Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07630


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Full Text
anno XXXII R. Hi
Por 3 mezes adiantados 4{000.
Por 5 mezes vencido! 4500.
DIARIO
SIBIUDO 8 DE \0VFHBR0 DE 1856.
Por anuo adiantado 15o'000.
Porte franco para o subscriptor.
BUCO.
F-NC\RUEADOS DA SUBM-RIPCAO' NO NOHTE
Panbibi, Sr. Gtrruio Y. dt Haliridadt; Niul, o Br. Jo.o
tm I. Ptrair Jnior; Aracnly. Sr. A. dt Lcmoi Braga :
ir, Br. J. Jote da Olireir ; Maranhao, o Br. Joaqun) Mar-
iw Bedriguat; Hiauhj. o Sr. Domingoa Htrculano Pauoa
ar*att; Para,.,. JualinianoJ. lame*; Amaionaa.o Ir. Jare-
arme aU Cwn.
Oliml.
IXHnn
s. Ana.
8. I.....i.
eir, Kl...
Cabo,lp
teenieta
(T.,,1..,
PARTIDA DOS CORREIOS.
Indos o. dial, 0 r meia Roa 'lo d.i.
i. linnn. r.tr.iiih.i: n.i. mvonoU* a aejUas-feira*.
, tteaerrv., RtMHu.Gamara, Altiuh < Gamina : n.i larca-retra.
i"..., Po-dAlk, RaiareU, Manein, Rrq'o, Paaaao, Imgt-
n, Vill-l;,ll.i. oOa-Vuu, Oaifca a Kxu : ama .|i...ri,..-i'...,,.
.iur-; SeriiUnaa, Mn-Poraaoto, lilla, Itarretroe, Agu-Preta
n c Natal : ajalUa fairaa.
a correo... parlen, a. III haraa da manhia.)
AUDIENCIAS DOS TRIItUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommarcio aegundtt t quintal.
Relaco : larcaa-feiraa aabbadoa.
Fazenda : quariaa aaabbadoa aa 10 horaa.
Juio do eommereo: segundas aa 10 horaa a quintal a* mala-dia.
Julio da orphaoa ; segunda a quinlaa aa 10 horaa.
Prrmairt tarad* efvtl l iitundat autaa ao maio-dia.
Segunda tara da tital: qutriaa aabbadoa ao maio-dla.
EPHEMEHIDES DO MEZ DE \<>\ t:\llllio
5 Quino erescenti aa 3 horai 4 minutos a48aegundoa da t.
12 La cheia ai 7 lin.i- J:l minuloi i 48 segundo da m.
1!) Quirtorninguinleet K hora, 13 minuloaa 48segundoi da ni.
-7 La Dora a 1 horaa,34 minuto .48 tegundotda larda.
_ PRRAMAR DE HOJE.
r nm t ira aa 1 horaa a 18 minutoa da tarda.
Sagunda aa I horaa p 42 minutoa da manhaa.
DAS DA SEMANA.
3 Segunda. Commrmoracao de lodos os fiis defunclos.
4 Terca. S. '..irlos Korruineu are. rard.
3 Qu.irta. Ss. Zadwriaa e Isabel |iais de 8. Jo.io Hapii-ia.
I Quinta S. Severo h. : S. Athicu ; S. Leonardo eremita.
7 Seita. S. Florencio b.; Ss. Prosdocimo e Achileo Bb.
N Sabbado. Jejurn. 8. .Niroslrato m.
!l Domingo. 2S Palrneinioda 8S. Virgem Mude Dos.
PIHT1 OfFlClAL
OOVEE.VO DA PROVINCIA.
Expediente do da '.I de catabro.
OfllcioAo Exm. presidente das Alagoas, eom-
muoicaodo-lhe que, segundo consta de nfliciu do
commandante da eslarau naval de 211 do crrenle,
nao veio par esta provincia no vapor ulieberibei.
o deserlvr Manuel Francisco Suastuna, a que e re-
tare S. Etc. un olliciodeste mez.
DiloAo E\m. marechal commandanle das ar-
mas, iuleirando-o de haver espedido as precisas
ordeuspara que seja transportado para a corteo
tenenle Augusto Carlos de Siqueira Chave sua
familia, e bera asaim para que se llie passo \ de
soccorrimento.Kxpediram-se as ordens a-,...a de-
claradas.
DitoAo inspector da Ihesooraria de tarruda,
transmitlindo-llie para os conveniente exames a
acta do cottsellio admiuislrativo datada de 15 do
correle, e recommendando a expediroes ilas.con-
venicnie ordens, para que o inspector da allamle-
ga consola no despacho, isento de direilos, dos 900
palmos quadrados de pedra prela denominada de
Isenova, qaa conlralou o mesmo conselhu cam Jos
Antonio de Araujo, para as obraa militares.
DitoAu cumm.tuilanle superior da guarda na-
cioual do Recife, recotnmendando a expedicilo de
suas ordena para que nao seja chamado a servico
de destacamento o continuo da Ihesouraria de fa-
zenda Tarsino Silverio de Sooza Magalhae, perten-
ceule ao 2' balalhao de infaiilaria.Commonicou-
se a' referida Ihesouraria.
DitoAo commaiidanle da estacan naval, dando-
lite aciencia de ter espedido ordem para ser proces-
sada e relaciouada nos termos da circular da 2i de
agosto de 1817, visto pertencer a ejercicio lindo,
.t importancia dos vencimen>os que se ficou a dever
ao finado imperial marioheiro Antonio Francisco
do Carmo, e recommeiidando-lhe que faca entre-
gar a Manoel do Carmo, pai do mesmo falecido, o
espolio que segando Smc. loformnu, existe i bor-
do do brigue ..Capibahbe.i.
DiloAo juiz de direilo de Sanio Antao.accusan-
do o recebimento da rel..r.1u constante da quanlia
de :tllO?. que fora distribuida pelas pesauas que lira -
ram desvalidas nesse termo por occasiao da epi-
demia.
DitoAo commandante do corpo de polica, di-
/.endo-llte que o soldado Kaymundo da Silva.de
que trata o ollicio de Smc. de 28 do correle, deve
ser julgado ein consellm pelo faclu de ter apenado
cavallos aos cargueiros ein nome das autoridades,
soltndoos depois por dinheiro ; cumprindo que se
proceda contra elle nos lermnsdo regulamcnto de
2 de dezembro de 1853, ficando em eeito a or-
dem deste governo para o pcir a' disposico do
chefa de polica.
DitoAo director das obras pnblijas, conceden-
do-lha autori-ar.io para dispender a quanlia de
HKIS com a conslruccau de uina rampa na bomba
sobre o rio Tigipi, na corada da Victoria Com-
municou-se a' Ihesouraria provincial.
DiloA' commissau de liysieuc, dizendn-llie que
dislribua pelos hospilaes publiros, da maneira a
manir conveniente, os medicamentos e desinfectan-
tes, que essa commissao lem ein deposito.
DitoAo commandante do balalhao ;t~ da guar-
da nacional de Cimbres.Acenso recebido e olli-
cio de 20 do crrente, mu que Vmc. solicita desle
governo ama prorogicao rasoavel de prazo para os
tiiliciaas do li.iiallia.i da guarda nacional sol sou
i Minina n lo que deiiarain de lint [-.lenles no devi-
do lempo.
Cumpre-me prameirainenlo observar que Ymr.
KXCARREl.ADOS DA MltSt.HIIN AO \s\ SI I
Alagoa,o Br. Claudio* Falcan Diaa; Baha hi D
Bio da Janeiro, o 8 r. Joas Partir* Marliaa.
EM PICRNAMIirco.
OproprlalariedeDIAlIOMaoMl Figuairaa 4 Paria, aa s>a
livraria, praca da Independencia aa. 1*8.
que IhedeiecurAo.copia do plano,nesta dala appro-
vudo, para a extraefSo das loteras desta provincia.
Isonl copia remelteu-se a' Ihesouraria provin-
cial.
DiloAu juiz de paz mais votado da fre;uezia do ..
loco da lanella. lenho presente o oflicio desta I municipal,nos termos do art. 17 da inslrucioes que
deveria ter-se diriijido no couimaiulanlc superior do l'econbe
oala, ein que Vmc. me consalla : I" e ein vista do
que dispoe o decreto n. 1X12 de 23 de azosto do
correle anno pude o roajor Florencio Jos Carneiru
Monleiro, eleitor dessa paroehia, concorrer para
a formacao da assemblca parochial na prxima elei-
{Bo, nao obstante eiercer, lia mais de uin anno, o
empreso de administrador da casa de detearao, sen-
do obligado a residir nesse estabeleciment : 2' se
lambem pode exererr as funcra-, de eleilor sup-
plenle o ci.ladio Jos Francisco Carnciro Mouteiro,
ollicial do corpo de polici.i.
Em resposla lenho a dizer que a applicarao da
segunda parle do art. t- do decreto n. 1812 de -.1
"le agosto do curenlo anno niio pode ser fetta a es-
tes casos sem priineiro se verificar o tacto da mu-
danca de domicilio. Com quauto a residencia of-
licial determine em certos casos o domicilio, ella
uilo pode privar o empreado de ter um domicilio
ccrlo e eslavel fora do lugar em que por dever do
empreso leve residir. Anida que o majar Floren-
cio Jos Carneiro Monleiro, lenlia de residir ua casa
de delencao, parque assirn o manda o regulamenlo,
islo nao o impede como cidadao de couservar um
outro domicilio que ja linba antes do emprego, e
que continua a le com sua familia, tanto atrito que
a junta parochial all o qualilicuu, e -ua decisao,
nao Ihe sendo opposta reclamac.lo. passou como
acto definitivo que regula a materia.
Segundo us avisos n. 3 de8 de Janeiro de 1849,
e ii. 7 de ') de Janeiro do mesmo anuo, a regra m-
variavel e applicavel a casos duvidosos, como esle,
he queos cidadaos qualificados em urna paroehia
devem nplla votar e ser volados.... pois qua a qua-
lificagflo he a base da elrc,o.
Se tal lie a posc/io do major Florencio, qae lem
BM residencia oflicial dilTerenle do sea domicilia,
innis ravoraiel he linda a posiro do cidadilo Jos
Francisco Carneiro Menteiro, offl ial de um corpo
que de ordinaria esta'em movimento e em desta-
camentos diversas.
Se pois esses cidadaos eilao qualicfiados na fre-
goezia do Poeo da Panclla na qualifiracao doste
anno nessa freguezia devem excrcer as foncc.oet de
volantes, votados e eleilares. Esla decisao lie a
mesma que ja dei em caso semelhante de domici-
lio duvidnso de cidadflos das freguezias da lEscada
e Agua Creta. A qualilicacao lie que decide essas
davidas.
DitoAo jtjiz de paz mais volido de Iguarassu'.
O cidadao Anlnnio Borges da Fonseca me lem di-
rigido varias reprcsentanie em que me pede pro-
videncias sobre o processo das clnces, e tendentes
a garantir a liberdade do voto, qoe diz achar-se
ameacada, vislo saber que se prepara o empreso de
meios abusivos as prximas eleires. A todas as
suas represenlaccs lenho respondido com a lei,
coja liel observancia hei reconnnendadu a todos os
juizes de paz.
Entra as providencias reclamadas, elle pede que
tajara dados aos eidadBoa meios de vigiar na guarda
da urna, e sejain admillidos a fallar a' mesa paro-
chial os assislenles que n3o sito i|ualilicadn< volan-
tes na freuuezia onde se faz a eleirao. A primean
garanta he concedida pela lei, e as razies que
aprsenla o referido llorges para fundamentar a se-
gunda slo allcndiveis: mas como podem apparecer
abusos que ueste raso sao facis, porque se podem
elcrnisar riiscussi.es e multiplicar requerimentns
para fazer perder lempo, cansar os vutaiiles e fal-
sear a eleirao, compre que as mesas tennam um
miio de evilar esses abusos.
econ
Adis
erpndo
iSUtttl |irc-ilc-i. i.i. ua conroimi-
S 2 do decreto u. I:!ii de (i de abril
pois as mesas que lia plano
or mevi de diaeurtoa ascilai
azer penlor lempo; devem laniilaro numero
que elle a s,-l
dade do art. I' S 2 do dccrelo u. 1351 de ti de abril |ue podem recorrer i laes meios, fazendo Calar e ale
de 18-i. I sabir do lugar os ciliada.is qae nao esliverein qua-
Passaodo asura a responder ao ohjecto do sen ni- | lilicndot, pornue para essa exrlu-ilo ha raz.ies mu
ciu lenho a declarar-lhe que a vista do arl. J9 do
decreto o. 722 de 30de ouluhro de 1850, devem os
ofliciaes requvrer a prorogacto de que se trata, pro-
v indo que por miihvus independenles de su.i vnn-
lade ilenaram de cumprir o preceito da lei. Para
esle lim deverao elles apreseular as suas pelices a
Vmc, que as remetiera' informadas ao cominan-
daule superior respeclivn para serem entilo encami-
nhadas a presidencia.
Nesla dala oflicio au referido commandaule, para
que exija dos cominandanles dos corpos da guarda
nacional desse municipio, e me remella com in-
l-irm.i',,M. circumslaiiriada urna relacue. dos olli-
ciaes que, sem inolivos justos, deixaiam de tirar
patentes dentro do praso legal, alim de serem de-
clarado vagos os seus poslos, segundo dispe o ci-
tado arl. 7!l.
DitoAo presidente da junl* qaalifiradnra de
Taqoaritinga, acensando recehida a iisla dos cida-
daos qualilicados volantes nessa fresuezia.
DiloAo eugcnheiro Milel.Tendo nuvido u
iuspeclor da Ihesouraria de fazenda acerca do nlli-
ciu qoe Vine, me dirigi em 2U de selemhrn ulli-
nio. iel.iiiv.Hiienle aos lenos de mariuha na co-
marca do Ido Formoso, deelarou-me elle que na
inesuia (hesuuraria su exisliam os processos de dnus
dos inenciouados terrenos, os quacs foram pedidos,
um pela companliia l'ernamhucana e outro por
Antonio l'inlieiro da Palma, o que ja mandou pu-
blicar edildl marcando o prazo de tul dias para os
deteutores de Icrreiiosxte marinha na mesma comar-
ca recpnhecerem o doinmio da fazenda sulicilandu
o respeclivn titulo de aloramenlo : o que conunu-
nico a Vmc. para seu conliecimeuto e em re-nn-la
ao citado oflicio.
DitoAo Ihcsooreiro da loteras, enviando para
PAULO DE ASPREMOHT.
aiWfliaiU
roaTiiKopiiiLO Oaitikk.
Vil
jurdicas c plausivos. Esses eidadflo* nfto teem
III que etercer fane(llo uenhunu, e porlanlo nilo
lem que deliberar sobre o melhnr modo de a exer-
cerem, porque nao podem volar ncm ser votados
para eleitores de urna paroehia os cidadaos que
nella lulo esli qualilicados, como esla' expressa-
menle declarado nos avisos n. 3 de K de Janeiro de
l8i'J, n. !I7 de 2(1 de abril e n. 118 de 31 de maio do
mesmo anno, e n. 27 de 1 de revereiro de 1853.
Se esses cidadaos acham-se qualilicados em oulro
lugar, o dever s chama para esse lugar. Se elles
no elilo qualilicados em parte algaroa, a pre-
aumpcao lesal he que elles nilo leem as qualidaoes
que a lei requer parase poder exercer esse direilo.
Se para usar debaixo de sua nica responsahilidade
do direilo de exprimir os pensainenlos pela impren-
ta a lei exige que elle livese essas qul(dade<, Bio
se pude suppor que a lei Ihe permilla.sem as ler, o
inlervir pela mauifeslarao directa de teus penaa-
menlos na parle mai essencial do direilo elei-
loral.
As mesas eleiloraes devem tomar o prudenle ar-
bitrio ne darem a palavra aos asdslentes nao quali-
licado einqu.mo n.io perliiharem a ordem. u nao
se servircm della para procrasliuareni a alairilo.
DiloA' cmara municipal de Serinhaem'A-
Ciba de chegar a minlia preseora um requrimenln
em que o coronel Gatear de Menezes Vasconcellos
de Dramond, pedia que eu Ihe derlarasse primeiro
se poda elle presidir a prxima eleirao, achando-
se pronunciadn em crirae de responsahilidade, se-
gando se Ihe era heno evercer o referido carso,
prestando jurameiiln peranle o presidente da cma-
ra municipal, ou o vereador mais volado, alenla a
dilllcul.lade que haver em reunir-.c a mesma c-
mara antes da eleirao.
Por despacho desta dala, que ja fui entregue aoj marca, mas lambem a dehlierarAo que lomoo de
mesmo coronel, rieclarei que em vista do artigo 2., vender urna porrao de arroz qoe Hen dos gneros
da lei regulamenlar de 1'.* de agosto de I8ili, nao alimenticios qoe o governo envin para alli, durante
eslava elle inhibido de presidir ao processo eleito- a epidemia, devendo ser distribuido o seu producto
ral, depois de prestar juramento perante a cmara | pelos imligcnles.
Dilo.A cmara municipal do Recifo, coucedendo
a autorizarlo que pedio para alienar nao so a Ama-
ro de Barros lirrea, e au padre Jos de Jess Maria
Se Vasconcellos parle do terreno na estrada do Mdn-
gninh, perlenceule aquella municipalidade, ua ra-
llo de I -JIM a braca ; mas lambem a qualquer ou-
tro que queira comprar o restante do referido ter-
reno, cunvindo nete caso, que a cada concessao e
faca nova avaliarao, vislo que o terreno pode aug-
mentar de valor.
Portara.Ao agente da eompanhia das barcas de
vapor, recommendando queniunrle.dar passagem lia-
ra a corle, por coula do u-overno, no vapor que se-
gu hoje para o sul.a loio Pereffa Daiiiasceno, e tia-
ra as .Maguas a Joaquim Estanislao Ferreira e Itn-
m.i-i Joaqoim ; aqaelle, soldado do 13. balalhao de
infamara e esles do 8. da mesma arma.
Oflicio.Ao Exm. marechal commandante das ar-
mas, recomineuddiido a e\|iedirao de suas or leu- ,
para que hoje as l horas da tarde se aprsente ao
presidente de cada urna das mesas parochiaes des-
la cidade, duze |iracas commaudailas por um ofli -
cial, lim de guardarem a urna na respectiva ma-
triz.
Dito.Ao mesmo, para que, no caso de haverem
cornetas de primeira linha, disponiveis, deslaquem
duas para o contingente do 5." balalhao de infama-
ra da guarda nacional deste municipio.Parleci-
puu-se ao respectivo commandaule superior.
Dilo.Ao chefe de polica, Iransmllindo para o
fim conveniente, o lermn de apprehensao de tres
africanos bocaes, Victorino, Catohno, e Orestes, que
toram apprehenlidos no termo de S-rinhaem.
Dilo.Ao inspector da Ihesouraria de fazenda, re-
commendando que mau.le pagar, sob a responsahi-
lidade da presidencia,a qnantia de IIMr? que por lli-
co de 22 de ouluhro ulluno se mandn abonar a
.Manuel Borges de Mendonra.por haver curado o cabo
de esquadra Jos Joaquim Ignacio que sofra de es-
crfulas.
Dito.Ao mearon, remetiendo para oi convenien-
tes exames, copia da acia do cousellio adminislralivo
dalada de Iti de ouluhro ulluno.
Dilo.Ao iuspeclor do arsenal de marinha, re-
coniiiiendaiido que fara remelter para a provincia
da Parahiha, com hrevidade,os ohjeclos mencionados
no ollicio que remelle por copia, os qtiaes Toram re-
qoisilados pelo Exm. presidcule daquella provin-
cia.Partecipou-se a esle. '
Dilo.Ao iuspeclor da Ihesouraria provincial, au-
lorisando-o, visla de sua iuforinarao, a comprar
sob a responsahilidade da presidencia e pela quanlia
de 15:000$ rs. o armamenln e mais objeclos mencio-
nados na nota que remede, os qtiaes lorsm encum-
mendados para o corpo de polica.
Dito.Ao mesmo inleiraudo-o de haver nao sti con-
cedido um me/, de licenca rom ordenado ao procu-
rador fiscal daquella llietninaria liarharcl Cypriino
fondn Ciicdes Alrofnradn, mas lamiiem nomea.lo
para o aobtUloir duranteo seu impedimento, ao ha-
charel Rulino Angosto de Almcida.Fcz-sc o ne-
cesario expedienle.
Dilo.A administra;!* do patrimonio dos or-
phaos, dizendu que por ora nao pode er salisfeila
i requisirao que lai de dnus africano* linea pan o
serv'ro dos collegios dos orpbloa, vislo como lem
dfl ser remetlidos para a provincia do Para' vinle e
cinco africanos dos que exislem no arsenal de mari-
nha, e o numero que lira he. insullicieiile para o ser-
vido das obras do mellioramento do porto, onde elles
se acham iinpregados.
Dito.Ao presidente da cmara municipal de ln-
gnzeira, necusandn reeebHa n copia aotheolica da
acta da ai .-.-o da .'lei',3o :; uiius 0*5 paz c veraa-
dores daqi ella fre; ler.ia. .
Portara.Numeaudo.de onformidadi! com a pro-
posta do prorurapor fiscal da Ihesouraria provincial,
ao hacharel t'.hrisiovao dos Sanios ('..valcanli, para
ajudante do mesmo proenrador Fiscal na comarca de
Pao d'Alho,Fi/.eram-se as necessarias communica-
Ces.
baixaram com o decreto do I.- de Miembro de
1828.
Jieste sentido acabo de expedir ,i Vmrs. nm olli-
cio em que Ibes rccolnmendei qoe deferissem jora-
ineoto aa mesmo coronel, a lim de poder elle presi-
dir a prxima eleicao.
Com qoaulo essa minlia decisao, resultando das
(loas qaetlOei prupostas, a que ella somente se re-
fere, nao possa aproveilar ao coronel Menezes, se
por ventura hnuver a seu respeilo alsum impedi-
menlo lesal, que eu nao pos>a prever, e que Iho
olisle exercer o referido cargo, devn lodava, para
prevenir ju .'. jer duvida, declararsa V.ncs. que a
rdem conlida na ultima parle do meu ollicio so de-
vera ser cumpridasc por ventura nao exislir alguma
causa, pela qual. ein vista da lei, tenha o mesmo
coronel perdido o direilo de exarcer o cargo para
que foi eleilo.
Assirn, se elle na qoalidade de 3." sapplente do
joiz municipal houver exercido este cargo, ou liver
servido qualquer outro iucom[ialivel,coiao o de ju-
iz de paz, nao pode mais exeicer este ollimo, em-
bora nao o lenha renunciado expressameme ; c em
Ial caso incumbe a essa cmara elimina-lo da lisia
dos juizes de paz, chamando em lugar delle o im-
media lo em votos, segundo dispe o aviso de t> de
oulubro de 1817 S ;>."
Releva enlrelauto observar que o supplcnle do
joiz municipal s lien inhabilitado para continuar a
exercer as funecoes de juiz de paz, no caso de ler
exercido alguma vez aquello cargo depois de eleito
para esle, pois qae o aviso de 29 de novembro de
1851, considera esseneialissima a eondiciio do exer-
cicio.
DitoA Iodos os coramandanles superiores da
suarda nacional.Couviodo que os ollieiaet do ser-
vico aclivo e de reserva da guarda nacional, icm
d i -i mee,ui de calhegorias, seeommuuiqaem oflicial
mente rom a presidencia por intermedio dos re.s-
peclivos commandantes superiores ; e devendo-se
por termo aos abusos que a semelhante respeilo se
leem dado, e que, alem de contrario a' disciplina e
stiuordinarao occasiouain perda de lempo e traba-
llio intil lodas as vezes que os ullicios, reprcsenla-
c ie- ou requerimentos, vindo directamente a presi-
dencia, silo por ella remanidas aos comiii.indantcs
superiores para Hit serem depois devolvidos com
as rompolenles informares alim de terem a solucao
devida, que desle modo vem a ser mili retardada :
cumpre que V. S. recommendando mui lericinanle-
menle aos ofliciaes do eslado maior desse commando
superior, e aos commandantes dos corpos. compe-
ndias e secees avalan a inleira observancia do de-
creto ii. 1351 de (i de abril de 1851, acerca da mar
cha que deve lera correspondencia flicial sobre ob-
jeclos relativos a' guarda nacional, Ihes declare, pa-
ra que o faram saber aos seus subordinados, que
d ora em diante qualquer peticao ou ollicio que por
ellos for fcilo, devera' ser dirigido a V. S., ou a
qoem saas vezes izer, par que os encamii.he a es-
le governo, com a sua informacao, ua coulorinida-
de do arl. 1. j 2. d'aquelle decreto, procedendo do
mesmo modo acerca dos oflicios ou pclires de qual-
quer nflicial, que para lerem esse deslino chegarcm
a presenr-a de V. S. acompanhados de informacues
do commandante do corpo a que esse ofliral per-
Icnce.
Keleva declarar a V. S. qoe esla marcha poder
ser .diera-la ; primeira ll.ivendo queix.i contra al-
sum dos commandanle por cuja escala tent de subir
a representarlo ou rcqornmciilo.purqiie nc-te caso a
parte o podera dirigir a' aulondade imiiiedialamen-
oii Uuperor.prevenindoporeni comanieciiiacii ao oom-
ilos f -i.ai.!.,,.i coulra quem se queixar, segundo -o echa
lisposlo no liii.il da primera parte Jo citado a-M- n
22 ; segondo fiando te Iralat de negocio que airete
tranquillidade puldica.c que deve ser loso brazado
ao -onhccimentn do governo sem dependencia de for-
malidades que Icnliam dj (iruduzir urna demora no-
civa.
( PortaraMandando admittir ao servico do exer-
ciln como voluolario, pelo lempo de li annos ao
paisano Tranquilino Teixeira Machado, a qoem se
abonara' o premio de 300,1000 rs.Fizeram-se as
necessarias communicaroes.
DitaDemiltindo os acluaes supplenles do auh-
delegado do Rio Formoso, e nomeandu para os subs-
liluir aos ridadaes seguinles :
I.' Major Thomaz Lias Caldas.
2." Antonio Francisco Cesar de Vasconcellos Cam-
pos.
3.- Jos l'rrnr.l I.ins.
! Jos deCasIro Paes Brrelo.
5.- Francico Antonio MartinsCnmmunirnu-ie ao
I ii. chefe de policia.
DitaKemovendo a Caclann Jos Mende de !.
para i.- soppleule do subdelegado da freguezia de
Santo Aulonio. e hem assirn Horneando aos cidadaos
Manoel Ferreira Aulunes Villaca, e MisueFSos de
Almeida Perpambuco, aqaelle para l. e esfl para
3." supplenles do mesmo subdelegado.Communi-
coo-se ao Dr. chefe de policia.
2 de novembro
Oflicio.Ao Exm. marechal commandante das ar-
mas, recommendando quo mande apresentar ao juiz
de paz presidente de cada urna da mesas parochiaes
desla ciJade as .'. 1|2 horas da tarde,urna forra de 12
praras, comranndada por um oflicial de cnlianra
ilim de guardar a urna na respectiva matriz.
Dito.Ao |iiiz de direilo do Itrejo, appiovando
nao s a distribuidlo que fez di quanlia de 5003 rs.
que recebera do llicsuureiro da soeiedade heneficen
W para soccorros as pessoas desvallidas daquella ro-
da Iresue/u
M Serrao.- Palacio do governo ,le P.rnainhoro Exc. remelleu a' esla mesa, nao soppoe, nem pode do.-Srs. memhrus ,1., mes, parochial
.lile novembro de IKili.Foi-me renvaatnladu que I nppur da parle dos volantes do lerriterin desmem- de Noaa Senhorada I M
a mesa parochial dessa ireguez.a persiste, apezar de i lirado a sciencu .li da, em que deveriam compare-| Ollicioo-se nesle senlid'n aos iae de nar a...
reprcicnlai-oc.que Ihe* orain fe Has. em adm.lCr cer para se proceder a el.irao, aem que se lar, a volados das freguezia. de S. I.oorenro da Mal, e
o ni methndo de fechar a cdulas dos volantes que nolilicarAo que manda a lei. < di Luz. '
iilu le o di.|i .-lo u i- in-lrucooe- a que se refere o. llevo anida a mesa tranqiiillisar a V. Etc. por I___________
aviso de 27 de selembro do correle anno. honra das pessoas de seus respectivos membros, qoe ;
A menle dessas iiislrurres he que a cdula seja i ella nao antorisara', nem consentir' nunca que se I a
de Ial modo fechada pelas qnalro paites, que nao empreguem arlimanhas as eleices; pnrquaiiln a
possa ronlcr denlri mais de urna tem issn ser |ier- laes arlo
cebido quandn ella lie aliena pela mesa. Toda a assini c
'' Secran.palacio do govsrno de Pernamlraro.
vez que dos lados se poder inlroduzr um pa- vel a censura que V. Exc. pareceu querer fazer-lhes
pe que caia anles de e abrir a cdula, nilo esla el- allendeudo e salvando, sem ouvi-la, represenlaroe,
la fechada sesundo determiuam aquellas instrurroe. I de homeiis mais ou menos despeilados, e lao pouco
Dan* guarde a Vmc*.Sergio '/Vi'.ieira deMtrt-1 cscriipolosos que asseveram a V. Exc. em su.i re-
do.-.Srs. presidenlee mais memhros d.i mesa paro-! presentacao de 2 do correle ter a mesa -le .-l.ua -lo
chial da freguezia de Santo Antonio. que nao recelna os volos do territorio desmembrado,
------------------- i qnando he cerlo que a ma a liontem so me me se com-
l. Scelo.Palacio do governo de Pernambuco 111"'- e nao proceden a acto algum elcitoral, pelo
I de noveiiilun de 1851!.Acaba de me ser enlregue 1ue na0 llle "d possivel fazer a declaradlo que ser-
[iiein ariimanlias as eleir-i.es; porquanln a T..a ,^.., n- "--------
os ella sempre sera' eslranha ohauceira,! b ','"t nesToalneVni"',0.'',"1mc '"" ""-"-
orno declarar que Ihe fui sobremanera sensi- .,?,,,". al H'.:0U''',1- Jo,r l""r,e K*S:1 >m*
Anlnnio de Brilo Basto., e em que me referen
orcurrenrias que ah -e letm dado relativa tet-
rao a que se esla' prnredendo, devo derlarar-lh*.
que agora mesmo segae para easa tresnen, capi-
tn Joaquim Francisco de Oliveira, rommandanda
urna forra de primeira linha, a qoe w deve tnir a
ente se com- S| "" -a"'U< ""<""*' 1<" abi m rtba V.ta-
oma rrpre.pula.;.m em que diversos cidadao dessa
l'resuezia se qucixam deque Vmc. depois de Ihes
nesar o direilo de fazer reclamaroes mesa em ler-
mos ra/oaveis e commedidos, e de obstar a que fos-
sem rerebidos os voto* de pessoas que ah se acham
vio de has* a represeutarao'.
Dos suarde a V. Exc. Mesa parochial da fre-
soezia de Iguarassu', 3 de novembro de 1851.
illm. e Exm. Sr. conselheirn Sercio Teixeira de
Macedo, presidente da provincia.Joao Antonio Ca-
qnalleadat, lirn liatat da urna, c alinal declarou i *aleanli de Albuquerque, presidente. Francisca
adiar a eleirao em quanto me conaullava. I Cockle l'eixeira de Araujo c Silva, primeira secr*-
Sem aber o srao de venlade que possam ler tan* j iBrtO.Pedra Jo Montenegro Villarim.Pedro
allegariies, cumpre-me todava fazer sentir a Vmc.! C.eleslino de Souza Pimenlel, escrutador. Francis-
que na sua qualnlade de presidente da mesa paro- c" Javier Dias.
chial, Ihe corre a ubrigarao mu rigorosa de proce- .
der com franqueza, imparcialidlde e circumspecrao, 1.a Scelo.Palacio do governo de Peroambuco.
e de evitar os motivos que possam dar lugar a di*- I de novembro de 1856.
cu lia- e irrilarOe. Nada ha mais deploravcl do i Recehi o ollicio de Vmc. dolado de hontem, em
que as pruvocares e injustiras parlindo daqoclles i mpotta ao que eu llie lirisi nessa mesma dala sobre
Mtature! fllalov! E.las palavras eram di-
rigidas inim, dizia c.nnsigo Paulo de Aspremoul
vollando para o holel; ignoro o que ellas significan),
mal carlameute devem conler em eu temido inju-
ria ou escarneo. Oue lenho na minlia pessoaque se-
ja singular, inslita ou ridicula para alirahir assirn a
allenco de una maneira deafhVeravel '! Posto que
imiguem seja bom juiz de si mesmu, parece-me que
nao son bello, nem felo, nem grande, nem peque-
o, em gordo, nem magro, e que posso passar des-
apercebido na mullidan. Mea vestuario nao he et-
renlricu, niio lenho ein vez de chapeo nm turbante
Iluminado cun hugias como Mr. Jourdaiu na cere-
monia do llourgcoit qcntilhnmmt; nao traso urna reu alebrar minio a bella rapansa.
casaca toda bardada de uro pelas costas : nao prp-
rede-me um negra locando alal.alcs ; alem de que
.-.linda individoalidade inicuamente dcsconheeida
uxulla-se em .Vapules debaixo do tfage unifoinae
ilominu da eivillaaclo mudema, e sou em ludo isual
aos elegantes que (lasseiam na rua de Toledo ou no
largo do Palacio, fallando-me sement a grvala e-
norme, o* alneles, a camisa bordada, a correle de
uro e os cabello frisados. Mas, amanhaa rbamarci
o cahelleireiro do holel. Todava esle povo osla
hahiluado a ver eslranseiros, e algumas diilcrcn- .-
nnpercc|iliveis de vesluaiio nao lia-lam para jntlifi-
uma mulher, e que ganhei o enracBn de miss Alicia
Ward, moca deleitavel, rreatura celeste, anjo de
Thoma Moore !
Estas rrriexries, crsmenle sensata, acalmaran!
um puuro a Paulo de Aspremoul, o qual persuadi-
se de que dtra i mimica exagerada dos Napolitano*,
o povo mais accionador do mundo, um sentido que
ella nao linda.
Era tarde. Todo* os viajante*, excepcaodc Pau-
lo, liuham-se rcrolhido as suas respectiva cmaras ;
lielsomina, urna das criadas, tuja pliysiunomia M-
bocamos no conriliahalo fello na COlinha sob a pre-
sidencia de Vergua Pahwcappa, eaperava que Pau-
lo vollas-epara fechara porta. Naiiella, ontra cria-
da, a qoem locava vigiar essa noile. rogara sua
eompaulicira mais misada, que lizesse-lhc as vezes,
porque nao quera encunlrar-se com o lora-leirn
sospeilo de jeltalura ; porlanlo lielsomina eslava de-
baixo da armas: urna mutlidao de amuletos rahia-
thc sobre o peilo, e cinco pequeos cornos de coral
Iremiam suspensos ;i perol, lapidada que adornava-
Ihe as orelhas ; sua mao aulecipadamcule fechada,
eslemba o dedo indet e o minimn com nina Corn-
elo, que o reverendo cura Andrea de Jorio, aulor
da Mimia 'lei/li aulirhi nresligata nelgtstirc .Ya-
iml.l'iii". leria rorlamrnl.' approvado.
