Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07627


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Full Text
ANNO XWI1 li 2(il s
Por 3 mezes adiantados* 4$000.,'.
Por 5 mezes vencidos 4'500.
Ol \I

\
ia mu t mmm m ..
Por anuo adianlado I5f000.
Porte franco para o subscriptor.
BNCARMEGADOS l>,\ SUBSCRIPCAO* NO NORTE
inhiba, e Sr. OtMaio T. da Ruindad* ; Kami, o Br. Joao
quim I. Partir Jnior ; Araeatjr. Sr. A. da Lamot Braga ;
Caar, Ir. J. Jos da Oliveira ; Minnhao, o Br. Joaqun) Mar-
vm Bodriguei; Piauhj, o Sr. Domingo! Harculano A. Peuoa
' arase: Par, Sr. JualioilDoJ. tamoi,'Amaionai.oBi. Jara-
n jme da Cm.
PARTIDA DOS COItltElOS.
Olala: tortos os din, aa 9 e m'-ia borai a> H.i.
Iguroaa, Uoionaa l'.,r.,i"l'.< : n.u *.-_:iinl <- seitoo-felree.
6< lati, Reterrua, li.mil .'-Miitn, Minien GaraabaM : "> lenja-felra
5. laMpeafa, C..I.-.1 til,,. Kaaorelh, I.jiiiii.-iro. lif-j,,, Peseociro, faga*
ira, Flora, vhi.i-1!, il.i. Bm-Vuu, Ouiiuiv a Ku : un faarua-fairaa
Cabo, Ipojaoa, Smaklai, Ri*>-Poraotf, La, Ilarrelros, Afa*>ProUi
PieKoldroa N.u.1: eaifMaa-fairas.
I -i o iorreioa parlcrn '- IN h*rjis da m.nt, .?*.)
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio segundis quintal.
RalHao : lercai-feirai nbbadoi.
Filiada : quarlas aiabbadoa ai 10 horai.
iuio do eommercio: legunda aa 10 horaia quinlaa aa rnaie-d ia.
Juio da orphaoi .- segundas quintal ai 10 hora a.
Primeira ?ra do e/val .' ugunda itilai a* mtio-dia.
Sguada vari da nr.l; qutrUI labbadoi aa maio-dii.
EPDEMERIDES lio MI./ DE XOVEMBRO
' Quariocreieente ai 3 horai i minutos a 48iegundos da t.
*1 Lachaia ai 7 notas2:t minutla 8 legundoi da m.
MI Quartominguantaai N horas. 1., minutle 48iegondoi da m
"7 La nova ai *2 hora a, 24 mi nu toa, 48 icgundoida tarda.
PRRAMAR DE HOJE.
Prlmeira a* in horas e !> minuloi da manha.
Sigunda ai II hora e 1K minuloi di larda.
DAS DA SEMANA.
3 Srgundi. Ojiunrmoracao de lodos M Seis defunctos.
4 Terca. S, CarknBorroncu are. card.
,'i Quarta. S.s. Zaehlrill e Isabel pas de S. Joo llaptista.
li Quima S. Severo b. : S. Alineo ; S. Leonardo eremita!
7 Serta. S. Florencio h. Ss. l'rosdoeirno e Achilen Bl>.
X Sabbado. Jejum. S. NioHtrale m.
9 Domingo. 2 Pairoeinio da SS. Virgen Mi de Dos.
i:\( AHIIK.AUOS DA M l:s< lill'i \o mi si
Alagoai.o Br. i laudine Falro Dial ; Babia Br. B.
lio deJaneiro,o 8r. Joe Pareira Martin.
wMTM araoiAi,
GOVEENO DA PROVINCIA.
Expedirme, da da -JS ala outubro.
i. Seceso. Palacio dogoveroo de Pernambuco, i
de nuveiuhro ile lNti.
Hous membros dessa mesa parochial viiram com-
municar-nie que concluida hoje a terceira chamada
d oanles a meia hora depois de meio dia, o joiz
da) paz presdeme da referida mesa, recusou prnie-
CtllicioAo hxm. marechat commaudinte das der a ronlagem das cdulas que manda o arl. t!) da
armas, inteiraado-o de liaver, ein vista de sua lu- le regulameutar de l!l de agosto de IfSiti, e prelen-
lormarao, concedido mn inez de lirenra ua forma de que nito he obrigado a continuar os irabalhos em
l.i le ao capliaoda repartirn ecclesiaslica, padre diee seguidos, mas que os pode inlerri'mper, leudo
Aulouio de Olivuira Antaaes, par cuidar de seus lodo o mez de novembro para conclui-l"s.
Pvesla dala Ihe ollicio declarando que eleve elle a-
inanhaa mesmo continuar os trabadlos d mesa eje-
cutando pontualinente os arls. 49, 54 e eegnintes da
le cima citada.
Cumpre que Vincs., no caso de nao conparecer o
inleresses iiessa provincia.
DitoAo iDrsmo, recuinmendando a expedirn
de anas orden, para no dia rtl Oeste rooz os diias
horas da tarde se passe mostr ao I.- halalhau de
infamara da guarda nacional destacada, vislo as-
-iin convir ao aervico.^-dlhjaou se ueste aaaHaV < | rafcrirlo joiz, convuqneiii o aen in.meH,;,i em votis
Ihesouraria de fazenda. Tiara presidir a eleicSo, cujos Irabalhos nao derem li-
DiloAo ehefe de polica, declarando, que trans- car iuierronipido
mittio .i Ihesouraria provincial, par.i ser paga, es-
tando nos termos legues, a conla que S. S. remel-
len das despezas felas com o cai.im-nlo e concerlos
praticados no interior da cadeia deSerinhaem.
DitoAo inspector da Ihesouraria de fazenda.
au(orisando-o a mandar ellecluar sob a responsabi- '
lidade da presidencia os a liantameutos que se man-
dou l'azer aos cnmmandanles dos iuviosr da estar;io
naval, alim deeslarem habilitados ,i forneccr de ra-
ees frescas a< respertivas IripnlarOei
Icos guarde a Vincs.Sergio leixeira de Macedo.
Srs. membros da mesa paroclnal da Varzea.
A IUKEJA DA ASSIMt'CAO E O AltS
HISTRICO, EM HOSCOW.
i Dou-vos prensa em vos fallar da cathedr;
Dlo-Ao conego Joaquina Piolo de Campos, i,,- ^HS^STS ?". "" q<"> 'l^" np"s
. i.niii-iii .ri.ie. sao coroados na imperadores, i quc
dentro du al--
leiraodo-o deohaver desgnala pra. uus termos
lo arl. -20 do regalamenlo de Ji de feverero de
IS3.I, fazer parte da comuiissao de julsamenlo dos
o\ames de preparatorios.Conimuiiicou- rector da l-'aculdade de llireilo.
DitoAo coininaudanle da estar-ao naval, dizendo
qoe tome a respeito da falta de foguistas as medidas
que Ihe sugeerir a sua experiencia e zelo, inclu-
sive qualqucr razoavel desposa com premios ou eu-
gajamenlos, da n.il toma a responsabilidade, indi-
cando Sinc. a quanto deve montar.
DitoAo director das obras publicas, antnrisan-
do-o a receber definitivamente, nao M a obra do
dcimo Unco da estrada du sul. mas lambein a do
quinto lauco da estrada da Escada, pausando ao
inesiDo lempo os competentes certificados, atitn de
que os respeelivos arrematantes pnasam baver da
Ihesouraria provincial, pan o que licain expelidas
as convenientes ordeus, a imporlancia das presta-
ees a que lem direito.
DitoAo commissario vaccinador provincial, re-
metiendo para o lervico daquella reparliro un ni-
volncru couteinto laminas de pus vaccinieo.
DitoAo inspector da Ihesouraria provincial,
mandando entregar, mediante lianr.i doea, ao vi
gario da fregnezia do Buique. .los Teixeira de Mel-
lo, a quantia de (ilMI'S rs., por cotila da consignarlo
do art. li da lei provincial do orrameiiln vigente,
para a conlinuaco do* obras da matriz daquella fre-
gueria.
DitoAo mesmo.No reqoerimrnto em qu An-
lonio Jos Itodrigues de Suiza Jnior, Joaquim Pe-
reir Arantes e a viuva de Fortunato l'ereira da
Fanioea Itaslos, eslabelecidos com casas de vender
bilhetes de lotera do Rio de Janeiro, recorrem pa-
ra mim da dcciso dada contra elles pela junta des-
ai tbesoorana, acerca do imposto que os supplican-
les devem pasar pela industria qoe exercem lancei
o segiiinle despacho :Aoa loppiicantea devem ser
ilescnntadiis por meio de coinpcusacilo no auno se-
guinte os dias ou mezes, em que por facto da aulo-
ridade publica loram impoasibllltados de exercer a
industria, sobre a qual era laucado o imposto, por-
que 3 regra estabelecida pelo procurador fiscal de
ser o imposto aen pro. devid > iolegralnieate, nao di-
vo ser applicd no caso prsenle, em que a cir-sm,
ruiiiilaucia siflijrveulCiu.-, que privn o coll-"larlo jl,
de usar da cou-.i porqut.' pagou o imposto, he om
un dias atlrahira' a alteuro de t,'ij
o mundo.
ii Este monumento he a crearn maii fmages tosa
e esplendida da archileciura bvzaulina,' e alii be
guardada com particular detroedo e raspeito a nioia
santa das saulas imageus do imperio, a Santa Vir-
gen de Vladirairo.
" As cpulas sio susleuladas por elevadas e ma_
gestusas rolumuas caberlas de V'li"a- a fresco,
ornadas urnas eoulras, assim como as paredes, oe
qiiadr,|.< sacrus.
ii O altar-unir fica i esquerda da entrada, e es!*
iminensa parede be luda revestida de esmaltes. Can-^
lelabros gigantescos de prata macissa. como os lu'-J."
tres delicadamente cinzelados peudenles da aboba
das do templo, ornara a entrada do santuario.
A esquerda do altar esta a iuiagem das Virgen)
ajuntar-se mais dez mil, os qnaes collocados sobre r a Para consagrar a memoria desta bella alliliide
estrados, verau ebegar a porta da igreja u cortejo I do povo russo durante toda a lula, que felizmente
imperial e as equipagens dos enibaixaoores. 'acaba de se concluir, S. M. dignuu.se, em recom-
imparador revestido cora o manto soberano,! peusa deisas laeanhas, assim como em attennio ao
de coroa na caliera, empmihaiido o aceptro e o glo- > futuro, instituir urna medallia coinmcmorativa que
bo. Descorrer' o Kremlim depois'da reremoma, e devera, segundo o regulamenlo, er Iraaida pendeu-
H se distribuirn! au povo 70,000 bilheles para pre- i te de urna lila de Sanio Audr, de S. tieorge, ou de
S. Vladimiro, por lodos us seus subditos que eslive-
EM PF.RNAIIBt <:0.
O P ropriiu rio de DIARIO Haneal Figaairoa de Feral, as
rnria.prafa di Independencia ni.lag.
livra
senciarem esta ultima rrromoni.1 de lio fausto dia.
Estes bilheles vemlem-se agffa de 50 a 100 rublos
:t(i.i72.? ris.i
i.iii.iinlo san da ejtfre'dral pude ir visitar o grande
arsenal histrico no qual cslao agglomeralos os
mais pr lesos monumentos da historia u'a Itussia.
Andel sv nesse labyrintbo, guiado por un empre-
gad_p russo cjue se empeuliava obsequiosjinenla por
rie explicar em ron liendia. v-
Depois de baver atr.ivessado urna grande sala on-
de se veem apparelbadas militas pessas da arlilha-
ria de brouze, ah vi os retratos do Podro, o grande,
de Eathariua, de Isabel, de Paulo, de Aiexendre,
de Nicolao, e de...Napole i ..ni-1 realmente eslraulieza mostrar o retrato do
imperador dos francezes revestido com o manto im-
perial, n'um arsenal russo.
He verdade que n'oulra sala vi urna estatua de
marmore do mesmo personasen] entre os relrotos
de l.uiz lt". de I ranea, de Jorge 3' de Inglaterra,
e de Alexandre I".
He mu digno de mencao un retrato da grande
Calliarnia, woslida de liemem e a cavallo, de espa-
da rM mito. Parece bein a grande soberana de
quemxo visconde de Segur, pedindu-lhe a impera-
Iriz dex fazer um quartetm com estas rimasamour,
frotte, lombour, note,dizia :
De loul ne monde ici Calhariua a t' amour,
Au cbamp d'houneur mallieur qui s'y frotte ;
l.a reiioim est son premier lamboor
El la pos e sera son garde-nole.
.Man p lente vaem-se urnas ao lado das ontras
as carro ^ue tem servido por occasiiio da sagra-
rn dos czars. Nenliuma vence em inagniliceiicia
a qu liguraram no cortejo da honteui. Ah se eu-
tyt n peqiienus carrinhns mui graciosos que ser-
vir! a Pedro o grande quaiidu errtica ; outros
ond s imperadores
acto da autor,,!:,le. O qoe communico a Vmc. para mZS? V" lc".V ,".'','? 't'"'U" V ***** *
sen coul.ecimenio e direecJo. V IT, dos ar,?,' V Mouomach. o, turau-
l.ilo-A Jas Aiitonn, di Porcioncola l-asge, de- Jus re'b"P,w- c"Jelri' -> ""
iam para as cacadas, e outros
... anda, r iue conduziam os pratiarchas as igrejas. Tu-
le que cima fallei. e que se pode chamar o palla-' do isl 'Ve pilorescoe uiteressante, mas esla um puu-
tio do imperio, i'ouxe-a a Moscow o grao-du- c0 "r,a"'"
Perto desta, fiea outra sala, que esta' muilo hem
alerrnlha'i'ai.....,ie s, Uar,|aiD os throuos nos czars ;
algnns dell < ,iff, ,je u(n Va|or immenso como obras
de arte, lia tn particularmente que mais atlralie a
atlencao. "e tolo de inarfun, admiravelmenle rin-
zelado, e foi 'merecido pelo imperador grego l'ho-
tnaz Palelogo a0 czar Joao :( UII1 oulro orllaj
de linissimaji>,,ral.la_ r,p.1.,.ce a Ui^oel Kedoro-
Nihli. rTnalmciiU' uota-sc um que encerra um es-
cu*erijo, onde se mellia a irmaa de um cz o vir o que Ihe diziam nas audiencias e dilarIhe o
1"je havia de responder.
Keeta neama sala vi bengalas de ouru. de prata
de madre pe, ola. de bano, de ehrislal, de osso de
n,ainmoulh adornadas de pedras linas, perlenceu-
les cao t-ausa inronlestavelmcnte o junco da India de
1"e *a servia Pedro o grande para dilar'a lei aos
h ".ir.!,,.._ e rlizer-lhes era phrase enrgica o dito
celebre de l.uiz 1 i- :(l estado sou eu !
Subimos depois um., mageslosa escadaria, e e.1-
,r.Hmo;i alravz de magnilica> portas de ferro, que
dirieis obra do Qointino Melsjs, nas salas tilde se
veem smontoados os cbjeclqs mais ricos, .iqui leu-
des .innaduras histricas Hm guerreros de cera,
t'op lieos de espingardas de Ipecas de artilharia, de
l"sl.'->|as, e alguns driles rjeojenooto n.u paredes a lir-
^^rrrrpeniii ou guia da las caberas ; 'acola g"oal-
.napas ecapotesile pannos linos e vi-tsos alma-
nos de pedras precio-as ; mais para ilianle as ban-
Iriras aben;oadasqoe os oxtrcitoa russos linbain em
que Madirniro, que foi quem iulroduzio o chris-
liauismo na Itussia ; e no decurso de cinco seculoi
nAo deixoo, sendo por um instante, bem se pode
dizei, de oceupar o sen primilivu lugar na auliga
eathedral. Foi em ISIJ. As tropas retirando da
ridade em chammas, levavam Mrsigo o prerioso
symbolo, altrihuiram a sua divina influencia u
desasir dos Francezes, em lleresino.
A Virgern foi reconduzida em Iriumpbo para a
sua casa devastada, m depois que, graras a sua po-
derosa iilerressaii. o :in,iK>ii homeos, restos do
grande exercito, pmaram o Niemen. Iloje ah des-
canca n'um relicario de ooro macisso. ornado de
lina pedraria, lado avallado n'um milhao. Na sua
fronte brilha urna esmeralda do tamanhu de urn
ovo de poiiil.a. e sobre a custodia mide esiao encer-
radas eslas riquezas levanla-se nma cruz de dia-
mantes, sendo cada um delles de immenso valor.
I oda a igreja corresponde a esla maguilicencia, e
o eslrangeiro mais desdenlioso desles esplendores,
para olluscado no limiuar do templo. Ouaudu cen-
tenares de cirios illuminam a igreja; quaudo nu-
vena da Incensse elevara ate as abobadas, quaudo
narmeniosos ceros invlsieeis espalham as mais sua-
ve, relo dias por toda a implidao do templo, deve
sp|ilir-se mili ilassni impreaaos que licain par sem-
,re gravad,,- na memoria, e qoo por um tnooienlo
tlrahem a feos cspiri,fajt inaio ineredolos.
l'aio em
legado aupplenle em evernciu do lermu do Bonito,
declarando que Iransmitlin a Ihesouraria da fazenda
paro seren pagos, estando nos Icnnos legaes, os prels
que Suic. reinetteu da guarda nacional destacada
naquella villa, relativos aos me/es de agosto e setem-
bro nllimos.
PortariaCoucedeodo ao guarda da alfaudega
Flix Paes da Silva l'ereira, -J mezes de licenca com
ordenado na forma da lei. para Iralar de sna ..lurte.
Communicou-se ao inspector da Ihesouraria de fa-
zenda.
i.a SecrSo.Palacio do governo de l'ernambuco
de novembro de IK.">li.
De novo se apresenlarara ueste palario dous dos
membros da mesa parochial de que Vine, he presi-
dente, como juiz de paz mais|vola.!o, para fazerem
repreienlares conlra o proceiiiuienlo de Vmc.
.Sem decidir que Vmc. lenha lulo o comportamen-
lo de que be aecusado, passo a recominendar-lbe,
que curapra os seus d>verescoui a lealdada que se
deve esperar de um humen, de sua pstele social.
Dizera os membros da mesa cima referidas, que
apezar das recommendaccsque hontem verhalinen-
te Ihe li/ na presenr;a delles, Vmc. rerusuu buje re-
colher a urna e mais papeia n'um cofre, cora duas
ihave-, que Ihe foi oll'erecido, e deixou ludo abarlo
em cima da mesa na iareja.
Dizera mais, que concluida hoje a terceira chama-
da a meia hora depois de meio dia, Vmr. recosoa
proceder a coulagem da cdulas que manda o arli-
gg i!l da lei de 19 de agoslo de IHiU, e pretende
que nao he obrigado a continuar os Irabalhos em
lias seguido", mas que os pode inlerrnmper, leudo
lodo o mez de novembro para conclu-los.
I.ogo oue este meo ollicio Ihe for entregue, com-
pre que Vine, faca recolber a urna e mais papis
denlru de um cofre convenientemente fechado, por
que assim o manda a lei.
sen-
lava o palriarcha, e de que o metropolita sc'i occa-
pa/w degraos, desde que o consellio do aynodo subs-
lituio o supremo poder do papado russo. O.cupar-
me-hei parlicularmeole da ornamenlacao especial
para a aagra-.au do imperador Alexandre.
i I rnaspaeoao ostra lo alcatifado de velludo car-
uiesim rom franjas de onro, para o qual se sobe por
doxe graos orrupa o fundo da igreja.
ii Ni prmeiro e no ultimo degrao veem-sc aguias
deouro. Sobre o estrado licara os Himnos de Joilo
III, c de Miguel Fedoruvilcli, desliuados ao im-
perador e a imperalriz.
i A' esquerda do Ihronii acha-se nina mesa cuber-
a com urna lella de lio de ouro, na qual se collo-
caram as insignias imperiaaa durante a ceremonia.
Sobre o Ihrono ha nm dorel de velludo carmesim
bordarto a ouro. leudo mu qualro cantos coroas e
agolas, no centro ramalhetes de pennas de aves-
truz. Todas as lapecarias tem a firma imperial em
campo de ouro, e sao ornadas de aguias, cruzes e
arabescos.
As armas do imperio circundadas polas dos rei-
nos le hazan. de Aslrakan. da Polonia, da Sillera,
da Taurida, da Georgia dos ducados de Kiew.de
Vladimr, de Novogorod e da Finlandia, apparaeem
no centro do forro do docel, e nos ngulos a firma
do imperador cercada do c .llar de Santo Audr.
E-la decorarlo lie riquissima, e nao contrasta
om a esplendida visiuhanra da Virgern de Vladl-
raiio.
A iraperalri/ mil Alcxamlra Pesdorov.ni Deca-
para' a direita de seus lilbos o llirone de Alcixo
Mikliailovilch, debaixo deum docel de velluda car-
mcsiiii, rom a sua liriiu bordada c ornada de aguias
le ouro.
As columnas entre as qnaes fic.im os throuos, es-
l.ln forradas de velludo at a altura du uucel. Em
redor armaran as tribunas para os membros da fa-
milia imperial, para o eorpo diplomtico, para os
cnn-ellii'iros do imperio, allos dlgnitarios da casa
rain ao servi;o civil ou militar, que tomaram parte
uos aronlecimentos da ultima guerra.
ii Estas medalhas conforme as que o imperador
roncedeu cm particular aos heroicos defensores de
Sebastopol, que lizeram a admiraran do mundo pela
mais atorada e pertinaz rcsisleucia de que os au-
naos das naces lem conservado memoria, recorda-
rlo a i i-.'rri i,, :. as virdulfs goerreira. e cvicas de
que a Itussia deu exemplo por eecasiSe ila crise na-
cional que iiiabalavclmenle afrave'ssnu.
o Os militares qoe derramaram o sen sangue pelo
paiz, as milicias populares que instantemente surgi-
rain do solo da Russia, o clero, cujas palavras clo-
queles, e randade sem limites, nunca abandona-
ran! a eausa nacioual; a illiistre nobreza rusa, que
a exemplo dos seus autepassados, anda urna vez se
moslron no meio das lileiras dos valerosos e dedica-
dos ; as claises commercianlcs. induslriaes, e ope-
raras lualmente. que to grandes e lao nobres sa-
crilirlos lizeram a sua patria meacada, lodos tecm
igual direito ao recooliecimento do Imperador, que
solemnemente Ibes agradece ueste dia, pediudo para
a ii.ic.in iiiteir.i a benr-o da Heos Clemente, na es-
peranza de que dentro em pouco permittira a S.
Magestade acabar at aos ltimos vesltgius os males
publicus e particulares que a itussia lao dignamente
solfeen.
i Para comprir esle lim sagrado, o imperador
principia concedeudo grandes iimmiiiidades s pro-
vincias de Taurida, de khersou, de Ekalerinoslaw e
de Arkhangel, assim como a todo o lilloral do llal-
lieo, e em geral a lodas as provlucias que mais par-
ticularmente soffreraui o peso das ultimas carapa-
nhas. Alvm dissu, e cun o fim de entender tanto
quanto for possivel o circulo da sua liberdade. S.
M. quiz conceder tambera a lodo o imperio os be-
nelicios de urna medida geral, cuja importancia nao
pode comparar-se pela immeusa exteiiro que com-
prehende.
i O imperador liherlou a llussiaioleira lodo o en-
cargo de recrutamenio militar, ede coiiscriprio, por
esparo de qualro anuos conseculivos, a menos, o que
Dos nao permita que as neceasidart.es da guaira nao
obsten) a esta disposir/o. Fiel ao mesmo pensamen-
10, o imperador na siia snlliciiude pelo bem estar dos
seus subditos, ordenou ao ministro da fazenda o in-
mediato comprimento de um novo recenseamenlo
da popular-a., do imperio, para repartir equitaliva-
menle o imposto de capilarAo, que poderia pesar de
ama maneira di-proporcionada sobre certas classes,
coja cifra lera mais ou menos iliminuido snnsivel-
menle, em coiisequcncia da gue;ra e das epidemias
que as devastaran!.
a Sua magestade ordena lambenKqne os nipos-
Ios em aira/.,, cuja importancia se leva pelo me-
'is a ->\ milboes de rublos de prata, cuino as
mullas particulares sejam remidas.
'i Emlim pela mesma rtisposicao o im| or dig-
noii-se abolir i. posto (t aqu laucado bre os
pas.apOartes para o eslrangeiro, conservando >enaa
um iliriMn de sello a favor dos invlidos.
o Bltnmdendn depois a sua clemencia sol ina
paia os criminosos sentencia dos pelas jn-lir.is suhll-
ca, sua mtagestale enneerteu a lodos aqu.1es cuja
conduela Itun sido irreprehensivel dei>)is da sua
condemnarac, yyu n perdrto, ou urna commulacao
cousideravel nVi suaa senlenras.
Ouaiii., aos roiideniiuuto polticos, tanto aos
Amanliaa mesmo. Vine, deve continuar os traba-1 "".I"1- ''""l" '' da imperal.iz e eslran-
i?-iros de distuicran.
II,os da mesa execulamlo puntualmente os artigas
19 e 51, eseguinles da lei acuna citada.
Nao lie i, 'mull tu inlerromper us Irabalhos elei-
loraee, e estn li, \'mc. tucommodado ou impedido,
(leve ser cbamado para presidir a mesa, e continuar
esses I ral,alhos o juiz de paz iininedialo em votos.
I m proceder caprichoso ou o esqueciinento das
prcscripres da lei, iio podem ser agradarais ao
governo Imperial, que desoja ver nas elcicies a ex-
preslo da ventarte nacional, e nao o resultado de
manobras, embostes e fraudes contrarias a decencia
e i honra.
Firmemente creio a Vmc. incapaz de recorrer a
esses meius, sal,sudo o seu alcance, c por lase bei
por milito recoramendado um cuidado muilo escru-
puloso em curaprir a lei. e nan dar motivos a que
se ponda ero questao a sua probidade e obediencia
a lei.
Dos guarde a Vmc. ele.Sergio Teixeira de Ma-
cedo.Sr. juiz de paz presidente da mesa parochial
da freguezia da Varzea.

