Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07629


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Full Text
ANNO XXXII N. 23
Por 3 mezes adiantados 4^000.
Por 3 mezes vencidos 4500.
SEXTA FEIR\ 7 DE \0YFJBIU, DE \m.
Por anno adiantado 15S000.
Porto franco para o subscriptor.
BUCO
i..\i \HKI.<, Mion DA SUBSCIUPCAO' NO NOR.TE
Parahiba, 8r. ttirvaito ?. da Naii'idadi: Natal, o Br. Joio
Sal. Pareira Jnior; Aries IJ. Sr.A. da Umoi Braga;
i, ir. 1. Jos* da Olireira ( Maranhao, o ir. Joaquim Mar-
l,u*e todriguta; Piauhy, o Sr. Domingoi Harculaoo A. Peuoa
lanaHl Para, r. JninianoJ. amosV Amaionai.eti. Jar*.
u*/a* da i la.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Ohaaa : tuaaa os das, s c meia horas do dia.
','".....**u. Goiai.......iVaraUba : na* aernuatais a MaSas-felra*.
s. Anr.,i>. Reaerrvs, RoatuXaraarl, Allmfio e Gauafcaai : na taivat-Mra
S-lamicnr,,, l-..i,-,r.\|li,>, .\.,'ar>.th, I.iinficiro, llrejoi PWentairj, Inm-
ira, Flore, Villa-Bella, Bsm-Vwu, Oarirarjr o Ks : na, faartas-feiraa
C-an,,, Ipojaae, Scnnliai-in, Ma -Furinoaii, Qu, Barreir**, V ua-Prela
PlBaralcinaa Pialal : >uinlu>-reiraa.
(TualM a torn-io* partea a 10 haraa da minhla.l
AUDIENCIAS DOS TRIRUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommarcio aeguoda I quintal.
Kt 119,0 : tereai-feirai a labbadoi.
Faianda : quinas aaabbadoi ai 10 horaa.
Juiodo eommarcio: legunda aa 10 horaa a quintal a* maio-dia.
Juio di orphioi: legunda qu mai ai lohorai.
Primaira Tirad* el'el I iigunda iaiiai ao maio-dia.
Sagundi ara da *iv*l : q uanas < Hbbadoi a* maio-dia.
li'ii i:\il.r.tlH.s DO Mi:/. DE NOVEJIBRO
3 Quariocraicanla ai 3 horaa minutos a48aagundoa da I,
12 La chaia ai 7 huras 23 minmoa a S legundoi da m.
l!i Quartominguantaaa S horas,lo minuloa* 48iagundoi da m
27 La ora ai / horas, 24 mmuioi .48 legundoida tarda.
PREAMAR DEHOJE.
Prlmcira o horaa a 311 minutoi da urda.
Sigunda aa n horaa r M minuloa da manhaa.
DAS da semana.
3 Segunda. Crjmniemorav-io de todos os liis defunctos*
4 Terca. S, Carlos llorromeu are. rard.
5 Qua na. Ss. Zscbaiiaa e Isabel pas de S. Joao Raplisla.
Quinta S. Severo 1>. : S. Alhico ; S. Leonardo eremita.
7 Sena. S. Florencio b.: Ss. I'rosdocimo e Achilco Bb.
K Sabbado. Jejum. S. Nico*iralo m.
9 Domingo. 2 Patrocinio da SS. Virgen) Mai de Dos.
ENCAKKEGAIMIS DA SI TtSsIUPlAO No SI I
Alagoaa,o Si. Maudin* FalcaoDiai Baha* Sr D.
lio deJaneiro,* gr. Joae Pareira Mariini.
EM PERNAMIIICO.
O p r o p r le a ria de DIARIO MibmI Viga.i re da f 1 r.a, m
livrara, praf* da Independencia m.taS.
p+wn mciAh
MINISTERIO DA FAZENUA.
Lei n. 881 do I.'* M|W de 185>.
Pisando despea e orc-o/ e<;eila para o exer-
cicio
D. Pedro II, por.
rlaniacao dospjvo^
tensor perpetuo \'
noasos -uli lilos *
Di queremos
18."*.
1 lieos e nnaiiimi' ac-
tor couslitueional e de-
fazemos saber a todos os
mblea geral decrelou,' e
nle.
BLO I.
I geral.
i 1I0 imperio para ti exer-
* yia ni quanlia da.
Art. 1. A despez
eieio dt 1857I8.W
jo.j:i9(i3000.
A qual **th distribuida pelos aeis diversos mi-
nisterio* na forma especificada nos artigos isguiu-
3. Empresarios em dispooibi- |
lidade, dem..... 7:J!!l59i>1
l. Extraordinaria no citerior
. idem........ I |0$Mj00
>. Dita no interior em moeda
. o l'i'z....... :W:0UOSOOO
<>. Ejercicios lindos. ... o
Art. .">. O ministro e secretaria d* Miado dos
negocios da mannha lie autorisado para despender
com os ohjeclos designados nos eguintes paragra-
plios a quamia de 4,59:163c27:>.
A saber :
1. Secrelsna de estado. 33.KNM|000
2. l.liiarlf-i.tPiitr,il da rilarinlia. i:8Ws5S
:!. Consrlho supremu inililar. :1:IKJIK)0
i. Auditoria e eecmorTn^_. :i:(KNt3
classes
tea
Art. O ministro e Mentarlo de estado dos ne-
gocios do imperio lie autorisailo para despender com
i objecloa de*imiado> nos seguiutes paragraphos a
quanlia de 5,75:l729i32.
A saber :
I. Dniacan de Sua Maeestade
o Imperador..... WW-.OutMHH)
>. Dolaro de Sua Maeestade
a Iroperatriz..... WMOHM
3. Aliroeoloa da princeza im-
perial a Sra. II. babel. |;!. iiin-miii
4. AliiDentos da princeza a
Sra. D. Leupoldiaa. (i-.IXXWKX)
5. DotaijAo da piinceza a Sra.
I). Jauuana, e aluguel de
casas........ 102:000501)0
6. Dita de Sua Mageslade a
imperatriz dn Hraail, viu-
va, a duqueza de Bra-
.......
7. Alimentos do piincipe o Sr.
D. Lua.......
8. Ditos da princeza a Sra. D.
laabtl.......
JA Ditos do principe o Sr. I).
*" Filippe.......
10. Ordenados dos mestres da
familia imperial ....
11. Secretaria de eitado. .
12. (jabinele imperial. '. .
13. Consellio de estado. .
14. Presidencias de provincias.
15. Cmara dos senadores e se-
cretaria.......
II). Dita dos depuladus dem.
17. Ajudas de cusa de viuda
o volla dos nepulados. .
18. Kaculdades de direito .
11). Facilidades de medicina .
20, Academia das Bellas-Arles.
21. Museo.......
22. llyaiene poblica. .
23. Empregados d* visitas de
saude dos porlos ....
24. Lazaretos ......
25. inaiitutu vaccinieo .
2ti. Coroiniasito de engenlieiros.
27. Cauaes, pontea, estradas e
outras obras publicas ge-
ne* autillos as obras
provincia.-.....
28. Crrelo geral e paquetes a
vapor .......
29. Repartirn ceral das Ierras
publicas, me.lira" distas c
eofcmisarile .-^^ y. _. ..
30. Oateehese e^civiliaaeio dos
indios.......
31. Colonias militares .
32. Ealabeleeiinanlo* de edu-
eandas 110 Para ....
:13. Archivo publico ....
31. Eventuaes......
.Yo municipio da <:orle.
35. InstriirrAo primaria e se-
cundaria ......
3S. Aula do cominercio. .
37. Instituid dos meninos cegos.
38. Uibliotlieca publica. .
39. Jardim bnlauico da l.agoa
de Rodrigo de t'reiUs. .
40. Dilo do Passeio publico. .
41. Instituto Histrico e Oeo-
araphicn do Brasil .
42. Imperial academia de me-
dicina .......
i.l. Soeiedade Auxiliaibau da
111 iu.-iria Nacional .
44. Hospital du< Lazaros .
Vi. Obras publicas.....
Xi. Eirrcicios lindos. .
Art. 3. O ministro e secrelario de estado dos ne-
gocios da justicia lie autunsadn para despender com
os objectos designados no* seguinles paragraphos a
qaantia de 3,095:50232I2
A saber :
1. Secretaria de estado. .
2. Tribunal fupremo de jus-
115a........
3. Rela^oca.......
4. Juslie.is de primeira ins-
lancia.......
5. Polica e seguranea pu-
blica........
(i. Peasosl da polica. .
7. Guarda nacional ....
8. Telegra^lios.....
9. bispos, ealhedraes, relariio
metropolitana parodio*,
viganos geraes e proviso-
res ........
10. Seminarios episeo|taea e
seus edilirios.....
11. Capella imperiale calhcdral
do Rio de Janeiro .
12. Iribunaes do conimerrio.
13. RepreisJo do (ralico de A-
faicanus.......
I i. Sllenlo de presos .
15. tvrnluaes.....
,\<> muicipin da corte,
1h. Coito publico.....
17. Corpo municipal perma-
nente .......
18. 0a decorrecrao e repa-
ros de r.adeias.....
19. Coudiicrio e sustento ds
presos .......
20. Illurnioacao publica. .
21. Ejercicios lindos. .
Art. O miniatro ,. seeielano de eslado dos'ne-
gocios eslrangeiroa lie aulonsado para despender
coro os objeci.i. drsicnadns nos seguinles p.iragra-
phns a quautia de i;i;73o>7.VI.
A saber:
1. Secretaria de estado. t7::l.oOH8
2. Le2ac,0ei e consulados, ao
cambio de 27..... "i:.V.I|-Mi(Mi
.'0:0003000
ti:000>000
0:0003001)
6:0009000
5:400J>000
4l:i009tHK)
1:9009000
48:0003000
231:0009000
25:(>009000
328:5403000
52:0003000
157:3OINM)
188:1:183000
26:04I9OOO
9:00Oj.KH)
23::>003000
20:000:000
120:0003000
14:7803000
6:5523000
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1,390:0003000
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MI-000.3000
60:(KH)- 3KMU9000
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3:9193000
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2:0003000
4:0003lHK)
2:(K):0O0
HHl:00U3tW0
' > vCorpo da armada
anuesas. .*...... .
6. BalailiAn naval.....
r. Corpo de imperiies mari-
nbeiroi........
8. Companhia de invlidos. .
9. Coutadoria.......
10. lutendencias e accessorios.
11. Arsenaes.......
1-. Capitanas dos por'os. .
13 lorra uaval a navios de
transportes. ,.....
l. Navio desarmados. .
15. Ilospilaa*. ,.....
16. Phares........
17. Academia de mariulia. .
18. Escolas.......,
19. Ribliotlieca de mariuha. .
20. Reformados......
21. Material.......
22. Obras,.......
23. Despezai extraordinarias e-
ventuaes........
21. Etercicios nudo......
ff
36:60113000
I03:00simni
274:4863672
767:8205000
124:0003000
131:4503001)
I6.'.:62l3500
3-AOt)0>000
557:S,"i>_JKl
76:70O3(MK)
6i:7IO,>4K)0
34:30030011
25:0003 5:(K)O-40(K)
10:00091 KX)
1:7719640
197:7969500
61:0003000
20:0003000
3O0:O0U8(JOO
9
S
346:4593200
27:7889950
83:3759000
6:8519500
29:8003000
14:51*9000
718:5019020
91:1203115
943:831|S0
2ri:59S3lHH)
32:6883000
28:7723400
24:9879000
1:30*9000
1:3243818
63:4779395
1^37:3139000
310:000-3000
228:22309
9
Arl. 6. 0 ministro secretario de eslado dos ne-
gocios da guerra lie autorisado para despender com
os objectos designados nos seguinles paragraphos, a
quanlia de 9.537:3799730.
A laber
I. Secretaria de estado e repar-
liees aoneaas. .....
2. Contadura geral.....
3. Cousellio supremo militar. .
t. Pagadoria das tropas.
5. Escala militar, observatorio
astronmico, scola de appli-
caeo. curso scientilico, e es-
cola dos corpos......
6. Arsenaes de guerra, arma-
zens de artigos bellicoi e
COttJMlhoi administralivos.
Ilospitaes.......
8. 1 .iiiiiinaiiilns de armas e ini-
pecr;es dos corpos. .
9. Ofticiaes do etercito e refor-
mados.........
10. Forra de liaba.....
II, Corpa de saude.....
12. Ke..iriie.'M ecclcsiaslica. .
13. iiialiliearfies. forragens, e-
lapes, ajudas de custo grali-
ricaroes diversas..... 343:5109600
14. Invlidos....... 62:2373930
15. Pedestres....... 22:T945"iO
16. Rerrularnento engajamenlo. tKKhOOOfOOO
17. Fabricas....... 134:0113200
18. Presidio da illia de Fer-
nando.........
19. Obras militares.....
I. |l|aer-a- ilwa|l***| os .inlii.i. -
Esercieins lindos. : .
91:3683800
36:1409000
9
39:7339600
11:9103000
131:6039100
1,581:4409100
IUO:l6l900o
68:I7937(KI
874:5523-140
4,6.18:193.91(10
18:1:1103000
52:771.9200
39:7769800
|J(I:IMM1.9IHIII
2IN:wm-.i.mi
I Arl. 7. O minislrn e secrelario de estada dos ne-
gocios da faiend lie aulorisado para despeniler com
aa objectos designados nos seguinles paragraphos a
quanlia de 11,881:3869560,
A saber :
1. Juros e amortizarlo da divi-
da externa fiindada,ralculados
ao cambio de unte a sete. 3,787:13O9OOO
3. Juros da divida interna fuu-
3. Hitos da dita inscripta anles
da emissao da* respectivas a-
polices, e pagamento em di-
nheiro das quaulias da ines-
ma divida luenoies de 41)0,
na turma do arl. 95 da le de
24 de ootubro de 1832. 20:0003000
4. Cana de amortizarlo filial da
Babia, eempregadoa no rsga-
le substituido do papel moeda
5. Pensionistas do Eslado. .
6. Aposentados.......
7. Empregadus de reparliedes
eilll el.l-......, ,
8. Theaouro iiaciuual.....
9. I li".miraras......
10. Juizo dos feitos da fazenda.
11. Alfandegas......
12. Consulados:......
13. Recebedorias.......
11. Mesas de rendas culleclorias.
e.5. Casa da moeda. ....
16. Ollicina e armazem do papel
sellado..........
17. T> pographia uacional. .
18. Ollicina de apolices. ,
19. Adminislracao de proprios
naciouaes........
30. Dila de terrenos diamantinos.
21. Ajudas de cusi a emprega-
dos de fazenda. .
22. Cuiadoria deAfricanus livres.
23. Medican de terrenos de ma-
rmita-.........
2. Premios de ledras, desconlos
de assignados das alfandegas,
coininisses. correlageus e se-
guros..........
35. Jaro* dos erapreslimos do ro-
lle orphaos.......
36. Reposices e reililuir^oes de
direilos e oulros......
37. Corle e couducri)u de pao
hr..il.........
38. Obras........
39. (iraliricaciies......
30. Eventuaes.......
31. E\urcicios lindos......
32. Pagamentos dos beus de
deluntos e ausentes. .
33. Dito de deposito* de quil-
quer origen.......
CAPULLO II.
Heceila geral.
Arl. 8. A receila geral do
impeli be oreada na quanlia
de............
Arl. 9. Esta receita lera' ef-
fectuad.i com o producto da ren
da geral ariecadada dentro do
:tS:9809O0O
533:6203135
:i51::i25ji59
39:1339666
334:8009IH)0
533:1309000
63:0009000
1,318:6709000
I98:0:|8300
100.77090'K)
194:8009000
122:6(KI3000
59:4803000
HOiOlKljIKH)
3:3609000
31:6659000
11:0783000
3:IKKMI(K)
1:900.9lKMI
3:0009000
180:0009000
80:000-9000
V):(K)031KK)
10:01 KJ3O00
200:(HKI3000
111:. h 1, i-i M m 1
30:0003000
9
35,500:5009000
PAULO DE ASPREMONT.
POB TlIKOl'IIII.O GAUTIERa
A hora da era linda panado desde mniln lempo,
a o foso de carvo, que ^uranle o dia fazia romo
urna aote-camara do Vesuvio da cozinlia do hotel
da Victoria, eilinsnia-M leulameiile reduzido a bra-
zas ; as cassarolas (inham volla lo aos seos pregos
respectivos, e bnlhavam *m lileira como os hin-
quis sobre n bunio de nina nao autiga ;.uma alam-
pada de .obre, semellianle as que liram-se das es-
eavaenes de Pmpela, e mapCMI por orna rnrrenle
triplicada a viga principal dn forro dn ledo, illunn-
nava com as luz da imu Iros bcog alimentadas por
azeile, O centro dessa vasla colinda, cujos ngulos
licavam banhadns de sombra.
Ol raios luminoso calundo do alio n:n.lel.1v.11n
mui pitloreiraiiiente um grupo de figuras caracle-
risticas reunidas em lomo da groa.a masa de madeira
ja inoito aculilada e cuf.ilha.la pelas facas, queocru-
para o meio dessa grande sala, a cujas paredes as
preparares culinarias daviaui dado a ciir Ka ama-
lla dos pintores da escola de Caravage. De certo, o
F.sp.ignolet 00. Salvalor Rosa pelo seu vivo.anior do
verdadeiro, niio lenam ilesprezado os modelos reu-
Vide Oariu 11. 303.
nidos ah pelo acaso, 011 para fallar mais exactamen-
te, por mu dabito de todas as noiles.
Abi eslava primeiranienle o ebefe Vergilio Falsa-
cappa, persouagem multo impnrlante, de eslalura
colossal e de corpulencia l'urmidavel, que leria po-
dido passar por 1.111 dos convidados de Vilellius se
em ve/, de urna veslia de fusISo branco (iveise Irazi-
douma loga romana bordada de purpura ; mas fci-
fOm prodigiosamente arcentuadas formavam como
urna especie de caricatura sena de certos tj pos das
inedalhas antigs ; bastas sobranceldas prelas e snl-
lienles coroavam-lhe osollios talhados como os das
mascaras de llieatro ; um euorme uariz laneava sua
sombra obre una larga bocea, qua pareca' guarne-
cida de Iresordeus de denles como a do liibarao ;
nina papada seiiielliaiile 1 do touro Farnese unia o
queixo a um pescoco de viKor atdlelico soleado de
veias e de msculos. Duas suissas, cada urna dis
quaesteria furnecido barbas snflicieoles a um sapa-
dor. ladeavam essa face larga e violentamente cora-
da ; cabellos curtos negros e lustrosos, com os quaes
inishiravam-.e alguiis lies praleados, encrespavam-
se-lde sobre u crneo, v saa nuca corlada por Ires
roscas transversao.s trasbordava da gola da veslia de
i >nas orelbas calnaiu sobra as apopbyses do qucita-
das, capares de mascar um boi em um da, argolas
I de prala, grande- cuino 11 disco da la. Tal era mes-
I tre Verguo Falsacappa, ao qual sen aveulai volla-
| dn sobre a ama. e loa laca medida em roa bainlia
de rnadeira, faziam .is-emelliar-.-e mais 11111 Vicli-
1 ma 110 que a um cnzmlieiro.
Depuia delle ippareeia Timbrrio, mariola, ao qual
I a gymnaslica de sua prolissio e a solniedade de seu
1 rgimen, que eonartlla .111 um prato de mucarimi
I meio cru c salpicado ,ie caccia-caraUo, nina lalha-
Ida de melaucia e um copo ri'agua nevada, conser-
: vava em um estad., de magrees relativa ; mas que
berii nutrido lena certamente adquirido a corpulen-
1 ca de rahacappa ; parquarilo sua coostiluicao pare-
j cia feila para su|iporlar enorme peso de carne. Nao
linda oiilra mapa senan calenes, collele de cor es-
Icura capole grosiciro laiicadu sobre as c-|mJuj-.
ejercicio da prsenle lei sol os
litlos abaixo designados :
1. Direilos de iinporlatao para
consaino.
3. Ditos de I1.1l1leae.in e reei-
porlacSo.
3. Dilo idem para a Cosa d'A-
frica.
4. Eipedisnle dos gneros es-
trangeiros navegados por ca-
bolagem. livres de direilos
da consumo.
5. Dilo dus ditos do paiz.
6. Dilo "los dils livres.
7. Arma/.enagem.
8. Premios de assignados.
9a AncoraKein.
10. Direilos de 15 0-0 das em-
b*rcar;es eslrangeiras que
pa.-.im a nacionaes.
11. Dilos de 5 0|0 na compra e venda da embarca-
coes.
13. Ditos de 7 0|0 de exportacao.
13. Ditos de 3 0|0 idem.
11. Ditos de 1 0|0 idem de ouro em barra.
15. Dito de 1|2 0|0 des diamaiiles.
16. Expediente das capatazias
17. Renda do coireio geral.
18. Dita da casa da meeda.
19. Dita da sendoriagem da prala.
20. Dita da tvpograpdia nacional.
21. Dita da casa de correejao.
22. Dita da fabrica da plvora.
23. Dita da de ferro de Ipauema.
24. Dita dos arsenaes.
25. Dita dos proprios nacionaes.
26. Dita de terrenos diamantinos.
37. Foros de terrenos e de mai inlia-, excepto das do
municipio da corle.
38. I.allennos, nao emuprebende 11 )njn provenien-
tes das vendas de terrenos de mariiilia da
corle.
-''. Siza dos bens de raiz.
30. Decima urbana d* urna legua alcm da demar-
casSo.
31. Iiil.i addicionai das corporaces de man mora.
33. Direilos novos e veldos, e de'chancellaria.
33. Ditos das pateutes dos oflieiaes da guarda na-
cional.
31. Dizima da chancellarla.
35. Joias das ordens lionorificas.
36. Matriculas das faculdades de direito e de medi-
cina.
37. Mullas por nfraccao de regnlamenlos.
38. Sello do papal lixo e proporcional.
39. Premios de depsitos pblicos.
10. Imposto de despaedautes e correctores.
11. Emolumentos.
13. Imposto sob/a lujas, casas de desconlo, ele.
43. Dilo sobre casas de movis, roupa, ele, fabrica-
dos em paiz eslrauzeiro.
44. Dito sobre barros do interior.
15. Dilo de 8 0|0 das loteras.
16. Dilo de 8 0|0 dos premios das ine-ma-,
47. Dilo sobre ininerarae.
48. Dito sobre datas mineraes.
49. Tasa dos escravos.
50. Venda do pao brasil.
51. Cobranza da divida acliva.
Peculiares do municipio.
53. Di/inn.
53. Decima urbana.
51. Tercas partes de oflicios.
55. Emolumentos de polica.
56. Impostosobre ca-asd- l-ilo a modas.
57. Dito de palele no aiDiaBH da agurdenle.
V;. Dilo de gai!', de cmluimi.
sil. Meia siza dos ericravtM.
60. Sello de hranras legados.
61. Reudiineiilo dn evento. t .
l^xtraordinario.
62. ("onlribnieM para o maule.pie.
63. Indemnisarocs.
lii. Juras de capitae nacionaes.
65. Venda de geoeros e proprios nacionaes.
66. Receila eventual.
Depnsilos.
1. Rens de dcfuutos c ausentes.
3. Premios de loteras.
3. Salarlos de africanos livre.
I. Depsitos de diversas origaha*.
Arl. 10. O goveroo dea aulorisade pira eimtlir
bilheles do (hesourn al a somina da 8 000:0009000
como anticipadlo de receila ui ex rcinu desla le.
CAPITULO III.
Disposices geraes.
Arl. II. Os imposlos couslantes dos paragraphos
13, 43, 13 c 19 do artigo. 9. serao cobrados do mu.lu
legmnle :
: I. Os direilos de exporlacao serao cobrados ni
razao de 7 0)0 desde o I. de Janeiro de 1857, al o
lim do auno lioanceiro de 18.58 a 1859.
s 2. A laxa dos escravos lica elevada ao dobro do
que actualmente se cobra.
S 3. Alcm do* impasto* de que irsla o arl. |
1. do regul iineulii de 15 de jonho de 1844, cobrar
-e-lin as cidades do Rio de Janeiro, Rabia, l'ar-
uambuco e Maranho, ama laxa que sera litada na
tabella que 0 goveino fia aulori-ado a organisar,to-
mando por base a importancia de cada classe de in-
dustria e prolissAo das comprehendidas no mencio-
nado r-gulamenln, excluindo aquellas industrias ou
prolisses que pe .1 pequenez de seus rditos o3o de-
vam ser sobrecarregadas com esta tata.
Esta tabella sera' sujeila a' approraciio do poder
legislativo no principio da prxima sessao, quando
for apresentada a proposla do nrcamento, utas ser
pusla em execucao e o poder legislativo 11.11 a liver
reformado al o lim do mez de malo.
Arl. 12. Fica triplicado o imposto sobre aeges e
mais vehculos de conditciio de que Irala o artigo
46 da lei 11. 628 de 17 de fetembro de 1851.
Este impasto sera' arrecadado p-lo thesouro do
priineiro de Janeiro de 1857 em diaute, e seu pro-
ducto entregue a' cmara municipal, que o dever
empregar exclusivamente em estender o calcameoln
por meio da parallelipedos, e em cou.ervar as cal-
cadas feila por aquelle syslema.
Arl. 13. Ficara elevados o ordenado do secrelario
da reiaein da corte a 2:1009, e os das outras relaces
a 1:ti009. A grnlificatao do procurador da cora,
soberana e fazenda nacional, sera' de 1:6003.
Arl. 14. A disposicAo do 9 do arligo 3. da lei n.
779 de 6 de seleinbro -le 1854 comprehende lainhein
as dignidades da calbedral do Para", Periiaiiibuco,
llalua e \l n.1111.1, e o giiverno mandara' pagar-Ibes
desde ja a dilfereui;a das respeclivas congruas, que
lem deixado de perceber, a contar da dala da execu-
eAo da referida lei.
Arl, 15, I iran em vigor as disnosicoes da le de
24 de novembro de 1830 a respeilo ds avaliarao se-
rrip-.ir.il das racos de forragem.
Arl. 16. la exlensivo a' bihliolheca de marinba o
privilegio conferido a' bibliotheca uarional e as das
capilaes das provincias pelo decreto n. 133 de 3 de
jolho de 1817.
Arl. 17. O governo fica aulorisado :
1' Nomear urna coir.missao de eugenheiros e na-
turalistas que explorem o interior de algumas pro-
Apoiado A borda da mesa Scazziga, cocheirn da
carruagem de aluguel de que servia-sc Mr. Paulo
de Asprernont. apresenlava lambem urna physiono-
una notavel ; suas feices irregulares e inlelligeules
exprimiarn astucia ingenua ; um sorriso decominau-
1I0 pairava-lhe sobre os labios escarnecedores, e pe-
la amabihdade de suas maneiras via-se que viva em
relac.Au perpetua com pessoas podas ; seu ve rio comprado ao adelos fingia orna especie de libr
de que elle nao eslava pouco ufano, e que em sua
opuiAn eslabeleria grande distancia social entre el-
le e o feroz Timberio ; sua conversacAo era matisa-
da de palavras inglezas e francezas, que nem sem-
pre correspondiam bern ao que elle qoeria dizer, mas
' que eirilavam a adiniracao das raparigas da cozmlia
e dos meninos pasmados de ver lana scieocia.
Pouco airas estavam duas criadas mogas, cujas fei-
giies recordavain com menos nobreza o lypo tAu co-
nhecido das inoedassvrarusauas ; fronte baxa, na-
riz ligado sem distinccAo a fronte, labios um lauto
grossos, queixo vigoroso. Cabellos negros, azulados
1 un reunir-se atrs da cabrea formando um lonca-
do com allineies terminado* por bolas de coral ; col-
' lares da inesma materia rirculavam com Ires volla*
seu pescoco de carialida, cujos msculos o uso de
carrrsar fardos sobre a cabeea lililji reforeado. Os
daudies leriam cerlainente iiesprczado rasas pobres
raparigas, que conservan! puro o sangue das bellas
, raeas da grauda lrccia ; mas lodo a ailisla ao seu
! aspecto leria lirado o lbum, e agucado o crciAo.
Ja viram os leilores na galena do marechal
. Soult o qoadro de Murillo em que os chcrubnis co-
zinham '.' Se j viram islo nos dispensara de pintar
, aqu as rabee- dos (res ou qualro rapaziuhos que
complelavam o grupo.
O concilibulo tratava una queslao grave : l.ul.i-
va-se de Mr. Paulo de Aspreuionl, o viajante Irau-
' cez ebegado pelo ulliino vapor. Timberio, mariola,
hule1 a palavra, e fazia pausas eoire cada urna de
1 suas pdrases como ador afamado para dar ao -eu
t aodilorio o lempo de perceber-lbe Indo o alcance,
I conceder ssu asseuliiiianlo ou elevar ubjecees.
vnnia, devendo fazer collecrjdta d* productos ualu-
raas para o muzeo nacioiial c para us das proviucias,
2" Contratar sobre as bases que fnrem mais van-
(ajnsas a empreza do semen da limpeza e esgun da
cidade do Rio de Janeiro, pudendo conceder a res-
pecliva coiopaudia privilegio exclusivo e adoptar un
a base decretada no j 3 do artigo 11 da le 11. 719 de
28 de setemhro de 1853, ou qualquer oulra que seja
mai convenieute, com tanto que as despazas resul-
lanles do cuntalo lecaiam smenle nos prnprieta-
rios que sa aproveilarem de lal servigo.
Arl. 18. Fica concedida a capella de Nossa Senli 1
r 1 da CunceigAo da Ligua de Rodrigo de Fieilas o
oso fructo perpetuo do terreno em que esla edificada
a dita capella, a autorisado o governo para aceitar a
desistencia que faz a' beneficio da riiesma capella o
arrendatario do terreno. dipeuiando-u do paga-
mento da laxa a que se obrigara para com o Ihesou-
ro naciunal.
Arl. 19. Fcam em vigor todas as disposic/ies da
lei do orcamento aiilecedenfe, que nao versaren)
particularmente, sobre a lixaco da receila e despe-
za, e n t.i liverem sido expressamenle revogadas.
Arl. 20. I io.im revogadas as leis e disposigoas em
contrario.
Mandamos porlanto a lotlas as autoridades,a qnem
o conhecimenlo da referida lei parleucer, que a
cumpram e fae.un cumpnr e guardar lo luleiramen-
le como nella se conten. O secretario de estado dos
negocios da fazenda a laca imprimir,publicar a cor-
rer. Dada no palacio do Rio de Janeiro, ero o pri-
meiro da outubro de 1856, trigesimo-quiuto da in-
dependencia e do imperio. Com a rubrica e guarda.
.Inao Mauricio ll'anJerley.
Carta de lei pela qual V. \1. I. manda execular o
decreto da asemb!a geral legislativa, que huuve
por lien: sauccionar, oreando a receila e lixsndo a
despeza para o exercicio de 1857 a 1858, dando ou-
tras providencias como ella se declara.
Para V. M. I. ver. Jos Malaquias Uaplista
Franco, a le.Jos Tliomaz .Nabuco de Araujo.
Sellada na chancellara du imperio, em 6 da ou-
tobro de 1856.Josiuo do Nascimenlo Silva.
A presente le fui publicada ua secretaria de esla-
do dos negocios da fazenda, em 8 de ouluhro de
1856.Jos Severiano da Rocha.
Registrada a follia II verso do litro das carias de
leis a decretos do poder legislativo, era 8 da oulu-
hro de !856.=Jose' Pedro Weroeck Ribeiro de A-
goiar.
50VEEM0 DA PROVINCIA.
Expediente da 41a 39 ra outubro.
OlcioAo Exm. presidente do Cear, decla-
rando que 110 vapor (ilguarassi'i* foram embarca-
dos com deslino aquella provincia oilo caixois e 1
embrulho contendo os aris. de fardamenio, o cor-
reame e equipamenlo mencionados no conliecimen-
10 e lermo que remelle sob n. le, e rogando a
expedico dcsitas ordens para que em vista do ler-
mo sob n. 3 sja paga na mesma provincia a im-
portancia do fret detaes voluntes.
DitoAo Exm. commanJanle superior do Re-
cife, recommendando a ov-pedico de suas ordens
para que se nao reprodtizam as fallas quo se tem
dado de nao so liaver apresenlado urna s-'i palrulha
da guarda nacional para rondar na freguezia de Si.
Antonio.
iioAo Exm marechal commandanie das
armas, declarando que por despacho dcsta dala au-
torisou o ilireclor do arsenal de guerra a mandar
fazer as pinturas o oonccrivs nioocionados nos pe-
didos que S. lxc. remellen.
DiloAo mesmo, communicando que expedio
ordetn ihesouraria de fazenda para salisfazer a
caixa do batalho i) de infamara a quanlia de
3593640 rs. que foi levada peln.quartcl mostr d'
aquelle bitalhao quando se evadi, relativa aos ven-
r.imentos dasjiracas do mesmo balalho da quinze-
na de 16 a 31 de jullio rleste anno.
DiloAo chefe de policia.declarando que trans-
miltio ;i ihcsonraria provincial para screm pagos
estendo nos termos legaes os prels da escolla de
guardas nacionaes que conditzio presos do Bonito
para esla capital.
