Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07621


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Full Text
ANNO XXXII N. 255
Por 3 inezes adiantados 4$000.
Por 3 mezes vencidos 4J500.
o* --
QIMTA FEIRA 2 DE 01TIBR0 DE 1856.
Por anuo adianlado lsOljjO.
Porlc franco para o subscriptor.
I \C YUltF.t, ADOS DA SUBSCRIPCAO' NO NOKTE
Parthlba, 81. Garimo T. da Hatilidade i Natal, o Sr. Joao
1uim 1. Partir Jnior; Anuir- Sr. A. da Lentos Braga;
'Wi.elr. J. Jote da Olivtira; Maranho, o Br. Joaquim Mir-
uaa HkkH; Piauh, a Br. Domingos Hereultoo Penoa
'transa; Para, .Ir. Ju'ilinlanoJ. taraoi; Amaionii,* 1. J.ra-
11 jim da Cnu.
..i.
PARTIDA DOS COBREIOS.
1 ila.
.i
0 c oiri, horas a.
".'......'"'';|'-"j'"1'' --un.i.......,i,.-f,.,..
. 1...... i...nir...i..ruar,,, lllini.....Ganilnn : n i-rca-n
l...ii,,.c, PM-d til,,,. Baiaroik, Lia......ro, llr,.,
..-ira, 11,.,,.., Villa-Bella, Boa-Vala, Oarhari Eli
Cako, Ipojaca, SVriaUm, ln-Koraio..,, Dea, Il.rr
i im.-iii. ira* e ivaiai: ajalataa-faina.
(Todos a aorrataa parlan a. 10 baraa 4a m.nhSa.)
Paaitawin, r...,-
laarua-lai
. .ua-l'r
AUDIENCIAS DOS TKIRUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommarcio segundas quintas.
Relaco : lercai-feirai aabbadoa.
Fazenda : quariaa tiabbadoi il 10 horn.
Julio do commtrelo: segundas ailu horaie quintal 1* maia-dia.
Julio da orphaoi aagundaa a quintal ai 10 horaa.
Primen Tarada ciral 1 lagunda a lam ae maio-dia.
Segunda Tara da ral: quartai a iabbadoi aa maio-dia.
EPHEHERIDES DO MEZ DE OUTL'BRO
7 Quarioeresceote aa 3 horaa!9 minuto a 48irguudoi dam
13 Luachaiaaa 9minuioaa 20 segundos da tarde,
snoiiartominguanieai 3 hora, 47 minutla 48iegnndoi da t.
18 La ora ai 8 horas, li mioutoa,48 legundoida Urda.
D PREAMAlt DEHOJE.
rrimalra aa 5 noraa e 1K minutos da manhia.
Sagunda aa 5 boraa c 42 minutol da tarda.
faiti arnaiki
DAS DA SEMANA.
Segunda. Vigilia wm jcjum pelo indulto S. Klesban.
2R Terca, (sem da santo por indulta) Ss. Simio c Judas.
29 Quarta. Trasladaran de S. Isabel \iuv. raiuha f.
30 Quinta S. Kuno 111. S. Macario w.
31 Sexta. Vigilia) JeJurD. S. nuinlinu m.
1 Sabbado. >> Fesla de lodos ira Santos. S. Cera rio.
2 Domingo. 24 8. Victorino ni.; Ss. Thobias e Eudociu Mrn.
COMHAMX) DAS ARMAS.
Quartel general de coramando daa araui da
Pernambnco. n eldade do Recite, a -J8 de
outnbro de 1856.
ORDEM DO DA N. 360.
O marrrli.il da campo, commandanle das arma-,
determina, que o Sr. capitao do lll batalhao de in-
faniana Francisco Antouio de Carvalhu, delegado do
lermo de Seriuhaem, a contar do da 10 de selembru
prximo lido, ein .que eulrou 00 eiercicio do refe-
rido cargo, seja considerado commaodante da forra
destacada, nem s em dilo (armo como na cidade d'j
Rio Formoso, cuju destacamento foi poslo a sua dii-
posirao. -- _--'
los Joaquim Coelho.
Gl;.VKI>.\ NACIONAL.
Quartel general do commanle superior da guar-
da nacional do municipio do Recite 37 de
outubro de 1856.
ORDEM DO DA N. 301.
O I ilrn. e Exm. Sr. hrigadeiro commandanle su-
perior, manila publicar para conliecimenlo dos cor-
poida guarda nacional desle municipio, que reasu-
mi no da 25do crranle o rommando superior, que
liavia deixado para lomar parle nostrabalhos docur-
po legislativo.
I.. 111 v. 111,11 por esl occasiao ao Sr. coronel Domin-
gos Affonso ery Ferreira, pelos bous servidos que
prestou no rommando interino qut ora deia, sa-
bendo manter em urna qundra melindrosa, I boa or-
dem a disciplina doscorpos.
S. Exe. espera que a guarda nacional sob seo
commando continuara a conservar o mesmo compor-
tamento, que he n raais seguro peuhor da ordem e
Iranquillidade publica.
Appruxlmaudu-se o dia em que o ciriadaos guar-
da naciouaes leem de tercer o direito de concor-
rer as urna, eleitoraes, S Etc. corresponda. aos
desejus do governo, julga de seu dever reci 11-
dar a lodos os senhores ofliciaes e mais praca I a
moderarlo, Inda a calma e harmona, que sao de
misler, eque nao pmlem deiiar de ser deiejados
pelas classes abastadas e laboriosas, inleressadas na
eonservarao do socego publico.
Se alguma pra^a ejalgli olfendidaem seos direi-
los, devera queitar-e pelos^meios regulares qup a
lei estabelece, cerlo de que Ihe sera reparada qual-
quer iujuslica.
Hecnmmendando a lodos a maior deferencia esu-
l'ordinarao aos seus superiores, S. Ene. espera que
este lainliem saibam respeilir osseus subordinados,
e guardar para cora elles loda a urbanidad*.
Km sua circular de 1:1 do correnle manifeslaa pre-
sidencia as valas do Enverno as prximas eleicts :
o governo imperial deseja que as elciresscjam li-
*res e exprimam a vonlade nacional.
S Etc. o Sr. commandanle superior assim u re-
commenda e espera.
Sebaslio l/ipet UmimariUi, lenle-coronel che-
le de eslado-maior.
Conforme. O secrelario, Firminn Jos de (Hi-
edra.
velmenle partido ja de loulon em igual forra a di-1 Desde enlao o enviado dinamarquet junto Diala
,lvL".?.d' 1 .. Iliermniica. o l.arao de Buluw, nieve em Bcrlin, e
crea que leve em vista o imperador Na- depois .m Vienna. onde apresentoo t.m pro-memn-
H.r 0"aril a,,a pr lllei0,1i, apPicaoria do seo governo rnpoiidentlo as notas anatriaca
e lorcas navaes. que podessem apoiar o povo op- e prussiano, apoiando-as por explicacoes verbaes.
pninido ; porque nao estara islo nos ulereases da Essas eiplicacf.es, porra. nao agrada.am nem em
u.i propria caula, que s.. pode ganhar com um cer- Berln, nem em Vienna, e espera-s* que logo que a
o despotismo moderado, nem lli'o tolerara a Aus- ] Dieta (iermanica se reunir, a l'rus.ia e a Austria
naque recetara pelas suas possessoes na Italia. ,A I juntamente apresentaao .1 atiestan Allemia Diui-
inguierra mesmo, nesle ultimo caso, quasi cerlo', marqueta para se lomar urna deciso.
seria una liga Allemaa e Russa, contra as potencias. E finalmente a oitava quesiao he a que menco-
occideniaesi, nada lucrara nesta especulado, se ', namos no principio, a de lNeuchatel. O n-goeio he
l>m que ganhana ludo, senao houvesse de receiar I o seguinle :
eutroinimigoalm do re. lie pois mais provavel I Desde o auno de 1807 ale o anno delKSopre-
e pelo menos, se limilem as duas sanie r.iulao de Ntufrlialel era propriedarie paaanal
IA< AHHKGADOS DA M I;m lill'i \ BJB) |
Alagoaa.o Sr. Claudine FalcaoDiaa ; Bahiaa Bt. D
Rio da Janeiro,o Sr. Joao Pareira Mirlini.
EM PKIINAMIII CO.
O r ropr iaia na da DIARIO Manotl Figeeiroa a) Faria, aa 111
livraria, praca da Indaptndancia na. I a 8.
quecarregam comtalgumas nuvenso horisonte u Ku-
Cerlamenle
grandes potencias j pedir mais outra vez a con-
cesso d'uma .ninn-iia geral, e o reslalielecimenlo
- -IWclnisliluicAo de"lK8, olirigando em caso da nova
rejeirao o re abdicar, anda que para esae lim te-
nham as esqoadras de prestar apoio disfarrado aos
revolucionarias, que todava ellas saberao conter lo-
go que leuham elles sido instrumentos para os seus
lins. He esla a poltica que se pode talvez atlribuir
a leicao que vao levando esses successos ; e nao lie
de> soppor que se outra Tosse calculaila pela Franja
e Inglaterra, lal como a de urna invasao na Italia,
a duas graudes polenrias allemaas se conservassem
tao parificas, especialmente a Austria, que como he
claro, lem tudn.i temer pelo reino l.ombardo-Ve-
ne/.ianii.
A Austria lem pela ma parle procurado aconse-
lliar brandamenle orei Fernando, no sentido das re-
formas dese.iad.is ; mas diflicil ser que seus ennse-
llios sejam atteudidos, quando para moralisar de-
Viim comecar por casa que, como os Estados de a-
ples, carece do mesmo remedio nai anas possessoes
ilalianai.
O barao de llulmer, que foi mondado palo impe-
rador da Austria, para resolver S. .M. S. a mudar de
T''.1'08' vlla a Vienna sem feliz successo. E man
dilliril seri agora chamar 1 rulo o rei F'crnando,
quando a Russia acaba de declarar por meio d'uma
circular em dala de > de setembro, ao seu corpo di-
plomtico que o czar, abracando a causa de S. M. S.
e -midelimando a poltica de ingerencia que se ei-
Uo arrogando a Franca e a Inglaterra, se dispe a
usar da forra material como Ihe parecer conveui-
enle. Os jiirnaes iuglezes, porm, redicularisam s-
se documento, e defendem calorosamente a poltica
do seu governo ; emquanlo que S. M. S. est pondo
os seus estados em propurres de (tentar os seus
principios por meio da forra.
A despalilla vai marchando um pouco mais tran-
quilla.
Os nuvos ministros publicam rada dia novoi actos
dirl.ituriaes, e entre esses ns mais nolaveis sao a dis-
suluro das consliluinles, e o reslabelecimento da
constiluirao de I8(."i, com um acln addicional.
.Narvae/. acaba .le refrenar ai .Madrid ; e segundo
aflirmam as currespondeucias ser em lneve mi-
nistra.
As fallas de S. Petersburgo annunci.im que leve
lugar mi .'i,1 7 do mez prolimo passado, cm Moscow
a 1 urnar"11, do imperador Alexandre.
0 hrilliantismo da festa exceden ludo quanlo se
imaginara. S. M. proclamou urna amuvslia para
os presos polticos de 1825 e de 1R3I.
CORRESPONRF.NCIAS 1)0 DIARIO DF.
I'ER^AMBLCO.
LONDRES
de outnbro. y
Soa raageslade a raiuha Victoria se acha artual-
mente na Eacawrie, pata onde parti 110 lim do me/.'
de agoslu ultimo.
Lord I'amnuie,ministro da guerra, he o secreiario
de estado que agora acnmpanlia S. M., e sern pro-
vavelrneiite quem seguir a corle de Balmoral na
Escossia) para Windsor, onde chegar em pouens
das familia real.
O rasiello de Balmoral lie a residencia de S. M.
durante o me/.ei de selembrn e niituhro, que sao
justamente o lempo em que a naturez se mostra
all mais aprazivel e seductora.
He lainliem quando a nobreza escosseza mais os-
tenta seu lirilli.uilisiiio ; e nos lagos, que tao pillo-
resca tornara a patria dos Si 11,111.- e de Walter Sroll,
e encontra nesse lempo reunida urna parle das clas-
ses opulentas de toda a Inglaterra.
lie ludo entao risonlio, para oas seguintes qua-
dras do auno se mudar essa scena por uulra menos
loeanle ; porque he a da quasi silencio as cidades
e campo, onde pareeem dormir os que. com os ago-
ra ausentes n'outrua pontos do Reino-Unido, fazam
n'oulra poca o mam perfeilo contraste com a vida
actual.
A Escossia ln ordinariamente um paiz sem inovi-
metilo notavel.
Entre ontrns prnripes que lveram agora a honra
de serem retehidus no palacio de Balmoral, se con-
lam o principe real da Ilollanda, o duque de Cam-
bridge, e a duque/a de kent, ui.n de S.
in.ige-tadi: a
rainlia.
Fallecen ha das no sen oaslello, junio de l.on- | "lna P'queua esquadra ingle/a,'ao mesmo
Ires. lord llardinge, que ha pooco ludia sido coro-
mandante em rhefe do etercitn ingle/, e que por
motivo de saude pedio a sua drmis>ao, sendo subs-
tituido naquelle porto por S. A. R. o duque ile
Cambridge : lord llardingc era mililar valenle, e
presin relevantes serviros na guerra da pennsula
contra Napoleao Comraandou entao urna brigada
portugoeza, e mais (arde servio no quartel general da
duque de Wellingtnn, em cuja posic/o assistin j ha-
talha do Walerloo. Morreu marerhal de Ingla-
terra.
As nulir.is mais importantes que pn municar por esta mala, sao as relativas ao estado
desagradavel da quesl.'io entre esta corle e o rei de
aples.
Ningurm ignora que logo lio congresao de Piril
manireslou a (iraa-Brclanha, de accordo com a
I ranra, certos desejos de reformas em alguns Esta-
dos italianos c notavelmenle cm aples.
Orei Fernanda Mhtvii mostrado durante a guer-
ra do Oriente, decidida partidario da causa do
I1A.MBLRCO
'1 de outubro.
I amlipin o mez de setembro nao Irouxe solurao
as anealoea entre nacionaes peudenles desde a paz
de Pars. Pelo contrari cliamou em vida ama no-
va questo de igual natureza, una dillcrenra entre
a Suisaa e a coroi prussiana por rausa do Cantan de
Neneiibursi! Neofrhatel que nao menos do que as
/oulra* OJlien sua anlnelai *<.......i a ...,f,ri,..-iA .,..
reina presentemente na posn..io reciproca dos lisia-
dos da Europa. Para melhor nos orienlarmos men-
cioniroi aqui as dillerenles qnesloea pendentes.
Vero primeramente a qur-1.1 1 da rnorganisa^ao
dos Principados Danubianos, e o ponto disputavrl
entre irgrandes potencia" i respeitu da sua solucao,
se os dous principados:! Valarhia e a Moldavia, "de-
vem ser unidos para um s Estado, ou se devrm
conservar na sua anliga posicao, separado um do nu-
tro, cumo dous Estados de vassalloa da Turqua, l'e-
lo ultimo a .Austria e a Turqua se declararan)
desde o principia, e ltimamente parece que tam-
hein a Inglaterra he em favor da separarlo ; pelo
contraria a opniao da Fraura he anda dovidosa,
sendo a da Russia e da I'russia em favor da uni.ni.
A commisso que deve tratar da quesUo dos
Principados Danubianos, e 11a qual alm das gran-
des patencias tambera turna parte a Sardenlia, se
arha reunida nos ltimos das em Conslanlinopla,
mas nn abtio anda as suas discnsses.
Em connexo com a questao de reorganisar,.io se
acha a do regulamento das fronleiras entre a Mol-
davia e a Beesarabia; como se sabe, o ponto de llo-
vida he a exigencia que se faz a Russia de ceder ella
a villa de llolgrad. Segundo corra, ltimamente
a Rusta tinha consentido ne*sa cessdu, mas isio
nao se cotilirmou, e lud e acha na mesma posi-
'i'i. Em consequencia diita anda uo leve lugar
a evacuaran dns Principados Dauubiauos pelas (ro-
pas au-lnacas.
Do mesmo modo cootinua a dilTerenra por rausa das
I Mas das Cobras, em frente das quacs se acha anda
lempo
em el-re da I'russia um direito de suserania sobre
dos reis da Prus.ia, os qoaes erara au mesinu lem-
po lempo principes de Meufrhalel.
Entre a Prussia e Neufchalel exista una liga
de Estados, e a unan daa duas coroas, da Prussia e
da de Neufchalel, nao era senao urna um.n pessoal-
Ao mesmo lempo o Neufchalel pertcncente ao so-
berano prussianu eslava sujeito em (udas as ques-
ies suissas Dicta da Suissa republicami, de que
formava um cantan.
De um lado pois urna monarehia, c do outro la-
do paite de um Estado republicano, lato he, rcu-
nindo em si dam principios upposlos e incoinpaljveis
um com nutro, Neufchatel sempre se a -lu inte-
riormente devorado pelo contrasta dessas duas nalu-
rezat), e mais cedo 011 mais larde urna dellas doria
veucer sobre a onlra. Ao raesrao lempo a victoria
do republicanismo era mais provavel do que a do
mnuarchismo, sendo ,, relaces com a Suissa re-
publicano muito mais iolimas, em eonsequeocia da 1 contra a Salan, emquanlo aouber que a Fr
prm-ip.iea para humlltinr ei-rei de Na- les Do cwsgreaau de Paria, guardasse icoalmeale ..
... poles : era prmeiro lugar, a poliiiea eommercial I silencio no momento em qoe a polenoiaa occiden-
".ri-ii-ll- .e-,!C..?.'? J"6 fi,.'.!:"1"v,* I"1'1* !,l0 7*c.ri" inpiililann, (s airando, corno a adral- taes qui/.essem .ppliear a retpelto de N.ipole a-ideas
da coofederaeao helvtica. Era ISiS, quando a
Suissa revio a loa enimlituieao federal, este direito
de soserania foi xrttialmenle snpprimido : mas a
l(nia nao cesaoo de protestar e mu recntenteme
renovou 03 seas protestos no seio do congresso d
Pars, sem que elle lives-e dado cabimento a sua
reclatnaco. Anda boje, depon do hrilhante des-
barato dos realistas, o encarregado de negocios da
I'russia na confederarlo, M. de Sido, enlregou ao
governu suisso urna nota para manter o direilo do
seu soberano ; mas o presidente da confederaran
Ihe respondeu pura e simplesmenle, que a Suis-
sa miiilmlia tamben) o direito de dispar je si
mesma.
Nao he provavel que o negocio lenha consequen-
1: o governo de Berln nao emprehemlera nada
po-n-.i 1 geographica e nacionalidade, do que as com
o distante throuu prussiauo de lierlin.
Ja no annu de ls:l o partido republicano fez urna
lentaliva para vioieulamenle romper as re hiedes do
cantan para com a cora prussiana.
Somenle no anuo de 1818 isso leve om resultado.
O Cantao de Neufchalel se levantan contra a coroa
prussiana, os realistas foram vencidus e o Cantao se
cim-liiuin como repblica, e pedio da ser como tal
admitlido na Confederarlo Suissa. Isla tara lugar
e a Confederaran garanti au Cantao a sua nova
constiluicSo.
Porem a coroa prussiana que de facise vio pos-
ta fura da posse, con(rn(on-se cura om prclesto di-
plomtico contra a nova urdem das cnusas em Neuf-
chalel, reservando-se os seus direilos. I'ordifle-
rentea nccasies foi renovado esse protesto e reser-
vados seus direilos, e na conferencia de Londres em
Is'iJ 01 membros da mesma derlararam o direilo
da coroa prussiana obre Neufchalel, como existente
intacto, em cuja oecasiSo a Prussia do sen lado se
obrigou a nao fazer valer este direito de laclo por
si s, mas sempre de accordo com as potsnciai da
Confederarlo.
Essa foi a posirao dos uegocios, qoandn nos pri-
meiros das de setembro o lelegrapho trouxe a no-
ticia : O partido realista em .Neulchalel se levan-
tnu debaixo do commandn do coode de I'ourtalcs e
do lenenle-coroncl de Meuroii, e tomn o castello
de tleufchalel, a sede do goveruo, derailtio os mem-
bros do governo e fez prisioneirus parle delles, pro-
- restabelecimeuto da laberania prus-
que nellas se encontra uraa guarnicao russa ao la-
do de urna turca.
Urna oalra.he a queslao acerca da continuada oc-
cunacao de urna parle da Creca por tropas inglczas
e francezas.
A enroa da Grecia nao qermudaro presente mi-
nisterio,'* fulislilui-lo por uroagradavel as potencias
uccidentaes, c desse modo licon adiada a partida das
liopas de uceuparao, que novamente havia sido an-
nunriada.
A quinta qursiao he a Napolitana, com qoe neste
momento se oceupa a altearn geral. Como sabara,
ns potencias occidentaes exigem de aples urna
muilanra do syslema poltico al hoja seguido, al-
Ir gando que elle era unta provocado da revolucao
c |ior isso amear.iva a Iranquillidade da Italia,
era rnnspquencia a da F.uropa em geral. O rei de
aples com ludo a isso se recusou mui enrgica-
mente ns gabinetes de Londres e de Paria lomaran)
a dcriaode dirigir ao rei das Duas Sicilias, um ul-
timtum, apoiado por nma ilemon.lrar.in da sua
rzar ; e Isso u indispnz abertamente com as poten- ,n'"ha no golpho de aples, e de chamar ns seus
as p
ras accidentaos. Demais receioso sempre do peri-
goso contacto das tropas inglezas e Trancezas com os
seus subditos, obrou elle n'esaa poca com tanto ri-
gor para cora as potencias alliadas, que nao fallaran)
pretextos para estas reclamaren por vezes contra
certa yexares. Sobretodo o que mais delcMniuou
S. M. S. a entrar n'iira rigornso svslema de adminis-
irac.'iii foi o espirito revolucionario, que principal-
mente depnis da paz se deseuvolveu na Italia ; e no
intuito de esinaga-lo na sna origem, adoplou urna
serie de medidas tao enrgicas que tocavam al ao
mais desenfreado despotismo.
As prises foram ainonloadas de presos polticos,
cojas crimes muilas vezes s* resumium na simples
leilura dos jnrnaes ingle/es, que por essa epoca co-
mecavam logo atacando o estado de cousas do rei-
no de aples ; outrns, porque eram calumniados
ile (rama contra o llirana. erara laucados as mas-
illaras e aln conservados aera iienhuma forma ou fi-
gura de processn. lu tal estado de cousas ven des-
pertar a aliene,ev do mundo poltico ; e foi. como
disse, o rongiesso de l'ari-, qnem prmeiro levanlnu
a voz em favoi daquella nacinnalidade para pedir
M nome da humanidade e do equilibrio europeu
rerlas relorraas polticas, all e em outrns poulns.
Comeravam pois as negociaees para e*sc lim, e den-
tro em pouco de conselhns se passou a inliniaroe.
Aos primearen fechou S. M. S. os ouvidos ; e as se-
gundas respondeu, que sendo u nnicu juiz em seus
Estados, raectteva toda a ingerencia estrangeira, e
que eslava decidido a appellar para o seu valenle
exercito em sostenlaean dos seus principios. Esta
resistencia, porcm, irritou por tal modo o anima
dos innovadores, que dos cuuselhns e iulimaeoes se
achara quasi passando a fados.
He assim que urna esquadra ingleza parlio j de
l'ortsmoulh para o Mediterrneo, em direcrao a ba-
ha de aples ; e, roiuqnatiln se d por pretexta
dessa expediero, que vai ella tao somenle para pro-
teger os inleresaes dos sub utos inglezes, no caso de
enviados no caso de nao ser satsfeilo esse ultim-
tum, deixando cruzar as esquadrai ao longo das cos-
tas paracomo dizeinproteger os interesse dos
subditos francezes e inglezes uo caso de rebenlar
urna revoluro.
Como bem1 se comprehendera', rssa determinarao
rausou em Vienna a manir -ensacan, e de l man-
daram as mais vivas representarles par? Pars, alim
de reter o imperador Napoleao de um procadimen-
lo, que dara novo alent au liberalismo na Italia,
e fcilmente faria correr perigo a soberana aus-
traca all.
Ao mesmo lempa o ministro dos negocios eilran-
geiros, o principe de Corlschakor, dirigi urna cir-
cular aos enviados da Russia, na qual a Russia ma-
nifestava a ma determinaran de ihgerir-se o meaos
pnasivel na relaroes exteriores, prontinriando-se na
mesma occasian mu decididamente, tanto coulra a
ncrnpar.lo da Creca romo coulra as pretenees Tci-
las a aples, assim como contra a ingerencia in-
tencionada pela Franca e pela Inglaterra. Entre-
tanto o gabinete de Vienna ic dirigi mais una
vez a ei-iei de aples rom urna carta de mo pru-
pri.i do mi].eiador Francisco Jos, rerommendandn-
Ihe urgeiitrmenle de se decidir ao menis a nina es-
pecie de rcdencia. Como parece as potencias) oc-
cideuUes eslao agora esperando o resultado dessa
nova e ultima tentativa de mediaran da Austria.
Pelo momento licon adiada a demonstrarlo das es-
qnadras, e u dito ultimtum.
lina sexta questao he a do Montenegro. Couhe-
ce-se ns cmbale" que ja na sec.ulns, entreten) o pe-
queo povo montanhez dos Montenegrinos com a
1 urquia.
Durante a ultima guerra
clamando o
siaoa.
Punca- lioras depnis veio a noticia : o levantamen-
to realista ja se acha abafado, os republicanos to-
rnaran! as arma*, e depois de se haverem apodera-
do do caslello, zeram prisioneirosos chefes do par-
(idn realista.
A sensajao que causaram em Berln essai milicias
de /tetona e de derrota ro extraordiniria. Ja
se fallava da marcha de Irnpas, etc., e o partido rea-
lista esperava orna caiupaiiha contra os rrpoblitM-
Ipoa suissos, .Mas a nica cunsa nur a Proaal aaiaita
Ta/.er era dlriglr-ae as potrociaa da eonnirencia, o
que de facto le/. Ao mesmo lempo a cor ia prus-
siana mandn repetir u.i Scisia o sen antigo pro-
testo.
Tal he a questao de NaafehteJ, qua he mais uraa
questao a decidir pela diplomacia da Alleinauha ha
pouco de novo a mencionar.
Em 20 de s-lembro leve lugar em Berln o casa-
menlo da princeza Lili, tiln do principe berdeiro
da Prussia, com o principe regente de Badn, que
acaba de tomar o titulo e a dignidad* do grao-du-
que. As festas duraram i das, mas nao apresen-
laram mida de extraordinario. O rei da Prussia,
com exceprao do lempo que assslio ao dito casa-
meuto, andou leropre viajando, c acha-se ueste mo-
mento na Baviera.
Na Hetse eleiloral a Dieta se reuni para tratar da
questao da consliloicao anda pendente desde IXO.
O presente ministerio, cojo chafe he o conselhero
Schefler, nao he tte absolulisla como u ministerio
llaisenpflug. mas nada menos do que verdadera-
mente constitucional, e por isso nao ha esperauca
para um eulendimenlo entre as cmaras e o minis-
terio.
0 que mais preoecupa ne>te momento a Europa,
he a crise monetaria.
Aqu cm llamburgo, onde anligamentc o descon-
t nao iafmais de Ires al quatro por cento, quan-
ilu muilo, elle ja subi a nove por cento, e uu resto
da Allemauha lodos os Bancos ja elevaran! o seu
descont ."> e 6 por cento. .Mas o peior he, que
al mesmo por este descamo nao |se poda oblar ue-
nhum dinheiro.
-.aura nao
asta de maneira alguma dlspofta a apniar as suas
prelenroes, 1: tal he evidenleraeiito a poltica do ga-
bnete-francez. qua nao perraittira que se empre-
lienda coosa alguma contra a independencia e inle-
grdade da republica-hclvelica. Mas, enlretanlo,
esta tentativa realista rusi.iu muito sangue e lagri-
mas ao cantao de Neufchalel : contam-se raui-
tos feridos, e uns viole morios, os prisioneros
monlam a IKK) pouco mais ou menos e um delles, o
conde de Portales, passa pelo mais rico particular
da Suissa : a sua fortuna he calculada em :|0 mi-
Ihoes. zem que as autoridades federaea Iralam
os prisionciros com a maior delicadeza, e qoe os
Iribunaei os (Icario com multa indulgencia.
iiistraro desle paiz, lie mui pouco favoravel nsma-
nufacluras da Inglaterra, r qnalquer rnudanra que
se operasse no goveruo de aples, daru como re-
sultado abrir mais largamente do que boje, as por-
l.is deate reino aos algodn inglezes : em segundo
lugar, a Sicilia ha sempre tentado a ambirao brit-
nica : desde as suerras do prinirirn imperio, o pen-
samento le ligar esta ilha poderosa a possessoes da
Inglaterra no Mediterrneo, nunca abandonaran! o
governn inglez, que se lem mais 011 menos intro-
mellido ;m todas as intrigas, qoe 05 principies se-
nhores da liba I1.I0 urdido contra a melropule, alim
que expozernm no couaresso. A circular do principe
(iortchakoll leva por effeito quasi immediato reunir
em Ionio do gabinete russo os gabinetes de Vienna e
Berln, pois que a Prussia e a Anslria sao hoslis a
tu lo quanlo a Franra e a Inglaterra quizessem (cil-
iar na Italia. Neja' um ficto grave lar dividido a
Ivn ..i. i em duas. e estou convencido de que a Rus-
sia se contentara' com este resultado. N'iima palavra
asveguram que o imperador Alexandre escreveu pes-
soalmenle a respeitu desle negocio ao imperador Na.
poleao, e que declara nesta carta, ennfiar-se plena-
mente a' experimentada prudenciado imperador .1
de seperar violentamente e Sici'ia de aples : se Francezes, para levar esta quesl.lo a liom resultado.
el-rei Fernando for banido da Europa, esta sepa-
raen pode lornar-se raais fcil, e a Inglaterra esta-
ra li.il'iliuda para colher os Inicios liualnicnle,
em terceirn lugar, esla averigoadu para loto o mon-
do, que a glora que cuube a lodos os vencedores
na ultima gnerra, se repartin mui desigualmente, e
que a baudeira inglc/.a cullieu a mais pequea par-
te. Todos os feitos pralieados na C'ima foram pela
Franra, com mui poucas exceproes, e a mantilla
iuttleza. que exclusivamente reservara para si a
campanlia no mar Balticn, nao assignalou os seus
grandes cruzeiros de dous anuos com alguma proeza
nutica moi notavel. Assim he razoavel suppor que
a Inglaterra folgria de adiar um entejo para ler
urna compensaeao, e colher alguns louros nu gol-
pho de aples. Desl'arte se explica em minha opi-
111.10 o comp nlainenin do gabinete inglez : elle lem
um inleres-a trplice em barolhar os negocios con)
11--------------------------------------pw vanar ..,,...,.. j 1 Ml 1111 iimai tf-j l|c;p,irt.lU1 1 v I I I
Como nao lenho a rommunicar-llio, quanlo a aples, interesse poltico, iuteresse eommercial, in-
PARIS
ln de setembro.
Sedevemosdar crdito aos correspondentes, que
se inostr.nn mui resignados. I enlente-cordeal que
existe entre a Franra e ,1 Inglaterra acha-se ne-te
momento um pouco alterada, em cunsequeucia das
interprctaciies que se pretenden) dar a cortos arlj-
gos do tratado de Paria. E19 aqui em poucas pala-
vras as cuutplicaces de seinelbaule negocio, que se
podena a/edar, s; a prudencia de lord Clarenduu nao
neulralisasie os esforr;os do embaixador inglez ero
Conitantinopla, o mais altivo e o maissublil dos di-
plmalas : ja Ihe disse o que se passara acerca da
ilha das Serpentes, ruja possessilo era reclamada au
mesmo lempo pelos Turcos e pelos Russos. O ga-
binete de S. Petersburgo muid n a evacuar este ro-
cliedo, em consequencia da .....mar 10 que Ihe lzcra
o almirante inglez Stewat, pois que este miseravel
pedaro de pedia nao valla ccrlamenlc un eondiclo;
mas declarara que a questao seria submetlida ao
congresso de Pars, que era o nico que linha di-
reilo para decidi-la. O governo frailee/ lijara
esta pretenro perleitamenle aceitavel, mas, segun-
do parece, a Inglaterra nao a -limito, que a opiuiao
que ella lera acerca de una das clausulas do trala-
do, p---.i ser 1 iiiile-la-l.i e invalidada, anda mesmo
em consequencia das represenlaees das poleiicias
europeas. Aislm dirigi ao gabinete russa nina no-
ta mui violenta, em qua se manifesla clarameutea
vonlade que lem de fazer prevalecer a sua nter
prelar.lo por meio da forra. A esta nota a Russia
dea urna reaposta mui firme e mui calhrgurica, e
persisti oo seu direito.
