Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07632


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Full Text
ANNO XXXII N. U
i
Por 3 mezes adiantados 4^000.
Por o inezes vencidos 4,500.
DIARIO
TER;\ FEIRA II DE MYEMBRO DE 1856.
Por anuo adiantado Ifi.s'OOO.
Porte franco para o subscriptor.
BUCO
MVCARREGADOS DA SUBSCIIIPCAO' NO NORTE
Pinaiba, Sr. Gerrano Y. da Httitididi ; Naul, o Br. Joao
uirn I. Partir Jnior; Aueiiv. Sr. A. da Lemoi Braga;
Ciara, ale. J. Joaa daOliraira; Miranhio, o fr. Joaquim Mar-
ina (adriguei; Piauhy, o Sr. Domingoi Hirrulano A. Peno
Unna; Par,Ir. iuillnianoJ. Iimoi; Amuonii.o Ir. Jara-
njm ala Cata,
PARTIDA DOS COR REOS.
Olina : todas os iaa, a 1> f moia horaa rt> da.
lajiaansai (iuiaaaa e l'aiaioba : as anriviitu a rnlaa-faira<
S. Am.,.., neaonva, boatejCaraar, 4iinti> > Garaaaaaa : aa
s. l.oun'HMi, l^i.-iiMlm, Natareta, Ltamiro. Orejo, Paiai
.oir. Florea, Viii.,-11, lia, Baa-VtaU, tancar; r Bii : aaa *ea
Cabo, Ij.oiuca. Svrinii.em, RIo-FOna*, '.na, Itarrairol,
Pinieiilc.ra* r Piala! : qaintas-leiras.
I i os cortt'ioa parlen a. 10 haraa da irnh'j.
ras*
A aja
rOrira.
faa-
Mnw,
l'rcu
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommarcio i legunda aquinlaa.
Rtlifao : lercai-ftirai a aabbadot.
Faitndi : quanai a aabbadot ai 10 horai.
Julio do eommarela: itgundu n 10 horaia quintil la naia-dit,
Jnio da o rphaoi .- iigundu a quintil ai 10 hotai.
Primaia tarada efril : ngundii a mjui ao miio-dii.
Stg-indi tara da tiral: quartaa ubbidoi aa maio-dla.
KPIIKMERIDI'.S DO HEZ DE NOVEMBttO
5 Quirtoeretcent at 3 horat minum- a 48tagundoi da I.
U La chala ai 7 hura 23 minuto a 48 tegundni da m.
IV Quino minguente ai 8 horai,13 minutla 48iljtandoi di m
27 Lu nofiai 2 horas, 2i minuloi .48 legundoidl Urda.
_ PHKtMAR DEIIO.IE.
Primeira aa 3 horas a 42 minuloi di larda.
Sigundl ai 4 horaa e 6 minuloi di manhti.
DAS DA SEMANA.
1" Segunda. S. Andir Avclioof. : S. .Nvmpba.
11 Terca. S, Marunlio h.; S. Verano b."
12 Quarta. S. Marlinho p. ni. : 9. Luvino p. m.
19 Quinta Ss. Arcadio e Paulrlo Mm. : S. Cehina v. m.
14 Seita. S. Abilio dic. : 9. Gurial m.
1.) Sabbado. S. Clemenlino m. : S. Filomeno ni.
lli Domingo. 21. S. lionc-alo de Lagos ; S. Edmund li.
KXC.tltltKCAIMtS DA SCBSCRIPTAI >- m
Alagoai,o Sr. i.laudina Falro Da : Oabia a>t. .
lio daJanairo, Br. Joao Paraira Martina.
i.m pkh\\iii!n;o.
O propr iata rl a da DI AIIO M anee! Fign.iraa da Parta, M
lirnria, prici da Independencia ni.laS.
PaVBTl af FiClAla
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel general do commando daa arma da
Parnambac, na cldade do Recite, era 7 de
ovembr.de i S.".l>.
ORDEM DO UIA N. 36fi.
O marechal do campo commandanie das arma*
fa/ publico, para scienria da suarnicao, c devida
observaocii, os avisos do ministerio dos negocios da
guerra abaixo transcriptos os quaes lite foramtrans-
meilidos por copia, rom odicios da presidencia da-
lados de hornera.
AVISOS.-
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios da guer-
ra om 17 de outubro de 1856.
Illm. e Exm. Sr.Bespondendo ao sen offirio,
sob n. 391, e data de 3 do presente mez, declaro
V. Exc. que nao annno a nomeacao do lenle
Joaquim Fabricio de Mallos para o lugar de aju-
danla da directora das obras militares dessa pro-
vincia, por nao ter elle as necessarias habilitadles
para liem desempenha-lo, e por nodever nem po-
der ser distrahido do servico do corpo a que per-
tence.
Dos guarde i V. Exc.Mrquez de Caxias.
Sr. presidente da provincia de^Pernambuco.
Rio de Janeiro. Minisleriodos negocios da guer-
ra fin 20 de oulubro de 1856.
Illm. cExm. Sr.Nao Icndo OCapitiO lirazilio
de A mor i m Bezerra, nomeado para ir coadjuva-lo
como engenbeiro civil e militar o director da colo-
nia militar de Pimenteiras nos Irabalhos da domar-
cacao dos terrenos da mesma colonia, direilo ao a-
bono de vencimenlos de commissao activa pela re-
particao da guerra e sim pela do imperio.os que se
Ihe mandaren dar, deve pois recorrer este minis-
terio para Ihe deferir como ulgar conveniente, e
assim llca respondido o oflicio de V. Exc. sob n.
366.
Dos guarde a V, ExcMrquez de Caxias.
Sr. presidente da provincia de P6rnambuco.
Rio de Janeiro. Minisleriodos negocios da guer-
ra om 25 de oulubro de 1856.
Illm. e Exm. Sr.Accusando a recepco do
"lllcio n. 360 ale 4 do mez passado.cm que V. Exc.
remelle a representacao, que por intermedio do
commandanie das armas dessa provincia recebera
sobre a duvida en que se acha o commandaute do
2- balalhao de infamara, a quem a reparlicjio do
quartel mslre general devolvcti o mappa coma
oofrente de 1855,por se haver nelle incluido Tar-
damente do anno antecedente, allegando aquelle
commandanie que laes objectos sao de ordinario
recebidos mozos jdepois de expedidas as no^essarias
ordens que se repulam promptamente cumpridas,
declaro a \ Exc. que pode-se em o mappa de um
anno inc'uir o que pcriunce ao antecedente, com
tanto que as precisas declaracoes facilitem a dis-
i-n miiuii; id do que he relativo a um e outro anuo.
O que ludo V. Exc. far de* ida memo constar.
Dos guarde a V. Exc.Mrquez de Caxias.
Sr. presdeme da provincia da Pernambuco.
Circular.liio de.laneiro. Ministerio dos ne-
gocios da guerra ein 2a de outuhro de 1856.
Illm. e Exm Sr.Tendoa experiencia mos-
trado que a disposicao do aviso circular por osle
ministerio, expedido cm 15 de novembro de 1844.
longo da remediar o mal residanlo das transferen-
cias que as pracas de prel faziam do que se Ibes
dorio, ollende o direilo. que lodo o individuo tem
de livrementodispi'ir da sua propriedade.
Ha S. M. o Imperador por bem determinar, que
flqne de nenhum ofTeito, o citado aviso circular na
parle relativa a prohibido daquellaslransferencias.
O quecommunicoa Y. Exc para seuconhecimn-
lo e execucao.
Dos gnarde a V Exc.Sr. presidente da pro-
vincia de l'crnamhuco.
Ordem addicional a de n. 360.
O marechal do campo, commandanie das armas,
declara para conheciinenlo dos curpos desla guar-
nico, e devida observancia, que a presidencia em
dala de 5 do correntefoi servida, adoptando a pro-
videncia indicada pelo mesmo marechal em ofljcio
de 14 do mez passadosoli n. 795, relativamente
ao modo porque deviam ser recebidos na ili-soura-
ria de fa/enda os vencimenlos adiantados para as
pracas destacadas no reconcavo da provincia, deli-
berou que cessando a pralica al aqu seguida de so
receberem laes vencimenlos por cautelas, fossem
de ora cm dianio lirados opporiunameule por um,
dous, tres, e mais mezes segundo as distancias as
relaces do mostra, c.arragando-se integralmente a
cada praca a quanlia ndianlada, com a soguiule ob-
servado.Tirou-fe-lhe vencimenlos al tal lem-
poe as relajo es posteriores abonado dos scus
vencimenlos al tal tempo, indo em brinco a con-
labilidade durante o lempo que comprehendeu o a-
bono.
O commandanie das armas recommenda SOS se-
nhores commandantes dos corpos, quo nesie ramo
do servicu exergam.como Ibes cumpre, a maior lis-
calisaco para evitar-sc duplcalas de pagamen-
tos.
TRIBUNAL DO COHHERCIO.
SSSAO JUniCIARIA EM 10 nE NOVEMBRO DE 1856.
/'residencia do /:'.rm. Sr. desembargadnr
l'illare*.
Kstifonm prsenles o memlirosdo liiliunal.
rs'lo tiouveram julsamenlos.
0 Sr. deseinharsailor (iiliraua pedio dia para jul-
Ramenlo ,1a appellai;ao commercial desla cidade, em
que he:
Appellnnle, Antonio Goocalve9 don Sanios.
Appellado, Kirmiauo Jos Kodrisues Kerreirn.
1 ni marcado o primeiro dia ulil.
Innoceucio Anliine* de Icarias Torres,
No impedimenlo do aecreUrio.
PI IX E LORD l'ALMERSTON.
{Pelo condr de Monlalembtrl.,
t'uHclitfiao.
Pela minha parle. Dio desejanilo dcminciar-vos
nem insallar-voa, mo empreuarei costra viis a lin-
cuasem que sem escrpulo einprevain, no somenle
o vossoh eacriplores de opsculos e de Saleta, e-
iiii i-uii!i-m os vossos minislrov e enladislas contra
principal e naces eatrangeirai. Distingo hem o
enio moral e social de lona crande na^ilo dos er-
ros modernos de sua poltica eatrangeir. Essas
censuras que me sao arrancadas prla turca da ver-
dade e pelos pericos da Europa, assim como pela
sua -iin.ir ni que estis creando, eu as Taco somenle
em deleza propria. Nao me encorpor aquellea cuja aversao cp;a quereria loruar-vos
odioso as Mefte* chrslba. Nos annaes de todo,
os puties acbamns crimes, excessos e lrai(es aein
numero !
Os uossos ali! estilo ciieios de ludo is'o ; mas
quamlo algnem aaannaa a allitude dejuiz, censor e
ilmiliii, quamlo cunlrahe o que Mr. Snlnev ller-
herl Uta hem chamuo a paiiSa desgrasada i iniro-
metier- c nos nesocios dos outros povos ; quamlo
emprelien.lc inatitair um proce.so com maior se-
verulade eonlra todos os llirooos e racas, deve sa-
ber e lembrar-se que as reprealias Ao pos>iveise
lerriveis.
Alcm disao, o que lomar semprc essas represa-
lias faceta e populares, lie que o orgalho c ilurrza
da polilica de lord Palmer-Ion su pniicipalmenle
dirisidae eonlra os Iraca*, comra os pei|ueuns, e que
lialaii lo ci.ni o- pojprosos e furles, sabe perl'eila-
menle ampregac todaa as altenraaes e todas as pre-
caucoes que M usos das nacata civilisnilas e as
delongas aalnlare da diplomacia Irazein com-
glBO.
Dttijo-maasora, |.oi pareaUheM, aquelles que pu-
dem crer que lord Palruerslon he sonient; aniado
i pelo odio ao calliolicismo e ao papado, e que ein
Inglaterra, como em ouiras parles. Ihe perdoariata
de born erado qiialquor weaaaa conimettido contra
um tal adversario. Conaiderem pois o sen procedi-
menlo para com a Grecia. Nao havia l nenhum
interesse callmlico em jago,a todava que terocidade
nao desenvolva elle contra aquella traca realeza,
eonlra aquella naci apenas oftsapada das jarras do
mais ahnminavel .despotismo, eonlra aquelle pe-
queo pavo, esperanza e geratefl da civilisacao no
Levanle. enllocado dehaito da salvasuar.la ilas mais
nnbres memorias hisloricas, das mais senernsas svm-
pathiaa do nosso lempo e das solemnes eslipulacoes
do direilo europeu ?
Com que perseverante anrnosHade nilo perseguio
elle aquella pobre Ierra, que ludo dataria recom-
mendar ao sen cuidado e indulgencia '.'
Qoea he que -e ii.ii lambra deesa iwaleale in-
vectiva eonlra o re Olhflo e sen goveruu, ao qual
acusou ronnalmeule de eorraptaa e complicidade
com o roubo.
(.luern se nao lembra da ridicula e revollaule his-
toria desse l'acilico, cujas qucios deram luzai a que
se expedisse ao Pireu urna esquadra. digna de urna
lula eonlra a Franca oti contra a Russia, lodo por
causa do pagamento da iniseravcl somma de tres
mil trancos '.'
I'oi esse tambem o pretexta para o grande dis-
curso ein que o ministro proclnmou com Io rara
eloquencia os direilns inviolaveit de Indo o eidadSo
oii protegido ingle/., annuncion as re-oluces que
liaba lomado de dar a cad um de seus cliente o
direilo de nerlurhar o muiito, antes que soltrer a
nE
PAULO DE ASPREMONT.
<>"llh>.
roRlllEUPHILO 'AIITIER.
IX
A observacAo da Paulo sobre os cornos dados pelo
conde da Altavilla parecao alegrar o commodore ;
Vic torrio mostrando seus denles caninos, que bri-
Ihavam com airara Teroz ; Alicia com um rpido
olliar pareceu faztr ao amigo urna pcrgiinta que fi-
cou sem respu-la.
Itouve um momento de silencio incommodo.
Os primaba* minulosde urna visita, mesmo cor-
dial, familiar, esperada e renovada lodos indias, sin
ordinariamente embaracados. Durante a ausencia
anda que tenha sido de poucas horas, t,irmoa-se err
torno de cada um urna aimosphcra invisivel, con -
Ira a qual quebrase a elTiisao. He enmo um gelo
perleilamenlr transparenle. que deixa ver a paiza-
gem, e que nem o vo de urna mosca alravessaria.
JSilo ha nada na apparencia, e todava sente-se o
obslacalo.
Um pensamento secreto, dissimulado pir grande
uso da sociedade elegante, preoecupava ao mesmo
tempo as Ires personagens desse grupo, que ordina-
riamente eslava mais a cc-mmodo.
O commodore revolva os dedos |mllegares com
inovimeulo machn 'I. Mr. de Atpremonl conlcm-
plava obstinadamente as ponas negras e polidas dos
cornos, que prohibir a Vic levar como um natura-
lista, que procura chanflear por um tragamento urna
especie desroohecida ; Alicia passava o dedo pelo la-
co de fila, que ciiiuia-lhe o rouplo de cassa liocin-
do aperla-ln.
Fei miss WaTd quem rompeu o silencio com a li- i
lenla it jovial das mocas mglezas, alias lilo modet-
las e tao circumspeclas depms do casamenlo.
Na verdade, Paulo. *oa*e nao heamavel de al-
gara lempo a eata parle Har-se-ha caso que sua
galantana seja como essas plantas, que ni podem
deaabrochar nos paiiea triol como a Inglaterra, e cu-
jo desenvolvimenln ha impedido pela alia Icmpcra-
lura desle clima'.' Como era allencioso e solicilo na
nussa casa do l.incolnslure Eiiln eslava sempre
alegre, bem frisado, prnmptn para ajoclhar dianle
do dolo de tua alma, emlim, como represeolam-se
os namorados as vinhelas dos ro*nanres.
Amo-a como sempre, Alicia, responden Mr.
de Atpremonl com fot profunda, mas em lirar os
nllins dos cornos suspensos a urna das columnas an-
tigs, qoe susleulavam a lalada.
Vosse diz iaao em Inm (So luguhre, que fra
misler ser mni vaidosa para acredita-lo, conlinuon
mis- VV.ird ; peaao que o que agradava-llie em mim
era minha 'ez paluda, minha grars vaporosa es>c
eslado Hava-me certo encanto romanlico que ja
perd.
Alicia nunca vosse foi mais bella.
Silo palavras, como diz Shakspeare. Eslou l,in
bella qiii. vu-r- nao digaa-se de olhar para mim.
Com effeilo os olhos de Mr. de Aspremonl nao ti-
nliain-se dirig lo ama s vez para adonzella.
Ah 1 disse ella soltando um grande suspiro c-
micamente exagerado, vejo que loroei-me urna al-
l".ia vermelha e vigorosa, tem a menor di-iin-r i ,,
incapaz de figurar no baile de Almanak, ou ein um
Vide Diario n. 2t>.
livro de formusuras, separada de um soneto admira-
livo por urna folha de papel de seda.
Voet diverte-ac em ealnmnlar-w, disse Pau-
lo com as palpebras ahaixadas.
Vosse obrara melhnr confessnndo francamente
qoe eslou hirrivel. Vmc. tambem he culpado disso,
senhnr commodore ; com suas azas de fraugo, suas
coslellas de carneiro, seus lumhos de vacca, seus cu-
pos de vinho das Canarias, scus passciiis a c.ivallo,
seus banhos, seusexerc cios gymnaslicos fez-me ad-
quirir ela sada vulgar, que dissipa as illusoes pue-
hcas de Mr. de Aspremonl.
Atormentas a Mr. de Aspremonl, e loaban de
mim, disse o commodore inlerpellado ; mas enl-
menle o lambo de vacca he substancial, e o vinho
das Canarias nunca fez mal a ninguem.
Que desensao, meo pobre Paulo deitar urna
ere dura eatiemameulc delgada, e adiar depnis o
que os me lieos e os pas chamam urna moca de boa
conliluicin .' Has, OOtJt-me, ja que vos^ Bao tem a
coragem de enrarar-me, e eslremece de horror : peso
sete oncas mais do que quandn san da Inglaterra.
Oilo oneas interrompeu com oraulho o com-
modore, o qual Iratava Alicia como leria podido fa-
z-lo a mais lerna mai.
Sito oilo oneaa justmente '.' To lerrvel, qner
deseucanlar para sempre a Mr. de Aspremonl'.' disse
Alicia alTeclando deslenlo por tambara.
Einquanto a don/.clla provocavo-o por esses gra-
cejos, a que mo se leria enlrcgado sem grives mo-
tivos, .Mr. de Aspremonl dominado pala -u i idea fi-
xa, e nao quereudo damnificar a miss Ward com seu
olhar fatal, lilava-o sobre os cornos, ou deixava-o
vagar pela immcusa exlensao azul que ilescnhrc-.se
do tarrago.
Pergunlava a si mesmo, .se nao era de sen dever
fugir de A'icia, anda que p'assasse por homem sem
fe e sem honra, e ir acabar rial J.B agrrrrrs" Ijba
descra, na qual ao menos ajellalura se exlinguiria
por falla de olhar humano, que podesse ahsorvC-la.
J sei o que lorna-o lata soinliro t 1,1o serio,
disse anda Alicia ; a poca do nosso casamento esl
marcada a um mez. e vosse recua A dea de ser o
marido de ama aldeaa, que niio lem mais a menor
elegancia. Iteslilao-lhe sua patarra : vosse poden
casar com minha amiga miss Sarah Tmplelo!!, a
qual como hem poueo e beba vinagre para ser del-
gada.
Esla iroaginaeao prodotio urna hilandade, ,i qual
o commodore o Paulo associaram-se franeameole.
Passado csse accesso de riso, ella dirigio-te a .Mr.
de Aapreinniil, prgou-lhe da nuio, conduzo-o ao
piano enllocado no anzuln do lerraeo, e disse-lhe a-
brindo urna peca de msica :
Meu amigo, vossr nao esla hojcdisposlo a con-
versar, e aqnillo que niio val a pena de dizer-se,
canla-je. Vamos eulreler-nns rom esle duetno ;
o acompanhamenlo nao he diflicil, coinpe-se quasi
somenle de accordos.
I'aiilo ass-nlou-se no lambnrele, e Alicia ficou
em p junio ilelle. O commodore rcenslou a cahe-
ca, estendeii as pamas, c lomou urna allilnda de
hemavenluraiiea mlecipada, porquanln tinha pre-
lences ao dilellanlHmo, e allirm.iva adorar ,i mari-
ca ; mas. desde o sexlo compassn, adormecen cmn o
somno dos justos ; somno que, a despeiio dos mole-
jos da sobrinha, obtlinava-se em chamar cxlase. I
posto que aconlecesae-lhe a- ve/es roncar, lymplo-
m.i hem pouen exttico.
O duellino era orna melmlia viva e ligeira do gos--
lo de Cimarusa com lellras de Melaslas, e que n. o
podemos definir melhor do que comparando-es* a
urna horbolela, que alravessa muilas Tetes un. raio
de sol.
A msica lem o dnm de ingeniar os mos *Jp",M-
los : no lim de algumas phrases Paulo mo pen-i.' '
mais nos dedos coujuradoret, nos cornos mgicos,\
nos amuletos de coral; esqnecera-se do livro do tig-1
mair pequea offensa, e acaboil applicandoa o me-
nor lourists inglez a famosa citacao :Civis Roma-
us sum !
Porm veis nos engais, Sr., ou vos engais a
vos mtsmo. Sois mullo poderoso, mu allivo, mu
romano com os fracos ; roa o sois mudo menos com
rivaes dignos de viis Com a asistencia da Franca e
por ella impelirlo, acabastes por alTronlar e tuhju-
gar o poder da Russia; porm s vosempenliastes na
lula com a certeza de ler de vossa parle urna boa
causa e mesmo boas mancira*. e por isso vosa causa
foi abencoada pela Providencia. Obrasles do mes-
mo modo com a America no coullicto que aineacou
rebenlar e que po lia ler-se lomado tao serio. Cun
qna prudencia, cmn quo reserva, com quo sahedo-
na nao conliveslcs Dan soineule a levandade ordi-
naria de vossa liogaagem, seaao ale mesmo o vosso
mais legitimo amor proprio nacional I ijaao hem
pralicasles essa judiciosa ah.tene.lo de que ha das
fallaslea!
Podemos, devemoi mesmo, louvar-vos por isso,
pois se os amigos da liberdade livessem nido 'cou-
dtmnados, depois de tantas outras provacues, a as-
sislir ao cruel espectculo de una lula entre os dous
povos mais livres do mundo, nada feriis lido que
exprohar-vos ; dizei-nus pelo amor de Dos, porque
razo nao exerceis essa absientan, essa moderacilo
para ruin os fracos c pequeos'.' Com elle- cerla-
menle leria ella sido mesmo mais legitima, mais
moderada, e de melhor goslo. Ella vos tena
salvado do escandaloso contraste entre os erueis
ullrages que prodigabais ao rei de um eslado de
HUO.IHM) almas, e a humilde resignarlo cora que a-
ceitais a despedida de vosso embaixa.lor pelo chefe
de ama nacAo de gi i.iiiki.ikvi de homens. A hislo-
ria, crede-me, nao vos puupar esle contraste. A
historia dra que ninguem inverleu nunca com
maior descaramenlo a nobre mxima em que Vir-
gilio resumi a historia dos Romanos, vossus mo-
delos.
Parcere suhjeclis, el uebellare tuperbo'. n
Nao he um ininigo d.i Inglaterra que assim
falla.
Nao ambiciono nem desej o pobre e fcil Irium-
pho qoe em um corlo publico obleem cortea aulores,
cuja ignorancia desprezivcl, ou indigna mi 16, fai
os juizes compelenlet encolherem os hombros. Nen-
ias mesmas paginas teulio escriplo o que pensei da
grandeza social e poltica da Inglaterra, de modo a
nao temer ser jamis confundido com seus detrac-
tores habituaescom aquelles que inventan) crimes
contra ella, que Ihe etprobram mesmo soas virtu-
des, e ludo por odio a essa liberdade que ella
quasi s lem a honra de representar na Ivjmn.i
moderna. Fallo como um homem que he orgulhoso
de ler podido render-lhe urna assignalada homena-
gem e de ler visto essa homenagem obter urna no-
toriedade inexperada. Soa orgulhoso lambem de ler
provocado nesla occ.isiao o i.....ni e a censura dos
apologistas do absolutismo publico e dos apostlos da
perseguido religiosa. A forca e a gloria do poro
inglez 'eu o leuho registrado nesias paginas con-
siste em saber soflrer a verdade, dizer a verjade a
si e de si. A Inglaterra lem isso do commum com
Alhenas, com Roma repuhlicaua, e com a l-'r.me i
liberal. Ella nilo Impde neiihoma reserva j critica,
nao a condemiiaa oeuhum disfarce ; nao enco-
bre a verdade nem a juslica com alloabe*, mas sabe
lambem que o direilo de dizer tudq involve o de-
ver de Indo ouvir. Forneceudo a seus adversarios
argumentos e provas, ella moslra-se pouco empe-
nhada em desarmar-Ibes o odio ; senle-se bstanle
forle para alirouia lo e na mesmo lempo permute
que seus mais sinceros e anteles a moradores d-
am-lhe as mais duras verdades, certa de que suas
aberraces niio prejudicaro a grandeza de sua mit-
,o nem a solidez de snas inslitoices.
Sejam miabas pal ivras lidas, Iraduzidaa e com-
nienladas na lnglalerra ; longe do temer isso, cu o
desojo e nao receio o juizo de nenhum inglez inde-
penoeole, nem mesmo de nenhum proleslaule de
boa fe.
Perm a jaslica que me aproa de reoder s Int
HtOMSoi ecosluines poiftieo* da Inglaterra,nao po-
de prevenir que en ache iiicouleslavelinente supe-
rior a pulilica exterior da Franca de 181 i pa-
ra ct.
He por issn <|ue confio que c genio e missao de
miiilia patria bao de preservar a igreja a teu chefe
dos pengos com que osameaca a poltica revolucio-
naria de lord Palmerston.
A espada de Franca esl em Roma conm em Alhe-
nas, e bem que eu esleja lange de collocar sobre a
mesma liuha os interesses que ella lem que delea-
der ne-i), dms mu or,es cidndes. consolo-me com
a rellexaode que no Parthenon bem como no Capi-
tolio, ella sabera deleuder a fraqueza e o direilo.
As memorias Gloriosas ligadas balalha de Nova-
rino e expedigao romana mo podem com impuni-
dade ser aiaiada- entre nos. Nunca nos persuadi-
rn a renunciar essas cnnquisias da fe e da liberda-
de, n a delia-laa como presa, uini a auirchia eoo-
Ira ao islamismo.
A alli.nca anglo-franceza he a chave da polilica
moderna e a mais bella victoria da civilisacao libe-
ral ; porm se ella deve durar e consolidr-se, oa
estadistas Ingletea devem renunciar as suas injurio-
sas e aggressivas denuncias eonlra a religido da
FraiHJI; cerios de que ella nao se deixar arrestar a
renoraego das teulaiivas eilas por Phillipt Relio e
Vapulean I, de por mos no papa. A Franca de
uossos dias lem toOfido mais de urna Iransformaco,
lem renegado mait de um credo, lem illudido mti*
or Valella, e de lodas as medilaees da Jellalura.
Sua alma subia alegremente com voz de Alicia a
um ar puro e luminoso.
As cigarras calavam-se para ouvir, e a brisa do
mar, que acabava de levautar-se, levava as notas
com as pealas das flores Muidas, dos vasos sobre a
horda do lerraeo,
Meu lio Ourme como os sele dnrmentes em sua
grua. Se elle nao eslivesse acoslumado a isso, seria
para ofTender nosso amor pro|uio de virtuosos, disse
Alicia fechando o cademo de msica. Emqnanlo elle
repousa, quer dar um passeio comigu pelo jardim,
Paulo? anda nao muslrei-llie meu paraizo.
E ella tirn de om prego cravado em ama das co-
lumnas, donde eslava suspenso pelas filas, um largo
chapeo de palhinha de lloreuea.
Alicia lindes-,iva a respeifo da horticultura os
principios mais extravagantes ; n.i quera que -e
colhessem as flores, nem que se cortassem os ramos,
e o que -agradara Ihe nessa qoinla era, como disse-
mos, o eslado inculto do jardim.
Os dous mocos abriam passagem pelo meio das ar-
fo*! ; Alicia la adianle e na de ser a paulo acon-
tado pelos ramos que ella rfsriava. Apenas iiera
una rala pasaos, um gribo, como por ttareamra ve-
getal, arrebalou-lhe, e releve o chapeo de palhinha
eleyando-o lano que Paulo nao poje alcanca-lo.
I Vli/.inenle as oreare* eram mu frondosasi e o sol
laucava apenas alguns sequins de ouro sobre a areia,
por entre as tullas.
Eis-aqui man rcliro predilecto, disse Alicia
designando a Paulo um fragmento do rochedo pitto-
resramente quebrado, e abrigado por nm grupo de
larangeiras, cidreiras, lentiscos e murtas.
As'cntoo-se em urna anlracluosidade lalhada em
forma de cadeira, e acenou a Paulo que ajoelhasse
dianle della sobre o denso mosgo secco, que alcali-
fava o chao ao pe do rochedo.
Ponha suas duas mos as minhas, e olhe hem
par*' .mim. I>e boje a um mez serei sua esposa. Por-
que he que seaWolhos eMlam os meas ?
Com effeilo Pauto lorn.'ndo as suas medilaees de
jellalura desviava a visia.
Receia ler nelles uir- pensamculo conlraro ou
cu'pado ? Rem sabe que n >inha alma he sua desde o
da em que roste levou a meo lio a cana de rerom-
mendaeao em Rchomond.. Son da raea das lugle-
zas ternas, romanlicas e jllivas, que loinam em- urna
hora um amor quo dura '"da a vida, talvez mais do
que a vida, e quem san: amar, sabe morrer. Crave
us seus olhos nos nieiis, eu o quero ; nao shaixe as
palpehras, nu vollc-se, um (idalgo, que nao deve temer sen.lo a lieos, dei-
xa-sc assuslar por vis sui"-'rs'ices. File em mim es-
ses olhos que vosse jnlga 18o terrlrela, c que sao pa-
ra mim lio suave*, poroto* nelles leio seu amor, e
veja se anda icba-nvl asss bella para condu/.ir-me
quando formos ca-'d s a passeiar em lly.lc-I'.irk em
carruagem rtroaeoberta.
Paulo cransporlado filava sobre Alicia nm olhar
cheio de' paixo e de enthoiiasi.....
Repentinamente a donzella empallideceu ; nina
dr ag oda alravessou-lhe o coracu como urna tre-
cha : p.areceu que alguma libra qoebraTa-se Ihe no
peitos'eella levnu vivaincnlc o lenco aos labios.
| -.ma gola vermelha manehoo a lina cmbraia ; lo-
'davia Alicia dobrou o lenco com gesto rpido, e
I disse :
(Ih obligada, Paulo, vossr fez-me moilo fe-
liz, pois eo coidava que vos,i nu ainava-me mais !
\
I) ninviinento de Alicia para oceullar o lenco nao
podera ser (,1o rpido que eacapasse a Mr. de Aspre-
monl ; urna pallidez horriral cobrin as faces de
Piulo ; porquanlo acabava da ser-lhe dada urna
prova por assim diier irrecuiavel de seu poder falal
a as ideas mait sinislrat alravessavara-lhc o cerebro.
U pensamento do suicidio aprieentou-se mesmo a
da nma esperanza lecilima, por cada nina das pba-
sesde nossa historia conlem|ioranea t(m servido pa-
ra apertar o laco immemorial que nos une Sania
Se Esle laco lem sido sempre reforeado depois qae
em IM i, o ii no mais velho dot Rourhous (Ao sin-
cera e lernamenle dedicado i Sania Se, foi rsiau-
rado ao Ihrono, ao mesmo lempo que o papa foi ret-
tabelecido no Vaticano.
Rem que ao principio perlurbada pela occupaeo
de Ancona, a boa inlelhgencia enlre o governo de
julho e a Sania S nao foi abalada por isso, nem
pelas lutas injustas rom o clero francez na questo
da liberdade eeelesiaslica. Ktle pode unir lodas as
grandes potencias e conquistar o assenlimento do
proprio papa para o memorndum de 1S:l| ; elle
reiiiou respeilosameule liante da repngnaucia apos-
tlica, inspirada por cerlas uomeacoes para o epis-
copado, e no acto de cahir em pelacos, confessou
qae Pi l\ era o nico homem que saina combaler
e morrer por sua causa.
Nos sabtroos lodos de qne modo as assemblas so-
beranas da segunda republiea renovaran! a obra dn
Pepino e Carlos .Magno, restituido ao chefe da
igreja sua capital sua snberania. laes anteceden-
tes commandam o futuro.
Debalde evoca Mr. de Cavnur recerdaces napo-
leoninas. astnlainente misturadas com suas doulri-
nas parlameulares. debalde da i luz urna cerla fa-
mosa caria. Iliaco he demasiadamente apparenle.
