Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07622


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Full Text
ANNO XXXII x m
Por 3 mezes adiantados 4$000.
Por 3 mezes vencidos 4$500.
(HITA FEIRA :,0 DE 01 TI URO DE .85.
Por anuo adiantado 15o'000.
Porte franco para o subscriptor.
ENCABRITADOS DA SITBSCRIPCAO' NO NORTE
Piribiba. Ir. fiar.ii.o T. d Naimdadi; Naul, o Br. 1H0
Cil. Ptntn /onior; Araeair. 8r. A. da Umoi Brasa ;
I, tr. t. Jos ds Olivaira; Maranbo, o 8t. Joiquim Mar-
uat aWdriguss; PlauhT, o 8r. Domingo! Hireulano A. Pei.oa
'r.nis; Par,.ti. Juilini.no J. tamos,' Amtiontl.s li. Jire-
n ja 4a C*na.
Olin.i
l.'n-r.
S. I.,
PARTIDA DOS CORREIOS.
hor.is 4o -lia.
: Indna oa din*, ai fl)c irn-ia
... (ioiaaM o Parisina : n......mt.l*a niaa-feiras.
.i. It.'/riru. RoaiiotCannrii, Allial.....taaivtoliqa.: n* i rea-feiri
mea, lv...-.r,u.. Raiarotk, LiaiMira, finjo. Pesooeira, rao
ora, norr-,, Vilta-IMIa, Boa-VMa, aricar. .. K> : n. ,,;,r,,.-!.
Cal, Ipojaea, SwiaUaai, Kio-Forawao, i,,., -
'.mr,..,-.. e Ifaul: aaiaiaa-relraa.
,loos oa rorniaa parlen ai 10 btraa ila ro.nhJa.)
irreiros, Araa-ri
AUDIENCIAS DOS TRIPULES DA CAPITAL.
Tribunal do eommarefo i if cunda a quintal.
Relacao : lertaa-feirai a iibbadoi.
Faxsoda : quariai a aabbados ai 10 horai.
Juno do eomroarelo: leruodn ailOhoraia quintal a*
Juio da oruhaoi.- sagundil a quintas aa 10 hora i.
Pnmaira Tarada rival : aagundaa a aaiiai aa maio-dia.
Sagunda Tara dt aTl: quarita a aabbadoa aa maio-dia.
aala-dia.
PMTltlfFHUAL
EPIIEMERIDKS DO HEZ DF. Ol II Hito
7 Quarioereiceots aa 3 horail9 minuto a 48iaf|uudoi dam.
S Lu crien n 9 minoioi a 20 ifgundoi da tarde.
JnQuartominguantaai 3 horai,47 minutla 48iagundoa da t.
28 La no?a ai 8 horai.li minutos,48 icgundoida tarda.
_ PREAMAR DEIIO.IE.
Prlmilnaa i. hora, liminuloa da manhaa.
Sigunda ai 6 horas e 30 minuioi da Urda.
DAS DA SEMANA.
27 Segunda. Vigilia wm jcjum pelo indulto 8. Berilio.
2S Terca, (seni din sanio por indmio) Si. Simio c Judas
29 Quarta.TrAladat/.odcS. Isabel riu*. raiuba f
30 Quinla 8. Euno ni. S. Marino ni.
31 Sexta. Vigilia) Jejum. S. Ouinlii.o m.
1 Sabbado. >J. Beata de lodos ns Santos. S. Cezario.
2 Domingo. 21 8. Victorino m.; Ss. Thobias e EudocioMm.
OOVEENO DA PROVINCIA.
Illrn. a Exro. Sr. Tenho a honra de remeUer a
V. Kxc. as inclii-H- detnointrace dos saldos ens-
lana* as diff.rei.les canas a cargo do thesoureiro "'?", a<' ? '
desta Ihesouraria no dia i; do crranle. 0S UDordinados, que cnsul.
Deoa guarde a V. xc. Ihesouraria provincial de | "J? \S-l ,C^ '.S.'HKZ'i
Pernambuco 27 de uulobro de \XM. -Illm. e Em.
Sr. conselheiro SergioTeixeira de Macedo, presidente
da provincia.O iuspeclor. Jo/e' Pedro da Silra.
Demonstrarn do saldo existente na caixa especial
das plices em 25 de oulubro de 1856.
Saldo em 30 de selembro
p. lindo......139:0001090
Res-cita de I a 25 do corr. 9
----------------I39HM08000
Despeza idem......... .>
Saldo.
139:001 NNNI
Caixa do eiereicm de IHoti a 185".
Saldo em 30 de selembro
p. lindo......1:902-.12:t
Receila de I a 2 docurr. 1 .VI :712360:1
Despeza dem........
Saldo.......
Caixa de depsitos.
Saldo em 30 de Miembro
p. nde......211:347*876
Receila de I a > do corr. 25320
308:6139026
8MM6tf258
195:3389768
Despeza idem .
Saldo.
2ll:3.>03l9
1639370
211:1849636
Caixa especial dncalramento das ras desta ridade.
Saldo em 30 de selembro
p. (indo
Receila de 1 a 25 do corr.
Despeza idem ....
Saldo.....
:t66.58<)i
193)800
6:3399791
3:0005000
3:3599794
Cnix especial da eniistruecJh da punte do Recife.
Saldo em 30 de selembrn
p. findo.....3:7379676
Reccitadel aidororr. -j-Imi
Despeza idem.........
Saldo.........
Caita especial das loleria
Saldo em 30 de selembro
p. Ando......
.Receila de 1 a 2> do corr.
3:7399836
770COOO
2:9889856
:799>07S
5:6039832
Despeza idem. .
Saldo.
12:4049910
3999164
I2:005?7IH
COMMANDO DAS ARMAS.
Quariel general do oonamand* daa armas de
Pernambuco, na cidade do Recife, can 29 de
oul.bn. di 1856.
ORDEM 1)0 DIA N. 361.
O marechal de campo comiiiamlanle das armas,
faz cerco pura aeteseia da "uamiruo o devidn eflei-
lu, rjue a fresidencia duTen
yuanlo ao dizer V. S. que se julga desmorali-
sado ie tua ordem do dia for derrozada.cabe-me din-
da ponderar-lhe que na exercicio de carcoi conferi-
dos pela le nAo pode baver quebra de torea moral,
quando se reparam erros que olTendem a mesma
lei. I{e na liel etecacao desta, no zelo do pro-
prios direilose rcualias, e no respeilo dos direilos
a verdadeira forja
de lei com reslric-
I*o e oflensa das llrihoicoes dos memos subordi-
nados acrrela a desobediencia de que proveo) ades-
moralisarao.
Assim pois, ordeno a V. S." que a faca revo-
sar loito que este receber, e que disto me scieniili-
que apenas o houver cumprido.
ii Espero que V. S.-> n.1o diminuindo o zelo e boa
inlencao com que cosiuma prestar-so ao serviro da
suarda aeional, continuara a aiudar este cominan-
do superior a manler a desciplina da mesma suarda,
que tanto convem conservar para ma.iulenc.io da
ordem a soce^j publico.
.< Daos guarde a V. S.* Illm. Sr. Jos Candido
de Ramos, lenenle-coronel ehrfe do 3. balalhao da
guarda nacional do municipio do Recife. Ilarao
da Hna-1'itta, rommundanle superior.
Conforme.O secretario, Firmino Jos de Oli-
vetra.c
HESPAMIA.
I'reiidencia dn conteiho de ministros.
Exposicao a Sua Mageslade.
Senhora :As situaees que nascem do mnvi-
menlo natural dos espiritos, do curso necessario dos
aconlecimenlos, do Iriumpho do direilo contra a
forra. levam no aeu fecondo ieio os principios im-
mntaveis e os meios seguros com que mprimem om
impulso cerleiro e d,lo expediente e feliz xito an-
da as irais arduas qu-stoes, que ellas mesmas en-
gendran! e desenvolvem. Obedecendo a|esla lei a
situacaa inaugurada pela exillaco de voasns ac-
tuaes conselheiros administracSo do Estado, nao
foi mrito seu, seno obra da's circumstanna>. o
qoe, apenas reprimida a ultima insurreicAo, bajam
podido resolver rom assenlimenlo e todava com
applanso da nacao, os dous inais complette amea-
canles problemas que liles deixaraui de lieranca
seos predeces-ores. Valeodo-se do mesmo inll-xi-
vel criterio, que Ibes servio ale BRoro, atenanos
pela opiniao publica, fechando os nuvidos ao vio
clamor das paixi.es individoaea, lornam hoie a usar
da sua modesta, anda qoe perseverante e ampia
iniciativa, para propor a V. M. o desenlace da
qoestn que por|soa magnilude e por sua impor-
tancia abarca e domina todas as qnestes do da.
Versa ela questan, srnbora, obre a forma cons-
titucional que ha de leger o estado, salvo sempre
que V. M. e a nacao legtimamente representada.
accordem de comhinacAo o que enleudam melhor
para a consolidara e explendor do Ihrono, e ao bern
e proaperidada da monarchia.
Por mu i- inrnrsn de ercumslancias as quaes njaii
lamenlaveis, a *m Cunsequencia ne fados que nao
eria justo imputar a ninguem as parcialidades que
se a&ilam no calado de poltica militante, he corlo,
senhora, desde qoe se deu por abolida a eoiMilni-
cao de 18(5 tem ja derorrido dous anuos sem que
" zelo da maioria das cortes constitontes, arm a
bna vonlade clamor dos poso-, profundamente perturbarlos, b-
jala conseguido dar remate empreza, qoe pela
quinta vez arrommellia a nanlo, de innncular na
arvore riupre feruoda de lu vilalidade Iradieeio-
fjyl. a saina reaenerodora cln espirito moderno.
ConhcriJ.i he 0 fruelo que. na qualidade de con-J "I"6" <<"'*
supplir oSr.. -UumWs. nronuinin as corlesT.invocarras rro din iJ|b'i!,J""do-o d
A illuslrac.mc a esperiencia de
moa conseguidodesenTolvar as suas condiees normaes
ao Estado, nem salvar o profundo abysmo da for-
midavel interinidade que nos consom.
O juizo do mundo civilisado nao sen em tal h>-
polhese mili favoravel soasa cordura ; e ainda que
a Metta hispanhola por si >i he sullicienle para de-
senvolver com nohre independencia os elementos de
urna personalidade colleetiva do qual, no rurso di-
latado de sua brilhaute historia, deu insignes e ad-
miraveis lestemunHos, a umao cada vez mais cem-
jdrla e eslreta que por o multplice vinculo de
ideas, coslumea, seulimenlos, inleresses e inslilui-
res une a Indos os povos rio roiitioente, faz que a
expansAo de egosmo da todos nao pode Impastar
lmites qoe 1 lie traja o muvimento poltico de oo-
Iros paizes.
Assim Irarada a questan, a solurAo se aprsenla
aos olhos do govemo IAo fcil e imples como per-
miltem as complicadas circumslancias, dehaixo de
cuja fatal pressAo repoasa nesles momentos o Es-
lado.
O problema, senhora, le reduz a escolher entre as
diflerentes formulas de urgauisaco constitucional
pr.itirad.i- em llespauha, desde que pela primeira
vez nos assnciarnoi ao agitado movimauto poltico,
de-envolvido nos finsdo passado seculo da Europa
occidenlal ; aquella que satisfaz mais completamen-
te os desejos legtimos dos povos ; aquella que. res-
petando e comervando, em vx do delapidar louca-
meole o glorioso patrimonio das Iradirr.les nacio-
naes, deixe ao masmo lempo abarlo o caminho ao
inlluxo progressivo de nma civilisacAo que nAomor-
re, nem desfallece, nem descanra, aquellos que,
tributando urna justa Inmenagem ao principio in-
concusso da liberdade, nAo incorra na preocuparn
que afortunadamente e vai ja auliguaodo de consi-
derado como o ohjecio onico e supremo do Estado ;
aquella, luiajniroie, cujas prescripi;oes, sincera e
lealmeote guardadas e observadas, sejam o escolho
onde M'iili.im sesobrar a nsurpa(Oas dos ministerios
mal inspirados, como os cegns embates da turbulen-
ta mull Lio.
Que a ronstitoiro promulgada em 19 de mareo
de 1812 n9o preencha estai condiees, nem ae adap-
ta ao estado poltico social da monarchia despatill-
la, he urna thise elevada j a ealbegorta dai verda-
des ni,u. triviaes.
Os seus mesmos Ilustres autores o reconheecram
lealmenle assim, quando, raimado o fervor dos pri-
meiros impelos, e ameslradcs por eslranhos e pro-
prios escarmentoi, cuntemplaram a luz da experien-
cia e dos riesenvolviraentus da poltica a impiatica-
bilidade e eslerilidade daquellas maiiSBM, cujo fal-
so brilhn os havia primeira deslumhrado.
Nao d'oolra maneira e conceb que as cortes ge-
raes convocadas pelo real decreto de 21 de agosto,
e reunidas em 24 de outubrn de I83(\ para rever a-
quelle cdigo, inlroduziram nelle reformas latMlaa-
riaes, alterado profundamente o seo espirito e ten-
dencias e mudado en lodoa os pontos os seus funda-
mentos ; e feila, para dizer a verdade, a nova cons-
liluicao, qoe, aceita pala augusta mai de V. M
k\carri:gad>s da scrschipcao no mi
Alagoaa.o Sr. I.Iludios Falcio lliaa Bahas Sr. 9,
lo da Janano, o 8r. Joao Paran Marlini.
EM l'l. i: \ \MI I i o.
O propriitirii do Will Manoel Figasiroa 4a Farra, aa toa
lirraria, praca da Indapaadeaeia ni. tal.
l0n.,e.,,0!.',..qUe !*?'8 i,.po!"ifa 'i"Vi<,r dos a=i0 ml|a o, porque durajple mui- lados raram mindados para suas casas tomando sT
vos europeus ; rgimen, na. ja fundado u pr,nci- lo. anuos a pra.a forma, exrlusiva'men.e o capital tl.es os nomes e residen'cl ; porque a pTud.nc.A
circulante, de modo que pareis que esta era a un- naquelles mmnenlos assim o exiga ; a batata tor-
ra que tinha o Ululo ou lei legal. Porein ele esla- nou para bordo sendo salva a propriedade parti-
do de cousas nao durou, antes ao contrario muduu colar.
comple!,TToente quan lo se dcscubriram as minas de A tropa lem ficado sobre armas, reforradas as
ouro da tal.rornia em I8.S e da Australia em guar,..... patrulhada a ridade por se recriar a con-
v,* ,.,,, Unonrao deles excessos populares.
r..i.i a P"',IVe '" f "nPrle ""'1| nra,a N > ',ia -> repetio-se o lumulto popular, mas i,
cu ihada que exista era Franca no momento dos des- de povo da cidade. marchantes, e molraura indo ao
cobrimeutos daquellas minas de ouro. Pode d.zer- raes obstar ao embarque, e p.ssandn ao palacio do
e que a prata consliluia enlao a umea moed i de pa-1 governadm, afim le pedir ao chele .lo distrieU que
os Ihesooros particulares, as reservas dos nao deiusse embarrar uovidade
po de mutua daaeoaflanca e antagonismo dos po-
deres pblicos, atlo sobre o solido fundamento de
tua reciproca harmona.
Movidos por esta, considerarnos, penetrados dal-
les sentimenios, animados destes desejos, os vossos
ministros responsaveis submettem a augusta appro-
varAo de V. M. os arijuuclos projectos do real de-
creto e acloaddicional a Constituidlo ; parecendo-
Ihes que, terminado jai psra o povo hespanhol o
triste periodo dos erros o das expiares raia por lira,
lio seu l.oriaonle o dia IAo suspirado em que a revo-
luto que rebentou em 1008, purificada a seus pro-
pnos olhos, consagrada com a dupla sanccAo da ra-
zao publica e da autoridade real, chegada a sua pro-
videncial madureza. aprenda no passado. use cmn
prudencia do presente e conquiste com ardor o fu-
turo.
Madrid 15 de setemliro de 1856.Senhora.__A"
I. II. P. de V. M.Leopoldo O'lionoell.Nieo-
medes Pastor Daz,Cvrills Alvaro/..Manoel Can-
teiro.Pedro llavarri."Antonio dlos Rise Ro-
las.Jos Manuel Collado.
renca
sen particular interesse nesta provnifia.
Delerruina o mesmo marechal decampo itRi
mandante das armas, i[ue as 2 horas da larde ilo
dia 31 do expirante me/., se passe revista de mot-
n ao !. balalliode infanlaria da guarda nacio-
nal aquarlellada. '
Recolheu-se nesia dala, da comarca do Linioei-
ro, o Sr. lenlo do I de infanlaria Nicacio Al-
vares de Son,'.a, que alli bem servio no a minando
do deslacainalo.
/ose Joaqun Coctho.
me rainha gnveroadora, fui promulgada em 18 de
junho de 18.37.
Ainda que esta legislarn roustilucional levava
grande vanlagem i reforma polilica que veio subs-
tiloi-la, Iransrigorardo-a.osfvbssos ministros, senho-
ra, depoisde haverem examiuado com loda a minu-
eiosidade a materia, nao podiim aconselhar a V. AI.
o seu reslabeleeiroeuto.
Prescindinrio doi seus delitos, filhosuns das pre-
nrcupares reinantes quando se elaboroit. c fructo
oulros do co.ijunclo de drcomstasciai exlraordina-
n.n que occasionaram a queda violenta do estatuto
real, que lanraram no ernbrvau o prnjeelo de sua
reforma; prescin lindo da nrganisai.A virusa une
iiiuella roiislitinrn deu .ni corpo ni ..lera lor, des-
e seos vardadoiros o e^iiiirlaaa c.racte-
apello rjlferesila reparti^.o ei"s3siica do e\er- de ogosin de IS5. A iUaatrae.ao.e a experiencia do "* e redoziodc-n ao improprio pip-l iPoma
cito padre Antonio deruveiri Anluoes, (oi sevi- k" ma'l"s ,l'"i se"'' membros rteram nolnnas pro-,">ar,afBP',,"r di da annrader-llip om AtC do koaTton um i,o, i i: C*' r","'n ""l'otenlcs para sobre-aslarem o ceg el r,;"*aros responsav.i. d V. M. nem p .den. an-
da rancader me emnr,ia de hontim um me/, de li- alelo impulso da, |rusas. para restituir o ,ou ",lll-nam deixar de to.nr na.......seria censido-
na lrma da le, para- ^jiilarde negocio de
GIAKDA NACIONAL.
Quarie* (tatral ato canoaalo superior da guar-
dia ansa anal do municipio do Recito 38 de
osatubro de 185G.
ORDEM DO DA N. 302.
O Exm. Sr. brigarieiro UarAo da Boa-Villa,
commandanle superior da gualda nacional, faz
cooslar' aos corpns sob seu commandu, que len-
enhor rornrnandanle do .(.o halall.Ao de
do
infanlaria, Jos Candido de liarros, feitn publi-
car, no dia2l dn correle ao seu balalhao, or-
dem do dia ahaxo Iraurriplo ; o mesmo Exm. Sr.
a manda revogar, por lucio datado de 27 do rorre-
le, tambera alia vi transcripta, |vorjulga-|a fura das
allribacoes dos cominandantes de corpos, e contraria
a lei que rege a guarda nacional.
Por esla occasilo, s. Etc. faz sciente aos seulio-
les eommandantei de corpos, que as ordens do dia
que houverem de fazer publicar aos seus re-peclivus
corpos, deven, se limitar ao cumprimauto de ordens
superiores, e ao que for necessario para exeeurAn da
lei relativamente a economa e deseipiiu do.
mesmos cornos.
S. Exc. novamente recnmmeada aos senhores com-
ma.tdanles de eorpjs, o qoe foi j declarado em or-
dem do dia datada ele l.oulem, e espera dos mesmos
senhores, qoe facam lodo o possivel para que seja
observado o qoe a este respeto se recom.nei.di.n.
.sV/)u..7.-)o /,-inet Uuimaries, lenente-corui.el che -
fe de eslado-maior.
Conforme. O secretario, 'Firmino Jote de OH-
reir.
Copia.Quarlel ajaj eommando.do 3." halall.Ao da
guarda nacional do municipio do Recife em 21 de
oulubro de 1856.
a Olllm.Sr. len-nte-roroiiel com.namlante. man-
da publicar ao batalliAo, que ebegando ao conhec-
meuto deste co.nmando, que alguus senhores olli-
ciaea do corpo estAo einpenhados a eleicAo qoe deve
fazer-se no dia 2de ooveinhro do correle auno para
leTar a efTeilo suas pretenees, lem amearado algam
guardas uaciouaes com pristo, e n*o convuido a des-
ciplina do corpo e morrlidade deste commando. que
s. praliqoem artos desses coustrangindo o voto livre,
o masmo recommendaJo delle pelo governo*
O mesmo seohor commandanle ordena, que ues-
tes 30 dias, nenhum senhor oflicial do balalhao possa
prender guarda nacional algum, sobre qualquer pre-
texto, sem que primxramente parlieipo a este com-
mando, para elle coohcrrr da causa e marcar os das
de prisao para enta.i ser eflecluaria.
Finalmente nl.tiver.im os guardas naeiaosM da
2. eompanlna Olimpio Kraneisco de Mello, e Can-
dido Romualdo More.ra, esle de 2 mezes em 21, e
aquelle 1 mez em iti, da 7.- conipanhia Claud.no
dos Pasaos, 1 me/, em 21 do correnle mez.
Antonio Jet de Olieeirm Fragata, major,
Conforme.1) secretario, Hrmino Jo.
reir.
rooibiuado mnvimento as destocadas molas dama-
clin, poltica, e para resolver dentro de urna am-
pln ynlhese as variadas aspiraroes da sociedade a
' aspeilo de melhor orcanisaran do Estado.
A lal ponto, he intenso e geral o convencimenlo
He que a elaborara do ultimo congresao no satis-
faz as uecessidades permanentes da nacao, uem pre-
enche os seus legil.moi decjos, uem garante slida-
mente seus inleresses maisvilaes, nem olterece cou-
dc;0es de urna rasoavel durarAo, que os adiamentos
sem termo com qoe as corlea iam demorando o dia
em que a conslituicAo podesse ser promulgada, pre-
via a soberana sceilacao de V M., devem explicar-
e pelo temor serrato que houneram necessaria-
menle de conceder acerca da sorle de urna obra que
longo de ser o desenvolvimiento lgico de nm petas*
nenie regenerador, someotc icpreseiila os Irium-
plms ntlensivo alranrados allernativameiila un cam-
po dos debates parlamentares pelo, sustentadores
das mais conlra-produrentes Iheor.as; de omH obra
que por esla razSa, como por outras mollas nao me-
nos compreheiKiveis c obvias, eslava marcada anda
antes de fa/.er-se. com o lrile stllo que cararlerisa
aos aeres valetudinarios ou abortivos.
rarAo.
Esta fado ImportaoUssimo e decisivo, que sebre-
sahe na historia precipitada e multifirine das vices-
situdes polticas porque pasto* a narao ; este fado,
qoe he algu.na COOsa mais do qne'uin ptaenomeoo
acridenlal e Iransiloriu, e que por seus anleeedeo-
tes, magnilude, dartflo, resultados e trance.iden-
cia, estampnu um profu.nlo c tenaz vestigio e.n to-
dos o espiritos ; eite tacto, engendrado pela coope-
rario sincera, voluntaria e harmnica dos poderes
polticos, e eacrtpto da maneira original que a vio-
lencia costuma imprimir as suas obras ; esle fado
que, desenvolvendo-se natural e progressivameule,
dolouii llespanhade um svstemacuja inlluencia ir-
re-isiivel se faz sentir anda as mesmas atrevidas e
singulares concepees dos patudos militantes ; esle
acto, a cuja sombra iam as conquistas da revu'lurAo
ualuralisando-se e vencendn perspicacia, o riesri.o
e a obstinada antipalhia do Iradiciooalism ; este
fado he a constituirn de 1837 reformada esle fac-
i he a consumirn de 23 de maio de 1815.
Derribada pelas illogicas consequencias d'um mo-
vnnenlo, iniciado para protege-la coulra as aggres-
soes de ministerios la.aerariot, seu epiriio, que
I j.m elTeito, a parte de sua forma e economa ex- "m eb,rS0 ll,e afcremeo, ajudado dos hbitos da
arlar, be indubilavelmenle
que o seu rnnlhcurio
substancial se aclia em deaaccordo com as exigen-
cias especulativas epralicas ile todos os partidos e
escolas. Os que se dizem orgos de um mnvimen-
to fiel.clmenle prnvocado por algous funrstos se-
nadores mi seio de certas classesda Eoropa moder-
na, laucam de menos no projeclado cdigo a ronsa-
gracAo de certos pretendidos d.reitos, qoe cunside-
ram como premio inlurtavel na grande obra de urna
completa Iraosformarao social, Os que cnnliam as
combinaees meramente polticas a mista* de fazer
a prosperidad? dos povos, eslabelecem um divorcio
absoluto entre o porvir e o passado, accosam de con-
lemporisadora a soluran dos ron.l.lo.olo.. e q.llze-
sulH.rdinarAo que reslabalecerai e conlirmra, servio
d antidoto ao veneno mortal de certas doutrinas
conlevemais rl'uma vez a immineiile .rTupciu da de-
magogia, e salvou a patria da marea .la infamia que
a opinio do mondo estampa na fronte dos pnvos
que se prnstilueiu e ditsolvem.
A lei fundamental de 1815 merece, pois, anjui/.,,
de vussos ministros responsaveis. urna imlisputavel
preferencia entre todas as formulas cons(iiucionae
J* ensaiadas que poderao disputar o domiuio do Es-
tado.
Porm o seo reitahlecimenln nao se oppa de
ninhom modo a que V. M., de accordo com a- cor-
les e seguindo o exemplo feliz das nutras nacf.es.
llKm.lllil MlaialaaaJ. __ 1__ *
REAI. DECRETO.
lomando em cousiderarAo as razf.es expoatas pelo
meu couielho de ministros, acabo de decretar o se-
guinte :
Art. |- Fien reslabelecida a coi.stituican da mo-
narchia l.espanhola, promulgada em 23 de maio de
1815.
Arl. 2' Emquanlo as corles, de accordo rom a mi-
nha autoridade, nAo resolvam o qoe for convenien-
te, 6cara' modilicada a dila coi.sliluirAo pela aegu.n-
le acta addlcional, que se observara' e enmprira co-
mo parte integrante da mesma constituirn, lugo
que se publique esle meu real decreto.
Dado en. palacio aos 15 de selembro de 185H.
Esta' rubricado da real n.Ao. O presidente do ron-e-
iho de ministros, Leopoldo itDonneU.
ACTO ADDICIONAI. A' CONSTiTUICAO1 A
MONARCHIA IIESPANHOI.A.
Arl. A rlas.iiicie.i i doa delitos da impreuaa
corresponda aos jurados, salvo as exceprOes'que de-
lerminem as leis.
Art. 2- promulgada a lei de que trata o artigo 8
da constituir, o territorio a que aquella se appliea
se regera', durante a suspensAo do proscripto no ar-
tigo 7- da mesma coustiiuicao pela lei de ordem pu-
blica estahelecida de aulemao. Porein nem u'uma
ne.n.n'outra lei se podera' autonsar o governo para
expulsar do reino aos heapanhoas, nem deporta-los,
nem desterra-lns para fura da Peuiilula.
Art. 3- A primeira rrra ;,i i doi ssnadnres nAo po-
dera'exceder de 110. Folla esta, so podera' o re
Hornear senadores quando esiejam abarlas as corles.
Arl. i. A lei eleiloral de ileputadoi s corlea de-
terminara' se estas ha de sanenonarou uo o paga-
mento das coi.tribuices ou a posse de retadas.
Arl. 5- Ainda quando eja de escala o emprego
que arce.te o depuladn as corte=.fic.ua' este sujeilo a
reeleicao.
Art. 6- Todos os annos se reunirn as cortos ao
menos qualro meze,conlados desde a dia em que ie
constitua definitivamente o congressn.
Arl. 7. Quando entre os dous corpos collegislado-
res uo baja cmilui mid.nlo cerra da lei annoai de
ornamentos, regera' mi anuo correspondente a lei
dos ornamentos do anuo anterior.
Art. 8 Sem previa aulor.saeAo do rongresso nao
se podara' senlenc..r nenhum ilepuladu a que.n >e
refere o artigo II rja co.ist.luir-o.
Arl. 9. Alm dos casos eiinnmeradoa no art. l(i
da eoo-liluiro, u re necessitara' estar aatoriaado
por urna le especial.
! Para conceder iodullos geraea>e amnialias.
2- Para alieuar no Indo ou eiu Arde o palrimouio
da coroa. '
Art. 10. Tamhem necess lara' o rei estar aolorisa-
do por nina lei especial para rontrahir matrimonio e
par., permitlir que o coulraiam os que sejam sub-
dilos sem.e sejam cbamadu, pela constitulcflo a suc-
ceder-lhe na cora.
Arl. II. llavera' um conselho de estado, o qual
aerara' o rei nos casos que deler.ninein as leis.
Art. 12. A lei urganira los tnl.unaes determinar
os casos e a forma em que governaliva c disciplina-
riamente podera' a le trasladar, jubilar e declarar
cessanles os magistrados e juizes.
Art. 13. O rei somante podera' nomcar alcaide,
nos povoa que tenl.am 10.000 almas, e nos oulros
exerrer* as nomear;ues dos alcaides a inlerveneAo
que determina a lei.
Arl. I i. As listas eleiloraea para depulados 4s cor-
les aerao permanenles. As qualidades dos eleitores
se examinarn em todas as instancias no juizo publi-
co e contradictorio.
Art. 15. Dentro dos oito dias seguintes a' abertu-
ra das corles o govemo apresentara' ao congresso as
contaa do penltimo anuo e o orrameuto para o an-
uo prximo futuro.
Arl. I(>. As cortes deliherarao sobre a lei a que se
refere o artigo 6!) da conslituirao, aules de delibe-
rar obre a le dos orrainenlos.
Hado em palacio aos 15 de selembro de 1856.
E-la' rubrica lo da real rn.lo.O presdeme do con-
selhu de miuistrns, l.'ow\do O'Doimell.
[Period'u-o dos Pobre no Poolo.,
tada rumo um m.mfe.in da poltica que se rsr*n.
seguir o imperador Alexandrv.
lie com o mais profundo |aezar, e com a aaaor
admiracAoque nos vimos urna Dolencia, convencida
ella mesma pela Europa inleira d a ler llraiado t*
suas leis e as suas lberdades. e soiTrando anda os
runsequencias da derrua que experimealaa na astas
tentativas de injusta acgresslo. preereapar-ae a
ponto de admoeslar e amearar as polenria* eran a<
quaes acaba de roncluir a paz.
Os fddos nin sao mais exlranrdinarios qoe asrir-
cu.nstancias que ns aromp.nhara. lie para a defen-
Bancos, e a. graodes ri&*p^ta -'p^C I E ZZZrrZZmT EZ qt'.t ZS& t faaer K iT'J^'" *Z
os tnmulloso- mando* que fetaem dispeds. i dor Alex.ndr. declara.: ., qe reser?. iibard*4a
Nenhom Mam prabearam ; conlinuaram. po- de julgar .. um que f.'ra da. .ua. orcl maleri-T!
rom, as medidas de aegoranca publica, assim por -
parle da autoridade admiuislraliva, como da mi-
niar.
.Na tarde desle dia o gnvernador civil Tez aflixar
a sua proclamaco. chamando o povo a' ordem, as
gmenlo :
sua 0,01-1 lutalidade de prata.
Todas estas qua.ilidades reunidas pode calrular-se
que imporlavam pela avadarlo mais haixa am 2,.VIO
milhes de francos.
Com o andar do lempo, os descobrimentns das mi-
nas aurferas fi/.erara sentir a sua influenria em lo-
dos os mercados do mundo: o preeo relativo do ou-
ro oda prata sollreu urna modilicarA... ao principio segurando Mies qoe M subsistencias publicas nao'fal-
msigoilicanle, a dapais de cons.der.irAo. taria.u, que ... embarcara o que n.o uzease falta ao
O ouro em relacaoi prata perda do seo valor ;! povo. que se fariam depsitos ; p.rc.n que seriam
de enlao os devedorei. osando do seu dire.lo. | severamente castigados os qno perturl.assem a orden.
pol.lira, na qoizesaem obstar ao embarque do que
ram que o principio mouarrhicn, desprovido 'ia",1JJ!,UDn,dla o mencionado coligo, na parte que for
absolula-
soa extraviada opiniau de loda a viriu.ili.lade", oc-
cupe um lugar mais modesto, todava do que se Ibe
deixou no quadro daquella orgauisacao poltica.
lis que, ensinados pelas amargas lices da expe-
riencia, aprenderam a eslimar no seu verdadeiro
valor a importancia de certas abslrarces s quaes
pcrlenile mais de urna escola encadear aibitraria-
menleas ordens dos fados geraes e as creacf.es da his-
toria, nao podrm aceitar como boa,nina conslituirao
que consigna principios de urna verdade problemti-
ca,Iheoricamenle considerados; que no campo da pra-
Im. M .......... BS.___-.__ i.
tica se prestam a applicares desastrosas, que se
fazem sentir rnu-laulemcute onde quer urna in-
lluencia desgrarada.
Por ultimo, que nao admillem para as sociedades
outro progresso legitimo sei.Ao o que resulla do ex-
ponlaneo desenvolvimenlo de seus elementos pri-
mitivos, os qoe em lodo o tral.alho de codilicarao
fundamental nAo veem mais que um acto de us.ir-
pnrAo deslealmente commettido pela geranio pre-
sento contra as eeracAra futuras, e um esforn slri
g.do a torcer o curso tradicional da civilisarao hu-
milla, claro he que lerao de repellir com energa as
radicar! iunovari.es que caraclerisam o monumtnto
leva..lado pelas ultima, enres.
