Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07620


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Full Text
ANNO XXXII \. 154
Por 3 intv.es atalantados -i^OOO
Por 3 me/.es vencidos 4'500.
TER(;\ FEIRA 28 DE OITIBRO DE 185$.
Por anuo adiantado lA'OOO.
Porto franco para o subscripto!
l-..\<: AKHKi. Mos DA SUBSCKlPrAO" NO NORTE
Parahiha, 8r. Sirniw T. da Na.indada ; Natal, o Ir. Joto
uim I. Psreira Jnior; AraealT. 8r. A. da Lemoi Braga ;
ara, Ir. I. Jo** de Olivtira,- Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
io** atadrigu**; Piauhj. o Sr. Domiogoa Harculano al. Peaos
r-Ma: Part, tr. lunlntaoo J. lamoa; A*aaioaa*,oS>. Jara-
o rao da Cnh.
PARTIDA DOS COHREIOS.
ii
la
6. Aa
8. I..
. i:./
Vi
rota : lorias asilas, as n c m<-ia horas ,ln .1...
i.i.-ii. i;.,i..in.i I'.it.il.ii..i : na- ..;,.||I,. -i'a.-r.-ira..
r:-,-. ll..nili..C.>oarg, All-r.l... ,. .r.o.lo,,,- I Ha terca-o-i
d'.llho, Na/..relli. I.i,.."ir,>. Ilrriu, .V..|.|.-ir.i, nea-l
-, H..r.-. \ .Ua-I..|i... BaM-Yula, W....., ,. I.,,, ......,,-folr
!,>. leoiue... N.-rinh.1,>.i,. lo Fortn.i.-.. 11 i. Uarreras, Aaaa-Pr.
le.letra- e Natal : .piQt>:a..
TraShM ni eomioa parl.-m n- tu har* da raanhaa./
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eororearcio i secundas quintas.
Relafao : larcaa-feirai a aabbadoa.
Faxanda : quarias eiabbadoa aa 10 horai.
Juiodo commareia: ifun iai ai 10 horaia qumin aa nai*-dia.
Juizo daorpbaoi legundu a qumiai aa 10 hora.
Primen* varado eiral." sagundil aaiiai ao maio-dia.
Sai,imda rara do eiral: quarua a labbadm maio-dia.
EPIIEMERIIIKS l>o MEZ DE OITIBRO
7 Quarloereicant* ai 3 horas 19 minuto a 48 irgundm dam.
13 1.na chtia aa 9 minuto, e '20 legundos da tarde.
IbjQuaiio mina-ulula aa 3 horaa.47 minutla 48aegundaa da t.
Z8Lui ora ai 8 horas, 2i mmutoi.48 teguodoida tarda.
b,i-,. .. ,M,KV5IA OEIIOJE.
Primmri aa hora 3(1 minutoi da larda.
Mgunda ai horai e B4 minuloi da machia.
F41T1 Wt .(3. AL
OOVERKO DA PHOVINCIA.
Expediente d* Ofti...- A. mspedord* thesoararia.de faz.nda. W^SLT MLVi
DAS DA SEMANA.
27 Segunda. Vigilia sem lejum polo indulto S- Klrsbao.
S Terca. (sem da santo por indulto) Si. Siman e Judas.
29 Qo*rtt.TraaladacoodeS. Isabel vivir, raiuha f.
30 Quinta S. Euno m. S. Macano ni.
31 Seita. Vigilia) Jejuro. 8.Quinlinom.
1 Sabbado. >* Resta de todos os Santos. S. Cerni.
2 Domingo. 2i 8. Victorino m.; Ss. Thubias e Eudocio Min.
EMMItKEGADOS DA SI l:* Hll'i \<, N(l M ,
Alagoai.o Sr. Claudio* FilcaoDias; Babia* Sr D
iodeJaoeiro.o Sr. Joao Pereira Manira.
EM PERNAMBICO.
O propnaliri.de DI AIIO Manoal rignairoa da faria na
linaria, presa da Indapandaoeia ni.liB.
l-.mliiriMnip. Jola Pinto Reata de S .o/a ;
Embargado, Vicente l.icintu di ('.(la Campello.
Du itieamo ao inesino.
Distribuirn.
l-'oi di-lribnida ao Sr. desembargado, l.elo
communicandu que por decreto do 1. do crrenlo,
segundo, cou-ia do aviso do ministe.io da fazenda i
lo 4 detlo mez, fora nomeado o praticaule dessa ',
1 heourana Jucundiaiiu Rodrigue* ile Olivtira, para ;
segund eschplurnriu dada Prulis ha, ao qual se
devera' abonar I.Vtj ra. pomo ajuda" de Dito Ao me-iiiu, inteirandu-o do haver o pro-
motor publico da comarca do llonilo o bacharel l.uiz
de Albuquerque Martina pereira, participado que
no dia 17 do corrente entrara no gzo da licenca
aja* I he foi concedida. rueram-se as unirs roni-
monicaciies.
Dilii Ao tie-iini. declarando que por decrelo de
H do corrente, o ernterlhelro Joao Mauricio \V.tn-
derley, fora nomeadu para o carao de ministro e sr-
cretariu de estado dos neunctos detaienda.
DitoAo mesnto, declarando queojuiz da di-
reito da -J. vara critna, bacltarel Alelan ir BerOar-
dmo dos Keis e Silva, participara que por se adiar
Appellanle, Antonio tiiinralves doa Santos.
Appellado, tirmiano Jos Rodrigues Ferreira.
I ni dos visarios aeraes de Paria, o Sr. atibado
Darnos., publicou ltimamente um livro milito in-
teressanle sob o titulo deElUUillea religiosa da
diocese de Paris.
I'elo tilulo rnodaato deale livro nioaTaosi o desc
tiimsr por um imples ciUIsgo, oiim especie de
aliiuin.sk, que k) leria inteiesse para o clero : nclle
encontra-se urna muttidao de documentos, que se-
ria ditlicil Malaraa em oulra pirte. B que o autor
rpunio com lauta exactid.lo, como clareza, lazen-
do-os interessaut** p.\t* lodos.
l/ina estatisiica arrimada da diocese de Paris d>
orna Idea neril de toda a igreja de Fringa ; ora, de-
taes e hospicios constantemente ocupados por
"20,000 doeutes do loda a especie, \2 silo er\iilo por
seculares, e o> outros -23 por ilii freirs.
As in-iiiuiru"- onde se recaula e eerc?-se o cle-
ro de Paria lo : o grande seminario, que l'oi
condado a communidade dos padres de ,S. Sulpicio
e conlem cerca de 300 educandos; os rlous u peque-
nos seminarios ii da roa jNotre-l)aim-dea-Qiamps e
derramada em todos os paizes do mundo. Soraente carillo,
no anno de IK"), ella despendeu em obras pas
rrtni. e
ped:o].i
aa, um corac.io beraTawjo k nia lembrasse i os penas do Irt. 'J6G do col.
somma do 2 milhoes 218.SW francos, .os quaes Pa- ieha^r0arT\drlo^ei,1h salvar" w'ohtaMqoi I Oodelnn8SM n0 8r;io "MXimo.por se darem as cir-
auo dequal^urr|>otilo de vista debatan.-** com a morle. Sallar ao bote, remar! cumstncias agravante dos Jj I, -2, e4do3rt.
ferrenltos da morle I 15 do mesrno rod., do I, ter sido ocrirae com-
davel. ..........."="' "' ?*! le um motnen-I mcnido a n0lL. 0 & > incendio ; do $ 4 ter
., ,., lo, f"t o fuztlar de nm rato que, mal feudendo mLj. :__uri r i i
lemos dilo li.istanlc pira fazer apparerpr a impor- navena, loen -a alivsma un seto da Ierra s"' imPell,Jo l'or motivo frivolo e rentovado.
a elcol, d'.'Ti"d. Z^'TV :';IOu UC""J0.S;' S; e10""erts*' ,,a o1'" ,le Mr- **. Tema. fc qwrel. saber quem foi es.e eavallia que es- Ouanlo ao erime do roubo, 0 Sr. promotor disse
rilie. d. fa- I coracno buseou latva-lo, lo. o ajudan.e do ad- ,,em ,, ^ ,, M darem as cir(,umqan.
.,-.,.- ,,w... i.cuauu u {ui.ajun pomo ue vista ilebaliam-se com a morle. Salla
religioso ou poltico que nina pessoa se enlloque, ve- com furia e robuar asa bracos fe
ra '! esta sociedade representa urna forca formi- os mnriliundos nadadoreo, foi ob
' .i a ..
doenle passara h.iDlem o ejercicio da vara ao .cu >'""';'w. -'';'o. nao ha na la talvez qoe seja nicn
aubstitato. Igual couiniunicagao se fez ao con.e-
llieiro presidente da relaco.
Ihln Ao commandanle suoeriur da guarda na-
cional de Vi/ ir- ih. recommeiidonilo que n.u cou-
tula que Jtcintliu liomes Borges L'choa seja chama-
do para o servico como simple guarda uacional em-
quaulo nao se resolver acerca de um requerimentn
in que alte pedio ser reformado no posio qu* occu- .
pou da capilao da exilada guarda nacional daquel- \ '
le municipio, pratteando S. s. o mesmo acerca do
conhecido pela maioria dos liis do que o Miado da
'ja.
O livro de Mr. Darbo) conlem sobre a compocjn
r"o clci. sobra sua eoadlejle, e sobre o numero das
cimgregace* religiosas c das obras de candade da
diocese, os proinenetw mais iusiructivos e mais
utets. Acrescenlemos qae o aulor qutz evilar com
cuidado ludo ranlo podesse assemelliar-se a polc-
e n controversia, e he um evptnplo que quere-
mos seguir.
domis ufliciae, que eslivercm em idnticas cir- -N P">"" parle de sua obra. Mr. D.irboy (rala
' : I 1- i I i .. a>.l.* ____>a______i. I___
cumstancias.
Dito Ao capilao do porto, declarando que os va-
pores da compauhia l'eruambucana pelas condi^ei
.limetas ao decreto numero I7S de 21 de Dovctn-
bro de 1851, lem dtreito aus vapores ootorgados ao
da campanilla de paquetes na la, das enndiees a
que se refere o decreto numero 7H7 d* 10 de marco
de 18.!. Igual declaraco se fez ao marechal
commaudaute das armas.
DitoAo mesmo, recommen lando que nao o-
brigii* a lripolac,ao do vapor a Iguaraaau' a nova
matricula em cala viagam, e someute quando oc-
correr aluutna alleraru observando acerca dos indi-
viduos* em que lia se der. o inesmn que se pralica
em virtud* do aviso que remelle por copia expeJi-
do a' capitana do porto de marca do anuo paseado acerca das tripolac dos
vapores da cuntpanliia de paquetes. ficando'S. me.
ccrlo de que vou dar sciencia de -mullanle .ieli-
beraco ao goveruo imperial, alim de que rcsolva o
que eulender mais acerlado.
Dito Ao inspecler do arsenal de marinha, rom-
mullicando que por decreto de 8 do corrente, o
cunselheiro Jos Mara da Silva I'arauhos, fii no
meado para exercer inlerinamente o cargo de mi-
nistro e secretario de estado dos negocios da mari-
nha. i-izeram-se as nutras coinmuuicacfies.
llilo Ao musuvi. remetiendo por copia o avia*
de 30 de selembro ultimo, no qual o Exm. Sr. mi-
nistro da jusilla ordena que ejatn entregues ao
commandanle do vapor Ama/, mus, da compauhia
Amazonas, \inle e cinco africanos loa apprehendt-
dos cm Serinhaem.
Hilo Ao leuenle-cornnet director daa obras mi-
litare*, para mandar fazer a* .iuarte.1 do llo.picio,
os concert- de que trata o marechal commandanle
das armas no alucio, que remelle i-or copia.
Dilo Ai juiz municipal de villa Bella, com-
inunicao lo qoe segando cunslpu de parlicipacao da
secretaria do iiiiiIiti da jusl; de I de striiiaaatijt'
tiro ollimn. nnri' leram a ,S." inj. dooa ra**** ff7^.'
licenca com ordenado, para tratar de saa saudr.
Fi/.eram se as oalraa coiniiionicaciies.
DitoA Francisco Antonio ll'axner de Sonta
Kaugel. cominunicanilo que por decrelo de i de
aetembro ultimo, se lli- fez merc da serventa vita-
licia os ofticioa ue segando labelllo de notas ea-
criv.iu do crime e civel do termo du P-o d'A|lio.__
Fizeram- seas nessanas conimbiiicace.'-
Orcular As cmara, da provincia. Reeora-
mendaulo a'Vmc. a liel etecucan, na i arte que
Ibes tuca, do disposlo no avizo da repartidlo do uu-
pario de :l de selembro nllimo, couslaoli; do inclo-
so etcmplar, no qual es!a' declarado que os colle-
gioe eleitoraes desla provincia devem reunir-seno
dia i de dezeuiiiru prximo vindnuro para celeluat I
a sessau preparatoria deque trata o artigo li'l da!
le da l'.l de agosto de I8(li; o no immedialo dia :t!
para proceder a cleicao de deputado* gerae para a I
legislatura da 1X37 a 1860. Tambem ufliciouie
aoa juizes de paz dos pnmeirus dislriclos.
i do estado da diocese e das parocliias, e faz a descri.
cao das principaesigreja*. O desenvolvimento aem-
pre crescenle da populacho de Puris leal exisido
ltimamente como sal.e-se, um augmento do numero
da* freguezias e urna nova dislribuico de seu.s II-
, miles.
Em Paris o havia 39 parochias, mas pelo novo
i decrelo de >> de Janeiro deste anuo, ha is. .\s
I arralialdes exi*lr-m 8.) a este numero dse ser leva-
ndo em breve a 93.
A popularan da diocese, Conforme o censo de
1851, he de I.22.0, alma, da qu.es 1,033fj
iiormil fundada por Mr. Allie,
I hrologia da Sorboba. 1 zer ao mesmo lempo joatioa a maneira simples, ela-
Lin dos captulos mais inlereasantc d> lixrn de | ra, benvola e inleiratnente eandusa com que Mr.
Mr. l)ar!io> lie o nue conten o mappa uta diversas | Darbnv preenclieu a sua larefa.
commonidades de humen, e mulhere* ctalielecidas
na diocese. lie aluuu. anuos para c os parisieu.es ,
lom visto reappareear cun urna certa aarprexa em
suas ras hbitos, que nunca linham visto, scuo
em pameis : ha com elTeit em Paris dominicanos
franciscanos e oulros anda.
A cidade possue l: convenios de hotneus : 01 pa-
r/re.s Ue S. Sulpicio qoe. alem do sen capitulo de
Paris e eu noviciado de ls\, lem anida l!l e-labs-
lecimeiilos em Franca e J na America; ni frailea
pregaiiore*. uu dominicano., que eatlo nos Carmes:
os I'radcs menores, capucliinhus da ra de S. Jac-
ques ; os padres de S. Vicente de Paulo, mais co-
PAGINA AVULSA
haros reprovaram-a, logo que abracaram a fc. A
lineado, pelo nome de garata, o. qo.es deali- | ira be um frene.., que punco dura, nias qoe por essa
Que paixao mais odiosa ha do que a ira, c mais
indigna de um boutem de educacao, e de um liuir.em
chrislao ".' Os povns algn, lano civ.lisadis, apezar l
de pagaos, tiveram-Ihe Ii unir, e inesnio os m.iis bar- j iir que. a postura que prohibe o audarem os carros
ministrador.
Nao lie a primaira ve/ que clamamos conlra n
abaso le audarem os carros cavallos a correr pelas
mas ,(a cidade. ii.., o diir.iute o 11. como doraale
a nuile. A vnla de um oidadln qualquer he precio..,,
e cuiui.jlal deve .er re.paitada, e maior valor linda
temquando elle he um dimio pal de lamilla.
No domingo ;ii !i horas um pretn a cavallo
qi.eaudava a I rule larga alropellou. na praca da
mlepen tenci.i, ao Sr. Francisco I,ocio deCariro,
por forma 1*1, qoe fez-liie una grande enntuzao na
cabeca. Feliamenle u prelo foi inconlinenle preso
pelo 1 11 I 1 e se aeha rccolhi.tn casa de Deteo-
A polici 1, vigilant1 como he dave nao permtl-
nam solire todo a. missiie..; os papas /'icn.-:,que uceu-
pain-se de pratica e n.'ssAo ; o. padre* da M,se-
rirordia, da ra Varennes, de-linados tamliem as
mi.sas; os cougragado. do oratorio da rea do Ke-
gard, que querem restabeler esla orden, celebre na
obra da educacao ; as /nsara eslran do Rae. que seo nome designa sulliciculemeul
mesn.a ralla, uao deia de ser toucura ; ella h
sempre acompauhada de furor, e de una especie de
alienacao do juizo.
IJue expniHem eles movimentos reputinos da
alma, que nao Ibes deitam o lempo de rellecttr lo-
tos estes impel', lio semelliaulea aos accessos d
que seo nome designa sul.ic.cnleineule ; o i febre, no seo matar auge.' Ooe signilca aquelle
E.p*r\tO santo. A ra das Postes, destnalo sobre rosto alterado, aquelle oihar furioso, aquellas pala-
ludo a catecl.tsar os negro.; o seminario do* ir
landezet, oude sol a direcc.lo de seto ou Olio padres
da Iran la, educams pouco mais ou menos 80
vras olfansivas. aquelles e\cesos violemos sempre a
ponto de desfa/.er-se cm tormenlo. .' Poder-sc-ha
chamar prudente o hoinein que te... este aie-
mancelios do lile-m 1 paz ; a coiii/rei/anu de Santa \ naea !
Mu ii/, ra du Moni- Parnaso, que se dedica ao
ensillo ; e emlim a Compauhia de JmtU. Us jesu-
tas tem i casas na diocese de Paris ; o' padre provin-
cial reside na da roa da Seves. Na da roa da.
Poalea, destinada especialmente aos eslu los e as re-
formas, acolliem-se todos os tiuin tus. p idres a se-
culares, que apre-eutam-se pira fazer nina reforma
lelni\ii la iliroiv.io dos padres. Os e.uiia- tem
tambem o eoHeaia de Waugirai J e a ireja de S.
Iierle.ncem a cidade, e :Ui8.8lKI aos arrabaldes. Se- '""- l,,r* "* alleaalaa, que habitan. Pars.
8uado o relaim 1,1 (presentado ao conelho munici-
pal, este numero pode ser cla.silicado, para cidade
de Pars, ua propnrc.es segnictes :
Calboliox .... 1,035,169
Callo reformado 6.370
Conlissao d'Aug.iiurgo li.llli
Israelitas..... I0,70!l
''versos..... 1,008
Alem da. igrejas parochiaes do cidade a do= arra-
bal.lcs lio na diocese de Pars 17 capellas publicas,
30 capellas particulares e 337 oratorios, onde se diz
mina* por autorisacao especial.
_ Os oulros culto, recunheci los contam em Pars
7 edilirios religiosos : o cilio reformado o Oratorio,
Paiilliemonl e Sania Maria ; a eonBaslo d'Augs-
bourg. a lledempco e os Billeltes. Os Israelitas
lem aSvnagoga da ra de NaUarei a o templo do
rilo portugnez, silo na ra Lamartine.
l'-rcorrendo o mappa da popolaco das parochias,
vemos l|U ja mai. populosa lie a d S. Eu-laqnio, a
qual cania |ierlo de 38,000 almas, he o qnaileirao
das Bracaa e dos mercados priucipae.. Segoe-se
depois S. Hoque, no quarleirao das Tullieria., rio
Pahiis-Knya! e d i liabinos com perlo de 33,000
almas; S. Looreaco, no arrabalde Sa.nl-ilarliB, com
o inesinii 1101.....o pouco mais 00 menos ; Sainl-Xico
la d.s (/. i:;i' e Sunl-Mern
0 qoarleira .
Sainl-
ll.lla di
in .'.J a .ti.mfc:; s. Sol
31,000;Santa Maratarida ooanaialde Santo Aiitunin j 1"e obre ellas quitar le lolormacdes mal
com mais de 28.000. Naturalmente o numero san i Devemoa tamben, recommendar esuecialiae
A esla nomenclatura pode-a* aju.llar s rn/erma-
riu de Mara Thereza. aberla ao. padres velhos e
doeutes ; os /Vades de S. Joa de Dos, ra Oudi-
uol. que cuidam dos doeutes nos hospila** laza-
retos ; linatmcnle os radts das mwta. chritliU*.
Os frades lem em Franca e no estranjeiro,730 com-
munidade*, composlas de 3,670 pessuas e ni-lruindo
cerca de 278,000 educandos. Na diocese de Pars,
tem IS eslbelecimeutos e cerca de IH.dOO ulul-
nos.
As commonidades de mullieres alo mais numero-
sas : a diocese de Paris ciiula S qae pudera sor di-
vididas em Ires cl.sses : as que supplicam, as que
ensiuam. e as que curam. O mais rou-nleravel e
maisgeralmenle conhecido deste* eslalirlecimentns
he o das filhat de S. I cenle de /'na/o. A irnnlas
dacaridade lem em Parts o collegio principal e (18
eslbelecimeutos servidos por 307 irania*. O nu-
mero dos pobres e dos doente* visitados, quer nos
hospilaes, quer .....domicilios, pela* irmlaa lie de
130,111X1; dos meninos admitirlo, nos as; los he de
20,001). A- irmaa e-laa derramada* por (oda a
Ierra; ha cerca da 10,000 deslr.buidas por 810 es-
labelecimenlo.. Todos os anuos 163 To ein loma-
ra alo o hu du mundo.
Falla-nos espace aqu para fallar dja is commii-
nidadesda molharaa estalieie.-idas .i diocese da Pa-
s>i, o maelleioos ao livro da Air. Hartaos, o leiloi
ampia*.
e o ca-
indica a riqueza ; uiuil.s vezrs he o coulrario, por I p.'ulo que Irala das obras de caridad* Itvic, dos ps-
exemplo, Masdalena, que tem somenle 23.000 at- aheleciinenl.is suslrnlados por donativos rejuntarlos,
as, S. Thnmaz de Aqutno 13,000. Nos.a S-nhora '-a11** verdadeira sorprc/.a 11 numero consideravel de
COMMANDO DAS ARMAS.
Qtaartel general da commando da arma* de
Pernambaico, aa cidade do Rscife, em 27 de
oulnbro de 1836.
ORDEM DO DIA N. 359.
leudo cheua.lo houtem da provincia das Alagoas,
com o lim de servir tiesta 'ijuarnican. unta forc d
8. balalho de inf.ntaria do excrci,o, composl de i
cen. mees, inclusive cinco ofliciae sobalieruos, de- i
termina e marechal de campo rommaiidantcdas ar-1
na* que essa forca liqoe addida ao 10. balalliao da I
mesina arma, deveudo o respectivo Sr. tcneote-co-
ronel co.nu.au lante distribu la pelas companbiai
pela inaueira que m .is iuteressanle for para o ser
viaa.
O mesmo marechal de campo faz certo para os
lina convenientes, que a pedido dos Srs. capillas di.
. hatalhao da abredita arma Joao de Souza Te.xei-
ra, eJiw loaquitn da Silva Cosa, foram elles en.
na prcsenciii.sp-ccionado.de ande 110 dia 2i du
eorr-nle, sendo a junta de parecer, que ambo- se
clum iaeapaiea de iodo o serviea, por padeceram
da molestia, incuravei-; a saber o primeiro de pres-
b'lii e ga-lro-beiiatile, clirooicas, a o .- de aaslro-
hepilile chroinca.
'......''im/11; 1,, Coelko.
de l.orelo 20.000, 9. Filippe do Koub 20.000, S.
I.ins d'Anlu. 17.000: e.lao frente dae parochias
ricas. No* arrabalde algamaa ha, que exceden em
popolarjlo, ,'s inaiores parochias na cidade, como
Belleville, que conta mais de 31,000 almas, os Ba-
tignolles mais de ^S.OOO. .Monl-Martre mais de
23,01X1. a Ville.te mal. de IH,(XX). Vaugirard mais
de 15,000.
Estas cifras sao as da iilliim delimilacao das fre-
guezias, que antes disto hav.am igrejas, 'que conla-
vam ale O, 30 e OO.OIK. almas.
O decreto de Janeiro de l83ti modilieuu, como le-
ma* ja dilo. as c.rcumscr.i r;oes; e de tal modo que
seria til que a auloridade diocesana manda*** fazer
a es. le.p.uto urna carta colorida.
Os parochos smenle rrcehem um ordnalo do
c-l ido, a case ordenado causa sarprea, qoaudo -e
sab que os parochos de primeira classe recadera so-
menle I jOO fr.; os de segunda classe, 1,20(1 Ir.; um
coni.....1 Silla' 1200 francos. Os voar, ,,,,1^ re_
cebem do estado; as fabricas lhe dio um ordenado
que varia de 1.000 francos a 2.iOO conforme a ri-
queza da. parenla*. Ele diversos ordenados se-
riara evidentemente iusuflicienles. se as oblace
..heridas riebaixa do neme de .1 rasuel nao 1.
sem, sobre tildo para os parochos, supprir sua e\i-
goidade.
lie ila mearaa lola que ven. os rendimentos das
fabricas, i|uero dizer das ollei.uidas dus liis, do di-
reiln* sobre o* casamculns e sobra os enterro*. Vs
fabrica* rernlhem laHihem o prero da locado lias
cadeiras, aa e*mola* liradas para as despezas do cul-
lo: a estes riill'ereules produclns aogme.ilam e duni-
uuein seaondo o nomero e a riqaexadas paroeliia*.
lie con. o autillo deste* recursos que as fabrica*
pagan, o ordenado do cler.g,. parocbial, o salario
dos pinpregadns da igreja, as despezas do culto, rom-
eslbelecimeutos de cndale, que cvi-lem eia Pa-
rs e de cuja existencia lalvez panccs peeaua sai-
bam.
lie a honra ou anlcs a virtud* e a smela da ca-
ridad* fazer o bara occollaiii- ole procura ido somon-
te 1 vista de Den*.
lodos jiilgam que *e ola pnde e*perar a razao de
um homem colrico ; os epintos animaes, alo alo
su os que se acham alterados ; nem a agitaran do
angue he o aoieo elleilo da colera -, ella niostra
mais do que a* outras, a fraqueza de juizo.
