Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07634


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Full Text
ASM) XXXII N. 208
Por 3 imv.es adiantados -i,,'OO.
Por 5 mezes vencidos 4J500.

(JUNTA FURA 13 DE MYEIIIO DE 185$,.
Por auno adiantado lojiOOO.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO
KrtCAHREGADOS DA SUBSCRIPCAO' NO NORTE
Pirthib*, 8r. Oirimo T. di lUliridad*; Naul, o Br. Joao
im I. Partir Jnior; Arara ij- Sr.A. d Umoi Braga;
ir, Ir. J. Joie daOMira; Mirmbao, o Br. Joaquim Mir-
a,u*s Redriguei; Piauhj, o 8r. Domingo Hareulaao A. Penoa
'areola: Par, |r. JuilnimoJ. Bamoi; Amaionai.afi. Jare
ojea* da Coili.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Ohn.li : lodoa o diis. i 9 c m-n hora do da.
tauraui. Goiama l'oriliib.i: nj- ttmniat e mau-taira*.
S. Aatfio, Beaernia, lloniii>,i:. S. Lmircncu, l'a.Mi'AIhu, Naiaretfe, Limoeiro, llrejo, Paaneini, lu*-
ntre, nana, VuVosna, Boa-Vuu, Oan.m v r E, : aai aarua-falrai.
CjIio. I|n,|nca. Scriiiaa^m, lti"-Kormo*o, Lna, itirr.nroj, V n i-11 i.
Cira e Kiaial : ejaintu-feiras.
Pino-.
(Totlus correioi parlen i 10 hara di minbli.)
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal da eommareio ; legondii i quintal.
Re lacio : larca feini a labbadoi.
Faianda : quarlai aiabbadoi 10 horai.
Juio do eommareio: aagunclai ai 10 horaia quiu lai mle-dia.
Juio di arphaoi .- ugundi a quintal ai 10 hera.
Primaln Tirad* civil i iigunda < Mil a* miio-dia.
Segunda vira da *It*I quartn iihbido aa maio-dli.
KI'll K.MKi: lilis DO MKZ DE NOVEMBRO
Quinoereicanla ai 3 horai 4 minutos a 48iegundoi da t.
'* La chela ai 7 huras 23 mnalo*-1S legundo da ni.
19 QuartomiDguaulaai 8 hora. 1.'i minutla 48iagundai di m.
-7 Lu non ai 2 hora.24 mmutoi .48 segundo di tird*.
_ PUF.AM AR DE IIO.IK.
Frlmeiri ai ;> horaa a 18 eainuloi da manbaa.
Segundi ai honi e 42 minuto da urd.
P4BT1 OFif 1CUAL
QOVEENO DA PROVINCIA.
Espediente d* da 10 da noimbro
OOicioAo Exm. marechal commandaot* das ar-
mas, recommendaiiilo a expedirn de anas ordens
para que saja dispensado do aqoarlellamenlo con-
forme requisilou o director do arsenal de guerra o
ral*, do i- batiltiau de infamara Jos Antonio
Coalho.Fizeratn-se as necessanas cumrauniea-
Coes.
DitoA o inipeclor da lliesourtrin de fazenda,
Iransmiltindo por copia o aviso circular da reparli-
ro do imperio de de outubro ultimo, mandan-
do cesaar quaesquer despezas que se faziam pela in-
v.isao do citolera oesla provincia.
DitoAo momo, recummendando a expedcSo
de suas ordens, para que o inspector da alfandega
consulta no despacho isenlo de direilos de 21 r i bar-
ricas de cemento viudas na galera franceza Olinda
por conta das que Jos Anlonio de Araujo contra-
tou vender ao arsenal de marraba para as obras do
methorameulo do porlo.Commuuicou-se ao ins-
pector do referido arsenal.
HiloAo director do arsenal de guerra, para
mandar conservar am deposito naqueile arsenal o
armamento e mais objectoi mencionados na ola que
remelle, os quaes i lie sarao apresenlados por parte
do inspector da (heaouraria da fazenda provincial.
Commuuicoo-se ele.
DitoAo inspector do arsenal de marinda, ap-
provando a compra que Smc. fez dos objeclos men-
cionados em seu oflicio de 23 de oululiro ultimo,
visto que silo ellei necessahus para fornecirarnto
daqoelle arsenal.Communicon-se a' (hesourarid
de fazenda.
HiloAo presidente da commissAo de higiene
publica, remetiendo para o fim conveniente os do-
cumentos que acerca do cholera e estado sanitario
das diversas localidades da provincia foram enviados
pelas cmaras, juizes de direilo, municipaes, visa-
rlos e mdicos que durante a epidemia estiveram
encarregados pelo govcrm do Iralameolo das pes-
soas accommellidas do mal.
DitoAo juiz de orphAos do termo do Kecife,
dizendo que do filhos da finada Mari* Thereza de
Jess, podein ser alrailtidos na coropinhia de me-
nores do arsenal de marinha Jos Joao e Manuel, e
na companhia de aprendizei mariuheiros os de li-
me* Antonio e Tliomaz.Olticiou-se nesle sentido
ao inspector do referid arsenal.
DiloAo inspector da thesnuraria provincial, di-
zendo que mande por novamenle em praca o em-
pedrameulo do l'.l e 20 lauro- da estrada da Victo-
ria, marcando-so o prazo de om|anno para a coaclu-
sao daquella obras e o mais como se acha deter-
minado nos respectivos ornamentos e clausulas.
DitoA cmara municipal do Allinho, recom-
mrodando que de as providencias eco-.arias para
que uaquella fregue/.ia se faca um cemilerio com to-
das as condices de asseio e decencia qua exige a
gravidlde dos aclos religiosos, e dos enlerramenlos,
visto nao convir que continua a pralica abusiva ale
agora aeguida em detrimento da -au le publica, de
serem.oscadveres inhumados nnrecioto das igrejas.
Portara\ mi-an lo a .Marcomiro Pancracio Pe-
rcira dos Sanios, para o lugar vago de e-criplu-
rario da cunladoria da thesnuraria provincial, visto
lar sido approvado plenamente e oblido preferen-
cia no concurso a que se procedeu para preciirhi-
inenlo do referido lugar.Communicou-se ao res-
pectivo inspector.
DilaConcelendo ao amanuense da conladoria
da lliesouraiia provincial. Vicente l.iriuin da Costa
Campello, '.\ mezes de licenra com ordenado na for-
ma da lei para tratar de sua sauele.Gmiiiii.ninMi-
ae ao inspeclo" da mencionada Ihcsourarig.
DAS da semana.
III Segunda. S. Andrr Avelinof. : S. Svmpba.
11 Terca. S, Martinlioh.; S. Verano b."
12 Quarta.S. Marlinhop. ni.; B. Luvino p. ni.
13 Quinta 9s. Arcadio e Piullo Mm.; S. Zcbina v. m.
11 Sena. S. Abilio diac. ; S. Guriis ni.
lo Babbado. S. Clementino m.; S. Filomeno m.
lli Domingo. 2li 8. Goncalo de Lagos ; S. Edmund b.
KN< UIHKGADOS DA MltSCRIpArt KOMI.
Alagoai,* Si. Claudio* Falcao Diai ; Bak* ti. D
io diJmeiro.aSr. Joaa Pareiri Mirlln.
EM PERNAMBl'COa
O prepriaiirladaDlAKlOMaiMl Figaalra* a FaiM.M **
lirrina, prici di Indapandancia ni. t a 8.
ODTRO DECRETO.
Art. 1- Fica suspensa desde hoje em diantea
execucjo da lei do desamoitisacao do I de maio
de lSo.'i.
An-2
lllm. e Exm. Sr. Tenho a honra de remoller a
V. Ezc. as inclusai demonslratocs dos saldos oxis-
tenles as diferentes caias a cargo do Ihesoureiro
desta thesourana no dia S >to correle.
Dos guarde a V. rixe. Thesuuraria provincial de
Pernamliuco 10 de novemliro de ISV). lllm. e Exm.
Sr. con se l he i ro Sergio Teixeira de Macedn, presidente
da provincia.O inspector, Jos' Pedro da Mea.
Demonstrarlo do sald existente na raixa' especial
das apolices em K de oovembro de 1836.
Saldo mi 31 de oulubro
p. lindo......130:0005000
Kcit'ila de I a H do corr. 3
------------I3wmow)oo
De>|icza icm......... aOOfOOO
Saldo.
mfcw-oou
(iaixa do exercicin de 1831 a 187.
cin 31 de oulubro
Saldo
p. lindo......
Kcceild de I a H do corr.
Uespeza idam ....
Saldo .
l33aU7
'.:liti332a
III :.">K(l;77i
i:OI3p-2l8
7:576538
Caixa de depsitos.
Saldo i'ni 31 de oulubro
p. lindo......2ll:lrii-<;b
Hecoita de laSdmoir. 9
Uespeza idem .
Saldo.
2ll:li3li2i;
9
;!ll:ISis>i;-_>(;
Caixa especial d<> calraraento das nas desla cidade.
Saldo em 31 le oululiro
p. Hndo.....3:3399794
Hernia de I a H do corr. 9
-------------- 3:3399791
Dcspcza idein .... >
Saldo.
3:3399791
Caita especial da conslruceao da ponte do Kecife.
Saldo em 31 de onlubro
p. lindo.....J:!l8!l9S5(i
Hereja del a S do corr. 9
Dc-iiiv.j idem.........
Saldo.........
Caiv.i especial das loteras.
Saldo em 31 de oululiro
p. lido......l2:00V>7.f>
Receita de i a 8 do corr. 2:1001000
2:9899856
9
2:9899836
He.]ir/,i idem. ,
Saldo.
I4:I05746
669666
11:3305080
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel general do commando das arma* de
Pernambaco, na cid a de do Recite, em 12 de
novembro de 1856.
ORDEM 1)0 1)IA N. 368.
O marechal de campo commandante das armas,
determina, que nesla dala fique desligado do 2*.
haialhan de infamara ao qual esl addido, o Sr.
al (eres Jos Francisco d'Oveira Mesquila, visto
'ue amanltaa tem de seguir para a provincia das
Abgoasa rcunir-se ao batalhao 8-. da mesma
arma a que perlence.
A -signad o .Jos Joaquim Coelho.
Madrid 15 de oulubro.
Apenas consumi o novo gabinete esleve a ponto
do precepi ar-se.
Monten depuis da primeira bora circulou a noti-
cia de ler c issentido S. M. da opinio do novo con-
selho sobre a questn de desamortisacao, c ter-se
chamado o inarquc/. de \ iluma.
Por mais que se quira negar agor o faci he
rerlo.
Comludo parece que por liui se cotiformarain
as opinioes, e hoje publica a I iazcla aos dous de-
rrelos segu lites :
REAL DECRETO.
Allendendo as circunstancias, ele.
Art. l'Ficam sem elTeilo lodas as disposices
de qualquer classe que sejam, que de algum modo
derroguem, alterem ou varen) o eslabelccido na
roii,"nrJala celebrada com a Sania Sede em 10 de
marco de 185G.
Art. 2- Pelos respectivos minisierins sa me pro-
|eii iu i'minediaianieule as medidas opporiunas para
qae ten ha desde logu a devida exeetteao o presente
decreto.
Em consequencia do quo se dispoe,
nao se far arremalai,:ao publica de finta alguma das
que a dita lei ordenata, que se pozessem venda,
nem serio approvadas s que se acham pendentes.
Esta publicacao causou um profundo e geral as-
sombro, e hoje baixaraaj os fundos, pois o pri-
meiro desies decretos indica que o governo esta re-
solvido a accummular todas as venJas. e he fcil i-
oiaginar o iranstorno que vai produzir esla medida
nos inieresses creados.
A lei era m, mas a sua revocaco na exlcnsio,
que se Iho d, pode dizer-se que he peior.
Mas isto ainda no he ludo,pois pela poltica que
so vai seguindo, ve-se que o palacio esl decidido
a ir por dianle, succeda o que succoder.
A mudanca de ministerio verilicou-se do modo
menos formal que se pode imaginar. Desde a
noie do baile, a rain ha deu evidentes signaas ao
general O'Donnell da sua preferencia a favor de
Narvaez, e no dia seguinie, aproveitando-sc da sua
contestacao evasiva em quanioaos decretos, recebeu
a deroisso que Ihe foi remeltida em lermos reipei-
tosos, mas lacnicos, de lodo o ministerio, cuja
conducta bao seguido nao s os homens compro-
mellidos na passada administrarlo, mas quantos
bao militado as fileiras liberaes.
Consta quo o marquez do Douro recolheu lo-
dos os seus ttulos c condecoracoes e os enviou a
S. M., manifesiando-lhe que nao quera lor re-
cordacao alguma dos servcos que Ihe linha pres-
tado.
O general Hoios, director geral de infamara,
deu a sua demissao nomesmo diaem quo se nomeou
o novo ministerio.
Parece que l rainha o mandara chamar, e que
Ihe dissera m lambem pediste a tua demissao, e
porque'! o
Como o genenl n:io satisfizesse logo a esta ulti-
ma pergunla, ea rainha inslasse, o general, com a
sua leal franqueza, respondeu :
Porque vejo que V. M. se etnpeuha em
seguir por um caminho, no qual nao quero acom-
panha-la.
A maior parte dos homens que foram chama-
dos aoceupar os principaes cargos da adminislra-
cao publica pcriencem escola dos ccneo-absolulis-
las ou nao teem principios nenhuns.
Sem embargo affirina-se que o governo em ac-
cinle a O Donnell pensa em levantar em breve o
estado de sitio e convocar as cortes. Mas nao he
mui provavcl que isto se verifique, pois o palacio
empenha-se em que nao baja outro governo seno
o governo pessoal.
Osultra-liberaes estimaran, a queda doO'Donnell
por espirito de rancor, e applaudom lamqem a mar-
cha quose|vai seguindo.porque concebem aesperan-
i;a do que isto se acabar assini maisecdo.
Em quanlo ao desalio nada ha de novo.
A oplntao publica qne he lao hostil ao general
Narvaez sobtuulos conceilos, lambem ihe nao he
favoravel nesla quesuin, [ior considerar a pressa com
que se deu em subir ao poder para se linar das
esnsequencias que haviam de produzir a sua petu-
lancia.
Aniuhonient chegou o conde de Kcnslendorff,
enviado da ltussia.e h>je lleve ser recebido em au-
diencia particular por S. M.
A corle da Hussia nao podia cscolher um lempo
mais opportuno para renovar as suas relacus olli-
ciaescom a dyuasiia de Isabel II.
Diz-ge que o general O'Donnell ser nomeado
embaixador da Russia, mas he provavel que nao
acceile, pois que j pedio os seus passaportes para
o cslrangeiro.
Hontem marchou em direc;5o a Franca o gene-
ral Dulce ; prudente conducta !
O duque de Rivas vai despachado para Pars, em
substiiuco ao general Serrano que pedir a sua
demissao pelotelegrapho.
Isluriz vollava a Londres.
O general Villalonga torna a oceupar a capi-
tana geueral de Valencia e la Larocha da Calalu-
nha,
Receia-se algum movimento as provincias,
Conlinua o silencio, e a seren recolhidos os pe-
ridicos.
Hoje foi adjudicada ao Crdito movel a linha
de ferro do uorle.
Trieste, 2 de oulubro.
Posso panicipar-vos com toda a ccrie/.a que a
partida de S. M. o Imperador para Trieste, Vene-
za e Milo s ter lugar no meiado de oulubro.
Actualmente esla S. M. o Imperadora banhos
em bld., aondo se bao de festejar osannos de S.
M. o Imperador, que caem a 4 de oulubro.
De Isich parle o corle para Vienna a 26 ou 27
do corren le.
All r ter o senhor bario de llubncr.que devia
partir para Paris, quando sahisse de aples, mas
que recebeu ordem de ir immediatamente para Vi-
enna, aonde deve recebar insiruccoes relativas aes
negocios de aples.
Esta repentina ordem foi motivada peles ltimos
despachos de Paris, dos quaes ja vos fallei na mi-
nina, correspondencia anterior, e que mostravam
que o gabinete francez esl propenso a continuar
ainda cora as tentativas diplomticas e a suspender
a sabida da esquadra.
Antes de chegarem os mencionados despachos
linha sido mandada ordem ao Sr. baro de Hubner
para ir oceupar o seu posto om Pars inmediata-
mente ; a vista Doren dos despachos foi mandada
outra ordem que Ihe ordena que parta immediata-
nenie para Vienna.
Sao magnficos os preparativos, que seesio fa-
zendo para a recepeo do S. M. imperial ; de-
vem exceder pelo seu explendor ludo quanto ale a-
qui se lom visto. J esto allugados por exorbi-
tantes preces lodos os cochese se;es das cidades lan-
o de Trieste como de Vienna.
O marechal Radetzky, que em novembro faz 96
annos, vai a Trieste receber o Imperador.
Tamban he esperado all o primeiro Danillo de
Montenegro.que vai ruinprimcnlar S. M. o Impe-
rador,
Em Hyzaeslao arranjando ires palacios para re-
ceberem a princeza viuva da Russia, que vai pas-
sar o invern em Avigdor, a borda do mar.
Diz-seque o rei Vctor Manoel vai all cumpri-
menlar a augusta czarina.
Oualro navios de guerra, um ingle/., um fran-
cez, oulro piemonlez c um russo serio posios a dis.
posinaoda augusta czarina, no golplio do Kyza,
aonde so espera ver o imperador dos Francezes a ob-
sequiar a iiuperalriz.
A mudanga ministerial, que leve lugar na Di-
namarca, foi ihdubitavelmente promovida pela con-
dessa Danner. queacliou grande opposicao no con-
selho de ministros, relalivamenio a proposla de lei
sobre seu apanagio,
Segundo as ultimas noticias da India chegou a
Rombaim ordem, no dia 2> de agosto, para se fa- ?'"'" a T '"'M'1*' r,"'tslar a liu-ua^ein dos
... .- i i r luruaes senii-olliciaes qne acliavain esta einorrieio
zer urna exped.cao no golplio da Persu ; o pres-l. ^S mais natural do m.....lo. "
dente do governo da India ntimou Persia que Arrise relativa ao pagamento das pequeas lubi-
no se involvesse na questio do Heral, como linha la?1*' ola conjurada provisoriamenie.
obrigaco de o fazer segundo as estipulaos for- L" SE* fe7<""' >">' chamada, nao i
m.J.i.. 1..1.1. J. aOR generosidad*, mas a cubica dos proprielanOa olfere-
maes do tratado de 18 j3. lcendo-ll.es subsidios para augmenlarem os seus
Apezar dislo ha mezes que os Persas eslao se-
nhores de Horat, sem que os Affglians lenliam con-
seguido po-los fora daili.
Dosi-Mohamet esta actualmente em Mandahar,
e o seu exerciio acha-se completamente disper-
sado.
Em Kiuva reina completa anarchia. ,
As noticias de Consuntinopla chegam a 26 do
niez passado.
Omer Pacha cabio em desagrado, e rolirou-se
para urna pequea aldcia.
I la continuas conferencias entro o embaixador
da Franca, o da Inglaterra e Reschid Pacha.
Ja se complutou a orgamsaco da gendarmera
turca.
A expedic,ao destinada contra o Montenegro foi
reforjada com dous batalhoes; dizia-se comtudo
que a vista das disposigos pacificas do principe de
Danillo, ia ser dentro em pouco assignado um ar-
misticio,
O major general Chesney propoz que a construc-
Qao de urna estrada frrea de Silencia a Rossar,
o seu projecio he muilo do agrado do conselho.
/'aris 10 de outubro.
A quesliio da aples he hoje aquella que mais
oceupa a aliene.ni publica, e a marcha dos acooleci-
cimeutos provara' se ella lem a gravidade que mui-
los Ihe acham; comtodo posso assenurar-vos que a
iinpres-.io aqu he a mais favoravel ao rei de ap-
les, e que aiuda se duvida que o goveruo francez
lar i alguma demonstrara i.
l'arcce-me que ua miuha correspondencia ante-
cedente vos anuuuciei achegada a Paria do viceal-
mirante Trehnural, o qual, segundo se diz devia vir
a Paris logo que chegasse o imperador de lliarnz,
pira receber instruceoes.
<> commandante da uossa esquadra voliu a Too-
Ion, e nem os jomaos uem as correspondencias da-
quella cidade dao indicio algum de que a esquadra
saia daquelle porlo; aules pelo contrario hoje a lo-
dos os unanles e ler apparecido, smeole, dianle de aples, a es-
quadra ingleza.
Diz se que o governo francez nao inlerveria senao
no caso em que a demunslracao da esquadra ingleza
nao produziise resultado algum. Mas semelhanle
acnolecimento se se realisa, he de nalureza de de-
monstrar que nao ha unidad* rompila na- vistas
dos gabinetes da Frailea e da Inglaterra relativa-
mente a desintelligencia com o rei de aples. A
reipeilo deste assumplo circulou ltimamente o hoa-
lo, mu acreditado, qae o imperador dera a Mr. de
Deskeudorff, enviado do imperador da Kus-na em
-Madrid, qua esleve em Saint Cloud na sua passa-
gem por l'aris, lodas as explica?es as mais sa(i*fa-
lorias das inleni;oes do leu governo a respeilo do
rai de aples.
A este boato posso acrescentar que Mr. de Mos-
bourg euviado do gabinete de Vieuua ha dous dias
que esla em Par, onle veio para a potar as reata
qucugahiuele de Vienna expoz ao de Paris para
nao fazer nenhuma demonstrarlo contra o re de
aples. Occupando-me anda da esquadra ingleza
sem duvida ja deveis saber, petas parlicipares lele-
graplucas que esta esquadra comuiania,la pelo al-
mirante Dundas ja chegou a Ajarcio. Km conlir-
inarao da impre- i i favoravel qu lem felo no go-
verno francez o assutupto de aples, deveis obser-
var que o a Moni loor francez no seu numero de lio-
je, dando conta da sentcnea pronunciada pelo tri-
bunal superior de aples, contra varios individuos
por crimei pollinos, pondera que u.'m auive p capital aecrescenla que he provavel que o rei Fer-
uaudo perdoe maior parte dos coudemnados.
No momento em que vos eicrevia a iniulia ulti-
ma caria ao imperador era esperad em Paris.
Como do coslume lomaram-se por paite da poli-
ca, as convenientes medidas para a negada do im-
perador que leve lagar s mo horas da uoile sem
iromliet.i ntni tambor. A familia impeiial sepuio
pelos caes da margem esquerda do S.-na, que sao
habilualioeole desertos, jiara ganhar os cam[ios Ely-
seos e a estrada de Saint Cloud.
O imperador, depus do ieu regressi a Paris,
passou revisla e fez manobrar successivnmenle ca-
da urna das divisoes do exercito de Paris, o que fez
d'u^mr seusivelmenle a opimAo deque elle eslava
doeWe. Em quanlo as medidas linanceiras que de-
viam apparecer no Mouileur no dia seguiote da
chegada do imperador, e cuja previsao liuhs causa-
do tanta impresso na Bolsa, ja leudes visto que o
jornal ollicial nada publieou a este raspeitec,
O imperador nao quiz cousentir em dar curso
foro ido as notas do Banco, e so permitlio que o pra-
zo dos pagamentos das letras lo-e a dous mezes.
Mas esta medida he completamente insuflieienle,
porque nao impede os pedidos dos embolsos e esles
moni am a sais inilhes diariamente.
Ora como nao se pode fornecer aos Hincos mais
de Ires mithoas om numerario diariamente, e elle
deve tallar,|, o curso toreado das ola- he mevi-
lavel.
Mas o harn de Kolschild apressou-se em por a
Jispo-irao do Banco todo o diuheiro necessario.
He justo conles-ar que depois desle momento, islo
he, depois de dous uu tres dias, as reclamaroes fel-
fas ao Banco, pelos possoidores de notas' ou deposi-
tarios de fundos lem diminu lo em uolavel propor-
rao.
Como svmploma animador a esle respeilo, se
bem que uo seja mais que urna manobra governa-
incntal, devo inencinoar-vos o que se Daifa* na Bol-
sa depois de dons das.
Na pequea casa onde eslo os cofres troca-se di-
nheiro por olas .intimen, mas o commissario de
polica da Bolsa esta' a lesta desla especularlo li-
nanceira, e qualquer que leja a especulacilo, reuas-
ce a coiilianra e sobem os valores da Bolsa.
II bal.neo do llanca, pelo coucorso dos fundos de
Mr. Kotsrhild, foi muilo mais favoravel do que se
esperava.
O fuudos metlicos, dimiuuiram de sessenta e
nove millo..., e ceui mil fraocos.
A conta correle do thesouro dimiuue de dezese-
le millo.-.
A circularao das notas diminuc smnenta de cem
mil franco-.
O cofre do Banco augmentou da setenta e dous
milhoes.
A eonla corrente dos particulares aagmcnlou de
dezesete milhoes.
Presenlemente o captol do Banco de I-ranea, lan-
o em Paris como nos sucursaei nio excedo cenlo
esessenla e seis milhoes, e ainda para ler o capital
em caixa. o Banco pagoo de premio pela compra do
numerario durante o mez de selembro a .mina de
dons milhoes e cenlo e vinla oilo mil francos.
Tenho smenle a dizer poacas palavras para aca-
bar cora a queslao linanceira.
O bario de Kolschild que veio ao snecorro desla,
goza nesle momento de grande favor do governo,
em qiimio que o aslro de Mr. Pereirc empalidece
supcessivametile.
Ja live occaslo de vos faar do boato que circu-
lou de que iam a lomar-... medidas contra o Crdito
Movel, que foi urna das principaes causas da crise
nanceira pelaexporlacAo de numerario para o cs-
lrangeiro.
Devo aqu cilar-vos a critica e severa carta que
dirigi esla companhia a urna summidade nancei-
ra, eque foi mui bem vista u'um alto locar.
Em urna das ultime assemblas do Banco. Mr. de
Alfonso de Kolschild, que n,1o obstante ser ainda
muilo joven, he om dos directores do Banco de
predios com hahilarOes proprias para
leiro.
orna-
Mas o engodo nao parecau sofllciente, porque nem
om proprielario cousentio em fazer nada do que
se deseja.
Em consequencia dos proprietarios houve urna
m.inifesiac.i da classe jornaletra, que se dirigi a
Sainl Cloud, por mein de urna deputac,lo composta
de delegados das classes jornalairas, a qual fui rece-
bida com toda a considerado pelo imperador, que
Ibes promatleu a realisacAo de medidas que dc-
viam fazer cenar para o futuro semelhanle estado de
consas.
Entretanto exped. se ordem a lodos os roramis-
sarios de polica de Paris. para que em lodas a con-
leslaciie entre os jornaleiros locatarios e os proprie-
larios que fossem levados au seo couhecimento des-
sem razo aos primeiro, inasga'aniissem em uome
do estado o pagamento das halulaces, evilaudo
quanto fosse possivel s expulses.
Ja ha noticias dos caixas do camioho de ferro do
norte.
Diz-se qoe o chamado l.reller fura prese, mas
nHo se declara onde, nem como.
Emquanlo a Carpenlier, eis-aqui a narrara., que
eu ouvi mesmo di bocea do capilo que o couduzio
aos Estados-Luidos.
Carpenlier embarcou-se no dia 'Si de agosto no
Havre a bordo do l'ullun, n paquete americauo da
Companhia l.ivingstou.
Tinha-se preparado, havi.i muilo lempo para es-
la fuga, porque a li de agosto veio a ageucia de
l.ivingston, estabelerida em Pars, aliui de colher
escl.irecimcnlos sobre a partida dos paquetes, so-
bre o transpone de bagagens e sobre a vida ameri-
cana.
Vollou depois nos dias 1H e 7 i mesma cgen-
cia prvido de lellras no valor de 10,000 francos
saccadas obre una casa de commercm de Ne-
Vork.
Carpenlier levou al ao Havre em saa compa-
nhia urna mulher, a qual deixou all quando era-
barrou no I'.ilion.
l.reller iiiiti. embarcado em outro paquete.
Carpenlier ia muilo alegre durante a viagem e
behia muitas vezes vinho de Champagne i mesa do
capitn \V.ilion, que o achuii om bom companheiro
elieio de enihusiasmo e de espirito.
O Fullon o chegou i New-Yurk no dia (i de se-
lembro.
Carpenlier parti pouco dapois da sua chegada, e
o capillo Wallon julga que alie se dirigi Phila-
delphia.
dvog*4,*>
O* ludividsM
polilieo a que (em a honra de pertencer ; e, lor-, cipios fundamentaes do partido que representa,.., nao o paiz ; mas wa' sempr* aoliciU
K?1...!I ""/8 e'p",afs 1"e h;'.,le '"sir os fm "1^""^ >0 deliberacao desse mesmo partido, qualquer povoarao, corporarao. Sea ...
legilim.stas qoe forera eleilos depulado, desempe- he onica e exclusivamente a de procurador zeloso, toda as vezes que se trate de fazer recoaH*c*i-
nna-se do grave encargo que Ihe foi commellido desinlercssado e consciencioso de lodos o verdadei- direilo no reparar orna inioatir-i ^^
pela assemblea da r.ttremadura, com suhsequente ros inieresses moraes e matenaes do paiz em geral
approvac,,1o das assembluas e reuuies do mesmo e das necessidades especines da loenlidade por onda
partido em todo o reino. I tiver sabido eleito.
0 partido legilimisla separado da parlcipajlo ac- O depulado do parlido legilimista, assim como
liva do actual rgimen poltico deste paiz por di- i nunca pode ser minislarial, porque issn presoppoe
vergencia em pontos fundamentaes, e sem poder j urna cnulimoa e accordo geral de vistas qae Ihe rio
conliar nos meios desse rgimen em favor da cau- impossiveis, tambera unnea no exerricio de
"i publica, tem considerado ate aqui a sua abslen-
co como um servic.i o patria pelos desengaos suc-
cessivos da experiencia, conservaudo-se, ao mesmo
lempo, isento na responsoliilidade nos males, esx m-
bolisando urna espera nca de remedio.
Nenhuin deates pens.imcnlos se allerou em seu
animo.
O partido legilimista boje, como sempre, nao re-
ennhece o que no pode reconhecer sem abdicaco
de seos principios e crencas; ala confia no que nao
pode couliar sem rasgar e esqoecer as innegaveis e
amargas paginas da historia contempornea, que
Ihe fortifica o argumentos do direilo e da philo-
sophia.
Mas no espaco de vinte dous aonos as paixes. ns
erros, a devaslarao phx.ica e moral, presidindo a
direccAo publica e augmentando de dia a dia, ac-
rumularam lato pavoroso acervo de ruinas, que o
patriotismo, gemen lo e pranleandn em lodos os co-
rarftes nohrcs. comecon de recelar que com a pr-
xima e provavel destrincan do pouco que restava,
qualquer que fosse a bandeira que vies'e a elevar-s
vencedora, apenas poderia servir da morlalha ao
cadver de Portugal.
suas
runecoes ser aromosamente opposicionista, roas
guiara em todas as occasioes o seu vol indepen-
dente, segundo os hens oo males qoe di qualquer lei
on medula porsam resultar para a tai patria.
Nesla conformidad
mista, em
ci eslejam opprimindo ou deslruindo o reino, loma-
r como especial encargo os seguinie pontos :
Mniuteneao da religiao calholica apostlica roma-
na pelo engraodecimento do culto; pelo respeilo
reparar orna injotti._
Assim como para nenliom pretndante o dcpvta-
ilo do parlido legilimista a* eucarrecara de piaiii
ver ou solicitar favores e erica lambem para ti pr ,
pno nenhum favor, nem graca, m eiapree* aren-
lara* do governo.
I ae- -a.., pois, conjunta menle exportas fu mil.
d.i- as causas qoe determinaran, a deliberar** do par-
lido legilimista, e as normas poltica qoe h** da re-
gular em leal compromieno o seus depulada*.
Lisboa, sala da commiwan central e le toral d* par-
tidn legilimista, emIT de oulabro dwlK'iti.__n i.re-i-
onformidade. o depolado ,1o partido legili- denle, conde .le Pombeiro.O v.ce-neei pregando o devidos esforcos para que le Josc alaria da Pied.de l,neaHr,.-m K-|s.Ur
acuda com promptas e sa lula res providencias a lo- conde Baro d'Alvilo.-Joao de Lem*. Si,^ ,t'
dos os males, que nos diversos ramos de admmislra- lo Braoco.--O vir*-iecrelrk. Fraaciar* um
d Seixas l.emos l.acerda Castello Braaco.Orn,
/efirino Piolo Coelho.- lis vogae. cnade n>S. I...u-
renjo.E'levao Jos* Per eir Pilha de I aria l.acer-
da.Josc Antonio de Azeve'o e Lemas Aalaau.
publico ; pela undo permanente e filial do estado Jos* de Siqueira rr*ir..-At.oln Mw,. da fZu
com n chafe da igr#ja ; pela ollunacao .le quaasquei Boeno Ce.allM de Villa l.ol... -
ll.il.'llini-t-' .111.a.. ...-,n...... -...^. fc-____ ? u ___ *
pendencias ainda existentes cora a Santa S ; e por
adeqoadas medidas que, sem prejuizu da liherdad*
de consciencia e da tolerancia religiosa, se deitincm
a]fun lar ou restabelecerosmeos de fortilirar e pro-
pagar a mesma religiao, a beneficio da moral e da
civilisacalo,comprehcndend.i Baila as orden, reli-
giosas de ambos os sexos,principalmente as que
por seus instituios le dedicam as inissOes e a educa-
cao da mocidade.
