sr. Dr. Silva Guimaraessedeu
por tuspeilo.
Procurava o Sr. commendador a lodo o transe em-
barazar o levanlamenlu das embargos ; mas contra
oj seus desejos, era iuabalavel o Illm. Sr. r. Fran-
cisco Come. Vellonu de Albuquerque l.ins, que sem-
pre ni .o lava fazer di .-divo o levautmnento pelos
seus despachos de 1:1 de dezembro de 1855, 1- de
maio de 1856 e 12 de janho de 1856.
Ainda o Illm. Sr. Dr. Silvino Cavalcanli de Al-
boquerqoe que lomou conta da vara contra os dt-
seios do Sr. comineudadur, niandou que se cuin-
prissem os despachos dos juizes seus antecessores, e
isto a D de uutubro de 1856.
O Sr. Siqueira Cavalcanli a visla disto, requereu
appellacAo de olerloculoriu com Turra definitiva em
11 de outubi o. e contra osseus desejos foi iudeferido.
Em consequeucia desse indeferiineulo, aggravou da
petir o, o que Ihe foi concedido.
Suhioao venerando tribunal da retaran para ser
julgadu esse aggravo, e contra os desejos do pode-
ruso Sr. commendador, se Ihe negou provimenlo, e
sob a presidencia do Illm. e Eim. Sr. conselhciro
A /'ved o, foram juizes os Srs. desembargadures Valle,
Rebello e Telles, em 28 de oulobro de 1856.
Crime.
Pela delegada do primeiro distrido do Kecife foi
dada mu., queina a requerimeolo do Sr. Siqueira
conlra o Sr. Burgos por crime de furlo de escravos, a
i de agosto de I8B5.
E para que chegue a noticia de lodos mandei
passar o prsenle edital, aos 12 de uovembro de
1856.
Theodoro Machado freir Pereira da Silva.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, cominea]idor da
imperial ordem da Rsa, a juiz d direilo especial
do coiiiraercio nesla eidade do Kecife, capial da
provincia de Pernambuco, por S. M. I. e consti-
tucional, ele.
l'ac.0 saber aos que o preseute edital viren em
como Gaspar Antonio Vieira (iuimarfles me dirigi
a peticao do Iheor, forma, modn e maueira se-
guiute :
Com o devido raspeito loma i V. Exc. (aspar
Aiilooiu Vieira liuijnaies, arerc.i de soa prelciirilo,
e Ihe ppde licenra para oppdr ainda aluumas cosi-
der.n.oc a decisao Rur V. E\r. proferida.
O supplicaoic fez [peuliora em um lira e algumas
letiras, que cerlaiuelite ja se acham prejudicadas por
elarem ha muito lepipo i.....i la-, e declarando que
as recebia pelo seu Ivalor nominal, foi uso eerla-
menleem vanlagem Idos evecutadns, p is que nin-
guem mais querera dar esse valor, aolus lie mudo
natural, que sendu estes (itulus avallados, nao che-
guem a um quinto dolneu justo valor ; mas desejan-
du u suppliraule courjuir em demora sua esecucao
e considerando para si esses ttulos como papel me-
da, como dinheiro, reqner a V. Ese, se digne de
mandar cilar aos cradores du ejecutado que forera
rouhecidos.e assigaaa 10 dial aos incerlos, nos ter-
mo* arl. ",i7 do re/. i. 7,17 de > de novembro de
I8)(), para que apreseuteui su-s prelVreucias, e no
caso de nao apparecer credor atguin, receber o sup-
plicame ns ineuciouados titules, pelo valor que re-
presentara, passandoseWiara isso o competente man-
dado de levanliineiilol apparecendo porcm credor
que pretenda a preferencia, ua mesm o ralcio, se
proceda aos termos ordinarios daes,a\aliau-
pequ
nos a 130.
O li.*, 200 bonetes para o i.' balalhao de ar-
lilharia a 13000, 2 i dilos para us msicos do
mesmo balalhao a 50500, 290 barclinas para o
mesmo balalhao com o apparellio dourado a 03,
20d ditaspara o 2.'baUlbaode fuzileiros a l60,
000 ditas para o 9,- balalhao a 19<00, 193 di-
tos para o 10.- a 19400, 118 ditas para a com-
panbia de arlificesn 19000, 00 ditas para a de
cavaDariaa 19G00, 290 penachos para barretinas
do 4." balalhao de arlilharia a 15, 40 rovados de
oleado pelo a 900, o concert de 80 barretinas
para a companhia de artfices a 35500, 80
penachos a 500, SO dragonas a 18.
O 12.-, 1 livro de 500 folhas de papel liollan-
da pautado, com o lombo e ponas da cauro e ca-
pa de panno para o hospital rogimenial por 20,
2 ditos de 200 folhas de dito a 10?
0 13-, 580 bombas de meta! dourado a 320,
8,400 botoes hronzeadoscom o n.9 do meialama-
rallo a 14o, 0,000 dilos pequeos a 130, 840
ditos de metal dourado com a letira H a 120,
480 dilos pequeos a 120, 00 esporas de lalao a
2000-
O I*!.', 183 yro/.as de bolocs brancos de osso a
230, 152 ditas |>equenos a 230. 200 ditos prelos
a 230, 20 quinlaes de ferro ingluz de varanda a I
99000, 30 ditos de dito em barias de 1 a 3|8 a I
85700, 4 folhas de ferro linas .1 109 o quintal, I
4 ditas dedilo grossasa 109 o quima), 4 quinlaes
de ferro angular sonido a 20?, 1 arroba de fio de
vela a 740 a libro.
O 15.-, 20 quinlaes de Ierro inglez quadrado
de 5|8 a 8o00.
E avisa aos cinco primeiros vendedores, que de-
vero recollicr os respectivos objeclos ao arsenal de
guerra no dia 17 do crreme mez ; aos cinco se-
guimos que devero reeolhcr no dia 18, e aos cin-
co ltimos no dia 19 domesmomez.
Secretaria do conselho administrativo para for-
necimento do arsenal de guerra 14 de novembro de
1856.Bernardo Pereira doCarmo lunior, vogal
e secretario.
ral ; so recebe escravos a fele : a tratar cora Cae-
lano Cvriaco da C. M., ua ra da Cadeia do Kecife
D. 2.
stiim
do-se esses ttulos e segqindn-ae os mais termos, vis-
A -17 de agosto, por despacho do Illm. sr. iir. (0 como -_
eliefe de polica, e a requenmento do mesmo Sr
Siqueira foi remettido u auloamento para a eida-
de da Victoria, para all ser a ex ofliciu processado o
Sr. Burgos.
O Sr. promotor Dr. l.uizCorrea de (Jueiroz Bar-
ros fez com que se audasse de auloridade em aiilo-
ridade soscitaudo-seesseprocesso, e contra os dese-
jos do Sr. Siqueira, todas as autoridades conbecen-
do ser falsa semelhaule impotarJo se deram de sus-
peilas. Nao progredio.
Log depois desla tentativa o proprio Sr. promo-
tor, acceitanio as informares do Sr. Siqueira, de-
auuciuu do Sr. Burgos por crime de morte pe-
anle o Sr. subdelegado do segundo dislriclu da Vic-
toria Manuel Cavalcanli de Albuquerque S, que
antes se lluvia dado de iiisprilo.
Eio 23 de Janeiro de 1856 fui a' contad! do Sr.
Siqueira pronunciado o Sr. Burgos pelo dito Sr. sub-
delegado Albuquerque de Sa', como incurso no arl.
193 10 cdigo criminal.
Mas em :i de ah>il de 1856, foi o Sr. Burgos des-
prouuuciado contris os desejos do Sr. Siqueira Ca-
valcaud, pelo|Illm. Sr. juiz muuicipal, coronel Jos
Cavalcaull l'criaz de Azevedu.
Indu o processo com vista ao Illm. Sr. promotor
interino Dr. Bilanrourl, conheceudo da Justina da
senleuca de de-pronuncia, aluda contra dese-
jos do Sr. commeudador, deixuu passar em julgade.
&mte&$tiM.
r'HACA 00 KKi.ll h l |)E NOVEMBRO AS
3 Hul,\S UA 1AKDE.
i.oi.ir(-''s oiliciaes.
\-~nt u mdsrav.iiio2)75U por ;irrnli O'iinlii uhre LoarM27 :|i '<> i|\. n prau.
rrederico /tobitliard^ presid-ule
A\ Borgesi secrelariu.
^V58o3 &tottm*.
Para o Rio (irande do Norte e Assu' sahira" em
pouco. das o huto Anglica ; para carga e passa-
aeiros, '.rala-se com Amonio Joaquim Sner, ra da
Crnz ?. 13, primeiro andar.
Lfeil&o sem imite.
O agente N ieira da Silva far lcilao quarta-feira
19 do correte por conta e risco de quem peiten-
cer, para luquidaro^de una casa de um negocen-
le e da mullos objeclos de escripioiio inclusive dous
cofres e otilros muitos objeclos de marcitieiria, que
ludo estar patente no mesmo dia.
O agente Vieira da Silva far leilo de um com-
pleto sorlimenlo de periumarias linas, um rico pia-
no de Jacaranda, um dito de amarello, um rico sor-
limenlo de pautes de alpaca de seda, e de varios
ebjeclos que no dia do leilo estaro pateles no seu
arinazetn ; na rua Ja Madre do Dos ti. 32 : sab-
bado 15 do corren le, as II horas em pomo.
Leilao.
O agente Borja, porauot-isar.io doE\m.
Sr. Ur. juiz especial docommercio, a're-
quenmento dos administradores da mas-
a fallida de Ntuio Mara de Seixas. f'ara'
leilao, das propriedadesabaixo declaradas,
pertencentes a referida massa, a saber :
I sobrado de andares, silo na rua do
Vigario n. 15 ; 1 dito lamber de ~< anda-
res, na ruado L\ i menlo n. C ; 1 dito
de ml andares, na rua Augusta n. 2 ; 1 ea-
sa terrea sita na travesa do Monteiro n. 1
I dita na travessa do Marisco a. l; I
dita na rita do Aiecrim D. I ; I dita na
rua do Uondego n. 7 ; I sitio na Casa-
Forte, cora boa casa de meada, senzalae
cocheira,etc. ; e I lerrenode28 palmos,
correspondente p rua do lirum e a dos
Guararapes ; os Sis. prelendenles quei-
ram, portanto, examinar com anteceden-
cia as supraditas propiiedades: o leilao
teta' lugar quarta-feira 2ii do coi-rente,
as 10 boias da manhaa, no arma/.em do
agente annunciante, silo na rua do Col-
legio n. I .
Rio
de aneiro.
CAMBIOS.
Sabr Londres, 27 3|.
a Pars, 3 i li.
i Lisboa, '.is a 100 por de premio.
<( Kio de Janeiro, l| a I por U|q a 15 e 30 das.
Acedes do Banco, 10 a 'i de premio.
.i u companbia de Beberibe 54000.
it K compaulna Peruambucaua ao par.
a Utilidade Publica, 30 por ceulo de premio,
o a Indemiiisadora. 52 idera.
a da estrada de Ierro 20 por 0|0 de premio.
Uisconto de le tras, de 7 a 7 l|2 por 0|0-
Dito do banco. a 8 por 0|n-
ijuro.Cucas liespanbolas. 288 a 288500
Moeda de (aiOO vellias .... 169000
(iSiOO novas .... 168000
48000.......98000
Prata.Patacoes braaileiros......29000
Pesos columnarios......-.000
menanos...... 188<0
em tal caso seria eiu manifest prejuuo do
supplicante rereber esli4i valoro uominiei u reali-a-
vei, e ser obrig.do a dar aos maisrredores > mima.:
assim pede ao Eira. Sr. Dr. juiz do coinmercio Ihe
delira.E R. Me.Procuiadur, Itodolpho .lo3o Ba-
rata de Ameida.
E mais eno continba em dila petirilo aqui bem
e uelmeule Iranscnpla, na qual dei e'profer o des-
pacho do llieor seguinle :
-Sejain citados os nedoresdo cxeculado, e es incer-
los por meio de edital, lud, na forma requerida.
Recife 99 de oulubro de I85K. Anselmo Fran-
cisco Perelli.
E mai. se nao cnulinha em dito despacho, em
virlude do que o escrivit abaiso dccUradu maudou
passar o prsenle, pelo qual e seu iheor se chama e
cita aos credores incerlos ou descouhecidos do di-
to ejecutado Manuel Jos de Magalhes Bas'.os, para
no prazo de 10 das appreseutarem suas npposires
ou allesares sobre o conleudo na petirao acluia
transcripta.
E para que chegue ao conlieciinculo de todos
mandei passar edilaesAque sero publcalos pela
impreusa e alliado MI lugares designados ao cdi-
go coinm.
liado e passado nesla eidade do Recife, urovincia
de Pernambuco aos 5 de rvoveuibro de 185b. Eu
Mavimiano Franciico Duarlc, escrivao <> snbscrevi.
' Anselmo Francisco Perelli.
Nos dias 15, 17 e 1!) do correnta eilar om
praca no paro da cmara municipal do Recife,
a obra da conslrucro d'u.na estrada nova para a
Varzea,oreada em 5*1009000: os prelendenles que
quizeretn consultar o ornamento o podero procurar
na casa da mesma cmara, assim como dtterao a-
presentar lianca para podercm lanrar c arrematar.
Pago da cmara municipal do Hucifu em sessao
de 13 Je novembro de I8fi6.Baro de Capiba-
ribe, presidente.Manoel Ferreira Accioly, se-
eretano.