E se estas cunsiderares se allegam os graves pe-
rigosrlaqueslAoreligiosi.com grande desaccordo
suscitada no paz, onde felizmente rema, de lempo
iirunemnri.il a mais completa umdade de crenras
e que nAo ha mi.ler pelo mesmo os dilliceis aeeor-
doa que em uniros Estados hnuveram de celebrar
entre si as diflerentes communbocs rl.ri-lAas, c.un-
prehender-se-l.a facilmenlo a tremenda responsa-
bilidade que os vossos minislros conlrahiram, sim,
desale.idendo-sc a opioiAo pul lira ralhegoricamei.te
de OH- I l'ronunciadii, incorreram no lenierarm desacert ra
aronsclliar a V. M. a aceitarlo e promulgara.! do
- que
menle Inaiipeniaeel, a urna clal.orarao
cnmplemenlaria, a qnal corrige os seus deleites
preenche aquelles vacuos que nelle haja nolado a
experiencia, e lechea porta a perigusas e abusivas
inlerpretacf.es, vigorise o priucipio parlamentario e
e'gole, quanto cabe no humano, o manancial de con-
flictos lamenlaveis.
As mnrii.icarf.es que nesle sentido e digne eita-
balecerintenoamenle V. M. e propor .. delihera-
rao dosoutros polere. do E-ado. longe de alterar
o fundamento da constituicAo, serviram para eom- ladatam nao o he menos, que do dinheiro
ir Copia.yoarlel general do commando superior da OBdlga elaborado pelas corles, cuja mise** declarou
.. V. Al. leiminada pelo real decreto de 2 do nor-
guarda nacnnal do municipio do Recife 27 de ou
lubro de 185t>.
..Illm. Sr.De posse dn ofllcio de V. S." de boje
e.n reiposla ao meu de 2". do correle, relativo a
urna ordem do da de 21, que en desojara saber se
de fado partir de V. S.", cumpre-me dizer Ine que
eom quanlo reconheca e fara justica a suas boas in-
lei.rf.e, nao posso couseuiir na existencia de tal or-
dem. nAo smenle por nAo caber aos corninandanles
dos corpos, nem mesmo a este commando superior
tomar por si molida, de ualureza da de que V. S.-'
ii.mi.ii sen., riuviria com um li.n liom, como tambera
rente.
Por oulra parle, sem commetler um anarbn.nis-
mn inruucehivel lal he a rapidez rom que marchan,
e se condensamos aconlecimenlos nao portera re-
proriuzr-se um fado que se desvaneceu pela mes-
ma forca das causas ; uem, .em ineorrer n'um gros-
sero absurdu, poder.a o governo de V. Al., crigin-
do-se em interprete e execulur de unta volitarte ex-
lii.cla, dar forja e vigor ao projedo rio orna consli-
loijilo, que, segundo a doulnna dominanle entre
seus mesn.n. autores, nao pode promulgar-se sem
porque a ..K'ima parte da referida ordem do dia, so- previa aulorisarAo do parlamento,
bre ser iiieoi.'veniente e oflensiva da detc.pl.ua dos
corpos he maoifeslamenle contraria lei qoe rege
a guarda nacional.
O Hm que V*. S.* leve em vista, so poderla ser
preencludo por prvido.trias directas, partidas desle
mmmandn s.jperio,-, en conlur.n.dade de ordena
expressas do governo, ao qual en reilamenie me
Llovera dirigido so V.y-.'nu qualquer oolro minuta...
danle de eorp is da guarda nacional, em ve/, de lomar
por si medidas laes me I.vesse representando contra
ni airosos qoo por ventura um ou outro oflicial po*sa
ler commetl.do, ou intrnle ro.nmeller.com o lint de
violentar o volr. do. suardas que Ibe sao uboroi-
nadoa.
a K v Sr.a ni. rieve io.iorar, que as ordens dn
lia do. conluan.I irtles dos oorpot iimitam-se as que
ttem nere.sanas para r.uinpri.neiiln das ordens su-
periores a economa dos curaos e eterurao de leis,
tendentes a desciplina e serviro dos corpos.
mumear a vilalidade e energa; para facilitar o
desenvolvimenlo dos Tecundus germana qoe con-
inm ; para fazer mais penetrante e ominos. o espi-
lo que o auima ; para sabir ao euconlro das suai
interpretacoes con. que a malevolencia partidaria
intentara acaso manchar um acto esseuci.lm.nte
iropareial e reparador, para dar, emlini, a lacio um
novo e solemne le.lemunho de qu o bramo' scep-
iro que deposilou a Providencia as augu-tas mAos
de \ M.. he o mais seguro penhor de seos direitoa
e liberdade.
Alm dos fundamentos racionae. em que apoiam
estas lisongeiras|espera..ras, acndem a lorlalece-las a
mullidAo de fadosteslemunhados pela historia d'ou-
!ros povo. que, ou .e lig.ram simultneamente com
a noasa interrompida caricia do rgimen representa-
tivo, ou desfructado a amigare! dicla rie que as vi-
nssHudes|que sollreram, longe rie entorpece-los r,_
cil.lasse.n o deienvolvimenlo da rica sement depo-
sitada no se... ra Europa romana pelas vigorosas
tribus rio norte.
Algumas rlausulas de mais on menos transcen-
dencia, acrecentadas ou cncorporadas ao cdigo
constitucional preponderante, ba-taram, se..hora
acates povos para calmar febril aguaran das fae-
'
ESTADO MONETARIO DA FRANCA.
Desde que a Franca se asscnhoreuu de Argel no
anuo de 1830, nao tem bailado de cera milbf.es de
Trancos auuuaes, as desperas que Ihe tem cusiadu a
sua nova colonia : por coi.seguiule lem passado da
melropole para a Argelia pelo menos 2,600 milbf.es
de francos.
NAo entra agora no nosso proposito examinar, se
estes gastos lera sido reproductivos ; esla questo po-
dera dar margem a alguns artigo, e.n que nos oc-
cupareinns dos adiautamenlns eomegoirtos pelos co-
braos, c do brilhanle rular* que julgamos alcanra-
raa as pussessf.es franeeia. ria Atraca.
O nosso amigo M. Freler.ro Lacrois, anligo pre-
reilo de Argel, publicou aa I liiiiaineule nu J. des
h ronnmiste. dou. rxcellehles arligos acerca do
orrameuto da Argelia, para demonstrar que a colo-
nia cusa animalmente rr.i.il., puuco melropole, e
que brevemente se nivelara* os gastos com a re-
ce.la, somos da mesma enluta* qoe M. I.acroix, po-
" apreciaroes e calculo, sao exactos,
que va.
rem se as suas
para Argel, mui puuco mi nada volla a Franca.
Os indgenas venden) aun mmente as suas colhei-
las de cereaei, o seu niel, cera, gados, e todo, os pro-
duelos de seu solo aos europeo, por quantias de mu-
la cousiderarAo, e exigen) o pagameulo em metal
que levam para o Interior; e como ellas nao com-
prara nem consomem producto algum das fabricas
franeexss, retra.n o inelaliro da cirrularAo, cnler-
ran ros colu.nnarios hespanhoes. Esla lera sido a pri-
meira causa da d.mnuirAo da prala cnuh.ida em
Franca.
A abundancia de napolcf.es, ou melhor de moe-
das de 5 franco., porque o que o< uossos viziuhos
chamal* napnlef.e., sao as moedas de ou.o de vnle
franco.; a abandonis, d.ziamos nos, de pr.tia fran-
eeia que circula na llespauha, lie a segunda causa
da oelartl difTercnra que se observa entre o ouro e
a prata, que forma o systemi monetario francez ; e
por ultimo, a immensa etporlarAo do numerario,
causada pela guerra do Oriente, conlribnio tambera
para crear orna siluarao anmala que preuceupa, e
com razio, a governo francez.
Sobre esta s.tuarAo e sobre as suas consequencias
politicn o acreditado jornal ingl/. E'conmist
adoplaram o ouro para os seus p i- .ment.-, porque
cantata menos, do mesmo modo qoe dautes prefe-
riam a prata, quando era menos cara.
As moedas de ouro appareceram rpidamente na
circulacao, e os especuladores i.Ao larriaram a com-
prar as de prata para exprtalas, Irocando-as rom
lucro pelas de ouro, confrmese linl.a pralieario au-
les em sentido inverso.
0 uuro torna-se todo, os dias mais abundante, e
a prata Inmune paulatinamente. O governo francez
tem conservado aos dous metaos o valor relativo de
um grao do ooro por I5,iri de prala, que se esla-
beleceu em 1802, emquanlo que em todos os merca-
dos ila Europa o valar aclnal e intrnseca de am-
l.ns os melaes lem mudado materialmente a favor da
prata.
As estatistieas ria runhagem da rasa da moed. de
Par, e das reservas do Banco rie Franca, demons-
trara de um modo mui nnlavel a rapidez com que o
ouro lem substituido a prala em Franca nos ultimo,
seis annos.
A prala runhada na fabrica de Paris nn. qualrn
annos de i(i, 17. 1S e til subi a 387 milhes de
francos, o que faz termo medio 9(1:7.50-5 anuuaea,
emquanlo que o ouro eenhadn no mesmo periodo
nao foi mais de 76:7003000. EnlAo o ooro linha so-
bre a prala urna dill'erenra de um quinto.
Examinemos agora a modanra necorrida desde
1830. Durante o. seis aoun. que lem deco.rilu. o
importe da pralacu.il.ada imp.rlou sem 233 mi-
lhes de francos; de ouro pelo contrario foram ru-
miados durante o mesmo periodo IH23 ni.Mies de
flanco., ou 270 milhes por anuo : n oorn cu..liado
nos ditos seis anuos lem a proporrAn de 7|l de ouro
para I I de prata.
Durante os ultimas dous annos o ouro tem lirio
ainda maior vanlagem.
Km 34 e 55 uinharam-se OliOO-jOOO de ouro. e
21:625)000 de prala, o que pSe a prenerrJo de 30.1
de ouro para l|l do prala.
Estas observarles mostrara as seguintes Datareis
mudanza. :
1. Durante os qualro anuos anteriores a 1830 a
runhagem fez-se em urna proporrao rie l|5 rie prata
para l|l rie ouro.
2. Detde 18VI al lina de 55 muda o movimento.e
a runhagem h- rie 7|I rie ouro para l|l de prata.
3. A dillercnra a favor do ouro he ainda maior
nns rioua ltimos ano ... A proporrao he rie .lli.l pa-
ra l|l de prala.
Por nutra parle, ..as situares on batneos rio Hui-
ro rie Franca a iubslueto do metal moos prec. -
so pelo que a lei ronsliluiu o primeiro ..Ao he menos
nnlavel.
Em 31 de dez~.nl.m de I8II a coala do metlico
rio Bancada Franca apreteutava 120:2505 de prata,
e a |:llio-> de ouro; em 31 rie dezembro de 1853
a i'xislencia de prala em caixa iinha diminuido gra-
dualmente rie anuo em a.....i, al 17:5005, emqoan-
lo qae o oorn mliia a 112:5003 rraneos, riepols de
ler chegario em ls". a 193:3253 francos.
Ooanl.i ouro lem alm.rvirio a Franca desde o au-
no de 18301 ilud he a qudnlidade de prata posta
em rirculacao '.'
J.i riissemos qoe a cunhagern do ouro foi Jurante
os ltimos 0 annos rie 1,623:000) Iranros.
Durante os nilo primeros mezes de 1850 lem si-
do de 203:75090011 francos. O que faz ao lodo des-
de I8V1 al 31 rie agosto de 18.56, 1,826:7309.
Sea esle algarismus acrescenlarmos 125:0009,
qoantia que lera era caixa o Raneo de Franca, maior
rio que no anuo de 19, forma-se o sorprendente e
extraordinaria somma rie 1^1:7309000 francos,qiie
be o que Franca lem absorvido desde que se li-
/.eram os descobriinentcs aunl'eroide 1810.
lie mnilo mais dillicil indicar a quanlidade de
prala entregue circularao. Em primeiro lugar,
he provavel que o aug.nei.lu c desenvolvimenlo do
com.nercio desde que se rnnstruirara as Mas fr-
reas lenha augmentado a dita circularao, porcm es-
te augmento tem sido snpprido He crto ponto com
os bilhetes do Rauco de pequeas -omina-.
Autes de I81S os mais pequeos erara de .VIO
francos: desde enlao o Hinco tem-os emitlido de
100 e de 200 francos. A circulacao de bilhetes do
"anco tem augmentado em uns 100 milhoes.
1 juo o ouro cimbado nao tem licado nn Franca
u.na parle de bstanle consideraran passon para o
Oriente. Comtu.lo supp..ndo que para o augmento
da circularan, c para reraeller para a Crimea fos-
lem precisos 730 milhcs aproximadamenle, licam
| ainda 1073 milhf.es de francos em moedas de nure
que rieviam sustentar igual quaulia em mueda di.
prata.
Destes dados resulla :
I. (Jo desde o annu de 1830a Irn
vido l,051'750.? francos de ouro.
Huanle o incsmo periodo, o valor da prala en-
tregada (insiri .le 1,075:0009 da rraneos.
Sendo e.les dados exactos, como nao duvidamos
que o sejam, nao admira que o governo francez se
preocrupe dos graves inconvenientes que aprsenla a
enorme exportado das moedas de 5 francos, que
continua eom grandes prejui/ns para todas as Iran-
sarres, deslruiurio completamente o equilibrio do
seu ystema mouelario. Idem.
fosse permitlidn pelo governo.
Como medida de prevencAn. os soldados c ofli-
claes se cun-ervam un castalio, obttaado-tt assim a'
rommunicarfio dos soldado, com o povo.
O commandanle rio regiment ja' fez a' tropa a
sua falla, lembrando-lhes a legendi que liuham na
sua haiirieira :
i.E rereis qa.l he mais excellenle,
o Se ser .lo mundo rei se de lal gente.
Nem una s expressAn poltica, e sai os clamores
da tome, e os excessos d'horaens ignorantes he o qoe
geralmenle se nbservou; porm um grupinho, que
perience ao .. partido iololerante da lll.a Tercera,
e quj rieseja tornar a iluminar aquellos povos. tendo
a consciencia da sua fraques* as prnximas eleires;
recelando que Ibes falte o adjulorio d'alguns paro-
ches das freguezias dos campo., e a sua influencia
local de que lal partidn antgamenle d.spunl.a. di-
go, esse grupinho indigno do nome de purlugoezes,
leve ismil.il lembranca de espalbar, que estes ater-
melos populares eram promovidos pelo partido
legilimisla, e ale liver.uno arroja de desigr.ar.como
a.itores.resne.lave.s car-cleres legil.mistas da cidade
d Angra, horneas sirn leg.l.nislas, porm que all
sempre foram tirios e l.av.rins como cidadAns paci-
licos, respejtadores das autoridades, acalaurio sem-
pre as lei< em lorias as Suas riisp0si5f.es : porm o
gnvernador civil 1.entrama importancia ha dado 1
esses boatos, nao so por que colilleras a proli. lade
desses cavalleiros, rnas taml.em porque s.ne que
essa noticia salina d'homens intrigantes e calumnia-
dores, ao passo qae os legitimlas lem alcanzado
dados para saliere. que esses .lito calumniosos ,1.
tem por lina diflicullar-jlies os ten* trabalboseleito-
raes, fazendo acobardar os paroclms c os lavradores
de importancia local.
lie, pois una guerra indirecta as eleirf.es legili-
mislas, purera como a verdade sempre Iriaumplia,
rr.-uiiliereran as autoridades, nem elles al.riam os
povos, bem pelo contrario em toda a parlo lem re-
provado estes excessos populares, porque o partido
legiliraista n.lo he um partido de revolucionarios ;
se os novas assim proceder* he porque oulro partido
Ibes disse a que o povo era soberano. ..
Em nutra rarla li'-se o seguinle :
Angra 21 ri selembro.
Cornecaram ..s prleoe* : o povo qoit arrancar nm
.tus seus dieres, meslre carpinlciro.qua .a entre urna
escolla; atropa abstou, e este rie-grar.du enlrou
n.s cadeias.
A portara do gorerrio
permill.il t<> a luce exp .rtar.io desta ilha, I i/.eudo-
se deposito*, sem rexames dos exportadores, e que
assegarassem as subsistencias, parecen lo benelica
para o consumidor e .. exportador > ven. compro-
mellr lodosos olerosles, c por o cl.eferio riislricto
em mil embaraeo., por isso qae altendendo a dou-
tri.u da dita portarla aos pr... ipios geraes do com-
incrc.o, nao previo as especialidades ria ilha l'errei-
ra ; pois os seus negocianlM de cere.Ts sao exporta-
dores, e detajtm se-lo em grande escala, mas nAo
sao importa lores, quando apparece escacez, c mes-
mo absoluta falla na mercado, acoulecenrio ser o
governo de Lisboa quem tem acudido com gneros
sempre que ae lera dado este caso.
O goveriiadur permiti por ora a exportaran de
urna determinada quaulia de moios, donando"os ne-
gociantes na Ierra a quinta parle do que embarca-
ren! ; mas os oegocanlea argumentan!, que a porta-
ra nAo limtala a exportarAo, uem eslabelcce a
quinta parla para o deposito : dizem, que esse depo-
sito seja feilo pelo governo ; mas islo nao o pode fa-
zer o governador Civil, por isso que a reparlirAo de
fazenda Itlo foi aulurisa la para e-sa despeza, *
Emquanln se nAo persuadirem que as lillas nao
po lem ser avemarias com dispusir;s geraes, ani-
da quando mullo benficas para o continente, sri ag-
gravarito a surte .lestes poros, c comprometieran
para com os ine-mj. poros as suai autoridades.
e se arresccnla a que n czar nAo aceitara .
interease ria Russia como ama exrasa da violara.,
dos direilos dos oulros. ..
A intclligeccia pode apenas eomprehender o ver-
rtarie.ro sentido destas patarras quandn as Ir. lano
a rata* e a expcneucia se ppoem a que se pe.se
adm.llir lao extranha audacia.
0 principe de Irorl.chakolT estabelere romo ama
regra emaoaria de riireilo divino do. re-, qoe *
ultimo termo das representacoe* he a exlmiacaa av-
ia qual quereurio-se nbler do re re aples con-
crsf.o. s abre o rgimen interior dos sees esladM,
por meio .te riemonsiraroe. a.u.ara lora., ho qaeror
governir era sea lugar, e proclamar abcrlieMnle e
direito do rn.is forte sobre o man frac*, o
Tal he a Ungufera da raneases* qoo fes marchar
sobre o l'rutl. um exeic.lo lormidarat, e qoe alar-
deara eom a soa raude osquadra d.anle de Sefca-
opol, quando < as exherlarde. de lltiawtait it
tniham necessidade de erem ..pondas ; qoe alra-
vessava o Prulh. e se possava, .. romo garanta ma-
terial de duas provincias quando as eilierlaet.es
eram iaiuMcienlea : ma. quando a forma das atrer -
tcncias era eluquenle am S.nope, e qae sem' a ln-.
glalerra e a Franca leriam acabado por serera emea-
zes em Constanlinnpla.
C >m ludo a Turqua oslara soregada, os Torres
eram Mizc. e os (Manat gnzavam de par.
O povo nao era aco.iad.., nem encerrado ovas atas-
morras, e nAo se arruinava.
Kra 1011,1-.,,,..ir um granJe imperio oceapandn
Ulna cranric posirao.
O czar cuhirou a posirAn, enmecoa por orlererer
modeslamenle parl.lhar rio imperio. N.ngoem po-
de e. |oeeer a manifestarao do principa de MesK-
clnkoll, concebida uestes termos :
a Solan, diz.a ello, tasa icndes na Eornne atae-
seis milhes rie subdito., do. quaes aoie milne.
sao gregos christaos ; o nnpeadnr, meo amo, pensa
que elle os pode goveruar melhor do qae vi !*-
ze.s, e assim elle voi |>e le qae Ibe alian.traen e go-
verno que exerrei. sobre elles.
lal era l.uguagem de um governo que se mes-
Ira boje eacandalisado porque se de-rjam oblar cea-
ressf.es sobre n jrgirnen interior de nm reino tal co-
mo aquelle de aples, e qoe apruveils ama eeea-
s.ao solemne para protestar contra a proclamara*,
do d.reito do mais forle sobre o ma.- traca.
Sa este documento emanarse -omento do pe mear
rie ii .risrliak di, nos nos limitaramos a dizer qno o
principa quera r.r nusaa cusa.
lie preciso que a saa apprreiario do suMisne am
do ridiculo aeja b-msul.lil. quando qner fallar ata
...iprHsll.ili.larie ilejusliflr.ir d...nle de nenhum tri-
bunal equitativo a pre-enra ruul.nua da nma torca
Cstraugeira sobre o solo da Creca, o
1 odavia islo ...lo he a expressao de ama opa mas.
individual, mas -nn rtrsignaran rie urna poli... a
pensa la. .lelilicr.nla e re-nlutai... ule adopl.-.da ...
ama grnale paUnaia eawanam, q.. na* cr* qoe re-
balse ,. sel digoi lado ... lim de nma g.ando goer-
ata de 27 de agoste,! '* elevando-so sotara ... ruinas .1. sea derrota o af-
P-
le.n al,.dr-
enes c militar a devuradora sede de novas mudan- I "" nolavcl artigo, do qual tradzimos o se
;a poli liras.
Ao aconsrlhar. senbura, a V. M. os vossos minis-
tro, o restaheleriraento da lei funda...-..1,1 rie 1815,
nao rieseonhecem a gravidnrie desta providencia
nem deuam de presentir as objcrres que a tiflexi-
bilidarie do. partidos extremos, a vaidosa dialctica
das escola, rariieaes e o ceg fanatismo da paiao po-
ltica empregaram alim de de.virtua-la. |*,.rem
intimamente runvencidos de que smente o es-
forz vigoroso he capaz de dar saude no enfermo
organismo do Estado, nem um instante se qner vac-
cillaram em propor a V. M. ama determinarAo
imperiosamente reclamada pela conveniencia e pela
juatira.
O Ihrono, que as mais rrilcas ocrasies de noa-
uintc
e ..I..ni I..o,,
ii.cerlo e 1
lari
aemelhanle ramn pr.dni.gara a incerteza c ancie-
rjaita de que. participara lodas as classes tocia*.
a viva a rl.amma de eperanras rhimeriras,'
na ao aras. a oto dn Kslario pelo mesn.n
"""""n 1.0,oro que o governo rie V. M
esta resolvido rreroRarelmento 1 tetria-lo.
. ii'ilaV li'uZ'u K".n,,', ^,'l"""0 ,|"' rt"-! Pr""'"' e"'a'" U
rama larjr,* lempo Ib r..ubarani as goerrai rie prin-
cipios e .le raras, rboqnr vilenlo .los partidos e a
sngrenla luna da. nacloaalidades, nao veria sem
1 snssobrar que.no hm de dou, airaos de igil.res. nos
1 anretewtrtmott correr novas azares, e" na'o btrit-
seus
se-
ini-
lema ; o llirono de V. M. desmenliri-
glnriosos antecede..tese ah.licaria a sua 11.....1
cular, te agora, rumo sempre, nao lomar umi
nativa salvadora.
Dgnando-se, poi, V. M. adoptar a transcenden-
tal rr-,ili.e.m qe reverpiileineiile Ibe preo nos, e
quinde e.la baja dad., na riirerra.. do Estado seu.
udaveis (rucios, a indiapensarel
inlPivencAn das rorlpa que lerao coiivorad... para
concorrer rom o governo rie \ M. a robuslecei as
garantia. ct.nlida. un cdigo de IN15. augraei.lara a
ellicacia regeneradura da ultima forma de qut se re-
dados iuleressanles
o No armo de I.MI2 nma lei dispoz que os paga-
meulo. poderiam fazer-se era ouro ou prala, como
ma.s eonvienc ao deredor.
A relacJo legal que exi.lia entre os dona melaei
era, retando os calcios mais exactos, o valor rela-
tivo intrnseco de amos em lorins os mercados da
Europa.
Segundo e.te rtlor relativo, a moeda de I franco
lint... 75 graos rie prala dn le., e a moeda de ouro,
o nepotes 1 de 20 francos -.17 graos de ouro de lei ;
por conaeguinle 07 graos .1 ouro equivalan! a 1,300
graos Je prala. nu na prop .rr.'.o rio urna unidade de
..oro para 1.5,461 .le prala.
Tendo o crerior rie aceitar o metal meolhido pelo
devedor, he claro que lo los os pagamentos se faziam
cora o metal menos caro.
O ralor relativo legal que se ,-itiribuia ao mtlllico,
nao lar.lu.i a des.g.ialar-.e com o augmento insigni-
ficante do ouro, eo pela baixa rio preeo da prala.
Nao lardn .1 espec.il.ir-se rom a exponrao d.....no
e Importar,** da prala, visto que esta opera.'Ao riei-
xava lacros.
Vcrilicaiulo-sa lodos
NOTICIAS Dos ACORES,
Recebemos rarlas da ilha Terceira, e S. Miguel
que aliMueaui ale 2 e 30 de sttambru, ir-umimn, o
que nos dizem.
1 A ilha eslava na maior agitajao. Na villa da
Praia o povo obstou ao embarque de 50 monis de
I batata que sahiam para a ilha do Fas al,parte requi-
.itada pelo governador civil ria Horla, parte era es-
pecularAo mercanlil.
A cjarle esleve em alarme nos dias 22 e 23 : o
' povo veio dos rampos a' cidade, e dirigindo-se ao
caes do embarque, obstou ao embarque de alguns
...n.s de lre.ni.seu- ; e embarcando liomcus c mu-
llieres em urna lancha da carregagao foram a bordu
ri'uma escuna e Iterara desembarrar a batata que
linl.a a bordu : lazia-se n.lavel este movirneuto
popular porque o chefe delle era urna mulber ria
freguezia de S. Melheua, a qual nos das anlriures
tendo passa lo a Ireguczia de Santa Rarbara, sua
confinante, in.lu/.ira aquelles povos a que viessem
c .m ella a cidade obstar ao embarque das norida-
dcs, o que eltectivamcute conseguio, nao s.. mus.
Iraudo una corage.n de matrona romana, mas uraa
sensatez rnuilo alen, do vulgar.
Ella com nutras e o povo que a segua foi ao go-
vernador civil, pedindo-lbe que nao rieixasse em-
barrar novidade alguma, que se rnmpadecesse dn
povo, que ja havia fume n'algumas freguezias, que
ella e seus lilliinbos em numero de 8 morreriam,
porque os jornies eram Otilo*, os preros das novi-
daries mui caros.
O governador civil prorurou Iranqaillisar a todos,
dando ria sua alglbera algum dinheiro a esta mu-
lber, porem Ibes declarou, que as ordens do gover-
no permillinrio a exportarlo seriam enmpridas, mas
que Mies das a a sua palavra, que licariam deposi- fazer so
los na ierra para a povo ; que so embarcara q,lc c,-,e, oii,,,^,,,,., ordetn sei(uranc "
..Ao fusse necess.no para as subsistencias publicas. I ,,=, as pena, d, lei p^rTuaWdtrtS rom;;.
feotando a gattlnca* da na* aproveilar nrihiimii li-
'^u a obrar para o fuluru romo no vi.-a.lo.
Mas he 1 alu n que se esl.i vendo.
A Russia he .. que s:.npre foi, o aggrp.anr astaln,
o estronrioao fanfarreo, o -u.teula-uln do ewofmtis-
mo, o inimigo mortal da liherda.le.
A iiossa gocira rom ella he urna Tcrdarieira cner-
ra de npiniAu ; o objeelo lien prinripin da liberda-
rta.le e da r.v.l.sar.lo. Podemos fazer Iregoas,
ricinos passar de un emnpromisso para inlere
mas nao podemos transigir rom os principio*.
.Nao haver paz real ena.i qna.ido o deopetismo
ou a liherdarie tiverem triumphado. qaando as ar-
ma! da Russia naa puderem .narlvriur, oa qrwnrf..
...... com a note* popularan e lal vez alliaees, lirer-
raos feito ir.uu.pl,ar estes grandes principies pe*
qnaes temos soflrido lao pr<>fanriincnle,pele* qoaps
a Franca lera pa-a lo por lao lerrirei. prora., nelaa*
qoacs a So.ssa e o Piemonle teem combalido. pelo.
quaes lanos individuo, ss mostrara Me ar.lenirmrn-
(e impressiunadus, e que quando forem obtideo fa-
ci a lelicidade rio povo. compensar Ao -em namrm
os atfateea que ruslaram o coroaram gloriosasnenlc
a narAo qne os alranrar.
Em qoanto a una coi.liunaremo. a preeatrher o
nnsso dever ; a no-.a marcha he evidente, pois qoe
lauras nobres aosiliare*.
A no*sa arrao como a comprehndemo*, nao sera
ne.n precipitada nem violenta. .Vio nos raropom*.
t lininli ir lear aples, nem a destrair a throne ala
'reria, mas nAo rievemns ai vista de mar.ifo.los laes
como o do priuripe de wortehak..fl, deixar de con-
tinuar a oceupar AOn-ua* aloque as potencias pro-
tectoras leiiham decidido como se podera remediar
asqueixas dn povo glego, nem risemos deixar de
enviar urna e-qua.lra a .Vapules para vigiar es
sos inlere....., e a spguraura daqaelles dos
rnmpair.nl... que astta eal .beiccidos sobre o twri-
tori do mais abominavel governo da Eoropa, com
o qual nos be imposaivel continuar as uo.sas retantes
Reigra I e ilha das Serpcntes, a dreria e aplos
s.lo navens que *e elevara ; mas a lemiiestide sera
dis.ipada. /
.Nao ha nenhum perigo em qoanln a nosstt polili-
c.i for dirigida pelo honesto e tranco espirito ingle/,
e em quanlo livermos por alliada a grande na. .0
o.jos inleresses e desejos sAo completamente serri-
doa e exprimidos pelo .Ilustre imperador qne a vet
do povo el.ai.mu para reinar sobre ella.
A alliaura anglo-franceza aucmenlon a srgnianra
arinal da Eurnpa : a sorle da cmlisart-i lulara esta
ligada sua existencia.
A lem disto o mesmo jornal diz :
Londres, segunda-feirn o larde.
1 A circular dirigida pelo principe Cerlteliskttfl
ans agentes diplomticos da l<........ junto das diver-
sas cortes da Europa, lem dado logar sem devida a
um senliinenln penoso, porque tende a complicar a
situaran das cousas, e lalvez a fazer rom qae a ia-
sensit.ilida.le do rei de aples as rrprasnala ".. i
das potencias ncci.lenlaes. de ao estado dos neg ....
pblicos um carcter amraradnr.
Com ludo deve oliservar se que a marrha adopl.i-
da Deles alliadoi do occidente no caso em qae o re
de .aples persislisse na sua opiniao aclnal, seria de
Balaren a evitar de dar a Ku.a a orrasia* de Ma-
le, vir a favor riu rei de aples.
He muilo eit. mnoraneo esperar que esta potencia
possa empregar a sua Turra material, e por ceuse-
gunle a Inglaterra ea Franca nao tem reren, al-
gum .le se vereui arra-lada- a ama gnerra rom nma
potencia europea ; mas na. nrcumstanr.as actuar*,
a mai.ifestacao I* urna resoluro lomad., por parto
'o governo russo decen*urar a Inglaterra e a Fran-
ca, lera mais importancia que ella o nAo mecer
Pona Delgada 30 de selembro de 1836.
A crise alimenticia porque estamos passando vai-
se lomando perigusa. Cl.cgou a portara de 27 de
agosto, or.lrnaii.lu a exportaran, e o goveruarinr civil
permiliio-a immedlat.menie. Os pevos porem ja
luijc menos doris qoe i.oulras eras, depois que foi
proclamada a sua sobernnia, leudo cm lumulto obs-
tado a qoe riessem da Bbeira (iranrie para a c.da-
Efii o* biUta"' c,r- ol'Oarain lambem agora
em Villa Ir.nca a que fosse um puuco de trigo pa-
ra bordu d'uma escuna que all eslava carregando,
amolinando-se,e maltratando com pancadas um cai-
xeiro que alh eslava lomando coala do trigo; fu-
gin.ln o. mcdidoie. e ouiras pessoas para cidade. O
governtdoi civil rrqnitiloa uraa lona militar de lo
liumens que para alli marchuu logo.
EaU-teprocedendo a derotta, mas nao consta an-
da que houvesse prisdes.
Iloje lem-se espallndo por loda acidado que os
povos rio Nordeste se insurercionararh lambem, ma-
laiido um medidor, e dous soldados. Tem appareci-
llo pasquina chamando os povos a revolla, e uomc-
ando varias pessoas como iuimigas do povo. Nao
rlt. quera diga que iato sao planos dos miguelistas '.
Sera .-m eapalbado pelos l.heraes para afugentarem
oslegilimistas da urna'.' Pobre gente que assim re-
conhecciu ti sua insignificancia !
N. B. A brevida.U com que este navio sabe nao
da lugar para mal.
Habitantes do dislrido d'Angra do Herosmo.
As subsistencias publicas estn felizmente acaute-
ladas ira dislricto que o governo de S. M. confiou ao
meu cuidado e di-vello.
N'Ao ha pois motivo algum para essa agilarao qoe
lia das ,e inanifesta da parle de alguns indi'viduos,
perlurbaiidn as*im os nimos de um povo pacifico,
obediente as leis e as autoridades.
Os vos.o. receios, habitantes riu Ilha lerreira, sao
...fundados, porque so a roll.ela dos milhoa fur es-
cassa, a do trigo foi assas reKular e os inleresses
geraea, os da agrir.illura, e do sommercio exigem
que se exporten! desta ilha os gneros que 11A.. fa-
ram falta a al.menlarAo do povo.