O principe que em 1819 pode com lealdade aceitar
a polilica iuleiramente differeule que Ihe foi im-
posta pela matarla legiilaiira ; esse principe, agora
tornado onico senhor, e nico responsarol pelos ne-
gocios pblicos, nao derrocar da honra de seu pas-
sado. O soberano, cojo plenipotenciario reclamoo
para elle o Ululo de lilho primognito da igrej, e
que tem justamente pnrlamadu sen respeilo e soa
gralido para com aquelle a quem descreve como
represenlante de Jess Carillo, nao deve e nao po-
de sacrificar s exigencias de lord Palmerslon as nu-
merosas e pican.a. adhesoes que sua atlilude para
com a Santa Se Ihe lem grangeado assim em Franca
como na Europa.
lalvez anda venha nm dia em que a propria ln-
glalerra se envergonhe de ler negado os direilos e os
merecimenlos do poder que ha qoareuta anuos pas-
sados ella propria coniribuio lo largamente para
ettabelecer, assim como agora se envergonha de suas
tongas iniquidades para com a Irlanda e de seu ve-
lho odio para com a Planea. E quamlo liver che-
gado a esse ponto, ella se honrara promulgando
contra soa polilica aclual a Mateaos, asura pronun-
ciada pela couscieneia irrilaaa de Todos os homens
honestos.
Paro aqui. O lempo urge. Se liouvesse ainda
ama tribuna polilica em Franca, eslas cousas seriara
nella (raladas por vozes muito mais eloquenlrs e
muilo mais dignas de serein ouvidas do que a mi-
nha. Ellas reperculiriam em loda a F,uropa e lol-
vez cuniriliiii-em. cuino em ISSe ISI no meio de
perigos muilo mais serios, para crear essa grande
correle de opniio publica, que lomou possivel a
salvaco e reslauraeao do poder punlificio.
Mas qoe importara os meio* com (anlo que se
consiga u lim ".' e con) es-e pedemos contar. Ouaes-
querque sejam as Iransforinacoes dos hoin-ns e das
eousas, quaesquer que sejam os alliados un os ad-
versarios da boa causa, o resollado sera o mesmo.
Pondo de parle a t rohusla e implicu.i le |0,|o u
calholico na dnraco da igreja, nada ha que seja
melhor pruvado na historia de uossos das do que a
proteceo especial com qne a Providencia lem eo-
berlo esse principado sagrado que, sem ser idetico
com a igreja, lem permanecido lo intimamenle al-
sociado com ella por mais ile mil anno*. O lieos
que, duas vezes ueste lculo, milagrosamente o
lem salvado, hiendo que os Rasaos e tngleaei pro-
lesesscm a eleiclo de l'io Vil em Venera, e as ar-
masdasennd, r(;,ublica:',ane-Jccns,,rri.siem para
que Pi l\ vollas-e para Roma, saliera adiar '..,
salva-guarda victoriosa eonlra a ceguelra lamenta-
re! de Mr. de Carear e contri i tresloucada nimo-
sidade do viseuude Palmerslon.
( ./ .Wi;i(0. )
GRANDE REVIStTm MOSCOW.
As tropas reunidas para a parada formaran) om
balalha em militas linlias, a infamara c a cavalla-
rra em columnas cerradas, a Entilara por baia-
Ihnesea cavallaria em rogimentos. e a anilharia
n'uma s linha. O im|)erador depois do ter pas-
sado revista a lodas as linhas reio poslar-se no
centro da primeira. A imperatriz assislio de car-
ruagem acompanhada pela gnn-d,iqueza Maria,
gran-duqueza Constanlina c gran-duqueza de 8a-
xonia-Weimar. A' voz do proprio imperador as
iropas apresenlaram as armas impcralriz, a qual
levanlando-se por (res vozes saudou o exercilo. S.
M. depois dirigio-se para urna tribuna ondeja se
arhavarn lodas as senhoras da corle. Enlo a
commilliva do imperador dividio-se ; os generaos
quo o acotnpanhavam e os generaes ajudanles de
campo, (icaram junio i sua pessoa ; e o reslo da
commilliva collocou-se direila da barraca impe-
rial.
A popnlaciio, desejosa de conlemplar o seu im-
perador.allendia pouco asordens que tinliam de exe-
elle ; nao era de seu dever supprimir-se como eme
mairaxejo, e ainquilnr assim a causa InrolonUria de
lanas desgracas ? Toril aceilado pela sua parle as
provacues mait duras, e leria suppnrlado enojosa-
mente o peso da vida ; mas dar I morle aquella a
quem amara mais no mundo nao era cnu>a demasia-
damente horrivel ?
A heroica moca dominara a sensaco de dnr. enn-
sequencia do olhar de Piulo, e qoe coincida Ido ex-
Ireordinailamente com o lio do conde Altavilla
I.m espirito menos firme leria podido ser impressio-
nado por esse resollado ieal i lebreaotural, ao me-
nos dinicil de explicar-se ; mas como j dissemos a
alma de Alicia era religiosa e nao supersticiosa.
Sua le inahalavel uaquilloquc deve-se crer rejeila-
va como coiilos pueris lodas essas historial de influ-
encias misteriosas, e ria dos preconceilos populares
mais prufundainenle arraigailns. Alem de que an-
da quando ella tivesse odmillido a jellalura como
real, e liouvesse reconhecido em Paulo os signaos
cvidenles, seu coraco lerno e brioso nao leria hesi-
tado um segundo. Paulo nao commellera uenhu-
ma acejo que a susceplibilidade mais delicada po-
desse reprovzr, e miss Ward leria preferido cahir
mora dehaixo desse olliar que ledos diziara ser lo
uueslo. a recnardianle de um amor aceito por al-
to com o consenlimenlo do lio, e que brevemente
baria de ser cornado pelo casamenlo. Miss Alicia
Ward assemelhava-.se um pouco ss heronas de Shn-
kspearecatlamenle ousadas, virginalineule resolutas,
cujo amor Mbilo nao he menos puro e fiel, e a queni
um so minulo liga para sempre ; sua mo apenara
Oda Paulo, e ueiihom nutro homem no mundo ha-
via de apcrla-a em seus dedos. Ella considerava
tua vida como encadeada, e seu pudor Icr-ae-hia re-
volcado sa idea de oulro h\maneu.
Moslruu pois urna llegria real uu lo bem Rugida
que lena eogaoado ao olatorvader mais perspicaz e
lomando a levantar a Paulo que clava ajoelhado a
seus pes pas-eou com elle pelas avenidas de llores
de plantas da jardim oculto al um lugar em que a
repetacao afaslando-se deixari avisiar o mar como
nmi Mallo azul do inlinilo. Esla serenidade lumino-
sa dispersou os (lensamenlos sombros de Paulo :
Alicia ipoilri-fl ao braco do mincebo com lana
conlianca como se j f, ss,: soa mulher. Por essa
par* c muda caricia, insignificante da parle de qonl-
quer oulra, e decisiva da sna, ella dava-sc a elle
anida mais formalmente Ir.iiiquillisaudo-oeonlra seus
terrores, e fatendo-lhe Romprebender qu.lo pouco
ajsuilavam-na os perlsos de qoe ameacavam-ua.
Ainda que ella I.....veso imposto silencio a Vico,
e depois ao lin, c alada que o conde Altavilla n.io
livesse prormnerndo o nnme de oingoem quando re-
cummendara-lhe qne se preservasse de nina iiillucn-
cia ma, todava ella comprehen lera que tratara-te
de Mr. de Aspremonl ; as palavratobscurai do bel-
lo Napolitana oto podiim ser illarivn eno ao jo-
ven Francez. Ella lambem .ira que Paulo codeado
ao preconceilo gem em aples que fax um lilla-
loro de lodo o homem de plivsionoinia um lano
singular, olgava-ie, por iueoncebirel fraqueza de
epirilo,alacado do fascino,e desviara dell? lensolhot
cheios ile ainnr Icmcndodamnificar l'o com um olhar*
para combater e-se enmeco de idea lixa rila provoca-
ra a icena que aoahamos'de deseriser, e cujo resol-
lado conlranav.i a inlcnro, pois mergnlhoa Pa-
lo mais do que nunca em sua fatal monomana.
Os dous luanles rollaran! paro o lerraeo mide o
commandore eootiooindo a snilrer o ell'eil da mu-
sica dormi.i anda em sua poltrn!. Paulo despeda-
le, c miss Ward parodiando o geslo de adeos napoli-
tano cnvioo-lhe com a punja dos dedos um beiju im-
perceptivel dizendo com voz carregada de doces ca-
ricias :
Al amanha, Paulo.
Alicia linha nesse momento ama belleza radiosa,
ajustadora, quasi sobrenatural qoe impressjnnou o
ciliar os cossacos d'Arenbaring, esquecendo-se do
seti caracler pacifico c do seu amor a obediencia, e
assim eompacla e agitada se agglomerava de encon-
tr as fileiras de carroagens e treus de todas as es-
pecies. As senhoras do corpo diplomtico e da
alia sociedade do Mos:ow arrostaram com um ven-
, lo de noroeslo fri e desabrido,c com as Dreos de
I poeira que para assim dizer obscurecan) o ar, sem
embargo da relia que cobra o campo das mano-
bras.
O gran-iliique Constantino pouco aRei;oado
ctiquela andava confundido rom os representantes
dos uxerrilus eslrangeiros. S. A. cnlretee-se es-
pecialmente com os ofliriaesda cmbaixada france/.a,
aos quaes ja recebera em Cronsladt tao eordeal-
menie. O principe distingue-so pelo seu juizo
claro, pela sua aciividade c enrgica vomade,
A continencia comecou a meio galope, exocota-
dc mui piltoresramenle pela escolla do imperador,
composla do dous esquadroes de c.ircassianos com as
suas colas de malha de lesguios, de musulmanos e
da llor dos cossacos da linha (do Caucaso) ; os seus
fardamenios fazem lembrar os dos spahis.
Foi o imperador om pessoa quem commandou
a manobra. QuanJo passou cm (rente da tribuna,
ondo eslava a imperalriz, o aitguslo general em
chefe. fez a continencia abaixando a espada, e a
galope vem tomar a sua direila.
Os Ires corpos dos cadetes de Moscou-, seme-
llianca do hatalho de Sao Cyro, formaram i direi-
la de toda a tropa, mesmo dos regimcni03 da
guarda.
A infantera da guarda imperial he magnificante
rommandada pelo general Wiktoff, ajudanle de
campo do imperador. Os corpos da guarda e os dos
granodeiros estao agora s ordens do general Somu-
arolT; seudo seu chefe de estado maior o general
liaranoff.ambos soajudanlcs decampo do impe-
rador.
Os soldados sao d elevada estatura, guapos, c o
sen aspecto he muilo marcial com os bigodes dene-
gridos para a parada e com o capacete de grande
penacho de dina prea. O regiment Powlowiki
conserva as barretinas iradicionaes, vendo-so as
chapas os buracas das balas recebidas as difieren tes
campanhas em que lem tomado parto este corpo.
He sabido que para entrar nesie rogirr.emo, alm
dascondiecies communs a todos oscorpos da guar-
da, he preciso ter o nariz dalo o o bigoda retor-
cido.
Toda a guarda usa dos casacos com duas abo-
toaduras. O casado he verde ; o forro he vor-
roelho, excepte o regiment de Nolhvnii, que tem
o forro amarello em commemorarjao da guarda po-
laca. Dos tres batalhoes de aliradores da guarda,
o i c o "2- tem o forro roxo claro, e o da Finlandia
aznl.
Vimos dcslilar as ires magnificas divisos de in-
famara da guarda, o a diviso da reserva da i!-
divisao da guarda. Na frente do I" regiment, c
de rreobajenski, marcharam as (ilciras do pii-
rneiro puloljo, os ires fimos Jo prncipe do Olden-
boitrg.
Cada diviso consta de i rogimoMOS, de tres ba-
lalhoes ; c de um balalhn de abridores. Toda-
va, para esla revista o; regimenlos conservaram a
sua anlga organ'uaco, a qual i-.onsistia em fazer
para as pa/adas, um quarto balalhao, sem bande-
ra, composlo de Iros quintas companhias de cada
balalhao do regiment.
Os ires bitalhes de Miradores, o de sapadores
0 urna companhia do trem da guarda, marcharam
enlre o corpo da guarda e a sua reserva.
A 2." diviso do corpo dos granadeiros c o re-
giment de atiradoresda familia imperial completa-
ra m o desfilar da infantera que subia a uou...
57,000 homens. Noventa e seis pegas de ani-
lharia, divididas cm doze bateras a que seguirn
a infantera, levando um armo por peca. O ar-
mao he de duas rodas, e puxado por lies cavallos
em linha. A arlilharia russa he puxada por ca-
vallos de excellente raga, o que Ihe permilte mano-
brar com muita rapidez.
Finalmente avanga a cavallaria. lie admiravcl
o aspecto desta bella diviso dc2d esquadroes de
conraceiros armados na primeira lileira de langas
com bandeirollas de difireme cor por cada regi-
ment, com os seus casacos brancos, com as suas
couracas douradoras ou prateadas, de capacetes de
igual metal, lendo por cimeiras a aguia de duas
cabegas de azas abortas, com os sabrs direilos bri-
Ihando por delraz das langas, e montando cavallos
baios, grandes e vigorosos. 0 2.- regiment, o dos
guardas montados, ha sempre commandado pelo
imperador reinante.
Em 1825 era sen coronel o conde Orloff, c foi
o primeiro que appareceu na praca do altnirantado,
em S. Pctershurg'i, onde se concenlrava a resis-
tencia a acclatnago de Nicolao l.\ o i.- esqua-
dro chama-seEsqnadro de Sua Magestade. O
<>.. desde o .JO annivorsaiio di entrada do ron-
de Orloff no servlro, lem o sen nomo.
Toda a cavallaiia que Ggurou nesla parada be da
guarda e diride-se n'uma diviso de cavallaria de
reserva c duas divisos de cavallaria ligeira. Cada
diviso consta de qualro regimenlos, c cada reyi-
mcnlo se suhdivide cm seis esquadroes. Reunin-
do-lhos urna-diviso montada de gastadores da
guarda, os esquadroes eram 81, em forca de .
9:300 cavallos.
A 1.' diviso de cavallaria ligeira he comman-
dada pelo grao-duque Nicolao.
A' frente do primeiro peloteo dos granadeiros
a cavao, o joven duque do l-enchtenherg recordava
qne seu pa commandra a brigada.
0 gro-duquoAJe\andre, segundo filho do im-
porador, ia na frente do primeiro peloteo dos hus-
sares de S. M. o Imporador.
Ogro-duquo herdeiro ia na frente do primeiro
poloto dos hussares de drodno, cujo uniforme lo
piotoresco, reuue as ires cores, verde garrafa, o
rouxo charo e praia. f )s cavallos desle regiment
sao baios escuro?.
A arlilharia mouda, commandada pelo grao-
duque Miguel consiava de 40 pegas, em cinco ba-
leras, sendo urna dos cossacos do Don.
A" proporgo qne deslilavam, as trapas relira-
vam a quarleis. A cavallaria vollou ,iao posto que
ocrupara durante a parada ; e depois avangou a ga-
lope sobre a tribuna imperial e sobre os espectado-
res, parando justamente quando ia carrejar a mul-
lidao.
Este movimenlo he quasi o mesmo que cxecula
com tanta firmeza a bella diviso de cavallaria de
reserva de Versalhes.
i Corresp. do Monitor to /-.'.rerrifo.'
(Jornal do Commeriio de Lisboa. I
Eis aqui a circular do governo ottomano acerca
dos principados danubianos.
Approxima-se o momento em que ifevemos occa-
par-iios da reorgamsaco dos dona principados da-
nubianos. Os divan d/ior sero brevemente con-
vocados e a commissao europea com o delegado ol-
loinano -e dirigir ao lugar dos scus Irabalhos.
Oemos ser imprtame, no interesse mesmo da
questo, explicar-nos com os nono* alijados com a
mesma franqueza, que lem presidido a lodas as mu-
sas relaces, e sera sempre nossa linha de conducta
para conservar essa harmona cordeal que existe en-
tre mis.
As inlenr/ies da Sahume Porla a respeilo dos
principado, igo conbeeida* do lodo o mondo, e aca-
ban) de ser eonsaarada* por um ario publico e to-
leinne ile s. M. I. o sulo.quequi/uosmanlcr iu-
legralmcnte torios o privilegio-- e .'inmunidades outf
seus aulepassados liaban! concedido a es-es do
principada, mas lambem. por urna revisao de suas
leis orgnicas, f i/.er desenvolver segundo os progres-
sos do secuto e de suas I uzea, os meiosde sea bem-
cslar e de sua proiperidade.
A reorganisae/io dos principados, sob a garanlia
das potencias signatarias du (rolado de JO de marca.
entra no direilo publico europea.
Para que esla reorganisaco teja obra digna do
pensamenlo sabio e conservador, que presidio as es-
tipulaces dn.aclo do congreso de Pars, deve ser
conformo coma urigem desse mesmo|pensamenlo: is-
lo he. aot dous grandes principios, dos quaes um he
a manulei'co da iulegridadc e independencia do
imperio ottomano,e por ennseguinte dos direilos so-
beranos do sullo sobre os principados, o oulro be
o desenvolvimenlo do hern-esUr moral e material
da populacSo moldo valachia.
O gorerno imperial lio cinto dos direilos do sul-
tn, como desejoso de realisar lodos os melboramen-
los, que fossem considerados neressariot na admi-
uislraco interna dos principados, declara do novo
que esta proinplo a admillir e a outorgar aquellas
provincias urna cnnsliluico conforme nos seus in-
leresses e aos direilos da 'orla. Nao berilo era di-
zer lambem que considera {nao s como um direilo,
mas lambem como um dever para com aqaellas po-
pulacoes, ser o defeusor dos direilos de todat as
elasses.
Ser garantido a cala urna das provincias urna
administradlo interna, independeulo e nacional,
mas n rgimen de seu governo c sua forma nao de-
vem ser opposlos a constituirn do imperio, de qoe
ellas dimanan). Do contrario, aquellas duas pro-
esda -jjeila
lio acordado de sobresalto pela retirada de Paulo.
A albugnea de seus nlhos turuava-sc da cor de pra-
la bruida, e fazia brllhar snas pupillas como estrel-
las negras e luminosas ; as macas do rosto (omavam
nma cor de rosa ideal, de pureza e ardor celeles,
que nenhum pintor leve jamis na palbela : suas
fonles transparentes como a ag.ilba apresenlavara
nm I- eido de pequeas veas azues, e loda a sua c-r-
ne pareci pendrada de raios ; ter-se-hia dito que a
alma vinha-lhe a pelle.
Como eslas bella hnje, Alicia disse o commo-
dore.
Vmc. amma-me moilo, c se nao sou a moca
mais nrgulhosa dos tres reinos, nao he por sua cu-
pa. Felizmente nao creio as lisoujas, anda mesmo
desin|presadas.
liella, perigosamenle bella, continooa o enm-
modurc fallando a si mesmo ; ella faz-me lembrar
da mi, a pobre Nancy que fallecen aos dezenove
.iiniii-. Tica anjos nao podem ficar sobie a Ierra ;
parece que um supro eleva-es, e que lili invisivcis
palpilu-ihes aos hombros ; sj corpos mui alvos,
mui rosados, mui poros, perfeitos ; falta-Ibes o san-
gue vermelho e srosseiro d.i vida. Dos emprste-
os ao mundo por alguna dias, mas loma logo a to-
ma-Ios. Aquelle brilho supremo enlrislece-mecomo
urna despedirla.
Pois bem, meu lio, lornou mita Ward a qu.-l
ria asombrar-se a fronte do commodore, visto que
eslou l.lo Muda he lempo de rasar-me : o veo e a
coroa me asseutaram.
Casar-la oslas t.lo anciosa por dcixar leu ve-
lho lio, Alicia ".'
Nao bel de deixa-lo por isso ; nao concorda-
mos com Mr. de Aspremonl que licaremos juntos'.'
llera sabe que nao posso viver sem Vmc.
Mr. de Aspremonl Mr. de Aspremonl .'...
Ainda oo fizeram-ae as nupcias.
Mas nao lem elle sua palavra... e a minha I
Sir Joslioa Ward nunca fallou a tua prome Sm, elle lem minha palavra, isso lie inconlrs-
lavel. responden o commodore evidentemente emba-
razado.
(I prazo de seis mezes que Vmc. marcou nao
findou-se...hn alguns dias 1 disse Alicia, cojas faces
coraran) anda mais de pudor, pois essa ronversacao,
necetsarii no ponto em que achavam-se as cosas
Istusliva sua delicadeza.
Ah conlas-le os mezas, pequea e confiemos
em semblantes discreto* !
Amo a.Mr. de Aspremonl, responden a moca
gravemente.
Ah! pirque nao amas a nutro '.'disse Sir Io-
Ima Ward, o qual imhuido das ideas de Vic e de
Allarilla uSu quera pira genro um jellalorc.
Ndo leiihu dona coraces, disse Alicia ; nao le- i
rei mais de nm amor, aiuda que tenha de morrer
como minha iii.u aos de/enove annos.
Morrer tapplico-le que nao dg.-is lac* pala
veas exclan)ou n commodore.
Tem alguma eoaaa que recusar a Mr. de As-
premonl '.'
.Nenliiiin i de celo.
Oflemleu ellu sm honra de alguma maneira .'
Foi llcoma re cobarde, vil, meuliroao, ou prfido '.'
Insullou alguma niulher mi rcriiou dianle de algum |
homem ?Sen brazflo receben alguma n aloa secreta?
Urna moga lomando-lhe o braco para ippareear na I
sociedade lem de curar ou de ahaixar os nlhoi '.'
Mr. Paulo de Aspremonl he civalleiru per-1
feilo.
Creia, meu to, que se lal molivo exitlisse, eu i
ren inciaria log.i a Mr. de Aspremonl, e sepaltar-me-
hia em algum reliro inoccessivel ; porm nenhuma
oulra raigo me far fallar a urna promessa sagrada,
disse mi O commodore rivolvia os dedos pollegares, mo-
vimento nelle habilual quando nao sabia que res-
pondesse.
Porque mostra Vmc. agora lana frieza a Pau-
te ? cunlinunu a dunzella. Amigamente liaba-la*
lana afleioo que nao pula pastar sem elle na nos-
sa casa do l.incolnshire, e dizia aperlando forle-
menle a m3o que era um mancebo eicellenle, a
quem de boa vonlade confiara a ventura de urna
moca.
De cerlo eu imava esse bom Piolo, diste o
commodore enternecido por essas lembraocat ; po-
rm aqullo que he obscuro as nevoas da l'uglater-
ra, lorna-sc claro ao sol de aples...
t.loe quer Vine, dizer J ptrgunlou com voz
trmula Alicia suhilamenle abandonada pelas toas
vivas cores, e licando paluda como estatua da ala-
bastro sobre urna sepultura.
Qa* leu Paolo he um jeltalore.
Oh .' meu lio Vmc, sir Joshua Ward, (dal-
go, ehritUo, -nli lu de S. M. Ilritannica, amigo
oflicial da marinha ioglea, homem esclarecido e ci-
vilisadu, capaz de ser consultado sobre lodas as cou-
sas, Vmc. que tem a nsIrnccAo c a subedoria que le
lodas as noiles a Biblia, e o Evangelho, nao teme
acensar a Paolo de jetlatura Eu nao esperara isso
de sua parle !
i.iutri 11 Alicia, responden o commodore, sou
lalvez ludo o |que dizes quando nao |rata-se de li ;
mas logo que ameaca-le algum perigo, mesmo ma-
ginario, lomo-rae mais supersticioio do que nm
eamponez dos Abrozzios, do que um lazzaroni do
Molhe, do qne um osincaio de Chiaja, do que urna
serva da l'erra de l.avrador ou raesmu do qoe um
conde napolitano. I'aulol pode encarar-ene quinto
quizer ; licare lo tranquillo corno dianle da pona
de urna espada, ou do cano de urna pifila. O fas-
cino nao ter influencia sobre urna pelle curtida e
queimada por lodos os soes do universo. Somenle
sou credulu por teu respeilo, querida sobrinha, e
confesso que lalo um suor fro banhar-me as fonlet
quando lita-se sobre li o olhar daquelle desgranado
moco. Bem sei que elle nao lem ms inlenres,
que ama te mais do que a propria vida ; porem'pa-
rece-me que deb.iixo de sua influencia alteram-te
loan hiede, detappareccm las cores, e que proco-
las dissimular urna dor aguda ; e enlo tenho furio-
sas leulacoes de furar os olhos desse leu Paulo de
Aspremonl com as ponas dos cornos dados por Al-
larilla.
I'orem, meu charo lio, ditse Alicia enternecida
pela calorosa exploso dn rominndorc, nn-sas exis-
leiucas eslo na mo de Dos : nao morre um prin-
cipa s ibre seu leilu lomplnoso, nem om pasaro em
seu ninhu sem que sua hora cja marrada la em ci-
ma ; o fascino nao lem influencia sobre isso, e he
nina impiedade crer que um olhar mais ou menos
oblquo lenha lal poder. Ah! meu lio, Vmc. nao
fallava seriamente ; a aleiro que me lem perlur-
bava sen juizo sempre lo recio. Nao ousaria dizer
a Mr. Paulo de Aspremonl, que relira-lhe a mo de
sua sobrinha, e que nao n quer mais para genro pelo
bello protesto de que elte he jellatore !
Por Joshua, meu padroeirn que fez parar o
sol exclamo!) o Commodore, fallaici francamente a
ene helio moco. Pooce se me d de ter ridiculo
absurdo, desleal mesmo, quando corre risro lua sao-!
de, lalvez tea vida! Ka eslava empeuiado com um i
homem e n,ln com um fascidador. I'rometli, pois
hem, fallo a promessa ; se elle nao ficar conteni
dar-lhe-hri urna salisfaco !
E o commodore fez um g*slo xasperado sem dar '
tienhuma allenco a' gola que mordia-lhe os dedos
do p.
Vmc. nao far lal couss, disse Alicia com dig-
uidade calma.
O commodurc cabio sobre urna poltrona e goardou
o silencio.
. rincias, romo parsitas, nao s*n mais do qne na.
I lome da emliararos para o esla lo a qoe esta* liga-
: das e nao (ero urna vida solida e dnradoara
ere-ae procurar o meio de crear para rada oatu
provincia um governo forle e justo ao moma lempo,
que dere batear seu poder em dais forca : a coat -
, anca do 'Olierano, de quem ser rastaj/io t rriear-
lario. e dn poro qoe o lirer por chela.
A admiiii-irar.i.i do paz dere er sajeila a onu
' inspeco nacional ; ot inierca.es de rada riaaae -
| rem ser representados por assemblas, que era* a
garaulia da 11 lem e da conservaran da sociedad*.
; Mas ateta devem consistir a, reformas, qae sa S-
zerem no rgimen gorernamenlal. lora Oeste neio-
! tipia, so ha pericos e cnmpllraroe.
Nao nos illinliiuos de qae ha no. prinripadst,,
ainda que a maioria, ama npinin .obre i reama
dos dous principados em om to nlmn, gorernado
por um so principe. Sabemos qoe etla opimio tem
adiado echo nos gabinelet de algont de asma alha-
dos, qae veem nessa combinaran in elemento de
terca para u imperio e de protneridade para a Moltfo-
Valacbia. Keconberendo nislo ama ora prera
dessa inlenro amiaavel a desinteresada, de ooe
i esses gabinelet lem sido sempre animados a re-r-en..
desle imperio, jolgamos do nam derer chamar na
I seria altengo sobre as consequesciat desla caMt-
! hinago e exprimir-llie franramenl nosso petMar a
I esse respeilo.
Os partidarios da uni.io do dous principados aaos>
ram com itlorheciir aos re-olla.lo- tegninlet. I en-
gtr um rilado bstenle forle para torvir da barrena
ao imperio ; >.' crear um jorerito para a Mridn-
v alacio i, que por sua nnidade de arcan, pena fa-
zer desenvolver o bem-eslar de sen habtlaale*.
Ditculamot am primeiro lagar o primeiro poalo.
Os doos principado podem mu. n ditaaart-
mos, de birrein ao frnpeno, eaj exitlencia he om
elemento de rida para elle- ; mas nao ha certa qae
por tuat propriat forras podrriaro robrir imperio
contra um ataque esirangciro. ama papnUco Ua
pequea nao pode foroecer am exereil* hantaata
cuusiderarel para obstar a marcha de om padecen
exercilo. qoe quizesae atacar a larquia pela MoM-
\ alacbia. He no direilo publico raropeo, gao i*>
conhece cslai duas provincias como afie iatCfrao-
tes do imperio ollomano, qoe t dore pracoiai a
forca que far.i dos principados ama verdadeira li-
nha de defeca moral para a I urqoia. Os alliOMsi
aconlecimenlot atleslam allamenle o qoe acahamot
de diter. Se no rnmego da qtirsto rom a Hanaa,
ut dous principados livessem'sido consideradtM,ea*nt>
to boje parle integrante dn imprri, a Russia na
teria feilo redmente o qoe enlandea que .leria *-
zer. Se a Europa lis esse dilo enUo qae a (roaletra
da Turqua comeca no Pruth. a Kussta ni a lena
jamis trauspotto.
A nni.o dos doos principados, da qual dere de-
corrr uidubilarelmenle am estado de eta qoa
ha de alarar mait uu menos o direilos toberaao* da
i urqaia, far afrouxar os lago que pnndam aa
imperio, e perder conseeainloaaenl nao e para a
imperio seno lambem para o principad, cana
forra moral, porm real, que aaa pstralo actaal lites
da boje. Km lunar da duas pravineia qae farrm
sua evnluro era sua propria eaphera, o aa* pra-
cur.im temo n bem-etlar inalertal e domeslira, qoe
nossa faze-lat viver felize* tob a egide lulelar da
imperio e das leis garanlidat pelo imperio, joaada
livermns um eslado quasi ni,lepen irme. oa tali-
re/.a_e im forma Ihe crearan objectu da amltira.
Kiilio nao ser nina barreira para o imperta, aaa
um emharago e por eonaeguiole om perita cwali-
nito, ii.lo so para tuaa propriat relaroe iiaii asada
para is de sem vizinhos.
Pastemos agora a segunda qaetto.
A anio dos dous principados, sob o
la do interesse da Moldavia e Valachia
lambem a serial coiiteslagoei.
nesde que nt dona prinripailfls eto .-iaaexa*o
M imperio nllomano, a sublima Perla lem Raraa-
tidoa cada um driles nma adminKlracOo nacteoal e
ni.I pende n le, prinripio rrronhenda ainda hje pelo
Iraladu de Parit. Esla administrar iadepeaocttle
he por venlura reconhecida someale a riipiila t>
imperio ou antes a respeilo dos dona piiariadt T
I ela nossa parle eremos que essa independencia ad-
ministrativa he reconhecida em retaras a cada atoa
das duit provincial, itaim anana em retaca* a I ar-
qaia ; o povo moldo-ralachin ambara anido em
sua origem, lem formado ha dex tocla lurionah-
dades separadas, corpot ditlinrlos, halniua.lo- a e-
rem guvemados se pira da mente, lendo cada um .en
chefe, suas leis, em ama palarra, taa narinnaltdade
disltncla. Nao seria pois a onia a violar,** ate.se
pr)iicipo, nao fara perder esta emulara,, par a-iaa
dizer fralarnal que am dar a oalrn I an m
principados encorporado ao oulro perder rrrl.iitam-
le todas as ranlagens de qae casara ale kut* por
toat insiiiuirei parlicalare o uacianaes.
Os males que o Itabilantes das dua- prusinn...
sorem ainda, provm de rautas independeale da
soa a iinini-irarao separada ; ha a drniualdede 4a
coodigi.es das classas da aeciedade, a falla de atoa
adminislrac.io justa a> iinparctal.e mollas) miras rir-
cumslanciat poliltrat, qae lem retardad pragre>-
o material a moral dot doos paiier.
Nao obstante este eslado de ronsat.qae te deve re-
ver e mrlhorar, os dnat principados i.-em lid* ase
boje um desenvolvimenlo bem notavel em tu eva-
dirn sorial. A lirada, pan independe*!*, e man
lorie relaliramenle a cada um dot principada* nao
lem podido ale boje conseaair o arito le nrvsperi-
Mai, meo lio, ainda quando fuste verdadeira
esta arcusac.10 odiosa e estpida, deverumos repel-
lir a Mr. de Atpremonl, e repravar-lh como mote
aqullo que he desgrag.. Nao reronitecen Vaot. qea
o mal que elle podia produzir nao dependa de -ti
ronlad, e qoe nunca hoava alma mais amorata a
mait nobre
Ninguem casa com ot vampiros or atribores
que sejam suas iulenrOet, responden a Maguiere.
Mas lodo isso he chimara, extravagancia, *-
perstic.io ; a verdade infelizmenle he qae Paal* fai
impressioitado por oaaValloaearas, as quaes lamoa em
terio ; esla' aitutladn, hallncinado : ere esa te pe-
der falal, lem medo de ti mesmo, e cada accidente
em que oulr'ora nao reparava, de gao acara iOM-
giua ser a causa, confirma -o orna coariegae. Ka
devo eu. que sna sua mulhcr peranl* Uros', e joe
serei brevemente peranle ot homem, abetaraada psn
Vine, meu rharo lio, acalmar ea imagiaara* etal-
lada, expedir eet vaos phanlatmat, Iraogailliaar
pela minha coiifianca apparenle e real essa terrtvel
ansustta, irmaa da monomana, a salvar por meio
da frlicidade esta excellenla alma perlnrbada, cate
bello espirito em perigo ?
