Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07625


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Full Text
ANNO XXXII N. m
Por 3 inezcs adiantados 4o'000.
Por 3 mczes vencido 4J500.
SK.IMIV FEIIU 5 DE \0UNBRO DE I85f.
Por auno adiantado I5$000.
Porte franco para o subscriptor.
KNCAKKEGADOS DA Si'BSCIUPCAO' NO NORTE
rarshiba, 8r. Gervasio T. da Nanndadi; Natal, o Br. Joao
Sum I. Paraira Jnior ; iraca i. Sr. A. da Lamoa Braga ;
ara, Ir. J. Joi da Oliveira ; Maranbao, o Br. Joaquim Mar-
luai atadrigusa; Piauhy, o Sr. Donnngoa Hereulano A. Pauoa
laraoaa; Para.afi. JuiiniaooJ. >amoi; Amiionai.oSi. Jaia-
djim da Cavia.
PARTIDA DOS COR REOS.
'Iin.1* : to Iguai..--ti. Gomm e PanhAi :
S. Ario, l./.rr,^;i:1.iui..,i:..ruai
S. LoWMfo, l,.i-''Ml.o. .>j/.ir-
icira. Flore, Villa-Bella. Ba-Vut
CttaJ, I,....,,
(Toen
-.>..
ml.ifin. Ki'i-Kurino
! quinlas-fcirAi.
is panem a* 10 han
ia hur.n rjn .1,,.
n.n BVfeWhlaii < MftoawfefrMa
i, Aliinlm e 'ur.inhmn : na tere*feira*
Ib, Limoeiro, frrju, Pwjaajeira, faga-
Ourirury a Km : na* qMrta*-feira*>
j. Una, ljrrciro, A^in-Prel*.
da nunli.ii.i
AUDIENCIAS DOS TIllltUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio i aegucdaa a quintal.
Helacao : lercai-feirai a ntbadoi.
Faianda : quarlaa aaabbadoi ai 10 horai.
Juno do commercio: lagundn ai 10 horaia quintai aa
Julio da erphaoi; aegundaa a quintas aa lOborai.
Primaira farad* eiral : aagundaa a aailaa ae maio-dia.
Sagunda Tara da airai: quarlaa aabbadoa aa maio-dia.
aia-di.
da i.
EPHEMER1DES DO MEZ DE XOVEMBRO
Quartoereiceote ai 3 horas i minuto a48aeguadoa
1 Luachaia ai 7 huras 23 minutse 18 aegundoa da m.
'/Quariorninguanteai s horai, 15 minutla aoiegundoi di m.
-7 La noa ai 2 horai, 2i minutot.48 tegundoida tarda.
., IMtKAMAR DE IIO.IE.
Primaira a 9 hora, a lBminutoa da mantisa,
hagunda ai !l horas e 12 minuto! da larda.
ftJBTI flFFIQIAL
DAS da semana.
3 Segunda. Commeinoraco de todos us liis dcfuuclos-
4 Terca.S, darlos liorrt.nieu are. eard.
o Quarta. Ss. Zaehariai t Isabel paii de S. Jojn Kaplisla.
(1 Quinta S. Severo h. : S. Albieo ; S. Leonardo eremita.
7 Sena. 9. Florencio b.; Ss. Prnsdoeimo e Achileo llb.
H Sabbado. Jejum. S. Mcoslraio m.
9 Domingo. 25 Patrocinio da 8S. Virgem Mi de Dos.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qnartel (aerad do ominando dai armas de
Pemambnco, eldade do Recife, em 31 de
outnbro de I85>-
(>RD8 O DA N. 362.
O manchal de "Tipo, coramaudauta das anua.,
fax |u o par idencta da guarnirn, qua presi-
deiicil i ^ervida por portara datada de hontem,
11 [ e i i SjVroajor raforiDado do exercito Amonio
Jos ile illiAjjWl '"ragata, do exercicio das funcres
do majordo tereTaT'? balaihao de iufantaria da gaa'rda
naciooal do inuiieWo do Recite. Fax publico oulro
aun, que rocolheu^^ hontam do destacamento da
comarca de Flores, o^aja%^rW^fo*>Fg'undo baVa,
Ihao de iofaotaria Manuel da Cuaba Wanderl
Lius.
Determina que seja nesta dala desligado do b ,-
talho 10" de i ufan tarn, ao qual se acha addiiiu, o
Sr. lenle Augusto Carlos da Siqucira Chaves, que
tem de seguir para a corle no vapor que e espera di>
norte, cora destino provincia de S. Pedro do Sul,
nude lem de reuuir-se ao balaihao 4 da mesma a
que perteuce.
Na manila i do dia 3 (le nuvembro prximo vin-a] da
douro se pausar revista de musir em ua seua res-
pectivos quarteis aos corpos do exercito aqu exis-
leules es companhias lita, pela ordem segunde :
A's 6 horaa a corapanhia de artifices, a's li ', ao
liatalho 10 de iufantaria, a's 7 \% ao batalhao 2 e
a's N e i ao 9, arabos da mesma arma, a's 9 .', a
cnmpauhia de cavallaria ensilla 11 ao i" balaihao
de arlilliaria a pe na cidade de i llin 11.
(Aistenado).los Joaquim Coelho.
OKUEM ADDICIO.NAL A 1)0 W. 3G2.
Em virlude das deleriiiiuaces da presidencia, foi
designado o segando balaihao da guarda nacional do
municipio do llecife, para render o primeiro de in-
fanlaria da mesma guarda, que amanli.ii ser desa-
quarlelalo. O marachal de campo corainandaote das
armas annuaciando a' goarpirao esta oceurrencia,
tem a salislaccan de declarai, queo referido balaihao
primeiro, no servido diario desln capital, se liouve
como era de esperar, e rivalUou com os demais cor-
pos que ho coadjuvado a tropa de linha. O Sr. ma-
jor Claudino Uenicio Machado que interinamente n
commandou. us Srs. olliciaes, e em geral os guardas,
sao credores da eslima publica.
(Asaignidoi.Jos Joaquim Coellvj.
IHTBRIOR.
CEARA'.
IIOXTEM E IIOJE.
O Brasil, desde a poca gloriosa de sua emenci-
pae.io poltica, tem alravessado cnses mais ou le-
nos dilliceis.
A luta coostante da liberdade, e da ordem, o do-
minio exclusivo que cada uin desses principios tem
procurado firmar, nAo raras vezes hao produzidu e-
cessos deploraveis, que lera occasiocado un alrazo
na prosperidade geral do imperio.
iJnando abri se a legislatura, que (erminou no
correnle anno, o principio da orden', que se liavia
clirismado com o titulo roais pomposo de principio
conservador, acliava-se iuteiraineule seuhor de si-
(uarao.
O principio vivificador da lilierdade ach.ua--.
comprimido por uma violencia manifeaU.
Era pois evidente, q'ie as cousaa nao podan) con-
tinuar assim por muir lempo.
lima camaa? "ijie eri um serial decisivo d
que as insliluiee' IITiyrstTtitavaili Je
lema representativo, etistmdo de ilireito, i
nao existir de tacto na siiciedade lirnsileira.
Era uecessario, portanto, acabar com essa orde..i
de cousas ; cumpria evitar a reacra o do principio da
liberdade contra o principio da ordem ; ou em mi-
llo, termos era neessario, quaulo antes, reprimir as
tendencias exaceradas do segundo, preparando a as-
cenco gradual e legitima do primeiro.
Em verdade, conviuha consorcia-los pnra firma-
rem-se cada vez mais a se^uridade e descnvolviineu-
lo do paiz,
Foi este sem duvida 0 pensanieulo grandioio, e
verdadeiramente palriolico, porque se inspirou o sa-
bio e augusto chetc da nacao, chamando .i direcrao
dos negocios pblicos o illuslre liuado marquez de
l'aran.
Var.io emiuente, cercado de um prestigio fasci-
nador para com o partido conservador, de que era
rhefe. fortalecido pela confianra da coroa, respeta-
do pelo partido liberal, que recouliecera sempre el-
le ama vontade forte, como o destino, sem novas
ambices a afagar mais do que a gloria de abrillan-
tar seu nome, ja la > celebie no paii, o marquei de
Paran era com effcilo o bomem mais adoptado pa-
ra dirigir a nova poltica, que sabia naturalmente
di sitnai-Ao do imperio.
Novo Kobert Peel, a sua sinceridade e n sua in-
telligencia superior das cousas publicas nunca ln.iin
pullas em duvida. e por uso desde que por elle l'oi
proclamada a poltica de ronciliaco, foi ella mime,
dialameiite acreditada por seus adversario*.
No iutuilo de provar pelos fados a resolurao, que
formara de desenvolver essa poltica, o illuslre esta-
dista entra a chamar para os cargos pblicos o ta-
lento e a virtude, qualquer que. fosse o credo pol-
tico 'daqaelle, em que elles residissem.
I o. anda inspirado 0elo mesmn pensamenlo, que
elle fez passar a lei da reforma eleiloral, a qual se
nao foi aceita com applauso pela magistratura do
paiz, sem dmida (Igumi foi enlliusiaslicamente
saudadae fervoroiamente acolhida pela graudemaio-
ria da nacao.
ele. com seus valles iucoroparaveis, corlado em lo-
dos os sentidos de rios (anmenle navegaveis, com
sua vegelacSo pelulaute, com a puberdade iucansa-
vel de seo imnienso territorio, bauhado por climas
e temperaluras adaplados a lodaa a's complei;es,
e para servir-nos da baila expressao ile um grande
escriplor de nossas cousa', collocado como escala
sobre o caminlio de todos os pontos, onde a Europa
vai commerciar, sobre a esleir das Indias, da Aus-
tralia, da America occidental, produzindo abundan-
temente ludo quaulo procura a civilisarno europea,
consumindu do rnesmo modo ludo qoanlo ella pro-
duz, via abrir-se diante do si uma perspectiva bri-
Ihanle, um futuro soberbo e fascinador, como ludo
o que lorn liavido de mais sumpluoso sobre a Ierra.
lira qoe para o Brasil havia trgido uma nova era-
Resta va somenleque oa hoineus nao eslerilisassero
obra da nalureza, que todos os estorcoa, que todos
s recursos dos Brasileiros se fuodiisem para o de-
senvolvimento e prosperidade da patria.
I'ois bem esia nova era pareca ler-se aberlo i-
sunlnieiite parrt esla provincia, especialmente depoia
que o Eim. Sr. Ur. I'aes Brrelo assumira a direc-
(3o das cousas publicas.
O partido liberal, que se queixava amargamente
de achar-se condemnado ao ostracismo, vio mullos
de seus partidarios chamados ao poder. Os poslos
da guarda nacional, lano superiores, como inferio-
res, os subsliiutos de juizes roouicipaes, qoe eile
numeou, o provnneiilo de um juiz letrado uo termo
de Canind, que elle ardenlemenle promoveu, as
queixaf dos guardas nacionaes de Sobral, que at-
ienden com promplidao e equidade, o profrssoralo
inleiro da provincia, que sem duvida alguma tem
grande ponderarilo poltica, o qual, desde moilo
lempo tem sido prvido no sentido liberal, em uma
palavra, em ludo quanto nesta provincia se tem po-
dido manifestar a poltica do gabinete, o partido li-
beral tem conlieculo a sinceridade do governo.
Onde elle tinha inllusncias nalaraes, onde conta-
va em suaa hleiras variies conspicuos, onde possuia
elementos de forja, essa forra essas influencias Iba
for.m conservadas pelo Exm. Sr. I'aes Brrelo.
He verda le que ess cousas nao sa lizeram, como
se desejava mas curnpre notar que a couciliaiao n3o
quer dizer inversfio. nem exclu-aa das influencias
naturaes, nem lo pouco deslituirfio de lodo os ao-
ligos empregados. Isto importaria uma reaccao, ou
a negarao da cour.iliacAo, qoe he uma nsao das for
cas de todos os partidos para o bem commiim da pa-
Iria.
tira isso nao he aervico de um dia ; he a obra do
lempo : ser por meio de Iransacroos conslanles,
de concpssoes repetidas, porem n.1o vilenlas, que se
ha de ehegar I iao grande dezideralum.
Ao Exm. Sr. I'aes Brrelo seguio-se na adminis-
traran o Exm. Sr. Cruz GattMrte. O sea governo
foi de breves das, mas he f-coso confesar que elle
naocontrariou por aclo albura a poltica do gabinete
de 1 de selembro.
A csse cavalleiro seguo-se o Exm. Sr. Percira da
C111 ha, o qual propoz se nao tanlo a conservar as
cousas no estado em qoe as deixara o Exm. Sr. I'aes
Brrelo, se nao como a deseuvolver aquella poltica
sempre que se Ihe proporcionava orna occasiac disso.
As nomeanies das enmm.....; sanitarias e de so-
corros pblicos, os provimenlos nos postas da guar-
da nacional de Balunle. a uomearao de llgam li-
beraes para a guarda nacional do Ico, onde lodas as
influencias incoolestavelmenle ao saquaremas, os
esforcos para a exlinccao da inimisade anligo e m-
enla enlre os I tilosas Viejas de S, JoBa do Prin-
cipe, a nomearao interina de um chefe do polica
intelligenlc e eatranho a lodo o espirito de partido,
ludo isso s,1o provas maiiifeslas de qae o Sr. I'ereira
da Conha deaejoa c desoja sincera c lealmenls a pu-
blica de cuiu-i arao. que elle raeonlMee que be .' a0 d Imperatriz, urna feliclano.
i:\< \ltltKt;\IXS DA si i-.si nil'i \ NO MI.
Alagoae.o 81. claudino FalcaoDiaa ; Babia* 61. D. Dofra
Rio de Janeiro, eSr. Joao Pareira Martmi.
EM PEItNAHIK'.?.
O propriaiari. do MARIO Manoal Fignairoa de Faria, e*a
luraria, praa da Independencia na. Se 8.
Illm. Sr. Dr.Or
circular fra babeada em ordena imperiaea, ele, ele.
Dsse-se eulo que se confundan) ordens imperiaei
com ordens boticarias. !os seUs mun,cipes, esta cmara tem a honra de a-
Proclamoo-se que se liavia montado a polica no \ Presentar a V. S. ainda por esla vez, o testcnmnlio
senlido saquarema para a couqusla eleiloral, quan-jrla alia eslima e consideraco que tribua apessoade
is haviam sido nomeados um delegad" >' v c -------- -
as l.avra
do apenas haviam sido nomeados um delegado para I V. S.,como magislrado nesla^omar^TlntolFeii-
haver Imorr.do o c.dadao. que exer- ta llnm n ...... ,.:J.J T'"6 ,
ie\e ser Jllir inuiio leinp'
A nomenrflu desse env
saquarema como um
poltica nacional,
jro, n< olla pelo partido
pro o da sinceridade da poli-
nca imperial, foi odiada rom desagrado e sur la re-
provacAo pelos directores do partido liberal. I'rocu-
rou-so mesmoenrheruar nella uma especie de me-
noscabo aos bros iirovinriaes, como c os hornera c-
mmenles e superiores, que se achara na goveina-
menlacaodo estado, se iospirassem nas ideas de um
bairrismo ceg e mesquiuho.
F.ra que rauilos clculos se haviam desmoronado,
por ventura qumido menos se esperava.
Sem embargo disjo porem o Sr. I'ereira da Cuiiha
continuou por muilo lempo a ser bem quisto de
lodos. Assuas maueiras allavei, o seu espirito de
reelidilo e de jasliea coutiuuaram a ser devidamenle
apreciaduss.
Aproxima-se a poca das elticoes, e o Sr. tunha
nao se descuidada que he delegado de um governo
que se acha para com o paiz era nm empeuho de
honra.
por
cia esse lugar, e outro par Granja, o qual porlou-
se Uo bem na eleicjlu daquelle lugar, que o jniz de
lireilo daquella comarca, ; 1- nao he saspeito ao
parlido liberal, desfaz-se em elogios sobre a sua con-
ducta moderada e 11nparc1.1l.
A abslencao foi qualificada como acrSo; a hipr-
bole, a irona, o sarcasm), o ridiculo, a calumnia
intencional ou involuntaria, islo he, tudo quanto
amesquinha. coraprojnettee rtlUf um parlido mo-
ralisado e forte, de AdcWe laafoii roao para guer-
rear a adriiiiiistrarju. f
Nao havia eulSo presidencia mais degradante e
mais deploravel do que a do Sr. I'ereira da Conha.
Este cavalleiro lornara-se uma especie de sioeta, ou-
de qualquer (irava osom que Ihe convinha, conver-
tera-se em orna machina de partido, petrficara-se
ao contacto da cal.ee> de Medusa, perpetuara seu
uome no sangue dos Ceareuses, mandara a polica
espiugardear o cidad.'io inerme, que ia prestar o seu
voto ao partido liberal : ordenara que o sangue cor-
resio nas saliirnaes da bella cidade do Crato, a qual
clamava desaliada e chorosa : horror horror !
contra um governo assassino A presidencia soiri-
ra-s* me.m.> ante as lacrimas da viuvez; embalara-
se ao som dos gemidos das victimas dos janisaros
eleitoraes, converlera-se em Verres, e pouco falln
para que, novo ero, nao mandasse laucar fogo a
provincia para gozar das altaras de palacio de um
sombro espectculo.
Das pessoas a guerra eslendeu-se as palavras. O
qoe se dizia em defensa da adrainislracao, contra a
qual nem se individualisavam factos, nem se passa-
va de declarares bombsticas, e amplificacoes rhe-
toricas, era coraraentado, invertido, soblinhado, ri-
dirularisado. e para que definamos tudo em poucas
palavras, esse homem iufaligavel, tao coohecido nas
lides passadas da proviucia, o qual havia descaocado
por dous a Ires annos, emquaulo achou-se na presi-
dencia um cavalleiro, qae sabia a grande arle de
fazer-se amar, rompen com todas as Torcas re que
he capaz contra o 3r. I'ereira da Cunha, e deu an-
da desla vez, mas em uma poca bem diversa, uma
nova e lagubre edicSo de am passado contempor-
neo, seniio repulanle, ao menos bem doloroso ; e
bem pouco digno de ser revolvido !
Oh como se denava correr assim a revelia os
inleresses supremos, a cansa sauta de am parlido,
que se apregoa grande e lorie !
Pois bem .' O qae acabamos de dizer em ligeiros
traeos he ama das faces de Jano, conslilue o dia de
houlem.
No artiga seguinle veremos como todo se moda
com a mesma rapidez, como aquelle raesmo homem,
fazendo alio na sua carreira, e contemplando triste-
mente o fogo sinislro, que deixara aps si, muda pa-
ra logo de linguagem, faz nm solemne can/iteor, e
loma a altilude circunspecta do patrono de uraa
cansa sincera e digna de ser confessada allamcnle.
Sera' a segunda face daquelle Dos da fbula, e
constituir' a materia do dia de hoje.
TRIBUTO AO MRITO.
Ao retirar-se o Sr. Dr. Christovo do Barros
Lima Monle Raso da villa da Impcratriz. para o
seu novo destino, a villa de Maman^uape, na Pa-
raltyba, para onde foi removido a pedido, receben
da caiiara municipal de Santa Cruz, termo annexo
n prova
Para corresponder as vistas do mesmo governo re-
commenda mu lerminanlenieule a sinceridade das
eleicoes.
Itepois do fado, saliendo que lomaramnellas parle
directa e ollicial, demille os delegados de Maria Pe-
rcir.i. .ralo e Uarbalha, assim como os subdelegados
da Podra Branca, e daquelle ultimo lugar.
SdlMda que oscommandanles dos corpos da guar-
da nacional aprovelavam-se da sua posicao'para
inlerlerir no pleito do potro de um modo directo, e
tambera ollicial. suspende as revistas e exercicios da
guarda nacional ero loda a provincia.
Pois bem quando o Sr. I'ereira da Conha proce-
da aules e depoia di eleir.io, por esse modo sbita-
mente, por uma dessas erupees, que se nao pdem
explicar r.icilmenle, um cavalleiro dos mais interca-
lados na lula eleiloral, leudo apenas descanrado das
fadigas do uma peuisa viagem por quasi lodos os
pontos da provincia, ou por grande parle delles. le-
t llllj I i > L. .. (>in^. 1- ____. a
vanla lodos 011> pos de urna imprensa rrenelica
ama guerra desabrida e sem Iregoas contra o
I'ereira da Cunha.
'in
Sr.
Danta eulo o partido liberal vio aurgiremllie [ Sera capitular fados, sera apresenlar.se ao admi-
;erani;as, ou para por nislrador, sera dirigir-ll.e as queixas de um parlido
uma a urna todas as suas esper
as coasas em sea verdadeiro logar, desde aquella
poca foi-lhe igualmente aberla a carreira do po-
der.
As paixes polticas aralmiram-se nm pouco ; a
iuiprensa perdeu a sua linguagem virulenta e de-
clamatoria. A apiano publica comeeou a imprimir
nos espritus uma nova leudeucia, c os partidos vol-
veudo-se para a causa dos inlercsses materiaes e
moraes do paiz, como que viam approximarem-se
11I.1 diu mais as suas crenc.as.
(I imperio, qae em bono da verdade sempre ga-
na e goza de imraeuso crdito no exleriar, assim
como de muila seguridade ordem interior, come-
cou a abalanzarse com niaior conliauca a graudes e
importantes emprezas.
As instilaieoes d: crdito, es vas frreas, a colo-
nisacao em maior escala, a Davegacao a vapor, a
10.I1 uce.10 puhlica, primaria e secundaria, inferior e
superior, ern um.i palavra lodas as cousas, ludo lo-
mara um aspecto novo e mmiameote lisongeiro.
Sem duviila alguma, o lirasil, que he um dos
inaiores imperios do muudo, com provincias as mais
importantes, e algahWI 19a vastas como os maiires
reinos da Europa, com soas floralas coevas da crea-
ORIGINAL DO Di ARIO OE PERNAMBUCO-
2 DE NOVE.MBRO DE 18(i.
de que he orggo, e parece diere ostensivo na pro-
vincia, na linguigem lirrae e circuimpecla do ho-
mem que tem eanwiaaeia e repouia na anlidade de
sua causa, elle, rolando furioso da iinprensa. lauca
mal de lodas as armas e leva as cousas ale o ponto
de nao conliecer qoe eslava razendo um grande des-
servieo, ja' nao diremos a provincia, mas ao sen
proprm parlido.
Osados da presideucia fnram para logo invertidos,
as suas iiitenees completamente desvirtuadas.
As forras mandadas para o Aracalv, para a (rail-
ja, para Maranguape, hoje reconhecidas como um
aclo de consumada prudencia, al por esse mesmo
cavalleiro, segundo somos informados por testeinu-
nhas deouvtda, roram consideradas como forcucom-
pressoras do vol livre.
lima circular da presidencia, lanada na roelhor
boa le poliltra, e apoiada na iolelligenda conscieu-
cinsa de nm aviso imperial, foi chamada de iiumi-
Itra o/final Quando a residencia dava a enten-
der que a inteligencia desse aviso, errnea ou ver-
dadera, era obra sua, aceit ndo por is*o a responsa-
bilidade que iiili'bsencia do mesmo avio no senlido da
STaHaV IS't5" '" """" "a le'n05 mo,ll"nenlos. "em es-
Nao be porque nos falla o hlenlo e as condiees
necessarias para a e.plorarao deste senlimenlo :
mas lallain-nos as acclamaroes da mullidlo, e prin-
cipalmenle .1 prolecco e o auxilio do Estado : esle
sol e esla luz que lacilitam o deseuvolviineulo do
genio
Eil-iqui o que ainda boje se pralica em algumas
cidade* dahuropa, e sobretodo cm l'aris, para crear-
se e desenvolver-se o tlenlo arlislico.
.0 meio da iuti,,,,,, (ireccpaeao que aclualmcn- IN^Ki^|kj7tatt SSlutLL'Z
lanas obras primas, a essa maravillosa patria das
nios hoje aos nossos leilores que os piusa inleressar e
tirar do estupor em que se acham f
Nata lemos seiiielhanle auihirao, e fra um Iraba-
lho que excedera as tarcaa do propro Augias.
Por outro lado, o dia fatdico de segunda-feira
pende sobre nnssa cabera, como a espada de Damo-
rles ; assim, he forra que procuremos comprir a
nossa larefa hebdomadaria, de qualquer maneira que grandes seco
aja.
lie ama grande venia le geralmenle reconheci
artes.
lie sempre com emoeao que se elegem jovens ar-
tistas que ainda freqiieutam a aulas, e que um dia
se lomaran meslres. .Nao se sal
e se pagarao n patria
o henelino que ella Ibes faz, scseulirao a grandeza
do propro genio no eslulo das obras immorlaes dos
da arte, e sr ar-rescentar.lo lam-
j bem alguns nomes de mais lisia das glorias nacia-
nnilM legraos na es, ala ascencional Segundo um jornal .,u,
do progresso, mas he tambem uma verdade i|u- esla '
solemne do rerunliecimenln dosservicos iue pres-
tara como juiz municipal o delegado de polica na
administracao da justica, o peraaguieao dos crimi-
nosos.
roigamos de registrar em nossas columnas csse
documento ; por sor uma homenagem Jevida a
verdade, e um protesto contra as invectivas revol-
tanles, e accusaces ignobeis de que foi victima a-
quelle digno magislrado, pela nobrezs com que sou-
be resistir a almsos inveterados, preferindo antes
moslrar-se sobranceiro a essa guerra picara, vilo
infame, que mili de proposilo e calculadamente Ihe
Gzersm para desfariaretn-sedelle ;do que curvare-
sevontade caprichosa de alguns turras enfatuados,
e emperrados audazes, que encarara e mej'istrado
independenie como presagio funesto para a prepo-
tencia que all exercem, obiida o manutenida pela
prolecco escancarada ao crime, e ao jogo beJiondo
com a justica dislribuiliva, nao Ibes importando de
arrancar o fructo do suor eda propriedade d'uns
para darem a oulros, e fazerem favores a quem
"tes apraz, com sacrificio al dos proprios orphaos,
classe desvalida, abandonada, sem apoio, e que
como tal, sempre raereceu em todos os lempos e en-
tre todos os povus a mais seria atlencao e solicitude
dos governos.
O primeiro grito de alarma nos arraiaes feu-
daes da Imperatriz foiachamadaaconiasdjum lu-
tor, que eslava esbanjando o patrimonio dos or-
phaos seus lu telados, e que obrigado a fazer a com-
petente indemnisacao, cochichou ao ouvido dos
seus. puxou da scnlia que una a esses Fer-
rabrazes, o efoi dito e feito : appareceu a cruza-
da, ja em communicados, ja em correspondencias,
jaemartigos de fundo do aCearense. dos quaes
ia tuna segunda edicao mais correla, emendada e
augmentada nas correspondencias para o Diario
do Rio: guerra, guerra implacavel aojuiz bene-
mrito que ousouarrostar os melindres c capri-
chos desses sensitivas, foi o grito unisono, a pa-
lavra mgica, e egostica que uni os inimigos gra-
tuitos do Sr. Monte Raso, que, seguro alias ern
sua consciencie, o nos seus actos que foram sem-
pre paulados pela fiel observancia da lei, e amparo
da innocencia opprimida, naodere arrefecer no seu
zelo no meio das contrariedades que Mis tem feilo
curtir liomens injustos e mesquinhus.
Continu o Sr. Monle Raso na mesma liaba de
proceder que merecer as heneaos dos povos que
forera confiados aos seus cuidados, c conie com a
justica, e o rcspeilo dos bomens justos e impar-
ciaes. A' vanie! A mentira embora epetida
por mil boceas be sempre mentira, o a brecha que
abre he para tornar mais brilhante o triumplio que
compete a verdade c ao mrito.
rgam dos senlimenlos.de todos t lado vencedor; as acries mais iudiflerenles e in-, te o rhamon o lUattrado Dr. Tilo I-rauco de Almei-
noceules sao criminosas : o pobre governo as vezes | da, refulando-o. Dizem que o l'enna assignou. mas
paga o palo, lambem oa magistrados, principal- que aquillo ha obra do Joao Aoguilo, que voltou da
meute se os comparsas tem crime 110 carlorio : se- ; Europa, alera de lalinorio, juriscieule de popa.
ria roelhor que se dccrelasse aiiarchia por qualro ; Essa obra leni a vanlagem da dilTusao eescuridade:
mezes, desde selembro ale dezembro. (irila um. i precisa de ser lida a luzda lanlerna mgica: mas
se venceram, he poique o governo protegen rom j foi lida no club enm grande applauso do l.emosda
demissofs e prisoes, mas nao diz a rau-a .leas ; botica e do Iheodoro quilandeiro. No he mello
c quando milito eucendra uma causal a sen bel o qoeixo, porque o illu*lrissimo aulor cercou-a de
prazer : outro mais razoavel atlrihue n colpa da enigmas, peiores que os da Esphinge : apenas leio,
perda da Heirao a um seu socio, porque uAo jogou j millies de vezes repelidas, as palavras :__nossa
paroda innocencia opprimida. (Juando sobre a frie-11"m : emlil" e"e! lienl s;,l,e,n porque perderam, lealdade, ronstitoirao, acto addiccional, forma le
i Ibes convem dizer. lorie gente sempre | processo, onlem do proceisu, somos seus sunerio-
que ( res, devem respeilar-nos, ele. etc.,e com isso, e
- nem oulras p.libadas en lien o l'enna oilu paginas do im-
ne som exemplo, aquelles mesmos qne trataram de-
te, zelloso, probo ede nina severidade pouco vul-
gar, V. S. romprehendeu bem os seus deveres, co-
mo homem publico ; satisfe-los com delicadeza o
nobreza, foi oacoile do crime, assim como o am-
,,------,......._, ,,,,,., u. n mima. -.'u,jiiiiu sume a irie-___ ,, ------- :: ------.. '----- '.-------
zadarazaoseapplacaro delirio da poixao. eo tjSKVSSt.Z^JffS
que 101 V. 3. guerreado tao fll e torpemente, <|ue manda n.io se mostrar maguado o que perde. e 1
balde nodoa-lo cora a peconhada calumnia, paga-
rao, embora tardiamenlo, o irituio de justica, que
he devido aos merecimentos do V. S., que esla c-
mara folga de proclamar anle lado o Brasil, e que
roga a V. S que acceile benigiamcnie. l'aco da
cmara municipal em sessiio ordinaria em Santa
Cruz 13 de outubro de 1856.
Illm. Sr. Dr. Christovam de Jarros Lima Mon-
te Raso, e.x-juiz municipal da cimarra da Impera-
triz.Antonio Rodrigues Barbosa, presidente.
T.uiz das Ctaagas Pinheiro.Fnncifco Vieira da
CruzAntonio Pereira l'assos.ManoelBernar-
dino da I'onseca.
: Pedro II.)
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
AMAZONAS.
.Mana 11 15 de selembro.
Amigo.Nao quero deixar de participar a \ me,
que ainda vivo, e qoe paaso soflrivelmante nesta ca-
pital, donde irei communicando com o meu r*|pr
mado laconismo, como Ihe proinelli, o que por aqoi
vai haveodo de novo, expoodo a minha humilde opi-
ni.lo a respeito, na certeza de que com islo nao of-
rendo i ninguem ; antes jolgo que su puderei cau-
sar a Vme. riso pela exquisilice das minbas ideas ;
mas o que quer que eu faca he balda de loJoi, in-
Iromeller-se no que nao he da la conta, e assim
irei cumprindo este IV do do genero humano.
Os receios da falla de vveres vao-se desvanecen-
do cada vez mais, e lia toda a probabilidade, dizem
algumas pessoas, para se crerom exliuctos, logo que
demasia lamente alegre o que ganba ; pois be gros- i parcial Tre:e lie Mato. A opiuiao publica para
seria licar enxnfiado, porque descunteuta-ie asocie- quera elle appella conlinaadamenle, o algara' e
dade : cu aqui vejo o contrario desla regra.
A dos
I'AB-
IS de outubro.
He a segunda vez que fallo ao publico, por meio
do sen jornal, com muila propritdade chamado o
dgante Uo .\orlc, depois do adiamenlo que ine-
receram as nimbas correspondencias. Ellas tinham
lalvez algn) rheiro de esquerdas ; mas era assim,
sem que eu as perfumasse com esquerdismo, esim
porque eu dizia a verdade, c a verdade nao pude
ileixar de ser esqnerda 110 Para'. As que substitui-
ran as rainhas correspondencias sao direilas or lo-
dos os qualro lados, direilos al nas conlisses que
roan '.
Eleires ile a ordem do dia,he o objerlo exclu-
sivo de lodas asconversaroes.he o pensamenlo domi-
nante,he o sonbo de lodas as horas he o pesadello de
lodas as nones, be a rausal de lodas as aceea de bo-
je Se vai um medico mais apressado, que o ordi-
nario, nao vai val um doenle, vai cabalar. Se um
conego lira dous mezes de licenra e vai para fora,
nao vai Iralar de Se um lente, cansado de muilo fallar na assembla,
vai esparecer um pouco e rcanimar-se, vai raba-
lar. Se um bota ciladao rene em sua caa alguna
amigos do peilo, c per accidens loca nos negocios
de sua patria que sii pode ser salva por elle e pelos
seis, esla' cabalando. Se dous capellaes da S
3o para fora para loangapy, por ex refrigerar-
se dos calores da cidade, e da massada do coro e
da embirranle in-la. vo cabalar. Se volta, o
presidente do cabido que nao quer que padres se
meltamcom eleirVs exlranba a amencia a nm s
delle*. e manda "descontar-Illa os estatuios, enlre-
M realisar Jo transito do gado das fazendas do Rio '''",0 1!ie """o "So diz nada, eal cabalando,
ada, que salva as suas cachnei- 9 u
Bran
cu por ama estrada, quei
ras bem arriscadas para a navegacao, a qual consta
star ja aberta, posto que anda nao corresponda ao
seu desliuo ; mas brevemente o satisfar, e entilo
teremos mais regularidade na carne diaria ; cum-
iado eu nao consjdero esla medida a onica capaz
de regularisar a coiiducr.in das rezes para o consu-
mo da capital ; ha oolros emharacos a vencer para
chegarmos ao desideralom, e se continuar na admi-
nistraran da provincia o actual presidenta, elle se
vencern com mais promplidao, porque empenha-
e com lodo o esforro para isso.