DitoAo inspector da thesouraria de, fazenda
recommendando que sob a responsabilidade da pre-
sidencia faca effeclivo o abono que cm 24 do cor-
renia se mandou fazer ao cominissario vaccinador
provincial.
DitoAo presdeme do eontlho adtninisiralivo
recommendando que independen!* de annnncios
promova com brevidade a compra de (0 arrobas de
plvora grossa para fornecimenlo do arsenal de
guerra.Fizeram-se as necussarias communi
cacoes,
DiloAo mesmo,para que promova a compra
de mil ferragens de lalao para cinlures e de oulras
lanas para mochilas de novo padro. Expediram-
sc as necessarias i-omnuinicnrue.
DiluAo director da caixa filial do Banco d
Brasil, declarando que deu sciencia as thesourarias
geral e provincial de que se acha prompia para en-
trar em circulado mais a quanlia He 100:0005
em notas de 20.t)lllciou-se ueste sentiJo as-
mencionadas thesourarias.
DiloAo commandanie superior da guarda na-
cional da comarca de Garanhuns. inteirando-o de
liaver cm vista de sua represenlacao resolvido que
Manocl Joaquim Pao Sanio fique privado do posto
de alferes da 1 companhia do batalho n. 30 de
infanlaria da mesma guarda nacional, visto que
lendo solicitado a respectiva patente cm 30 de Ja-
neiro ultimo, niio se apresenlou fardado para o ser-
vico dentro do prazo marcado no art. 20 do derce-
to n. 1354 de 0 de abril de 1854,
Dilo -Aojuizdc direito de Goianna, dizendo
que podo mandar entregar a cmara municipal da-
quella cidade os objectos,que sobraran! dos soccorros
qua o overno envin para all durante a epide-
mia, para sercm distribuidos pelas pessoas desvali-
das, e que se achanten! seu poder.Ofliciou-sc
nesie sentido a referida cmara.
DitoAojuiz municipal da 1" vara, inteiran-
do-o de liaver designado para fazer parte do con-
selho de revista que se lem de reunir brevemente
para rever as qualiflcacoes das freguezias da Boa-
Vista e Poco da l'anella.Communicou-su ao com-
mandanie Superior do Recife.
DitoAo juiz municipal supplenlo do Limoci- I
ro.declarando que ja foram enviados pelo respec-
livo juiz municipal os requerimenlos dos prelen-J
denles ao officio de tahellio de olas e eacrivao do
civel e ciime daquella lermo.
DiloAo director das obras publicas.autorisan- 1
do-o a mandar fazor por adminislracao as com- i
postas que sao precisas no Varadouro para cem- .
plmenlo da canalsac;ao do pantano de Olinda, de-
vendo essa despeza correr pela consignarlo do arl.
15 da lei do ornamento vigente conforme Smc.'
propoz.Communicou-se i Ihesouraria provincial;
rumettendu-se copia do orr;amcnlo.
DiloAojuiz de paz presidente da junta de j
qiialiiicar:uoda freguezia da (.loria de Goil, da
volvendo a lisia dos cidadaos qualilicados volantes
naquella freguezia, afimdeque sejom assignados
(odas as suas folhas na ronlormidade do art. 2i da
lei regula mentar do 10 de agosto de 1846, c re-
commendando que declare se se reuni por 5 dias
a junta deque Irala o arl. 22 da mencionada lei,
sehoitvcram reclamac/ies e se foram ellas ou nao at-
tendidas.
PortaraAo agente da companhia das barcas
de vapor.para mandar dar passagem para c Bahia
por conla do governo. no vapor que espera do nor-
te a Ignacio Francisco Corle que leve baixa do
ser vico do exerciio.l'ariecipou-se ao mateclial
commandanie das armas,
30
. Ollicio--Ao Exm. marechal commandanie das ar-
mas, declarando, que a thesouraria de fazenda lem
ordem para indemnizar o batalho 2" de infanlaria,
das despezas felascom as inhumar-es dos cadveres
dos soldados Joaquim Anuncio e Jos Romao de
Barros.
DiloAo rbefe de pnlicia, inleiraudo-o de liaver
transmitlido thesouraria provincial para seren pa-
gos estando noslermos legaes os prels e cuntas que
S* S. remelteu nao sii dos vencimenlos da escolla
de guardas nacionaes que conduzo presos desla ca-
pital para o termo do Runito, e aUuuel de cavallos
para cuiidiiccan de alguus criminosos que adoeceram
110 caminho, mas lamiiem das despezas feitas com o
sustento desles.
DiloAo inspector da thesouraria de fazenda.d*-
clarandoque o juiz de orpbao- do lermo do lionilu,
b.ii-b irel Delllim Augusto Cavalcanti de Alhuqoer-
que participara haver entrado no da 1:1 deate mez
no gozo da licenca que Ihe foi concedida. Igual
coinmunicacao s fez ao conselheirn presidente da
relacao.
DiloAo mesmo, communicando que o bacharel
SergM Diniz de Moura Mal 1-, juiz municipal do
termo da Estada, reassumira o ejercicio do seo
carao no dia 3(1 docorrente.Tambero se commo-
nicou ao conselheiro presidente da relacao.
DiluAo conselho de qualihcaco da aarda na-
cional do municipio de Serinhaem, dizendo lcar m-
teirado de haver u mesmo cunselbo terminado os
seus trabalhos.
DitoAo presidente da junta de qaalilicac,ao da
fresuezn de S. Rento, aecusando recebida a lista
supplcmentar da qualilicacao dos volantes d'aquella
rragoezia.
Portarat) presidente da provincia,atlendendo ao
que Ihe expoz o commandanie supeiior da guarda
oarioual desla iiiuniciiuoacerca do requerimeuto em
loe o majni rpinrinado de primcua linha \nioriio
Jus de (Miverra fragata solicilou dispensa da coin-
misao em que se a-ia empreado no terceiro bala-
lho de infanlarll da mesma uuarda nacional, e
leudo em consjderaco que esse ollicial se acha ser-
vindo o reTendo paalo em virtude da portara qua se
Ihe passon em 13 ,|e agosta de I85, para exerce lo
iiiterinainenle, polsqoe nao apiesenlou dentro do
orno marcado un artigo 77, e as inslraccoea le 35
de outubro de 185(1, pllenle imperial do posto de
raajor que exercia no mesmo batalho, nem mos-
trou ler paao os direilos e emolumentos correspon-
ilentes a ella, resoll deslgalo da guarda nacional,
e ordena que n^sle seiiudo se expecam as con-
venientes coinmunicaces.l-izeram-sc s commu-
uicacoes de que se trata.
Dita."torneando de conformidad* com a proposla
do lenente-coronel commandanie do segundo bala-
lho de infanlaria da goarda nacional do municipio
do Recife, para olliciaes do mesmo batalhii ais ci-
dadaos seguinles :
Estado-maior.
AITeres porla-c-lju birle.Thomaz francisca.Sallas
Roza.
\.* Companhia.
AlferesOlimpio tonc,alves Roza.
2." Compaohia.
AlferesJoaquim Januario Perera Rrilo.
3.a Companhia.
CapilSoI) lenle Severiano lianJeira de Mello.
AlferesAntonio Primo Pacheco Soares.
8." Companhia.
Alferes--Francisco \avier da Konseca Coulinho.
Cnmmunic.oii-se ao respectivo commandanie su-
peiior.
DilaCoucedendo ao capitao do 21' balallnlo de
infanlaria da guarda nacional do municipio do Re-
cife i.ai'tan > I[. narn da Costa Moreira,passagem para
a quarta cuinpanhia do primeiro batalho de artilla-
ra da ine-ma guarda nacional.Iuteiroa- pectivo commandanie superior.
Embargante de terceiro, Manoel Tarares Cor-
dc-ro.
Foi confirma la a senlenra appellada.
Appellanles. Mesqula >\ Dulra.
Appelladu, jooo Piulo de Lemos Janior como Cu-
rador da massa fallida de Nuno Mara de Seixas.
Desprezarani-se os embarcos.
Vastagem.
Passou do Sr. deserobaruador l.eao ao Sr. desem-
baiuador (iilirana a appellai;ao em que sao :
Appcllariie, Antonio (,ooc,alves dos Santos.
Appellado, l'irmiano Jos Radrisaa l'erreir.i.
RISPADO DE PER.NAMRIC.O
Diim Joo da Punfracao Marques l'erdigiio, co-
Jiego resranle de Sinto Asostinho, por traca de
Dos c da Sania S Apostlica, hispo de Peruam-
hnen, do conselho de M. I. e C. ele.
Eslaudo por mis assigaalado o da 2:1 do correnle
para a solemnissima procissao de (;orpu*-('hri*li,
que lleve sabir da matriz de Sanio Autuniu. pelas
i horas la larde, e pelas ras do Cabuga. Crozas,
Cadeia, Callagio, Prarinha e f.ivraiuenlo, cm di-
reeeio ao paleo de S. Pedro, desle ao largo do Car-
mu. desle as ras das Plores e Jiova, al enlrar na
matriz de Sanio Antonio, sollicilamos a esperamos
que os moradores das ludicadas ras ornem as ja-
nellas, e mandcn limpar as testadas das casas de
suas residencias, nao deveudo consentir horoens as
jauellas em quanln a procissao transita, comu deter-
mina a coiitiluico diocesana.
Palacio da Soledad: 6 de novembro de 1856.
Joiio, hispo diocesano.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Si:ai 1 JDICIARIA EM (i DE NOVEMBRO DE 185G.
/'residencia do li.rm. Sr. desembargador
Souza.
I;-11 veram prsenles os membrosdo tribunal.
Julgamenlos.
Appellanle, o bacharel Gabriel Soares Raposo da
('.amara :
Appellados, Barbota & Lima :
Sisam bem o meu raciocinio, dizia o orador ;
o Leopoldo he um excelleme barco a vapor toscauo,
ao qual nada pode-se censurar senao que transpor-
ta muitos hereges ingleses...
Os hereic-s inslezos pauam bem, interrompeu
Scazziga lomado mais loleraule pelas aorgetas.
Sem duvida, au menos quaudo um lierrsa faz
trabalhar um chrlto he |ireciso que recompeuse-o
generosameule, alim de diinuiuir a humilhaeao.
Nao lieo humilliadu por conduzir um foraslei-
ro na minha carruazem ; nlo leuho como lu, o ulli-
cio de besla de caiga, Timberio.
Dar-se-ba cajo que eu nao seja baplissdn co-
mo lu "! replicn n mariola carrejando o sobrolho e
aperlando os punhus,
Deixa Timberio fallar cxclamou em ciiro a
assemblca, a qual lemia ver essa disserlacao iuteres-!
sanie converler-sc em dispola.
Vosss me concedeAo, lornou o orador appla-
cado, que fazia om lempo magnifico quaudo o Leo-
poldo eulroii no pe ;
>s lo concedemos, Timberio, disse o chefe
com mageslade rondescendcnle.
O mar eslava liso como ntu espelho, cnulinunu I
o facchiuo, a Indavia urna onda enorme sacudi tao '
liirleineni. barco de (ennaro, ipie elle cabio n'a- |
gua com dnus 011 Ires enmarada, ile nalural isso '.' |
dennarn be upiimo marinheiro, e dansana a (crere- |
telle sobre nina vema .em cahir.
Talvez livesse bebido nina carrafa da inho
de Capri alcm da conta, objecin Scaz/.ija, raciona-
lista da assemblca.
Nem um copo de limonada, proscenio Timbe-
rio ; mas eslava a bordo do vapor uin lioineiu pie
eucarava-o deceria maneira. Voes cnlcndem-ioe '!
Oh perfeifaineiite, respondeu o coro e en-
deudo ao mesmo lempo o dedo ndex e o miiiimo.
B esse homem, disaa Timberio, nao era ootro
senao Mr. Paulo de Aspremool.
O que e-i.1 alojado na cmara numero Ires, '
pe _'unlnu o chele, e ao 1411.1! alivio o jaulai em nina
bjude; 1 1
PROGRESSO DO COMMERCIO INGLEZ COM O
IIRASIL.
O relalorio do Sr. cousal Morgan, incluido no re-
gistro animal acerca do commercio de varios paizes,
publicado boiitem, plenamente confirma a eiposicao
leila pelo marquez de Paran i, mimstru das Qoaoeai
hrasileiras ; posto que esla expsito se limite ao
porto da Rabia, pode ser censiderada como um in-
dicio do prograsso felo em lodos os porlos 10 Bra-
sil, e da prosperidade geral do imperio.
(tuaoto au comincrcio de exportadlo, o valor re-
lativo e a posicAu dos mesmos paizes esta na te-
guinte p uporc,ao : Graa-Rrelaiiha, 12 por cenlo ;
cidades bansealicaa, 13 por ceuto; I rain-1, 11 por
cenlo ; e Portogal II) por cenlo.
Segundo a tabella da exporlacao de assucar parece
que a pi u iiii-i_,i 1 desle artigo anda nao lem sido in-
lluenciado pela abaliciio. do tialieo da escravatura,
pois que o augmento 011 decrescimeulo parece ler
dependido de circumslancins locaes, ou das milu-
encias du clima edas estaques.
De 1811 a 185, inclusives exporlacao animal foi
de 36 mil toneladas ; de 1816 a 1X5 foi de 47,50
leudadas e de 1851 a 1855 foi de IS.lOO loue-
ladas.
A exporlacao do producir, brasileiro mais precio-
soo caflambem aogmcnlou cunsderavelmenle,
a quanlidade da remessa dos tres anuos de 1811 a
18L1, s^ndo !I718 accas aonualmente : de 1814 a
1816, 16,1:15 saceos ; de 1817 a 181!), 31,111 sac-
cas : de I8VI a 1853, 35,081, e da 185:1 a 1855,
33,338 saccas. A prodcelo do cafe lem augmen-
tado na proporcao, em que lem diminuido a do al-
godao, e lu alimentada pela elevaciio gradual dos
procos, que continuaram de 1811 a 1851. Em 1855
a expnrlacAo n.lo excedeu de 56,176 saccas. Desla
grande quanlidade, I2.1'.)0 siccas foram exportadas
para a Graa-Brelanba. A exporlacao do cacao mos-
tr um augmento progressivo, embora nao lae nola-
vcl, como a do caf.
De ISl I a 1813 a exporlacao animal foi 1,-180 sac-
cas de 1811 a 1816, foi 2,780 saccas. da 1817 a
IK1SI. 3,8(j(l saccas ; de 1850 a 1852, 5,150 saccas :
e 185.1 a 1855, 6,830 snecas.
So ulliino anno mencionado, a quanlidade es-
portada fui 7,100 saccas, das quaes 1,114, ou cun-
sideravetmeute mais de metade, vaio para este
paiz.
Ouauto ao valor do cacio nos mercados europeus,
e couseqaenlemenle o seu preco na Rabia, lem aug-
mentado, durante os Ires ultimes anuos, a sua pru-
luci;.in ser esligiulada em um manir arao, do que
noiica, especislmeule porque a sua cultora he pe-
culiarmeule adaptada ao Irabalho livre, ao qoal o
Rrasil appella agora para o fuluro desenvolvimenlo
dos recursos do paiz.
A exporlacao de BOOTO* clevon-s* cradoalmente,
durante ns ltimos cinco anima,.1,. M.OtO a I:l|,-I1,
a projtosrc*o recebida pela Graa-Brciantia augmeor-
lou no misino periodo de 2,871 a 13,'.131.
A produccilo de aguar.le.ib- lambem lem auginen-
lado consideravelinanle. e lem mais que duplicado
danlro dos nltiinos I i anuos.
De 1811 a 1813 a exporlacao anuaal foi f.:W0
pipas; de 1 Si a 1816, fui 7,760 pipas, de 1817 *
18111, foi de 7..100 pipas, de 1850 a 1853, 8,0(10 pi-
pas ; e de 1833 a 1855, 9,500 pipas ; elevndo-
se no ullimo auno meuciouailaa 1.575 pipas.
O carcter mais sorpreudedor deste arligo he, que
o sen augmento no valor lem exced lo do augioen-
(o da produccao, pois que o augmento do valor no
lim de 1855 eraqoasi o Iriplo, do que era-lio prin-
cipio de 1851.
A expoilacan do tabaco nao jmoslra Lio larga
proporcao quaulo os oulros arligos, nem quinto aa
que he exportado para a Inglaterra ; mas o com-
rnercio ingle/, de labaco, na Rabia, val augmentando
em inoito mainr proporcAo, do que o de oulro qual-
quer paiz. pois que, ao pasin que a exporlacao lolal
da folha do labaco, durante os ltimos cinco anuos,
rnente se eleva de 60,037 fardos a 66,3'-7, a quan-
lidade consum la pela GrAa-lIralauba augmeulou
de 366 fardos a 3,580 Cardos.
Parece que ha motivo para crcr que o (aha-o an-
jea de alguus anuos sera o producto principal da Ba-
bia, pnia qne a sua cultura he muilo melhor adap-
tad*, do que a do assucar de caima,ao Irabalho dos
emigrantes livres da Europa.
O negocio de Jacaranda, posto que floctoanle, lem
nelhorado ltimamente. A exporlacao annual da
1811 a 1813 foi 5,685 loros; de 1814 a 1816, 9,2I5
loros ; de 1817 a I8), 11,870 loros : de 1830 a
1852 20,125 loros; de 1853 a 1855, 21,850'. Do-
ranleos ltimos cinco annos, mais de metarie de lo-
da a quanlidade exportada foi recebida pela Gr.la-
Brelanha.
O ultimo arligo noticiado pelo senbor cnsul Mor-
gan be piassaba, cuja produccilo val regular e r-
pidamente augmcplando ; e posto que a colheita
do ullimo anno quasi queuuplicassea dos anuos an-
teriores, o valor do mercado ao mesmo lempo ele-
voii-se a 10 por cenlo no preco.
Primitivamente a Gria-Brelauba s Casia algum
uso da piassaba, e ainda agora a manir parle he ex-
portada para uniros paizes, que eominerciam com a
Inglaterra. A expoilacandesle arligo de 1811 a 1813
era :)'.',000 Ceisea anuualinenle, de 1811 a 1846, era
.11 mil reixes, de 1817 a 181'.), !l!) mil fcixes ; de
1850 a 1852, 108 mil feives e de IS.,1 a 1833, 175
mil fexes.
o valor di etporlacafl dos diamantes da Rihia
b* estimado em :liK) mil libras por auno; mas nilo
ha urna dala sobre que baseernos uin calculo exaclo
ou para chegar ao numero ou valor dos diamantes
exportados para esle paiz.
O relalorio no desee as particularidades da im-
portacas na Babia, mas be evidente que a eslonsao
-las manufacturas inglesa*, que silo importadas no
Brasil, sera na proporcao da quanlidade des produc-
ios braallelros, que nos inportainoa,
Cumo nios os maiores consumidores dos princi-
pis gneros do brasil, lambem he a loglalcrra o
paiz, donde esse llorescenle imperio lira as fszendas
manufacturadas, que necessila.
O eslado prospero do commercio brasileiro, des-
envolvido ueste relalorio ollicial, he porlanto dupli-
eadamnle salisfalorio, e anda mais porque ha gran-
de probabilidade acerca da sua coutinuacao e per-
manencia.
The Daihj Msst.)
luslamenle, respondeu a mais moca e mais
linda das eriadas ; nunca vi viajante mais grosseiro,
mais desagradavcl e mais desdenhoso ; nau dirigi- I
me anda um olhar nem urna palavra, e eulrelanlo
lodos dizcm que niereeo um cumprimenlo
Merece mais do que issu, Gelsomina, disse
Timhetio galantemente, he urna felicidadc para xus-
se que ese eslrangeiro nao a leuha distinguido.
Es demasiadamente supersticioso, objeelou o
sceplico Scazziga, ao qual suas relac/ies com os es-
trangeiros haviam tomada levemente volliiriauo.
A' forc,a de frequenlar 03 hereges acabaras por
nao erar maia uem em S. Januario.
Se Gennaro deixou-se cahir ao mar, coiilinooo
Scazziga, o qusl defenda seu freguez, nao he razio
para crcr-se que Mr. Paulo de Asprernont tenha a
inllueucia que Ihe allrihues.
I.lueies oulras provas'.' Esta mauhiia eu vi-o I
a janella leudo os olhos litos cm nina nuvem que nilo
ei 1 maior do que a penna que escapa de um travs- |
seiro descosido, e immedialamente reoniram-se va- I
pores negros, e cabio urna chuva lim forle, que ns!
caes pnili.ini beber em pe.
Scazziga nao eslava criuvciicidn, e incucava a ca- ;
bcrcti .aun ar de duvida.
O pagem 1110 he melhor dn que o amo, nuil i-
nuoa Timberio, e sem nsula aqueje macaco de bo- 1
la lem relaees com o demonio, visto que luncou-iuc |
por Ierra, a mim que o malaria com un piparotr.
Sou da opiuian mente o eliefe da cosinha ; o esiiangeiro come pou-
co ; reenviou os ovos fritos o fraugo aasado, e o ma- !
caroni c-m lmales, que prepare com miabas pro-
pnas inans \ Oue se'jr >do occiilta-sc dcbaixo dessa so- !
hrie.lade. Porque um homem rico priva-se de gui-j
zados saboree** e loma Minele urna sopa de ovos e
um pedaeo de carne fria '.'
hile lem cabellos ruivos, disaa Gelsomina pas-1
'.....I" os ledos pelas suas trancas negras.
- V. o ollwi um pouco sacado*, acctesceulnn Pa-
pilla, a OUtri criada. j
Mui chegados ao nariz, allirmou Timberio.
E entre suas subrancelhas forma-se urna rusa
como ferro de cavallo, disse o formidavel Vergilio
l-'alaacappa ; logo elle lie...
Nao pronuncie a palavra, he inul, grilarum
lodos menos Scazzipa, sempre incrdulo ; leremis
cautela.
(loando pens que a polica me alormea>ataria,
disse Timberio, se por acaso eu dcixasse cahir urna
mala de trezenlas libras sobre a cabeca daqurlle
maldito forasteiro ;
Scazziga be mullo ousado por condo/.i-lo, disse
Gelsomina.
Vou 110 meo lugar, elle su ve-me as cosas, c
seu tildar nao pode formar com o meu o ngulo ne-
eassario. Deinais zniubo disso.
Nio leus religiao, Scazziga, disse o colossal
Palinriu, cozinheiro de formas hercleas acabars
mal.
Ernquanlo disserlava-se assmaseu respeilo narn-
ziiiliu do hotel da Victoria, Paulo .1 quem a prcien-
ca da cuude de Allavilla cm casa de miss Ward po-
zara de mao humor, fura passeiar na Villa Reale, a
mais de una vez formara-se a ruga de sua fiunle, c
cu olhar lornara-se lixo. Elle enidon ver Alicia
passar am urna caleca com o conde e o comniudorc,
e preeipllso-se para a porlinhola : ule era Alicia,
mas urna inulber que asseroelhava se um peucu de
looge, Porem os cavallos da calee.i assaistado* sem
duwda pelo ipoviiuentu rpido de Paulo desenfrea-
iam-e.
Paulo lomou um copo de sorvele no bolequip -la
Europa no largo do palacio : algumas pessoas **a-
uiinaram-no com atlencilo, e mudaran de lugar la-
zando um Realo -ingular.
Elleeiiiri.ii no Ibealro de Pulcinella, onde clava-
se um espectculo i'ulfo da ridaf-. Onulur perlur-
bou-se no meio da sua improvisucilo, e licou allo-
nito ; lornou com ludo a ai, mastMO meio da um
lar/i calilo-Ihe o nariz de papelo pelo, e elle nao
ponda mais i- .Une 1 I", e rue, para descolfiai-se ex-
plicou cun um ngnal rpido a causa de sua desgn-
IITERIOR.
RIO DE JANEIRO
17 de oatobro.
Conselho de guerra.Procesan do 1. leiieale l.oiz
Cartauo Jos da Rocha.
Ilontem as 10 horas da manb.ia o naesroo conse-
lho que se reunir para o jolgamentodo lenle A-i-
guslu Netto Machado, arrasad*) de haver ferido gra-
vemente o immediato do vapor a Jequitinhonha .
10 dia 21 de agosto ultimo, continuo* a foorcinnar
na sala das sess-es do arsenal de mannha, para jal-
ear o teen le Rocha, co-reo no mesmo procesan.
Compaieceu o acensado com o seo advocado, o lar.
Jos Joaquim Macha lo, e pergeniado pela vasal in-
terrgame Pereira Pinto, se imita a ofl>rer*r alara
requerimeuto ou rcquisilar algunas diligencia preli-
minar ledenle a firmar a sua delesa, rc.p.mdan
que nada linha a requerer do conselho senao a II-
ecnea de responder ao tribunal com seo defensor.
0 aecusado chamae Luiz Caelano Jos da Ro-
cha, he nslural do Rio Grande doSul, e lem 17 an-
nos de idsde. Eis em summa as resposlas que den a*
iulerrogalorio.
Dase que a 21 de agosto do anno correnle, dia em
que se deu o fado pelu qual comparece aole n con-
selho, arhava-ae a bordo do vapor a Jequilinhotihi. a
exeresndo as funceoes ds immediato. por ainda nao
se ler apresenlado o ollicial uomeado para saBati-
lui-ln.
_ (Jue cncontrara-se com o lenle Nella na prava
d arma do vapor a mesado alomen: que ambas a*
hav idin reciprocamente rumprimanlado, feilo o qne,
sentara-se Nctlo i mes do a I moro, sem querer al-
mocar.
Oue o lente leive, enlAo ollicial deqoarto, pev-
sunlara quem eulrava de serxiro, an qoe o lea-nle
Netto respondi-rs que nao poda de forma algaena
ser elle Nctlo, porque ach.iva-se com licenca por K
dias para tratar de sos saude.
(,)ue a islo observara o respndeme nao Ihe
lar que o leante Nella" se arhaase no gozo da lal li-
cenca, e que em conseqoencia, nao tocando o ser-
vico a elle respoudente, deveria ser Nelloqoem a
lizesse.
1 .ine foram estas as primeiras palavras qoe so pro-
ferirn, de urna e oulra parte, e que abrirain a ajoes-
1,1o que dalii se secuto.
'.loe nsislindo o respndeme em dizer qoe tocava
0 servico ao lenle Nello, esle sacn da algibeira
um papel, e dirigindo-se a ella respndeme aeres-
centuu que, eslaudo doente, lano qoe apresenlava a
receila que se Ihe appltcara para o sao curativo, nao
poda enlrar em servico.
i.'ue se elle se exims de enlrar de qoorlo era
por estar realmente enfermo, e nao porajoo qoi-
zesse descarregar o peso do sen ico sobre seas cansa-
rada*.
Que elle Netto nao proceda ds mesma forma que
n respndeme, o qual, dando-se por daenle, con-
tinoava no enlamo a faser o servico a bordo por
impostura, e para poder opprimir o* sesas cama-
radas.
(Joe a islo relurquioo respndeme qoe, ainda mes-
mo quando fossa exaclo o qae diiia Netto, quena sa-
les proceder desse modo do que ir para Ierra feer
tropelas e ser caloleire.
(jue estas palavras deram Incar a que a diieuaiao
se|azedasir, s ponto de provocar o conOiclo qoe -e
Ihe seguio ; mas no enlamo elle respe,idele na* ap-
1 licou. nem linha intenclo de applicar a eipseaaia
caloteiroao lenle Nella. proferiude ama paira-
se como urna ob-ervarao geral, sem referencia a in-
dviJuo cerlo.
' >oe Natis respondeu logo a elle Rocha, qo pra-
fena o epllhclode calolciro, aade as>a-srino, pswqoo
assassinocra u respunjciile, visto que havia ja feilo
duas inorles.
Q(M elle, respndeme, ,-isiim directamente insulta
do com a qualifiracao poliva de assassiao. nj* pn-
de continuar a aanrdaf toda a prudencia a angue
fri de que ale eul.io se revestir, e dhvse a Nellu
que, em (roca de urna tal provocac.ia o que elle sne-
recia era que o responden!* se d-'-tnreasse desde ba-
go dando Iba com urna carrafa qua eslava sobre a
mesa ; mas que todava cnntinba para nao rallar
au respeilu que ie devia a si mesmo, e ao lugar em
que se achava.
'/Una julga ler rm pregado rjilao algumas nutras es-
preaaOes, de qoe n.l, se pode recordar prensameule.
mas pude asaacorar que nada encerravam deoflr-nai-
vas, e tendiam apenas a repellir a injuria que Ihe to-
ra aisacads.
esenvao Sainpaie. pedio,lo Ibes qae pozesseni ter-
mo a urna discus;io unproptia da Ingsr em qne so
achavaiu, e qu- lano mais inconveniente se Urna-
va, quaulo poda de um inninnito para oatro rJseaar
aos OQvidos de um empregado de reparliras eslra-
nha, que se achara a burdo, e dar lugar aa escanda-
lu da pohlii-id .de.
i.lue elle respondenle, redendo ao peso e acera
dessas rellexea, calou-se; mas Netlo eontiaoaau a
fallar com o lim de explicar o porqae nao Ihe ralea a
impulac.in de caloteiro, conclaindo a sen soHiInqaia
pelo modo seguinle : ir quaftlo ao mais qoe o tens-
te Rocha me disse mo ha oolra espnsla senao n
rititm leneatit ., : a qae era por certa orna expres-
sao de desprezo e allarneule provocadora.
Ooe emquanto Nello se ocenpava em dar as suas
explicaces, o respndeme aeiilara-aa a me s e con-
tinuara a tomar cafe; que terraioando o almecn. le-
van ton -e para ir guardar ao seu enmarle a garrafa
de vnlio qoe coalumava a levar :\ mesa para osen
uso.
()ne quanln ia a enlrar para o ramarole nos m
Nello. que descera para a calicceira opposta da asesa,
prxima u dilo ramarole. chamar por elle dizende-
llie : 11 \ enha agora dar-me com a garrafa na cara ;
ao que o respondenle relorquio qne nao Ihe diva
naquella occasiao porque nao poda esqoecer-se do
que eslava na praca d'armas, e lambem porqoo naa
quera por maos vilenlas em ama enanca.
Que nao dera nn lenle Netlo om empurra*,
nem erupregara contra elle nenhnm meio material,
firme como eslava no proposito de nao recorrer ao
eipedienle da fnrea.
t)ac o lenle Nello, psniramenle alerradn. dan
so respondenle ordem de prisao em nomo do Impe-
rador a do ministro da mannha.
(!ue Netlo, na occasiao em que asim n prendera,
eslava desarmado, pois desarmado linha vindo pora
burdo ; que a arma com que ferira ao respondenle
era urna espada velha e fra do uso que jazia aban-
donada no camarole.
Oue elle re-pundeul- recebara com riso a onlem
de prlsao, e ala obedecer a iiitimacao do lenle
Nella, porque sabia qae o subalterno nao pr-de pren-
der o seu superior fura do caso de flagrante de-
licio.
(iue nao prendera a Nello. jolgindo que as relie-
ve- qoe a esle lazia dispensaran! o respondenle
dessa medida, e lambem porque sabia que o com-
mandanie do vapor se altligiria com o faeto da prisa*
do um afrial a bordo.
Qua leu.lo dado a Nello a ultima resposla.j men-
cionada, e suppondo terminada a diacossits, oasis
ca, poii o olhar de Panlo lito nelle lirava-lhe lodo-.
os meios.
Os r.-pecia 1,.re- vziohos de Paolo reliraram-se sr
um em um : Mr. de Aspremunt levantou-sas par>
sabir sem compreheuder o riieiio rstravaaante que
produzia, e no corredor ouvio pronunciar em voz
bana esla palavra eslr.inba e sem sentido para elle :
un jttlatorc '. un Jttlalore!
VI
Na da seguinle ao dn enviamenln dos rom*-,, n
conde de Allavilla fez urna xizila a miss Ward. A
joven I ngla/.1 tnmava cha em companhia do lio exac-
tamente como se live.-e em Ramsgale, em urna casa
de lijlos amarellos e nao em aples em um lerrs-
co csiado rodesdo de lgoeiras, cardos e aloes, poi-
um dos sigoaes cararlerislicns da raea sasouia he a
persistencia de seas bahilos, por mais coutrariosque
i sejam ao clima. O rommodnre radias* de alegra .
I por meio de pedacos de celo lab-ic ido cbimicainenl*
I com um apparelhu, vislo smenle Irazerem nova das
I inoiilaiihas que elevam-sc slrasde i.a-lrllamarr, ella
, conseguir conservar a manleiga em eslado solido.
.....lemha nina ramada rom xisixel sali-lacca* so-
bre urna fatia de pao.
Depois d?s palavras;\agas que preredem loda a
entiversacao, e axasainalasam sa ao prela lo com qoe
os pianista experimciilaiii n teclado aule* de come-
c*r a peca, Alicia ahandennodo repeulinamenlc u>
I logares c immuns peiguiituu jn pven ronde napnli-
j lao :
Oue significa o eiiravagant* presenta da cornos
que vo.sa excellenria env luu-iiien > meu, ilu flre ?
Minha criada Vit disie-me que era um preservati-
vo contra o fatchto, mas n.lo cm prebendo tal
cousa.
\ ico. lem razSo, responden o conde Allavilla
, inclinan.l.i-e.