Espera-te do Assu' o brigue Imperador do Bra-
sil, o qual depois da indicenle demora para receber
escravos a frete, seguir' para o parlo indicado :
a tratar com Manoel Alves tiuerra, ua rua do Tra-
piche II. li.
ara o Aracaty
sabe ale o lim da prsenle semana a muito veleira
barcara Hara Amelia..; para o reslo da carga Ira-
la-se ua rua da Cadeia du Recife n. 57.
Aeucfio
l'erdeu-sc om Iranrelim i halo, de oui, le
passador e-malla1o de azul, dende a raa IhreiM. I.i-
r.i ment, Rangel. paleo da Hiheira a raa d Sim,
Rita : pede-tea quem o cima n favor de leva-b a
rua llireila n. 100. .euudo andar, qaa aira ir
agradecer-se, te recompensar'.
Fabrica de fiar e
tecer algodao.
VV&oi &i*tt09.
lieai cumpa 11 la
quetes inglez^s a
de pa-
vapor.
&>tto&mr0t&.
NodH'19 espera-se do sul o vapor TAM.'vR,
coinmandaiile Jelliroe, o qual depois da demora do
ra.turne -e-una para Soulhamplon. locando nos
porlus de Sau-Vicenle. Teneriff, Madeira c Lisboa :
para passageiroselr., lrala-.se comotasenles Adam-
ton Ilowie C, ua rua do Trapiche-Novo u.42.
i 'ara o Aracaty
Por esles dias sabe o bem conliccido hiale ccln-
vencivel, ainda racabe carga : a tratar com Mar-
tina iY Irmo, na rua da Madre de Deus n. 2.
A o Para
LFADKtiA.
Keiidiincnlodo dia 1 a 13. .
Idam do dia li......
100:3830277
28:i72j'.l03
188:8508)80
Descarreqam hoje 15 de noeembro.
Barca iuslea Sanphantetrilitos de ferro.
Brigue inglesEliiebacalhao.
Brigue inglezUdemmercadoriat.
(jalera francezatilladamanleiga.
Barca americanaJapnicalamina de trigo.
Escuua hall inde/.aAiiijev reslo.
Patacho portuguezbullantediversos genero.
Polaca besp.iihulaSileuciopipas e barris de vi-
ubo.
oUNSULADU KKAL.
llendimanlo dodia I a 13..... I ,:", ii.--'l .
dem do din li....... I.372J.5I4
19:1188731
fe?
l VERSAS
Ht ii .11 ni. n i o do dia I a
dem do dit 1 i. .
PROVINCIAS.
13 ... .
2:0528126
1718883
2:2218009
DESPACHOS E EVPORIACAO PklA MESA
O CON.-sLUDO DESTA CIDADE NO DIA
H DE NOVEMBRO DE 1836.
LisboaBarca pirtugueza Mara Jote, Francisco
Se veran o Rabella & Fillio, 27 cascos mel, 91 la-
boas c slado de amarello.
LisboaBrisue proluguc/. ((Soberano, D. R. de
Audrad. 51*1 ineios de sola.
BostonBarca americana Warre llallelh--llenrj
tostar & Oouipjiihia, 1,200 aaccoi atsucar masca
vado.
II,im imni RoiidBarca ingleza Waggern.Schramm
Whatelv iV Cumpauliia, 300 saceos estucar mas-
cavadu.
RECEIIEDORIA HE RENDAS |INTERNAS lE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Hendimeulo do dia I a 13 10:1969781
dem do dial i........ 475"650
10.972831
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimentc dodia I a 13 17:9At682
dem do da 1 ....... 1:491*410
18:7378092
avia s>o. porto.
.VODioi entrados no di 1 .
(iibralUr27 dias, polaea tarda Teveren, de 210
toneladas, capilo li. B. Gallo, equipugem II,
carga sal e mafj gneros ; a ordem. Perlence a
Saviin.
Nova Orleans(ib dias, brigue americano Naiicvii,
de 219 toneladas. eapilSo Eduard Muses, equipa-
geni II, cr;a 1,712 barricas rom tamil,., de Irigo:
a Roturo* Rouker es: Companhia. I'ertcnce a ftu-
va Orleans.
BabiaII dias, brigae Irencn de guerra Bsame-
noir, commaudante Ouval,
Barcellona e Malaga48 dias, do ultimo porlo 28,
sumaca despatillla uliuadalupea, de 118 tonela-
da^, eapilia J.lu Ponlaeilla, equipagem 10, carsa
viiiliu c mais gneros ; a Arauaga A; Ilr\.ni. I'er-
lencc a llarcelluna.
Monlovidei2Sdas, polaea iietpanbola Viageirou,
de 200 (oueladas. capilla Jorto Curell. equipagem
II, rarga SJ toneladas de pedra c rea ; a Viuvt
\ mol un & lillio. Perlence a liarcellona.
Aiios saludos no mesmo dia
(iihrallarPatacho hainburgiiez nOscarn, capilo II.
Timill, Coma a--orar.
Baltimorelliale americano Koiamondu, com a
mesma cama que Irouie. Su'peudeu do lameirilo.
WHtm*.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
A diiecro da eompanhia de segu-
ios martimos tilidade Publica, convida
iins sciilnii ,i> accionistas, para cornpare-
cerem no escriptoiio da mesma compa-
nhia, rua da Cadeia do Kecie n., no dia
sabbado 15 do corrente, ao meio-dia, de
conionnidade rom o disposto no art. 11
dos estatutos. Recife 11 de novembro de
18.')6. Os directores, Manoel Joaquim
Ramos e Silva.Luiz Antonio Vieira.
$ $&& $ Qm
%S REPARTCAO5 DA VACUNA. &
H Com autonsacao do E\m. Sr. @
^ presidente da provincia la/.-se pu- ^
Q$ lilico, para conlieciment dos lia- fft
A hilantes desta eidade, jue os dias ^
0 de vaccina Scrao de lioje un di- 5
B ante na's quintas t- domingos de #S
^ cada semana, no lugar e horas @
?^ anteriormente declaradas: nos do- ta
^ mingos estara' esla repartido a- ^
^ berta ale as 11 horas da manhaa. (fe
fi Dr. Joo Nepomiiceho Dias Fer-
iiandcs, i'ommissario vacciuador
S provincial.
CONSELHO AI "MI WSIT.ATIVO.
O conselho administrativo em cumplimento do
art. 22 do reg. re 14 de dezembro de 1852, faz
publico, que loram aceilas as propostas de Joao de
Siqueira Ferro, Juo Fernandes Prenle
Visos, Jos Francisco Lavra, Campos & Lima,
Jos Vellozo Soares, Guilberme da Silva < '.nima-
rae^, Siqueira & Pereira, Francioco Macicl de
Soilza, .1. S. Diimonl, Antonio Pereira de Olivei-
ra Ramos, Domingos Francisco Hamalho, Jos
Ngueira de Sou/.a, Jos Baplisla Braga, Rodri-
gues A. Rilieiro, o Domingos Josa Ferreira llui-
mares, para fornecerem :
O.', 100 ineios de sola cnrlida e escolhida a
iSO", 250 cavados de panno azul para capoles a
1*5)00, -100 ditos de dito a 1800, 2.S00 varas
de algodozinlio para camisas a UiO,
02.', 100 meios de sola corlida u escolliida a
'5500,2,560 clcheles prelos grandes a 40,1 ar-
roba de rame de lalao fino a '.'un.
O 3.-, 1,533 covads de panno azul para far-
damcnlo a 29212, 3,009dilos dedilo verde a
28d50, 910 mantas de l.i a 1*710, ?.,3l>U va-
ras; de brim branco lizo a 380.
0 4.", 400 cavados de panno azul para capo-
les a 19750. I
O 5.', 1,200 covados de baela verde a 080,
100 manas de/la a IcMHO, 808 varas de ania-
gaiii a 330, 49 covados de easemira encamada a
2* 1,320 varas de algod.io/.inho para camisas a
168, 2,448 /covados do hollanda de forro a
110.
O 0. ', 920 covados de baela verde a 570, 25
dilos de easemira amuralla a 2?, 1,050 varas de
brim para frdelas a 309, 3,648 covados de hol-
landa a 95.
0 7 3,274 varas de brim a 390.
O 8. \ 300 pares de sapatos feilos lia provin-
cia a 19800, 60 pares de coturnos a 4J.
O 9.-, os instrumentos bellicos conslanles da
notada reparticodo quaricl-mestre-gc eral para o
o 10.' balalhao de infantina, na import; icia de
1:9859500.
O 10.', 1.888 buloes de melal domado com o
B. 3 a 120, 820 .dilos pequeos s 120, 1597
grvalas de lustro a 550, 95 bandas de laa .i
39900, 24 pares de palatinas de melal para m-
sicos do 4 balalhao de arlilharia a 7JJJ0, 2!0
pares de dragonas para o mesmo balalhao a 5*800,
385 pares de chourieas de la branca para o 2."
balalhao de infamara a 560, 3,164 raras de cor-
daodela a 60, 104 pares du palatinas encarna-
das com palmatoria de laapreta para arlilices a 19,
8,056 botoes de metal com o n 4 r. granada a
120, 'i,z26 ditos pequeos a 120, 5,390 dilos
de dilo cora o n. 2 a 120, 3,465 dilos pequeos
segu com brevidade o palhabote naci
nal LINDO PAQUETE, capitio Jos Pin-
to Nunes : para o resto da carga que Ibe
lalla, trata-se -om o consignatario An-
tonio de Ahneida (ornes, na rua do Tra-
piche n. 16, segundo andar.
Para o Mara-
nho
seguecommuita brevidade a barca RR1-
LHANI'E, tem a bordo a meia carga que
trou\e do Rio de Janeito, e aqui alguma
prompla : para o resto que Ihe falta, tra-
ta-se com os consignatarios Novaes & C,
rua do Trapiche n. o-, ou com o capi-
tao, na piara.
deliberou qua continuara a admillw iwi
cripre, mi etcriplorio da siiciedaiie, |i*vmwh
le ein can do Sr. M no.l AI ve- (irr i, rae 4 Tra-
piche n. II, I." anJar.eru termo a aueajetilar-ee
capital .ui'ial. lim de que. a latinea |m>m ter feila
desde soa fun lar.ia. com maiores proparrOaa, aaaaj-
seqoenlemente facilitar m.ioret lucro* ; drvet.il j
novat as-unatun-, rnu realizada cata as afeala-
rnes \ ell'erluadat |k>Io> r.rimtiuo. "au-.
A primeira pretlaro reahuda aai liaje, lem tta>
de .' por ceuto rio capital tabtcriplo.
I'eruambuco 12 ilc noveintirn .le Is a..
Iiinrim. l-'ana, tiuerrt i\ ( .
Roaa-te io Illm. Sr. Ihetouteiro na. lotem
que nao paitue, cato u. 3513 por te haver perdido ; e nesiaa qae rhaaj
dilo bilhelc, querend rctiilai-lo, a i adera' lim
pateo do l'araizo n. IH.
Companhia
Pernambucana.
de Janeiro.
Segu com brevidade o bem cotillea-
do e veleiro brigue FIRMA, capito Ma-
noel de Freilas Vctor, lem parle da car-
ga prompla: para o resto, lrala-sc com
os consignatarios Novaes <\ C, rua do
Trapiche n. ."H, ou com o copitao, na
praca.
RIO.
de Janeiro.
3osae com brevidade o palhabole uVenus ; rece-
be canta e passaseirns : a tratar rom Gielano Cvria-
co da C. M., na rua da Cadeia do Itccife n. i.
l'AKA O POSTO
seue coiu brevidade o superior brigue Espcraura,
novo, da primeira eiagem e forrado de cobra ; para
carga e passau'eirot, Irala-se com Barroca & Castro,
na rua da Cadeia do Kecife n. i, ou com o cepillo
na praca.
"ara o CenrA:
Sabe em pooces dias por ter a inaior parle da rar-
?a o hiale Novo lllindta mealre Custodio .lose
Vianna ; a tralar rom o meslo ou com os consigna-
tarios Testo IrmSea.
Papa o Rio de Janeiro.
Segu com a maior brevidade a veleira ebem co-
ndecida barca nacional Saraiva, por ter parle do
seu carregamenlo prompio, para o resto e es-
cravos, para o jue lem excelleules cominodos, os
prelendenles podem diri^ir-se ao seu consignatario
Antonio Luiz de Oliveira Azevcdo, na rua da
Cruz ii. 1.
Companhia Per-
nambucana.
I'recisa-se fallar aoSr. Joaquim Jos
Marques, que morou em Sanio Amaro :
na livraria ns. o e 8, da praca da Indepen-
da.
foliiiislias
PARA 1857.
Acliam-se a venda as bem conhecidas
l'olhinhas, impressas nesta typograpnia,
das seguintes qualidades:
FOLU1NHA RELIGIOSA, conlendo alem
dos mtv.es, a bibliotheca do christao
brasileo, que se compite de ora-
Cfips quotidianas, methodo de assistir a
inissa e conisso; cnticos, psalmos,
livmnos, ollicio de Nossa Senhora da
ConceicBo e muitas outras oracOes de
grande mrito, preco......* 20
DITA DE VARIEDADES, a qual alem dos
inez.es, conten* artigos de agricultura,
nocoes de sciencias, artes, lei dos cir-
cuios, tabella deimpostos, e reflulamen-
lo de af'ericao, ele, etc., preco- ."20
DI IA SIMPLES, contendo alem dos m
z.es, a lei dos circuios e varias tabel-
las de impostos geraes, provincial se
municipaes. preco........ 2i0
DITA DE PORTA,' a (pial alem dos me-
zestem nxplicnrties tina indulgencias e
i:\coiiimuiilnies, etc., preco. lli
DITA ECCLESIASTICA (ou de padre),
elaborada pelo Rvd. Sr. Penitenciario
da Se de Olinda, segundo as regias
da igreja, e lea conhecidas a res-
peito, preco.......... VO
Todas estas fblbinhas sao impressas em
bom papel e evceller.te lypo, < vendem-
se em porcSo ea retalbo: na livraria da
praca da Independencia ns. e S.