Couservacao e defeza de lodo o territorio porlu-
guoz, lauto no continente europen como as diversas
O indill'ereulismo religiosoj predispon.lo e enca-
miuliando osespiritos para a degrada?Ao as ideas I posiessoes insulares e cotoniaes, Zelanda,
e as acees lauto dos imlividuos como das classes ; independencia, imporiancia e dignidade i
gal.
Paria II de oulabro de 1K."ili.
Em confirmaran da impresso favoravel de que
vos fallei na primeira parle da rainha caria relati-
vamente a questio de aples, as carias de Toulon
chegadas hoje'a Paris, dizem que lian -menle ain-
da i* n5o linha dado ordem alguma de partida ,i
esquadra franceza, mas que ueste momento nada in-
dica que vai a ilar-se or.lein desla nalureza.
Alem disto o Toulonnai da um desmentido a lo-
dos ns jomaos que fizer.im viajar o almirante Tre-
hounart de Toulon a Paris para recebe.- insiruc-
coes do imperador logo que regressasse de Biar-
ritz.
O jornal de toulon aflirma qile o vice almirante
ido sabio desla cidade.
Assim ja vedes que nao fui o nico que me en-
ganei a esta respeilo, porque lereis visto a maior
parte dos jornaes de Paris c do estranguim fa-
zer mone.ii di chegada do vicc-almiranle a
Paris.
Emqu.inln aos din"renle< boatos que lera circu-
lado sobre a qncsia.i de aples, parece confirmar-
le aquelle de que o governo napolitauo pedir lo-
mar parte as conferencias de Paris, para all ex-
por a -na (itaifio e responder a lodas as queixas
que se (em articulado contra elle.
No caso que se realiseui ns desejn. do governo da
uas Sicilia sera o cumie de Peirolla embaixador
de aples em Vienna o encarregado de representar
o governo napolitano no congressn.
>a ranilla ultima correspondencia, disse-vos para
fazer urna diversilo aos assumplos de Na|K>les e mes-
mo por nao carecer de importancia, que me oceupa-
va um momento da queslao que se linl suscitado
enlre a Austria e ai potencias occideotaes relativa-
mente a oc.iinar.lo do principados.
Hoje devo informar-vos que ha dous diasque as
rolhassemi-ofliciaespuhlicam arligos assas vilenlos 8r'r ;l D
conlra as prelenroes da An.lria. **8'_1
a eoiTiipcao dos costumes como sua consequencia
infallivel, pcrverlendo tula a sociedade ; o inleresse
vil, .l.iiiiiii ni l,i e guian (o por considerarnos exclu-
sivamente maleriaes quasi lodos os actos da vida pu-
blica e parlicular ; a dependencia constante do Es-
tado as suas relaces externas, comprometiendo a
sua^ digni.lade e uome. desabonando as suas forras,
arriscando a sua naciouali la.le e coucorreulo para
ull.icar e matar todo o patriotismo, o intolerante pri-
vilegio de ,iarlido, mil mu lo em lodos as medidas
governativas aarjjaitanriu ns mais alto e importan-
tes objeclos da geral adminislraro s prescripees
e conveniencias de delenninado'numero de indivi-
duos ; o desbarato sempre crescenle da riqueza pu-
blica, sacrificando irremediavetniente o futuro ; a
ameaca perenne e a violacao froquente da proprie-
dade individual, tornando' instavel a sorte das fami-
lias ; a profunda corrente de todos os males que
lem mondado o paiz. eugrossaudo a cada momen-
to mais vida e devoradora ; sao fados lAo calami-
tosos e a Iquirir.im M gravidade, que conslerna-
cao natural do partido legilimista ja por vezes se
lia reunido um grito de ilor, saludo de alguns lm-
mens mais illuslrados nu mais sinceros dos partidos
liberaes, indicando o concurso dos legilimislas como
urna ancora de salvacao.
Esle concurso, a possivel iutervencao do partido
legilimista nos negocios pblicos, pareca lambem a
inuilos, as suas mesmas fileiras, que comprchendia
una parle daquelle remedio com que a afio cen-
tava, e a que linha dimito, etnhora elle duvidnse
da elliescia doa meios pela propria ndole do sxste-
raa e-la bel en b. ; c esla persu .silo robuteceu-se em
uus e comee mi a nascer em ouiros proporrao que
ii' males rre- i am ou se angmenlavani.
Dete modo, pois, e na presenca ile Uto temerosas
circumslancias geraes do paiz, o partido legilimista.
Como que solliejiado |ior ellas ua voz de amigos e de
adversarios, mo podia deiiar de considerar e resol-
ver ale que ponto era elle chamado a prestar ,-i pa-
Irii o servir que da su.i interferencia ae esperava,
sem Ihe ser permiltido recusare.
A honra, a convicro, os elementos essenciaes de
seu exilir poltico, uinguein quera, nem elle podia
sacrifica-lo.
Gomo partido o sou proceder linha urna sig-
iiilicacao especial,que Ihe iinpuuha msiores e mais
rignrosas obrigrfces que a qualquer individuo.
lodas as vezes. porm, que, em paz coinsigo
mesmo, dianle de Deose dos homens, Ihe (osse da-
do mostrar que nunca as desgraras de Portugal o
aoii.in.nn surdo aos seus clamores, cuinpri i-llie
mnstra-lo em reconheciiiieuto do dever de consa-
sempre a
de Porlo-
polria, como bom lilho, a cabera, o corae.to e
Na lolsa continua boje o movimento ascencio-
nal,
A acres do Banco nao '.menle subiram, roas o
balan.-> que iiltimameute se deu nAo podia ser mais
favoravel aos accionista sobre o poni de visla dos
lucros.
Mas lia nimia oulro objtclo que considerar nao
menos importante para os inieresses do banca, e vem
a ser que ata obstante o concurso de mr. Kolschild,
e a dirainuico dos pedidos de desemimlio, o banco
Ha pode inda satisfazer as exigencias dos pedidos
desla ultima especie.
Periendeu-se remediar esle eslade de coosas fa-
zendo uolilicaces para exigir o reembolso integral
das notas, mas ninguem se quiz incumbir desla me-
dula e o banco faz hoie os sena pagamentos na maior
parle em olas, pjis qll(. s,i paa, na pequea qoan-
lidade em numerario, r. dela maueira s* suppe
qoanlo he possivel na pralica a ausencia do curso
forjado.
As agencias de Paris preslam-se a esla medida,
e ale ao prsenle as cousas lem-se passado araigavel-
meule.
A estes pormenores devo accrescentar que varias
carias dos departamentos aniiuuciim qui certa suc-
cursaes se leem adiado durante alguma! horas sem
numerario, e abrigadas a fechar as soas caixas espe-
rando remessa de Paris da caixa de Rolsclnld, qoe
sempre chegam.
Esla siluacAu faz vr a necessidade de se adopta-
ren! novas .uedidas linanceiras, e falla-se anda do
corso forrado.
Os ageule de po'.ica foram chamados a casa do
prefeilo qoe Ibes deu ronhecimenlo da ola que ia
publicar-se noMointeurrelativa as especulacies
olir* as mo olas de .'. francos, e nessa occasiAo lam-
bem lhes f-z saber qce seriam adoptadas as mais se-
vera dispusires conlra os contraventores das leis e
regulamentos em vigor sobre este objecto.
Mr. Pereiree.Mr. Norlingues que liuliam ido a
Roana para ver e obtinhama cuucessAo dos cami-
uhos de ferro rusos, sA.i esperados em Paila.
-Mas agora assegnra-sc que o imperador amaarou
com a dissolucAo a sociedade doCrdito Movel
se ell concluisse alguma uova operarAo no ettran-
geiro.
Assim o aslro doCrdito Movelvai impallide-
cemlo lensivelmente como ja vos dise.
O imperador maudou fazer numerosas eucommen-
das de seda a l.xon.
Sabe-se que u coinioercin desla cidada esta muilo
inquieto por caosa da caresta das sedas.
A eocominenda do imperador he de 100,000 fran-
cos.
t .1 Aoco publieou boje a exposicio e programan
i-in guenita.
roiga-nos de ver entrar as lulas constilucionaes as nornus politicas que elle prescreve aosseusde-
Iteligiosoe nacional antes de todo, nunca adop-
tara a inaclivi.lade por accialuso egosmo polilieo.
Al onde julga poder ir de cabe?a erguida e sem
pretender absurdamente obstar a desmoralisarao af-
fogando-se elle proprio nella, ileciJiu- menle a ir. desd* que iso se Ihe exige em norae do
grandes inieresses moraes e materiaes da seu paiz,
lao mor,lmenle ainear-ados.
Se a lenlaliva for baldada e o esforz infructuoso
ido se allegara, ao meos, qae licarara por experi-
mentar.
Embora nao se consigam lodos os bens que de-
viam dimanar da acrAo e deseuvolvimeiilu dos
pnucipios e sxsteina do parlido legilimi'la, ao me-
nos nao ser elle argido de recusar, sem obstculo
iuveucivel reaullaute do dever, seu deinleressado
auxilio para altenuar ou, se praticavel fosse, curar
os males que allligem a nacAo, e conseguir-lhe os
benehcio. que se reputem possiveis.
i .toando nada dialo olileuha, a demonsIracAo con-
tra os vicios radicaes da organisacAo poltica, qoe
reprova, oo cuja legitimidade ata raconliace, lica-
ra mais clara, mais patente e mais inneg.ivel; e o
desengao para osilludidns, o proleslo para a histo-
ria, e o incumento para o uluro ser maior, mais
solemne e m.ns autheiitico.
Dame de soa consciencia, dianle do seu paiz e
da Europa, o partido legilimista jnlga que podedes-
assouibradamenlc aolorisar com esies motivos a soa
revolurao.
A'quelles dos adversarios que lli'a e(ranharem, o
pai lido legiliraisla nao carece da exigir seno que
Ihe reronheram no seu proce lmenlo, o uso de um
direilo que a lei existente Ihe reconhece ; oso qne,
as cirruinslancia em que Portugal infelizmente
se aclia, longe de Conlradizer ou inflingir os pre-
cellos essenciaes e fiimlamenlaes de seu dogma po-
ltico, he um dever igual ao daquelle que, em peri-
go de naufragio, (rahalha porque ido se alague de
Indo, nem se despedace nos cachopos, a au em
que vai embarcado, sem comtudo approvar o romo
que leva, nem confiare acreditar na sciencia e prin-
cipios dos palinuros que a galn.
Assim como os legilimillaa sao compellidos pela
le a recorrer aos (ribuuaes eslabelccidos, a satisfa-
zer ao pagamento dos tribuios, a sujeilar-se au ex-
ercicio e peso de diversos cargos e encargos, ssim.
e do mesmo modo compellido pela gravidade das
circunstancias, irAo agora a csse tribunal formado
pela eleico amoragar, quaado o possam fazer em
harmona com a deliberacao do seu partido, a sua
voz e o seu voto, para que se miuurein e moddi-
qoem os males pblicos, e para que se prolongue, se
quer, a exi-trucia do reino, em devida liome-
nagem ao amor patrio e ale a memoria immortal
dos gloriosos hroes que o fuudaram e engrandece-
ram.
Palenteados dessa forma sinceramente o funda-
mentos do alvilre adopladopelo partido legilimista,
aquelle partido. Vem elle anula euvcrgoiihado, des-
confiado da lbenla.le que he quera o pode salvar,
olbando para o despolisiuo.cum saudade mas sem es-
perama, e despindn medn a morlalha com que se
levanta como que do sepulcro.
He natural easa timidez. Descr
mas nAo
Franca, disse naquella occasiao que u Crdito Mo-
vel era a iustituicao que jamis linha existido em
Franca,
Vou agora oceupar-mc da exporlacao e refonti-
rAo de urna certas pe^as de cinco francos, a que se
d mais valor que o ordinario por esle meio.
O minitlro das linancas filia desle objecto as
rao lidas que se prupoe adoptar para o orcamer.-
tu de I8.">K, e record que a ju(ica deve lar inexo-
ravel conlra um crina que he um allcracao do va-
lor da moeda.
O o Monileur publicon, sobre esle objecto, urna
nota especial em que declara, que sern persegui-
dos com lodo o rigor das leis os individuos que tra-
licaren rom aquellas moeda*.
Mas como se podeii evitar a rcfundic.io da no'sa
mocla no eslrangeiro'.'
Seja como for, a declarac.io do ministro Ue finan-
ras e a ola do jornal ollicial produzran una cer-
ta inliinidac.io, porque a exportarAo cessou comple-
tamente ; assim eu baba razAo, quando vos disse,
era urna das minhai cartas, que o governo seria obla-
da seu passado,
quer condeniua-lo nem maldize-lo. Ve
segora a liberdade, quer abrara-la, mas cora de
pejo reman io que o mundo iniiiinum. pouco a
pouco se ira acuslumaudo. o n.is saudamos o seu
primeiro passo que lomarnos coran um hora symnto-
ma, e como um desengao. A porta do templo da
liberdade esta abena, o o passado morreo. Eis o
que diz na esseucia aquelle manifest. Nao importa
o modo porque o diz ; ninguem se inquieta com as
suas precauees; oeisencial he islo.
O parlido realista, e tiver forra, pote influir as
nossa cousas, e pode influir benficamente. Os
partido liboraes devera soffrer algiunas mndilica-
riies na suaconsliluirao interior. Mas o partido mi-
gnelista ha de constilucion.ilisar-se.
NAo analxsaiiio o cu programla, rom o qual
nAo concordamos em grande parle, c que conten a
iiosso ver graves erros econmicos. Citaremos de
p.ssagem 0 principio de atnorlisacAo, que nos cia-
dos onde uao ha excesso de reeeill significa fazer
empreslimos a 10 ou II para pagar divida de ;l
por cenlo.
Dos nos lvre de urna lal economa.
Ah vai a eiposicAo e progrmala.
A. II. S.impaio.
l.xpo-ir.io e programma da commissAo central elei-
toral do partido legilimisla era .....e ,i mesmo
p.rlido.
o Acouimissaoceiilr.il .'leilmal d.i |.arli.lu legi-
limista maiiile-iand., fiaiiraiuinte dianle da nario
porlugueza h camas que determiaaram este parti-
da a entrar na prxima luto eleilefal, cunifire um
deverde leal.I a le. exigido pelo carcter verdadei-
ranienle porlugatv deque lauto se preza o gremio
pulados, delirando e caracterisando a sua inissAo e
aforeos, alo igailroente inspiradas pelo entraulia-
vel amor do bem da sua trra, e formula das com
a mesma sinceridad*, segundo O pundonor aconse-
Iha, para que o sen pensamento possa ser devida-
menle apreciado lauto por amigos como por adver-
sarios.
Os legilimisla comprehendem o valor c impor-
tancia de um acto novo na vida de um partido. Oo
nunca haviam do dar um passo
Moralidade em ludo, particularmente no sxslema
e actos governalivos, procuraudo banir e impns-ibi-
lilar a corrupcAn, que raercadeja com as cuusciencias
que macula os caracteres, e que deprava os costu-
raos.
Plena suslentacAo do direito de propriedade na
soa mais ampia e escrupulosa appliracAn.
tHenean ao direilos adquiridos, fazeudo com que
seja pralica menle remullendo o principio da uAo re-
Iroartivulade das leis, e que se reveja e allerem
aquellas que o nAo respeitarera, una vez que os seos
elleilos uocivos anda possam remediar-se sem d'ahi
resnllarem novos e inaiorcs males.
Keparaco, pelo modo possivel, de lodas as injus-
liras que tenham feridu qualquer classe ou indivi-
duo, por medidds procedentes de opinioes ou pai-
xoes de partido, e oppostasaos xerda.leirns principios
de juslica ua ordem social e moral.
Itealisara e dei.v., de todas as garantas, direilos
c liberdaues eslabelecida por lei, ou que nao a con-
trariem, e deseuvolvimenlo ou aperfeicoameiilo del-
las em ulilidade da mural, da ordem, e da seguranra
da sociedade.
Conciliacjn dos partidos noeu (ralo reciproco pe-
la tolerancia muioa e pela derogacAo e rejeirAo de
todos os aclos olliciaes e legislativos que rtnJvem e
alimer.lein anligos odios ou commemorem discordias
cii.
InstruccAo publica especialmente primaria e e lu-
co a,, da infancia conveuienlementc doladas, dili-
genciando que a vigilancia directiva se exerca pella
normas da religiAo e da moral
SeparacAo do necessarios rendimenlns rom es|ie-
cial administrarAo a exclusiva applicacAo a luanulen-
cAo dos einiiarios, conipeleuleiiieute cslabeleci-
dos, a fabrica, reparara i e guizamenlos das igrejas,
c a susIciilarAo do clero lal e lio decente, que pe-
aba o mesura clero a abrigo de todas as influencias
goxernativas. acabe com as derrama, das artuaea
congruas.o lome doanecoaiatias quausq.ior oulras e-
xacroes parochiaes.
Inime Hala suspensAo na venda dos bens ercle-ias-
licns.q.ie, lendo sido incorporados na fazenda nacio-
nal, amia por esta nAo foram alomados.
Reforma do aytema admiuislralivo, pela prepon-
derancia e deseuvolvimenlo do principio muni-
cipal.
(Juadro lixo dos empregados neressarie, suflici-
enlemeule remunerados, em lodas as repartie-s ;
programma de habilitacoe para a sua aumissibili-
dade; e garanlia de inaraovilnlidade, emquanlo aos
euioregns q-u,por lei ido forero expressamenla con-
siderados de mera commissAo.
EfTectiyidadeda respnnsabilidade dos funeciona-
rios pblicos no exercicio dos seus cargos, a eoufec-
rao de urna lei qoe fixa a respousabilidale dos mi-
nistro de estado.
Ile.luec.io dos dislriclos admiuislrativos, em har-
monia cora a exlensAo e popular io do territorio e
com as forras do Ihesouro.
Iiiiiun.iii-.ui do numeru de depulados, em |iropor-
cAu igualmeule com o reino e seus recorsos.
iscusses e volarAo do urcamcnlo no prazo le-
gal, sem se poder espacar ou adiar sohjneiihum
pretexto.
In.dmissihlidade dos pare na respectiva cma-
ra durante a legislatura em que furem nomcados, e
ra incida le de sua nomearao quando esla nAo for
publicada na folha ollicial'dentro da Irinla dias a
contar da data do diploma.
Remediar pelo modo mais idequado os uiconvi-
nientes, que com a actual organisacAo poltica ecir-
cumslancias geraes, se lem seguido' para a igreja e
boa adminlslracao da justica, do fado dos prelados
paroehoa, curas d'alma, e magistrados da ordem
judicial exercerem actualmente as loiicces de par
e de depulado.
Soppreiito das embaixada e legaces iuuleis,
abtialindo uuicameule aquella- que as verdadei-
ras exigencia do inleresse publico tornam indispen-
siveis, e sendo todas as oulras eslares diplomticas
occopadas pelos membros de um corpa consular de-
x Llmenle organisado.
Itcurganisa^o do exercito, por forma que as suas
classes coi respondan! as eUeclivas necesidades do
servico, e que a sua fuma numrica e mais circums
uctas se regalera nicamente pelas conveniencias
naciouaes.
Kixaco do praso para os joizes tencionarem.
julgarem e despicharem os feitos cora as penas era
que devem incorrer quando o excedan).
CrearAo e desenvolvimento possivel da nossa ma-
rinha, como convein a um estado naluralmenla ma-
rtimo e com importautes possesses colomaes.
SolyMlude especial para com eslas possesses, co-
mo poderoso elemento de torca e pro'pcndade na-
cional.
Prolerrao e instigacAo a lodas as emprezis da
ulilidade publica em geral, e com ispccialidade s
de viacao para facili.lade e rapidez das romrouiiica-
raes, exiguido serapre o rigoroso cumprimcolo das
mutuas ohrjgare, lauto do governo com as erapre-
zas como deslas para com o governo.
rtejeirAo de preferencias nos pagamentos, quer
seja a favor de credores, quer a favor de servidores
do estado, que lodos devem ser pagos do mesmo
modo : igualdade da coi dimes eutre os credores
naciouaes e eitraugeiro ; systeraa de economa em
lodos os ramos de .dminisIrarAu publica ; esforms
incessanles e verdadeirus pir a equiparado da re-
ceta com a despeza ; e respeilo no crdito publico
as dividas recouhecidas ou que o devam ser.
Principio de amortsarAo, lomada romo base de
sxstema linanceiro, c vigilancia constante pela severa
delidade aos conlralos legalmcute celebrados em
uome do paiz.
Iteuiediar os inconvenientes que rcsullein do des-
crdito do papcl-moeda. que depois de cxtinclo e
desacreditado, vigora aiuda absurdamente romo
moeda do estado.
AlleracAo do sxstema de arrecadacu dos impos-
to, de modo qoe aproveite mais o esta 1o cora ma-
nos veame dos povos : li,cali,acao conveniente pa-
- I moa vahar Ja-
Mana da Cimba.Vi-coude de Irmmcaoi.__I Im>-
lonio Jos de Aodrade e Castro.M.mxH Marta da
Silva llrusrhx I ranri.ro Autanin da Casita de fi-
na Manque.~ Manuel Mara di Silva Reirn. \ .
Ionio Joaquim Kibeiro Onmes d'Abres.__IKsce.il*
Salles da Conha de Pina Menique.II. Sanche Ma-
noel da \ Ibena e Saldanha.I). Jos Manoel de
Vilhena e Saldinha.Loca* da Silva de Azevads
Coulinho Cardse CaHaOll. Jeaj Martiniaas da
silva Vieira.BirAn de Baduido.Krancisc* Csr-
rea de Sa'.
Iterolmrio ie Stlrmlr;.
para entrar aa ca- ra Inlher o contrabando na deploravel e>cala ei
mar electiva, ou haviam de fa/.e-lo de urna maneira que se acha ; e as precisas medidas, ellicazmenle e
dislincti, como Ihurequeram lodas ns suas tradi- i com vigor executadas, para extinguir a multiplicada
roes Lmavezque o seu partido resolveu dar a- fabricarao de moeda-falsa que esta' preiudicando
quelle passo, ha de appaiecer por seus representan- lodos os inieresses.
les, em modo que responda i sua dignidade, e com-, Bevi'Ao inlelhgente e deiintercssaJa das nautas
tormo o cnnccito que tem merecido. das alfandegas.
Neile intuito, os legitimislas lem o direilo e a
ohrigarAo de procurar, exigir e oblcr ,_.
do seu partido seja representada na lirme/.a de ca-
Do correspondente de Madrid Ja liexotorau
de Selembro ii recebemos a seguinte carta :
-Madrid 12 de oululiro.
Narvaez he hoje objecto do desprezo puhiieo e
de lira odio geral, redobrado por um aconleoraen-
to ultimo, deque acaba de ser actor, acnterimri-
to que talvez nao leoha exenplo na historia, a qae
os seus mais ntimos amigos censuraran, oaqaaa-
do muirn desculpam comoefleito de alienara* men-
lal, a que dizem estar su jeito o dolo Magento
da fraccao militar do partido moderado. Segn*.
clles, quando o general Narvaez .' algaaa, nao s..
de seus adversarios riliicos, mas al dos propios
moderados, que dissenlcia n'alguns pontos das teas
opinies, rosluma dizer aos que o rodaiam :
c. suslcnham-me que me vou deilar a netate a
e rom elTeilo, pela alteras.ao da physionomia, m-
tumesceneia das vcias, e cor sangunea que seos
olhos lomara, parece nesses momentos atacado a>
urna vertigem terrvel. O faeto, que pnianii a
referir, veio corroborar eslas assereiies, truc anda
ha poneos dias nao linliamos acreditado. He o
caso :
Estando de visita o Sr. r.uell e Rente en cesa
da Sr.' de Aleson, cujo esposo, general de ane-
nlo nomc, achava-se cnbio ausente, e con a qual
cstava outra senhora c oulro ravalleiro, enlmu o
general Narvaez : apenas entrou pnz os olhos com
altivez no Sr. C.uell al fazer que o ex-deputa*.
baifMM os seus por dnas vezes, alien leudo a qu
eslava em casa alheia e em presenra d> s,nli.ir-.
n.io quoria dar campo a um escndalo, aailm.
toda a sua prudencia foi intil, porquante o gene-
ral Narvaez quando tornou a cruzar com elle a xis-
la fez um assi.;nalado .gesto de desprezo. O Sr.
Gucll i .atejn enuio e disse : Gudl y Rente.
creado de \ ... > Assim me linha parrrain
(cxrlamou Narvaez, dando largas sua ira, que
0 cegou, a ponto de es^uocer-se da preseeea da-
senhoras, eenlremcar com suas palavras aljuma
interjeiees larimbairas.) Assim me linha par.-n
do, e folgo de encontra-lo aqui, porque jare qu.-
Ii.via de arrancar-lhe a roraeao, e het de fa/e-1.,.
E dizendo, com um haslo que linha na nao e
menea va conmistamente, loroa no liomUn do Sr.
t'.uell, que Ihe respondeu.. Desde o rnoaeenlii
em que V... me locou com o seu bastan, este as-
sumpto he para outro lugar. Sim, Sr.,
ate; tenho muitns motivos I .. Retrurou Nar
vaez, e como um verdadeiro furioso parti pela
pona fura, pruseguindo em suas exdaniae/iea mal
soantes e ameacas indecorosas, tulgue se por istn
qual seria o assombro das senhoras que presearia-
ram a scena.
0 Sr. C.uell, pessoade brio, nao perdn um
inslanle, o correu a nomear padrinhos que se en-
tendessem com os do Sr. .Narvaez : estando assen-
tadas as condinaes do duelo que se decidi fosse a
florete, acliou-se de manima al i non.: rerra.li de
polica a casa do Sr. C.uell, impcJindo-nde sabir.
e anda assim esta ; no enlamo, o general Nar-
vaez passeia livrepor Madrid, vai ao [.aro, danr-i
com S. M. c da-lhe palavra de nao baler-sc, ito
he, de nao dar satisfarn do seu aggravo a un C0-
valleiro ligado familia real, c a qnom grosseira
e infiin la.lauLMil.. olfendeu em publico cm se*
honra.
Quein he o Sr. .Narvaez. para dar eso plavra ?
Assim se mofa do decoro dos homens honradas ?
Felizmente o Sr. C.uell he pessoa de brio ; e em
que pese ao general >arvaezobler sasfario, de
um ou oulro modo, devolvendo afronu por
afronto.
Entreunto, o Sr. Narvaez lie objecto das Baaio-
res consideracties no paro, da parte dos res, e es
l a pomo de ser ministro. One sera da pobre
1 lespanba no dia em que o for, sujeilo como be a
laes accessos de furia, se quando a regeu, no lem-
po em que gozava da sua cabal saude, govarmni
Jo modo sanguinolento que lodo o mundo -abe "
Que scenas occorcro quando as corles, en pa-
lacio, n urna revista, vir algum de seus inimigo.
elle que fez o que fez ao ver um ex-deputado, w.
porque censurara algum de seus aclos puliiions E
ser ministro, e a llespanha, nuin lempo cm qu.:
tanto importa a prudencia nos goxernantes, a lles-
panha, onde um passo em falso dado pelo gover-
no, pode occasioiiar a guerra europ.ia, urna revo-
lurao universal, ser regida por um ministro hnj-
co I Dos salve a sociedade !
O general Narvaez, que fez urna "fense a 11-
milia real n'um de seus membros, leeebee t. da a
casta de felicilaroes no paco por |rtc dos res, ao
passo que oSr Guell y Rente, espowi de una in-
fama, cunhado de S. M. a rainha, nao r.-reVu
de sua augusta cunltada a menor demonslrarao tle
inleresse.
Agora veja-so o que accendeu iras do general
Narvaez, sajan MI as palavras do discurso do Sr.
Cuellx Rente, que se referiam i sea pesece. r
conlra as quaes nao tiveram urna palavra qae
dizer os depulados do seu parlido que
sesteo.
as.isliraa
racter ; a religiAo, no respeilo a igreja e cousas
lautas: os principios, na redi dan o patriotismo, no
lelo e amor ai Irabalho ; a lendcncias, no voto por
tu lo quanto lor honesto e til ; os aspn.ices, no
conselho e fervoroso empenho em favor dos" mclho-
ramenios moraes e maleriau. ; os anligos coslumes,
na gravidade e compostura ; a tolerancia, na discus-
sao curlez e dc.apaixonada.
Os mandatarios legitimislas nao pndem c-quecer
nunca, nem us deveres que lhes impoe a conscien-
cia, nem os que lhes remltam de reprcsenlar um
grande c glorioso parlido, no momento solemne
em que toda a nacAo portuguesa, e porventuia
a Earopa. lerAo sobre elles os olhos alenlos, e
ns contemplaran com anciosa riuiosidade e inle-
resse.
A misan do de|iutadn rln parlido legitimiata,
.. qnando neasa qnalMade pesa* i.mrcinnai na ra-
mar electiva sera preslar juramento polilieo
o aclualmi'iiteexisiente, nem Ihe aceitar suhslitoico
.. que siguiliqueadhesAo palluca, contraria aos prin-
ApplicacAo rigorosa dos impostos, que tiverem
|iie a ndole desiana(ta especial aqoelle lim a que por lei e a-
rham destinados, aeqi que delle se | --.un desviar
sob neiihuin pretexto.
CnnsignarAo .le una qoarla parle dos quin-
/.e por cuto, que rada conselho paga para es'r.idas,
a abertura c conservarao das estradas do mcsinu |H.ia> tornadas do mini-tro Narvaez, que ha-
Iho.
Kis-aqui litcralmcnte a parle do discurso doSr.
aiiell y Reate, cmque Si^ ntoj ao general Nar-
vaez.... porm, he neresa^rio ler prr-sente irtie o
levo a sua otsjaan nn anno .1. IH4#, njac
senado
cense
Reforma da le da divido territorial dirigida u-
iiicamenle peles xerdadeims intereses o (icios cos-
lumes dos povos, sem prejoiz* geral do estado, e
nao por exigencias nem conveniencias eleiluraes de
partida.
Na proposla e sostenlacao desles e semelhanle
pontos de Indtspotavel e urgente neres.idada e van-
lagem publica, o depulado do parlido lecitimial*
deiempenhara' a conservara' n soa miss.io na allun
corre-pon.Ionio as vistas e intuito do partido.
Kan conformidad* igualmente rom este noble pea.
sameiil... o depulado do partido le.ilimisl .luanle
a; suas lunccf.es nao lomara conta de nenhuma prc
lenrAo de inleresse meramente individual, rom o
carcter de iraca ou favor, junio de nenhum minis-
tro, porque nao lera' oulro atildado que proteger le-
acado pela janella tolas a< dignidades da nar...
Senliorcs, desfallere-mc .orar.ni, quando n>-
riT.'r.lo das dignidades qu.' -conferirn a ene bi-
nen, que passa [Hilo nais eminente da llcspanlu;
eqiieaeouteceu aaae o anno ,1c 184.1 para ri, pa-
ra quea um so c.ladao se ronredessom mais dig-
nidades, rommenilas e con.locorarries, do que ne-
nhum ainda reuni 1 Nao se emenden Umbem a-
Kraudes dadivas que se Ihe lizeram d- <<,. *> s
nillli.'-o ilu qu.inli.i-coinii esta-. I'ri-toii ai
so serv,.,: ,, ,,,|i,.|,,e Alba .om., ;.do,a
l.o Tiv. al;j.uma da, grand,s h^<. ,).,, ,. |
baret. Qeailejew, eai ismcedi.las um. ji-
iinivri.-.a um hnmem, iiikaria qne a II.- psalu u
ILEGIVEL
.


jgjj OE PtlRlKBUt.0 QUINTA FURA 13 II lOVlMBRO BE I8SB
nlta sido conquistada de novo ou salva do poder
dos Mouros. Eslou corlo, que se o Cid Campea-
dor viesse oulra vez ao mundo, vendo umcidado,
era ler panado as anas fadiges, gozando um litu-
lo do nomo daquella cidade que tamo lliecuslou a
conquistar, era capa?, de morrer segunda vez, ou
du nao conquista-la .'.
Depois \le termos escripio o que precede, e ten-
do-se verificado antes de honlein o baile que D.
Isabel II deu no scu regio alcafar por motivo dos
seus annos, baile em que S. M. danc,ou com o
odioso general Narvaez, sendo osle objeclo das
maiores ullences da parte dos soberanos, parece
que o general D. Leopoldo O'Donnell, resumido
desie dezar deu a Ma deroissao, que foi aceita, af-
fimando-se hoje que o sanguinario Narvaez est
encarregado de formar o novo gabinete. Desven-
turado paiz !