Oi.ai.do cm agosto passado liouve rerein pelas sob- ri
s.siencias, en prohib a exportarn, aguardando,
para depois da eolheitl do mill. o embarque da | realmente
Dl(a*'r!.'ti,"" ,C 'alcu,as;;m "Porlavei.. j Ella ter por elTeito fazer o, alliado, ma.s prude--
i L rlV n .....S aS "' lH" l'ar'"'hias, les na* suas operare* mas mu.la. pessoa. olhameo-
neM J r M.e'', manifeslaroes de re.- I mo extremamente improvav.l que ella a, afT,7,
^r^^^^uT^Mt.ra^ -u limn que ,11, .."obr.gae J ISSST^
w szEttttsss. r^z sre,rre,c ^"','1 M,,,re **** *
:,dle"r,:e!,a,:e;^,!a:^ d ,r"-" ,"l*t,'e *"" j ^^^ coran pr.nnpln ,. cn,.fex.M,
ue taris, que nenhum esladn lem o d.reiln As manileslar.ies lumulluoias, romo as que boje 'l(r um tyitantt de governo. nu de mao governo o.-
Iiveratrj lugar, longe de alleiniarem o mal da care-1 V"*** comprnineller a Itonianti do* se*, ri inhaian
ta, pelo ronlrario cunenrrem para n augmentar, c I" Iranqu.llidarie ria Europa.
rer aquelles que pralietrtm cisas manfesta- a podia baver nenliuma idea de
pagamento* em prala,
As muflieres e o povo sahiudo do guverno civil
em tumulto para o caes ; e convindo proceder con-
tra os que vinham de burdo, praticando o alindado
de se apoderarem da propriedade alheia, dcsceu li-
ma mnda furea do castalio eommandada pelo ma-
jor Militan; um lenle, calieres : tendo lambem
1 p... lim dispersar o povo aggrr.s-ur e o povo que ia
I allluindo ; sem qoe, porem, nem um nem ontr .
praliearaein o menor excesso,. nem desaealaaaem ..
, autoridade, n-m 111.ollas.em i'idadao algum ; algn*
ti/iain : o N
aperas ni/ian : o Nos 11,10 somo* coulra a* autor.-
chegou esta a ser quasi a nmea"moeda que'r.rcu'ia'- \ ^' "e"' *?""* -""". <* <-""lra o de,-
pait. i.i.iau lo *e precisara ouro para tia-
ra no
jar. 0.1 tiara qualquer oulra tenan par.rolar,
?ra pieria.) pagar mu agio ou premio que rpiPsen-
l.iva a riilleiuiira im praca o do valor legal eillren
onro o a prala.
Durante a'primtira matada de.te aralo havia nma
pequea tenrieuria para subir o valor lo ouro eoin-
'-"* e^e..era....ra ..a uiiima tor.na ile qoi se re- parado com a prala, cu... proil.irrio era milito maior
v.,..u caire ** u regtraeii desuado a ser por mal- ..avia em Friura cena .ro .eniau p", augn^Ur
leruo ; s deivain embarcar a uovidade morrerc-
rnus de fume : o Sr. gnvernador civil e.ta engaado,
l.vein... menos trigo da que dizem ns negociantes, .1
rollieil.i rio milhn he menos de melado da riu anuo
pasudo, e nn atttndn anula rnllndi, j-t o* negori
ank.s estn prometiendo a 2lsmin mnio, o ou be
pata embarrar, e .norman de lome as noratas la...,
Iiai; subir' muilo .le preeo na Ierra.
1 Inrra diapersou o povu que obedereu sem re-
|si?iencia ; os pretN depois de severamenie eihor-
ttntea.
Habitantes d'Angra do Herosmo. O governo de
S. M. acal.1 .le me ordenar em portara'de '7 .le a-
gnslo, qne en imprima ,, maior rie-nvolvi.nrnln a
felura de obras pnblicas, a qoo nao prohiba a e\-
porlseao, promovendoa formara., de deposito, que
assegurem as subatstencias, e adoptando outras ine-
di.l.i- que a* r.re.iinslan, ia* esijaui : em rirtade da.
urden- do governo, vao orlante, ei|>ortar-se iiume-
dial.iinenie a. quanlidade* da trigo qne sobram da
aliaslenmcnlo publico.
lioverno dril d'Angra do lleroismo 22 de selem-
bro .le 1816,
O goveruarinr rvil,
Nicolao Ana-I.irio rie li.llei.roull.
/ Xilino
I i-.e no MomiiiQ Pott;
I ma circular dirigida pelo principe de Corltclii-
knll ....- repie.e.liantes do r/arjuniu das corles ex-
Irangsirasdeve, nas circamsUnri.is aclutes, ser acti-
. inlprvenrio
iiicsquinlia nem de pol.tira aacresvixa oeciilla sol. a
mateara rie conservaran.
lie precisn que o mal seja notorio, o perigo imn.i-
neute, e a cau-a justa.
Agora tratase de saber se exi-te ... lualmrnle no
remedas Duas Sr.lia* um e.tado,le raMMH, qneja-
lilique a .i|.pliraro deste principio.
Por ...n instante letei..... shejeagora* do- vulgares
-ei.li entu. de I......andale ; eaujum r.enins a* tor-
turas inflingida* aos presos pulilirua por o.,lem r\
prtaaa de seu re,... atametaa mirria* aonde e*t.,o
ineltiio-, p lodos o- hedan< |ih...mores quesalae-
inusda 1 i; ,tal .la. Hu... Mcilias.
Elominemaa qneatto sem no* la/ermm careo do
que .miremos napolitanos, ma* nicamente no poo-
lo de traa enrrantax.
Tratarnos la* somenle dos fado*. Segando as ma *
exactas inlormacf.e., toda a pennsula il.l.,..
cppiou. psta.10. doreidaSardenlia, r-la' nas
peras de urna nradp pxp|04;,0 revolnnonaiaa.
Ksle movimonln *., be cninpriniido lela presa.. .
da tropas ealranseiras.
Se a Austria li/e.so amanhaa letiiar a. sea. .bi
rtlnq Lombardo Veneziano, -e o cern,, fcanena
a-x-

IDMXT


aiiHO ti Pl| AIBMSI QUINTA FE'fiS 30 _l OT SO || I8S6
i lillas! lili !!. lia rprd> cniin ler de aaieer oiPtrowiiki s doa horas e m*ia. annuneado por. dicciui.al. N meto i|
sol uo da seaniuie, a pennsula itlica, victima ri salvas .le iHiihsria r pelo estrepito revoluto desde os Alpes al Olraolo, eitana toda i enlroo a's qualro horas na Tverskaia, grande ra
em logo. que alravessa a cidada na la maior largura, desde
O itatu ano he manlidn pela inlervencao citan-1 a porta Iriamphal da Mirada da Pelerburgo al
Reir na sna mais extrema npreflo, quer dizer pe- Kremlin, precedido de lodos us olHciaet 'la corda e
la presenta das bayoneta* eslr jngeiras.
Todava, apezar desla intervenrao sempre cins-
lanle, coila a manler-se de um para o oatroMia nos
la, o
ornado de velhaalajai el redor a.ral do ultramar. Tinham-ae aooaociado
deohrasdeoun.cs. que se referen! a* pocas mais I varia drmlssBes de homens de coni..eraj;.n e reinlas, na parle direila da sala, em mu Irado partidaprngressisla para o dia em que o Sr. Can-
sinado de velado ellr.ui.nl o, liul.am preparado una | lern sahis.e do ministerio.
Iros lalheres para o imperador as dnas ] Estes rumores, seaundo as Fainas Autkograohni,
Iddll O fuilda-
eslados do rei das Duas Sirilias, e-le phaulasma de
paz, que se queixa na snperllrie.
Se a coerra rebentaise nesle paiz, seila infalivel-
nieute como urn foso, que devorara a pennsula de
um a uulro extremo, e sobre esle campo de hatalha,
Ihealro de tantas lulas, as najes leriam de se medir
de novo.
ijuere.ia a Franca abandonar sem cambaleo Au;-
Irla a posse soberana da Italia '.'
Mueren., a Austria ceder a mais bella das soas
pruviocias, antes de ler taerilicadu a seu ultimo lio
ni'ri), o seu derradeiro Aorim para a defender '.'
lima vea engajadas na Italia as Iropas aostriacas,
as diversas provincias cisulpinas que perlenrem a
Austria, e qoe su esperam o momenlu propicio, nao
aproveilariam a ocru-io que se Ibes apresenla\a '.'
Sao estas cons.derajes da maior gravidade para
a Europa, seuao para a Inglaterra, a quil poderia
mostrar-se alheia a ludo ito, e dizer : O voiso ve-
laa nao be o raeu ; arranjai comoquizerdes os vos-
eos negocios!
Suppondo, porcm, qoe ella nao se mastre alheia a
Uto, repelimos, sao graves as consderajAes que te
deduzem da queslo italiana ; dizem principalmente
respeilo a vardadeira sluajao dos negocios ira reino
das Duas Sicilia).
Pois bem 1 ebegou o momento de por em pratica
o principio admittido as conferencias de Pars, islo
he, qoe nenhom estado tem o direito de manler ero
si urn systema de governo, que poa em perigo a se-
goranja dos seus vizinhos e a Iranqutllidade da Eu-
ropa !
Os governns da Franca e da tiro-Rretanlia jol-
garo cheeado este rnomeuto. J por mais de orna
vez lentaram por va de admoestajes amigaveis
convencer o rei dii Duae Sicilia do extremo perigo
da sua posirao ; as saas advertencias, porm, foram
recebidas com desdem, desprrzo e insulto.
As vivas solicitajdes do enviado austraco lambem
nlo liveram um resultado mais proficuo. O rei esta
resolvido a n3o ie retratar mesino na ultima exlre-
midade.
O governos de Franja e de Inglaterra nao van
recorrer intervenrao ; vao tentar simplesmente
um oxpediente, que rodero, como se espera, produ-
cir o etreilo desejado, sem que seja preciso lomar
medidas coercitivas mais directas.
Todas as relajees diplomticas eeasarao entre os
gabinetes da S. James e das Tuilherias, c rei de
aples.
Os vassallos da Franja e da Inglaterra, que resi-
dem no reuo das DuasSiciiias, tem todava, mais
do qoe nunca, precisao de serem protegidos, de-
po de se relirarcm as legajes dos seos repeclivo
paizes.
Para obviar a esle inconveniente, algons navios
francetes e inglezes serSo encarregados de cruzarem
defroote das coilas da Italia meridional e da Sicilia,
e de prertarem, sendo preciso, soccorro aus vassallns
de cada um dos respectivos governos.
Emqoanlo au qoe possa succeder ao rei das linas
Sicilia-,, por parte dos seus vassallos, em cousequen-
cia desle cruzeiro, isso nao nos importa ; mis nao in-
lerviremos seolo para repellir qoalquer inlervenjau
estrangeira. Se deve existir de alguma maneira o
principio de nao utervenjao, deve sor observado
completamente.
Um muilo notavel documento oflicial russo insiste
com bastante calor sobre a necessidade de rigorosa
applicaj.io do principio eos negocios de aples.
Esle documento he sob a forma de circular di-
rigida pelo principe Gorlschakofl aos representantes
da Koasia as diversas corles da Europa.
O principe corneja por estabelecer o principio de
que d ora avante a nAo intervenrao. na aeeepeta
mais restricta e alais lilleral da palavra, deve ser a
regra da poltica europea, visto que foi para a tos-
tentar que se fez a guerra Russia.
0 astucioso Russo que maginou un argumento
capcioso, julga que no futuro todas as negociajoes,
qoe precederam a remessa das tropas .Miadas ao Ori-
ente, para impedir a conquista do imperio turco pe-
lo czar, serao ignoradas ou esqueridas.
" Por forma alguma. A doutrina da iutervenc.io
nos negocios de un estado vizinbo, lira sendo pro-
elmente o mesmo que antes da passagem do Prulh
ellecloeda pelas tropas misas, o mesmo que otes lo
congresso de Pars.
Um homem pode, mesmo com violencia, entrar
em casa do seu vizinbo, quando ella be victima das
chammas, pode faz-lo, apezar do prejuizo que,
para preservar a sui propriedade, causa de seu vi-
zinho.
lie o que podan) fazer a Franja e a Inglaterra,
mas, como ja demonstramos, nao be islo o que ellas
pretendem fazer em aples.
1 m hoioetn lambem pode entrar em casa do seu
vizinbo com a nlenjo furmal de o roubar e de o
assaisiuar por elle ...lar doenle.
He o qoe a Russia fez eniquanto Turqua. KHm
iuterveiu. mas reprimio-se a sua intervencao.
?ia drecia, lambem o principe tjorlscbakoO v
com pezar prolnnaarem a sua residencia as tropas
estrangeiras.
lisquece-se de que Alhenas nao era mais do que
orna batera raen dirigida contra a Turqua, c que
a prolongada oceupajao desla cidade li com que
deploremus mais vivamente do que elle ler sido im-
posta i Europa occidental pelas andaciouM intrigas
do oltimo soberano da Russia.
A idea dos llussos era levautar os (ireaos contra a
Porta, e como capital de un reino grego indepen-
denle, devia Alhenas ser o foco da iusurrcja.
Seja como fr, lomemos aos negocios >le Sapules,
que actualmente inleresstm mis de pcrlu a trau-
quillidade da Europa.
Nao havera urna especie de li\ pocrisia ueslas li-
nda), que vemos escripias por um diplmala russo :
c Procurar, diz elle, oblar do rei de aples, por
ameacas oo por urna riemonslrajop ameajadora,
roncessei que atacam o governo interno dos seus
estados, he urna violenta usnrpajao dos seus direi-
los, he querer governar em seu logar, he proclamar
ahertatnente o direito do forte sobre o fraco
Acaba o documento dizendo que o imperador da
Kossia empregar as suas forjas como julgar conve-
niente.
Recebeu-se em Paris a noticia de que urna es-
quadra ru- a tivera aviso para estar piompla a la-
zer-se vela, e que era destinada para aples.
Nao nos deve dar cuidado tal ilemonslrajao. Se
he da volitado do imperador da Russia enviar os
seos navios a aples, ou a outra qualquer parle,
de maneira que nao viole o tratado te Paris, au
temos o menor direito de Ihe contestar o de operar
como entender.
A Franja e a Iuglaterra com ra/.aose podem unir
dianle do assuslador aspecto de urna esquadra russa
ancorada com perfeila ordem, em urna baha com-
moda.
Costou-nos a ver estes navios durante a ultima
guerra, eaesperanja de s eiaminarnius de* mais
perlo nao pode deixar de nos causar viva salisfarSo
Esta dem >ntInra j siguilica alguma cousa, ou nao
significa nada.
Se nao significa nada ; a sua nullidade em pouro
ser patente ; se signilica algtima causa, podemos
dizer, que mnito folg^remos em ver os Russos par-
lirem para a baha de aples, e estarem la o lem-
po que quizerem. O nico effeito real desla demons-
tajao ser provavelmente, que a Franca o a Ingla-
terra poderao julgar oecessario augmentar o nume-
ro dos seus navios na eslajo napolitana. Tal be o
aspecto sob o qual se aprsenla agora este negocio.
Repelimos mais urna vez, que se o principio da
nAo inlervencao deve ser poslo em pratica no ponto
de vista russo, as tropas frauerzas e austracas, qoe
actualmente estao na Italia devem recolher-se aus
seus respectivos estados.
Emqoanlo nos, disto lavamos as mfot. Snccede
o que succeder, nao se podera dizer de nm que ag-
gravamoi com soUrimentos iuoteis a cundijao dos
nossos presos polticos ; porque oolr'ora perdoamos
a alguns criminosos insensatos, que poderiamos cla-
sificar nesta calhegoria.
Se inlerviermos, fa-ln-hemos contri nosia Minia-
da e cem todos 01 recorsos, que se tiram de urna
immensa forja moral, pois nao ic deve esqoeccr
qoe a Inglaterra tem mais a perder do que qual-
quer ontra potencia em se envolver as questes do
contiuente- ,L't'ninn.)
'dem.'
levia ter lugir.^do para o substituir I). Pedro Salaverna, que era di- liaviam frito pelo governo, quanlo aus ullimus acn-. Alhucemas, mitro presidio bespanhol na frica,
lefimenloa poltico. [acaba de ser Ihealro ,1'uui feilu d'aiiiiis que faz hon
No da 32 foram sollos algn elctores dejor- raaos habitantes. Desles prrereram dooi sol lados e
naos polticos, que eilavan presos em Madrid. foram feridos ttn. lio, mearos lloaran quarenta ca-
l)iz um peridico, que o governador da provincia daveres juncando .i rampo.
i, de M ol il mostrou ao oovrruu a nocessidade de se Na "Palma de t..,di/liust-iin-sc urna carta em une
de deslacamo, e,.....de ,1,.,, passos da mesa ,.- jornal miuis.erial. carecem boje de todo o funda- ..ornear um fiscal da .mprensa, para rogol.rissr al- i se diz., dever em i.,45 urna eipedi. ,nl
Uaot, vaaldoadoom un.for.ne mu.simple-, pajt- pe al, le ach.vam .enlajo, om. meaa, que toma- m-ulo, m ,,, lri.lp |':lnell(av ts,,d em que se homensa' frica, f. rece qoe nao ,* a-'-.m .,..de
cendo suh.ral, c cuno-dado da n,U tldao no va toda a sal.....palri.rclwi de Moscow. ,le Palera- .Vio tem herida at 'aaora outra demissao mal. aeha aeloa......ote, I dos o. di. sao mandados re- e-perar-se que o .oven!.....paho eo a.re '
meiodoseu eslado-mator que elle preceda apena boarg. de Kievr, IWogorod.e membros do clero qoe a do director geral da repartija,, do bens oa- tirar da rirrolaetlo o. nuroeroi de diver
alauns passos. Era aegaido da imperalri/. viuva em que tinham anlilido ni ceremonia da coroajao. De
orna rarroagem do lempo de LoiZ XV, da mal| Pi( de algQH instantes da sua rl.egada, o impera-
roaravllhoio Irabalh, a cuja vidraeaa foram pinta-|dor lomoo ara copo, eo leven ao labio, era par
os embaivadores o sigua! da partida, retiraran, se.
das por Roucher, da itnperalril reinante puxada
por olio eavallo rodado, com capa de prata e de
velludo azul, e das nutras princezaa da familia im-
perial
A noile o Kremlin neracla ovo deasaa .Ilumina
Jes, que Be eiiconlro.i nos cotilos orieotaes. Oim-
perador saino em rale.lie para vir.ilar a cidade, por
A s cinco huras, Moscn, a cidade sania, recebera i toja a parte a sua pneeRgeo) fo. o ligual de numen
o novo imperador. Depoi. de quulro o.as. Alelan- os vivas e de novas acel unaees. o 7 ile letembro
dre II passou revista a lo tas as iropas reunidas pa- i de lSj(i foi, a continuara a ser um grande da para a
ra a solemnidad., e a sisde etnn. .o, a's nove 10-1 Russia.
ras da manhaa, a cor.iacao foi proclamada, legando Al feslas, que seguirn este im-moravcl dia, dora-
o uso Iradiceional, pela procietila dos araulos d'ar- rain lodo o mez de aelenbro com um loxo e urna li-
mas; esles aratilus, perrorrendo a rulado, em uni- qoeza inaudita : a 1:1 u imperador deu no kremlin
forme ornado de palheUs d'ouro, bordado com as : um grande baile, q.i", permanecer como una di)
as armas do imperio, lerain em dill-reute logares mais deslumhrantes inaravilbas, que se le..ha vislu.
aos assislcnlcs descohertos, a segu.nte procla-l No meio da salas esplendidas a riqueza, u diver-
mae.lo : |si,lailo inlinita dos trajes com os seos contrastes .s-
O nosso mu augoslo, mu poderoso [senllor, o i Irauhus, e a su-sapproximeces estiavagantes, cons-
i.operador Alrx.ndre Nicnlaiewilli, leo.lo subido ao i Minen, esla noile. Como no Paudemunium da Mor
thrnnn hereditaiio dira seus anlepass.dos. o de todas j de todos os povos Alexandre II atino esle baile por
as Kiissias, do reino da Polonia, do tiran-Ducado nina poloueza com sua inai ; a imperalriz Mara deu
da Finlaudia, d.snou-se ordeuai que a .ua corda* a .nao an principe da Proasia, depnis de alcum lem-
jo e saeracao lenlia lugar a 'Jli ile Igoalo anno' poseahnrain asalas, leudo me*a servida para es-
russo fa/endo tomar parte nesta santa ceremonia la hrilhaule inultidao, e no rundo da sala de S. .lor-
a sua ausgiisla esposa, a imperalri/. Mara Alosan- ce havia nina mesa de honra para o imperador, as
drowna. Esle acto nuleninc he. anuuncia lo pela i.uperatr/es, os principes e as prncezas de sangue,
presente proclamaran a lodos os fiis subditos, afn os cmliaixadores da Franja, da Inglaterra, da Aus-
de que no-- < feliz da, ellos redohrem de fervor as tria, da Blgica, e da Turqua.
soas supplicas ao re. des res, para que derrame pe- Por detraz se leva..lava um aparador colla-sal,
la soa omnipotencia as suas grecas e as suas heneaos conlendo todos os magnifico pratos de miro massiro,
sobre o reinado de sua magostarle, c que, durante ollerecidos ao imperador pelos membros da nobreza,
a sus existencia, conserve a paz e trenquill.dadp I servido por urna nuvem de criado, mais bellos, do
em gloria do sen saulo nnme, e pela prosper idade qoe principes, no ceio de urna onda de luz cem vc-
inatlcravel do imperio, a ze* maisbrilhanles. do que os raius do dia.
A mullidao recebeu entao os exemplarcs da pro-1 No dia sesuinle, j nao era someule de 2 mil con-
rl.mac.iii com um recolhimeuto piedoso que deu vivas, que se Iratava, era um baile de mascara para
a' ceremonia o cunho religioso e grandiosa que 2(1 mil pessuas. A 1 "i um grande jantar de appara-
aliai se nao encontrara. He somente a unejao do tn oflererido aos cmliaixadores, an conselho de esla-
palriarcha que da ao czar o carcter sasrado que do, ao senado, foi dos mais br.lbantes ; a Iti hoove
elle tem aos elhoa dos seus povos, reunidos uusi ha.le em casa do gran-.uarechal Galrtzin, a 17 baile
crandes das, mesma hora, em urna suplica t de phanlasia no kremlin, a l'Jtransporte dasjoasda
commujp. coroa de lizanwetaja para o tluronchn.caialala, a 20
Assiro, a 7 de setembro, pela manhaa. Indos os feita pelo anoiversarlo do nascmento do gran duque
sinos de Mosrow e salvas de arhlhana annonciaram i l.enleiro, fe-la popular ; a 21 anniversano do nas-
a's mullides o omero da ceremonia : ao sisnal da-' cimento do grao-duque Constantino, srande baile ; a
do pelo canhao de kremlin, todas as pessoas que se 22 jantar dn governador de Moscow e da anliga no-
deviam encontrar Ou ip> interior da igrej. ou as i breza ; a 2:1 baile ua embaixada de lii.laieiri ; a
Iribunai elevadas enr turno dn paleo Interior do pa- : 2t> baile na embaixada da Aoslria ; a 27 baile na em-
lacio, lomara.n os seus pnslos. A propria impera- baixada de Franca ; a :I0 um fogu ministro de arli-
Iriz foi a primeira qoe appareceu no limiar do pa- | lirio.
lacio (rajada coro o manto e a cerda imperial, ca-1 Alcm disto houve distrihuicao cum o povo de sos-
minhando debaixo de um palco de velludo, condu-! senta mil inedalbasde prata em commemorajao da
zido por oito dignatarios investidos dos altos cargos i sagrajao, cada uina deslas medalhas valem buje viu-
da corte, era arompauhada pelo Ccsarewilch, e se te kpts, e os amadores dan al qualro rublos. No
arrimava sobre os seus dous filbos, os graos duques! meio de lodas estas feslas Alcxaudre II fez ao impe-
Ycol.o e Misuel, os jovens graos duqoes, as rio orna dadiva de aleare asseneao, um manifest,
graas doquezas, lilhos e irmaos do imperador, os do qual vou dar oin resumu completo. O primei
principes estrangeiroa vinha.n alraz: O clero recebeu I ro pensamenln do soberano se fixou sobre os graves
a viuva de Nicolao I a' porta do sul. succcssns, que asignalaram o cornejo do seu reina-
O eorpn diplomtico se reunir no palacio Ha em-* do, sobre os dias de provarao e de gloria, em que
Clonae, e nao he possivel que baja nutras, tratan-
do-se di! urna questao enciela e maulendo-se em
these rreral a de-amorl.sacan, qoe he o principio que
.1 progrestiatai desejam salvar.
lermiuon por t.nlu .-. cr.se enm a sabida do mi-
nistro da fazeuda. Diz-se que o Sr. (Juesada .era
eacarregadu da pasta .la marioha. Em quanlo a ven-
da do bens do clero secular fieoo suspensa por de-
creto publicado em 23 do pa-sado. at que se resol-
va o que mellior rnuvier. Este decreto he referen-
dado pelo novo ministro da faianda Silaverria. Pa-
rece que a rainlia mostrara desejns de que se modi-
ficas.-a le da dessmnrlisaeao. Caleula-SC em Iti
milbes e meio de reales o que o oslado leni de pa
gar ao clero ueste anuo em eooiequencia de se ha-
verem vendi luos seus bens Direm as folhas miuilte-
riaei que a SOSpansio da venda dos bens do clero
nao obstar a que se leve a cabo com toda a deci-ao
e enersia a dos le mais bens maulados desamnrlisar
os peri-
dicos. Parece qoe a rainha mandn sobre-estar,
dando-os por concluidos, todos os procesaos in-
Iiurados pelas conmiaaoes militares a espeito de
pessoas, contra as quaes n.la resulla eriminalidade
em delirios commiins : e que seja suspensa toda a
medida de violencia e eoaetjao contra os iu licia ios
em causas meramente polilieas, sobre as quaes deve
recahir p-rfeito esquecimeoln.
o S. M. recolfeu que se inlerponha um vn en-
tre o passado eo futuro, escreve o l.'jn, ipniando
oetlo clemenci actual o cu desojo de Mitigar da-
qui por diante com mao lorie qoalquer novo atlen-
lad- contra a orde.u publica, a
Minios uniros jnruaes pedem ao governo. qued
una amnista n ditira.
A liimia, fallando a respeilo da amnista, pede
que se estenda aos que lomaran parle ms insnirei-
ees de AragfO e de Navarra.
Parece que o general tlrleza, acensado de alguns
nacional, acabar
mo queslo polilca e de h
con. a pirataita dpi nouroi de Kiff.
N.lo meacioaaar as uRimai nelicia de Malilla nu
vus roull.clos com o "i! ni,- .le Hif. As quali
tribus que estavam em paz mandararb eoflimissarioi
para manifestar os seus desej< s de manler boas re-
laees com a guralclo hespanbol.i .'
A tribu dos Beni-Sidell he a nica que se con va em hoslilidade, faxeudo lodos os eaforcos para at-
Iralur as demaia tribus. Corre enlre elle o boato de
que nao so os Prusianos preleudeni tomar urna des-
forra, mas que o> Francezes pela sua parte j' reu-
nirn! em Nemuurs 2,j0t) homens para atacar a tnhu
dos lieni-Siiieiise.n, que lie l.milrophe da dos Be-
ni-Sidell
Bt*BTirAO HA POUC1A
Secretaria da polica de Pernamboco de oo-
luhro Oe IHj Hlin.cEsm.hr.|.e0i,o conhrrimento de V.
Exe..quc dasdiITcrenlesparlici^ajes boje recebidas
nesta roparlirao, cous|d que M deran. a. segom-
les orcurrenrias :
Fnram presos : pela subdeleguen da frrcne/ia do
Recle, Maniel Jos dea Sanlus I elido, aar e-pao-
c menlo, e o prolo escravo Celaun, por (usido.
E pela subdelegada ,' fie:uezia de Sai.tn An.o-
I nm, Joan lunario oa 9Uoo, por deMitdem.
Dos cuaide a \'. Exclili, a Esm. Sr. eass-
selbeiro Sergio le.ieir. de Marrdo, presidente da
i provincia.O chafe de polica, Dr. Poli/arpo Ixtpr-
i' Leo.
&o ; ncppnl encas.
por le ; e que e-ta suspen.ao de nei.hnm modo lacios oceorridof, qoaodo governnva ai Canarias, se
d.ve rons lerar-se nu. a '.iamcnlo indefinido de entregara voloutarianiente a prisan.
venda dos bens .eclesisticos, mas apenas urna in- No dia -22 leve logar em Albacete o...a reunan
lerroprle mumentanea, visto que a Santa s ja em das dilTerenles facrrs dos partidos moderados da
1851 concorden na venda de lodos ol bens eccles.-1 provincia, para se decidir, se conviria aceitar a uniflo
asticos e agora o governo, como callialico, cami-1 liberal; o resaltado foi negativo.
ubari de accordo com a corlo de Ruma em 1,1o de- I Nos montes de Toledo appareceu urna parlida fac-
licada malcra, e que em ultimo raso n governo de dosa Compu*ta de 21 homens. Deram--e ordens
Madrid obrara de modo, que. seria deixar de res- terminantes para serem perseguidos pela columna
peilar o contratado com a Santa Se, fara' com que 'de oporaetes daqoella provincia.
nao falle aos credores do Estado urna su das garantas \ S.lo unirs tamas victimas sacrificadas pelos car-
quesnstentam boje o crdito da ilrspanha. listas. Os rhefes ;escreve o l.eon, qoe deviam por-
0 governo emprega grandes esforjos para me- se a frente da faejao carlista descoberla em Madrid,
lliorar o -\slema monelario conforme o decimal. eram um intitulado brigadoiro Ortiga o um com-
Assevera urna folha de Cadix que vai levantar-e mandante chamado Garda.
o sequeslro imposto sobre os hens da rainhamai. Puhlicou-se n decreto que trata da organisajao
A ooicia lie verosmil diz a lipona, e depois do da eommissgo encarreeada da codifieacio das leis de
que se passou no coDgreaso, onde nao se articulou
accosarao alguma comprovada, nao poda deixar de
ser assim.
O confisco isla' abolido em llespanba, e leudo
llespauha, e que deve s.ibsliuir a que, por nutro
decreto da mesma data, he d.ssulwda. U presiden-
te da commiss3o he D. Maciel Cortina, lodos os
membros da comtnissao sao jurisconsultos mais nu
.sr-. rssteUore'.cnQaaaaila determine, me t c,_
testar o Liberal, foi se.npie eontaudo com tl:um,
ile'calrade.ra, suppoir |sossu.-se tranquilla a ton..
ciencia de a uli.uuem ler utlendido, e me..,., cuolra-
Delerminou o governo que devendo formar-sede nado iateresaee, e dirfii,,* |e"itimv< bem adnoi
HINI praca cada um doa 18 batalboe de milicia|ridoi; meu lim f... uiuramcn.e restabelecer a ver-
provinciaes que van ser rmalos, seja a forra lomada dadedoi fados, c fazer ver.. ueohona lorca poder
das diferentes provincias, segando 0 nappa que po- e Ivtnpalhia, que no. Afoeados len, o pariido |>be-
blicoo, prclazen le em todo o reino 11,400 homens. ral ; nao aquiltela lona d pH||,,lo liberal da ur.-
Todos os cascos dos batalhOes de milicias prnvmciaesI vinca, is(n cinpreslou-iiic a Sr. Costa nem ped i-n
arbaiu-se ja' nos pontos ae seus respectivos dislr.cios izer ; vislo como nao eslodei e-ia'qo.stlo nem i-
desigaados pelo govorno, para rereberem os conl.n- vo dos parlidkta : a lunilla paWca, iiiiubai cenl.le-
eiites dos recrujas a quem coabe a sorte no sorle-I zas eleiloiaes nao Iranipiiem aa l.iun
ame.ito que acaba de veritcar-se. para prorederem
a iiistruccao dos mcsiiios com aclividade.
1 iveiaui lujar no da 2i e as mmediajr? de Ma-
drid exercicius militares a que assisiio a reinita. Em
Barcelona devia la/er-se outra parada, aliin de dis-
tribuir as coud.curajoes concedidas pela rainha aos
soldados que mais se distinguirn! us ltimos sur-
cessos daquella rpita1.
\ rainha convidou no dia : a um jantar un najo
des da moma
rregoetia, os venios nao as letaru ruis lona res-
peilando as ,oo\.renes e as pessoas, nunca alinci
|Kirem aggredidu, repillo. denendu-a, h ,,
sempre o meu posto, anula un meioriai minhai ^en-
diosas eleiluraes.
tluan to.como .li.se, esperava eu p< r urna tremen-
da descompostura ; porcm nonra firmad, enm o oo-
ine illoslre e parl.manlar, jt cnnhecijsi p.|a Earo-
pa, e que anda a pardos l.am.rlines, i.u...,U(s, .,
a todos ns olliciaes e cummandanUa dos corpos da j uoine "do Sr. Anlouio da Costa Keao MonleTrii
guarnijan que assialiram an simulacro da guerra que sim d.baixn do anuni.no. em razao de wrem ve'rga-
na vespera tivera lunar as v.sinlmijas de Madrid, deiros os fados por mim narrados, lor mim >j>tot
sen lo igualmente convi la los o inini.lro da guerra e por minias p-s.oas. e rom tanta poltica expastas asm
o dirigida, ueiihum intercale real a meo favor, que -- -"~l
sido condemnado por sovernos respeitaveis do par- | meuus nolaveis na llespanba, e alituus delles tem
lido conservador e liberal, a despeilo dos bens do sido em dill'erentes pocas, ministros da coroa.
principe da Paz, muilo menos poderia applicar-se as | Diz-se que brevemente serao publicadas as leis
propnedades perlenceutesa mai de sua m.gestade relativas s municipalidades e as depulajoes provin-
a rainha. Sao poMiveis estas metidas em pocas re-, ciaes.
volunciunar.as, nao assim quando as leis recuperam Coulinuou ontra vez as suas iulerrompidas ses-
seu imperio, e seus furos .i opioiao sensata dos po- ics a commissao cncarregada de redigir a le do
vos. conselho de estado.
Entretanto, apezar .lo que por diversas vias e al Segn lo o projeeto que comecou a disculir-se, o
por cartas de Pars se tem dito acerca de ser levan-' conselho se compora de :I2 cnnselheiros, divididos |
lado o sequestro dos bens da rainha mai, aflirmam jen oilo secones, unas com maior, outra. com menor.
algoas peridicos serem ditos prematuros. nomern de individuos ; os mesmns formarlo tain-
pelogeneral O'Donnell,presidente do ronselbo de mi
nistros, e mandadas execular pelos generaes Echa-
gue e Pierrat.