Che^aram a rua da Cadeia Velha
n. 'Si, cxcellenlts telins inclezct de
linri.nii... e oulros regulares, assim
como sellins ingleiea com eapaa de
sola, propriot para criados, bons chi-
cotes de estallo e escellentet bridoes
inglezes, ludo por preces moderados.
LiTERU DA PROVINCIA.
Corre hoje, sabbado l<5
do corrente, s 10 horas
da tu nlifi.i.
I*. '. hay me.
Roga-seao Sr. Fel\ Alves de Oli-
veira, morador cin Paralibe, o favor de
ir ou mandar ao Monteiro, em casa de
Pedro Coelho Pinlo, a negocio de seu n-
teresse.
rrectla-se alugar nina escrava para
o ser* ico de urna casa depouca familia:
na rua do Cabuga', loja de quatio por-
tas n. 1II.
Resposta
a urna pergunta innoceo:
te do DIARIO de !ton:
tem.
Como o lal perfumador diz que > aflirinainlo
a Sra. do Sr. Burgos Ponce de l.eon, na cor-
respondencia de 2 i do pausado, ier esle UQMI-
ladamcniu vendido tres escravos ao Sr. Jos I. del
Mello, asseverando ter, para prova desss (raudo,
um docum-nio ministrado pelo dilo supposlo com-
ptador, e'|ueaflinnando o Sr. burgos, em sua
correspondencia de i),ser falsa semelliant.! asser-
co. e que lal documento nao poda existir, visto
como tiuha elle veidadeiramemo vendido esses es-
cravos, duiiam osapregoados protectoros deisa Sra.
assim desmentidos, juslilicarem-se publicando o
documento, para nao darem una prova de que
Se nao pejam de suas falsidades por islo pois A ..edade em e
ho para o Sr. bnrgos(hoe pergunlador oulra o l.uerra & C\. |wr eslSiarocaj tnaaala p*r UM 4m,
ojustusiico pai de familia, por queja o leu s"04 socios, subscriptores de" MHfito) unm-tni. i,
nos autos do Cabo, lim para convencermos"ao pu- r'*\d"* 'T rnrrla'r"" ***S "
l,i:,. .i. -__. o. d ... a- I prcslario, lem resolvido maular a harapa a *m
bino, de que o Sr. Burgos aflirma o contrario do Jocj |-,upr, pe ,, i ,,, Zela K
que sabe, e de que lal documento etlectivamenlc e de Janeiro de IX a Ji do crreme, para ir prorarn
xisle abaixo o publicamos astim como aMranos'0* riscos, plase infornia^tdeflnilivat,earecrcs--
queexistem outros que eslabelecem serias presump- y ****''* ****** coas de que sao simuladas todas as transacOes fcitas Tro virode do arl. SJ dos eslalul", a tatielade
pelo Sr. burgos, de que lem parte activa no des-
apparecimento do escravo Agoslinlio, cclele,
tumi do pouxe.
DOCUMENTOS.
N. i.- Illm. Si. Jos Ignacio de Mello. Har-
tapagipe la de abril de 180C.Alem da verdade
peco-lhe qdo ten lia a bondade de altestar ao ue
desta se ronipruu ou nao a Antonio Carlos l'orcira
de burgos ires escravos,um de nome agOBlinho ou-
tro Canjarana e Anglica, o isso em que mez e
anno.
Espera quo Vmc. nao se negar veidade. Ta-
me ao sea dispor, pur ser de Vmc. alenlo venera-
dor e obrigado.
Antonio de Siqueira Cavalcanli.
Illustrissimo Si. Antonio de Siqueira Cavalcan-
ii.Permitta-meresponder-llieaqui mesmo atlas-
lar verdade, s devo dizer V. S. que laos es-
cravos nao os comprci, so sim por amisade ao Sr.
Burgos prestei minha assigualura, por o dilo Sr.
encarecer bastantemente, que s era o meio quea-
cbava para adquirir dilos escravos.
Em abono da verdade s lie o que lenho de in-
formar, embora seja conlra amisede.
Em quanlo a era que V. S. pede, nao lenho
lembranca, s sim digo que foi em junlio ou albo
de 1855.
Sou a desejar-lheo seu bem estar por ser do
V, S. allencioso obrigado criado.
Jos Ignacio de Mello.
Engenho Quanduze de abril de 185<.
(Eslavasellado e reconhecido),
Etta' ausente ha muilot diat de casa o male-
qoe Antonio, bem conhecido porque cottomava an-
dar vendando, como porque lem estado alutdo em
varias casan, elle lem a orelha turada com urna ar-
gola do fetio de urna meia la, e o ch.iii.iiii Niqui-
nd, lem sido visto no Kecife ptla raa da Aurora, e
anda tempre em companhia de om prelo que lem
falta de um braro, e diz que nao etta rugido, mat
sim ganliaudo semana : na travessa da Trempe n. .
l'recita-se de boas costureiras na rua Nova
ii. 52.
O cirurgigo Francisco Mariano de Araujo Lista
cniliniia a dar consultas lodos os das das 2 U i hu-
ras da larde, na rua da Gloria o. 71.
Dinnizio Benedicto faz pnblico, que lendo urna
filha de nome francisca, de idale de II para l-J an-
uos, parda escura, baila, cabello encaracolado, olliot
vivos, rosto cheio, a qual sahindo algumas vezes a
rua, coslumava ir para casa de orna Sra. Maroca,
que morou na rua da Ilica de S. Pedro, em Olinda,
e de prsenle mora no Arrombado da mesma eida-
de, e como qoer que ha dous metes, pooco mais ou
menos, lendo -aludo nao appareceu mais. etlar occulla para er vendida como captiva : roga a
petsoa que dril i tnuher diane-sc dar noticia ao an-
iiunriaiite por delraz do Corp Sanio n. i, sobrado;
e prnlesln usar do rigor da lei contra qaem allenlar
contra a liberdade da mesma menina.
U abano atsisnado relira-se para seu eugenhu,
e deixa nesla prara o Sr. Sebastiao l'aes de Souza
eocarregado pera tratar dos negocio) de a" rasa, a
qu.m puH. diriuir-so loaa e .j.i .i.|.|.-r pessoa que
liver e iraiar nagaeios com o mesmo uesla eidade.
Kecife lo de uovembro de is ii>.
.Ina i Pereira de Araojo Ordoso.
No engenho Canavireira na comarca de Naza-
reth, precia-se de om feitor para campo, e um cai-
eiro para o mesmo eugenho : a tratar uo becco do
l'eisa Frito, segundo andar o. I.
5^ Precisa-se de umi ama que lenha bom e bs-
tente leile : no pateo da Santa Cral n. -2. subrado de
um andar, ou oa rua do Queimado D. II.
OITerecc-sc um caiteiro com pralica para ta-
berna : quem precisar dirija-se a Apipocos, taberna
jonlo ao aroogue.
Koga-te a pessoa que achoo doas leltras da
quanlia de I7I3W2 cada urna, aceilas por Francisco
lose da Silva a favor de Domingos de Castro Mala, o
favor de mandar entregar ua raa daPraia n. :)l, qae
Ihe licara' astas obrigado ; e previne-se ao aceitante
que uo pagna a quem Ihe presentar
Domingo, Ifi do correnle, lera' lugar a inslala-
c.So da sociedade Popular de Soccurros Mutuos. Ai
3 horas da larde do mesmo dia devem lodos os to-
cios se acharein no Ihealriulio da roa da Piala para
este lim, atsim como Indas as pessoas que quizerem
assislir ao acln.
Precisa-se de urna ama farra 00. captiva, que
saib co/inhar, para casa de pouca familia : na rua
du Br 11 ni n. I i.
Fogiodo engenho Algrele, freguezia de Agua
I'reta. o escravo Isidora, rrioulo, de idade de i an-
uos, altura regalar, seccu do corpo porcm robuslo,
tem barb, cor om tanto fula, e tem um defeito 110
dedo indicador da mAo direila, be rendido de urna
venida, muilo ladino e civilisado, alegre, toca vio-
la, incolca-se forro e que sabe ler, prncurou nesta
eidade o Sr. tenenle-coronel Jo3o Pinto de 1 emot
Jnior para o comprar, e hunlein depois de ler sido
enlregue pilo dilo Sr. a Antonio Leile P. Bailo, de-
sappareceu em occasiSu que foi buscar urna roupa
em casa do referido tciihor : roga-se e qualquer au-
loridade policial ejcap'taes de c.ropoaapprehensilo e
Os -rubores qae tubscreveram aovas acrea desta
companhia, tila convidado* a enimr raa priaaaiera
prestara > de .10 por eenlo, no prata de 30 dias : a*
escriplorio do Sr. Antonio Marques dr Amona, raa
da Cruz. Recife 18 de oulubro de I8J*.Maaari
Alves l.uerra, teeralario interino.
Justino da Silva Boa-Vista participa *
seus freguezes e a quem poeta interen-
snr, que mudou o sen estabelecinienl
para a rua Armasen de Burle .Sonn
& C ', rua (ia Cruz 4H
llechesado a e-lc armazetn, palo navie UHttda-
oexeallenle rape franen, qae colana neeSm.
por comnioslidadc doa aiiiiiuet da boa pitada, aett"
rilo do mesmo rape em casa dos Srs. Jeae Cardar-
Ayrcs, rua da Cadeia, e Mor.ira \- Daarle. raa-d
Cabuea : o prcro he rasoavel.
S0CIED1DE DE ENSVIO FIA-
(R
Por ordem do Sr. presi irnie declara ana tan*-.
qae hoie ha sctso it II horas da larde.
Osla l.-r.alli.i.
J." aatreiarM.
Companhia de
Beberibe a
Por ordem do Sr. director, sioi-
diidos os Srs. accionista .la Coin|nnlii.i
de Keberibc, para sereunirem em awin-
blea j'eral, no dia |H, ao meio-dia, alim
de deci-elarem o pagamento do 17- divi-
dendo, e approvarem o oicaraento despicas do correnle semestre. BaVss>
lorio da Companhia de It IkiU-, |."i It
novembro de 18o.O secretario, L da
C. Portocarreiro.
Arrenda-sc ou vcade-ae. usa sitio na Casa-
Forte, com bstanles fruleiras, alguns roqnetiu .
200 |ie5 de bananas de differenles qualidadas, c ja
do (rucio e enlnureradas,bai\a (ra plantar ripin .
ditas cacimbas de boa agua, (de ler seis a ais* vat-
rs deleite: quem o pretender di:ija-M ao sitia
do Sr. Antonio Alves Vellozo, que sera guiadpur
ser visinho.
JOt ll\ SILW R4IIS.
MKICO PELA UNIVEKSIDAE HE
COIMBKA.
-oulinua a receber em soa rata na raa da lilac
I ti, daa X as IU horas da manilla, c daa 3 aa j da
tarde, as pessoas que o qatiram ronsall.ir : beta ca-
mo is presta a sabir rom a jja recvaaeeida ptinap -
litio, a visitar qualqaer enfermo, a loda a aaaa dn
dit ou da niiilt, quer dentro qoer Inra da ridadr.
Ourin aiinuiicioo querer nm;ne Thnaara dr
Moiiiini-, ou o dialogo eoire unta sahia aia a ana-
levem ao referido engenho ao Sr. coror.el /eforino ditcipulas, pode procuiar na rua dn Kaaael a. 21
da C II1-lo. oa nesla eidade a Antonio I .rile Perei- ,li:"* oalros livros c-pirilaars.roiuo II
Lai'io da A^sciiiblcj
10
O vapor Iguarawu' espera-se dos porloi do norle
de 18 a I do correle mez, e com pouct demora
ueste porto seguir para os do sul : para carga e
passageiros, no escriplorio da companhia.
ro de Janeiro.
No dia IK do mez correnle salte o brigue Libt-
Ir mandado daa Alma* da
matriz do Corpa Santo.
A irmandade das Almas, erecta na ma-
lii/. do Corpo-Sanlo, da' de esraola, no
dia 17 do correnle, lOrs., a cada po-
bre que comparecer no ollicio que a mes-
ma irmandade lem de mandar celebrar
oesse da. O escrivfjo, Joo Licio .Mar-
ques.
O ibesoureiro da irmandade das
Almas, erecta n^ matriz do Corpo-Santo,
pede a's pessoas que lem em seu poder
opas a tarjas pertencentes j mesma ir-
mandade. O obsequio d'as mandar entre-
gar em sua casa.Marcclliuo JosGon-
calves da Fonte.
A pessoa que lem annunciado por esle Diario
querer comprar urna morada de rasa na rua de S.
Brnlo, pude diriair-se a ino-nia eidade de Olinda, e
enlender-.c com o Itvm. conegn vicario Joao Jos
Pereira, que eal aulorisado para vendrr urna boa
morada de cast na dita na de S. lenlo, com orna
grande sala, i qnarloi c sala alraz, grande quintal e
chaos propriot, ou declare a pessoa a sua morada
pira ser procurada.