Gnlo que nao me enganei na minha ullima, Hi-
zeudo-lhe que ningoem mandara medir as suas Ier-
ras, pois al hoje no consta havur um s dos habi-
tantes de loda a provincia, qoe o tanha feilo : os si-
llos pela maior parte, pequeos pardieiros tal he a
sua perspectiva, ainda que oovos Dio valleni o d-
cimo da despeza da sua mcdirilo. (Ion dizer que
os noasos maiores, quando vieram habitar aqui, fa-
zendo ama excavaran para edificar, acharara enter-
rada nesta trra uma ebera diMiuiro, nao de bol;
mas eu upponho que foi .le Burro e de hoi, e que
elles nao souberam aprovedar-se dcsle hora agouro,
e s Cidaram do prsenle e nada do taluro : di-
verliam-se e l'olgavam Imitando a vida do estado
natural dos genlios, e por isso nfie se enconlra |ilan-
las.lo nem edilicarao, que valha a pena : houve 10-
davia um hornera, que parece ler hilo ludo no rio
Negro, porque s me dizem que no lempo do I.ama
se ia/iain cafezaes, arazaes, corda* de piassava, se
lecia panno e ale delicado foslo, e ae condu/.io o
gado para os campos do ro Ilranco, etc., ele, etc
morreu o llama, aeabou-M a idade de ouro ; pas-
sou-se entilo de sallo para a de ferro, e porque na-
da eslava consolidado, ludo sumio-se,.fazendo a pre-
matura unirle desle ptimo governador desippare-
cer o animo a boa disposirao, que enconlroa nos
habitantes, ou Ih'a melleu i torra : hoje nao exisle
ol.ama, porem temos quem se'assemelhe a elle, e
o governo central aprnveitaiulo-so da habilidade e
tino qua se manileslo no Exm. Sr. Ur. joao Pedro,
pode mu bem felicitar provincia.
Ningoem pode medir as suas trras, porque nao
tem meios ; mas o governo o pode fazer gratuita-
mente a todos os que 110 decurso de Ires anuos
apreaenlarem uma plantaran de duas mil arvores pro-
ductivas das que a presidencia designar, como nato
appropriadas ao terreno de cada di.lirio, e assim
em breve veramos as margeos dos rios e lasos ha-
bitados, bordados de planlares, que com a sua pro-
ducto augmanlariain as rendas do Estado, e res-
sarciriam fcilmente as despezas feilaa com a medi-
cao dellas.
OSr. Ur. Joio Pedro, que he activo, e desen-
volveos eoergia necessaria para bem desempenharas
(uiicee; do seu cargo, nao dallarla esla disposirao
do governo sem a devida execurao.
A assembla provincial encerrou as suas ses*oes
no dia ti do correnle : os seus membro* hrilharam.
e bem que a principio divergirn) em opiuies : I
um bomem. popular e generoso, frcquenla, ago-
ra, aos pequeos, ao alfaiale, 10 carapioa, ao a-
palciro. que nio linha lempo pora visitar em ou-
lras occasiiies abona a algum delles uns Vs, e em
cuna disso oITcrece-lhe seus prestiroos, e a lodos os
oulros que tiverem guaes precises, cata' caba*-
lando.
O credor, qoe agora enva ao devedor a sua ron-
la, mas diz-lbo que nao tanha pressa qoe elle pode
esperar ; e n'uui po.'l xnnplum Ihe escapam al- |
gomas palavras, sem signilicacfio, sobre os candi la-
losde lal chapa, esta' cabalando. Tudo he caba-
la E quera sabe se eu mesmo nao eslou caba-
lando, a fallar lano em cabala '.' Verdade he que
lenho tido tantaeOaa de meller-me na dama, eng-
d.nlo pelo exemplo de cerlo amigo que sabio ca-
marisla. .Masera preciso que lambem a mim des-
se o Ur. Malrher nm lugar na sua lista, que be
a que ha de uiuniphar neslas eleicnes, como Irium-
pllou na de cmaras.
Dizem que os xerdaileiros amigos do nosso dioce-
sano, querem niandar-lhe a corte, o rico preseule da
pateego geral ; prcseolam-no candidato pe
eslou que Ihe conceder' o primeiro lugar eutre os
clucanislas t) seu futuro esla' feito : a posterida-
de ja Ihe perlenee lambem.
Depois de alinhavar o seu Kaoerso, parlio o ho-
mem para Igarapemirim, a suslenlar os direilos do
Pedro Honorato, lieos qoeira, n.1o leohamos de
ser incommodados cora novato ennadas. I- ico re-
zando um responso a S. Gregaria, para que lenha
juzo aquella pobre cabeca.
Ouvj dizer que era aprcsenlado pelo circulo de
Camela' ura rmao do Sr. fabuco, nosso patricio ;
fallando-sc a esle respeilo ao Sr. de t'ameta'. res-
ponden elle que nao nreilava essa candidatura por-
que ja eslava rorapromellioo.
Gontinna oplimameiilc a administracao da pro-
vincia. Talvez nao agrade muito as influencias da
compressao ; mas a razao a approva c applaude.
A fesla de rVazareth fez-se esle anno.romo nunca,
devido isso ao ronreito e estima de que gozam os
procuradores, a' cujo pedido se ahriaro generosa-
mente as bolsas.
Tivemos alguns dias falla de carne. He inexpli-
cavel essa falla, nao Irabalhaudo agora a assem-
bla.
De sanidade vamos, assim assim. Ha sezoes. ha
apoplexias, de limos, e oulras bagatellas que nos eu-
commodam ; mas vive-se, pcis que a hxgiene, que
nao sel se ainda se rene, cora, e zela, e pensa a
saode publica.
O cnsul inglez esla' um pouco embirrite com
o sea don.iarr.ia da baudeirola. t) diplmala por-
la-se como um prenle de O'Connel I.utbcro ore
por elle.
Como vai o Sr. l'inlo de Campos com o leu Agr-
cola '.' t) Agrcola, lora do seu elemento, pode luc-
lar cora vanlagem, e em inlelligencias do padre
Ventura, com uma cabera lalhada para uma mitra ?
Nao vio ja o Sr. Agrcola o leslemunho indulgente
dos Srs. bispos'.' Nao sabe queubi sunt dtio vel
Ires in nomine meo, ibi sum in medio eorum, e
que por conseguinle esla' iml'allivelinenle demons-
trada a Adeudada, com qoe o Sr. Campos nos deu
era pura linguagem portngucza os pensamentos do
padre Ventura '.' Cootinuar he ser leimnso, Sr.
Agricpla ; e he atrapalhar os oulros uo seu ca-
minho.
Coma ahogada de Fmai'i espalhoa-se a no-
mearilo do Sr. fre Joao, do Carmo, para hispo do
t.eara'. Seria o terceiro hispo, que da' o meo l'ara'.
Mas o tS. Saivadorn nada disse, e a milicia vai-sa
tornando da mea noile.
lleuden a alfandega, al o dia 15.
A recehedoria provincial.
A colleclora de reudaa internas.
Ver o peso.
1,1
:il.S7oliJ
I2HH19IM
l:509l
3979341
presidencia do 4. juiz de paz, em ronformidadedo
disposlo no art. t. dis lostrucron de ."* de tunlio de
1H19.
o llavcndo \ me. renresenlado contra esaai etai-
roes, e sendo oavidas as autoridades do termo, a
verilicando qua eram completamente destituidas da
fundamenlo as allegar.es taitas por Vmc. neuhuma
deliberarlo enlen 11 dever lomar a respeilo.
Arabo, porem, de saber que Vmc. arrogndo-
se o direilo de iulgar aullas as ditas eleiroes, asar-
cara u da l-J lo correnle para proceder a novas, e ti-
vera o arrojo de ofliciar ao Dr. juiz de direilo da co-
marca, pedindu ao mesmo que lo-e aasislir a aa
arlo, dedarando-lhe que a presidencia, nao re-p..n -
deudo a soa representaran, havia assim ronrordado
lacilamenle cura o po. e lmenlo, que Vmc. ia ler.
ao que o Dr. juiz de direilo sa recusara, romo Ihe
cumpria.
" E como he potsivel qoe Vme. xwasta oa seo in-
tento, uao obstante as muilo judieiosas outervafaa
do Dr. joiz de direilo ; resolv delermioar-llie qw
se ahslenha de levar edeiln o seo criminoso pro-
jecto, soh pena de ser preso em flagrante delicio, a
pruce-sado romo incurso nal peo.it do art. > do
cod. criminal.
Dens guarde a VmcAntonio Candido da Cre
Machado.Sr. Jos Korgra I'ereira. .
Fallecen neta capital, e sepollna-se no cemiterio
dos I-as-,... o Ur. Joaquim Jos i.om.alves Ribeiro,
rom i'i anuos de idade, e .*> ulhoa.
Era cimbado do Ur. ebeta de polica, e sai morir
foi geralmenle sentida.
No dia II do correte S. Exc. nomeou as Exin-
senhoras II. Herminia Carneirn do (Hiveira Maca-
Ib es, e Rosa I-ern a 11 des de M acedo Franco, prole-
sorai de primeiras ledrasesla para a villa da Cha-
pada, e aquella para a de l'ailo Bons.
Ha mais de am lastro, que Ihe escrevo, ata boie
ainda a minha pobre iodividoalidade nao tai de
robera: cola dia inventara om pai para esto nveu
Irabalbn, e lio.- Diario me pergunta se emprr ea
fallei bem do Sr. Jos Joaquim.
Adraira-me qoe o Sr. Ur. Kego, apezar da rabe-
rndo, lenha lao poaca memoria ah oalo a* tai-
iil.ns correspondencias, lea-as, e veja o qoe teanpre
disse do Sr. commen lador Belfort, quer no lempo
do Sr. (11 vm po Machado, qoer no lempo da soa pre-
sidencia, quando o Ur. Reg tambera o etaciava
pomposamente.
Julgo mais acertado que o Dr. Rege em vez de
andar adrando indirectas ueste o naquelle. reapoa-
da a excelleoie correspondencia, qoe contra elle pu-
blicoa na -Voia I pocha, aduna, o Sr. lenle mr,.
nel Raimando Soaza, emprezario da ratopanlna
Anil, e descance que nanea ha de saber com certe-
za qnem he o leu correspoudeDtc.
Adeos.
alunares dailulinai...
Se querem que o diocesano seja depotado, por-
que motivo o apreseniam por um circulo, era que
he piovavel, probabilisslQM a derrota,e nao por Ca-
mela onde domiiiam ".'... Nao he i-so querer ex-
por ei bispo a vergonha de uma volar.io inesqui-
nha '.... Ou pensam qne os padres anida domi-
nara, mamo em pollina, por aerem padres? He
n.io estar em dia com ai cousas, ou qoererem oliri-
gir os padres a volar em eleilores, qae vilo decidi-
daminta excluir os seus amigos.
I'or oulro lado : acredila-se realmente que lu-
cran! os interes sembla ? One rortinca-H a lehgio, e he mais res-
peiiado o clero .'... Quando por lodo o salao do
governador de Marseille ouvio-ae, com pasmo uni-
versal :He o Sr. hispo de Belloy,lodas as vistas
ronverteram-se respeilosas para o prelado, digno
siiecessor de Itelzuure que llenara em lodos os co-
races longase piedosas recordarOes.Vos aenl.or .'
que feliz inipiraiai vos coudnz'ao meio de nos 1
>enho lembrar-vos que na minha querida Marseil-
le ha puhrrs, que a esla hora raorrein a forae. Co-
mo .le.o- Carlita foi as bodas ile Cania fazer ou\ir
a palavra divina, venho a vos l'azer-vos ouvir a voz
da caridade.Eslranho, como era. a essa eslanra
conseguio para os pobres mais do que se la' eslives'-
se a applau lir as coiilradaii'as. Appliquese. Sem
unsasseuliam as ideas da presidencia, c oulros se i sorem depulados, cimvularam os bispos a religio,
MAIt.Vg.HAO.
S. I.uiz II de oiilubro.
lia poneos dias llieescr^xi una extensa e ininii-
............. ,- "* caria, ondo Ihe narrei as oreurreanlsa do dta,
cireaieda capital. Esses amigos do Sr. bispo qne- a .mlgiva fazer um entre parenthesia na ami eorrea-
rem imitar nos amicis'imoi do arrebispi, que inne- pondeucia por esle vapor, pensando que me vera 50
gavelmenle lizeram ao Metropolita om merilissimo : sem materiaes para orgmisnrao deata caria.
presenta Com a candidatura a senatoria... Coac-I Enganei-me eompletamente'como vai ver.
roIran lempre algoroa rousa. que foi inlrigarem I .*> da aegoipta ao da sabida do vapor Paran
rom elle cerlo padre, como ja tinham intrigado o para o Sol, diataibuio-ie nesta cidade am numero de
vigano geral .Man iel Theodoio, que morreu no de- l-'laii-lurle. qoe nossa hora j eslava bem periodo
sagrado do respeilavel primal. Veremos agora com Cear, sem duvida com o lira de pmduzr elleilo na
a iraprudeiile candidatura do bispo. quem sera'o corte, vista nao ter sido refutado.
laado : mas estou resolvido a entrar al pelos Ja temoa noliras de loda a parle das eleices, e
oppunh.im i ellas : iiiecherain-se e leinecherani-se
la dentro da sua casa, e por ultimo demflliram o seu
presidente e secretarios, e noraearam novos : enlltu
as coosas correr.ira uielbores ; porem sempre
lizeram uma leiziiiba .1 geilo, que he a dos que
nao pagara direilos para irera regatear ; isto
sempre ha de acontecer, quando inlluir pes-
soa que compra o vende nao ha regra sem
exeepcao'. e nao quer pagar os direilos nacionaes :
a ponto de a rezaren alravessar inclume lanas
contrariedades e vicissilude-. Compra o clero o sea
dever do/.11.7 mimi/i c .a/ieri-r, que sera respai-
lado, sera ser preciso que os seus bispos passem de
caberas a membros. Por is.o que digo, pasarei por
inimigo dos pedrea : embora Dos sals quaulo amo
o padre.
Igual a esla apiesenlar3o le improv.ivel socce-so
he a do Dr. CanMo pelo circulo da capilal. Elle
apenas nos faltara .las duas 'reauezias do Ali Ser-
bio Carolina e Pastos Bons, e ale boje, cousa nola-
vel anda nao appareceu una so queixa por ot'en-
sa physira.
Os estrellados rollegas e os ronciliadores descon-
ceiluados, despeilados pela bnlhailte viclorii que
sobre elles coniegolo o partido constitucional gover-
nisla, tem torjado diversas represeotares, rechei.i-
das de menliras, lodas inventadas para" encubrir ou
minorar a derrota delles.
Felizmente a presidencia, cora o espirito de im-
parrialidade e reelidao, que o acompauha em lodos
os seus arlos, e com o lino administrativo e tlenlo
recoiiiiecidos por lodos, lem procedido as necessarias
indagar-oes, e reconheceu que era mais uraa infamia
pralicada por semelhante genle, c islu al reconhe-
cido pelo propro l'rugressn, que em ID de selem-
bro, apezar de opposicioni pela imprensa em ama especie de confissao disse :
Pela primeira vez na nossa vida iirovincial venios
CEAU.V.
Fortaleza -JK de outobro.
Tem o seo importantee cnreiliiadissimo liiii,
um rorrespondenle nesla provincia. Eslon poma
que X me. nao se dedignar de aceitar oolro rorres-
pondenle, qoe poiilia Indo o esmero e coMado em
ser-lbe imparcial na cvposn.ao dos fadoe. lama ga-
zeta como a sua, qae lem om corso immeitss em
todo o imperio deve sobretodo timbrar em rollo-
car-se cima das p.iidea dos partidos para domi-
oa-los. Persoado-me ale qoe Vmc. estimara anisa
que eo Ihe f.ra mohecer esta provincia peta sen
lado commercial e indostrioso, do que pelo seo la-
do poltico.
O Ceara, ligado por tantos inlcre-e. a essa bella
provincia, acaba, como Vmr. ta d.-ve saber, de -
treitar r,,ai ella os seus laMa de relima, misado e
riiiimr.'io.
A solivenrao comedida a rnmp.ulna l'ernanibo
cana,os grandes carreg nienlos de razendas, qoe ur
ornea data deata provincia, os diversas (rene-
ros, que para ah -.i 1 exportados, crescendo tonta. s
das mats, prometi lomar ura erando ineremonio
cora a entrada do. paquetea da roinpanhia nos di-
versos porlos do nomo liltoral.
Prometi dar-lhe cotila de lodo, e.perialmenle d,.
esiido de nona nanea, visto romo essas notina lem
de inleres-ar graudemenle maior parle de seos tai-
lorea dalu.
Sem mais prembulo.
<> tatemase da quadra lie a elcirao, qoe tem .la
correr cm novrmbro prximo.
Os circuios de-perlaram mullas ambiciies qae de-
viam licar adormecidas para todo o sempre. 1 is par-
tidos apreieuldin-se com ardor por loda a parlo, e
em alguns pontos da provincia com aspecto imi-
tador.
O Cralo, onde apparocerara algoraas deserdoas
em selembro, e ondo se acha presentemente
de polica ; Maria I'ereira, onde na cien .10
os partidos se aprr.enliramde arma ao hamiu
Aracaly, onde dispulam a prim.zia local daos er-
nos importante! do partido saquarema ; alarangoa-
pe, onde nina frecrao de saquaremas uni .,.,
parlido lber .1: Casravel, oade reina ha mait gran
de espirito de turbulencia :
. a Imperatriz. aade <
diz que o Ur. Araujo l.una pretende lomar parte
activa na eleirAo ; a l.ranja. oode o partido cluwjn-
a pralica e a realiaarJJe dosvslema represenlaliv i:|" "e naslanle numeroso ; o Ipu', onde ambo* a
" e Dos queira que o nosso povo se arostume a es- parlulos lem Torras igoaes ; Sobral, ando r* a. ha
< sa verdade, para assim curar das uussas publii as I """almente o I ir. J,.., I ihppr, qae vno alliir
mente da corte em demanda d.iqadle circalo. em
lodos esses pontos arham-sc aa coasas em pe minio
serio.
OSr. vice-preidenle I'ereira da Canha j.i havia
lomado algumas medidas adeqoadas para coniurai a
borrasca.
pois ha genle qoe'acredita que ha de enriquecer ac/,hl '' sollrer uma eslrumlosa derrota nacaiHi-
derraudando o lliesouro enorine quanlia do :m ou I 'lalu,a municipalidade, e be por aqoi que os seus
bO mil res, e grita, ralba e pragueja os pobres em-
bregados da liscalisarao, que os ubngam a salNfazer
a exigencia da lei.
As eleires do dia 7, anniversario da nossa inde-
pendencia, lizeram-se sem nov idade; apenas o Sr.
Dr. chefe de polica mandou prender a uns Ires ci-
dadaos, qoe queran) fazer eleicao i murros,
mas foram logo poslos era liberdade. A presiden-
cia lomou a posicJJo que Ihe compete, a unparciali-
bous amigos Ihe conceden
prosperidades.
O Diario do Moranhao, redigido pelo Dr. Amo-
nio llego, lainhem oppesidonista, nao anta tirar
alraz .lo Progrmtto, e tambem disse :
Ha mais de JO violeneta bem !) anana, que
ndo fimos leslemiiuha d'clcir.lo Uo legal o paclli-
ca como esla, e nem onde ea partidos menos has-
tia se mostreasen), procedendo lodos com muita or-
dem e fralcrnidade.
o i no no governo agora toda a ronlianra. .
Nao podem haver melhorea panegiristas da'actual
aduiinislrarao. do que o ProortsxO e Diario por es-
tes trechos que Iraiiscrevi, e pela circun.slaucia de
serem opposicionisias.
Em Caxiaso partido do Dr. Portado exigi disanto
ridades all con.(luidas quaulo absurdo quiz, e estas
ou por sorpreza.ou desejosas de nao tolhcrem lodosos
apresentur-se Camela', | meios. al os reprehensiveis, a opposirao para que
lesteiminha de seus serviros mdicos durante a epi- 'Ha 11.I0 se queixasse, como he de rosluine, de vexa-
demi. Camela', donde s ratitas rorlissiaias o ar- "
rancaram, e que poda agora mostrar sua gralidao
ao medico que salvou-os, c leve o graoile degoslo
de Ihe uiorrer nos bracos o marlyr da dedicarao, li-
-a reservada para o Dr. Freilas. Qaal dos" dous
Dr.
merece mais desse larin
Comeca-te a
idc, e dispaiaram dous partidos: um perdeu o | eSf."*a a tirar algumas daa nioilas pedral 1
jogo da bisca de nove ; o IruApho lui o nielhor ; o
lado vencedor parou Ireze, o vencido jogou cora lo-
dos os naipes, e o bolo foi de um so Estamos ca-
raiuhando para o oulro jogo ; aparada he de dous,
e gaardo-me para depois Ihe narrar o successo.
Sou seu aiferluoso criado
!' S.O nico alivio do que parda no jogo dai
eleicnes, be ralbar ; sempre se acha o que notar no
reslabeleceroequilibrio.ouaiiles co- 'llle 8l(:r" J explicar os motivos,
algumas das inoilas pedras que os i "d0 pe,a ''uguasem vigorosa, que 1
1 direilos manbosanienle nreiillavam na concha, em
que putiliam a sua iiillueneia para faze-la pesar
que a dos coulrarios. Tinham ale agora guardi
mes eoppressao imaginarias, tudo enneederam, e em
lal excesso, que pareca uraa inlervenrao directa e
esforrada.
Na freguezia de S. Miguel, o juiz de paz latea-
toa fazer uraa segunda eleicao, porem apenas sonbe
o presidenta desla faranha, dirigi o seguinle ollicio,
, he digno de ser
nelle se ola.
Ei-lo
|0e
evnlucjAo grandio-a quasi que se lera operado
pbera material.
Aid cerlo ponto e-ta marcha na vida de un novo
he pislilicavel c mu natural : he nada menos que
.1 primeira manifestacAO da vida da um homem a
parle dos Molidos, o imperio do materialismo.
Mas, alen) de.la ordem de pheuoincnos qaacons-
liluein ura la lo da vida de 11111 povo e de om bo-
mem. ha tambem alguma musa de oulro genero
que completa a existencia dos dous entes. qus~he 1111-
ponderavel como o bello o sublime, como a verdade
lie parle espiritualista : as magnificencias da sri-
> ir.a, as gratas da littaratnn e as maravUnan da
arlo,
i.ioanio ao dasenvolvimeolo da setaaeia e da litte-
ralora j vio appareeendo .-ligninas isniaivas mais
un menos felizes, mas, quaulo a arle, poilemos dizer
sem inedo de sermos contestados, qae a noisa civi-
caminho, corren ao enconlro delles, e como se hou-
vesse Irazido a noticia da chegada, lestemanhava-
Ihes a sua alegra pelo movimenlu da cauda, e por
laaa caricias.
o O pai de Tobas, embora cgo, levanlou-se, poz-
se a correr, apalpando o eaminho com os ps, e cha-
mando com a mao ao filho. E arolliendn-o abra-
roo-o, a mai fez oolro tamo, e ambos comeraram a
chorar de alegra, u
Hez concurrentes foram recel dos com elogios, e
tinham quo grupar cinco figuras e um cao. O grupo
principal se devia coinpr do velho pai, da velha
mai e.de Tobas, depois 0 anjo Baphael oncarrega-
do de representar a idea divina ; o criado e o cao
nao podiarn passar de simples accesaono ; um fundo
de paisagem e ama fabrica sobre o terceiro plano :
tal era o quadro da scena.
Desles dez concurrentes, os dnns mais moroi tem
vinle Ires a vnle cinco anuos. Finir os outro- oi-
to, dous ho allingido o limita extremo concedido
lelo regulameuto para o concurso, islo be, Iriiila
anuos. Cinco pertancem a varias escola--.
Dous especialmenle lizeram obras nolavcis : o que
, obleve o primeiro premio be l'rancez.em cuio qua-
lenin. dienta dos oihos. o 1 dro, diz o aulor do artigo, ha senlimeoto, delicde-
b. esle ano aos ,oveni concurren- ,a, rr agradavel e encanto Inimitavel ; a que oble-
iir.mo ,ia nimia : be .1 < ;lia Uo ve a segundo premio revela grande rsladn de Ki-
a narraran do hvro sanio evi.te era ; phael, o desenbo be -,-ver.. e de estvlo elevado.
^nml' ocoia,,,, c o e.pirlo 1 As oulras compo-iriie. liiv.am muilo quem das
devem experimentar nm encanta singular .lame das' dua
e ingenuas do legen lario judeo :
malsj No impedimenta do l.juiz de paz dessa Re-
guarda na-, guezia, compelindo .1 Vmc. a presidencia da luesa
tunal c polica ; podiarn alardear a sua .ulluencia : i parochial nas eleiroes a que se procedeu a 7 de se-
a-.umplo prop
les da iiiiit.). 1
oren Tobia* :
cues simple
Entilo o anjo disse ao joven labias : lu sabes o
estado em qu- deixasl tan pai : iejulgei conveni-
ente, vamos adianle, c deixa |ue a la oiulher e os
leus rabanhei sgara de vagar. Tendo resolvido ir
desla maneira, llaphael di.-se a Tobas: vamos, e el-
les nos seguirao.
a Comtu lo. Anua i a lodos os dias sentar-saj boi-
ra do eaminho, no alto de uma monlanha, itamla po-
des.e rtaaeobrir de tange, a quando conieimplavada-
hi se a lillio viria, avisloa-o. reeonhee......imme-
ilal.iiueuta, e correo para leva .1 noticia ao mari-
do Ihe disse : sis-ahi leu lilbo qu ehirga.
" Bailo, o cao que os linha seguido duranlc o
s 1 1 uncir-, mas prnvaui que minea cu poca
alguma, o mediaiiismo da pintare tai lio bem mm-
preheiiiiiilo como he presentemente, que nunca se
elevou tao alio a habilidade .le raaos, a infelizmente
acensara menos a preoccuparHo dos grandes lados da
arle, que ida o senlimenlo, ,1 einor.io e a vida. To-
dos estes mancebos sera. um dia pintores, nas ndo
s -abe se serrn arlislas, e romludo a hora ea reve-
laran j ..'..1 para elles.
Assim, compre que aquellos que v.io .1 Roma se
reeolham em .ta- orcupare., e qu>- .,. luosirein a-
..'.raderdos pata com a patria, a que sailiaill qua ha
para elles grande, perigus na eidade eterna. Anida
nao lemos I. maia .loque um patrieta nosso, um
guns maia que por ventura o sizam, se previnam
contra estes riscos e seduece.
e Para ver sera perigo 'as grandes obras-primas,
diz l.ustavo Planche, os artistas devem invocar to-
das as forjas do seu propro tlenlo, devem cusa
de irabalbn sobre si proprios, se constituir uma so-
lida individualidade. que os velhos meslres educa-
ro e engrandeccrao, e nunca devem perder de visla
que, sem islo, um dia. as suas recordaees Ibes ao-
sorverao os pensamentos, c as suas obras nao serao
Uiais que relelos,
< Quaulosj.i nao lem Visto na lilla Medici eva-
porarle lodas as brilhanles promessas ele fuluro.
Lsle naufragio da personalidadc dos jovem artistas
Ja tem allrahido militas vezesa allnelo dos bomens
sizudos, que hiio psrgootado a ai, se a residencia no
aeio do deseanro, no e'lreilo e eiclorivo dominio da
escola de Roma he a melhoi animaiao que se pode
dar aos talenhx naseentes, -e urna vaaem com loda
a liberdade, aonde o goslo, e o genio ronduzcm m
arlislas nao seria a mellior de lodas as provas que
se Ibes possa dar, c se n.io haverla para elle
alum proveilo era ir segundo o instincloda itnagi-
oaejo viva, no eammereta familiar dos meatre de
lodas as escolas, interrogando lod-.a ns monumentos
da arle, parando na Italia, em I Inrenra, em Ve-
cera lodos os dias nos nossos estabeleeirannlos, le-
vantados sob asin-piraresda philanlropia e doscon-
selhos huinanilariosda civibsai.ao moderna.
O patrimonio do collegio dos orpliaos bem ad
ministrada pode dar animalmente um saldo em
favor do eslabebicimenlo ; os cofres provinciaes
n.io se exbauein durante o periodo fnanceiro.
Assim.. seria til que estas sobras fossem consagra-
das ao deseiivolvimento desses jovens ltanlos, que
j vo desabrochando entre mis, enviando-os a al-
guns dos palies transatlnticos, onde a idea do bello
recebe o eolio mais profundo e a adora, ao mais
ideal.
Desla maneira.a cuitara da grande arle, da escul-
tura, da archileclura e da pintura seria Iransportada
para o nosso paiz, e completaramos a parte da nossa
existencia, o lado eipiriiualista d.i vida.
Agora mudemos de lom, e tratamos de oulro ar-
sumptu, que Ja vai lendo um cometo de execuro
enlre lux, e que em breve sera urna completa rea'li-
bule : queremos tallar do l'atent tlipe, desse novo
melhoramenlo material que denim em pouco pro-
porcionara romeases vanlagem ao domo commercio,
Iriboir para nossa prosperidade c civilisacSo,
lira, he mistar que ealas linhas ou guias lenham en-
lre si igual distancia a que lera as do barco, que va-
ram regularmente entre 1J e 15 ps.
A liaba do cenlro leu duas peras de madeira 110
senlido longiludinal que eucaix'ilbam a chapa de
Ierro ; as'im romo as linhas laleraes lem uma so
pera de madeira, disposta no memo senlido pela
margem exterior da respectiva chapa, afira de que
vedein que os rodelcs do berro niara para fura do
Irilbo de ferro.
O Berro lambem be lorniado de Ires linhas ou
cachorros compnslos de vigas forleinenle ligadas en-
tre si. O compriraeiito a mais 1l1111e11-1.es .fio em
retarn ao do navio e do peso que tivcr.
Ligam-ee entre si por IravoMai collocadas em n-
gulo recio, na distancia de 10 a ps. trovados na
A opposicao porem Iralou de descoacailaar todos
os seus actas; e esta lctica, ao paaso que dava on-
-i.ij in.ri.i 1 a om partid,,, oa desanimava n ia
fazeiiiio calar a dcieonlianra e o desespero 00a aa-
Iro.
Na minha upiniao haviaarriero pensreem le-
do isso.
Com a chegada do Sr. I'aes llarrelo provincia,
a nppn.11.no muda logo de linguagem e applaude -in-
ceramenle lodos os actos de S. Exc.
I .idos sab. m que o Sr. I'aes Brrelo, varae illas-
Irado e de um caracler severo, ha capaz da impar
s suas aulorida les a voolade do governo, qne ha a
livre maii-.fe.iar.'io do voto do cidadao.
S. Esc., pois, apenas reaMomio a admiaistrai as.
da proviucia. dirigi circulares a ledas as aolerida-
des policiaca, e nellas falbni-lbcs da om modo laa
explcito e terminante, que nao lie poMvaH dam-
dar de sua completa abslencao na pleito eleiloral
qua vai correr.
Os bomens mnis imparciars faram justamente
eacolbidos para os lagares mais dilliceis. Foi as.im
que para o Aracaly S. Exc. taz marcha) am milita!
brioso, que ha puco lempo hub., ehegado a pro-
vincia, abro de dirigir o commaudo do meta hola-
lli.in aqoi estacionado.
Para Mara Pereira regata o Ur. Rocha, qoe di-
zem ler sido promotor na comarca do Rio rormoso
dessa provincia. Nao roiitaeco pesaoalmenlo esse ma-
gistrado, mas lodos aqui faiera delta o mais sobado
concedo, nao w como bomem de molla iatcHiaon-
esle lira lambem ae enllocara nos extremes das me-
mas travessns escoras qoe o acampanham ale afeis*
do cuitado.
Todos astas cairos po lem ser de corredires e tai
los de cabo, que w servara para facilitar a respecti-
va appliraraoromo para liga.los entre sa, forma na alo
todas estas dikTereoles peras om so corno, o mata so-
lido possivel. As me.mas escoras podem ser de mu-
zos e por elles ligadas aos extremos das Iravessas.
l'ara por a sorco om navio, pouco lempo anta. d..
preamar, deixa-se descer o berro, manido dt Inda,
os seus accessorios, solwe a carreira, ata qoe o navio
possa lluctuar sobre o berco roergollaado : em... i-.r
meio de e.pias que guiem o navio, a|osta-se o eitre-
1110 de venta da quilha ao ponto correspoudeolo ao
face superior dos ditos cachorros, e pela parte infe- "JJ" e **" l s,e ai sotando "na car
rior lera ellas, bravadas na distancia de i 1 cinco ps. *' ** "'altando os calcos na quilha, assim como m
caixas de ferro em que Irabalhao os rodetes, que lem 'lo 'ana. de maneira que se conservo o navio diroa-
soinenta o dimetro preciso para molificar a fricrao |lo- e ^ Pr<"o. o que he muilo neceesario para -c
o que se est i instaurado no caes do llamos.
neza. em Pisa, era Padua, era KomaVouoa lesp- \ ''"""" '''>"' "" **
grandes nies- '
nlu, ou era I-landres, dirlgiudo-aeiio>
Ires desles dous paizes, vizilando os mnseol de An-
tuerpia e de Madrid, aa grojas de tiland, le l'rug. s,
de Toledo, de Sevilha, indo de Van Dvrk Uunllo,
de Joao Heniburg a Velaiquc/, de liiibins a Hc-
bura.n
Ainda nao he lempo de pralirarmos eslas limes do
illu-lre escriplor, porque a nossa vida artstica' quasi
que esla em embrido ; mas como a Providencia nos
lem reservado om porvir grandioso no dominio do
bello, da verdade e do bem, nao sera fora de propo-
silo Irasladarmoa aqoi e.ie. ronselhos de una lunga
e -' Jareada expeneuria.
