Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07633


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Full Text


AKKO XXXII K. 2(17
Por 3 mezes adtantados 4,000,
Por 5 mezes vencidos 4$500.
QIART.4 FEIRA 12 DE AOVEMBRO DE 1856.
Por anno adiantado 15,J000.
Porte franco para o subscriptor.
DIARIO
KNCARREGADOS DA SUBSCRlrCAO' NO NORTE
Farabiba, 8r. fiarvaiio ?. di Nati* idade ; Natal, o Sr. Jos o
Julm I. Pereira Jnior; Aracaiy. Sr. A. dt Lemoi Brasa;
tara, *lr. J. JoiadaOlneira; Marantiao, o Br. Joaquim Mar-
uee tdrhju*a; Plauhy, o Sr. Domingo! Harculaso A. Panos
raanla; Para, .,. JualInlanoJ. Kamoi; Aroaionii,* Ir Ju-
t rm. da i oiii. ..i.-
PARTlDA DOS COR REOS.
Olinila : todas os das, infle oira horas lo di.i.
iK'iarau. toaaaBB r Paiahiba : na. h .......
S. Alil.ai. Deagriua, l!onito.('.iroarii, All",'. e l,*r*
s. toara***, Msi-d'Albo, Katafeta, Matacara, Bn
irtr, Floras, rilIa-Ralla, Roa-Vi.ia. Oarfcwj e rJ>u :
Caaa, Ipojuc. SariaMaaa, tXftO-FafaaaMo, lo.i. Itari
PiaKaloIras e K.ul: sjaiatae-rairaj.
(lodo, as correaos pirtem a 10 baras da mnhla.)
tas-retrae*
Iium : na torea-raiNi
[o, Pestjaafra, luz*'
: as eeariaa-feirae.
reros, A^ua-I'r.'ia,
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio legunda t quintal.
Helacao : Mrfai-feirii labbadoi.
Fanud: quarlai alabbadot al 10 horn.
Juno do commereio: leguridat ai 10 horas a quintil ae
Julio daarphaoa i legunda* quimas ai lo horas.
Primeira tari de c/iel I legunda ssnai so maio-dia.
Segunda rata da aira! : quarlai nbbadoi a. maio-dia.
alt-dla.
EPIIEMCRIDES DO HEZ DE NOVBMBRO
SQuarloereic*nt*n3horai 4 minutos 48ngundoi di t.
U La eheia ai 7 huras23 mnalos a 8 segundos da m.
l!| Quartominguantaaa 8 horas,15 minuloaa 48iegundoi di ni
-T La dotiii 2 horai,34 minuto!.48 segundos di Urd.
d._ ... 'REAMAR DE IIOJE.
Prlmelra as horas 3il minuto! da urda.
Sagunda as 4 horaa e 54 minutoi da machas.
DAS da semana.
10 Sagunda. S. Andr Avelinof. : S. Nvmpha.
11 Terca. S. Mamullo h.: S. Verano b.'
12 Quarta. S. Martinhop. ni. :8. Luvinn p. m.
13 Quinta Ss. Anadio e l'anllo Mm.: S. Zebina v. m.
14 Sena. S. Abilio diac. ; S. Gurias m.
15 Sabbado. S. Clemenlino in.: S. Filomeno m.
16 Domingo. 2fi 8. Gonzalo de Lagos ; S. Edmund b.
pamti arncukh
OOVESBtO DA PROVINCIA.
Exnaalente da 7 da novenbro.
OllicieAo Exm. cominaDdanleanperior di suar-
da nacional do municipio do Kecife. iulein.ndo-o de
haver aulorisaJo o inspeclor da lliesouraria de fa-
zenda, a mandar abrir os assentarnenloi de praca doi
quatro rornetas, cujas Mineen ciinslarn d nulas
que S. Exc. remellen, e liem asairo a por a* conva-
nieiiles notas nos assenLaiiiemos dos :l que foram es-
cusados do servido.
DiloAo direclur das obras poblicas.Parecen lo
couvenienle a' cmara municipal desla crlade con-
servar a inscripco gravada tm urna das pedra. que
se tiraram do edilicio oml- oulr'ura eslava a cadea,
i tira de saber-se em todo o lempo data da lu.id.i-
jan daquelle edificio, e o norae de quem o mandn
conilrnlr, recommeudo a Vmt. haja de mandar
entregar a' telenda cmara a pedra de qoe se
trata.
8
OflicioAo Exm. cominandanle superior da suar-
da nacional do municipio do Recife, recommendaii-
do a expedido de soa* urdens, alim de ser dispen-
sado do servico activo da un -na guarda nacional, o
guarda do 2, batalhAo de infamara Jos Francisco
de Souza Magaihaes, emquanlo esliver etereendn o
lugar de srvenle da casa de detengo.i.miniuiii-
cou-se du chele de polica.
Dilo Ao I-am. marechal commaudanln das ar-
mas, dizando que o 2. hatalhau de iuranlaria ni*
pode ser indeinuisado pela lliesouraria de fazenda da
importancia da etape, qoe forneceu, de 27 de selem-
bro desle anuo, al 12 de uulubro prximo lindo, ao*
reorutas aparados ullimameule na comarca de Flo-
res, por j.i terem elles recebido esse venciineulo do
juiz de direito d'alli, convimlo, portante, que seme-
Ihaule indernnnacAo seja realisada por ineio de des-
cont nos sidos dos meamos recrotas.
Dilo Ao mesmo, participando que expedio orjem
i lliesouraria provincial, para que, estando uos ter-
mos li-ir ie>s os ducumenlos que S Exc. remellen,
indemnie o capito Manoel da Cunha Wauderley
l.ina, da quanlia de 7I7(M, que elle despende
coro o rornecimento de luzes para o quartel do des-
tacamento que coinuiattdou na comarca de Flores.
DitoAo mesmo, para mandar apreenlar hoja
no sala < do convento do Carmo, urna guarda m.II-
cienle para assislir a extraer., da lotera, que alia
vai ter logar.
DiloAo inspector da lliesouraria de Calenda, re-
cuiiimiMid.md i aexpedican de suas urdens, para que
na alfandega se consinla no despacho isento reitos, de 32 livros em brinco, e 63 resmas de pa-
pel de diversas dimeuses e qualidades, viudos na
barca (ranceza si Olinds para uso daquella repar-
li;So.Commuiiicou-sc 10 inspector da mesraa al-
laudega.
Dilo^Ao mesmo, declarando, qoe segando consta
do aviso do ministerin do imperio de 23 de oulubro
ultimo, fui approvada a aulunsarilo que a presiden-
cia deu para S. S. despender maia a qu.inlia de
l:IKIIL)000 r<-, cun o pagamento das despeas le-
tas pela verba sorcorros pblicos.
DiloAo mesmo, Iransniitlindo para os conveui-
enles exaiuei, copia da acia do cmisellio administra-
tivo datada de 211 de oululiro ultimo.
DiloAo mesmo, couiinuiiicaiido haver o jui/. de
direilo da comarca do Kio Kormoso, hachaiel Ma-
noel .lose da Silva Neiva, participado que no dia 211
de oulubro prximo findn entrara no excrcicio da
seo cargo. Igual coiiiinutiicacao se fe ao Exm.
conselheiru presidente da relajas,
DiloAo capilflo do porto, dixenoNs que lic.in
expedidas as cunvenienlos oVdens, para que a#i 811
o senda Ihe aej i.i enviados semanalMieni** em carP
sellada.
DitoAii inspector da lliesourari i provincial, re-
commendaii lo, que inandi: processar c rela"ionar na
forma do aslylo, a de-pe/,a quesegnndo o docuinen-
to que remelle em duplcala, fe/, o capilan Francis-
co Antonio de Carvalho, cun lu/. para o quarlrl do
destacaineulo da comarca de (aranhiins, alim de *er
elle ludemmsado da respectiva impurlaucia, logo
que para isso se consigue quola.
DitoAo mesmo, cu.umunicando haver laucado
no requerimenlo em que Claudio Dubeux pede que
a cusa dos cofres pblicos, sejam arrancados os
lampees das punios, ,. collocados de manen a que
deein fcil traadlo aaa mnibus de o despacho aeguinle :As despezas coin a nova col-
loea{iu;ilos lampees nao devem rorrer por coula dos
cofres pblicos, mas devem er feilasa cusa do sup-
plicante, a quem aproveila esla nova rollocacao,
qqe desde ja Ihe he penniliida, responsabili se elle a empregar lodo o cuidado no servico que li-
/er...itini de que os mesmos lampres liquem lao se-
guros como actualmente se acliam.
DiloAo director das obras publicas, aulorisan-
do-o em vista de sua niformarao, nao su a receber
provtsoriameule a obra do canal de juncr;ao dos ros
I u' ini.u e Ariqainda, mas tainbem a passar o com-
petente cerlilicado pela maneira indicada oo linal
da dila iiiformagao, alisn de/que Compauliiu Per-
uambucaua pos^a haver do lliesouro p^oviucial, pa-
ra o que licaiii expedidas as eoiiveuieutes urdens, a
imporlaucia a que lem direito.
OiloAo mesmo, mandando que passe o compe-
tente certificado, alim de que o arrrin.il tule do I.
lanc i doeinpedrameiilo da estrada de Apipucos, Jo-
s i, ni cal v. Ferreira Costa, possa haver da Ihesou-
idria provincial, pira o que licam expedidas as con-
venientes ordens, a qaanlia de ili25S2"i rs., a que
lem direito, pelo accre*cimo de obra que se deu uu
referido lancen.
DiloAo coininandaute do corpo de polica, aolo-
risaodo-o em vista de saa infurnsacao, a mandar dar
Ibes fallar qualqoar outro requisito, rstiverem f-
ra das condictie* do alistameoto.
As peasoas que oceupam curios cargos de polica
ou electivos, como o de juiz de paz, nao devem por
isso ser excluidas da lista da qualihcara'o da guarda
nacional, embora a le as dispense do servico, do-
rante o exereicio de laes cargos. He antes eonve-
licipam qoe se publicara em Conslanlinopla um fir-
man respectivo a represeutarao nacional dos prin-
cipados, napqoal nao se menciona a urna) da Mol-
davia e da Va'aqoia.
Conlava-se com ama crise ministerial, a era indi
gitado Redschild-pacha para lutoro grac-vizer.
O Motiiteur de Pars publicou os mappas das con-
KM.UtlIhs.ADOS l.\ M BSIRIPa As*i NO MI
Ala as.o Bt. Claudia* Falcao Das ; BakiM f,,. >. a,,,,
iodaJaneiro,a8r. Istia ParairaMarliaa.
EM PER\AMBI CO.
O pioprialirl.doniAUlOMaBMl Pigaanraa ata Paisa, a tasa
irrsris, prsca da Indapandaocia m.til.
zes do crrenle anuo, findosem M.) de selembro, pro-
dozindo 754,318,000 francos ; coinpirada esla som-
ma com a receita do periodo corresponden le em I8J.5
vi'-se om augmento de 129.000 francos.
O marechal conde de Castellano vollou de Paria
a l.yon no dia 13, e reassumio o enmmando militar
desla praca. Mr. Rouher, minislro das ul-ras publi-
cas, que hagan a Marsrlha no lim da semana ulti-
ma, erapreguu dous a Ires dias em examinar o por-
to, as docas e varios edificios pblicos da -nlade ; na
segunda -faira o prefeito deu um grande baliqnete e
baile em obsequio ao ministro, que sabio para a ca-
pital no dia immediato.
II matrimonio du joven princeza Mithilde, lilha
de Carlos Ruon.iparle, com o conde l.uiz de Calaba-
ceros eelebroo-se no dia 11 na capella das Tulheriai.
( I Reroluriio de Settmbro.)
nieute e legal que ellas eslejam alistadas, alim dse- lriboir,oes e receitas indirectas dorante os nove ma-
rero chamadas ao ervro logo que cessar o seo im-
pedimento. O que Vmr. deve he averiguar se os
individuos de que traa em seu oflicio, sao efectiva-
mente chamados ao servico da guarda nacional, ape-
lar de eslarem empregados na polica, e terem em
sen favor a i-em\io legal. Se elles se oceupam cu-
mulativamente com o servico da guarda nacional a
com o exereicio de cargos que sao incompativeis rom
elle, compre aulla, que Vmc. represeole sobre isso
as autoridades competentes, alim de seren tomadas
as necessarias providencial.
Quanto aos Indios que Vmc. se refere em seu
ofiico, tenho a declarar-lhe, qoe nesla data exijoin-
fnruidn'ies do director geral, para visla dellas re-
solver como for conveniente.Ulliciou-se nesle sen-
tido ao mencionado director.
DiloAo presidente do cnnselho de recurso do
monicipio do Bonito, acensando recebidaa copia qoe
Stne. remellen da acia dos Irabalhos do mesmo con-
sellio.
DiloA' cmara municipal do Ooricurx. O juiz
de paz presidente da mesa parochial do'Ouricury,
iiHiriiiu-nie communicandu, que essa cmara nein
Ihe remelleu o lluro das acias por occasiao de se pro-
ceder a eleicao de joizes de paz e vereadores, nem
exped as ordens relativas a raesma eleirj.1o, na
coiifiirmidade do arligo Di da le de 19 de agosto de
IKili.
Cumpre que Vmes. me informem com urgencia a
seinelliaute respailo, leudo ero visla o oflicio que me
dirigi o referido joiz de paz, e de que Ihe remello
copia.
PortaraNomeando de conlormidade com a pro-
posla do director das obras publicas, a Joao Joaquim
de Siqurira Varejao, para o lugar vago de conmino
daquella repartirao. Fizeram-se as necessarias
communira^es.
DitaDemittindo a Manoel Joaqoim Rodrigues
l.ima. do cargo de subdelegado da freguezia de Td-
caratu .Communieou-se ao chefe de polica.
COMMANDO DAS ARMAS.
Quaricl general do commando da* arma de
Pernambneo, na cldsde do Recite, en* 8 da
noventbro da 1856.
ORDEM DO DIA 367.
O marechal de campo commamlante das armas,
declara para <:onlier.irnenlo da guarnc,ao, e devido
effeilo, que nosia dala conlrahiram novo-; engaja-
mento= para survircm por mais sois anuos, nos ter-
mos do reglamento de 14 dedezembro de 1852,
precedendo inspcci;ao desaude.o Sr. 2.' cadete 2.-
sargento da I.- eompanhia do 10.-batalho de
infantaria, runo Candido da Silva, os cabos de
esquadra Theodoro da (Mirara Brrelo e Homo
Agosiinlio de Almeida, e o soldado Braulio dos
Santos Lima, osle da 3.* eompanhia, e aquelles da
7.", todos do 4.' baUlhiode arlilliaria a p, ns
quacs por sobre os vencimentos que por lu Ihes
nompotirem, perceberio cada um o premio de
."05000 rs. pago na forma do arl. 3 do decrelu
n UOI do 10 de junlio de 1854, e ltalo o cn-
.gajamonlo uin.i data de Ierras do 22,500 brajas
jUMiaKnfap So desurtarena incocrorjo na iierdu
das vanlaiunsdo nrrjjmo odaquollasa' que tivcrein
direito, serio considerados como se recrutados fos-
som, desenn lando-so no lempo do cngajamenio o de
priso em viriude de scnlcnca, averbando-se esto
descont e a purda das vanlagens nos resHctivos
lindos, como est por le determinado.
Jos Joaquim Coellio.
Pelo paquete liuxne, entrado hoje, recebomos fo-
Ihas de l.ondies de 17, e noticias de Paria al 15.
Ni larde de lli linham chegado a Windsor, de re-
sresso de Ralronral, a rainha Victoria, seo esposo, o
principe Alberto e real familia, ao cabo de ulna au-
sencia de sele semanas completas.
No Timei l-se o seguinle despacho lelegraphico,
lomado da Patrie: o i
a Parlicipam ae Ajacrio em I i, que o almirante
Dundas lando recebido ordem do seu governo por
va de Franca, se lizera de vela com a sua esquadra.
Dllia-aa lambem em loulon, que a esquadra fran-
ceza la levantar ferro.
O correspondenle do Times em Paris diz-lhe, em
dala de l.i, o seguinte :
> lloje, segundo loda a probabilidade, I ola das
potencias alhadas seria communicada pelo barao
llrenier ao re de Mapnles. De novo se a tinca que
i-sa nula be exarada em termos mui moderados e
conciliatorios ; porcm, nao se presume que o resol-
lado seja como .ics-jam a l-'raoca ea Inglaterra ; ta-
lo lie, a arquiesceiicia as enrgicas adinoeslaces, que
duigem ao rei l-enidiido. As inslrucyes dadas ao
bario llrenier sao. que se o re persistir na recusa
peca os seus pasaportes e se relire com loda a lesa-
c.o franceza. Sem duvida, lem ido expedidas ins-
iruccues semelhanlcs ao ministro brilannico. Pelo
que respeila as esquadras ibz-se, que a trncela
baria do servico ao soldado daquele corpo, Joaquim r""1"-"' Malla a ingleza, e ambas esperaran ah
de Arauju Pama.
DitoAo director da colonia mililar de Pimaiilei-
ras, .luinri-.in lu o a passar escusa do servico, ao ca-
bo de esquadra francisca Parara de Almeida. visto
ter liualisado a lempo porque se conlratou para ser-
vir naquella colonia.
DiloAo juiz de direilo da segunda vara crime,
inleiraiido-o de haver designado para servir de au-
dilor no cunselho de guerra capital, que lem de jul-
ar o soldado do balalhao naval Manuel Antonio, e
recummendando que se aprsente a esse servico lo-
go que seja avisado pelo presidente do mesmo* con-
selho.Communicuuse ao coinmaudaule da etUelo
naval.
DiloAo delegado supplenle em exereicio no ler-
mo de Villa Bella, ilevolvendo as contas que Smc.
remelleu do fornecimento dos piesos pobres da ca-
deia daquella villa, nos mezes de jonho a agosto
desle anuo, para que. depois de as fazer reformar,
indicando as casas de ohservacoes o destino que h-
veram os presos, e eslarem ellas com o compleme
visto do promotor fiscal, as enve por intermedio do i ,
pelore.ultadi.il ultima nota e resposti definitiva
do re ; e se esla fr. rumo se prev, denfavoravel,
sabino para as proximidades on llura das cosas da
Italia, e n lo direriamenta sobre ellas. Nesle ponto
d*-ae alzoma dill -renca ; comludo, he evidenle que
os navios se eolloearau em posicAo de receber aquel-
les suhdilos francezes e inglezes residentes em a-
ples, que nao se jolgarem seguros all depois da
partida das respectivas legaeOei. I'odavia, acredita-
se que as consequencias serio pacificas ; a que em
lodo o cas nada se far para promover revolures,
qoer na Ciolia. quer em aples.
l.-se no Cnrreio Mercantil Ae Cenova do dia 10J:
(i Publicamos ns difiranles ditos que vogam quin-
to n parlida de qustro navios de guerra, lie cerlo
que esses vasos lem ordem de estar promplos a salii-
rem ao mar ; porcm anda uoselhes marcou des-
uno. >i
O mesmo jornal refere que as obras das novas for-
lificaces de Alexandria progridem com a maior ac-
hvidade. Os babilanles de Placencia forneceram a
l'nriii a sninma de 1,300 francos, sendo a sohsciip-
de mil francos applicada
oais objectos que livesse em seu poder, o qoe
\ me. ain la nao fez du saja parle por aguardar as or-
dens desle governo.
Km resposla ao citad* offico, tenho a dizer a
Vn.'c. qoe ao delegado com Ileilo devem ser entre-
gue s os medicamentos e mais objectos que estavam
a rai'20 do acadmico Kobinson, e Vmc. deve entre-
gar ai. s delegados de l'lorcs e Boa-Visla, reparlida-
menle. os quesobraram das ambulancias em seu po-
der, pan.1 serem ulilisadus no cas em que iiifeliz-
meule rci.'pparei.a ah a epidemia.
Deve lanibem Vmc. ministrar as atiloridales lo-
aes deasas i.'uas comarcas os escl irecimenlos r hu-
Iruccies acerca do Iralaraeuto do cholera, alim de
que possaro em akumi einergenctti aocearrer a
soas que forem .'ccuriiinMiidas daqff lie mal, se por
ventura reapparoeer em alguin poni das duas co-
marcas.Ollcinu--*e aos mencionados delegados pa*
ra reoberem c uuardarem os medicamentos e ob-
jectos de que se trata.
DiloAo snli ti legado lia fresue/ia de Agiia<-lte|-
las.Accuso receb.'do nflleio de S do oulubro ulli-
mo, em que Vmc. uve coiiimunica : I., que o eon-
selho de qualilica.-ao d.) gaarda nacional dessa Ire-
Ettatia, tam qualilicado individuos que nao pmsnean
melado da renda exigida por lei. e outros que se
acham empregados no servioo da (tu lina ; -j., que
so alislam como indios, alim de gu/asein de corla*
isencries, ni Ii vi.lu- cujus pais foram. sompre vnlan-
lese prestaram serviros poliria. ,'
Sendo os conselbos de qualilica<;;*'.o e de revisla os
roiopeteules para xerilioar e apreciaras eondioiies
que a lei exige para a alislaiuenlo da guardas ui-
i-iouies, a esses eonsellios ln< qo .. Vmr. se dever
dirigir em lempo opporluno, aliiu je ns auvil.ar eaaj
todas as pravas e esclarecimanios relalivos a uidi-
vidaos, qu* por nna lerem a i euda legal, ou por
-......-ara anles do lim
de dezembro, c a causa da miid.uic.i na primeira len-
5*0 be que a imperador deseja andar reunido as
dilTerenles cidades a -na chegada a uobreza ilalia-
na. Se a corle fosse a Mlao no romero ou meiado
de nnvembrn, os nobres eslariam anida lias suas
quintas, p irm nenhum l lira no lempo do Nalal.
Moiliis reos de crides pellicos serao perdoados du-
rante a cursan de SS. MM. a Italia, e crf-se que
o sequeslro nos heos sera levantado para a maioria
los emigrados. O marechal Radelzky de vez em
qoando permuto o recrean do algum emigrado, e
as Tan* a|c ||, mal,rt, resliluir os bens ; porm es-
las meias medidas na sao proprias para produ/.ir
bnm 'Ileilo, nem denlru, nem fura do paiz.
P"s- Marselha, I i de oulubro.Cheson o Kilo trazen-
do noticias de Conslanlinopla do dia Ii. A Porta con-
vidou os emliaixadores a ama reunan previa a con-
vocarflo dos divans, que devenlo manifestar ns seus
deseos quanfo a reorsanisacilo dos principados.
" A Porla urania seis por cenlo para a exerucAo
rio raminhn de ferro do Kuphrales ; parle das a'c-
ees ser* reservada para a Companhia das Indias
llrientaes e para a Turqua. A eompanhia do rami-.
nh i ile ferro gozara um privilegio exclusivo, rpce-
PARS
If de oulubro.
Os navios francezes e inglezes sahiram de llarie-
Iha no da 13 com extrema rapidez em virtude de
om despacho qoe se recebeu.
Ignora-se o deslino que liveram, massuppe-se
que se dirigem aobre aples.
Ao Berln com data de 10, o seguime :
O ministro dos negocios eslrangriros de Franja,
o conde deWalewski, enviou aos agentes diplomti-
cos de Franja no eslrangeiro, ama circular provo-
cada pela nota russa de 2 de selembro, e que serve
de resposla a mesma.
Segundo o que podemos saber desle documento,
o governo francez impugna as aecusacoes do prin-
cipe (lOrtschakolT. e traa de provar, que ha um er-
ro em suppr qne a eommisso da I- r im.m e da In-
glaterra na queslo napolitana he contraria aos Ira-
lados existentes e ao direito publico da Franca.
Ao mesmo jornal escrevem de Vienna a 8oer-
guale ;
Os rumores que leem circulado estes dias de le-
rem renunciado as potencias occidenlaes a enviar
as suas esquadra* a aples, < de que o negocio se
arranjaria pacificamente, apparecem destituidos de
fundamento.
As ultimas noljeias de aples dizem unnime-
mente, que n;lo ha qoe pensar em que o rei de a-
plas faca coneessAo alguma. Nesle caso he prova-
vel que a sabida das esquadrds nao seja mais que
orna qoestao de lempo e de opportumdade.
Sesundo carias fidedignas de [vapules, he lal a
lenacidade do rei, qoe foi impossvei a .Mr. de llub-
ner oilerecer nem anda oflicialmenle os bous ser-
viros do gabinete aoslriaco.
A' lazeta de Augsbourgo o escrevem de Floren-
cia com dala de 7, o seguale :
Aqu descohrio-se urna gran le ronspiraciio po-
lilica que liuha ramificantes em lodo o gro-du-
cado.
I'izeram-se muitas prisos, entre ellas as de urna
familia intejra.
A maior parlp dos individuos que fnrain presos
pertencem s prolissos jurdicas, como os advogados
Rosas, l.apiui e Tian.
I.c-se na a Estrella, a jornal de Madrid :
Chegou a esla corle o novo ministra da cuerra o
lente general I). Urbistonda, que lamou powa da
pasla depois de haver prestado o jurameii lo na. maos
de S. M.
Ao n Crrelo Mercantil a tocrevem de Turin em
dala de ti do correle :
. A imperaln/ da Koasla, viuva, evila lia soa via-
gem lodo o ponto de contacto rom a Austria, e nes-
le proposito partiudo do Rhebo pelos raimnhos de
ferro sllemiles e pela Suissi ehegar.i a (enero, e
dalli se diriuira i Niza.
Diz-se que em um beija-mao o imperador Ale-
xandre dirigi ao general piemontex Bioglia as se-
gninle* palavraa :
Dizei ao vosso rei, qlle Ihe recomincn'o minha
mili.
Depois vollando-se para o principe lslerhazv o
represcolanle d poltica ansIrUeaJ acrrscenlou ':
Nlo vo* admiris de que nesta occasiao aprecie e
estime os inimigoa declarados.
'Imprenta e bti.)
neri o terreno gratuitamente, e poder timbem la- I
vrar as minas prximas do mesmo ; ealabelceera Ii-
nhas de lelegraplios elctrico* e orreiras de navega-
(tsl vapor, desuna las a ligar a luda com a lo-
gia Ierra.
a O embaivador persa chegou a Trehisonda da ca-
miulio para Franca ; leva nina comitiva numerosa e
he porlador de inuilos prsenles.
111 'ni de Alhenas que o re era all esperado no [ lageui publ
romeco de nnvembrn ; a ses-.i.i parlameular appro- '
vim.iva-se, porque eslava mu perla a poca das no-
vas eleices. lainliein rsperavaui oalmiranle l.youi.a
Por Trieste, na rilada dala de I i de oulubro, par-
CORKESPONUENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
LISBOA
23 de oulubro.
Creio baver-lhe dilo que na ullima grande reu-
mau do* reali.las, que lave lugar na rasa da re-
ilacean da \,i:-;Vi, para deliberaren! sobre n rjim-
nho a seguir as prximas eleicoes, se decidir que
concorressem urua, mas qu, sendo qualquer
dalles eleiln, quando enlrassc no congreso recnsas-
se prestar o jiiramenlo polilico. Parece qoe eslo
anda do mesmo accordo, que a imprenta liberal
rommenlun irrespondivrlmenle. Mas de lodos os
commenlarios da iroprenso aquella insolila delibe-
racan, o mat-nulavel. he um arligo do Sr. l.uiz
Antonio de Araujo, que se declara pertencer ao
partido legiliiuisla.
Com loda a forra de argumentarlo prava ao seu
partida, que lal derisao lora contradictoria,lemera-
ria e irrisoria. E, pois, que somos portuguezes,
termina o sensato articulista, devenios contribuir
para a prosperidade da patria, uossa mai rommtim,
e lano mais. qoanto do principe que anualmente
se senta no ihrono, nenhum resenlimento por em-
quanlo temos ; lecchea o Tacto, he posstiidor de
boa fe, au nos guerreen, he esiraiihn as uofsai dis-
sensoes. e nascem na no-sa Ierra. Deixe-se pois o
partido reali-la de illuses e coulrad croes : Se quer
ir a urna, preste esse juramento, que "he a nni-e-
quencia da sua cleicao, embora proponha depois a
soa aholirao. Se entender que elle he desneva-
ro, e se o nao quer prestar, abaudone-a para ser
colierenle.ii
Ora esla duutrioa he clara romo a luz do dia ;
daqoi nao ha para onde fugir, e ludo faz crer, que
salea explicaran qoe se podo dar ., grande reu-
nan i eali-la e a formacao de commissTies liliaes por
loda a superficie do reino, Ibas e utlram ir. nao
pastad* urna oslenlacao das suas forras, calculada
para fazer clleilo e chamar a allencao'dos seus cor-
religionarios mais indill'erenlfs.
Eis prtanlo a posic.lo deste partido, a mea ver
definida, ueslaronjuiiclura. e Confirmada pela ex-
posicao e programma que a sua commis-ao eteiloral
em nome do mesmo partido publicou a 18 desle mez
no jornal A NartO.
Tendo-lhe reraelldo os liircrenles programmas
polticos que lem sabido dos centros eleiloraes, devo
para completar a colleccao, enviar-lhe tambero este,
qne tem um grande nierc.se de novdade, pois he
como qoe urna confissao cautelosa c reservada, que
o partido das Iradicces e saudades vem fazer ao
paizlidepois de 22 anuos de abstencn polilicai de
qoe nao pode dispeusar-se de adoplarja boje o pen-
samento progressivo da acluadade. A proposito
desle programma, exclamoo RefUtUo com muila
propriedade e finura : < O partido miguelisla, ha de
constitucionalisar-se.
Enlrelanlo naquelle dncumenlo, segundo o espi-
rito da divisa realistad'.intei quebrar do que tor-
cer, vem consignado o mesmo proterto -ontra o ju-
ramento poltico, por eslas palavras .
A miedo do depulado legitimisla, quando nes-
sa qualidade possa fuoccluuar na camera electiva
sem prcslar o juramenle polilico actoalmenle exis-
tente, nem Ihe aceitar subsliturao que signifique
adhesao poltica, fconlraria aos principios funda-
meutaes do partido que representa em observancia
da deliberara!) desse mesmo partido, e nica e ex-
clusivamente a de procurador zeloso, desinteresado
e cooscicncioso de todos os|verdadeirosiuleresses mo
raes e roalenaes do paizem geral. e das necessida-
des especiaos da localidade por onde livor sahido
eleilo. o
Nao se comprehende como possaro prestar os ser-
viros qae podiam e promellem depulados, que te-
nham de ficar com o diploma a' porta da cmara le-
cislaliva, nem lao pouco como o partido naquelle
programma, admita a serio a pnssibilidade ,de func-
cionar paramenlarmentr. Comludo em alion da ver-
dade se diga que nesle papel ha muilo boas Idea*,
nao se devendo lambem erurecer que eoutm gra-
ves erras economiros.taes como o prineij lo de aroor-
lisacao lomada como base do svslema finanreiro.
I ma innovaran all proposlai he a inadmnsibi-
lidade dos pares na respectiva cmara durante a
legislalura em que forem nomeados, que se al-
gum dia passasse. supprimiria da machina repre-
sentativa o elemento ministerial das Tornadas.
O partido realista sn ainecraitwnle qnizesse in-
lluir as consas ele Portugal, poda l'./e-lo rom van-
ica. parque harta de constituir nina np-
I......;,i i illo.li ,id i ; mas para isso era mislei ujn s*
limitar a programmas e parada, eleilorae*, mas ir
as cmaras.
A cnmmiss.lo reulral eleiloral do partido rtalisla
declara ter procedido a cousulta do mesmo partido
as provinnas, sobre o procedimcnlo que deveria
seguir as prximas eleicoes, e recebido participa-
coei e acias das assemblas e reunies que veram
lugar nos dislrictos e circuios de Viauna do Ca.lel-
lo, Braga, Caslello Branco, Porto, Evora, Pnrlale-
gre, F'aro, Vizeu e Guarda, l.amego, Aveiro, Coim-
bra, l.eiria, Sanlarem e Villa Real.
Effeclivamenle, eslo ero campo lodos os partidos
que ha no paiz. O centro carlista do norte, pu-
blicou lambem o seo manifest. Vem assignado
pelos Srs. A. K. O. Copes Branco presidente, con-
de de Samod.es, Francisco, secretario, I'. Torquato
Alvares Hilieim. Canelo LeilJo, Visconde de Cas-
lelles. Visconde de Alpendurada, BarSo do Seno.
0 D. Prior de Cadohlla, e Thomaz Antonio de
Arauju l.uhu. A ller;ii/i;., deu-llie as maos ra-
bas. Em abono da verdade, oo se li-em all -enuo
generalidades atan triviaes.
Al demissoes de regedores de pirochia na capital
e provincias ja nao lem conla, e o governo que tao
inepto e imparcial se quera mostrar as primeiras
portaras qoe dirigir aos chefes administrativos,
lem agora manifestado snbejamente qua he tao pec-
cador em maleria eleiloral como aquelles que o sao.