Aluga-se urna casa grande ua roa do Mondego
na Boa-Vista, com grande quintal al ao rio, que
pode-se fazer banheiro : a Iraiar com Marcelino Jos
Lopes, na roa da Alegra n. 31.
tir em poder de Jo- Pereira dt Rorlia o bi-
Ihele mteire n. 1361 da segunda loleria de Sania
Leopoldina, perleucente ao Sr. major Joaquim Pran-
ciscu Diniz.
Aluga-s nm sitio no (Corredor da Vares com
arvoredos de inicio, boa casa com sullicienles com-
modos para familia, e banbo : a Iraiar ua roa do
Queimado, loja da quina 11. (I.
Precisa-se alugar urna .111.1 de idade para casa
de familia, para Iraiar do trranjo interno da mesma:
na rua do Qoeinado, segunda loja viudo do Rosario
o. H, se dir' qurm preri.a.
Precisa-sede um feilor para um tillo
deireiro : quem esliver neslas circumslanri,is procu-
re na rua do Collegio n. 23, primeiro andar, que se
dlra' (urin qoer.
Alu.'.un se o segundo c lerceire sudares do so-
brado 11. IS da rua da Cadeia do Kecife, pelo lempa
de li inozes : quena prelender dirijs-s ao escriplo-
rio u. I na mesma rua, ou no mesmo sobrado, que
achara' cum quem Iraiar.
Perdeo se do aturro da lloa-\ i-lt alo o beco do
Koario, nm alfinele do peilo etmallado de azul
ra liaste, na rua da Cadeia u. 17, que scrao bem re-
compensados.
E.MLLHO.
l.luem precisar de eotulho de calira. e de Ierra
mislurada com ralira, mande buscar na rua das Cru-
zes da freguezia do Sanio Antonio junto a Upogra-
pbia.
Precita se de urna ama para o serviro de urna
casa de poaca familia ; na toa de Apollo n. I B,
armazem de sanear.
Precisa-se de una ama para ra-.: de pouca fa-
milia : a fallar na rua do Aragao n. I ti.
Aluga-se urna das lajas da cata de sobrado do
aterro da Boa-Vitta n. II, proprio para qualquer es-
tabelecimenlo : a tratar no mesmo sobrado, ou na
rua da Cadeia do Recite no escriplorio da casa u. :i,
quasi niul'roiiie ao dos Srs. Il.rroca A; Castro.
O abaixo assignado, morador ua rua de A-
pollo deila ridade, leudo tollrido pelo lempo de
II annos 01 lerriveit elleilos de urna obtlruc^ao
oo canal da urelra, ou, como tcicnlilicameble se
diz, de urna urelrophraxia, tendo ataques laes que o
protlravam com lorie- dores qne da btxiga 1.1.1 ler
aos rins, semprc acompanhadas de fehre aguda e pri-
vacau completa de urinar.e,lendo por vezet recorri-
do a mediros habis, jamis cotisesuio ao menos ali-
vios aos seus iocommodos. A fortuna, porcm, depa
rou-lhe o 8r. Dr. C.rolino Francisco de Lima Sau-
liis a qaem umdi.i con-ullco, nao obslaule ter-se-
Ibe allirintilo qae n3o Imli.i cura o tea mal ; por
qoaulo o Sr. Dr C indino razeudo-lhe a operai;o do
catbelerismo, mediante o esetnficador a tondas de
metal c de gomma elstica graduadas, no dia 17 de
tetembro desle auno, Ihe liroo lodo o incommodo,
reslituindo-lbe a saude, e faztndo-o escapar de urna
moi te premalura, vislo como nao llie seria possivel
lalvez resi-lir por muilo lempo a tauloi e (ao do-
lorosos sollrimenlos. A pericia e a delicadeza com
que execulou o Sr. Dr. Carolino a operado o lor-
uam digno de ser rccommiiudado ao pai/. romo um
dislinrlo medio operador, e me obnuaram a lanrar
m.lo de'le meio para dar-lhe o uiai- publico lesle-
iiiunli.i do meu leconhecimeulo. Recife |:l de no-
vembro do 1856.Antonio Jos Mariis da Mello.
Nd loja de ferrageus de Antonio Joaquim Vi-
dal ,\ Companhia, na rua da Cadeia do Rrcife n.
56 A, desejasc tallar rom 0 Sr. piloto da arma.lj
Jo- (iuilberme dos Res, alim de ruuiprir com o
qae promelleu fazer quaudo rhegou o navio de Fer-
nando ; usa-sc desle meio por ler sido varias veres
procurado era rasa e nao ser encontrado, aposar de
se ler deixado recado p.r.i que apparera na loja ci-
ma dita, porcm anda nlo leve a bondade de o fazer,
o que se espera faca avista do presente auuuncio.
-- Precisa-se de una ama (erra 011 captiva para
Cal- cata de ppqoena familia : na roa do Coilaglo 11. J.*>,
terreiro andar.
A niulher que prncurou 110 alerro d* lloa-Vit-
la querer ser ama do um li on.-'n soltcirn, dirija-se a
mesis casi, liberna n. 70, que jhi anda se precisa,
011 qualquer uolra que qurira servir.
ma-Marianna-
Keliro espiriloal, liil Rrarde Saatilbaat, Racraara
dn homem tentivel, elr.
Alaga-te orna cata no Pora da l'aueda re
fronte a do Sr. (jititun com nssegainlrs raasatadas.
Ires talas, seis qoarlna. copiar rozinlia epatad 1 :
quem a pretender dirjase a Manuel da Silva Navas
em l-ora de Portas.
Lotera do ilio
de Janeiro
Na praca da ln acliam-se a' venda os novos l.illu! s d.i la-
tera 2- do asvlo de Sania leopoldina.
que devia conx-r de (i a S do corrente .
esperamos as listas pelo paquete -Jara-
na" no domingo I li do corrente: os
piemios scrao imincdiatamentc pa^os. conibrmidade com o nossos .uiiiiiim-io.
Iojjo que tenhamos rt^c.-bido as mr-m
listas;, na rua do Collejjio |u-imciio an-
dar 11. >[, das 10 as da larde, dos di..-
uleis.
PER1UT1.
Permota-se ama grande risa terrea na l'.aaXiHa
por outra menor em qualquer dos hairras : qsKta
pretender dirija-se ao paleo B1LHETES DE LO EWi DO
UO DE JANEIRO.
Arbain-se evposlos a venia junta aa .imul,.,,,
lo Anlonio, o- nevos NUtafaj .u j lalsjna do \. I,,
de Sanlt Leopoldina, etlrabida de .", a X d* pr-
senle, as lisias vem pelo nriiii 110 vapar que al.ir
depois daipiclladata. e ebrgara aqai ale IT .1......
renl,.. Dsbilheles.au pac de rnnfannidjde ratn
os aniiunrios jt felos, a pir islo .r irr.drm a
dinheiro a vi.la, por cau-a de se arbatem niuii.-
bilh'tes vendidos ha lempo-.....? Sr. qoa mrrare-
ram a rnnlianr 1 Innundo-os rreltta nao | m r.r
res(Hiudido a>-im rom o qm- lialar.1,1, n-m rnjs al
rondado dircrlamenle inllueni a bavfr dnvidas r
para evitar qneslAps. espere que ajasSJSa anl.s \r-
iiham salisfaier seus di-lulo- 1 Jos Kiurbio \lc-
da Silva.
Prer'st-se dr um bom rriado r pesa--e brin
Jradando o serviro e cumpuilameiilo : 1 li.tn .,
rampo do llospino |imlo sa qturlel rasa do tajSSSB-
b.r^nlor Menili-, da Ciiubt.
- Avisa-sr >o> soisririio-r mus oni|..,1nre< >'
i ha-aa sasMa n...
q-ialio ds lat.1t .
A ama parda i|UO annoorioo ueste Diario ta
bcr coser e en-umuiar emu perlcirao, dinja-se a rua -rlb'. que o deposifo do ajaaaaa
da Lau.hoa do Carino n. 10, segundo audar. Paga-se I das uleis, !** doa hora- do da n
bem. i nos domingos t" le au meio da.
Moem liver um loucador ein bom uso, coiu es- 1 () abano h-i-im 1.1 ,\i a a. .... ._ _
quem o achou e quuer resumir leve ao becco do Pa- : pedio redoudo, com :l a i palmos de circonsrerencia, catas foreirat dat m,. ,1,' ""'T1* ""
dre 11. 7, que sera' gratificado. e lampo de pedra mermte : querendo dispor .nri-
I recist-se contratar um bom dHlilador c res- jase a rua etreita do Rosario, luja de marrineira n.
Iilador : quem esliver neslas circnm-taiirias dirija-se 3, que fara' neuorio.
Un l.nm...... ...I A, ____^... 1 f k ___ ..
ao primeiro andar da travessa do (Jueimado a. 1,
ou a loja n. (i da rua do (Jueimado, hoje mesmo,
que .dn achara' com quem tratar.
Precisa-se para o serviro interno e externo de
urna casa eslrangeira, de um prelo: a quem Ibe con-
vier dirjase a rua da Crut n. 1.
Arouguiiibos, >. Jo*-, sania Rila e r,,.,.. ,| lm,
que venha a ou manden, pJaa, ,, ,rn,|,
assim como se devem entender roiu a 1 lettna .Ottivo
assignado para obteiem a li.enrs .ura Itaasakaaaj a,
occasn.ei em qae Ihes seja pi. ha t-tsa aa 1A
dos Prea u. 33.Manoel t.onm Veigat.
MUTILADO
ILEGIVEL


HAMO IE PIRMBWO SAiii O ff II RON M'fi UE UM
DLPOS1TO DE L1V&0S BOTICAS HOMEOPTICAS-
3>a &
O r.P. A. Lobo Moscoso, tcndo de taer omariagem deixa a sua botica soba
direccSo de pessoa habiiuada e de inleira probidade, e um deposito na loia de livros do Sr
ManoelNogueira deSouza na ra do Crespo, obrado novo do Sr. Magtlhfiefl Bastos
PUEQOS KIXOS.
Botica de 12 tubos grandes. m/OOo
Dita de ... 155000
Dita de 36 ... Dsoon
Dita do 48 ... 25SO0O
Dita de 60 ... 30.-OOO
Manual de medicina homeopatliica do Dr. Jahr coui o dic-
cionario dos termos de medicina
Medicina domestica dol)r. Henry.
Tratameuto do cholera morbus .
Repertorio do Dr. Mello Moraes.
JO5O00
lOfOOO
-/OOO
6*00"

-#~.5
W UBI
* PKHAS PRECIOSAS. g
-
2> Aderecoi de brilliantes, jjj
diamautes* parola*, pul- J-
ceirns, .(Heles, briocos >:
* e rozlas, boles e anueis *'
(t de differentes costo e de J
* diversas podrai de valor. ?
S *
* Compraro, vender ou 8
t trocam prata, ouro, bri-
t lhantes,diamaoles opero- *j
* las, e ontras quaesquer *j
* joiasde valor, a dioheiro *
* ou por obras. I
*38e*3Bagaea84889i*.sE:3to
I0REIRA DD1RTE.
LOJA DI 0IR1VFS
Ra do Cabuga' n. 7.
.Receben, por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras do mais
moderno gosto, tan-
to de Franca como
1 k *
J| OURO K PRATA- *
* Aderecos completos de S
* uro, meiosdilos, pulct-i- ?
^ ras, allineles, brincos e
in rozelas, cordes, trance- J
* lins, medalhas,correales i;
2 e enfeites para relogio, e
.ji ontrosmuilosobjectosde
< ooro.
* Apparelhos completos, t:
^ de prata, para cha, bao- *
dejas, salvas, casliraes, ;
& colheresdesopaedech, *
J e moitos onlros objeclos
gj de prata.
.-* j :# aae > agnol
de Lisboa, asquaes se vendem por
pre$o commodo como costumam.
Kecebe-se dioheiro para mandar
lar na cidacio do Porto, por letras, ejain
Precisa-se de urna lavadeira que se-
ja boa, nao demore a roupa 110 rio e d
le pequeas ou maiores quantias, ao|ador a Sin conduta: na piara da Inde-
pendencia linaria tu. e S.
cambio coirente : na ra do Ira piche
n. i-O, segundo anda 1
Kecebe-se di nliei 10 para mandardar
no Rio de Janeiro, por lettra.. a peque-
no prazo: na ra do Trapiche o. 4(1, se-
gundo andar.
Precisa-se de duas amas, ama que saiba coli-
ndar e r.ier o serviro interuu de casa, e oulra para
tratar de uin meoino : ua ra do l.ivtarne:ilo, casa
n. A), seguodu andar.
RA NOVA I. 34.
Madama llosa Hardv.
modista brasileira.
Kccebeu pelo ultimo navio, Crate toser, om
lindo sorliuiento de fazeodas Irancezas para senho-
ras, corles de seda de cores para volidos, ditos brao-
:cos para noivas, groa de Napias furia ires para ven-
I der o covado, chapcnsziuhos do palha e da seda para
i memiias, formas modernas para a idade de 1 a li au-
, nos, ricos chapeos de cores de seda para senhoras.