Enlrelanlo, Tallando au ponto principal do nossa
mnmntoi isla he, .1 ralla da rollara do senlimenlo
artstico, sena de grande nlilidade que se envi,i-.,-m
por meio da rodagem.
A linha 011 cachorro do cenlro be maior que as
duas laleraes ; e na parle enr/pspon,lenta popa do
navio he tambem ligada aos extiemos das oulras li-
nhas por ibms laros de ferro.
itasle mesmo ugar provenida :.-leas de (erro
plenle, como val- i seguras a rile por um forle goozo ...l.ie que giram
menta se cbarai enlre nos,seeompoe dedoaspar-|.i quaes asteas, tendo a forma approxioaada dos del-
dislinclas, qoe se denominara
maiicebo de eaperaaea mas cumpra quo este, e al-1.1 Europa alguns de.ses bellos talcuiot que appare-
MUTILADO
le<
lll
A carreira he uma machina formada de Ires li-
nhas ou guias, composiai de groesaa vigas ligada.
entre si, enllocadas .1 boira mar subre pontos natu-
ralmente solido, ou solidificado! convenientemente,
e esles pontos enllocados em um plano inclinado ao
horis nile, de .1 a 7 graos.
Sobre esta inctinacajoa elevandod'ajtaa na maro
ebria, e o calad do 11 ivio qoe Bella lem de ser pos-
to a sarco, beque deve determinar o romp imenio
que llavera n.io ... dentro romo (ora do ma
como relalivaraenle as oulras dimeasfles.
I isa. a. lilil is .111 .;u,.i. .10. iMMitol solido, polos
iinu. ordinarios, 1 ravarn-se Ibes na face supenor e
no senlido longiludinal larga, ihapas de foro .obre
as quaes devem mover-sa o. rodetes do /pc o. As-
ser-
li reir e gados das popa, dos navio-, a elle, se adaptan,,
viodo eficazmente para prevenir que se eecapem de
rima da berro, a-.im que esle aasonla sobre o .dan.)
inclinado da caveira.
No exlreuio desla mesma linha rorrespoudenle
prda, ligam-se lambem as prtmeiras Iraveame par
meio de qualro l.rarns de taras-, s quaes, sendo ral-
locados, dous a dous", de caia lado, amarrara deat'ar-
le todo o s,steju,,.n,
.No n'iniu de.la mesma liuli 1 e*li fiza una amar-
ra, applicando-so-lhe o apparrlbo em que atorra
lem de obear.
lie ne.l,. mesfivi linha que e mllo.-am cataos de
madeii.i aproMudos, .obre os qasn lea de rpoa-
sar a quilina .lo navio ; assim com., sobra as liaves-
sas se colloram oulro. calcos adaplados ao loudo do
navio, daMinadM a susteala-ta lalealinsnlp, c para

-un
conseguir o resollado desejado.
Depois de ler ehegado ao lugar conveniente ar-
pbcamse novos cataos e escoras ao terreno, desem-
harararam o berco.o qual.se for preciso, descera para
puxar oulro navio.
Applicau1o.se a e-le .rrvim seis homens pare ra-
da cena I. ii, liada- era 11 ii I. .'tele da inaiiivelta, 0B-
brcslanlr mi nutra qualqui i -implr. machina do (er-
ra, se lar., -uliir o berro irregado tres a cinco p..
pin liiniul.. ; por. in applirando-e macbna i.,..i
complicada e rom o agenta vapor a sabida seta
o dobro.
I.-i.' mclbeianiciilo tai de | ropoicionar grandes
vanlagens ae commercio. As obras | arh.im mai
allantadas, o emprezario, que lie o Sr. I>r. I apai
.Nello, ja (em recebiilo grande parle do niarhi-
ni.mo.
i.o.i.ia-iio- que elle pieiendc taBdBf naaesafeataN
meato ama nrravia a vapor: meato ialrednaido ne.t. indu lm. r ama roaidirfw
emiiomira, que leader a a dinlili.iii r*asiderivH
mente o 11. o ,|os pradal til .aludos da ii"v.. se.
rana.
v iMutaaVef-AraliV


filui.1 S PfgGrSBIli SIGND Fi|HA 3 Bl NOV M M fifc 18b6
ca, ma tambera como de urna imparcialidade a to-
da a prova.
Nao foi tropa para parle mais alguma. no que nflo
Mi seo Sr. I'aes Brrelo ulirou cun o disccnnnien-
to que custuma.
.Moitas pessoas rereiam desorden *m Cascavel e
eni Sania Anu, onde na elciae passada os parti-
dos mojlraram-se exaltados ; MtM fs'e eonveni-
eule lomar alguma medida de prevenrao para essas
lugares ; como porcm os partidos 011 as sajelas de
tua opioiau exageran) muito, pode ser que tu estrja
ensaado, lieos queiraqoe as.im acontezca.
Por ora nao ha aqoi oni so candidalp que lejnl-
gue seguro, a ejcepra do Dr, Fernandes Vieira,
que lera' um circulo, onde qoizer, se vencer o seu
partido.
Como por ora nao pode liaver jnizo dennitivo a
respeilo de nenhuma candidatura, ficar este as-
sumplo pora depois da batalha.
Nao fecharei porcm esle tpico sem dizer-lhe
que o cliefe da oppnic,Ao aqui, qne he o padre Pom-
peo, como deve saber, coneebeu esperanzas de bom
Mito pelo circulo da ImperaIriz com a chegari do
Sr. Paes Brrelo. I"ma Hornearan qne 8. Ene. fea,
de delegado para aquella lugar, parece indicar a soa
boa Miniadr a respeilodessa candidatura.
A renda provincial vai crescendo lodos os annos ;
u respectivo cofre lem lido sempre dinheiro para ir
oceurrendo as despezas necessarias, e encelar al-
guna melhoramentos.
Passou ua asscmblca do correnle anno, alcm da
sobvenrao companhia Pernamhacana, urna lei que
consignava alguns contos de ris para favorecer a
agricultura. A consignacao foi de dez conlos de
res, mullo pouco para a importancia du indoslria
que he ipplicada, porcm valiosa com relacao aos re-
cursos da provincia.
Passaram lambem oilo ou dez coolos para a crea-
cao de um collegio de educandos utilice-. lie este
um dos beneficios que deve a provincia adminis-
trarlo do Sr. Paes Brrelo, pois a idea da iusliloi-
rSo be sua e a consignado foi volada sem hesita-
do por sua influencia.
Fac.o votos para qoe a institu,;.m prospere, di)
bous cidadaos a provincia, e sobreludo para que pos-
sa ser completada brevemente com oulro collegio
de orpliaas desvalidas, as quaes nao lem menos di-
reito aos cuidados do goveroo.
Nesta ijoiuzena nao eDtrou uenbom navio do es-
traogeiro ; o que nao obstante renderam a alfande-
ga e mesa do consulado do 1.* do mez ale hootem a
quaolia de 55:li9gU6 rs.
O juro da praca esta'a 1 1|2por cento, oque
6em duvida alguma indica falta de rapilacs.
Falla-se aqoi na ins(ituic.ao de um lianco filial do
do Brasil; mas cu nao creio que esla beneliciose es-
tenda tan cedo a esta provincia.
O commercio muilo melhoraria com isso. se o di-
nheiro do banco nao fosse mouopolisado, como he
fcil de acontecer ero pequeas pravas. Estou po-
rcm muilo capacitado du que a inslituicao vin-
garia.
Dislribuem-se presentemente nesta provincia al-
gumas aeros da companhia costeirade n.ivegaoao a
vapor do Maranhao. Al hoje poocas acees se lem
vendido ; como porm chegaram ha muilo pouco
lempo, he provavel que muilo breve se esgolem to-
das, aliento o pequeo numero que telo.
O Sr. Paes Brrelo recusou assignar-se, porque
emenden que I lie nao assenlava ber o ser accio-
nista de urna companhia, cojos interesses jogavam
coiu os iuleresses da provincia de qua he admi-
nistrador. Foi um escrpulo digno de ser imi-
tado.
Para urna eslrca esla ja vai algum lano longa, es-
pecialmente se Vmc. liverem vista qoe en nao de-
sejo oceupar a alinelo de seus leitores com as-
sumplos que nao leoharu um inleresse real.
Vale.
P. S.Acabo de ler agura no Pidrr, // om laclo,
quetem felu rir a muilos, eque lem cansado in-
quieta(es aos homens serios.
(Is partidos no Cralo se exacerbara cada din
nais, euma ezcommouho qoe acBlia de serlaorada
all cnica um individuo perlenceole ao partido sa-
quarema, e urna das praras, das que envolveram-
se na lula de 7 de setembro, muilo lem contribuido
para o escilamento perigoso dos espirilos.
Acho muitissimu inconveniente que se procure
fazer da religiao um recurso de partido, he islo o
que todos hso de pensar ao ler o cilicio impruden-
lissimo que ahaixo transcrevo do Ur. Pompeo, re-
dactor do Cearente.
Eis o cilicio:
> 11 lu. e ltvm. Sr.Conslanrio-me que no ro-
cilo da matriz dessa cidade se deram espaucamen-
los, effusao de sangue e homicidios, cumpre que V.
8., se ja o nao fez, em observancia ao disposlo na
Consl. S\ niij.il N. 1:282 me d tima conta circums-
lanciada detses fados enm o auto do dia, mez, anno
e circumslanciis ; assim como que declare excom-
mungados, na forma da Const. n. )1G os autores de
semchanle sacrilegio : e se a igreja violada nao foi
consagrada por algum bispo, ese V. S. ainda nao
se prevaleceu da disposicao do n. 12N2 {que nesle
caso nao deve faze-lo, visto que ah ha oulra igre-
ja, e lem na proviucia duas autoridades superiores
eerlesiaslicas, a quem deve recorrer), o auloriso pa-
ra que faja a reconciliarlo na fuima do Ri-
lual.
Reos guarde a V. S.Fortaleza 21 de elembro
de IHti.lllm. e Kvm. Sr. .Manuel Juaquim A; -
res do Nascimeulo, vigario collado do Crato,O vi-
garin geral forneo, Tliumaz Pompeo de Souza
Brasil.
Ahaixo deste oflicio lia-se a seguinle ocrli l.io :
Certifico ler lido hoje nesta matriz na estac/to
da missa parochial esle oftirio do Kvm. Sr. Ilr. vi-
gario geral forneo desta provincia, Thomai Pom-
peo de Souza lie. ?il, e perante numeroso coucurso
do povo, que prsenle se achava para ouvir misa ;
depois li os nmeros 915 e Olli, e lodo o til. is da
Const. Sv nodal desla diocese ; e cm segoida denunv
ciei excommungadus a Jos Pereira de Menezes, ex-
delegado supplente neta mesma cidade ; e ao sol-
dado Manuel Carlos deslacado nesta mesoua cidade ;
aquelle como mandante da voz defogopara den-
tro da matriz, e esle como execulnr da referida
voz, que eccasionou a roorte do infeliz Jos (ou-
ralves l.icdim, denlro da matriz : lambem declarei
excommangado mais oulro soldado ucujo nome ig-
noro) lambern destacado uesta cidade, por ler dado
um liro dentro da matriz em Joan Pereira dos Sau-
los, que fracturando-lhe urna perita, o sogeilnu a
amputa-la : assim o aflirmo em fe de parocho. Crato
S de oulubro de 18.lj.O parocho, Manoel Joaquim
Ayres do Nascimeulo. i.
Ei os fados fielmente descriptor sem mais obser-
VaCbaa.
O Exm. diocesano deve hincar o- seus olhos so-
bre os successos religiosos do Crato.
o correspondente do Inhamuns un mesmn Pedro
II. que Iraz una serie do fado* hurrorosus pratica-
ilns uaquclla comarca. Aquelle correspondente d
indicia de)duasmulles, que livrram lugar no dislrc-
lo do Pedra Branca, sendo una das victimas aitaial-
nada por seu propriu irniao, e o nutro pralieado por
Pedro de Sooza, em um individuo, que lito raptara
urna filha. Ii.i o mismo correspondente cuma de
urna lentaliva de morie, e dr inrras e ferimenlos
graves no di.trido do Cncarv, runinirtlidus por iu-
dividuoi, Cujoa nomes apona.
Tero pois a policia de Iiihainuns mnila materia
para se divertir, competindu-me apenas como cor-
respondente remeller-lhc este mappa supplelorio dos
fados da quiuzena.p.islo que anida nao lenham rhe-
ga rao de ir nmillindo quaes quer circum-lancias alle-
nuantes, ou justificativas para evitar Implicancias.
Foi removid > de jui/. de direilo dota capital para a
de Quixeraim o r. Miguel Fernandes Vieira,o que
para Vmc. nao he novo, pois o decreto ua reinoc.io
vem publicado era um numero de seu Diario.
Retire smenle o ponto pelo reparo que fiz da
remucao do Sr. joiz de lerreira enlrancia para nina
comarca de primeira, o que nao pude deixar de ser
um problema, coja soluto se hade explicar por
forra da le dos rirculos.
Ignora-se ainda quem ser o feiiz subslilulo da-
quclejoiz nesta comarca. O Exm. Sr. Ilr. Paes
Brrelo, continua a pruvar por fados a sinecridade,
que lem mauifeslado.o desejo de que a eleirau corra
livre na provincia. De quasi ludas as paruchias
chovem repreenlac,es, pedindo providencias para
garantir a liberdade do vol, e elle se lem esforra-
do por salisfszer taes exigencias.
Por loda a parle a opposirao se manifcsla disposta
a concorrer as urna, menos no circulo da capilal,
onde nao me consta que se aprsente candidato al-
nhuma ccnscqucncia desas rosa havia sido expeii-
inentada pelas duas uario s.
No dominio poltico a deaintailigeneia entre as
curies de Paria, de Londres e a de aples ainda
eoiiiiniiavuin. Fallava-se em armamentos na lo-
gia ierra contra a Diurna deslaa curies, mas aoppu-
nh.ise que o pleito seria resolvido ilinlomalica-
mente, ; para esle lim a Austria tinhi 'enviado u
conde llubner rom una mis-ao especia!.
A Despalilla ala pacificada, mas ningiirm runfia
na duriic.in dalle estado, c lalvez una nova revn-
lucao venlia Iransluriiar a obra rcaccionaiia de II'
Donnell : Narvaez e a rainha Maria Cl rislina, doaa
cau-as piimordises da revolurao dr juilin de 1K.",
eque se achavam exilados em i'aris, ja' voltaram
para a Ufspanha, c o Kuverno mandn reililair a
rainha mil loda at prupriedadet, que Ihe haviam
sido equeslradas, depm< do movimenlo revolucio-
nario de julho, e que furam considerad is, como pro-
veniente! das deiapidarOei feilas aos cofres nacio-
nacs.
O mesmo paquete fui purladnr do segundo relalo-
rio da commissau diredora da nussa estrada de ferro,
e que se icha eslabelecida em l.undres. Temo de-
haizo dos nlhos este documento, e segando o extrac-
to que dalle pattamo* a fazer, n publico fara' idea
do estado litongeiro, em que se acham os Irabalhos
da linha-ferrea do Itecife a Sao-Francisco.
Os directores coinecain aiuiuiiciandii ruin salisfa-
Jao que as acres reservadas para aeren distribui-
das no Brasil furam todas lomadas, eque o inleres-
se rdeme, manifestado pelo enverno c pelo povo
em favr>r da empreza, ruulinuam inabalavcl. Ile-
claum que, em aridic.no ao depusilo de urna libra, o
pedido de duas libras por acrao, feilo sobre lodas a
arenes, segando as ultimas noticias receludas do Bra-
sil, liuha sido plenamente salisfeilo, a' e\cepr3o de
ilil libras; e que o mesmo pedido fcilo eui l.oudrcs
cansaveis a rahervira do Ilustre deente, anda na
rsmorecerain, e pelo contrario nulrein esperancas de
restituir u Sr. C.arneiru a sua laudo. Unos permita
que o vejamos livre em breve dos seus padeci-
menlns.
ti vapor San-Salvadur, vindo dos porlosdo
iinrlc, Iruuxe a seu burdo os seguinles passagei-
ros :
Para esla provincia os Srs.:
Custodio Alves dos Santos e um esrravo, Antonio
Bernardo Salina, Mana Eplligenia, Pedro Jos d
Carvalho e urna filfia, Francisco Jos Comes, .lose
Mendos, 'os de Souza Cruz, .loaquim Jos de Me-
suro do partido liberal. Todava uas fregutzias de linlia sido plenamente pago.
Maranguape e Casvavul, do mesmo circulo, a oppo-
i{1o nao quer ceder o campo, e vai facetar a lula
com probabilidade de alcaurar Iriumpho.
Nao obstante o grande calor que nos arcommetle
fuiioso nao lem apparecido enfermidades, que atrec-
tem a saude publica ; e apizar do calor, un febre
eleiloral, nao ha presumpi.aode que a Irauquillida-
de publica seja alterada. Apenas alguus reccios e-
xislem a respeilo do Aracatv e Crato.
Na primeira deslas cidad'es acha-se investido da
autoridade de delegado de policia o lenle corouel
Manoel Lopes Pecegueiro.comoja Ihecummuniquei,
medida esta lomada pelu Sr. l)r. Paes Brrelo, e
que foi ataaa aplaudida; e na duCralo o capiio JiiHo
Baptista de Mello, envestido do commando da turca,
devendo tambem alli buje acbar-se o chefe de poli-
ca da proviucia que ha pouco desceo da radeira da
presidencia. Eslas pessoas respeilaveis sao os nicos
garantes, e elementos de ordein do que S. Exc. pu-
dia I,mear iii.lo na quadra actual, e se houver algu-
ma allerarao da ordem,aa menos a presidencia lio-
re a roberloda maledicencia, que a pussa ferir. O
capilao Baptisla ja be cotilleado pela imparcialida-
de com que se lem portado enicommts'oes idnticas,
e passa oralmente por um saquarcma honeslo.
O Sr. Ilr. Cuuha foi muilu acrusado pelo Cea-
rente em soa passada admiuislra^ao ; porem como
magistrado nao ha fados, que ponham em duvida a
soa recluan ; pelo que acredito que se ha de por-
tar com dignidade, e se o nao li/.er, nao serei eu
que me fare cargo de afianzar, se as circumslaucias
qoe prevalecern) cram aggravaules, alleuuaules uu
justificativas.
Cumpre dizer que aquelle capilao Mello ja linha
sido mandado para o Crato, mesmo no lempo do
governo do Sr. Pereira da Cunba, esculla esta, que
foi approvada geralmenle.
Se.'ino para a comarca Jde S. Jo3o do Principe o
l)r. Francisco Conralves da Bocha, que dcixou a
policia i 12 deste mez, e leve ordtm de demorarse
na villa de Maria Pereira da mesma comarca, on-
de a campanha eleiloral se prepara com todas as
formalidades uo estylo.
Conciuire esla dizendo-lhe, que foi geralmenle
apptaudido o syslema de urnas mandado adoptar pe-
lo Exm. Sr. ministro do imperio, pois ua verdade
nao se poda adiar melhor alvilre para evitar a
fraude, lia cousas que sendo peqaenas em si 1ra-
zem um resalude mximo, lal considero eu, que se
poder dizer do novo svslema de uruas eleilo-
raes.
Tomoo posse hontem do lugar de inspector da
thesouraria de fazenda desta provincia o Sr. Jus
Francisco de Moura, que para ella fui removido da
da provincia de Sergipe, passando a orcupar o seu
lugar de chefe de serr3o o Sr. Manoel Mues rie
Mello, que sendo uomeado para o de inspector da
de Sergipe, renunciou a commissa com que hon-
raran).
Estou na ultima hura, resta-mc apelcccr-ihc sau-
de e lodos os bens, ele.
IM
KEC1FE 2 DE NOVE.MliRO DE 1856.
AS ti HORAS DA TARDE.
lETMSrtCTt SHIVPjAL.
Em virludc das estipula^es da nova lei que re-
gula o processo cleitnral, eleve ler lugar em lort
provincia, c ao mesmo lempo em todo territorio
do imperio da Santa Cruz, a cilicio primaria para
escollia dos cleilures, que devem eleger a nova c-
mara legislativa. Como loda a gente sabe, he a
primeira experiencia da le votada na BesaSo de 55
exigida por lodos os votos da manira da nacao, e
recebida com os applausus dela mesma maiurta.
O descrdito em que linha cabido o syslema elei-
loral transacto, o Iriumpho exclusivo de urna das
opimOes polticas do puiz e no recinto da reprc-
seiilac,ao nacional, e militares de inconvenientes
que seria impossivrl enumerar, ludo islo deu lugar
a adoprao da nova medida. Dcos permita qoe as
esperances e convieces nutridas acerca do novo
syslema eleiloral nao sejam desmentidas, e que o
syslema representativo rom mais esta nova garanta
nao seja urna pura myslilicarau, e se Idrue urna rea-
lidade, como queriam os seus autores.
O governo da provincia dru tudas as providen-
cias, qoe eslavam ao seu alcance, alim de que o vo-
to doscidariaos, de qualquer opiuiao poltica qoe se-
jam, nao fosse dado cnnstrangidamenle.e lemos fe qoe
as suasordens seraolielmnnte cumpridas e a lei obe-
decida, evitando-se as fraudes cas assuadas que cos-
tomavara haver em sementantes pocas. A sulemnida-
dc do acto, a magnilude das funcres que cada ci-
dadao brasileiro lem direilo a exercer n da civilisarao e da libeidade, sao condices sutli-
cientcs^para qae cada um se manleuia no seu pos-
to de dignidade e desmintu a impolarAo calumniosa
Os directores se approveilaram da oporlunidade
para teslemunbar a S. Exr. o Sr. Jos lenlo da Ca-
nlia c Figueiredo, cx-presidcnlc da provincia de
Pcrnaritijco, a expressiin du seu cordeal agradeci-
mento pela benigna e amigavcl eooperarao, que a
empreza receban em todos os lempos das suas maos;
e se congratularan) com os acciouistas, em conse-
quencia de saber que o successor do Sr. I'igaeiredo,
o actiiiil presidente da provincia de Pernanibuco, he
S. Exc. o cavalleiro Sergio Teixeira de Maccdo.ou-
tr'ura ministro brasileiro em Inglaterra, o qual sem-
pre mostrou o mais vivo interese pelo bom xito da
proposta estrada de ferro.
lambem (eslerainihatam a sua gralidao pelos va-
liosos serviros prestados a Companhia por S. Exr. o
barao de Camaragibe, os senhores Luiz Gomes l'er-
reira, Mauoel tioncalves da Silva e Alfredo de Mor-
nay, os quaes juntamente rom S. Exc. o ex-presi-
denle da provincia de Pernambuco, ccnsliluiram a
commissao, por via da qual se operou no Brasil a
dislrihoirao das acees.
Olanlo ao progresso das obras, a previa molestia
e a lamentada inorle de Mr. Bortlmirk, o engenhei-
ro em chefe da cumpanhia, que leve lugar em junhu
passado, poderia ler necastonario graves inconve-
nientes aos interesses da companhia, se Mr. Tuckcr,
o segundo eugenheiro, cujo ensajamenlo lerminou-
se com a niorle de Mr. Borlhwick, (ivesse consentido
permanecer no pealo, at que fos-e enviado um suc
castor a Mr. Bortbwick.
Como a compra das trras se Jeflcrluoii com a
maior farildade. permillindo desl'arlo a conlinua-
rdo activa dos Irabalhos, os directores espprara abrir
a primeira secrae da linha ao trafico no meiario do
anno uturo. Segundo as ultimas noticias rhegadas
do Bra'il, nove milhas se achavam promplus. O
trah i ho lie excessivo e a condirao das pessoas nclle
empregadas he reputada mui sadia.
J se tinham cncommendario a casas acreditadas
as machinas e --arros. O plano e o modo de cons-
lrurc.ao do< Vans e dos Wagn), adoptados para o
trafico da linha, ja foram submellidos a conaderacSo
do eugenheiro.
Os directores annunciram que linbam nomeado
como successor a M. Borlhwick, na qnalidade de res-
ponsavel eugenheiro em chefe, M. Willian Michael
Penision, homem dolado de grande experiencia
praliea, que residir permanentemente no Brasil al
a concluso da linha ; e em cuja habilidade equa-
ItlicafOes geraes elles leem muila confianra. Partir
para Pernamburo no vapor de il do pre"senle mez.
Segundo os eslatulos-brasileiros foi nomeado um
superintendente, que tem a inspecrao geral dos ne-
gocios da companhia em Pernanibuco ; e os di-
rectores ajuslaram com M. Edvvard de Mornay, om
dos seus memhros, e um dos originarios conressio-
narios da linha, a cncarregar-se desta larefa, em
consecuencia da sua grande experiencia, longa resi-
dencia no Brasil, e relaroes no paiz, o qual tambem
partir para Pernamburo no vapor de 9. |
Bi, pouco mais ou menos, os fados mais impor-
tantes que encontramos no relalnrio, que a direcrao
apresrulnii no 1. deuutubro, e que mais poriem cn-
vir aos arcionislas hrasileirns.
lermiitaremos esle extraelo, pedindo ao Sr. Pc-
nisiun, eem particular ao Sr. Edward de Mornay,
a bem dos interesses dos accionislas e do nosso go-
verno geral e provincial, se dignem apreciar um ar-
tigo que, acerca da actual direcrao da estrada de
ferro, publicou no Diaria de I'er'namhuen de 25 de
julho prximo passado, o nosso erigenheiro ci-
vil, II. A. Milet. NAo podemos avadar cahalmenle
o grao de importancia que lem as duvidas c objec-
res suscitadas a esle respeilo pelo engenheiru da
provincia, mas por isso mesmo desejavamo. que el-
las fosseni consideradas por pessoas habilitadas, co-
mo san os Srs. Pcnistnn e de Moruav-
Mnrtalidade do dia 2li de oulubro" ao 1. de no-
vembro de Isjti :l : sendo livrc, 11 homeus, 7
miilhcres e 12 prvulos; captivos, i mullieres.
PAC.?tA AVULSA.
EBODSE ffi^AS
de novembro.
zonas 11, do Para t 17, do Maranhao i 2:1 c do
Cea ni i 2N du passado.
As cartas dos notaos correspondentes dessas pro-
vincias dan ludo quanlo pude inleressar ao lilor.
Le se na Estrella du Amazonaii:
Chegoo a esla cidade a 30do passado, vindo rie
Nauta, o vapor Tabaliiigau.
As noticias que dalli livemos sao as que se sc-
guem :
Foi retirado do commando daquella povoarao
por ordem du coronel Orliz, govemarior geral da
provincia littoral de l.orclu,o major Bernardo Solis-
hango, depois de haver sido advertido pelas violen-
rieiros Correia, Antonio Looreuco de Moraes, Luiz : ras praliradas para com os Hiasileirus.
Nuitcs Morgado, Antonio de (iililnar.lcs Vlente. nllirigindo-se ao Eim. Sr. presidente da provincia
Seguem para o sul. respeilo, o corono! Orliz faz scienlc da soltura dos
Ilr. Jus l.ourenro de Magalhaes, alfere Joao.Ma- dnus indios que eslavam alli presos por ordem do
noel da Cunha c sua scnbuia, Jos Loiz Vianna, Jo- dito Solisbango. Bemetleu os processos organisados
su Pereira da Silva Castro, Jos Pereira Bastos, An- | pata as prisoe, lauto destes como de Francisco de
Ionio Peieua Leile. Luiz de Sooza da Sdveira, Ma- Souza Tapajs.e com quanlo os considere criminosos
na Leopoldina das llores, Joanna Baptista de Vas- rrprova com ludo o procedimenlo de Solisbango, fa-
concellos, Joaquim Manoel Hilla, Joanna Seraphi- zendo ver que os senlimenlosem geral dos Peruanos
na, 7 remitas para 0 exercilo, I dito para marinha,
I2 escravoa a entregar.
Srguio para o sul levando desla provincia os se-
gninies passageiros : Ilr. .lose Muniz Cordeirolii-
lahi, sua senhora, 1 lilho e 1 escravo, Dr. Luiz
Duarle Pereira, |)r. Sabino Olegario Ludgero
Pinito e 1 criado, Jos II. Belcrl, Duarle Mello
Pilada, Pedru da Silva llego, Joao Antonio Capo-
le, Luiz Nunes Murgado. Jus lorqnalodeAraojo
Barros, Jos Capariu, Joao Agitar Telles de Me-
nezes. Ignacio Francisco Curte, Pedro da Veiga
Unidlas, lenle Augusto de Oiqueira Chaves,
sua senhora c 1 fillia, Eustaquio (Jordanes e sua
senhora.
Como o dia de Finados caliio'esla anno emdo"
e de sen governo para com os Brasileiros comraslam
singularmente com 13o desagradaveis pecnrrenciai
o O l en en 11 -curo no I Francisco Gossn'ete, que ha
via revollado a guarnirn de Nenia, dragando a Moi-
hamba. foi alli preso com toda a soa Iropilha, mor-
reado no confuto om capilao, um sargento, e alguns
soldados. Em lodos os oulros pontos da repblica
reinava perfeila tranquillidade, e nein um motivo
ha mais para se duvidar de que ser esse o sen eslado
permanente. Consta que se consolida cada vez mais
o governo do general Caslilha, presidente da rep-
blica : qae o presidente do Chile nao patrocina, e
empregar lodos os meios para ulfocar a conspira-
ran, que Echinique e seus partidarios (ramavam
contra o governo do Peni ; que Echinique est
mingo, nao pode por isso ler lugar a commemora- em ">alparai/.u sem ler dalli sabido para pane al-
Qao dos fiis nuste dia. Assim fica o acto removido ?"mrlxi".i.,____k
'. ,- ... "" No Maranhao achava-se a carga para esle por o o
para hoje, da em quo lodos aquelles que lem urna "
alma querida no eo, podem irao cemilerio publico
render-llie urna homenagem de saudade, para o que
encontraro o estabelecimeiito dignamente prepara-
do, como he cosiume cm todos os paizes ctvilisa-
dus.
(.Me amanhiia.)
Male nLindo Paquete.
(&0$tttp0nbmcin&.
i.-
Temos goslado de ver a aclividade dos guardas
liscacs da fregue/.ia da Boa-Vista ; ludo ueste mun-
do a forja de geilo, e perseverancia cede pao melho
rar, o | unto esla' que baja quem leoha paciencia de
dar-se a esto Irahalho : o que conven) he que nao
escolham para o servico escravos lao borrachos, que
falten) escandalosamente o respeilo aos guardas.
A demiss.lo pedida da delegacia d Olinda pe-
lo Sr. I)r. Manoel Joaquim Carneiro da Cunli., foi um
acto de pura delicadeza, e summo escrpulo. Os
Olimtenses licaram privados de um fnnecionarin po-
licial, que gozara de conceilo e boneslidade ; praza
a Dos que quem o substituir goze sempre da mesma
nomeada.
Tivemos noticias da comarca de Ciarauhuns at
Fortaleza 28 de oulubro.
de anarchislas c perturbadores da ordein publica, i-:> do correnle ; gozava loda ella de perfeila Irau-
Lnire as couias que no curso de nossa vida nos of-
feecem serias dilliculdade,deve-secolloc.ir em pri-
roeiro lugar o acto de comecar qualquer Irabalho.
Os rheloricos conbeceram esta dilliculdade, e or
isso eslaheleceram regras para lirar-se o processo de
certas foules.
Ab materias porem que o nao admitiera, ou que
au cahem debatxo de uas regras leu) o seu comero
ad-nutum. E eis ahi a difliculdade. Eu, por e-
xemplo, nao prelendia ua prsenle missiva tralar-
lhe de uegocios eleitoraes, e muito menos comerar
por essa materia, porem ha cousas que dominan) o
pensameolo, e que sao tao caprichosas como a moda,
que sujeitam a voutade.Eleicao, circuios e in-
compatibilidades, e cm que se romera, rom que se
esneve ; he o que se discute, o que se ordena, e o
|lie oceupa exclusivamente aquellas caberas, que
sendo organisadas mais ou menos em forma de cir-
culo, eslo de accordu cun o syslema, que felizmen-
te nos rege.
E quaudu menos o pensava achei-me collocado,
sera o querer, no meio dr um circulo eleiloral E
com quanlo nao seja raio do mesmo circulo, porque
nao me he eslender-me at a circunferencia;
lodavia fajo parte da ligara geomtrica, coja de-
monlrar3o est era problema ; e vem a ser ; adiar
um ponto sapposlo uo meio de um circulo dado.
Forjado assim pelas leis da geometra, sem encon-
trar a Uugente para escapulir-me, nao ha remedio
sen.ni entrar na questao.
Vamos a ella. Dicen) ans que o poni supposto
hade serA, opinam outros que hade serB, c li-
nalinecle alguna apoulam X. Mas o pontoA cho-
ca-se com a pontoB, e reputam-se antpodas, e
hetborosenios ; porque o ponto A diz que es'.a for-
mado de massa solida, mas ao mesmo lempo pen-
sante, e qae pelo contrario o pomo,B, he forma-
do de papeln : Mas o ponto B, Dio aceita
riiscussau pessoal, e cinge-se somente as regras geo-
outricas da demonstrarlo da figura circular. Col-
1uca-se no ceulro do circulo e d'abi argumenta di-
zendo.Se he cerlo que os raos lirados do centro
para a circunferencia sao iguaes aos que se tiram
du circumferencia para o. centro, eu estando aqui
collocado, hei de adiar por forra a solorao do pro-
blema.E lirrm-lhe um cabello da venta ?