A corajosa Ijelsomina enrobrindo a mao em urna
dobra da tala, aprsenlo* o eaatieid a Mr. de Aspre-
moul, e lilon nelle um olhar agudo, persistente,
quasi provocador, de epresao lao singular, que
mancebo abaivou os olhos. circuinslancia que pare-
Eslas pbanlasmagorias confusamente assusladoras,
vagamente liornve-, e oulras anda mais incompre-
hensiveis, que as forme esbozados ua sombra opaca dos quadros de
Coya, atormeutaram o dormidor ale o despoutar da
aurora ;-ua alma livre pelo aniquilamenio do cor-
po, pareca adevinbar o que sen pensamenlo acor-
dado nao poda compreheuder, e prncurava Iradu-
zir seus presrntimciitos em imagens na cmara obs-
cura do sondo.
Paulo levantoii-te quebrado de fadiga, inqaielo,
como poslo pista de urna desgrana oceulta por es-
ses sonhos, cojo mytterio elle leinia sondar ; sjrava
em lurno do falal segredo fechando os odos para nao
ver e os oavidos para nao ouvir ; nunca eslivera
mais Iriale ; duvidava al de Alicia ; o ar de falui-
dade feliz do conde napulilano, a complacencia com
que a mora ouvia-u. o semblante approvador do
commodore, ludo islo vollava-lhe a memoria orna-
do de mil cir:umslaiicias rrueis, afogava-lhe o co-
raeSo em amargura, e augmeulava-lhe a melan-
cola.
A luz dn dia tem o privilegio de ilissipnr o incom-
modo causado pela visoes nocturnas. Siuarra ollus-
cado fose aguando suas a/.as membranosas quando o
dia laura suas frerhas de ouro na cmara alravez das
corlinas. O sol brilhava alegremente, o co era pu-
ro, e sobre a KtOotBo a/.ol do mar saltavam milhoes
de paldelas : Paulo serenou-sc puoco a pouco, es-
qneceu-se do sonhos desagradaveis e da impre-
exlravaganlcs da vespera, ou se pensava |iiiso
SI.CS
era para aecusar-se de loucura.
Assirn imniovel e firme apresenlando o easliral Fo passear na Chiajl para diverlir-se rom o e-
com um Reta de eslalua, lendn o perfil tricada por perlaculo da petulancia napolitana ; os mercaderes
una linha luminosa, os odos fitoi e rbammejanlet, sntavam suasmercadnrias com melopeas extrava-
ella parela a Nemesia auliga procurando pcrlurbar I ganles em dialecto popular, iuinlellisivel para elle,
a um calptdo. qlle 5mCnle sabia o Hallan, rom geslos desorde-
guamlu o viajante subi a escada, o o rumor de nados e um fuior de lecBa desconhecido no roslo ;
seos nawof exlingoio-se i.o silencio, lielsomina er- mas todas as vezes que elle parava junto de urna lo-
guen a eabeca e diate com ar de Iriompho : I ja. o mcrcador tomava um ar attotUde, inurmurava
Fiz abanar os olhos aquelle sciibor, a quem S alguma imprecar/es em meia voz, e fazia o gesto
Jannario confunda ; e-Ion certa de que neulium mal I de esiender o dedos
me acontecer*.
Paulo durmi pouco e com somno agitado ; foi a-
rnmo se qnizesse apunhala-lo
r,r a palavra roysleriosa, e o gesto extravasante que lonnenlado por luda a sorle de sonhos extravagantes,
minha presenra provoca. Nole alm disto una ex- relativo, us ideas que baviam iireorrupado sua vi-
proatao de antipathia e de lerror nos olhos das pe*- silia : via-se rodeado de caras monstruosas, que ex-
soas que afaslavam-*e de mim. One posso ler eil
a esla gente que encomio pela primeira vez '! Um
viajanle, sombra qoe passa para nao tornar mais,
n.io exeil, por loda a parte tena* a indillerenra, sal-
vo ae chega de abroma regiao longinqua, e be o ly-
po de alguma rara descondecida ; porin os paque-
tes a vapor Unram luda a semanas sobre o moldo
miliares de viajantes, dos qoars em nada dilliro.
Oucm inquiela-'e por is. -enau os faechini, os es-
lllajaderoa e os criados de prara 1 .Nao malei mea
irmao, poi n.lo o linda, c ...... "devo eslar marcado
por Dos com -isnal de Cairo ; e entretanto os bo-
rnea* pertnrbain-se e retirara-ae ao meu ispelo:
em Paris, em laindres, em Vienn.i, em lodas as ci-
dadet, que lenln. babilaue, minea percebi que pro-
,1.1/is.e ial eleilo ; mui tos a.harain-mc allivo, des-
denhoso, bravio ; disseram-iiie que eu alerlava o
.crr ingle/, que imilava a lord Bvron, m.s I, bem
acolludo ein hada parte, ......M adianlameiiltw
,,.,.lo que raro:, eramimell.or apreci.irl,,-. ia. a ,. enle
,:em de Ire.s das de Manelha aples nao pde /olla ralla vo
lei-me mul.tdo a poni deloniar-me odiotu ou gro-
leseo, a iiiii.i que lenho sido ditliogaido pe man de
cum o indet e o minmo ; as mulheres, mais oua-
das, npprimiam-no com injurias e modrivain-llie o
pun.o.
VIII
Oovndo a popolara in)uria-ln assirn, Mr. de As-
premoul julsou-se u ohjecto de urna das ladainhas
-i".son,luiente burlescas, com que as resaleiras mi-
moseara as ptssoas hem vestidas que alravesam o
mercado ; mas tao viva repolaao, Wo verdadeiro ler-
ror etprimiam lodos os olhos, que elle foi ohrigado
a delta* esla interpretaran ; a palavra irllatore, que
da vez mais do rosto, e pareciam querer arrancar-lhe ; linha-lhe ferido os .vidos no Ihoilro de San-
os Idos. I or nm tsforeo aupremo elle conseguio ; Carlino, foi linda pronunciada.
aiatlar estas maot, qoe asvaacavam sobre a/.as de'
primiain o odio, a colera e o modo ; depois desap-
pareclltn essas caras ; dedos longos, magros e ossu-
dos, sabidos da soml.ra e avermeldados por urna cla-
ridade infernal, ameiravam-no fazendo signaes ca-
balislicos ; as unhas desses dedos, curvas como gar-
rasde tigres ou de abulrr, ap|iroximavani-se-lhe ca-
i,.' Seclo.Palacio do governo de-Pernamhiirn
Io do novembro de I85S. lenho prsenle o ollicio
datado de hunlem em que Vine, me faz ver que o
o miman Jauto do balalhao u. II dessa fresuezia,
deixaudo de prestar 80 praras que Vine, requisilara
para manter a ordem publica ua prximas eleires,
allegara para juslificar o sen procedjmenlo haver
recebido ordem do commandanle superior respccli-
vo para us|iender lodas as reunies da [iraca- do
mencionado balalhao. visto nn c'larem anda de-
signados os lugares para as parada das rompanbias.
Nesla dala ollicio ao coinmandaiile superior e ao
commandaule do referido balalhao, declarando que
a falla de designaran dos pontos de parada nada tem
com a preslaro de foica em casos urgentes e cx-
Iraurdinaiios. quando se (rala de empregar os meios
de manter a tranquillidade publica.
Parecendo-me porem excessivo o numero de pra-
ra que foi reqnisilado, cumpre-me recummendar a
Vmc. que evitando Indo o apparalo de forja, peja
tmenle a que for eslrictamenle neressaria para sa-
r.uitir a ordem publica, se inrelizmenle exisle essa
excitarlo dos epiri(os que o fazein recejar alguma
perlurbarao por occasiao das eleires a que se lem
de proceder amanhaa.
Deo guarde a Vmc..Veroio Teixeira de Mace-
d"-Sr. subdelegado de polica da freguezia de
lpojnra.
Olliciou-se nesle sentido au commandante superior
do Cabo t au commandanle do balalhao.
Vide Diario n. 9S3.
morago* ; nnrra a- mao* succederam eaveiraa de
bois, de blalos, de veados, crneos urlicos anima-
dos de urna vida mora, que alaravam-tio rom os
romo, e forravtm-no a lanrar-e ao mar, onde seu
corno era dilacerado por urna II resta de coral cum
ramos ponlodos ou bifurcados ; una onda recondo-
zia-n a praia meio raorto, e, como t..i Juan de
lord I!) ron, elle entrevia em seu riesmaio nina diui-
/ella mili frino-a, quo inelinava-se para -ocenrr-
h. ; ii.ii) oa Haydee, porem Aliefai anda mais halla
naroaria creado p-!., poeta, A don-
esforros [ira colloear .sobre a praia
Corpo que o mar quera di-pnlar-lde, e jiedia a \'i-
ev que Djndaste-a ; nas a ruada reeniava rio lo le-
lo/menle ; os tiraros de Alicia faligavain-ie, ( Pau-
lo recadia no abvsino.
e desta vez com ex-
nroasBo amear. dora ; elle alastoo-se com passos len-
tos e sem filar mais sobre nada o olhar, que era rau-
sa de lana perlurbares.
Cosiendo as rasas para sul.lralnr-sc allenr.io
publica Paulo ehegoo a orna loja le livrot vellios;
eulron, e abri atguns : .lava assiui s oslas aos
que passavam, e -eu temblante meio ocotito pelas
toldas evilava Inda a occasifto de insulto. Elle pen-
sara um instante em repellir essa canailn as beusa-
lada ; |.oii'ra o vago lerror supersticioso que r.iine-
cava a invadlo nnpedio disto. Lombron-te de que
lendo urna vez dada em un, cschelro insolente cora
urna rhiialinha lerira-o na fonle, e malar.i-o im-
medialameiilo. homicidio iuvolnutario de quo nao
se coniol.ra. Depois de haver aberlo amitos voln-
met deparou com o brnlade da iellalnra do signor
Nicrulo Valella : o- le lilnln brilliau-lhi: aos nidos
rom caracleres de foso, c o livro parecen colloeado
adi pela mil da falalidade ; elle eulregou ao alfar-
rabisla, que roniemplava-o com ar astuto agitando
doos ou Iros cornos prelos misturados com os dixet
do relogio, o seis ou olio carlinos, prero do volume,
e correu ao liolcl .< reedar-se em sua cmara para
esmerar essa leilnra qua havil de esclarece-ln c de
(irar-lde as dnvidasque alormenlavam-no desde sna
Cbegada a aples.
O livro do signor Valella est l.io espalda aples qnanto podem eslar em Paris os Se-red os
degrande Alberlo, a Elteilanu a Chave dos sonhos.i.
Valella define a jeltalura, ensilla os lignaet porque
pode ser rccoiihecida, os meios de preservar-se del-
la ; divide o jellatoi i em inuitsa classes segundo sua
grande maleficencia, e asila todas as queslea que
referem-se a esta grave malcra.
Se hoovette adiado esse livro em ParitMr.de
A -[.remull o leria lolheado com diatrarrao como um
Iroanak velho chelo de hittoriat ridicula,.. iera
rido da seriedade com que o aulor trata essas par-
voices ; porm na disposiro de e-pirilo em que
achava-se, fra do eu circulo natural, preparado
paia a credulidade por unta moltidao de incidentes,
elle leu-o eom secreto horror como um piotano so-
lelrandu evooooea .lo espirites e i- nimia, eabalisli-
eat. Poslo que nao livesse procurado penelra-los,
os segredos do inferno revrlavam-se-lhe, elle nao
podia mais deixar de sabe-los, e linda agora a eont-
cienria de seu poder falal : er um jelialore For-
roo era concordar: possuia lodot os signaes dislinc-
los descriplos por Valella.
A's \rzet acontece que nm dnmem qoe al cniao
jols-ir.i-se dolado de sande perfeita, abre por acaso
ou por dislraccau um livro de medicina, e lendo a
descriprao paldolosica de urna doenra, reconliece-se
alarado : illiiinmado por uin ciarlo falal senle a ca-
da symidom.i referido e-!reinecer-llie dolofosamentc
algum orgao obscuro, algooia fibra ocenlla, e empal-
lidece ci.nherendo eslar lia prxima a morle deque
julgava-se mui lunge. Paulo experlmenloo um ef-
feilo anlogo.
Chegoo a um espelha, e conlcmplou-se com lerri-
vel firmeza : essa perfeicflo dis-.orde, composla de
bellezas que nao arhain-e Ordinariamente juntas,
lazia-o assenielbar-se mais do que nunca ao archati-
jo decahido, a l.rildava nnittramente un fundo do
espeldo ; as libras de suss p.i|iilla lorciam-se como
vboras convulsivas ; suas obraneelhas vibravam-se
como o arco no mnnieulo de arrojar a frecba mol tal;
a rusa do sua fronte asscinelhava-se cicatriz de
um raio, e em teus'cfebclloa ludanles pareciam re-
lu/.ir chamma* infernaes ; a pallidez marmrea da
pelle realrava linda mais os traeos desta pliv-iono-
mia verdideirantente lerrivel.
Paulo leve modo de si mesmo : parecil-lhc que os
e'luviot de seus olhos refleclidos pelo espelha volla-
vam-lhe como darlos envenenados : imaginera os
leilores M- tu conleniplan lo
hornvel no relimo de uin,e~cn lo de bront.
Talvez algoera us nlijerle que he dillicil crer que
um mancebo alosante, imbuida da aeienela modorua,
educado no meio do scepleeismo da eivilitaclo tenha
podido lomar ein serio nm prer-onenitn pepoUr, e
imaginar-** dnla lo fatalmente .i.- nm* malefirenr.
m yslerios*.
5is retponderemo* qaa 1,1,40. mannelisma irre-
.i:livel nn pensamenlo seral, que no* penetra mi
grado notto, e contra o qml umi vniitade unir.) n.o
uta sempre elli.M7inenle : 1.1111I1 gente chega a Na-
que devem ser os primeiros inleressado em manter
a ordem, s primeiros encarregados de observar e
fazer observar a lei.
A ser verdadeirn o fado de ter Vmc. adiado a
eleirao, ncnlium motivo pode justificar o seu pro-
cedimenlo, pois que, depois de inslallada a mesa, s
a ella compele adiar os respectivo* Irahalhos, a vis-
la do arl. 60 da lei regulamenlar de 10 de agosto de
ISi. Mesmo nesle caso, para poder ser justificado
o ,1.lumcnin. era nereisarin que algum* razao pon-
derosa o douvesse produzido.
Deve pois Vmc. prosegmr nos tradaldos da elei-
rao ; mas se por qualquer mnlivo nao o pu ler fazer,
rumpre-lde passar o exerricio do cargo ao seu subs-
tituto legal, para que nao fique iuterrompido um
processo que a lei quer que seja feilo com loda a re-
gularidadu possivel.
Dos guarde a Vmc.Sergio Teixeira de Mace-
dn.Se. juiz de paz presidente da mesa parochial
de Isoaraas.
Olliciou-se 00 mesmo sentido a' mesa parochial
dizendo. que no caso de se recusar o joiz de paz a
presid-la, chaina o immodiato em votos.
Illm. e Kxm. Sr.A mesa parochial desle collegio,
de posse du ollicu. de V. Exc. de hoje, no qual V.
Etc. ordena que sejam recebido! os volos dos cida-
daos residentes no territorio desmembrado desla fre-
suezia para a de San l.oureuro da Malla, que se a-
charem qualilicados, vem scieulilicar a V. Exc. que
pulen ion conveniente suspender seus Irahalhos pelas
razes que passa a expender :
Primeira, porque lendo-se operado a desmem-
bradlo do lernloiio cima mencionado, ha mais de
res anuo, he de suppor que e lenha feilo a qnali
BeacBo na fresuezia a que elle licou annexo ; pelo
qoe i.ei.iiiim direilo lem de volar aqu os cidadao
referido*. A mesa niio lem obrigara de saber se
bniive ou 11.10 quallicarfio na oulra, ou na uulras
fresue/ias da provincia ; e aos prejudicados etmen-
te a elle compete provar cvidenlemenle peranle a
me, nlo ter batido qualilieacSo em San Loorenco
da .Mala, o que niio lizeram ; prevalecendn portanio
- f..pi>.isir,i.> lanal da ,|o,,lilirai;ao 00 te' i-.i->d qua-
lifleaoBa anaaari; ptmee que cirial loi a decisao
que a mesa tomn boje. *"
Domis, suppoirlo.se mesmo que a quillltearfle de
San l.oiireuri. na 1 lenha sido fela, devera' o rollc-
gio de Igoarattti earregir com eonseqneneia da
omissa.i daquella freguezia?
Segunda, a adinillir-se ahvpolhesc da rccepra.i
dos volos dos cidadaos mencionados, seria necessario
lambem admillir-sa como cousequencia rigurosa e
forca la, que laea c ladaos ou alauns delle* podem
ser volados pira cleilores urna vez que lenhain os
requisilos da lei e quo nessa qualnlade podem exer-
cer lodos aquelles actos juri*licionarios. que eslao
na allribuirao dos eleitores: mas como V. Exc. nao
ignora, a isto se oppoe manifeslamente a segunda
parle do aniso I do decreto d. 1812 de 23 de agosto
do correle anno.
Terceira, he sabido que para a reducco do nu-
mero dos eleitores leve V. FAc. em visla ai qnalifl-
rarflps de 1812 e IS, assirn como o desfalque pro-
duzido no numero dos voltiles pela desmembrarao
da parta do territorio de Iguarassu'; e se as-1111 o>,
nao parece a mesa muilo razoavel, que venliara vo-
tar nesla Ireguez'a eidadlotqoe nao potem ter una
repretentaeSn poltica; porque o numero dos votan-
tes, iria muilo alm do numero proporcional dos
eleitores, e adiiilir-se que aquelles cidadaos possam
votar nesle collegio. deveria anida admiltir-se o nu-
mero de cleilores, como era d'antes (51).
Por ludas essas razes e ainda mais porque ser
neceHiri lempo razoavel para a notificaran de io-
dos os eleitores e volantes do lerrilorio desmembra-
do, que nao foram asora, e nem lem sido nidificados
em virludeda inlellsencia da inadmissibilidade dos
volos, julga a mesa qoe deve levar ao roiiheciraeulo
de V. Exc. esas diiliculdades e pedir-lhe que se
disne designar de novo o dia em que devem conti-
nuar ns Irabaldos.
A represeutarao de qualro votante*, a qual V.
representaran que a' minda presenra Irouxcram
alsuiis.cidadaos qualilicados nessa paroedia na lisia,
pela qual se esta' procedendo eleirao primaria pr-
senle.
No meu ollicio en cslAoleci como resra scral que
o cidadao deve volar na paroedia em que esta' qua-
I.lirado, embora depois da qualilicar.lo pas oulra, e porlanlo a allesar,ao lirada dessa circums-
tancia o nao pede privar de seu direilo.
Todas as ponderales que Vmc. fazein a respailo
das circemslancias especiaes em que se acham os ci-
dadaos em qnestln ao muilo concludentes, e eu au
as podia ter em vista, quando escrevi aqaelle of-
licio.
lendo divido este anno qualificac,ai. nat fregue-
zits de S. Lotirenro da Malla, e de Noatl Seahon
da l.uz. elles que sabiam a esla ler sido dado o ter-
ritorio que habitam, deviam ahi ler procurado o seu
direilo e reclamar contra a omissao de seos nomes,
e essa omissao ahi se dea. So o nao Itera**, por
sua culpa s be que perdem u direilo de volar na
preente eleirao.
Cumpre, porem, nolar que estas confusos, duvi-
das e engaos nao .appareceriam se em Isuarassii
nao livesse bavido durante qnalro anuu urna Un
iudcsculpave! negligencia do* deveres que a lei m-
pe ao Sr.juj*)de paz mais votado, o em sna falla
os immediato* em veto*; se em Igoarase nao se
livesse lidio em lao punca consideraran as ordens
desla presidencia que delerminaram se lizcsse a qua-
Idicaran logo que cessou o llagello do cbolera-
morbus.
Autoridades culpadas de lano deleixo nao se de-
viam mostrar 19o seusiveis a urna recominendarao
que fiz em cousequencia de queixas rerehidas, "a-
eompanhando-a logo de lerinos eorteset que indica-
vara uo dar rredilo a essas queixas o confiar na
prohidade das pessoa a quem dirisia essas recom-
mendaciie*.
Ni* foi riiri.il a sospenao dos Irahalhos elriteraet
que a lei quer que sejam conliniiadas. Se a mesa
entenda, e cnleii leu bem, que a regra ger.il que es-
tahelecl c cuja observancia rccommendei u.ia era
apjil.cHvpl pn -a*.. .-rli-iil.........|in suspender 6 o
que fosso relativo a esses :ndividuo-, retJffesertlaf-B**.
como rcprcenlot ; BU* continuar com os trabalhos
eleiloraes ; c isso enmpre quo asora faca.
He o que lenho a responder a Vmr
suarde [.or muili.s annos.Sersii
cedo.Srs. presidenle e memhros di mesa parochial
da freguezia de Isuarass.i.
Esse offirial, que nesla dat* he nomeado pritaettn
supplente do sobdelegido dessi Iresnezia. leva k*a-
Irucre para empregar Indos o aaetos de pradtnri.i
e energa que forem mai propriot para manirr a
ordem pablira, calmar a agilacio do e-tpirtlax qna
ibi reini ariualmenlc, e reprimir de um tnttcw-
veniente qaanquer lentativis ou minifestiroet let-
ordeiris.
Epeio qae elle se empenharn' era saranlir a lo-
dos os cidadaos o livre etercicin de toe direilo na
eleir.1,1, ceneorrendo de toa par* par* innlili.ai
quaeaqoer meios que c queiram ernpresar em sen-
tido contrario.
Deas coarde, etc.Sergio Teixeira de MacenV
Srs. membros da mesa parochial da Varzea.
4." Seccao.Palacio do governo de Pentaiabtteo :.
de novembro de IH5K.
Aehin.lo-se Vmc. de.igna.ln para ir a' fregitetia
da \ arrea, commandando urna forra de det orara,
de primein linha, a qoaes se reunirn a' tinto da
guarda nacional, qnc alli te acham destarad, mm
o ntlioial qae as rom manda, compre qae parta na
medialament* levando titulo de sopplenie de
delegado, qoe Ihe sera' enlregne lelo chefe de n-
liea.
Como o subdelegado he chamado a e-la capital
em servico e apress.idaraenle, Vmc. entrara' lega
em evercicio do lugar de sabileb gado.
Espero que Vmc, observando pooloalmrnle as
msi.rucces verbaes que Ihe dei, emprecue o meio.
de prudencie e energa qoe forem mais propcie pa-
ra manler a ordem publica, calmar a agitara, dos
espirilos que all reina actualmente, e reprimir .le
am modo conveniente qaaesqurr lentaliva na ma-
mfeslaresdesordeiras, sejam quaes forem aajan ,-
torea.
Sendo a eleicao que c este' procedondn, o moti-
vo da irritarao e discordia qua all lo apparecen-
do, ronvem que Vmc. lenha o maior emaenhe ea
saranlir a lodos os cidadaos o livro exer.icio de*
seus direilo, concorreudi. de sut parle para .mili-
lisar quaesquer meios reprovado que per ventora te
|ireteudam ernpresar.
Dos guarde a VmcSergio 1 eixeir, de IJacr-
do.Sr. eaajttla Joaquim I ianri.ro deOltvetra.
Olliciou-se ao commandante da forja degttardas na-
cinnaes, para se |.ur sob o commando dn capillo Oli-
veira.
de rjrecancfiea cornudas, e fusir de ludn o individuo
que lem olhos suspeilos.
Paulo de Aspremoul *chava-se em pnsicao anda
mais grave : linha elle mesmo o fascino, e lodos evi-
lavam.no,oufatiam em su, presenca os signaes pre-
servaltvos rcconimcndadus pelo si?iior Valetta. Em-
bora sua razio se revollaite contra semelhante apre-
ciarlo, elle iko podio deixar de reconhecer que a-
presenlava lodos os 1.1 Ocios denunciadores da jelta-
lura. O espirito humano, anda o mais esclarecido
conserva sempre um eanlo sombro, onde grupam se
as chimaras da credulidade, ouJe penduram-se o
morcesos da irpersliro.
A vida ordinaria he !a.> cheia de problemas indi*,
aoluveit que a rapotsibiljdade ah torua-se prnvavel.
l'ode-se cree 011 negar ludo : em cerlo poni de vis-
la o sonlio exisle lauto quanlu a realidade.
Paulo seniio-se pendrado de immensa tristeza.
Era um momlro Poslo que dolado do inalinclo
mais ifleeluosot e d, nalurezi mala benvola elle
i. Secrao.Palacio do governo di Pernambnr*
5 de novembro de I85ti.
Aecuso recebido o ollicio datado da henlem, em
que Vmc. me participa que lendo-se aprescaUdn ...
nalga dessa rr;suezia no da designado pela lei, det-
xou de dar comer., ao Irahalhoa rleiterae, por na
Ihe ler a cmara municipal respectiva remetlidn
livrn .lasarlas ; pelo qoe lomo \mr. a detaberarlai
de designar o dia II do crranle para ler losar a
cloir,",o.
Em resposla lenho deelarar.que ;,neden Veja*.
muito mil, e contra in-lrnroe. ,1, |,i reanlatncn-
lar de fi de agolo de 1816 ; cumprinde-m* o-
a quem Heos | mente recoinmendar-lbe que far, aunaociar nao
,.'!.Sa"""S'~>('.rl!l" 1lci"ira_ de Ma-; meio He edilaes o .lia ja desgnalo, para rnniWi
ment de Indas as pettoas iuleressadas, c que ne- -e
da se faca a cleiclo.
Harta dala oflicio af cmara recommendando-lhe
que de sua parle d a prnvidenria necessarias pa
que a lei sej* lielmenle execulada.
Daos go.11 dr elr.Mrgm Teiteire de Mate ln.
Sr. juiz de paz mais votado di riega.ta da i.lori.,
do Coila'.Olliriou-se neste enlido *' cmara nt-
mcipal de Pa'o d'Alho.
i.a.Sccc.io.Palacio do governo de Pernambaco,
de novembfu de I8"iii.
Aecuso recebido o ollicio em que Vmc*. me com-
municain que, lendo-se orsanisado a mesa parochial,
sob a presidencia do juiz de paz competente, foi esle
ol.rgido por molestia a passar o exercido das res-
peclivas fuucroes a um mesarlo, que declarou nln a-
char-sc juramentado, e n.i-i poder por iso presidir a
eleicao em quanlu nao Ihe fusie deferido o jura-
meulo.
A' vista lisio propoz elle c foi aceito pela mesa
o alvilre de suspender-se a eleirao, mulilisando-se
as poocas cdulas que se baviam recebido de pessoas
perlenrenlc a Ires quarleires.
Em resposla leudo a declarar que, nao lendo ba-
vido na rreguezia de Nossa Scnliora da Luz eleiciies
liara juites de paz depois que se separou da paroehia
lo S. I ourene.1, aojuizdepaz nuil volado desla
ultima paroehia de que compele presidir a' mesa pa-
rochial.
Nesle sentido oflicio ao juiz de paz mais volado da
fregoezia de S. l.oureuro, recommeiidando-lde que
fara annutiriar por edilaes a eleirlo para domingo
0 do correle, e que nesse dia se aprsente na pa-
rochia de Nussa Seuhora da Loz, afira de proceder
mimo I1.1tmiente aos trabalhos da eleirao na forma
da le.
No caso, porm, de achar-se elle impedidn, ao seu
iminedialn em votos competir' a evecuo.lo do que
lie 1 lote un 1 nado.
Dos guarde a Vme.Sergio Teixeira de Mace-
vezes que ella passava diaote das hizes, elle sauda-
va-a com algum sisnalzinlio furtivo de admiraro,
ou armava-.e do oculo para ve-la melhor.
I.ma noile a daosarina arrebatada pelo vo circu-
lar de nina vvalsa passuu mais perlo da linda de fo-
so que separa no Ihealro o mundo ideal do mundo
real os leves adornos de seu vestido palpilavamcomo
a/.as de pomho prestres a tomar o vo ; um bicco de
gez eslenden sua liugu.i azul e branca, e alsanson o
estofo aereo.
Em um motlenlo as chammas redearam a rapa-
riga, a qual danrou algn, segundos no meio de
uina claridade vermelda, e lancou-sc oos baslidores
allouila, louca de lerror, e devorada viva pelos seus
vestidos incendiados.
Paulo fora commovido mu dolorosamenlu por essa
desgraca, da qual fallaram lodos os jornaes do lem-
po, onde poden, adiar o nome da victima quem li-
vesse a cur.nsldade de sabc-lo ; porem seu pezar nao
fora inislurado de remorsos. EMc nao altribuia a s
Irazia a desgrara com sigo ; seu oldar involuntaria- neiiduraa parta no accidente que deplorava inaisdo
menle carresado de veneuo prejudicav, aquelle I que ninsuem.
sodre quem lilava se, bem que eom inlenrilo sympa-1 Agora eslava persuadido de que soa obstinarao em
Hura. Elle linha o borrivel privilegio de reunir, j persegu-la com a visla nao fra Mirlaba .1 morie des-
roncrutrar, deshilar os miasmas mrbidos, as eleclri- Isa fonnusa creatura. Cousidera-se seu assassinn ; li-
eidales pensosas, as iuiluonrias falaes da alm.tspde- | nda horror de si mesmo, e desejava nunca ler nas-
ra para dardeja-lus em Ionio de si. Muilas circums- cidu.
lancias de sua vida que al entilo liaviam-lde pare- A esta prolrar.lo succeden urna reacrao vilenla
cido obseurai, e das quacs aecusara ragamenle o ( elle pozse a nr, lanrou o livro de Valella e eicta-
acasn illuiiiiiiavam-e agora de urna maneira lerrivel : mou :
elle reeordava-se de loda a sorle de desgraras enig- I Na venlade lorno-me doudo ou imbcil >em
malicas.de ralastroptie sem motivo que eolio Com- i dnvida de n sol de aples, que escalda-rac cade-
prehendia ; concordancias exlravaganle eslabcle- ca. ()ue dlriam mcus amigos do Club se soubes.em
Ciara-te em sen espirito, c roulirmavain-llie a Inste queaeilei seiiamcnle na minlia consciencia a bella
opimlo que linha de si mesmo. quetllo de saber se sou ou nao nm jettftore '.'
Remouloo ntt vida anuo por anno, lembrou-sedc Paddv balcu disrrelamcnle n noria. Paulo abrio-a
sua mai que fallecer dando-o luz, do lim desgra- e .. servo formbala em seu |crviro apreseulou-
cado de seus amigos de collegio, o mais charo dos Ihe sobre o couro envemisadu du brrele dcsrulpan-
quaea morrera cabrado de nina arvore em que elle dnse de niio ler salva de praia, uina carta de miss
Paulo o va trepar do patelo em um batel comerado Alicia.
lio algrenteme r.m dous cantaradas, c do qual Mr. de Asprcmi.nl rasgou o cnvollorio, c leu o
rollara sozioho depois de esbirros mandilo* pira nr- que segue-se :
murar das plantas iqoalieas os corpos dos pobresme- Dar-te-ha caso que voss esleja asislado comi-
nillos afogado* |ior ler-e virado o batel ; o ataque so, Paulo .' Nao rea donlem de '.arde, e Cu sor-
de armas era que seu II-.rete quel.r,ndn-sc junlu do vele derreleu-se melancolicamenle sodre a mesa,
bullo e transformado assirn em espada, ferira Iilo pe-1 Al as nove horas estiva com o ouvido ltenlo pro-
rigusamenle seu adversario, moro a quem elle muilo curando dislinsoir o rumor das rodas de eu rarro
amiiva ; lodo lo podia de corto explicar-te racio-1 atravt do eanlo obstinado dos grillos e do smn dos
nalmenle, e Paulo asim o lizera ale enlli; todava | pandeirus ; enllo forroso foi perder loda 1 esperaa-
e-se aconteciinenlosaecidenlaes e fortuitos pareciam I Jai e ralnel com o commodore. Admira como as
depender de oulia causa depois que elle roiilieria o iniillieres san juslas !
livro de Valell : a Influencia fatal, o fascino, a jet- Pulciuella cora seu nariz preto, 'Don Limn
r sua parte nessas catastro- Dona Pangratia sao mu deleilaveis" pan voss *
1. Serrao.Palacio do governo de IVrnaml
de novembro de |s".i;.
Acenso recebido o oflicio de 12 de Miembro rm
que Vmr. me p.rticipa, qoe rabeado-Ihe pre.ia.it a
eleirlodeT de selrmbro na falla dn jiiire.de pat
mais volados, rcsnlveu-se a fazer a chamada d vn-
tanles pela analtica, ., do anno pissino r, ,,... -
acliai rompida a desle anno.
Em resposla lenho a decltnr-lhe que..e 1 qaaliii
cacao de.le anno leve romero no dia l de asead-,
cr.mo Vmc. atlirma. nao podia tirar ullimada a lem-
po de e proceder por ella a eitir.v, do 7 de lem-
bro.e nesle ran nAo se podia d'.lxar de reeaarret '
qiieltlicarao do anno anterior, nina vez que ella e*.-
livesse regularmente concluida ; 00 na ralla desta
aquella que eslivetse no mesmo cosa.
Dos gnarde a \ meSergio Teiietra le M*rr-
do.>r. juiz de paz mais votado di freguezia de Oo-
ricury.
Palacio dn governo de l'ernarobuco li de BfJB
bro de 1836.
Acabo de receber o cilicio qae Vmcs. me ditigi-
ram, dalado de i do correte, pro|mnds a dnvida
phes. Tal eontinofdade de desgraras em ionio da
me-ina pessoa nao era niilural.
Oulra circuraslancia mais rcenle voltoulhe .1
memoria e nao conlrihuio pouco para Corroborar-
l.e a triste crenca.
l'-in Lou Irea elle
pois sei pela minha policia serrla que passou -i se-
rilo em San Carlino. Das inculcadas cartas impor-
tantes voss nao esrreveu uina i. Porque nao con-
fessa franca o 1..lamente que lem cinaoet de conde
I Allavill, ".' |-;u soppnoha-0 mais orgulho-o. c essa
la militas vezes .10 Ihealro da modeslia de soa parte lora-uie pr -'.m Iam.-n!.
ahora bella e Itainba, onde [ ira particularmente tocad,, pela gra- ; N 1 > lenha rereie, o conde Allavilla he demasia-
ra do urna riantinna incleza. Jmenle bello, e nao gotto dos Apollo adornados de
Sem Ocar mais enamorado delta do que licamos Idlses. Eu devia alleclar para rom vo-.-sobordo de-
do uina bella ligur;- piulada ou gravada, elle segua- j dein. e dizer-lhe que nao senil sua amencia ; mas a
.1 rom a Vista no meio de suas rompanbeia ; ama- verdade be que achei o lempo mu longo, liouei de
va o o temblante branda e nielaurolicn, e-n palli- pessirao huiiior,.....tive preslet a l.aler Vic- a nual
di.. delirada que a aun,. ,.. di din- i^noi., a.....-ra
...is-... i.eiio- osbeJIaa lonrnt o lostroto coiosriot
sesnndo o pipel do ctlrellai ou de iiorc>. esse coito
de ci lu,.,le virginal que e.lremeria debaixo da l-
ela, es--,s nema* que levanlavam
sua ini.pi.s de girca, e l.nlln.am debaixo di teda i i.uis n inrredulo Sca/zi?* fe/ e-lalar ..
poles zumbando d* jetlalura c acab. por m.....rH como,, marn.ore de uina es.aiu, anliga ; loda, a.loav.do, de seu. tendelros, tSti-Vn*w
ilOllll,
qna eu tonbe
porque.