Nao me parece de lodo em lodo desacertada esla
apreciarlo que om dos nossos jornali'slas faz do
nosso gabinete :
a 0 ministerio aclaal, diz elle, navega no meio
de laes incoherencias, que se vio obrigado, falla
de urna liuha poltica de grande horisontc, a appro-
ximar-se da escola reaccionaria, e adaptar um dog-
ma subversivo da monarchi* constitucional, que a
con lu/. a transformar-se em inooarelua puramente
administrativa, que dispensa os partidos como or-
gaos da opiniao, confundilo o direito eleiloral com
os actos ordinarios do poder exacolivo.
Publicou a commissao eleiloral dissidenle urna
representarlo que fez a el-rei expendo as ronlr.-
riedadesque solTrem por parle da autoridad* ad-
ministrativa os cidadaos do diilriclo de Villa Keal.e
aecusando o governador civil do dislriclo de coare-
lar por meio- illegaes a escandalosos os Irabalhos e
discuses sobre as materias eleilorae-. Esla repre-
sentarlo he ha-rada n'nm.docomenlo datado de Villa
Real, e assignado pela commissao filial progrcssisla
daquella cidude. Cumecam portanlo a' vir a sup-
puracao as desinlelligeuciaa nos dissidentes com o
governo depois de lerem perfumado os seus arligos
quoldianoscom o inrenso do minislerialismo.
Escrevem alsuns jornaes do Porto que os inera-
hros do actual gabinete vivero entre i em guerra
aborta e em vilenla hoslilidade. Ha porm fortes
rzoes para acreditar qoe toes boatos sao destitui-
dos de I nuda ment. Finalmente, nao ha enredo
eleiloral que se ,no pooha em acrao. Estamos
n urna quadra de rebales falsos, de" dissimulacao
completa e de expedientes de lodo o genero, que
por si mesmos se explicara.
Diz o Jornal do Commercio qae alguns negocian-
es desla praca determinaran! fazer urna reuna* pa-
ra promover a eleie.in a depulado do Sr. Frailesso da
Silveira, por algum dos rirculoa da capital,. O citado
peridico julga tarda esta resolucao. e diz ser mais
acertado promover a eleicao do Sr. Fradesso em ou-
tros circuios onde tem rerlo grao de jirobabilidade.
Domingo prximo (26) deve celebrar o partido
progressjsla histrico ou dissidenle, nina grande re;
uniao na sala do risco do arsenal de niariuba, alim
da se proceder x Votacao, da qoal so ha de a|>urar a
lista dos 11 candidatos a depulados pelos dous rir-
culoa de Lisboa. O convite he Mo pelo presidenlc
do centro eleiloral d'aquelle parlido, o barao de
villa Nova de Fosca.
A rVonSo foi mais ana vez aojurva sabio absol-
vida. Presidio ao julgaiueiilo o Dr. Villaca, era
procurador resio o Dr. Fcrnandes Thomaz e "advo-
aado do jornal acensado, o barbarrl Francisco Jaro-
nvmo da Silva, que diaan ter fcito una defea bu-
llanle.
Sao r.irissjinas em Portugal as eonderona(oe> por
abuso de libeniad* de imprensa. O jury ahsolvc
quasi sempre.
leve snluca ) parle de nina queslao escandalosa
que em lolbetos e nos peridicos se agilava ha lem-
pos, enlre S. eminencia a cardeal palriarcha de Lia-
boa o arcebisp,. de M)tilene. vigano geral do palri-
archado ; porquanlo a commissao uomeada para sin-
dicar das argol(0e* dirigidas contra o e.cnvao da c-
mara ecrlesia.lica Jos Mana de Souza CouMlra en-
coulroo fados laes, que driles resullou a iminediab
demissao do mesiim ruiiccionario, sem prejoizo do
processo civil a que este e.rrivao lica ojeilo. A o-
pimao publica, e o reverendo arcebispo de Mvlelene
arcusavam aquello empregado de repelidas prevari-
ca c6es. '
Parece que foi prvido no lugar vago por esla de-
missao, um clrigo do palri .reliado. Os prelendeu-
les eram muilo*.
Se o cardeal palriarcha tivesse obrado mais con-
veniente, quando na soa ausencia o seu vigaro geral
suspendeu o eicrivaoCousieiro.nao haveriam chegado
as coosas ao ponto a que cliegaram, e nao soflreria a
desaire de ver o seu protegido convicio escndalos e
abusos graves no exereicio do seo cargo.
Acaba de sabir a luz um pamplato do arrebispo de
-Mvlilene, iolilulado.Looga uideia de delirios ec-
cleaiasdcos, on historia da ordenarlo de Ricardo Mu-
e, s rej Sahj(| iim|,.fn oalro Ao |)f | ev> Mj.
na Jordao, dedirado auSummo Pontfice em lespaa-
(.i as observaroe. do Dr. Cicouro ; lem p>r Ululo.
A luspensiio do Exm. arcebispo de Mvlilene.
Estas desiulelligencias snlre ns deposilarios de al-
ias dignidades ecclesiasticas, sao de um pessimo effei
lo, e enrraqnerem o prestigio d* Igreja.
No penltimo paquete de Soulliamploo, chegou de
Londres o raarqnez de Soma Holstein, irmSo do du-
que de Palmella.
Foram nonaeados r.nnselheiros de eslado cllectivos
os Srs Jos >ilvCs|re Rlbeiro e Lopes de Vasconcel-
los. |)iz-se que o governo Ibes dar os urdenados
qoecompelem aos con.elheirns de esla lo extraordi-
narios quando raigo em excrcicio.
As hahilitares e servicas adminislralivns
meiro, jiKlilicain amplamente a
segundo foi governador civil du Porlo no ministerio
1 homar.
lo pri-
lloineacai. O
0 distinclo lilieralo Rehello da Silva foi nomeado
redaclor do holelim das obras publicas com ordena-
do de OOOtWOO reis annuaes. O barao de Honfe-Pe-
dral, inspector do arsenal do exercito foi agraciado
com a rail-cruz da ordem militar de S. lenlo de
Aviz. O Sr. Jos Joaquim Jorge, primeira ollicial
da junta do credilo publico, foi promovido ao lugar
de enele de repartir,.!., oa couladoria da mesma jun-
,. Pe o fallecimciilo do conselheiio Joao Carlos
anardel rerreira.
Fallecenida um Ivpho no dia 17 o conselheiro
Carlos da Silva Maia, secrelario do conselhn de es-
ado, que india sido depulado na ultima legisla-
tura. h
Deu-se lambem a sepultura o S. Manoel Uarle
Leiiao, ministro de Estado, par do remo e juiz do
supremo tribunal dejuslica. O Sr. Uarle i.eitan
era juiz lulegerrinin, e hoinem verdadeiramenle il-
lu-trado e liberal.
Corre com cerlo criterio de verdade que ntreos
muilos prelendenles ao luuar de secretario do ronse-
loo de eslado, lera mais que lodos prohaliilida le de
provimenlo o auditor militar Barros e Si, genro e
hospede do aclosl ministro da justira.
Antes de honlem foi recebido por'el-rei I). Pedro
V. oSr. D. Fernando Coriadi, que foi ministro de
llespauha nesla corle, e que se relira, emcoinequen-
cia de ja haver sido nomeado peio novo ministerio,
oulro ministro, oquai dizem ser o Sr. Torrev Avi-
lan.
Chegen no Tintar o *r. Lniz Augusto Piulo
do Soveral, nomeado minislro plenipolenciarin na
enre do Rio de Janeiro j todava, parece que o Sr.
Soveral sera'lransfendo no mesmo cargo para acorte
de Rama.
Allirma-se que a duqiieza de Saldanha, que per-
leucea religiao protestante, se bepltsara em Paris,
locando como padrioho por el-rei D. Pedro V. o
nosso ministro naquella corle o barao de Paiva. De-
pois desle arlo, parece que os nniviis regressaraoa
I orlogal. Esperam-sc tambera no prximo paqoe-
le deSoolhampiun osinarqurzesde Frouleira e con-
des da Torre.
Deu sexla-foira "passada Mr. Tboward, ministro
de >. M. britaiinua, nesla corle, um esplendido
so iree.
Honlem pelo meio dia leve lugar a abertura
lmur do anu, |c
conlns para occorrer s despezas do servico exlraor- to perlenre aos desgovernos da nossa rasa, tico
dinarin de saude publica. por aqoi, pois nao ha ra.ao para a.-oalha-los.
Evora e Leiria Mllo inleiramente livres da epi- Foi remedida pela reparlicao rmpeteme a di-
""" reccao provisoria da mpreza*para o abastecimeolo
as Caldas, em Obidns e Alcobai;a anda se dio das aguas aja capital, a memoria elaborada pelo ina-
alguns, mas muilo poucos cisos. jor l^lielraicki sobre o aquedoclo das aguas livres e
Fm Lisboa uestes ltimos dias tem-se desenvol- bem assira as plantas, perlis e alalo, a que se ma'n-
vido algumas lebrel malignas e typhos, principal- doo proceder para cumprimenlo de dispotires cou-
mente par. Bclm e Ajuda. I signadas no respeclivo contrato, as quaes lem por-
!.ornee ni por orna episoolia na cav allane i. fim tornar efTectiva a' empreza a obrigarao de con-
reaes, que se rommunicou s do i- regiment de ca-i servar em hom estado as obras qne actualmente
vallara aquarlellado em Brlro. servera ao encanamenlo e dislribuirao das aguas.
As embarcarVies qoe se conservara fura da barra do | Delerininnu-sc a' direceo que examinasse os refe-
Douro. pediram para lomar a entrar, alim de cun-' ridos Irabalhos lechniro'se respondesse sobre elles o
prirem no rio as ordens do ronselho de saude, iner- que julgasse conveniente, devendo enva-los ao mi-
golhando al ao conrea. Enlrelanlo, j foi ordem Historio das obras pdicas rom a sua informa-
para o Porlo, alro de poderem ser levantados da {8*.
sobmersao aquelles navios. | No!.
Foi permiltida a feira do Campo-Grande,
prohibida a prorogarao do sen prazo legal.
O real collegio militar de Mafra, nao so abro se-
an a 30 do mez que vem, por ter aperlado por a-
quellessilios a epidemia, e receiar o governo rom-
prometler o estado sanitario daquelle importante
eslabelerimenlo.
O conselheiro Marino Miguel Franzini fez impri-
mir nos jomaos as suas observarles aobre o raovi-
menlo necrolgico de l.isboo no mez de agosto ul-
timo, por onde consta que a perda que sofTreram os
babilanles da capital, ale o fim daquelle mez, sobe
a 3(itM> individuos, devendo presumir-se que o nu-
mero das pessoas alaeadas nao desceu de 9,1X10, e
como a i'opul icio da capital n3o he menor de 22 a
do crrenle illuminoo-se a gaz pela pri-
mas | meira vez a cidade de Coirabra. A concurrencia doi
canosos era nomerosissiroa. Fado esperara eom
ardor qoe se arcendessero os eandeeiros. Fiearam
lodos maravillados, como he de crer. As philarmo-
nicas da Ierra festejaran! o aconlecimeoto, deila-
ram-se logeles a' porla de Mr. Hyslop, os jornaes
tcceram-lhe panegricos bem como acamara roo-
nicpal a que a enlode de Coimbra deve 13o grandes
melhoramenlo.
OSr. II ir I\ llislosp havia contratado eom a c-
mara daquella cidada a illuminacao a gaz, mas on-
dea a urna companhia o seu privilegio, ficando el-
bj, sendo n empreileiro das obras para com a compa-
nhia. O Sr. Ilislop fez o mesmo rom a empreza do
gaz portuense que pnssuin e cedeu a urna cninpa-
230 mil almas, segue-se que a epidemia, '.desde abril; nhia, cujas aceas nao so tem premio, mas sao ~-
a agosto deu a inorle a 1,56 p. c. da populacho rassas no mercado, estando s obras em pouco mais
total da cidade, on a quasi lli individuos por cada de principio na cidade do Porto.
rn''- i Os directores da companhia conimbricense de I-
OSr. Franzini oceupa-se ha mais de dezeseis an- i lomiltaejN a gaz, sae os Srs. : G/Joao Ashwnrth,
nos, com grande proveilo da sciencia em colher da- i Joso Bento da Cosa Leite, Antonio Jos de Seixas
dos estatislicos. e ja publicara regolarmenle. as suas e Dr. loan Antonio Brignnli. Consta que a maior
observares meteorolgicas, anles de serem oflicial-
menle feilas pelo observatorio da escola polylechni-
ci, larefa cora que, d'enblo para c, nao deixou de
comprir.
Morreu o filho nico dos condes de Mello, d'uma
prolongad* enfermidade de neilo ; era mancebo de
mnilas esperanzas..
Ha Ires dias tambera os viscondes do Andalazsof-
fierain seraelhaule perda, pois Ihes fallecen urna
filha de 17 anuos, menina de muila formosura e
virtudes. cima de ludo est a religiao para coa-
solar.
A semana panada presenciamos mis um aclo edi-
ficativo, que bem prava que os seulimentos religio-
sos nao ealao lao apagados, como alguem sup-
pe.
A stima companhia do balalhao 5-de caladores
proinelteu mandar dizer urna missa ao Sennor dos
rasan da Grara, so nao morresse do cholera prars
nenbumaada raesma cnmpanliia. FlTeclivamenlc as-
imacor.teceu. porque o lerrivcl llagello reapoilon
os subalos daquella eompanhia, e estes, agradeci-
dos, cotisaram-se e foram deb ixo de forma, condu-
zidos|pelo seu ca|iitao, cumprir este voto a igreja da
Grara.
O regiment 12 de infanlaria de aiiarnire na ci-
dededa Guarda lem sido quasi todo atacado de oph-
tfllmia. Parece que vai ser removido daquella cida-
de. em roiisequrncia da molestia.
Celebran aqu a imprensa com com os merecidos
encomios a plulantropia dos oossos compatriotas re-
silientes no Brasil, os quaes sobre lerem fndalo
um hospital portuguez em Pernambneo para rura-
hvodos nossos couridadaos atacados do cholera, a-
eabam de instituir mais duas sociedades de benefi-
cencia na corte do imperio ; a Sociedad* Portuitne-
za Auxiliadora e a Sociedade de De/.e-eis de Se-
lembro. Usas milicia- (-ausaiam vivo praznr.
Deu-se com grande solorniiidade na ilha Tcrccira
Ja diflerenles partidos trabalbam enlre a M-oia
e a Ala^oa da l'allia ; a lint,, d. Barreno Ji.-oia
aproxima-a* da ma conrlosin. KsUo fela- a es
propriari.es entre Mela e Venda Nora teorle.
havido um rasoavel accordo enlre a companhia *
os donos dos terrenos expropriadsM. Foi mandado,
aquella villa o eugenheiro em chefe de loda a liaba
alim do estodar o terreno por naide ten de pansa
0 ramal da Alago* da ralba a Selnbal.
O engenbeiro em chefe em comnanhia d'aisans
empregados da empreza le a vi.iia deterniada,
parece que se val roeller naai- gente de traba Ib".
Foi approvado o projerto que a direccio d* aaa
ma eompanhia submettera a' apprerrac** -tu men,
leo das obras publiras.lpara ronsiruirlo de IIV7
metros crrenles da huta Ierre, do aUrretr* a'
endas Novas, comprehendendn urna diOraiao *
projeclo approvado em abril ollimo. na ex lenca., do
.Wi medro., pois o novo pl.no loada a nrtborar a
direcina d* referida linha feriea.
Declama o governo, em allenee a ser peque-
onumeri.dascommunicarr.es prctectadas entre*.
campos contiguos a' linha, reservar-so o dircst* do
ordenar para o futuro as r*mmoiiieroes qo Ib
parecerem necessarias, sem indenniara* a Lama
para a companhia.
Oengenheiro em chefe de compinhi* da cami-
nho de Ierro de l.eate, o Sr. Couceire, .mira e.-
genheiro o Sr. Sebasliae do Canlo, *>na*ir*a* m.
por drsinlelligencias, motivando nos jomas a *na
exouera(ao. O primeiro sustenta* ama langa oar-
re-|nuidencia com ,. secretario da companhia. K
Marlins da Silva. Parece qoe a raosa principal a.
u.'Ci.rdia do engenbeiro en> chefe, lioha sid* con *
chefe da explorado Mr. Uooblet.
Arham-se fondeado* as aguas do Trjo o* setrnin-
te. navios de guerra eslrangeiro : Ir ..rea., p.
a I rie* Jerorae .. de hlice e o vapor a Furnia ; .
mgleze<, as naos San* P*reil. Br.mss.irh Caadn-
iion, ..qae entrn ullimimenle; a* loda* de h-
lice, tahiu a crvela hespanhola Matnroda.
No da lli a urna hora da larde enirou o Fraar-
Conlois, .. vapor da rompanlua Fraaico-aaaenrona,
do Rio de Janeiro, em 3ti da*, da Rabia en ., a>
1 ernamhuco em 2K, de S. Vrenle en 10, da Tene-
rife em .'i, e da Madeira em 3. Firoa en Reten de
quareuleu*.
0 vapor Tiy .. da companhia Roial-Mail Steam
i aeket, ninrr..;ou em :10 de teosla a 3 i
sol do Cabo afana, perdendo .rnenle
nheiros. Este vapor navegue ha pone
carrcira do Brasil. Sao ja 3 bareaa aoaj **U i
panhia lem perdido no gnlpho do Melare.
No dia 11 pelas 2 e meta horas da madrugada *en-
lio-se em Kvora um abalo de Ierra irimaaiili.l.
de detonara : as 3 e meia repetio-se tremar, a
rem com menos e.irondo.
Chegou a Lisboa o dislinclo engenhesra m-
glez John Bennie, que fsi recebado no nara no
da 1K. ^
1 vapor Barcellon* .. da compaohia I ran.*-
Americana, deve aqu rliega.- nn dia 2fi o parte e-
ra Rio da Janeiro, com escala para leaerifr a
lia na.
Pelo competente mioislerio faram eannnnicad^a
ae conselheiro director des Irabalhos geedeura, i
posraphicos e eadastrar do reino, luatraatvcaan en
eonrormidade com as oltimas nronsMtaa ateste Uar-
governe esl.belecera no instillo industrial urna rionario, p,ra se xecalarem rom luda a brevidade
olticina de api.arelhos elctricos, para uso dos lele- I nossivel, os trab dhos lechoicas a qoe se refere a le
de 12 de .costo prximo (indo, que esUbelere di-
versas providencias para a execur .. da* obra* d
que
parle das acees licam na mao dos fundadores e do
empreileiro.
O estabelecimenlo das linhas elerlro-lelegrapbi-
cas he urna boa innovarlo que a adminislrarao
transarla implantou nesle paiz.
Acha-se aclualmeule liaada a capital telegraphi-
r.imenle com Coimbra, com Aveiro, com Leiria,
rom o Porlo, com Sinlarem e com Elvas. Por ora,
a commuuicaro he oflicial, mas nao lardar que a
commercio e os particulares gczem desla vanta-
gem.
Algumas cmaras municipaes prelemlem requerer
an governo que ponha os seus conselbos em corres-
pondencia i inmediata com as lindas lelegraphicas ja
eslabelecidas e parece que a d'Oliveira d'Azemeis ja
zrra esta requisirao ao governo. Esta iniciativa lo-
cal he de grande lignificarao. Ain.la nao ha muilo
lempo qae a janla geral do dislriclo de Reja deci-
dir contribuir largamente para que os raminhos
de ferro se eslendessem at aquello territorio.
Nao importam em despezas avulladas a ramifica-
cao e prolongaran dos los elctricos, e he de espe-
rar que os governo atienda a esle desejoque se.vai
deseiiyolvendo era mallo* pontos do reino.
Ili/ia-se honlem que se vai eslahelerer ama li-
nha eleclro-lelegraphica entre a alfandega o o porto
fiscal de Cascacs, para servir da meima alfandega
e proveito do rommercio. Consta igualmente que o
O governo ordenou ao intendente das obras pu-
blicas do dislriclo de Lisboa, que fara continuar a
conslrurcao do edificio enmecado junio ao h.rreo
occidental do Terreiro do Paro, obra esla qne he que, sob as suas orde
avallada em 3l:99IJg>IMI re*, destinando n por ora, j qorlle envi.
eiicananiralo do Mondeco e seas ainuenirs o val .
O me,mo director deven prapnr naalro nfi.-,,,.,
hi'i de ser emprrgadn a-
para seinellianle objeclo, IIMINHMI rs. mensars.
A alfandega graneo si* Lisboa rendan ein selen-
paasado -Jlli:siw?ti.(7 rs. e em -eleuibn. de IS
a nedalha hoorjrtlica de peala da real Sociedalc i linha rendido 2IO:M.s.y,l1 rei.. A do Porlo reudeu
llumanilaria do Porto, a Sabina Eugenia por salvar
urna alienada que leulnii afogar-se, a*aillin lo aquel-
le acto Indas ,.s auloridailes. O governador civil
proiiuurinu nina allocucao allusiva an assui'ipln.
Foi reinellida ao pre-ldcnle da commissao de sor-
corros algarvieuses, para ser distribuido peloahabi-
laults mais neoosiiladn da iiiuviucia do Alg.irve,
a qaanlia de iOO libras, produelo da subscripcao
promovida em S. Pelersburgo par Fredence lligler,
cnsul geral de Portugal naquella cidade.
I oram approvados o
em selembro ulluno I5sS:I8j*sH18 r*.
linha rendido en igual me/, do anuo panada
120:18697011 rs., havendo pois a favor de selembro
desle auno 35:999I98 rs.
A alfandega miiniripal de Lilbea, em selembro
olliinn, renden l'.l:02li?L") ra., o em selembro de
IS.i.i, linha rendido G7:0'.I3;:HW rs.
Publicou a folha ollicial o decrelu que approva
a nistituico da asaociacao geral do commercio eby-
potbecas, fundada pelo barao de Lagos, l.uiz de
estatutos do Monle rio La- Castro Guimaraes c Anselmo Jo.c Braaocamp, com
coiirvgense, que lem por lim prestar sorcorros *os o objecto de empreheuder quaesquer Iransares mer-
associailos em n*) da inolesl.a, prisao, iinpossihi- canlis c especialmente para negoc.os.1e comm.s...cs,
lidada para o Irabalho, doonei ou .vaneada idade. depsitos, desconlos, hypolheeas e segaras. O mes-
laes instiluicnes, se para qoalquer localidade sao rao decrelo confirma os oslalulos por que
proveitosas, para o Algarve esta sendo verdadeira-
menle indispansaveis.
Dizem as folhas do Porlo que enviara a viscon-
dessa da I riudade para n governo de Madrid ."i.OOO
reales, para conveoieulemente serem distribui-
dos pelas familias que mais sotlreram com os suc-
crsans de jalho.
F'echaram-sa as inalricolas do Instillo Industrial
de Lisboa no da 15. Esle ealabelecimeolo esta ja
dando vi.iveis resultados. As classe operaras sym-
p.ilhisain cora elle, oque he um grande passo pa-
ra prnduzir o desenvolvimiento que leve na indus-
tria porlugaeza.
Fj, diga-se a verdade, vai-se Batan lo cada vez
msior animaran por todas as uossas fabricas e ofit-
cinas.
O grande eslimulo universal das exposiroes in-
lernaeiooaea de Landres e Parle, favnrecido pela as-
. leaea i (ransf irma de dia para da ns nossos opera-
rios, lano no que diz respeilo ao aperfeiroamento
das suas inluslnas, como era rclarjo ao bem-esiar
de queja boje disfrutara.
As discipliuas professadas no Inslilulo, sao : ari-
thmclira elementar, primeiras nncos de algebra e
geometra elementar -.desenlio linear, daannhe de
ornato c mod-dacao ;geometra descriptiva e de-
senlio de machinas ;noees elementares de phi-
sica e chraica ;mechanica industrial ;phiatoa
applicada s alies economa e legislaba, ludo
distribuido j.or oito cadeiras. I) numero dos opera-
rios inscriptos jiara o eni.o lectivo que vai comecar,
he avullado.
O pen.amento da fe leraeao das associar;Ses arlis-
lieas e indostriaes. vai ganhando terreno. As asso-
riaees c gremios do Porlo, no dia dos annos d'el-
rei D. I'edro V, deram o pilmeiro passo para se fe-
deraren, afirn de crearen! om Monle Pi para viu-
vas, urna hihliolhera e gabinete de leilura, para
estabelecerein relaces de fralernidad* eulre todas
e para disculirem as providencias que forera de in-
leresse de lodM essas corporaces.
A seguinte exnafle, lera logar no dia do auniver-
sario natalicio d'el-rei I). Fernando.
O projeclo da l'edcrarao vai ser discutido em ca-
da um dos gremios, os quaes depois noroearao re-1 fiscal do overno na conslruccao da I nlia frrea do
presentantes e delegados que em asserablua geral ; Lisboa a Santarem, ficando exonerado de cargo que
approvem definitivamente o plano. lexercia no camioho de ferro do Barreiro as Vendas
As as.onaci.es de Lisboa Irabalham lambem para Novas e Selubal.
semelhante junce.lo, e parece qoe vai publicar-se
ama folba especial, redigida por artistas, destinada
a advogar este pensamenlo. Denoroioar-se-ha a
se ha de
reger.
A cumpanbia, para .dar comeco as diversas ope-
raes a que se destina, nao pode funccionar sem
haver einillido vmle milacres. e realisalo 360 ron-
los de rs., relalivos s primeiras prestaroes. Esta
snmma da' a sullicieule garanlia da realidade da
empreza.
Os diversos meios de applicac.ao que esla issocia-
cao pro|iorcioiid aos capitaes, exislcnles oo paiz. aos
ttulos de credit nacional e particular e fioalmenle
a propriedade rustica e urbana, desenvolveodo nos-
so credilo em geral, hade ellicazmenle contribuir
para o augmento indirecto do valor relativo destas
riquezas, allrahiudo de novo a' arcillarlo con.de-
rivis valores e facilitando o desenvotvimenlo de
mullas emprezss mercantil e Industrien.
Foi concedida provisoriamente a mina de rlium-
00, denominada Descjadasita ua margem esqner-
da do rio gueda, lime da provacao de Almnfala,
ronselho de Figueira de Caslello Rdrigo.dislriclo da
Uoarda, a comjianhta Miner* de CimaCoua, fi-
cando obligada a salisfazer no prazo de 6 mezes a
ludos os preceilos da lei de minas e regiilamenlo
res|.eclivo.
Os estatutos desla companhia foram confirma-
dos em marco desle anno, achando-se por elles ga-
rantida a existencia dus fondos necessarios para o
deseuynlviroenlo dos irabalhos da larra do referido
deposito, de que foi em jonho de 1855 rccnnhocidu
corno proprielana legal.
A direcao du Banco Commercial do Porto resolveu
elevar o juro das leltras de cambio a i por cenlo,
ea das lellras da Ierra a Ii por cenlo.
Nos dias 2"J c 31 do correle e 2 de novembro, le-
ra lugar a inauguradlo da expsito permanente
das diversai industrias, na Associacao Industrial
Porlueuse.
Tem andado com a maior diligencia, a commissao
inrumbida de promover a abertura de.ta expusirao.
O engeuhcirn .Souza Brandan que era fiscal*do
governo no eamiuho de ferro de Lisboa a Santarem,
foi transferido com seinelhaiile lugar para a linha
frrea de Barreiro, ns Vendas Novas e Selobal ; c o
eugenheiro civil Joaquim Simes Margiurhi.
liara
F"edcrar,ao.
A idea he boa, pois reunidos enlre si lodos os co-
fres de Monte-l'io de grande numero de associa-
ees existentes, em maior escala podera esse cofre
commum repartir soccorros aos que delles prect-
sarein.
0 Brasil lem sido Irazido para exemplo, a propo-
sito .1 fralernidade artstica.
No Cenlro-promotor dos melhoramenlos dasclas-
scslabiriosasde Lisboa, Continua a ventilar--, a
queslao das subsistencias. Tem-se all ouvido al-
guns operario, de merecimenlo pelas boas doulr.-
nas deque se acham possuidos e pela extrema luci-
dez com que as expuem.
Tambera alguns dos nossos jornalislas de maior
vullo all lem ido paleslrar com os industriad, lie
um exereicio proficuo de que deve resultar o dissi-
parem-se muitoa preconceosque andara pela cabe-
ca do povo, e por unlrn lado sobre ser mais agra-
dayel, he urna econumia de tempn ir ouvir ns jor-
nalislas e op|ior-lhes logo all objecres na duvi 1...
a que elles de momento responder, que folhear
quolidianameult os peridicos, que eslan quasi
sempre de mo humor e nem seraprc responden! ao
que se ibes pergnuta.
Tem conliuuado por aqui a fazer-se a conlrafaco
de colonos para o Brasil com onerosissimas conrji-
Ooa.
A Imprenta peridica nunca deixon de clamar
etn-o da escola pohlechuica e des-; contra estes conlralos, mas agora rodobra d'esferro*
irniuii.,11 iins premios ganhos no |.recedenlc S.
M. e-rei I). Pedro V, e I). Fernando, S. A. o
Infanta D. Luiz.a corle, as cnr|iorar;oes Mienlieai, e
os .tiren,o... .i,,, escolas superiores, comparcreram a
esta fmlividad escolar.
Acha-se em perigo de vida o minislro de oslado
honorario e do conaelha allramarino Joao de Foutes
Pereira de Mello, pai do ev minislro da fa/enda
Fnnles Pereira de Mello. A quadra vai doenlia,
aperar de exmela o cholera na capital.
Por se considerar lamben hxIucio em Coimbra
al. i Main-, e as matricula, no lia 1", desle me/, e lera
lugar no dia do que vem a abertura das aulas da
I mversidade. feudo a juramento una lentes e a ou
ci de sapiencia no I." desle me/.
Publicou o Diriis.i um decrelo que manda abrir
uiu novo credilo uipptaoenlai ab- u rjuaalia de 211
paraobter providenrias de quem cumpre. Me urna
que.tao batida, mas que anda se acha hoje no mes
mo e.lado em que eslava ha ons poucos de annna,
AbHenho-me de commenlarios. A allulacao chega
a lal poni que aleja alguns paruchns provincianos,
an.lain por Ii a scdnz.r por cunta alheia, por seu
inleresse Aqui Oo Tejo ella ha Lidias um navio
com 200 e lautos passageirosdo Miobo. quasi todos
meuores. a que o goveinn lem embargado a ntida
para o Brasil, ale qoe'.ae averige que trazem i-
cem.a de seus pai. ou liilores pan esla emigra-
San.
Dos Acures |em viudo graves queixas ao governo,
de embacac.Vs ,,. .,i:, v.lo loinai colonos em uu -
mero aoperior .. sua loiar.io e clandestinamenle. ii
remedio para islo ui est em mtdidas prohibilivas
I oram .reeleilus por ananimidade para o anno que
entra os dois directores gerentes da companhia
de Leste, o conselheiro Paiva Pereira e visconde da
Hurla. Entrn o conde de Farrnbo para o outro
lugar de gerente que Miara preencher. Foram
nomeados supplenles o conselheiro Carvalho e Oli-
veira e coronel Bergara.
Pela gerencia que fin lava foi apresenlado a dir*c-
r;lo um relalorio, onde se ve o astado de adiam-
ntenlo da conslrncao do eamiuho de ferro, reformas
inlroluzidas, e a possibilidade de concluir as obras
al Sanlarem dentro da prorogacAo do prazo pres-
cripio e com os recursos disponiveis da compa-
nhia.
A vi.igem durou urna hora, o qne corresponde a
pouco mais de G minutos por legua, em um transi-
te nheceo-se que o tarrico esla orgauisado por molo
que a exploradlo se pode principiar sem recelo. Diz-
se que no dia 28, vesperasdos del-re II. Fernando
ira' o palriarcha de Lisboa l.-nzer o raininao de fer-
rar panno real aiuuversaririo romerarem as via-
gens. El rei I). Pedro V. tcncinua' assisli a osla
ceremonia.
Para conherimeiiln dos seus leilores Ihe vio
(auto esle relalorio, como o da roniuilssao encarre-
gada de examinar os Irabalhos do mesmo eamiuho
de ferro.
A direcrao da companhia, prevenioo* accioui,las
|iara enlrarcmcnm a |.a preslac.ia de .5 por rento.
ni i-Vio r.. por acrao, ale ao d'ia 31 de dezembra
prximo.
No dia pd feve lugar a segunda viagem ex|ier>-
mental na linha de leste ate ao Carregado. O rin-
boy era de 1
peaaoas.
Celebraran nina reoniaa d'assetublea geral ns ac-
cumi-tas ,|u Banco Merr.nlil PnrinTnit nall i piesi-
deneia do Sr. Eduardo Mowr. Era a objeclo desla
renniao disculir-se a proposta do governo, (endent
a e i.pre-tar aquelle esiabelecimenlo |00 conlns de
rs,, rom hypotliee.i no tributo de .VIO rs. em pipa de
vinbo, sendo a sua appltcacfo exclusivainenle para
ni...a .1,. 11 ... .