Como a Fraura nao seguo a Inglaterra ncsla
cnnlend, despeitaram contra ella era Londres, e
parece que eslao mui deci dos a contrara-la sobra
oolro poni. Deve saber que a sorle dos principados
da Moldavia e da Valachia deve ser decidida pelo
cougresio de Pars, depois de um mquerifo a que
e-io procedendo neste momeulu, cutnmissarios Ho-
rneados pelas potencias representadas 110 cuugresso.
A pinna da Fraura he condecida ; deseja que as i rf-alame",,l> iulerno dos negocios papes. Assiri
duas provincias faeam um so e nico estado mo- s0",en.,e cerca de aples que podarla dar-
k. & 1- __ 'ai^r!T\r4..&rLF-.. ll. ^
narchiro, sob a suserania da Parta : a Inglaterra se
pronuncia mu cathegoricaniente, pela bocea de lord
Clarandon, no mesmo sentido. \ Turqua e Aus-
tria qurrem, pelo contrario, que a .Moldavia e a
Valachia permanejam como dous estados separados,
cora dous governos e doos chefes dislinclos. Se a
Inglaterra mudar de apiniSo, como arrasl.iria com-
tiga aSardenha, he mu prnvavel que a opiuiao da
Fraura seja rejeitada pelo congresso. Ora, se de-
vemos dar crdito aos boatos espalhados, esta mu-
danca ja se acha operada : o embaixador, em quem
Ihe fallei ainda ha pouco, lord Bedrlitre, declarara
aos ministros do snllao, que u gabiuete ItTglet e-|.i-
I'ranea, incideiile algara poltico, contar-lhe-he
um grandei escnnihilo, um roubo enorme, cujas par-
ticularidades nrcupam exclusivamente o nnsso pu-
blico. Ima das nossas mais importante' crapreras,
a rompanhia do caminho de ferro do norte, acaba de
ser hornvclmeiite roabada |ior dous de seus em-
pregados. A adiBinistraeJo dista rompanhia livera
a Imprudencia de lomar para caixeiro um mancebo
de 25 anuos, chamado Carpenlier: nao se sabia que
esle mancebo, que su linha 7 mil francos de orde-
nado, lazia loucas despe/as, e que especulava uu
maodava especular cm grande escala na Bolsa.
Entretanto, em um cerlo da, ha cousa de duas e-
aaanaa, este mancebo, que se doria casar na pro-
vincia, pede urna licanca para ir ver a sua futura:
parle, e au valla. A admimatracao inquieta man-
da em procura delle o caixeiro immediate., outro
maticeho de .1(1 annos, chamado Crellet. Este parle
Btambera nao rolla. Paaaam-ae dous das, e corae-
Sam a apparecer ns snsloa. A caixa do diuheirn li-
nha sido verificada, antes da partida de Crellet. es-
lava exacta. Mas a companhia lem outro valor
minio mais impurtanlc, he o deposito dos propno*
ttulos das aer;es que muilos accionistas Ihe eon-
liam, c que ella guarda mediante urna mdica laxa.
Verificaram-sc os liluloi depositados, c cuncluio-se
que um amara eonslderavel deanes ttulos hara
tesiinnaiccidu. Acloelmcnte Irailures por urna nota tornada publica, que o afo-
rismo dns Unios de acrao, que faltain, lie de 5:7*7,
e a veriheacao ainda nao se acha lerminada. Para
dar-lhe a i lea da perda experimentada pela corapa-
nhia, eumpre dizer-lhequo as arroes do Norte, que
no momento da emisaao, eram de J00 francos, va-
em boje mais de mil francos. Prtanlo he um va-
lor de qoasi t milhOes de francos que e-tes auda-
cioaos velhacos roubaram: Estes ttulos sao ao par-
lador, c por cousequenca de mu fcil transmissao.
larece cario que os dous caixeiros, acompaiihados-
de om terceiro cmplice, enjo nome se nao diz. e de
tres mulheres perdidas, se embarcaran) no lavre
para Liverpool, onde pnderam tomar passagem para
Nevv-iork, no Fulton. D-vem chegar neste mo-
mento a Ierra Americana. Expedirame sobre os
seus traeos agente* da companbia. munidos de ple-
nos poderes, com homens de polica mui habis, e
esperara prende-los com alguns reslos|dos ricos des-
pojos que levam. Mas islo he duvidom, pois que
estes malfeitores deram prova de uraa hablidade
infernal, e a trra doa Vanlees he um caslello, don-
de dillicilmente se arrancara os ladn.es ricos.
Neste momento leve logar a Corearan do impe-
rador da Bussia, mas s lomos noiicia desle aeon-
Iccimento pelo lelegrapho. Todo quanlo sabemos
particularmente, lio a entrada do imperador era
Moscow, que foi magnifica. Havia nesta ceremo-
nia lodos os txpos. todas as figuras, todas as armas,
todos os tr.iges, militares do vasto iraperio-russo,
que se eslende ao mes-no lempo na Europa, na
Asia e na America. Preparava-se .11111 immenso
banquete, ollerecidn pelo imperador ao seu pavo,
banquete, em que devam tomar parle 200 mil con-
vivas.
7 de outubro.
O vapor do Havre, partido a 1S de setembro
passado, Ihe eulrrgnu urna carta minha, dando em
resumo as noticias da Europa al 16 de setembro
roulinuo boje a minha correspondencia por va de
sniilliampliin, e procurarei por os seus leitores ao
alcance dos arontecimento?, que le rcalisaram du-
rante estes 20 dias.
Fallando-lbe acerca do negocio da ilha das Ser-
pentes, communiquei-llie a dillerenra que existia
entre a Franca ea Inglaterra, por causa desle ro-
cliedo o governu inglez nio-lroii-se decidido a ne-
gar qualquer especie de direito a Bussia, de eterna
posse desla ilha, ao paisa que o governo.francez,
parece considerar a qoesiao como secundaria, e 11.10
se oppOe a que seja suhmellida ao julgameolo da
conferencia de Paris, como pede o gabinete russo.
Esla diversidade de opiniao ao principio tinha p0S(0
toda imprcnsa-ingle/a de muilo mo humor coulra
a Franca, e a linguagem do Times, do Mtrning-
Pos/, c de oulros jornaes, tornava-se lodos os dios
mais oflensiva por assu paiz, de sorle que podia-se
julgar amenrada a Manca das potencias ocriden-
laes. Lm faci novo modoii esta dispoieo, e nes-
te momento reina o mais perfeilo accordo entre os
dous governos e entre as duas imprentas.
Este faci, he a celo conimum que acaba de ser
concertada em Paris e Londres, contra o governo de
el-rei de Napolea.
Deve estar lembrado que, no congresso de Parla
f.illou-se muito na situarlo da Italia e na nectssida-
deiie tranquillisar esle paiz por via de uraa poliiiea
mais liberal. Roma e aples erara especialmente
o oujeelo das rer.riminaces dos planipolenciarios
.P,e-.lnl!le: "'-"arar Boma de preferencia,
era dillicil, posto que a Inglaterra se achasse dispoe-
la para islo: Boma be o entro dos inieresses ca-
tholicos e ditas grandes potencias, a Franca e a Aus-
tria manten) 14 um rorpo de occupacilo, e nao per-
milliriam que um estado proteslantr se ingerisse no
I regulamento iuternn dos negocios papes. Assim he
se o
entre a Bussia e a Tor- .
quia. a poatcta amearadura da Austria impedio os va disposlo a unir-sc a l'urquia. para reclamar a
Moiileiiegriniis de renovar esses cmbales, deseen- conservac/10 da separarao das duas provincias da-
do das suas montanhas e cahmdo sobre aa ridadaa oubianas ; mas, como os Insletes se aproveilam de
turca na planicie. Lomo a paz de Paris enfraque- Indo, exigir que o Mirlo se obrigasse a recusar a
t-eu a attenrio da Austria, logo houvcram novas I sua antonsarao ao projecto do vice-rci do Egxnlo
??.*y,'?,.,,, de abrir por meio do ranal de Suez, nma co.rnu'
mema acrediladn que n su lim he antes para un- O principe Danilo I, de Montenegro levaiilou por nicaeSo entre o Medilorranco e o mar Vermellio
por 110 amina des. M.. alim de conceder aa refor-1 via diplomtica prelenroes acerca de ngrandoei- Ja Ihe fallei ueste projecto, que anda se
mas aconsclhada., nu pata ohrigi lo a abdicar no du- menlo do seu lerntorin, c reconhecimentu do seu acha no estado de elaboraran preliminar ; mis com-
que oe t,aianna. que -11I1111 lu ao throno, se obrigar.i. paizinho como Estado soberano. A respnsla da''. prebende que se traa de'urna empre/a gisanlesra
m".'.'^l T ,m",,""'i",'1" P'e *<*> acons. Ihadas dillerentes grandes potencias nao foi favoravel a i que permitlira a civiliiar.lo dar um pauso nnmen.u!
aa uome 11a iiiimaiudadc, e da paz da pennsula ila-, tasa pretenees, excepto a da Bussia, que se deca- approximandn da Europa as ralbas c rica, regidas
""'" ,. ron com ellas rnleudida emrinaulo aos pontos es- da Ma. A Franca, mais pelos sen
A divisao naval ingle/a que parti de l'orlsiiinnth, senciaes. Noves ataques lim -u
se coiiipne das 11.ios Welliuglnn
-al.1- Crestv. Tu
lih B "'el a*-------....." "......""" "v ",uw" ld" iniiiiMuu pea hii-niHiaiia, ma-, i,rtu pouea Mir re- i glalerra ctiea ne tuucos leares 1
"'..........'"""", "" '............'possessoes da India, se mn-trou l hojahoslil
aceordo entre a Inglaterra c a Franca.
Lma nola fai puulicada na jornal" ministerial de
Londres, o Morning Pof, auuuiician lo que ns dous
embulladores de Franra e da Inglaterra junto a el-
re de aples tinnarn recehido ordem para pedir
m seui passaportes, e que urna escuadra anglo-
rranceza partira para as ai-'uas de aples. O Mor-
niiig-rranre- nao publica esta nota, mas 01 jornas
minisieriacs de Paris rallaran no mesmo sentidu
que10 Mori,i;ir/-Po.7, e runfirmaram i noticia.
Esta determinaran agitou o publict-parisieiise, c
Inda a gente perguulou porque ra/ao 1 Franca e a
Inglaterra enriaran) as suas forcas a >apolcs,'c que
alvo se propunham a' atlingir.
Seguramente a maneira porque el-rei dn Napo-
leresse maritirno e mililar.
Alas a Fraura nao lem de maneira alguma inie-
resses scmelhaiilei : nn lera o menor desejo de aug-
mentar a custa do reinn ilaliann ; nao lem necessi-
dade de acrescentar novos tlories n gloria immorlal,
que roiiquistoii na Crimea ; o en rommercio eoin
aples sai precisa de boas relaccs e de paz. Pu-
iler-sc-ha suppor que imperador, movido por um
senlimento de lamina, quizesse, derribando o actual
rei de pales, fazer subir sobre o Ihrono napolita-
no o lilhe do antigo rei Mural. Mas, sobre este pon-
to a prepin duvida nao he perraitlida, pois que em
varias circumstancias Napoleao III lem enrgica-
mente desapprovado qualquer solidariedade as ma-
nobras do priucipe Luciano Mura', que nao renun-
cinn as suas pretenees.
Ha dilliculdadecrn enmpreheuder o que a Franra
iria fazer era aples, quando a geole reflecte que
este reinn se aclt--* alurmcnlado pela demagogia, e
que ao menor abalo ver-se-hia nascer ahi n espirito
revolucionario, que a energa do imperador sotibe
domar no meio de iii.
Assim nada parece menos decidido aos olhos das
pessoas sensatas, do que a inlervenrao pelas armas,
que pareca anuiiuriar a nota do Morniiig-Vosl. J.i
l va,i mais de 12 das, depois desla noticia, c no
momento ein que Ule esrrevo, ,1 frota .....oo- ain-
,ii, 1..10 |,,ini., u*>'v.iut..,.. Assim lurjo paraca iniii-
-ar que o uoss'i g,,\,Tiio exiia tunar nma delermi-
nacao tao grave ; mas a esquadra rocelieu ordem
par a partir, fico convencida que a sua' presenca di-
anle de Napoes Dio seria assignalada por acto al-
gara de violencia hostil. Todo quanlo pude querer
a Franca, se permanecer liel ns intenres, que at
boje lem manifestado, lie que el-re de aples, 110
propriofinteresse daa dnutrinas ronservadoras, faro
certas concessoes a sen povo, e introduziru 11,1 adini-
nislrarao cerlo numero de reformas, que exige o es-
pirlo do lempo.
Se estou bem informado, lie islo somenle o que
exige o governo francez, e sobre este ponte se acha-
na em perfeite accordo al com a Austria, que n.io
leminleresse de deixar que os elementos de pertur-
barlo penetren) ta Italia. Dizem que o governo de
Vienna de balde procurou fazer que el-rei Fernan-
do II chegasse a um accordo razoavel, e que o seu
hbil diplmala, M. de llulmer perdeu o lempo e
(rabalho, em nina visita diplomtica, qoe araba de
fazer cm aples. Ira grave incidente araba de
complicar esla quettao : o gabinete russo, que at
o presente linha guardado silencia sobre a poltica
geral da Europa, julgou conveniente fazer cuuhecer
a na opniao sobre os negocios da (irecia e de a-
ples. Menciona sanenle esle ultimo ponto, porque
elle preoecupa exclusivamente a atlenrao publica.
I novo ministro dos negocios estrangeirus da Bus-
si, o principe liortarhakolf dirigi a lodos os seus
agentes urna circular, en) que a qoeatao de aples
he tratada. A circular devia permanecer secreta,
mas a iiidiscnrn calculada de nina legarlo enlre-
goo-a a'publicidade, e depois de varios das esle do-
cumento ministra a iinprensa ingleza utn assumpln
de recriminarcs a ataques. Eis aqu a pasiagem ,
desta circular, que se refere a aples: depois de
Icr censurado a intervengan angln-franceza na Cre-
ca, o principe CorlschakolT continua nos termos
segonles : ir quinto ao reino de aples anda nao
ir se trata de remediar, parece-nos que se deve
r prevenir isto por muilo lempo. El-rei de aples
b he objeclo de nnn pres-ao, nao porque S. M. te-
liba transgredido um dos compromissos, que as
" tratados Ihe mpoa para cura as corles estrangei-
0 ras, mas porque no exercicio dos seus direilos 111-
a conteslaveis dn soberana, governa os seus subdi-
1 los, como entende.'
.r Comorelieiidetnis que cm consequencia de urna
previao amigavel, um governn ollcrece aoutrocon-
selhos inspirados por ura interesse benvolo, que
estes coiHcIhos apresentam o carcter dee\h irlarao,
mas eremos que he este o limite extremo em que de-
yeiu parar. Menos do que nunca he permittido boje
Europa esqucer que os snheranos sao iguaes en-
tre s, e que nn he a extenrao do territorio, mas a
anlidade dos direilos de cada um, que regala as re-
laces que p ol-in existir entre si.
Querer obter de el-re de aples conretses
quanlo ao rgimen interno de seus estados, por va
cnminunicatoria, ou por demonstrarnesameacadoras,
lie sulisliluir-se violentamente a' sua auturidade, he
querer governar ein seu lugar, be proclamar, sem
fazc-lo, o direito do forte sobre o fraco.
Sentimos a necessidade de dizer-lhe o ju/o que
Depois de mais da tres mezes passados quer cm
l'lombieres, quer cm Biarritz cora a imperalriz,
Napoleao lll voltou li nal mente para Paris, depois
de J de outubro. Ja era lempo que viese tomar
um pouco mais directamente as releas da governo,
pois que. nos acharaos no meio de urna crise mone-
lana, que afecta dolorosamente a ludas as I or un as.
Os valores da Bolsa se achara tao depreciados, co-
mo uos peinres iniimontns da guerra, e ninguem sa-
be nnde Ira parar u pnico que se apodaron dos es-
pirilos. O Itanco de Franra aiigraeulou a laxa dos
seus desconlos, que he boje de 6 por cento. O Ban-
co de inglalerra lomou medidas anlogas de am- Jnlile da Barra em lugar do batan da Balalha
rari .Anloiii B.drigoe. Saiii|>ain. re-
la .Kevnlue.in de setamiam .Jote F.-ies ,.,
Coelbn de Maualhea. lente da carola pulvteclinir.i.
Josu Mana do Casal lidien... prnprieiarm.
Helo circulo JSos Sr.:consrlliero Alberto An-
Innin de Maraes Carvalbo. propriHarin.Anloai.
'le Mello Br.ivner, lente coronel do carpo lado maior.los Ferreira Pinta Bastos, negociarle,
prnpnelario e fabricante.Jos Jorge I "ureiro. mi-
nistril da guerra.Jos.- Mara Latino Caelhn. lente
da escola polvleclinic...Julio Mavi.no de Olivelia
Pimenlcl, lente da esrola polx lechnira.
<> marechal Saldanha pedio prorogaea da lirn i.
elalrea n.1.1 ngranaa a Lisboa senao para os prino-
pins de dezemliro. Diz-se mesmo qoe pretende enn-
servar-se ausente, ate a abertura das cmaras legis-
lativas. I m neclial casou cm Paria com ama rraran-
lavel lenhnra ingiera, rujo irm.lo tinha sido aajn se-
cretario na embalsada de Vienna.
Foi exonerado do carga de guvernadar civil dn
di.trido de 1. i-iello Illanco, .1 ronaelhrirn Joaomim
Xavier Pinto da Silva, contra quem se faria algu-
ma- arcusai.oes serias. Foi mancada para aqeelle la-
gar o Incba el em direito, com exrrcino no minis-
terio publico desde IS7, Joao Bodrigac da Cauk
Araaau Masrarenhas.
O b.irau do/ezene Joaquim Benlo coinm indaaie
da oitava divisao, passou a governar a lucia de s.
bos os lados da Mancha preleudem dillicultar o raaii
possivel a emigrarao do .numerario, especialmente
das moedas de prala, que se vao lornaudo rada vez
mais raras. .0 auno passado tivenin-, uraa crise se-
melliaiile, c como as circumslanrias sao melhorcs,
he pennillido esperar que o estado em que nos a-
chamos sera passageiro. As causas desla crise sau
mltiplas e mui complicadas, e por islo nae |Hidem
ser explicadas aqui : indico somenle a princi-
pal, que he o excesso da rspccularo industrial.
A Inglalerra experimenta ns inesmos ubslarulus
econmicos que a Franra, o por outro lado gota da
mais completa Iranquillidade. Enlrsjlanlo, a 15 do
mez passado ella leve era Londres um momento
de agitarao. Fm antigo chafa carlista. Jolin l'rosl,
condemnailo a deportado em 1839, foi agraciado
pela raiuha. e os seus amigos polticos quizeram fa-
/er-lhe uraa ovacjlo. O ineeliug convocado para
este lira ollereceu o cspectacolu mais miseravel :
hoiiveram gritos, caceladas, no meio das apupa-
das da popularao honesta. O lempo du carlismo
passou.
Bolsa i i, p-r rentoJK)75 ", 3 por cento
66, consolidados inglezes'.II 7|8.
LISBOA
0 de outubro.
F^rabora parera eslranho ceuierar esta por urna
Iranscnpru, f.leo-o sem hesitar. A m turna porque
* Retida dos dotta mando'eiplica a queda do mi-
nislerin transarlo ea posiro a-tiial dus partidos em
Portugal, ha) nina apreciaran feila por quem ve bem,
anexar rie ver de looac.
-V lrriilm ijn ae icienbro, inserio-a un desles
da-, e dalli a copio por ser mais breve :
11 Cuusa extraordinaria. .1 historia achia! de lies-
pania pareeexe em moilos pontos rom a historia de I'""' *'"'' Ju,,iric"reln proeedimento da Sr. Fanie*.
---------------- , i.alirrira qoe foi Iransferidn para o governo de IV-
niebe. Ambos esles generaes linbam cooperado efli-
eazmente para o mavimentn regenerador.
I ni n lineado c unni.iiidantc da oitava divrsio
brigadeiro Noronba.
O conselhero Flogenio Dionisio Ma-cirenhas tara-
da, jais da relarAo do Porto foi nnmeaJo para o la
gar de eniisclheiro do supremo tribunal do ialica.
vago por fallecimenlo do ronselheiro de estado. 101/
e presidente do mesmo tribunal Jase da Silva Car-
valbo.
II di.hurlo poeta Antonio \ ivier Bodrigur* (.01
deiro. depois de ler dcscnipciihado a comento de lo-
dos, durante Ires annos o cargo de adminietraatnr de
conselho na Ierra da sua naturalidad*. I.eiria, raa a
capital pedir a sua demitso, com o lim da [-ropar-ta
depalada,
I) Sr. C'.rdeiro foi um dos depalados que a-.i-na-
r nu n protesto contra a dissolara* da cmara em
lr-"-. *
Parece que o goveruo nao receben daranle o pea-
zo dn concurso propona alguma para o empreslimo
dos I,VK) conlos.
O laclo he que deviam as proposlai ler siria iere-
bnlas em '.1 de setembro. Ein conformidad* com o
que se determinou e de arrordo com ns oso* oatabr-
lecilos, devia o gorerno aaounciar o dia em oae ..
ministro da fazenda liavia de fazer publicamente
Milemne abertura das propostas, compara-las com r>
-en miiiimiim e esculhcr entre lias a qoe malnwr-
eondirss nllerere-e.
Diz-so que o miiiislrn d.i faxendi eocarregara un
agente de promover o emprotiiio .ni Lioidrcs oaj
un Paria.
Ofjarnaaa qoe defendem o gabinete Irarruvcl*. Ii-
ram partido desla circum-lancia, romo be de sp-
Porlugal de lia rinco anuos Tambera uessa epoca
o duque de Saldanha ehegara au poder era viriude
de urna revulurau ; nao suppriinis a carta, liraita-
va-se u adnpran de um acta nddicional ; nao ad-
mit ia 110 seu plano a milicia nacional ; enllocan lo-
se fora dos partidos puuha em pratici urna poliiiea
de conciliarao. A dillerenra he que, o que o duque
de Saldanha faxia em Portugal ha cinco annns, an-
tes que a revolucao tivesse seguida a sua rarreir.i,
n general O'Donnell prueura lazc-lu agora, depois
de dous anuos de agitar/es que deixaram fundos
vestigios alen) dos Pvrineus ; e, por urna coinciden-
cia ainda mais singular, a Uespauhn enlrou ueste
caminho quando o ministerio Saldauha acabava de
rahir. Niuguem ignura que a queda desle, depois
de urna existencia prolongada, he um dos derradei-
ros aconleciinenlos polticos de Porlogal.
Mais rcenle, rehenlaram em Lisboa scenas'u-
rnulluarias |ior motivo da caresta das subsisten-
cias.
" Compre nnl.tr que as rnassas populares que pra-
licaram curtns actos violenl os, nao cessaram de emil-
lir acclamar.'ies ao rei I). Pedro V. Esles alborotos,
de si pouco graves, foram facilrseute apasiguados, e
-o pidonain adquirir vultu. seas paixes dos par-
tidos se Ibes ingerissem para euvcneua-los.
Demais disto, Portugal acha-se cm vesperas de
urna nova poliiiea asaai decisiva para o seu futuro ;
vilo fazer-M cluires geraes ; ja us parlidus se pre-
parara para a lula ; tein-se cread.1 em Lisboa cen-
tros cleiluraes ; o propno ministerio parece repre-
sentar um papel accidental nesle mnviinenlo. Os
verdadeiros adversarios, trente a frente, sao os par-
tidarios du gabinete transado e os do conde de I ho-
mar, que descnvolv ha Ictupu graude aclivi-
dade.
Onando ha pnucos mezes se rcliiava o ministe-
rio Saldanha, porque o re recatara nnmear cerlo
numero de pares, alim de assegurar-se na, ramara
alta o veucimcnlo dos projectos liuanceirus que li-
bara sidu adoptados pela dos depuladus, eaaaoa as-
sorabro esta demissao. A laclirj ludia um seu-
liln.
<> ministioda razando, Sr. Fontes e seus collegas,
viain que os |.ro|eclos nu governo cucalhariam na
cmara dos pares, se a discussao se enlabulasse.
Nesle caso, o ministerio nao deixava de ser uhrigado 1

e prnvarain que he um *no adaptar o rnnrano co-
mo principio ahsolulo era lioanra-.
r A estrada firnu Iriirada, esci-cre a llrflurke, n
ou o miiii-lerio lem de tirar parado, mi ha de aecair
nao ai a mesma poltica, mas tarrea os msanos matee
dus seus antecessores.
O a -ro lo de Londres, foi o prmeiro ; e> cm-
presumo estrangeiro he o segundo, n
Consta que Mr. Catlai .ipresenlara ao governo
uraa proposita para o eslabelecimenlo de um irl*gr..-
plin submarino entre Lisboa e o Rio de Janeiro, 1-
rindnem Libo-Verde e algn- partos do Brasil.
Mr. t.attai pronoe-se urganisar urna coiopanhia para
esta empreza, e parte pira o Rio no vapor francez
llrr.'il.
No dia 7 reunirn) se os accionistas da campanilla
Bmmem e t mo eommercial para liase* ser presan-
te o contrato de eessao feito pela direcra.i desla catn-
panliia com os Srs. A. Prosl e I rade-o da Sil-
veira.
A companbia acailou a proposta da direcrao na
couformidade do qoe Ihe fr* proposlo peles Sr-.
Proal e Fradesso, e decidlo elevar sea capital a
l.l'i'Hl coiiloi de rs.
No da IK reunise no edificin da liol-a do Par*
a assemblea geral da rompanhia lu-o-Brasileira,
sendo-lhe preienlo o relatorin da commiwae curar
regada do exame das mutas da direer*, o qaal la
unaninen approvadn pela assemblea.'
Parece que em breves di-s ra para o Algirve
eugenheiro civil, cm serv.ro no ministerio da obras
publicai. Mr. Carlos Bonnel, a continuar a saa raem-
imssAo de esludos geologros e chorographkos qna de
ha mullo se cucelaram naqoella provincia.
Solemnisou-se no dia lli 1I0 mez passado anni-
versariu n.ilaliriu.le el-rei D. Pedro T. O bel ja-
mao estere muilo concorrido.
O Ihealro de D. Mara dea a primeira repraaan-
liran de ura drama du Sr. Mendos Leal, intitulado
Miramnr, a que ass.slio a corte.
O iliealiu de San Carlos Tez a sui abertura com n
(asedio di Lefia ; o da rus dos C'indes oflarrtrt
espectculo gratuito ; o producto da recita d* de H.
remando f,,i ap. lira lo pela sua direcrao am bene-
ficio das casas de asvln de infancia 'desvalida ; *
Ihealro do Cxmnasio tamben) deu oessa noite aau
a retirar se, caba peraole urna maioria hostil, pe-
ranle o parlamenlo ; e o re para obedecer s pra-
ticas couslilucionaes, devia iuevilavelmenle chamar
ao poder a oppusicu vicloriusa. Ora, esla oppposi-
to era dirigida pelo conde de Thuinar. Em rez de
fornecer a esle occasiao de um Iriumpho parlamen-
tar que o appruximaria da occupar.io do poder, o
ministerio prefera 11,11 empeuli ir--e u'uma discus-
sao de exilo duvulo-o, visto que o rei rucosava fa-
zer nova 11nme.ic.io de pares, e a|iroveitava para re-
lirar-se o pretexto desta dissdencia com a coroa.
Esla lula, adiada ha mezes, vai rciiovar-se lias
eleires.
Alo o desenlace dc-la crise, loda a questao po-
0 nu'so augusto amo faria sobre semelhantrs pre'.en- lilica el suspensa : e a siluacu do miuiaterio ac-
roes. S. M. deseja conservar a esperanca de que ellas | lual. presidido pelo marquez de Loulr, acha-se ne-
nao setau poslas em pratica. Conserva lano mais cessariamente provisoria e precaria. ..
esla esperanca, quanlo ella he boje a dotitriua que
os estados que se enllocara a frente da cinlisae.io, e
nnde os principios de liherdade poliiiea bao recebi-
do o sea maior deseiivolvimenlo, nunca cessaram de
Assim he; einpenliadns na conquista da opiuiao,
os partidos ralo se d3o tregoas. A pruximidade do
assalto exall.. o fervor dos sitiantes. A doutrina elei-
, tnral j.i apparentcmente placida, j troveiaudo im-
conreatar, como a sua propria confiss.io de fe, 11 punto plarave no ardor da polmica, he u Ihcra de todos
de ler procurado applica-la as mesmas paragens, os das c de ludas as horas. A impreus improvisa
era que as nrcuinslaiicias s o permilliain por urna pariodicos ; a dncussiio localis,,-se cada vez raais
inlerprelacao Toreada ...o Imperador quer viver em I Iransparccein as candidaturas: adevinhi-se sem
boa nilelligcntia com todos os governos. SM.julga'grande esforco por entra o ra.rlhar da torrente a
que o melhor meio para este lim he nao diaairaatar [ rede dos sufiragios,
o seu pensamenlo era ueuhura.i das quesles, que se
ligara ao direilo publico europeu. (1 complexo da-
qnelles que, durante longos annos, bao sustentado
cornnosco os principios, aos qoaes a Europa devia | do seu futuro
E ludo islo se justifica porque o paiz tem a cons-
ciancia da sua pnsico e 01 partidos ronhecem que
o xito da refrega impurta nada menos que a den-,10
mais de um quarlo de seculo de paz, ja nao existe
na sua anliga integridade.
" A vnntade do nosso augusta amo he permane-
cer eslranho a este retallada. As cireumstanciai nos
restituirn) a plena liherdade d n nossas acre--. (I
Publii'ou-se o dcrreln de eonvocacjte dos collclos
cleiluraes para a eleic.io geral dus depuladus. A
reuniao das assemblas primarias he uu dia !l de 110-
veral.ro e o apuramenln na cabera do circulo elei-
"oral, no di.i lli do mesmo mez. As commissci de
. 1 .- ------. -""., uu si,., tu 00 iiir-iui, 11 ez. ,\s C.lllllllis.oei ele
imperador esla decidid.. consagrar de prelereucia recenseamento, reunem-se no dia _>7 do crente
a sua solieitude ao bem lar dos seus subditos, e a 1 para proceder.m divisao dos consol ,. ou han ...
lernos do paiz urna arlividade que seria desviada
nu exterior, quando os inieresses positivos da Bussia
o exigissem absolutamente.
tam postos em harmona enm a nnvissima divis
lerrif
0 passeio publico foi Iluminado a gaz por ennla
do municipio, sendo a entrada franca e gratuita, eoa-
lim, a illinnniir.io fui quasi geral.
Neste dia os caixas do contrato do tabaco manda
rara repartir pelos pobres do asxlo de mcndiridade
um jantar.
Luirararn para aqoelle pin estabeleriman' '
brea, ein cominemoraeiio do nomern do ao tic
S. M. completen.
Tambera no dia 16 inaugurou el-rei a soa *~ ola
de inslrucr.H. primaria junln ao pam das Nrre-i-
dade*.
Ha dia 1S pelas qualrn horas da tarde Imuve ama
parada no Campo ".rande. onde se acharara lodos ns
corpos da guarnir,10.
S. M. arompanhado pelos infantes teas irisaras.
passou revista a passo, drpnii retiroa-se para > lam-
po Pequeo, onde rerebeu a continencia.
No da J lveram logar oe oflirias e oraniea fa-
nebres por alma de I). Pedro IV. na igre/a de S.
v cente de Fora. Assislirama cslasnleiunida.l**l~in.
acorte, o carpo diplomtico,a oflirialidade dn rxer-
citu e certo numero de praras de pret de lodos corpos da guarnicao. Todas as fortalezas e navios
de uerra deram os signaes fnebres do sstvlo. t
lveram fechadas as reparlirrics e tribonaes, a as ar-
mas em funeral.
Terminados os oflicios religiosos, vi-ilaraen moi.
los dus assislcnlcs n uuvu jaziga real onde se ada o
tmulo do imperadnr. Ah se deploro.1 maia ama
vez a fatalidade qoe 1 ... rodo corloa a vida d* nu, ni
ta.i esforzadamente a' dedir.ira a caos: da liherdade.
S. M. I. a imperalriz viuva mandnu am de nal 1..
ao a-vlo de meudicidade, e outro igual aos de infan-
cia desvallida de Lisboa.
S. A. o infanlc D. I.niz offerecea aa Sr. Cerland
urna civa de ouro rravejada de l.rilhaiit*., por e-le
Ihe haver leito prsenle dn biate Vrenin qna na Re-
gata de Paco d'Arcos tinha levado a palma aos de-
is competidores tai viudo elle momo de pie-
|iic a Turqua rol-
instinrlns, do
que pelas suas necesidades de cuininercio, he mui
naos Welliiiglao c Cressy, e das Ira- i locattB un exercito as fronleiras de Montenegro, e favoravel aos planos do Viee-rei, e toda a Europa
unuus, Airogan e I ribune, al.m de .. r..mpimenlo de una guerra abena fui ale agora contineolal lera as raeMnas-xmiiatliias ; mas a In-
1 iiioui.in.io artilbana de grotso ca- intiibido pela diplomacia, mas nao podera' ser re- | glalerra cheia de loucos lenures para com ai suas
A F'ran.-i Bconipaoha a Inglaterra par pama e
he por lamo aaenaado dizer que 1.. manda a sila es-
quadra pelos iiie-rans motivos, al [cralo bem para
que a Inglaterra, apruveilaiido ; j, ve/es do ent-
jala nao va raais l.mge dn que deseja 11 imperador Na-
pnleo. lie o almirante i'rrhniiarl, que cnminanda-
r,i a esi|iiadia Irjuce/a, que a esta hora lera prova-
lido por mais lempo, se a diplomacia nau aplalnar
as difleret.ras existentes.