Tens sempre n/o. ditt* n commoiaie, en.
qoe chamas sabio, sou apenas am reina lenco. Cm*
que Vic be feilireira ; ella linha-me prrlarhsvtn a
cabera com mas bitloriat. Qoaaln ao reade de Al-
tavilla, seus rumos e seus amuleto parerem-m a-
gora atsaz ridiculos. Sem darid era om eslratase-
ma imaginado para fazer que Paul fasto despedid
c casar cumtigo.
Talver. o conde Altavilla seja de boa fr, di,,e mi-i
Ward sorriudo ; ha pouco \ me. era de aaa nptttiao
sobra a jellalura.
Nao abuses de luis rantigens, dentis nao es-
lou ainna lo longe do meu erro qne nao posta re-
cahir nelle. (I melhor seria deixar pale* a ral-
lar Iranquillameule par* lnglalerra ao rumen*
barro a vapor, (.mando Panlo nao nr mu. a, ena-
nos de hu, at cavcirai de ve.do, os dedosrstendid**,
os amlelos de rural, lodo esaea in holicoa, sua imaginario se Iranquilli-ara e ea me-
mo esquecerci essas lotice qae e-liseram prcate a
fazcr-nie fallar a iniulia palavra, e cammeUer ama
aceto indigna de um homem haiirado. Cataraa com
Paulo, pois assim culis endonamos. K*far.n pa-
ra mim o p.vinienl.. ierren na casa de Hrracraoad.
a lorrinha actoseoa uo oaataMo de I inrlaahnc. *
vireremos lodos feliies. Se lua s.ie exigir om ar
mais quelite, alujaremos nm* casi de ramp aos
arredores de l'oars aa fm ('..unir.. 0nde lrd Brn-
gham pauaa umi bella prnpried.dr, nade erara a
Deot o desrnnheeidas esas mal litas superli'rr.
de jellalura. Que dizes de meu prejeeto, Alicia !
Vmc. nao precisa de minha approvar* ; nao
sou a mais obediente das soliriuba< .
Sim, quando faro o qoe qoerct. rclhiqainb.
disse o commodore sorrindo, e levantando-te para
recolhcr-se:
Alicia ficou ainda ateun- miniil- no lerraeo;
mas ou porque essa serna bonve-..e-lhr ranssaai* al-
guma l'ehrr, nu porque Paulo exerres-r rrahnealc
sobre el!,i ,. iiilluencia que o coiuuiodoie tem*, a
lo na lepnla pa-sand i-llia pelas c.pajeas abrigadas
por ama simples uarca rausou-lhe nm impressao
glacial, r de iioile senlindo-se incomniodad., ella
mandou \ ic estrnder suhre iras pos friot e brin-
cos como o marmori nmi das roberas .irulrhvad
que fabricam-se em Veneza.
Kulrelaiilu os pe llampos scintillaram ni relri. o-
grites cinUram o a loa sabia ao cea ao aaei de
urna nevoa de calor.
.Co.-ifinnar-'-A.;
MUTILADO
ILEGIVEL


itlS li PII368SIC* UV.C.k FEIA 11 Si NQVi R l> I8SS
daile, de que cada 0111 delle* coia lioje debaixo de
iiim dminislrajo ieparada.
A Servia he um exemplo bem nolavel : contando
apenas melada da pupulnc.lo da Valachia e dona
lerdos da Moldavia vive Te 11 z e pacfica em as
leis, leudo a' sua frenlc nm governo forte e nacicnal.
A Valahcia e a Moldavia, lendn leis que podessem
atifazer na interesses das dilTereiites elatsea, um
enverno palriarclial por assim dizer, serian) lo feli-
ces romo as naques que sao pequeas como sncieda-
ric. mas fortes pell po>ijo que o direilo publico
Ibes d, e que vivem sobretodo soh a egide protec-
tora de um grande estado.
Oremos pois. que a reuma. dos dons principados,
nao be urna cndilo essenrhl de sen bem estar e
una neressidade real para elleS.
Deve-se procurar em ootra parte rumo temo di-
lo, a orisem dos males, que elles .oflrem, e de!rui-
la por rneios que Dio mudem completamente um
eilado de cousas, qoe existe lia seclos, e affrniixem
os lajos que os prendein Turqua e fasem a forja
Se as potencias amigas e llliada* evaminarem bm
esta quesillo com esse espirito Ilustrado e benvolo,
que as lem guiado na quesio da Oriente, vero co-
mo Dos que a reuui.lo dos dnus principados nao s
nao otlerecc nenbuma vanlagem ao inleressc co
imperio.nem do da Moldo-Valaia.inasch devem pro-
duzr Inconvenientes par ambas as parles e por con-
.eguinte complirajiles para a Europa em geral.
Se Tosse necesario crear nos principados nina Tor-
ca para servir como guarda avanzada s do impe-
rio, nao haveria meio de combinar urna Bailo do
svstema militar, que por arranjo, que nelles se li-
zesse, seria posto disposijo da defeza rommum
do imperio ? O principio de urna harmona no svs-
lema da defeza geral, estando previsto e estabelcciJo
pelo acto do congresao de I'aiis, pode sor appliendo
de um modo mais ampio e tnais conforme ao desejo
de crear ama forja defensiva para a Turquia da
Europa.
Assim lambem o sistema de nina iinio de al-
fandegas, eorrcio e telegraphus, pode ser fcilmente
eslabelecido, sem que para isso baja necessidade de
recerrer a urna mudanja total no rgimen gover-
naineutal das duas provincias.
O tratado de Ilude marca, na reforma que se de-
via fazee nos principados, esla,beleceu o ptmeipio de
consultar n vol dos doos povos. A Sublime Porta
romprehendeu c coraprehende boje que por esta
clausula enlendc-se urna reviao dos regulamemos
orgnicos, uto be, o melboramenlo das insiitaij.ts
dos dous paizes, de modo que farain seus governo
fortes e estaveis, esuas ailininistrajoes justas re-
gulares. Consultar o voto dos dous principados so-
bre o rgimen do seu gove.no, e por conseguinle
de suas relajes com o imperio de que sao vassallos ;
seria eslabeiecer um principio, um precedente que,
como pensamos, nao seiiam conformes us ideas con-
servadoras das grandes potencias da Europa.
O governo do cia de opinin entre elle e algn de seus alliadoe;
mas confiando em seu espirito justo e leal, e que-
rendo dar anda urna prova de ua consideraban a
elles, nilo quer dar ama rrfusa publica sobre esta
quesillo no firman da convocarlo dos dcains ad hoe,
rujo projectn uo< oceupa actualmcnle e vamos bre-
\-niciilo commanica-lo aos representantes dos sig-
natarios do tratado geral. Estamos cerlos desde ja'
que o gabinete.... approvando com justo titulo esta
prova de cunuaca da Sublime Porta, uno nos re-
cusara' seu concurso, para obler um resultado con-
forme aos nossos votos, e podemos dizer aos nossos
,l irritas. O qoe queremos sobretud* e sobre que de-
veis insistir junio do governo de.... he suhmellcr es-
la qncstao, que toca muilo perto nos interesses e rii-
reilos da carta imperial, nao a urna deliberarlo pu-
blica das a.-emlileas, que mln eslo anda habitan-
das a esle grandes debales polticos, mas a um exa-
me serio das potenciase resolver a questo antes de
a fazer cabirn o dominio das paixes asiladas de
dous povos, que ero sua educarlo social,poden pre-
terirla' utopias, as verdades e as realidades.
llevis cornn.nnicar esta circular ao Sr......e Ibe
darei urna copia, se elle quizer.
Em SI de julho de IKJli. (l'resse.)
frica, a Inglaterra ab-:la sobre as margena do Indo para lodos preparase para tomar a parle do Pao
o velho Oriente ado. mecido ha loi.gos seculos. a in- para lubmelter 10 seo svsteraa de esrnvidn lie o
da ouvimos as unas floreronle do llospliuro os que anda diz eliramenfe a lenle Herndou p.
hvmnos de victoria depois de uina breve, mas glo- :lil I os dous irmlos que nnileveriam esl ir separar
riosa cruzada, em qoe triiimpbuu civili-ajo, ao | dos. A Europa deve ouvir essa voz he preciso ii-
mesmo lempo que o mcente de Mabomet apozar ; signalar-lheosse braco que rslende-ae, nioslrar-lbe
do que tem-se dito] empallidecia a pareca fugir I esta mas ambiciosa que se abre.
em seu ero para ahi detall remontar e blilhar sin- Km nina obra rcenle sobra o Brasil .Mr. Carlos
da mus a cruz aatig de Constantino Emflm a 1 Iteybaod fax igoalmenla resahir esss prelenjOei
propria Itussia dispoe-se a dexar as ultimas roupas i ameocadoraa dos Estados-ruido. Mostn-nn o'go-
de sua barbaria para Irarer ao mundo em lempo op-: verno braiileiro eonclaindo c. m o Per' qm tratada
porluno o contingente de sua f.'.rras. que declara bvre para o dous povos a navegajo
Ora, nilo era raznavel. que debaixo da le da re-1 do Amazonas, e offererenrln tratados semelhanlea
hahililajo o bonicos livessem a principia de exe- I com vanlagen recipr. <;<* a Venezoela, a Novi-Gra-
cular a tarefa m*i ingrata, a de fecundar per um nata, ao Eqoador, a lluvia, a .Mas, diz elle, eni-
Irabalba rude as Ierras do leplentrilo e de preparar quanlo o goverims da Amera do sul recolavara
o* grandes instrumentos do deslios futuros'.' Alem I assun rom melhoranieulo de seus iaterewea
da que para aguerrir e conservar a energa huma-
na, para elevar sua forja ao uro neressario para o
rmnprimenln do papel que Un* esta reservado, nao
era preciso que aollresse um lirocinio vivilicador de-
baixo dos climas do norte '.' Mas desde omquarlo de
eculo ha rumo nm movimenln geral do ilousgraii-
aego
cos que Ibes reipcitam, o espirito invasor dos Ame-
ricano do norte diapertou nutrind.i o peusamenlo
de lanrar mflo do Amazonas e de sua rica hacia.
(8;. Elle .-iccrorriila que o lente Maurj ubteve
em I8.':l do governo de WaalliORtoa que nina dupla
exploraran do Ama/unas e de seus slllocules f..sse
dea rnnlinrulrs qoe o Ocano separa. Cnmecamos i falla por dea* agentes sen; qoe vollando dessa e\-
a sentir-nos impellidoi para as trras dos tr-
picos.
O vapor une os paizes mais longinquos e facilita
rom a Iroca dos prodnrtos um desloraineuto parcial
e a fusno das raras. Que signilica esle movimenlo
novo '.' Deve a humanidade rrer-sc em vesperas da
realisajao de seu snnho : o reinado da paz univer-
sal e a fraternidade dos povos .'
He o que annuncinm os poeta, e o que procla-
mara "S espiritas oiithiisiastss. Ou no he pora a
civilsarilo mais do qu nina trora de antpodas, e a
anliga Europa est destinada a nao ser mais do que
ploraran o* fijanla! Herndan e Gibbon derara-M
|>re-s., em pr o lenle Maurv na posse dos docu-
mentos que linham colindo reservando (odavia
para si una pequea prelo de suas descohertas
para participaren! do ealrendo e dos beneficios do
negocio (9). Mr. Cartel Reybaod adverte-nos de
que extrahiu essas particularidades ele lima serie de
arligns publicados no jornal do Itin o CorreiO Mer-
cantil, e Mtignadea pelo Sr. rommendailnr Pereira
da Silva. Todava por espirito de Justina e de im-
parrialidade devemos rectificar alguns erro comidos
nesta passagem do escriplor fiaucrz. Nilo foi yri
O VAILE DO AMAZONAS E SEUS RECENTES
EXPLORADORES.
Por Mr. II. Marie Martin.
Primeira parte.
Mtiilos e poderosos motivos reunem-se boje para
lorjar emliin a Europa a vollar saas vistas para a
lerleis regi da America do Sol. As necesida-
des da industria, a extensito docommercio, a desen-
volvimento rpido' da navegaran, depoi urna am-
hirfio rada da mais mauilesla e mais audaz, e por
ronseguinle altas razes polticas, nnpoem s socie-
dades europeas o dever urgente de cuidar nas van-
lagens vITerecidas pela parte meridional do .Novo
Mondo. IWso desejo he lixar particularmente a
aiicnc.in sobre a immenso a fecundo valle do Ama-
zonas, planicie magnifica, rede de navegarito inte-
rior de urna extensao nica no globo, e cuja explo-
raro sem duvida lem sido reservada ale agora por
urna vista mar.ivilliosa da Providencia.
lim viajante francez que leremos occasiao de ci-
tar multas vezes no curso desle Irahalho, o Sr. con-
de da Casleluau. exprime-se assun na intruducrilo a
sua inlcremnt obra ; ,1)
i O principal lim da expedirn projerlaia era es-
tudar a todos no respeilos a taetl bacia de Amazo-
nas, a qual he de-Imada a representar graude pa-
nel n.i Metati foluen ti,, XTil.'i i. n. c oojo I..,.. o.
quecimento pelas nares da Europa causar algum
dia admirarfio ao mundo poltico e commercial. n
l'.-i- esquecimenlo Uloeslranhavel nilo liahira um
designio providencial, cuja admirnvel economa nilo
podemos ja entrever ? Com effeito, note-se o con-
Irasie extraordinario apresentado pelas duas Ame-
riras : a do norte mais rica boje, porque desde o
minero era mais pobre, promptaineule submetlida
por urna rara enrgica ; e sua irmila, mais visinha
>to sol, dormiudo aind.i preguicosaineiile em sea
valle delicioso ao p de suas munlanbas de ouro r
de prala, sobre as margens inromparaveis de seus
largos ribeiros c de seus ros magnficos. Nilo pode
ser por elleilo de um ceg acaso que essas regies
alicuroadas de Dos, al agora desprezadii pelos bo-
iiicn-, lenliam cabido nas maos de dou povos da
Europa, ootr'ora poderosos, inns desde entilo mu
fraris para conservar suas conquistas, e cajos des-
reudentes enervados por um clima ardente hilo per-
manecido rilante de urna natureza lito bella, romo
inactivos e tyrannos dominadores. O segredo desle
destino tilo particular ha de revelar-se a proporjilo
que se manifeslarem o efieilos prodigiosos da sabe-
dona iufiiila que dirige as naces. O seclo \I\
cnlrou apenas em sua segunda pbase. c bavela tai-
vez presumpro em quercr'comeutar tilo cedo os
grandes lacios, as revolujoes, descobertas on emi-
-' .";"* que vemos effeetuar-se ou nascer, ou somen-
te desponlar no borisonlc longinquo, e que presa-
giara ama expiuso extraordinaria e sem exeinplo
das ideas e da raras.
todava devemos por ventura crer, como propbe-
tiou ha pooco Mr. Ampere, que o centro do inun-
do perleiicera algum da aos Estidm-Lnidos, que
orcupam o Mxico e Panema : que em alguma par-
le nessa regiau predestinada, no poni de uniao das
duas Americas, na estrada da Europa e da Asia, se-
r a fulura capital no mundo a Alcxaudria do ro-
turo ; qoe entao a velba Europa no ser* mais do
que um passado veneravel ; o que la irao o vin-
douros fazer Ipiedesas romanas, e que visilarao
Londres* Pars, Mira como agora visitamos Alhe-
nas ou Jerusalem ".' [2] Devemos igualmente lo-
mar ao p da lellra esta uulra propheell de Mr.
Maeinlay, que parece ao momo lempo uma eon-
lirinaco e uina conlradicjilo daquella de Mr. Am-
pere ".' O celebre historiador ingle/, fallando do pa-
pado .nii.l.i em p, depois de tolas as rcvolures que
tcm-sesuccedido em Ionio delle, acrescenla ": ir Elle
poda peta ser grande e respailado, anda .piando al-
gum viajaule da Nova Zelandia parar no meio de
mna vasia solido junto de uina arcada quebrada da
nonle de Londres, para desenliar as ruin de S.
Paulo. (i Nels previscs' enlrslecedoras de
dous espinlos eminentes ha ao menos uma cousa
que nos consola, he que elles parecem recuar sua
realisacSo at um numero razoavcl de seculos.
Mas ha um fado, que julgamos mu digno da t-
tenjiln contra o que pasiou-se na auligiiidade, he
do norte qoe tom descido as fontes puramente bu-
mauas da civilsaco moderna. A tradirr.lo collora
o berro da humanidade em uma regan afortunada
debaixo de eco hanhados por quenlcs raios de sol.
Todos os grandes imperios dos lempos amigos for-
maram-se em regies meridiouaes, e (ni ahi lam-
bem qne a rivlltaaejta paga senlindn soas foreks
i-g lailas, e aculando por falta de apoio moral, vio-
se prestes a suecumbir e a attaiUr eorasigo o mun
do ao abysmo, qnando brilbnu e espalhou-se a luz
salular ao chrislinnismo. Ao meemo lempo appa-
receram ondas de barbaros, roboslo e valerosos
precipilaiido-so das regies sepU.iilrinnaes, como pa
ra snlxtiluirem as suciedades antigs, e ollrrecerem-
se por si mesmos, honiens novas, a influencia nova
e superior que ia excrcer sobre a Ierra uma acedo
soberana o duradoura. |)ede easa poca de roi-
pleto r clnica lucillo pbvsico e moral he do norlc que
tein partido tinlos os impulsos vigorosos qne (em
augmentado a aclividade humana. Em nosaoa das
be do norte que lem partid* o grande movimento
das descoberlas scienlilicas e du genio induslrial.
lie de nossos paizes que as naroes meridiouaes es-
peraaa o signal e a foica de vivar.
Vendo esta evoluro da rivilisaro rlirisla, que
gira lentamente sobre seu eixo. nao dir-se-hia que
a humauidade nao tem evecolailo mais do que urna
pequea parle de SUI provar.lo e de sua misaln ".'
%) Apenas desde hornera a franca pu o p na
(ti o Expedira as parles rciilr.ics da Ainenra do
Sul, do Rio de Janeiro* Lima, e de Lima a.i Pa-
r, n excecula.la por or.lem da governo franrez du-
ranlc os auno de 1813 a ISiT soh a direrco de
'rancisco de f.aslelnau, t; vol, Pars, em rasa de P
llerlrand, |8jO.
ra Nova Zelandia e do Brasil '.' helizmenle nese
futuro longinquo, se Londres e Pars nilo devera
apresentar mais do que arcadas de puntes quebra-
das e I .mu res arruinados, Mr. Maraulav parece
predizer a Roma ou o menos ao papado urna per-
peluidade que no consola, e dei\a-nos assim um
precioso motivo de esperanra.
Mas abandonando aos secles n cuidado de verifi-
car estas predires desalentadoras, ou de dissipar es-
las immeusas iuqoielaroes, mostremos simplesmente
a dillerenr* de destinos adunes das duas Americas.
Ahi t.iniliein {>'< nn norte que desenvnlveu-se a
principio ellicazmente a sejao civilualora Ira/ida
do velho mondo pelas raras septenlrionaes ; e e a
America do Sul nao der-sa preses em levanlar-se,
chamando a Europa em sen auxilio, sua irmila do
norte, que lem crescido em forca, entretanto qne
ella lem-se Inrnado rada vez mais fraca, ha de ab-
srve-la brevemenlc. Censa digna de nota he o
exeeese de sua npulencia, que lem silo prejudirial a
America Meridional ; parece que ella sollre o cas-
tigos de seus Ihe-ourus.
A sciencia era muilo imperfeita e muilo incom-
pletos os meios que ella punh.i disposirjo do ho-
mem, quando os uiineiros hespanboes comejaram
ha (res seculos a bater saiamoralhas metallieas,
opencio inhbil e premalura. que leve para resul-
tado a invado das minas pelas aguas. Mr. i-'eon
raer, nana cnsul geral e encarregado dos ne2o-
cos da Rolivia conlou aqu tneimo "i1 a miseria e
as inagnilirasesperanjas dete Estado, que em ter-
ritorio he duas vezes raaior do que a Franja, e no
qual :. numero das minas abandonadas heavabado em
mais de quinze mil ao lado de cento e quarenla e
oilo. que acham-se actualmente em estado de explo-
rarn grosseira. .. Duas lerjas parles pelo meno
das minas de prala lem silo invadidas pelas agua,
diz Mr. I'avre, e *s de ouro vligem laes idiauta-
mrnlos qoe o'|proprielahos aduaes nilo podein mais
faze-los.
E enlrelanlo o cerro de Potos enlre mil antros
anda esta em p Mas a Bolivia perece, paz de-
masiadamente rico, perece de miseria '. E o que he
preciso para tornar a ver esses lempos esplendido
em que o dos sol llacav seus raios sobre os tem-
plos de ouro elevados ao sen culto pelos Incrs"! A
navesajilu dos rios, a qual aearretari primeramen-
te o drsenvolvimenlo dos recursos de seu solo ferlil
e a cirrolajo re seus productos agrcolas, depois
como cousequencia a formajn dos capitac enor-
mes necessarios a nova exploraran de suas riqueza
orinares*. Porem sao justamente e.ses uniros meios
de salvar.lo. alias communs a toda a America do
Sol, a navegajio e a agricultura que os Bolivianos
lem desprezado alo agora, eagolsndu as oltiraas for-
jas do paiz .-ni mu exploraj incompleta e eslenl
de suas veas de ouro a de prala. Esla historia da
Bolivia he p .uro mais ou menos a de inuitos oulros
Estados ul-amerieanos, naqaella em que nao se
tem senlido direclamenle a influencia perniciosa
das minas, prjde-e atlriboir lamliem a deploravel
siluaro actual da America meridional a oolro ev-
cesso de riqueza, a abuedancia de suas praduc$es
nalii: i.-, d qual faz qu ella seja, segundo aex-
presso do um viajante opanizo dos pregai-
eoao*.
Assim be aos seus proprios Ihesooros, sobre os
quaes lanjou-se a cohija dos primeiros conquista-
dores que be devida a virgin lade desle continente
admiravel, pravidencialmenle reservado para urna
poca, talvez pruvima, ein que o velho mundo im-
pellido por corlas necessidades sociaes sempre cres-
centes vollar-sc-ha com alegra para essas regies
por lao longo lempo ohjeclo de seu extraordinario
esquecimemo, de seu inrrivcl desdem.
Vilo estamos mais no lempo em que a Europa
toMando noaio p.n do Novo Mundo, contentara-
se com as nrrate** fabulosas dosi Dora Jo,no
rom as descripje exageradas publicadas relos ex-
ploradores das regules tropicacs. O enlhusiasmo
dos primeiros avenlureiro cedro desde muilo lem-
po o lugar as nvesligajes pralicas de uma sciencia
que prepara a< vas de commercio e de industria.
A ohri romejada pelos reverendos padres Jesu-
tas e Capuchinos, conlinuada por La Condamne e
Bonguer da Croisic\ por llumbnldl, Yon Tsehadi,
pelo principe A.lal.crt da Prassia, por Spix e Mar-
lins. Srhomburgck, lloussingaull. Mr. de Orbisnv,
pelos lenles inglezes M*w, Sinilh, e l.owe etc.,
foi continuada nesles nltiaso annos pelos lenles
llerndon etilbbon, da marinha dos Estados-Lui-
dos, pelo naturalista inglez Wallace, e pelos nos-
sos compatriotas os Srs. conde de Casleluau e capi-
tn de marinha Turdy de Monlravel. Estas explo-
raroes disperlarama altenjo dos governos da Ame-
rica do sul ; a livre navegarn de seas rios tornou-
se uma quesillo diplomtica surgiram rivalidades,
tomaram-se medidas grandes e liberaes. O Ama-
zonas proclamoa qae abrira seus grandes bracas
aos eslran-ieiros de (odas as najos ; coocluram-se
irala.lns de navegar",),lizeram-se concesses de pri-
vilegios, elevarm-se proleslares...porem nao le-
inos de contar aqu a historia desses paizes que ani-
da eslo em lula, e cuja prxima importancia bal-
la-nos fazer presentir. Porquanlo desde o dia em
que os colonos e os capilaes europeos poderem li-
vremenle, esem perigu dirigir-se para o Prata e o
Amazonas, uma era magnifica abrir-se-h* para a
America meridional e a propria Europa resondra'
uma inlluencia incalcnlavel.
I aliamos da Europa e dos capilae europeos como
se qnizessemos ignorar que a America do norle esla'
mai prxima que nos deatal regies que excitara
sua cobija commercial. Devemos fugir deila ig-
norancia vainillara e perigosa ; somenle o desejo
de llUanir sobre o valle do Amazonas a altenru
dos mleresses europeos be que nos faz fallar assim ;
nois nao podemos dexar de verificar enlre os via-
jantes rraneczes e inglezes e o (eiienle norle-ame-
ricauo II. riiiliui uma dillerrnja de inlenro que
Irahe se abertamenle nas paginas do ultimo (i De
uma parte o ardor desjnieressado do naturalista, o
amor da sciencia. o desejo de ser universalrnenle
ulil ; de oulr. um nleres-e paSWll, uma prelencjlo
altiva e exclusiva, uma cubija impaciente. O e-
nenle nnrle-americano nao dvida de que os Esta-
dos-Luidos lenham de colhor quasi 'mi o truno
das immeiisas vinlageus de que a nalureza deten o
valle do Amazonas. Mas he preciso ouvir suas
propr.as palavras : Nos, mais do que iienhuuia
najo, diz elle, orno mere-sadns na abertura des-
la;navegaro. O commercio desla regio pawara'
incvitavclmenlo pelos nossos porlos; confundir-se-
ha. c acarretara' trocas com os producios do nosso
valle do Mississipi p. |!0 ... L'ii lempa vira'
em que a lure navegajo do Amazonas e dos oulros
nos da America do sul sera' considerada pelo povo
desle paiz os Estados-Lu.lo- como a quesillo mais
imprtame que tem surgido depois da lequtsieao
oa Louisiana... O valle d Amazonas e o do Mis-
sissipi enviara enlre si s.udajes reciprocas ; pois
um pude fnrnecer o que falla ao oulro pea sua gra-
de piuporjo commercial. Sao dous irroos
que ai* deveriarn ser separados p. l'j:| ... Qsci-
dad..s dos Estados-L nidos silo enlre todos os povos
eslrangeiros os man inlereasade* na livre navegarn
do Amazona. Era comparajn dos oulros eslra-
geiros colheriamos a parle do'leo, nas vanla que dalu resullariam. Nao lemeriamos nenbuma
concurrencia, loriamos por auxiliares poderosos
nossa posican geographica, os veulus do co, e as
rorrenie do Ocano, tiraras as indagarnos de
Maurv sobre os veutus e as rorrele sabemos que
um pedajo de inaleira laucado ao mar ua embo-
cadura d.. Amazonas sera'" condu/ido pelas ondas
para a pona do abo Halteras 7 Sabemos que
os navios que parlera a vela das boceas do Amazo-
nas para qualquer porln su forrados pelos venios
de b. e de .V E. a penar as noasas proprias par-
tas ; que Nca \ork he de neccii.U,1e a eslacao in-
lermediwia entre o Para e a Europa. .. p". :l7|
Nao era talvez intil apresentar desde o princi-
pio estas prelrnres reaes ,, eiaueradas. Temos
de esladir orna di* mais vastas regic do globo
na qual a Providencia dislnbttio liberalineulc us ri-
quezas mais variadas. Ora eis-aqui um povu qoe
eleva a vnz, calende a ralo, e fallando de lbenla le
Paro, lar), e das Trombelaa ... Eirilim em oa-. dos250 (finenles de Amazonas, julgamos ulil. aiu-
Ira parte : a Os riosPirUi larj e rroojftatai iSa I da qu seja somenle p.u.i regular e esrlareier nossi
dos numerosos allluenles do Amazonas nquelles.que j marcha fulura, indicar aqui os principarse subir ia-
interessam raais diredameute a Goyna francez*. pidamenle at sna origem a' pruporcSoque uen-
Soas fontes lleven ser^visnhas de nossos princi-1 contrarmos trazando suas aguas ao >e poderoso so-
pis ros, e he provavel que com o auxilio dos In- beiauo. IS
dios que llihilam o alio dos (res rios ja nonio.i ios; Qoanlo a esle ultimo Maranh.lo, Solimues e A-
sc esialielrceriam firlinenle relares entre nossisI miaanii* deverooi proenrarseu nasotmenlo enlre as
possesses e essa parte da provincia do Para'... Pro- duas gran les eadcias dos Andas nfo tonga das rn.las
parr-se hia a I un ana franceza um futuro bullanlo ; do Pacifico, e ao sabir do lago l.auricnrlia enlre 10
e pondo-a em cmnmunicajiln com o Amsionaa po-
desse-se fazer correr pan ella as riquezas, de que es-
te rio he doladn, e que seus psssmdores aduaes nao
saliera aproveilar LI.
Ja labe-wqnanle he lal'O o preronceilo que refe-
re-sc an elim da Gayan! ; rom efleito Mr. de C.s-
teluau .!:/- .. Gracas a n omoroos reveza*, a uma
' 11, do lalilude sul islo he, perto da ricas ramas
de Cerro-PatcOi as quaes do a ese re do nos o di-
reilo de ufinar-se de ler um berjo de prala. Se-
gurado na direcjo do norle o valle cavado entre as
duas cordilheiris, o M ir.mlio ebeg ao sello grao
de lalilude sul, e all aprnveitando uina Inplicada e
larga fend dos Andas, lanja-se para lesle, alim de
ma admiiiislrajo, e incrivel doutrina tornada por: ganhar a grande planiciee atravessar livreineute seu
assim dizer gcial de que os Fraucezes alo saheni eo- vaslo imperio. Dirgindo-se dah em diante sempre
lonisar, nomo paiz no possue mail do que duas co- i pira lesle ate alcanjar o Allaulico, o Amazonas co-
lonias de fulii11..- Algena e a din ma. Esla ulli- mera a ser nivegavelem Pongo de Manseriche, on-
ma lie uma bella regan de grande fertilidad.', e que de pruneiramenle o Sin Yago.depois o Marona des
esta mili Innge de mererer a mu repularo que lera
adquirido no ponto de vista sanitario ; em luto ella
he semelhante ao norle do Brasil 1 i Tae* verda-
dea sao sempre linas de rrcolher.
Nao he somenle a enrioxidade ordinaria excitada
por uma viagem alrav de om paiz vasto e uiagnl
Maiioel de Seoza Va/., Jos* de Alenla Soara* de do rbula que Hia ponpai ani.u-linei.ie ,.i
i ..i u i ...... i .tn ni...:.. a:i .,. ___..
Sa' e sua seuhora, Aiexandre de Carvalbo, Jos
Francisco de SoozaJnior, Amonio Joaquim de Li-
ma, Jos Barbosa, Antonio Avelino l.eite Braga,
Joo Cnslodi* Martina, Serafim Joa Cnrreia de Sa',
Joo Antonio Gomes Gimnares e sua seuhora, Ca-
semiro Jos de Frailas, Francisco Jos Regalo Bra-
ga. Antonio Baplisla Nogueira.
Ur amaiiliaa.
rendo das uiontanhas longinquas do equador, vem
engrossar suas aguas, o rio Pastaza, cnjo|principal
alllnente. o Bmnbonaza. corre do lado oriental dos
Andas de Qaito, rhega do lado do norte ao grande
rio, o qoal pouco depoi recebe do lado do sol o
llu.illaga. Os rios Chambira e Tigre, sao dou pe-
co, e de tribus de Indios de rusluines singulares que quenos atllaenles seplrnlrionaes-, mas na allura da
om horrivel deserto venerado pelos futuros romeirus j 1853, mas em agosto de 1850 que o Sr. llerndon
receben em Valparaso a ordem de preparar-se para
uma viagem de cxploraro sobre o Amazonas. Por
isso no lim da obra publicada por elle ooflirial nor-
te-americano em nm ultimo capitulo cheio de azedu
mn e ile despeito, tem o cuidado de atlriboir a soa
mislo as medidas diplomticas e coinmerciae que
o Brasil Ippressoo-se em tomar a respeilo do Per'
e dos ontros governo da America do Sul. Ella da-
nos at uma parte do tratado entilo cuncluido entre
as duas primeiras potencias, e compraz-se em contar
as difliculdades que dah resullariam. Esse Irati-
do lem a dala de I de or.lubro de 18.il. L'm de
arelo do presidente do Per', bateado nessa conven-
5*0 e leudo por lira regular os direilos dos estran-
geiro e a inaneira de ronces>ao das Ierras he dal.do
de 5 do abril de 1853. O reslabclerimenlo desta
dala* prova qoe a allenejlo dos E-tados-lnidosa
respeilo do Amazanas di*perloo-*e antes mesmo de
ser excitada por iieuhum signal de aclividade da
parle do governo bresileiro. Esle anda dormitara
quando a ebegada dos dous tcnentcs da America do
norte adverto-o de que era chagada o lempo de
mover-se c de obrar. Outro erro consiste era dizer
que osSrs. llernilonJeGihboii soraente reservarara
para si .. uma pequea porciio de seas docamen-
lo*. lie endent para n qae elles depozerara suas
inlorinarcs mais preciosas nas mos de seu gover-
no ; nao he menos verdade que seus relalorios for-
mara um grande volme compacto de qualrocenlas
e de Irezeulas c quarenla pagina*,*) qae essas duas
obras publicada* surces-ivamenle, foram dirigidas
por cada um dos dous exploradores ao seu governo,
0 qual lrinsmillin-as ao cungressn.