I m dos n*Jn que ae lem .1* prorclrr, he a cdU-
cieio ds, ..mpel.i.i... eanahm pan -e tnahermn
as .'levaeucs das mxima- e mitiim*. agaa. a las
geral do -en ascenso e uesrenso, e lien at-on a.
suas velocidades, em anana as eiiciim.lann*-.
Foi rread* um. rummiss** mmnsHla .ta rs.ads>
de Sobral, prariianh, dos proprietan... mata.., .la
l.asiello-Melbor. marqurz de Niza, raonje da I aiM
visconde de Oorem, visconde da Janqnetra. harn
de Bednidn, barao de Almeirim, e dn< Sr. Manarl
da silva Pana, J. M. Nncoer* de llrrg.r.. RHva*
de Campos, Kaphael Inai da Cnnha. do .aj.er.niea-
denle das obras do melhoramenlo do Teta, dm da.
rerlnres da companhia dos canees da \ramhaja. F-
lix Pereira de M a gal ha es e Antonia Cahral de Sj
Natnaha, do presidente da companhia das lenriav
do | ejo e Sido, Josc Lnorenro da l.oz e da diirri.i
da mesma companhia Jos Tavares de Mareda. pa-
ra prorcler a coiifecrao de om nrojael da le em
que se estabeleram es rnndires precisas para sn
conseguir u encanamenlo do Tejo, esas aiuaeni*.
vallas, e bem assim a melhoramenlo do ragiaaen das
aguas rorrenler. rom o lim de evitar asi remediar
os damnos qoe ellas podeni causar nos cumpas ad-
jacenles, bem como de promover o* be encana nna
dellas poden, resollar en relara* a navega. .... .,
agricultora. a industria a a .alaluid.de psiMica.
pudendo ler apj.lirarn ao Teja cansaos essaiigann
11-iuisno.es semelhaoles an qae en resj-e.lo Maas-
dego foram eslalieleeidas pela carta de le de I de
agosto ultimo.
O projerto de lei que referida rannnao ela-
borar ha de ser sohmellido a apprnvarae ste* carie*
na sua prxima re*n,in.
Disinbuira-se na rimara dos depulado-, pn*...
lempo antes do ene.remenlo da alhena itsel* |o-
gislaliva, o primeiro volume da publica, ao ..flicial
do inquerilo sobrr o estado anual das reparln.-,
da marinha, com a indieacao de todas a* providen-
cias qoe se p dem lomar, oo ao menos disentir pa.a
melhurar esle ramo de servir puhlim.
0 segando volume doInqnento da niriaka-
r,.i puhliradn pouco depois do primeiro. K*le Ira-
balhou inauguro.! em Portugal n alilisssena raa-
inna dos inqueritos partaraenUre-s. Achara a.
all enlligadoi lodos os depoimanlos das nunaren
|ie--oas, qoe, segundo as suas especialidades, faram
consultadas pela commissao de inqnenl*. sobro la-
dos os manfla cajo e-tule Ihe fora racnnlnda
lela cmara.
Enconlram-se all mailo* alvilres nelavns. na
quaes, jautamente com us depoimenlo* se acham
resumidos no relalorio da commissao.
Os peridicos lem elogiado mailo este Irabalho. e
particularmente ao brigadeiro Palmeinm e lenle-
coro .el Mello Brayner, como os doas memlern. da
commissao que man se esforearam, para que alu-
se Mo impon,ni i aquella obra parlameular.
1 em excitado viva polmica entre o jornal a Ci-
mlisa,..i,,,. o Jornal do Commercio a e artiga rn ame
esle ultimo dizia ler tido Mr. Pros amas ronferen-
eias com a direcrao do Banco de Portugal, das *nar>
resullariam futura, vanlagens, tanto para arte ea-
1.1 bel i rmenlo, como para Mr. Proal. A Civilia.-
tao i. explica aa referidas conferencias desta ma-
neira :
0 banqueiro, para acreditar a soa firma em |js-
boa, precisara publicar, qoe eslava em rrtarn coa*
o mais podeinso estabelerinenlo de credilo de ca-
pilal. c por isso pedia urna conferencia aos direrln-
na do Banco. Propoz qoe nm dos dirrdores do
Banco fosse director lambem da companhia, que sa-
la de transformar emcredilo movcl I na* Cam-
merrial e Bonznca ;foi recusad* esta prapoota e
pedio-se ao Sr. Proal, que lizesse por etrriplo aa as
oulras propostas, as quaes sao em re.amo :
I.' Contratar os mpreslimos pblicos en aaoa-
ciacao com n Banro, entrando ocredilo navrl de
Portugale o Banco neste emprrslimn, en .'rlrr-
mm.idas pru|.,.re,.es, ficando a lilierdade a qaalaner
delles de nao entrar qoando issn lite ronvier.
Responden .. Banco a primeira propnsta, qne n-
gundo o arl. 22 do regulamenlo. o llanca >
ronlratar emprestnos rom atilnri..ra,. da
Mea geral. No raso da direcrao >er interventora
do cmpresl.mo, areila o Sr. Pros! ramo snlnrripinr.
ou a companhia, com as condices e garanlia no
esti|.iilareu.. """
i." prnposla : Encarrcgar o lUnrn de Porlngal 4
guez,.juanto dissu precnarem para as anas li*n-
sacc.ies.
lle'|.ondeu a direrejo do Banco -egiinda parle :
como que por ella se entend, qne o Hanc* fu ana
iiilciramenlc enc.irregado de rereber e pagar prn
eoiila do .>r. Prosl ou da campanilla, r-lava a esla-
belecimrnio promplo a rxerrrr as fiinrr.iea de ban-
queiro, -egundo os arl-. 17 e IH do sen legolament...
3.a projioila : Abrir no Banro dr l'urlagal m
sub.
-eri|.coes de arroes para a sonedades qne ^ fr
marem p ,r v.a d.ll- o Sr. Pr..st, on docredilo no-
sarruagens, condnnndo pcrlo de ISimi : rcl noiiugu-/.
I oi-lbe respondido, qaa II o tem llovida a dir.
e.m do Banco de fazer pan as sociedades do Sr.
I'rosl o mesmo que faz a lulas as suciedades leca-
l|-a la-.
Diz que f.i depois de-tas conferencias qae e psa-
i,tirara areclameno a Jornal dn Connetrt... -
Do maia ,|,.e |nr oecorrendo ue-la qoe-ta* a in-
:orinarei 0|.|.orlniiamenle.
Piiblicou-.e nn
obras dn lloiii .
lomaran! parle na disrussr,,., segundo roii.li pata
l.idadur, jornal d'aqnrlla rnlade, os Srs. Bioivne
Marhado Pereira e I opea de lana.
A a .embb-a aprorna o einpre-iuno.
Di/, a folha publicada ein Selubal, que as ubras
ua opinio de muila geole, Mas como esle assuijjp-1,1o catuiuhu da ierro du sul progtideni.
Diatin tii (..i.ei-no .. les-tHa da
rniiri'sa.io pan lampo llimilado an Sr. Fiaiirna-o \i.
luin.i I dore-, snb.l.l I.iasile.ru, da |h-|h rda.te da-
muas de roble r uiili..- mnri .r. r .,1,-1.,-,. ....,
com elle au. nda- no mesmo depu-sl, o.-lenlt ..
Ierras de Deinbo Ainboella, disln.l.. dr Kn.suena
ptuMiuij da Angula. A aten do Ierren*coreslida
MUTILADO


OllllO II PlIlftlBKI QfilRTA FEHA H 31 NOVMtM 91 IS&6
nao exceder de om circnln, ojo dimetro teja de
l leguas ou 20 kilmetros, podeailo ser era dous lo-
tes. Entre varias coadi;es da eoncessao, avulla a
seguinle :
(Construir urna eitrada carreieira desde o estahele-
cimenlo que fuer- para minerar na erra do Remhr
ate i cidade de l.oanda, ou ate um porto commodn
de embarque no I linde, devendo es'a estrada ficar
prompta era tres aunos, contados do ilia era que hnO-
ver lomado posse das minas.
Oilra condicrflo he dar transporte para o lugar do
eslabelecimcnlo dai minas, ou por ontri parte pelo
concessionario esenlhida com o uovernador peral, a
50 casaca de colonos porlugueies da Europa, ou das
ilhasadjaceDlea, ileutro de 5 airaos.
O servieo dgt lii.iisenas deve ser por elle pago a
razo de 200 rs. diarios moeda provincial.
Abrio-se com toda a solemnidad o atino lectivo
do instituto agrcola e escola regional de Lisboa,
leudo o coosellieiro director Jof Mara tiran ie um
discurso imprtenle pelas noticias que d dos are-
gressos do novo enslno agrcola, e por outra. conside-
raroes de muilo peso. Os jornalislas foram convi-
dados a assislir a iestivdade escolar.
O Sr. Maria Nogueira, moro de tnuiln taleuto e
fina observado lein publicado' ullimamenle na lle-
voluco de Selembro orna serie de rticos sobre a
questao de subsisteucia9,como|resposta a varios pontos
vomitados no cenlro piomolor por alguus ope-
rarios, O Sr. Nogueira he um dos homens que mais
(era tratado de e ra parte do seu trabalho, po em evidencia nao anos
inconvenientes, mas a impossibilidade de qualquer
soverno >e incumbir de abastecer de rereaes os nos-
sos mercados. O Jornal do Commercio Iranscre-
veu-llie os artigo, e toda a imprenta 01 lem elogia-
do unnimemente.
SollicUou o representante do gorerno porlusuez
em Madrid, ao goveroo hespanhol, que, mediante
um convenio entre ambos, se eslabelecesse a livre
importarlo e exportncao de ceneros alimenticios en-
tre Portugal e Hespanha ; mas o goveruo hespanhol,
segundo escreve a dacin, tula julgou couvenienle
acceder a esta prelenc.,10, porque tendo os lti-
mos decretos declarado lis res de direilos e avalinces
(oda i entrada de gneros alimentares, se torna des-
necessaho o que sollcita o governo porluguez, por-
quanto este he que deve modificar as suas paulas, e
porque, em ultimo extremo, e melhor do que por
un couveuio commercial, impossvel agora queestao
I echa'Lis. as cortes, que o devem approvar, se pode
estipular o que Portugal deseja por disposir.6es mu-
tuas da paulas, que nao (razem compromisos nter-
nacionaes, quando as necessidades do pai avisera a
inodificar.no deltas, e nao produiem reclamares de
nutras potencias que se julgsra cora direito i serem
(raladas como as mais favorecida!.o
Continua abastecido de eereaes o mercado de Lis-
boa, principalmente de trigo e milho, a ponto de es-
cacearem os armazens para alojar de prompto com
boas coiuircrs o muito trigo que tem entrado. A
principal importado hedo m-rcado de Londres, que
he o regulador do preco dos eereaes. Os preco bai-
\.iran consiJeraveltnetile estes dous mezes ltimos,
e lem dissipado (odas as ar.prehenaes de lome e ale
de extraordinaria caresta. Agora parece estar de-
finitivamente llxado o preco daquelle mercado, por
isso nao he esperar que em Lisboa continu a deso-
da do preco dos eereaes.
As milicias daa ven limas de Valenra do Douro
sao ms. As quintas de Jim pipas, (i ou 10 quando
muito. lie urna colheita perdida quasi de todo, e
o que se apura nao he bom. Assim mesmo rao os
procos regulam de 72 a 8D00 e mais.
As de Viseu sao lisougeiras. Tem ido ordens
lano do Porto como do Lisboa parase faztrem avul-
ladas compras. Os lavradores de viudos daquelle
districlo se no auno pateado j ficaram ricos, no ac-
tual, diz orna falla da localidade, devein lornar-se
riquissimos.
I)c Coimbra e Barrada, consta que a colheita anda
por um tergo da da auno passado, que loi escassa.
O prego deve subir para alm de MfOO rs. a pipa.
O lavradores lem-se esmerado na colheita da uva,
extremando a Ha da atacada pelo oidium, o que
concorre para a pouca quantidade, melliorando na
qualidade.
Sao ptimas as noticias lo Ponle de Lima, ondeas
videiras tem lirapado da molaslia, estando n'urn
como estado de convalescenca.
As de Lamego. sao aterradoras. O paiz do Douro
que nesta quadra era lodo aclividade, folcuedos e
aleara dos vindimadores, est triste e deserto.
As de Aveiro, sao ms emquanlo ao vinho, trigo
e hlala, mas consoladoras no que diz respeito aos
irro/.aes. Ha semeuleiras que produziram o dobro
do auno passado. As do milho laminan animam.
No districlo de Loeiria loi a colheila do vinho tao
diminua, que os velbos nao tem memoria d'oulra
igual. I'roprielariosquclavravam 100 pipas de vinho
nao tem i. De Vienna dizem que a produccao de
vinho im lodo aquelle ronselho, onde em anuos de
regular abundancia se rolhiara la i mil pipas, nao
eicedeu esleannoa III pipas.
A Lisboa chegou ha poueas semanas um milanez,
Carlos Priora, que diz possoir um segredo iutallivel
para curar a molestia dasvinhas. Se tal he, nao vero
de Milao, vem do cea Diz o Priora 1er experi-
meulado o seu nielhodo na preseura da commissao
noracada pelo imperial e real instituto das sciencias,
latirs artes de Milao, para esludar a molestia das
has. Veremos se por ca faz o milagre tambem.
Agila-se ua imprensa a quesiao da urgente neces-
sidade de modificar a paula das alfaudegas com re-
tardo as asuas-ardeules de. cana do Itrasil, cuja in-
Iroduceto se torna boje l.io necessana como qualquer
substancia alimeulicia, porque fallam quasi absolu-
laineule os vinhos proprios para queimar.
Na ultima sessao legislativa o depulado Carlos
Benlo interpelara o mini-tro acloal sobro este as-
sumplo. He de crer que na prxima legislatura se
rc.olva este uegocio lio importante.
Sabio no Diario de sabbado o reculamente para
a exccur.lo da lei de li de julho ultimo, relativa a
aholicao no exercilo do continente e illias adjacemes
dos castigos de varadas e de pancadas com espada de
praucha. Esta le proposla pelo doque de S.ldanha,
honra o paiz e .i cmara lecislaliva de 1853 que a e-
laborou. Flca assim estahetecida para o exercilo
urna orginisarao moral, e >desde agorase pode tor-
nar a chamar nobre a carreira das armas. A lei do
recrutameute comple(a-a, e he de esperar que da
combinadlo dcsles dous elementos resullem Yanta-
josas modiiicat;oes para a utoralidade publica.
Nunca houve urna quadra em que mais jornies se
luudasscm. Em grande parle sao as eleicocs, que os
tazara nascer. Era Lisboa diz-se que se vai publicar
um peridico perlencenle a Associarao Commercial
de Lisboa, intitulado o Carrete Mercantil, no for-
mato da Patria, redigido pelas melhores peonas e
destinado a advogar os inleresses commerciaes de
Portugal e do Brasil. Parece que o empresario he o
Sr. Reliello da Silva, que seguudo consta, vai fazera
acqusjao d typographia Universal, que he ama das
m.mires de Lisboa. Oala que nao tenlia a sorle da
Patria.
amigos he que de todo em Indo nao podera viver.
Ha um certo aiitipalhiro desaliado pelo epigramma
da vespera ou pelo ardor .la, polmica em que se
dissiparara loda a semana, que faz cora que em pre-
senca uns dos nutro- senilo pos.am despir de rerla
reserva.!) resollada de ludo islo he,que em vez de
lilteraliira avalar, salvo rarissimas excepriies, si.
temos arrobas de papel impresso qua tenAo j00Ola
seguinle; em vez de fecunda harinonia, ha um cer-
to abandono por todas aquellas questes que. nao lem
relac.no directa com a polilica mililaule. O paiz he
pequeo, nao ha homens de mais para as diversas
lides Iliterarias, e o resollado he, que quando
eliega urna poca de positivismo assim, tica o campo
das boas leltraa quasi inlcirainenlc deserto. Mas
como niln ha de isto ser, se pela mesilla rizAo de
circumscripto, o encrever nao pode cuusiderar-se
una ca-reira lucmtiva e brillianle'.' DtMvla-U o ta-
lento, toma o nurle da Iricas jornalislicas ou par-
lamentares. He evidruie que esla phasa tem ile
mudar, mas bfd se enlrevi1 por ora como.
A noticia do projeelo d le apreseulsdo na cma-
ra dos .lepulados do imperio do Brasil pelo Sr.
Aprigio Jusliniano da Silva ('uimaraes, segundo o
qual o guver.....lo imperio lira cutorlaado a celebrar
nina coiivenrao Iliteraria com o reino de Porlugal,
que garanta reciprocamente os diiuilos dos autora*,
fazendo desapparecer a facilidade dn dainno dascon-
IrafaccOes, rcsullanla da ideulidade da liogua dos
duna paizes, lem sido muito bem recehid pela im-
prensa porlugueza. OxaLi que o projerlu seja ap-
provado. Assim como o nao pode negar que ha-
via por Li quem defraudase os
Ihardete azul com cruz branca e a
centro.
orna real no
I..
NESL'ANIIA.
Caliio no ilia 12dtttfl mez o minisicrio liespa-
nhol presitliJo pelo ,'ene.ral O'Donnell, conde Je
Lucelia, sendo subslituido por uro novo gabinete
presidid pelo geaeral Narvaez, duque de Va-
lenra. Eis a or;ansnc.o do actual :
Presidente sem pasta, o duque de Valonea
ministro de oslado (dos negocios eslangeiros) o
marquez do Pidal ;
Ministro de graea e jusliea, D. Manoel de Sei-
jas [.o/ano ;
Ministro da guerra, o tcnciitc-geiieral marquez
du la Solana ;
Ministro da inarinlia. o lenenlc-gencral D-
Francisco de Lsmtndi :
Ministro da fazenda, I). Manoel Harzanal-
lana ;
Ministro da govornaco (reino) D, Candido No-
rcdal.
Ministro do foincnm, I). Candido Moyano.
.V rcslauracao reaccionaria que nevia anniillar a
obra da revolurao, ora una rnnsequaneia inevita-
Dizem as a Hojas aulographas que se fallava Seralim dos Sanio, e a prela escrava l'.enedicla,
na pnblicacao de um manifest do general Espar-
tero, mas que os seus amigos desmentem o que a
este respeito se diz. assegurando que ella lia de dar
osesclarecimeniosconrurnenles aos uliimos succes-
sos, quando chage orcasio opportuna, ou no se-
nado, para o qual provatclmente ser Horneado, ou
no congressn de deputados, se for elcito pela pro-
vincia de Logronho.
Diz o Parlamento que sahira de Madrid com
direeeio a Portugal S. A. o infanta D. Ilenrique
de llourbon.
Faziam-se grandes preparativos para a expedi-
OiO inaritiina e terrestre quena prxima primavera
deve partir para frica.
rdonou-se a I). I.uiz Lopes de la Torre A>l-
lon. enviado extraordinario c ministro plenipoten-
ciario na corle de Vienna, passo a desompenhar i-
guaes funeces junto a S. M. fidicissima.
Praja de Madiid em 17 de outubro.
Os fundos hespanhoes consolidados a 40 c 50
a divida dallrida, a 25 e 20.
L.
autores puiiuRue- vcl da reaccau que ltimamente sopliismoii a revo-
zcs. nao tallara por ca quem Iralicas-e eoni as (ra- i iF ,
durcoes brasileiras. Estas convelieres eslao na or- 10 PPular de julho de ISoi, fazendo tomar
dita do da. Todos os paizes da Europa as vao rea-: diverso caminlto os negocios pblicos da lies-
lisando. He do esperar que a imprensa braailotra ; |>anba.
mar"es.Pad0 '""^^ d0 fc depU'ad S"Vi ^ \ ,)eslcs min^"<. o Sr. Pidal fez parte do mi-
Aqu, segundo dizem, vai eelebrar-se urna reu- Ilcrio do uu1"e ',0 Valonea,
mao ile autores, aiim de entre elle, se couferirem j t) Sr. Nocedal diriga no congresso nonstiluinie
as bases de tal coi.veuao edar-seum vilo de agro- a diminuta fraccao dos moderados puros; o Sr
SLetr^o^S^ 1 foi-.Dd.Dte 1 piovincias
Kio, deve levar as ui>trucrps couvenlcnlcs para se "f-0"?3''" o as :lhas Filipinas, dislinguio-se
guiar na projaclada couvencao. primeiro as fileiras carlislas, e depois do conve-
ii..V.e.!!ry"'""1" f!"''"'1'" al *" l'iblo-j mo de Vergara, servio talmente D. Isabel II ; o
tueca 01 academia real das ciencias, para a solem- "
No Porlo vai cre.ar-se um novo jornal, orgao pri-
vativo do commcrco local, com o titulo do Mer-
curio.
Em Lisboa publicou-se agora urna folha Iliteraria
queso donumida Thealrose Assemblas.
Em Comhra publca-.se um novo jornal, A O .lem
Publica, creado segundo sa diz, sobre a inlluenci
do goveruo civil, e de que sao redactores o secretario
dn governo civil Silva l.eal.e oSrs. Quaretma, Bar-
relo Peioo Pedro Augusto de Souza. Era poltica
prom. te advogar a liberdade, a ordem, a toleran-
cia o o prudente progresso em lodo o sentido ; oceu-
l'ii -i'-Im (ambeni de litleratura.
Mais ootro jornal politiro no Porto: OClamor
Publico. Com este sao 12 peridicos polticos na-
quella cidade O Clamor declara, quo nao he or-
gao de nenhura partido em especial, o seu propie-
tario e redactor principal he o Sr. Antonio Barboza
de Souza hara dasKegras. A redacrio ha eomposta
dos Srs. Evaristo Baslo. Alcxandre Brasa, Cimillo
Cislclio Branco e Anlouio Cuelho Lousada. Sao col-
laboradores os Srs. Pedro de Amorim Vianna, Paiva
Araujo, M. da Bocha, e Pinto da Costa.
Vai apparecer oulro jornal no Porlo a Bevisla de
Jurisprudencia, sob a directo do Dr. Marcelino
de Mallos, advogadonos audiloriosdaqnella comarca.
Serao colaboradores intuios jurisconsultos e magis-
trados.
A imprensa localisa-se como ha pouco lhe diza.
Ilnje he urna necessidade dislriclal, e j muitas lo-
calidade*, sem serem capitaesde districlo, vao leudo
seus peridicos, o que nao deixa tambem de cofra-
quecer a receila dos da corle.
(un maraes, anda ha poucos diasque tem um jor-
nal, A ThesourA de (iuimaresn, poi ja' la' se Irata
de publicar oulro, com o titulo tic Guimaianense,
se he verdode o que diz urna folha de Brags.
Selubal lem dous jornaes.
Vollou da sua viagem de esliidn no p,quete de
Nantes o actor Kosa. do thealro de I). Maria II. O
Ihealro fame/, estreou-se mal. Deu na prinieira
noilt;Os cotilos da rainlia de Navarra, que desa-
gradaran^. Parece que alguns artistas vao ser substi-
tuidos. Se ficasse com o mesmo pessoal com que
velo, eia a peior companhia que aqu temos lido, e
a publico lem razio de ser exigente, porque gozando
ella do subsidio, e tendo para as suas represenlacoes o
primeiro thealro da capital, tem obrigacao de justifi-
car este favor do governo.
Dizem que o autor da Prophccia, I). Jos d'AI-
mada e l.encaslre acabara de escrever o seu novo
dramaMulo Agoatinbo. Este drama, segundo o
folhetiinsta da Civillsacjoa que o ouvio ler, esla'
escriplo cora emcro, lm bellas sluaes, inoilo in-
terease dramtico, e de\eproduzr excellenle eITcilo
nascena, se a execorao corresponder aos desoos do
autor. Diz que he muito superior a' Prophecia, nao
so no stylo, mas tambem na verdade histrica. O
Sr. D. Jos d'Almada arta.' concloindo oulro drama
que lem por tituloPaulo e Sneca, que tambem he
de bstanle merecimento pelo eslvlo.
Continua a diciilr-se o projeelo da relorma da
lei dos llieatrns, aprescnlado aos homens de lettras
i "inali-las, autores e actores, pelos Srs. Kehfllo da
Silva e Mendes Leal. Ha de suppor que esle traba-
lho depois de concluido seja submctlido as cmaras
legislativas.
L'm.1 idea que nasceu notas reunes, mas que
anda n.1o tomnu o eorpo que umdia ha de tomar, lie
a crearan de nina sociedade dos homens de lcllra<.
he prealto que alsuem lhe ric a inici.liva, mas com
odas polticas em que audam perdidos quasi lodos os
MstM eserinlores e poetas, nao he das cuusas mais
facis formar una tal sociedade com todas as cou.ii-
Cftea destjaveis.
Os odio em geral. nao ilop.ira os esrriplures nn-
litico. '
Os odi.v, as aaiaMsidadaa \.-tdadeua, ,ucras
irreconciliave.s ato para m ne leem |omaDO
peito qninlo elle dizem. Enlretenlo, como hons
nidade annunl da aeatlo publica, onde se let.lu o
relatorio dos trabalhos desla eorparacjaO ; e os elo-
gios histricos dos socios fallecidos.
Ao aclo concorrerao S. S. M. II., c para brevi-
dade coosla-me que apenas sern lulos o elogio do
Sr. Carrol, escriplo palo Sr. Mandes Leal, o do Sr.
rardeal San-Loiz. pelo Sr. Latino Coelho, e do Sr.
Mousinho de Albuqoerquc, pelo Sr. Julio Pi-
menlel.
I'oi decretado o uniforme para o socios elTectivos
da academia, e a creaco da mctlalha arademica que
deverao usar suspensa de ura colar formado de pal-
mas enlrelacadas.
Publicou-se tambera o decreto que eslahelece os
uniformes que hAo de usar os lentes proprielarios,
substituios e demoustradores da escola medico-ci-
rurgica de Lisboa, no cxercicio de suas fiiiiccoes
acadmicas, e quando lenliam deapre vdualmetilc em quaesquer actos pblicos e so-
lemnes.
Eiilruii no segundo volme a Rciitta Veninsular
do Sr. Carlos Jos Caldeira. Esle joroal tem tido
hora acolhimenlo era Iros pnizcs, Hespanha, Portu-
gal e Brasil. Publicou-se no ultimo numero o
primeiro canio da Vayaita do Sr. Bulhao Palo, pre-
cedido d'um prefacio do Sr. A. Ilerculauo. ,/ Be-
cisla Vniversal Li'bontnte fundada ha I anuos
pelo Sr. A. K de Caslilho, e que ultimaraeule sus-
pender a sua pnblicacao as maos do Sr. Rihciro
de Sa que a redigio tres anuos, vai reapparecer ;
Dos a fa.le bem, A llluslrarao Luso-Brasileira,
nao sei se sobrevivcr.i ao fim do anno. Ja n.lo he
dirigida pelo Sr. Bahello da Silva e lodos os Ilitera-
tos, ou grande parte dos que nella collaboravam li-
zeram reiirar de Li us seos uomes; na parte gravu-
ra salisfez mal. quando devia ser a principal na-
quella olha. lie pena.
O Panorama esla como om velho cadneo. Se
nao lomar alguern a peilo fazelo reviver, uSo tar-
dan tambem a murrer de inauican.
Entre os jornaes de espectculos, lornou agora a
apparecer um dos melhores, o l.utin, redigido em
trance/., que aqu tiuha fundado o celebre hailaritio
Sainl-I.oou.
Ouvl dizer que o insigne cbnreographo curique-
ceu ao jogo. Parece que s n'uina imito gaiihou
NO mil francos em Hamburgo. Diz-se que len-
cona voltar a Lisboa.
Vai collocar-se na bibllolheca nacional do Porlo
o retrate de Carrol. Emquanlo ao projeclado em
conveniente, ningoera falla agora era scinclhank-
cuusa.
I'oi votado pelo corpo calliedralico da Academia
das Bellas Arle de Lisboa, o Sr. bastea, autor da
estatua Mo>sc, e do hauo relevo Abrahao, im-
promptu felo em quatro horas.
Anuuncia-ie potnposamenle a pnblicacao de urna
galena ou colleccSo de coslumes uiililarcs da mo-
narchia porlugueza desde a mais remla antiguida-
de, (.) at a poca actual, obra exclusiva e pri-
meira no seu genero. Apezar do anuuncio, lalvez
seja trabalho de raerccimenlo. Vcret a opinio dos
entendido*, para o informar.
O incansavel escriplor socialista Jos l-clix lien-
nques Nogueira, aulor dos Eslndos sobre n refor-
ma em Portugal.., dea agora a lume ura lr.ib.iUio
seno e de grande alcance, o Municipio no secute
O Dr. Alcxandre M. de Caslillio ja poz a venda
o seu almanak de lembranjas para IS.'iT, de que le
urna adiete de .111 mil exemplares, creio eo.
Aquelle livrinho popularisou-se em Porlugal e no
Brasil.
O thealro I)rico loi reforcado com o harylono
Ileiievenlaiio. que se eslreou no Trovador, de que
ja lem liavido ornas seis represcnlaees nesta poca.
A companhia de baile he inferior a'du anno passa-
do. As composires de Saiul Len nao podem es-
quucer facilmenle. A formosura da prima donna
Beruardi he ja proverbial em Lisboa o de ludo que
temos este anuo em S. Carlos, he o de que mais se
falla nos salts, nos follieliuse nos cafs. A dama
Parepa, lem feto furor nos Puritanos.
A nossa primeira actriz Emilia das Noves r em
breve ao Porlo dar aluumas reptesenlacfics.
Hoja da-se no thealro de D. Alaria II, em bene-
ficio do actor llieodcrico a represeulaio da come-
dia-drama dos Srs. Rcbello da Silva "e BieslenA
Mocidadti da I). JoAo V,junlamanle com urna co-
media de coslumes do Sr. Palmeinm,O sapaleiro
de escada.Este ultimo, vai reunir e publicar em
dous volumes ludo oque tem de cenas contempo-
rneas e militares.
Para festejar os aunos de el-rei D. Keruando a
2.1 desto mez, vai no thealro normai u Olello, tradu-
ztdo para porluguez pelo Sr. Rebello da Silva. O
papel do prologonsta ser desempenhado.seguudo se
diz, pelo director do thealro, o Dr. I.uiz da Costa
Pereira.
.No D. I'ernaudo cclebrar-se ha o real aunnersa-
no com o Marlyr do Sr. Lcenla, enjo assumpto he
a historia do infante santo, lie em verso, e as m-
sicas de que vai ornada sao do oosso compositor Ca-
simiro.
Tinha-lhe indiciado a viuda do nosso poeta no-
t riaues Cordeiro que ora administrador do consclho
de Lema, a capital alim do pedir a sua demiiso.
para poder propor-se depulado por aquelle districlo.
Chegou antes de houlem da mesrai cidade o secrc-
lao geral do governo civil, I). Antonio da Cosa de
Souza de Macado, que vem pedir seinelhanlemenle
a exunoracSo do seu cargo, para o mesmo fim. O
Sr. II. Antonio da Costa, cana de publicar no .e\-
nenu, jornal dislriclal por elle fundado, e que sem
eiagerat-ao he o modelo dos jornaes de provincia,
um precioso trabalho sobre a i.istruccio primaria em
I oriugal. A parle histrica, cojos elementos an-
tlavam dispersos, eslava iuleiramente por tazar. O
projeelo de le com que termina, he obra de quem
conheco bem as necessdades de reforma de que es-
la carecendo este ramo de adntiuislraro. Esle es-
ctiplo parece que ser publicado na futura Revis-
ta de Inslruecao publica para Portugal, e Brasil de
que senlo redactores o oosso reformador da inslrue-
cao popular Anlooio Feliciano de Caslilho e o direc-
tor da escola normal primaria de Lisboa, I.uiz l"i-
lippe l.eile.
Est-se conslruindo em Lisboa no largo da Alber-
gara um vaste edificio para nelle se eslabelecer
um cate eraconcerlo. cujorisco he de Mr. Rambois.
O vestbulo lem 22 palmos de comprido e 45 de
largura. O principal salao que he o bolequim pro-
priamente dita, tem de enmprimento LIO palmos c
" de largura, sendo assim limadas primeiras salas
de Lisboa. N nina das estrerai iades da sala levan-
tare urna especie de paleo destinado para a orehes-
tra. Dt/.-se que se escrituraria um canlor para
exocular as mais engracadas chaiisnnelles francezas
A sala dos ogos tem 70 palmos de campiimenlo c
Parece que se abrir uo prximo
Sr. Lersundi j foi presidente do eonsclho. O
Sr. Lozano tulla servido no gabinete Sarvaez ; o
Sr. Moyano fora j ministro do fomento no ga-
binete Lersundi ; oSr. liarzanallana, anti.^o di-
rector dos rondimentos pnblicos no ministerio, di-
riga agora o peridico conservador el f'arla-
inento, que foi o primeiro proclamar como
eliefe do partido moderado o duque de Va-
lonea.