Mas o qne h* a *at*e**aa* continen ajasen
mas ; 11A0 lenbo couhecimeiilo aeSaSB* |-ci , alricana-, pal* i-so deve rrh'in e-eiu duvida'a al-
I (una crenca popular.
ILEGIVEL

MUTTD50


(nenie Teive iliier que o commandante se diriga
n'um escaler para o navio.
\}u elle re-p >n>H.....- dinuio-se ao camarote pa-
ra lomar o lionel, aliin de ir raeeaer o comman-
dante.
Que entrando no camarote onvira um rumor de
armas, que Ihe parecen parlir do camarote de Nel-
lo, contiguo 10 do respndeme, para onde NettO en-
trara ao me-iii'.i lempo que o respndeme entrava
no seu.
Que detendo-se e erguend um pouco a caliera
para applicar o ouvido ao rumor e coniecer com
cerleza qual era sai natoreza e o logar de onde
vinha, ouvio una voz que nAo sabe dizer de quem
era, pronunciar oslas palavras: Sr. lente Netto,
que vai fazer 1
Que logo, em arto quasi simultaueo, senlin a vis-
la em chammas e rcslrugio-llie nos ouvidos uin som
que pareca a delunacHo da um liro.
(Jue, rollando a cabera, perguntnu o esrrivao
Sarapnio quem Ihe dera um tiro, ao que Ssiupaio
respondeu que fura o lenle Nado quem Ihe des-
carregara urna entilada, deitando logo depois a
fugir.
Que elle respondente levara macliinalinenle a
mao cabera, e ladeando a ferida, suppoz que, em
visla do lugar morlal em que lora teda e a abundan-
cia de sangue que delta corra, au llie restaara
senao poneos momenl.'*de vida, pelo quedisse enlAo
a Sampaic : a Com effeito, o homem mato., me.
Que pedir logo a Sampaio fechasse o camareta
delle respndeme e lomassc conla do que ah lioo-
vesse, para remoller a familia do mesmo respn-
deme.
Que depois disto, vollando a cabec*. para o inte-
rior do camarote, deu com a vi-la n'uma espingarda
de cara que Irouxera do Paran com um ao dos ca-
nos ca rejado, sen. que al enlAo IVMM lido occa-
siAo de exerce-la nos passaros mariulios, e lanrando
ni.o della automalicanienle, acbou-se, sem saber co-
mo, no porlaln do navio.
<.iue ilaiii vira o lenle Netto agachado no ulti-
mo degrao da escada do botalora, tendo anda na
mao a espada com que o ferira.
Que elle respondente tentara armar a espingarda,
procurando com dilliculdade verificar qual dos dnus
ces corresponda ao cauo que se acbava carregado,
tentativa esta que se lorniva de mais a mais dillicil,
porque o sangue qoe corra da ferida inundava-lhe
os olbos. e ubscurecia-lhe a vista ; e a cada instante
elle respndeme var.llava au choque de repelidas
vrtigos.
Que o lenle Nello, ouvmdo o eslalid do cao
que se aimava, precipilara-se ao mar, e qtrando el-
le responden conseguio desfechar o liro, .Netto a-
cbava-se alongado do navio a al juma distancia.
0 respoudenle disse por ultimo que nao vio uem
podia ler vislo quem o bavia ferido, pois quau.lo re-
cebeu a culilada achava-se dentro do seu camarote
com a vs(a liva sobre o fundo delle, e que a mes-
ma situado da ferida demonstra que o guipe Ihe foi
destechado por delraz e do lado, achando-se elle em
posicao tal que o vedava de litar os olbos no indivi-
duo que contra elle ergueu a espada.
I- ni lo o interrogatorio a uma hora da larde, o l)r.
defensor do roo requercu ao conselbo marcasse uma
nova sessao para o desenvolvimenlo da defea, que
nao podia ser prodozida iinmedialaiueiite, porque
tioha de escreve-la, bascando a sobre as respoilas
dadas pelo acensado no seu interrogatorio.
1 ni marcado o din Ido crrenle para a defeza do
acensado, e para julgamenlo dos dous lenles, co-
ros no mesmo processo.
OitiO M PIl^iBCf SlXA FeiUA 1 Bf NV M Mi t- I86
Consta do processo que acensado o Inmute toda a aecusado loma o ...
disputa com o seu contendor esleve sempre desar- lio. com o arremeti da luya provocadora
mado, e nao procoruu, nem mes.nn quiz iiunr.i ar- de uma vez '.'
m"- fc que naopajura ante v.,s desapercibida, uta' ao- A vos toca decid,., e confio que decidir!
Ihe......i.l i pelo dizer contesta de quintos presencia- justica
nata- de un, permanente desa- Em quanto decide alinal de que lado etla', Amonio Jos C.mpeJIo.
1 m* !".,[","?'!,'.".,:."!.,[0.l,_a"-_"diile, lodo agitacAo. En, I Jos Piolo do llego llarrel,
oltiriaes h,em vista d..|o. o ver-
is rom tro be
rain a ensangnenluda srena de triste recordarlo.
Bfcparai, senhores, que orna Icslemunha, llaooel da
Silva Calmarles, depoz qne em cerlo ponto da dis-
puta o contendor do acensado foi com a espada
que bavia lirado do sen camarote an.eac.ar o mesmo
acensado, dizendo a qoe se livesso a ousadia de
dar-lbe, Ihe bavia dar nolai bem com a espada
com qne eslava ; qoe oolra lestemunha, o esc.i-
v.o Silveira Smpalo, declara ripreataoienle quo n
aecusado, depois dis pon.de.aci.es delle lestemuohl
sobre o escndalo a que dava lugar a disputa, logo
se calara, e se eucant.iil.ara para seo c.i
Anda m|ia wnboret-, o censada nunca pode ser
tido como o provocador por palavras na cnnversacAo
- disputa querse Iravou. As respostas as ma-
l .. u' M ""*? "" |C""' e"C V"' a,l'a",', ll0 Anlunio .lnaqu.ni Cvalrauli.
"..... ,1ulln* 'l'"" <*" I do Inumpho rom suas candida, vestes 0 oo- Antonio Pedro do Reg Bartolo
una ligar, madonna de mulner que lem na Antonio Manoel do Reg Barro-,
endent^'TT l 7 *"0?" ''"- 'neritaa 'r M.nde, da Silva.
ii n le me un paraizn .los seus caslellos, de seUs so- femando
nhos he conauamenta iiicoinniodada por esta visa
e por mais que queir abrarar-se com a branca .na-
n Reg de Mello Brrelo,
l-'ilippe de Santiago l,c is desabridas fotn, nade.,, mcr e comedidas ol/s,",: I cem'do InunaV1"6'" 'SSSS21S7 "l "r""" ""a" I JA tH """io
doaeeusado. Ilastu que reflelisse que nao Ihe K",.,id.! '' "" ''' '"'^'^ S '"" lo?e de M"M "s ""ira.
vaene
eonilava ollicialmoule a lieo'nra, para ser qualilicado
lace de.imposlor, para ser consurdo de licar a
para opprimir sos eamara-
Baslou que, para justificar a soa permanencia
sem que o serviea o exuisse, pon-
piefenvel au de ir
SSfQO.
nao po
molestar o
provoca-
bordo
bordo mesmo d
da
a bor io, me
derasM que esse expedirule era
marole ; e para ierra f.zer lorpelias, u ser c.loteiro, pi
que ain la a despello ,le novas provocacoes o accu- sim se ll.e alirar o epihelo afrontoso .le asa
sacio deraa qre.iao por acabada,-sao palavras A qualilicaco m-sl cabida e eva-riada
rormaes do depoimenlo. aia scr ,., a0 nK.,|. ,,, -,u, ,
Repa,>, .inda senhores. que (odas as leslemu- mo oaloteiro. poli que acensado nao o applicoo ao
nhas silo concordei, como se v al ,1. acarecao a l preaomido olnsndido. e protesta qe nao tioha iuteu-
que foram surit.s, p..r lal moto eooeorda. em quo eflo do referirle elle, nao e.a porianto Sn3. "at-
o acusado nao deu socos, emporrOM u boMadia dada provocarlo, inlenrao manifetta de
|*to anida palavras f. r.uaes que bastara es-a par- i acensado. Qual dos dus olliciacs he ..
le somenlc .lessis estiradas loquirires p.ra jaran- dor!
lira innocentacAo de meo cliente." 'malmenle. senhores, acnsalo eslava
Mas essa as.everarao lao honrosa quanlo ju-lifi- no desemp-nho de -eu serviro. ao mesmo lempo que
IHO faz della cabedal, he anida refere, .da pelo dt- enlrelanlo nao foi o acensado quem procuro,, eucon-
ro nue mTT ,"Umo'"" BiWM ('^ <"'" r'"" "aJ "* A" ntav rom
Iro, que allin... ler oov.do a bardo que ludo nao | elle a laes horas ; mas da oulra parte se observa que
fe, J.lT"'' '''" "'"'"*' "'" """ "r'' "bre "H'""1' ^'" rta "ce""- VM bordo
>oi, m a.SS "" ""< em*:", C,",n Bm ilU* """o que o Irajecio do arsr-
<\rnu rn "a ?"":el<"">"tn ",l I" S rela, ;,|,or,|n ,lcs|a ,,a mesa ,,,,.
I'1'.'"0 se v" du Pr-ee-so. lia rlaro que I so ten, a mP.n,p pcssi,a do accu9a nunca me roiou na mente o pei.sau.ento satnico de as mais imlgniOeantei cousas, e acaba por se Ihe di-
aerramar sangue. que nunca eoncebeu nem alfagoi. rigir directa e bruscamente.
a idea de exterminio de seu adversario. Pois bem! ; O aecusado, quaesquer que fossem as palavras
sennores, se sao as proprias tesle.nunhas que nos j mais ou menos lories de que usou. e ..ne nao nega-
vem .nzer que aecusado conservou sempre bas- ( ra ler empregado no calor da discoss'ao, em cerlo
.ame resisnaeilo e imperio sohre si mesilla, a ponto i ponto desla se ealoo. deivuu o lugar da altercarSo
d 1:'i n"Se 'l0 Prul",s" l,rn" "" nne esl",a I,,eu "le "<" o *eu contendor, nao c armou, a'pe-
rrlVro'iy*^ i*"' .'"a!""Jl\,";' *"U \ Se I '" 'te ja "''" i"l"ellc <"" P. H" a'
le-.lemui.has; e, pois, n.lo era o aecusado aue aueria
.1,1 .. ^ ... _!__ k. _
Coi.*e/no efe guerra.
Defeza do Sr. lenle l.uiz Caetaoo Jos da Rocha,
pelo Sr. Dr. Jos Joaqun. Machado, peanle o
conselbo de guerra no da 1 do crreme.
Illms. Srs. presidente c vogaes do conselho de
guerra.Se eu me convencesse de que o fado im-
putado ao primeiro lenle que hoje responde ante
vs era da ordem daqutlles que, rebaixan.lo a dig-
nidade, e av.liando o carcter, revelan, e denun-
cian para logo a malva le/a do coradlo e a perver-
sao do espirito ; que era ainda da ordem daquelles
que nunca, em iienli.ima conjunelura da vida po-
oemser justilieaveis, ou axcusaveis, na nobre pro-
lissao das armas,por cerlo que au me nao animara a
vir uceupar a cadeira da defeza nesle respeilavel
tribunal.
Estou aqui, senhores, acredilai-n.e, porque lenho
sinceras e profundas conviccaes na queslilo que se
lem pleiteado e ainda ora se debate peraute o con-
selbo de guerra.
Estou aqu, porque su conced como advogado
patrocinio a esla causa depois de, por fra e pausa-
da apreciarlo dos fados e circunstancias, ler for-
mado a epiniAo com que al agora estou abracado
de qoe no fado aecusado hav.a nina grande desgra-
na para lamentar, mas que se nao dava ora crime
propriamente dilo para castigar. Estou aqui por-
que nao enxerguei nesse concorso fatal de circums-
lauciai que empuxaram o primeiro lenle acensa-
do para a praiica de um acto lodo irrefleclido os ele-
raeulos constitutivos por direilo de um crme em
que se ver,liquen, as condi(es da impula'bilidade,
e em que assentrm as regras da respousahilidade,
que sos podem tornar justa e necessaria a applca-
r3o da penalidade.
He infelizmente verdade, senhores, que no dia
21 de agosto se deram a bordo da corveta Jequi-
linhonha scenas deploraveis, cuja nolicia impres-
sionou a populac.lo, ja coslumada tradicional ex-
emplaridade e disciplina da nobra corporarao da
armada.
He lamben, verdade que nesse dia de luto para
quanlos se iuteretsam pelo prestigio de vossa briosa
classe, dousollir.aes, cheios de vida e capazesde dis-
lindos serviros ao paiz, estiveram quasi a cortar-se
um ao oalro o liq da existencia.
(Im desses ofliciaes levanlou br.i{o contra seu ir-
mao de armas, dando-Ihe uma entilada por detrs,
e sem qoe fosse apercebido. Do ler,ment que re-
sultou, e de que foi paciente o aecusado de hoje,
ja loma-des conhecimeulo.
O oulro, depois de ferido Ircdamcnle, e banha-
d" no sangue que jorra va d.i larga e quasi morlal
ferida, em momento de suprema angustia e deses-
pero, e crendo-se para sempre riscado da lisia dos
vvanles, desfacha uma arma de fogo que em suas
irihi.lan.es mal podia apona,, mas em lito m ho-
ra que a carga foi ferir ao seu gracioso aggressor.
Por este ferin.eiilo de que se Irala no julgamenlo
de boje esla' aecusado o primeiro cenle Rocha,
porque a espingarda esteve en. suas mos, porque
foi elle quem desfechou. o liro.
Vou dizer-vos, senhores, o que pens c o que sin-
toa respeito dos trgicos acoutecimeulos em que o
acensado lano a seu peitar se achou euvolvido, e
que do fundo do coraran deploro. Espero levar a
vossos nimos a conviccao de que me acho possuido
quando em visla do processo, das verses dadas pe-
las tcslemunhas inquiridas, do ollicio do participa-
rao do ollicial de quatro, en rae julgo aolorisa.lo.
apezar de cingir-me com escrupulosa fidelidade
historia dos acontecimenlos que aceito como se
acham no feilo escribi, a dar como pontos liqui-
do! e Tora de qualquer conleslarSo as segoinles pro-
posiroes : o aecusado disparou um liro; mal o ae-
cusado nem por isso se lornou criminoso, porque
falharn nelle os carecleristicot para essa qualilica-
5*0 : houve um ferimenlo ; mas nem por islo esla'
o aecusado lujcilo a sancrao penal, porpue a lei
para punir, nao se contenta s., com a materialidade
los lacios, mas hosca e exige a moralidade e a in-
lencao que a riles presidiram, o estas he que sao
fulminadas.
Senhores, comprel.endeis, sem que vo-lo diga,
que para o bom e devido julgamenlo do vosso par,
deveis tomar eomo primeira larcfa na vossa missAo
de honra a eslalnirAo dos acontecimenlos em todo o
seu correr taca como riles se pa-s.ram e os desde-
vem e apreseolam os anlos. Comprehendeis que o
acto pelo qual se faz rar ja ao aecusado nao pode
ser apreciado e moralisado se foi tomado em abs-
tracto o isoladamriile, e que curopre esluda-lo sem-
pre com referencia ao lugar, as circoimlancias, ao
momento crilico e terr.vel em que elle leve lugar.
. assim se un correr' risco de confundir o in-
nocente com o culpado, o perverso por calculo e
premeditarlo com o comprometlid.. por mera ra-
sualidade. S assim se evitara' tal vez allribuir con
manos juslija o espunlaneida.le do agente o que
apenas seria tndeclinavel resultado de phenomcnps
mach.naes e in-tinclivus.
Encara.,'senhores, a quesl.io por lodas estas fa-
ces, e fcilmente vos convencereis de que nao lia
impulabil.dade no aecusado presente, de que elle
nao linha, nem era pouivel que livesse lucidez de
intelligencia no trame aperlado e doloroso em aue
se achou.
declaro,, mesmo quo <. nao queria rebanar sua dig-
nidade, qoe quera re-pe,tar o lujar em que se acha-
va o; he claro que o aecusado nao l.nl.a damnada
teneao contra qnem quer que fosse, e tanto ., ..So
liuha, que nem se precaver de armas, expediente
qoe nunca esquece ao verdadeiro nialfeilor ; queso
nao acautelara ; que fora cmlin. areom.nellid da
sorpreza e quau.lo menos o esperava.
Ja daquj se vi- e e verifica que al o momento
em que foi mutilado o primeiro lente Rocha na
manifest!, inlenges hoslis nem por actos, nem
por gestos, nao havendo porque muguen, o vio,
ninguem o diz de soa parle, dispnsires, preparos
que como laes pud-ssem ser lomados.
Do ferimenlo em dile comecoo para o acensa-
do orna nova orden, de rousas ; "sua razio calma e
severa al entao deveu neccssariameule resenl.r-se
dos estragos, dos sollrimentos phvsicos, e assim nAo
admira que o choque do golpe, a parda do sangue
qoe corra em horholoes, a fraqne/.a c o dcsma.o
que Ihe sobrevinl.am desvairassero o espir.n, e
por ella ja enfermu passisse urna ordem de ideas
em ludo contrarias as em quo se man,vera em
seo estado normal.
Se accresceularmos que o acrusdu soppoz pela
iiatureza da ferida que hav.a locado a seus derra-
deiros iuslanles, anda mais reennheceremos que a
forja e exaltadlo da imaginarlo deviam aduar po-
derosamente sobre sua organisacao, e impedir-lho
o lyre exerocio das facultades inlelleeluaes.
NAo pretendo fingir, nem menos suslenlar que se
ie apagara o lume da razio ; quero apenas esta-
blecer como cerlo que o eslreu.ecimenlo e abalu
sollridos na posirao allctiva en. que se vio o aecu-
sado Ihe perlubaram as acuidades, e que desde en-
lAo nao obrou, nAo podia obrar ,. scienler ac li-
beuter.
O "iln-ial participante nos informa que o aecusado
ao principio lijara desacordado, e que lomando a si
da verligem ou s\ncnpc que naturalmente subre-
viera, he que poueo depois laucara mao da espin-
garda. A leslemu.iha t.uimarAes nos cor.ta como
presencial que foi. que com o impelo do aeommei-
limento n torra do golpe, o aecu-ado foi cahir sobre
a mesa de seu camarote.
Quem quereria. por demais exigente, c pouco
coinpassivo para com o oflendulo, que, esvain.1o-se
em sangoe, se senta quasi ao I,miar da elernt.lade.
se regulaaM elle, e proredesse como n faria em cir-
cum.tancas ordinarias e ronimiius da vida ".'
Quem achara
vueiu amara que podia havrr nesse estado bas- de malar en. decz, propria o aKKre,r"ins
'"'l? :CC:,.nJT.e',0', ':,ilanlB "f"".,a n d" "-.'' e 1 rdlo de um tal direilo en
dar vulto e sesuimeulo a disputa,nao era o aecusado
que quera ajnniar os maleriars para a explosAo dos
actos de forra bruta. Qual dos dous be o provoca-
dor .'
tendor, que nelle continua i O aecusado, que se re-
rolhe para seu eamarole, ou seu contendor, que o
rere pela retaguarda?
Mas ii.ssle-se em que o lenle Rocha emporra-
ra e segurara pelos pellos do oulro nobre ollicial e fo-
ra por esla caosaquea rutilada Uvera lugar.
nem o acemado praticou laes cousas, que nAo li-
caram provadas no processo, uem be admissivel a
roarrtada, pois a er verdadera esta verti, a oera-
siAo opportuna da desafronla era u lempo que durou
pressao exercida pelo aecusado, e quando esle se
olhava face a face, e nao depois que essa supposta
coaecjto linha cesssdo.
I'retende-se ainda que o carcter pessoal dos doui
envolvidos nos fados de que resa o processo, auto-
nsam a condoli de que o aecusado he o unicu cri-
minoso, e de que seu ronlendor deve ser proclama-
do innocente pela especial razAo de ser impossivtl
evitar graves questes co.n o aecusado, quando se
lem i, infeliridade de sua ooucorreticia no ser-
viro.
lie ainda uro reforro a carga que a lodo tranre se
quer fazer ao aecusado, he anda, e sempre o raeimo
svslema de dilTamarAo.
Percebereis, senliores, n lim a qu* se quer che-
gar .
NAo o con.-egoirao porem porque a aleivosia nAo
Ir.umphara ante os fados conhecidos a que se pude
soccorrer o aecusado.
Digan embora e irisistain os adversarios do aecu-
sado que elle esla avetado a pralice de actos vilen-
los, insinen, embora que he elle aulor de dous as-
aassinatos, esse expediente prfido i.ao prejudicara
soa causa, pois que ah est sua vida inleira de mi-
litar para protestar contra anal novas injurias e
baldos lio desloca.losda materia sujeila ao .Ilustra-
do conselbo, quanlo improprias do lugar em que
lem sido repelidas, pois que ah esta nossa sciencia
propria para responder que a absolvi unnime
dos Inhunaes competentes, aleaneada pelo teneule
Rocha, deve ser respeilada e ler forca bastante pois
que vivemos em paiz que lem leis; para fazer em-
mudecer as vozes do odio e da calumnia, para res-
pouder que esses inhunaes reeonheceram o direilo
de malar c.r. defeza nronria o MaowMor insubordi-
,,.,,,, -.*.v. ,. i. i, .a, i.ii i i en. lempo
nhecmenl.ido i,.. J ..""! "' "" "" "r"''rUS' '""" de *''. *obrecm
uuerimenio ,io que senta, do que se passava em -
sen bom seuso iulimo, do que quera, do que podia
resultar do que lizesse ".'
E poderiam as operac.es do espirito do aecusado
a bracos com tamanho iuforlunio, correr desemha-
raradas.
Explica-se, senhores, em grande dilliculdade,
que e acensado em um supremo arranco de deses-
pero e de'peilu por se ver, como suppuuha, assas-
su.ado Irairoc.ramenle, se alirasse iiisliuclivamente
a um acto de represalia contra aqu-lle que lo iu-
tiloria e vilmente o fazia morrer, contra o que o se-
parava para sempre de mal, prenles e amigos, mas
lamben, si explica que elle proprio nAo possa dar
conla do como e porque, e pjra que lim, chegou a
disparar a arma que tambem poda dar morle.
Ouvisles, senhores, o que disse o aecusado em seu
interrogatorio. Por essa descrprao pathelica das
ancias em que se debata o aecusado, com a vista
obscurecida pelo sangue que Ihe innundava os olbos
podis bem avahar se esse homem que no prtalo
do navio esforcava-ae por dar u.u tiro sem o poder
conseguir, se esse homem que por lim desfechou
uma espingarda era o teneule Rocha, como o co-
nhecei poueas horas autos no mel da guarnir/io ,1a
crvela, ou antes um quasi cadver apenas galvaui-
sado pelos assomos de seus brios militares.
Cuncluamos, senhores, esle'ponto. O accuiado
Dio era capaz de imputaran, eo fado material que
delle parti he lili.., apenas da hallocinacao do mo-
mento, ti braco que fez o maleficio nao foi guiado
por conceprao auleriur do espirito.
Prelende-se porcm que o lenle Rocn he ou
deve ier criminoso, purque as provocces e aggres-
soes parlirum delle, que foi o primeiro a injuriar
de palavra e a per niAo violenta em seu cantarada
depois de o haver a mea,;., lo por uma e mais vezes.
Respouderei, senhores, a este tpico da aecusaro
com os dadoi que fon.ece o proprio processo, citja
aulor.dade ja invoquei. Com elle em mAo dir-vos-
bei : Isao, tres vezes nAo ; o aecusado nao foi o
provocador nem oas injurias, uem nos actos de
brea. I.impulsa, os depoiinenlos esrriptos, dai as
pslavras dalles, altribuidas ao ollicial ferido pelo
aecusado, o sentido nico qne Ibes pode ser ligado,
e veris que nAo be exacto seria mesmo interpretar
em contrario adoolriua dos ditos leslemunlues qua
o aecusarjo ilesse causa a infeliz dispula, nem que
houvesse nelle desejos de suscita-la e de eotre-
le-la.
o militar que na > queira passar por cobarde.
II acensado confia que Irareis a queslAo ao seu
verdadeiro terreno, e que a de-pueis dessas inerimi-
naroes que pooco cnidamente se quer neila enxer-
lar, porque o aecusado, que vos confiere, e presta
nomenagem a roesai altas gnaUdadea, esta' cedo de
que entrareis no eiame da causa com animo desas-
sombrado, e despidos das preven,.es que a maledi-
cencia e a ma' vonlade de algueni lenbam procura-
do menos leal, menos generosamente levantar em
prejuizo do aecusado.
A sement dos preconeeitos nao germinara' em
vossos espritus Ilustrados c imparciacf.
lenho dilo, senhores, quanlo era necessario para
que se hcasse sabeudo que nao eslava a barra do tri-
bunal um alio criminoso, ou um scelerado de nova
especie, que tenha por descommunaes ademados de-
saliado o auathema ,Ih soc.eddde e a reprovacAo uni-
versal ; que se Irala de fado mullo cxplicavel era
sua origen, e que qualquer raembro da grande fa-
milia humana pode pralicar, dadas as mesmas cir-
cunstancias ; que se traa de um Tacto pooco impor-
tante quanlo a seas resudados, pois que foi capitula-
do ferimenlo simples pelos homeos d'arle.
lenho dilo quanlo basta para prava! que ao aecu-
sado uAo cabe imputado, en. visla do modo porque
procedeu, e das circumslaucias especiaes em que ei-
leve collocadu.
-Mas mesmo sem ler crime, eu vos assegnro qne o
aecusado dara boa parte desse sangue que Ihe licou
para que lal deagrica nao livesse acontecido.
Ides juljar, senhores, o aecusado deu as bases pa-
ra a questio que o.uteressa; tomai-as em conside-
rarAo e decid.
) aecusado poderia em represalia
oceupar-se^de
seu coolendor, mas nao quer que se troquen, os pa-
pen nesle recinto.
Rn ueste moinculo, lujeita-se as condicroes de
reo, e Dio lem o devaueio de arrogar para si as
funcroes de juiz, a vos lAo mereridamenle commetti-
Se em algoma falta incorreu o accusido que dev
expiar, Dio esquecereis, senhores, que os riscos im-
miuentei porque passou, o pezar que o rala por lia-
ver involuntariamente concorrido para as desagrada-
reis oceurreucias que lem desgastado a "vos, como a
lodos os seus superiores, sao sobeja pena para a ac-
SAo em que nao leve parle o corac.Au nem a ca-
que senao deven, h.imilhar inte os icaoltoa de quem
quer que aeja e mallo meuos do suballerno allana-
do e insubordinado.
...,?.a':Cli',adn d,l'l"'illa confiadamente em vossas maos
Teu.m 1efila '""'". e br""1 e e,Pera 1"e Mi-
ren em lodo caso sabia e arerladaineMe,
1 lornal do Comuierdo do Rio.
O /ascim he a influencia perniciosa que ejer-
ce a pe-so dolada de mus olbos.
l-'injncomprehcnder Terciando dar avossa exeel-
leocia ama idea desravoravel de minlia inlclligcucia
so confessar que eseapa-me o sentido dessas palavras!
disse un- Ward ; o lenhor expliea-me uma roosa
dc-conherida por oulra tambera desconhecida : man<
olhos Iraduz pessimamenle para mim fascino; bem
como o personagem da corredia sei o lalim. mas mp-
ponna que nio sei.
Vou e\plicar-me con. Inda a clareza possivcl.
responden Allavilla : mas o desdem brilaunieo nAo
rara a senhora lomar-me por selvagem, c pergunlar
a si merma se meu veslua.io nao occculla uma pede
manchada de vermelho e de azul. Son homem ci-
v.hsado ; fui ed-irado en. Pans, fallo ioglez c fran-
rez, li as obras do Valtai.e, creio as machinas de
vapor, as esledas de ferro, na Iclegiaphia elec-
Ir.ca ; como o macaron, com gario, calco de ma-
uhAa luvas da Suecia, ao meio da luvas de cores de
larde luvas ror de palba.
A atleiiQio do commodore que unlava de manlei-
Ka segunda falia, fui allraliida por esla comero e-
Iraoroinario, e elle licou rom a tara na mao filando
ohre Allavilla suas pupillas de cor azul-polar, que
formavam singular coulrasle com a vermclhidao da
tez.
Eis ahi litlos que lranquilli-a,n-me, disse miss
Ward sorrindo ; e depois .l,-o eu seria mui des-
ronliada se suspeita*se barbaria em vossa exceden-
cia. Mas o que lem de "i/u. -me he tao terrivel e
absurdo que sejam precisas tainas circumloriic.ies
suspeito Bibiana de Caslro, que no escaler o olli-
cial rendo pelo liro disseraque eslava cun oilo
das de tcenla, e Mo podia estar com o seu ami-
go a bordo.Seriara estas palavras vazias de teni-
do nao revelaran, algama coua'.' Informou
nina outra, e he o commissario tjuimaraes, que o
mesmo ollicial, depois ferido. dissera a bordo que
linha o.to das da licenca, e que eslava muito salis-
rtito por ler de v.r para a corveta oolro immediato
que uao ha de ser ova, e que ellc nAo havia de fa-
zer quarlos. A quem era dirigido esse epihelo de
ova senao ao aecusado .' Porque essa salisfaclo,
que se nio pude represar, e pela simple, e indille-
rente mudauca de immedialo, se nAo havia indis-
posirAo ja por demais pronunciada? Para que c'-sa
pressa em tornar pubiiea a licenca, e a rabalilaicao,
sem ser pelos canaes ordinarios "c regulares? "
tonta uma lerceira, que he o escrivao Sampaio,
um trecho de conversa a' mesa do almoeo, que nos
descobre o humor em que eslava o interlocutor em
coja bocea poz as seguiotes phrases : ,. Tenho oito
diai de Rceiiga, e cerla pessoa de bordo lica livre
de mtrn. a
Suppoz. esla tcslemanba que nesse dilo se quera
allodir a pessoa do aecusado, e cerlo suppoz bem
porque ludo ndcava que era a este que se quera
chamar a lerreiro.
Nao vedes, senhores, confrontando os diflerenles
ditosque a .. certa prssoao amigo com quem se
nao pod.a estar a bordoo ova, que va. ser substi-
tuido, he uma e a mesrna pe.soa, e que essa he I
dosignadamente o lenle Rocha ? Nao vedes que
esle ap.oveilar constante de ensejoa para doe-tar o
qrUaado\e1!uaVdad" de Allavilla mpressionava, mo
ii ~ ftJ?,5,M,S* rpmol|l ma'* alta anlignidade.
Ha na Biblia uma aliento feila a ella ; Virgilio fal-
WxKSZZTHaE """ .de co,,vi<-fl" I "'"nietos
de bronz. .hado, en, Pompeia, en. llereulanum,
Slab.e. os s.gnaes preservativos dezenhados na, pa.
redes das rasas arruinadas mostrara quanlo era geral
esta s-persl.r.l,, Allavilla prononeioo a palavra -
VoSSL'E .""e,":.ao n,""1!,,a, ** Z,
o O.ien e ll.e d crdito. Maos vermclhas ou verdes
m apphradasde cada lado das casas mn.iri.ea.. para
desviarem a m.. Inn.....i. \-, f'"d
Joaquim Alcino de Ijunnin.
< Duvida einpre l'raueisro Jos da Costa
O pretndeme H come, Da mesa a direila o tri- Jos l.uiz Pan Brrelo.
unipho. e a t.nbtr. a derrota ; se dorme souha com I Jola Elias l.avalranli.
ambos se passea ambo* Ihe reren. ; se de.can-a ,lse Fel.X da Rocha I aleo
a.n- os en, elle ; desejara elle que um da tusse uma
hora, e que uma hora fosse um instante para saber
que surte Ihe estara reservada no litro do des-
lino.
lOO
lam
ll'lltl
1IKII
11 II
llst.
llsn
Um,
1IMI
lls-l
IIMI
llsn
llsn
lili'
IIIHI
1IIHI
Com cfieilo. os fruclos da poltica devem ser sal.o-
rotissimos, porque raros lio os que nAo os qoerem
saborear.mas para e rhegar ao filen onde esla' plan-
tada a arvore n.aravill.o-a que da' tao goslosos po-
mol, preciso se faz que se patae por cima, e descal-
jp,o Lincas e volumOMI carnadas de espinhos. pnii-
cipian.lo en, una fregue/ia de eleitores, e arabanJo
em un. g.bnete de hu. slros.....
A torre onde os m.deques seus ilebarliet he a da Madre dt Heos.
(I digno Sr. Joao Xavier Carnciro da Cupha
va, experimentando melhoras ronsideraveis : congra
Jeronvmo Salgado de Alb.iquerqiie Maranl.ao. 1101)
Joao Evangelista da Silva Taboca. 1100
.lose l'eneir Coimbra. lloo
MESA ELEITORAL DE S. LOURENCO UA
M.4TTA.
Presidente.Bario da Canmragibe.
Lscruiadores.Dr. Augusto de Sooza l.e.io.