.Nao conhecemos a brochara qu* segun.-lo diz Mr.
Re\baud|o lenle Maurv aproveilando os raateriaes
fornecidos pelos viajantes publicou debaixo desle
titulo : O Aui i/ mic.s e a* costas atlnticas da Ama-
ne* meridional, e qqo foi espalharia por todos os
pontos da linio alim de exilarcom descn'pjes exa-
geradas a imaginario a cobija do povo. Nao con-
lestaino a exariido desle fado, alias mui confor-
me com a maneira de proceder do enverno dos Es-
tados-Luidos ; mas o respailo a verdsde obriga-OO)
declarar que Mr.Reybaad foi intnzido a erro al-
rihiundo ao lente llerndon uma passagem que el-
le rila, e na qnal lrala-se da regulo aurfera e dia-
mantina de Cavaba. Esla cidade capital da pro-
vincia de Mallo Groase be situada a doze graos ao
sul do itinerario seguido pelo lenle norte-ameri-
cano, n qual empregou a respilo dessa parte da A-
iiicrica meridional mesmo inetliodo de que ser-
vio-se era todo corso de sua narrajo para comple-
ja-lii : tradozio lilteralrnenie ( e devemos accrescen-
lar. helmeme, e indicando a orisem uma grande
parle de um capitulo de Mr. de Caslelnau, o qual
Visitn es.a regiu. Mas a breve citacj.0 de Mr.
Ryband nao reprodnzeom exartido nem o texto do
viajaule franrez, nem ,,r ronseguinle a Iraduro fi-
el pie delle fez o teneule dos Estados-L'nido's 10 .
Mr. Reybaod refere depois a quebraque soffreo a
diplomacia dos EsUdos-Uoido* para com o governo
Iirasileiro, o qual lecuaou a entrada da Amazonas
ao pavilllSa norle-amcricano. ir Porem, diz elle,
passou-M depois um fado aasl curio.. que convem
meneiomr. lia obra de um anuo rbegou ao Brasil
a noticia d* qoe preparava-ta uma expedido nos
porlos da I ira.., que mullos uayiaav ernm a'rraiido
para uerra por particulares, e que essa expedirn
anloga as que tlnham-*e dirigido contra Cuba, li-
nda por bm declarado penetrar a' forja no Amazo-
nas.
As informares Iransmillidss ollicilinenlc on pe-
la va do commercio linham no mais alto grao o
carcter da cerle/.a. .. Mas foram lomadas medidas
ellicazes para receber bem eses oosados piratas : .
advertido* em duvida no a clliim.Mili, que Ihes era
reservarlo elles nao Ippareceram, e o consol do Bl-
ailos-l nidos prolestou, um pooco larde, mases-
lioiK.osamenle, contra as inlcnjea rulpadas que
eniin empresta las aos seus compatriotas 11). o"
h-le tarto qu.idra tan bem com os hlbil sea po-
ltica dos Eslados-Liiidos. cada vez melhor eonheci-
das na i-.uropa, para nao parecer-nos mui veros-
mil. A recente e ramosa exped jfio de \Valkr no
Nicaragua,e a conducta nessa occasiao do presidente
1 ierre nns (era demonslrado sullicienlemenle o ca-
rcter cas maneiras da democracia norte-ameri-
cana.
llevemos rilar oda aqui uma passagem muilo
importante de Mr. de Caslelnau. Esle viajante na
ullima pagina de seu relatorin llorando um olhar
sobre as parles hespinholas da America do Sul en-
t.egue a continuas revolures escreve las linhas
qua devem .er bem meditadas pelos estadistas da
fcuropa : ..fcmquantoos povos eslholicos diliceram-
se reciprocamente o geuio do protestantismo norle-
americ.no ergue-se lormidavel e ameara suffocar
em seu forte aperlo povos enervados pelo ardor do
clima, enfraqoeci.tos pela desunio, e sobre lodo
corrompidos pelos borrivris ellelos da escravido.
Essa lata sera' talvez longa, ma. entregue a si mis-
ma, seu resultado nao sera duvidoso. A Florida,
o leas, orna parle nolavel do Mxico, sao ia re-
presentados entre as estrellas di bandeira da ("oan,
.. qual senielhaiilo a uma va ladea cohrir-se-ha tal
vez algum dia com os emblemas da America inlei-
ra ; imanhai Cuba, ullima Jola dcorua de Caslel-
la, sera submetlida as suas leis, c se nao enga-
me o Mxico sera brevemente a capital dos trpi-
cos, e Ouebec a dos dominio* polares (12
A Europa nos parecera mu cega se todas estas
advertencias e a experiencia que ella lera adquirido
da poltica dos Estados Luidos, nao l fossem amia
sutlicientes para provocar sua sollicitude e atlrabir
suas vislas para a partida desigual que joga-se do
oulro lado do Atlntico, e cujo ohjeclo be um mun-
do inleiro.
% Franca em particular .nao deve permanecer
deve lazer-nos seguir a- pisadas dos expluradores do
valle do Amazonas ; somos indu/i.los a isso por nm
seotimento particular: o de grande inleresse euro-
peo, c mesmo de inleresse nacional.
todava devemos drizar di seguir OS cinco viajan-
tes mais recentes que temo nomeado. A bella nar-
rajo de Mr. de Caslelnau esl no alcance de lodos
os leilores ; a de Mr. Tirdy de Montravel he um ex-
tracto mui sucinto de Seo Velatorio ao ministro da
marinha, inserido na feme eoloniale. As tres obras
doa lenles llerndon e Gibbon e do Sr. Wallace,
nao foram traduzidas; tratara de regies dillerentes
e bem qoe estejam sobreearregadas de circunstan-
cias auperlluas, offerecem nossa curiosidado um
campo to novo quanlo extenso. Cora elfeilo, nns
cinco volumes de Mr. de Caalclnau [131 somenle
melado do ultimo he relativa ao rars
Ideii de Nauta, e na margara meridional o Ama-
cena* auginenlii-se com as aguas que Ihe Ira o
Lcivale, ribeiro cnnaidenvel que itrivessa a formi-
davl Pampa del Sirramento, e qoe conla enlre
sens longinquos Iributarios o Paclulea, o Tambo, o
Aporimac e o L'rubamba, cuj* pona idianli-se
alm do 1 i" de lalilude S. ao sul de Cuzco.
Depois do cayali o Amazouas recebe pelo 7(1 de
longilude O. o rio apo, cojos dez ou dozeillluentes
.-nais ou menos imprtanles descem anda dos Andas
visinlios de (.bulo. Tres graos mais adame para les-
te est situada Tabalinga punto de reunan do ro
Javar com o Amazonas.
Desprezando algn pequeos tributario que vem
do sul como o Javar chegamns a confluencia do Pu-
liimavo ou Ira, oulro rio do noroeste que lem sua li-
so prinripal, ao | ngem na inonlauhas da repblica do Eqoador. Os
d"a'este infaligivel explorador chegou descendo o ros Julav, Jnrua, e Telfe vem ao Amazonas das re-
UCayali, depois de ter alnvessado o conliuenle ame-
ricano do Rio de Janeiro a Lima, e de ler assim per-
corrido as regies que formam a linba divisoria das
agua do Amazonas e do Prala. Comparada com es-
ta looga expedirn, cuja narrarn enrlie n qualro
primeiros volumes, a descula do Amazonas em uma
s.ln de quasi NO leguas pareceu ao nosso compa-
triota, segundo sua expresso, ser uma viagem
da recreio. O lenenle llerndon parlindo de Li-
ma romejoa sua navegajo em oulro tributa-
rio deste grande rio, o qual alranrou em om
penlomiii elevado do que aquello de Mr. de
Caslelnau. Accrece qoe na poca de sua vol-
gies detcouhecdas do sudoeile, situadas nas fron-
(eiras do Brasil e do Peni. '
Um pooco adianle da reunan do Tetra um rio
multo imprtame, o Jupura cah no Amazonas de-
pois de m corso immeuso que pode-se remonlar
cora a vista "obre a carta, oa direcjo do noroeste ate
O limito meridional da Nova Granada. Das regules
ignoradas du sul chega anda o no Coarv e depois o
Puns, cuja idenUdade com o ro chamado Madre-
ti.'-l dos pelos Peruanos, parece estir agoia demons-
trada.
Junto da illa da Barr vem lanrar-se no Amazo-
s um feu talario considerivcl, o lio Negro, o qoal
la aos Estados! nidos ja linha apparecido a obra i recebe a sen lurnn o rio Branco'. e conla enlre sens
do viajante francez, e qnando escreveu eu rrlatuno | brajos o t.'anps. bem
i Sr. llerndon pode aproveilar o Irahalho de seo
como o famoso Cassiquiaic,
canal natural e uavegavel que liga a baria do Ama-
zonas a do Orenoque ta repblica de Venezuela.
Chegaraos a confluencia du Madeira, enjos allluenles
principa** sao entrada da Bolivia o Beni, o Itl-
predecessor para compielar o seu. O Sr. Gibbon
p irl.n l i lambem de Lima com osr. Ilern ion sepa-
rsra-se desle depois da passagem dos Andas ; nao
lendn podida chegar al o Parus elle dirigin-sc pa- more e o rio Branco. os quaes nos" reconduzem o
ra i.a I az c Cucbabamb, e chegou ao Amazonas sndoesle al as minas de doro de Carsbava e aos Ibe-
desceodo o Chapar, o Memor co M.irteira.osqiiaesl de La Pax e de Potos. Sa os estrilare* dignarem-se
Inrmam uir. mesmo ribeiro e constituern o principal | de seguir sobre a carta o curso do Madeira e de sen
ainuenle do r,0. Emlira o Sr. Wallice psrlindo, tributarios tero uma idea d mensidade do lerrilo-
como Mr. lardv de Monlravel. da eu.bocadura do | no que um s.'. afflnenle do Amazouas poder fater-
Amatonas, o qoal labio al abarra do rio Negro. | nos perrorrer. Do norte chegim depois o rio das
nos fura alcanjar, acompanliando-o nesle ultimo af- i frombetas e muitos oulros apeuas indica los nas me-
tliienle e no Au|>s explorados pela primeira vez.
os limites seplentrionaes dessa imineusa oresia, que
cobre um terreno nao menos vaslo do que a Europa
inleira.
Nosso papel consislira em expor, resumir, e coor-
denar as principaes infirmajes rolhidas em todas
essas expe.lirr.es feilas por viajantes que partiram de
pontos oppostos. Reunir era lira pequeo qoa.lro e
apresentar cin ordem methodica e racional as infor-
maees mais uiteressantes espalhada nemas narra-
Jues Irancezaa e eslrangeiras que formara juntas um
todo assas volnmoso, lal he 0 Irahalho espinhoso,
mas ulil que aqui empreheudemos.
Lance de rala /eral sobre a hacia do Amazonas.
rentemos primeramente, abrajar com a vista a
mimen.,i regio que banhsm os duzeutos brajos d.9
raaior dos nos. Mejamos com um nlhcr sea curso
magesloso atravs de lodo o conliuenle americano.
Marquemos ao sul e ao norte os limites dessa hacia
iimca pela extensao das trras quo oceupa.
O solo sobre o qual vamos por o pe, parece ler
linda ocunha virginal di acro creadora que no ter-
ciro da di. Gnesis fez a se'parajn da Ierra e da
-.i""'-?-Ciir,as' m',, ta\* importancia foi mostridi por
.Mr, rard) de llonlreval relaiivamentc as fres Guv-
aiiii, as quaes elles f.zeu. rnmmunicar o Amazona.
O no lapajoz be um diu maiores tributarios meri-
dionucs, cujos allluenles enlre oulros o rio Ar.nos,
e o no Prel... hiera nos alcanjar a minas de dia-
mantes de Cavaba ; o \ingu faz sua reuno quasi a
embocadura do rio, e airas da grande liba de Man-
i o rocanimi, ao qoal reune-se o Araguav derrima
saas aguas no rio do Pan.
Eis aqu uma enumerajo muilo incompleta dos
rus que correo* ao nortee ao su', do Amazonas e
que ranlribuein para formar o corso inagestoso des-
le re dos nos. Em resumo v se que remontando
o. I,cvala, ehegamoaao sul al Cuzco ; que pelo
i urus, Madeira, Beni, Mamore, Chapar, rio Bran-
co. penetraremos al as margens do lago Titicaca e
a regio maravilhosa inrifera e argentfera que d n
funesto orgulho a Bolivia ; que pelo Tapajoz .can-
saremos atravs da bella provincia de Malto-Grosso
a- minas de diamante visitadas por Mr. de Caslcl-
nau : que pelo l'ocaiitim e pela Araguav exudare-
mos com o auxilio do mesmo Viajante a rica regio
TCiatu de -#rrr*am&?.co.
Recite 10 de novembroas 8 horis da nnile.
O calculu das companhia de sajiora de ida I.,
lodo randada sobra a roai enras mMMi -
luariaa mdicos ibiliado Irera sida enrarreied. -
do clcala da vida media do hrmem. e be sabr ra-
sas ha-es que H. fondain lodos o. calculo, de i.r.d.
li.lidade. pan esl.beleeer na divn** mbegaru. de
seguro, segnad* ut do .^...dn.. e unir*. re.o-
dijucs inb.renlcs ,lm, |,oa ronfnrmaje. lato na.
quer dizer q... c.cheuco e o racliet.ro na. ,..
lambem naan ,. ,,., '
pagu-in legnade -.. .... |'|1||lr|||*~
enslei.ci.s |,recarias Km n,|,go de ,-f ,
vezcvivem ma ou, JSS^mZmSSZ
rotmslos e bem conlorrnaaa -^->.
Depois do seguro ma.ihmn; do>
incendios, era multo natural. q. i2mm 4
ideado .egurocoi.ua ni..rl,l,dade dm, ,J7^
porqae i escravana enlre i,. rommi^,*. '
parte da nos., torluna .i.ovel.
Esl. idea realiou-s, n K... Janeiro tm "a d.
agosio de IN.I do decrvlo ...., el. ,.
O processo eleitoral corre tilo regular e picifiea-
mente que nada temos que iiuliciar ao publicn. Po-
demos a respeilo das freaue/ias da capital conten-
tar-nus com repetir o que dlesemo* al hnnlem.
De (ora nada ha qoe pona prodorJr eampiieacSa
alguma. Em S. lenlo Gmiihons linba rbegado
o delegado capilo Camiso, e reslabelecido i ordem.
A mesa legal recomejou seus trabalbos no dia7'w,u* formajo da rompiiibia Pievidranj ,.
docorrentc, e os volantes conrorriam a ama em c,P''al dedou mil contos de re. tvmaaMH i "
grande numero e confiadamente. As bandas arma- *!" P"r drrriures, a ronulbriro Angela J| imr'd
da do vicario se linham dispersado, e no coadjutor Sllvil lerraz, Dr. Joo Ma.inri Pereira d. M. ,
nao se fallava. rommundador liancisrn Joe I inra|v(*.ha*aeM n *
Em Caruaru bnuve uma lentltivi de deaordem de grande inlelligenc.a. l da aoloiU *|__jj*"*~
para quebrar a urna,'mas a energii e firmeza das '"mmerrio e na indu.lria. Entre o. pmaeiia,. "
auloridides iualilisoii os esforros dos desur.lciros. r|nnislas, t>*a nnme dn V. Il.ro d M.a... asar
llouve uma cabera quebrada e algumas pauladas. cimiisla. sao |-la ...ior parte grandes prn,.',^*.,,^
A provincia esta toda cm psz. Erara tars os re- "egocianits de iiriroeira ordem nacienaese eslran-
eeio de desorden) que sentimos iuexplicavel pnzer B".ro*'
em repetir esla asserro. Como inslitoiru aova
e deronherida r... .,.,, .
couipa,..,,. ,e,ua um p,,, ,d *
dade ; Toi pela inv.-o do cholera. q-M elli iob...
corpo. e se forlaleceo, arad, inesran pe,, fMM"
maiia
Telo vapor a Pedro II entrado liontem de Li.
bo.,,.eudo locado em Madeira. TenerifeeS. Vi- m^d^N'I^nrrrT.'r;,^^
cente, recebemos cartas do nosso correspondente ro- e morios drente i epidemia', a imniaihdad.
daquella capital c lambem varios peridicos que al- do PiRimenlo, ic.u a mener dovida, naan a-eeataa
eansam a 93 do oulubro prximo passado; mas a &*?* '"m "". "em tergiversario. de-e lotaa
hora adiantada em que nos foram entregue, apenas T mTescn'a^
nos permute commnnirar oosleitoree o seguinto seguro., com (rinde prabibilidide de n-naeiM
resumo : j esle numero, pois. ,.,, c|tl pnj,.ra ar~r.. !
Portugal conlinua tranquillo, hero que as pro- TijjimS '"]'" "'""t.L
ximns cleicoes agitem um ponen o espirito de sita uni grand^eavet*SK.^iiS'S ^
populaco. Todos os partidos tem publicado ma- ; sol,re uuia v.st. superficie : em quinto qae .7.**
nifestos e preparam-se para lomar parle na hita,!J" P"'l,r"iario consi.i* jusi.meaie n. nMoa
inclusive o legilimisla
O governo que ao principio mostrara querer fi-
car imparcial, limitando-se a manler toda a l-
berdadede voto, ja nao proceda do mesmo modo
oppasla, Mo he. un, certa n.merode envas .5."
rnendos [no me-ino pon Sappanh.mo. ,i se
desenvolve ne-le ponto a |.eg.....,,,, *? ?
- caiuiras de singue ; nesle ca. a reerda hr aaaa. i..
e f.llivel pari pn.priel.rio que live^ rreanoe as*'
parece que vai propendehdo mais para um par.ido j &1L21^ -ffi ^" ",'l,>" 5"
qneparaosoutros: Jm*iiy!^ME
Na llcspanlia caluo o ministerio do conde de ;''" mesmu mal.
Lucelia, general O' onnell. Tendo a rainhi exi- I A """P""" convem esle.. ler a. s.m oarvar-r-
gido revogacoo do decreto de amorsacio. os mi-1 ?dSlgr!ftgJ*^^
ntslros negaram-se a laze-lo de promplo, e pedirara propnelario conc...-lhe issegunr n
aguas. Emquiinlo durante mlhiires de lunos isci-1 de Goyaz ; eis ahi quinto a parle meri.lioiiar do
vihsajues 1..ri.i .v .ni o rcilu'i iiii--e a po no nosso "
velho mundo, o valle do Amazona eslava talvez se-
pullado em grande parle debaixo do elemento liqui-
do, donde levanla-se anda eslendenio-se de ilia em
dia. Esta vasta planicie acloal aprsenla nes com
elleito a ultima pha'o de uma liansformajo que
valle do Amazonas. Ao norle os nos Pastaza e
i niiliaiia/a nos contarn o cxtranrdinario e terrivel
episodio de que suas margen foram teslemunhas ha
um seculn, c ruja biroini, intrpida como nunca o
foi talvez, nenhuma Amazona, era a mulber dedi-
caila deum nos'ao compatriota. Depois seguiremos
une ler-se operado lentamente durante todo o tem- aiSr. Wallace em suas inleres.antescxplnraroes au-
po no levanlamenlo dos Andas, das inonlauhas do bre o rio Negro e o Laiipcs, regios iiileiriracnle
llrasil e das da Guyana do seio do Ocano. No co- |desconbecidas antes delle.
meen desse perioilo a porjo mais consideravel dos
valles do Amazouas, do Orenoque e do Prata, de-
viam fazer parte do Ocano, e as aguas que os ro-
hnam deviam separar os grupos de Una eomposla*
pela primeira apparijjo desses ruines solidos. As
Ierras que dahj deapreudiam-se levadas pelas correo-
tes que preeipitavam-se dessa altana, e enchendo
as cavidades occultas debaixo di igua lero formado
os immcnso terrenos de lllovilo que achim-se boje
no meto ds regies pedregosas. Ao mesmo lempo
f.nc.ia volcnicas l/.eram surgir esses picos escarpa-
dos que enconlram-se mullas vezes na planicie das
buralas, semelhantes a tilias de granito sobre om
mar de fnlbagem, e cujo isolamenlo ipparcnle ex-
pbea-se pela accnmulajo dus deposilos de alluvio
a seus pea, e nos valles qoe os separara. He a esla
arjo limnllanei dasa)aguas e dos vulce, a essas
erupjne. submarinas, e i essas trrenles que reun-
ram-se para aguar e nivelar a massa dos sedimentos
arrancados u superficie solida, sempre cresceote, que
he devi.li a regularidade miiavilhosa do solo, a im-
perceptivel inclinajau que caricterisa a immensa re-
gio que chamamos valle do Amazonas.
O Sr. Wallace de qoem lomo esta theoria de for-
majo geolgica, julga poder indicaros primeiros li-
rniles do mar interior subsliluido agora pelo ville,
objeclo de suas cxploraces. Foi, seguudo elle diz,
no poni em qae as monlaiihas da Guyana ipproxi-
mam-se mais da cordilheira do Andas, nesse alpa-
ca intermediario em que a aeco volcnica pnrece
ler conliniiadn, e ler produzido'as serras de Coricu-
nari, da lunubr, e a uumerosas collioas de l'au-
pes, que a Ierra firme appareceu prmeirameule,
uiiindo a Guyana e Xov Gnnadi e formando a
cinta pouco elevada que marca i sepirajo da baca
do Amazonas e do Orenoque. Ao sul a primeira ap-
pariro das trras de alluvio manifeslou-se igual-
mente entre as movitanbas do Brasil e a cordilheira
oriental dos Andas bolivianos. Encerrado nesles
limites primitivos n golfo mediterrneo que retiran-
do-sedevia detxai apparecer o valle do Amazonas,
?odia ler duas mil milhas de extensao, e setecen-
las ou oitoceulas de largura.
Os bailo* dessa planicie liquida sem duvida fo-
ram inscnsivelmente chelos por meio dos sedimento
Irazidos das Ierras altas e das monlanhas. A aejn
volcnica, cojos vestigios veem-se anda nas escorias
dos ros Tocantins e Tapajoz, bem como nas rochas
Se os leilores relleclirera que os limites que aca-
bamos de Irarar conten um territorio de extensao i-
gual a da Europa, qu. conlem um. mullido de pro-
docjes raineraes, vegelaes. e de creaturas vivas que
loram pan os nossos vi.jantes uutros lanto objechis
de estado inleiramrnte novo cheio de allraclivi,
emfim qoe elles abrajam inilhares de briba* selva-
sens leudo rada uma seu aspecto particular, sua
lingoagem, seus costumes. sen Iruge. suas dmsi,
seus sacrificios, comprehendero que s podemos
applicar-nos. aqui as regies mais dignas de inleres-
se, e as particularidades mais notaveis. Se qnizes-
semos dizsr ludo, mesmo abreviando as paginas
principaes das volumosas narrajes donde tiramos
as materias desle estudo, seriamos levados a escre-
ver muitos volumes sobre esle vislo issumplo.
Assim lirninitar-iins-hemos s informaces essen-
ciaea e as particularidades mais curiosas. Prazi a
Doos qm estes limites, ralalivamenle lo eslretos,
nao parce,mi aindi demasiadamente largos ios
nossos leilores !
( Conlinttar-se-/io.
|IIcinc < ontemporaine.-
PAGINA AVULSA.
EOZ/SS SHS
Ilonlem houve na igre|a do Rosario da Boa-
visla a in a feali ao Senhor Bom Jesns di Croz : nao
esteve mi ralalivimenle a oolras.que sa groja.
Admin ver a dedicajo com que um dos mais
ntimosaniiKos do finado commendador I.ni/. Gomes
lerrem, o honrado Sr. Patricio Jos Borge, ho-
mem sexsgemrio, lem cumpridn os ltimos deveres
da amisade, que tilo estreilamcnle o prenda ao illos-
Ire finido A elle, e ao seu illuslre eunhado, o Sr.
Saraiva foi incumbido lodo funeral, a suas ulliraas
homenagens. que e presla aos finados.
A mesa eleiloral da freguczia di Bda-Visla,
em virtude dn funeral que bonlem hoove na sua ma-
triz, passnu i trabalhar era urna das sacristas, alim
de que nao fosse perturbado o silencio que deve
alguma dilario, mas nao estando por isso asobera-
na, derara todos o sua demisso.
O novo gabinet aclia-se orgauisado do seguinte
modo :
Presidente sem pasia, o duque de Valencia, ge-
neral Narvaez ;
Ministro dos negocios eslrangeiros, o marquez de
Pidal;
Ministro da graca ejuslica, I). Manoel de Sei-
xas Lozano ;
Ministro da guerra, o lente general I). Fran-
cisco do Lersundi;
Ministro da fazenda, J). Manocl Barzanal-
lana ;
Ministro da governacao {reino) Candido No-
cedal ;
Ministro do fomento, I). Claudio Movano.
He a iitinull.irao completa dos principios que Iri-
umpharam rom a revolu^ao popular de julho de
1854. Enlrelanlo todo o paiz continua tranquillo.
A quesio mas importante dcstes ltimos lempos
pan evitar ralluenci. rnalrli a do pona awr'1'.'!
rhar coligado, no ci oe i|qvirecer ni meteslu
epidmica ou contagios*.
Eslibelecimentos em ponUs grandes reaeerrn.
randa numero de bnea. vigcerosae? pin iJTLT
nejo, em cujo caso eslo os trapiches, armare.. *
assurar, .lregi, p,r. c.rg. deacwg, de ..,.
e oulros ie isnal n.larau.
lie juslamenls pin este est.belecimeatas. m
que se reqoer mailo efarja e mu... irabal*. cirm
pengo eminente de vida, qoe *** ,,. Zmm
e um* garanta de lacru ; pois que, ,ltm 4. ,-..
ven.enle. como j. di.semo,. de iu:t. ..
dos em um so ponto, e sUJii. mrwIl. llflwMlrM
nociva, arrreace .. con.l.rjo eaieerial da IrahaNt.
sobrem.ne.ra pesado, e ., vezes eveavl ? mba-
Ihadores lodo ngor d*s eslar.-.r,,,.,. ^^ cn,
os remadores das ilv.reng.,;,. e.|es i
se dan iih cid..le,, maitv mais ao
crviro he anda mono mats pesad* expoat* : o^
mo purera ignonmos se 1 co.np.nhi. .- n,*^, ,
seguro dos esenvos em umi circnravecripr, marm
que os recinto, das eidides. nos al***oj*a* d. Mk*
poror* dis fabricas dos engenho, TirlUaux___
ra.douro. onde se egol. o ,1,0. da agricalim.
^'J menos intercsaanle he rlnaae daM e-rav-
Oa
MMUhi
campo, ... I
be 1 de aples. As utiras dadas em dia o ron- '"duslriosos, que por seu. ollicio* ..ll.re.-r
la allende Almeirim sobre o rio Psru : .1 De to-
das as partes do .in, diz elle, be o ponlu em que se-
na mais fanl eslabeiecer relajes com as Guvinas
franreza e hollandeza. Os Fraucezes que ua poca
da oceupajao da inargem esjuerda do Amazonas ah
linham construid,, una fortaleza, eujos reslos sob-
sislem.linhara comprehendi.ln as viuMigens dessa po-
siro... Comprehende se, diz adianle esle navegan-
te fazendo allusao ao commercio da salsaparnlba
eomprebende-se a vantagem que acharia a Gayan*
em eslabeiecer relares pelo Ovnpor e pelo Maroni
cora os ludicsque liabil.iin a. margen dos Ires rios
". Vide
56 e 200.
..Explorat.ra of Ihe Valle? oflhe Amazon bv
I. IX .1 di Kevue Conlemporaine, |igs
S O Brasil por .Mr. Carlos Hevbaud, p. 163
9 I lera p. Kii.
10 Bisaqol a passagem de Mr. Itevband :e Com
efeilo quem deuaria da ser nedotido por descro-
ese* como esta, por eiemplo, que parece lirada dos
deslumbradores ceios rabes ; Coyaba, diz o lenen-
le llerndon, Jica no centro da regan auriera desle
paiz inaginlico. Ah aoba-se ouro em vea entre as
pedra, no fondo do regalos, e era pequeos graos
na superficie du Ierra : depois de cada cliuva o
esenvos e os meninos corren) a apanha-lo no lado
das mas da cidade Na regia diamantina aebira-se
diamantes millurados cora a lena, assim como ou-
ro nas esravaroes da Cllirorn*. Segundo diz Cas-
lelnau um humera querendo linear nina estaca no
chao.acbou um diamante de nove quilates. Vs ve-
zes acham-se diluanles na muela ios pasur.nhO'.ii
t.lii! paiz .... co......na .Mr. Hevbaud p. |6 .
Repelimos que passagem nioaeha-M na narracao
do fjr. llerndon. Mr. Itevlun 1 ou o jornal do liio
ell-hao oxtrahido da brochan publicada pelo Sr.
Maurv .Nao sabemos maso Sr. lUrndon nao diz
laes ciiaas em se* groo.volnaie, que lerans mui-
ta. vczcs.com *tlencAo. Elle Iradoz smenle mus
las paginas de Mr. ,|. Caslelnau.na quaes achara-
se c-tas phrases ; ,. Enlretanlo depois das rhuva-
'\* mt"".....Ie Diamantino procurara o ouro cou-
do ni Ierra meemo .tas r.,, 0 ribeiro de ouro, o
qual romo ditaei.....alravesi* a cidade, e nao he ra-
ro rolherem o valor de uma ou dala patacas ( oito a
qoii.ze graos, peto do Brasil Olanlo ao diaman-
te ella- -
.... por lim sepa-
rado os ros tributarios; depois ostnrbilhues e as cr-
renles leiiio formado os bancos de areia. como anda
formara, e lero contribuid assim para edificar aa
margens aeloaea do grande rio. lisias tranafanna-
Jnes nao r.....un de r il -ciuai--e : cada anoo desro-
brera-se novas ilhasa superficie do rio ; na regio do
gapo lareos espajos licain em secco a' proporrilo que
aceumulam-se os sedimenlos, e os grandes lagos tilo
numerosos desapparercm pouco a pooco debaixo do
enlulho das plaas aqualiras, e da abundancia do
detrito*. (l<
Assim pode fnrmar-se na uccesso das idades esse
terreno to unido e lio vasto suicido hoja pelos in
numeraveis rios amarellos, azues, branco* ou ne-
gros, que vem engranar em um corso de mais ne oi-
locenlas leguas o maia bello rio do globo. Desde o
quarlo grao de lalilude norte al o vigsimo de la-
lilude sul, nao desee das colimas orienlae dos An-
das, nenhura ribeiro que nao seja tributario do A-
in 1/1.na-, cuja baca serr rival 110 mundo acha-seas-
sim comprehendidn toda debaixo dos trpicos de ca-
da lado do equador. .1 O Amazonas, diz Mr. de
Caslelnau, hanha por meio de seus brajos sem nu-
mero nina regio maior do que a Europa, ferlil ate
o ideal, e por toda a parle inundada pela luz e pelo
calrico de um sl do Equador. Nesse mundo aqua-
lieo, ros como o Orenoque, o Negro, o Jlpura, o
Araguav, o Toeaulin*, o Madeira, o Poro, o Ju-
ma, o [Cavile, ele. que seriam o orgulho de qual-
quer oulro ronlinenle, nao s; nos de orna deulade rommum. 17
Sem entrar ein uma enumerajo eircuinstanciiida
ceranles, rominedidas e pruileule. Loramos o
zeln do Sr. Dr. Aquno, que ajudado pelas auloridl-
des policiaes dos dnus districlos de Ipojuca, conse-
quio.qne tutu terminasse no remanso da mus conso-
ladora harmona. Continu o Sr. Dr. A puno, con-
tinuem os senbore subdelegados de Ipojuca a prori-
derem como al boje, que merecern eternos louvo-
res dos hoinens sisados. Pedimos >o nosso corres-
pondenle de Ipojuca. que noticie circunstanciada-
mente aos seus leilores suas oceurrencias, pois as
soubemoa por particulares.
O corpo ecclesiaslico desla provincia lem de re-
ceber em seu seio o Sr. padre Lino, ex-religioso uo
Carino, que acaba de secularisar-se.
No domingo os preliubos do Itosario, talvez
avesados, quizeram appresentar na praja da Boa-
N isla o seu mararotu ; a polica, poriii. disper-
sou-os, nao porque julea-e que aqaelle innocenle
diverlimeulu en atleulalorio .1 ordem publica, m-s
porque do mararalu' passariam a bebedeira, e dah
ao .lislurbios, como sempre accoulece : obrou muilo
bem.
licitar.un queiranto 110 vipor Amazonas, fe-
lizinente a Providencia se amercioa desse vaso im-
porlinte livraudo-n das charnmas.