PlGIN AVULSV
Nao ha acto de roligilo mais rnminuiii, nem
mais orilina.io com que Dos seja menos honrado. Por toda a (
descend, de nimba dignidade, a mentir | ejoa
disso fosse eu capaz peranle um publico illoalra-
do, que respeilo Eu,pois,oppunha-in acoberlado
por esle la lo ; purem quanlo me enganei "'
A fresuezia dn. Afolados perleure ao HguirOii cir-
cn Monteiro em seo. soiilios o pretende representar na
cmara qualrieunal. O Sr. Costa, julgando-te feride
em seus mleiesses, c em seu. justos, e alieuavei. reitos. lomo de raiva e de faar, lanja-se a mas co-
mo (ala a bofes.
Ea, Sr. Cosa, cslou muilo Veostomado a reswllhr
a quem ni" sgsride. e -|o-i o eni Heos, qoo w-
guodo circulo nao ser repreie^iiado pelo Sr. Costa,
nem contribuir para toa elevarao ; e me.ro
baixada de Franca, donde parti para ir ao krem-
lin : a' frente do cortejo murrhava a carruagem do
conde de Morny, lirada por ticavallos.e arompanha-
elle colheu unnimes tesle.iiunbos de valenlia, dea
mor, e de lidelidade da parte de seus subditos.
Para consagrar a lemhranra desla bella alilude
da de i olliciaes da miss.lo militar a eavallo, nutras i i do povo russo, elle inslitue urna raedalha comme-
carroagens coulioham o pessoal da embaixada, de- | moraliva. civil e militar, para lodos aquelles que lo-
pois da embaixada de Franca, marchava a embaixa-1 maram parle na guerra. Em ldu o sen recoobe-
da de Inglaterra, depois a embaixada d'Anstria, a I cimento para com a Russia inleira, quer apnaar at
embaixada da Belcica, a embaixada da Sardcnl.a, | os ltimos Irajos dos males, que ella tem Uo digna-
mi
zia
lippede Orleaus, duque de Monlpensier. tiei por I procurara que a Cscnlha dos senadores seja o" rellexo
hem doler mi o ,i que o principe ou princeza, que a da poltica nacional, calliolica, liberal e cutioltado-
referida miuha irma der a luz no seu prximo par
tn, goze as prerogativas de infante de llespanba : e
ordeno qoe se Iheguardem a< preemiuencias.honrase
mais dislincces correspondentes a 13o alta jerar-
chia.
ra de que se intitula representante
Porlanlo, deve esperar-se que em os uovos sena-
dores se encontraran as notabilidades de todos os
partidos e as|mais subidas capacidades do paiz, de.de
os homens que figuraran, ao lado de Fernando VII,
de um docel magnifico, por traz dellc se encamin a jao, duranle o periodo de qualro anuos cunsecu-
a imperalriz, rujo paludo rosto rellecte a emojao, livos.
Alexandre II con. a cabera descoberla, tem a pliy- Pre-creve um recenceamenlo immediato dt popu-
siouoiuia grave e recolhida, e de qu.nd,. em qiiauJu | laeau do imperio para dividir igualmente o imposlo
sa.da a mullido. cujas accla>najes vao tomando a | da capitacao.que poderia pezar de urna manera des-
cada instante mai inlcnsidade. proporcionada sobre certas elasaes, cujo aUar.smo
No purlico da calhedral se apinbam os membros I he mais ou menos diminuido pela guerra e pilos Ha-
do clero, revestidos de lodos os ornamental ponlifi- | sellos epidmicos que as lem perseguidu mais epe
cios. Toda, as avenidas olleiecem um dos mais bri
limites espectculos que se po.sam ver: tropas es-
roll.i las. ulliriaes de (odas as armas, Circa-siano-,
tieoraianos, Cossacos, com os seos Irajos mu rico
e mu pillorescos, mulhere. elegantemente ornada,
preparam o espirito para as magnificencias que
acuardain no interior da igreja ; esle interior be
de um esplendor maravilhosu, as paredes decoradas,
em lodo o sen desenvolvi.nenlo, com dourados e
pinturas byzantlaas sao do mais bello c sobretudo
dn mais rico erl'eito ; o encost he romposto de qua-
dros execulailus em ouro, nos quaes as raberas, as
maos e os pus dos pcrsoiiagens representados sao
pintados. Qualro enormei columnas eslabelecem
as divises na iareja: enlre as duas rolumnas do
fundo esta' um estrado colori con: um docel, su-
pensn por um leeldo d'ouro, enbaixo duas pollro-
cialmenle. Al.solve lauto quanlo he possive a. dif-
fe.enles laxas alrazadas. cojo complexo nao se eleva
a menos de qualro m.lhi.es de rublos depnla |!)t>
mili.oes de francos assim como as mullas pecunia-
ria-.
o Perdoa | lodos os roiidemna.-los polilicoi das
Oleras da Polonia, desde tS2(i al 1831, reslilue-
Ihes lodos os direilos da no'oreza.assim cuido a todos
OS nitrOS legitimo, ldscidos depois das cotidemua-
ce. de seus pais.
Isenla lodos os seus subditos israelitas dos encar-
aos especiae. que o recrul.meulo liona feilu at a-
qo. pezar sobre elle. ; einfnn reslitue aos pala todos
'os filbus de soldados educados pelo estado, e que co-
mo taes, eia.n alaqui encorpnradoi no exeicilo, em
que deviam lervlr na qoalidade de oldados.a Eis os
puntos salientes deste manifest que conten, alm
panha
ti baran llruoow, ministro la Russia em Paris,
acaba ..e dirigir urna commuuicajaii ao cmbaixador
de sua inasestade calholica n.quella corte, manifes-
tando que o imperador Alexandre resolveu enviar a
Madrid, em misso eslraordinaria, o general conde
de BeukeudolT, para annuuciar a' rainha a sua exal-
lacao ao Himno. Pedia na mesma que se fuera
Ira,|a,va- ; e peil.
entunemos de respeilo, de amor e de reconberi-i *'' e'lue ,u l0 ment, procura honra lo lauto com urna profunda | me,,, 0'ho, nai do que por un. Iiornem perdido.
submissaoas suas ordens quanlo pela sua confianja e iluuco Je ambiea,.. qoe anda de freaezia eos fresu--
pelos seos votos. ""> de "" e.,n rurt- de ca5i eo' t"4. de reuma* em
A mulliplic.dade das orajoei particulares uem i omao; intrigando, enredando, sonViand* oaa a d-
setnpre augmenta o seu valor ; e dar-lhe-ha lambem P"l*t*>i e 'aerificando as repulajis .1 lastro, cata
grande merecimcnlo a precipitaran com qoe se re- n,rei1 trabalhos adquindos, a' ana Iones oteva-
cilam ; t3";
Estis cerlos, diz o evam-rlho. que recebe.-eis tu- ,. V'"0S oi l'tinripae tpicos da
do o que pedirdes. Ms para que se pussa ohler (llcola r^l"' do >r. A. da C
thesuoreiro da real caa e "patrimonio,.fez-llie mer-
co do titulo de C.slella, rom a denominajao de
marquez de Ssnta Isabel, vistonde del Carmo, e
faeuldade de que sua primeara successao posad de-
signar a pessoa a quem ha' de passar o dito ti-
tulo.
Expediram-se asrdeos competentes pelo minis-
terio da fazend., para qoe se pu*ubain em circula-
bar esta determinaran a sua mageslade como pri- jan mais de 27 mili.Oes em ouro conhado em moe
para a imperad.'. Dianle da columna da direila
se eleva uulro docel e nutro eslradn para a impera-
lriz mal ; os padres revrsliram ns seus ornamentos
de eslofos d'ouro, sohrecarrcaados de perillas e de
pedranas linas, proceden! com a pumpa my.llca
que se eiiconi.a em lodas as ceremonias da igreja
creaa, e os canlicu. sem acompunhamentu e de ...na
simplicidade primitiva qoe se elevam ao mesmu
lempo a' altura das mais bellas melodas mo-
dernas.
Como a imperalriz mai,o imperador ea imperaliiz
recebem a agua lenla, e vao successivamenle proa-
trar-e aos ps das santas imegens coin una piedade
e um respeilo, marcados de dignidade e de grande-
za. O imperador, depoi. da ler feito orejan, toma
lugar em seu Ihrouo que domina toda a assembla,
tem a' soa direila a imperalriz assenlada sobre um
llirono da mesma altura que o seo. por traz dellr,
om pouco a esquerda, esta' o giao-duque Constan-
tino, alguns passos mais adianle o conde Orlof, o
principe VUnsckikoll, o conde Adlerbuig, o cunde
Paklem, o principe ti.lolzine. nu segundo degra'o
do estrado o principe tioflscbakoll traz a espada im-
perial, en.lim um estado-maior que cada soberano
poda ufana, -.e de ver em turnu de si.
Quanlo ao ceremonial coiiformam.se coma ru-
queta j adoptada para ascoroaef.es dos czeres, Ale-
xandre, e Nicolao : depois de se ler revislido com o
manto, o imperador inclina a cabera, n metropolita-
no de Moscow, lendo-o abenjoado e Ihe imposto ns
maos em forma de cruz sobre a cabeja. dirisindo
urna orajao, loma a coroa ea colloc,a sobre a cabeja,
loma o sceplin com a mao direila e o globo com a
esquerda, assenta-se sobre o seu throno, e chama a
si a imperalriz, que se ajnellia a seus p<, lira a co-
roa da cabera, colloca-a na da imperalriz, depois tor-
na a pr sobre a sua. Emlim coroa com urna pe-
quena coroa a imperalriz, que ie reveslecum unan-
lo imperial ; lodos os assistentes se ajoelham, em-
quanlo o imperador esta de p.
Depois da coroajAo, diz-se missa, depois da enm-
miinhao lem lugar a lagrarao. t) imperador se apr-
senla seguido da imperalriz porta do santuaclua-
rio, ah o metropolitano com o ramo de uro unge-
Iho com os Santos Oleo, a fronte, as palpebras, os
labios, os ouvidos, o pcito, e as mao- ; ungo a im-
peralriz smenle na fronte.
No momento da coroajao o espectculo era de uin
expleudor indncreplivel. Imasine-se o imperador
e a imperalriz em seus Ihronos, trajados com a pur-
pur. soberana, ea Ironle fingida pelacorna, leudo
o imperador o sceplro e o globo, como outr'ora Car-
los Magno, ou os imperadores byzaiitinns, de p a
direila, outra imperalriz .gualmenlecoroada, e prin-
cipe e priaestaa trajados com as mais magnificas in-
signias, em lomo delles lodos os membros do conse-
lho, sobre os drgrns camaristas, resplandercnles de
ouro, e toldados, qne sao lodos lidalgos, rom a espa-
da nua, o peilo cobcrln com urna armadura dour.i-
da, no altar 40 prelados cercando a deslumbrante
imagem da Virgein Miraculo>a : a Impreaslo de es-
las, a da esquerda para o imperador, a da d.ie.ta disto, nm grande numero de mili.,- rajas, e favores
Unto financefvoacomo adniolslraiivoe, o que se re-
feren, .i particularidades de menor interesas para lei-
loreacetrangeiros, apezar da toa alta importancia na-
cional, i
Olanlo as soas disposiees parlirulares este mani-
fest excilou na Polonia e ua Finlandia, grande ale-
una, o d.spcrtnu esperance adormecidas, lie com
ludo infelizmente duvidoso qoe estas espersujas se-
jau. l'undaila., c o imperador Irabalhara' menos para
constituir unta nacioualidadc polaca, do que para
apartar os laoos que prendem a Polonia a Rus-
sia.-
Depois das alegrias da coroajao, a vida poltica
vai recubran l,i o seu curso, e ja a obra e-ii cada vai
continuando : introduziram-sc reformas em toda a
adminislrac.io militar. Em cor.sequencia da .....
peiisau temporal do recrutameulo, doiaole os anuos
prximos, o exerrilo vai licar reduzido ao elleclivo
de Cu... mil liomens que Ihe era assignado antes da
guerra.
O exercitodo f'.aucaso seflreu urna reorganisajAo
e vai terminar a suerra com Ichaoje.
A esquadra do Bltico foi o objeclo de ama ius-
pecjAo mui minuciosa.
t) lecido principal de caminhos de ferro, que deve
ser construido, foi definitivamente concedido a uina
ociedade de capitalistas, a coocesso foi dad. por
K."> anuo., um mnimum de juros de cinco por ceulo
he garantido pelo governo rossu aos accionidas, e as
lihhna concedidas deverao ser terminadas ni 10 an-
uos.
O czar approvou os estatuios de uina srande so-
ciedade de n.ivegajao a vapor, e de commercio para
o eslabelccimento de diversas linhas, Manifesta sem-
pre realisar na- regioesadminislrativas reformascou-
ideraveis, que urna corrupcao extrema lem tornado
mai argente.
E.nfim sabio das chancellaras raasao e da pe ...a
do principe tiorlschaknir urna circular, endere-sada
aos representantes do imperio, nos paizes eslranaei-
ros, que ao mesmo lempo que conten um proaram-
m- de poltica externa, comporta urna declaraeo re-
lativa ao grande negocio de aples, que oceupa lo
gravemente a Earopa. Este docomenlo, cuja au-
lenliri lade ha sido contestada por alguns, pude-se
resumir da maneira aegninle : a paz de Paris que
poz li.n a uina lula, cuja conclusAn escapava as pre-
vises humanas, devia enllocar a Europa uo seu es-
lado|..orinal,sobre ludo o que diz respeilo as relajes
iuternacionaes. Dar-se-ha caso que este alvu te-
lilla sido atliuaido '.' Sem querer mentar discusses
esteris, pude-se dizer que i resposta a esla qoe.tao
deve ser negativa.
Dous membros da familia europea nao virara re
meiro passo no reslabelerimenlo das relajes diplo-
mticas entre as duas corles. ,
_A rainha aculheu com salisfajao esla manifesta-
j5o do autcrata.
Tem-se fallado com multo calor nos circulo, poli-
tic s, em quem seria encarrigadn de represenl.r a
lleipanha em S. Petersburao. A vengo mais seguida,
segundo a -Nacin,he que o duque de Valencia Nar-
vaez seria designado para esse imporlaute cargo nao
obstante as influencias, que a esla recouc.liajao op-
p5em ns partidarios do absolutismo em llespanba he
bem fundadas esperancas de que em breve se eitreita-
rao as relaeoes do reinu visinlio con. aquello imperio.
Comludo, a respeilo da nou.eajao do representa lile
bespanhol. nao falUm candidaturas. Euteudem al-
guns que aqu I poslo compelo de dir.lo no ge-
neral/.arco d.i alte, a quem u imperadur N.eolio
em 18(8 cumullou de allences lao delicadas, quan-
lo assignaladanenie pessoaes, e que alern disso del-
xuu em Pelershurgu as mais gratas recorlajes.
I) Varlamcuto falla uo marquez do Dourn (I).
Manuel de la Concha para a embaixada da Russia.
A lipora desigoa-0 para presidente do fuluro con-
selho de estado.
Todava,em quanlo nao ebegar a Madrid o envia-
do russo e nao for cuul.ee.da ludu u alcance da sua
inissau nao pode ser eleiio o diplmala que ha de
completar a obra da ijlimidado das relajes enlre
os dous estados.
Publicada que fui a contituijao no dia Ib de se-
leuibro uesse mesmo se expedio ao geueral Serrano,
para Paris, a aulorisnjAo para facilitar ao duque de
Valencia, se os pedsse, os seus passaporles para
llespauha.
No dia 2 cheaou a Madrid D. I.uiz Gonzales
Bravo que se acliava desterrado. Entrou tambem
na capital D. Beri.iu.lez de Castro, o tenante gene-
ral I.nina., i Sauz e 1). Ventara Gonzales Rome-
ro, que foi ministro da graja e joslira no gabinete
Bravo-Morillo.
O general Narvaez, cuja chegada era anuunciada
para a tarde do .lia :1, uo se eflecluaria senao dahi
a dias, prrqn mi conlava demorar-se em Bordeui
e talvez que em Burgos ou Victoria.
Pessoas de Intimidada do general Narvaez dizem,
que se aeha resulv.dna nao aceitar cargo algum, em-
quanlo nn estival em Madrid, lia pouco deu que-
rella de calumnia contra a dacin, porque dissera,
que l.ouvc lempo em que elle fura einprezario de
negocios de agurdente. O general, pur seu pro-
curador o Sr. Nocedal, apreseutou-se nojurx le
concihajao, porem nAo se conformou com as expli-
caces dadas, e o caso passou para os Iribonaes.
Parece qoe no melado de uutubro sabir, em di-
r.lura a Marselha, onde embarcar para o seu des-
tino t. Diogo C'-elho e tjuesada, ministro plenipo-
tenciario de S. M. C. em Couslanliuopla. O conde
Crivelli, ministro plenipotenciario da Austria junio
das de cem reales, na fabrica de Sevill.a. lem a
lolha oflicial publicado ultmame..le vanos Jecretos
relalivus a algunsassnmplo uidustriaes; enlre estes,
nota-se um, pelo qual se concede aus habitantes da
Iba de l.uzm, una das Filippinas, pj lerem culli-
var o tabaco.
Diz-se qoe o duque de Rianzarcz esposo da rai-
nha viuva O. Mana Cl.iisl.ua a quem o papa con-
ceder as l.ul.as dos caminhos de ferro de Roma a
Bolonlia, por Ancua, e de Roma a Florenja, com
o juro de 6 por cenia, sobre o capital de rento e
cincuenta m.limes de fraleos, Iraspassara a Mr. Mi-
nes o seu contrato.
Espcrava-se om Madrid no dia :) Mr. Hcnry
ludo sera simplesmente preciso pedir, ou pedir com
f. He por isso que nem ludo que se pede se
oblem ; porque ludo aquillo que se pele sttn fe lie
como se nao houiera sido pedido.
A orajao requer um espirito humilde. Com quan-
lo mais santas disposiees se ora a Dos, tanto mais
se aprende a bem orar.
O mi I mais delicioso, dizia o prophela, nao lie
comparavel cotn a ronsuUj.lo que se expon.nenia
em euloar dia e noile Inuvures au Creador.
(I culto divino publico nunca perder nada da sua
m.pslade, em quanlo ns ministros do Senhor se
recordarem, que ellos si. lem um Senhor a quem
servir,
O amor propri? considera a orajao publica como
urna escravidao penosa ; um corajo rhrislao pensa
sempre diversamente
proeaaleo ri
Moeleiro.
rte A vai-
iclos, nao m%
he oani-
esloo habili-
O que siciiilica a resposta do Sr
dade e ridiculo. Elle nao sabe dos
ve.como mesmo enfeasa, e me os
ta vaidade e leviandadr. Diz, que
lado para cuuherer o povo dos Afeseos
para aquilatar a forja, e poder dos prepr.ctaiius dn
seu grupo, a coja frente le enlloca, e so' jnlia en Un
iulluencM, e com direito saber de ludo qnaalo ha
pelos Afosa tos.
O Sr. t;usta esta lonco ; eu arharia mell.or qoe o
partido liberal o mrtlesse em ramis- la. Pede-asa o
Sr. Costa, que eu decline da rrsporisahilid.de di
Afosados : eu be quem devo pedir ao Sr. Coala, qoe
nao exprima tanto ridicolo. ostentando taolo poder
e influencia em una freauezia, e.u qne ogo he ca-
ubecido. Se eu nao puso, ostentar urna tal. qmi\
inlluencia. menos o Sr. Cosa pretender ser deputadn
Ouaudo orarmos .levemos considerar que be um Jf'K-f'lo-se algumaicousa nos Afogados, e lends-s
Dos a quem oramos ; rclliclamos qoe urna orajao como potencia e nilloencia cm um lado polillo. O
de preceilu nu be urna simples dev.jo, que a I "r; ,'-os,i' e"'' c""' cabera completamente perdida.
linaua su deve dizer u que sent o corajo e eolio 't,u ,aac"- "" '"tao quer de proposito ridirolari-
eslejamos cerlos de ohler o que pedimos. i "r-m<-. saenficar-mea A ra do Padre I lor.anu esta' sahindo lora do "',e loa ir. t.ola. de que lote -nube, qoe ea
seu serio e turnando a calhegoria do becco do Pa- ""ovesse perd,I,, as eleijoe. de 1X14 ? Sose M .
dre ; majas a pb.lanlropia .le um eerle Sr. peque- re," "* lua- u",e *'* tualmenl n Sr. QMB.
iiiio em estatura, mas graude em e-piiilo ile amor c h,,e* erandes grup... vindo do keeife m.a-
proleejo a' mimosa que possue a arara de cahir na | '"?r" de qu-'lro rail bomeo para observar en
- -t..............' *> sua arara. mnelas cenlilrza. ; os grandes esfurrn. da. nt-
de'. u,r rre"nSb',,8,u "JulT'l **-*"' ^ hH Ouandu a noile desdobra o seu maulo rec.m.lth.: "- "'dica.as polo Sr. Costa, *, ... ,am,
IM.ie. ,,.P. "l,"co,n ',,lu*"1- .de linia. MlrdUlT-ei-lo o nnsso a.b.u.s nn .,! a Sr. Certa eo......e- ^.i foram rol.
Parece que ueste mez deve bear concluira rom '
plelamente a linh i Irlegraphica que de Madrid h.
de coinmuniear enm Lisboa, pausando por Badajoz e.
Trojillo, cum um ramal desle puntu para Ca-'
reininiicencia !
alo. para
: 'eo hall-,.-.
ceres
o lalvez que no mesmo mez continua o jemal
Fo\ha* Aulographai que traz esla agradare!noti-
cia (quem promplas para o servijo as linhas,
de lelegraph.a elctrica, coutraiada's pelos Srs.
Saenz, de Orense.
Em Vigo desembarcou ja quantidade de tos me-
tlicos e oulros elleilos, e os coiitrala.lores expedi-
r.un urn commissario para se irem collocando as
madeiras ; tinham reunido desde Orenze a Vigo,
Ponte-Yedra, Santiago, e depois ao resto da tja-
liM.
Uulro commissario leva iaual encarno para a li-
nha das Asturias, como lambem de Rio-Secco at
trense.
Nos caminhos de ferro de Albacete e de Aran-
juez, houve graves desgrajas, com perda de vidas e
feriinentos
(in.
Para o Ku Ijrande do norte, Anlouio Berilo da
Cosa, l'r. I.uiz Jos de Medeios.
Para a Parahiba, I), abbade geral Fr. Saturnino
de Sania (dar. Rvd. padre Fr. Jesuino da Concei-
ju, Dr. Ilelarmiuo Pecegue.ro da (iama e Mello e
I criado, Joan tio.nes More.ra, Jusl.no Jos ne S za Campos, Joaquim Jos Rodnaues da Cunha, An
um concurso illimilado, sobre bases que nao pde-
nlo deixar de issombrar o mundo liuauceiro.
Ollereceram, ao que parece, ao governo actual
de llespanba, o elevar rpidamente n seu crdito ao
nivel do de Franca, execular simultneamente totas
as obras que .un la nAo tem einprehendi lo as so-
ciedades de crdito, e arrojar, em urna palavra, so-
bre o solo hispnico lodos os capites necessarios pa-
ra a sua completa transformnjAo.
Vimos, diz o mesmo jornal, os poderes dos seus
aaeules, que chegaram ha pouco a' Madrid.
Preparam-se na reparlijao da marinha grandes re-
formas.
A e-quadra que o governu deslina a cruzar nn Me-
diterrneo, emquanlo esliver pendente a questao en-
Tella Dulcinea, uleiranienle a fre-ca de pust.a. a fa/.eoia.-.. r-. "-.. ..nha inltuencu
borlo, ar.oiiselb.iido. receilando e dando eiiili.n > I ""J r"r*m ""' dos. He verdade ler sido an-
quera possa, e a M-.nl.auca a. mais approxcilavta "ollar.a nina *** atligle ; pnrem o qoe gnilira
lices da muralidaile I! Sr. meu, no. Ihe pedirte esle lMl" ,""*10 d" v- Coslioha '. I'erooo a
que d cum e basta arate su proceder, rcmovajndo reln,"isc.ncia \in b. fc#0i o ^ hoj>re ^^
quanlo antes as taes CatmriU par,, o becco dn Pa- loram lambemjuiuas as cl.ice d l'.h.rhnrrn e Er-
dr, ot mesmo porque nca|oteoo ln.iae.lc.ua I... I ne,, -orna dilTerenra qoe as dos Afna4o fo-
O vapor lyuarassu da companh.a Pcrnain-*- '"" nul'as a um joeo de inl.-r- -se. dn tinado Anlo-
cana, salnn I.....tem para os porto* do norte com os nio C.rln. pela cmara dos depulado. compona pela
passageiros segointes : maior rarle de liomens dependentes sojojn
Para o Assu', Cracilianu Ocla\io da Cruz Mar- I Pr!cl1"* dos partid,.. ; e tanto he islo verdode. qne
o nico motivo allegado foi ler j-i-i. i,> um fraila
em logar de padre, molivo lao frivrrlo, que oulilao-
do s mesma caos, na ele.ene, de F.xu, nlo loram
aunulla las. E nAo labe a causa d.sto o Sr. t.osti-
nbn tlujsemsegreilo. (ls eleilores dos Aioa..-
dos nao v un un no Sr. Costa, a seo amigo, o os Oa
F.xu' volaram.
Ai eleije de Chichorro e Ernaato foram annul
ladas pela cmara dos senadores, comporta do aoriacK
respeitaveis, onde lia Inda a probabilidade de exi.iir
a prudencia c r.dmi, onde exilie nma
dependencia, nao sendo o molivo de lal
ler assulido frade ou padre ; e un por
lido os piinlia,., cacles.a desordem o horror '. A.
urnas naquellas elcicl.es no loram fechadas, a capi-
tal de Pernamboco ficou deserta e rnlrege* oo.
{ "iis.d ) cinco mil; o nosso Isdo fuaio o aotun
dea ae.
Prises prucesaos, ameaja., promesss, Indo so
poz em pratica, e o que se den ne capital, leve lagar
na demais paroehia*. Eu fui trancado na irrea.
posla em cerco, e enllocado enlre mais de 21) ase-
la) e pnnhaes.
ti partido do Sr. Costs nos rxiz fara da le, eao li-
nhainos direitos a exereer, aesM lata fai vencido,
e cm consequencia de tanto horror nao pleitee, >.
eleirues de nnvemhrn de IKiM.
Diz o Sr. t'.osla mais,
tonio Pulan. Francisco Antonio Fernn,les, e Joao
Ferreira Vi.lela.
A'"/!.'!.1-!.'-! .i. ,,.j_-1 r a. r Par. a Granja,/.eferino U .fournal ae Madrid, lolha francesa, que se pu- Faneaheerd
lilac naquella corle, diz |que numero mui conside-
ravel de capitalistas francezes e allemaes, eujus no-
mes publicar prximamente, se reuniram ha pou-
Para o Ceara', Jnse da Rocha Mureila, Dr. Jua-
qonn Antonio Alve.ll.lie.ro, sua seobero, nina en-
tibada menor e dous escravo-, Prudencio Marque
lar.s e decdira.n oflereeer a Bepaohs j, ABrim o nm criado, Antonio Vid, Marques de
Am o mi e urn criado, Bernardina I iupr.it. Manuel
de Moura Itolira e Anlouio Ma.quesda Silva.
Para o Ariralj, P rfirio Anlouio Alves Ribeiro
Hospital de candade. Da d)S. Existiam'ti
entrn um, ahiram .'!, existem 74.Uia 1. Exis-
liam Ti, sahiram 2, existem72.
.li amanha.
momento uaqoella capital
Barcellona.
Alauns jornaes referindo-se aos lugares diplom-
ticos, que anda se echan vagos, indican, como mais
oo menos certas as nomeaees de lio. mu le/, de Cat-
iro para a legajan de Portugal, de Alcal aliaun !
liara a de Berln, c a tiarcia Tass.na para Wea-
hinalon.
EnlretSOlO, couteslain oulros peridicos o fu.cl-
menlo de-i i- noticias, .is fallas Aulographa,
que entra ueste numero, as.everaro que o Sr. Alca-
nascer o seu estado normal, a (recia eo reino ^ '* *{-M eali designado para PorlOgal.
aples ; os motivos allegados para a ocenpacao da <>.-|0vernn inamarquez relirou da cargo de seo
(recia se poderam existir, ja nAo existen boje.' m,"",ro. ffW'nUJ em Madr. I, o Sr. Dalburgo di
Quanlo a el-rei de aples lie um objeclo de urna rl!no'. bV.*0 .'!0.-^*?:ln .e 0""0" P" s*o repre-
."iiiiiiu n ii-n i ai .- ',- nr uin i, (i ir-, | i i i i- nr||,| _., o ;, ,, ------- -----
prsalo da parte das potencias occidenlaes ; por que s.e"Unie > R- "" antecessor ueste lugar,
nao Ihe querem permillir que governe os seus ib-' ru",P'""'-o. pelos seus annos de servij...
.tilos como emende. O silencio guardado ale aqu I ''":*, I" J" as.igno.i o decreto que iinmeou
corle de Madrid, eslava senda esperado a lodo o Ilre ^P-*. a Franca e a Inglaterra, cuinpor-se h
No dia Uchegar.. a I de qualro navios de vela e tres de vapor, montando
200 boceas de fogo ; em o numero dos primeiro- en-
trara' a nao Itainha Isabel II, acabada de construir
no arsenal de la Carraca. O emumandante que por
ora se in ligila he o chefe d'esquadra Sr. Estrada.
Indica-se e chefe d'esquadra D. Jos de (Juesada
para o commando das embarcajoes que o governo
intenla mandar para as costas do Mxico. Tambem
se diz que esle chele, ou o Sr. P.nzon. isto he, o que
for conunandaiile das forjas destinadas a compelliros
Mexicanos ao cumprirr.ento dos trtalos, sera' inves-
tido de plenos poderes extraordinarios para a conve-
niente um i,.,ie eceleridade cm negocio de lano in-
tercale para a lltspauha.
Seaundo a Discusin, confirma-se de um modo
oflicial que os constituintei do Mxico decidir le-
yera cojivcnro, pela qual se reconheocram e se a-
ju-luii pegar os crditos dos sobdilus licpanhocs SO-
JURY 00 REC1I E.
I,* acesia.Hia > de oulubro do1856.
Presidencia d'i Sr. Dr. Francisco efaftais lllireirn
Mariel.
1'n.in 'lar publico interino, o Sr. Dr. Candido An-
tro* da Malla e Albiiquerque.
K-cr.vao inlerii.o, ,, Sr. Manuel Curris (jumes de
A i incida. -
Advoaado, o Sr. Ir. Antonio Epaminondas de
Melln.
Feita a chamada as 10 horas da manhaa, acba-
rain-se prsenles O senhnres jurados.
Foram multado, e.u mais ^j^ rs. os senhnres ju-
rados ja multados nos dias anteriores, e mais o Sr.
Mannel Floieiir.o Alvos de Muraes.
Aberla a sessio polo loque de caupainha, foi con
(.osla mais, que, se algomas rteijoc* le-
niiu veucidn. lie 1 -i lo i-to a' cuidMceodeneia ato.
meus romparnrhianos. Devendo enlender-ee Mo com
os dn lado do Sr. Co.la, direi, qoe as.im devvriaoor,
se es-es cidada, s l.vessem o Ixpoda gratadlo, eana
com punca, e honros eicepces mo deven favoroa,
e obsequio, ale importantes, i qoaodo ole a mim a'
onlros do meu lado, entretanto que ao. a elle na la
.levemos nem precisamos: naqorlles tempes em qoe
estando ellei senhnres das posijes, nos nao tinturo*,
direitos enaeilamos todo, posssindo acoses nirr
lempos esse grupo, algnmai pesases respeilavess- a
de presumo, dos qoaes hnje ansoeaeh.m retirado,
e oulros em o nosso lado ; e o mesmo Sr. Corta a
CORRESPONDENCIAS J)0 DIARIO DE
PERNAMBUCO.
PARS.
(i de oulubro.
A coroajao do czar foi para eile mez o acontec-
ment de interesse exclusivo, o asiumpto de (odas
as correspondencia., o objeclo de (odas as conversa-
jfle, e por isso he o primeiro facto cuja narracao se
cuconlrara debaixo de nossi penna no cornejo'desle
bulletim. Assignalemos primeiro que ludo.'qoe he
singular ver, que he curioso observar as mudanjas
incnnsequeulcs qoe produzem as manifestaces da
iiiipren-a da nossa Europa Occidental: durante tres
anuos, ella sem dignidade, injiiriosamenle Iralou c
menosprezou uina uarao, cuja grandeza real liuha
direito, na falta de sympalhias, pelo menos i con-
siderajAo do mundo intiro: c boje eaota todas as
formulas do eioaio em aprcc.iajes lisonaeiras acer-
ca do grande fado poltica que leve lugar na
Itussi*.
A Russia lie comludo a mesma boje que ha seis
Mine', nao abjurou nem o seu pecado nem o seu
futuro e as evolures actuaes .los jornaes Dio a li-
rarao do seu estado ultrajosamente hostil, nem a
amnistiarain da dcnegaces do pescado. Pela nossa
parle, que na nossa boa-fo sempre evitamos
este cachopo, que nunca nos esquecemos dc'que,
para julgar com juslija a Itussi., cumpria col-
locar-uos menos sob
peraunta-se q
lesremalada pelo mais bello robim, que existe, o fazer do seu sjslema de inlervencao.
imperadur scntoo-e,ao passo que os coros eiitoaram : czar pretende partir pura Nice, aliro de encon-
os cnticos de luuvur. Apenas foi o hvmno lerm- lrar-se com a mal, lera' nesta cidade urna entrevista
nado, a salva de 101 liros annuncia au povo que o com N'apolefio III no principio de Janeiro de IS.7T; o
imperador acaba de assumir o cararler sagrado, e os imperador dos Francotes alagara' ahi pela sua par-
membros da familia imperial Ihe olferecsm succes-i-; 'e um palacio para o invern.
vamenle as suas felicitaces. A imperalriz mai sus-
tentada pelos araos-duques Miguel c Nicolao deixon
o sen liirnno, e eucaminhou-se trmula para o lilho, .
qoe den alauns passos para i ando-la. e lanjjou-se I
'.'
V.
IIESPAMIA.