He a brtilah lade dos animaes, quem as faz seguir
os impelo, da sua colera. De que se originara o 1110
tivo que torna os bou.....lao pouco raciouses! A edu-
cac.iu.o bello ge......a poltica,o bello modo.o botn co-
racio desapparecein.e se eclipsan.,logo qoe se levan-
tara estas couvulses ; dir-r-hia que nao he. o me-
mo homem nao recoulrcca nem superior nem
igual, nem amigo-; esquece-se du* -cus proprio 10-
leresses, e de si mesmo, e a que ha mais para ad-
mirar-se he que a manir Iraiiqu.llidade nelles lie
minias vazes, a precursura das mais furiosas lera-
pislades; e he cous. rara, quando ellas mi parara
em Irovoadas d* patarras. Masque de agilarAo de
espirito, qua de estragos, que de Canele* efleilus se
nao seguem destes furores"!
Se ao menos esta violenta paixaa s lomi-se armas
para defender aralo.bem ; mas ella he sempre o
seu iolmigo. I'n.a palavra Curada propositot|*e es-
capa sem segn la lencao, a inadvericiicia de um
criado sen. malicia, um nada qualquer he a laica
que accende ete incendio.
A ira e o furor, diz a e-criptura, sao sitias cousas
abominaveis ; e quem peder sollrer a violencia de
um homem furioso
lie caos* aiiniravel. que os triste* elleilns desla
deseufreada paiilo srvain smenle para desacredita
la, sem a enfraquecei. Queris saber quaijs na |>es-
si.nos frutos da ira, bucai-o. as giaussimas con- j Joaqun. Amonio de Castro >'uih:>
elidas, (jue enlie nos todo* os das se suscilam, na Josc.locomc de Araujo.
parda da* baos, naa inimizadea immorlaes, nos ac-
cidentes, nos sucee-sos lunados, na. Infelicidades
que nem com a morle se termnalo.
Aira procadedaexlramaseoalbililado,que 1......n
P"" '"......jue nos ollen le. A oberba he quem
a excita, e quem a inllamma. l'or mais que -e oc-
cisa a culera, o temperamento, o humen, humilde
nunca lu colericu. As tempestades nunca vein sem
ventos vilenlos, assim a ira alo apparece sen. seu
cortejo de accessu* furiosos.
A ira he uicuinpalivel con. a innocencia, o sen
contra-veneno he a .iiansnlao.companlieiid ...separa-
vul da hiiunl la.le
.NenhutiH palito lie mais miseravel.nenlc cou-
dem.iada, e iienliuma lema
a cavallos a correr dentro da cidade,|seja assim ol-
vidado c postergada.
A barca a vapor cBeheribe conduzio de Ma-
ceiu igual Homero de soldado, ao. que tinha levado;
u clipoados se acham aggregados ao dcimo de ca-
cadores : esles |iasseios militares da Iropa foram
seui|ire de olilidada para a disciplina.e todo o exer-
cilu resalar usa dclleco.n lrequei.cn.
Ale' amanlma.
Jl;R\ DOREdFE.
i. sessio,Dia 22 Hcoulul.ro de 18t-
Presidencia do Sr. I)r. Jo Quinlino de Can ira
Leao, jttiz municipal do termo de Olinda, e 3.-
substituto da segunda vara de direilo criminal.
Promolor publico o Sr. Dr. Antonio l.uiz Ca-
valcanti de Albuquerque.
Bscrvao iotorino o Sr. Manoel Correia Gotne^
de Altncida.
Advocado o Sr. Dr. Francisco de Paula Bau-
tista.
Keila a chamada as 10 horas da manliaa, aclia-
rani-se presentes 3(1 senliorcs jurados.
Foram multados em mais 2050O0 rs., osse-
tiliores jurados ja multados nos dios anteceden-
tes.
Aberta a sessao pelo toque de amparaba, foi
couduzido abarra do tribunal do jury, par:, ser
julgadoo reo preso Bellarmino AlvesdeCarvalhu
Cezar, acensado por crime do roubo e incendiu,
perptralo na casa do D. Joaquina Maria Pereira
Vianna, na noite do dia 29 de Janeiro do trren-
le., tendo o mesmo ro pur seu defensor ao Sr. Dr.
advocado cima mencionado.
O eonselho foi composto do* senliores segoin-
Jos Bernardo Ventura.
Antonio Seraliin da Silva.
!ll-
v es
O estabelecmenlo da ,'rop,,,, ,n,o da AV,,1C esla I W^oiaTwqe" MTO BC
nasce com o homem ; chama.n-a innocenria nos
meninos, tolera.n-a ein una ida le mai avancad 1. e
lea-fe escrave della, quando nos lomamos lio-
raens,
tioarai-vos, diz o apeallo Santiago, de vos dei-
iir levar da vosa* ira ; porque n,io he possivel cum-
pnrem-se todas as obriaacSe da juslica, quaudu
se conserva no eoracJIe algunu averalo eonlr* u pro-
xmo. Se he preciso corrigir os delleitos, laca-so
com candad* ...ausidao. lie necesario misturar
o oleo com o vinho para curar as chagn*.
== Se he digna da aniuiadverstio publica una
mai que contena que suas Dinas faca... o que Iba*
parece, como uo o sera aiu la mais aquella que.
alen de lurnar-se esquiva ao qua suas lilha- prali-
Ca.n, ale Ihe. permille mcios de se penl-rem
orgaoisado e cun lio arando, porporroes como as so-
ciedades bblicas da Inglaterra. Illa lem sua s le
em Paris ; mas a diocese conlribiie fiara olla com
cerca de 160,000 francos por auno. O da Sjntu In-
fancia, derramado *m lodo o universo, ten para re-
corsm a colonisaco dos a-sociados, que he de cinco
cntimos pur mea e ae-se.ila por anuo ; e cun esla
singular subscripcao ella reall* eu. I8.V) pe to de
(XtO.tKMI franco.. A ,sociedade de carilade maler-J
nal soccorre animalmente quasi 1100 familias ; a .Su-
ciedades dos (recites rccolhe perlu de 2,">IK. enan-
ca..
Futre os eslbelecimeutos mais ulei-, ile\p..e citai
os que dio a educarao e apr-ndizagem mediana pe-
queas peu-ocs ; he um recutso inapreciavel para
os liiluis dus operarlo* mi dos domeslieoa, para aa
Amonio Cameiro da Camha.
Ib-meteiii' Mariel da Silva.
Antonio Francisco Dia.-..
Dr. Manoel Mamede da Silva Costa.
Jos Joaquim de Lima.
Jos Lourenco Ba-tos.
Joo Cliyrsnstnmo Fernande* Vianna.
AUaro Augusto de Almeid.i.
Os quaes preteslaram o juramento cm voz alta
sobre o livro dos Santos Kvangelbos, etomaran
assenlo separados do publico.
Tendn sido sorteado para o conseibo o Sr. Ma-
noel Florencio Alvos de Muraos, esta a\erbou-se de
suspeito, fundado na presumpeo de criminalidade
do reo. que rcsttltou do ditos dos enhores ad roga-
dos, t|uando lizeram absolver o Dr. Joao Litis,
e pelo que o s'ju voto era decididamente contra u
reo.
O Sr. promotor pedindo a palavra disse, que o
Sr. .Muraos devia lomar assento, porque Dio en
interess.ido na rausa, visto nao ser prenle 011 ami-
gos do reo : o Sr. Dr. liaptisla disse qne o Sr.
Moraes era intoressado, eque nodevialomar assen
lo. O Sr. juiz presidente do jury julgou que o Sr.
Moraes nao devia tomar assento, e logo o Sr. pre-
cias aguravanles dos 1,8, 9, 10, 11, e 17.
do dilo art. 1(1 ; do molivo frivolo do ^ pre-
raeditaco : .ln '.) ter procedido cum fraude;.do ^j
10 abuso de confianna nall; posta ; do ij lor bav-
doenlrada na casa da ollendida : c lit.aliuente do
lTajusle entre o ico e oulros. Sr. promotor pro-
ven que se deram todas essas circunstancias.
Finda a accus.icao o Sr. Dr. advogado pedindo a
palavra, e sendo esta cuiiccJida, e deduzindo e de-
feza, disse que nao fora o reo o autor do incendio e
roubo ; que dos autos consta ter o reo sahido no dia
do roubo c incendio, a tarde, e que o incendio se
deu a noile,c pedio a absolvicaudo mestno reo. Fin-
da a defeza o Sr. promotor replicn, o depois da
replica uSr. Dr. advogado trcplkou.
Findos os debates o Sr. juiz presidente do jury
perguntou ao jury de sentenca se eslava sslisfeilu, e
respondondo o n.esmo aflirmativamente, o Sr. juiz
depois da resumir a materia da aecusacao a da de-
feza, propoz os quiilos, e entregando-os ao eon-
selho foi e*te conduzido a sala secrota das conferen-
cias as 8 horas da noite, d'onde voltou as 9 horas,
com suas respo3tas qne furam lidas em vuz alia pelo
presidente do eonselho, em visja de cuja decisao o
Sr. juiz presidente do jury, declarou que nos ter-
mos dos ail*. i9, 1.-, e 854. do regulamonio
n. 120 de.'11 de Janeiro de 1842, appellava para
0 tribunal da relacao, c publicoiisua sentenca al>-
solvendo o reo, e condemnatido a n.unicipalidale
as cusas, e levanto., a sessao adiando-a para o
dia scguinte as 10 horas Ha manarla.
2:1
Presidencia do Sr. Dr. Frmteea tT.fss lllireira
Marel.
Promolor publico, o Sr. Ilr. Antonia l.uiz (".aval-
canli de Albuqoerque.
Kscrivau inleriuo, o Sr. Manoel Correia liomes de
Alineida.
Feila a chamada a* 10 horas da maullas, ucha-
ran.-se prsenles 35 senl.nres jurados.
Foram dispensados das scsses. e relevados das
mollas em que incnrrcra.n 'no* di is aulecedenles,
por tere.n apresenlado alteslados de moleitia, us se-
nhores seguinle. :
Jos da Hnchi Paranhns.
Jos Candida de Carvalno Medeiros.
1 ranci-ro Joo l.uiz.
A requisicilo do tribunal do commercin loi dis-
pensado u Sr. Jos Antonia Barios.
I oram multados ein mais 20> rs. os senhores ju-
rados ja multado* nos das anteriores, c m.iis os .se-
nhores saguin es :
Vnliinio Cameiro di Caoba.
.lose Bernardo Ventura.
Dr. I.niz de Cirvalhu l'aes de Andrade.
I'r. Manuel I linede.il. S'lva l.i.la.
Dr. Antonio Raaaal de larrea BaaiMra,
Scudo m.iili-oU u#iniu .te "J3 .arados pare
h.i'.cr seasVo, o Si. jal. la dirailo .uiermo .i.pen-
d.-u us traballios ao mio da, adietada a sos-ao para
o da seguinle as 10 horas da nianha.
feza, dis-e qu* nao fura o reo n autor da murta r
que no processo nao exi.tiam pravas, e poda* a al.-
solvicao do mesmo reo.
Depois da defeza o Sr. promotor interina re, h
cou. e depois da replica o Sr. advocado trcplirw
lindos os debales, a Sr. faja* da direilo Hilaran
perguntou ao jur\ de sentenca e elava sali-IoHe.
e re.pondendo dilo jurv pela allirm.iliva, n nieso
Sr. juiz de direilo interino, depois de resomir a
lena n'accmacao e da defeza, pronos os queon. r
e.ilragandu os me-rn 1. ao eonaclh. foi ele caadii-
ride a sala eciela das conferencias s 2 horas da
larde, d'onde volloo a. J com anas reM~i... amo
foram lulas em voz alia pelo presidente do jorx do
sanlenca, em v.sl.. de ,n 1 deciao. Sr. jaat de
direilo interino pulilicoo o .enteora, ahwlvajaada
n reo e coudemnaodo a municipalidad* na. casta*
e lev mino a sessao, adiando-a par* o dia seSUIH,e"
as 10 huras da minhaa.
REPARTigAO SA POLICA
Secretaria da polica de l'ernamhuro 27 de 011-
tubro de MM.
Iliui. e a-.im.Sr.- Levo ao eonherimeala e> \ .
txc.que dasdiflereules parlicpac.* honlem a h.r
recebidas nesla reparl.cao, consta qae e deraaa
as seituinle. occurrcucias :
Foi presa : pelo joizo dos feito* da farenda. Mara
doi.armo. por 11.10 has er urnprido o tiel daver da
depositara.
Pata subdelezaria da fragurzia da Ketifa, ma-
nijo franrez Jo-epli Babitira. a teqoisiclo do reaper-
livo roo-ul.
Pela subdelegada dj fiegueziadf Santo Anlmm.
>.......".....1 Maria do Carmo, Francisca das ''rugi-
e o prelo aaetaeo Antonio, lodo, par desorden.
I'ela suhdclezacia da freguena de S. Joa*.
Anua Joaquina do Sacramento, Maria Coetasu de
Jeiis, linh-lina Maria da Coaceicao. Joaq.im |t-
reira do. Ajajaa, Joan Ferreira do Anjos, J*a<- Ata-
v.ndre da Silva, e Manoel 1/idro Malina- Ferreira.
lodo, por britia.
Dos guarde a V. Exclllm. Exm. Sr. cavai-
selheiio Serzio l'eixeira de Macado. pre*ad*>l* a
provincia.O ebefe da polica, tt. Policmrmo ij*j**j
de Leo.
KSfnipr^ f 1 P^vra disse, que recorra d.-de-
i!.arJ!.e.,,n.u!I r.*!'!"-!i.'.""*!?;.... I nu,le leve
putacau.
Ha trinta anuos ponen mais uu men
de lem feito celebrar 2S,(tl casamenta*
TRIBUNAL DO COMMERCIO
SLSSAO JDDKUBU EM 47 BE OUTfBRO DE 185(1.
Presidencia do i:.,m. Sr. desemhargador
-deshonra nada ha que se apre-eute !
Comtcarain sabbado na Facnldade de llireitu
a-ocieda-1 os aclus doa diversos alios da mes.na. I.ezas.ei.
pra e a manutencan dos movri e vasos sagrados, I '.i. de 18.000 cria-.C... ; deste modo "tem retu.",,'- f,rV,V.Vi"" MoVoTdO^daTLSr,!: fd"^ ,"
. '. 1.1. 1 l'bciler, bein como I dos seguiidus. e I doslerrairii.
A ,s,-.eiadt diS. I ranesco \ar,er ten, por l.m todo, os mais ,.....vera,., o seu plenamenle '
dar iiislrurc.io religiosa ao* operarios, eem ca-o de' A caridad* n 1 .ib..... ,
moles.,a,occorrn.esp.ri,aes e lemnorae, so- C014. 0' 'ZZ. e "o o moque d^n ^r! ""
r.!^.,T,ln,5,SA,.?U'.,;,:ere,,,,e,n......"."v"s nr; Aqoellequc pra.tca a candaT. he dino ,,,,
ios-, titulo honroso na socieda le. Sexta fcira pasuda
1 indo ser recolhido a casa de Il-loui-.lo um preso ac-
eslabeleciroenlos he a I eompaobado por um soldado de policia. acontecen
le Paulo, fundada ha viole que ao approximar-
. cSo. qne a le deila a' seu cargo.
O numero.dos ecclesiaslicos. que dcbaixo de dj-
j versos litlos, preenclieui na diocese de Paria o mi-
ni-le 10 sacerdotal, he de SS2, este numero couipi e-
bei.de alm do clero parocbial, os vigarios gerae,
I os conegn... os directores e prufessores dos seminari-
I os e os capelles. Ha lili capelles de roinmuni-
lilade, hospilaes e liu-pirios, lyceos, prisoe* e uniros
I estabelecimenlos. As coin.iiunidades de homens
I nao lem oecessidade dclles, salto somenle instituto I anuos a qoe ja' necupa a mundo mt
' das aula* chr.staas, que possue na diocese de Pars se de maneen
cisao para o tribunal da relano.eo Sr. juiz man-
dou turnar por lermo o recurso.
Tendo lambemsido sorteado parao eonselho o Sr.
Dr. Candido Aullan da Malla Albuquerque, o Sr.
Dr. Baptista'o den por suspeito, por ter ftinncio-
nado no processo como promotor publico.o Sr. pro-
motor pe lindo a palavra dnse que o Sr. Dr. Au-
iran podia lomar as'senlo, dizendo que so seria jul-
gado suspeito se liveswjl acensado o reo. OSr.
Dr. juiz presi lente do jury,mandn qua o Sr. Dt.
Auir.intoinasse assento. OSr. Dr. Baptiriapedindo
Pretidentia Vi Sr. l)r. I ransio d'Assis O.iieira
Marc\.
Promotor publico inleriuo, o Sr. Dr. Candido Au-
tran da Malla e Albuquerque.
Eserivlo interino, o Sr. Manoel (luiris tlomes de
Alenla.
Advogado. o Sr. Francisco Ferreira Correia, es-
liidaule do Facnldade de Direilo de-la cidade.
Feila a chamada as 10 lloras da maullad, acba-
ram-se presente* 117aeoborea jurados.
Foram multados em mais 20? is. os senhore. ju-
rados j* multados nos das antecedentes, c maia os
eguintea -chore*:
Jos Jerouymn de Souza l.imoeirn.
Dr. Francisco EpUaoio de Paula dos Sanios Allc-
loia.
Feliciano Jos Gomas-
Abarla a essao pelo toque de campainha, fui con-
duzido a barra do tribunal do jurv, para ser tuk'.i-
do, o roo preso Jo-c Fulelis, aecastvaa por crime de
homicidio, perpetrado na pessoa da Manuel do Naa-
cimento de lesus, em das do mez de dezembro do
auno prximo passado, leudo a mesmo ro por so
defensor ao Sr. estudante cima mencionado.
O eonselho do jurv de sentnica foi couiposto dos
s-giiinlcs senhores :
Alvaro Augusto de Almeida.
Joao Francisco Kegis dos Aiqos.
Miguel Francisco de Suuza Kego.
Jos Cavetcanti de Albuquerque.
Jos Velloso Soarw.
Jutencio Aotnato de Athayde.
Dr. l.uiz de t^arvalbo Paes de Andiade.
J laqiiiu. Antonio de Castro .Vine-.
Francisco Sergio de Malta*.
Aulnniu liomes Pessoa.
Jo- Bernarlu Ventura.
Antonio Francisco Das.
a palavradisse t.ue requera selomar ^^AoXX^ZttZ S TJZSTZ
aarocao, c recusa do Sr. Dr.Amran, f o Sr. juiz sent-separados da publico.
Adiando as cartas qua junto remet*, dina a* *>
seren I ida*, pero aos Srs. rrdaetores qu eiraes ler t
bondade de eslampa-las em seu bem coacestaada
Diario. /_
Carta, do amico T ao mito % aobce o iialaaaa aW
homempelo 8r. r. Antn,. Viernlr 4a Mae,
ment afvitoza.
Querida migo, rerebi a lo* carta, r c*nlr^-t*
que lao penborado liqoei da maneira allwcsaaa casa*
que le dignaste de Iralar-me. qoe naonrma ascasaa-
me ao que me pedes, bem que coolies.* qae a tre-
la he ardua e uiesmu arriscada.
I u priqir.o dires qu* todos os leus colleja- da la
ruldade applaudiram o discurso qae sobre de-.fi*..
do homem p.oiiunciara o Dr. Fe.loia aa ..-.. mtMf-
na. que a sociedade Alheen Prmnabati*i eeia-
brara no da 11 de agosto do corrate nao, para w-
leuini-ar nao omeiilc o .ilmiier.ario de *aa iB-ti-
Inicao, atarla tambem o do planto drsaa grasado ar-
vure de qoe elle he \ico-a rt'rr : rami (-o.
I un -er.- que en do o inru parecer sabr <> raaeril,.
de una peca, que foi lao bem arrolhida '. ". Dar -e
lia asa que a na i acbei lao primorosa roa** a I**.
conipanbeinn parecen .' Se a-astea be, derla.-(e
que tico lazendo do leu iuiin c *rraimcnla m
enaceita moito mai abaaa ata qoe alo attara lana
pal*, bem qoe o Di. I .Hora loaba ja [--Trisma *a"
Ir mis a Ktaaiia de Platta e le lisamele*. san*
geialmeuleroiioderado, e com raras, esas* as* S
primen o. advngadns do no*** faro, a uie-aao enma
orna da iulelligenci... mai* esclarrndas de jojaj pta-
vinria, lod*via. em u.inha linmilde nfuina*. sea
discurso nao correspondo ao crediln de nmr nn
-Nada I* dirri acerca do esMo e lin;us-pa;,n,
que esla ronrebidii. porque afi qae c< a-.i. roo,
lente para apreciar ama e ootra raatsa ; mas dir-l.-
hei que deb.ixo do nonio de vista phil..,.,p|rn. aja.
nliunia signilicarao lem, r qo* debalx* ato pmtn *>
vista religioso, he om complexa de herana-. capa /
de horronsar a qualqoer espirito piedoso.
<> Dr. I ello/a cei lamente nao conbecc o lieos a
qoem adora, ou alias adora a om lieos que nata be
de A brab.'io, o de Jacon, que nao lie o das -tralan.
qoe nao be o nossai.
Com clleilo, nao diz elle de modo a..isterminas
le que no seu Heos oao ha lilaerdad* aera estolha '
que quer necessariamenle ? (I
E serae-se o Heos do* rhrislaos .Naa, rsjrta
mente.
Usa tal lleo | i leva adoradores, m*. en reinad*
ephemero paa*aa para sempre. Na* he ia-ii.1-.
do acculo \l\ da era rhnslaa, qao o zeaera basas*-
no ba de ir lomar dos pagaos o Leo. s-aesa alara
vam debaito do nome de De-lmo. i Dos Os rbrva-
laos he uu. leo* providente, m lieos bosa, asea
lieos justo, um lieos n>.sericordoo. *m l"e.-W-
ranamente Basta, u.n lieos qoe dando a todo* esn co-
ral a grara sollicieule, reserv* para os seo* cae. l*s-
dos a efli.-az.
S. Malheus refere qoe JesosChrislo propozera aos
pus discpulos a segointa parbola : 2
O reino dos cus he eraelhanle om bornes*,
nal de familia, que hoja ao romper do dia, .aba. po-
ra buscar o. trabalhadores que deveriam callivar a
ilota, pajMi.
mez em suas respectivas igrejas, onde se llie-
trurcoes e (citara*..
(I mais consideravel
socirdade de S. Vicente
dos
deferio o sen requer ment.
Depois ipte o Sr. juiz manden lomar por ter-
mo 0 recurso,fui o ico ii.terrogado.e no inlerrogalu-
rto disse que no dia que se den o incendio eslanva
Dep o de prestado o jura.nenio, lu o reo interro-
gado, e no )iilorro",atoho disse, que aba abia o mo-
livo por qoe era aeeusado; di***qaecmiheeia a Mi-
noelda flaarimenlodo Je*oj| qao ara eu viziul.o
e carnerada, porm qoe nao saba s* o dilo Manoel
r-e da mesma, pedose licenca ao i 0rava no primeiro andar da casa en. que morava
Pobre!Cvan^^ (ruma nec-esst- D. Joaquina Marii Pereira Vianna, que na larde
.Va.
quere- enlflo que ella faca islo sem ve.tir-se conve- I mesmo ; smenle Irazes na bocea palavra
: nieuiemenle .' ...
Mas elle esta melhor ; nao ve* como durme ''
.e i vi*. S7Zsr \ss .'oro"*1;, a. ,,^0 n& *^s>s*!* *
C asartalj-
l'OB HBItlQUE CNSCIENCE.
Vil
tres ou qnalrn das linham decorrido depoi'
viagein da Job a cidade. V-ulnima mudauca huuve-
ra na sua trist* ritoacjlu ; sou..ile o pequeo En-
gelberl, que-e julgava estar ja fura de penco, li-
vera urna recahnla, e fallo do forcas na appareucia,
eslava como inanimado em sen leiln.
MSi J.
ente, sin
(rabalhav
i dade
lade obras desarraznadaineiile. Permute quetodi-
a. De certa noaaa con.1ic.io he por ora mai dura ;
de ex< lar a sympathia ,le ninsoem.
II fabricante de cerveja rancia os deul
ciencia, inurinurandn com azediime :
des-
u peiur
la e-.a piova de nussa indigencia, l-so magoa-me o
I corelo, e lorna-ajae incapaz de fazer cousa tue
preste.