1 com ltate llores lainliem de cores, lindos (afeita
. para eabaga, cambrau de linho. espartilhos luvas
de seda, mantas para noivas, capellas, ineiasdeseda
a.. rJ T '.'Sn^oi, cora loja de oor.ves na ra 1 vest-ose loucas pa.a plisados, e ontras m0Ls
do LabuR ... 11 confronte ao paleo da matriz e ra fazendas de fosto : uo mesmo eslbelecimeiito ven-
-ZlS*^ ,,,,b"C0 que 'u'a0 ""endocontinua- dem-se lindos chapeo de Crep sonidos d cores-
dainenle asmis novas obras de ouro, lano para < uso moderno pelo preco de K-*HI0 rs cada um
ira lu.mpiia m niAiiinnc H prei'O "*u.
Precisa-se 1
eeoliorn como para domen a meninos : _.
nnliiiuam razoaveis, e passam-se conlas com res- I l'recisa-se de um caixeiro para lomar coala de
ponsabilidade, especilicando a qalidade do -.uro de oma Podarla : 1>""> se adiar habilitado para islo
1 ou 18 quilate). Picando asaim sujeilos os mesmos dir,Ja-ie 8 de llorlas 11. (i, que achara' coa
porqualquer duvida.Serapdim & Iroi.io.
Precisa-se de '1 ou 3 domen* porlucuezes que
'euliam pralica do servico de campo,para se Ides en-
Irecarum fraude sitio sobre coudiroes vaulajosas:
a tratar na ra do Queimado 11. 21.
-Tendo oblido 1000 subscriptores, para a
impressao de um volume de minhas poesias, cujo
numero nesia eapiUl coas comarcas exceder de
2,000,resolvi ir a diversas provincias desiu imperio
agenciar a venda de20,000 exemplares.para o que
onsegui de meu presado e especial amigo,
quein Iralar.
COMPAMHA DE SEIIROS MARTI-
MOS E TERRESTRES.
ESTABEI.ECIA NO Kl DE JAISEIKO.
CAPITAL I6,000:000|000.
A compandia lem saa acencia no escriptorio de
viuva Au.orini g Kildo, roa oa Cruz n. lj, onde
aceita todas a,< proposlas de seguros de riscos e for-
tuna do mar.
Sobre o casco, qoilha e perteiices de navios de
o coronel (aspar de Meoeos Vasconcellos de 1u"l(lucr loiacao na aavegaejo de langa curso.de
Drnn>uiond,earu de abono para a casa eoamar- 3E^U tSa^TTZlS e'" v,,,1m ou
..;i i\i r i-.l r. (uestes cmIM. O. liiebereC'., que de bom grado c be- ancorados, en concert ul, no eMalero, qer ,2
nignamenle se preslou azer a cncommenda em lampo certo, quer por mam simples, ou o premio
Hamburgode 100 resmas de papel de boa quali- l'^,'1-
dade e do lamanbo do Diario de l-ernambuco ;,, JS??Z da "T^l" ^ '""
e porque lenlio cerlcz3 de recebe-las por todo o mee ; Sobre os lucros esperados de mercadorias encami-
de fevereiro doanno vindouro,edeva salisfazer im- qualquer mercado,
nicdialaraente o sen morirle, supponlio que neuhu- So,'.lile ? ca>Q0 e I"""1" de t-inbarcanies miudas
ma duvida terao de pro.eSer-me lao benignos subs- | "Zu^^J^ZU^^T^o.
< ripiores. adianiando-me suas assignaluras vis- Sobre a premio dos ,Hu., e premie dos premio,
la do recibo impresso, por mim assignado. Sobre acijoes de lerceiro por damnos causados por
guarno a harmona e entuusiasmo de miabas iSS'TS?""-
poesas, no Diario de 8 de agoslo, deslean- A compandia recebe lamben proposlas de seguro
no, foi publicado urna eaneSO denominada A de riscos de incendio a damnos causados para prev
rosa c ovalec brevemente ser impresa oulra '"lu enealingejWe de raio ou ofio celeste, e iuun-
iiuilulada juramento ; enlo veris,
quanlo be apprebeosivo u extremoso aquelle que
nao cessa de erigir altares a virtude o de decan-
tar o sublime da belleza.
Conven, briosos brasileires e Ilustrados eslran- ltanmete, tieatro. a esas de especia
geiros, que derramis sobre mim o balsamo da Mercadorias em qualquer parle que eslejasa, mo-
vossa pr)lea;aO,sempre dedicado s sacrysan
da verdade, reconbeci no servilismo a ma
la ongem da miseria ; tamben, lenlio conservado 1 bloeatares ou credores hypoihec
o meu coracao isento de raneor, porque s> alnejo' Einalineule aceita proposlas so...
a emancipacao e felicidade dogenero humano, do- j 'lo' se8uradores, quer dos segurados, 1
lado de sentimenios elevados, nunca praguejei: ,^l2ahu'.SSSr' 2TC
j,^^. ..... ...... .' .'. J t'impanlna garante a prompla indemiiisacao ua
contra Ob obstculos que leem interrumpido meus. importancia de quaesquer sinistro-, e a modicidade
generosos projectos : porque, conGando em Dos, il,os premios : i^ualim-nle um batimento as pessoas
nulle lenho depositado lodas as minhas esperanzas lju^ "' rudil do an" '"eren, urna avultada somma
em prol da bumanidade. Um da se dilatar para _Twisa-sc a a,. .........
.-:.- -u j '"cisa-sc oe urna ama ou escrava para coz-
miin aesphera da ventura: e se forem muais; ndar eengomanr para casa de pones familia: ua
meus desvellos, a iraquillidade de minba alma ser ">a do c'< f"> o. 11.
o talismn de minba existencia.O Lacharel Joao f recisa-se de urna ama que tenda bstanle leile
de Harros Kalco de AlbuquerqueMaranho. T225ZSg? EmTUTS. *"
Vrecisa-se alagar seis) prclo para armazem de l'recisa-se de um pelo que saiba servir a me-
assuear : qoem liver e qui/.er atusar, dirija-se a ra 8a e 1ue "" '"''', ervijo em urna casa eslrangei-
de Apollo, armazem 11. 40, que encontrara com i r" : lralar ua ra do Trapiche u. 15.
quem tratar.
SBREOS SEUU1NTESOBJECTOS.
Predios urbanos ou ruraes, igrejas e qoaesquer ts-
labelecimeotat, com cxclusao de depositos.fdbricas e
ladoialorios de plvora, e materias incendiaria ou
nillaniinave*. Il.ealroi e casas de espectculo..
IHSina da Mercadorias em qualquer parle que eslejain, mo-
sanlas leis l,illa e ,l?ni"ilo' de fibricas de quaesquer (albela-
lia fuo. c,,nenl0' i'i'luslnacs, quer sejsm feila por seus p.o-
," 1 prielanos, quer pelos uso-frucluario, localarios.su-
unos.
bre re-seguros, quer
dos, nos casos em
1 que a esie. pode competir o re-seuro.
A compandia garante a prompla indemnisacAo da
SEGURIDAOL
\Companhw de seguro* m-
rilimos, entabetecida no
Ufo de Janeiro.
Capital mil contos dereL.
Olisreea ao comn.ercio vanlagens que nenlium
mira compandia lem feilo al agora. Aceilam-se
tsfasssts """" s?s srrssj-'-: rsi
l'recisa-se de urna pessoa, hoiuem ou niulher,
l'recisa-se de um moleque que seja lid : na
ra do Trapiche .Novo 11. 12.
Precita-se obter informacijes se existe
o Sr. Jote de sou/.a Dias, viudo do Itio
do Janeiro em 1 Sil 011 18&2: na ra da
Cadeia, escriptorio de Mano'.'l da Silva
Santos.
I.m rapaz com |iraca de loja de lateada! of-
rereoaaa como caiteiro, o mesmo pude dar boas in-
lormares lano de ua conducta como de sua ha-
mI 11,11 ce- ; quem precisar queira dirigir-te o se-
u. 11.
para fazer a compra e ir a alquil mandado de
urna casa de pequea familia, podeudo ir pcrooilar
em sua casa, qoerendo : ua ra Jo Hospicio u. 7.
1 WSTISTA FRANCEZ. |
Haulo Gaignoox, de volla de sua viafiam
Europ, esla mol
I, primeiro andar,
do a qualquer hora.
SEGURO CONTRA FOGO.
Compandia Alliance.
fcslabelecida cm Londres, em marco de 1884.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brotliers & C., tcm a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
es quem mais convior que eslo plenamente au-
II"S i*"11 ,"">r"'d0 v. n. ^ .misados pela dita compendia para effecluar segu-
il, prime.ro andar, onde poda.ser procort- 5 rossohre IiIca^ d ;nl ~i 1 j
o a qualquer hora. S Iih J ^ coberlos de
laaaAftAis ^c^^^A^ e lSua,m,-,['le>obre OS objeclos queconliveretn
W^tWsaf^-^^^-^t.v.JgeleB os mesmos edificios quer consista cm mobilia ou
Alinanak da provincia. 'emfazendas* qnakroerquaiidade.
Estaudo-se confeccionando o almanak Nova allla de l)rillieil'aslet>
la provincia, roga-se a todas as pessoas *
<|ue costumam neile ser incluidas, e|ue o tras C trailceZ no RCCt(i.
niO estiverin, OU houver algnm erro, | O abaixo assignado, professor particular anlorisa-
liieirain mandar levar a livraria .numero ido pela dirrori Bewl de iaetrncfte poblica, cout-
li .. si ,1. u... j 1 j j nila a dar liioes do primeiras lellras. aranmaliea
e 8 da Prara da Independencia, a emen- nacional a francez, lana por casa, j7cnUm con"
la, assim como pedo SC aos senliores de | "a de ana residencia ua ra da uia n. -J, onde pre-
i'-ngeqhm, se dignan mandar 'indinen- !|ende abrir "'" u*a aula de iuslrucrau primaria
! as !.....<*... i- lem principios le Janeiro luluro. iodavia aquelle
n-a 1 taiiMei encas u uiesma liviana. .ihores queja Ihe bltaram e quizerem que seus li-
*?*******:) Idos aproveilem este resto de lempo lo I .le de.em-
I 4 VI* lU'VTKTl # 1 dro. o poderaomandar a relerida casa, onde desde
>l. tl.Hrj, ll,.t I I.'I ,\, i ja enconlrarao o estalielecuneuto. o mais espacnso e
continua areaidirnaruaNova n. 19, primei- #| arejado e lalvez um dos mais bem montados do Ke-
'Vdir- ^ I fe ; a* que o aiinunciante nao considera ainda
*'*99SSa>dfaa9S I aborto por ser bus de auno. O anuauciaiile em vez
wtn t A^ I de prometler arat.de cousas e de arrotar palavres,
nllft iP^J MOVA i>peoe ao publico que o experimente, e depois o
llua rn il llUta julgue como or justo.Joiu Jos Itodrigues.
nj tfh (Joem liver necessidade de transporte 00 ajus-
a jgi jfr le de errlos de objeclos de qualquer qu.iliuadc
I dentro desta rolarte, pode dirigir-se a ra da Senza-
L. Ilelou.-he acaba de receber um bello sorli- ; la Vell.a .1. 7(1. seEundo anrtar, nurua de Apollo 11.
...eiilo de rel.iios auistos de lodas as quaiidades j'"' 1ue e|ic0lllrara' pessoas dabililadas pan lazer
tanto de ouro .como de prata, dloa galaaalaadaa e Cul" 'da a aeganaijee respousabilidade esla espe-
'oleado ; assim como da tamben, meios odronome- c'c d servido, assim ein carros como em dragos de
Iros e relugiua fran :ec>, com iil\a-, Indos alli.iu- I -!-'lllc-
cadee. Joaquim Azevedo Je Andradc, mo-
II ador na ra do Crespo 11. I li, grafitica c
agradece a penoa pie Ihedineraonde lie
Precisa-e de una mnlher idosa e de I10111
.iiimes para urna casa de pouca familia, assim ro-
mo de um l.oi.iem roznheirn : a Iralar em casa do
desembarcador Mendesda Cunda, junto ao quarlel
do Hospicio.
Enuommi-se e lava-se rom aceio e prnmpti-
da"o : na ra da Conrcirao id. Roa-Visla n. }7.
l'recis-se de urna ama que seja fiel. que co/i-
nte e enaonime con. toda perfeic/io, para urna fa
milia esirmiee'r de duas pessea, paaa-te bem ; na
u do Trapicha n. 411. primeiro andar.
$&&&e*4MN$ ::? :-\y-r^y%:^^^
^b <1 Dr. Caetano \.vier l'ereira d Brilo dh
^ (medico), faz scieule aos seos amicos e o ln
w respeilavel publico, qoe regressando de sua W
$j viacem, continua a resi.i.r no Ierro da
5^ dar, aonde sempre o enconlrarao prompto 5?
>jy aos mjsleres de sua prolissflo. 9
Aluaa-se a loja da casa da ra da Aurora n. .*i,
onde fot ollicina do fallecido uiarrineiro llenrique !
quem pretender dirija-se ao Sr. Joo Pinte de l.en.o'
Juninr, no seu escriptorio, ou casa de sua morada,
na ra da Aurora.
i'recita-se de boas coslurciras : na ra Nova
n. :>
l'recisa-se de um bom forneiro : quem se
adiar nestas circumstancias dirija-se a na da Flo-
rentina n. (i, que achara com quen tratar.
Compras.
Compra-se urna casa terrea que seja em boa
ra : na ra da Cadeia Velha 11. 13, se din' quem
pretende.