Joaqun, Corre do Araojo.
secretario!.lr. l'raueisro Joao Car.ieiru da Cunlia
i.erva/io Eitiio Bezerra Cavaleanli.
lile.lores,
l.s senhores. Volns-
liaran de (.amaragihe y;a<
leiienle-coronel l.uiz i ranriseo de Barros Reg 038
X>$
Silva
Bacbarel Augusto de Souza l.eo
Jos Ildefonso Rodrigues da
lulamn-nos en. dar esta noticia aos que sabera ava- Vinario
liar as qualidades de lio Imne-in n.lado. Ilutra
Porque nao ha de luver anda uma lei.pela qual Capillo Jote Iranciseo de Barros Rcgo
ni dUn 11f"T "" ',*S S'J" ",ba 1"*a">- g"lM,.re' " !.?.,. ?eu Valor fcra ""la 'nedida de recunliecida ProOTielano Joaqnim Crrela de Araojo
SO
utilidade pecuniaria para os cofres !...
Dizem que labbado he o primeiro baile dos
casados.
Nunca o gello veio en. lAo boa occasiao como
agora : porque, adevinhem.
Capitio Manoet joaquim Uaorieo wderlev
Conego Joaquim Piolo de Campos
C.p.lao Iranciseo de Paula Cavaleanli a. Sil-
veira
"enenie JuA.. Carneiro l.eil.io de Mello
938
938
938
938
!1JS
'J.',K
S<
i-.^ cneiiiejua.i i.arneiro l.eillo de Mello 957
nh7 ..!!",",'"" os !nc,""*,de 'u a 1s aDnos ba- (',''!,"' Benjamin Prea de Albnqoerque Itara-
nbar-se pubticamcnle nos Coellios ; como nesse c nliao ..
..tiln- loo i,... I... r.. ;l... .1...^.______ _.. .. l\:._ i- .. .. .. *'J'
oulroslugares fia familias, chamamos a alleucAo das Dilo Franeiseo Rufino Correa de (astro
autoridades, para que reprimam laes abusos. Coadjutor Jos /adiaras R.heiro
O mesmo aceonttee no Varadouro, em Olinda, Capitio Manocl Bezerra de Va.cneellos
aparte da maro: ah enlAo os meninos sio de :t<) Aderes Cervazio Elvsio Bezerra Cvale nili
annos para cima. Sera' bom que o Sr. subdelegado Cap.iao Thomaz Alves Maciel Jnior
baot.tr" b,rb'9* "/"/ P" com ellas se Tmeoto Jlo Lint Caraieanii de Albeaaerqae
"a""aren1' Alfrez Joio l'ranciseo Saraiva de Meneze-
A caa onde se castiga lao horrivelmenle filhos Tenenle Jim.....I de Sampaio Barro." Azevedo
eeseravoi esta aponlada por nos ; pedimos que se Dito Jos Bernardo da Rocha KalcAo
coulenl.am nos limites da razo ; um filho nao he Aderes Joagoim R.beiro de Brito
un escravo, a nem um escravo he um animal ; essa Acr.collor Francisco Xavier Soares de Albu-
r.eniei coja carlilha de edocacao he o relho, sao ai querque Jnior
cevicas, em falta de victimas caseirai vioaoivizi- RESULTADO DA I'l FU \(V Part. El PITftRir*
...los^cuidado, pois. nem lanlo nem lio es.rondo- DA wBgtBntt SS^SPKo
l.OXCALVES DO RLCHE.
957
93(1
936
936
'.i:.f,
Jj
936
936
tir.ii
936
lili
EICAO' DA FREGUE/IA Pn.pric.ario Doming^ilnrique Ma.ra
Negociante Antonio Marques de Amorini
'" I!!. .'-'_ Fr?.n '<''> Jnior
215
, Dito rrancisco Xavier de Oliveira
jrjg Dito Manoel Francisco Marques
>!.., Dito Jos Marques da Costa Soares
Mu] Dito Jos Pedro das Neves
307 j Dilo Antouio Jos de Caslro
*I Alteres Joao Marques Correa
Negociante Jos Joao de Amorim
CapltSo Ricardo da Silva eves
Mferes Ignacio Antonio Borges
lente Antonio Botelho Pinto de Mes-
quita Jur.ior
Artista EstevSo Jorge liaptista
vapor Imperador couduz deste porlo, os se-
gundes passagenos : '
Dr Cjpria.no Fenelnn (iuedes Alcororado e I
criado; trneslo Ceisl ; J|, Raudleson John
,'.';,, 'N-,rcal"" J"""'.r ; Antonio Teixei-
ra de Belfort Rocha ; D. Auna liarcia de Oliveira e
. escravos ; Joaquim Antonio de Oliveira; Jos
I mo l.eile e mu criado Polidoro Cesar Borla-
maque ; Benediclo de Barros Vasconcello. ; .1
elroy ; Jos Mariano da Costa, sua senhora :|
escravos ; Jos lionealves dea Res ; Manoel Jos
Rodrigues Lima ; u.lherme Jos Jnior : Joa-
quim l-.bppe da Cosa e I criado; Antonio Jos
de Souza Larvalho ; Mauoel Feruaudes de Carva-
llio; Ihoinaz D.ivis; Manoel Pereira de Arao.o
\ .auna ; Beuto Jos da Costa ; J. Mendes: Ignacio
de Albuquerque MaranhAo e 1 escravo.
Ate aiuanhiia.
207
207
16
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13
13
13
12
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39
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36
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334
PAGIfJA AYULSA.
"i de novemhro, as!l horas da Bolle.
toda a c.uade esta' contaminada do virio elei-
lor.il o pensamenlo dominanlc e universal he elei-
tmJF 2! '"."'" ,*" 0aVms fa,lar em volos, a-
^'^^da, chapa., iroeae, clculos, ptrda,
ganho, reelania.Ao, ,, v.,<, e|les, en f.m as palavras
(Smi&i,t'pmnvi me da'" Como
m ".1 e"lrela"1" Povo Acaba exhausto de torras,
maasado dos empurros polllicos, com a cabeca chela
.e.t,,".S,"*V;ll0S- "'" !'nda dM '"-'>'< ffht
leitoral .. sonha con. votos e eleirOei ; con. iiioiro
reapparece a re.lidade.e os do povo procuran, os seu,
pcnil'lU.veK V'"""1'"* ac,ua"D"' "ai.
desviarem a ma influencia
da M porta do Julgamenlo em ^hamb,* on
prava que sC esle preconceilo Ao lem fundamemo
he pe| menos rn.ilo an.i,o. S milhoes de I o-
mens dorante mil..ares do ,..,....................." .
de uma
Vft-se uma mAo grava-
grilos.
RESULTADO
O, senhores."* ^ tE A" Votns. i il A'"l,,io HriqueMnra
Coronel Francisco Joaquim Pereira Cobo 225 '\rllsta Manoel Amancio de Santa Cruz
Majnr Joao Baplisla da Silva Manguiuho 225 '.e"enle"C0l0nel JoS" Gomes l.eal
lenente-coronel llvgino JosCoelho 212 egOsjiante Ifanoel Antonio da Silva
Capilao Eduardo Daniel Cavaleanli Vellez de Antuncs
TeneniTit. i ,, 2M Tenc.itc-coroncl Atilonio Gon-.es Leal
ucT. i,-s,J,oa'll"m Je '" Ju"' 2101 l'ropr etrio Flix da Cunta Tci^rir
Aderes Joao Baplisla da Silva Maneuinho Jn- l.-_.-:-_. "*_'"
mor
CirurgiAo-mr Francisco Jos do Amara!
Aderes Francisco Pedro Celestino
CidadAo Jos Ellas de Vascoucellos
Dito Marcolino Dias de Araujo
lei.cnie Mauoel Anlonio Alves de BtUp
Aderes Candido Jos Serpa
Cidadao Anlonio dos Santos Copes
Estrlrio Roiino da Silva Ramos
Cidadao Filippe de Sanliago de Caivallio
Suppleules.
Anlonio Francisco Cuimaraes
Jerooyma Carneiro llurges da Fonseca
Iranciseo das Chagai do Rosario
l.uiz Alves Rigaud
Miguel Arcbanjo de Barros
Manoel Joaquim de Santa Anua
Joao de Oliveira Cabral
Joao Atilouio Pereira
Joo Antonio Ribeiro
Fraucisco Candido das Chana!
HrauciscoJosdeCarvalho
Beruardino Jos Serpa Jnior
Balhino Jos de Mello
Anlonio Joaquim Bolelho
Sebasliao Francisco Belm
lerin.naram-se as elei,;es da freguezia do Po-
co da Panella, dando em resudado o seguinle :
tl.EIIORES DA FREliLEZIA DO POCO DA
_ PANELLA.
Os senhores. Votos.
Proprielano Joao Francisco do Reg Maia
Fiscal llenrique de Miranda llenriques
Juiz de paz, leneute Jos Camello do liego
i.ii-
Major Jos Tbeodoro de Senna
Dr. Jus Bernardo Galvao Alcoforado
Dr. Antonio Joaquim de Moiaes e Silva
Major Florencio Jos Carueiro Monteiro
Umpregado publico Jorge Vctor Ferreira Lo-
pes
r. Mauoel de Barros Itarrcto
Dr. Pedro Caudiauo de Ralis e Silva
Capitio Jos Francisco Pires
Empregado publico Lu.z do Reg Barros
Dito Amonio Joi (jomes doCorreio
Dito Joo Luiz Vctor Lieolhier
Dilo Jos Fcliiberlo da Costa Cama
1 'nenia Sebasliao Allomo do Reg Barros
Aderes Francisco Jos jklves Cama
Major Francisco Doarle Coelbo
Aderes J..s Francisco do Reg Barros
Commerciante Jos Lopes Carneiro da Caoba
Dilo Manuel Peres Campello de. Almeida
Suppleules.
J .gario Francisco Luiz ac Carvalho
Major Francisco Cesano de Mello
Agricultor Fraucisco Marinbu de Albuquerque
Mello
Cominercianle Francisco de Paula e Silva J-
nior
Aderes Jos Oonralves da Porciuncula
Capilao Jos Ignacio Pereira da Rocha
leuenle-corotiel Joao Paolo Ferreira
Dr. Lniz Carlos de Magalhaes Breves
Comiiicrcianle Nicolao Machado Freir
Dilo i,cm.iiio Auguslu 1 .coturno Penlo
Prop.ielario Francisco Cavaleanli de Mello
Dr. Joaquim Francisco de Miranda
Propietario Jos Ferreira Lopes Reis
Dilo Amonio Ayres Velloso
Dito Ueilavo Augosto de Figuciredo
Commerciante Manoel Antonio Ferreira
Dilo Jos da Costa Rabello
Dr. Francisco Luis Caldas
Proprielario Francisco Lucio da Silva Mergu-
II.Ao s
Capitio Jos Bernardino Pereira de Brito
Proprielario Jos Marque! da Fonseca Borges
API.RACAO' DA ELEICAO' DA FREGUEZIA
DO CABO,
Para elcitores.
Os senhores :
Bario da Boa-Visla.
Antonio de Siqueira Cavaleanli.
Jos Joaquim do Reg Barros.
Manoel Joaquim do Reg Bairelo.
Francisco Paes Brrelo.
S'igario Jos l.uiz Ferreira de tjueiroz.
Anlonio dos Sanios de Siqueira Cavalcauli.
EevAo Jos Velho Bsrrelo.
Dr, Ignacio de Barros Brrelo.
Fraotiiee Luiz laes Brrelo.
Sebasliao Joaquim Patrila.
EstevAo Jos., Paes Brrelo.
Braz Carneiro LeAo.
Uanoel da Vera-Cruz e Mello.
Jos Carneiro Rodrigues Campello.
Mauoel Netto Carneiro Leio.
Amonio Bandeira Carneiro Leao.
Agostinho Bezerra de Mello Brrelo.
Jos Xavier da Rocha Wan.lcrlev.
Joaquim de Souza Lelo.
I'.nbelino de Paula de Souza Leio."
Manoel de Siqueira Cavaleanli.
Antonio de Siqueira Cavaleanli Jonior.
Domingos Ferreira de Souza Leio.
Dr. Ernesto de Aquino Fonseca.
.Manoel Ferreira de Souza Leio.
apuradas, e o parlidu
apararas, mas muio
Como saber porm quaes foram os roanle! illu-
didos, quaes os que quizerain peculiar ha de reto meio alginn. O que a mesa lem de de-
cidir he se nina rr,lula innlilisada por un, .nodo leo
claro, e que lio patente deixa ver a inlenrAo de
inutilisar,pu.le servir.le ...voli.rr.....i sobrescripto a
uma lisia e eleitores. Pareee*noaqne o involucro be
Din papel intil lago que se abre e vi- que conten, o
escripia que deve ser lido. Seja o involucro em pa-
pel fino, seja um cari;!., romposlo de diversa- l-.lhas
sen destino he s>. colar ., papel que i.onlcm. e nin-
guem se oceupa de saber como he composlo ) papel
oesae involucro.
As lisias no Recifo eslo
ron-ervador leve a victoria.
Na l: '. comecoo a
pouras listas se apuraram.
Em Sanio Antonio apena se couclaio a acia final
que se deve fazer .lepis da lerceira chamada. O
mesmo arconleeeu em S. Joee
De lora ludo o que se sabe ale agora he de hum
agouro.
Em Barreiros se inspenderam os Irahall.os para
.ovar uma duvi.la a' Presidencia. Na Vanea c-
mecott a apurac.lo. Em luuarassu' fervom as tra-
paca>. Os escndalos e caprichos s.lo de lal o,den.,
que nos nao atrevemos a dar as noticias que rece-
bemos. O cerlo he que a paz se manten., e que af-
firme rcsoluro que ...ostra o partido liberal he de
maute-ia a todo rusto.
O E\m. preside.de continua em seu trahalho in-
cessanle de providenciar c responder a ludo, ouviu-
do a todos, e decidindo proinplamenle o qne delle
depende.
O Sr. chefe de polica uo diminue de arlividade
c zelo. aParere qoe ate esle momento lodos os par-
tidos se mostrara salisfeit.iaComanles as autori-
dades.
sempre quelite s.on.nslrado^ ... mci.-le prmar .
farto* sobre que lem ivanas desandas.
trillando no jury com OBergia as arciisar..eS .Uf \
lei be inrumla- contra M reo-, ejw sio levado. ,-
quelle tribunal para sorcm jnl;;ados.
De ciidurla civil a moral rio suppH-aale far..
o rois sl,i ameaita. O pe levo ,t,m iN ^
verdade q,.,- nao dmidaria attesUr nidependeniede
requerin.cnlo.
CidaJe .la \ inona i de alr.l de Is.',;,.
4 n sel mo Fra nrwro i Vret i
Em lempo osi.ppliranleiemexcrrido nseur,,.
gO ncsla romarra nove annos e oito mezas.
Anselmo Francisco Pervtti.
(Ruara r.x-onhcciJn o sellado).
<>"Om!!lItUCttb)i;'.
253
25
J.".2
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Audr Bezerra de Albuquerque Mello.
Jos Franrisc da Rocha Cuedes.
| Joaquim Marques da Costa Soares.
Dr. l.uiz de Cerqueira Lima.
Dr. Carlos Eusen.o Daarte Mavignier.
\\uo2Fu. r?*inn'oa v dar-|l,e u "om
parucoiar, da /illalina.
Conrehqe povo ignorante cuide em seme-
,a" ,e: irrr-diw? m,,s w" Votos.
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240
23!)
238
234
234
REPARTIgAO DA POLICA
Secrelaria da polica de Pernambuco de no-
vemhro de 1856.
Illra. e Exm.Sr.I.evoao conhecimeulo de V.
bic.quc dasdiflcrenlesparlicipaceshoje recebdas
nesla rcparl.rao, consta que se deram as seguin-
tes occurreuc.as : .
Foram presos : pela subdelrgacia do Recife, os
prelos escravos Roberto, Joaquim e Candido, lodos
por hr.ga.
Pela subdelegara da rreguezia de Sanio Antonio,
o pardo escravo Sevenno, por desnrdem.
Pela subdelegacia da freguezia de S. Jos,
o pardo Severino, por desobediencia.
E pela subdelegara da freguezia da Boa-Vista,
lelu Antonio leueira Lima, por oso de armas de-
fezas.
Dos guarde a V. Eic.-lllm. e Em. Sr. con-
selhe.ro Sergio leixeira de Maredo, presidenle da
provincia.-O ebefe de polica, Dr. I'olkarpo Lope/
de Leao. e '
Siatio de ^cnumbro.
Recife 6 de oovembro de 1836, as 8 horas da noite.
O processo eleiloral vai locando a nai na canital
ao seu Ierran. O dia de h..je se passou regular-
mente. Nio te nolou Den aguardo, nem inquieta-
do, fcni S. Jos algumas discusses ocro.reram e
foi valo um dos membros da comraissAo liscalisado-
ra do partid,, liberal entrar em palacio, e estar com
. t,\c. algnm lempo.
Parece que lano em S. Josu, eomo em Sanio An-
lomo occorre a descoberta de cerlo estratagema de
parl.do que deve produzir duvidas e diseossao dcal-
guma dihculdade.
O parlido conservador e.npregou para suas cdulas
um papel araarello cora Irassos vermelhos, de que
se alo pou.le adiar semelhanle. Os cabalistas do
partido lber .1 se apoderaran, de un. cerlo numero
dessas cdulas, grudaram pela parte de dentro outro
papel eobrindo a lista dos nomes, e se serviram des-
se cariao como involucro ou subscripto para nelle
lecharan, lisias suas, de sorle que fechadas le loma-
vara por cdulas do partido conservador.
Dizem o! conservadores : ha aqu uma falsilica-
r.l.., ha um engano de modo que o volante pensou
pelo exterior da lista votar com o part.rio conserva-
dor, durante que deutro eslava uma lisia dos l-
beraes.
magnetiza o olhar de um hroe uro exerrit.. n-
te.ro 7 N,lo doma o odiar do medico o doudo c.....o
uma emhroeac.l" fria I Nao faz o olhar de uma mil
recuar os lees ?
Vossa excedencia pleitea a caen com eloquen-
cia. respondeu miss Ward meneando sua linda ca-
berla ; perdoe-me se ainda reslam-me duvidas
Esle voto nAo sendo conscieocioso nao deve valer
deve aniinllar-se.
Dizem os liberaes : cerlos voltiles por medo de
incorrerem no desaerado nal autoridades, ou por
lerem eito proraessas de que se arrependerara, ou
por le nerera que a mesa os etdaisM de volar por
qoalquer pretexto, quizeram parecer que votavam
com o partido que lem o poder, e de que se com-
pile a mesa, e por isso rerorreram. ou aceilaram
aquello estratagema. A lei quer a votarle por es-
crutinio secreto como garanlia da liberdde do vo-
lante ; qualquer estratagema pois, que oeculle o
modo porqce o cidadao volou, he conforme com a
le qne quer o vol secreto.
A piesurr.pr.7o legal he de que quem leva uma ce-
dula sabe o que ella eonlem. c a escolhe enlre ou-
lros l.vremenle.
O hornera imnarcial nAo pede deijar de reeonhe-
cer que ambas as adocenes podem e devem ser ver-
daderas, lleve haver volante que pensou volar com
*.?.'y."""*""" IM'da vio uma cdula amarella
I
aBms."eVera '" ""^'^""iVai^eflw'wrra-
cora traeos encarnados ; deve haver volante que de-
l.heradanienle aun orcu|iar o .eu voto. Ambo os
"7emZ m '" ""pr'-i" moi" eslra-
Quar-lo .. moralidade, eremos que logo que o vo-
lite nao lo, eng.nado, o estratagema he licito.
olhar do jellalore, desvian o fluido malfico c ti
ra.n-lhe a pengas elecliicidade. ... dedos este
d.dos para adenle prestan. mefmi fe^ tea-
^ZZ'^ r...0 72?, '"^tonla-
hender nis, : vos, a TJUfSVZSBZ
jeila ao fascino de um '-.....
!ie^;'ne.'" '|,,H U'" ,,0lnem ,lu '"""nenio e'
crenea YU'Sa """e" cen.parlilhe dess.,
Mais de um que faz-,e incrdulo, respondeu
o conde, suspende a' sua janella um corno de boi
prega a porta uma caveira de veado, e anda caberlo
de amolelo. pela miaha parle son franco, e,-
evitar seu olhar, eonjuro-o elo -esm con l T "" "' ta, '"U"S e"e"Ub ^ resulUm '""- ^toMefaseinar miaba sobrinl 7 exrlamml o
-Nao tenho niats rereraonia di que'.in B2f\ % 'T^^ ^"r? """S !!>*M '' f" C0""""'0,e' Eml';" leal.. W^tSSSTIZ
dou-ine bem co.n is,o. Des Taca! Z e l"1 "s miasm.as M' ' .Nenhom oll.o percebe u llui- ",".rro*
lerao vislo lodos qoantos houverem lido os ali-
nhavos do padre Joao llerculano no ojornal do Co-
mercio desla provincia, de 21 e 28 de oulubro ca-
dente, qual a i..aera torpe porque se ha conduz.do
en. uma discussAo, para cuja apreciarlo e cuul.eri-
menlo da verdade imporlava para elle proprio toda
a calma e demonsliacao dos tactos, que a seu enten-
der podiam fazer carga a equelle qne estas buhas
escreve : lerao vis!-,, que, longe dessa calma e mes-
mo de uma caria ei,Mty^nayj.*fre'pOr vas'con--
Irarias : lodos os nomesi Todas as desron.psturas,
sem reserva de alguem elle emprega, revelando as-
sim nao a posse Oa verdade e da rallo, seuAo do
despe.lo, odio e vingauca, por uao querer suportar
que se cun pr.un dev eres a seu respeito, e cmacccsso
de um verdadeire delirio, e de om possesso, rompa
e cospe nauseabundas frazes qne bem demonstrara o
quilate de tal cabera.
Tal eslylo altamente reprovado nao sigo, porque
lie soraenie moslra depravaste de ndole e vicio de
corarao ; e responder! Mmenle com a ra/o. fa-
zendo conbecer ,.que as calumnias e injurias -.io as
miores razei daqurllc quo ..Ao tcm razao.
D.sse que que... euerae ccrla gente daqoi com
quem me eu entenda e com quem buba feilo o con-
trato do ul desniugocm o iguorava, e que as bi-
chas nio pegaran., por ler reclamado em lempo.
Quera he eaaa c... quem lenho feito o contrato__
do ul des V O que ped para racililar a fianza 1 ped
algu.ua cousa a alguem, a esse ou a oulro respeilo',
Quem foi esse alguem a quem pedisse para dizer que
se fez reclamar/ies em lempo t Dizer que ll.e disse-
ram, que me elle dev eria abrir rom largueza ai mios
e aisim ludo eu cedera, prcerindo elle nesse caso
ludo sofire,, menos laciar a forae, nAo sao expressoes
estas que m.rr.im bem o de-eje de calumniar e im-
famar por Ihe faltar base para Inndamenlar aquello
ennunciado '.' Essas palavras nao indicara a meu res-
peito, eu vos devoto um odio inlrauhavel, e deseju
vingar-me porque nio sois do numero daquelles que
razeo. o contractodn ul desporque te fosses te-
nis anuu.doao que desejava-s ob(cni;aoda fianra,
e porque no caso negativo, como acontecen, mostra-
ra que nao pelo modo dito, qual o fado de vossas
prevaricacoes, qual o doiuboruo e peda, qual o in-
termediario para iota '.'
E de feilo, lendosido essa fianra de lantooniiicnlin,
como ja se mostrou nesle Piano rom a raria apo-
sentada, e oque nao arcedi, cerlo que as bichas pe-
garan., se eu fosse dado a ellas, ser-me b.a fac! se
quizesse deixar agarr.r por ellas : nao tena en re-
querido exame de (anidada ; ter-me-hia deixado sil-
lar por essa immunda fortuna que iuculca ler, e que
a dara de preferencia a andar foragido e incomino-
dado, e que por esss causa no eioeaso da desespero,
mil inventos aprsenla sem a menor base para a
lusleularao de seu libello difamalorio.
A tes p. abandonados par Dos um sentido deprava lo.
.Mandan, que nos na aproximemus, roas lujamos
sempre dalles, porque be romo um lego devorador
e como um mundo de iniquidad.
Depois de dizer ludo quanlo uro cerebro estragad,
pode conceber, acrrcseenla, que tenho feilo voltar
mullas pessoas de miaba casa, sem dar as denuncias
pedidas, e emsegaimeut..aessafalsidado ajuma um
monto.i de nulras.
NAo me darei ao Irabalho de demonstrar minucio-
samente a i il.i i i- de cada ama dallas, e ei.l.ar ....
explicarlo de fados completamente adulterado*
porque roteado que uo poeso responder de um mo I.
mais peremptorio a lodo esse aggregado de embuste.
se iiAoapresenlando o documento ahaxo, ministra-
do quando daqui sabio por quem, lendo Ulna rigi-
dez proverbial, era nada condescender como afirma o
proprio a quem respondo, nAo lem por iso excepr.io
a oppor de modo valioso resollando delle conhecr-
se qual o conreilo que de mim faz o digno magistra-
do a qoem alindo, e conscgoinlemeule qual a falsj-
aaae das invectivas sobre mim alindas. ..Son pobre-
ao etc.o Essa denominarao ssas honra a quem se
busca dcsconceitiiar. he mais uma prova a sen fa-
vor : porque exercendo o e.. prego de promotor ru-
Dlico ha doze annos incompletos, se conserva pnbn-,
prelenndo ludo a' venali.ladc e corrupcao, porque
sendo lidio de pas pobres de forluna, mai ricos de
virtudes leve uma educarao acurada noi preceitns
de moral e religiao, e por uidoleeedocacao esla con-
vencido oque ha bens que deshonram,' e qoe vale
mais ser pobre que deshonrado. Se se tonla com a
juslira do actual juiz de direilo interine pelas qua-
lidades que o adornara, porque para elle nao se leu.
querido recorrer, jad negativa da lar.ra, ja ds pro-
nunria, razemlo ver aos olbos da verdide esia mona-
ruosa iniquidade. elle que ua verdade he inror.up-
uvel fclle que nao acceda palha. Mis nao o fazendo
e uem se auimamlu a fazer, que corolario se deve ti-
rar senao que esla convencido da improcedencia do
recurso, de cujo infeliz exiln poda livrar-se, ale
Tora aquelles de quem se falla, se arquiesce>se na li-
anra, para uao irem os autos ao joiz ad qoem, e as-
sim ludo arranjando-se, licar salvo de I .do perigo.
e que por tal Tacto se volla contra quem isso impeee?
.sei en onde exi.le Tenorio para requisilar a sua pri-
sao >>e a polica o ane. se a polica em cojos actos
nao son solidario, e eonseguinlemeiite nio son, e
i.oro posso scr por eiles responsavel, ella que raspea-
oa, e ao mais que Ihe disser respeito. He novo nos
anace jndteiarioso caso por que esse padre batatera?
Ignacio Joaquim Ribeiro foi ja processade por fado
idetmcG halre annos ; e.pon. uAo le ps.de qoeixar
que o motivo de seu processo fura por ser ..padre...
como diz, e ora que fora por uao ler querido dar
reno a aquelle que o lem posto a trole, e que para
nao nodoar-se, na he acoslumado a tirar essa carga
no costado de aaen mu bem Manta ; lamenta ai.
!mr"a nUae !. ," am ""Inc de ,anla nobreza, e que
por dignidade fora a desojar que era sua. aianalu-
.t-f TLUfae:" Mi P"a 1" respondo Nio sei
-que a bocead,, insensato toda se dirz em dizer
lonearan, por nr, I1;l0 w|Uwi mt..
v.. ,'"': (rreia de ijue'.ro; Birron.
letona '-' de novembro de 1836.
DOCUMENTO H. 1.
Diz o promaior publico desta comarca, oliacl.s-
rel Lniz Coma de Qaeiroz Barros, que i bem de
Sea direilo precisa que V.Exc. attesle qual ocoro-
poriamento que lem tido o supplicantc no exereicio
de seu emprego, e bem assim ijuai a sua conducta
civil e moral.
Peileao Exm. Sr. Dr. juiz de direilo assim o
deliraE B. M.Luiz Corroa de Quciroz
Barros
0 suppcanie luranto quasi nove anuos que lem
servido nesla comarca de Si. Anuio o cargo de
promolor,piil.lcoifiin moslrasio muila aclividade.in-
telligencia, o probiJadc nocxercciodcseu> deveres,
dando denuncias rotura os adietadas denquenies
e estado nao
a cuiiipr.r, etava-
ineni.i ^a eterm-
_r-qoi-rrr an nsi-
leib-.; aaajaa*-
... d ea drizimssa a*.
. tjerrafilar orna la
ade, sglirt a campa
O homem plala maior d..-
lanria do neo, medida qoe aaa.-
-e app.i.xin.a da Ierra.
Coii-et/irir.i katlot.
r.ste | cn-aincnlo sublim-, e.ia mxima de aaoral
religiosa, e-la verdade rvaeehra eon.inriada *
i .Ilustre lllll-lalo panuque/, i.a,. i|H e.qureida. ...n,
abandonada pidos rrii.an.hu........ ..|t,.. d.i.im' ira,
prova eonv.ucr..Ir no di* :! do ..rrrnle nFW 4,,
em que o mundo e a reHgile ollrr.-rrran lories e-
limulos para akelaf rom tarea .. -ra...... te aaajM .
De uiua parle as urnas rleiloiars rtiamavan. im
noine da le humana, o cidadao, a dep -ilar nellas
o seu suiTragio n-los vivos: dr nutra o som I ca-
brea eoaaewasado do* campanario* om ii.one ata le.
divina, rccorlasa ao homem rhh.t> a leaohra. ,
da morle, c o -hamava a habitara., tut qoe ja nao
vivein para a lrtra, u||,-recer -ubre u altar do Cre-
cificado suas pre" seus .nllracio. pelo, merlos.
Que grande contri, Ooal do- dous Inompharia *
>en.pre a reliciao.
Vos que pela nossa
direilo, nem obri-ta...io-
nios dominados son.ente
dado, e julgavamos que a
,111111 da poltica n laaOBva
cemo-uos da intuslira 011
zo, quaudo'a's 7 lloras da
cemlleno publico desla ri
grima de dr e de nBaarga
de nossa mai e de ..._->
"tjiwnrro p-'|i.-ravam..- encontrar ill. .
velho de a\aneada lale, qoe U iii.is |rl da
morle quena vida tem despte/jd., ,. mii^i... .1 %,..
a iucousolavel prla penda da rharo ron-.rle. .
lcenle orpliao oir-reren.to a Dos pela alma .t-
seos p,j-, oraci.es lao puras romo -ua inuorrn-.s
Tomos t.-ma tos de sorpreza ao vrrmns .p.,., t.a, .
popularAo rjesta cid.ide reunida ne*e leoar vcbs*-
rando. onde -.. se riironlram ee Instes despnjnii da
morle. e objertos que nos ronvecem do nada da<
graudezas da trra, onde encuulramns a porta *
se nos Techa para o mundo e ee na abre para a
ele.uidade. All n..s vimos o imperta da igaaldadr
suslenlado pelas le.s da roo.le : nio se distngala .
rico do o.lo o, o sabio do ignacinae, .. piulo....
Traco, o nobre da plrbea : lodos rram locad. d
me-mo seiil.inenl... lodo eran, dominado dn aae.
mo pensamenlo.o de orar a Deaa pelos morlM.
ero ni oulros lautos Tobas exercendo os nftiritri di-
car idade pata rom os que ja' ...... viveni enlre
nos.
Dc|Mjii que assslimos o *arrilrin que se alere-
rcu pela alma de nossa m.li e milito. depm< qne -
bre suas sepulturas derramamos usa lagrima de
ternura filial e deamizade fraternal, dipni qne of-
ererenios a D-os uma orarao por nadan os qne all
jazem, Tomos vizilar ludas as sepultura-: ha aila
nao amos ao remite.o, ahorrecia-eas mesan* n
pas-eio ..quede logar, p.rque nio podiaaws ir ilti
sem se despertar fortemenle a ....a lensibilidade.
nio julgavamos encontrar tanto areto. lanta Mileni
c regolandade as sepulturas e em lodo mais.
Ha seis anuos era aquelle Insar nm campo agres-
te, nade, inculto e panaanen : qoem pensara qsar
em lio pouco lempo se runvrrlean rtt cinta em
nm Icemiierio, qoe ja' boje rivalisa roen as pri-
mnros 1a Europa ? E a qoem ne dirae leda asta.
scnAo ao genio pertinaz, fcmaaa .le carcter e api.
adn go-to do muito daga.! administrador, o Sr. Ma-
noel l.uiz Viries"." cidadao pre.t.mo**. qne lana, r
tao relevantes servir i..,n i,,.,, p,1Bfia
inor.neutr no periodo alll.rliv em qne nea arna-
raoi duranlc a invasao e intcn-idade de caatcia-
morbus tiesta ri.lade.