Hoje lamben se diz que O'Donnell sabe volun-
tariamente para fura da corle, e alguns asseg\iram
que ira representar o governo hespanliol na corle
de S. Petbrsburjjo. Seja como or ; c tenba lu-
j;ar este laconlecimento por ventura esta nianha,
he certo que anda nos aguarda, tal vez como nova
provacaoJ o sanguinoso dominio do sanguinario
ministro de 1848, do fusilador de mancas na
Mancha! A Providencia so apiade des te desven-
turado paiz. Quo grande responsabilidade peza
sobre o inepto duque da Vicioria 1 Quanto maior
anda sobre o general O'Donnell por se ter divor-
ciado do povo. doqual podendo fazer-so chefe,
quiz antes preparar a reaego, que por desgrana
nem sequer parar no general Narvaez !
Horrorisa-me de tal modo o futuro, que se
aprsenla ante este paiz, que prevejo desgranas so-
bre desgranas e a morle da emudecida imprensa
hespanhola ; por isso, e apezar das minbas habi-
liiaes oceupacoes, offereo.o-me a por-vos desde bo-
je ao crranle de ludo o que por aqu acontecer,
certo de que s asta podereis saber o muilo e indo
que ha de soffrer osle infeliz povo antes que de ve-
ras u completamente se a hura da sua regeneracao e
do seu rsgate.
(dem.)
LISBOA
10 de oulubro.
A Iota do occidente com o cullussal imperio, qoe
na Europa representa o absolutismo em loda a sua
genuina pureza, nao esl lerminnda, apezar do eti-
lo feliz da guerra da Crimea e do tratado assigoado
este anoo em Paria.
A teudeueias oppostas das ideas eda c i \ 11 i a r n o
dan potencias do norte e das potencia* libera, nao
podem seno Irazer repetidas occasies de tissenli-
neDlo o minia* vezes de guerra ; por isso o trata-
do de Pars nao pode ser considerado -enro como
urna tregoa.
Na realKicao das condijes desle tratado logo a
llussia rooilrou a mi vonlade com que admitlia es-
sas condijes, e o desejo de conservar pretextos pa-
ra rnais tarde retomar as hostilidades contra o im-
perio turco, hostilidades de que julga poder colber
como fruclo a satisfajao das suas ambijes de con-
quista e de dominio sobre o Mediterrneo. Esla
ambicio rossa e principalmente a inslabilidade do
denominado equilibrio enropeo, nao podem deiiar,
redo ou larde, de orieinar novas complicsjoes di-
plomticas e por lim lalvez urna guerra decisiva.
So um meiu existe de dar verdadeira e inveuci-
vel forja ao occidente da Europa, tornando i ropos-
sivel o predominio dos czares e a retrogradarse da
civilisajao poltica das najoes ; he a orgamsajao
verdadeira e siucera da liberdade em loda a parle,
da joslira e da legalidade applicada nao s aos go-
vernos, senao aos povos, nao aos reis, senao as na-
jnes.
Os acios violentos, as lyrannias absurdas, as arro-
gancias ioqualificaveis do rei de aples deram lu-
gar a urna crise, que anteaba por de novo era peri-
go a paz da Europa, e entregar i sorte das armas a
ie "lururi de graves quesloes, que sn i razio e a ido-
ralidade humana deveram ser cnuliadas.
As potencias occidenlacs vendo que os mans go-
veroos da Italia podem ler como ennsequenria a in-
-nrreiro e a desorden), vei.do que um conflicto
entre os covernos c os povos pode a cada Matante
dar origem a graves complicares, quizeram no eon-
gresso de l'aris lavrar os primeiros traeos de urna
Iransacjo diplomtica que tivesse por resultado a
resolujau pacifica das quesles italianas.
A esperauja que nolnram a Franca e u Ingla-
terra de ver o rei de aples acceder "s suas exi-
gencias, aceitar os seus consclhos, vai-se desv.ne-
eendo ou antes acha-se quasi extincla. O rei de
>a|ioles, confiando lalvez na importancia das conic-
quencias, na graudeza das difliculdades que de om
acto hoslil contra o sea goveruo podem resultar, in-
siste em bao modificar o syslema absurdo de gu-
vernaco que adoptou ; daqi parece resollar para
as potencias alliadas a necrasidaje de recorrer a tor-
ca on pelos menos a manifeslaco da lorja para
ubrigar o.rei de aples a escutar as suas admoes-
tajcs.
Preparain-se as esquadras, organisam-se as forras,
ludo parece dispor-se para a guerra. Mas quaes
podem se as consequeocias da aclual situajao se o
rei de aples conlinuar a manifestar as mes mas
resistencia*, continuar a empregar a i\ ranina conlra
00 seus vasallos, a arrogancia com as potencias al-
liadas ? A nota publicada pelo governo russo pode
lazer i cenar que esta queslao lome proporjoes as-
susladorasJe ponha em perigu a seguranja e a paz
da Europa!
Nesla i.o(a|a Kussia exprobara a* potencias que con
Ira ella se olligaram na guerra do Oriente de irem
agora, offendenlo os mesmos priuripios que invo-
caran) conlja ella, inlervir na governnjo interna de
aples, que he um estado independentc i< procla-
mando por esta torna, o direilo do fraco conlra o
lorie, a
A Itossla falla em uome do direilo e da juslica,
mas do dirifilo e da juslica dos goveruos dos reis," e
au fin nimio do direilo c da juslica dos povos ; e
no poni du visla em que se colloca a sua argumen-
tarlo he forte. Nao he porem igoalmeute forte a
sua situajp prsenle, depois do Iriumpho que so-
bre ella alcalizramos potencias alliadas,e porjisso o
sen cslylo I arrogante nao pode ler todo o alcance
que a' prihieira vista parece dever-se-lhe altn-
buir.
Me juiloj be sobretodo uiil. que as potencias que
representad) a eivilisajo actual lomem a defeza .los
puvos conlfa a tvranma dos enverne- ; salvar um
povo da oppresso, he urna uobre empreza para go-
veruos, que comprehendem o que deve ser a niora-
lidade das narf.es. Mas para ter forja esla Iheoria
poltica, a nica verdadeira peraule a ju.-lija, he
preciso qte ella se applique a todos os povos, que
ella seja seguida em lodo o seo rigor e jmreza.
Inleresses de dyoastia, mnenos de engrande-
cimeulo territorial, desejos de augmentar os merca-
dos para cbmmerciar, podem completamente des-
virtuar oselos das potencias alliadas, podem com-
pletamente frustrar as consequeocias moraes desses
arlos.
I'ara rallar em uome da liberdade a linguaeem
severa da joslira e da probidade poltica, he preciso
qoe urna ilajo seja livre. que a juslica seja a nor-
ma do se governo, e he certo que nas'polencias oc-
cidentaes |estes grandes priucipios nao sao severa-
menla seguidos.
<> desmembramento da nacionalidades verdadei-
i menle normaes, a helerogeneidade dos goveruos
da Europa, o respeilo exagerado pelos fados con-
sumados a que se sacrificara es mais respeilaveis
verdades, s3o a causa das mulliplicadas quesloes que
esiao a cada instante a pr em risco a paz do mun-
do e a civilisacao em perigo de cahir em lolal ruine.
A Iqneslio napolitana he urna queslao secundaria,
oulra mais importante se aprsenla ainda na Dalia,
porque nella lem inleresse Inda a chrislandadc, he
a de Roma ; mas cima de todas ellas.abrangendo-
as e dominando-as esla' a quesiau da n.icionali-
dade italiana, que um dia ha de necessariamenle
resolver-se, e que nao pode ser decidida pelos go-
veruos, mas sim pela espontanea e irresislivel von-
lade dos povos.
Seja qual for o modo porque termine a quesl.lo
napolitana, essa teiminuju n.lo era mais do que
nma tregoa, om adiamanto, ou lalvez urna origem
de novoa perigos, se se nao tomar urna resolujau
generosa, que assegure a liberdade, a nacionalidade,
a independencia italiana. Pode hoje esperar-se um
resultado desla magniludc da aceito combinada da
franja da Inglaterra 7 Por cerlo que nao, no es-
lado em que eslas najes se achini consliluidas, e
com as coudircs em nue esta" eslabelecida a ra
allianja.
Hade crer que ludo Uto termine por urna solu-
ta pacihca, ou pela sali.rajo de alguma ambicao
misada ; a menus que os fados, indo alem das pe-
visocs dos homens que os eslao provocando, nao ar-
raslrem govemos e povos,|por caminhos que elles
nao ousem Irilhar.
(./ CicilitarSo.)
gabinete da dislrihu^cao dos bilheles, e embaracan- esl muilo intrigado, mrmenla no lu-ar do seu
lili l'Ur'lttlhii.i liiduIi u ',, r.ol.. ._______-...- _-...... ... V.
do exlraordiiiariamenle esle Krvico
A cominissao, lendu em vi- la a acia da sua pri-
meira inspercAo. que dirigi a V. E\c. em dala de
1U de selemliro, etn relacao a va e malaria! circu-
lante, e o evmi que acaba de fazer sobre a apli
dao do pessoal da expiofacio, hade parecer que o
caminbo de ierro de lesle eulre Sania Apulmna e o
Carregado se pode abrir a circulaban, sobre avia
que se acha a-seule e balauslrada, cun as seguimos
condijoe?:
Qae se conlinua aclivamenle na rxlraceja da
Ierras do talude norle da trineheira de \ubregas ale
que a sua inclinajao, disposican das banqueta*, e es-
coamenlo das aguas nao permillarn novos desiuoru-
menlosjjue cheguoni al a va rtns carris.
(Jue a ponte de Sacatem seja constanlemenlc exa-
minada, desde que enlrar o invern, para se preve-
nir qualquer niuvimenlo qoe apparoft ; e que baja
igual vigilancia nos muros Tendidos que sostenlam o
caminho da proximldada da fabrica de Xabre-
gas;
Que o aqueduclo dehaixo do alerro de Marvilla
seja reforjado com arcos interiore* as parles aooda
a abobada esla' tendida anles <|ue se aprsenle rigo-
roso invern ;
Que a ponte de madeira sobre o ribeiro de Alhan-
dra saja bem consolidada anles que o caminho se a-
bra a' ciroular.lo, e qor as oulras ponles igualmente
de madeira se facam succcsiivamenle as reparaees
que -i i i indicadas ;
ttue a rolaloria de Lisboa esleja terminada anles
da ahorlura do caminho a' rircularao. para que as
maclnnascomosseus leiutari insrchein no sentido s.lo proprias, Iraluu' de auniquiliar" e*s' nudeo'de
tlireclo I quilombo ; e, expedindo diligencia por lodas as es-
yue a velocidao-e dos combnvs nao exceda nunca, Iradas e recamos aonde us malditos nesros lain fa-
por Ululo alguro, a ,IU kilomelros por hora, entran- aebdo dialiruras, conseguio caplurar uns, e expellir
do as parageos e conlanilo para cada una ao maxi- : oulros desles lujares, aonde se lurnsram perigosos.
mo dous minutos ; j- Sem duvida. o seu correspondente lorconsequeucia que a viagem entre Lisboa e o nhAu Ihe lera' noliciado sobre o que occorreu no
Carregado, descendo-se em lodas as estac&es, nao Ihoalro daquella cidade. om a noile re 211 de agoslo,
ifasle lenos de una hora e 12 mmulos, jeja qual for I com a cuinpauliia lynea ou do Kamonda : e eu
o sentido da marc hai; | aguardo para saber minuciosamente desses fados
la velon.la.1s deve ser manlida com lodo o dewgradaveis. a leilura da correspondencia do colle-
naaeimenloa cidade da Parnahiba.
Todava, nao he prudenie aventurar por ora coli-
sa alguma a respeilo, puis que, em negocios de elei-
cOes nao helacil .er bom prupheia. e lo pouco bom
.irilhiiiflicn, gemetra, ele, n'uma poca de circu-
ios, roiiio he esla...
Esle mgico circulo do ccnlro, lio o que lem nina
pbalaoga de atblelaa candidaloi, que han de pr os
ulmo- eleilnres em camisas niolliadas pira os ar-
ranjar a' lodos, de modo licarem Mllsfeiloi. Com
ludo a fnrquilha e a laboca teem serviee no lim da
fesla palriulica. Juru-lhe que cu eslou sam le-
inor. ."
O circulo do sul o de Paranagti.' conla dous.
sendo um delles, candidaloa, bem enlenlidoo I)..
J. I.uslosa da C Paranasua'.

Conlinuo hoje nos apoulamenlos que havia re-
colindo ao meu caiiheuho.
lia poucosmezes vieran) ler a uta termo dous es-
cravos, fgidos da Parahiba, a' Jlo Jos de Medei-
ros Correa, senlior do engenho Tnrrinhe, cono vejo
di um annancio desie seu Diarto de Permtmbuco
de mato prximo passado,um dos quaes chama-sa
Antonio, e he namhi de urna orelba; e ineliendn-se
nesses mallos, deram em furlar, violentar pobres
mulhvres, e a saltear as estradas os pa--ageiro in-
cautos. Em pouco lizeram-se lerriveis, e lano mais
quando a elle se ajuularam logo qaaotM negros fu-
giam d Cavias, Trierezina, c mesmo desle lermo >
do de Ociras.
litan o delegado, com o ruidado e zcln, que lite
cuidado
Primeiro, porque as machinas.' excepeao de urna,
team lido grande servijo e podeao conliuuar a pres-
l-lo, se nao se sujettarem a etlorcos considera-
veis;
S3egundo, porque com urna velocidade moderada
ha garanta de evitar os accidentes emquanlo o pec-
soal nao esta' bem cxperienle ;
I erceiro, porque, sendo os carris de pequea torca
sarao assim menos deteriorados ;
(Jue se deve montar quanlo antes a ollicina das
grandes reparajes para obviar a urna deteriorarlo
prompla das machinas que fazem o servico do cami-
uho de ferro.
Que durante o servico publico (que provavelmen-
le nao exceder' a qualro comboys por da, dous de
ida e dous de volla) nao se encontr sobre a va ne-
iinuin comboy do servico iulernn do caminho, e
que os meamos combnys de viajantes ou de merca-
donas, nos primeiros lempos, se nao cruzeru no ca-
minho, mas vao at a' exlremidade e facam o servico
da volla.
A commissao julga ler assim terminado o scu tra-
bjate e salisfeilo, quanto eslava nos seus recursos,
ao que Ihe foi ordenado na portara da sua nomea-
jao.
Oeos guarde a V. Exe. Lisboa, .1 de oulubro de
18.it>.Illin. e Exm. Sr. ministro e secretario de
estado dos negocio, das obras publicas, cmnmarcio e
industria.Jos Feliciano da Silva Cusa.E. Cou-
sin.Francisco Mara de Souza Brandao.
Diario itfi Coccrno.)
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAHBL'CO:
PA KA'
lclem :tl de oulro.
Sempre pense e disse que aqu no Para nao ha-
via partido- polticos ; e o diese, porque nolava que
o lim do chele do grupo que alardeia .la saquare-
era elevar o seu finad > irmao c aeora ao so-
brinho } as alturas sociae, e augmentar n seu pa-
trimonio a' cusa da grande lela da Provincia ; e
porque va que em roda delle se agrupavam os que
coiilicciam que larde, ou nunca as illusiraces do
oulro partido Ibes deixauam;vaga para subirem mas,
lamo se inculcaran* de saquaremas e denuncia-
rn) de luzias aos do oulro lado que eram liberaos
que por lim ja estes nao fazem questao de nor.ie :
sao luzias e ale republicanos si elles o quizessem,
mas luzias que aqu lem sustentado a ordem em 211
anuos que lem dominado, c defendido os presidentes
saquaremas que ellos lem guerreado !
Agora os lu/ias sustentara ao Exm Sr. Kohan. a-
quam elles alacam vilmente, ni porque o Se. Hohau
lendo alias concordada cun elles em umita cousa,'
nao quiz ir rom elles ua Ilegal sospentlo do juiz
municipal, e duvidando pelo menos da constitucio-
nalidade dessa decisaoda asniblea adiou-a al con
aullar ao governo geral E como Ihe fazem guer-
ra 1 He urna desgraea, he urna miseria, tanto mais
eslranhavel qoanlu elles querem passar por cousa
quei vaina.
Esses homens proidituem a politica, como prosti-
liioin a iniprciisa .. felstdade |,e a arma favorita !
t note-se como procedem : escrevem urna falsidade.
responde-lhe moslranln as miserias, as coulradi-
jOes e o dolo ; e elles Bao mais urna palavra dizeu:
ou sahem-se com nutra, que he do mesmo modo
desmascaradas Ouvia eu dizer que a poltica he
a arle de engaar, e achava exagerada ou despei-
losa essa delinirao : hoje creio-a verdadeira, se em
loda parle a poltica lie romo a do nosso Para'.
Prometiera um relralo do Sr. Kohan, e om retra-
to nao cerlamenle fiel cora o original, mas como
elles o <|ii.t. n.
lie urna bi udalheira, que se nao for corlada logo
era principio expora" o 9r. Kohan aos mesmos in-
Ito. que a |ui solfreu dessa genle o Sr. 1-auslo.
Os delenso es du Sr. Kohan eslao ameacadus cora
o ptparote...
1 rehalha-ie em cleiroes rom um furor como
nunca. Os I beraes querem conservar a brilhaule e
signilicaliva i osicaoquc Ihe deu a eslrondosa vicio-
ria n.seleicOu de cmara e joizea de paz: os laes
saquaremas uguslinos qnerem dar um desmentido
a essa manirislacao, e para isso nao poupam incius
inculcam-se ibarae*. corlejam o povo, da ceias u-
inas sobre o Iras, prometiera dinheiro, rondara lodas
as horas do (ia-e da noile, enviam eraissarios-ple-
nipoleiiciams a' lodas as potencias, erafim he urna
roda vida.
Caulain ja a vicioria, porque os enviados para
(.amela par guerrearen) a candidatura do 8r. Na-
buco, os coi egu, Siqueira, e l)r. I'reilas ja manda-
ram duer qj)e ludo la esta' arranjado. eja perco'-
rerara as ru s com vivas e fugeles E a eleioAo
anda hade er depois de amanliAa.
A eleirao he depois de amanha ; o Joao Augus-
to querdar lalanco ao cofre eleiloral, e eu vou aju-
da-lo a cale ilar as despezas felas e por fazer. Ile-
nbrar ao l)r. C. nina lavagem no ama-
leirar^ menos no grande dia ; c aquietar
assuslado peusaudo que ja Ihe
da holica.
^ Em com icusaeilo me cslcndcrei mais no vapor se-
|kis voo le
relio para c
o Lemus qi > esla
vo tirar o fraseos d
tiuiado
PIALIIV
\alenca ( de oulubro.
ga no seu Mario.
4- Temos ueste anuo tido aqui orna abundancia
prodigiosa de caju's, melancias e meles, como nao
suctede ha annos. Cousla-me que a mesma ha em
Oeicas,
Al ao prsenle, nao ha rigor de secca aqui, e
todos os coincliveis estn por prtcoa enmmodos, o
quc'moslra que ha farlura deltas. Ja v, puis, que
UiolesUmot em penuria.
NS lypngraphia do Sr. T. Cesar, em l!iere/ina,
va-sc publicar um pequeo peridico, destinado iao
tmenle a' Iralar de negocios eleiloraes. saslenlan-
do a1 candidatura dos Drs. Borgcs e C. (iil.Ignoro
anida quem seja o redactor, assim cora) o Ululo dei-
sc jolnal.
i Em alguns lugares da provincia leem cabido
grandes chaval, e por aqui algumas pequeas, que
multo aprovpilam.
A salubridade publica nao ha (ido nenhuma
alterara.i em nenhuma parte, apenas havam ap-
parecido em Therezina amas febres, com carcter
maligno, segundo me informara, as quaes lulo feilo
ltimamente alguin estrago em pessoaa indigentes.
Alo agora a Iranquillidade publica nao lem li-
do a menor alteracto. Esla' ludo em santa paz.
Eis as desenchahidas uolicias que linda reuis-
(rado para Ihe dar. Senao vo mais e melhorcs, he
por me ser impossivel.
I.eraiirancas ao seu correspondente do Kio de
Janeiro, a' quem lamliem dir' que se record
do C.
Recoramendares ao rodador do Hom-Dia, e
aceite V'mc. as saudaeoes do seu amigo
c Popular.
. r- A no-sa assembla provincial esta' func-
conando.
Kelalonn da commissao cncarregada de examinar
us Iraballios do caminho de ferro de Leste a gne
Illm. e Exm. Sr. A commissao encarregada de
inspeccionar o caminho de ferro de leste na secro
de Santa Apotema ao Carregado, para couliecer'sc
esla no caio de se abrir ao servico publico, lema
honra de informar a V. Exc. que" no da l.-'de ou-
lubro fez o exame que reslava do pessonl da explo-
rado, vendo funectnnar os empregados nos seus
rc salisfaziam quanto se poda e que comeca no ex>rcicio das suas funcees, cujo ser-
vijo be fcil adeuden lo a pequea evlenjn da li-
utia e ao numero diroinulo de comboyos diarios
A commisiao deseen em lodas as eslaces a nolou
que a do Carregado se achava nn mesmo eslad em
qoe a deixara na primeira inspeceo, e que pelo
menos, era neces accomodaccs siillicienle para us viajantes dasdif.
..n! c eUi""- yue no ,,0- senao hzer a eslaj.lo definitiva, se deve couslruir um
abrigo provisorio par. as pessuas.
Nolnn linalmenle ,,, ,s ,ta, eslaees inlermdi-
U do lalagrapho clecir.eo nao lem e Mpra sullici-
te para se collocarem, .endo [miii a UBj CID,U do
lo smeme pelo bom desojo le servi-
10, meu charo amigo, prosigo cora o raadeiro de Bo-
liciador, l|em que esteja sollicicnlcinente persuadido
da nimba iinhabilidade, e no coohecimeoto das gran-
dissimas dinicoldades que ncsia aidu.. larefa lenho
eiiouiitrado e ciiconlro a lodo o inslante.
llera sabe V'mc, que para cscrever-se bem, ou
ao menos soflrivclmenle,he esseucialnienle neees-
sanu esludar-se lo Jos os das alguma cousa. Ora
nelsloo que nao posso fazer, poique, quando lar-
go o rabo da enxada, da oice, ou do machado, vou
iralar de lomar algum folego, para de novo agarrar-
me com o demo desse ferro, que lano serve para
plantar a mandioca e a batata, o milho e o arroz
para genle comer, como para eulerrar a gente
lela mesma i a/.lo, nao posso anular milicias
molivo porque o meo estrello canhenho sempre an-
da cora as paginas em liranco.
Veja, pois, quanto nao rae he dillicil desempenhar
meu compromisso!
Sem embargo, marcharei avante com a larefa lia
dous annos eucelida e continuada, nao obilatileaua-
si iisupcraveis obstculos.
Anles de passar adianto, pecn-llie que apresen-
te os meus sinceros agraderimenlos ao seu Ilustrado
correspondente da comarca do Bouilo, pelas honro-
sas maneiras com que S. S. se lem dignado diuin-
guir-me. lano por isloeunciirleio e saudo co-
mo por ser elle om hnmcm de ledras, mrito e t-
lenlo, a quem siiininaiiicule prezo e respeilo.
As eleicoes muniripae de 7 de selembro ulti-
mo, estiyeram csquenladas em Campo-Maior dela
fc, os dedos lainbem scro cquenlados? Salire-
mos em 2 de iiovembro prximo luluro, da da elei-
cao de eleilores.
Os saquaremas nao ganhararo-nas ou venceram
exclusivamente, como por mal informado ll.e disse
ha ppeo. llouveram vereadnrrs liberae--. e verea-
dores saquaremas, snccedei.do oulro lauto cmn ea
juizesj de paz.Asseauro-lhe sera reccio, que hnuve
caballa velha de paito a parle, e inc o livro de
unha kle galo ameac.iu as quengas c toulicos dos
pos yotanlcs Sempre foi assim, nao lie cousa
novaJ
Pejsna mui pnlronhada na ennlenda eleiloral na-
quella localidade, ,ssevera-me lirmis-iinamente
que I) ilalli.i dura, peleija ou brisa, o que quizer
ha de haver em 2 do futuro novemhro all, e que ca-
da ujn dos dous Irocoa hostil ja se prepara com lo-
das i* aunas da eleien, que lodoa bem rmiheceiii
nao jnellnnilo por ora o macte.que he o argumento
posifivo do nllnno lance.
Ce* por mira tambera Ihe posso dizer que a dispula
seral calorosa, ardosa. e ale temerosa em lodos os lu-
gares desla boa provincia.
Al cania de ludo latobem o sabe Vme___he o de-
sejJ e ardor de servir a patria, assenl ido I,, i,,,', han-
quihhos f-iticeiros da... emlim de pasear lamhem
na torie com o hanroaiasimo e im|>nilanlissimo titu-
lo de deputadn a assembla geral. etc., etc. Kis a
eanta, mon eber ami, e nao he qualquer eausiha.
Paga levaras bem o Irabalhu o diloso assenlo na-
quelles bancos!...
O circulo do norlelem smenle dous candida-
toso lr. Borges .- Dr. Salles, t) primeiro lera
grande apoio, mlluencia e >mpalhias, pois que he
lido pela autor capacidade do Ptauh\ ; o secundo,
CEA KA'.
fortaleza H de novemhro.
Apresso-me a coinmunicar-lhe os deploraveis sOc-
ce-sos que tiverain lugar ua Imperalriz eem Sobral,
por oceasiau dns que se achavam em minora em ambos os luga-
res nao duvidaram de apresenlar-se uo campo para
pleitearen) urna cleico, cojo Iriuraplio de neulinm
modo Ibes poda ser garantido.
Eis o que se den na Imperalriz.
No da 2 o partido carangueijo apresentou-se pe-
las sen horas da mantila na matriz, e all com un
juiz de paz da freguezia de Sania Cruz, inslallou
urna mesa, e romecou a proceder i eieijo. Mais
laroe appareccram os rhtmaitgo* e desconheceudo
legahdade da mesa, fizeram var aos seus adversa-
rios, que deviam deaiaze-la, vislo que se achavam
presentes o primeiro juiz de paz da freguezia, os
euiorese soppleules.que deviam compr a mesa le-
Os rarangueijoi retorquiram ponderando que
acliavam- que os chimangnt fnrmassein a sua mesa a parle, no
consistorio da matriz, ou raesmo no corpu della :
que quanto a' legalidade da mesa inslallada, nin-
guem all c-fa (atondada Cumpetenle para conhecer
dessa pendencia, que deveria ser aflcla e dicidida
pela camaralqualriennal. Essas |discussoes irritaran)
os nimos, e ambos os partidos rompern) em exces-
sos, de que lalvez boje eslejam arrependidus.
EntrelaniA ,.,ie. primeiros acor.leciraenlos n.lo
pmduzram olVensas, que se sabam conlra a seguran-
ca individual, as quaes merecam a pena de ser refe-
ridas.
No meio da desuniera saino o partido caranquetio
da matriz
D'ahi a poucoi inslanles lrava-se fura della oulra
lula mnilo mais ameacadra, da qual sahiram leri-
dos gravemente dous individuo, e oulros com leves
uflensas, cahimio nm cid.id.lo iiislanlaneamc.ilc ds
uniliro. que he fui disparado.
Na distando em que se passaram aquellas scenas,
que deven) mtigoar prnfuiidamenle o corara do ho-
mem eiviliadq, e aob a narracao dos fados ote hoje
feila por homens mais ou menos parciaei, nao he
possivel saber-se de que ladu partirn) as provoca-
res para a novia lula. Sera embargo poriu de ludo,
eslou persuadido, que neiihnm dos' pedidos deseja-
va quetcerressi o Mingue precioso do cidadao.o qual
he a s vezes IAo barateado por cousas as m >is insig-
nihcanles, e por ventura por circumstancias as mais
imprevistas.
S Ihe pussa dizer com seguranza, que o Sr. Paes
Brrelo tontn Indas as medidas, que aconseihavain
a prudencia, para que all se nao passassem fados
to dolorosos, e que a nao screm inesperados pode-
riam adeslar conlra a civilisacjlo da provincia.
A autoridade policial foi all entregue a um cida-
dau, que anles da lula deu provas de grande pru-
dencia.
Depois do lactoT coohecendo o Sr. presidente que
antes de ludo coiivinha que se lirn.eiu os partidos
toda as sospeilas, e que a aulnrid.ide devia adiar-
se all revestida ih> ln,ia a forja moral, demidio o
delegado Anaslacio Braga, que lomou mais ou me-
nos parle nos movimentos do dia, e numeou para o
substituir o allersbde primeira lioha Franeisco An-
tonio Pereira, a qnem encarrennu de liinilar-se s-
mente as pesquiziJs e indagajes, que melhor ser-
vtssem para orientar a aotnridade soperiur, que hou-
vesse de formar osi processos, a que se dsve proce-
der por muidles aroiileciraenlos.
S. E\c. envin lionlciu para alli um deslacamcn-
to do 25 a :ill prajas, que licou sob as ordena imme-
dialas e exclusiva* daquelle alferes; ordenou ao
conimandaute de polica que se apressasso em ir
aquella comarca, cora o fim de trazer-lhe quanlu
anles, urna noticia exacl.i e imparcial dos fados,
alim ds proceder-se sobro elles, como foise de
le.
O juiz municipal do lugar eo sutlelegado res-
peclivu, liveram nrdens expressas ue sobre-eslar na
loiin.ieo de lodo e qualquer processo a respeilo
dos- mesmns aconleciiuenlos.
lodas essas medidas foram approvadas mesmo
pelos homens qae se icham envolvidos as intrigas
dos partidos, pois indican) que a primeira autorida-
de da provincia, subranceira a lua eleiloral, adia-
se inclinada a punir os criminosos, mas lambem
a pacificar os nimos irrilados da popularo.
Em Sobral os lacios foram mais triste*
Depois de urna secna tumultuaria occorrida no
primeiro dia da eleieo, e felizmente apasgaada pe-
los homens sensalus de ambos os partidos, a rilado
passou pelo desgoslo de presenciar scenas de lulo e
sangue no dia seguinlq.
Por urna leve dispula occasionada entre dous ci-
dados de pouco vullo,',aleinu-se urna grande con-
lenda, da qual era men^sde uraa hora, resullaram
1 morles e mais de :i(l ferimenlos, entre os quaes
alguns de milita gravidjide.
^"ingucra sabe qual foi o partido provocador ; en-
tretanto creio que Bao f lie ser descoiihccido que o
partido rhimang.) nao lem a maioria dos volantes
ou dosqualiticados, assim como em qualquer da, pa-
rochias du mesmo dislriclo.
Sem embargo disso prdende elle fazer Iriumphar
a candidatura du Dr. Ja tilijipu Itaudeira de .Mel-
lo, o qual lem na comarca amigo e prenles im-
portantes.
A adminislrajao, logo que receben a rummuni-
caeiln desles successos, aciiudio ao reclamo da socie-
dade. ,
Deu ordem para que parlissc da Imperalriz, qae
ja boje acha-se era calma,,urna Forc de l> prajas,
mandn 12 das que eslo no Ipii, que o desta-
camento da (iranja, compslo de 1S pessoaa, e que
2(1 prajas da forja publica, que havia nesla capital,
seguisaem sem perd* de lempo para Sobral, onde
devera io la a forja liear a di-posirao do Dr. juiz de
direilo, o qual, roniquanlo professe as ideas libe-
raes, he sobretodo um magistrado probo, que colle-
ra u scu dever cima de lodas as considerajes de
parlido, do que araba de d.ir as mais aullienticas
prove,
Alm ileslas foram expedidas nutras orden para
aeaulelar o soeegn e Iranquillidade, assim como pa-
ra fazer a polica e uiinrdar us presos que se acha-
vam na cadeia das localidades, conde se retiraran)
as praeas.
A eleijo de Slbral foi adiada, em consequencia
dos soccos'os de :i de imveinliro: j foi ordem para
que ella fosse continuada, o que se espera que acun-
leca nn meio da paz garanlida por um deslacamen-
lo rcspcilavel, que comludo ralo devera mover-se
alli semlo para inanterem.se sfios c illesos os princi-
pios da ordem e paz publica, i
Por ora nao ha ainda nolicias do alaria Pereira,
e nem de oulros pontos distantes da provincia. No
Araralv
S iu informado, porem, de que agita-seagora, urna
hora da laiile;, nina queslao na matriz. Diz se que
nm dea partidos deitoa 100 lisias na urna.
.N.ln sel anda que valor podera' ler esle boalo.
Nada mais leulio a dizer-lhe, senao que, no da "i
entrou no porto desla cidade, o vapor Jguaraiiu',
que a cas horas deve achar-se no porto do Aca-
rad)'.
Aileos !
P. 8.Corre aqui que em Sania Auna lera ippa-
recido algumas desordena; como, porm, nao ha
oada de positivo por ora, deixo aqui apenas cunsig-
nada esla leml.ranja, da qual eu fallarei na pri-
meira opporlunidade.
Vi*&UMJtMiQa.