Compra-se um terreno ou pequeo sitio, mas
que lenha al*ous arvoredos de frtelo, pela Snleda-
de, Ifaogaiane ea Capanga, porui sendo em chao
pioprio : na taberna da ra das Cruzes u. :0 se dir
quem qoer.
Cnmpra-se orna casa em qualquer ra do dair-
ros da Sanio Antonio ou Boa-VUta : na 1 ua de Sebo
o. 5.
Compram-se apolices da Idivida provincial,
na ra das Flores n. 37 |. andar.
Compram-se ?lsuns escravos de meia idade que
sejam sadios. e enlre esles .1111 que seja rauoeir.i :
quem os liver e os qoizer diaper procure na ra do
Koario larga padaria a, 18, onde se dir quem pre-
leude.
Comprase efl'eclivameiile. latan bronze ecobre
veldo : no deposito da fundicJo daAurora.na ru-
do Brarn. loso na entrada n. J8,e na mesma funda
rio. em Sanio Amaro.
^endtft.
Vendc-so tres casas terreas,sendo una no bair-
ro do Recife, e duas no de S. Antonio ; trala-sc na
ra da Cadeia do Recife loja n. 31.
Na loja das seis
portas
Em frente I udispensaveis camisas para domem com pellos de
esguiao IraneeiM a dez lusloes, pei;a> de cambraia
lisa cora o.lo varas e meia para vestido de dona e
tres bahados a tres mil r., corles de cassa edita com
sel vara a qoalro patacas e meia. Sin preto de chu-
visquinl.os liara eamisus a qoalro patacas a vara, dia-
les de merino de todas as cores a qualro mil e qui-
ndenios, cdales de cassa adamascados para ir ao da-
ndo a sello, dale cacara para casa lias mai.daas
fria a doa pataca, ludo se "ende bsrato a dindeiro
avista para acallar aules do bataneo.
Vende-so una machina pelo' jateme Derosne,
com seus pertenece, em muilo bom "estado.' a Iralar
na ra da Seuzala Nova com Manoel Joaquim Lo-
bato.
Vende-se urna casa terrea sita nt roa do Am-
paro, ua cidade de Uimda : a tralat na ra do hoco
11. X.
V-A MUS NONOS.
\eudc-se ama pnrro de barris eslaiques a rece-
ber qualquerum liquido : ua rja da I'rai, esquina
do berro do ('arinca, laherui: n. "7.
Vende-se por preco commorto. na ra da l'raia
n. (i, cal de Liaboa mullo superior.laulo em quaii-
dade cuino no laraanlio das dnicas, edegada ulli-
iiiamenle na darca Mariana.
VINACIIF EM BAKKIS.
Superior a marca l'RK e KeleDo & Socios, adia-
se a' venda no armazem do Valenra, ra de A Bol-
lo n. 1.1.
\ende-se oma escrava moca de oai.ao, cozi-
nda, euumnma e lava, ludo com "perfeira : na roa
Uircita, taberna ... 72.
PARA ACABAR.
X-., ra \nva. loja lioneozu n. K. rni.r.ni.-
te a Camina do Csnno,
vendem-se chapeos de seda para senhora, da ultima
moda e quaiidade, com um leve loque de mofo, pelo
1. ii i "imo pre^o de lll? cida um.
Perfumaras inissiinus.
Ka loja de miudezas da boa (ama na ra
doQuaimado n. 33 encontrase sempre um
rico sorlimento de pal fumarias de todas as
quaiidades. ioglezas e Irancezas, sendo dos
melhores autores que ha cm Maris e Lon-
dres, a saber : agua de Colonia muilo boa,
sabao para barba de creme de ameudoas,
at;ua de Invalide muito superior, vinagre
aromtico para dores do cabeca, banha mui-
tu lina em ricos vasos, extractos de mullas
quaiidades, extractos proprios paraiboln de
estudante, essencias le varias quaiidades,
opiato o nielliorque ha para limpar denles,
ps para limpar bs lentes, c outras multas
cousas que nao deixaio ds agradar aos se-
nl.ores compradores, e que ludo se vende
por prccinlio niuilo barato.
lioiiecaM irancezas.
Vcndem-se nonecas francezas ricamente
vestidas e le varias quaiidades a 1S200,
19600 e 2-3, na ra do Queimao loja de miu-
dezas da hua lama n. 311.
Peutes de todas as (juali-
(lades.
Venileni-sc i icos penles de tartaruga a 5 e
13, unos dito de alizar bous a 4-5, ditos de
dito de marrafa a 11400, ditos de dito de Ira-
vessa a S, dilos de unicoroe para alisar a
1?, ditos du blalo muito (nos a (it)u e 800
rs., ditos debaioia para alisar a 300 e 400
rs., dilos aberlos imitando tartaruga para
prender cabellos milito bonitos ebemtra.
balhados a t380 e 1530(1, ditos de baleia a-
bcrlos a 2*0, 3211 e 40(1 rs., ditos de hualo
para piollios a 500 rs., ua ra do Quci.nado
na bem couhecida loja de miudezas da boa
lama n. 33.
Escdvasde todas asquali-
(ladts.
Vendem-se rica cscovas ingle/.as para
rogpa, o mellior que pode baver e de nova
invencao a 3,-s, ditas francezas muilo bas
a l, 13500 e amo, ditas para cbelo sle-
nse francesas a 18200 e 2, dilas para den-
les Ioglezas e franaezas a 400, 300 e noo rs.
liles para unhas dita dita a 340, 500 e 1?,
outras quaiidades mais baratas, que ludo se
vende na ra do Queiinado na i.em couheci-
da loja do miudezas da boa lama n. 33
m .10:000 RES.
Vende-se una rica toalha de labitinlho
propna para baptisado na loja da boa lama
A a loja das seis
portas.
Em /'rente do Lie mnenlo.
A loze vinteos o covado ile alpaca rrance/a para
veallde de seodoras, largura qualro palmos, chalv
le lores, fazenda de Solo a dua pataca o covado",
( cintas escuras que nao desbotam a meia pataca o co-
j vado, e de cores a reis vinlens, riscado franceze a
i meia pataca, e lareos a dou lusles, cassas pfbtadas
i a meia pataca o covado, riscado trancado para roupa
I de escravos a seis vintn o covado, cassa escocezas
I a doze vinlens o covado, e lodas a mai fazenda
por presos que ronvidam a enroupar para a Cesta. \
loja esla abertB das seia da mandila as uove da naife.
\endc-e ama crinolinda de 12 a li anuos de
idade, muilo aadia com principio de costura, no
Ierro da Boa \ isla segundo andar n. 53, as 8 doras
da manida, e das 3 da larde em diaale, a fallar com
Joaquim Lupes de Mendouca.
CABKIOLET.
Vende-e um ptimo cabriole! ; para ver na co-
edeira do Sr. major Silveir, na ra da Cadeia de
.Sanio Antonio ; e para Iralar ua um do yueunndo,
loja de miudezas da boa Tama o. SI.
Vendem se na anlia loja da ra larca do lio-
aario n. 35, lilas de seda lisas, larca e eslreilas con.
averia, porm muito liarles, det reis, e a vintem
cada vara, e a dous, tres e qualro vinlens em pecas.
Na roa do Trapiche u. li, escriptorio de Ma-
noel Alves lioerra. vende-se por commodo preo o
seaoiule : -- aoperior viudo do l'orlo em barris de
oitavn, chapeen de fullro, e aLaoamarello falincado
uo Itio de Janeiro.
GoniiT.a do Aracaty-
Ni ra da Cadeia do Kecifc n. "i7, vendoae su-
perior gomma ltimamente chegada do Aracaty.
Cera de carnanba
Na na da Cadeia do Kecife n. ."w, vendem-se sac-
eos com superior cera da carnauda, por menos do
que em oulra qualquer parle.
Couros de cuora.
Na ma da Cadeia do Kecife
veiidcm-se su-
periores pellcs de cabra, por precus commodoi
DEPOSITO
de sabao.
Continua o deposito do becco do on-
<;alves, armazem n. 4, a estar supprido le
sahosupe.ior da milito acreditada Fa-
brica da viuva de Delpbioo (ioncalves Pe-
rara Lima : vende-se pelos preijos aliai-
\0 declarados:
Amarello le I" (lualidade 100 a libra.
Cinzento.....70 a libra.
Vende-se una Mfelo de redes de pescara,tres-
mado, di'a para despescar viveiros, dilas de etica-
ra, dilas de tapar cainboa e II canoa do mesmo ser-
vico : na ra llireila do Afolados n. 13.
C Ixetes franceses.
Vendem-se earloes cm -l'i pares de cllela
francezes a lio rs. cada um, meias cruas para do-
mem a 110 o par. e duzias a l-sHH) rs.: no aterro da
Boa-Vltla ii. 78.
As Brabas.
Iii'l.ifh.i- de nvo moda da Itrapi, veiid<>m-se a
"hm) rs. h libra : no depon.to de pao da ra d.i (!a-
deirt de Santo Auloiiio D. (i.
Katjiie-iS i'ar.i cano:
Vende-e muilo superior vaquetas para cobrir
carro, por commodo preco : no aterro da Boa-Vista
... 7K.
Vend-se um bom cabriole!, descoberlo, com
arreios de metal principe e lodo massiro : na roa
Nova, cocheira |ior bauo da cmara municipal.
Vende-se nina casa terrea, com quintal, co/i-
nba tora e carimba : na ra do Pilar n. 30, a (ralar
na mesma roa n. 131.
Vende-se a fabiic de cdnrulos do pateo da
Santa Cruz n. VI, ja muito acreditada, a'dioheiro a
vista se faz lodo o nesocio em razan de se aehar o
respectivo dono daslante doenle e let de relirar-se
para fora.
Veude-se um sabia bonito e moilo canlador :
no pateo da Santa Cruz u. -J, sobrado de um andar.
As erogas.
Nn deposito de pao da ra da Cadeia de Santo
Antonio n. i, veudem-se as ja hern conhecidas bo-
lacha d'ovos a mola de Braa a .">UU rs., e cha da
India o mai superior a ^0(10 a libra.
Vende-se um lionilo cavallo todado
e Ikjiii andador: a tratar na ruadoQuci-
mado, com o Sr. HanoelJose Leite.
j\Taloja da boa fe
vende-se to haralo que admira : panno fi-
ne azul a 3^o covado, dito dito preto supe-
rior a 39300, dsemira prata lina a 29, butn-
hazina pela muilo lina ou lapim, proprio
para balinas a 1/380, sai ja preta hespanho-
la a 15800, setitn preto macan a ?600, can-
tflo mjjitii lin >, fazenda preta superior pro-
pria para vestido de lulo a 960, alpaca de se-
da de cor para palito a 640 rs rieo corles
de fiorguroes de seda para colleles a 35500,
palitos pretos muito bem I'eitos a 4, ditos
dubrim pardo de puro linho a 35200, lencos
pretos de grnsdenaplea -2i. e nutras n.uitas
Iazeinlasqiic.se vendem por prados l7o di-
minuios que ninpuein deiara de comprar,
na ra do Queimado n. 22, na bem couheci-
da loja da boa fe.
RICOS ESTOJOS PARA COS-
TURA.
Nendcm-se muito bonitas caixinhas com
repart-iieiilos proptlas para costura a 2500,
3-> e 39300 : na ra do Oueitnado loja de miu-
dezas da boa lama n. 33.
Vende-se
urna rica arma(,ao toda envidra^ada : uo aterro da
Boa-\ isla n. N2. e a Iralar na mesma ra u. 7s.
DEPOSITO DA FABRICA
industria Periianibucana,
KlA O CRESPO N.!).
A fabrica do sabao e velas de carnauba, cs-
tabelecida na ra do Bram, lem estable-
cido um deposito na ra do Crespo u. 9, pa-
ra ah nicamente dar extraecfio aos seus
productos, proporcionando assim a maior
commodidade aos cmisumidores. As velas
manulacluradas nesta fabrica, oiferecem as
vantagens seguintes : sSo leitas com a car-
nauba simples purificada pelo meio do va-
por, sao inodoras e bellas na appareneia,
queimam com igualdede e nao es borra m, e
nao lazcm murrao e dao mais lu/ e mais cla-
ra do que as velas stearinas ou ^ qualquer
cotnposicao, e que se vendem no mercado.
Fabrtcam-se de 6, de 7 e de 10 em libra, ven-
dendo-se em caixas que contera 192, 2H ou
3s0 velas cada una pelo preco de 13/.
O sabao he blanco, as materias primas
de que he fabricado sao simples e inofensi-
vas, o cheiro que deixa na roupa he agrada-
vel; rtvalisa com o mellior sabao hcspanhol
e he superior ao sabao americano, que se
vende no mercado a 240 rs. a libra.
Vendc-se igualmente em caisas de arroba
e a preco do 160 rs. cada libra.
Os incrdulos comprando reconhecero
por experiencia a veracidade douuesean-
nuncia.
Superior cal de
Lisboa.
\cnde-se superior cal de Lisboa: no
rmarannde Novaos & C, roa da Hadic
de lieos n. 12, por prero commodo.
Velas de csr-
Doininj'os Alves Mathettt tein para
vender, em sen escriplorio, na ra de
Apollo n. -27i, o eeguinte :
Superior vinlio velho lo Porto, ein bar-
ris de oitavo.
Hito geropiga velho em ancoretas.
Dito engarrafado.
Enxadas portimjueusaj "
loalli.is de linljo pTa rosto.
I.en;ies de linho jar casa.
Sement di- linha^a.
PannOjajd&bnlio do Porto.