Jaque locamos nesla eirrum-ianri.i. rarre-nea
rigorosa aarigafiM da d./rr.....* alsoau eaawa em
louvor do 10en,... Sem medo de ranina*, em erra
podemos avanrar que aos destello, incaauvet* a
r. .raes, .levemos em grande parle a esliacran
da epidemia. A regularid.nJe das rondaren*, ^a.
cadveres e,los enterramenlos. a promptMan rana
que eran, fetioa. n.o anana om inalanl .le de-
mora, concorreu g. au demente para qne as mial-
mas peslilenr.aes que exhalam m cadveres nm pa-
Irefacran nao augmenl.isem a inferrae da albmas-
phera.
O Sr. Viries anda mais se faz ereder da o.*
sos elogios pelo -ej de-iotere-e : datada de *m
rorafao generoso, ...un como lem il.nl.. saaker a
1 esdui. de lodo. pela, manera* arru.aa r 1 tijiam.
sas com qoe (rata a qo.nlo. van ad cemrlerH.7"a,"-
siin lamben, se fez rredor .la i-oa admirara re-
cusando a grat.heario que ll.e lo. arencan, pe
governo em rcmooeraran doexceem de servir nan
nes.es lurluo-o. di-s p.-ou sobre srU. hoaihras. 11
anata do .sr. Var*ea jamis .....,...' ser eanaactaa
nao ha de morrer. quando sen cadver dentar aa
se|.ulcro,pa..ara alero delle e perlet.cea' a l...tar
se os contemporneas o repelem com admiraran e
conrem de bem merecido* elogio., a |...tet..'t..i. .
repetir com re.peilo, c o robnra' de betrin., .
Dos, romunerador do ment, nao detxJer' *,.,
premio tanta raridade e la* stAnir bnes-a da-
propr.os roromodos, ero favor do. no*se. i.nis,4e.
fuios.
Perd.Ve-nos o Sr. \aes ** Htendemo. a .. a..
desla : descola-nos o publica se nio ligam. t,.m
nossas ideal : nio temos inslrnerao, nem rM,w
de escrev.r, somos homem da rlaaaa ra nava
manilestamos noaan pethaimenlat rom lama --'
plicidadc, como -ao elle, iiutrnno. r rilan..
D V. E. /.
HeciTe ..de novembro de IHJ6.
,- ,--------^ .t ..^ .,,,,.,, o-ioii.-h,, uuvioas. lella ao fasc-nn de .,, .=.. -----.- H-. c^u.u >u-
donde poda voar, para lancar-se na bocea da-er-' de em tom dVn n '-',fS|l0,,'lci1 ri11-
pente que o fascina, obedece a um preronce.l., ? tl. nro,'da conv.c5ao.
esqueci-me das lieoes de
ILEGIVEL

MUTUSDIT

cerleza he completa, responden o joven conda na-
politano.
7 J'r ''**' rcv'le-nos o nome dense enle fa-
tal disse miss Ward com um laivo de zumbara.
Allavilla guardn o silencio.
Congna, que saibamos de quem devemo! dcs-
conhar, acrescentuu o commodore.
O joven conde napolitano pareeeu relleclir : .le-
po., levanlou-se, parou dianle do lio de miss Ward,
lez-nie uma smidarao rc.peilosa e disse :
Mylord Ward, |ier-||,e a mao de sua sobri-
A e-ta phraie Inesperada Alicia ron... vivamente
e n commodore pasron de vermelho a escarate.
,1. ,''t """''' A,,'M Pa mas' }'" V"x",c" '""' "as aiaanMtae
rico h T, """' "*1 "ra l"'11"- ""'i"-
rico, bem vrato na corle, dotad., ,1o educa,;,, paW-
^ri, 1ll"rH"r'a '""Prehens.vel ; sen Ved.....nAo
Zeira T '"hoa,,. ,,,,, ,, 1BJ
"on. ne, I' i"1"1'"'" traordinaria, re.ull.va
Ci '""'^r <*ada T" ......prT,r-
rent t ^'"i"ha eslava |,Be de serinJe-
nem deMnimado e a2,,rd0 a ritpMlt J,,,,
unr.',,e fro9le, diss.cu.lim o ron.mndor.
...,,. erenado, a pr.......t, de vossa eieellan-
r.a ..d,,ra-,e tanto qoanlo honra-m.. Na ver da-
hrih'a aaS. ^^"'1' "'"' c"'.....W -
e os' 1. iT' *' '"rm'- >< eMalnra, de
n ;,, r;"" :w-'""";' -s,,r,c """ i'
"'','......'' "'.V-'1" '"' <"-.. o casamente, ,- de repen-
Z .Un'iuV '''"" '"'"""<- 1eira perdoar-me
saialo, lenho a. .dr, bem claras a tal ,,-pe.i... De
; ceno esta nmlo serla pM. I,.,ri., ri, m|.
ni. sobr.nha t.nha ou.ras in.enroes. l|.\.,dTie
que um velho lobo mar.nh ,, Vu, ala M ren-
lamenta .... coraego dai moras...
. A liria vendo o lio rnlei'a.-e aproveitou a paata
' que elle ler depois da nitiu.. Dhrats pa.a talar re*-

tf '',BI'ICO M <^AIMORt-
Senhorri reiln'torx. |. e-je apanlead. a ~
sZLTa!'. '"JU"". m'"h' f*"0- f* "" '<-
fteral de honlein sol. a rpigraphn < le tat a ia-a-
molor publico da rid.de do Kee.fe-\ liL1!
respondo pnrqoe 1.A0 go.lo de di, a*Ve* denla arden.
i oden.l,., porm. .pparercr eapirilo. rraroe. asi
ST1. 5! "'" de ra,m "* re.,nHM*er.
ou por nao com|u-e..en ter o alcance da. pataVr. a.-
qnelle jornal, r,..l-roe mmm ,m,Vrt ".
das o lal arligo. ^
l'r.n pa elle -i. lem de,.n,oldr. nmaeeti-
vidade qoe espanta.1.| me |,,. A, ^
voluntariamente me elogia a literal, f.tend,
que -ou enana de aer.io e d. m, lograr o. ae.
com os naaeeeana de que |.de ana ., nue.n 1
' J1e lolle e .ll,.,,- ,,...
Depois diz elle': Melleu-se na rabera deant as-
", quedev.a serpee f oo per neTa*. an.nria.ja.
de seu lio pelo aanaanln circulo ,ie.t, rid.de nn-ni
que nAo recua diaole de dillicnldade ataan. Mf,
consesn.r os, des.derat.m. Eis-.-.q.. n ., J.
moda t.es .enbores do /..Vrel. .Nao ni te,, ,-,.
m.ll.r que ootra pesaos. l,., dellw. ltni,.
presentar n ,eu paiz. E.itende.n ... tac 101.n1.
qneopuzlbe perlence. e ei-lo. ..Uranda- a ca.
todas as taitas, e aln desarredlandn a quem .aanjat
capaz de emp.ehender e.l..rv.,-lhe, \ p,, _,
lie verdade que sou candidato a .apnlenru dnar-
gundo circulo, estn no meu daaste. I ai.
d- lodos o. nariM le-^aes para qne IrtlnMlai a na.l.-
do da ordena anda esto, no.,,,., direilo; m*. ..
que releva .dvert.r he qe a.....rala ,hk ora da
minlia candidatura, e o meo irai.al!... dorante a etei-
t.o lotero lid. por lim .. -eailanil. ,|., ,..
Hn qoem ser por /o. au ,, *,/,, .,pp|re At
meu t.n. enmo diz o Literal. Pracara waret d,g, -
cu'dades e remover ob-larulo. na ir.umpl.o da pedi-
do, on.camenl. |mr amor das idee*, lanl. qne ..Tana
mesmo. antofaena eaadMna; mea naaaeaa ira*.,
servido do logar qne nc.-..po, que para laao aada
vale, nem laa anaco da fraenta no da v.alenc. la*
commuu* a meu. adversa..,., indiuroi. e aue .. -
lamentareprov. anda me*m.. qoauda I... ,.,, ,u
por meni alludo*. '
sar uma .cena qo- torava-se a. e-m, a de-t an
napelitaae :
Canda, quando um homen, honrada pede leal-
ineute a .n.o de nina ,n...> l......-la, rila nao l-m
lie que ollend-r--- ; ma. lem .. d.re.ln de BaW-
i.hac a Turma exlrasa^anie dala ao pedida. Ka
I e.l.a-ll.e que .l.ses-e-iiir e nome da prele. I. 1..
jellalore, ruja inlloeocia pode, -cundo *a npiaian.
ser-me prejudicial, e a --..liar f.r repenlinan enle
a m-ujio urna prnpo.ta, enje mnl.vn nao compre-
bei.dn.
II" qur um I anida n*n \,, ., ,|- lata vanlada
denunria.li.r, r que ..... mando pea. delraaVr a
mullie.. Ma- lome algn, da. p.ra relted.r. M.
nnlln espeto t\....... r.irn.r. rvp.~lo, de um. mane-
ra bem v.-.vel Bastarla pata garantir a .caara da
lona o .nao acunlocimento.
Dito i-io o r....de levanlon-sc, e anata depois de
ler -auda.lo pr.dund.inei.tr.
\ ,c-, 1 feroz, rriad.. de rahrll.i* rrr., ana nj>
I nlaa antear o hule c a-.1. ,ana.. ....vira a hn. da
nnvei-arao -ul.111.lo a e*rda lrulan.ri.le : ella nn-
(Ir a ron.ra Paulo dr A-pr. n.oi.l a avien -.. mmm
,ranp.ineza de* Al.rn//i.s, duinr-lir 'a a|na. ,.,;
, dnaa na t.e. ...,.,.. na tet-vtea. p...ie trr nm l..ra-
t teiro laupeitedo de jellat.ua : alem dala ad ava
in.cu.l.co a -onde Allavilla. e n... r.aerb.a...
mim Ward pode pn.V.ir Ibe nm manrelai taa-
i:r.> r paludo, qoe ella mienta \ irr naa lena .a1l.
do, anida quando elle nao tu,... lulo fa.niMl
Assim i...,, ap.er.andn a daltiadiaa dn pr..rrdiinrnln
do nanda, e dr.rjan.lo ohlrahir .aa ama a ama >n
i lluenr.a prejudinal. \ ice initfia ea ee eeme. a.
mi Vt I, e dinte :
la-|heKQS" """'"* I"0 ** VHaviltanr..|-
I'rehibo-le de dlrer-n.'o, V ic. tenia aaaaaa.
degradarme, re.po.idru Al.cia. .Na terdadTi.
das ns.;,s .o,rrtirues ao vergonhote* efclfc
afr.,,-!., croo chn.U,. q., B/Jg*
,' OllfinMajr.*>4a.


Mas o que admira continua o /.ioeral, he
que o Sr. Antonio l.uiz, sendo promotor pabliro
lesla cidade, nitu repugue persuadir a sltzuus bo-
rneas, qu* se cliam pronunciado-, que Vio deven
perder o voloi e o ooudaia nie-nio a matriz para
volar.
A segunda parte lie menlir.i, mas siipponhimi.s
que fje vardade, naosabrin 04 senhoic- do Liberal,
que eu posso pedir dispensa d 1 acensaban desse in-
dividuo, ss 1 it.i* poder fazer, coaio devo ; c quo
o simples faci de votar do meu lado n,1o arcrtela
rn1npr.1m1s.11 algurn ? Quanlo a primeira parle cu
direi o que se passnu. Kstavam 2 homens que sem-
pre perlenceram ao partido, por cuja causa en pug-
nava, disposlos a prcstar-lbe seu* serviros, recelo-
sos de votar por cslaicm pronunciados e alliancados.
Ku Ihes aflirraei que padiam volir, e me en-arre-
cuei de sustentar o sea direito. por is-o q,, razia
parte da cminissn. inrombida das reclamaces e
da inspecc,ao d?s Irabalhosda mesa.
Foi chamad 1 o Sr. I,una, a opposic,.in qui/- dispu-
lar-lhe o direito de votar pelo faeto de estar pro-
nunciado ; eu pedi a palavra e li os arlgofl ''J e !li
da eomtlIaifSa do imperio, \\i. algaina- reflexfles,
apresent"i nm aviso explicativo Icssis disposiees
quanto aos proaaaciad, s ...Mane idos, a mesa nlleu-
deu deridio que o Sr. Lana v,.tas*e; sendo de no-
tar .pe meu digno Diestra, o Sr. I>r. I.oureiro, rrue
nao he suspeito, se conreocesae das minhas razos.
A respeito do oulro nao houve mu. reclamarlo al-
Suma.
Neste ponto o Liberal mostrou ignorancia da
conslilaiciio, Jcujo conticciinento lodos os dias in-
culca, e falla de iotolligenci* do autor do arliso,
quando confunde oexercicio dos direitos de eidadlu
com o cumprimento itos deveres do promotor publi-
co ; e assim mesmo quem sabe, se uau sera elle I-
um candidato, que se julgne 1.1o habilitado, ou
mais do que outro qualquer para representar a
nac,> > !
O secunda paragrapho do tal conwinnicado lie lo-
do msultaoso e por laso desprezivel.
Ah su pele queDio desacredite eu mais a jusli-
;a ila Ierra, e uno concorra para a -lesmoralisinio.
Ora senlu.rcs. al que ponto IP chegado a luipren-
sa da minlia Ierra Nem leos comprcheude o
l,bera\ a palavradesm icio?Nao sab -lie
que na eleicAo eu sou simples cidMae, e que quan-
do a le na cans,lerou incompalivel o pintooior,
deixnu etilrevcr que ana siiloridade nao poda in-
fluir na eleir.i'i v;lo ponderou que o fado de
puguar cu, como cidadao, pelos direitos polilicos
de uin iodividuo pronunciado nem de leve oeode
moral, nem me torna suspeito a respeito da causa
particular, que deve ser sempre considerada em
abstraccAo, quando se trata da causa publica e ctiin-
mum ?
Nao aba elle, que esse iudiv, pie se portn
na eleicjo cum^UTaTa dignidade rria um direi-
losaarHoT^pie!Ihe hegarantido lei fnndamnn-
tatTdo estado, e que l naiiToTp asa de niinha
pessoa e -un para conc.rrer le,il mente, alim de
triorophar o parl'do a qoo semp pertcnceu '.'
E blasonan) do liheraes boinen ue querem pri-
var o tercelo dos direitos polticos ue seus adver-
sarios !
finalmente acinscllia-me o /Jberal, que -pera
.len-,.1.1 do lujar, e deixe que seja lie oceupado
por quem lenlia mus moralida .e, dignidade, c II-
luslrarao.Aqui eu s descnhni desejo da .leseen-
caituar a um inimigo, que os al.ica de frente e sem
temor.
Nao son 01 .luios i de talento, nm de saber, mas
sao cioso de minha conducta. Meus precedentes
aotorisam a servir-me na eleii,.i, lo crdito, das af-
lic,5es c da razilo ; minha consr icia est tranquil-
la acerca do cotuporlaiuenlo qi nella tive ; nao
preciso como os ineus advers os, de engaos,
amanea*, e promessas exagerad para pleitea-la.
he nao peco demisso, lie porqu lizmente sui.po-
nbu, que mereco a-eoollanca das londades supe-
riores ; e lenho f, que nao ser dada pelos mo-
lejos de incia diizia de famintos, e nao trepidan]
ofrendar a repalarao de quem qu |ue seja, cman-
lo que Ibes tirva lato para coue seos Rus, Jim
quaiilo me persuadir dessa conli,. 1 hfi de excrcer
o meu emprego, dando a devida considerado ao
nue de miro disserem e.sses invojosu s, as mos de
quem a promotona lalve/. fosse om lu=ar hem im-
portante. Estoo no goto da nio<-,ricen,;a sem orde-
nado, e em detrimento do m.eu qualriennio, p ira
melhor exercer um direiio q ue a constituirao me
gaianle, e do que lem osinculcados liberaesa
louca pretendo de esbulhar-m e, sob o frivolo pre-
texto de seren rnoilos os prebndenles Cavalcantia .
depulacSo geral; acabada ella entrarei de novo em
xercicio da promotoria, com .0 mesmo proposito,
que sempre. de .eaor os dictan es de roinha cons-
cieiiria ; ato quo complete nm r.piatrieiinio, 011 deixe
de inspirar coutiaiira ao ggver 110 ; caso este, em que
a mais leve ioapsita me peder obrisar a pedir dc-
misslo.
fenlio res|>ondido. e espero nao voll.ir.
? inloiim l.uiz Ca raUanli de lbuqutrqtu,
Kecife 5 de noveuibro i.'e 1S")8.
IIIR'O l PRMB310 SEXTA fi\n 7 1 ROVIMBRO DE It.E
liij
!^-.
dcsle da ; era*, afinemente, partido liberal re-
coiihccendo que ,(in< PS.S lnajos |inham fi
exc ui-l da vol ao, nao quipersi-t.r nese i-
lenlo deixando pur conlj e rjl ,|u ue|ega(lu (uJ(,
quanlo de a. bir-,0 a|,i lica rei ido.
Vodia tlldeu/.Je a mesuM lea e sem nenhiim
causa apparcnlff., suspe.i leu-sios trabalbos, nieio
esse com que se procurara enfar a anposidlo, que
j.entao e.prllj,ava o que se issava.ua presenca
da quem nao po.,|ia o deleaado nvenientemente de-
signar os seus (fscolhido. para ireadores e junes de
paz.
No da II rerrodoziodo-H mesmo drsfaranieii-
to, o cidadao J|oaquim l.eon de Alencar "reque-
rendo que s, ci,U|d,sem a9 ja|as recenjdas ;,,,
loi attendi lo ; al vis|a do quirnleslou contra lano
artnirio, porn ti nies> que fizia o que Ihe or-
donava o delega lo, ,-, r0cu o protesto, e inst-
ilado o man cidadao, ,,r>e o mesmo fosse ac-
ceito e publica,!,,, |Mr4 > de loil)S .
serno ,,a acl,, ,,,,_ C|1J0 sj_
lenco l.z cu um,i inierpell r' "' "<. observando
que o prote- era concadide I' elle juiz nao po-
ma neixnr d. o iuanjar )er (aiuntar ao procaMO ,U
eieir.i.. se h Doma m.rfe um arlo tildo da de-
pravar*, e {lupeuda VonUf5 do d'le^ado. A ini-
nba propo- lo foi responda com novos insultos,
a mi;.-, pro,alisados pe| .fieaido, dos quaes dei a
necessaria ppa*| eom a r,anqae*a que me he pio-
|ina e com lo lindou-se eleir.io d'Ouricur\, Pi-
cando lucogna a apurac.0 ,|as ,:e,|u|as, segredo esse
que dr, propilo se ,,r(,-1Jr,u accaulel.r do punido
inerat, ja ssabe, para ,,ie o delegado pos a a seu
bel prazer, :ur como convem a designaran dos ve-
readores do Inieipio, ele-i-ndo para esse" lim a vo-
tarao, a umiiueru muit a excedente daquella que
servio de bu, ,,,ra ,|ar freSuozia 62 eleih.res, e
assim licar a t{to do J xu' e Salgueiro innnlila-
''' V"';'0 1"" recnnlie -ido, que boje nao prefaz
os -1U fOlanlesome S' iccedeu em ISiT, e 1848,
lempo em ijue p ia a recuezia dOuiicury inaior
somma d otaulsend o que para diiumuirao da
popular." ,rova -exa roes mili plantadas desde a
l8 saceos de cera re carnauba, a Amonio (lo-
mes da Costa e Silva.
s:7 l|2 alquoires sal, 40 mollios de palha de
carnauba, a onleui.
MI1SSUI.AIKJ tiKKAi..
Kaiidiinentn dodia 1 a '7.s.-lsi
ldem 'u ,liil (i.......' 8359610
5:1138791
i'IVI'.HSAS PROVINCIAS.
Rendinieiito do dia 1 a 5 .... 7(KnJ650
dem do di .1........ liu.-MiN
STTlblS
lDfSTl5S DE EXPORTACAO PfcLA~MESA
'.", ')NS|''*'"> DKSTA CIDADE NO DIA
.<' IIENOVEMBRO ni- 1856.
Lisboalitigue porlogoei Hora SoccaMou, Thomaz
de Aqiinio l'onscca i l-illio. ',., saceos assucar
r tranco, Itlcoums saleados.
LisboaBriaue portoataei >Liii III, lidiar & 011-
\eira, (8 couros salgados.
GibrallarEscuna ingloza itNoxo, ('.. I. Astlej ^\
Co opanliia. |.0 saceos acucar tnascava lo.
KarrallonaPolaca liaspanhola "Amelia.., Aranaga
Brjan, 1.300 cooro* aalgadoa aecevs.
Sxoorlacao .
Liverpool por Macei, barra inoleza ntlberona, de
ni) toneladas, eonduzio o seguinle : -- I (1S5 sac-
eos assucar. ; ga com qoe entrn rwste porto.
RBCKBEUORIA HE RENDAS IINI'ERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Kendiinenln do dia I a .". .... i.:ii:'o',(lll
dem do dia fi........ 7039309
..:7('.l
por
nefanda :a de t, a ..... prsenle, que lem da-
lo la uno beioi io, a grande emigrarlo de
nles pafjj riri Novo e oulros lugares.
;uuto ao liouve eleirao no Oun-
Burj foi om a|, i illicilo, que no caso de ser
sano o, tem do I ir a immorali lade, em ou-
ira < er (l(v,., Jll|0 |(ur exeIUj,|0t fla pr-
xima vao de 2 lovembro segunde em que
tem i leger-se u^ eilores em tolo o imperio,
poca ess mais eslroisa. por ser aquella em que
os bonicos indUliuelanla c mais que lodo as au-
toridades querem lev de vencida o lado opposln,
nnico nieio de se altanar uo recinto das asseinblcas
o individuo a que/se quer p.gar serviros impor-
tantes.
Do Exm. Sr. prdeute ,1a provincia esperam os
habitantes lo Ourio e mal* freuuezias do munici-
pio, promplas prornefas a evitar a reprodujo de
iguaes helae, se heie a l'regoezia d'Ourirnry por si
souao pode elegerrereadoresdo muhicipio,privan-
do ao referido dolcio paraqenao ousemais intro-
metler-se em orrclo m. qoal sn tem parte como
cidadao e nao roio preso de meios hostia, in-
fringindoc raiendofringir a lei, unir laboa da
salvarlo de todo oasdeiro no acto de conferir seus
votos e urna eleij
Teuho sido poilemais exleuso, desculpenie o
leilor.
Srs. redartores.siram em seu jornal esla fraca,
porem verdadeiraposiro, como que muitoobri-
garao ao seu com le leilor.
E%u' 20 de setero de 1856.
mao tieraldo de Carvalho.
m) ttnip*
SUMOS.
Sobre Londres, Ti '.
a Paria, :ifi. 0
i Lis ,oa, 98 a loor ':, de premio.
Ki de Ja,,ei;02 a I por 0|(. a 13 e 30 das.
Ac,;oes o Banco, ii ,,", de premio.
cnmpanbia) llebeiibe 55000.
companhi Irnambucana ao par.
JJtilidade lica, :iu por cenlo da premio.
ii Indcmiiisara. j-> dem.
Osconto de letlrate 7 a 7 l|2 por Oin.
Dito do banco7 i por 0|n.
(>uro.(incaa hsmhola*. 289 28S500
Aloeda d.eiO0 velhas 7 TfiJ(HI0
" *6**00 novas .... ltjgOOO
Prala.-I'alac. "ra.ilairo...... Son
l'csos nlar.-.s. ..... -SmJi
. 1C860
xica
nos.
^li'a:N|>1)a
Keiidiroeiiio r''a I a ^
Idam do dia- .
17:3731910
20:6593sl6
68:0;:J(
. Oesc-f"'" l>,. 7 di HOtembro.
'larra inalea'*?*tu |,,.lu_
Barca uatr"flrd%ierba'caihao.
Barca baiB**~lia.Imiiiuumercadorias.
Barca ingfng<^anpAan(aidenj.
Barca por i Mara Joti podra* de cau-
... do Acaraeii,
consignado Si onralvesda Silva, DMDifelo
osenuinle : leijao
7 siecus a. |a:1 ,eil)S 5il);| a All(ouj0 q
calves I'ereii salg
2.1.1 eonro* ues i, ^ mei4 ,.,.,_ Larrica se|i()
a Jaae KodriEljao.rreira.
21 saceos fenes.| djlus ml|]10i fl djl()s
a Antonio i,. eror.,.
_2S couros sacio,,. L| (|ilos c ;, m;),.us couru.
miados,,-AiH ,n sola, :il .os carne. 8 saceos
1 barrica sebo ; a
s salgado*, 2 barri-
eira.
ros miado*, I saceos
leijao. 2 g.irajan|a|o. 1 dito
Joo Jos de C1 273 arrobas i(i Re, oj) cn.
cas sebo ,1 ,|,i..i. 'irigucs !",
"71 raeioi so macse ,
fciao ; a |.". de *K da Sal *
filli me.os de ; ; a M''<*l fconcalva da Silva.
I fardo l.aeta 'ei Ierre'" & Malheus.
1 eniliriil li ,
saceos fejao. 77
IIX) ditas carue
S:IU ponas de
courinus, 5 harr
l'armlia e gomu
I caixao queijos
saceos milho, ;i,
Darcaca liar-
Alagoas, me
eord". <17 ieis Je ,0|ili j,,
> *ap*o*, 20 arrobas queijos,
leira de Barro.
"ro> salgados, 1,087 maros
.]." lceos gomma, 2 caixiies
l .rt,'J''0' '' (l"0' f*""ba
'IP'cole redes, 1 dito e 13
os sol..
. JO!
A eiei'cao de camarista e initw de paz to OuricM
em 7 de retembro do frrteiite.
_^ui)aa.rjeseje. e mesmo nanea ni >yibrei de
crevar para u.bl!o;-ceroiii>pceudi> uncir,ljnc lu-
do a minha incapaeidade para bem salisfazer as vis-
tas do leilor illii.iia.li, que mullo respeito : em se-
gando lugar por uao eler al o presente emmara-
nhado-me em posirao dilliril na marcha da poltica
qoe sigo, e que por esse lado tivesse rontrahilo llja| bra.i In^nnrl..! ...- i
obrigar.jlo de me fazer conh.cido, ou ftzer aparecer jajuvcncivel-generos do pao.
o meu n-rne na* columnas dos jornaes dcsla pro- PORTACcVO
vincia. mas sendo verdade que nem sempre o ho- V? .
mera pode estar em silencio, a par de sua familia I alacho ia Alai Emulaeloi vind,
cuidando de seus inleresses pecuniarios, he esse si-
lencio que boje vou rumper. jn que nao puaao, e nem
devo mesmo ser ,. mero espectador do canibalismo
qoe domina rerlos homens, em cerlas pocas, mor-
inenle uaqaellas que lem losar qualquer eleirHo, ca
por estes serloes tao distantes da ioipeceao ,'lo en-
verno. Firme neste proposilo eis-me'peranle o
Exm. Sr. presidente da provincia, noliuiaudo-lbe o
que succedo na villa rio Ouricury por occasiao de
se proceder a eloir.i de camaristas' e juizes de paz :
sendo que i faclos lao desordenados, como os que
vou referir me fariam resolver ptla primeira vez es-
creveudo essas mal Iraradas liona*, e a cada um lei-
lor peca) m'l desculpas pelas rallas, erros e lacona*,
que%em dovida enconlrarao na linguagem de um
sertanejo, a quem fallam mesmo os primea o. co-
nherimeiilos.
Achando-me no dia 7de selembrn do cerrente no
Duricuiy na casa destinada para o acto da allela
vi que em lugar de e comprir a genuina dbpoaicio
do arl. I S I- do derrelo n. 812 de l!l de selembro
de 18.5, que hoje em additamento a lei de I! de
asoslo de 1816. reaula o modo dse organisar as
juntas de qualilicacSo e as mana* da assemblas pa-
roebiae'. o juiz de paz Antonio l.aurenliiio Monlei-
ro, em cumprim-nlo ao mandato do delegado Alva-
ro Ernesto ,te Carvalho (iranja. chamou por sua im-
ii), nal., non,car i .. para cnmp.'.r a mesa, e como tal
servir de sacrelarios, e escrutadores, a Jos do Re;o
Barros, Latido Res* Barros. (Juinliliano Mendes ila
Silva, e Mauoel tionralves.
A vista de nma seielhanle illegalidade.o cidadao
Joaquim Leouel d'Alencar, requisilou o cumprimen-
to da lei, e observou que esse escndalo, feria nimio
de perlo a marcha que devia acompanhar um acto
serio, e s digno de respeilo, qur da parte dos em-
preados (oneciouarios na mesma clr-a ., qur da
parle dos votantes, e que a s; desvirgioar as rearas
establecidas pela lei. convertia-se o acto, em om
ajontamento jllicilo, indigno de merecer o noo.e de
ama eleirao. O Sr. Alvaro porem que de bom hu-
mor nao sopporla ouvir fallar em lei, pura si lellra
mora, nao deu logar a qoe o juiz de paz respondes-
se. ou salisfizesse a es gritos extraordinarios decluruu ao requeren!,' di-
zendo-lh que all nao india a pal,.vra,que nada po-
da teqoerer, nada fallar, e que por lano calasse-se
accreicenlaudo que naquclla e!eico, o partido da
opposian nao lena om s vol porque elle nao que-
na. A' ouvir eu estas paUvras lao iosultanlesi ao
cidadao braailairo, no aclo de dar seus votos, com
aquella liberdade garantida por nnssjs leis e lao
claramente mandada executar pela circular da pre-
sidencia de II de agoilo ultimo, nao pude dexar de
exacerbar-me mas rom toda rnodeai-ao, devida ao
acto, asligmatisei. esse inaudito quanlo criminoso
procedunenlo do deleaado, e ob.ervei ao jaiz de paz
que nao se poda fortar ao dever de comprir a lei
suh pena de rahir em urna responsahilidade e de
deixar aberta a e.Irada de semelhaiile monslruosida-
de, ate o pre-ente nao pralicada ; o juiz de paz a
quem faco pislica. nao obstante ser papalvo em alei-
gao, deu deinouslraroes de alien ler ao que Ihe di
/ia. mas o delegado que so nutre em seu paito cou- Visia
sas ma, o nao deixou obrar, a com a maior impru-
dencia, insollou-iiie e ordenoo ao* soldados da forea
publica, que me piendes.cn, me arrastrassem ele'
mas nao foi obedecido,porque os bravos soldados <0'.'
hre o commando do ,1,.Inicio .Sr. capujo Perneado
c do sr. alleres .Auguslo sal.em des|irezar ordens uia
emanadas da autoridade competente para conler i
onlein em una eleirao.
Cndanla esta scena, lillia da malversarlo do Sr
Alvaro, resolv continuar a presenciar luuo naanl
occorresse no periodo da eleirao, e vi que em resal-
tada licou a mesa oraanisada pelo modo que ja ex-
pend, e sem te comprir a terminante recommen
darn da piimeira parle do artiga %, da lei ne
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendimeiiin do dia I a .> I;9357il
..... 1:3914986
6:330a727
dem do da 6
'' rttfcp ? porto.
hartos entrados no da 6.
Aracaty8 das, hiale braiileiro Invcnriveln, de
1/ tonelada., in-slre Amonio Hanoel Aflooao,
cquipaaein j, oiga cooro* e sola ; a Martius Ir-
maos. Perlence a Peroamboeo.
Para, Ceare A**u';t dias, do ullimo porto 2,
patacho brasileiro Auna, da 201 toneladas, ca-
pital. Paulo Jos Rodrigues, equipagem II, caraa
sal e mais genero* ; a Jos llaplista da Fonseca.
erlence ao Ceara'. Patsageiros, os menores Al-
ijado da (.ola \\ iane, (uilhermiuo Nap.deao da
Losla .uoreira.
Giageniorlli',:, dia*, barca americana Palhfinder,
de 42Monel.ua., capilao Itoi.ert Kalloeh, equipa-
geni 13. carga pelrerhoa para estrada ,|e ferro :
a l.aac t.nrio. Perleoc* a Thomadon.
Ila\rc--.(i. das, -alera francea Ollnda, de .117
tonelada*, capiuto Duroiy, eqopagcm 17, carga
raan t-s ; a Lasscrre & Companha. l'erlence ao
llure. Pataageiro, M. Pedro Marciano.
Ajeros w,'r/,.. ,w maaiao dta
llucnos- A y res por MontevideoPatacho brarileiro
,,| elicaiioo, capita. Joaquim (Je..rae II .malves,
carga assucar. Paaaageiro. Thomaz l.uiz.
MontevideoPolaca hespanhola Callialana, capi-
lao Pabla Ion!, caraa assocar c aauardenle.
P*ra aporto*iolerraediosVapor brasileiro ..Im-
pera loro, c.iimuaudaiilc o I. lenle Jos de No-
ronha lorrezao.
mmta.
O agente Oliveira fara' leilao, pot 01-
dem do lllm. Sr. cnsul dn Franca aesta
cidaJe, da mobilia, algurcas joias, eobrai
de piala, espingarda, i-elogio, e varios
outroobjectos pertencentei a" liquidacSo
da masta do Cnado L. A. Boudouv, tu'b-
ditotrancez: sabbado do corrente, a's
10 horas da manliaa, na casa onde residi
.nilsjeirus sao paa"* prlos navios. UltO lili 1<|, ,. l'||;t (lllS I'i'! Il.l! :l! r 1'' I n;is ||;i
A r o, i,, ..i |. !., bordo, oo descarga de gneros I Capunga.