Foram aceitas as dcmisses dadas pelos segnin-
tes : D. Manoel Alonso Marlinez, do cargo de
governador da provincia de Madrid ; D. Antonio
Ros de Olano. de director geral de arlilharia ;
I. Domingos Dulce, de director geral da cavalla-
ria ; D. Jos Mac-Crohon, de inspector geral da
guarda civil ; D. Rapliael Echague, de capilao-
general de Castella a Nova. Tambem so demitti-
ram inultos oHiciaes superiores empregados na se-
cretaria da guerra.
D. Jos Maria Sauz, que era mareclial de cam-
po, foi promovido lenente-general, c logo em
seguida nomeadocapilo-general de Castella a No-
va. D. Fernando de Norzagaray foi nomeado
capitao-gencral de Andaltizia, para .substituir
Urbistondo, actual ministro da guerra.
Foi nomeado director gera! de cavallaria o to-
nente-generalD. Jaaude la Pazucla, e inspector
da guarda civil, D. Francisco Xavier (lirn, du
que de Aliennada.
Sao datados de 1 -2 do corrento lodos osles de-
cretos ; os que aceitara as demissies dadas pelos
membros do ministerio transado, fecham com a
phrase : licando inui salisfeita do zelo, lealdade
e intelligcnci.i com que desempenhou este cargo.
O decreto relativo ao general I). Leopoldo O'Don-
nell, conde de Lucena, diz licando altamen-
te salisfeita de seus dislinctos e extraordinarios ser-
vieos, e do zelo, lealdade a inielligencia, etc.
Terminaran] tambem com a primeira deslas
formulas os decretos das demissoes que deram os
funccioiiarios subalternos cima referidos.
-Na vespera da queda do ministerio tinha ido o
general O'Donnell duas vezas ao paro, e da pri-
meira significara-llie a rajona o seu desejo de que
se annullasse completamente a lei da desainortisa-
cao. O conde de Lucena, vista desla indicado,
reuni o conselho e participou-lhco siicccdido,
sem dissimular quo podia julgar-se que nao con-
lavam, como poueas horas antes, com a confianza
regia. Deliberou o conselho por largo lempo c o
general O'Donnell tornou palacio, informar a
S. M. da deliberarlo ; ?la, nao ropellia deSnili-
vamenle o que a rainha prelendia, mas entenda
ser intlispciisavel algtim lempo para esludar a quea-
tao, e
que S. M. indicara.
Sabio do paro o general O'Donnell, e segundo
se cotila, entraran] succcssivamonlc o general Nar-
vaez, o duque de Rivas, o os Srs. Nocedal e
Moyano. A circumsiancia de ter suspendido a
ramlia a sua vlzila cosiumada igreja da Atocha,
fez com que o publico nolassc que alguma cousa
occorria nos circuios palacianos ; mas, apenas
anoiieceu, j nao era segredo para ninguem,
que o duque de \ alenca linlia formado um mi-
nisicrio. A moia noile enviou-se do paco um avi-
so ao ministro do fomento Sr. Collado, para que
rocebesse a demisso do presidente do conselho e
dos demais seus collegas j porm o Sr. Collado
nao mostrando repugnancia nenhuma em cumprir
a ordem, esciisou-se comludo por estar doenic, e
principalmente porque nao desejava ser o signata-
rio da exoncracao dos seus co/legas.
No dia seguinle, muito cedo, receben o general
0 Donnell convite deS. M., para comparecer na
real cmara a hora emeia da lardee convocar lo-
dos os ministros para o pa$o s 2 horas Cum-
Pridasesias ordens. o general ouvio da-bocca de
S. M., que nunca esqueceria os servaos que o con-
Lucena havia prestado a' causa do throno'e
ambos por desordera, e o prelo escravo Francisco,
por espancainento.
E pela subdelegada da fresuezia de Sanio Anto-
nio, Benedicto Eugenio, por desobediencia, e Joao
Nepomuceno Valim, por briea.
Dos guarde a V. Exr. I iim. e Exm. Sr. cou-
selheiro Sergio leueira de Macedo, presidente da
provincia.O chefe depolicia, Dr. PoUcarpo f.opci
de Leo.
<&0rre)>0ttbcnria&.
PAGINA AVULSA.
As duas naos eleiloraes sesuem a sua derrota
ao nic-mn porlo, deilandn mais ou menos militas
conforme o vente que sopra ; uera om pampelro por
ora as anteara, e pelo contrario os nautas entendidos
augur.nn feliz viagem : Dos queira.
As mesas eleiloraes de Santo Antonio e Boa-
Vista continuara era seus trabalhos; opuram-se os
votos.
Alguma maioria lem lido al boje os conserva-
dores sobre os liberaes, nao he ella, porcm, anda
snllicienle para se diicr que Iriurapham aquelle-.
O triuinpho real lera sido o do bom senso dos nossos
patricios : nuuca se dir' que Pernambuco ensan-
gaeutou os templos do Dos Vivo por causa de inle-
rcsiet polticos individuaes.
Aconselhamos a qualquer parcialidade polilica
que obliver a palma do Irioinpho, nao o festeje eom
etagerarao ; o exceso irrita, exaspera ; he um acui-
te que os Pernambucanos devein avilar que seja
felo a Peruanibucanos. Nao queremos dizer com
islo que lenha havido dessas exageracies, pelo
contrario ; mas podem apparecer, e entao desappa-
recora' sem duvida o parce sepullis.
Soubemos que pelo canal feilo no pantano de
Olioda, alem dos pescadores, navegam canoas ; com
maiuiia de razan devein er tiocadas as estacas, que
anles de houlem aconselhamos, porqoo de outra
sorle quem beber' dessa agua ? Olinda vai ressos-
cilar com a va frrea ; ella merece.
Monseiihor Coelho era so lem felo os maio-
res servidos a igreja do Carino em Oliuda, gastando
conios de res de seu bolsinbo em repara-la, como a-
gora decidio-se a reedificar a ordem terceira do mes-
mo convento, e te deu priucipio a factura da cu-
bera.
Essc virtuoso ministro do Jess Chrisio compre-
heiideu exactamente o raelhor roeiu Ua gastar o seu
dinheiro ; os sanios nao brigam.
O goslo para as bandas de mosteas militares
esta' se propagando ; o balalhite da guarda uacional
de Olinda esla' creando urna banda de msica.
Pode ficar cerlo o nosso correspondente parti-
cular de Ohnda, que lodo qoanto for do sen benefi-
cio moral e material estaremos promplos a concorrer
com o nosso fraco eonlfngenle. A imprenta nunca
se mostra tao aoxiliar, como qaaudo concorre para o
progresso bem entendido.
Dizem que em Sauto Antonio um escravo feri-
ra a outro.
A proposito....
O proraeltido he devido. No dia ."> do corren-
te, deu Claudio Lucas urna facada e duas culilladas
em Manoel Tocto, o qoal se acha mortal; o facto
pas sassino, dizem, que passea inclume. Nao diremos
quem o protege, segundo a nota qoe temos, porque
nao nos cabe, sem provas, aecusar pessoa alguma,
todava bom sera' que factos desta ordem tenham
um paradeiro.
Consla-uos que os influentes eleiloraes do par-
tido conservador da freguezia de S. Jos deram vi-
v-s demonslraces de regosijo por terem cencido a
eleieao; o Sr. tenenle-cnrouel Franca otlcreccu
aos seus amigos polticos um bom copo d'agua ;
reinou malta Irauquillidadc e modestia nessa sincera
maniffslae.lo de prazer : om feslim depois de urna
disputada eleieao he ate htjijieniro.
Anda as carreiras a cavallo pelas ras da ci-
dade I '
Anda o atropello dos carros as pontes.
Anda os mendigos pernoilando pelas porlas e
adro* das igrejas.
Ainda os ecndalosos colloqoios dos rapazolas
s portas e as janellas impedindo o transite, oflen-
dendo as oncas Hialina e- '.,.
He
Srs. redactoresLendoo Bradodo Povo de
Itoptem, deparei com urna correspondencia assig-
uada por umSr. Rodopiano Raymundo Ja Silva,
na qual, lineando sobre mim um chuveiro do bal-
dos que se dignou empresiar-me, d provas da
mais delicada eilucar.io e civismo na bella cscolha
que fez desses termos de que se acha recheiado o
diccionario das regateiras, e islo porque em sesfo
de 25 do prximo passado me pronuncie-! contra a
admissao do mesmo scnhor na AssociAQAr) Typo-
(rapiiica Persambiicana, do cuja reputacao son
por demais zeloso, para com o meu silencio auto
risar actos tao indignos della como estaque tenda
a dar entrada em urna corporaco respcitavel |>or
muitos titulos a um individuo, que em seu todo
nada mais nem menos significa do que perversida-
de, dissolucao de coslumes, eterna peraltara.
E para que o publico, semprc justo em seus
Besignamn-nos pois a soflrer a macada, porquan- Toros de latajuba
lo queramos ver o lim da festa, e quando foi por Varas de parreira
volta de meo dia, vimos o povo em movimeolo :
erara as eleites que i.ira principiar, por nao ,terem
os interetsados podido che;ar a um accordo. Assis-
tinios pois a installaeAo da mesa parorhial que
procederam, aproas algiimas reclamares feilas esa-
lisfeilas com loda palidez c urbanidaiie.
Passou-se 10 rcrehimeolo das cdulas, e j a or- i'edra de anudar
na,qual outro cavallo Je Tmia, seachava quasi abar- ,. .. filtrar ,
rolada, chamando aku-m.lo de lodos os circums- i >. rrbolns
tantas, as feicfies cadavtertus da um individuo ah Ponas de Ik> .
presente, a' quem a raiva derrotado, as havia lingido da palidez da morle ,o Sola ou vauela
qu bastante nos penalisolt eis se nao quando apre- Sebo em rama .
seula-se om personauem q\ue dispoudo de quasi lo- l'elles ile rarneiro
uilhadas
d quiris..........
Em obras rodas de sicupira para c.
a a cixns a a a
Mclaro...............
Milho'
' quintal
dii/ia
par
a
caada
alquetrc
ii ni.i
l?*l
SMPj
1Ml
JSam,
fs-.!
r-ito
retilo
nwlho
la a freguezia pela inlluenci pupularidadc de qaa! Salsa parrillia .
, e leunmao em frente da igre-' Tapioca
merecidamente goza, c ,wav tu, neme na igre- I lap___
ja mais de duzentos volantes, seus moradores, im-1 (nhasde Ih
poz a votarlo da maneira que lhe approuve, e assim Sable
se fez Nobres e pleheos ; ricos e pobres ; gran- | Vinagre' pipa
des a pequeos ; gordos e magros ; altos e baiios S **________
ludo se lhe cumnii *~ a
Assim pois, um sn homem fez as elcicoes de Ipn- : ''Wt'V ?&* *! JI|J 1)1)110.
juca, sahindo eleilures somante quero elle quiz ein-
rentfi

pipa
Ir.-..
'.-
:tjartl
hitaai
Mil
NM
VMM
nm
ui
hora parecesse algara lano coudesceiidcnle para' --t?to* enlradnt no itm\\
com certas.... pessoas. I AracaljII das, hiale lu-asiteiro ltevidtM> do
Aqu pois hmlan a festa vallando nos ao pobre 40 toneladas, meslre Estacto Men.| 4. >j,4
lar, com nosso jaita feito a respeito de rainha ... 1 equipasen) fi, carga muro, r sola : Matlias Ir"
maos. Perlence a Pernambatro.
genio.
|sto
idTi
de de
adugio 'anltgo : airaz dos apedrejadoi
correra as pedras.Pobre Olinda. alm de ja te a-
chares despovoada, assim mesmo ninguem de ti se
ver se podia ou nao resolver-se da forma lembra, nem mesmo aquellos qoe, em lempos mais
atraes, em teu seo gozaram das de prazer e de fe-
licidade. (Jue fim levaram loas autoridades ".' Qoem
sao os zeUdores la ordem e da seguranza Quera
os do curaprimeulo das leis? Ningnem !.....
Empregailos em reparlirOes publicas, trabalhadores
de arles e oflicios, e emfim empregados em casas
commerciaes, eis a vida das loas autoridades. Em
loas roas desertes se commeltem chotes e ficam im-
punes ; a cada passo infrac^des de leis, e o castigo
he os infractores passeiarem pelos lugares dos delic-
ies sem que neiilium dainno se Ihes faca.
Oizem-nos que nao ha noile em que nessa ci-
dade nao patseie a seu bel-prazer om individuo
morphclico do segundo grao, locando em ludo que
enconlra a' venda. E nao sera' um homem desses
perigoso entre a popularlo, que pode ser infecciona-
da pelo coutacto'.'
Urna aula de orchestra existe, perto da qual,
durante o tempo da aula, ninguem pude passar, vis-
to como cada discpulo esluda simultneamente a
sua embocadura de lal sorle, quemis parecem urna
manada de bodes a herrar que de msicos a es-
ludar !
No domingo (9] leve logar, na igreja do Una-
mente, a festa de Nossa Seohora da Soledade. A
igreja esleve simpleimenle armada, e a fasta foi co-
mo costumam ser lodos esses festejos. Bandeira, mis-
sa carnada, Te-Deum, msicas, foguetes, repiques
e flores, eis o complexo della, mas, isso todo em di-
minua quanlidade !
l'.m tosluine se acha admillido entre ns, que
nos faz pastar aos olhos do eslraugeiro como sel-
vageus ; he o levantarem-se bandeiras de festivida-
des ruin bandos de meninas ranfarolundo a moda
de i.ume. Nao sabemos como ainda se permiti se-
mentante uso. Cada vez que encontrantes orna ban-
deira levada por essa forma, recordamo-nos das ce-
lebres bandeiras do mallo em que, imitaran das
que ora se razem aqu, lauto se danta, ate que p.-r
fim vem a l.ebcdeiri. Admiramos aiuda havercm
pas iao pouco telosos da honra de suas familias,
que 1 Ti-t un suas jovens titilas a ir cantar ao re-
dor de tal /ea/an/a ; urna menina de t annos corre
mais perigo, no cenlro de rapazolas, que urna Boaa
de O ; aquella nao tem a razilo sullicientemenle des-
envolvida para u.lo dar oovidos ao que lhe dizem os
eductores, e por esla razAo torna-se mais sujei-
ta ao mal, ao passo que esta tendo j um pouco
de couherimt'Dlo ansiar mais a cahir as ciladas
que lhe armaren) Abutc, encaadlo c prostitu, no.
eis os tres graos da escala de orna tal fancc,ao'.'!!!
O vapor ponuguez (D. Pedio II, conduzio
deste porte os steuintes passageiros :
Virgilio Alves da Luna Godilho, Manoel Alvcs de
Luna (iodilho. Joo Luiz de Franca Miranda. Inte-
rno Nidino C-our.tve- deAIraeida, Antonia Easehio
(ion^alves de Almeidh e um criado, Eduardo T.
Wiison e sua seuhora.
-1." de largura,
carnaval.
Lina ionnvaclo lluvial, foi a que esle anno live-
ram os hanl.islas do Tejo, n'uma barca de bauhu*
quasi suropluosa com bous sales, bolequim, plano,
e no lombadilho om jarditnsinho com seu tanque c
repucho. Acl.am-se aUi jornaes porluguezcs e es-
irangeiros, e o que val mais ainda urna boa socieda-
de. A concurrencia lem sido numerosa, a o etnpre-
zano, nao se arrependeu pr cerlo de haver empa-
tado alguns conlos de reis.
Outra iiuiovarao c tambem lluvial, foi o que e
passou no Douro o mez passado. Era nada me no.
que um homem a rnsoear pelas aguas do rio, como
quem anda por sua casa desde Massareltes ale a Fot
Opedinaula que era um 9r. Di Francesco d'aqoeila
cidade, Irazia uns sapalos do feitio d'unsbarquinlios
saveiros de follia de I landres, u remo, alem do
seo uso privativo, scrvta-lhe de maroma. Parece
da ordem, ainda que julgava conveniente conferir
a direccao dos negocios a" oulrns maos. O gene-
ral O'Donnell fez esla mesma communicacao aos
seus collejas, e lodos apresenlaram as suas 'demis-
ses a' rainha, que nesse momento pareca profun-s|
damenic commovida, derramando algumas lagri-
mas. Eis-aqui o como so venlicou a demisso do
gabinete O'Donnell, accrescenta a aCorresponden-
cia Aulographa, donde iranscrevo estes prome-
nores ; o porque, nao pode marcar se fura da fa-
culdado que a conslituicao concede ao rcipara
mudar da consclbeiros. No houve qucsUio, e
quanto a' de suspender totalmente a desamorlsa-
Cao, o que ao cabo de ludo o gabinete nunca [aria,
segundo se nos aflirma, tambem nao deu resposta
resolulamenle negativa.
Em Hespanha continua a harer tranquilli-
dade.
Por decrclode 13 do corronlc, foram declara-
das sem eleito quaesquer disposicOcs que se liajam
tomado, o que de qualquer moio derroguem, al-
lercm ou variem, o convenio celebrado com a San-
la S, em 1G de marro de 1851.
Por decreto de 14, foi mandada suspender a
oxecucao da lei de dcsamortisaciio do 1.- de maio
de 185S.
O novo gabinete, mi lardou em por em e-
vtdencia o seu espirito reaccionario. As suas ten-
dencias eslao bem manifeslas. A concordata com a
corle do Roma, conceden a curia romana atlribui-
coes tnvasoras da prerogativa real e dos direilos da
naco.
Nasceu indnbitavelmenlea ascenefto de Narvaez
1 presidencia do conselho. de se nao liaverom rc-
solvido os pariidos a colligarem-se, Em quanto
em Hespanha nao bouver urna comliinaraoquo ten-
do a urna orgaiiisarao nosiliva, aquello' paiz ser
agitado irremediavolmenie, sem jamis poder con-
ciliar a ordem com a liberdade.
A rainha devia receber no dia 17, do larde,
em audiencia particular o enviado russo, o ronde
de licotendork.
Parece que o governo trata de dar conla ao paiz
do verdadero estado do thesouro publico, das suas
acluaes obngaeoee e dos meos de que pode dispor.
jtiizos, venha no exacto conhecimenio d razio que
livepara assim proceder, dirai mais, seiihores re-
dactores, t|ue antes de me haver declarado acerca
dessa-^ FELIZ C* admissao doSr. Rodo-
piano, ouvram trinta homens reunidos a leitura
da pec.a abaixo transcripta, que os decidi abrin-
daremo i j- CANDIDATO jes eom tinte e tres
votos contra, inclusive talvez o do Ilustre socio
que o havia proposlo, o qualdeclarou em pleno au-
ditorio que, depois de ulteriores informaces a que
proceder, tinha reconhecido que em suas boas in-
teneoes havia sido illuddo na proposla que fez.
No firme proposito de nao voltar arena, por
mais que berro ose esgane alguem por esse pobre
S33 1)1 ABO .rs deSr. liodopiano ; e teverlen-
do-llie intactos os mimosos epitlietos que em sen
aranzel meolTeria,asseguro-lhes,Srs.redactores,quc
rom a publicacao deslas poueas linhas faro mere'
ao seu constante leitor. iomarieo Luit de
r retas.
Recife 11 de novembro de 1856.
PARKCER DA COMMISSA'O DE SY7iDICA!\CIA da as-
sociaqa'o typoorapbica pernambucana.
Hermenegildo Netto de Azeredo Coutinho. 1." secre-
tario da AssocugAo Typouraphica Pernam-
bucana, socio corresponden te da Impbrial As-
soctAgAO Typographica Fi.uminbnse etc.
Certifico que o theor do parecer da commissao
de syndicancia poddu por cerldao, ho o seguinle :
A commissao encarregada de svndicar das quali-
dades do Sr. liodopiano Raymundo da Silva, las-
tima sobremancira ler de dar um parecer que cm
nada pode abonar a pessoa proposta. A commis-
sao julga, ntio dever tomar parle nos trahaliios desta
associarao o Sr. fiodopiano Raymundo da Silva,
pois das minuciosas inforinac,oes a que lem proce-
dido colora que o mesmo Sr., pelo seu mio com-
porta memo, tem estado em diversas typographas,
das quaes lia sido expellido por incorrigivel, falta
da dedicacao ao trabalho e completo eslado de ocio :
eis o que podo a commissao declarar.
Recife 22 de outubro de 1856. Pergentino
Netto de Azeredo Coutinho. Jos Francisco
de Oiveira Lima.
E mais se mo conlinlia em dito parecer, ao qual
me reporto. Secretaria da AssociaijaO Typo-
graphica Pkrnambucama 11 de novembro de
18>6//. N.deA. Coutinho, 1." secretario.
Ipojuca 10 de novembro.
Srs. fdae.res.=Balda foi esla semana em
noticias. A mesa elcitoral concluio seus trabalhos,
cujo resollado da apuraco lhe remeti, o do qual
pode fazer o uso que lhe convier.
No dia 4 do crreme foi capturado nesta fregue-
zia, Manoel Francisco, desertor do 2.- de fuzilei-
ros, e foi remanido para a villa do Cabo.
0 nosso velho queretalhava carne para o povo
daqui por um preco rasoaval, ficou pouco gosloso-
porque dissemos quo lhe tinha assaltado a molesta'
que sodrem os ouiros carneceiros, nao ha cousa
mais commum do que urna epidemia passar con
acilida de uns para oulros corpos j porem nao ho
so islo mais sim : ovelbo saber que quem lhe
transmitte estas noticias lie rapaz, gente de quem
os velhos abominam, e por isso julga qua aqullo
que dizemos hejmangando delle. No.meu velho,
fazei-nosjuslija, nos rapazes, cranlas, meninos,
ou como nos quizerdes chamar, respailaremos sem-
prc os velhos. cllcs lem direito a isso, nao seremos
mis que os metamos nunca a ridiculo, estis con-
tente y
A saude publica, e a polica nada offerecem para
noticiar ; os gneros alimenticios, subern do preco,
mormento a carne de acougue que est gozando o
preco de quatorze patacas cada arroba.
Ficamos no gozo de boa paz, a o mesmo Iho de-
sejo.
l'm pus/arinho.
ELEITORES da freguezia de IPOJUCA.
Os senhorei. Votos.
Propietario Jos Francisco do Bcgo Bar-
ros. 1225
Teuente-coronel Manoel Cantillo Pires 1925
Dr. Francisco Alves da Silva. 1225
Proprietario Izidoro Camello Pessoa. 1225
Capito Antonio Perigrino Cavalcanti. 1225
Dito Paulino Pires Falcao. 1225
Dito Leonardo deS Jnior. 1226
Major Antonio Jovencio Pires. 1225
Tenente-coronel Joao de S Albiiqiierquo. 1225
Dito Leonardo Batana deSequcira Jnior. 1225
Hilo Antonio Jos Pereira Jnior. 1200
Dito Alfonso de Albuquerque Maranlio. 1200
Dito Joao de Souza Leao. 1200
Diio Miguel Toleniino Pires. 1200
Capito Joao Carlos BezerralCavalranti. 1200
Dilo Francisco Manoel de Siqueira. 1200
Dito Francisco de S Albuquerque. 1200
Dito Jos Antonio Pires Falco. 1200
Dito Joaquim Pedro do Reg Cavalcanti. 1200
Dilo Antonio Henriquede-S. 1200
Dito Joao de Barros Reg. 1150
Capito Joaquim Francisco de Souza Leo 1150
Comraendador Joaquim Francisco Paes Bar-
reto.
Agora duas palavras ao Sr. ln.r, do Jornal do
Commercio 11. i i de 8 do passado.
Hitando nos encardamos de levar ao conheci-
meulo do publico as oceurreucias desla localidade,
nao livemos, e ero temos em vista detrahir alheias
repiitaenes : oosso prosramma he tratar de cousas e
nao de pessoas. Os factus que lemas publicado,
uns teein sidu pur mis presenciados, e nulros a nos
referidos por pe>soas incapazes de uns compromet-
iera ponte de us rutnmunicar falsidades para as I Rio de Janeiro neta Kah'ia__Va per jmiur
publicarraos, sohre nossa respnnsabi'idade. Pedro lia, cummand.nie o i.- tente" I
llizeis vs.porem, que nos luveulamos conlos com
o lim de desacreditar Leda o n. 103 do peri-
dico O Povo de II. tambem do passado para mide
vos remellemos eonhecereis quo precipitado foi o
vas.o proceder que bem parere d'aUuin padre ex-
frado de moral duvidosa.... a' cujas sandiees sere-
mos sempre surdos, poi que bocas conhecemos mis
que, quaes uutras cloacas mximas, ou receptculos
le imtnitiidicet, quaudo sa ahrera, s despejara de si
as sujidades que conlem. A' assas iudigilamn-lhes
os monturos.
Sou, senhores redactnres.etc. ale.
O esptclro.
Rio tirande do .Nortei dia, Unrha Uasileira afe-
ita das Ondas, de J9 toneladas, inr.tr. ||, ,,, 1 ,
Jos da Csla, equipasen) i. carga asacar ; *
meslre. IVrtrnca ao Rio drande da Norte. ra-
sageiros, Francisco Solano Martin-, liname**
Jos da Olivaira, los lliniz.
-Vario* fahidtx no mermo 4i
Parahibaltate brasileiro Klor do Brasil... nseati
.loaohrauri.ro .Marhns, caraa fazeadas.
a>.
-------...------, ...mmmmm%v *, l-xama!- la..
Jo de Soozn Sor>s Anrtra.
t^t>U>'.tf#a
&HfMfr*%rZt0.
itMk 00 RECIFE 11 IDE NOVEMRRO AS
:t HORAS DA TARDE.
Cotafes olllciaes.
Dcsconlo de lettras de a -I mezesH :, ao anno.
rrederico fobliard, presidente.
/'. Harges, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 7 :||(.
< Taris,:; i ii,
Lisboa, 98 a 100 por de premio.
Rio de Janeiro, iy2 a I por Om a i.j e 30 das.
Acjes do Banco, 10 a 4- de premio.
companhia de Beberibe 549000.
11 11 companhia Pernumbucana ao par.
i I nli lado Publica, :t0 purceutoda premio,
(t o Inderatiisadora. 52 dem.
o da estrada de ferro0 por 0|o da premio.
Oisconto de lellras, de 7 a 7 t|2 por OK).
Dilo do banco7 a 8 por Otn.
Ouro.Oncas hespanholas. .
Moedat de fiaiOO velhas
li-rtMi novas
1 5000. .
Prata.Patacoes brasiletros. .
Pesos eolumnarios. .
d mexicanos. .
28i
O Dr. Ernesto d'Aquino Fonseca, jaiz miir.rctr*),
dos orphaos, e do commercio desra roan 1 i*
Cabo por S. M. I. c C- que Deog guarde, er.
Peco saber que por este juizo municipal te ha
de arremataren! hasta publica, por venda o an^t-
nnoCaramurti, sito nesta freguezia do Cabo, va-
hado por 10 cornos de peje, e ncnhnrado por eM-
cuc^o de Jos Carnero Rtidri^nes Campillo. Jos
Joaquim de Novaes, a outros, ao roronel Kenio
Jos Lamcnlia Lins |icla quantia de 8 Mi a*
ve rentos e cincoenla e um mil e quindenio* Irtst-
laetres reis, principal juros, e rusias rnr udo,
at 27 de outubro,a quera mais der indos dia*
da lei, que se (indam no dia sexta tetra il da im-
vembro.
E para que 1 Invite a noticia a todos aaWi af-
Tixar o presente edilal nos lugares Mas m
blicos desia villa.
Dado o passado nasu Tillado Cabo ao 29 de
outubro de 1856.Ku Ignarm Toleniino le Fi -
gueiredo Lima, escrivao o escrevi.
Ernesto d'Aquino Fonseca.
-- O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria pt
vincial, em rumprmenlo da resoluc^io Ja
junta da fazenda, manda fazer publico que
no dia 27 do crrente Tai tiovaatcnlua pra-
ca para ser arrematada a quem por mima*
Itzcr, a obra do empedr ment do anr ,
la estratla da Victoria, avahada 1 ni,
">:8!)l)*300.
E para constar se mandou aflisar ti re
serUe c publicar pelo Diario a
Secretaria ta thesouraria provincial dr.
I'ernambuco, 10 de novembro de 1854 o
secretario, A. F. d'Annuociac,ao.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, coiaana
dador da imperial ordem da Rosa e iuiz de
direito especial do commercio, nesta citla-
dedoRectre e provincia de Pernambuco
por S. M. I. e (J. etc.
hago saber aos que o presente editalvt-
lem que no dia do dozembro proxtaao ro-
turo, se ha to arrematar por venda a qoeuri
tnats der na sala dos auditorios, depois da
audiencia deste juizo. urna parte doaohrado
tle dous andares da ra do Vigarto n. 17,ava-
llada a dita parte em s.vtf-:i3 re., a qul M
penhorada por exccuc^iti de Francisco Ha-
noel de Oiveira Miranda contra Antonio Pa-
tricio Corr-a do rigueiredo.
E para que chegue ao conbeciraenlo de to-
dos mandet passar editar, que serlo ptlMi-
cados pela imprensa e aflixados nos lugares
designados no cdigo commercial
DESPIDOS E EXPORTACAO P^^^Wm-^OV^^
28i00
Ifiaooo
lfiJiIKIO
9300U
29000
23000
15860
ALhANDEGA.
Rendiraenlodo dia 1 a 10. .
dem do dia II......
IOf>:IK!9625
I2:7a412
119:I87{07
'Oetcarregam hoje 12 de novembro.
Barca insleza Sannhanlcmercadura-.
Rrigue inglezOdem'dem.
Ijalera franceaOlindadem.
Patacho americanoLevantfarinha c bolachinha.
Iliale brasileiroDuvidosugneros do paiz.
CONSULADO iifcHAi..
Rendimanto dodia 1 a 10..... 9:9313717
dem do dia 11....... LiKgoi
1t:ilK37tW
DIVERSAS
Reudimenlo do dia 1 a
dem do dii II. .
PROVINCIAS.
10 .
1:2258082
9
umum
BareellonaPolaca despandola nAmelian, Aranaga
_ & llryan, 300 couros alnados seceos.
FalmoulhBrittue inglet nCliarlesu, Ssunders Bro-
lers Si Gimpuohia, 1,800 saceos assucar masca-
vado.
Porte---Brigue porluguet tS. Manoel la, Jos An-
tonio ds Cunta IrmAos, li cascos mel.
LisboaBricue prolusuei Soberano, Carvalho &
IrmAos, 50 cascos mel.
RECEBEDOKIA DE RE.NDAS |lNiERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do da 1 a 10 7:10929i
dem do dia 11........ 575381B
7:68S|lfO
CONSULADO PROVINCIAL.
Hendimenlo dodia 1 a 10 11:221*101
dam do da II....... lijO-saOJl
12:7293135
PALTA
dos precos correales do assucar. algodo, e mais
fueros do paiz, que se despacham na mesa dn
consulado de Pernambuco, na semana de 10
o I i\de nocembro de 1856.
Assucar emcaixas branco 1. qualidade (ai
Anselmo Francisco Peretti.
-Secta***-de.
Ihante. que n.lo deixa de fazer lemhrar o celebre
a homem das dotas qos ficou proverbial entre
mi-.
Foram publicados no Diario como decrete dcap-
provacao os estatuios da associarao naval, destinada
a promover o divcrliineutn das recalas em Porlu-al
< presdeme he S. A. o infante D. Lull a vi"ce-
i'i.' lenie o conde das Alra(ovas.
lio ainda nina iunovaco lluvi.l, mas > qu0 ,e
sesuiro vantageas ioconteataveis para o drsanvol-
viinemo dasconstiucroes n.ivacs. lodos os raraos
da as-ociado sao hmiuiatoi. Cada socio cunlribiie
cora 23.)0(l annuaes para o fundo da assnria. ao. Oa
\arl.ls, quepodernn conc.rrer aus preniio's dados
pela associacao seo eUssilicados da primeira ciaste,
us excedentes a 2II iouetadaa ; de aetiauda os exce-
dentes a 10 toneladas ate 2i), e de leire.ra cla.se ate
Iti laMUdaa. O eaajwodara sai. .. ata as retala-.
A associarao adopta o regiment dos scnaes de
alarrvat, OiaOnctiva da associarao, ha um g-
ELE1TORES DE MARANCLAPE.
Os Srs.
Joaquim Cavalcanli de Albuquerque
l)r. Manoel Joaquim Carnero da Cnnha
Francisco de Paula Paes Barrete
Jnaquim de Sa Cavalcanti
Carlos Marlins de Almeida
Dr. Jobo Caites taoslo Cavalcanti Vellaz
Joo da Crui Fernaiidcs de Soma
Francisco Rufino de Arauju Cavalcanli
Brasiliauo Francisco Paes Barrete
Padre Manuel Jos* do Naicimeulo
Joaquim Pedro de Mello Regn
Ilopilal Ue caridade.9 da novembro,
entes.
10C.
At amanha.
Votos.
391
:I90
368
:i2
357
3S5
3*4
312
337
302
301
63 do-
Dr. Victoriano de S e Albuquerque.
Dilo Pedro Pinto.