Kicos i: elegantes pianos,
lio de'jdgbda% da Babia.
Paiino.de algodo da Jialiia.
AKI^CIA
Da f undico Low-Moor, ra daSanzals-Ro-
va n. 42.
Nesteestab'elecimenloconlinaahaver na com-
pleto sorlimento de moendas e aieias moendas
para enrrenho, machinas d vapor e taixas de
ferro batidoe coado de lodos os lamanhospara
dito. K
I.ABYRINTIIOS.
V'eiidem-se lencos e loallias de labv rmtlio. asneo-
ladoem hua cambraia de linho : na ra da Cruz o.
3*i primeiro andar.
CA E POTASSA
\eiide-sepolas-ada Rossia c americana, rliecada
ueste, das oe superior quaiidade ; cal de Lisboa
na mais nova que lia no mercado : nos seus deposi-
to* ua ra d Apollo u. 1 A, e 2 B.
Cal de Lisboa e polassa.
Na na do Trapiche arina/.eiis ns. 'Je
11, vende-se superior potassa da Kussia
e americana, cal virgem de Lisboa, da
mais nova pie ha no mercado
Moinho.dc vento
com bombas de repuio par a regar herlasebai'
a eeapim : na (undicaode 0. W. Bowmao.
na roa do Brum ns. 6, 8 e 10.
Em casa de Saundirs Brothers o C., praca
do Corpo Santo n. 11, ha para vander o se-uinie
Ferro inglez.
Pixe da Suecia.
Alcatro de carvu.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para laceas.
Dito entroncado igual ao da Babia.
E um completo sorlimento de fazendas propru
para esle mercado ludo por preco commodo.
Faritiha de mandioca.
Vende-se superior i'arinha de Santa
Calhariiia, em saccasquetem um alipiei-
le (medida vlha) por preco commodo:
no armazem de NovaesA C, na ra da
.Madre de eot n. 12.
Veodc-s eca I de Lisboa ull i mamantee Legada ,aa-
suricomoiiolassadaltussiaverdadiira : ua arara
doLorpoSanlo n.ll. '
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ha fundipo de ferro de I). W. Bowmann ua
na da Brum, passando o cbafariz, contina ha-
ver um completo sortimerio de laixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preco comnodo a com
proraptido: embarcam-se oucarregam-se am acr-
ro sem despera ao comprador.
Vende-se inperior liaba de alsod.1o branca e
de cores, em uovello, para costura: em casad
sonlhall lellor .J. CompaabJa, ra do Torres ... :i8.
Vinho do JPorto
Vende-se finan do l'orlo das mais acreditadas
maros, en. canas de una o ilua> duias, eem barris
de quarlu, quinto, oitavo e dcimo, por precos com-
modos : na ra da Madre de Oeos, loja n. ,'tt.
Na ra do Vicario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se fiaba do Porto de supenor quaiidade da bem
couhecida marea GW cm pipas, barris e ranas de
urna e duas du/.ia- de garrafas.
A verdadeira gracha inglesa n. 97,
em li rricas de 15 duzias de jiotes: em ca-
sa de Jumes Crabtree V C, ra da Cruz
ii. 2.
Vendem-se sarcas com familia, de aluueirc,
medida velha a 59000 : na ra do Visarlo, taberna
de J.'.m miimm.
CEBLAS.
t.onlinua-se a vender ceblas solas a 300, (10 e
SOO r. o ceno, e de omino a 900 a 1*300 : na tra-
vesa da Madre de Dos o. 18 ; e assim como bala-
las de Lisboa a gM0 a arroba, sendo de urna ar-
roba para cima.
mOMO LUZ DE 0L1VEIRA AZfr
A loja da boa
fama
Vende muilo b,ir it:
Libras d- lionas n. 100 e 120 de boa qua-
iidade a 2-, ditas de liuhas decires a IjJOii,
pecas de lila lavrada larga de seda a 2V.no.
iiuzia de penles aberlos para segurar cabel-
lo a 29900. grozas de botOcs de lou<;a pillu-
dos a 240, meias brancas e cruas para liuniem
a 100,suspensorios para honiem e menino a
40 rs carteiras para algibcira a (iOO i?., pe-
- de (la le linho a 40 rs., grozas de bo-
RE.VIEU10 IMCOMPARAVEL.
I V1LKXT0 HOLI.OWAV.
Milbaies de individuos de todas na naefte,
podem tesiemunliar as virtudes dcstr reinc-
dio ineomparavpl, e novar em caw iiece,.,-
10. que, pelo uso qncdelle liztram, lean aea
*iuro de lustre marca de
casteio.
Veudein-se pclles de eouro de lustre de
muito superior quaiidade a prco i!c i- c
4#00 : na ra do i.inciniadii, na bem conhe-
cida leja de miudezas da boa lama u. 33.
VARANDS GRADES.
Um lindo e variado sorlimento de model-
los para varandas e gradarlas de gosto mo-
deruissimo : na fundifo da Aurora em San-
to Amaro, c no deposito da mesma na rus
do Biuro.
n um II i BOA FE
vendc-se muilo barato cortes de calca de
bonitas cascmiras de algodo a 1/120, ditos
de FustSa para collete a 600 rs.brim tranca-
do branca de puro linho a 1/440 rs. avara,
dito dilo de cor dem a 800 rs dito dito par-
do idem a 5t0 rs., dito de quadrinl.os miu-
dos a 200 rs. o covado,' madapoln lino n. 6
a t/l peca, algodo de lislras 160 rs. o
covado, chales de algodo >:c bonitos pa-
drees a 800 rs., ganga amarella (ranee de
quadros, de lislra e lisa a 320 rs. o ovado,
e outras muitas l'azendas que se vendem por
muito menos que em oulra parte : na ru
do Queimado ti. 22, na bem eonheeida loja
da boa le, defronte da loja de miudezas Ja
boa lama.
HE MUITO BARATO.
Chales de uieiiuo de lindas cores com ri-
cas palmas bordadas a matiz pelo diminuto
preco de8J ; na ra do Queimado n. 22 ua
loja da Boa Fe, deironte da loja la Boa
lama.
Ra Nova u. 18 loja de M. A. Cej'4 C. ron-
li.iua sempro a ler ...o sraude sorlimeulo de obras
feitas de alfaiale, lano superior, como mais ne-
riur, camisas (raucezas, brancas da cores, gr-
valas, colarinlins,chapeos frauceies, dilos de sol, de
seda e panniul.o.suspensorios de berrocha,meias para
senhoras, humeiis, meui.ios, Tazendas para r>ier-te
qualquer obra deencommenda com a maior preste-
za e bom desempeiilu', em lim qualquer pessua que
vier a esta loja, tirara um faci completo e por pit-
eo mais commodo do que em oulra qulquer |urle.
KlA DA CRIZN. 51.
Aulonio Barbosa de Barros faz scieule ao publico
que minino a sua sala de burhear da cata d. 62 da
ra da tnu para a de n. ,"il da mesma ra ; na mes-
ma sala e arham as mais modernas bichas de llam-
burco. que se vendem au. ceios e a relalho, e alu-
aam-se, lude mais barato do que em oulra parle.
Xarope do Bos-
que verdadeiro
KLA LARGA DO ROSARIO N. 36.
Caatioaa it vender-ee este (arepa ido naalrae
senles uo Rio de Jaueiro os Srs. Yates A Compa-
nliia.rua do Hospicio n. 10), na botica do abaiio ai-
signado, que garante ser verdadeiro.
Barliiolomeo Francisco de Souza.
V1NUO DO PORTO EfvLINO.
Vende-se ptimo viulio do l'orlo ein barril de
quarlo e oilavo, por prejo razoavel: na ra da Ca-1
den do Reeife n. 13, escriptorio de Bailar 4 Oli-
lif
V
'-J
., depois de ter per
maneado longo lempo no tiospiUe os>e
aevmm solTrer a ampuUeol Inlla, ha mu-
tas, que havendo deixado esseaavloa de m-
deciniento, pr, ^ nio submellereB. a mm
operariao dolorosa, lor.m curadas eoanpteu-
inedm. Algum.s das taes pessoas, oa elu*i
ue, recuODhec'"'eiilo,declar.ram elc^7
sulUdos benelicos du'nte do lord cn-
dor eoulros magistrados, am de mais au
lenttcarem sua affiroutiva
IVinguem desespwari, ,1o estado de su.
sa.ar este remedio consUntemcne.^egi,.
do ilguai lempo o tr.Umcnto qu Z
User a MtnrOM do mal, cujo reaiiuao ^
provar inconlestavelmente : Que todo cura '
O ungento he -~ 11 II ifci||||
o seyMinin emiot.
Inllamniarao da ana
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
Llores de cabeca.
das costas.
dos uiembros.
r-nlermidades da cu-
tis em geral.
l-nlcrmidadcs do anua
F.rupcOes escorbutiraa
Fstulas no abdomen.
Krtaldade ou falla de
calor as extremi-
dades.
Krieiras.
Cengivas escaldad, s.
Incharoes.
I nl'.amnmcao doligndo
da bexiga.
triz.
Lepra.
Malea das peres.
dos pellos.
le olhos.
Mordeduras de reptaa.
Picadura de aaoaeui-
los.
I'u I n ies.
Queimadelas.
Sarna.
Supuraroes puinaWs.
Tn.lia, eaa qualquei
parle que seja
Tremor de ervo.
tierras na bocea.
do ligado.
das articuUfOe.
Veas torcidas ou ani-
dadas lias perawa.
Vndese este ungento no cslaneleciaaeii-
lo geral de Londres n. 2*4. Slrand, e i.a
loja de lodos os boticarios, droguista ou-
tras pessoas encarregadas -'r mu Tna j
toda a America do M, Ha va na e llnapaalu
Vende-se a 800r. cada bocetmha.conl. ,
urna mstrucefte em portuguez pa o modo de fazer uso deslr. ungento.
O deposito geral be em casa do Sr Sonea
pliarmaceulico, na ra da Cruz 22. i
l'crnanibuco.
Rap de Lisboa.
PELO VAPOR I). PEIIKO II :
na ra do Oncimmio n. 5.".
nauba.
lem para vender no seu escriptorio, ra da Cruz
n. I.
Suprrioree cbarobu em cnixas de 100 e de 200.
lbaro lino sintona em latas de I e 2 libras.
Pilotas de Vallis.
Pos de rogr.
Ciiarope de JNafc.
Pasla de jujuba.
Altlieia.
Auil muilo lino.
ANTOHIO LDIZ DE 0L1VE-
RA iZEVEDO
lem para vender no seu armuzem, travessa da .Ma-
dre de leo. ... :>.
(enrbra em garrafocs por barato preco.
Piataava.
Familia superior de mandioca.
l'ixe da Soecia.
Cabo) de cairo.
Ililos de liubu.
Tinta branca cm Lilas, muilo boa.
MM@$e$.$ar3
i CWS11LT0IW HOHIEOPA- 9
1 nuco. i
v*i DO DR. CASANOVA. ^
!s,'i 28ra das CruzesS. -.
;' Naale consultorio ha sempre para vender ju.
S os mais acredilidos medicamenlos lioimro- **>
\J patneos de CATELLAN e i.U.HF.11. lano ijt
i^j em Untara*, eemo em glbulo.
V-^ em coula panifel.
J^ Lina botica de 12 tubos (i-? K? e Id-Otlll
..; de 21 i. 108 128 e l-ooon
; de 3(i ii 158 1*3 e 2I1KMMI
i*-
A Uenco!
2
9 superioi
Na rtia do Trapiche n. 54, ha
l'rince/.a do Brasil, W
a pe
Fugio no dia 1.1 de nov
'idade do Olinda, um mcleque de noma
com I li aonos de lade pouco mais su
la figura, com mu Jcni.- quebrado ou
Iba quasi ua frente, lendo em un do* pulso uaa
stgnal novo de urna piquena queimadara, lavan
calsa de algodo azul, camisa nova da alga la gros-
so, e chapeo vellio de palba, concia andar aoai
Man** na Recif, gral.hca-se a |im-.h o levar ana
Oteada na ladeira da Misericordia delronta da rasa
n. 10.
Fucio do rucenho l,aarape, a* da 11,1a
correnle mez. o moleque K-nl., idade de M e so-
ns, alio, serco, peen bes Im... wm aarfca aaaa-
ina, rosto redondo, mim.. esperte* tallaaar, lew .1-
un ma. eiealrim de ihirol, leva latida m.Mt 4*
un. roez, pisundu por lorro, perla de Itanr / -
quem o appr-diender leve-* a Iraveasa da UaaiauA.
u. '!, ou a seu senhor tu, Mesma cagan** l.aevera-
aaa, qoe recon.pen>;.ra.
| dieyadoieclentemen^do^d'; S ^^^ttl?!
'v ,aaelrf emQUaluJade pOUCO dif- Q levando vesl.d de chiu amarella e aaaaaa da*aaaSB
-,-----^--------_^. JK)UCO4i- yj
. ------ ... K t '''"de -eu -enluir J,..e Lslcve. Kaorisna da An
--------^~^-_^j -i^ .,1..-.-,. iuv. a.
costa apenas l.s 100 a libra; a elle
-:.;- antes que aaibe, pois a remessa Cjj
9J be petpiena. Q
LEQDES FiNOS.
' >*n aiakaalBak 1 __X BT.a .. ... aat. ___
eeaasa**)-
__ ---------- -- *.. aaaaaibi
fa, ou na ra da Praia ... W, Mta'
sado.