P.1SS.1111..S para a stima questao, as dilleieneas
entre u gabioela de Copauhigue .le .un lado, i
gabiueles de \ n'iiiij e Itetlin du nutro I ido pin rau-
sa .las diimuinii du llolslein e Laneinhiirgn. Ja
fallamos das notas que a r-.o respeitu dirigiraiu os
urna empreza, da qual todava ella deveria reco-
llier os primnos frnrlos, ,. u ,el| cotiiportamenln he
um deamenlido que ella .1. .. duulriiijs de liher-
dade eoiniileri l3l, de que ella ptelende -et 11 apos-
tlo.
I'aes s.o em mui poltras palami as ruraplicaees
gabioateida Vienna cdeBerliuao da Copenhague. I qua a diplomacia creara uestes allimos lemp
macarrn 1 a
sol, rema como -enhora absoluta as oai da a-
ples, e faz tremer .liante de si a.burc.e/ia. I u lo
isla he Inste, burlesco, odioso, e este hila paiz, tao
fivoreeido do roo, parece ser volad, a degra-
daran.
Nada ha mais natural que a Eurapi viliaada ..
revolle ronlia-euiellime astado de ...isas; .- se
romprelieudr que os governos mala esclarecidos
tem un acreditado que he do seu deve' econselhar
a el-rei de aples utua puliiica inelhuie mais liu-
Podei i.linos abrigar o
nosso silencio s|, s ,m_ j lor lade adminirtraliv in.iimbia dar as pron lenrias
pres-ao desla lembranc.11, mas Ojo acreditamos que necessarias para lielm.nle se ol.-ervarem todas a
-.e.nelliaule rompor amento perlenca a urna poten- \ ,l,.psic,.es do decret. eleiloral de
ra, a que a ptovidenr.a assignou na Europa.....,:,r : de 1852, assirn rnmo para ser rl mmenle ma,.....
q.11 a nussia oceupa. ; a ii^,,,.,,^ ,,, c|ej|ur*a : que por eaaMaaneoria
" Esta desparl,,, prava que...... lagaslo amo, oeohuma eapane da violencia ou roacciu srl......e-
se enema nesle papel, quando jutgi do sen rada, era ,an,).s ron-enti.lo .. iw..... '
r proonnciar a sua npini.m. Acnalecera' 3 mea- qua o3o fonam n
usa d.....itrns ineins
s de pe uia< i 1, tem uenliun excesso
1 pnder 1 nen. nslenl.i.;..o de poder. Becomendava-se pot |,
ser ,.i,1 ., .. 1 1 '.------ rvi.ssia poner, nem os1e111.1e.10.1e poner, n llecnnieiidava-se pnr H111
,l,l.nria I. lre"' 0,"l^'r"' a dignidade ans cheles dos dislriclos que li/es-ern mmed.al,-
do imperador uaode.x.r Ignorar u seu pet.samenlu. i.ieut. constara ludas as \*SiMmmm
SStil a r-la soleumiilsd*.
Chegoo a Lisboa no vapui de Nanle- a lerineeza
< Aagli.11,1 ; e 110 vapor Madnd ino.,giir iMavrm-
" h\\fn';.su'c;-,rr0"l,IUr '" *==**" aSS-
S. M. el-rei 11. Padra \ nacadla a |i. Inuva
dn uvrndi, ,..s|.....P II*,,,,!,, tm iv, -
aria cruz da ..dem uiil.lai de N s. J>u. I MiV.
uto ver., das unl.r.a, da lie-paulia, a St .....1
larevrmaula rr maolilnida pm nava vwba.
deve
xador.
BeccbeQ el-rei, uu dia .', ptlu me,., j,... +, ,.j|j.
MUTC
ILEGIVEL


' ;B'Q V-SfBBtO QUARTA FrIRA 29 H OUTBRO
o,. das Necesidades, o capilao Bro.idhead, coronian- i rcrer sobre a viahiliJade dn uminlM, o apresenlara, palacios, amulo cu havia reunido lodo o que a artei quclles principios o lirerain com perfeila e cumule-
alante da Batallo uaval britnica surta no lejo ; a-1 adiando o rnmiuho ein eladu de se viajar com se-
im cerno o eapiao kev. da nao Sans l'areit e man goranfa. Por derrelo de 11 he permillida c aulori-
ufticiaes perlenceules aos vasos de%uerra, iiaglezcs, | nda a abertura do ferren-rarril al ao Carrenlo.
surtos nesle porto. Na mesma ocrasiau foram igual'
mente apieseolados a el-rei I). Femando pelo mi-
nistro britnico, Mr. Ilowiird.
A imprensa das provincia e da capital chocalhei-
ra, como a imprensa de todo o mundo, lodos os
das nos di noticias acerca da irmSa do infeliz Car-
los Alberto, o priucea de Monllear. A piedma
princeza veio o anno passado ao Porto, c all no si-
lio da (orre da Marca, onde se finara o rei de Sarde-
nlia, mandn edificar urna capella. Como a despe-
za da obra excedesae aos meios pecuniarios que (ma-
sera comsigo, empenhou no bazar osseus diamaules,
para que a obra Uto paraste. Vottoa este auno
aquella cidnde para ver a sna capella que esta' qua-
si concluida ; resgotou as suas joias, deixoo mais
iim cont de reis para qoe se termine a edificaran, e
trouxe de prsenle aos filhosdo visconde da l'riii.ia-
do alguns mimos de valor, e ao conselheiro secre-
I ario do governo civil Jos l.oiirenco 1'inlo, una cai-
xa de ouro para rap. Do l'.irlo |iarliopara Lisboa,
incgnita, por Ierra e a ravall", smenle com urna
aia a um guia, i'aiece que S. A. viera a' capital pa-
ra mandar fazer alguma- escolplurat para loa capel-
la, e queja' as eucominendara ao professor Ateb
e director da academia da bellas-arles, desejando
tanibein ter algama obra du cinzel doJSr. Baslos,no-
vo lente desla academia.
13
A posicno dos partidos vai-sc complicando cada
vez mais. O ministerio parece querer dispensa-Ios
a lodos, adopta urna imparcialidade poltica, que d
muilo que pensar aos praxislas do systema repiesen-
lalivo. (overnar sem espirito partidario, dizem al-
cuna, significa a ausencia de pensamento, ou a pre-
tcnco de querer assuinir urna dictadura, refundin-
dn a aeco dos partidos. Sera rigorosamente consti-
tucional esta situabas) 1 Ser embora, mas nem por
isso deixa de ser extraordinaria. O que be um fado
he que o actual gabinete ora .sien le a ailo de ami-
go aos que foram seus adversarios, ara inanifesla a
sna benevolencia aos que aiuda ha pouc\crani cama-
radas seus no parlamento. A isempcAo efcTloral pro-
clamada ein portaras e circulares, documentos esses
de grande moralidade, silo por oulra parle contraria-
dos pelas autoridades administrativas, que n'oulras
circulares apresenlam a antilhese da boa doutrina
do ministerio, e que a inexoravel critica das parcia-
lidades polticas nao duvida qualificar de escndalos.
Anda honlero a Imprenta e l*ei puhlicou um des-
tes documentos. He a maior circular rnuiideiidiul
do covernador civil de lraganra, Custodio Itabcllo
de Carvalbo, as administradores do cuuselhu de seu
districto, que prova que as autoridades admiiiislrali-
vas, nao interpretan, segundo as declaradasiu(enc.oes
do governo nesla lula do siitTragin popular, o espiri -
Indas reiteradas recoromeiidaqes que Ibes lem sido
feilai. Na minha de 9 disse-lbe qu-ies eram os can-
didato indigilados pelo centro eleitoral regenerador
para os circuios 27 e 28 de Lisboa. A lisia do se-
gundo circulo lem desagradado geralmeule e he mui-
lo combatida.
O centro eleitoral progressisla 'dUsidenle ou his-
trico, reunio-se no da 8 com o lim de concordar
nos roeios pralicos de fazer o apurarocnlo dos candi-
datos a deputados por Lisboa.
0 centro, depois de urna larga discusso, diz o
I'ortuguez da 9, resolven que a lista dos candidatos
fosse apurada n'uma grande reunan, a qu fossem
convidados lodos os eleilores progressisla*, que e-lao
de accordo com as ideas do seu manifest de .1 dese-
tcmbro.ii
Parece que a reunan foi numerosa, e que se dis-
cutir largamente a ncressidade de separar-se do go-
verno. porqoaulo o gabinete guerreia parte dos can-
didatos que suppunha proposlos pelo centro dissideu-
le. Dizem que houve roesans quem propozesse que
de*'de logse fzesse lenaz oppnsirao ao ininisleiio.
O ex-depatado lloltremnu alvilrou h'uin caloroso
discurso a coalisao com o* partido* cahralisla e rea-
lista, .ilude que foi aceito ale ccrlo panto, mas de-
pois resellado. Accresceula-se que a tajaSo acabara
sem se lomar um accordo definitivo.
O Sr. A. Ilcrculano, dizem que orou cloqoenle-
inente, mas que nao deseen das alturas dos princi-
pios conslilucionaes, e das generalidades reprsenla-
Uvas a quesiao dos meio< pralicos. Eniquanlo a es-
ta parle, que sem duvida era a principal, pooco ou
nada disse. Eolrclanto, o org.lo dis*idcnle, o l'or-
luf/ue:, continua a mostrar que tem intimas n-l.i -
res rom n enverno, e de-las particularidades nada
esireve, nem Ha pouco nenhum dos oulros jornaes.
t) liv.lvi ilti; Provincias, jornal que se dizia da si
luae.lo, se he qoe afgana jornal a pode ser, inler-
rnmpeu a sua publicacao. \'isivelmente ha um des-
vairamento na opimo. Pelas provincias anda
maior ; porque lodos e-l*s pequeos aeonlecimentos,
esla cunlradiccn de portaras e circulares, esta mas-
cara do jornalismn, as participar/es confi.lenciacs,
tuilo faz com que ninguem |iossa dizer que sabe o que
qoer.
Cousla que Mr. Lucott transferir ao Sr. A. Prosl
a conctssAo do caminho de ferro de Cintra e doccas.
He o sistema Lucolte ; nao admirou portauto que
sublocasse a oulrem a concessao que ublivera do go-
verno pnrlaguez para a conslrucrao daquelle cami-
nho.
Ellerlivamenlc a companhia o Bonanra e I'niao
comraercial a visla do contrato de ce-sao feiio pela
direcrSo desta companhia com os Srs. A. Prosl e
Kradesso da Silvcira, tleliberaram fundir-sn n'uma
nova sociedade, denominada ile Creitito-movcl a
qual ae deve encarregar de seguros terrestres e ma-
rtimos e descoulos, sendo estas duas parles inteira-
meule dislinctas, mas geridas por urna a direc^ao.
O capital decdio-se qe fosse elevado a it.ttOOconlos.
Entretanto os novot estatutos anda nao subiram a
sancrAo do goveruo.
Escreve a Cei/i'safo qoe o Sr. Prost anounriara
em Pars que eslava de poste da companhia a I'niao
cominera,il," a qual mascarou illicilamente com o
Ululo .le n Soeiedade de crdito movel privilegiada
em Portugal, depois de ter passado pelo dosaire das
ledras a cero dias nao descontadas.
.Vis jornaes appareceu um annunrio convidando
os accionistas da companhia ci Unan commercial, a
declarar o numero de acres com que querem
subscrever para a nova soeiedade de Credilo-movel
que ha de substituir a UniAn commercial, nos li-
mites do contrato. Entreunto, perguulatn os jornaes
qual he a promessa uovernaliva que autoris.i um tal
annnncio '.' Em que Ici se fondam as pretenres
dos fundadores da nova soeiedade'.' e qual he a'or-
ganisa^ao dessa nova soeiedade
O Jornal do Commercin publicou ha dias um
artigo eitraclado de alguns jornaes de Madrid,
em qoe se referen) de um modo pooco favoravel
para o Sr. Prosl alguns fados relalivos fundacao
la soeiedade geral de crdito liespaohola.
A liciolunio escrevea um desles dias o seguinle
a respeiln da viuda do Sr. Prosl:
Vero talvcz lomar conta daquelle o Credilo-mo-
vel privilegiado qoe possoe em Portugal, segundo
alie allirmava nos annuncios que inserio nos jornaes
de Paris, on intentar a fundaran de sociedades que
nao comprometlain a responsabilidade dos seus asso-
ciadoa de Franra, como fez em llespanlia, conforme
assevera no seu merooravel relalorio.
Fatla-se lambem em que este capitalista sa dispc
a Iralar com o enverno o projectado empreslimo de
1,00 coutos. Comlodo a imprensa avisa o ministro
da fazeuda, que nao commetta a leviandade de con-
liar-se oulra vez u'um banqueiro a cujas leltras fo-
lam recusadas em Pars por vinle eslahclecimentos
de crdito.
O prero da prata rubio consideravclmente uestes
ulmnos dias no mercado de Lisboa, obstando a qoe
o metal allua casa da moeda para que a cunha-
gem continu. O cambio do ouro subi, e tende pa-
ra maior sabida.
Ilealisou o Banco merraulil do Porlo o primeiro
leilae das apolires de 'i por cenlo. O capital daquel-
le banco he de 2,000 conloa, formado de 1,500 acres
de "'V) rs. cada urna, e mais .(00 conlos em jpoli-
re o joro de 4 por cento ao anuo sobre cap-
la lico ao das acres. Secundo a reaoloc3o da
assein. lea geral, a pnmeira embalo deve ser de 700
conloa de acres sociaes e 300 conlos de a plices de
qualro por cenlo.
A companhia das acoas j lem, segundo dizem,
(oilo o seu capital subscripto, e anda 200 eonl.is a
mais.
Dizem do Porlo, que a assemblca geral da compa-
nhia l.wo llrasiteira se reunir no dia 1H no edifi-
cio da Bolsa, seodo-lhe prsenle o relalorio da coin-
ini'-ao encarregada do exame das contas da dn eccm,
o qoal foi unnimemente approvado pela assem-
blea.
Appareceu urna proposlaem Lisboa do engenheiro
inglez Tilomas Kumball, que lem causado certa in-
dignarlo publica. Prope-se Mr. Itomball a eslalie-
lecer lias margeos do Tejo, ein Lisboa, urna grande
labrica de undic.io, couslriicrau e conccrios de ma-
chinas e caldeiras para barcos a vapor, assim como
um eslaleiro para con-li ucea > e rnuccrlos de vapo-
res e oulros barcos, com a coudirao de se llie conce-
der a admissao livre de direilns, por esparo de tres
annos, de lodo o material, machinismu a ferramcu-
las precisas para sorvico da fabrica ; a entrada lam-
bem livre de direilos pelo mesmo lempo para lodos
os objeclos precisos a conslrucrao e concerlos dos
navios ale ao valor de t.'> mil libras, e a isenro do
imposlo indii'liial dura ule cien anuos.
O marque/ de l.oul uoineuo orna couiinissao com-
posta do govemador civil de Lisba. do Si. Jote Vic-
torino Damazio, director do Insoluto iudostrial, c
do Sr. Joaqmm Joc lionralves de Mallos Correia
liara proceder a um iuqoerilo so|ire sata ohierlo,
aliiu de se habilitar a inlorinar se as fabricas exis-
tentes se arhaiu ou nao nas rircuinslancias de elec-
tuar os Irabalhos a que o mesmo preponenlc se re-
fere. Diz paite da imprensa peridica, c diz hem :
nao hasta saber se as fabricas eilsteotea oslao nas
rircumslanrias de cffectunras obras que o Sr. Itiiui-
ball se prope eflecluar. He necessanu saber se as
eflcclnariam, concedcudo-se-lhcs a iseurao que se
rnucede ao preponeiile.
t) privilegio como elle se aprsenla, repugna, pois
quer dizer que por essa conces'an se iriam matar
miiilas industrias creadas, que nio poderiam compe-
tr com a companhia privilegiada. O que aqu ae
pensa geralmeule be que o governo nao andn bem
em nomear a commissao de inqueritn ; mas que de-
via dar oulro curso ao negocio moilu diverso dcsle.
t) labricante Collares, coja fabrica bavia sido de-
vorada pelas chammas o anuo passado, e que hoje
se a.-li i reedificada a cusa de inuilo* sacrificios, pro-
le-lou contra > proposla Itiimhall. adduzindo ra-
zoes de muilo peso, c qoe causarain haslante srn-
aarao.
Parere que redo se abrir circnlac/m publica o
caminho da ferro de leste. Consta que no dia S do
correle a commissao eocarregada de dar o sen pa-
O barao de Monle Pedral Jos Baptuta da Silva
Lopes, inspector geral do arsenal doexerrilu, foi a-
graciado com a giAo-cruz da ordem militar de San
lem de mais eiqaisHo, e de mais primoroso ; ludo
o que os paizes eslrangeirns tem de mais precioso ;
d'aquellea ricos movis He Um raro go-io, aquelle*
inagnilirns apstalos lio exquisitamente adornados ;
d'aquelle numeroso cortejo, d'aquelli sumpluosa
equipagem que lauta hniira le fi/.ia. que le resla
la leal I.ule e boa fe. e com a inteurao sincera d'ap-
plira-los em lodas as circomslancias.
o Paritorio desle principio, devenios suppr que
est nas inlenri.es de lodas as potencias, que loma-
rain parte na nllima guerra, como o est no pen inenlo do imperador, nosso augusto amo, qoe a pal
-------------i a-a------i .......- ....... ........ .,...- .. ......,! ...... .... niiiiimnui, uvm uw,w----- ..., ^^0 .. t,,,
Bento de Aviz, por occasiao dos annns d el rei. O mortal, no leilo da morir? .Nada;a Dflo ser um Iris- geral soja o pnnln de partida estavel do reslabele. i-
lt.r..ln m ..i., li.ili. nn n!n.,.'.. A. ...... I. 1...-...^-. ._-__ ....... 1 -. .....
decrelo voin boje no Diario d Corerno.
A merc de BTflo-croi de Clirisia concedida ao mi-
nistro hespanhol I). Fernando Corradi, sabio lam-
bem no Diario de boje.
(I primeiro nlrlcial da secretaria do conselhn ul-
tramarino, J jsc .Virci-n F'erreira l'assos. foi Hornea-
do secretario geral do governo da provincia de An-
gola.
Emquantn ao cholera, n porto esl declarado limpn
pelo eonselho de sade. Val desapparecendo das pro-
vincias felizmente. A ebre amarella, :que lano as-
autlou o Porto, e que all fez algamai viclnnas, lani-
betn ja desapparereu.
FUNDOS PBLICOS,
de (! a 11 de nulubro de I v.i..
Inscripees de .t por cenlo de as-
senlamento, rom juro desde o I de
jullio delSVi........i;, |,i_i(; |,i
Coupons enm juro desde o I de
jolho de 1S.'(i.........">__\'t -u',.
Divida differida enm juro do I" de
Janeiro de IKV.
.,.-- (do Banco de Porlugal.
" ""( do Porto. .
a*23
9S9:>fKb
2.W:-2i(|5
IIESPANHA.
lAlr.anc'.
Chegam a 8 as fallas de Madrid.
I'areee que em breve scriam apresentadas impor-
tantes medidas iinanceras.
No dia & as 5 horas da tarde eliegot a Madrid,
procedente de Paris o general Narvaez, duque de
Valencia.
A resolui;ao do governo em relacao aos bous da
rainha mi, foi communicada as autoridades pela
seguinle maneira :
O governo de S. M. resolven etn eonselho de
ministros que cessa a deieneao dos bens portencenlcs
rainha mai, D. Mara Chrisiina de Bourbon
A rainha mandn entregar n [a\nr dos estabclcri-
mentos de beneficencia a quanlia de 20 mil rea-
les, por oreasiao do anniversario de son real es-
poso.
As noticias de Munich rcrebidas em Madrid
annunciam grandes preparativos para a reccpjao
SS. AA. o principe Adalberlo de Davicra, c sua
esposaainfanial). Amala,cujava;em foi interrum-
pida em Paris,pela indisposicao de satide desta ul-
tima.
O infante D. francisco de Paula linha sabido de
S. IdeIfTonso para Aranjuez, onde reside prcsoule-
memc.e a infama D.JJosepha bavia recebido ordem,
segundo parece, designando-se-lhe a cidade de S.
Sebastiao, para sua residencia.
Tinha chegado a capital o Sr. D. Manoel Bel-
Irao do Ltz. A a poca, declarando nao ser exa-
cta a transferencia do Sr.Coelho da legaro da Tur-
qua para a de Porlugal, diz que todos os dias ga-
nha mais probabilidade a nomeacao do Sr. D.
Manoel Fernandos de Castro para oceupar o de mi-
nistro de Hcspanha em Lisboa.
Em quanlo a tianquillidadc de que goza o reino
visinbo, escreve a a Gazeta de 6 :
O socego absoluto que desfructa a na^Jo
c a completa seguranca que nao ha de al
lerar-se.fa zem desuecessaria a publicacao na (ia-
zeta dos despachos que os governadores communi-
cam diariamente ao ministerio do reino, sobre o es-
tado de iranquilliiiade das provincias ; he esle o
motivo de omissao que tem esiranhado alguns
peridicos.
Diz-se que apparecer brevemente urna portara
do ministerio do fomento rotativa asrdeos religio-
sas, e oulra do ministerio da fazenda, tratando das
elcicoes miiiicip.i.>.
O ministro.la fazenda.diz a-\,icion,va querel-
lar em Bruxellas da caria incuria na a Independen-
ce Belge, que attribuio a sna nomeacao a terse
prestado a fazer um adianUmcnto a corle ; c nao
ho duvidoso que oblenha juslica, vislo que as quan-
tias a.lian indas a S. M. para orcorrer a despezas das
nupcias da infanta I). Amalia, foram entregues
em virtudo de ordens do antecessor do actual minis-
tro da fazenda.
Las Cortes escreve no dia 6 !
o Carecein de fundamento os rumores Jo orieo
minestcrial que correram durante a noite passada
em alguns circuios polticos.
Foi expedida pelo ministerio de fomento e ul-
tramar urna portara, dispondo que de futuro nao
possam as autoridades, lamo judiciaes, como go-
vernativas declarar como pontos para degredo ou
deportacao, por motivos polticos, as ilhas Filippi-
nas e as Antilbas, excepto as ilha .Mananta-.
Em consequencia do ultimo aconiecimento que
leve lugar na lnha do caminho de ferro de Madrid
a Albacete, foi imposta urna multa de 1,000 rea-
les a empreza dos catniohosde ferro. Esta multa,
hejo mximum que os regulamenlcs permitiera.
Diz um peridico de Madrid queS. M. a rai-
nha de Hcspanha approvra o projeclo apresentado
lelos Srs. Carlos Marca de Castro, inspector do dis-
tricto, e Jos Barco, engenheiro em chefe da se-
gunda classe, para a constrticQo de um caminbo de
ferro de Merida a fronteira de Porlugal.
Publcou-se naquella capital o primeiro numero
de un jemal escripto era francez, que se intitula
La l'eninsule, journal des intcrr'ts d'Espagne
el Portugal. He evidente que os dous paizes vao
de dia em dia estrellando mutuas rela^es que
devem de futuro redundar cm prosperidade de am-
bas cites.
FUNDOS PBLICOS.
Praca de Madrid em 7 as 3 horas da tarde.
Ttulos de 3 por cento consolidado 3075
dem de 3 por cento diferido 2i 80.
Acces do Banco de Hespanha 123.r>0 p.
/..
le e horroroso sepulcro, e una eternidade de fugo,
porque em quanlo vivo urna si> vez nio sariasle a
fome do infeliz, nao soceomaU a viuva que le pe-
dia um pao ; nAo pralira-le urna ?" obra de cari-
dade.
Tu nao encontrar! no leilo da morte sean dores
e agona-, porque jamis qnizeslfl ler a pin ase de
fogo que lodos os dias ante leus olhos se npreseula-
vaCAHIDADK.
Na uiorle lodos se igiialam, quer sej um nobre,
qoer um peo.
De que serve a aquello homcm que all jaz no lei-
lo da morle a sua vaidade de oulr'ora a sua ambi-
rao e a sua delicadeza".' De nada ; ellas eipiraram
com elle ; a sua unir heraoca be a podriJilo e os
vermes.
De que val aqucllp poderoso nionarcha o ler do-
minado em nina paite do universo ; ler sido o ter-
ror dos seus inimigos ; o ter sido, segundo a liugua-
gem do propliela. romo que nina diviudade do mun-
do '.' Divimiadc falsa, vos sois morlal, e vos morre-
reis com effeito, como o nieuur dos voseos vassalos.
teme-seo pensamento da morle, porque se le-
mem os cffeitos que produz necessariainenle este
sauriavel peuramento. Se cuidas menle na morte, nHo seriamos lao mundanos, t.i.
dissolulos. (1 pensamento da morle terua-uos mais
sabios, porem mis anda au queremos ser mellior.
lie o pensamento que jamis devenios tirar da
imaginarao, he o pensamento por excellencia, a-
quelle que nos diz o qoe be a morle, e que no-la
aprsenla com seu rorlejo de p. Ierra rinza e nada!
Une he a vida pcranle a morte'.' .Nada !!
Foram aprehendidos nn dia 21 do rorrenle,
pelo Sr. capitn delegado do Rio Formoso, Francia-
co Aiilonio de Carvalho, Ires africanos bmaes que,
lelos interrogatorios e mais circunstancias nelles
observadas,revelam ser dos ltimamente importados
na barra de Serinhaem.
Tem boje lugar no palacete da ra da Praia,
a sess.lo de cncerramenlo, por e*te anuo, dos Iraba-
lhos da soeiedade Knsaio l'llofophico. Esta soeie-
dade fundada ha Ires ou qualro annos por esludan-
les de preparatorios, boje conla em seu seio jovens
esperaurosos da l-'aruldaHe de Direilo. Brilhantes
e illiislradas sesgues teem all lido lugar. I masocie-
daile com lilis como o desla, he de minia ulilidade
a aquellos que em breve devem oceupar a tribuna
brasiieira.
Ate' amanada.
ment de rclaces bascadas sobre o respeilo do
reilo e da Independencia dos governos.
o Itealisou-se esta esperniica *.' Keslabcleccu-se o
eslado das relaeea intcriiariiinai's ?
ii Sem entrar nos pormenor,-a minuciosos d'algu-
mas quesloes secundarias, estamos obrigados a dizer
com seutiuieiilo, que existein nos pai/.es que l'onnam
parle da eramte familia europea, e aomle n'uin n.io
-
claes abi loinam extrema aelividade e I
em Indas as mercaduras a' eveepcao
raos e das familiar, ,\ siluacao dos tacfdos euro-
peos parece mclborar rom a iniidanra de estarlo ;
as qurhras sao menos numerosas nesle ramo de "im-
puriarao ; as entradas sao emlim menos ronsidera-
veis, e as casas que poderam resistir a esta tonga ca-
xisle todava "o estado 'regular.' e n'uulro acha-se Imiropho poderlo, ae Mo tirar desforra, ao nonos
una alia gen) de me aprsenla! a minha mulher, com quanlo
dos cereaes I me adiaste em IMinda :
ameaeado de ver-se compromellido
o Iteferimo-nos Creca e ao reino de aples.
i A ocrupar,ao do territorio helnico por orna Ier-
ra eslrangeira contra a volitado do soberano e con-
extrahir sem perda seu immeuso provimenlo.
Apezar da rude concurrencia que as companhia
iuglc/a e americana fazein a' linha franceza do Ha
vre, esla goza anda do favor publico, e o llarrelona
Ira o senlimciitn da narao, penleu hoje toda a razan parti ha dous dias com um carregamenlo completo
de existencia. Motivos polHicos poderiam explicar i de mercadorias. e bum iiuinero de passageiros. O
at eerlo ponto a violencia everrula enm o soliera- Camliraia e o l'aXlnn fizeram-se todava 80 mar no
no do paiz. mismo da e ..' mesma hora. Islo he para induzir a
o Secessidades dj guerra mais na menos demons- I soeiedade Cauthier A; Companhia a dnpliej quanln
Iradas poderiam invocar-fie para dar colorido a essa ( antes seu servico, o qual agora funcciona com mili
intracrao leila a autoridade do uircilo ; porm hoje i grandes inlcrvallos.
que nenhum desses motivos pinte j.i allcgar-se, pa-] o Annuncia-se o naufragio do vapor 'l'aij da linha
rece-nos impossivel justificar nu n il.onel da cquida-1 das Anilinas jiinln de ilha de Lpez. I alluin as <-,r-
de a presenra continua de urna lorca eslrangeira no cumstancias. ti vapor norteamericano r'loridfl pe-
solo da Grecia. | rcccu icualmenle sobre as cosas da Florida.
ir Por isso as primeiras palavras pronunciadas pe- Bul Paris e Londres havia muta falla de dinheiro;
lo nosso augusto amo, quando o resiabelccinicnln os respectivos bancos linhain elevado a laxa dodcs-
Qa)C embuste de ma'o gosto !
.Nao vedes Sr. Antonio de Sequeira que be islo
impossivel '.' nao vedes que seguro em minha rnns-
ciencia me siulo com urna torra extraordinaria, e
que al mesmo me nao posso explicar para me a-
presenlar altivo a viis, a vos mesmo senlior ; e que
vos alormeulado pelos remorsos de vossos delicloc,
udo supportarei a minha presenra
criiue pune oulro, mao neSiH-i.
A farada que .lolinei ter'v (trido n n,.> amj ,.
trador do engeiiho lalialinga, he falsa qaanlu a .^>.
soa, porque e.-e leva ferimenlo. aeaa o ...,.. |,
Jo-e .Nabo, rumador em perras da engeiihe Menei.
us queramos dizer na missiva pastada, na*
O que sobre o pesmal de que e rump* o. jaira- r
paz, e nunca dos junes, fui lai de aaasa su' Na-
gua.
i velbo ib- qoe Ihe fallei. que relalhava rara
HEPABTICAO DA POLICA.
Secretaria da polica de Pernambuco 2S de ou
lubro le ISii.
Illm. e Exra.Sr.Levo a conhccimenlo de V.
Exc.,quc dasdiITcrenles participa^es hoje recebidas
nesla repartico, consta que sederam as seguin-
les iiccurrencias:
Foram presos : pela subdelegara da freguezia do
Itecife, o marujo ioglcz Thomaz Shoppard, a reqoi-
-ic.io do respectivo cnsul, e Manoel da Cunba Mes-
quita, por desordem.
E pela subdelegada da frrguezia Jos Afogados,
Jos l-eliriano Barbosa, por furto de cavallo.
Dos guarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. con-
selheiro Sergio Tcixeira de Macedo, presidente da
provincia.U chafe de polica, l)r. I'olirarpo Lopes
de Leo.
otario bt #cmmih*i0.
da paz Ihe facilitn os meins de fazer nuvir a sua voz,
foram no seo conceilo claras e explcitas.
o Sem embargo, consideramos como um dever
Bono accrescenlar que os resultados nao correspon-
deram plenamente a nossa esperanra ; conservamos
a de nao permauecermos solados n'um terreno em
que o direilo e a ju-lica se acbam evidentemente do
lado da causa que sustentamos.
No dia 7 do passado, como eslava annanciado, le-
ve lugar ein Moscovv a coroarao do czar Alesandre.
Segundo as desrripees receidas n acto esleve es-
plendidissimu. O concurso de povo fui immeuso. Na-
cionaes e estrangeiros concorreran de todas as par-
les para assislir a lao bullanle e mageslosa sulem-
niriade.
O imperador cunredeu varias graras, n;1o smen-
le a individuos, senSo lainbnoi a povoares nleiras.
.Na Dinamarca dera o ministerio a sua demisso
por causa de divergencia de opinies acerca de me-
didas Iinanceras.
O Sr. Von Sebele foi aulorisado a formar um no-
vo gabinete, e Irabalba para esse lim.
Cnrria que o Sr. Andreas seria Horneado presiden-
te do eonselho e ministro dos negocios estrangeiros,
que o Sr. Tnger seria ministro da fazenda, que o
o mo a seis por cenlo para as ledras que nao ex. e-
dessem de sessenta dias de prazo, o que causava
graves inconvenientes a' classe commercianle.
Os consolidados ficaram cm Londres a 'J.i lii e os
fundos hrasileiros de 10:1 a tu.; I|2.