PAULO DE ASPREMONT.
(v01tii>.
POR TllKOPIIII.il (AUTIRIU
II
Paulo de Asprcmonl, depois do ter ianlado em
sua cantara, pedio urna calera. Ha seinprc algumas
patadas em lomo dos gran es holeis aguardando a
phoalasia dos viajantes ; o l,- de Paulo fui. pois,
ruinprdo immedialainenie. Os cavados de aluguel
napolitanos sao magro, a ponto de fazerem Rossl-
As primeiraa silo forradas de velludo carmesim ;
franjado de miro, e as ontras i\n damasco encar-
nado. Os lugares para a cleresia, os degraos do al-
iar e o proprio pavimento da igreja, acliam-se al-
catifados de estofo da mesma cor.
Imagine-se'lodas estas lapecarias vrrmclhas e duu-
radas nesle templo cujas abobadas e paredes bri-
lliim rom os relosenles ornatos esmaltados, com as
tinas pedreras e pintoras a fresco de brilhanles co-
res, p assim se pude fazer idea al cerlo ponto, do
que he esse esplendor fabuloso, e linda islo be ape-
nas a'rnoMnra do impouiute'quadro que se prepara
para domingo.
1 ni arl isla russo, de muilo merecimento, Mr.
T\ mu esla' encarregado pelo imperador de repro-
duzir na lella esla scena sera igual entre as pompas
; que tennis valo no nosso seclo.
O espectculo todava nao se limita ao interior do
templo. \os centenares de felizes que poderam
i gozar da scena que se passava un interior devem
lagre da-se lodos os dias em aples, e niiiguem les-
; leiniinha sorpreza por isso.
A caleca do enbor Paulo voava alravez da mulli-
! diln ii11- o" a rasando as lujas de acquajoli com gri-
j ualdas de liman, as cozinbas de peixc frilo e de ma-
| rarrons ao ar livre, e os monloes de melancas e ou-
tros fruclos dispostos nas calcadas como balas nos
; parques de artilharia. Apenases lezxaroni licitados
ao longo das calcadas, e ambarados em seos capo-
les dignavain-se de retirar as pernas para snblrah-
las ao alcance dos eavallos ; de quaudo em quandu
passava nm rorrtcolo alnlhsdo de frades, amas, lar-
rliin e gralos Correado ne meio de urna novein de :
poeira. Os .mriroli cslao agora proscriptos, bel
prohibido crear novos; mas pde-se ajontir urna i
caixa nova a rodas vellias, ou rodas novas a urna
caiva velha, meto piigenhoso que permute a estas
earroagens extravagantes durarem anda mullo rom
grande satisfarn dos atnadures das coalas antigs
lucae.
Nosso viajante dava ponca atlencao a cssa espec-
iando animado e pitloresro, que de cerlo leria ib-
>mole'k e em Wilna. I'odos estes objeclos sao
iuleressantes,le ba.lariam para enlri lu um curiuso
M nao ti ves.e de admirar rintrai uiaravilbas.
l.ma sala espacosa esla' chela de aparadores e
i,uletes com as baixclias dos, imperadores. So ai|ui
ha valores enormes.
A Russia lem passado por diversas revoltijocs
polticas, mas anda nao lev#| una rcvulncOo social ;
e os Ibesouros dos seis seclos cons-rvau-se intac-
tos dentro das muralhas do velho Kercinlin. lodos
os msculos da (Europa nao chrgariam a rennir
lanas lacas, amphoras, bacas de ouro, de prata,
de esmalle. adornadas de pedraiias preciosas de to-
dos os tamandoa e de Indas as cores. O curioso
sabe como off'uscado desta sala, mas anda lera mais
que ver.
Depois o curioso passa com a eabeca desenliarla,
ao pe da maca onde foi confuido Carlas \ll de-
pois da soa gloriosa derrota de Polla*. Ah se
admiram centenares de objeclos que perlenceram
loa czars e ainuiiloados nesle rauseuados soberanos
tao brilbanle como o que agora foi creado uu l.ou-
vre: depois entra-se na sala onde se achara reuni-
das todas as antigs insignias da realeza.
Foi abi que vi a coroa guarnecida de pelles que
servia na sagracio dos gran-duques da Russia, a
c-ulea de ouro que pesa duas libras ; oa sceplros de
lodos os soberanos desde a mais remola antiguidade
e tambera ah se v a lamosa sella uflerrcida pelo
iiillao a Calhariua >.
Nesla sala, onde tudos esles liquissmus objeclos
esiao guardados por simples globos de cbristal,adia-
se igualmente a coroa de Clharina que servir'
na sagraran do imperador. Compe-se de perlu de
:l,000 diamantea engastados em ouro, leudo sobre-
posio um riibim do tamanhu de nina noz. Ao lado
da mesa sobre a qual se ostenta esla preciosa in-
signia, um onrives limpava u seplro do czar de to-
das as Russias, urna vara de ouro ornada de 2U8
diamantes, de 30 saphirase de 15 esmeraldas. Tim-
ben) abi vi o globo e a rru de ouro postas sobre
urna almofad.i : parece que niuguem receiava que
todas estas preciosidades podesieui tentara cubira
dos esperuladores.
All peno, e a um canto vi as ultimas buUs que
usuu o imperador Ivicolao. Uaqui a alguns seclos
esla reliquia histrica sera' ao mesmo lempo um ob-
jeclo de arte acerca do qual os archeologos produ-
cirlo as mais curiosas e eruditas dissertaroes, que
talvez venha a ter minio- nomes barbaros* era gre-
go c era latim.
Jornal do Commerrio de Lisbo .
;;randecaniinlio, e tojos volLim a l'aris para pedir
grande ridatie as fustas da nova eslacao.
Assim, os Ihealros vio recobrando os seus ares
alegres e brilhanles, e ei-los que resplaudei^ni ao
mesmo lempo com os sous meiores ariisias e com
as sitas multidcs mais ofegantes.
0 tliealro italiano so antitinria pela publicaro
das suas illuslraees, lanra multido os notnes de
Frcz/olini, Alboni, Mllc. I'icolomini, Madame
Cambardi, Mario, Carriol), Bllislra llalli, Salieri.
Maihieii, Lncchesi, Eucdiiiii e Gaziani.
A grande opera ronirriui as suas sotemntdades
dcsic uvernocom as eslreastle Mad lor^l Mamo
no Pruplteta. Estas estreas sao as mais magnifi-
cas de que nos lumbramos ; grande cantora exe-
culou vicloriosamente as difficuldades que su elevam
oto ella na eslrada da sua nova carreira ; a voz
lmpida e puraque possuu e quesemprecantata um
italiano, diz maravilliosainonlc c sem acrento o pa-
pel Je I'i.las.
n Guillierme Tell, depois de muilos- annos
de mutilcnes reapparcieu nos qualro actos em to-
da a sua perfeirjo no meio dos applausos unni-
mes dos amadores.
O Trovador i, vai appirecer sobre a'gramle
scena, e Verdi prolonga a sua residencia em Pars
para preparara repres-nucaoda sua obra quesera
confiada a duas cantoras que nesta produccao obii-
veram na Italia os mais bellos triiinipbos, Torglii
Mamo e Medori ; (iueymanl representar o pa-
pel de Manrico, Bonnehec o do ronde de Luna o
Derviso de bvf. Pata que a pera cucha todo.c
espectculo, o maestro deve accresceniar-lhe una
overiura, um do para Borghi Mamo o Bonnebe,
nm grande final e um divertimento de dansa ; as-
sim deuiro de tres mezes ou tois tardo haver no
repertorio da opera urna obra prima de mais.
A opera cmica continua a Estrella do Nor-
te, Abra Cabe) cania Caihana. 0 theairo
lyrico torna a levar scena a Fauclionnette de
Clapisson, deu una nova opera em tres aclos, os
Dragos de Villarstle M. Maulan.
A scena se passa no seculo do l.uiz XIV, depois
da revogaxcafo do edicto de Nanles. quando os dra-
gues de el-rei perseguiam os reformados : Rosa
Frique!, urna rabreira ama a Syhatio, um man-
cebo da sua aldeia que a adora loucameniu, sem
que elle saiba. Sylvano un dia leva soccorros aos
infelizes fugitivos, e como Ron eneonlta os mulos
que elle deixou no caminho dos dragues, ella pen-
sa que este indicio poderia perder o pobre rapaz,
e conduz os animaos para as quebradas. Sylva-
no nao cotnprcliende, se inconunoda excessiva-
n.on le.
llosa faz vil iravessuras aos soldados para pro-
tejer aos infelizes fugitivos, c como ella naopo7 a
aldoia na conlideucia.lira milito mal vista,e he so-
mente no lim que ella encoiitra a estima de lodos
e a mao de Sylvano.
lia muilo talento na parlicjao do oven conipo-
IIle delicada do escriplnr lid militas vezas compro-
tnettida [,elo paradoxo das sibiaces, e Mr. Ilen-
rique de l.aciolelle pode ter urna compensaro.
N'uma palavra os actores fizeram o que eslava
ao seu alcance para proteger esla primeira eslrea,
i'eprescnlarain rom a unidade que faz a gloria do
tliealro franeez.
O deon cieno Medico d'Alma, um drama em
cinco actos de Len (uillard e de Manririo des
Vignes. um drama quelicou a quem das exigencias *ia* "**** iue
c," H- c- ,,,,m ^..,,,.,,,1,.
que perleiiceram( a. suciedades secretas des. .berta sitor queja >r-i RESL.MO DO MANIIKSI'O DO IMPERADOR
AI.KXANDRE II, l-olt OOCASIAO DA SLA
SAbRACAO.
i O primeiro pensamciiloile S. M. est litailopa-
ri os graves aconleciiiienlos que ocrorriam no pru-
na K,lisia era flifTereiitcs pocas, como aos que to-
maram parte na rebelliOo polaca em IS:II ; o impe-
rador ordena quanto a uus, que asna surte seja con-
sideravelmonte modificada no. proprios pMlloa onde
se arh.im I,anillos, quanlo a outros que ol.lenl, un a
faculdade de se estabelecer nas provincias Interiores
do imperio, e pelo que respeita ao resto, que sejam
completamente postos em liberdade, rom permissao
de escolherem na vontade o local da sua residen-
cia em todas as cidades do imperio, assim como no
reino da Polonia, a exceprao das duas capitaes de
Jloarow e S. Petersburgo.
i Emfim pondo termo a sua clemencia, a impera.
dor dignou-se conceder a lodos os cundemnados po.
tilicos os seus amigos direitos de nobreza, assim como
a lodos o seus filhos legtimos, nascidos da condera-
narao de seus pas, quer ttslcs leuliam morrido,
quer anda se cnuservem vivos.
" Sua magestade desejandu estender al aos con-
fus do seu imperio beuelicios que se dignou con*
ceder aos seus povos por occasiao da sua coroacao,
dignnii se conceder igualmente as povoar.es das pro-
vincias ocri lenlaes favores especiis de urna impor-
tancia particular. Por consequencia, o imperador,
por dous ukases supplemenlares dirigidos, ao sena-
du, indica ai medidas legislativas temporarias que
devem regular a entrada, no servica da nobreza dos
Cavemos de Vilno kovuo. Ilrodno, Miuski, \"olb\
uia. I'odolia e KielT. De futuro, e em consequencia
da I. Milica decisa de sua inageslsrte, as courticces
do serviro publico nas provincias occidriilaes lie as
mesillas que evislem para os habitantes de todos os
outros pontos do imperio.
i Os subditos de sua magestade purteucentes ao
culto israelisla lambem foram objectu da clemencia
do imperador, que se dignou liberla-los do- encar-
gos especiaesque o recrulamenlo al aqu Ihes im-
punba.
u Emfim, os lilbos dos soldados mariiibeiros, ele,
nascidos durante o serviro de seos pas, c que per-
lencaui actualmente ao ejercito, serflo restitu los a
seus pais, podendo gozar das condiroes que Ibes
approuver.
l'aes sao as prineipaea dspoeieOes do manifest do
imperador, que suiimariameiite indicamos nos seus
pontos mais salientes. I'm grande numero de nu-
tras grama) e sserecs tanto liuauceiras como adininis-
Irativas, que nao uccupain menos de trinta e olio
artigas separados, apresentam novos detalhes, que
anda que sejam da mais alta importancia nac,mal,
nao podem ofl'erecer o mesmo iiiieresse aos Irilnres
estrangeirus. /.e .Vord.
dem.
CORRESPONDENCIA J)0 DIARIO DE
PBRNAMBUCO.
Pars (i de outubro.
REVISTA DRAMTICA.
O oulono he precocecsleanno e o sol nos dci\a
na. Todos os pedacos sao elegantes e cheios
de melodia, o niaisdo um so lomar popular. In- juw delicioso proverbio de Octavio
felizmente a dbtribuicao dos papei
lo respectivo litul
O Gymnasio dea o Aune/ de /cero, urna co-
media em qualro actos de Ernesto Serroi, que po-
da ser um drama. Traia-se de um marido e de
urna mullier separada ; o marido lieum tnisera-
vel ; a mulher huum anjo que na sua vi uve/, de
posicao encontra desgracadamente um hornera, ig-
norante da sua sorle e preocctipado da sua graca c
da sua belleza, masroniprehendeo perigo,volla para
os ps do marido a fim de cumprir o sou dever,
e conserva no dedooannel de ferro. A obra he
cuidadosamente escripia, mas he friamenle eila.
U \nbigu Comique produzio os Pobres de
Parii, um drama em cinco aclos, de Briscbarre e
Nos: trala-se do drama desta miseria de casaca
prcla, muilo mais pangdnle e muito mais terrivel
do quea miseria de andrajos. A ideia he muilo
lgubre, para-e que os esplendores da scena que se
nao pode entristecer, dando-lhc hospitalidade, eos
autores infelizmente naufragaran! na terrivel pro-
messa do titulo.
O ','irco tem um drama mui difireme. Tra-
ta-sc da bella e irre-istivel Maria Sluart, que a-
pezar das faltas do sua vida, c a despeito do fro
prosaismoda nossa poca conservou a sua corlo de
adoradores sem numero, iraia-se dessa existencia
dramtica que comeca no meio das embriagadoras
alegras da corle de Franca, e que conservando lodo
o seu prestigio, se extingui cm um caplivciro de
10 annos.
Os aulores depois de ckhiller n;io teniaram una
obra litieraria o poelica, basta a ambicio delles en-
cher a scena de heronas e do hroes, Irajados de
vellidos scintillantes de ouro, c preorcunando-se
com decoracoes esplendidas, bao sido bem succedi-
dos : a obra delles he um espectculo para o pra-
/.cr dos olhos.
No Gaite. Mr. Arnaud pozos i anuos no tliea-
lro, escrevw um drama em cinco actos, que come-
ca em Inkcr-nann e se termina em Malakoll, que
mostra os hroes francezes com a negligencia, com
o bello humor, cora a viva alegra, cora os aclos
pululantes e rom a lemeridade, u ludo que os carac-
lerisa, o felizmenlu que elle os encarregoii do dar
a accao movimenlo e cor, pois que esta afcao he
em si mesma a causa mais montona que se possa
imaginar ; urna historia de Briixa Slava que faz
morrer dn riso Assim, se houve Iriumpbo foi o
que alcancaram os Zouavos com todas as desvanta-
gensda posicao.
Temos ii.Id una nuvem ,1o pequeas \,ei;as cm
um acto, entro outros no \ audivolle. A l-'ada.
I''euiilel, que
que anim perde a poesa ; n anda Smsr. liveooe
para essas entrevistas urna longa r.ip. m chipen
desaliado e urna espada occulli entre as obras do
capote... esla' bem, havia nisso um qier qno seja da
heapanhul, mas assim tao a desrobetto, lie alea d
iri". ridiculo.
Caula ns que o Sr. Dr. Doorado pirle oc-le-
duus das para Garaubuns a' tomar potse di sui pr-
raotoria.
>ao somos ,,. competentes para lulgarmn- >-
bre as luleriaa da provincia, r nem sobre n i,muero
I pilcar prejodicado dirija-
odos e queram coaur para
se a quem cumpetir.
dentro...
Oa vimos dicer qoe urna senlinella na naatnr
do Rerile. deicuubeceiulu u Sr. Dr. chele de pulira,
o Cerrera, -. _-nn 1 a. ordena que imha de correr a
lodos, e que dizendo-lba o Sr. Dr. .lele de p..liria
quem era, aquella Ihe respoodu mallo Ireoca
mente :
-Nao o conheco... Dizem que o 5r. Ir. chele
de polica lomara muilo a lirtelidsde da -nlinella.
. ".- O Sr. coronel Menezes Drummond parti pare
M-riiihaem, a' Iralet dos seus negocios de respoo bilnlade. perantr o |ir. juiz de direito.
A calma e sucedo lem presidido eleiroes ins
Afosados, a mesa parochial, sopposlo rompas!! ile
cidaJaos du partido conservador, tea onerendo ao
lado da op|iosir,-,o lodas as garantios qoe Ihe a* llo-
vida, tem belmente uvecutad.. a lei i como as roo-
sasmarrham naaaAfipidaa podemos asMverar sem
recelo de sermos contestados, que a mesi bem cona-
prehendeu o prouramma do governo. e o seos aclos
deverao apre>eutr a eipre-ao dis urna-, e o* sf%
escolhidns a vontade do povn. A mesa Ira roapaaali
da m.muir seguinle :
l'resideute.O teneiite-coiooei Manoel Joaquina do
llego Albuqnerqoe.
IV, tessor Serilim l'ereira da Silva Moulrim.
Capilao I ilippe lleinriu Cavalcanti de Alboqner-
que.
CapilAo 1 irmino Tbeotonio di Giman Sintigo.
Alteres Anlunio Alvea da Konseci.
Terminarain as eleiciies da freguezia de Jalwala ,.
com o sesainle resullid :
ELEITOKES DA Mil.l.l K/l \ DE SANTO X-
MAK( DE JABOATA'O.
Presidente di me.
Capilla Jos Francisco l'ereira da Silvs.
Escruta dor.
Dr. francisco do Reg B. Brrelo.
Secretario.
Major Joi Francisco de Sowa l.ee.
.."'Sr. \oI.h.
lente-coronel Francisco Antonio Pereiia
da Silva aja]
t'.api lao Jnsc Francisco l'ereira da Silvi Hnn
Major Anlunio Jos Simo de Soma Lelo TJI
Dr. Francisco do IIeso Barros Brrelo 7HK
Major Ion Francisco de Souu l.r.n, Tlh
Dr. Mil'uel lilippe de Suuza l.eao 7KJ
Major Antonio I rancisro l'ars Brrelo 7HI
Major I i ai,cisco Pedro liaras Briadu 77K
Miguel Augusto rt'l IIi\,.ira 7VI
Francisco Aulouio ic Sa Birrelo
Manoel Filippe de Suuza Leao
Juan l.uiz Ribeiru de Faiias
Juse (avalcau ti de Albuquerqoe Wanderles
Major Manoel de Suuza l.eu
I onlnionilartiir Ina., (. .,-lh da Silva
Capitn Manuel Pues lerreira VH
Silvestre Dantas lima .'01
Capitn Josa Maximino l'ereira Yianna .">?>.
Canille Anlunio l'ereira da Cmara l.uai l.'l
Mr wanh'ia.
M Vl'l'A '.',. ilorulrt trnlmo* un h-i-pitml re
ilimininl de l'rrnmnhwn nn or: rf> oatakre ti'
IKJ6.
tiecessitou
Irensposices que prejudicaram o eleito das mais
bullas COnsIS.
Seda msica passannos ao drama encontrare-
mos menos que dizer-
Nao he porque nio haj.i pecas novas, he porque
ha poncas obras nolavcis, mxime Iliterarias. No
theairo franeez, Henrique l.actetle, um poeta que
linda nao liuha dado oespcctarulojao pulilicnsetiao
em urna poltrona, cncetou finalmente a rampa.
Fez com Adriano de Courcelles um drama em
cinco actos que nao se agita somonte nas folhas do
um livro : Paze o tjiie deves.
No seculo XVI, no castello deOiautelle, no a-
posenlo docondestavel deBourbon, o lilalgo Ca-
ballo, um enviado secreto de Carlos Quinto, ea
rainba Leonor se encontrara ; um che;;a para com-
prar a espada do duque, o oulro ijue o ama vera
incgnito para conslrange-la para permanecer digj- \i
na de si.naocoraraettendo urna rebelliao de/i^ssa-
lo conlra o senhor. / '
Caballo he expulso, mas loma a-nirar, convi-
da o duque a ver um: linda daffia que neste mo-
memn monta cm um cavallo he a rainba Leo-
nor que acompanha Joa.nna Sajolia. O duque
reeonbece cnlo a dupA dos setis sonlios : seu
ame qual he seu no'me ? a rainba Leonor, res-
ponde Caballo. Tanto peior para a honra, o a-
uior a exalta. Alourbon nan-uahra seu paiz por
me'ade do rumo, mas Carlos Quinto Ihe olTerece
a mao de sua /mua.
Bonrbon ftceila, assigna o tratado, e pardea mao
toda a gente leu n is volumes pul.lirados por Mi-
uul Lovy, u i, Bullo Leandro, una farca sciutillan-
u.
lo italiana, rimada
por Mr. Theedoro Bauvill
li. M.
PAGINA AVULSA.
JSSG -JDHiv c
Conlioa 1 leiuar perfeita trauquillidade cm
todas as fregueziai da capital, e em algumas mus
priuimss a ella, como l'uco, Abogados, Virse ele.
Va Boa-Visla havia terininado pumeira chamada
dus quarleires dos tres dislriclus.
O Sr Dr. chele de polica lis percurridu as
freguezias, e nada lem en,,mirad,, que Ule lenha me-
recido censura.
O remiterio puhliru foi extraordinariamente
concurrido na tarde do dia \> pelos ricM,
l*>oe> tpi'sta-uos que u Sr. Dr. Aprijdo GniaMres
prepara-separa delleinler (beses ; teosle, que S
S.. ,h,i.i.i,.como be de Ilustrada iutelligcncia sera
lelz no quefrclende.
A lorreda matriz de Frci Pedro Ijonralvcs
esta leudo o prfva'.enio da amiga \esle, com a dille-
renca pnrem, que quem tualica nesse lugar aclos in-
decorosos, e pronuncia ".''cenissimas palavras sio o
molripies, qge a||, .p reune.i cmsiantemenle para
as suas syaaaolas. As lamilla- '.me moram por junto
ao Corpo Santo vivem sumainU'^e iiicoinudodaa
com taes Visinhos. Nao fallemos nos frolonnados re-
piiiues, que e-sus tratantes por p.i-sa-terVJ'O dio, por-
que islo be nial sem rufa ; o que pedioio-s he, qoe i
polica do Recite (ara premiar OS bons serviCs dessa
g"iile ua loire dessa matriz.
.Nusabliadu percurreii ligninas ras ilestVc,_
iladc u n maiote de spiltis, marojos nglezes, qr>e
daquella que ello ama precisamente, julgando oh-1 dWtr alsuina's graVinbas q'e ra'zTan'i7u'idla's eS
le-la. Botlrbon vinga-se laigamenie contra el-rei empurrareem torea
de Franca, gaD|,a i'baulia de ['avia, mas Carlos
Hospital re^imcnlal na =
ra dus Pires :l denuven,- =
bro de 1836. | ;
M
iNiiinuin de 'lenles.
llosrrcorie*ji.
Filluceram :l de i,il,,rnilos nulmonair>: e I
;aslro enterile.
Dr. I'ia.iedn (.orne- de So*: IHlma-j.
cirurgiao encarregado.
I
iort<^l>i Pttnambuco.
Hecife 1 de Novimbrn as H bor.. di noile.
As elcirne- lem cnnlinnido em lodos as lurw-hi >s
da culade. Comloio-se a terceira chmala cm >an
Pedro Concalves. Flu Sanio Antonio e Sana Jone
cuiicloiu-se a secunda, e o mesmo aa fu ni Roa \ ,-
la. He de lamentar que o ron-
ervassem a me-ma calma. .N.u, tem havirin vanlra-
cias nem desnrdeus, mis deacunlianras se leen eo-
palbarto.as aasasai das meso tem merecido
ainaras. parece al que se lem untado romo asn
nao presigio a ausencia di enlodaos re>peitaveis
cu|a presenra como iiiriiihru> das comimssi.es fi>rali -
sadoras he moa garanta de lealdarie e boa l para
seu propriu partido e para seui artuT-an,..
Cada partido lem allrihuido se adversario, rn-
lenri.es simslras. pru;erlus de violencia e desordena.
Cenata in que 8. Er. o Sr. Prndenle e o Sr. ene-
fe de polica leu musitado inquietaran e incsedide.
- "em lomado medidas qoe nao appsreeena na pn-
cipio do seu reinado, para oi.es dias de provacao e inlM ,,I, ~ ~ -, ..... c "" ""' ue'"
de gloria, em que o imperador colbea lo meinora- !"88 de amadu'ecido as nossasuvas : os casiel-
veise unnimes testeinunbus de amor e de mabala- 'acs os viajantes deixam, uns as suas babitarOes
vel lidelidade na parle dos seus subcMos.
ven misa livremenle educada a ingleza pur um lio
velbu e muilo indulgente.
O galope em qoe o cochero conserva os cavios,
fez que se passasse logo Cbiala, la llariaeUe, e a ca-
leca correu pelo campo n esiraua presentemente
subslituida pur um caminuo de ferro. I'ma poeira
negra como carvSe pilado di aspecto plulouico o to-
da essa plaga robera por um eco brilhante, e bauba-
da por nm mar da mais bella cor azul : he a ferru-
gem do Vesnvio peneirada pelo vento, que espalna-
se por essa marsem e faz assemclharrin-se as casas
de Partid e de Turre del Hrecu .is fabricas de llir-
douradas, oulros o bello c seductor domiiuo'do
nessa quinta abandnala natureza, onde turto
erescra com prodigiosa actividade debaixo do vivo
sol de aples.
s larangeiras, as muras, as rumanzeiras vice-
jlvam alegremente, e os ramos na teniendo miisa
loucinba do podldor, | croza vam-M deum a oulro
lado da avenida, ou penulravam famifiarmente na
casa por slgnina vidraca quebrada. Nao reiaav abi
como no Norte a tristeza de una habitaran deserta,
mas a Inuca alegra e a petulancia da niturazl do
Mrio-dia entregue a si mesma ; na anarficii du se-
nhor os vegelaes virosos divertbrm-se porlia Cni
linear fnlhas, llores, fruclos e perfumes ; reeobri-
vam u lunar que o lioiuem Ihe. dispala
Uuando o commodore era assim que Alicia clia-
mava familiarmente u lio
Quinto Ihe recusa as provincias que prometiera,
e a rainba l!ie recusa a mao para exposar Francis-
co primeiro.'
Ainda isro nao he tudo, o infeliz condestavel,
esquecando-se ao p dos camaristas, leve outr'or-
iima lilha pe moju ,,,mp0 perdida.
HeJoann'a, a afilhada da lainlia, amada do i-
que Carlos, o filho do duque de \ ilhcna : qu lo
este ultimo soube a verdade, repelle a alio- do
traidor.
Lnio Bourhon desparte abandonado, eu, um
moracnio no suicidio, mas peusa era inoirer como
hroe na batalha, e sonlia o assedio da cidade e-
terna.
Esta obra revela a inexperiencia da suena, a
portas das casas terreas, a- hheo.
hrirem IS jinellis, itrirem cascas ,le laranjn ein' "'-e que um desdan que deva dar evempl,
quem eslnvi |nis verandas, e nutra finezas da famaj a* irdesa a India aa rosjras fundida na le, nas
jll : ou esta gente suppe que esla ridade he urna
tapera, ou se usa isso em Londres ; como quer que
seja, chamamos a alienrao do Sr. censal respectivo e
onversarues. uu ale na simples orhinidade, dea nm
exemplo ronlrarin. Csaata qoe e devana apopada-,
, ,irn nrtart.io que pode ser ala-lado da ciean prt.
dos insperloies.lpurque alguna clie-aram al a locir | volirS "'as ana o deve ser por semelhanles metas.
FatU*** '" 'll1"- e p.ilavras.iinbiana de peina qnr
parecCP appellir para a violencia.
,pl,cam-se estes desvos das boa, regris enriti-
millralado par um dos mnibus da cumpanbia, re- I ras icail',,,s "0* primeiro dous das, direndo qoe
sallando licir'com una nema fracturada em tres I iodos aiiirdaraiii essas resris, emquanlo linham es-
las senhoris que estavam nas (laeiasdil casas ter-
reas !
Consta-nos que um Individuo lora bstanle
l.luando Paul de A-pr,' i>n,i appareceu <\o alto da
sacada, Alicia levanloa-se dandu um grilinbo de a-
legria, u deu iibiuus pnsse ao seu enconlro. Paulo
lomoii-lbe a ulao insten ; mas a mora elevou es-
sa linio DrifWneira altura dos labios d'e seu amigo
com nm movimenlo cheio de senlileza inlanlil e
de uigeXua garridice.
parles, o sinistro foi passado] na rna do Hospicio. O
Sr. Claudio, seuuudn nos coiista, tern sido zeloso no
Iralainento do pariente qi e se acha recolbido ao
hospital porhuue/.
tss? mu;,, que tudas
porla da casa u.... na ra (ti II...., atienda que esll
is nortes se enrosia
rodeado de familias, u que i ein do escndalo que d.i I qorque ella parla. A guarda porem lambein ministra as lilbas d
una hem sollrivuldose de
FZva, que u u.iservain
nan exemplo : au n>
lenlll ma' voatide, mas en c ein si considere, e veja
eslranbar esle abuso do con
nios em aples, e que os | escadores saliem do nlar
" commodore tentn Ic.anUr-se sobre suas per-
nafum tanto gotosas, ni conseguiodcpoisdo.il-
gumas caretas de dor as quaes conlraslavam rumira-
, mente com o ar de jubilo que illumiiiava-llic a lar-
... 1 gl lace ; chegou-se au belln grupo dos dous moros ,
apertou vigorosamente a m.lo de l'aulo. u que he a i "''' COr" '|u<', ,ur",v"-0
suprema evprus-.io da eordialidlde bril.iiiuira. V 'U"e (|''e >e "on,ve,M ",a
' ,b, sol ni-riar.ni'l de una
de proposito P*ra apresen!
ar torna vermclbos.
Depois do relralo ,1c mi
leitares, anda quaudo sej
sirrto, ao menos urna car
maneira de Hogarlh
O coinuiodore qoe linba
i,lado apresentava a parlic
carmesim uniformemeu
nresahiam sebrince
peranca- lle vencer regularmente, mas qoe em cada
parochii nnrlldo que cr- ealar perdida a eleir.i,,
l"mi-a e*-' ganha-la pelos meios ill,ri(o-e perignssi.
uu pe' menos anmila-la.
i\s autoridades lomaran suas medidas,! de eerle,
nrtu estao disposlos a trausicir om desorden) donde
lembre-se de que mia-
ante parecer mui gordo ; sua caloa descarnada, ] orvido a quem nao livetM adiado no hotel da \ li-
anas uostellas visiveis como arcos de barril, seu es- i,ur,a un,a caria para*. Msignsdl por Alicia W.
pinharo sallieule sempre esfolad narecem implorar Elle eonlemplivi vagamente o marlimpirto e azul,
miin-'liain. Mr. de Aspremonl n.lu reparen no ron-
traste da Ierra de enano e do con de sapbira : esla-
va anriusu por ebegar. Os mais bellos caiiiinbns iflo
mT^mZttSGXEL "Xe'o mome'-. "EL^EtT rX ^tr'Z^"1^ I *** W"d per.encia a variedad, de Ingle-1 ultima ,nn es-e ardenle
ue.c caso sna rica. ,|cu a|(M ,riU,,_ c illirmoii que sua solVirinlia eslava
A caleca deixou a eslrida, loinou um alilho e pa- i decididamente deuda. Mas Alicia/ promeltcii-lbe
ron diante de um portao. sc(bre cu; ,s pilares de al- aravemente mamar abrir desde a Zt\ L|6 o il-
venara haviam vasos de barro ondees aloes abriam e dahi al o terr.ro una panigajC sniciciile'n'ira
",asl".....^eme liantes a iamras de lala.epouludas um tonel de vuin de Malvniav concussl
como punbacs. 1 ma grade de inaduira pintada de que poda f.zc ao posilivisn\o
verde servia de porla. O miim era subsliiuidn pur modore reig>uu-sc porque
una sebe de cardos, -------
lio un i-a,
avuncular. O enm-
nao pndil resistir a so-
- enorme rodeada de algod.i
rteslumbrartnra, capaz de tornar amarello o leile, a beca al us pe*, palito, col
nev, a arucen, o alabastro, a cera virsein, e ludo um cslofo de laa rinzenla
o que serve, aos poetas para fazerem coinparares de ', qual seU aKaiale allii marafcer a cor que e'lava mais !.., forro e alvura ; labias de carmn) e cabello, prelos como de ; em moda, no que talvez rtl j menlisse. Apezar des- | "* '""''0 e "'"'
noite as azasde um corvo. O elt.it desta eoposicao sa lea ardenli
be irresisiivel, c po luz ama belleza particular, de i dore nan liaba ar cuinmunj
que nao se portera adiar equivalente. Talvez al- porte irreprehensivel, c s
r-nos esses ramos que o
Alicia llevemos dar ;">s
s para fazer-lbe oppo-
ilnra do commodore "
uns se-senta annoi de.
murolidade publica, lo.i,,. os l'ernaenbocanns di;n. -
deste nnme deven, rrpelir com indignara o robn
de asco, e oprobrio a I,ornen- pones eacranntosas qne
que illa agora est robusti coma as raparigas de
l'rocida qoe carregam a cabera .,mpbra- grecas ?
De cerlo. commodore. re-snooden Panto, nsioa
Alicia nao licou mais bella porqoe era cuasi imps--
sivel ; mas goza visivelmenle de melbor saude ,1.,
que quando por caaquilhaiii, como aftirma. impns-
ue (Ao peoivcl separara .
I.nlrclaiili, nlhai do mineaba estivi eitrmrdi-
mieja rirth-rads diante
lar i.la.le ,1- lor a Uro de ;,ariamente tilo sobre
iillainuiada. na quil so- I d*"e.
las l,r ucaa e inissas da mes- \ .
nal a un, velbu l'eau ||('penlinamcnlc| ilcsjppiriceu das laces de Alicia
' rofno,. rubor da larde deix, as lace, ele nev da
nionlai.'ha miando o sol de-ce ai, b,.iiM.nle ; ntoi Ire-
Comcil. II calor
viagem da Dalia den a
olorido, e o commodore
lajnsar em urna amendua
Eslava veslidu de c-
ele, caigas e polainas, de
tirando a cor de vinho. a
mua illa 'C" '" rnrirao. e sesjs liaata la-
bio. enipa.'l,,|ejuioi_i ar-
Paule lona rtl re li-vanl, n--e, bemiWvP.st o i
dore ; a cr de Alicia reapparceco, ella oriii^'wm1.
e desse ves|uario urotesco o omino- l'romelli-lbe urna cha vena de cha. oa nm co-
Seu a-s, ii rii'vruso,Jgu I10 desorvetc ; po.lo sej,- ladera aronelho-lhe o
s rnaneiras cle-inc^j,. | sorvele.
e o chicote faz sallar a ultima faisra de villa eCCillll
nessii carcassas. Miles ollegam, isilim a eabeca, lo-
uni lerma imida dos llaliinoi ; o arco de suas su-
brincelhis eslava ellendido ; os cantos da bocea nao
niui ar fem, arrcg.ilam os nihos, ahrem as ven- ibaxaviro-se desdenhosamenle, e urna luz lema il-
las e susliMitam mu passo que niio iju ,1 niarn
iiiiis rpidos tratadores Inetetes. Com elleciua-se
este plieiiiuniMio, e que pnrti-r M rurri'r'ess"s esque-
letos ;' Nao o explirareuios. O curio he que esle mi-
luminava-lM os olhoi tranquillos : venilo-o enlo
qualqucr prssoa loria eomnreliendido perfeitimeole
os enlimenlos, que pirrei-im indicar a seu respeita
pbrises meio ternas, meio aombeleirasr, escripli
llores, conduziu-o a um lerraco.....
Ward temav ehi em comninliii do ii.
Por um capricho nimio inroncebivel em urna don-
zella habituada a todas as rommodidadei e elegan-
cias, e lalvez tambem p,ra rouiranar o lio. lie cojos
gustos plebeo illa /oinbiv.i, misa Alicia preferir a
babilarous rivilisailas essa i///,i, que licn muilos
Vide Diario n. -_'i0.
no papel rm-i-ltml. Sua urigiiialidade su.leiitarta annos isem habitantes, porque os'ilouos anrt.ivaui \ia-
,,., iktiul'i .!..,. i..... ....... .1....:.. a....--.. ,.- .___. ... ....
, pur.mua d.s.incrau aodevia desaer .dar a" urna p,: 1 ,audn. Arhavam,^^ \!5mVEXm%?^ "" l""""," m\Zw?Z!SS*-'^- "''"'^ "*""
por soceos de podra
de varas coberla de parreiras
vam una latida cada lado das faces e do pesero ,le ci-ne depunhim lenho en-,
.. Iiduscahiim cm a fivur da- mulbere. de alidise qoe ni Cvpo-ir.io Unloincusliiva.'
u.s c om ui lilallas a virtuira brava e as plaas universal pireciam bellas imposluri
parietiriii. An [ das paredes rresciam em bella
desnrdem, a ligueira da ludia, n ale.........ledrn-
iineiro, e aliui de um bosque, onde sobresal! uu urna
palmeirl o tres pliiheirns da Haba, avista rsleodia-
se sobre um Ierren., sume.,,!,, da al Vis tilla', e pan
vi
Al
lldu
eord
in,I,
s*lt
lio preci ..
i iran mu vesnrt,, de se,u rom follios reror- mezes .la c.
I, e bordados de pallilinhas vermelhls que ron- enralilail
ivam ni.iiavillius.,mente ,.,,,,, .(< i,.,,,,..,, aje ,.,,_
n-me q
"r raaquilha
mpanhia do
.. lepos de-
Y,'........' i'1"" "'"'^'nlllieo toucarto, com'lante qu1,!"|l,'"",.:,1'11,','mil'
ii s seu braeelele; cinco rabseinl.....ispen- p.....,,,i,
-eu ev.iii,
pequeasdelicad. Se ilguem K
MUTILADO
MELHOR EXEMPL/ i- ,
veem-se mais is covas une nanlo servia aa srveles elli i,!..., s bre recen,
o eu ia .,o baile. Ili^-.t, chafado un olbar de curiosidade e de receto, ssem
ata privir-se durante bes rinvide o resnliart,, dneinam nna lafn tivoravel .,
noivn, alim ,le pareen -ihe l'auii : pois a fronle de >,i ivaesahm j. iriuneiri laa
anseueii f
rom o loin
lie verdade,
Alina ,
>ari pr<
vial e rrepi
nserviva -e mi
orji e afrentar
unloU'i i "iniuoilun',
uar.t-.e anda mus .nil,ria. e arompaaiti.-iaadn
Iraneiro rtl, dteil i"nli.i elle rte maiipiia qoe i,,.
I.si. pinrel., l| .. rte.lo liuuiuio e ,, iurt-v emqn ,i,i l
os ..u.rns d.,u^ polle'.'ll .......o pala I nerum III i-nal t-.listero
' "'i !< .-.Sj
s\