.. A. II ..
I -'.. vun ...:. i-i e zombeleira i*z roliaremis
ideas de Paulo .10 sanliotenlo da vida real. I'.lle
niiir.i vonlada, veto- -e, mandn chegar a eirraagata, ,. pouco -le
galope atraves da mullida* sempre reanid* ne caes
de Sauta Lucia.
Que tens, Scaztiga vas causar algtttna det-
graca exclamou Mr. de Aspreroont.
O cocheiro volloo te vivamente para raapoatVr, t>
0 oldar irrilado de Paulo cahio-lha iiileiramettto ie-
bre o rosto. I'ma pedra que elle na* vira levanloo
11 ma das rodas da frente, e elle foi lanradn da bolea
pela violencia do choque, mat 11.I0 teliou redis.
gil como um macaco, lornoo a tallar em tam losar
tendo na r.otile um incharo do tamaohe de ana evo
de gallinha.
O demonio rae leve se eo vollar-me ainda
quando fallaren!! mormorou elle enlre e desale-,.
limherio, Falsacappa e Celomina linham raza*, ke
um j.-ii.(ore Amanda, r.orr.prarei am per de cer-
no ; se elle nao podem fazer bem, lambem na .
podem fazer mal.
Esle pequeo incidente foi desagradivel a Paulo.
e fe-lo tornar ao circulo mgico de qoe quera sabir.
Urna pedra aeda-se lodos os dias debaixo da roda de
mu carro, um corlieiro inhbil rali* da boira, 1. .
da ad alai limpiea mai vulgar ; pnn-m n //.,/.,
seguir tao de perlo a cama. qeeda de Sra//iga
coincida lio justamente com o oAar qoe elle I,n
rara-lhe, que suas apprelien-cs vollirim-lne toe".
Tendo desejo, dise com.igo, de deixar ama-
uliaa esle paiz cslravaganlc, no qual tinlo men ce
redro adalar-sc-mc no crneo como orna avel erra
em soa casca. Mas se con lias-e meas receto a nm
Ward ella riria delles. e o clima de Nipolei he fi-
vuravel a sua aaude. Sua saude! ell* era ada an-
les de ronh'cer-me Nunca aqaelle nmd.i de n-ne-
embalado sobre as i.gaa que chama-se Inglaterra.
produzira ama donzela mais alva e mais rosada ? A
vida brilhava em seus nlhos cheios de luz. em toa-
faeaa fresras e asarlinadas ; um sango* rico e poro
corra debaixo de soa pelle trantparenle ; ilrivrs da
sqa belleza aentia-sc um, forra srarinsa I Del... \ Ha-
rneo olhar quanto ella eanpallidecea, emmacrecen,
uiiid.iii-r! quo alongada licavam uas mlns mi-
mosas I Como seus olhos lao vivos rnbrtram-te d
penumbr,. enternecidas Pareria qoe a Ibv.ira pe-
nlia-lh..- sobre o hombro seus dedos otsaidns. Ni
minha aotenei* ella recohrnu loso a belbat cores,
rcstahclecen-se ,1 livre respirar.io em seo pello, qoe
o medico examinava com reeeio ; livre de nimba in-
fluencia funesta ella viveii, laig... aunas. Me na
eu qoe m itii-a Nao senta ella uva desla larde-
urna dor liio aguda que -oa- raro. .|e-r..ravam-.e ro-
mo ao eopre fra da mor le 1 Nlo faro-lhe a jetlatur,
sem o querer J Mas talter nao baja nisle nada **-
brenatnral. Mullas joven- ingiera lem p*a)aoi|i 1 1-
.;e para as molestias do peilo.
F.sles peiistineulos ncro|.,ram Paulo de A-prr
moni durante ciminhn. 1 ijnd-, elle .ipie-.-nl-.o -
>e no ten aro, residencia I. ibilual de n..-Mi'i.
C da C0111n10.il.re, *a imiiirn-. cnri.o- *1p neis da >t-
Cllia, pieinle do ronde de Allatill.i. rorvaxam taa.
I1..1H.1. jaspeadas no losar mal vi.i*el. \ eaadn q.m
Paulo ol..ervav,i-o o romniodore IbM a/nl.qe
en .ui manen a de rnrar : j-ni ineno- .'el. ,1. .ju
1 -..l.r.nl.-iL elle re.-el.i'it 1 o.l, lem ia dr \ ,r..
Alt.',, eom um : e lo -le t..i i.-..,. .1. -.l-.m arei...u ,
criada qoele,asi .l.iili u corno |*aaj em 1 :,i
sen. helio. ..Iho rheios de imor ro, nal,
llene-,, em eiiln'ii, .tr e i'u.l, i1,
elle .in mu l.ello.
< *trtaW*aT '** ,
MUTILADO
ILEGIVEL


. que se acham rel.tivamente ao numero de elei-
,re que deve dsr asN parochia na prsenle elevan,
e participando lerem por esse motivo suspcndijo os
Irabalho eleiloraes pata me consollarem snbre a du-
vida ein que se acliam. Vmcs. hsviam designado o
numero de nula e nove eleilores, lomando por
base a qualilic.icao deslo anuo. Esla qualificar.lo ojo
liulia chegado ininh presenca quaudo redigi o
roappa em que lixei esse numero em vinlc c nn- e-
leitores, e que eoviei a Vnxe. rom o meu uliicio
circular de'.I do mti. passado. N mappa Vmc.
tero islo que lomei por bSK a qualilirarao de
IS5d, pela qual serteve ler xado eiu -21 o numero
de eleilores que deu cMajf/^rochia na eleicio da-
qui-lla anuo. O arligo.VJ *a le de 19 de agosto de
18ib" leve em vista evitar que cada parorhia fazendo
una qualilicaclo com mais ou menos escrpulo, elc-
vase o iminero de scueleilores cum prejuizodns di-
reilos das unir-. A circaroatancia de nao ler a fre-
cnezia de Barreir." feilo elcic!,, em 1KS-J e 1844,
sendo mui naturalmente o elfeito de culpa de suas
autoridades e da seus habitantes, nlo llie deve dar
Din privilesio obre as nutras parochias do imperio,
de modo que llarreiros su, fuida qualilicaces ne-
, cessarinmente imperfeilas (como nio podein deixai
de ser, quando de sj volantes que linba em 18.1:1,
apresenu agora 15.17 possa estar elevando o numero
de seus eleilores. Ao presidente da provincia com-
pele, pelo aviso de X de julho de IHl), designar o
numero de eleilores que deve dar cada parochia.
fundado naquellas razoe desunc o numero de 21
para essa. oallcrarei se IV.r provado que em 18.1-2
ella deu maior numero, o que uao consta desla se-
cretaria.
No entanto Vmcs. nao deviam parar nn proejan
eleitoral, e logo que leceberem este meu cilicio pro-
<'. l.im a apuradlo das listas recebidas, observando
todas prescripcOes da lei. Os primeiros 21 mais vo-
tados serio os eleilores, e os seguintcs scrao os sup-
plenle. Se houver raio para decidir que os elei-
lores sejarn maii de 21. os primeiros volados serlo
sempre os eleilores, c os immediatos o. supplentes.
Nada prejudica que as lisias Indas lenharn conlido
mais votados do que devem ser os eleilores. Parlo
do principio que todas as lisias sao de 39 noraes, se
alguma tjver mais de Irinla e nove os excedentes serilo
desprezados secundo manda o arl. 51 da lei de l'J
de agosto de 1Ki<.
Dos guarde a Vmcs.Sergio Tcixciri de Macedo.
Srs. presidente e membros da mesa paroclnal de
llarreiros.
SIMIO rkSBBKO S'BBADQ g n NOVIMBRO DE IIS
4." >;crflo. Palacio do governo de Veroambuco
7 de novembro de 1836.
Kesla momenio me foi entregue urna representa-
rle em que diversas pessoas residentes e votantes
nessa l'reguezia, pedem urna decisao sobre o compor-
l-menl.i que deve ter a mesa parochial, a respeilo
de algornaa cdulas que se lem encontrado fechadas
m involucros feilos com outras cdulas inulilisadas,
ou col,! rus com papel grodado.
llevo declarar a Vmcs. que todas as vezes que se
puder heni discriminar o que lie involucro do que
be a lisia de volados nelle incluidas, a mesa nao po-
de recusar a lisia por causa dos defeilos do involu-
cro. Se a lisia esliver unida ao involucro de mudo
que este parara urna continuarlo della, deve obser-
var-so It disposlo no dual do art. 34 da lei de l'J de
agosto de 186, islo be, dseprezar os nomes que ex-
cederern ao numero dos eleilores qoed a parochia.
Se porem a lisia e o involucro esliverem de lal mo-
do di.polos qoase confundan) e dessa confusSo nac
ya iluvilla sobra a intenso do votaule, a lista jun-
tamente, com o involucro deve ser posta de parte,
aliin de que Irazido o negocio a esta presidencia, ou
guardado para ser submellido deliberado do col-
iegio eleitoral, pnssa haver urna decisao segara, da-
da imparclalraeule, e com cnnhccimenlo dos fados.
Em caso nenhnin, pois, dever a mesa destruir as
cdulas em que Ihe parecer que ha vicio, porque se-
ria privar o collegio eleitoral dos dados em que lem
de basear a sua deliberarlo.
Dos guarda a Vmcs. Sergio Teixeira de Mace-
do. Sr. presidente e membros da mesa paroclnal
dajfreguezia de S. Jos.
_ 5." Sema.Palacio do governo de Pernambuco
7 de novembro de 18.% Algumas pessoas resi-
lientes q votantes nessa fregueziasedirigiram a mim,
pedindd urna dccis.lo sobre o comporlamenlo que
deve ler a mesa parurln.il a respeilo de algumas
redulas qoe >e lem encontrado fecbades em involu-
rros feilos com oulras cdulas iiiutilisadas, 00 co-
berla com papel grudado. Essas pessoas aflirrnaro
lambem que a mesa, lendo recebido no primeiro
dia redulas nlo fechadas pelas qualro faces, preten-
de lioje iuutilisa-las.
llevo declarar a Vmcs. que todas as vezes que se
poder bem descriininar o que be involucro do que
lie a Hila de volados nelle incluida, a mesa nao pode
recusar a lisia por causa dos defeilos do involucro.
Se a lisia esliver unida ao involucro de modu que
esle pareja u3a conlinnarao della, deve observar-so
" disposto no final do artigo ~>T da lei de 1'.) de acos-
t de 1X6, isto he, desprezar os nomes que excede-
rem ao numero dos eleilores, que da' a parochia.
Se porem a lisia e o involucro esliverem de tal mo-
do disposlos que se confuudam a dessa confusiio
duvida sobre a inlencao do volante, a lista junta-
mente com o involucro deve ser posla de parte,
alim de que Ira/ido o negocio a' esla presidencia oa
coardado para ser submellido a deliberarlo do col-
legio eleilnral, possa bavtr urna decitlo segura dada
nn parcialmente e rnm onhrrimenln dos birlos.
Convem lamben) declarar a Vmcs. que nenhnma
rufa ha para que os volantes percam os seus votos
por un facto de que so o presidente da mesa deve
ser responsavel, poisqne a' elle he que o arl. 2 da
inslrucroes que balxaram com o avisft de 27 de se-
IMainil do correnle anuo incumbe fazer fechar as
redlas,
Em caso nenhum devera' a mesa destruir as re-
dulas em que Ihe parecer que ha recelo, porque se-
ria privar o collegio eleilnral dos dados em que tem
de basear a sua deliberaran.
Heos guarde a Vmcs.=Sergin Teixeira de Hace-
do.Srs. presidente o membros da mesa paroclnal
da freguezia de Santo Antonio.
i." Seccao.Palacio do governo de Pernambuco
7 de novembro de 1856.
Acabo de receber o officio qne Vmc. me dirige,
incluindo um requerimenlo da commissao do par-
tido liberal, pedindo-qnc a mesa faca iuiuilisar cer-
tas lisias que so acharam de mais na urna segundo
os apontamentos da mesma commissao, e pedin-
do Vmc. que o osclareca a esse respeilo : passo a
responder-llie o seguinie :
A lei manda fazer a contagem das cdulas que
se acham na urna, e manda tomar nota dos quali-
licados que nao votaram, mas nio declara que a
nao combinarlo dos nmeros produza nultidadc
em que se innuliliscm as cdulas qiiecrescerera, se-
gundo a comparacao desses nmeros.
iNem podia isso declarar, porque'n'um processo
lan longo, complicado,e necesariamente tumultuo-
so alo cerlo ponto, na razio do numero de pessoas
que intervem, he impossivel deixar de escapar
descuidos c enexaelides, emissoes do assenios ou
de notas e marcas.
A garanta qne a lei deu para a fiel e loal c\e-
curao de seus prereitos est na composicao das me-
sas, I orinadas porhomensda conliancados eleilores,
e na inspeoyau de todos os cidadaos. Esta inspec-
i'ao lem sido oxercida da maneira mais perfeila que
o pode ser, porque nao foram homens que o acaso
fez aproximar da mesa, e porlanlo com o risco de
screm ineptos para fiscalisarem os seus trabalhos ;
foram homens escolhidos como os inais'capazes, os
inaissagares de lodos os partidos que Lnspecciona-
ram com toda a liberdadu e commodos os trabalhos
da meza.
Oexemplo que se iraz no requerimento, e se
passou, cooioalli he descripto.ho urna prova de que
e?sa iiispeecao foi cfTiraz o vigilante.
Apezar della apparecem engaos, apparoco dis-
cordancia ntreos clenlos o notas da mesa e os da
commissao do partido liberal. A consequencia he
quoorcorreram oses engase con fusiles que nao
podern doixar de occorrer. Allribui-los a fraude,
hedireito que ninguem tem, milito menos aqiielles
que liveram lodos os meios de evitar a fraude.
Suppondo porem que elh se deu, nenhum partido
pode ter a pretendi que o seu he o nico puro, e o
contrario he o nico culpado. O autor da fraude
lie desconhecido, deve-sosuppor que honre diversas
fraudes de lodos os iados, o que nao ha meio de as
discriminar.
N.io etmeabo que baja meio de distinguir as co-
dulas iniroduzidas jior fraude das que sao verda-
deiras o genuinas.
_ l odas as cdulas que om si nao conlm os de-
feilos que a lui indica, devem ser apuradas. A
pretoncao de ser urna commissao autorisada a cs-
colher ou designar as que se devem inulilisar, he
inadmissivel.
He islo o que dicta a minha conscicncia e que re-
cominendo a mesa.
Deas guardo a V. S.Sergio Teixeira de Ma-
celo. Sr. juiz de paz presidenta da mesa paro-
i-hial da freguezia de Sanio Amonio.
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartcl eeneral do commando das raui de
Pernambuco, na cidade do Recite, em li de
novembro de ISti.
OKDEM DO DIA N.:;:,.
O marcchal de campo rninmandanle das armas
declara para ronheciinciilo da guarnirn, qne a pre-
sidencia bouve por bem, por porlaria datada de
hoiilem, Hornear para o cargo de primeiro aapplen-
te de solnielegaln da fregu7.ia da Vanea, ao Sr.
rapilao do ).- balalhSa de infaiilaria ioaquin) Kran-
risro de Miveira, que huiilPiii niesmo para all in.n-
cliou a lomar o rommanilo do deatarameiito.
Awjgaado .--Jo Joaqnim Coelho.
PO I\ H I.UItl) PAKMERSTON.
[Pilo ronde de Montalembtrt.
A entorilo produzida pela publicarlo do nroloeule
de de abril devla naturalmente sealmar-se com o
auxilio do lempo e dos aionleriineiilos mais recen-
tes ; mas n.io desapparecen, neni do pensamenlo
dos homens p.ilihros, ncni da eoMClenela dos ami-
gos da jusnr.i ; dura ainja, principalmente no inti-
mo de lodos os rorarfles siiicnmenle religiosos.
,\ presenra entre mis de um represenlanle vene-
ravel e direeV da pNsna do aoberano ponlifre, as
solemnidades que acaban) de ler lagar rom urna
pompa mo vallar, a alliaura do Estado rom a igre-
ia, as palanas significativas quo so pronunciaran]
nafta oecasiSo, ludo isto dialraha e irauquillisa os
espirites em Franca, e parere salvar o nesso pai/ de
luda a solidariedade na amearadora dfiiionstranlo,
que terminoii de urna maneira Me inesperada, o
rongresso de Parla.
Mas o mal nao existe su em Franca, e o perigo,
por ser adiada ou vela le, nein por isso cesaa de
amearar o ehefe da igreja. Lord Parmerslon o .Mr. i
de Cavont nao se b ipiisaram segunda vez, nem fes- |
lejaram algum eardeal legado, nem nrestaram ho- I
menagem quelle, cujo governo denunciaran a re- |
provarilo pnhlira. ,
Debalse de sua influencia c infelizmente com a '
adhesfto e cum a iniciativa do plenipotenciario frao-
cez, foi formula la urna grande aeensa(ao ronlra o
governo temporal dos Estados romanos; locou-se
alarma no mundo calimben, e levauloii-se na Italia
urna grande agilaeflo.
lie de crer, inesmn sem se romprehender malte
bem, que o tratado, anida inexplieado, de l"i de
abril entre a Franca, Austria e Inglaterra, lenha
por lim, entre uniros resullados desejaveis, alfastar
ou allenuar as couscqociici.is do protocolo da sema-
na anlerior.
Por oulro lado, nuuca a curie de Koma moslrou
mais serenidade nem dignidade, e a sua atlilude
Iranquilla c au mesmn lempo rhoia de eonAanca,
indica-nos bem. que nilo convem leslemunlur urna
indignadlo estrepitosa, ou afTeclar inquielarics ex-
cessivas.
Todava mis, redatidm a rondirao de espectado-
res, mas espectadores spaizenadamenle inieressados
as provaroes do direito e da ven!.ido ; livres ja umi
pnuco da primeira impressilo que produzio esla mi-,
anda mais, eumpre espera-lo, das temerosas even-f
lualiclades que esla parece provocar ; jnlgamns ..
momelooppnrlno para registrar aqui as nos-as nu-
prcssries, c ao mesmo lempo provar Ulna vei mais :i
nnssa |ierseverauie HdeUdade nobre causa da saiJ-
ta dcbilidade da igreja.
Tivemos. ha pouco, a gloria de a pleilear o de a
ganhar no meio das tempestados, ante a l'ianda
agitada e a Europa alienta : queremos ainda, na os-
pbera obscura c limitada da nossapublicidade actual,
consagrar-lhe ao menos os humildes esforcis de urna
invencivel dedirar.lo.
I.onge de nos o pensamenlo de diminuir o m-
rito da nossa diplomacia no inomenlo em que
acaba de coroar, com nina paz honrosa a todos
os respeilos, as immorlaes victorias do nosso exer-
eito.
Mas au he pojsivel deixar de notar, como o faro
a historia, a profunda sorpreza que veio junlar-se a
talisfar.lo universal, quando se soulie quo a obra glo-
riosa da pacilicarilo europea, ia acabar pelo apia-
recimentu de urna nova complicaran, destinada a
lanrar o lerror e a anciedsde uas'almas daquelles
meamos, que desejam e aprecian) inelhor os beuell-
cos da paz !
Por ama serie de aconseqoenciai 13o eilraahna,
como imprevistas, n direito das cenes, que -cabava
de ser tao nobremente vingado un Oriente, parecen
desconhecido no Occidcnle. Vio-se citar, pranla
as sele potencias ro-eslipiilanles, oulras potencias
iodependentes e soberanas ; mas cojos representan-
es estavam auseules e que nem inesmn linham sido
advertidas do papel que Ibes eslava reservado, nem
intimadas para aprasentarem a sua defeza.
Oedara-ae a 18 de margo1 rom a maior solem-
nidade, e com a mais temerosa sanelo, que ne-
nhuina das poienrias cuulralantes lem o direito de
s* inlromeller, nem collecliva, nem individualmen-
le, as relatos de um soberano com os seus vaasal-
los, nem na adnnnislraro interior de seus Estado-;
e no dia secuinle erigem-se em juizes do proeedi-
mentn desses soberanos ausanfes, c enlrega-se a
urna piibliridade vida c Ilimitada a critica da sua
auloridade e a censura do seu proccdUmenlo. Co-
mcra-se por proclamar o principio daudependen-
cia absoluta, da autonoma dos soberanos ; e em
proveilo de quem ? da Turquia, que nunca at en-
lao havia sido admiltida na grande familia dos Es-
lados europeos.
Depois, rom a mesma pennaqae araba de firmar
esta singular doulnua, til todava e sellada rom o
sangue de tantos milhares de chnslos, nisrreve-se
as acias pulilieas do rongresso a violaran manifesta
desse principio geral, inabalavel e sagrado. E ein
delrimenlo de quem '.' da soberana mais anliga e a
mais legitima do mundo chrislao ; daquella, cuja
mesma fraqueza recommenda deferencia a mais de-
licada e trato o mais attencinso.
Julgam-se aulun-ados a declarar, nnlc o Europa,
e quasi em seu uome, que a situaran dos Balados
pontificio, Im anormal, irrrgulir e* esqnerem que
assnn juslihcam a absolvein a Raaaia de ler querido
eetender a n>a> de urna poderosa sympalbia sobre os
chrislaos do imperio ollomano ; porquanln he certo
que nilo ha diplmala bastante inconsiderado, nem
publicista ass,iz apaixonado, que ouso (ostentar, que
os I ulanos subditos snhmissos do papa, sejam mais
inrelizes ou mais opprimidos do que os GreROS, sub-
ditos do sullau, e que mesmn boje, apezar da since-
ridade das iulengoes e da vigor dos e-forros do go-
verno ollomano, um estado social em que se com-
mellein em pleno dia violencias, cojo TiromeiMn-s
recebemos porcada paquete do Levante ; allanta-
dos vida e ao pudor dos chrislaos, como aquellc
qnosealliibiie ao pacha de Varua. nilo seja muilo
mais anormal do quo aquellesque de races acerca das desordens das lear ca das prisoes devuiamenle dcscunceiluadas do reino
de aples.
Batum, emqnanlo a Itussia vencida he admiltida
a defender os seus inlere-ses e a sua honra, e se fo-
ce a loda e qualquer recriminarao contra ella ; al-
gons soberanos, cujos nleaipeleneiarios nlo silo ad-
miltidos, nem chamados ao congresso, silo all col-
locados no banco dos reos. A Inzltlorra e o Pie-
monte, nolnriamenle hostil Sania Se, fzem as
mais graves accusarics contra o governo rumano ;
este: esla longe, e nmguem levanta a voz para o de-
fender, l-eilo islo, as acliis do processo sao entre-
gues a publiridade do mundo inleim. Kslranlio
Iribunal aquello em que as aecosadores se sanlam
cnlre os juizes e aunde os aecasades nlo lem mesmo
defensores! !....
Ie duas urna : ou o congreso se linha reunido
nicamente pira regular c Icrminar a quesillo do
Oriente, enico pretexto o causa da guerra que en-
sangoentara por dous anuos as margeos do mar .Ne-
gro ; e nesle caso, como he que sejulgou poder
chamar a barra os direiloi e os inleresses dos Esta-
dos, qoe linham licado ahsolutameiile eslranhosa
esla guerra, as suas causas e as su.is eonsaquenciai".'
Ou entilo o congresso pdc julgar-se Investido, mo
sei pnrqoe mo talo lano imposto i fraqueza dos
pequeos pela prepotencia dos grandes, do direilo
1e julgar ludas as conteslaccs polilica-, de reparar
lodas as injusliras, de reprimir Indos es abusos da
forja c de reslabelrcer por toda a parle o reinado da
juslija e da virlude. Mas cnlo para que houve
esta escolha arbitraria enlre os prncessos e cnlreos
inculpados ? Para que fecham esles novo, ampliic-
exues os olhos para a direila e para que os abrem
para a eiquerda J Pira que largan) as redeas a mis,
emqiianto resc vam para oulros reprebenses e cas-
tigos '. Denunciis a reprovaeSo dos homens hones-
tos os excessos de nina inflan parle da iinprensa bel-
ga ; denunciis a Europa e mesmo a mallos llrl-
gas a existencia desles excessos ; c. leudes de re-lo
milhares de razos em rondemnar esles vergonhosns
abusos de urna preciosa liherdade ; mas como se
pode explicar o vosso rnmplelo silencio acerca dos
desvos dos jornaea de Turin e de Genova, igual-
menle odiosos e muilo mais perlgoso para os seus
visiones".' Qnereis impdr una nmolslia ao ,ei de
aples e dizois com razio, que seria da sua parta
um arlo dejuslira e no me.mu lempo um garanta
de forra ; mas seri aples o nico paiz onde baja
eondemnndos poliliem, proscriptos que recusen)
comprar o seu perdilo pelo pri-co de una sobmlssBo
incompalivcl com a sua honra f Sen o nnico paiz
onde baja exilados e victimas .' Nao lem a Sansa
ba dez annoa, expulsado os seus bispos, os seus pri-
meiros magistrados, os seus eonselheiroa de estado,
os -rus nielhores cidadaos, nlo lem ella Igtravado
o scu exilio pelo ronlisco da seus hens. para os pu-
nir prl nico ciime de lerem acreditado na liber-
dade de eonseieneia e na soberana ranlonal .' Oue !
lana coinpaniln para mis c nmi lio completa q-
dilTerenc.a para oulros! Sera iusliea, sera mr-nni
prudencia ? Fallis da joslica da Italia c da Gre-
cia ; e a da llespanha spr meito prospera ; |iro-
niellera inuil i ilnrari '.' Pela minha parle rrjciot
(oda a idea de nina intervenidlo qualquer dn eslran-
geiro na pennsula ibrica, e felicito os llespauhoes,
no meio de lodas as suas dcsgraris, por lerem sabi-
do repellir rom energa a man d'a Inglaterra, quan-
do ella preleiidcu inlroincllerse as suas quesies
internas.
Finalmente, os que mtbslram lano inleresse c tan-
to se eendoem da sorie da Italia, de cerlo nao po-
derSo aflirmar-nos qoe ein llespanha bulos silo li-
vres, lodos felizes, ludas as leis observadas, que lu-
das as propiedades sao inviolaveis, que tudas a-
prisos esMo razias, e que as portas da patria foram
aberlas aos asilados.
Mas que Bsqoecemo-noi da Polonia : o vos,
plenipoleneiarios ila Europa oeeidontal, e, como di-
zem alguna, da Europa liberal, \us Uinbera vos cs-
qnecesles :' B todava o d reilo de inlervir, pelo
menos diploiiialira e mnraluioule, na serta desses
viole militos de infelizes chrislaos, era-vos garan-
tido pelos aiilgns tratados.
As actas dos rongresso ile Vieuna, lanas vezas
lembradas, inscreviam no direiln publico da Europa
a garanlia de-a nacionalidad! polaca, lempre esma-
ltada, sempre viva, aliemadaucnie proclamada ou
irahidn, segundo as necessidades da poltica occiden-
tal I N*o allirmn, que a oceaiilo fosse favoravel, se
bem que seja ilillicil imaginar oulra mais naluial e
mais directa. N.io pretendo, que a obrigarn fosse
Imperiosa, pesio que nao se pessam rilar mullas ou-
lras mus sagradas. Higo somenle qoe, una vez
......siiiuido o grande tribunal da ju'-lir.i europea,
craesla o nrimelro de qne davia oeenpar-se. Jaque
o l'ieinuule e a In lalerra eduvain eui M'ia e se (ul-
rivam rom o direilo do dar remedio i\> lunr jes
I anormaes, era de cario esla bem digna de sua snlli-
jeitude. O Piemonle que, com razao, Dito arhou a
i Crimea nimio distante para li ir derramar o aangoe
i de seus toldadose alargar a gloria da -ua bandeara,
nilo podia pretextar a di-tancia, nem a sua fraqueza.
E a Inglaterra, que lanos vezes fez vibrar a cor-
da das sympalhjas publicas pela Polonia em provei-
lo das gran es ideas de liherdade e de homanidade,
pudia indignar-se e ainrrcear-se, muilo a sua von
lade, deesa rara generosa, qoe olharia como um be-
nelirio e ruino um renasclmento a condi.;ao de que
esUo froiedo os Italianos nos estados mais mal go-
varnados da neninsnla.
\ ns linheis alh diante de vos os plenipoleneiarios
dasilies potencias eompartilhantei; nSo tiiibeis mais
do que pergonlar-lhes araigavel ou oflleiosamenle,
como seus amos linham Interpretado, no pastado, e
como enlendiam appliear no luluro, as eslipulares
do direito publico da Europa, que garanliam Po-
lonia urna representadlo ou inslilnicoes nacio-
naes. (I;
Mas nilo ; ne-se congresso onde o Montenegro n.lo
foi esqnecido, o onde o principado de Monaco eu-
ronlrou um advogado, o iiuinc da Polonia nlo foi
proferido. Nem um voto, nem ama qieixa, nem
ulna palavra sabio dos labios de algum de seus mem-
bros, a respeilo desle grande direilo e itesta grande
alversiilade.
I Oh irns.iu da serle I dira um pacn ou um falalis-
tj ; oh mvaterio da Providencia, diremos mis, qua-
tempre impeuelraxel cm seus castigos, como em
slias reco.-npensas: era polaca a mo que leve a han-
la de empunhar a peona pela Franca, no rongres-o
as Da ujo uome falla bem alto, que esse abandono da Eu-
op.i foi proclamado, sanccionado, e que se acabou,
ior esse silencio obstinado e -ignilicalivo, cun o ul-
im abrigo diplomtico da naeienalidada polaca.
lias nao fallemos mais do congresso : se eslivessc-
mos somenle em presenra de suas decisi.es e de seus
proinrolos, guardaramos voluntario silencio.
Inlclizmenle a sua linguagem foi assus exprila.
os srus actos foram commentados em um Iheatro
mais vasto e mais popular, sem reserv e sem cir-
cumloqoios, as dellberarfiea das cmaras piemon-
le/.is, do parlamento brilannico. Emquanlo os
hxmnos Iriompnaes do conde de t'avour .2) e os les-
lemonhos de adheslo, que Ihe chegavam de loda a
parle vierara mostrar a pouco sinceridade, que ha-
via as queixas de sua nula verbal de lli de abril,
acerca dos insullicienles resallados do congresso, um
inquililicavel discurso de lord Palmerslon veio mos-
trar o verdadeiro alci.nre do espirito, que fez surgir
a queallo italiana do seie da qaesllo do Oriente, e
que Ir.iiisfurmou ein acensado o ebefe da igreja e o
soberano de Koma. O mais pequeo jornal piule c
julgnu dever repetir as Injuriosas imputicocs, os ex-
tranhos juizos do prlmeiro minislroda rainlia de In-
glaterra, acerca de um governo contra o qual a In-
glaterra nao lem, a menor ollensa pessoal, c que li-
nha o direito de esperar qii" a difTerepra de religin
e a ausencia de lodo o conflicto moral ou material
imporiam a Inglaterra a allilu le reservada e desin-
teressada. que soube tomar e guardar a Prussa.
Nem os protestos de Mr. Gladstone e de Mr. Sid-
ney llerberl contra esta perigosa innovadlo, nem a
honesta corajosa apologia do governo pontifical
por Mr. lierryer, fr.ram capazes de conlrahalaurar o
ell'eito produzido na Inglalerra e na Europa, pelas
pajavras do primeiro lord do Ihcsouro. Se desde a
nuile de (i de ma^o urna prudente reserva presidio
as deliberacues do parlameiilo brilannico no que
diz respeilo a quesillo italiana, conla-se todava vol-
lar ao campo das aecusacnes. I.ord Clarendon, mi-
nistro dos negocios eslrangeiros, e plenipolenciario
no congresso, declamo enmara dos pares, no dia ti
desle mez. que a discussiio devia necessariamenle
lornar a comerar soles do lim das sessc, e entre-
tanto, resume o pensamenlo e a poltica de seu go-
verno, amearando ferir gravemente as sympalhias e
a dignidade da Franca, na sua resposta a uota do
conde de Cavour, na qual nao receia fallar do modo
seguinie :
1) governo de S. M. n.io pude hesitar em decla-
rar que, secundo a sua opinulo, a orcuparao do ter-
ritorio perlencenle ao papa, por (ropas eslrangeiras,
constilue um estado de cousas irregular, que pertur-
ba o equilibrio c pode cumprnmeller gravemente a
paz da Kuropa, e que, sanrcionandn d'uma manei-
ra indirecta um man governo, provoca e desconten-
tamcnln enlre o poxo, e urna disposirao para a re-
volla. o :
Antes de irmos mais longo, seja-nos permiltido
separar aqu a quesillo italiana em geral, da que nos
lora mais de perlo, bem como a nossos adversarios,
da qnestlo da soberana temporal do papi.
Nilo cedenKM a ninguem em sympalhias pelo en-
graudccimeiito e felicidade da llalla. Nao permit-
a Heos, que urna su de nossas palavras va ferir o pa-
triotismo italiano no que elle tem de mais profun-
do, de mais legitimo, ede mais aerad) ; somos da-
quelles que achuru que esta patria da belleza lem
direilo a um oulro deslino, quo nilo seja somenle o
de ser admirada pelos viajantes e desprenda pelos
pblicos, sempre explorada ou sempre reprimida por
tiraros eslrangeiros. Parlilhamos suasdores, rompre-
hendemos as esperance*, que agilam a alma de lan-
os Hllanos, que nlo podem resignar-se li inferiori-
dade moderna d'om paiz, cujo passade nao lem ri-
val ; partilharemos ale as suas illuses, quando ellas
n.lo vilo al ao crime.
I.ouvamos o Pieinonte por ter trillado inlroduzir
ali-m dos Alpes as garantas e a l'econda vitalilade
do enverno repreaenlativo, c, apezar de ler compro-
mellido e depopiilariado, rom n sua lula insensata
eooira a igreja, ronlra a fe (lo povo, contra a cons-
cieucia dos homens mui honestos do paiz, a sua
obra, ainda lilj frgil, fazemos votes para que esla
tentativa leona ora feliz resultado, para que esla
obra se consolide corrigindo-se.