(o&ttpon*tntia$.
o A mulher lia um doce mv'tc-
ii rio, que tolos adoram sem o cn-
n uhecerem.
a Os olhos de urna mulher que
o chora seraeam perolas. Nada ha
o Ifio poderoso, como una mulher
ir chorando, o
( C. Baslos :
Sr. redactores.Lendo eu o seu couceiluadn
Diario de l'eriiainhuro de 2 do enrrente, dei
urna cniTespoudencia, soh a assigna
chara mulher D. Thereza Adelaida
valcanti, com qnem lomo a prole,
le, enlrarei nunca em publica d
pelos ilion- crois, e injustos inimigos.
- ^ ^ m ---------. -,------^-^^v I n> ni
l'ois bem : o Sr. A. de Sequeira, nao podera ne- I povo a :i2mi r. rada arroba. iiioiIa cea tryr
gar que anda depois e pela lereeira vez < -ii.rre-
me pelo romparecimento de minha mulher, para
o que requer, e prove lodo esse embaraco que elle
rriou com a mais desesperada, e formal inteiirao
de me desviar de seu einnnlro.
I ambem do mesmo modo nao podera' negar que
o Sr. promotor ecclcsiasiico avista das ra/Oes expen-
didas em iiifii requerimenlo, e de mais pro.a- com
jiisticH quereinlo que fossemos acareados para atsim
desapparecendo a sombra desse mv-ierin, viesse se
ronliecer a toda a luz a verdade nelle involla, re-
quareu que fosse deferida a minha rasoavel prelen- da emana passada ; a polica r a -ande pablara aa-
rao. Mas, en que nao linha coragem de me apre- da nllererem digno de menrap.
senlar a minha mulheri.....i requera! ao pas- <*s engenlins aeham-e rnnrii la a man* parle VI-
sadu que o Sr. A. da Sequeira a lodo o transe, e le, aproveitam para so sol qae vai om.ii-
por lodos os meios ao seo alcance sempre, e sempre uando.
me privava a manireslarao dessafraqueza. Nada mais diremos denla ve, porqae eslava**
lauto assim que aiuda dosa vez foi frustrado o muilo preocrup.id rom a> elru ...-. vamo.-ri ar
meu principal desojo, por que o Sr. A. de Sequeira ran.ando para oidor lamino ii- votialea para.....
por lulermedio de sen advugado o Sr. Dr. padre I/a-____________________________________
mveja dos nutras, e rom I..I aaasaana raima. q9r
sal.hado passado quiz relalhar a ajaialaia* pataca-,
lalvet o pi Ivpse da loa rnnrorreaae para n-a. par
qne roe disse a rhcirusa,que n. erU|~*.trlM g,^,.
de inlloencia rom os velhos rerunep-. n rrvli lia
que. se C uivria lora linha, nimia geme linha. Is-
nha.
A nosa foira anula da si^naes .Ir vida,
que ella em nada roncorir para a airela da
faz em .V S. dn O', de-la frc^ue/ia.
Ou genero* alimenticio- taananai me-sbiM
ras, amigo intima, e escandaloso acres-or do iuiz
Id hoc da cansa, o Sr. padre Manoel Thomaz de
Olveira, pode conseguir que este raleando aos pes
o que de Insto, e honeste bavia n,lo sii indefcrisse
a minha pelirao seno comeada propria promo
rao ludo islo he extraordinario ; o que mais ad-
mira he que deta sorle o Sr. Antonio de Siqueua
me impos-ibilitava a eu pr embarazos ao deacobri-
conhecido*e'r^ade CUn' "*"'* l",0e' ptrfeili"nc",e ncvolencia. eu me f.lir.io por tan dislinrta
lllm. Sr. renlm presante o diplomi r os .
latiitns rom que se dignmi i-ss* mu di-tineta. e
laneiiicrita associaruin O'in nierrial PinefamlL n >-
mcar-me -ocio honorarin, e grato a taita ha-
Com que cynica coragem nao se inverlam as ac-
I Mas isto mesmo me serve para qoe o ptlM
Aproveltando o en Iiumildes serviius pn desempenho de seus trdaca
Deste meu proposito uenhiima forra humana me
Sr. Sebele lica"ria miuistro dos ducados germnicos, I fara desviar, porque sobremaoera respeilo, e por
PAGINA AVULSA.
Cuidar na morle, sem mudar de coslumes, he
lmic.ii,i ; mas nao cuidar nella pelo receio de nos
vermos obrigados a reformara uossa vida, be im-
piedade.
O pensamento da morle he um remedio cflicaz
para indas as enormidades da alma. Nao ha pal
lio, que possa subsistir por mullo tempo vista
desle objeclo bem considerado. So a visla da sepul-
tura a enfraqoece ; e nada he mais poderoso para
exlioguir o seu fogo, do que as cinzas, que nella se
deseo brem.
(Queremos reprimir.os ardores, e impetos das nos-
sas palmes | (lucremos d'scobnr, e conhecer a sua
vaidade, a ma insaciabilidade, a sua l\ i.innia (i
pensameulo da morle he o nico raeio.
Quando se olha do leilo da inorte para as honras,
o para a mais brilhanle fortuna, a ambirao e a co-
bira perdem inteirameutc a sua forra. Aili as dis-
lincres inaiseminenles.as mais lisongeiras, as pros-
peridades as mais rcsplandecenles se morcham, e
perdem todo o seu esplendor. He all, emlim, que
se runhece bem loda a sua vaidade ; descobre-se
toda a illusfio, e o erro.
S o pensamento da morte produz a respeilo das
paixes, e quasi o mesmo, que ella propria. / t/fa
die, diz o prophela, peribunl omites cogilalions
eorum, Psalm. I Vi. Nesle ultimo da se desvanece-
rlo todos os ambiciosos projectos, lodos os vossos de-
signios, todas as esperauras lisongeras.
Durante a vida nao ha paixao, que nao estimule,
que uao encante, que nao prenda, que nao promet-
a urna nova feliculadc, um novo goslo. A morte
deslriic lodo este encanto. Nc*sc dia os laros nao
esperam que os dcsalem. cites se qoebram' por si
ni. II,H-. >,, la ii,nie ; ludo he desagradavel.
Na verdade, com que olhos se v do leilo da mor-
te. ludo o que foineutou a concupiscencia, ludo o i
que foi objerto da ao birao, e de lodas as paixis '
humanas'! Aquello lugar lao elevado, c que tanto
havia cuslado, perde hem depressa o seu pre{o, e
lodo o seu inerecimeiilo, quando o olliamos do leilo
da morle.
A magnificencia, o fausio, a sompluosidade. ludo
o que nos cegava duranlc a vida, perde eutao osen
plendor ; as sombras da morte ludo csrurecem,
a propna magostada real.
Pelo vapor Thamttr, entrado hnnlcm de Sou-
Ihainplon, com escala por Lisboa, Madeira, Teneri-
fe e S. Vicente, recebemos as carias de nossos corres-
pondentes de llambuir;o, Londres, Paris e Lisboa.
ii.ni.cnplas cm oulro lugar desle Diario, e lambem
vanas gazetai inglezas. franrezas c porluguezas, al-
canranilo aquellas a S do correle, c oslas a l.'l.
Toda a Europa lie,ira em paz, hem que em alguns
paizes os espirilos nao se acliem perfeilameulc cal-
mos.
Em Portugal o governo se lem collocadn cima
dos partidos, fazendo juslica a todos sem apoiar de-
cididamente a neuhuiii. Parece ser ee o pensar do
joven re o Sr. D. Pedro V, que faz o que pode para
ganhar popularidade, principalmente no exercilo,
pelo qual particularmente se inleressa.
O cholera linha desapparecido completamente de
Lisboa, e a diminuindo inuito nas provincias. Do
mesmo modo a febre amarella pode dizer-se quasi
exliiiela no Porto.
Na ilha Terceira houve nos dias 22 e 23 do passa-
do, um grande alboroto, oppondo-se o povo ao em-
barque de 30 muios de batatas que sabiam para a
ilha do l-'aval, parle requisilados pelo govemador
civil da llorla, e parle para especularan mercantil.
O govemador por meios hrandos prorurou acal-
mar o espirito', mas nada i-onseguindo, foi obliga-
de a ernpregar a forra armada.
Na ilha de S. Miguel houve (ambem no da :tt)ou-
Iraalhonvla aamalhanla ao da ilha Terreira.
Kis aqu como a .Va/'o remme a notiria desles
aeonlecimentos;
i Becebemos indicias da ilha Terceira, que alean-
ram a 2i do prximo passado. As noticias sao im-
prtanles.
Amanhaa publicaremos estas noticias que hojo
temos de resumir.
o Reinava a maior agitaro, bavia em loda a ilha
um levanlameolu popular ; ludo por causa da crise
alimenticia.
o O povo da villa da Praia levanlou-se para obs-
tar ao embarque de urna pouca de hlala.
ir I ma grande multidao do povo ros campos in-
vadi a cidade ue Angra.
ir O povo era capitaneado por urna mulher da fre-
guezia re S. Malbeus.
i Dingio-se a multidao ao govemador civil, exi-
gindo qoe prohibisse a exportarSo dos gneros ali-
menticios.
O covernador quiz apaziguar o tomutlo, dislr-
I.nimio dinheiro, e fallando disse-lhe, que as ordens
do governo permillindo a cxporlaco seriam cumpri-
das, mas que s se exportara o que nao lizcsse
falla.
ir O povo desmandou-se, asialtou os barcos que
estavam no porlo.
o A forra armada dispersou os ajuutameulos.
- Ma no da seguinle 2:1 renovarnm-je estes tu-
multos, mas liveram o mesmo resultado.
ir Como os nossos leilores vero amauhaa, a causa
dislo foi um manejo polilcn-eleiloral, o prelexlo, o
aliciente para o povo a crise alimenticia.
o De Pona Delgada temos carias do dia 30, e nes-
las se nos relatam fados quasi idnticos aos da Ter-
ceira. Em Villa I-1.in. a oppoz-se o povo ao em-
barque de cereaes, e na Kibcira < .raudo a que os
Irouxessem para Pona Delgada, o
Na carta de no-so correspondente vern os leilores
o que de mais particular ha occorrido naquelle
reino.
Em Hcspanha amnysloo o governo todos o emi-
grados e desterrados polticos, exceptuando somenle
os individuos que pertencem a fracran chamada
polaca.
A rainha trata de fazer-se popular no exercilo, e
ltimamente vestida de unifurme de capilao general
assislio s grandes manobras militares que tiveram
lugar em Madrid.
S. M. eslava acompanhada do rei, dos generaos.
O'Donnell, Dulce, Roa d'Olano, Concita e de um
numeroso e brilbantc eslado maior.
Depois disso deu a mesma soberana em seu pala-
cio um esplendido banquete ;i ollicialidade da guar-
nirn, representada pelo ministro da guerra, pelos
directores geraes das armas c todos os generaes da
siluarHo.
A caria do nosso carrespondenle relativa aos nc-
gecios daquelle reino lie asss minociosa e dispen-
sa-nos de dizer aqu mais.
A queslo de aples he a que presentemente
mais preoecupa a atlengao publica uao-soineute na
Italia sean lambem na Inglaterra I ranea. Alie
mauha e Kussia. Parece que em rirlodc .lo um
manifest publicado pelo governo russo em conse-
quenria da altilude quasi hostil que a Inglaterra l-
timamente tomara para com aquelle reino, esta' a
Europa dividida cm dous campos.
A Inglaterra, a branca e o Piemonle acham-sc de
um lado, a Kii'sia, a Prussia, a Austria e aples
de oulro. Como presentemente ninguem na Euro-
pa lem intere-sc ein inanler urna guerra, he mui
provavel que nao obstante todas as demonslrariies
Ieiia- telas potencias oceidentaes, ludo acabara pa-
cificamente.
A'Carlas de nossos correspondentes de Paris e
Londres orientar,!., sufiicieiilcmente os leilores so-
bre o que a esse respeilo se lem passado.
Como o primeiro desles nossos correspondenles
nao nos communicasse senao a parte do manifest
do czar relativa a questSo napolitana, julgamos a
proposito transcrever aqoi a outra parte que se re-
fere aos negocios da Gracia.
E;,-aqui como se exprime o governo rusao :
i (I tratado assigna lo ein Paris nu da 30 de mato
ultimo, para por termo a una lula, cujas propor-
c/ies atnearavam esteuder mais lodos os das, e cuj)
resoltado iiual nao poda calculara previsao huma-
na, foi rhamadn a reatabeleeer na Europa o estado
normal das relacocs internacionaes.
o As potencias rollgadas contra mis tinbain to-
mado por divisa o respeilo ao rlireto e indepco-
den.'ia dos governos.
o Nao pretendemos entrar novamenle no exame
e que os oulros ministros, a excoprao do Sr. B uig,
seriam conservados ero suas paslas.
Da Aliem n.ii i quasi nada consta que teja digno
de incolo, entretanto o qoe de mais nteressante
occorrera naquella parte da Europa, os leilores a-
charao fielmente referido na carta de nosso corres-
pondente de ll.iinburgo.
n As noticias de Conslantiuopla silo de 15, Irazi-
das do Sinai. Segundo ebas a esquadra do almi-
rante Len receben pelo lelegrapho ordem de per-
manecer n'aqueilas aguas, em conseqoencia do in-
cidente relativamente o Belgrado e a ilha das Ser-
pentea. O Diario de Coiistanlinopla diz que se
suscilou no dis 8 um grave conlliclu em Trebison-
da. Cus baleleiros turcos arrancaram a bandeira
ro-sa de urna embarcarSo mercante, e laiu.arain os
marinheiros ao mar. 0 cnsul da Kussia n'aquelle
posto pedio a destiluicdo do eapiUo do seu porto,
urna indemnisacao e o casligo de pioladas para os
balaleiros. O Divn oceupa-se desle aconiecimento.
I.'ma parle da guarda se embarren para Herzesowi-
na. A Porta declara que fara' respeilaros seus di-
reilos no Montenegro, que forma parte integrante
dn sen imperio.
rr Por milicias de New-York sahe-se que os par-
tidarios da escravidao e os abolicionistas liveram um
encontr em Kasans. e houverain 20 morios. Os par-
tidarios da escravidao vencern) os segundos, to-
mando a bayonnela Ussawa. O governo, a' vista das
proporres que vao tomando os disturbios, pedio re-
I r;. de (ropas, e esta' resolvido a obrar com ener-
ga.
No Mxico conliuuava a lula entre o eslado
Dos que nos ouve, prezo, e at,, lenbo a fraqueza
de o ennfessar J amo com urna especie de ddorac.an
a aquella que eternamente me|lerobrarei ser mai de
meus queridos dlhinhns.
Nao be cerlamente de admirar, que o Sr. Anto-
nio de Sequeira Cavalcanti, se aproveilando da do-
rilidade de minha mulher sua escolhida victima, a
eonslranja a assignar quantos papis quizer-lhe a-
presentar. Eis por que de novo vejo minha mu-
lher iunneenlemcnlc compromellida com a corres-
pondencia de que fallo. O nome de minha pobre
mulher, he para o Sr. Antonio de Sequeira um po-
deroso talismn com o qual aferrado, procura co-
honestar os seus indigno, c odioses arlos, e em en
qoe meus
mulhere a meus lilhos, levando a sua cruel e es- ,t, As-ociario Con
panlosa vinganca a um satnico desejo de nos redu- ,.
zir a mais horrorosa miseria. e fazendo falsamente hur0-rirmino
cousagram a mima minha 18'ifi.lllm. Sr, .loan Mareu-. digno i
inmernal BeiH-tirenia de Pemam-
Antono de Snuu, pre i atena d
credor de urna euorme qoaulia de mellior lesele tribunal do romm*rcio.
Contos de reis, sem eu Ih.-s dever mais do que (0,_________________________________________________
occullaudo Ires escravas de meu casal, e no mro de
ludo islo urna renhida, c cnraruirada lula, arrelieu-
laram coutra mim, ja peloecclesiaslicoja pelo
civile ja finalmente pelomine '.!!!'. Collados
de meus lilhiulios se me perderem enlao Instisii-
ma sera a orle que os aguarda.
Ura he bem claro, que para defender a mim, e a
meus lilhos dos analto! do rico a poderoso neu lo-
gro ; cerlamente nao o poderia fazer sem tancar a
mao de meus nicos recursos, grnngeados com lan-
o (raballio, e suor de meu rosto, coja fortuna que
**,*..i t-t%0.
nimio al.alimento, se quer escudar com essa ima- i eu preparava, enchia-me de prazer, por que delta
gem de minha triste e infeliz afleirao, por quem parlicipavam meus filhos, e com satisfago eu va
ssim ; seu sal-
uas injurias
anda o meu coraban palpita, para
vo sobre mim alirar os tecidos de
calumnias ; na persoasao de qne se figurando d'el-
la virem laes narraras ser seguramente toma-
das com loda a apparencia da verdade !!!
A falla de lamanha lealdade be por sen duviila
extravagante Nao he assim de urna maneira lao
eslranlia que alguem se defende, mxime quando se
julgj com rallo, e se diz de alma nobre !
Mas he su desle modo que oSr. Antonio de .Se-
queira prezume poder sabir das difliculdades em que
desgracadamenle se mlteu ; pouco se Ihe impor-
tan lo das tristes cnnseqiiencias de sua imprudencia !
Vejamos.
Se be publico lodos esses fados escandalosos, c
de horrendas atrocidadas praticados pelo Sr. A. de
Sequeira, contra mim ; se existem prova- as mais
a igreja, por motivo da desamorlisarao ecclesiasli- anlhenlicas de soa veracnUde ; s- pelo Jornal do
ca. O governo descobrio urna conspirarlo tramarla | Coinmeriio.Juslus,em seos artieos demonstra-
pelo partido reaccionario. Foram presos I gene-1 moa com muta clareza, e se referindo as propri-
raes, umeonegoe o prior do convento de S. Domin- as proras, fornecidas pelo Sr. A. de Sequeira a sua
gos. Na mesma noilc foram enviados a Vera Cruz, quesillo de divorcio, fe-Ios levar a evidencia ; se o
A conspiraran fui denunciada por um dos cmplices,' mesmoJuslusprovando a toda a luz, e sempre
e parece que nao ebegou a rebontar porque o gene- em referencia as provas dos autos, que apezar de
ral Vega, que se dizia era a alma della, uao se apre- i inmensos embaraces empregados pelo Sr. A. de
emou a' hora coiiveucionada. O general Vega que l Sequeira no descobrimeulo da verdade, ella se so-
viva a tres leguas do Mxico foi preso. bre-sahio em loda sua amplilude. pela qual nao po-
Segoudo ja' dissemos, o connresso mexicano rejei- de o Sr. A. de Sequeira conseguir triiiuipbar da
Ion por grande maioria o artigo 15 do projeclo da I mintlai innocencia : podera acaso o Sr. A. de Se-
conslituicao, que quasi estahelecia a liberdade de queira se defender por sorle algama. do que alta-
cultos. O governo se oppoz ao dito artigo, e desde i mente por ah se diz elle '.' podera u Sr. A. dn Se-
enlao se previo ja'qual seria o e\ilo. | queira argumentar contra fados reae, a nao ser
A PretM publica a segoinle correspondencia de | sempre pelo seu favonio sophisnia '.' Nao cerla-
Ncvv-Vork : mente.
n New Vork m2i de selembro. Aqu esla a razan porque, nao querendo esse boro
- Em coosequenria dos aconiocliatmtua ue que a pul pi,.. rvi- wanlMw aHaaaipw, j. .. j..af
estrada de ferro de Panam fora Iheatro a l.i de i mentido, de cuja baixeza procura se occoltar, que
abril prximo passado, o governo dos Estados- I cnlendeu llover collocar em seo lugar a sua vcli-
linidns encarregra a um empregado especial, o Sr. I ma.... a sua propna filha !
Corvinne de tirar urna devassa a respeilo desse da- | Enlrelanlo, que aproen se deve| dar a assigDatu-
ma espantoso de pilhagem e de assassino, e de di- i ra de urna verdadeira coacta *
rigir representacOes n Repblica da Nova Granada. I He o mesmo que realmente pode merecer esa
(Sr. Corvinne desempenhou sua missao, e pu- correspondencia pela qoal jamis lie muiba mu-
hlicou seo relalorio, pelo qual avalia em dous mi- ther respon-vel, e nem recriminada, coitada ; por
lhe e meio de francos a ndemnisarAo devida
familias das victimase aos pronrielanosdas merca-
dorias mohada-, indica as medidas que o governo
la Nova (ranada, deveria tomar para a seguranra
que foi cxlnrqoida sua firma pelos seus pas
cujo poder se v ella loda liuda !
Em verdade, nao sendo essa maliciosa correspon-
dencia a livre expressao de minha mulher ; mas
lo isthmo, e conclue dizeodo que a visla das dispo- sm urna criminosa pro,Incoan de seu pal, he a elle,
<:\Mitis.
Sobre Londres, 27 l|l.
a Pars, .lili.
" Lisboa. 9S a 1(1(1 por ", de premia.
' Rio de Janeiro, Mi I por tana l.'ie Hu
Acedes do Banco, III a 1.1 de premio.
ir h companhia de Rehehha .".Ijinnn.
ir ir companhia Pen-amburana par.
ir ir 1'tilidadr Pablira, .'SU porrctHaata praama.
< Indcmnisadnra.12 idesa.
la estrada de Ierra ifl par fl|o *! |
que promella ella um futuro bem esperaoroso !
Esla he a razao porque o Sr. Antonio de'Siquei- i l*!*ennlo de lettras. de 7 a 7 l|2 par (li.
ra, que quera ver-me de brarjos encruzados, se exas- | "'l0 ''" banro7 a K por nn.
pera por ver servir-me do qoe be meu para me de- O' *f>n" hospanhulas.
leu ler ; e por isto em nome de um.
sires mais que diividoas das autoridades indgenas,
o nico meio efticazde garantir a ordem e o respei-
lo das propriedadese das pessoas be que sejam oc-
cupadas por tropas da Unido as duas ctdades de
Aspinvvall e de Panam.
ir O Sr. Lino de Pompo, ministro dos negocios es-
trangeiros da Nova i,rao.uta, poblicoo tambero um
documento diplomtico para protestar a beoevolen-
cia de seu governo para com os viajantes em geral
e os .Norte, Americanos em particular, para altri-
buir as desgraras do aconiecimento a ama adminis-
trado local defeitosa, mas que resulla de urna nova
e i.-rnenlo a elle que respondo.
Vimos que o Sr. A. de Sequeira se animoo a di-
zer que indo sua filha a audiencia a requeri-
menlo meu, n'ella nae Uve coragem de me apre-en-
tar me adiando eu em Olinda !
Oh pois o meus actos, a miaba forle resisten-
cia a essas inauditas c alrozet persguiees que a-
prouve meu sogro acahrunhar-me ; uao'bastam pa-
ra concludeulemenle provar a nuseravel falsidade
desla asserran'.' De mais au sabe lodo o mundo,
olo cousla dosaolos de devorco ; e mesmoo Jos-
las a quem o Sr. A. de Sequeira volara' necessa-
forma poltica, e principalmente para fazer remon- j "ament um odio enlranhavel naodemoiittrou per-
lar sua origem as provocarles inslenles dos Norte- ledamente, que o Sr. A. de Sequeira todo medro-
Americanos. Elle prova com documentos lacales- \ so langou a mao dos meios sommameole reprova-
taveis que a conducta do Sr. Ward, cnsul dos Es-
tados-Cuidos em Panam, tem sido tan aggressiva
quanlo inhbil ; que seu apoio ofticial dado aos lli-
liusieim- do Nicaragua tem inquietado justamente a
popularan e que no comba) de viajantes que laulo
soflreu havia grande numero de aventureiros co-
ndecidos, vindoi da California para se reonirem a
Welkar, cujas violencias e excessos deram lugar a
sanguinuleutas represalias.
dos, para que de nenliuma snrte eu me nao encon-
trasse cum a minha mulher ?
Sim : en requer o seu comparecmento rm juizo,
por que eslava certo do desmoronamenlo desse ne-
gro eastello erguido pelo Sr. A. de Sequeira ; mas
islo que presenliam os nossos inimigos, cujo deste-
cho nilo Ibes convinha apresenlaram um alteslado
do Sr. M 111. -1 do Cabo | fazendo acreditar se a-
char minha mulher duenle, e em osn de remedios,
Recosa do pagamento de qoalqoer indemnisa- i a,siln i,n possibililada de vir a audiencia Era
rao, rejeirau de (oda a respousaliilitade moral, ga- 'sl fal*n.i minlia mulher gozava da ronlinaar.lo de
rantias de seguranza olTerecidas pelos senlimeulos *"* perfeila saode ; e se o Sr. Malloso que a n.lo
de benevolencia e de hospilalidade que animain a conhece, passou semelhanle alteslado, foi em alteo-
lodos os habilaules.Jinlervenrao suRicienle da auto- c.iu *" meu cunhado .Manoel de Sequeira, a cujas
ridade central manifestada pela deslituic.io do go- palavras acrediten.
vernador de Panam, protestarlo contra toda aee-l Anda lentei urna segunda vez sem ueuhuma es-
cuparao militar, e em lim pedido de demissan do I peranr.a porque isso mesmo se me allirmava !
ronsul Ward, laes sao as conclusOes da Repblica | Parlia eu para o engrnho de minha mai, a asis-
(jranadina. i lir o casamento de urna minha rosla, quando o
le suas vcti-
mas, he elle o propro, que por suas inaos cavando
impetuosamente a BOsaa ruina, anda assim taar-
leudo, se atreve a dizer em soa c .rrespondcncia
que eu por mi vnolade a minha mulher, desejo le-
var a ella, e aus meus filhos as roaiores necesida-
des !!
Meu Dos muita coragem lem o Sr. Antonio de
Siqueira, para .-.sanear urna proposiraj contra mim,
que somante a elle loca. Mas be ella dila por um
calculo eu perfcilamenle a comprehendi ; vere-
mos !!!
Nao beexaclo o que diz o Sr. Antonio de Siqae-
ra, quando alliima, que s cm sen podar estao :1 es-
cravos do Sr. Jos Ignacio de Mello, que fe los de-
positar, quando lambem minha inexperenle mulher
se deixou depositar : assim romo he menos exacto
queja nada mais possue n meu cazai, e que eu le-
nlia esbanjado ; porque em poder do Sr. Antonio
de Siqueira, alera dos ditos e-crasos que vend, exis-
ten} as miiihas escravas Florencia Joaquina, e Ma-
ra, -ou ronsenhor do engenho L'na das fazendas S.
Cruz, e Boa-Vista, lenho diaheiro, teuho ledras
na impnrtiucia de mellior de oilo conlos de reis, c
ele. etc. lie verdade que nao se se o Sr. Antonio
de Siqueira, querera consumir o resto para islo ja
vou me conformando.
N.lo sel que culpa posso eu ler, que o Sr. J. J. de
Mello, dooo daquelle. escravos, qoe a elle os vendi,
mandona notificar a esse, oa aquelle, e mesmo a mi-
nha mulher para Ih'os enlregar.
M~ *.. -V..!.; J j~ ,-_ ^.....r p.l.|.a
mente que fura phanlaslira a venda dos referidos es-
cravos, e que para prova de sua asserc.ln, imlia um
documento miuistiado pelo propro supposto com-
prador Hiie do docuiuenlo ".' inlo o vejo, e nem se
pode erar em sua existencia porque como sabe o Sr.
Antonio de Siqueira, os vend realmente 'para ter
cma que gastar ein minha defeza as suas allruulas.
FIssa lie a causa de seu maior desespero.
Vemos, mais, qoe o Sr. Antonio de Siqueira, ape-
zar de nao ter podido conseguir provar nada ao con-
rario do qne felizmente sou, anda assim astuciosa-
mente procura incutir no animo de alguem, que
com elleilo eu maltratara a minha mulher, e a pro-
va de que n3n pnderia icr o marido que me inculco ;
esla em ler eu como man lilho, requerido a prisa
de minha mai, cujo fado era sabido em S. li-
lao.
Oh '. Sr. Antonio de S queira, muilo me cusa
coulcr a minha indigiteeta. dizei-me para que des-
la sorle me injurian-, para que assim tao lorpeamen-
te me calumuiaes !
Mas ja nao deve admirar a quem souber.que o Sr.
Antonio de Siqueira, viudo com mil falsilla les. e
calumnias, ataaaalhar a minha reputaran, com o lim
de poder conseguir judicialmente a separaran per-
petua de minha mulher ; lambem contra mim aaa-
citou processo, por supposlos crimes inafidiicaveis
de ladres de escravos, e homicidio ; roas que ape-
zar de seu ouro e poder, nao foi capaz Iriomphar da
minha innocencia, que agora verdia irrogar-mc mais
um delicio desla ordem. Nao Sr. Siqueira, na > pu-
lieren, nunca, e nunca fazer acreditar a alguem "qoe
nan liver o vosso senso, que eu lenha pralicado* um
semclhacle acto, que minha educarn repelle com
horror ; sim, esle procedimenln s e deven encon-
trar naquelle, cujo mao e denegrido corarn itnpcl-
lio a solicitar a pris.lo do pai de seus netos e por
crimes infamanles !!! Nao resladuvida a ledos quan-
tos me conliecem<(viis mesmo seuhor meu sagro e
sabem de minha ndole, que sou incapaz de um lal
prneedimenlo.
lie verdade que vos Sr. Antonio de Siqueira,
querendo levar a elVeilo o plano iufernal de mubar
minha mulher, e lillios, entcndesles que o mellior
meio era lanrar o faclio da discordia entre mime
minha mai; perfidamenle mefizeslcs cahir em vos-
so la^o, por esas quesloes judiciaes qoe por vosso
Moedas de i.-'iim velha- .
fifiOO nova- .
n :'Hi. .
Prata.Palace* brasilrim-. .
Pesos columnarios. .
a mexicano*. .
J* a ae>-ai
Al.KANUKI.A.
Rendimenle do da I a 7 .?
dem ila tu i........iv
mamgm
Detcarrefain o/e -29 r milmhro.
llana porlugueaMirin ./n>rmrr. adana-,
Rrigue inglezSprayhacalha.
Barra ingleza'/a?ro//--idem,
Itarra bamborguesaiohame hnllm-in wat mala
lias.
Brigoe poriugoezl'ptrawnviabas.
IMPOaTAt^AO .
Rrigue inglez aSprav p vindn da Terra ,\ ..\ a etm~
signado a Sauuders Brolhcis ,\ ('.., snsmfrslaa a m-
guile :
2 MNI lurriras harallian. I pedra para tamal-; aa>
consignatarios.
UMMIatBQ tiERAI..
Rendimento do da 1 a 27. .... IS.Mt*!*,
dem o iln, js....... I .TxvIM
XI.TaaVlH.
Kendimenlu do da
dem do dia 2K.
i.MVKKSAS PROVINCIAS.
I a 27
: -JiiCtai
DESPACIOS I)E EXPORTACAO PM.A MEM
DO CO.NSLI.ADO DESTA CIDADE NO IH \
2K DE Ol TIBRO DB MSS.
LisboaBrigur. poriugoez Unta Sareeaaa*. Taanajai
de Aquino Fonsecj \ Falla*. 3WI saeeaa aaaarar
mascavadn.
Bneuos-AyresPatacho bralrira "Pelirana., Va-
va Arnoriiii Fallan, Jil barracas (H brama
C ni i-civado.
LiverpoolBarra ingleza Laoraslriee-, Jaaaaa- Rv-
der iV, Companhia, aaaaaaa algaAaa.
LiverpoolBrigoe inglez ataUa. Jame- CraMree A
Companhia, III sarras .-ilgmMo.
JExoortacao .
Lisboa, barca porlagurza Fiar ata S. Maai.m,., nan
duzo o seguale : 1,317 avarra* casa II.."17 aera-
bas de aaaaaar, s pipas aguaMenlr, Mi mar** sal-
gados, 2.ill meaos de sola, ikl'r sacras lanolia d man
dioca, ll pipas, .12 aneaas datas e .111 karna asaaH.
!,ti i cocos i-mi i a-ca. 2 barraras lariah 4* asaa-
diora, 2 caiioes doce, |,;lli ponas do a*. 1 nn ,
prai.i e diamanles.
Para', sumara brasiieira I b>r 4* AnajelaBa. -a> -as
toneladas, cnndazio n segainle: 9(*l b rtaajaaah*
a-sucar. 122 sarras eafc.
RKCKREIIOHIA DK RENDAS INIEMNAS (,F-
-RAES HE PEItNAMRI'CO.