Consta-nos que lora preso na Boa-Vista
dro de cavallos ; be fcucla nova euljrjfenT^ver.la-
de he qae lanturaz hilar ra/r^^rreon... furlar ca-
vallos; e porem, nao lu/|u,er denenci* do lesado
elle sera bsoivido, e se ||,e dan' baixa na cul-
pa 1
Ern I na a* elejrcs ilCabarara-se bonlem na
santa paz ; o delegado est av presente, e pd le-se di-
zer que o voto ro inteirainenle livre. No da 2 rc-
ceiava-s. algum barulho, platem Indas a. dilliculda-
des ipllimrim-M duraule lln,P, e a fregnezia de
1 ua aeJM-ie dignamente reforesenladi por iteleila-
1 todos senhore av eogeuhas, e por eonee-
vcz.es accoiitere
[13) O relalorio donde saneslrahidii paasage.is f.,
publicado em parle na Kevue eoloniale, I. III n
.">7, I." serie. '
111T. v, p. m_>.
(15 O relalorio desle viajaule Conlom ti volumes, I unile inileneiidcnles, o qi
mas o Ullima he inleiai enle devido i peona do Sr ''
Weddell, libio naturalista ad.li.lo n' expedijo.
It'. Vide .. A N.irralioe uf l'ravels on Ibe Ami-
zon md rio Negro by Alfred K. Wallace, p(.. ,
ifi, 427.Divemos dcixar ao viajante inglez* res",
ponsiibilidade de sua hvpolhesc gcnlog
"ra negro que arrancando legumes en, I lera ao raen'--- ^'"- r,"i"
O qu. poma .
la pelos malos. () nomo (novo juii de direilo, o
BT. Aeiva, liuna ido para Barreiros, c ato bonlem
alarile^ascousasla iam kpulo bein ; nao sabe-
mos nada do B10 rormoao.
- O vapor portiiguez ..I). Peo-.-0 [| ,rouxe aseo
burdo os segundes pastaueiros
senhor. grande lurro. llo,e q.e os sal.rm a* lean
elevado a um |.rer cxhoi raanle,, esrnva aaeavev-
ce um1 cilicio qualquer, romo ,. de ..piter... alf...-
le, hohe.ro, c.rpioi, pedrefru ele. lem |
correspondente ao pin.ludo dn seu Irabelbn Isade.
qae ej* o salino de dez lust.e. apena* par dia* a.
11111 do auno o escravo tem n.-ililo na algifce ra dn
seu senhor IIOUjUOII qae he ajar* |*aja| da nm ra-
pilil nominal de cinco couto. da re. ..:.?- ,,
au valer s pena |H.r 369 anna.es de gMiaSsr m
era l.tXKaIOl._he lodo .,|c, recebe depoi. j, *..
mor* ; mais he j..st.-..ente eam rali ou.nlia omv
eu posao ha ver ou conpr.r oulro esenv* can ..
me.m.s coiidicjde.. """ '
Manos o.phos, cojos pslrimonio. ra...
esxn.os.tein hc.do .rr.,n,do,pal.m.rle ,n,.^.T
desses .scravos. Q..I .,. p. ~- ^ --
que deixasse ,.e seg.r.r osv S ^ SST
dos ..lem de qne o segare deve iicment.r a ,-
lor do esenvo, e emtm lem acontecida ,. .. Ri. Xe
Janeiro, porque o eumprular padaada gar**k .
cipilil empregado, n*o davi.l, povinir L^TL
mero ieewinv ; na cerlez. de^e sam TZjZL
riM pode contar rom o lacro *voil*da am ^
lirios, cum o descomo d. peqoeei somm* .afasar
OS ,111011. I^rafoe
. .111 tu na n do o scgoro.iindi no riso di votad. 4-
esenvo, cora linio qoe 1 Ir.nsferenci. -Tin m,
escripiono di eompaol.ii. he iad.mi.vel que "a **
vilor deve ser muilo maior porq.. u. ..
pilil sem risco; em cojo ca..... camnredar 1*. a_
bradi gir.nli, pH, rt 0. ^J
pela so* robustez comprovada pelo .ca aWaecaen
.velodiseslisvimigens lem o trafnna. de
grinde numero de es.-r.v... E, da^^T-l
aquella que funda lodo sea pal.imoi.ia em Da--. "
er.vos da cujosal.r.o vive ; porqae oeraW. -*
>u dou escravo. iguale, de I.. 1. a sua r.rlo*>* ler.
quem dexar* de tirar .1* *eos lacros om* nesortia
quantia para garantir im. so o cap. 1.1 roa,. 7.aim*
>o lia niuguem que po-.a vivar da om -rniiai 1
quilquer que 1...,. t.ji arrmenle *.aa. J
...llermosnesseorjimenlu* pequeo rarrefta ,1,
--oro. leremos enra qualquer oulr. 1
lumia segurada 1 parte di reren.,
o-rcamenlos do mundo he justamente a
imporlml*. De quintos so.l.es, d. qa.nl. c.id.
dos nilo he a-illa I., eid. ioslinle o pobre pii de.
fanulii que vive do solano de sens escreve*. 000*4..
Ola soa icominetlido. de m.le.1..., na .1,,.
qualquer .ccideole, qoe Ihe. .mean *> ,,
seguro pois do esenvo he um men. de bem-e-lar
porque assegur. 10. domx 1 li.nqollidade da vm-
nlo, a meihor das mere.- que Dos oatarg. ** a.
rreituns. ^^
Se hi nm, foadaro biimaniliri.i qoe |Ha rrvih-
sar com-t-^liK h nutrs instilnirne rhrialias, l m
dnvida a di rompiiihn qoe acaba de fundir *.
ir* mea. *""
lie verdade que ningeem expe o seo. ramtv-
seir. esperanra de um Ierro; he tamleem verdad, aa
uma a.-ocia.;... ,le-la urdrm parlinpi da. mnmZ
rondij.>s 4.. lir*l|ll* merualM m.s 1.1. ,.
leste genern reservam pan si Indas os l.cro. erm
ilestituiji,1; ,md. nenhoma oei baje aflerveea
qae est. oflereee t.io e.p,.nl.nrameni. i|. mm.
nos anuos de pio.pendade p.-i. compaolM. '** |T
ero. seno rtivilidos. parle pan ... iiiitu 1
restante pan us segundos, rnj. qainli. Ihe __.
id...nada nas reiin.are. de aa. apatice.. H. nin
so geuerow ditprendtmei.io nesli attevIa.'rsMaM ejan.
acra, meritoria, cujo alcance be de aalm., W*W>'
cu pan o fulura, de (ola. n..s. Irimarar..
M uilos senhore. 1.1,qae exerrem mki ~w* Mern.
esenvos um. rnicld.de m.adila. oalr. drlma* .
aproveitsm .penis o Mrvsco -em impartww raen
lexislenr.a do degrari. ,,a- ihesBanha ofjWaa na.
Iros proror.m l>0r cevicus mu le. ,, ..,r,i|(.. ,,, ,.
g... o relachimeiito do en..,,,, e lin.lmes.1', _
Iros co.li- hes il 1 v.gilancii nacraana ...b, .
san le e sobre a condocla dos mcinn. raer .va* nal
qoe a nao ser o inleresse qoe Ihe. rr-oJu do fVvV.
.11 do -alano desses iniseiaven., neoliam aalm evi,-
muln os igailho. nem exrili p.r. coluhrena-... 4.
seo man jiroceder 00 pin velaren, Mitra evoalen-
rn de rules que julgam muilo abuzo 4* rqqiii
humana.
Oseauo, porlanlo, he umrnrrrcliv* qae ohraei-
diru lilailas vze 1 ir. dos -enhorr. u. kk
com que livessem 111.11* vigilancia sobra a ,*,
desses esenvo-, p..r que ama das randirr. a* v
guraior be que a m-rle dn rcanda> na. W|a _^_
vacada por arto violento, cantiga h..|>*ra M .,"
tura. w
Por ora an-nendemes 1 nossa i.refi pira nao ran-
s.iriin.s o no>.. Ifilnre. vi.lo que arlign. da>ia oa
lem, pod.in s-r de trame, inicies,.. m*. a...
sempre de noara amei.id.de j e na, qoe anerrann.
r.aadir d.. .,. |e, mata .!,..
da re..a. lo do Ira- "'u'.^J'".'""" "-umi"'^ ene pr.-l.nm *>,.
tico, da per.la consideravel que ultimamenle sollre- "m"r"m"" "IToslo.;N. -egmate Misa*,rmm.
mos pela peste, que asaolou diversaa rrovincia. do''''"/""!'i"1''"'|M"'""''" l'",* ""*>-
imperio ;efinalmente de mem de remediar oradosil*"' .' "''*"""" rt* '""Mi vuiUcra. tommam* *
maiores llagellos. qoe pode pezar sobre a nem ri- romP"""- e dundos.
quez.i publica, islo he, a mortalidad* dos esenvos. | W.
Esle meio di**emos,a panlua, destinada garantir a vida do escravo por
Inditas no seguinte ; a quesio esla complicada, e
multo confosa pelo grande numero de hoaloa, que
lodoa os das e de toda 1 parte se levantim. A Rus-
sia tomn o partido do re l-'ernando.
A Amlria fez ama ultima tentativa para prevenir
inlervenro armada das potencias occidenlaes em
aples, l'm despacho lelegraphiro enviado de
Vicnna a Par, obr.gon, segando se iflirma, a sos-
pender 1 execurao do projectn interior. E-pera-.
o resallado da insso de que esl encarregado Mr.
Marti ni. emba.xador austraco, junto 10 re dis
duas Seeilias. Esle embaixidor leva uma especie
de ulhmatum pacifico em que se expem de novo lo-
dos os pengos di siluaro. Mr. de Marlini
lambem deve entregar a el-rei Fernanda nina cari,
lutograplia do imperador l-rancisc.-. JosC.
Esle soberano insta com o monarcha nipolilino,
em mime dos lijos de parenlescn que exislem enlre
as doas corles 1 que nao atlnia desgraj.is incalcu-
liveia, nao so pin aples, mas para lodi 1 dalia.
Espera-sebom resollido deste paiso pacificador dado
pela Austria. Tem-e feiln ludo o possivet pan im-
pedir toda a aggresso contra os ''rancezes e Incle-
zes, que residem em aples.
O partido eonslitucioual de ISis que sollicita as
cmaras, e o partido que deseja 1 .b.licijo do re.
em favor de um filho, pozeram-se de accoio p.ri o
momento de perjgo, e assim he que a demonstrajo
projertidi da potencias occidenlaes provocou ama
fuso momentnea dus parlidos, o qoe se noespe-
nvi por modo algom. Em aples formoa-se ama
junta de salvamento que alista os HusoNnl e Ibes
du' soldada. Enlre os cliefes desla jimia, ippare-
cem os bem conhecidos Mazzs, Morbilli, Merendi,
Cimpigna e Albino.
A maior parle dos peridicos eslrangeiros dizem
qoe o governo luslriiro linba mandado de l'ali om.
esqaadr. para lomar, no Mediterrneo, parle ni
demonstrarlo contri iples. Esta noticii be prc-
milun. At hoje s.i bi atli um vipor de guerra ms-
triaco, o Izabel que recebey ordem para se dirigir
1' baha de iples pira ahi estacionar.
Diz-se que o baro de Boorquenex eovioa 1 :l de
oulubro 10 conde Buol urna nova nota relativa m
issumplo de aples. Parece que esla nota foi rece-
hida com -nti-lac.'io, porqae oella se decan que 1
l'ranja esta' disposla 1 runsenlir em que o confiiclo
de iples se resolv pelas conferencias, qoe se de-
vem abrir em Piris. Nao se linha atada recebido
manifestijo desle genero di Inglitcm, mas espe-
rava-se.
A e-qu.dn anglo-frinceza linba sabido de Mar-
selha no dia 13 com muila rapidez em virtude de
um despacho que receben. Ignon-se por ora of-
ficialmenle o deslino que levira, massuppe-se que
se dirige a aples.
As ultimas noticias do sera fundamento os ru-
mores pacficos que corram a respeilo da quesio
de aples.
Nao se espera que o re Fernando f.ja concess.io
alguma.
Cuulirma-sc qu* aples sera declarada em cala-
do de sitio no momento em que is .-qu adra- elran-
geiras apparererem na baha. O decreto esta.pre-
parado, e s.'. falta assignar-se. Esle decreto |ni pro-
posto pelo minilro do inlenor e pelo director da
polica, manifestando arabos que seria' impossivel
sem islo prohibir demonstrajcs lib.ries ao appire-
cer .1,1. esquadns.
Lia-se no dii.) por (odas is esquinas este pis-
quuii :
dns no Medi.ernneo, aquelle que for dizer ao mi-
nisterio que se enconlraram, receben bo.s alvica-
ras.
A agilajo lOfimiol. i.- arredo-es d* aples, e
era geral era todas a provncii.
Plrafa de Lomea, em ->\ oulubro.
SAssectimenlo V. Irj46.
Coupons 1"> l|, L..118.
Divida deferida....... -J o Si
Acciies do banco de Portngaf HKis. JOOJj
Acjes do baen do Po.tn. 2388 Jllh
Nulas do banco de Lisboa. UfirlS le7*J0.
Praja de Londres tf, de nutubru.
Consolidados inglezesa'i) Ipieitl :l|i.
Fundos portuguezes de '.( por eento de 1:1 a 11, divi-
if>.sJtV>l!i;o...
Prara de Paria l.'i de oulubro.
Viindos francezes de 1 l| 'Jl| fr. :|0 ccnl. ; os de:i
por cenln a liti fr. JO cent.
\cjes do banco de Franca a 3,923 franco.
ommunreaba.
SEGLBO COMBA A MOK'I'A
ESCKAVOS.
.No nomo primeiro arfigo Iralamo
1 ha ur. luis
la vida med*
.ai. nosso primeiro iiriig (raamos .11 vida media : ,," ,
do escravo. das rondires da sua prer.iril existencia, I i* ,''" ,r '" ''
do -eu valor cre.rido por cuello da eeasorla do Ira-1, ," c '''' ,""*
* lia iltiiiiat. -1 nii'i.
^ubficttcao aj^i*)i)o.
isa ha c,c^ anuos; ficauual.ue'ie "^V- \ ^ fra.VeT'e" Hl';" 1"Z mTlZwSU "tT^lni^SnLJV."10 V'Z "K T""" """
. 11 l"f *. '1 ->lr- I I. Ampe- de.a mstler-se enlre e,Sev bens e elles. Passei a II O Brasil p 1P
| Arcnea, poi .Mr. j. j. Amperel. II, p. (63. \ ( t) Cariaban", i. V.pp. 216 e 97.
no.
ce, lomo II, p. Ib",.
do grao delilitude ral, e o segoodii grao de laliln-
de norte. Arreacenlemo, euiliin, que *lgnm*s oh-
servacoes do Sr. Weddell ( Caslelo.iu, 1. \'|, pp.
100 e lili pirecen. dar razo a' b.pothe'e .1.! Sr'
Wallace.
(17; Castilnaa, I. V, pp.8, 9.
nhit pan loda a sorle de so-uros, para li\re, para
IS l'.ule-sa. v.r ,...., '. escrav os, e para lodos os scrid-nlc da vida, qu. r .le
litio M Bevue ol, ""':' P?.r,e,'l,Sla "^nta' I'"'' ,le '""W d"r-C'"'"-
\ P a o oadr :I',"P",,"1 :" '!vr..sn ,.. ^ R, Europa con.o na A.nenr.....!Mi-e a vida p,,r
umim^nr^Vtr^lk '' ""'vil, quadru nma somm* i.nic.mante. diirmle uma riagO.de
i|ueacompaoha o Irabalhi. ja cilado de Mr. I.eo,.] longo curs,. asstm como se issegura .. c.p.ul ,m
> pngado em uma esptcala;o metcmlil, um indivi-1
luem a-sim me f.z penar '.
Saudade.' eh.r.i. .aud.de. '.
Marlyrin de minh. vida ;
i 11 es 111111I..1 ci.nifinhair.-a
1 ives .01.1 -o escandid* ;
1 u me rernrdaa lemhrancas
le minlii esposi querida":...
MOiHCSDtT
ILEGIVEL


lUIO IE PIISIB1CO TEKCi Filll ll II NOViMBRO OE iCSt
Choras coroigo meus males,
Sentes lambem minha dr ;
Choras comigo sentida
Saudades do mea amor,
A MU della, la sentes
Como sent o leu caolur.
Qoando da noile em silencio
A loa vejo assomar ;
Quando seos raios de prata,
Vera as ondas esmaltar !....
Por ella sinto aaodudei!.....
Saudades! que faz malar.
Sobre o leroe reblado
Navecando o vas > mar.
Vejo no co ss estrellas.
Mas nao as vejo brilhar ;
Alas a li minhas saudades !
Eu te vejo em meu penar.
Minha esposa, so por ti.
Palpita o meu coracflo ;
S" por ti, vive minh'alma,
Na mais cruel alllii;.in ;
So por ti sinto saudades,
Por nnssa separarlo.
Tu vives dentro em mea peito,
lie s (eu meu pensaraeoln ;
Os meus ais, o meus suspiros
Sao das saudades contento ;
l.onua de ti, eu padee.o
O man penoso tormento.
Acceita minlias saudades....
Minha esposa Ha querida,
K seja a nossa amisade
Eternos laces na vida.
/. S. I'ereira.
t&pmmtt*.
ritACA DO RECIFE 10 OE NOVEMBRO AS
3 HORAS A TARDE.
Colacf.es olliciaes.
Ucscuulo de letlras de 6 ale 9 ", ao anno.
r'rederico Robltliari, presidente.
/>. Borget, secretario.
:)0 dias.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 :lil.
Pars, atb.
c Lisboa, 9H a 100 por *, de premio.
Rio de Janeiro, lr2 a I por 0|0 a 15 e :
Acc6es do Banco, 40 a i de premio.
" v companhia Perjambucana ao par.
n Ulilidadc Publica, 30 por cento da premio,
o e Indemaisadora. 52 idera.
a da estrada de ferro 20 por 0|0 de premio.
Disconto de lettras, de 7 a 7 1f2 por 0|n.
Dito do banco7 a 8 por 0|0.
O'iro.i>nris hespanhulas. .
Moedas de SiOO velhas
n tiJiOO novas
43000. .
Prata.Patacoes braaileiros. .
Pesos columnarios. .
* meiicanos. .
38f 281500
. 163000
. IfijOOO
. 99000
. 99000
. 2 !,-.m;i>
Caira Filial Brasil
EM 10 DE NOVEMBRO DE 1830.
Directores da emana, os senhotes : Jos Pe-
reir da Canha e Antonio Marques de Amorira.
Descont de lettras a vencer al 31 de dezem-
bro do correle 0110 8 ditas com vencimenlos
posteriores 'i ".
Dito branco........... .. 483000 .V23000
Vinho tinto (encascado).....b 132900013(13000
Dito branco........... 132M00136JO0U
COTACO'ES DOS BANCOS E COMPANIIIAS.
259000
89000
223500
23000
139500
13300
12/000
IO3000
"3000
301K)
I93OO
6 p. c.
39OOO
300
2?.iO0
p. c.
Banco n Conirn. do Porto 1 s. 1856. .
C. Fidclidade 18">V a 1855.....
m Unido t'.ommercial 1 s. IRfi. .
Ses. Secar." do Porto 30jan. 18'>.
n daranlia 1851 a 1855. .
11 Equidade
l.ezlrias 1851 a 1855. j
Fiac.30 e Ter. Lisboa 1855.
Fiai.-aoeTec.de T. Novas 18.55. .
lllummarao a gai 2 s. 1855. .
Porluense 1 s. 1836. .
Benefic. .
Carruagcus mnibus 18.55.....
Lisbonense 2' s. 1835. .
Vapores .lo Tejo 1851.......
Pescaras Lisbonenses......
1 .111.1,'- de ,\ /1 nil.oj 1 ...:..
Caminlios de F. de Leste 15 mar. 1856.
N._ B. o dividendo do banco de Portugal foi
de2.3 em ttulos de 3 por cenlo com joro a vencer
de jullio cm dianle.
O banco de Portuaal eoatinaa os empreslimos a
praio de tres mexea, sobre Ma, prata, jotas e toda a
qualtdadc de gneros, inercadonas, acw.es de com-
panhia* c oulros bens movis, ludo debati das con-
diroi ile seus regulameotos.
As coi.o;.'. das carroisens mnibus sao nomi-
naes.
EMBARCACO'ES SAIIIDAS.
Para o Rio de Janeiro a 18 de oulubro brigue rns-
siano i'Preciosa.
dem dem dem salera bratileira al'almeira.
Para Pernambocn brisae porlugaez Kelampaco.ii
Para a Baha a 20 patacho pnrtucuez aJosepha."
A' CARCA.
Para o Para' brigue Ligeiro
dembrigue uTarujo III.*
Para Pernainboco brigue Tarojo l.n
Vtofcittsento fo pots.
.Varto entrado* no din 10.
Parahlia2 horas, liriaue brasleiro l.eo, de
2I( toneladas, capilao Joaquina Aniones .te Fa-
rm, equipaaem 12. carga ni-lh e mais gneros ; .1
Isaac Curio. Segoio para o Rio de Janeiro. Per-
tence a Pernambuco. Passageiro, Francisco Ma-
ra Ferreira.
Maranhao17 das, hiato brasleiro Lindo Paque-
te, de 205 toneladas, capilao Jos Pinto Nanea,
equipagem 13, carga couros e mais gneros; a
Antonio de Almeida (lomes. Perlence ao porto
de Maranhao.
Lisboa c portos intermedios18 das, vapor portu-
guez D.Pedro II, commaudanle o sagundo-le-
uente Thnmaz Jos .le Souza Soares de Andreas.
rapio sahido no mesmo din.
MacciiiBarca ingleza (Raogeoo, com a mesma
carga que trouxe. Suspenden do lamciriio.
AI.FANDEGA.
Hendimento do da 1 a 8. .
Idain do dia 10......
9*:2773!W
1I:9I2d22.
106:189462:
Descarreiam lioje 11 de novembro.
Barca ingleza Sanphantemercadorias.
Barca franceziOliodadem.
Barca amencauaIVaggerbacalho.
Patacho americanoL.evanlcha e fazendas.
CONSULADO dERAL.
Kendimento do da 1 a 8..... 7:7113707
dem do da 10....... 2.2203<>ill
9:9315717
DIVERSAS PROVINCIAS.
Heudimento do dia 1 a 8 .
dem do di 10. ...... .
9173208
277S874
1:225J082
DESPACHOS DE EXPOKTACAO PEI.A MESA
DO CONSULADO DESTA CIADE NO DIA
10 DE NOVEMBRO DE 1856.
(jibraltarPatacho hamhureuez Oseara, Saunders
Krolhers i\ Corapauiia, 1,(50 suecas assncar mas
cavado.
I.i-IiohBrigue proluguez Soberano, diversos car-
regadores, 120 saceos gamma, 7 pipas roel.
LisboaBrigue portuguezLaia lili, Antonio Joa-
qaim de Souza Ribeiro, 39 cooros salgados.
LiverpoolCalera ingleza Demerara, James Ry-
der St Companhia, 1,300 saceos assucar masca-
vado.
FalmoulhBrigue inglez Charles, Saunders Bro-
lers & Companhia, 600 sacco assucar mascavado.
Exoortacao .
Para, briaue escuna brasleiro Laura, He 163
toneladas, con luzio o seguiote : 1,285 volumes
assucar, 281 ditos cafe, 100 meius de sola, 50 fras-
quoiras da genebra, 50 barricas bacalho, 50 barris
de 5.' vinho, I caitao charutos, 1 sacco cola, 1 cai-
\io espanadores e miudezas, 2 caias lamparinas e
fo, 1 caiao cordas para viola, 1 dito chapeos de pa-
llia de Italia, 2 caitas fazendas e miudezas.
Cear e Ararat), hiate brasleiro Aurora, coo-
dutioo segainte : 320 volumes gneros e-lran-
geiros, 257 caitas chsrutos, 1 dita violas, 1 paoeiro
de tapioca, 1 eaiao charutos.
Rio Crande do Sul, patacho brasleiro Bom Ja-
sas, de 170 toneladas, coudazio o segointe : 50
barris manleiga, 850 barricas com 4,775 arrobas e 16
libras de assocar, 40 pipas agurdente.
RKCKBEDOKIA DE RENDAS |INIERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimento do dial a 8 .... 6:7183967
dem do dia 10........ 3903:127
0 Dr. Ernesto d'Aquino Fon?eca, juiz municipal,
dos orphos, e do commercio desra comarca do
Cabo por 5. M. I. cC. que Dos guarde, etc.
Fago saber que por este juizo municipal se ha
de arrematar cm basta publica, por venda o enge-<
nhoCaramun'i.sito nesta freguezia do Cabo, ava-
llado por lcontos de reis, e penhnrado por exe-
cacio de Jos Carneiro Rodrigues Campello. Jos
Joaquim de Nona, e outros, ao coronel Rento
Jos Lamenha I.ins pela quanlia de 8 cornos no
ve rentos e cincoenta e um mil e quinlientos e Irin-
(a e (res reis, principal juros, e cusas contados,
at 27 de outubro.a quem mais derundosos dias
da le, que se lindam no dia sena feita 21 de no-
vembro.
E para que chegue a noticia a todos mandei af-
fixar o presente odital nos lugares mais p-
blicos desta villa.
Dado e passado nesta villa do Caboao 29 de
oulubro de 185(5-----En Ignacio Tolonl.no de K-
gueiredo Lima, escrivao o escrevi.
Ernesto d'Aquino l-'onseca.
O Illm. Sr. inspector .la thesonrar la pro
vinctal, em ciimprimento da resolucHo da
junta da fazenda, manda azer publico .[ue
110 da 27 do correte vai novamentA a pra-
?a para ser arrematada a ciuem por menos
lizer, a obra do enipedramenlo do 19- lancu
i*}.?3 (,a viclor'a- avallada em rlS
K para constar se mandou allixar o pre-
sente o publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco, 10 de novemliro do 1856 O
^secretario, a. F. d'AiiiiiindacaO.
~&tt*.:0&<
7:1009304
CORREIO CERAL.
As malas aue lein de ron.luzir o vapor portu"uez
D. Pedro II para a Baha Rio de Janeiro, le-
cham-se boje as 10 horas do da em ponto.
O* professores c professoras de >nstrucAo pri-
mara do quarto circulo litterario deverao ..ppresen-
(ar nesta delegacia, al o dia 25 do correle, as lis-
tas dos alumnos, que forem julgados habilitados pa-
ra o exaroe animal, nos termos .lo artigo l das ins-
trucc/.es de 11 de oulubro de 185i, afiro de, em lem-
po, serem remellidas a' directora gerat da nslruc-
c.i.i poltica.
Delegacia do qaarto circulo ltlerario, 8 de no-
vembro de 1856.
0 delegado,
Rufino Augusto de Almeida.
' Pela subdelegacia da freguezia dos Afogados se
faz publico, que fot presa, e acha-sc rccolhda a casa
de detenrao desta cidade, a prela de nome Isabel,
que diz ser escrava de Antonio Francisco de Barros
Wanderley, morador em Serinhaem: quem se julgar
com direlo a referida preta aprsente seos ttulos
para Ihe ser entregue. Subdelegacia da freguezia dos
Afogados, 10 de novembro de 1856.Carneiro Ju-
&
CONSULADO PROVINCIAL.
Reiidimento dndia 1 a 8
dem do da 10
9:1223227
2:1013877
11:22i9l0i
BULLETIM.
LISBOA 20 DE OLIUIIRO.
l'rrrot renles dos grneit* de importaran o
l!ia*il,
Algod^o .le Pcrnamboco .
Dito do Maranhao e Para. .
Assucar de Prriiainbur branco
Dlo mascavado.........
Dito do Rio de Janeiro m. .
Dlo da Baha b.........
Dilu dito mascavado......
Dito do Para bruto.......
Dlo de Cabo Verde......
Arroz da ludia 1 '.0.1.......
Arroz do .Maranhao e P. ord. .
Dilo dito melhor........
Dito dilo superior.......
Alpista.............
Caf do Rio primeara surte. .
Dilo dito segunda .lila.....
Dalo dlo toro-ira dilu.....
Dito dito esrolha boa......
Dilo .la Baha.........
Dito de Cabo Verde......
Dito de S. T. e Principe. .
Cacao da Baha.........
Dilu das Colonias........
Cravo girufe..........
Clavo .lo M ii'auli.ii.......
Coiniuhos............
Cera amarella de Angola ....
Dita dita de Beuguella.....
Couros seceos do Rio de 18. .
Ditos espi.-hailos da Baha .
Ditos salgados do Maranhao. .
Dilo.sala, de Pernambuco. .
D.tos ditos das ilhas......
Hitos ditos de Cabe Verde .
Cliifres pequeos d.i Brasil .
Krva-doce ...........
Farinha de pao.........
lioinni 1 copal amarella.....
Iut 1 dita vermelha.......
Dila dita ordinaria........
Oleo de cupahih..........
Dilo de I10I1 o;.1.........
Ouracii.............
Pimeuta da ludia........
Sag..............
Salsa pariillia Santarein.....
Dila .lila Curupa'........
Dita .lila Ro Negro......
Tapioca......... .
/-.'.rpor/ofiio.
Agurdenle de 30 gr, encase.
Azeile doce...........
Arroz nacional.........
Ameudoa em milo, doce. .
Dita dila em rasca coura ....
Banli. em rama unto; bar. .
Batatas.............
Cera hrauca em grume.....
Dila dita em velas.......
Ceblas.............
Carne de vacca (6 arrobas .
a de poreo. ...
Figos do Algarve comadre. .
Dito dilo branco........
Farinha de trigo.......
Presuuloa...........
Sal branco............
Dito trigueirn grosso......
Toncinho............
\iuagre tiulo encascado.....
f 110 115
)1 10.5 lio
;d 89300 2-800
1350 1*950
19800 1.-.9K)
)! StfOO 2-IH1
18(H) ttOQO
15750 19850
2S700 2-.S0O
13200 49*00
SfOOO .55200
39*00 53600
5--5800 69400
A 700 750
(a) 2-900 :i5ixi
2*650 297.50
MXUt 25100
i> 19500 196.50
2S6.50 2*750
40200 49300
t> 39800
0 9000
39500
% 20U
loo 180
o 19000 *200
% 295
300
>i 162 172
177 192
152 157
152 157
175 185
160 190
M. 3050OO 50J000
.i 4:*>0O 4oloo
A 800 850
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u I9OOO 4920C
19100 19800
bar 329OOC
% 100 151
t 100 l:
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120 li.
i'i I(l-.0(K1 I15KKI
& 8-*)0 n 7SOO 7950C
11 19800 ajOOt
P.2 7.VjO002*WH10
alm 3M00 1 39351
n, I92OO 195041
i) 5>500 6*000
I96OO 1370(1
n 43600
i> .500 52(1
** 350 .360
:I60 :180
M 160 180
U 11*000
I83OOO
950 1900(1
t 8.50 900
l: II95OO 125000
0 6* 100
ni..1.1 i920(i
,1 a'. 39.50(1 49000
pip. 85OOO 52JO00
REPAKTKjA' )A VAGCINA.
@ Com atitorisanio do E.\m. Sr. ^
presidente da provincia laz-se pu- @
Q blico, para conhecimeptodos lia- @
hitantes desta cidade, riue os dias 3
de vaccina erfio de lioje em di- ^s
ante as quintas e domingos de Q
cada semana, no lugar e horas $
^j anteriormente declaradas: nos do- 5
%$ mingos estara' esta reparticSo a- ?t
^ lierlaatea's 11 horas da maohaa.
S Dr. Joao Nepomiiceno Dias Fcr- Ji
g^ nandes, commissaro vaccinador g%
irovincial.
m^>
SCisW?
TRIBUNAL DO COMMF.RCIO.
De ordem do tribunal do eomincrcio deia pro-
vincia se publica a colleccao dos usos t esljlos com-
merciaes da praca da Baha, que Ihe Tora enviada
pelo lrilmii,ii daquella provincia.
Secretaria do trihunal .lo commercio do Pernam-
huco. 8 de novembro de 1856.Joao Ignacio do
Medciros Reg, secrelario interino.
CoHeceJM dos est> los e usus comnicrciaes da praca da
Baha, declarados por verdadeiros pelo respe'cli\o
tribunal do commercio era sessao de 2 de oulu-
bro de 1856, de conTormidade com o artigo 26 do
regulamento n. 138 de 25 de novembro de 1850.
Commisses.
1. 3 porrelo sobre a venda dos gneros viudos
dos portos do imperio, Portugal c Despalilla.
2. 5 por cento sobra a venda dos geueros ladee
das fluirs praras cslrangeirai.
3. 1 por cento sobre a cobranra de lettras.
1. 3 por cenlo pela cobranra de rrete de seeros
importados: igual commssa.. pelos caslcios dea ua-
vos dos portos do imperio, Portugal ellespanha.
5. I por cenlo sobre quahiuer remessa em letras
ou duheiro : exceptuara se as remessas em letra dos
valoros aparados prla venda dos gneros de que
traa o artigo 2, as quaes lia livres de commis'.lo.
6. I|2 por cento pela agencia de ellecluar qual-
quer seguro.
7. 3 por cenlo sobre a compra desenaros com fun-
dos do committente.
8. 5 por cento sobre a compra de gneros sobre
letras saccadas solue o cominillcuic ou seu ban-
queiro.
9. 3 por cenlo pela agencia de qoalquer liquida-
cao sem ronlenda judicial.
10. 5 por cenlo i>el. agencia de qualquer li.iui.Ia-
r;ao, liavtnilo contenda judicial.