Applaodiinos es-e cavalleirosn exercilo que, depois
de haver conquisladu a eslima de seus vencedores,
as campaiihas de IXiS e de I8!>, ro anda con-
quistar a admirarilo dos primeiros soldados do mun-
do sobre as margeus doTchernaia, e felicitamos a
realeza sarda por ter assiin realisado os votos lio iu-
telhgenlcs c tilo apaixonados do rllustre conde llal-
bo, quando fundara a esperanza do futuro engran-
decimenlo da Italia no descnvolvimento du elcmen-
ln militar, i
Mas pelo inleresse da Italia e do proprio Piemon-
le, nao cessaremos de a censurar por ter tilo mal
romprehendido a sua missau histrica e gloriosa, que
era ser ella mesma a mediadora inlelligenle entre a
independencia italiana e o papado, a protectora ar-
mada de urna e do oulro.
rxiiigucm se associou com mais ardor do que nos
as felizes probabilidades que a pro da Ilalia pare-
can) apresenlar-se desle IHiG a IS8 ate ao da em
qne pela mais fatal desiiilclligencia e pela mais cri-
minosa das ingralidOea, a opiniio liberal na Italia
se deixou virar contra aquelle, que Ihe linha dado o
signal de una vida normal e diiradoura.
Nessa dia, nao l lodos os calboiicos ronsequen-
les, romo lodos os verdsdeiros amigos da Ilalia, de-
verain seniir-se Consternados. Ninguem sabe o que o
futuro far por esta unidade malerii I e poltica da
Ilalia, que lem sido o sonho dos minores espiritos,
mas que, ha 11 seculos deixou de ser una rcalidade,
e que de rcslo nunca existi senaosob o dominio ro-
mano, no lempo em que Koma su era todo, a lla-
lla nada.
Mas ninguem pode negar que a verdadeira uni-
dade da Italia, a sua unidade moral, inabalavl-
incnle fundada na sua liugiia, na sua gloria e na sua
religiiio, tenh.i por base, por sjinbolo e por garan-
lia o esiabelecimenlo da Sania' Se em Koma.
M. ftussi disse-o com urna melanclica since-
ridade, que a sua morle lio nobiemenlc dcinuusi-
Irou :
O pipado he a nica grandeza viva da Ila-
lia.ii
Oue ahi renasram mitras grandezas, nada inelhor.
Nao sera o ppalo quem Ibes faca oppesiclo ou se
queixe ilellas.
Entretanto, separar estas duas anuas, he sepa-
rar da causa d Ilalia as swnpalluas mais soli-
das, mais puras e no lim de Con tas, as mais fe-
cundas.
Eis porque mudizemos, que, ferir o papado, he
ferir os nielhores interesae) da Italia, e locar na so-
berana temporal do papa, com man inimiga, ou so-
menle ignrame e imprudente, he locar cs-encal-
menle nu proprio papado, islo he, i a base da igreja
calholica.
Esta vedado ja foi demonstrada ale i sariedade :
e-ia soberana ha, acloalmenie, com os contornea
da sorielade moderna, a rondirao da liherdade do
diere da igreja. DesU liberdado depende o exerci-
cio ndependenle do poder espiritual, e por conse-
quencia a regra da Te da mmeosa maioria dna chris-
laos no mundo ou na eonstiloiclo actual da En-
copa.
A liherdade di verdnde calholica esla intima-
mente ligada i liherdade e a in lependencii tempo-
ral da Sm tu S; todos os lillios sinceros e liis da
igreja o romprehendem e o dizeni : Indos os seus
iuimigiis o saheni anda melhor. mas nem lodoso
dzem aberlamenle, peste que Iodos ubrera ues-
te sentido rom urna impertorhavel nerseveranea.
Parece lora deduvida que a rallo, a |nlira e a
boa fo exisiam, que os Esla lm eatholico* fosesm n-
nnicosa pronunciar-se sobre as diflieoldodea da si-
luar.io da Santa S, sobre os pontos de con laclo
da sua aiilnrnlaile temporal com o direilo publico e
com o inleresses polticos da Eorops.
Collecala a-sim debaixo de sua garanta collecli-
181
1 rtico do Iralado de Vicua de !l de ionho de
l-i.
2 ii As-im a condir.io anormal e desgracada da
! Ilalia bu denunciada u Europa, nlo por demagogos
| furibundos e revolucionarios, nilo por jornaes apai-
: zonados, nlo por homens de parli lo ; mas pelos re-
presenUnl.-s das primeiras potencias da Europa, por
homens mais dispollos a escolar II voz da razio, do
qne os nslinclos dn coraco. As poienrias procla-
niaram em segundo lugar que era do inleresse da
i Europa remediar este males. Im veredicto dado
. pela tranca e pela Inglalerra nan poda firar muilo
lempo estril, o l>iscuro do ronde de Gvour na
ramara dos depul dos em Turim cm 7 de maio de
IS.ili.
Os plenipotenciarios sardos julgaram dever cha-
mar a silencio da Europa sobre a roiubrfio anormal
da Ilalia ; os lacios elladla por elles nlo foram con-
leslades no congresso, depois do encerramenlo, do
qual foram reconhecdos verdadeiros por urna poten-
cia que linha recusado a diseusslo a esle respeilo
de lal maneira, que ho|e nlo ha um governo que
nao recouhera que a rondirln di llalla he anor-
mal, e que be neeesiario dar-lhe remedio.Discur-
so no senado: i de jiinbo de IS'ili.
:! Despacho asir James llud-un, ministro da In-
glaterra em I ni un, de 2li de mam de 1836. Apre-
enlado na mesa do parlamento em 8 de ,uuho.
,/ Vid. Spcranre tlltaUa, publicada tm 1811.
va. esla instituirlo anliga e naeessaria seria talvez
por lim po-la ao abrigo das vicissiludes. Mas he
ponen provavel que n nosso seculo chegue a esla
eouclnslo.
Em quante a Rosis, a Prussa e principalmente
a_ Inglalerra, rorem conladas como graudes poien-
rias europeas, deve e-perar-se que peem directa
ou indirectamente sobre os deslinos da Italia, e por
consequencia, -ubre a litaaclo dua Estados roma-
no.
Nao turnaremos a ver o lempo em qoe, como no
Imperio germnico, a guarda e a dlseosalo dos iole-
resseaduma religiioeram exclusivamente reseiva-
das para aquelles que professavam essa merma re-
lenlo, ondeo Corpus calholicorumcelebrava as
suas ses.iles a par|p e f,)ra ,|,.or|104 evaucelico-
rume recprocamente, -em comiudo d'ahi resnl-
tarcni grandes viintacens para um ou para o ou-
lro.
Birvn-nos sin do consolaran ao pensar no pouco
que podemos confiar nos proprioi Estados catbo-
lieos.
Sem remontar ale > ilade media, em que a Ir sin-
cera o fervorosa dos principes e dos povos, pude a-
penaa raras vezes preservar a igreja das lulas e dos
maiores arnmmellimenlos; eumpre lambrar, que
oe-iiio depois da reforma, os soberanos calholicoi
uzeram pagar bem caro ao papado o prcm da sua
prnteceocontra os protestantes, e que o taque do
Itoina pelo exerriin de Carlos V, as insolencias das
embaixailnres de Luir. XIV, e o rapliveiro de Po
Vil por Napoleao I, silo pouco proprio para inspi-
rar a igreja romana una rega coulianra nos po-
tentados mais imiuralineule chamados* a defen-
de-la.
lis povos emancipados -da luidla do principes a-
preaenUm as mesmas inrerlezas. \ Franca repu-
blicana foi em Iss. o baluarte da Santa S ; o
Piemonte e a llespanha, paizes minio mais exclusi-
vamente catliulicos, que a f'ranra.nao Ihe lem pou-
pado vexaroes nem iniquidades.
Cumpre pois que nos resignemos, na e-p!ier.i dos
maiores negocios no mundo, como na vida civil ei
privada, a vivar, a discutir, a Iratar com aquello-,
que nilo sao da nossa fr.
0 inleresses espiritases, bem como os intereses
lemporaes, serlo d'ora avante por loda a parle de-
batidos, muilas vezes regulados por homens cuja In-
competencia os nao fara remar nunca dianle dessa
misslo,
Cumpre olhar seriamente para o fundo des-
la situarlo e procurar ahi o remedio ao lado do
mal.
O c=-enrial be adiar, fura da f nica, que n'ou-
Iro lempo servia de lace e de Ireio a toda a ehris-
(aiiilade, um terreno neulro, uin.i linguagem com-
nium, cerlos prinespios e rerlis ideas sabidas do
christiamsmo, e que, reconhecidos d'ambas as par-
les, postam servir de base- a um acenrdo sobre ques-
loes, em que se esta ao mesmo lempo iovencivel-
mente-srparado c imperiosainenle olirigado a orna
aeran commom.
Esle terreno commum a lodos deve ser o da jos-
tira, da boa fe, da equidade oaloral, tal como ella
he. nao pralirada, mas ao menos reconhecida, pro-
clamada, invocada por lodos os povos civili-
sados.
He ainda do inleresse da paz europea e dos Tac-
tos inconlestaveis que elle comporla.
^upponbamo-nus pois ohrigados, como ja nos a-
conlercu, e como nos aconlecer ainda, seniln a nos
pelo menos a nossos Irmlos e a nossos sobrinbos. a
tratar dos nossos mais charos inleresses com homens,
qne nao lem as nossas crticas nem as nossas affei-
res.
Com ludo nao se (rala sanio de goner.ilisar c de
elevar urna simaran anloga dos escriptores ca-
tholicos no seio da imprensa, lal como hoje exisle
por loda a parle ; pois que onde a diseusslo pol-
tica he reprimida ou impossivel. a dos direitosedos
dogmas da religlo be entregue 10 primeiro qoe se
aprsenla.
Em um parlamento, e mesmo em um congresso,
nijoa netos se tnrnam pblicos cedo ou larde, obra-
se e falla-se como em um jornal, dianle d'um nu-
mero mais ou menos restricto d'amigos experimen-
tados ou d'inimigos irreconciliavcis, mas princi-
palmente iliaute de um grande numero de homens
honestos, que saoaprimeira que lado ignorantes ou
indiiTerenles, dianle d'um publico, raoitas rezos
cheio de preeoneeilns, mas quasi sempre capaz de
serinslriiiilo e gnvernado.
Em um ierren.i astim determinado, nao se poder
dar o ganhar algnma balalha ?
.N.lo se poderia, por exempio responder vieterio-
samenle as invectivas de lord Palmerslon e de lan-
os oulros, a quem nao queremos fazer a honra de
mencionar/
Escolai, diriamos nos ao orador, ao diplmala
mais ingles do mundo, se livessemos a honra de
nos senlarmos a seu lado: vamus ver se podemos en-
tender-nos ou confiindir-vos sem sahir da rbita de
vossos proprios pensamentos.
Nao vos condiizireinos junto desses altare?, que
vos mo conheceis ; nao vos fallaremos a lingoagem
da fe, da piedosa e fiel dedicarlo, que vos leudes
negado c perseguido. Nao, nilo, licai sordos, se vas
apraz, i voz dos seclos, que proclama a benfica
magostado da instiluirao conira a qual comba-
leis.
r'cchai o s olhos, como cegos voluntarios, as de-
monstrarnos dos. lemp ,-..ins grandes svroplomus qne
demonstran), qne nunca ncatholicismo e-teve mais
robuslo c mais facundo, e que depois de ler sobre-
vivido a reforma, hade tohreviver revolucSo. Mas
n.lo sejaia ao menos surdos, nem cegus no terreno
dos fados, da pralica dos negocios, da natureza das
cousas ; e, posla a religiilo fura de combale, cadai
de nilo exilar com ella a jnstica, primeiro que Indo,
depois u bom sensn, e flualme,ii(e a honra, esla vc-
Iba divindade dos homens de coradlo, cuja nor.lo
tanto se tem enfraquecjdo. mas cujo nome e cullo
conservam ainda um prestigio sera rival.
Os Tactos mimeirn que todo.
lia um que salta|aoa olhos, he qoe ha lanlm c
mais chrislaos catliulicos no mundo, como cbrislilos
nilo calboiicos, c (odor estes calboiicos ohedrcem,
pelo menos nominalinente, a esse papa, que viisde-
nunciis, qoe insultis e que continuadamente a-
mearais. A primeira das narres conlioentaes he
em grande maioria calholica." Vanglorais-vos da
vost atlianra intima com ella ; e leudes mil vezes
razo.
Mas arredilis porvenlura que voisas perpetuas
invectivas contra a religiilo qoe ella protesta nao
aflrnuxarao por lim esla ellianca'.'
V? elTeil prndnzria era vos a linsusgem das
principaes autoridades, dos homens influentes da
Franca, se ella livesse or fin) insoltar incessanle-
mcnlc c villip-mliar a religiilo anglicana e seo
chefe i
Porque raziio suppondes vrij qne os Franccze
tem ueste ponto a epiderme menos sentivel do que
vos.
Acredilais-los em vespera de se converler ao pro-
lestanlismo, ou somenle mais iuclinedos ii incre-
dulidade do que seus piis"?
Pergiinlai pnis a vossos iunumeraveis viajan-
tes, o que elles lem visto, ha viole annos, em
nossas igrejas, em nossos livros, cm nossas es-
colas.
Pergiinlai sobretodo ao vosso exercilo, o que elle
Pansa da le dos nossos soldados, da humillado chris-
(aa de nossos generar, do imperio exercido por
nossasIrmilas de raridade, da dedicarlo e ab-
negaran do nosso cloro ; prrcunlai-lhc se.'r.o ponto
de \ista puramente humano, lodos estes fa.clot
provam a decadencia d'uma religiilo, ou que ama
narilo renuncia sua religiilo ; c depois con-
clui. '
N'oulro lempo, durante os vosns \inte annos de
goerra encariiirada ronlra a Franca revolucionaria,
ofTerccies urna hnpilalidade gene'rosa (de que nao
podemos esquerer-nos ao episcopado e'ao sacerdo-
cio francez, exilado pela fr ; leslemonhaveis, com
mil delicadas preranri-, o vosso respeilo pela reli-
giilo dessas uobre victimas da conscieucia, cujas li-
res e exemplos lanraram no vosso paiz o primeiro
germen desle renascimeulo ealholiee, qoe he o ob-
jeclo de VOSSOS pneris rereios.
E boje, por um contraste insensato, quando o
primeiro inleresse, e a principal forc de vossa po-
litica eensistem em manler a vossa alliance com a
rranea, que -r. lem tornado mais catholica lalvez,
do qne o era no reinado de Lniz XIV, nao rc-
ceiais manifestar em todas as ocrasioes a vossa ini-
uiiznde profunda ronlra o chee e contra o sxm-
bolo vivo da. religiilo, que ella prufessa e serve !
O que he verdade cm Franca, lambem o he na
Austria e em lodosos oulros invos calholicos. com
os quaes ms lendos ou haveis de ler inleresses col-
lerlivos que gerir 00 de que cuidar.
Recordai-vos pnis do que vos diiia, com una lilo
laminosa aimplicidade, O amavel e veneravel chefe
do anligo purlide nbig, n marquez de l.ansdowne,
esse mesmo que anda faz parle do gabinete de lord
ralmrrslon.
Era a 21 de jnll.o 'e ISII que lord Lantdowne,
em nina diseusslo na ramara dos lords acerra da
expedir,!,, L- liorna, respondendo a lord Aberdren
e a Inrd llrnugham, se exprima da maneira seguin-
ie : A cundirn da soberana do papa lem dees-
pecial que, por scu poder temporal, nao he teolo
um monarcha de qoarla oa quinta classe, em quaulu
qoe, por seo poder rspiriloal, goza d'uma loberaoia
sem igual em lodo a Universa, ii ii Todo o paiz qoe
tem v-ssaHos calboiicos romanos tem um inleresse
na condiflo dos Estados romanos, e devem velar
porque o papa possa rxerrer sua aulorida le sem ser
estorvado pnralguma influencia temporal de nalu-
rc/.a a arreciar sen puder espiritual. ",1
I-.is aqui a verdade dita por nina bocea insaspeila,
por una hura ingle/a e anglicana, polilica e lulo
religiosa, lincial e nao retrograda.
Eis aqu lambem a resposla a essa censura, lli
obstinadamente repelida em lautos despacho r dis-
cursos, e he par,, lamentar que ella se enconlre lam-
bem na palavra do ministro arlual ,|0 negocios .
irangeiros de Franja, em que c!le falla do que ha
danoi.ii.il na situara,, d'uma potencia, oue para
se manler, carece de ser sustentad, pelosnccorru dos
eslrangeiros, e em que elle compara, debaixo des-
le ponto de vista, os Estados Ponlifleios Grecia
um momento depois de haver proclamado que o
litlo de ni,io primognito da igreja, coro que o so-
berano de Franca -c glorifica, impoe um dever ao
imperador de auxiliar e su-lentar o soberano pon-
tihre lodos ns ctholcossilo de Tacto e de di-
reilo lillios da groja romana, e nenhum calholico he
eslrsogeire em Koma. Todo o calholico lem, como
disse Fenelon, all a sua patria. au, nao, rsse sol-
dado fraiicezes, que esdverain em Huma, e restabe-
lecer.iin a nuloridade de seu pai,nao erameslran-ei-
ros. O que era estraugeirn em Itnma.era a repoblic,
\ id. o lexlo desle discurso no Time? de 22 da
Julho de I8TO o tournal des Delali de 21.
era a revolurao feila por verdadeiros eslrangeiros,
por um bando de aventrenos e conspiradores cos-
mopolitas, inimigoi encarniredos do calbolicismo e
da Sania Se, reunidos em Koma, de lodos os can
los da Italia a do muedo, para Imporem, pela vio-
lencia, sua vonladc selvagem ao poulilice, ao prin-
cipe e ao pov,i.
I.onge de un- o querermos COOfondr com os an-
tores desla revnluriln rumana, lodos aquelles que de-
fendern) Itoina roniia o exercilo francez.
Em Koma como em Sebastopol, a gloria de nossos
soldado ganda em reronherer o *'alor de -eus ad-
versarios ; ma eumpre lemhrar que, segondo
a parle ollicial dn general tludinot, ntreos dezu-
nove mil e quinhenlo homens, que uppuzeram urna
Ho corajosa resistencia as nossas rmas, nlo havia
mais do qoe seis mil romanos Eis ah a niicioual-
dade da repblica romana !
Koma pela rnzlo que deu lord Lansdowno, e por-
que be a capital espiritual do mundo calholico, he
de algum modo a propriedade commum de lodos os
calholico.
Vangloria-so de ser a cidade cierna ; mas quem a
fez eterna I.leem nbslou a que ella inorres'e como
Babylonia e Memphis, nu desfsllecesse em urna in-
coravel decrepilude, ceros Alhenas e (.nuslanlino-
pla ".' tjuom, aenlo n papado, e o respeilo dos povos
remorados do Occidente pnr esse papado, que soube
substiloir o imperio romano, e durar :! vezes mais
dn que elle '.'
liorna, a Koma moderna, o Ksladn romano, o Sil-
lo pontificio, que he tenia a obra dos povos calholi-
cos, de seu amor, de seo respeilo temo e generoso,
por esse papas, e nao pela cidade ou pelo povo de
Koma Esset monumentos que algumas vetes Invo-
cara em suas deelamaees ingratas, os falsos roma-
nos, adversarios da Sania S, esse palacios, ssas i-
greja, esse iunameraveis -anluarios, esses primores
d'arle, quem os ennstruio, quem os inspirou, e cum-
pre que se digr, quem os pagou s nao o papado,
enriquecido pela fii e pela raridade filial da Eu-
ropa, enlo tola calholica Sim fomos nos, Europa
calholica, que croamos, ccnslituimos, sustentamos e
enriquecemos a Huma madama.
Nao, o p ivo romano nlo he senhor de seus desli-
nos no mesmo ponto ero que o pode ser ou vir a ser
oulro qualquer povo.
Deve-nos ronla de (udo quanlo n', povos ebris-
tilos, temos feilo por elle. Deve-nus cenia da insli-
tuican que pretendemos conervar-!he, com grande
proveto seu, mas nao para a entregar as evenluali-
dades de sua paix.lo ou de scu capricho.
O bom senso universal demonstra qne o papa niio
pode ser snhdito deum soberano estraugeirn : pode-
lo-ha ser enlao de seu propiio povo ou de algum po-
der Machia na propria Ruma e enllocado cima ou
mesmo ao lado delle'.' A idea de haver cm Koma
um poder, que nao seja o papado tem sempre existi-
do, e nuuca triuinphou. Sempre lem recusado di-
anle de urna reacr.lo constante, que parece emanar
de om decreto da provincia.
Desde os primeiros lempos da meia idade, que o
palriciado romano lenta abater, opprimil e substituir
o papado. Depoi dos condes de Tuscalom, veram
os imperadores allemiies; depois destes Hienzi e mul-
los oulros.
rodo se mallogron. Prelonder-se-ha de novo co-
mrcar, em proveilo da democracia moderna, as vas
tentativas da arislocracia feudal, mas hilo de ter a
mesma fortuna. Oppe-se-lhes os inesmos ulereases
as mesmas leis da historia.
O papa na. pode luriiar-se o juguete das fracces
romanas nem do despotismo do estrangeiro. u O
papadisse Napolelo, nessa memoravel allomr.'in
citada por ror. Thiers, tantas VMM repelida, e que
se nlo deve esquerer nunca o papa esla longe de
Pars, e esla bem, nao ostii em Madrid, nem em
Vieuna, eeisa razie porque mis supportamos sua
auloridade espiritual.
Em Vienna, em .Madrid ha juslos motivos para se
dizer oulro tanto. Ouem arredila que, se elle esli-
vesss em Paris, os Vieunensee, os Hespanhoes con-
seutiriam em receber as suas decises V lie porlan-
lo urna grande felicidad?, que elle habite essa xelha
Koma, conservando a balanca enlre os soberanos
calboiicos, pendente sempre um pouco para o mais
forte, e fazendo-a subir bem depressa, se o mais
forte se torna oppressor.
Foram os seculos que fizeram isfo. e lizeram bem.
Para o governo das almas he a melhor, a mais be-
nfica instituirlo, que se pode imaginar.
Eu nilo sustento esla cousas por cegueira de devo-
to, mas por ser de raziio.
Mas o que be Iflo verdadeiro para as potencias es-
trangeirot nilo o ser i nnhem para os proprio ro-
manos, ou para os italianos ero geral Se convem.
que o chefe de nossa religiilo eja livre, livre nlo sii
a respailo da Austria, ou da llespanha. nao couvirii
que o seja igualmente para com seus proprios vassal-
los T
Os calboiicos de Franca ou de oulro qualquar paiz
nilo lem mais razio de obedecer aos ronxnos do
que aos rnssos ou aos Ingleses. Pois que a Euro-
pa chrislaa snbtrabiria de unnime corisenlimento
Koma e o papado a lodas as grande polencias para
acabar por entrega-la, a damocracia italiana.
Seria anniqaillar a liherdade das eleires pontifi-
cias, abalar toda adminislrarao da igreja, submeller
seus deslinos a orna aeran simultneamente turbu-
lenta e lyrannica.
Seria desmentir a historia do mundo e orna das
leis fundamenlaes da civlisaco chrislaa.
Todo se resume porlanlo, o olhos da fe, como
aos da rallo poltica, ueste piincipio, que se dado-
ara rigorosamente do oulro, e que forman) lei ha
mil annos no mundo chritlao.
O papa personifica a unidade da igreja calholica,
e para a personilicar, compre que seja indcnendenle
nao pode ser iudependeole seniio sendo soberano ;
esla soberana nilo pode ser sean ecclesiaslica ; co-
mo sea chele, e quando milito delegada, parcial ou
provisoriamenle, ao poder laical.
Aniquila! o calhnlicismo ou converlei os colholi-
licos, se podis ; mas, emquanlo elles forem calho-
licos, nlo pretendis torna-Ios cegos on mulleren-
tes a urna das ronJires fundamenlaes de sua exis-
tencia moral.
Porque a soberana ecclesiaslica do napa deve ser
independenlc e inviolavel, segue-e, que o seu go-
bern deva ser uecessarlamcule absoluto, desptico,
sem ordem, e sem respousabilidade '.'
Que os seus subditos laicaes devam ser excluidos
de ler parte na legislaran, na admiiiistrarilo, na ge-
rencia dos inleresses pblicos ou locaes ?
(Juem ousaria suslenla-Io sob o ponlilicado^de Pi
l\ r, nan .,, emquanlo elh; viver, mas enguanto
durar a sua memoria, e emquanlo nilo for apagada
da memoria dos homens a cloriosa recordarlo de sua
generosa Iniciativa de lSfti a 1818 .'
Assim, que tem sido Pi IX, semlo o soberano o
mais esponlaiieamcule liberal, o mais aberlamenle
reformador que ha boje na Europa ?
Enlre todos os que se senlam hoje sobre o llirono,
nlo ha uro sii, que lenha feilo lano como elle pela
liherdade do seu povo ; nem mesmo o re das belgas
que nlo receheu a sua cora semlo como o corolla-
rio desla liherdade ; nem mesmo o re de Sardenha
que herdnu urna auloridade que seu pai nao limita-
ra sen.lo depois de 15 annos de reinado c sob a pres-
s3n da circnmslancias.
Pi I\, pilo contrario, de seu rnolu proprio, logo
desdeos primeiros das de seu pontificado, e antes
que fosse impelilo pela necessidade, nao ni amnis-
liiiu lodos os exilados, lodos os presos polticos, mas
conduzio o seu povo, talvez com demasiada precipi-
lacao, au caminho das reformas e das iuslituires
liberae*.
Nao admira que os espiritas retrgrados, os oluli-
nados sectarios da rutina Q criminen) por e-sa inicia-
tiva.
Mes em que faiteo elle as aspiraces, as exi-
cenrias dos amigos siuccros da liherdade c da Ila-
lia':
Ouar.du Mr. Thiers Ihe exdamava do alio da tri-
buna franceza ; coragem, Santo Padre, coragem !
Em que faltou elle a essa coragem moral e phxsica,
que he para todo soberano mais urna nccessidade,
do que urna virtude ?
O proprio Mr. Thiers o reronheceu, quando, de-
pois do mais exlranb: giro das cousas desle mundo
0 orador de 1817 esrreveu cm 181'J essa exposicAo a
cerra da expediro de Koma, que Ihe ser a honra
de loda a sua vida.
Por mais triste que lenha sido o resollado das re-
formas publicas, inauguradas pnr Po 1\, ni I8ti,
nem por isso se deve deixar de felicitar iodo o juiz
impaicial e Alustrado.
S elle livesse recusado loda a concessilo ao espi-
rito do tempo. a revulucSo nem por isto deixana de
lebentar em Koma, depois ,ia calastrophe de feve-
reiro, e entao o vulgo diaria : o papa poderla pou-
par estes males ao seu povo, mas nao, quie, teimou
no caminho de nmi resistencia impossivel; niosirou
qoe o papado he urna instituirte velba, incompali-
vcl com o genio moderno.
Po l\, sem sacrificar algum direilo, algum dever
a urna popularidade viia, desmenlio esle soplusma.
lirn a revolelo Indo o pretexto honesto; mas mo
consegoio desarmar a calumnia.
Quando se Ideal os discursos de lord Palmerslon e
de seus adherenles, lica-se leniido a crer que o pa-
pa veio deslruiraima eonatiloieJjO ja secular, urna l-
berdade ja popular e arreigada nos Estados roma-
no-.
Mas quem foi enllo, que iiilroduziu, pergunlare-
mos niis a esles granulos doMtadorM, a liherdade
polilica cnlre os rumanos'.'
tjuem foi, senAu o papa, qne niio su a .iheiirumi e
sanecionou ; mas que a outhorgou c invcnlou.
E quem a deslrmo seoilo vos ?
Sim, vii, por intermedio de vo-os clientes, os ra-
dicaes e os revolucionarlos, ja animados exce-siva-
mente pela missao de lord Minio ; por esse passeio
inceniliaiiii de um plenipolenciario semi-ollcial,
j inveslindO-M por loda a parle do direilo de cnlirar
publicamente os soberanos e do excitar as pupula-
I roes, ja mil.mimadas
Sim, vos, por vossa deploravel complaaencia com
M homens, cujas criminosas e desregradas paizoes
1 podieis anula enllo ignorar, mas que nao podis er
absolv -lo de animar anda, depois de lerde- sabido,
I pela mais doloroso experiencia, a que ponto sio iu-
i capazes de apreciar, de conservar a de amar casa li-
, berdade. que ten les a lelicidadc de possuir entre
| vos, c que pretendis difundir por oulras partes.
Porque censuraes cm Po l\ o que he o crime
exclusivo de vossos amgos, de vossos alliados, e de
vosso protegidos de buje ?
Niio san esse- msanos, que em Franca preferiram
e preferero anda a realeza temperada essa repbli-
ca intnsala, que devia naturalmente ir dar a nina
inonarchia illniui.i i., '
Esses qoe na SMIIn, carnu anda ha pouco vos
mesmot nos dizois (i
?.?, -SfsSa^rjrtt i {rs-comeiaram ruu"n^^^^^^
u.lanra de dynaetia. uspirados pela "!""" 0,Sa'"s>do suas forra. L'm mnifi.i
ro publicado, acensando a legislatura oV u-r ,.
illegalmenle lormada pnr causa de volos frauduie*
hN r annnnriando a deirae de oulros membrcK
Osd.,spdn,.-,a,.1ni ,,,, "
. L1T! I" 'IM'llMlMIl texe kaf
I que Mies ullererer
, ranea de urna mndanea de dj
noticia da revolurao de fevereiro'.' Nilo slo e'--rs
j mesmo que, ao norte de llalla, embriagados por ;
j seus Iriumphos ephemtros, recasaram as propost.is
coiihecidas debaixo dn nome de M. de Bummetauer,
1 c pelas quaes a Auslria -e nll'ereria a recnar al au
Adige os limites de sua dominaran'.' ri.-o.-, emlini,
que em Koma, afngaram no sangue de R.is-i, invar- A Mniagtrda e o bo.i ie-luif,~'
demenle assassinado jumo da Iribuna rnnslilucional, volos nMasssssaseai 1 'Ubsiuuiras
Indas as garantas, que a populac>i romana linha de '.' "7 A Ruern civil rnoMcava -
Pin IX e Inda as sympathias, que Ihe mostrara a ProPa";'das rpidamente pelo telegrapho e>u trirn
Europa chrislaa ? B nlo ao por loda a pule n nielhas se espalharam por toda a L'nio a.'
inesmos'.' niio os ciirnnlraisxns iior toda a Europa por toda 1 prteos ,Knir,in : n Vua~i
..-------..-- i...-n*- ^ r -.- 1 I ,w> ^ tniiarnmaram. A
lem
ees
da,
ber
mor
""" "-............,...,,. ,......, .......,.n |., ,ulla a pane os usnirilns .. infl.
pre tilo iiicapazes. lio cegos, inlallando a, n.- roramor m fui |,ofnri mllammaram. A
i enlre a indigi.idade e o impossivel, e buje ,.,- | ramorin lul wolorlequea cmara dos -r-raarai
mais do que resignados ame esle eclip-r da li- les re'U7-" locacao de I-i railhe* de dnltars rK-
ilade, qoe os vnga e os Hvra da laperiondada tinados ao e\erritolporque o tiresidenie
lal e inlelleclual dos espirito moderados e dm 1 servar e au''tnoniar -- miena coo-
al e inlelleclual dos espirites moderados e dot 1 servar e augmentar as ir,.! .^ 1 "uer,t a*-
homens honestos, ..._. no k T" ref"u'W. queesta-
E que prelexlo se escnlheo para desprezar, para ansa> P impedir sobretodo que os don-
esquecer, para calumniar os serviros e os beneficios j Parl(lossedej;sllassem.
le grande corelo ? Foi preciso ronvosat oulra sesi0 fanv iv
le aqu sobre ludo que fulguran injuslira e a se militas molas serreta o ataataa.L-, ,"/'.'*
'om grand, dillirul-
" ou tres votos somenle
rcstrira,. II0|K)SU ^ ft.
de-le grande rorarilo '.' roi preciso ronvosar cu,
lie aqu sobre ludo que fulguran injustira a se milita- molas serretas eh
incralidlo dos homens em geral, o dos|homens d'e- j.j. _.. m,:,.;. ,'
lado em particular. Porque lo. 0 papa Po I \ per- j ""* ,C .I1*1'1 '0"3 ,le
seguido, feilo prioneiro, roiidemnado ao cxilm e a |1UC fo1 levantada a reslrir
perda de seus direitos'.' N.lo foi de eertu por ter re- niara .
rnsadn a liliurdadA o itirmilinv m ans iilulilo matsl IX...I I... ..:.___._ ____
l'ii ii.i iic sen iiirenus .xao 101 lie cei li, poi toa ,
rosado liherdade e garanlias a seus subditos mais
exigentes, aos mais ingratos d'eulre os con.lemnados
" "]uem elle linha perdoadn ; concedeu mudo mais
que se esperara delle, muilo mais talvez do que
dse ja va.
'o iinicameulc por elle mesmn nilo ter querido
larar a guerra a Auslria e sacrificar o carcter
soberana neulralidade. de parifica imparcialida-
que Ihe irope sua augusla miss.lo sobre a ler-
Nenhum minislro, nenhum homem poliliro digno
desle nome, deveria nunca esquecer esle nobre
exempio de coragem moral e de inlelligencia poli-
Ira '
aq
do
se .
I.
deu
de
de,
r.i
tica.
I.eia-se on nuca-se, o que dizem os que tnmaram
parle nesa Tunesla rrise, e veru que a allococao de
"'de abril de ISS, foi no fundo o siguil da cuer-
declarada ao poulilice, porque lie-la allocuran el-
e prurlamava pai commum de lodos os liis, c
-usava-se, nesla qualulade, a sanecionar es abu-
que se faziam cum as suas armas e rom a sua
ndeira conira urna polcoria calholica.
1 Conlmuar-se-ha.)
,11 \dr0. )
o
1;
KANSAS Ka (.LERRA CIVIL NOS ES-
TADOS-UNIDOS.
As ultimas noticias que nos irmize dos Estados-
. nidos o vapor de ) de setembro, sao gravM,e
produziram tima:sensacao tem viva era New York,
quando foram lili conhecidas : aqui mereccm urna
attencao bem seria. Embora so encontr nellas
exagerarlo de inexaclidao, comtudo dous fados pa-
recem cerlos : he que os partidarios da escravidao
conscgniram dous Iriumphos decisivos sbreos par-
tidarios da liherdade ; que muilo sangue correu e
houve milita destruirlo.
Em Ossawatomia, a 30 de agosto, os bellige-
rantes om numero de trezentos homens combaie-
ram urna hora, e a lula terminou [tela completa der-
rota dos partidarios do free Mate.
A 2 de setembro, os partidarios da escravidao a-
tacaram de novo os seus adversarios em Loaven-
wortt, i:\pellindo-o da cidade a pona de bayoneta
e destruindo ou confiscando suas propriedades. Os
vencedores esuio senhores das principaes passagens,
que do accesso a Kansas, c os vencidos, desanima-
dos, porra irritados, fogem pelos bosques e pelos
prados. Se devessemos pugnar pelas apparencias,
poder-se-hia crer que nao se traa aqui seno des-
ses encontros e cmbales, que se lera lido tantas
vezes as insurreicoes continuadas, que ha trinta an-
nos cancam e enfraquecera as repblicas ameri-
canas de origem bespanliola. Mas nos aconteci-
meniosde kansas, adiam-se cm jogo inleresses mais
graves, qne affectam a unio loda, a rivilisacao e
o futuro dos Estados-Unidos. Patere-nospois ne-
cessario, para a perfeila inlelligencia da queslao,
dar um resumo dos factos, que tem irazido pro-
gressivamenle astes choques sngrenlos, e fazer co-
nhecer em primeiro lugar o Kansas, que he o cam-
po de batalha dos dous partidos.