(en.lmenlo ,1o dia I a 27 :t:ll:l?;t
dem do dia 2K........ 117-i.i
ii Eis aqui a qaeslao sobre que o gabinete de iineu "dvogado requerera mesmo nos autos o com- respeilo Uve infelizmente com ella pelo que nasre-
IVashinglon delibera desde alguns dias sem ler aiu-
da lomado urna resolurao. Muitos mernbroa sao
partidarios do enviameiito de tropas, mas a mao.na
parece inclinar-se para a especlaliva, e o que induz
parerimento de minha mulher. Souberam os nos-
sos inimigos que eu eslava fra desta cidade, e se
valendo da minha ausencia, assentaram ser essa oc-
casiao a mais opporluoa de satisfazer ao juizu, em
a crer que prevalera esla ultima aaphaja he a desli- cujo exerricio eslava o Rvm. Sr. Dr. Ibiapina, e
lutilodo Sr. Ward das fuicres de cnsul, e sua entao para isoa ja minha mulher lera recobra-
substituirao pelo commiasario Corvinne. ron- do soa saude para vlr a audiencia
demuacao olTicial das fallas do ministro norle-ame- Nao poda eu ir a-essa audiencia sem que fosse
ricano nao desculpc todava o procedimento selva- pessoalmente i notificado ; mas nao o fui ; hoove
geni dos cidados do i-iumii .lo Panam. audiencia, minha mulher nella levada, c correo a
Oulros dous cnsules acabam de ser demitlidos minha revelia / Vejamos como planejaram os nos-
ou.suspensos de suas fiincres. Pertencem a Porlu- sos inimigos para desviar-nos I
gal, represenlavam o governo em Neu-Vork e Bal-
limare, e devem sua descrara s fortes sollicilaces
da emhaixada dos Eslados-L'nidos em Lisboa. To-
rnavaui parle cum lauta publicidade e audacia nos
armamentos feilos nestas nuas cidades para o trafico
dos negros, afronlavam por lal maueira a opiniAo
publica, e escapavam lao bem perseguirn leual
pelo carcter de que estavam revestido*, que emlim
a autoridade federal e o propro governo porloguez
viram-se obrigados a dar esse exeinplo. Dos quei-
ra que islo sirva de lic.io a oulros zelosos protectores
do trafico de carne humana, que,cnusa extraordina-
ria, man.il.rain era lio,ton, a cidade puritana por
excellencia.
Boston acaba de inaugurar com feslas solemnes a
estatua de Franklin. Nao fura mellior menos pom-
pa e mais pratica real do principios desle amigo da
hiiinandade '.'
o Onfirma-se a noticia de que o emhaixador in-
glez no Mxico pedio seu passaporle e deu ordem a
eslacjM das Antilbas e a das llermudas de virem blo-
quear todos os porlos do Mxico, ale que teiiha-se
frito juslira as suas reclamariies. I'rala-se de cr-
ditos de iicgcianlcs inglezes, cuja legitimidade o
Mxico contesta.
~ Olanlo as noticias de avana san insignifican-
tes, o govemador geral vollou de sua azconas ao
interior da Illa; a febre amarella conlinua sena
progresos, eos negocios commerciacs estilo anima-
dos. Espera-se que serao menos consideraveis do
que liuliain-se supposto as deslruiees causadas as
colheilas peti ultima borrasca.
| bislnrico das quesle, nem investigar al que ponto
. a aptidao da Russia poderia ter leilo perigar um ou
Oh quantos objeclos se veem juntos na hora da I oulro desses principies. O nosso intento n.lo con-
morle, e quanlos invsterios se descubren! naquelle I si-te ein promover urna discusso estril, sen.lo cm
|Minto Na vida, as pamles naodeitam ver as cousas ] corrigir a applicarao pralica dos mesinos principios
seiulo com urna escas-a e (euutssima luz : na morle I que proclamaran) as grandes potencias da Europa,! lo, e os habanles que appliram-se ao fabrico do as-
lUdoappareea sem diasimnlaco, nem artificio. Kn- collocando-se directa ou indirectamente, na pnsican sucar nllererem preens fabulosos para a plantarlo de
Lio se descohre dislinrlameute o principio deslas <|e nossos adversarios ; e Ih'os recordamos rom lao-! caimas que bes falla.
emulara- ollensivas ; o motivo des(as invejas ma- I (o maior goslo, quanlo nunca cessaram de ser os
liguas ; o i.l.iei I desla amloeo desmarcada ; mas I nossos.
de que modo se descohre '.' Oue juizo se pode for- I ir A ueuhuma das grandes potencias europeas fa-
mar enlau il'aquella -urdida avareza, quando de zemos a injusliea da suppr que smenle se tralou
Sob o pieleilo du Sr. Sequeira ardenlemonle de-
sejar o neu encontr com a minha mulher, conse-
guio o Sr. Filippe S. Tiaae re Sena .emissario do
Sr. Sequeira, qoe Ihe fossen confiadonA.de mandado
para muida notificaran, asseverando elle ao escri-
v3o. que mandara immediataroeule lazer assa dili-
gencia pelo ollirial dejusiiea de S. AnlSn, porem
se apoderando do referido mandado guardou em si
e somenle na vespora da audiencia be qne veio res-
tituir, o sem nenliuma cerlulao dizendo com
ludo que se me nao linha encontrado no engenho
Agua-claras '
Era sso urna falsidada. que do mesmo mandado
se verifica, porque nos pouros das que all passei,
s -alii quaiidu voltava a esla ridade Iranquilln, e
na mais perfeila Ainda assim, n que nio fez o Sr. A. de Sequeira,
para que a lodo transe nao honvesic semelhanle
enrouiro'.' !
Maudeu como be publico, e esla provado nos ail-
los, postal na estrada o eelebre Francisco Loorenro
Carlos, e quando a tarde do dia t de julho do auno
passado de viagem dn engenho Aguas-rlarat par
aqui. procurava decanear em S. Amaro Jahoalan j do Sr. lenle coronel Joto ate Sa. e elle presido a
na hospedara do Sr. Joaquim Pereira Ramos, fui mesa cnmposla de mais de Ires senhore- eapillaa o
de improviso atacado por aquelle desgrar?.du, que ; um lenle. (>in-(a que M qualilirados rom rasar
(rndo a insolencia de me cubrir de injurias, sabio i vas e ludo excede de trezenlos. ^
de ponto o s-ii arrojo de lenlar contra minha vi- | Anles que a Sr. leueiilc-cornnel Sa etacpaaal a es-
i!a, a j.iclando-se de cnusa alguma se arrereiar por | la povoai;ao no dia 21, para dar principio a qu.ilifi-
ser da casa de in?ii pnileruso sogro; e qae nao lendo I carao, ja certo persunagem o esperava na porta ra
esse desalmado podido realisir a sinislra ordem que 1 igreja que erve de matriz.
recebera, por ser-lhe embarcado semelhanle intento t Chegado qoe foi o Sr. Sa, aquella pcrsoiiasem o
pelas pessoas que acudirn! logo ao conduelo e ser ajudoo a desmontar, e sem mais preambiilias Ihe foi
preso em flagranle ; hradou que eu havia perpetra- dizendn
ram acerbos dcsgostos ; mas Sr. Aniooio de Siqoei-
ra, nunca dei'ei urna s vez de Ihe guardar as de-
vidas ennsderaecs, nunca Sr. Antonio de Siqueira
na sustentaran de meu direilo ultrapas-ei.a ponto de
se qaer desejar a prislio de iinnlia mi Veo Sr.
Amonio de Siqueira, he que tereis capaeidadc para
mais.
lie pois esla imputarlo calumniosa, lie ella una
das iiinnmeraveis que sahem dos odios e vinganr-as
de meus maos sogros, que querem a forra que eu
me paree.i com elles.
Concluindo devo observar ao Sr. Anlonio de Si-
queira, que ninguem mais er ern suas palavras, le-
denles a esses nosms neorios ; nao he islo urna in-
uovaro minha. nao. Pdente conveurer-vo- des-
la verdade, procurando incgnito ouvir a opiuiao
geral : Portadlo eu aconsclho-vos, que quando qui-
zerdrs dizer alguma cousa pelos jornaes, tratis de
justificar a vossa asserrao, porque ao contrario he el-
la tomada a ma' parle, e sera' islo mais urna vergo-
nha para vs. Se porem nao tiverdes proras a pu-
blicar, que refulem o que se ha dito pelas falla*, se
nn tiverdes pruvas que sustenten! o que avaurardes,
enlao ser-vin-ha conveniente emudccerrles (iara se
nao vos augmentar o- vossos remorsos Rogo-Ibes
queiram publicar esla correspondencia que muilo
obrigaraoo seu assiiiante e obrigado.
Recife .7 de Oulubro de 1856.
Aiilouio Carlos Pereira de Burgos Ponce de Leun.
POVOA(,.O DE IPOJI.CA
27 de oulubro.
No dia 2t do correle leve principio nesla povoa-
rao a qualilicaco da guarda nacional para o batalh.lo
:il.K7liaH,7
CONSI LADO fR(VIN.IAI..
Rendimenln do dia I a 2li
dem do da 2S
JMaWiWK
l ,, IfwK
i i.l **-".", I
KLI.I.KTIM.
LISBOA II HE Ol II Hito.
I'rri'is iiininlr< ili" yrwriK de imp'-ro- o a1..
atfaaaW.
Algodn de 1'rrii.iinbac. .
Hilo do Maranhao e Para. .
Aucar de l'ei nanihiini l.rami
Hilo ni .- avado.........
Dilo d.i Rio de Janeiro m. .
Hilo ila Baha b.........
Dilo dilo ni,- i'.o,i,]......
Hilo do Para bruto.......
Dito de Caira Verde......
Arroz da india Cea)......
Arrof rio Maranhao e P. arad .
Dilo dilo mellior........
Oilo dilo superior.......
Alpisla.............
i.ar i|,< Kjti pitiHi'H.i aarte. .
Hilo dilo -.-1111,1.1 .til,......
Dilo.til., lera-aira dila.....
Dilo dito r-eidli.i bna......
Dila da Babia.........
Dilo de Cabo \rrde......
Dilo de S. I. e Principe. .
Orao da Babia.........
Dilu das Colonias........
Cravn adnaaV..........
Cravn do Mjianli.n.......
I.oiiimlu-............
Cera amarella de Angola ....
Dita dita de Benguella.....
Couros seceos dn Rio de |K. .
Ditos i-pirhado- da Babia .
Dilo* salgarlos il Maranhao. .
Ilil.ii-.d_. ile l'eni.iml.o.... .
Hilos dilo das ilha-......
INtoa aUtaa de Cali* Verde .
.t.hifris |ieqoenos dilli.i-il
zurea dure........
I ai i ol.i de pa........
(lUliima copal amarella. .
. Ii.l ,dila veinifllia. .
lilla dita ni iiu.iiia.....
Oleo de rupahilu.....
Dilo de liuliara......
(lururn..........
|M.
ka*.
< Temns pela Nnva Orleans ni.lirias recames do
Texas. E*t! oslado tem sido desolado por astassi- do urna morle, de que haviam lestemunlias occala-
nios sem numero, rixas frequentcs, incendios e urna I res, e por repelida, vezes selicilou do inspeclor a
ecca persislr-nle. As rolheilas all lem soffrido mu- minha pri-n, dizendo me adiar eu preso anrdem
do delegado F. como apezar de seu grande em-
menlo, ja preso, e entre todas as pe*soas r|ue ocer- i preenrhnl
ludas aquellas ricas po.sess. s. de lodos aquelle- entilo de am commum acrrdo de circomslancias, e
tliesouros, nada mais nos reala que urna cova, una
lomba, e urna mortalha '.'
A morle be o tmulo das paivues ; c o pensameu-
lo della he o seu uilallivel remedio.
Eu era poderoso, eu pussuia inmensas Ierras ; li-
nha comprado os mais bellos cargos, linha groasas
rendas, possuia os mai. ricos beneficios : dizia
Job, (udo para mim e*( perdido, nada me res(a, a
nio ser a sepullura.
IVaquelUs magnificas casas, d'aqnell.s soberbos
o No Canuta' onde acabam de ser enlregiies a
circularan nuilos lauros importantes de caminho.
de ferro,ture que o goveruo hesita em pronunciar a
di-siiliicn ni parlamento ein cousequeucia da viva
oppnsie.ln nio enronlram no paiz. mollas medidas
legislativas-ecenlemenlc adoptadas. O governo in-
sejulga aolori'ado a seguir ama linha de conduela glez occupue em fortificar diversas ilhas situada,
conforme a seus inleres.es e a seus clculos parta- a' entrada dn golfo de San Lndrenrjo, que sao de
culares. [grande imrorlancia pela sua p.isir.io e pelo fnrueci- lo nao empregarcis laca violencias que deveri.un co
\ ninguem aecusamos de ler empregado essas mcnlo iuevgulavel de carvao que pndem fazer a na- i hrir-ves de vorg nha '
que urna vez chega ... a seu lermn a lula, cada qual
ueolio pela minha priso,
dade me relivava, teve o mais
elle que ein liber-
nqualiliravel arroja-
lio II.
laa.1 Iiai
cum 2-7">l
l-eaan latJM
lc*ai tentara
Mi* 2>fai
1-7 al |v*a
1-1 Hi l-*.Vaa
2>7aara 2c0i
i-jn |s<*ian
.l-aawa l>2a*a
jaM Vwaon
-I-a* .-*
-am 7-H
tam :t-asn>i
Jr >>ll 2-K"l
l-'-l 1-fcHa
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latl 1.7
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Hei 170
lana IWl
ii-aaai Kasstanaa
- iTaaaa laasn
Kvaa
l^m a>i*i
1-iHI l--*(a
Itpoiatl
11! Hal
laai l:a
tl lio
Pincola da India.......m
Ouern qne me fara capilao dn seu bala- S|'"'' l,an'""Saatarem......r; liMaai ij-aaai
Iban: IHIa ililat.oaapa'........M K-aaau ;a-aa
Nao pode -er, a forana proposlos e nomcados, JMIa alila Rio Negn....... i.-aai 7-i"i
responde* o Sr. S. i lapiora............ |ai j-aaai
Enlao laea-me lenle. /, ,p:l ;,,,,.
II iinpo-sivcl. c-as vagas csl.io,levi.lamcnle Agurdenle de :HI ^r. i-ucav. |>. 271-^aI_".)
ravam, de dizer em alias vozes, que eu nao poderia
escapar, porque sempre seria n a-sassinado n por
qual.piei das Ires loraias para mim poslas, em ca-
minho para o Recife !
Oh Sr. A. de Sequeira sevisseis que eu nao
leria coragem de apparerer em qualquer parla, o
menos de me apresenlar a minha mulher : por cer-
Azeile dure.
palavras de grande elleiln como urna arma que se
necessile moineiilaneamenlc para atender o Iheatro
da lula, e qae se encoata ein seguida a um canloao pu
do .trienal. Pelo contrario, apraz-nos abrigar-nos a
certeza de que lodas as putencias qae allegaran) a-
vegar.lo a *apor. Kstas ilhas estavam sem defeza, e
as minas dt ajdnej e de Sridgiporl podiam por um
alaqne felivser ocrupadas em pooras horas. Arrui-
nas da ciil.della de I.ouisbonrg edificada no lempo
da ocenpao frainceza provam snrTirieiilamente
lie falso, que eu cslivesse no dia da audiencia .1
de julho. posterior ao alaqo* de Sanio Amaro, em
Olinda I
Porqn-inlii moilaa pessnas respeilaveri il.am que
ehegando en a esta cidade a nnsle do dia i, a no
Ora, -enhor, por quem he, far.i-me atieres Amernloa rm inioln. dM-e.
Irra ja ola Ihe di-se qae nao he mai- paaai Dila dila em rasca .....r, .
vel eleva-loa uflicial, cu o nomeaiei | riraaeim -ar- Banh. em rama unlo bar"
gentil. Raala-.........
Com c-la resposla o nonso eslopide rorrasaj a rasa. Cera branra ran grnmr!
eavalgon u burrito e foi-sc a camihlm do Itenfe, Dila dila em velas
dizendo a todo* qoe ia a secretaria do zovernn tirar Olilas......
a sai patente, porque linha sido nomeado primeiro Carne de ajama i. artls .
sargento. (te porco.
Huvnlamos anda qae uSr.Sa nomeie um l.l anal- (liouriros..........
phahelo e impostor para um qoarlo oflicial de enm- Figos iin Alearve comadre. .
P,r,hi''' I Dilo dilo l.r.mro......
O aasassmalo qoe se perpetran i semana pascada Farinha de trio.,......
em Ierras do enjanho Amazonas, como Ihe disaemo', Manleic, de pnrn. hnrr.l, .
alm. t-i :t-viai
A .VKi !,-* a
lioi l-7il
.i l>.'aMa
"a(l Ir*
H I ai mi
o .-
M Hai ls.1
B 1 l-*ar
iK^aai
1 Isasaa
slaa l.ajtnaa
N Mart *
K llr'rt Hat*
, .m
.
MUTILADO
ILEGIVEL


OIMiQ | PHWM8ICM QMimj FgjM 29 CI QUTfM SI 1856
Paio..........
Preanloi.......
Sal branco........
Dilo triguoro grosso. .
Hilo rodomiel......
Dito lin i para a trra .
Toocinlio........
Vinagre (uto encalcado,
Dito branco.......
Vinho tinto (encascado).
lliln !ir inc
duz.
@
moio
pip.
."I0O
65000
3IOO
39500
3f300
$1500
1J000
18MI0O 52J000
sji)00 ."Kftitino
preQO da borracha fina 'lo Par. A quantidade eni
er do Vara anda por 200 tonelada.
II il- nuil -le copaiba.Mercado firme.
Cacao.Hl falla.
Cooroa.Tero eneaolrado prnmpta venda, e as
pequeas entradla fai conservar os precos. t'.outi-
iiii.iin a ser procurados.
Caf.Tem esla.lo em hoa procura, e |ior alsuiis
,li.- um tanto oimado. As vendas llorante e i:i50IMt|:ij000!liraa< ciualrn semanas moolam a 3,000 saceos aos
13i30IM)13?l)0O
COTACO'ES DOS BANCOS E COMI'ANIIIAS.
Banco da Portugal l ia".....25*000
Conmi. do Porto 1" 18,">b'. S.W100
f Fidolidade 18.il a I8i>......23*500
Uniao Commercial 1". 1830. tO""
Seg. Segur.-do Porto 30jon. IS.">. lifcJOO
a darautia 1854 a 18V>.....I.IJ.VK)
n Equidade .....UW
Leziriai 1851 a 1855........168000
Fiacjlo e Tac. Lisboa 1855......W00
FlarAoeTee.de T. Novas 1855.....WOO
I Iluminara a ijaz-i s. 1855.....1/500
Portuense 1 s. 1856. 6 p. c.
Benelic.
Carruascns Omnibas 1855.......I?0(>0
Lisbonense 2". 1855. 300
Vapores do Tejo 183........2J3O0
Pescaras Lisbonenses.......
Canaes de Azaintiuja ...:...
Caminhos do F. de !/* 15 mar. 1851. 6 p. c.
N. B.O dividendo do banco de Portugal foi re
25900O em ttulos do 5 p. c. com ju.o a vencer de
jullio em dianle.
afO binco de Portugal continua M empreslimos a
prazo de 3 mezes, sobre ouro, prala, joias, e toda a
qualidade de seeros, mercadorias, actes de com-
pendias, eootro bens movcis,tudo debaito das ron-
dic;ei de seus regulamenlos.
As colades das carruaje.1 mnibus sao nomi-
uaes.
LIVERPOOL 8 DE OUTirBIlO.
/mporrdfa.
I.ivres de direiloi para o vendedor.
dennos.
Algodao por lib. de Pernambuco :
Boni.....
Mediano .
Ordinario .
dem idem da Haba bom. .
' Mediauo_4"-^~'.
Ordinario. .
dem do Maranliao, libra longa :
Alcntara. .
Ilapicuri'i. .
Caxias. .
Idcm de machina bom ....
Mediano. .
Ordinario .
Arroz, por 112 lilis., Kio bom .
Para .
Assucar idcm do Kio, branco. .
Louro
Mascavado .
dem de Pernambuco branco. .
Looro. .
Mascavado :
dem da Babia c Macei branco.
Louro. .
Mascavado .
Balsamo de cupaiba por g claro.
Tarro. .
Borradla por lina.....
Mediana .
Ordinaria .
Caber 1 de Negro.
Sernamby .
Do Cear, pelles......
Scrnainby. .
Carao, por 112 libras:
Para bom neolium
Babia, .....
Cafe, por 112 Rio 1." sorle .
Segunda .
Escolhido. .
dem da Babia prmeira sorle.
Sagundil
Escolliido. .
Castanba por 112 i do Para. .
Sapocia. .
Sebo por 112 i! do Rio (raude:
Rom e duro .
Mediano .
Escuro ....
Cera de carnauba, por 112 .
Cintres, por 123 ft de vacca. .
Ordinarios. .
Clina por i decavallo. .
de vacca. .
Cobre velbo por 4.....
Couros por do Rio,
Seceos de 3 a 35*.
1 de 20 a 2 i i.
de Touros, 33 a 10
dem do Rio Grande, por |:
Salgados, de (i5 a 70 I
11 de 15 "> 1
11 de vacca 40 a 18 1 1 2 d 7 1 i
(^avallo leccns, 10 a 13
11. '... um. 5|0 a 6|6
Idein salgados, 23 a ln
1......8|0 i> 10|6
dem iem 16 a 20 1; > 4|0 5|0
dem de Pernambuco, Babia, Maranho e Para por
Seceos alg., 26 a 30 | 9 d a 0 l.i d
espichados 10 .1 2(11 9 1| d a !l 1|2 d
Curtidos 7 a 91|2d10d
Molbados saleados, 10
46 t. ... 6 l|2d 163|J d
Idemdo Ccara, Paraluba e Macei por i.
Seceos salg. 30 a 32 S. 9 1|2 d
Moldados 15 a 50 .
Cumar por libra bom. .
Ordinario (invendavel)
larinlia de man, boa por 112 1.
Jacaranda por tonelada, do Kio.
Babia......
.lerzelim, por 112 .....
Piassava, por 2210 I do Para .
li.lna......
I'xurim, por 1l2bom. .
Salsa parrilha por libra boa .
Inferior invendavel. .
Tzpioca, por 112 s Kio superior
Ordinaria.....
L'rue por 8 do Para bom. .
fundos e Cambios.
Fundos ioglezes.
Rauco de Inglalerra (acres)
I'reros.
7 3| il a 8 d
7 il a 7 l|i d
6 l|2 d a li 3ii d
6 3|4 d o 7 d
6 3|8d 6 l|2d
6 i|i ii
7 3|8 d a 8 d
7 11 > da 7 1(2 d
7d a 7 l| d
f. :i|icla|c>7rc!
(i 5|8 d
6 3|8da l|2d
30|0 a 33|6
2!|li b 30|O
27|t> 29J0
29|6 >. 33|0
29|lid
2li|0 28(0
2!l|ii 11 33|i>
2!)|fi
36,0 28(0
1|li
1|<
1|2a 1|3
1|0 11 I
(i d n 9 d
.5 d 7 d
8 d .1 9 d
2 d 11 3 d.
50|0
50(0
4t|0 11 47|0
42|0 nl|l)
52|0 tiO|0
1110 11 15|0
1I|0 13|0
48|0 53.0
25|0
J|0a 5110
75|0 a 8O|0
27,6
]lOd l|0
10 1|2da1l l|2d
10 d a1|0
Od I l,n
Oda 10 d
lili d a7 3| d
6 1|2d 7:|id
precos de il|0. 4#1, 42|0, 15(0. e 18|0 ; e 50|0
52(0, 55|0 e ><|< lavado. Em ser em 3 desle mez,
810 tonel idas de tolos os portos do cslrangeiro.
Lia.Em boa procura.
SaUaparrlIht .Nenhuma no mercadobe procu-
rada as nossas cotaces.
Piassava.Nao |em sabida, e os preros que cola-
mos silo so para pequeas partidas.
lapncs.II* falta.
I rucu'.Continua frouvo. ultima venda a 5 d
per Ib.
M&ttltivaie 00 porto.
Savios entrados nn din -28.
Soulbampton e porlos inlormeilros19 dios, vapor
ingle/. I llamar, rinninandanle J. K. Jcllicne.
Passa^eiros par* ela provincia, John Wbillield,,:
rnilip Frankel, Joseph l.uiz(lalloll, Samuel Wil- d
liain Creen, Joseph Geffiroy, Virgilio de Menezes
Leal, Allred ("lanac, Dr. A. Joaquim Seve, sua
nula c I criado, A. J. de Castro, sua seubnra e I
criado, Francisco Xavier de Olivcira e soa scnbo-
ra, William Doean, Alfred de Mornay, tieorge
Frederirk Collier, Virloire M. Brunel, William
Jenken, John Dumbell, Jolin Randlescn, Ni;ho-
laa Scalnou, William Denl Denl, William M. Pe-
nislon, Jennnmo Mara, Manuel l'ereira de Arau-
jii Vianna e 1 Marrana, Joaquim Feruandes da
Silva Campos, liento Candido II iielh de Azevedo,
Izidnro Bastos de Oliveira. Jolm llams, Alfred
Wain Faviness, lames II. Chapman, James Broug-
loa e sua aaaaeira, C J. W. Monday.
Afsu'15 das, briguo brasileiro Maraca, de 216
toneladas, eaptUo TIioidez l.niz da Rocha Fraga,
equipagem II, carga sal; a Domingos Alves Ma-
(beos. Veio largar o pralieo c seguio para os par-
ios do sul.
Cear pelo Asan'18 dias, hiato brasileiro lAogell-
can. de 82 toneladas, meslrc Jusc Joaquim Alvta
d(*iilvd, equipgem 6, carga sal e mais gneros ;
a l.oiz Jos de S Araujo. Perlence au Cear.
l'assageiros, Jos Filippe da Penha, Joaquim Ig-
nacio d* Sllveira Borgeael escrava, Francisca
Joaquina Ahes e 1 escrava.
Ierra Nova37 dias, biiguo inglcz helpien, de
1 'i*> Inneladas, capitn Richard Bully, equipagem
12, carga 2,150 barricas rom bacalho ; a Sana-
den Brothers t\ Compendia. Perledce a Liverpool,
oe^uio para a Babia.
Nacios sahios ho mesmo dia
Rio Grande do NorteLaucha lirasileira Flor do
Rio Grande do Norte, meslre Jos Matheos Go-
mes, carga fazendas e mais gneros l'as>ageiros,
Alberlo t^abral de Vasconcellos, padre Targino
Paulino de Cartalho, padre Basilio Ferreira A.
de Navarro, Ladislao llorlcucio Cahral, Reinaldo
Gomes da Silva, Joaquim Xavier Piudeiro de
Frailar.
Rio .le JaneiroRarra brasileira Mathildeii, capi-
lAo I. rniiMN JosTclles com a mesma cerga que
Iromc. Passageiros, Jos Nelto da Silva, Jos An-
tonio do Miranda. Suspendeu do lameirao.
RabiaRrigue brasileiro Pinja, com a mesm
carga que Irou&p. Suspendeu do lameirao.
demEarca americana Anlelope, com a mesma
carga qne Irouje. Suspeddcu do lameirAo.
RarcellouaPatacho hespanbol aClaudinau, captAo
Ezaquiel Mari'lany, carga couros e mais gneros.
ParSumaca brasieira Flor do Angelimo, mes-
lre Aolonio Francisco Ribeiro Padilha, carga as-
sucar c caf. Passageiro, Fermc Constancio Leal.
LiverpoolRrigue escuna inglrz Etiope, capitAo
George S. Kenneii, carga aaaasara mais geueros.
PortoBarca portugueza Flor de S. SimAou, capi-
tao Manuel de Azevedo Cauailo, carga assucar e
mais gneros. Passageiros, Antonio Francisco de
Oliveira. Mauoel Domin^ues Correia.
Haba e Rio de JaneiroVapor inglez Thamar,
commandanle Jellicoe. Passageiros desta provin-
cia, JnAo das CaagM de Fanas Lobato. Dmiz Fre-
dcric.o de Villena, Arislides Jos de Leao, Fran-
cisco Ferreira Correia. Agostinho Ermelindo
Leo Jnior, M. M. Kuooker.
.',
I*
9 d a 9 l| i d
l|8
i 1f li 15
17a t 13
i0|0 a 5i|0
1. ao V 26
13 C 13 I0|0
<|0a 8|0
112 i) l|3
70|0 75|0
0|0 1 56|0
da lid
t^onsolidados...... 3 0|09l l|S
Reduzidos .....
I'undos de...... 3 1,1
Eslrangciros.
Belgas........ 1 lr396 a 98
Brasileiros...... 5IOOa 100 3|
.... l|296 a 98
Dinamarquezes .... 383 a 85
Hespanhes...... 312 1|2
n Dilferidos . 32il|a 21 3|1
Passivos . 36 l,i ai,;,;
Ilollandezes..... 2 1|261 a 66
>i ex dividendo. . S95 1 97
Mexicanos...... :t22 i) 22 1|2
Portuguezes...... 5
B ..... 4
11 ..... :t-i:la I37|8
Russoj....... 5107
D ...... 4 l|296 l|2
Banco de Franca 'accies .
Fundos franec/es.
Ouro em barra.
11 l'ni Iiuiiiv. em inocJa.
> Brasil.....
1 loras hespanholas .
b b americanas.
Prata em barra ....
Patacas brasileiras .
Pesos columnarios liespan.
"Carotas. .
Ferdinand .
Ditos das repblicas
Moedas de 5 Irancos ,
Cruzados novos.....
Cambios.
Lisboa......
Porto. .....
Rio de Janeiro .
Babia e Pernambuco
Amsterdam ,
llamburgo. .
Paria......
b 3 Ojo6 f. 65
Metaes preciosos.
Pjr 0115a 77|9
> 17|6 a
11 7116 o
11 5(2
1 5|0
8|0
4|9
11 6|7 a 7|0
5|l 11 5|5
11 5|0 a 5 l|
11 50 5 118
3 1(2
90dd.52l|la52 3|8
52 5|8 a 52 3(i
60 dv. 26a26l|4
B .. ..
ilni.il. II.10 1.
1. 13.7
11 25.60 a 65
b ......3d.v. 25.15 a 25.22',
Numerario.O Banco de luglaterra levantuu o
descont sobre lellras a 60 dias, de 5 para 6 porcen-
lo, c sobre lellras a 90 dias de 6 para 7 por ceuto,
Esta medida da parle do Banco he iiileiramente ato-
Ovada pela vallada exportncAn de ooro para Para.
e n,1o qoe baja 110 comqiercio de&se paiz necessidade
para um tal pruceder.j
4
Hilado do mercado.
Algodan.Desde a nwsa ullun.i al o lim da se-
mana panada, a procura foi regular, e a quanlida-
de de algodiio a oll.rcrer abundante, mas ,1 subida
no prero de dinheiro, lm posto termo s operarles
dosesperulailorns. Cmuiiido, lia moila firmeza'da
parte dos pos.uidores. e o ontro lado os fabricantes
"Ao tem dim.....ido as las compras. Em ser em
3 >lo eorrenle, I9,25n fictas de Pernambuco, ale,
9,5011 saccas da Babia e Macein, c 11,100 uceas do
-MaranbAo.
Assucar.Nadado imporlanle lemns a nolar nesle
genero ; as transacriies tem sido regulares, com aqui ,
e acola peqnenas eartaraSk* dos precos na no-s* ul-
tima. As vendas monlan) a 20,200 sacros c 315 cai-
0 Illm. Sr. inspector da Ihesotiraria provin-
cial,em cumprimento |da resoluc^io ila junta da
fazenda manda fazer piiblico.quo no dia 13 de no-
veinlno prximo vindouro, tai novamente a praca
para se arrema lados a quem por menos lizer os re-
paros de que precisa a ponte sobre o riacho de l'i-
rauyra junto a villa do Limoeiro, avahados em res
1:8049000.
F. para constar so mandn allixar o prsenlo o
ibliivir pelo Diario s>
Secretaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 27 de outubro de 1850.0 secretario,
A. F. il'Annimcin;\o.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, commendador
da imperial orden) da llosa ejuiz de dircilo es-
pecial do rommorcio por S. M. imperial e
ronsliliicion.il ele. etc.
Faco aber aos que o prsenle eJilal virem, que
a reiiuerimenln de Timm Momsen & Vinassa, e
Len Lecomte Feron & C. aclia-so abena a fallen-
cia de JoaoCbysosiomo de Lima Jnior pela sen-
lenca do ilieor seguinte
Aviita do balanco do lis 13, a lis 24 c das oilo
lellras nao pagas de lis 8 lis 12,documenios estes,
com que os credores Timm Monscn c Vinassa e
Len Leeomle Feron & ('., instruirn] a sua peiico
de lls2,conlicc-sc que o commerciante Joo Chry-
sosiomo de Lima, eslabelecido com toja de miude-
zas na ra do (lueimado desta cidade, n. 3 tem
cessado os seus pagamenlos : (icio que o declaro
em estado de quebra, e ftxo o lerino legal da e-
xistencia desla contar do dia 18 do crreme.
Ordeno que so ponbam sellos em todos os bens,
livros. e papis do fallido, c nomeio para curado-
res liscaes os referidos Timm Momsen & Vinassa,
c prestado por esses o juramento do estillo, remet-
la-sc copia da presente aojuiz de paz compleme
para apposicao de sellos ordenada, e proceda-se ao
cumprimento do mais que dispe o srt. 812 do c-
digo comm. feiloo que se delerminaram opporiu-
nameMa as subsequentes providencias que o rila-
do cdigo e olregulamento n. 738 prescrevem. Be-
cife20 do outubro de i85Anselmo Francisco
Peretli.