Job, Job, disse a miilher suspirando, na ver-
lo e imbcil. Na verdade, lalvez assi.ii .ja, pois
, seria uu. milacre que Deo- me tivesse dado (o.lu
porm virio que as I .menlacOes ..Do poden, melhora- juizo que um homem pode ler.
la para que nao encara, com corasen, nos,,, indi- ; >.Ao fui ose o -o.....rensameolo : en queria ,.-
gene.., t nao a combates com vnutade (irme e ener- I mente fazer-te observar que la,.e a ti mam
da | Rica I assa, o lempo a murmurar e ralbar irritan- gratado, ohslinaudo-le a v-r as cousa. pelo si
do ass.tn toa alma. Iti.e aiih.nnos e,n isso M#J_ |h(|o '
raTelTneTaV^-^TaWa"'' *!^ "'n sl"v' P- Mx-m, dis,c Job cm tam irado vol.andc-
ra leus pesares a fabrica nada perdera, savigias.|,.*ohre* cadeira. Mo lecho oecessidade de ser-
se, o trabalho do, obreros, e se tomasses parle nelle ,ne-. Ouetn me dera j., ler morrilo -
Mai J.b acbava-s. s-entada junto do menino do- I Moil. bem ai,, bem e,c,amo Jb com matante'."; eX" ."uratTI^T^^seMielr'.
nte.jM.lava orcopada en. coser panno* de alaodao e amarga .roma ; ate onde .ra laso / N. .erdade lora I ronca* ex. I .maces escapavat-llie da -ar-a la
va rom ardor. I.idav.a laacava de qitando imsler qoe aa pedase licenca para entrar encasa
em quando um albir de rompaiio sobre o marido, j E se alo le agrada esl'ar continuamente na la-
t qual eslava a pnuca distancia tendo o calralo i lrica, protegu.o mai Job sem ahalar-se, val dar um
lunado em urna mesa, o olhar sombro, triste, e Ii to na*eio, v visitar nossos amlgoi c no-sos cunlien-
no assoalho. dos. cnnla-lbes a descrea que nos olirevcio, a faze
P silencio rainava desde muilo lempo nee lugar.
uando Job levantando de repcul
guutoo em Ion breve :
Onde ela Rosana
I o icreja, re-pondeo a mii. senle ainda piedade no lempo actual'.' Emquaut a
Para que .' forlona he lavnravel, acha-so por loda a parle au-
Sem duvida para rucar a Dos por Engelbcrt. vilin e amigo. ; mas aquelle que e.l em situacu
.. m areola! einienio :' | difllcil, encentra portas e aovidoi lechado, n e"is-
os dar boa. nava*
Boas novas I II duutur '.' tnuimuron Job To-
doimpa- das aa vetea qoe n vejo entrar, corre-me nmauer
l fro pelo corno. Parece-me que cc doulor iirorur
T /.'..;.:. rra".rJ',m'"U''. lo-".T,c ""' oro- aamstar a gente. Anda vestido de prelo da cal, r
ale aos ps ; entra as casas con. semblanle I
romo un.i carta de enterr
elle r.'oem casa de sen primo oDr. Joo Litis, tim;!,,u Na*ciinenio tinha sido asaawinado. Disse .oais,
qo* na pri.au nunca Ihe di.serain a ratas por que
eslava preso ; disse, r.nalmeiile, que fora preso no
mez de dezembro du anuo pasado, mas que nao se
luido o interrogatorio, fez-se a leilura do proces-
so. e depois ila mesma, o Sr. promotor interino pe-
dindo a palavra, e sendo-lhe esta concedida, aecu-
do incendio havia sahido para o mallo, a que seu lombrava quem o prendera,
primo licara en casa. Disse mais que viera a esta
cidade vender ima poroo de laa e escravos.
rez-se a leilura do processo, e depois da mesma
o Sr. promotor pedindo a palavra.e sendo esta con-
cedida, dista que eslava provado ter sido o reo o
autor do roubo e damno perpotrado na casa de D.
Joaquina, eque eslava incurso quanto ao incendio
I' la-ee no discurso do Sr. Dr. Feila
cado no .< Alheen l'ernambecaaa.
Mas Dea* nao he livre .' Nao, no sentida enlo-
loc.co ,1a palavra... Dos nao he livre, purqaa a li-
be, dade suppo* a esculla, e lieos nao lea a eara-
Iha, porque a escalda em Deas sappe calidades *-
tolocicas, increada, externas ao er qoe ec*lhe par
qde Dos he quem ordena a e*calha.... A liWr.la-
de cm Dos, seria o principio de conlradarra* aa
vonladc divina.
Combaten.lo em urna nota doalraa re Mr.
t.ousin, o 9r. Dr. I e.loza, ainda exprime-* sm,
mesmo sentido.
I.'- aqu a soas palavra* :
e D'aqui se ve que se o homem he hrre na vass-
lade. Dos de pelo contra, m ncc*ssario o* vo*ila*V.
Dos lem a vonlade como o homem, Iteaa h*
ludo o qoe somos, como diz Cou-.u mas Deas na*
tan. a liherdade, |kiis que Dos nlo b* nada da qa
Liimni aiiiiin .Ii. j.*_J_ <'______ i'n
excellcule molher approxiiooa sua cadeira daqaella
em que o marido eslava assenladn, e sen saspeodor
seu trabalho, disse Ihe cum voz branda :
Porm, meo charo Job, lu te porta* verdadei-
ramente como se uno hoavaasa mais para n.,s ne-
is
isle
e quando se Ihe faz al-
coma perguula, muve a rabeen com ar de duvi-
da como um phaotssma que nao sabe follar
F.u qaizera ser re iodos os medies havlani
de andar vestidos de branca, haviam de ler nhl
-iouomia risonha e lingua bem draembaracada
fcu o* impedira de fa/ere.n tremer aquelles qu go-
zan, saude, e morrer de medo os doeutes (luco os
pa-sos de alguein, em duvida he o algoz '. lulio
vonladc dcrelirar-me !
A criada velha entrn,
A i caria qoe trnuxera a ruirei
Job leu n lobraacriplo, e raellcu a carta
em abr la.
,, .' ------^^^' -;..r.i,.iinituo.i.m .c .,.,., .ii\e mais liara ii... IIe
lempo nema lugar. : por decid -lo, a comprar da noss cerveja. Por pie-! nbuma esperaocs de paasai das melhores. Por .ais
.le a cabeca, per- d.de muilos nos dar,, sem duvida a preferencia, e (ralos que d ao espirilo. *nlo res. cue ber que
ao menos ler.,. empregadu Lmenle o lempo. ,,, oarao .jaMio In.,. *,' ," ,X
^7. *ZZS2 TT.. ?? "e ""C. de ce-vcji/c urna fazenda 'craml.'"",, i!. ,o-
que i
idos fe
do inuiid".
ni., he presentemente a alma
Mo, neo, Job ; e*a he a hncuacem daqnel-
qu vrin Inda com m.uis ull.o- como lu. O n-
Creiu que nao.
Eu qu.zera aaber quem c iverua aqu .'
E lu, Job ; porm dars eomprehendei qu*
qua..1oumarid quer .,,,lena alema ,,,,-a, a
mulbcr |iode dizer ...na palavriulia a resprilo. l'or- dez mil francos de que pode dispeir para seu ..
que perguolas is.u ;' ; r( rrri.ti.. J Bali intilmente a porta do bario
>ao quero que Resina continu a andar con, Van llore de l.iiilhnii para ohler dalle tuna som-
aquelle avenlal aros-er.....v.. .' F-lla ha de vestir- ; ina consideravel E eu mesma, sem ler por ssn
- o um mo.l, difiranle di crala, ou eolio... ,1,/er Irabalho, nlo lenbo achado estes dmia di.is oitn
IU*, Job. es um hoin-m nlraordinarin. Sabes frecuezes novo* 1
\'.! dm."."i". '' !.^,,,;",0 """ '" '!'- 1 Sin, in es anillar, e co................. nanea
e Z e a ?***" A" l* '"'- i Sll.Odida de lodos,
f L-er 7...Tir V, V V"""\ V" "'""" ">" '- Klo he essa ra/an, Job mas confnrmo-me
fazer o setvn;.. ,1a casa, e a Iralar os animaes. (....., com a aorta, moslrn-me pctenle, resignada, e .nlo
' perro a coragom. Tu em vez de pedir* pnlidamen-
i le as qu* le ajudem, morraoras e maldizes de Ii
..ij.i pro-
pnedade no perteneepornni dez mil francos, leu-
do eoracem e economa, poderem ainrt i livrar-uo*
muilo bem. Agora no. aconteeeram descraca
felicidade poda vir depoi
enlrecnu ao amo urna
o bolso
exclamou m,ii Job com
eos. Islo significa que tenho ainda de recebar esla
somma, e emo meus devedores sflo pessoas honra-
das e abastadas, poderci brevemente enviar-ros ese
di.ibeiro.
" Acontcreu-me urna feliridade, charissimns pais.
e duu-me pressa em conla la esperando que .sin alli-
viar um pouco a Iristeza de Vmcs. Nooso principal
crednr era um rico c poderoso negociante desla ci-
dade. Elle linna de receber ...ais de vinte mil fran-
co, du d.nheiro que meu pai me trouxera. Foi |ies-
.nalinente su i casa pagar minha divida, e cnnlei-
lliacomo fura Victima de ama tiaican.i' como V.......,
man* Cliartsshnos pas, se despojaram de Inda quan-
lo possuiam paca que en podesse satisfazer a todo-.
Accrescenlei-lhe que acriando-me arruinado, via-
medorcado a ccasiir meu
son o reo, dizendo que eslava prosa lo ler sido elle j somos, como diz anda Cousm. Klle possoe os aa't
n autor da morte de Manoel do .Nasoment ; que es. | mos allnbulos qi.e nao, mas elevados a* inltail*. mmt
bem I Dos tem como aaia a voolada. mas lean aM
voutade eleved* ao inlinilo, islo lie, alo tem lber
dade.
1 Evang. cap. \X.
lava incurso no artigo 193 do codico criminal, grao
medio, por nld se darem circomslancias aggra-
vantes.
Finda a accu--:!Cao, o Sr. advogado dedozindo a de-
-
esle dinheiro m cuidado ; como rapaz solleiro pesa-
ra me Insta para mit.has despezas, c espero qne no
lim do auno anda me restara' com qoe pu.sa n.i.nn-
-ear a Vmcs.. a Resto* e a Eugelberl.
Meu charo pai, minha querida ini, eslou lao
cunteute que laltam-me m patarras para a/cr-lhe.
sentir minha alegra. Desde a manilla nao cesso
de cantar e de rir. Tenham icialmenle eoracem | Nao veja'razao para le legrare, como se aos
e conlianca ludo lia de melhorar. c com o te.npo pes le lino- cabido do oo om milt.oo
podere resliluir a minha irma.i e ao meu irm.iozi-I Mas dize-me. homem incnmrreelia>*r.ivrl e
nlio a maiur parle do que loi tirad* de ana licranca ou>indo ler esta carta, n.u experimenta.le o meiarar
para salvar-me. Ein todo o caii lomo a Den* por I scntimenlo de alegra
leslemunna de que dai para nico alvo minha vi- | Nao digo I d coosa ; mas ha aratulis.ima diffe-
da reeoobecer dignamente a bondade de Vate*, e renca entre cinco mil e trinta mil.
amor, lodos os meus pensaiuenlo*, minha Sim, mas o que ajaece* par* nao sare-,
de reprehen-.io. Cinco mil franco, achado* de ama
sez,-o apparenrias I m ordenado de qaalr mil
Trancos, he apparenc.a I m amor lao por*, um.,
.ifleicSo lao generosa no coraran de leo lillao, lee *p-
parencia Todo. *ses favores de Dos aa memo*I i
em que so e.perari. deala caria mas MoticM., sao
apparencias! (Jue quere. eolio |"
cun.be a-desgraca, c antes quer sarrilicar ludo pa. I mamada"Ierra.
ra pagar suas div...... do que recorrer ao fall.menlo, | Seu lilil, submisso e reconbecido.
Hugo
parere-m qae t naa fira-
e de.la vez, eu nunca lo perdoaria. >e
tiosso pobre Hugo *.,obe.*e que permanece*!* .t*<.
-isel iccebcndo lio boa. novas '
gria". "' "e """'" : *uumm mul J"b cot" *l1-- i ""' e compadecem de sua sorte, e morirem-
" Sim. he de lloco, reapondea o fabrcame I ,'lVTe minl,aUnrOhi'daieel'.uf'l0r f! t""*'* ""'l -"'.0 Iim ** WV, VM dp na," Job e lomara ; O laf.ricanle de cerveja ach,va-se en.bara.ad..
I. cerveja. P,.v.velnnl. L ainda mo, "Z! .7 Z X r^ ;,nt,. l'"",^"" '"' c """' l"i1",elli-lvel ^ '- P"""> Jh"'" "'" c-nfes.do que \\\ZL\Z\7ZZ
'o miseras el W.He.^MMan""? aZST T F .^.fS!1*, '"' ^ -,'-,"," *** S**! 1ue"'"" "va he.n permanece,' lia l.
vio.n.e mui.o lempo c,m, tanca" fem .,',; / 1,Z\^;^?1.^,^J3L!*2'.*. t'Tj" ^'^ '^<** V -' I.
cas.
Porm uo saties.
IViosei
vs que ests onfeilcs- I
. rorros me sera crer que as-ini iie !
Dos pude rerilloir-aos(exclan..... a molher com certa impaciencia. Da-nie a
u que deo-nos e Inrnou a lomar-nos. Km lodo oca- i caria.....a lerei.
su nina ao redor de ti cm toda a aldeia : apenas a- Te*
ebarls dea familias qae poasoam lauta noanto nos Ki-la '
es .en, ,r nns | ie.,a. NAo de-e-pore?. p,,,.. a, \rZ Nlo Mai Job abri a caria. laocaU-llu, os o.ho
lomos .do felizes ale a noa*a de-craca .' Neate mo- lante, adamou cm lesria -
meato OM podena llasn estar na prislo J Nao po-l Mo, nao, Job ; .., boa- bolicias !
"arla o nosse Enielberl estar ja no paraiio 1 Al.! palavra. a toa sen. dos ida '
d.se o fabricante rom doloresa
2J ggS* os ., tni, I Ji^ZrZZV^^ '
Al. eicellenle Huso
Por I
t.iula pressa de receber unta mnoticia 1
Mai .loii abril
Flncelbert
Vide Diario n. ",.'.
uho.
Ki.l.ln iurqne tem
------- pas o que
perderam por i .en reapeito, elle apertau-me a meo,
c di-se-iiie : Scnhu Job. Vmc. fui infeliz. O mc-
Ihot de d) pode ser engaado. Ilet de ajuda l,
poi. Vmc he homem honrado, e merece melt.or
-o, ie. Meu caixeiro vai empreheader um nnzaciu
|,nr -ua cunta. Iluer substitu.lo ? pr ra seo ot-
ilen lo sera" dequalru mil Iranrns ; depois veremos
o Al.! cbarissimos pais! nao Ibes direi o qae res-
pond. A* lagrimas sallaram-me dos ollios
em reconl.e
nao loma.
beiju de lloco :
una beiu.ij de Des !
.pama rom doloresa (tuve, ouse, ito lo alegrar.
Al, ... fallo de meu de,r; Cdo filhi- Le. em roarij. caria .. Ii...... a aja, era con- I
i une .lie e.l, moi.loen > ""'""** '"""" .... enerns,.....u.ennle ; mas sobretodo porque en cui-
ta ; mas enquanbiba ,la '^l de, 7. II ,t ., todo........... ncir^ XTaftado, un "! 15 T"" ) ""/ I" ,le-' '<- Ibes cm,
ni bondad, de .....,.. Ra do*. doulor Jolen. cne-n\SrnXl"^TZi2ZTn^Trl ""',- ",a ,"""'n- ?'**nd qo. en preciaa-
3,aw=*'- -fe-Ss? S^SpWSS aSsusSSSS
' mt' "ce,le ;l n,e" ?"** obra de cnco mil fran- I toes mezas Vmcs. receber.io igual somma. Ace.lem
ll.os, e
iloenle exclamando : de Hoco
.Vi. nos queivamos do Tu le esqnsres do nos.o infe'ir F^criberl. que
no- den armellianle fllbo que ..,grali- all jar II* ....eraselme.ile. lasa elle para nlo ser
moa charo Engrlbert. i< aqu um obriga lo a dar una r.-[..ta d,recia.
;a elle sobre leas labios cuino i Al." disse ma. Job aspiran to. creio qae mor
ranas, e dsespcrana .onda aVauad* Heo- le ass-
ii ni. uni abri leu i nicul: as odios, c parecen c*e no paraizn linaibTe !
-nrrii ; mas a expressao da -o-i pbvsionomi* era to Job mustroo a porta con, o del., e osan, cosa
Oder..a que a mai eomniovida cui loo ler- e enKa- ; ''stives-e ao mrnn. ali.le.l de aefJstf um mei, de
""'" des,a, a .onver-icio :
Utabricanle deeerreja eonsnva*a-w cm pe m, (hicaaa pa..,'.. d donlor : de-.a asa nao ma
meto da airosa. mm peu.alivo cuno se cousnllasse encano. Dos -abe que desgraca ella na anaaun-
., i mesmo na.a sabe* a .l-via uu nao alegrar-.e. ciar '
nesrno pai a
nao m\ Comtodo pela ex|iresan um lano mais branda de
auaa fe'C/.es percehia-seque a caria de Hugo oloc-
ra prnf,indamente.
-- RntloJob, exclaman a malba* cum .niliu-
li.isma, ii.,., i baria en dito, men charo am
islo melhorara emlim Porque n.,., ,,.
It.r munnurnu n l'.ihricanie
cegar como lu por urna apparencia.
I rumor re-la.
UtllM A
Finir VM tal erro* que -a enconlran a / ai i ,,,,
i-o, qoe i de h.uiiem, lu don. que nlo podemos .le v de cm
rigrr, e sao aa asgomtaa: m qoinla cdomna, i ni,
; nao me deixo ., em ve/ de duque de Angonleme, lea-sa ata,,.,..
d'A'nanvri : ni mesma colamna. linda t le-\>
Como pode ser tsn .' lornoa 3 mtillier em Ion) I //7a, em logar de Java. '
MUTILADO
ILEGIVEL



D.Q DE PERA'MUCO TlRQt FEISA 28 DE OUTUlAO *. 1156
a finta. Encontrando-!*, pois, (pz com elle o
aju.le 4le mu dinhoiro por di, e mandn os que
a Mas iivlpppnilenif'nenlp da deduccao posivel
lo api para a hmidade para o amor, a razia es-
fu-sem Irabalhar. tabeicce di.ectamenie p... sou proeesao principal
A" tprceira hura lornou a nlllr e Inervando I queIipon he nifinil .mente Uoui, iiilinilainpiite la-
que eslavain alguns i.iteirameute ociosos, ili*sc-ll,e:' vre e infinitamente amante, pola qup ha em nos
Ide lamhcm vs : qocro emprcgr-vos na minha j signaes de liberdade, de amor e de tandade.
viuda, dar-vos-hei o que for justo, poi Irahalhi-
daretaa retiraran p fnram.
Tornan lo a anh.il pprlo da seate p da nona hu-
ra, vio qup anda eslava. oolrot desoccuptdes e cun-
xidou-ns para o mesmn Irabalho.
Sahio quasi pela undcima hura, e descobrro
.'iii.l I "illiii. ir I, illi .,1 iip", | irados c entregues ao
ocio. Porque ra/;i > ( peraunloa Ibes deiiaetes (te
trabalhar lodo este .!... .' Por que nio lem tavido
'respondern, elles quem nos rhame e emnregue
I nri.ou-lhes a pai de familia : I.n os empregarei.
Me Irabalhar na-minha ipha.
<' Oiegando ao liin da Urde, vnllou-se esle ho-
mem para n sen uinrilonio, e llie urdenou qup cha-
masse os Irabalhado'res c pagaste rada mn dellea,
Dees hp li\re. Dos he hom, Dos .una n i-lodo
issu, inmo ni relaCftes de ilp... para rom o iiiumln,
resum'-' .un nina palavra que implica t.nnlipin
sua aabedoria e sen poder, a palavra providencia om
gnverno paternal do miiniiu 7)
querido airteo, apreaenlar-ta aqai
:pie sobre esle msala puutn
fcil me
,|p llioilo r, sumido o
eacreveram t.ui.bPmS. \coslinho,S.Thoma
no, Kenelon, p Boasuel, mas bem sabes que sendo
nina so a dootuna ila isrpja. este Santos a piedotos
varos njlo pdem esl.ir pin opposien mis com o* uu-
Ims. l.olns dizem a mesma eousa e tilo ha dilteren-
ra enire elle tenia na forma ; vejantoa porent n qup
a este reapeilo lem
pensadores llvres ,|u
no mando e obra pin (uiio n qup sn obra, alo como
un obreiro que Irahalha e se lili-'. IDBS como ama
virlu-le om.npolPi.le que obra.
i Cumple saber de lieos que sua forja he irre-
siativel, aoa belleza completa, sua vida immortal,
sua vii'.udc aobeana e que invisivel a leda a nata-
reta mortal, pIIp he viaivel poi anas oh "as, h cana-
mente imlcs os movimeuto, e indos os entes qup
evisioui no ar, 114 Ierra, nat asnas, tito realmenie
ubra do leo* que rniilin o I diverso.
11 Dos he no's.i le iiiiuiulavel, Ip que se nao po-
>lo mudar i.em eurrisir, le niais sania c melhor do
. que as leis escripias e:n n<-sa. i'alioas. (over-
\qui- namlo lodo por urna acilvidada incestante e ama
Infallivel harmonio, elle 'liriuc e ordena o lo lo
do I niversu. Ierra e eco, e lilliinde-*e em lodos os
ente..
.1 Klle lie oro, inai lem muitos no .es que ihe
pros, ponun como o ser universal, a estancia de la ; Indos anteposm a sua razao individual, 1 raan
(i ser. Assim ao Enla supremo pile subsliliie o| da isrej universal,
unid. ; ao bule DMis real, o Ente su real
ilnolote, o lodo. Oeos emlim
liar differentes Iramformasoei
pa-.a
-ilr.i-
! a ideal,
lesivamente
irganiaroo e
veem de anas diversas operacoef sohre o muiiilu.
lo os phitosoptiot, e.ses Vio parece qup rjoando o chamamos '/.ena >- Oa,
ao eunio us representen-1 queremos dizeriqnelle por quena vivamos
ma devendo ciimecar pelos que v iernm por iillimo lea legtimos da raan. Todoestes numes significan! smmnle Oeos, co-
e acabar pelea primeiros. Oous neme* illusires retoman) 11,1 tliliguidade lo- mu mu bem observa o nthrp l'lalao. Perianto, e-
Aproximaudu-se os que vieram perln di unde- i ila a phllosnphia. PlatlO Aristteles sin pr 1, Heos he n principio, o Inri
rima hura, receben cada un o sen dinboiro. Che-1 dizer os doas polos dela sciencia. lulos aqaellealea mem de ludo n que he alraves'.i lo a a 11a-
uareaa depois o que linham vina mais cedo.e d'nse- t qne aparlain-te de mn, por e--c mesmn mevimenlo ; lurc/a em Unta recta motlrande a rala coma seu
rain comsico : Se esle que vierarn mais larde de | aproimam-ae do nutro ; entretanto estsa doug gao- j carolnlio direilo), aempra segnido da jostiea, vin-
que nos rereberam un ilinheiro, us que chenUMM j de homens concordam perleilanienle em recoune- i sadora dos Iransgrcssores ilcssa linba divina ; jusli-
mais cedo do que ellos ile\eremos atora reeeber aiu- ^cer un Oens omnipotente, sabio, boro, livrp e prn- ca qup deve possoir lodo aqoelle que qai.er cbeijar
da inais na ocrasile do pasamenlo ; porm, o mor-1 videnle ; poil que o eonsideram como iiilinilamenle ] no luliiru i healilu le e quuer ser Teli/. desde
iloiuo ti,) ibp. ,t.,i roail que uin dinheiro a cada : perfeilo. jji. >, |7
e Oepois de pa^ns, ollaram-se em murninraces
eoulra u dono da vinha, lanranlo-lhe em rottu a
dei;ualdade cora que prucedia para com aquelle
que Ihe liabalhavam, e que o linVian servido. Os
que vieram por ultimo atliculavain clles nao 1ra-
balliaram mais do que urna hora, e la Ihe desle a
iii-iiid pai;u que livemos, qoando im* sollrernu ludu
o peso do dia e da calma.
o (I pai de familia diriiindo-se enUoa um detle^,
o rebaleu desle modo : Arman, eslnu cerlo que nao
Ip. liz niju-lii; 1. Nao ajuslasle cumisu que recehe-
rias am dinheirn ? au acahei asora de pasar-te
isso memo que havias pedido'.' Ten por lano em
la mos o salario que le perlence. e podes retirar-
le.Uorao eu nio duu senau do mcu, posu dar a
esle ullimo aquillu mesmn que le acahei de dar.
Acoso nao ose sera peimillulo dispor du que me
perlence '.' Oar- mao ollios as an;e que pralico, anda quando ellas
|>or si mesmas seiarn linas? Sabe que >* ullimos
han de ser o primeiros, e que os primeiros han dp
-ser os ltimos ; porque sao mullos os chamado', e
puucos os escolliidns. a
Sera possivel ensioar-ta mais claramente que lien*
lie suheranamente livre eui sus acees '.' Oar-se-
lia casu qua o Salvador dn mundo ienorassi. a na-
luiea da vonlade de sen eterno Pai'.'
Nao liquemus porem ahi, queiido aroiau, reja aos
aicda o que disse o proprio lleus a esle respeilo.