11. De 1009 a 1009 rs. pela agencia de freles para
navios viudos de Porlusal e llcspanlia, segundo
sua loUflo e de 25* a 100} rs. sobre as embarca-
r;oes decabotasem.
12. 5 por cento pela agencia de fretes e cusleio dos
navios eslrangeiros.
13. De IOO9 a 300* pelo Irabalho das descargas e
conferencias dos navios eslrangeiros aportados'com
carregamenlos pagos em os portel carreaadoros, na nao tive freles a perceber nesta praea por qualquer motivo
que seja.
1 2 e 112 por cenlo dos carregamentos de mas-
quer navios arriba Jus cenaavariaa, e quesejam obri-
gado* a descarregar parle on Inda a carga para con-
certar, e depois (ornar a rereber. lendo o valor dos
carregamenlos ou gneros descarregados e entra vez
carrega.los, arbitrado por loovados ou peritos com-
mcrciaes : salvo sendo o navio ou carregamenln, ou
arabos condemnadns e vendidos em leihlo publico,
porque eolio se percebera a commisslode venda dos
objeclot vendidos e a conim*?ao referida dos que fo-
rem reembarcados.
Del crederc.
15. O del rredere sobre letras be de 1 por cento ;
obre Viudas de gneros do imperio be de 2 por cento
c sobre vendas de gneros eslrangeiros he de 2 e 1i2
por cento.
Armazeniaem e oulros encargos.
16. A armazenagem dos geiif ros eslrangeiros guar-
dados no escriptorio do commissario be de 1 por
cenlo sobre o vlcr da venda.
17. A estada onarma/.enagem cm trapicha .los g-
neros de iinporlac.au he a caigo do vendedor.
18. A estada do assucar, algodlo e tabaco he paga
pelo comprador ou espnrlador.
19. A aliada dos mais gneros do pai he paga
pelo vendedor.
20. o dizimo do assucar e algodno be a cargo do
vendedor : o dos oulros generes do paiz he a carpo
do comprador ou exportador.
21. O dizimo dos eneros de producrn de ^er-
gipe eAlagoas, pago pelos donos del embarcaces,
que comluzem para esla praca, he aqui cobrado |un-
lamente com os fretes. dos consignatario! dos mis-
mos gneros.
22. Todas a despezas com que o aasocar desla
provincia vem onerodn al eulrar nos trapiche! des-
la cidade, sao a cargo do vendedor, quo as abale no
preco da venda.
23. Os saceos que acondicionara assucar e algodAo
sao a cargo do vendedor : cm lodos os mais gneros
do paiz o acomlicinnameiil em ccoj he pago pelo
comprador ou exportador.
Venda, tradicran. embarque e desembarque dos g-
neros de exporlacao e imponai.ao.
24. A venda dos gneros de exporlacao costuma
ser feita sem estipnlarAo de prazn*.
25. A venda dos geueros de imporl n-,10. em falla
de eslipalac.lo. en(endc-se ser feita a prazos, os de
estiva a 3, 6 e 9 mezes, e os de fazendas seccas a 6,
II e 12 mezes.
26. Na eame de charque, sal e ceblas regulam as
convencoes especiaes.
27. A lradirr.an d.11 gneros de impnrtaco 011 ex-
porlacao, depositados cm trapiches ou '.rmazens,
opera-se por meio de ama ordem passada pelo ven-
dedor ao comprador.
28. O embarque e desembarque dos seeros na-
cionaes c eslrangeiros he por cinta do navio, a ex-
cepcSo dos gneros que sao vendidos a bordo, e da
carsa para o purlos desta provincia, e dos de Sergipe
e Alagoas, e tambera dos gneros embarcados nos
vapores das companhia! nacionaes.
Freles.
29. Os freles para os portel do imperio, de Portu-
gal e dos e'tados do Rio da Prata, sao pagos por ar-
roba ou volme : para os oulro portos eslrangeiros
sao regulados por tonelagem, segundo o peso espe-
cilico e configuraran dos volumes : a lara dos vo-
lumes nao he contada para pagamento do frete.
Piiraagem.
30 Nos freles om moeda ingleza subenlcnde-se
urna priinagein de 5 por cerdo, sendo o frele pago
antecipadamenle em Inglaterra ; e quando lie pago
nesta praca a primagem he de 10 por cenlo. os
Treles de llambnrgo para esta prara a priinsgem he
de 15 por cenlo ; nos da Hollinla" Blgica, Franca,
Italia e llespanha he de 10 por arate.
31. .Nos freles desta praea para os portos da Italia
(excluidos os que eslo sugeilos Austria;, para os
portos de Franja e de lletpanha a primagem he
de 10 por cento, para os oulros portos he de 5 por
cento.
Eu Joao Cezimbra, secretario do mesmo tribunal
a subscrevi.
0 presidente.Manoil Messias de Leo.
Lsos e e-itylos commerciaes da praca de Pernambu-
co, eallegidoa pelo Tribunal do Commercio respec-
tivo era conformidade do arl. 24 do rcgulamenlo
n. 738 de 25 de novembro de 1850.
Pela venda de gneros eslrangeiros 2 a 3 por
cento.
dem idem do paiz 2 a 3 por cenlo.
dem compra de gneros do paiz e saques 2 a 3
por cento.
dem idem e remessa de lettras de cambios 1 por
cento
Idem negociara., de ditos 1 a 2 por cenlo.
dem cobranras de letlras a venrer 1 por cenlo.
Idem idem idem vencidas 3 por cento.
dem dem de contas de alugueis de predios 5 por
cento.
dem idem de frete de seeros importados 3 a 5
por cenlo.
dem de consignaran .le navios de rabolagem. in-
clusive a agencio da carga a frele 253 a 1009000.
Idem idem idem de Porlusal 200* a 3IH19OO0.
dem Ideal idem de oulros paite sobic o frete
2 l|2 por rento.
dem idem idem sobre o frele agenciado 5 por
cento.
Idem adiamntenlo para o cusleio de navinal5 por
cenlo.
dem idem sobre o premio do seguro 1 112 a 2 por
cenlo.
Idem idem deapeza de navios 5 por cenlo.
Commissao delcredere.
Pela venda de gneros de rsliva 2 por cenlo.
Idem dem fazendas ingleaa e oulras 2 a 2 Ii2
por rento.
Idem dem fazendas fraucezas e allemfies 4 por
cenlo.
Idem idem idem 2 l|2 por cenlo.
Pela venda .lo miudezas S por cento.
dem idem sobro lellms descontadas I per cenlo.
Annazenascni.
Por raiendae nos armaxem do commercio I por
cento.
Nos armazens alfandegadns e particulares o que
raarcam as tabellas, ou por ajuste previo, pago por
Irime-tre pelo vendedor.
Do assocar e algodlo he pago pelo comprador ou
exportador segundo lambem as tabellas, 00 o a-
jusla.
Os embarques nos trapiches.
De gneros para burdo de navios a sesoir para
portos nacionaaa on porlugus-zis sao pagos pelos car-
regadores.
dem dilo para bordo da oulros navios para portos
eslrangeiros sao pagos pelos navios.
A conduelo para bordo, on descarga de geueros
de quatsq<>er navios he por conla desles.
Os freles e priniagens de mercadorias carrejadas
nesie porto, s3o pagos da descarga pelo rece-
bedor.
Nao ha itiiim .'ni para os portos do imperio, Por-
tugal e America do Sul.
Os enfardamentos lio por conla do vendedor, ex-
reptuam-se os do algodo que sao nasos pelo expor-
tador.
As marcas dos saceos de assncar sao feitas pelo
arraazenario, as das caixas de assucar c sacras de al-
godo, couros c oulras sao pagas pelo exportador.
Os carretos sao pagos pelos compradores dos ge-
neras.
Na venda do assucar para os armazens da'-sc duas
libras por cada sacco para quebras.
A farinha vendida a bordo he medida coia razou-
ra ; a vendida era Ierra lie com cogulu.
Aa (aras de quaesquer volumes sao verificadas s'
vonlade do comprador ; as do azeite sao de 18 a 20
por cento conforme o tamaito e grossura dos cascos,
sendo o glllo calculado cm 7 1|2 libras ; as dos bar-
ris de mantelga frauceza sao de 2i libras por cada
um inleiro.
As dos barris de manleiga ingleza 20 libras por
barril inleirn.
A balaur;a ou peso dos gneros he pasa pelo ven-
dedor, exceplua-se o dos couros que be paga pelo
comprador.
Os prazos para os gneros de esliva regulara de 1
a 8 mezes. c para as fazendas seccas de 8 a 12 mezes,
sendo rcalisados por meio de ledras.
Os sellos de lettras sao pagos pelos saccadores, ex-
cepluam-se os dos de dniheiros a' premio, descomo,
ou d.ido em pagamento de lettras de cambio, que
sao pagos pelos aceitantes.
Lettras de cambio s3o saccadas a 60 ou 90 dias de
vista. *
Sobre Londres da'-sc 1,000 cerlos por varhvel
quanlidi.rle de dinheiros esterlinas.
Idem Taris uro fraileo dilo dilo reis.
Llera Portugal 1009000 fortes dito dito Iracos.
Idem lla.nburgo om marco dilo dito.
Para o calculo dos freles a lunellada dos dilTereu-
tes artlgoa he a seguinle :
Assucar em saceos 70 arrobas,,codo cm eaiu mais
15 por cenlo.
Couros seceos salgados 56 arroba?.
Cuuros verdes 70 ditas.
Algodao 28 ditas.
As pipas calculam-se por 6 l|2 barricas para o
sul.
l'.ira adettos da'-se uas vendas de vinho e vinagre
1 por rento de abalimento ; se ha falta he ella regu-
lada entre os contratantes.
COMPANHIA TRANSATLNTICA DE VAPO-
RES SARDOS.
O vapor Genota de 2,000 toneladas, ludir c de
forra .le 300 cavados, sallio de Genova em 20 dcou-
(obro curenle, locandonu portos .ie Marselha, Ma-
laga, Cdiz, Tenerife, o devoehegaf aqu no dia 12
de novembro, e seguir para a Babia e Rio de Janei-
ro no dia 13. O pasaageiroi que se dbtlnarem ao
Rio do Pralo passam no Rio de Janeiro para nutro
vapor da mesma rompanhia destinado a fazer
aquella vi.isem mentalmente. No I. de dezembro
salar do Rio le Janeiro o dilo vapor V.enoia em
sua Mili.1 |iara Europa, tocando na Babia, e .leve
rbesar aqui no .lia S o sahira' no .lia '.I as i lloras
da larde em direilura a S Vicente, Tenerife, Cdiz
e 1 ienov.i. Recebe pa;sagciros para lodos estes por-
los c lambem para Uirselhe, para o que lem os mais
bellos rommodos, excedente iralamento de mea e
cama, bom medico, botica o grande numero de cria-
dos. Os prer.os dos passaseiros para a Babia 25 pa-
lacoes, e Rio de Janeiro 50.
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0
TIIEATRO
DI-
Quinta-feira 13 BENEFICIO DI SANTA ROSA.
Logo que o F.xm. Sr. eomelheira presidente desla
proviuria
principio
phooia
se dignar cninparecor na tribuna, dar
i diverlimrnlo rom una bolla s\ra-
2*. 52Jts2s.v_5iCji'^j-i26i^;jj2a.0
axeeulada pela omito concaiUada banda de musir
militar dn cor|io .Ir pnliria. de .pie be meslre o dis-
liurlo profesor, o Sr. Pedro Nolasro Baptista.
Depois|repreaenlar-se-ha o novo drama em 3 ar-
los, que pela primeira vez vai i secna n-;stc theatrn,
i- tein por lilulo
reir
MITAS FAMILIAS.
Actores que fazem parles no drama : as Sra. Ds.
Ilorinda Knolli, madenioiselle Alexandrina Henar,
Jcs.iina Josephina da Silva ; osSrs. Suila Rosa, Ri-
beiro, Alves, Itozendo, Lima, convidados, cria-
dos, ele.
Os inlervallns serHo precuchi.los rom as melhores
peras de muafca de repertorio do dito Sr. Pedro No-
lasco, ceulre as quaes executaro o novo terceto da
opera
MARCO VISCONTI
e um duelo da mesma opera, lambem novo.
.No lim do drama scg.i|r-.e-lia o pa.sso a ilous por
dos .lovens Pernambucanas.
I ci,-11111.11 o espectculo coma sempre moilo atV-
pldudula comedia em I acto.
0 INGLEZ MACSIIISTA.
Adoros ;
Sras. madcmoiselle Alexandrina, I). Jesuina e D
Januana ; Srs : Sania Rosa, Lima, Alies, Rozcndo!
moros, ele.
,K^.,SC0"a se passa l,io ue Janeim no anuo de
Principiar as horas do coslumr.
Osbilbelesdecdinaroles, ca.leiras eplatea, esiao
desde ja aipoiloia venda em rasa do beneliciado,
ua ra de Sama Isabel n. 13. a qualquer hora do
da, e uo da do espectculo no escriptorio do mes-
mo Ihealro.
A o Para
legue rom brevidade o palliabotc naci-
nol LINDO PAQUETE, capito Jote Pin-
Loteria do Hio
de Janeiro.
Na
praca da Independencia n. 10,
acliam-sc a' venda os novo* billictesda le
Lotera,
No aterro da Koa-Vitla loja n. .')ti,
junto ao acleiro, acham-v :i venda os
Itillieles e meios, .la lotera d.-i in.-itri/.l,
i,,..;., o. ,u "'>a-Visla, ;i iiiml rorre abl.
tenaz lo aaylo de Santa Leopoldina,Icrarre,,-.
<|ne devia correr de ('< a S do corrate;\^siOO '
-s|)eraniosas lisias pelo primeiro paquete
ate o dia IS ou 20 : os premiot terao im-
mediatamente pagos, de conformidade
com os nossos annuncios, lo;o que le-
nhamos recebido ^is mesmas listas; na ra
.lo Collegio primeiro andar n. 21, das
10 a s r> da tarde, dos dias uteis.
O Sr. Ihesooreiro manda fazer publico, que
leudo sido numerada a rasa do -.".Mil a :MKI em bi-
Ihetes inleirns, qoando eslava |i' numeradaem meios;
pon a casa .le :!!l(ll a 1000 que dr.xou do ser nume-
rada, a que devia er em bilheles hitaros, e tendo
arreradado os bilheles desta numeraran e s.rbslilui-
do pelos da casa de 3901 a 000, e 'como fallara
<|tial cot-rc sal)D:idc> |Jjj ,|,,
leles inteiros i.fSOO, mrioj,
aio garantidos.Antonio da Sil-
va Guimaraes.
Alu;;a-se nmii ama secca para lomai
conla de um menino de I I mezes. lavat
c eiifrommai'. para nma peipiena fami-
lia, nao M impoi la pie g-ja eserava : na
i ua do Collegio n S, so Desappareceu no da t de' ootobro p. p. o*
scravo pardo de nome J..-. I-ilippe. nmlierid > ni
illnminarao por Jos Marreca, r he rantador, lem ...
si-iuinles sijnaes: haixo, poxa por ama perna
qu.iudo .ui 11 que parece ser coxo, e lem a nu* -
querda queim.ida at o braro, e lem ralla de dente*.
futido para .. Rio raude de Norlr.
do anno passado foi preso pela
nppoe-ee (er
onde em nulubr
nmeros abaito transcriptos, era lempo declara acal mesma causa, levon ralc.a de Sana amarella e ra-
possuidoresde tees bilheles inleirns, de M vir trocar "
por oulros da casa de 3!M)I a iOOO, pois a casa de
;9.')l a 3000 so sern validos os meios bilheles desla
numerario, e os bilheles inleirns que fallan arreca-
dar dos nmeros abaixo derlarados nao poderlo rom
elles os ponoideres receher premio alga, pois com
lempo o Sr. Ihesoureiro inunda daclarar para salvar
qualqner ensao. Os humeros a que se relere o an-
uuncio inora san os sesuintes :
'- 'liTj Vendidos ao Sr. Jo Rodri-
gaea Ferraira, para o Rio For-
mlo.
Vendidos ao Sr. Policarpo
[Jos l.awne deslaciJade.
rili>T.
to Nunes : para o resto da carga (pie I he
falta, trata-se com o consignatario An-
tonio de Almeida Gomes, na ra do Tra-
piche n. 10, segundo andar.
Companhia
de navefracilo a vapor Lu-
so- S r> si le ira.
O agente Vieira da Silva
faz leiUo qnail.i-feira, ij do correnlr, dns ol.joclos
que esliverem apie clavas, leudo urna de ror, pcrfoila eugonimaiieira e
lavadeire, com idada de S9annoe, eaoolra cora ida-
de de i.", anuos, de cr fula.
Por ordem do Exm.Sr. juiz de direilo especial
do ronimercio, a'rcquisirao dos a.inioi-lr.i lores da
massa fallida de >uno Mana de Seixas, por inter-
vencSo do agente Olivfeira, o no eacriplorio deste,
ro a trillo no dia sexia-feira, 11 do rorreu(e, as 11
lloras a referida massa : I sobrado na ra do Amorini n.
ti. dil.i na da l'enba u. (i, I sitio na estrada de San-
l'Anni (Chacn) com casa murad etc. n. .l, e li
e***s, sendo as de ns. 5, f>, 7, X, 10, |;, 3i e 35 na
Lasa I orle, e seis > campia do mame logar, e
um litio lambem na Cata Porte com casa parle mu-
rada : cniividani-se,' perianto, oa picten.lenlcs a
examinarein antecipadamenle os mencionados pre-
dios.
Por intervenco do asente Vieira ta Silva, na
seu armaxem na roa da Madre dr lieos ... 3-2, na
qoarla-feira, 12 do crranle, se lar' leilao de nm
caisSo decaa le podra ecal, sito na estrada dns
AUliclos, rom 30 palmos de fente a 60 do fondo,
em um leneiin de -JOn palmos, fretro, leudo diver-
sas frurleins e cacimba : os prc-lendeutes podem ir
ver o referido eaixflo de rasa e bemfeiUirim quese-
ra vendido cora as neeeisarias tegoraoca a quera
msis der.
0 vapor D. I'EDRO II, sesue boje II de no-
vembro para a Baha e Rio, < recebe as malas do
correio os 10 ', horas da raanbaa : agencia, ra do
I rapo lio n. li.
Para o Rio Crande do Noria e Assu' ahira' em
poucoi dias o hiate ..Angelican para carga e passa-
oeiros, !rata-se com Antonio Joaquim Suer, ra da
Cruz n. 13, primeiro andar.
Corapanhiii brasiteira de
paquetes a vapor.
J!l(iS
lilil
2905
2906
2907
-i1.!!!)
2920
.!.'-' .1 anuario Alvrs da Maia, escrivao das lolcrias.
O abaixo assignailo, estabeleci.lo em Macelo,
jtilga mida dever a pessoa .il-uni.i naprac.a de Per-
nambuco, mas se alauem se julgar seu credor. lir-
va-se no praso de (res dias c nudos da poblicarSo
desle, apresenlar a na conla ao Sr. Antonio I'ereira
Mendes, na rua da l'raia n. 20.-Autonio Joaquim
ua Silva l'igueiredo.
Em prara presidida pelo lllm. Sr. Dr. uiz
tos feilos ra fazcntla, depois dostia prxima audi-
encia,se bao de arrematar os bens seguimos pei.lio-
rados por execiicocs da fazenda nacional contra
seus devedores abaixo declarados :
A posse de um terreno de marinha n. 10i, em
lora do Portas, na travessa dos Guararapes, com
28o palmos de frente, e 1 i 5 de fundo por .
1:1209000 reis., dos herdeiros da Jesue' .le Josus
Jardim.
Una casa lerrea na rua deS. Goncalo n. 7 na
freguezia da Boa-VisU, com 26 palmos de frente,
e 60 de fundo, cozinha dentro, pequeo quintal
murado, carimba meeira, por G008 rs., de Cosma
Damiana do Amparo.
Urna casa na freguezia do Pojo da Panella, na
rua do Dio n. 7, rom 22 palmos de frenic.c 50
de fundo, cozinha dentro.'quinlal em alieno, daos
foreirns, por 400U rs., da irmandade do Sacra-
mento da mesma fre;uezia.
Urna cas; construida de madeira e barro, no lu-
gar do Monleiro a margein do rio, com 70 palmos
do frente, e. 50de fundo por 3003 rs., de Jos
Bcrnarditio Pereira de Brito.
Umesrravo da nome llencJicto, nacao Angola,
fiO anuos ,le idade, por 2003 rs o urna oscrava
de nome Maris da mesma ruo idade 45 annos,
por 3003 rs., da '
nha.
Um cscravn de nomo Joo, n3ao Angola, com
36 annos de idade, purSOO rs., .le Manoel Coe-
llio Cintra.
Doze eadeiras com asseotos de palha duas ban-
cas e urna marqueza, ludo de madeira pao d'oloc,
o por 3ti90(l0 rs., .la viuvade los to Rosario.
l.ma marqueza, urna commoda, duas
4 car.'
misa de chita franreza : quem o pecar leve- a o*
senbnr que sera Generosamente reraaipensadn.ao pe-
leo do Ierro n. 16.
EMOLA CENTRAL
IK)
MIIOIIO CASTILIIO
11.1 ven .lo eu lido no Diario de Prrnasaborn.. dr
11 de oolubro findo, que o Exm. presidente de Sei
sipc propozera aassaWBBS daquella provinria
grande util.di.de de mandir om m ..o hbil Babia
ou Rio de Janeiro aprender o mello. l Casdlho, e
leudo agora no olliarion de li de novembro qae a
mesma assembli-a aoturisou a S. Exr. para facer
despezas necessarias .. iotrodurra o novo n.-lho
do. Icrahrando-mc do acrolbimenln bo.pitib late
que a mim e a minha mulher prrslaram oa bemsnns
Sergipenses, quando entre 'lies pastel os mais dilu-
ios dias da minha mucida.tr. e qoerendo da alcam.
sorle ser erato aos partirulares favores e altmc....
de qoe son devedor aos F:xms. Srs bricadeiros Pedro
Vieira, Habano, Pimenlrl, Silva l'allro. e ja ...,.
F^xmas. familias, cojis recordar.*, sempre me>or...>
gralas, olleern-lbr. o meu diminuto pre-limo. roc-
correndo com quanlo em mim estiver para o proerr-
so da amenissima provincia de Sereipe, qae he orna
das brilliaules estrellas do imperio brasleiro : per-
ianto convido a qualqoer Sr. Sereipense, apa* ver-a-
lona grammaiira nacional, quiz-i gratailaoMnle
utilisar-so daqnelles cooherimenlos qoe o F.xm. >r.
Laslilbo diz queeu po cola central, onde Ihe ministrare!* aa Itvros aman
rios para o cabal conhecimenlo do rnethodn, e oalrna
acressorios que me ho sido enriados pela F.xm. au
lor, e ludo cratnilanienle. Frannacn de Frenas
(.amboa, professor particular aotonsado ito fo-
verno.
No dia 2S do pasadj mez forlaram da earlwi-
ra da roa da Cadeia de Sanio Antonio n. 7, ar-
reio para cavallo de carro, e no dia do corrale
um par de ditos, sendo o primeiro ja asado e < --
gundes novse sem raberadjs : roga-e aos naba-
res donos decocheiras e earreiros i quem forem ooTe-
recidos ditos arreios, de os tomar e avilar por obse-
quio na dita cocheira ; aiim como Umem aoise-
iihores particulares.
AO SEMIOR DR. J||Z DOS ORPII ,
pede-se qoe em deaempenhn do honroso ltala de
pai dos orpilaos,e por amor da juslira. faro Sr- anda
menlo o invrnlari a que p.r sea jaixo'io prorede
por fallecimenlo de Paulo Pereira Siaaoeo. qoe tente
passado ha quasi qoalro meze, anda est par ra
.luir e em principio, quando poda .star findo.
Furtaram ao amanherer .lo di, l.l oa correal-
de quintal do sobrado em que morn a ramal pwla-
oez. na roa do Seve, um baria crande de rame r
urna toalha de mesa adamascada ce a doai varas e
iuva de Ignacio Paulino da Cu- oma 1aar|a de cmnprim-nio: a pessoa a quem f.ren.
offereridos os ditos .dijerlns. qaneado rr-utn.-la.
procure a casa cima referida, qae otra" croaron i
menle recompensada.
Precisa-se do urna mnlhcr que seja intelii-
| gente c robusta para fazero seruro interno de ama
casa de homem solleiro, e nao tenha emrmlioa V
niatvras.paga-se Lem agradando :no Forte do Mal-
los ruado Burgos n. 31, padaria.
banqui- Precisa-sede nina ama paran servir/o de I
26-
^i-sisad -v-i ti'twb.
Precisa-se de um piloto de carta para o brigue
aCooceititiB, que sesne paia o Rm da Prata: quem
se adiar habilitado dirija-se a raa do Trapiche B. II,
escriptorio de Manoel Alves Guerra.
ara o A rao tv
a.
sabe ale o lim ta prsenle semana a milito velcirs
barcara ...Maa Amt-li.ni; para oralo da carga Ira-
la-se na rua da Cadeia do Recite u. 57.
Ilc-il conipaniia de
quetes inglez es a
O vapor Imperador comtnandanle o l (cuente
Brito, e-pera -se do norte era seuuimenlo para o
so!, ale o da 15 do correute. Os senhores que
verem de remetter esclavos e quae-quer volumes,
sejam de carga ou encommetidas, deverao ir a asen-
cia no dia da ehegada do vapor, para se encajar o
que poder ser recebido ; no dia da lahida som-mle
se admille passageiros e dinheiro a frele at as ho-
ras do expediente: agencia, na rua do Trapiclie n.
iO, segundo).indar.
Rio
de 'Htieiro.
Espera-sc do Assu' o brigtM Imperador .lo Bra-
sil, o qual depois da snlli ieule demora para receher
escravos a frele, seguir' pira o porto indicado :
a tratar cqm Manoel Alves liuerra, na rua to Ira-
piche n. II.
Hio de Janeiro.
Se.ie rom minu brandado o hrigoe Liberal,
por tur metade da caria tratada ; para 0 resto, pas-
acviroi e;esrravo a frete. trata-ie jom CaelanoCy-
riaco da C II., ao lado do Corpo Sanio n. 25.
iCl
O agente Oliveira fera' leilao, por or-
dem de (iliarl.-s Wilsnii, rapito da liaren
americana .Marj Melville, da qual sao
consignatarios os Sis. Henry Forster &
., do segninte : cerca .le 118 saceos se-
men le de I binara, (i piieoles lio, 27 sac-
eos salitre, 25 caixas oleo de ricino e 10(1
saceos cato do Japao: quinta-feira 15 do
corrente, as 11 horas da manlita, noat-
mazem do Araujo, caes de Apollo.
Leilao.
O agente Pestaa fara' leilao, em sen
armazem, na ruada Cadeia do Recifc n.
o"), le grande poteiio tle moliilia nova c
usada, eonsislindo em eadeiras, sofa's,
manniezas, mesas, aparadores, eonsolos,
(piadros c vidros, varias obras de on-
ro e prata, relogios, e outros mnitos oh-
jectos que se aelinriio e estarao patente pa-
i serem examinados ; inclusive duas ex-
cellentes bitacolas propinas para navios,
e oulras agulhas soltas: quinta-ieira 15 do
crtente, pelas 11 horas da manbaa.
O agente Borja fara leilao em seu armazem,
na rua do Collegio n. 15, de um crande e variado
sorlimento de ohjeclos de marcineria novos e usados,
vanos pianos, obras de ouro e prala, relogios de dif-
ferentes qualidades para algibeira, vasoa e enfeites
le porrellana par sala, lanternas, candelabros, lou-
(a e vidros para servifo de mesa, tima pnrr.no de
tapetes de nova ioveorjjo para se pnrem os ps, e
urna iulinidade tle oulios inuitos ohjeclos que fora
impnssvel enumerar ; asiim romo urna excellenle
bomba Je repucho e nina porreo de caixilhos envi-
draejrdoi para porta, etc. : sexta-feira, I i do corren-
te, as II horas em ponto.
DIUS, A eadeiras, o urna mesa ludo tle amarello em I casa da pouea familia : na rua'das Cruzas .
mo estado, por -273 rs da viuva de Francisco segundo andar.
Joaquim Pedro da Costa. Alusin. ,0 mmmm ,, ^ ^
Lma carteira, urna mesa pequea, um lavatorio ; ",0<. paeam-se bem e da-s o asiento oo preten
doas moxos, um espelho, e urna cadeira de tliversas | *
madeiras, ludo por 20? rs., de Joaquim dos San- |
tos Azevcdo Jnior.
den.es dirijam-'- a raa d i asumir.. atH-ada da a...
andar e solio, que fai frente para a ribetra do pri-
ve, que adiaran rom quem tratar.
Froejiaaa de um forner na pa taha da ina
xjuem taes olijectns pretender dirija-sc ao lugar I Ihreila n. IB.
0 hora do cujtuiiit-. "S"" ,:'"' J" mm "" Xmrmm n. .V-.
Recifc ,0 de novembro de .856.-Joaqim "^^U.^tJZZL
Jnior, no eu escriptorio, oo caa de loa mera-la.
ua rua da Aurora.
DA 1RE-
do
poura fa-
da Santa
itt>i$o& it>tt$o.
Para o Mar-
)-
vapor.
No dia 19 espera-sc do snl o vapor TAMAK,
coinman.Uiile Jelllcoe, o qual depois da demora de
r.isinine legalr para Soulhamplon, locando nos
pnilos de San-Vicente, Tenerill, Aladeia e Lisboa :
para passageiros alea,, Irala-se romosacemes Adam-
s.ui llowie C ('.., na rua do Trapiche-Novo n. i.
Espera-se qualquer da o brizne brasleiro
.tl.elo viudo da Paralaba, e legoira' "" mesmo, on
no dia iinmedialo para o Kie de Janeiro ; pida re-
ceher a frele escravos: traase no escriptorio de
Isaac, Curio i\; Companhia, rua da Cruz r. 19,
Para o Aracaty
Por esle dias sabe o bem sonhacido hiale ..|n-
vencivelo. alada recebe carga : a tratar rom Mar-
lins v\ Irm.lo, na rua da Madre de Dos n. 2.
segu com mu ta, brevidade a barca I1H1-
LlIANIE, tem a bordo a meia carga que
trouxe do Rio de Janeiro, e aqui alguma
prompla : para o resto que Ihe falta, tra-
ta-se com os consignatarios Novaes & C,
rua do Trapiche n. 34, ou com o capi-
to, na piara.
de Janeiro.
loliiiiihiiiS
PARA 1357.
condecidas
pographia,
asststir a
I isa linos.
Aeliam-se a venda is lietn
foihinhas, impressas nesta i\
das seguintes qualidades:
FOUIIMIA RELIGIOSA, contendo alm
dos mezes, a bibliotheca do christo
brasiieiro, que se compOe de ora-
Cflosquotidianas, methodo de
mtssa e confissao; cnticos,
bymnos, oflciode Nossa Senliora da
Conceicaoe muitaa outras oraeesde
grande metilo, proco. ..... 520
DITA DE VARIEDADES, a qualalem dos
mezes, conten? artigos de agricultura,
noees de seient.ias, artes, lei dos cir-
cuios, tabella de impostos, e regulamen-
to de afer cao, etc., etc., pre'.-o. 520
DITA SIMPLES, contendo ale'm dos me-
tes, a lei dos crculos t varias tabels-
las de impostes geraes, provineiaese
iiiiinicipacs, preeo........ ->W
DITA DE POKTA, anual alm dos me-
Segu com brevidade o bem conl.ee.- /.es tem explica.-..,-* das indulgencias e
do eveleirobrigue tlRMA, capitao Ha- excommunht.es, etc., nre-o 160
Frcttas V.:lor. it-m parte da car-1DiTA ECCLESIASTICA (ou* de padre),
elaborada pelo liv.l. Sr. Penitenciario
ga prompla: para O resto, Irala-se com
os consignatarios Novaes <.\ C., rua do
Trapiche u. 7>\, ou com o capito, na
praea.
PARA A liAIH.V.
Segu impretcrivolmontc no dia 12 do corrente
o velluiro palhabote Santo Antonio Triumpho
recebe passageiros, para os quaes tem excellenies
commodos ; a tratar em casa de seu cosignaiario
Domingos Alves Mathetis, na rua de Apollo n.
23.
PARA' PELO MARANHAO.
Scgne impreterivelmenteno dia lado rorreula
para o l'ar com escala pelo Maranhao o briguo
Clara, o anal aiada recabe slguma car"a ;
Iraiar com o consignatario Joan Pinto Regs de
Souza na trarasaa da Aladre de Dos, armazem de
Marti ns S Pinio, ou com o capilao na praca.
da S de Olintla, segundo as regias
da greja, c leis conhecidas a res-
peito, preeo.......... j.()o
Totlas estas foihinhas &o impressas em
bom papel e excellente typo, c vendem-
seemporcSoearetalho: na livraria da
praea da Independencia ns. (icS.
Precisa-se de
rj
srvenles para
de pedreiro: nesta typograplua.
obra
Tl.eo.loro Alves, sollicitador do juizo.
OFrERECIDAS AOS EI.EITOKES
UUBZIA DE S. JOSE\
OL' ADRAS.