Pelo contrario o ponto A colloca-se ua circumfe-
rencia, e diz, os raios que parlirem do centro aqui
llo de parar, e em quanlo eu a percorro hei de
oucoulrar a solucao do problema.
Mas a circumferencia he lala, e forma o giro do
circulo ; e nesle giro pode mui bem ser erlipsado o
ponto supposto. Ouero dizer que ninguno se pode
ctiuliar muito em cousss qae giram. Conven) dizer
que a argumenlucao, que acabo de referir he relati-
va ao circulo eleiloral da capital ; pois quanlo aos
ootrus, a cujas geomtricas ligaras nao peilenco, i-
gnoro a sua demonslracao.
Nao quera falUr em malcras eleitoraes, porque
desejo evitar implicancias ; pois o O Pedro II, a
cm u ni de seus nmeros pa-sados ja deo seu biliscao
no correspondenle do Diario, segundo elle o cor-
respondente nao foi fiel na eipeaicio dos lacios oc-
rnrridos na eleicao da cidade uo Ciato, a O Pedro
11 ii diz qoe nunca procurou alleuuar o procedi-
menlo de seus amigos dalii, o -un aprsenla razoes
justificativas. 1C consultando eu a respeilo alguns
ino.slres do cdigo, disseam-me ser verdade que ha
gran ir dilferenra entre circumslaucias alleniianles e
jusiilicalivas ; o que sendo assim, para evitar a im-
plicancia retiro a expres-ao, porem declino do jni/.o
por incompetente, e entrego a queslo toda intetra
ao Sr. Dr. llerciilano cliefc de policia da provincia,
que la ja deve estar verifican !u as taes circumslau-
cias ; c facii aqui punto final por hoje, quanlo a
materias eleilnrae- passailai ; aguardando lodavij
resultado da clcic.iu de 2 de novembro para lie u
Iransinellir iiidepcndrnle de cirrumslancias aggra-
vanles ou llenu.nles,--visto romo tenho redozido
esta materia eleiloral a simples demonsliarOe. geo-
mtricas, qiu n.-io precisan) do rodign criminal para
lerem reinadas.
Depois que loe escrevi a minbi pagada, lei qae li
que pesa sobre a grande familia pernambucna.
Como tiubaiiius aventurado, em urna das nossas
revistas transadas do mez passado, a alfandega apre-
senlou o magnifico rendimenlo de mais de 0110 eoli-
tos de ris. lie a primeira ve/, que este estabele-
cimento recolhe um producid (an lisongeiro. He
um pruva evidente das roudcoes pacificas, cm que
nos adiamos, e atiesta ao mesmo lempo, que so cum
a permanencia de semelliante esladu he que podere-
mus alliua.ir ao degrio de feliciriade suprema a que
a Providencia nos destina, representar o papel de
grandeza que nos coube sobre esle curaca,i de fugo
que nada inesliuguivel sobre as ondas, e que se cha-
ma Brasil.
Posto que esle resultado seja bstanle admravel,
comludn seria muilo maior, se pedessemos ofiere-
cer ao commercio de importarao um porlo vanlajo-
so cum todas as condices exigidas pelo trafica mer-
cantil. Com elleilo esle iucoiivenieute lem causado
ordinariamenle graves perda em navios que de-
mandam este portu, e ltimamente os aneeeasM des-
te genero se hfiu reproduziriu cm grande numero.
A nalureza nao nos dolou com um porlo ventajoso,
mas a arle e a sciencia podem reparar esla falla ; e
se a forca inicial daquelles que dirigen) os deslinos
do paiz quizer mudar a situarao anormal em que
nos adiamos, a obra sera fela rpidamente, e as
eolheitas do fisco liju de ser tao magnificas, quanlo
se desejam.
Entretanto, um novo passo acaba de ser dado,
que de alguma sorle deve mudilicar as causas dos
snislros em que cima fallamos, e allrahir novos
tregeles do estrangeiro ao nosso mercado ; quere-
mos fallar no vapor de reboque a Camaragibe, n
pertencenle a una companhia fundada nesta cida-
de, entrado ueste porto no dia :l(l do passado, e
procedente do de Liverpool. Este vapor he desti-
nado a rebocar os navios nt entrada e sabida do
nosso porlo, e por con-equencia ha de extinguir as
eventualidades de risco a que danles estavam sujei-
los. lie om niellioraraenlu incontcslavel que, au
passo que prometi um lisongeiro dividendo aos ar-
cionistasida companhia, proporcionar largas vanla-
gens ao commercio em geral.
Alm disto, consta-nos, que a empreza lenciona
nos domingos e das santos fazer viagens de recrciu
em varios pontos mais prximos da costa, como hein
lian- rae.,', Tamanriar, Suapc, ele, etc., para o
que recebera' passageiros, mediante um modiru
prejo, e desl'arle leremoa a possibilidade de go-
zar desse innocente paaaalempo, que deve ser mui
apreciavel, especialmenle n'um paiz, como o nosso,
onde ha grande falla de distraccAo.
O aCamaragiben vem collocar as machinas aqui,
e por islo nao pude comecar ja' as soas diversas opo-
raiaic-.
As noticias chegadas das provincias do nortee do
interior desla provincia, continuara a ser songeiras-
O paquete di; Suilhaiuptun chegou no dia 2:. e as
noticias de que foi portador, c que ja' s.lu Conheci-
das pelos nussos leitores. furam pouco importantes,
Os successus mais nulaveis du mez loram as feilas
esplendidas e phanlasOcae, que liveram logar em
Muscuw, no da 7 de setembro, por causa da%a"ra-
ca.i e coroacao do imperador Alexandre II. Foi
um longo espectculo de 2d das laceeasivot, onde
brilbuu a pompa maraviliiosa das feslas oiientaes
cora o riqiiule di civilisarao do occidente : a pur-
pura, uoum, os diamantes, as pcrulas, oarabias os
esplendores das pliaiilaslicas e illaminaC/Des.ludu islu
adornan com profaOO a fesla, qur deu o deecenden-
te de Pedro-lirahdc O Calliariiu II, Permillam o<
ecos que esla uugusla soleninidade seja a aur ra de
dia mais felizes parS as populajoes que constUuem
a grandeza en poder d.'i Cora-rusia, e que esle re-
presciilaulo da casa dos ItoiiMnnfls inaugure os me-
Iborameiilos c|uc exige o seu eolloasai imperio, c sa-
crilicando as aiiibicoes de conquisla universal, se
torne o peonar inebatavel da paz e tocego eu-
ropeo.
Na i'spliera linaiireira lomos de anniinciar que
urna fraude rne> ame.icav.i a imai) franeeza, e
que u baur.o de Lnndrer, havia siH|ieu,lido M eus
pigameulos; mas alca sabida do ultimo vapor n-
Jl KV DO KECIFE.
.' sessao.Dia 29 de oulubro de 18."i(i.
Presidencia da Sr. Dr. Francisco d'.-.ssi'.s Olircira
Maciel.
Promotor publico interino, o Sr. Dr. Candido Au-
Iran da Malla e Aliuquerque.
EicrivSo inlerino o Sr. Mauoel Correia Comes de
Almeida.
Advagado, o Sr. Ilr. Francisco de Paula Baplisla.
I'eila a chamada as 10 horas da raaohAa, acha-
ram-se prsenles 36 senhores jurados.
Foram multados >ra mais 2n; rs. os senhores ju-
rados j multados ios das anlecedeules, e mail os
seguinles senhores:
Domingos Alves Malucos.
Ilemelerio Maciel da Silva.
Joaquim Antonio ce Castro N'unes.
Jos Velloso Suena.
Alierta a sess3o jelo (oque de campainha, foram
conduzidos i preeeeca do Iribuoal du jury, para se-
ren julgidos, os ris presos Agoslinhn Jos dos Pra-
zeres e Appollinari Jos da Fonseca, aecusados por
crime de homicidio, perpetrado na pessua de Fran-
cisco de Paula da Fonseca no dia 28 de agosto do
anno prximo passido. sendo defensor dos raesmos
reos o Sr. Dr. advogado cima mencionado.
U) consellio do jury de senlenca foi composlo dos
sesuinles senhores:
Dr. Manoel Mamede da Silva Costa.
Lmz Francisco de Sampaio e Silva.
Antonio Seraphim da Silva
Caldino dos Santos .Nune- de Oliveira.
Jase Bernardo Ventura.
Herrainu Ferreira da Silva.
Jo3o Franc.iscu Keeis dos Anjos.
Antonio de Souze Kangel.
Antonio Jos Duarle.
Feliciano Jos Comes.
Antonio Francisco Das.
Miguel Francisco de Souza llego.
Os qaaes prestaran) o juramento em voz alia so-
bre o livro dos Santos Evangclhos, e tomaram as-
senlo separados do publico.
Den >is de prestado o juramento, foi o reo Agosli-
nbo jse dos l'razeres interrogad^, e no interroga-
torio disse, que era acrusado por Ihe imputaren) a
morle de Francisco de Panla Fonseca ; que as lesle-
inuiibas Francisco de Paula Buarqueeseu lilho Tilo-
ma; Antonio de l'aula Buarque sao inimigos delle
reo, e que os seus depoimenlos alo falsos. Disse mais
que o dito Buarque lie inimigo delle roo, porque
sendo elle roo senhor da propriedadePiedade, o
dito Buarque se apossando de parte de Ierras da di-
la propriedade, c elle reo oppoodn-se em defeza de
seus direitos, succedeu resultar inimizade delle reo
com Buarque, e porque deu-se a morle de Paula
I'onseca, Buarque se aproveilira da occasiao para
perseguir ello reo.
Depois de interrogado o reo Agoslinho, foi inter-
rogado o reo Appolliuario Jos da Fonseca, e no in-
terrogatorio disse qqe sabia o motivo por que er ac-
ensado. Disse que as testrmiiubas Francisco de Pao-
la Buarque, sea filho Thomaz Antonio de Paula
Uuarque, Jos llasilio de Soma e Felisardo da Palma
depozeram falso.
Depois de interrogado o reo Appollinario, o Sr.
promotor interino aecusando os reos, disae que esla-
va provado dos autos terem sido os reos cmplices
na mortc de Francisco de Paula da Fonseca ; qae
estavam iocursos as penas do artigo t92 do cdigo
crimiml, combinado com o arligo 35 do mesmo c-
digo, e pediu a cunderonacao no grao medio por se
darem as circumstancias aggravaules dos S 12 e 17
do arligo Ib do mencionado cdigo : do 5 12, por
ler precedido emboscada ; e do i 17, por ajuste en-
tre os reos.
O Sr. promotor interiuo provoo todas as cir-
cunstancias.
Finda a aecusajao, o Sr. advogado dedoziorio a de-
feza, disse que os reos nao eram cmplices na mor-
le de Francisco dej'auia da Fonseca, que o leste-
munlia l-'rancisco de Panla Uuarque he falsa, por ser
dito Buarque inimigo dos reos, e pedio a absolvirao
dos mesmos ros.
Depois da defeza, o Sr. promotor inlerinorepiicou,
e depois da replica o Sr. advogado Ireplieon.
Findns os debates, o Sr. joiz de direilo interino
pergunloo ao jury se eslava salisfeilo, e responden-
do pela allirrnativa, resumi a materia d'aecnsarao
e da defeza, propuz os qoesitos, e entregando-os ao
conselbo, foi este ennduzido sala secreta das con-
ferencias ts qualro horas da tarde, donde vollou s
cinco com suas respostas, que foram lidas cm
voz alta pelo presidente do jury do senlenca. em vis-
ta de cuja decisan, o Sr. juiz de direilo inlerino pu-
blicousua enlenja, absolvendo os reos e condem-
iiandu a mumeipalidade as cusas ; e levanluu a ses-
sao, adiando-a para o dia seguate as 10 horas da
manhaa.
'/Ur
Sadit ha mais hriln yr >i /'..-.
tita e nena mai< amoral i/ne a
rcrit'i'lr ; e eaPt indo nuda reef-
00 mais ultraje* ius hinnru*
ellat.
Conselheiro Battoa.
lo) artigo assignadu pelo padre Juao llcrculauo
do Bogo no Jornal d-i (ninoimio desta provincia
c >m u iiumeru 2. em reipoala a um meu coraaan-
ideado nesle l)\ario n. 2iu, demoveu-me pelo sen
iuqualilicavel cviiismo quelirar o meu proposito,
para sem lanjar man du linguagex d.,- pracas pu-
blicas de que usa e com que nao sei correr parelha,
refutar as suas invectivas, lu I,, em odio, ludu em
despeilo por nao ter obtido o seu desidertum. E,
pois i-lo-hei r.migan lo com a clava da verdade,
imita u ecos que rilas et-jiaa *,e' prolulvjio de >i-
utia sincera graliiaa>.
dueiram aa IIIii-. lira. Dr. Nrrv. riraiaiae Al-
meida a pli.riuarrutico lorie* arceilar de tai ric
Irisado curai;.V-, os lirmes piole.|aj de e-lima c nn-
sideta^ao. Mullo e luuilo olirigada.
Mana EiMtaquia -lo Livrameulo.
POESA
reataila poroooMazai <1<- dhr te non
Faculdae d- ITiaiiln ilfi K.-rif. ,
13 o minajiex
Como he funjan, lmpido o horiwma
apuiada em ducameulns q>- inaneira d i tnica I 0oo titanio, iremen I,. ^*- "
de Neso fa-lu-ha abrazar as carnes, ja que so pua, Nowo ne. tnir ''L', ,
A arena.. mundo ; Do___
que mn enva
.is -ensarnes pbisicas.
Assevera que au tura falso qu* eu pretender '
embargara sua cisa, purque eu recuaia em virludc Puvose homens, eerpeteea ao. inilhare-,
de seu annuncio. Essa allirmaliva carece de pro- 'Ia P'ria bella tr.ia-s, |,iiri <
vs, pois que tal razio nao paesa de escapatoria, ven-1 Neophvlus de haj, iminlala U.dem
do-se coln lo em nuro invento : e em quanlo d'oii- riures e Inicio, onde re-re a vicio '
, pois que tal razio nao paesa de escapatoria, ven- j *eoplivl.:s de hoje,na
o-se colindo em puro invente : e em quanlo d'on- Hore e flauta onde rtaa
Ira sorle o n.lu fuer continuar ainda ler o conceilo | \, da sciencia pharol aml.alai.i,.
que merece. Assevera e desala que llie mn-lre um i N, do futuro apostlos c obren.,. '
ducumenlu de seu ponbe em que pe.le a rainha run- parj a K|flJ lU pi,,rM des|u/,.i..
descendencia, que nem elle pedio n mni/uem para .Sejainoi fortes, de animo aa aiimili .
se liaver coinigu, e que se meu lio n ^r. Caelano in-
Kecife 2 de Novembro, as H horas da noile.
O dia 2 de Novembro fui um verdadero dia de
Iriumpho para a capital de Pernambuco, e praza a
Dos que possamos, como h> de eiperai.dizer o mes-
mo de luda a provincia. Decididamente os hbi-
tos consliiucunaes gaubam terreno no paiz. Entre
os povos mais rivilisados e dotados de maior auieni-
da :e de costumes as cuosas um se passain melhur
do quo se passaram hoje as nossas eleires.
Nenhuma classe se muslrou indiltreute, lodos
lem con lo as urnas com dedicac.au e patriotismo,
mas com loaldade e modera j,iu. Cabalou-se bem, e
esla' se volando bem.
As prescripcoes de S. Exc. o Sr. Presidente da
Provincia lem sirio obseivadas de bom grado c sem tira a gloria .... .-,...,,...,. s= o,,,,o, Pm^tn
didticulriade. Cada um so aprrssa em mostrar que ; essa repri;sentavao he extorquida pelo seu manejo,
nao Iraz armas. Cada ura faz timbre de ser oideiro, "
qualquer que seja aa.OpJniao
qailidade, e os preparativos eleiloraes nao a haviam
lirado, ale a sabida do crrelo, do seo eslado normal.
Os senhores Drs. Bandeira, juiz de direilo, e Duar-
le, juiz municipal, anda se achavam uas sesses do
jury uo Buique : a policial de Garanhuiis conlinuava
a marchar com regularidade, graras ao seu delega-
do c subdelegados das freguezius.
Duus pretos captivas fnrani-se queixar ao Sr.
subdelegad!) da Boa-Villa, que seus senhores Ihes
haviam enligado cora urna duzia ae palmaloadas,
e pediam urna reparacao : o Sr. subdelegado benig-
menle os allendcu maudandu duplicar a diise em
cada ura : excedente despac/io para l-es petirOn ;
apuslamos em como nao vollarao mais.....
Continuara os actos na faculdarie rie direilo ro-
mo ludu desle mundo, resultando em bem para uus,
e para nulrus em mal.
\clia--e com licenga nesla capital o sr. Dr.
Delphino, juiz municipal do Bonito, c bom assim,
segundo nos informan), o Sr. Dr. prumolor.que veio
cuuduzir sua familia para aquella villa.
A respeilo du svslema de ensiuu do Sr. Fieilas
Gamboa, professor aulorisado, ja dissemos alguma
cuusa em uraa de uussas Paginas(ja muilu alrazarias,
que cm verdade justifica o bom gosle do Sr. Gamboa
pelo rr.elbodo que cnsioa.
I'alleccu em rpidos momentos, de urna apo-
plcxia fulminante, no sabbldo, a senhora do Sr. co-
ronel Muniz lavares. Sempre que lemos de regis-
trar fados de-la ordem he Iranzido de dr : a morle
he o espaco fatal que us divide eternamente ; o seu
poder, porcm, rateado separar os corpoa, nao pode
riscar de quem fica a lembranea de quem foi: ella
lie quem laz mover nos coraces humanos Ma pn-
dula dolorosa das recurd res do passado.....el-
la he quem faz ferir lautas e lautas vezes esse depu-
silo de lagrimas que u humera mais indifTereule ans
tormentos do rorar.no lem sobre elle, eque brota
quasi ao mesmo lempo, que reviven) as saudades :
ella lie o Iriste monumento que esta' de penneio en-
tre as saudades do passado, e as lagrimas no preseu-
le. O cemilerio he a express.1u viva do qoe possai-
mus no confio. Se nelle ha mouuineutos e esta-
tuas, em iiosos corares lemos gravadus esses vultos
queridos dos ohjedos que iizeram norte muudu nosso
maior bem, nossa maior gloria: se nelle ha entre
mimosas plaas a saudade ero flor, em nussos cura-
roes ha enlre acerbus espinhos a *nndndc em dor.
Ora, leitor, resumindo nos u qiie temes dito da mor-
le. esse genio das variedades e rvqumlice-, essa ira-
tlioiiH que no melhur dos risos faz apparecer o pran-
lo; e-se anjo puramente potico, pirque a morle be
a poesa real, diremos que ella nao passa de um
adeosinlio ale logu ou de ura incerlo culan-
linhu n milis que se dieaer da morle be ruminlis-
mu.....Tratemos de cousas meis alegres.
Na icxla-fcira, cm casa do lllm. Sr. Dr. Au-
Iran, boiivo urna bolla partida per uceas au O for-
malura i!o Sr. (iraca, prenle da Eviua. coosorle da-
quello senhor : quanlo he boln valsar depois rie lo- r.,,*
cu annos de fadigai escolsticas sempre coiuciluada- instiluirocs que a govcrn.m sao para lodos, rol-
'"" !,' i- i -,- -, i gem a lodos, sio exerutadas por todos. Nan'lia ve-
Os me lieos classificam a enfcrmidade do pro- tidal, cxreplu a discordia
fe.snr Alexandre em cholera espordico ; que elle i mos vcnrclores.
Icm estado mal, c no entretanto, que nao deve ad-
lllms. Srs. eleiloresdo 7. distrido oleiloral da ci-
dade da Victoria.Venbn pedir-vos a honrosa met-
ilo de representar os interesses desse circulo ou dis-
trido eleiloral na cmara dos senhores depulados,
ondo me podis collocar dando-me os vosios sufra-
gios.
Principio, senhires, por riizer-vos que seu, e hii-
ilc ser monarchisU con-tilacnnial ; lana he a exrel-
lencla que acho nesla forma de guvernu ; mas anida
quando nilo tivesse urna convicrao 13o bem furmada
a esle respeilo, seria monarclusla emquantu fosse
governadn por um monarch i,cuino felizmente temos,
dotado de um saber profundo, de om eerarjao mag-
nnimo e que parece esludar as necessidades de seu
povo, porque n3o ha forma m de enverno ; islo he,
qualquer lorna-se boa quandu'he dirigida por
um homem de lino e virtudes. Por esla confissao
que acabo de fazer nao me jalgueis am sedarlo ceg
do governo : n3o. Ajudare ao governo quando en-
lender, que procura promover a feliciriade do paiz,
e notar-lhe-hei oseiros, qoando os liver ; porque,
senderes, nos goveruos representativos o servico mais
relevante que pode fazer om representante, he ser
sincero para com a corda, e com o povo ; fallar a
verdade para, como ella he em si. As verdades di-
las em termos houeslos e respeilosos sao sempre aco-
lladas por um mananta, que as deseja saber para
bem dirigir sen paiz. (t/uando um depnlado nn-s-
Ira-se sectario ceg do governo, e applaode lodos os
seas ados, aioda mesmo os raaos, sem procurar
orienla-lo para o bem, nao he amigo siocero delle
nem do seu paiz: lie inimigo real,porque prepara o
disrrcditn, e a queda do governo, (razando em re-
saltado grande mal ao paiz, qae perde muito com as
repelidas mu-lauras minislenaes. No mesmo caso
esla o deputado, qae faz urna opposirao indiscreta
e caprichosa, porquanlo deixa de seracreditada sua
voz e nada consegue para o paiz.
Senhores, o escrnpolu de crear depeudencias no
lugar onde exercia jurisdijao, fez com que me reti-
rasse das eleires, purque Uo se pude adquirir vo-
tos sem os ter,ainda mesmo nao os pcdinclo. Hoje,
porem. senhores, com a lei dos circuios, com esle
novo syslema de eleicoei, pelu qual pusso pretender
volos, sem os ter no lugar, oode exerjo jurisdirao,
onde ningueni dir que empreguei a influencia" do
juiz para oblcr volos. Hoje que o governo de S.
M. trac,ni um circulo na comarca da Victoria de
quem sou, e devo ser devoto, enlendo que devia ap-
parecer e pedir-vos a hunra de u representar. Se-
nliures, para arredar qualquer suspeita menos favu-
ravel as minhas intenjue*. para que nao se supponba
que o inleresse pecuniario o subsidio be quem
me domina nesta pretencao, desde j muito franca-
mente desisto delle, e da aju.la de cusi em favor
do mesmo distrido eleiloral. se liver a gloria de ser
osea representante, para a edificara.) de qualro ca-
sas de mercados, de que muito neccssilam ospovoa-
dos do circulu pura a cuncurrencia de seu commercio,
e como reunida a ajada de cusi ao subsidio dos
qualro annos, somma doz conlos de ruis, sera re-1
parlida eta quanlia da maneira seguate : qualro
conlos aerao applirados a cass de mercada da cidade
da Victoria : quatro conlos casa.de mercado da
villa da Escada, no lugar mais conveniente para o
de.euvolvimenlo da populacjio; dous cootos para a
da povoarao de Sanio Amaro de Jaboalo ; e os ou-*
Iros dous conlos para a da povoarao de Maribeca ;
sendo eslas quanuas receblas c aripliradas por com-
misses de pessoas inleressadas por laes melhurameo-
los. Nao admiris, senbures, oerecer meus servi-
dos (gralis; a esse circulo. Para o representar nun-
ca receberei paga, e a elle lerapre cederei as Tanta-
geni pecuniarias, que resultaren) de sua reptesen-
larfio, porque tenho loda a razao para Ihe ser dedi-
cado.
Ahi, senhores, nasceram qualro lilhos meus, xi-
veram e figuraran) alguns dos meus antepBssadus,
tenho ainda alguna prenles e numerosos amigos.
Alii exerci o lugar de juiz de direilo quiuze asnee,
e passei os mais bellos dias de minha vida, em cojo
periodo fui sempre muilo respeiladu por ludos seas
balotantes, donde sahi nao por voutade minha, como
todos sahem ; roas por ter removido em virlude de
se adiar exlincio o meo lugar. Ahi tenho a maior
parle de nimba forluua, e a de meus lhinhos em-
pregada era Ierras, engenho de assucar e casas ur-
banas. Sou lambem agricultor, e nesla santa e in-
nocente iudustria, tenho tirado vantagens seguras ;
e por isso muilo a aprecio. Emlim, senhores eleilo-
res, os meus interesses, os de meus lhinhos esiao de
lal maneira identificados cora os desse districto elei-
loral que procurando eu o engraiidecimeolo dos
povoadoi. consegniniloa eanallisarao dos rios, aber-
turas de funtes arlificiaes, de estradas, promovendo
o Irabalhu livre pela iiilrodurao de culunos e jorn-
lenos eslrangeiros, svslematizando-n, e pur isso aug-
mentando o valor das Ierras, e lucros agrcolas ;
dando em somma ioimar,3o e grandeza ao circulo,
crio lacros, e novos valores para mira, e pera os
meus ; e assim ganho,quando lodos ganbarem, e es-
ta he a paga, com qoe Ico salisfeilo.
Nem sempre, senhores, o dinheiro he a melhor
paha ilas acres humanal. As vezes elle vem acom-
panhado de laes pemamenlos que desvirta a accSo,
e tira-llie lodo o merecimento. Ha melhor paga
que nao soll're modificaroes, que realra em lodas as
hypolheses, e he a gloria bem entendida, a que re-
talla de um bem feilo ao publico, a que da a cous-
ciencia.
Vio se diga, senhores, veio tarde, devtria apre-
senlar-se mais cedo, porque lenho a responder : pro-
ced em regra : segu o caminho mais honesto, por
oode desejo sempre andar, embora seja o mais lon-
go para cunseguir-se alguma pretendi, esperei pe-
los cleitores para offerecer-lhes os meus servirus, e
pedir-lhes seus sndragios. O candidato a depular3o,
| a meu mudo da pensar ) 3o deve apresentar-se in-
lluiudu estimulando os espiritos, excitando as pai-
xes para crear os eleilores sens.
Por este modo, senhores, lodos nos sabemos romo
se pas'an as cousas..... o candidato que emprega
laes meios para crear eleilures especialmente seas,
da representaca-i que aspira, porque
terpoz-se a seu favor fui um acto e.rponlaneo. Nun-
ca disse que esse padre se ihrigisse directamente a
mim para tal cuusa, mas n que asseveroi e aflirmo
he que elle entre entra* pessoas procurou o predito
meu lio para te haver eomigo a seu respeilo. E-
sa verdade que nega.se evidencia do documento ie-
rra sol) n. 1 quando duO padre Joao llerculauo
contigo se empenha por suppor que por seu inter-
medio etc.De que lado esta a verdade '.' Nem era
admissivel que o homem pedicioso como he o signa-
tario daquella carta, c como se colhe mesmo do sea
contexto, faca expoutaueainenle pedidos de cerla
ordem, quando mesmo se nao lesse as expresses
prenuladas. O que prova que esse padre ludu em-
pregan para ubler a Ranea, aperar de minha nihili-
dade, e que pur nao adiar apoiu lem-se eoulra mim
voltario como furia.
Do documento sol n. 2 v-ee que lambem he fal-
so o seu enunciado quaudu allirma que o Sr. coro-
nel Jos Claudino Ihe asseverou que eu Ihe manda-
ra dizer que podia apparecer. E uao demonstra mais
esse docninento o maior r\ nismo de quem vive ra-
a lo de pai v.i.i '.' il que dir ainda "'-'i laUJl
sas cartas foram filli.is da condescendencia seinrirr*
bargo de urna dellas ler sido datada em julho. po-
ra do pedido porque ao espirito de bondade que a
cssas pessoas raracterisa, fui n qua a issu us levou,
do mesmo mudo porque se quiz debitar o crdito do
documento apresentado nesle Diario n. 2II7 Nao
se lerobrou que esse raciocinio apuuhala o homem
na verdade juslu, e que sendo justo nao podia for-
uecer urna prova de tal nalureza, poique alaea a
verdade que he inseparavel da justira ? Como di-
zer que aquelle atistalo fura lilho da coudesrenden-
ciade collegnismo I Quem lio justo nao condesceude
com negocios de tal guiza, porque esla condescen-
dencia l'erindo de morle o innocente, faz Iriumphar
o perseguidor.
Fdra pois mais louvavel convencer-se reo de leza
raza, e confessar que agradando a justira lodos,
sem embargo ninguem a quer ler em casa ; e qoe
os homens s querem para i a jusliga que recom-
pensa e para os uniros a juslica que castiga. Sen lo
o crime inalianravel, nesse caso n3o se admilliodo
a requerer fianza se nao da prisao, eis o motivo por-
que esse padre que devu crer au contava para o seu
lim com o apuio da auloridarie processanle, e nem
com o da prumotoria, que eslava da alalaia para u
recurso, quando mesmo Ihe fosee favoravel aquella
autoridade,nao se quiz ello evpnr ao evento de ficar
presp por nao ter certeza se o Sr. Dr. juiz de direilo
Ihe seria favoravel; e porque a minha oullidade
com o recurso o punba nessa falal conliugencia, ex-
por que sobre mim se volla, e ao Sr. Dr. juit dedi-
reitu por lctica guarda reserva, porque ainda
delle muilo precisa para o jury.... A verdade he
como o sol, que um eclipse pode escurecer, mas uao
aoniquilar.
Seria culposo se uao acceitasse a infonuiieao re-
medida por iqnelle padre que me foi entregue pelo
Sr. Antonio Bayinuiirio. Kecusa-la, importarla nao
quer receher iuformarao de um fado criminoso e
que soa abrigado a aceitar, embora ministrado por
quem andava foragido.
Nesse caso nao mais adianto devia ir, pulque pe-
la informarn havida e esclareciineulos nella dados,
nao devia com quebra de minha dignidade manler
relaroes epislulares cum aquelle mesmo.que por for-
ra da seu crime lena siJo preso se a policia proce-
ilesse com mais vigor. Qaaodo recel a primeira
carta foi na ereoca do nao ser delle, e nem ao seu
porlador condeca. Abri-a e fui quando conheci.Uis-
se ao porladorrollanao lem resposla. E logo
era couliuenle ofliciei ao subdelegado requisitaudo
a sua captura, puis esta era a rcspusla conveniente.
Posteriormente veo-me u mesmo portador com ou-
tra carta que Ihe devolv ; sendo que em nenhuma
dessas occasioes aqui esleve o majur Jos Gomes da
Silva, como falsamente afliriiia.
1 ma vez que a policia la fazer como fez a vislo-
ria do abortu, a que viulia eu rcqaerer a respeilo '.'
Se requer exameria sanitaria da parda Anglica fui
porquo o subdelegado i )Ut>K> eat~mrzirn.-im*
disse que n!o quera fa ex ollirio, e riisso tenho
docomenlo. dan lo poli isa uina razao fraca a meu
ver, m,s n lre(iiilei requerer, ilo neeane mudo que
requera se a polica se esquivasse a proceder a vis-
loria do aborto. Se d'anlein.lu a seuhur< du Sr. co-
rooel Tiburtino quizera perjurar, romo diz, eque
por isso foi que au aunui o seu pedido pela certe-
za de vir o seu depninenlo ser I favor de leuuriu,
eolio nao era precito que se me fizeise aquelle pe-
dido, visto o proposito em que ja eslava e de que eu
ja sabia, como allirma. Mas tendo insistido ; essa
insistencia nao prova a meu favor, mxime quanri.)
1 enorio ou outrem pur si contra mim hrafluu Bajea
mesmo Jornal ao Commercio ".' Cuma isso jcouci-
par-se ? Nao quero reticencias, nada de allusoes e
desejo ladn ver a laz do dia. Bom fura explicar
qual.oa qaaes as malversarucs pur mim pralicadas.
(,' ial a peita uu soborno que coroigo se deu para
que se possa dizer a meu rtspeilo odo ul dese
que as bichas nao pegaran). Provoco-o c a quem
quer que Idr a apre-entar um faci em desabono
de miiiba vida publica, c que reudendo homenagem
a modestia,dirci todava que he 13o pora como o fugo
de Nesla. Far-se-ha mesmo uro bcinpublicu reve-
lando quaes essas mlvemete*, para que i bogando
os factus as regie do puder se pussa fazer a juslira
que importa. Em quautu isso se nao lizer, cliam..-
rei calumniador despeitado a aquelle, que procura
fazer allusoes cuntra quem lem conscicocia do de-
ver. Se aquella currespondencia lveese de girar so-
mente nesla ,-. marca.cu nao responderic.porqaelen-
do eslampado o seu nonio o assignalariu della, aqui
nolavelmente conhecidu, estiva eu com isso vinga-
do. ^ ludo qu a ii la m. 11, se disse era relacao a exis-
tencia dos aclos judiciaes feilos em occasiau oppor-
luua com a negativanao ha lalnada ariianla.pois
que o conlrariu se v dus aclus,
-e eu soubesse Irucar palavras equivalentes as
que lu am sobre mim laucadas,dira em verdade que
o crpula, como um Silenn, o devasso como om Sa-
lyro, o immoral como a immoralidade, e o sceplieo
como um alheo, que nao -abe au menos em allencao
ao seu minislerie que cunspurca, manler aquella
Curva-se, pasma a Earnpa rnvrlhrcida.