K mais se nao eontinha em dita sentenc.i apara
cumprimento da mesma convoco alojos os ctedo-
res prsenles do referido fallido para comparoceroni
cm casa de minba residencia no largo da Sania
Cruz do bairro da Boa-\ isla no dia 3| do eorren-
le mez, pelas dez horas da manhaa alim de se pro-
ceder nomeajao dedeposilario ou dcpositarios.que
bao do recebor eadministrar pwisoriamenle a casa
fallida.
K para que chage ao conhecimenio de todos
mandci passar edilaes, que serao publicados pela
mprensaealn\ados nos lugares designados no artigo
120 do rcgulamcnlo n. 738 ,le 25 de noxumbm de
I850,c noart. 812 do cod. comm.
Dada c passada nesia cidade do Recife de Per-
nambuco aos 28 de outubro de 1856.
Fu Ma\imiano Francisco Ociarle, eserivo o
subscrevi.
Anselmo Francisco Perelli.
f*i%tW.0t*>
O vapor Isaaratra'n recebe as malas para
a 1 arahiba. Rio (rande do Norte. Amo', \raca-
l>, Cear, Aearaco' e Granja, boje 29 ao mcio da,
e a essa hora serao lechadas as malas.
REPAKTICA' DA \ACCI\.\.
9 Com attloiis;it;;io do E\m. Sr. S
fjf prosiclutiU; da provincia la/.-sc pu- 4
5g blico, para ronheciinentodosua- $i.
@ bilaiiles tiesta cidade, que os dias
;',) de vaccina serao de lioje em di-
- ; ante as quintas e domingos de
na, no lugar c horas
cada seim,
V
O
.;; antcriormentedeclaradas: nos do- S
Q mingos estara' esta repartir/to a- ?'
m berta ata' II horas da manliAa. '
tendentes dirijan as soas propostas em caria fechada
ao Illm. Sr. direclor interino nn dia 23 do correle
as II horas da manhaa nata secretaria.
Secretaria da directora das obras piblicas 13di
outubro de 1850.O secretario,
Joaquim Francisco de Mello Sanios.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo cm vi'iudeila aulori-
sac;aodoE\m. Sr. presidente da provincia, tem de
contratar os geueros alimenticios para lornecimento
da companliia de aprenclizes menores, do arsenal
de guerra, c afriranos livres do mesmo arsenal,dn-
ranlc os dous mezes novembroe dezemhro prximos
yiudouros.
Pao de qnatro onras, bolachas, carne verde,
dita seees, farinba do mandioca, assucar smenos
refinado, caf, cha liyson.manieiga franceza, arroz
pilado, bacalho, feijao prcln ou mulalinho, louci-
nho de Lisboa, azeile doce, vinagre.
Ducui qui/er contratar osles objeCIOS aprsenle
snas proposlas ornearlas fechadas as 10 horas do
dia 20 do crrente : na secretaria do COnselho.
Sala dassessies do ronselho alminisirativp para
fornecimunio do aasenal de guerra 23 de outubro
i85(i.|l!onto .lose; Lamenba l.ins. coronel pre-
sidenteBernardo l'ereira do Carmo Jnior.
rogal e secrelario.
O illm. Sr. capiaodu pono,emeumprimento
da orclem do F.\m. Sr. presidente da provincia da-
tada de 20 do eorrenle, referindo-se n comida no
aviso rircular do ministerio da marinha, de 2
lambem do eorrenle, manda dar publicidado as tra-
dceles, juntas a este por copia, do tres avisos so-
bre o estalielccimenlo de luzes na illm dos enforca-
dos no Mediterrneo.c no canal dos Principes a en-
trada dofTamisa, e da casas deasylo para as pes-
soas que naufragaron, na partelo mardeStcndcr-
bunds em Rengada.
Capitana do porto de Pernambeo cm 21 de ou-
lubro do 1850O secretario, Alexandre Rodri-
gues do.s Alijos.
TRADUCCAO'.
Aviso aos D-4vedantes
N. 18.
Mar Mediterrnea.
Pliarol as libas Baleares.
O ministerio da marinha do Hespatiha acaba do
participar, quo do dia 1. de maio de 18.50 cm
dianle, se estalielecera urna luz tixa na ilha dos
Enforcados, entre as ilhas (aleares, Kvira el'or-
menlera no Mediterrneo.
A luz helixa eclara, cesta enllocada na altura
de S-2 pos cima do nivel medio do mar ; c deve a-
vislar-se do conve/. de um navio cm lempo claro,
na distancia de 10 milhas.
O aparelho Iluminador he catadioplrico da C.'
elasse.
0
ir
JAMBO.
ra' leilao de (l barril com superior vi-
nagre, em lotes a vontade dos
A lorre do pliarol aclia-sc rollucada na lalilude
38.- 48" ^9" Norte ; e longitude 1. 2!)' a leste
de Grenwieh,
O objeelo c lim da luz he para marcar o canal
conhecido pelo nomc de Freo-Grande ou o prin-
cipal dos tres canaes, ou Freos entre as ilhas de Ivi-
ca ao lado do norte, o Forrooutera ao do sul.
Ksie canal tem quasi una niilha de largura c
nove bracas de fundo ; mas como o fundo he de
rochedo.as embarcajcJesdeveladevem a cautelar-se
em navegar para o canalrom o vento escaseo ou va-
riavel, para evitar o perigo de ter de fondear.
I'or ordem de S. Scnhorias.
Assignado, John Washington, Yidrographo.
Repartieao Hidrographica, Almirantado, Lon-
dres 28 de abril de 1856.
Esicaviso affeela os seguimos mappu do Almi-
rantado.
Goral do Mediterrneo, n. 2158, de Alicante
para Palamos n. 1187 ; ilhas de Ivies e Formen-
lera n. 11.5, e mais a lisia de pliaroesdo Mediter-
rneo n. 10 A.
TRADUCCAO'.
Aviso aos n .veaautus.
H.31.
Canal dos Principes.
Entrada no Tamisa, plnrol addicional.
Trinity Housc 5 de junho de 185G.
Para mclhor navegac.io do canal des principes,
resolveu-se, que nelle se eslabelecesse urna luz ad-
dicional.
Pelo presento so faz publico, quo antes do dia
1.'de outubro prximo, una embarcacao pliarol
estar tundeada ao lado norte do dito, a mcio ca-
mnho pouco mais ou menos, entre os phoroes Ton-
gue c Uuindlcr, e que urna luz encarnada revol-
venleappareceida mesma, depois d por do sol,
daquelledia,
Nova informar;ao a respailo da posicao exacla,
demarcaces, etc., da luz projeclada, ser publica-
da em lempo competente.
Por ordem.
Assignado, P. H. Berthon, secretario.
TRADUCCAO
Avisa aos iiave^aues
A direcloria da companhia das Indias Orientaos
recebeu uliimamenle do governo de Bengala aso-
guinte noticia, quo se publica para ronhecimento
geni.
Para a gente do mar que naufragar na parte do
mar de Sunderbunds tem-se eslabelecido as seguin-
les casas de asylo.
N. I, pintada de encarnado. Edilicada um pouco
para o norte de Jacksons (Irove na poma de Sezers
formando a entrada de leste para o canal Creek.n
Est em urna extensa planicie coberia derapim pe-
la parte interior, ou para leste de uns montes altos
de rea, que formam a lioha da praia.
N. 2, pintada de branco. Edilicada na enlradade
leslc para o rio Sublermookoy, -00 jardas ao norte
da ponta que se forma da ilha liulcherry e 20 jar-
das do signal ou marca das mrs chelas. Esl cal-
locada no mcio do arvoredo baixoe mu unido
(jungle).
N, 3, pintada de prcto. Edificado a entrada de
lesto do rio Jeuueva, dOO jardas ao norte da pona
que forma a entrada para o rio Sublermookoy,o 200
jardas do signal ou marca das mares cheias.
Em cada rasa ha um suprimenlo de bolacha e
agua, que fcilmente se arha lando as inslrucres,
que existen cm cada urna, que conten igualmente
outrts dircccocs de ulilidade, cada casa tem junio a
si um calamarau.
Os nufragos que alcanrarem a ierra a lesle de
Saugor devem procurar as casas de asylo, e devem
lembrar-se que troando nina enibareagao se perde
com um pratico a bordo, o facto he logo sabido na
eslaco dos praCOS eem Calcula. Os uaufragospor
tanto, quearharem caiiiinho para as casas, devem
n'estts permanecer c cuidar nos meios de subsisten
cia, na certeza de que, em breve serao tocorridos.ou
se forem obrigados a abandona-las, esforcarcm-se
para seguir o caminho do oeste atei a ilha dcSaugor,
e viajar pela praia al que cheguem ao pliarol, ou
caminharem para urna grande povoacjjo do pesca-
ra, simada no lado do sueslc da ilha de Saugcr,
servindo-se do catamarn at onde for praticavcl.
Por ordem de supcrinlcndenlc da marinha. As-
signado, Jas Sutherland. servindo de secretario.
^ Reparliroda superilendcncia da marinha cm
Fort William, a 8 de marco de 1806.
Publicado por ordem da direcloria da compa-
nhia das Indias Oricntaes.Assignado, James C.
Melvell, secrelario
Casa da directora 7 de maio de 1 SoG.
Segu com multa brevidade por sea-
char com dous tercos da carga a bordo, o i
brigue Conceic^o ,, do qual be capitol
Joaquim F'ei reir dos Santos; liara o
resto, e cicravosa licle, para oque tem
commodossuflicientes.trala-secomHanoell
Alves Guerra, na ra do Trapiche n. 1 i.
clores
Pires,
: no aiinazem de
no caes da alCandi
compra-
A. A. Jacoinc
ga.
WM 'it>tt$o$.
O Dr. Joaquim de Aquino Eonseca,
leudo recebido boje pelo vapor ingle/.,
da Academia Imperial de Medicina de
Pars, vaccina em tubos canillares c la-
minas, rogaa's pessoasquedellase<|uizc-
rcm nproveitar, que comparecamemsua
casa, no dia | ele novcmbio,' das 7 a's
!l botas da nnnliaa. Eccile 2S de ou-
tubro de 1850.
Vaccina.
ai;; a
B,il)i
;t
THEATRO
seauccm poneos din,, por jii ter porcSo da carga a
bordo, o velleuu palliahote Sanio AntonioTrium-
plio, de lote de I ti toneladas; para o reslo da car-
Ka trala-sc cun san comigaatairio Domingo* Alves
Malheos, na ras de Apollo n. 23.
".,. viasen.
aterro
Para o Mara-
nho
segu com muita brevidade a barca BRI-
LHANTE, tem a bordo a meia carga que
continua a residir
Boa-Vicia n. 'i. no Mgoodo e (rrceirn an- &
' dar, anmle scnipre n eneoulrarao prompln 2
..'? aos m\'teres de sua j.r<>i:.-,.. ?z$.
^@ -: oo^Q^-^
SMEME E)l COiniWDITA,
trouxe do Bio de Janeiro, e aqu ^yxma] fu U(l(ulora <{(, /abrir tic
prompla: para o resto que l|,e falla, Ira- .. '
(a-se com os consignatario* Novis & C, U(V'a<) r ICCidOH lie (t 1(10(1(10.
on com o ca
pi-
rua do Trapiche n.
lao, na praca.
Rio de 'aneiro.
Kspera-sc do Assu' o hr:ae Imperador do Bra-
sil, o qual depois da indicente demora para receher
escravns a frote, seguir' para o porlo indicado :
a halar com Manuel Alves Guerra, na ra do Tra-
piche n. 11.
:ara a Baha
sesue imprelervelmeulo n-sles dias o veleiro e bem
conhecidr. pallialinleuMou-Amifosii; para um pe-
queo reslo de cara. que Ihc falla trata-te com o na
contignatario Anlotiio l.uiz de Oliveira Azevedo,
ra da i.ru/ n, I.
IIIO
de Janeiro.
Segu com brevidade o bem conheci-
do o veleiro brigue FIRMA, capitao Ma-
nocldc Freitas Vctor, tem parte da car-
ga prompla : para o resto, Irata-sc com
os consignatarios Novaes & C, ra do
Trapiche n. ~V, ou com o capitao, na
praca.
Para Lisboa, com brevidade, por 1er parle da
carsa prompla. o brsuc pnrluauez l.aia III :
quem quizer carregar, lrata-.se com os seus coosig-
ualarios ahaivn assianados.
Francisco Severiano Italiello & Filho.
Sahe para o Cear imprelerivclmenlc no dia ,'KI
do correnle.o hialc Auroran.
Companhia
Pcrnaaibucana.
>.ni -e lando reunido numero snfllclonle de su-
cios em a.scmblc* aeral, lica adiada a rcuniflo para
odia lade noveinbru prximo, quando se tmara
ama definitiva deliberado com as pessoas que se
acharen! prsenles. A leonino lera luaar em casa
doSr. Anlonio .Marques de Amorim, ra da Cruz,
no relendn dia |-, ao meio ilia cm ponto.
Pernambuco >K de oululiro de 1836.
Amorim, Faria, cnerra i C.
....'.-*';...,;- ;. VS->..'V.->. ...,.1..-*
:..... -i -..;...... .,. ../t.."..v...-.-.?-..j
-*;5 O Dr. Ribeiro e sua familia val ;;-
:;\ no vapor nlguarassn ate'oCea-
v*3 la > < pede a seus amigos o des-
O cnlpem de nao se despedir pesso-
M alente, pela rapidez, de sua via-
@ gem.
W^WItfWlSfWw : m -. ...-..'.?v;-i
O Sr. tliesotireiro das loteras da
provincia manda fazer publico, que na
lista geral da segunda parte da prmeira
lotera do Senhor ISom Jess dos ftfarty-
rios. se acliam os segumtes engaos: o
n. 2725 he 2722. o n. ,"0i8 com 5000
be o premio de lO.s'OOO, o n. 3050 com
20.sO00 he ."i.sODO e o n. 3055 com lO.s
!ic o premio de 20X000O escrivao das
lolerias, Josc- Januario Alves da Maia.
@
Q

Largo da Assemblot iii-
inero 10
O vapor IGUABASSIT sahe para os porlos ao
norle as 3 lloras di tardo de -.> du curenle : o ex-
pediente, no escriplorio da companhia, se fechara
ao incio-dia.
Companhia brasileira de
paquetes a vapor.
O vapor S. SALVADOR, commandanle o 1 l-
enle santa Barbara, espera-so don porlos do norle
em o Io de novemliro prximo, e depon da demora
seaura para Mareii, Hahia e Re de Janeiro. Ot
senderes quo liver&m a embarcar volumes on escra-
vot, devem apresentar-se na aaencia, no ilia da
cliesada do vapor, para saberem o que podera ser
recebido, (cando os cnnhecimenlos nense dia, na
aaencia, c os embarques pedern ser feilos no dia
tegainte al o meio dia : agencia, na ra do Tra-
piche n. 1(1, *> andar.
Para o Aracaty
seaue no lim da presente semana, o bem conhecido
Inale Capibaribe: para o reslo da caraa Irata-se
na roa do Vigario n. 5.
t'ara' polo !Haraiili9,o.
Segu em poucos das para o Para com escala pelo
Maranho u brigue brasileo Chira, de prmeira
marclia, o qual tem parle da caraa a bordo, para" o
reslo e passaaeiro, para oque ollerece areadoscom-
modoi : Irata-se com o consignatario Joio l'inlo
Keais de Sou/a na Iravcssa da Madre de Utos, ar-
mazcm de Harlina & Pinto, oo com o capiiio t.'er-
n,iii i.. Jos dos Santos, lia praja.
$ci|jj)*&..
di;
"t-i EE2S0"** ''p,r branc"- -"'i'1 pur |ui""-
e -/I*..i J8,l. por mnscavado. A quantidade de lin-
ear J B"*'l m sor aq,n,em 3 desle mez, monlava
a .1,14/ toneladas.
Azeile de palma.A rrnrora ,em sido menos ac-
tiva, e as vendas durante Mal ultimas quatn. sema-
nas imporliram em l,2nl) toneladas de pes,. ao,
preco, de fi, I 10,0, ',.-,, i(i e i(; ,()|_'Ein
ser em :WI do mez passado, |,09<) loneladas de
peso.
Azeile doce.Mercado firme. Azeite de boa ana.
Male de Portogel, dara if.Vt 10,0 por tonelada de
r aalloes. tm ser, de ludas as qualidadea, 1 ScXI
Inneladn de medida. '
Borncha.Ai vendas desde 8 do passado tem si-
llo imporlanle, ; monlam a 177 toneladas, a oreos
variando de S i f ,6 por II,., esie ultimo sonde, o
^ "iM.i.iiuas II liorasda manliaa.
r'; Dr. Joao Nepomuceno Dias Fer- 1%
nandes, commissario vaccinador a
}v provincial. ;.';
Sa^Bffii^
Kif -. %w
Tcndo do ser posta em hasta publira na porta
do almoxarifado desta repartieao, alim deser arre-
matada por quem mais der, urna porgan de bola-
chas e farinlia arruinada nos dias 29, 30, o 31 do
crreme mez pelas II horas da manhaa ; o Illm.
Sr. inspectOr manda fazer islo publico, para co-
nhecimenio de quem convier.
Jnspecciiodo arsenal de marinha de I'crnsujbuco
em 27 dcouiuhro de 1856.0 scrrctarlo Ale-
jandre Rodrigues dos Anjos.
KEPAKTK..AO DAS OBRAS l'IBI.ICAS.
A reparin;,-io dai ohrai publicas contrata o forne-
eimento de lijlo de alvemri aroma e rea para os
obras da capital, pelo lempo de seis mezw. Os pre-
O espectculo nnnnnciado para o da l do cr-
reme, em beneficio do artista Santa lt;/, lica trans-
ferido para quinta-letra li de novembro, cm virlude
du dilo artista se adiar incommodado toda a semana
prxima pateada, e nao ter podido laier ensaios.
PARA 0 RIO DE JANEIRO.
Espera-se do Aesii com nuila brevidade a bem co-
ntienda e veleira barca "Malhildcn, a qual lera aqui
a demora sollicienle para rereber cscravos a frete
para o porto indicado : Irala-se rom til noel Alves
liucrra, na rna do Trapicbe n. H.
I'ara I isboa, com brevidade, por ler parle da
carga prompla, n brigne portuguez i.Soberanon
quen quizer carregar, dirija-- e aos seus cooisanala-
rios Francisco Severiano iUbello & Filho.
lioslron Rookcr & Companbia farao leilo, por
inlervenrao do aaeiile Oliveira, de alaumas fazendas
variedu, e em MRaimenlo um completo lorlimento
de oulras de le recenteincnle chegada, e em per-
feloeslado : quarla-feira. 2!l do crreme, as lll lio.
ras da manhaa, no seu armazem, praca do Corno
Saolo. '
LE LO SEM I.IMITK.
O aaenlc V ieira ra leilo de 0 sacras com fari-
nha de tapioca do Maranho, |ior tonta e risco de
qoem perlcnciT : quarta-leira, do eorrenle, as 11
horas da manhaa, no armazem do Sr. Annes de-
Ironle da alnndcea.
O agente Borja lar leilao deis movis por-
lenccntesa nm negocianic que se retira para Portu-
gal, constando do urna excellenle mobilia de Jaca-
randa com peilra, um ptimo piano de armario, 2
espclhos grandes, secretaria, guarda roupa, guarda
vestidos, commodas, marquesas, bancas.uma sofri-
vel mobilia de angico para sala de jamar, guarda
louca, aparadores, mesa elstica, lavatorios com
pedra e mais ouiras obras de raarcineria ele, can-
delabro, c lanlernas de vidro, ricos vasos u enfeites
de porcelana e de cristal para sala, louca e vidros
finos para mesa, arranjos diversos, de casa, Irens
de eozinha e oHirosmuitos objed-js ele., um pti-
mo carro novo de qualro rodas com urna excellen-
le parclha de cnvallos, que se aeharao expostos
no armazem do agente anniinciaciie, silo na ra
do Gollegio n. 15, onde lera lugar o leilao quin-
ta fera 30 d" eorrenle as 11 horas. Nesso mes-
mo dia vender-se-ha tamliem para liquidacJio de
conlas una porc.ao de saceos de feijao mulalinho
mu lo novo.
O senle Vicira da Silva, na ra da .Madre de
)eos n. 32, faz leilao scvl.i feira 31 do correle as
ll liorasda ni.iiliaa, de diversas brasele maraa-
ras novas eonadas. de diveisos eamtoeiros para cima
de mesa, candelabros, rclnqios para cima de mesa e
mais objecloi que exislirem no dito armazem. ludo
sera veodido a vontade dos compradores.
em limite.
O aaenlc Vicira da Silva faz leilao de grande por-
c.lo de peneiru ,ie rame, tainos de metal amarello,
fregideiras e caisarnlas de cabos eslanliados urna
porcao de pillas de familia, por conla e risco de
quem porlenccr : sexta-reira, :ll do correle, o
meio dia em ponto, ua ra da Madre de Heos o. 32,
armazem de leiloea.
Qiiinta-leira 30 do eorrenle, ao
meio dia em ponto, o agente Pestaa fa-
Belativo aos protestos
Transita pelas ras desta cidade, um persouagcm
cabisbaixo.charulo na boca, calca branca ou parda,
palito prelo, chapeo de palha toiti lita prela, e na
falta deste, um branco de pello rapado ja bastante
ensebado ; bengalinas janoia, porto pretencioso,
inculcando-se por urna alia capaci.Iade. He cons-
tante no eorreio, as chegadas dos vapores da Euro-
pa, onde blasona ler grandes correspondencias para
o velho mundo, nao so com os abastados coinmer-
ciantcs, como lamliem servindo-se com os nrinei-
paesesladistas, servindo-sc para com uns de um no-
mo, e para com outros de oulro, ora como eximes
Iliterato, ora como conde ou marquez, fazendn
com islo acreditar aquelles que o nao eonhecem a
exaclidao de seu protesto inserido nesle Diario
de quariafeira 22 do eorrenle, em o qual declarou,
quepormerc o grarra Ihe linda sido conferido na
serraque fica eiiIrcGuimaraese Braga o dircilo de
usar dc/pialqiiemnnieou litulo.que mais adequado
adiar asdreumsianeias do tempo e da cousa a que
sedediear. Inculca-seo guiada administracao
do C.ahinele o Hospital Portuguez, rabisca artigos
c correspondencias para os jomaos como signal
*o com isto vai illudindoos i uranios,
pondo'cindispondode maneira a Ihe fiearem as
cousas a seu geilo, alim de sem ceremonia desen-
volver sua industria industriosa, por greca e mer-
c falporrina !
Mas, para que qualqucr pessoa do novo o Oque
conhecendo, e se possa desviar delle, como de cao
damnade, vamos fazer salientes algumas de SUS
muitas facanhas.rogando a lodos os dignos socios do
Gabinele.que quandn l renconlraem lal persona-
gem, se retircm para nao seren cmpeslados. A
vista da exposicao parece que ja csto adevinhando
que o tal personagem he um que alguem conhece
por .1. I. i",. Ferreira, ora agora Anlonio Bernar-
do Coulinho.
Se anda restar duvida vejam se o eonhecem co-
mo oflicial de funileiro que foi l para o bairro de
quem nao lem bedas, onde se poriou como cava!-
leiro que he por greca c merco.... Ora agora como
oflicial em um dos hairros dosta cidade que faz fa-
go, foi um barra, a tal ponto que merecen a con
decorarlo do ponha-se fora iju.into antes ora
agora... depois que se pegou condecorado, ci -lo
ambicionando o titulo de ravallciro de industria, c
para mostrar qne bem o mereca foi industriando,
segundo dizem, em una casa que o tomara o seu
sci vico, urna diminua quanlia ? apenas do 800-3
c lanos mil reis !... avista de tamos o lao im-
porlantes servieos, foi despachado vagabundo para a
praca do S. Antonio, tomando para sea azilo os
bancos do passeio eas obras da casa de'dclento,o-
bras que necesariamente muilo Ihe interessavam, c
das quaes so desviou depois do concluidas, como de
a ni palacios cuja residencia llio davam dircilo os
teitulos adequiridos. p:mregando-se as lellras for-
gicou um periodicosinho de palmo c meio.com o
qual illudio a muita gente, de quem recebeu as im-
portancias da sobseripcio, dando-lhe em pagamen-
10 qualro ou cinco folheios, o pondo-seao fresco
deixnu de pagar a lypoaraphia, que grapas ao on-
corpado Ximencs nada perdeu (One liella occaslo
para ir residir no tal palacio),mas assimnao SCOOte-
ceu.gracasasgracasdealgiinsseuscamarailas.qucbem
precisavam que Ibes pozessem a calva amostra (nao
faltar oeeosiaoj antes pelo contrario, foi arredilado
para com um commerciante de erragens : arruma-
cao muilo propria sendo que lenha bstanle ferrtl-
gem para limpar, o que nao parece |iorque passeia
a qualquer hora do dia ou da uoile. Parece que cora
estes esclarecimcnlos todos licaro conhecendo o tal
hroe, mas se alguem qui/er informapcs mais mi-
nuciosas falle com o sen amigo amigo o cantarada
de la
O. Nevos
Riabtixo assianados ileclaramos que a lellra
perdida da quanlia de ll^NJU a favonio Sr. Jos
Alves da Silva luimaraes, e por ruis aceila, lica sem
nenhiim vigor por reforinirmos nutra da quanlia de
199000, datada de 27 do eorrenle mez. Herir 2!)
de oululiro de 1856.Jos Maiimiano Alves Cava-
canl, l.uiz l'ereira Vianna.
Ilnaa-se ao Sr. Julio da Silva l.nho, queira
por favor dirisir-se ou mandar a ra .Nova n. 56,
toja.
PreCrM-se de urna ama que lenha bom lele,
para criar urna enanca : na casa 11. 15 defronle di
iareja do Torpo Sanio.
O invenUrianle da inassa do fallido Jo' Ma-
na llorja, de novo pede aos credores que restam re-
ceher o que Ibes tocn m raleio, que lirem manda-
do de levanlamenlo, e venh un quinto anle receber
o que Mies perlence: na ra Nova, sobrado 11. 27,
ou luja de ourives n. 1.
Precisase de ama ama que siihi co/.inhar :
quem quizer podera" enlemler-se com Jos Nogueira
de Sonta, toja de livros, junio ao arco de Sanio An-
tonio.
Fornece-M contlanlementi a dan ou (res oln-
nasque precisarem de lenha a l-Oilll o cirro, que
regala dolCargai, sendo desnachadei ascanna.no
mesmo dia que chesirem no porlo dos Arrombad.is,
sendo que se apresenlem ao amanherer do dia que
liverem de receber a dila lenha ; c recebe-te em
Iroca 10a 12 millieiros do lijlos de alvenaria aros-
sa : em (Huida, risa 11. I da ra do atorro do Vara-I
douro em direccSo ao colleaio dos orpUos, se icha-
ra' com quem tratar.
I'recia-se de um amassadnr que seja desemba- I
rarado : na padari.i da roa eslrejla do Kosario n. i.l.
Itelirou-se desla cidade Jo. llenrique da Sil-
va, levando em sua companhia un.a irm.la menor,
(i escravns e -' eavallm, os quaes bens pcrlencem ,,
seus irruios orphaos, pelo que previne-se que n3o se
faca negocio algum com o dito desapparecido, a
lodas as autoridades policiae., qoe os caplurandn,
faca vir ao jmz curador dos orphaos nesla cidade do
Kecile.
O Dr. Joaquim d*Aquino Fonsccajiil-
;a conveniente declarar,cjue varcinai a' as
pessoas que comparecerem na casa de sua
residencia, mesmo qudndo sejam de guar-
da os dias designados para islo, e roga as
que lorem vaccinadas queno deivem de
\oliar nesses dias; porquanto sse pode
entretera i mioculacao vacciniea sendo a se-
ment passada de nm a oulro individuo, e
para que isto tenha lugar torna-se indis-
pensavel quecomparecam; almde que,
podende sor confundida com a falsa vacci-
na a verdadeira, por aquelles que as nao
sabem distinguir, s<"> voltnndo conhecer-
se-lia seest9opreservados da varila.
Precisa-se tic; urna lavadeira que se-
ja boa, nao demore; a roupa no rio e d
dador a sua condula: na praca da Inde-
pendencia li vi aria ns. (i e S.
Os abaxo assianados vendern! sua taberna sila
00 larao da Itilieira 11. I ao Sr. Jote lleruardino da
Silva ; os credores da mesma poderao receher snas
conlas de Joslino l'ereira de Andrade. na rui do
A mor 1111, aniiaicm de coaros. Kecife 21 de oululiro
de 185(1Izidro l'ereira de Andrade & I"..
Kugio do sitio l'aruameirim, dominao de ma-
nhaa, o prelo crioulo de mime l.uiz, de idade 2
anuos, magro, altura regular, lera cima cicatriz em
urna das peni 1-, que ja foi quebrada : quem o pe-
aar, pode leva-lo a roa da Cadcia Velha n. 21, qoe
ser gralilirado.
i;eclama?ao.
Tete a irmandade de N. S. do Ierro de fllinr pelo
dissabor do ver noticiado na 1'igina Avulsa de anle-
hnntein, nina grande critica 011 cilumuia sobre o
alaviamcnlo de sua iareja, e no dia da felividade de
sua eicelsa padroeira. QwSB lal dira t Sci alaum
desalmado vincalivo sera capar iurormar a' redac-
;;lo da i'aaina Avulsa semelhanle cilomnia. O pvo
desla cidade vio que a iareja eslava decentemente
ornada, lauto em arnuco, conslanle de Ires ricas
arcadas, como de unirs alf.iias, luzes, ele. ; a msi-
ca foi das mellioresa forangahem cheia e eie-
culada por insignes professores ; o sermao da fesla
foi recitado pelo digno pregador da rapelli imperial
l'r. Lino, e o sermao do Te-Deura recitado pelo dig-
no prega lor di capclla imperial padre meslre Ca-
pistrauo, foao do ar com abundancia, foao exista,
msica militar em lodos os intervalos, arvoramenlo
e lirada da liandeira com moila pompa, percorrendo
diversas mas, illuniina;es ele. Que mais poderia
fuer a irmandade de N. S. do Terco/ Alaumas 00-
Irasem melliores circumslancias Me fazem lauto, e
alinal sao elogiadas mesmo pela Pagina Avulsa. Fi-
que cerlo o autor de semelhanle calumnia que mal
algum causa a irmandade. seus aclos sao hem libi-
dos, alia eonliniiara' em progresso, e afliancamoi
que se alguma merece elogios he sem dovida i'de .
S. do ierro, pela maneira por que procede ero lodos
os seos aclos festivos e fnebres, e pela comante har-
mona que reina na maioria de seas irmSos.
Osobolso assignados declaram qoe amigavel-
menle dissolveram a sociednde que liveram na loja
de selleiro, sila na ra da Crw n.tii, qoe gyronde
baxnda razan social de I'aiva 4 tiiimaraes, iicindo
a cargo do socio tiuimiraes o activo c passivo da di-
la sociedade. Hecife 21 de onlobro da 1856. Joao
Jos de l'ava, l'raiiciscn Jos dos Passos Guimi-
res.
Trecisa-se de pessoas que se encarreguem de
mandar fazer urna poreSo de palili'n de alpaca com
brevidade, c oulras obras, dando conhecimeDlo : na
ra Nova n. 18,
I'recisa-se de una ama pora o servico de casa
de pequea familia, sendo de bous cosloiiics, paga-
se hem : na rna dos Marlxrios n. II!.
Aluga-se urna ama forra ou escrava, que faca
lodo o servico interno de urna casa de pouca fami-
lia, e compre na ra, pnga-se mailp bem : na ra do
Hospicio 11. 17.
I'recisa-sc de urna escrava capaz para o servi-
co interno e eilerno de urna casa de pouca familia :
a tratar na roa das Aguas-Verdes, 110 segundo andar
do sobrado 11. 22.
Os credores da masa fallida de Antonio Ao-
gostodeC.irvalho Marinho queiram, no pnzo de 8
das, aprcsenlar aos administradores os seus crditos
parase proceder o raleio, levando-os para dito las
a' rna de Harina n. 22, escriplorio do Dr. Isgidio,
um dos administradores, (cando cerlo de que nao
aprescnlando nesse prazo nao se admillira' reclama-
cao alguma, e iiem serao altenjidos 110 dividendo.
Kecife 27 de oululiro de 1856.
iS'wciadade t .ratral re-
creativa.
Convido aos senhores socios para qoe se digoem
presentar suas proposlas de convidados ale o dia
: do eorrenle, adverliudo que depois desse dia nao
se recebera' mais alguma.O secrelario,
A. F. lluarle.
T*r em pequea, posta no luaar qoe indicar, por
preco mullo cnmniodo e aclivdade, dinja-ie a ra
da Palma confronte o quintal do Carmo, armazem
do segundo lainpeilo, ou no pateo do Carino, sobra-
do n. :t.
Alerra-se por empreilada, qner com calira,
quer com arel, e por menos de qne oulra qualquer
pessoa, terreno em alagado, evitando assim maiores
despezas, dirija-sea roa da Palma, confronte o quin-
tal do Carmo, armazem do segando laropedo, ou no
paleo do Carino, sobrado n. :l.
Prccisa-se de nina molher de mea idade, de-
sempedida, que saiha engnmmar, parase empregar
nesle lenice : a tratar no paleo do Carino n. 3.