Mil I .nu.! ... sejam dados,
E mil capelln d* llores.
A es He S. Jos eleilores.
ilomens livres e capazes.
I'a patria ato .lellensorcs,
UirlRimei oomoi |ieitos
Aos nossos eleitorc;.
Bnlrogamoi com prazer,
Kosso ternoi coracoes,
A csses amibos lirines.
Hsflcnaores da nacSo.
Sao dignos de elogios
Merccem toda alleiir.io,
l'orque cora ordem Hieran]
Na malrit a eleir;ao.
Precisa-se de urna ama para ca mina : na rua Velha n. lili, ou no pleo
Cruz n. I segundo andar.
Amonio Pereira Mendes. romprou por cont
lo sr. Antonio Joaqoim ds Silva 1-ig.ieiredo, de
Macen., dooa meios hillielcs de n*. S997 r 1771 .11
quinta parle da sexta loleria Ai malnz da Baa-Varta
Olferece-se um rapaz, tle 17 annos para rauei-
ro de qualquer loja, viudo do mjtlo c sem lamilla
nesta miado e d conhecimenlo de sua rondnrla
quera prcei,ar dirija-so a rua do Uaetniado n. 13.
-- I'recisa-se de boas coslureiras : na rua Nova
o. 52.
Precisa-se de urna ama que saiba bem cozi-
nhar e para fazer as compras, para casa de homem
lolteiro : na rua do Queimado n. ;\x,
l'recisa-se .le um bom fornciro : quem se
achar nestas circt.mstancias dirija-sc a rua da Flo-
rentina n. 0, que achara com quen iraiar.
De bordo da barca Santa Maris Boa-Sorle,
ausentou-se desde o dia 3 do mez passado o escra-
vo Paulo, crioulo, alto, magro, cabellos bastante
cutios, quem o pegar ou ilelle der noticias, diri-
ja-so a rua da Cadeia do Recife casa de Manoel
(ioncalves da Silva, que o recompensar.
Precisa-se para o trrico interno c externo de
tima casa aslrangeira.de um preto : a quera Ihe con-
vier dirija se a rua do Caes n. 1.
Ao respcitavel
PUBLICO E A FACULDADE DE MEDI-
CINA DESTA CIDADE.
Jos.- Adelo da Silva, dem coiihrcido dentista e
sangrador, pode ser procurado qualquer hora do
da na rua .la Camboa do Carino, casa n. 21), pira
sangrar e tirar bem denles, chumbar denles laredoe,
e separar hm os ,a frente, e applica ventosas sar-
jadas pela altrarao do ar.
GAB.\GTE Pll TIGUEZ
DE lElfUA.
Por ordem do lllm. Sr. presidente do rnnselho de-
liberativo convocaaa o mesmo conselho para sessao
extraordinaria i.o dia II do corrente, pelas 7 doras
d.i larde, no saino desle eslabelecimento. Kccife 10
de novembro de 1836.0 I. secretario,
Mendes (uimaraes.
John Lili] relira-se para Inglaterra.
-- Preelaa-M de tuna ama que saiba cotinliar e
entornillar, paca-e bem a;ridar.ilo osstus serviros :
ua rua da Guia u. 1).
Engomma-se e lava-se com aeeio e prnmpli-
ditn .- na rua .la Concaifao .la Boa-Vista n. 17.
Precisa-se de um eaiuiro pira tomar conla de
urna taberna por balance, e que di liador a sua con-
duela : na quina qoe entra para a Camban do Car-
ino n. IG, que -iI.i se dir..' quem o pretenda.
Prccisa-e de nina ama pan o eervico interno
do una casi de poucj familia : no aterro .1.. Boa-
Visla n. m.
Preci-a-se alucar orna ama p-ra enzinhar em
ama C0a .le pouea ramilia, mas que seja li.,| e bem
comportada : na rua .la Cadeia Velha n. (.
A penoa qoe pardea um ronple de nadara.
novo, dirija-se ao aterro da Boa-Vala n. li".
lando os atenaos cerloi Iba aera eniresue.
Quem quier alosar um.t ama parda, que sabe
bem coser e enzommar com areio e limpeza, e tam-
bera jubo Iraiar do arranja de una ca>a : annun-
cie.
au-alligiic.
latera da provincia.
Ia parte da V lotera cUi
matriz de
de Barrenos.
Com a rubrica do abai-
xo assi^nado, oraiii ven-
didas as s -imites sortea :
(i ."i:0()()s racio hilliclc.
2706 -2:000.s- meio hilhelc.
124(1
1517
1813
i!) I
2302
II!)
l!0."i
22")
!M)0s meio billirlc.
iOO.s* mo litlliclc.
200.S ajt:i 200s meio IliaWli
lOO.s- tm-io bufete.
lOllx > dito.
lOOf I meio.
50f 2 ditos.
Sao liados nao s os ft
por ceotoda ^arantiu re-
ino todo o premio por iu
teiro, no > riptoriodariia
da Cadeia ll. 51, o:i na
pra^a da Independencia
loja ii. 40.
!'. '. h(ii;inc.
que
O ir. J. A. N. q.irir.i ter a bnndadp U ir ma *
- Prc,-,-a-se de una ama para r.,,, de pou.n fa- |, aq,1P||a ron.inh. qe o Sr. nao ora a ,
comanla que sej. puaoa de bom eoalantai : .lo Jar.im si, do contrario vor;,
na roa de llorlas, sobrado de um andar do lado di-; (cilla por evlcnso.
milia. i
ra o seu nonio nesta
primeiro becco que vai 1er a
relio, e loco depois d.
rua de Sania Tliere/a
Precisa-se de una ama que seja Gal, que cori-
ntio e enson,me cora toda perfeicrm. para urna fa
milla eslransieir de duas pessea, pasa-sc bem ; na
rua do Trapiche n. i, primeiro andar.
loRa-K a loja .ia caa n. 63 na roa d.-,s Cinco
Ponas : irala-se na rua do Queimado n. 30.
Preri.a-se de dons habilis.imns ollieiaes de
marcineria para tnmircm conta de nm. officina.dan-
dose-lhe bom salario : a tratar no .-aes do Hamos,
sobrado de dous audares, no primeiro andar.
Companliia de seguro con-
tra a mortalidade dos es-
cravos estahelecida no
RIO DE JANEIRO.
CAPITAL 2,O00:OO0.s0(H).
agencia fiUnl de Veriiamlwco ti. 1:1 rua de Cre
l'asar-se-ha sobre a OvajRaaan de l^K)?Oti
mais ou menos era proporeao de oolrn valsar incla -
tive o sello da apolice etc.
Da' Hades.
De IJ al entrar aos 10 anno* :Mi-.|(io por aonn
As rondircs impressas poler.lo ser proa-orada.....
cscriplono da companhia.
Dar-se-ha rnnsollas eralis aos escravos setroro das
1) para lo horas da manhaa, no escriptorio da com-
panhia.
Co/Jnheiro.
Precisa-se aliiP-ar nm eo/.inl.ciro, Ma-
ro, <|ut: st-ja anendo e mfo bafea, li.-l.
ele. : na rua da Cadeia Sanio Aniom...
segundo andar da rasa amarella.
O abaiaa aariaaaa avtaa aos paaanMaaaai !-
casas foreira. das rilas ,|e Santa Ovilla. >n5nir...
Acnucuinhos, S. Josa-, Santa Hila e proa que venlia ou manden, pasar ns f.r.. epM-i.lo.
assim romo M deve.n entender rom o me.rno .,lm\ .
aasiRnado para obterem a licrnra para Iraspanos o-.-
orcasii.ea era qoe Ibes seja preciso fare-lwi: oa raa
dos Pires n. :._Manoel.I.omes Veice.
Grande e asseia-
em
Lisboa,
para meninas, irt.-i BM txl'ina, CBM
etlt.t ae.io, [iiendas i- :n,i.s v-iiilagen, c
poderfto nvaJiar, ean [ik-m-iii.. dns estatu-
tos, que se aeliain na rua do Crespo loja
n. Ili. ou na esquina que aajfe m aj
rua da Cadeia.
do collegio
MUTILADO
ILEGIVEL


DIARIO DE PlUflBUCO TEitOl FI|BA II MCV|ffl|no fiE I8SS
DEPOSITO DE L1YR0S BOTICAS HOMEOPTICAS.
sol) a
Sr.
O Dr.P. A. LoboMoscoso, tendo de fazer urna viagem dcixa a sua botica
dirccc5o de pessoa habilitada e de inteira proliidade, o um deposito na loja de livros do
Manoel Nogueira de Souza na ra do Crespo, sobrado novo do Sr. Magalhacs Bastos.
Pliegos kixos.
Botica de 12 tubos grandes. t(l/0(io
Dita de 24 ... 15;00O
Dita de 36 ... oftgooi)
Dita de 48 ... 239000
Dita de 60 ... 30?ooo
Manual de medicina bomeopatbica do Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina........ 20>(>00
Medicina domestica do Dr. llenry......... lofooo
Trata ment do cholera morbus.......... 2/000
Repertorio do Dr. Mello Moraes......... 6f000
LOTERA da provincia.
Johnstnn l'aler <\- Companbia, consignatarios
do palhahote amcricaDu Palrick llenrvu, avisan, a
A,.hum da ovi ,^-tc ., i "'"""er conta contra o mesmo, lar. o favor de
I1-.M3 eXpjStOS a apresenlar no praio de 3 diat.
Koabarara um chale branca de lonquim, no-
vo, do sobrado de um andar, fronteiro a igreja de
N. S. da I'eoha, m 7 do vsenle : rosa-sc a quem
soja oflerecido esteobjeeio, de o appretiender e levar
a supradila caa, onde recebera' recompensa e eler-
oa -ralld.io.
AO PUBLICO.
Stiro Jos de Moraes (cahelleireirn avisa aos sen
frecuezes que se acha Irabalhando na ra do (uei-
mado n. (, primeiro andar, casa de Javme neas
(iomes da Silva.
-- No dia 11, na ala das audiencias, depois de
linda a do Sr. Dr. juiz de ausentes, se ha de arre-
matar a casa terrea da run do (ieremum, pertencente
a lieranca de Uigoel de Feulc, vahada ern 200?,
sendo ai 11 horas.
venda os bulleres e meios,
(la i5a parte da 6a lotera da
matriz da Boa-Vista, sen-
do p.igo o premio livre dos
H por cento.
Bilhete nteiro is800 receiic i:(OO.sOOO
Meio bilhete 2J400 2:000s000
De IOO.S'000 para cima sao os teguintet
precos, no esciiptorio do abai\o assigna-
do, ou na loja da piara da Independen-
cia n. 40.
Bilhetes 4500
Meios 2.S250
P. .1. Lmjmc.
LOTERA Di PROVINCIA.
O Sr. (hesoureiro das loteras manda fazer publi-
co qoeeshto eipostos a venda na Ihesouraria das lo-
tera na ra da Aurora n. 26, bilhetes e meios da
quinta parle da sexta latera a benelicio da matriz
da Boa-Visla, cujas rodas andam a 15 do correnle;
tambem manda declarar que cm virtude do engao
que se dea na iropressao dos bilhetes e meios, e nao
havendo lempo de se imprimir novos, por isso vo
esle emendados de Unta prela no lugar que diz
"OOOU dte ser tfOOO como diz, a mesma emenda,
na mesma conformidade 01 meios de 29300 deve
ser 29000. O mesmo theioureiro manda abati
traDscrever o plano pelo qual sao eitrahidas agora
as loteras da piuvinci...
PLANO.
>000 bilhetes a 451)00 20:0005000
20 por cento 4:0009000
16:0005000
1 Tremi de 4:0005000
1 Dito do 2:0009000
1 Dito d(! 000*000
1 Dito de 1009000
3 Ditos de 2008 6009000
5 Dnos de 1005 5008000
8 Ditos de .''ii- 008000
20 Ditos de 209 4009000
40 Ditos du 10 4009000
1600 Ditos de 4 6:4008000
1080 rremios. 16:0005000
3320 Brancas.
Sor vetes
Na rua do Collesio, armazcm n. 15, lodos os das
as 11 horas, feilos das raelhoros franelas, cum per-
fecio e aceio.
No dia 1 do correnle mez de novemhro se bao
de arrematar em praga publica do Sr. Dr. juiz mu-
nicipal da primeira "vara, 10 escravos do casal do
tallecido coronel Francisco Jacinlhu Pereira, por
execucao dos credores do dito casal, e he ullima
praca.
Os abaito assignado!, com loja de ourives na rua
do Cahug o. 11, confronte ao paleo da roalriz e rua
Nova, fazem publico, que estao recebeodo continua-
damente as mais novas obras de ouro, lauto para
eenhora como para hmeos e meninos : os preroi
conljnuam razoaveis e passam-se conlas com rs-
poiisab.lidade, especificando a qualidade do ou
II ou 18 quilates ficando assim sujeitos os uic
uro de
j uicsmos
por qualquer duvida.Seraphim & Irraao.
__ preeisa-se de um forneiro : na nadara da roa
Direita 11. 24.
I'recisa-se de 2 ou 3 humen- portugueses que
leoham pralica do servido de campo,para se Ihei en-
tregar um grande sitio sobre condiees vanlajosas :
a Iralar na rua do Queimado n. 21."
Precisase de um ollicial para concertar : na
loja de alaiate da rua Nova, esquina da punir.
I raspassa-ie urna b\polbeca j vencida sobre
urna rasa terrea na ladeira do Varadouro em Ohnda,
cuja casa he moderna e lem grande quintal com op-
dmo parreiral, a qual perleuce ao Sr. Aulonio Fer-
retea da Silva Maia : quem pretender dirija-se a
Bernardinn Francisco de Azevcdo Campo-, ua rua
das Iriocheiras n. 50.
Ptecita-se obter nformaces se existe
o Sr. Jos de Souza Das, vindo do Rio
5000 de Janeiro em 18H ou 1842: amada
Themurari das loleriaa 27 de oulul.ro da lS3r..=.l9ade,a' ^Criplorio de Manoel da Silva
O theioureiro. Francisco Aulonio de Oliveira. Santos.
Appmvo.Palacio do governo de Peruambuco II O iliesoureiro do patrimonio dos urphiloi lor-
ue oolobro de 1856.S. de Micedo. na de novainenle avisar aos foreiros do d.lo palrimo-
Lonlorme.Antonio Leile de Pinho. oio, para que veoham ou mandem satilazer o que
JU esenvao das lotenas.--Jose Januano Alves da **UTerem a dever, sol. pena de serem conslrangidoi
a isso judicialmente, visto ler espirado o lempo mar-
S.tv ca,l Paril dila cobranca. Theaouraria do patrimo-
3 1110 dos orphaos 7 de mivembro "de 1856.O theiou-
reiro, Joaquim francisco Ouarle.
Maia.
DECLAIUCAO" E PROTESTO.
II. barbara Mara da Silva Senas, por si e como
haslaule procuradora do seu marido Nunn .Mara de
Seias, vendo que no Diuiio de l'ernamhnco 11. 2l:i
de letla-'eira, 7 do coi rente e nos legoDles, os fal-
los e nullue administradores da miau lao milla qu.lo
iiiiqoamenle declarada fallida do seu marido, por
um juiz incompetente, e postergadas e violadas lan-
o a lagiiUfao noviMima como a anliga que rege a
materia, em conseqoencia de pelirao oe um credor
n.10 derrclo, mas procurador iio manido da iutcs-
sana aulorisaiAo para esse lim Joe Jeroii>mo Mon-
teiro se annuuciam algn- dos diversos predios do
eaial, para na aexla-feira viodoora, 11 do correte
mez, se arremalarem em leiblu no domicilio do cor-
relor Oliveira, mediante au(orisai;flo do juizo : vem
a infrascripta por cle meio prolestir contra esse
faci e seos efTeilos ; e declarar solemnemente que
ha de em lempo opportuno e mediante es meios le-
gis reivindicar quaesquer lieos que se bajan) de
alienar por meio deisa arrematadlo ou por qualquer
oulio modo por que se o rcalisc.'c do poder em que
eslivcrem.
Declara, onlro aun, que RATIFICA indo qaaoto
ctpcndcu nos seus outros protestos e declararies e\a-
radas no Diario ni. \m de 7 de agosto lindo e se-
guinles, e 110 do us. 212 de il de oulul.ro, e 21.1, 211,
e 215.
RATIFICA Rinda solemnemente o seu protesto
conlr lor.os os actos alieuaturios e provindos dos
fallados nuil,.- e rritos administradores Aureliano
Almeida Kodrizues Isaac e Novaes iV Companbia,
dos quaei, como de Jos Jeronymo Monleiro, ha de
em lempo haver lodos os prejoliM perdas e damnos
e lucros cebantes e emergenles, bem como de lodos
que hflo inlervido nesle monstruoso processo de fal-
lencia desde sua iniciacao at ao estado actual 011
futuro, ludo na forma do" sen protesto judicial de 2
de julho de 1S">2 inserto em divenos ns. do Diario, e
ltimamente no de ns. 1M> e esuintes deste anuo.
Declara emlim, que no sitio do Chacn eiiste mo-
bilia de alto valor como seja : solas de ferro, enfei-
les de sale, vasos de looca lina, ede ferro para llo-
res, mesas de madeira, depsitos de marieira, bom-
bas de valor as cacimbas, e muitos outros objectos
movis qu" nao Sijo adhercnles ao predio.
Declara, outro sim, que no sitio da Campia [O 2.1
linda mesas, etc., emprestadas ao inquiliuo j'unlio
tK55)JAnlouio Pereira Tyrainno.que sendo despedido
all as 'leivira, beracomu n'uraa das casis fronteiras
da enlao residencia interina da insfrascripla, licra
un qiiorlo ebeio de uleucilios do sitio do Cordelre
i.iiacou carros de mi, regadores, Instrumentos de
ferro, escadas, lesooras de cercas, laixos de cobre,
canas com papis de forro de sala, ele, ele, cujoi
deviam ser recchidoi pelo curador Leroos Jnior,
00 devem existir em ditos predios, e que de modo
algum podem ou devem ser arrematados, caso, o que
nao be possivel, baja arre nalanies a ditos predios.
Coaseguintemente a infrascripta loroa solidaria-
mente re-ponsavets os pseudu administradores Isaac
e Novaes por laes objeclos ou valores. Kecife 7 de
novembro de 1856.barbara Maria da Silva Sellas.
Almanak da provincia.
Estando-te confeccionando o almanak
da provincia, rona-se a todas ns pessoas
que costuinam nelle ser incluidas, e que o
nao estiverein, ou bouver algum erro,
(juciram mandar levar a livtar a numero
(i e 8 da Praca da Independencia, a emen-
da, assim como pede-se aos senhores de
engenhos, se digum mandar igualmen-
te as transferencias a mesma livraria.
RUA NOVA 5. 34.
Madama liosa Hardy,
modista brasil eir.
Kecebeu pelo ultimo navio, Comtc aoaer,.. um
lindo sorlimenlo de laceadas Irancezas para senho-
ras, corles de seda de cores para veslidos, ditos l.ran-
vlyn;uus. r\paze.\da
lloa nova leiibo a dar ;
Este sol que vol abraza
Vai-se em gelo transformar.
La' iio Pido, onde os Lapoes
Vivein > loca enlomados,
Chesou nctar que refresca
VotsM labios dessecados.
E o Soares, que orn guerra
Ao foto, ao sol, ao calor,
Com gelo, ananaz e oulras
Mitigara' vosso ardor.
Junto 30 berro do Kosario
lde, pas, e encontrareis
-Ser fardada O que vos cont ;
Bom cobre la' doixareis.
I'rectsa-se de runa lavadeira que se-
ja boa, nao demore a roupa 110 rio e d
Dador a .sua condata: na praca da Inde-
pendencia liviaria ns. fie S.
Precisa-se fallar com os Sr. vmerico Xavier
Iereiratle Unto, J,c Lopes Cuimaraes, Cacharas
Kodriancs de Souza, Domingos Pereira Meiidanba
Jos Cezario de Mello, Jos Cecilio Carneiro Monlei-
ro, Manoel Jos Carneiro, J010 Manoel de Castro
Manoel raocisco dos Santos Pereira, Jos Joaquim
da Cunba, Manoel Jos Mendei lla.los. Joi Claudio
Para a festa.
Vendem-sc scllins ingieres de superior
qualidade e arreios para cabriolet: em
casa de James Ryder & C, rua da Cruz
11- ti.
ja'y&vf'&tis -.... i.- ... \;....;. .^. ..;.
I Mandarino S
{' Na rua do Queimado n. 10, -
ii3 vendem-se cortes de seda mnito @i
JS lindos com quadros grandes c @
't transparentes, pelo baratissimo ^
'$ preco de 12,1000 cada um corte; $
para acabar. A
Vende-se uma canoa de conduzir
capim, a'qual pega 25() fei\es, tambera
oomes, Joao teueira llaslos e Silva, Manoel Anlo- sllt'vc para conilu/.ir barro para olarias;
^St^s^JSlssssTij^ rmcor,am,,e,n mndy? ,,amila-,le
seus intercsses; na travesa da Madre de Dos 11 1H
ecuinlo andar. '
ompt*$.
- Compram-se apolices da Idivda provincial,
na rua das Flores n. 37 andar.
TRAPOS.
Ha rua Imperial, casa ... I7), empra-se toda a
qualidade de trapos a 500 rs. a arroba.
Co.npra-se uma tipoia nova ou com porjca
uso : na rua da Cadeia do llecife loja n. -JX.
Compram-se palaces hespanhoes : na'riia da
Cadeia do Kecife, loja de cambio u. :IX.
Compra.se elTeetivamenle.laUo bronze e robre
vclbo: no deposito da fundido da Aurora, na ru-
do llrum, logo na entrada n. 2S,c na mesma fundia
cao, em Santo Amaro.
Compra-se um braco de halanea grande, con-
chas c peso : na rua Direita n. |t).
Compra-so um thesouro de meninas ou dialo-
so enleom sabia aUesnaa dsi......las : na rua Ve-
lili I), l'l).
. Je
boa madeira, nova e qualidade: na rua
da Cadeia do Recife casa n. V., segundo
andar.
Q%
e^J Superiores chapeos de castor hrancos, ^J
de K- ...
".5 de Maia Irniaos, rua do Crespo, esquina da 3
'J rua da Cadeia.
- \endem-se (i eicravos, sendo I prelo ollicial i ujio ,.,.,,; v|l, <>m .,., ,
5 prelas cor. varias habilidades : na "" 8-loP'g^. ve'"0 <'tn ailCOrelaS.
IOS
oberlose descoberlos, pequeose grandes, deooro
e prata, patente ingle!, para bomem e seuhora, de
rjm uosmeb.ores fabricantes de Liverpool, viuaos
peloi ultimo paquete inalez: em casa de Soulhall
Mellor A; Companliia, rua do Torres n. :I8.
A i$WQ o par de luva
de pellica,
mallo novas e molla fre>qui.,has. ehegadas no ulti-
mo vapor franeez : na rua da Qaeimadi, na lm co-
nliccida loja de miude/as da ba fama 11, [
Helos de paieutt
inglezes de ouro, desabnete edevidro :
vendem-se a preco razoaveJ, em .asa de
AugusloC. de Abreu, na rua da Cadeia
do Kecife, arma/.em 11. ."j(j.
Em casa de llenr. Ilrunn At Companbia, na
rua ila Cruz 11. 10, veude-se cognac em caiiiohai de
duzia.
Pekim.
Esta rica fa/enda de (i palmos de largura he inlei-
ramentc nov em Peruambuco ; fabricada no celeste
imperio, de cuja capital tira o nome, be de uns pa-
droes lindissimos e anula 11A0 vistos at agora : ven-
de-se pelo baralissimo preco de 256OO o covado : na
rua do Queimado n. 7, loja" da estrella.
Domingos Alves Matheus tein para
vender, cm seu escriptorio, na rua de
Apollo n. -25, o seguinte :
Superior vinbo velbo do Porto, em bar-
ra de oitavo.
SYSTEMA MEDICO DE IIULLOWAY.
f^enoS.
Uma ptima escrava.
Vende-se
uma escrava que co/.inl.a o
m

Jos Augusto de Souza Pitanga.
lina du /osario eslreila 11. 32,
1 ANDAR.
I) ron.ultas lodos os dias, das S s !) ho-
ras da manila ..
Km caso de neccssjdade vizila n pobres
em sosa rasas.
ESPECIALIDADES.
Partos, moleilias de peito e svphililicas.
o
'"-:.V'-tZ'kt3i:':':-": '' '.'tii*'>.i^s ~ Prjcisa-se de uma criada que saiba engommar
-.'& ^'te-t ....... ..: ... ....., '.,";; v-?Si servir : na punte do Cl.ora-meniuo, lerceira casa
ajj Ia c,(Iuer Lotera da pro-
vincia.
O abano assicnado venden as segra-
les sortes:
I meio 11. 045:0008000.
I dito .< 27002:000x000.
I dito .< 491 200.S000.
I dito .. 2502 100SO00.
I bilb. 805 50.S000.
eos para noivas, groa de NapUs furia cores para ven-
der s covado, chaposrubos de pall.a e de seda para
meninas, formas modernas para a idade de 1 a (i an-
uos, ricos chapeos de cores de seda para sei.horas
com hlas e llores tambera de cores, lindos enfcites
para cabeca, cmbrala de linbo, esparlilbos |uvas
de seda, mantas para noivas, capetlas, nielas de seda"
vcsliioseloucas para baptisados, e outras muilas
lazendas de gosto : no mesmo eslabeleciinento veo-
dem-se lindos chapos de t:r.pe surtidos, .le cores-
uso moderno pelo preco de 8W00 rs. cada um.
COMPANHI PEIt.NAMllUCANA.
(Is Srs. que subscreve....... novas ac(oes desta com-
panbia sao convidados a entrar com a primeira iires-
laclo de 30 por cento 110 praso tfe~30 dias no es-
cnplor.o do Sr. Aulonio Marques de Amorim. rua
da Croi.I.ecife IS de oulubro de lSiti.Manoel
Alves (luerra.i secretario interino.
COMPAMIIA DE SElilROS MARTI-
MOS E TERRESTRES.
ESTA1SKI.ECIOA NO ltIO DE JANEIRO.
CAPITAL 1,000:000p'000.
A companbia lem soa asencia no escriptorio rfe
viuva Amorim & l-illio, rua da Cruz n. lo, onde
aceita todas as propostas de seguros de riscos e for-
Precna-se de uma ama que saiba cozinhar, en- lu"d ,lu "lar-
gommar e lomar conta de uma casa : ua rua da! casco' I'""1'1 e P^rences de navios de
Piaia n. 1.1, segundo andar. qualquer lolac.ao na navcgx.ao de lonco curso, de
Aluga-se uma casa terrea com soiao, pronria I c ,"Kein. ?u ""vial, ou na pesca, em viagem ou
para loja de barbeiro, alfaiale ou bolequim, eonfron- !'' *s .a Vliljar' rm C"S ou descarea, amarrados ou
le ao ou;,,, da igreja da Soledade : a Iralar no mes- I f110"1"1"10. em concert ou no eslaleiro, quer por
mo lugar, taberna grande da esqoioa, de Joao de \c'" .' cerl0' ''ucr Por viaSem simples, ou .1 premio
barros n. 20. ligado.
francisco Jos I erreira Pires avisa a quem
convier, que deixou de vender espiritos nacionaes
em um dos seus oslabclecinieulos da rua do Corredor
do Hispo ... IS, desde 24 de oulubro do mez prxi-
mo passado.
~ O collegio das orphnas sito na roa da Aurora,
precisa de urna eaatnheira liberta ou captiva ;
3um se qoizer encajar ao dito servico baja .! se
inar ao dilo collegio a fallar com a directora.
Lava-ie e engomma-se com perfeicAo, por
preco cominodo : na Ponte Velba, casa u. 3.
Aluga-se uma casa no sitio do Cordeiro, mar-
?em do rio Capibaribe, com commodos para grande
Tamilia, cozii.ha fura, cocheira pira carro, estribarla
para (1 cavallos, quarlo para criado, etc., orna dila
mais psquena, tambem a' margera do rio, com quar-
lo para prelos. e estribara para i cavallos : a tratar
no paleo do Carmo n. 17.
No engenho Bom Jess do Cabo precisa-sc de
Caixeir
O mesmo tem exposto a' venda os seu,! ZEff t?gg\XSS S\
teiizes htllietes e meios, da quinta parte ; auem se jolgar habilitado pode dirigir-se ao referi-
da sexta loteria da matriz da lloa-Vista ;d n1?e"n?' oa ** commendador Luiz c-o-
_ KM rcrrcjra no Aloodcio.
os quaes nao estao sujeitos aodiscontodos
S por cento do imposto da lei: os precos
sao ossejjuintcs:
Bilbetcs ijjKOO recebe 4:000,s'000
Meios 2$400 2:000.s'000
Por Salustiano de A-
qoino Ferr ira, Jos For-
tunato dos Santos Porto.
LOTERA da provincia. .
Na rua Nova n. 28, precisa-ie de um caiseiro pe-
queo, preTere-sc destes ltimos chegados.
PARA PASSAR A FESTA.
Continuara anda a eslar desoecupados os dous si-
tios j annunciados na llha do Retiro, com duas en-
cllenles casas : a tratar com Joao lavares Cordei-
ro, na rua da Madre .le leos n. :|(.
-Tcndo oblido 1500 subscriptores, para a
impressao do um volurae de minhas poesias, cujo
O abaixo assignado avisa ao respeita- numero "osla capital cnas comarcas c\ce.ler de
niblico, que vende a' dinlieiro a vis-i 2.000,resolvi ir a diversas provincias deste imperi
Sobre mercadera! desde o momento de sel
narque ale o de sua descarga e deposito.
Sobre os lacros esperados de mercadorias encami-
nbadas para qualquer mercado.
Sobre o casco e quilha de embarcac.es miadas
emprcgad.s em descarga e Iralico dos prtos.
Sobre o capital e premios de dinheiro a risco
sobre o premio dos seguros e premio dos premios
Sobre accocs de lerceiro por damnos causados or
abalroamenlos fortuitos.
Sobre os frete.
A companbia recebe tambem proposlas de se-uro
de riscos de incendio e damooi causados para preve-
ni-lo ou estingui-lo de raio ou toso celeste, e inun-
daces.
SOBRE OS SEGUIKTBS OBJECTOS.
Predios urbanos ou ruraes, igrejas eqoaesquer es-
labelrcimeiilos, com exclusflo de depo-.los.fabricas e
laboralonos de plvora, e materias incendiarias ou
inllanimaveis. Ibealroi e casas de espe.-taculoi.
Mercadorias em qualquer parle que eileiam, mo-
llina e ulencihos de fabricas de quaesquer estahele-
ciiiienlos luduslriaes, quer sejam leilas por seui pro-
pnelarios. quer pelos uso-frocloarios, locatarios, su-
lilocalarios ou credores bvpolhecarios.
I'inalinente aceila pro|ioslas sobre re-seguros, quer
dos seguradores, quer dos segurados, nos casos em
que a esle pode competir o re-scmiro.
A companbia garaule a prompta indemnisacao da
importancia de quaesquer sinislros, e 0 modic^dade
agenciar a venda de20,000 exeinplares.para o que
pellos precos abako declarados,
Cadeia do Kecife n. 45. loja
de/.as.
a rua
de
i do meu presado e especial amigo,
1 de Menezes Vasconcellos de
ua r"
se
taj sendo da quanlia de lOO.sOOO para,
cima, os seus (eizes bilhetes e meios ditos.'
'; o coronel Oaspar
; Drummond, carta de abono para a casa comiuer-
m'"-|cialN. O. lliebereC'., que de bom grado e bo-
1 nignamenle se presiou fazer a cncommenda em
Bilhetes 4.S500 recebe 5:000.S'000 Hamburgode 100 resmas de papel du boa quali-
Meios 2:250 2:000.s000 dade e do tamanho do Diario de Peruambuco ;
Por Salustiano de Aquino Ferreira Jo-1e |)0rque ,enll certeza de receu6-|as Por 'odo o mez
se' Fortunato dos Santos Porto. de tf*"0 do anno vindo,iro'c deva saiisfazer im-
Ro..Ua_. j' 1 medlatamenle o seu importe, supponho que neuhu-
Kecebe-se dinhe.ro para mandar; ma duvida lero de proteger-me lo benignos sulis-
T <:,aacl ao POMO, por letras, sejam criptores, adiantando-me suas assignaturas vis-
cambio correnle:. na rua do Trapiche' Quanio a liarmoniae ctiihusiasrao de minlias
n. 40, segundo anda. poesas, no a Diario de 8 de agosto, deslean-
Precisa-se de orna pessoa para cozinhar e com- n0' '' pu^'i^do "ma cancao denominada A
prar para casa de bomem solteiro : prefere-.se capli-! rosa eo valo c brevemente ser impressa outra
T : "uZ* i" Qo'B, ? iniiiulaMl. -.0 juramento .,- entao veris,
Kecelie-sedinlieiro para mandar dar1 quanto be apprchensivo e extremoso aquella que
no Uto de Janeiro, por lettm a peque- nao cossa de erigir aliares virtude o de decan-
no prazo:. na rua do Trapiche n. 40, se- lar o sublime da belleza.