PAGINA AVULSA.
mw sns
Stnhoret redar/ore da Pagina .tniha
Leudo o voseo Mario de hoje (II,, irnos que asea
11'.lacean foi mal informada seguramenle, a respeilo
dos negocios eleiloraes de Ipojuca, e elogia os dous
subdelegados dalli, como concorrendo elles para a
ordem publica, quando foi justamente o contrario, e
que a nao ser o Sr. Ilr. Ernesto delegado do termo,
a cltijao correra como desejavam cerlos hmeos de
ndole perversa, qoe infelizmente habitan a fregue-
zia de Ipojuca por lauto pedimos a Vmcs. qoe ac-
ceilein estas liohas cuino um protesto do que a res-
peilo asseverou a vossa Pagina. '
Ainda as duas freguezias apararlo lisias ie-
guramenle ale ainanhaa (13.) Em ambas al hoje
subsiste um avance lian pequeo a favonios coitser-
caaom : se durara al que se fiada a apurarn he o
que ignoramos.
Algons pas de familia se leem do queixara
om Sr. subdelegado, que em cerla casa se reunem
tubos familias para disculirem subre poltica, for-
mando sociedades, confeccionando estatutos etc. Ui-
zeo) queha quem os ra |alimentando com laes ideas
a ponto de lar js famosos discpulos; u cerlo he que
duraalc os primeiros dias eleiloraes, viram-sa em
cedas malrizes alguns meniuus empenhados pelo
Iriompho do seu parlido '.
lie hoje o espectculo em beneficio do laborio-
so artista Sania Koss. O drama, se bem que de
ueiihum enredo, cora ludo nao ha urna s scena,
que nao respire exemplus vehementes de moralidade
e o mais exacto painel do que se pasea entre muilas
familias ; consta nos, que grande he a em liento.
As duas artistas novijas devem merecer do publico
loda desculpa, ese bem desempenharem seus papis,
lodo o appiaoso he pouco.
, Nao se pode raais passeiar por cerlas caljadas
a noile, porque sao lanas as sentmellas perdidas,
qae quem passeia v-se na dura prccisSo de descer
as caljadas... ora, que mana de eululhar Ser
lamhem por circuios'.' Se nao he, parece, porque
nunca vimos lanas rooVU I !.'
A estrada do Salgadtnho para Belem esl in-
jransllavel p-ra quem anda a cavallo, poisque aquel-
los moradores aiuarrnm no meio da estrada loda ar-
ca da I\o, de sorte qae a nao haver muito cuidado
necessariamenle cahe-se.
Nao ha nada qoe mais aterre do qne ouvii-se
larde da noile assonios com cerlas olas, proprias
de quem d,i signal. Na ra Velha da Boa-Vista alo
ha noile, na qual depois de meia noile n.lo se ooca
cerlos assobios silos, signilicalivos, e compassadus";
em laes casos obstruir as caljadas do que assobiar
as ras, que faz tremer a quem tem medo de la-
dross.
Nao isso nao Qoe governe sua velha mai,
que Ihe grite, que a deixemorrer i tomes trio...
ja he muilo ; mas dar-Ihe '! Nao isso nunca !
Ella esta garanlida ; bridaremos conlra o sacrilego,
contra o reprobo, conlra o amaldieoado !
ELE1I0KES DA FREIll.'E/.lA DE
TKACLNHAEM.
Os senhores : Volos.
Dr. Joaquim Manoel Vieira de Mello 645
Dr. Joaquina francisco de .Mello Cavaleaiili (iil
Cominandanlc superior Jos Fraucisco Lopes
Lima 6:t6
leneule-coronel Joao Cavalcauli Mauricio
Wauderley sjga
Alferes Manuel Jos de Oliveira e Mello (i:t
Mejor Fraucisco de Borja Vieira de Mello 627
I.apilan I lime Crrela de Araujo (>2;t
Cipit.in Chrislovo de llullan-ia BezerraCavak
eaoti B|7
Capitao Lourenj.n Bczerra Marinho Falcao 6I>
PaJre Manoel Jos de Oliveira Kego 612
Capillo Joo Mauricio YVanderley (iltl
Capitn Aurelio Cavalcauli da Rocha Wander-
r Ie> 609
Capno Ctirislovao de llollanda Cavalcanli de
_ Albuquerque (a.")
Capillo Joao Antonio da Silva Cabral 6(11
Cepillo l.uiz Paulino Vieira de Mello 592
(.ipit.in Jos Pedro de Oliveira e Mello .VJ
Jos Januario Soares lerreira 588
t.apilan Joo da Cunha Ferreira 583
(.apuo Carlos Jos Gomes de Oliveira 579
Aiferes Manoel da Cunha Ferreira 587
Capiao Jos de llollanda Cavalcanli Leitao 571
Adeliano da Cosa Villar 571)
lencnio Juao Fraocisco Cavalcanli do Vascon-
cellos 5 Jos de Oliveira e Mello 561
Capiao Antonio da Molla Silveira Cavalcanli 558
Capiao Francisco Cadena Bandeira de Mello 556
Supplenles.
Os senhores : Volos.
256
855
255
Ji7
217
2i7
347
217
2:w
2.18
2118
a:i8
218
221
221
221
22i
3M
221
221
221
221
_'_''.
S(l
78
7S
llenrique Marques da Silveira l.ins.
Sebaslio de Carvalho de Albuquerque.
Jos Cavalcanli Lilis.
Krankliu Velloso de Iiusm3n.
Jorge Clemente de tiorba.
Francisco de Barros e Silva de Albuquerque.
Manuel Brrelo Lilis.
l.uiz Gomes de Axevedn (hampos.
Joaqun) Kndngues da Silva.
fu i Camello de Siqueira.
Manuel Cavalrauli de Albuquerque.
Jlo Romarico de Azevedo Campos.
Domingos Pereira do Espirito Sanio.
Morimundo da Silveira l.ins.
Jo9e Procopio Pereira de Lira.
Jos Carlos Paes Brrelo.
Antonio Kudrigoes da Silva.
Francisco Jos de Vasconcelles.
Domingos (ornes da Silva.
Francisco Ferreira da Silva.
Telles Velloso da Silveira.
Ernesto Gonealvea Pereira Lima.
Sebaslio Antonio du Kego.
.los Paulino da Silva.
Ignacio l.uiz da Silva. .
Miguel l.uiz de Parias.
KLE'TORES DA FBEGDEZ1A DO 1110 FOl-
MOSO.
Os senhores : Vo|os#
Tenante-coronel Jos Antonio Lopes 826
Dr. Franciscc Caldas L'ms 1\\
Major Leandro Jos da Silva Santiago 734
Dito Thomaz Lins Caldas 725
Bacharel Joao Gomes de Oliveira 721
Major Amonio do Santos Vital 7H
Capito loaquim Cordeiro Ribeiro Campos 708
Capiao los Antonio Lopes Jnior 703
Tenente Zeferino Accioli de Almeida Lins 701
Capiuio Jos de Castro Paes Brrelo 600
Tenente Joaquim IgnacioPaes Brrelo t03
Major Joao Baplisla Paes Brrelo 692
Era-pregado publico Antonio Mendos Hamos 6S7
Tenente Serafin Ignacio Paos Brrelo 681
Teen le Joo Cancio Cavalcanli 674
Tcnenie Luiz Ferreira da Silva 671
Tenente Silvestre Rodrigues Pinlo 664
TcnenlcFrancisco de Paula Cavalcanli 655
Proprieiario Manoel Francisco de Almeida 632
Tenente .los Ignacio dos Santos 627
TencnieManoel -Mendos Bandeira Jnior 623
Empregado publico Betnardino Tcixeira do
Barros
Dito Jos Pereira Lins
Alferes Manoel de Mendonca c Silva
Tenente Sebaslio Lins Wanderley
Alfores Amonio Jos da Cunha
Negociante Miguel Lucio de Albuquerque
Mello
Propietario FilippeNery daSilva
Tenente Lucio Antonio de Leao
Supplenles.
Agricultor Joaquim Feitosa de Araujo Caval-
canli
Proprieiario Joo Francisco Branco
Nogociante Tenente Pedro Jos Vianna
Lima
Dito Tenente Amonio Francisco Cezar Vas-
concelos Campos
Agricultor Joaquim Jos da Fonscca
Proprieiario Benlo de S Cavalcanli
Alferes Leoncio Ribeiro Campos
Capito Manoel Theodoro Lins
Agricultor Miguel Accioli Lins
Negociante Manoel Francisco Brrelo
Agricultor Francisco da Rocha Lins
Cirurgio mor Jos Amonio de Leo
Agricultor Demetrio Francisco de Almeida
Dilo Tliom Bandeira de Farias
Dito Antonio da Silva Santiago
Dilo Hygino Joaqnim de Oliveira
Dilo Jos Bandeira de Farias
Diocleciano Ribeiro Campos
'> vapor brasileo ulmperaliis
rome llenrique Ferreira da Conlia 217
I eneiiie I.mu euro Be/erra Cavalcanli 211
Joaquim Cavalcanli de Albuquerque Mello Ju-
mor -207
Joaquim da Silva Pessoa 304
Alferes Antonio Marcolino Bandeira de Mello 2111
Alferes Antonio de llollanda Cavalcanli Wan-
derley j()j
Tenente Jos Bezerra Cavalcanli li)7
lenle Ignacio Francisco Cavalcanli 19U
Major Alexandre Correia de Castro 1tS(
Alferes Patricio Jos Bezerra ls:t
Capiao Jos Barbosa de Qaeiroz 17'J
Manuel de llollanda Cavalcanli ds Albuquer-
que
Manuel Joo Cavalcanli de Albuquerque
Alteres Joi Rufino Bezerra Cavalcanli
Alferes Manuel ongalvea da Silva
Tenente Jos Mara de ? Tenente Manoel da Molla Silveira Cavalcanli
Capito Joaquim Jos Me.ides de Azevedo
Capiao Silvano Antonio lidian
Carlos Aucuslo de Albuquerque
Cienuioo Antonio de Albuquerque
Manoel Jos Nigramonte
Joaquim Jos Moreira
Antonio Manoel Ribeiro
l.uiz de Oliveira Cavalcanli
Capiao Jos Vieira de Mello
Jos Vicenle de Lira
-Manuel Ribeiro de Vasconcellos
Antonio Manoel Ribeiro
Ignacio Constancio de Araujo Pereira
Salviano Tri (entino Bandeira de Mello
ELEITRES DA FREGUEZIA DO BKEJO DV
MADRE DE DOS.
Os Srs. votos.
\ igario Pedro Marinho r'alco 28(i
Commatidantc superior Francisco .Vives Caval-
canli Cainbmm
Dr. Juaquiin Jorge dos Santos
Tenenle-coronel Caelano de Oliveira Mello
Dito Manoel Claudio Bezerra de Menczcs
Dito Francisco llerenguer Cezar de Audrade
Capito llerliiinn Bezerra Cavalcanli
Tenente Theodoro Martins Chaves
Dito Jos da Silva Amaral
Capito Joao Marioho Falco
Dilo Jos do llego Coulo Maciel
Coadjutor padre Jos Theodoro Cordeiro
Capiao f'i.inci-e i dasCliagas Pereira
Major Jo3o do Reg Maciel
Tenente C-emiuiano du lleco Maciel
Major Francisco Cordeiro Lima Falcao
Alferes Antonio da Silva Barros
Capito Thomaz do Arajo Jnior
Tenente Jnse Theodoro Pereira
Dito Joaquim Curdeiro Wanderlev
Sebastiau Jos de Araujo
Alferes Rento Moreira de Albuquerque
Dilo Joan Maiques Pereira
Dito Jo Manoel da Silva
Major Antonio Alvos Maciel
ELECTORES DA FRECUE7.1A DA ESCADA.
(Is senhores :
Francisco Antonio de Barrse Silva,
llenrique Marques Luis.
Manuel Goocalves Pereira Lima.
Antonio Marques de llollanda Cavalcanli.
Dr. Sergio Diniz de Moura Mallos.
Dr. Joao da Rocha de llollanda Cavalcanli.
Manoel da Rocha Luis.
Vigario Simao de Azevedo C)mpos.
Jos Franeisco de Farias Salles.
Salvador dos Sanios Monleiro Cavalcanli.
>ebaslio de Carvalho da Cunha Andrade.
Roque lerreira da (aisla.
Padre Vicenle Ferreira de I-arias (lurjo.
1 !e!lon-n .Manoel Quedes dos Sanios.
Ilelmino da Silveira Lins.
Marcionilo da Silveira Lins.
francisco Antonio de Barros Silva Jnior,
lenlo l.eile Cavalcanli.
francisco Cavalcanli de Albuquerque.
Jos Ermilln Cavalcanli Lins.
Jos Lean Pereira de Mello.
Thomaz Bodricues Pereira.
Jns Pedro de Oliveira.
Ageo Eduardo Velluzo Freir.
Jo Claudio Cavalcanli.
Francisco Paulino domes de .Mello.
Joaquim Cavalconti Ribeiro de l.accrda.
Jos domes da Silva.
Joao Claudiano de Inojoza Varejao.
Joao lleitor do Reg Barros.
Francisco Jos (ornes.
Supplenles.
Os senhores:
Franco Cavalcanli de Albuquerque.
Mauoel Ignacio Siqueira.
Franeisco Anlonio de Carvalho.
Pedro Ernesto,
173
171
169
160
159
158
152
1.51
1i8
145
H:i
139
137
135
131
70
6i
63
62
(K
286
286
286
ase
286
286
286
2X6
286
286
285
276
212
229
228
22S
228
228
227
227
227
226
226
226
. CAMBIOS.
sobre Londres, 27 3i.
r l'aris, 316.
i Lisboa, 118 a 100 por ', de premio,
i Rio de Janeiro, l|2 a I por 0|() a 15 e 30 das.
Acjes do Banco, 10 a ."> de premio.
i( companhia de Beberibe 545000.
ii companhia Peruambucana ao par.
l.'tilidade Pablica, 30 por ceulo de premio.
a luderauisadora.52 dem.
da estrada de Ierro 0 por 0|o de premio.
Iiseonlo de lellras, de 7 a 7 l|2 por Oin.
Jilo do banco7 a 8 por 0|().
juro.Oncea hespsnholas. .
Mondas de 65100 velhas
< risiOO novas
4000. .
Prala.Palaces brasileiros. .
Pesos cnlumoarios. .
mejicanos. .
617
Tenente Thomaz de Aquino Goncalves Braga 013
611
604
601
583
581
587
571
564
555
494
493
')83
463
359
244
'.'.37
229
217
214
211
209
203
101
75
69
., vindo dos
porlosdo norle, Irouio a seu burdo os segundes pas-
sageiros :
Para esta provincia.
_ Desemhargador Custodio Manoel d.i Silva (luima-
raes e um escravo, Jeronvmu Barroso de Mello, An-
tonio Kaolino l'clia. |)io|io Ferreira Foolelle e um
escravo, Manoel Luiz lveo Viauna, Joaquim Luiz
Alves Vianna, Joaquim Jos Barbosa Monleiro, An-
tonio Manoel do Nascimento, padre Joao Paulino
1 inlo de Aguiar, Dr. Belarmino Peregriuo da Ca-
ma e Mello e um criado, Joaquim Maria da Silva
(uimarea. Jos Gonealvea dos Be>, Jacinlho Igna-
cio Muoiz Pacheco, Antonio Jos .Malaqaias, Jos
domes de Oliveira, Jos Antonio Pereira Vinagre,
Jos Mara Karaoiida, Anlouio Pedro e um escravo
a entregar.
Para a Babia.
Dr. Benvcnulo Pereira do Lago.
Para o Rio de Janeiro.
D. Delphina Rosa de Vasconcellos e sua familia,
D. Kaymuuda Apolonia da Silva e um tilho, Tilo
Jos da Rosa Raposo, Francisco Joaquim Rodrigues.
Joilo Ignacio de Oliveira, Manoel Joaquim Moreira,
Joo Pereira dos Sanios, Victoria dos Prazeres, um
soldado doexercilo, e72escravos a entregar.
Ale amanhaa.
'>ian He
^ctttflmfristto.
cousa- marehava,)) regularmente. F;m
Maranguope acabui-se ludo na paz do senbor o | Joan Ca los Cavalcanli de Albuqueique.
mesmo acnnleceu em llalurile, nn Aquiraz e era
Sania Cruz.
F.m Cascavel, un noile ils 6, Timbramos chiman-
guti urna,.....nnln as coininunicaces dalh.
Nesla ciJade todo corria eolre jubilo e folyuedos.
Volos.
8IMI
799
788
78S
788
7XK
695
691
03
60.1
603
603
553
553
504
501
501
501
.Mil
498
198
198
149
m
149
129
129
i 29
379
379
379
Volos.
297
297
297
297
297
Recite 12 de novemhro as 8 horas da noile.
As noticia, que vao chegando do interior da pro-
vincia continuara a dar a marcha do processo eleilo-
ral como pacifica, regular e livre. Pequeas dissi-
dencias, algumas irregularidades de pooca impor-
lancia sao noticiadas tanto por alio as diflerenles
communicajOes que nos chegam, que uem as sabe-
nainos bem expor a liosos leilorcs.
Aqui na capital continua vagarosameole a a pura-
{lona Boa \ isla, e ludo alli se pasa em calma. Nao
podemos dizer oulro lano de Saolo Antonio. A
mesa parece ler eslabelecido como larefa inalleravel
de cada da a apuracao de cera cdulas. Findas es-
las, levanta a sessao. ,
Discussoes de mais ou menos imporlancis occor-
rem cada dia. A da apurajo ou annullae.,., das
cdulas raeltidas em involucros composlas de'oulras
cdulas coberlos os nomes com um papel grodado
anda esla por decidir. Na verdade nos parece pou-
co justo guardar essa decisao para o lira, islo he
para depms de se saber se a apuracao favorece a'
um dos partidos alterando a maioria*.
Oulra queslao occorreu a respeilo das cdulas
que se lera adiado conlcrem mais de urna, arl.
o das icslracjes haixadas cora o aviso de 27 de
selembro ulliraudiz :(loando noaclo da aporaeo
se adiar dehaixo do mesmo involucro mais de uina
cdula, sern iuutilisadas lodas as qoe forera encon-
tradas. Parece-nos que a maule do governo he que
o|volanle que assim usou de m f perca o seu vol,
entretanto, a mesa, quando o involucro he urna lisia
de eleilores apura essa li que condola. Assim a pena que o averno qoiz im-
por ao volante de m f tica nullilirada, o seo vol
he aproveilado embora se inulilisa sua criminosa
imitativa de fraude.
A mesa para assim decidir tera-se apegado ts pa-
lavras preleudendu que (odas as que foYem en-
contradas nao comprehendem o involucro se esle
he urna lisia. Cremos que ella podia ainda lalvez
por em duvidu se o governo pode por um aviso des-
tinado somenle a' melhor eiecujao da lei crear urna
pena nova que a lei nao estabeleceu.
.Nos inclinaran.nos a crer que lodas as lisias com
prebendla a que servo da involucro deviam ser
annuli.nl i-. Se o caso he duvidoso parece que se
devia fazer o raesmo que se faz com as oulras, islo
he, po-las de parle para submetter o negocio a' de-
eitao do collegio eleiloral. Ou porque os volantes do
parlido guabiru' eperassem mais indulgencia
mesa, ou por qualqacr oulro molivo, rju 1-1 todas, ou
a maioria dessas cdulas peja las, se diz perlencerem
a esse lado, durante que os involucros grudadoi per-
lencera ao da prole. Dando nos dous casos a mesma
decido, a mesa leria mostrado mais imparciali-
dad.
O orgo da mprensa do partido praieiro denun-
ciou ao publico esla manhaa uraa leulaliva do
tidoguahiru de recorrer a fraude, nao o podi
violencia para aunullar a eleiju e nao conclu
a apuracao. A razao dada para islo he ler
que mergulham as vistas na urna pereebido
par-
endo
ir-se
m os
que
As carias dos noasos correspondentes no Para,
Cear e Pianhy, dan as noticias dessas provincias.
Nu Marauhao lindan) comeejado no dia2 cora mul-
la urdem e socego, as eleijues para eleilores, sem
nem sequer um pequeo disturbio ler logar. *
Do Riotiraude do Nortee Parahiba, nada ha dig-
no de raelie.ii.
Achva-se carga pira e-le porto, no do Mara-
nho, o patacho a Sania Cruz, o
&0mmttt0.
. itACA DO RECIFE 12 DE NOVEMBRO AS
3 HORAS DA TARDE.
Colajes otllciaes.
Assucar maseavado2^700 por arroba com saeco.
frtierico /lobitliard, presidente.
/'. Borges, secretario.
288 28*500
. ItijOOU
. 1630001
. 99000
. 28000
. 23000
1J860
AtPANDIGA.
Ren lmenlo d" da I a II.
Idan do dia 12 ,
H9:187f037
26:747133
115:931)170
as
I
*a
i de
ge
*) Como riinfiecedores dos dous ridadaos que silo
acliialraenlc subdelegados de Ipojuca, a levados por
inforraaees foi que asieveramos havarero ees se-
nhores raautido a ordem.
nella maior he o numero de cdulas que parecen)
perlenccr ao parlido praieiro, do que ao goabini.
Parece que o Esm. presidente c a polica sindicaran)
do negocio. Nntou-se algoma inquielajio as alias
regies: dizseque se recurren aos meios de persua-
jau e a influencia de pessoaa que devem ser uuvidas
no seu parlido. Parece porm que o Eim.Sr. pre-
sdeme nao se salisfez com esses meios, porque de
palacio sabio o Sr. chefe de polica direilo a um do
quarleis e Icvou para a matriz de Santo Antonio
uina torja respeitavel, cuja presenja produzio algu-
ma sensaoo.
As forjas na* raaos das autoridades que boje go-
vernam Peraimboco nao podem ser empregadas
sean inra manler a lei, a paz e a ordem.
Nincuem leme o abuso. S. Evc. e o Sr. chefe de
polica obram com prudencia, prevendo e evitando
despajas por urna allitude firme, enrgica eimpar-
cial. Nos porem nao nos podemos acommodar a idea
de que os recems de S. Evc. livessem por objeclo o
partido goabiru. Nao, quando a emolac.10 entre os
partidos consistir em aaber.qual he o mais amigo da
ordem, o mais respeilador da lei, o mais verdadera-
mente conservador da consiituija, das leis, e da li-
berdade. o parlido guabir nao ha de deiiar a vic-
toria ao seu contrario. 1 ora preciso aecumularem-
rc relos sobre relos, para que abandonassemos esla
cenvtecao. Esles faclus au appareceram, nem ho
de apparecer.
-~*^af*!5~-
Pelo por a Imperalriz recebemos jornaes do
1 ara com dalas ale :i| do pasiad.., do Maranhio a I
e do Ceara a t> do correnle.
Detcarretam hoje 13 de nocembro.
Barca malezaAanoAonlfmercadoriss.
Brigoe inglezOdem dem.
(.alera irancezaOluda dem.
Patacho americanoLevantr.rinha de tri -o
Escuna hollandezaAnteicqueijos.
talacho porluguezBriliianleceblas, btalas e
hgus.
importa*;a.'o.
(.alera franceza Olinda viuda do Havre, consig-
nada a Lasscrr, Tissel & C, u,.,.,ife.tou o seguinle:
1 cana modas, I dila esparlilhos e pentes, 2dilas
chapeos para ssuhora ; a Theard.
2,> eaizaa agua-ardenle, 1 barricas vinho, I caisa
sedas, 200 volumes garrafas vasias ; a C. J. Aslley
2 calas caljado ; a R. Sehamellau & C.
1 dla reguladores. 2 ditas objeclus para us mesmos
I dila pndulas, 1 dita objeclos diversos, 1 dila ver-
uiz, 2 ditas mezas para cafo. I dila pertences para
as dilas: a F.J. Germano.
80 gigos champanhe, I caixa porcelana, 1 dila li-
vro,' 1 dila sapalos, 1 dila papel pinlado e obrcias,
I dita palles e papel ; a Miguel Jos Alves.
-- canas fazendas de algodo, 1 dila chapeos para
hornera ; a Anlonio Luiz dos Sanios & Rolim.
1 caisa arligos para chapeos de sol ; a Somier Ei-
pelis.
i dilas cvlindros, i dila modas, 3 ditas cristaes. 1
dila quinaquina ; a Roberl.
2 canas modas, I dita sal refrigerante ; a B. Mil-
lachau.
1 celia diversas cousas ; a Jos Teixeira Bastos.
I dila joias ; a Ferreira i Malheus.
1 dila livros ; a Ricardo de Freilas & C.
2dilas varandas, I dila camas de ferro, 1 ditaen-
genhos de assar. 1 dila sellara, I dila armas, 5 ditas
mercadoriss. 3 dilas pallara e couros euvernisados :
a a. Ilurgois.
2 caixas chapeos de hornera ; a Manoel Jos Car-
-> as n?Pel : Anl0"i" de Almeida Gomes.
ditas chapeos para Imniem, 75 barris e 75 meios
ditos manleiga ; a Isaac Curio & C.
I cana com 1,200 garrafas de vinho, i dita papel
1 ma ata da imprimir, I ditas chapeos de palba, i
d. as chapeos, 2 ditas vdeos. I dila porcelana, I dita
sellara, I dita calcado, 1 dila pellas preparadas, 1
dita livros; a l.econle Pern &C.
1 cana panno ; a Fiedler.
171 ball\e ,M meios manteiaa, 10 gigos chim-
pagiie. 908 barris cimeulo, 15 dilo, alvaiade. I ditos
verde, ,)0fardos e i eazas papel; Sos cousignslarip..
1 barr Izinco, 2 ditos alvaiade. I dito llor da en-
xolre, 2 ditos uilro d'amunuco, I cana acido sul-
phurico, 1 dita lilas, 20 dilas licores, I dita b.rabas
para regar, 1 dila arligos de pharmacia, I dila apa-
relhos para conservar bisas, 1 dila vidros e sorve-
le.ras 2 dilas mercadorias, I dita lesoura., 2 dilas
objeclos para chapeos, 10 ditas queijos, 1 dila chitas,
3 dilas flores arliliciaes. 1 dita raercadonas e calca-
do, 3 dilas chales, veslidos e roopas, I dila casemi-
ras, I dita chapeos de sol, I dila roupa, camisas e
peines, a canas peales, luyasele, 1 dila carias de
tenor, duas modas, I dita pomias meUllieas, 1 dila
ouiecios para chapeos, 5 dilas razendas, I dila qnin-
quilhana, .i ditas chapeos, I dda marroqoins, 2 Jilas
perrumanas, I dila carleilase bulues; a ordem.
3 canas perfumaras. 2 ditas papel. 5 dilas roupas.
2 ditas panuos, 2 fardos verniz, 1 dilo carneirss, I
dilo panamauaria, 1 caixa lilas, 3 dilas quinquilha-
nas, I dila peules. I dila bengalas, I dita papelaria,
I dila escovas, 2 dilas massas seccas, 7 dilas eslam-
pas a gravaras, 1 dita agua de vich\,j ditas dila de
colonia, / ditas fazendas diversas, 3 ditos cnapeos
para liomem, 1 dila pharmacia, 1 dila chapeos para
seniiora, 1 ditos mercadorias ; a Burle ai Sonza.
1 cana camisas, dila faz.ndasde algo.lo. 2 ditas
roanas, 2 dilas lenjos de cassa ; a Barroca A Castro.
i canas burras de ferro. 1 dila bonets de bis, 2
dilas fazendas. 9 dilas mercadorias, 1 dita perfuma-
ras; a Lcllellier A; C.
1 Clila "''has; a F. D. Fenaierd.
60 barris e 90 meios ditos manleia;, 2 csixas cha-
peos de sol, 2 dilas chapeos para homens. 20 dilas
fazendas diversas, 7 dilas filas de al rnes de ouro, 1 dila qaiiiqailharia, :l dilas calcado, 2
dilas p ranos mislurados ; a II. Brun & C.
1 cana leodas, 1 dita perfumaras, 1 dila burra,
1 dila merinos, 1 dita chapeos de senhora. 2 dit.s
chapeos de hornera, i dila chapeos de fellro, I dila
dilusdesoldeseda, I dila ceroulas, 3 dilas roopas.
2 dilas r.zandas diversas, I dila sedas : a Luiz Auto-
nio de Siqueira.
&4_caixase barril pelles prepara las ; a Ch. Leclere
3 caixas chapaos para homem, fazendas de algodao
seda etc., ; Siqueira Pereira.
! "'"" vc|aseperfumaras; J. R. Cnclho.
1 dila burras, 5 ditas movis, I dila lampa-inas, I
dila camas de ferro, I dila fazendas, 2 dilas Untas, I
dita louja. 2 dilas quinquillera, t barril pregos 9
cuxas mercadorias, .1 ditas agua de colonia, 5 ditas
perrumanas; a Peidel Piulo & C.
6 canas fazendas, 6 dilas chales de la e seda, 2 di-
las cristaes, 2 dilas carines, 7 dilas calcado, 3 dil
eami.aade algodo, I dita sellara, 1 dla couros,
dila huncos, I barril azeitc, 2 caixas chapeos pa
homem. 5 ditas chapeos de fellro, 3 ditas ditos
palha, I dila vidros, 6 dilas couros ; a F. Sauva
ev (.oinpanhia.
9 caixas fazendas diversas, dilas dilas de seda,
?d1an::Hu,jc:v',c:,marei,,eria-ji8,8,, ch*m"!*n:
> canas mercadorias. I dita Disalos, "dilas cris-
taes, 1 dila clchete e perfumara, I dila pharmacia
e drogas ; a J. U. Dencher.
50 barris e 50 meios ditos manleiga, 50 caixas ve-
las slearinas, O duas queijos ; a Baslos Lcraos.
5 canas papel, perfumaras e chapeos para homem
a J. Cardoso Ayros.
5 caixas lencos de seda, 3 ditas chhepeos para ho-
rnera, I dila malas de viagem, 2 ditas roupas sac-
eos de viagem, 1 dila saioles de cassa de algodo, 1
dita chales, I dila chapeos deso de seda e algodo,
2 dilas chapeos de retiro, 1 Tardo panno de la, 4 bar-
ris queijos, canas pap| p,ra escrever, I dila car-
las de logar, I dila pelles envernisadas, <:i ditas ra-
zendas de diversos leculos, :id.las calcado para ho-
rnera e senhora, B dilas mercaduras; "a J, Keller A
Cunipanliia.
1 caixa cooros curtidas, I dila grvalas de seda,
1 dila lenjos de. a'godao, 2 dilas chapeos de sol de
seda, 20 dilas casemiras, 10 dilas sardinhas, 1 dila
boinas.100 barris e 100 meios ditos manleiga ; a N.
O. Bieber i (..
I caixa chapeos para homem ; a J. Saporili.
1 dila sabres, I dila chapeos, I dila diios de seda
para hornera, 1 dila vinho, i dilas chales de algodo
I dila colleles e grvalas, 1 dita camisas de algod,
1 dila mercaderas, 1 dila prala virgem, papel ele.
2 (Illascidos diversos, barris fin de labio. 21 ditas
fazendas de diversos lecidos ; a I. Monten A Vi-
15 canas chapeos, 1 dita globos de vidro para lam-
pinos, I dila mercadorias, 2 dilas bichas, 6 pedar,
de madeira, 2 caixas rastijaes, 1 dila chales de seda,
1 dita papel, dilas objeclos de (landres, 1 dila m..|.
duras de madeira, i dilas vidros. 7 dilas pelles 8
dilas porcelano, 17 fardus tjbos de chumbo, 6 dila-
caljado, 1 ,lna objeclos para chapeos, I dila livros l
dilas razendas diversas. 1 dita acido murialico, I diU
pelucia de seda. I dila selnis, I diia iuslrumenlos de
msica, 1 barril sal de soba ; a J. P. Adour & ("
2 canas chapeos, I dila burras de ferro, I dila iu-
nelas c vidros. I dila luhus de cobre, I dila cv liudrus
de ierro, 1 dita obrasde ouro, 1 .lila embolo'de ferro
para prensa ; a Scharamm W'hallev \C
1 caita porcelana e livro, 5 dita chapeos 1 dil i
couros para os ditos ; a J. P. Chrisliaoi.
1 caita ehapeos para homem, 2 ditas fazendas di-
versas, 1 dita mercadorias ; a (iuilherme da Silva
(uimares.
16 caivas vidros, 2 dilas obras dezinco, 5 dilas por-
celana ; a Joao Dptisla Fragozo.
I caixa litros, 2 dilas objeclos de lian Ir- ; a Joa-
quim .We
1 ranas piannos a J. VisJswa A.
i barril-ea. 90 ditos alvaiade, 50 ditos salitre. I
dilo colla, I dilo orcella de ma'sa, 1 rtit.i -ulnlulu
de cobre, 1 dilo vermelliao, I caixa medicamenlos,
1 dila magnezia, 1 dila iuslrumenlos cirurgicoa, I
dila esscuea de bardana, 2 dilas verniz. I dila e i
fardos droaas e Pincele ; .i Joan Soura t\ C.
1 caixa panuos e sapalos para senhora ; a l.u-lavo
Juse do Reg.
:i caixas drogas ; a B. Francisco de Soasa.
50 barris e 50 meios dilos manleiga, 1 caixa cha-
peos de palha da Italia, i ditas merceanas, | dila
carias de ,ogar, 7 dilas chapos para hornera, I dila
chapsosde seda demeniuo, 3 dilas papel de escrever
1 dila caljado, 1 dila pentes de chifr, I dila i tirana.