o v


se nao impoitam de plantar ueste paiz esses arios de
na re, essas violencias que to servem para acumu-
lar corabusttveii para novus incendios.
todas as classes conhecem os males da guerra civil,
e lodos a querem evitar. Os excitadores de dewr
deus uao lulo de adiar tectiiries, nilo Mo de achar
janisaros que dera o seu sangue, ou dertamem o scus concidad.los para salisfazerem caprirlios mnitas
veles de liomens que nada esperara se nao a folia, e
o saciamento de paixiles ranoorosas. ft;lo nos dirigi-
mos a uenhuui dos partidos cm paflicular, ou a ne-
iihuin individuo grande ou pequeo. Dse/amos ser
convencidos de qoe silo infundadas as aprelienses
fl,ue hoje tem circulado.
Em Iguarassii fui suspensa a eleirao, o mesinn
acontecen na tiloria do l'.oit'. Na Varzea fervem
s intrigas, chlcanas e irregularidades. Em l'a'u
d'Alho ludo se ultiniou em pe. \04 Afosados lu-
do se passou ptimamente. O mesmo acontecen no
l'oco da Pauella. Em lioianna ludo promellia s-
celo ordem. Nada consta de oulros lugares, mas
como as ma s novas teem azas, esuinos o prover-
bionenliuma noticia lie boa noticia.
Sabemos que o expediente da secrelaria da presi-
dencia anda continua a esta hora, e que S. Exc. lulo
tem estado um momento sem receber reprcsenlacOes.
deputasoes, queixat, pegues.
-Le arduo o flicio do goxernanle, mas a honra, a
imparcialidade e as boas intenres lulo de echar Mi
recompensa. A aclividade do Sr. chefe ile polica
nunca Toi excedida. A reclidilo de todos os seusatos
lile coucilia o respeilo e a (Ieir.Ao de lodos.
I.erahreui-se os nossos patricios que esta ele53o
ha de plantar para sempre nesla provincia as ver-
dadeiras traJinie- consliluciouacs, e a seguranza da
rdem, do progresso veidadeiro, e da liberdade
legal.
HZ0mmnnUbo&.
Carla do amigo T ao amigo Z nobrc o deatino do
homem, pelo Sr. Dr. Antonio Vicente do Ja,c,_
mcoto Feiloza.
II.
Ouendo amigo, na outra que te escrevi parece-me
haver mostrado bem claramente que o Dr. Feiloza'
negando a liberdade de Deea, se constituir em po-irao man.resla cero toda a igreja calholica e lam-
bem com todos os priocipaes pmlosopliot assim ami-
gos como modernos ; mas isio n,lo basta ; eo le pro-
met! analysar os pnnc.paes argumentos desenvolv-
Ooj em seu discorso por lano releva que cumpra
essa promessa.
Antes porem de o fazer, po5o-te Iicen5a para ex-
por anda aqu a opiniao de mais algn* sabios mo-
dernos acerca dessa quest.lo importante.
O cavalheiro Sleffens he sem contradiccilo o maior
pniiosopho da pennsula esrandinava;seu nome, bem
que entre nos pouco condecido, he pronouciado com
respeilo nao so em sua Ierra natal leuflo lamben na
Dinamarca e mesmo em tola a Allrmanha.
Qoeres saber qual he o seu pegamento acerca da
personal.dade de Dos ? Ei-lo explicado por elle
mesmo. '
O verdadeiro ohjeclo da pbilosophia, diz o sabio
escandinavo, he contemplar a personalidade divina
que a personalidade humana rellecte e que a vida
dos reinos inferiores ao genero humano, ligura pre-
viamente ero graos descendentes. Em oulros termos
a philosophn investiga e assiznala osodeitosdo amor
divino, e o amor de o signal distiuctivo darverdadei-
a persoual.dade. A religiao nu tem oulro lim tam-
bera senao recoudecrr e adorar o amor de Dos.
1 enonalidade e amor, vonlade pura e abandono ab-
soluto, sao porlanlo expresses equivalentes.
- '.'. ''[""} ,lver compreheodido bem essencia da
imlmdualidade, nflo poder duvidar de que Dos he
urna pessoa. toda conscieucia que ama a Dos,
que quer as cousas divioas, proclama inmediata-
mente, como um facto, a personalidade de Dos, es-
sa rclacao he Ho direila que o horaem perde o sen-
l.raentodcsui proph, individualidade a medida que
v-i perdendo a cren5> no Dos vivo e pessoal. O
dom1 particular, o talento que cada en tem r.cebi-
h he o fondamento immaterial de toda a persona-
lidade, islo be, do poder pelo qual o espirito eleva-
se cima da n.tnreza. Esic dom de pota o germen
ua te, de nm cerlo goslo por ludo o que pode ligar
a personahdade creada ao Creador. O talento, de-
seuvotvendo-se debaixo da influencia do amor, ou
ilo principio que apura e meldora, leva-nos a reco
nhecerque Dos he a Cont, nao .rnenle das perso-
nalidades perfeitamenle puras, senao tambein de to-
da a personalidade. (II
Krause he depois de Jlegel a cabera mais enciclo-
pdica e ao mesmo lempo mais svstemalica da Alle-
in. mi,, 1 moderna.
Em urna obra recente que anda em agosto desle
uno Coi premiada pela academia fraoceza, o autor
iianao conta da doutrina desse philosopdo, acerca de
leos, conforme se acha desenvolvida em seus ddie-
ren I es escritos, exprime-so nos seguinles termos.
A vai.lagem da prova Mitolgica, diz Krause,
lie mostrar que ha vera contradicclo em duvidar da
existencia de Dos. .\ idea de Dos e a exisleticia
le Dos se confunden! ; nao ha por lano nenhnma
necessidadc de approxima-las por urna operacilo l-
gica, por urna argumento. Como nada ha fura
de Dos, nada pode ser colloc.do na mesma ordem
que elle, nem apresentar os mesmes caracteres. De
nutro lado, como a analv-ae do en nos fez conhcccr
primeiramenle .. o ente primitivo, depois o .. eule,
podemos do mesmo modo elevar-nos das propriedades
do M as qualidades do des podem constituir o lypo ideia! das propriedades
no cu e dos oulros entes. Ora. as qualidades fonda-
menlaesda Uivindade nao podem difierir dos pen-
samenlos supremos, pelos quars eonlieoinos a Dos,
islo lie, das caldegorias.
Segundo Krause, o quadrn dessas esicneiai, ou
cnndicoes uotversaes, Iraosporladas para Dos he o
segrale : A essencia em Dos he a divindade. A
unidade em Dos, apresenta-se como espoutaneida-
e, e como lolalidade, ees-es dous modos reuniudo-
se corapoem um ser de harmona. Assim em snas
reacites comsigo mesmo. Dos he una harmona
pcrieila. urna idenlidade de si mesmo com o lodo,
urna anidado absoluta e de infinito. Assim como a
umdade da essencia se compile de dous elementos, a
espontaneidade e a totalidade, assim a unidade de
forma remita de duas disposices : a direcsao que he
nm regresso do cu sobre si mesmo, qoal o da-lde a
onscieucia de si, e a exlensao ou a continencia pela
qual o eu se compredende como total. Em Dos,
a rela53o de si ser a relarao de sua essencia com
scus allribulos, on sua personalidade. O Eule he
s para si e para si so ; elle de infinito e indepeu-
rtente, alean5a e conlom ludo aquillo de que de ra-
zio ; esta portento presente por sua essencia em to-
dos os entes, ou lodosos entes llie slo presentes.
. endo o nico qne se pos.-ne por sua essencia, tendo
nina conscieucia perfeilamente feliz de si mesmo,
abrasa toda a essencia pela direccao sobre si mesmo,
e ranea todas as ordena de essencia pela continencia
que anche. Na ordem do pcr.samento, esses dous
allnbutoi constituem a omnisciencia ; na ordem do
seuluneulo, o amor sem limites. He isso o que
Krausa chama a pessoa infinita.
Em lim as duas unidades, a da eisencia e a da
lorma compocro jun'as a existencia ; mas a existen-
a por si tem tres modos: a variarao, a vida e a li-
berdade A vanasAo, 011 o lempo, lulo pode ter al-
cance sobre a essencia immulasel do enle : Dos be
cierno, seu poder absoluto exclue lodo o limite. A
ynla lie a unnlo do eme immuUvel com a formanlo
temporaria, isto he, do principio de essencia corri o
principio de forma. Essa unuio suppe nina unida-
de que a nomina, que a torna possi! ; Dos he es-
sa uuidade : Dos he por lano mais que a vi.l;u
elle he a loute iuesgolavel e a ralle sonrema de l0l
da a vida.
A vonlade, a lendencia que um ente experi-
menta para realisar suacsicncia, para igualar o0(rs
entes 00 para a elles unir-se, he absoliilaroej'.ie li-
vre em Dos. Elcmamenle loperior a toda Cou-
dir.10, sempre capaz de fazer entrar a eternidade na
reahdade da vida, a harmona n. disersd',dc das
colisas e de allingir assim ao lim absoluto de, SUa es-
sencia,o bem e o bello,a liberdade div/na he 10
ine,mo lempo bondadeperfeila o belleza completa a
plena e pura eiprMtfo de sua existencia sobre csse'n-
Item que nao aoja fcil de .ompredender-se essa
llieoria do plnlosopdo de Allemburgo, todava he
visivel a todos 03 odos que elle prefeaM o dogma da
liberdade de Dos.
Emmanuel llermann Fiedle eserevo p nome in-
leiro para distingui-lo de Theophilo l-icl.te que
ronr.lndindo Dos com a ordem moral, despoiou-o
da persouahdade;, peusa que lieos he o eu primitivo,
a monada original que em cada existencia he a pro-
pna raz da individualidade.
O frailo como linito, diz elle, aborve-se no in-
linilo ; mas como prodozido pelo proprio infinito,
nao pode ser anniqujlado, he impeiecivel. O ioli-
nito he o eo que se aflirm em (odas as peaaOM li-
nilas : nelle desappirecc toda a distinecao entre eo, 1
111 e elle. A liberdade relativa dos liomens, longe,'
"e ser excluida pela liberdade divina, confunde-*
i'ecessariaracntc com ella, lie porque o !nliii0
louiem c abraca a ordem universal do mesmo iode
que a creara e mantera. No ente absoluto nao ha
e sa'^'^V,'."? l"l"Jr crfar' ,lu I enlre
pensar w. Klle de o.....eo ramale
"vre, peta que baeU.|he r- -arT eu
peii-amento de tam1 ,
sua von.a:^v,.1,l,e, i.soa WSSreS
porquaulo nada do que era oulra parle
nivide e limita, dilTere ou aparta se de su oaiqre-
/a. Essa oatareza n.lo se manifesla senao pelo miiu-
dn finito, por isso Dos quer nao somente sua nro-
pri nalure/1, senao lamdcn um. ontra nalure/a
anda. >i ::
A lgica com sua eeesiidaa'e negativa, .diz
v> ente, comba tendo o sistema de llegel que con-
funda Dos com a ordem lgica, nao trin alcance
sun.io sobre a Forma dos pensareentoi e das comas.
A sudilanea, a materia, a realidade fui livreraenle
creada por um Dos pessoal.
O espirito eleva-se e alarga-se, passando por
tres jidases aaccetsivas, a lingeagem, o ciado e a
liisloria oniversal. Chegadu a fie ultimo grao, el-
le manifesta-sc como espirito absololo, c isso debai-
xo de tros aspectos, eomo verdade. como belle/a,
como Divindade. No eslato .,- verdade, nao tem
anula tengo urna cimseici.cia impateoal : no csladb
ue belleza, dispena-se alraVOJ das formas que
exprimem a arle no eslado de Divindade appare-
ce com os atlnbolos de ama realidade viva, \essa
altura suprema, o espirito absoluto constilue urna
pessoa absnluUmtule rspiritual possuindo lodos os
caracteres proprios i verdade e ., belleza, e preeli-
giendo todas as disaeosdea, loda as revoluras da
daraele. tlao de para edegar eomeienefa de si,
lie para completar todos os seus designio* sodre a
creacao, que a Divindade accominoda soas revla-
teos is cundires da lempo, lina l.il lubmissAo
nSo ntira em nada a sua liberdade. Longo de ex-
cluir a liberdade, a cranlo a chama e exige da
parte da creatina, bem como da parte do Creador.
Em pruneiro logar a crealura n.io Ih possisel le-
no porque o Creador a quiz ; em segando lugar,
p.ra que na posslbilidade eonverla-sa em realida-
de, he precisa que a sudsiancia divina queira sabir
de si mesma e ommunicar-se. n 1
Vetase nao s ensina a liberdade e personalidade
de Dos, senao tamben] sustenta que um Dos pes-
soal lie forzosamente nm Daos trinarlo, porquaulo
nina pessoa lulo pode ser pessoa, senao quaudo mi-
llas pessoas da mesma nalurez.a aedam-se em hce
delta.
Ello Considera lieos debaixo le tres pontos de vis-
la dille enle-: o ontologieo, o cosmolgico c o leleo-
logico.
Na rsphera ontologicm, diz. elle, as nocoes do
ver.ladeiro. do bello e do bem condiizem ao pan-
Ideisrao. Dos coo-litue nella primeiramenle a idea
doliera, a do cen creador da natureza, que 111-
nuncia-se por um triplico amor, o amor platnico,
a amizade e a allrarrao dos sexos. So poique de o
principio gerador e Connador do inundo. Dos pos-
sue a belleza perfeita no grao soberano, e dispen-
sa-a por Indas is parles. Elle de finalmente a
idea da verdade, porque concebe e proliiz. fura de
si as nocoes dos entes particulares. ~S cspdera
cosmolgica, que he a do desmo, D.-os opparece
distinclo do universo e inteiramenle individual ;
sua idea isola-se para eoncenlrar-se na unidade
dessa natureza que constilue a substancia rnmmum
do verdadeiro e do bello. Oiisudo Dos oll'erccc-
se; nao como urna pessoa nica, porem como tres
pes'nas, elle apresenla-sc debaixo de 0111 especio
Ideolgico, o nico completo e supremo. Assim
o verdadeiro Dos nao de, eomo o panllieismo o
ere, a reuni.io .las creaturas sabidas da substancia
divina; nem segundo o desmo, a acrao malenal-
raenle creadora : elle he espirito, o espirito divino
pairando cora liberdade sobre a creac/m ; Deo ha
pos o ente por esseucia, o ente livre c vivo por ex-
celencia, o *V
Nao creias, querido amigo, que adoplo inicua-
mente nenliuina deslas tlmorias ; nao. Se aqu as
exponho, he somifre.para fazer mais patale a fal-
sa posico cm que se Wu n I Ij, le loza, llegan lo
a Dos um attribalo qae SMittrn escriplor de pri-
meira ordem, nem sasrado nem profano, tem deixa-
do de reconbecer nelle.
Examinemos agora os argumentos em que se fun-
da pira assim pensar.
o Dos quer ab atento, diz o doulur. e a ma-
mfeslacao de sua vonlade he obem absololo ;
a vonlade de Dos, sii porque he vonlade e vonlade
inlimu, nao pode deixar de querer. Logo Dos
quer nccessariamente, Dos quer abselulamente,
Dees quer pela necessidadc de su natureza. A li-
berdade em Dos seria tima imperfeicao, urna fra-
queza, urna conccpcao repellida pela" essencia di-
vina. 11 (1
a Oiiero o que '.' Se quero absolutamente, infmi-
lameute, quero neccssariamcntc, quero o bem sem
poder querer o mal, eu bem nao de urna cousa dis-
tincti do meo querer e sim o meu proprio querer.
Senao quero absolutamente, iiilinilsraente, nao pos-
so querer necesariamente ; quero ent.lo livremen-
Ic, e o mea querer lulo de o orn cm si ; o bem en-
lao ser cxlerno ao meu querer, sera urna Ici com
a qual devo 011 nao me conformar. Temos, pois,
que a liherdatle no domem lulo he urna faculdade
dislincta da vonlade do domem, mas sira essa mes-
ma vonlade rom o seu limite que a Mingue da
vonlade neeessaria. Daqui se v que se o humera de
Une na vonlade, Dos de pelo contrario necessano
iu vonlade. Jeos lem a vonlade eomo o doinein,,
mas Dens nao lra a liberdade. v7
Dos nao lie livre, porque a liberdade suppoe
a escolda, e Dos lulo tem a esculla, porque a csco-
llia em Daos suppoe entidades ontologieaa increa-
das, externas ao ser que escolde ; porque de Dos
quem ordena a escolda. A vonlade de Dos de
qualquer modo que se manifest, exprime sempre
obem absoluto ;o bem absoluto nao de urna
eulidade exlerna para Dos, e a manifestaefio da
vonlade de lieosdeve ler esspiiruilmenle o carcter
de necessidade. Em que coostaltri 1 a liberdade de
Dos Na conlradirrao 1 manife-laclo de sin pro-
pria vonlade A liberdade mi pode "ser o apanagio
da vonlade que nao da absnlutameiile o bem, qual-
quer que seja o modo de ua maniletteeio a li-
berdade consiste na posslbilidade da queda, na pos.
sihilidade da infraccao.A liberdade em Dos seria
o principio de contradiccao na vonlade divina, oque
anniquill.iria o carcter inflexivel de lei. Nem lieos
poderia ser considerado legislador para si mesmo ;
em semelb.iiile hypotbese, ou Dos obedecerla a
sua propria Ici por forca da liberdade, o que ala-
caria a sua qualidade de ser absoluto e infinito, ou
Ihe obedecera pela necessidade de sua natureza, o
que dara no Spinossmo. Em Dos r.o pude lia-
ver limile oo rclacao de especie algnma que cuu-
trarie a sua natureza. Elle portento mln pode ex-
primir ao mesmo lempo a Ici e a obediencia livre
a leu n ,K
O linniem he a vonlade ; lira! ao domem a von-
lade e elle lulo ser mais um ser aprccavcl e om
ser dislinrto rom arrn propria c especial. He logo
na voutade do homem que est o seu desuno. Essa
vonlade, nao sendo neeessaria, islo de, nao podendo
ser eternamente conforme comsigo mesma, lato lie,
nao podendo ser ao mesro lempo principio e tormo
da acrao, deve ler ama norma exterior, deve ser li-
vre, tato he. deve ler a faculdade da escolda. pude,
011 seguir o liera, conformando-se com a vonlade Di-
vina, com a vonlade noeesearie, ou pralicar o mal,
iiifringindo essa vonlade : aa ideas de bem e de mal,
em rclacao a vonlade, nao exprimes cousa alsu-
ma. Mas o bem absoluto he a vonlade divina, ou
antes ha para o hornera a manifeslaro dessa von-
lade divina ; e o mal he a infraccao" dessa vonlade
divisa. Lobo a vonlade humana, cujo limite natu-
ral he a liberdade, a escolha, con tem era seus pro- I
prios destinos a poasibilidada da infraccao ; e a
posslbilidade da infraccao para a imptatelo, sup-
poe o exame dos motivos, o elcmenlu intelectual.
. vnlade de Dos, tendo o carcter da neces-
sidade, lulo esls e nem pode estar sob o imperiu do
mot.vos. Na ebetracefo do ser infinito, deve haver.
na vonlade a re-neiio da intelligenria ama rclacao
de gerasao ; sao o pai e o tildo ua Trindadc Cdris-
laa. A iiMclligencia infinita
UMIO g PilflWBaiQ QUiTjA f:!S. & fl NOV-NIBRO OE ISSS
a prnneira premiaaa, e sendo complelaJo, podara'
eoaneiir-ae desle modo:
A vonlade livre he aquella que pode querer oo
deixar de querer.
Ora, a vonlade de Dos nOo pode deixar de
que re.
Logo a vonlade de Dos nao be livre.
Este argumento, qa-ri 1. amigo, que
vista parece mili rigoroso, ,uV. psSM de em ^1
n> paraloasaio que iu era de parar-se do lalon-
loeillii-lrario que lodos rccouliecem no autor do
discurso.
Elle pode Iludir os espiritos superfieiaes, maso
homem pensador a quem nao lorem e.lrauhos os
proresto* lenliliro*, rir-se-ha de sua lutiliilade.
O Dr. Fniloza n.lo comprehenJen ovalur real das
premiases que empregon, por isso tirou dellas urna
consequencia que lites eslranda.
(loando diiemos que a vonlade livre de aquella
que pode querer ou deixar de querer, nao nos refe-
rimos nunca ao exereieio des-a faculdade lomado em
sentida aera I, mis sim ma aci.ao determinada
mnrc.i di qual ella lem de resoiver-se.
A v.iita.l livre pois uj 1 de aquella qoe pode
deseuvolver-se ,lu dcnar de deseuvolvcr-sc, abso-
llUtameillo f.illan.lo ; por outra. nao lie aquella que
1 pode eulrar em arcau 011 permanecer sempr em
, '"rao, perqu eolio nenliuma seria livre. A von-
lade livre he aquella que cm presenca de nina ao
5.10 collocad.i dentro da espliera du seu descnvolvi-
I inenle, pode queier ou nao querer faze-la. ID
Eaerevendo-le a primelra carta, por exemplo, mi-
j nln vonlade fui livre, pois em nimbas mos eslava
nao escreve-la. Da mesmo mu lo he ella aiuda livre
em escrever-le a prsenle, pois nada ha que a isso
me nbrigue.
Passemosi segunda premieta.
Qoando diremos que a vonlada de Dens, sendo
infinita, nao pode deixar de querer, entendemos
que ella nao pode deixar de sempre .1 .envolver-.e
na espliera que Ido he assianada pela propria nalu-
rez.a divina. Referimo-oos pois ao exereieio tomado
em aentidn absoluto e nao a nenhumo acrao deler-
mioa.la. Diiemoa que Dos 11,10 podedeixa'r de que-
rer alguma cousa, mas nlo dizemos que nao pode
deixar de querer tal ou tal cousa determinada.
liadas estas explica5es, nao lomarci o iraballio
de refutar o argumento do Dr. Feiloza, hasta enun-
cia-I com as premiss.H assim rectificadas para pr
patente o seu absurdo.
A vonlade livre lia aquella que em presenca de
ama ace.io colimada dentro da espliera de sen des-
envolvimento, pode querer ou nilo querer faze-la.
Ora, a Vonlade de lieos n.lo pode deixar de des-
eovolver-sa na espliera que Idc de assignada pela
propria natureza divina.
I.ogo 1 vonlade de Den
neressariamente, Deo
Conteni que essa sabadoria teja a de um eme
perfeilamente amante, cu que essa vonlade seja a
de um ente soderaiiamenle inlelligenle, pouco im-
porta a ordem ou a re irAo que posala eatabaleeeren-
Ire essas duas facilidades : DO verdadeiro Heos ellas
di'v-m formar nm so todo, e quem prelendesse su-
boidinai una ii oolra nlo fina mais do que pro In-
1 prnneira zir una va disputa de palavras. Nem o poder de
Deo, nem aua liberdade serio diminuidos pela sua
sabedoria e pela snaintelliganeia, visto que um ente
eminentemente sabio deve querer tu lo o que paite,
e que nm ente eminentemente inlelligenle deve
poder lodo o que quer; viste que emlim sua nra-
h" loria be ,
ria rallando eo universo, ou de oulra smle enlloca-
da. Essa consecuencias immediatai e ineviteveit
do syslrma que neressila as acees divinas, mestram
a sUa fal-ida le e f izem sentir o seu ridiculo.
n Outra eouseqnencia Igualmente errla : lodosos
entes exisiinlo necessariamenle, larSo todos os aliri-
bntos que vimos perlenrereni essencielmeole ao ente
neeessaria. A immul ibilidade, a eternidade, a per-
feic.n infinita etc. Ilira' alauem que ca 11 um I ai
entes que compem o universo be dolado dessas pro-
prlededes !
O enteque obra pela necessidade de sua nalo-'
reza u lie sent ir 'de roiiicr-se, c faz uecc
las 111
somenl
vill-ar
mas ari
- pa a
O e do
is, que bem mjMyavta. t-
r a n.fi '- r.iu'.i tu. inl
ir-iat,
\liuiilam ex CMtrdinariamente
,Mlil-
Dos quer
'is de inl
as suai udras.
s entes existentes o lejo.
3 Onde quer que virmoa cootellio,
designio, um
! ",'r'LTr, '"r,a,,1"' "u I"'" ''' ''" P"1". I ""Ule ludo o que sua nalurez.a d capaz de
forma de sua liberdade. um modo des.a perfeicao I lir. Como a oatoreaa de Dens he infiniia d'ni'l'u''! ,f ""''"n7"'r-rv';l "Mee o amor e a : tanto preciso que todas as suas obras, islo he, l3Ba
tiondadesao novas manifealarDes. o espirito !- sa-
bedoria nao be oolro senao u espirito de liberdade |
i!.""TlT'"'*!}'^ m'1'S ""f"' '""" '>'- e metal a esse lim adaptados, devenios crer qoo
torios da id..,. spu-Mual. o, esto.cos e. os clmslios. lie um vonlade livre que regulara essa ordem. O
O Ente -los entes q,. possoe esse duplo esp.rilo. essa I ente que obra em virtude da ,11.11 ueca-i I ni
con ern.Z el Ti?" "T,me*,ida '"'"'"' I"- I"""*-- '!= ". o p |er de delerinina-
conseguiule em perCeila nnilade, nao poto deixar
de ler d de nosaas dislinCCei soblis, e desapprovar
as c Hlenlas suscitadas pela quesillo de saberse em
sua natureza ncomparavol a ra/.;lj he auleriur ou
posterior .i vonlade Ib ti
A' primeira vista a doutrina do l.eihnilz parece
favorecer um pooco o que diz. o l)r. I'eiloza. mas ,
sendo bem considerada, refala-a completamente I
pois nao so eslabelere que Dos be livre na escolda |
do bem, que o escolde porque nacha conforme rnm '
a sua natureza divina, senao lamhem que harmonisa '
o seo querer com o seu saber.
Dos nao tem a esculla, a volitado de Dos nao I
esta nem pode estar debaixo do p uler dos motivos
--aria- a im pn ler
produ- Inl 1
Dr., enlretii.lo se lii Illa perguntasaes porque posslbilidade da infixl
diz o
razio move-se a ierra em lomo de seu eixo d Occi-
dente para o Oriente, elle nao poderia deixar de
responder-te que isso Icin luaar porque lieos assim
o quiz ; e se nao cuiilenle com esta resposla Ihe per-
guntasses ainda porque reto quiz Dos que a Ier-
ra assim se innvesse. elle mal provavelmenle te res-
ponderla : rol para que os das se succe lessem a-
noiles em toda a esleni.o da mesma,e fos-e marcado
para o homem o lempo de Iraballio e o lempo de
repens.
Se Ihe pergnnlasscsmais porque razo gira a mes-
ma trra em lomo do sol, desorevendo urna elvpse
da qual elle oceupa um 'laaa^aVayaVviaaJii Ir. r 1 1'r
deria tambera que be polque Dos assiirro quiz, e
se passando adiante. It" P'rguutatses porque Dos
o quiz assim, elle mui provavelmenle le re<|.....deria
aiuda que Dos sssim o quiz para que as estares se
succcdesscm amas as nutras em toda a eslencao da
mesma aura de que podesse ser habitada.
Se Ihe peraiintassas porque razo be o domem 11-
si mesmo, est na impotencia d propor-se nm lim
A esculla dos meios ide be igualmente im>issivel,
a escolln suppe a faculdade de eseolher. O- fa-
labslai seiitem a forra desle raciocinio, pois para es-
lafielecerein seu dogma da necessidade. ncaan a
doutrina daa cansas linaes. Sudenlam que o olho
lulo he felo para ver. o oovlda para OOVir, u esto-
maga para digerir. Assim, qiian lo provamos a ver-
dade das causas linaes. establecemos o dogma da
liberdade divina, a (13)
Resla-me agora trat r d> araumenlo qu perlen-
ce exclusivamente ao Dr. l-'eitoza.
A liberdade de o contingente, o relativo na von-
lade ; ella consiste ra posslbilidade da queda, ua
pialq
o genero a qu
; pedo dessa e-
sooun.i de cu
D'ahi, o lia
eutame de ;.
; a parte, e aeo
im- j mais qualira
por I de pequeo
vella-, dos 10
> com a imigl
perd 'in-re no
I lornam-se eui
servirmu
roeea da ci-'
;
feilosa pres-
sa, Oitei'.'rsl. tn le uui.l eril'llrai qoi lldo pjli.'m
leulir, e qui. semprednminadua,apenas per um
peqrjeoa -eiie le ideas eommuns, de principies ge
raes, que nem wrfeitameole eonnbem, nem sabvm
applirar a pro osito e ron, vanidoso resollido
I) entre eat, n.io ..1,1 raros w que se arrogan
pomposo lili 1 de censoria e crticos de p,lni
bres : e, !..- lides de orna decebida Btaocia, p
juizoi de sua inlelligenea
le
issjiidos d<
teilar a is
1 compost
ella perls
ecialidade
lecimenlo
atdao dos
u:na aenero-a cruza la rjnlia ,,. cli-i aro- ia>aMi .olores da sneucia que muste a queresa praxlilai
0 1 e aniquila la ; opp nli.i ra la um o mais qoe p,-
der de IsroehaVa, a e-a rorlieat- iuiii la, q.le
% ':ii'i.in '.....alirri'es do edificio Iliterario.
Couinrram todos o apo|eti.|j. .uirnav iiicre-
m.iiio serial ne.-.i sranata **. que *t \.m .le
s.ilv.i a- pie ioaas reliquia- da I,.. ill-raloia ; ai-
| llilteui d-lni.l.ldt e-es auda u.-ii- p. oljoad.K'- ,U>
santuario da sneocia, qu'.......pesaarea dver..n.^
berlena o jorsiaHaaM daaaa taca vmmttmmB*
, tem s! lo i.p,| ,.,, ,.,, s,Aot doaln.dat--
iiierana, se|a qoal for de du. \ saHaeita
lannam elle- ., menor causa que defendeni, .,. r,,., J ^ ui.,^4..
1 luterana, defraadanes par asaaos iiinova-lnrr. msi-
creloa. por .-se. ,,, (razgUnd,, ,,,Usa .la. ex rav>-
KaneiMC li.-nca. o un,...,; mmmm : e aaja in
em por um ... memenaa eo,,,., ijostalM a aun
pie.e lera de in,u..,ar pera.,., a opima aaoMara
lesprevenida e prnstesale, de r.,, .|, ,., il.i.1.
posterior ciiar.ni -,-,melo derieneie se ivih-
no de livre
quer absolulamenlc, lieos lelligenle. Dr. le respondera que D
om e-ls -1 t 1 IT .n,"ure',, '!". e se passando atdianle, quizesses
.omo estes .-.10 tutos ns mais argumetilo
Dos querendo absolutamenl
--------------....., iiiuilaiiientc.qiier
o bem sem poder querer o mal.
Logo sua vonlode n.lo lie livre
Dos nao tem a escolha, porque a escolda cm Dos
sappoe entidades mitolgicas sucreadas por externas
ao ser que escolde, pola be elle que ordena a rscolda:
Logo soa voutade nao he livre.
A vonlade de Dcos nao esta' nem pule eslar de-
baixo do polcr dos motivos, porque Dcos quer por
que quer ;
Logo Dio de lixre.
Nada diese de novo, querido amigo, e admira que
o Dr. I'oitnza 11.10 saiba que n.lo sninenle estas, se-
nao tambein varia-nutras dilliculdadcs da mesma na-
lurez.a, lem sido de diversos modos vicloriosaincnle
respondidas.
Eis-aqui como o doulo Chrislian Bartholms, ha
pouco lallendo, resume as ideas de Leibnilz. a osle
respeiln:
a Mas a-sim como a crealura tende a reali-ar to-
das as suas concepcoes, do mesmo modo o Creador
aspira a tornar acluaes as ideas que enchem sua in-
do mal que he a da itPperfelfao e girar como elle
na do bem que he a da perfeicao.
Completan loo prim'iro dos tres argumentos ci-
ma enunciados, fleari elle cjncebido nos seguinles
termos :
O ente livre he aduelte cuja vonlada pode querer
o bem e pode que o mal.
Ora a vonlade dcjleos, querendo ahsolulamente.
infinitamente quer seiprc o bem sem poder querer
o mal.
Logo Dens n.lo be livre.
lflanria ,, ,^:i,i, ...;.lV."..'i"i "o falso, querido amigo, que o enle livre seia
voutade, vonlade perfeita ou bondade
eos assim o
paasando adianto, quizesses saber o mo-
tivo desse querer, elle le responderla que Dos (ei o
homem inlelligenle pri que podesse conhecer o
verdadeiro, r. bello e o hsm que s.lo a sua propria
nalurez.a
crao ;
Logo s pode ser o apanagio da vonlade que nao
da absolutamente c bem, tato he, da vonlade liuma-
iiii e uj da vontrde divina.
Oue oulro re|aix.nse asim a liberdade, eu nao
eslranharia, maatujj o lizesse o Dr. l-'eiloza, um de
seus mais exlrenoo-Ts^mpeoes nesla provincia, he
o que nio posn compreliiiirter.
Sea liberdade cousisiisseSaioasihiiidiiile d que-
da, na possi'oilidade da lafracTalrV^Mi de mallo hom
coraclo agradecerla a quem delta mWes^jassc.
O cabir, querido amigo, o infriiigiraNu. nao he
usar da liberdade, he pelo conlrario n.lo usai della,
lie Oawdecor as palxOes, lie ser escravo da carne.
S?ra para iiiinl-r a possidilidade da queda,
posslbilidade da iofraacao que se tem derramado
binto sangue no mundo, que se derrema e se ha de
derramar 7 N.io, querido amigo ; luta-se e ha de
luta.--se pela liberdade, porque ella lie o mais bello
dos privilegios do homem, aquelle pelo qual a crea-
ra pode mais approximar-se da divindade.
So le perfeilos, 011 Sote santos, como veato pai ce-
leslial he sanio, diz-nos o Salvador; quer isso dizer.
Nao aire nunca vossa vonlade na espliera do mal,
que lie a da niperfeicflo, aire ella sempre na esplie-
ra do bem que de a da perleirap, que lie a da vou-
tade divina. >e quizerdes ser no mundo a verdadeira
Se llie pergunlasses anida porque fez Dos o lio- I imagem de Dens
cTal-r,' n" '.e .n"" r'T-'l'T'?' VS'" qU? f"Z E q" l,e 1" l",lie f com T>e a onUde B-
n?, L ll'7l,;,'e n,,- P^"1"1'^""" "i. queda, na 1 nila abandone a espbea da imperfecto, que IIk de
possibil.dade ,1a ,r,acc:.n.. mas pela nimba parle frupria ,-ara s,. airar na da perfei.-ao que lie he
respondera que assim o fez para que podesse repre- eslranha A liberdade, querido anao. T lon-
senla-lo no mundo. rra qoe rc-i-liudo s solicita- ge pois esta' ella de consistir na posslbilidade aa que-
- da animaltdade, Pdeaw abandonar a espher,' da. ..a posslbilidade da infraccao que pelo eootra-
nao tambein
infinita
A bo.*.le dirige se ao bem, assim como a sa-
bedoria dirige-.se ao verdadeiro. Alm deque utna e
oulra sao necessariamenle aeompanhada de um ca-
rcter que falla ao saber e ao querer doa homens, a
Independencia que s peiiem-e a omnipotencia. Gra-
tas a este privilegio un cu, o eiiteudiinenlo divino
forma, nlo 0111 cspellm cm que piulam-se algumas
verdades; pordm a propria fonle da verdade, urna e
elerua, sua patria e sua residencia ; e a vonlade di-
vina constilue a inimilavel perfeicao do querer, urea
bondade sem medida, um amor inefavel. tiraras a
osle privileaio, sabedoria e a bondade, a iciencia e
o amor uncm-se em Dos de nina maneira UTO Indis-
soluvel quanlo simples. Todava porque lie posta
em diivula esta mii.lo :' Como podia ella ser mal
coinprelieiiddaoii sevcrameulecensurada a Leibnilz?
tememos aaelarece-le mais.
Eis-aqui primeiramenle porque raz..lo o aulor
da Theoiicia ere que lulo piide separar a bondade
suprema, pei/ecltn VoltlHlat, da sciencia suprema
que he per/rcHo inMUclut. Toda a vonlade verda-
deira. pensa elle, nSo he realmente vonlade seno
lano quanlo he livre, senhara de si mesma. A voli-
tado de Dos, eminentemente soberana, he a mes-
ma liberdaoe. o lypo couiplelo de urna
O enle livre como ja le liz ver, he aquelle cuja
I vonlade em pretensa de ama acrao comprehendula
e. tic* gen*
go duello
%plre o
Inundo
. qua
no he o instrumento de nossa perfeicao
o A vida do humem, diz a Encicto
in monde, he ama lula continua, um
da liberdade e da necessidade. Eolio
mundo sensivel, dominio d.i falslida
das i teas necessanas ou absolutas, elleaciia-svigual
mente limitado, quer pelas leis inllexivcis da male-
ria, qoer pelas leis geraes da inlelligenea. N d-
pende de nos sentir ou n.lo sentir; nao d -vfle
tamlu-m de IMS fazer que urna verdade n.lo su. er-
dadelra. Assim como nossa natureza aenaivea esta
submeltlda a'a condices du lempo e du e-pato, as-
sim nossa inlelligenea deve curvar-se debaixo do
jugo da raz.ao, e uossa vonlade subnicller-so a' re-
gra da lei moral. He 1.esses limites que "1 oppilem,
de nina parle a natureza. e da oulra o, que a
dentro da esphera de seu desenvolvimeiilo, pode | liberdade humana deveexercer-se. Sua dupla mis-
querer ou nao querer f.- la. sao de Irabalhar para domar a nalureza c aperfei-
O poder a vonlade humana querer o bem e qne- 1 5uar a liumanidade a
rer o mal nao prova qJ seja livre, prova sim que O que prova bem isso de o mrito que acompanlia
l..imperfeta, que de Bnita. O poder a vonlade as acy.es bow e o demerito que acompanda as m-.
divina querer o bem .cm poder querer o mal nao O ment a |,e senro aalard.lo da vn'.ona que
prova lamhem1 que r*"H "vre, prova s.m que he I o dorne-n alcauca resillmdo pela Itderdade sincl,.
perfeita, qoe he mfj"la. ; nates d.Ia alre/.a .hilna| ; demerito des. ta-
Ningaem anda nr?u que a vonlade humana po- llama qoe se Ihe imprime na fronte por n.io ler feilo
de querer o bem aodo querer o mal, mas he gran- oso i'.e.sa subl.me faculdade para resislir s mesn.as
de, como sabes, j numero daquelles que suslenlam mcl .nacOes, como de do eu dever
er'nm "*' Ir "ol" MM0 de I"" i U m"jl" V^yom de ler elle procurado aproxi-
n? .. ... mr-se de Dos, aprlando.se dos brutos; odOme-
0 be m. lormam duas esnlieras diderenl es | rilo de ler preferido licar confaudido com estes, sera
para a .envolvimenlo de vonl de. Na do bem querer aproximar.se daquelle. -.">
que I da perfeicao. deseovolve-ee a vonlade di- I Se a liberdade. fosse o que o Dr. leiloza diz nue
L7 dese?vP1,r,rv3:,H r d, 7,',que hB "P*- B" '" n~ MlUa leria^sta bel a palavra I, ST
rc.5 desenvolve-,e a vonlade humana que, he ira- [ vador referida por S. logo !Vos Conhecereia a ver.
perreic bem que es.a ta.ndem -e possa de-envolver -lade e a verdade vos lomara' ivres.
?S ovilla K Pela ,ffiB""de qU0 "" COm Kfi0' "Uerid0 1"niR* M>^";" Unios a-
,".' / I doradores, nao he porque consiste na nossisUli lade
IJeler,n,a,-sss,m as cpl.eras d>aesenvalvi-. da queda, na -.ossibilidade da inf.accao.de pelo con
raenlo das duas vo.'lades, importa delierminar igual
mente a natureza desb'i'isenvolviir^nlo, se dolivre
uu necessario.
O Dr. Feiloza "a
Irauo, porque somente por ella somos salidores de
nossas acces, vencemos as inclinaces ualuraes, a-
par;amo-nos dos brutos e T>ro\!i,.,rn-iius J (
... .Iberdado ab-
soluta. Lila exclue lodo o cunslraiiaimento. toda a
servidao, toda a necessidade, lomada esta palavra L. 1 q"e a Vl,nla,, "umana de livre | Com eOeilo, em quanto obedecemos aos instmcT
em um sentido inlellec.oal. Mas dad, nao e'-ue-sc -eU. TnJ$*,mui, mas .slenla que a divine j e impulsos da carne, n.lo no, d.Minguimos em nada
qoe exclua lamben, o que poderia cliamar-se'a ne-' --- -.--"". : """'i'"5 "''" pudendo Dos que- | dos ai.im.ies. nao fazemos nenhiim acto de liberd
na
. cradora conlieoendd"
an irurno, lia miater de ilgama cansa que manifest ab rrerno ; a manifestaran he acrao O
que se manifestara ah rlenta i iiHelligencia divi-
na, sena,, a vonlade de Dos E como se pode pres-
cindir da vonlade divina para que essa mesma in-
lelligenea divina conteca a divina vonlade, visto
laiidade"-* '""'' '^'^ JUS l'ossivel de '*-