1150
1150
1150
mase.........
i> bar. e sac. branco......
" mascavado..... n
refinado ..........
A|godao em pluma de 1." qualidade
a )> a 2.*
" 1. 3.'
11 cm caroro.........
Espirito de agurdente......caada
-Agurdente cardara........
de caima.......
resillada.........
do reino........
enebra |.............^na,!
. ............... bolija
''cor...............caada
" ............. garrafa
Arroz pilado duas arrobas 11111 alqueire
cm casca
caada
I
urna
um
i."" t""-", h!" ''" 'ernpo* p,,s'e'0 semf- Para 4alisfaZ8r' Ejla publicaciio, segundo o Di-
ario Espaol, devs preceder as disposieos, me-
danle as quaes o governo prometiera que o ihesou-
ro ha de chegar a teros reenrsos suflicientes para
fazer face aos seus encargos.
A noticia da mudanca de ministerio, dizque foi
bem recebida por lodos aquelles que pertenciam ao
partido conservador.
O governo hespanhol resolvoit enviar a aples
um esquadrilha composta do 7 a 8 naiuos.
Esperava-se que osse publicado um decreto ero.
ando urna escolla de diplomacia.
O general Serrano apresentou ao imperador Na-
poleo as suas credenriao, como embajador de S.
M. a rainha de H>spanlia. Com este motivo, pro-
nunrii.il S. E*. um disotirso a qaa o imperador
respondfcu.
SEPABTigAO DA POIalCIA
Secretaria da polica de Pernambuco 10 de 110-
verabro de ,l85(i.
tiln, e Exm.SrLevo ao coiidecimento de V.
fcxc.quc das lilTereiilesparlicipaQoes limiten, e doje
recebidas nesta reparlirao, conste que se deram as
seauuites oceurreucias :
Foram presos : pela delegada do segundo distric
lo deste termo. Antonio Flix de Albuquerque, para
avenguarescm ciime de tentativa da morle.
Pela subdelegada da freguezia de Sanio Antonio,
o prelo escravo Antonio e Manoel Izirlro Marital,
ambos por -lesar lem.
Pela subdelegada da freguezia da Boa-Vista, Ma-
noel Francisco do Masciinenlo, Jos lioraes da Pai-
xao, Mana Rila da ConceicSo, e o pretu escravo
M ir-- lima, lodos por I.....r lem, o o prelo escravo
Aleixo, por espincamenlo.
V. pela subdelegada da freguezia dos Afosados,
a pela Isabel, escrava, por fgida.
lieos guante a V. Exc.-lllm. e Exm. Sr. con-
selheiro Sergio leixoira de Macedo, presidente da
provinciaO chele de policia, Dr. PoUcarpo Lopes
de Uno. '
II
^ Illm. e Ivm. SrLevo so conhecimentn re V.
Exr. que das diSarentas parlicipaces boje recebidas
Bjeata reparlirao, consta qua sa deram as esitintes
orriirrenciss ;
i ni preso sm flamante, pelo jniz muniripal da
primeira vara, o prelo esrravo Alexaudre, por fe-
rimentos.
Pela -ubdelegaria da iregneria do Recife, lose
N. S. do O'de Ipojuca H de novembro.
Srs. redactores.Tudo passa. O lo aociosamen-
te desejado 2 de novembro, tambera j la sa foi.
Referiremos pois os seus soccessos da maneira que
pdennos e tos tur possivel.
Dous lados aqu se di>putavam a victoria as clei-
i;oes sem qoe nenhum livesse cor poltica, mas sim
certos caprichos pessoaes, motivados por eiclusoes
inmerecidas, e lalvez aciulosas. islo posto, appare-
ceram, como era natural, as costumeiras intrigas,
tran ue- e deslealdades ; e o negocio foi lomando
tal carcter que a polica reeeiando-sa oio alterasse
a Iranquillidade publica, requisitou, por precaurao,
urna Ion;a da guarda nacional, que lhe n.'m foi dada ;
pnrquanlo o commanilante do balalhao quem foi
Ma aquella requisirao. negou-se a salisfaze la sob
frivolos pretextes !
Nao lhe seriam em lempo transmiltidas as ordens
e recommendar;6es do goveruo a respeilo f Raiou
pois o suspirado rtia, nao sem recete de alguns espi-
ritas apoucados, e os votantes se foram dngindo pa-
ra a povoacAo, divididos em grupos sob a inspecrSo
de chefes parciaes, visto como os ceueraes aluda'se
oecup vam em planejar o melbm meio da dar-se a
balalha com vcnciujenlo de causa, se nao cerlo, ao
menos provavel. Nao quizamos deixar ds assislir a
esta festa popular, e pelas nove horas da manliai
daqoelle da, tambera entramos na povoarao, onde
ja se achava ,ad caotelam) o Dr. delegado d'o termo ;
e entao preseuriamos todas as evolu^Oes.
O povo aflu, e ia lomando as pousadas que Ihes
eslavam destinadas: ous em casas mesmo na povoa-
rao, e outros no quintal du convento.
Disseram-nos que estes, como verdadeiros chris-
los, qoizeram primeiramr-nte preparar-se com os
soccorros espiriluaes ; davendo alguns que ate che-
garam a fater leslaraenlo Seria mt>do T !
Dirigimo-nos i igreja onde se achava o reveren-
dsimo vigario celebrando a missa do Espirite Sau-
10, a' que assislimos. depois ds qual fallando ao au-
ditorio e lemhrando-lhe a vespera do grande da,
I finados em que eslava, e parecendo com a idea da
eleruidade querer congrassar os nimos, subi a ca-
Jeira da verdade, e, em um conciso, mas eloqaenle
discurso, tratando do objecto que molivava a reu-
nan de seus fraguezes, desempenhou satisfactoria- i Soallio
mente a missAo da le. I Ferro de dilo .
Agnardavamoi que se desse romeen aos Irahallins Costado de toara .
eleiloraes, e ja um pouro fatigado da demora quando Costadinho de dito
soubemos com, sorprez-i, |qae as altas partes hellige- soalho de dito .
rentes, Iratsvam de urna concordata, por cojo re-1 forro de dito .
sallado se esperava. ,> cedro .
ccnto
milbeiro
urna
Azeile de mamona ....
n mendobim. .
de peixe.....
Cacan ...........
Aves araras.....
papagaios.....
Bolachas..........
Biscoilos..........
Caf bom..........
i. resstolho........
a om casca.......,
muido.........
Carne secca ........
Cocos com casca......
Charutos bons.......,
ordinarios ....
a regala e primor
Cera de carnauba.....
em velas.......
Cobre novo man d'obra
Couros de hoi salgados .
o verdes........
. espixados .....
a de onra ......
o a cilna curtidos .
Caarbimbo......., .
Esleirs de preperi.....
Doce de calda.......
u guiaba......
secco ........
jalea .........
Estepa uacional
i) t-luiun
Espanadures grandes.
Pequeuus.
Farinha de mandioca .
11 milho .
11 o aramia .
Fcij.io.........
Fumo bnm .....
i. ordinario ....
11 cm folha bom. .
it a urdnariu .
i> re-l'illi" .
Ipcracuaiiha......
1. u 111 ina........
liengibre........
Lcnha de adas grandes
a ii pequeas..... 1
11 a lulos....... 11
Prancbas de amarellodc 2 costados urna
11 i) louro......... o
Coi-lado de amarellodc35a Wp. de
r. c 2 ij a 3 de i..... o
ii de dilo usuaes....... ..
Costadinlio de dito ....... 11
le dito...... 1.
mao d'obra
alqueiie
ttt>
11
alqueire
alq.
ceulo
9
3
9
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23700
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ii.5100
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231(111
tJOUO
Os profassores e profesesrae de ibincrm *.-
mana do quarlo circulo lill-rans. deveraa prijii.
tar nesla delegacia, ale o dia 2-1 da corrale, as ha-
las dos a 111 nios, qoe lorcm julgadns habituarlo*, pa-
ra o came aunoal, dos termo* de rtico II das aaa-
tr irru de 11 de oolubro de IK5I, aSiu do, asa Irsa-
po, serem ramellidas a' direrlena geral da laatnar-
'.-' patilica.
Dalegacia do qaarto circalo luterano, s de no-
vembro de 1856.
O drtaaajda.
Raimo Angoste da Alaaeida
RKPAKTII^U' A VACCiA.raf
Com aiilorisarao do E\m. Sr. Z
presiden le da provincia iaz-ae pu-
A blico, para conlietimcplodoi ha-
^ hita ule tiesta cidade, que os dia
$$ de vaccina cr.10 de Iraje tan di-
%Q ante na quinU c domingos de
jjg cada semana, 110 lugar e horas
f aitli-iiormenlfilcclitrada*: nos do-
$5 mingos estara' esla repartit;o -
m lierta ale a's 11 doras da manlwa.
^ Dr. Joao Ncpornticeno Ilia Fer-
^ itandes, c-ommissario vacciiiador
:'A pinvincial.
9
Os Srs. Di*, existentes cala capital. sa i_^
dos a darem seus nomes e moradas nesla secretaria,
alim de serem convidados para assislir 1
mcnlos qoe se \.io dar, e para os aja* aa
futuro, sendo que a oraissan oeste casa ee enlosWna
como renuncia ao convite, que regalaaiesta ttU
Farul la.te Ihes maoda faur. Secretaria da laenl-
dade de Direito do Recife 11 de aorembro de IWaS.
Bacharel Manoel Antonio dos Pasas a Salva.
Secretario interino.
A diu-eco da companhia de acgii-
ros ntaritimos llilidade Pultlica, convida
aos senhot os accionista, para rompare-
cereirt 110 cscriplorio da mesma coap^-
nhia, ra da Cadeia do Reciie n., no dia
salili.itlu I.") do corrcnlc, ao mcio-dia, d-
conortnidadc com o disposto no art. II
iliis estatuios. Kecifc II de novembro 1856. Os directores, Manoel Joaquim
Ramos c Silva.Luiz Antonio Vtetra.
TKIhTNAI. DO COMMERCK.
De ordem do tribanal do romtarreio deU -
vincia .e publica a rollecr.lo dos anos eslvaas raaa-
merciae.s ds prara da Baha, qoe lhe Ura enviada
pelo tribunal daquella provincia.
Secretaria do tribunal do camaaercio dr Paraasa-
buro, K de novembro de 1H56.__Jojm I gnu i de
Medciros Kego, sccrelario intenno.
(xillecrao dos esl\ Ins e osos rnrarnrrciaea da prara da
Babia, declarados por verdadeiros pelo reaperlis.
tribunal do commercio era se...... de 2 da m.in-
bro Je IB56, de eonrormidade enm antea 26 ~
regulamento 1.. 7:tS de 2". de novetabra de Mal
Commtsssies.
1.3 por ce oto sobre a venda dos. seera* viada
dos porto do imperio, Porlugal e llesaunlu.
2. .1 por renta sobra a venda dos saetea i
das uta pravas ctran.-auas.
3. I por ccnto sobre a .-nbi aura d-^ettras.
i. 3 por ceulo pala robram-a de Ir.te da>___
importados: icoal commiasio" pelos ranlews da ata-
vos dos partos do imperio. Potlaaal eHeapamna.
i. 1 por ccnto sobre qualquer ranaaaaa em tetra,
ou ilinbeiro : excepluam seas remenea era letra d..
valoros apurados pela venda do. ceneros de ame
trata o rtico 2, as quaes sao livre de rsjeaatssaw.
6. 1|2[>aivecnte pela agencia de eflerlear naal-
qoer seguto."
7. 3 por cenlo sobre a remora de remites ceas rasa-
dos do cummilleiile.
*. .1 por cenlo sobre a compra de gen
letras lacradas sobre o rnmnailtenit
quciro.
9. 3 por rento pela agencia de qoalquer I
rao setn rnntenda jadtcial.
10. 5 por cenlo pal., auniria de qaalqoer iNnaida-
Vao, baveii.in calenda tudicial.
11 De llltjrj a m 13 r. pela acencia da Ir.ie para
navio vindwavde Porlocal e Hespanha. secando a
>ua lotaeao ; c\de 2"c a l(l? rs. ...te. a rmbarra-
CQSa du calini, sr ni.
12. 5 por cenlo pela agencia de frates ac
navio a-llantn ....
11. De Iiki a |:ll.fc pela trabis daa
niiitereiicias dirt navios elraiieiros aai___
carres-iiiiento- dr eeneros, ruto tralca r.li
pago, em os porli x ratnoaatores, aa an un
teeles a perreber nesta prara por qaaiqaer aetira
que seja.
sotes
sen kurtt-
l
MUTILADO
ILEGIVEL


DIARIO DE FilMHUCQ QUIMA FURA 12 I! ROVIIRIRO &E 18
1*. 2 e 1|2 por eeolo dos csrregamentos da quaes-
quer naTios arribados com avariaa. e que iejam obri-
gados a descarregar parle oo loda a carga para con-
certar, e depois tornar a receber. ,endo o valor dos
earregameolos ou genero* desearregados e outra vez
carrejados, arbitrado por loavados oo peritos com-
mcrciaes: talvo acudo o navio on carregamento, ou
ambos eondemnadoa e vendidoa era leilao publico,
porque entio se perceberu a cnrnmissaode venda do
nbjeclos vendidoa e a commissao referida dos que fo-
rt'in reembaieadoa.
Del credere.
13. O del credere sobre letras he de 1 por cento ;
obre vmdas de gneros do imperio he de 9 por cento
e sobre vendaa de generoa estrangeirof lie de 2 11-
por cento.
Armaienagem e oulros encargos.
16. A armazenagem dos gneros eslrangeiros guar-
dados no etcriplorio do commissario he de I por
cento sobre o valor da venda.
17. A estada ou armazenagem em trapiche dos g-
neros de imporlacflo he a caigo do vendedor.
IK. A calada do assucar, algodAo e tabaco lie paga
pelo comprador ou exportador.
1!l. A estada dos mais gneros do paiz he paga
pelo vendedor.
20. o dizimo do assucar e algodo he a cargo do
vendedor : o dos outro* generus do paiz he a cargo
do comprador ou .portador.
21. O dizimo dos generoa de produccAo de Ser-
gipe eAlagoas, pago pelos donos das emharcacet,
que conduzeio para eslapraca, be aqu cobrado jun-
tamente com os (rele, dos consignatarios dos raet-
inoi genero*.
22. Todas as despezas com que o assucar desta
provincia vem onerado al entrar nos trapiches des-
la cidade, sao a cargo do vendedor, que as abale do
pre ii da venda.
- > Os saceos que acondicionam assucar e algoddo
sao a cargo do veudedor : cm lodos os mais gneros
do paiz o acondicionamenl em saceos he pazo pelo
comprador ou exportador.
Venda, tradiccao. embarque e desembarque dos g-
neros de exporla^o e imponadlo.
21. A venda dos gneros de etportacao cosluma
ser frita aem estipulado de prazos.
2. A venda dos generoa de importado, em Talla
de eslipolacAo, enlende-se ser feita a prBzoa, os de
estiva a .1, ti e !l mezes, e os de fazendas seccas (i,
11 12 mezes.
2n. Na carne de charque, sal e ceblas regulam as
eonveoroea especiaes.
27. A tradin;,in dos geueros de importarlo ou e\-
porlajao, depositados em trapiches ou armazeus,
opera-se por meio de orna ordem passada pelo ven-
dedor ao i-cimpr.il.il.
28. O embarque e desembarque dos gneros na-
cionaes e eslrangeiros he por emita do navio, a ez-
cepcalo dos gneros que sao vendidos a bordo, e da
caiga para oa porlos desta provincia, e dus de Sergipe
e Alagoas, e lambem dos gneros embarcados nos
vaporea das compauhias nacionaes.
Frote*.
211. Os fieles para os porlos do imperio, de Portu-
gal e dos estados dn Kio da Prata, sao pagos por ar-
roba ou volume : para os nutro* porlos eslraugeiros
ao regulados por tonelagem, segundo o peso espe-
cifico e confiurac,ao dos volomes : a tara doa vo-
luntes nao be contada para pagamento do frele.
Pinnagem.
30 Nos freles em moeda ingleza subentende-se
urna primagem de por cenlo, sendo o frele pago
aulecipadamenleem Inglaterra ; e quando he pago
ata praca a primagem lie de 10 por cento. Nos
freles de Hamburgo para esta praca a primagem he
de 15 por cenlo ; nos da Hollauda, Blgica, Franca,
Italia e Hespanha he de 10 por cento.
:tl. Nos feles desta praca para os porlos da Italia
(excluidos os que eslo augeilos a Austria), para os
portn de.i-'ranra e de lleapauha a primagem he
de 10 por ceutu, para os oulros porlos lie de por
cento.
Eu Joao Cezimbra, secretario do mesmo tribunal
a subscrevi.
U presidente.Manoel Messias de Ceo.
lisot e eslylos commerciaea da praca de Peroambo-
eo, collegidoa pelo Tribunal do Commercio respec-
tivo em conformidade do arl. 21 do regulameoto
n. 738 de 25 de novembro de 1850.
Pela venda de gneros eclrangeiros 2 a 3 por
cenlo.
dem idem do paiz 2 a 3 por ceulo.
dem compra de gneros do paiz e saques 2 a 3
por ceulo.
dem idem e remessa de lettraa de cambios 1 por
cenlo
dem negociaran de ditos 1 a 2 por cenlo.
Idem cobrancas de letlras a vencer I por cenlo.
dem idem i lem vencidas 3 por cenlo.
dem idem de conlas de alugueis de predios 5 por
cento.
dem idem de Trele de gneros importados 3 a 5
por cento.
Idem de consignaban de navios de cabntagem, in-
clusive a ageucia da carga a frele 258 a 1009000.
Idem idem idem de Portugal 2009 a 300&000.
Idem idem idem de oulros paizea sobie o frete
2 l|2 por cenlo.
dem idem idem sobre o frele agenciado 5 por
cento.
O retrato
DE
MUITAS FAMILIAS.
Actores que fazem partes no drama : as Srai. lis.
Monada Knoth, mademoiselle Alejandrina Menar,
JesuinaJosephina da Silva ; os Srs. Santa Kosa, Ri-
beiro, Alvea, Rozendu, Lima, convidados, cria-
dos, ele.
Os inlervallos serio preenchidos com as melliores
pecas de msica de repertorio Hodito Sr. Pedro No-
lasco, e entre as quaei e'iecutarao o novo terceto da
opera
MARCO VISCQNTI.
e um duelo da mesma opera, lambem novo.
No fim do drama segulr-sc-ha o passo a dous por
daa Joyens Pernambucanas.
terminar o espectculo coma semprc moilo ap-
plaudida comedia em 1 acto.
0 INGLEZ MCHIIISTA.
Adore* :
Sras. mademoiselle Alexandrina, I). Jesuina e II.
Jumara ; Srs : Sania Kosa, Lima, Alvea, Rozendo,
mocos, ele.
A secna se pa-sa no Kio de Janeiro do anuo de
1812.
Principiara s horas do costme.
O resto dos bilhetesde camarotes, cadeiraa e platea
estao exposloa a venda em casa do beneficiado,
ua roa de Sania Isabel n. 13, a qualqucr hora do
dia, e no dia do espectculo no escriptorio do mes-
mo Iheatrn.
aagtirot o escravos a frete, Irala-se com Caelano Cy-
riaco da C M., ao lado do Corpo Santo n. 25.
Precisa-se de um pillo de caria para o brigue
Conceirao, que segu paia o Kio da Prata: quem
se achar habilitado dinja-se a ra do Trapiche n. 11,
escriplorio do Manoel Alves Guerra.
Para o Aracaty
sahe ale o lini da prsenle semana a muito velcira
barcara (alaria Ann-li.i. para o reslo da carga 1ra-
la-se na ra da Cadeia do Itecifeu. 57.
Real cotnpanjiia
quet.es ingleze
(lio pa-
va por.
No dia 19 espera-sc dn sol o vapor TAMAH,
cominandanle Jellicoe, o qual depois da demora do
costume seguir para Southampton, tocando nos
porlos de San-Vicenle. Tenerill, Madeira c Lisboa :
para passageiros etc., trala-se cornos agentes Adam-
son llowie & C.| na ra do Trapiche-Novo u. 12.
Espera-sc qualqoer dia o brigue brasileiro
Leitov viudo da Parabiba. e seguir' no mesmo, on
nodia immedialn para o Kii; drajaneiro ; piide re-
ceber a frele escravos: trala-se no escriptorio de
liaac, Curio ,\ Compauhia, ra da Cruz n. 19.
PURLiaCAO LITTERAKIA.
REVISTA DA INSTRUCCAO' PUBLICA PARA
PORTUGAL E BRASIL.
ledarcao : Antonio Feliciano de Castilho e l.uiz
J-'il'ppe Ixite.
A uoica polilieaactualmentc possivel, nao sopara
a Europa, mas para a Aiiawica, e para todos os
povos livres, c a da luz para todos; he a da civili-
sar.au universal. A opinio popular educada, he
a mais segura llanca de eslabilidade para os bons
governos e de felieitacao publica. Por ella se o-
perar no mu-rosa commum, o que alias licaria
circumscriplo a limitada esphera das convenien-
cias individuaes.
Portugal e o Brasil, que denvam de origem
commum as suas mais gloriosas tradicces, [.alpi-
tam com aspirat-oes indenticas e nao demandam
outro norie, seno esso para onde llies esl apontan-
do a consciencia das proprias provafes o a scien-
cia na sua oxpiesso mais sincera,
Sem um systema de publica insirucro que ai-
linja a verdadeira allura da respectiva dcslinacao
social, infructferos sarao quaesquer esforcos com
qu se perlenda fazer progredir um paiz na estrada
providencial da perfectibilidade.
F.ntre nos, portugueses e brasileiros, se confes-
se com amor e franqueza de irniaos, que, nem a
quem, nem alem mar se possue ainda educado na-
cional organisada segundo as mais rcenles revela-
cf>es dasciencia, e conforme as nossas peculiares
necessidades e conveniencias. E com a mesma
franqueza concordaremos em que ambas as nossas
legisla^des respectivas, se arham mui longe nao s
da sua importancia, mas das exigencias imperio-
sas da posico poltica de qualquer dos dous paizes.
Portugal, abracado com a industria agrcola
fabril, e empenhado nos melhoramentos maleriaes,
vai construindo de boa f, sem atienlar seriamente
para a solidez dos alicerces. Quando mais arro-
jada se lhe esliver algurando a projeccao que de-
lineou, mais prxima da sua ruina lhe andar a
grandeza da edificado. 0 desenvolvimento publi-
co, qne espera do plano de reformas que tracou,
ser quasi urna chimera, emquanlo nao dispozer
rasgada e francamente os caminhos da illustrafo
popular. Pouro llie amadurecer o fuluro, em-
quanto nao emendar os erros que lhe legou o pas-
sado, fazendo caminhar juntos os inleresses intel-
lectuaes com os maleriaes do piz.
O Brasil, na forrea da sua adolescencia como
naco, entrevi- largos horisontes do prosperidade e
riqneza publica : mas, para que o scu inlluxo no
continente meridional da America, seja tal como
lhe cumpre, he-llie mistar partir do mesmo prin-
Para o Aracaty
tlias sabe o bein conhcciili
nda recebe cnrc : a tr.ti-.i
, na ra da Mddre de Dos
A o Para
Por estes das sabe o bein ;onhccido hiate uln-
vcncivelu, ainda recebe carga : a IraUr com Mar-
luis & I rui.i i, na ra da Madre de Ueos n. 2.
segu com brcvidadt o palliabole nacio-
nal LINDO PAQUETE, capil.io Jos Pin-
to Nunes : pata o testo da carga (le lhe
falta, trala-se eom i) consignatario An-
tonio de Almeida lioun s, na ra do Tra-
piche n. I ti, segunda andar.
Coiupaiih prasiloira de
pa Leilao.
O agente Oliveira fara' leilao, por or-
dem de Charles Wilson, eapilio da barca
americana nMary Melville, da qual sao
consignatarios os Srs. llenry Forsler i\
C, do segiiiute : cerca le 118 saceos se-
ment de linhaea, (i paCOtet lio, 11 sac-
eos salilre, 25 caivas oleo de ricino e 100
saceos calo do Ja pao : (luinta-lera ITido
corrate, as 11 horas da nanhaa, noar-
mazem do A mujo, caes de Apollo.
O agente Bnrja fara leilao em sen armazcm,
na ra do Collegio n. 15, de uin grau sorlimenlo de objectos de marcineria novos e usados,
varios pianos, obras de oiiro c prata, rclogios d dif-
fercnles qualidades para algibeira, vaso- e enfeites
de porcellana |i ir. sala, Linternas, candelabros, Imi-
Ca e vidros para serviro de mesa, una porc,3o de
tapetes de nova invenr.io para se porem os ps, e
urna infinidade de utios muilos ohjeclns que Tora
impossivel enutiierar ; as bomba de repudio a nina porrilo de caivilhos envi-
dracados para porla, etc. : scjla-feira, II do corren-
te, as 11 horas em ponto.
Ht>M ^p*r3od..
O vapor Imperador cortiniandaote o I" teuenle
Brilo, e o!, al o dia 15 do corente. Os seiihorea que
tiverem de remoller escravos e qoaesquer volumes,
si'jam de carga ou enccimini'n i-, deverAo ir a agen-
cia no dia da chegada do rvapor, para so engajar o
que poder ser recehi.Iu ; nji dia da sahid somonte
se admilte passageiros e ditiheiro a Trele al as ho-
raa do expediente: agencia, na ra do Trapiche u.
O, seguudo andar.
Para o Mara-
itli o
legue eom muita brevidade a barca BRI-
LIIA.NTU, lem a bordi i a meia carga (|ue
trou\e do Rio de Janeito, e aqui alguma
prompta : para o reste que lhe falta, tra-
ta-se com os consigna! itios Novaes & C,
rita do Trapiche n. 34, Ou com o capi-
tao, na praca.
^Idem adiantaijienlo para o cusleio de n.vioa|.-. por j^p0 deengrandecimonlo in'lellectual o nao hesitar
dem idem sobre o premio do seguro 1 \\-2 a -2 por
cenlo.
dem idem deapeza de navios 5 por cenlo.
Coinonssao delcredere.
Pela venda degenero* de ealiva 2 por cento.
Idem idem Tazeudas inglezas e entras 2 a 2 l|2
por cenlo.
Idem dem Tazendas fraoceas e allemaes 1 por
ceulo.
Idem dem idem 2 l|2 por cenlo.
pela venda fie miudezas 5 por cento.
Idem idem sobre letlras descontadas I por ceulo.
Armazenagem.
Por Tazendas nos armazeus do commerclo I por
cento.
Nos armazeus alfandegados e particulares o que
marcara as tabellas, ou por ajosle previo, pago por
trimestre pelo vende ior.
Do assucar algodo he pago pelo comprador ou
exportador seguudu lambem as tabellas, ou o a-
justa.
li- embarques nos trapichas.
De gneros para bordo de navios a seguir para
porlos aciouaea ou porluguezas sao pagos pelos car-
regadores.
dem dito para bordo de oulros navios para porlos
eslraugeiros -ao pagos pelos navios.
A conducho para bordo, oo. descarga de gneros
de quaesqaer navios he por cotila desles.
Os Treles e primagens de mercadorias carrejadas
ueste porto, sao pagos da descarga pelo rece-
bedor.
NJo ha primagem para os porlos do imperio, 1 'o -
logal e America do Sul.
/ Os eiiTardameulos *Ao por conla do vendedor, ex-
repluai-se os do algodao queso pago pelo expor-
tador.
As marcas dos saceos de assncar sao feilas pelo
armazenario, as das caixas de assucar e saccas de al-
godao, couros e mitras sito pagas pelo eiporlidor.
Os carrelos sao pagos pelos compradores doa g-
neros.
Na venda do asquear para us armazens da'-se duas
libras por cada sacco para qnebras.
A i' ir i nli-i vendida a bordo be medida com ratou-
ra ; a vendida em Ierra lie com cogulo.
As (aras de quaesquer vulumea sao verificadas a'
vontade do comprador ; as do azeile sao de IS a 21)
por cenlo conforme u tamaito e grossura dos cascos,
sendo o galito calculado em 7 1)2 libras ; asdos Jiar-
ris de maoleiga franceza Ao de 21 libras por cada
um inleiro.
As dos barris de manleiga ingleza 20 libras por
barril inlciro.
A balance ou peso dos gneros he paga pelo ven-
dedor, exceptua-se o dos couroa que he paga pelo
comprador.
Os prazos para os gneros de estiva regulam de 1
a 8 mezes, c para aa Tazendas seccas de 8 a 12 mezas,
sendo realisados por meio de ledras.
() sello de letlras sao pagos pelos saccadores, ex-
ceptuam-ae os dos de duiheiros a* premio, descoulo,
ou dado em pagamento de letlras do cambio, que
sao pagos pelos aceitantes.
I.etlras de cambio s3o saccadas a (>( ou '.)(i dias de
vista.
Sobre Londres da'-se 1,000 certos por variave
quanlidade de diuheiros rsterlinos.
Idem Pars ura franco dito dito res.
Idem Portugal 1IJ090UO Torles dito dito Traeos.
Idem Hamburgo um marco dito dito.
Para o calculo dos Treles a lonellada dos dilferen-
les artigo*, he a aeguinle :
Assncar cm saceos 70 arrohas.seDdo em caixa mais
15 por cento.
Couros seceos salgados 56 arrobas.
Couros verdes 70 ditas.
Algodo 28 ditas.
As pipas calculam-se poi (i l|2 barricas para o
sUl.
Para atleslos da'-se uas vendas de vinho e vinagre
I por cento de abatimenln ; se ha Talla he ella regu-
lada entre os coutralantes.
Lotera do Kio
de Janeiro.
THEATRO
DE
peranlc a ampdao do commotlinicuto,
Eis as as nossas posices, a nosso ver, defini-
das.
Portugal, pela sua siluacao geographica.pela im-
portancia das suas ondire- histricas, deve as-
sumir o lugar que lhe compete na communlio eu-
ropea.
O Brasil, pela vastiduo do scu territorio, pelo
vigor; do todos os sous recursos, tende a elevar-se
ao grao de inlluencia poltica, deque s o far par-
ticipar o ssu desenvolvimento intcllcctual.
O primeiro nao obter a prosperidade publica,
sem bascar na edu.cac.ao nacional os scus esfor-
cos.
0 segundo, nao aprovoilar convenientemente
os seus inexauriveis recursos, sem elevar a massa
nacional ao nivel a que lhe nao he licito ficar in-
ferior.
Que nos proporaos nos, com a presente publi-
ca^Jo ?
Em duas palavras o diremos. Pesar na balanca
do senso commum e a luz da sciencia actual, o que
existe, bom ou mao, ptimo ou pessimo as duas
legislacoes ; inquirir o que falla e devia existir ;
examinar com a mesma consciencia o que se faz,
e o que se lem feilo nos paizes onde mais adianla-
dase1 acha a organisacao da instrucQao publica,
considerada quor administrativamente, quer nos
scus pormenores pedaggicos o didcticos. Da
meditada confroniarjo do lao diversos elementos,
irmos propondo o que em boa razio se nao pode
deixar de propor, para o aperfeicoainento, 011 an-
tes radical reforma da instruccao publica, em cada
um dos dous paizes.
A tarefa, nao lie fcil. Supprir, porem, a boa
vontade, se, como esperamos, os especialistas c os
sabios d'um e d'oulro paiz, a quem muitas vezes
havemos de recorrer, repartircm comnosco dofruc-
to das suas observaces c dos sous osiudos.
Considerando que o agrado nascidoda amenida-
de, be para o goslo da maioria urna innocente sc-
ducrau, e quo em favor do santo lim que deman-
damos, nenhum meio se devana desprezar, quan-
to mais a formosa litteralura, procuraremos desen-
fadar algumas vezes com ella o cansaco dos esiudos
serios, mesmo a lira de crear para estes maior nu-
mero de sectarios. O exemplo nao he novo, te-
mo-lo nns jornaes especiaes do todas as linguas :
tcmo-lo na Franca principalmente.
CONDICCOES.
A Revista da Instruccao Publica, sahira duas
vezespor mez. Tora 12 paginas ncsle formato, ou
24 columnas cada numero.
As correspondencias, (ario dirigidas francas de
porte a olicina do Progresso em Lisboa, ra da
C.rnz de Pao n. ti.
Para a redacto, a Luiz Filippe Leile.
Para a administraco a Francisco Goncalvs Lenes.
PRECOS.
Com eslampillia. Sem cxlampilha.
Por anuo.....10910 1700
semcslro .... 15>oi'.0 900
trimestre.....540 480
Avulso, cada numero 130 120
Para o ultramar e Brasil, ser remedida a
Revista pelas malas dos navios de vela. Os prc-
cos sao cm moeda forte. As assignaturas, pagas
adiantadas, por tres mezes, pelo menos. Roga-se a
quemassignar neste prospecto, ou para elle colber
assignaturas no imperio do Brasil, querr entrga-
lo, com a respectiva importancia, ao agente Consu-
lar portaguez na localidade, ou a pessoa por elle
designada.