0 abaixo assignado declara ao res-
peitaxel publica, e particularmente a's
pessoas com quem tere Iraiisnceies,que
saldou tocias as suas contas ate lioje con-
Iraliidas; e por isso nada deve nesta pra-
ca. Recife 27 deoutubrodel856.Joa-
qitim Vicente Marques.
Para a festa.
AJuga-te no lugar da Torre um sitio
bonito, com casa para grande familia:
a bular com o Sr. major Antunes, na
alfandega.
Precisa-se de um*. ama : no paleo da Sania
Cruz n. li. segando andar.
Prccisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia : na rna do Kaogel 11. 25.
DAGUERREOTYPO
SVS1EMA rfORTE-AMBBICANO.
Aten o da Boa-Vista n. I, .".- andar.
Causas extraordinarias chamam o artista propie-
tario deste eslabeleciineulo a nina das provincias rio
norle aonde suppoe ter algunia demora, e lendo d
partir 110 paquete Iguarass naptnss lera a sua ga-
lera c nllicina a disposic,3o do publico al o da 2K
do rorrele : as passoas que desejarem possuir nm
retrato peleito e inalleravel poderao aproveilar os
ilias que rcsl.iin de sua Salada uesla c-apilal. No
mesmo eslahelerimenfo encnnlia-se o nial, cmple-
lo e vanado sorlimenlo de joias e artefacto! para a
collecrao de retratos.
Aloga-se um prelo ja de idade para rarregar
laboleiro otf onlrn qualquer servico que'nao soja
do .grandepeso saturnio mesmo do casa do senhor
as 8 horas do dia : quem pretender dirija-se ao
paleo do Terc.0 n. 32.
Prccisa-se urna ama forra para casa de pouca
familia : quem quizer e esliver no.caso deservir,
dirija-sea ra da Gloria n. 31,
Previdencia.
Companh\a de seguros contra a tnortnlidade do-
elevaron.
ESTABKLECIDA RO KIO DE JANEIRO.
Agencia filial de PernambucoN. I.l roa du Crespo,
f) fljgrllo desle anuo anda esla' muilo fresco na
memoria de'lodos, para que se deiie de apreciar o
grande beneficio que resollara' aos proprietiriosde
escravos, da garanta de propriedade, que esta com-
panhia offerece.
Muguem llenara' de concordar na vanlagcm de
tirar dos rendimeutns de urna propriedade urna pe-
quea parrella que garant o seu valor tolil, e o
premio he lao mdico que nem em :lll annos com-
pletara' a quanlia que, a qualquer mntenlo lem o
direito de receber por caso da muri do cscravo se-
guro.
Pagar-se-ha |por excmplo, sobre a avallarle de
1:000,- e menos em proporro uo caso do valor ser
mu mdico 1 inclusive o sello da onalice ele.
Das idailes
De 12 ale entrar aos 10 anuos961108 por anuo.
" .i". 11 i-'i 11 11-5200 11 o
Subindo o premid de cinco em cinco anuos al a
idade de 70 auno, conforme as enndicoes impressas
que |mlor.'io ser proeurades no escriplorio da
companhia.
No caso de h\pnlhccas. o seguro serve para miior
-araula das dividas, porque a companhia aceita a
transferencia das apolices a novos proprielarios, com
lano que essas transferencias se realisem em seu es-
criplorio.
Ilar-sc-ha consultas aralis aos escravoi seguros das
para 10 horas da nianhaa, no escriplorio da compi-
nliii. '
O prazo inri a venda de fa/endas malezas no
armazem dos abano assagnados, sera redundo a S
mezes, segando o roslume da praca, do I- de nn-
vimbro prximo fnluro em dianle'.
Birroca i\ Castro.
Hecile -'. de outubro de tsoo.
LOTERA
UA
Hil H
U Sr. tlusotireiro lolerias inamla fazer pu-
blico, que eslao expostun
a venda, na thesouraria
das loteras, ua ra da
Aurora u. '26 das9s 5 da
t;t rile,osbiihef ese ii,eos,da
prmeira parte da primei-
im lotera de S Miguel de
IJirreiros. cujas rodris an-
datii uodiaSdeiiOveiubro,
e logo (pie se publiquen,
as listas, se pagam os pre-
mios incontinente, a ex-
cepeo \oh dous premios
"laudes, que sao pairos lo-
go, no salado da extraccao,
no convento de Nossa Be*
hora do arnio.
O escrivao das loteras,
Jos Januario Alves di
Maia.
Em pra-a presidida pelo Illm. Sr. I)r. iui/
los feilos da fazcna nacional no da 2 alo
eorrenle mez, depois de sua audiencia, se
nao de arrematar os bens abatao declarad..-.
para pagamento de execiiQdes da mesma fa-
zenda contra seus devedores, a saber :
A posse de um terreno de marinha na na
Imperial n. 21 com 80 palmus de Trente r
fu mili at a baixa-mar por i-jo, pcnltoraoV.
a Manoel Jaques da Silva.
Um dito n. 56 na ra de Luiz do StSJSSj con
30 bracas de fronte e 71 de fundo por oo>, a
Jos Joaquim deAlmcida Pinto.
Um dito n. 3*9 na ra do Brum com *:,
palmos de Trente e 56 de fundo por 350/. a
Jo3o Pedro Maduro, em lugar de Manoel de
Siqueira Campello.
I ni dilo n. 196 alraz da ra da Concordia,
com 60 palmos de frente e 100 de fatulo por
3009, Manoel Caclano do Oliveira.
Um dito n. 116 B. alraz da na do Caldei-
rciro com 21 palmos de frenln o 150 de Tun-
do por 400/, Antonio dos Santos Andrade
em lugar de Manoel l'ereira de Se.
Um dilo ii. 178 na ra de Apollo com 20
palmos de frente o 50 de fundo por 200/ a
Rosa Engracia de Sania Mara Abnu Bran-
do.
Um dito n. 1l:i alraz da na do Caldeirciro,
com 20 palmos de frente e 100 de fondo por
10o>, Thereza de Jess Cavalcanti Pesio,
Um dilo n. 232 A na rui do Vigario com 30
palmos de frente c 45 de fundo por I0tfc>, .,
Mariano*, da Conceirao Pereira, curadora de
seu marido.
Oes sitio na estrada de San Jos do Man-
gumho, com grande casa de morada, estriba-
ra, cercado em parte e outra murada, com
muilos arvoredo de Inicios por 8:000, aos
hordeiros de l>. Joanna Machado Freir Pe-
reira da Silva.
Urna casa terrea n. 43 na ra da Casa Forte
com 15 palmos de frente, eozinha Tora, quin-
tal em aborto por 400., a Mara Francisca da
Silva cm lugar de Florencia Mara das Vir-
gens.
Urna dita cm freule da groja do Uensedin,
feita de cal e lijlo, com terreno de ambos
os laclse, tanda at a camhoa por 4:000/,aos
herdeiros de Francisco de Assis Campos Goo-
dem.
Todos os (liencillos para urna botica, aasaa-
tando de grande quantidade Je potes de lxi-
ca c vidro, e outros muilos objectos inclusi-
ve alguns nt"dicamenlos, ludo por 77/700, a
liento Luiz de Carvalho.
oze cadeiras novas de madeira Jacaranda
com assentos de palha por 72?, a Vicente
Morcira da Silva.
Seis cadeiras de conduru' rom assenl.
do palha eduas pequeas mesas da mcsni 1
madeirapor 14;, a Jo3o Pereira Ugo.
Seis cadeiras de madeira Jacaranda, um*
commoda de amarello.umi marqueza de an-
gico, urna banca de mojo de sala, urna mesa
de amarello o dous bahs pequeos, ludo
por 489, vuva de Manoel Lopes Machad.
Quem taes objectos quizer arrematar din -
ja-se a casa das audiencias a hora do ros-
lume.
No dia 18 do eorrenle pelas oilo horas
da manhSa fugio um negro por nomc Anlo-
nio, o qual he de nacao com os signaes se-
guintcs : cor fula, pouca barba, poxa do
quartodireito, os ps apalhetados, e no pe
do lado direito lem algumas costuras 1011-
lando calor de ligado, levou calca azul de
riscado, camisa azul, chapeo de palha : este
negro tem um irmio que he cortador de
carne nos acouges da Ireguezia de Santo An-
tonio, sendo este o seductor daqucllc, ae-
gundo que se tem sabido ; foi cscravo do Sr.
acadmico Antonio Itogcrio Freir de Canra-
Iho, morador alraz da matriz da Boa-Vista,
leudo viudo com o mesmo acadmico de A-
gua-Preta, talvcz tomasse esta estrada ; por
(anlo pede-se a todas autoridades onde o
mesmo for encontrado, e os capil iies de cam-
po liajint de aprehender, ou leva-lo ao sen
legitimo senhor abaixo assignado na ra
larga do Kosario 11. 48, que generosamente
paga a quem o trouxer.Bernardo de ter-
queira Castro Monleiro.
Alinanak da provincia.
Lstando-sc iroiilcccionando o ,ilm.iini
da provincia, roga-sc a todas as iMSsoas
|tie coslumain ncllc ser incluidas, < cjn.. o
no c-stivci-em, 011 lionvci- algum inxi,
queiram mandar levar a liviaria mimo 11
da, assim como |vcdu-s<- ao scnlrot-cs .1,
enrjenlios, se dignem maliciar igu.ilmc ..-
te as 1 ransfeiencias a mesma livraria.
Lotera da pro-
vincia.
Com a rubrica do abai-
xo assignado foram ven
didos os seguintes pre-
mios:
147 4 ::000.S 1 quarlo.
5968 2:0O().s | dito.
18'lli VOll.s -2 diios.
188S 209$ 2 ditos.
991 JOO.s- 2 ditos.
0072 loti.s a dita.
i)ii"i 1009 1 dlO.
2350 500 meio l.ill.ci,-.
227(i ."ill.s meio hilliolt-.
1667 oOs meio l.illui..
le pago 110 su ripio rio
do abaixo assignado ou na
praca da independe ici
loja 11. 40, nao s a piran-
lia dos umeres cima no-
fados, como todo o premio
por iuteiro.
*- '. haijnn .
- PreciM-n de aia ini.i.nn de 9 a 10* BBBaa de
idide, qoe de fiador de loa rondad*, pora raiitirn
de nm ilepoiiln : na ra de Aguan-Verdes o. M.
Prteiia-m de oaa anta pira balar da usa 1
enanca ; na ra UirtiU n. 86, segundo aodar.


D*RlO DE MjjMjHjjjl QU.I.TA H1** 29 CUTUIRO BE I8K
DEPOSITO DE L1VR0S E BOTICAS HOMEOPTICAS
Do
00
O l)r. P. A. Lolio Moscoso, tenilo de fazer urna viagem deisa a sua botica sol) a
tlirccqio de pessoa habilitada e de nleira probidade, e um deposito na loja de livros do Sr.
Manuel Nogueira de Sou/.a na ra do Crespo, sobrado novo do Sr. Magalhes Bastos.
PRESOS F1XOS.
Botica de 19 tubos grandes. 10/000
Dita de -24 153000
Dita de 36 > ... 90*000
Dita de 48 D ... 969000
Dita de 60 ... :iii.-ii(in
Manual de medicina homeopathica do Dr. Jahr con) o dic-
cionario dos termos de medicina........
Medicina domestica doDr. Henry.
Tralameuto do cholera morbus.
Repertorio do Dr. Mello Moracs.
JOjUOO
ioioo
2/000
OfOOO
Eosioa-st a pilotasen) theorica-pratics, ocur-
so malliematico e francez, contas par o commercio:
a tratar ua ra do Nogueira n. 7.
DENTISTA 'FLUKGEZ.
O, Dr. Pedro de Athayde l.obo .Mos-
cozo, tendo muito breve deftzer mnavia-
3:i:-ij?@S@@'Sfm' 10.a a que ejulgar sen credoro
gj obsequio de a presentar suas coritas at o
e& i dia 10 de novemhro i'utiiro, e espera c|iie
Paulo Gaisnoox. de volla da sua viagem .;-. OS que llie devem, tenliam a hondade de
-Europa, esla morando na ra Nova n. ., m,dai-llie pasar ate exe dia. pelo que
II, primeiro andar, onde pode ser procura- W ,, .. r 5J .,
do a qualquer hora. ^:ll,es "Cara muito agradecido.
Para familia cstrangeia deseja-se alusar ora i ^-" C* I Hlv^ *_/ CIi3ijl_'I*l
prelo fel de bous costume para o servido de casa.'
ua ra do Trapiche u. Ili, primeiro andar.
O Kvm. Si. Joaquim Jos' de l'aria, i
<|ue morn ou mora na lloa-Viagem,
lem urna carta na livraria ns. 6 e 8, da
piara da Independencia.
- Alaga-te urna casa com commodos para gran-; P* men,n0S- interna e externas, cuja
de familia, por fesla ou por anuo, muito fresca, com' educarao, prendas e mais vantagens, se
cocheira para carro, estribarla mullo boa a perlo do podei'ao avaliar, em presenca dos estatll-
mca nova, ra das Pernambucanas: > > .
do eollegio em
Lisboa,
bando, na Capuui
a tratar com Josa Antonio Marques,
uino, por prer.o commodo.
8 0 Dr. Joao Honorio Bezerra
de Menezes, formado em medici- 9
na, acha-se residndo na cdade <0)
() do Bio-Formoso, e abi se oll'ere-
ce a's pessoas que de se ti pres- fA
timo se (jui/.crem utilisai. /g.
$*>
COMPAMIIA DE SEGUIOS MARTI-
MOS E TERRESTRES.
CAPITAL l,000:000s000.
Chora-Me- 'os Tlle se acliam na rua do Crespo loj;
n. 10. ou na esquina que volla para a
ra da Cadeia.
D-ie 1:6001(000 i juro mdico, sob hypolheca
; oo firma segura : qoem quizer annuncie sua roo1
rada.
Osabaiso assignados lem autorisado ao Sr. Jos
Lopes Machado a fazor a cohranca, lano uesla praca
comem oulro qualquer lugar, das dividas perlencen-
les a firma fallida de Cruz & Come?, Cruz Bastos
e Josc Dias Simoes. Hecife i de oolubro iie 18J0.
Jos Alie- da Silva Guinianles, Francisco Jos Al-
ves (juimaraes.
JOAO DA SILVA RAMOS,
MEDICO PELA UNIVEBSIADE DE
C01MBBA,
contina a receber em sua casa na ra do Cabula n.
16, das H as 1(1 horas da manhaa, e das :i as 5 da
A rmupanhia lem so.i agencia no escriplorin de larde, as pessoas que o queiram consultar : bem co-
viuva Afnorim & Filho, roa da Cruz o. i",, onde mo se presta a sabir com a j reconhecida promp-
aceila todas as proposlas de seguros de riscos e for- lidao, a visitar qualqoer enfermo, a toda a hora do
luna do mar. dia ou da noile, quer dcnlro quer fura da cidade.
^^{Oaa Precisa-se alagar seis pelos para armazem de
I i VL" hl'VTKTi sucar : quem liver a quizer alugar, dirija-se a rua
9 1"J Ut.l 1 Ikill, f> de Apollo, armazem u. 0, que encontrar com
0) continua a residir na rua.Nova n. 19, primei- a) quem tratar.
Sroandar. 9 \ Precisa-se de 300) a premio com hvpolheea em
**>*#)# <"" nioleque de I i annos c urna negra de 92, islo
Precisa-iede urna ama forra ou captiva, para [ para mi"s seguranca : quem|quizer annuncie.
lodo o semen de una casa de familia: na ra Nova .. Vuero precisar de urna preta por aluguel, di-
ii. 23, segundo andar. j rija-se a ra da Mangueirn n. 5.
Aluga-se por fesla su mesmo por anuo Urna ; r. ^r- '" Silvcira l.obo ha pouco chegadoda
cara a margem do Capibaribe, com e icellenle porlo Cor,,> queira ler a boudade de declarar la morada
para baobo na hegueiia do Pojo da Panella ; quera por es,e "ario,
quizer alogar podera' enlendcr-se com Jos Noguei- ?*rec''a*so de orna mullier de idade, que quei-
Alogam-se 4 prclos para o serviro Je arma-
zem de atracar : quem ns liver dirija-se a ra de
Apollo, armazem n. 1 A, que se pagara' generosa-
mente.
A pessoa que aimunciou preois.ir de OOgOOO
com seguranza em um rnolcquo, e urna negra de '2-2
annos, dirija-se a ra llireila n. ~1, que ah se dir
qutm os da.
Engoma-se e coiinha-ie com moila perfeirao e
aceio : na ra Direila u. 7T.
Aluna se orna casa lerrea com commodo para
grande familia, quintal mando com cacimba por
preco commodo : a tratar na ra da Cadeia do Re-
cife n. 5, escriplorio de Barroca c Clro.
RLA DA CRUZ N. SI.
Anlonio Barbosa de Barros faz scienle ao publico
qoc morln a sua sala de barbear da caa n. 6*9 da
ra da Cruz para a de n. ,">l da mesma ra ; na mes-
ma sala se achara as mais modernas bichas de llam-
horzo, que se vendem aos ceios e a relalho, ealu-
gam-se, ludo mais barato do que em oulra parle.
Reincidencia.
Costamos de ver qualquer gastado ; sera mao
goslo, reas he notao. O disenrso que publicamos no
n. ->\\ de-le Diario, au'aslou alsuem, e em subido
grao ; ahi eslAo os seus us. 915, -2(8, 919 253,
para prora. Conlamos anda cum esta repetidlo,
junta a do n. 953, descubrir mais novidades para o
respeilavel ; razao porque anda tornaremos lem-
brar o di.-nirso. Koi orna bomba dos diooos, se-
gundo dizcm, por causa de l< de fra ; por aqu,
i-so n.io valia nada.

Ractr97 de oulubro de 1836.
Alusa-se o segundo andar de um sobrado no
paleo da Sania Cruz : quem o pretender falle na
ra das Cruzes no ultimo sobrado de dous andares,
lado direilo quem vai da ra do (Jutimado para S.
I rancisco. Na mesma rasa se compra um peqneno
porlao de ferro para um sitio, sendo em couta, e se
precisa de urna escrava de lodo o serviro por lu-
suel.
LOTERA da provincia.
Oabtiixoassjonadoavisa
ao respeitavel publico que
vendeu as se ni ufes sor tes:
1 piarlo n. .",9('8 2:000^000.
1 meio << 2898 DOO.sOOO.
I quarto (i lOOjfOOO.
1 billiete -c 217 OsOOO.
O iiitsuio tem exposto
venda as lo jas j annun-
c.iaclas os seus elizos bi-
Iheles e meiosditos,da pri-
meira parte da priiLeira
lotera da matriz de S. Mi-
guel de Bar reros, COJOS
Superior cal de
Lisboa.
Neiide-se superior cal de Lisboa : no
arma/.ctnde N'ovai-s C, ra da Uadie
de Dos n. J2, por pre;o eommodo.
Encantos das senhoras,
tormentos dos paise ina-
ridos.
Chales de merino bordado" a vallado, ditos de ea-
semira eslampados, um goslo nunca visto ueste marcado, c ni agora con-
duzidos pela barca frauceza Cunte Boger : na ra
doOoemado n.:, loja pintada de amarello, esqui-
na ua Congregarlo.
Aterrotda Boa- Vista n.OO,
nova ioja de Cama &
SILVA.
Nesla loja vendem-se por menos prern do qoc em
qualquer oulra pirle, as se^uiules fazendas : asseve-
raniUie qoe sao das ltimamente chegadas ao mer-
cado. Corle de fuslao acolchoarto, e brins de linho
puro para cairas, cada um 9)500, superiores brela-
nhas de linho, cada peja de 6 varas por SfSOO, mel-
pomene para ealid*, e nutra- muitas fazendas fi-
nas a tontada dn comprador. Todas estas fazendas
trocam--e por dinheiro. *"
DEPOSITO DA FABRICA
industria Pernambucaiia.
. RA DO CRESPO N. 9.
l^azeildas boas e baratas. I ~ A veirdadesragradmBalean. 97,
Na loja do baraleiro da ra da Cadeia do Hecife em >:ific;;i8 de 1 5 du/.ias de JwtCS: em ea-
n..'>0, defronledarua da Madre de Heos, acharas oj su de James Crahlree i!. C, rua da Cruz
Tre^uezea bom sorliineiilo de fazendas de boas qoa- ,, >>
lidades, que a dinheiro a' vista -e vendem por bara-
tissimo preco, tanto em atacado como a relalho, lia-
vendo entre mullo variedade boas chila* de cores l-
xas de diversos padris. o covado a 1110, ISO t 200, e
a pec,a (3, 6*500, >s(K) e 7o, corles de cana de eo-
res bonitos padres.quc Dio desbnlam, com 7 varas,
aelodiminuto preco de 1-iani. riscados e dulas lar-
das francezas modernas, o covado a '1W. HO, 1100,
320 e ilK), casas francezas de cores a .Vid a vara,
ditas em corles de 12 e 1:1 varas moilo linas com
fazeuda para vestido e para folho, desenlies difleren-
les, pelo barato preco de H?, corles de andelina de
seda cor de rosa e azul com fazenda para refego e
fnlho a 1 'i?e I ">-. corles de sclas escocezas largas de
bonitos goslosa 2S3, grosdcnaple prelo superior pa-
ra veslidn a 2, e 220O o covado, chales de nierin
lino sem barra com franja de relroz a 59500, dilos de
chaly com barr assetinada a li->")lMI,|dilosde inerinn
bordarlos de cores a 8?, dilos muito linos bordados de
urna so cor a !';, e alera deslas oulras muitas fazen-
das, que como cima lica dito, se vendem baratas ;
dao-se amostras, e aloja est aberla de noile.
Vcndc-se o sillo comcasa de sobradado falle-
cido George kenwortby, nolngaride S.Josedo Man-
gninho,com arvoredosdefrucloe mais bemeilorias
que nelle se acliam, sendo as Ierras do referido sitio
proprias: quem o pretender procure em casa de Sa-
muel P. Johustou ^ Companhia,rua da Senzala No-
va n. i2.
AGENCIA
Da fundiso Low-Moor, rua daScnzala-Ro-
va n. 42.
Nesteestabelecimenlocontinaahaver ua com-
pleto sortimanto da moendas a aieias moendas
para enfjenho, machinas de vapor e taixas de
ferro balido e coado de todos os tamanhos para
dito. K
ra de Sou/.a, loja de livros junto ao arco de Sanio
Antonio.
AVISO.
ra cozinbar e engommar : quem se adiar uestes cir-
cumslancias. dirjase a rua da Senzala Nova n. 5>.
lamhpin precisa-se de um oflicial de charuleiru, que
Irabalhe era Ires por dous.
Ai tencao.
Aricada-ae ou vende- cio Firmo Xavier, enlre as duas ponles da Magdale-
n. coja casa lem commodos para duas familias, a
vanlagens ; faz-se lodo o
Os aliaixo assiijuados rojjam a todos os
devedores das tirinas de Cruz & Gomes, | localidadV he d
Cruz & Bastos, e Jos Das Smes
venhain ou mandem pagar seus
na rua do Quemado toja de miudezas,.
n. 53, ou amado Cabuga' lojademu- \l\ \[ lllAS. Rll AZEADA
dezas de quatro portas n. 1 C, ondeaclia- J?"a "*d ,enho a ,1ar;
rtOjN. conus extrahida. dos competen- ^^0^0,
ieS que aJ".e com locatario ou comprador : ua rua N
rtcK tnc e,1'Da ,la rua Camboa do Carmo, delronl
cennos (|0ja de Colombiez, acharan com quem tratar.
ova,
Ironle da
tes livros.
Os abako ass{;nados sio os nicos
encarregados a receber essas dividas,
como poden provar, cazo alguem o exija,
e por isso
La' do Pido, onde os La pues
Vivem n. loca eufuruados,
Cbcgou nctar que refresca
Vossos labios dessecados.
declaran! que ninguem ^fc^^iZZS
podera receber conta algumasem auto-' Com geio, annaca oulras
rsacao dos mesmos, sobre pena de paga- Mil'gara' vosso ardor.
rem duas vezes.Francisco Jos Alves
'Guimaraes, Jos Alves da Silva (iuima-
raes
SEGURIDADE.
Companhia de seguro* m
ritimos, cttqbclecida no
Rio de Janeiro.
Capital mil contos de res.
1 Mlernce ao commercio vanlagens que neohoma
utra companhia (em feito at agora. Aceilam-se
proposlas de seguro no escripturio de Isaac, Curio A
Corapaobia, agentes da companhia, rua da Croz
n. 19.
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
Eslabelecida cm Londres, em mart;o de 1854.
Capital cinco milhes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, lem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
c a quem mais convior que estao plenamente au-
.orisados pela dita companhia para effecluar segu-
ros sobre ediQcios de lijlo e pedra, cobertos de
llha e igualmente sobre os objecios que contiverem
os mesmos edificios quer consista em mobilia ou
am fazendas de qualquer qualidade.
Irocam-se olas do Banco do Brasil por moe-
da correle nesla provincia, com descont : na rua
do Trapiche n. 10, segundo andar. \
O abaito assisuado faz scienle ao lllros. Srs.
de engenhos e mais pessoas que negociam com assu-
car, remellendo-o para esla praca, que se acha ha-
bilitado em receber pul commissao dito genero, e
espera da seus patricios e amigos, e de quanlus de
seu presumo se queiram ulilisar, as remessasde seus
assncares, prometiendo o mesmo abaiio assignado
eiercer lodo o zelo e aclividade que Ihu sAo nata-
raes, envidando todo o esfumo possivcl as func(es
ila liquidada apurado de dito genero, como bem o
lem demonstrarlo. As pessoas cujas remes derem de 10:0009 por safra, smenle pagarao 2 (l|0
de eommissilo, seudo 3 0|0 as demais como he cost-
me ; e para todas se obriga o mesmo ahaiio assigna-
do a toda qualquer compra de objeclos sem como
inultos tirar porcenlagem. Kecile, rua Uireila, pri-
meiro andar n. 93.
Fraucisco Seraphico de Assis Vasconcellos.
Aluga-se urna ama secca para tomar
conta de um menino de 10 mezese lavar
e engommar para tima casa de pequea
lamila, e nao importa que seja escrava :
na rua do Collego n. 8, segundo andar.
Precisa-se de urna ama de leile : na rua de
Santa Thereza, easa n. 7. Paga-se lOgOOO por mez,
a alliaui;a-se bora iralamenlo.
Precisa-se de me l'orneiro : na pa lana da rua
Oireila n. 69.
Precisa-se de coslureiras; na loja de alfaiale,
rua Nova, esquina da Ponle.
preces sao os se^uiotes:
Billicles 5s800 recebe 5:000(^000
Meios sOOO 2:500 Por S'alasliaiiiio d'Aqui-
no Ferreira, Jos Fortes
nato dos tantos Porto.
A fabrica de sabo e velas de carnauba, es-
labelecida na rua do Brum, tem estabele-
eido um deposito na rua do Crespo n. 9, pa-
ra ahi nicamente dar extraccao aos seus
productos, proporcionando assiin a maiur
coinmndidade aos consumidores. As velas
manufacturadas nesla fabrica, olferccem as
vanlagens seguimos : sao lentas com a car-
nauba simples purificada pelo meio do va-
por, sao inodoras e bellas na apparencia,
queimam com igualdede e nao esborram, e
nao razem murrSo e diio mais luz e mais cla-
ra do que as velas stearinas ou de qualquer
composiQo, e que se vendem no mercado.
Fabricam-sc de 6, de 7 e de 10 cm libra, ven-
dendo-scem caixas que contem 192, >l ou
3^0 velas cada urna pelo preco de 15/.
O sabo be blanco, as materias primas
de que he fabricado sao simples e inofensi-
vas, o cheiro que deixa na roupa heagrada-
vel; rivalisa com o meltior sabao bespanliol
o he superior ao sabao americano, que se
vende no mercado a 240 rs. a libra.
Vende-sc igualmente em caixas de arroba
e a preco de itiO rs. cada libra.
Os incrdulos comprando rcconhecer5o
por experiencia a veracidade do que se an-
nuncia.
Na loja das seis
Rua da Cruz
&omt>r$.
E
Lencos de cam-
braia de linho
A 3250, 400, 500, e 640
cada un.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina qu
volla para a rua da Cadeia.
I.ABYRINTIIOS.
Vcndem-se leni-ose loalbas de lalnrinlhn. assen-
tado em lina cambraia de linho : na rua da Cruz n.
34, primeiro andar.
AttencoaG bnrateiro.
Na loja do baraleiro, na roa da Cadeia do Hecife
n. 30, defroule da rua da Madre de Dos, lia para
vender alem de minias fa/endas que em porc3o e a
relalho se veudem por baratos presos, bamburgo ou
hrim liso fino de puro linho proprio para calcas, loa-
Ihas, ceroulas e lencoes, em pecas de 20 varas a
996OO e lOf, dilo mais chelo de boa qualidade, pe-
cas de 30 varas a 13) e 139300, panno de linbn lino
a I0 a vara ou &5 a peca de 19 l|9 varas, estndo-
se a acabar, panno de huir fino para lenfoes coro i
varas de largura a 33OO a vara, corles de brim de
linho de cores para calca, padrocs novos a 39200,
ditos de l'usiao de crese branens para colletes a S00
e ls, casemira preta lina a 25, 29600 e 35600 o co-
vado, panno azul grosso a 1f800 o covado, panno
fino prelo e azul de boas qualidades a 3*500, (9000,
495OO, .">5 e 65, camisas francezas brancas a 15760
cada orna, e 205 a duzia, dilas rauilo finas com pel-
los c collarinhos de cores e brancos a 29300 ou a 309
a duzia, madapoln fioo para camisas a 49600,59a
ss de cassa piulados com sele varas a cinco! 59600 a per;a,e mais baila para 39200, 35300. 39600,
Atteiic.
A
Na rua do Crespo
Esquina avoltar
Para a rua da Cadeia
Muito lia que admirar.
Vendem-se colcWas brancas ariamascadas a 55000
cada urna, pauninho prelo e de <-0r a 130a covado
cirlesde calca de casemira de corta |i,. -v> ^Z, ^
casemira preta entestada a 45S0O, ditos d'e'dia tran-
ceza superior a 69500, dilos moilo superiores a 8r*
dilos de brim amarello e pardo de puro linho a
19600, dilos escuros de quadros a 1/40U, dita* de
nanga amarella a 19300, curies de i-assa cbia com 7
varas a 19500, cobertores escuros e brancos a uno rs.
riscado escuro larlm e mu 1 ocorpado a 11,11 0 ,'_'
vado, ISazinha de quadros propria para vestidos a
140 o covado, e oulras muilas lazendas por pre<-o
commodos.
f\\ Na rua Nova n. 22, loja do relojoeiro, <
f ha para vender bico de blond de se- *
'..* da branco e prelo, por preco minio em ";."
B conl- S:
@@-3S@ @@@@
Vende-se r.m excedente carro de
quatro rodas cora limadas melhores pa-
relhas que aqu lia : na cocheira do Sr.
Adolplw Bourfjois, rua Novan. 61.
^ aloja da boa fe
vende-se tfio barato que admira : panno fi-
ne azul a 3/o covido, dito dito prelo supe-
rior a 39500, casemira preta fina a 29, bom-
bazina preta muito lina ou lapim, proprio
para Latinas a 1/280, sarja prcla hespanbo-
la a 19600, setim preto macau a 296OO, can-
tao muito fino, fazenda preta superior pro-
pria para vestido de luto a 960, alpaca de se-
da de cor para palito a 640 rs ricos cortes
de gorgurOes de seda para colletes a 39500,
palitos pretos muito bem feilos a 4|, dilos
de brim pardo de puro linho a 35200, lencos
pretos de grosdenaplea 3f, e nutras muitas
lazendas que se veudem por precos tao di-
minutos que ninguem dcixara de comprar,
na rua do Queimado n. 22, na bem conlieci-
da loja da boa f.
SYSTEMA MEDICO DE HOLLOWAY.
Vende-se vinlio de Bordeaus, ciualida-
de Hiperior.
Champagne-
Pot piet;os comnodos.
VI) PIBLICI.
No armazem de fazendas baratas, roa do
Collegio a.* i,
K vende-sc um completo sortimeato da fa-
3

portas
reiite d 1 Liviameiito
Comprara-se apolices da Idivida provincial,
na rua das Flores n. 37 l." andar.
Na rua daloria n. 31 coinpra-se urna es-
crava moca, c de boas cosiumes.
Coinpram-se malambos velbos para envernisar:
na rua da Cadeia de Sanio Antonio n. 18, loja de
raarcineiro. /
Corapram se bois re carabao, fortes e Ruidos :
na rua da Smala Velha u. 70, sesundo andar.
Compra-se nm sellim em bom estado para non-
lana de seiihora : na ruada Cruz 11. 21, (erceiro
andar.
Comprase um coligo e um ou done Iravcsiei-
ros de vento, inglue, novos 00 usados: quera ti-
ver e quizer vender, dirija-se a rua do Torres n.
.18, secundo andar.