A'cancam a ."> do correle as noticias do reino Vi-
em seus braros ; huuve ueste transporte do cra.ao si"||
00 meio desla pompa tanta grandeu e Unta ver la- Sc', ,,, inipr,allle dccretn de 13
de. que o silencio solemne qne reiaeva no assem- d, >eleIllbru ullh qU(/res.al,elece.i a le. fund -
bina, nesle momenlu supremo, foi de repente nter- Inellll| dc ,sr,, ,)0 rompido por modestos eslremecmen os. que mais se ,, nuJ ', doos anno as cortes consli-
senlem.doqueseeiileinli.m.eqiiesAoumal.nad,,- lujlllcs ,oa haviam sido convocadas e.nll de a-
aem mais l.-ongcira e mais expreesiva do que as a,- ..,. ne ,SVl. Em quail( rnrte, ,le ari|
clamacnes mata eslrep.losa.. ,, P,ief ,, esUll0 n,-lu re,0|vereln ,.lle rr cve.
Depoi.,Ja imperalriz mAi, todos os membros da nienle, sera modilicadn a referida cunsliluieao com
familia Imperial re approtimaraaj do imperador, 0m acto addicionil. Contom 16artigo o elelo ad-
n.^hSJoJ^!! ".' !nrmhr"s com es,a '""'I" d.conaloa consliluicao hespanhola ullimamenle pu-
dade e bondade, qne denotan os mais nobles sent- |,|,.ada
melos ,rlma c do romean E.Uoeleee que as corles fuuccionem I mezes, pe-
fio I., da mim, depois de ter recebulo a SanU- |, mM10, cm Cilda ..,, contados do dia en, que o
I njao das mao. do palriarcha de Mosco*/, o impe- congresao dennilivamente se constituir '.'
redor se dirigi ao s.ncluar.o,|ondc s lem direila de ,,e ,-, ,,, ,,......ln,r a sele,.a C0M|r,, aa
penetrar, e ah le,, as .;,. oracOes. A imperatris depnlado, sem auior.sacau dn congrasso.
eominunaou purla da leonnslsse. Estes arlo fo-
ram assignalados com una fe e m.gertide, que cl.e-
gavsn al a alma.
relajAo europea, do qoe
sol. a relajan russa, sempre reconbeceiiios al | Depois da ceremonia, e antes de entrar no hrern-
forjai reaes desla najao, glorloaa pelo seu novo i lin, o imperador successivamenle vizilnu a iarejas
pa-.adn a pelo seu prximo futuro; niis que SMg-|da Assumpeu.. da AnnnnriajSo, e do archanjo S.
namos por lermoa a questao do (Irienle menus o dia i Miauel. Foi arcolhido em lo las as parles onde pas-
de urna grande batalha ou de una arande victoria len, pelas acelamajAes mais viva e mais sympallu-
iliplomalica, do que u di en. que as..ciando-se pa- r.\'. Emlim, un.....iinentn sobarbo ruroou ela so-
civiliiara eoiopca, e conlrabindo lemnidade, be aquelle em que o imperador e a im-
peralriz tornaran! a villar .m Kremlin ; chegados au
.Marca a poca em que n governo deve aposentar
o orjamento e mais cuntas a cmara.
Declara que orna le especial autnrisar o re, ou
O conde de I en,di,ir, CDiiimissarin regio da lies- *
panha na exposijAo de productos agrcola de Pa- ~
ns, foi aaracia lo pelu imperador dos Francezes
com o OOTdlo da legiAo de honra.
O principe I.uiz Luciano lionaparle continua na
sua viegem pela, provincias vascongadas. O prin-
cipe ho mui entendido o apaisanado por ludo quan-
lo respela i liuaua e anliauilades daquell .s prn-
vincias, esta '
vascunen e u
veros dialec
occupacAo cm llespanba. e lio infundado., segando '
e qualro vapores. Entretanto, ha peridicos
minislcriaes que dizem au ser poOaivel saber quaes
sao as medidas qaa O governo lencioria adoptar na
queslo do Mxico.
Nao p.iram aqui as disposiees b-llicas da mari
duzidu i barra do Iribunal do jur\, para ser iulaa-|'" 50"^'fn"i'- palpitar-lhe o c.rajao pela honra
do, o reo I.uiz, escravo de Custodio Demingaes Oo- de*w eml'"r;*- que alauns obsequios me deve : e.
ta (ante, que lalvez Ihe faja e forte do .oa sobs.
dicera, acensado por crime de homicidio, perpetra-
do na pe.-o i do Portoauez Jos de Medeiros Amo-
nio, em o dia JO do mez de agoslo do correle an-
uo, leudo o me.mo reo por seu defensor ao Sr. ad-
voaado cima mencionado.
O conselho do jurx de senlenja foi composli. dos
sea'iiutes senhnres :
Francisco Antonio da Silva Cavalcauli.
Jos Velloso Soares.
Jos Nan'iao Camello.
Alvaro Auauslo de Almera.
Ileriniuo Ferreira da Sirva.
Anlouio Francisco Dios.
Jos Cavalcanti de Albuquerque.
Juvenciu Auauslo deAlhavde.
Antonio (iun.es Pessoa.
Jos Jeronymo de Snuza l.imociro.
Jos l.ourenjo Basto..
Miauel Francisco de Souza Reg.
Os quaes prestaram o juramento em voz alia so-
bre u l.vro dos Santos Evanaelhos, e Inmaram as-
uli i hespanhola ; ha mesmo alguma couia de mais ; sell,0 se,p;1Iilds ,, ,,u|,,jf0
Depois de prestado o juramento, foi o reo inlerro
-........... --r.-.......... Py, ,.,|,...... .reliis ut-prestan. n juramento, mi o reo nnerrn- it~. ,-m u-iiiium-i*. .("; wvrurio em ua. mal
. lingos e anligoidades daquell .s pro- "-ce que o governo lem resolvido mandar tres I ^^ e no juierrogalono disso, que nao sabia orna- necesidades, endo i-!,, exlen-ivo a lod. a fres
tratando de publicar alguma. obras em i 'Pores de guerra cruzar em frente da cusa de RUI, (lvo lp pra arc0,a,| nl,M ,.llc cutl|cla !,!.; eu que ;- cri.es,, n... femes. na. epidemia. .
... diccionario que enmprehende os di- emquanto so nao rosolve definitivamente o que se ; |.urluguez Josc de .Medeiros Amorim, e que nAo sa- meacho, que fajo o bem que po.so, e al. acribe
(os daquella paiz. Esta be a sua nica l|e P"r P "" lajao a quedes piratas. bi;1 ,e 0 rt, Poriugnei era vivo ou muri. en que comm.ndn om Corno ha qaatorte ao
lenra. a quem deve Nao terei eu arande pede
nelia "' Nao foi rom o men voto, enm a saintu ran-
deseendoncia, nao estarao a. miabas | isndiJi.
hxpothecada.a bem do Sr. tanta? IMxariam .lo
nuvir-me os meas amigos, o Srs. Ju-lrno o Mesqoi
la des, rezan lo o meo vote < as miaba, oo.
nies pelas lomaras, e impertinentes pedidas, do >,.
Costa, cuino de quem pedia esmola I h-..v. Cos-
ta, est X.nc. emendo tratas de braca, eaoebolas.
Receba. Sr. Cosa, o. meo. respedos, e admirajj-,
e rorn ella lodo qne lem de a.qoerosn na lospadrt'ie.i
e imprudente recorta, dianande-se de re.peadsi saw.
s sradintei pcraunlas :
l.< IJiirm lera' mais influencia e direilo da ao-
lihecer o puvn dos Afneado*. e aqailatar a ierra Oo
.i u| o dos | r,,pnelarios honestos do Sr. Coala, en,
que moro aqu na quai vinle anuos,que poesoo dona.
engento, com orna lean de etieus.io, no qoal ms
ram mais de Jil foreiro., o. quaes com petjoena e-
eopjao me devem obseqoios, ( nao o diao por #.
Ientac,'it.. e-.m |H.r er verdade ) ; que vivo coas ol-
ios em harmona, qoe os snreouo em mos matoco.
freao-
oqm
ssteriatcM.;
BJSB,
maioria das folhai daquelle paiz os clculos ni.is J'.es dai praja
ou menos Herradores acerca de vligem daquelle 19,,, Meiillaa Alhocsnss o Penhon dla Genova.
principe. Na sea.in la linha havido um grave conllirlu. pois
(i conde de la Pennadel Moro, general Aleson, Ionste pele parlicipujaudo eapiUe-general de Gra-
foi despachado eapilao-general das ilh.s Filipplnas. '*'*' do governador da praja de Melilla em
(I co:ide de Vander StraleO-Ponlhoz, ministro resi- dala de 11 .lo passado, que convencido e-te da nc-
dente do re. dos Belga, apresenlon a rainha a car- eeisidade de escarmentar a nica kabxla das que
ta, que u eleva ajerarehia de enviado exlr.ordina- servem no r.unpo Inimigo, que aluda persislia em
rio o minislru plenipotenciario e.u M.drid. Veri* hoeUlisar Melilla, ellecluou urna orlida un dia 9
licoti-se a recepjio com as lulemnidades .1 eos- com 00 homens dn primeiro balilbAo do infante, :|:)!l
(orne.
A imperalriz dos l'r.incczes dorlarnu aos repra-
.enianlcs lliscaiiihos. que a cuniprimeular.im. que
tencin visitar e fazer restaurar a. cas, snlar le
sua familia, em Arteaga .: Muntalban, provincia d-
Biscaia.
O Imporador Napoledo receben a idepntaego da
overno resolveu tam-.cn reforjar as guarn- ... inierroglorio, fez-se a Icilura do pmres- i com pequen., inlcuupja.., que so. .u 4, Vn i
".so. p depoi. da mesma, o Sr. promotor interino pe- dceei i.nnn-, que lenlm exprcidno. logare a> pr-
dindo a palavra, e sendo-Ihe cita cnuredida pelo Sr., liria, c que por este motivo nao lenho om i iom.i-
juiz de direilo interino, accusnti o reo, dizendo que eo ; ou o Sr. ( -i.,. e.tranho cnmplelamente a e*|e
esla>a prava lo ler sido elle o aulor da inorle ; que! pavo, e rtrcomscripta a esle pequeo grepo, hm
esteva fneorso no artigo IVj do cdigo criminal, o I de elegor aa eVa^ralesla 1
pedio a eondcninacao no gr.o mximo por se da- o.., ,,,lcm ,,. ftU(> maji -.j ,_!,_.
rem as cirrumsi.ii.-ias aggravaoles dos 44 I. ti. 13 o I frao.le-, osera' mataaarMa em rrcor.. Z '.,
II n arliao II. do me-mn c,,dian : do 4 I por ler si- iiunc ,dei, o uem podere mudar de nol'ii.c
do o mine cornmell.do de noile e em lagar ermo : | nunca m.l.lei debaixo de nutras liandoira. sS ro '
do 4 I. por superiondade em arma ; do 4 l por ler | me me lie Moemaal impn.sivel por nao ansVitar
precedido emboscada ; do II por ler havido en- ; nem ler Ice... re. liberal e sMassariM oaasnaass
irada na cas do ulludi..... gnacaa e ravaleanlie prasesree : oo Sr. Corta ana
I-inda a arrusaca ,. o Sr. advoaado deduzndo a de- d-emhararado, pode mudar ledas a VI< aoe ni.
Icza. diste que nAo fura o reo o aulor da morir, e ,or, ,., -,, m f,i,n ,r ,., v,.\ ."'
lactor.o, segundo o ponto que havia previsto o go- qoe nao esteva provado, a pedio a ai.solvirAo do mea- canda em IKl. cotamo. .... In-* carao..,, .o,
venia lor da prara, e como prova da .nnerinridade inn rn lu, c""""ou em
da disciplina e e'xcelleute e.pir.lo da tropa '----'- -______-'___________s................. I ,,u """" "" m.e-. eo.
do disciplinar e KO do presidio, armados provisoria-
mente, formando o total de 369 infantes c GO eaval-
lo do i'Sfjuadrao de caradores de Malborea.
(I resultado desla operaran foi sem d.ivida sali-
.. contra i Depois da defeza n Sr. prnmolnr inlerinu replicou, i .,,. rt,:(1r o mlnana .,, i,, ,'r ...iit,-ra oaaaaa>T.
lliscaia que Ihe apresen.uu ,. aec Jo pelo qual aquellas hordas fanatisadis por sua barban, e eren- e depois ,1, replica o Sr. .drogado l.eplirou. p,dn TSTtagC taM tSStt
i1'" lll"'1:'!d....."-'".......laorigem o principe Impo- cas. Com todo nSo deixon de ecular sentidas perda Findes oa debate. aSr.ian de d re.io ..m,. '..".: ?"'... .... "'".^' V V'
herdeiro do Ihrooo. no caso de pretender coi.trah.r | nal, e por eooiequencia Cldedao da provincia. S. auarmjao. (ls hepanh..es liveram 70 humen, f.'ira per.onlon ao iurx e eslava sal.sfeito
"' u"?,','',!c.'.,.e- disnosiees d'.rtl. d ,eamo... ?' 'n""'"l'\a "'^^.vn agr iecmenlo por esle do combate, contend19 morios, o entre OS leridos do pela afllrmliva, resomio a materia d'aceaurJJ.
l.t^^^mSTff^JaSS^^' t":m""''a '" :>"";;.,,!'",. u gravemente o brigade.ro Itoceia. Mmoj. moa-U da defeta, pro,,,, o. .....iloi, o en.reaaudo o u
saoeate. a. de man, ao regolanenterar. o Roverno, IU .. enterro, tem reeeb.do ma......- ros perderam na refrega para mabdet(IO homens. eontelto, M --te conduxido a sala senet das ..,..-
Parece que nn d.a 10 de oulubm, o das annos da las provas de adlu-.ln publica e penal que merece He em ennspquenr.a deste successu.que'o governo f-renc ,s a. t hora
nma estricta solidanrdailo ilc inleresses, ella ic oc-
nopar sobro lalo de desenvnlvimenlo dos seus recur-
ras interiore-, encelamos sem embanco a ex'
das ni..i.ifeslaj.'.es .1 eu expen,Inr.
Foi a-l de agosto que Alexandre II fez a sua
entrada solemne em Muscow, no meio do. regi-
mtnlos da gusrd, llor do exercito rosto, deixara
alto de um puial ,! .iO dcaraiK. us dous soberano.
o seus diademas .ciutillanles andaram a ii.nu-
vel mullido da pupalac"a, cijo au.oi nunca
nifeslou com mais expleudor e esponlauei-
dade.
.qinis da entrada nu palacio, huuve o jantar Ira-'
ou menos explcitas, is cummunicajes que se lhes
a llespauha.
o-a pa
I rente as 10 horas da manhaa.
. f-f
proeeaiado, e anda ra fiiL.dn, dpps.i. do
inloiiiio cenan, f.'ir. io,mea,lo e^iiplerari. da n
e re-pululen- | provincial, o Sr. Carta ala leio rnnvirr.N>. pclilira,
nAn lom pulido, e muda cnnlormo n. sea.inlere-e
p paiaAes.
::. yopm ler- iiiio m>i. arnliloz, ou n.p .1. .
Afeaarln. nao pralrndo ssaMr, qnp nao quero aJ r'p
palada nem eesdir.aaeM aji. ambioono sJsaMajeja
nem l'luln.. para o. que na., mino li.luliud,, ...
Sr. Anin... la 1,-1., K.go Menlriro, qn* dorso do
poseer pelas pi,.,.f. ... un,,.., ,,,| rea.e-.i... ro Isjfc,
pee'oa ola -d.iiiri, e dodimaja ao hora, tt Baa
sun. condecido. M. e monlido roeso croolor. roo
de um simple, oflicial da Ihe-oorana. retasado p ,n
Ingente, sera as bsbilil.j,,,, propria.. shio .tep.ii.
do siippltnic em 1836, tomai.do assooto em falla do
MUTILADO
.
ILEGIVEL


IIINO -i nHUMM QU'NTa .M 30 M OUTUBRO DE SaS
finado Luir Francisco, coolr a especUliva, e artmi-
racio de toda a provincia, 1us_ liouiem honesto*, e
ine-uio dos riiiinniiKu-, eoin quem lioje e ach liga-
do '.' Irto, Sf. Cosa, lie, que so gentilezas.
*. pereunla tiiiabiieiile. Uuaes os serviros, como
snppktule ou depulalo, que lem presladoo Sr. Costa
t MM patria 1 Sata' u ter na secca de ll"> cmpralo
familia na corle por preoos coniinoilos para aqui Mr
vende-la com mulla usura.' Sera' ter-se tonudo de
doputado procura lor de alsumas parles de Pernaiu-
hur.o, desrendo da alta posicao em que so em mn es
lado anormal pnde-lo-bia obler, e formulando cun-
tas no dobro e triplo, muilo mais etcessivas do que
as apreseuladas pelos procuradores que lisio vivein,
olilcndo lalvez muila* deslas prelencot* pela sua
posicao de deputado'.' Sera por ler-se valido desla
MM posir.lu para na corle dar a juslificacilo de
dous irmSos seus, F P erein ser primemos cade-
tes com teslemunlias, nao apresenlaudo documento
alUUin olli-i.il. cnino quer a lei. lano que seu ma-
iio.o Tinado leiieule coronel, nunca pdenem au me-
llos ser soldado particular! Ali! o Sr. Costa quer
o povo para sua elevacao, e nunca a elle perlenrer,
e uunca a elle nivellar-e. Un soldado he uin ho-
inem do povo, e o Sr. Co-la ala qm que rus ir-
iiiAu- fosscm hoiuein do povo. Finalmente, Sr. Cos-
a, inda lico na estacada com Rroatl niunisu para
repelli-lo no caso que volle a' carga.
O documento abaivo iraii'Ciiplo heui musir que
.. Sr. Costa foi Mbattj) traidor ao fi'P, Mtfe
siu eu que o diga o in'nos as ininhas gentilezas, o d
i nvenin er.d do imperio, he > Eira, ni iy*f*t..ii> >
imperio, o Sr. Antonio l'mlo Chirhorro djfaeipaa :
o publico e os horacns s.-u-aios que ju> pa/. qual
de no ollerece mais aramia a ordeiilydPteii.a' mu-
narcliia. a' honra c a'houeslidade. -#*i';.enle-cn-
ronel, Manoet Jooquim do liego Afis, .erque.
Illm. e Exm Sr.Em resna/Y ao olllcio de
V. Exc. ile l8>lu me/. |iassadV7' ,m que participa
ter suspendido o esciipturaryT.a secretoria des*e
governoy Antonio da Cost^ ,egu Monleiro, im-
plicado u* revolla de Panfilas e Jcuipe ; e pon-
dera a neiessidade de ^substituir por pessoa de
conlianca : imuida agencia em nome do Impe-
rador declatrHhe que a V. Exc. compete aoinear,
e derjIffGrtaes, empregados, quando assimjo julgar
rufivenienleAis inleresscs nai-ionaes.
DeovfBarde a V. Exc Palacio do Rio de Ja-
neiro eini duintlrrK'lc lj!3V= Aniouio Pinto
Chicbrro da Gama.Js_8rraanoct de Orvallio
Paes de Andrade.
Cumpra-so o registre-:". Palacio do governo de
Pernambuco, 18 doagoslodc I83i.l'aesde An-
drade.
so tandas feilo como a mais safara meretriz, que
faz vida em tlescotnpor, ea proposito sabui que
vis vi rcpcllllur.
Srs. rodaciores.ainda extenuado de forjas pelos
meus padec montos para aqu, e de hoja em dianle
s responderei a essesrepiis com-res el uon verba.
0 padre F. P. Duarte.
llecife '28 de oulubro de 18."iti.
Illm. Sr. Participo i V. S. que lenciojo sa-
bir para o Busque no da 12 do correte, afim de
nhiir a correican e o jury.
Vou convocar o jury para '.) de oolcro ; c dc-de
ja provino V. S. que ludusja/ presjs, que all leem
le ser jugados, devetn^__a*' .a^tquella villa laf-
(irii-uleinenie t&c tardar. .Nesle seuj,*' em ollicio ao capilao de-
legado.
JuIo lamV' necessaria a sua presenta em Itui-
que para iy stituir n iquelles jolgamentos, em
que eii^pu ir legalmeute impedido ; paranlo
V. S. ir olo qui/.er, com tanto que no lempo do
jury se a am presente.
Deooboarde a V. S. felizmente. Caranliuns, '.I de
elHiar'" de iK'i.Illm. Sr. I)r. Joilo Francisco
'!_pe Jnior, ilimiissiino juiz municipal do lermo.
- juiz rtc direilo, Jota liamleira de Mello.
prelo, luvas, caljas e mcias brancas, e sapalos pre-
los. Km os dias ordinarios vestem as educaudas se-
gunda o gusto de su;:* familias ; porem com a preci-
sa decencia.
CAPITULO V.
Das malarias do cii'iiin.
hx. ll. As malaria*, que consliluem o ensino,
fiado nt"de estabelectiiH'iilo.so disididas pela ni inei-
ra sega inte :
Irl. 17. I ni curso de nitraerao primaria cou-
Icnd.i.
1. Ii.eiluia e escripia.
2. As quatro especies dos amaros nlelroa.
3. I.eilura dos Evaugi'lhus a Misiona Sagrada.
. Craininalicu da lingua nacional.
."i. i raballnis de Igalha.
Arl. 18. lu curso da linsoa france/.a, com ap-
plii-ac.'io a Irr, a Cscrover a a fallar.
Arl. I'J. Lm curso clonieiitar de gcograpbia e his-
toria.
Arl. *).
Arl. 1\.
Arl. 22.
Arl. 23.
Sn. redactores.-^.V gnlidao be um sentiinen-
to quo jamis so pode extinguir no corarlo do lio
Vivando em meu silencio, eu jumis viria
Srs. redactores.II: extraordinario que um
bonierudespeilado, porqualquer inutio pequenino,
se torna um calumniador, a atassalhar a repulacao
de quem muias vezas est cima delle.
lio por i-so que vimos na folba o Povo de 20
do crrante, um repugnaniei'oinninnieado, em que
o seu autor qnerondo a sen bel prazer ollendera
utorio e a direilo a nolire classe do corpo de poli-
ca, laucn toda a sua baba peconhenla contra a-
quelle que toda sua culpa eslava em rtceber na sua
casa, urna viuva, c seus lillios abandonados, e que
infelizmente fallecer do cholera.
E como ludo quanto esse communicanlo avan-
r lie urna mentira revollanle, que niio pode des-
truir ssaelos caritativos platicados por aquello a
quem tao imprudentemente o injuria, be entregue
seu autor ao mais soberano desprezo ; e afianca-
mos que einquanm nao provar a veracidade de, laes
asserc.6es, sera considerado por um vil,e infame ca-
lumniador. Sou
O meco.
oceupar as columnas deste Diario seniio fosse
esse o nico meio que me ba dado para paleniear
ao Sr. I)r. Carolino Francisco d-; Lima Sanios, o
meu cierno agradecitnenlo.
As!) horas da noilede 10 do corrente pralicou
o Sr. Dr. Carolino a operadlo da irretrolomia em
um lilho meu, de tres annos de idade. Fazia 3
das que a enanca linlia o ventro crescido, soffren-
do torturas por nao poder expallir urna so g6ln.de
ourina. O Sr. Dr. Carolino, coma pericia que
Iho be propria, no acto de introduzir a sonda,
com o fin de descobrir a causa do mal, encontrn
una pedia, causa nica que projiibia que a ure-
tra funecionasse, e como neui podesse leva-la de
n bexiga, nuin extraln-la sem urna operario,
e conhecendo que qualquer demora poda ser fatal,
abri o prepucio, depos a ttrelra a lirou com fe-
licdade, medanle a quebra-pedra-urelral una
podra do lamanho de um grao de caf. Ja boje
meu lilho se acba livro do perigo que correu e em
convalescenija. Kcceba o Sr. Dr. Carolino osineus
sinceros e verdaileiros agradecimentos, c desculpe
se lapc_aiii.il) man na penna para por no dominio do
publico o resultado da operario pralicada por elle
em meu lilho, cu offendi a sua modestia.
Son, Srs. redactores, eleniamenle gralo a \ mes.
por me darcm um cantinho em seu jornal, c anda
mais por ser gratuitamente.
Recife 2'Jcle oulubro de 1856.
Custodio Manoel Thcodoro.
Srt. redactores.(')Desojando arredar de mili
a paternidade de escriptos, que algumas pessoas
mal intencionadjs, o oulras pur demasiada levian-
dade, procuram emprestar-mc com o fim de lancar
sobre miin o odioso ; apiesso-me em pedir-lhes com
o maior encarccimenio se sirvam de por amor a
verdade, declarar se fui o aulor de um periodo que
se lei na Pagina Avulsa do seu conceiluado Dia-
rio de 28 do corrente n. 954, e no qual se dis-
perta a alinelo de urna viuva,"moradoracra certa
ra, ao lado de urna igreja, para a prohibilo da
rcunio de algtins mc^os, que tero lugar em sua
casa.
Dando este passo lenho nicamente em vistas
desvanear suspetas de alguem que por muilas ra-
zos linba por dever as nao conceber.
Com a nsercao deslas linhas, e a sua decliracao,
muilo grato Ibes ser,
O seu assignanlee leitor,
Ftrmino Uerculano Baitistu Ribeiro.
Lices de desenlio.
Lices de dausa.
Lices de mostea vocal.
Lices de piano.
CAPITULO VI.
Da contribuirn.
A\rt.*3f. As aliimn.i* -ali-fazem as suas coulribui-
cji'ios da msneira se.uinle :
Arl. ">. As pensionislas T.V-'IOO por trimestre tu-
go* diantado*.
Arl. -Jli. As meio* per-ioiiislas:i(i.-NKK) por Iriines-
tre, laiubem pa^os adianladoa.
Art. -11. As externas ">.?tllHI rci* por me/, adiauta-
dos.
Arl. ;-S. Contribuem lambem com mais .'>.SKHI rs.
meiisaes por ca'la unta das materias especificadas nos
arls. 18, 19, 21), 21, 22 e 23, quando dHo cala uina
dellas, sendo lambem as mensalldadea adiaula-
das.
Art. 211. Se querem roupa Uvada e innominada
pelo collegio, contribuem com mais (i;UOU reis inen-
saes.
Arl. 30. A conlribuicao por Irimeslie adiaiilado
he paga sem descoulo de ferias, nem dos dias, que
as educaudas pasMOO fura do collegio.
Art. 31. Camccaodo o Irimeslre, cousi.lera-se
desde loco devido.
Arl. 3'J. Km qitanlo a directora nao he scienlili-
cada pelos pas totoras u cnrrespondcules de suas
alumnas, que se reliram do collemcj nao e couside-
ram como despedidas, a por ism sao obeigadas au pa-
gamento estipulado.
Arl. 33. Nto tem dircito a iudcmiiisaru das con-
Iribui^es eulecipadameiitc pagas, as educaodas,
que pur qualquer motivo c-aiain do collegio.
Arl. 3. As pensionisi.is, cujos pas, tutores resi-
dent no campo, sao tratadas no collegio, se por ven-
tura adoeccjre.ii. sendo feila* as aetpeuacom butica e
medico a cusa dos pas, lutores uu pes*oas cncarre-
tadas.
CAI'ini.n vil.
lias rufeiejes.
Os alimentos sao illas c as refeii_ocs va-
TIIEATRO
di:
.'. (lilas dilas ; Iturle & SooM.
I dila dilas ; a l.econite pern cv C.
1 dita livros e papel* ; a Scliraimu \V. A. C.
1 dita papis ; a II. A. Copcr
I enibrulho peridicos ; a Basto \ Lemas.
I embralho nmaslras; a M. (i. da Silva.
I dito dila* ; a Arkovight.
I dito dil.is; a A. M.C.Soaies.
I dtlo dilas ; a larmeri.
t dito ditas; a Ferreira i\ Malheos.
Mate uacioual aAngelicaa viodo do Ccara', con-
signado a Lu/. Josc de Sa1 Araujo, mantlcslou *e-
guinle :
37S alqueires sal, ItMI molfaos palha de carnauba, i
10 saceos com 10 arrobas de cara de carnauba, \ Quinta-feira 6 tneios de sola. 2 rouro- salgados: ao cuusigna- r............, ....
i,lri,,_ lll.M-.IICli DO SANTA ROSA.
I barrica cera de abismo, 33 couros salgados ; a | __;. ,|Ue 0 Km. Sr. Couaelheiro presidente desla
Antonio Comes da Costa e silva. ; provincia se dignar comparecer na tribuna, dar
2i couros salgados, 10 malos de sola, 3 mullios con- 'principio o diverlinienlo com umi bella s\m-
rinlios de cabra, .">0 couiiuhos : a Manuel Florencio
,vel mobiliade angico para sala de jamar, guarda O Dr. Joac]niin de Adjuino romera,
lou^a, aparadores, mesa elstica, lavatorios com I leudo recehido lioje pvlo>v.i|wr ingle/.
pedra e mais oulras obras de marcineria etc., can-
delabro, e Linternas de vdro, ricos vasos cenfsites
de porcelana e de cristal para sala, louca e vidros
linos para mesa, arranjos diversos, de casa, Ircns
dccozinha e oulrosmuitos objecios etc., um pti-
mo carro novo dequairo rodas rom urna exceder
le parelha de cavallos, quo se acharo evpostos
no armazem do agente atiniinciaiile, silo na rua:'ul"'ode I H.>(>.
da Academia lui|ieiial de Medicina Paris, vaccina em lnl>o* rjiiiillairt e U-
minas, roga as pessoas (jU^ilella se |uw-
rem iptoveitar, que com|Jai-ecam eni sim
cata, no dia I de novemljio. das 7 a t
horas da minha. Reife R 380 courinhos de cabra ; a
au carre-
phiinia
Lea, SXtsS^ISic^'a^j.Si^s.^s:,
1 eseculada pela muilo conceilnada banda de musir
[ militar do eorpo d- palela, de que he nieslrc o dis-
iniiiic prole-, ur. n Sr. Pedro Nolasco Bapllala.
lli-pois|represenlar-sc-ha o novo di ama em '.\ ac-
Alves de Maraes.
3 cai\ns cera em vela-
M.inoel Lu:z lionraUes.
il) molhos cun iOfl courinhos de cabra
gador Jos Filippe da l'enha.
2eanros salgados; JosA Antonio da Costa lrmilo.
Ilarca iogleu lOberon viuda de Terra Nova. ,os_ quP ,,e|a pr,meirj vez va.a secna ueste ll.ealro,
consignada a a. Crablree i\ C., maniteslou o se- e _enl .,_. titulo
guinlc :
J,(n barricas bacalliau ; ios consignatarios.
l'olaca hespanliola Amelia viada de Barcelona,
e Malasa, consignada Aranaga sSl Hryan, maui- '
feslou o sesuinle ;
ra
mil oaisaa, 300 meias dilas e 200 ditas de t.
passas, LV) pipas e gbarris viuhu aos cuusignala-
rios.
OX8ULAIK) CEKAL.
Kendimento do di? 1 a -K. .
dem do dia 2'J......
Id.
MUiTS FAMILIAS.
33:7069346
I:1I0J.V/.I
i'IVKItSAS PROVINCIAS.
Kendimento do da I a -* *
dem do !. 2\). .......
Adores que fazem parles no drama : as Sras. lis.
Humilla Kiiuth, madcinoiselle Alexandrina Menar,
--------------- Jesuina Josepliina da Silva ; osSrs.S 34:8168010' eiro, Alves, Kozendo, Lima, convidudus, cria-
_______.___! dos, ele.
Os intervallos serfio preonrhidos com as melhores
:J"i-"i(i pecas de inu-ica de repertorio do dito Sr. Pedro No-
"in.-^:lii lasco, c entre s quaes exerutarito o novo lerceto da
_________i opera
i::in;(isti
35.
Arl.
ras.
Art. 36.
moco.
Art. 37.
lar.
Arl. 33.
As sele
A' umi
As
hnr.is e mcia da inauhaa o al-
bora e mcia da larde o jau-
DESPaCIIOS li E.KPOIITACAO Pt.l.A MESA
DO CONSULADO KSTA CIDADE NO DIA
2!) DEOUTUBKO !>:: 1856.
Bueiio*-AyresPatacho brasilciro .il'elicano, Viu-
va Amorim i Fillio, 110 barricas assucar branca
e 220 m.iscavado.
LisboaBrlgoe purlngoet nKarn Soceesao, Thomai
deAqnino Fonseca i\ l'ilbn, 1-0 saceos assuiar
mascavado.
XDortacao .
Havre, barca uraoceu uRaool, de 530 lanciadas,
conduzo u seguale : 2,345 sacro* assucar, 2,1100
couros verde*. .",,11)1 ditos seceos, Ii3 saccas algodau,
50 meios de sola, lo fardos relina de angico.
KECBBKDOKIA nK KKNAS IMEKNaS tiE-
KAES DE PERNAMBUCO.
Kcniliinenlo .lo dia I a 28 34:8703067
dem do dia -J!)........ liai.-T'.lli
ERRATAS.
Por seren notaveis alguns erros, que se encen-
tra m na correspondencia publicada liontenulo 5r-
Burgos Ponce de Len, fazemos as emendas se-
guinles :
Primeira col. linhas 14, em vez deembora pe-
los meus cruoslea-teembora para isso me ve-
ja provocado pelos meus crueislinha 52, era ven
de demons'^tmos!c''a-sedemonslrou linha
64 em vez de se tz elle'.'lc'a-sc -diz conlnl
elle?linha 133 enf ve/deA. demandado
lea-seo mandadolinhas 176em vez dequal
quer parla, o menoslea-tequalquer parte, e
menoslinha 184 limem vez dea noslc
li'a-se a noite.
Segunda col. linha Vem vez denao sabio
l'-a-se nao sahlinlia 140em vez de ladros
Ira-solado.
*Pui>licat0t$ peMdo-
lllni. Sr.Tenho prsenle o diploma c os es-
tatotos com que se dignnu cssa mui distincta, e
benemrita associaciio Conmercial Beneficente no-
mear-me socio honorario, e grato a tanta be-
nevolencia, cu me felicito por tao distincta honra.
Apioveilando o ensejo para ofierecer os meus
humildes serviros no desempenho de seus arduos
trabalhos, pego a V. S-, como seu digro orgo.
quera lexar o exposto aoseuconhecimento, dignan-
do-se^ S. dispordo meu particular servico.