Logo vonlade-to Dos nao depende absolu-
tamente do poder.c forra dos motivos; ella quer
porque quer, cid, l,e a lei absoluta, neeessaria, in-
llexivel, seintmfrna. Aqnelles pensadores que bus-
, ""."'ni o motivo da vonlade divina, atacara
a o .iilrin.-, da I rindade, nSo s., nos limites da re-
iiji.ioa.aenau como nos limita* da razilo ; ellessnp-
"i'iri a inielligencia conlieceudo antes da manires-
'ti.ao da cousa conhecida, o que de descondecer os
"eslinos da inlelligenea e a sua funcrao intima e
natural.
a E se a propria inlelliacncia de Dos nao pode
loroecer motivos i vonlade de Heos, que quer por
que quer, como misara a Oteltigeneia liuiiuma pe-
dir a Dees es motivos de -ua vonlade ? Logo lodo o
exame eaiabelceulo sobre os motivos da vonlade di-
Vina lie um esforc impoiente da rallo, e o verda-
deiro partido pera a vonlade livre deve serseauir
a vonlade divina s.i porque de ella a vonlade de
lieos, o porque da vonlade de Dos de um comero
de reacca... de om prole-(o de egosmo, de o va-
cilar da voutade satnica ; e a conviccao da pos-i-
bilulade da infraccao posta em acto n'i escalla in-
leira da liderdade. da o extremo opposto a vonlade
divina, da a vonlade satnica sem possidilidade de
redcinpjao.
T*" j T1' pois' (|l,e a ,se11 ''o eaoiamo na vou-
tade do domem peicorrc lodos os motivos, que lulo
a vonlade inllexivel, absolula, sempilerna de cos.
ileceber a vonlade de Dos por intuir... ou por
laiein de revelacao, sem exame, sem raciocinio, de
a verdadeira expreseao do dever. Em quanlo ,e n.l
edegar a cs>a formula, emquanlo a razilo se nao con-
vencer plenamente de sua incapacidade para for-
necer motivos a' vonlade, c-ta-se ainde no ego-
smo. (I
Taes s.lo. querida amigo, as proprias palavras cem
que o Dr. leiloza expoe os seus argumentos ronlra
a lilierdahe de Dcos. Elles nao sao novus, pelo con-
1 nio, exceptuando um que por demasiadamente
extravagante ainda nao linha occorrido a ninguem,
que eu saiba, lodos os oulros ja foram produzulos e
refalados.
A vonlade de fleos, su porque lie vonlade e von-
a le infinita, nao pode deix.r de querer, loa., nao
ne livre. Dos quer necessariamenle, Den- quer
absolutamente, lieos quer pela necessidade de sua
natureza.
Eis aqu o piimeiro dcssrs argumentos reduzdo a
soa exprawato mu-simples.
He verdade, querido amigo, que a vonlade de
lieos, so porque lie vonlade e xnntade infinite, uao
pode deixar de querer, ntaso tem toda a raz.io o Dr.
leiloza. e pela muida parle acrescentaiei qoe tam-
bera a inti-lligencia do Heos, purqe |ln iolelli-
eeneae inlelligenea infinita, nto pode deixar de
onliccer; mas qual he a conseqneneia que da-
tu podemos 1,rar ; Ao meu ver a boa lgica nao
aotorisa nutra que a segointeA vonlade de lieos,
a inlelligenea de.Deo oao sosTrem nenhnma inler'
rupcao en, sen exercicio.o qual de necess.irto e eterno
como ellas prnpnas e romo o culo infinito que as
possoe; mas concluir em vez da necessidadedoexer-
nrio, a iie.-rs.,^ ,|e do moda desse exereieio, e afu-
mar que a vunla divina n.lo de livre nelle, lie l-
gica que anula iu, .j es uaj-, |p.,r MB|,Bm .,hl|u.
opho do meu eon'icemeii[o.
A vonlade Infinita nao pode deixar de querer,
islo he, nao pode deixar o -xercer-se; mas nadase
oppne a que ne-s? exerncio
vre, pelo contrario ludo crac
que o he.
O araumenlo cima eiposlo de da cla.se daquel-
les a que os lgicos cd imam enllix memas, lalla-ide
escolde naturalmente, pois nlo pode conceder-
se que o nao esculla, elle coja nalureza confnn-
le-se com a essencia do bem. Nao de por ellel-
(0 de um movmenlo arbitrario e quasi aleato-
rio, de nina especia de capriclio desptico; t.lo pun-
co lie sob o imperio de nina fatalidade lgica, seme-
Idanle cege necessidade das inaldemalicas: de por
que o v conforme a" sua sadedoria, a' soa grandeza,
a si mesmo, que Dos esrolde o liem. He nlo dille-
nrem em Dos a iiitelligeucia ea vonlade
crealura imperfeila, lulo resalla que Dos lulo le-
uda liberdade. A liberdade divina nao he por ven-
tura o amor puio de Indo o que urna inlelligenea
divina pude conceber de mcllior, de mais bello, e
por assim dizer de mais divino'.' Nao sao todas as
qualidades de Dos igualmente infinitas, igua'menl
divinas; c a perfeira
mo grao, nao as rene
lem a escolda, oue sua vonlade de qualquer modo
que se manifest, exprime sempre o bem absolu-
to ;
Vi, querido amigo, mas que queres que eu faca se
o Dr. lulo lem razilo niasu que diz '.' 'Ju o bem ab-
soluto nao de para elie.o que depara os priuctpaes
philesophos, ou eBUo nao comprehende bem a na-
lureza da facalda le a que chamamos vonlade.
O hem absoluto, o bello absololo,a verdade ahsolu-
la sao allribulos de Dos, sao o proprio Dos ; assim
'"\* entro oolros o demonstran nltimamenle com solidas
razes o pai da escola eccleclica moderna. (12)
Se pois o bem absoluto be o proprio Dos, como po-
der ser objeclo da vonlade de Dos "
A vonlade he nina faculdade luda pralica, que
e\erce-se sempre sobre as acees que temos de la-
do nos ou
divina do
. .= lumias .gurneme ter> ou ella4 devdm produtir_se dentro
"ifCff; '".'. mc:s-i tura de nos : o que pois laria a vonlade
senao a propria nalureza de Daos, seu proprio en-
lendimenlo que fomeceas rearas a' su 1 sabedoria e
.1 sua bondade: de urna necessidade feliz, sem a
qual elle nao seria doniucni labio. Accresceulemo-:
de orna necessidade livreroente adoptada, bem como
urna liberdade reaulada por urna razo inlallivel
Indo o qoe elle obra fra de si de necesariamente ti
nilo, pois repugna que In.j.i muilos infinitos.
Deinais se a vonlade de Dens de qualquer modo
qne se manifest, exprunisse sempre o dem sbsoluto,
tomo diz o Sr. Feitoia, sendo o dem absololo Daos,
como o demonstra entre oulros Mr. Coaain.es-
por quanlo lis o amor do csiiiriVo'pcrfeilo"'niVa'c.m i' """"'.0 '" *nt' Ci"li, um (,e ""5 l,e eS|
a perfeicao. espelo pcrleito para com | porquanto somos o que a vonlade de Heos quiz que
ou inspira nutra, son. qu na eslenc.a "urna a!ffl tJS^l!Sr' CV,"e",e ^ "V*"
da outra. Duas accuaci.es graves lem-se formadu i iV. 1! "
rontra esta .naneir, de ver. Ins adirmam que ei'a ',te li^eTie "S^t
destrnea oinin,.....mcia de Dos: oulros qu com- ,1 ..'..?.."!" u..
i qu
Mostreiin
prometlc ate sUa existencia |iessoal
ene es-as accusac.es provm de 1
l.eibnilz, na 1 ensina nenhnm fanatismo inleileclnal,
n m o paiiiiici-iuii dos idoalistas.
Em que aclia-se diminuido o poder de lieos, se
mo segoe a sadedoria c a sciencia qoe resi-
no seu enlen.limeiilo '.' Fica elle menos alia
sendo lllarainado por om conliciiienlo uni-
e dirigido por urna intelliaencia nlalivel
o lie mais absololo, dizem, porque obedece a
porque de eininenlemeiite razoavel. Nao de
mais indepenilenle. dizem ainda. valo que. obra por
um molivo determinado, em vi-la de um lim cerlo,
equeacha-ae eneadeado aesae motivo, allraiiido a
esse din, Alas esia objeceo anmincia ama nor.lo
falsa da liberdade divina. A liberdade, nao sui-
do de ordinario miajs do que una faculdade no
domem, a faculiUderSl escoldcr, dev-
seos um eslado permanente
nia do querer e do saber. Para coinprohcndrr islo
do
apreciar,
cuja voutade em presenca
urna ccau coinpreheudida na espliera do se'u
cora
a de um eng.no, e que )^v"hl11""1" l"",c (IU" ou -leixar'de querer Ca'-
Ora a vonlade de Heos nao pude querer fazer o
ol.
de
mi
ve;
El!
raza
mal. Isla he, nio pode querer fazer urna acr,,
esl lora da espliera do sen deseuvolviinenlo.
Logo Dos lulo lie livre.
Mr. de la I.tizme refutando esse araumenlo
que
pois de longo e doloroso exereieio da lirtude, edega
a practicar, como se otam ualuraes, os actos de re-
nuncia de si mesmo qoe mais repugnara a' fraqueza
doman.; ; lamliem de nelle qno a liberdade, apu-
rando-se, eleva-sc c ongraudece-se.
Tao longe esta' a liberdade, repilo, de consistir na
possidilidade da queda,na possidilidade da infraccao,
que o domem srade, s tufringea lei qnando o'be-
decendo.comn os auimaes.a .- impulsos da carne, nao
usa da liberdade.
n A voutade, diz Mr. Cou-in, nao de irem o deso-
jo nem a paixo ; de precisamente o contrario. A
liberdade da vonlade n.lo be, porlanlo, o desenca-
dearoenlo dos desejos e das paixoes. Longe disso,
0 homem de escravo no desejo e na paixao, elle 0110
de livre songo na vonlade.
Nao se deve confundir cm psv citologa, para n.lo
confdndl-lai em oulra parle,a snarchia e a liderdade.
As paixoes abandoiiaiido-se a seus capriedus de a
anarchia.
As paixoes cdncenlradas em urna paixao domi-
nante lie a lyranuia.
1 A liberdade consiste no combate da vonlade con-
tra es-a txrannia e contra essa anarchia; mas de
preciso ara objeclo, um molivo para esse combale,
esse objeclo de o dever de udedecer a razao que de
nossa verdadeira soberana, e a' juslica que ella nos
ensina.
O dever de obedecer razo he a lei da vonlade,
e a vonlade nao he nunca mais voutade do que
quando submelle-se a' sua le. Nos lulo nos po-sui-
inos em quanlo a' dominaran do desejo, da paixao e
do interese, a razio nao tem opposto o runtra-peso
da juslica.
A razao c a Justica liherlam-nns do jago das pai-
xes, sem impor-nos nenliuin outro, pois repito, obe-
decer-ldes, nao de abdicar a liberdade, de salva-la,
de engrandece-la.
lie na liberdade e no accordo da liberdade vi i;
com a razio e rom a joslira que o lioinsni pcrleuce-
se, piopriameule fallando. Elle nao de urna pessoa
sen.lo por que lie um ente livre, esclarecido pela ra-
za...
O que distingue a possoe da simples ronsa de --
inenlc a dilleronca da liberdade e do sen conlrario.
1 roa cousa de o que nlo he livre, o que nao leudo
c proprin mo lem -e lulo urna individuali lade mi-
qoal chama Objeciflo das tncrcdnlo', exprmese nos! merica.sirnulacro da verdadeira indiviluahdade
que
seauinles termo:
o O poder de Dees, lulo obstante ser inlinilo. n.lo
esteude-se ao que contrariara suas perfeires. As-
sim elle n.lo de livre pira fazer o que de "opposlo a
-ua sabedoria, a' sua sanlidadp, a' sua juslica, a' sua
bondade. Sua vonlade nao lem mais exlensao do
que o seu poder, pois neuliuiii desses attridulos se
distingue delta proprio. Isso responde o nina od-
. ueve ser Btli'"*1. ""' ""dales ; Dos nao de livre, vislo... ......m...c.,... cr
1 mesma darmo- q"c,nao l"",e >iler mal.Elle nao he livre nesse I que delle lira a pessoa que o emprega.n I
.. mas 11.10 lie ISSO falla de lder- | Eis-aqui, querido aiuiao, por que razilo o domem
a
, 1 dera justamente como o man precioso dora que llie
a contrariar soas pcrfeieue--. ,; rc,. o Creador, pois de delta que Ihe vem toda
[ de a da pessoa
ir Lina cousa nao se perlencendo a si mesma, per-
, lenca a' primeira pes-oa que della se apodera c Idc
: imprime o sen siaual.
o Lina musa n.io lem dignidade ;a dignidade nlo
e-ta' ligada senta a' pessoa.
a Uma cousa nao tem valor por s ella nao lun
; seaie aquelle que a pessoa Ide ronfere. He um pu-
i ro initramenlo cujo preco iodo esta' na ntilidade
dale,
dasla n,'.tar que quanlo' mais um'spiriioe'ie^-a''e i '.'.-^l'JV'"!' cn"'01?1ao }"> fj"'' de poder. He onu. I preere morrer a perder a liberdade. Elle a
apora-se. tanio mais licam aoas leudepeiai activas K5fi.!! "oe.rd,a? :"> ertender-ea^miT
lio, como l.eibnilz faz. obs-rvar, smenle sriii livre
0 brolo que obra sem designio. Se a razio fosse
uma roasa abatracla ou passiva, uma entidade iner-
te, eompreliender-se-biao esses escrapolos exlraor-
diiuiros: nesse caso almas piadosaspoderiam rerciar
que o amei- innuito nio aehaste nenhun lugar, ne-
nliuma influencia na goverim ,in mundo, e que os
acto, divines nao Cosaem mais do qne a appliraco sua cxisle
rigorosa de om principio methematieo. Mas seria
e-qoecer primeiramenle que. seaundo L.-ilinitz,
Heos lie pura energa e pura harmona : em segun-
d lugar que, sendo Dos um espirito activo c per-
taito, sen pensamenlo de animado pelo mesmo genio
que sua Vonlade, sua sadedoria respira .. mesmoso-
proque -ua don.lade, o experimenta assim o -mor
do hem que faz sua Mseocii e que elle salhfaz n.i >
10 Ronlemplando-o como realisando-o. Pode, pois,
ditTerir o que Dos c meche do une Den-- quer, .m o
que rcalisa do que pemw 1 Na verdad- a inlelligen-
ea humana para alliviar suas oporacArs, p.,de a.l-
iniltir que em D
5"*ou lal qual elle I
l'ara demenalraY e-la
l'i .rede indlreetamnle ; islo he, pr
lenta, o absurdo c mesmo o ridiculo d
(raria.
! minlia opinilo.
verdade, o saino escriplor j Embora aiuda live-se mofla cousa que dizer sobre
11 tornar pa- este ponto, nlo continuo, pois pilao |pr ja sido de-
opinilo con- masta.faipcute looso. Na -eaninle oeciipai-ine-liei
cora a Iriiidadc do Dcos vi.nUde. do lieos inlelligen-
| ca e do Dcos lensibilldade, e entilo licaras ainda
mais convencida do que na antecedente le dise. islo
b?,que o Dr. leiloza ou 1110 condece o Dos a quem
Lis aq.i as suas palaVfai :
'"r-'is as acc.ies de'beov sao noces-arias romo
ci*. ludo o que existe, existe neeessaria
mente em sua forma arlual, d
existe assim, nlo por uma necess
mas por urna necesjaidiide absoluta. Sendo ,. aelo
de crear abaolotame-ate necessario, a creado que he
elleito delta o fie iaualmciile. Todos os pules ne-tc
-v-tema slo necess-rios eomo o proprio Deo
e. existe neeessaria- adora, 00 alias a 1.1ra a um Uros que lulo lie .. de A-
0 modo porque de e braham e de Jacob, que nao he o desChrtaUos, .tue
s-ilule liypoiliclica, nao de o nosso.
Ten amigo do cniacilo,
Oulubro -211 rfaj I8jaj,
improvlsaooi Jrtetarckoi
anea imnortanos, que aem poi toda
niuett.'lll e fusila 1111 ale a. repul tn.e-
as. Oulros e o numero destaa na
am-ss no extenso rampa daa no.
lances e cont- pbaolastros : viajara'
ac.io al os mais recon.liio- fHMtt
raptos das mais elevadas ab-lrac.oe-,
inaticoa e misteriosos.
Ordinariaiiienie ocenpam-se de visajes de creacoes
arreas; divagam smpre ii'nm mando da ideali'da-1 reino das
des e parecem reprnduzir-nos sus escriptos es ira- 1 afanarla de hasor aa
liccoesdo metavilhosa paglo, lodos os-ondos da la- ramenli.s nataasraa a. 1..
1*.....v riw"hr,fM "c :-"" E*tt5!*r
gosio. A e-e bando perlenrem pela maior parle multplice, operar,,
cerlo-raz.edores de folhelim. que rncliem com sua- Mvagaeet i-a-t.'irac.ln
inepcias e mal aponais artiao-, pamnas e paginas ao prog'ro..r' fervoroso
inleiras de juraars rerreati.os : especie de ditera
los vaporosos, qu soltcmii as azas de
>e a esta scalo cabe asma ama mer-a-tda clama
I-Ios ampb reenr.... e tiivi.r,.e, mir.rnl*. can
qne lem auaiiieiiii i., a 11.1.1a da-pr.Klur. twv i.u
tenca- pdv-i.-.,. ,. MaHstnaa : -'- ri-
I".....ido a anarajaa daa iaM-iks<-
i.i
m'......da iiidii-iria. ..-
cnmetrioam pr..resaaa
niel- da. L-ae. lahMlana-,
das rrearoe- arlislaras ; lar
mu ler que ae n.io ai rer., a u eiilliu.i..-... ik-I*- Irtlro
iinsauacao c pela scei.cu. qoe se lite vai di.r.eriaudn r naar
que marchara mi,- .rpido, no cami- S^T^A Z'r.,":^ ST ~
A. pr.meir.s iNslWwwlaa de Mas r- ri-zcv *-
l^olessaa
frvida,
Slo
nlio das originalidade
propria e exclusiv
se nao pol
Clusix.i respira... ., 11. a.ubienle que condecen, boj. ., ,,e,c. ,a,le urgen,, de ,*..,*
e confundir com qualquer oulro : he pragresw. de recehe-l -ea,-f smi Vr d.
eres ora, e evtraorm.ar.os o nniverso Iremos que o parverte. k".V,r ,,-T
povoado le
em que elles gxram : e as luspiragoa
de uma fonte inacce-iivel as
pirilo alila.li
lev-
lirola-n-llt
pesquizas de inulto
O mundo cajfoaaa
moiilicacnea pnlili,-
que lem paaVaMS |m lastiaa
-ornes ; e-ie ariiida tkealra.
app
a I
b'ri.
volv
res.
gnomn.-todas a. sllegonas ... generis d'arla nos h-.ancia a na Ion..,, le pT?^ "a"'
-eos, ue,ross:.,nl,oloscn.vll,osp..r..colares. abi -clrela maten, p,e-e!,,em Moka mn
ven appareeer atrave de ,.m man.. luHrose de ...al neasea vaos exr,-.- da -Tg atlt' a'. ,!
nte illuslrac.io e goslo romntico, a tanta de gina.;.,,.; de porque reronherern que m s#'naVa m
dada que rema por vates nos traba!!.,., des- Iruir rm lempo esse, ISHMamaaa deaora.im.,1.,,,.
lores, para qncm a lltleratnra parece um essas afoajEaaas 0||ra-..ai.,oe- n drw.j,_ '
. de enanca, uu antes um mau-quim que se cultivar das leliraa. ., pn ,ra,. dellas
para lo los us ladoi l)as(eS monopolisa lo- c. em vez de -c leaar ao.
i .11 lalvez, mell.oi. nircadej olores das latir
MU o mando chafo, liazeteiro-, fiilliclinislas piin- lellectual, -ucceder.i
cipalnienle. red.clores de elogios dramticos, que nasas ja raras
se apregoam de nevos Bschylos pelo genm. e de ae- mes leailimas.
gu'ilosSrlilegel piel., ilicnria e pela rr.lica ; fadri- Em sii.iu.., o quese n.o |,.lec.....>larhe.,N
osuores do wresiajndoneiassobre assumplos poli- -ciualidade o aaaa aem.. da riiiaptMa liUnZria u
c ... propaladorei de ..olidas scienl.licas, joma-1 se va. desenc.de.nd.. H m...r e.cl". im^lhS
usas de Inda a c; la, desle o simples repslidor das vezde'"
pressr.es da mo
das innovaces e la
HerColes, .. rna.leTasj
1 sera inevitivei.
aecoaas qu^vieresnoeajaH.,
""'yPi eminente de costo, de |H-.fric..amea| i_
uma decadencia e-*paaaaaa 4
manil lotntiai dos eakMsdaas e nlaasira-
culiivar com esmero r primar ewe d.lalaua.
aie eemphetieo panesyristi seto, da qoal tcvem brotar e-prraiirx e tesataa
exentrici lades, all di-pulaiu i frolos llares rom que >e eufeili- .1 asede dos rera-
ap.uados na | nhocidu tlenlos, e -e rofiusl-ia arvor.
da sciencia. alten le-.e mal. t-'mltilldadet aa- .,
timperos da inuia.0051.0 cx.llaJa. lama-aa cas.,
guia, n.iacnoi!.....raa de qualquc cenefa, a arbi-
trio disrncieaaita da aanataae. indcpen.late aia-
I >is que drvem mana la nos -. .,- 10-Ue. hssn ir.
C*dea limites. O que nmauem pu lera p.Vr en do-
vida de, que certa inania de relelarisar-saa, aa rortu
desejo de passar por extrema lo lepia da lihniala la
1 ."i.iiilii-1 em tu l, sem ao ru-1.0. miiTelaea>la-U
Bases e-criptores irofcrem muilas palavras. dizem | sera aprecir-lde as cm lie,.,- qu( to necaasanas asi
espreza.m o principal, e nao to- | seu dcseuvolviinenln.da can mudo maula gante, ana
so prezt de .Ilustrada e endita, ana manexlravj
n.'i|lira, romo 011I1
"rmidavel rlava di
Abjrans da que.
Vles e exelusivame
ripios, e escolder
podesse vir a
cara an mesmo lenl
dem u'iim si. arlig
muila cousa, mas 1
ra-romanlisina
.era looge de ae cousaarareni sin.
le a um ramo particular de es
in nina especiad la I- que, lalvez
enot sacrificada por ciles, abra
po todas as materias, compcdien
muilos assumplos, extendem-ae
n'nma s composirtio, em loagas ,. ditliceis disserta
coes
cara, se quer, n'oi dos pontos que Idc- deveriam
merecer altencao
a' primeira vista pareceriam
vi. mais apparalosa o es, len.l.
os espirito- lories do -eculo pal
mundo ; taes escnplos, que I.
1, los fariara leml.rar a um anti
icilo arclieOlogo a remoti-sim
Taes escriptos c 1
urna encyclopedia
da que essa com qu
sedo mimnsearam (
geiramente eooside
quario ou a um so
tradiccao da (ario h-Sepher, ou cidade dos livros.
e Idea estimularla o
los jnlsam irremi
do qoe iuslgniflcaal
vastos de ideas, peq
tancia, e proprios a
do que asaignale na
les jo de p-rscriilar os arcanos
dessa Ilustraran mo 111menl.1l que desde lanos secu
cimento perdida, n.lo M mais
s artefactos, destituidos de base,
enissimos miseraveis em Mus-
lenas para levanlaf mais um l.ra-
.arreira da vida os progressos da
que ansignaie na arreira da vida os
inorancia e do clia||alani-mo.
Infelizmente, c-salmania de esrrevor
herdade possivel solire lo los os jiontoi
n todos os ramee d 1 eonheeimenlos i
c >m a m iior
de sciencia,
umaiins, pa
la da moda, que tem as satas
tatros, corno tolas as diquelas
c dos re.iidrT-tau* de alta aris-
A //cris Iliteraria, como a den.,
ente u..i espirilnosn escript,,
lian- as suas .Memoria
Extemporneas ( conlra-sa por toda a parte mo
nula de imperial taaimos diplomas, em xir-
o e .,' direilo se imagina eulo-
0 sceplrn c dictar |ei> sol;
lili
e
rece boje uma eliqu
formulas e os seus r
dos sad.es. dos baile
tocracia auoyttUui,
mina mu judieioa
purtiiguez dos noss
tode dos quaes a' lo
risada para cmp.ind
as a todos os adepfy
res da lllnalradlo.
Nessa grendissima
a qur.l mais cslranidn
11111:1 il ; nesse ronlii
sabor, aliradoa a' fi
(ros lanos protesto!
at cerlo ponto, da cn|
dadeiro saber, e a s
leitor perspicaz lodos
demnar a iuleldaenc
cessarios recursos ; e
da sciencia, a lodos os amado
ndenida rirealacSo de ideas,
ca, mais exquisita e descom-
i mareadejar de escriptos -em
e do publico sensato como 011-
medoa3radude presumida, e.
pela inseiencta contra o ver-
hda iuslruccao : descubre a
s excessosa que se pude ron-
trrellccli la c privada dos ne-
que, sobreludo, se pateolea
he a vergonhosa degrldarao a que he arrastrada a
sublime causa das le
Dignos de respeilo, dVednres ato da aimira. 10 ge-
ral sao aquelles que. tAido forras para conjurar es-
sa tempestado produiiilt pelo nao goslo e favonea-
da pela pedantera, ou-lim tancar na arena jomalis-
lira urr. pens.mento giive e ponderoso, que. den.
comprehendido, tende la radicar-se na Ierra como
sement apropriada a pleciosos Craclea, a al.un.I 111-
lissima roldeila para o fklur.i.
Os nomes desses n.lo Ti duvida que Mta sobrena-
dar inclumes e apreciaHos sempre, na ruido-a atla-
vi*i doa escrevinliadoresj parvos c Ir.sloucados.
Se um dia Irahalhadoits mais activos e c.nscien-
cioso ollutrem para este tspertcolu que se descorti-
na diante de mis ; se a iranio que vier depois dea-
la, mellior conduzida e liperiroentada, lixa. vistas
de comprehensivo estudole medila53o sobre o qua-
dro Iliterario do seculo \IX. da de rri-oi.iiercr, por
cerlo, que um espirito diinvi lade exlrema, dara-
lliaudo elementos que nad pude combinar, planl-n-
do a anarrh a no centro 1.1 mundo moral e scicnlifi-
co. irrastando a uma inlolkravcl exaaeracilo o prin-
cipio salular da liberdade thcm eiilciidid, nao re-
celara prodigar |ireceitns f regra<, de-lnur as oree
cnprues do bom senso, arverar o estandarte da nuus
precipileda e estulta de todas as IranaTontueoes nos
dominios do engc.fio e da imiainacilo.
Pruceden lo a uma anal)se minuciosa, dislingoirao
sem duvida, aquelles que vierem depois, assim como
j.i hoe disiinguem os vcidadeiros eriltaee, o que he
melhoramento puramente Iliterario do que an (.ole
chsmar-se desregramenln e eteroprao completa : ve-
rlo que uma lendencia deMr&aniaadora e rafal, insi-
noando-se com a forra de principio dominante, rom
o preeligi de iustincto restaurador c independnle,
levou o exterminio do clasismo alo os ltimos retal-
lados do extravagante e do absurdo. Verlo une es-
sa tendencia cm vez. de prodoib obras aigaute>cas,
monomeotoi brilhanles e doradooros, alo fea mata
do que sanecionar o imperio exclusivo da san lice
que he de lodos os imperios o maii itl,mitad
de percorrer.
Sera entilo que os legitimis titulas do
inilispulavel mrito lulo de ser iniparci.ilmrnte apre-
ciados : e : pasas que se desenvolver mata essa
apurada uive-ligarao, que nao cslarii sugeila aos
predcenos do roinanlismo deaenerado e anli-iialu-
ral, ira crescendo mais a reputaran daquelles que.
no mel dessa torrente revolucionaria, soaberam
conservar illesi a primeira de lo las as deram -. s
nrranea inleileclnal, a beranca do progresso relec'i-
doe escolmado das Colilldadea de nm modernismo
exeentrlco
a* ...e-mal que aSBO-
l,.-.T-.e, ra>oM*Hr.
tiir* nao be enaHa-
melliare. Kla a qae
i.coi.ltuvel. A al-
1, mas este' na rtz.--.
na uresis alas o-
S-alcasva-
aa qoe na lena
an b-.-stoata ;
Mo so ate-esa.
t.-s exressos, a's atis detaetraJai iireaelaridalas e
uion-truosus deleilos.
O mal. porem, nao esta' s.. na- ..piau-ei ia-aa..i
las que se suslenl.i agaj esla ... n.. proaosKisr ale
ideas or.ginaes, singulares e exquisitas ; naa cauaMe
s..mente no t-m doam-lici e niaai-tral com que
pregara relal.vanienla as leltra-. em aera!, a- ai-
puerta e risiv-i. atasaatranas, m il,-ocias maiel laanara-
ladas c repugnantes ae apenas |.,..M., aaei..-a-
veria que recelar. Das discns-.ira ...aos passa-sa a
discussne, ,criptas : atorirlall inWare do bala aele
curre-se para .. praca ,.....t.cl ,| ..nb.sbacaaxo os-
pu qoe bale palmas aa ecaneare ntte esaritaetias, a'
ptuiieira nnraoa astrnadv. raa-ae par., a iaiipreaaa;
velvaaa ae ea ivpo-, gaantaa os jirel, avallaos as
paainas, mulliplicam se as foldas. eafardam-sa ne-
noiliro-. cl.ovcm ptmnhln..,, ..cciiinulam-.* as kr.-
. juras, redoplic.,.,, |ivraa, josnalisaa-a r-c
o| priinido del.aixu dr urn I rnu lavel pe* do raso-
pi sici.es de toda a casia. Ofcaarva -c enIJosma a*J.t-
leraliira, como diz .. illa-lie evnntor rartncaez ..
Bar. Antonio de.-erp., n. sua obra tu pnoeo rtiao.,
ocre-ce em cvlen-.io. ,. que .-.i.., I..
m .ola. esa pca.liaaj.aHaa I. :
'ique por ora rsereve se mea
mente xnnnim de es.-rev.
-' pode cdaiuar uma verdad.
avila dos escriptos de numen
inversa da grandeza da- 1 1. ,.
pe licialidades o parvo.ee- ,.,,. ,.,,.1.,, ,
das. A-.im como se p.,de fallar sem ararlo
da.ncnte, e licailivre ao i.-.u ranle.
slzo, dizer luda quanlo Ido vem
me-mo modo ae oaids tminiai mal, .
exigir ceabaiiimaaiai e iliuttrara,. ata qesa aVaa
P .-11-, 0,1 mu,., o- despreza -..mo inalrso eseus-
10. Em lodo o r4.. o Irabalba aaU' leslo, o ..1 a-
mil maravilha.. Nao se >r..,a, ,ue msina ve-
na a parar por falta de eiernr.o e-ta. .. re
em ronlinoada a-,1,ri,|M ..maellervewciKiaespan-
tosa : e po le ser que a sraaMc oa le da rleetrtrada-
e 110 mu, i., pdx .,e... ,(,e, de l.o a.l.ada a apira-
lula cm miiili.-ii.veni.M der-..-ale data, ni pra-
duza dadas a. mesma. Ssadltsas de lempa o ala ina-
puliio extern., la,, maravilh^oa e repentista, ajsaa-
nomen.s. Pan lodo ha um I .l.oralario proa^H. e
d aniemao preparado : nao eKara-asn as l.rnaa- pna
cida uma das emp i.ir,l.-s ama vez intentada. : a-
cham-sc mea a atetar facilidad* nmi.. a
vimenlo para Iotas as materias sabr que sa
da merever.
Oiiando se nao plaaia miseravelmenle. lazosla d.
um artiga qualqaer om, safada manta de raialba..
oque nao poucas veze- entra no c-ta no r araran
do mais apurado modrrni.mo, ie.-..rre--e par rcrHa.
a inex.iirixel fonte da. ai al jai divaaar..e, aos pra-
selos da fantasa pelos iltimilad. lattMa das nuas
abatrosas idealidades. Eula o plano rala' cacebaa...
o caminho esta' feilo. I'eram-se i.,e- e-rr.pla. e.
quaesquer arl.aoa, elogios omp ,.... invert, a-
picantes : axi|a-se dilles uma rr.lica de alta cha...
uma|sandarau rommemoraliva da- la^a.^e. ale ira
aueire.ro di-linrlo, a rerommen lar. de unta aabea
Iliteraria, uma revi-la bil.lioaraplura. uma aaesnaea
s-iei.lili-a, nm Iral.aido de qu.lqner nalarna. o
elle- proniplainrule apreei>lam. Enraisam-i .
as clar/.es, arraiaamllie trecli. ..'e qu se baaiain
inur.i:.., na sejarn a pripilW 1 .01 au .ln|inrsn.a
forma, e em naneas minuto, aln ler la um aHefar.
ci.mplet... t-.speers de cmara, upl.ca.. em qasa 4
reproiliizem, mediante as combi..a.-..cs da arle, aVasae-
rjltos e pinturas qoe nao seriara percebidas aa lal
dtaaestaneoaaj .. sorcorro apenas )< ra., x.-aal
taes escr.ptorrs p.,.|-,., lepruseiilar lodo, o abjrrt w
que ae Idea pcmdiaute, eml.ora asOaja en.iwu-1.. a
ndro que o- lranmi(te. ou d-..arafnada a macla -
nisnio. Pane.....aparU: nem I.- indispetraavel v e
a< ideas avullcin. que .. enrontrem peu.an.cni....
qo- luja lafaea* de principio-: b0SU qne a. p.lavr .-
allliiam, que 1,.,,. rai.-em as ex|-re-H.e, e qave a> v. -
cabales por veaes uncos t.nuc. -c enlilnrrm r.
di>|H.nliam como a. arle, iiilearonlc de nm besa
c fcil i preparado anuaaaxsatajj
Cade trazar para e.|* lucar as ex ,re-san de ves-
aber c do I ua.lcira critica e de aran- me Iliaca 1
. se n 11
tagne escriplor. de qe |,a wasea lid ......... leirala 1..
vivo e-se aalado laateniavH da ,.....!.ma I.IOrala. .,
vilipendiada pelo. -eu. |a..,s a|Hi|..ci,.. c||a,r.
II i... eagcnhasM a aprafandida --u ajauat aav-
inelh une respe,!.,; ,u, ,a| ,., ,,,,, J .^ _
loarloaiii.rmal dos e-p.r..... e do jmnali.ma a. at>
lu.u.l.de ; lia o.-lr.inieiile zurre r.. tmlaa de r.
criplnrcs parasxias, qHe na., podemos resi-.ir na
desejo, .- iiece-id.,de m--m.de Iranarrever a. ..,..
..t.servary.e.. Klla-, al. ni di-lo, r.-umem da man.,
r^iireanlo, es.a esperanea que nutrimos, depen'e ra mais siamlicaiiva eceaneMa n qne liraamam.-
imslaneias ullerinrea. para que se pos- [ poderi.mna dizer em Ua aban tente a.-.implo, be 4
a poca be de transico, como lem luui'iaaem viva e eoeraica oa raza., r. tlertila c v-
de muilas cir
sa realizar. S
Si. I>
"lanainente li-
ira demonstrar
I, l'hilosopdie cdrelienne, p. KW.
HB lliitoire rritiqne des doctrine relicieuses i|p la
philnsopbie mmtarne, I 11 a >
II Ibidem p. 17(1.
(i ibidem p. 372.
,.">) Ibidem p. :174.
tj All.en-u IVin.raliiiraiio, o. .', p. si
.) Ibidem p. SI !;, ,
s lindera p. s::. ,
'i iluden' p, R7.
,1o pela sua neressilole. Adin'illi'ndo^ue '1)^,0 CBITICA DA CITICA. acceiu.cao ; po..,
delerimnc livremenle a cri,r, os entes rm-eld nm. 1 I J I I. monos alo
duz lornam-se necesuriosp; ma ueci-idad. con- Analvl? ,!" HUJO ClltlCO-lltu?roriO, do | !loa aposlolo. do progr
dicional, islo l.e.segundo a hypotbese de soa deter- Clarim Litterarto, pe
niinaciio, he impossivrl que nlo racebam a existen- liisans
em; roas, se Dos lie neceslado na creacf.o, nlo lie
rabera o pen-emenlo precede ie,.n1o uma hypothesa qoe erealnras exwlem. ""J*"*""
J '.....",c- ">rem nao he menos evi- pois que o principio de sua existencia nflo .....,1,11 ,, '>
ervo ; solalamenle^la er. Us sos.eo,,,lre. desee s 'tema Jr"r T'"'" """"' *volvmenlo da
Ho de ; sao obrigados ., chegar .0 ponto de dizer, ,1,0Tao '1 ro'";",l'-'---nca-a.n,l.......zemos--conde-
pieria I se podo eonced.r o mundo nao existente : ,,c nflo .",'.. Ji\ I',',!! c"""'"-''" 1U -' |F"' al""le.-
se pode coneebe-l.! exisUodo de oulro modo ...,e 1 ? .....Wiplor, e que -e vai di-semi-
n.lo te pode cnceber que houvease en. iu,. divir! \\ J 'T '*"*" es|'iril ''" J"r....."""re"
livre qnanto de sabia sna liberda le; sU dteoosiclo. mail ligeira dil/erenca. que na,?se p 1,Uerl10" portugneza, que de, sem duvida. a
parecido a mais de um escriptnrseosalo, Ble he me-
nos rertn que o seu principal pensamenlo, a sua Idea
,-araclcnslica. lie a naaeiavel sede dos nicllioriimen-
I os matcnai- ; a P olor.e-da dizer, porvenlura.com
bstanle raigo que, nealieeneando-se a boaednen-
can. c pondo-se de parle a dise.iii>ia.:io d prin-
cipios inherentes no aperfeic.ameiito moral, a cultu-
ro do e-iorit... inda-se hoje menos arranadamente
do que pansa rooeorrer p-ra firmar a -olidez doedi-
licio liitvranu e scienlilicn.
Me por e-le motlvn que lauto -e bar ileiam pre-
sentemente os tii.il de lalenlo, que se impravisam
tamos genios, quetumultoam tantas illusliari.e. das-
(ard-, que fervem tantas pudlicares deaerdenadas,
que saperabandam eriUeos, poetas, romaiacislas,
Insloriadores eogeobos de to la a cla-se. El op-
inadas aquelles que em qualqaer dessa ramos le-,,,
ello a um profun lo .i;.|e,n
.... inspira la palo poro ainoi ... leltra-, o par una
laminan eaperi-uria. Huraa lo em-ua Mem..-
na- rilirmpnraniiai.
l'orane, diz elle, Ma ha .1 -et toda a :rai- ,.
cnpi.ri .' \..,i ratean batee tallan.. |hi,m. a.
bao de leda.....tcvoi o que h* a TTirinaa j.
uma forma da*maa 1 -i.,.. da |.-ii-aineau 1
.. Indas de |.-.i.i,i,i.i ii.anile.u-|.. pela x.iz......,,.
Iliona.-,., pi nutra gataSayaas atada Km.-.- a
algara que |aep.....trado pora tallar .
lempos, .:-,-. i,,i,r- r~*-"rirMainsnl o......la.
se di-t neta de Inda.......aira ii...riae.. .. m ,, 1,.
ro, ei ni a n.lii .a, caimi > aihri /..
caria.
ada-
ar
I' n.i -r .- .ri| lat na ,,, .-,,,.
ama rasoavel do pr m!
I -i.ir ,..
ua da ..re peu mii larda dea bvraa
.1 lia po lia "'-i v
porem
de sua vonl,de he
sim como sen prnsam
seu querer. Sim. Deo
denle que a lobitanc
de -. ii pensomenlo,
.. olho OU a luz de
pensar o que elle proprio pensa, bem como o que I
re pensar expon ti. nos u seu pensamenlo em I
parles
C111111.!.--
>lo oulros
o no. let-
. Ii.'.-i 1 le-
al la
H imiaa
I I-di I.M.I ..
,
. rara
.1 ....,, in.-lal.,,., ;,.,,, .
las as : i..i..|,..rai.'u- aoraaos. ., ., .
Minerva era aontera a rasa. : "
!:,..:::,;::,:'"- >--">*>->." ..'
e-crcvi-
. mergn-
nao poucas vc-
-tcii- como b. a 1. ai
e ate
e. rio p ,1
-'m-o 11,.. pode vela, ao n.-ca .',....
"';'he pode; toinl...,,, latber a 1.1. ,
I
la.
. o 1 disposi
vonlade loo independnle quanlo he inllexivel I ,|e conc'eh^. ,' exemplo, que ha'uve'sVc nn'c'.-'uraa I "'T r'""" "' ""';'S es'il M,rema ll''-r"l-".^"
r"'0 I "......',"*'"lp ''' Poderosa quatm. seu poder estrella, na ierra urna planta de mais .... ,1. 0'*"?" e,da '"""" Perlencioso, collore
he ao me-.no lempo regulado e ahsolulo i nao pan- a qne seria impossivel, absordo, repugntnla. coulral
dictorto, soppor a mais pequea partcula de malc-
da
|ue
das
I sando sen.lo conforme a si mesmo,nao librando senilo
I por si mesma, nao he elle igualmente senhor em
I ludo'.'
Mi im vi..., .1,1 i.e, ,1 bien, I.. Ma tesainles
.11 llistnire critique des doctrines religieuies des
la idilnsnpliie mnilerne, I. |, p. i\H.
!' Du .r ai, du den cldn bien, I \M, p. {.ID.
ledras, qoe nao as eomprer-endem, que as prostiloem
e em cujas m.los iiutilisain-se e quel,rain-se sqoel
1.1 Disserlaliun sur rexisteure de Dieu.
H. Eu diria da vonlade.
I.'.. Uu vrai, du dem (Ida bien, I. \l\,
prmr;
MELHOR EXEMPLAR ENCONI
le parle e devidainenl
cripl ri-,i.ue
da restaurar!
tras; de inconlestnvel que aobejein ea m
des, que lliiclii.in a,, inlinilo as nulli.lade-
ia-c ainda ama innnmeravel mullidas .1
ndidures, prclciuio-o-, pedanlss, charlala.
Iba.I... ua miseria da ignorancia
es. da estupidez.
Se n.i, se rotear .1 novo esse terreno que tem si-
do Mo pe-siraamenle arado ; se do mcio deSsa vege-
laclo rnfezada e rule -e nao arrancar a |.....roda
semenle productiva que pode haver misturada ah ;
- -e nle -eiarar o jm do ingo, os germeni frucl id-
ea lores da raiz. I.....a e bruta ; -e, prpptiameille fal-
lan lo, n.lo declarar uma guerra da morle a esses
eapi rula lores, assrs bafarinhelros da- letta-, a es-
ses tolos imperlinenlea e prejudiciaes ; he rlaro que
essa lepra devastadora invadir -em remedie a lalas
oaeapiilos inexperiente-, o matara em-na esaenria
Mriv1!i,iad0,00brW ''" re-e"c'r;''i'' e ,u eimen- l-TVam liaaa.'
Arr'anque-'Y, noi,, de ..raa ve/ nata nvn ,,e fliTvii.ta^^
encobre os falso, reformador,, luterano brS i ,e,........UTi uo j.* %?
1-
-e mundo
d.nles Ni
he
1- in.icn.nraitioa mertoaa. ; -.
' u tinu.i ella ,.,.
-,:. .-..,..
lade ue r*-r,-var
je r-rri;
Se bisnanat
' I r,:.,a aaa
posanaetam .- a
,', leu, uu
'i"- -lo qu.| |
l-rrella. .
lur amula nma
ata rad.ra se na
. l-am
- ... -i/-.. Ei- aqm csala loases l
por -imple, dir.-uod. ,u,-e ,,1
os Sitiados, que l||OMto -
que r mil........,
nennloea asassn. I
mal. As palavras \.i m e mnleta,
daa, paasam sem deixar vr<|, ,'
minia percella da v.-. :., 1. .1,,:,
idea na rurui.,._-.,.. do siniiiimal .
I I '.. Im.11.1.1.lade r tro. hl. 1
'' "npr.....a .... da paleara esevinta,
lulaaniroind,,,,,,, Mllaim rama a ial-
. para dizer aaal Ar
nm v,m,.I,o. que ,a coai^rv. .... "T-
lae.in-arm
- l\1o<
; \
l-.