Ku lerei pied.idc de quem qui/.pr. e farei mise-
nenrdia a quem bem me parecer, a :l
Se sslas palavras nao forem para li lilo clara,
quanln para mim sao, acoiiselha-le que leas l'elau,
u qual assim pela escriplura sania rumo ppla Iradi-
ij;io constanle dos padres da isreja, prova que a li-
berdade soberana de Oeos tura seinpre unidos dus-
ina. da t chrislaa. (4;
E com elTeilo, como explicar sem ella a duulrina
da .'imu f N;lo eusina a iiireja que a srai;a he un dom
sraluilo da parte de Oeos .' Nao distinuc mesmi
duas especies de arara, a sulliciente, que he dada
pnr Oeos a todus ns homens em geral, e a ellica/,
que elle di a algn em parlicular. sem que spja
preciso que da parle denles baja nenhiiin mereci-
iiieuto, neni mesmo ncuhunia.predisposicao'.' Silo he
Imescriptnr ceotemporaneo, de grande mrito I Ornemos ns anlisn e vejamos o que pensam os
e\pe nos sesoinles termos a doulrina Ai elide da modernos sobre o objecto que nos oeeapa.
Academia subre Oens ; ilpaioa plulo-ophia moderna ta Desearles, la
a Itemcoinu acabamos de ver, l'lal.io pielende pur liem 0 sahs, querido amigo. Indaguemos poiso que
sua dialctica elev,ir-se ao veraileiro Opos. ao pro- penanuelle sobre Oeu*.
prio ser, ao mais perfeilo dos seres, ao prncipio de Nao mnenle eu eonheao, dii elle em suas Mr-
loda as rousas, a' propria venlade, ao sotierano bem dilatian*. que sou urna cuusa imperfeila, incomplpla
que he; maschesou elle realuii'iile ao couheciinenlo a independiMile de nulrem, que tonda e que aspira
do verdadoiro lieos, a' \enla eira idea de Oeos e de 1 incessantemenle a sganla cuusa maiur e melhor du
seos atribuios r Sem hesitar, dr/.emos que im. I qne sou, s*n;io lainbem cnuhecu ao mesmn lempo
He estt o parecer de Santo Agoslinlio, de S. I qlio aquelle de quem dependo possaa am ai lodos ao
Thnmaz de Aquino, de Bosaoet, bem como de l"e- sas grandes cuusas a que a-piru, e cujas ideas achu
neliin e Tbomattioo Musiremos primeiramrnte o em mim, e que elle a pos-ue nao indeTinidamente a
l.i.-i.. p.ir.i lop.u- citarmosessas aaloridade* decisivas. somen te em potencia, masque s*a dolas com el-
H No \ livro il^s leis. Plal.lo procuran lo eslabo-
lecer a Providencia, eleva-se por sua dialctica a'
idea de Oeos do se^uhitn aaoda : lia em nus algo-
mas virlude, luso lieos lem plenamente Inda a vir-
falto, actual e inlinilamenle e assmi quo elle he
Oeos. IH
a Prnvandn a osialeiieid de Oens deste modo, di
elle em seus Prncipe*, tomos anula a vaulasein de
tule K\ ^^n podemos alsuma cuusa, lian* puje p-ln coiihecer pnr um mcsmti meioo que elle be, laulu
menos lud n que mis podamos II Km mis piule
haver bem e mal ; em lieos lian, u 1(1
1 lie aOfNn que a seiiipllianca e u rmilra-tp dp nos
para lieos elevam Pltlau, sesuudo sos Iheoria, .1' re-
minoscanolo da lieos.
< V-se que essas a^sercoes nila sao oulra cuusa
que essa dialctica vulgar c natural, que 110 espec-
tculo das cuusas visiveia e na visla >i,i alma humana
apaaa ns limites, o delleilo c n mal, eleva ossiio u
bem ao infinito, e allirma o de lleus ; roas Plalau
fana-o scienlilicamente.
1I0
lo
Balo um 1
e eterno.
Ao seu ver o
successivamenti
ve/, de duas orden* de relac5es, a real
.Na pnmeira Iransforma-sa ele su
em pesa c m i'iti.i, 1 ir n movimeulo
vi la, e na seduiida
e religiao, belleza
Acuna dealas des urden
car-se, cuino um segond
an primeiro, lima nova tranaforina^flo do absoluto ;
realmente emtvstema do inuiidu e do hii.'uem, ideal-
mente em historia e estado,
Nesta mamfeslacgo dodoot modos parallelus ecun-
lomporaneos, un mundo real e 110 mondo ideal, .'cha
Srhellius a pruia deque Oeos he um enle vivo.
An- que aecusam-nu de psnlhelsla. responde elle :
lj
que
antes, quanioqui/ ostentar de historiador.
einprehender aquello ISo diflirll larela e
mente detem|ieiiha-la, fallavaro-lbe .1* eondifaa ue-
cessaria, |H>rqoe 11.I0 linha o --lulo lufPcienle, e
fui unpelli i., pelo ,1.....,., ,1,. Usurar romo erodllu,
''" 1....." IHulo' q......li.Inlii.,.. ni n.i.i 1 1- tal
''".......o-a.nr.i .-.(. ... ,|,. que deveria ser-
vil na |i itiea .i., mn., niisiao, que, bem u.-.- de
*'menos in.....ranle que a pnmeira. he. purvui
ni verdade e ciencia, bondade euirauhas. lura. mais complicada r melindrosa.
rtrie. 1 I tu Musir memoro do clero heapaahol, oSr, pa-1 como alli, nio Iba
le potencias vem eolio- dre Jacque Balm-, que lem feln retumbar na lles-
iiuverso corretpoudenle panba palavras anlogas ai dn padre Ventura, de-
"eninUeiido lalve/. mais inudiTacan. e mais equida-
ile, aeeuM a Mr. Coutin d tnr ofierecido veneno .1
un.1 n 11 le pin eopodoouro: u el ancDO em copa
ile oro. u -7 Ol cun quanto uiaior fuudamenln
mili ilpr o ensino da isrpj.i em qualquer ponto
tejo, he neoar-lhe a iiifullibilidade, he oesar-lhe
itislencia do Espirito Santo, h ne| qup a faz respeilavel no inundo : por issocom indi
a ra/.i" expelle ella de sen lelo estes lili.....le-n.i-
luialo-, que em ve/, de obedecer-lhe e de ama-la
como m.ii. pruciinm. em seu orgullio, ra-sir-llu: a
inelbaule por-
po.leria laier ao Or. Fetloza una
.icSo.
Esta |a val Innsa de mais, queridu aroigO,
1 II Oens du idealismo pnrn bem como u du realis t lautu nao queretidn enfadai-le, dei\arei para ana-
mu puro, he necessarismente uro Oeos Impossivel : l\sar em oulra os principies argoinenlot que o Or.
lie o Oens de iichlp, he o de Spinusa. fl meu Dosjdesenvolva para provar que nao ha liberdade em
11.1 1 he nonlium desfes, lie a anidada viva de ludas as 1 Oeo>, mas desdeja assesuru-le que nenlinm valur \ .lo Brande problema da ve
liiriMis. he a oniflo do oriiicipio Ideal com siso mes- | lem pIIps aoa u'iuis
um 11
S 1 lia llnenci.i de nnme* proprins e estrepiloMM qw ci-
I' ri.Ml.i- t...... pioumeiii do sabias porque .j.ew, ui\.;ar
pidas miprrliriili-*sdrs o logoiao taomasaoja e tat
falle de etoecrapMoi eu de bellaa-artss aa -le qoai
quei mina r.iua, em ludo i-mrrrm. Inadam r
(crevem. Aleada rvlu-ma lil.nla.ir ajue pes
un; ni, olla lootnoodsa tenla ojoa o- an.mptKl.a
senipre :he a n> adiuillu e artlostai as aaaaat
maweiaaeradaa e esresMtw; procurar f-up-w-r
em ladea imperio4a aatoal, ......l>.....aana mais afc-
>rcce indiipenaavel ensollar a oardas uastanos ; e catato, aoamda |4 ., aaaaaaV
tcenrit na sua base, rerolhet .1- -uas verdadeiraa lastrado aaior du />rn.> ata l.ntrrat*rm e m-
nncoe. proceder a um m>u. saludo sobre as le,- de trre.. a,.,,.,/,, ,.,,,,,, ,q.rn. w,. ,..
sua propria uraaiusara., ,.v,.,......,_ |,f !., ._ importa qoe Me a|......,mo. ,ir|eil.~ e irrecolarid-
,1., elle -prc/..-,......,., ,, e leneetida, de-. Uoerem Matele.....o.,.,-
A que hciiImhii flus mu.ir. 1.1,'iiln. iq|
iMile l^'|ulvl^^-M. parq ronliecc

Aqai,
-ua
inda que a-
cmiveni- encare;am 11.11-. anula que r-,un evlrav ;..le>
ub-lancia rpponileri..in-ciiipir .1 ipi^m ,.. renstitttse. mtiea
lespondeu. p 110 1,.,1,1,,.,.. ,.,-n],!,, |,a |-orn rila-
do : ftfi'i o /ii-e -cu oosno. .
He I or i-'u qoe nsote torab, que -e dn de n\i
ii-.ir.io aojaaetltmat Istne tV n.sar i.ppare,FHI
lantus -aliiu- lories rapiaiiatosala ; e. o q* tw
he, -em que o esta 'o lli I-,,1, inrinmoda.lo a .e
rehro, -em que a otedttacVt Ihe, irasa o c>i.*irn e t-
be a unan do principio nleal i-um sisu mes- lem elle aos nlhos da ratita, santo cario que o autor Entrar ero laet avenguaroes seria para om eserip- Udos moeparovaH do. s.aiiir. Uitiilbi" n iell-r
ipio de -ua profunda independencia, be a UO di.cur.-o, nao o- leria j.mais emprendo, -e seus loi de-la iir.lem rommeltor um Iraliallu. p.,i ,iei., \jv.. I em lie- p^ra -1 que no. e\r.._.,, ', IM,r,
mais alia peraonalidada, be emliin 0 espirito por ev- I DUmertUissimns Irabalbos, que mal o (empu llie I eiifadonhu e Insupportavel: a uina nilediseiuia de.- ...p. he que e-la inavnnn -._..1.. ,1- i,|a cy
' deixam para dormir,alo o iinpedissem de c.....real. las, que se considera talluda pora lado, nio parece-! *a* desde eni.iu n raminlio e"l leu.,
principio aerador e prueinmenl, as d .uir.ua. e
da. theiinas que se arli.im em movinieolo de.de ik
primeiros Mforc( da espirito, alim de penetrar
nos mv.leriii. da nalureza, percrolti a vida unma-
lerial e completa da humanidad.., .olldM rjna um
dn. niienomci.....- oraos, e olliti^tr depottj tolucaa
la.ie.

De que serve que Schelling dioa que o seu Dos cuidado e altenrau p-i mi.11 a nalorea das flculda-
he .1 mais alia persnnalidade, se Ihe naga a lbenla- I des d.i alma e dos allribulus de lleus.
de, sem a qual n.in pode haver pes.ua propriamenlc leu amigo du eoraego.
dila '.'
No seu entender nao lie a vonlade livreineiile des-
snvolvido, que leva lleus a ma.iiferlar-se assim
na urdem real e ra urdem ideal, be u dpsejo arren-
le que elle lem de aerar-^c a si mesmn, he o elfeilu
Oulul.iu 17 de tKrili
1 .
CKITICA DA CHUICA.
d. um uistiuclo fatal, de ma uecessidade.de urna Au.,|XSl. (lo ,.sl,0(.0 cf,t.et>4ittaw0, do
coDdicao que o domina. ... t .....'
lo Sr, P. de Ca-
De lodos os pbllosopnos de srande nnmeada
Schcllins be o muco com quem o Or. Keiluxa se po-
derla apadrinhar para neaar a liberdade fie Oeos, .
admiiliudo ludavia a sua parsoaalidado, pois 30 sen J
ver esla consiste siinplesinente na vonlade, qualquer
que seja o moda pelo qaal se desenvolva ; uecoorria
Clartri Litterario, p
iisans.
/ulrndiCcu.
III
Eseshomentque apenascomrcam asna vida no
quanln n permille a fraquer.a de nesM nalureza ;
pois rellectindo sobre a idea que temos actualmente ( da
dolios,vemos que he eterno, omnisciente. 0111-
I nipotenle, Imite de verdade e de Kon.lade, creador
' de Indas as eooso, e que euiliin tcm em si mesmo
luda a perfeicAu oa ausencia de lo la a imperfei-
.;au. 1. [19
Antes de deisarmos a l-'rauca, vejumus n qne di/,
sobre a liberdade de lieos o rrmur do seu phi-
lusophos vivo, o chefe da escola eceleclica mo-
derna.
Eis aqui comu se exprime .Mr. Coa* in :
ou livremenle, mi iinporla : mas felizmente u pbi- ,u""" ""cr""0' 'lue """'"' ""' """arain de rp-
lotopho allemo em seus mais rcenles esrr.po- '!'''',", P"""!"M '\or-"'-t rudimoaUOS dos e-iudns
aparta-se dessa doulrina da. Irsnsformacos, qu be TIfW,0,*! '''"' Pmmem Indo os dados pre-
a rius Cabiras, e propoesw darii.ua sc.enc.a ponina. 1 S 'ZT IT'? :*'''? e'l0.do,, '"Vp?
que 1.0 seu emende' he o coalrarlo, ass.ro do empi- 1 r" *e' ""'ne,,i (>ue- """. ">al sahem tal-
r.smo poro como do puro racionalismo. b,nar -Um' Pj|-Vr:l e cV'!'1,.""r uma "'" I'or que a
.. O empirismo, dn elle. 1.A0 ele.a-se ale i idea I md".""u *2 W"-* prijada de c.illu-
UDivertalidade, raciooalhroe mi pude conda-: V1''5*0 0< ""K,0' 'll"'1",- >*<"> aflronlar ,uiio
la upiiiiau publica esclarecida,
na jamis iiecessarm enlreler-so e tladia.u-.e ia
previa medilac.iu das graves qoeslooi de que s pbi-
losuphia e oceupa. Cofflpolsar ubras dularln-t.;
examinar traiado. tbaoricos ; ub.r cu, u enlen li-
nienln a' Odagac,ao de-c ida uma das aselas; exlre-
molos pelos seus peusa.lenlos doiiiiuaiiles : di.-
(iiiauir as poca
espirito liamanu
aa
vto. ,.u f.iilem. rtaaaaMhoi a loo aaaaaa he ne
ou eiirtordiuarin, ap.iu'am aqu sasos am neo^
otala aateurado, an hfaa aaaosjasr, ftrem aotaa
a u talismn ; e au aaaoi que s lellr... -e aVie*
vo|..m e tjTaprets* auaun-nla ana eaBRtatOO ok
urdo. |iara o e-pinta du ubr\.i '..r ;u P. i.~... ei 1,^
em rel.iran a marcha diversa du com miasma,-.!,, mx.,,^ tk qaanta Involiootr Im
apreciar as var.ada5 ..pinii.es Ir..- 1 ha. ai.ra<./i,ar,'/ ,1, n, .., CI11,t, aoajaa>ao-
zidas para o campo >. i. dircussiies srienlilicas : e.s o rstaada t ulientncnto. e lotiu a diretl lailn ,.
que elle n8o faria jamis. t:rihcar a earaetor faada-1 a aauevead......indo. Ilaja arvacamtaMB oo a
mental e doatrinarto de cada ....... das .e.las, cnlher ivili-a,;..,. n.in |,,,,|c er |10.|H JIn duvidi. vrvem
do.meio das eoaleslac/ies e .tas davidas oqaellaa omaq metates ta ful jan oais motou palavra toa-
ideas que san verdaderas e mata dignas de acuilii- ', Sica de atvrUtaajfta para eoat anin lade aella Utr-
rem pastor quam.i parvmre Ihe veto
quanlo de.ie.op.r r f ie,r, ],,., ,.rw .
metilo ; apanlia., por asira dizer, a base eoaotilal
va da teiencia, na* sua forma priniilliva c eaoeaclal,
c lias suas applieace. e ilesenrolvimenlns practico.:
e|s u que nio la.ia, pur cerlo, um domos escnplnre.,
que. reputando-se mallo tttpOTorc SOS I.ornen. iU
vulgar coii.prchen-au, .alis|../ein-se cun ptMOOsr a-
penas os mais haeiru cnnlierimentos, e repetir de j Ibes apra/. fateni suena tattea, a bm ^-o
ouliva certus trechos, cerlos losare, cnmmuns qoe aosprincip.n* -lo goaas e aleas lata da ji.imnia.ua
a.oberl.tu. .mu a eside im.lernsa do row.mli....
que lem .leiiad.. a pardal nimia aeole. r atrtnoad
.. roa.s .le uma tabora ripiosa oa oaasataalaasta,
ullia.paral. .1 comeran de S. Paulo um do mai brllhanles ex
ampios .la liberdade com que o Ente snpremn pro- I wentc que be, em quem -ao as ideas, a estancia
cede na concessao desse dom '! Nao eslava u doulor elerna ile quem. a fallar propriamonle, au se puje
pliariseucheio de odio e furor contra os discpulos! dizer que foi. liem qu* -era', mas s...nenie que he,
de lllirislu, quando nido deJerusalem para llamasen elle he o lleus que hesempre II. He elle que lem
cun oasaa aotignio de fazer prender e punir a lodos 1 o mevimenlo na ctlabilidado, que lem a auausla e
ns ebrulioa que la' te achassem. Jesu. Ihe apparereu
a Seja como fur. ja' vimos que o lieos de Plalao
nao he um Oeos abstracto. (I Oeos de Plalao he o
Ser absoluto, sem defeilos, o soberano Bem, o Ser i nao eja lambein I Niaguem cunleota que aquella j lie qu Dos nao be o ser puramente universal e tu-
que possue luda a vida, a sa -ednria e a Provilencia; que be csu.a de lo las as cousas, e que nao lem ou- I finito, mas mn ser dlslincto e pessoal.n (23]
Ira causa tengo a -i mesmo, ii.iu pude depender de ; V-te poli que Schalling abandonara o raciunalis-
cuusa al su... : mas gpinosa libertando a lieos de 1110 pela experiencia, e que substituir a oeressidade
lodo o conslrausiinenlu externo, eteravisa-o a urna pela liberdade.
necessidaile interna e malhematica. na qual acha a A par ,esas estrella de primeira arandela, que-
perfeican duser. o que seria fundado se se rrerisse rido amian, brilham anda no eco philosuphini da
ao ser que mi fus-e uma pessoa, porquanlu o ca- Allemanlia mudas unirs da seanndae tereetra gran-
racterdoser pesoal he precisamenie a liberdade. dezas, mas blo numerosas sao que exrluem alroes-
Se poit Deas 11:10 fo.se livre. eslari.. abano do ha- nio a pnssibilidade de aqui apresenlar-le o que pe.-
mem. Nio seria extraordinario qoe a nealura li- saram sobre o ponto que nos ocrupa
vesse o maravilhoso poder de dispnr de si mesma,
de querer livreineute c que o ser <|m a fez fosse es-
eravitado a um detenvolviroento necessario, cuja
Zlr ale.11 da nec.essiilade loaica e abstracta. He da rea-
lulade qoa l.aia-se de partir, para pos.uir uma sei-
encia reut, uma expl cacao potillva da exisleucia
luda iiilpira. Ora, nada ha que seja mais real dn
que a o liberdade de Oens, do que a actualidad? con-
tinua do Ser ver 1.1 leiriineuie existente." a ex-
periencia, uma experiencia superior queabraca ludo. 1 .,
que comprehende e penetra a raza i.ivaria.el, bem "fTAi 2 '"?" SC"' as hon,au,,li"les P ."
.o! variaveis. he o unicu meio de \ *."' dp um momento
para outro se arrogam a sublimissima tarefa de cs-
cr.plores !
9o ha romo nenhum da sciencia que elles se Dito
atrevam a desenvolver ; na., ha esper.alidade alau-
m.i Iliteraria que elles se nao julsuein habililadoa a
sujeilar as lerleis inspiracoes do seu laleuln : nao ha
II ex-acadmico/. R.
r-'MfiMw.
luio isnora, latve, n p.ldanle menos iniciado ..as
primeiras norjoes de nhUoaopMa. Nao se espere de
um tal escnpti.r,
losopbico, me
suma que remo
dottber, e vai procurar nella am auia segara pera I
o raminho que e propoz Inlhar : n.in se (ulaue me- ** redr/i/ore..._.\o n. ijr.t do Ijhrral. oto oto.,
nus que uma cultura alorada Ihe proporc.onou em correspoiidpiicia do ir. padre Joan Her alatM d..
retallada uma inalrurcila vanada e olida, que Ihe | *^"^"e!_'' '**!'."" ]'** *m raferevcia1 aw an,
possa facilitar lucios pira allingfr au nlfimiifum de
nr, .p oasa tratar de urna quesillo iihi- -------------- ------------
.lila.;., e apurado criterio : naos>r*T-- (\"\. i-i-n .\ Vi.) ;|^.-11 (' f\
moma com a razio a heissaria funle "T *" >
Cuino US phei.Omeun. valiae... no u uu.cu uie.u ue ;
coubecer a Divindade, de roiilemplar tna iberia-
c desde ss queites mais Inviaes de gramma-
sol do mundo inlelhsivel de quem as verdades ne-
oejsariat, anivorsacs que vemos, san a sombra. Esse
Oeus, autor e pai da luz ialelligivel, o he tambem
do sol e do mundo visiva!. Elle fez o sul a" sua ima-
sem para esclarecer a Ierra como elle proprio escla-
rece o miiiidu intelliaivel .11. Elle be esse Bem que
apenas -c percebe :.o centro du mando inlelhsivel.
mas que uma vez percebidn. appar^ce como a causa
de ludo qne be bello c bom IJ. lie para elle que
procura Voar a alma do vr-r.ladeiru pliilosopbo, que
he su quem lem aza>.
He elle que be absolutamente, que be um vi
.. Se o hornero be livre sera possivel que leo o dt. O primeiro efleilo . _...___ii ...____ 1 requerem os mais profundns cunberimculus, c um
e-i n.in gesto, tifio ha nada que deixe de submet-
ler-.e ao inslincto de liiuprnliainsosensenbos. Phi-
lotophia, historia, publica, philulucia, eritiro, poe-
sia, eloqueiicia, luda quauln cunslilue o ubjecto da
i.tleralura e da sciencia humana, vem obedecer im-
ppriosamenle an poder descriciuuariu deatol espiri-
lus que se .epulam dolados da maior forra para di-
rigir os deshuos da civilisacau.
(1 que admira, porem. o que sobre ludo he para
sorprender, u que excede me.mo tuda as previadea
possiveis, he que ero qualquer nina dessas difieren
sua empreza. Neslisenria-se o que s podena ser
frelu de um Irabalbo assi luo : c cunsulla-se unira-
menlp a's aipiraces do amor proprio que se iinaania
ditpoalu para ludo e rapaz de cnmpn hender liem
Indas as musas desle as euaenliusas cnares da his-
toria fabulosa ate as ultimas soldabas da sciencia,
aos derradeiros vd > da razao.
Para tratar da philosophi.., como es.es pagada lil-
lpi.il". a entendeiii, basta posoair urna noticia li^eira
e tnperficial de atgaas autoras, que siu urdiuaria-
nipulp cilados romo uIpIIispupiss dislinctas na ma
leria ; ler urna lailara multo rpida, e sem a pre-
amiao n Sr. capllio /araras Kndnsne de
moiador na rula.le da ViclnnaH/.qoe iw
um vermcll.ao, que ah ha. verdadein patttttt 00
Or. H.-llr .0 p de Jos<- Mendr. n<.
I'rncipiaiidn pr aaraderermu. a nuioni civil.
rom qoe nos Irala u Sr. p.dre Juao MerralttM d<
Bejo, ramprr-iio. em nlneqou .1 verdade, deca
rar que o Sr. rpita /.arana iqie/ar de pobto e
mirra.lo de familia, nunca nao l.u pe/ d.. em ciu I
alaaroa. a i.em baMii de ana deprndoo para aa
pobre sub...truca. Sen:|*r l.il.no...
radn, sanipre animo i.rr-ii.n -,...,
u Sr. rapilo / teorioa Kndnaue de Sutir- lem at-
reilo a ami/ade de qualqoer |.,a qoo ^tr oaso-
qnalidadot qao o
nn caranho, e por esse roeio Iransfavovoo o mais
acrrimo perseauidor de sua iareja no mais activo c
lervoroso prnptaador de sua doulrina *
A liberdade de Oeos he attestada ja pela variedade
de suas ubras, ja' pela desiaualdade que se aoha en-
tre as creaturas.
l.'ueres stber uma das Irisles ronsequenciasdo
priucipiu eslabelecidn pelo Or. l-'eiloza".'
I irada a liberdade de Oens, acabado esl.i lodo o
culto, acabada est Inda a relgale.