Ueos guarde a V. S. Recife !. de selembro de
1850.Illm. Sr. .loao Malheus, digno presidente
da Associaciio Commercial BenefieeoM do Pernam-
buco.Firmino Antonio de Souza, presidente do
tribunal do commercio.
Srs. redactores. Nao vou responder ao nico
detractor de meu rmo e amigo Ur. Duarte. jniz
municipal de Garaubuns, porque he queira dar
cssa importancia, que como um acollado* nao me-
rece ;porein para que o publico cada vez convenga-
so mais, que esse pobre mo^o julgaudo meu irrao
por si, isto he, incapaz de exercer o lugar que oc-
cupa com a dignidade inherente a um magistrado,
que presa seu nome, lanca-se lodos os das as ca-
lumnas do Liberal, a ott alguem por elle (por
que conscicncinsamente o lenho por tao ignorante,
que o acho atr incapaz de rasbiscar duas linhas)
alim de, cora puertas de mo goslo, estupidas inep-
cias tirar a linha quo tem de si para laucar cm qnem
vive felizmente tranquillo em sua conscienca, no
seto de sua pobre, porem honesta c honrada fami-
lia, estimado pelos seus numerosos amigos, const
dorado pelos honrados habitantes de Garanhuns, e
na mais perfeila harmona nao s rom o memsi-
mo juz de diroilo;, de quem invoco o seu testemif-
nbo, senao lambem com as de mais autoridades de"
loda a comarca de Garanhuns.
He realmente,Srs. redactores, muila felicidade,
tima nao pequea satisfacao, quando um magistra-
do, ou qualquer funcionario publico vive de tal
surte ajustado com a honradez e honesudade, que
os seus inimigos nao podem arrastra-lo ante o
tribunal da opiniao publica por qualquer aclo de
prevaricacao, corrup<;o, violencia ou erro de ollicio
lio um iriuraplioeininenlemenle glorioso quando o
cidadao diz de fronte aireada para os humildes detrac-
tores apoutai um tacto, miseraveis, que mo en-
vergonce E ellescnravecidos por nao encoma-
lo atiram-se no mareniagnun das pulhas das inju-
rias, e dos convicios mais lorpes, nicas armas de
quem nasceu cnlte estivas de estribaras, e de quem
se educou entre os mais depravados arrieiros.
Sr. correspondente,muilo vos tem incommodado
ai.nuiles documentos, que em favor do meu irmo
fortn publicado ueste DIARIO, e no Jor-
nal do Commercio; lende paciencia, desmenti-os
com outros,ou com o quo quizerdes, mas ficai cer-
to, que cm quanto nao o fizerdcs.nem vos neto esse
vosso lidus Achates i) noderao se quer locar com
o dedo na reputa;o de quem vos desprc/.a solem-
nemente.
No a Liberal de honlcm, Srs. redactores,
um correspondente ousou invectivar contra o digno
delegado do (laranhuos.pobre correspondente, que
se eslii mordendo por ver o espirito de concordia,
que aclualmente reina na villa de Garanhuns, entre
todas as autoridades, c querendo estpidamente fa-
zor-sc de espirituoso,c lecer rom arlo a intriga quiz
fazer crer que ha desinlellgencia entre o nierilis-
simo juiz de direilo, 3 o juiz municipal.
'Pendes muilo peso na cabera, a obesidade nao
vos d lugar a essas subtilczas: os loupeiras,como
vos, s do para as comesanas.e papel,tinta e livros
sao considerados objeclos de borrer para ellos :
vegetai com paciencia, soflret com resignado, que
a pobreza de espirito s perlence aos pobres de con-
dicco. Pobre lolo !
Srs. redactores, com a Icilura do documento in-
fra veris, que anda desta vez o pobre detractor
de meu irmao mciilio, e raenlo com a inesma sem
vergonhezcom que anda decaralimpa entre ns lio-
mens de bro, quando disse qne meu irmo nao
linha ido a Buiquc por convite do merilissimo
juiz de direilo, e sim procurar votos para mim !
Votos para mini Meu Dos, edmo so est de-
nunciando esse pobre analphabelo Para meu ir-
mao praticar desla forma seria preciso, que pensar-
se como pensara aquellas autoridades, que sn lem
por mira o despudor, e o nenhuni rcspe'uo ao lu-
gar, que exercem.
Menlislcs pois, o mcnlisios con1! deslealdadc, u-
nico Holn, que orna vosso carcter.
A respoito do mais dessa miixnifada nada
responderei. porque; quem me conheccr faca-me
.n-iic.a, o quem nao me conhecer pense como qui-
/.cr de mira, certo o retpeiltvd publico de que, o
que massinlo nesle negocio heque esse pobre te
nha dado a sua ra va impotente cor poltica,para as-
sim ter a sua disposicao os auihiosdos meus adver-
sarios, e os prelos do Liberal Pernamhucano JNao
seilludam. 1) Dr. Durtc nao he extremado cm
poltica, e um dos seus mais ntimos amigos he o
Sr. Vctor Curreia, chufe da opposigao em Gara-
nhuns, e no entretanto, que ello preza ser um em-
preado do governo, e liel a lei. Miseria : he inis-
ter que atr meu querido pai sollra, pelo grande
nllenlado.que roninietle em nao pensar como os no-
bles redactores do orgaodaOjiposicao. Anda tasiiB.
Resiguo-me a oovir oque de mim quizercm di-
zrr os meus desalleicoados pnliticos. .. f> iiue Arl- '-
porem nao suppor.aiei he que esse vil insimlenlo \ *&*& %* 'JS EfiZ
da minga, css-; aliojecto correspondente felizmente I aoora para nabas, escovas para ditas dila para den-
tao conheedo.esieja inenlindo lo deslavadamente, 'es; nenie para alizar o cabello e para asaeiai a ca-
e majsanilo a paciencia do publico com eitullircs do l"!-,' "P6100' eirt para cozer, caia para costu
ra e. livros.
oilo horas da noite, o cha.
CAPITULO VIH.
Das punice*.
AiT. 39. Nesle coIIcjo he banido lude o castigo
corporal.
Art. 10. Sao observadas as correroes incide.- do
moao seguinla :
1. Keprehenses.
2. Augmento de esludo.
3. Ilemoces lciiipor.ua* para classes iuferio-
res.
. Privacio de recreio.
CAPITULO IX.
Da educac.lo religiosa.
Art. il. A directora se encarece* dcsle iropurlan-
le e delicado ramo de eiisiun ; obrigando-se a levar
em sua companhia as suas educaudas, & missa dos
dumingus c dina santos.
CAPULLO \.
Do lempo do exercicio.
Art. I'J. O exercicio da primeira cadeira [curto
de uslrurcao primaria), be de 3 horas e meta pela
manliaa e de 3 a larde.
Arl. 3. O H. *l.cicio dos oulros cursos e das artes
de recreio sao em lias e horas, eoovenciouadas, e de
lal modo que nao prajudieam nem impedcm uus aus
oulros.
CAP1TULOXI.
Dos eiames.
Arl. 14. Oilo dias antes .las ferias prucede-se aoi
examts, e a elies assistem, se querra, as familias das
educaudas,
CAPITULO MI.
Das ferias,
Alt. i"). As ferias sao as seguales :
1. As do natal, do da -20 de dexemhro at o da
de Reis.
2. As do carnaval al quarla fcira de cinta inclu-
sive.
3. A semana Sania.
'i. O da da cominemorarao dos Fiis.
5. O dia de Sania Thereza.
(i. Os das de fe-ta nacional.
CAPITULO MIL
l)ispo*ic/ies genes.
Arl. i(i. S tem logrease no collegio, a visitar as
alumnas, as pessoas de uas fainili-s, e em presenca
da directora,
Arl. 47. Nenlium recado be recebido pelas edu-
candas : e qualquer correspondencia entre ellas e
sua* familia*, he seiupre por intermedio da directo-
ra, que tem a aotondale ele Ice, as carias, que as e-
ducdiulasdihsem as suas familias c as que estas di-
rigen a* edacands.
Arl. nico. Deve havor pontualidade as contri-
buiees, de que fallan! os arls. 2, 2t 2'<>. 27 e _!>*
do capitulo VI, alim de nu prejudicar o estauelcci-
menlo.
iiecife, 22 de selembro de IS.'ili.
Thereza (joiluerrnina daCarvalbo.
Approvo.Directora geral da instrocca.) publica,
25 de satcnibrn de 1850.
Joaquim Pires Hachado Porlella.
Director eral.
GONSULADO I
lien iinenlo do dia I a K
dem do da !) .
:t:>:.i27.?7(i3
ROVINCIAL.
. 41:4689554
. I:3itii72u
2:S2")-;:!7I
^0t>t im *g ptto.
do Collegio 11. 151 onde ter lugar o leilao quin-
ta fera 30 d" carronte as 11 horas. Ncsse ines-
mo dia vender-seiba lambem para liquidafSo de
rontas una pon.uo de saceos de feijao mulalinho
milito novo.
No dia 18 do correntapclas oilo hora
da BUDhSa fugio um negro)|>or nome Anto-
nio, o qual he de narjiio coA os sigues so-
guinUs : ci'ir fula, pouca jimba, puxa d"
quarlo direilo, os pea apalneladot, "o I"
Jo lado dircito lem alguma* costuras 11
caichi azi
le palha :
tias novas e usadas, de diversos eand-eirus para cima I UPKro lem um ""m'"10 M+ he Cortador de
de mesa, candelabros, relogios para cima deme-a e carne nos ac/lUgCS la Iregujezia de Santo An-
illis objeclos que ezitlirem lio dito armazem. ludo Ionio, sendo este o scihirlnr daqticllc, se-
sera vendido a voulade dos compradores. j gundo (ne se lem sabido ; fui e**crax'0 do Sr.
llp;;l'a.a'Ulre\iTda'T'lV>ia'r,U1'i'1a'M'''r'1'' l'"' calor de ligado, levdu eal?a azul de
lien* 11. ,2, faz le ao sexta leira .11 do curren e a* 1 .1 1. ..il. ,,...,.
II horas da .n.nhaa. de diversa, obras de marena- HSCado, camisa a/ul, chapdo de palha esle
."ilos entrados no din 20.
Ierra Novalidias, hrigne ing'ei Tilaaita de 221
toneladas, capitn |;. Jones, equip.ii^eni 12, carga
2.lid) barricas com bacalhao ; a James Cradree ,X
C. Perlence .1 Liverpool.
Terra Novaid das, brigue inglcz Mcrriin de
340 toneladas, capilao Johu loves, cquipagem 13,
carga 2,jll baraicas com bacalhao; 1 Saunders
Brothers g C. Perlence a S. Jo.lo.
Iliilifax'38dial, patacho inglcz nkaluolah de 121
lonelul.i*. capitio Kichard C. llaves, equipa^einS
carga 1,640 barricas com baealhaa;a Saunders
llroiliois ,\ C. Perlence a llall.x.
Rio Grande de S11I22 .lias, patacho brasileiro o'l'ri
umphanti*;i de 1(17 InnrUdas, meslre Manoel Jos
de Soiia, .quipagem 10. carga 7.200 arroba* de
carne secca e sebo ; a Bailar & Oliveira. Couduz
a familia do meslre.
SwansetGO dia*, escuna ingleza nPresidenlcn de
155 toneladas, capilao W". Davoy, equipagein 8,
carga carvao ; a senil Wflson.
\avios sahi'Jo* no mesmo dia
HavreGalera franceza aKaonla, capillo lloudel,
arga atracar mais gneros. Paengelra, Helena
liaron.
Liverpool liri^ne inglcz Ed, capitn XViiliam
VVrighl, car^a assucar u algodSa.
Parahiba, Ido Grande do .Norte, Macao, Aracalv,
Cear' AearacA, GranjaVapor brasileiro (Igua-
rsts, cumiiiaudanle Antonio Silveira Maciel
Jnior. +.
MARCO YISCONTI
c uin 'hil- da roma uperat lambem dovo.
Xo lim >lo ;i segulf-JO-ha u |^rt^5o ,i ilaus pot
du;is Jo\ens pMDambucaiui.
Terminar o MBwclacolo coma MOlprC muilo ;ip-
plriuilida rom- 1I1,1 em I ajelo.
0 IRGLEZ MAGHIIST1
Adores :
Sras. inademoiselle Alevamlrina, D. Jesuina e I).
Jaiiuana ; Srs : Sania Rota, Lima, Altes, ftozendo,
mocos, etc.
A sceoa se passa no K10 de Janeiru no anuo de
1844.
Principiara as horas do rn*lum*.
Os hilhclcsde camarotes, ca leiras e platea, eslilo
desde j atoslos a venda em ca*a do heneliciaio,
na ra de Santa Isabel n. 13. a qualquer llorado
dia, e no dia do espectculo no escnplorio do mes
1110 Ihealro.
%9t8 -'>sSti^KSi*),
Para titboa, com hrevidado. por ler parle da
carga prompla, o brigue porluguez nSulierauu:
quem quizer carregar, dirijase aus seus conisgnata-
riot Francisco Scveriano Kabelln \ l'ilho.
PARA (lllig DE JUBO
Segu com muita brevidade por se a-
cliar com dous lercos da carga a bordo, o
brigue Conceico ., do qual he capitSo
loaciuim Ferreira dos Santos ; para o
resto, e escravos a frete, para oipie tem
coiiimodossiillicieii tes, traa-se com Manoel
Alves Guerra, na ra do Trapiche 11. \i.
-c;: limite.
O agente Vicira da Silva faz leilao de groada por-
co de penetras de rame, laixos de inelal amarellu.
l'regideiras e casstrollt de cabos cslanhados, urna
porcn de pilulas de familia, por cunta risco de
quem porlencer : sexla-leira, 31 do correle, ao
meio dia em poni, ua ra da Madre de Dos a. 32,
armatem de Iciles.
Quinta-feira 50 do corrate, ao
meio dia em ponto, o agente Pestaa Ta-
ra' leilao de 00 barril com superior vi-
nagre, em loles a vontade dos compra-
dores, urna porcao de caixas com quei-
jos e urna dila de canaslras com batatas :
no armazem de .V. A. Jacome Pires, no
caet da alfandega.
acadmico Antonio Itogcrili Freir de Garva-
llio, miir.ulor atrada inalliz da Boa-Visla,
tendo viudo com o mesmj) acadmico de A -
,'ua-Prela, talvcz lomaste esta estrada ; por
lauto pede-se a todas au tondailes onde o
mesmo for encuntrado, e i s capitries de cam-
po liajam de aprehender, ou leva-lo ao seu
legitimo setihor abaixn assignado na rua
larga do Itosario ti. 48, i |uc geaerosaraenln
paga a quem o trouser.Bernardu de Cer-
queira Castro Monleiro.
&ociadade teatral rc
creali a.
Convido aos senhore* *ono- para que se di
apreseular suas propostas da
30 do corrente, adverlmdu qi
se recebera' mais alguma.l
. ei
da Jaueiro.
Sean? con: brevidadi por ler parle ila earga.e bri-
Boa ui.iberalp ; paraorcttoi pawigeiroi t* escravos
a r* le, tr;iia-*e rom i mi.iijd C\ria*eo da Costa Mo-
reira, na rua da Cadeta du Hocile n. 2.
Pora
a Baha
$9*105 tt&\*.
.KACA 1)0 RKCIFB 2'i DE OUTUBRO AS 3
HOHAS DATAHUE.
Colates olliciaes.
Descont por 30 dasa 7 por ao anuo.
Assucar mescavadoalijo a >800 por arroba com
tatco.
t'reierica fobi'.liard, presidente.
!'. Borges, secretario.
Estatutos que devem reger o collegio de
Santa Thereza, eslalieleeido na praca
da Boa-Vista, casan. 7r2, segundo an-
dar, fundado e dirigido pela abaixo a-
lignada profenora particular, licencia-
da pelo Exm. Sr. presidente da pro-
vincia.
CAPITULO I.
Sua denominadlo e fim.
Arl. I. Eile ealleglo 'lenoioina-sa de Santa The-
re/a, e lem por fim a eitueacao, e a inslruccao mo-
ral e relisiosa das suas ertncandas.
CAPTULOS.
Da direcciiu.
Arl. 2. A directora perlence a inspecrao absoluta
deste collecio.
Arl. 3. Soinenle a ella compele marcar as horas
e o lempo para os e\crcicios das diflerentes discipli
as. .
Arl. i. Inda a vigilancia e cuidado empregarf a
directora na educarlo e iustruccaa de suas aluin-
uas.
CAPITULO III.
Admissilo das clucaudas.
Art. ."i. Silo adniillidas nesle Cnlleciu todas as me-
ninas de familias bunesias e decentes, e que se
destinan a receber a educacao e entino, que hi
se da.
Arl. (i. O collegio recebe pensionislas, meio pen-
sionistas e externas.
Art. 7. A* pensionistas habilam no rullegiu, on-
de recebein educarlo, inslruccao e sustenln.'
Arl. S. As meiu-pensioni*ls enlram as oilo ho-
ras e ineia da manilla, e sahem as cinco da larde :
janlao a cusa do collegio, e recebem a mesma ins-
lruccao que as pensionistas.
Arl. 9. As esternas enlram lambem asnilee ineia
da inauhaa, e sahem ao meiu dia : c a larde enlram
as duas o sahem as cinco, recebeudo a mesma ins-
lrucc.au das auleceileutes.
CAPITULO i.
Das pen-icnislas.
Arl. 10. As pensionistas devem entrar providas
dos objeclos indispcnsavei* ao usu pessoal,
Arl. II. Os objeclos sao os segumlcs :
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 3|4.
Paris, 346.
a Lisboa, '.IS a 100 por de premio.
a Hio de Janeiro, l| a I por 0_u a 1 j e 30 dias.
Acces do lianco, 10 a S.j de premio.
i( cumpanliia de Beberibe jQOO.
k companhia Pernambacant ao par.
K o Ij'lilidadc Publica, 31) porcenluda premio.
ir liidemnisadora. 2 ideas.
ci ii da eslraila de ferro(I por 0|ode premio.
Disconlo de lettrat, de 7 a 7 \\2 por Um-
Dito do baacc7 a N por 0,o.
Diiru.(Incas hespanhidas. -J85 2SJS"r(KI
Mocda detciOO vtlhas tlioOOO
(i n (9400 novas .... lh>OtK>
( n tdKM)....... 9000
l'rata.l'alaces brasileiros...... 23000
Pesos coluninan-s...... 2p000
u mexicanos......, IsStH)
Caixa Filial -o Banco ira si i
KM >3 DE OUTUBRO DE 1850.
Directores da semana, os senhoies : Mauucl
tioncalves da Silva e Ja-u Pereira da Cunha.
De-contos. 7 para ledras a vencer at 30 de
noveinbro, e S para lellras com vuiiciineulu do 1.
de deembro em diante.
ALPANOBOA.
Iteiidimeulo do da I a 28 .
dem do dia 29......
305.9.42*964
l>:69|87l
'.si -638{K3j
Vestido'....... . 12
Cami/as....... . 2
Caltas......> . li
Sais*........ . 12
Sapalos, paros..... 6
Meias, pares...... . 21
I.enroes....... II
Cubera-....... 'i
Avcnlaes prelos de seda. . >
Longos braacos..... . 12
1 aalhas para rosto. . li
Dilas para |'-..... (l
Ir.ihb.i*. ..... 6
Arl. 12. D'vem Irszer lambem cama
de lona.
jaez, daas, com que tem enthertado a torio, c
ilireto as i-obimtias do Liberal.
Sr. correspondente, vede que caval_niei-vos,
Ari. II. Devem ler pestoa encarregada de rece-
ber a roup i saja Indas as semana*, substttniado pela
Hispa ; censo lambem de rorneeer ot objeclos que
,iue nao lenho pressa, pelo uun haveis de ir re- (""m Pffchms.
guiado pelo bonlao das redeas. O publico nao que, j hjT" *"""""'
liipalavrasaereas.-raeollasiisulsas.cinepacase-iii- .\,|. |.-,_ o unifi.rinc do collesin pira reuniues,
pidas :lendos descomposlo.a Vosso lalanieo Dr. I)u- passeiu e actos pblicos, consiste : em chapeo de pa-
arle e os seus amigos de (laranhuns; agora vos peco i1""'' com lila* escarale, vustido branco. avenul.
proeurai pelo amor da Dos umdocumentosinh. (.; Nao he"o SrTBaplisla P.iiieiro. o aulor do
queprnvequslqner wiusa.qtie possa descon.eituar penoj,.,,,, j,,,. lwm ne||P ivesse a menor parle,
para com o publico a man i icurua, [ioqu al hoja 1 j redactores da Pagina Acuha.
Dcfarrejam hoje Mdc oulnoro.
Barca ingleia'Manabacalhao.
Bnsue piirtiieoeiKtperaaftmercaduras.
B irea hamborguett.loanoavulros,
Barca porlugoeaaMura .losemercaduras.
Barca insltzaolieronbacalhao.
Kriuei nele*Meraerudem.
Patacho ingletKartstidem.
l'olaca hespanliola.///ic/ia^^vinho e passas.
IM^ORTACAO .
Vapor ngle iiTbamar, vimlu de Soulhainplon,
manifesloo n seaumle :
i caiva retesiot; a A. t!. de Abren.
2 dita* joias, I embralho amostras ; a Raba Sclia-
llietlali.
1 c.u\a clao ; a I'. Sinvage i\ C.
2-diias j .i... ; a P. I liermtai.
2 ililas tilas a J. P. AdOUr *V C.
I itifa ditas, 3 ditas lanos ; a Lu/. Aalouio de Si-
queira.
t dila reloffiot, 2 ditas c i embrulliu amostras ; a
Soolliall Mellar & C.
1 dila e I embrulho amuslrat; a Fes Brothers.
2 caitas bichas; a Dominaos Alves Mstlieos.
2 dila* e I embrulhe amostres ; a Adamson Mo-
ni e kV C.
I uiiiluiilho papel* a (', I! praeg;r.
i ditos amo-lia* ; a S. O. Bieber.
I lina bichas e I eaixa am i*lra* ; a orden.
I cafsa livios; a P. (i. de Oliveira.
1 emiirnlho ainaslras; a Koslron Hiol*"r A; t^.
1 dlio .li) ; a ftlakleniburs.
2 ditas c 2 calvas amostra* ; a II. IWunn.
2 eiiibrulli s amostras ; a .1. Kavdei A. C.
I dila dilas a Paln Nash ... C.
3diti-s e 3 cai\a> amo-lia* ; a .1. keller iV C.
I einiriilha ani*tra* ; a II. Gibton.
1 dito dilas ; s C. .1. Asile; ,\ C.
2 caixas dilas ; a Deniesse Lecrerc iSj C
9 dilas a 2 embrulho* a liinin Maason (Jj
aatsa.
2 caixas aniosiras; a I. I'iutn.
0 Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial,em cumpritnento ria rcsoluccao da junta da
fazenda manda fazer publco.que no dia 13 de no-
vembro prximo vindouro, va novamcnle a praca
para so arrematados a quem por menos Gzer os ra-
paros de que precisa a ponte sobre o riacho do Pi-
rauyra junio a villa de Liinoeiro, avahados em res
1:8049000.
E para constar se tnamlou allisar o prsenlo c
publicar pelo Diario.
Secretaria da ihesouraria provincial de Pernam-
buco 27 de oulubro de 185<>.O secretario,
A. F. d'Anniinciarao.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, commendador
da imperial ordem da Rosa ejuiz de direito es-
pecial do commercio por S. M. imperial c
constitucional etc. ele.
Faco saber aos que o prsenle edilal virem, que
a requerimento de Timm Momsen & Vinassa, o
Len Lecomte Pern i; C. acha-to aborta a fallen-
ca de .loaoChysostomo de Lima Jnior pela sen-
tenga do llieor seguinte :
Avista do balanco de lis 13, a fls 24 e das oilo
lellras nao pagas de lis 8 is H.documentos estes,
rom que os credores Timm Monsen tv Vinassa e
Len Lecomte Ferun & C. instruiram a sua peiico
de lls2,conhcce-se que o commerciante .loo Chry-
sostomo de Lima, estabeleeido com leja de miude-
zas na rua do Qucimado desta cidade, n. 63 tem
cessado os seus pagamento* : pelo que >i declaro
cm estado do quebra, e Gxo o termo lejral da e-
xistencia desla contar do dia 18 do corrente.
Ordeno que se ponbaui sello em todos os bens,
livros, e papis do fallido, e nomeio para curado-
res fiteaes os referidos Timm Momsen & Vinassa,
e prestado por e-ses o juramento do estillo, remet-
la-*e copia da presento ao juiz de paz competente
para apposr;ao de sellos ordenada, e proceda-se ao
cumprimento do mais que*dispe o art. 812 do c-
digo comm. feilo o que se determinaran) opporiu-
namente as subscqucnles providencias que o cita-
do cdigo c ojregu la ment n. 738 prcscrcvcrn. lle-
cife 20 de oulubro de 185C-Anselmo Francisco
Perctli.
K mais se nao continha cm dita sentenga apara
iiimpriiiienlo da nienia convoco a todos os ciedo-
res prsenles do referido fallido para comparecercm
cm casado miaba' residencia no largo da Santa
Cruz do bairro da Boa-\ isla no dia 3| do corren-
lo me/., pelas de/, horas da manhaa afim de se pro-
ceder nomeacao de depositario ou depositarios,que
bao do receber ea lmini.-lr.ir provisoriamenlea casa
fallida.
F, para que ehegite ao conlierimenio de todos
mandei pastar editaes, que serao publicados pela
mpronsae afinados nos lugares designados no artigo
129 do rcgulamento n. 738 Je 25 de novembro de
1850, e no art. 812 Jo cod. comm.
Dada e passada nesia cidade do Recife do Per-
nambuco aos 28 de oulubro de 185tt.
F.u Uaximiano Francisco Duarte, escrivao o
subscrevi.
Anselmo Francisco Peretti.
segu cm poneos dia-, por ja ler porrao da carga a
bordo, u xclleiio palhahole Santo Antonio Trium-
pbo, Oe lolc de 126 toneladas; para o resto da car-
;:a Irala-te com seu caasignalario Domingos Alves
Malheos. na rua de Apollo u. 23.
Para o ifiara-
flll o
segu com muita breridade a barca BRI-
Isrii-rlf a mui'i .,..
LlIANTI, tem a bordo a meia carga iue
ttoti\e do Rio de Janeiro, e aqui alguma
prompta : para o resto que Ihe falta, tra-
ta-se com os cousiguatarios Novaea & C,
rua do Ta piche n. \, ou com o capi-
lao, lia praca.
Rio (ie 'tneiro.
Iispera-se do Assu' o brizoe ('Imperador do Bra-
sil, o qual depois da snlliciente demora para receber
escravos a frete, scauira' para o porto iudicado :
a tralar com .Manoel Alves (mena, na rua do Tra-
piche u. 1 i.
Para a Baha
segu imprelerivelmenle nrsles dias o veleiro e bem
condecida palhabole Dous Amigos ; para um pe-
queo reala de carga que Ihe falla Irala-se com u seu
consignatario Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo,
rua da Cruz n. I.
de Janeiro.
Segu com brevidad o l>em coalieci-
do e veleiro brigue I'IKMA, capitn Ma-
noel de Freitas Vctor, lem parte da car-
ga prompla : para o resto, Irata-se com
os consignatarios Novaes o\ C, rua do
Trapiche n. ">>>, ou com o capilao, na
praca.
Para Lisboa, enm brevidad, pur ler parle da
carga prompla. o brisuc pnrlucuez Laia III:
quem quizer rariegar. (rala-se com os seus cuusig-
ualarios abai\o assigundo".
Francisco Severiaun Itahello \ Kilbo.
Sabe para o Cear imprelerivelmenle no dia 30
do correnlc,o dille nAurora.
(.iiltttlss ttl
Ol (Jl E IUABOI.ICO DISCURSO I
Como Una* as cnusa*. ilasaa/adoD a alguem : tal-
vez que a tlgaera agradas-e parca) que hurreuda
caladura, a daquelles a quem desagradan, segundo
lem deivado ver nos ns. 2i,>, 21.S, 2iil, 2VI e 835 ?!
ligas, demu !! eu le cscoujuro !!! nutra mais falla-
i mi.- nem emtjabineie,nem emHospital,
nem emCou*ulado--Portugue/.es em Pernambuco:
-u hnje nos di/ a causa da zanca !
.lulgamos i|ue nao nllen.leiiamus alguem rom Isll
publicarlo, purcm cnganaiuu-nos ; paciencii, agora
aun lem rcmediu ; e o diaho lie que *e apnarece pu-
blicado em alguin jorntl de l'oilugal quem se gil-
tnlara1 com os euraiveeidot ".'! veremos oque ^era'.
l.ivrem-se la' de nina deslas : agora be ouvi-lus.
Alsuem quer alvicaras para B"t di/.er quem he o
fabricante daquelle* zangados arreuietiinentns an
ilamu* nada, basta que nns escreva, c atstnl lieamns
contentes, e lambem u respeilavel a quem se dirige,
e <> aprecia.
Kccominendo-llie o discurso, no n. 2'i, assim
como os dous bsenles d<. u. 233 e "li, lodos dcsle
(iDiario, de islo muilo peiloial : aceilem. *
O baixo assignadu roga au Sr. Antonio Bap-
tista Vieira, que nioioii na rua da Maugueira, da
freguezia So I'uco da l'auclla, que l'nlia a bnndade
de vit ou luuder iu taberna do Pni_o, a urgucio que
nao ignora.
Joaquim Ignacio da Cosa.
'.neni precisar de uiu houiein para leitor de
engenho ou para sido, aiinuncie.
l^eerisa-se do um prelo pura unta casa cslran-
geira. que teja liel a nao leuda vicios, paga se bem :
a tralar na rua du torres n. 38.
Ollerece-se urna ama porlugueza ptri casa de
familia, sabendo eozinbar e eugummar: ua roa larca
do Hosario n. 10.
l'recisa-se de um mnleqoe das 3 as I horas da
larde : quem qui/.er alugai mrija-se a rua Nova nu-
mero 32.
JCUMPAMIIA PERNAMBL'CANA.
Os Srs. que sob-ireveram n .vas ace t desla com-
paudia -ai convidados a enlrar com a primeira pres-
lacAu de 30 par cenlu no praso de 31) dias : uu es-
criplorio do Sr. Antonio Marques de Amirim. rua
da CruzKecile IS de oiiliidro de 1836.Manoel
Alves Guerra* secretario inledno.
O padre Joao Cuines de Sanl'Aiina Marreca
avisa n publico que desde o da ."i de selemliro ullimo
comecon a assignar-se Joilo Come ila Silveira Mar-
reca.
Vcnde-se urna rarroca nova com pipa, para
vender asua, com boi ou sem elle : na rua dos |ues
casa du Sr. Manoel loaquim Carneiro l.eal.
- l'rccisasc de um bom criado para uin caval-
leiru, que seja copeiro e saiba tralar dos m-is arran-
jos de urna casa : a tratar no esciiplorio de Barroca
i\ Castro, rua da Cadeia du lenle u. 4.
Na rua Huella, casa dt paslo n. III, da-se co-
mida a nina pessoa, sendu o almuc.u clni', caf e soli-
do, o janlar ti pratos de diversas coumias, e a ccia
cha fi caf, por 35)000 mensaes. com nimia limpe-
a, e inaiidar-se-ha levar a comida em casa *e nao
Ihcr quem xenlia buscar.
Na rua do l.lueiroado n. I! deeja-se fallar rom
os crednres da estincla tirina de Silveira 4 Ferreir.
-- Traspassa-se a quem quizer, pelo preco de
300(000, dous anuos e sele mezes de engajainenin
de uina prela que se libertan c.im esta cnndiccAu ;
seus servicos sao, boa lavadeira, rnzindeira, vende-
dora, e faz lodos os servicus do urna rasa ; de iiiui_m
a sadia : quem precisar'annuncie por MU Diatts
Precisa-se de om feitor para um siliu perla da
prai;a : quem esliver nesle caso, diiija-se a rua do
Collegio, dolca de Cypritne l.uiz da ns.
convidada-* ale atia
9 depois dessa dia nao
secretaria,
. r. Itaarle.
uer en. arande narra*
MI que indicar. (~h
.ade, ilu I .sruin, irma/eifi
-.. I -1 i -
Ouem precisar de ares <
qner em pequea, pola no I
pceco mullo commuilo e aelixi
da Palma coafronle o quinul
du segundo lampean, au ao pi co da I ..ir ni
do n. 3.
Aterase por empreill la, quer rom ealira,
quer com ares, e por menos le qaa natra qaalqwcf
pessoa, Icrieno cm alaga-la, ex liando as*un mniaei
despezas, dinja-*e a rua da Palma, cuntraate oqaia-
lal do Carruo, armazem do segando lampean, eu n<.
paleu do Carino, sobrada n. 3.
Precisa-se da urna mulhcr de meia idade, sja-
sempedida, que s.iiba eugoininar, para *e einpregji
ueste servico : a tratar no paleo do Carnaa n. 3.
Para a (esta
Alti;ra-se no lugai da Ton-e um mIio
bonito, com casa para grande familia :
a Tallar com o Sr. major Antunet. na
alfandega.
Precisa-se de orna ama : no palea da Sania
Cruz n. I i, segundo andar.
Precisa-se de Orna tmt para casa de paaca la-
milla : ua rua do Kaagel n. 23.
Previdencia.
Comoanhia de seguro* contra a mortnl\4mr rfw
MMM
ESTABELECIDA NO RIO DE JANEIRO.
Agencia filial de PernambucnN. 13 raa do atasaja.
O llagella desle anua anda esta' amito fraaco na
memoria de lados, para qoe s deise de araeriar
grande benelirio que retallara' aos proprie tan.- it
escravas, da saranlia de prapriedade, qae r*la enni-
paullia nll-rece.
Ningoem deixara' de conrerdar na vaalacrm de
tirar dos rendimeiilos de ama pruprieiaile ama pr-
queua parcella que garanta a seu valor loUI, r a
(celili., he tao mdico que nem em 30 anuo- com-
pletara' a quanlia que, a qualquer momealn lena o
direita de receber por caso da morle do escraxa ae-
gurn.
Tagar-se-ha ;ier rxemplo, sobre a avalla.,mi d>.