5 ditas fazendas, 1 dita penuis e llares, I Olla rs-asta
feila; a Cal s I-reres A C,
40 barrite 10 mem ditos manleiga, I rana livre.
1 (Jila chapeos paro senhora, I dila Lio chapas Sai
a Manad Ignacio de Oliveira.
Napur portugus -Pedro Un simio de norle, saaaV
signado a agencia, mamlesb o egurale :
kll ^i"V", aocc Josqom l'irc. Machado Pot-
1 dilo crmor larlarni I caixao objeclo da bsri ca
a Barlholomeu Fraoc,^ de Souza. ^
1 d. o ..,la ; Jd Soom k ,-
1 dilo droga. ; Mo,eir. j ,, ,
I cana cha a R,: Schamcu,. A C.
m.ra "" ; """"f ** '* *-
*SZ fr,ico"le *"" *" tmtm j~
I caixa livros ; Antonio Jaaqo.m Vidal A t
11.01. ..aconal ,.L...d.. l..,.,?,''",*+%, ,
Mseanhao. consignado. AraoB. de Alra^ati^e
uiamreslou u seguidle : -"iaa< mi.
1 ) canales c..... paneiros lapiuea. 1,050 saco arroi aorsss)
2 sacos leijao, l barricas Iwrrarliiabes ssar. ...
gerjes ; ao consignatario. ^ '"
90 barris azeile doce ; a (,uimarae A Vales!,
1 cana vinho, 2 dilas co(,.., de vi.lro pa.a snu >
dilas cabres de dilo para vuiho a r.rvea, 1 eain-"
legtmes seceos ; Fedcl Pinto A C.
30 |..uieiios tapioca ; a Nuvan (\ C
I.VI saceos arror ; a Simos Primo A' C
37 pao. selim s Manuel Antonio das Sania.
Ilialc nacional Duvidosu viudo do Araras
rniiH.-nado a Martina A Irmao*, manifeaiasa a bb-
guuite :
M* couros salgados, |,07H meios de ala. sa-in
courinhus de cabra cuitidos, 5 calas cara 6 arras...
de velas de cera de aarnanba, I barrica com K arla-
bas e i libras de sebo, 21 sacras coas 67 arroba, |t,
libras de cera de carnauba, 21 ditos casa 15 a m*t*
alqueires ds gommn ; a nrdrm.
I! i-no americano I si /. ,,,, <|, |>hiladelpliia
consignado a Koslron Kooktr 4 Companhia. ^^'
1,000 barricas fanulia de Irigo, iiai Uarr.qoa!-*
bolaclnoha, 61 canas p.nno de aleodaa, 75 saa ,-
caas cha ; a Ilustren Kooker A Compaoliia
Barca ja Maria Amelia, lima* do Aracatv fara-
prieann Aulanio de Azevedo Pereira.
2.'KI0 meius de sulla, si; osansM com 2.151 aaHIet
de cibra, ,4 couros sa^ad.!., i can.-w coa* :.. pt-
res de caljado ; a Caruinha "j Filhoa.
100 caixas rum 139 arrobas o 22 libra, de rere
compostas ; e Joaquim Fraocisco de Almeida
222 saceos com 111 arrobas de gamma ; a aVa
1JS meios de sola, 39 cueros alsados, 17 a
com 195 esleirn, llisaccoa.cun I2alqaetr de i
ma ; a J. J. dos Saulos Callado.
26 saceos com 59 alqueires de gamma : J F
Viauna.
tingue ingles ..(l.leu.ii viudo de LiaiaasL _
uot'10 Joh,is,ou Pa,CT C- ">anileslai ^
_ 50 barris manleiga, 119 gigos e 21 barricas lenca
'Picles. 103 eana, e 17 fardo* hienda. OJeTw. !
dao, cana fazendas de Ua. o dilas chale. a> rir -
dao, 1 ditos lenco, de algodo, I dila dilas da ss3e
2 dilas meias ; aos consigna lanas.
22 caixas e (i fardos fazendas da alcodae, 15 barr
ca sebo, .>0 barricas barnlba ; a Rostral Bssasi
24 lardos e G caixas fazendas do algedaa, 1 ajotes o
9 lardos dilas de dilo e de linho, I caixa ismata-aa a
conleodo ; a Adamsou llowie & C
1 ca va fazendas de laa, 1 dita mai as da >u
Feidel Pinto & C. -.,
15 fardos e 8 caivas fazendas do aliada* II vasta-
mes ditss de laa; a Paln Nash A. C.
0 astnanaTaWL *"-"' fi"nd" de ** i K.
12 csixas fazendas de algodo, 1 dila ditas de Ua
1 dila dilas de algodo e Ua, 2 fardas liuai aai.
nho ; a A. C. de Abren. 'aonnos.on si-
to fardos fazendas de algodo. 2 caitas arillo, e
pertences ;"a Timm Momsen & Vinas,..
1 cana lorragens ; U. Bowmaa.
.1 dilas fazendas de seda e alg.dio, 15 dita. eK
Tardos fazendas de algodo ; a U. Giaasan
3 fardos fazendas de Ua ; a J. Ilallida'v A I
panhia.
50 barris manleiga, 15 gigos looca, I
banle, 3 ditos lonas, 26 ditos e 51 caitas
de algodo, 27 caixas cita, I dila papel. 5t dalas
queijos, 1 oculo ; a sauu.iers Brater. & Caaaaa-
1 barrica eulilaria ; a E. II. Wyatl.
2 volumes com om cabriolel, 50 cercada* de farra,
1 emluuH.u dila para us mesmos, I barrica earovu
2 dilas louja vidros e lampeoes, 1 caita zallialnr..;
1 dita esp*lhus. 1 dila ferro. I dila conservas. I far-
do colchao, 1 dito pales, 7 gigos btales ; a C C
Johuslon.
28 fardos Tardos fazendas de algodo. I dilo dilas
de linho e Ua ; a ordem.
50 caiiis, queijos, I i caitas fazen.la. de algasia*,
lio de dilo e chales. 28 fardo* e 10 canas f aniiji
de algodo ; a Isaac Cuiio 4 C
50 ambrolbos p. de ferro, 100 barris chemba. I
dilo miudezas, 2 ditos cuntan... Jl ajila* fer.agr.-.
1 dito louja, I .mhrollio calcada, 6 folies. I ene
conservas, 2 dito, machinas par. pozar, I diU mie-
las e ungento ; a S. P. Johnsloo.
1,379 barras de ferro ; para a estrada de Ierro.
1U lardos e 10caitas Uzeada, de algodo, I du..
ditas de algodo e Ua, I dita dita de Ua. seda e al-
godo, 1 fardo baelas de algodo; a Barraca A
Castro.
3 caitas fazendas da algodo e Ue ; a J. Kefler
O C.
30 barris salitre, II ditos oleo de haltera : a n>t-
Iholomeu Francisco da Soasa.
5 caixas fazendas de algodSo ; a Fax Ir aleta.
8 canas bolachiobas ; a Sealliall Mellar A Cam-
panilla. ^^
50 barris manleiga ; a ordem.
9 fardos e il caitas Taieudas de algodi'o ; o J.
Crablree t C.
i barricas agurdenle, 3 latas cha ; a* capilae
160 voluntes saja de ferro, 9 barrica- (erraeent, .",
dilas e 1 cana eulilaria ; ignoca-sc.
I caixa espritu, I dila -.bao, I dita bulacluab*. 2
ditas c I barrica queijos, I dila arvilhas, 2 dala* e**7-
servas, 6 ditas e I jarra carnes, I bar,.I v.aho, ti
presamos ; for* do manifest.
I caixas e 2 sacras amostras ; a diversos.
\ apor brasileiro .Imperalris, viada da paria.
do mirle, consignado a ageucia, raanifaslaa o se-
gointe :
1 Urdo iguora-se ; a Jos Baptista sta Fosa-
se ca.
I caixa dilo ; a Jas Moreira Lopes.
I baln e 2 voluntes dilo ; a Ar.naga e Brvan.
I eano igoora-se ; a lo-e dos Sania. Novas.
I dilo dilo ; a Manoel (tonca!***da sMSSk,
1 dilo dilo ; a Jos Piulo I embrulho dilo ; a Antonio Upes de Men-
dsnja.
1 dilo dilo ; a Jone Anlouio Pereira.
I ramulla dilo ; ao cnsul ingles.
CONSULADO titRAL.
Rendimenlo dndia I a II.....Hit
dem do dia 12....... -i
13:1*54)*
l-'IVKRSAS PROVINCIAS.
nendimenlo do dia 1 a II 1
dem de dit 12. ...... .
^mSSS.1^ exportalao PULA MESA
?, .iV Ul)0 ,)ESTA GIHAUB NO IHA
12 DE NOVEMBRO E IH5S.
Porlo Brigue porluguez S. Manoel I, verso*
car.egadores, 10 pipas ag-lardeale, II casca, mol.
ralmoulhBrigueioglez Charlea, Segadera SJr
lers U Compaahia, 000 saceos aasocor saasca-
vado.
LisboaBrigue protogoet Soberano, Joao lor-
nandes Prenle Vianna, iO ucear ganvnt.
LisboaBrigue pnrlugurl.aia III., Bailar \ O-
liveira :WI coaros espichadas.
Hampion ateos) Barca inglesa s V agssjr, Vbramm
>> halelv A Cornpauhia, 600 saceos aascar mas-
cavado.
BoslonBares americana -Warrem llallelh -llenr
Ventor it Companhia, 6O0 seceos awncar nsaace
vado.
KECEBEDORIA DE RENDAS |INTKRNA> t.E-
MAES DE PKRNAMatUGO.
Hen.limanlo do dia I a II .... 7:*sj5p4Sst
dem do dia 12........ tltc-7K,
sssaaaajpTsal
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendiraentododia1.il. l729tl.V.
dem do da 12....... fctWpYJJ*
1I:19m.'
MARANHXO I DE MiVEMRRii.
Melar e tundo. (Miro.
Untos hespanhola.............
mexicanas.............
! Pejas de fistol)............
Midas de 1.7(100.............
Soberanos................\
Pesos brasilciro..............
hespanhoe.............
' mexicano........
A polkas do banco 225?IHI .. 2Mr-.SU
Uesconlot na caita liliaIN ,
Londres 27 d.
Lisboa 100
t AMIlli-,
fnlh ndsi
Wimi.brnsr.i
CEARA' 6 DE \n\ F.MRRO.
P.-ccos crtenle. ,sto* naasJme .te OnatnoSaaaaj
.II.N.ll. ^........ .___
Agurdenle, catara.
Algodo em ploma. .
" era c.ikicii. .
Arroz, pilado.....
" cases.....
Azeile de rarrapaln. .
Assucar br.nco em rama .
" retinado. .
ina-e n.irtu .
Bnnacha i.rula ou eonima
elstica .
' Cabellos de boiou cavalllo.
pipa
arroba
a
lo,oeire.
a
ranada
arroba
i!-i
..
lo

:


V
Cafe pillado 1." jorle .
2. .
Carrapalo......
Carne secca ou aleada. .
Cera de abelha ....
carnauba .
Cocos para comer .
Couros de boi sainado. .
n carnalro ou cabra
corlidoi .
Doce de qualquer quali-
dade.......
Karinha do mandioca .
Feijao.......
('omina de mandioca .
a ararula .
Madeiraiangico, gooral-
lo alves. jaca, e
raboso ....
Corceo de negro.
Talajuba. .
i Vilele ....
o Pao d'arco em lllih.
Cedro einchaproes.
Mel de enguio ....
a furo .....
Millin.......
yoeijos. ... .
Sal........
Sebo derretido ....
eiu rama ....
Sola ou vaqueta em nieio.
Touciohu......
alqueire
arroba
canto
arroba
58000

:i-o
limo
75600
89000
9000
"3000
fia5on
ceuto JjOOO 30cO0O
arroba
alqueire
H

libra
arroba
(5000
900
85000
43180
8*000
8301KI
210
uiua
duzia
caada
i>
alqocire
libra
alqueire
arroba
j>
11 m
arroba
3UK)
.-un
9*
9960
I ll.-ijl m
255000 10501K)
360
2|800
4.3.500
ISO
ioo
:1300o
5:100
5800
H3OOO
69OOO
39300
55OOO
Atetis.
Duro.Olivas heipsnhulas
Moedas de t?oo velhas
de (i-i 11 aovas
de 49000
l'taia.Pataches brasileos
Peso coluiooariot
mexicano*
tommerdal.)
39|900
ItisOlHI
169000
95000
23000
'.000
15800
~

QllliO II PUbUBn QUINTA FEHA 13 Di NOViMsRi) Ki 1856
dem idem le coalas de alugueis de predios 5 por
eenlo.
dem idem |de frele de teneros importados 3 a 5
por cenlo.
dem de cdWignago de navios de cabalancn, in-
clusive a agari ria da carga a frele 255 a 1003000.
dem de Portugal 2003 a 3009000.
idem de oulros paizea sobre o frele
dem idem
dem idem
2 1|2 por cenlo
dem ideof
ceuto.
dem adiai lamento pan o cusleio de naviosl5 pnr
cenlo.
sobre o premio do seguro 1 l|9 a 9 por
idem sobre o frele agenciado 5 por
dem leu
cenlo.
dem den
despeza de navios 5 por ccnlo.
Comraissan delcredere.
de generas de estiva 2 pnr ccnlo.
fazeudas inglezas c oulras 9 -"2 1|2
jggg^mtg yo pono,
.Varo mirados no dia 12.
II irhucen58dia, escuna bollaadeza Aolje, (fe
101 tuneladas, capilao A. M. Sehaafsm, cquipa-
gem 7, carga queijos. geuehra e mais gneros ; a
i i. A. Brander a Braudis i.V Companbia. Perleuce
a Harliugen.
Lisboa31 dias, patacho porlugoez Brllhanten, de
128 toneladas, capilao Anlouio Brai l'ereira, equi-
pagem 11, carga ceblas e mais gneros ; a Do-
mingos Jos I- ei r-ir.i liuimarAes. Perlence
Lisboa. Passageiros, Maiheos Piulo Pe linas da Costa Piulo Pesioa, Joao de Mello Oli-
veira, Jos Diogo de Pin, Francisco Jos Augus-
to Ferreira, Gregorio Rodrigues, Antonio Jos
fiouc-aivea, Jos Mara da Couceicilo Kerreira e
sua mullier.
Barcelloiu40 dias, pelaca hespanhola Silencio,
de 184 toneladas, capiiao Jacintho Alsino, equipa-
gein 11, carga vuiho e mais gneros ; a Viuva a-
morim & f'ilho. Pertencc a Barcellona.
Liverpool37 dias, galera lugleza ollermioneu, de
383 toneladas, capilao J. Towil, equipagem 17,
carga fazeudas e man gneros ; a James Ryder
Companbia. Perlence a Liverpool.
Genova e porlos intermedios21 dias, vapor sardo
Uenovau, commandaule Francisco I*, a poli. Pas-
aagairo para esta provincia, Pages.
Para' e partos intermedios12 dias (i horas, vapor
brasiUiroalmperalrizo, commandaote o I. leuen-
le A. C. Brito.
Terra Nova38 dias, brigue inglez Eliza, de 231
loueladas, capilao James Lucas, equipagem 13,
carga 2:772 barricas cora baaalha'o ; a Saonders
Brolhei > iV Corapanhia. Perlence a Terra Nova.
Idem30 diaa, patacho inglez oEmilv, de 170 to-
neladas, capilao A. Campbell, equipagem 9,
carga 2,413 barricas com bacalhio; a Mannel
Joaquim Ramos e Silva. Perteuce a Terra Nova.
Seguio para a Baha.
Parahiba2 das, hiale brasileiro Cames, de 31
toneladas, meslre Beruardino Jos Baudeira,
equipagem 4, carga loros de maugue ; a Fraueis-
co Radien. Perlence a Pernambaco. Passageiro,
Mauoel Jos Rabolinho.
.\'icios $ Rio de Janeiro e porlos intermedios.Vapor sardo
iilieuovan, coinmanJanle Francisco Napoli. Pas-
sageires deala proviuea, Fraucisco Jos de Vas-
eoncellos Lesea e 1 criado, Francisco Jos Wer-
neck, Miguel de Siqueira Lima.
Barcelloua pela ParahibaPolaca hespanhola Ame*
lia, capiUo Pedro Bellro, em lastro de pedra e
couros. Passageiros, Aolonio Rodrigues Marlnu
Ferreira, Severlauo d Costa e Silva.
BahaHiale brasileiro Sanio Antonio Triumpho,
capilao Joao Feliz de Meueze, carga mili e
azeile. Passageiros, Domingos Fernaudes Grillo,
Belrairo Augusto Mouteiro Salgado, Francisco
Jos Ramos.
Para o Atacaty
bem couhecid
carga: a tratar
Madre de Dos
A o Para
Por estes dias sabe o bem coulieeido hiale ln-
vencivel, linda recebe carga : a tratar com Mar-
tina & Irinao, na ra da Madre de Dos n. 2.
Pela ve mi
dem idei
por cento.
Idem idJm fazeudas fraucezas e alleraaes 4 por
ceulo.
dem idetn i dem 2 1|2 por cenlo.
Pela venida de miudezas 5 por canlo.
dem ideo] sobre leliras descontadas 1 por ceulo
Armazenagum.
Por (if ndas nos armazeus do commercio 1 por
cenio.
Nos arniazeus alfandegados e particulares o que
marcam ji- tabellas, ou por ajaste previo, pago por
Irimeslremclo vendedor.
Do assacar e algodao he pago pelo comprador ou
exportador seguudo tambera as tabellas, ou o a-
juila.
Os embarques nos trapiches.
De gneros para bordo de navios a senoir para
porloi inciouaes ou porluguazis sao pagos pelos car-
regado
dem dito para bordo de oulros navios para porlos
estrangeiros -ao pagos pelos navios.
A coaduno para bordo, oo descarga de geucros
de quaesqoer navios be por conla desles.
Os freles e primagens de mercadonas carrejadas
nesle porlo, sao pagos da descarga pelo rece-
bedor.
Nao ha primagem para os porlos do imperio, Por-
tugal e America do Sul.
Os enfardainenlos sao por conla do vendedor, ex-
ceptuam-se os do algodo que sao pagos pelo expor-
tador.
As marcas dos saceos de assncar sao feilas pelo
arinazenario, as das caixas de nssucar e saccas de al-
godao, couros e oulras sao pagas pelo exportador
Os carrelos sao pagos pelos compradores dos lle-
neros.
Na venda do assocar para os armazeus da'-se duas
libras por cada sacco para quebras.
A farinlia vendida a bordo he medida com ratou-
ra ; a vendida em (erra he com cogulo.
Aj taras de quaesquer voluntes sao verificadas *'
voolade do comprador ; as do azeile sao de 18 a 20
por cento conforme o tamaito e grossura dos cascos,
sendo o galao calculado em 7 l|2 libras ; as dos bar-
ris de manleiga franceza sao de 21 libras por cada
un inleiro.
As dos barris de manleiga ingleza 20 libras por
barril inteiro.
A talanei ou peso dos gneros he paga pelo ven-
dedor, exceplua-se o dos couros que he paga pelo
comprador.
Os prazos para os gneros de estiva regulam de i
a 8 mezes, e para as fazeudas seccas de 8 a 12 mezas,
sendo rcalisados pnr meio de leltras.
Oa sellos de leltras sao pagos pelos saccadores, ex-
cepluain-se os dos de diubeiros a' premio, descont,
ii dado em pagamento de leltras do cambio, que
sao pagos pelos aceitantes.
Leltras de cambio sao laceadas a 60 ou 90 dias de
vita.
Sobre Londres da'-se 1,000 cerlos por variave
qoantidade de dinheiros eslerlinns.
dem Paris um franco dilo dito reis.
dem Porlugai IOO5OOO fortes dilo dilo fracos.
Idem Ilamburgo um maico dilo dilo.
Para o calculo dos freles a lonellada dos dilleren-
tes arligos he a seguinle:
Assucar em saceos 70 arrobas,seudo em caixa mais
15 por ceulo.
Couros seceos salgados 54 arrobas.
Couros verdes 70 ditas.
Algodao 28 di las.
As pipas calculam-se por ( 112 barricas para o
sul-
Para alleslos da'-se uas vendas de vinho e vinagre
1 por cen 11 de abalimento ; se lia falla lie ella regu-
lada entre 01 coulralaules.
legue com brevidade o palha bote naci
nal LINDO PAQUETE, capitao Jos Pin-
to Nunet : pgra o resto da carpa <|iie Ibe
falta, trata-ie com o consignatario An-
tonio de Almcida Gomes, na ra do Tra-
piche n. 16, segundo andar.
Cumpa 11 hia brasile-ira de
paquetes a vapor.
a bibliotlieca do clllistflO, Desappareceu no dia 10 curenle mez pelas 9
,.., cu nmnAa .1.. ,<.... horai da noile do silio do Sr. Jo3o Filippe da Cusa,
de ora- em BeberilM!f prtli calbartaa de na'sao. q,.e ,e-
preseula ler de 35 a 10 aunas pouco mais 011 menos,
a qual (em os lignaea seguinles: allura e corpo re-
gulares, beieo* crossos e dentes limados, falla inuitu
liumilde eesla' doenle.do que (em uina grande lusse,
e levou um laboleiru e una Iroxa, que conlinlia to-
da a sua roupa ; pede*se as autnridades policiaes e
eapillH de campo a apprelieusao da dila escrava,
levando-a a seu senhor na ra do (Jueinado 11. 18,
loja de fazeudas que sera' generosamente recompen-
sado, pagando-se loda e qualquer despeza que se
haja fallo com a mesma.
Logia Puech com casa de pasto na roa do tra-
piche Novo 11. 20 faz scieule au publico qoe no sen
eslabelccimenlo, sexla-feira 1i ilu rorrcnle de duas
horas da larde eui diente, c atibado lodo o dia. lera
sopa de larlaruga. Previne paranlo aos amadores
deala excdeme pelisco para coniparecerem.
Ooem annuncinu querer comprara Thcsoiiro de
Meninos, ou o dialogo eulre 11 ma sabia aia e suas
diactpulas, pode procurar na ra do Kanuel n. 21 e
mais ,iuiros livros espiriluaes.coino lloras Mariauuas,
Rcliro espiritual, Gil Braz de Sanlilhana, Hecreanlo
do buniein seusivel, ele.
Preci'-se de urna ama que lenha bom lile :
na ra da Guia n. 10, primeiro ailar.
loftaaa uina casa 1111 Puco di Pancha con-
eiaborada pelo l.vd. Sr. Penitenciario fronte a do Sr. GilMoo cen 01 seguales eemmodoe:
da Se de Olinda, segundo as regrasI***salas, aeb qoarloe, copiar e coziuba separada ;
da creia. e leis conhecidas a lcs-!,,"em.i, Prolr.ndcr diri'a-,e a M;,noel da silva -Neves
100
dos mezes,
brasileiro, que se compOe de ora.
efles quotidianat, raelliodo de assislir a
missa e coulissao; canucos, psalinos,
ln muios, ollicio ele Nossa Senbora da
CoDCeiraoe muitai outras oracOesde
grande mrito, preco......r>
DITA DE VARIEDADES, a qual ale'tn dos
mezes, conten? artigos de agricultura,
noedes de (ciencias, artes, le dos cir-
cuios, tabella de impostos, C regulamen-
lo de a'ericao, etc., etc., preco. r20
DITA SIMPLES, contendoatem dos me-
zes, a lei dos circuios e varias tabel-
las de impostos getacs, provinciacs e
Cozinheiro.
Prccisa-se alugar um cozinbeiio, escla-
vo, que seja asseiado e nao bebado, liel,
ele. : na ra da Cadcia de Santo Antonio,
segundo ailar da casa amarella.
Da-se 6001000 a juros mdicos, 00 loda quan-
lia com hypnllieca em alguma proprtodade, e mesmo
lirnia esculbida, ou por partes com penhores : na
ra da Praia 11. 41, segundo andar.
Constando-iue que no dia !IO de olubro proxi-
niinicipaes, preco.
210
DITA DE PORTA, a qual alm dos me-
zes tem explicacdei das indulgencias c
e\commiinlics, etc., pi'djo. lfiO
DITA ECCLESIASTICA (011 de padre),
igreja,
peilo, preco.
em i-ora de Partas.
Desappareceu no
di 10 do correle apret
lar, ps c niaos in-
U____i enanos ; quem o pesar e delle ucr nulicia dirija-se a
bom papel e excellente ty|)o, e vindem- ral dn Brnm n, ^ fahrica de caljei,0ira, que sera
Todas estas folllinhaS S30 imnreSSaS em'**""''*'. eslalura regular, ps c Btloain-
^____i .. .11__...___. 1 chados : qoem o pesar e di
-pea ^ ?$.&
O vapor Imperador commandanle p 1" tcnenle
Brito, espera-se do norte em senuioienlo para o
au!, al o dia 15 do correle. Os senhores que
liverera de renieller escravos e quaesquer volumes,
sejam de carga ou eucommendas, deve^ao ir a asen-
cia no dia da chegada du vapor, par se enuajar o
qoe poder ser recebido ; 110 dia da sabida somuule
se admilte passageiros e dinhciro a frlo alo as lio-
ras do expediente: agencia, na ma ild Trapiche n.
10, segundo andar.
Para o Mar-
nhao i
seguecommuila brevidade ai barca BRI-
LHANTE, tem a bordo a mela carga (|ue
trouxe do Rio deJaneiio, e aqui alguma
prompla : pal a o reslo |ue lbe falta, tra-
ta-sc com os consignatarios Novaes & C,
ra do Trapiche n. 54, ou com o capi-
lao, na pr.ua.
se em porcao e a retallio: na uvraria da
praca da Independencia ns. (i eS.
Prccisa-se de srvenles para obra
de pedieiro : nesta typograpliia.
Ai niHZeiti de Burle Sonza
S Ca, ra da Cruz 4.
Me cliosrido a Bule rrn '/i'in. pelo navio (Modia
n i'\-':'ll.'i;[(. rjpc Ir^n ''/.. (|'j : ri-uu,i TPcoher, 9
por comoiodldadfl Jos minicfl da boa pilad,., ehl-
r;"io do nin-itii'! rapo em casa dos Srs. JuAo Carduzo
A>res, roa da Cartela, e Morira \ Oiiairtc, raa do
Cabup : o prcro he rasouvel.
Jo respeitavel
PIBLICO E A FACLDADE DE MED-
CIA DESTAC1DADE.
Grande e asseia-
do eollegio em
Lisboa,
para meninas, internas c externas, cuja
educaeo, prendas e mais vantagens, se
DOderto avadar, em niesenca doacstatu-
mo passado um de roeuscompanhuros de reparlicao, i .. ______i '-, _
0 Sr. Florencio Domiogue. da Silva, leudo atSupof i loS' 'lue "* atl,a,n ".a '"" ClpO loj.i
um oulro seu collega inlrrpelado por ler dislraludo n. 16, ou na esquina que volta para a
algumas horas do espediente da mesma reparlijao
para se oceupar cm fa/er chapas de eleilores du par-
tido a que dil perlenccr, responder, que seas linha
feilo erilo ao menos em favor du soverno, c nao con-
tra, como as que eslavam ou linha feilo o sesuudo
escripturario l-'onseca em favor do partido praieiro,
e como urna tal insiuuacao i.-uh.i por llm iudispur-
mc conlra o goveruo e meus superiores, pcranle
quem sirvo e leuho servido em ludo, com a roinha
coslumada lidelidade, nao me quereudo ale envolver
desde o anuo de I8i5, em parllo algum polilico,
desde j o convido para que aprcseule as provas da
sua calumniosa assercao, do contrario passara' por
um infame c despreivel menliroso.
Manocl da Touseca Silva.
Nova olade primeiraslet-
tras e francez no Kcciie.
THEATRO
DE
ttit*t*.
ii lllm. Sr, iuspcclordn thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da rr.solur3o da
junta da lazenda, manda fazer publico que
no dia 27 do correute vai novamente a pra-
t;a para ser arre:r.alada a quem por menos
lizer, a obra do empedramenlo do 19' latido
la estrada da Victoria, avadada am reis
5:890|500.
I-. para constar se mandou allixar o pre-
sente c publicar pelo Diario.
Secretaria da tbesouraria provincial de
Pernambuco, 10 de novombro de 1856. O
secretario, A. F. d'AniiunciaQSo.
O chele da primeira secfo do consulado
provincial, servindo de administrador, em virlude
do disposio no ari. 3 do regalameato do 3 deju-
llio da 1852, fa publico que se acharo deposita,
dos, no deposito geral dous esclavos, Antonio, na-
ca u Cassanjje, idade de 35 a 40 annos, Clorindo,
naeio Congo, idade de 40 a 45 annos, com uina
bebda no olho esquerdo apprehendidos pola polica,
os quaes sao considerados liens do evento, por o
desconfiar seus donos, e par qne seja cumprido o
que con tumo sobredilo arl. manda publicar pula
impreusa, para quo no prazo de 60 dias comprela
quem aos ditos escravos tenba direilo, lindos os
quaes se proceder a arremalaco pela forma deter-
minada no art. 4 do citado regulamunto.
E para que cliegue a noticia de lodos mandei
passar o presento ediial, aos 12 do uovembro de
185t.
Theodoro Machado Freir Pereira da Silva.
*
de Janeiro.
Segu com brevidade o bem conheci-
do e veleirobrigue FIRMA, capitao Ma-
noelde Freitas Vctor, tem parle da car-
ga prompta : para o res(o, trata-sc cora
os consignatarios Novaes & C, ra do
Trapiche n. ."i-, ou com o capilao, na
praca.
PARA' PELO MARANHO.
Scgne imprelcrivelmenicnodia 15 do correule
para o Para cora escala pelo Maianlio o brigue
Clara, o qual anda rocebj) alguma carga;
Iralar rom o consigualaric Jeteo Pinto Regis de
Souza na travessa da Madre de Dcos, armazorn de
Martins & Pinto, ou com o capitao na praca.
de J
aneiro.
I>ei?!?:5e.
As malas que tem do conduzir o vapor brasi-
leiro Imperatriz paraos porlos do sul, fecham-
se hojo as 3 horas da larde ; al 2 112 horas com o
pone simples c as tres com o duplo.
Carlas seguras viadas do norle pelo vapor
ulmperairiz em 12 do correnie.
Joaquim Antonio Souza Barata.
Jos A. de Figueircdo.
O* professores c professoras de inslruc;o pri-
maria do quarlo circulo lillerario devero apprest'ii-
lar uesla delegada, al o dia 25 do correle, as lis-
tas do> alumnos, que lorcui julgadas habilitados pa-
ra o exame animal, nos lemos do artigo 41 das ins-
trucc/ies de 11 de oatubro de 1851, afim de, em lem-
po, seren remctlidas a' directora geral da iuslruc-
e.'m publica.
Delegada do qoarlo eirculo lillerino, 8deno-
vembrode 185ti.
U deltgado,
llufino Augusto de Almeida.
REPARTICJAO' DA VACC1NA. @
^ Com aulonsacao do Exm. Sr. $*J
@ presidente da provincia ia/.-se pu- fll
V blico, para conliecirnei'todos lia- -;|;-
gp hilantes delta cidade, que os dias ^
f^5 de vaccina seriio de liojc era di- A
^ ante as quintas e dofningos de f
if cada semana, no lugar e horas 5
!t anleriormentedeclaradas: nos do- fj
^J mingos estara' esta reparlicao a- 2
ri berta aleas II horas a manlia. 2S
Dr. Joao Nepomuceno Dias Frr- (~'
Q nandes, -oininissario vaccinador g^
S prowBoal. q
A direccSo da eompanhia de segu-
ros martimos tilidude Irublica, convida
aossenhoias accionistas, para compare-
cerem no cscriptorio da mesma eompa-
nhia, ra da Cadeia do Recie n., no dia
sahlmili 15 do crtenle, ao meio-dia, de
conlormidade cora o disposto no art. 1
dos cstalutos. Recife II de novemhro de
1856. Os directores, Manoel Joaquim
Ramos e Silva.Luiz Antonio Vieira.
Isos e e-i' ns commerciaes da praca de Pernambu-
co, collegidoa pelo Tribonal do Commercio respec-
tivo *m conformidade do arl. 2+ do regulameulo
n. 738 de 25 de novembro de 1850.
Pela venda de gneros eilraugeiros 2 a 3 por
cento.
Idem idem do paiz 2 a 3 por cento.
dem compra de gneros do paiz e saques 2 a 3
por cento.
dem idem e remessa de leltras de cambios 1 por
cenlo.
Idem negociaban de diloa 1 a 2 por cenlo.
Idem eobrancas de leltras a vencer 1 pnr cenia.
dem idem idem vencidas 3 por ceoto.
Quinta-feiral3 de novembro de 1856.
BENEFICIO 1)0 SANTA KOBA.