Subscreve-se na cidade do Recite, livraria n. 6.
e 8 da praca da Independencia.
de Janeiro.
Segu com brevidade o bem conhcci-
do e velciro brigue FIRMA, capit&o Ma-
noel de Freitas Vctor, lem parte da car-
ga prompta: para o resto, Irala-se com
os consignatarios Novaes i\ C, rita do
Trapiche 11. ~>i, ou com o capitao, na
praca.
PARA A BAHA.
Segu imprelcrivelmenle nodia 12 do crreme
o velleiro palhabote Sanio Antonio Triumpho
recebe passageiros, para os quaes lem encllenles
commodos j a tratar em casa de seu (signatario
Domingos Alves Malbeus, na ra de Apollo n.
23.
PARA' PELO MARANHO.
Scgnc imprclerivelincnlenodia 15 do correule
para o Para com escala pelo Maranliao o brigue
Clara, o qual ainda recebe alguma carga;
tratar rom o consiguataric Joao Pinto Regis de
Souza na travessa da Madre de Dos, armaiem de
Mariins & Pinto, ou com o capitao na praca.
RIO.
de Janeiro.
3o?ue com brevidade o palliabole Venusii ; rece-
be carta e passageiros : a Iralarcom Caelann Cyria-
co da C. M., na ra da Ca-lcia do Itecife n. 2.
I'AKA O l'OKTO
segu com brevidade o superior brigue speranca,
novo, da primeira Viagero e Torrado de cobre ; p'ara
cama e passa;eiro-, trala-se com Barroca Castro,
na ra da Cadei. do Itecife n. 1, ou com ocapilao
na pii"..i.
lOtillllilN
PARA 1857.
Acham-se a' venda as bem couhecidas
folhinhas, impressas tiesta Ivpographia,
das seguintes qualidades:
FOLII1MIA RELIGIOSA, contendo alem
tos me/.cs, a liibliothcca do christao
brasileiro, pie se compi? de ora-
cks (pioluhanas, inelhodo de assistir a
missa e conlissao; cntico*, psalmos,
Iiymnos, oilii-io de Nossa Senhora da
Conceicao e muitas outras orac/ies de
grande metilo, preeo......TriO
DITA DE VARIEDADES, a qual alem dos
mezes, conten- artigo* de agricultura,
nocoes de seieneias, artes, lei dos cir-
cuios, tabella de itupostos, 8 regulamen-
to de afericao, etc., etc., pieco. o2fl
DITA SIMPLES, contendo alem dos me-
zes, a lei dos circuios e varias tabel-
las de itnpostos geraes, provinciaes e
tnunicipaes, pceo........ 210
DITA DE PORTA," anual alem dos me-
zes tem e\plcacoes das indulgencias e
excoinmunhes, etc., pre^o. 160
DITA ECCLESIASTICA (ou'de padre),
elaborada pelo Rvd. Sr. Penitenciario
da Se de Olinda, segundo as regras
da igreja, c leis couhecidas a res
peilo, preeo.......... M)0
Todas estas folhinhas sao impressas em
bom papel e encllente typo, e vendem-
sc em porcao earetalbo: na livraria da
praca da Independencia ns. (ieS.
Precisa-se de serventes para obra
de pedreiro : nesta tvpographia.
I**rdeu-se o meio bilhete da .">.' parle da li. -
Inteiia da Boa-Vista, de 11. 2253, carimbado cora a
firma do Sr. I'. J. I.avme.rujo bilhete acha-se assig-
nado por delrai com duas firmas, urna de Jos An-
tonio I'inlo e outro : por 'auto pedimos ao Sr. Ihe-
soureiro que easo saia sigan premio, nao pague >e-
ii.ii' a J. A I'inlo.
I'or ordem do Illm. Sr. provedor interino da
sociedade Otlhodoxa e Liltcraria Amor a Carida-
de convido aos sonhores socios a comparecerem
hoje pelas i horas da larde na ra das Aguas Verdes
n. til. I. andar. Itecife 12 de novembro de 18f.
O cscrivac interino, Antonio l.eopoldino Jos Aran-
lea.
Precisa-se de urna miilher para ama de urna
casa de pouca familia '. na ra Imperial n. 11.
Da'-se IOjOuO rs. a premio com peohor : na
ra ireila 11. 7.
Avisa-se aos sorveteiros e mais compradores de
gello, que o deposilo do mesmo acha-sc aherlo us
dias utris, das dea lloras do dia as quatro da tarde, e
nos domingos so al ao meio dia.
F.gio 1.0 dio :ll a roo* panado, am ocorovo
do sertao, perteucanto ao Sr. lunacio Machailo da
Costa, morador em Espiuharas de noine Paulo,
crioulo, de S< anuos de idade, estatura recular,
principiando a barbar, vista espaulada e com indi-
cios de a trocar, lem urna marca de ferida em urna
das pernas : fui vestido de ccroula comprida, e ca-
misa de algodao da trra, jaquela e chapeo de coo-
suspeila-se que fosse seduzdo e que esleja a-
coitado em alguma casa, cnnlra o que se protesta :
rogi-se a lorias as autoridades, capit&es de campo e
pessoas do povo riueiram appreheude-lo e leva-lo a
ra do Crespo, luja 11. Iti, de Joaquim Aievedo de
Andrade, qun se gratificar generosamente.
Itohert Kallock capilAo da barca americana
l'alh/ender, declara que 11A0 se responsabilisa por
qualquer divida feita por gente de sua Iripulacu.
Ka praca da Independencia n. O,
acham-se a' venda os novos bilhetes da lo-
tera 2- do asvlo de Sania Leopoldina,
pie devia correr de (i a S do crtente;
esperamos as lisias pelo primeiro paquete
ale o dia IS ou 20 : os premios serao in-
mediatamente pagos, de coiil'ortnidade
com os nossos annuneios, (logo que le-
nhamos recebido as mesmas listas) na ra
do Collegio primeiro andar n. 21, das
1(1 a's ~ da tarde, dos dias uteis.
Joaquim Azevedo de Andrade. mo-
rador na ra do Crespo u. Iti, gratificae
agradece a pessoa que Ihedisseraonde he
a residencia de urna senhora viuva, cujo
nome ignor, que mora nesta cidade, a
qual lem urna escrava de nome Rosa, que
foi do sertao, e conhece um preto lam-
bem do sertao, que viudo a esta cidade
(ugio, e be provavel pie a dita escrava
saiha aonde elle se acha.
Oflerece-se um rapa/, de 17 anuos para caixei-
ro de qii.ilquc-r luja, viudo do mallo o sem familia
ncsla cidade e d rnnhecinienlo de sua conducta :
quem precisar dirija-se a ra do (.lueiraado n. 13,
Precisa-se de boas costurciras : na ra Nova
n. :>>.
Precisa-so de urna ama que aalba bem cozi-
nliar e para fazer as compras, para rasa de liomem
tolleiro : na roa dn Ouenna lo 11. 38.
I'rccisa-se de um bom forneiro : quem se
achar nestas circumstancias dirija-so a rua da Flo-
rentina n. (i, que achara com quem. iratar.
Precisa-se para o serviro intento a estenio de
urna casa eslraneeira, iIp um prelo: a quem lhe con-
vicr dirjase a roa da Cruz n. 1.
John Lilly retira-se para Inglaterra.
Precisa-se de urna ama que saiba cozinhar e
engommar, paaa-se bem agradar.do ossausservicos :
na rua da Gofa n. 0.
O aballo assignado, estabelecido em Macelo,
juica inda dever a ptssoa alguma na praca de Per-
nambuco, mas se algiiem se julsar scu crelor. sir-
va-se no praso de tres dias cjnlados da publicacao
desta, apresenlar a sua conla ao Sr. Antonio Pere'ira
Mendos, na rua da Praia n. -*0.-AnlonO Joaquim
da Silva Kigueiredo.
Em praca presidida pelo Illm. Sr. Dr. uiz
dos felos da fazenda, depois desua prxima audi-
encia,se hao de arrematar os bens seguintes penbo-
rados por execujes da fazenda nacional contra
seus devedores abaixo declarados :
A posse de um terreno de marinha n. 10', em
Fora de Portas, na travessa dos Guararapcs, com
280 palmos de frente, c lia de fundo por .
1:120-5000 reis., dos berdeiros de Jesue ile Josus
Jardim.
Urna casa terrea na na deS. Goncalo n. 7 na
fresuezia da Roa-Vista, com 20 palmos de frenle,
e 60 de fundo, cozinlia denlro, pequeo quintal
murado, cacimba meeira, por 0003 rs., de Cosma
Damiana do Amparo.
Urna casa na freguezia do Poco da Panella, na
rua do Rio n. 7, com 22 palmos de frente.e 50
de fundo, cozinba dentro,rquinlal em aberto, chaos
foreiros, por 400B rs., da irmandado do Sacra-
mento da mesma freguezia.
Urna cas: construida de madeira e barro, no lu-
;ardo Monteiro a margem do rio, com 70 palmos
de frente, c 50 de fundo por 3009 rs., de Jos
Bernardiuo Pereira de Brito.
Um escravo de nomo Benedicto, nacao Angola,
60 annos de idade, por 2003 rs e urna escrava
de nome Maria da mesma nacao idade 45 annos,
por .'5003 rs., da viuva de Ignacio Paulino da Cu-
nlia.
Um escravo de nome Joo, nar;:io Angola, com
30 annos de idade, por 8008 rs., de Manoel Coe-
Iho Cintra.
Doze cadeirascom assentos de palha duas ban-
cas e urna marqueza, ludo de madeira pao d'oloe,
e por 369000 rs., da viuva de Jos do Bosario.
Urna marqueza, urna commoda, duas bajiqui-
nbas, i cadeiras, e urna mesa tudo de amarello em
mo estado, por 279 rs da viuva de Francisco
Joaquim Pedro da Costa.
lima carlfira, uma mesa pc-qiirma. um lavatorio
dous mo\os, um espelho, e uma cadeira do diversas
madeiras, ludo por 20?5 rs., do Joaquim dos San-
tos AzeNcdo Jnior.
Quem taes objectos pretender dirija-se ao lugar
e hora do costume.
Itecife 10 de novembro de 1850.Joaquim
Tbeodoro Alves, sollicitador do juizo.
Lotera.
No alerto da Boa-Vista loja 11. 50,
junto ao seleiro, aehnm-se a' venda os
bilhetes e rneios, da lotera da matriz, da
Boa-Vista, a qual corre sabbado 13 do
crtenle: bilhetes nteiros isSOO, meios
2$100; sao garantidos.Antonio da Sil-
va (itiunaraes.
Engomma-se. e lava-se en .ceio c prompli-
dilo : na rua da Conceijao da Boii-Vitta n. 17.
Precisa-se alugar uma ama para colindar em
uma casa de pouca familia, mas que seja liel e bem
comportada : na rna da Cadeia Vellm n. ij.
A pessoa que perdeu um ruup.lo de srnhura,
novo, dirija-se ao aterro da Boa-Visla n. 63, que
dando os signaes cerlos lhe sera entregue.
(Jucm quizer alagar urna ama parda, que sabe
bem cosar e engommar com aceio e limpeza, e lam-
bem sabe Iral.ir do arranjo de urna caa : annuu-
cie.
Alaga-te a loja da casa n. 62 da rua das Cinco
l'oulas : Irala-se na rua do Queimado n. 20.
Preci>a-se de dous habilissimns olliciaes de
marcineria para lomareru conla de ama oflicina.dau-
do-se-lhes bom salario : a Iralar no caes do Hamos,
sobrado de dous andares, 00 primeiro andar.
Aluga-se urna ama secca para tomar
conla de um menino de II mezes, lavar
e engommar, para uma pequea fami-
lia, nao se importa (pie seja escrava: na
rua do Collegio 11. 8, segundo andar.
Precisa-se de uma ama para casa de pooca fa-
milia, com lano que seja pessoa de bons coslumes :
na roa de llortas, sobrado de um andar do lado di-
reito, e loso depois do primeiro becco que vai ler a
rua de Sania Thereza.
Precis-se de uma ama qne seja liel. qui cozi-
nlic e engomme com loda perfeicao, para uma fa
milia estrmigeire de duas pesseas, paga-se bem ; na
rua do Trapiche n. 10, primeiro andar.
ESOLV CENTR\L
DO
F.TIWII GASiILHO
llavendo eu lido no Oiario de Pernambuco de
I i de oulubro findo, que o Exm. presidente de Ser-
cipe propozera i assemblca daquella proviuria a
grande nlilMada de mandar uro moc.o hbil Babia
ou Kio de Janeiro aprender o melhodo Castilho, e
leudo agota no a Oiario de ti de novembro que a
mesma assembla autorisou a S. Exc. para fazer as
despetns necessarias a introdcelo do novo melho-
do, lembrando-mc do accolhimenlo e hospitalidade
qoe .1 mim e a miaba mullier preslaram oa benignos
Sergipenses, quando entre elles passei os mais dito
sos dias da minha mocidade, e querendn de algoma
sorte ser cralo aos particulares favores o atlenou-s
de que sou devedor aos Eims. Srs. briaadeiros Pedro
Vieira, Piabuco, l'imonlel, Silva Delire, e as suas
Bxmas. familias, cujas recordares semprc me serao
gratas, nilircrn-lh,-. o meu diminuto preslimo, cou-
correndo com quanlo cm mim esliver para o progrea-
so da amenissima |trovincia de Sergipe, qoe he uma
das brilhaules estrellas do imperio brasileiro : por-
tanlo convido a qualquer Sr. Sersipense, que versa-
do na crammalica nacional, quizet grafuitamente
ulilisar-sc daquelles coohecimentos que o Eira. Sr.
Caililh* diz queeu possno, a comparecer nesta es-
cola central, onde lhe ministrare!' os livros necessa-
rios para o cabal conhecimenlo do melhodo. e oulros
acccisorios que me hao sido enejados pelo Eim. au-
lor, e tu-io cratnitamente. francisco de Freitas
Oamboa, professor parlicnlar aotorisado pelo go-
verno.
AO SENHOR DR. JLTZ DOS Oltp'llAOS
pede-se que cm desempenho do honrn*o titulo de
pai dos orphnos,e por amor da juslica, faca ter anda-
mento o inventario a que por seu juizo" se procede
por fallecimento de Paulo Pereira Simes, que tendo
passado ha quasi qoalro mezes, ainda esl por con-
cluir e ral principio, quando poda eslar lindo.
l-'iirlaram ao amanhecer do dia 10 do crrenle
do quintal do sobrado em que morou o cnsul porln-
"uez, na rua do Seve, uma bacia grande de rame e
uma toalba de mesa adamascada cow duas varas e
uma quarta de comprimento : a pessoa a quem forem
offerecidos ns ditos objectos, querendo restilui-los,
procuro a casa cima referida, que sera' generosa-
mente recompensada.
l'recisa-se de uma ama pora o servico de 1
casa de pouca familia : na rua das Cruzcs n. 26.
segundo andar.
Alusam-se 10 a 12 escravos, que nilo sejam ve-
Ihos, pasam-se bem e da-s# o sustento : os pretn-
denos dirijam-se a rua do I-acneles, sobrado de um
andar e sotAo, qne faz frente para a ribcira do pei-
xe, que acharan com quem tratar.
U. Emitid Ceuafauca 5e Hnreei Ferreire,
e stus fllhos, agraderem cordealmenle a todas
pessoas que tiveram a boudade de comparecer
ao funeral de seu presado marido e pai, e ao
mesmo lempo rngam as mesmas de assislirem
a missa que se ha de celebrar no stimo dia,
scM.i-lcira I i do correle, na capella do ce-
miterio publico, a's 7 horas da mandila. Ite-
cifell de novembro de 1856.
Quinta-fera 13 de novembro de 1856.
BENEFICIO DO SAMA ROSA.
Logo qoe o Em. Sr. cnuselheiro presidente desta
provincia se diguar comparecer na tribuna, dar
principio o divertimcuto com orna bella svm-
phonia
^ aQ^s^tX^^-sXr^^aCtsa
etecutada pela n.oilo conceilnada banda de mnsica
militar do enrpo de polica, d que he mislre o dis-
onlo prufa.sor, o Sr. Pedro .Solasco Baptista.
Depois reprtsenlar-ae-ha o novo drama em 3 ac-
tos, qoe pela primeira m vai scena neste Iheatro,
e lem por Ululo
&ild*8.
9t*t8 %<&$tii$miM,
Para o Rio lirande do Norte e Ano' sahira' em
poiirui dias o hiate Anglica)); para carga e passa-
seiros, !rala-sc com Antonio Joaquim Sner, rua da
l'.ro/ o. 1:1, primeiro andar.
Rio de anciro.
Espera-se do Amo' o brigue Imperador dn Bra-
sil, o qual depois da snllicienle demora para receber
escravos a frele, seguir' para o porto indicado :
a Iratar com Manoel Alves tiuerra, na rua rio Tra-
piche n. 11.
Kio (Je Janeiro.
Signe com muii-i broviriarie o brigoe "liberal.,
por ter melade da enrga (ralada ; para o reslo, pas-
0 agente Vieira da Silva
faz l-i.Vi quarla-feira, 12 do correule, dos objectos
que Mtlverem apresentados, como bein de duas ei-
ciavas, sendo urna de or. perfeila ongommadeira e
lavadeira, com idade de 20 anuos, ea outra com ida-
de de ,"i annos, de cor fula.
I'or nrdem lo Exm. Sr. juiz de direito especial
do rommercio, a' roquisieau dos administradores da
massa fallida de piano Mana de Seilas, por inler-
vencilo do asenta Oliveira, o no escriplorio desle,
rito a leilao no dia sexla-feira, t do correte, as 11
horas da in.inli.ia. os seauiules predios perteucentcs
a referida massa : 1 sobrado na rua do Amorim n.
15, dito na da Penlia 11. (i, I sitio na eslrada de San-
I Anua Chacn; com casa murada etc. 11. 2I, e 11
casas, sendo as de ns. .">, (i, 7, 8, 1(1, 12, .11 e 39 na
Casa Forte, e seis na campia do mesmo lugar, e
um sitio lambem na Casa Forte com casa parle mn-
rada : Convidam-se, portantn, oa pr.-tendentes a
eiaminarem anlecipadamcnle os mencionados pre-
dios.
Leilao.
O agente Pestaa fara' leilao, em seu
armazem, na rua da Cadeia do Kecil'e 11.
, de grande norcao de mobilia nova e
usada, consistindo em cadeiras, sofa's,
marquezas, mesa, aparadores, consolos,
quadros c vidros, varias obras de 011-
10 e prata, relogios, eoutros muites ob-
jectos que se acharSo e estarSo patente pa-
ra Serem examinados ; inclusive duas e\-
cellentes bitacolas proprias para navios,
e outras agullrat solfas, um cahriolet de i
rodas patente inglez, que se vender'por
to lo o preeo : quLpta-leira l~> docorren-
le, pelas II horas da manhSa.
Por Inlerveneo do agente Vieira da Silva, no
seu armazem na rua da Medra de Heos n. 32, na
qij.ii 1.1-eir .. 12 do correiiie, se fara' leilao de um
cahao de Cata de pedr* e cal, silo na eslrada dos
AH icios, com 311 palmos'de frente e 60 de fundo,
em um terreno de 200 palmos, foreiro, tendo diver-
sas fruc-ieir-s e cacimba : os preUurienles podem ir
ver o referido cai,1o de casa e bemfeitoiias quese-
ra' vendido com ai neceisarias segurao(as-a quem
miis dar.
OSr. ll.esoureiro manda fazer pu-
blico que tendo sido numerada a casa de
2901 1 ,000 em bilhetes inteiros, quan-
do estava ja numerada em meios; pois
a casa de 0,901 a S,000 que deixou de ser
numerada, a que devia ser em bilhetes
inteiros, c sendo arrecadados os bilhetes
desta nntneracao c substituidos pelos da
casa de 5901 a 000, e como laltem os
iiumeros\ibai\o transcriptos, em tempo
declara aos possitidores de taes bilhetes
nteiros de os vir trocar por oulros da casa
de 5901-4000, poisacasa de 2901 a 5000 s
serao validososmeios bilhelesdesta iume-
racaoe os bilhetes inteiros que laltamar-
reeada dos nmeros abaixo declarados
nao poderao com elles os possuidores re-
ceber premio aljum, pois eom tempo o
Sr. thesoureiro manda declarar para sal-
var qualquer engao, e recommenda que
nao deixem de vir trocar por outros n-
meros, pois que nao lem valor algum os
bilhetes inteiros da casa 2901 a 5000,
s simn meios bilheles: 2907 e 2'.(i8
vendidos ao Sr. Jos Rodrigues Ferreira
para o Kio l'ormoso ; e os nmeros 291 i,
2915, 20106 2917 vendidos aoSr. Poly-
carpo Jos Lavme desta cidade. Estes
saos os nmeros exactamente que faltam
e n&o2904, 290.'), 8906e2907, comode-
clai-ou o Oiario de 10 de novembro. O
mesmo Sr. thesoureiro manda declarar
que o numero 865que saino na lista geral
eom ").s, temo premio de jll.s*, e o numero
No dia 28 do passado me/, furlaram da cochei-
ra da rua da Cadeia de Santo Antonio n. 7, um er-
rlo para cavallo de carro, c 110 dia U do correte
um par de ditos, sendo o primeiro ja usado c os se-
gundes novse sem cabocadas : roga-se aos senho-
res douosdecocheiras e corriciros i quem forem oltc-
recidos dilos arreioa, de os lomar e avisar por obse-
quio na dita cocheira ; assim como lambem aosse-
nhores particulares.
Aluga-se a loja da casa da rua da Aurora n. .">{,
onde fui oflicina do fallecido marcinriro llenrique :
quem pretender dirija-se ao Sr. J0A0 Pinto de l.emos
Jnior, no scu escriptorio, ou casa desua morada,
na 111a da Aurora.
SOCIEDADE E.I COMANDITA,
fundadora da fabrica de,
liara.o e tecidos dr algod&Q.
Nao tendo reunido numero sulliciciile de so-
cios em assemblca geral, tica adiada a reuniao para
o dia 12 de novembro prximo, quando se tomar
urna deliniliva deliberaoao com as pessoas que se
diarera prsenles. A reoniSo ter luuar em rasa
do Sr. Antonio Marques de Amorim, rua da Croa,
no referido dia 12. ao meio dia em poni.
Pernambuco 2K de oulubro de 1K56.
Amorim, hara, tiuerra i\- C.
8 J. JANE, DENTISTA, l
0 continua a resiirnarua.Nova n. 19, primei-
A ro andar. tt
730 rpte
he 5g.
D que na mesma tem o premio de 50.S
Nova rala de primeiraslet-
tr.;s e rancez do Recife.
O abaiio aatignado, professor particular aulorisa-
do pela directora geral de iuslruiedo publica, conti-
na a dar tienes de primeiras ledras, grainmaliea
nacional e francez, lauto por casas particulares como
na de sua residencia na rua da (juia n. 42, onde pre-
(ende abrir urna nova aula de insIrucoAo primaria
cm principios de Janeiro futuro. Todava aquellos
seuhores que ja lhe fallaran! e quizeiem que seus l-
Ihos aprovoilem esle reslo de lempo ale 2i de dezem-
bro, os poderao mandar a referida casa, onde i.esde
j i eneonlrario o eslabeleomeulo, o mais eipacoM e
arejado e talve>. om dos mais bem montados do Ite-
cife ; mas que o annunciante nao considera ainda
aberto por sor lilis de auno. 0 annuiiciaote em vez
de prometler urandes cousas e do arrolar polavrOee,
so pede ao publico que o experimeute, e dep-jis o
julgue como for justo.Joao Jos Hodrigues.
AVISO PAKTIClLAIt.
.Na rua da Moeda, rasa particular, cozioha-se com
muila limpeza, tanto para fora como para dentro : a
pessoa que preci-ar, dirija--o a mesma rua n. :l'J,
das 8 horas da manlia alo as ft da noite, que achara
com quem tratar.
Precisa-se de om moleque que seja fiel : na
rua do Trapiche Novo n. 12.
Precisa-se de urna ama para tratar de um me
niuo : na rua Direila, segundo andar n. 86.
A ama parda que auuunciou seus servicos de
coser e engommar, procure na rna do Amorim n.
36, que pagS- t>em.
I,. Delouche acaba de receber um bello sorli-
menlo de relogios suissos de todas as quaiidades,
tanto de ouro como de prata, ditos galvanisados c
foleados; assim como ha tamhem meios chronome-
Iros e relogios fraucezes, com caias, lodos allian-
cados.
"'> .-. ... *\ ,-*fc *i tr>. x*x vt> .-., **> ,-sv .-> .*> ^*v s.-^
m
DENTISTA FR4NGEZ.
Coinpanhiade seguro con-
tra a mora I dalle dos es-
clavos estabelecida no
RIO DE JANEIRO
CAPITAL 2,000:000x000.
Agencia filial de Pernambuco n. 13 rua do Crespo.
Pagar-se-ha sobre a avaliaejHl de I :(KK)3 mais ou menos em proporfao de outro valor> inclu-
sive o sello da apolice etc.
Dat idartci.
De 12 ale entrar aos l) annos :UglO0 por auno.
As i-mi Ih.hc'- impressas poderlo ser procuradas no
escriptorio da compauhia.
l La -- lia consullas gratis aos escravos seguros das
!1 para lo horas da manhfla, no escriplorio da com-
pauhia.
^ozinheiro.
Precisa-se alugar um co/.inheiio, escra-
vo, que seja asseiado e nao bebado, liel,
etc. : na rua da Cadeia de Santo Antonio,
segundo andar da casa amarella.
:-. Paulo (iaimioux, de volta de soa viagem _;..
..> a Eurjpa, esla morando na rua Nova n. ^
*s*- il, primeiro andar, onde pode ser procura- T'jr
A-*3 ,!" a qualquer hora. 3
Precisa-se de um caiieiro para lomar conla de
urna taberna por balaneo, e que d fiador a auacou-
docla : ua quina que entra para a Camboa do Car-
mon. tl>, que ah se dir' quem o pretende.
Precisa-se de urna ama para o servieo interno
de nina casa de pouca familia : 110 aterro da Boa-
Vista n. 60.
.'.ri-"-'.:---.-:: '..:.."; gb ^,%B4aasR.',a
.,....,-.^-,.,-i,..-..> .,- ... ........, .^.... ...
& <> Dr. Octano Xavier Poreira de linio {':
"j. (medico taz scicule aos seus amigos e ao 'I
^i? respeilavel publico, que regressando de sua W
'- viazem, couliuoa a residir no aterro da ?J
.y Boa Vista n. 1j, no segundo e tereciro an- A
;.*,* dar, aonde sempre o enconlrarao proui[ito Vf
".-.. aos mvsteres de sua protiasSo. >ys"
Precisa-se de uma raulhcr idota e da bous
coslumes para urna casa de pouca familia, assim co-
mo de um hornein cozinheirn : a tratar em casa do
desembarsador Mcndes da Cunda, junio ao quarlel 1(i, das X as 10 horas da manilla, e das :l as .". da
do Hospicio. larde, as pessoas que oqueiramconsnll.il : bem co-
l'recisa-se de nm criado para rasa de homem ; roo se presta a sabir com a j reconheeida prnmp-
solleiro, ou aluga-se um moleqoe : na rua do Kan- lldao, a visilar qualquer enfermo, a loda a hora do
gel 11. 1)0, sobrado. dia mi da noli, qner denlro quer fura da cidade.
PEDIDO. Prccisa-se alugar seis pretor para a-ma/.em ile
Koga-sea pessoe que achou om corar.lo de ouro I assucar : quem livor qui/ci atusar, dirija se a rua
esmaltado de azul ja usado, querendo rcstitui-lo, ; de Apollo, armazem n. 10, que encontrara com
dirija-se a rua do Torres n. :|8, primeiro andar, que
sera' recompensado com o valor do objecto.
Avisa-se ao publico que a escrava Maria e sua
fillia menor Virgina acham-se litigiosas, por isso nao
podem ser vendidas por Mauoel de Souza Pereira,
O abaixo assignado avisa" aos proprielarios das
casas foreiras das ras de Santa Cecilia, lngueira,
Aeouguinhos, S. Jos, Santa Itita epraia da mesma,
que veuham ou mandem pegar os foros vencidos,
assim como se devem entender com o mesmo abaixo
aisignadn para oblerem a licenca para traspassos as
occa-ines em que Ibes seja preciso faze-los: na roa
dos Pires 11. 3:1.Manoel.Comea Veigaa.
Grande c asseia-
do collegio em
Lisboa,
para meninas, internas e externas, cuja
educarao, prendas e mais vantagens, se
poderao avahar, cm pi esenca dot estatu-
tos, que Se acham'na rua do Crespo loja
n. 10. 011 na esquina pie volta para a
rua da Cadeia.
ALVIIIARAS. H.IPAZEADA
l"i.i nova lenlio a dar ;
Ealc sol que vos abraza
Vai-se em gelo transformar.
I.a' do Poto, onde os l.apes
Vivem na loca cufurnados,
Chcgoo nctar que refresca
Vossos labios dessecados.
E o Soares, quejurou guerra
Ao rogo, ao sol, ao calor,
Com gelo, ananaz c outras
Mitigara' vosso ardor.
Jnuln an becco do Rosario
Ide, pois, o encontrareis
Ser verdade o que vos ronlo ;
Bom cobre la' deixareis.
Precisa-so fallar com os Srs. Amtrico Xavier
Pereira de Itrilo, Jos Lopes l.uimar.ies, /adiaras
Kodrigucs de Souza, Domingos Pereira Meiidauha,
Jos Celarlo ile Mello, Jos Cecilio Carneiro Montei-
ro, .Manoel Jos Carne.ro, Joao Manoel de Castro.
Manoel Irancisco dos Santos Pereira, Joso Joaquim .
da Cunda, Manuel Jos Meudea Boiloe, Jos Claudio
(ornes, Joao leixeira llaslos e Silva, Mauoel Anto-
nio Azevedo llamos, lilisberlo Monteiro, Mauoel;
Corrcia, Dominaos Jos de Almeida. a nanete de
seus iniere-'ei; na travessa da Madre de Ikos n. IS,
seauodo andar.
JOAO DA SILVA R.MOS.
MKDICO PELA UNIVERS10ADE DE
COIMBRA,
"nniinii:, a receber em sua rasa na rua do (.abu^ n.
SEGURIDADL
Compauhia de seyurm ma>
ritnnos, estabelecida no
Rio de Janeiro.
Capital mil contos de re.
1 merece ao cornmerein vanlacens jo* ns-Hliiania
mira compauhia tem feilo alo agora. Aceitaai-ae
proposlas de sesuro no escriptorio de leaac. Curio <\
Companbia, agentes da companhii, rna da Cre
n. 9. ^
SEGURO CONTRA FOCO.
.ompanhia Alhance.
Eslahelecirla cm Londres, em mareo de 1*84.
Capital cinco BilMai de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a honra de in-
formar aos Sr. negociantes, proprieurio de casas,
ea i|uem mais convicr que estao plenamente au-
.orisados pela dita rompanhia para efleeiuar setjn-
ros sobre edificios de lijlo e podra, eobartoa de
tlha e igualmente sobre os objectos que eooiiverem
os mesmos edificios quer consista em mobilia on
em fazendas de qualijuer qualidade.
i) abaixo atsicoado faz scienle ao* Illm.. y,
de enceohoa e mais pessoas que negocian) cor Ma-
car, remeltendo-o para esta prara, qne se acha he-
bilitado em receber poi coramitaao dito gene, e
espera da seus patricios e amigos, e de q noaleo de
seu preslimo se qnelram utilisar. as remtMas dai neat
assucares, promatteodo o mesmo abano aaaignada
eiercer todo o zelo e actividad* ajae lhe aate anta-
raes, envidando todo o esforz poaaivel na* fanrcAe*
da liquidada apara^Ao de dito genero, caneo beta
lem demonstrado. As pessoas cujas reaaciw aiee-
ilercni de lil:(KK 5 por -afra, tmenle paarao > llall
de commissilo, sendo 3 0|O as demais como he ana
me ; e para ledas se obriga o mesmo abano aeaigae-
do a loda e qualquer compra de objertM eem eeean
muilos tirar porccnlagem. Hacina, rna Direila, pn-
meiro andar n. !:!.
I-'rancisco Seraphicn de A-is Vasconcellos.
Ensina-se a pilolagem Iheorica-pralica), o car-
so malhemalico e francez, conlas para o cmateme:
a Iratar na rua do JSogueira o. 7.
Altuanak da provincia.
Estandc-se conieccionando o almaruk
da provincia, rora-Sc a todas as pessoa*
que cos iiinain otile ser incluidas, e que o
nao estivei-em, ou houver algum eri-o,
queiratn mandar levar a liviana numero
6 e 8 da Placada Independencia, a emen-
da, assim como pede-se aos scnlrorc* de
engenhos, se dignem mandar igualmen-
te as Ir.insl'c-ivncias a mesma livraria.