Olivia 01 KUNUIKI QUaii FllBA | 31 NOVfM H M 1858
ihe pede, sobre uro quesillo de que nada entende ;
este ceosora o que est cima da sua comprehen-
sivo, aquello eloijia o que esta abaivi da critica. Fui
o que sempre acontecen no mundo, fallando, he o
que agora acontece pela escripia. O peior be que
nesta abundancia de joio, quasi que se afosa a boa
sement,
Dando mais etpansao a' sua idea prosogue anda
o me.mo eschplor acetas palavras :
c A lilteratura lie hoje um odelo, quasi 1.1o m-
chauico como o de fazer chapeos 011 lalliar casacas.
A pontochegon o progresso. que. a inslrucr.ln ca
iiilelligoocia, os dotes do espirito e a na callara,
sao a9 qualidades mais dispensaveis para um escrip-
lor publico. Basta Ihe cuiihecer os processns male-
riaes da arle e servir-se das marhinas com dis-
ericio. Admira-se'' Oque eiam no sen lempo
os realejos e o pianos-machinas f [oilroraenlM de
qne a m.i i mais ignorante pula fazer sabir as me-
lodas mais inspiradas da divina arle de Orphco. i
Moje lambem ha realejos lillararioi e machinas de j
fater artigos de fundo, folhetins, critica ou obras de :
arte. O caso be saber Irabalhar com estes insiru-
menlos mech.iuicos.para o qoe he preciso dar aUum
lempo o olllcio. A erudito esla feila, a eilaroes
dispostas, as phrases ordenadas: reala mecher as ca-
ravelhas e dar convenientemente aos registros........
O mais difticil he ter a nica, por issn anda por
ah a lilteratura I a o falta deate ingrediente, que Ihe
deveria ser a priucipal substancia. Crea-la nao be
para lodos. Por isso a maior parle usa ilo que nu-
tres ja erearam. Ueste aso inmoderado desla repe-
licAo continua da mesma idea, vacada em militares
de moldes mais ou menos parecidos. nasceu n'oulro
lempo a baualidade, hoje llagello Iliterario, epide-
mia, especie de oiiiuin tukerr do mundo inlellec
lual. A' proporrao que a Mea se loma rara, como
materia prima, para os productores e para os con-
sumidores, como substancia fabricada pelos proces-
os Iliterarios, o seu preco sobe no mercado, segun-
do a indicar.ui inalleiavel das leis econmicas.
Uepoisde pensamenlos tao felizmente concebidos
e expressados, nada nos cumprc accresccnlar i se-
melhaule respailo senao que essa espantosa desor-
den) Iliteraria, da qual sao os hoineus Mostrados e
sinceros amantes do progresso os primeiros especta-
dores, os que mais se envergmiham e indignara,
desenhaodu-se visivelmenle no qoadro da moderna
lilteratura, em nenbuma oolra se lem manifesta-
do tanto como na Dortuguez^. Este nosso pensar
nos o proferimos seiiipre, e uao ces.aremos ile repe- I
li-lo, porque be o resultarlo das liosos observaeoe's.T
lie urna verdade constante que se reprodoz quasi
diariamente. x,
nO ex-academico T. II.
Continua.)
da sua mesma ordem de Santo Agostinho com licen-
cia do bispo de Lisboa 1). Sueiro Viegas.
* Como consta de urna escriptnra feila em 12S
que se conserva no archivo d* misma calbedral de
l.ishoa. Desampara-se cuino lempo este convenio.'
mas no reinado de I). Joio III, sendo duque de A-
veiro |). Iodo de Leneastre, iriiiSo do bispo de Lei-
ria I), fr. Antonio de Sania Mirla, o reparn ja
quasi arruinado, e o deu como casa do seu padrn
no ao geral de S. Francisco para que nelle pozesse
religiosos da sua ordem reformados, o qual icailen
e pondo por primeiro prelado o padre fr. Maililibo
de Smln Marta, natural da Cartagena no Levante,
lillio dos condes de S. KslevAo, com o qual se jun-
tara muilos varona entre ellos S. Pedro de Alcan-
lara e tr. Joo de guila, lillms da provincia de S.
tiabriel, e estes padres be que lUram principio a
provincia da Arrabida, lomando o titulo por devo-
ran a Senbora.
Bata Senbora ora toda de pedra e de moilo rica
estallara, sentada n'uina radeira : o Menino Jesos
que noli i sobre o braco esqoerdo, esta com um
passaro na inflo esquema e com a inio dircila tiran-
do um espiibo do pe. Pereceado denoto a algaos
que seria mellior estar a Senhnra em pe, cerraran!
a pedra que locara a cadeira, o Ihe lizeram um
meio corpo de roadeira.e Main) licou em pe, porque
anio direita eslava sobre o braca da cadeira Ihe '
lizeram oulra mao, e nella Ihe poxeram um sceplro.
Hoja a Seohora est difireme do que quando ap-
pareceu.
Iva ermida primitiva eviste boje urna Senbora in-
vocada da memoria, e a Seohora da Arribada es-
la no convento.
!:?..l:t.r>0-d:^ol,',''s'.aseSu,,d::,,1(-P0.ls con- Fort William, a 8 de marco de 1856
Publicado por ordem da directora ria rompa-
e a quarta de-
cluido o segando terco; i
do reeepimento provisorio;
pois da entrega definitiva.
.4 Para ludo o mais que n3o se acbarde-
terminado as presentes clausuli-s oeo to
orcaitionlo, se^iur-so-lia o que dispde a le
provincial n. 1!86.
Conforme. O secretario, \. F. d'Annun-
Ciac9oL

- Wttk Or,
ulna das Indias Orieniaos.Assignado, .lames C
Mehell, secretario.
Casada directoria 7 demaiode 1856.
THEATRO
Segu; rom brevid
i
DE
, Co/Jnhciro.
Precisarse alagar um cozinheiro, escra-
vi), (|uu teja assciado e nao bebodo, (el,
etc. : na na da Cadeia de Santo Antonio,
secundo andar dt casa aniareila.
roa da Praia n.38, precisa-teda um bam
la
oflicial de
alf.iiale de obras miadas.
C0ttwr*3s--0l padres hespanboes di Terra Sania,
segundse lo no relatorio apreseotado no capitulo
geral da Ordem dos Menores em 10 do raaio em
liorna, obraram desde 17(18 al ISVi as seguiotes
conversoes :
lircgos .......
Armenios .,.,,.
Coplitos.......
Protestantes.....
Ilebreus.......
deulios. idolatras etr. .
Neslorianoa, monulliolilas
jasobilas.......
i ,535
1,040
IS'.l
1 Si
17
137
lid
&0ttt$pon&tncl.
Sfs. redactores.Penhorado palas maneiras
nrlianas, com que fui tratado pelolllm. Sr. Jos
Angelo de Moraes Reg rapitao de anilharia, o
commandanle da fortaleza de Ilaroandare, quando
ha dous mozes e meio achei-me nella recluso so bstia
guarda.devodor a S.S. de obsequios que me pare-
cer dbitos insoluveis. busco seu conceituado jor-
nal para dar urna prova a osle disiincto oflicial de
que se h minlia siiuacao torua quasi impossivel u-
ma compensando de seus inmensos favores, ao
menos nao me devera ter em coma deum dsvedor
rernisso, poique faco publica a imana obrigacao,
e sinto mesmo a maior salislarao em confcssa-la.
>erdade lie, que a educacao culta, o trato poli-
do e delicado, e a llustracao de que be ornado o
espirito do Sr. Moraes Reg, Ibe fazem da obse-
quiosidade urna loi, que elle observa Jpara com lo-
dos; mas tao nobres qualidades.de que faz uso
sem distinecao de individuo, aio excluera por modo
abjura os deveres correlativos, que para comigo es-
Ubelece a gratidao por virtuda dos bons officios de
amisade que dellc recebi,
Dignem-se pois, Srs. redactores, de dar publi-
cidade a estas poucas linbas que.quando outro pres-
limo nao lenham, serviro como um protesto da
alta estima, respeito e considoracao, que tributo a
este honrado oflicial, verdadeiro ornamento do exer-
cilo brasiiciro.
Jos do Mello Albuquvrqite Motile-Negro.
Rccife 31 deoulubro do 183(5.
*i?ublcafoe$ a ^eOO.