Ame os primores da opulencia rala
Da Ierra do Brasil, que o eaa namwa '.
Du Imperiu da Ou/. qua o rt-o Udaia !
Mancebos Se o tu -loria qoe oo chama,
Theh.u, Veueza, Tyru, Allien.s, liona
Modasseus Irophros aosol desalam,
Leoes no ermo -.irudindn a roma,
Foi issu de seus lilho* pelo esf.o ..o.
E pela victoria riesl* sobre o lenipe !
A vid. do individuo era a da palria,
A palria Ibera mai, o solo, templa !
Nos, mancebos, obremos romo rile* !
O ocio he veneno,, lie suicida !
Da inlelligencia os dons, da vida rfs lunas 'WK
Dediquemos a palria merecida ">ak (
Depois... inda as plagas mais reroe, Onde a loa n3o huida, nem ha florea,
Ainda ahi a patria, e no. altivo*.
Pisaremos aos echo de Ionv .re- !
'>seus lillio.quaes re'.TO* pela selva.
tre os til los do mando a [ronle ersfima* '.
i luz da fr. as brisas da esperan, ,
Itbendo S'.uihos onde sonhos xemns*.'
-Vancelios Apostillas do -ludo
Novo horisontr odiemos de alegra !
Nosso destino he grande, mor u ir '
A estradao mando Dtoso nass caa '.
II. O ./. P. Ha i.ra-t.
A. nhia c impwdd administrarlo do lllm.
oE\m. Sr. ronsi-llieii-o Scigio Teixeira
He.Macedo, (ljiio|iicidcnp Ha prvi,r.
ca de Pt-rnamliuco.
nmrtiio rirlules. rirlulum tptrmla laude-
\omhifctt Meta gloria, nem komiutt.
wni.
SO\ETr
MaceJo, o nome teu te augmenta a gloria,
Teu nnmeja na Europa rcspeilarlo,
^e lista dos hroes relehrisado.
Egregio brilliar em nossa historia.
De um tul Bonifacio a saa memoria.
Seu amor pela palria acrisolado
Tu rucordas em grao mais sublimado ;
Em ti a fama sua lie mais notoria.
O' da Mala mclropule famosa,
Heroico filho, filho prestimos,
Dessa nobre rainha magestosa .
Aculhe o voto pulrlim c jubiloso
Que minha alma le sagra respeiursa
Prolese a l'ernainhuco e sr dilose.
Manuel nadrique' do /'*.>.
Sr. Heiactnr. Victima de odios brotar* oa eo-
marca da I mperalriz em qae serv na qaaliriaJe *>jir
iiiuiuci|i il.ii ni me ponparam aaqaillo que um ip
tradu lem de maisr.lnnavel. sua ielrgridaaeesj baei-
radez. Tenho lido empre o praier de de
com vanlagem e dignidade, rehaim la i
calumuias so proprw da villeza m meas iai-
migos.
Jio meio de linio es farnr de aggressaa, ojee he a
fiel expressan e o elleilo oalaral das paiine* nas,
torpes e me-quiuln.. por causa do enlame eaa qo-
e-lav.iin crrlss IpHCaa de .rolegerem all > rrimi
liosos ; vendo cunt riadas de minha parle ladea es-
sas iralicancias, qne riles pralieavam lasfswemrale
com a justira ; ri. 0 mulivo da gaerra laaidiosa e ea-
lame de qaelenha sido > irli/n.i. Mas a minha dr
ea -. r,^St- en, ,io, ,0, j^, miTnraaap da ea-
.a e do dripeilo.
imaginaran escaldada do infame padre l*wnpre,
I, di.ma-,,, ,,rula lrlM lt proprijBvrn
te Ihe perlriicrinrrlalivaiiiri.tr rl-i. jo da Impera
Iriz de que (rala o Cearente n. KL".." Tralam pai.
pla de (er feilo e rrmelli lo nrrulares mt Htepecla-
res de qnarleiroes.
talla a verdade miseravelnveate e podre aaaa-aal
c seus correspondenle qnanda dizeea qae oa orde-
nei por circalares aos insprdares de qaarlesrta aae
se me apreseulassem alim de nolilirar os pavee aera
vut.rrm rom o juiz de direilo O mes) |l i.u lat
o seguinle ;
Tendo recelo lo ama eirrolar da Exm. Sr.
denle em que me rerommendava qae araceaea.,
a maior prudencia e moderar,,, deseavedveaaa a
maior iiii|i.irrialidjde saa eleires da amasan ara-
ximo fuluro : (z expedir nrrulares aaa iaia.rl.le~
ordenaudu-lhes que a bem do aarviro paWsca cam-
pa reccsM-m em casa de minha re.ide.aci., para *s fa -
zer scienlc que o governo moi npiraiimnall lia
mendav., a maior neatrali lade da parte as ea*ar>-
gado, como lambem para Ihes declarar ave havia aV
11 me i ler o oiiici circular de S. Etc. e rada aaa >
per a], para n que ia mandar exlrahir repsa*. lata
foi o qae se deu e nao a qae ealoaMaiaaaaMaaa aHir.
aperaari,<
roma be I
mam o padre Pomp > e seas eerriaaindiaie.
>anca me envolv esa poltica na Imperaam, aa-
de sempre me coosarvei eilranba.
Inda pur Indos alli, porem es-e
der, nao basluu para garantir mi a ha w
Mica, porque nao couvinlia ao padre)
all permaneresse um magistrado qae |i
as lraiiaee.ie vergnnliosun, qae sea pareceres fa
cun a josl.ra ,., pro|.s,d crimiaaaas, je aai
sentenr;as iniquas por eompfdreaee, ja lerepleUs
se a cusa dos urphaus, naocbarnaade a coalaa ee la
lores, ou fechand., os .Ib a^versae,.
He lambem raer-
tndo o ollieio do Exm. Sr. areai i,ale ae da lo 4.
corrate mez. immedialamrntr li/ |,a-s.r a vara 4a
joiz mumcip ,| e delegado de polo ia aos oMla
gravidade que irapurla. sustentado assim no vinho documenlo o. I. e lrati de apromptar-sae. tmm 4e
nao cor- seguir para esla capital, ende chegaei a IN o rer-
Eiu lo las as freguezias se nomearam as commis-
ses inspeeloras, ou fiscalisadoras. A maior boa fe e
lealdade presidio s escolbas.
Quaudu um parlido objectava contra um dos lis-
Assim .... nada quero
N3o se comprelicnda, senhores, que son utopista,
que quero perfeclibilidade absoluta uas cousas hu-
manas, n.lo. Desejo s a perfeclibilidade ponival,
liumanamente fallando, (juero u dominio das re-
do honesto. Sou o primeiro a reconhecer a
caesdo-eo contrario, esle era subslituido por oulro. liiecessiilade das combiua^et enlre as pessoas in-
lid, Jim acc,"."?ceu em*,n.t0 Anlouio. em que i fleente', e interesada- pelo* melhorameolus das lo-
inirar ler apparecido agora um ataque depois de 13o
vasta revolaran, qoe cuuunumentc sempre deiva fe-
zes. Desrjamus c 'rdealmenle que esse prestante ci-
lla lio Irinmplie du mal, que o ha tao perigosamenle
prostra lo.
No sabbado lioave o primeiro espectculo ni
casi da snnedi.de Theatral Recreativa, na ra du Ca-
pibariba ; sumos obrigarios a dizer que exceden elle
a espectativa. A casa se lieiu quo nflu mui pro-
porciouada para lal misler, tu lavia cmpen>oa o a-
ceiu de su.) decoraeilo ;
iiuicameule as seulrara
tas familias disilueta
mimosamente pelos m
ressadus pela boa escolha,mas nanea ao candidato, ao
.\a> oulras paroclnas nao sabemos ao cerlo o nu- que lem de ser escribido para represenlanl.
mero dos quarleiroe* que volaran), mas sabemos que ,. ,.
se adiantou muito irabalhu. A simplcsraruodeura candidato pedirosvossossuf-
Sd caminlixndo com Ma ordem, com esta lealda- faina,.li-poia Ue outros.apresenlando.sesos veidariei-
de, he que havemos de ver de todo cicatrizadas feri- ruS '" ai"!"!" ,? """""ment, sera motivo para nao
das que anda gotejbm lalvez. Srj assim he auc con- "er"l,e!",i.do- "era. urna promesa fela aos primei-
segnireinos ver cm.grassados e amigos todo" ... Per- r?' nr0,'nrlos fondos ?... Seria islo cori.l!.....-
nainbncanos. embora cada um guarde sua ouiario ,"," t't'lo'tt: n":0 eompromieae quo prende .,
sobre n incln r modo de governar o paiz e ubre a '"I10.1 ('ue deve. "er religio-amentc guardadu he
gente mais rapaz do tomar a direcrao do .,verno *' "1uclla P'"- rio estado. Su'assim rouhecera' o pavo uina arando '*"'"" .O"*' Para o bom desempenho do man-
verriade que devenios muito e muilu repetir ''1"' rlBM"J I"0""88'" 5l" falveis e au
No iios-o passado bouve a di.r.,S;io, buuve a on Vi '" aSS"" |,e"s31 lie 1"" "le aPri-'<('"-
posirao de interesses c rie vislas, comu ha de semnrn '" "-"" .nplr'"l,e ""'"e rorpo eleiloral desse cir-
haver emquanlu os homens rorem o que heie sao' ru,",'l'^"1''' mB h0,,rc com soa representara., se me
Nao se paruu na discussau, recurreu-se infeiizmaala I ac"a.r,,!nn dcl1-'- Se Prem nao merecer tamanha
as armas, derramou-se o sangue, sangue precioso I "'"'"^"."r"S" os senhores eleitnres.que atiendan
Ma- nao Inuve vencidos, nao. so ln,uve%euccdures lcl"an "r""10 ''" '">vo syslema eleiloral. lemhran-
Esla Ierra era nossa, e cunlinua a er nona l I0***qoa e,<,e Clrc"10 "' lodo agricula e eaeo-
lliain um biiinrm sinceramente inlerrssadu pelos
seus melboramentw. Se fur en o rs-olhido,promel-
lo-vos enmparerer em luds ai sesses da cmara.
oSo s para que elTertlvameiile se realise a desis-
tencia que faro em favor do crculo, como para que
bem pos-a advogar seus inleresscs, da provincia, e
de todo o meu paiz.
Esle pedido, senhores eleilores, feilo da maneira
moiisulemne, que permiti a prnvinria, pelos jor-
naesi heide ratificar riiri^indn-me a cala um em
particular, logo que se tornar ennhenda sna eleiran.
entretanto desde j rogo a lujos us senhores rlrilo-
e a anarchia. Todos so-
as ,,
o amphilhealr
eslava upinlmdo
iaes foram obseaniadefl
iirs-s,,a. Or: cuiitinuem
os nossas juvens patricios a dislrahrein as .,11,.T,._.,,--
cum patK-tempoi tan huuestos como esse.
O dignu arimini.lrador du consulado, Sr. Juo
\avier Carneiro da Cuuha, acha-e gravemente en-
fermo os seo-i mediros assi'lenles ns rii-,linclns Srs.
Drs. Sarment e Penira do Carmo, que lem sido in-
A Ierra, a liberdadc, a ordem, a prosperidade que
ricllas rcsiiltain s.,u as cunquislas rio todos. Couli-
nueinos a riisculir e a votar, mas nao uos leinnrrinos
que ja um dia combalemos sen.lo para evtarmos es-
sa desgrana.
Feliz o eoveriiuiiue por sua moderarao, labedo-
ria c prudencia puder c souher aprovilar as dis-
posiedes desle bravo povo. As benejaos da geracle
|iresrn!c c das futuras sern a sin recompensa.
Feliz o povo se se mostrar ameilrado pela expe-
ricuiia. Qoem quer que o governe u respeilar
da i'.cprav ac.o au pudem de seus labios se
rer convicios e impuridades que se derramara so-
bre elle. .Mas dire somenle com os proverbios qoe
a alma tranquilla he roiu> um banquete continuo.
I.uiz Carrea de (Jueiroz Itarrns.
Victoria -il du nnvembro de 18->i.
DOCUMENTOS.
N. I.l.ul.O meu amigo o Uval, padre Joao
llerculanu curaigo se empenha por soppor que par
meu ioteimediu fcilmente vuss nao se uppor. a
que elle preste Sanca au seu crime, para assim cum
mellos difiieuldade elle poder Iralar de seu livra-
menlo. Eu realmeule deseju servir a esle padre,
mesmo para que elle saibi que vos- me hunra :
paranlo o portad ir desla he o Sr. Antate Kaymun-
dn de AI-llu comu par!" e gerente dos seus nego-
cios, a qaein vas-i' nitela iuicia-lo e riirigi-lo a
bem do mesmo, n.iu jicr-lendu com isu o direilu a
sua reputarau. Eu uego-me o qae pus>u a essas
currelacues, mas bem v vuss que nein sempre ludo
podemos umillir, por is.o queira sempre dssculpar
as minhas repelidas mp rlunii oles, A minha fa-
milia etc. Tiu, amigo ubrigariissimu.Caetauo.
Jiillin '.) de 1856.
N. i.lllm. Sr. coronel Jos Clandino l.i(e.
Em nbscijiiin a venlaile queira V. S. me dizer an
rente.
Qaaaaa as argeires que me faz a en
pal na represenlarao qua diriga aa gavera* i
que nao raaeam rrmetlides aales .le da i os i
que lem de responder ao (ajrjr. aae fei caavaraa
pelo digno juiz de direilo para aquelle ha ; dtrc
que dcixei de remorar o jarx da Imparatm, aaiqai
e.perava que l. nom-ado pramolar pablara atea
arh.rel, que hem ramprissr rom cas deveres, aaa
iral.sandu, por meio de jaslas apoellarOes. eeaa e-
caudaloaa prolecrao rom que r, ulaiu w rimbiaaa
dada prla maior parte rios horneas do padre r-a., ,'
A cmara porem cm sua |-r rnli m idiadr lar"
jada inverlru desgracadamenle aa un. aa i
que ja bouve lempo em que remolieren eaa
teM desempenho de meas deveres, da
-. .Mas hoje .leseoahere a qne rolan havia i
radn....
Veja o publico o rouceiln que aaerere L,
cmara, qu,- nao trepida em calumniar aqorlle
ja elogioo, so .urque algurm a iasiaae aa -lia
contra mim par. ubler am lim ladigae, raarava-
Seoque,lie a parir Pampea rrademe nrUm-
me e me )n.pirase oulro seuj|asea(.. aae aaa a a.
deiprern enlao r emrHehenleria aaalvsor a. f)m
in; delta, aeeu alanm da mnde por V. S. dizer ao J1"'* ''"laolr. Mas assevera aai qae faem ,lr ,n
padre Jo.iu llerculauo do Reg que elle podia ap-
parecer. Son etc.I.uiz Correa de Oueiruz Barros.
lllm. Sr. Dr.He fal.o que (al cou*a tivesse dilo
acerca t\*s sua pargnnta, pois que nada a es.e res-
peilo me dissp. Son Ote.Josi- Clauriiuo l.eile.
Vieloria ^"i deonlnbro de ISM.
Eslavam recoabecidoa eselladusc liradus cm pu-
blica forma.
bom cnenlo ., q,1P t^,,|, H,reilo ni
que nimba repelar., dr dillermie 4a da) r>4re Parn'
pe, e que nao ser' rom o qur dii aa barra m~.
sofirere na upiniao q.r de mim f.tei
.lislinea. el-vadas desla provincia.
honrados presidente,, de caja jan a aae
lenlin pr,as aallmnlic, e pata mo.|rr
o padre Paanpeo da-l, duer qae p ra rae)~"
depulacao uao se envrrConhaa de ahir
dr a pratesle dr i, aorsaerar a previa' _
mar a eslalislira e violar as aala> paMira.
respeii.
lala
proviacia para lar-
e>-
'is justo dever i anl'*,'"1",,n- por nn I pas.ava por comet de ral-,
ue ni ii, prn, i..... *! m" I"1' a-li-lles qr a.s-m o roaaHa-
rau, l,v-,am raziada n, amjm lo. 4eixm4a ..
--------------------------------------------------l*e aeompanhamrnl.. ver5a,,ho,, ,,r ||p vilea --
.... m. mt I ..,..,.. i________
Ku aballo issjgnada, fallara an in,
se occullasse cm minha mente, um q
entre torios a gralidau.
Sim, fallara a um dever paro e santo, se lijo ma-
nifestisse ao publico um Kto dedicado lmenla
pliilaulropiae rari.lade ri- que -a., iarai,intarios os
eons|>icues bemfeitores da humanidade.oi lllm.. Srs
Qrs. Ignacio fuerj da Kunseca. eirorgiae \ulrrlrr-
reira de Almei la. nao lir.ni la ,ic parle o
macculicn Manuel Antonio 1'
res o recebara como frito a cada um em particular.
Permilli-me,senhores, a llberdade d'aqol mesmo
declarar, que cslnu prnmptn a responder por qual-
n servado | c quaudu o Envernante rrspeite o governado n.lu i 1""r farlu rie minha vida, nu a defender-me de
pur mu- ; jinle deixar de fazer torius os csfnrrus para governar 'Itialqurr censura a olla fi(a, rom lano que o ar-
lloo, p
de se-.
bem.
Conlinoemos coma comecamose ofoloro he nosso,
Pernambuco lera' na balan; do imperio a iulluen-
ria qu" Ihn dir' repiitarjD de sua civilisaeflo, es-
pirito de ordem, e ryofauno experimenladu.
O vapor S.Saltndar truuxe-DOj jornaes do.vnia-
rrn-or sca cavalheiro cm assicnar seu
aber qurm fallo, porque enlregarei
gnrnlr. pii
nome, pa
au destpre
Arcrilai, srnhures, ai considerar.-, do om pa-
Iririo.
Cabo l.rie novembro de 1856.
hrawi >r. plnr-
nrres.que lambem pres-
t, U-S rom medie.....mies aralU para r-a empreza
que effeitos a MCeorros bamane*, n.i., deizarra dr
Imi-ir mai- ura no calhaloge beneliceole.
As aOaveii, sinceras e animadoras maneirai es-
tampadas em sua, frontes em I.I., ardua empresa,
penliorarain-iiiu anda mais a gralidao. E se ni
lora a benevolencia rie tan eximios eoracAea, qoe m-
diflerenles a esse. egoistai qae sai lcm por
patriao ouro arrancaram-me no da 27
lembro das garras de um devorante micro, ,,,
desapic (admenle me corroil asentranhas, l.em m.
laes haviam ser oa meos uliimo. data.
Ainda n.io fica lili esse acto de lana
nu; porque depois ri rom-linda essa < mpreza .
mente rxrculad.i as espensas di s -en:, n-, fee0|ia_
livus cima derlararios, era visitada dr ronfnrmida-
de rom a rura.
A fraqusza de mea espirilo, a inesqniihez rie mi-
nha acaebada inilrllirienra.jamaisrniiredr-m h.
ruldarie que almejo cim, ellas jamis labalU cor-
reipouderponlualinentea minha espectaliva, e per-
ra- i- prnir,oi r |.,i.| mfleeacij.
Geera -'-' ri- oniubro dr MC,
i .liii.lov.-i ri Rarr,,. aaa Monle K.,
'i I MEMi> \ I.
lllm. Sr.Aeifla llll|M4a a adirl" dr \ .. 4,.
t de de 1(1 riurarirnl r,qu.|mr rammani.-a ler
sido iemovi',,1 de-la r....., ,,,ra dr Mamaaefca-
pc, a )-la de que rnlr haja na exerrici... r pnu a
eumiTir as orden, ri Ur. |i/ de dereilr dc.U ce-
marra.
lien gaard \ .-.. Villa d> Imperainr, II 4>
eulofare (r IKiG.Illa. Sr. Mr. Clm-lovaa ov. Rae-
ros Mina tloale Rasa, jaiz mninripal r de rarnlur.
lenlo tatonin \!v,-. arimeno -b-liltla da mu
muniri|,il. mmm
uno MESTO n. I
A r.imaia munirip.l aa villa da Imi-rralnr pela pc-
r,4 do vier proal ajana.
Altale, qu.- ,< Dr. l.hn.iaxaa dr Narros lia,
..;a a M""!e K*'n '"" ninnmpal e de bHbbbI 4o. lermo,
caridade, | reunidos del. vitla 4a de sanla-l^t, aj,^, ^tl
i de agos( d rorri-nlr aano. rm qae ealraa rea
exrrciriode.ru raiga, alr :XI d elrmhra allisa.
lem residiria nesla vill-, r lr-eu,|Mliad.. sainfar.'
Inriamenle a nhricarcs da rea raravi. ViHa 4a I
peralriz, i de oalal.ro de IHT.l. | Jrm. JT"
cha (iranja, viee-presideolc. Kr
Sou/a, secrrl iiio
J'edrv il.,
MUTILADO




KIM.Q '* ^5'BBBtO S'GID tJk 3 N NOVIMBRO DE 18
@9ft8tfcttt0.
KACA DO RECIFE 31 DE OUTUBKO AS 3
tORAS DA TARDE.
Cotaces olliciaes.
Assucar mascavado2p7.)0 por arroba com aacco.
Discanto de leltrastt Ir a 8 % ao ""o-
Frito para J.iverpout20|c."> para assucar.
freierieo KobUliard, presiden!*.
/'. Borges, secrelario.
CAMBIOS.
Sobre Londres. 27 3il.
Pars, 316.
Lisboa, 98 a 1110 por ',, de premio.
Kio de Janeiro, 1|S a 1 por |0 a 15 e 30 dias.
Arenes do Banco, 40 a \~> de premio.
a companbia de Ueberibe .'.I.-hiki.
a companhia Percambucana ao par.
ce Ulilidade l'nblica, :10 purceutod* premio.
Indemuisadura. 52 idem.
* da estrada de ferro 20 por 0|f) de premio.
Uiscouto de leltras, de 7.a 7 l|2 por 0|o.
Dito do banco7 i 8 por 0|fj.
ro.Ooces hespanholas. 28 2Rj00
Moedas de (iWK) velhas .... 16)000
h>iO0 novas .... I0.3OOO
t a IjOOO.......9j000
Prata.Palaci.es brasileiros......230O0
Pesos columnarios......29000
mejicanos......, ljSKO
r
frttC&
ALPANDEliA.
Hendiniento do dia 1 a 30 .
Idam do dia 31......
509:3539783
13:072j2.-l
(il2:12(;03
Descarrefam boje 3 de novembro.
Polaco hespanholaAmeliavinhos.
Barca ioelesaOberonbacalhao.
Brigue inulet Mercaraidem.
Barca inglesaTitaniaidem
Escuna ingleza Ttrtl truilideal.
Barca hamburguesa ohame halkman mcr-
cadorias.
Barca porlugaeznMarta Jotemercadorias.
Patacho inglesKalodat idem.
IMi'OBTACAO".
Escuna rngleu eTrsI ^V/rMnirWj do "''-ti Aiij."
consignada a Scbram \ C, munifestou o seguinle :
I in barricas bacalbao ; aos consignatarios.
Vapor hrasileiro uCaraaragibe viudo de Liverpool
consignado a 11. KorsCercj C, raanifcstoii o seguirte:
50 toneladas earvio de pedra.
Patacho luglcz ..lliloolah viudo de Terra Nuva,
consignado a Saunders Brothers i\ C, manifestou o
seguate :
1,675 barricas bacalhao, 2,000 pcs de tahoado de
pintio ; aos cousigiialarios.
Brigue ingle* Mercorvo vindo de Terra Nova,
consignado a Saunders Brothers & C, manifestou o
seguidle
2,516 barricas bacalhao ; aos consignatarios.
Brigue inglez Titania vindo de Terra Nova,
consignado J. Crablree i C, manifestou o se-
guiule :
2,600 barricas bacalhao ; a James Crablree & C.
Patacho nacional (Vivo Triumphaiite vinao do
Hin Grande do Sul, consiguado a Bailar & Uliveira,
ininireetou o seguinle :
7,278 arrobas de charque, 311 ditas de sebo, 25
cuuros avinados ; aos cuusigualarios.
Escuna inglesa Presiden! viuda de Swausea,
consignada a Scott Wilson & C, manifestou o se-
gOinto :
230 toneladas earvao de pedra ; aos consignatario;.
iXJNSI I.AIMJ (iKKAL.
Henditniolo do da 1 a 30. 3:7659!)K!
Idim do dia 31 ...... 2863557
36:0523.) I
1MVERSAS PROVINCIAS.
Kendimento dn da 1 a 30 4:1165992
dem do dii 31........ 310710
4:1513702
DESPACHOS DE EXPOKTACAO Pul-A MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
31 DE OUTUBKO DE 1856.
LisboaBrigue purluguei Laia III, Francisco Se-
veriiuo Rahello & Pililo, 200 lceos assucar mas-
cavado.
LisboaBrixiie porlusuer. Soberano", F'rancisco
Sevenano Kabello & Filho, 2 pipas niel.
KECEBEDOKIA DE ISEiNDA INIEKNAS GE-
KAES DE PEKNAMBUCO.
Hendiminto d dia 1 a 30 35.9303736
Idem do dia 31........ 3183060
36:2489796
CONSULADO PROVINCIAL.
Heudimeotododia 1 a 30 43.9I932U
'lem do da 31....... m-7 i
44:1393115
0 Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial,em cumprimento da resoluccao da junta da
fazenda manda fazer pulilico.que no dia 13 de no-
vemliro prximo vindouro, vai novamenle a praca
para so arrematados a quem por menos fuer os re-
paros de que precisa a ponte sobre o riacho de P-
rauyra junto a villa de Limoeiro. avallados em res
1:8049000.
E para constar so mandn atinar o presente o
publicar pelo Diario.
Secretaria da ihesouraria provincial de Pcrnam-
bnco 27 de oulubro de 18o(.0 secretario,
A. F. d'Annunciaro.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, cm cumprimento da ordem do Lxm.
Sr.* presidente da provincia de 27 de corre-
te, manda fazer poblico.que no dia 20 de no-
vembro prximo vindouro, perante a jun-
ta da fazenda da mesma thesouraria, se ha
de arrematar, a quem por menos lizer, a
obra da ponte do Biumzinho na estrada do
Pao d'Alho, avahada em 8:030/000.
A arrcmatacao sera' fcila na forma da lei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854. e
sol) as clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
matarlo comparecam na sala das sesses da
mesma junta no dia cima declarado pelo
tncio-dia, competentemente habilitadas.
E para constar se mandou aflixar o pre-
sente e publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco, 30 de oulubro de 1856. -Ose-
cretario, .\. F. d'Aanunciac9o.
Clausulas especiaes para a arrematarlo.
i. As obras da ponto do Bruaizinho serio
leitas de conformidade com a planta e orna-
mento approvado pela directora em couse-
llio e apresentauo a approvaeSo do F.xm. Sr.
presidente da provincia na importancia de
8:030/. ,_.-*,'
?. OaTrematauto. Jar principio as obras
no prazodeum mez, c devera conclu-las
no de ciuco mezes, ambos contados na for-
ma do artigo .11 da lei provincial n. 286.
3. O pagamento da importancia da arre-
mataco realisar-se-ha em qualro prestares
iguaes; a primeira depois de feito o primei-
ro terco das obras; a segunda depois de con-
cluido o segundo terco; a terceira depois
do recebimento provisorio ; e a quarta de-
pois da entrega definitiva.
.4 Para ludo o mais que nao se achar de-
terminado as presentes clausulas nem no
orsamento, seguir-se-ha o que dispe a lei
provincial n. 286.
Conforme. 0 secretario, A. F. d'Annun-
cia?ao.
li'auiii;a' ua vaccina. ;<
%Htiwtawt$.
PRACA DO RECIFE, 31 DE OL'Tl BRO DE 1856,
AS 3 HORAS DA TARDE.
Itciista semanal.
Cambios Nlo houvorain saques, por isso he
uouiiual 27 .i i d. por 13.
Algodao---------Depois da eulrada do vapor in-
glez Tornar, appareceram mais
compradores, e o merca'lu lornou-
se mais animado, veudendo-se a*
689 saccas que entraram de 6)600
a 63700 por arroba.
Assucar Repula-se a entrada em 12,000
sacros, e os compradores da pri-
meira m.i estiveram mui anima-
dos. As vendas para eiportarao
limilaram-se aos portos do impe-
ri", e Rio d Prata, regalando:
brincos de 49600-a 53200 por ar-
roba ; smenos mascavados Lisboa 29800 a 29900,
Canal a 23700. Bfm que a entra
da va em augmento, odeposito he
pequeo.
Agurdente------Apparece pouca e regulun de 953
a 963 por pipa pela de 21 grao, e
185$ pe' de 36.
Couros-----------Dizem-nos qne obliveram 290 rs.
por libra dos seceos salgados.
\eo Venden-se a 303 por quiutal o de
MilSo.
. Azeito-doce- Idem de 236OO a 23700 por galao
do de Lisboa.
Krt.------------ dem de 143 153 por barril.
Bacalhao--------Vieram ao nosso mercado 10 ear-
regameolos, dos quaes qualro se-
puiram para os portos do sul, e
seis furara vendidos para consumo
le 12i500 a LI9 por barrica. Re-
lalhou-se de 133 a 143 por barrica,
e lia em ser cerca de 13,000 ditas.
Carne secca- Entrou um carreg3inento com
7,000 arrobas, que aluda nao a-
brio (iri'rci. e com elle o deposito
subi a 21,000 arrrobas. Os pre-
ros regularan de 4?500 a 69:100
por arroba, couforme a qualidade.
Cerveja Vendeu-se de 59 a 63 por duzia
de garralas.
Erva-doce Ha falta vendeu-se de 93500 a
103 por arroba.
Farinha de trigo- Visitoa nosso mercado um navio
rom 2,200 barricas de Baltimore,
qoe segulo para a liahia, e rece-
liemis 500 barricas de Kichmond,
rom as quaes o deposito desla qna-
qualilade aubio a 3,100barricas, a
le Pltiladelphia a 1,100, a de Bal-
timore a 100, e a de Trieste a 500.
Vendeu-se 1 primeira a 223, a
Negunda de 20$ a 249, a terceira
de 213 a 269 e a ultima 303.
I'j.-ij.- -----------Das chegadas no ultimo navio g-
mente se vendern) 200 caixas -
cerca de 79; e as restantes foram
I' ira o snl.
Descont- Cmilinaou de 7 a 9 por ceulo ao
anuo.
Frates- ----- ElTectuon-se para o Mediterrneo
de 55 a 57 : e verpool a 25 pelo assucar 1|2d.
por libra de algodai.
Tocaram uo porto : 3 vapores, I navios com ba-
calhio, 1 com farinha e 1 com salitre.
F^otraram : 6 com bacalhao, 3 vapores, 6 de ca-
bolagem, 1 com carne, 2 com carvao de pedra, 1 em
lastro, 1 com viuhos e 2 com fazeodas e gneros.
Sahiram : 8 de caholagem, 2 am lastro e 7 com
gneros do paiz para portos eslrangeiros.
F'icaram no porto 59 embarcares a saber : 1 a-
meiiranas, 29 brasileiras. 2 hamburgucza<, 2 hespa-
nholas, 1 belIlBdaxa, 13 inglezas e Sporlogueaai.
Mc*imMt& 00 pHo
Sioio* entrado* na dio 1.
Para' porto* intermediosl:t dia c 6 horas, vapor
Irrasileiro S. Salvadar, rummandaute o I. l-
enle Antonio Joaquim de Santa Barbara.
Babia8 das, vapor inglez de guerra Virago,
commaodante llazgard.
Ierra Nova38 das, brigue inglez Claudia, de
173 toneladas, eapiUo lobo Bronkius, cqoipa-
sem 12. caiga 2,689 barricas cora bacalha'o ; a
Schramm Wlulely & Companhia. Perleuce a
Terta Nova. Segua para a Baha. "
Liverpool27 dias, barca ingleza llauplean(e?'de
1:17 toneladas, capitao J. Simpsou, cquipagem Di,
carga fazenda* e mais gneros ; a Aslle\ \ Com-
panhia, Perlence a Liverpool. Passageiros, E\lon
Williain, Aem> Lealhuale e sua seuhora.
.Varios sahidos no mesmo da
S. Joan Ierra NovaBrigue ingle/. Sprav, ctp-
tSo llenrv Roopcr, em lastro.
xanio entrado no dia 2.
CONSELIIO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo tem de comprar o se-
guinle :
Tara o arsenal de guerra.
Forragens de laido para cinturoes 1,000, ditas
de dito para mochilas do novo padro 1,000.
Quem quizar vender estes objectos, aprsenle as
suas proposlas em carta fechada na secretaria do
conselho, as 10 horas do dia 7 de novembro pr-
ximo vindouro.
Secretaria do conselho administrativo para for-
necimento do arsenal de guerra 31 de oulubro de
185G.liento Jos Lamenlia Lins, coronel presi-
denteBernardo Pcrcira do Carmo Jnior, vogal
e secretario.
Pela subdelegara da fregueza dos Afogades
foram apprehendidos 3 cavallos furlados : quem se
jalear com direilo aos m-sinos, juslilirando, Ihe se-
r.lo enlrego.es. Sobdeleaacia da fregnezia dos Afo-
gados3l deonlubro de 1856.Carne.ro Jnior.
- O tribunal do feommercio desla provincia
manda pnbliccara collecco dosostyllose usos com-
merciacs, e convidar os commcrcianles,correctores,
e mais pessoas do commercio para que facam sc-
bre ellos as observacOes, que se llies olferecerem, a-
lim de que ospossa declarar por verdadeirosusos c
praticas comincrriaos na foima presrripla peloart.
ti do regnlamento n. 7.38 de 2.5 de novembro de
18.50O secrelario interino do tribunal,
\ Joo Ignacio do Madciros Reg.