Oize-me, amamos nus a cbnva que ferlilisa nossos
campo. ? amamos o sol que amadurece aossot fruc-
venle ibsolalo, un vvenle Intelllgivel e perfeilo, o | causa estando nelle seinduvila, he emlim uma e--
pecie Je polencia abstracta, mechanioa ou melaphi-
sica, potein mu interior a causa pessual e volunta-
ria que .unios e de que lemos a mais clara cun-cien-
cia '.'Oens be livre, visto que neis o somos: mas
nao be livre cu.un o somos ,- porque he au mesmu
lempo ludo o que somos e nada du que sumos. Elle
pu.sue ns meamos atlrihutus que nos ; porem clev
sania inietligencia, o que .1 topliista nao neg, o Era
r.nme de Oeos, exclama Plalau, cuidam que nu. per-
raadirio fcilmente que aquelle que he absoluta-
mente, nao lem nem o movim-iiln, ucn a vida, nem
a alroa, nem o pensamenlo ; ,m he inerte, que he
privado da auausla o sania io'.elligeneia '.' a Oir-
iius-bn qup elle Iprn a intellisi'ncia ma que mo
lata a vida '.' Or-nus-bao que i.-m urna e oalra cuu-
sa, mas nao a per.oualida.le'.' Ilir-nn.-ban que lie
pessoal, inlellisenle. vivo, roas inerte '.' Tuda isso
seria absurdo, n li I
" Domis, segando Pialan, he esta lien, que fez o
mundo. Tuda fui falto por Oens. 11 monda nao vero
leucio a escola eicusseza fun luda pn
oraanisada pur Bei.l. e cujo mais Hostia rapresen-
laule fui Dugal Slevvar.t. E escola au he mais
do que um prnleslu do 1, .... seusu contra a doulrina
perniciosa de Hume, que neaando a substancia assim
como o
cuudos de entre o que reem a intelliaeocia ---------
na, liuha cheaa.lo a dizer que Oeos he alauma coli-
sa de inintelliaivel, um enle quo se nao pode repre-
sentar, e ao qual ;.(lrihuein-se qualidades neaalivas
dos au introito ;possue una liberdade infinita ou contradictorias : uma abtlraeao va e vasia em
tos.' Nio, porque lebratos que obrtm oacaaiaria-1 de uma causa ceaa p e|wnlanea que produs sem
nipiitp ; p comu amariamn- a Oeos c saubc.semns: con.piencia, mas de um Oens que crea com sciencia
que uhra lamben, dn mesmo rondo '.' e divina razio. Os entes que alo cram ao priucipio
Opinis para que lim implorar o auxilio ou a mi- vieram depois a ser pelo lieos que os fez. I.).
sericurdia de um ente que quer e faz lodo necease-1 Tal he o Oens dado pola dialctica platnica.
Fiomente ? Esse Oeos he ; be absoluto ; be Ser absululo
que render-lhe arpeas pelos bentlicios repe- | prio Bem, inleltiapi
Indos, senao pode dexar de faze-i
Bc.u le drtieeu, querido amigo, lirada a liberda-
de de Oeos, acabado esl Indo o cullo, acabada esla
luda a relialo.
feliziiieiile nao be como o autor do discurso que
a iiiiiu.i.lid.ule peu.,1.
l.luamn anda ha ponen luamos com a pesie, n.io
vkt.us Inda esla eidada correr presurosa aos templos
para implorar a mberieurdia divina.' e depois que
o inal deixou-nos, nao vimos luda eila correr oulra
vez aos meamos sanios lagarea para agradecer a
Oeus lao srande beneficio ?
Sun, porque o Oeos que adoramos nao he eise de
qne falla o Or. l-eito/a, um Oeos que nem de si
mesmo he senhor. e a quem seca desarrazoalo amar,
visto que nao be livre: mas o Oeus da iareja calbu-
lica que be diano de todo o amor, de luda a adora-
ran, u que inspira loda a cnnlianca, vilo que be in-
li.utameutp bom e misericordioso.
Ilouve lempo em que era moda nesar a existen-
cia do Daos, pnrero boje nnsuem mais se anima a
prulerir era publico uma tal roonslrtiosidade, e bem
que na Allemanha o IphIuiii algn despojtdo da
per-oualidade, cunli.n liu In-n, ja curo a ordero mo-
ral, ja com a ordero loaica, ja mesmo om a urdem
phisica, lodavia ninauem que admilla oro Oeos dis-
li.neto do mundo e da hnmanidade, 11.11 Oeos verda-
deramente pessoal, se liaba liada arrojado a ne-
car-lhe a liberdade : to evidente he o absurdo !
(I Or. l-'eitoz 1 n.io limila--e a tima simples ue-
sacao, elle chega mesmo a dizer que a liberdade nn
Enle Supremo seria orna faroldade nu um aliribu-
tn repuguante e sem possibilidade de ser concebido,
uma imperfeic.io, urna fraqaeza, urna concepcao re-
pellida pela Essenci. divina; enlretanlo' o* padre
Ventara, esselozeirn de quem o fallecido papa tire-
aorio XVI disse, que era o bomem mais sabio de
Boma, e qoe em Varis, a capital do mundo civiliza-
do, tero sido comparado a S. Paulo fallan.),) ao Areo-
paso, esse varao illuslre de quem u proprio Or.
l-eituza confessp. que lemum poder de racio-
cinio que aterra, uma forra de lgica que esmaaa e
uma attaaeS* de sciencia que espanta,concurde
nisso com lodus os doulores da igreja calholica. diz
mai lerroinaulemei.te quenao se concebe Oeos.
que nao se pode cunrebn-lu atlo cumo uro Enle so-
beranamente livre! ".Qual dos dou* sera mais
im.i.m. lid,, nedas materias ,'
pm-
e Providencia, aulor e pai
du mundo, lie o verdadoiro l'leo
Passemos asura au el.efe du Lveu.
.1 Ha tres e-sencias. diz elle, duas miaes, uros
iromovel... porque ha necessariamenle uma eosen-
cia eterna, immnvel.
i. Cumpre qne haja um principio I..I que sua es-
-1-11:1,1 seja o propnu arln.
.1 Um enle que ... .ve sem ser movido, be cierno,
be oatoaeia paro, he arlo puro. /
o Eis como elle move. O dosejavel e o intelliai-
vel move sem ser movido... elle rouve cuino ubjecto
de amor.
i ( desejavel e u ialelligivel supremos to a mei-
ina consa.
O iilij. i-i.i mas o ob|eclo da vonlade be o proprio bello.
l,ogo que ha um enla que inuve, bem que im-
muvel, e que he immovel, bem que em acto, eiae
enle nio he suhmeitido a mudenca..
i. Esse i.miiir be por lano u.n enle necessario, c
como necessario elle he o liem, he n principio
junta a uma intelligencia inliiiila; e du mesmu
mudu a sua inlelligeucia he infallivel e iseula das
incertezas da deliheracao, pnr isso que coro un M
olhar percebe on.ie esla o bem, assim igualinenle a
liberdade o cunsuina espontneamente e sem ue-
nli.im esforco. -Jii
Am.1.. ha pouen u Sr. Emilio S.iisset analysan.lo
1 lgica do padre Gralrv, dizHa na crea tura forca,
itilelliaeucia, belleza, amor, lihe.diidc : logo ludo
ts*u exile no Croadar.
Enlreino.. (|ueridu amieo, nes.a Ierra da Alle-
manha que he boje para a piulo.opl.ia n que fura a
antiga recia.
II neme mais illuslre da Allemanha he sem con-
Iradiccao o de l.eibuitz.
Queros saber qu^l a Iheoria cmplela desse pro- I chrislau os dou
fumn eug/uho subre Oens'.' Sena rreci.u para issu
que eu poiteoso dar-te aqu, ao menos em resumo,
a sua Tkoiieee, us seus Principas ileia nalure el
ile \a //rare e asna f ansa l)ei, mas comu lal nau
he possivel, dpvps cuulentar-te cornos seguinles pe-
queos ex.relos :
" Tuda a vonlade xerdadeira o3o he realmente
o vonlade senao sendo livre, lenbora de si mesma.
.< A vonlade de Deot eniinenlemente soberana, he
o a propria liberdade, o Iv po completo de uina li-|
,. beidade absoluta. Ella exclue lodo o cons-
. Irangimealo, luda a servida, loda a uecessi-
u da.le.
.( Oe nao differirem entre si a inlelliaeucia e a
vunlade de Dos, c.uiiu ua crealura imperfeila, nau
resulla que Oeos earcca. de lbenla le. .Nao be a li-
berdade diviua o amor .puro de ludo o que urna in-
lelliaeucia divina pode conceber de melhor, de mais
bello, e por assim dizer, da mais divino? 1.
Oepois de l.e.buitz be Kaul .1 mainr vullo pbilo-
soplucu da Allemanha.
Em sua Critique de l raiion ture, esle grande
Poco-le tambero que me permutas passar em si-, '"" V ,1o-""" ama aessat unieren-
i.cioa escola e.cusseza fuala pnr Hulchesun. 'c< e"P.allades, ellas ..usa u disertar, qucsl.onar
c escrever, sem que possuam essa mslrucrjao cabal
que deve esterero ralacSo cm toda ella.
Nao be necessario ler Thucvde.lese Herodolo.nu,
pelo menos, esludar nos escriplus poslcriore o ac-
n ,ic 11 un-, uiir 11(^.11111" o ?uiiM,in.in ..nn r
principio de causal.dade, um dos roa.s fe- "" Pbvs.o.iomia propria dessa aran-
e entre 01 que rogn, a inlelligeDcia huma- fSSSlYJSHJSl^ .lia """ p0' T
vicis.ilurtes, o muv.inentu, a vida e o progreso da
liuroanidade, para poder aprecia-la emanas diver-
sas manileslaPes, lio seu pensamenlu dominante,
nos seus re Basta saber que ha uma cuusa chamada Msforto,.
que ha uma sciencia conherida sub esla denomina- I r,i,?nr ua |diilusuph.a phxslca foi .Ina.irmnnilrn
''BaT-diier-le que nao ha om s- phi.osopho desta **S*2 Se ^T" seu '**" '* W "ma ""'"m""",a i0""*U-
escola, que explcita au mesmn impl.cilaroet.le le- I m^e,ra *">T nielliodieamenle 1
nha negado a liberdade de lleu
accordo interior e sera objeclo, ura absurdo, um
nao-seiuio
ci..> digesUo, .las idea- a que se refere. He baslaatt
rmilieccr alsumas obras pelos seus rospoctivos lila- '"1,r ~"as excellen.e-i qual.dadev
los. .la ni > he pouco di/er, quando muilo, que Pv- "" Pobreza faz sobre-ahir.
Ihagoras fundou a escola itlica e fui discpulo de j Soppnnhamos porem. por momento* que de ao-
Pherecvile, que l'bales esl ibelecen os principios da 0 eo', *on'ade Mam o >iwrnrrer a ptbretl do
seitjnica, desenvolvida depois sol. inodilirari.ps ,!B,,m homen. honrad, -abe... S. Bvm. qoe Ni
diversas, po. Dmocrito, llerielilo, Loacippo e iu- : "*" li*r'J Uo aaanjoa a no, cima a aqoetleqate boto
tros, llasla-lhe referir que Socrale. cmisideraiiln a e merepe.ar. ejaroa.so pil-naio orna ilitocuii-
scieuc.a riebaixu do aspecto puramente espiritual, a- I *ar:
preona n movimealo moral da paUooopUa a'aqaamM Cordialmoate d-se|amo, qoe jaman, a farltttva tV
periodo que libia apenas de ptaaea um lano con- de rj*' "" Sr- P* "' io*' llerculauo. para qoo tu
Tusas e sx Herticas, e pode abrir aas olhos da lusln- I pobreza nunca Ihe mai trazida o prvdn. pelas sesr-
riatjma proveitosa revolorao na vida intcllerloal da '''necios, romn uh|e-lo de eve-raci.
liuroanidade. Pedro Ker.erra Pereira dt Araui IVIlrao.Jote
Bepelira', sem duvida. em tum roasi'lral que o Mondes tjrne.ru l.eS.
e a
apre-
A llalla, esse jardim da Eorupa, es.a Ierra de lao I
srandiusa rppurdares, larobetn lem lomado parle
no movimeulo philovophico que agila o mundo.
Para nio fallar-|p senao dos lempos moderno..,
q.ialru sao os principies pbilosopbos daquella aben- |
i;uaila pennsula, Bo.-.niui-Serbati, liioberli, o barao I
laluppi e o conda Tereocio Uamiani.
(iinberli, falleridu pelo lina do anuo passado, nu ',
r
'.loe importa compulsar os tratados histricos; snn-
dai cora o espirito deaualv.e a marcha succes'iva
dos povos e das naces ; investigar ero sua orisem,
nos seus dillerenles ell'eilos, nus seus justos enrolla- i
.ius, essas judiciosas narrarOesem que se acharo es-
tampadas as idea., os en.turnes, as endnelas e a
variadas evuluces do espirito humano, caminhande
empre ero seu idilio de asenc,io prugressiva, nu
. I.....ri ||, id, fui mu |'('||.. lili, li'.l al'I'O llfl.flJI/, ,,u i-i.j ., .
no principia do curenle apartndole do padre Ks- me'n ,ie l,",0, os ,* Irinez de lodos o phe
milli-Serbali, que iiilsava poder dar a pliilu-opliia'","""'"' '""'ae5 ....
caracteres da verdadeiri .ciencia,! ,0aaVla peracroUr em seu legitimo desenvol-
-a anidada c a tolalidade. lomando pur ponto v.menlo e.sa l.mle cpula de la..las recordac.ies u-
de partida uma idea que considerava como (alteren- '" ,s'e ,,,ea,,jr0 '"P'Wiayel de tant.s lirjdes pro-
le :.....sa iulcllisencia.-a poibilidade do s(,,_ "'^.^ ...onumenlo vivo da. Irad.ccues suc.aes
parle da reaiidade do ser concebido ideal e pl.ilo.ii- ', I"0 ''" "" l'",'r''r da' **><* completa
' 1 ,.. pT|sls',^.> I............ ....... ...... m n..,..l(...-.n. a.
camente. Sua formula pode ser imm expressaos. I" "" ..
O ser crea as existencias,e ao seu ver, ella has- 1 '
la para reformar a pliilosophia actual, preservan-
do-a aissim do panlheismo como do paralogismo
psvcolosicu.
Cada meinbrn dosta proposicao, diz elle, exprime
uma reaiidade etle.!liva. O primeiro. o ser, allinaa
cida na mesma poca e . a mesma influencia da
dontrina da ThalOt, a qual cni.-.sl.a na rrenr.t da i
universalidade do seres, reprndiizindo-sc successiva-
inenle pela enncateaac*a e sei.araro de partes, a
que eslava tajeila u pro|.rio espirito ou alma huma-
na. Sp Ihe peraunlarem, porm, que papel dpiem-
peabtvam esset diversos Ibeoriatrs; como e del.ano
de que condicp* liaar seus sxslemas a lodo o uiovi-
menlo scienliliru : a respssla sera' nenhuma ou tera
extravasante, que vem a ser quasi o mesmo.
Podar, se Ihe pe.lirrm,formular uma crilica aju*-
lada nbre lodas essas dillerenlet evolur/ics da inlel-
hi;piiri.i. e ueste sculiln su.lenlar uma (bese que
o abone de illa.Irado e peasador '! Ser.i capaz de
apn.fu.n1ar um ponto qualquer de sciencia
.'-.rriiiiruii.
Val lie o principio a que eslo su e a Ierra
Oepois de ler assim moslradn a existencia do Prin-
cipio, Arisloteles passa a mu.leu o que esse Priuci-
piu be em si mesmo.
u Rui gozamos a felicidade passaqeira, conliii.il o
pbilosopho, elle a possue elernameule.
Sua felicidade he ten p.opri arlo : estar acor-
dado, senlir, pensar, he o uus'o bem, depois a lem-
bran.;i e a esperanza, mas o aclo delle, sua felici-
dade. he o pensamenlo em si,
ic Mas o pensamenlo em si he o pensaueiito do
inellior ero si, e o pen-am.M.to por Oicelleucla he o
do bem |.or exccllencia. Ora, o pensamenlu pensa
a si mesmo comprehcn.len.lo o inlelligivel, c lma-
le o inlelligivel por esse contado e pur e.se pensar:
de sorle que o pen*ameto e seu objecln sfla uma
mesma cuusa. Comprehen.ler o inlelligivel, coropre-
I.en.ler a esseucia. he u pensamenlu : esta puse
mesmu he o seu arto, e esse acto que cunslilue todo
o pensamenlo, tem segundo parece, um caracler di-
vino, de sorle que a contemil,i.;5o he crrtimeiile a
felicidade e a perfeicao.
.. Mas se Oeus goza cutiliiuiamenie essa felicidade
que o bomem na., pode aoz.r semio por ii.slaute,
cerla.nente sua felicidade he a.lmiravel ; mais ad-
miravel .linda se essa felicidade be nclle maior do
n
uma reaiidade absulula e necesaria ; o segundo
a existencia, uma reaiidade conlingeulc e relativa,
sendo o I.H i natural de ambas a creacaoacto po-
sitivo e real, porm livre,aclo pelu qual o ser, a
substancia e caus, primeira, faz exislir as causas e
substancias segundas, guverna-ase conserva no lem-
po pela imina.iencia da accao coulinutnieule crea-
dor, i
da extslMicia humana, com lodas a condices de
jao e aperfeicnameulu possivel'.'
Para elle nada distu be necessario : basta saber
de cor os ii mu de alau.i historiadores .Centre os
mais celebres e cuuceil.ia.lo ; reler na memoria,
quando inoilu, um uo. roiis conhec.dos trechos de
suas obras ; cunbecer qual be cm geral e /irrfmirln*^
rtawente o peusa.nei.tu capital que procuraram ex-
primir : e se chegam a pos.uir essas me.mas noces
superliciaes. ja alo he punen ; be u.n valiosa titulo
de illuslracu.
Curo to fraeos subsidios,nao he raro ve-lus oito-
for profundu cuuheci.lientos ; e se, por acaso, tra-
la-se de uma queslao histrico, ou recabe a convoca-
can subre uro ponto que esteja liaadu a esa lao
U bario fialuppi. a quem muitos chamara o Bei.l | ""Prtame sciencia, nao se s.pponha que elles se
da Calabria, ragellaado a idea innata de Kosmtni e C0,"erVi"" """lo e ind.ffrenles ; 00 contrario, to-
l.om etleito, como concebar-se que queira e obre ; que he em nos. Ora, .sn as-im he, porque is-i
sem liberdade aquelle que na phrase do Ilustrado mesmo, essa mesma felicidade he a sua vida ; n 11.
hispo de Hermopol.s, poeauindo ;. plenilude do Ser e lell.givel e.n arlo be a vid : ora. elle he lodo
a lonlc da vida, enminunicou a existencia aos ecos
e a Ierra e a todas as causas visivoil e invisiveis ?
aquelle que conserva e aoverua lado por sua sabe-
loaioa da eiislcncia de Oeos, diz que elle mi he
senao uma Idl, ura ideal bypollielico, unicainenle
necessario para eoroar o edificio ila sciencia ; mas
em sua Critique de la rainon praliquc, K111I apro-
xima-sede l.eibnilz e Desearles, dos quaes se pode
dizer que he o continuador.
Desearles ebegra an couhecimcDlo de Oeos, in-
lerrugando de |irefcrenria a r.izao concentrada em
si mesmo, o pensamenlo puro ; l.eibnilz, consultan-
do a inlelligencia applicada au esludo do universo
e de i mesma : hanl, escolando mais dcilmente as
faculdades e necessidades pralicas da alma, a vonla-
de e sua leis.
He com effeilo a ceniemplacav da ordero moral
qoe o ohriga a reco.ihecer a exisiencia real de um
Oeos livre, juslo e l>oro.
I i distincto eacriplor oemlamparaneo, Mr.Ci.ris-
li.'in llarliiotines, exprime-se nos seguiutes lerrous
acerca da doulrina religiusa de kan! :
II Apoiaiidn a religiao sobre a anloridadc da lei
moral, ou explicando o seu dever por lieos, K mi
prestara um serviro iililissimo. O cararle' impera-
livo dessa lei be lal, rom eti'eito, que 1. -ni os scep-
licos nem o panlbeislas nao poden contesta Incom
bom resultado. Como po de-Ir iiri.iiii elles o que
della logiramenle decorre .' Esse muro de brame,
segundo a expressaode Kanl, essa co..sciencia do jus-
te e du hl|mlo, us icopUcoa lenlnm interpreta-la di
o uizo svnlhelico a priori de liioberli. parle do
fado psycologico da percepeo do Eu para passar ao
que esla' fura dnEu.
Eis aqui em resumo como o illuslre professor da
oniversidade de aples faz nasrer e justifica a
idea de Oeos.
I ma'serie infinita de condicionaes sem ausolulo,
diz elle, he coosa impossivel oeu, leudo orna exis-
teucia condicional suppe uma causa incondicional,
o absoluto, ou Oeos. O en he. porque o ah.olutu o.
faz ser. Entre o eu e o absolulo existe um Isqo ne-
cessario :be a accao livre exercida pelo absolulo
sobre o eu.,-i
O conde Mamiani reconhece i'm Oeos hom, justo,
livre, e providente, combate o panlheismo que arha
iiicompativel com a fe no progresso,eusina a crcarao
e faz cunsistir a allinidade com Oeos cm poder e de-
ver o hornero curoprir a lei divina.
Como ves, querido amigo, a sciencia sagrada e a
profana concordam ambas ero recunhecer a liberda-
de de Oeus, e o Or. l-'eitoza. negando-a, nao so-
menlp conlradisse a igreja calholiea, senao lamben.
doria, depois da ludu haver feilo por seu poder .
aquelle que abraca todos os enle nos cuidados.de
tut providencia universal, desde os .non los estrel-
lado al i llore* do. campos, sem ser nem maior
ora, elle lie lodo ac-
lo ; assim o aclo em si l.e sua vida, vida etern e
soberana. Ns chamamos Dos um vvenle cierno e
porfolio, porque a vida continua, elerna, be nelle,
011 antes essa vida mesma be Oeos.
o Ooe ha uma substancia eterna, iromovel p di-
lincla das cousas seu.iveia, he i>.o manifest I Vila
do que fiea dito. He tambem manifest que
as menores comas, nem menor as materas? aquel- sobitincia a., lem nenhuma grandeza particnlar.
lal llllaa llril 111. I 11 rl.i ln.li una ..1 I .... p> Ka.kIL.. I_ __ _....* _
le que ordenando ludo que be bem e prohibindo
ludo oque he mal, mauifeslaaos huinens suas sanias
vuntades pelu n.insleriu da ennsetencia ? aquelle
einliro que he Juiz Soberano de lodus nus e que na
vida fallir ha "e dar a cada um .esundo as suas
obras, decretando castigos para o viciu c premius pa-
ra a variada 1 <
Os atlributos de Oens, querido amiao, sao i.lenli-
i'o uns ao nulro". A llieologia cusma, que nau
ha entre elles nenhuma disliurcan real, bem como
nenhuma ha lamhe.ii etf Oeos e clles. Assim
de qualquer dotes altrih.ilns a razio deduz neces-
sariamcnle lodos os ootraa, couforuip mu bem n
fez ver S. Thnniaz de Aquino no principio .la ^^
suro.na pl.ilusophica. l.luem nega pois qualquer
delle, he abrigado pela lgica a nega-los todos e
la.ni.era ao proprio Oeos.
Se Dos nao fosse livre. nao poderla dizerse i
providente, nem bom, n.in seria amante nem ama-1
vel ; escravo da uaeaasidade, nio -eria independen-
te e nao sendo senbur do .i, o nio spria de cousa
alguroa. Ira lal ente seria multe inferior an bo-
mem, seria coosa e nao pessoa, pois onde nao ha
vonlade livre, 1.A0 pude haver personatidadr. l'ra
lal Oeus nau seria Oens.
Esta he, querida amigo, a liogasgem de lodas os
escriplures lagradoo, e mesmo uo ha um su pbilo-
sopho de grande nomooda, quer enligo, quer m-
denlo, que .1 huilln ln u... Oens verdaxleirameiite
pessoal, o n.i lenhi recuiiberi ln soberaiiamenle
livre.
l.'ueres taber romn n Sr. ahha.le ralrv e.-priroe-
se a esle respeilu em su 1 recente obraOe la con-
naissance de llieuque fui premiada pela Acade-
mia Kranceza
Oepois de haver ile.lu/.idc. da idea dn Ser Indos
o allribulos de Oeus que se chamara melbaphisi-
i-i.s, o illuslre mrinbro da Coagrgaeta do Ora-
luru. deduz della lambein Indos os atlributos mo-
raes.
Ei aqui as suas propriai palavras :
o Van posto osimir-mc de allirmar de novo que,
se snubermo. p.ir departe o habite que lemos de
tudu restringir, de ludo abslrahir, de enllocar mes-
roo 1.0 Ser a neaac.io que t he feila para o nada c
de nao ..usar jaman sostente! plenamente a ailic-
inacau uaiversai, a id.-a do Ser he Idntica o da
inri; 1. inlelligencia, vunlade, liberdade e amor, fi
mas que he sem parle, que he in.livisivel. Ella mo-
ve luranle u.n lempo intiuilo e nada linilo tero
...na forca inlinila. 11 lli
Calvez, queridu amigo, nao le spja mili fcil enra-
prehpiider bem asta Iheoria loblime do pllilosoplm
de Slasxra, lambem nio lenho lempo bastante para
aqu desenvolve-la e explica-la, o que nao costana
muilo, visto ser Irabalho j l'eiln por aquelle a qiiPir.
chumara o Anjo da asala; lodavia sempre quero di-
zer-tocomo um cnnlcmiioraueu illuslre resume as
palavras d?sse sanio" duulur acerca de nma das
mais feeondat formulas dn mestre de Alexandre
vlaann :
o Esla formula: Oeos h tssen :ia pi
be aclo puro ;diz o .ahi', .s.riplor. bu de ama
fecundidad? mimen..1. S.Tlioinaz d* Aquino que a
deaenvolve na laz dse., genio r'.rist.i 1. superior
rumo lal an de Aristteles, lira della verdadeiros
Ihesnurus. descohre nella prnf.mdi lade
mam parle na quesillo, fallara, discuten!, pronun-
cian! juizes deliuilivus, proferem uma euliada de no.
mas pomposos, azuiuaro os ouvidos de lodos com a-
111.11111.1- ciUces.