;undo andar. Convem, briosos brasileires e Ilustrados estran-
AVISO A RAPAZ SOITEIRO. geiros, que derramis sobre mim o balsamo da
Aluga-se a sala interior do sobrado n. 6 da rua dn vossa proteccao.sempre dedicado s sacrosantas leis
bradmtVachT'Pcomqtmdual,r S' ^ ^de, reconheci no servilismo a mais funes-
Perden-se da praca da Boa-Vi.la, rus do los- "oem da miseria ; tambem tenho conservado
pieio, t,niao, em direccao a da Aorora al a casa do meu coraijao isento de rancr, porque 'i almejo
'i',-lmr1m.U'na|'c':i''l<'l1,u,1'deebi'no' Suar"ec'- a emancipa c felicidade do genero humano, do-
M*SMLtS.UL?ffl dc r.liT,0S e,7adus' r^H
mandara roa dos Pirek-'n. 7, que se Ihe dar o acba- contra os obstculos que lecm inlerrompido mena
do.^caso queira, ou sliter as crenmstancas de o generosos projecios ; porque, confiando em Dos,
"^."preci.a-se .1. m., nelle tenlio depositado todas as minlias esperancas
.solteiro!Venme".' ZSLfr?2%& Jffi Prol Ja l'anidade. Um dia se dilatar para
Vistan. . 7" *** .Cal?p.DI1* ^'p*. ta das l'emambucanas, i meus desvcllos, a traquillidade de minha alma .-era
fiS *j&ttrzxs:! 1 la!;.s,nan ,rain',a jjsirS bac,barel Jo
sitio que serve para pequea familia : a fallar na Jarros talcao de AlbuquerqueMaranhao.
rua da Praia, armazem n. 10. .
perio d0!t l'remios : igualmente um abalimenlo s pessoas
-... 11?' "a r"'la do ann0 b'-erein uma avultada somma
1GU0A0E.
Caupaiilua de seguros nn
ritimos, estabetecida no
lijo de Janeiro.
Capital mil contos de res.
Preeisa-se de um bom criado
do Rosario n. :i2, primeiro andar.
na roa eslreila
Aviso a rapaziada.
Na taberna grande ao lado da igsejn da Soledade
-" loiiciim _i.in:it- du iiiuv uti i."f .i 11,1 .u e'Miie
- Preeisa-se alogar no bairro de hanto Antonio lia multo boas sardinhas de Nantcs em latas, bola-
da 10 prtncip.o do bairro de & Jos, um. casa que chinhas de multas qualidades proprias para peliscos,
lenha commodos para uma familia, com om al..oii .mi..........:.. i*......... -l.i.i.i '___' '
para uma familia, com om alusuel
sollrivel : a pessoa que a tiver para aluaar tenba a
iniidade de publicar por esta folha, 011 dc dfrigkr-ee
a lypo;raphia .Nacional, que achara' com quem Ire-
tar.
Aluca-se 11 legando andar do sobrado n. I> da
praca da Boa-Vista : a Iralar na botica do mesmo
sobrado.
Precisa-sa de duas amas, uma que saiba cor-
nbar e lazer o lorvico ioteruo de casa, e outra para
Iralar de um menino : na rua do Lvramento, casa
rr. a, esundo andar.
Precisa-se de orna ama forra ou escrava para
servios de ama casa de familia : a Iralar ns loja
de livros n. 6 do pateo do Collegio.
biliosa cervejas de umitas qualidades boas, ele.
O abaixo assignado, agente dc lei-j.
liles,para o que acaba de tiiar titulo no
meritissimo Tribunal do Cotnmercio, ol-
erecc .10 respeitavel publico e especial-
mente ao corpo de coinmercio desta c-
dade sen pt estimo, alliaiicando-llie que
nao poupara' eslbiros para desempenliai
seu oflicio, achando-sc sempre prompto
no seu armazem, rua da Cadeia n. 55.
Jos Maria Pestaa.
Oflerece ao cnmmercio viiilagens que nenhuma
uijra companbia lem feilo ale agora. Aceilam-se
propostai de sesuro no escriptorio de Isaac, Curio A-
Umpanhla, agentes da companbia, rua da Cror
n. v.K
SEGURO CONTRA FOGO.
C.ompanbia Alliance.
Lslabelecda cm Londres, em marco de 1834.
Capital cinco milhoes dc libras esterlinas.
Sauiders Brolliers & C, tem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
ea quem mais convier que estao plenamente au-
.orisados pela dila companbia para cffeclu.ir segu-
ros sobre edificios de lijlo c pedra, cobertos de
llha c igualmente sobre os objeclos quecontiverem
os mesmos edificios quer consista em mobilia ou
era fazendas de qualquer qualidade.
O aballo assiiznado ra sciente aoi lllms. Srs.
de ensenbo< e ...ais pessoas que negociam coin assu-
car, reinrllcndo-opara esla praca, qoe se acha ha-
bilitado em receber pui commissao dilo genero, e
espera da seus patricios e aiiiisos, e de q uaolos de
seu preslnno se queiram ulilisar, as remessasde seus
assucarcs, prometiendo n mesmo abaixo assignado
execer lodo o zelo e aclividade que Ihe sao nalu-
raes, envidando lodo o e-forro possivel lias funcQoes
da liquidada apurarao de dilo genero, como bem o
lem demonstrado. As pessoas cujas rcmes dercm de IU:UUl>9 por safra, lmente pasaro 'J (lili
de comrnissfto, sendo .1 (Ijll as demais como lie costu-
me ; e para lodas se obriga o mesmo abaixo assigna-
do a loda equalquer compra de objeclos sem como
muitos lirar porcentagem. Recife, rua Direita, pri-
meiro amlar n.!).!.
Francisco Seraphieo de.Vssis Vasconcellos.
JOAO DA SILVA RAMOS,
MEDICO PELA UNIVERSIDAD!: DE
COIMERA,
onliniia a receber em sua casa ua rua do Cabugi n.
16, das S u I" horas da manilla, e das .1 as .". da
larde, as pessoas que o queiram consultar : bem co-
mo se presta a sabir com a rcconbncida promp-
lidio, a visitar qualquer enlermo, a loda a hora do
di) ou da imite, quer dentro quer fura da cidade.
Preeisa-se alogar seis prelos para armazem de
assurar : quem liver e quizer alugar, dirjase a rua
de Apollo, armazem n. 40, que encontrar com
quem tratar.
Ensioa-se a plolagem Ibeorica-pralica, o cur-
so mathematico e franeez, contas para o coinmercio:
a Iralar na rua do Nogueira n. 7.
Otario de urr.a casa, cnrjomtna e lava : na
ruada Cadeia de Sanio Antonio n. 19.
Superiores charutos da Baha, om
caivas ea retallio: 110 aten o da Boa-Vis-
ta, lojan. 56.
CABRIOLE!.
Vende-se um optino eabriolel; para ver na co-
clieira do Sr. major Silveira, na rua da Cadeia de
Sanio Antonio e para Iralar na rua do yueiinado,
loja de mladeus da lio Fama n. S..
Vendem-se na anliua loja da rua larja do Ko-
sario n. .to. litas de seda lisas, largas e estrellas con,
avana, porem muito fortes, a dez res, e a vintem
cada vara e a dous tres e quiltro vinlens em peras.
i ende-se um expeliente piano com boas vozes
por preco commodo, pr ter algoin uso : na rua d
lorres n. :18, primeiro andar.
Vende se na estrada v.'lia da Ccponga, junio
ao ebosal loglez, um terreno em ehlo proi.no com
W-2 palmos de frente e :ltlO de fundo, cm varios
arvoredus, cacimba, e duas casas.a saber, orna proir.'-
pla e com grande co.nmodi.lade para familia, e a
nutra para acabar : quem quizer dirjase au mesmo
losar a tratar com o dono
Vende-se ua rua do Sebo junio ao sobrado no-
vo, 11 m bom vallo ruco, aod bem balso al meio
\ ende- cal : a (rilar na Soledade em urna padaria.
. T \en.lcs'" nm sitio denominado Znmbi na es.
rada de Beleni, leudo uma grande baila que no
emeo de verao pode sustonlar S a 10 vaeeas de lei-
le : a Iralar em uma padaria n Soledade
VIMHO DE BOailEAUV.
.No armazem da roa da Crol 11. II, vende-se vinbo
de Bordeaux de ptima qualidade, em narria, nur
preco muito cm cunta.
--Na ruado Trapiche u. 14, escriptorio dc Ma-
noel Alves Cuerra, vende-se por commodo preco o
seaunle : superior viuho do Porto em Larris de
olUvo, chapeos dc fell.o, e isbaDamarellu fabricado
no K10 de Janeiro.
Vende-se um relojio de ouro, saboncle, paten-
le su.sso, e a competente cadeia e chave do mesmo
metal, pesando oilavaa a tratar na rua do Oiiei-
mado 11. (!7. v
Gomma do Aracatj.
Na rua .1 Cadeia ,1o Itecife n. ",7. venVse su-
perior gomma Diurnamente ehegada do Aracalv.
CVij Na rua da Cadeia do Kecife ... :,7, vendem-se sac-
eos com sopenor cera de carnauba, por menos do
que em ouira qualquer parte.
Conro.s ie cabra.
Na rna di Cedis do Itecife n. S7, vendem-se
penares pelles de cabra, por precns commodos.
!,."Irtp:'"\"'n"'"> "ata patacho americano
l.evant", de f...| toneladas ioalezas. apparell.ado
e promplo para viajar : quem o pretender dirija-se
aos consianalarios P.os.ron Hooker i Compauhia,
prar;a do t.orpo Santo n. 8.
Vende-so nina teberna na roa da Soledade n.
11 : a Iralar na mesma.
A loja da boa
fama
Vende muito barato :
Libras de linhas n. 100 e lO de boa qua-
InUdc a 2, ditas de linhas de cores a USOO
pe.;as de lita lavrada larga de seda a 25300*
duzia de pentM abertos para segurar cabel-
lo a 29300, grozas de botes de louca pinta-
dos a 240, metas brancas e cruas para honiem
a 100, suspensorios para homcm e menino a
W rs., carteiras para algibeira a (00 rs., pe-
Cas de fita de linho! a 40 rs., grozas de bo-
toes finos para caigas a 980 rs., grozas de
botos de madreperola a (00 rs., braceletes
encarnados para senhora a 200, caixas com
linhas de marcar a 280 rs., pegas de bico es-
treilo com 10 varas a 5i>0 rs., duzias de te-
souras para costuras a \#, ditas maiores mui-
to boas a 15200, e outras mtiitissimas cous.s
que se venden, muito baralo na rua do Quei-
mado na bem conhecida loja da boa lama
II. oJ.
Couro de lustre marca de
casteio.
Vendem-se pclles de couro de lustre de
muito superior qualidade a preco detee
*/5iK): na rua du ijueimado, na bem conhe-
cida loja de miudeZM da boa lama 11. 33
AOS AM4MES DO BOIE BAR4T0
Vendem-se ricas charateiras bordadas
retroz servndo tambem de carteira a \s di-
tas sem ser bordadas muito boas a >> U
carleiritinas muits ricas a >#, ditas proprias
para viagem a 25.-.00, carteras grandes para
dinliciro a 1..00 e25; tranccliiis para rclo-
gios pretos de retroz a IbO, aliadores nara
navalhas muito linos a \, pedras inglezas de
albir navalhas a i e 1-300, ricas bengalas
pelo barato preco dc lj e 1.-500, pentcs com
escova e espelho para subsas a 00 rs esto-
jes para barba a 2e21500, livellas doradas
para calcas e colletcs a 120 rs., cstoes para
bengalas a so rs., eaixinhas para guardar
phosplioros a IHO rs escovmlias p.-ira lim-
par pentcs 1 >% rs., chicotes muito bons
para cavallo a 01 rs esporas linas de aro a
1/. gravatasde seda muito boas a 1-, ataca-
dotes dc cornalina para casaca a 300 rs., pin-
cets 111gkv.es para barba a 300, 600 e00 rs
camisas de oieia muito linas a I2im, ricas
abotoaduras para collete a 500 c lio rs di-
tas para palitos a 500 e 600 rs., cstojosde na-
valhas (mas para barba a 28. caixas linissi-
mas para rapo a 2fS00 e :!-, ditas redondas de
tartaruga linas a i;.-, e oulras muitas cousas
que se vctidem por baralo preco : na rua do
(jucimado na I ca conhecida loja da boa fa-
ma n. 33.
DEPOSITO
de sabo.
Continua o deposito do becco do Gon-
calvcs, armazem n. h, a estar supprido de
tabSo stipeiior da muito acreditada fa-
brica da viuva de Delpliino (oncalves Pe-
reira Lima : vende-se pelos precos aliai-
\o declarados:
Arnarellode f|ualidade 100 a libra
Cimento.....70 a libra. I
de carpiuteiro e
rua Direita n. 3.
Vrode-se uma porreo de redes de pccaria,lres-
mallios, ditas para despescar viveiros, ditas de calca-
ra, dita., de tapar camboa c 3 canoa do mesmo er-
vico : na rua Uireita dos Afosados n. 13.
Attenco
o
Vende-se uma famosa nesra moca, de nacao, sa-
liendo cozinhar, entornillar e Uvar de wbllo, c lam-
ben vende na rua : quem a pretender dirija-.e a
rua dos MarUrioi n. 14.
Veudese uma prela moca de bons costanas,
que sabe faier lodas as qualidades de comidas, doces
ele. : neste lyposraphia Vende-se nm estrato erionlo com idade 26 an-
nos, cora aliimas habilidades, entre as quaes a de
bom co7.inl.eiro, e bom para pagan) pr ler bonita
lisura quem o pretender dirija-se a livraria n. l e
N da praca da Indepeudencia, que se dir.
Chapeos para meniuas.
Vendem-se ns maii modernos chapeos de palba
aberla com ricos enfeites, para meninas de '2 a S an-
uos : ua rua Nova n. i.
Palitos fraucezes
Vendem-ie palbis fraucezes de linho a 3c, de al-
paca a To e 89, de panno lino prelo e de cores a 188
e 209000 : na rua Nova, loja n. .
Ctmisas francezas.
Vendem-se camisas france?.as muito bem acaba-
das, brancas e pintadas a 21?, 281 e 323 a duzia,
aberturas de linho a 3 a duzia, collariubos de linho
a 25 a duzia : na rua Nova, loja n. H.
Charutos fines.
Vendem-se chnmlos finos dc Thom Plato, vare-
las e l.inceiros a 29000 a cana de 0 ; na rua Nova
11. 4.
Vende-se uma das melbores bombas por deilar
muila agua, com a competente roda c mais prearos
para 1 ou 2 animaos, com biras de madeira para
dolar as aguas para onde se determinar, e de multa
vantaccm para quein tiver grande planta de capim :
na rua do l'asseio, loja de fazendas n. 7.
Lindos romances que se veudem na loja de J. 1 'OpeS.
V.HILI.....I .... .... U .- Ul.l. ...
a (jua-
Dito engarrafado.
Ensadas portuguesas.
Toallias de linlio para rosto.
Lenres de linho para casa.
Sement de linhara
Panno de linho do Porto.
Ricos e elegantes pianos.
Fio de algoduo da Babia.
Panno de algodio^da Babia.
Cortes de vestidos
tro patacas.
Na rua doUueimadn n. 21, vendem-se corles de
cassa de cor cora barra a I jato.
Cassas francezas a 240 o
covado
Na roa do Quinada a. SI, vende-se cassa frau-
ceza de cores, e para lulo a 2W o covado.
Vende-se um evcellcnle piano iiielez, ebegado
ltimamente de Inglaterra, de um dos melhores fa-
bricantes inglezes, por proco muito commodo : em
casa de ostrn Rooker Companbia, no largo do
Corpo Santo n. 18.
Obras de dia-
mantes.
Vende-se om aderece completo, e mais meios ade-
recos de diamantes, por preco commodo : na rua da
aladre de Heos, loja n. 31.
Vende-ic sal do Assu' a bordo do bine ..An-
glica.. a (ratar na roa da Cruz n. 13, primeiru
andar.
BACALHAO DE ESCAMA.
Vende-se a do/.e mil rea a barrica no
caes d.t alandega, armazem Je Paula
F. Seiniund, no aterro da Boa-Vistan. 12: Aman-
da c Osear ou Historia da Familia de lluureath i;
vuls. 8.- ene. ; a l'nnceza de Monaco 2 vols S.- ; a
Predicen) 1 vols. S.- ; os orphlostlnhos .la Aldeia 1
vols. ; a Viuva ou o Bpitaphra vols. S.- ; Viagem
n Nova llollanda 3 vols. 8.-; Ilen.ique de l'crcv >
vols. H.- : Urai.de/.a d'Alma, Guatos a .Meus Filiios
por Kofzbiie 2 vols. S.- ; Caravanera ou (iunto
Oricntaes S.- ; Historia Sagrada 2 iudos velumes ;
Historia de apoleao por Morvins i vols. ; l.icei
de Koa Moral 8.- ; ale.n de muitos outro-, que" se
acl.an. na rooema livraria.
Vende-se o verdadeiro rape Paulo
Cordeiro, ebegado ltimamente do Hio
de Janeiro, por muito menos do que em
outra qualquer parte: na rua do Quei-
mado, loja de ferragens n. 13.
Vende-se um bonito cavallo mdado
c bom andador: a tratar na rua do Quei-
mado, com o Sr. Manuel Juse Leite.
Na rua do Vigario ir ."| vende-se
urna bonita escrava, boa engommadeira e
eos tu reir.
Na coxeira dos mnibus na rua da Cadeia deS.
Antonio n. 13 vende-ie milbo novo a 39000 S
sacca.
Oiiem dnvidar ven lia
comprar.
Na loja n. 8 da rua do Oueimado groa de nsples
prelo de superior qualidade por iwm o covado, qoa
sarja prela ja nao se usa, tambem se vende chal\ de
quadros.
Vende-se
uma rica armacao toda envdracada : no alerro da
Boa-\ isla n. 82, e a Iralar na mesma rua n. 78.
Na fabrica de velas
da ruado Brum, ve i dem
se juanxdes de pinho,
mais em conta do que em
outra qualquer parte.
Vende-se farinba de mandioca mnilo em con-
la, 220 saceos Tastos bons para o mesmo genero, e I
braco de halanea com ( palmos, ludo por bailo pre-
AfiENCIA
Da fundic.o Low-Moor, rua daSenzala-Ho-
va n. 42.
Hesteestabelectmentoeontinaahaver uscom-
pleto sortunento da moendas me\3S m0endas
para engenho, machinas de vapor a laixas de
arrobando e coado de iodos os lmannos para
dito.
. *
co : na rua da Cadeia do Kecife
andar.
n. l, primeiro
DEPOSITO DA FAB8ICA
Industria Pernanihucaua,
RA DO CRESPO N. ).
A fabrica do sabao e velas de carnauba, es-
tabetecida na rua do Brum, lem esUbele-
cido uoi deposito na rua do Crespo n. 9, pa-
ra aln nicamente dar extraccHo aos seus
productos, proporcionando assim a mamr
conimodidade aos consumidores. As velas
manufacturadas nesta fabrica, olfereceni as
rantagens saguiates: sao leilas com a car-
nauba simples purificada pelo meio do va-
por, silo inodoras e bellas na apnarencia.
quoimam com igualdede e nao esborrain e
nao l'azcm inurro e dilo mais luz o mais cla-
ra do que as velas stearioas ou de qualquer
composicao, c que se vendem no mercado.
l'"abricam-se de 6, de "ede 10 em libra ven-
dendo-se em caixas que contcm l2 224 ou
32(1 velas cada tima pelo prego de 15/
0 sabSo he branco, as materias primas
de que he Tabrtcado silo simples c inofensi-
vas, o chetro que deixa na roupa l,c a'-ra.a-
vel; nv.-ilisa com o melhot- sabao bespanbol
o he superior ao sabo americano, queso
vende no mercado a 240 ra. a libra.
Vende-se igualmente em caixas de arroba
c a preco de IbO rs. cada libra.
Os incrdulos comprando roconlieccrao
por experiencia averacidade doquescan-
iiuncia.
I.ABVRINTIIOS.
Vendem-se lencoi e loalbas de lalu rinlho, asieo-
ado em (1.1a cambraia de linho : na "roa da Crui o
31, primeiro andar.
CAL E POTASSV
Vende-se polassada Marta c americana, chejada
uestes das o oe superior qualidade ; cal de Lisboa
da mais nova que ha no mercado : no. seosdepoii-
los ua rua de Apollo n. 1 A, e 2 B.
Cu I de Lisboa e polassa.
Na rua do Trapiche atma/.ens ns. 9 e
11, vende-se superior potassa da Russia
e americana, cal vii-gem de Lisboa, da
mais nova Moinhos de vento
com bombas dc repujo para regar hortasebai-
*a de capim: na fundijode U. W. Bowroaa,
na roa do Brum ns. 6, 8 e 10.
Em casa de Saunders Brothers & C., praca
do Corpo Santo n. 11, ha para vender o se;uinte:
Ferro inglez.
Pixe da Suecia.
Alcatro de carvan.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para sarcas.
Dito en trancado igual ao da Baha.
E 11 m completo sortimenlo de fazendas proprias
para este mercado tudo por prc^o commodo.
Farinha de mandioca.
Vende-sc superior arinha de Santa
Catharina, em saccasquetem um alquei-
ie (medida villia) por preco commodo:
no arma/.em de Novaes & C., na rua da
Madre de Deo> n. 12.
438500
Vende-seca lde l.ishoaul ti mamen lee bogada ,as-
-im 0111" mi as. Hila It u-.i.iverdadsira : na praca
doCorpoSanlo o.11.
TAI XAS PARA ENGENHO.
Ha fundifo de ferro de D. W. Bowmann na
rua do Brum, passando o chafariz,' contina ha-
ver um completo sortimeplode taixsde ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocas, ns quaes
acbara-se a venda, por prego commodo e com
promptido: embarcam-se oucarregam-se am acr-
ro sem despea ao comprador.
PILLLAS HC.LOWAV.
Este incstimavel pspeciliro, com posto irt-
teirameniedelicrva medicinaes, nao ron-
tcm mercurio, nrnialguma outra substancia
delerterca. Benigna a mais lenra infam ia
e a complciclo mais delicada, ha igualmen-
te prometo e seguro para desarraigar o mal
na compleicao mais robusta; he inteira-
mente iniocnitc cm suas operacOes eeflei-
tos ; pois busca e remove as doenras dr
qualquer especie c prao. por mais antltTas c
tenazesque sejam.
Kntre anillares dc pessoas curadas om
este remedio, militas que ja esUram fea por-
tas da morte, preservando em seu uso con
seguiram recobrar a Mude e forras, jeooiv
le haver tentado intilmente todos o> m
tros remedios. '
As mais alllctas niio deem entrtwar-e r
desesperacTio; facam um competen? ensa.
dos elhcazes eneitos dcsU assombrosa medi-
s'iudc C PrCSU'S recu^er"rao beneocio da
^ *?? icm? oro *n>*r este reme-
des :
dio para qualquer das seguiUcs cnVeratirta-
Accidcnles epilpticos
AI poreas.
A npulas.
Arrias (mal dc).
Asth ma.
Clicas.
Convulso es.
Iicbilidade ou e\le-
noacSo.
Debilidadc ou falta de
forras para qual-
quer cousa.
Desinleria.
f>or de lamenta.
de barriga.
-- nos rins.
Darn no ventre.
ICnfermidades no ven-
tre.
Enfermidadcs no liga-
do.
l>itas venreas.
F.nxaqucca.
Herysipcla.
Pebres biliosas.
l-'ebres intermitientes
l'ebreto da esparta.
lotta.
Ilcriiorrhoidts.
Hydropisia.
Ictencia.
IndiscairM-s.
Infla mmacoes.
Irregularidades da
menslruacSo.
Iximbrigasdetoda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas iu cutis.
ObstruccSo de vende.
I'litisira ou ronsump-
C.h. pulmonar
Retcncao de oarina.
Kheumatismo.
Symptomas sorutMja-
rios.
Tumores.
Tico doloroso.
luceras.
Venreo mal.)
Vendcm-se estas pilulas no eslabelecimen-
lo geral dc Londres nj 24. Strand,. e na
loja de todos os boticarios, droguistas e mi-
li as pessoas cncarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, (lavan, e Hespanha
enucm-se as boertinhas a noo rs. t.a.la
nma dellas conten uma instrucco etn por-
tugtiez para explicar o modo de se usar des-
tas pilulas.
O deposito geral he em casa do Sr. Sotjm
pliarmaceutico, na rua da tlniz a. Si cm
Cenia m buco. '
NA UM DA BOA FE'
vende-se muito barato cortes de calca .le>
boniUs casciniras de algodao a 1/tio ditos
de fusta para collete a 600 rs.,brim tranca-
do brancodepuro linho a 1/4(0 rs. a rara
dito dito dc cor dem a 800 rs., dito dilo nar-
do dem a 50 rs., dito de quadrinhos mia-
dos a 200 rs. o covado. mauapolao fino c
a 4/ a peca, algodo de lislras itMrs o
covado, chales de algodao: .ie honitoa na-
droes a 800 rs., ganga amarcila franca V.
quadros, dc listra e lisa a 320 rs. o covado
e outras minias la/.endas que se vendem por
muilo menos que em outra parle na rea
do Queimado n. 22, na bem conhecida Iota
da boa le, defrontc da loja de anudaras da
boa lama.
&*CTC* fftf i*0*.
J~-g* d**dhri?e Imsmmaaaaa>.
do correnle, os craoi secoioim: latM. i.
nar, chai... ol.. prelm, barba cerrad. ; JZZ.
cno^ia^amnewaasm, m wSB.
na.., regular, cabello, crespo,, Mhm r^ovTl-rlM
cerrad e lMBode%pernas ...,. nnZT?.**?
dad psMclam e esaaaaaa de ramo, de o LaaTaaama.
derem t |ar roa d. Cade drit^.r.TT^e
ero recompensado,. "
Ilesde il de abril dolt aneo lacio eaMe-
ul.a de nome Manoel, de idade 1". auno,. M. -
vado ram.se de al!-o falla de om denle na frente e au cidria m Mi
upp.,e-o estar en. aleara lugar perU esla ridaa s
mulo de forro, po, coma ler tm vMe ea asna ti
da Paisagem. vindo de lora.
Ssbbado. 18 d.. correle, recio da ca*a ala jei.
I mo de l.emos Jonior. lendo-a rnaaSaSa a eaaa 4*
j>r. qoeira & Pereira, dVnde nao veliea, om saa-
Ulo esrravo, de nvme Simplicio, relatara ih
do cor po, pe, grmwos e andar ..recalar, feie.
barba io, falle crona e pueu clara,
idade IS a 10 anno*. coma ....dar par
boi a joaar : roze-se as autoridades palkec a i_
dem prender e levar a casa da aanaailal e as
lor preso para ai banda, da r"i l'niiai.j a aatre-
-'""m en Sr. lenle coronel Jos l.e'l do faldji
l,in-, a quem o me...m perlei.ee. I la saeteas caso do
Joao Pinto de l.rmo* Innicr anda fas.da ha talo de
um mez um negro crnalo de nome (eel.no, de ida-
de MI anuos, pouen meaos, estatura nana, foso de
cara e barbadu, levando cale, e ram.. de riiiada -
quern o pegar e levar a ea. do dilo. na rna 4. J
ror. n. 8, eo der ahi noticia do lanar toa ae o desa
prelo se acha, ser.' geoermamente re
No da 18 do correnle pelas oito horas
da mauhaa fugio um negro por nome Anto-
nio, o qual he de naciio com os signaes aa-
guintes : cor fu!a, poura barba, puxa do
quarlo direito, os p;s a na I helados, e no av-
ilo lado direilo tem algumas costuras imi-
tando calor de ligado, levou calca azul Ja
nscado, camisa azul, chapeo dc palba : ealn
negro tem um irmo que be cortador dhj
carne nos acouges da freguezia de Sanio Ap-
lomo, sendo esleo seductor daquelle se-
gundo que se tem sabido ; oi esrravo do Sr"
acadmico Antonio Kogerio Freir de Carva-
Iho, morador alraz da matriz da Boa-Vista
tendo viudo com o mesmo acadmico de 4-
gua-l'reta.talveztomassc esta estrada : por
tanto pede-se a todas autoridades onde r
mesmo for encontrado, e os capiles da can
po bajara de aprehender, ou leva-lo ao-re
legitimo scnbor abaixo assignado na rna
larga do Itosario n. 48, que generosamvnte
paga a quera o trouxer.Bernardo de Oer-
queira Castro Monleiro.
Vende-se superior Haba de algodao branca e
de cores, em unvello, para costara : em casa da
Soulhall Mellor & Companhi, rua do Torres n. 38.
Vi iilio do iPorto
Vende-se vinlio do Porta das mais acreddadas
marcas, em canas de uma e dua dunas, eem barris
de quarlo, quinto, oitavo e dcimo, por precos com-
modos : na rua ,1a .Madre de lieos, loja n. 34.
CERA DE LISBOA.
Na l'i a de Jos Antonio Mmeira Dias, na roa No-
va u. 33, vende e cera em velas a lao a libra, e
em bogiaaa i-n.
Na rua do Viuario n. 19, primeiro andar, ven-
ero
de
_> sai rtc"?e vinl'0 do i'0'ln uperior qualidade da he
i^Ile^PlsflI* # ||_rb:conn'd marca I.W em pipas, barris e canas.
v_5ai *. I i\H Icll IHj ; ma c duas duzias de garrafas.
Lisboa.
Vende-se superior cal Je Lisboa : no
armazem de Novaes & C., rua da Madre
de Deosn. 12, por preco commodo.
Velas dc car-
naiiba.
Vende-se a 13^)00 a arroba .l*c velas de carnauba
do Aracalv na rua do Queimado loja de ferrapeus
n. 69.
IM VESTIDO POR *KK).
Novo e completo sortimento de corles de \eslido
de chita de diflerenles padri.es, cores litas, pelo di-
minuto preco da 3g cada corte : iu loja de i perlas,
ua rua do ijucimadu n. 10.
I ocio do encentra I .qoara e estrave |a sjbj ea-
bra, por nome Manoel, de idade i't aaews. oeaa* Ma-
tos, cabello ca.-b.-ad.., altera resalar, cora taha da 1
denles u. frente do qoeitn superior, leas laaeeaja
as fonles de sinapismos, pernas a -pe om IsaSe
crnisos, (om um loco lirada de uma dn erelhas MI.
le-eiiiliarai.-ado. lem ama cicalrir em ana
las, lem de rostnme fusir, e ja tea ida
rua : raga-
empo a apprehenca.. da dila earrava,
rna di Guia, caM n. (ii de Jos Cv.lc.al. Lias. _
sero sencros^.menle 'ecompeasade*.
Continua a eslar fgido o esrravo Antones
dc naciio Cassange, de idade de .." anisas aiau
mais ou menos, altura recolar, eangaeiro aj iti-
Jar, ror prela, rosto redondo, sem barba, rom-
limpas, clieio do corno, c rnevena acaro ; M
escravo dos herdeiros do finado Caelann (lor.ra'vr>
da Cunha ; ha quasi rerbva de andar aera as-
parles do sul dusla provincia, se algiicm
dito escravo lique ccrio de que o dono h'i de i
der rom lodo o rior das leis contra n aroadar a
a quem o capturar prcmcltose pacar com eaajgra-
sidade, sendo condur.ido a rua da Guia n. 64 se-
gundo amia: nesta praca, ou no er.genho (>assjen,
ou Agua-Fria da freguc/ja de S. I^reare. da
Mala. ^
Fosio honiem ai T hora da noile n
mulato, de nome 'I homar, alte, relorcada
com marcas dc bexisa*, pernas croesas nrllsa
, ras de riratrues n.s r.nellas, falla rnaa
i ridSo ; lev.o. rain.-, dr pannaaial erna
da de ourello branro n. iHHnbreiras r
i aberla oa (rente em i.-rm. de paulo n(e
f r> he natural da l'arahiba, a lot esnava dWtW
sa dc Jamos Crabtree A C, -- ~"-" **--------------. *j^?
II. \. |Joquim de Souia daquelle cidade. e M
! pelo abano a--l-nado ao M. Hilaria d aaa
VABANDAS E GRADES.
Vende-se um exceilente cano de ana-
tro i odas, com ama das melhoresparcllias
queaenjj lia: na coclieir? do Sr. Adolplio
Boiii-jos, roa Nova n. (il.
A veidadeia gracha ingleza ii. i7,
em Ii i ricas de la du/JaS leples: cm ca-l
I \ asconcellos Jnior, eaoradot na eat
freaoeii. do Pilar da dila praVanaa aera o tmr
indo e variado sortimento de model- | !?*"* ."" da Concordia a Pedro Aataa* Totae.
Um lindo e variado sortimento de model- *** ,.ru Concordia a Pedro Anlaaw
ios para varandas e gradaras de gosto mo-' """!"" 1" **"' *<*amenie ers
dernissimo : na Tundicilo da Aurora em San- "" '" de "lubru '**
i,, inripii a ., ,l.,-.i Af. mn--------------- I edro Aalaoio leiiera l.a_
to Amaro, e no deposito da mesma na rus
do Krum.
I'KMV- tvp db m. f. db PAKU

MUTTLSDvT
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