1 uuapsonpr navios ta ,..., ci.la .lu.i..-
" ; a ordem.
;' Diligenlci. vinda de
Bdl""da das Dores.
panhol ; a Ion Joaqu" "'as Reroandea.
I pranches de a*'Vi e burdaozinbo, 1S Ira-
ves de 10 palmos, 1 dJ de louro de 30 a io pal-
mos : a l-rancisco I da Silva
Mendes! deJa"S"l*1'UCa; a M,nol "'"
Barga iagleza Vfrik vinda de Terra Nova.cou-
s.gnada a Saonderr ftlhors. cVc. <:, manifestou o
seguinle:
2:800 l,rrcsfcallio; aosmesmos.
Vapor natioril. Salvador, vindo do norte, a
agencia ma ne:lo.n ajjaiBie :
10 rollo s :*.!*.; a Tnomaz ue |.-arias
8 ditos dita a |i. Franjeo de Suza.
I cai\a i^nc, ^ ; a Feidei;Pinlo Ac. C
1 dita d no; Domingos Alvo, Maetis.
1 volut ne dj ; a Aranaga Brian.
1 caixr le 4 ; a Jos Amonio Lessa.
I lata lil' a Francisco de Salles l'creira Pa-
checo.
1 cai.vo lio dilo ; a ordem.
1 cabra ^oo ISaptisia de Castro e Silva.
Vapor nonal Imperador-., vindo do sul; a
agencia n loeslou o seguinle :
1 saca > a ordem.
1 caix: icnora-se ; ao Exm.presidenleda pro-
vincia.
la, c 1 volume; ao barao da Iloa-
1 do,
de agosto de 1846. o juiz de paz de por lindos os
Irahalhns ., ilia 7.
Na da S reunio-se o juiz ,je pa( e ses nomeados
ou os nomeados do deleaado. ,. qaando eu pratoroi I
que no recebimciilo das cdulas, livesse ese aclo ,.|-
auin viso de eleirao. resnllou que nao liouve a cha-
mada dos volanie* romo determina a Iri, sendo que
aa quarleirucs approxiinando-se da mesa, estes sem
precedencia ou diitinroao, deilavam as cdulas den
Iro da urna, o que deu luaar a volar peana* nao
qiiuliliradas, e individuos rldenles em onlra pro-
vincia, como leuibro-ine perfeilamenle de Filian
Itodrigoe CoeIho, qoe lambem volou sendo morado
no l'iauhy.
I) deleaado iulrodu/.io-se por entre a ludia
di-tiil.uni'l'. cdulas, e abrigando a aqntlle* iioe Ibe
raziam qualquer obfervacao : os mesan,,, oceupa-
vain-se em escrever redulas, pois assim convioha pa-
ra augmento da voiacao dos vereadores-
Cuiisuiuada lauta fraude, no da 8 o mesario y\
noel (oiicalvea deu-se por doeule, e longc da ser
.substituid,,, como prescreVe a le citada, o resultado
lu a Itiinina'. dos Irabalhos, licando lado no ala-
fa quo. "J
No da 9 i.eiilniiii recebimenlo se fez, porque ia
nao eiisha neuhum volante que cenviesse sua vola
oo ao delegado, e porque a oppo*icio explorava o
eii.ejo de legalidade para dar seos voto, 0 joiz de
paz preteila molestia e da' por lindos os trabalbos
i i. GVEL
1 volti
Barrada.-
1 caix
i bafa
1 pac
ca)
i diu
1 d|.
l di'
mos.
3
q
rgnora-se, ao Dr. Joaquim da Cosa
dilo.ao cnsul franecz.
s folba ; a Domingos de Souza l.eo.
ignora-se, a Joaquim Jos de Amorim.
dilo a Joan Jos Mendes da Silva.
lo a Jos Candido de liarros.
itoa J. P. Adour &e. C.
ilo, a Antonio l'ereira do Oliveira 1.a-
diio, a .1. Falque.
s dito a No raes iVc. C.
,iado dilo a Ignacio Francisco dos Sanios
i dito, a Miguel Jos Aire*.
o dilo, a Domingos A. Pcixolo.
lame dilo, a James GrabrUe s\.c, C.
los dito, a J. Rostrou &-. C.
.ai-rica dilo, a Manoel Peixolo de I.acerda a.
volumesilito, a Novaes e C.
canastro dilo. a Augusto de Oliveira.
(volume dilo. a C. .1. Asiloy e C.
. caixole dilo, a Manoei An'tonio de Mofan.
Uvate nacional alnveneirel.i vindo do Araca-
, consignado Manas & Irmios nianifesiou o
raiole :
2 caigas de velas de ceta de carnauba, 15 saceos
cora dudila, S ditos de laijo. dilo pennas. -li Ji-
los gomma, 3 barricas sebo. 10 pacotes calcado,
67 couros =algados, -2070 meios de sola, 1070 e
293 molbos couros da cabra curtidos, a ordam.
Patacho nacional Anna, vindo de Maceio',
consignado a Francisco de Souza Teixeira, mani-
festouii seguinle :
O lllm. Sr. inspector da lliesotiraria pro-
vincial, em cumprimenlii da ordnni do Kxm.
Sr.' presidente da provincia de ->1 de corren-
te, manda lazer publico.qne no dia -20 de no-
vombro prximo vind,.uro, porania a un-
a da la/onda da mesma tbesouraria, se lia
de arrematar, a quem por menos fizer, a
obra i ao d Aillo, avahada em N:030/i>00.
A anemalafio sera' leila na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 185i, e
sb as clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozereui a esta arre-
matarlo comparecam na sala das sessOcs da
tnesma jutila no dia cima declarado pelo
mcio-dia, competentemente habilitadas.
E para constar se meudou allixar o pre-
sente e publicar pelo (Diario
Secretaria da thesouraria provincial de
l'crnambuco, 30 de uutubro de 1856. -O.
cretano, \. i'. d'Anounciac^io.
Clausulas especiaes para a arremataco.
1. As obras da ponto do nimzinho scrao
reitas de conformidade com a uUnla o ..re-
menlo approvado pela directora em conse-
llio e apresentado a approvai.'.'io do Exm Sr
9T0mf "le da provi,":iil na nporUncia do
->. O arrematante dar principio as obras
no prazodeum mez, e devera conclu-las
no de cinco inezes, ambos coudos na for-
ma do artigo 31 da le provincial n. 28.
3. O pagamento da importancia da arre-
matarlo realisar-se-ha em q na tro prestarOes
iguaes; a primeira dcpois de leito o pnmei-
ro terco das obras; a segunda depois de con-
cluido o segundo terco; a terreita depois
do recebimenlo provisorio ; e a quarta de-
pois da entrega definitiva.
.4 l'ara tudo o mais que nSo se adiar de-
terminado as presentes clausulas nem no
orramenlo, sc,'uir-se lia o que disuc alei
provincial n. -286.
Conforme. o secretario, A. K. d'Annun-
ciarjao.
0 l)r. l'raucisco de Anta Oliveira Jlaciel, juiz de
direito interino da legaoda vara criminal da co-
marca desla ci.-i.de do Kecife de Pernambuco,
por S. M. o Imperador, que lieos Roarde, etc.
taro saber, em vi,lude do arliso -JH(i do cdigo
do proeeato criminal, que leudo sido convoca-la para
o da lid,, crreme a quarta nwo judiciana do
jury dele lermo, instaloii-se a l.'ido correnle, c en-
cerrou a .11 do .nesmo, leudo ,i,|0 julgadus uella 11
proeeato*, conleudo U> reos presos.
I'orain assidnos os seuhore jurados elleclivos se-
gumtes :
Jos Maria Cesar do Amara1!.
Antonio Jos,; Uarle.
Antonio Francisco Illas.
Dr. Loizda Carvalho l'aes de Aorad?.
Domingos Alves Hatheoi.
Jos Bernardo Ventura.
Jos Cavalcanli de Albaqoarqoe.
JoaoCbrisostonio l'crnaudes Vianna.
l'raucisco Antonio da Silva Cavalraiili.
Jos Jaconie de Araujo.
Ileriniio l'erreira da Silva.
Feliciano Jote Gome*.
Manoel l-'loicncio Alvos de Maraes.
Foi meuos assiduo. pr motivo latineado, o jura-
do elfeclivo Jos da Itocha Paranhos.
I'oram assiduos o- aenhore* jurados supplentes
sesuinles :
Jos l.oorenro It-stos.
Antonio f.oines Paaaoa.
Severiano Pinto.
Alvaro Aogoato de Almetda.
Caldino dos Sanios .Nui.es de Oliveira.
Herminio Alves da Silva.
Joan Francisco Itenis dos Aojo*.
.Miguel l-ranrisro r!e Souza KeRO.
Dr. Antonio Ransel de Torrea Bandeira.
Jos Krancsco de Sou/.a Lima.
Aoltoio Carneiro da Cunlia.
Juve.icio Aocatto de Allia\de.
Dr. AOROito Carneiro Mon'leiii. da Silva Santos.
Antonio Serapliim da Silva
Jos Jcronymo de Sou/.a l.imociro.
Dr. Francisco Epifauo de Paula dos Santos \lle-
luia.
Dr. Manoel llamada d-. Silva Coila.
Jos Narciso Camello.
Josc Antao* (iuimarae-.
Ilemeterio Maciel da Siha.
Loil Francisco de Sampaio e Silva.
Joaquim Antonio do Catiro Nunaa.
Dr. Roseado Aprigio Preira lanimarae*.
Poram menos assiduos. por motivos jlMlilicados,
os senbores jurados supdei,les seguales .
Jusc Velloso Soarcs.
Antonio da Sooza Kan^ci.
Francisco Serijio de Mallos.
Jos Joaquim de Lima.
Foram multados em ilOOsOOO os tenlioro* jurados
logointoa :
Antonio AuROIto Maciel.
Antonio Norbertu dos Sanios,
.loso Lucio Monleiro da franca.
Leandro l'erreira da Canha.
Augusto de Sa e Albuq iciqiir.
Francisco Antonio da ngoiar UoulariO)os.
Manoel Mendes Ca nem. l.co.
Loa Marques Lavalcauli.
Manoel Mendes da Silva.
Joao Baptitla Porreira u'Aunoni i.'.ao.
Joo It.!iiiu5 da Cruz.
Melquades Aulunea ,1! Almeida.
E, para constar, iiiaudei paitar o presenta edilal,
que sen publicado pela Imprenta.
Cidade do llecile, 31 de ,ilol.ro de 1836. Efl.
Manoel Corrala (jomes de Almeida, etcrvAo interi-
no o escrevi.
Pranci dem idem e remessa de laura* de cambios 1
cenlo
dem negociacao de Mos I ;\ 2 por cenlo.
dem cobrancaa de lellras n vencer I por cenlo.
Idnn idem i lem vencida* :t por cenlo.
dem idem de cillas de alugueis de predios.". por
cento.
Idem idem de frele de seeros importadas I a .".
por cent.
Idem de consigo irao de navios He cabolatiem, in-
clusive a aacneia da c.l^^a a (rer i5j a IllD-yion'.
Idem dem dem de Parlugal tifia a Imi-o,,,,
Idem idem idem de oulros paitet sobre o frele
J I\2 por rento.
Idem idem dem sobre o frele ageuciado ."> por
cenlo.
Idem adiantamento para o rusleio cado.
dem dem sobre o premio do seguro 1 I r> a -' or
cenlo. ~'
Idem idem de-'piva de navio* 5 por cento.
Com ni i-sao delcredere.
Pela venda de gneros de Mlivi 2 por cento.
dem idem fa/.endas Ingle/as e nutras 2 a 2 IrJ
por cenlo.
Idem dem fazendat francezit e allomSe* f por
cenlo.
Idem dem idem 2 \\2 por renlo
Pela venda de miodezat ". por renlo.
Idem dem sobre leiir.s deaeonladas I per cento.
Armaieaagem.
Por lazcndas nos aroMMu do commercio I por
cenlo.
us armatent alfandegtdos e particulares o que
maream as tabellas, ou por ajuste previo, pago por
Irimeslre pelo vende lor.
Do assucar e algodlo he pago pelo coinpradur ou
exportador teguodo linbem as tabellas, oo o a-
I usa.
Os embaripies mis trapiches.
De gneros para bord. de navios a segair para
portos nacionao* ou porlugoraa* sao pagos pelos car-
regadores.
Idem dilo para bordo de oulros navios para portos
estrangeires sao pagos prlos navios.
A conduelo para bordo, oo des
de quaesqoer navios be por conta deste
Os frees e primagon* da merfadono* carretadas
iicsle porlo, s.io pagos da deJcarSa pelo rece-
hedor. -.^~
^ao ha primagem para os portos do imperio, Por.
lugal e America do Sul.
Os eiifardameulus Silo por tonta do vendedor, rx-
ceptnam-se os do algodo que sao pagos pelo cjpor-
tador.
As marcas dos saceos de ajsiicar sao feitas pelo
armazenario, as das caixai de assucar e saccas de al-
godSo, cooros e oulras s.io pagas pelo esporlador.
Oscarrelos sao pagos pelos compradores dos g-
neros.
Na venda do assucar para os armazn* da'-se duaa
libras por cada sacco para quehras.
A farinha vendida a bordo he medida com ratea-
ra ; a vendida em larra he rom cogulo.
As taras de quacsquei volume* sao verificadas a'
volitarle do comprador ; as do a/.eile sao de 18 a JO
por cenlo cunforme o tamaito e grossura ds cascas,
lando o galao calculado em 7 Ipi libras ; as dos bar-
r* de manteiga franetza sao de 2\ libras por cada
um inlciro.
As dos barril de manteiga iuglcza dO libras por
barril inleiro.
A hala,,;., ou peso des gneros he paga pelo ven-
dedor, exrepiua-se o dos courot que he paga pelo
comprador.
Os prazos para os gneros de estiva regulara de 1
a 8 mezas, c para as fazend uceas de s a 12 mesea,
sendo realisados por meio de lellras.
O sellos de leltras sao pagos pelos laceadora*, cx-
cepluam-se os dos de dinbeiroi a' premio, descont,
ou dado em pagamento de lellras Ue cambio, que
sao pagos pelos aceitantes.
Lellras de cambio lio laceadas a 00 ou W dias de
vi-la.
Sobre Londres da'-se 1,011(1 cortos por variavel
qoaolida.de de dinheiros Mterlinoi.
dem Paris um franco dilo dilo reis.
Idem Portogal tOOjOOU fortes dito dilo fracos.
Irlein llambiirgo um marco dito dito.
Para o calculo dos freles a I,mellada do dillereu-
les arligoa he a segoinle:
Assucar cm saceos 70 arrolias.scndo em caixa mais
I por cenlo.
Couros seceos salgados 36 arrobas.
Couros verdes 70 ditas.
Algodo 2S ditas.
A* pina* calrnlam-se por (i \\2 liarrlcas paran
sul.
Para altcstiis da'-se uas vendas de vinbo e vinagre
I por cenlo de al.alimeulo ; se ha falta he ella rega-
lada entre os contraanles.
I no dia inmediato para o Kii; de Janeiro ; pode re-
| reber a treta neravo* : tratase no eacriptorlo de
Isaac, Corto A; Companhi, ra da Cruz n. 'l.
Rio te
neiro.
Bapcra-M do Asia' o brigoe Impera lor rio Ura-
nia, o qual depon da inllicienl* demora para receher
(seravoi a (rete, seguir' pira o porto indicado :
a halar eom .Manoel Alves l.uerra, na ra do Tra-
piche n. 11.
Para o Kio Grande do Noria e Aran' Mitin' em
ponen* dias o hiale Anglica; para carga a pacta-
aeirot, irata-ae eom Antonio Joaquim Suer, ra da
t.ro/ ti. II, primeiro andar.
Para o Ceara' taha o hiale "Aurora.,, .linda re-
cebe carga : trala-se com Martin* A Irmo, roa da
Madre de Den* n. _>.
de Janeiro.
Begaecommoiiabravid.de o brlgae (Liberal,
por ler niela,le da carga Iralada ; para o resto. p.,s-
lagtiroi a atcravoi., lete, trala-se com Cael ino Cv-
riaco ila (.. M., ao lado do Corpo Sanio n. -J...
t U&a.
Leiii
U9&0& -'--O.
COMPAMIIA TRANSATLNTICA DE VAPO-
KES SARDOS. ,
O vapor Genova de -UniO toneladas, a hlice c de
orea de .ion oavallo*. sabio de Genova cm 30 de oU-
ubro correnle. bieaodo nos porto- de Maraelii. Ma-
laga, Laa-iz, lenenfe. c devochegar aqu no dia 12
de noveinbio. e seguir para a Baha e Uin de Janai-
ronodiai.l. Os paitageiros qoe io dlitinarem ao
IMo d Prala paaiam oo Rio do Janeiro para oatro
vapor da mera coronaohla deslinado a faicr
aquella Vl.,aem mensalmenle. .No I. de dezembro
sainr. do Kio de Janeiro o dito vapor Senotd em
sua volla para Eurupa, locando na Babia, e deve
cbegar aqu no da S e sahira' no dia 11 a 4 hora*
da tarde eu direilura a S Vicente, Tenerife. Cdiz
e i.enova. Recebe passageiros para lodos estes por-
tes e lambem para Marselha, para o que lem os mais
Denos commodos, exeelicntc (ralamente de mesa e
cama, bom medico, botica e grande numero de cria-
00*. O proco* dos passHgeiros para a Babia 25 pa-
lacoes, e Itio de Janeiro -0.
Leudo
Oasanle \ieira da Silva fera' leilao labbado, as
ll horas da manilla, no seu armizem na rita da
aladre de leos, dos objectos qc se acharem pre-
sentes, assim como de urna prela moca, perfeila eu-
gommarleira.
LEILAO
O agenta Viaira da Silva tara leilao. por conta e
risco de quem perleiuer. de 100 saceos com farinha
de mandioca, em hiles .-, vontade do* preicndenles
sexla-feira, 7 do correnle. as 11 lloras da man' a i'
no armazem do Cazuza,defrontn da alfandega.
Leilao.
<> agente Pestaa far.i" leilode grande
porraode obras de marcineiria, novas e
usadas, inclusive tuna mobilia de Jacaran-
da em milito bom estado, e excellente
SOSto, assim como tima armarao para luja
defazendas, emuitosoutros obectosque
estao patenles, e serSo vendidos a' vontade
dos compradores: sexta-feira 7 do cr-
rante, no seu armazem na ruti da Cadeia
do llecile n. .">.">, a's f I horas da ixianliaa.
Leilao
Heniy Gybson fara'leilao, por intei-
veicio do agente Oliveira, domis esplen-
dido soi ti monlo de fazeiulas inglezas, to-
das propras do mercado: sexta-feira 7
do corrente, as 10 doras da manida, no
sen armazem, rita da Cadeia do llecile.
1'or ordem do hxm.Sr. juiz de direilo especial
do .ommercio, a reqoitiel......s administradores da
masta fallida de Nono Mana de Sejias, por inler-
veucaodo aganle Oliveira, o no eaertptorio deste,
rao a leilao no da leala-feira, II do correnle, asi I
horas rJamanhla, o seguales predios porteacentei
* referida mana : i murado na ra do Amo.im u.
1.1, dito ni da Penda n. (i. I sitio na Murada deSan-
I Annt (Uiaeon)eom casa morada etc. u. "I, e l
casas, sendo as ,|e us. 5, (i. 7, S, 10, 12, 3io35 na
Casa lorie, c seis u. campia do mesmo lugar, e
um tilia lambem na Cas.-, porte com casa parle mu-
rad. : c.iiMdam-se, porlnalo, o pretendenles a
etammarem anlecipadamentc os menciunados pre-
dios. '
Por intervengo do .iganle Vicira da Silva, uo
sen armazem na roa di Madre de Heos n. na
quarla-foira.jo r0TrPU,p ,,. |ei|l|) nm
caix.,,, ,ic cas l(e pedra e cal, silo na esla la doa
Alllictos, com 30 palm.nr de freo te c (l> de fundo,
em um tericno do 200 palmos, foreiro, leudo diver-
ss rroeleina e cacimba : us prel-mlenles podem ir
ver o referido eaiao de casa e bemfeitaria, ,,,,.. se-
ra vendido com ai necetsariaa segurancas a nuein
mis ricr.
ffJi^r )vttM,
<
c
O
14
)?C 01
I sos 0 csl'.los ronimerri us ra prara de Pcinamhu-
co. collegidoi pelo Ttjibonal do Ouimercio reipee-
livo em coiif.rn.idali- do ail. 2\ do rcgulaineiito
n. ,.18 de -J de noveml.io de I80.
Pela venda d< gneros eslraugeuos 2 a 3 por
cento.
Idem idem do paiz 2 a :! por cenlo.
Idem compra de gneros do paiz e saques 'J
por rento.
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es
c
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B.S
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( oiiip/tithiit eseguro con-
tra a iiiort.tlidude (loses-
cravos estabele,;i(U no
310 D JANEIRO
CAPITAL 2,000':000jj000.
Agencia /din/ de Viriiantbuco H. 13 ra do Crespo.
Pagar-se-ha sobre a nvaliaclo de I:IKXHMN) e
mais ou menos em proporrAo de uolro valor inclu-
sive o sello da apolice etc.
Dom idadei.
He I Jalo entrar aos io anuos IMialOS por anuo.
As conJicoe, imprem poderae ser procuradas no
cscriptorio da companbia.
! Uar-se-ha cdnsolUl gratis aos escravos seguros das
para io boras da mantisa, no esrriidorio na com-
panhi.
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ara o iflara-
ao
seguccommuila brevidade a liana |||-
LI1ANTE, Un a bordo a meia carga ue
liouve doltin deJaueito, e aqui afuma
prompta : para o i-csio que Ihe falta, tra-
la-se com os consignatarios Novaes C,
raa do Trapiche n. Si, ou com o capi-
lao, na prai a.
; 7->
Latera da pro-
vincia.
(
o
lia tc,ni
fe I i es
orre amaiii.a.)
l)H\oa iirnado ai
los, (I
US
os
I.
Hllliclc.s
Meios
LOrEBIA l)
Resumo da extra*
lotera para as ol
cao desta corle:
de is:.i.
1 4168 .
1 K(I .
1 2831 .
I 4Tfi .
r. 23442728
38725884
10 181 543
'J-28.,_ 2.10.'>
:>2'it>:.s67
20 162 7771005-
14281465 -=l(iS-
1~^1IS(i821 H-
237829913195-
447349475424-
(0 ,')(i <)(-^ .so
^',;. :,oo 797-
92110141108-
118.'i 129611)7-2..
lso;. -19302061-
228122832207-
218644942564-
257228002815-
29323138-3148-
321837418797-
392339743079-
108411484237-
4274 --47414865 -
510354225451-
.'iiij.!,-,666.'i72.'i-
100 ,1c.....
180(1 de.
RIO DE JANEIRO.
fio dos premios da >:>
as da casa de correc-
em 17 de outubro
20:0008
10-0009
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3 3 '> I .3767
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-256S
-2912
-3150
-3814
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-4239
4922
-5406
-5733
400-"
-ioo-r
1008
408
20
2000 premios.
Sahio tiesta provincia a sortc de SO
cantos em o meio bilbete ji. 1-108; as-
sim como a de I :()00.v em o bilbete otea-
ron. 3872 cnicos muitos de 4004, 200|
e IDO.V, vendidos na loja n. 40 da praca
da Independencia.
Alnga-sa nma pequea padaria pprln desln
praca, e bem atresnazada : rjuem a pretender diri-
ja-sc a roa do Vifcario, arma/cm n. 23.
(lllerece-te nm rapar para caixeiro de roa ou
laoerna, e padaria, o i|ual da' Ranea : a tratar na
ra da dnia p. ].
Philip I', ileednam, relira-.e para Inglaterra.
l'recisaria de um lorneir.. na padaria da la
Oireila n. 69.
c
aixeir
nm
.Na ra Nova n. 28, preci-a-se de om caixeiro pe-
queo, prefere-se destes ltimos clieaadoa.
Precisa-M fallar com us Sr. \m-riro \avier
I creira ,1c tirito, Jos Lories (uimaraes, /icliarias
Kodrurues de Souza, Domingo! Pereira Mendanha,
joae Leiarjo de Mello. Jos Cecilio Carneiro Monlei-
ro, Hanoel Joa Carneiro, Jlo Manoel de Castro.
Manoel Francisco dos Sanios Pereira, JosJosnuun
da Cunha, Manoel Jos .Mendes Bastos, Jo. Claadlo
(.ornes, J.,n leixeira Bastse Silva, Minoel Anto-
nio Azarado liamos, l'ilisherto Monteiro, Mauoel
(.orrea, Danaingoa Jase de Almeida, a neeocio de
seus imeresses; n. Iravessa da Madre de lieos u. 18.
seituudo andar.
I "i rpaz de alguna ronhccimenlot, e qne lem
alguma pratica de nrsnrin. aa offerece para caixeiro
de escripia, hzendis oo mindezat : qm-in precisar,
annuncie pnr Btte jornal.
Sabbado, is do cerrente, tagfi ila casa de Joao
I nito de l.emos Jnior. Icndo-o mandado a etsa do
Sr. Mqueira Pereira, d'onde nao vollou, um mu-
lato escravn, de iiiimc Simplicio, estatura alta, clicio
do corpo, pes urossos e andar irregular, Ma de cara,
barbado, falla arossa e ponen clara, representa de
idade 3o n 10 auno, consta andar por rss^s miicam-
bo ., jorjar : roga-aa as auloridadn policiaes o man-
dem prender elevar a casa do annnncianlo ; H
ror preso para as bandas do Hio-I'ormoo o enlre-
guem a,. Sr. lente coronel Jos l.uiz de Caldas
Lint, a quem o mesmo perlence. ila mesma casa de
Joao Pinto de l.mos'lunici anda toBida ha mais de
uiiirae/. um ugrn erlonlo de nome Cela ao, de ida-
de i'l anuos, pouco menos, estatura baila, fcio de
cara e barbado, levando calca e camisa de risca.lo :
quem o pegar e levar a casi do dilo, na ra da Au-
rora n. S. ou der ah noticia do lugar cm que o dito
preto se acha, sera' generosamente recompensado.
Atteii<;H i.
leudo denapparecido do poder de l'ranci-, Ja-
quim Uuarle. negociante que loi de miu-Jezas nesla
prai;a. cinco ledras panadas cm favor delle por Ti-
tn & Costa, que Foram neiocianlea em Macen., na
importancia lodas ella. ,|n 3:1399180, a sacadas
doas cm 25 dejando do 1X17, c :i em !1 de oulubro
do mesmo anne, se faz publico que laes leltras se
achara pajas c nao prodnztrao eHeiln alaum em
qualquer lempo em eensequencia de convencao leil.
entre as propriaa |iarles,segunilo a qual liraram iuvi-
snrad.is as referidas lellras, seja quem lar a pessoa
que il ora cm ,liante cm ellas appareca ; as quaes
lellras sanas duas primeiras ,la< quanlias de I3.VJ o
iOViK.) vencidas em 23 de levcreirn a 2". de abril de
Isix, e as tres alliraasde \-.imts vencida em !t de
abril de ISiS ; ,le 268I80 vencida em '.1 de abril
nu julho do mesmo anuo ; e de l:(Kllfc>n. vencida
nesla aitiraa dala ; e nenhiima dellas fui apuntad*
nem protestada, c mesmu se aenam prescriptas pela
le h para que eonata e ningnem qoe a posaos poa-
sa alle.'ar ignorancia, se faz publico pelo presente.
Macelo i de ontuhrn de 1836.
Josc Gomia da Silva litara.
Prccisa-se de urna ama para o servico interno
de urna rasa de pouca familia : uo aterro da lloa-
v isla n. 60.
Precisa-se de iima ama para o servico interno
e eviena de urna casa ,1c humera VMM com pouca
familia : na roa eslrpiia ,1o Rosario n. II.
Precisa-ie de um caixeiro que lenha pratira de
taberna, dando fiador a ma conducta, e da-se-lhe
bom ordenado : na ruade Santo Amaro n. 2S.
Hospital Portu-
gus de Beiiei-
cencia.
de J
auciro.
Segu com brevidade o bem condeci-
do e veleiro brigoe FIRUA, capitao Hu-
noelde Freitas Vctor, tem parte da car-
ga prompta: para o resto, Irala-sc com
os consignatarios Novaes i\ C, ra do
Trapiche n. 3*, ou com o capitao, na
praca.
Espera-se quilqnei dia o brisue brasileiro
i'l.co vinduda Paiahiha, e seguir' uu mismo, oa
u:n resfo de sel
i'lihelf.s e !iit>iv
priinetr;i piirte ti
primeira lotera ti i mu-
trade an-Miguel de .u--
reiros, mi.s tojas j auiiuti-
ciadas.
5*800 recebe 5:000*000
5*000 ,, 2:500^(000
Safustiaiio t A-
quino l'errt ira, .fos For-
ttiiiati) LOTERA DA milKlL
Corre sabtmdu 8 d cor*
rente, pelas 10 horas da
ma u i uta.
A viuva de Manoel (".aciano S. Carneiro Hon-
(eiro nao se responsabilhu por qualquer cuuia que o
pardo forro Benedito, ton.c em son nomo, pois asta'
alsenlo de -na casa desde a dia :, de novembro do
correle anuo.
h'uglram de bordo do briana Liberal., uo dia l,
doeorreule,os escravos sesuintes: Candido, nacao
Angola, IdadeJKJ anuos, r,.r preta, rosto comprido
nariz chalo, ollios prelos, barba cerrada; e Joaquim
cr.oulo, idade 2li annoi, car parda, rosto comprido
nariz regular, cabellos crespos, llis pardos \l3,[,]
cerrada e bigode, pernas lorias: roga-aa as autori-
dades policiass e capilaei de campo dcoappreheu-
dcrun c levar a ra da Cadeia do llecile n. 2, nue
ser.!,, recompensado,. '
Alucain-se 10 a l escravos, que nao seiam ve-
loos, pacam-M bem e da-se o nstenlo : ospraten-
denies dirijam-ae a ra d Kagnndes. sobrado de um
andar e 101.1o, que faz frente para a ribera do pe-
ve, que acli.ua,. com quem tratar.
'riyis-'-se de olliciaes de charuteiro : na rua
lar-a .... (Insano n. 117 junio a greja.
O Sr. Iir. Jos Vnloniode Sampaio tem urna
caria na rua da Madre de l(es. armatem n. 2H
Fnmn desla nidada do Kecife, no da seguada-
Icira, _, de oulubro prxim.....-sa,....., mulato Di-
iii/.. ii.u.r.,,1, ,,., nesla cidade, allora resular.
olhus srandes mualo da cr clara ......lilenll Tala
evou cna,3;. T rl"? '""'"* i""'s,in-1 ou rul".
levou ebapo d (,ii, ,,,..!, llm (lil anrte
ne^r i" ""''^ "'" """""' peqoeno : quem o
negar, .l.rqa-.e a iua ,l (:c,||eK0 -.-,, rill).',, .
dar, que sera' recumpeusa.lo.
W\j iLADO MELHOR EXEMF
l'orurdera do lllm. Sr. presidente interino con-
voca-se a asaembla geral dos aeoborea accionistas
para domiugo, 9 do correnle. as II) horas da uunliaa
no -.,!., do Hospital.(I secretario,
M- I'"- de Souza Barbosa.
Na rua Direila, aobrado ;de um andar n. 3:1 ao
pe do sobrado do l)r. Nerv, vende-se dore de caja'
secco muito alvo. Hito de SMngaba, c nutra quali-
dades, fazem-se bandejas de boliahus, tanto rasas
como de armara,,, com aalautanas e romuindos pre-
COS, fa/en.-se doces d'ovos, arroz de leile. po-de-ln
enfeitado com alBoins, jaleas de substancia.
Precisa-se de urna molher, que asina rmi-
nhar o diario, anda mesmo sendo alpima cscrava :
na rua do Trapiche n. tl, loja de charutos, se a-
ebara com quem tratar.
-- Preena-ee de aprendizm : na faluica ,le leltru,
delronie ,l,i hospital regimenlal.
Joaquim Josc da Canha fiunnaraes, subdito
porluguei, relira-M da provincia.
A\ ISO.
Aluga-seo primeiro eotereciro andar da casa
la rua da Cruz n. 40 -. a tratar no armazem da
mesma casa.
Preeisa-se alugar o bom rozioheiro ou
eoiinbeira, forro ou captivo, para tima casa de fa-
milia, paga-so bem ; para tratar na rua da Cruz
n. 02 primeiro anilar.ou cm Santo Amaro rasa nu,
va junlu a igreja.
I'orncce-secoiislanlcmeiilca duason
tres oleras, que precisaren) de leulia, a
I.SHIIII mano. (|iie regula duas cargas
grandes, sendo as canoas despachadas 'no
mesmo dia que chegarem no porto dos
Arrombados, sendo que se apresenlem
ao amanbecer do din que liverem de re-
cebera dita lenha : e recebte em troca
10 a 12 millieiros de lijlos de alvcnari.i
grossaeo milheiros de tapamento: em
Oluida, casa ii. I. da ruado alen., do
Varadi.uiu, em direcro ao eollegio dos
orpliaos, se adiara' com quem tral ir.