I:1KKI.> e menos em proporcao no caa do valar ser
mais mdico inclusive o sallo da plice etc.
Om iadt*
De 12 ate enlrar aos 1(1 anuos3?l(in por anna.
I > a a t a i I-200 a
Subindo o premid de cinco em naco atinn* ale j
idade de TU anno* conforme as condiees im|-re**a
qne po.1cr3u ser procurades no ctriplario da
companhia.
No cao de hx potlicra*. o segara serve |>ar msim
garanta das dividas, porque a companhia aceita a
iransferencia das apnlices a novas pronnetarioa, rom
tanto qua *sas tr.iu.-rereu;ias se realiem esa saa es-
eriplorie.
Ilar-se-da consullas -rali* aos escravoa segara* das
!> para 10 duras da manlita, ira triplano da entapa-
ndia.
O pi .un para a venda dt fazenjVw instrza* na
armazem dos ahaixn s-*ignad<, se^^redatiH* a s
meze*, segando o costme da praca, da I- vemdro pro&imo futuro em diante.
IIs rrora A; Castra.
Becire 27 de nuludro de InV'm.
LOTERA
bervetes
Na ma do trapiche Novo n. 12. da sorveles todos
os dias, das 11 a I dora da mandan, e das ti l|2 as 'J
da noite.
Ora
ag'ora.
DA
II
L>iupaiiiu brasiieira
[ifjii los a vapor.
ue

IS ... '. .

O Ur. Anscl-no Francisca Peretti, coiiihkmi-
dador da imperial onlcm da liosa e juiz de
direito especial do commercio, nesta cida-
de do Recife e provincia de Pcrnamlmen,
por S. M. o Imperador que Ueos guarde,
ele.
o vapor S. SALVADOR, coinmandaule o 1" l-
ente Santa llarb.ua, espera-sc dos porlos do norte
em o ln de noveinlira prximo, e depoi* da demora
seguir para Macoi", l'ahia a Itin de Janeiro. Os
-enhores que (iverem a embarcar vuliiines on escra-
vos. devem aprcsenlir-se un agencia, no dia da
chtgada do vapor, para saberem o que podera ser
recebido, Otando os ciiiibecimenlos oe?se dia, na
agencia, e os embarques poderan ser feilos no dia
seguinle al a meiu dia : agencia, na rua do Tra-
piche n. SO. 2" indar.
Para o Ara cu t y
.p:'i.? do lim ta premie Remana, o heiu conheci'lo
hirite Copyharibe para p resto da rarua Uata-se
na rua du Visarlo n. 5.
(Juerem ver o dialio como as arma f J. 1. (iomen
Icrreira, Ora [asorii Antoiiio Bernardo Coulinlio,
fcquerenit. puraforamenlo olerreno aUsadoau nor-
le da ponte nova -iu Henil-, se oSliver devpirlio f-
voravel, ei-lo arvorado de cavalleiroem propriela-
rio. Alerta, Srt. caiu-trisUs vej^in que nAo W o
publico li Mr pritii.ii' para todo sempre um bello caes. E para sus seuborias f,./.erem com-
pleta idea de quem he o lal J. Gome* Ferreira,
vejam 04 protestos inseridos neste Diario n-. ~l'i->.
48, i9, 253e255.O cama.a-1* d*Uc Neves.
I>,i--i' 20o~vH)U a premio le dou> por rento,
com bous penhores de ouro : qnem quuer drija-se
a roa do Padre Kloriano n. (18.
Aluna-se a loj.i di_'"ado sito m* ru.i do Ro-
sario n. 'J ; as pessoas que a pretenderem queimm
dirigir*e a rua da (.amboa I'uaio no dia JS do crrenle o prelo crioulo de
nome Jarob.de idada22boom, pouco mais ou menos,
b. i\o, picado de besig>is, lem una belnle n'um olbo,
ile-routia-sc que fosse em uina barrara para o Kio
de Janeiro, donde elle lie lilho : quem o negar le-
ve-o a rua da Cruz u. :'.), que se papara* tojas as
des pe /.ai.
Oflercec-se um rapaz solleiro. i-ento da suar-
da nacional, o qual sabe fallar c escrever o francez,
com pratica de negocio, para caixeiro de casa e loja
de commercio, e d fiador de raa conduela : quem
precisar, dirija-se ao aterro da Hoa-Vista n. 17, no-
brado.
Irmandade das
Almas do Recife
O escrivao la rmandade das Almas,
creca na matriz de San-I"i ci Pedro lion-
ralves do Recife, por deliderarao da mesa
regedora, convida a lodos os sens irmaos
a coinpaieceiein no dia I d>- novem-
bro, pelas 9 horas da manliaa, no con-
sistorio da mesma irmandade, afim de
procedet-se a eleieao do nova mesa (pie
tem de reger a mesma irmandade, con-
forme determina o compromisso. Con-
sistorio d.i irmandade das Almas 30 de
oulubro de 1856.Joao Licio Martille*.
O Sr. th Hireiro das
loteras manda fazer pu-
blico, que estilo exposlos
a venda, na thesouraria
das loteras, na rua da
Aurora n. 'iO das 9 as 3 da
tarde.osbi Ihetese me ios.da
primeira parte da primei-
r.i lotera do Si Miuel de
Bar re ros. cuj-is rodaa an-
dam iiodia8deuoveinhro,
e Iol^o (pie se publique m
as 'istas, se pagam os pre-
mios incontinente, a cx-
cepeo dos lona premios
grandes, que sao pa^os lo-
o, uosaiao da extrac9ao,
no convenio de Nossa Sen-
llora do ( armo.
O est-i ivo das loteras,
los ./anuario Alves da
Maja.
Almanak da provincia.
listndose conlcccionando o aimanal*
da ptovincia, rOKtVaK ludas as pcjvws
que (o-1 um.un nelle ser incluidas, ijiic i
nio estiverem, ou liouver ilrjum ,rro,
quetram mandar levar a liviana nuinei
(i V. 8 da l'i.u i da Indi |Miideiii ia, a CnXli-
da, assim como pede K ao senbori-s ile
enjjenbos, se difjnem m uiilai i;;n.ilnici>-
te as Iransii'rcncia* a mesma liviana.
l^ara
pelo .uai'Hiiliao.
Secoe rm poacos (lia* para o l'ara cun escala polo
Maranhao o brigue braaileire Cidra, de primeira
inarctia, o n"'1' I*1'11 riirl* 'I* earga a bordo, para u
reslo e ptistgeiro., paru oi|ue ollerece arpiado.; coin-
n. -ln* : Irala-se rom o con*ii:iiatario Juan Pinto
Resta de Sou/.a na Iravettt da Madre Vi-
cpli carga : trata- cun Hartini
Madre de Daot D. _'.
Faro saber .nos que o presente cdit.-il vi-
rem c delle noticia tivrreui. rm como no dia
SO do corrente me/, de oulubro se lia de ar-
rematar por venda, i quem mais der, em
praca publica deste juizo, a porta da sala das
audiencias, um sitio com casa de vivenda, e
arvores de frurto, ua estrada dos Aflliclos,
avahado em 10:000-, pertencente aoooro-
inendador Francisco do Carvalho Paes ile
Andrade, penhorado por esecacSo do exe-
quentu o reverendo reitor do .seminario do
Olinda : c para que ChegUO noticia aus lici-
tantes mandei pass ir editaos quo serao alli-
xados nos lugares do costume e publicado
pela imprensa.
liado e passado nesta eidade do llecife aos
7 de outubro de 18 jfi. E eu Francisco Igna-
cio de Torres l'.aiiiieira, escrivilo a subscre- i randa rom peilra, um ptimo piano de armario, 2
vi.Anselmo l'jancisco Peretti. i ispellios grandes, secrelaria, gtnnla roupa, guarda
i--------- vestidos, romraodas, marquezas, bancas.uma sofri-
eelaraeao,
O procurador du cmara muii<:_ial
desta cidade avisa a todos os senhnresdo*
nos de canos depasseio, carrocas r Oti-
lios vehculos de conducciio, que sc\la-
leia da presente semana, he o ultimo dia
para o pagamento do respectivo impos-
to, incomodo na mulla de 50 por cen-
lo, se deixarem de pagar ate o mencio-
nado dia.
l'recisa-se de urna etrtva etpai para o servi-
inazem de Martina & Pialo, oa com o capilao Fer- co interno e eilernn de uina ca*a de pouca lamida:
iit.inlc Jote au* Sanios, na praca. a tratar na rua das A:ua'-Verde*, no segando andar
l'ara Ccara sal olnalc .' \arora : linda re- do sobrado n. 22.
*' (l lr. Caelaao \ ,ier l'creirt de Bnio ;'-
n. (asedie faz cenle ao* ao* amicu* % *tl
'.* repoila\el publico, qoe resre-wanda n> aa V
a>
'- viasem, coiitinaa a rr-idir na aterra 4a
i\ lrmilo, rua da
O agente Borjt lari leilao dos movis por-
lencenles a um negociante que fe relira para Portu-
;al, constando de urna excellente mobilia de jaca-
- lis credorea di tnai fallida d Antonio Au-
Saslodar.irvalliu Mantillo ipiciiam, no it /.. .1- s
ibas, apreseular aos adiniiiislradnrps os seus creditu,
parase proceder o ralaio, levaado-aa para dita lim
a' ruado II irlas n. 2. esrnpluriu du Dr. Kvidiu,
um dos adniiiislradures, Ocando cerlo d. ipie nao
aprespulando np**e prazo au se adinillira' i. lama-
cao algaata,e nem sata* tleniidos uu dnlleudo,
llecife 27 de oulubro de 1856.,
Alona-se uina ama l'orr. ou tterava, que faca
lodo o servico interno de ama cana de pnur i fami-
lit, e rompre na rut, piga-se muilo bem : ua raa do
Hospicio ii. 17.
__ Bua-Visla n. 1.1. n ecunlo a Irrreira n- ,!
;_ dar, aonde ein|ire a eucantraria prampla ":*
-... aus mvaleres de oa protis-Ao.
**?- .* w-VL' *aVVWW<>' '
SOCIEIUDE EM (!)I\MII1\,
ftmdadora fibrim #/#
Hardit v teridos df alffodtm.
.au *e leudo remudo naaieiu Miflirirnir 4r *a
rio* em a.-cinli>* ucral. fct ada la iruma.* |i,
odia I'.'.le nuvembr.i |.r..\iiim, qaando *e taasara
urna delinitiva drlibcr.(#au runa a. |*aaua qaa a
adiaren! presente*. A reunan lera lucar rm e*..i
do Sr. Anlonio Marques de Amarim. raa .la < ra>.
no referido dia 12, ao meia da as caalu.
I'enijiiiuc JH de untubm da tiOt.
Amorun, I ai a, Omtrr* Ot
MUTnlrXW

ILEGIVEL


DURlO DE PilMHCO QURIA Sil A 30 si 6UTUIR0 BE \m
DEPOSITO DE L1VK0SI BOTICAS HOMEOPTICAS,
A*
O
O
O Dr. P. A. Lobo Moscoso, leudo de Cazer utni visgeni deixa a s'ia botica soba
dircccSo de pessoa habilitada e de inteira probidade, e uin deposito na loja de livros do Sr.
Manuel Nogucira deSouza na ra do Crespo, sobrado novo do Sr. Magalhcs Bastos.
PULIOS l'IXOS.
llolica de 12 tubos grandes. Dita de 24 ... IOOO
Dita de 36 ... 30MOU
Hila de 48 ... 959000
Dita de 60 ... 3bOOO
Manual de medicina honieopatluca do Dr. Jalir rom o dic-
cionario dos termos de medicina........
Medicina domestica doDr. Ilenry.
11 .llmenlo do citolera morbus. .
Repertorio do Dr. Mello Moracs. .
2>()()(
10000
2noo
hooi"
Ensiua-se a pilotasen, Ihcorira-pratica, o cur-
se maihcinalico c frenoet, conlas par* o coinmercio:
a Iralar ua ra do Niigucua n.
O Dr. Pedio de Atliav de Lobo Mos-
cozo, tendo muito breve de tazer urna via-
;&w-:;iSOv3*d**9 6?' ,0&a i,(|",:,n eJu,nareu credoro
''#
w ^-Wn- .- -w ......... w i*r ..*-w w .- *-.
lil \ ru i i iii\ri / | obsequio de apresentai-ua contas ateo
lu.M IM Y I li Y \( I,/.. ^dia 10 de Dovembro futuro, eespera que
Paulo GaigBMi, (le volii da sua viagem a os que llicdevem, tenliam a bondade de
Europa, Ml morando na ra Kova n. .;.. i mimdai-llie pa{;ar at este dia
Mies licaia' muito agradecido.

V tL primeiro andar, onde pude ser proeat
-' ili. ,i qualquer llora.
&$&&#;? <:. QQ%om)m
Para familia eslrangeira deseja-se alujar um
prelo fiel na ra do Trapiche ... l<>. primeiro andar.
O Rvm. Sr. Jonqtiiin Jos de l'aria,
<|tie moro 11 ou inora na Boa-Viagem,
lem uma carta na liviaria ns. (i e 8, da
praca da Independencia.
6$8S$$ -$$&$$$
O Dr. Joo Honorio Bezerra
W de Menezes, formado cm medici-
($) na, acha-se residindo na cidade
( do Rio-Formoso, e ah se oll'ere-
cc a's pessoas (pie de sen pres-
timo se qui/.ercm utilisar.
CIHIIVVMIIA DE SEI.I.R0S M VKITI-
MOS E TERRESTRES.
CA PITA L I 000: OOOsOOO.
A companhia lem -n.i agencia no escriplorio de
\i iv,i Aiiiorim ,\ l-'ilh, roa da Cruz n. ij, onde
aceita todas as pmposlas de seguros de riscos e for-
tuna do mar.
tro andar.
pelo que
Grande e assea-
do collegio em
Lisboa,
para meninas, internas e externas, cuja
I educarao, prendas e mais vantagens, se
poderao avahar, empiesenrn dos estatu-
tos, que se acliam na ra do Crespo loja
i- 10. ou na esquina pie volta para a
ra da Cadeia.
O Sr. Julio Silvcira l.oho lia pouco chocado da
! Ciiri. queira ler a bondade ue declarar ana morada
| por este Diario.
Joaquim Jo dos Sanios Andrade participa a
todos os -eos trsneles, que mmlou a loja de ferra-
gens que (ioha ua ra Nova n. 1'', para a ru* do
niinni.nl,i n. 17 A.
l.'ra mojo hahililado compelrnlemenle, oflere-
ce-se para caixcirn de cohrauca, da eonlipcmenlo de
sua pessoa, e incs.no tuna banca se for preciso :
qoem prcleiider'annuncie.
Precisa-*e de uma ama que saiha cozinhar e
en^omtuar para casa de pnuca familia : a tratar na
ra do Crespo u. I .
Precisa-sc de um caladre de idade de li a Ifi
0) ) V-e? tt*MU:ttto!<&<%*%> as 4tft anuos, que de fiador a sua conduela : quem preten-
der dirija-sc a (alterna da quina que enlra para a
Camboa do Carino n. 16.
Aluga-se um silio o mais parto possivel desla
praca, que lenha capim lodo anuo, qoe nossa susleu-
lar de 10 a 90 bois : a Iralar na ra da Senzala Ve-
Iha n. 70, seguudo andar.
Alugam-se escravos rostumados ao carrelo de
assueara 19000, dias uleis, as-iin como uimlpllnira :
lainbem se rocebem mensalmente, dando-.e comida
e casa para lirar : na ra da Senzala Vellia O. 70,
segundo andar.
I),i-se 100)000 a premio com penhores ou em
qoanlia. pequeas : na roa Direila n. 71.
Offarece-se uma prcla forra para ama de una
casa de familia : qaetn precisar dirija-se a roa Caldeirriro u. 68.
No jornal de Lisboa a Civil.sar.ao n. 61
le-se o seguinie :
Nao deixaremos sem alguma honrosa mensao
um voltime de 255 paginas de oitavo, que na mo
temos, publicado em Pcrnanibuco pelos lins do an-
no passado com o --uinlo titulo :
Brinquedo da Puericia, dialogo joco-serio,
ciilico e moral cutre as vintee cinco letlrasdo al-
fabeto, ou modo de excitar os meninos a amar a
leilura, ronlendo alem deste, principios geraes de
moral, grammalica da lingua nacional, compendio
da dputrina chrislaa, modo de ajudar a missa, lit-
c
J. JANE, DENTISTA, 5
A contina a residir na ra Nova n. 19, primei- A
nsia*-3 ataa
Alum-se por fesla au mesmo por anuo urna
rasa a margem do Capibarihe, com eicellenle porto
para banlio na fregueiia do Po;o da Panelln ; qurm
qoizer alosar pndera' cntender-se coro Jos Noguei-
ra de souza, loja de livros junto ao arco de Santo
Aatonto.
Vacchia.
O Dr. Joaquim d'Aquioo Fonsecajul*
jja conveniente declarar,que vaocinara' as
pessoas que comparecerem na casa de sua
residencia, mesmo qii.mdo sejam de guai>
da os dias desirjiiidus para isto, e ro;a as
que lorein vaocinadas queno deivem de
voltar nesses dias; porquaato s se |)de
entreter a innoculacao vacciniea sendo ase-
mente patsadade um a outro individuo, e
para que isto tenha lugar torna-ce unlis-
pensavel quecomparecam; alem de <|ue,
podende ser confundida com a falsa vacci-
na a venladeira, por aquelles que as nao
sabem distinguir, so \ollando conhecer-
se-ha se esto preservados da varila.
Precisa-SG de tima lavadeira que se-
ja boa, nao demore aroupa no rio e d
liador a sua coiidiitn : na praca ta Inde-
pendencia liviaria ns.OeS.
Ot abano assianados declaram que amisael-
mpnle dissolveram a sociedade que tivcratn na luja
de selleiro, sita na ra da Cruz n. 61, que svrouue
baixoda r.i/.in social de Paiva ,\ CuioiarHes, licandn
a cargo do socio CuimarAes o activo e passivo da di-
la sociedade. Kectfe ^1 de oulubro de IS56. Joan
Jos de Paiva, l-'raocisco Jos dos Panoa (iuima-
raes.
Prci.a-ie de um caixeiro que lenha pratica de
taberna, ou mesmo sem ella, preferindo-se dos lti-
mamente checados : na ra de San-Francisco .Mon-
do Novo) n. (8.
Falencias boas
di Hccife
achaVl oj
'Niuas tf a-
Superior cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa: no
anna/.cmde Novaes A C, ra da Madre
de Dos n. 12, por preco commodo.
Encantos das sen horas,
tormentos dos paise ma-
ridus.
Chales de merino burilados a velludo, dilns de ca-
semira estampado*, ditos de l,ia e seda, e lodos de
um soslii minea visto nede mareado, c i<> aaora con- i ra vestido a S e S2U o covado, 'chale, de men no
du/.ido pela barca francera (/me Kiigern : na ra lino sem barra com irania de rclroi a .V?MKi, dito de
do Ooeimado n. :(!>, loja pintada de amarello, esqai- [ chalv com bar awalmadr a 69500,|dllos ile meTiDO
e baratas.
Na loja do barateiro da ra da Cadeia
n. ."><), defnmleda ra da Madre de lieos,'
Ire^ue7.es bom surlimenlo de fazemlas d
lidades, que a diobeiro a' visla se veudein lNjij
lissimo preeo, tanto em atacado como a re dllnv
vendo entre minio varicda.te boaschila.de cores li"
as de divcrins padrOta,o covado a llitl, 180 t IM). e
a peca 6?, 69300, 6^800 e 7. cortes de cas.a de a>-
res bonitos padres, que mo itesbotain, rom 7 varas,
telo diminuto prego de I3GOO, ritcadoi ralas lar-
dai fraoceiH modernas, o covado a 240, SO, :i(M>,
320 e 100, eaaa traneazai de cores a .Mili a vara.
dils cm corles de 12 e 13 varas mono linas com
tascada para vestido a parafolho, deseuhos dillei'en-
les, pelo barato preco de 85, curies de andelin de
seda cor de rosa e aiul com fazenda para refero e
fcilho a I 5e l">ff. corles de se las escoce/as larcas de
botillo, gofios a 289, srosdenaple prelo superior />a-
A verdadeira {racha ingleza 11. 07,
em barricas de 15 dtizias de potes: em ca-
sa de James Crabtree A C, ra da Cruz
11. VI.
Ueiico.
na da Congrega;
Atorro J;s
nova lo
Hoa-\ istn 1
a do Gama
SILVA.
I bordados de cores a Sj. ditos muito linos bordados de
I um su cor a ti?, e alem destas nutras mullas fazen-
\}(\ 1 das. que como cima lica dilo. se vendem h
' do->e amostras, e aloja esla aberla de noite
*^ Vende-se o silio romeasa de sobradodo falle
ledo George Kanworlhy, uolucar de .S.Josdo Man
rala-*- 'J
Nesla l"|.i vendem-se por menos proco do qoe em I -uinlio.com arvoradosda fruclo e mais bemfeitorias
ualquer nutra pirte, as se-Uinle. fa/.eu'das : asseve-! 1lle "elle se acliam, sendo as tenas do relerido-.il 10
raudoe qoe lio das ullimamenlc ohcgadas ao mer- I l"'Prias : quem o pretender procure era rasa de Sa-
Somprud.
cado. Corle- de fushlo acolchoado, e brins de Multo
puro para cali.as. cada um 2*300, superiores brela-
nlias de Inilni. cada peja de 6 varas por :l;500. mel-
pomene para vestidos, e nutras muilas fazendas fi-
nas vontade do comprador. Todas estas fazendas
trocam-se por dinheiro.
DEPOSITO D FABRICA
Industria Pernambueaia,
RA L'O CRESPO N. 9.
Compram-se apoliecs da Idivida provincial,
na ra das Flores n. 37 !. andar.
Compram-se bois de rambao, fortes e sordos : productos, proporcionando a
na ra da SenzaU Velha u. 70, secundo andar.
Compra-se nm sellira em bom estado para non-
(aria ile srnhora : na ra da Cruz n. 21, terceiro
andar.
Compra-se um roUAo e om oo dous travessei-
roi de vento, inglezes, uovos ou asados: quera ti-
ver e quizer vender, dirija-se a ra do Turres n.
)tS, sesundu andar.
Compra-se uma jnnla de bois para carroea no
sitio do viveiro do Mum/.
Comprase elfeclivamenle.latao.bronze ecobre
velho : no deposito da Tundido da Aurora, na ra-
da Brum, logo ai entrada u. 28,e na mesma.fuiidis
cao, em Santo Amaro.
TRAPOS.
Pa ra Imperial, casa n. 170, compra-se toda a
qualiade de trapos a 300 rs. a arroba.
Scfi/iid.
AVISO.
Os abafcto assignados rogam a todos os
devedores das firmas de Cruz & Gomes,
Cruz & Bastos, c Jos Dias Simoes que
venliam ou mandem pagar seus dbitos
na ra do Queimado loja de miudezas
n. 55, ou na ra do Cibujja' loja de miu-
ilc/.is de quatro portas n. 1 C, ondeacba-
rao suas contas e\trabidas dos competen-
tes livros.
Os abai\o assignados sao os nicos
encarregados a receber essas dividas,
como podem provar, cazo algucm o exija, | 'eratura em prosa e verso, manual de civilidade,
e por isso declaram que ningucm mais lateada de Pyta;oras.
poden' receber conta alguma sera auto- f*or este motliodo>o professor fazendo as vezes de
risaco dos mesmos, sobre pena de paga- rcPel' rem duas vezes.Francisco Jos' Alves'lod8 meilinos-os liabilia independente de decu-
(iuimai-aes, Jos Alves da Silva (uima-. '"* '"ein "' m ^om loda a perfeiciio, oo-
,.- mo mosirou no da l(i de setembro do 1855 em
' publica exposicao, no salo do theatro Santa Isabel,
o professor particular, Francisco de Freilas Gam-
boa.
Conieniar-se-liia o Sr. Gamboa rom estes serri-
nas capital da provincia onde reside !...
Li o Biinquedo da Puericia, esl bem escriplo,
lie ameno, e instructivo*Lab Filippe Leite.
A leilura do Brinquedo da Puericia fi-me feila
de uma assentada, com flagrante violat-o das or-
dens do medico, e fez-me ella muito bem. Man-
dei reler ainda o opsculo cm presenra do director
da escola normal Leite e da excellenle meslra
regia Silva Canuto. que ambos o acliaram,
como cu, muilo digno de adopcao e louvor. De no-
tas para emenda ou mellioramento para uma edic-
ao nllerior pouco se fez ; mas largo trabalho liave-
ria sido individuar todos os mritos e cxcellencias
de tal escripto. Uma e outra cousa espero ett en-
viar a V. S. para o outro correioAntonio Feli-
ciano de Casiiiho.
Submcui o referido opsculo ao jui/.o dodisiiuc-
to Sr. Dr. Feitoza, e mais Ilustres redactores dos
peridicos desla cidade.e esperando que nao discor-
dem dos pareceres cima publicados, me animo a
annunriar esta obra venda, na nio do Sr. Joa-
quim Jos de Paiva, Manoel Amonio ('.onealves,
ra doCabug, c Maia, na rna Nova, e na mesma
escola do melhodo Casiiiho.Francisco de Freitas
Gamboa, professor particular autorisado pelo go-
verno.
- Na l'assagem da Magdalena, illia do Keliro,
SEGURIDADE.
Coiiipami.ui de seguros m \
rtinos, eslabefecida no
Rio /c Janeiro.
Capital mil contos de res.
Offerece ao commercio vanlageiis que nenhoma
ulra companhia lem feito al aRora. Aceilam-se
liroposlas de seguro no escriplorio de Isaac, Curio &
Companhia, senles da companhia, rui da Craz
ii. W.
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
Estbelecida cm Londres, em marco de 1S24.
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers St C, tem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
ea quem mais convier que estao plenamente au-
.-irisados pela dila companhia para effecluar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, coberlos de
tllia e igualmente sobre os objectos queconliverem
os mesmos edificios quer consista em moLilia ou
em fazendas de qualquer qualidade.
Trocam-se notas do Banco do Brasil por moe-
da corre ule nesla Qroviuria, com descont : oa ra
do Trapiche n. 10, segando andar.
O aliaixo a.sii-nadn faz sciente aos Illms. Srs.
de engenhot e mais pessoas que negocian) com assu-
rar, remeltendo-o para esta prara, qoe se acha ha-
bilitado em receber poi eommissao dito genero, e
esliera da seas patricios e amigo,, e de quaolos de
seu presumo se qoelraro utilisar, as remeisasrieseus
assucares, prometiendo o mesmo tbaiio assignado
exercer lodo o telo e aclividade qoe Ihc sito oalu-
raes, envidando tuda o esforz po.sivel as fenles
la liquidada aperado de dilo enero, como bem o
tem demonstrado. As pessoas cujas remes-as exce-
derem de lO.-OOOJ) por safra, smenle pagarlo -2 tl|0
de .omniis..'io, sendo 3 0|l) as deraais como he cu.tu-
rne ; e para lodas se obnga o mesmo abaixo assigna-
do a toda e qualquer compra de objectos sem como
inuilos lirar porcenlagem. Itecife, ra Direita, pri-
meiro andar n. 9:1.
Francisco Seraphico deAssis Vasconcellos.
Aluga-se tima ama secca para tomar
conta de um menino de 10 mezese lavar
e engommar para uma casa de pequea
lamilia, e nao imperta que seja esclava :
ua rua doColiegiou. 8, segundo andar.
rrecisase de uma ama de leile : na rua de
Santa Ihereu, caSa n. 7. Paga-se lsUOO por roez,
e alltanea-se bom Iralamento.
Precisa-se de om fornetro : na pa Jara da rua
Direita n. 69.
.1040 DA SILVA RAMOS,
MF.DICO PELA UNIVKRS1DADE DE
COlMBRAi
contina a receber em sua rasa na rua do Cahug n.
Ib, das K as 10 horas da manhaa, e das :l s da
larde, as pessoas que nqueiram consultar : bem co-
mo se presta a sabir com a j recoiihecida promp-
lidito, a visitar qualquer enfermo, a toda a hora do
dit ou da noile, quer denlro quer fura da cidade.
Precisa-se alagar seis prelo* para arnuzem de
assuear : qnem liver e qoizer alujar, dirija-se a rna
de Apollo, armazem n. 10, que encontrara com
quem Iralar.
I'recisa-se de uma mulher de idade, que quei-
ra eoziabar e engommar : quem e adiar tiestas cir-
cunstancias, dirija-se a na da Senzala Nova n. 9.
lambem precisa-se de um ollieial de charuleim, que
(rabalhe em tres por dous.
Alteit^fto.
Arrendase ou vende-se o iiio do fallecido Igna-
cio Pirata Xavier, entre as duas pontes da Magdale-
na, cuja casa lem coinmodos para duas familias, e a
localidade.he de muilas fanUfteni fa/.-se lodo o
ajuste cun o localario ou comprsdor : na rua Nova
esquina da rua da Camboa do Carino, delrote da
loja de Culombiez, asliarto com qunn Iralar.
ALVIIJARAS. IAPAZHDA !
II ia nova tenlio a dar ;
V.*te sol que vos abraza
Vai-se em -eln transformar.
I.a' do Polo, mide os Lanoea
Vivem m loca eiilurnadns,
Chegoo ne.lar que refrena
Vossea labios desaerados.
fc o Soare., quo jurou suerra
Ao logo, aosol. ao calor,
Comgelo, anauazeoulras
Mitigara' vosso ardor.
Jonto io necea do Rosario
Jde, poi., e encontrareis
^er verdade o qa Vos cont ;
om cobre la' deixarcis.
Domingos Alves Matheus tem para
vendei, <-m seu escriptorio, na rua de
Apollo n. 23, o seguinie :
Superior vinho velho do Porto, em liar-
ris de oitavo.
Dito geropiga velho em ancorclas.
Dito engarrafado.
Enxadas port tigtiezas.
Toalbas de liolio para rosto.
Leuciies de linbo para cusa.
Sement de linbaca.
Panno de linbo do Porto.
Ricos i; elegantes pianos.
Fio de algodio da Babia.
Panno de algodo da Babia.
POTASSA E GAL IRGEi.
No amigo ej bera conhecido deposito da rua da
Cadeia do Itecife, escriptorio n. 12, ha para ven-
der muito superior potassa da Russia, dila do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, ludo
a precos muito favoraveis, cora os quaes fina rao
os compradores satisfeitos.
1ECHAHIS10 PARA EME-
muel I*. Jobnslon \ Companhia.rua da Senzala No-
va o. 1-2.
AGENCIA
f)a fundir,o Low-Moor, rua daSenzala-Ro-
va n. 42.
Nesieesiabelenimeniononiina a haver ubi com-
pleto sorlimenio da moendas e aeias moendas
para enr;enho, machinas de vapor e tainas de
ferro balido e coado de todos os tamanho* para
dilo.
Lencos de
braia ele
cam-
ll I! llO
640
A 320. 400, 500,
cuda um.
Vendem-st na rua do Crespo, loja da esquina qu*
volla para a rua da Cadeia.
I.ABY MUTUOS.
Vendem-se lencos e loalhas de labv rintho. assen-
lado em tina cambraia de linbo : na rua da Cruz n.
31, primeiro andar.
A Menguo a o btrnteiro.
Na luja do baraleiro,
n. VI, .11 11 .mu a rja rua da
A fabrica de sabiio c velas de carnauba, es-
tabelecida na rua do Rrum, tem asubele-
cido um deposito na rua do Crespo n. 9, pa-
ra ahi nicamente dar extraccao aos seus
' producios, proporcionando assiin a matar
commodidade aos consumidores. As velas
manufacturadas nesta fabrica, offerecem as
vantagens seguinte.s : sao loilas com a car-
nauba simples purificada pelo meio do va-
por, sao inodoras e bellas na apnarencia,
queimam rom igualdede e nao esbbrram, e
nao lazcm innriao c do mais lu/.e mais cla-
ra do que as velas slearinas ou de qualquer
composieo, e que se vimdem no mercado.
tabricam-.se tle 6, de 7 c de 10em libra, veo-
dendo-seem caixas que contem l!->, -2H ou
3^0 velas rada tuna pelo preco de 15/.
0 sabo he branco, as materias primas
de que he fabricado sao simples e inofensi-
vas, o cheiro que dcixa na roupa liuagraila-
vel; rivalisa com o inellior sabio liespanliol
c he superior ao sabao americano, que su
vende no mercado a 240 rs. a libra.
Vende-se igualmente em caisaa de arroba
e a preco de 160 rs. cada libra.
Os incrdulos comprando recouliecerSo
por experiencia a veracidade do que se an- ,ilU vara "" a 1",^H He '- 'l- ""s, estando-
liuncia. [se a acabar, panno de linho fino para lennOes com 2
varas de largara a :i?}00 a vara, cortes de hrun de
linho de cores para calca, padroes novos a 39300,
dilo* de fustao de crese branco. para rllele, a 800
e i?, rasemira prcla fina a 2.}, 29600 e :i?6(M) o co-
vado, panno azul arosso a !.>StH) o covado, panno
lino prelo e azul de boas quahdades a 3*500,49000,
49500, >? 69, camisas franrezas brancas a Ib7(0
cada uma, e 205 dalia, ditas muilo finas com pel-
los c collarinhos de cores e Disnea* a 29500 oo a :>0?
a duzia, madapoln fino para camisas a 49600, 5Se
59600 a peca,e mais baire para :i3200. 38500,39600,
:l?stHI e \i. esuiao bom para pellos a 19400, e moi-
lo lino a I9B00 e 2; a vara, e a peca por I ,a, |H> e
20>, pellos para camisa branco. e de cores com pu-
nhos e collarinhos, por baralo preco, assim como
nuiros nailesobjectos Indispcnsavets.
rua da Caoeil do Kecife
Madre de Dos, ha para
vender alem de muilas fa/endas que em poreao e a
relalbo le vendem por baralo. precos, hambu'rso ou
hrim liso lino de puro hubo prnprio para rlras, loa-
llia.. ceroulas lencoes, cm pecas de 20 varas a
!>?6()t) e lllf, dito mais rlieio de boa qualidade, pe-
cas de .10 varas a t. e 139500, panno de linho lino
\a loja las seis
portas
Ei
NA FUND1CAO DE FERRO DO KNGE-
NHEIRO DAVID W. BOWMAX. WA
RUA DO BRUM, PASSANDO O ^HA
FARIZ,
ha sempre um arandeso iimenlo dos secuintes ob-
jectos de mechanismos proprios para enf,enhos, a sa-
ber : moendas e meias moendas da mais moderna
construrrao ; lanas de ferro fundido e halido, de
superior qualidade e de lodosos tamanhos ; rodas
dentadas paraazua ou animaes, de lodas as propor-
coes; crivose boceas de forualbae registros de bo-
eiro, aguilhes.bronzes.parafusos ecavilhoes.mo-
nlio. de mandioca, etc. ele
NA MESMA FUNDICAO.
se eveculam lodas asencommemla.. com a superior
ndadejaconhecida ecom a dcvidapreslezae com-
modidade em preco.