:,I!I7
Alni tlislo leein publicado :IS obras, senda 3 em
lingoa rabe, para mslruccao das povoacoe mu-
sulmanas.
( / Aafo.)
&pm % *.
rftACA I) RKCIFE i DENOVEMBRO AS 3
HORAS DA TARDE.
Cola<;es ofllciaes.
Descomo de lellras do ."> mezea! ao anuo.
freerico /lobilliard, presidente.
/'. Ilorgcs, secretario.
CAMBIOS.
Sobro Londres, T :!il.
" Pars, 316.
Lisboa, JS a 11)0 por '., de premio.
Rio de Janeiro, 1|2 a I por 0|o a 15 e 30 dias.
Actoes do Banco, 10 a i.", de premio.
a compaohia Peroumbacana ao par.
i< Ciilidadc Publico, 3) por cento da premio.
a Indeinnisadora. .">2 idero.
cr a da estrada de le.iro J) por 0|((de premio.
Dsconto de lettras, de 7 a 7 l|-J por 0)0.
Dito do banco7 a H por 0|n.
Ouro.(Incas bespanbolas. 28 a 28j00
Moeda de (jl(K) ralbas .... 165000
SaiUtl novas .... I63OOO
" 1500(1.......iljooo
Prala.l'alacoes braaileiros......230O0
Pesos columnari.s......jtXKi
i) mexicana........ |jjb60
Caixa Filia, do Bnco Brasil
EH 4 DENOYEMBRO DE IS.'.ii.
Directores da semana, os senbores : __Manoel
Gonealves da Silva e Jo-e Pereira Viauua.
Descont! para lellras a vencer al 30 de deiem-
bro prximo S para lellras com vencimentus pos-
teriores !l *.
CIDADA OS GUARDAS NAGIO-
NAES!
Ao he para forjar a liberdade do voto, -nao be
pata derribar dircitos, e inieresses legilimos, que
ogoverno vos chama hoje ao aquarielamemo. Sup-
posicoos ln;tusjuT!'laiH|..- reeeios exislam ileiiiidV
s ordem pubt^seiaialterada, e a paz perturbada!
O governo, primeiro garante da nossa liberdade, e1
socego, no circulo de suas atiribuicoes, pretendo
preparar-se, para que maniendo a oidein, possa
inulilisar qualquer disturbio, e d.jsordem, que baja
por ventura de apparecer em qualquer dos lado*,
que actualmente se combatem. O gobern, liel
ao seu programma, qtier a expressio livre das ur-
nas, e nao que seja o povo forjado pelas posices
ofllciaes, e menos pelas calumnia, e infames I rapa-
cas, que oessas pocas empregam aquellos, que nao
possuein as qualidades, e habilitacocs precisas, c
sorvicos 30 povo ; e illudindo, e insuflando as nias-
sas, dellas se servem para a desordem, c anarebia
em proveito nicamente de seus clculos c inter-
resses mesquinhos. O governo, emGra, tem em
vos toda a confiamja, espero que nao sera" Iludido.
Na qtiadra aciual e noria do 6.- batalhao da guar-
da nacional deve ser a le, a monarrhia, a inle-
gridade do imperio, e a liberdade do voto. Em
deten du tao sagrados ohjeclos nio tereis sempre
vossa frente.
Viva Sua Magesiade o Imperador I
Viva a integridade do imperio !
Viva o Exin. presidente da provincia !
Viva o (>. batalhao do guarda nacional do Recife
Manoel Joaijuim do /lego e .ilbui/tteri/ue.
Mor Sr.Tenho prsenles o diploma, e os
oslaltuos com que se dignou cssa mui dislinets
e benemrita Associac.no Comraercial Benelicente
nomear-me seu socio honorario, e grato a lauta
benevolencia, en me felicito por lao dislincla hon-
ra. Aprovcitando o ensejo para olTerecer os mcus
humildes servicos mesma Associacao no desempe-
ubo da seus arduos trabalhos, poro a V. S., como
seu digno orgao, queira levar o ex posto ao seu co-
nhecimento, dignando-se V. S. dispar do ineu par-
ticular servido.
Dos guarde a V. S. Ilecife f de sclembro de
1856.Illm. Sr. JoaoMalheus, digno presiden.-
lo da ssoriacao Commerrial Beoelicente de I'cr-
namliuco. Firmino Antonio deSouza, presdeme
do tribunal do commercio.
ALFANDEUA.
Rendiraenlo do da 3 .
Idara do dia i. .... .
2*:085J177
li:i!te:,(i(i
:'..S:"i77j7:
Desr.arrcgam hoje 5 de noremoro.
Barca inglc/aMidasbacalhao.
Escuna inglesaTtnt l-ruilidciu.
llii 1 inglezaTiluntaidtiti
Barca porluguetuMara Jotemen-adonas.
Il.irca inglexaNattpkaniedem. .
Barca liamburguea-^luriujiie halhman dem,
litigue ingle/.(Bornecarviu.
1MPORTACAO.
Ilrigno inglez irlieorgeo vindo de New |Porl, con-
signado a Seoll Wilson ^ (;., manifeslou oseauule:
3"ii laaeladat carrSo de pedra; ao> eootienatanos.
Briguc inglez aMidasa viudo de Terra Nova, con-
sigmdo a Saandera Brolbers i\- C, manifeslou o se-
guinte :
2,800 barricas bicalbao ; aos consignatarios.
CONSULADO UKRAL.
Kendimenlo do di."1 3 2^29S1I4
dem do dia 4....... I:023j)0t5
S:25*357
l VERSAS
Rendimeiilo do dia 3
dem do dii i. .
PROVINCIAS.
49822
208.3380
653f2lil
S.Mtcie^ic.
PROFISSO'ES NOS ESTADOS-UNIDOS.
As occiiparncs a que Se cnlreg.-i a populacao dos
Estados-lindos apreseutam nal cifras algumas com-
paraees asm curiosa*: Asaim o numera dos cor-
rectores igual ao dos eaballelreirol. Felizes aquellas
que si', deixam losquiar pelos ullinMs !
I>nla-se Um covein. por SO in lieos. 100,000 fer-
rein e ou(ros lautos mercadore*. Os chapeleiros
sao tilo numerosos como os fabricantes de tabaco.
As casas s.lo construidas por 200,000 earpmliros
e 111,000 pedreiros : ."1O.000 alfaiates veslem a popu-
lacao dos Estados-Unidos, em quanto 21,000 corre-
eiros arrei.nn os seus cavallos.
Ha tantos segeiros como editores, o que nao im-
plica que cada editor tenha a sua carruagern.
Os advocados silo dez mil teses mais numerosos
que os padeiros, esles conlam 14,000 fornos.
Ha mais pasleleiros do que relojoeiros, e mais te-
celoes do q|ie prol'essores.
Da 2,000 individuos que se declararan) artistas,
S 82 lem a|profissflo do autores.
dd[ .1
Serra da .Irraliida. Do Setubslenss copiamos a
soclale liflic.ii. sobre esta serra : A sena da Ar-
rabida be ni monte alto que lica no termo de Setu-
bal e roralanligaraeote mreme o!escabrosa, chamaram-Mie osaoligos llar-
I iiriiin promnnloriiiin.
Pelo sol Ibe lie o ocano, pelo noile a dillao-
cia de ( Ugoas ) Lisboa. Nesu svrra no auno do
naseiuiento do Senbor apparecen um 1 extraordina-
ria e refulgente lu/. ou rorroesa eslrefla, osslm o re-
fere Manoel de Faria na so.i Europa.
Reinan em Porlogal I). \ITonso II quando s.i-
biudo de 'Ingialeira ceno mcrcidor que seria pelos
anuos de 121") pouc mais ou meo... porque .'.il 111-
so II couicivu o seo reinado ei I2: .Ja j,(, altu-
ra de l.islioa cresee o mar a nada obedece, na nao
1 ilbolicof e ehrist.los como eaUoeramlo-
DBSPaCIIOS DE EXPORTACAO Pki.A MESA
DO CONSIl.^Dii DESTA CIDADE NO DIA
i UElNOVEMBHO DE1850.
liibraltarEscuna ingleza Nox.i, C. J. Astley tV
Con.panliia, 000 saceos assucar mascavado.
LisboaBrizne porloaaOS aSobaraao, Francisco
Severiano Rabello & Filho, 100 saceos assocar
mascavado.
Lisboallrigua porluguez uKora Succcfso, Tbomaz
de Aquino Fonseca i Filbo, 10 barricas assucar
branco.
LisboaBrigoe porluguez aLsia III, Francisco Se-
veriano Rabello c Filho, 130 saceos assucar mas-
cavado.
Liverpool|t.rea ingleza Oberon, James Ryder
iV Campanliia, 5*1 saceos assucar mascavado.
Exportaoao .
Baenos-Ayres por Moulevidco, patacho brasiiciro
Pelicano, de 130 toneladas, conduzo o seguin-
te: (ill barricas, 30 meia ditas e 100 saceos as-
sucar.
RKCEBEDORIA DE RUNDAS INTERNAS CE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 3..... 3.i(>>7{0
dem do dia t........ 53ta702
3:9t09M2
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo iluda ::...... 2;I8">37'.I
dem do da ...... :I73;NS2
3:J92j6l
C0I> .'
:i ; prt\,0
Hado entra Jos no dia .
Ierra NovaM dias. hrigue iugiezJersey,de 142
lOMladas, eapilao Uonrj Rolber, equipagem 10,
carga 2,676 barricas yun baealho; a JohnUoo
1 aler ot Compaohia. Pertence 1 S. Joao.
dem">7 das, barca ingina Vovager, de 211 lo-
?']!!' C''1"1''" (K Crow"i eqo'-paeem 10. carga
2.1WII barricas com bacalhao; a Saonderi Brolbers
i5 Companlua. Purtenre a llalifax.
i-iatle saludo no mesmo din.
Rio de'JaneiroRugue brssileiro "Adolpbo, eapi-
lao Manoel Urcncio Crrela da Silveira, car-a
milho a roaii generas. Passageiro, Jos Aolonio
de Siqueira Jnior.
. ;i5.
le ^ 111-
razia es-
'inhain
dos os 111 le/es, e ciaba um religioso ermita
lo Agosli iho chamado D. Barlholonieu. 'l'.0(
le religioso urna iinagem .le N. Seohora, e indo en-
commeni ar a ella como lodos os que au inhaoi
nio a acharam e exclamando e pedindo a Dos vi-
rara ii'uin alto urna grande luz mi meio la esruri-
dao da noiteqno Ihe alomiuu a niu viiaui como se
fosse cora o sol.
All turara no outro dia de manli.la o acharara a
Seuhora no lugar onde haviam visloa luz, rom
molas que ajunlou das e.iinpaolieinis ali o ermita
rom lireiica do bispo de Lisboa, Ihe deiicm um.i
ermida e junio a ella orna celia para si, e para I),
I! irllioloineu que o quiz acompanhar uaquella fo-
lido.
Depois erioi.i oaetast llaldebraul um cnuvenlo
OIllm. sr. inspector da thesnuraria pro-
vincia,, em cumprimento da ordem do Fxm
br. presidente da proTincia de 27 de corre-
le, manda fazer pubIico,i|iic no dia 20 de no-
vembro prximo vindouro, perante al un-
ta d.i lazeoda da mesma thesouraria. se ha
de arrematar, a qoem por menos Ozer, a
ol: a da ponlc do Biumzinho na cstraila do
rao ti Allio, avaliada em 8:030/udo.
arrenjalacno sera' feila na forma da hi
provincial n. 3V3 de 15 sol) as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas qis% se propozerem a esta arre-
nialaciio comprela.n Da sala das sessfiesda
| mesma junta no dia anima declarado pelo
molo-da, competentemente habilitadas.
R para constar se mandn aflixar o tirc-
sente c publicar pelo Diario
secretaria da thesouraria provine-ai de
Pernambuco, 30 de outubro de 1836. -O se-
cretario, *,. f. d'Annuucia(3o.
Clausulas especiaes para a arremataefio.
1. As Obras da ponte do liiumzinho serilo
j fetas de conlormidade com a planta c orea-
mento approvado pela directoria em conse-
ibo e apresentao approvacHo do Exm. Sr.
presidente da provincia na 'importancia de
! 8:030/.
2. O arrmnatante dar principio as obras
no plazo deum mez, e devea conclui-las
no do cinco megos, ambos contados na for-
ma do artiyo 31 da lei provincial u. 280.
3. O pagamento da importancia da arre-
matac,ao realisar-se-ha em qaatro prestacoes
.':
Q
&
axss
A
Janua
i
cama, bom medico, boiica c graiid
dos. Os precns dos passugeir
laces, e Rio de Janeiro 50.
CORREIO (.ERAL.
As malas que lem de conriozr o palbabole braii-
leuo Dous Amigos com deslina aos portn da Ha-
ba, focham-se hoje 3] do correle, as 10 horas da
maullan.
De ordem doEam. Sr. l)r. juii de dirello es-
pecial do cominercio. Anselmo Francisco Perelli,
ioiivoca-se a lodos os credorea .lo fallido Joao Cbri-
losiomo de l.emos, para comparecer em no din i da
correle, as II) horas da manilla, na s-la das aubyi-
ciasdeslejuizo, alim de ter lugar a uoincanlo de
depositario ou depositarlos, que nao de recene'r e ad- I principio o divertir
nnnislrar provisoriamente a casa fallid, visto Dito
se terein reunido no dia 31 do prximo nass.ido
raez os mesmo*. ReeiFe 3 de novembro de isli.
O esenvao, Jlaximiano Francisco Duarle.
Pela subdelegada da freguezia da Varna se
faz pobbco, que se acha recolludo a rasa de delencao
o pelo Apolmario, o qual diz ser escravo de Fran-
cisco Jos de Mello, senhor do eageoho Ctmaragibe
do termo do ltiu-1 nnnosn : a pesaos que se julgar
comdneito compareca nesta sobdelegacia munido
de seus documentos. Subdelegaoia da Vanea de
novembio de 1896O subdelegado de polica,
Francisco Solter de Figoeiredo Caslro.
% REPARTigAO' da VACCINA. Q
Q Com aiilorisurao do Exm. Sr. -'_;
i' presidente da provincia (az-sepu- :-r
0 Mico, para cooheermertodos lu- -'
;' hitantes desla ridade, que os dias ..
vi? ('e vaccna surao de lioje em di-
:~ ante nus quinfas e domingos de
:-, cada semk.na, no lugar u horas
:'\ anlerior mente declaradas: nos do-
'.['; mingos estar' esta repartirlo a-
y hertaatea's II horas da manliaa. -;'-
; Dr. Joarjj Nepomticeno Dias Fcr- .
> nandes, commissario vaccinador .''.
:. provincial.
-'-: -.y-.:^:::---;-.:-. /. -; -...:... ..-...-. '.'\
O Illm. Sr. inspector da thesnuraria provincial,
man l,i fazer publico, que do da 4 do crrenle por
diajnle viuciaes vencidas ale o ultimo do mez de outubro
iToMmo lindo, secretaria da thesouraria provincial
de Pernambuco 3 do novembro de 1856..o impe-
dimcnl i do secrelario, o ollicial da serrelaria,
aiiguel Aflonso l'erreir.
O Illm. Sr. capitodo porto.cmciimprimcnto
ila nnlcm do E\m. Sr. presidente da provincia da-
tada de 20 do corrcnlc, rclerinilo-se a comida no
avi o circular do ministerio da marinha, do 2
tairbcindororronte, manda dar publicidade as tra-
dur ;es, juntas a este por copia, de tres avisos so-
bre o estahelecimento de luzes na ilha dos enhorca-
dos no Mediterrneo.e no canal dos Principes a cn-
trai a dn Tamisa, e de casas deasvlo para as pes-
soa; que naufragaren) na parle do mar dcSondcr-
Iiiii ds era Bengalla.
Capitana do porto de Pcrnambro cni 21 de ou-
tuhrodelSoO.O secretario, Alcxandrc Rorlri-
:s dos Anjus.
TKADLCCAO'.
Aviso ;osnivelantes
N. 18.
Mar Mediterrneo.
I'liarol as ilhas Baleares.
O ministerio da marinha do Hespanlia acal.3 de
participar, que do dia I. de maio de 1850 em
dipnie, se csiabeleccra urna luz fixa na ilha dos
Ejiforcados, entre as ilhas Baleares, Evici eKor-
meniera no Mediterrneo.
A luz he lisa e clara, e est collorada na altura
di 82 ps cima do nivel media do mar ; o devu a-
vslar-se do convc/. de um navio em lempo claro,
a distancia de 10 milhas.
O aparelho Iluminador be eatadioMrico da B.
dlassc.
A lorre do pliarol acba-so collocada na laiilude
?S.- V8" !<)' ^nrte ; e longilude I. 29' a leste
de Grenwieh.
O objecto o fim da luz be para marcar o canal
Mohecido pelo nomc de Freo-Grande ou o prin-
cipal doslrcscanaes, ou Freo? entreas ilhas de Ivi-
ca ao lado do norle, o Formentora ao do sul.
Este canal lem quasi urna milba de largura c
nove bracas de fundo ; mas como o fundo be de
rocbedo.as embarcacesdeveladcvein a caulelar-se
em navegar para o canalcom o vento esrasso ou va-
riavel, para evitar o perigo de ter de fondear.
I'or ordem do S. Scnhorias.
Assignado, John Washington, hidrographo.
Reparticio Jliilrograpliica, Almirantado, Lon-
dres 28 de abril de l85.
Este aviso affecia os seguimos mappas do K,m\-
rantado.
Geral do Medilcrraneo, n. 21 JS, de Alicante
para Palamos n. 1187 ; ilhas de Iviea e Formen-
tora n. 145, e mais a lisia de pharoesdo Mediter-
rneo n. 10 A.
TRADUCCAO'.
Aviso ;ios ii i veanles.
1.31.
Canal das l'iinnpei.
Entrada no Tamisa, pliarol addicional.
Trinily Houseo de junbo de 1S5G.
Para raelbor navogaeao do canal dos Principes,
resolveu-sc, que nelle se eslabelecesse una luz ad-
dicional.
Pelo presente so faz publico, que antes do di
!. deoulubro prximo, urna Crabareaco pliarol
estar fundeadao lado norte do dito, a meio ca-
minho pouco mais ou menos, entre os pbaroes Ton-
gas c Guindler, e que urna luz encarnada revol-
vente appareccr da mesma, dopois do por do sol,
daquelludia.
Nova informarn a respeito da posieo exacta,
demarcaees, ce, da luz projaetads, sc'r publica-
da em lempo compleme.
Por ordem.
Assignado, P. II. Berihon, secrelario.
TRADUCCAO
Avisa aos navegantes
A directora da compariliia das Indias Orientaos
recebeu iiliimamente do governo de Bengala a se-
giiiuie noticia, que se publica para ronbeciraento
eral.
Para a gente do mar que naufragar na parte do
mar de Sunjorbunds lem-se eslabeleeido as seguin-
les casas de asylo.
N. I, pintada do encarnado. Edificada um pouco
para o norle de Jacksons Grovc na pona de Sezers
formando a emrada de testo para o canal Creek.s
Ksui em tima extensa planiciecoberla decapim pe-
la parle interior, ou para leste de uns montes altos
de rea, que forman) a linda da praia.
N. 2, pintada de branco. Edificada na entrada di:
leste para rio SubterntooiLey, 400 jardas ao norte
da pona que se formada ilha Bolcberryo 20 ar-
das do signal ou marca das mares chelas. Eslral-
locada no meio de arvoredo baixo e mui unido
(jungle).
N. 3, pintada de preto. Edificado a entrada de
leste do rio Jeuneva, 400 jardas ao norle da pona
que forma a emrada para o rioSublorniookey.e 20l)
jardas do signal ou marradas mans ebeias.
Em cada casa ha um suprimenlo de bolacha c
agua, que fcilmente se arda lando ss inslruer6es,
i que esislom era cada urna, que eonlem igoalmenie
j ouiras direcces de ulilidade, cada caja tem junto a
I si um catamarau.
| Os nufragos que alcincarein a trra a lesie de
; Saugor devem procurar as casas de asylo, e devem
lembrar-se quo quando urna erabarcajao se perde
i com um pralico a bardo, o faci he lu^-o sabido na
j esiaco dos praiieos e em Calcuta. Os uaufragos por
tamo, queacbarem caminho para as casas, devem
n'or-las permanecer c cuidar nos moios do subsisten
ria, na certeza de que, em breve serio socorridos,ou
se lorem obrigados a abandona-las, esforcarcm-se
para seguir o camiobo do oeste at a ilha deSaugor,
e viajar pola praia al que cheguem ao pliarol, ou
cainindarem para nina giande povoacao de pesca-
ra, situada no lado do sueste da illia de Saugcr,
j ervindo-se do catamarau at onde for praticavel.
Por ordem de superintendente da marinda. A*s-
Isignado, Jas Suiderland., servindode secrelario.
Quinta-feira 6 BENEFICIO lio SAMA IttiSA.
l.ou'i provincia >e dignar comparecer na trlbnna, dar
com uma bella sym-
pbonia
roaiLt^v
cierolnda pela milito eoneciloada banda de mues
militar do coipo d. policia, de que he meslre o dis-
luicto profe l)epois|reprf-seiilar-.r-ha o novo drama em 3 ac-
tos, que pela primeira ve/, vai a ceos nesle Ibealro,
e tem por liluln
DE
MiTS FMlLlS.
I10S E TERRESTRES.
CAPITAL IG.OOO.OOO.sOOO.
A compaohia tem >n.i Bceacis no eacripiora
vlura Aii.iiikii v Filho, roadaCrui
de
ii. .i.
H'Ill COIllICCI-
do e veleiro hrigue FIRMA, capitao Ma-
noel de Freitas Vctor, ,, prteda car- CONPAMIU DE SEGIROS )\\\\\Vr
;; |>rompta: (ii o resto, lrata-sc com
iis consignatarios Novaes di C, ra do
Tra|iclie u. -"ii, ou com o capitao, na
pi'.ic.i.
Para Lisboa, com brevidade, por ter parla da
carga prosapia, o hrigue porlueoes Lata III:
quemquixer carrejar, Irals-ae com os seoa coosig-
oatarini abaixo assignndon.
t'rancmco Severiaoo Rabello \ l-'ilho.
Para o Un. Grande do Norle e Atsn' lalura' em
poucosdiaa o hiale Anglica ; para carga e pawa-
neiroa, !rala-se com Amonio Joaqoim Suer, ra da
(.ru/ n. 13, primeiro andar.
Para o Oara' nahe o hiale .Aurora, alada re-
cebe caria: trata-te com Marlius t\, Irmao, ra da
Aladre de Dos n. J.
SOCIEDAE i)\ COMMiMMTA.
fundadora de /'ntrica de
fia$ao c lucidos da aU/otla.
.au *e le
cios em
lo reunido numero uflicienlc de -'-
bles geral, Res asnada a reunan para
de seguros de riscos e for-
Pan
a a Baha
(' veleiro p-ilhahole Dous Amigos* pretende ;c-
suir para a Babia no da (i do corrala ; ni recebe
passsceiros, para os quae^ lem evceilenlo. commo-
doi : irala-s- com o seu consignatario Antonio Lail
deOliveira Izeveda, mi da Cruz n. I.
P. H. Bozorl, copilao do palbabole americano
"l.ilnck llcnr>... rara' leiKo por aalorinacao do
lilm. ar. iiMpeclor da airandega, por lolerveneSo do
I geiile Oliveira, em preaenc do Sr. repreentanle
Actores que razein parles no dram i : as Sras. |). I''" =**"> do vew-Vork .lo. K-I,nl,.s l'nidoa, e por
rlorlnds Knoth, mademoi>elle Alexandrina llenar, I c""'a '' ""''" ''" qoem perleneer, do dito palbabole,
JesuloaJusepnina da Silva } os 3rs. Santa Kosa. Ri-I. 5*" Ia -" lo"eJ* Kozeodo, I.ma, convidtd.is, cria-
beiro, Alve
dos, ele.
Os inlervallos sero preenebidos com ai melhorcs
pcr;as de matice de repertorio do dito Sr. Pedro No-
lasco, c entre s qu.ie executaro o novo terceto da
opera
MARCO VISCOMTI.
e om duelo da* merma opera, lambem novo.
-V. fin do drama segulr-se-ha o paksoadoui por
dos Jovens Pernarabucaaas.
lerminar o eapeclaculo coma
plan ii.la comedia em I arlo.
sempre muito ap-
0 INGLEZ MCHIHISTit.
Urna, Alvo, Roseado,
no aunu de
Aclor
Sras. mademoitelle Alexaodriiis, D. Jesninao D
ana ; Srs : Sania llo-a,
mocos, ele.
isA.(scena >0 |IH'sa "" ,li0 (le Janeiro
Principiara as liara do cosime.
O bilhetes de camarotes, cadenas eplala, esle
desdeja espoaiosn veoda em casa do beneliciaiio,
lia ra de Sania habel o. 13, a qualquer hora do
da, e no da do espectculo uu esrnplorio do mes-
mo theatro.
| cordoalha, ferros e crrenles, veame coniplcl, bote,
e todos os mais peileuces, tal qual se aclis ancorado
neste piulo, onde o preleodeotee pudem ludo e\a-
uiiiini aoiecipadamente, e foi loealmeute condemna-
do ero cooseqoencia de ter batido a' mirada ds bar-
ra, na >oa recente vi.iuem proeedenle de llarbor
t.race, da lena Nova : quiula-leira, II do cu rente,
as ti horas da maohaa, a* porte da associaro com-
raercial desta praca.
I.i:ii.\() DE ESCRAVOS.
O aaenle Borja faro' leililo em seu armszrm, na
ra do Collegio u. 15, de diversos eseraros de ambos
ossiaos, bm como uma bonita muala Dpliraa OS-
lareira o lalnrinlaira, i nearinhas c I mulsliaha de
10a lannos, i preUs excellonles ooziaheiras, i di-
las eogommadeiras, -2 pelos bsstanle robu-ios, pro-
prioi para lodo o aervico, I mulato da bonita fina-
ra, de ls a ao niuos, proprio para pagem, diversos
escravos para servijode campu e engenho, e uniros
ramios ele, os qoaes se adiarlo eiposlos uosupra-
diloHrmaiem ao exame dossenhores prelendenles:
quiula-leira. (i do corrale, as 11 horas em poni.
&t**>5 v^rrMt00.
HE VAPO-
CO.MPAMIIA TRANSATLNTICA
RES SAI!|)()S.
JLyTLl;"""'H ''' -'i""0 """'ss, a hlre e de
foira de 300 cavallos. sabio de Uenova em M dcou-
ubro crrente, locndonos portes de Harselha, Ma-
laga, Udu, lenerife, c devecbe-ar aqu nu dia |9
de uovembro. e seguir para a Babia c Rio de Janei-
u,n0j i' P^""M 1"e se di-tinaremao
Rio do Prau passam no Rio de Janeiro para outro
1Z,l '"**'"' eomPnh'' -Mimado o faier
s "",' meoiu',B'""- I. dedeierabro
ua 'ni" i- 1:'"e"" d" %:'P"r ;"" em
sua olla para Europa, locando na Babia, e deve
cnegsraqu, ao dia 8 e sahira' no dia lias ', horas
e\.o."nHre,i",ri'" S ""!' Tenerife, Cadis
e UMiova. Kecebe passageiros para lodos estes noi-
tos n l.nolli.1., ,,.., m...............L.
O agente Olivara tara'lehao, por or-
dem do Illm. Sr. cnsul da Franca nesta
cidade, da mobia, algumas joias) e obras
de prata, espingarda, relosio, c varios
outros olijcctos pertencentes a' liquidacao
da masta do finado L. A. Boudoux, suli-
ditofrancez: sabbado 8 do correte, a's
iOhorasdamanliaa, nacasaonde residi
ditonado, ra das Pernambucanas na
Ca punga.
1
nao
o lambem para Hsnelha, para o que lera os i
.,:..'.? i'l""".0 ;. e\ncl!c"'e tralanieiilo do mesa c
numero de cria-
os para a Baha -2j pa-
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Para I boa, rom brevidade, por Ir-r parte da
carga prouipta, o brieue perlogaes t "
qoem qui/.er carrej..r. dirjame sos seas
ros Francisco Severiano Rabello \ h'ilho.
Patn Nash& !'.. ferao Icilao por uicr-
vcnWiodoagenbg Oliveira.de grande sotii-
mento de&zendas inglezas, as mais pro-
prias do mercado : cpiarta-eira ") (|(. cor'.
lento, a s 10 horas da manhaa, no seu nr-
tna/.cn ra do Trapiche.
A
J
O agente Vieirs .la Silva lera' leilSo sabbado, as
II horas da maollla, mi seu arma/era na rua da
adre de Dos, dos ebjeelos qae ss scharam pr-
senles, sssim como de uma prata moca, perfeila cn-
gommadeira.
LE1U0
(I agente Viqira da Silva far leilo, por cunta e
risco de qoem perleneer, de 100 saceos com f.irinba
de mandioca, em lotea a vonlade dos prelendenles ;
sexta-feira, 7 do correte, as 11 horas da manhaa,
no armazn do Casaza,defron(e da allandega.
O agente Pestaa Cara' leilodc grande
[lorcSode obras de marcineira, novas e
usadas, inclusive tuna moliilia dejacaran-
da' em muito bom estado, c eNcellenle
gosto, assim eomo unta armarao para loja
de fazendas, e mui tos outros ol> celos que
estao patentes, e serSo vendidos a' vontade
dos compradores: sexta-feira 7 do cor-
renlc, iioseii armazem na rua da Cadeia
do Recife n. 53, a's 11 horas da manhua."
a
nt>i&d ^Dcro,
aceita loda as proposla
luna do mar.
Sobre o ca*co, iiuillm e perlencoi de navios ,ip
qualquer Ijiac.vi na navcsar..,o de longo carao, de
cabolagem, ou lluvial, oa na pesca, mi viauem ou
prestes a viajar, em carga nu descarga, amarrados mi
ancorado., em coneerio ou no estaleiro, qoer por
lempo rerto, quer por viagem simple, ou a premie
mole o di i IJ di' iioveinbi.i prjimo, qoando se loman
- "Mi jlllllll'll > Hll'lliae. ..'._____.. __________anaaa. aaK
ligado.
Sobra merca lorias
liarque alo o Jr saa
ile-de o momelo do sen ein-
desearga e deposito.
Sobre os lu ros esperados de mercaderas encami-
ohadas para qualquer mercado.
Sobre 0 casco e qmlli de eiubarcaciies miadas
erapregadas em descarga e trafico dos partos.
Sobre o rapilal c premios de dinbeiro a risco.
Sobre o premio dos seguros e premio dos premio-.
Sobre nenies de lerceiro por dainos causado, por
abalroamentos fortuitos.
Sobre os frelci.
A compaohia recebe lambem preposlas (le seguro
de riscos de incendio e damnoi causados para preve-
ni-lo 00exlingui-lo de raio ou logo celeste, e inuu-
dacocs.
SBREOS SEb'I.N rESOBJECTOS.
Predios urbanos ou ruraes, igrejas equae Islielrcimenlos, com esdesao de deposiios.fabricas e
laboratorios de plvora, e materias incendiarias ou
InOaminavela, thealros e cssas de especlacolos.
Mercaduras em qualquer parle que eslejam. mo-
bilia e oleaeiliosde f bricas de quaesquer estaliele-
omentos adustriaes, quer sejam leilai por seus pio-
prietarios. quer pelos uso-fructuario-, locatarios, su-
blocaterios ou eredores hjpothecarias.
bloalmenle aceita propostas sobre re-seguros, quer
dos seguradores, quer dos segorados, nos casos em
que a esles pode competir ore-seguro.
A compaohia garante a [.rompa IndemaieacSo da
imporlinria ,|e quaesquer ,niislro, e a rao hculade
dos premios: Igualmente um sbatimento as pessoas
que na roda do anno lizeram uma ivutlada somma
de seguros.
PARA PASSAR A I 1-SIA.
(.onlinuam anula a c-lar ilesoccupa.los o> dous si-
llos ja auniinciados na Ilha do Retiro, com daaa e\-
eeltentes casas : a tratar com Jo.lo lavares Cordei-
ro, na roa da Madre ,1 heos n. 36.
ORDEM TEBCEIRA IJ() EARMO.
(I secrelario da veneravel ordem lereeira do Car-
ino tem abcrln taeses de misa coostantenMnte com
a esmola de 010, e conlin i de presente al n .vem-
bro de 1857 para safragac os irraos fallecidos, por
isso roga aos -enhores sacrdoles.lanlo seculares co-
mo reculares.bajara por suas bondades He direin pre-
lercncia a dila ordem em consequencia do grande
numero de sulTracins Ordem lereeira do Carino I.
de novembro de 1856.O secretario,
Manuel Joaqun Monis Baranda.
i i s
(..bsete mmmi
I.E1TBA
dE
I enho por diversas vetes demonstrado que osle
eilabelrcimenlo tem progredido ospaotosaraeaie ,
muito principalmente do anuo de 1854 a esta parte ;
mas, ou parque nos aneciados ha pones vontade cni
ajadas a aciual administradlo, para ella mellior po-
der deseinpenhar seus deveres, ou porque ella varil-
le em soas deliberaroes o cerlo he, que des 1e a re-
trala |iara a Europa do mu digno director, nada se
lem aiiianlado''!
lia pouco loi endereeadalao eenselho deliberativo
uma quena de grande ponderaran, contra um dos
empreados, na qual muito em dovidase puahasua
fidelidade. E como ate o presente o connlho se-
nilo ten hi resolvido a entrar ni apreciarlo daale
faci ; eis o motivo por que lauco nulo da peana pa-
ra o despedir no cumprimento de seus deveres, e
istoolaco uestes termo;, por me persuadir que osla
l.lta lie proveniente dos inultos alazeros de ateuem,
a quera muito respaila o seu admirador.
Il'sappareceu no sabbado, |. de nnvemliro,
pelas i huras da larde, um escravo crionlo por nome
Clomenle. com os signaos segralos : i lade, pouco
mais ou menos, 25 annos, altura regular, cheio do
ro-io, eostoina a embrisgar-se, levou eSlea e camisa
prcia, fui sem chapeo na cibeca, quando se pereun-
i.i algama cu-a coslom i responder de vista linca la
no chao, ja h. noticia qae -m la a al dentro d a lo-
do t porlauto rog*-se as aolori la les polciaes e ca-
pitges de campo, qoe n prendan) e leven, a sea se-
nhor no hotequim da rua larga, do Rosario u. :27,
que serao recompensados eeoeroiamente.
Na tarde do dia :i do correnle perdeu-se 00
cemiterio publico uma palceira de ouro, sendo uma
grade larga Uvrada, dividida por uraa escama com
rubras : qoe -a i achoii. querendn resliluir. leve
uma definitiva delibersia casa a< j>v>as que -e
acharcm presente.. \ leum.,,. lera Incar em eaaa
doSr. Anlonio Marques.lo \m,,ni. rua da Ira,
no relerido da lat, ao meio Oa em poni.
Pernambuco JS de outubro de tOaa.
Amorim, hara, tiuerra \ C
Precisa e do umjpreto |iara urna ansa eslan
RClra, que spja liel e nao tenha virios, pasase bel
a Iratar na rua do torres n. :1S.
-- IVIu j'i,/o de orph.ios desta ridade v.u i' prai.a
,' por venda a rasa de sobrado de doos ndate* o. Ix,
na rua de Jos da Costa, no bauro do Kecife, a re-
queriinciilu da viuva invulariaiile, para pagamento
ilas dividas do seu casal, por fallecimrnln de eo ma-
rido Joaqun) Jos de ligueiredo, na audiencia de 7
de novembro.
Aluga-se a loja da casa da rua da Aur ira n. .".i.
onde foi ollicina do fallecido niarcineiro llenrtqoe :
quera pretemler dirija-se ao Sr. Joao Pinto de l.emn
Jnior, no seo cscriplorio, ou casa de-na morada.
na ma da Aurora.
Pnclsa-se de ums ama qoesaibaliem esn-
nli.ii. o pira faier as compras : n> roa do oueiuia.1
n. JH.
Prectsa-tepara urna casa estran;;ei-
ra de um co/jnheiro Ixim, de uma reira, de una leilor. de urna cn^omma-
deia c de urna prcla, i>aia o servir de
casa : a tratar na rua do l".ix"N|)o, nocs-
criptorio da com|ianl)ia da estrada sJe
ferro.
Permuta-se o .-.rrendamenlo de um silio na Se-
ledade. coiu grande casa de sobrado e mais coa--
dos, por uma casa de doos aodares nos hairros dr
Santo Aolonio ou Roa-Visla : qoem este nesorn.
quirtr reatar, dirija-se a luja de faieudaa n. fff, na
ru.i do i lueiniado, que ah achara' rom qoem Iratar.
AlOgSi se duas casas recaulernent* conrrrla-
das e pintadas, no lugar dos Remedios, prnpriaa rara
se pasear o vetAo : a tratar na roa do caes do Ra-
mos, sobrado de dous andares, no primeiro andar.
Alagase urna escrava ja' idosa para a serviro
diario de uma casa de pequea familia : qoem livrr
anniiiicic ou dirija-se a rua dos Marlvrias. w.i.iaj,.
n. J. primeiro andar, das (1 as S horas da manhaa. e
das i as s da noile.
Pede-se ao Illm. Sr. Ihesonreiro das lotera-
desla provincia baja de uSo pagar, senda saia pre-
miado, o meio bilbele da primeira parle da pciinei-
r.ijolera da matriz de S. Miguel de Barreirix n.
1.171, pertenrente os abaixo assignado*.JnA da
Silva l.eile, Joaquina I neodoro da Silva, llanarl
Carneira da Silva, l'rancisro Knrnao de Sena.
.Na roa da Cadeia, defronla da casada Relac'n.
alagaos m e veudem-se bichas bambargaeaas. pm
piero rommodo.
O abaixo assignado, consol de sua masestada
britnica na provincia de Pernambuco, roga a lasa-
os subditos britnicos quo nao esliverem ici-Ii .,,1, -
iio.ililo conmlado.oqueirjm assim fsierqoaoleanlrs.
Consulado britnico em Pernambuco :ll da oiilolu .
de 1856.II. Aogustus Con per, censul.
Aluga-se a propriedade Pataacem da Barreta,
com grande coqueiral, viveiros de peixr, mansoes. o
pasta para grande numero de anima : ua roa da
Cadeia do Recite n. Sos.
Precisa-se de um escravo de mcia idade. qoe
seja liel e sem vicio, para serviro de sitio e .mmen-
lo de um cavallo : na roa .a Cadeia de Kerite n.
'r2, primeiro andar.
Precisa-se alugar om sali para om estrangeirn
com pirara familia, com boa rasa de vivenda, jinbn
e baila de canta, para t ou S cavallo*: qnetu livrr
diiija-se a prac do Corpo Sanio i). S8, em rasa de
Rastrea Rookcr ,\ Campanilla.
I)a-e (KSte'.KK) a juros com hvpidheea em algn-
ma casa nesta cid.ale, e mesmo per parte* cosa ptr-
nhores, e para desempenhar outros : na bora da
rua do l.ivrameolo u. Sa, se dir quem da. (
O aliaixo assignado, agente d' U'i-
b es, pata o qoe acalla de liiar titulo iw
ineitissimo Tribunal do C.onimcrcio, .'-
tereceao respoilavel pulilieu c atsjanajssl-
mente ao corpo da commcicio cleata ci-
dade seu preslimo, allianrando-llii- aisne
nao poupant' cslbicos para ilescmpenliai
seu ollieio, arliando-sc sempix; Hasaaossaas)
no seu armazem, rua da Cadeia n. .">">.
Jos Mara Pestaa.
COMPAMIIA PERNA.MBLC\NA.
Os s,rs. que sobscreveram novas arcoes .lesla rom-
panhia san convidados a entrar com a "primeira prr--
lacan de 90 pjr rento no praso de :IO dias : no r
.a-natri, da Bna-Vis. casa terrean: Tfi. ,e VggXXZSSE? ^......'
Alve <
de I8.V6.Manoel
Berra, secrelario nterin".
Afericao.
O abai.o signado, arrematante da* aferirne* d"
onvirr. qne
, eo do Terr
n. tli, aonde dar' expediente das S da manhaa j-
:l da larde.Josc Custodio Peisoto S-iare*.
quatro |iorlas
Precisa-se alugar uma escrava para
oservicode uma casa : quem a ti ver quei-
ra annunciar, ou dirigir-sea' rua do Ca-
buga', loja de miudezas de r
n. III.
Nao leudo l.do lugar a reunio dos
eredores do fallido Joan Chrisoslomo d
Lima, nodia designado, loi dil
transferida para odia quiuta-
sera generosamente recompensado. Koga-ee aos
senbores ourives que nao compren) no caso de lhc ser
olterecida, e leven, a casa acuna dila.
tina seuhora eslraugeira, cuj familia consta
nicamente do seu marido e ura filho de 9 annos
precisa de uma ama para comprar e cor. nba'r, a ai Zl! l'.'.'-h'.?" S^Z >"""*" ""n ro"V'
querendo p i. passar oolle'tra de e... : Vo'cu- | ^^^^Z^^T^J'^^,
re-se no Corredor do Rispo, leja a entrada, lado di-
reilo, junio a lahrrna.
Para nao inlerromper o serviro da liaba da
Brasil, em eoasequenein dos reparos que lem sollri-
do os navios, a compaohia f raaco-Aroerieana lea
sido obligada a negligencias a escala de Pernambuco
durante daos ou tres visgaos na sua viuda. Esta in-
lerrupcr.o nao he momentnea, na volia os va-
pores locaran como de coslume; o Cadis, que devi
partir do Rio em :l do correle, tomara' frele e
psssagoiros, para rujo fim se po.lerj., dirigir a asen-
cia dos meamos, in caa de l.asserre o< Tisset-frers.
Pernambuco -J7 de oolobro de Igti.
Precisarse de uma muiher brasileira ou eslrau-
geira, qne seiba dirigir a casa do m horneo) soltei-
ro que lem Iratanienlo : ua ru. do llo-picio n. 3,
sobrado.
I!) I
ue
re i n ao
eir, ( do
toras, na sala das audi-
LoIk) Mos-
correntc as
encas.
0 Dr. Pedro deAtliay
CO/.O, leudo muito Inevcde la/.er uma via-
gem, roga a quem sejuigar sen credor o
suas runlas at O
novembro, e espera que os cute
man-
ohscquio de a presentar
ia 10 de
lie devem, lambem a
bondade de
lo
que Ibes
1 -;;