Nos dias 6 o 7 ao h* de arrematar rin ultima
praca, per despacho do Hito. Sr. juix mnaieipal da
primeira vara, a renda pur um auno de um sillo no
Caldeireiro. conforme o ewripto que esla na mao do
porteiro.
RUA &k mu
n. .
I.. Iielouchc acaba de receher um helio snrli-
ini-iilii da relogioa auissos de todas as noaiidades,
tanto de ooro como da prala, dils galvaniaadoa e
loleadoi; assim como ha lambem meios eliruimaw-
(ros c relOKiol fraiicezes, com caixa-, lodos alliaii-
gadoa.
guem annuiiciou comprar nina casa em Oliu-
da na rua de Malinas Ferreira ou ladeira da Mise-
ricordia, pode fallar na rua do ttaugcl u. l, de ma-
nli.ia ale as X horas, e malf larde na rua do Vicario
n. 19, com Joaquim d Aiaumpcao (luciros, ,me di-
r quem xude.
Cozinheiro.
Prrcisa-se alugai um cii/iiilicim, i-sci.i-
vo, que teja asteado raao Ixbado. lid.
etc. : na rua da Cadeia oV Sanio Antonio,
segundo andar da ca aUBuanaVa.
~_*a n me do da : para i d corrale me/ ross-
Mran ,,,., easa ,,,, Canan-sum.....> em qoe em-
prava eaaraa latgnas.a levaram M aannaa qu* aaas-
iianua naaama, e secundo na -ic.,a,i .pie-r arl,.,.
luis.. lerna eml.,rc..dn no uraco do rio ala i-wie
pequea; prevtna-ae aa* rom|>radi.re< de rom.....u
*'-""' I""" "lar para inda.-.iem o- que apparersr,
ata de re eacasW, ..,,.....,. ,,,.
da-se a polica ; d-s,. p,.,- fc ana>tnaH a paosoa
qoe dse, beta ,. .,.......... dr.,.,lb,ir ,, ,,,..
mesmosder noliea, dariaa-* a ,u. do K.icanl men-
lo i.. .1, arn.a/cm le ,,. ,,,. Bernardino de .eiia e
fillta, que sera ico.uipansod,, eom a cralilir-j i
cima.
Precis,i-,c de um amas.,dr ,|Ur s,,. dcsem
bar.ic.do: aa padaria da i4t.|,tlu ., Koram.
n. 13.
Precisa-se de om. prcla captiva que saiha r..-
/iuhar, .'ijiri-uriiai, e faier naaia whiq de ra*a de
familia : na rua do Kanu-rl a. _'.
(Menee aa um hornera para admimslraaWi ale
eiicenho ou mesmo para felor, do que lea mulla
pralica, oo mesmo para administrador de al_ur si-
tio nesla cidade : quem precisar dirija-.e a serrsiis
n. 17 na roa da Praia. que achara' com qui-m IraUr.
(I ahaiio assicoado avisa aos proprielarios d.
casas foreiras das roas de Saola Cerilla, >gaeir<,
A.ouiiuuihos, S. Joc. Saola Kita eprsia da amas.
que xeuhan ou maiidem pasar n. Mfaa v.i,,|.|,...
assim corno se dexeru entender com o inesm* akaix,.
a.sisnado para ohterem a licenra para Iraspats. nua
occasn.es em que Ihes seja prenso (a/e-|.,s : as isa
dos Pires n. :U.Manoel.tiomes Veicas.
Aviso n r.tji.tz sciteir .
Alagarta a sala interior do sobrado n. (i. priaseim
andar, da rua dojl.lueimado : quero prelclider diri-
ja-sc ao iiiesiiio sobrado, que achara' com quem Ira-
lar.
I ruinan, ^ l.asoe axium aos dexedores dr J.
Schcalim. qoe o Sr. Ignacio de Souia larao d-i,.,
de ser encarrecado das robrancas da lallsawu d
mesmo Scheatim, e que d ora em 'diaula pazaran os
ab.ux i assiinados. I ronianl ^ l.a.ne.
I rom uil \ l.a.ne pedem ao lllm. Sr. |ir. \m-
lonio Borgc. leal de apparerer no -cu csrriptorio.
na rua da Cruz, a negocio que na,, tanora.
O al,,i un a-i 'n.,dn declara que desde o dia t do
corrente dcijnu de ser caueiro do Sr. Jov lacla.,
\ leira da Silva, o mesmo agradece .durante 2 ann...
c !l mezes e meio que em sua ra-a e>le*e, a del
cadeza com qae sempre o Iralou. do que Ihe sera'
sempre obrigado.
.Mauoel Domiagoes da Silva Junire.
I rancisco Alves da Canha A Cmpanhi... ie-i-
denlts na cidade do Porlo. len.lu resslvido liquidar
a sua casa de commercio nesls praca, rwgam a Inda-
as pessoas com que ienhain transacc,.** Pdnle,
de se enienderem com Bernardino Jos de Cralr,
ou com Ihomaz de Aquino lonseca kV I ilhn. aa rua
do \igario n. 18, primeiro andar.
Aluga-se urna cas no uto, do Coideiro. i u,,,-
gem do rio Capinaribc. rom commodos para grsn.1
lamilla, cozioha f.-ra. cocheira pira carro, r-iril.ana
para (i cavallos. quarto para criado, ele. urna ,in,i
iiiis pequea, lambem a' margeni do rio, com qswr-
lo para prelos, e estribara para I cavalliM : a Halar
uo palco do i. limo ii. 17.
Mi NOTA 1. 34.
.tiadama Ko.sa II;rtJ\.
modista br*wleira.
Keceheii pelo ultimo navio, Comie osei.r nm
linio sorlimenlo de (azeudas Irance/s. para -,-nh..
ras. corles de seda de rores para e.lia., dilo. |.,
cus para noivas. nja de RaaSta furia aaaaa par. se..
der o covado, chapc.s/iuhos de palha a de seda para
meninas, formas modernas para a idade de I a i an-
uos, ricos chapeos de cores de seda para senktwa-.
com fila, e flores tambara de aires, lindos ealeile-
para Mbaea, cambala de linno"*" irlilhos. lux -
de seda, mantas para nniva, cspellas. meias de *.!...
vesli ios atoaras pa.a baplissdos, r rer m..|.-
tawMaa de anata : no niewio e.iat*leria>cnl* ven-
dem-so lindos chapeos de Crep sonidos, de core,.
uso moderno pelo preco de S.-0lg| rs. rada um.
Preeisa-se alugar tuna cwrava p.u ..
o servico de nina casa :ipiema livcrqtici-
ra annunciar, ou diiigir-se a na do l' .
Iniga". loja de mitide/.i de OJSSBtro po'
n. IB. '
na~ !*! rU?/'a ''"'' ";'S *"*** um l.ui,
ollicial de alfaiale de -.bras miudas.
Precisa-se de um, mulhcr idosa e d unas
eostnaaea para urna casa de |x.oca l.m.l.a. a-iii,,..
ni- de nm l.nmem cnzinheiro : a Iralar em sana .1-.
desciiit>ari;ador Mendes da Canha, joolo aa anailil
do Hospicio.
HOSPITAL TODOS GS SARTGS
DA VENERAYEL ORDEI
TERCEIRA DE S. FRANCIS-
CO DO RECITE.
Acliando-se vagosos lugares de cid, ,
meiroe enlermeira do mesmo bospilal.
pocdeliberac.io da mesa' adininisli.,.1.....
di dita ordem, sao convidados os cub-
les nue esliverein nascircnmstanciadoli-
naldoartigo lS dos estatutos, a apn-sen-
tarem o seu iwpierimeiito, assim como
precisa-se para o sobredilo boupilalde um
servente. O linal rJoartigO a quese i-cfci.
o annuiicio cima be: ser.iopreferido*pa-
ra estes empiezos, um liomcmc urna inu-
llicr, ipiealcni de casados, ou aparenta-
dos no primeiro grao, possiiam a cmi-
nenles virtudes, que caraclerisam os vci -
dadeiros dirislaos, para rjnja dignamcnl.
ciimpram com os sagrados devers que re-
dama a liutnanidade sollirdora.
Pergunta-se a ta/io |>orqiic cai\a
Idial do Banco do llrasil nesta provincia,
recusa emprestardinbeiro sobre K'nhon-s
de acer.es da Companbia Losleira, sendo
ellas tu todo o valor realisado? nao olts-
lanteo |.aia;;raplio 5. do artesa flumm
estatuios, dizer (pie podera'emprestar so-
bre penliores de ..cc,.es de companl.i.is.
com abatimenlo nunca menor de um ter-
co do valor realisado, oudopierodo incr-
eado, (piando este lor inferior a' aqudle
\alor? Esle procedunenlo iudo assim de
encontr aos seus (rslatulos. nao lendet .1
a desacreditara referida Lompanlu.-i (/.
leira, nao ipierendo os seus directora
emprestar dinbeiro al;'iitn soltiv ih'-
nhor desuasacc-.es-.' 'm accionisU nW
Companhi Costea.
i AO PtliLICO.
3Jg INo armazem de fanendas baratas, rua dn I
!'')' io O. 2,
vende-se um completo sortimento de fa- J
nadas linas e Btnaaaa), por mais barato U
precos do que em outra qualquer parte, ^
tanto em porroes romo a rctilho. aflun- b
a. cando-se aos compradores um s prerii fi
para todus: psle e-tal.!,<-imnnln abrio-se
de conibinac.au com a maior parte das ca- S
*| MS commerciaes in^le/as, francezas, alie- I
| mos e suissas, para vender fa/.endas mais t
J| em ronla do qu,: se tem vendido, e por m., ':
#| olliirecnm ello maiores taatnsajai do que Sf
| oulro qualquer; o proprietano oeste im- i
|| portanto e p os seus patricios, e ao publico cm peral, 2
" para que venliam (a lm dos sous inte- *
resses) comprar fa/endas baralas no ar- 5
5f mazoinda rua do Collepio n. 2, deA.n- 5
Sg ">nio Lu/, dos Santos* Rolini.
Bdlicics de visiii.
i.ravam-s,' e ianaiisaiaa a*rana pasaslju i|hi, ,
de xisiia, launa dacoaankaresa laasMaMnanac.....-A
arle caligrapaca, rcii-li..>, ,n,cia-e quaes.,uar dr
senl.,.., abrem-se lirm.i-, stMIa t,, l ., |.,||.......
cuno cm relevo, om ni,cni^. sksaeSaada naaon
pnta,razena-aariaeaalan4......rlnaaaia par,,,
doade Ubjrtnuio ; admille--,' a r.-.u-a ,|(. ,,,...
'luc uestesobjcciu, n ,.,.,,. ,.....| ,,,., ,.,..
das pesaoas .pie as aaraasnjnnnaaiian : quem .
hjnder dinja-e a qnalnjnei aaun latarea ; ,........,
do eta, ma ila Madre de Il..s n : ,,",
i,",'" i ',"' ?i"10 A'"'...... "a *""" na .i..
patea do Colle,-..,,.. : ,,,. ,......c....,., s|a.;.i
da quina confronta a mtMi nova.
sf'riajo.
(I ahaixo .s.,21n.|, arrematante da. i!,n,,,,
municipio do Redi*, -cicilili.-a a ,,,,,, ronv.r. .,u..
n t.r.o.7 r?"' "*K" r'r"V"-< '"< I'"" d le ...
'da iT. i "'""'"-"' '- da raaahi. a.
Ida larde.Jos Custodio Pe| S .ar.
Hrens.-se de ama un, qr *.,, M, ,nr.
nhe enaomme com lod, pe.f.ica,! paqm, f,.
mil.a esrauscr. de da. |.e., p,aa-,e bem : n.
tua do I rapicln n. M, pnme.ro audar. '
l
*f'




I-.
OURIQ DE P MWW.Q S XTA El 7 d OVfflmo BE 18
\
DEPOSITO DE L1VR0S E BOTICAS HOMEOPTICAS
uo
-
DO
Anlouio lerreira, porluguez, relira-se para a
buropa nobrirue iBom Successo.
Precisa-se >1e ura caiveiro que (eulia pralica laberna, e que de fiador de ma conduela : na 'ra
das iiuzes u. -Jl).
&, B^ms mmmt ; Serraros contra
O Dr. P. A. LoboMoscoso, tendo de fazer urna viagem deixa a sua botira ..
directo de pessoa hahiliada e de inleira probidade, e ura deposito na loja de livros do Sr.
Manoel Nogueira de Souza na ra do Crespo, sobrado novo do Sr. Msgalhcs Bastos.
PRKCOS FIXOS.
Botica de 13 tubos grandes. to/imo
Dita de 2i > ... I590O0
Dita de 36 ... 2090IHI
Dita de 48 o '. 259000
Dita de 60 ... 309000
Manual de medicina homeopathica do Dr. Jabr com o dic-
cionario dos termos de medicina........ 20)000
Medicina domestica doDr. Henry. ........ lofooo
Tratamento do citolera morbus......... 200o
Repertorio do Dr. Mello Moraes.......... 61000
O
logo.
Ensina-se a pilotagem theorica-pratica, u cur-, ___t\ n,. p,.(|m Ae Athavdi- I nhn
so roalhemal.co e franca conlas par. o commercio: U "' ^'. AlW Lol)" -,l(-
a Iralar ua ra do Nogueira o. 7. co/.o, tendo milito breve de fazer lima vta-
W**^-:H^e^^Ov?H5&@ Tcm- Y* aipieinsejulfiarscii credor o
'.3 P\TI^Ti 'rii\i'l"/ ^5:obsequio de apraenlar $ua conta$ ate'o
UB"" 51A I 1 Mi.I.. ttldia 10 de Dovembro futuro, e espera que
J"'0'0 ^""aooo*, de vollt de sua viagem c% os iiuc llic devem, tenham a hondade de
a Europa, esta morando na ra Nova n. 2 mondan I lia mmr al,; ..<> A... U
1, phme.ro andar, oude Pod. ser procura- 9 I m',"?.,"""'.C n,,J?al "te,ert.dla' peloqiw
Ihes
icaia muito
agradec
LOT
$ do a qualquer liora.
O Rvm. Si. Joaquim Jos de Faria,
que morn ou mora na Boa-Viagem,
tem urna carta na livraria ns. Be S, da
praca da Independencia.
: j. mi dentista, :
o) contina a residir na ruaNova n. 19, primei-
0) ro andar. a
i
SEGUIUDAOE.
Companhia de seguros i.
ritimos, estabelecida no
Rio de Janeiro.
Capital mil contos de reis.
Ollerece ao commercio vanlagens que nnhuma
mira companhia lem feito al agora. Aceilam-se
proposlas de seguro no escnplurio de Isaac, Curio f
Companhia, agentes da companhia, ra da Cruz
u. 9.
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliancr.
Estabelecida ero Londres, em marco de 1824.
Capital cinco rnilhoes de libras esterlinas.
Saunders Rrothera & C., tem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
o a quem mais convior que eslo plenamente au- 111 IOS i ll'OM ti 11V lll'.'. .orisados pela dila companhia para effeciuar segu- ...,: j__ ,j .....
ros sobre edificios de lijlo epedra, cobertos de CCPVA "* (,I,,,S preilllOS
lllia e igualmente sohre os objectos que contiverem 2T<. lides, (llICSai) pa<>OS Ul-
os mesmos edificios quer consista em mobilia ou i i L *
em fazendas de qualquer qualidade. gO, UO SH laO (lil eXtPaCyaO,
O abaiio assignadn faz sciente aos lllms. Srs. UO COII Vellt (le. NOSSH SeU
de eogenhos e mais pessoas que negociara con, assu- i_
car. remetlendo-o para esta praca, que se acha ha- 001**1 (l i, U Mil O.
litado em receber poi commissao dilo genero, e ,/-. .
O eserrvao das loteras,
da.
loteras manda fazer pu-
blico, que estilo ex posto
a venda, na thesotuaria
(las loteras, na rila da
Aurora n. 16 das9as 5 da
tai(le,osblhet(;seineios,(la
primeira parte da prime.-
ra lotera de S. Mig-uel de
i.. ireiros. cujas rodas an-
dain no da 8 denoveiiibro,
e logo (jne se publiquem
as 'istas, se paga til os pre-
J os <
Miaia.
anuario Alves d
commitsao dilo genero, e
espera da scus patricios e amigos, e de q uaolos de
seu presumo se queirarn ulilisar, as remessasdeseus
assucares, prometiendo o mesmo abaito assignado
exercer lodo o zelo e actividad? que Ihe sao nalo-
raes, envidando todo o esforco possivel as fuera?
da liquidada apuracAo de dilo genero, como hem o
lem demonstrado. As i.essoas cuias remes, .s r. a A.,u8"-se duas rasas recenlemanl. concerla-
deremde IO:o/ *r Zn,"imne n?" So 1M <"",l",'*' "' Kemedios. propria,,,ara
me ; e para lodas se obriga o mesmo ahaiio assigna-
do a toda equalquer compra de objeclos sem como
mullos lirar porcenlagein. Kecife, roa Direila, pri-
ineiro andar n. U.
Francisco Seraphico de Assis Vasconcellos.
Mi JOAO DA SILVA RAMOS,
MI.DICO PELA UMVERSIDAE DE
COIMBRA,
conlina a receber em soa rs na ra do Cahuc* n.
II), das K as 10 horas da manhaa, e das :t as .". da
larde, as pessoas qufj o queirarn consultar : bem co-j .
mo se presta a aahir com a i recoohecida momo-: til li(la
lidao, a visitar qualquer enfermo, a (oda a hora do ',. "'-"" "" /UUI ICO. (IC
da M da noila, quer dentro quer tora da cidade.
Campanilla Xarthein.
CAPITAL, 11 260,000 Estabelecida
em 1836.
Para efleeluar seguro* sobre proprie-
dades, mereadorias, mobilia e gneros de
quasi toda a qualidade. Premio de 5|8
at l|2 0|0 ao anuo.Agentes. C J.
Astlev t\ C.
Zompt&$.
- Compram-se apolices da Idivida provincial,
na rua das Flores n. 37 !. andar.
TRAPOS.
Na rua Imperial, casa u. 179, compra-se loda a
qualHade de (rapo* a OO n, a arroba.
Compram-se vidros quebrados por libra e por
arroba : na rua das tirotee n. :M).
-- Comprante papel de vmbrulho (Diario): no
paleo da Sania Cruz n. 35.
Compra-se ama canoi i!e carreira. que tondu-
*a :l a pe rua de Apollo, arma/.em n. 13.
Compra-se rlleclivamentc,latan, brouze e cobre
vcllui : no deposito da lundi.;.io da Aurora, ua ru-
do Brum. loso na entrada n. JK,e na mesraa tundia
rao, em Sanio Amaro.
Superior cal de
Lisboa.
Vende-te superior cal de Lisboa : no
arma/.em de Novaes i\ C, rua da Madre
de Deosn. 12, por preeo commodo.
Aterro
9&m&#&.
mos, sobrado de dous andares, no primeiro andar.
SOCIEDADE m GOMANDITA,
fiarao e tecidos de al/jodao.
, i Nao se lendo reunido numero sullicieule de so-
l'rccioa-se alujar seis prelm para armo/eni de
.t,UC"ri q0*m ",er quizer aluRari d'"" ,e a rua cios *m ""'"lea geral. lica adiada a reuoiao para
'le Apollo, annazem n. W, que encoulrar com o din 12 de novembro prximo, quando se lomara
, urna delioiliva deliberacao cm as pessoas que se
acharcm preaeules. A leunilo lera lucar em casa
do Sr. Amonio Marques de Amorim, rua da Crol,
ALVKjARAS. IATAZEADA '
Boa nova lenho a dar;
Este sol que vos abraza
Vai-se em gelo (ransform'ar.
La do Polo, onde as Lapes
> ivein ni (oca eufuriiados,
CheRuu neclar que refresca
Vossos labios dessecados.
E o Soares, que juru guerra
Ao fogu, ao sol, ao calor,
Com gelo, anana/ e oulras
Mitigara' vosso ardor.
Junto ao boceo do Rosario
Ide. pois, e encontrareis
Ser verdade o que vos cont ;
Bom cobre la' deixareis.
Vendem-M cauoas do amarillo em bruto com
baalanle groasara, o de :I0 c mais palmos al 10 e
lanos de eomprimeDtO, leudo enlre ellas Igumas
propriaa para coodotir bario de olaria. por lerem
liaslaule boccaal, oulras para abrirem, e oulras para
carreira : quem pretender dirija se a rua da Con-
cordia, taberna da esquina u. 2(>.
\endem-se uns Tileiros volantes que foram de
loja de miudc/.as : a Iralar na roa do Collegio n. 5.
CEKA DE LISBOA.
Na loja de Jote Antonio lloreira Dias. na rua No-
va u. 35, vende e cera em velas a 1328(1 a libra, e
em boaias a Ijiifl.
\ende-se urna mobilia (oda de Jacaranda', com
as peras seguales : I sof', S eadoirai, 1 dita de ba-
lan, i ditas de braco, 2 consol* com pedia bran-
ca. 2 diios com dila rxa, 1 lavatorio, I cama, 1 es-
pellio grande, 1 reloaio, 1 marque/a, I mesa de pil-
lar, e I dila mais pequea, lu lo em minio bom es-
tado : na rua eslreila do Itosario u. 36.
Na rua do Vigario n. 19, primeiro an lar. ven-
de-se vinho do Porto da superior qualidade da bem
ronheeida marca i\V em pipas, harris e caitas de
urna e duas dunas de carrafa*.
Vendf-.e a refinac.io da rua Ha Concordia n. ,
por preco muilo commodo, e ollerece grandes vanla-
vens a qualquer que se queira eslabelecei por ler
i> inachiniamo pnniplo para o fabrico do carvao ani-
mal: quem a pretender dirija-se a mesma. ou a rua
ds Mores n. II.
Vonde-ae um escravn de naco, de 35 anuos de
idade, bom para o servico de campo : na rua da Ca-
dea do Kecife, loja n. 18, se dir' quem o vende.
Vinho do Jorto
Vende-se vinho do Porto das mais acreditadas
marcas, em canas de una e duas du/ias. cein barris
de qu.rlo, qiinilo, oilavo e dcimo, porpre.os coin-
inodos : na rua da Aladre de lieos, loja n. 34.
Obras de dia-
mantes.
Vende-se um adereeo complclo, e mais mei.is ide-
reros de diamanles. por prejo commodo : na rua da
ladre ile lieos, loja n. 3i.
SAO' DE BOM COSTO.
Camhraias francezas muilo linas e de lin-
dos padrOes,a 500 rs. o corado : na bem co-
nhccida loja da boa t, na rua do Queimado
NA LOJA DA BOA FE'
vende-se bom o barato madapolSo muito fi-
no n. (> a 49600 a pega, dito dilo a 3j00, dilo
entre lino a 3/800, dito dito a 2*700, algodao
trancado peca de 20 jardas a 3/500, dilo liso
muito cncorpado dem a 2/880, dito dito
dem a 2-L>to, chita fina para coberlas a 200
rs. OCOfado, ditas escuras de cores lixas a
loo rs cambraia lisa muito fina a 560 rs. a
vara, dita dila lina a 480 rs., dita muito lina
pren-
da Boa-Vista 11.6O,
nova loja tW Gama &
ISILVA.
Nesla laja vendem-se por menos preco do que em
qualquer oulra parle, as se-uiutes faienda : asseve-
eando-.e que s;,u ,|as ul.iinamenle chegadas ao mrr-
cado. Unte de l'uslao acolrlioado, e brins de linho
puro para calcas, cada um "ir.iOO. superiores hrela-
libas de linho, rada pera de ti varas por :tr"i(H). mpl-
pomene para vestidos, e oulras muitaa fatendaa li-
nas > vontad" do comprador, lujas eslas fazendas
Irnram-se por dinhairo.
DEPOSITO DA FAB1ICA
Industria Periiambucaiia,
l!l A DO CRESPO N. !).
,\ fabrica de sabo c velas de carnauba, es-
tabelecida ua rua do brum, lera estabele-
culo um deposito na rua do Crespo n. 9, pa-
ra a ii nicamente dar extracciio aos seus
productos, proporcionando assim a maior
cominodidade aos consumidores. As velas
manulacluia.las nesta fabrica, orFcrcccm as
vantagens seguintcs : sao l'eitas com a car-
nauba simples purificada pelo meio do va-
por, sao inodoras e bellas na apnarencia,
queimam com igualdeJe c nao esbrram, e
nao lazem muriao e dSo mais luz e mais cla-
ra do que as velas slearinas ou de qualquer
composicao, c ic se vendem no mercado.
1-abricam-se de c. de 7 e de 10 em libra, ven-
dendo-scem caixas que contem 1!I2, 224 ou
3-.-0 velas cada urna pelo preco de 15/.
) sabao he branco. as materias primas
Vende-se o filio romcasa de obradodo falle-
cido George KenworlbT, uo lunar de S.JofdoMan-
suinbo.cum arvoredosde frurloe mais bemfeilorias
que nelle se acliam, sendo as Ierras do referido sillo
proprias : quem o prelender procure em casa de Sa-
muel I'. Juhnslon \ Companhia,rua da Senzala No-
va o. 12.
AGENCIA
Da fundiQo Low-Moor, rua daSen/ala-Ro-
va n. 42.
Nesteestabelecimentoconiin ahaver oh com-
pleto sortimento de moendas a taeias moendas
para enpenho, machinas de vapor e taixas de
ferro balido e coado de iodos os lmannos para
dilo. v
LABVRIMIIOS.
Vcndem-se lencos e toalbaa de lab] rinlbo. asfeo-
a^lo em lina cambraia de linho ; na rua da Crol n.
31. primeiro andar.
P.0TASSA l CAL TIB6EB.
PO anlij-o e j bem conhecido deposito da rua d*
Cadeia do Kecife, escriptorio n. 12, ha para ven-
der muito superior potassa da Rusia, dila do Rio
de Janeiro e cal virgem do Lisboa em pedra, ludo
a precos muilo favoraveis, com os quaes ficaro
os compradores satisfeitos.
VARANDAS GRADES.
Un lindo e variado sortimento de mdel-
Ins para varandas e gradaras de gosto mo-
dernissimo : na fundiciloda Aurora em San-
to Amaro, e no deposito da mesma na rua
do Lruin.
u mm
de que he fabricado silo simples e inofensi-
vas, o chetro quedeiza na roupa he agrada-
ve I j nvalisa com o melhor sabo hespanbol
e he superior ao sabSo americano, que se
vende no mercado a 240 rs. a libra.
Vcode-si! igualmente em caixas de arroba
e a preco de 160 rs. cada libra.
Os incrdulos comprando reconhecerao
por experiencia a veracidade do que se an-
nuncia.
/en lose na luja n. J da
rua lo Queimado
corles de puro linho pelo barato prejo de l>2SO
el.?.>00, dilos ruoil e pecas de cambraia lisa com 10
23K00.
jardas por
de S. Mieuel dos
I'recisa-se de urna lavadei
boa.
eir que se-
W boa, nao demore a roupa no rio e de
fiador a sua conduta: na praea da Inde-
pendencia Ii vi aria ns. (i e 8.
'' r_.a;. ,"""? '<; rereira de Brilo c'i
,-., (medico faz scieule aos seus amigos e ao 2
S h v'. '"UH 8 re4i,lir no 'erro da A
db B-.a-V,sl. n. 45. no segundo |e,ceiro an- X
dar, aonde sempre o encontrarlo promplo *'
no referido dia 12, ao meio da em ponto.
Pernambuco 28 de outubro de 185I.
amorim, Faria, Querr i\ C.
Na rua da Cadeia, derronle da casa da KelarJo,
alugam-se e vendera-se bichas haroburguezis, 'por
preco commodo.
No engenho Bom Jess do Cabo precisa-sc de
om distilador para alambique de Derosne, que seja
Honrado e de boa conduela, preferindo-sc solleiro ;
mes lerreira no Moodego.
Oescrivao Silva Reg, mudou-se da
rua do Collegio para a de S. Francisco 11.
o\ sobrado.
Vende-se urna casa, na rua
Afosados n. 70 : ua mesma casa.
Vende-se um bonito cavallo rodado, novo,
muilo manso e leu lo lodos os andares : na rua do
Sol, rucheira do Sr. Soare'.
Velas de car-
na liba.
Vende-se a 12JO00 a arroba de velas de carnauba
do Aracah na rua do Oueimado loja de ferrageu
Vendem-se M pipas vatias muilo bem arraiga-
das para receber agurdeme, por preco commodo :
na rus Uireila n. 66.
\ende-sepnr preco commodo os sesuinles :
urna rasa li-rrea na rua de S. Joto em Olinda, com
quintal, de 66 palmos de freule, contendo V3rios
inicios, como uvas, ligo, conderas ele, etc.a posso
lionas de um peda-.o ue Ierra em quadro
O Pi
HO.
NA FUND1CAO DE FERRO DO ENGE-
NHEIRO DAVID W.BOWMAN, rtA
RUA DO BRUM, PASSAXO O ollA
PARIZ,
ha sem|ire um grandesormentn dos sesuinles oh-
jeclos deinechanismosproprios para en-^enhos, a sa-
ber : moendas e meias moendas da mais moderno
construcrao ; tanas de ferro fundido e balido, de
superior qualidade e de lodosos nannos; rodas
denudas paraacua ou animaos, de Indas as propor-
roes; crivos c boceas de forualhae rcislros .le bo-
eiro, agiiilli(-.|.st.bronzes,paral'iisosccavilhoes,moi-
nhos de mandioca, ele. ele
XA MESMA FU.NDICAO.
leexeculamlodasascnroinniendasconi a superior
ndadejaconhecidaecom a devidapreslczae com-
modidade em preco.
CAL E POTASSA
\cnde-sepolassada Kussia c americana,cheu.da
oestes das a de superior qualidade ; cal de Lisboa
da mais nova que ha 110 mercado : nos seus depsi-
tos na roa da Apollo 11. 1 A, e 2 B.
O i
Na rua do Trapiche annazens ns. 9e
II, vende-se superior potassa da Rusta
e americana, cal virgem de Lisboa, da
mais nova que lia no mercado.
REMEDIO IMCOMPAlRAVEL
1J .
<5i =''
s

r^u^-y.7-
UNGENTO HOLL WAV.
Milhaies de Individuos de ti idas as nacoes
podem tesiemunlar as vir'ud es deste reme-
dio incmparavcl e pro,,', em aso neceara-
no, que, l-elo usolucde,|e am, tem seu
corpoc momhro.s,erai||C11(e. ,:,os, depois
i outros tra-
-ha conron-
pela leitura
m todos os
r parle del-
miran os
essnas re-
d io o uso
de ler per-
ins, onde
is ha mul-
los de pa-
re m a essa
complet-
ndose te-
s> na elusiio
C. STARR A COMPANHIA
respeilosamentc annunriam que no seo n
tuso eslabelecimeiito em Santo Ama.o, con
tunuam a fabricar com a'maior pcrfe.r50 -
promptidao, toda a qualidade de machinis!
de baver emprega0 null|m(.nt(
tanientos. Cada p,soa p0(,CI.'^
cer dessas; curas .aravilbosas
dos peridicos qu !.. ,
diasbamullos anr.."* n-*M
1. -^ i 01 mato
las sao taosorp.e.iilltes
mdicos mais celebrs ..',.
cobrara,,, .m esler ^
de seus bracos c pt,.^ ,i
manecido loS.go J%+f.
deviam soflrer a amp .cr..t, ,.'.
las.quchavendodcix^'^1;
declmento, para se H^SSSm
operacao dolorosa, fom curadas
mente, media 11 le o^9
lie!
mo para o uso da agricultura, navegara e
manulac.iira, e que p,r, maior commodo
de seus numerosos fregueres e do publico
' b dos gProac
esquita na rua do Brum.
medio. Alguinas das
deseo reconhecmeiidelSt;f estes re-
sultados benficos die do loro correge-
dor, e outros magistra.
tenticarem sua aflirma-.'
m de
mais au-
'Ninguem desespcrai j0
saudeselivesse bastanco
saiar esle remedio con nu
de Lisboa e potassa.
Rua da i ruz
Vende-se vinho de Bordeaux, qualida-
de superior.
Champagne.
Por piceos commodos.
VENDC-SE
Grasa de patente, prova d'agua, para
arreios de carro.
com 1.0 bracas de cada face, com um pede man- \1nl10do Rhcno de (iiialidades esne
i:^::;;::^ sss.s c' c-s^^ M-co.-uerp
ja-se ao \ aradouro taberna que foi de .Manoel Mar- 1o "mazem de C. J. Astley & C.
ques de Oliveira que Ihe dirAo a pessoa que vende.
Vendem-se chapeos de castor, in-
{pezes, de superior qualidade: na rua da
Cadeia do Recifen. 00, fabrica de Anto-
nio Antunes Lobo.
u mi ir a atte.m;ao'.
vendem-se manlinhas .le serta para pescoro de
senliora e meninas, muilo harala.: na loja rte" II.
.l"",*. ** nH rua ,la Cadeia do Recife, esiiuina
que volla para a Madre de lieos.
i-^ N rua Ha truz 11. 10, casa de llenr. Ilrunn &
mpanhia, vendem-se barricas com cemento.