Usos e eslylos commorciaes da praja de Per-
nambuco colligidos pelo tribunal do commercio
respectivo em conformidade do arl. U do regula-
mentu n. 738 de 23 de novombrode 1850.
Pela venda de gneros estrangeiros 2 a 3 por 0)0
dem, idem do paiz 9. a 3 por qIO.
Idem compra de gneros do paiz e sa-
ques 2 a 3 por o|0
dem idem e mesmo de leltras do cambio 1 porylO
dem negociado de ditas 1 a 2 por 0|0
dem robranra de leltras vencer 1 por nl()
dem, idem, idem vencidas 3 por nlO
dem idem de contaso alugucis do pre-
di05 5 por 0[0
dem de freles do gneros importados
3 a 5 por
dem deconsignacao de navios de cabo-
lagem. inclusive a agencia da carga .1
frete 25 a 100
dem, idem, idem de Portugal 200-3 a 300?
dem, idem de oulros paizes sobre o
frute 2 I|2poi(jl0
dem, sobre o fete agenciado a por 0|0
dem adiantamenio para cuslcio de na-
vios 5 pornlO
dem idem sobro o premio de seguro
1 Ir2 a 2poro'0
dem idem despeza de navios 5 por o'O
Commissao delcrcdere.
Pela venda de gneros de estiva 2 por (j|0
dem fazendas inglezas n oalras 2 a 2 1|2 por ()I0
dem fazendas francezas eallemaas 4 por olO
Pela venda de fazendas i|2 por oi
dem idem de miudezas 5 por 0|Q
ldom idem sobre leltras descornadas 1 por o 10
Arrnazenagens.
Por fazendas nos armszens do commis-
sario p0r 0|)
^osarmazells alfandcgados e particulares o que
marcara.as tabellas, ou por ajuste previo, pago por
trimestre polo vendedor. o assucar e algodao he
pago pelo comprador, ou exportador, segundo lni-
bem as tabellas, ou ajuste.
Os embarques nos trapiches.
De gneros para bordo de navios a seguir para
portos nacionaes ou porluguezes sao pagos pelos
carregadores.
dem dito para bordo do oulros navios para por-
tos esiran(n,eiios sao pagos polos navios.
A conducrao para bordo, ou descarga de gneros
de quaesquer navios, he por conla destes.
Os fretes c primagsns de mercaderas carrejadas
ueste porto, sao pagos no da descarga pelo rece-
hedor.
Nao ha primagem para os porios do imperio,
Portugal e America do sul.
Os enfardamenlossao por contado vendedor,
cxcepiuam-se os do algodao que sao pagos pelo ex-
portador.
As marcas dos saceos do assucar sao feilas pelo
armazenario, as das caixas de assucar e saceos de
algodao, couros, e otitras sao pagos pelo oxpor
tador.
Os carretos sao pagos pelos compradores dos
gneros.
Na venda do assucar para os armazens d;i-se 2
libras por cada sarco para quebras.
A farinha vendida a bordo ha medida com ra-
sotira ; a vendida em ierra he com cugulo.
As taras de quaesquer volumes so verilicadas
volitada do comprador ; as ,1o azeite sao de 18
a 20 por rento conforme o tamanho e grossura dos
cascos, sendo o galao calculado em 7 l[2 libras,
as dos barris de mnnteiga francoza sao de 24 libras
por cada un inteiro. As dos barris do nianleiga
ingleza 20 libras por barril inluiro.
dem Porluga! 100 forte dito, dito, dilo, fraros
dem IFamhurgo um marco.
Para o calculo dos frotes a toncllada dos dilTc-
renles ariigos he a seguinle :
Assucar em saceos 70 $ sendo em caixa a mais
15 por 0|0.
Couros suecos salgados 50 ...
Couros verde 70 ,0.
Algodao 28 o,.
As pipas ralculam-se por (i 1|2 barricas para o
sul.
Para atleslos d-sc as vendas do vinho c vina-
gro 1 porolOdc abatimenlo, se ha falta, he ella
regulada entre os contractantes.
Secretaria do tribunal do commercio do l'srnam-
huco 31 de oulubro de 1850___Conforme.In-
nocencio Antones de Parias Torres no impedi-
mento do ollicial maiorr
A repartirlo simiente viuda da Europa no vapor in-
gle/.: as pessoas cjue della se <|iizerem
utilisai couiparecan na referida repar-
lieao, as quintas e domingos de cada
semana. l)r. Jo5o Nepomuceno Dias
Fenandes, commissario vaccinador pro-
vincial.
f KKI
S? Com aulonsacao do lixin. Sr. ^
vi? presidente da provincia la/.-se pu- fi|
^ nlico, para conlieciinentodos lia- ffi
-;]: hitantes desta cidade, rnieos lias 6b
) de vaccina serio de liojc em di- Q
'}. ante as quintas c domingos de Q
O (iU'a scmi.na, no lugar e limas ;';.
.;;;, anteriormente declaradas: nos do- ty
i.': mingos estala' esla iepailii;.'o a- g
y.'i berta ale a's f 1 IjpruMla manhaa. A
:j. Dr. Joao Nepomuceno Dias Fer- gi
-;? "andes, commissaiio vaccinador ^
A provincial. '.
l'oi preso por esta subdelegada um cabra de
nonie Manoc!, e diz perlencer ao Sr. I'ranrisco Ca-
valcanli, senhor do eugeulio Ketiro : quem se julgar
com direito apreseole-se a mesma subdelegara par*
llie ser entregue, justificando. Subdelegada da far-
see 29 de oulubro de 1856.O subdelegado de poli-
ca,Francisco Soller de l'igueireda Castro.
O Illm. Sr. capiaodo porio,emcumpnnienlo
da ordem do Exm. Sr. presidente da provincia da-
tada de 20 do correntc, referindo-se a comida no
aviso circular do ministerio da marinlis, do 2
tambem do crreme, manda dar publicidade as tra-
dueces, juntas a esie por copia, de tres avisos so-
bre o eslahelecimenlo de luzes na ilha dos enhorca-
dos no Mcdiierranco.e no canal dos Principes a en-
trada do Tamisa, e de casas dcasylo para as pes-
soas que naufragarem na parle do mar de.Sunder-
bunds em Bcngalla.
Capitana do porto de I'ernambco cm 21 de ou-
lubro de 1850.O secretario, Alexandre Rodri-
gnes dos Anjos.
TRADUCgAO'.
Aviso aos navegantes.
N. 18.
Mar Mediterrneo.
Pliarol as ilhas Baleares.
O ministerio da marinha de Hespanha acaba de
participar, que do dia I. de maio do 18(i em
dame, se estabelccer urna luz fixa na ilha dos
Enforcados, entre as ilhas Baleares, Eviga e For-
men lera no Mediterrneo.
A luz he fixa e clara, e est rollocada ni altura
de 82 ps cima do nivel medio do mar ; o deve a-
vislar-sc do convez do um navio cm lempo claro,
na distancia de 10 militas.
O aparcllio Iluminador he catadioptrico dad
classe.
A torre do pliarol acha-sc collorada no latitude
38.- 48" 40" Norte ; e longitudo 1. 29' a leste
de Grenwich.
O objecto o fim da luz he para marrar o canal
conhecido pelo nome de Freo-Grande 011 o prin-
vpal dos tres canees, ou Freos entre as Ibas de I vi-
sa ao lado do norte, o Formontora ao do sul.
F.ste canal tem quasi urna milha de largura e
nove bragas de fundo ; mas como o fundo he de
rochedo.asembarcagesdeveladevem a cautelar-se
em navegar para o canalcom o vento escasso ou va-
riavel, para evitar o perigo de ter de fondear.
I'or ordem do S. ienhorias.
Assignado, John Washington, hidrographo.
Repanigao Hidrographica, Almirantado, Lon-
dres 28 de abril de 1856.
Este aviso affecia os seguintes Bsppu do Almi-
rantado.
Geral do Mediterrneo, n. 2158, de Alicante
para Palamos n. 1187 ; ilhas de Iviea e Formen-
lera n. 145, e mais a lista de pharoesdo Mediter-
rneo n. 10 A.
TIIEATRO
d:
Quinta-Peira G de novembro de 1856.
BENEFICIO lili SAMA ROSA.
Logo que o Exm. Sr. conselheiro presidente rloata
provincia u di^nar comparecer na tribuna, dar
principio o diverlimcnlo com urna bella sjm-
pbonia
eierulada pela naiilo conceilOadl banda de msica
militar do corpo da pulira, .1 que lie me-.trc o dis-
liurto profesor, o Sr. l'edro .Nolasio liaplista.
l)epois|represcnlar-*c-ba n novo drama em : ar-
los, que pela primeira vez vai a scena neste theatrn,
e lem por Ululo
DE
M1TAS FAMILIAS.
Actores que fazem parlea no drama
queraasagnar nesto prospecto, 011 para ellecolher Palriek llenrv.., rara' leio por autoritario do
assignaluras no imperio do ltrail, queira entrega- I "lm- -Sr' 'speelar da alfaadega, por interveiirao do
lo,comar,Spectiva importancia, ao agente Consu- ^Z^.T^^T^ fc ^
lar porluguez na localidade, ou a pessoa por ella
designada.
Subscreve-sc na ciila.lo 1I0 Rerife. livraria n. 0.
e S da praca da Independencia.
:&D0!>* %!S{to0&*
Para I iiboa, rom brevidade, por ler parle da
carga prompi.i, o brigue portugus Soberanos:
quem qui/er carregar. dlrija-se aos neu* ronigilata-
rios Francisco Soveriano Kabello S Pililo.
W
lados Luido
Florinda Knolli, inademuitelle A I. \.ni.luna Alenar, 'lio do l'r.il.
JeHinaJosephnada Silva i osSn.Sante Rosa, Ri- vspor de 1

COUPAHIIIA TRANSATLNTICA DE VAPO-
RES SARDOS.
O vapor (Seora de J.lliKI toneladas, a hlice c de
forra de Mil) cavallos, sabio de Genova em 20 de ou-
lubro rente, tucando nos porto de Maraelha, Ma-
laga. Cdiz. Tenerife, e deve chegar aqni no dia 19
de novembro. c seguir para a liahia e Itiode Janei-
ro no da 13. Os passageiros que se dialinarem ao
as Sras. I)
< 1 lassam no lli de Janeiro para ouiro
iii'sm companhia deslinadn ;, fazer
lieiro, Alve?, Rosendo, Lima, convidados, cria- aquella viagen, mensalmenlc No l.dedezcmbro
d0?' elr- ssliir do Rio do Janeiro o dito vapor denota em
Os tolervallos er.lo precncbdos rniu as melbnrcs sua voll.i para Europa, locando na Baha, e (leve
pecas de musir de repertorio do dilo Sr. Pedro No- chegar iqui no da N e sahira" no dia !l as' j horas
lasco, e entre s quaes exceularao o novo lercelo da < 'arde em direilura a S Vicente, Tenerife Cdiz
MARCO VISC
e 11111 duelo da mesms opera, lambein novo.
No lu do drama segulr-so-ha o passo a dous por
duas Jovens Pernombucanas.
Irnniiiar o Mpeclacolo coma sempie muilo ap-
plaulida comedia em I aclo.
0 INGLEZ lACHIIim.
Actores :
Sras. madcmoisello Alexandrina, I). Jesuina e H.
Iiiiii.n 1,1 ; Srs : Sania llosa, Lima, Alvo, Roicudu,
mocos, ele.
A scena se passa no Kio de Janeiro no anuo de
Principiara as horas do cosime.
Os bilhelesde camarotes, cadeiras platea, eslao
desde j exposto* a \cada em casa do bcneliriado,
na ra de Sama Isabel n. 1.1. a qualquer hora|d
dia, e 110 dia do espectculo no escriptorio do mes-
mo theatrn.
e tienov.i. Recebe passageiros para lodos estes Dor-
ios e lamben, para Uanelbe, para oque lem os mais
bellos e immodo*, eicellenle iraUmenlo de mesa e
ama, bom medico, botica < grande numero de cria-
dos. O' preeoa dos passageiros para a liahia 25 pa-
lacoes, e Rio de Janeiro O.
''3se--c-
c. p-Jj
-?.--
A balanza ou peso dos gneros he paga pelo ven-
dedor, exceplua-so a dos couros que he paga pelo
comprador.
Os prazos para os gneros de estiva rogulam de
i 8 mezes, e para as fazendas seccas de 8 a 19.
mezes, sendo realisados por meio de lettras.
Os sellos d
lettras sao pagos pelos sarca-
dores, exceptuam-se os das de dinheiro a premio,
descomo, ou dado em pagamento de leltras de cam-
I erra Nova:I0 das, barra ingiera "Midas, de l< ,...
"bio que sao pagos pelos acceitantes.
Lettras de cambio sao saetadas a 00, ou 90 dias
do visca :
Sobre Londres d-se 1000 reis ccrlos por va-
nava] quanlidade de dinheiros eslorlinos.
dem Paris um franco dito, dito, dito dinheiros rs.
tonelada*, capito Thomaz Wesllake, equlfia^em
11. carga 2.KOO barricas enm bacalhao ; a Saun-
ders l'.rothers cv Cornpannia. Pertence a S. JoAo.
Rio de Janeiro e portos intermediosVapor lira-i-
leiro aS. salvador, commaudaute Sania Barbara.
TIIAIJUIXAO'.
Aviso aos n i vega ii tes.
H.31.
Canal dos Principe!.
lnlra.la 110 Tamisa, pliarol addicional.
Trinily House5 de junho de 1856.
Para melhor uvegaeao do canal dos Principes,
resolveu-se, que ccllc se eslabelecesse urna luz ad-
dicional.
Pelo presento se faz publico, que antes do dia
!. de oulubro prximo, una embarcaro pliarol
estara fondead i ao lado norte do dilo, meio ca-
minho pouco mais 011 menos, entre os pharoes Ton-
gue c Guindler, e que urna luz encarnada revol-
vcnieapparecer da mesma, depois do por do sol,
daquelledis,
Nova informado a rcspeilo da posifo exaela,
demarcacOes, etc., da luz projecuda, ser publica-
da em lempo competente.
Por ordem.
Assignado, 1. H. Bcrihon, secretario.
traduccao
Avisonos navegantes.
A direeloria da companhia das Indias Orientaos
receben ltimamente do governo do Bengala a se-
guinle noticia, que se publica para ronhecimento
geral.
Para a gente do mar que naufragar na parlo do
mar de Sunderbunds lem-sc eslabelecido as seguin-
tes casas de asylo.
N. I, pintada de encarnado. Edificada um pouco
para o norie de Jacksons t'.rove na pona de Sezers
formando a cniroda de leste para o canal Creek.
Est em una extensa planiciecoberta dorapim pe-
la parte interior, ou para leste de uns monics altos
de rea, que formara a linha da praia.
N. 2, piulada debranco. Edificada na entrarla de
leste paran rioSublormooKey, at)0 jardas ao norte
da pona que se forma da ilha Hulrherrve 20 jar-
das do signal ou marca das mares cheias. Esl cal-
locada no meio de arvoredo baixo e mui unido
(jungle).
-V 3, pintada de preto. Edificado a entrada de
leste do rio Jeuneva, 400 jardas ao norte da poma
que forma a entrada para o rioSublermookey,e 20O
jardas do signal ou marca das maros cheias'.
Em cada casa ha um stiprimento de bolacha e
agua, que fcilmente se acha leudo as imirucces,
quo existen] emeada urna, que conten igualmente
outrasdireccoos de ulilidade, cada casa lem junio a
si um catamarn.
Os nufragos que alcanrarcm a trra a leste de
Saugor devem procurar as casas de asylo, c devem
lembrar-se quo .-piando una cmbarcaijao se perde
con um pratico a burdo, o facto he logo sabido na
estacjo dos praticos e em Calcuta. Os uaufragos por
tamo, qoe acharen caminhopara as casas, devem
n'eas permanecer c cuidar nos meios de subsisten
cu, na certeza de que, cm breve serio socorridos.ou
se forem obrigados a abandona-las, esforcarem-sc
para seguir o caminho do oesleald a ilha deSaugor,
e viajar pela praia al que clieguem ao pliarol, ou
caminharem para una grande povoaro de pesca-
ra, situada no lado do suesle da ilha de Saugcr,
ervinlo-se do catamarn at onde for pralicavel.
Por ordem de superintendente da marinha. As-
signado, Jas Sutherlsnd. servindo de secretario.
_ Beparlioaodl superitendencia da marinha cm
Fon William, a 8 de marco de 18.">0.
Publicado por orde.rn da direeloria da compa-
nhia das Indias Orientaes.Assignado, .lames C.
Melvoll, secretario.
Casa da direeloria 7 de maio de lSli.
PIBLIOACAO UTTERARIA.
REVISTA DA INSTRliCCAO' PUBLICA P \R\
PORTUGAL E BRASIL.
Iledaccao : Antonio Feliciano de CattilKo e l.uiz
J'ilippe lile.
A nica politica actualmente possivel. nao sopara
a Europa, mas para a America, e para lodos os
povos livres, o a da luz para todos; he a da civili-
saco universsl. A opinio popular educada, he
a mais segura Sanca de esiabilidade para os bons
governos e de felieilaco publica. Por ella se 0-
perar no inieresse commum, o quo alias licaria
circumscripto a limitada esphera das convenien-
cias individuaes.
Portugal e o Brasil, que derivam do origcm
commum as suas mais gloriosas tradicroes, palpi-
tam com aspirac&es indencas e nao "demandam
oulro norte, senao esse para onde Ibes esl aponlan-
do a consciencia das proprias prova^Oes e a scien-
cia na sua expressao mais sincera,
Sem um syslema de publica instruccao que al-
linja a yerdadeira altura da respectiva" destinacao
social, infructiforos sarao quaesquer esforcos com
qu se pertonda fazer progredir umpaiz na estrada
providencial da perfeclibilidade.
Entre nos, porluguezes e brasileiros, se confes-
se com amor e franqueza de irmaos, que. nem a
quem, nem alem mar se possue anda educscao na-
cional organisada segundo as mais recentes revela-
cues da sciencia, e conformo as nossas peculiares
necessidades e conveniencias., E com a mesma
franqueza concordaremos em quo ambas as nossas
legislaces respectivas, se achara mui longe nao s
da sua importancia, mas das exigencias imperio-
sas da posir.ao poltica de qualquer dos dous paizes.
Portugal, abracado com a industria agrcola e
fabril, e empenhado nos melhoramenios maleriaes,
vai construindo de Iwa f, sem atlentar seriamente
para a solidez dos alicorees, (toando mais arro-
jada se lho esliver alligurando a projeccao quo de-
hneou, mais prxima da sua ruina lho andar a
grandeza da edificacao. O desenvolvimenlo publi-
co, qne espora do plano do reformas que Iraijou,
ser quasi urna chimara, emquanto nao dispozer
rasgada e francamente oscaminhos da illustraro
popular. Pouco lho amadurecer o futuro, em-
quanto nao emendar os erros que llie legou o pas-
sado, fazendo caminhar junios os iniercsses inlel-
lectuaes com os materies do piz.
O Brasil, na forra da sua adolescencia como
naro, entrevd largos horisontes de prosperidade e
riqneza publica : mas, para que o seu inlluxo no
continente meridional da America, seja tal como
Ihe cumpre, he-lhe misler pamr do mesmo prin-
cipio de engrandec memo ntelleclual e nao hesitar
perante a amplido do commettimento.
Eis as as nossas posicas, a nosso ver, defini-
das.
Portugal, pela sua siluaco geographica.pela im-
portancia das suas condicoes histricas, deve as-
sumir o lugar que Ihe compele na communho eu-
ropea.
O Brasil, pela vasiido do seu territorio, pelo
vigor do lodos OSSflUS recursos, tende a elevar-se
ao grao do influencia politica, de que s o far par-
ticipar o svu desonvoliimenio intolleclual.
O priineiro nao oluer a prosperidade publica,
sem bascar na educaco nacional os saus esfor-
efi%.
0 segundo, nao aproveilar convenientemente
os seus inexuriveis recursos, sem elevar a massa
nacional ao nivel a que Ihe nao he lcito ficar in-
ferior.
Que nos propomos nos
ca$o ?
Em duas palavras o diremos. Pesar na blanca
do senso commum e a luz da sciencia actual, o que
existe, bom ou mo, ptimo ou pessimo as duas
legislamos; inquirir oque falla cdevia existir ;
examinar com a mesma conciencia o que so faz,
c=Sr
l
B-3 2.|
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3 = 2 -
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\ o niara-
J1, ou com o
capi-
seguecomrauita brevidade n barca BKI-
LHANTE, tem i bordo u meca carearme
trouxe doBio de Janeiro, e aqui alguma
prompta : paia veito que llie taita, i,;1-
ta-se com os consignatarios Novacs & C,
roa do Trapiche 11. "
lao, na piuca.
Para a Babia
sesueem poneos dia*, por j ler parcao .la carca a
X VI SfrjSfc** "Sdl"" -'"".,o Trium-
l a.l ,L e '-'' ,"""la'1^; PW o r*lo da car-
rs irala-se com seu eonsignaiario Domingos Alves
Alalheos, na ra de Apollo ,1. i.
Rio de aneiro.
hspera-se do Assu' o l.riRue Imperador do Bra-
sil.., o qua! depois ,1a solliceule demor. para reo" er
pichn.li la"0elA1VeS,,Uerra' na ru'' T-
3ara a Baha
segu iniprcl|.,veime|c deitM aior fc
cunhecido pa li.bole llous Amigos..; para um pe-
queo reala de carga que ihe falla Irala-ss com o mu
Mmignatario Antonio Lab de Oliveira Azevedo.
rile* i j r .' o, 1 t
de Janeiro.
Segu com brevidade o bem conheci-
do e veleiro brigue FIRMA, capitao Ma-
Doel de Fieitas Vctor, tem pacte da car-
ga prompta: para o resto, Irata-sc cora
os consignatarios Novacs & C, ra do
Trapiche n. ."i-, ou
praca.
com a presente publi-
com o capiio, na
- Para l.isl.o.i, com brevidade, por ler parle da
srus prompta. o brigue portugus iLaia III :
quem qalzer carregsr, ir.,ia-sc con os seus consia-
neurlos ai.aix.i sssignados.
Francisco Scveriano Rabel l'ilho.
"ara o Aracaty
seane no fin da presente semana, o bem conhecido
hiele Conitertoe : ,,ar.i ,. resto da caras tratase
ua rea do v igario n. ..
ara' pelo Muranhao.
Sesne cm poneos dias para o Para com escala pelo
Harsnbflo o brigue brasileiro Clara, de primeira
niarclii, o qual lem parle da carta a bordo, para o
resine passageiros, para oque nllerece aceiadoscom-
rrxT cTn-"t5 onda mai^adiama: s^ ^ ^nsfjs
da se acha a orgamsacao da mstrucco publica,
considerada traer administrativamente, quer nos
seus pormenores pedaggicos e didcticos. Da
meditada confrontar; o de lao diversos elementos,
irmos propondo o que em boa razo se nao pode
dcixar de propor, para o aperfeicoamento, 011 an-
tes radical reforma da instruccao publica, em cada
um dos dous paizes.
A larefa, nao he fcil. Supprir, porem, a boa
vontade, se, como esi.eramos, os especialistas e os
sabios d'um e d'oulro paiz, a quem muitas vezes
havemos da recorrer, reparlirem comnosco dofruc-
to das suas observacOes o dos seus esiudos.
Considerando que o agrado nascido da amonida-
de, he para o gosto da maioria una innocente se-1
duejao, e que em faior do sanio fim que deman- !
damos, neiihum meio se deveria desprezar, quan-
tumaisa formosa lituiratura, procuraremos desen-
fadar algucnes vezes com ella o cansaco dos ojudos i
fonos, mesmo alim do crear [.ara osles maior nu- !
mero de senarios, ti exemplo nao he novo, le- '
mo-lo nos jornses especiaes do todas as lingeras:
lemo-lo na Franca principalmente.
CONDICgES.
A Revistada Inslrurr'io Publica, salara duas
vezespor mez. Ter 1 paginas nene frmalo, ou
24 colucanas cada numero.
As correspondencias, seio dirigidas francas do
porte a ollicina do Progressos era Lisboa, ra da
("rnz de Pao n. lh.
l'araa redarco, a Luiz Filippe Leite.
Para a Umioistracio a Francisco G-onralvs Lop*s. sa"c no '"'' '''' OVembro, O l>em conhe-
cido l)ri;ue S.VtilTAKIO: ainda rccelic
, por
conla e risco de quem perlencer, do dito |>allial.ote,
delolaeSode 211 toneladas, cora mitlros, vergas,
corloallia, ferros e correles, veame completo, hule,
e Indos os mais perlencts, tal qual se acha ancorado
neslc porto, onde os prelmleuies pudem ludo eia-
niinar anlecipadamenle, c foi Icsalineule coiidcnina-
do em coiiseqiicnca de ler balidu a' entrada da Lar-
ra, na ua recente flageen procedente do llarl.tr
SOCIEDAD!: E,l C0MMV\DIT\,
lirace, da Ierra .Nova : qiiinla-feira, 1; do correntc <"'...../ I f /"-#. I
H 11 hora, da n.auliaa, a' purta da a-oriaci cin- /'IMUUlOra arun c lacidos da nhjodao.
mercial desla praca.
1 :il.\o DE ESCftAVOS.
O .upnle llurj.i l'ara' leilao em seu armasen, na
ra do Colirio 11. I "i, de diversos escravxs de ambos
osseaos, hctii^como uinn bonita mulata opiim.i c0^.
lureirac labyrinleiro, 2 neerialtas e I mulalinlia de
10a IJannos, i pretas cxcellentes cezinlieiras, di-
las engommadeiras i pelos bastante robustos, pro-
prios para lodo o -erviro, t loulaln de l.onila lisu-
ra, de 1S a JO anuos, proprio para pauein, diversos
e-cravos paia seo ico de campo e engenlio, e oulros 1
inuiios ele. os quaes e arhar.'io espostOS no supra-
dito smasem ao cvaiuc dos senhores prelendente> :
qointa-feira, I. do correnle, as 11 horas em ponto.
#*h$3 1&{*t*e.
raveass d.i Madre de Den
mazem de Marlins i\ Piulo, ou com o capitao Fer-
nando Jos dos Santos, na praca.
Para o Cear sabe ohiale \urora anda re-
cebe cu-ge: traia-s- com Martina & irmao, ra da
Madre de Dos 11. >.
Gompaniia
de iiav<";.i;ao a vapor Lu-
so-Brasiie ira.
" vapor D. PEDRO II, espera-se ueste porln.
procedente de Lisboa, al6 de novembro, e depon
da costumada demora seguir para a BahiS e lli..
.1 Janeiro, condozindo malas do crrelo : para pas-
sa-^eiros, ele, Irata-sa com <,s aseies AI. I). Ko-
.ni-iues, na do rrapiebe 11. .
'ara o Slioe
(I abaixo assiznado, consol de sua angeslade
liril.uiica na provincia de Pernambuco, ro^i a lodos
os subditos britnicos qoe no estiveren resisirados
no ditoconsulado.oqueiram as.im fazer qnantoanles.
Consulado britnico cm Pernambuco :!l de oulubro
de 18,"*.II. AoEiistiis Con per, censiil.
Illlltl 1(1 DE GRATIDAO.
O Bbaiso assignado, cavalleiro da imperial ordem
da Rusa, inda torna pela segundo vez respetosa-
mente a agradecer ao Sr. capullo de rragata.impectur
do arsenal de marinha, asna dedicada prolceco que
tem pralicado com o mesmo na qualidade de praca
da barra da escavacao.
Antonio Pedro Gonealves Rodrigues Franca.
Do envendo Cajabossii, silo na Iregoexia ilo
(.abo. rugi no dia ) do correnle um casal de es-
cravi.s. sp^hhIo^ : Rotendo, de idado 10 I", anuos,
esiaiura regular, cor prata, sen denles na frente,
barba cerrada por baixo do queixo, c he ollicial de
pedreiro ; llerculana, mulher do mesmo, idade :!()
annos, baila, secca. e com ar carrancudo, sendo cor
de tainca. Esle escravos pertenceram a D. Thercza
do Carino Prudente, de Santo AntlO, e ja' f.ille.-i I .
e foram vendidos a j aballa assiana.l.i pelos herdei-
ros da raeimii, e presume-se que elles all estejam
occulloiem casa de llguem : quem os pesar leve
ao mencinnadu entceaho, que -era' recompensado
ueiierosamcnlcManuel Barbosa da Silva.
Aluga-se i propriedaJc Passngem da Itarrcta,
com gran le roqueiral, viveiros de peine, mangues, e
paslo |iara grande numero de aui :aes : na ra da
Cadeia dj Recife 11. .">:>.
I'recisa-se de am cscravo de meia idade, qne
seja fiel e sem vicio, para servir de silio e Iralameii-
lo de um cavallo : na ra da'Cadeia do Recife u.
i-, primeiro andar.
Fugiram no dia I. do correnle dous moleques
eriooles, Daosil 1 de 1-2 annos e I lien Inn. d lli ; se-
uuiram a estrada de Olinda com desliuo a Fragoso,
levando camisa de chita c calca de castor com qua-
dro. chapeo da palha cor de caf : quem os appre-
hender dirija-sea Jos l.niz Pcreira, na ra >ova
n. lli, que ijralilicara'.
Precisa-so de um criado para casi de om ho-
mem solleiro, ou aluga-se um escravo : na ra do
Ranee I n. (10.
Precisa-se alagar um sitio para um cstrangeiro
com pouca familia, com boa rasa de vitanda, jardim
e baisa de eapin para 2 ou 3 eavallos: quem iiver
diiija-se a praca do Corpo Santo 11. iS, em casa de
Rostral Kooker & Companhia.
-7-Precisa-se de urna ama para casa de pequea
lamina : ua rua da Gloria n. 35.
-- Pelojuizo de orpbios desta cidade vai a' prna
por venda a rasa de sobrada de dous andares 11. I,
na rua de Jt '-Costa, no bairro do Recife, a re-
quenmenlo da viuva inv'iitarianle. para pagamento
das dividas do seu casal, por fallecimenlo de seu ma-
rido Joaquim Jos de Figoeiredo, na aadiead a de 7
de novembro.
Em praca publica do Illm. Sr. llr. juiz dos fei-
losda fazena se bao de arrematar os bens sc'iicn-
t.'S :
Urna pequea rasa^terrea de pedra e ral no bair-
ro do Recife na rua do Forte n. 1(3 A., a qual
tem 25 palmos de frente, e 30 de fundo, nao ten
cozinha, quintal em aborto, a i-aliada om .luOODO,
perlenconto a Manoel dos Anjos:
Urna pequea casa terrea de podra e cal no bair-
ro do l'.ecife na rua do Pilar n. 30, com 20 palmos
de frcnle o .'! de fundo, cozinha dentro c piquenn
quintal murado avahada em 40(0 rs., pcrtenccnie a
Jos da Cosa.
Tina casa do pedra o cal com soiao, sita na rua
da Senzala \ elh.i n. 98 rom2 portas de frente, son-
do umadaeseada com Kio palmos de comprimenio,
e 25 de largura, lendo o sotao, 2 janellas de frcn-
le envidracadas, lendo 2 salas, 3 quartos, cozinha
dentro, com um lerraco, e 1 grande quarlo assobra-
dado que comprehende o comprimcnio da dita casa,
em mao estado, avahada em 1:500? rs., pertencen-
le a Joaquim Sousa Pinto.
Una olaria coberta de lelha srom forno de cozi-
nhar tijollos, cr, 11 70 palmos de largura e 200 de
fundo com 3 ras em chao foreiro, om bom estado,
avahada em 8008 rs., perlenccnie a Bernardo Da-
miao Franco.
A parte dosobrado de um andar na cidade de Olin-
da, na rua dos Qualro Cantos n. 16, com 28 pal-
mos de frente e 70 de fundo, cozinha fora, quintal
murado, avahada era 05370!) rs., de Joaquim C.on-
calves Bastos.
Um sobrado do 2 andares, e solio na frcsueza
de S. Jos na rua dos Marlvrios n. -10, o qual lem
cozinha no sotao, quintal grande com cacimba pro-
pria, e porlao para a rua do Caldcireir.i, perlencen-
le ao mesmo sobrado o beco que tem do lado do
norte, que se jacha capado, avahado em 8:0(10? reis,
pericnrenle aos herdeiros do l'edro Ignacio da Cu-
nda.
lima casa terrea do pedra e cal, sila na rua Im-
perial n. 68, cuja rasa lem :'. porlas de frente, 2
salas, A quartos, cozinha fora, quintal mura lo c ca-
cimba meeira em chaos proprios e so acha em bom
eilado.avaladaem 1:2(10?rs., perlenceuteaManoel
Joaquim do Souza Vianna.
Os prelondentes comparecam as 10 horas do da
' de novembro na sala das audiencias.
iO#OOOdegra-
.ficcao
<*
Fogio da rasa do abaixo assiunajo. na larde do dio
1 de abril do Borrante anuo 11111 sen escrvo rniiulo,
de nomeSeverino, de idade SO anuos, pouco mais ou
menos, altura regular, buba branca, he um pouco
calvo. Icvou calca e camisa de Icodo branca, cha-
peo de palha, fui e-cravo do Sr. Joao Tavares To-
leatino Vllarim, morador na villa do Pilar. I.adeira
drande ; julga-SS elle ler ido para esse lunar por nao
ser a primeira vez ; o dilo escravo |,.i depois do Sr.