O cirurgiilo Irancisco Maano de Aranjn l.ima
coulimia a dar consultas lodos os das dat i m I bar-
ras da tarde, na rua da liloria n. 71.
OITerece-se nm homem ele maior idade para
administrador de engenlw ou onlro qnalqner e^a-
beleeimenln, .1 qual da' fiador a na candada :
quem de sea preslimo se quizer elilitar dirija->e a
esla Ivpographia, oo a rua do l.ivramrnio cae StaS
do Sr. major Manoel Buarque de Macado Lima.
Moosieur l.ouis Paech avanl acheilc nne gjtaa
de el belle tortoe previenl les per-aunes aai ma-
draieul manter du potase de celle su-lile loriar
u'anrout qu'a se pranenler vendredi II eoaraot ate
pois -_' heures de soir jusqaa' 8 le inclanveaaeal el
le samedi tnule la jonroe dant toa reaUnranl fran-
jis, ru dn Trapiche Novo -JO, Recife.
Na roa Nova o. 1J, dir-se-lia qnrm qner ala-
car orna escrava que laca o terviro da cata a venda
na rua.
Ua-se OttjlXX) a joros mdicos, 00 loda qnan-
lia com h\ poiheca em alcuina propriedadr. e natimi
firma escolhida, ou por parlet com pender* : na
rua da Praia n. 4:1, segundo andar.
Precisa-se de um feitor de campo para o ene-
nho Novo de Munbeea, tres leguas distante do Reci-
fe, o qual aeja solteiro t d roi.hecimenlo do taa
conducta : > Iratar na rna do Collegio n. 't, oa no
mesmo eugenho.
Con(andi)-me qoe no dia :IO de oulubro prxi-
mo passado um de meas corapanheiros de repartir>.
o 9r. Florencio Dominmies da Silva, tendo do por
ura nutro sen rnllega interpelado pnr ler diidrabido
algomas lloras do espediente da mesms repartida*
para se oceupar era fazer chapas de eleilores do par-
tido a que diz pertencer, responder, qoe e a liaiha
feito crio ao menos em favor d goverao, e nao roa-
Ira, como as qoe estas -im on tinha feilo o sonad
escripturario Fonseca em favor do partido praieirn,
e como ama lal insinnacSo tenha por flm indip-o -
me contra o enverno e mena superiores), neranle
quem sirvo e lenho servido em lodo, cen a imalu
costumada tidelidade. nao me qnorendo ale envolver
desde o auno de 1H1->, om partido algnm ftolilir.
desde j;i o convido para quo prsenle as prosa- da
sua calumniosa a<*erc,ao, do contrario pstala' fnr
um infamo o docproxivol meiiliro-..
Manoel da Fonseca Silva.
Precisa-se de om prelo qoe saiba servir a ao-
sa e que faca o mais terviro ern tan casa etlranget-
ra : a Iratar na roa do Trapiche n. t.i.
Aluea-se nma eterava mullo fiel o qno sabe le-
var, cozinhar, coser e engommar, Indo com perfei-
r.lo : qoem a pretender dirija-oe a estrada dot Af-
ilelos, casa fronteira a icreja.
Precisa-se de dous homem habis para raisei-
rn- de rua eqoe lenham a aetitidade necooona para
dirigirem a con.panhia de Irabalbadores .- aa raa 4a
Senzala Vrlha n. 70, tegundo andar.
Quem liver nerettidade do trantpoiio oa ajas-
te de carrelos de objrctnt de qualqoer qtjolidade
dentro desla cidade, pode dihgir-se a rua da Senza-
la Velha o. 70, aecundo andar, ou rua do Apollo o.
IJ, que encontrara' pessoas habilitad, pan faret
com loda a segurance e retponsabilidada r*i espe-
cie de terviro, assim em carros como em braca* de
gen le.
Precisa-se alocar nma ama qne soiba corinbar
o diario de nma case e cusommar, para rata 4c pon-
ca familia : a Iratar na rna do 1 ineim.do n. -Vi Iota.
Bilhetes de visita,
(iravam-se e imprimem-te com perfeir,* bilheles
de vitila, letlras de commercio e lodos o* ob|tHa da
arle caligrapbica, registros, vinhetase qaaetqnar do-
senhot, abrem-se firmas, aiaelet, lano a lalho 4ora
como em relevo, ornamentos em nbjeclos de earo e
prata, fazem-se riscos lindos e originaos para larda-
dos de labyrintho ; adrailte-se a rerata de qanet-
quer desles objectos no cato de nao firarcm a caalea-
to das pessoas qoe os encoramendarem : qaeta pre-
tender dinja-ae a qualquer desles logares : nobocro
do Recife, rua da Madre de Dea a. :'.J, priaoiirt
andar ; em Sanio Antonio, na livraria claowce do
pateo do Collegio 11. -2 ; nal Cinco Ponas, sobrado
da quina confronte a malriz nova.
Seguros contra
o logo.
(Jompauhia IVorlhern.
CAPITAL, C 1,2<(>,000Establecida
cm IK.'ii.
Para ellccluar seguro sobre pi-oprn--
dades, inercadoria, mobilia gencros de
<|uasi toda a qualidade. Premio de M
ate l|-2 0|0 ao auno.Agentes, C. J.
Astley i C.
C0MPA\HIA DK SE(,I ROS HVRith
MOS E TERRESTRES.
ESTABELECIDA NO RIO lE JANEIRO.
CAPITAL lo,()00:(M10.s conbecido por Manoel Cahoclo, qne actualmente es-
t de posse dellas por fianqn prc-lada em juizo, em
virtade da qual levantoa ditos escravos do depotito.
quem tratar.
Af O abaixo s-ianado, arrematante das afeririicsdo
municipio do Recife, scitnlifica a qoem convir, qne
tero eslabelecido o seu escriptorio no paleo do Ter^o
n. 16, aonde dar' expediente das S da maohaa as
3 da larde.Jos Custodio Ptiiolo Soares.
A rompanhia lem ski aeencia ao esariplorio da
viuva An.orim & 1 I lio, roa da Cruz n. "i. oada
aceila todas > proposlat de segures de risco e loe-
luna do mar.
Sobre o casco, quiln e perlencet de novia* 4e
qualquer lulai.ao na navegara de longo cano, de
rabotaren), oo fluvial, oa na pesca, cm vitceaa aa
prestes a viajar, em carga oo descarga, amarrado* no
ancorados, cm concert oa no ouletro, aaer por
tempo cerlo, quer por viagem simple*, ea a preto
ligado.
Sobre mercadorias desde a momento 4c ten eta-
barque ale o de soa descarga e deposilo.
Sobre os lacros e-|>erados de raercadoria* enea mi -
nhadas para qualquer mercado.
Sobre o cateo e qaillw 4e embarearnes amadas
apresadas cm descaiga e Iraliro do. ptirlas.
Sobre o capital e premios de dinlien a rwc*.
Sobre o premio dos seguros e premio dot prean-.
Sobre acn.es de terceiro |wi daino- causados por
abalroameiitos lortuilo*.
Sobre os freles.
A rompanhia recebe lambem prnpistas de acaro
de riaee* de incendioe damuot raiisadu* | ara preve-
ui-lo ou eilincui-lo de raio oa fogo celeste, e lana-
dacoe-.
SdlIRF.dSSEl.l IM ES OBJECTOS.
Predios urbano* 011 roraes, igrejas c qnaoaqail et-
labelrcirnenlos. com eerlaaSt de depfsilos.fabrica* a
laboratorios de poltnra. e materias inceadiaria* oa
inflammaveis. Uiealrns e ris de e-sprctacalo1.
Mercadorias em i|nalquer parle quo estojara, mo-
bilia e olcnnliu. d* fabricas de quaesquer c-iM-ele
rmenlos ioduslriaes, quer -rjiin leilao por etn pin-
prielariot, qner pelee, aso-frnrloario<. localorn. a-
hlocalarios ou 1 ndores hy|x>tlierari-
I 111 ilmenlr aceila proposla, ,ibrc re-se:oros, quer
dos seguradores, quer .los segurados, aat ca-e. a
que a estes piule competir o ro-seuaro.
A eompanhia earanlc a prompla iiidetnaiMraa da
imporlancia de quae-qner riaMraa, e a raadtndode
dos premios ieu- que na roda do anuo h/cretn uma a>ullada -ornma
de teciiros.
Precisa-te de nma ama que lenln bstanle lale
para criar um menino : quem esliver nr*ta. ck-
cumstaucias dirija-se ao paleo de S. Jos a. J.
I-
MUTIL
ILEGIVEL


SIMIO k MMBfitO QUARTA f i .2 5* ROV1M.;RO DE i* S
DEPOSITO DE LITROS E BOTICAS HOMEOPTICAS.
O
So"
N
O Dr. P. A. I.olio Moscoso, leudo de fazer urna viagcm it'cixa a sua botica sh a
direcguo de pessoa habilitada e de iuleira probidade, o ura deposito na loja de livros do Sr.
Manuel Nogueira de Souza na i ua do Crespo, sobrado novo do Sr. Magalhacs Bastos.
pingos FIXOS.
Botica de 1-2 tubos grandes. ,
Dita de 24
Dita de 36
..Dita de 48 "
Dita de 60 > "
Manual de medicina homeopathica do r. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina .
Medicina domestica doDr. Henry. ,
Tratamenlo do cholera morbus ....
Repertorio do Dr. Mello Moraes. .
IQ/800
.^15OOO
WOIHI
239000
305000
OgOOO
101000
2A)00
6/000
LOTERA DA PROVINCIA.
Acham-se expstos a
venda os bilheles e meios,
da 5a parle da 6a lotera da
matriz da Boa-Vista, sen-
do pago o premio livie dos
8 por cento.
Bilhete inteiro Vj800 recebe i:000.s000
Meio bilhetc 2*100 2:000.S000
De 100*000 para cima sao os seguintes
procos, no cscriptorio do abui\o assigna-
do, ou na loja da praca da Independen-
cia n. 40.
Billietes 4,s500
Meios 2.S250
P. J. Loyme.
LOTERA da provincia.
O Sr. theioureiro das lolenas manda fazer publi-
co qoee.al.1o poslos a veuda na lliesouraria das lo-
tera na roa da Aorora n. 26, billietes e meios da
quinta parte da sexta latera a beueficio da malri/.
da Boa-Vista, cojas rodas andam a 13 do corrtnle;
tambera manda declarar que em virtude do engao
que se deu na impressDo dos bilheles meios, e nao
haveodu tempo de esle emendados de tinta prela no lugar que dii
58000 deve ser 49000 romo d, a Matl emenda,
na mesma conformidade os meios de 29300 deve
ser 28000. O mesmo theiooreiro manda abaixo
traoserever o plano pelo qual sao eilraliidas acora
a* loteras da p.ovineia.
PLANO.
1.000 bilheles a 49000 20:0003>000
4:000000
Johnston l'aler A Companhia, consignatarios
do palhabote americano -1'alnck lienrv avisam a
a quem tiver coma contra o mesmo, faca o favor de
apreseutar no prazo de 3 das.
Koobaram un chales branco de tooquim, no-
vo, do sobrado de un andar, fronteiro a igreja de
N. S. da l'euha, em 7 do Vicente : roga-ae a quem
seja ollerecido esleobjecto, de a apprebender e levar
a supradila casa, onde recebera' recompensa e eter-
na gralidao.
AO PUBLICO.
Stiro Jos de Moraes (cabelleireiml avisa aos seos
Tregete* que se acha Irabalhando na ra do Quei-
raado n. 6, primeiro andar, casa de Jayme Eneas
Gomes da Silva.
RA NOVA I. 34.
Madama llosa Ifardv,
modista brasileira.
Iterelieu pelo ultimo navio, Comtc Rogar,* om
lindo sorinnenio de tazeuda trncela* para senho-
ras, curtes de sedada corea para vellidos, ditos hran-
cus para nnivas, grs de Naples furia crea para ven-
der o rondo, chanosiiuhos de palha e de seda para
meninas, formas jnudernas para a idade de 1 a (i an-
uos, ricos chapeos de cures de seda para senhoras,
com litas e llores lainbem de cores, lindos enl'eites
para cabeca, cambraia de linlio, esparlillios, luvas
de seda, mantas para noivas, capellas, meias de seda,
vesli lose louras para baplisados, e oulras mudas
rateada de gosto : no mesmo estahelecimcnlo ven'
dero-se lindos chapeos de Crep sorti.los, de cares-
aso moderno pelo preco de 89000 rs. cada um.
COMPAMHIA PEKNAMBL'CANA.
OsSrs. que subscreveram novas accoes desta com-
panhia lio convidados a entrar com a prmeira pres-
lacSo de :10 p.ir cento no praso de .10 das : no e-
criplorio do Sr. Antonio Marques de 1.....mu. roa
da Cruz.P.scife 18 de outnbro de 1836.Manoel
Alve tjiierra,) secretario inleriuo.
I'recisa-se de urna ama ou escrava para cozi-
nliar e engnmmar para casa de pouca familia : di
ra do Crespo n. 1|.
I'recisa-se de um caixeiro para tomar cont de
ama padaha : quem se adiar habilitado para ata,
dirija-se a roa de Hortas n. (i, que achara' com
quem tratar.
^tmarsa.
20 por cento
1 Premio de
1 Dito de
1 Dito de
1 Dito de
3 Ditos de 200
5 Ditos de 1003
8 Ditos de 509
20 Ditos de 20
40 Ditos de 109
1600 Ditos de 49
1080 Premios.
;1320 Brancos.
16:0008000
4:0009000
2:0005000
900*000
4003000
6009000
5008000
4009000
4001W00
4O0J5O00
6:4009000
16:0009000
Os abaixo assignados, com loja de oorives na ra
do Cabug o. 11, confronte ao pateo da matriz e roa
Nova, fazem publico, que eslo recebendo conlinua-
dameole as tois novas obras de ouro, taoto para
eenhora como para homeus e meninos : os presos
continuam razoaveis, e passaoi-se contas com res-
ponsabilidad?, especificando a qualidade do ouro de
II ou 18 quilate., ficando assira sujeitos os ruesinos
por qualquer duvida.Seraphim A; IrraAo.
I'recisa-se de 2 ou 3 horoens portuguezes que
tenliam pratica do servido de campo,para se lea en-
tregar um graade sitio sobra condices vaolajosas :
a tratar na ra do Queimado o. 21.'
Precita-se obter informarles se existe
o Sr. Jos de Souza Das, vindo do Kio
de Janeiro em i Sil on 1842: na ra da
Cadcia, escriplorio de Manoel da Silva
Santos.
Precisa-se de ama ama que saiba cozinhar, cn-
gommar e lomar conla de urna casa : ua ra da
Praia n. 13. segundo andar.
Aloga-se urna casa no siliodo Cordeiro, i mar-
(femi do rio Capiharihe, com commodos para grande
familia, cor-inha fura, coclieira pira carro, estribara
para t ravallos, quarto para criado, etc.. urna dita
mais pequea, tambera a' margen) do rio, com quar-
to para pretos, e estribara para 1 cavallos : a tratar
DO paleo do Carino o. 17.
Compram-se apolices da Idivida provincial,
na ruadas Flores n. 37 !. andar.
Coiopra-se urna tipoia nova ou com pouco
uso : na ra da Cadeia do Hccife loja o. 28.
Compram-se palacoes bespaahoes : ua ra da
Cadeia do Kecife, loja de cambio D. 38.
Compra-se om braco de balanza grande, con-
chas e pesos : na ra Direila n. 40.
Compra-so um thesouro de meninas ou dialo-
go entre om sabia aia c suas dissipulas: ua ra Ve-
Iha n. IOS.
Coinpram-se rlguns escravos de meia idade que
sejam sadius, e entre estes un que seja cauoeiro :
quem os tiver e os quizer dispar piocure na ra do
Kosario larga padaria u. 18, onde se dir quem pre-
tende.
5000
Thetouraria das loteras 27 do oulubro de I8S6.=>
O thesoareiro, Francisco Antonio de Oliveira.
. Approvo. 1 -.11 11r. do governo de Peruaiubuco 'II
de onlobro de 1836.S. de Mdcedo.
'Contarme.Antonio l.ele de Pinho,
O "BH^EM MEDICINA
Jos Augusto de Souza Patanga.
Una d'i /gsari'o etlreila n. 32,
1> ANDAR.
Caixeir
Na ra Nova n. 28, precisa-se de om caixeiro pe-
qoeno, prefere-sedestes ltimos chegados.
--Tendo oblido 1500 subscriptores, para a
impressiio de um volunte de minlias poesas, rajo
numero nsta capitil enas comarcas exceder de
2,000,rcsolvi ir a diversas provincias deste imperio
agenciar a venda de20,000 exemplares.para o que
consegu de meu presado e especial amigo,
o coronel (raspar de Menezes Vasconcellos de
Drummond, carta de abono para a casa commer-
cial N. 0. lcber e C'., que de boro grado e be-
nignamente se prestou fazer a encommenda em
Mamburgo de 100 resmas de papel de boa quali-
dade e dolamanho do Diario de Pemambuco ;
O scrvao das loterias.-Josc Janano Alves da I e porquetenho certeza de recebe-las portodo o me/.
Maia. ; do fevereiro do anno vindotiro.e deva satisfazer im-
^ I mediatamente o seu importe, supponbo que neuhu-
^* ma duvida tero de proteger-me to benignos subs-
w cripiores, adiantando-me suas assignaluras vis-
O la do recibo impresso, por raim assignado.
@ I Quanto a harmona e cnthusiasmo de minhas
! poesas, no Diario de 8 de agosto, desiean-
D consalla lodos os das, das 8 s Oho- *9 no-foi Publicado ma cancao denominada .A
^ ras da manhs.i. ^' rosa o o vale c brevemente ser impressa outra
9
Q
Em caso de necessidade vizila os pobres
^ff m suas casa*.
9 ESPECIALIDADES.
>$jf Parios, molestias de peito e svpbililicas.
Lotera da pro-
vincia.
O abaixo assicnado vendeu as seguin-
tes soites:
a. fil5:000(000.
x 2700 2:000*000.
491 200.S000.
2302 100S000.
803 O.S'000.
meio
dito
dito
dito
bilh.
intitulada O juramento ; entao veris,
quonto lio opprchcosivo c cxireiuuso oqucllo que
nao cessa de erigir aliares virtude e de decan-
tar o sublime da belleza.
Convera, briosos brasleircs e Ilustrados estran-
geiros, que derramis sobre mim o balsamo da
vossa proleceao.sempre dedicado s sacrosantas leis
da verdade, reconheci no servilismo a mais funes-
ta origem da miseria ; lanibem tenho conservado
o meu coracao isento de rancor, porque s> almejo
a emanciparlo e felicidade do genero humano, do-
tado de sentimenlos elevados, nunca pragueje
contra os obstculos que leem interrumpido meus
generosos projectos ; porque, confiando em Dos,
nelle tenho depositado todas as minhas esperancas
envprol da humanidade. Um da se diltala para
mim a esphera da ventura : e se forem inules
meus desvellos, a Iraquillidade de minlia alma ser
o talismn de rainha existencia.O hachare! Jojo
, m Iclizcs bilheles e meios, da quinta parte .
Aviso a rapaziada.
Na laberoa grande ao lado da igreja da Soledade
ha muito boas aardinhas de Nanles em latas, e bula-
chinhas de mullas qualidade- propras para peliscos,
vinhose cervejas demuilas qualidadcs boas, tic.
O abaixo assignado, agente de lei-
Ifles, para o que acaba de tiiar titulo no
meritissimo Tribunal do Commercio, of-
ferece ao respeitavel publico e especial-
mente ao corpo de commercio desta ei-
dade seu prestimo, allianrando-llie que
nao poupar.V estoicos para desempenhar
seu ollicio, acliando-se sempre prompto
no seu artnazem, rua da Cadeia D. ,".
Jos Mara Pestaa.
DKCI.AUACAO' E PROTESTO.
II. Barbara Mara da Silva Senas, por s e como
da sexta lotera da matriz da Roa-Vista :
os <|uacs no estiio sujeitos ao discontodos
8 por cento do imposto da lei: os precos
sao os seguintes:
Rilhetes 4*800 recebe 4:000*000
Meios 2*400 2:000$000
Por Salustiano de A-
quino Ferrera, .los For-
tunato dos Santos Porto.
LOTERA DA PROVINCIA.
O abaixo assignado avisa ao respeita-
Vende-se um excellenle carro de l rodas com
mallo pouco uso, e boas molas : quem o pretender
dirija-se ao paleo da matriz, de Sanio Antonio, casa
que esla' em concert, a tallar com Antonio da Cos-
ta Kibeiro i Mello.
BARRIS NOVOS.
Yeudo.se urna porcao de barris esteoques rece-
ber qualquer um liquido ; na rua da Praia, quina
do becco do Carioca, taberna n. 27.
Em casa de Timm Momsum & Vin-
nassa, praca do Corpo Santo n. l, lia
para vender:
T> pianos fortes do mellior autor.
I m sortimento completo de livros em
branco, ebegados pelo ultimo navio de
Ilamburgo.
Venden-te saccas com familia, de alqueire,
medida velha a .-,5000 : na rua do Vigaro, taberna
de JooSimao.
\ ande-se urna raulatinha com 17 aunos de ida-
de, com habilidades e recolhida : na rua da Caia
d'asua n. t(.
Vende-se ama casa Icrrea em chao proprio, no
becco do l'cireiro n. :t : a tratar na masma, das ',1 as
2 horas da Itarde.
Vende-se urna taberna com poucos fundos, na
rua das Cinco Ponas, casa n. 91.
\ ende-se urna carroca com pouco uso, com o
seu competente boj quem pretender, dirija-se ao
Campo Verde, prmeira taberna.
CEBLAS.
Con(inua-se a vender ceblas solas a 500, (110 e
800 rs. o cento, e de molbo a 900 a l?200 : na tr-
vessa da Madre de Dos n. 1K ; e assioi como bala-
las de Lisboa a SftOO a arroba, senJo de urna ar-
roba pira cima.
Vendem-se sellins com pertenres,
patento inglez. e da mclhor qualida-
de que tem vindo a este mercado :
no armazcm de Adamson Howie
i C., rua do Trapiche n. 42.
Una ptima escrava.
Vende-se tuna escrava que Cozinha o
diaiio de tima casa, engomma e lava : na
rua da*Cadeia de Santo Antonio n. 10.
Superiores charutos da Rabia, em
caixas e a retalho : no aterro da Roa-Vis-
ta, loja n. 50.
Vende-se um evceileute piano com boas vozes.
por prejo rommixlo, por ler algom oso : na rua do
Torres n. 38, primeiro andar.
kmm LUZ DE OLIVEIRA AZE-
VEDO
lem para vender no seu escriplorio, rua da Coz
n. I.
Superiores charutos em caixas de 1110 e de 'OO.
Tabaco liii'i simonlc em latas de 1 e 2 libras.
Pilulas de Vallis.
Pos de roger.
Charope de Nafc.
Pasta de jujuba.
Allhea.
Ail muilo Tino.
ANTOHIO LIZ DE OLIVEI-
RA iZEVEDO
Iravessa da Ma-
CABRIOLET.
Vende-se um opluno cabnulel ; para ver na co-
chera do Sr. majur Silveira, na rua da Cideia de
Sanio Antonio ; e para tratar ua rua do Queimado,
loja de miudezas da Boa Fama u. 33.
Vendem-se na anliga l"ja da rua laraa do Ko-
sario ii. 35, lilas de seda lisas, larsas e eslreilas rom
avaria, porcm muilo fortes, a dez reis, e a viniera
cada vara, e a dmis, Ires e ^ualro vinlens em pecas.
Vende-,e na roa du Sali junto ao sobrado no-
vo, um bom eavallo ruco, anda bm baiio at meio.
VIMIO DE IIOBUEALX.
No arma/em da rua da Cruz n. II, vende-se vinlio
de lturdeam dp ptima qualidade, em barris, por
preco muilo em conla.
i\a ruado Trapiche u. 11, escriplorio de Ma-
noel Alves Guerra, veinie-se por commodo prego o
sesuinle : soperior vinho do Porto em barris de
oilavn. chapeos de fcltro, e saliiioamarello fabricado
no Kio de Janeiro.
Venlc-seuro relogio de ouro, saboncte, paten-
te suisso, e a compleme cadeia e chave do ine-mo
melal, pesando 7 oilavas : a tratar na na do Quei-
mado n. 67.
tfanini;t do Aracaty.
Na rua da Caiieia perior gomma ltimamente chegada do Aracaty.
Cera de c.uiiunba.
Na rua da Cadeia do Kecife n. 57, vendem-se sac-
eos com superior cera de carnauba, por menos do
que em outra qualquer parte.
Conros tie cabra.
Na rna da Cadeia 'lo Kecife n. 57, vendem-se su-
periores pelles de cabra, por precos commodos.
Vende-se o muilo valero patacho americano
Levanl, de 151 toneladas jnzlezas, apparelhado
e promplo para viajar : quem o pretender dirija-sc
aos ronsienalarios Kostron Kooker A; Companlna.
praca do Corpo Saulo o. W.
Vndese una taberna na rua da Soladade u.
II : a Iralar ua nn-ina.
]>jaloja da boa fe
vende-se trio barato que admira : panno fi-
ne azul a 3/o covado, dito dito preto supe-
rior a 89500, casemira preta fina a 2, lium-
bazioa preta milito fina ou lapim, proprio
para batinas a 1/280, sarja preta hespanhu-
la a IjtOO, selim prelo macau a 98600, can-
tao muito lino, fazcuda preta superior piu-
Pria para vestido de luto a 960, alpaca de se-
da do cor para palito a GtO rs ricos cortes
de gorgures de seda para colletes a 39500,
Palitos pretos muito bein feitos a 4?, ditos
de brim pardo de puro lindo a 39800, lencos
pretos de grosdenaplea 2?, o oulras multas
lazenias que se vendem por preqos tao di-
minutos que ninguem deisara de comprar,
na rua do Queimado n. 22, na bem condeci-
da loja da boa fe.
m
s -.. -.. .^.-*.-... ... ..r
O
Mandarine
o
o
o
te
Na rua do Queimado n. 10.
': vendem-se cortes de seda muito
-:' lindos com quadroi grandes e
i]': transparente, pelo baratissimo
*) preco de l.S'HOO cada um corte;
;'- para acallar.
................. >s -......--...-...-...-..-.-..
Vendem-se 6 escravos, sendo I pelo oflcial
.le r.irpinleiro e 5 prelas com vanas habilidades : na
ma Direila n.:!.
Vcnde-se urna porreo de redes de pecara,Ires-
inalhos, dilas para despesrar viveiros, ditas le calca-
ra, dilas de tapar caniboa e :l canoa do mesmo ser-
vico : na rua lMreila dos Afosados u. 13.
?5 Superiores chapeos de castor brancos, f
.*- de mudo bonitas formas, pelo barato prec,o ajf.
\* ilu KgOOO : vendem-se na loja de chapeos 2
:.i de Maia IriMM, rua do Crespo, esiruina d.i Vi*
.'. rua da Cadeia. ^
Attenco
Vpnde-se urna lamosa negra moca, de nacao, sa-
beudo co/.inhar, eogommar e lavar de ilt.io, c tam-
bera vende oa rua : quem a pretender .1 r i ja-o a
rua dos Marlyrioi u. t.
Vcnde-se urna prcla moca de bons coslnmes
(|ue 'abe faer todas as qualidades de comidas, dores
etc. : nesla Upograpbia se dir.
Chapeos para meninas.
Vendem-se o mais modernos chapeos de palha
.iberia com ricos enfeites, para meninas de 2 a S an-
uos : na rua Nova n. 1.
-ilits francezeN
Vendem-r! palilt trnceles de liOho a 3?, de al-
paca a 79 e S^, de panno lino prelo e de cores a 1S5
e jii-'ii ji : na roa Nova, loja o. I.
Camisas t'rancezis.
Vendem-se camisas trancezas muil" bem acaba-
das, braucas e piuladas a _lc, 2K3 e it2"i a du/.ia,
aberturas de linho a 6? a duzia, collariiibos de linho
a 23 a dur.ia : ua rua Nova, loja n. i.
Charutos tinos.
olirri(.e dcscoborlos, pequeos* urandes, deoorn
e praia, patente kofflet, |iara bomem e senhora, de
nn. uoi melhores fabricantes de Liverpool, viudos
pelo ullimo paquete iORlc: em casa do Soutball
llellor A: Coinpanliia. rna do Torrea n. :I8.
'i
o
i
'i-SiSi-?.*
iielo^iot
dv |-..l:t
inglezesdeouro, desabnete edevidro :
vendem-se a proco ra/.oavel, em casa de
AugustoG. do Kecife, arma/.em n. Tilj.
Em casa de llenr. Bronn cV (ximpanhia, ni
rua da Cruz n. 10, vende-se coguac em i-.hmiiIi.i- de
duzia.
Feki
n
vcl publico, que vende a' dinlietro a vis-
la, sendo da quanlia de lO.sO(K) para
cima, OS SCUS cli/.CS ItilllCtcs e meios ditos, l'"li,nle proc radora do seu marido Nimio Slaria de
_ i___._____ __;_____j i ; >e\a, vendo que no Ooi io (le l'rrnambnro n. 263
pelos precos abaixo declarados, na rita da de ieu-leir*,7 do crreme e nos seguimos, os fal-
Cadeia do ltcClfc n. -5, loja de mitl-!?ns millos adminislradores da massa 1,1o nulla quilo
ili'/as. 'm'laal"eole declarada fallida do seu marido, por
I um juiz iii^ninpelente, e prsterRadas e violadas lan-
Bilhetea
Meios
4$500 recebe 5:0O().sO0(
2:230 2:0()0.s'()0(>
lem para vender no seu armezem
dre de Dos n. 5.
lienebra em garrafoes por barato preco.
Piassava.
familia superior de mandioca.
I'ixe da Suecia.
Cahos de cairo.
Ditos de linho.
Tinta branca em latas, muilo boa.
PARA AS SENHOBAS DE BOH
GOSTO.
Vcndpm-sc raixinhas ricamente enlejia-
das propras para presentes a 2-, 39 e *f, ca-
nelas ricas proprias para senhoras a 500 rs.,
cartetrinhas muilo lindas para senhoras a
800 rs tesouras para costura, finissimas a
ig, ditas ditas para unhas a 500, 19 e 1/500,
ricas franjas para cortinados a K# a peca, lcn-
ciulios de retroz de todas as cores a 800 rs.,
ricas caixinhas para guardar joias a 800 rs.,
camisas de meia para crianzas a 500 rs., ri-
cos boloes para roupa de changas a 1^ a du-
i materia, em conseqaeiicia de pelicio de um credor
nao dereclo, mas procurador nao manido da neces-
l'or Sal istia no de Ainiinn Ferrcira, Jo-| ,aria aulorisa^Ao para esse fim ;Josc JeroiiMiioMon-
se Fortunato dos Santos Porto. ieiru.' se an,iu,,ciiamra,on> ,l0' tmrnjnHm do
^.uiu,iwiu. casal, para na seila-feira viudoura, 14 do correle
Recebc-SC dinliciro para mandar i mez, se arremalarcm em leihlo no domicilio do cor-
rlai- n niAnAo An Pn.ir, M.U-. :._ I rotor Oliveira, medi.inle aulorisacao do juizo : vem
dac.na cidade do Poito, poi letras, sejam|a inrrascripla por ,,,le niel pro,\5, 'cnnlra esse
(o a legislado novisaima como a antiga que rege a ; ZS, sapatinlios bordados para as mestnas a
va: na rua do i.iueimado n. .il. Ueclara,
Kecebe-sedinlieiro para mandar dar pendeu
no Kio de Janeiro, por lettra a peque- Roiies',"e i
de pequeas ou maiores quantias, no''faci e seos elVeilo- ; e declarar solemnemente que
cambio correntc : na rua do Ta piche il,a dc om ,c,nl, opponuno e mediante os meios le-
. j i "' i gaes reivindicar quaesquer bens qoa se hajam de
n. *W, segunao anuar. a|ear por meio dessa trreBalaeSa ou por qaalquer
Precisa-se de urna pessoa para cozinhar e com- oulio modo por que se o realise, e do poder em que
prar para casa de hornera solleiro : prefere-se eapti-| esliverem.
va: na rua do Queimado n. 51. Declara, oulro sim, que RATIFICA ludo qnaiilo
i nos seas oulros protestos e declararles ena-
/tiario ns. 181 de 7 de agosto lindo c se-
. j no do ns. 212 de'.I de oulubro, e 213, 211,
no prazo : na rua do Trapiche n. O, se- e 215.
cundo andar. KATI1TCA ninda solemnemente o seu protesto
contra loaos os actos alieualorios e provindos dos
AVISO A RAPAZ SOITE1KO. fallados nullos c irrilos administradores Aureliano
Aluga-se a sala interior do sobrado n. I da ruado Almcida Kodrigues Isaac c Novaes i\ Corapanhia,
Queimado : quera pretender dirija-se ao mesmo so- dos quaei,como de Jos Jeronymo Monleirn, ha de
lirado, que achara' com quem Iratar. era lempo baver lodos os prejuizos perdas e damnos
Perdeu-se da praja da Boa-Vista, rua do los- e lucros cessanlcs e emernenles, bem romo de lodos
picio, I inao. em direccao a da Aurora al a casa do que bao inicrvido ueste inonslruoso processo de fal-
Sr. tiaerra, urna peca de flauta de bano, guarnec- lencia desde sua inciacao al ao estado actual on
da com dous aunis e ama chave de prata : quem futuro, ludo na forma do sen protesto judicial de 2
achou o quizer entregar a seu dono, lenha a bondade : de julho de 1852 inserto em diversos ns. do Diario, e
mandara roa dos Pires n. 7, que se Ibe dar o acha- ulliinarDenle no dc ns. ISb* e sesuintes dcsle anuo,
do, caso queira, ou eslivtr as circunstancias de o' Declara emlim, que oo sitio do Cbacou etisle mo-
eslglr.