Compra-se urna junta de bois para carmn : no
sitio do viveiro do Muniz.
patacas, cambraia lisa com oilo varas, corles que dao
para dous e Ires babados a tres mil reis, lenros de
relroz francezes a dez lusloes cada um. lencos'de se-
da para pescoro de senliora a dez lusles, "lencos de
garea o meihoi que lem no mercado a dous mil reis,
lencos para niilo de senhora com bico largo a dez
lusloes : de ludo se da amostra, levando penlior que
cubra o valor do que so quer Irazer.
Luvas de
ho-
cBrttixia.
Junio ao becco do Kosario
Ida, pois, e encontrareis
Ser verdade o que vos cont ;
Bom cobre la' deiiareis.
- Joaquim Jos dos Sanios Andrade participa a
lodosos seos freguezes, que mudou a |0ja de ferra-
gens que hnha na rua Nova n. 39, para a ruado
Hueimado n. 47 A.
Tm mojo habilitado coropelenlemenle, offere-
ce-se para caixeiro decobranfa, d conbeciraento de
sua pessoa, e mesmo urna fianca se for preciso :
quem prelender'annuocie.
Koga-se encarecidamente aquella pessoa que
liver em seu poder carias para Jos da Cosa Bran-
dilo Cordeiro, vindas de Fernando de Noronha, se
digoe apparecer na prac.a da Bo.-Visla n. 7.
l'recisa-se de urna ama que saiba cozinbar e
engommar para casa de pouca familia : a Iralar na
rua do Crespo n. 11.
l'recisa-se de um caixeiro de idade de 11 a 16
mos, que de hador a sua conducta : quem preten-
der dinja-se a taberna da quina qua entra para a
Camboa do (.armo n. 16.
Aluga-se um sillo o mais perlo possivel desla
praca, que lenha capim lodo aono, qoa possasusleu-
lar de 10 a 20 bois: a Iralar na rua da Senzala Ve-
lha 11. /O, segundo andar.
Alugam-se escravos coslumados ao carrelo de
ssucar a I9OO. dias uleis, as-im como RenlaUorra ;
larabem se recebera mensalmente, daodo-se comida
e casa para Bear : na rua da Senzala Yellia n. 70.
segundo andar.
I).i-se IOO9000 a premio com penhores ou em
qoantias pequeas : na roa Uireila n. 71.
OITertce-se orna pret f.rra para ama de orna
casa de ramilla : quem precisar dirija-se a roa do
Caldeireiro n. 68.
quali-
Previne-te a
nao taca
quem inlcrcssar que
negocio algum com os que se
dnen procuradores do auzente Sr. An-
lonio Joaquim de Sou/.a Hbeiro, sobre
os escravos Antonia, parda, de 7 annos
de idade, e Sabino, pardo, de \ annos,
filhos da escrava liberta Benedicta, per-
lencetites ao cazal da finada D, Anglica
Joaquina Jos Anjos, de cujos bens foi in-
ventaiiaiite o mesmo Sr. libeiro, vistoa-
char-se pendente por appellacao no tri-
bunal da relacaoo respectivo inventario
por ntillidadcs nsanaveis, que houve na
parlilba; en mesmo se previne a com-
petente auloridadc policial, para que nao
Ibes conceda passaporte para embarca-
icm os ditos escravos, pie estao em leti-
fiio.
Arrenda-seum sitio na Torrea mar-
gem do <-io Capibaribe, com boa casa de
., vi venda acabada, e piulada de novo, com
commodos para grande lamilia, por terso*
tao, estribara, agua de beber, quarto
para criado independente da casa e ter-
reno para capim : a fallar na rua do Se-
ve, casa em que moi-ou o cnsul portu-
guez.
Civilisacao n. 61
No jornal de Lisboa
le-se o seguinle :
. Nao deixaremos sem alguma honrosa mensao
um volunte de 865 paginas de oilavo, que na mao
temos, publicado em Pernambuco pelos (ins do an-
no passado com o seguinle titulo :
Brinquedo da Puericia, dialogo joco-serio,
cuneo e moral entre as vinte e cinco lettras do al-
fabeto, ou modo de excitar os meninos a amar a
leiiura.contendoalem deste, principios genes de
moral, grammalica da lingua nacional, compendio
da doulrina clirislaa, modo de ajudar ; missa, lil-
leratura em prosa c verso, manual de civilidade, e
laboada de Pytayoras.
Por este molliodo.o professor fazendo as vezes de
repetidor.collocado no cenirodeumcirculo com pos-
to de meninos, os habilita independente de decu-
rias a lercm cm G nieves com loda a perfeirao, co-
mo moslrou no dia 16 de setembro de 1855 cm
publica oxposico, no sabio do theatro Sania Isabel,
o professor particular, Francisco de Frailas Gam-
boa.
Conten lar-se-bia o Sr. Gamboa rom estes servi-
ros capital ila provincia onde reside '.' !...
I.i o Hrinquedo da Puericia, est bem escriplo,
lie ameno, e inslruclivo*Laiz Filippe Leile.
A leilura do Urinquedo da Puericia Ibi-mc feila
de urna asseniada, com llagiante violacao das or-
dens do medico, e fez-mc ella muilo bem. Man-
dei celer anda o opsculo cm presenca do director
da escola normal Leile e da exc'ellenle meslra
regia Silva Canuto. que ambos o acharara,
como eu, muito digno de a.lopciio e louvor. De no-
las para emenda ou melhoramcnto para nina edic-
c,o ulte'or pouco se fez ; mas largo tr.ihalho bave-
ria sido individual lodos os mritos e excedencias
de tal escripto. Una e oulra cousa espero eu en-
viar a V. S. para o oulro coireio.Antonio Feli-
ciano de Casliiho.
.Submelli o referido opsculo ao jui/.o dodisiiuc-
to Sr. Dr. Fciloza, e mais Ilustres redactores dos
peridicos desla cidade.e esperando que nao discor-
dem dos pareceres cima publicados, mu animo a
annunciar esla obra venda, na n.ao do Sr. Joa-
quim Jos de Paiva, Manoel Anlonio < oncalves,
rua do Cabuga, e Maia, na rn3 Nova, e na mesma
escola do methodo Casliiho.Francisco de Frailas
tisuiboa, professor particular aulorisado pelo go-
verno.
Na Pastagam da Mafdalana, liba do lletirn,
exislem dous sitios cora duas excellenles casas para
morada, ou pissamenlo da fesla, por is pretender podera' entender-e com Joao lavares
Vende-se para fra da praja urna escrava de
nacan, de idade Irinla e lanos annos : no alerro da
Boa-I isla n. 72 A se dir' quem vende.
Vendem-se 6 escravas de idade de 18 a 30 an-
nos, el preto carpinleiro : na rua Uireila n. 3.
\ende-sc orna casa lerrea de lijlo e cal, sita
no alernnbo do iqai. urna das ires que foram uo-
yamenle edificadas, com 2 salas, 2 quarlos e cozinha
Tnra : quem a pretender, dirija-se a Boa-Vista, rua
da sania Cruz n. 71.
..lT.Vel"1e"se am c,'*r, de e;,*a n estrada dos
Allliclos, com um quintal com frucleiras.
Na cocheira ua rua da florentina existe um
excellenle cabriole! piulado de novo, de eixo paten-
te e inglez, que se vende por preco razoavel.
Vende-w urna nova e bem "construida carrora
para dout bois, por prec.o muilo commodo: no pa-
leo do Carino, sobrado n. 3.
Em casa de RabeSchmettau & C, rua
da Cadeia n. 57, vende-se :
Um grande sortimeato de vidrosdecs-
pelho.
Relogios finos de patente inglez.
Ditos ditos de patente suisso.
Couros de grava.
Ervilhas seccas em garrafocs.
Vinho do Kheno superior;.
Conservas alimentarias de boas
da des.
Tudopoi preco commodo.
Vende-se dous pares de cai\ilhos para alcova,
e dous (aiios de cobre, sendo um grande e oulro
pequeo : na rua da Cruz 11. 21, lerceiro andar.
\eiide-se urna casi lerrea meia-agua 110 lugar
dos Ac.oaguiuhos 11. por preco razoavel : os pre-
tendemos dinjam-ie a sua propietaria Victoria Ma-
na da Cnnceirao. no caes do Collegio n. 11.
Vendem-se 1 vaccas de leile da melhor quali-
dade, 2 paridas e 2 a parir, sendo do pasto e de cor-
da. Tambem se vendem 2 vuelas e urna vacca para
matar : a Iralar nu Salgadinho, sitio da Sra. I). Ma-
ra do I'asso.
CVa loja das seis
portas
Km lente do Livrameoto
Lencos de seda para pescoen de senhoras a dez lus-
les, chales de merm de todas as cores a qualro mil
e quiuhenlos, chales escaros a duas patacas, chales
de cassa adamascados a sello, riscados frauceze de
bonitos padres para vestidos a dous lusloes o cova-
do, chaly de flores a duas patacas, e oulras muilas
razendas que quer trocar por sedulas, seudo os precos
os mais commodos que he possivel, a diuheir
vista.
Peehincha para os ps.
Na rua do .ivramcnlo n. 11, vendem-se sapatos
francezes de marroquim e couiode luslre, para ha-
rnea! e seuboras a 560, 600, 800 e t|000, ditos de
panno a 360 e 600 rs.. bolina de marroquim para
meumos j Ije \?>w ; a elles, ames que se ,ica-
bem.
ila Madre de lieos n.!', 011 na
Cordeiro. na Iravess
mesma rua n. .11;.
Aloca-se o segundo andar do sobrado u. 8 da
rua do (Jueimado : a fallar ua loja.
pellica muito novas para
mem esenhora, o par a ls280
na rua do Oueimado na bem couhecida lojo da miu-
dezas da boa fama n. 33.
Cemento .
Vende-se cemenlo novo, cm barricas e maias bar-
ricas, e a relalho. por preco muilo em conla : na rua
da Cadeia d Santo Antonio n. 17.
i\a loja das seis
portas.
Em frente do Livramento.
^tanguitos bordados com recorte a dez tustoes, ca-
misas para senhora bordadas a doos mil reis, colla-
rinhos para senhora a pataca, e bordados a dez lus-
loes, camisas para meninas a dez lusloes, fil prelo para camisas
eenleiles de senhoras a qualro patacas a vara, fil
de linho liso e bordado, e oulras muilas fazendas de
algodao, de linho e seda, por precos que agradara ao
cumprador.
Vendem-se canastras pequeas com hlala
rauilo nova, por preso commodo : no armazem do
caes da alfandega n. 3, de Paula Lopes.
\ende-se cha' prelo de superior qualidade.
negado ltimamente da America : no escriplorio de
leon Portar & C, rua do Trapiche Novo n. 8.
MLITA ATTENCAO'.
\ endem-sc manlinhas de seda para pescoro de
senhora emeninas, muilo baratas: na loja d M.
i-erreira de Sa, ua roa da Cadeia do Kecife, e:quiua
que valla para a Madre de Dos.
Vende-se superior agurdente de
Franca (cognac), em duzias de garrafas,
por preco commodo : na rua da Cruz. n.
', primeiro andar.
Na rua da Crux 11. 10, casa de Jlenr. Brunn c\
companhia, vendem-ae barricas com cemenlo.
VASOS E ESTATUAS
\eudera-se vasos e eslaluas de louca, proprios
para jardim ou catacumbas : na rua do uiuriiu ar-
mazem u. 11.
3|800 e i?, esguiao bom para pellos a 1S0O, e mul-
le lino a I38OO e 2? a vara, e a peca por 153, I89 e
20>, pellos para camisa brancos e decores com pu-
lidos e collarinhos, por barato preco, assim como
oulros mullos objeclos indispensavels.
COM PEQUEO TOQUE DE
AYARIA.
de macla polao fino.
Atteiicilo.
Yrmlem-sc 16 arrobas de cacao, de superior qua-
lidade ; Di rua do forres n. 3K.
Vendem-se muilo am couta saccas com um al-
queire de feijao macaca, muito pioprio para quera
liver poican de escravos, nao se enjeila dinheiro por
se precisar de fechar conlas : ua lra\essa da Madre
de Dos, armazeus dos Srs. Manoel lavares Cordei-
ro, Marlins & Piulo e .lo.o lavares Cordeiro, ou na
rua 1I0 Brum, armazem n. 22.
Na loja das seis
portas
Em frente do Livramento.
Alpaca de quadros para veslidos de senhoras a
doze vinlens o covado, cassas rsemezasa doze vin-
lens o covado, corles de cassa com sele varas a qua-
lro patacas e meia o corle, madapoliiescom loqoe de
avaha a dous rail e quiuhenlos e (res mil reis, chitas
a riscados a qualro mil reis a peca, riscado trancado
para roupa de escravos a seis vinlens o covado, c
muilas oulras fazendas que se qurrein acabar antes
de fesla : approveilem que a occasiao he favoravel
par;: se enrouparein com pouco dinheiro.
Venn6--;e por 1:3009 n bypolheca-te por 800?
um silio em Tigipln, SfiM proprias, com casa gran-
de de laipa era bom estado e tuda envidracada, ro-
cheira e estribarla de pedra e cal, com miiilos arvo-
redos de fruclos, Ierra para planlacao, riacho corre-
le todo o anno : as pe.soas que o prelenderem diri-
jam-se ao alerro da Koa-Visla n. 17, a fallar com
Krederico Chaves, que lem lodos os poderes necessa-
rios.
Pecas
Vendem-se na rua do Crespo, loja di esquiua que
volla para a rua da Cadeia.
AO BARATO.
Na rua Nova loja n. 8 de Jos Joaquim
Moreira.
Vendem-se luvas de pellica pira bomem e senhora
das mais frescas e novas que ha no mercado, pelo
baralissimo preco de 19280 o par. )
CAL E POTASSA
Vende-sc polassa da Kussia e americana, rbegada
uestes dias a de superior qualidade ; cal de Lisboa
da mais nova que ha no mercado : nos seus depsi-
tos na rua de Apollo n. 1 A, e 2 B.
TOALIIAS PIRA ROSTO
e masa de poro liuho ; vendem-se na rua do Crespo,
loja da esquina, que volla para a rua da Cadeia.
Cal de Lisboa e potassa.
Na rua do Trapiche arma/.ens ns. 9 e
11, vende-se superior potassa da Russia
e americana, cal virgen de Lisboa, da
mais nova que ha 110 mercado.
Relogios
de oupo patente
inglez, cobertos
e descobertos,
do incllior fabricante de Londres : ven-
dem-sc por precos razoaveit, na escrip-
lorio do agente Olivera, rua da Cadeia
do Reciten. (18, primeiro andar.
Deposito de cal e potassa.
Na rua da Cadeia do Kecife, loja n. jo, defronle
da rua da Madre de Heos, conlinua-se a vender su-
perior cal de Lisboa em pedra, recntenteme ebega-
da, e polassa romana nova, de superior qualidade
a prec,o commodo.
Vende-se a laherna da rua da Cadeia de San-
io Anl uno 11. 211 : a Iralar na mesma.
Moinhos de vento
com bombas derepuxopara regar horlasebai-
xa de capim : na lundicaode 1). W. Bowman,
na rua do Brum ns. 6, 8 e 10.
Em casa de Saunders Broihers & ('.., praca
do Corpo Sanio n. 11, ha para vender o se;uinie :
Ferro inglez.
I'ixe da Suecia.
1 Alcatrao de carvo.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodo li/n para saccas.
Dito enlrancado igual ao da Baha.
E um completo sortimcnlo de fazendas proprias
para este mercado ludo por praca commodo.
Farinlia de mandioca.
Vende-sc superior farnlia de Sania
Calliarina, em saccasquetcm um alquei-
le (medida v:llia) por preco commodo:
no urmazem de NovaesA C., na rua ra
Madre de Dos 11. 12.
A3$500
Vende-seca I de Lisboaal I i mamen lee haga da ,ai-
simcomopolassadaKussiaverdadiira : na praca
doCorpo Sanio n.11.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ha fundipo de ferro de D. W. Bowmann ua
rua do Brum, passando o chafariz, contina ha-
ver um completo sonimertc de taxs de ferro fun-
dido e balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
; anham-se a venda, por pre<;o commodo a com
oberlose descobertos, pequeuose grandes, deooro promptido: embarcam-se ou carreRam-se am acr-
e prala, palenie ingles, para bomem e senhora, .le ro sem desneza 10 rnmnra.tnr
nm uos melhores fabricantes de Liverpool, viudos
pelo ultimo paquete inglez: em casa de Southall
MellorA: Companhia, rua do Torres n. 38.
PLELAS HOLLOWAY.
Este inestimavel especifico, composto in-
teiramcnle de liervas medicinaes, nao eon-
tm mercurio, nem alguma outra substancia
delecterea. Renigno a mais tenra infancia,
e a cotnpleicao mais delicada, he igualmen-
te prompto e seguro para desarreigar o mal
na compleico mais robusta; he inleira-
mente innocente cm suas operacoes eelTci-
los ; pois busca e remove as doencas de
qualquer especie e grao, por mais antigs e
tenazus que sejam.
Entre militares de pessoas curadas com
este remedio, muitas que ja eslavam as por-
tas da morte, preservando em seu uso ; con-
seguirn! recobrar a saude e forcas, depois
de haver temado intilmente todos os ou-
lros remedios.
As mais alllictas nio devem entregar-se
desesperarlo; lacam um competente ensaio
dosellicazes efTeilosdesta assombrosa medi-
cina, c prestes recuperarao o benelicio da
saudc.
Nao se perca lempo em tomar este reme-
dio para qualquer das seguintes enfermida-
des :
zendas linas a grosaas, por atis barata
precos do qua em outra quatqaer parta,
Unto em rwrcoes como a retal, afltan-
cando-se aos compradores um so preco
para todos: este eslabelccimento abrio-se
de combioacao com a maior parte das ca-
sas eommerciaes inglezas, francezas, alle-
mos e suissas, para vender fazendas mais
S| em conla do que se tem vendido, a por tMo
2* ollerecem elle maiores vanlagens do aja*
|| oulro qualquer; o proprietano deste ira-
I perianto esubelecimenlo convida lodo
j-j os seus patricios, a ao publico aaa gara),
H Ira que venham (a bem dos seas iate-
resses) comprar fazendas baratas: a* ar-
S !** f do Collegio n. de-Aa
PERUMVRIVS HITO FINAS.
Na loja da boa fa.u. eoco.lra-aa -mare naa neo
orl.mentodepnrfomaria, o, lod ZX2E*Z
e2?iO0, jarro da poreellanadelicada l%lia
,V""?J"1 Cm Uaat" <'**"* Hi-i. Su a
ffle J8.)I0, trteos com atsencia de reta a :12o r
ptot da pomada franraza minio boa a 100 rv, 1ra.-
co pequeos e grandes con eirellenir a.oa de I ...
looia a 180 a I9 e culrat muitas parfanuriat da
Ihor qualidade qoe pode bavar, a pw atacat u
haralos do que em ontra quelqoer parle: uiuw-
Ooeimadn ua bem ronhecida laja da atiadaiai da boa
fama n. 33.
Pechincha.
Fundas linuezas do lado diieitoccv-
querdo. pelo barato pret;o de I jOOO r.
cada urna: na rua larrja do Kosario n.
>, loja de miudezas.
M"eii(l;is siipcriorr.
Na fundicaodeC. StarrAC, em San-
to Amaro, acha-se para vender mornda
de canna todas de Ierro, de um modeloc
construcciio muito superiores.
VARANDAS E GRADES.
Um lindo c vanado .sortimcnlo da mod.l-
los para varandas e gradaras de gosto aao-
dcriussimo : na TundieSoda Aurora esa San-
io Amaro, e no deposito da mesma na roa
do Brum.
8
A HONEOFATHIA E
CHOLERA.
nico tratamento preservativo c
curativo do cliolera-tnorbus,
PEI.O IMJl'TOR
Na loja de Antonio Francisco l'ercira, na rua do
Crespo n. e na de l'orto C, na praca da Inde-
pendencia 11. 39, vendem-se grinaldas de sempre-
vivas, vindasde Paris, rom inscripijocs a sem ellas,
para serem collocadas sobre tmulos, catoeumbas e
sepulturas, no cemilerio publico, no dia 3 de no-
vemhro, (finados).
Manual eleitoral
Vende-sc o manual eleitoral,contendo
a le ref;ulamentardaseleicoes, e OS de-
creto edecsoesdogoverno; accresccnta-
do com a le das incompatibilidades, le
dos circuios, com inslruccoes novissimas,
por I600 : na livraria ns! (i e 8, da pra-
ca da Innependencia. 1
I 'Al VESTIDO POIl 20OOO.
l\r>yo e completo sorlimento de corles de vestido
le cbiia de dillerenles padres, cores fizas, pelo di-
minuto pre0 da 23 cada corle : na loja de porlas,
na rua to Queimado n. 10.
, ~,Rr casa rte llenr. Brunn & Companhia, na
dzia "* l0' *mt*9 cognac cm "iunlias de
1T ^n(1'-se um pre'o crioolo de 23 a 2(i annos de
i'iaae. bomla hgura, bom padeiro.sem achaque, bem
reforrado : na rua da Cruz 11. 28.
Milita attenrao, pois lie pecliincha.
I Corles de vestido de cassa de cor lixa, com 12 va-
| ras, de padres modernos, com um pequeo defeilo
Ka V*1 pel oimin< Pr* de l|600, -isOIIO e
}WO cada um : na loja da rua do Queimado n. lli.
gios
Invi
is
A 1#80 o par de
de pellica,
muilo novas a muilo fresquiihas, chegadas no ulti-
mo vapor fraucez : na rua rio Oueimado, na bem eo-
nbecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
iejogios de patente
inglezesdeouro, desabnete edevidro :
vendem-se a pre;;o ra/.oavel, em casa de
A11gustoC.de Abreu, narua da Cadeia
do Kecile, armazem 11. .">0.
'^Sabino OlegarioLudgeio Pinho Z
S-gun rtrrin.
k benevolencia com qae tai taalluda pr- '
lo publico a primeira edcelo dette
culo, esgolada no carta capara da daanaaav
tes nos induzio a reimprenla-
Cusi de cada etemplar......Ijflnrt
Orleiras rompMat para o Irala-
menlo do cholera e da mailas att-
tras moleslias, a........ .
-Meia car-irat..........Ihaun '
t)s nirrlicami" 11 o> to os malbarct pasmvea.
Consuliorio central bianipaablii, rao
da Sanio Amara Moodo-Mova a. H.
Accidentes epilpticos
Alporcas.
Am polas.
Areias imal Je'.
Astluna.
Clicas.
Convulsocs.
Dcbilidade ou exte-
nuaQo.
Debilidadc ou falta de
forcas para qual-
quer cousa.
Ilesinteria.
Dor de garganta.
-- de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
Knfurmidadcs no ven-
tre
Enfermidades no liga-
do.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Herysipela.
Febres biliosas.
Pebres intermitientes
Pobreto da especie.
Cotia.
Ilemorrhoidas.
ilydropisia.
Ictericia.
Indigestos.
Inllammacoes.
Irregularidades da
menstruaco.
I.ombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pedra.
-Manchas n cutis.
bslruc^ao do vendo.
I'htisica ou consump-
1,'o pulmonar.
RetencSo de ourina.
rlheumatismo.
Symptotnas secunda-
rios.
Tumores.
Tico doloroso.
Ulceras.
Venreo (mal.,
-Vende-se em casa de S P. Johnston & C, 1
Vendem-se estas pilulns no eslahelecimen-
to geral de Londres nj SU. aStrand... e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
lras pessoas cncarregadas de sua venda em
loda a America do Sul.Havana ellespanba.
Vendem se as bocetinhas a 800 rs. Cada
lima dellas conten urna instrucco em por-
luguez para explicar o modo de se usar des-
las pilulas.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
pliarmaceutico, na rua da Croz n. 22, cm
Pernambuco.
Vende-se superior Haba de al^odao branca e
de cores, em oovello, para costura : em cata da
Southall Mellor & Cumpanhi., ruado Torres n. 38.
A loja dn boa
fama
Vende limito burato :
Micos pentes de tartaruga pira alar cabello
l.enciiibos de relroz de todas as cores
I oucas de laa para seohoras c meninas
Camisas de meia para criancaa
Meias de seda prla para senbora
Ricas caitas para guanlar joias
Ricos eslojos para costura 2S-VKI e
Travessas ile larlaruga para cabello
Dilas de verdadeiro bfalo
Ricos lequescom plumas e espelho 2. a
Penles de bfalo para lirar piolhos
Ricas bonecas francezas bem vestidas 18280 e
Resmas de papel de peso moitissimo bom
Dito mais inferior pouca cousa
Dito almarn rauilo boro
Cuadernos de papel paquete muilo lino
Crozas de penna de aro bico de lanra
Dilas muilo boas sem ser bico de lauca
Duzia de lapis muilo linos
Dilos para desenlio muilo bous
Bandejas moilo lina- a 3o, ls e
(Icaloi de armaco de eco
Cnelos com armacao dourada
Dilas com armadlo de larlaruga
Dilas cura armacao de bfalo
Ricos chicles para cavado
Ricas grvalas de seda
Atacadores de cornalina para casaca
Penles muilo tinos para suissas
Escovas muilo linas para cabello
Capachos piolados muir mln- e redondos 700 e
Cauelas de aro para pelmas de ac
Escovas linas para unhas 320, .jOO e
Hilas muilo lillas para roupa l a
Pinceis linos para barba
Duzia de facas c garios linos
Dilas cabo de balam.-o muilo finas
Dili s cabo de marlim muilo boat
Camisas de meia muilo linas
Ricas abotoaduras para collele 500 c
Dilas para palitos .'.mi e
Eslojos de na \ al lia- linas para barba
Espelhns para parede, ."hki, i;uh e
Caixas linissiraas para rape
Dilas redondas de larlaruga
rua da Senzala-iNova n. 4 2, sallins inglezes, chi-
cles de carro e de montaria, candiel res e castigaos
bronzeados, relogios patente inglez, barris da gra-1 Papel de cores em 11 de resma
la n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro, i !'ellles de ,ar,"uRa P" marrafa
bo da vela, chumbo da munigo, arreios para car-
ro, lonas inglezas.
1)500
8110
."o"
JM
2*m
MI I
33000
350l
15*100
3|500
500
I581HI
l.Niio
3*500
3*900
80
laaaa
"iii
:12o
8110
5*000
800
10000
300
000
loooo
300
500
1,10
800
1211
lll
I'kIO
500
:ij()i)ii
00000
I00000
10900
00
00
anual
I-non
9(S00
.MNIO
Venden-se sHlins com pateares,
palcnle ingbiz e da aaeOmr qoaMa-
de que lem vindo a elle meneado :
no armazem de Adanrsea Howic
I C, na dn Trapiche a. 48.
VIMIO Mi iPf irto GESl IN.
Vende-se ptimo vinho de Porlo em harrn 4
qnarlo o oilavo. por nrere rataa^cl: tiruaila-
dea do Kecile n. 13, eacriplorM da Bailar A .*-
veira.
Roa Nova n. 18 loja a M. A. Oo'A d
linua sempre a ler um craaoV aniiaaaala da 1
feitas de alfaiale, lana apartar, 1
rior, camisas francezas, brancas
vala-, rolaiiiihos.chapcot fraaccxet, dito 1
seda e panninho.tospaiitoriw da norractta.i
senhoras, hnmens, meninos, farendjs para fai
qualquer obra de enrommenda com a I
za a bom detempenbo, am lira qaalajaar aaaaaa aaa
viar a esla loja, tirara am rada campiela a par Bra-
co mais commodo rio qoa eaa autra alaaer nartt.
SAtr DE BOM COSTO.
Cambraias franceras muito finas e de lin-
dos padrocs,a 500 rs. o covado : na bem eu-
nliecida loja da boa fe, na rua do Oueii
11. 29.
Vondem-se dous pianos tortea de
eonstruccao vertical e coa lodos a
mais modernos, tendo rindo no alijan aavia da
Hamburgo: na rua da Cadaia anaaaaaa a. 0.
&*cr*p* ntf***.
Fosio no dia 23 do carrale a prata crteaaa,
le nome I rabal, rom 2S anmn da idade. catatara'
mai qoe resalar, roslo cnmprttm a desramado, aaj-
riz chalo e dogue, corno magra, ataan a TiIj. nm
pridos, e ps grandes, consta qae 1 lampina..11 a aaa
cabo do nono batalhao de mime Akaaadra, ata r-
serlou por ler sirio vista coaa o meiaaa cao* aat panii
do CachanaV ; sraliliea-ae eam :aij> a antsaa a anai
e leva-la a eslraria de Jo*n da Barras, m naali
itio patsando o Olim da B01, qm.i raafiatt ao es-
lio da antiga Catcala.
Continua a estar fgido o ascravo
de naco Cassange, de idade de 3."> aaaos
mais ou menos, altura regalar, cangaeirn ala an-
lar, cor preta, rosto redondo, sera barba, testa
limpas, cheio do rorpo, e conversa poaro; laa
escravo dos lierdeiros do finado Caeuao ('oacadtaa
da Cunda ; ha quasi certeza de aniar sota as
panes do sul desU provincia, se alguem aroitsr
dito escravo fique ceno de que o dono ba da aaars-
der com lodo o rigor das loiscontra o irih.lii.
a quem o capturar promene ae pagar o
sidade, sendo conduzido a roa da Gaia n. <
gundo anda: nesla praea, oa no eeaeaho CroaaVj,
ou Agua-Pria da reguezia de S. Lourear ib
Mala. "
Fagio da bordo da (vana Barianal Crodar. o
escravo raarinheiro Finlano, em ucmiaa 4a taM t-
bida para o H10 de Jattetra na da 98 4o non pana
do, com os signan ecumlet: idade t saai pase
mais ou menos, cor ralinla. aliara regalat, tm falta
de dentet, p> grandes, crionlo, aarn chato, *ma
muilo de ria-aa ; leou camisa caKa 4a ahtaa.ia
azul e boiir-l de marmheiro ; qacra a petar lua a a
rua do \ igario n. 5, que recebara' IOU9 de gratm-
carAo.
Folio houlem a 7 hora da noile na* carra**
mualo, de nome'I homar, alio, rafvrrada de carpa,
com marcas de bctisai, |iern creesat nelOaa atar2
cas de ciralriiet as candas, falla raa marta aaaa-
i'iilao ; levnn camisa de panno azal sr da de oarrllo branco na> hombratrat e
a berta na frente em forma de palito : ,ir
he naiur.il da l'arahiba. a fai etrrava do Se. tari
Coelho qnc o borne por lirranra de tea toare jan
-loiquim de Souza daqutlla ctdada, a fai taaaaaada
pelo abaim as-icnada ao ,v. Hilaria da Altando
Vasconcellos Jnior, atoradvr na rrcciiai TaM,
fr*gorzia rio l'ilar da sitia pmiaria : rara a aiaai'
leve-o a rua da Concordia a l'r.tro litna laiarira
l.uimaraes. qae sera' criterotaaaente r~a1ifiea<
Kecile 1. de oulubro da HOS.
I'edra Antonio leiieira '.miaraai.
.No dia 1.- dr agotle do corrala aaaa, fasta
do ensenan Santa Kita.da comarca da Km lima,
un escravo, crioolo, de nome Varala, da idade *
l.i annos, com us .iguars sesuiatet: secca da cara*
roslo comprido, eafceea am lano sraa4. pera; ,t,l
lias, pet comprido.. em loda carpo eiilrm ra.rra>
de cicalrizes de castigos qne lem n-ffnda pria. raa-
imuadas fusidas : quem o appreaeadtt I rt.. ,.


/
720 dilo ensenho. oa no largo do t
( obeitores nhes muito encorpa-
rise grandes.
Vendem-se na rua doCraspo.loja da esquina que
volla para a rua da Cadeia.
la*0n
9|000
loo
sralilirara' grnerosarnenlr.
jmo n. 11
Dilos para alar cabello imitando a larlarug.
I.uvas brancas e de cures para moularia.
tpeles para lanternas, o par
a oulras muilissimas cousa?. qae so na bem runlirci- i ^'',"u, l"l"
da laja de miudezas da boa lama seeuconlram e se
vende muilo barato : na rua do Ijueimado n. 33. '
Veade-aa um bonito ravalla rodado, noto, gor-
do, sem achaques, cairegador bailo a meio : pan
>er e Iralar na roa riae Crnzcs 11. !, ,!,,. h as 111 da
manhaa, e das 3 as .'1 horas da larde.
lugio no dia 21 do rorrente mez, a- 7 aaret
1?800 I li-o- e loriad. -, de ida ,e 2b 1
*
Vtnde-se herva malla muilo superior a -'10 r
1 lihra : na lua Uireila u. 72.
pouco m.iisou nniiii.. t -1.1 ni. Iiaita, rl M 4a carra
rom falla de um denle na frente, cal -rt
cui|>rida para cima. Iran leda ,1 ,
lado < |hu nina nma saia pegar pside lesai a rata da rurenel Mnair 'lata
rua da 1 .lona n. qua seta' beaa .,
balho.
l'ERV: TYP DB M. r\ D'i pAa,U 1^."
ILEGIVEL


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