H)
lili

a
ra-
segu com muila brevidade a barca liltl-
LUAMIi, ii'iu a bordo a uieja carga me
Irouxe do Rio de Janeiro, e aqui alguma
prompto : para o i-esto que Ibe Talla", tra-
ta-se eom os consignatarios Novaes & C.
rua do Trapiche n. 54, ou
tio, na praca.
c."
ar-iiicpagar ate esse dia, pe
cata' muitoagjadecido.
ggS HOSPITAL TODOS OS SANTOS
DA YENjERYHL ORDEM
TERCERADkS. FRANCIS-
CO DO RECIFE.
\cIiando-se. vagos os lugares de eufer-
meiroe eniermera do mesmo hospital,
portlclihcrucao da mesa administradora
Relalliam-se os Eeneras e ntencilios, sendo me-
didas, |iesos, eaiifies, Qteires, pipas propria. para
.yeito, um tonel, Imica e mais gneros, da taberna
da rua da Cadeia de Sanio Antonio n. "ili.
O baeharel Cypriano Penelon Guedes Aloofo-
r.i.lo, lendo de estar aaseola desta cidade por um
no/., avisa a quem possa inlcressar, que deixa eu-
carrecado de sem negocios e mas causas aos Srs. Dr.
Josc Rernardo (ialviV) Alcoforaio, Dr. Jote Silveira
de Sonsa, e Dr. Joaqoim i'e Su/a Res.
~ Aolonio Ferreira, po.tuiaW, retira-se para a
Europa nohncue (Bom Succelsu.
Precisa-sede um cii\cirJqoe tenha pralica de
conducta : na Tua
taberna, e que dd fiador de
das Cru/es n. ,().
(Juera precisar deum ca
ileiro, lendo prali a da mesi
Rangel n. 53, no fundo, ach
Desappareeeg do sitio di
ria dos Pastos, no dia :t
oiilo, Daniel, rom
Seguros contra
o
fogo.
eiro de taberna, brs-
a. dirija-se a rua do
.' com queai tratar.
Tacaraoa, de I). Ha-
do ca rente, o inolcque ri i
la idade, levou cal
Co uip a a hia IVorth e r .
CAPITAL, C 1.200,000Kslalxlerid .
em IS5G.
Para eflectoar seguros aojfatc |>mpne-
dades, mcrcadorias, mobilia o gneros quasi toda a quahdade. Premio ate ."|S
ate l|- 0|0 ao auno.Agentes, C- J.
Astley & C.
Alnaa-M ura sitio para passar a fesla, oa por
sane, cora os sjfjanauM c. i-.i i odos : 1 alas, 7 qaai-
los, copiar, estribara, militas arvore. por |tc
muito em ronla : o pretendenles dirijam-te ein
Sanl'Anoa de dentro, derronte do mesmo sino, a
Jo.ii \ inas-a Machado do Passo, oa na ro Nova
1 \ PIBLICO.
~i| No armazem de fazendas baratas, na Ao
M Collesion/2
ma rio j-
;:
de fa- /
com o cap-
l;V.
v "or
Lu-
da dita ordem, so convidados os senbo-
res que estiverem nascirenmstancias do fi-
nal do artigo !">s dos estatutos, aapresen-
tarem o sen requer ment, assim como
precisa-se para o sobredito hospital de um
servente. O linal do artigo a tjuese refere
ii annuncio acimj he: serao preferidos "pa-
ra estesempreiros, um homemeuma mu-
iher, que alem de casados, ou aparenta-
dos no primeiro grao, possuiun as emi-
nentes
le -ra recompe
O director .la sodeda
motaos avisa a todos os sen
la-teira, .1 de novembro, lia
popular de socerros
icioi, que no dia quar-
riuiiia >, .lim de
lratar-se dos intereise ds nu ma saeiedade. Pri
inci-
mesmo sl lu da noi-
piara' daali horas da lardad
le. Recite de novembro u]e IR3G.Romualdo Al-
ves de Oliveira, director.
. Precisa-se de ama 13 Iher idosa e de bous
coturnos p;,,-;, nm, c.,%i lc ( ,,1(.a f,n,j|j,i a^im ,..
rao de um huraem eotinheiro : a Iratar em can de
descmbarador .Meudes da Cmiha, junio ao quailel
do Hospicio.
\
mu I i
H venilc-se nm completo sor'.imento de la- <
M zondas finas e ;rossas, por mais barato K
j presos do que em oulra qualquer parte, I
tanto em porres como a relallio, aflian- ^
! jando-se os compradores um s prero sj"
para tojos: este estabclerimento abrio-se '1
de combinarn com a maior parle das ca- .:-
sas commoreiaes n.Je/.as, francesas, alie- >
;? mos e suissas, para vender fazendas mais ^
J* em conla do que se tnm vendido, e por isto h
'#* ollerecem elle maiores vantagens do que JK
outro qnalquor; o propietario deste im- i
* portante esubelecimcnto convida todos I
gj os saus patricios, e ao publico em geral, I
* para que venham (a bem dos seus inte- B
g resses) comprar fazendas baratas: no ar- C
jj mazem da rua do Collegio n/2, deAn- t
--i ionio Luiz dos Sanios v Rolim.
Lr^SS. "-S-e -e SSmiT&*s ^^^^W^mSP'111^^
'Z: S VSV^?ttX& i "^ *""*%: ^co.se.ao Z .
i.io ,,o commendador Luiz ..o- \ Os mdicos -ios hospi. "'rocora.ncnda,,, .
i,, mlljftll a. j I arr,obo dp Laflcctanr, como cnlo o um.-o
lego, mu.lou-s, da autprisado pelo governo c pela mal socieda-
adeb. 1-raiicisccn. | de de medicina. Esto medicamento de um
gosto agradavet e Gaoil a turnar ca oini.,
(1.. ... ..,.. ..M^._____... < .
d
mes l'erreir 1 un Uoodego.
f) escrivao Silva
rua do Colle,io tiara
-......

i) vapor I). PEDRO espera-se nesle porto,
procedente de Lisboa, ali 'ida novembro. e epois
la costomada demora srauiri para a Rabia e Rio
d Janeiro, c indii/indo malas do correio : pan pas-
sageiros, ele, lrala-se com o- aaenles al. D. Ro-
drigues, rua do Trapiche 11. ^U.
Esnera-se qualquer dia o brigue brasileiro
uLeSo viudo da Para iba, ei 'Rnira' ao mesmo, on
da immedialo para o Rio de J ineiro ; nci le rc-
e-cravos: lrala-se no escripturio de
.1, roa da Cruz n. 19,
eiiasdctndo o valor realisado?
tanteo paragraphu .">. do rtico
estatutos, diaerq ie podera' emprestar so-
bre peidiores de i-ccoes "ni)) abalimento nunca
de
rebei a fr. le
l-aac, Curio c\- Compauli
Rio
Espera-te iti
il.*. o qual
esrtavnn a freT
de
;i :ro.
Asso' o brigoe Imperador do lira-i l'.oinpanl.ia Cosleira
lepis da snlheienle demora para receher I >rr.
-mira' pira o porto indicado : I n|io
a tratar cora Manitl Alvrs l.uerra, na rua do Ira-1 mili
estatutos, n ni fondera'
a desacreditara ufen.la CompanbiaCos-
leira, nao nuerendo os seus directores
emprestar dinheiro almn
nhor di suasaccSes'.__ Tm
sonre iie-
accionista da
...IINI-.
<> arrobe cura oro | ouro touspo o> Iluso, i.--
r-i.ts uu rebeldes, qae rola \ ui,eanii's
cm consequenria do emprego da eepsjttiba,
da cubeba ou das in que i. ii-n.-m.-.h
o viiii.,-i':n :n'iitiali-alo. O urroln: I.iiT.n-
icur he ospecialmente nscoMejMa4ealoas Ira as fJoencas iiivelevnstaM uu rejhoUi. i
.iiercui 10 e ao o lorcto d potaaeio. Luosu i,
Vendc-se na botica ile l'arral o de Antoiu.i
Kcliciann alves .le Azevedo, ntasna do u. cr.
dro n. .ss, onde i., aba de rtsegar urna crau-
umpa. e dei< i,'1' l'"rcao de garrafas (:riii.lcs c pequea-.
oa ausencia por s..Us bastantes procaradores vimlasdi ecUmcntede Pars, le casa Uoditn
?! 'ri-'r" *".....' """"' """ '""" ,;,"l4, I :"yveau-I aR-i
-- (I Sr. Jos da Silva Araujo
nu dn Crespo, loja n. 12.
lito Ola- !',';" "'' ?'''' ,;oi'nraM. ""tro dito :!7s7 aaran-
"'o tido por Antonio rranei co das Chi ,-. orqae ro
s perdido no dia do crreme cm una rarleira com
1)3 deali i: quera a adiar leve a roa dai Uranceira,
. que .a' Bralilicido.
comnanliins, ,, .
mi'i.ni-,1,.,,.,, i ... L- abassisoado deis......a ir raiieiro do
ni noi deum ter- w. Looren.o Puai desde o i :< ,\.....,it.,..
cido, quando este for inferioi a" armelle qne ,he M**,:,,,oa ?""' ?mp que bisen
alor Este procedimento indo assi'm de mH*M*in "-"H*. -' i m, G ima.
encontroaos seus estatuto. ., ,.. ,.....,.....' Iq7^ eoVml^ .Viah"rfM'H "" "'"a
J. Praeger vai i uesocioi pira U
MI I) I
lem nu, i carta n.i
risa-se de orna ama quo seja liel.
Precisa-se de uma ama queaaibi cozinhar e
que eo/i-, enaommar. para casa de penca familia : ua roa do
.
a7.;r,TmPT?"la *""* l^a uraafa!cr7o..r """^ """^ "' *"
mnPW---------- s P""neiro andar. 'eugommar ; atrada malriz da lloa-\ isla u. 1(.
MUIILADO
erlcur IS,nu i.ichclicu hsris.
Os rormolarios dao-ae gratis em casado a-
gente Silva, na praca lo o. pc.lro n.. --
l'oito, Joaquim Araiij,) ; l.ahia, luna in.los; Pernamliuco, Soum ; Rio de-Janeiro,
Rocha o. Filhos ; e Moreira, loja do drogas ;
Villa Nova, Joao Pereira de .llgales l.eile ;
Kio Grande, Francisco de Paula Coulue. t.