O Kansas lie nm vasto territorio da Unio, si-
tuado ao oeste dos Estados do Missouri e de Ar-
kansas ; he limitado ao norte pelo territorio de *Ne-
braska ; ao sul pelo terreno pertencente aos indios
e pelo Novo-Mxico ; ao oeste pelo Novo-Mxico e
Ulah, territorio dos Mormons. De leste a oeste,
sua largura he consideravel, 030 milhas inglezas ;
toda a sua superficie he de 1)0,000 milhas quadra-
das. Toder-se-ha fazer urna ideia de sua exter ~
aproximndoosla rifra da oyrnsao da Franca;
he de 207,145 minias quadradas. As raontania
rochosas o separara do I lali, e o rio Missoui fur-
nia urna pequea parto da fronteira do norte.
O paiz, sobreludo 110 oeste, be em grande parte
habitado por indios nomados, e offereco urna suc-
cessao do cellinas e valles e vastos prados ou sava-
nas a perder de vista sem bosques ou lloreslas.
0 territorio he liem regado, e os valles onde cor-
remos rios sao extremamente feriis. O Kansas
fazia parte do immenso territorio cedido era
1803 por 600 milhf.es pela Franca aos Estados-
Unidos, edo qual urna porco linha o nomo espe-
cial de Luisiana. Separado depois do territorio dos
indios por pagamentos feilos a diversos tribus, foi
em maio de 1854 erigido em territorio especial dos
Estados-Unidos por um acto do Congresso, desig-
nado pelo horae de A'ansa.s ana Ntbraslia bil e
depois de urna discusso das mais calorosas. A
causa dessa agitado era que o bil de Nebrask c
Kansas fazia lemhrar 0 compromiso do Missouri,
o qual prohiba a escravidao emo norte aos 30.-
30' delaiitude, e substitua para os vastos territo-
rios alem dos 30.-, a doutrina da soberana popu-
Oual he pois nesie momenn. a posieio dnsgW
partidos no Kansas ? Depois de dua, ou lr dem-
ias, os partidarios da escravidao, reforrado.
OO ou -100 Missounanos, lomaran, a fenlo
em dous ataques decisivos, pozeram en oaspinu
derrot os seus adversarios. Porvenlura hrar J0 ^
colisa nesse estado ? Dinilamos nuilo.
Eslesut*essos e estesre\e/a-s altcrnaUvoiuai 4,..
vido inllamrar r.o mais alto ponto as pan,.j., M
inleresses e as animosidades polticos e sudaes. O
orgnlho de eslado a estado em urna parte do nor-
le e do sul, o amor da lioerdadc em um. es som-
tnentos cavalleirescos i-m oniro, sc.'in arrastrado
para o ronllieio e os levaro a esforcos desceera
dos. As rhammas da guerra eivil aineacara prone-
gar-se a lula de local pode-se tornar geral e ns
dous r rlidos norte e sul,podem aehar-secm arnta-
um I ra o oulro, reoovando dubaixo de nutro
nomee por oulros inleresses a -an.uinol.nta ri-
yalidade das casas du ^ork e do encastre, na ase
aMranl guerra das liosas.
Existe ahi 11ra pareja serie para a Eniao. Cma
vez compromeltida, urna vez quebrada no ni ais
desses conllnos sanguinolentos, seria pre-o para
reunir reformar osdestrocos debaixo de um go-
verno commum, a mo poderosa e lulo I de um
capiliio Ilustro ou um despotismo militar. quer um dasses meios seria difcil .le achar-e, 1
maisdilliril anda do empregar so nos Estados--
nidos.
_ Pode-se objectar di/endo que, alea da
PxoM fanticas, qne embora diversas impel-
iera o nono e o sul para o rorapiroootjda U-
miao, ha as massas da popula;o ba-tanle bom
senso, milita energa e resolucin para sostenar a
Unio a lodo o ris;o a em lodas as rircumsiancia-,
mesmo a prero de lerriveis sicrilicio*. Ksta|objo;.i'
tem ceriamento peso, matos acootocimenloi podem
tomar um curso tao violento que essas pronna-
massas podem ser arrastradas como por urna Inr-
rente-
Ncste momento, as tropas federadas, a milicia tk
territorio disputado, a dos dous estados xisinW,-
(Kentucky o Illinois) eslo acampadas no campo
da balalha do Kansas. Ellas vao operar ilabeixo
da mlluencia, e pelas orden do governo federal.
Qual ser o resultado Sulloear niomanunea-
mente a guerra civil no turriiorio, assegurar a ana
posse aos qne sao mais numerosos, isto laj, aos
partidarios da escravidao. O Kansas pod-. pois
vir a sor um eslado que soffra eneraros, e p. lo aot-
sahomo do espirito do sul por termos taaisMo
iniiitos annos nos Estados-Unidos, estamos nmvcl-
cidos que elle quer a todo preco que o ansKassaae
um estado onde exista a escravidao. Elle c .rner.
porquo a California Ihe escapou em 1850, doqn.:
conserva 11111 profundo resenlitnento ; ella o quer
porque esle novo eslado restebelecer o equilibrio
poltico entre o sul c o norte, e bavera de hoje em
dame dezeseis estados livres edozescis onde .jxista a
escravidao,elle o quer porque a acquisicio di Kan-
sas completa e fortifica a sua posicio geogranhira.
Basta lanzar uro volver d'olhos sobre a arla para
appreciar o alcance deste faci.
Segundo o bil de Nebraska c Kansas he maio-
ria que ha de decidir, se a escravidao era admit 1-
*" **. E*Umm frnaJM, ce ,,
a maioria se -rouunciar no sentido aflirmitivo, .
he esta lambem aopiuiio de um american.. crm
quem disciiiiaraosa questo. Creio. dira Hlc,
que o norte ceder, reconliecendo quauto loria a
perder se o sul se aaparasse da Uniao. e o sol fco-
reco disposto para ludo.
Se o norte nao ceder, se com a enerva a o er-
guido particular a raca anglo saxoni. aja] reaolvido
a defender ale o fim o principio da liherdade a
causa da civilsimo ; sc csn disposto a delir a'in
vasao da escravidao no solo ainda virgem do Kan-
sas e a oulros territorios, entao podem sur-ir tees
acontecimentos que afeclcm lodo o futuro dos Ru-
tados-Unidos.
____________________________(Prwse.)
PAGINA AVULSA.
3DL* U!)2i*i8
e novembro, a K liarai da larde.
I
1 ~hC*",''no" ">"*' "la pai eteiloral, e se
tem liavuo pequea asilaroes,, sao ellas a- fimrn 4e
lar, isto he, deixava aos camponezes e cidadaos que "T, P'e,, niooae,.....e, hnnM-n de i,^H
viessem esiabelecer-se all, o direito absoluto de for-1 T^Jtr^TJ^\ZS?Z<2Z
marem sua constiluicao, de admitlirem ou rejeila- orvalho no immenso ocano,
rera sua vontade a escravidao. instiluicao espe- A* m*as eleiloraes das rresoeiias da cMade
csnlinuam na aporacito do Voto ; ns* ae |- de a-
bar de que lado poltico ela' o triamntM.
i..ii .i -___. ._ .. ... *
rera sua vontade a escravidao, instiluicao espe-
cial do sul.
Os representantes dos estados do norte, que pre-
viam e receiavam as consequencias desle direilo ab-
soluto .rtinhain se opposlo ao bil com estrema e-
nergia ; mas lodos os seus esbirros foram vaos.
Rengado o bil de .Missouri o substituido por
outro, o Kansas ficava abcrio aos emigrantes das
duas seccoes, e o escolla ou a prohihicao da escra-
vidao. sendo assim abandonada maioria popular
do territorio, a lutaentroo nortee o sul, mais ou
inunos viva, mais ou menos declarada no curso de
meio seculo ja passado, reanimou-se logo e com
maior energa, visto que cada partido compre-
hende porfeilamenle que sc iralava de'um inleres-
se de supremaca. Desde o anno passado que co-
meoou a emigrarlo. Urna mullidio de individuos,
do familias, de pequeos bandos organisados com
armas ou sem ellas, deixaram diversos estados do
norte c do sul para sc estabelecerem era o novo ter-
ritorio. :Nada disto violaxa os artigos do bil ou
da ronstituiso. Com elTeilo, todos os annos mi-
lhares de emigrados abandonan) as Ierras pobres ou
caucadas dos estados banhados pelo Atlntico, para
roniernrem a vida de trabalhadores na Ierras no-
vos o ricas do/az ,c(. ,p epidemia;eonVo^5 '.VleT. 'mZ
alas aproximava-se o momento das e'.cicoes dos fetire resultado,
membros da primeira legislatura, que devia cen- 7~ **"'alieiiiiw se he muilo cdifiraate ver qaiaa
feccionar as leis niunicipaes do territorio. Os mis- Z?'a. 2V """""'"' ma.ias res- e
sourianosdafron.ei,ar,entl,inqnie.ospeloresul- S"Pg"f^l .' L *f
lado, invadiram o territorio como emigrantes em oulros, em risco de erem pisado pM nan MMaVa m
numero do quatro rentos ou quinhenlos ; e no dia c"""< exhau-in de lorca, morrenslo l-a,.. h..
da eleicio, Gxaram a maioria no seu intoresse c c- lZ^-V.Uw......I* vm <***>*'- -
i., ". 11, P""-""de fossem rerollndo e sorcinTido er airfr
lc,eram urna legislatura rnmposta pnncipalmenle Iism, porque um mendigo nao rfnx. de .er .m mia-
dos defensores da eseiavaflao. da, e lem muiiu delle ja pre-iiU ao en uu -
Esta asfembla promulsou logo as leis o as me- l'v;",l,,s -erviro. Man r-., f mmmttfm d.-taatra
las em vigor no Missouri, (estado, mide existe a VT !''""^'>"'^"''""'''" '" l"1 '""-
. -- r-.... .... .. ,.,|nn,. Se he i
nem do paiz qoe se Uabalha. aquello lacle que per-
der dcve-.e resignar e afanar-ae, peron aten .
paiz r derrotado pelo entro que trieraplaee .aaaamaa
por amor do pan. em nome da canta nacional, e -
pnmiudo em toda -m plenilnde, a vontade uarte-
nal.
He em nome dn paiz qoe se trabalba 1 O resalla-
do, pon, da ren ,,,. perlrnre ai ao au.
Ouerermo carrejar eom as eonseqnrneiai .In
pleito, que ae agita em no-sa Ierra, he pirleiderm.-
una lourora em no.w entender. In ttotn prnrnra-
dor nao he n responsavel por haver um irimm.l ani-
qoillado a Cansa do aeu ron-lilumlr.
A iiusss ronsliluinle be a liarlo, e a iinic Irib-
nal que tem de jaalgar a oa causa, da qaal ota, e-
enrarregado, he a upinilo puldaca.
Ella .Incidir- se a narlo ganha on prr.le, sao
cum Iriumpho dos liberae, ou com a decreta de
conservadores, e vire-ver-a.
Vai principiar a obra da malrii da Boa-Vaate ;
a pem.ola qoe recala ea obra de Sania ncracM
he a din Vim ; vnmade ha mnila da parle des sen
enrarrezadu-, ma voutade, em tac ca-o aena e
imiiierurio he relogio sem e.n-da.
Acha-se salvo do perico de vida e prefeewr A-
lexandre.que nnliciamiM arhar-e cravemenM enfer-
mo dn cholera ; o Sr. 1H- ilam ... sea nardo am-
lenle, pude conseguir a rerelo com a aptdirarle da
agua fra, melhodu este emprtgade por S. S.. ta-
ranle a epidemia, com o qual oblse Isaan 1* eese-
ddas em vigor no Missouri, (estado, mide existo a
escravidao), c entao romecaram do lado do parti-
darios do free slale as recriminar;Oes, animosida-
des c os preparativos para asscgiiiarum-sc da su-
perioridado do numero e das probabilidades da vic-
toria.
Seus adversarios nao dormirn) sobre o sur-esso.
Circulares dirigidas pelos dous partidos nos diver-
sos estados pediam com instancia homens, dinliciro
e o maior zelo para organiar corpos de emigran
tes.
Acordcm os estados do sul, diz urna dallas,
emanada cm marco de 1856, de urna commissao
especial formada nn Missouri, o sul nao durma !
Trata-so da defeza de suas iostiUiictias, de seus in-
leresses os mais charos. Ajnnlo -o dinheiro para
pagar-se a viagem dos anigraMas ; venhan m
plantadores com seus cscravos! lio da maior im-
portancia ler forcas suflicienies para a eleirao. nm-
tem lugarcn outiibro prximo. So o sul he in-
capaz de conservar sua posijao, nido ei per-
dido
Os partidarios do free slale, lendo ncebido re-
[8l Discurso de lord Palmeral.....I I-' de inain de
lK.il. Ileixu-lhe o cuidado de expbrar a rniina.lir-
r.lo enlre as uas pal.ivras de hoja e a expesifle fei-
la por lord Minio em I8W, qoe foi untada poi lodos
os ornis.
va de /'/in- rnearvaeos.
.Na ra \elha eslava em urna desate n.anh..a-
aquereiidose ao 10I. a atan Mata da roa, n, pelare
cadeliiiho ; paaaaraa um uvaMnaa ; rannelan er-
gueii N c Uno : a ca\alleirn aliruo -,1-re elle ce-
vallo que o esmagno debaixo do p,. Ki .,I, nan
jumcnio um ravallo inallralan.le nm cadeanake '
l'aia lodu, ,. -iiiin.iin dizer, ha gente, e aMIa ae-
lira !
l)eejamo que nlgiirm reinprehenda larna es-
tes analos,
Ouem len Man* de \idrn n.in jeja pedra lias do
vi/inho.
.Maraco n.lo olha ara -ro rabo.
A r-po-.i tanto fu n., lem.-.n-.que 11.1 dcmin-.^inae
vai a 11H--.1.
Ooein dn o que quer. onve a que nao qner.
l.lunii IheavtsaaM sii.i-u he.
1.1 exli'iinr dn icreja e ronvrnln dn l'anne raa'
lomando una linda e elegante \e-lidajaa ; ai nate-
crinlo oulr.i e.iii,. .. r ,,lr |,ni|,|.
KI.KIIOIIKS \>\ 1 |;|,,,! |;/|A M > \/.\M III
II--iilirr,-. Valsa-.
Dr. JoM Maria aaMaaaSI \eiga 1'es-a.a mi
li-nriiir-rorniiel Nl.inoel Carneiro tjaak-anti de
Alhiiqueiqui- I.renla MI
l'adre I ranci-co linedr I erreira de Brile KT-'-
K-rrivao Ignacin Vieira He Melle KT
l>r. Jereiivino Saleado de Gateara Arriis a,
ieneutr-iorunel J-, i;iu-u ,.e Olaeir Jn-
111.r vj,|
f.apil. o Jo.,- Oihral de (Hi.eia Mello SC
Hilo liii:o \ i-llm latalraiili de Vllaupirique H'aM
Earrix ta Inaquim throdoriro de Alliaqnaique
.Mar,1111. -1 .
*
MUTILADiT
ILEGIVEL
- .


01*110 II PKBtt&BW SATBAD' I 01 NOV M'RB 85 I86
39
821
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2.I
210
233
215
215
208
2o:
CapilAn Manuel do Reg Cavalcanli
Paira /.efenno Dornellas Cmara
Capitn Antonio Lourenca Tavares d* Alba-
qaerque
Alferes Jone Joaquim Capistrano
Advogadn Benlo Francisco da Faria Torres
i'.apil.iu Jola Velho nrrelo
llilu Joaquim francisco Beln
l)r. Antonio de Hollando Cavalcanli
Capilao l'linio AusiHo Cavalcanli
Hilo Patricio Jos Hibeiro Jnior
Milu Vicente Cavalcanli de Albuquerque
Alferes Franklin Alves de Sonta Paiva
Padre Anlonio Harcellino Cavalcanli
lenle Custodio Jos de Souza Pinto
Alfere* Marlinho di Silva Costa
Capillo Sebastiao Jostjda Mendonc,*
Dilo Anlonio Manoel Bailo
Alfere* Manoel Joaquim llamleira de Mello
Capilao Jos Francisco Belra
lenle Francisco Xavier Brrelo
Dilo Francisco Cabral de Mello
Alferes llenrique I.uiz Pereira de Lira
Capililo Manoel da Trindade Becerra Juuior
Alferes Domingos Jos da Cosa Braga
Hiin Manoel Jos da Silva Cabral
Tenente Candido Rodrigues Manz
Hilo Vicente de llollanda Cavalcanli
Aderes Manoel Cabral de Mello Jnior
Supplentes.
Alfares Pedro Francisco do Oliveira Mello
Francisco de Paula Brrelo Coulinbo
Tenente Francisco de Paula Albuquerqoe
Alferes Jusc Faustino de Barros
Tenente Manoel Frauciscu Ja Malla Albuqoer-
que
Alferes Manoel Cabral de Oliveira Mello
Benlo Francisco Horneo
Amaro Gomes de Oliveira Coutinho
Jos Freir do Carmo
Alfares Frauciscu de Seabra Andrade.
Tenenle Joao de Araujo Cezar.
I .Menle Jos L-'.iu-liiki de Albuqnerqiie.
Tenenle Thomaz da Molla Cavalcanli.
Teueule l.eopoidino Saraiva de Mello.
Tenenle Joaquim Fraucisco do Reg Cavalcanli. 190
Alferes Eufrazinio Alvts de Oliveira. 185
Joaquim Jos de Souza Nev*. i:t:l
I.uiz (juedes Alcanfuradu. 130
Alferes Francisco Sancho Kibeirodo Amaral. laS7
Captldo Feliciano Jos de Mello. 125
Alferes Jojo Rofino de Abrcu. 122
Rnbino Cezar de Olinda Cnmpcllo. li'J
Antonio Francisco de Oliveira Mello. 115
Jacinlbo de l.emos Pessoa de Mello. 110
Joaquim An.elo Pereira de Lira. 107
Joaquim Francisco do Piado. 103
Manuel Gomes Itibeiro de Araujo. 100
Joaquim Francisco de Paula l.eitao. 97
Justino Marques Monteiru. 95
Joaquim Francisco Bezcrra. 91
Lata de Franca Cavalcanli. 91
Francisco do Reg Barrus. H5
Mainel da Cuss llenrique de Carvalho Jnior. S3
Jos Vieira de Mello. 80
Capilao Joaquim Zeferino da Silva Cabral. 77
Manoel da Silva GuiraarAes. ">
Jos Carlos becerra.
Jos Cabral de Oliveira Vascnncellos.
Anlonio Diniz de Albuqurrque.
Amaro Josc Lopes Coutinho.
Jos Feliciano Pereira de Lira.
Jos Camello Pessoa de Albnquerque.
Aulonio Luir. Pereira Palma,
Bernardino Jos Serpa.
Kellarmiiin Pereira de Lira.
Miguel Francisco de Arruda.
Demelrio Jos,Pinto.
P.i rn Anlonio Joaquim Buarquc.
l)r. Jos leronvmo Pacheco de Albuquerque
Mar n hito,
lioncalo Juse Lopes de Albuquerque.
Jos Antonio Jauuario da Silva.
Jeronymo l.eopoldino Araujo Pereira.
Francisco Xavier Coutinho.
Dr. Joao Das Coutinho dt Araujo Pereira.
Dr. Sinfronio Cezar Cootinho.
I)r. Jos Maria Cardoso.
Flix Manoel Correa Leal.
Major Joaquim Jos de Albuquerque Maranhao.
Francisco Xavier de Andrade.
I ruano Pereira de Araujo.
Vicente Gomes de Sonza.
llenrique Pereira de Moracs Campcllo c Caslro.
Dr. Fabricio Gomes de Andrade.
Alfonso de Alhuqiicrqiic Maranhao F.
Ignacio Pacheco de Albuquerque Maranhilo.
Malinas (ionealves Gueira. 1
Joao .Vives l. im -I!.i. 1
Francisco de Araujo Cezar. fi
Acadmico Jos Ignacio de Andrade Lima. 2
I.uiz Cosme Damin. >
.lose Faustino Marinho Falcan. 2
Joaquim Jos de Oliveira. 2
Francisco Val da Silva. 2
Francisco Itauha de Albuquerque IMaranhao. I
BLSITOBBS DA I HEGLEZIA DE PAo-
11'Ai.UU..
O Srs. Votos.
Coinmaudante superior l.ourcnrn Cavalcanli de
Albuquerque
Tencnle-coiorigl I.uiz de Albuquerque Mara-
nliAo j
Chata de eslado-maior Joaqun Cavalcanli de
.Albuquerque
Cap.ao Manoel Cavalcanli de Albuquerque
r. Manoel Teixeira Peitoto
llr. Francisco Brederodn de Andrade
Dr. Joaquim Editarlo Pina
Dr. Chrislovitn dos Sanios Cavalcanli
Capilao Manoel Thnmaz de Albuquerque Ma-
ranhilo
Vigario Jote Kiilinu Gomes Pac.li.eco
Padre Anlonio Domingucs de Vasconcellos Ara-
gao
Capitn Chrislovao de llollanda Cavalcanli de
Albaquerqne
Capilao .Icio Cavalcanli de Albuquerque
Capilla Alexandre Barbosa da Silva
Capilao Anlonio de Barros Correia
Cipitao Francisco Brasileiro de Albuquerque
Capilao Antonio Joaquim Camello
Alferes Jcsuino Domingoes Cameiro
Tenente Jos Jauuario Alvares Ferreira
Joaquim Francisco Delgado de Mello
T mi.ole Jos Rufino de Sal Kamos
Manoel Ignacio Cavalcanli de Albuquerque
Alexandre Barbosa da Silva Jnior
Pedro Alesandre de Mallos
Alferes Antonio Pereira do Kego Lima
Alteres Jos Garca de Souza Kamos
Tenenle Jle Auaslacio Camello Pessoa
Anlonio de llollanda Cavalcanli de Albuquer-
que
Tenenle Anlonio Bernardo de Motira
,ln;i.) Caraeiro da Molta Silveira
Alferes Jos Coelho de Mello
Tenenle Manoel Joaquim do llego
Flix Jos de Oliveira e Mello
Joaquim Cavalcanli Becerra
plenle para a dar, e o processo eleilor.il marcha i
sero tropero. Quem qoer quo sejam os eleitos h3o
de rninpreheiiiier que vito rcpresenlar um povo una-!
nime em querer o progresso na orden, o inelhora- I
ment de ludo dentro da consliliiicilo. Cala jiii !
podera' entender o progressi de um modo difleren-
le, cada um querera' dar-lhe um impulso mais ou '
menos rpido, mas lodos o quererao denlru dos li- |
railes da roiisliluicao, da ordem e da lei.
A npuracan de San Jote conclu-te boje, sendo a
victoria a favor dos conservadores. Na Boa Visla
em rento e tantas cdulas apuradas ha una maioria
de 30 pODCO mais ou menos a favnr dos conserva-
dores. Em Santo Antonio esta pouro adiantada a
apurarao, e si se v (pie a victoria he bein disputa-
ba. A batanea alada est ouroe lio.
Tem apparecido quesles relativas ao recebimentu
ou nao de cerlas cdulas. S. Exc. lem dado doci-
(93 soes que lodos receben cm rtspeilo. O Sr. chefe
de polica iucansavel e austero apparece onde se
reccia algum conlliclo. A iinparcialidade, recudi
eliiintva dasuas onlens e docises Ihe grangeam o
respeilo c a eslima de lodos, e coin estes vem a obe-
diencia.
S. Exc. n Sr. presidente continua no cu Iraba-
llio de lodos os instantes, e o expediente entra sem-
pre pela noite, licaudo lodos estes das ale larde em
palacin o Sr. secretario, e dous empresarios da sc-
crelaria, que se revesam. Todos reconhccein que o
secretario tere preciad a S. Fixr. o auxilio valioso
de sua lealdade, amor ao Irabalhn, e intelligciicia
com dedicarlo e zelo.
As noticias das freguezias do fra sao lodis Iran-
quillisadoras. O Inim espirito c o amor a'ordem
prevalecen) em lodos os pontos de nossa bella pro-
vincia.
SEGURO CONTRA A HOKTAL1DADE DOS
ESCRAVOS.
I
Existe un Brasil nm cancro, que devora a riqueza
publica, lie a mortalidad* dos cscravos, Palz emi-
ncntcnieiile agrcola, desile o priuci|iio da nossa ton-
ilaciin, quizerain os primeiros colonos esldbelecer a
gricullur.i obro a escravidao : ou os indios a que
se oppuiiham as onlens religiosas que vieran missio-
nar na nova colonia, ou os prelos de que j abiinda-
va Portugal de*.1e nwiado do Seculo anterior, lia |
tres seciilns fcilos oxide na nossa proviocia a aera-
vidao dos prelos, pori|iic ivI.mih.I-. II. SooUiey na
sua historia do Brasil | i fado de haverem os Caves i
poslo cerco a feiloria de Iguarass, amia em vida" de I
Duarte Coelho, dase que a guarnirn quo deflendia
aquelle eslahelecimenln, se compunha de 90 porlu-!
guezes e 30 aeraros Hgrot, prova de que, desde os I
primeiros esboces da nossa colonia, fui a rafa frica-
na roudemnaria a lodos os Irabalhot iuherenles ao
Olo, aqu e por toda a parle du Brasil.
' elT'ilo, du as raines hava para a mporlacilo ;
de cscravos prelos no Brasil, a prunera eia aldea
talvez eiacla, de que a raca africana era a unica que |
poda resistir, sem graves inconvenientes, a lodos os |
rigores .lo rlima, e a sesunda, que o producto do '
Irabalhn de um nesro naquella poca exceda em ;
ponco lempo, nao a juro do seu valor mas ao pro-
prio capital, que liana castado. Forro o valor do
escravo ao cali i deum anuo ou anda de dous, riahi
por liante ludo ora lucro, e por consequencu bas-
tava que a vida media desses iofeltaet regulasso por
cinco annos, para que o colono pouco se imporlasse
con) a sua inorlo, ou esla Hiena oaoaatfa o menor
prejuizo, porque poda subsliluir com facilidade o
instrumento, que a sorle acahav.i de quebraren) snas
mlota
todava cumpre confessar, que entre lodas as na-
s que fundaran) colonias na America, foram os
porluguezes usqne mellior Irauvain os escravos, e
por isso era lamben o Brasil aquella que maior nu-
mero de cscravos poania a lins d seculo pasta du.
I ara ialo temes o to*lemunho irrccusavel do celebre
abbade Correa da Sorra as suas Keerea;es philnsn-
phicas, ello assevera que om I7S o Brasil possuia
ja iiiiIm e meio dp escravos, o que nao era de es-
tranliar, accrescenla anda, pnrquu as inslituires e
talvez oscn.tumes favorcciam parlicularmenle i pro-
pagarao dessa rara nu Brasil. Ora nesse poca os Es-
tados-Lnidos poamittn melade daquidle uumero. e
toda a America hespanhida junta nao excedera o
total, tem cheaaria a tanto ; as Aulilhas eolio, a
eiccpro da parte francas* da Iba de S. Domingos,
Uabmi poucos escravos, al metalo porque nenhama
se hera anlcaalado anda, por suas producrOes co-
- cabo francezou Main.
75
71
7!
32
38
23
23
>>
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is
11
12
12
11
II
1(1
10
10
10
9
9
9
9
8
8
8
8
8
dos enterramenlos. A cifra dos escravos enterra-
do* naquelle remlero foi de mais de dous mil, o
que encheu de assombr a inda aquella capilal. O
fado por extraordinario tai explicado, dtaenda-te
que mullos senhores inandavam |iara o hospilal seus
escravos moribundos, para se liberlarem do Irabalho
du enterro na ciqade. Todava foi ela urna lira
liara (o.os aquelles quo emprecavam seus capitaes e
toda a sua fortuna em um objecto lio pereredeiro
como o cscravo.de qualquer cundir que foste.
Esle c oulros fados de igual ualu'reza provam ex-
buheranttmentp. que a vida media do eseraTO esla'
milito aballo da do homom livre no nosso paz. e
que por um mlculo razoavel ella nao pode ser ele-
vada lia mais de vinle anuos. O que observamos
no principio deste Inoo em Pernambuen durante a
pesio, e o que se paiton na Babia c un Rio de Ja-
neiro, provincias nade t esrravalnr.i he em milito
maor coala, deve convencer-nos anda mullo mais
de que nao ha nada mais precario entre todos os
bens da forluna, cuino o capital empresario na es-
rravana. Alma* ornaos declararan!, por informa-
ees oblidas ollirialineule, que ni na provincia do
Bio de Janeiro, perecern mais de riez mil cscra-
vos, e se a morlalidade na Babia foi mulo mais
ronsiileravel, he de crer que fossa muilo maior sua
parda.
Ou.inlo a nossa provincia, sabe-se que be tima
das de primeira ordem, quo menos csernval ira con-
lra; ella nao fra alimentado pelo contrabando
durante esse lempo do inlerresuo da lei de 7 de tio-
vembro, porque a nossa popularan qnasi luda re-
pellia esse trauco infame. Hoja qnasi lodo o ser-
vien exlcrno he feilo por genio livro, que pouco a
punco vai subsluindo os escravos ven lirios para o
Ulterior uu para nulras provincia*, on morios. Sem
embargo nos Ires me/es de fovereiro, atareoe abril,
enlerraram-se no ceinjlerio de Sanio Amaro 87u cs-
cravos, telando consta rios mapptt taortuariot man-
dados imprimir pelo ariininistrador riaquelle cemile-
rio ; mullos eageahea licaram ric fogo morto, por-
que perdern) toda a sua fabrica, e pode calcular-
se sem mcrio de erro ou de engao, em mais de
seis mil eicravos rnurlus em toda a provincia.
Calcule-sc o preeo do ca la escravo boje, o veja-se
quanlo nao sera fatal a nossa agricultura a perda de
um valor lo subido, arrancado por assbn dizer ao
capital productivo, que forma** parle da riqueza
publica. Quintas familias nao licaram redaridat
o- paulo-1 mizeriaoom a morte de escravos, do cuiot
soiveose lucros se inaiilinham. lina cunhecetuos
nos, om OlinJa, |oe de cinco escravo* que | .-na.
nao lite finiu um so. Eis ah o que lio a esclava-
tura no Brasil, c o que seria par. o futuro, se c go-
verno, ameslrado pela experiencia e ajuriado pelo
bom-senso do povo, nao desse o golpe de romitarre,
que decepou a cabera da hydra, acabando com o
conlrahandu on cum esse roinmerrio dlicilo, que
devorava a nossa fortuna com corrompa lodas as
fonles do unsso Irabalho.
Sem embargo temos anda muilos escr; vos, e a
soa cresrenlc propagarjAo promelte conservar a es-
cravidn por muilos anuos, alo que molbnres lem-
pos nos faciliten) meies de arbannos rom olla. En-
trelantu como remediar o mal, que l.ao graves per-
das acarreta lodos o riias ? So um meio. isto he. o
seguro da vida de escravo por una gamma que nao
soja superior a Ires pnr cenlo ao auno do valor se-
gurado. S urna compauhia, que pnr ineio de ac-
cinnislas podaste reunir nm capilal taflicienle para
abracar eu grande escala um vatio campu de espe-
culara, i i|..recen,! i tolemnet garantas aot dono*
dos escravos c aos mesmos aceionislat. I'elzmen-
le exisle e-la oompaallia ja monlada ha mais de
dous annos, no Itio de Janeiro, r. traa-se de csla-
belecer nina lilial em Pernambuen. com as mesmas
garaulias e debaixo das mesmas condices.
Cumu vai demasiado extenso esle artigo, reserva-
mos para o segainle Iraln das vanlagens que a
I Companhia Previdencia n offerece nosa pro-
vincia, dos seus estatuios, calhesoria dos sesuros, e
de oulras condirOes igualmente vanlajosas para os
donos dos cscravos e para a mesnia companhia.
II'.
&#mi n
920
910
911'
910
910
910
910
910
910
910
851
851
851
813
812
812
Sil
835
S33
831
829
Sl
829
82li
822
821
810
899
806
801
802
RESULTADO DA BLEICAO' A FKEGUEZ1A
|DBS. JOS' DO RECIPE.
Os senhores. Votos.
Manuel Josrj Teixeira Bastos.
Tenenle-coronel Joaquim Lucio Monlci-
ro da Franca.
Joo Jos ilo Moracs.
Manoel Ferreira Aecioli.
Manoel Joaquim Ferreira l'.stovcs.
Jo3o Francisco lte;is los Aojos.
jnuquim Pedro dos Santos Be/erra.
Anlonio Moreira de Menilonca.
Joo Soaresila Fonseca Vellozo.
Francisco Baptisla de Almcida.
Joilo de Brito Coirn.
Vicente l.icino da Cesta Campello.
Joaqun Francisco do Helio Santos.
Manoel de Almeida Lima.
Filippe Santiago Cavalcanli do Albu-
querque.
Manoel Fonseca de Medeiros.
Jos Carlos de Sou/a Lobo.
Jos Simplicio do S Esteras.
Miguel Jos da Silva.
Antonio Conc.Ivs Pereira Lima.
.los francisco Rento.
Joaquim Jos Tavares.
Joo Francisco Bastos do Oliveira.
Supplenlen.
Os senhores.
Francisco Antonio das Cbagas.
Ilomelerio Maeiel di Silva.
Inuoceticio Setalico de Assis Carvalho.
Padre Albino de Carvalho Lusa..
Anlonio ila Costa liego Monlciro.
Domingos do A/cedo Coutinho.
Manoel Camello Pessoa.
Jos Francisco de Souza Lima.
Jos Verissimo dos Anjos.
Francisco Antonio Pereira do Brito.
Antonio F'rancisco vlaas.
Antonio Bmigdio l'.ibciio.
Tiburcio Valeriano Itaptista.
Francisco Joaquim de Souza.
Joao Joaquim de l'iguciredo.
Itaxi miao Francisco das Nevos.
Jos liayinun lo da .\aiividadc Saldunha. 215
Jos de Freitas Barbosa.
Elias Marinho FaleOo Je Albuquerque
Maranhao.
Francisco ila S. M. Leal.
Manocl]oquiin de Souza Vianna.
Joo das Virgens Molla.
Braz Anin.o da Cunha.
.11 i- amanhSa.
Alo a rarla de lei de 7 de novembro de IS3lsanc-
rionando o artis.i 1 da convenran de 3 de novem-
brn de lS2(i, qne dcrlarou piraUril o commercio de
escravos da Cotia ri'Arrica, pode anda dzer-se, que
da vida media dd dez anuos para os escravos impor-
tados de urna certa ida le. Instavam ao agricultor
cinco anuos ou meta le delta vida media para saldar
o capital e a juro do valor da escravo ; dahi em di-
auto ludo era ge.nho.