Eulretaolo, succede nio poocas vezes que fallero
de autores que nunca leram Taesabxsroos de eru-
dicSo photphorica infclizmenle abundam cm gran-
de escala : e o riis he que, preparados deste modo,
munidos de Ua fraaeis armas, elles fazero gemer
os prelos com suas composices sobre assumptot his-
toriaos ; recolrciH as Iradigoes e muuumenlus de
differentes povos e naces ; examinara o passado,
dogmalisam para o faturo, escrevem estirados
artigus, enebem pasinas e paginas de peridicos : e
apenas aqui e acula' descobre-se, alravez dessa roul-
tiplicidade infinita de ideas desconnexas, dessa bal-
hurdia indigesla de pcnsamenlns desordenados uma
ou oulra reflexao destacada,qoe he o que lhes aprou-
ve copiar de algum livro de fcil conaulla.
Sera' para admirar que em seu cseriplos desla
nalureza nao fallero rouilas e mudas vezes ua civi
li..ic..ii dos liresoa e dos Itomanns ; que nao cilem
Neuuplioule e Polybio, Tilo l.iviu nu Cacito, dos
volver sulticienlcroenlA uina queslao que .oliicveuh.
nesse ramo ; proferir um jaizo acertado ; expender
ideas lilbas da prudencia e de uma esclarecida re-
lie ,io '.'
Tere forcaa para ir observar no seio me.mo de ca-
da uma da poca plulnophira, alravez de Inda a.
pbase do proaresso, un principio mmd.lutivn oraanisador tystema ? Pos.uir inein, coro que Ihe sej per 11..^
I.du separar unta a una Indas as upinruos opposlas,
avalia-la.. d.sli..gu-la pelo sea mrito relativo, e
determinar dentro ella., mediante indiciosa esculla,
aquella que dtvo ser adoptada e recu.iliecida cuino
razoavel'.' Nao n far nuncaeslamo cerlo disto:
mas divaaara' pelo Porlicu e pelo l.veen, enlrart
pelos jardins d'Academo. fallara' de Platao. da tua
Bepiihlira e do sen Phedon. cilar o cvnico Anlis-
Iheues e o eloico /.eno ; disierlara' eraphaticamen-
te loro Oioacnese Pvrrbo ; nio Iheescaparao os Hu-
mes do sabio Arisluteles.do sensualista Epiruro, de
Cicero e de Sneca, entre o. rumanos, e de lodos as
oolros pbilosopbos que se acham ligadas nesaes lem-
pos a bislona da sciencia. Aindamis: al.avesa-
r o periodo que separa a l.lleralura. prnpriameiile
christla.das anl'gas, c que marca tambero urna Irau-
-.c.-an a parle nn rursu e desenvolvimenlo .1.1 philu-
I.KITUBA PARA SENHORA.
Aneedol.-.s.
11 Htliitif f4'.
(Por Pitre ChevalieT.
A i de .mdihro de IS.VI ea vollava de Naole pe-
la anda de ferro em rumpanliia de madama t*.
C. de .oa lilli >. rapariga de I i annn-, c do om dt>t
mai* illu.lre. e, cle->ia.|icos de Pan*.
Tent abaasanda a mora con, -or per/a o altear,,
a einiuenle abbadc di-se .1 mal :
E-sa pequea a emrlhata-ie ..ngularmenle a >.
M. a mperalr.z. Tem a me.ni.i limite, as 1
lesen- tobraucelhas. o ine-ino ellur, a ntesnu esar.
consliluio-se cm opposio manifesla contra tedas ."T.T" ... .i'"T.\ '""'"....... '""" ,us
os peinadores de primeira ordem que leem illoslra- 1 Ia*" P""""""."^ '" quer uro paragrapho,
do a liuroanidade desde 01 tamposanligos al agora "" leram MmmmtM -
O padre Ventura qoe ja cima cilei, depois de
compaiar o Oeos da igreja calhnlica com o Uto do
pbiinophos e dos heregei. rnmpe ua seguinle ai
clama^au que bc.n se pude applicar an Deo sem
liberdade du llr. l-'eiloza. 10 Oeos vunlade, ao Oeos
v'e.sampnle ero Iheoria ; mas impoila ver de que rao- j Inlelligencia e ao Deas sensihilidade, que em seu
do a conducta delle a interpreta. Ora, esla Irala-a entender, compem a Trindade Divina,
como uma reaiidade, como mn priucipiu de accao, 0|, ; quanto lie pobre, quanlo be micravp|.
como ...na potencia ; pois conformando-se cora ella, qu.lmn h 111(|20 je nos-as domeasen*, o Oens da Vdo'"Va'ar-','.h-1 a cidad- di
aceita-a. O mais irresululo dos duvidadore. v ve ,.,-, nhilosonhica o lieos da raza.. nrnle.lanlP altarse na 11a c daue ue qu.n heios le.n-
em ancied kIp aanir. MieJrladti ti... dM milr.w .. P .i P" .. P'ole*u"1B plus, 11? cnuqu.sla de (.arlhagn pelos ilumauus, no
cied.idp, a.p.ia .. lel.cl.lade, .ge du nulrnsi ||c um |)eo imag.nariu. am Deas plianlslico. uro
mi se o leram foi smenle pur urna dislraccao lao
commum, tan vulgar comu qualquer oulra. Ahi 1*1-
larse-ba, sem duvida, na Tliebir, de cem portas,
na mumias e bieroelxphns eax|>cios,..a linguafigu-
raliva desCbinezea, na interiptao du lemplo de Sais,
noaleph dn lebreus c no llpba e omega do (ire-
gos, na bibliolheca de Osiroandias, nos ubeliscu* e
ardas spente*, no cummercio e nsvegacao dos
Plienleiot, na sabe loria dos Alhenienses, na sobrie-
dade dos Spirtanai, no valor dos Persa., Assxrio e
roa conlicuracao da* face e a rne*aaa exprr*** d
bocea. Se livasm IjiuIi-iu aaaaa quilma do nt-
riz e o miro vei.es.aiio (aa raluillo, seria om ir Ira-
lo mai n.davel.
M 1 dame.rila I', i:, corou de |ie)o orviitdaeste
couiprimentu. de|ni.s halnium. .r >em sairultcr. a
pedio que Ihe ronlassemos a h.-loria daquella. na
quem se parec. .
Mn.h lill.a, Ibe respond, es. Materia be os
cont de .i.t. ..
Oh lenho m.-i* de de? annn- ; bem ^1 qur
nao ha mais Mas, replicn a pequea atracas! a
tabaaa.
Esla ensaada. Inrnei-lbe. sompro as ta ;
porem ..s nova- fada* nao asseroelliani-te as MmBBS.
Dura minba narrarn.
Havia en. Hespauha ama dontrlla graeioa o boa
como a senhora. Sua familia era alnada aas rara
reaes. Ella tinha as veiaa o sangoe aaal do *-
mao, o licavo, que delendco l'trifa om li Um
eu anlepa-... tu E.rocez, Rogerin kiikpatnb. Isa
decantadu pe menetlre* e |ir vtaller Sroll ao
Lord das libas.Era irm.in de arma* dn re Itabo
lo Bruce, dijo inimign. Comxn, mttno, rerrbettd"
delle por 1.. a/ao ama n.io -e rom e-la divisa T. rno a morle certa.A teabo-
toplii ; irii ale aos padres da igreja, na sua app*ri- ra deve ter uuvidn fallar de*e Roberln Broce, tme
c.io primitiva, discutir' sobre 1 escolstica, invoca- enviou o coraran depoi* de morlo Jerosalem, por
ra' S. Thoroaz e Santo Anselmo, AlbertoMagno c I nao poder leva-lo vivo, corarlo lao bravo e lsttc-
Scotto, Koger, Bacn e Abeillard. Ira' igualmente i mido, que licala laurax j- ao oqs.droe* oaoti-
a' regeneraro da ciencia na Europa, nio se esque-
cera' de Bacun e do sen *,'ovum Oraanuro, de Des-
earles e de sen Methndo ; fallara' de ptasagcm uas
esculas intermedia' desde llubhes, Sp.nosa, Male-
branebe lairke al l.eil.n.i/. Pronunciara seu
jnizn delinilivu subre o mxulicismo europeu ; recor-
dar-se-ba eslu muilu a' propusi|o dos sonho philo-
sophicos do Oriente, das licri.es de Budha e Brahma,
das Iradicnies do /cnd-Aveila, do arroblos gnot-
licos das primeiras escuta* ideolgicas; o, depois de
pascar em revista o ceplicismo moderno, citan iu
H,i le. Hume e nulrns, readq.nrira' uro lemuteb-a
gorico para impar de ronbecednr profundo das ulti-
mas Iransfurmaces da sciencia.
Nao be ludo :nao basta dizer que o movimenln dessa menina, e lodavia ella deve aoa grande a
ros sriiandn : Eia, nobre corara, vai diiM* d>
lodos ao rmbale, cuino ooli'ora a A ai d
/ella para casar com o pai aprtseolee aa l.
gia ate o rci Bruce, e seu at disto ao avaro ; Pe
queris rerouutar mait alio, pumpUnatulo -e.n-
salisfeilo. .. E-se avn liada oulra aabriaa atad
melhor : a ruioa de *ua cata 110 serviro du* ollmt.
Stuarl. A don/ella era daqueza. e o eeoaeneaeu
ducado s.gi.iliravaAltara ;urua leseada hataa
..hola nelle ve a roonlanba, em quo pan. a orea
de Nu.- ; roas a historia autliealica .. faz datar de
IU8, quando essa prnpriedade fid rrrapeada pee*
chrislau. do n.liris.
Ja vi- qoe nao fallavam at antigafada ao I
philnsnpl.ico do seculo passado foi eminentemente
se.isualisla o ante-religioso, que Vollaire, Caban.s e
lliderol. Icvaram a' sua maior amplilude a uillaco-
cia du elementu malerialisia ;que Helvecio ecreveu
n Espirito que sabiram a luz a Encyclupedia e u D.r-
ciunariu Pliilnsoplncu, refleos dessa iluulr.ua ; que
O'Alemberl fui um dn* e-pintos fortes : que Rous-
seau escreveu e propalou. nao ..lisiante seu srande
s fadat nova, das qoaes de i-mpo 1e fallar-Uto.
A primeira que Ihe appaieceu deban as torat
humana, fm oro pequea s.la.ia doeotc. qne a aaai
anida m. .lenle Iratia nos bracos, ou. arradaiu
de Madrid. A jnven duque/., que ia em ama cor-
ruaseni propria, turrada de velludo seda, deten.
e let subir a pobre g.lana. a qaal dl.we-lhe em xta
nsenua linsuaaein : .. Nao p,.-o recataeaaaar-vats.
tlenlo, ideas inexactas, Iheoria Bastardos e inso- I sanhohla ; roa Dos -e encarreane dito, e.-
Iobr.re.klmTbu. p0'1ei, C"''eC,,r' PU ""' =|de'acoleciroen.,pollico,eucaes; exarmar-.e-
de introduzir .lauro motivo de duvida enlre l lei e I V '"" ha "*P* d? /'"'.'."r"'! '" '.'/'<"'',
ciaes. lie indispensavel, alein dislu, dar a entender
que se cuntiere o rar-.oualismu de Kanl, o idealis-
inn de liedle c Scl.ell.i.g, o espirilual.smo trancen-
deutal de llegel, n eclel.smo de Cuusin, Joullruv.
Oamirot e l.l.priniuier ; e Mudar coro urna esplend
faca rainba.quaii.lu lorde srande '.
A |oven heapauhola rio moiln enviudo tea* pa-
lavrai.
A oaanada Ma foi um pobre aamat ajaetu
danaetta daaa todo o dtasaa i.uii.ui,,.. de ma-
nos.a vonlade. Ha ahi nao sci querelaran de irien
lidade enlre o rf/eflo que obedece e o obji'i'lo qup
esle deve realizar obedeeendo. \mbossao da mes-
ma nalureza, interiore e espiriluaes; a relajan que
I elle maniera he das mais d.rec'a, das mais paras.
Des i He a propria essencia da razan que manda ao ser
que ella anima 00 cnnstilue, que a exprima^e realise
por ama va rasoave, pnr uma sprie de aclos e de
movimenlos que a msllifeslom e applique.n. pnueo
mais ou meu... corou a obra do arlisla revela e efl'ee-
lua sua eoncepflo e seu geuin
K S BOSqaesomos da iareja c que Miamos na correr-'e-lia ii'uiii v.'.u d'agina loda a historia du
igreja, adoraron u lieos perfeicao, o Oeos Mbitan- | mundo anligo -. analitar-to-hlo as quedas dos iinpe-
cia, o Oens verdade, o Den que cur.hecemns, que < rios desde o Oriente ale au Occidente, a invaso
podemos bem conhecer porque elle he vcriladeira- \ dos barbaros, a guerra do* cruzados, as revolucOes
mente lal qual o eosino da iareja nu-ln tcm rev- | dos d.fle.rntes povos da moderna Europa. Far-ee-
apologia dos descobr.menio.
masuiliea a' ino.lerna civilisarau
A' vi.la dieta, parece que ludo vai bem, que u es-
crn.tnr he realmente erudito, e qu, tul anda de
philosophia. sabe o que diz. He o contraria n.lei-
ra.nenie. I:: que se pmle.n chamar in.lruidos nesla
materia san aquella., que, se azein laes c.lace*. a
fazem a prepsito; apre.culam idea* sua, di.culem
pin regra, mostram que esldoaram, e nao se con-
lenlam cm a. appareaciai e superticialidadr
dmraveia
Digamos aqu| rnenle em punca* palavra*, que ligada moral nio ha a propria obra dn ser que ella
quan.lu sabe-se que Oens he es*encia pura, isla h-, \ domina, se olo vem de hu.nem, dunde vem ? kanl
qre lu.lo be esse..cal em Oeos, saho-.e que lian ha prnsegue na induccao : o i/ue Ap itteltfffUitt e li-
nelle accidente, nenhuma quali.la.le variavcl nu te
cuudaria : seu er l.p saa estenels, islo he. he ne-
cessario ; seu coaliecimenlo be sua c*sencia; su*
vmilade be sua Bateada ; sua beatitud., sua esen-
cia. Oii.i.iln sabe-se que Oeos be aclo puro ; era
muros termos, que elle ludo be acto, sabe-se que
nau ha helle pomo ero .x.s, o virtual c u actual
pos
do
hrrdo'le thio pode remontar a urna [aren tem lilier-
il i'-, e sem inlelli'/rrr-i't, nalureza pkitictt : a let
mural proclama por lant> am legislador moral. O
scepl.co regellarn pruvavelinenle uma tal conclu-u,
mas ao monos eonfeasar a iropo enca de oegtr-lhe
as nremtssas.
O panlheista nao as negar tambem. quando
ladu ; sai.lu, sahio, juslu, bom. misericordioso e ha a apologia dea descobnmenios desle secuto; O
providenle. nbo e de.var nn esquerimeiilo a iiipiiciIo de vias
.. Esse lieos he um em ua nalureza, trino Pm i !>". das leis da elerlricida.le, da invengo da
suas iiessoas. absoluto e.n sua exislencia. indepen- | ^^P0'. 'lo'' ca.nu.hns ...bmar.no., do lelegraphu.
denle em sua uccio. omnipotente em sua palavra, |^^S^SS^l !?.".. 'Xp!!t,5!,...e_.,"-!!i,.ri"j '
mas se a obngacao \ eterno e.n sua .lurac '.o. He um ser seropre
e qoe nao coma idade : seropre novo e que nao c<--
uhece principio ; sempre livre e que nao muda
nunca ; seropre immnlavel e que obra sempre ; qoe
se compadece, mas sem fraqueza ; que *e arrppende
roas sem pesar, que pune, ma sem colera ; que ip
compensa, roas sem parcialidade. Ser emprp sub-
sistente e que nenhum lempo nao mede ; prpseme
em loda
'rreve ; q
mo se deixar nn esquepimeulu
| frreas, das leis da elerlricida.le,
, dos oauinhne rabmarinoo,
!cir.
auli-o I *** ''"," ,na'* 1oa PlB*a alinnar plena eru.lm.iii e
' verdadeira apreciacao do prusresso. l'ra arligo
hi-lorico de lap. escriplures he uro mundo ;i parle,
he um rousu de lili...liada, diroeuses, he om es-
pectculo immeiiso, he o universo ero miniatura : e
ludo .sin sera pouco, sen. duvida, se se nau citar,
ua profusto exlre.na dessas ideas, o nume da maior
parle dos bisluriadures, ou deixar de apparecer uro
i -a--*-- 1117 tul u icmpu iiiiw ttat-i'-' f .i.i.suiiir; ,,.. rr
a parte e que nenhum esparo mi cirrom*- ne.isam.nlo do ahha.le .Millo!, de Anquetil, du enn-
|oe prev tud) e que nenhuma previ.au .e l|c >'2ur' *" aluller. Ilussuel oa Cesar Canto.
nao perturba j que move. ludo e qae nenhum roo- j!' "1>|c"" esla en. ostentar de aabio, e campar da
.vel e o real, a potencia e o acto, mas que lo- i mesmu recusar concluir rledaa uina O.Mn.lade moral I vimento n.io altera, que suverta ludo e que iienliu- ill0me'" eminente no co.ihcciineiiln da lellra*. Se
_____!.. .. I ti .1 I .. -i j...____.. ll,._ li.. i'.inl'irtnl nul.ip n rana* --. iiiiiiliiiii >i n.. n.
da apn.'rophe an progre". ou com uma ariolheose I renda ; a lercer. uma duoda de Aiaujoer, roj lo
ror ella applarava daiido-lhe reut brroqoeite* e
aas jalao : a quaita, cm i.brcno expetlia de mm
caa nua. au qual ella in entrar em ata casa rbete
de niove e de in-lru.nei.to..
Danata as fada. mulliplirarim-se ile aooo cnt an-
nu to i.i.-.iiiu lempo, que a, srr e o. besebci--
da ,luque/.a. hram alllict.. qne ella r. n, lava, la-
imiilu. a quem dav pa, rnteiinu qoo Ibe dcvitm
| a cura, mendigos que enriqueca propoecnoatil..
He ceno que SO dever se-ia esperar c-sa manci- I 'bes um ateto 4o vida, ianoraalet, i mhaadoi. si
ra de escrever, n empreso dataos explanac.ies Vastas, I pbdo.,, mos, cond.mundos os qoaes dava a trsro-
a invocarn a c-.-as Imite* sublimes e respeilaveis do I cia. um asxle, uma lamilla, o pcrilao.
ssber, as obrsi de eserfptoroi ii.siroi.io* ecaaani- K twio e-sp. aeaamentlas innaatmi umik-pottdo
encioass, nu aniso* dos verdadeiroa tamaa de l*- ouirn cama .--:.\i--.-m eamanaadaa :Btaa vo
Iras. Mas o que lalo pode contestar beque us li- i pague Bausa divida la/c.ido-xi ra.n... !...
teralos feilos a' pre-a. aquelle que de Indo o modo I Ella aseria -empre, e rcmviav.. an ero o toa lee
queren. campar de nolalul.dade, enle...lem poder i oheci ment.
conseguir a fama de ilustrados, ostenlaudn ero I lornaiido-*e depm a ptela da. Ilr.panli.. a
qualquer assumpt.i, -nmma de cor.herimenlu qoa I diaaila, qnt> (nata rita tmogioiiia. lapi anata,
alias nau po-suem : e para lal lim niiu perdn um I O cocela inlrepidu, .nlruu a viajar rom a .u i -
su iiome histricas, nem perduain uma citacjo. ver as tolla raaiai ne-le arate. Parta t xenr*
As.m qne, tratando, por expinpln, da pluin.opliia, I cavallo ero liase andaluz coro orna escolla do
om hume... .le-lf. poe 0 prime.ru cuidado ero ecre- n,nlat e de ervts -cm salan que direcrao
ver um longo e d.tl'usu arligu: roinsua de i Mas I '"? pnaolasia.
recorre leda favo, ila da erodu-a.i apparenle. que "'* manliia cniontrou om mendis qa
seropre .a bem, mas que para mis dvMMaa inu.ln. *v" 'ambem em .. ama fada. Depela de loci
Amontoa muitos nn.nc., Brgaaaaasa Irccho* pill.a- i < r*'* iiersunloi.-lbe ornhd
be actual ; que nada nelle I a individual. Sea vunlade verdadeirame.ile livre
pur aperfei^uar ; que elle be I digna de si mesma c da razan a quem serve, nao ron-
inneli- cebe, nn desoja m.lru bem uberaun que a felicida-
de que apompa.iba a virlude ; *e ella leude, por
toda^s vial de loa aalividada superior, |ara o rum-
primento da ..riera mural ; se esla tendencia bri-
lliante he a lal pona imperiosa e onivertal que o
en nao pude deixar de ceder-lhe. poderl a polencia
que della b nnso.ii ser privada de vonlade e inca-
.o.i eropreza ua,. nccui.a ; que faz ludo o que ,,. | "os pergunlarem, pur.m, o que se contero nes-e
ahuma arelo nio telina; que abaixa-M a ludo .criptas, qual he u menlu de scinellianles arliso,
que nenhum abaivamenlu n.lu degrada: que d. ludo I"''1 Vi,lnr 'le-s,,s ""ataltaa tao recheiados de ci-
; qup
e que upnhuma doocSo n.iu empobrece, qup se
eommuiileu a ludo e que n.io eommnnica nunca ne-
nhuma parle de si mesmo.. H>
I m reparo me pcrmilliras que faca aqui [antes
qu va n.ais a.li.iiup
larps, tan pojados de olas, lao dillosos ; o que
podramos responder 1 Quetas obras pinna, pro-
durc.iei insignes, mrn.umenlos de verdadeira eru-
dico p de aparado guste, c.mcepces sublime do
engenta lim....... criarjoss osplandida da intelli-
o pns.ivel de Oe
esla pnr desenvolver,
j perfeilo ; que nau l.e cumo as rrealur
nidarocnle capaz de desenvolvimenlo, mas que he j
agora, se assim nos podemos exprimir, lulin.lameul
desenvolvido; n que marca absolutamente a dis-
linc.-au du linilo e .1. infinito. Ser estancia para e
aclu pnrn, l.e realmenie .. caracler divino do >uli-
uilo.
Oucres saber lambcm qual ca a crenc.i du gene-
ro human., anteriormente a e-ies dous maravilbosos
ensenhos e no lempo era que Qoreteeram '
E.cula oque -di/, o segundo em sen livro lie minar e explicar a nalureza natsiva a aeativel. uSii-
Mnndo. nieiile a vunlade pode dar cotila da vunlade, ese
Oepois de ler desenvolvido a. sms idea, sobre o I be impossivel negar a liberdade humana, sera pre- l'.er pouln do eu.in.i callmlir... l.p o m*..n.. >|.ip *"* e u,els. ."1" doulrina civil.'adora, ura sysiema
muiid.i, Ansl.deles exprmese nos scsuintcs ter-1 cito aceitar a liberdade divina o 21) ronibaie-in* tutus, e qup por conseguiule lio Itrese I *m ""'ebido o urganisadn, nao se adiara, depoi
il.i-.o- de aqoelle que nega a liberdade de Oeos, c,,;,. sao IllH '"";IS ".V'sl.s..c..cs, senao um II
Como he que u llr. Keilo/a. nslenlando lano ca- *e'"'|a. tbesourus de .aber e mdelo* para o estado
,Vaz deaanlidada Ou ,, liberdade e a virtode gaIItalicismo,*tlreven-e a contrariar t.in abertameiite "'" >'' podniiamai ifflrmar .em irans-
duas illusoes, oa ella, lem uma oulra causa que nao I dontrina ominada pela iareja .' Oare-ha caso que irertlr "s preceilus dn verdade : e pur mais que se
esa noeessidade mecnica nn dvnainicaque deve
isnore que *-e deposiln be para ella o agrado que i 'l""*,'sf encontrar alli, nessa dcscuiieirlada Bilo-
ngo eonsenle que oiognem Ibe tuque nem de levo"? *''" rte '"'"^ e ,lc idea'dispar.ladas, om principio
Dar-te-ha caso que n.iu jaiba que con.bater qual- nolime, uma rombiiuco de p.-isaiiienlos genero-
...'. .. .- a i,..,. ...... ......i____. .! :>. -. -------
alsumas dp-s.i*
malareii aquello que conten, e soverna o lodo
Ir nornei illuslret ropresentam -inda a pl.
Ilesla-uns fallar summariamenle da eau*a quelpbia na Allemanha. Picllte, Scl.eiling e llesel
lecidu de friolei-
,.s Alan.el.eu- qup ihe i.psarain a presciencia ou u
amalgama comp'elo. uma extraordinaria
abundancia de puerilidades,e o Ixpo da iguorancia
dea indi.cretamenle ja n am, ja i.'uuliu livio faz
um feixe de palavra. va.ia* de seiilidu, alira au pa-
pel loda* quaulas cunreprue exquisitas Ibe vem an
espirite; innovo, plagio, confunde, aaerebtss iodo,
diz lado quanlo quena dizci; e er que, fallando !
......las e muiia. vezes .'.n pl.ilusopl.ia. repeliudu
ra-,.u. con-cieiicia. en. objecliva, subjeclivu ele. etc. I
ha irrcinissivel.nenie pnilataplio*
iiual sera', porem, a causa de umelhaute de-va-1
i ni .' porque sera que um enriplur de-le. proeette
a-'iro .' li porque esta' paranadMe deque aoje
cnnvein *r l.vre te a* inspiracne. da nalureza, declarar guerra a* la- '
digas do estado, applicar em Indas as c.impu.icue*, I
.. riiMi.inii-ii... tem limite*, axangerada e vicioso;
.Ipixar currpr impprlurbavel a imaginario em ln- .
dn* m attomploa, anula os menos sojeilosiao mperia
de.la facul lab- ; quebrar o lco nalur.il do pre-
reito inteparaveis do l...m *enso: e diz.- rooiln ero 1
lodo n caso, anula que eU, tubsllncta nada se disa
Sabesu rainmlm da simia c .la ventara !