Lago que o Eira. Sr. couselheiro presidente desla
provincia se dicuar comparecer na tribuna, dar
principio o divertimenlo com orna bella sym-
phonia
eseculada pela muilo conceiluada banda de msica
militar do corpo de policia, de que he meslre o dis-
tincto professor, o Sr. Pedro Nolasco Baplisla.
Depois represeolar-sc-lia o novo drama em 3 ac-
tos, que pela priraeira vez val a secua ueste Ihealro,
e leru por Ululo
retrato
DE
HUITAS FAMILIAS.
Actores que fazem parles no drama : as Sras. Ds.
I- lu nula Knolli, mademoiselle Alexandrina Menar,
Jesuiua Josephiaa da Silva ; os Srs. Sania llosa, lii-
beiro, Alves, Kozeudo, lama, convidados, cria-
dos, ele.
Os inlervallos serilo precnchidos com as melhores
pejas de msica de repertorio do dilo Sr. Pedro No-
lasco, e eulre as quaes eiecutar.lo o novo terceto da
opera
MARCO VISCQNTI-
e um duelo da mesma opera, lambem novo.
No lira do drama scgulr-se-ha o pasao a dous por
duas Joveus l'eruainbucanas.
leriniuar o espectculo coma sempre moito ap-
plaudida comedia em 1 aclo.
0 INGLEZ MAGHIRISTA.
Adores :
Sras. mademoiselle Alexandrina, I). Jesuina e I).
Januaria ; Srs : Sania Hosa, Lima, Alves, Rozeudo,
mocos, etc.
A scana se passa no Itio de Janeiro no anuo de
1812.
Principiar.! as li iras dn costume.
O reslo dos bilhelesde camaroies, cadeiras e platea
estilo eiposlos a venda a qualquer hora do dia, no
escriplorio do Ihealro.
3ogae com brevidAde o palhabole iVaanil ; rece-
be carsa e passageiros : a Iralar com Caelano Cvria-
co da C. M., na roa da Caleia do Recite u. 2.
PAUA O PORTO
segu com brevidade o superior bnmie Esperanra,
novo, da primeira Viagem e forrado de cobre ; para
carsa e passageiros, lra(a-se com llarruca & Caatro,
na ra da Cadeia do Kccife n. 1, ou com o capilao
na praca
i* ^
c\
o lieara:
Sabe em punces dias por ler a maior parle da car-
ca o hiale Novo Olmda meslre Custodio Jos
Viauua ; a Iralar com o mesmo ou com os ceusigua-
larios ToSso Irmos.
*4....
fi>iJ)$ WbGHsxM.
Para o Rio Grande do Norle c Assu' sabira' em
pouco dias o hiale Anglica ; para carga a passa-
aeiros, !rala-se cum Anlouio Joaquim Suer, ra da
Croz ?. 13, primeiro andar.
Rio de .Janeiro.
Espera-se do Assu' o brigne Imperador do Bra-
sil, o qual depois da snllicenle demora para receher
escravos a frele, seguir' para o porlo indicado :
a tratar rom .Mauoel Alves Cuerra, ua ra do Tra-
piche n. 11.
Rio de Janeiro.
Sague com muila brnvidade abrigue Liberal,
por ler melade da carga tratada ; para o resto, pas-
acairoa e escravos a frele, trala-se com Caelano C\-
riaco da C. M., ao lado do Corpo Santo n. 25.
Precisase de um piloto de carta para o brigae
Conceic.Ho, que aaftua para o Rio da Prala : quem
se adiar habilitado dirija.se a roa do Trapiche n. 11
escriplorio de Manoel Alves Guerra.
Para o Aracnty
sabe ale o lim da prsenle semana a milito veleira
barcaea Mara Amelia; para oresln da carga 1ra-
la-se ua ma da Cadeia du Recife u. 57.
de pa-
va por.
|*or arrlcn do Exm.Sr. juiz de direilo especia'
do cornercio, a' requisieao dos administradores da
massa fallida de Nuuo Mana de Seiaa% por nter
yein..1o do agenta Olivcira, o ou escriplorio desle,
irao a IpiISo no dia sexla-feira, 1 i dn correule, as 11
horas da manlia, os seguinles predios pcrlencenles
a referida massa : 1 sobrado na ra do Amonto u.
15, dilo na da l'euha n. 6, I silio ua estrada de Sao-
l'Anua (Chacn) com casa morada etc. n. 29, e 14
casas, sendo as de ns. 5, 6, 7, 8, 10,12, 31 e 35 na
Casa Porte, e seis na campia do mesmo I ugar, e
um litio lambem na Casa Perla cora casa parte mu-
rada : cuu\idam-e,' paranlo. prelendenles a
examinarem anlecipadaraeule os mencionados pre-
dios.
0 agen le Peslana tara leilao por conla de
quem pertencer, de 30 barris com excedente vina-
gre cm lotes a vontadodos compraiores ; sexla-fei-
ra li do correle pelas 11 horas da manhaa no
armazein do Sr. Anuos defronle da alfandera.
Leilo.
O agente Pestaa nraV leilo, em seu
armazem, na ra da Cadeia do Recife n.
55, de grande porrao de mohilia nova c
usada, consistindo em cadeiras, sofa's,
marauezas, mesas, aparadores, consolos,
qiudros c vidros, varias obras de ou-
ro e prala, relogios, eoutros inuitos ob-
jectos que se acharSo e eslarao patente pa-
ra serem examinados; inclusive duus e\-
cellcntes bitacolas proprias para navios,
e oulras agullias soltas, um cab iolet de 2
rodas patente ingles, que se vender'por
to lo o preco : quinta-leira 13 te, pelas 11 horas da manilla.
Real eompanhia
quetes iuglezes a
No da 19 espera-se do sul o vapor TAMA B,
commandanle Jclllcoe, o qual depois da demora de
cosame seguir para Soulharoptoo, locando nos
porlos de San-Vcenle, Tenerill, Madeira c Lisboa :
para passageiros ele, trala-,e cornos agentes Adam-
soii Hume Si C, na ra do Trapiche-Novo n. lj.
Espera-se qualquer dia o brigue brasileiro
Leao viudo da Parahiba, e seguir' no mesmo, od
no dia immedialo para o Ric de Janeiro ; pJe re-
eeber a frele escravos : Irala-M no escriplorio de
liaac, Curio A. Companhia, roa da Cruz o. '>%
Leilo.
0 agente Oliveira {ara' leilao, por or-
detn de Charles Wilson, capilao da barca
americana Mar} Nelville, da qual sao
consignatarios os Sis. Ilenrv l'orster A
C, do seguinle : cerca Je 11S saceos se-
ment de linhai;u, (i paeoles lio, 27 sac-
eos sablee, 23 cai\as oleo de ricino e 100
saceos calo do Ja pao : i|uinta-i'cira |T)do
corrente, as II horas da manhaa, noar-
ma/.ein do Araujo, caes de Apollo.
O agente Borja fara leilao em sen armazem,
na ra do Collegio n. 15, de um erando e variado
sorliraenlo de objeclos de inarcineria novse usados,
vanos pianos, obras de 00.ro c prala, relogios de dif-
ferenles qualidadcs para algibeira, vasos e enfeiles
de porcellana para sala, laiilernas, candelabros, lou-
ra e vidros para servido de mesa, nina por^ilo de
tapetes de uova iiiveneo para se porem os ps, e
uina iulinidade de uulios uiiiilos objeclos que lora
iinpnssivel enumerar ; asllin romo urna excellenle
bomba Je repudio i urna |>ur^3n de raivilhos envi-
drarados para porta, etc. : sexta-feira, II do corre-
le, as 11 horas em ponto.
Jos. Adelo da Silva, hem condecido dentista e
sangrador, pode ser procurado a qualquer hora do
da, na ra da Caiuhaa da Carino, casa n. 20, para
sangrare lirar bem denles,chumbar denles Turados,
separa bera os da frente, e applica ventosas sarjadas
pela altracSfl do ar.
UM PROTESTO SOIEMNE.
I endo o abaixo assiguado lido que os edrainislra-
dores da massa fallida do Nuno Mana do Seixas o
por intermedio do agenle Oliveira preteodein na
sexla-feira, II do correle me/, de novembro, arre-
matar parte dos predios perlcneentes aquella massa.
e como o abaixo firmado seja credor a' dita massa
por urna quanlia avullada, vem solemnemente pro-
testar contra qualquer arremalaco que tenha lujar,
declarando desde j explicilamenle que ha de em
lempo competente auuullnr qualquer arremalacAo
que se realise, ludo na conformidade do protesto ju-
dicial de 3 de julho de iva;, abaixo transcripto, de-
m Lmenle inlimarid aos nuil os administradores Au-
rellano Almeida Rodrigues Isaac e Novaes & Cora-
panhia.
Diz Jos da Rocha Parando,, qoe sendo elle cre-
dor de Nuno Mara de Seixas por cinco ledras no
valor de 19:6169833, sendo .lua das qu.ies endossa-
das por ltarlholomen Francisco de Souza sera sua
responsabilidade : acontece que por justos motivos
que sobrevieram ansupplieante niio podra elle com-
parecer as rcuuies dos credores do mesmo fallido
que liveram lusar nos annos de 1K51, 52 e 55 para
nemcaeao do depositario a mas-a, e ludo quanlu era
concerneule a' habilita^o de volar e ser volado pe-
los adminislradores da referida massa, e com qnanto
nilo toase o supplicanle a isso obrigado, e nem lives-
se aspiraeoes a' sor volado para qualquer dos cargos
da massa. com ludo prelcnileudu apresenlar os seus
ttulos de divida pra ser admiltido ao rateio da
mesma massa com ns demais credores, de conformi-
dade com a diepoelo ao arliuo S.'J do codiuo cnm-
mercial, nao o liera ale o prsenlo porque prev
que nenlium proveilo pude tirar da apresentaeao de
seus dilos lilulos, visto como reconhece o supplicaalc
a alropelo de formulas < solemnidades esseuciaes
que se tem dado un proces-o daquelle fallido que
ressumbram avala da legisl icflo comraercial do paiz,
mauifeila aullidade, pela qual ja protestara couve-
nieiileinenle a senbora do mesmo fallido, protesto
que deu logar ao supplicanle recuar em apresenlar
os dilos seus ttulos aos adminislradores nomeados a'
dila massa, por julea-los illesaes e incompetentes ein
virlode de serem lles eleilos por urna reuniao de
credores, convocada contra os principios de direilo
comraercial admitlidos em semellianles casos.
Assim pois, segundo o axioma jurdicoquod uul-
lum est ab inilio Irada lempore non couvalescil,
convencido o supplicanle que desde o seu principia
he millo o processu instaurado roulra o dilo fallido,
e que como lal millos c illegaes sao os administra-
dores e depositarios nomeados a' supradila massa em
virlude do actos lidamente subsequentes celebra-
dos, recusa apreseniar-se ao rateio dos bens da mas-
sa fallida, e como lal usando da faculdade que lbe
outorga o rtico 390 do resularoenlo n. 737 de 35 de
novembro de 1850, o supplicanle para conservado
de seus direilos protesta cinara os administradores
illegalmente nomeados a' massa,e conlra lodos og ac-
tos que diman iri-m do tal adiuinislrarjj, para a lo lo
o lempo haver a importancia do priLcipal, juros e
cu-las de seu debito, pelos bens da mesma massa
queforem arrematados, c uo poder de quem se acha-
ren), bem como dos supradilos adminislradores que
tiverem promovido a arremalaco delles, por isso
vem requerer a V. Exc. se digne mandar lomar por
lermo o seu protesto, c que seja elle intimado pes-
soalmenle aos mencionados administradores que sao
Aureliano de Almeida RoJriiues Isaac e Novaes A;
Companhia. por si e como procuradores do Castro &
Campanliia, do Porlo, de conformidade enm o artigo
391 da referido reiilamealo comrcercial. Nesles
lermos pede a V. Exc. Illm. Sr. Dr. juiz do com-
mercio assim Ihe delira.E. R. Me.
Jos da Rocha Prannos.
Tome-se por termo o protesto do supplicanle. Re-
cife 18 de junho de 1850.A. F. Perelli.
TERMO DE PROTESTO.
As 23 de jullio de 1850, nesla cidade de Recife de
Pernambuco, veio Jo- da Rocha Paranhos, e pe-
ranle imiii e as testemuohas abaixo assiguadas disse
que prole-lava pelo couledo em uina pelicio relro,
qoe fazia parle do prsenle termo, para o liui na
mesma requeiido, e de como assim o disse e proles-
Ion. assignou com as ditas teslemnnhas o prsenle
termo. Eu Maximiaiio Francisco Duarte, escrivao
oescrevi.Ju da Rocn Paranhos, Eslanislo Pe-
reira de Oliveira, Jviuiano Diamantino Alves de
Lima.
Saliio do casa no (lia 10 Jo crreme a prela
.loanna, liaixa, desdentada na (rente, cor fula cabel-
los corlados rentes, levou vestido amarcllo, c panno
da cosa encarnado com franja liranca ; consta que
anda para o bairro da Boa-Vista : quem souber
noticias dola a leve a seu senhor, no poleo do hos-
pital Antonio Brochado Soares (uinares.
Arrenda-sc ou vende-se, um sitio na Casa-
Forte, com bstanles frulciras, algtins coqueiros,
200 pos de bananas de dilTerenies qualidades, e ja
do (rucio e culoticeradas.baisapara plantar capim,
duas cacimbas de boa agua, pode ler seis a oilo vac-
casdoleile: quem o pretender dirijase ao silio
do Sr. Amonio Alves Vellozo, que ser guiado por
ser visinlio.
ttoga-se a S. Exc. Itvma. digne-se
mandar organisar e publicar ama la-
bella dos lugares que as irmandades de-
vem oceupar, na piocisso de Corpus-
Chrisli, alim de evitar conllictos vei'jjo-
uhosos que to'dos os anuos se dao, por
causa de primazia de lugares.
Domingo 15 do crlente', sera' ce-
lebrada a Testa do Orago, da fi*eguezia
de San-Jote do Recife, pelas 11 horas da
recompensado.
UMA PERGUNTA INNOCENTE.
\ irnos de urna correspondencia de 24 do pas
sado, com a assignalura da Sra. do Sr. Burgos
Ponco de Len, cm que se affirmava ler esle stmu-
ladamenta vendido ires escravos ao fir, Jos I. de
Mello, c que para prova dessa fraude, linha um
documento ministrado pelo dito supnosto compra-
dor. Em rasosla disse o Sr. Buigus l'nnce de
l.eon, oin sua correspondencia de 29, que era falsa
scmclli.inio asser{io, c que lal documento aao po-
da existir, visto como linha elle verdadeiranicnle
vendido esses escravos.
Ora, a vista disso, nao be obvio, quo os apre-
goados protectores dessa Sra. assim publicamente
desmentidos, deviam so justilicar publicando o do-
cumento? Curtamente, mas se al agora nao lera
provado o seu dito, se mesmo recolhcm-seao re-
cndito do silencio, nao be isso uina prova deque
se nao pejam de suas falsidadcs '. cerlissima-
niente.
A lottra do banco.
Fugio no dia 11 de novembro crreme, da
cidade de Olinda, um moleque de nome Sebastiio,
com 16 annos de idade pouco mais ou menos, boni-
ta llgura, com um dente quebrado ou com urna fa-
lla quasi na frente, tendo em uiu dos pulsos um
sigaal novo de urna pequea queimadura, levou
calsa de algodo azul, camisa nova dealgolao gros-
so, e chapeo velho de palha, consta andar aqui
mesmo no Recife, gralifica-se a quem o levar em
Oiinda na ladeira da Misericordia defronle da casa
PERMUTA.
Pcrmuta-se urna grande casa terrea na Roa-Vi*ta.
por nutra menor em qualquer dos bairro : quem
pretender dirija-se ao pateo da Pcnha n. 2.
BiLHETES DE LO ElA DO
m DE J4NER0.
Acbain-se exposlos a venda juolo ao arco de San-
io Antonia, os aovas hilheles da 2" lotera do Asylo
do .Sania Leopoldina, exlraluda de 5 a 8 do pr-
senle, as lisias vem pelo primeiro vapor que sabir
depois daquelladata, e ehegar aqu ale 17 do cor-
rale. Os bilhelrs sao pagos de conformidade com
os annuncios ja felos, o por islo a se vendem a
dinheiro a vi.ia, por causa dse acharan minios
Inundes vendidos lia lempos, e os Srs. que merece-
ran a conlianca lomando-os a crdito nao tem cor-
respondido assim cun o que tralaram, com euj-i mo-
roaidada direelameate inlluem a haver dnvida e
para evilar qne.loos, espero que quanto anles ve-
nliam salisfazer seus deliilos a Jos Euzebin Alves
da Silva.
Ira rapaz com pralica de loja de fazeudas of-
ferece-se como caixeiro, o mesmo pode dar boas in-
formjcftes tanto de sua conducta como de suas ha-
bilitaeoes ; quem precisar qneira dirigir-se ao se-
jiiii I i andar do sobrado au p da ponte da Roa-
Vista, que tem taberna por limo.
Precisa-se de lira bom criado e prga-ae bem
agradando o servieo e comporlanieuto : a Iralar no
campo do Hospicio junio ao quarlel osa do desem-
bargador Mendes da Cuaba.
Precna-so alonar um prelo para servieo de
casa : ua ra do Crespo junio aoarco de Sanio An-
tonio, livraria de Jos ogueira de Souza.
Aluga-se o primeiro andar da casa da ra do
Collegio n. Ici: a tratar no (erceiro andar do mesmo.
O Sr. acadmico Miguel Lniz Vianna, leuda
a boiidade de vir a roa do Crespo u. II, antes de
retirarse para a Rabia.
Precisa-sede uina pesso, homem ou mulher,
para fazer as compras e ir a alguns mandados de
una casa de pequea familia, pudendo ir peruoilar
era sua casa, querendo : ua ra do Hospicio a. 7.
O abaixo asiiguado residente na roa da Cadeia
do Recife D. 13, deseja fallar a seus lios o Sr. padre
l'iago Pina Cabral aneen irmao Anlouio Pina Ca-
bral, viudos dos Casaes de S. Joao, coiiselho de
tavares, bispado de V'izeu do reino de Portugal lia
7 para > anuos.
Jos de Pina Cabial.
I'erdeu-se o meio bilhele da 5." parle da 6.a
lotera da Boa-Vista, de n, 2253, carimbado com a
lirma do Sr. P. J. I.avme.cujo bilhele acha-se assig-
uado por delraz cora duas firmas, uina de Jus An-
tonia Pinto e nulru : por lano pedimos ao Sr. Ihe-
soureiru que caso saia algum premio, nilo pague ,e-
no a J. A Piulo.
Precisa-se de urna mullier para ama de urna
cata de punca familia na ra Imperial n. 41.
Da'-se 150\UuO rs. a premio com peuhor : na
ra Dircila u. 71.
Avisa-se aos orveieiros e mais compradores de
gello, que o deposilo do mesmo acha-se aberlo uos
dias uleis, das dea horas do da as qualro da tarde, e
nos domingos s at ao meio dia.
Koliert Kallock capilao da barca americana
/'tith/cnder, declara (|ue nao se responsabilisa por
qualquer divida feita por sent de sua tripolac.ao.
%tt>i$0& '5ti>C0.
Precisa-se fallar aoSr. Joaquim Jote
Marques, que morou em Sanio Amaro :
na livrarians. Ge8, da (iracada Indepen-
cia.
Foliilulias
PARA 1857.
Acliam-se a venda as bem conhecidas
folliinhas, impressas nesla l\ poj'raphia,
das sc{ruinlcs qualidades:
FOLIIIM1.V RELIGIOSA, coi.lendo alm
U. iliilia i. iu-i,inr. no Maraes l'clleild,
e seus lilhus, agradecen rurdealnieule a ludas
pessuas que liveram a bondade de comparecer
ao funeral de seu prezadu marido e pal, e ao
mesmo lempo riigam as mesillas de assislirem
a missa qu se ha de celebrar uo stimo da,
sexla-feira II do corrale, na capellada ce-
milerio publico, a's 7 huras da manhaa, Re-
cif- 11 de mu nulo .i i|e JS.'jli.
O Sr. ll.esoureiro manda ia/.cr pu-
blico que lendo sido numerada a casa de
2001 .i 5,000 cm hilheles iqteiros, quan-
do eslava ja numerada em meios ; pois
a casa de .1,001 a 1,000 que deixou de ser
numerada, a que devia ser em bilhetes
inieiros, e sendo arrecadados os bilhetes
desla numeracao e substituidos pelos da
casa de90l a 1000, e como faltem os
nmeros abaixo transcriptos, em lempo
declara aos possuidores de taes bilhetes
tnteirosdeosvir trocar por oulros da casa
de 5901-4000, poisacasade 2901 a 5000 s
serio validosnsmeios bilhetesdesta nume-
racao c os bilhetes inieiros que (allamar-
reeada dos nmeros abaixo declarados
nao poderao com elles os possuidores te-
ceber premio alum, ])ois com lempo o
Sr- ihesoureiio manda
O abaixo assignado, professor particular aulorisa-
do pela directora geral de ioslrurco publica, conli-
mia a dar lices de primeiras ledras, grammatica
nacional e francez, lantu por casas particulares como
na de sua residencia na ra da tjaia n. \-, onde pre-
tende abrir urna nova aula de ioslruccilo primaria
em principios de Janeiro fuluro. Todava aquellos
senderes que ja Ihe Tallaran) e quizerem que seus fi-
Ihus aproveiiem esle reslo de lempo ale ^1 de dezem-
bro, os p idcrao mandar a relerida casa, onde desde
ja encontraran o eslabeleciineuto, o mais espacoso e
are, i lo e lalvcz um dos mais bera montados do Re-
cife ; mas que o anuunciaiiie nao considera anda
aberlo por ser fins de auno. O aunuucianle em vez
de promelter grandes couaas e de arrolar palavroes,
s pede ao publico que o experimente, e depois o
julgue como for justo.Juao Jos Rodrigues.
AVISO PARTICULAR.
Na ra da Moeda, casa particular, cozinba-se com
muila limpeza, tanto para fura como para denlro a
pessoa que precisar, dirija-se a mesma ra u. 99,
das S horas da manhaa ale as S da noile, que adiar
cora quem iralar.
Precisa-se de ora moleque que seja fiel : oa
ra dn Trapiche Nvo n. I.
Precisa-se de una ama para Iralar de um me-
nino : na ra Direila, seguudo andar n. Kb.
Joaquim A/.evedo de Andrade. mo-
rador na ra do Crespo n. 10, gratifica e
agradece a pessoa que Ihedisser aonde he
a residencia de urna senbora viuva, cujo
nome ignora, pie mora nesta cidade, a
qual tem urna escrava de nome Hosa, pie
toi do sertao, e conhece um preto tam-
bem do sertao, que viudo a esta cidade
fumo, e be provavel pie a dita escrava
saiba aonde elle se acba.
Precisa-se de boas coslurciras : na ra Nova
n. 52.
Precisa-se de nma ama que saiba bem cozi-
nhar e para fazer as compras, para casa de homem
solleiro : na ra do (Jueimado n. :is.
l'recisa-se de um bom fornciro : quem se
ai liar neslas circumstancias dirija-se a ra da Flo-
rentina n. 6, que achar com quem tratar.
Precisa-se para o servido interno c externo de
urna casa eslrangeira, de um prelo: a quem Ihe con-
vier dirija-se a ra da Cruz n. 4.
John Lilly relira-se para Inglaterra.
Precisa-se de uina ama que saiba cozinhar e
engommar, paaa-se bem agradando os seus servicus :
ua ra da (juiu n. 'J.
O abaixo assignado, eslabelecido em Itacate,
juba nada dever a pessua abruma na praca de Per-
nambuco, mas 9e al&uem se jul- ir seu credor. air-
va-se no pravo de (res dias contados da publicacao
desle, apreseular a sua conla ao Se. Antonio Pereira
Mendes, na ra da Praia n. >.-Anionm Joaquim
da Silva ligueiredo.
Em praga presidida pelo Illm. Sr. Dr. juiz
dos felos da fazenda, depois desua prxima audi-
encia,se hao de arrematar os bens seguinles pcnbo-
rados por execujoes da fazenda nacional conlra
seus devedores abaixo declarados :
A posse de um terreno de marinha n. 101, em
Fora de Portas, na travessa dos Guararapcs, com
280 palmos de frente, e 115 de fundo por .
i: 1205000 ieia., dos iierdelros da Jesue de Josus
Jardim.
Urna casa terrea na ra de S. Goncalo n. 7 na
fregue/.ia da lioa-Visia, com 20 palmos de frente,
o (30 de fundo, cozinba dentro, pequeo quintal
murado, cacimba' meeira, por (1009 rs., de Cosma
Damiana do Amparo.
Uina casa na freguozia do Poco da Panella, na
ra do Rio n, 7, com 22 palmos de frente,c 50
de fundo, cozinha dentro, quintal em aberlo, chaos
foieiros, por OOO rs., da irmandado do Sacra-
mento da mesma freguezia.
Urna casa construida de madeira e bario, no lu-
gar do Moolciro a margem do rio, com 70 palmos
de frente, e 50 de fundo por 3009 rs., de Jos
Bernardiuo Pereira de Brito.
Um escravo de nome Benedicto, nacao Angola,
00 annos de idade, por 2005 rs., e urna escrava
de nome Mara da mesma nacao idade 45 annos,
por .3009 rs., da viuva de Ignacio Paulino da Cu-
nda.
Um escravo de nome Joo, najo Angola, com
30 annos de idade, por S009 rs., de Manoel Coe-
lbo Cintra.
Doze cadeiras com assentos de palba duas ban-
cas e urna marquen, ludo de madeira pao d'oloe,
e por 369000 rs., da viuva de Jos do Rosario.
L'ma marqueza, urna commoda, duas banqui-
nhas, i cadeiras, e urna mesa ludo de amarcllo em
mo estado, por 279 rs., da viuva de Francisco
Joaquim Pedro da Cosa.
Lina carteara, urna mesa pequea, um lavatorio
dous mo\os, um espcllio, e urna cadeira de diversas
madeiras, ludo por 205 rs., de Joaquim dos San-
tos Aze\cdo Jnior,
Quem taes objeclos pretender dirija-se ao lugar
e hora do costume.
Recifo 10 de novembro de 1856.Joaquim
Theodoro Alves, sollicilador do juizo.
\o dia K do passado mez lu.rtar.iin da coebei-
ra da ra da Cadeia de Sanio Anlouio u. 7, um r-
reio para cavallo de carro, c no dia ) do correule
um par de dilos, sendo o primeiro ja usado c os se-
gundes novas e sern cabecadas : rosa-se aos seuho-
rei donos de cocheiras e enrrieiros i quem forem olle-
recidos dilos arreioi, de os tomar e avisar por obse-
quio na dila cncheira ; assim como lambem aosse-
ohores parlfculares.
ra da Cadeia.
ALMIARAS. RVMEVA !
Boa nova teoho a dar ;
K-le sol que vos abraza
Vai-se em gelo transformar.
La' do Pido, onde o Lapoe-
\ nem ua loca culurnadn-,
Chegoo nctar que refresca
Vossoa labios destacado.
E o Beatas, que jurou uuerra
Ao foso, ao sol, ao calor,
Com gelo, ananaz e outrai
Mitigara' vosso ardor.
Junio a l.cci o do Koari<>
Ide, pois, e encuutraret*
Ser verdade o que \o- coala
Bom cobre la' deixarcu.
Prccisa-se fallar com os Srs. America Xavier
Pereira de Brilo, Joae Lopes liuunara*,. /-ir*ene
Kodricues de Souza, Domingo Pereira llondanha,
Jos 1 fano de Mello, Jos Cecilio l.arneiro Moniei-
ro, Manoel Jos l^arneiro, Juao M.moi I d> (.asilo.
Manoel Francisco dos Sanios Pereira, Jae Joa^oim
da I.iinlia. Manoel Jos Mendes Bastos, Jane ClaeeM
(iomes, Joao Teixeira Basloa e Silva, Slaoorl Aalo-
uio Azevedo Kamos, Kilitberlo Mouteiro, Mauoel
Correia, Domingos Jos de Almeida. a negocio 4
seus i n ler eses ; na travesea da Madre de llaaa a. ls,
seguudo andar.
Precisa-se de urna uiolher ido-a e de bous
ro-lumes para urna eaa de pouea familia, aetina co-
mo de um homem cozinheiro : a Iralar em caaa dn
desembarcador Mendes da Confia, joule ao iiwilel
do Hospicio.
PEDIDO.
Koaa-se a pessoe que acbou ain coraran da oo
esmaltado de azul ja osado, qnerendu reetiloMo.
dirija-se a ra do Torrea n. ls. primeiro aladar, a,oe
sera' recompensado com o valor do objeclo.
teclara* parasal-
manhaa, e as 7 da noile pavera' Te-Deum I v!r qualquer engao, e recommenda que
roga-se aos irmaos da respectiva innan-!""0 '"' w troCar *"? "u,l0snu-
dade dignem-se comparecer nata maior "f0*' P01^ ^' valor algum os
brilhanlismo de lao religiosos actos. I h'"".'U's ",lc,l:os *?, caSil "!)u' a "",,. ~
I so Simos nietos bilhetes: 2!l(i7 e 2968
Lotera do ilio
de Janeiro
vendidos ao Sr. Jos Rodrigues Ferreira
para o Rio Formoso ; e os nmeros291 V,
295, 2916e2917 vendidos aoSr. Polv-
carpo Jos Layme desla idade. Estes
IsSos os nmeros exactamente quefaltam
Na (irara da Independencia n. 10, enao2904, 2905, 8906e2907,comode-
achain-se a' venda os novos hilheles dn lo- c'a|ou o Diario de 10 de novembro. O
teria 2' do asylo de Sania Leopoldina,'mos,no Sr. thesoureiio manda declarar
<|ue devia correr de <> a S do corrente ; '|uco numero 865jue sabio na liata geral
esperamos as lisias pelo paquete Para conj ")S> ,<;ino premio de 50$, e o numero
na'', no domingo 10 do corrente: os *5uque na mesma tem o premio de 50/J
premios serao inmediatamente pafos, de oe 5s.
conlormidade com os dossos annuncios, I abaixo assignado avisa aos proprielarioa das
(logo que tendamosrecebido as mesmas ^fS!^ ","''s'Je ,s"?Ceettia. Rogaeira,
. ., '"". Acouguinhos, S. Jnse. Santa Itila e praia da mesma,
listas, na ra lo Collegio primeiro an- que venha o ou inandem pagar os furos vencidos,
dar n. I, das 10 a's 3 da tarde, dos dias *siim Cl"" se ",evenl en|e'"ler com o mesmo abaixo
. assignado para oblercm a brenca para Ir-spassos lias
' occasines em que Ibes seja preciso fate-los: ua ra
Ollerece-se urna parla para ama de casa, a dos Pires n. 33.Manoel Comes Veigaa.
qual cozinha, lava e ensomma : no aterro da Boa Preciaa-se de um f'ltor do campa para o enge-
Villa n. (i, segundo andar. ; n|10 J00 de Uoribeea, Ires legoas di.lanle do lteci-
A\IM> Al) II III.ICp. fe, oqual ejasolleiru c d ennlierimenlu de sua
f\a ra do Kosano e-lreila n. 1, havpru sorvele conduela : a Iralar na ra do Colleaio a. S,, nu no
lodoa os dias das seis huras da larde era dianle, sen- mesmo eogenlio.
do feilo das melhnres fruas que potMBI apparecer. Na ra Nova o. 12, dir-se-ha .iuem qner alu-
pelo preco de 310 rs.. esperamos pela concurrencia gar uina escrava que laca o servieo de casa a venda
da rapazetda, que nao se desagradara' do mercado. I na ra.
Enannimae o lava-se rom aceie a prmopti-
dao ;^ua|rua da Conceicao da Boa-V'Ma n. 47.
i.iuem qoizer alagar orna ama parda, qoo abe
bem coser e en-ommar com areio e limpeza, laia-
bem sabe tratar do arranjt' da orna caa : annon-
cie.
Aliiea-ie a loja da risa a. 6-2 da raa da Ciare
Ponas : (rata-ae na roa do (Jueimado a. JO.
Preeia-se de dous habiliaaimo Hilaos 4a
inarcineria para lomaren) conla de ama oflicioa.daa-
do-se-lhes bom salario : a Iralar no cues do Hoatae,
sobrado de dous andares, oo primeiro aodar.
Aluga-sc uma ama secca para lomai
conta de um menino de 11 mezes, lavar
e engommar, para uma pequea fami-
lia, nao se importa que seja escrava : na
ra do Collegio n. 8, segundo andar.
Precisa-se de ama ama para casa de peora te-
rnilla, com lano qoe seja pesswa de baos cuelo :
na roa de I lorias, obrado de um eadar do lado di-
reilo, e logo depois do primeiro boceo qoe vai lar a
ra de Sania Therea.
Precisa-se de orna am qoe seja fiel, qejeeon-
nhe e ensomme com toda pereirao. para aaaa la
milia eslrangeira de duas peseras, page-w bea ; aa
ra do Trapiche n. 40, primeiro aodar.