Precia-se de urna ama pira casa de hornera
solleiro, qoe engomme e cozinhe : no alerroda Boa-
Vista n. 70, ao p da padaha.
Na Capunaa Nova, rua das Pernamhucaoas,
defronta do silio do Dr. Jacobina e junto do meslre
ferreiro, aloi;a-se por festa ou auno ama casa com
sitio.que servo para pequea familia : a fallar na
rua da Praia, armazem n. 40.
Precisa-se de um bom criado ; na roa estrella
do Kosario n. 32, primeiro andar.
Precisa-se atusar uo bairro de Sanio Antonio
nn no principio do bairro de S. Jos, urna casa que
lenha commodiis para ama familia, com om alucuel
solfrivel : a pessoa que a livor para aluzar lenha a
' bondade de publicar por esla folha, on de dirigir-se
a lypographia Nacional, que achara' com quem Ira-
lar'.
Precisa-s de urna ama para rasa de pouca fa-
milia!: na rua Velha n. 101, ou no* paleo na Santa
Cruz ii. 1 secundo andar.
Precisa-se de iluas amas, una que saiba cozi-
nhar n fazer o servico interno de casa, e outra para
Iratar de n.n menino : na rua de l.ivraine,,io, casa _' reOSa-Se de urna lava.lcira que Se-
n.20, segundo andar. ja boa, uo demore a roupa no rio e d
Prec,,.i sede uu.a ama forra 00 enerava para, m. ., s,|a cnill|llI:,. ., praQa ,|;, |1(l|e.
o servico de urna rasa de familia : a Iralar oa luja ..
livros u. (i do paleo du Collcgio. I pendencia liviana ns. (i e .
billa de alio valor co'uo seja : sof.is de ferro, enfei-
(les de saines, vasos de louca fina, e de ferro para llo-
res, mesas dc niadeira. depsitos de raadeira, bom-
has de olor as cacimbas, c muilos oulros objeclos
' movis qu nao sao adberenles ao predio.
Declara, oulro sim, que no sitio da Campia liaba mesas, ele, empiesladas ao inquilino junlio
1855 Antonio Pcreira T\ranino,que sendodespedido
all as deiira, bem como n'uma das casas fronleiras
! da entilo residencia interina da insfrascripta, cra
I om qaarlo chcio de ulencilios do sitio do Cordeiro
Chacn; carros de m;lo, regadores, inslrumentos de
' ferro, escadas, lesouras de cercas, (aixos de cobre,
canas com papis de forro de sala, ele, etc.. cujos
deviam ser recelados pelo curador I.eraos Jnior,
ou devem existir em ditos predio., e que de modo
albura podem ou devem ser arrematados, raso, o qtir
nao he pos^ivel, baja arre nalamcs a ditos predios,
ConsesuinliMnenle a infrascripta torna solidaria-
menle rp.ponsaveis os pseudo administradores Isaac
| e Novaos por lae objeclos ou valores, liedle 7 de
i noveniliio de 1856.Barbara Mara da Silva Seixaa.
IV.
d.
lavadeii
1^200 e 1/500, ditos do laa mais ordinarios
a 320 e -100 rs., agulbciros com agulhas sor-
tidas a 160 e 210 rs., cartoes de colxetes
francezes 24 pares a 100 rs., carteirinhas
com agtilhas so.tidas a 320 rs., caixinhas
com agulhas francezas a 160 rs., miadas de
linha para bordar a 100 el60rs., carriteis
do liulia de 200 jardas hora autor a 80 rs., di-
tas de 100 jardas autor Alexandre a 40 rs.,
inacinhos de grampas muilo boas a 60 rs.,
trancinbas de 15a do easacoes a 80 rs. a pe-
ga, caixinhas com grampas muito boas a 160
rs., nuadinbas de Imitas de peso lillas a 120
rs., hahados ahertos de linho a 100 o 120 rs.
a vara, dito bordado de lindus padrocs a 200
rs. a vara, trancas de seda de todas as cores
c larguras e outras muitissimas cousas, que
ludo se vende barato, na rua do Queimado
loja de miudezas da boa fama n. 33.
FITAS DE VELLIDO.
Vendem-se litas .le vellido pretas c de co-
res, estreitas e largas, lisas e iberias dc mui-
to bons g.stos, pelo barato preco de 160,
320, 400, 500 c <;oO rs., na rua do Queimado
na loja de miudezas da boa fama n. 33.
BANDEJAS FINAS E BARA-
TAS.
Vendem-se bandejas finas e de varios ta-
maitos pelo barato prego de l.'SOO, 2f500,
38500e49: na rua do Quemado loja de
miudezas da boa lama n. 33.
RICOS ESTOJOS PARA COS-
TURA.
Vendem-se muito bonitas caixinhas com
repartimentos proprias para costura a 2500,
39 e 39500 : na rua do Queimado loja de miu-
dezas da boa fama n. 33.
LEQUES FiN'OS.
Vendem-se loques muilo ilinos com ricas
pinturas, espellme plumas uiSi, 39500 e */:
na rua do (.meimado luja de miudezas da
boa lama n. 33.
YENDEMSE CAPACHOS
i piulados, nompri.los e redondos a "00 e snn
rs. ; na ruado Queimado loja da boa lama
n. 33.
RIA DA CRUZ N. 51.
Antonio Barbosa de barros faz sciente ao publico
que mudou a sua sala de barbear da casa n. 62 da
rua da Cnu para a de n. 51 da mesraa rua ; na mes-
ma sala se achara as mais modernas bichas de Ilam-
burgo, que se vendem aos cenlos e a retalho, ealu-
gam-ae, tudo mais barato do que em oulra parte.
Xaropc do Bos-
que verdadeiro
RUA LARGA DO ROSARIO N. 36.
Continua a vender-se este lampeado qual sao
amputes no Kio de Janeiro os Srs. Vales & Compa-
nlna,rua ilo Hospicio u. 40), na botica do abaixo as-
signado, que garante ser verdadeiro.
Uailholomeo Francisco de Souza.
VINHO DOJlPORTO GENUINO.
Veode-se ptimo vinho do Pnrlo cm barris da
Hilarlo e oilavo, por preco razoavel: na roa da Ca-
deia do Recite n. 13, escriplorio de Rallar & Oli-
veira.
C. STAKR & COMPANHIA
rcspeitosamenle annunciam que no seu ex-
tenso estahelecimenlo em Santo Amaro, con-
tunuam a fabricar com a.maior perfeico e
promptidiio, inda a qualidade de macbinis-
mo para o uso da agricultura, navegagSo e
manufactura, e que para maior commodo
dc seus numerosos freguezes e do publico
cm peral, tem uberto cm um dos grandes
armazens do Sr. Mesquila na rua do Bruin,
atraz do arsenal de marinha um
DEPOSITO DE .MACHINAS,
construidas no dito seu estabelecimento.
All achranos compradores um completo
sortimento de moendas de canna, com todos
os mellmrameiilos (algnna aollsc novas e
originaes) que a experiencia de muitosannos
lem mostrado a necessidade. Machinas de
vapor de haixa e alta pressao, taixas de to-
do tamanho, tanto batidas como fundidas,
carros de mio e ditos para conduzir formas
de assucar, machinas para moer mandioca,
prensas para dito, lomos de ferro batido pa-
ra t.irmha, arados de ferro da mais approva-
da construcQao, fundos para alambiques,
crivose portas para fornalhas, e urna infini-
dade de obras de ferro, que ser enfadonho
enumerar. No mesmo deposito existe urna
pessoa ntelligente e habilitada para receber
todas as encommendas, etc., etc., que os an-
nunciantes contando oom a capacidade de
suas ollicinas e machinismo, e pericia de
seus olliciaes, su compromettem a fazer exe-
cularcom a maior presteza e perfeiQo, e
exacta conformidade com os modellosou de-
scnlios, e instrucQoes que llie forem forne-
cidos.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao da Aurora em Sanio Amaro, e
tambera no DEPOSITO na rua do Brum, logo
na entrada, e delronte do arsenal de marinha, fia
sempre um grande sortimento da laixas, tanto de
fabrica nacional como eslrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fundas; e em
ambos os lugares exislem guindastes para carre-
gar canoas ou carros, livres de despezas. Os
perros sao os mais com modos.
% AO PUBLICO. 3
jg No armazem de fazendas baratas, (rua do *
Collcgio n.' 2,
M vende-se um completo sortimento He fa- 3j
zendas linas e grossas, por mais barat M
R precos do que em outra qualquer parte, S
S tanto em potces como a retalho, affian- 8
5 cando-se aos compradores um s prego
|yg para todos: este estabelecimento abrio-se S
j., de combinacao com a maior parle das ca- -.';;
Q sas comroorciaes inglezas, francezas, alie- *i
ruaos e suissas, para vender fazendas mais s
'* em conla do que se tem vendido, e por isto f|
g ollcrecem elle maiores vanlagens do que W-.
M oulro qualquer; o prpprieiario deste im- J
* portante estabclecimento convida todos 8
g os seus patricios, e ao publico cm geral,
| para que venliam (a bem dos seus inle-
j* resses) comprar fazendas baratas: no ar-
$g mazem da rua do Collegio n. 2, deAn-
J ionio Luis dos Santos & Rolim.
Mmmmmsmm-mKmBtaeKm
SAO- DE BOM COSTO.
Cambraias francezas muito linas o du lin-
dos padroes.a 500 rs. o covado : na bem co-
nhecida loja da boa f, na rua do Queimado
" NA LOJA DA BOA FE
vcnde-se bom o barato madapolo muito li-
no n. 6 a *->60() a pega, dito dito a 39600, dito
entre fino a 3/300, dito dito a 31700, algodao
trancado peca Uo 20 jardas a 3/500, dilo liso
muito ciico'rpado tilem a 2/880, dilo dilo
idem a 29240, chila lina para cuberas a 200
rs. o covado, ditas escuras do cores lixas a
160rs., camhraia lisa muito lina a 560 rs. a
vara, .lila .lila lina a 480 rs., dita muilo lina
cuni salpicos a 80ors., dita preta muito lina
a 4tio rs., dita adamascada com urna vara dc
largura propria para cortinados a "ja peca ;
assim como militas outras fazendas, que
por suas qualiilailes se torntil recommen-
daveis aos amigos do bom e barato: na rua
do Queimado n. 11 na hija da boa fe, delron-
te da da boa fama.
Vendem-se charutos linos de Thom Piolo, vare-
las c lanreiros a 29000 a caiva de 50; na rua Nova
n. i.
Lindos romances que se vendem na loja de J.
I'". Semiuud, uo alerro da Boa-Vista n. \1: Aman-
da e (Israr oa Historia da Familia de Dunrealh 6
vols. H.- euc. a Princeza de Monaco 2volsS.- ; a
Predicro i vols. 8.- ; os orphaosziohos da Aldeia i
vols. ; a Viuva on o Epilaphio vols. 8.- ; ViaReni
a .Nova llollanda 3 vols. 8.-; Uenrique de l'ercy 1
vols. 8.- ; Grandeza d'Alma. Coiitos a Meas Rlhos
por Ixof/hiie 1 vols. 8.- ; Caravancara ou Cunto
(Irienlaes 8.' ; Historia Sasrada 1 lindos velumes ;
Historia de apoleo por Sorvins 1 vols. ; Cienes
de Hoa Moral 8.- ; alem de'muilos oulros que" se
a. 1 la tu na mesma livraria.
\ ende-se o verdadeiro cape Paulo
Cordeiro, chegado ltimamente do Rio
de Janeiro, por muito menos do cine em
outra (|ualt|tier parte: na rua do Ouei-
mado, loja de ferrajjens n. 15.
Esla rica fa/.euda de 6 palmo* de largara be mlei-
ramenle oov em I'eruamboco ; fabricada no celtsle
imperio, de cuja capital lira o nome, he de uus pa-
drees liiidissimos e anda nao vislos ale agora: ven-
de-se pelo baratissimo preco da 9600 o covado : na
rua do Queimado o. 7, loja da estrella.
Domingos Alves .Mathetis tem para
vendei, em seu escriptorio, na rua de
Apollo 11. 2.">, o segtiinte :
Superior vinho vellio do Porto, em bar-
ris de oitavo.
Dito geropiga velho em ancorelas.
Dito engarrafado.
Enudas portuguesas.
Toalhas de linho para rosto.
I.ences de linho para casa.
Sement de linhaca.
Panno de linho do Porto.
Ricos e elegantes pianos.
Fio dc algodao da Bahia.
Panno de algodao da Baha.
Cortes ile vestidos a tjua
tro patacas.
Na rna doQoeimado n. 21, vendem-se curies de
cassa de Cor com barra a 19280.
Cassits francezas a 240 o
('Ovado
Na rua do Queiroado n. 21. vende-se cassa Iran-
ceza de cores, e para lulo a 210 o covado.
AGENCIA
Da fundirlo Low-Moor, rua daSenzala-Ro-
va n. 42.
Nesteestabelecimentoeontina ahaver ua com-
pleto sortimento da moendas a ateias moendas
para enr;enho, machinas de vapor e taixas de
ferro batidoe coado de todos os lmannos para
dilo.
& ttenco !i
Na rua do Trapirlic n. iI, lia
supciioi rape Pi incr/.a do Brasil.
-;'.: chegado rerintemi-nlc do Km a
v,; Janeiit), em (jualidadc |k>ii.ti di-
til < do dc l.itlxia, ao passo pi.
?. dista apenas IxWMl a libra ; ,-,- :
antes (pie acabe, |K>is a irme- *jf
; he pctHicna. f}
IECHAHISIO Pili QU
IM.
NA FUNDICAO DE FERRO DO t.M.f,
NHEIRO DAVID W. BOWMAN. A
RUA DO BRL'IH, PASSAMK) O ..HA
PAJUZ,
ha sempre om grande soriiancnln dos scutm ,....
jecto- .lemerlianisiiio-piopiios |>aia en^enlio-, a -.-
bar : moendas e nielas rnoeuda da mun nnslcn
ronslrucr.io ; laivas de Ierra landido e (lia*, 4a
superior qualidade e de todos, UtaanlMs* ; r*H.,
dentadas paraa;u on aiiimaci. de toda as prf.-
coes; erivos e boceas de foroalhae regntm de k-
eiro. aguilhetbronies,parafaaatceavilhn^asn-
iih.i de mandioca, ele. ele
NA MESMA FUNDICAO.
e e\erulam Indas as cnmmmendas rean a saperia
ridade jaronhecida ecom a de ida prster..* ras -
modidade em prece^
VENDE-SE
(nava de patente, prova d'agua, para
arrcios de carril.
Vinho do Rlieno de qualidades espr-
eiaesJoliannisberg c Marcobrunn.i
Noarm./x'm dc C. J. Asllcv *C.
Moendas suptrior".
Na fundicao de C. StarrsStC, .-m San-
io Amaro, acha-sc para vender moendas
de canna todas de Ierro, de um modv-W
i'ixistrtH'cao muito siiprnoivs.
Vende-se um bonito ca vallo lodado
e bom andador: a tratar na ruado Quei-
mado, com o Se. Manuel Jos Lcile.
Na roteira dos mnibus na rua d Cadeia deS.
Antonia n. 13 veude-se milho novo a 35000 a
sacca.
PSITO
de sabao.
Continua o deposito do becco do Gon-
calves,armazem n. a estar supprido de
Vetide-se
nina rica armacan Inda envidracaila : no aterro da
Bu-Villa n. 82, e a tratar na mesma rua n. 78.
KOI5 I.AITECTElll.
O unirn autnriiadu por deriso do consetho real e
decreto imperial.
Os mdicos dos hospilaes recomtncndatn o
arrobe dc Lattecleur, como sendo o nico
aulorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina. Esle medicamento de um
gosto agradavel e fcil a lomar em secreto,
esl em uso na marinha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco lem-
po com pouca despeza, som mercurio, as af-
feccoes da pello, impingeos, as consequen-
cias das samas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idado critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores; convem aos catar-
rhos, a besiga, as contraccoes e a fraqueza
dos orglos, procedida do abuso das injec-
res ou de sondas. Como anli-sypbiliticos
o arrobe cura em pouco tempo os Ilusos re-
centes ou rebeldes, que volvem incessantes
em consequencia do emprego da copahiba,
da cubeba ou das injecc,es que represntelo
o virus sem neutralisa-lo. O arrobe Laffec-
teur he especialmente recommendado con-
tra as doencas inveteradas ou rebeldes ao
mercurio eaoiodoreto de potassio.--Lisboa.
Vende-se na botica de Barral e de Antonio
Feliciano Alves de Azcvcdo, praija do I). Pe-
dro n. 88, onde acaba de chegar urna gran-
de porcao de garrafas grandes e pequeas
vindas di ectamente de l'aris, de casa do dito
Boyveau-LatTecteur 12,rua iiichclieu a Paris.
Os formularios dao-se gralis em casa do a-
gente Silva, na praca de D. Pedro n. 82.
Porlo, Joaquim Araujo ; Bahia, Lima & Ir-
maos; Pemambuco, Soum ; Itio de Janeiro,
Rocha & Filhos; e Moreira, loja de drogas ;
Villa Nova, Joao Pereira de Magales Le i le ;
Rio Grande, Francisco de Paula Coutoot C.
DEPOSITO DA FABBICA
i iidustrH Periiaiubucaiia,
RUA DO CRESPO N. 9.
A fabrica de sabao e velas de carnauba, es-
tabelecid na rua do Brum, tem estabele-
cido um deposito na rua do Crespo n. 9, pa-
ra ah nicamente dar extraerlo aos seus
producios, proporcionando assim a maior
com modidade aos consumidores. As velas
manufacturadas nesla fabrica, offereceroaa
vanlagens seguintes : sao feitas com a car-
nauba simples purificada pelo meio do va-
por, silo inodoras e bellas na apparencia,
queiniam com igualdede e uao esborrain, e
n3o fazem niurrao e dao mais luz. e mais cla-
ra do que as velas stearinasou de qualquer
composicTio, e que se vendem no mercado.
Fabrican!-se de 6, dcTede 10 em libra, ven-
dendo-se em caixas que conten 1I2, 1H ou
3al) velas cada urna pelo preco do 15/.
O sabao ho branco, as materias primas
dc quo he fabricado silo simples c inofensi-
vas, o cheiro que deixa na roupa l.o agrada-
vel ; rivalisa com o melhor sabSo hcspanhol
o he superior ao sabo americano, que se
vende no mercado a aiO rs. a libra.
Vende-se igualmente em caixas de arroba
e a preco de 160 rs. cada libra.
Os incrdulos comprando recotihecer3o
por experiencia a veracidade do que se an-
nuucia.
Superior cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal dc Lislioa : no
armazem de Novaos & C, rua da Madre
de Deosn. 12, por preco commodo.
Velas dc car-
nairlia.
Vende-se a |-sO0O a arroba de velas dc carnaiib.i
do Aracalv na rua do Oueimado loja de ferragens
d. .
IM VESTIDO POR 2J00O.
Nova e completo surliniento de cortes de vestido
de chita de dillerenles padres, cores linas, pelo di-
minuto preco da 1$ cada corle : na loja de 1 portas,
na rua no i.lueimad" n. 10.
Km casa de Rabe Schmcltau & C., rita
da Cadeia n. 37, vende-se :
L'm pande sortimento de videos de cs-
ncllio.
LABYRINTIIOS.
Vendem-se lencos e toalhas de lauvrinlho, asen-
ado em lina cambraia de liobo : na raa da Crn n.
:ll, primeiro andar.
CAL E POTVSSA
Vende-se potassa da Kussia e americana, rhesail
neslea dias e de superior qualidade ; eal de Lisboa
da mais nova que lia no mercado : nos seas depsi-
tos na rua da Apollo o. 1 A, e 1 B.
C>! de Lisboa e potassa.
Na rua do Trapiche armazens ns. l e
11, vende-se superior potassa da Ritssia
e americana, cal virgen de Lisboa, da
mais nova (pie ha no mercado.
Moinhos de vento
com bombas dc reputo para regar borlase bai-
la de rapim : na lundicode I). W. Bowman,
na rua do Brum ns. 6, 8 e 10.
F.m casa de Saunders Brothers cV C praca
do Corpo Sanio n. 11, ha para vander o se;uinle:
Ferro inglez.
Pixe da Suecia.
Alcalro de carvao.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao l7.n para sacras. *
Dito entrancado igTial ao da Bahia.
E um completo sortimento de fazendas proprias
para aste mercado ludo' por proco commodo.
Farinia de itiandiocH.
Vende-sc superior farinlia de Santa
Catharina, em saecasquetem um alquei-
ic (medida v.llia) por preco commodo:
no arma/.em de Novaest C, na rua da
Madre de Dees n. 12.
A 3$300
Vende-seca I de Lisboaultmaman lecbagada.at-
simcomopotassadaKassiaverdadaira : na praca
dnCorpo Santo n.11.
TAIXAS PARA ENGENIIO.
Ka fundicao de ferro de D. W. Bowmann ua
rua do Brum, passando o cliafariz," contina ba-
ver um completo soriimeplo da uixts de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as qaaes
acham-se a venda, por preco commodo com
promptido: embaream-se ou carregaa-se em ser-
r sera despeza ao comprador.
Vende-se superior linha de algodao branca e
de cores, em uovello, para costara : ero casa dt
S'iulliall Mellor >\ Companlna, rua do Torres n. 38.
2 A HOMEOTATHU E
fi CHOLERA.
nico tratamenlo preservativo e
W curativo do < holc a-morbo,
H PKI.ii IMil KiK
2Sabino Olegario Ludjcei o ]
Segund eirri.
A benevolancu com qe Tai
fA lo publico prmeira ediefS*
2 calo, esaaUda do curto SSaaf)
tes nos indu/io a rnmprcsaa*"
Cutio de cada ejemplar.....,
Carleiras completas para IraU-
menlo do chalera c d asaltas as-
irs molestias, a..........
Meias carleiras.........
Os medicamento* o os melhores
Consultorio renlral iisaeaaai
s
m
w
0
d* Sanio Amaro (llaado-Nove
^0crnt)t>i fttfa.
Ile-appaiereu no da >3 o> aalaaaa p. aa*
escravo pardo de oome J*e Kiliatw. eatataanslsi aa
illuininar.io por Jos Marreea, e ha ramada, rea m
-cuouiles su'nae-: baixa, pasa Bar asm
qoaado auda qaa parece qnerda queim.ida ale o braco, e leat MU da
suprnie-w ler fgido para o Km Grana* da
onde em oalubro da auno pasudo Sai ataa* peta
mesma causa, lev. calca da era aaairtlto a ra-
nnsa de chita francea : qaem a petar leae-a a an
senhor que aera cenervumenle i
leo do Terco n. 16.
I>i: bordo da harca Santa Mara
ausentou-se desde o da 31 donua
vo l'aulo, crioulo, alto, magra,
curios, quem o pegar ou delle dar aadriaa. *n
ja-se a rua da Cadeia do Recie casa da Manoel
lioncalves da Silva, que o recoapnasira.
l-'uu'iram de bardo da Ifigasa^Unaral aaihai.
do rorrele, oa e.rr-\.- aegaiato*: Ijim,. ivx
Ansola. idade jai nnos, easr prela, ros!, coatas*..
uarii chalo, ollm prelo., barba cerrada; a J.
rumio, idade .* anno., cor parsta,
uaiit regular, cabellos ernos, oMm
cerrada e bicode, pera** torta* : rasa-sa .
dade* polica** o rpita** de canta* da a t^
derero e levar a raa d Cadeia do Kecife a. ,
erao recom|>ensado*.
Iiede J3 de abril d**te aaaa
iba de nomc Manoel, do idade 15
vado camisa do algodaminbo e raer* da rewado. nata
falta de om deale aa freale e anta twaaiia nn *a*l,
appi.e-se eslar ero alum losar prrto d**la
ltalo de forro, pois roasla ler *** tita aa
da Pas.agrm, viada dc tova.
S.hhado, 1H do correle, faca da casa
Pinto de l.emn. Jonior. Irnda-a rnaadasto a
Sr. Siqoeira ,' l**r*ira, d'onda aa* vaHoa. .
Uto escrava, de nome Sunnlici*. e*tatara aMa, <
do corpo, pe* crosom a aadar imalar. (*** do caen,
barban*, falla er** e poaeo clara, ran*a***>*a a
idade 35 10 ann**, caa*ta aadar par *** anmsna-
Iiih a jurar : roga-sc a* animidad* nasMnaann*aat-
dom prender e levar a cao* do aaaaaciaata ; a Vinho do Porto
Vende-se vinho do l'orlo das mais acreditadas
marcas, em caltas de urna e duas dunas, e em barris
de qaarlo, quinto, oilavo e dcimo, por precos com-
modos : na rua da Madre de Heos, loja n. 3*1.
CERA DE LISBOA.
Na loja de Jos Antonio Moreira Das, na roa No-
va o. 35, veude se cera em velas a t?-280 a libra, e
em bogias a 15110.
Na rua do Vigario n. I'.l, primeiro andar, ven-
de-se vinho do Porlo d* superior qualidade da bem
conhecida marca liW em pipas, barris e caitas de
urna e duas duzias de garrafas.
for preso para a* bandas da Kii I'*** aaare-
goero ao Sr. lea*at-earoa*l Jete Le* d*> CaaaV-
luis, a quem mesmo perlence. lia sanan aaaa da
Joo l'into da Lrroos Ionice aada (unta ha i
um roer aro aegro crionto do oosaeC
de 10 anno*. poaeo m*aa. e.lalora
cara e barbado, levando calca: ai
qoem o pegar o levar a casa do dala, aa raa do An-
uir n. K. oa der ahi milicia da lanar na jna a *W*
I ir* lo se acha, cara' gan*ra*a*aea*1a rertmpeauao.
No dia 18 do correntc palas oju anana
da manliaa rugi um iiegro por noajc Anto-
nio, o qual he de nacao com os signae a-
guintes : cor futa, pouca barba, nana i.
quarto direilo, os p.s apalhetados, e m pe
do lado direito tem algumas costuras inai-
lando calor de ligado, levou catea azul ata
riscado, camisa azul, chapeo dc palha : cata
negro tem um irasSo que he rnrtsdea m
carne nos acouges da freguezia dc Sanaa An-
in io, .sendo este o seductor daqurltc, *s>-
.: iindii que se lem sabido ; foi escravo m Sr.
acadmico Antonio Kogerio Freir de Carva -
Iho, morador atrada malnz da Roa-Vista,
leudo viudo com o mrsmo acadmico 4a A-
-ua-Preta, ulvcz i.unnssc esta estrada ; wa*
lano pede-sc a todas autoridades ostde i
mesmo for encontrado, r oa capitaes da) cam
po hajam dc aprehender, ou leva-lo aoseu
legitimo senhor abaixo asaigaado aa raja
larga do Kosario n. 18, que generosanaenie
paga a quem o trouxer.Bernardo 4 Cet-
queira Castro Monieiro.
Kogio do enaenIm I aqaar* ancrav* de car ca-
bra, por nome Manuel, de idade J.i aaaos.oMm* pre-
lo.. cabello cacheado, aliara recalar, cana falla V i
denles ua frente do qaeit.i wperier, lean i naarr.
na* fontes de sinapismo*, (serna* a pes on *
grosao, tero um taco lirado de aaaa dw arrlhas, I.Mj
desembarazado, lem ama eiealrii esa aaaa
las, lem de costme f.isir, e j.i teta nd*
rua : raga-ie a todas as anloridad** i
campo a apprehencao do dilo escravo. hroana a
roa di i ,iim, casa n. I,, de Jos Cavatraati Laa*. ajBa
serio generosamente recompensa*'*.
Vende-se .im e\cellente cario de qua-
trorodas, eom um.i das melhoresparailnM
queaqui ba: na cocheir? do Sr. Adolpho
Bourgois, rua Nova n. til.
A verdadeira fp'aelia inglcz-i n. 97,
em l> nicas de !."> dtt/.ias de potes: em ca-
sa de Jumes Crabtrcc (S C, rua da Cruz
n. "-2.
XAROPE
DO
BOSQUE
l-'oi transferido o deposito dcste tarop para a bo-
tica de Josc da Cruz Sanios, na rua Nova n. .VI',
-aralas :>v,un, e meia- ..-ono. sendo falso lodo
aquello qoe nao for vendido neste deposito, polo
que se faz o presente aviso.
irilTAHI PARA 0 PIIL1C0.
I'ara corada phtyaieaeni todososseusdillerea-
tes graos, que r mu nada por couslipaces, losse,
asllima, pleuri.escarros .lesangue, dor decs
lados c peito, palpitacSo no coracao, coqueluche- uu Agua-fra da Ireguezia de Loareaco
bronchile, dorna garganta, e lo'das asmoleslias "
dosorgios pulmouares.
Continua a estar fgido
dc naci Cassangc, de idade de 3a anana fiar i
mais ou menos, altura regular, csagaeim nn sar-
jar, cor prcu, rosto redondo, sera baria, resta-
limpas, cheio do corpo, e conversa posara fe,
escravo dos berdeiros do finado Castao < .o*sralvc-.
da Cunba ; ha qaasi certeza da andar para as
partes do sul dcsia provincia, se siguen seailar "
dito escravo fique certo de que o dono ba dr nvore-
ler rom lodo o rigor das leis contra n ace*ujnr, e
a quem o capturar prometiese pagar cora aaaern-
sidade, sendo eonduzido a la da finia n. t>4 se-
gundo andar nesta praca, ou no ennenho Crasarrt,
Relogiot linos de patente nglez.
Ditos ditos de |iatente suisso.
sabaosupe ior da muilo acreditada fa- Couros de graxa.
bnca da viuva de Delphino Goncalves Pc-
reira I.una : veinle-se pelos precos aliat-
\< declarado;: :
Aniarellode I- qualidade 100 a libra.
Cimento.....70 a libra.
Ervilhas sectas em arrales.
Vinho do Rlieno superior.
Conservas aliiiienlarias de I
dades.
Tudo por preco commodo.
I ua I i-
|HE MUITO BARATO.
Chalas de merino de lindas cores com ri-
cas palmas bordadas a matiz pelo diminuto
preco de H ; na rua do Queimado n. 22 na
loja da Boa l', defronle da loja da Bos
l'a m a.
Mata.
tocio hoiilem as 7 horas da neis, ata san ai
mulato, de nom* 'I liorna/, alto, rclorcado da e*rp.
com marcas de bcviuas, pernas ciosa* o ssSJasauv-
i ras de cicatrue* as canellas, falla caca asesta nana -
inlao ; lesou camisa de panno aial grosa
i da de ourello branco as liomarcora* c
| abarla na frente ero forma de palito : -le
he natural da l'arahiba. loi cetra* da Sr. Rua Nova n. 18 loja de II. A. Caj;& C. con- | lloelbo qoe o bouve por heraaca d* **sa sora lasa)
linua sempre a ler um grande sorlimeulo de obra i Jotquim de Souza d.iqucl a ridad*, tai
feitas de alfaiate, tanto superior, como mais me- pelo abais-o aisnado -
rior, ramisas francezas, brancas e d* core, era- I Vaseonccllos Jnior
valas, rolaiii.los,chapeos frauceies, ditos d* sol, de fr'soejia dn Pilar da dila proviaeia : ajassa
seda e paiuiiiilio,suspensorios de borracha, meias para leve-o arua da I .nncordia a Pedro Aalooiso Ta,
ailaras, bomana, meninos, ta/endjs para farer-.e | tsuimarc, qaa sera" a aaaaBHBaata aaW
u.iquei a rnaoe, r toi nniai.4.
do o Sr. lliUrio d* Alise-,d*
r, morad*, ao cacoafc* Ta.,..
qualquer obra de i'iirommenda com a maior presle
a bom desempeulio, em liiu qaalquer pessoa que
vier a esta loja, tirara um faci complelo c por pre-
co mais commodo do qaa em oulra qulquer paila.
Kecife I. dc oulabro dc iKal.
I'edr* Aatexio leitetea
l'EKN.: TYP DE M. F. M PAKIa

MUTILADO


ILEGIVEL


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