Antonio Ricardo do Re:.. portentoroga-ee -s niio-
ridades, capllAes de campo, ou a .1 1 !]u-r prsua
que le.ulia delle noticia, o favor de :aplura-lo e lva-
lo a rua do Csbuga n. I-A. que se Ihe dar a arau-
licarao arimn marcada, c e for fora desla provincia,
se pagsro as desnezai da conduce^* d'onde elle es-
liver para esta.--JosC Frrreira dus Santos Pasto.
Precisa-'e de nina ama para lodo o servico de
urna esa de familia : na rua do llai.gel n. i. "
Aluga-se a laja da casa da rua da Aurora 11. .">',
onde f..i oficina do fallecido marelneiro llenriqoe :
quem pretender dinja-se ao Sr. Joto Piulo de l.emes
Jnior, no seu escriplono, ou casa aoaai murada,
na rua da Aurora.
Precisa-se de urna ama que Mina bem cozi-
nhar, c para fazer as Compras : u> rua do llueiiiiado
u. ;w.
Atisciilou-sc hoje um escravo do ser-
lao, pe tenecnte ao Sr. Ignacio Alachado
da Costa, morador nu Espinhanis, de ci-
me Paulo, crioulo, de 2~> anuos .le idade,
estatura regular, principiando a barbar,
vista espantada, ecomindicios deatrocar,
lene mu marca de (crida em urna das
peinas: o vestido de ceroula cotnprida,
o camisa de algodo da trra, jaqueta e
chapeo de couro. Suspeita-se que (osse
seduzido, e que esteja acoiudo em algu-
ma casa, coniia o i|ue scpioleslu : roga-
se a ludas as autoridades, capitesde cam-
po, e pessoas do |iovo, queiram appie-
Icetcdc-li) eCOnduzi-lo a'cica do Crespo,
luja h. I, de Joaquim Axevedo de A ce-
d ade, que gratiticara' generosamente.
aneiiro.
PRESOS.
Com estampiiha.
Por anuo.....r-lJo
semestre .... 19020
trimestre.....540
Aviil.so.cadanumero 130
l'ara o ultramar e Brasil,
..Revista pelas malas dos navios do vela. Os pro-
cos sao em moeda forte. As assi^natura--, pa"ar,
adianiadas, por tres mezes, pelo menos. Roga-se a
Sem ftampha.
19700
900
4S0
120
sei remanida a
carea a
Irel
e passageiros, paca cujo
im trata-se com Manoel F'rancisco da
Silva Carriro, na rua do Cali
Nao se Cundo remudo numero -ulliciciile de to-
ril.. em 1 .embica geral, lira ada la a reuniso para
o di.1 IJ le ii.ivcinl.r.i proumo, q.iaxdo se lomar..
una deliiliva delitierarao com as pessoas que so
acharen prnsate*. A leamaoler losar em et'-i
do Sr. Antonio Marques de Amorim, rua da Crat.
no relendo da 1-2. ao meio da em ionio.
Pernambuco JK de oulubro de 1K."1.
.Imorim, I ana. 1.tierra \ C.
P. Caacaaas, cidadao francs, vj i, Karopa-
Precisa-se de um.i ama que l.-nln l^slaale e
bom leite : pa;a- Rilliclcs de visita,
liravam-se c imprimem-s com pna*)S>S l.ilheles
de visita, latirs de commercio e lodos )stsjassat do
arle calisraplnca, registros, violielas quac-qaar de-
senhos, abrem-se Urinas. stasMsa, laolo a lalha oca
romo em relevo, ornamentos em ol.jeclos do oar* o
prata, haasa-as riscos lindos oriicioaes pora horda-
dos de lobyrinlho ; admilte-sc a rerasa de ojaae-
quer destes objectos 110 raso de nao Tiraren! a conla-
lo das pessoas qoe os eneoromendaretn : qoem pre-
tender dinja-se a qualquer desles logares : nobeiiro
du Recife, rua da .Madre de leo n. '._', primeiro
andar ; cm Sanio Anloiiio. na livraria cI.imici dn
paleo do Collesin 11. :> ; lias Qsm l'ontas, SSaBBaa
da quina nlronto 1 malriz nova.
1'rei 1.1-c de ama ama que compre e re/inhe.
para om homeni sulleiro : ua roa da Senzala \ elb..
11. I-tC, prineiro andar.
Alaga-ea Mas ra.i la pedra e cal. liearuc. na
p.iv.iar.io do Paca da Panilla, mu jonl* da o.oal
pa-sa o rio Cipibarilie, e\ce |iier hora, do lado da sombra, e lora da confesa Ja
nesma povoa;ao, |.or licar na l.rir. do rio. e cota **-
berba vida ; aluga-se mui em conla : a tratar a
Iravessa da rua da Concordes, penltima caso da la-
do do norle, anles de chesar a casa de .lelear.,,,, .1
qualquer l.ora do dia.
I)a-se HiKlcOIK) a juro rom lap .'beca em olao-
111 1 casa ni -la cidade, e mesmo por partes roo* pe-
nhores, e para dcsemecnliar oulros : na botica 4*
rua do l.ivranicnlo 11. 22. se dir quem da.
A pessoa que anniinrinu querer dar a qaaali.
de IcIMKhUiNI a premio, pode procurar na risada
Praia, serrara n. (S, qua se dir' nem |*deo4c
fazer -cine liante negocio.
O ali.iixo assignado, agente de Ici-
les, paca o <|ite acaba de tiiar titulo no
mentissimo Tribunal do Commcrao, of-
ferece ao ccspeilavel pultlico e especial-
mente ao corpo de commercio desla ci-
dade seu prestimo, alliancando-lbr que
nao poupara" estoicos para desemitcnhar
seu ollicio, nchaudo-sc sempre prometi
no sen nrcnazem, nca da t'-adea n. ".
Jos Mara Pestaa.
COMP*WIIIA PEKNAllaTCANA.
Os Srs. que sobscreveram novas acjoes deata coan-
i. n)ii,i alo convidados a entrar c.m a piimsine are- -
laeaa de : por cenia no praso de 311 dus : a* 0-
cnplono do Sr. Antonio Marques de Amorim. roa
da Craa Recife IS de oulobro de IK.11>.Manoel
Alves liucrra, secretario inCerino.
Na rua do lloeimado n. I, dearia-so fallar
com os credores da evlincla firma de Silveira A Ker-
rera.
Permuta-se o arrendamenlo do sobrado de am
andar e solao, silo na Iravessa da Cniwordia a. ...
com coromodns pura urna grande familia, orado
seu alocoel iltt-Ollil mensaes, por urna casa terrea nao
(euba :i qaarlos, -ndo esla lias roas dos Marlvrtr.
liarlas, llireila. paleo do I'.armo. Cambaa do mesa*.
pateo da Ribeira. ma do Satans, Florentina, paleo
de S. Pedro : a pessoa qoe qmirr, dirija-se ao aae*-
mo sobrado, que achara' com quem CraCar.
Preris.i-sc de nina pcsmia que seja fiel, para
comprar o arraujo de ama casa de pouca familia : a
fallar na nu Vaina u. 123.
Sor vetes
Na roa do trapiche Nova n. 12. 1... orvetes lods-.
OK dias, das II a I hora da manl.., o da> 1. I2 as
da ncite.
Alii.'.i-e a loj.i do .lirado silo na roa .1 Ro-
sario 11. 21 ; as pesias que a prrCcnderea queiram
diliKir-ae a rica da l'.amboa do Carino a. te.
Olicrecii-se um rapaz >lleiro. i-cmi. da suar-
da 11.10.mal, o qual sabe fallar e naansa* o Irancc/.
com pralica de negocio, para caiieiro de caa laa
de cominercin, e da dador de ua conduela : q-H-m
precisar, dirija-se ao alerro da Boa-Visla 11. 17. -la-
brado.
Precisa-se de uro caiieiro que lenha pralica le
taberna, ou mesmo sem ella, pre fe rindo se das lli-
niameiila chanadas : ua rua de San-Krancisco alan-
do Novo) n. (iiS.
~ O padre Jnae (.unes de Saol'Anna Marrrra
avisa o publico que desde o dia .'1 de seleiuern ullim*
comecou a assiguar-se Joao liomes da Silveiro Mar
rasa.
\ eude- vnder agua, com boi uu -,-m elle : na raa .lo- l'.ie-
casa do Sr. Manoel loaquim Carneiro Leal.
Precisa-sc de um bom criada para am caval-
leiro, que seja eopeiro e seiba Iralar do. rm>iarraii-
jos de urna casa : a Iralar na earriplorio de Ranaca
A Caslro. rus da Cadeia do Herir n. I.
-- Traspassa-sc a quem quiter, pela peer ,1a
:lmWKIO, dous annos e sele meres de engajamraio
de una preta que se liberloo ram esta coinii-..... ,
teas servicos sao, boa lavadeira, rnziuheira, vende-
lora, e fai lodos os servidos de orna casa ; he maca
e sadia : quem precisar annunrie por ole Ulan..".
Precisa-sc de om feilor pan um sitio perla 4a
praca : quem esliver ueste caso, dirija-sa a raa da
Collesio, botica de C.\ priaoo l.uir. da Par.
Preeisa-se de um feilor porlacaei para um en-
senho na provincia da Paraluba, preferindo-s aal-
leiro : quem cslivcr nr-das circumslancia. naHSee
ao paleo do Terco n. 16.
A pessoa que quer Irasruvar na serviros de
ana prela lil.-ra pelo lempo qne Ihe falla para pe-
gaaeaSe de IUSItismi. procure na roa da Scnnl \c.
Iba n. 70, segundo andar.
O abado assignado roga ao Sr. Amonio pa-
lista Vieira, que morn na rua da Mangaetra. .la
fregaeaia do Poro da P.mell.i, que tenha a -rSrta
de vir ou mandar ua taberna do Poro, a iif _-..-i.. nac
11.10 11 nura.
Joaquim Ignacio da Osla.
I AO PlBLIiiO.
^ No arma/em de fazendas baratas, rua du
S Collesio n." 2,
vende-sn um completo sortimenio de fa-
sendas finas e ;rossas, por mais barata 14
^ precos do que em outra qualquer parte, I
j| unto em potcocs romo a rculho, affian- I
g cando-se aos compradores um s preco t
^ para todos: este eslabelerimonto abrio-se
js de combinaban com a maior parle das ea-
jgg sas commcrciaes in^le/as, francesas, alle-
J| mos e suissas, para vender tascadas mais
|g em conla do que se lem vendido, e por sto
| ollerecem elle cnaiores vanlagens do que
oulro qualquer; o proprietsrio deste im-
^ prtame esiabeleciraento ron vida i lodos
S os seus piricios, e ao publico em peral,
para que vunham (s bem dos seus inie-
^ resses) comprar fasendas baratas: no ar-
mazem da rua do Collesio n. 2, deAn-
3$ tonio Luis dos Santos & Kolita.
R(K I.AI rKl.lr.l R. *^
O hiiVo autorizado por drr,.,',o do contelhn real t
derreto imperial.
Os mcilicnsdos hospilacs recomcnccidam a
arrobe de Lallectcur, rumo .-eiulo niinnn
autoriaasio pelo governo e pela real socicda-
dc de medicina. Este mcdicamcccto de um
goslo agradavel c fcil a lomar cm accitln,
esla cm uso na marinli.i real desde mai-, da
11.linios ; cura radicalmente cm pouco lem-
po tone pouca despeza, sem mercurio, al-
recces da peile, impin-ens, as coccscqncn-
ccas das sarnas, uleccas e os acri.Ionio d..
partos,da dada critsai c di arrimoma hc-
redilaria uns lincnoii-s; eOBVesa nW OtM
rtaos, a besiga, as contraaseAcs a a inaannaa
dos o:g5i)s, procedida do asi wo das cajac-
coes ou da sondas, lomo siili srphilnlstii,
o arrobe cura cm pomo leiapo o Ilusos re-
centes ou rvlieldes, 1,11c ulv ni iucesaanti->
em conseqoeiicis do enpreco da eanaRiba,
da cubaba ou das in |uo repiocntem
secundo andar, ou com o capitcio Manoel
Jos Itilicico, 1 bordo.
fuaH.'
o viricscni neutralisa iit:- .U arrobe lafTii -
Prcc1s.1-.se p,i>.. i..na casa estraiipei- c"r ''I tsl,wia;i'!t:' taM&ammfmU vm-
ti.i as docacas inveterada* nu reJsaasV
mercjirio c ao iodorcio de |m.1.ismo.--Lisboa.
--Vende->e ua botica de l'.arral Je Antoino
Feliciano Alvos de A/eved... SnaSja de l>. l'e-
dro n. S, onde aral.i de rhegar urna grau-
ooporcBode gamtaa grasan ua e aaaaHs
Viudas di clmente de Pars, de caca do din
"o> vean-I alfei teur I2,iua i.icliclieu a Pars.
0s l'oc iniilarios d.io-sc gratis cm casa do a-
gente Silva, na piara du I. Pedro 11. a.
rade um coxinlieiro Iwin, de nina costil
reir, de um eitor, de urna engoinma-
deira e de urna preta, paia o serviea de
casa : a tratar na na do Crespo, noes-
criptoro da companhia da estrada de
liel I /' '
._ Ierro.
cipo n. I c.
Precisa-se de. um preio pars una casa csiran-
leira, que seja bel < n.V. lenha vicios, paga-sa bem .
a Iralar na rua do forres p, :s.
Porto,, J0,u.m Aiaujo ; llalli., tinga - A 4
i
- Precisa-se de um nmlcque da< 3 as i horas da :'"""'; **.
larde: quem quiser uluSar d.rija-se ., rua .Nova nu- ""> l'ori.aililiuco, Soum ; Rio de Janeiro,
mero ..2. Itorli. A hlhos; e lloreira, lo,, de drogas
P.Al Ro-orl eonl Precisa-se de coslnreiras : na loja de alfaiatc,, ) lla ova, Joao l'ereirs de Macales l*ilc -
encano'rua Nova, esquina da ponte. I R,0 Gr.inde, t nnciheo de Paula UuIqZ
MUTILADO


OiRiQ DE P-lllIBUCO SEGN A IM*A 3 H nn\ DEPOSITO DE L1YR0S E BOTICAS HOMEOPTICAS^
rjat
00
mU To------------------------------_w^.w~w
Q Dr. P. A. Lobo MOHOSO, tendo de fazer urna viagem deixa a sua botica sol. a
direcgSo de pessoa habilitada e de inleira probidade, e um deposito na loja de livros do Sr.
Manoel Nogueira deSouza na ra do Crespo, sobrado novo do Sr. Magalhes Bastos
PREgos fixos.
Botica de 12 tubos grandes. 10/000
Dita de 2* ... 15;000
Dita de 36 ... 205000
Dita de 48 ... 255000
Dita de 60 ... 30sO0O
Manual de medicina homeopathica do Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina........
Medicina domestica doPr. Henry.........
Trata ment do cholera morbus.
Repertorio do Dr. Mello Moraes.
20.j00o
101000
2/000
6|000
Alogam-se 4 prelos para o servido Je arma-1
um de asacar : qoem os tiver dirija-se a roa de |
Apollo, armazem 11. 1 A, que se pagara' geoerosa-
mente.
^0 Rvm. Sr. Joaquim Jos de Faria,
que morou ou mora na Boa-Viagem,
tem urna carta na livraria ns. 6 e 8, da
praca da Independencia.
O Sr. tii6Sonreiro da?
loteras manda fazer pu-
blico, que estilo expostos
a venda, na thesouraria
das loteras, na ra da
Aurora n. !6 das 9 as 5 da
tarde,os bi Hiciese nir ios. da
priuieira parte da prime i-
ra lotera de S. Miguel de
Barreiros. cujas rodas an-
daiu iiodia8deuovrtubro,
e logo que se publiquem
as-listas, se pagara os pre-
mios incontinente,a ex-j
cepcao dos dous premios
grandes, que sao pagos lo-
go, no salao da extracco,
no convento de Nossa Sen-
hora do Carino.
O esc vao das loteras,
los .'anuario Alves da
Maia.
Alugam-se escravos coslumados ao carrelo de
sssucara '1000, dias uleis, a--nn cbmo gente^forra :
lambn se recebem raensalmtnle, dando-ae comida
e casa para licar : na ra da Seuzala Velha D. 70,
segundo andar.
omptm.
Ensioa-se a pilolageo Iheorica-pralio, o cur- i ___(\ iM. p,.(|in di> Atlvivdi I r.kr \lr>
so malhemalico e Trancez, conlas par. o commercio: V j AU''l.vllc Loho 0!-
a tratar u.i roa do Nogueia n. 7. i eozo, tentto tnuito breve de taz.er urna via-
&@&@@&&^@l&c,n' r%'a 'iuvm sejuljar sen c-redor o
M-Y.Kl. '.IKMTi obsequio de apresehtar suas con tas ateo
Lll 1101A f HVALL/., gb, | dia 10 de novembro futuro, e espera que
Paulo Gaignoox, de valla da soa viagem ^ I os que lliedevem, tenham a bondade de
4fp^iro'.nda'rraat0 poo. r p'r.cor.: I nda,-ll,e pagar ate esse d,a, pelo que
I do a qualquer hora. $& I Ins licara multo agradecido.
Grande e assea-
do collegio em
Lisboa,
para meninas, internas c externas, cuja
educaciio, prendas e mais vantagens, se
ODr: Ribciroe salamiia^ar Pderi0 avalif' em presentidos estatu-
m no vapor lguarass ate o Cea- gft |tos.'!" se acham na ra do Crespo loja
m *. e pede a seus amigos o des- l"' a "j CS<,,"ni' <|Ue V0,ti' P* a
culpem de nao se despedir pesso- I ""* Cadeia'
ig& almente, pela rapidez de sua via- "? ^\"5 mi O T J%i
&em- si MJ\J J. JClJCvl.
C01PAMIIA DE SEGtROS MARTI-
MOS E TERRESTRES.
CAPITAL l,000:000s000.
A companhia tem soa senda no escritorio de
viuya Aruorim j Fillio, roa da Cruz n. 45, onde
aceita lodat as propostas de seguras de riscos e for-
tuna do mar.
% J. JANE, DENTISTA, S
0 contina a residir oa ra Nova u. 19, priraei- 0
Sj ro andar. m
5
SEGURIDADE.
Compaithia de seguros tn.i-
rilimos, esiabelecida no
Rio de Janeiro.
Capital mil con tos de reis.
(lllernce ao commercio vanlagens que nenhuma '
iulra compauhia tem feilo al agora. Aceilam-se |
propostas de seguro no escripturio de Isaac, Curio i
Compauhia, agentes da companhia, ra da Craz
n. 49.
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia A11 anee.
Eslahelecida cm Londres, em margo de 182-4.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Rrothers & C, tem a honra de in-1
formar aos Srs. negociantes, proprielarios de casas,
ea quero, mais convier que esto plenamente au-
..orisados pela dita companhia para eneetuar segu-
ros sobre edificios do tijolo e pedra, cobertos de;
tlha e igualmente sobre os objectos que contivorcm I
os mesmos edificios quer consista em mobilia ou
em fazendas de qualquer qualidade.
O abaiio assignado fa. scienle aos Jllms. Srs.
de eogenhos e mais pessoas que negocian) com assu-
ear, remettendo-o para esta praca, que se .cha ha-
bilitado em receber poi commiisao dito genero, e
espera da seus patricios e migoi, e de q uanlos de
seu presumo sequeiram utilisar, as remetsasdeseus
assucares, prometiendo n mesrao abaixo assignado
exercer lodo o zelo e actividade que Ihe sao nata-
raes, envidando lodo o esfurc,o possivel as fanc^es'
da liquidada apuradlo de dito genero, como bem o
lem demonstrado. As pessoas cujas remes-as exce-
derem de 10:0008 por safra, smenle pagaro 2 0|0
de comtuissilo, sendo 3 (i|ii as demais como he costu-
uie ; e para lo la- se obriga o mesmo aluno assigna-
do a toda equalquer compra de objectos sem como
miiitos tirar porcenlagem. Kecife, ra Direita, pri-
meiro andar n. '.1.1.
Francisco seraphico de Assis Vasconcellos.
J 10 DA SILVA RAMOS.
MEDICO PELA UN1VERSIDADE DE
C01MBRA,
contina a receber em sua casa na ra do Cabuga n.
10, das 8 as 10 horas da manhaa, e das 3 as ."> da
larde, as pessoas que o queiram consallar : bem co-
mo ae presta a sabir com a j reconheeida promp-
lidao, a visitar qualquer enlermo, a (oda a hora do
dia ou da noitt, quer dentro quer fura da cidade.
l'recisa-se alagar seis prelos para armazem de
assuear : quem tiver t quizer alagar, dirija-se a roa
de Apollo, armazem u. 40, que encontrar coro
quem tratar.
ALMIARAS. RAPAZEADA!
II".i nova (euho a dar ;
Esle sol que vos abraza
Vai-se em gelo transformar.
I.a' do I'lo, onde os Lapes
Viem o. (oca enfamados,
Chegoo neclar que refresca
Vossos labias dessteados.
E o Snares, que jurou guerra
Ao fogo, ao sol, ao calor,
Com gelo, ananaz e oulras
Mitigara' vusso ardor.
Junio ao beern do Knsario
Ide, pois, e encontrareis
Ser verdade o que vos coulo :
Boro cobre la' deixareis.
Vaccina.
O Dr. Joaquim d'Aquino Fonseca jul-
ga conveniente declarar, que vaccinara' as
pessoas que comparecerem na casa de sua
residencia, mesmo quando sejam de guar-
da os dias designados para isto, e roga as
que lorem vaccinadas que nao dei\em de
voltar nesses dias; porquanto s se pode
entretera innocularao vaccinicasendo ase-
mente passada de um a outro individuo, e
para que isto tenha lugar torna-se indis-
pensavel quecomparecam; ale'm de que,
podendo ser confundida com a falsa vacci-
na a verdadeira, por aqttelles que as nao
sabem distinguir, so voltando conliecer-
se-ha se estao preservados da varila.
l'recisa-se de urna lavadeira que se-
ja boa, nao demore a roupa no rio e d
fiador a sua conduta: na praca da lmlc-
pendencia livtaria ns. e 8.
@@ @-3
.-.3 O Ur. Laeano X.vier l'ereira de Brilo ^
^. (medico), faz scieute aos seas amigos e ao f.
W9 respeiluxel publico, qoo regressando de soa
5^ viagam, coulioaa a residir no aierro da S
gi Boa-Visla o. i5, no segando terceiro an- xjis
w dar, aonde seinprc o encoulraro promplo W
V3 aos myfleres de sua profisio. @
Almanak da provincia.
Estando-se confeccionando o almanak
da provincia, roga-se a todas as pessoas
que costumam nelle ser incididas, e que o
nao estiverem, ott liouver aigmu erro,
queman mandar levar a livraria numero
I) e 8 da ft'acada lodepeodeacia, a emen-
da, assim como pede-se aos senliorcs de
eiigenlios, se dignem mandar igualmen-
te as transferencias a mesma livraria.
L'm moco baUlilada com|ielenlemeule, olTerc-
ce-so para aixeiro de cobranza, d;i coiiheriineiit" de
sua pessoa, e mesmo uina lianra se for preciso :
quem prcteniler'annuunif.
Aluga-se um sitio o mais perlo possivell desla
praea, que tenha capim todo annu, qua possaisusleu-
lar de 10 a 20 buis : tratar na ra da Senzila Ve-
Nalojadaboaf
vende-se o mais liarato que he possivel :
chales lisos de merino muito tino com fran-
jas .le seda a SMOO, ditos dito lisos de listas
de seda a *#, lencos de cambraia mu i lo fina
com luco de linho a 19200, ditos de cambraia
htancos com barra de cor a 240 rs.. mantas
de seda para grvala a 1?, peilos para cami-
sas, brancos e de cores a 400 rs., fil de li-
nho bordado a 19980 a vara, dito de dito liso
a 880 rs., camisas de riscado finas e muito
bem felas a 1500, alpaca de seda de muitos
bonitos padroes para vestidos a 640 rs o cu-
vado, luvasdeseda para hornera e sonhora a
l/o par, ditas de pellica para senhora a 1/,
ditas de lio de Escocia para homem a 400, di-
tas de dito para meninos a 320 rs., Inicias
pretas de seda para senhora a 39 o par. ditas
ditas de laia para padre a 1.-600, ditas bran-
cas muito linas para senhora a 240 c 320 rs.,
ditas pretas de algodao para senhora a 400rs.
ditas de algodao cru para liumcni a 200 rs, ,
alum disto muitas fazendas que se vendem
muito barato, e que a vista dos precos os se-
nhores compradores nao deixarao de com-
prar : na bem conhecida loja da boa fe, oa
ra do Queimado n. 22.
A boa
Vende barato
Compra-se ama pequea cas. Ierren, em Olin-
da, com quintal e cacimba, e que seja murado-
quem liver, dirija-se a ra da Horenliua u. 12.
Compram-se apolices da Idivida provincial,
na ra das Flores n. 37 !. andar.
Compram-se bois de rambilo, fortes e gordos
na roa da Senzala Velha n. 70, segundo andar.
Compra-se nro sellira em bom estado para jion.
lana de senhora : na ra da Cruz u. 21. terceiro
andar.
Comprase um colijo e nm ou dous (ravessei-
ms de vento, inglezes, novos oa asados: quem li-
ver e qnizer vender, dirija-se a ra do Torres o.
38, segundo andar.
Compra-se eireclivamente.lalao.bronze e cobre
vclho : no deposito da fundieao da Aurora, na ru-
do Brum, logo na entrada n. 28,e na mesma fundi
cao, em Santo Amaro.
TRAPOS.
Ha ra Imperial, casa n. 179, compra-se toda a
qualidade de trapos a 500 rs. a arroba.
Duzias de tezouras para costura a
Ditas inuilo linas e grandes a
Pecinosa de bieos estreitos a
Caixinbas com agulhas francesas a
Caixas com linhas de marcar a
Braceletes encarnados para senboras a
Meias brancas finas para senhora a
Meadas de linbas finas para bordara
Grana de botosa madreperola finos a
Grozas de boloes finos de osso para caigas a
Fivclasdouradas para calcas e Heles a
Penles linos para alizar cabellos a
Pecas dedilas de linho com o varas a
Caxinhas com clcheles francezes a
Carriteis de linha fina de 200 jardas a
Macinbos de -10 grampas muito boas a
Suspensorios para hoiiiem e menino a
Duzias de torcidas para candieiro a
Carteiras finas para algibeira a
Caetas para pennas de ac a
Meias brancas e cruas para homem a
Trancinhas de laa de caraces pega a
Ouzias de pentes de caifa para alizar a
Croza de boloes de louja pintados a
Pecas de filas de cor com 10 varas a
Carriteis de linha autor Alexandre a
Meadinhas de linha preta muito boa
Cartas de alfinetcs com 25 penles a
Ouzias de penles abertos para alar ca-
bellos a
Meias brancas c de cores para meni-
nos a
Grozas de ivellas para sapatosa
Caixinbas de pao com palitos de fogo a
Castoos para bengalas a
Sapatinhos de laa para criancas a
Traocelins pretospara relogios a
Escovinhas finas para denles a
Caixinhas eom grampos a
Babado aberto de linho varas a
Dito bordado muito bonito vara a
Caixinbas para guardar phospboros a
Carteiras com agulhas a
Caxinhas com obrejas de colla a
Escovinhas para liropar penles a
Agulheiros muito bonitos a
Pecas de litas largas lavradas com 11
varas a
Libsas de linha pela e de cor a
Libras de linha fina n. 100 e 120 a
Duzias de caixas de chifre para rap a
Majos de palitos para denlesa
Alni d ludo isto outras mtiilissimas miudezas
que se vendem muito mais barato do que em outra
qualquer parte : na ra do Queimado na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa foma n. 33.
J\a laja da boa le
vende-se tao barato que admira : panno fi-
ncazul a3#o covado, dito dito preto supe-
rior a 35300, casemira preta fina a 29, bom-
bazina preta muito lina ou lapim, proprio
para balmas a 1^280, sarja preta hespanho-
la a 19800, setini preto macan a 27600, can-
tao muito lino, uzeada preta superior pro-
pria para vestido de luto a 960, alpaca de se-
da de cor para palito a 640 rs ricos cortes
de gorguroes de seda para colleles a 99500,
palitos pretos muito bem feitos a 40, dilos
de bnm pardo de puro linho a 39300. leucos
pretos de grosdenaplea 2?, e outras muiUs
lazendasquese vendem por precos tao di-
minutos que ninguem deixara de comprar,
na ra do Queimado n. 22, na bem conheci-
da loja da boa fe.
18000
19200
660
liO
280
200
240
100
(iOO
2S0
120
300
60
60
SO
60
10
80
600
20e4n
160 e 200
80
800
240
320 e 360
40
20
140
25200
240 e 320
560
20
40
300
140
120
160
120e 140
200
160
320
160
320
200
29500
19200
28000
720
100
enfria*.
Vendem-se garrafas de champagne
va/.ias, assitn como garraf/.es vazios : no
armazem da ra da Cruz n. 11.
. ." ,Vende-se um Misas He easa na estrada dos
Allliclos, com um quiotal com frucleiras.
Vendem-se 6 escravas de idade de 18 a 30 an-
nos, e I prelo carpioleiro: na ra Direita n. 3.
| colutorio \mmn-
1 nuco. %
% DO DR. CASANOVA, Z
$$ 28 ra das Cruzas 28. Z
^ Neste consallorio ha sempre para vender 5
. os mais acreditados medicamento, hom.ro- <*
W patneos de CATELI.AN c UYEBBB, tanto O
^3 em tintura., como em lbulos, e o mais "
h ?-m eonla posivel.
i
m
S3
Urna botica de 12 tubos (3 K-i e 109000
de 21 o Kb, 12} e 158000
de 36 1.V- Ih? e 309000
sh de 18 ,, 189 225 c 2590UO
W ,. de 60 223 253 e 308000
& lobos avulsos 500, 800, < 1?(KK).
^ 1 onra de tintura I escollier 2>HI0.
Jg Consultas todos os dias gratis para os do-
ff l.rcs. g
BAC4LH40 DE ESCAMA.
Vende-se a do/.e mil res a barrica : no
caes da allandega, armazem de Paula
Lopes.
ratm
@
Mu n. 70, segundo andar.
1
Attenco
6
V.| >a ra do Trapiche n. ."i, lia %
5s *?Pcri?t raP Princeza lo liras".I, #
*J cliegado recentemenle do Hio de f&
B Janeiro, em qualidade poucodif- fi
*i do dc Lisl)0a. ao passo que 5
g costa apenas l.siOO a libra ; a elle 2
antes que acibe, pois a remessa %
-;.: lie pequea. 2a
Vendem-se sellins com pertenecs,
.'atente inglez e da mclhor qualida-
de que lem viudo a este mercado :
no armazem de Adamson llowic
4C, ra do Trapiche n. 42.
YARANDAS E GRADES.
Um lindo c variado sorlimeuto de roodel-
los para varandas e gradarlas de gosto mo-
dernsimo : na fundieao da Aurora em San-
to Amaro, e no deposito da mesma na ra
do Brum.
Vendem-se dous pianos forles de Jacaranda,
construojo verticalecom todos o melhoramentos
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio da
Hamburgo: na ra da Cadeia armazem n. 8,
KA LOJA DA BOA FE
yende-se muito barato cortes de calca de
bonitas casemiras de algodao a 1/120, ditos
de fustao para collete a 600 rs.brim tranca-
do branco de puro linho a 1/440 rs. a vara
dito dito de cor dem a 800 rs., dito dito par-
do dem a 560 rs., dito de quadrinbos miu-
dos a 200 rs. o covado. madapolao fino n. 6
a 4/ a peca, algodSo de listras a 160 rs. o
covado, chales de algodao; .ie bonitos pa-
drees a 800 rs., ganga amarella lranci-za de
quadros, dc Ostra e lisa a 320 rs. o covado,
e outras muitas fazendas que se vendem por
muito menos que. em outra parte : na ra
do Queimado n. 22, na bom conhecida loja
da boa le, defroulo da loja de miudezas da
boa fama.
RIA DA CRUZ N. 51.
Antonio Barbn de llarros faz scienle ao publico
que mudou a sua sala de barbear da easa o. 68 da
ra da Cruz para a de n. 51 da mesma ra ; na mes-
ma sata e achain as mais modernas bichas de Ham-
Dorso, que se vendem aos centos e a relalho, ealu-
gam-se, tudo mais barato do que em oalra parle.
Vende-se superior linha de alodao branca e
2! ''""I, "Tu0- P,ra C0",ar8 : m cas de
Soathtll Mador & GompaaHa, ra do Torres o. 38.
Com toda cer-
teza.
nm novo sornmento de bichas de llambur^o, pelo
vapor que passou para o sul, po, im avi,a-,e .o,
re ueies que cudem-se aos ceios e alugam-se por
menos prcc;o do que em outra parle. P
l'o's sao boas, os Tregeles
IMo de goslar; e muito mais
(oslarei eu se lodos os dias singar.
Sao grandes de admirar,
E para agradar os freguezes
O caiieiro vai bolar.
Logo recebe o dinheiro,
O palrao nao quer liado,
Ja passou ordem ao caiieiro.
l\a loja das seis
portas
Em frente do Livraiueoto
Lencos de seda para pesconi dc senboras a dez las-
loes, chales de merm de ludas as cores a quatro mil
e quuilienlos, chales escurus a duas pataca, chales
de cassa adamascados a sello, riscados francezes de
bonitos padres para vestidos a dous tusloes o cova-
do, chalv de llores a duas patacas, e outras muitas
fazendas que quer trocar por sedulas. seudo os precos
os mais commodos que he possivel, a dinlieiro i
vista.
Na loja das seis
portas
Etii frente do Livramento.