VASOS E ESTU,
com;salpicas a 80o rs., dita preta muito lina I >lara *** calaenmbM : na rua do Amonio'ar-
a 400 rs., dita adamascada com urna vara de | mazem >'
largura propria para cortinados a 7? a pe?a ;! ., L"-*J VESTIDO l'OR SHK)
iim como muitas outras fazendas, que *.^2?id"e*!1mf,eto wlimeqto de eortes de vestido
, que
iporsuas qualidades se tornain recommen-
[Oaveis aos amigos do bom e barato: na rua
le J\aloja da boaf
vende-se to barato que admira panno Q-
de: chita de diuerentee padrOea, cores li.as, p.lo di-
minuto preco da 2) cada corle : nt loja de portas,
na rua uo Oueunadn 11. 10. i"a.,
r.,raE^ C"S"!e "enr- l,runn A* Companhia, na
rua da Cruz n. lo, vende-se cognac em cainl.asde
a ama que saiba bem cozi- Rr'a,fa_ra vestido de luto a 960, alpaca de se-
Almanak a provincia.
Fstando-se coneccionando o almanak
la provincia, I-0pa-se a todas as pessoas
<|ue costtimam nelle ser incluidas, e (.ue o
nao estiverein, ou houver alrjum erro
ijueirain mandar levar a livraria numer
o e 8 da Praea da Independencia, a emen-
da, assim como pede-se aos senhores de
engenhossed.gnem mandar igualmen-
te as transferencias a mesma livraria.
, Grande e assea-
jtf d collegio em
Lisboa,
pura meninas, internas e cMernas, cuja
educacao, prendas e mais vantagens, se
poderao avahar, em presenra dos estatu-
tos, que se acliam na rua do Crespo loja
" 16. ouna esquina que volt para a
ruada Cadeia. '
n.rLf"''*,1* de cosluieiras : na loja de alfaiale,
rua >nv,i, e.(|Uina da I......... '
po___
Da-se 6009000 a juros com bvpoll.eca em
ma casa ncsla cid.idc, e mesmo por parfe
.....,res- P"" -Ifsempenhar outros
es com pe-
na rua da Aurora.
I'rdsa-se de orna ..
miar, e para razer as compras : na rua do Queimado
O. JiS.
PARA PASSAR A 1 ESTA.
Lonlinuam anda a estar desoccopados os dous si-
llos ja annunciados ua liba do Retiro, com duas ex-
cedentes casas : a Iralar com Jo3o lavares Cordei-
ro, na na da Madre de Dos o. .'i.
ORDEM IERCEIRA DO CARMO.
O secretario da veoeravel ordem terceira do Car-
mo (em aberlo lencoes de missa rouslanlemeute com
a esmola de tiio, c contina d, presente ale novem-
bro de IK.1/ para sufragar os irm.los fall-cidos, por
issoroua aos senhores sacerdoles.laulo seculares ro-
mo regularts.hajamporsnas bondades de d irem pre-
lerencia a dila ordem em consequencia do grande
numero de sutlraaios Ordem terceira do Carino I.
de novembro de 1856.O secretario,
Manoel Joaquim Muniz Baranda.
na larde do dia :i do coirenle perdeu-se no
ceinilerio publico urna pulceira de ouro, seodo urna
Rrarte larga lavrarta, dividida por uina escama com
rubios1: que... a achou. qoerendo resliluir, leve
alraz da matriz da Baa-VisM, casa terrea 11. Ifi, que
sera cenerosamenle recompensado. Rcua-se aos
senhores ounves que oso eomprem no caso de ii.e ser
ollerecida, e levem a casa cima elfo.
O bacharel Cypriano Fenrlou Guedes Alooro-
rado, lendo de eslar ausente drsla culada por mn
nez, avisa a quem possa iiilercssar, que deita en-
carrecado de seus negocios e .uas causas aos Srs. Dr.
Jos Bernardo Oalvao AlcoforaJo, Dr. Joo Sdvcira
de Souza, e Dr. Joaquim de Souxa Reis.
COMI'AMIIA DE SElilROS MABITI-
OS E TEBRESTRES.
ESTABELECIDA NO RIO DE JANEIRO.
CAPITAL l,000:0()0.v000.
-.LCTPanh\"m.,?oa aseDcia no e'P'orio de
aceila todas as proposlas de seguros de riscus e for-
tuna do mar.
..Slbre ."S('0 quill,a e P'e' de navios de
qualquer lol.rao na MTOgago de longo
eabolagem, ou fluvial, ou na pesca,
curso, de
em viagem ou
lereceao respe.tavel publico e especial- nhad.sV.r'm." 1 esp"a'105 ,,e "*>* '"cami-
mente ao corno de commercio Hm. ni SSLP! '|uill(ler -"cado.
dadeseu Za! SSZZZLlE* ^^222*21** ^ -harea,,es miudas
a.leseu prestuno, alliancando-lhe que "VP^d" em descaiga o l'raliV'dos^u'r
nao poiipara esfoicos para desemnenhar gf? "P"1' pwmios de dlnheiro a
se o,)icio. achando.se' sempre^r^pt;1 ^Wd-t^
no seu armazem, rua da Cadeia n Vi abalroan"*mus fortuitos.
T-Josd Alaria Pestaa.
COMPAMIIA PERNAMBLCA.NA.
quiln de
ortos,
iru a risco.
eguros e premio dos premios.
- por damitos causados por
Sobre os freleo.
H.A,!mPinl,a re"be U"nBWn P'opoalas de sc=uro
----------. 'le risco de incendio e damiios causados para oreve-
ra hia?a,!'cUoeSvnr,reVera": "VaS "V" "es,a : "i"'? D """"-' ^ i. ou f.go clele e .o, I
panilla .,. convidados a enlrar com a primeira pres daC"<"-
'";"',' de :! ,."'r ?n[0 no pra' de :w>,lia: o es-! SOBRE OS SElilINTES OBJECTOS
jnptan'doSr. A alionio Marques de Amorim. ,u I, *"**"oa on rai^tpt4a7 MnaaSmar -
Vive, ^ 'V """'r d* l*"*Manoel! ""''"n.os, com exclosfl de depos, os.fXic?, .
Alve. I.uurra.l secrelar.o interino. laboratorio, de plvora, e materias Incendiaria, *,
- Alusa-se on. sitio para pasear a reala, ou por CrS^'rn''"V C"aS ''e esl"''""'ulo..
rs- tt^BSSQSSZU
t ". Hu mu aciiira com quem tratar.' de Mgarat.
los, copiar, estribara, militas arvores,
s'"l"1'ln c,0"'i,: os pretendenles drijam-ie em i
>anl Anua de dentro, -
Mercadonas em ipialquer parle que e.lejam. mo- qnalidade do o
lao muito lino, fazenda preta superior pro-
* s para vestido de luto a 960, alpaca de se-
de cor para palito a biO rs ricos cortes
Je gorgurOes de seda para colletes a 33500,
Palitos pretos muito bem feitos a *, ditos
de brim pardo de puro linho a 39900, lencos
['retos de grosdenaplea ?, e outras muitas
lazendasquese vendem por precos tao di-
minutos que ninguem deixara d comprar,
na rua do Queimado n. -J-I, na bem coulieci-
da loja da boa fe.
AI RIA ACRlZial.
Anlonio Barbosa de Barros faz scienle ao publico
que inudou a sua sala de barbear da caa n. Si da
rua da Cruz para a de n. 51 da mesma rua ; na mes-
ma sala se acliam as mais modernas bichas de llain-
burso, que se vendem aos ceios e a relalho, e alu-
gam-se, ludo mais barato do que em outra parle.
. ROB I.AI 1 ECTELR.
o nico autorizado por ieci*3o do consrUto real e
derrelo imperial.
Os mdicos dos hospilaes recommendam o
arrobe do Laflecteur, como sendo o nico
autonsado pelo governo e pela real socieda-
do de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
esta em uso na marinha real desde mais d
so anuos ; cura radicalmente em poueo lem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af-
leccoes da pelle, implngens, as consequen-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
partos,da idade critica e da acrimonia he-
reilitana dos humores; convem aos catar-
ilios, a bexiga, as contraCQOea e a fraqueza
ios orgads, procedida do abuso das iniec-
coes ou de sondas Como auti-svphiliticos
0 arrobe cura em pouco lempo os "lluros re-
cm cono rebel,les- 1 'lvt,'n incessantes ,
1 co.n!,15,lue"(;,a o emprego da copal' iba. I -7 ,c,n I'1"" v'>"<" relroz primeira sorle. superior,
ua cuneoa ou das injeccOes que represenlem e """.soriimcnin, em porrao, arcos novos de pa'..
o virussem neutralisa-lo. Oarrobe I afTec- par'' p,pil- ,,i,os para barrica, que ludo se vende a
teur he especialmente rocommendado con- P"":n "zo""-
Iraasdocncas inveteradas ou rebeldes ao 'omiiigos Alves Mathetis tem
mercurio e ao iodoreto de potassio.Lisboa vendei,
Vende-se na botica '
Feliciano Alves de A
dro n. 88, onde aca
deporcao de garrafas grandes e pequeas ."sdeoilavo.
viudas di aclmente de Paria, de casa do dito l)" geroP'ga "ellio em ancoretas.
Boyveau-LalJr-'
Os lorm
gente Sil,.., n.2. iv,.,!!,-. 1
Porto, Joaquim Araujo ; llaliia, Lima Ir- *u",as ae ll,,,, P,- roslo.
inHos; Pernambuco, Soum ; lo de Janeiro 'enri";s de
Bocha i Filhos; e Moreira, loja de drogas ;
Villa Nova, Joan Pereira de llgales Le le
^OS
oberlose descoberlos, pequenose arandes. deourn
e prata, palenle malez, para bomcm e seuhora. de
un. uoa raelhores fabricles de Liverpool, vnoos
pelo ultimo paquele inclez: em casa de Soiilhali
Alellor i\; Companhia, rua do Torres n. 38.
A 1^1*80 o par de luva
de pellica,
muilo novase muito fresquinhas, chegadas ao ulti-
mo vapor fraiicez : na rua do Oueimado, na bem co-
nliecula loja de imudezas da boa fama 11. .1.1.
He Ionios de patente
ingleses de ouro, desabnete e de vid 10 :
vendem-se a preco razoavel.em casa de
AugustoC.de Abren, na rua da Cadeia
do Kecife, armazem n. 7>t>.
Vende-se superior caf do Rio de Janeiro, por
preco commodo, para liquidar: 110 Passeio Publico
loja 11. ||, .le lerreira & Cruz.
i'ekim.
Esla rica fazenda de Ii palmos He largura he inlei-
ramenlc nova em Pernambuco : fabricada no celasle
imperio, de cuja capital lira o nome. he de uns pa-
droes lindissimos e anda ato vistos at agora : ven-
de-sc pelo baratlssimo preco de >(i00o covado na
ru do Quemado 11. 7, loja da eslreila.
Vendem-se duus missaes romanos, novos, da
ulnma edfccao. or baralo preco : na rua eslreila
do Kosario n. 11.
BICHAS DE HAMBDRGO.
S3o chegadas eslas encllenles bichas pelo vapor
ingle*, que se vendem aos ceios e a retalhn, por
pre^o commodo : na rua eslreila do Rosario n. >
loja de barbviro.
-- Na rua .las Cruzes n. >>, vendetn-se duas e-
cravas. una rteilas de naca., e a outra cabra, que en-
gommam, eoiioham e lavara de sabao.
Luiz Jos de Sa Araujo, na rua do Brum 11.
Moinhos de vento
com bombas derepuxopara regar borlase hai-
a decapim : na lundic.aode I). W. Bowman,
na rua do Brum ns. ti, 8 e 10.
Em casa de Saunders Brothers & C., praca
do Corpo Sanio n. 11, ha para vender o seruinle :
Ferro ingles.
Pixe da Suecia.
Alcalro de carvao.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para sansas.
Dito entroncado igual ao da Baha.
E U'ji completo sortimenlo de fzend
para este mercado ludo por preco commodo.'
Familia de mandioca.
Vende-se superior farinha de Santa
larina, em saccasquetem um alquei-
(medida vellia) por preco commodo:
no armazem de Novaes & C, na rua da
Madre de eo 11. 11.
do algum tempo o trat...
tasse a iiature/.a do maluj
provar incontestavelmieJ.
0 ungento lie ulit. 1. '
nosseyuntj.'
AI pureas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
llores de caneca.
das cosas.
dos mo 111 bios.
Enlermidadcs da cu-
lis em geral.
Enl'ermidades do'anus
LrupcOes escorbulicas
fstulas no abdomen.
Frialdadc ou falla de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Cengivas escaldadas.
Incbaces.
Iiillammacao do ligado
da bexiga.
esta
ifianc.
mente
ito qui
) result.
Que ti
irticulu
. asna*.
i, tammacao
riz.
L lr-
Ma es das pcrnas.
dos peitos.
de olhoa.
Mofaduras .je rcp
l'K-adura de ,..,
de sua
ra en-
giuu-
essi-
;ena
ira!
da ma-
l-.
mosqui-
tps.
I'ul'i'oes.
Quf?imadelas.
Sari-
Supurares plllrid)ls.
'Iinl'a, em quaiqut.r
prtc que seja. ^
Tre"'' de ne,vos
lce**8, "a bptca
_ jo ligado.
- la*articlacoes.
Vea torcida, ou ,10.
dadas as 1 iernas
Vende-se este ungente o estabe|ecjmen.
to geral de Londres n. 2** Ottanq c
loja do lodos os bolicari(,s. droguistas e ou.
tras pessoas eucnrregad"!i de)sua vBja em
toda America do Sel, "avana c llespaiilia.
Vende-se a 8t)o rs. eai,a bocelinba eoBtn
urna instroccSo em por'uguez paia .Xn|icar
o modo de fazer usodesle ungento.
O deposito geral he fi casa doSr soum
pbarmaceulico, na rua da CfOl n. jo em'
Pernambuco.
A verdadeira gra'w ingleza 97^
em b ericas de 15 duzia* de potes: ,.m p,.
sa de James Crablree i\ 6-s "M la Cruz
n. i'2. \
A loja dj. boa
aia
Vende uuij ^r-ito :
em geral, tem
arma/ens do Sr.
alraz do arsenal de mariiili.'un.
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no dilo seu esUbelecimenlo
All acbarasj M comprod.ires um completo
sortimento de moendas de caima, com nins
os melhoramcntos ,\nUDS de||w novo> "
onginaes] que a experiencia de muito* annos
lem mostrado a nocessidade. Machinas de
vapor de baixa e alta piessSo. Uixas de to-
do tamanho, tanto batidas como tundidas
carros de mao e dilos para conduzir forma
de assucar, machinas para moer mandioca
prensas para dito, lomos de Ierro balido po-
ra larinha, arados de ferro da n.ais approVa-
da constraccSo, fundos para alambique
envos e portas para fornslhas, e urna inliin'
dade de obras de Ierro, que sera eiifadi.nh,.
enumerar. No mesmo deposito existe nasa
pessoa inielligciitc c habilitada para recr-ber
todas as eiicommer.des, etc.. etc., que os au-
nunciantcs contando aom a capacidadc de
suas olhcinas e machinisrao, e pericia de
seus ofliciaes, se compromcltem a lazer exe-
cutsrcom a maior presteza e perfeicio
exacta conform idade cornos mode los ou >-
scnios, e uislruccoes que Ihe lerem lorae-
I'AIXAS DE FERRO.
Na fundicao da -ora em Santo Amaro, e
tambem no DEPOS m rua do Brum, Ir-o
na entrada, e defronle do arsenal demariaBa, fc
sempre ura grande sortimento do taixas, una do
fabrica nacional como cstrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fonda*; a eu
ambos os lugares etistem guindastes para carre-
gar canoas ou carros, livres de dopezos (K,
Percos sao os mais com modos.
Vende-*c
tro 1 odas, coi
que ai|ui ha: a roHats do Si. dolrd,
Bourgois, rua.,ova n. l.
e\ccllente raru de iju.i-
un.i dasmeihnreS|Nirdlias
Ricos peotea de tartaruga ,. cabello
Lcncinlios de relroz de lo'''"8'"'"
loucas de I ia para seuliorf uas
Camisas de meia para cria"" C lne"
Meias de seda prela para l";a,* ..
Ricas caixas para guarq.,86"1""3_____,
RJcos eslujos para costura JSIKj
Iravessas de lartaroga para cabello
Hila- .le verdadeirn bfalo
Ricos leques com plumas e espellio SI a
leulesde bofalo para l.rar piolbos *
Rica benecasfraneetas bemvesiifljsif-jWe
Resmas de papel lio mais inferior pouca cousa
Dilo alu.aro muilo bu.n
S I Quademos de papel paquele mallo lino
lirozas .le peiina de aro bico de llanca
I lilas muilo boM sem ser luco d e lauc?
Cal
'1?
Vende-seca I de l.isboaul ti mamen lechegada as-
sirncomonotassadaRussiaverdadsira : ua orar*
dot.orpoSanlo n.lf. Hr-
TAIXAS PABA ENGENHO.
a fundifao de ferro de D. W. Bowmann na
rua dDBrum, passando o chafariz,' contina ha-
ver um completo sortimeriode taixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preco commodo o com
proniptidao: embarcam-se ou carregam-se em acr-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se em casa de S. P. Johnston & C.,
ru* da Senzala-Nova n. Ai, sellins inglezes, chi-
cotes de carro e de montara, candieres e castcaes
bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
ta n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
Qo de vela, chumbo de munico, arreios para car-
ro, lonas inglezas.
Iluzia de lapis muilo Tinos
Dilos para desenlio muilo bons
bandejas muilo finas a .is, i.j 1.
Ilculos de armarao de aro
Lmelos com armarao dourada
Hilas com armar..!..'de larlaruga
Hilas com armara de bfalo
Ricos chicles par -avallo
Ricas grvalas de 1 a
A lacadores de con na para c ac
Peulcs ii.111I11 liuos ra Miaja*
Lsri.ias muilo lina ira cabe ||u
Capachos piulados co.. crj,jos e rod0**0 ,,KI e
Caota* de aro pa'* I" ni,,, d
Kscovas ln.a> para Ul|ha.s ,|n
Dilas muilo linas para ruupa I
l'uiceis linos para ba'ba
Duzia de facas e sarf.'s li.lr
Ditas rain-de balanro mu
Ditacabe de marQra '"
tamisas de meio inmlu 'i>
Ricas aboloaduras par' col
Rilas para palitos 500 '-'
l,-ln|r- ile navallias linas pa
Kspelhos para parede, ""'. I
Caitas liuissimas para r*p
Dila* redondas de l.u I,.r "-a
Papel de cores em \'i di resr'a
Peules de larlaruga para "'"' 'a
Hilos para alar cabello Iafilaai a larlaruga
Luvas brancas e de cores ''ara nontaria
Tpeles para lauleriias, u "ai
i o oulras muilissimas cousa 1"f *" '* hem conheci-
da loja de mitirtezas da bo tama se cnruiilram e.se
vende muilo lianlo : na ru; do Queimado 11. .|.|.
ac.
e
>
K00
NOO
"INI
.".00
JlOIHI
81
:l50m.
:i>joii
liouo,
:,53S
imo
MKKI
:ts500
3aO0
MO
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t-MOo
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' .VIO
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MI
JOO
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SOO
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laseo
"MI
hlum
SOIlll
lomo
1--'i i'1
000
iOO
25 lj *."MI
IJ4IO0
790
I50|,
sum
too
ISKOU
$*tt*t>o iugi^o*}.
arito
sesuperior linda de algodao branca c
de cores, em uovello, para euslora
Southaii Uallor&Companl
Vende-s
em casa de
ruado Torres 11. 38.
TIIESOL'RO PARA PEITO.
Superior chocolate francez.
Bale encllenle chocolale, (eilo ua melhor Tabrica
an. vende-se na casa de A. "
Trapiche .Novo n. J.
A libraI... qnalidade
2.a i.
llebraid, rua do
lobra l.aunilla
baunilla
4 .lila
neasoaa que compraren) ."> libras para
19930
11600
I 280
.. cuna de
qualquer qualidade recel.ero dez por rento .le aba-
limento.

.
ttenco!
s
ru, lu
para
d
ireio ue poiassto.Lisboa. |ennei, em sen escriptorio, na rua de
ica de Barra! e de Antonio Apollo 11. -27,, seeuinte :
tSMftkffiM-^^ d0P0rto' em ,""-
afas grandes e pequeas .ns de 0,tovO-
le de Paris, de casa do ditu l)l, geroP'g velho e
j-Laectcur 1,rua nichelieu Paris. Dilo elimnala do
luanos dao-se gralis em casado a- Enxadasnortueuezas
Uva, na praca de D. Pedro n.82.- In.>u* /'7.",.."IV-'V-
-gales Le.le,
Uto erando, Irancisco de Paula Couto C.
Vende-se sal do Assu' a bordo do hisle .. \n-
gehea .- a Iralar ua rua da Cruz n. 1:1, primeira
andar.
Na loja ila
obras
pre
111I10 para casa.
Sement de linhaea.
Panno de linho d Porto.
Ricos c elegantes pianos.
Fio de algodao da Babia.
Panno de algodao da Babia.
rua do Crespo n. 10, vendem-se rica. -^-> O 8)0 (IO IjOS"
ras de ouro de lodas as qualidades, por menos
<;o .lo qi.eem outra qualquer parte, e allian.-a-se ^sr <-. _.____1 1#
<|iflc verdadeiro
[nn-
, SU-
B CiLHAO DE ESCAMA
Vende-se a do/.e mil reis a ba
caes da alandega, armazem
a ilo/.e mil res a Da 1 rica
da alandega, armazem i
Lopes.
le
: no
Piula
Ch
'Milenio
uiiki a\ulia MUTTD5DIT
lapeos para senliora.
Na loja d* rua do Crespo 11. K). vendem-se
enapeoa para Mahora, groadeniple .le cores
da s,.,la e oulras fazendas de bom gosto
preco do que em oulra qualquer parle '
corle*
por menos
RI A LARGA DO ROSARIO N. 36.
Continua a vender-se esle tarop do quals.io
agente* no Rio de Janeiro os Srs. Vales & Compa-
nhia,rua do Hospicio u. 10), na botina do abaiiu
signado, que garante ser verdadeiro.
Itaillo.lomeo Kranrisco de Souza.
VINHO DOJiPORTO GENI INO.
\ ende-se ptimo vinlio .10 Porto em barris da
qnarlo e oilavo, por preco razoavel: na rua da Ca-
deia do Recife u. 1.1, escriploro de Rallar A- Oli-
veira.
Moendas superiore.
Na fundieSodeC. Starr&C, em San-
io Amaro, acha-se para vender moendas
de canna lodas de ferro, de mn modeloe
construcrao muilo superiores.
Rua .Nova n. IS loja de Jl. A. Caj A C. con-
tinua sempre a ler um grande sorliineulo de obras
leilas de airaiale, lano luperior, cuno mais infe-
rior, camisas francezas, brancas e de cores, gr-
valas, colani.hus,chapeos francezes, dilos de sol de
seda e pani.iiiho.suspensori.is de borraelu.meiu para
senhoras. humeo*, menino*, fazendas para r-zer-se
qualquer obra deenrommenda com a matar preste-1 Relogioi (.IOS d
a que ,,-, ...
.;.* Na rua do Trapiche *<
'..' supe 01 rape' l'i tnce/.a do Brasil,
\j cliejjado recentemenle do Bio de 'J
v..' Janeiro, em qualidade poucodif- 5;
? tere do de Lisboa, ao rWSSO (pie 403
O custa apenas I400 a lihr-' \ 'elle Q
9 ""les (|ii(^ acabe, pois a reinessa Q
vj$ he pequea. ':
Vendem-se sellins com pertences,
patente inglez e da melhor qualida-
de que tem rindo a este mercado :
no armazem de Adanison Howie
&C, rua do Trapichen. 42.
Aiisenloi.se a JK do crreme a preta 1 herer.
srossa do cor,. ,,;., |u|o, com lalhos H M |
bracos, s.gnaes de sna larra, ro.i...
pelas roa, descouli i-se eslar occolla es
reroimneuda se ao rapilics de rampa r
que a appiehendai. levem ao paleo do t>
na da rua de Mor ,,. P,olesU-se roolra
a liver occolla.
50#00dcgra-
ti cacao.
1 "R ,1V*Si' abi," "W-i do 4*o
I de abril do c. 11I1 auno om sea enerara erieol*
de nome Severiu... d* idade jo annos. pone. oMiaai
menos, aliara regular, l.arba branca, be aos orneo
calvo, levou caira e camisa de algodao braaea ra-
peo de pallia, rol escravo do Sr. Jooo Tavar To-
leutiiu. \ Hanm, morador na villa do Pilar lardetra
l.rande ; juica-os elle ler ido para ee lugar por tt*o
ser a primeira vez ; .. dilo escravo foi dcpai* do r
Anlouio Ricardo do hrgn porlanl*roa-iwas ooto-
rulades, canille* de campo, ou a qualaoor peam
que lenha delle noliein. o favor de raplora-lo e lev-
lo a .ua do Cabug. n. I-A. que se Ihe dora a *-
licacao cima marcada, e se for foca desla provincia
se pasaro as despezas da condoccao donde elle t
liver para esla.--Jo- Lerreira dos Sanios pnrlo
Ilrsappareceu 110 sabbado, 1.- do lliipabli.
pelas l horas da (arde, mu escravo c. ionio por nooa*
Clemente, com os sitoa es srguinlos : idade, psaiiL
mais 011 menos, X< anuos, aluna regolar, cketo do
roslu. cos una a embriaga r-se, levoo coica e csaojioa
prela, ro sem rha|*o na Ci.bora, qoandn so prrcuo-
la alguma coosa r,.-i_..,.a ie.poi.der de vista iharoda
no chao, ja ba nulicr. que anda aqal dei.lro da cida-
de: ,H.rlanlorn,.-*. as auloridade, policiaes co-
ts&tp ]?-;, r^r! que serao ree...,,,*,,,,^ geoetosaneole.
Ausenlou-se no dia r.| de outubro
um escravo do serto, peitencente ao Sr
Ignacio Machado dr. Costa, morador cm
Lp.nharas, de nome Paulo, crioiilo. de
> annos de idade, estatura le/Milar
principiando a barbar, vMIa espantad-'
de lenila cm uina das peinas: loi vi-li-
sus|KMta-seipie losse scduzido, e .pie n-
baja acoitado em alguma casa, contra o
que se protesta : roga-se a todas as au-
toridades, capiles decampo epessoa*do
povo, pieuam apprelwnde-lo e condu-
/.-lo a ...a do Crespo, loja |, *
Joaqun Azevedo de Andrade, ,,ue Wa-
tilicara' generosiuiente.
P.-gio no dia :ll da outubro prjimo pasoas o
escravo luir, cr.oulo. ba,|.nle ,, 7^"
cor fula, ten. oa mo dire.t. om do, dedo. ,, '.
lado de om penancio. lem Ma de atnlrt *T
ca az.l o camisa de algodao, *.m c..mo eatcTe -
misa 1.0.. de nseado de quadro, Z77Z
sem. f... eacravo do Sr. Ignoei. Korreira de Mo*.
Lean. voodM. ne.l. pr.c. por se. prorawaoor j5T
noel A.Homo de Saoii.go Lato. : amia, o pear Zr
enlregar n. rua da Senzala VHhi o. ToVWwVo.
ndar. qoe sera paao do seo trabadlo
Desde a: de at.r.J del* anoo ionio om eaori-
l>a de nome Manoel. de idade ti .SZ. laoSTe-
vodo camisa de ahfdlsrtnb. e cale* de naradeTi
falla de um denle na Trenle e urna cicatriz o, L
upp.ie-sf estar em algum lugar porto desla <
mulo de forro, pois roosla ler sida vista oa
dall'assagem. vindo de fra.
Ilesappareceu do .,Hn da Toearaoa. do o. u,.
", ',0; *>- <"> '" do crreme, o mokraao eli-
nlo, Daniel, com 7 a 8 ., de idleriv2rj^
'i..
e camisa branca dealgodio, rha|wo de palha
na. lem os olhos grande* e branqoicaxlo,ra~oAr
muilo negra, e r.ndoala orna Iwnde... ^oaslB oJslB
le as 6 hora, da larde uo ce.nilerio de Sanio AnaorT
rtuem cg,r le.e-o a wo mmtm Caw.no Sm,
Pimenla. que sera' recompensado. *in*ne
d."I.*S "r ,8 d l"W* I*'"5 horas
n.o oqUil| he de naco com os sign.es ae-
gOIBl.esi. cor rula, pouca larha,
quarto dircilo, os pea apalhetados.
lo lado d.rcilo lera algunas coslu
lando calor de ligado, levou calca azu
nseado, camisa azul, chapeo de palha
negro tem um irmSo oue ha ssoaaaaao.
-----^.. ^-v... ., >n.ii..i incale- lie ficii
za e bom desempeuho. em lm qualquer pessoa que
vier a esta loja, lirar.i um fac., romplelo e por pre- UltOS ll
ro mais commodo do que em oulra qulquer parle.
Em casarle ItahcSclimettu" C., rua
da Cadeia n. ", vende-se :
Um grande sortimento de vi sdecs-
pellio.
e Dtente inglez
KA
BOSQUE
I"tos de patente suisso.
Cornos de graxa.
Ervilbas secca em garraldcs.
Vinho do Bheno superior.
Conservas alimentarias de boa
dades.
ludo por preco commodo.
N ivaMi-aSa coiitentt
Conljnua-se a vender aSsOOO o par'prer
i bem ..nliecidasnavall.asdebarba.feilas'i
pusa do
e no pr
costuras
azul de
este
rmao que he cortador de
carne nos acouges da freguezi. de Sanio An-
louio, sendo este o seductor daqurllc -
gundn que se tem sabido ; foi eacravo Sr
acadmico Antonio Rogerio Freir de Carra-
Iho, morador alraz da malriz da Boa-Vi*ta
n". V'1'1, Tm ." mesmo ac1emico de A-
u.fin .' 'V('Z t,,ra"ssc esU eslrd IH*
Ui.to pede-sc a todas autoridades onde a
mesmo for encontrado, o os c.p.taes de cam
POIh.j.,,. de aprehender, ou lev.-lo a os?.
egilimo seuhor abain, assignado na ru.
"aaam,mS"r.0 Jf 1uc enerosament.
paga a quem o trouxer.Bernardo de Ccr-
queira Castro Monloiro.
- Continua a esiar fgido o escravo Antonio
de nacao Cassange, de idade de M annos noo,
mais ou menos, altura regular, cangoeiro no an-
J", cor prela, roslo redondo, sem barba, costas
hmpas, cheio do corpo, e conversa pouco- foi
escravo dos herdei.os do tinado Ceuno < ioncaUes
da Cunta ; ha qusi certeza de andar pan os
partes do sul dcsta provincia, se algucm aeoiUr o
dito escravo hque ceno de que o dono ha de prore-
' der com lodo o rigor das leis contra o acoitador
a quem o eapurar rrniu>l at pagar com genero-
stdade, sendo conduzdo a rua da Guia n. 64 se-
gundo andar nesu, praca, ou no engenho Ousahv.
MaIa na da,re*,W11 deS. Lourencod.
IPftBTANTE PARA 0 PUBLICO.
Para cura.le phlysica em todnsosseus diflereu-
les graos, quer motivada por conatipacea, losse,
asllima, pleuri/. esrarros de saugue, d'or decs-
lados a paito, palpilrcao no corarlo, coqueluche-
_ hronch.i,., ddrna garganta, e (odas aamoleatias
ooaorgao* pulmonares.
aanwn-
casadeAugusloC.de Abren, na rua da Cadi
Itenfe n. .(i.
Vinho do Porto, superior chamico.
Em caivas de 2 dnzias e em Larris de oilavo. i .
cernemente rhegadopelo brisue ..Trovador ; vend. I -
se nicamente no armazem de Barroc. A. Caslro, n Coelb" qne hn, ". ,' ',' "", do <^"
l-ogin bonlem a. 7 hora, da noile um e>
.malo, de nome 1 l.z. allo% ^g"m
on, maicasile |,egaN perna, grossa, nelL
cidao too camisa de |unoazul *naM
d. de ourello branco n.s l.on.breira, e
borla nfrenle coa forma de palito J.
&?* **-**> W ciavo dTs
escravo
corpa.
l.nn.brriras e punoio.
ILEGIVEL
IIE MI ITO BARATO.
' bales de merino de lindas cores com ri-
css palmas bordadas a matiz pelo diminuto Hamburgo: na'rua da Cadeia
preco ue s ; na rua do Queimado n. 22 na
bija da Boa IV, delTonle da Iota da Ba! 'Al.i.Alio barato.
Lama. J ai >wm* elstico* de oad. para antera a 3)000
^^^^^^^ o par : ua pfbea da iudepeuJtuei*, loja do Acaules.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
consirucco vertical e com todos o melhoranienios
inais modernos, tendo vindo no ultimo navio da
armazem n. 8.
pelo .baila BSstfSaotVa ao Si
asar jVtt^gswx
.tecle I. de onlobro de ^r,""e",c I iWlll
MELHOR EXEMPt.
que
ati
Pedro Amonio Ieiirira lio
KdbTah
PKRN.: TYP DK M
inaraos.



*>.


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