Pechincha.
Fundas fraucezas do lado d'ucito e es-
querdo. pelo barato prero de ISOOO n.
cada nina: na rua larga do Rosa
3"), loja de miudezas.
perfumaras mito finas.
Na loja da boa fama encontra-se sempre um rii
sorlimenlo de perfumarlas de todas as qualidades,
sendo seo autor o melbor que ha em Pana, riqusi-
mos frascos com eslralomuilo Booa 19300,19500,
89029500,jarros de porcellanadelicados ejde'mo-
dernosjznsios com banha franceza inoilissimo liua a
_Se -JSiW, frascos com essencia de rosa a :I20 r.,
pos de pomada franceza muilo boa a 100 rs., fras-
cos pequeos e grandes com excellenle aeuadeCo-
Jinia a iStl e I> e cutral muilas perfumaras da me-
hor qualidade que pode haver, e por precos na
l.iril.. ,1. ... .^__.__ .... r. a
iiio n.
eiislem dous sitios com duas encllenle* casas para I baratos do que em oulra quelquer parle- n rua do
Ooemado oa bem con herida loja de miudezas da boa
fama n. 33.
Vende-se orna casa terrea de lijlo e eal, sila
no alerrinho do Giqui. uma das tres que foram no-
tamente edificadas, com 2 salas, 2 quarlos e coznha
lora: quem a pretender, dirija-se a Boa-Vista, rua
da sania Cruz n. 74,
. .7," .Ven,1e"se um rai,;fl0 de casa n> estrada dos
Alllielos, com um quintal com frueleiras.
Na eoeheira da rua da florentina exisle um
eieelleiite cabnolel pintado de novo, de eio paten-
te e inslez. que se vende por preco razoavel.
Vendem-se i vaccas de leil da melbor quali-
dade, 2 pandas e 2 a parir, sendo do pasto e de cor-
da, lambem se vendem 2 vitelas e uma vacca para
matar : a iralar no Salgadinbo, silio da Sra. I) Ma-
na do I'asso.
Na loja das seis
Km
morada, ou p.ssamenlo da fesla, por isso quem as
pretender podera' eulender-se com Joo lavares
Cordeiro, na Iravessa da Madre de Dos n. 9, ou na
mesma rua n. 36.
, Aluga-ie o cgundo andar do sobrado n. H da
rua do Queimado : a fallar ua loja.
Alugam-se 4 prelos para o serviro da arma-
zem de assuear : quem os liver dirjase a rua de
Apollo, armazem n. I A, qoe se pagara' generosa-
menle.
.V pessoa que animacin precisar de 5009000
com seguranza em um molcque, e urna negra de 22
anuos, dirija-sc a rua Direila n. 72, que ahi se dir
quem os da.
-* Eugnma-se c cozinha-se com muila perfeicao e
aceio: na rua Direila n. 77.
Alugaseoma casa terrea com commodo* para
grande lamilla, quintal murado com cacimba por
pre{o commodo : Iralar ua rua da Cadeia do Ite-
cife o. I, escriplorio le Barroca & Castro.
%3 O Dr. Ribetro e sua lamilla va
@ no vapor ..Ifjuaiassu.. ate o Cea- ;'";
ra', e pede a seus amigos o des- ,;'";.
fe eulpem de uo se despedir pesso- Q
-:;;- almente, pela rapidez de sua va- ''
9 e,n- A
9 mm999mffim&
Nos abiixo assignados declaramos que a ledra
perdida da qoanlia de 149000 a favor do Sr. Jo,
Alves na Silva l.uimaraes. e por nos aceita, lica sem
nenliiim vigor por relormarmos oulra da qoanlia de
HtJOUU, datada de 27 do roirenle mez. Kecife "
de oulubro de 1Kj(.Jos Masimiano Alves C.vaT-
canli, l.uiz l'ereira Vianna.
Koga-sc ao Sr. Julio da Silva Lobo,
por favoi dirigir-se ou mandar a
loja.
l'rccisa-sc de urna ama que lenha bom leile
para criar urna enanca : na casa n. I.> defronle d
igreja do Gorpo Sanio.
O invenUriaiile da massa do fallido Jo< Ma-
na Borja. de novo pede aos credores que reslam re-
ceber o que Ibes tocou am rateio, que liiem manda-
do de Icvantameuto, e venh.im quanto antes rereber
o que Ibes perlence: na rua Nova, sobrado n. 27
ou loja de ounves n. 1. '
lornece-se constantemente a 4M ou tres ol i-
nasque precisarem de lenha a Inkmi o carro que
regula duas cargas, sendo despachadas canoas no
mesmo dia que chesarem no porto dos Arrumba,los
sendo que se apresenlem au amanhecer do da que
liverem de receber a dila lenha ; e reeebe-se em
Iroca Illa 12 milheirc. de lijlos de alvcnaria gros-
sa : cm (llinda, .asa n. I da na do aleo do Vara-
ilourn em direerao ao collegio dos orjiliaos, se acha-
ra' com quem tratar.
I'recisa-se de um BOiaasador que seja desemba-
razado : ua padaria da rua estrella do Rotara u. 1.1.
Itclirou-se desl. ridade .lo.c Mcnrique da Sil- E'il Il'CiltC (J(> L \Til IIIC1114)
Alpaca de qaadros para vcslidos desenhorasa
dii/.ev.nlensorovado, ras.as tacocetasa dozcjiiu-
lens c; eovado, miles de ras.a
queira
rua Nova n. ,"i(i,
i trente d Livranieiito
Corles de casia pinlados com sele varas a cinco
patacas, cambala lisa com oilo varas, enres que dao
para dous e Irrs baados a tres mil iris, teneos" de
relroz fraucezrsa dez luslors cada um, leni;os*de se-
da para peseoro de senhora a dez lustoes, lencos de
garra o melbor que lem no mercado a dous mil res,
lencos para uiau de seuliort com bico largo a de/,
lusloes : de ludo se da amo.lra, levando peuhor que
cubra o valor do que se quer trazer.
Luvas de pellica muito novas para ho-
mem esenhora, o par a 1.S280
na rua do Qaeimado na bem conhecida tojo de miu-
dezas da boa lama n. 33.
Cemento .
Vonde-se cemento novo, em barricas e meias bar-
ricas, e a relalho, |ior preco muilo em conta : ua rua
da Cadeia de Sanlu.Anlonio n. 17.
Xa loja das seis
portas.
Em frente do Livramenlo.
-Maiiiiiios bordados com recorte a dez lusloes, ca-
misas para senhora bordadas a dous mil reis. colla-
rinhos para senhora a pataca, e bordados a dez lus-
loes, camisas le cambraia a cinco palacas, avena
para meninas a dez lasloes, fil prelo para caminus
eenreilesdesenhoras a quatro palacas a vara, lll
ce linbo liso e bordado, e oulras muilas fazendas de
algodao, d linho e seda, por precos queagradam ao
comprador.
Veudem-se caoaslras pequeas rom hlalas
muilo novas, per preco commodo : no armazem do
caes da alfandega n. 3, de Paula Copes.
' i .^ende-se cha' prelo de superior qualidade.
cliegado ltimamente da America: no escriplorio de
lleurv lorsler & C, rua do Trapiche Novo n. 8.
MUTA ATTENC.YO'.
endero-se maofinhas de seda para pescoc,o de
senhora emeninas," muilo baratas: na loja de M.
terrena de S, ua roa da Cadeia do Kecife, esquina
qoe volla para a Madre de Dos.
Vende-se superior agurdente de
rlaura [cognac), em duzia*de garrafas,
por preeo commodo : na rua da Cruz n.
80, primeiro andar.
Na roa da Cruz u. 10, casa de llenr. Brunn ,.\
.ompanhia, veudem-se barricas com cemento.
Na rna do Crespo
Esquina a voltar
^vu -i a rua da Cade
v a r*'1
v eudem-ie rol. is
cada orna, panslaho pre, r VHI coyy,
rlesde calca de cssemtra r_ j. ^t0f ,,e
rasemira prea enfe reza superior a 69300, nilos moil ores a 89
pardo |llhl, H'
i a
ha que admirar.
i iJim-r., I... ",-il
ditos de hrim amarello
MI, dilos escures de qnadros a I, 'anga amarella a l;2ll(l, rnrlesde eassa "'fom 7
varas a 19500, cobertores escuros e branco ^nn
riscado escuro larco e muilo eocorpado a 1i^
vado, l.i.i/inha de quadroi prnpria para ves,
"0 o covado, e oulras muilas fazendas por |
modos.
Vende-se tm eveellente carro de
i|tia|tio rudas com limadas me Inores pa-
relbas que aqui ha : na eoeheira do Sr.
Adolplm Bourgois, rua Novan. 61.
Na loja da boa IV
vende-sc o mais barato que he possivel :
chales lisos de merino muito lino com fran-
jas de seda a 5/000, ditos dito lisos de listas
de seda a 4#, lencos de cambraia muito fina
com bico de linbo a 19300, ditos de cambraia
brancas com barra de cor a 240 rs., mantas
de seda para grvala a 13, peitos para cami-
sas, brancos e de cores a 400 rs., fil de li-
nho bordado a t28(1 a vara, dito de dito liso
a880rs., camisas de riscado finas e muito
bem feitas a 1300, alpaca de seda bonitos padres para veslidos a 640 rs o fe-
vado, luvas de seda para honiem e sonhora a
l/o par, ditas de pellica para senhora a 1/,
ditas de lio de Escocia para homem a 400, di-
tas de dilo para meninos a 320 rs., |meias
pelas de seda para senhora a 89O par, ditas
ditas de laia para padre a 15600, ditas bran-
cas muito linas para senhora a 240 e 320 r}.,
ditas pretas de algodao para senhora a 400rs.
ditas de algodao cru para homem a 200 rs, ,
alem disto militas fazendas que se vendem
minio baralo, e que a vista dos precos os se-
nhoi es compradores nao deisarao de com-
prar : na bem conhecida loja da boa fe, na
rua do Queimado B. 22.
Vinlio do Porto, superior chamico.
Em caitas de 2 duzas e ero barr, da oitav'o, re-
cenlemenle chegadopelojbrigue Trotador: vnde-
se nicamente no armazem de Barroca ,v. Ca.iro. ua
rua da Cadeia do Itacife u. 4. *
A boa fama
Vende barato :
Armazem,
. MA DA CRU Lile'
ila. m quahdades. roano
Pnuntos de Wl.y|,|i., de U
lulade. r
Salames soi lidos.
Oueijos t, ,-des m,,ss,,s o de l.unl,,,, ...,
Caviar cm lala. ,|0 ,irn1 y,],,^
Hamaquea em b.mi d- 5.
Sardinlias fix-scascm sal, t-m harris de .".
e V ai-i olas.
Fcijan verde em hajiri.
Kepollio dilo.
liiaCOltOS de llaniliiu ;:'
Conservas inglesas
diversaa qualidadcs.
3 es em |ioli*.
o/j,""'' para todas a* comidas
Picklcs
; ; liiNtasrit
Ah '" lanlu pala
ConsV
coii? Utr,
Ucea, a?
Clia lee.
caras, pci\c, -te. e limi.i-
00 \,
le i'xcclli'iilc iiuali-
.la.le. .
ment de viuhos tinos. rnajM : *'hiaasflaif a* i
cas mar. arredilad, na Eardpa. ui iftriacsi' Tm
cV C, Kenaadin KollDiasr lior.iraiit inoiin lino, asarea IVaw, aniL
do I-orlo, Slierrv, Madeira. I ,.bo.. t^ifcSlj,,'
l'ale Brandy maito rscuwf daset M, Imm
qualidade do raeaaa, Khaan da Jasaaea mT( .
Iw. asoa de kirsch. >Verso\,A"*Srnf|s*aJaaMr
u i core.......rlimarfa m.,". tT t_|i J.
confundo em m... a, do ^^
de Cer.,, Kos.^Ufc. U-,^, l-r.whe^'c^Hks,
P-rra.t-au.oor, (.l.errv *rdeal. lleanetZ^Wawadt,-
Marrasquino de Java, Bao,,!!,,,, Asiaeete, Cano.
estrado de ponche fel. d. Umm de Arrac, \W*e
de vinagre, etc., ele. "
Todo, este, gneros veafen,., 4 ^^saas,
0
I ESTATUAS
Veudem-se vasos e eslaloas de lousa, proprios
para lardim ou catacumbas : na rua do monm ar-
mazem u. 41.
portas
fronte do Livrameiito
Lciios de seda para peseoro desenhorasa dez lus-
loes. chales de merino de todas as cores a qualro mil
e quinbenlos, chales escaros a duas patacas, chales
de cassa adamascados a sello, riscadoa francezes de
bonitos padroes para veslidos a dous lusloes o cova-
do, chalv de llores a duas palacas, e oulras muila.
laaenda que quer trocar por sedlas, leude os preeo.
os mais commodos que he possivel, a dinheiro
visla.
Na loja de Antonio Francisco l'ercira, na ruado
Crespo ii. i, e na de Porto t\ C, na praca da Inde-
pendencia n. 3, vendem-se grinaldas de sempre-
vivs. viudas de Paria, com isneriproes e sem ella,
para serem collocadas sobre tmulos, calocumbas e
sepu luras, no cemilero publico, no dia 3 d no-
vembro, buados .
Manual eleitora.
Vendtxe o manual eleitoral, contendo
a leiregulamentardaseleicoes, eosde-
ciciosedecisoesdogoverno; accrescenta-
do com i lei das incompatibilidades, lei
dos circuios, com inStrtlcedes novissimas,
por 15600 : a livraria ns. 0 e 8, da pra-
ca da Innepeiidencia.
IM VESTIDO l'ilt 29000.
Aovo c complrlo sorliineulo de corles de vestido
idecb.lailedillerenlespaili.ie., cores lisas, pelo di-
minuto preco de cacada corle : na loja de i portas
na rua .lo Oueimad.. n. 1(1. P '
',..riE!n ca"",e "'nr. Ilruiin Ot: Companhia, na
duzia!1 "" vcndese cSnac em caix.nhasde
Fechiiicha para os ps.
Na rua do Livramenlo n. 41, vendem-se sapatoa
Iraucezes de marroquim e ronro de lu^lre, para hu-
men, e senhora. a .'.mi, (011. SIKI e 1>0Oll, dilos de,
panno a .i(iO e (JO r... boln, de narroquim para |
ei, ames que se ac- : r j"
."?*"1"*' Pel" diminoln preeo de 19800, 2j>01KI e
Muita atl
meninos a
bem.
1-3 c 19280; a ell
eneao, pois lie pechinch
Attencao.
Vendem-se 16 arrobas de carao, de superior qua-
Vendem-se muilo em eoula saccas com um al-
qaeire de fcijao macaca, muito proprio para quem
liver poirao dei escravos, nao se enjeila dinheiro por ,
aUaveasaHaMdr;|ob*r,M*d
irles de vestido' .le cassa de cor Iha, rom 12 va-
nlroes nioilernos, com um pequeo deleito
23200 cad
se precisar.de fechar conta
um : na loja da rua do (Juetmado n.
elogios
esroberlos, pequeose grandes, deoorn
de lieos. arm.izensdi.sSrs. Manoel lavares Cordei- praU- Pal""c uiglez, para homem esenhora, de
ro, alai lins >: l'inlo eJoSo lavares Cordeiro, ou na 0m uOS rnelll"r*s fabricanles de Liverpool, viudos
rna do liium, aima/.em n. 22.
l\a loja das seis
portas
COM PEQUEO TOQUE DE
AVARIA.
lV,;as de maclapolao lino.
Veudem-se na roa do Crespo, loja di esquina que
volla pan a rua da Cadeia.
AO BARATO.
Na rua Nova loja u. 8 de Jos Joaquim
Uorcira.
Vendem-se luvas de pellica para homem e senhora
das mai frescas e novas qua ha no mercado, pelo
baraUsaiase preco de 1?2KO o par.
CAL E POTASSA
Vendc-scpolassada Rsela e americana,chegada
neslesdase de superior qualidade ; cal de Lisboa
da mais nova que ha no mercado : nos seus depsi-
tos na rua de Apollo n. I A, e 2 B.
TOALHAS PARA ROSTO
e mesa de puro linho ; vendem-se ua rua do Crespo,
loja da esquina, que volla para a rua da Cadeia.
Cal de Lisboa e potassa..
Na rua do Trapiche arma/.ens ns. 9e
11, vende-se superior potassa da Russia
e americana, cal virgen) de Lishoa, da
mais nova que ha no mercado
Relogios
de ouro patente
ingles, eobertos
e deseobertos,
do inellior fahricanle de Londres: ven-
dem-se por precos ra/.oaveis, na escrip-
torio do agente Oliveira, rua da Cadeia
do Kecife n. Deposito de cal e potassa.
Na rna da Cadeia do Recito, loja n. 50, defronle
da roa da Madre de Dos, coutinua-se a vender su-
perior cal de Lisboa em pedra, recenlemenle chega-
da, e polassa rus.iana nova, de superior qualidade
a preeo commodo.
Vcndem-sc (i escravas de idade de IK a :|0 an-
nos, e 1 prelo earpinleiro : na rua Diceits n. :l.
Moinhos de vento
com bombas de repuio para rezar bnrlasehai-
a de capim : na tundirn de t. W. Bowman,
na roa do Brum ns. fi, 8 e 10.
Emeasa de Saunders Brulhers c C., praca
do Corpo Sanio n. 11, ha para vender o seguinie :
Ferro ingles.
Pixe da Suecia.
Acntrao de carvu.
I.onasde linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizopara saetas.
Dilo entra pea.in igual ao da Babia.
E um rompletn sorlimento de fazendas proprias
para este mercado ludo por preco commodo.
Familia de maitdiocaa
Vende-sc superior l'arinlia de Saeta
Catharina, em saccasquetem um alquei-
IC (medida vdlia) por preco commodo:
no armazem de Novaes A C., na rua da
Madre de Deot U. 12.
, levamio ,., m, companhia uma irmaa menor
'^^'; .* 7Vi"l"i' w nuaes be,,, pertenece) a
seus ,rm,,u. orpbaea, pelo que previnc-se que nao ,e
, ,V 'Buc',0 Hl-",n e' dilo desapparee.d,,. e a
lodas as anUrida.les polieiaes, que os caplurando lr" P""V """''""""'. nudajiolcs.rom loque de
rom rala v;i ras a qua-
tea vir ao jai. curano, do, 0,,,|tOs uesla edad, do ^
I'recisa-se de un
Veudc-srcaldel.isbuaullimamenlechegada.as-
simeomm.olassadaKussiaverdadsira : na prara
doCnrpo Sanio n.11.
TAI XAS PAWA ENGENHO.
Na fundipo de ferro de D. W. Bowmann ua
rua do Brum, passando o chafariz, conlina-ha-
ver um completo sortimepio de taixes de ferro fun-
dido e batido de : a 8 palmos de hoces, as quaes
acbam-se a venda, por preco commodo e com
promptido: embarcara-se mi carregam-se em acr-
ro sem despea ao comprador.
Vende-sc em casa do S P. Jnhnston & C,
rua da Senzala-Nova n. 42, sellins inglezes, chi-
cotes de carro e de montara, candieires e caslieaes
.. do nueimado.na ta^lSTS^ft TM*' b"ris d* ""
xa n. 9- vinho Cherry en barris, camas de ferro,
fio d vela, chambo da muniro, arreos para car-
ro, lonas inglozas.
pelo ultimo paquete ingle/.: em casa de Soulhall
Mellor >S; I,mu |.,inl.i,i, rua do torres n. 38.
uvas
A l#280 o par de I
ile pellica,
"hegada. mi ulii-
ma ama para o servico de rata
JJ pequen, familia, sendo ,|t. ,H fslul les
se bem : ua rua dus Marlvrios n. IG.
paga-
avana a dous mil e qninheulos e tres mil reis, dula.
- -iscados a qualro mil res a peca, riscado trancado
par roupa de escravos a seis violen, o covado, e
maltas oulras fazendas qoe se queresa acaba* *' '
muilo nova, e muilo fresquinha
mo vapor frailee/
nliecnla loja de miudezas da boa fama n. ;j:|.
--.<; i ^ios de patente
inglezes de ouro, desabnele ederidro :
vendem-se a preco razoavel, em casa de
AugustoC. de Abreu, na rua da Cadeia
do Keciic, armazem 11. 36.
de lesla ; approve.letn que TSSZ ItU | na^ V^?^ "i'" "'"' *' "^ ",a eS"a
para se eurou|>areiu com |iouco dinheiro.
..aeii, de idade Irmla e tantos aunns : no alerro da
I lioa-Vista D. 72 A se dir' quem vende.
ubeitores Je laa hespa
nlies muito encorpa
dos e grandes.
Vendem-se ua rua do Crespo Jloja da esquina que
mij para a roa da Cadeia.
UNGENTO HOLL WAV
Milhates de individuos de todas as i,a.-r>,
podem tesicmunhar aa virtudes deste
dio inromparavel, e provar em caso
no, que, pelo uso que del le li/eram, l
corpo e membros i n le ramea te saos, denos.
de ha v,r empregado intilmente outro* Ir.-
lameiilos. Cada pessoa poder-se-ha conren-
cer dessas curas maravilhosas pela leilura
dos penodicos que Ibas re'alam todos o
das lia mullos annos ; e a anaior parle del-
tas sao 13o sorprendentes que admiras o,
mdicos mais celebres. QuanUs fnm. -
cobraram com este soberano remedio o uxi
de seus bracos c peinas, depois dr ler pei-
inaiiicidr, longo lempo nos boapiUe,
dcviam sottrer a ampulacao! ellas ha
tas, que havendo deixado esses asvlos d>
declnenlo, para se n,, submetle"reei a t_
operacao dolorosa. foram curadasconanteu-
mciile, n.ed.ante o uso desse prr^eVre-
med.o. Algumas das Ues pessoas, na era
de sel( r.conhecimento,declar.r,m estoTT
sultados alia di.ole do lord corrr-
dor e oulros magistrados, afim de mais -
teaticarem sua alTirmatiTe.
Sgg uesesperari. do esUdo de .aja
saudc se t.vcsse bstanle conliauc, para ea-
saiar este remedio conaUnlem.nte.^eg,,,,-
do algum lempo o trtamelo que- aji-
tetM a nalureza du ma|, cojo rcsuludo serm
ISOOO
19200
560
100
280
200
340
100
(.00
280
120
300
50
60
80
5
40
80
600
2Oe40
160e200
80
800
2tt'i Alporcas.
320e30t timbras.
10
20
140
25200
2t0 e 320
:60
20
40
300
110
120
160
120e 140
20O
provar incoiilestavclmcnle : Que ludo ,ura
O Mear, he mHI, ., aMssjtasjtjndksji
*o> teainiet ssanaa.
Inflammai^o da asa
triz.
Callos.
Canceres.
Corladuras,
llores de cabeca.
das costas.
dos membros.
Knfermidadcs da cu-
lis em geral.
F.iiliTmidadesdoanus
CrupcOes escorbuliras
fstulas no abdomen.
Inal.la,lo ou talla de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Cengivas escaldadas.
Incbacoes.
Inllammaro doligado
da beziga.
I.epia.
Males das pernas
do peitsK.
de ollins.
Mordeduras de irph,.
Picadura de aaosqui-
los.
I'ulmes.
Queimadelas.
Sarna.
Supuracoes |htrida .
Tiulia, cea quateuc
parle que sejau
Tremor da nervaw.
Ccera na bocea.
do ligado.
Duziasde lezouraspara costura a
Ditas muito linas e grandes a
Pesiabas de bicos esiretoe a
Caixinliascomagullias francezas a
Caixas com linhas de marcar a
Bracelnlesenramados para sonhoras a
Meias brancas linas para senhora a
Meadas de linhas finas para bordara
Grozas de boies madreperola linos a
Grozas de boies linos de osso para cajeas a
Fivclasdouradas para calcas en-llelesa
I'entes linos para alizar cabellos a
Pecas de .fitas do linho com 6 varas a
Ca\inlias com colchles francezes a
Carrilcis de linlta lina de 200 jardas a
Macinhos de O grampas muilo boas a
Suspensorios paia homem cmeninoa
Duziasde torcidas para candieiroa
Carleiras linas para algiboira a
Canelas para pennas de ar;o a
Meias brancas e cruas para homem a
Trancinhas de laa de caraces paja a
Duzias de pentcs de chita para alizar a
Groza de boles de louca pinados a
Pecas de lilas de cor core-t<>*rarasa
Carriteis de linha amor Alexandre a
Meadinhas de linha prcla muito boa
Carlas de allincles rom 2 pentcs a
Duzias de pentcs abarlos para alar ca-
bellos a
Meias brancas c de cores para meni-
nos a
Crozas de iivollas para sapatosa
Caixinhas de pao com palitos da fogo a
Caslocs para bengalas a
Sapalinho. de laa para enancas a
Trancelins prelos para relogios a
Escovinhas linas para denles a
Caixinhas com graropos a
Bahado alieno de linho varas a
Dilo bordado muilo bonito vara a
Caixinhas para guardar phosphoros a 160
Carleiras com agalbas a 320
Caxinhas com obreias de colla a 160
Escovinhas para limpar nenies a 320
Agulheiros muito bonitos a 200
Pecas de lilas largas lavradas com 11
varas a 29500
Libaos de linha prcla e de cor a I2(l0
Libras de linha tina n. 100 c 120 a 29000
Duzias de caixas de chita para rap a 720
Macos de pBlilos para denlesa 10(1
Alm de tudo isio oulras muilissiraas miudezas
que se venJem muilo mais barato do que em outra
qualquer parle : na rua do Queimado na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa foma n. 33.
N4vainas a contento.
C mi i una -.e a vender aHjtOOO o parfprero liiol e
ii bein conhecida s na val has deba rha.fei l a.'r.rlo hi-
lo I fabricante que ha sido premiadoem diversas es-
pnsieoes: vandem-secom a condirAo de nao asra-
dando poder o comprador devolve-las ale :I0 dial
denosdac.ompra.restiluiudo-seaimnortancia:em
casa de Auauslo C. de Abreu, na rua da Cadeia do
Kecife n.36.
Vendetta um besito cavalloj-odado, novo, gor-
do, sem achaques, carresador bailo a meio : para
ver e Iralar aa roa dae Crozas n.!, da H as 10 da
manhaa, e da .1 a. ." horas da larde.
Vende-se herva mal le muilo superior a 210 rs.
a libra : na rua nireila n. 72.
C. STAKK A COMPANHIA
rcspeitnsamculc amuinciam que no seu ex-
tenso eslabclccimenlo em Sanio Amaro, con-
luniiam a fabricar com a|maior pcrlcico e
promptldio, toda a qualidade de machiliis-
mo para o uso da agricultura, navegacao c
maiiul'actura, e que para inaior commodo
de seus numerosos frcguo7Cs e do publico
cm gcral, tem aberto cm um dos grandes
armazens do Sr. Mesquita na rua do Brum,
atraz do arsenal de marinlia um
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no dito seu cstabclecimcnto.
All acbaro os r-oinpmdores um completo
sin tmenlo de moendas de caima, com lodos
os melboramcntos alguns delles novos e
originaes; que a experiencia de rnuilos annos
tem mostrado a ncccssidadc. Machinas de
vapor de baixa e alta picssao, la i xas de lo-
ilo tamaito, lauto batidas como tundidas,
carros de mao e ditos para conduzr furnias
de assuear, machinas para moer mandioca,
prensas para dito, lomos de ierro batido pa-
ra lamilia,'arados de Ierro da mais approva-
da conslrucono, fundos para alambiques,
crivos e portas para Cornal lias, c urna inlim-
dadede obras de Cerro, que sera eufadonho
enumerar. No mesmo deposito existe urna
pessoa inlelligentc e habilitada para receber
todas as cncommendas, etc., etc., que os an-
nunciantcs contando om a capacidade de
suas ollicinas c macliinismo, e pericia de
seosofficiaes, se comprme ttem a fazer exe- i
cularcom a inaior presteza e perfeicao, el don
exacta confoniiidadc com os modellos ou de- ZZEZ?SS*5fLiZ ""
sentaos, c nslruccfles que llie lorem lorue- j iS seatas, rom o ,iS'ae. -esuinie
cidOS. i rosto romprido, asaatsa um l'aiiln t,
IAIXAS DE FERRO. '[**> .l' comprida. n......l,,
Na fundicao da Aurora em Sanio Amaro,
lambem no DEPOSITO na rua do Brum, logo I dilo e,,Seniro." ."c..
na entrada, e defronle do arsenal demarinha, Ca =ralilicara- enerosamenlr.
sempre um grande sorlimento de taixas, lantode! rugi no di. 21 do rcrenl. mez *. -
fabrica nacional como rslrangeira, batidas, fundi- rfa manhaa. a encrasa da nianr gnea, de ras-
das, grandes, pequeas, raza* e fundas e em '':'1""'" i'"'"'. ''"" rmodas, de i,t,a,. *
ambos os lugares exisiem guindasles para' carro- i'Tr n",'"' T",' ,",;',."r' '*" *" *
, .. I -ai" rom falla le ion daule na frenlr rahar .-.
gar canoas ou carros, livros de despez.. Os con.,.,,,.., ,,.,,. r,m.. Irvoo v....d"o^LZ
percos sao os mais rom modos. riada aw essaa ama asoa .i, iartt xrml .
Vende-se uiiiacasi terrea OMsa-ataa no l.i'.r '" '". 'i'","" '"*'* rj" *" """rt Maa Tai-----
dos Acouijuiuhos o..,, por preCo razoavel ,',",. I '."V** ,'1""11 1" eea' bem Hli.. de < ta-
leudenles dirijam-.e a sua propr-etari Vletorie Ma- I
na da Couceicao. no caes do Collegio n. 11
das articular.*;.
Veas torcida om no-
dadas na pernas
Vende-se este ungento no esUbetoneaaies-
lo geral de landres n. 2U. .Straiid, e no
loia de lodos os botica nos, droguisUs r o,
Iras pessoas encarregada de sua vendo os*.
toda a A menea do Sul, Havana e '- mki
Veude-se a Hirs. cada hoccliiiha.coeji.-ii,
y.P*"!!* Portuguei poro expt.c.r
o modo de Cazer uso deste ungento.
O deposito geral he ero raso do Sr. Si
pliarmaceulico, na rua da C.rui .
rernamhuco.
Veude-se una no*., e bem rnoilrajdi
para dous bois, pur preco saeul* mines,fi -
leo do (Urina, sobrada n. .1.
Veode-se do... pare de caitiMaa- aaaro
e dio., lanos de cobre, seoda oo> grande o
peqaeno : na roa da Cru o. SI, lercer. aoda
Kogio no dia fj dn earresde a
de nome I rabel, .am 2S anons de i
mais qae regalar, resto comprid. o .
ru chalo e .logue, corpa nuore. soaos a i^
pndos. e pos grande, consta qae arananannaae a Ma-
cano do nono halalhao de m.ine \klandre, asjo V-
serlou por lar ,i.lo ,.i. com o mesmo es#Jo nV?
do Carhang. ; graliliea- enm Mis ,
e leva-la a estrada de Joao de Barro,, ^T
mo aionola o rjUse do li.n, ,,.,,
(10 da OOjHaa Ca.rala.
Connua a estar Cupido o esrravo i
d nacao Cassonge, de idade de X,,
mais ou menos, altara regular, rangoeire ,
lar, cor prcta, rosto redondo, sem barba
limpas, cheio do corpo, e ronvrrsa peox; fc,
escravo dos brdenos do tinado Caouno I Conrees
da Cunha ; ha quasi certeza .le aniar para as
partes do sul desla provincia, se alguem aeoiler o
dito scravo bque ceno de que o dono ka de proeo-
der rom todo o rigor das lois contra o aroMadlov, o
a quem o capturar proroelle-se pagar cora pessero-
sidade, sendo ronduzido a roa da Guia n. 4 se-
gundo anda: nesla prata, ou no rngenlio Cmsaln-,
ou Agua-Fria da fre
Mala.
e^uazia de S. Loflrearo da
togio houtpin a, 7 horas da noile am e^rraen
mualo, de nome I homar, alio, leMcad* de r. asja
com marcas de Pillea i, |. rna. Btoaaos c nei|M 2
cas de cicalriic, as canallas, talla man osante i
rido ; lev.o camisa de pannsaiul grnsr> a
.1 de ourello branco as hombren-a*
abarla na frente em f..rma de paliln : r.
he natural da Paralaba, a lea aaerave dn Sr."
i. ->t lio. qne ,. I.,..,.; j,or h.Tau.j de aeo nii I
Joaquim de Soasa daqualla esdade. e '- nrnr.rt.
pelo abaUo assemdo ao Sr. H.Urm de A bes de
Vascourello. Ju.nor .le, .,.. 1U,"
fregue/ia do Pilar da dte prmieeia anees alanSBa
exe-o .rua da incordia a Pedro Anlan. IsCwe
l.uimaraes, qae sera' genereaamenie ____. 1-iw
Kerife 1. de ..alubia de IK"* "Hndn.
fedro Antonia IHioira eseseaaeea
No dia 1.- de asnal, do correrle ssssen, I,*
serr de rnepe,
pernas >-
- exi.lrm ns.
e eicalr.zes de easl.go. neo lem ...fin.I., nrte,
: quem apprebendei lew.
do Carme n. In,
IEKN.: TVP Hh U. K. I>K FARU seVd
"
MUTILADO

ILEGIVEL


Full Text
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