O pubro mn.lruu-ihc e*iraJa de lM*lella-\elka
Aunde condncaa .'
A' Kran.a.
tluem nmoaa nr ahi '
C.u.staiici, m'nllr, ,|p l.ii.r \ II, Itf am a, mu>
da !. I.uiz, l-ab-l. ..mil,,, .i- I sms III. .liana,
uiulher de | ,!,,,,, IV. Brame, n.iilber rt. I il.| | ,
v I. Eleonor, n.ull.cr de I ..irn-c. I. Isabel, ata-
Ider de lai. I\. Am.a. n.ulWr .1 Lon Mil.
Mana II, i ... multar da luir M\ Dea vt
aut-.--------------.-r- f| n>| lwm rilt<. Kvtmm
o ateadiga i crsi a i da
I. a diuizella >tm ,,, m., dc-lt ve/. |Usi U, n
Ptrenaas,
tm Eam-lla.iitir a.-l... .,.,. Ilall...e d le.i
ledos indcenle* ,,;., i ,aian, m-.eu.-W.."-.
'''''- .....-.,I...a- illa dtatrrbaSs de o ran-l a
.-.nula que .il.mrnl.i o rarpo, r .. sasalH qoe li-
via i aln,,. Era para efleae iip-om ,' d.
S u lallava reuma
A
. o- ........*_..., -na. a.n r-iir- | iiiii-u -, n i... r.iri sav IVIMIHi
enlendsm-i. a c,..a escutada, comomtam se rom as I nn. i em larlhipena l.ateti 11 EtavUN de tu
primeiras norues qeraes, julgam-se erodilnj .pela ,f. j a i:, de tevereiro .le IM3.
MUTILADO


QldiQ gl PIluaBv T W FElflfc 28 H OUTU NB Kl 1856
Alguna mates depois immenso cortejo levara a| Ipecacuaiiha............ "
nela do (nsmo icreja le Nossa Sanhora, onde liomma..............>*"|-
lia la recebor o (ilulu ile iropeatriz. A senhora j Cengibre............. P
vio p;i--,ir este cortejo ; mas o que nSo poude ver, e l.enlia ile (Chai grandes......cenlo
o que alias ah eslava, o que a Iriumphadora va pequea-.....
lalvez eom os olhos dacousciencia, era o bandada* loros........i
fadas novas alada au carro imperial : orphSos, po- Pranehas 'le amarelio de -i costados nina
hre, .tenles alllietos, lodos aqnelles qne socorrer lomo.........
a duqurza, e que repelan ein coro : leos llie pa- Costado de amarello >le;t.. a 1(1 p. de
gne nossa divida,Dos a faca rainha,e somos f. e i 'i a :l de I.......
lint .jue a condolimos ao llirono > de dito iisuaes.......
Ni-.sc bando haviam duas fadas do inesmo da :; Cosladinbo de dito........
una obreira distnhuindo pelo povo o collar de da- Soallio de dlli.............,
manes de 00.000 librds que a soberana recoaara Forro de dili............
da ci-lade de Pars, e urna menina dassociedades j Costado de looro.........
matemaesreparlindo cora as mais indigentes os Cosladiltho de dito........
duuolose cincoenla mil francos que a noiva acha- Soallio de dita...........
ra nn actale de sen enclioval. I Forro de dil.............
Madamesella P. L. nao duviduu mais das fadas | a cedro..........
modernas, yuando eu eabata sjioha narraca. j Toros de talajuba >.
ella vendo a mito oe om pobre n poriinhela. imiloii Varas le parreira .
a nobre ll'spanbola, deu sua bolsa cora muita la-i a aguilhada!
grima. I quiris .
Eis alii como a artillera era larabeni ranilla Em obras rodas de sirupira pan c. par
dos corardes, dissc-lhe tu teijsndolhc a mi. __ evos
3290001 bronzeado ronin. iodo metal amarello r>7,
ditos pequeos convexos de metal bronzea
do com 11. 10 de metal amarello 1!H0, botes
grandes brancos de osan 22 grozas, ditos
pequetios ditos dito IS ditas, ditos pretos de
dito'J. ditas, oleados para debrum 10 cova-
Para o Mara-
niio
3g00tl
.NIIH)
nkki
9900
ItaUOU
24O00.
lusKMi dos, cordSo ras, panno azul para capotes 119* eovados,I*eguecommuita brevidade a barca ltl!l-
a bordo a meia carga que
Id Rio de Janeiro, e a<|u algiua]
alta. Ira-1
iV C.l
mais objeclos qiie evislirem no dito armuero, ludo
sei vendido a vunlade dos compradores.
IMJOOOI baeta verde para forro 697 eovados, col seles I LHANTE, leu
" para raples 197 pares, os instrumentos bel- tlOUAC
lieos para o batalho cima dito. ,,..,,..
Companhia de artfices. promi>la: para oresto quelhe
Bonetes I ts, grvalas 107, panno a/.ul para i'
Vaccina.
Pttlido, Heincidencia.
jtnnt.it
lu/ta
Vemmctd*.
CAMBIOS.
Sobre Londres. 27 :t| t.
Paris, 3111.
Lisboa, 9S a IIHI por *, de premio.
" Kio de Janeiro, 11-' a I por llp) a 15 e 10 das.
Ac;6es do Banco, 10 a i de premio.
< a ciimpaiilna de Beheribe 549000.
i> compauliia Peraambucaua ao par.
.. Ctilidade Publica, 30 pur cenlo do premio.
a ii Indemnisadora. 32 idero.
( da estrada de ferro 0 por 0|() de premio.
Iliseonto de lellras, de 7 a 7 t|2 por 0|p.
Dito do banco7 a H por (lio.
(Viro.Oofai liespanholas. 289*289600
Moe.lai de fia 100 velhas .... 169000
b>400 novas .... I63OOO
4000.......99OO
Piala.PalacOes brasileos......-.29000
Pesos coluniDari->s......23000
c meiicanos.......laStiO
Melaro .
M1II1J......
Peilra de amolar
lillrar .
rebolm
Ponas de I101 .
Piaanva.....
Sola 011 vaqueta .
Sebo ein rama .
Pclles de carneiro
Salsa parrilba .
tapioca .....
Cubas de boj .
Salmo......
Vinagre pipa .
caada
alqusirs
Ulna
ji
))
canta
molbo
meto
a
nina


cenlo
ll
pipa
Koga-*e a todas a* pamas que devem .baratos na
roa da Cadcia do Recite n. 15, loja do Ituurgaid, o
I lavor de pagarcm ale o da S de novembro, do con
Irario leriio de ver seus BOtDOl nesla folha.
- Alocam-se l pretos para o serviro de arma-
OJOO
7-00(1
5000
N-OOtl
li- 59000
29500
39OOO
19280
I-^IIKI
13020
19280
269000
IHjOOO
9210
29OOO
J6MI grozas, ditos pequeos dito dito 13 ditas, di
>0001 los pretos dito 211 ditas, hollanda detono
^ki t,iti Cuvauos colxeles pelos 1N pares, ditos
Sqq ditos para capotes 123, contratar o concert
:qq I de 80 barretinas, ko pares de dragonas e 80
000
9360
169000
39200
1*300
9120
1309000
1, un. de ver quslqoer .a-ld..; era sm"
gesta, rea- he nnso. < 1 diicars que pebhramns
11. 211 dele /hio, agaataaj alsuem, p em ebtoV>
rao; ah est.lo os sees os. 215, 2lH, Jl'i e 2,.
para provs. 1 oulamus ainda cura e-la repetirlo,
joma a do n. 2.V1. descubrir mai> navidade- para m
'espp'lavel ; razio porque indi loruaremos lem
sobrecasaeas ecaleas 590 eovados, platinas
encarnadas eom palmatoria de ISa preta 101
pares, lirim para frdelas c caigas 763 varas,
algodSozinho para camisas ,168 ditas, panno
prelo para polainas 17 eovados. -apatos 21S
pares, panno azul para capotes 788 eovados,
baeta verde para forro 131 eovados, bandas
ile ISa 8, esleirs l7, boloes grandes conve-
xos de metal dourado eom n 3 I88X, botfies
pequeos eouvexos de metal doi.radn com
n. 3 82(, boloes grandes de osso brane.o 17
om os consignatarios Novaos
MovLtitm' 00 pvtio.
Caixa
ilial to
Brasil
BrtiK'O EM 27 DE OU1TBRO DE.lSaii.
Uirecloces da semana, os teahofaa : loio Piulo
de l.emos e Antonio Marques de Amariui.
I)eseuntus. 7 *n para lellras a vencer ale 30 de
uoveiubro, e 8 ''., para lellras alo 6 me ALPANDRGA.
Keudimenlo do da I a 25 .
dem do li 27......
519:188*236
3l:052j5tl
550^10*717
Oesrtirregam hoje 28 de oulitbro.
Barca inateta(,'hamoisni ere-doria-.
Barca inglesaDcwcraradem.
Barca americana/!'. H'aller2elo.
Barca hamburguesaSuhame hnlknumbotijas va-
sias.
Barca portugueaMara /otemercadorias.
Brisue ingle/.Spragbaealhao.
Ilrisue purluuuezBtptraMrmvinhos.
MPOrlTACAO
B*rca americana Waren Uallcttu viuda de Bns
1 ni, consignada a II. I'orslcr k\ C, manifestou o se-
Eoinle :
500 barricas farinha de trigo, 36 volumes panno
de alaodo, 267 toneladas de gelo, 123 remos ; aos
consignatarios.
Itl calvas chapeos ; a Johnsloo Pater & C.
Bacana americana uPatncli tienrj viuda de Ier-
ra Nova, consignada k Jolinalon Pater k C, maui-
li'-iuo o seguiule :
2,500 banicas baealhao ; a Saunders Brolher.
Palacbu uacioual clhereza I" viudo dojltio firande
do Sul, consiguado a Bailar 1S1 Oliveira, manifesluu
o sesoinle :
11,121 arrobas de carne secca, 51 couros seceos,
89 e meia barricas sebo, 1 ditas taiahas ; a ordem.
Hiate nacional CeaeeiejSo* viudo do Rio Grande
da Sol. consignado a Mauoel Aives Guerra, inani-
lestou o seguinle :
2,1116 arrobas de carne, 600 barricas sebo, 88 di-
tas e 9 fardos ililo em rama, I machina de descaro-
i-ar algodo, 12 couros vaceuns ; a urdcio.
iUNSULADO i.KKAi..
Keudimeulo do da 1 a 26.....30:811^118
dem do dia 27....... 1:18698N8
xavin entrados no dia 27.
Terra Nova37 dias, barca ingleza Oberon, de
879 toneladas, capitn llenr\ Pearce, equipagem
16, carga 2,600 barricas com baealhao ; a Jin.es
Crabiree Cotnpanhie. IVrtenee a Liverpool.
Bslliaore 49 dias, barca americana oAulelope, de
211 louel.idas, caplSo .Me, liouald, sqaipaaeni lo.
_rarga 2,200 barucas COUJ larinha de Irigo ; Jo-
bastan l'aler fi Companhia. Perlcnce a Balli-
moie.
Kio (ir. 11 lo do .Norle 2 dias, lancha brasileira
Feliz das Ondas, de 29 tonel-das. metre Ber-
nardo Jos da Costa, equipagem i. caiga milbo ; a
Francisco Radicue. Pihsrfto, Jos Joiqunn da
Silveira. Perteace ao Kio (rende do Norte.
A'ocios sahidos no mema dui
BahaEscuna ingleza rlarriet, rom ;i niesma
carga que trouxr. Su-peiideu do lun-.i 1 1.
Havre pelo Kio Grande do NorleBarca franceza
Cont Koger, capitn Pagjbel, carga assucar.
Passegeiros, Mannel l.uiz .Vives Vianna, Joaquim
Luiz Alves Vianna.
Parlliale hrasileiro SobraleDte, nastre Fran-
cisco Jos do Silva Ralis, carga a>sucar e cafe.
Passageiros, Manoel de Mello M mo .Negro, e o
escravo .Macario com passaporlc.
!*5.
O Illm. Sr. inspector da ihesoiiraria provin-
cial,eni cumprimento da resolucr;."io da junta da
fazenda manda l'azer piiblico,cpie no dia 13 de no-
penachos.
Companhia de carallara.
Blleles 60, grvalas 3t, panno a/.ul para
sobrecasaeas e caigas 260 eovados, brim pa-
ra frdelas e raigas 510 varas, algodSozinho
para camisas 150 ditas, Itivas brancas de al-
godSo 12" pares, esporas de metal amarello
conforme o padriio <10 pares, col unios 60
pares, panno a/.ul para ponches 360 eo'ados,
baeta verde para forra 360 ditos, clcheles
para sobrecasaeas 60 pares, di los para pon-
ches 60 pares, mantas de ISa 31, sapatos 60
pares, esleirs 60, boloes grandes convexos
de iiicial dourado eom a letra li Mo, boloes
pequeos convexos de metal Jourado com a
litra I 180, botes grandes brancos e osso
9 gro/as, ditos pequeos ditos 7 ditas, bo-
tes pretos de dito 3 Jnas.
Botica do hospital regimeiilal.
I.ivro em branco pautado de 500 fallas I,
dilos dilos de 200 folhas 2,
PROVIUENTO DOs ARMAZENS DO AI.MoW-
RIFADO.
Ollieinas de terceira clas-e.
Ferro Inglez em barras se 1 a 3|S quintaes
:o, dilo diio de verandas 20 quibtaes, diio
dilo quadrado de 5|8 i|uinlal 20, dito angu-
lar sorlido I quintaes, l'olhas do Ierro gros-
sas-1 dilos, dias de Ierro linas i ditos, fole
inglez peuueno 1.
Quarla elasse.
Araniede lato lino 1 anoba.
Quinta elasse*
Sola curtida 200 meios, lio de vela lino 1
arroba, cera branca I dita.
Quein quizer vender esles objeclos, apr-
sente suas proposlas em cartas luchadas as
10 horas do dia lo d novembro prosimo
vludouro na secrelaria do conselho.
Sala das sussoes do conselho administra-
rua do Trapiche n. ~>i, ou com o capi-J
Lu, na prara.
\\\i) .e 'niro.
l-.-pera-se do Assu' o brigoe imperador do Bra-
sil, o ipi.il depols da nnflicieule demora para recelier
Ireie, segoira' tura o pon,, indicado -
0 l)r. Joaquim d'Aqumo Fonseca jul-
;;a conveniente declai-ar, pessoasque compai-ecerein na casa de sua
residencia, mesmo qiiiindo lejaui de riuu>I
da iis dias designados para isto, e roga as|
que lm em vaccinadas iiueno deivem de
vollar nesses dias: porquanto i se pude
111 relee a intioculacao vaccinicasendoase-
m de a-,ucar : quein ..- liver dir.ja-se ra de j |,r a,.rr Apollo, armazem n. I A, que se pagar, geuerosa- | gundo dizem. por caus. de l ir /-ra ^.,,
isso nao \a|u liaj,.
niche" T" M,"*1 AUM '""r"' 'M "" d" '"* menl' I"ss;"Il (1(: "m 0tro individuo. <
,, para que isto tenlrn lugar torna-se imlis-
f'ara a lia lita
segu imprelerivelmenle ns(es das o veleiro e bein
couliecnlo pilliabota ylloiis Amigos ; pai;, un pe-1
queno resta de carga que Ihe falla Irata-se com o sea 1
consignatario Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo,
lila da Cruz 11. I.
Para I.i-boa, com brc\idadc, por ler parle da
carga prompta. o brigue pnrtuguez iLaia Illa:
quem quizer i-anegar, lrala-s com es snus COOSR-
uatarios abaixo assiguadn-.
menlc.
Aloga-se a segundo andar do -obrado 11. N da !
ra do Oueimado : a fallar na loja.
A |.-----.1 jiif aniiunrioii preci-ir de 5008000
"om seguranca em un moleque, e una negra de 22
anuo-, dirjanse a ra llireila 11. 72, <|iie ahi se dir
quein os do.
Kecife 27 de nulubro de HJM.
AhHia M o .,..miii an,t]r de um ohtado Be
paleo da ssni.i i.ruz ,,,., 0 |rtender falle na
ra das t.rn/e- no ullimo obrado de done .initaces.
lado direilo quera vaid redo Oeeiaudo para M,
Engoma-se c cozinhanie rom molla nerfeicSo e l'raiiciseo. >a sasasaa casa -e
pensavel quecomparecam; alem de que,
podentlc ser confundida com a falsa vacci-
na 1 veidadeira, por aquelles rjue is nao
sabem distinguir, sii voltando conhecer-
, se-ha se estiio pi ese vados da varila.
Quem liver adiado tuna beogala de
baleia, denso de menino, encastoadae
Jpo:itra de metalbranco. ea r|ueira en-
Tara 1 isboa, com brevidade, por ler parle da 'legar: dlgQC-SC dirigir loja de 'iliilhei--
carga prompta, o brigue porloeaez iSoberam: I me da Silva liuma]-9es, prxima ao arco
quizer carregar, liirija-se aos seus conisgnata- Je 1 j
raucisco >everiano Habeii & liiho. de Santo Antonio, lojaije quatro portas.
quein
rios F
Sabe para oCeara inipreleriviluieiUe no dia 30
do correnle,o hialc 'Aurora.
d
t,
Precisa-se de urna lavadeira pie se-
ja boa, nao demore a i-aupa 110 rio c ele
fador a sua conduta: na piara da Inde-
pendencia liviaria ns. lie S.
f
a5!3 -i
DA
Segu
eom brevidade > liem conheci-
do e veleiro brigue l'I.M \, capitao Ma-
noel de Freitas Vctor, lem partela car-
ga prompta: para o resto. Irata-se eom
os consignatarios Novaes > C., ra do
Trapiche 11. ~>i, un eom o eapiio, na
prara.
Comg nhiu
Pernaiiibiieaia.
are'o : na ra llireila n. i7.
Alase se umj casa terrea com cn-umodo- para
grande familia, quinta] murado rom cacimba por
prega commodn : a tratar na ra da Cadeil do Ite-
cife n. 1, escriplorio d Barroca o\ Castra.
Nu jornal de Lisboa o Civilisacan 11. 01
le-se 11 seguinle :
11 Nao deixarcmus sem algums bonrosi sMOso
um volunte de 255 paginas de oitavo, que na Bso
lemos, publicado etu Fernainbiico pelos lins Jo an-
uo passado com o seguinle titulo :
< Brinquedo da Puericia, dialugo joco-serio,
ciitico o moral entre as viniee cinco lellras do al-
fabeto, ou modo de excitar os meninos a amar a
Icilura, contendo alem deste, principios genes de
moral, grammalica da lingua nacional, compendio
da doutrina ehrislaa, modo de ajudar i missa. li-
teratura era prosa c verso, manualde civilidade. e trato peifeilo e inalU-ravel poder. prta* o-
...i..j. j. n..._____- diasque restara de tea esleda nesla uihIM. >
laboada de Puagoras. m es,ab,|iroe(l, mtmt ., cple
Por este motliodo.o professor fazetido as ve/es de lo e variado orlimeulo de joias e arlefedus pera*
repelidor.collocado no centro de umcirrulo compos- collecco de retralos.
ti do meninos, os habilita independen le de denu- Aluga-ss um prelo ja de idade par* rarregar
rias a lerem em (i mezes com toda a peileirii, ro- Inltoleiro ou onlio qualquer servico que neo sej*
nio niusirou 110 dia lti de seiembm de 185I em degrandepeso sahindo mesino do casa do onhat
publica exposixo, no ^aluo do Uuatro Santa Isabel, as ts horas do dia : quem pretender dirija-so o
ojprofessnr particular, Francisco de Freitas tiara- paleo do Terco n. 32.
boa. Precisa-so tima ama forra para casa depoura
caso de servir.
compra um pequen"
porlao de Ierro pare um sssbs, sendo em < mi*. st
precisa de ama enera\ de tojo o servir* m alo
-nel.
-- O prazo psrs a venda de IsMasIas kasiBaas n
jrnia'em dos abano assiguadns, sari redunde X
meze-, serondo o co-lume da pra. a. ,| \- ,|Q a..-
>embro prximo futuro em diaNle.
II11.....1 Jj IjJm,
Itecile 27 de oulubro de IKjli.
DAGUEfbEOTYPO
SYSTEMA NOKTK-AMKKICANO
Aterro da Boa-Vislan. 1. J." andar
l.,iu-.i- extraordinarias chamau arti-U |oprie-
lario itc-le eslabelecimento a urna das |fuincis -
11 orle aoude soppoe ler algoma demora, e lees,
partir no paquele a I guarassu apestas le a sea o-
leria e oflicina a disposicio do publico iii o da 2*
do correle : as passoas que desejarem po-nrr as*
:i2::t2s?o:i(
Kejidimenlo do dia
dem do dis 27.
llVEIISAS PROVINCIAS.
vemhro prximo vindouro, ni novamente a prara livo para t'ornecimeiito do arsenal de guerra,
para se arremalados a quem por menos fizer os ra
paros de que precisa a pome sobre o riacho de Pi-
rauyra junio a villa de Limoeiro, avallados em res
1:8049000.
E paraeonslar semandou allixar o prsenle e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesourarin provincial de Pemam-
bnen 27 de oulubro de 1S5(>___Oserrelario,
A. F. d'Annunciaran.
&ttlota<$t$*
I a 27
:l:K0:3O9(i
115->10
iiiis-iyn
HhSP/xCIIU.S iii; EXI'Olll'AtA ri'.l.A MaasSj)
llO CONStlAO UESTA CIPA HE NO DA
27 UE OiriUBKO DE 1850.
LisboaBrigue porluguez eBosa Socceso, diversos
carregadores, 100 saceos assurar iih>i,ii,i!, ril
barris niel.
Biienos-AyresPolaca hepauhola oCatlialan-i, A-
morim Irmilos, 1:1 pipas agurdente.
Lisboallriaiie porluguez uSoberanoo, Francisco
Severiano Kabello < l-ilbo, 1U0 saceos aisucar
mascavado.
LisboaBrigue porluguez uLaia III Francisco Se-
veriano Kabello c\ Filho, 1U0 saceos assucar mas-
cavado.
LiverpoolBarca ingleza iiLancaslriceo, James K\-
der & Companhia, 321 saecas algodilo.
HavreBarca franceza Itanulu, Lasserre Com-
panhia, (17 saecas algodao, 200 saceos assucar mas-
cavado.
ExDortacao .
Itio 111 .iinle do Norle, lancha ul-lor do Kio (,ran-
dcs, de 12 toneladas, condnzio o seguinle : 5,">0
voluntes gneros estraoaeiros, :l bacas e i bahus de
llandres, 2 Tardos e 1 iata fumo, 110 caitas charutos,
i ditas cha, :10 ditad ssbao, ll latas bolachinha, I ar-
roba de carnauba,.", asacas cale, 2 babns de folha,
I embrulbo sellins, 2 lixos ,\r cobre, :l candeeiros
de folha, 1 barrica, 1 caitas, 1 caixao e i bahus bo -
lacha, 1 c espirito de vinho.
KECEBEIIOKIA DE KKNIIAS INTERNAS HE-
KAES HE VERNAMBIICO.
O Illm. Sr. inspector da lliesouraria do
fazenda de P31 nambiico, achando-sc autorisado pe-
la ordem do tribunal do lliesouro nacional de n.
til de 8 deuutiibro crranle, para contratar o cor-
te e condueco de pao brasil para esta eidade; con-
vida pelo presente aos propietarios dos terrenos em
que existe semellianle madeira. a comparecerem por
si ou seus procuradores, afim de fazerem o respec-
tivo comalo dentro do prazo de tiO dias cmodos
da dala deste.
E para constar mandou publicar o presente c-
dtal jiela imprensa e allixar nos lugares mais p-
blicos dcsla tidade S capital, e nos das comarcas do
, 1 menor. .
Secretaria da lliesouraria do fazenda de Pernam-
buco 24 de novembro de 18ib,0 efifcssl
maior,
Emilio Xaviej Sobreara de Mello.
TRIBUNAL DO COMMERCIO.
Por esta secretaria se faz constar que fura em
ilatn de hoje coinpclentemente registrado o vapor
Iguarassiio propriedade da Companhia l'ernambii-
cana de navegaejio cosleira a vapor, domiciliada
nesla peana.
Secretaria do tribunal do commercio de Pernam-"
buco 27 de oulubro de 1850. innmerico Au-
gusto do Reg Rasgal, no impedimento do of-
licial maior.
Heodiraenlo dn dia 1 a 2.">
dem do dia 27. .
34.-071J3*
:i2-ni
:t1:it:t5l'.i;!
.; a

f
CONSULADO HKOVINCIAI
Hendimenlo dndia I a 25 .
dein do da 27 '. .- .
3S:l22S!ll
USIHBB
39:603*978
PAITA
dos prerus correntc-s iln nssuiar, algoiloo, c mais
amero* do pai:, i/ue se detpach&m na mesa do
consulado de Pernambum. na semana de 27
a :'.1 de ssfitlora de (856.
Assucar ein caixas branco 1." (|tialidadc j
. caada
mase.........
> bar. c sac. branco. ... ...
i> mascavado.....
i> retinado..........
A|godSo em pluma de l. qualidade
a 2.
>, >< 3."
n em rameo.........
Espirito ile agurdenle .
-Agtirdenlc cachaca.........,
i) de calina.......
resillada.........
do reino........
lioncbra I.............caada
...............botija
Licor...............caada
1................ garrafa
duas arrobas um atqueire
Arroz pilado
em casca.........