ESTILA CENTRAL
DO
P...0D0 CASfILHO
llavendo eo lido no Diario de Pernambuco do
14 da oulubro lindo, qoe o Exm. pinidlla da Sei -
aipe propo/era 4 aasemblea daquelia previeveie <
grande ulilidade de mandar am mora hbil o Rain
ou Kio de Janeirn aprender o melbodn GaotrMie, e
leudo agora no a Oiario de ti de aovemhro ejne a
mesma assemblca aolorisoo a S. Re. para faatr a
despexas nece.-aria- a inlrodorran tio novo nu lliu
do, lembrando-me do accolhimenlo e hospilatidade
qoe a mim e a minha mulher prestaran oo kenicaos
Sergipenses, quando eulre elle* pas*ei o mais dilo-
aos das da minha mocidade, e querendo de alaanm
surle ser .ralo aos parlicularef Livores o allrn.-
de que son devedor aos Kvms. Srs. bncadeire rVdrn
Vieira, Naboco, l'imcntcl. Silva Delira, a aa esa
K\ma-. familias, cujas recordacAeai srrapre rao ara
ralas, nllerecu-llies o rueu diminuto rre-Uini. r*ei-
correndo cum quanlo em mim eliver pora oprosre>.
so dn nmniinilM |.|umcm (le .'rrcipe. ojoe Mean
das brilhanles estrellas do imperio brasileiro : Bat-
anlo convido a qualquer Sr. Sarci pense, ojee ver-.*
do na srammalira nacional, quiz-r gratniUmeale
uiih-are daquellrs coohrcimenlos qoe o Exan. Sr.
Caslilho di/ que eu possoo, a comparecer uesio en-
cola central, onde lbe mioitlrarei* o Inroe man
rios para o cabal eonhecimenlo do iuellido. e oalm.
accessorioo que me bao ido euviadoa pala Etaa. aa-
lor, e ludo cralnilamente. Kiancioro de Kreila
Camboa, professor parlicolar aalouaadn peta gn-
verno.
AD SENHOR DR. JUB nos (IKPII \(s
pede-sc que em deseoipeuho do hoarnoa hiela 4a
pai dos orphaos.e por amor da j;isli{>, faca lar aaaa-
menlo o inventario a que par sea jeito te procede
por falleriincnlo de Paula Ptreire Siaanos, ^mt lendo
passado ha quasi qualro niriei, aiada e*l por caai-
cluir e em principio, quando poda etlar liado.
1 urlaram ao ainanheccr do dia 10 oo corren I o
do quintal do sobrado em que morn o con-ml aatia-
gutz, na raa do Ser, ama baria grande de araata e
uma loalha de mesa adamascada rom duas rata* e
uma qoarta de comprimrnlo : a pessaa a aacaa torea
otTerecidos os dilos objeclos, qaerendo reetilai-toe,
procure a casa cima referida, qoe aera' gtaaran-
meule recompensada.
Alugam-ta 10 a 12 escravos, qoe aao tejan ve
Un-, pauamc bem e dase o saoteolo : aa aralca-
denles dirijam-M a roa do haaaodes. salvado da um
andar e soiao, que tai frente para a nbeora da pti-
xc, que acli.u.iu com quem tratar.
Aluaa-se a loja da casa da ra da Aurora n. 5>,
onde fui ollicina do fallecida marcineiro llenrique :
quem pretender dirija-se ao Sr. JoAo Pinto de l.emos
Jnior, uo seu escriplorio, ou casa desua morada,
ua ra da Aurora.
'fsiiifBeaitaSiaSSJI
I .1. mi DENTISTA, f
% contina a residirnarua.Nova n. 19, primei- 0
(i ro andar. a
RA
it. i.
L. Delnurhe acaba de recebar um bello snrli-
mento de relogios anissos de todas as quaiidades,
lano de ouro romo do prala, dilo) g^lvanisados e
loica o- ; assim como ha lambem meios chronnme-
irus c relogius francezes, com caixas, lodos allian-
cadaa.
1 dentista mmi. I
; ,'ilul" Gaignots, de volta de sua viagem S
S a Europa, esta morando na ra Nova n. X
r 41, primeiro andar, onde pode ser procura- W
J-3 do a qualquer hora. :".
Precisa-se de um caixeiro para lomar conla de
uma taberna por balanco, e que de fiador a sua con-
duela : na quina que eolia para a Camboa do Car-
ino n. 16, que alu se dila* quem o pretende.
Prccisa-se de uina ama para 0 servieo interna
de uina casa de pouca familia : no alerro da Boa-
Visla n. OO.
..y ...-.- ... ... ... ,.............. .,M..' t.'vy^
;'J l) Dr. Caelano \vicr Pereira de Brilo t'-'i
fi (medico faz scieule aos seus amigos e ao **?
'Cr respeilavel publico, que regressando de sua 5
@ viaaein, continua a residir no alerro da "J
y\ Boa-VM n. l., no eguado e (erceiro n- V,
9 dar, aonde sempre o enronlrarao promplo "
-... boi mysleres de toa prollaiSo. '
Precisa-se de um criado para casa de humen,
solleiro, ou aluga-se um moleque : na ra do Kan-
gel n. t0, sobrado.
Preci ama casa depooca familia, masque seja liel e bem
comportada ; ua roa da Cadeia Velha n. 1.
Coiupanlalt! seguro con-
tra a mor vlidadc dos <>-
cravos eslabel ida no
RIO DE JANEIRO
CAP TAL 2,000:OIKSOOO.
agencia iWal de l'ernamhmco n. |:i rmn aa <"mo.
Pasar-se-ba -obre e avaliac.la do l.'K-ai .
mais ou menos em proporco de ootro valar inrla-
sive o sello da apolice etc.
Dan idadei.
De 12 at entrar aos II) annos :Kin.
As eendiciies impressas pnder.ni sor r acatada- no
escriplorio da companhia.
l)ar-se-ha consullas gratis aos eserava* Har m
'.I para lo horas da manhaa, no escriplorio da caaa-
pauhia.
O abaixo assieoado tai sciente aoa lllaat. Sr-.
de engeuhot e mais pessoas que negocian cao, atoa-
car, remettendo-o para esta praca, qoe ao adta ha-
bilitado em receber poi cmnmiasao dilo cenara, a
espera da seus patricios c amigo, e de a, aa
seu presumo se qoeiram utilisar, a remata
assucarcs, prometleodo a aiejaie abona aa
exercer lodo o zelo e aclitidado qoe lbe ate ateta-
raes, envidando lodo o eforco potivel n funrc>>+*
da liquidada apuracio de dilo genero, eeeaa hala a
lera demonslrado. As pessoas rujas ruar wat rxre-
dercm de ln 'im por aaaVa, rnenle pasaraa iyi
de commissAo, sendo :! Dril as demais roma ha nta-
me ; c para ledas se obrica o mesmo altano aooiaaa-
do a loda equalquer compra de uhjeclo* *n i nina
minios tirar porcenlagem. Itecile, raa Direila. an-
uieiro andar n. 9'1.
Francisco Seraphico de Ayo* Yascoaeello.
Kn-ina -e a pilotagem I bronca -pralica, a cor-
so malhcmatico e francez, ronla para o reannimu.
a tratar na ra dn Nosueira n. 7.
Aiiuanak da provincia.
Estando-.sc eoiifeccionando o .ilm.ui ii
la provincia, ro;;a-sc i todas aa |>ci>rMs
pie eostuinamnelli- ser incluidas, c|iic o
"o stivei-em, ou liouvci ,lum din,
jiieiram mandar levar i liviaa nuil n
I e8da PrSrCaaJa Indcpendcia i.i, emen-
da, assim como pede-se ais sciilior.- .1,
engenhos, se dignem manda i^n.ilirjci.-
leas Irans-fcrein as s incsma livraiM.
O ciru/gi.io Iranri-cn M.riano de Araaje I ma
ciiiiliuiia a dar con-ullas iodos n. .lia da _' ... i li-
ras da larde, na ra d (,1o. i n. 71.
OITcrece-se um homem de maior idade pata
administrador de eugeoho mi nnlro qualqnr- eu
belecimenlo, o n .1 da' fiador a toa ron lacia :
quem de seu presumo quizer ulili-r diri|a->e a
esta (jpographia, ou a ra da l.ivramealn rnt cava
o Sr. major Manoel Ruarque de Mareda Luna.
Mousii-ur l.ouis Paerh avaal achaiip ntu- araa-
dc el lo-] le lorloe previenl les pe-aun.- eai ..a
draieul manger du polace de relie su- lile lortt
n'aurout qu'a e prrsrnler vendreii II ronraal de
puis haaanj de aor juqoa' S le inrlusivararnl rl
Ir samedi leule la journe dan- ou n-laiiranl fran-
cais. rur du trapiche Novo :tl, Ke.il.
Preds.i-se alosar seisprel.^ pu.. arauna
assuear qoem liver c quuei .iIul.ii, ilii'ja-r a nu
de Apollo, armazem u. lo. que ruconlrar.i ca
quem tratar.


HIMIO l riMMBICQ QUINTA FllgA 13 fcl RQV. rRO DE ilaS
)hPO DE L1VROSI TICAS HOMEOPTICAS.
a
O
00
O Ur. P. A. l.obo Moscoso, tendo de fazer urna viagem dcisa s'ia botica soba
directjao de pessoa habilitada e de inleira probidade, e un deposito na Ioja de livros do Sr.
Mauoel Nocueira de Souza na ra do Crespo, sobrado novo do Sr. Magalhacs Bastos.
PllEgOS K1X0S.
Botica de 12 tubos grandes. 10/000
Dita de 2* i 159000
Dita de 36 ... aOJOOO
.Dita de 48 > ... 269000
Dita de 60 ... 30>000
Manual de medicina homeopatluca do l)r. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina........
Medicina domestica doDr. llenry.........
Tralamento do cholera morbus
Repertorio do Dr. Mello Moraus.
LOTERA da provincia.
O Sr. tlieioureiro das loteras manda fazer publi-
co que estilo exposlos a venda na thesouraria dai lo-
teras na ra da Auroran. 26, bilhetes e meios da
quinta parte da setta lateria a beneficio da matriz
da Boa-Vista, cujas rodas audam a 15 do crrente;
lambem manda declarar que em virlude do engao
que se deu 11,1 impresso dos bilheles e meios, e nao
haveodo lempo de *e imprimir novos, por isso vilo
estes emendados da lila prela no lugar que diz
500t) deve ser 43OOU como di/, a mesioa emenda,
na mesina conformidade os meios de -J-.Vit deve
ser 2:000. O mesmo tbesoareiro manda abaixo
transcrever o plano pelo qual sao exlrahidas agora
as loteras da piovincia.
PLANO.
5000 billietes a 49000
20 por cento
1 Premio de
1 Dito de
1 Dito de
1 Dito de
3 Ditos de 200
5 Ditos de 100?
8 Ditos de :o
20 Ditos do 205
40 Ditos de 10
1G00 Ditos de 455 |
1080 Premios.
.'320 Brancos.
20:0009000
4:000J>000
16:0003000
4:0009000
2:0003000
900*000
4003000
0009000
5009000
4009000
4009000
1009000
20?000
lOfOO
2/000
61000
Caixeiro.
Quem liver neepssidade de transporte ou aju-
le .le carretes de olijeclos de qualquer qnnliuade
denlro desla cidade, pode dirigir-se a ra da Senza-
la Velha n. 70, segundo andar, 011 ra de Apollo n.
12, que enconlrara' pessoas habilitadas pan fazer
com toda a seguranra e responsalulidade e>la espe-
cie de servico, assiin em carros como cin bracos de
genl.
l'rccisa-se alonar urna ama que saiba cozinliar
o diario de urna caa e cuuommar, para casa de pou-
ca familia: a Iralar na ra do Queim Precisa-se de una ama ou escrava para cozi-
nliar e eneommar para casa de pouca familia : na
rua do Crespo 11. II.
Prccisa-se de tima ama que tenia bstanle leile
para criar um menino : quem eiliver ueslas cir-
cumslancias dirija-se au paleo de S. Jos o. i'i.
Precisa-se de um pelo que saiba servir a me-
sa e que faca o mus servico em una casa eslrangei-
ra : a Iralar na rua do Trapiche 11. 15.
Alaga-te urna escrava inuilo fiel e que sabe la-
var, cozinhar, coser e entornillar, ludo com perlei-
riio : quem a pretender dirija-se a estrada dos Af-
ilelos, casa fronleira a igreja.
Precisa-se de dous bomeus habis para caixei-
rosde rua eque teuham a activdade necessaria para
dirigircm a companhia de Irabalhadores : Da rua da
Senzala Velha n. 70, segundo audar.
Ni rua Nova n. 28, precisa-se de om caixeiro pe-
queo, preferc-sedestes ltimos chegados.
Johnslou l'aler & Companhia, eonsiiialarios
do palhabole americano -Patrick llenry, aviaam a
a quem liver coma contra o mesmo, faja o favor de
presentar no prazo de 3 das.
Koobarain um chales branco de luuquini, no-
vo, do sobrado de um andar, frouteiro a igreja de
N S. da Penlia, aro 7 do vigente : roga-sc a quem
seja offerecido este objecto, de o apprehender e levar
a supradila casa, onde recebera' recompensa e eter-
na gralido.
UECLAKACAO' E PROTESTO.
1). barbara Mara da Silva Seixas, por si e como
bastante procuradora do seo marido S'uuo Mara de
Seixas, vendo que no iaiio de l'ernautburo o. 263
de seila-feira, 7 do correle e nos seguinles, os fal-
tos e millo, administradores da uiassa lao milla qu3o
niqoamenle declarada fallida do seu matido, por
um juiz iucompeleute, e postergadas e violadas lan-
o a legislarlo uuvissima como a antiga que rege a
materia, em consequencia de pelirao de um credor
nao directo, mas procurador nao inuodo da nece-
saria autorisardo para esse lim ;Joi JerouvrnoMon-
leiro), te annunciam alguns dos diversos predios do
casal, para ua sexta-feira vindoura, 11 do correle
mez, se arremataren) em leiiau no domicilio do cor-
relor Olivcira, mediante autorisac.ao do juizo : vem
a infrascripta por etle meio prolestsr contra esse
fado e seos efleilos ; e declarar solemnemente que
0:4009000 > ba de em tempo opportuno e mediante os meios le-
gaes reivindicar quaesquer hens que se hajam de
&cmpt*&.
160009000 a''enar por meio dessa arremalarAo ou por qaalquer
. uui rau outio modo por qu
esliverem.
5000
Thesouraria das loteras 27 de oulubro de 1856.=
O Ihetoureiro, Francisco Antonio de Oliveira.
Approvo.Palacio do governo de l'ernambuco 31
de outobro de 1856.S. de Macedo.
Conforme.Antonio Leile de Pinlio,
O escrivAo das loteras.Jos Januario Alves da
Maia.
Recebse dinlieiro para mandar
dar na cidade do Porto, por letras, sejam
1 por que se o realise, e do poder em que
Compram-se apolices da Idivda provincial,
na rua das Flores n. 37 1." andar.
Compram-se patacoes hespanhoes : na rna da
Cadtia do Recite, Ioja de cambio o. 38.
Conipra-se um braco de balanza grande, con-
chas e pesos : na rua Oireila n. 10.
Compri-so um thesooro de meninas ou dialo-
go enlre um sabia aia c suas dissipulas : 11a rua Ve-
lha o. lili.
Compram-se ?lguns escravos de meia idade que
sejam sadios, e entre estes um que seja cauoeiro :
quem os tiver e os quizer dispor procure na rua do
Rosario larga padaria 11. 18, onde se dir quem pre-
tende.
Compra-so efleclivamenle,labio bronze ecobre
vellio : no deposito da fundicAo da Aurora, na ru-
do Broro, logo na entrada n. 28,e na mesma fuudia
cao, em Sanio Amaro.
3$euM9.
Declara, outro sim, que RATIFICA ludo quanto
expendeu nos seus oolros protestos e declaracoes exa-
radas 00 Diario ns. 186 de 7 de agosto lindo e se-
guinles, e no do os. 212 de U de oulubro, e 213,214,
e 215.
RATIFICA anda solemnemente o seu protesto
conln louos os actos alienatonos e provindos dos
fallados nullos e rritos adoilnistradures Aureliano
Almeida Rodrigues Isaac e Novis & Compauliia,
dos quaet, como de Jos Jeronymo Monletro, ha de
em tempo hivir lodos os preiuizos perdas e damiios
e lucros re-saules e emergentes, beni como de lodos
de pequeas ou maiores quantias,' ao ENSZ!* '""U! mo"s,ruoso processo de fa|-
cambio carrete : na rua do Trapiche
11. 40, segundo andar.
Kecebe-sedinlieiro para mandardar
110 Rio de Janeiro, por lettrat. a peque-
no prazo: na rua do Trapiche n. 40, se-
gundo andar.
Precsa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia!: na rua Velha n. 104, ou no paleo da Santa
Cruz n. 14 segundo andar.
Precisa-se de duas amas, urna que saiba cozi-
nhar e fazer o servico interno de rasa, e oulra para
Iratir de om menino : na rua do l.ivrameolo, casa
11. 20, segundo andar.
AO PUBLICO.
Stiro Jos de Muraos (Cabelleirern' avisa aos seus
Ireguezes que se acha Irabalhando na rua do ijuei-
roado d. 6, primeiro andar, casa de Javme Eneas
Gomes da Silva.
sua iniciarAo at ao estado aclual ou
futuro, ludo na forma do seu protesto judicial de 2
de julho de 1851 inserto em diversos ns. do Diario, e
ltimamente no de ns. 186 e seguinles desle anuo.
Declara emlini, que no sitio do Chacou existe mo-
bilia de alio valor como seja : sofas de ferro, enlei-
les de su loes, vasos de louca lina, e de ferro para llo-
res, mesas de madeira, depsitos de madeira, bom-
bas da alor as cacimbas, c mullo, outros objeclos
movis qu nao sao ndherenles ao predio.
Declara, oulro sim, que no sitio da Campia (o 2.)
linha mesas, etc., emprestadas ao inqiiilioo (junbo
1855) Antonio Periiri T\ramno,que sndo despedido
0I11 as llenara, bem rumo n'uma das casas frunleiras
Os abaixo assignados, com Ioja de oorives na
un quarlo clieio de ulencilios dosillo do Cordeiro
i'Chacon) carros de mao, regadores, instrumento* de
ferro, escadas, lesouras de cerca, Isixot de cobre,
canas com papis de forro de sala, etc., ele, cujoa
devira ser recebidos pelo curador i.emos Jnior,
uu devem exislir em ditos predio-, e que de modo
algum podem uu devem serarremalados, caso, o que
mo he potsivel, baja arrebatantes adilos predios.
Conseguinlemeole a infrascripla torna solidaria-
mente retponsaveis os pseudu adminislradores Isaac
e ISovaes por tae objeclos 011 valores. Recite 7 de
novembro de 1856.Barbara Maria da Silva Seixas.
Precisa-se de tima lavadeira <
pie se-
do t.abugi n. i I confronte ao paleo da matriz e ,ua a boa, nao llemorc B lOlipa 110 10 C d
Nova, fazem publico, que estao recebendo contorna- ,- ">'(" "o iu c ui
'lanjenle as inais novas obras de ouro, tanto para "aaor a sua conduta: na piarada Inde-
pendencia I i vi aria ns. e S.
cenhora como para hoineus e meninos : os presos
cooliiiuam razoaveis, e passani-se conlas com res-
ponaabilidado. especificando a qualidadc do ouro de
l ou 18 quilates, lemelo assim sujeitos os niesmos
por qualquer duvida.Serapbim \- Irmilo.
Precisa-se de 2 ou 3 hmeos porluguezes que
lenham pralica do servico de campo,para se Ibes eo-
Irefrar um graode silio sobre coodires vaulajosas :
a tratar na rua do Queimado n. 21.
--Tendo obiido 1500 subscriptores, para a
impressao de um volme de minhas poesas, cujo
numero nosla capital enas comarcas exceder de
2,000,rt!solvi ir a diversas provincias desle imperio
agenciar a venda de20,000 exemplares,para o que
consegu de meu presado e especial amigo,
o coronel (aspar de Menezes Vasconcellos de
Drummond, carta de abono para a casa commer-
rial N. O. Bieber e C'-, que de bota grado o be-
RA NOVA I. 34.
Madama Rosa Hardy,
modista brasileira.
Recebeu pelo ullimo navio, nComlc toger, um
lindo sorliinenlo de fazeodas Iraneezas para senho-
ras, curies de seda de cores para vestidos, dilos bran-
cos para noivas, grt de ISaples fnrU cures para ven-
der o ruva.tu, chaposziuhos de pallia e de seda para
meninas, Turmas mudernas para a idade de lab ali-
os, ricos chapeos de cores de seda para senhoias
com fila e flores lambem de cores, lindos enfeile
para calleja, cambraia de linlio, esparlilhos, luvas
do pila, inanias para noivas, capellas, melaa de seda,
vesti iose toucas paia baplisados, e outras moilas
fazendas de goslo : do mesmo eslabelccimento ven'
niguamente se preslou fazer a encommenda em dero-se lindos chapeos de Crpe sortidos, de cores-
1 lamburgo de 100 resmas de papel de boa qual-! "" moderno pelo prer,o de s- 1,111 rs. cada um.
dade e do tamaito do Diario de Pernambuco ; I COMPAMIIA PER.NAMBUCANA.
o porque tcnbo certeza de recebe-las por todo o mez I O Srs. qui sabscreveram novas acees desla com-
de fevereiro do anno vindouro.e deva salisfazer im-' P".hia a convidados a entrar com a'primeira pres-
...ediauamente o seu importe, supponho que neuhu-' XA do C S&JS&JlSSiZ- -
rna duvida terao de proteger-me lao benignos subs- da CruzP.ecife 18 de oulubro d 1856.Manoel
criptores, adiantando-me suas assignaluras vis- i Alve (uerra.) secretario interino.
la do recibo impresso, por mim assignado.
(Quanto a harmona e cnlbusiasmo de minhas
jioosias, no b Diario de 8 de agosto, destean-
110, foi publicado urna cancao denominada iA
rosa o o valec brevemente ser impressa oulra i
intitulada O juramento ; enlao veris,
quanto be appreheosivo e extremoso aquella que
Dio cusfa de erigir altares virtude c de decan-
IM o sublime da belleza.
a emancipacao e felicdade do genero humano, do-
lado de sentimenlos elevados, nunca praguejei
contra os obstculos que lecm inlerrompdo meus
generosos projectos ; porque, rondando em Dos,
nelle lenho depositado todas as miabas esperanzas
em prol da liumanidadc. Um dia se dilatar para
mim a espVira da ventura : e se forem inuteis
meus desvcllos, a traquillidade de rainha alma ser
o talismn de minlia existencia.O bacharcIJoao
de liarros Falcao de Albuquerque Maranliao.
Aviso a rapaziada.
Na taberna grande ao lado da igreja da soled,ule
ha muilo boas aardinbas de Nautes em Islas, e bola-
rhiuhas de mullas qualidades proprias para peliscos,
viuliose cervejas demuilas qualidades boas, le.
Precita-se obter inormaroes se existe
O Sr. Jos de Souza Dias, vindo do Rio
de Janeiro em 1841 ou 1842:
Cadcia, escriplorio de Manoel da Silva
Santos.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar
gnromar e lomar conla de urna casa : na rua
Praia n. :i, segundo .miar.
Aluga-se urna casa no sitio do Cordeiro, a mar-
een) do rio Capiharibe, com enmmodos para grande
familia, cozinha fura, cocheira ptra carro, e-lribaria
para 6 cavados, quarlo para criado, etc.. una dita
mais pequea, lamliem a' margen) do rio, com quar-
J\a Ioja das seis
portas
Em frente da JLivrament
Pescoeinhos do mais fino pello branco e de au-
para as senhoras porem ao pescorn a' sabida dos bai-
les e Ihealro para nSo rousliparem, preco cinco mil
rs., lencos de relroz matisados a dez lusloes, romei-
ras pretal bordadas de cor a doui mil rs., lenco, de
seda de cor para petcoco e mito de senhoras dez
tu-loes, caihisasderamiiraia bordadas a dous mil rs.,
mangudos \t dez Instile!, collariohos de recortes a
dez lustds, e de masa a pataca cada um, saias
brancas bordadas a doos mil rs., luvas de seda pre-
las a de/ lu-ic.: da-se amostras de todo, levando
penhor que equivala o que se quer ver.
BriLiiHiitine
A 105000 O CORTE.
Com eslp Ululo chegou pelo ullimo navio francez
lindos cortes de seda escoceza de lindos goslos : na
rua do (Jufirnado n. 21 A.
[Chiily de flores
SOLAS E LISTKAS a 800 RS. O COVADO.
Na rua 'do Queimado o. 21 A vende-se chaly de
lloras solas e lislras, padroes moderos ; dto-ae as
amo.tr,,. com penhor.
*per*de (j'adros
LARGOS E MIUDINIIOS A 15200 O COVADO.
Na rua ")o Queimado n. 21 A vende-se sedinhas
da enlao residencia interina da iiisfrascnpta, licara de quadros miu los e largos a I92OO o covado, cortes
1 de cassa iniudmhas de pinta a iz Kl, murr'nlina a
360 o covado, dita matizada a 500 o covado", chitas
trance/as a -'>0 o covado.
I\a Ioja das seis
portas.
Em frente do Limmenlo.
A doze vileos o covado de alpaca fraoce/a para
vesiido de cnboras, largura qualro palmos, chai)
de flores, fay.enda de goslo a duas patacas o covado,
chitas ecuras que nao desbolam a meia palaca o co-
vado, e de cores a seis vintens, riscados francezes
meia palaca, e largos a dous lusloes. cassas pintadas
a meia pataca o covado, riscado trancado para roupa
de escravos a seis viuleos o covado, cassas escocezas
a doze vileos o covado, e lodas as mais fazendas
por precos que ennvidam enrnupar para a fesla. A
Ioja esla abcrla das seis da manhaa as nove da ooile.
Vende-ie urna crioulinlia de 12 aliannosde
idade, muilo sadia com principio de costura, 00
aterro da Roa Vista seguodo andar 11. 53, a 8 horas
da manhia, e das 5 da larde em diante, 1 fallar com
Joaqonn Lopes de Mcndonra.
\ cu le-.- urna escrav crionla de idade de 20
anuos propria para engenlio: oa rua Imperial n. 53.
AVISO
aosbarbeiros.
Na rua da Cruz n. 51, sala de barben o,
de Antonio Barbosa de lian os, vendem-se
bichas de Hamburgo, pelo diminuto pre-
co le 20X000 o cento, as mais modernas
do mercado ; assim como se alufjam mais
barato do (jucem otttra parte, e se vende
a retal 110.
N. O. Bieber & C., rua da Cruz n. I,
vendem:
Lonas da Rusta.
dem inglezas.
BrinzSo.
Biins da Russia.
Vinhode Madeira.
AJgodao pata saceos de assucar.
Algodilozinhf) da Biliia
para saceos de assuca : vende-se em ca-
sa de N. O. bieber cv (',., rua da Cruz
n. i.
Cu I vetes franceses.
Vendem-se carines cam 2 pares de colieles
francezes a 60 rs. cada um, meias cru.i. para ho-
mem a 1 l) o par, e duzias a 1i6(MJ rs.: 00 aterro da
Uoa-Vuta o. 78.
CABKIOLET.
Vende-se um ptimo cabriulel ; para ver na co-
cheira do Sr. major Silveira, oa rua da Oideia de
Saoto Antonio ; e para Iralar na rna do Que-iinado,
Ioja de miudezas da Rua Pama 11. 33.
Vcudein-se na ulica luja da rua larga do Ro-
sario 11. 35, litas de seda lisas, largas e estrellas cun
avaria, purcm muilo fortes, a dez reis, e a violera
cada vara, o a dous, tres e quatro vinlens em pera.
Vende-se na rua do Sebo junto ao sobrarlo no-
vo, um bom ciivallo ruco, anda bem baito nielo.
VINIIO DE BORDALA.
No armazem da rua da Cruz o. II, vende-se vinho
de Bordea de ptima qualidade, em barris, por
preco muilo em conla.
\a rua do Trapiche u. 11, escriplorio do Ma-
noel Alves tioerra, vende-se por commodo prer;o o
seguidle : superior vinho do Porlo em barris de
oilavo, chapeos de fellro, e sab.ioamarello fabricado
no Rio de Janeiro.
Veiide-seum relogio do onro, sabonele, paten-
te uisso, e a complanle eadeil e chave do mesmo
metal, petando7 oitavas : a Iralar na rua do (Juei-
mado o. 67.
Gotntua do Aracaly.
Na rua da Cadeia do Recife o. 57, veode-se su-
perior gomma ltimamente chegada do Aracalv.
Cera de carnauba.
Na rua da Cadeia do Recife 11. 57, vendem-se sac-
eos com superior cera de carnauba, por menos do
que em oulra qualquer parle.
Con ros iie cabra.
!sn rna da Cadeia do Recife n. 57, vendem-sesu-
periores pelles de cabra, por preros commodoa.
Vende-se n muilo vileiro patacho americano
Levanln, de 151 toneladas inglezas, apparelbado
e prompto para viajar : quem o pretender dirija-se
aos coasignatarios Roslron Roolver & Compaulna,
prar;a do Corpo Sanio o. 18.
Vende-se urna taberna na rua da Soledade n.
II : a tratar na mesma.
DEPOSITO
de sabo.
Continua o deposito do boceo do Gon-
ralves, armazem n. 't, a estar supprido de
salmo supe, or da muito acreditada fa-
brica da viuva de Delplnno (ioncalves Pe-
reira Lima : vende-se pelos precos abai-
xo declarados :
Amarello de I- qualidade 100 a libra.
Cimento.....70 a libra.
.'-...:-.........%. sa isiagasasifs
Mandarine
w
o
^ Na rua do Quciraado n. I!),
6^ vendem-se cortes de seda muito H
^ lindos com quadros jrandes e S
tj! transparentes, pelo baratissimo @
preco de I2.s000 cada um corte; ig5
@ para acabar. Vendem-se <> escravos, sendo I preto oflicial
de carpioleiro e 5 prelas con varias habilidades : na
rua Direila n. 3.
Vcude-se urna porcSo de redes de pecaria,lres-
malhos, ditas para despescar viveiros, ditas de cuida-
ra, ditas de tapar camboa e 3 canoas do mesmo ser-
viro : oa rua Direila dos Afogados n. 13.
_ Lindos romances que se vendem na toja de J.
F. Semioml, im aterro da Roa-Vista o. 12 : Amao-
da e Osear uu Historia da Familia de Dunrealh 6
vols. S.- ene. ; a Princeza de Monaco 2 volsK.- ; a
Predicr;o vols. S.- ; os orphAoszinhos da Aldeia
vols. ; a Viuva ou o Kpilapluo i vols. 8.* ; Viagem
a Nova llollanda 3 vuls. 8.-; Henrique de Percy 2
vols. 8." ; Grandeza d'Alma, tronos a Meus Pililos
por Kofzbiie 2 vols. 8.* ; Caravanrari ou Conlo<
Orienlaes8.- ; Historia Sagrada 2 lidos vclumes;
Historia de Nnpolajo por Norvins i vols. ; l.iroea
de tioa Moral 8." ; alero de muilo- oulros que" se
acham na mesma lnrana.
Vende-se o verdadeiro rapi; Paulo
Cordeiro, chegado ultimament do Rio
de Janeiro, por muito menos do que em
outra qualquer parte: na rua do Quei-
mado, Ioja de ferragens n. 13.
Vende-se um bonito cavallo rodado
e bom andador: ;i tratar na riin doQuci-
mado, com o Sr. Manoel Jos Leile.
Na roteira dos mnibus oa roa da Cadeia deS.
Antonio o. i:t vende-tc milho novo i 3*000a
sarc^.
Cassas iraneezas a 240 o
covado
Na rua do Queimado n. 21, vende-se cassa fran-
ceza de cores, e para lulo a 210 o covado.
Domingos Alves .Matheus lem para
vender, em sen escriptorio, na rua de
Apollo ii. 2"), o seguiote :
Superior ?inho velho do Porto, em bar-
ris de oitavo.
l)io geropiga velho em ancoretas.
Dito engarralado.
Enxttdasportuguezas.
Toalhasde lindo jara rosto.
LenceS de lindo para oisa
Sement de buhara.
Panno de lindo do Porto.
Kicos e elegantes pianos.
lio de aljjodo da Baha.
Panno de algodao da Babia.
AGENCIA
Oa undico Low-Moor, rua daSenzala-Ro-
va n. 42.
Nesteestabelecimentocontinijaahaver a* com-
pleto sortimanto da moendas e Meias moendas
para enfjenho, machinas de vapor e taixas de
ferro batido e coado de todos os tamarihos para
dito. r
LARVRINTIIOS.
Vendem-se lencos e toalhas de labvrinthn. assen-
lado em lina cambraia de linhn : na roa da Cruz o.
.Ii, primiro andar.
CVL E MASSA
Vendc-se polaiia da Russia e americana, checada
uestes dase oe superior qualidade ; cal de Lisboa
da mais nova que ha no mercado : nos seus depsi-
tos na rua de Apollo u. I A, e 2 B.