Apelar porm do enorme contrabando, desenvol-
vido desde a poca da cilai'a lei de 7 de novombro,
ale a oulra de i de solembro do 18.50, que poz cobro
atlos esses desvos, o prego dos escravos foi aug-
mentado em urna proporrao espantosa, e boje excede
ees muilo a lodos os ralelos de probabilidade, re-
lalivaawale a existencia ou durara de um individuo
siijeito a lana* contrariedades romo o escravo na
uo-sa Ierra, urinclpelttjeot* os que so empregau nos
Irabalhos do campo.
I Qul be pois a vida media da populacfio tscrava nu
Brasil ? Ni havenrin urna eslalislira cmplela entre
us, torio o clcalo que pstame* [azer nao ptttara
rie arbitralio ; sen embarso. fazemos um esforjo so-
bre nos mesmos alim de d.r o maor grao de c*r-
leza as nosas conjecluras a esle respeito. Na Europa
ha pouco mais de um seculo, a vida media dos
pnvos collocadot nos climas mais felizes alo pas-
sava do 23 anuos ; ailribue-se e>la certeza da vida
humana a m >rlalidade dos ere' nc.as. O prosresso da
cmlisacao ehrlaa lem remed do em grande parte
este mal pelos cuidados as-iduos empregados pelos
governus e pel*t attoctacioet de caridade em favor
dessa classe desvalida. Seja porcm u que for, o cerlo
be qoe boje a vida inedia em alguas povos do norte
se eleva a 33 anuos, c em ootros du meio da nao
baixa de 25. Qual ser* a vida media no Brasil ? Co-
luquemn-la n meio termo, isln he, 29 ou 30 annos,
e eremos quo alo andaremos muilo fura da ver-
darle.
Mas no Brasil lentos duas rlass-s mili distinctas, a
livre e escrava. Se a' primeira podemos applieai
o calculo rie probabilidade anlerinr, nao assm a se
cunda, ioteiraaoale fra das condjies de existencia
riaquella. Ainria inesmo entre a popularan escrava
ha urna diflarenca nolavel, isto he, escra'vos impor-
tados da costa d'Africa, c os nascidos no paiz, quer
puros, quer niliridos. Para que a existencia rlus pri-
meiros.ouriosafricanosimporiadosseja bem avahada,
cumpre saber que o seu principal merccimenlo con-
siste em una Constitae3e ja' feita e robusta, e por
consequencia na idade de 18 a 30 annos, para que
sejam procurados e ven lirios com provcilo. Nessa
iriade pois ja' ella* lem alcam-ido uu excedido o ler-
ino medio da vida.
Sabe-se que os afrranos Irazem comsigo o serinen
( para nao dtttrmoa o virus ) de mudas molestias,
que Ibes sao peculiares, como a opblalmia, as sarnas
as bobas e oulras empees cuianeas. .Nessa idade
em que elle* sAu mais procurado!, e lem mais valor,
he justamente quando as paitOM lem mais energa e
ilesenvolvimeulo, om cujo caso Boalalt* 'desojo de
vollar a patria lerna-te pua elles urna muleslia
grave e de conseqiiencias funestas. Se o amor Jo
solo em que nascen, se a lemhranca da ramilla, c
rene a pastagem rpida do estado de liberdarie sel-
vagem para o rie oscravriiln, redobea enlflo a nos-
talgia, e o desojo da morle he o nico lenitivo para
suas e-peranras malograda-. Iteuiii ludu islo os
primeiros rudimento* rio nina eriucaru barbara,
porque nao calculamos com a poucn'romprrhen-
sAo do africano, nen com o seu embruleeimenlo
natural, neo com as difllcaldade* inherentes a pro-
nuncia de ama nova Imgoa que Ihe queremos incu-
tir palos ouvidos. anles |quc pelo pensaniento. e ve-
ris qiianlos ele.nenlos rie desgoslo, de odio, de aver-
4o a' vida nao creis na alm. desse infeliz destina-
do a perecer entro vossas niaos.
Obrigados a um Irabalho forrado e conslanlc.'nan
ha para e cus ou moraet, porque alen du rigor com que sao
Iratadus, de barbaros e vilenlos castigos, silo pela
maior parle mal pensados. Viven ordinariamente
em pusiluas insalubres, comem mal e dormem mui-
lo peior. A um alimento Insalubre accrescc mor-
tal vezes a poura quanlidade ; mal venidos, sull'rcm
os rieores das esiaes, que para elles sao oulras
tantas tontea le nndeslias. Quando doenles, orcul-
lam os tolTriincnloi iiorquo ou uio silo acreditados
e*eqoeixtm ou to amia mais maltratado*,'o*
verdadeiramenle abandonados sua triste sorle. A
idea do Irabalho anda ligada, a* mor parlado* te-
nliores, e irida da escravid,, u como esla he per-
manente parece-Ibes que o irabalho nao deve cessar
se rom a vida du escravo. A probabilidade,
poli, da vida media do escravo entre n* e-li em
muilo menor escala ,1o que a rio hornera livre.
Os c-cravos ciioulos esla snjeitos nos mesmos in-
conveuieutes que os Africanos. S^ nasceiam no
paiz, c nao coiibocerain na infancia o esladu rie li-
herriaric selvageni detlet, ido militas vezes arranca-
do* ao seio rias familias cid que so rrearam, rio re-
gsjo rias mais e rio lugar on.le passaram a infancia,
e vendidos para oulras provincias, de-linados a ou-
lnn' serviros, quasi sempre peiorand de condicra.
No estado de alrato cin quo anda permanecemos
em lo las as industrias, o esrravo laz o mister de ma-
china ; e lodo u torneo brar.il, por pesado que soja,
Ihe lie destina.lu como a nma besia de carsa. para
prova do que acabamos dMizor.bisla olhar para es-as
prancbas longiludinaet, sobre qualru rodas mper-
feila-, chamada! carros, e puxadas por qualru in-
l.li/.s, fazendo inaudilns ettoreo* sobre o peilo; ou
ve-lus earresidot de aaormet pesot sbreos hom-
bros cu tobrea cabera, como te fossem verdadeirui
aulomatos.
fitACA DO RBCIFE 7 DE NoVEMUHO AS 3
HORAS UATAKDB.
Colarnos ofllriaes.
Deseoulo do lettras de 2 mexe*7 \\Z ~ ao anuo.
Cambio sobre Londres27 d. 3|t GO ri|v. a praz.
rrctrir.o ItfbUliuni, prisrieiiie
/'. Borges, secielariu.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 3|.
P.iris, 3i.
Lisboa, 9S a KM) por % de premio.
Rio de Janeiro, l|2a I pur 0|o a 15 e 30 das.
Acres do Banca, &a4 de premio.
ii companhia de Beberibe $4)000.
companhia Prrwiinbucana ao par.
o Ctiliriade Publica', .li1 por rento dt premio.
ii Iiideiniiisadora. j2 na.
a da estrada de torro30 por 0|o de premio.
Ilisconlo de Ieitras. de 7 a 7 l|2 por 0|o.
Uilo do banco7 a 8 por 0|n.
()uru.Oacat licspaiihola<. .
Moeda de r-'ilK) vellias
fistol) novas .
iyouo. .
I'rala.Pal......M brasileiro*. .
Pesot columuari ;.. ,
mexicano^
289 989500
. IlijIHK)
. ItijOOO
. 93000
. JSuOO
. -2 1S8I0
gratas, de i31 toneladas, capililo Jos Ignacio Fer-
uaniles Jnior, equipasem H. carea 6,900 arro-
ba* oe carne secra ; a M>nnel Goucaltes ria Silva.
Perlenre a Peruambuco. Passaeeirot, Jus Nelto
da Silva Das, Francisco da Silva F'aras.
Liverpooli| diat, hrigue iuglez aOdena, rie 2S(>
toneladas, capillo L, llruce, eqnipagem 13, carga
fazenda; a Johuston Paler iV Companhia. Per-
lenre a Liverpool.
A (icios si/u'/ns no matnio lia
Terra NovaPatacho nglM Koloolaha,etpiUo ll-
cbirri C. Ma\s, em lalro.
Liverpool pela Paralub -llrigue Ingle* (Titania*,
eaplldo F. Jaimes, carsa [lorie di que liouxe o
ltiro. Passaseirn, I.uiz Leopoldo de Franca c
Mello.
BahaIliale braiileiro Dons Amigos, capillo
Jos Anlonio .ie Azevedo, rarga millio c mais ge-
nero. Passaseiro. I.uiz Rodrigues Nunes.
Liverpool por .MreloBarca inglesa iiOberona,
capillo llenry Pesrce, carsa bacalhdo o asaocar.
Pa**ageiro, Foiter Nash.
Terra Novallrigue inglez fMcrcurjo, capilao John
Box es, em lastro.
&0*C*,
O lllin. Sr. inspector da thesoiiraria pro-
vincial, era cuniprimcnto da ordem do Exrn.
Sr.' presidente da provincia de ^7 de corren-
te, manda (azer publico,que 110 dia 20 de 110-
vombro prximo vindouro, perante a jun-
ta da razenda da mesma thesouraria, se ha
de arrematar, a quero por menos lizer, a
obra da ponte do llrumzinho na estrada do
i'ao d'Allio, avahada em 8:030/u0.
A arremstacSo sera' feita na forma da lei
provincial n. 3i3 de 15 de jnaio de 185i, c
Sb as clausulas especiaos abaiso copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
tnatagao coroparogam na sala das sessOesda
mesma junta no da cima declarado pelo
meio-dia, competentemente habilitadas.
E para constar se mandn allixar o pre-
sente c publicar pelo (Diario 1
Secretaria da thesouraria provincial de
Peruambuco, 30 do nuliibro de I85K. O se-
cretario, v. F. d'AnnunciacSo.
Clausulas especiacs para a irrematacjlo.
1. As obras da ponte do I'1 um/inho scrao
feitas de conformidade com a plaa o orr;a-
mento approvado pola directora cm conse-
Ihoc aprcscnlado a approvacSo do Exm, Sr.
presidente la provincia na importancia do
8:030/
2. O arrematante dar principio as obras
no pra/o de um me/., o devora conclui-las
no do cinco mezas, ambos contados na for-
ma do artigo 31 da lei provincial 11. 386.
3. O pagamento da importancia da arre-
matarlo realisar-so-ha cm quatro prcslaces
iguaes; a primeira depois de feilo o primei-
ro terreo das obras ; a segunda depois de con-
cluido o segundo lorc.0 ; a tonaira depois
do recebimonto provisorio ; e a quarta de-
pois da entrega dormitiva.
.t- Para tildo o mais que niio sn adiar de-
terminado as presentes clausulas ncm no
orcamento, soguir-se-ha o que dispc a lei
provincial 11. 286.
Conforme. O secretario, A. F. d'Aiinun-
ciajao.
3^;io ile Janeiro.
St*sae rom mui.i l-iv !a.,< o hrcue I.iber*!*.
por icr metiiilu i\n carg tratada ; para o rolo, pus-
sjijfjros e Hfravoi a frle, trnU-M com Caetaoo C>
riaco da C. M., a lailti il (.urpu Sanio n. 2".
'ara o Mara-
nhao
>tta&:$>
segu com mu ta brevidade a barra lilil-
LHANTE, tem a bordo a meia carga que
Iioiinc do Rio deJaneiro, e aqu alguma
prompta : para o resto que Ihe falta, tra-
ta-te com os consignatarios Novacs xV C,
ra do Trapiche n. ~>\, ou com o capi-
lao, na prara.
de Jaueii'o.
Segu con brevidade o bem conhea-
do o veleiro briguc FIltMA, capilao Ma-
noel de Freitas Vctor, lem paiieda car-
ga prompta: pira o testo, liata-se com
os consignatarios Novaes & C., ra do
Trapiclie n. -V, ou com o capitao, na
praca.
Kspera-se qualqner dia o brigoe hrasileiro
'(l,e;io viudo di Parabiba, eteaoira' un menino, oo
no da immediatn para o Rie de Janeiro; polerc-
celier a frele esrravos trala-se iu> escriplorio de
Isaac, Curio St Companhia, ra ila Cruz a. i'.i.

COMPANHIA TRANSATLNTICA DE VAPO-
RES SARDOS.
ti vapor (enortt du 2,000 luuelailas, a hlice c de
torra de 3(10 estallos, saliiu de Genovt cm JO dcou-
luliro crrante, locando nos purios de Haraelha, Ma-
laga, Cdiz, renerire, e deve clienar aqu no dia 1
de novrmhro, e iegaM para a Baha e Kiode lanci-
ro no da 13. Os pi**agelroa que se diilinarentao
Rio da I'rala pastan no ltio de Janeiro para nutro
vapor da iiiesm companhia destinado a raset
aquella singan mentalmente. No I. de dezemliro
saliira do Kio de Janeiro o dilo vapor '.'.ennea em
sua volla para Europa, locando na llalli.i, e deve
cliegar aqu no da s c saldr' no dia ( a* huras
da larde em direiliira a S Vicente, Tenerife, Cadit
e denova. Recebe passaseiros para lodos ette* por-
lo> o lamliem para Uiralha, para oque lean os mais
bellos rommodos, exrellente Iratamciilo ,1c mesa c
cama, bnm me.lco, botica e giamle iiiinicro de cria-
dos. O praeos dos passaseiros para a I!, na >'j pa-
lacoes, e Rio de Janeiro 50.
" abaixn attignidot, com loja de oarives na rna
ilo Calina n. 11, ronfriinle ao pateo da Balril e ra
.Nva, fazem publico, que eslao recebeiidocnnliiiua-
damenlu as mais novas obras de our, lauto
Q
AbFANDKxiA.
Kendimenlo do dia I a (i. .
Id*m do dia 7......
l
15:369*148
R3:402g094
33!
338
338
337
33U
335
335
335
335
335
335
334
331
33*
.".3*
333
333
333
333
333
332
331
32B
Votns.
252
251
251
250
250
218
218
218
2*7
2*7
2*7
2*7
846
2*(i
2*6
2*5
iV
2*3
243
2*3
942
2*1
larw i)c '4>cr>tambuct).
Recifc 7 de novembrq de 1856 as 8 horas da noite.
O processo da elcirao cootinua a mostrar o mesnin
prosresso que se nolou desde os primeiros das nos
habHM de urden, de tolerancia e de araenida-
de de nossos roncidados. As discussoes uascem e
eaham en paz. Si razio be que falla. Motilen)
aban apoellno para a lorc*. Discule-se com calor,
recebe-se com respeito a decisav de quem he cum-
Dcsrarregam hnjr S de norembro.
Barca harabargoezaJoanuamercaduras.
Barca IraucczaUlindadem.
lia rea Inglesayaiiphanlcdem.
Barca americanaIVaijgerhacalhu.
MPOHTA^A'O.
Barca iagleza iNaanhanlaa viuda de Liverpool,
consignada a manilesiou OKgUinle:
148 caixat e t33 lardos razendas do algodao, 35
dilo* ditas cerveja, 2 caixas livros e urna machina de limpar
lacas ; a t;. .1. Astlev & C.
50 caixas queijos, 10 dnas e 5 fardos fazeudas de
algodo ; a Isaac Cario A
108 Rigot, barricas e 3 caixas loma, 38 dilas e
12 lardos r.izendas de alaodao ; a box Brotbett A; C.
1,900 barras rom 10 toneladas de ferro, 27 ranas
c_!2 lardos fazendas de algodao ; i \. (I Bieber iV
Companhia.
2 caixas chapeos ,le ,0|, | i fardos (agendas de al-
godao ; a ordem.
.V. barrica cer\*ja, SO dilas manleiga ; a J. Pa-
ler s C.
3 Tardos lonas, 8 caixas fazendat de linho, l ditas
c 25 fardos fazeudas de tlgodao ; a Adamson II. i\
Companhia.
I0."> loneladas de ferro para a e-Inda de forro.
.r>0 barril manlciga ; a Saonden Broiheis ,\ ('
!l caixas chapeos do sol de algodn, 133 ditas e 15
fardo* fazeudas de algodao, lo caixas ludia de algo-
dan, 2 barricas loara ; a II, Goibson.
20 roldas e 50 caixas com 12 toneladas de chumbo .
10 barricas prego., i fardos lanuda*, de laa, 30 cai-
xas ditas de algodao c oulras ; a Paln Nash A; C.
3caita* razenda* e (apeles ; J. Kller A *'
O loneladas de ferro a I). II. Bowman Si .
1* caixas fazeudas de Un, 25 dilas e li Tardos di-
tas de algodo, de buho c inislos; a Suuthall Mello
cv Companhia.
(i!li barras c 152 fcixescoiu I toneladas de ferro;
a K. II. Wytll.
1 caxa b'iscuulos, S pretoolot, 21 qucjos; ao
capilao.
2 saceos smotlrat ; a diversos.
Brigoe nacional tAieorete tindo do ltio Grande
do Sol, cons'gna.lo a Manoel tioacalves da Silva,
maiiifestim o soguinle :
0,333 arrollas charque, .12 dilas sebo em pie, 2 e
meia ditas dito em rama ; a ordem.
UNSULADU UBRAI..
do fele de gneros importada* 3 a 5
CURRKIO CERAL.
As malas que lem de COndazlt o hrigoc escuna
iiLaura, com desuno aos porios do Maianliio c Pa-
r.', fecham-se boje (S; do crrenle, as 2 horas da
larde.
As malas que lem de eondnzira hiata brasilei-
ro Aurora, com deslino aoCeara, fecham-se boje
8i do correle, as S horas da larde.
se--'... :.:-.. .j-..- '.,! '...--...-.;...-'....'...-
O CONSELHO ADMINISIUATIVO- %
',' O eooulhoadiiiiiiisicaiivo avisa de novo, ?iy
;]? flue ft dia 10 do crrenle mes, he o dcsig- "'
Snado para o recebimenlo das propostas de ',
fazendas e mais objaclos, aiiuiinciados em ^*-
qP dala de 22 .ie ontobro prximo lindo. ^J
v".' Secrclaria do conselho adaiiaiiltalivo pa- f
';''. ra furi.eciinenlo do arsenal du guerra, 7 de !
\:f novembro de 1856.Bernardo Pereira do "'
J Carino Jnior, vogal c Mentarlo. &%
Lsos e eslylos coiumerciaes da praca de Peruambu-
co, collegidos pela Tribunal de Commercio respec-
tivo em coiil'ormidade dn arl. 21 do regulamenlo
n. 738 do 2i de novembro de 1850.
Pela venda de genero* enlraugeiros 2 a 3 por
cenlo.
dem i.lom da paiz 2 a 3 por rciiio.
' dem compra do gaac-m do paiz c saques 2 a 3
por cenlo.
dem dem e rcmessa de IHIrat de cambios 1 por
cenlo.
dem negociaran de ditos I a 2 por cenlo.
dem cobraoca de lellras a vencer 1 por cenlo.
Idcm idein i-iem venetdat 3 por cenlo.
dem dem de cuntas de alugueis de predios 5 por
cenlo.
dem idem
por cenlo.
Idein de consignacao de navio) de cabolagem, in-
clusive a agencia da rarga a frete 2T>5 a 1009000.
dem dem dem de Portugal 2005 a 3009000.
Idcm dem dem de oulrus paizes sobic o frele
2 l|2 por cenlo.
dem idcm idem sobre o frele agenciado S por
cenlo.
Idem adianlamento para o costar de natloalS por
cenlo.
Idem dem sobre o premio do seguro I 112 a 2 por
cenlo.
Idem idcm despesa de navios 5 por cenlo.
CommiMlo deleredere.
Pela venda de genero, de edita 2 por cenlo.
Idem idcm fazeudas inglesa! e oulras 2 a 2 1|2
por cenlo.
Idem dem fazendas francezas c allemiles 4 por
cenlo.
Idem idcm dem 2 l|2 por cenlo.
Pela venda de miudezas ."> por cenlo.
Idein idein sobre retiran desramadas I por cenlo.
Aroiasenagem.
Por fazendas nos armasen* do commercio 1 por
cerno.
Nos armasen* slfandegtdoi e particulares o que
niaicam as tabella-, ou pur ajiisle previo, pago por
trimestre pelo vende lor.
lio aitocar e algodSo he pago pelo comprador ou
exportador legundd lamben) as tabellas, uu o a-
justa.
Os embarques nos trapiches.
De gneros para bordo de navios a teaoil para
perla* nacionaei ou porlogueztt sao pagos pelos car-
regadores.
Idem dito para bordo de uniros navios para perlo*
eslrangeiro* tilo pagos pelos navios.
A cundiir.io para borda, on descarga de gneros
de qoaetqaei navios he por coala deste*.
is freles c primagaai de mercadonas carrejada*
porlo, s.in pagus da descarga pelo recc-
liendimenlo do da 1 a ti.
Idem da dia 7 ,
5:I13$79I
2:0029033
7:1159824
BIVERSAS
Itcnilimenlo do .:,i 1 a
Idem do di 7. .
PROVINCIAS.
ti .
Com lano- inconveniente*, que ameacam todos
os da- a exigencia do escravo, destinado* a Iraba-
lho* lao pesados, com os vicios inherente* a unta
condircao inteiraineiile excepcional, com um estado
tilo precario de lodo quanlo serve para mauler e
prolongar a vida, o esrravo esla sojeilo a um depe-
rccimenlo gradual, (aillo maisrapnln quanlo qae pa-
ra elle 0 fuloro nao difiere do passado, e a innrlc
se Ihe anlolh.i como o ultiiiin termo dos seos toffri-
menlos. I.euibra-Uns um fado curioso, em falla de
urna eilalistir.i murluaria, para protar o que acaba-
mos de dizer.
A Santa I. na da Miterieordil do Rio de Janeiro,
eslabeleceu, ha alguns auuoi, nm cemilerio na Pon-
la do Caj, para os pobres qae morreasen do seu
hospital, e 00 primeiro aano publicoa o numero
. 877j(IS
. 699390
9*79208
DESPACHOS DE BXPORTACAO PblA MESA
DO CONSULADO DRSTA CIDADB No IU\
7 BE NOVEMBRO Dl 1850.
OibraltafPatacho bamhorgnez Oteara, Saonden
Brothers tv C.impan,.ia, J.ilNl -neos as-ncar mas-
cavado.
BareellouaPolaca hetpanliola Amelia*, Araoaga
Cu Bryao, .>oo t......1. salgadot teeeua.
Porlo llrigue porlogaez 'iKsperauran, Barroca
Caslro, '.10 cascos ni'l.
Lisboaferitue portnEuez eSoberanoi Joo l'er-
nandes Prenlo Vianiia, li saceos gamma pol-
vilho.
xoorlacao .
Babia, hiale brasileiro bous Amigos, de lili to-
neladas, candozio o teguinle ; 1 caita carioes do
renda*, 18 vleme* fazendat, 2 ditos pregos de co-
bre, 2 dilos I loca, (I ditos ervadoce c coiniihos, I lli
ditos foijan, 1 dita eapanadore*, 1 dilo rezna de b-
tala, 648 dilo* inillio, 100dilot azeite de carrapalo,
50 ditos arroz.
I'iibrallar, patacho inglez Nota, de 2'('toneladas,
i coiidnzio o legainle : 1,150 saceos tocar.
RECEBEBORIA DB KKNBAS IM'i-.iliYtS (iE-
RAES DE PKHNAMBUW.
Itendimenln do da I a l 5:0669769
Idem do da 7........ 3679837
5:4349606
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendimenlo do dia I a (
den do da 7 .
6:3309727
1:9619727
8:2929454
&tMtwmte w potio.
.\ivtos entrndni no da7.
Rio Grande do Sol80 diat, brigoe brasileiro (Ale-
aste
hedor.
Nao lia prima;..ni para os portos do imperio, Por-
tugal e America do Sul.
Os enrardamenlot sao por canta do vendedor, ex-
rc|duainse o-do algodao que sao pagos pelo expor-
tador.
As marea*dosssecot de assocar sao feilas pelo
trmtienariO, ai das caixas de assocar o sacias do al-
godao, conro* e oatraa sao pagas pelo exportador.
Os carroles s3o pagos pelos compradores dos ae-
aerot.
Na venda do assnrar para os arntazetu da'-se dnas
libras por cada s.iccn para quebras.
A rSrinha vendida a bordo be medida com ratea-
ra ; a vend la em Ierra he com cogulo.
As laras de qoac'ipier vleme* sao verificadas '
vonlade do comprador ; as do azaite sao de 1K a 20
pnr cenlo conforme o tamanho e grotsura des caico*,
sendo o aalao calculado em 7 112 libras ; asilos bar-
ris de manleiga fianceza sao da 24 libra* iior cada
um inleiro.
As dos barril de manleiga inglesa 20 libras por
barril inlefro.
A Lalanca nu peta dos gneros he paga pelo ven-
dedor, exieplua-sc o do couroj quo he paga pelo
comprador.
Os prazos para os gneros de saliva regalara de
a s meza*, e para ai r*zendai teceaade s a 12 meets,
sendo realiado* par meio de ledras.
O sellos de leltrai alo ptgo* palo* saccadore*, ex-
cepliuin-sc o's dos de dmheiros a' premio, descont,
un d.nlo em pagamento de lellras je cambio, que
sao pago* pelos aceitante*.
Lellras de cambio sao Mecadas a lil) ou 90 das de
vista.
Sobre Londrtl da'-se 1,000 cortos por variavel
qeanlidade de dinhelres eslerlino*.
Idem Pars um franco dilo dilo res.
Idein Portugal lllll^lKIO fortes dito dilo traeos.
Idcm lltmburgo um marco dilo dito.
Para o calculo "dos fieles a lonell.ida dos dilleren-
tes artigo* he a icguinle:
Asancar em saceos 70 arrobas.scndo cm c.iixa mais
I.' por cenlo.
Couros seceos salgado* 56 arrobas.
Coaros verdes 70 dilas.
AlgodSo 28 dilas.
As pipas calculam-se por 0 l|2 barricas paran
tal.
Para alleiloa da'-se uas vendas de vioho e vinagre
I por rento de alialiiucnlo ; se ha falla he ella rega-
lada ntreos ronlrataiites.
's*v'4$4> H&9&.
Rio de iiciro.
Espen-te do Aun' o brigoe Imperador do lira-
sil, o qu.il depois da inflleiente demora para recabar
escravos a frele, seguir' pira o pono indicado :
a tratar com Manoel Altai l'.uerra, na ra do Tra-
piche n. 14.
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3 , -/> 0
h5 g.5 "OZ
O 0

s
eenbora como para humen* e menino* : os f
cantinean rasosvei*. crpts*am-*e contal com res.
poatabilidade, especificaade a quaiMade do 011ro de
I i ou 1S quilates, (cando usira sujeilos os mesuios
pnr qualquer duvida.Seraplum A; Irm.io.
Precisi-se de 11111 forneiro ; na nadara da ra
Direila n. Ji.
As pessoas que qu/.ercm mandar cosinbar em
nina casa particular lodas as qualidades de comidas,
dirijain-se ao becco do Carvaltio coufroule a um por-
lo.
Precisa-se de 1 011 .'! horneas porlugur/es que
lenhain pralica do aervico de campo.para se Ibes en-
tregar em grande sitio sobre condices aabjesaa :
a Iralar na ra do Qoeimtdo n. 21.
Precisa-se de um oflieial para concertar : na
loja de al faja le da ra Nova, esquina da ponle.
Iraspassa-se ama hvpotbeea ja vencida sobre
una casa lerrea na ladeira do Varadouro em Olinda,
cuja casa he moderna e lem grande quintal com op-
liino parreirsl, aqoal perlence se Sr. Anlnnio l'r-
reira da Silva lisia : quem pretender dirija-sa a
liernardino Francisco de A/.evcdo Campos, na ra
das Iriorheiras 11. 30.
?.'$ soiiiediide orthodoxa e litleraria
ij' Amor a Caridade, convido aos
|3 Srs. socios a comparecerem boje,
fp pelas ."> horas da larde, na ra
-;;: das Aguas-Verdes n. (>V, primei-
@ io andar.O escriv&o.
O Manoel Joaquim Sveira.
:'/''--;';>,--'5;'"--'--i r\^\r-.y\:,r.:,-^:r
o-u ..-,. ..--. ,- ...,..,... ......-...-...-
i lecita-sc olitcr inlorma^iies se existe
o Sr. Jos de Sou/.a Dias, vindo do lo
de Janeiro em ISVI ou IS: na rna dn
Cadeia, escriplorio de Manoel da Silva
Santos.
--Tcnilo obliilo 1300 subscriptores, para a
improssao de um volunte de minlias poesas, cujo
numero nesla capital enas comarcas (xceder de
2,000,resolvi ir a diversas provincias dcsle imperio
sgenciara venda de 20,000 exeinplarcs.para o que
consegui de mcu prendo o especial amigo,
0 roronel (iaspar de Mcnc/.es Vasroncollos de
Drummond, caria de abono para a cosa oommer-
cial N. O. lebcr o C ., que de bem grado c be-
nignamente se presin (azer a cncommenda em
Hamliurgo de 100 resmas de papel de boa quoli-
dado c do lamanlio do Diario de Peruambuco ;
e porque tenlio certeza de recebe-las por todo o me/,
de fevereiro doanno vindouro.odeva satisfacer im-
mediatamente o sen importe, suppohho que neiiliu-
ma duvida terao de proleger-me lo benignos subs-
criptores, adianlando-me suas assignaturas vis-
ta do recibo impresso, por mim assicjpado.
(Quanlo a harmona e cnlhusiasm de minlias
poesas, no Diario da 8 de agosto, deste an-
uo, foi publicado urna eaneao denominada A
rosa o o vatec brevemente ser impressa oulra
intitulada O juramente ; ento veris,
quanto lioapprehcnsivo e ouromoso aquelle que
nao cessa de erigir aliares virlude c de decan-
tar o sublime da belleza.
Conven, briosos brasileires c Ilustrados cstran-
geiros, que derramis subre mim o balsamo da
vossa protcci;rio,semprc dedicado s sacrosantas leis
da verdade, reconlieci no servilismo a mais funes-
ta origam da miseria ; lamben lenlio conservado
o met coracuo isento de ranear, porque so almejo
a emandpaeao c felicidade do.genero humano, do-
lado de sonlimentos elevados, nunca praguojei
contra os obstculos que lecm interrompido meus
generosos projeetos; porque, confiando em Heos,
nclle lenho depositado todas as minhas esperancas
cm prol .la hnmanidade. Um dia se dilatar para
mtm a esphera da ventura : c se forem inuleis
meus desvellos, a traquillidado de minba alma ser
o talismn de minha existencia.O bacharel Joau
de liarros Falcao de Albuquerque Miranlio.
-Vj Pnr motivo* imperiosos lira transferida
g) para satiha., .tr, ,| ep....i, ., ....lia. .,..a .\
^ devia ler lug-i ni Ihcalro de Sania Isabel,
\:f no da 8 lamliem do circule, pelo que se W
f-5 pede desculpa ais Srs. ocios r. convi.lados. j
f^ llccife 5 de novembro de USAOs di-.-
w redores, Domingo Aflonso Nerv Ferreira,
Joao Silveir. c Soasa, LcAt de" Carvalho ^
Paea de Andrade. --
18Vi Antonio Pereira Tvramno.que 'l Itlf lili
all as deitra, bem romo n'uina das casas fronteiras
da ento residencie interina d* in-fra--npu, fiear
um quarlo cheio de olenrilim do *ilm do i. .1 l-u.,
1 liar >o rtrros de mo, regadores, instrumento* de
ferro, escadas, Irsoiiras de rere., taita* de cobra,
caixas cum papis de forro de sala, ele, ele., caja*
deviam ser recehido* pelo curador I.mos Jann-r.
oa devem existir em dilos predio*. ,. que da ttsati
.tUun imdem iid devem ser arremaUdos, case, o gu*
nao he possivel, baja arre natinies a ditos predi-.
Coiisegiiinleineiile a infrascripta toro* solidaria-
nenie re*p* e .Nnvaes par 1,0- objerlos ou valore*. Recile 7 d
novembro d \ka,.~Barbara Maria da Silva Seia.
Sor vetes
Na rus do Collejiio, armtrtm n. 1 ">, de seganda-
feira em da ule, das II hora* a* >, loto* da* mellw-
res frurtas, com perreiclo e aeeio.
Coiupanhia do seguro con-
tra a mortalidade dosi os-
era vos esta be lee id a no
RIO DE JANEIRO.
CAPI1 AL 2,(IOO:IMMj,000.
AgenrUi ftWal de Vernambuco i:t rau do Crryo.
Pagar -se-lia sobre av*liar.io de l^tCCjStl r
mais ou menos em proporc,ao de ualro valor incla-
sive o sello da apolire ele.
liar idadet.
He I-2 ale entrar aos 10 annos ..loo por aano.
As rondiriics impressas podaran ser prtcarada* ao
escriplorio da companhia.
Uar-se-ha consullas gratis aos escravos seguras da-
0 para lo horas da iiianh.in. no encriplorio da n>a-
paubia.
LOTERA DA PR0YUC11
Corre sabl>ado 8 d< cor-
rente, pelas 10 horas da
mtiiliaa.
i5. .1. Iv/.'/iW.
A viuva de Manoel Caclanrt S. Carneira Slaa-
leiro nao se responsabilisa por qualqaer rooa qr ,,
pardo forro llenedilo, tone em sen nome, poi- *ata'
alsenle de su* casa desde o dia .1 de nnvemhr O*
corrente anuo.
Alusam-se 10 a I-2 escravos, que nao sejaea ve-
Ihos, paaain-sc bem e da-se o saslenlo o> prrK-ti -
denles dirijam-se a ra do lagundes, sabrada da nm
andar e solao, qoe (ai frente para a ribeara pri-
ve, que acharAo com quem Iralar.
Precisa-se de olliciaes de rharaleiro : na raa
larga do Rosario n. .1, junto a icrtl*.
O Sr. Dr. Jos Antonio de Saaapaio lam na*a
carta na ra da Medra de leo*, rmale** a. -JK.
LOl'EItlA O RIO l)E JANEIRO.
Resumo la e\traci;io dos pi-cmios la S-
loleria pira as oliras da -asa de cx>rr**c-
<;ao lesta corte; cm 17 de outubro
de I8.(i.
4(68
861
2831
476
Para o Araeaty
Por estes dias sahe o bem sonbeeido hiale nIn-
venclvel, anda recebe rarga : a Iralar com Mar-
tin* v Irm.io. na roa da Madre de lieos n. >.
Para o Kio Crande do Norte e Assu' saliira' em
poneos dias o hiale Anglica ; para carga e passa-
geiros, !ra(a-se rom Anlonio Joaquim Suer, la da
Cre n. 13, primeiro andar.
O agente Oliveira lara'leilao, pot or-
dem do lllin. Sr. consuf-dn Franca ncsta
ctdaJe, da mobilta, algiucas joias, cobras
de piala, espingarda, reloeio, e varios
oulros objectos pertcncentes a' liquidarao
da massa do tinado L. A. lioudouv, sub-
dito francez: sabbado 8 do corrente, a's
I (! horas da manltaa, na rasa onde residi
dito finado, ra das Pcraambucanas na
Ca punga.
Fon Brothers (aro leilao, por nter-
xcin-rio do agente Oliveira, de grande
percao de fazendas in;le/.as avariadas,
porconla <; risco de quem pertencer,
du grande sortimento de oulras cm botn
estado; segunda-feira I( do corrente,
a's 1(1 horas la manhia, no seu arma-
zem, ra da Cadeia do Recife.