Alpaca de quadros para vestidos de senhoras a
ion viatens o covado, casas ttcoeazas a doxa vlo-
leus o covado, cortes de cassa com sete varas a qua-
Iro patacas e meia o corle, madapolf.es rom loque de
avana a dous mil equinlienlos a Iris mil reis, dulas
e riscados a qualro mil rcisa peca, riscado trancado
par roupa de escravus a seis vinlens o covado, e
mullas oulras fazendas que se quercio acabar antes
de (esta ; approveitem que a oecasiao he favoravel
pura se eurouparein com pouco dinheiro.
Superior cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa : no
armazem de Novaes & C, ra da Uadie
de Deosn. 12, por preco commodo.
Aterro dn Boa-Vista n. 00,
nova loja de (aran &
SILVA.
Nesla loja vendem-se por menos preco do que em
qualquer oulra parle, as se^uinte fazendas : asseve-
rando-se que sao das ltimamente chegadas ao mer-
cado. Corles de fustao acolrhoado, e hrins de linho
puro para calcas, cada um 2*500, superiores hrela-
ubas de linho, cada poja de ti varas por 39300, mel-
poraene para vottidot, a outras muitas fdzendas fi-
nas voutade do comprador, ludas estas fazendas
(rucam-su por dinheiro.
DEPOSITO DA FABRICA
industria Pernambucana,
RA DO CRESPO N. J.
A fabrica dc sabao e velas do carnauba, es-
iabelecida na ra do lirum, tem estabele-
cido um deposito na ra do Crespo n. !, pa-
ra abi nicamente dar extracejo aos seus
productos, proporcionando assitn a maior
commodidade aos consumidores. As velas
manufacturadas nesta fabrica, offerecem as
vantagens seguintes: sao taitas com a car-
nauba simples purificada pelo meio do va-
por, sao inodoras e bellas na apparencia,
queimam com igualdede e nao esborram, e
n3o fazem muri-ao e dao mais luz o mais cla-
ra do que as velas stearinasou de qualquer
composicao, e que se vnndem no mercado.
Fabricam-se de 6, de 7 e de 10 em libra, ven-
dendo-se em caixas que contem 1!2, 224 ou
32 velas cada urna pelo preco de 13/.
O sabao he branco, as malcras primas
de que he fabricado sao simples e inofensi-
vas, o cheiro quedeixa na roupa heagrada-
vcl; rivalisa com o melhor sabao hespanhol
e he superior ao sabio americano, que se
vende no mercado a 240 rs. a libra.
Vende-so igualmente em caixas de arroba
e a preco de 160 rs. cada libra.
Os incrdulos comprando reconhecerao
por experiencia a veracidade do une sean- ,. cl"-s''enrose loalhasde labvriniho. assen-
uuucia. H 'aii0 *ro lina cambraia dc linho : na roa Ha fru n
Fazendas boas e baratas.
Na toja do baraleiro da ra da Cadeia do Kecife
n. 30, defronte da ra da Madre de Ueos, acharao os
fre,;ueze buin sorliineiilo de fazendas de boas qoa-
lidades, que a dinheiro a' visla se vendem por bara-
tsimo preco, lauto em atacado como a relalhu, ha-
Vaodo entre minio vanedade boas chita do cores (i-
x.is de diverso* padroes. o covado a KiO, ISO 200, a
a peca 69, 69300, 6>800 e 7s, corlea de cassa de co-
re* bonitos padroes, que nao desnotam, com 7 varas,
gelo diminuto preco de 1; das francesas modernas, o covado a 2111, 280, 300,
320 e OU, eas*as francezas de cores a .">t0 a vara,
ditas em corles de 12 e 13 varas minio linas com
fazenda para vestido e para folho, desenhos dilleren-
tes, pelo barato preco de 8o, cortes dc aodelinade
seda cor .le rosa e azul com fazenda para refego e
folho a 1490154, cortes de sedas escocesas larcas de
bonitos uoslos a 2N;, grosdenaple prelo superior pa-
ra vestido a 25 e 23200 o covado, chales de merin
lino sem barra com franja de rclroz a 53."> chalv rom barr assetiua.U a (isOO.Idilos de merino
bordados de cores a 8?, ditos muito linos bordados de
um so cor a 93, e alem dulas outras muila- rasca-
das, que como cima Tica dito, se vendem baratas;
do-se amostras, e aloja tila .iberia de uoile.
Vende-se o titio comeasade sobradodofalle"
cido George KeDworlrn. noluaar.de S.Jos do Man"
guinho, com arvorednsde fructo e mais bemfeitoria
que nelle se aciam, seudo as trras do referidositio
propnas : quem o pretender procure em casa de Sa-
muel f. Johnslou i Compauhia.rua da Scniala No-
va u. 42.
AGENCIA
Da fundiQo Low-Moor, ruadaSenzala-No-
va n. 42.
Nesteastabelecimenlocontiniaahaver um com-
pleto sortimenio da moendas e aieias moendas
para en/jenho, machinas de vapor e tainas de
ferro balido e coado de todos os tamanhosnara
dito. e
Lencos de cam-
braia de linho
e 640
A verdadeira gracha ingleza n. 97,
em l> rricas de 15 duzias de |K>tes: em ca-
sa de James Crahlree dt C-, ra da Cruz
n. 12.
Attenco.
A
Na ra do Crespo
Esquina a voltar
Para a ra da Cadeia
Muito lia que admirar.
Vendem-se colchas brancas adamascadas a ."igOOO
cada urna, panniuho preto e de cor a 1211 o covado
cortesde calca de caemira de cor a is e ">;, ditos da
casemira prela eofeslada a 43800, dilos de dita frau-
caza superior a 65">00, dilos muito superiores a 8?,
ditos de bnm amarello e pardo de puro linho a
19600. ditos escures de quadros a 1/400, ditos de
gangaamirellaa 19200, cortesde cassa chita coro 7
varas a 1;j00. cobertores escuros e brancos a 800 r.,
riscado escuro Isrgo e muito eororpado a IliOo co-
vado, l.i.i/iulia de quadros propria para vestidos
4 iO o covado, e outras muilas (alendas por preco
commodos.
Vende-se um excellente carro de
quatro rodas com urna das mclhores pa-
relbas que aqu lia : na eoeheira do Sr.
Adolplio Bourgois, ra Novan. 61.
A 320, 400, 500,
cada um.
v.,a e- curas maravilhosas pela leilura
vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina que dos peridicos que Ih'as relatam todos os
volla para a ra da Cadeia. das ha muiros mniu u. ,:._____1_.
volla para a ra da Cadeia.
I-ABYRINTHOS.
Ufa loja das seis
portas
Etii lente do Livramento
Corles de cassa pialados com sele varas a ciico
patacas, cambraia lisa com oilo varas, curtes que dao
para dous e Ires babada* 1 tres mil reis, lencos de
relroz francezrs a dei tustes cada um, lencos'da se-
da para pescoco de senhora a dez lustes, lencos de
garfa o melhor que tem no mercado a dous mil reis,
lencos para m.lo de senhora com bico largo a dez
lustes : de tudo se d amostra, levaudo penhor que
cubra o valor do que se quer trazer.
Luvas de pellica muito novas para ho-
mem esenhora, o par a 1'2S0
na ra do Queimado na bem condecida lujo dt miu-
dezas da boa fama n. 33.
Cemento .
Vcnde-se cemento novo, em barricas a meias bar-
ricas, e a rrtalho. por preco mullo cm conla : ua ra
da Cadeia de Santa Antonio n. 17.
Xa loja das seis
tas.
Em frente do Livrumenlo.
Manauilos bordados com recorle a dez tusldes, ca-
misas para senhora bordadas a dous mil reis, colla-
nniios para senhora a pataca, e bordados a dez los-
lues, camisas de cambraia a cinco patacas, eventaes
para meninas a dez lustes, lid. prelo para camisus
eenieiies de senboras a quatro patacas a vara, fil
i Vino''S0,.8 lardado, e outras muitas fazendas dt
HS' "'','' ,,ah seda, pur prosea que agradara ao
comprador. B
MUTA ATTENCO'.
vendem-se inaDtiubas de seda para pescoco de
seniiorac meninas, muito barata.: na loja de M.
rerraira de Su, ua ra da Cadeia do Kecife, esquina
que volla para a Madre de Ueos.
Nares da Cruz a. 10, casa dc Henr. Brean &
Companhia, vendem-se barricas com cenieulo.
VASfiS E ESTATUAS
\ endem-se vasos a eslataas de loaos, proprios
para jardim ou catacumbas : na ra do Amorm. ar-
mazem n. 4-1.
IM VESTIDO 1>0R S|00O.
d.Mln0aaf0^!.|1,e,o."or,i,n,"l0de C(,rles dc veslido
de ch la de dillerenles padroes, cores lixas, pelo di-
minuto preco dt 2 cada corte : ua loja de 1 portas,
na ra do Oueimado n. 10.
mTj?S casa df ll*nr. llruun V Companhia, na
ra da Cruz ... 10, vende-se cognac em aixinhasde
. ..imhraia dc linho : na roa da Cruz o.
31, primeiro andar.
Attencoac barateiro.
vender alem de muilas leseada, que .m parrafea mente "' roraro<;UradascornPh3U.-
relalho se vendem por baratos precos, hamburgo ou m-a^' TM.1"" desso precioso re-
-------------....^ .-..V..UBS ^uc eiu pondo e a
relalho se vendem por baratos precos, hamburgo ou
bnm ho fino de puro linho proprio para cicas, loa-
2n.C<5lI. len". e Peas de 2(1 varas a
i^oOO e I0#, dito mais cheio de boa qualidade, pe-
oa.de 30 varaa 12e 139500. panno de linho lino
a 610 a vara ou 8a a peca de 12 l|S varas, estando-
se a.acabar, panno de linho fino para leocoes com 2
varas de largara a 39400 a vara, corles de bnm de
linho de coreepsrs calca, padroes novos a 3?2O0,
dilos de i o.i.io de core-... brancos para colleles aSOO
e I, casemira preta fina a 2a, 2*600 e 36(X) o cu-
vado, panno azul grossu a 15600 o covado, panno
fino preto a azul de boas qualidades a 3a00, 4-aOOO,
ijOO, ->5 a 6a, camisas francezas brancas a 19760
cada urna, c 20 a duzia, dilas muilo finas com pei-
(os e collarinhos de cores e brancos a 2B00 oa a 30>
a duzia, madapoln fino para camisas a 49600 ">ae
a9600 a peca,emaisbaixopara3a>00, 3500,39600,
39800 e 45, esgo.ao bom para peitos a laiOO, e mai-
tc. fino 119800 e 2a a vara, e a pera por 11S. 1*5 e
205, peilos para camisa brancos e decores com pu-
lidos e collarinhos, por barato preco, assim como
oulros ruuilosobjeclos indispcnsavels.
por
glOS
obertose dcsrobcrlos, pequeose grandes, deooro
e prala, patente inglez, para bomem e senhora de
asa oos melhures fabricanles de Liverpool, vinoos
pelo'Ultimo paquete inglez: em casa de Southall
alellor Companhia, ra du Torres n. 38.
A i#80 o par de lavas
de pellica,
muilo novas a muito fresquinhas, chegadas no ulti-
mo vapor francez : na ra do (lueimado, na bem co-
ndecida luja de miudezas da boa fama n. 33.
-elogios de patente
inglezes de ouro, desabnete edevidio :
vendem-se a preco razoavel.em casa de
AugustoC. de Abreu, na ra da Cadeia
do Kecie, armazem n. .">.
Vende-se superior caf do Kio de Janeiro, por
preco commodo, par liquidar: uo Passeio l'ublico
loja u. 11, de I erreira & Cruz.
Vende-se um mulaiu de ptima figura, que
alem de ser muilo moco,nao lom o menor deleito c
de da melhor ndole : na ra Imperial n. 33.
Veude-se um sobrado de um andar na ra do
Kosano da Boa-Vtata n. 27 : quem qaizer dirlje-ee
a botica de ioaquiei Ignacio Ribeiro Jnior, ua pra-
C da Boa-Visla.
Vendem-se dous missaes romanos, novos da
ultima edicelo, por barato preco : na ra estreila
do Itosario n. 1 i.
BICHAS DE HAMBURGO.
Sao chegadas etas etcellentes bichas pelo vapor
inglez, que se vendem aos centos a a relalho, por
preco commodo : na ra eslreila do Kosario n. 2,
loja de barbuiro.
POSTAS.
\ endem-se na roa llireila n. 27, postas de caval-
S ,00,rs-,1-" e *0. "lanlciga ingleza a 880 e
800 rs., dita rranceza a 8(10 rs. e 720, queijos mui-
lo novos i 19700. di(s a 19300, dilosa lalK), caf
a 180 a libra, dilo a .KIO rs., hlalas novas a 100
r>. a hora, I relogm paleuta suissu, de oere. por
preco commodo, e oulros omito* gneros iior bara-
tos precos.
COM PEQUEO TOQUE DE
AVARIA.
Prcas de madapolao lino.
J*E i" ac.d0ciiIr.esroi0A"' cs"uiua "ue
AO BARATO.
i\a ra Nova loja n. 8 de Jos Joaquim
Moreira.
Vendem-se luvas de pellica p.ra homem e senhora
las ma.s frescas e novas que da no mercado, pe*
baralissimo preco de 15280 o par.
CAL E POTASSA
Vende-sepolassada Kussia e americana, chegada
neeleediea e de superior qualidade ; cal de Lisboa
(la mais nova que ha no mercado : nos seus depsi-
tos na ra de Apollo n. 1 A, e 2 15.
TOALIIAS P4IA ROSTO
e mesa de puro linho ; vendem-se na ra do Crespo
loja da esquina, que volla para a ra da Cadeia.
Cal de Lisboa e potassa.
Na rna do Trapiche aima/.ens ns. !) t
11, vende-se superior potassa da Kussia
e americana, cal virgem de Lisboa, d
mais nova que lia no mercado.
Relogios
de ouro patente
itigle/c, cobertos
e descobertos,
dem-se por precos razoaveis, na escrip-
torio do agenle Oliveira, ra da Cadeia
do Kecife n. 08, primeiro andar.
Deposito de cal e potassa.
Va ra da Cadeia do IteciTe, loja n. SO, dcfronle
da,roa da Madre de Dos, con(inua-sea vender su-
perior cal de Lisboa em pedr, recenlemente chega-
da, e potassa russiaoa nova, de superior qualidade
a preco cummodo.
Moinhosde vento
com bombas derepoiop'ara regarhortasebai-
ade capim: na (undicio de I). W. Bowman,
na rna do Brum ns. 6, 8 e 10.
Em casa de Saunders Broihers & C, praca
do Corpo Santo n. 11, ha para vender o se;uinle:
Ferro inglez.
Pixe da Suecia.
Alcalro de carvao.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para tanas.
Dito entraogado igual ao da Babia.
E um completo sortimento de
UNGENTO HOLL WAV.
Miniares de individuos de todas as naces
podem te*temnn|iar as virtudes deslc reme-
dio incomparavel, e provir em cas nces.
no, que, polo usoquedclle lizeram, lem seu
corpo e membros inleirameiite saos, depois
de haver empregado itiutilmente outros tra-
ta men tos. Cada pessoa poder-se-ha conven-
cer dessas curas maravilhosas pela leitura
tas lia muitos annos ; e a maior parle'deT-
las sao tao sorprendentes que admiram os
mdicos mais celebres. Quantas pessoas re-
cobraram com esto soberano remedio o uso
le seus bracos c peinas, depois de ler per-
manecido longo lempo nos hospilaes, onde
tleviainsonreraamputacao! Helias ha inul-
tas, que havendo deisao esses asyios de Da-
ilfi-iiin-tii,. .,> .... -____i____.. r"
medio. Algumas das taes pessoas, na elusao
de seu reconhecimento, declaraVam estes re-
sultados beuelieos diante do lord correce-
dor e outros magistrados, aiiin de mais au-
lo.nticarem sua allirmativa.
Ninguem desesperara do estado de sua
saude se tivesse bastante conlianca para en-
satar este remedio constantemente, segiun-
do algum lempo o tratamento que necessi-
tasse. a natureza do mal, cujo resultado seria
provar incontestavelmunte : Que tudo cura!
O ungento he til, mmt particularmente
nos seguintes casos.
Inammacao da ma-
Alporcas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Cortaduras.
Dores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Enferroidades da cu-
lis em geral.
Enfermidades doanus
ErupcOes escorbticas
Tistulas no abdomen.
Frialdade ou falta dc
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Cengivas escaldadas.
Inchaces.
luflammaco doligado
da besiga

Attenco.
ILEGIVEL
Vendem-se 16 arrobas de cacao, de superior qua-
lidade ; ni ra do torres u. ;I8.
-- Vendem-se muilo em conla saccas com um al-
queire de fejflo macaca, muito proprio para quem
liver poicao de escravos, nao se enjeita dinheiro por
se precisar de fechar contas : na (ravessa da Madre
de Dcos, ermeseni dos Srs. Manoel lavares Cordei-
rn, llarlini o< Pinto e Jo.o lavares Cordeiro, ou na
ra do Brum, armatem u. 22.
Domingos Alves Malheus tem para
vendei, em seu escriptorio, na ra de
Apollo ii. 2-">, o seguate :
Superior vinlio vellio do Porto, em bar-
ris de oitavo.
Dito geropiga velho em anooretas.
Dito cogarratdo.
rXnxadasportuguezas.
I'oallias de linho para rosto.
Lenroes dc linho para casa.
Sement de linhara.
Pantio de linho do Porto.
Kicos e elegantes pianos.
Fio de algodao da Babia.
Panno de algodao da Baha.
r---------------- 'jfrtfJas propnas
para este mercado ludo por proco fmmodo.
Farinha de mandioca.
Vende-se superior farinha de Santa
Cat lia lina, em saccasquetem um alquei-
le (medida vlha) por preco commodo:
no armazem de Novaes& C., na ra da
.Madre de Dos n. 12.
Vende-seca I dcl.ishoault imamen lechegada.as-
simjomo-iotassadaltussiaverdadiira : ua praca
doCorpo Santo n.11.
TA1XAS PAKA ENGENHO.
Ha fundipo de ferro de D. W. Bowmann ua
ra da Brum, passando o cbafariz, contina ha-
ver um completo sorlimerto de taixss de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as qnaes
acham-se a venda, por preco commodo e com
promptidao: embarcam-se oucarregam-se emacr-
ro sem despea so comprador.
Vende-se em casa de S. P. Johnslon & C,
ra daSenzala-iNova n. -12, sellins inglezes, chi-
cotes de carro e de montaria, candieires e casliraes
bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
va n. 97, vmho f.herry ein barris, camas de ferro,
ao de vela, chumbo de munico, rreios para car-
ro, lonas inglezas.
triz.
Lepra.
Males das peroas.
dos peilos.
de olhos.
Mordeduras de reptis.
Picadura de mosqui-
tos.
Pulmoes.
Qucimadelas.
Sarna.
Supuraces ptridas.
Tiuha, cm qualquer
parle que seja.
Tremor de ervos.
Ulceras na bocea.
do ligado.
das arliculacOes.
Veas torcidas ou no-
dadas as pernas.
Vende-se estfl ungento no estabelecimen-
o geral de Londres n. 24i, Strand, c na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
lras pessoas encarregadas de sua venda em
toda a America do Sul, llavana e Despalilla
Vende-se a 80o rs. cada bocetiiiha.conlem
urna instruccfio em portuguez para explicar
o modo de fazer usodesle ungento.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum.
pliarmacculico, na ra da Cruz n 29 em
Pcrnambuco. ""'
SAO' DE BOM GOSTO.
Cambraias francezas muito linas e dc lin-
dos padroes.a 500 rs. o covado : na bem co-
nhecida lojadaboa r, na ra do Queimado
1U LOJA DA BOA FE
vende-se bom e barato madapolao muito li-
no i. G a 19600 a peca, dito dito a 3c600, dito
entre lino a :i/300, dito dito a 2>700, algodao
irangado peca de 20 jardas a 3/50O, dilo liso
muito eacorpado dem a 2/880, dito dilo
dem a amo, cinta lina para coberlas a 2(10
rs o covado, duas escuras de cores fixas a
bOrs, cambala lisa muito lina a 560 rs. a
vara, dita dita fina a 480 rs., dita muito lina
com salpicos a 8Uo rs., dita preta muilo lina
a 100 rs., dita adamascada com urna vara dc
largura propria para cortinados a TJ a peca
assim como muitas outras fazendas, que
por sus quahdades se tornam recommen-
.. dave-s aos amigos do bom e barato: na ra
do Queimado n. 22 na loja da boa fe, defion-
te ua da boa fama.
A BOA FAMA NAO VENDE NADA AVA-
KIADO, TUDO HE BOM E BARATO.
Lavas prelas de torcal muito boas a Mam
Ditas de lio da Escocia braceas e de cores 100 e ,VH>
Superiores meias prelas de laia a |SM
Cartas Iiuis>imasfrai.ce2as, o baralho o(|
Ditas porluguezas minio linas jn
Meias prelas de algodao para padres" o par i'.oii
Ditas ditas para senhoras 4(|),
ticascaivinhis para prsenles a 1000,39000 *>oo
ticas bengalas pelo baralo preco de 1s, 19500 e H
Meias decores mullo Tinas para homem a 320 c lT,
Kiquissimas canelas para namorados a 500 e 80
Ocales com armario de larlaroga a :ijoo.
Caivetes muilo linos para peonas a 28, 39500e 13
Ditos grandes moito finos de 2, 3 e i fulhas a iNKlj
Kiquissimas charuteiras ai.>i
Car(eirts muilo linas para dinheiro a 2) e
Carteiras propnas para viagem a
Kslojos proprios para barba a 23 e
Dunas dc collieredc nidal principe a 35 e
Ditos de mclsl ordinario a 720 e
Aprelas* completos para luto de senhora a
\ ollas prelas ordinarias fiara lulo a
Ricas franjas para cortinados, pecaide 1 j Ti-
ras
Kicas polceiras prelas de vidro a
Filas de velludo bordadas estrellas, a vara
Dita lisa eslreila preta o de cores a 16(1 a
Escovas com penle e cspelho para suissas
1 esouras linisimas para unhas j(l(), 800 a
pilas para costura, o melhor que pude haver
ltoselas prelas muilo finas, o par
Acordionsde muilo boa qualidade 800, 1 a 12600
nicas Iranias de seda de (odas as larguras e co-
res, ricas lilas de seda lavradas de ludas as crese
larguras, bicos de linho linissimos de lindos padroes
diversas larguras e oulras moilissimas miudezas, sen-1
do de muilo bons goslos e boa qoalidades, que pelo I
baralissimo preco porque se vende causa admiraeo i
aos proprios compradores na ra do Qociindu,*)ia
bees couhecida loja de miudezas da boa fama o. 33. i
Em casa de RabeSclimetlauA C., ra '
da Cadeia n. 7, vende-se :
L'm grande sortimento de vidros de cs-
pelho.
Kelojjios (nos de patente inglez.
Dilos ditos de patente suisso.
Couros de gra\a.
Ervillias seccas cm garrafdes.
Vinho do Khcno superior.
Conservas alimentarias de lio.is
darles.
Tudo poi preco commodo.
Cobei torea de Ifta
ulics muito
e
dose grandes.
hespa
iioorpa-
Vinho do Porto, superior chamico.
Km caivas de 2 dusiee e em barris de nitivo r-
Vendem-se na rna do Crespo loia da esnnma 0""emen,e '-''egadpelo brigue Trocador ,ende-
vuita para a ra da Cadeia. P,l0JJ'"a SS,"""a ^l^SSSS ES? S Ba"0C' lV ^ "
IjOOO
SOO
^WOO
fafSOO
6-5000
isioo
19500
too
bgpO
IfOOO
320
210
800
If.VKl
I9OOO
320
POTASSA E CAL f IEGEI
P>o antigo eje bem conbecido deposito da raa da
Udeis do Recife, escriptorio n. 19, ka pare ea-
der muito superior potassa da Russia, diu do Re
de -l.ne.ro e cal virgem dc Lisboa em padre, lude
a precos muito favoreveis, coa os quaes acara
os compradores salisfeilos.
IECHAHISMO PARA I
no.
NA FL.NDigAO DE FERRO DO EXGr-
NIIEIRO DAVID W. BOWMAN. r*
RA DO BRUM. PASSANDO O OA
FARIZ.
ha sempre um grandesnriitBcntn das acanitas *.
jeclos .le meclianunios proprios para am.attlK a -.-
bar : moendas a meias moendas da mais ntedm.*
couslrarcao ; laixas da farro fundido a batida ate
superior qualidade e de lodosos taroaatm ; rada
deuladas para agua oe ahumes, de ledas ea tees
coas; crivose boccasdeorualhae rri.iro. da
eiro, agn 1ll11.es,bron/e-, paradnos er..\,V
uhos de mandioca, ele. ele
NA MESMA FUNDICAO.
se e\eculam 1 odas asencommendas car a taparme
ridada ja conhecida acora a dewSa prestases catH-
raodidade em prero.
Pechincha.
Fundas francezas do lado diieiloc *-
(pierdo, pelo barato pre.,-0 dc IJOOO rs.
cada urna : ua ra la, rp, do Rosa rio n.
33, loja de miudezas.
PERFLMARI4S *UT0 FINAS.
Na loja da boa fame enronlre-se empre esa ries>
rlimenlu da perfumaras da todas as aailidaii
sendo sea autor a m.ll.or que ha ees P.r-1 t^T-
rposrrasros rom eitrilo mallo Isevi-ls2(i lTn
1 es*, jarros ,l> .-eaII.HgMg l!"'
ler,,,,, gosios com l,,, nSSXL. .
39 e s-m, frascos com assencla de reas a IBBVn
Po de pomada franca. mano bao a 1410 laZlkSW
eos pequeo, a grandes cam eicellaale acMdeta-
lunia a 180a 15 a cutras snuilai perfaauriat da eaa.
mor qoahdada que pode bavar, a per srecaa sssm
baratos do que em nutra qaelqoer parla a raa t
gae.madu oa bem conhecida loia de miadas ate ti.
(ama n. 33. "" ^ mmt
C. STARR h COMPANHIA
respei tosa mente annunciam que no sen ex-
tenso cslabclecimenlo em Sent Amaro, con-
tunuem a fabricar com a|mator perreico e
promptdSo, toda a qualidade de machinis-
mo para o uso da agricultura, navegar*, r
inanulactura, e que para meior >eodo
de seus numerosos fregue7.es a do publico
em geral, tem aberto cm um dos grandes,
armazens do Sr. Moquita na ra do Brasa
atraz do arsenal de marinli um
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no dito seu esUbeleciment.
Alli acharao os comprodores nm completo
sortimento de moendss decanna, coas todos
os melhoramentos aluns delles novos e
originaes) quea experiencia de muilossanos
tem mostrado a necessidade. Machinas de
vapor de baixa e alta p.essao. Uixas de to-
do taoiauho, Unto batidas coato fundidss.
carros de raHo e ditos para conduzr f.Vsnas
de assuear, machinas para moer mandioca
prensas para dito, fornos de ferro batido pa-
ra farinha, arados de ferro da mais aaprova-
da coustruccSo, fundos para alambiques.
criyos e portas para fornalhas, e urna iini-
dade de obrss de ierro, que sera eufadoeiho
enumerar. No mesmo deposito existe urna
pessoa inteligente e habilitada para receber
todas as cncommendas, etc., etc., nuc os an-
nunciantes contando aom a caiiaridade de
suasoflicinas e machinismo, e pericia de
seusofhciacs, se comprometiera a fazer exe-
cularcom a maior presteza e perfeicao, e
exacta coiilorinidade com os modellosou de-
sentios, e inslruccoes que Ihe ferem forae-
cidos.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundieao da Aurora em Santo Amare, e
lambem no DEPOSITO na me do Bn.ro, i^
na entrada, e defronte do arsenal de marinas, fia
sempre um grande sortimento de Uixas, mato da
fabrica nacional como estranereira, batidas, ramu-
das, grandes, pequeas, razas e fundss ; a era
ambos os lugares existem guindastes para' carra-
ger canoas ou carros, livres de ifr-pses, 0>
percos sao os mais com modos.
Moendas superiore.
Na lundicaodeC. SUrriC, em San-
io Amaro, acha-se para vender mor.da
de canna lodas de erm, dc um inodetoe
eonstruccao rauito snprnoi-rs.
*0rr ooe-Mij^ai.
(jiiali-
Navalhasa contento.
Cnitinua-se a vender a89000 e par(preeo fiio> e
bcroconbecidasnavalha* de barba,feilas7elo h-
bil fabricante que ha sido premiadoem di\ersae<-
pnsicOes: vendem-se com a condiedn de nao agra-
dando poder o cumprador de\olve-lis ale 30 das
depois ila compra .reslituiudu-sc a imnnrlanria: em
casa de AotniteC.de Aeree, na ra da Cadeia do
Recite n. 36.
Aoseulos-sa a do crranla a prela Therau
grossa do corno, meia ful.-,, cam lalkas ae raate a
bracos, s.gnes de saa terri.|eeMa.al taaaaaTZeK.
pelas roa,, deseonfia-se aslar aeraluTem ca.li eam^
recommenria se tos capitlai de cassa e e Bafea'
que a spprehendam e leve.n aa paleo ate Cjftttea.,'
na da raa da llorlas n. i. Prolaa*^ <-ae.tr. 'Jmmm
a liver occulla. ^asaa
Fogio no dia 2S do corrale a prela erieeteeje
nome Jacob.de idade22annos, .eco atis -,.
bmo, picado de beng.,s, tasa nasa ealMe a'aes aate.
desconha-se qoe fo.se era orna bareaca pare a H*
de Janeiro, donde alia he filho : qutm a s7
ve-o a roa da Ooi o. 39, q.e ae paaar*'
despezas. r-a~
No dia 18 do correntc pelas oiU Ww
de manhaa fugio um negro por nome Anto-
nio, o qual he de nacfio com os signees se-
guintes : cor Tule, pouca barba, puxa do
quarto direito, os pes apalheUdos, erntr
.lo lado direito tem algumas costuras imi-
tando calor de ligado, levou calca azul dc
riscado, camisa azul, chapeo de palha : este
negro lem um irmo que be cortador de
carne nos acouges da rregoezia de Santo An.
tomo, sendo este o seductor daqurllc, se-
gundo que se tem sabido ; foi esrravo do Sr
acadmico Antonio Kogerio Freir de Carra-
Iho, morador atraz da matriz da Boa-Vista
tendo vindo com o mesmo acadmico de A-
gua-l'reu.talveztomesse esU estrada por
tanto pede-se a todas autoridades onde o
mesmo for encontrado, e os espilles de cam-
po hajam de aprehender, ou lera-lo aoseu
egitimo senhor abaixo assignado na roa
larga do Rosario n. 48, que generosaroenU
paga a quem o trouxer.Bernardo de Cer-
queira Castro Mornciro.
Continua a estar fgido o esrravo Aaesaie
de nacao Caemnge, de idade de 3ft annos peaaco
mais 00 lenos, altara regular, eangeeiro no ao-
jar, cor preta, rosto redondo, sem barba, costas
limpas, cheio do corpo, e conversa pooeo (ai
esersvo dos herdeirosdo tinado Ceeiano Gammjmn
da Lunha ; ha quesi certeza de andar aera as
partes do sul desla provincia, se algucm aceitar o
dilo escravo hque ceno de qoe o dono be de proce-
der com lodo o rigor das leas contra o acollador ,
quea o capturar promette-se pegar eom genero-
sidade, sendo conduzido a rus da Gois a. 64 se-
gundo anda: nesta praca, ou no engenho Crusahv
Mata d" reb,U Kosio honlem as T horas da do,le ,m aaer.
mulato, de nome Tboroar, alto, raforcada atoratl.
com marcas de bexiiies, pernas craasa a mIU. u
cas de cicalriie. as c.nellas, (.11. mJ^ZZl
c.dao ; toaos carnuuj de p.,...,| ar de de ourello branco .s l^n.bre,,,, t9V^~
aberla na frente era l..rmi de palip. ,, asma.
henalaral d Par.h.b., fo fc*!"*,*
.oelho qnc ,,.,. por .,erac,",J:V^0^^
Jo.qu.n. de ioura daqu.||. cid,d MssVjmmsis
pelo .bai.o ssaicnad. .0 S,. lhUri. do^Cvete
N.sconcello, Jnior, dor no openho T.P\,,
reguena do Pilar da di.. p,j.eia : ,,". a p".r
e.e-o ru. da (xncordi. a Pedro Aplomo fJZZ
.oimarae, n.e w. mmsresaasS isSC
Recife 1. de uululro de 1K'*.
Pedro Amonio Teiieira Caiaurse.
.\odia 1.- deaKoslo do crreme anao mtakt
d.....-"'"Santa RHa.d comarca do R. ,^
un. ecr.,o. cr.oalo, de ora, Vicanla, de i4adTo>
I annos, enm o. ,,,a seRuinie, : ,to iessmiL
rosto comprido, ebec. um l.nln pmTZS
ag*.i f-S eMstcTnaTrc -
diln Mesaste, ou 1.0 l.,Bo do Urmo u. If., otMla
-nlihcara generosimenlc.
lucio no dia 21 do crranle me, .. 7 h..r .
ta manhaa. a escri. de nome Igner, de cr p,rd.
...bellos pretos, |,,, e crudos, da id.de ,*,Z'
poaco ma.soa menos, esl.lur tan, rheia da en...
com falla de um deaic ,. rrale, c|r. ., -**r"'
comprida par. ciu... lavao taeitate da ale^wtaaV
ciado o po. rima u 1.1 ... de baria .,/ul qiWB<
|M.gar pode levar r... do crnnel Moni, TtiajL-
rmide Mor., n. i, q. sera bm> p.K0 lle ""JJ-
MUTILADrr
l'ER>.: TYP DK M. F. OK RmfJU M*
.
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