Cal de Lisboa e potassa.
Na itia do Trapiche arma/.ens ns. 9 e
11, vende-se superior potassa da Russia
e americana, cal virgem de Lisboa, da
mais nova que ha no mercado.
Moinhos de vento
com bombas derepuxopara regar hortasebai-
ia de capim : na fundirn de I). W. Bowman,
ua rua do Brum ns. 6, 8 e 10.
Em casa de Saunders Brothers & C., prac.a
do Corpo Santn. 11, ha para vander ose;uinle :
Ferro inglez.
Pixe da Suecia.
Alcalrao de carvo.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Dito entrancado igual ao da Bahia.
E um completo sortimento de fazendas proprias
para asle mercado ludo por BfBtjO commodo.
REMEDIO IMCOMPARAVEL.
UNGENTO HOLL WAV.
Uilhares de individuos de todas as nacoes
podem tcstemunliar as virtudes desle reme-
dio inconiparavel, e provar em caso necessa-
rio, que, pelo uso qucdclle li/.erain, tem seu
corpo o membros inteiramenle saos, depois
de haver empregado intilmente outros tra-
lanientos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maravillosas pela Intua
dos peridicos que lli'as re!alam todos os
dias lia muilos anuos ; e a maior parle del-
las sao tao sorprendentes que admiram os
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraram com este soberano remedio o uso
do seus bracos c peinas, depois de ter per-
manecido longo tempo nos bospitaes, onde
deviam sofier a amputaciio I Uellas ha mul-
tas, que havendo deiado esses asvlos de pa-
deeiaiento, para se nao submetlrem a essa
operaco dolorosa, foram curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso e-
medio. Algumas das taes pessoas, na elusao
de seu reconhecimenlo, declararan! estes re-
sultados benficos dtante do lord correge-
dor, e outros magistrados, alim de mais au-
lenticarcni sua allitmativa.
Niuguem desesperara do estado de sua
saude se tivesse bastante conlianca para en-
saiar este remedio constantemente, segiun-
do algum tempo o tralamento que necessi-
tasse a nalureza do mal, cujo resultado seria
provar inconlestavelmente : Que ludo cura!
O ungento he ulil, mat particularmente
nostijuintM casos.
InfiammacSo da
Farinha de mandioca.
Vende-se superior larinda de Santa
Catharina, em saccasquetem um alquei-
ie (medida v no armazem le NovaesA C., na rui da
Madre de Deo? n. 12.
Alpoicas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Uoresdecabeca.
das cosas.
dos membros.
Knlermidadcs da cu-
lis em geral.
Enfermidadesdoanus
I'.rupcoes escorbticas
fstulas no abdomen.
EriaIdade ou falta de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Cengivas escaldadas.
Inchacoes.
Inllammacodoligado
da besiga.
ma-
triz.
Lepra.
Males das pernas.
dos peilos.
de odos.
Mordeduras de replis.
Picadura de mosqui-
tos.
I'U ItlIl'iCS.
Queimndelas.
Sarna.
Supuracoes ptridas.
Tinda, em qualquer
parte que seja.
Tremor de uei vos.
Cceras na bocea.
do ligado.
das articulaQcs.
Veas torcidas ou no-
dadas as pernas.
XAROPE
DO
BOSQUE
I (i Iran-feiidu o deposita desle \irnpe para l l-
i c.i ,\p j......h, ir,,. Saiili.. na ro > i,. SJS>,
sirrala IfBMi e roeiis 39O0, sendi fabo too*
aquelle que nao for vendido neile depotilo.polo
que se fa/ o presente aviso.
IMPORTANTE TARA 0 Pl Kl.ll 0.
I'ira cura de phtviirieo lodimum diSetto-
ip. rao., quer rootivadi por cooilipjrfte*. Inoa. '
asllima, plrurir. erarrn* d> santoc, dor o>ca
tartos e peilo, palpitarlo no coraran, cnqorlorh*-
broochile, dr na earsanla, e loda Mialiilij.
doaorgo pulraonarr.
|HE MI ITO BARATO.
Chales de merini'i de lindas core coa ri-
cas paimas bordadas matiz pelo diminuto
proco de 8 ; na rua do Queimado n. .'--* na
Ioja da Boa f, defronle da Ioja da Roo
lama. ,
Roa Nova n. I* laja de M. A. Caj;& C con-
tinua sempre a ter uro sraooV ortiioeoto o> oaaraa
lr-ii.1. de ol.iiatc. t.iniu koperior. coaaa aaoo> tole-
rior, c,iuii-.i- Iram r/a*. luanca. m da core*, cia-
valas, col.ii ii.liu.,rhapi'o liancerr. diloi aW -ni, oo
seda e panninho.satponaoric de Im rrjcoi.iiih pora
senhoras. humen, meninos, fir.enaljs para faaat n
qualquer obra de enrommen4a rom a oiiiar SaaaSI
zi a Ihiid deaempeulio. em lim qoalqoer ooaaoo qoe
vier a esla Ioja, tirara um lorie completo a oa* ptr
cu mais coinrnudn du qui em oulra ajalaoer porto.
IIIV DA I M Y 51.
Antonio Itarbosi de Barrva fu e*ro4o ao Saaaaaai
que mii'lou i aua sala da barbear da eaaa o. hj oo
rua da Crin pan i de o. .', I da SSS roa; oa mi_
ma sal se acham ai mai moderan bidaas 4o llaan-
borso, que se vendem aos calos a a rotatlao. o ato-
cam-se, luda nuil baralo da qoa Osa oolra parto.
Xarope do Bos-
que verdadeiro
RA I.ArU.A INI ROSARIO N. :*,.
Conliua a vender-se esle siropo; 4o jaalsaa
asentes no Rio de Janeiro os Srs. Vales c\ Caaapa-
nhia.rua ,1o llospirio n. n na Imlira do abata ai-
aignadn, que uannle ser verdadeiro.
Barlliolomeo Franriseo do Sana.
VINHO l'in Pllli Id i.KM IMi.
Vcude-se ptimo vinho do Porlo esa aSeata* Oo
quarlo e oilavo, por prero raioaval: oa roa 4a Ca-
deia do Kenie n. i:l, esrriplorio de Rallar eV (Ns-
I'reriaa-se de um caixeiro para lomar conla de
urna padaria : quem se adiar habilitado para isio,
dirija-je a rua de Moras u. (I, que achara' com
quem Iralar.
COMPAMIIA DE SEI-IROS MITO-
IOS E TERRESTRES,
ESTABEI.ECIDA NO BIO DE IANEIRO.
CAPITAL l,000:000s00tj.
Conven,, briosos brasdeires e Ilustrados estran- ^ZrteA^ fttH T^l
geiros, que derramis sobre mim o balsamo da aceita lodaa a. proposlas de seguros de riscos e lor-
vossa |iroteccao,sempre dedicado ssacrosantas leis ,un.a <* mar-
da verdado, roconheci no servilismo a mais funes- I. S?br! fT* quilllJ e P?"ciice de
qualquer lolarao na navegarilo de longo
navios de
curso, de
. : qualquer lolarao na rjavfjsaei
U origcm da miseria ; tambera lenho conservado caboieuem, ou lluvial, ou na pesca, em viagem ou
o meu coracao isenlo de rancor, porque s almejo | presies a viajar, em carga ou descarfia, amarrado* ou
ancorados, em concert auno eslaleiro, quer por
lempo certo, quer por viagem simples, ou a premio
ligado.
Sobre mercadorias desde o momento de seo em-
barque al o de sua descarga e deposito.
Sobre os lucros esperados de inercadorias encami-
nhadas para qualquer mercado.
Sobre o casco e quillia de embarcan.es miudas
empreadas em descarga e Ira lien dos prlos.
Sobre o capital e premios de dinheiro a risco.
Sobre o premio dos seguros e premio dos premios.
Sobre acces de (erceiro por damnos causados por
jloilri aiiienlo. fortuitos.
Sobre os freles.
A compaulna recebe lambem propojlas de sezuro
de riscos de incendio e damnos causados para preve-
ni-lo ou exlingui-lo de raio ou fogo celeste, e inun-
dacoes.
SOBRE OS SEGUIKTES OBJECTOS.
Predios urbanos ou ruraes, igrejas e quaesquer es-
libelecimenlos, com eiclusao de deposilos.fabricas e
na rua da ,al'oralorlos ,,B Plvora, e malerias incendiarias ou
inflammaveis. thealros e rasas de espectculos.
Mercadorias em qualquer parle que eslejam, mo-
bilia e ulencilios de fabricas de quaesquer Catbala-
, en- ('"!,,;nlo> ioduslriaes, quer sejam leilas por seus pro-
j da prle,arios- qer pelos uso-fructuario., locatarios, su-
blocatarios ou credures hypolhecarios.
Einalmenle aceila proposlas sobre re-seguro.-, quer
dos seguradores, quer dos segurados, nos casos em
que a estes puderumpetir o re-seuuro.
A coinpanhia garante a prompta iudemnisacao da
imporlanria de quaesquer sinislros, c a modicidade
dos premios: iKualmenle ura abalimcnlo as pessoas
Vende-se
,i,i
As Bragas.
liolachas de ovos a moda de Braga,
300 rs. a libra : no deposito de pao da
deia di Santo Aulooio n. 6.
vendem-se a
rua da Ca-
Vm
lo para prelos, e eslribaria para \ cavados : a tratar que na roda do anuo fizerem urna uvullaJa
no paleo do Carino n. 17. de seguros.
I
-aaVSJa*4BBOBBWtoaHSM|frj .
i PEORAS PRECIOSAS. W.
S i
* Adereroi do br*lianles, H
v diamantes a perol as, pul- I
4; cciras, allineles, brincos
* e ro/.elas, bolues e aunis *'
* ilc ililli n lili'- : o -I o. r ,|o J
S" diversas pedias re valor. W
_ i
m *
* Compran), vendem ou *
^ troran prala, ouro, bri- ffl
lliaiits.diaiiiiiiileseperc- >i
* las, e oulras quaesquer *
*- joias de valor, a dinheiro *
. uu por obras.
EOREIRA DOiRTE.
i.o.!A di nwim
Rua do Cabuga' n. 7.
Itecebera por to-
dos os vapores da Eu-
ropa as obras d ma is
moderno gosto, tan-
to de Franca como
|4SMaf-4M 1 aW|
* OUROBPRATA- *
* 1
*i Adercros completos de
ouro, meiosdilos, pulcei- 3
^ ras, allineles, brincos i*
. roalas, conloes, trance- *
lins, medalhas.correules
c eufciles para rclosio, c *
. ou Iros inultos objeclos de J
f ouro. *.
n Apparclhos completos, i*;
Jj de prata, para cha, han- *
., dejas, salvas, casliraes,
rolheresdesopa edecha, *
S e mullos oulrus objeclos
do prala.
de Lisboa, asquaes se vendem por
pre^o commodo como costumam.
(|iicias para carro:
Vende-se muito superior vaquetas para cobrir
carro, por commodo prero : no aterro da Boa-Vista
n. "S.
Vende-se um bom cabriole!, descoberlo, com
arreios de melal principe e ,lodo massiro : na roa
Nova, cocheira por baiio da cmara municipal.
Vende-se um mulatinho de idade de li annos,
bonita figura sera achaque ilguin : na Boi-Visla rua
do Aragu n. 5.
Vende-se urna casa terrea, com quintal, coii-
nha fura e cacimba : na rua do Pilar n. .10, a Iralar
na mesma rua n. MI.
Veode-se a hbrici de charutos do paleo da
Sania Cruz n. 12, ja muilo acreditada, a'dinheiro a
vista se fai lodo o negocio em raio de se adiar o
respectivo dono bstanle doenle e ler de relirar-se
para fora.
Sao muito lindos pura pu-
l los
Vendem-se muito bonitos liotoes para ptt-
nhos pelo baralo preco a 500 t: 800 rs. cada
abotoadura : na rua do Queimado na Ioja de
miudezas la boa lama n. 33.
He muito barato.
Vendem-se duzias de facas c garlos de ca-
bo de marCun do boa qualulaiK; a 10-, ditas
ditos do cabo de balanco muito finas a ti/,
dilas dilos cabo roliijo e oilavado a :>-?, du-
zias deeolheros de melal principe a 89 e b~:
dilas de metal mais ordinario a 800 e i -<",
e outras militas eousaa que se vende barato,
na rua do Queimado na bem conbecida Ioja
de miudezas da boa lama n. 33.
Para quem estive de luto.
Vende-se na rua do Queimado, na bem co-
nbecida luja de miudezas da boa fama u. 33,
vollas prelas linas e ordinarias, ricos alline-
les, ricas puiceiras, e ricas rozetas, ludo do
mclhor goslo que se pode encontrar e por
preco quo nao deiura de agradar aos se-
nliores compradores.
Una ptima escrava.
Vende-se urna escrava que cozinha o
diario le uma casa, c-ngomina e lava : na
rua da Cadeia de Santo Antonio n. 19.
uma nra armarao toda envidracada : no alrrro
Boa-Vista n. 8J. e a Iralar na rriesma rua n. 78.
DEPOSITO DA FABRICA
industria Peruambucaiia,
ftA DO CRESPO N. 9.
A fabrica desabito e velas de carnauba, es-
labelecida na rua do Brum, tem estabele-
oido um deposito ua rua do Crespo n. 9, pa-
ra abi nicamente dar extracto aos seus
productos, proporcionando assim a maior
comoodidade aos consumidores. As velas
manufacturadas nesta fabrica, offerecem as
vantagens seguintes : sao leilas com a car-
nauba simples purificada pelo meio do va-
por, sao inodoras e bellas na apparencia,
queimam com igualdede e nao esborram, e
n3o fazem inurrSo e dao mais luz e mais cla-
ra do que as velas slcarinas ou de qualquer
composicao, c quo se vendem no mercado,
rabricam-se de 6, de 7 e de 10 em libra, ven-
dendo-scem caixas quo conlem 102, 224 ou
3a0 velas cada urna pelo preco de 15/.
O sabao he branco, as materias primas
de que he fabricado sito simples c inofensi-
vas, o cheiro que deixa na roupa lieagrada-
vcl; nvalisa coa o mclhor sabao hespanhol
e he superior ao sabao americano, que se
vende no mercado a 240 rs. a libra.
Vende-se igualmente em caixas de arroba
e a preco de 160 rs. cada libra.
Os incrdulos comprando reconhecerao
por experiencia a veracidade do que se an-
nuticia.
Superior cal de
Lisboa.
\ ondii-so superior cal de Lisboa : no
armazem de Novaes & C, rua da aladre
de Ueosn. 12, por prero commodo.
Velas de car-
nauba.
Vende-se a 1>000 a arroba do velas de carnauba
do Aracaly na tUa do Queimado Ioja de ferragens
Vendr-seca I del. i shu a ulli mamen lechigada ,aa-
simcomoootasiadaKussiaverdadiira : ua prara
doCorpn Sanio n.11.
TAIXAS PAKA EXGENHO.
Ra fundipo de ferro de I). W. Bowmana ua
rua di Brum, passando o chafariz,1 contina lia-
ver um completo sortimepto de taixes de ferro fun-
dido e balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acharn-se a venda, por preco commado e com
prompiido: embarcam-se ou carregam-se era ser-
r Sen despeza ao comprador.
Vende-se superior linha de algodao branca e
de cores, em novello. para cordura : em cas Soathall Mellor ,V Compaohla, rna do Torres n. :|S.
Vinho do Porto
Vende-ie vinho do l'orlo das mais acridiladas
marcas, em canas de uma e dua duzias, e em barris
de i|uarlo, quinto, oilavo e dcimo, por preros com-
modoa : na rua da Madre de Dos, Ioja n. 31.
CEBA HK LISBOA.
Na luja de Jos Antonio Moreira Dias, na roa No-
va n. 35, vende e cera em velas a Ij20 a libra, e
em bogias a I 10,
Na rua do Vicario n. 19, primeiro andar, ven-
de-se vinho do Porto de superior qualidade da bem
cuihecida marca liW em pipas, barris e eolias de
uma e diids_duzias de carrafas.
Ver.de-se esl ungento noestabelecimen-
to geral de Londres n. 244. Straud, e ua
Ioja du todos os boticarios, droguistas e ou-
tras pessoas encarregadas de sua venda em
loda a America do Sul, lluvana e Itespaiiha.
Vendc-se a 80o rs. cada bocelinha.coQtOm
uma instruccao em portuguez para explicar
o modo de fazer uso desle ungento.
O deposito geral he em casa doSr. Soum,
pbarmaeculico, na rua da Cruz n. 22, em
Hernambuco.
t CONSILTORIO HftMEOPA-
IIIIIO.
DO DR. CASANOVA.
28na das CruzesH.
...
...
a?
O
Nesle ciui-ulinrio ha empre pan vender
os mais aerodiladoi madieaaaootoi homo-o- $&
J patneos de CATELI.AN c t'.VEBEB, tanto ^l
V.J om hnlura., como em globolos, e o mais B
^ em corita po.sivrl.
W lina bulicade 12 lobo* 69 89 e 10BJ008
de 2 i, 103 12s e U3000
.''.'; 'i de 36 15a 1KJ e 303000
..,t u ,. de S n 189 -225 e 'OUII
'? de 00 ii 22 i'O e 309000
~3 Tubos avulsos 500, H00, e 13000.
& i onra de tintura a rscolher 2SI00.

IA tlencoli

:,'? Na rua do Trapiche n. .">, ha A
Cr superior rape l'nnceza do Brasil, #
'..': clic;;;i vi: Janeiro, ein qualidade jiouco dif- O
O (ere do de Lisboa, ao pasto que
vi; cusa apenas l.sVOO a lilna ; aeRr
~3 antes pie acabe, pois a
@ he pequea.
LEQUES FIROS.
Vendem-se lequcs milito linos eoan nra
pinturas, espelho e plumas a 2/, tlill a 4/ :
na rua do Queimado Ioja de miudezas da
boa fama n. 33.
YENDEM-SE CAPACHOS
pintados, compridos e redondos a TW e "'
rs ; na rua do Queimado Ioja da boa taama
u. 33.
t?
V bre
Consultas lodos os dias rali para oa po-
-:.
IjM VEST DI) POR 23000.
INoyo e completo sorliinenlo de corles de vestido
..c"|la lle "lillerenles padic, cores lixas, pelo di-
Vcnde-se ura excellente carro do qua-
tro rodas, com uma das melhorcsparcllias
queaqui ba: na cocheira do Sr. Adolpho
Bonrgois, rua Nova n. l.
A verdadeira gracba ingleza n. 97,
em li ericas de I ,"> duz.ias de polos: om ca-
sa de Jamos Cralitrce & C, rua da Cruz
n. \1.
Vendem-se saccas com farinha, de alqueire,
medida velha a 53000 : na rua do Vigario, liberna
de ,lii id miii.Ki,
Valdese urna mulalinha com 17 anuos de ida-
de, com habilidades e recolhida : na rua da Caia
d'asua n. lili.
Vende-se uma casa terrea em chao proprio, no
becco do t'crreiro u. 3 : a Iralar na mesma, das 0 as
2 lluras da larde.
Vende-se uma taberna com poucos fundos, na
rua das Lineo Puntas, casa n. til.
Vende-se uma carrora com pouco uso, com o
seu competente bol quem pretender, dirija-se ao
Campo Verde, primeira taberna.
CEBLAS.
Continua-se a vender ceblas solas : OO, li'rOe
mo rs. o cenlo, e de molho a '") a 1*200 : na lia-
vessa da Madre de Dos n. IS ; e assim como bala-
las de Lisboa a 29400 a arroba, sendo de urna ar-
roba para cima.
Vende-se um evcellenle piano eom boas vozes.
por i't(<;i commodo, por ler akuin uso : na rua do
Turres n. :W, primeiro andar.
AIMLi LUZ DE OLIVE.. A/E-
VEDO
I lem para vender no seu escriplorio, rua da Cruz
n. I.
.superior! charutos em caias de 100 c de 200.
Tabaco lino simonte cm lalas de 1 e 2 libras.
Plalas de Vallets.
I'iis de rogr.
Champe de Naf.
Pasta de jujuba.
Allheia.
Auil muilo fino.
inufo
prero de 23 cada curie : na Ioja de i perlas,
na rua no Oueimad > n. 10.
^elogios
ubi-rise dcscoberlos, pequenose arailes, deooro
e prala, patente iiiliIpz, para bumein e senhora, de
om ,in. melhures fabricantes de Liverpool, vnoos
pelo ultimo paquete inclez: em casa de Southall
Moilur ,\ Companhia, rua do Torres n. 38.
telogios de ptente
oglezesdeouro, desabnete edevidro :
vendem-sea procora/.oavel,em casa de
AugUStoC.de Abren, ama da Cadeia
do Recife,armazem n. ~*ti.
Km casa de lleur. llriiini iV Companhia, ua
rua da Cruz u. lo, vende-sc cognac era carnudas de
daiiu.
Pekira.
Esla rica la/.ciula de ti palmos de largura he inlei-
ramenlc uov^ em l'ernambuco ; fabricada no celeste
imperio, de coja capital tira o uome, he de uns pa-
droes lindissimos e anda n.io vistos ale agura : ven-
de-se pelo haralissimn preco de 2;lkHl o covado : na
rua do Queimadu u. 7, luja da estrella.
Catemos ff*<>*.
Coi tes il< vestidos
tro patacas.
a i'.ia-
N.i roa do Queimado n. 21, vendem-se corles de
cassa de cr com barra a 19380.
NTOIO LIZ DE OLIVEI-
RA 1ZEYED0
lem para vender no seu ariotizeiu. Inven! da Ma-
dre de lieos n. '>.
i, -o-1 i,i em uatrafcs por baralo prero.
I'ias familia superior de mandioca.
l'ixe da Suecia.
Cabos de cairo.
Ditos de linho.
Tinta branca cm latas, muilo boa.
Vende-se um excellente carro de rodas com
muilo pouco uo, e boas molas : quem o pretender
dirija-se ao paleo da matriz de Santo Antonio, rasa
que esta' em concert, a fallar com Antonio da Cos-
a Itibeiro e Mello.
Para escriptorios e earto-
ros.
Vcnilcm-sc resinas do papel do peso do
raelhor i|ue be possivel baver a i^, dito in-
ferior pouca cousa a 3j e SfSOO, dito paque-
te muilissiiuo lino a -jOo c :>-, dito almaco
gravee marfim a W, dito almaco muitissimo
bom a 3?200, dito do cores om quartos de
resma a 700 rs gro/.as das verdadeiras pe-
nas de ac.o bico de lanca pelo barato preco
de 13200, ditas muito boas sem ser bico de
lanca 500 rs., duzias de lapis muitissimo li-
nos a 32" rs., ditos proprios para riscar li-
vros a 800 rs., ranetas de osso torneadas para
peonas de ac a 120 rs., caivetes liiiis^imos,
de tuna a quatro lulhas a 1, 2, 3, A:, e ou-
tras mais cousts que se vende baralo; ua
rua do Queimado na bem conbecida Ioja de
miudezas da boa fama u. 33.
Nalojadaboaf
vende-so o mais barato que be possivel :
chales lisos de merino muito lino com fran-
jas de seda a 5/000, dilos dito lisos de listas
do seda a lenco de cambraia muito fina
com bico de linho a l?200, ditos de cambraia
brancos com barra de cor a 2*0 rs., mantas
de seda para grvala a 15, peitos para cami-
sas, brancos e de cores a 400 rs., fil de li-
nho bordado a 19380 a vara, dito de dito liso
a 880 rs., camisas de riscado finas c muito
bem feitasa 14500, alpaca de seda de muilus
bonitos padrees para vestidos a 640 rs o cu-
vado, luvas de seda para homcm e sonhota a
1f o par, ditas de pellica para senhora a 1/,
ditas de lio de Escocia para homem a 400, di-
tas de dilo para meninos a 320 rs., meias
pelas de seda para senhora a 2-3 o par. ditas
ditas de laia para padre a 13600, dilas bran-
cas muito linas para senhora a 210 e 320 rs.,
ditas pretas do algodao para senhora a 400rs.
ditas de algodao cru para homem a 200 rs, ,
alemdislo umitas fazendas que se vendem
muito barato, o que a vista dos precos os se-
nhores compradores nao deixarSo de com-
prar : na b"m conbecida Ioja da boa fe, na
rua do Queimado u. 22.
NrtvnlhtiSi. contento.
Continua-se a vender aH^OOO o parfprero *) e
ja bem conbecidasnavalba de barba,Mlaapoto h-
bil fabricante que ha sido premiadoem diversas es-
posicoes: vmdem-se com a condirilu de nao acra-
dando poder o comprador devolve-las al 30 din
depois da compra .resliluinilo-seaimnortancia: em
casadeAusiisloC.de Abreu, na rua da Cadeia do
Kecife n. 36.
Vinho do Porlo, superior chamico.
Em caixas de 2 duzias e em barris di oilavo, re-
centemente cheeadopclo hriaue Trovador ; vnde-
se nicamente no armazem ata Barroca $ Castro, na
rua da C.deia do Recife n. 4.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
construeco vertical ecom todos o melhoramenios
mais modernos, tendo vindo no ullimo navio i
Hamburgo: na rui da Cadeia armaiem n. 8.
POTASSA E CAL YIRGEB.
i\oanu>ej bemeonhecido deposito da rua da
Cadeia do liecife, escriplorio n. 12, ha para ven-
der muilo superior potassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, ludo
a presos muito favoraveis, cora os quaes ficaro
os compradores salisfeitos.
IECHAHISMO PARA ElfiE
110.
XA FUXDICAO DE FERRO DO EXGE-
KIIEIRO DAVID W. BOWMAN. HA
RUA DO BRUM, PASSANDO O oHA
FAUIZ,
ha sempre um grande soriimentn dos seguinles ob
jeclos demeclianismosproprioi para eni.enhos.asa
lier : moendas e meias muemlas da mais moderu
construcrao ; laixas de ferro fundido e balido, d
superior qualidade e de lodosos lmannos ; roda
dentadas paraagua ou animaes, de ludas as propor
r,6es; crivos c boceas de fornalbae registros de to
eiro, aguilhOes,bron/.es,parafuios e eavillioes.moi
nhos de mandioca, ele. ele
NA MESMA FUXDICAO.
e evecutamtodasascucommcndas com a soperior
ridadejii conbecida ecom a dc\ ida preste/. modidade em prero.
" VENDE-SE
Gra\a de patente, prora d'agua, para
arreios de carro.
\ iiiIhi iln Rlicno de iptalidadcs espe-
ciaesJohannisberg Harcolminner.
No armazem deC. J. Asllev A C.
lMiicasadcHal)cSi.hniclIaiu\ C, rua
da Cadeia n. Ti7, vende-sc :
Um grande sortimento de vidros de os-
pedio.
Itelo;ios linos de patente inglez.
Ditos ditos de patente suisso.
Cornos de eraxa.
Ervilhas seccas cm earrafes.
Vinho do Rheno superior.
Conservas alimentaras de boas iiuali-
dades.
Tildo por prero commodo.
Uesappirerau no du 29 de oaloato a. p. aaa
scravo pardo de nome Joac Kilippo, raatucidn oa
illuuiinarao por Jos Marreea, c he eaoUoor. Ira. m
.i-tuiriies siunae-: baiio, pota por oaaa porao
luando anda qoi parere ser rm., e oa a n,.... .
quer,la quelrilada al O l.racu, r Icol talla OO OVOttl.
.upp.ic-se ler fgida para a Rio l.raode oo Norte.
onde ero oolubn. do ano. panado loa presa pola
me-ina causa, lavoo caifa do sanara laaarilU o Ta-
misa de chita franeru : quean o posar to*s-o a iooj
seubor que sera ceneroumenle rerampomaoV.o. pa-
leo do 'I erro n. 16.
lle bordo da barra Sania Maria loa Sor,
ausentou-se desde o da 31 dona pasaade o i
vo Paulo, epoulo, alto, magro, raberas I
curios, quem o pegar ou rlelle dar rtotioai. din
ja-se a rua da Cadeia do Recife rasa de Masad
I ioncalves da Silva, que o recompensara.
Fogio no dia 31 do aaet panala, oaa mu i
do -erlau. ptrleiicaule ao Sr. I:aar* Mirtuaa 4o
Coila, morador em Espicharas, ata i
crioulu, de 'Si anno de idaoa, ematora
principiando a barbar, vala pa-lrrli o a
rio. de a trocar, tem uma marea c leriOa asa aata
das prriiaa : fot vealid. de ccroola eosaatsaa, o ca-
misa de aluodao da loara, jaqoota a chapia ata ose-
ro ; iospeila-s qos fosa, .nturio. o ajsc notas -
coilado em alsuiua casa, caira a oe se proosau :
roga-ae a lodaa as aotoridados, raprtSaa ale casas o
pessoas do povo qoeinm apprrheode-lo o leva-lo a
raa do Crespo, luja o. 16, Os Joosjotsa AaiiaSi o
Aodradc, que se gratificara geaeroiasaialt.
Sabbado, IK do correle, fug-o di casa > Jos.
Pinlo de l.emo Jonior, lend.-o aaioaao a caaa oo
r. Siqoeira iV l'ereira, d'.noo oao sllro, osa asai-
lalo esrravo. de nome Mmplicio. ,-lal.ra olla, i
do corito, ps groaaoi e indar irrecolar. fe
barbado, falla rru..a e poueo dar,
idade .Vi a 10 annos, ronsla andar par
boa a jogar : rota ss a animidades poliesf o I
dem prender e levar a casa da annannao4 ; o ao
for preso para as bandas do Rio-Ko
soem ao Sr. lenle coronel Jce l.sn o> I
l.ins, a quem o mesmo perlenre. Da aaso _
Joao Pinto de l.emo- lunicr anda lagiata ha i
um mez um negro cimillo de noaaeCaotano, ale sta-
de (O anuos, poueo manos, ostalsra bai\a, trio ata
cara e baibado, levando ralea a (imiu o> lanaali :
quem o penar e levar a ra.a do di :o. na roa 4a .\o-
rori n. X, oo der ah nuliria prilo se acha, sen' gcoerosimenlo rec.mpeoaso..
No dia 18 do correlo pelas oito horas
da manhaa fugio um negro por noate Anto-
nio, o qual he de nac/io con os sigaaes s*>
guintcs : cor fula, pouca barba, pana sV>
quarlo direito, os pi-s apalhetados, stape
do lado dircito le ni algumas costaras Al-
tando calor de ligado, levou calca azul de
riscado, camisa a/.ul, chapeo de pal ha : ole
negro tem um irmSo que be cottaotaaT da
carne nos acoupes da Ir*gurvia de Santa An-
tonio, sendo este o seductor daqaelle, se-
gundo que se lem sabido ; foi esrravo do Sr.
acadmico Antonio Kogerio Freir de larva-
Iho, morador alraz da malrii da Roa-Vista,
tendo vindo com o mesmo acadmico da A-
gua-Preta, lalvez lomasse esta estrada ; per
tanto pede-se a todas autoridades onde a
mesmo for encontiado, e os capitales de cam
po hajam de aprehender, ou leva-lo aoses)
legitimo senhor abaixo assignado na raa
larga do Rosario n. (8, que acnerosamenta
paga a quem o trouxer.Bernardo de Cer-
queira Castro Monlciro.
Continua a estar fgido o esrravo Antsmo
de nai;ao Cassange, de idada dr- 3J anno.
mais ou menos, altura regular, cangneiro i
Jar, cor prela, roslo redundo, sem barba,
limpas* cheio do corpo, e runversa poeta; fsi
esersvu dos berdeiros do finado Caeuno (.o
da Cunta ; ha qua-i certeza ca indar
partes do sul desla provincia, se ilgurm
dito esersvo lique cerlo do que o dono lia de [
der rom todo o rigor das leiscorlra n aroilador, a
a quem o capturar prometi te >igar rota {_
sidade, sendo conduzidu a rua da Guia n. sj4
gundo andar nesu praca, ou no engenbo Ooaoos.
ou Agua-Fria da (reguczia de S. I^aieae da
Mata.
I u-.'io lioiitpin ai ; lora da noile oto orsaso
mualo, de nome I liorna, alto, rolrr,a4> Os ra*r-.,
cosa mareas de lie\i.as, periia- crsoasa o sansas bm>-
ras de riralrue uas ranilla-, talla cota a
ndao ; Ir mi ramiM dt par.no aiol stoim
da do ourelln branrn as hombroiraa a ,
aberta na frenleem forma de poa4o : esta
he nator.il da l'araliiba, s foi estrave 40 Sr. I artas
' .'Ili" qnc o Iioiim por brranrj AO sos i apa Jess
.1 mquiiii de -Siui/.i d.iqiiill i rniade, e foi roannraoo
ido abaixo asisuado a Bt. Hilan de AlhavOs
Vasconcellos Jumor. n>oia Iregneria do Pilar da ibis prnvioria : apaseB o aoasr
lava-a a rua da Concordia a IV.Im Aatosm leiarKi
i.nnii.iraa-, qas era' rei*ci H' cite I. de oulubro de NGC
Pedio Antonio Iriirir i l.aisaaro-
PERN.: TVP DB M. F. DB KAKI*
.
/ i


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