Por ordem do Kxm.Sr. juit de direilo especial
do rominer*io, a' reqoisiejio dos administradores da
masa fallida de Nono Mana de Seitat, por inler-
vencao do agente Oliveira, o no escriplorio desle,
irao a leilao no dia sexla-feira, 11 do coirenle, as 11
lloras da manli.la, os seuniules predios pcrlencentes
a referida maata : I sobrado na ra do Aiiiorini n.
15, dilo na da Penba n. 0, I litio na asirada de San-
l'Aana [ChaeaB] com casa murada etc. n. 29, e l
rasas, sendo as de ns. ."i, (i, 7, H, 10, l:i. :il e :l"i ua
Cata Forte, eteit na campia'do mesmo lugar, e
um sitio lamben) na liir-a l-'orte com rasa parle mu-
rad : convfdam-se, porlanla, os pretndeme* a
i'\mu nal "ni aulecip.idanicnle os menciona.los pre-
dios.
Por Inlervenco do aaanle Vieira da Silva, no
seu trmatem na rus da .Madi do Heos n. '.',2, na
qoirla-feira, 12 do crrante, se lara' leilao de um
caix.Vi de casa de pedra e cal, silo na esla la dos
Ahlelos, com :10 palmos de fenle e 60 de fundo,
em um terreno de 200 palmo-, forciro, leudo diver-
ss Iruclciras e cacimba : os prctendeiites poden ir
ver o referido raix.io de casa e bemfeil nas qoe se-
ra' vendido cum as necessaras legaranea* a quem
mais der.
$ft>i&>$ SHt>et$od*
. AssoruciO TYPuGmpaici pirstsicika.
U primeiro aecreurlo faz scieule que hnje s ha
stttio.
Pelo juizi ils nrphilos dcsia citlade hcou lians-
Icrida a praca da ven la da r.i-a n. IS do sobrado de
dous andar.- ua rna Jos da Cosa do bairro do Ite-
cil'c, para o da 11 do corrente, depois da audiencia.
No da I i do corrente mes de novembro se hilo
de arrematar em praca pablica do hr. Dr. jais mu-
nicipal dt primeira vara, 10 escravos do casal do
fallecido coronel francisco Jaciulbo Pereira, por
execucao dos credores do dilo casal, e he a ultima
praca.
Koga-se ao Sr. Carvalho, retratista, o favor de
apparecer com brevidade no herr do Peixe Frilo,
casa n. I, segundo andar, que minio se precisa fal-
lll I.V-.
Alia.da malrit da Boa-Villa n. II, primeiro
andar. qoer-?e alagar um prelo que aiba Irahalhar
de envida e vender na ra.
scienle ao respettavel publico, e com especialidade
aos devotos, que a commissSo nomeada pela mesa
lem de reatejir ao Senhor I.....Je>ils dos Pobres Af-
ilelos, com sellenaro versos, os quaes serilo acom-
pinbadot por piano, Onde principio no dia !l do cr-
reme masi j e espera que os devotos concorram para
um acto lao honroso e magnnimo.O astil Be,
Joao M.irrellino Itbeirn.
O thesonreiio do patrimonio dos orphaos ler-
na de novameiiie tvitar aos foreirnsdo dilo patrimo-
nio, para que venham ou inandem salisfater o que
eslivercm a dever, aob pena de serem conslrangidos
a isso judicialmenle, visto ler espirado o lempo mar-
cado para diia eobranea. Thetaurttlt do aatrtstt
no dos orphaos 7 de novembro de 1H.V.I) Ihesou-
reiro, Joaquim lranci.ro llaarle.
Francisco Joe Ferreira Pires avisa a quem
ronvicr, que deixoo de vender epirilos narionaes
em um dos sPns clabelecimenlns da ra do Corredor
do Bispo o. IS, desde SI de oulubro do mes protj-
mo passado.
Ftigio desta ridacle do Hecire no dia segunda-
feira, 21 de oulubro prximo passado, o mualo l)i-
niz, bem condecido nesta cidade, aliara regular,
olhos Brandes, mualo de cor clara macilenta, falla
desciucid, lem ama hernia intestinal ou retan ;
levou chapeo do Chili usado, um dito de sol, grande,
de panno verde, um etchorttaho pequein : qoem o
pegar dirija-se a ra do Collegm n. 35, primeiro an-
dar, que sera' rcfompcnado.
-- O collegio da* orphatt silo na roa da Aurora,
precisa de nina eozinheira liberta ou captiva ;
quem se geiser engajtr ao dilo servico baja de se
dirigir ao dilo collegio a Tallar com a directora.
Preetta-te de nm* ama para o serviro de urna
casa : qoem quizer drija--e ao canl-i da'rua Vclha
no paleo da Santa Cruz, loja de sapateirn.
Lava-te c engomma-se com perfecio, por
preru rummotlo : na Ponle Velha, rasa n. 3.
Precisa-se de uina criada que saida cugnmmar
e servir : na ponle do Clinra-mcuino, terceira casa
a esquerda.
Precisa-se de una ama que atiba cozinlur, et>-
gommar e lomar conta de orna casa : na ra da
Praia n. 13, segundo andar.
Alaga-te urna casa lerrea com soini, pronria
para bija de barheiro, slfaiatt nu bolequim, conrron-
te ao oiMo da groja da Soledade : a Iralar no mes-
mo lugar, taberna grande da esquina, de Joao de
Barros n. SO.
Aviso a rapaziacla.
Ni taberna grande ao lado da greja da Soledad*
ha muto boas sardinhas de Nanles em talas, ,. hila-
chinlias de mullas qualidades proprias para peliscos.
vinhose cervejas demuilas qualidades boas, ele.
DECLAtUCAO' E PROTESTO.
I). Rtrbara Maria da Silva Seixas, por s e como
lia-l.mie procuradora do seu marido Nuno Alaria de
Seixas, vendo-qne no {Nato de l'ernamhiro ti. :Jfi:l
de Mtlt-leirt, 7 do coirenle e nos seguinles, os fal-
sos e Bailas administradores da massa lio milla quilo
iiiiqnamenle declarada fallida do sen marido, por
um juiz incompetente, e postergadas e violadas tan-
to a legislarao nuvi-sima como a anliga que rege a
materia, em consequencia de policao .le um credor
nao derecle, mas procurador mo mili lo da neres-
saria aulorisacao para esse lim Jo-e JeroiMinoMon-
teiru se annnnciam nlgansdo* diversos predios do
casal, para na sexla-feira vindoora, 15 do cnrrenle
mez, te arrematarem cm leilao no domicilio do eor-
relor Oliveira, median! aut irisa^ao do juizo : vem h
a infrascripta por ce meio proleslir Contra e-.e
Tacto e sus efl'eilos ; e declarar solemiiemenle que
ha de em lempo opporlunn e medanle os ateiei le-
gaes reivindicar qoaesqoer bens qae se bajan de
alienar por meio deesa arrematar,!.) ou par qualquer
oulro modo por que se a realise, e do poder em que
esliverem.
Declara, onlro sim. qoe RATIFICA ludo qnanin
expendeu nos seus oulros protestos c declarac&ei exa-
radas no Diario ns !Sli d; T de ag.i'lo linde e se-
gointet, e no do ns. 212 de !l de oulubro, e 213, 214,
e 2\:>.
RATIFICA .linda solemnemente o s-u preletto
conlrt todos osados alienttorio* e praviadoa dos
fallados nullos c rrilos *dmli)slradorei Anreliauo
Almeida Rodrigues Itatc e Novaes A. Companhia,
dos quaes, cmoda Jos Jeronvmo Moalalro, lia de
em lempo baver lo'.os os prcpu/.is pardas e d,tunos
e lucros cessanles e emergeiiic, bem como de lodos
que ha.i inicrvido ne lencia denle sua IniclacSo at' ao estado actual mi
futuro, ludo na forma do sen protesto judicial de 2
de julho de ls',1 iaerto em diversos ns. do Diaria e
tillimameiile no de ns. IMi c scgutnles deste atino.
Declara eml'un, que no sitio do Chacn exisle m
G 234-i272S35.'13767
.1872588-1.....
10 481 543 8121773
2285230.1 -27Sjlio*
5>VG.iS67 ....
20 Mil 777lOO.i1145
1428M6a. a I HW1714
1721 I81821142192
2.*,;82 4473494754245973
GO 56 96^ 380 445
415 500 797 s-.li
921101411081157
1185129616721760
1805 -1930=^.20612226
2281 228329972411
218624942564256S
25722800815291 i
29323138 -31483150
aI.s_ar4i_3707 _33l4
3923.97 439794036
1084414842374239
4274 v_4741 48654922
510354225451 -3466
5653566657255733
'00 de........
1800 de. ...
20:0005
100003
4:000
2:0005
l:00W
Na*
106?
40
20
2000 premios.
Slito ncsta piv)vDi.i .i torio k: 20
i:ontos on o im;io hillit-le n. VI8; as-
simorno ,i to n. r(872coiilifjs muilos de WMI.s, 2lMlx
<: lOO.s, vendidos na loja n. M da pra;a
da liulcpcndcncia.
Aluga-se urna pequea padarit perla de-la
praca, c bem afregnezada : qaem a prelrmler din
ja-se a roa do Viaarin, arraarem n. 23.
Philip K. iSeedhtm, relira-te para Indalarra.
I'ren-.i-se da um forner : na padeca 4t laa
Direila n. ('.I.
Caixciro.
Na ra .Nava n. 2S, precisa-** de am raixttro pe-
queo, prefere-sc deslcs altimos cheztdo*.
Attenipau.
I en lo desapptrerido do poder de rraarisr* Ja-
quitn Doarle, necoctanle qae fui de miadetas tie-ia
pr*ra, rien lettras pagadas em favor dellapw li-
tara A; Cala, que roraiu negociantes em Mari,, M
mpiirlanria Indas ella* de :l:IXI?|Wl, n i*fatn
data em :". de junlm de IH7, e :l m !l de tala
do ine-iiM auno, te far. ptihltco qne laa* letkas se
arham pagas r nao producirn rdeil* alcaai tm
qualquer lempo em couseqaenria de canvenca* testa
enlre as proprias parlc-.sesnado aqoal firaram !-
goradas a* icfci i.la- ledra*, teja quem lar a aaeataa
qoe d ora em .liante cum ellas apparece ; aa qaaes
lellras sao a- ,lu .. primeira* das quanhas da iX>s c
1109585 vencidas em 2."> da (evrreiro* ", da abril 4a
ISIS, e as Ires ultima. te |:ltttj vencida en S dr
abril de IH8 ; de -'.i-I vi vencida em 9 Va abril
ou julho do mesmo aano ; e de 1 rlinOa m. vaacila
ncsta ultima data ; e nenhama dellat M saiatji I.
nein pi.-1.-1,1.la. e mesmo se arham piamjpui pela
lei. E para que consta o ninzuem qae a* pasoaa pa>-
sa allegar ignorancia, ,c fac publico peta prepona.
Maceio 7 de oulubro de iKVi.
Jo*c Correia da Silva Talara.
Preeisa-aa de um. anta para o tarrico taler..
de urna casa de pouc* familia : *to IImu da Itaa-
Visla n. 60.
Precisa-se le timi ama para a tarviea uOim
e externo de um* casa de hornero viavo rom psnaca
familia : na rna estrella do Kosario n. II.
Precisa-w da um caixeira qae lenha pralira da
taberna, dando fiador a soa rondncla, e da-*e-lhst
bom ordenado : na roa .le Santa Amara a. H.
A\ ISO.
VIagasee primeiro e o lerceiro"andar da r*t
da ra da Cruz n. 40 : a Iralar no armazem da
mesma casa.
Prersa-sc alugar n-n le.m .wnibeim ou
coiinheira, forro mi captivo, para urna rata da fa-
milia, paga-so bein ; paia Iralar ni roa da Cnis
ti. 32 primeiro anlar.ou cm Sanlu A mam r*>j n.i-
va junio 3 ignja.
ROA
it.
KOiA
iba de reeohrr ,lrn helio mii-
sutssos de Indas >a qnandal-
I.. IMiiurhe
menlo de n-lngio-
,.. i -a..,, i ,
lano de onro como de praU, d,l. .als.nisado. e
roteado*; wriai eo*ao be Utabna mei*. rhr*am*-
iros e relogios rran.ece, com raixa-, toaos affian-
cados.
Qaess annunrina comprar nma em em Hita-
da na na de Malina- I erretr., ou lalcira da Mi-e-
ricordia. p,le (aliar na rna dnRanecI i, h* nn-
nliaa |U as S hora., e ma- larde in raa do \ iceri-i
n- ('.'. com Joaqun, de V.sumpc.io i.loriroc, qor di-
' ra quem xende.
l'reiii.i-se fallar rain ns Srs. \merire \<*ier
Pereira de linio, J,e |..,,,e-, l.uimai.tes, /acharia-
Rodrigues de Sonza, Domingos Pereira Mealaioa.
Jos, Cetario de Mello, Joa Cecilio Carnear* Monln
ro, .Manoel Jos Ciiaotto, Jota Manoel de Castra,
Manoel I- raiirisrn do* Sanias Patala. J*e J aowa
da Cutilia, Manoel Jote Metide* I! el**, 1 OaadM
liames, Jo.io teixeira liaslos e Silva. Maawel \l-
nio Arevedn llamos, Kili-lirrtn M..nleiro. ManaH
totol^t^KL?^^"& torreiVr'Dommgor;^ de A.meida. a I^M. a.
n.^^nr.aoe,a&em S t^ST '^ -=JSa?A*a JJ-.J > ~ "
Declara, oulro sim, que no sillo da Campia o 2.
tnha mesas, etc., etupiesladas so iaquliuo .junui sonancie por esle jorotl.
ihiinn pr.itira de neaorio, e ollertre pra raue.i.
de escripia, f*cend*< ou miudetat qaem precisar
MUTILADO
ILEGIVEL


O'IR IO DE P-RlUiBUCO SAtBA 0 8"! 4V|H||r.o BE I S*
DEPOSITO DE L1YE0S E BOTICAS HOMEOPTICAS
DO
do
O Dr. P. A. Lobo Mosroso, temi de fazer urna va
di
Manuel Nogue
em deixa
irccc3o de pessoa habilitada e de nleira probidade, o um deposito na loja
anuul Noeueira de Souza na ra do Crespo, sobrado novo do Sr. Magalhiie
b PUEgOS K1XOS.
. Botica do 12 tubos grandes. .* 10/000
Dita de 2* ... 155000
Dita de 36 ... 208000
Dita de 48 ... 255000
Dita de 60 ... 308000
Manual de medicina homeopathca do I>r. Jabr com o dic-
cionario dos termos de medicina........ 2O3OO0
Medicina domestica doDr. llenry......... 10000
Tralamento do cholera morbus.......... 2#OOo
Repertorio do Dr. Mello Moraes.......... 6#000
s'ja botica sol a
de livroa do Sr.
es Uastos.
O Dr. Pedro de Atliav de Lobo .Mos.
cazo, tendo milito breve defezerumavia-
pera (|i
os que lliedevem, tenham a bondade de
maudar-llie pafjar ate esse da, pelo que
Ibes (caa' multo agradecido.
LOTERA
DA
(II
_ Ensioa-sa a pilotaren) Iheorica-pralic, o cur-
so maUematico e francez, contas para o commercio:
j Iralar ua ra do Nogueira n. 7.
;&&*&&&&* &&&*%&&.&&&> gei. i'oya a quem se julgar sen creedor o
^"^TIbtT V\Sl $&k;obsequ1odcal,rcSentarSl,aS S l\ IISIA I lt \ \( 1/.. g dia 10 de novembro futuro, e espera que
t% Paulo (iaicnous, de volta da sua viagem c')
.,* Europa, eal morando na ra Nova n. '.''.
w 41, primeiro andar, onde pode.ser procura- *or
|j do a qualquer hora. '<
Precisa-se de urna mulher idosa e da bous
coslumes para uma ra-;t de pouca familia, assim co-
mo de um homeni cozinheiro : a Iralar em casa do
desembarcador Mendes da Cuuha, juulo ao quarlel
do Hospicio.
Precisa-se de urna ama que -ja 6(1. que co/i-
nlie engomme com loda peifeicao, para uma fa
niilia estrangeira de duaa pesseas, paga-se bem ; na
rua do Trapiche n. 40, primeiro andar.
><*:*
S J. J41NE, DENTISTA, S
% contina a residir na rua Nova n. 19, prime i- %
% ro andar. a*
SEGUHIDADE.
Companhia de seguro* m i*
r limos, estabelecida no
Rio de Janeiro.
Capital mil contos de res.
Ollerece ao commercio vaotagens que nenhuma
mira companhia lem feilo al a.ora. Aceitam-se ^ 1-, ,J i-,... tii ,c rwtau *i 11
proposU.de seguro no escriptorio de Isaac, Curio & \ OdllellOS. CUJ tS rCHlriS dll-
Companhia, agentes da companhia, rua
u. 49.
SEGURO CONTRA F0G0.
Esiabelecida cm Londres, feo de 1824. 9****, S paga III OS |re-
Capial cinco milhoes de libras esterlinas. mOS i 1ICOIII i IK'lli t a CX-
Saunders Brothers & C, tem a honra de in- ~ 1 I
formar aos Srs. negociamos, propietarios de casas, CCpCJRO (1O8 (lOUS [l.'t'lll IOS
ea quem mais convier que esto plenamente au- rrpfj | >;j('s (MlCSflO PifOS lo*
.orisados pela dita companhia para effecluar segu- '. J *
ros sobre edificios de tijolo e pedra, cobertos de ^'O, IIO SalclO (la eYtraCC/ tlha e igualmente sobre os objectos que contiverem i,nr>niiiruiitn At> IVrieen Sun
os mesmos edificios quer consista em mobilia ou
em fazendas de qualquer qualidade.

i) Sr. thasoureiro da
loierias manda fazer pu-
blico, qae estilo ex posto*
ja ven fia, na thesotiraria
das loteras, na na da
Aurora n. 'i6 das 9 s 5 da
tarde,osblhetesemeios,da
primeira parte da prime i-
ra lotera de S. Miguel de
1 daut no dia 8 de novembro,
e logo que se publiquen]
O abaiio assienado faz aciente aos Illms. Srs.
de eogeohos e mais pessoas que negocian! com assu-
liora do ( armo.
O escrivao das loteras,
rar^remellendo-o para eslapraca," que se ada ha- ,1 OS J ;i tilia l'itt A.VPH l i
bilitado em receber poi commiw.10 dilo genero, e | v "^ "rtllliaiiu /\IVC Ul
Main.
Precisa-se de uma mulher, que saiba cozi-
ntiar o diario, ainda mesmo sendo alpima escrava :
na rua do Trapiche n. 26, loja de charuto?, se a-
ohar' com quem Iralar.
SOCIEDADE EM C011ANDITA,
Cozinheiro.
Precisa-se alagar mn cozinheiro, escla-
vo, jue seja asseiado e nao bebado, fiel,
etc. : na rua da Cadeia de Santo Antonio,
serjunilo andar da casa ama relia.
(I abaixo aasignado avisa aos proprielariofl das
casas fiirpir:is dai ru..s de Sania Cerilla, >. 11 < 11.1.
Acouguinlios, S. Jos. Sania Kilaepraui da mwnw,
que veuha n 011 inandein pagar os foros vencidos,
rts-im cuino se devein entender com o mesino abaixo
Hignido para ohlerem a licenca para traspassos as
oeeatiSea em que Mies seja preciso faie-lus: na la
dos Pires n. 33.Manoel.Uoinei Veigas.
Aviso a rapaz solieir?.
Aluga-se a sala interior do sobrado n. 6, primeiro
andar, da rua do^Qucimiulo : quem prrttnder diri-
ja-se ao me;nio sobrdo, que achara' com quem tra-
tar.
RUI NOVA ? 34.
Madama liosa Ilardy,
modista brasileira.
Itecebeu pelo ultimo novio. Comle Rogar,* um
lindo sorllinenlo de Nizendas Irancezas para senho-
ras, corles de seda de cores para vestidos, dilos hran-
eos para noivas, grs de Napln furia cres para ven-
der o covado, chapcnszuhos de pallia e de seda pan
meninas, forma modernas para a idade de 1 a 6 an-
uos, ricos chapeos de cores de seda para senhoras,
com filas e llores lainbein de cores, lindos enfciles
para eabeca, earabraia de linbo, esparlilhos, luvas
de seda, manas pura noivas, capellas, meias de seda,
vesh los e toncas pai.i baplisados, e nutras mollas
fazendas de goslo : uo mesmo estabelccimenlo ven"
dem-se lindos chapeos de Crep sortidos, de cores-
uso moderno pelo preco de K-jOO rs. cada um.
Fromanl t\; Lama pedem ao lllin. Sr. Dr. An-
tonio Uorgcs I eal de apparecer no seu cscriptorio,
na rua da Cruz, a necocio que nao ignora.
Francisco Alves da Cunha Companhia, resi-
dentes na cidade do l'orlo, leudo resolvido liquidar
a sua casa de commercio nesla praja, rogam a todas
as pessoas cora que tenham lrausarc,>es pendentes,
de se enlenderem com Uernardino Joav de Carvalho,
ou rom Thomai de Aquino lonseca & l'ilho, na rua
do VigariO n. 19. primeiro andar.
Aluaa-se uma casa no sitio do Cordciro, a inar-
gem do rio Capiharibe, com comioodos para rande
Tamilia, coziuha fnra.cocheira pira carro, estribara
para 6 ravallos, quarlo para criado, etc.. uma dita
mais pequea, lamhem a' margara do rio, com quar-
lo para pretos, e estribara para i cavallos : a tratar
no pateo do Carmo D. 17.
Hospital Portu-
guez de Benefi-
cencia.
lor ordem do Illm. Sr. presidente interino con-
vocare a assemblca geral dos senbores accionistas
para domingo, 9 do currente, as 10 horas da manhaa
no saldo do Hospital.0 secretario,
M. I', de Souza Barbosa.
>a rua Direila, sobrado de um audar n. 3.! ao
pe do sobrado secco milito alvo, dito de raanglba, e oolras quali-
dades, fazem-se bandejas de boliubos, tanto rasas
como de arinacao. com calaularias e commodos pre-
cns, fazen,-se doces d'ovo, arroz de leile, po-de-hi
enfeilados com allinins, jaleas de substancia.
Joaquim Josc da Cunha liuirnarae-, subdito
portuguez, relira-se da provincia.
espera da seus patricios e amigos, e de q uantos de
seu presumo se qoeiram ulilisar, as remessasde seus
assucarcs, prometiendo o mesrao abaixo assi^nado
exercer todo o zelo e aclividade que Ihc silo uaiu-
raes, envidando lodo o esforz possivel as luncn'ms
da liquidada apurao.'io de dito genero, como bern o
tem demonstrado. As pessoas cujas Temesas exce-
lerem .le 10:001!$ por safra, rnenle pa^arao _' 0|0
de comuiissio, sendo 3 0|0 as deinai9 como he osiu-
me ; e para todas se obrica o mesmo abaixo assigna-
do a toda equalquer compra de objectos sem corno
inuitos tirar porcenlagem. Recite, rua Uireita, pri-
meiro andar n. 93.
Francisco Seraphico deAssis Vasconcellos.
JOAO DA SILVA R4M0S,
MEDICO PELA UNIVEKSIOAOE DE
-ontina a receber a* ... Jr^M rua do Cabugt n. / ""dadOid H., das K as 10 horas da manhaa, e das :i as 5 da finrao (' tUliaS de iilmi'm
larde, as pessoas que oqueiramconsultar : bem co- ,H*V,W e 4',>''''' (' UIJJUUUU-
rno-# prjMra a sabir coai a j rerun/ipr**- ,> Kl. < ipndo reoni^n numero utMmni* ^. so-
lidJo, a visitar qualquer enlermo, a loda a hora do CI0S em assemblca geral, tica adiada a reuniao para
dia 011 da noite,quer dentro quer fura da cidade. dia 1"J de novembro prximo, quando se tomara
,' uma definitiva deliberaran com a> pessoas que se
r seis pretos pata armazem de achcnl pre8enies. A .euni.lo lera lugar em casa
do Sr. Amonio Marques de Amonio, rua da Cruz,
j-u-ir : quem tiver equizer alugar, dirjase a rua
de Apollo, annazcm n. -10, que cucontrar com
quem tratar.
ALMIARAS. 1APAZEADA
Don nova tenho a dar ;
Eile sol que vos abraza
Yai-iaerrj gelo transformar.
La' do l'iilo, onde os La pues
Vivera ni Inca enfurnados,
Chesou nctar que refresca
Vossos labios desaecados.
E o So.ire-, que jurou guerra
A* fogo, ao sol, ao calor,
Com gelo, ananaz e outras
Mitigara' vosso ardor.
Junto ao boceo do Itosario
Ide, pois, c encontrareis
Ser verdade o que vos conlo ;
Bom cobre la' deiiareis.
Precisa-fe ele uma lavadeira riuc se-
ja boa, nao demore a roupa no rio e d
fiador a sua coiiduta: na praca da Inde-
pendencia linaria ns. Ge 8.
3 u }" '-"ano ViVicr l'ereira de Brilo f'j
r.^ (medico,, faz scieute aos seus amigos e o .':.
-._ respcilavel publico, quo regressando de sua 9
i viagem, conlinoa a residir no alerro da $g
.'i Bua-Visla n. (.'i, no segundo e lerceiro an- 5,
xr dar' aonde semprc o enconlrarao promplo J?
h.i aos myslercs de sua profissao.
Almanak da provincia.
Estando-sc confeccionando o almanak
da provincia, roga-sc a todas as pessoas
pie costumam nclle ser incluidas, e rpie o
nao estiverem, ou liouvcr ulgnm erro,
queiram mandar levar a Imana numero
f c 8 da Praca da Independencia, a emen-
da, assim como pede-te aos senbores de
engenbos, se dignciu mandar igualmen-
te as transferencias a mesma 1vi-aria.
Grande e asseia-
do collegio em
Lisboa,
pata meninas, internas c externas, cuja
educacSo, prendas e mais vantagens, se
poderao avaliar, em presenca dos estatu-
ios, que se acliam na rua do Crespo loja
n. Itj, ou na esquina que volta para a
ruada Cadeia.
Precisa-se de costurciras : na loja de allaiale,
rua Nova, esquina da ponlc.
O abaixo assignado, agente de lei-
les.para oque acaba de tiiar titulo no
mcritissimo Tribunal do Commercio, of-
ferece ao respeitavcl publico e especial-
mente ao corpo de commercio desta ci-
dade seu prestimo, affancando-lbe que
nao poupara' esfoicos para desempenbar
seu ollicii), acbando-se semprc jirompto
no sen armazem, rua da Cadeia n. 55.
Jos .Maria Pestaa.
COMPANHIA PERXAMBI.CANA.
Os Srs. que sohscreveram novas arpies desta com-
panhia sao convidados a entrar com a primeira pres-
tarlo de 30 por cento no praso de :10 das : no es-
criplorio do Sr. Antonio Marques de Amorim, rua
da Cruz.P.ecife IS de outubro di 1836.Manuel
Alvos Guerra, secretario interino.
Permuta-s o arrendamentn de um silio na So-
lo lado, com grande casa de sobrado e mais rmnmo-
dos, por uma casa de dea andares nos lia ir ros de
Santo Antonio ou Bna-Visla : quem este negocio
qoizer realisar, dirija-se a loja de fazendas n. II, na
rua do un-,ni.i lo, que aln achira' com quem tratar.
Fromanl t\ Lasne avitim aos llovedores de J.
S*"healim, quo o Sr. Ignario de Souza l.eao deixou
de ser encarreeado das cobranca's da fallencia do
mesmo Sehealim, e que d'ora.em diaule pagaran aos
abaixo assignados.fromanl ^ Lame.
Na rua da Praia n. .W, prerisa-se de um bom
official de allante da obras miadas.
$0?ttp*.
Compram-se apolices da Idivda provincial,
na rua das Flores n. 37 1.- andar.
TRAPOS.
!"? '"'P"''. 1 179. compra-se loda a
quah iade de Irapos a .KK) rs. a arroba.
Cmpraai4a vidros quebrados por libra e por
arroba : na iua das Cruzes n. .10.
-- Compra-s papel ,le embrulho (Diario): no
paleo da Sania Cruz n. 55.
Compra-se uma canoi decarreira, que tondu-
la l. pessoas, e quo esleja em bom eslado :
rua de Apollo, annazrm n. 13.
Compra-se uma tipoia nova ou com pouto
1180 M rua da Cadeia do llccife loja n. -J8.
Batum.
foliiiiilias
no referido dia 12, ao raeio iba em ponto.
Pernambuco 28 de oulubro da 1854i.
Amartm. Varia, Guerra \ C.
Na rua da Cadeia, de fronte da casa da Helado,
alugam-se e vendem-se bichas hamburguesas, por
|nee,, commodo.
No engenho Bom Jess do Cabo precisa-se de
um disliladur para alambique de Derosue, que seja
honrado e de boa conducta, preferiudo-se solleiro ;
quem se julgar habililado pode dirigir-se ao referi-
do engeulio, ou ao silio do commeudador Luiz Co-
mes l:erreira no Mondegn.
O escrivao Silva llego, mudou-se da
rua do Collegio para a de S. Francisco B.
6, sobrado.
Aluga-se a loja da casa da rua da Aurora u. 5,
onde fui oflicina do fallecido marcineiro llenriqoe :
Juera pretender dirija-se ao Sr. JoSo Pinto de l.eraos
unior, no seu escriplorio, ou casa de sua murada,
na rua da Aurora.
Prrcisa-se de uma ama que saiba bem cozi-
nhar, epara fazer as compeas : o rua do Queimado
PARA PASSAR A 1-ESTA.
Conlinuam aiuda estar desoecupados os dous si-
tios ja aunuuciados na llha do Retiro, cora duas ex-
cedentes casas : a tratar com lelo lavares Cordci-
ro, na rua da Madre de lieos n. 36.
Na noiie do dia :l para 'i do corrente niez rou-
barain uma casa no Chora-inenino em i]ue se coin-
prava couros salgados, e levaram !l couroj que exis-
liam na mesma, e segundo o- signacs que se achoa
julga-se lerem embarcado no braco do rio da poule
pequeiia;j)revinc-se aos compradores de couros ou
algum particular para indagaren! os que apparecer,
alim de ver se detcobre os ditos couros, e reeoromen-
da-so a polica; d-se 100S de gratificaran a pe
qne descubrir o dilo roubo : quem descubrir ou dos
mesmos der noticia, dirija-se a rua do Encantamen-
to ii. 3, armazem de coqros de Bernardiuo de Seua e
Silva, que sera' recompensado com a gratilicaro
cima.
Precisa-se de um massndor que seja desem-
barazado : na padaria da rua eslreita do Rosario
u. 13.
Precisa-se do uma preta captiva que saUa co-
zinhar, engommar, e fazer o maisservico de casa de
familia : na rua do Raugel n. -2.
Oflcrece-se um homem para administrador de
engaito ou mesmo para felor, do que lem muila
pralica, ou mesmo para administrador de algum si-
tio nesla cidade : quem precisar dirija-se a serrana
n. 47 na rua da Praia, que acharo' comqoem tratar.
-- Precisa-se de aprendizes : na fabrica de feltro,
defronle do hospital iegiiueul.il.
COMPAMIIA DE SEGUROS 1IVRIT1-
MOS E TURES I RES,
ESTAltEI.ECIDA NO 1110 UE JANEIRO.
CAPITAL 16,000:000*000.
A companhia lem sua agencia no escriptorio de
viuva An.orim f Flbo, rua da Cruz n. j, onde
accil.i todas as proposlas de seguros de riscos e for-
tuna do mar.
Sobre o casco, quilha e pcrlences de navios de
qualquer lolarao na navcgarilo de longo curso, de
cabolauem, ou lluvial, ou na pesca, em viagem ou
prestes a viajar, em carga ou descarga, amarrados ou
ancorados, cm concert ou no eslaleiro, quer por
lempo certo, quer por viagem simples, ou a premiu
ligado. '
Sobre mercadorias desde o momento de sea em-
Darqoe ale o de sua descarga e deposito.
Sobre os lucros esperados de mercadorias encami-
nnadas para qualquer mercado.
Sobre o casco e quilli. de embarca.es miudas
empreaadas em descarga c trafico dos porlos.
Sobre o capital e premias de dinheiro a risco.
Sabr o premio dos seguro) o premio dos premios.
Sobre iiccuc de lerceiro por dainos causados por
abalroamenlos fortuitos.
Sobre os frelcs.
A companhia recebe (ambeni proposlas de segoro
de riscos de incendio e dainos causados para preve-
d-Io ouexliiigui-lo de raio nu logo celeste e inun-
dac/ies.
SOBRE OS SEGl'INTES OBJECTOS.
Predios urbanos ou ruraes, igrejas e quaesquer es-
tabelrciinenlos, com exelusan de depositus.fabriras e
laboratorios de plvora, c materias incendiarias ou
inUaniinaveis, tlientros e cisas de espectculos.
Mercadorias em qualquer parle que eslajam, mo-
bilia e ulcurilins de fabricas de quaesquer eslabele-
ciinenlos iudustriacs, quer sejain leilas por seus pro-
pietarios, quer pelos uso fructuario., locatarios su-
DIoealariM ou credores hjpolheeirio*.
Fjnalmaota ceila proposlas sobre re-seguros, quer
dos seguradore.. quer dos Morarla*, nos caeos em
que a estes pude competir o re-semiro.
A coinpaulua garante a prora pa iiidemnisacan da
importancia de quaesquer inialrw, a raodicid.de
dos premios : igualmoiilo um abalimeiilo ai pessoas
que na roda do auno lizeiem nina avullada somtna
de seguros.
PIRA 1857.
Acham-se a' venda as bem conbecidas
folbiiibas, impressas nesta rypograpliia,
das seguintes quulidades :
FOLH1NBA RELIGIOSA, contendo alm
dos mezes, a btbliothcca do cliristao
brasileiro, que se compoc de ora-
c/Jcs quotidianas, metbodo de assistir a
musa e conssao; cnticos, psalmos,
bvmnos, ollicio de Nossa Senhora da
Conceiaio e militas outras orar-oes de
grande mrito, preco...... 020
DITA DE VARIEDADES, a qualalem dos
mezes, conteru artigos de agricultura,
noces de sciencias, artes, le dos cir-
cuios, tabella deiinpostos, e regulamen-
to dealericao, etc., etc., preco- 320
DITA SIMPLES, contendo alen dos me-
zes, a lei dos circuios e varias tabel-
las de impostos geraes, provinciase
municipacs, preco. .......2iO
DITA DE PORTA,' a aual alm'dos me-
zes tem esplicacoes das indulgencias e
lNcoinmunboes, etc., prero. lO
DITA ECCLESIASTICA (ou* de padre],
elaborada pelo Rvd. Sr. Penitenciario
da Se de Olinda, segundo as regias
da igreja, c lea conJieeidas a res-
licito, preco.......... j.00
Todas estas folbinhas sao impressas em
bom papel e excellente typo, e vendem-
se em porcao ca relalbo: na livraria da
praca da Independencia ns. (i c 8.