Fagio no dia II da mez n*ada, aa* carrafa
lo serlao, perleimnle ao Sr. Icaaria Macitada da
Costa, wrad.r em E.piaharas da naaaa Paaite,
rrioulo, de i., anuo da ut.de. ealatara m_L..
j principiando a barbar, v Uta .pialada e rea. I| '
. Vendme l-uTuTs" miT .ms com ricas I ptlalTS ^SSXSSSJrS.
pinturas espelbu e plumas a 2^, 38500 a kf: \ mi de aiBod. U ierra, Si ^aSTai e^T
na ra do Oueitnado li-ja de inicdc/as da i": so>peiu-se qa* osse sedoiida e
boa lama u. 3;|. -~.~--------.-----
o mais z'\
Q
Vende-se a ljOOO a arroba de velas de carnauba
oo Araeal} uarnado Queimado leja de terrai;o..>
I M VESTIDO roit 29000.
Rovo c completo sorlimento de corles de vestido
dccl.ila de dillerenlespadioes cores linas, pala di-
minuto preco da o cada corle : m loja de 1 portas,
ua ra 1.0 i.lueimadn ... 10.
Cuzinheiro.
I'rccisa-sc aluyar uin cozinlieiio, escra-
vo, iue seja tsseiado e nio bebado, fiel,
etc. : na .''na da Cadeia de Santo Antonio,
segundo andar da casa amarella.
Ila-se I'i(lii50ll a inrua mdicos, ou toda quan-
lia com iivpothee.'i amalgoma proprledade, e inemo
lirma eieolhida, 1 por partes com penhnres : na
rna da IVi....... 4:1, efundo andar.
l'recisa-se de .'ina ama que lenha bom leile :
rna da (uia n. til, primeiro andar.
a residencia de nina senhora viuva, cujo
notoeignora, que mora nesta cidade, 1
(jUal tcm urna escrava de notne llosa, pie
fbi do sertao, e couliece um preto tam-
bern do sertao, pie viudo a esta cidade
fugio, c he provavel iiue :. lila escrava
saiba aonde elle se acna.
Precisa-te aluaar orna ama pare cnzinliar em
urna easa de pone familia, mas que seja liel e bem
comportada : na rnu da Cadeia Velha u. i'i.
AVISO
aosbarbeiros.
Na ra da Cruz n. 51, sala de barben o,
de Antonio Barbosa de Barros, vcndem-se
bidha* de llainburgo, pelo diminuto pre-
<;o I.-O.sOOO ocenlo, as mais modernas
domeado; assim como se alugam mais
batato do que cm oulra parle, esc vende
a 'ctalho.
leosios
oberlose descoberlos, pequenose crandes, deooro
e prata, patente in^-lez. para bomem e senhora, de
011. uos melhores fahricaules de Liverpool, viuoos
pelo ultimo paquete iuclez: em casa de Sotithall
Mellor ,\- Companl.ia, ra do Forres n. ."8.
Kelogios de patente9
ingleses de ouro, desabnete edevidro :
vcndem-se a preco razoavel, em asa de
AugustoC. le Abrcu, nauta da Cadeia
do Kecie, armazem n. 36.
. Em casa de llenr. Brunn \ Cotnpanhia, ua
ra da Crm n. 1(1, vende-se cognac em caixinhaa de
dnzia.
Pekim.
Ksla rica fasenda de 6 palmos de lariira he inlei-
ramenle uuv> ein l'eriiainbucu ; fabricada no celeste
imperio, da eaja capital tira a ama, he de uns pa-
droea liud.ssimos e anda na vistos ate agora : ven-
de-se pelo baralimmo preco da 2>(i(lil o covado : na
ra do l.lueimado n. 7, loja da estrella.
de K ,. IH-t ; e JVjlHHI
? 11 11 de (l 1. 22D 25 :KI.-000
j< I ubos avalaos 300, 00, e notKi.
_.;_ I nuca ile Untura a escolher 27000.
g* Consultas lodos os dias gratis para os po- j|J
-..- .0 :' >> -,.... -.,?:,; ti&\ WS..."
l\a loja das seis
portas
Em frente do Livrameuto
l'escnciiihos do mais liu pello branco e de cor j
liara as senhoras porem ao pesclo a' sabida dos bai-;
1 les e ihealro para nao constiparein, |ireco cinco mil
j rs., leiio de iclriii malisados a det lusles, romei-
ras |iretas bordadas de cor a dou mil rs., Irosos de
seda de cor para pesclo e mao de senhoras a de 1
tiii.iiiej, camisas de ramiiraia brdalas adnus mil rs., '
t mangniloi a dez lactuca, 'coltarinhos de recortes a
I des lusles, e de massa a pataca cada uin, satas I
brancas bordadas a dous mil rs., luvas de se 1.1 tire-
las a dei Idsles : da se amostras de ludo, levando
penhor que rquivala o que se quer ver.
* Brilhantine
A ii-^njo (i CORTB. '
l.oin cala ululo ciean pelo ullimo u.ivhi Irauce
. lindos corles de cada escocez de lindos goslos : .... 1
ra d Oueimado 11. i( ,\.-: ,
Chniyde/flores
SOLTAR E .IS1KAS a stHI KS. COVADO.
Na ru do Queimado n. -J( A vnde-se cbaly de i
llores solas e lislras. padiesmoueruoi ; dSo-se as
amostras com peuhor.
Sed wde q 'adis
LARGOS li MHIUMios A 1|80O O COVADO.
Na ra lo Queimado n. 21 A vende-se atdlnbaa I
de quadros miu los a largas a 13800 o cafada, corles
de cassa miudinhas de piula a 200, muiculiiia a i
:ifi(l o covado. ilii, maliuda a 300 a covado", chilas |
franceaj a 60 o covado. 1
VENDEM-SE CAPACHOS
pintados, comprnlos e redondos a 700 800
rs ; na ra do Queimado loja da hoa fama
11 33.
n.valhas a conteniu.
(Joiilinua-se a vender aHSOOO o par(preco liioi e
j lien, conhecidas navalbat de barba.rallapele h-
bil fabricante que ha sido premiarlo cm diversas e-
pnsicflcs: vendem-se com aenndicu de nao .lura-
dando lindero con.pra.lor devolvc-las al :Ki ,nH.
depois da compra ,res(i(oindo-se a in.uortancia: em
casadeAouiistoC.de Abreu, na ra da Cadeia do
Kecife n. 3b.
Vinho do Porto, superior chamioo.
Em caixas de 2 dunas e em barris de oilav'o, re-
ceulemenle che^adopclo brisue se nicamente no armazem de Barroca Castro, ua
ra da C-deia do Recife n. 1.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
construccao vertical ecom lodos o melhoramenios
mais modernos, lendo vindo no ullimo navio d*
Bamburgo: na rui da Cadeia armaiem n. 8.
POTASSA CAL TOGEB.
No amigo eje bem conhecido deposito da ruad"
Cadeia do l'.ecil'e, escriplorio n. 12, ha para ven-
der muilo superior polassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem do Lisboa em pedra, ludo
a procos muito favoraveis, com os quaes ficarao
os compradores salisfeilos.
IFiCBASISIO PARA EKI
collado en. alauma rasa, centra a qae se pea
'"- e a todas a* autoridades, ccala de cama e
pessoas do nova qaeiran. a|a,M-esM>Bde-le a leva-la a
roa do Crespa, luja a. 16, de Jnaann A revea da
Andradn, que aa gralilicara geaerajanwnlc.
Uesappareceo na da 1(1 jatreada naca aalas 9
horas da noile lo ilio di. Sr. Joa* Flnsp* da ta*U
em Beberibe, a preta I.illiariaa de aaria. case re-
prsenla ter de X, a ill anuos paaea amar aa aaeaa-.
a qual lem os aiajaaaf srsaiales: aliara e ni*, rr-
eiilares, beiros annsua Orines limada, faeto maili
homilde e esta' duenle.de qae leca ara* ciaade laaae.
e levou um lahuleim e oma Irosa, <|ac realialu la-'
da a aa* rnopa ; |,r,ic-r a aalaaade a.lhUa. e
eantafa* de campo appreheaaSo da .1.1. carrafa.
levando-a a ru senlror na raa do ','aiiedL a. H.
loja de baaaana* que sera' ycaerosaincM* iniaiu.
ado, aaaaadaaa teda..- aaalque, aSMas njcjaaa
hija leu., com a mesma.
UesapiHireeea a* di* III da caer*** a aceta
Malinas de nai.ao, olalara resalar, ac aaaasl*>-
chados: quem o pesar e .Ir I le der nilin ditna-se a
ra .lo Brum 11. 28 fabrica de ealdeireira, jeje ara
recompensado. ""
iVidia 18 do frrente pelas oiln horas
da manhSa fugio um negro por Miajas Anto-
nio, o |ual he de narflu com os aignaea se-
iguintes: cor fula, pouca barba, pana *>
(uatlo .lircito, os |.sapa I helado, o ana Be-
do lado di rei lo tcm nlgumas rost.ras ieni-
lando calor de ligado, lerou calca azul de
ricado, camisa azul, chapeo de i-ilha : eate
negro tem um irruir que h. rort*d >r ale
carne nos a^ouges da rreguez.a de >anlo An-
tonio, sendo esle o seductor daqucltc, ac-
| gundo que *e lem sah.do ; fin earravo la sr
I acadmico Amonto llog'.-rio Freir deCarva-
Iho, morador atrada matriz da Boa-ViU,
tendo viudo eom o ineaino acadmico de A-
Igua-I'iela, lalvez lomasso esta e*i jad
NA FUND1CAO DE FERRO DO ENGE- ? >,e,le-se od"" autoridad. or-de
XHKIRO DAVID W.IIOWMW ''"^''foreneontiado, eos capil w ato cas
KLA lio BBIIM PASSi\ln 11 P *.a>"n d "Preh'nd", ou lera -k aoaen
u\ui, BKLM' PAS,A.\O O ullA legitimo senhor abaixo assigna. lo na ra
rAHl, larga do liosarin n. 4n, que (tee rosan irnle
ha sempre um srandes..runenlo dos se^uiulrs oh paga a quem o trouier.Bernard o de
joclos de iiiecbaon-iuos proprios para e.i-,eiiho>, a sa queira (.asilo Moulciro.
ber : moendas e metas moendas da mais rnudern Continua a estar Baanaa. ,. --r m a,
conslroccao ; laivas de ferro fundido e balido, i A,. ., HTa! ^
superior quaiidade e de lodosos lamaiihus ; roda i .natj0 t*.sange, do idade de .( i Bajas _
dentadas paraagua os animaes, de todas as propor Ilnais ou "'nos, altura recular, canga eiro ao an-
;oes; crivose boceas de rornalhae res.slros de boJr, rnr prula, rosto redondo, setn L arna .eas*
&%^^%:''TMt'U^^\*^ ..ein do .,,, e envera. ^ fc,
Cer-
thus de iiidinlitica. ele. ele
NA MESMA FUNDIDA O.
se cvecutamtodas aseucommendas con. a superior
ridade |eonheeida ecom a devidapreslezne com-
modidade em preco.
\EaDE-SE """ """ "o"' u- i"3i> ron.ra o arostai
Grava de patente, prova d'agua, para arreios de carro. I sidade, sendo conduzido a ra da Gu a n. a) <
Vinho do Itl.cno de tioalidades csi.--,8U"10 nd,': nesU W' 00 heGra*.
ou Agna-rna da freguw.a de S. Lonreaeo 4*
escravo dos herdeiios do tinado Gaetan jl .om alvo
da Cunha ; lia quasi reiu-za de ar dar para a
parles do sul desta provincia, se algm- n aeai lar .
dilo escravo lique ceno de que o dono .a de piatc-
der com lodo o rigor das leis contra o acataier.
ciaesJohanuisbergc Maicolnnnne
No armazem deC. J. Astley&C.
N. O. Bieliei \ C., ra da Cutz 11 i.
vendem :
Lanas da Russia.
dem inglesas.
BrinzSo.
Ih ios da Kh-si 1.
Vinho de .Madcira.
Algodo paca saceos deassnear.
Alg;xirio2nli .1 da Balii.i
1,
ex r'
car-.
Mala.
Ktnrta huulem ai 7 hura da uaili 1
ii.ulalu, de noma ll.on.a'. alio, iriun. aaa
com mareas de be\is*., Baanaa -1...-...'
cas de ciralriie naa canellas. talla .* 1 re...
cid** ; levou eami* de paun.i a/u I uro .. ..
da de ourello braiirn na Iwaibreer 1 aa.
narla na frente em fiwma de palito : ede ex rase
lie natural da Tarabilla. tai octava de !w. Carla
(. icllm qne o houve por heraiifa de a sacra Jear
Joiquiui de boma daquclU .nade, e l..i ....i aada
pela ab.isa aaalaaada Sr. Hilan., de AHi.-v*
v ..roncen... Jnior, rn..r.-. 1.1 aa ea (e*a>a Ti Ma.
rretaezia do l'.lar da dita piosiacia : *]** 1 aw
lrve-o a ma da (on.nrd.. a l'edra Aa I. hm. las n
liiiillialai--. ,,ue sera' KeneiauMeal
para ma de suca. = vende^eem ea-1 %T.IS+Z. ffl '"""
SadeN- (. Bieber & (.., ma la CrUZ l'edr* Aaloaia MbjbJjb l.a,a,i,
" PRKN.: TTP DB* V,T D> AI ti* t*Vd
MUTILADO
ILEGIVEL


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