0*RiQ DE F iMllUeO OUniiTA 1E>M i i ftdw|fl|H e i
DEPOSITO DE L1YR0S E BOTICAS HOMEOPTICAS.
bcf
O Dr. P. A. Lobo Moscoso, temi de fazer uma vingcm dcixa a sua holica soba
directo de pessoa liabiliada e de inleira probidade, o um deposito na loja de livros do Sr.
Maupel Nogueira deSouza na ra do Crespo, sobrado novo do Sr. Magal hiles Castos.
Pliegos kixos.
liotica de 19 tubos grandes. tn.fooo
Dita de 24 ... 150000
Dita de 36 ... aOsooo
Dita de is ,, ... 25>000
Dita de 60 ... 30(000
Manual de medicina liomeopatbica do Dr. Jahr com o dir-
cionario dos termos de medicina.....
Medicina domestica doDr. Ilenry.
Tratamento do cholera morbus. .
Repertorio do Dr. Mello Moraes. .
20j00O
10OOO
2/n0o
6*000
fci -uid-st a pilolasem Ilit-orica-pralic, ocur-
so raalhemalico e francez, contas para o commercio:
a tratar na roa do Nogueia o. 7,
| DENTISTA 'FRANCEZ. |
@ 1aul *ia'8n<"'*. I voltt de soa viaem ji
>a a Europa, cala murando na ra Nova n. J?T
W> 41, primeiro andar, onde piule ser procari- *S?
S3 do a qualquer hora. f
O Dr. Pedro de Athavde l.obo.Mos-
cozo, tendo niuito breve de fazer tuna via-
gem, toga a (|uem sejulgar leu credoro
obsequio de apresentnr suas contas ato o
dia 10 de novembro futuro, e espera que
os que lliedevem, tenliam a bondade de
mandar-llie pagar at esse da, pelo que
Ibes (cara' muito agradecido.
Alugam-se i prclos para o somni da arma- \ !. M J Pin M^L I r\.
/ero de assocar : quein os liver dir.ja-se a ra de ^^^ ^^ ^^ sans*naBn^*aaneninBSi
Apollo, armazem n. 1 A, que se pagara' generosa- i DA
mente.
O Kvm. Sr. Jo:i (pie morn ou mora na Boa-Viagem,
lem uma carta na livraria ns. lie 8, da'.
praca da Independencia.
O Sr. tliesoureiro dai
4. JANE. I TA. loteras manda fazer pu-
blico, que estilo expostos
|a venda, na tbesonraria
dan loteras, na ra da
Companhia de segur osTi* Aurora n. 26 das 9s 5 da
tarde,osbilheteseiiieios,da
primeira parte da primei-
ra lotera de 8 MguieI de
Bar reros, cujas rodas an-
dam no da 8 de novembro,
Bmtnm e logo que se publiquen.
SEGURO CONTRA FOGO. i: H
i Companlna Alliance. }S ilSttS, Se pagil III OS pie-
Estabelecida cm Londres, em marco de 1S24. |{)OS
Capital cinco railhes de libras esterlinas.
Sauaders Brothers & C., tem a honra de in- COpCHO (IOS UOUS
formar aos Srs. negociantes, proprietarios decasas, o-ra lides IIIIP S'UI
e a quero mais convier que esto plenamenie au- f
:>* aas* *se'
4. JANE, DENTISTA. 5
I ronl in ii.t a residir na ra Nova u. 19, prime- 0
^ ro andar. a
9 l
SEGURIDADE.
laiihia de seguros mu*
rf timos, estabelecida no
Rio de Janeiro.
Capital mil conlos de res.
(Merece ao commercio vaulageos que n en huma
luir companhia lem feito al agora. Aceilam-se
propostas de seguro 110 escripturio de Isaac, Curio &
Companhia, agenlcs da companhia, ra ila Crai
u. 49.
incontinente, a ex-
premios
que sao pagos lo-
.orisados pela dita companhia para'effecluar segu- ffO, IIO Sa IflO (la eXl raGC&O.
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos de! i TkT 12
tena o igualmente sobre os obiectos aue contiverem UOCOnVeillO (le JMSSa Sen-
teos objectos quecontiverem
os mesmos edificios quer consista em mobilia ou llora (io i arillo,
em fazendas de qualquer qualidade. .
- O aballo mimado faz scienle aos Illms. Srs. *> CSCI 1VUO (Jas IOtCfl8S,
fe engeuhose mais pessoas qoe negocian, con, assu-i.I n|! .-I II ll;i l'lt *vni, A .
car, remellendo-o para esla praca. que se acha ha- "usc '.UlUrtUO AlVCS (Id
hihUdo em receber pul commiasao dilo genero, e \ I i i i
espera da seus patricios e amigos, e de q uaotos de ""'"
*'^prestimo se qaeiram ulilisar, as IMMHM de seus i ~ 'oafluim l'creira Rosas, subdito porloguez, v
a Europa.
assucares, promallendo o mesmo abaiio assignado
eiercer lodo o zelo e aclividade que Ihe sao oalu-
raes, envidando lodo o esbirro possivel as funrces
da liquidada aparaeflo de dito genero, como liem o
lem demouslrado. As pessoas cujas remetas exce-
derem de 10:000 por safra, smente pagaro 2 OO
de commiasao, seudo :i 0|0 as demais como he costu-
ine ; e para todas se obriga o mesmo abaiio assigna-
do a toda eqnalquer compra de obiectos sem como
ZE&'SST* "***. f nuVd-^'d.'ira^r^
Francisco Seraphico de Assis Vasconcellos.
mi 40A0 DA SILVA RAMOS,
MLDICO PELA UN1VERS1UADE
C01MBRA,
- Compram-se apolices da Idivida provincial,
na ra das Flores n. 37 |. andar.
TRAPOS.
Hai ra Imperial, casa B. 179, compra-se toda a
rf. a arroba.
Compra-se uma casa lerrca em Olinda, as se-
guinles roas : ra de S. liento, dila de Malhias ler-
reira, ladeira do Varadooro, dita da ilibeira, dia da
Misericordia, paleo de S. Pedro Novo : quera tiver
])'anuuncie para ser procurado.
Oinipra-se ama tipoii
i nova ou com pouco uso:
"outio,,. a receber em ,. cas. na rua cbUfr n. "'"""*'' *. Ni
H>, das 8 as 10 horas da manilla, e das :t as ."> da | ^-----'----------------------"-----
larde, as pessoas que queiram consoll.ir : bem co- X$(St0dd.
no so presta a sahir com a j recoiihecida promp-----------------------------_____
liiiao, ai visitar qualquer enfermo, a toda a hora do, ___ Vr-ndo ,
rtil ou da uoilo, quer dentro quer lora da cidade
l'recisa-se alogar seis prctos para armazem de
assucar : quem liver e quizer alugar, dirija se a roa
de Apollo, arinazetn n. 40, que encontrara cora
queui iralar.
ALVICARAS. RAPAZEADA!
Iioa nova tenho a dar ;
Este sol que vos abraza
ai-se era gelo transformar.
I.a' do Polo, onde os Lapes
Vivera ni (oca entumados,
Chegoo nctar que refresca
Votaoa labios dessecados.
E o Soares, que jurou guerra
Ao fogo, ao sol, ao calor,
Com gelo, .iii.ina/, e oulras
Mitigara' vosso ardor.
tinto au becro do Itosario
de, pois, e encontrareis
-Ser verdade o que vos cont :
Hom cobre la" deixareis.
Vaccina.
O Dr. Joaquim d'Aquino Fonsecajul-
;,h conveniente declarar, (pie vaccinara' as
pessoas que comparecerem na casa de sua
residencia, mesmo qu.mdo sejam de guar-
da os das designados para isto, e ropa as
que forera vaccinadas qnen.o delvem de
voltar nesses das; porquanto so se pode
cnlreterainiioculaciiovaccinicasendoase-
menle passada de um a outro individuo, e
para que tsto tenba lugar torna-sc indis-
pensavel quecomparecam; alera de que,
podendo ser confundida com a falsa vacci-
na a verdadeira, por aquella (pie as nao
saben distinguir, t voltando conliecer-
se-ha se estiio preservados da varila.
Frecisa-ie de uma lavadeira que se-
oa, nao demore a i
liad'
se uma canoa de condu/.ir
a (pial pega 250 eiciies, e tambera
capim
serve pura condu/.ir barro para olarias ,
sendo nova e forle e boas madeiras : a tra-
tar na rua da Cadeia do Recile, casa nu-
mero ."), segundo andar.
Vende-se para fra um escravo' de nacao Coi.
(a. de ;tt aunos de idarte, e enlende liem do'serviro
de campo : na rua dos Cuararapes B. :t0-B.
Vende-sena loja n. 3, pro\imoao
arco de Santo Antonio, damasco de seda
lavrado.
R\o.
Azul celeste.
. Encarnado.
Amarello.
Ufaneo.
ja boa, nao demore a roupa no rio e de
tor a sua conduta: na pra(il da li.de-
|>endencta b vi aria ns. 6 e S.
9 /.a-i ; t'?e,i,D, X,vicr "'eir d Bito K
g (medico faz scieute aos seus amigos e o *
% rviaPo.:aVe':""C0,<"le ^Sressand de sa f
2 Kw v'.con,,"aa r"d'r no aterro da fij
X ">". aonde sempre o encontraru
t,. aos my.leres de sua prolissao.
WS^^
prompto
-CiOOO^H.H...
Aimanak da provincia.
EsUndo-se coneccionando o a I mana k
da provincia, roga-se a todas as pessoas
que coslumam nelle ser incluidas, eque o
nao estivereyi, ou bouver aljum erro,
Mucram mandar levar a livraria numero
< e 8 da P.aca da Independencia, a emen-
da, assim como pede-se aos senbores de
^ngenhos, se dignen, mandar plmen-
le as Iransl.-rencias a mesma livraria.
Grande e assea-
do collegio em
Lisboa,
para meninas, internas c externas, cuja
ducacao, prendas e ruis vantagens, se
poderao avahar, en. presenta dos estatu-
ios, ii. I (i, ou na
Vende-se um exa-llente carro de (|ua-
tro rodas, com um.i das melliores parellias
quear|ui lia: na cocbeirp do Sr. Adolpbo
Bourgois, rua Novan. (I.
CAI.(..AO BARATO.
Borzeguins elstico, de seda para senhora a .'iJOOO
o par : na prara da Independencia, loja do Arantes.
-- tsa rua das Cruzes u. vendem-se duas es-
cravas, uma dellasde nacaoe a ou Ira cabra, qae en-
gommam, cozmham e lavam de sabSo.
LuizJosdeiAraiijo, na rua do Rrum n.
22. lera para vender relroz primeira sorle, superior,
e hom sorlimenlo, em porco, arcos novos de pa'o
para pipa, ditos para barrica, que ludo se vende a
prco raznave!.
THES0LR0 PAHA O PEITO.
Superior cliocolale francez.
Ijsle eicellente chocolate, feilo na inelhor abrica
de par, vende-se na casa de A. Ilebra.d, rua do
Ira pichis ovo n. 22.
A libra1.a qnalidade dobra baonilla 19990
" -*' baonilla l^tio
-* dila Ijoso
As nessoas que comprarem 5 libras para cima de
qoalqier qualidade receberaodez por cenlo de aba-
limeolo.
-- Vende-se sal do Assu' a bordo do hitte Ao-
gebea ." a Iralar na roa da Cruz n. 13, priuieiro
aodar.
Obras de ouro.
Na loja da ruado Crespo n. 10. vcidem-se rica,
obra, de ouro de todas as qualidade, por menos
prero do q... era outra qualquer parte, e alliau.a-se
a qualidade do ooro.
BACALHAO DE ESCAMA.
Vende-sca do/.e mil reis a barrica
caes da aliandega, armazem i
Lopes.
Vende-se uma carroca nova com nina nara
vender agua com bol ou sera elle : a rua do ,Z
casa doSr Manuel Joaquim Carneiro l.eal.
\cudcmse.accas con. fa.inba da Ierra, por
proco rommodo : na taberna da rua das Flores i,
Jl, confronte ao porto da, canoas.
Chapeos para senhora.
Na loja da na do Crespo n. 10. endem-se ricos
chapeos para seo hora, Ef05dtn ,,, ,|e cores, co''
de seda e outras fazendas de bom gusl, ,,or'
prero do que em outra qualquer parte
NA L()JA DA ROA FE
IValojadaboat
vende-se o mais barato quo be possivel :
chales lisos do merino muito lino rom fran-
jas do sed a 5/000, ditos dilo lisos de lisias
de seda a *#, lencos de cambraia muito lina
con. luco de Imito a 19200, ditos de cambraia
brancos com barra de cor a 2*0 rs., mantas
de seda para grvala a 1>, peitos para cami-
sas, brancos e de cotes a 400 rs., lil de li-
nho bordado a 19380 a vara, dito de dilo liso
a 880 rs.. camisas de rucado'linas c muito
bem leitas a 1#500, alpaca de seda de muitos
bonitos padrOes para vestidos a 640 rs o co-
rado, luvasdeseda para humera e sonhoia a
1/0 par, ditas de pellica para senhora a 1/,
ditas de lio de Escocia para homcm a 400, di-
tas de dito para meninos a 320 rs., Imeias
prclas do seda para senhora a*o par. dilas
ditas de laia para padre a 19600, ditas bran-
cas muilo tinas para senhora a 240 e 320 rs.,
ditas pelas de algodao para senhora a 400rs.
ditas de algodao cru para liomein a 200 rs, ,
alem disto muilas fazendas que so vender
muito barato, e que a vista dos precos os se-
nbores compradores nao deixarSo de com-
prar: na bem conhecida loja da boa f, na
ruadoQuoimado n. 22.
A boa fama
. Vende barato :
Dozias de learas para costura a
Ditas muilo linas e grandes a
l'ccinhas de bicos estreitos a
Caixinhas com agulhas francezas a
Caixas cora linhas do matear a
Braceletes encarnados para senl.oras a
Mcias brancas linas para senhora a
Meadas de linhas finas para bordara
Grozas de boies madrepcrola finos a
Grozas de botes linos de osso para calas a
Fivelasdouradas para caigas e radeles a'
Pentes linos para alizar ealiellos a
Pecas de ditas de linho com t varas a
Caxinhas com clcheles francezes a
Carriles de linha fina de 200 jardas a
Macinhos de -10 grampas muilo lioas a
Suspensorios pata homem e menino a
Duzias de torcidas para candieiro a
Carleiras finas para algilwira a
Canelas para pennas de ac a
Meias brancas e cruas para homem a
Trancinhas de laa de caraces peca a
Duzias de penles de chifre para alizar a
(-roza de botes de louca pintados a
Pecas de filas de cor com 10 varas a
Carrilcis de linha autor Alexandre a
Meadinhas de linha prcta muilo boa
Carlas de alfinetes com 25 pentes a
Duzias de penles abertos para alar ca-
bellos a
Meias brancas e de cores para meni-
nos a
Grozas de livellas para sapatosa
Caixinhas de pao com palitos de fogo a
Casles para bengalas a
Sapatinhos de la para enancas a
Trancelins pretospara relogios a
Escovinl.as finas para donles a
Caixinhas com grampos a
Babado aberio de linho varas a
Dito bordado muilo bonito vara a
Caixinhas paraguardar phosplioros a
Caneiras cora agulhas a
Caxinhas com obreias de colla a
Escovinhas para limpar peines a
Agulheiros muito bonitos a
Pecas de lilas largas lavradas com 11
varas a
Libras de linha preta e de cor a
Libras de linlia lina n. 100 e 120 a
Duzias de caixas de diifre para rap a
Macos de palitos para dentesa
Alm de tudo isto ot.lras mttitissimas miudezas
que se tndem muilo mais barato do que era ouira
qualquer parle : na rua doQueimado na bem co-
ndecida loja de miudezas da boa foma n. 33.
JNaloj da boaf
vende-se tiio barato que admira : panno Ci-
nc azul a 3/o covado, dito dito preto supe-
rior a 39500, cisemira prcta lina a 29, bom-
bazina preta muito lina ou lapim, proprlo
para batiiias a 1/280, sarja prcta hospanho-
la a 1?800, selim preto macau a 2S600, can-
tao muilo lino, fazenda preta superior pro-
pris pan vestido de luto a 960, alpaca de se-
Ua de cor para palito a 6H) rs ricos cortes
de gorgures do seda para colletes a 89500,
palitos pretos muito bem feilos a i(, ditos
de brim pardo de puro linho a 39200, lencos
pretos de grosdenaplea 2J, e outras multas
lazendasquese vendem porpreQos tao di-
minutos que ninguem deixar de comprar,
na ruado Que.mado n. 22, na bem conl.eci-
la loja da boa fu.
HA UMA DA BOA FE
vende-se muilo barato cortes de calca de
bonitas casemiras de algodao a 1/120, ditos
de lusiao para colletc a 600 rs.brim tranca-
do branco do puro linho a 1/440 rs. a vara
dito dito de cor idem a 800 rs., dito dito par-
do dem a 360 rs., dito de quadrinhos miu-
dos a 200 rs. o covado. madapolao fino n. 6
a 4/ a peca, algodSo de listras a 160 rs. o
covado, diales de algodao; de bonitos pa-
drees a 800 rs., ganga amarella trance/a do
quadros, de l.slra e lisa a 3-20 rs. o covado,
c outras multas fazendas que se vendem por
muito menos que em outra parte : na rua
do Queimado n. 22. na bem conhecida loja
da boa re, defrontc da loja de miudezas da
boa lama.
RIA II mil 181.
Antonio Barbosa de Barros faz sciente ao publico
que mudou a sua sala de barbear di ca.a n. 62 da
rua da Cruz para a de n. SI da mesma rua; na mes-
ma sala se achara as mais mudernas bichas de llam-
.urso, que se venden, aos ceios e a retall.o, ealu-
gan-M, ludo mais barato do que em outra parte.
- \ende-se superior linha de ligedlo branca e
Sin?.. u'"i. "ve 0l par'' co,,ara : "n '!
Soutball Mellor t\ Companhia, rua do Torres u. 38.
Com todaeer-
teza.
novo sortimento de bicha, de llamburgo, pelo
19000
19200
560
lO
280
200
240
100
(.00
280
120
300
50
60
80
.'.0
10
80
600
20'e-io
60 e 200
80
800
240
320 e 3t0
10
20
140
29200
240 e 320
560
20
40
300
140
120
ItiO
120e 140
200
100
320
160
320
200
29500
19200
29000
720
100
VS1EEB2 sul' |H" is, "v.sa"-Je .o, ingle.,
Superior cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa: no
arinazcm de Novaes A C, rua da Madic
di- Deosn. 12, por preco commodo.
Aterro da Boa-Vista n.60,
nova loja de Gama &
SILVA.
Ncsta loja vendem-se por menos preco do que em
qualquer nutra purte, as se^uinte Fazendas : atuve-
randn e que sao das ulliinamenlc cheuadas ao mer-
cado. Corle de Tuslao arolchoado, e brins de liubo
puro para cairas, cada um 29500, superiores tirela-
Dbn de Indi i. cada peca de (i varas por 39500, mel-
pomene para vcalidoa, e nutras muilas fazendas li-
nas vonlaile do comprador, todas eslas tazendas
Iroc.im-sc por dinheiro.
DEPOSITO DA FABRICA
industria Peniaiubucana,
RUA DO CRESPO N.!).
A fabrica de sabao c velas de carnauba, es-
tabelecida na rua do llrum, lem estabele-
cido um deposito na rua do Crespo n. pa-
ra ah nicamente dar extraccSo aos seus
producios, proporcionando assim a maior
co.ninodidade aos consumidores. As velas
manufacturadas nesta fabrica, ofFerccem as
vautagens seguintes: sao leitas com a car-
nauba simples purificada pelo meio do va-
por, sao inodoras e bellas na apnarencia,
queimam com igualdedo e nao esb'orram, e
nao fazera tnurrSo e dio mais luz o mais cla-
ra do que as velas stearinas ou de qualquer
composicao, c que se vendem no mercado,
tabricam-se de 6, de 7 e de 10 cm libra, veu-
dendo-seem caixas que contem 192, 224 ou
32(1 velas cada uma pelo preco de 15/.
O sabao lie branco, as materias primas
de que he fabricado sao simples e inofensi-
vas, o cheiro que deixa na roupa heagrada-
vcl; rivalisa com u melhor saho hespanhol
e he superior ao sabao americano, que se
vende no mercado a 240 rs. a libra.
Vende-se igualmente em caixas de arroba
e a preco de 160 rs. cada libia.
Os incrdulos comprando recotiheccriio
por experiencia a veracidade douuesean-
nutieia.
Na loja das seis
portas
Em frente do Livraineuto
Cortes de cassa pintados com sele varas a cinco
patacas, cambraia lisa com ojio varas, cortes que do
para dous e Ires babadosa tres rail reis, lencos de
relroz francezes a dez tusles cada um. leucus'de se-
da para pescoco de senhora a dez tuslnes, "lencos de
girea o melhor quetem no mercado a dous mil reis,
lenros para roao de senhora cora bico largo a dez
lustoes : de ludo se da amostra, levando penhor que
cubra o valor do que se quer Irazer.
Ltivas de pellica muito novas para ho-
mem esenhora, o par a I$280
na rua do (laciniado na bem conhecida lojo dt miu-
dezas da boa (ama n. 33.
\a loja das seis
portas.
Em frente do Livratnenlo.
iMansuilos bordados com recorle a dez tusles, ca-
misas para senhora bordadas a dous mil reis, colla-
nnlios para senhora a pataca, c bordados a dez tas-
ines, camisas de cambraia a cinco patacas, aveutaas
para meninas a de/ tustes, lil preto para cainius
e ei tenes de senhoras a qualro patacas a vara, lit
i ""hol.,s'!.e1l,rdad. "'ras muj(as fa/e,1(lils de
"orai ir Seda' PUr l>ress que 'S"11*"" ;,
v.. MtriTA ATTENCAO'.
...i.!w. e .minll"l' de seda para pescoro de
!f.li V"t'5,BMl anoberiU: m toja de M.
',, "".* Ile ".ru" a Cadeia do Kecife, equina
qacvolla para a Aladre de Dos.
Pa^l-?* A* Cr,,z ,0- ca5a lle """ lronn &
(.ompanhia, vendem-se barricas com cemento.
VASOS E ESTATUAS
mazem n H caU,cuml, 'a do Amorim ar-
l'M VESTIDO POR 2J000.
dechiadedillerentespadroe., cores IHas, p,|o di-
m.nu10 prero d. 2f cada corle : na loja de l^rli ,
na rua oo ".lueimado n. 10.
Em
a ila
duzia.
Vende-se o tiln comciude sobradodofalle-
cido eorue Kenworlliy, noluuar.de S.Jos do Man-
&uinbo,com arvoredosde frucloe mais berafeiloras
que nelle se acliam, sendo as lenas do referido sitio
proprias : quem o pretender procure em rasa de Sa-
muel P. Juhuslon \ Companhia,rua da Seuzala No-
va n. 12.
AGENCIA
Da fundico Low-Moor, ruadaSenzala-No-
va n. 42.
Nesteestabelecimentocontinaahaver u com-
pleto sortimenio de moendas o neias moendas
para en;;enho, machinas de vapor e laixas de
ferro batidoo coado de iodos os tamanhospara
dito.
I.ABVRINTIIOS.
Vendam-se lencos e loalhas de lab\ rintho. assen-
a lo em lina r.unhraia de linho : na rua da Crol o.
3i, primoiro andar.
POTASSA E CAL YIRGEH.
IN o amigo e ja bem conhecido deposito da rua da
Cadeia do Hecife, escriptorio n. 12, ha para ven-
der muito superior potassa da Ruaste, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, tudo
a precos multo favoraveis, com os quaes ficaro
os compradores saiisfeitos.
VARANDAS E GRADES.
um lindo c vanado sortimento de n.odel-
Ios para varandas c gradaras de goslo mo-
dernissimo : na rundicaoda Aurora em San-
to Amaro, e no deposito da mesma na rua
do Bruin.
iECHAHISMO para ElSi
NA FUNDICO DE FERRO DO ENGR-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN, a
RUA 1)0 BRUM, PASSANDO O ollA
FARIZ,
ba sempre um urandcsormenln dos seauinles ob-
joclos de nieclianisiuos proprios para eokenlios, a sa-
ber : moendas e meias moendas da mais moderno
construcrao ; ta.ias de ferro fundido e balido, de
superior qnalidade o de lodosos lmannos; rodas
dentadas paraagua ou animaes, de todas as propor-
rucs; crivos choreas de fornalhae euislros de bo-
eiro, agiiilboes,brouzes,parafusos ecavilboes.moi-
nhos de mandioca, ele. ele
NA MESMA ITNICAO.
e execulam todas as cnrouimcndas com a superior
ndade ja conhecida e com a devida presteza o com-
modulade era prero.
AO BARATO.
Na rita Nova loja n. S de Jos Joat
Moreira.
Vendem-se luvasde pellicap.ra homem e senhora
das mais rrescas e novas que ha no mercado, pelo
harahss.mo prero de Is2s(l o par.
CAL E POTASSA
\ ende-se potassa da Russia c americana, ehegodl
nesle das ene superior i|i.alidade ; eal de Lisboa
da mais nova que ha no mercado : nos seus depsi-
tos na rua de Apollo n. I A, e 2 B.
Cl Na rua do Trapiche arma/.ens ns. 9e
11. vende-se superior potassa da
virgem de
jiiun
e americana, cal
Russia
Lisboa, da
A verdadeira gracha inglesa n. I7,
em I. fricas de 15 duzias depotes: em ca-
sa de James Crablree i\ C., rua da Cruz
n. VI.
Vende-se um
ipia tro rodas com timadas melliores
ralbas que aqui ha : na cocheira
Adolpbo Rotirjrois, rua Nova n. (il
PERFllARIAS UTO FDUS.
Na loja da boa fama enronlra-w sempre ,*
lortunenlu de perfumaras de todas i-rliiii.
sendo -eu autor o mello.r qne I,. rm p
nq.,-,-
SVSTEMA MEDICO Di; IIOLLOWAV.
PILIILAS IIOLLOWAV.
Este incstimavel especifico, composto in-
teiramcnie dc hervas med.cinaes, iiio con-
li'in mercurio, ncni alguma outra suhslanr.ia
delecterca. Benigno a mais lenra infancia,
e a compleico mais delicada, he igualmen-
te prompto e seguro para desarre.gar o mal
na compleicau mais robusta ; he inleira-
mente innocente em suas operaces cefTei
tos ; pois busca e remove as doenc^s de
qualquer especie c grao, por mais antigs c
tenazes que sejam.
Knlri! inilhaics dc pessoas curadas com
este remedio, muilas que ja eslavam as por-
tas da morir, preservando em seu uso ; con-
seguiram recobrar a saude e Torcas, depois
dehaver tentado intilmente todos os un-
iros remedios.
As mSis afilelas nao devem enlregar-se e
dcsesperacjio; facain um cumpetente ensaio
dosellicazes cfTeilosdesta assombrosa medi-
cina, e prcsles recuperario .o Jifiudiciy, ila
suue.
iNao se perra lempo cm tomar este reme-
dio para qualquer das seguintes culermida-
dcs :
Accidentes epilpticos
AI poicas.
A mpnlas.
Arelas mal Je).
Aslhma.
Clicas.
Convulsocs.
Debilidade ou e\le-
nuagao.
Debilidade ou faltado
lorcas para qual-
quer cousa.
Desinteria.
Dor de garganta.
-- de barriga.
nos ri ns.
Dureza no ventre.
Cnfcrmidades no ven-
tre.
tiifermidades no liga-
do.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Ilcrysipcla.
Pebres biliosas.
cxcellcntc carro de T' ,*-!?? r"m "!,,, n"'."0 r"'" '. ?3o.
I *> e 2aO, jarros de purrellana delirad,., eide rro-1
pa- derno, (otloa ron. I..:l,a (lancea BSaMedM hi.a ,
do Sr. '--' -->"". Irasrc. r, u. es.enca de ri^o a.-ftira
paos de pomada lialire i iiioitu la a lia. ,. f,,^
eos pequeo- e glande, rom rirelleni HM j, ,^
loma a iSOe I? e i.lra. muila. pernmwia da -
Ihor qualidade que pode fcater. o p-r oterm u,
baratos ,1o ,|iie em nutra qaelqoer parle mi mi Ai
Oocimado na bem contienda loia de nfto.. a. i,
lama n. 33.
C. STAM COyPAMIlA
rcspeitnsanienle annunciam que eo sem ex-
tenso eslahelecimrnto em Sanio Amaro, con-
tunuam a fabricar com a'maior perfeno e
promptidao, toda a qnalidade. de marbini>-
mo para o uso da agricultura, navegaro r.
manufactura, e que para maiur i ommnd.1
dc seus numerosos fafattaa e do publico
em geral, tem ahrilo cm um do grandes
armazens do Sr. Moquita na rua do Krum
atraz do arsenal de marmita um
DEPOSITO DE .MACHINAS.
construidas no dito seu estabele-cimento.
All acharao os romprodnres um rompido
sortimento de moendas de canna, com lodo
os melhoramentos algn del les noves
originae quea experiencia de muitos anuo*
lem mostrado a necessidade. Machinas e>
vapor dc baixo e alta piessSo. Uixa de to-
do tartiaiilni, tanto batidas coeso rundida,
carros de mito e ditos para rondu/ir furnia
de assucar, machinas para moer mandioca.
prensas para dito, fornos dc Ierro balido ae-
ra larinl.a, arados de ferro da etai* approva-
da cotistrucao, fundos para alambique,
crivos e portas para torna I ha, e uma infini-
dade de obras de ferro, que sera rufadonho
enumerar. No mesmo deposito existe uau
pessoa iiilelligente e habilitada pira reerber
_. todas as ciicommendas, en., etc..que os an-
"" Trunclantes rontaudo om a cefeetiastl dc
suas ollicinas e macbinismo, e pericia dc
seusofliciacs, se comprme tem a Taier exe-
cularcom a niitor presteza e perfeico, e
exacta conformidade cornos modellosou dc-
senhos. c inst.ruccOes que Ihe foreai forne-
cidos.
TAHAS DE FERRO.
Na fundico da Aurora em Sanm A mire,
lambem no DEPOSITO na rua do Bram, lepa
na entrada, e defronte do arsenal de rnariaea, io
sempre um grande sortimento de uixa*, unto do
fabrica nacional comocsiranReira, batidas, faeii
das, grandes, pequeas, razas e fondas; *
mbos os lugares eiistem guindastes para earm-
gar canoas ou carros, livres do espeus. Oa
percos sao os mais com nodos.
,la
Pebres intermitientes
monto da especie.
Colla.
Ile'itorrhoidas.
Ilydtopisia.
Ictericia.
Iniligeslcs.
lullammacoes.
Irrpgu la ri da des
menstt'uacao.
I.otnbi igas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
Manchas iiu cutis.
(ibslruct;ao do ventre.
Hhtisica ou consurop-
?flo pulmonar.
Retcugao de ourina.
Rhcutiialismo.
Symptomas secunda-
rios.
Tumores.
Tico doloroso.
Cceras.
Venreo mal.!
mais nova que ha no mercado.
Rua da Cruz
casadellenr Brunne.- Companhia, na
rua aa t.ruz n. | Helooios
obertose descoberlos, pequenose randes, deouro
eprala. patente uijlez, para bomem e senhora, de
na uos melhores fabricantes de Liverpool, viudos
pelo ullimo paquete inglez: em casa de Southall
aiellor Q Companhia, rua do Torres o. 38.
A l^280 o par de luva
de pellica,
muilo novas o muilo fresquinhas, ehegldii no ulti-
mo vapor rracez : di rua do (.lueimado, na bem co-
nhecida loja de miudezas da ba fama u. 38.
Itelogios de patente
inglezesdeouro, desabnele edevidro :
vendem-se a preco razoavel.em casa de
AugUStoC.de Abren, na rua da Cadeia
do Recife, arma/.cm ... 36.
~ Vende-se superior cafe do l io de Janeiro, por
prero commodo. para liquidar: no Passaio Publico,
luja n. II, de lerreira jj Croz.
Pekiiii.
Esta rica taada de (i palmos de largura he inle-
rainentc nov- em l'ernambuco : fabricada no celeste
imperio, de cuta capital lira o nome. he de uns pa-
drees bndissimns e anda nAo vislos ate agora ven-
de-se pelo baralissimo prero de 2?(00 o covado : na
rua do Queimado n. 7, leja .la eslrella.
Vendem-se dona missaes
ultima eiticrao. or barato
do Kosaru n. II.
Vende-se vinho de Rordeaux, qualida-
de .superior.
Champagne.
I'or precos commodos.
VENDE-SE
(nava de patente, prava d'agua, para
ti reos de carro.
Vinho do Rheno tie qualidades espe-
ciaeslobannisberg e Marcobrunner.
Noarmazem de C. J. Asilev S C.
Monhosde vento
com bombas dcrepuxopara regar borlas ebai-
xa decapim : na fnndicaode 1). W. Bowman
na rua do Brum ns. 6. Se 10. '"'
Em casa de Saunders Brothers & ('.., prar.a
doCorpo Santn. 11, ha para vender o se'uinte:
Ferro inglez.
Pixe da Suecia.
Alcatro de carvo.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Dito entrancado igual ao da Baha.
E uoi completo sortimento de fazendas proprias
para este mercado tudo por preco commodo.
Farinha de mandioca.
Vcnde-se
Catl
romanos, novos, ila
prero na rua estrella
BICBASDEHAMBRGO.
no
Paula
ruada Cadei;
vende-se hom o barato madapolao muito li-
no n. (i a 4>600 a peca, dito dito a 35000, dito
entre lino a 3/300, dito dito a 2-700, algodao
trancado pajea de 20 jardas a 3#oo, dito liso
muito encnrpado idem a 21880, dilo dito
ideiii a gagtft, chita lina para cuberas a 200
rs o novado, .lilas escuras dc cores lixas a
1(> rs cambraia lisa muilo lina a 500 rs. a
vara, dita dila lina a 80 rs., dita muito tina
1 rua do Crespo loia Vuutl !P" a 8 rs-' d'ta prcU muilo lina
a wu rs., dila adamascada com uma vara de
largura proBrl para cortinados a Ti a peca ;
assim como muitas outras fazendas, que
por suas qualidades se torntil renommen-
davets aos amigos do hom
esquina que volta para
freuuezes que vendem-se
Silo ebesadas estas excellentes bichas pelo vapor
aos ceios e alugam-se por
Sorvetes
t,.ra"i'n"ln,,;m"' '- l,;' sorveles ludos
m\\STUti .....**-*. S das.i 1,2 a,'.
I'rerisa-se de eoitareirai
rua Kova, esquina da poi.le.
na loja de allaiate,
... c barato: na na
do Queimado n. 22 111 loja da boa del ron-
te da da boa faina.
SAO DE BOM COSTO
Cambrotas rrancezas muito lina
dos padr.tes.a 500 rs. o covado
e dc lio-
na In'iii cu-
nhecida loja da boa K, na rua do Queimado"
uieuos preso do que em ouira parle.
l'ois s3o boas, os frequezes
lian de goslar ; e muito mais
(oslare! eu se ludo, os das alugar.
Sun arailes de admirar,
E para asradar os freguezes
O caiieiro vai bolar.
Logo recebe o dinheiro,
O palrao nao quer liado,
Ja passou urden, ao caiseiru.
IVa loja cas seis
portas
Em fieme do Livraineoto
Lencos de seda para pescoro de senl.oras a dez tus-
les. chales de merino de lodas as cores a qualro mil
equinhenlos, diales escurus a duas patacas, chales
de cassa adamascados 1 sello, riscados francezes de
bonitos padn.es para vestidos a dous tusles o cova-
do, ehaly de llores a duas patacas, e oulras militas
fazendas que quer trocar por sedulas. sendo os precos
os mais commodos que he possivel, a dinheiro
vista.
J\a loja das seis
portas
Em frente do Livrameiito.
Alpaca de quadros para veslidos de senhoras a
do/.e violaos o cavado, eagiat esenrezasa doze vin-
tn r, covado, corles de cassa com sele varas a qua-
lro patacas e ineia o corte, madapoloeicofll loque de
avaria a dous mil e quindenios e ires mil reis, chitas
e risrados a qualro mil reisa pera, riscado trancado
par roupa fie esclavos a seis vinlens o covado. e
muilas oulras lazcutlas que se querera acabar anles
de (esla ; approveitom que a orcasiao he favoravel
par.iseti.rouparei.i cora poaee dinheiro.
que se vendem aos ceios e a relalho, por
prero coinmudo : na rua eslreila do Kusario n. 2,
loja de barbeiru.
POSTAS.
\cndem-se na roa llireila n. 27, postas de caval-
!"," ,00J?".l0 e ,w- maiileiaa in^leza a 880 e
h(M) rs., dita frauceza a 80(1 rs. e 720, quedos mui-
10 novos tlSTOO. ditos a I.VRKI, ditosa 1-O0, caf
a IMI a libra, dilo a 300 rs., batatas novas a 100
r. a libra, I relogio
palele suisso, de ouru, por
superior farinha de Santa
latina, em saccasquetem um alquei-
medida v.'.lhaj por preco commodo:
no armazem de Novaes & C, na rua da
Madre de Deot n. 12.
13S500
Vende-seca I de Ltsbuaultmamenteehecada ai-
simcomopotassadaKussiaverdadtira : na prara
dotxirpoSanlo n.U. i" TAI XAS PAHA ENGEXHO.
Ka fundipao de ferro de D. W. Bowmann ua
rua da Brum, passando o chafariz," contina ha-
ver um completo sortimento de laixes de ferro fun-
dido e batido de .'! a 8 palmos de bocea, as quaes
cham-se a venda, por preco commsdo o com
proraptidao: e.nbarcam-se oucarregam-se em acr-
ro sem despea ao comprador.
Vende-se em casa de S P. .lohnston & C,
rua da Senzala-JNova n. Ai, sel litis inglezes, chi-
cles de carro a de montara, candieires e casticaes
bronzeados, relogios patento inglez, barris di gra-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas da ferro,
fio de vela, chumbo da munico, arreios para car-
ro, lonas inglezas.
Pechincha.
Fundas fraucezas do lado diieiloees-
querdo. pelo barato preco de I0011 rs.
cada uma : na rua larga do Kosario n.
), loja de miudezas.
Moendas superiore.
Na fundico de C. Starr&C, em San-
to Amaro, acha-se para vender moendas
de canna todas de ferro, de um modelo e
construccai. rmiilo superioi'es.
Vendem-se ctas pillas no estabclccuncn-
to gcral dc Londres n^ 24*. Strand, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
lras pessoas cncarregadas de sua venda em
lo.la a America do Sul, llavana cllcspanha.
Vendem se as bocetinhas a 800 rs. Cada
tima dellas conten, una mslrucc^o em por-
tuguez para explicar o modo de se usar des-
las pilulas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
phaimaceutico, na rua da Cruz 11. 22, em
l'crnamhuco.
A loja da boa
lama
Vendo muito barato :
<$**?>* i ttf to.
I^co^mmodo, eoutris mnilos^ero; ^\^ ~ "- M^Jj^tig.
-Itomingos Alvos Matbeus tem -...... %? i6-^!-^0 ?*"< *-
vend
fi,
em seu escriptorio,
Apollo 11. -27,, seguinte
para
na rua de
uper.or,
branca
como
... e de cores, ara-
valas, colaru,lios,chap,s france/.cs, .liios de ol, de
seda c panninho.Mfpensoric. dc In rnieha.meiM para
senhoras, hoinens, meuinos, fazcndis nari l'ir ,.
Superior vinbovelho do Porto, em bar- malqaer obra daencommedaTlTT
Kicos penles dc Itirtarusa para alar cabello
l.enciiibos de relroz de lodas as cores
Tancas de laa para seohoras-. 'meninas
Camisas de ineia pala crian. .1-
Heiai ile seda preta para senhora
Kcas caixas para guardar joias
llicos eslojos para coslura 25OO e
1 ravessas de tartaruga para cabello
Dilas de verdadeiro bfalo
Ricos leqncs com plumai e espelho 2> e
I'entes de bfalo para lirar piulbos
Ricas lioneras franr.ezas bem vestidas lJSO e
Resmas de papel dc poso muilissimn hom
Pilo mais inferior pouca cousa
Hilo almaro muilo hom
Quadernosde papel paquete muilo lino
Crozas de peona ile aro bien de lanca
lilas muilo boas sem ser bico de laura
lui/.ia de lapis multo lino
Pilos para desenlio muilo bnns
Bandejas muilo linas a .".-, t? e
(.culos de armaran de ac
l.unetos com armaro dourada
Pilas com arm.ir.io de tartaruga
Pilas cum armarao de bfalo
Ricos chicles para cavallo
Ricas grvalas de seda
Atacadores de cornalina para casaca
Pentes muito linos para suissas
Escotas muilo linas para cabello
Capachos pintados eompridos e redondos 700 e
Canelas de aro para pennas de ac
Escovas linas para uulias 320. SB0 e
Pilas minio linas para roupa I; e
l'inceis linos para barba
Puzia de facas e garras linos
Dilai cabo de balanro muilo finas
Pilis cabo de marlim muitu boas
Camisas de meia muilo linas
Ricas abotoaduras para cullele 500 el
Ollas para palitos bW e
Eslojos de Davalas linas para barba
Espedios para parede, 500, 600 e
Caixas liuissimas para rape
Pilas redondas de tartaruga
Papel de cores em 1| de resma
Penles de tartaruga para marrafa
Pilos para atar cabello imitando a tartaruga
l.uvas brancas e ile cores para mutilara
I apeles para lanlernas, u par
6 outras muilissiroas cousas, que so na bem conheci-
da lina de miudezas da boa rama se eiiconlraui e se
vende muilo barato : na rua do Queimado 11. 13
-- lamlau II a 28 do correule a nraii
grossa do cor|>o, meia fula, cum talo.- M
braso. signaes de soa Ierra, rc~l. ,,
pelas roas, desruiiha-^ (atar oeealla cas ecila r.
recouimendase aos capitn de eaaaa* r a mh<
quea apprehendam e leen ao pateo do CaroM Mi-
na da rua de Hurla, u. 2. ProttsU-K :aaUi eaaaa
a liver oceulta.
SO^OOO degra- m
tificacao.

1 8'. "V1** do *baixo -gwirlo. na Urde da .te.
. de abril do rorr.nl. anno um mi eser.v. tnmm**
-le nome Severiiio. de idade .VI anno.. poar- ata m
menos altura regular, barba breMa, he um pne.
calvo levon cale. ,- camita do ,|cod, Ih,^,.*^.
'.o de pa ha, fo. esclavo d. Sr. J0..0 Tnmtn T
lentiuo \1lar1m. morador aa villa da Pilar, IjIiii.
drande : julaa-se rile ler ido para ew lazar rr na.
ser a primeira vez ; o dito esera,. fm depa* da Sr
Antonio Ktrardo do Krs : ranlo maa-< a* tul,
ridades, capllaes de caaipo. ao a aaataer aaBajaj
que lenba delle noticia, o favor de eaptara-h> lva-
lo a rua do Cabug. 1,. |-A. qae > Ihe dar a aran-
licarao cima mareada, c se (m fnra d-si. pr.v.r,.
se |iagarao as desperas da randurci donde ello o-
(iver para esta.--Jo..- Kerreita d SaB|M rwa,.
Fugiran no dia I. do crranle daos Sjtsajaj
criu.los, Pamio de i a nos Theedari. da l 7-
m desloe) a FraajOM.
fcSSOO
800) airea a estrada de i Huid
W levando camisa de chita e caira d wJMar i
iOUi dro, cilanco de palhs cor de cafe : qam t7L\,
hender dirija -se a Jo* l.nit Pere.ra.aa raaltav
Id, que gralilicara'.
3S000
800
3SJ0tfJ
:i>-.ui
1-MKJ0
3|300
.'no
l?8oo
6|000
:1500o
:ia20ti
80
19900
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320
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3*000
6|000
10(000
10200
000
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2SK)
1000
2>00
6f0M
720
ISlOll
2g(.
100
13800
"o engonho Cajabauu, n. rre-nea a
(Jbo, rugi no da 20 d. crrente ana cacad de en-
eraros, seguintes : Hozrnde, de idade W a H acma.
e.-lalura regalar, cor preta. sem denle, na (ronte'
barba cerrada por lian o do qacito, e he aeictst d
liedie.ro; llerrula.ia. nmier da mesmo, idade M
anuos, baia, totea, a rom ar carrana-nde. 1
fio laioea. Estes escravos perleu.-erara a 11.
do Carmo l'rudenle. de Saalo Anlao, o ja'
e feram vendidos ao aban., .....:n]a ,wim
ros da mesma. e preaame-se que ellas all eatti
occultos em cata de algaem : aaesa pecar lava
ao mencionado enaeeh, que -era" riitiaji
-r-neriisameiile.Manoel barbosa da Slva
-@@-Sv90SO
& ttenco!
Na
ris de oitavo.
l)ito geropiga velbo em ancorlas.
Dito engarrafado.
Enxadas portuguezas.
I oalliris de linho para rosto.
Lenres de linho
Sement
Panno
Kicos e elegantes pianos.
l-'io de algodiO da Babia.
naior preste-
para casa,
le linl.aea.
e linho do Porlo.
Panno de al
odao da llah
Xaropo do los-
4[uc verdadeiro
RI A LARCA DO ROSARIO N. 3(1.
Continua a vender-se este jarope do qnals.io
Sgeoles no Rio de Janeiro 05 Srs. Val Compa-
nhia,rua .lo Hospicio n. 10), na botica do abaixo as-
signado, que garante ser verdadeiro.
II ifin duini-n Francisco de Sott/a
v:\iiii iiuiioitiu GENUINO.
\ ende-se ptimo vinho do Porto em barris de
quailo e oilavo, por prero razuavel: na rua ila ta-
dea do Renfe u. i!, escriptorio de Hallar A Oli-
vetra.
/.a e hom dcsempenhu, ,n lim qualquer pessoa que
vier a esla loja, tirara um fela completo e por pre-
ro mais rommodo do que em ouira qulquer parle.
XAROPE
1)0
U
l-oi transferido o deposito deslo xarope para a ho-
l.ra de Jos da Cruz Sanios, na rua .Nova n *il'
garraras SaOO, e meias 3W00, senda falso iodo
afiiicllc que nao for vendido ueste deposito,pelo
que se la/ o presente aviso.
a rua do Trapiche n. 7>\, I.a
^ superior rape Princc/.a do Brasil, S^
i.' cbgado recentemente g$ Janeiro, em qualidade pouco di(-
-./; (ere do de Lisboa, ao passo VJ cusa apenas l.siOO a libra ; a elle ^-
J antes pie acabe, pois a remessa fr
Q he perpiena.
" s.> s.>-r .^? aV-,jy'.;-.S-a*y;-,i;y
Vendem-se sellins cora pertences,
latente inglez eda melhor qualida-
de que tem vindo a este mercado :
no armazem de Adamson llowie
4 C, rua do Trapicho n. 42.
Em casa de RabeSchmeUau & C, roa
da Cadeia n. 57, vende-se :
L"m grande sortimento de \ idros de es-
pelho.
Relogios linos de patente inglez.
litios ditos de patente suisso'.
Couros de srraxa.
Ervill
as seccas em garrales.
I n
.as (
|.,.,li-
IPORTANTE PAHA 0 PUBLICO. d
I ara curaile phlys.ca em lodososseusdineren- i denols'lHConil"-a.reslilninilo-seain
es graos, quer motivada por conslipares, losse, sideAociisioC.tleAl.rea na ru
sllima, pleunz.escarros de sanuue, dor de eos- Hecife n. 3(1.
i,. i .11 i t 11 1 i I _________ -
qiielorlie-
asmoleslias
latise peito, pal pila.;.io no coraran, c
bronrl.ile, dorna garganta, o ludas
dosorgioa pulmonares.
IIK MIITO BARATO.
i hales de merino de lindas cores com ri-
cas pininas bordadas a matiz pelo diminuto
preco de8? ; ua rua do Queimado n. 22 na
p]a da Iloa F, delronle da loja ta lioa
l ama.
Vinho do Rheno superior.
Conservas alimentarias ele
da des.
Tudopoi preco commodo.
Na vainas a contento.
(.onl iaaa.se a vender a Sjootl pan nrero lito
lu labricanle que ha sido pre.n.adoem dive^atas-
pos,^oes:V.dem-seco, a co,,,lir.lo de na, a-ra-
d.ndo poder o comprador devolv-las ale 30 da.
mnnrlancia: em
a da Codeia do
I-
?
MUTCSDD"
Vinho do Porto, superior chamico.
I.m canas de 2 .luz,.,, e, barris do oilavo -
emen e ehegadapelo brigoe I ,v......, : vc, -
uniramenle ,, artuazem de Barraca v\ Casiro. na
rua da Cadail do Ktrii,- ,,. .
Vendem-se dtius panos furies de Jacaranda
construccaoverlic.il ecom todos o melliuraineni,.-
mau modernos, lendo vindo no ultimo navio ds
llanibnrgu: na rua da Cadeia armazem n. s.

\iiseiili.ii-se boje imii escravo do i
So, pertencente ao Si. Ignacio M*4iarJo
da Losta. morador em Espinhara*, de no-
me Paulo, crioiilo, de *."> annm dc idaslr
estatura regular, principiando a barbar.
vista espantada, ccom indicios deatrocai\
lem nina marca dc (crida em urna das
ornas: lo. vestido de cercla omprida,
c camisa dc algodao da trra, jaqueta
chapeo de couro. SuspeiU-ee riue rosee
seduzido, c que esteja aceitado rm sjW
ma casa, contra o pie se proOnla : ror-
sea todas as aulordades, capilar*, de caa-
po, e pessoas do |hdvo, ((ueiram apprv-
bei.de-lo e condu/.i-lo a" rua rio Cn-spo.
loja n. (li, de Joaquim Axevcdo de Arw
drade, que gratifican." gcnci-osamciitc.
No dia 18 docorrentc pelas oito aera*
da manhaa fugio um negro per nome Anv-
nio, o qual he de naeao com os signae* se-
guintes : cor fula, pouca barba, poxa eV
quartodircito, os [m-s a|ulheUdos, e no r-
do lado direito tem algumas costuras isai-
tando calor de ligado, levou calca azul de
riscido, camtsi azul, chapeo dc palha e|e
negro tem um irm3o que he cortador de
carne nos acouges da Ireguezia de Santo An-
tonio, sendo este o seductor daqueltc se-
gundo que se lem sabido ; fai escravo to Sr
acadmico Antonio l'.ogorio Preire de Carva-
Iho, morador atraz da matriz da Itoa-VisU
lendo viudo com o mesmo acadmico de A-
.'ua-1'rela, lalvcz lomisse esta estrada por
tanto pede-se a todas autoridades onde .-
mesmo for encontrado, e os rapiir.es de can
po ajea dc aprehender, ou leva-lo aosea
egitimo senhor abaixo assignado na rea
larga do Ito^rio n 48, que generosamente
paga a quem o trouser.Bernardo de Cer-
quer Castro Moniciro.
Connu a estar fgido o escravo Antn,
de nacao Cassange, de idade do 3." aneo
mais ou menos, altura regular, cangoeiro n i
Jar, cor preta, rosto redondo, sem baria
ipas, cheio do corpo, conversa poeeo; (ai
escravo dos herdeiros do tinado Castao I oocalvea
da Cunha ; ha quasi certeza de andar pan
partes do sul desta provincia, se siguen, aceitar
dito escravo lique certo ile que o dono ha de ftrr-
der rom lodo o rigor das leis rontra o aeeilaeor, o
a quem o capturar promelte se pagar rom ffmao-
sidade, sendo conduzido a rua da lima a. 64 se-
gundo anda: nesta praca, ou no ingnitoOusaht
ou Agua-Fria da ri-guez.a de S. I.n.irenro da
Mata.
Koaio lionlem as 7 horas da neile m esera
mualo, de nnrre I homar, alio, retirado da eirnn
rom marras de baliteas, punas graacaae nella. bm'
ras da rirainzes aas ranellas, lalla rosa aserta man
i-ida* ; levtiu camisa de panno aiul Masa ,ea>Meci-
da de ourello branco as hombreira. e Nana
abarla oa frente em forma de pal.. : .tr amasa
he oaiur.il da Parabiba. a foi orrava do v. larb-
l.oelh" que o houve por heranra de sao SSSM Jaar
lo.quiin dr Sansa ilaquclla .-idade. e tal tamiaad.
pela ahait assignado au Sr. Ilil.r.,. de Alhasda
\ a-ronrellrs Jnior, morador no engenhe Im.
lre:ot/ia do l'dar da dila pfoviarM : anea a Mar
lese-o a rua da l.onrord.a a Pedro Vatoan, laiicwa
(....maraes, qae sera' generusamenle .latinead.
Recife I, de uulnbro de US,
Pedro Antonio leiieira (.aiaiarsai.
No dia |." de agesto do rorrenle sana. fa-,..
do engeaha Santa Rila.,la comarca do Rio r'.-rmas,
un esri.no. rrioolo. ,1c nome \ irri.le. da i la.le de
1.1 sanas, rom os asfnaea aaaaaasas I trrrm ,| e,iw,
io-lo rompridr. caber, mu tan.o graade. iievaas h-
iia. peaassspridii, .i......... rasan anMsas marra.
ile .iiain/i-. de rsti...,s na* lem aatmia asaka sasv
llanadas ftnidas : nansa sesnaanaBaaV lan*-n aa
dita enastaba, nu i. lassji da Cassna a. Ii. ande as
uralilic.ira'geneosan.eiilr.
PKRN. TTP DK Tr7. Un KA ai* W*T"


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