Vende-se o verdadeiro rape Paulo
Cordeiro, ebegado ultimaments do Rio
de Janeiro, por muito menos do que em
outra qualquer parte: na rua do Ouei-
mado, loja de ferragens n. 13.
-Vende-se um bonito cavallo iodado
e bom andador: a tratar na rua do Quct-
tnado, com o Sr. Sfanoel Jos Leife."
Na rua do Vigario n- 31 vende-se
nina bonita escrava, boa engommadeira e
Superior cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa : no
armazem de Novaes i\ C, rua da .Madic
de Deosn. 12, por precio commodo.
Aterro d Boa-Vista n.fiO,
nova luja de Gama &
ISII.VA.
Nesla loja vendem-se por menos preco do que em
qualquer outra parle, asseuuinles fateudas : aateva*
raudo- -e que sao das ullimameiitc ebegadas ao mar-
eado. Curies de fuslao acolrhnado, e brins de lillho
puro para calcas, cada um J.-."ilNI, superiores hrela-
nbas ile linbo, cada pe;a de l varas por teVKl, inel-
pornene para Mslidot, e nutras militas fazendas fi-
nas a vonlada do romprador. Todas estas fazendas
lrocam-sc por dinheiro.
DEPOSITO DA FABRICA
industria Peruambucuiia,
RUA DO CRESPO N. 0.
A fabrica do sabo c velas de carnauba, es-
iabelecida na rua do Bruto, tem estabcle-
cido um deposito u rua do Crespo n. '.), pa-
ra ahi nicamente dar extraccao aos seus
productos, proporcionando assim a maior
commodidailc aos consumidores. As velas
manufacturadas nesta fabrica, offerecemas
vantagens se^uintcs : silo le i tas com a car-
nauba simples purificada pelo meio do va-
por, sao inodoras e bellas na apparencia,
queimam com i;iialdede c nao esboirain, e
n3o fazetn inurrao e dao mais luz e mais cla-
ra do que as velas stearinas ou de qualquer
composieo, c que se vendem no mercado.
Kabricam-se de 6, de 7 e de 10 em libra, ven-
deudo-se em caix.is que contetn 11)2, 211 ou
3-jO velas cada uma pelo preco de 15/.
(I aabSo be branco, as materias primas
de quo he fabricado sao simples e inofensi-
vas, o cheiro que deixa na roupa liea^rada-
vel; rival isa com o melhor sabSo hcspanliol
o he superior ao sabo americano, que se
vende no mercado a 240 rs. a libra.
Vende-so igualmente em caixas de arroba
c a preco de 1K0 rs. cada libia.
Os incrdulos comprando rcconbecer3o
por experiencia a veracidade do que se an-
nuucia.
Vende-se na laja n. da
rua do Quetnado
corles de liritn de puro linho pelo barato preco da
1?2S e IsOO, dilos de cassa de ramagem miudinba
por 000 a peras de cambraia lis. com 10jardas por
28800.
Vende-se urna casa, na rua de S. Miguel dos
Afogadus n. 7(1 : na mesma casa.
Vende-se um bonito cavallo rodado, novo,
muilo manso e leudo lodos os audares : u.i rua do
Sol, coebeira du Sr. Soares.
Velas de car-
nauba.
Vende-sc a 120000 a arroba de velas de carnauba
do Aracaly na rua do Queimado luja de ferrageus
a. 09.
Vendem-se .">u pipas vaiias muito bem arraoja
das para receber agurdente, por prego commodo :
na rus Direilu n. 06.
Vendem-se chapeos de castor, in-
glezes, de superior qualidade : na rua da
Cadeia do Reciten. 60, l'abrica de Anto-
nio Antunes Lobo.
MUTA ATTENCAO'.
\ en,lem-sc uianlinhas do seda para pescoco de
seubnra e meninas, inuilo baratas : na loja de II.
Remira de a, ua rua da Cadeia do Kecife, esquina
que vulia para a Aladre de Dos.
~ Na rua da Crin n. 10, casa de llenr. Itrunn &
Companhia, vendem-se barricas com cemento.
VASOS E ESTATUAS
\endein-se vasos e estatuas de louca, proprios
para jardim ou catacumbas : na rua do Amorim ar-
mazem n. 41.
i;m VESTIDO POR 3fD0p.
Roye c completa ,.-ri,,iif mi, de curtes de vestido
de cinta de dill.renlos padroci. cores fitas, pelo di-
minuto preco de -i cada curte : na loja de i portas,
na rua uo ijucimadn n. lo.
Vende-se o sitio cumeasa de sobradodo falle-
cido George kenwurlhy, nologar de S. Jos do Man-
guiuho, com arvoredosde fructo e mais beanfeitnrias
que nelle se achara, sendo as tenas do referido sitio
proprias : quem o pretender procure em casa de Sa-
muel I'. Johiislon \ Companhia,rua da Senzala No-
va n. 12.
AGENCIA
Da fundico Low-Moor, rua daSenzala-No-
va n. 42.
Nesteesiabelecimentoconiinia ahaver usa com-
pleto sortimatito de moendas a raeias moendas
para eni;enho, machinas de vapor e taixas de
ferro balido o coado de todos os tamsnhospara
dilo.
I.ABVHIMTios.
Vcndein-se lencos e loalhas de labyrinlho, assen-
a lo em lina rambraia de linio, : na rua da Cruz n.
;|1, primeira andar.
POTASE A E GAL YiRGEM.
No aniR0 c j bem conhecido deposito da rua dA
Cadeia do Kecife, escriptorio n. 12, ha para ven-
der muito superior potassa da Russia, dila do Rio
de .laneiro e cal virgen) de Lisboa em pedra, tudo
a precos muito favoraveis, cora os quaes ficarao
^os compradores satisfeitos.
VARANDAS E GRADES.
Um luido e variado sortimonto de model-
!os para varandas e gradaras de gosto mo-
ilcinissimo : na fundico da Aurora em San-
to Amaro, e no deposito da mesma na rua
do l'.ruin.
4
NA FUNDICO DE FERRO DO ENGB-
NHEIRO DAVID \V. ROWMAN, HA
RUA DO BRUM, PASSANDO O llA
FARIZ.
ha sempre um grandesnriimenlo dos seguintes ob-
jectos de inccbausinos proprios para ci)i.enbos. a sa-
ber : moendas e meias munidas da mais moderno
construrcao ; laixas de ierro fundido e balido, de
superior qualidadee de lodosos tamaitos ; rodas
dentadas para agua ou auimaes, de todas as propor-
ees; criNoseboccasdefornalhae registros de bo-
eiro. aguilhocs,bronzes,parafusns ecavilliAes,moi-
nhos de mandioca, etc. ele
NA MESMA FUNDICO.
e eteculamtodasasencommendas com a superior
ridadejconhecida ecom a devida presteza e com-
modidade em preco.
CAL E POTASSA
Vende-se potassa da Kussia c americana, chegada
uestes dias de superior qualidade ; cal de Lisboa
da mais nova que ha no mercado : nos seus depsi-
tos na rua de Apollo n. 1 A, e 2 B.
Cftl.de Lisboa e potassa.
Na rua do Trapiche ai ma/.ens ns. 9 e
11, vende-se superior potassa da Russia
e americana, cal virgem de Lisboa, da
nais nova rpte lia no mercado.
Rua da Cruz
d<
A boa fama
Vende barato :
Duzjasde tezouras para costura a 19000
Ditas muito linas u grandes a 11*200
Pecinhas de bieos csireitos a 56"
Caixinliascomagulhas [rancezas a 100
Caixas rom linhas de marcar a 2S0
Braceletes encarnados para senhora? a 200
Meias brancas finas para senhora a 240
Meadas de linhas linas para bordara 100
Grozas de bolees madreperola linos a (>00
Crozas de botes linos de osso para calcas a 280
Fivelasdouradas para calcas e clleles a 120
Pentes linos para alizar cabellos a
Pecas de (filas de linho com ti varas a
Cariabas rom clcheles francezes a 60
Carritcis de linha fina de 200 jardas a 80
Macinhos de -10 grampas muito Imas a >0
Suspensorios paia lioniem emenino a 40
Duzias de torcidas para candieiroa 80
Carteras finas para algilicira a G00
Canelas para pennas de ano a 20 c -ir}
Meias brancas e cruas para homem a 160 e 200
Trancinhas do laa de caraces per;a a 80
Duzias de pentes de chifru para alizar a 800
(roza de botijes de louca pintados a 2-10
Pecas de filas de cor com 10 varas a 320 e 360
Carriieis de linha amor Alcxandre a 40
Meadinhas de linha prela muilo boa 20
Cartas de altinetes rom 25 pentes a HO
Duzias de pentes .iberios para alar ca-
bellos a 2-~20<>
Meias brancas o de cores para meni-
nos a 240 e 320
Grozas de livellas para sapatosa .'dio
Caixiuhas de pao com palitos de fogo a 20
Castoes para bengalas a 40
Sapalinhos de laa para crianzas a 300
Trancelins pretospara relogios a 140
Lsrovinhas finas para denles a 120
Caixiuhas com grampos a 160
Baliado aberto de linbo varas a 120 e 140
Dilo bordado muito bonito vara a 200
Caixiuhas paraguardar phosphoros a 100
Carteras com agullias a 320
Caxinhas com obrejas de colla a 160
Escovinhas para limpar pentes a 320
Agulheiros muito bonitos a 200
Pecas de fitas largas lavradas rom 11
varas a 29500
Libras de linha prela e de cor a 19200
Libras de linha lina n. 100 e 120 a 29000
Duzias de caixas de chifre para rape a 720
Maco- de palitos para denles. 100
Alm de tudo isto outras muilissimas roiudezas
que se ven lem muilo mais barato do que em outra
jualquer parte : na rua do Queimado na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa foma n. 33.
A verdadeira ancha inpleza n. 97,
em b nicas de I duzias de potes: em ca-
sa de James Crablrce iV C, rua da Cruz
n. 12.
coslureira.
Na coxcira dos mnibus na rua d
Antonio n. 13 vende-se milh
sacca.
Cadeia de S.
novo a :l*HX)a
Qfieiu duviriar ven ha
comprar.
Na loja n. 8 da rua do ilueimado gms de naples
prelo de superior qualidade por I96OO0 covado, qoa
sarja prela ja nao se usa, tambem se vende chalv de
quadros.
Vende-se
uma rica armacao toda envidracada : no alerro da
Uoa-\ isla n. 82. e ,1 tratar na mesma rua n. 78.
.W;V-. :'.;'' ,*.*i;,' tmth ->..> .^v^..., -.-. ..oy..-i,.. .j,. ...-.,; v.."...-..-a;-..,-.,;-...-
'.-.3 Superiores chapeos de castor brancos, (?
V ." ^l',',"""'1"8 tnm< l,el" h'1r"o prer.o Z
g de 8*000 : vendem-se na luja de chapeos 9
..S de Um Irrnlof, rua do Crespo, esquina da 't
ag rua da (.ndeia. -
Para a festa.
Vcndem-sr selns ingkzes de superior
f|uabdade c arreiDs para cabriole! : em
casa de James R y denle 11. (i.
Na fabrica de veas
da ruado Briitii, vendem-
se jnanxoes de pinho,
mais em eonta do que em
outra qualquer parte.
--Vende-se farinha de mandioca muilo em con-
la, lil) accos va-ms bom para o mesmo cenero, e I
braco de balanca Coro (i palmus, tudo por bailo pre-
co: na rua da Cadeia do Kecife n. primeiro
uiiQ8r.
Ejn casa de llenr. Brunn & Companhia, na
rua da Cruz 11. |o, vende-se cognac em caixiuhas de
duza.
I^elogios
oberlose dcscobcrlos, pcqueuose srandes. deouro
e prata, patente niRlez, para bomem e senhora, de
or. uos melhures fabricantes de Liverpool, viudos
pelo ultimo paquete ingle/.: em casa de Soulhall
Mcllor ,\ Companhia, rua do Torres o. ;t8.
A 1#'280 o pir de luva
de pellica,
muito novas e muilo Tresquinhas, .-besadas nn ulti-
mo vapor Trance/. : na rua da Queimado, na Iwm co-
ndecida loja de miudezas da boa fama 11. 33.
.'elogios de patente
inglexesdeouro, desabnele edevidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
AtigusloC. de Abreu, na rua da Cadeia
do Recil'e, armazem n. 7>.
Pekim.
Esta rica fazeuda de 0 palmos de largura he inlei-
ramenlc aova em Ternambuco ; fabricada no celaste
imperio, de cuja capilal lira o uome. he de uns pa-
dres bndissimos e aiuda nao vistos ate agora : ven-
de-se pelo baratissimo preco de 5 rua do (Jueimado o. 7, loja da estrella.
Domingos Alves Matheus lem para
vender, em sen cscriptorio, na rua de
Apollo n. 25, o seguate :
Superior vinbo vclbo do l'orlo, cin bar-
ril de oilavo.
Dilo geropiga velbo em ancorctas.
Dito engarrafado.
Enxada portuguezas.
Toalbas de linbo rara rosto.
Lences de linbo para casa.
Sement de linhara.
Panno de linbo fio Porlo.
Ricos e elegantes pianos.
Fio de algodao da Babia.
Panno de algodao da Rabia.
Cortes de vestidos a qua-
fr<> patacas.
Na rua doQaaimado n. Jl, vendem-se earla* da
cassa de cr com.barra a 1>280.
A BOA FAMA NAO" VENDE NADA A VA
RIADO, TUDO HE BOM E BARATO "
Uva. prel.s d. tucr,.| ,;, bu^
llila. de lio 4. Eatoa. b,.., d, e,. 00 S
.Superior mei.s prel.t de bu .
Carlas liuiMimas frai.ee/as, o baralho
Dita, porluiiueu. 11,011,, |iBa,
Meias preta. de alodao para padre'
Hila ditas para seubora.
Kie.seati.ial
I/MU
3*1
o par Nai
nicasraiuuli para prsenle, a .5^-. w,,. .^T
Kira.be.Ml,. pelo bara.o ,,,n.^ *"
Meia. de rore> ....,1. QM, ,,, fc.,^ ;|, *2
Kiquissuna. canela, uara nmril l ..*
p.r naiaorailu.
(tallos com .rmarao de larlaraM a
(.niveles muilo lino, ni !>*,<.. .
mmm,
JSMWI
Kslojos propno. par* barba a r
I)..,., de clhere.de inrial pncipt 3 f
* de 1uri.1l ordmario 7-il| e
Aparcthas cumple lo. para lulo de enhora a
olla, preta* ordinaria, para lato a
Ricas franjas para or Uados, pranle t; a-
aWJTJ
i-ai
v>Hr
1>Ml
aw*
l.^nai
t-ii
ai
Ricas polceiras prelas da vidroa
rilas de velludo bordad. e.lreiu, ,,
Rila lisa estrena prela e tle r.We a lu .
Escora, com penlr e cspeiho para nMJ,
Tesour.s lini.snnas par. anli ."11IO, Mu ,
litas para cnslur.. o melhor qae pode I,
Rselas prelas mu lo boa., o par
Arordion.de muilo boa qu.lidada wm, 1 ,Jf
Rica, tranca, de seda dr lados a. larm*,
res, rica fila, de teda lavrada. da luda. ,-71
lareuras, bien da hubo linissimo. de lind*.
diversas largaras a oalra. uiiIi>.m. taiadcaaa
Usiarj
lam
3ai
Vendc-K- .110 exollcnle carro I10 1 odas, -o,, urna da* mell,>r .wrdlu
queaqm ha: na cocha do Ir. Adoinho
Botirgois, nn Nova 11. 61.
Cassas francezas a 2410 o
covado
\,i mi i du i.iuciinail-1 n. Jl. vende-sc cassa fran-
cesa de cores, e para lnto a -J10 o covado.
Ven le-se mu excellcule piano ingle, eheaado '
ullimamenle de Inglaterra, de um dos melhores la-
bricantes iiile/es, por preco muito commodo : em
casa do Rostrou Kooker iS Companhia, no largo do
Corpo Santo u. s.
Obras de dia-
mantes.
Vende-se um adereco completo, e mais matos ade-
reros de diamantes, pur prejo commodo : ua rua da
Aladre de lieos, loja n. 34.
Vende-se sal do Assu' a bordo do hiatc An-
glica : a tratar na rua da Cruz. n. |:l, primeiro
B'-CALMO DE ESCAMA.
Vende-Sea doxe mil reisa barrica: no
raes i\.i allandega, armazem Je Paula
Lopes.
Vendem-se canoas de amarello em brulu com
baatanle urn-sura. e de .'MI e mais palmo, al40 a
lautos da imprmenlo, leudo entre ellas ligaron
proprie. para eondoiir barro de otaria, por terem
bailanU boccaal, unirs paia abrirein, e unirs para
earreira : quem prelaoder dirija-se a iua da Con-
cordia, taberna da esquina n. i.,
Vendem-se uns liteiros volantes que foram de
loja de miudezas : a Iralar ua rua do Collegio o. j.
Vende-se vinbo de Bordeaux, qualida-
superior.
Cbam|)aguc-
l'or precos commodos.
VENDE-SE
Grava de patente, prova d'agua, para
arreios de carro.
Vinbo do libeno de qualidades espe-
ciaeslohannisberg e Harcobrunner.
No anna/.em de C. J. Astlcv & C.
Moinho do vento
rom bombas de repino para reear borlas ebai-
a decapim : na (undicaode I). W. Bowman,
na rua do Brum n. 6, 8e 10.
Em casa de Saunders Brothers & C, prara
do Corpo Santo n. 11, ha para vender o se;uinle:
Ferro ioglez.
I'ixe da Suecia.
Alcatro de carvo.
Lonas do linho. i
Esponjas.
Drogas.
Algodao I7.0 para sancas.
Dito entrancado igual ao da Baha.
E um completo soriimento de fazendas [iroprias
para este mercado ludo por PTeCO commodo.
Farinha de mandioca.
Vende-se superior farinha de Santa
Calbarina, cm saccasquetem um abpiei-
ic (medida velba) por preco commodo:
oo armazem de Novaes & C, na roa da
Madre de l)eo n. 12.
A3$500
Vende-seca Ide I. ishoaultimaman lechegada ,as-
-un oini,;iotassadaitusiaverdad!ira : na pr'.ira
doCorpo Santo n.U.
TAIXAS PAISA ENGENHO.
a fundifo de ferro de D. W. Bowmann
rua ds Brum, passando o chafariz, cODlina ha-
vr um completo sortimeruide taixes de ferro fun-
dido e batido de .1 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preco commodo a com
promptido: etnbarcam-se ou carregara-se am .er-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se superior linha de Slfmdlo branca e
de cures, em novello, para coslura : em cas d.
Soatliall Mellor & Companhia, rua do Torres n. 38.
Moendas superiore.
Na lundiciiode C. Starr&C, em San-
io Amaro, acba-sc para vender moendas
de caima lodas de Ierro, de um modelo e
const rucea milito superiores.
Rua Nova n. 18 loja de Jl. A. Caj t\ C. con-
tinua sempre a ler um grande sortimento de obras
reilas de alfaiate, lauto superior, como mais infe-
rior, camisas fraucc/.a, brancas e de cores, Bra-
vatas, colarinhos,chapeos francezes, ditos de sol, de
seda c panninbo.suspeusorics de borracha.meias para
senhoras, liumens, meninos, fazendas para fazer-se
qualquer obra de cncommenda com a maior preste-
za bom desempenho, em lim qualquer pessoa que
vier a esta loja, tirara um facto completo e por pre-
co mais commodo do que em oulra qulquer parte.
XARO
1)0
feOSQUE
Foi transferido o deposito desle xarope para a bo-
tica ile Jusc da Cruz Santos, na rua Nova n. .VI',
garrafa. ."iSOO, e meias .;.-unn. saudo falso lodo
aquello que nao l'or vendido ueste deposito,pelo
que se fai o presente aviso.
IMPORTANTE PARA 0 PIRLICO.
Para curaile pb(>sicaem (odososseusdifleren-
essraos, quer motivada por conslipacocs, tosse,
asllima, picaril, escarros de sausue, d'r decos-
lados c peito, palpitadlo DO corarAo, coquelucbe-
brnnchiic, dorna garganta,, lodas asmolestias
dosorcaos pulmonares.
HE MllTO HABATO.
Chales de merino de lindas cores com ri-
cas palmas bordadas a matiz pulo diminuto
preco de 8^ ; na rua do Queimado n. 22 na
loja da Ifoa le, dclronte da loja da Boa
Pana.
Viofao do Porto
i
i
i A HOMEOPATHIA E 0
g CHOLERA.
r nico tratamento preservativo e 1
w curativo do cbolera-morbus, W
^ PELO UULTOK (^
.^Sabino OlegarioLudgero Pinho. k
Segunda edierao.
A. benevolencia com que foi aeolhid. pe- (f?
A lo publico a primeira edicto deste opui- ^
?|z culo, essolada no curio espacode dous nie-
!y/ zcs nos induzio a reimpresso*
< ,;u,l0.'le c"lil ejemplar......190(10
*J Carteras completas para o trata-
1 ment do cholera e de lilailas itu-
/gL tras moleslias, a..........3wJMMj
?t Meias carteras..........Ii;-iiki
tc% Os inrilicmncnlos sao os melhores po.siveis.
(r Cousuliono central homcopathico, ra.
<8> de Santo Amaro ;.Mundo-IVovo) n. (i.
PERFIIARIAS MUTO FINAS.
Na loja da boa fama enruntra-se sempre am rieo
sortimento de perfumaras de lodas as qualidade..
sendo ac autor o mellinr que lia em Pana, nquiso
roos frascos corri estrato mui'o fino a 19200, 19.VKI,
29 e 2300, jarros de porcellanadelicados ejde 1110-
dernos costos rom banha franceza moilissimo fina a
2? e 2)1300, frascos com essencia de rosa a 320 r.,
paos de pomada franrezn muito boa a 100 r... fras-
cos pequeos e grandes enm encllenle aeua da Co-
lonia a 180 e IS e entras muilas perfumaras da me-
lhor qualidade que pode haver, a por prec,ns mais
baratos do que em oulra qualquer parle: na rua do
Ooeimado na bem contienda loja da miudezas da boa
faina n. 33.
Nalojdaboafc
vende-se o mais barato que lie possivel :
chales lisos de mrjrin muito lino com fran-
jas de sed a 51000, dilos dito lisos de lalas
de seda a *#, lencos de cambraia muito fina
com bico de linho a 19200, ditos de cambraia
branr.os com barra de cor a 2*0 rs., mantas
de seda para gravata a 19, peitos para cami-
sas, brancos e de cores a 400 rs., fil de li-
nho bordado a 19280 a vara, dito de dito liso
a 880 rs., camisas de riscado finas e muito
bem feilas a l#500, alpaca de seda de muitus
bonitos padroes para vestidos a 6i0 rs o co-
vado, luvas de seda para homem e sonhora a
l/o par, ditas de pellica para senhora a 1/,
ditas do lio de Escocia para homem a 400, di-
tas de dilo para meninos a 320 rs., meias
pretas de seda para senhora a 2-9o par, ditas
ditas de laia para padre a 19600, ditas bran-
cas muito linas ,iara senhora a 210 e 320 rs.,
ditas pretas du algodao para senhora a 400rs.
ditas de algodao cru para homem a 200 rs, ,
alm disto muitas fazendas que se vendem
muito barato, e que a vista dos precos os se-
nbores compradores niiu deixarao de com-
prar : na bem conhecida loja da boa f, na
rua do Queimado n 22.
A Uenco!
6 ~&
% Na rua do Trapiche n. .">i, ba t;
J superior rape Princesa do Brasil,
Q cliegado recentemente do Bio de 5
jj* Janeiro, cm qualidade pouco diC- M
~' fere do de Lisboa, ao passo que
Q custa apenas l.sVOO a libra ; a elle
anics Si? bt^jefTJTTeha. g.'j
Cv"'-?--'--'--"''.-.'V.."''..-'- .-'.a_''i-a n>*
..... ......--...-..;:<.-a-..;::;
Vendem-se sellins com perlences,
pateiilc inglez eda melhor qualida-
de que tem vindo a esle mercado
no armazem de Adamson Howie
* C, rua do Trapiche n. 42.
Em casa de BabeSchmettau & C, rua
da Cadeia n. ~>~, vende-se :
L'm pande sortimento de vidros de cs-
pelbo.
Relogios linos de patente inglex.
Ditos ditos de patente suisso.
Couros de graxa.
Ervilliat seocas cm {jarraloes.
Vinho do Bl
ieno superior.
Conservas alimentarias de boas
dades.
i|ua
li-
ra.,
Vendr-.e a refin.ri. da raa da Onenrdia
por precn muilo commodo, e cflrrere greado '
sen. a qualqaer q.e se qurira arlaMHai r,.
o inacluiiKino promplo tura fabrica dn caadla m
mal: quem a pretender dirija ea a mama. ,+,
d.s nafas n. II.
$*ttftt>0* fiifi^i.
iWKsOOO de gra-
tiicaeao.
I ugio da rasa do ahauo >ssiad. aa larda -*
3 de abril dn crrente de nome Sevrriuo. d idade ."ai aaaw, po*
menos, altura regular, barba branca, ha i
calvo, levuu caifa e ramita de alzada, bra
peo de p.illia, foi escrava da Sr. Jaio Tara*** Ta-
lenlino Vilarim, morador a. villa da filar, I adim
(rande ; julsase elle ler ido par. ee laor m ad
ser primeira vez ; n dilo *arra*a fm Sipa*, da .
Antonio Hirardo do Rea* : p...i--i-~- r. ai n'i_
ridadrs, capilAe. d* campo, aa a que Icnba ur lie noticia. r.var da rapta*.. Il lva-
lo a ma do Cabula a. 1-A. quo te Ib* dar arati-
lirarilu cima marrad., e se for rara dral
se picarao as deipeza. da caadaeci* da__
tiver para etla.--Jo*c Fcneira 4m Saataa I
Aiiscntou-sc no dia 51 de ootar.ro
um escravo do scrlo, pertencenle ao Sr.
Ignacio Machado da Costa, morador can
Kspi nha ras, de nornc Paulo, crroulo. d,
2"> annos de idade, csUtura n;ulai.
principiando a barbar, rala espantada,
com indicios de atracar, lem uma maixa
de brida em nina daspernas: loi ti-
do de ceraula comprida, camisa dr algo-
dao da Ierra, jaqueta e chapeo de couro :
snspcita-sepje (osse seducido, c que -
leja acoilado em alguma casa, cona o
(|uc se protesta : roga-e a todas as au-
toridades, capilaes de campo c pessoas do
|iovo, r|ueiiam apprehendc-lo e rondii-
zi-lo a" la do Crespo, loja n. Il, le
Joaquim Azevedo de Andradc, que gu-
tilicara' {;cneros,inicnlc.
I'osio no ni. .1 r!, oalabra p'rnlra aavaada a
rcraaa Uatt, erioalo luslanle .11.. Mee* da ni.
par rol*, lem aa m.io direila aa d. dada, parla rW-
lado de um peoaririo, lem falla de dale,, lev*, td-
ra nal e camisa d* .laod.o, am cata, eaara e ca-
misa iiov. de riscado de qnadra. aaaa. para via-
sem, Toi eacravo doSr. Icnarm terreara de alerta
l.eua, vendido nesla praca par sr pxaodw Ma-
nuel Antonio de Santiago Lew. q.ea. pnr r*
entregar na ro. da Seotala Verba a. mS
od.r, qae aera- pago do seo Irabalho.
Desda de abril dr.i, .nrM f-t>l ,, .^.
una de nome M.inoel, de idade 15 aaaaa. !.._ le-
vado rami.a de algodSmiaba e caira da ri'ii .da, I*m
falla de um denle na frrnir e aaaa etrarrir aa raata
upp.ie-sc estar em .Igam lugar perl. dett. ridad
titulo de forro, pois roasla ler .ida rala aa rili.di
da Pas-agem, viodo de fon.
Fogir.m de horda do brisa, librala ada .
do corrente. os eacravo. segaiaM*: I
Angola, idade .'10 .nao*, car prela,___
n.rii chalo, olio,, preina, barba cerrada ; a .
erioalo, idade 2fi ann X, car parda, reala ea_
nariz regular, cabellos crespos, alba, pard**,
cerrad. r bignde, pernas loria. : roga-*a a* a
dades poliri.es e c.pile. da campa de a ipiinlua
derem e levar a roa da Cadoia da Kecif. a. 1, m-
erao recompensados.
Sabbado, 18 do rarrealr, faaia da can i
Pinlo de Lemos Jonior, lendn-a mandado a i
.ir. Siqneira A l'err.r., d'.nd* aa. atlaa, a_
Mo escr.vo. de nome Simplicio. r-lal*r. afla, i
do corpo. pr. groMa. e andar irregalar, Ma> i
barbaria, falla groaaa e punco clara, reprn
idade,3."i a 10 anuo-, consta andar par ***** i
bo< a jozar : rnga-se as auloridades ptica**. i
dem prender e levar a rtn da aananriaalr : e *
for preso para as banda* guem ao Sr. leoente-enrnnel Ja*. I.a.i de Calda*
Los, quem o mesmo perlane*. Ua mua, aaaa4*
Jn.lo l'intn de Lemos I unior anda facida ha na*** 4a
um me/, um negro erioalo de nome Caeteaa, da ida-
de 10 annos, pouco meaoa, escalara baila, fe** da
car. e barbarlo, levando ralc a eamiu de riacada -
quem o pegar e levar a casa do dilo. na raa da Au-
rora n. X, oo der ah noticia do lagar em aa a til.,
pr.tn se .cha, sera' sanerosamenU re
Tudo por preco commodo.
Naval.ms a contento.
Conlinua-se a vender aSoOOO o par prero fno: e pundo andar nesU prao
iahcmcoiihecidasiiavalhasdeharba.feilasi.cloh.-,,., ,. l-,:. j.,.
bil fabricante que ha sido preiniadoemdivers.se- .. "oua"r,la a Smj
prenuaaoem diversases-
posn.oes: vendem-se com a condir.lu de nao agra-
dando pnder o comprador devulvc-las al M dia.
Vende-sc vinho do Porto das mais acreditadas "^"'sda compra .restiiuiido-scaimnorlanria: cm
marcas, cm caisas de uma e rioas duzias, eem barris casa de AugasloG.de Abren, na rua da Cideia do
le quarlo, quinto, oitavo e dcimo, por precos com-
No dia 18 do corrente pelas oilo bora
da manhaa fugio um negro por norac Antn-
nio, o qual he de nar;3o com os aignaea ae-
,'uintcs : cor fula, pouca barba, paza dn
quarlo direito, os pos apalhetados, e no ra-
llo lado direito lem algurnas costaras imi-
tando calor de Upado, levou calca azul m
riscado, camisa azul, chapeo de pal ha : es*>
negro tem um irman que be cortador 4
carne nos acouges da rregoezia de Santo An-
tnnio, sendo esle o seductor daquellc, aa-
gundo que se lem sabido ; foi eseravo do Sr.
acailcmico Anlooio Kogcrio Freir de Carta-
Dio, morador alraz da matriz da Boa-Vala
tendo viudo com o mesmo acadmico de A-
gua-l'reta, talvez lomasae esta estrada Bar
tanto pede-se a todas autoridades onde a
mesmo lor encontrado, e os capilaes de car*
po liajain de aprehender, ou lera-ln ao sea
legitimo senhor abaixo assignado na ma
larga do Itosario n. 48, que generosamente
paga a quem o trouxcr. Bernardo de *r-
queira Castro Moiilciro.
Continua a estar fgido o eseravo Inl.aiii
de naco Cassange, ,1o idade de M nno> paam
mais ou monos, altura regular, rangaairo sa-
jar, cor prcu, rosto redondo, sem barba, roaur-
limpas, cheio do corpo, e conversa poarn ; fai
eseravo dos herdeiros do finado CaeUno I .oncalvo
da Cimba ; ha quasi certeza de andar para ar-
parles do sul desta provincia, se alguem amitar ft
dito eseravo lique certo de qne o dono ha de aroro-
der com ludo o ripr Has lois contra n aertador, *
a quem o capturar prcmette-ie pagar rom geaera-
sidado, sendo conducido a rua da Gnia n. 64 >
sea, ou no engenho Crusafn,
uezia doS. Loareaco da
modos : na rua da Madre de lien*, luja ii "i
CEBA lili LISBOA.
Na luja da Jos Antonio Morera Dias, na roa No-
va n. .Vi, vende se cera em velas a l>2K0 a libra, e
em bogia. a 1&440.
Vndese uma mobilia loda de Jacaranda', rom
as pecas Hgoiole* : I sufa', R culeira, 1 dita de ba-
lancu, h ditas de braco, 2 cnsules com pedra bran-
ca, -1 ditos enm dita rva, 1 lavatorio, 1 cama, I es-
pelho urande. I rebuti, 1 marque/a. t masa de jan-
lar, e 1 dila mais pequea, ludo em mallo bom es-
l.'iilu : na rua estrella do Kosarin n. 36,
Vende-se um eseravo de naclo, de 33 annos de
idade, bom para o serviro de cam'po na rua da Ca-
deia do Kecife, loja n. 11$, se dir' qutm o vende.
Kecife n. :t.
Vinho lo Porto, superior chamico.
Em caivas de 2 dnsiai e em barris de oilavo, re-
ceiilemenle ebegadopelo bri-ur (Tmadar; vende-
se unicaiuenle no armazem de Barroca t\ Castro, na
rua da Cadeia do Itecif,
Hala.
log'o honlem as 7 hora, da aoile am nrraia
mnlalu, de mime I lioma, alio, ref.-rcade da rara*,
com mareas de bevisaa, pernas cratM. c nefla. mar-
cas de cicalrixe. as ranellas, falla naa mana maa-
cidao ; Irvmi camisa de panno a.al grn%w gawa*a.
da de ourrllo I,raneo n. liombrerra. e Matara,
abara na frente em forma de palib. : nle nava
be natural da l'anliiba, foi eseravo da Se. "l
Coellm qne o Imuve por heranra do tara ank
Jo
a da t.adea do Itecifc u. i------- ^ .-.r ,-, u.-iam a or sea sar* jor
-Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda.! ttttSU at T.'bTvt
nstruccao vurticjl ecom tudos o mclhoramenlos i \ ascnnrelles Jaa,ar, ann.da. %> rageaba la.^...
co
mais modernos, ti-ndo vin.lu n
Hamburgo: na sua da Cadeia
ullimo navio di
armazem n. K.
Na ru i do Vicaria a. 19, primeiro andar, ven-
de-sc vinho do l'orlo conhecida marra l'W cm pipas, barris e raisas de
uma e duas du/u- de garrafas.
fre-ncria do Pilar da
ai-a...
. ..la pmsinrr, apaa a p^a
''""'"" ra da I onrnr.tia a l'edro Val-ata inion
liiiimaraes. qoe era' cri.rr.^an.cnlr grarirada.
Kecife I. de uulnbro da W .
Tedia Autunio Iciieira ,
l'r'.KN.: TVP DK M. F. DB PARU laja
MUTILADO
ILEGIVEL


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