Azeitc de mamona ......
sj meiidobiin......
de peixc.......
Cacau.............
Aves araras.......
papagaios.......
Bolachas...........
Biscoilos ...........
Caf boni............
resslolho.........
j om tases.........
11 muido...........
Carue seicca.........
Cocos com casca........
Charol"- luios.........
ordinario!.......
ii regaba e primor ,
Cera de carnauba.......
em velas.........
Cobre novo mao d'obra .
Coiiros de lioi salgados.....
i verdes..........
i) repisados.......
de nuca ........
11 ii cabra corlidus .
(cachimbo......., .
Esleirs de preperi......
lloco de calda........
i) 11 goiaba.......
11 ero..........
11 jalea..........
Estopa nacional........
eslrangeia. m.io d'obra
Espanadores fraudes.....
n pequeo- ....
Familia de mandioca ....
>i i) milbo......
i> o arnriil;......
Fcijao............
Fumo boni ........
n ordinario..... .
em folha l>om.....
11 n ordinaru.....
.1 a regoldo.....
caada
urna
11111
cenlo

lendo de ser posla em basta publica na porla
doalmoxarifado desta reparticao, afim deser arre-
matada por quem mais der, uma porco de bola-
chas c farinlia arruinada nos dias 29, 30, e 31 do
crreme mez pelas ti horas da manha ; o Illm.
Sr. inspector manda fazer islo publico, para co-
nhecimenlo de quem ronvicr.
Inspeccodo arsenal de inarinha da l'ernamlnico
om 27 de oulubro de 1856.0 secretarlo Ale-
xandro Rodrigues dos Anjos.
CRRBIO.
O vapor olgoarassu'n recebe as malas pira os por-
los d* Parabiba. Bio Uraade de Norte, Assn', Ua-
ealy, Cear., Aeeraeo' e Granja, hoje, 28 do cr-
reme, as '.I hora- do dis.
CONSI-LIIO ADMINISTRATIVO.
O conselho idminislraclivo, em virtuile
da antorisar;ao do Exm. Sr. presidente da pro-
vincia, tem de comprar os objeclos se-
guitites :
Para o quarto baUlhfio de artilharia a p
Barretinas primptns 290, bonetes 300. dilos
para msicos 2*. grvalas de sola de lustre
995, palatinas de metal para msicos 21 pa-
res, panno azul para lardas, sobrecasaeas e
calcas 187 eovados, penachos para barreti-
nas 20, hiim para lardetas e calcas I 100
varas, algodSozinho para camisas 550 varas
panno peto para pol.inas 55 eovados, sapa-
tos 2-20 pares, bandas de 13a 31, panno azul
para capoles 1710 novados, hiela verde para
forro 1015 dilos, hollanda de lorio 1807 eo-
vados, casimira carmezim 270 dilos, ania-
gem 3t5 varas, botes grandes de metal com
n. 1805G, ditos pequeos de dilo n. 4 ',22vs
bombas de metal para as tardas 580, colxelos
para as Tardas 534, botes grandes de osso,
25 grozas, ditos pequeos 20 dilas/iitos pre-
tos de osso 28 grozas, colxetes para capotes
290 pares, dragonas 390 ditos, esteiras 210.
Segando batalho de infantaria.
Bonetes cumplidos 386,panno azul para so-
brecasaeas e cabras 1925 eovados, chouricas
du ISa 1185 pares, brim para lrdelas e calcas
102(1 vara-:, mantas de laa 385, gravatasde
sola de lustre 385, algodSozinho para cami-
sas 063 varas, panno preto para polainas '17
eovados. sspalos385 pares, esleirs 385, hol-
landa de forro 1492,casemira amarella 25 eo-
vados, dila encamada 49 ditos, colxeles 385
pares, aniagem 103 varas, botes grandes
6>100 convexos de metal dourado com n 05300
i'l! l'ot',es pi' wio 13*6-,'DOlo';s grandes de osso 1:1 grozas, ditos
loaoon P*luen0B ,le dll 35grozas, ditos pretos di-
.i-.iiKl it0 ll dita8' casimira azul clara 25 eovados.
85601 Nono balalhSo de infantaria.
1:70o i Bonetes 600,gravalas ooo, panno verde
2-2 de oulubro de 1856.lenlo Jos l.ametiha
Lins, coronel presidente. Ke-rnardo l'e-
reira do Carino Jnior, vugal e secretario.
REPAKTigAU' A VACCINA. Q
@ Com autorisiiciio do K\m. Sr. ?'
; presidente di prqvincia la/.-se pu- e^
.Sgl biieo, para conliccimerlo 'los lia- S
I bitantes desta eidade, que os dias 5^
de vaccina seiio de hoje em di- :':.
ante as qninias e domingos de ;.-
cada semajna, no lugar e horas :;.
anteriormente declaradas: nos do- t't
mingos estnia' esta repurtieo a- -;
berta aleas II horas da manliu. .-'j
Dr. J0R0 Nepomucend Dins fer- .-''.
nandes, commissario vaccinador ;'-.
^ provincial. /'",
-:':-:>:>:>' .'.-;:?::- i.":-':0 .::-:"?-":-::;-
REPARTICAO DAS OBRAS I'i BI.ICAS.
A reparlicSo da obras publica*T<.....traa o forue-
ciineiilo de lijlo de alvenari* grossa e orea para
obras da capital, pelo lempo de seis nices. Os pro-
tendentes dirijam as suas propaslas em carta fechada
ao Illm. Sr. directo- i'1 ria no 1. do correle
11 horas a., nu .u^i i-,
Secrelaria da directo-: : pobliras 13 de
outabro de 18.541.(I secretario,
Joaquim l-ranei.co de Mello Sanios,
I'.OINSEI.IIO ADMINISTRATIX .
O conselho administrativo em vi'iudcda nulori-
sac.au doExm. Sr. presidente da provincia, tom de
contratar os gcueros alimenticios para ornerimento
da companhia de aprendizes menores, do arsenal
de guerra, e africanos livres do mesmo arsenal .du-
rante os dous meces norembro|cdczeinliro prximos
jiudonros.
Pao de quatro oneas, bolaenas, carne verde,
dila serra, farinha de mandioca, assucar somonos
retinado, caf, cha hyson.nisnteiga franceza. amu
pilado, baealhao, feijao preto 011 miilatinho, louci-
nlio de Lisboa, azeite doce, vinagre.
Quem quizer contratar esles objeclos aprsenle
suas proposlas em canas fechadas as 10 horas do
dia 29 do correle : na secretaria do conselho.
Sala das sesses do conselho adminisirativp para
foriiKcimeulo do aasenal de guerra 23 de outubro
de 185(1.Jicnto Jos l.amenha Lins. coronel pre-
sidenteBernardo l'eroira do Carino Jnior.
vo;al e secretario.
^.".;
ladreo da As.sjnil)ia nts-
:nerti 10.
i) vapnr IG1 AKASSI.' uhfl para os purlus rio
norte as horas .la laitle di: J'i do rnrreiilo .* o ti
p*rdieiilf, no escriplorio da rompaiihla, se fechara
ao nieio-dia.
C
111 panlna
paquetes
brs sil eir
a vapor.
de
th:soiireii*o <
oleras niaiiila fazer pu-
blico, que esfjlo cxposit-
h vcmla, na tliesotiraria
das loteras, un nifl da
Aurora n. 'Uj das 9 s 5 da
tarde,osbilhetesem+>ios,da
priiueira |>artc tia pritiiei-
ra lotera tie %
15 rreiitis. 3Ii s rodasn

el ii.-. iiodin 8 de novembro,
e Iojo que se publiqticm
as listas, s* [>a<*'ri ni os pre-
mios incontinente, a ex-
ccpeaii dos dous premios
grandes, inesfu pagos lo-
<;o, no slalo da exirne.ao,
uoconvento de Nossa jen*
hora do armo.
O esc i i va o das
Jost Januario \
Muir .
Conlenlar-se-hia o Sr. Gamboa rom esles ervi- familia : quem qui/cr e esliver no l
eos capital da provincia onde rende ? !... dirija-s-: a ra da Gloria n. 31,
Previdencia
Li o Brinqoedo da Puericia, esbi bem escripio,;
he ameno, o instructivo'l.uiz l-'ilrppo Ixiite.
A leitura do Brinquedo da Puericia loi-mo feila
de uma assenlada, cora llagianle violacao das or- umnaith'm de regaros rantra a murlitidar
clens do medico, c fez-me ella muilo hora Man- ..,..,..... ,,rln, xn'\ ns i.Mrnn
dei reler anda o opsculo cm presem-a do director .J^*SE?* k 2?. U>.M,R0
i. ________, ... ", Aaencia filial de l'eroamburo>. 1 1 raa do i.rr.i.o
da escola normal _l.ei.e- c da e*eellenie meslra ,,, aes(e an0 ,, mul(0 |r.K,B,
regia Silva Canuto. que ambos o acharara, ; memoria de todos, para qne se deito de apreciar
como cu, muilo digno de adoprao e louvor. De no- grande benellrio qoe resollara' aos prnprielart**ir
las para emenda ou melhoramento para uma Ht.\*?*!!m'J*lmm'l**1nlA*,, ajsj sssjf
oleras,
ves d i
THEATRO
di:
U vapor ,S. SALVADOR, commandanle o M-
llenle Sania Barbara, espero-se .ton porlos do norte
em o lu de imvoinhro proairoo, o dcpoi da demora
segoira para Mam, Baha o Rio de Janeiro. Os
seoberes que tivcrem a embarcar volumes on osera-
vos, desea spresealsr-so na agenei*, no dia da
cheaada do vapor, para saberem o que podera ser
roeebido, ficando os conheciinenlos eesse dia, na
agencia, e os embarques pmlerao ser fcitos no dia
seaoinle al o meio da : aqeoeia, na ra do Tra-
piche n. 10, i> andar.
Para o Araeaty
segu no tim da presente semana, o bein conliecido
hiato na roa do Visario n. .
Segu cm poucos dias para o Para com escala pelo
Mar.inli.io o hriuue hrasileiro ('lora, de piimeira
marcha, o qu.il lem parle da carga a bordo, para o
resto e passageiro-, para o qoe ollerece acetados com-
modos : Irata-se com o coi
tlesis de Sou/a na Iravessa d
mazcm de llarliai tV Piulo, ou com o capitao Fer-
nando Jos do Santos, na praca
O abao assignado declara ao res-
peitavel publica, e particularmente' a's
pessoascom riuem teve transacciies, que
snldot toilns ns suas contas ate hoje con-
h-ahidas; <: por isso nada deve nesla pra-
ca. Kee.ile i~ de outubro de 1856.Joa-
qun Vicente Maniues.
Para vi IVsta
Al.
uga-se no lugai du Torre um sitio
botillo, cora a lallai' com o Sr. major Aiilimes, na
nllanJc;';!.
I ugio no dia do correle a preta crioula,
de nome Irabel, com !> mnos de idade, e-i.iiuia
mais que regular, rusto comprido c descarnado, ns-
ri chato e docue, corpo magro, roaos e dedos com-
pridos, c p grandes, consta que acompaiiluua a um
cabo do nono balalhao ,lc nome Ateiaudre, qae de-
sertou por ler sido vista com o inesmo cabo na poute
do Cachanga' ; uralilica-se com ."iua a quem a pegar
Har' pelo Maranhao.
o Para com escala |
iro (.'lora, de piim
carga a bordo, par
5XSTJS! "r" ^JTSgcSS4' **'quai co"fro,,,e 80 si'
t0t$.
I
9
9
19300
->>!10i
58l0
t;ii(li|
MJ.III
."i-sStK)
Ia630
CH.")II
95dD
l(i
9730
970
CfstMI
92(0
>X(KI
US
C-ilKl
l-'l^ll
S80
lOBOII
19600
59500
109000
39000
i3ti
t) espectculo annnnciadu para o dia i) do cor-
rele, em beneficio do arlisla Saals lt -a, lica trans-
ferido para qoinla-lcira 11 de novembro, em virtude
do dilo arlisla se sebar incommodada inda a aemaaa
prxima passada. e mi ler podido farer ensaios.
SfMalOi
tt:'-:1.&&.
PARA O RIO DE JANEIRO.
Espera-se do Ass com o uita brevidade a bem co-
Oliecida e vtleir,. liaren nHalhllde, a qoal lera aqui
a dentora sollicieute para rereber escravos a frete
pira o porto Indicado : lrala-sc eom Manuel Alves
l.ucrri, na rn.i do l'rapiche n. 11.
rfJii |E .). mi
Segu com multa brevidade por se a-
cbar com dous ta-rosda cai'fraa bordo, o
brigue Gonceiro ., do qual I- capitao
Joaquim Ferreir dos Santo; pura o
resto, e escravos a Cete, para oque tem
commodossuflicientes.trata-secoraHanoel
.-Vives Guerra, na
IpTranid
ipuhe n. I i.
Df
millii'ii o
una
alqucue
ai
alqucue
. a.
il60
.---"i.-,
9175
"JM)
159000
9360
190110
9200
3210
9200
9UW
15600
1-IKHI
23OOO
ISKKI
13920
2i00;
aooo
HOOOO
IO9OOO
WSIO
5WW0
hrum ll" eovados, CordSo de I fia pela
vivos -J.100 varas, mantas ,ic 13a IIOO, sapatos
1,200 pares, panno .izul para capoles 3,600,
eovados. bandas de laa :tu, esleirs KOll,' bol-
latida de forro 2,325 eovados, colxeles OOO
pares, aniagem 30o varas, holes grandes
convexos le metal bronzeado com n. i de
metal amarello ,8,100, ditos pequeos con-
nexos de metal bronzeado com o n. de me-
tal amarello ,000, UntOes grandes brancos
de osso 67 grozas, ditos pequeos ditos de
dito !> dilas, ditis pretos de osso 75 ditas
baiela verde para fono de capotes 2,1110 eo-
vados.
Dcimo batalho de infantaria.
Blleteos 193, patino verde escuro pata su-
ecasacas e calcas !l9 eovados, brim para
lrdelas c calcas "J8o varas, gravatas 179,
bandas de lila 211, algodSozinho para camisas
195 varas, panno preto para polainas 49 eo-
vados, sapatos 198 pares, esleirs 198, coin-
de Jancir
Sesue com hrevidade por ler parle da carga,o bri-
iie ifl.bi'rali; para o resto, passaseiros e escravos
a frea, Irata-se com Caetaoo Cvriaeo da Coala Uo-
reira, na ra daCadea do Rerife n. -J.
Roslrnu Rooker & Companhia fariio leilo, por
inlervcnrao do ajjcnle Oliveira, de algumas lazeudae
nvariidas, e em .c^iiimenlu um completo sorlimsuto
de oulras de lei recenlemnle chegadas, e em per-
feilo estado : quarla-feira, 29 do crreme, as 10 hu-
ras da manha, no sen armaim, praca do Corpo
Sanio.
LEILAO SEM LIMITE.
O agenle Vieira ra/. Ieii;0 de 20 saecas com lari-
nha de tapioca do Maranhao, por conla e risco do
qoem perlcncer : quarla-feira. 29 do correte, as II
huas da manilla, no aima/.emdo Sr. Aunes, de-
Ironlc da Blfsndeca.
O agente Borja lar leilao dos movis per-
leneentesa um negociante que se retira paro Portu-
gal, constando do uma excellenle mobilia de jaca-
randa com podra, um opiimo piano de armario, 2
espelltos grandes, secrelaria, guarda roupa, guarda
vestidos, commod.is, marquetas, bancas,uma sofri-
vel mobilia de angico para sala de jamar, guarda
Ic-UCS, aparadores, mesa elstica, lavatorios com
pedra c mais outras obras de marcincria etc., can-
delabro, c lanternasde ridro, ricos vasos e enfaites
de porcelana o de cristal para sala, lonea c vidros
unos para mesa, arranjos diversos, de casa, irens
decozinba e outros miiiios objeclos elc.que seacha-
roevposios no armazem do agente annuncianle,
silo na ra do Collegio n. 15, onde lera logar n
leilio quima feira 30 d., corrente as 11 horas. Nes-
M mesmo dia vender-se-ha tambem para liquida-
cao de coolas uma porcia de saceos de feijao m;i-
lalinho muilo novo.
O agente Borja far- leilao, por conla dos Srs.
Ila-Mos si l.emos, do diversas peca) de marmore para
jardim, coaslando de um lindo repudio, va-ia me-
sas, vasus, estatuas represeiitaodo as cinco parles do
mundo e as qu*lr<> estacSes do anuo, e oolros min-
ios objeclos ele..... quaes se cnlregarao pelo maior
prego Merecido, visto -erem para liquidaron ier.
(a-Ieira, 28 do crranle, as II horas da maiih.la, no
armazem do asente aiiiianciaiile. sito na ra do Col-
egio u. I, Nessa mesma occasiao vender-se-ha
tambem em leilao uma porc.ln de objeclos de prala
perlencentes .- urna pessoa que retira-te para a Eu-
ropa, consistindo em duas ricas bandejas, um com-
p eio apparelbo para cha, salvas da diversos lama-
iilios pahleiros, um excellenle faqueiro, e outras
atlas obras, assim como um riqusimo adereco de
Iirillianles, lalvez ,. mellior que se lenha vislo esla
(Idade.
tjuem precisar de urna preta por aluguel, di-
rija-se a ra da Mangueira 11. 5.
O Sr. Julio Silveira l.obo ha pone* chegadoda
Corte, qoeira ler a bou lade oe declarar sua morada
por esto Diario.
l'reci.a-se de orna nuilliei de idade, que quei-
ra cozinhar e ongommar : quem se adiar ne-Us cir-
cumslaiicias. dirija se a ra da Senzala Nova 11. 9.
lanihem precisa-se de um olticial de charuleiio, que
Irabalhe em lies por dous.
ltenmelo.
Arrendare ou vende-se o itio do fallecida Igna-
cio Firmo \avicr, entre as duas pontea da Magdale-
na, cuja casa lem commodos para duat familias, e a
localidade be de umitas vsnlagens ; faz-se todo o
ajuste com o-locatario ou comprador : na ma >ova,
esquina da ra da Carabas do Carino, delronte da
loja de Colomhiez, asilarla com quem tratar.
ALVHjAKAS. RVPV/EAIU !
Ifiii um teuho ,i dar ;
E Vai-tfl em gelo lraiif,roima/.
1 .* nj>
Wtea
Ale o ti ir dele mes espera-sc da Kuropa mudos
vapores da Real Coropaiibia, o qual ilenois na de
mora lo costme seguir pura o sul |iara passa-
gons, etc., Irala-se com os apeales Adamsou llo-
ie a C, ra do Trapiche-Novo n. !i.'.
1
I
O
(lli
Para
BrIii
ijji'uii- unvcira lai-a letuio, cm sei
escriptorio, df grande porcSode ohi-jsdu
ouro, como xejara : uiuicis, allinetes de
jeito, brincos, botes de punho, trance-
ins, 1 01 Jao, ivilom; incJalba,crucL\0,
6 nina imufjem da Conci'ii-ao: assim co-
mo, de diversas obras de marcineira, in-
clusive mesa elstica de amarello para
Miniar 2 pessoas. laiileiiias. quadros e
muitosoulrosartigos,<|ue serao vendidos
J por<|ual(|ner prero, alim de desoecupar
. I dito escriplorio, caso os donos de alginis
no maiidem tomar conta antecipada-
unte dos que Ibes pe lenccm : lerca-lei-
1 s l( huras da ma-
l.a' do Polo, onde os
Yivem.n, loca enlomados,
Chegou nctar que relre-ca
Vossai labios dessecados.
E o Soares, que jurn goerra
Ao fogo, ao sol, ao calor,
Com gelo, anana/, e nutras
Mitigara' VO8I0 ardor.
Junio an boceo do Rosario
He. pois, e encontrareis
Ser verdade o que vos cont ;
Bom cobre la' dei varis.
Para nao interromper o servico da liuha do
Brasil, em cou.equencia dos reparos qoe lem soOrido
os navios, a compauhia Irauco-Ainencaua lem sid.i
cao ulterior pouco se fe/.; mas largo trali.ilho have-
rla sido individuar todos os mritos e excellencias
de tal escripio. Urna e uuira cousa espeto cu en-
viar a V. S. para o oulro correio.Antonio Feli-
ciano de Casliibo.
Submetti o referide opsculo ao jui/.o dodisliuc-
10 Sr. Dr. Feitoza, e mais Ilustres redactores dos
peridicos desta cidade.e esperando que nao discor-
dem dos pareceres cima publicados, me animo a
annunciar esta obra venda, na mo do Sr. Joa-
quim Jos de Paiva, Manoel Amonio Ooncalves,
ra doCabug, e Maia, na rna Nova, e na mesma
escola do melhodo Castillio.Francisco de Freitas
Gamboa, professor particular autorisado pelo go-
verno.
Na l'assagem da Magdalena, ilha do Retiro,
existem dous sitios com duas encllenle* ea-as para
morada, ou passameulo rta festa, por is*o quem as
pretender podera' entenderle com Joio lavares
Curdeirn, na travesa da Madre de l)eos n. 9, ou na
mesma rus n. 36.
Km praca presidida pelo Illm. Sr. Ur.jui/
dos teitos da fazenda nacional no dia 29 do
corrente mez, depoi.s de sua audiencia, se
hao de arrematar os hens abai'xo declara.lu.1
para pagamento de execuces da mesma fa-
zenda contra setisdcvedoros, a saber :
A posse de um terreno de inarinha na na
Imperial n. 914 com 80 palmos de fronte e
fundo at a baixa-mar por 1201, penhorado
a Manoel Jaques da ^ilva.
l'm dito n. 5G na ra de Luiz do Reg eom
30 bracas de Trente e 71 do tundo por 600>, a
Jos Joaquim de Almeida Pinto.
l;m dilo 11. :H9 na ra do Brum com li
palmos de frente e 'ij de fundo por-il/, a
Jofio l'i.din asauluro, cm lu^ur de Mnimel de
Siqueira Campello.
Lm dito 11. 196 alraz da ra da Concordia,
eom CO palmos de frente e 100 de fundo por
.un-, Manoel 1 .aciano do Oliveira.
l'm dito 11. ll B. atraz da ra do Caldei-
reiro com 21 palmos de frente c I.IO de fun-
do por 400/, a Antonio dos Santos Andrade
em lugar de Manoel l'ercira deSa.
Um dito 11. 17S na ra de Apollo eom 20
palmos de frente e o de fundo por SOOf, a
Rosa Rngracia de Santa Maria Ahreu Rran-
dao.
I111 dito 11.113 atraz da ra do t'.aldcireiro,
com 20 palmos de frente e 100 de fundo por
100-1, a There/.a de Jess Cavalcanti l'essoi.
Uta dito b. 232 A na ra do Vigaiio com 30
palmos de frente c 45 de fundo por I00--, a
Mananta da Conceicao Percia, curadora de
seu marido.
l!in sitio na estrada de San Jos do Man-
gninb.0, com grande casa de morada, estriba-
ra, cercado em parte c oulra murada, com
minios arvoredo de fruclos por 8:000?, aos
hurdeiros de I). Joauna Machado Freir Pc-
reira da Silva.
Uma casa lerrea ti. 13 na ra da Casa Forte
com 15 palmos de frente, eo/.iuha fura, quin-
tal em aberln por 100-, a Maria Francisca da
Silva em lugar de Florencia Maria da.- Vir-
gens.
lima dila cm frente da igreja do Remedio,
feila de cal c lijlo, com terreno de ambos
os ladosc fundo at a camboa por :>:000f,aos
herdeiros de Francisco de Assis Campos Cos-
dem.
Todos os ulencilios para urna botica, cons-
tando de grande quantidade Je potes de lou-
qn c vidro, c outros muilos objectos inclusi-
ve alguns medicamentos, ludo por 77^700, a
Rento l.uiz de Carvalho.
Doze ca leiras novas de madeira Jacaranda
com assentos de palha por 72^*, a Vicente
Morcira da Silva.
Seis cadenas de conduru' com assentos
de palha e duas pequeas mesas da mesma
madeirapor ii^, a Joiio Pereira Lago.
Seis cadeiras de madeira Jacaranda, uma
commoda de amarello,uma niarqueza de an-
gico, uma banca de meio de sala, uma mesa
de amarello e. dous halis pequeos, tudo
por 189, a viuva de Manoel Lopes Machado.
Quem taesobjectos quizer arrematar diri-
ja-se a casa das audiencias a hora do cos-
tume.
No dia is do corrente pelas oilo horas
da manliaa fugto um negro por nome Anto-
panhia ollerece.
Ningoem deisara' .le concordar na vailate de
tirar dos rendimeiilas de orna propriedade ama i<-
quena parcella que uaranta o seu valor lolal, e *
premio he tan mdico qoe mis em W anuo- naeo-
plelara' a quaetia qoe, a qnalqurr momenU lean
direilo de ruceber por caso da morte do escrave e-
goro.
Pagar-se-ha por eirmplo. obre a avalia-ae de
1:i n H > ; e menos em proporcao no rao 4o valer sel
mi- mdico inclusive o sello da apolire ele.
.< Das Hades
lie 12 ale entrar aos 10 anuost-vlOO par m.
10 15 a I---" si m
Subindo o premid de cinco ea* cinco aa*>*s ale a
idade de 70 anuo- conforme as coiidiraes itprt las
que podero ser procurados no escriplorio ao
companhia.
No caso de bvpolhecas, o sestero serve para aun
garanda das dividas, porqoe a companhia acesia a
triusfereocia das apolices a novo rwoprielanos, casa
lauto qoe essas transferencias se realisem esa sea es-
criplorio.
Uar-se-ha run-ulla- gratis ao- ecrava segar.ei aos
9 para III horas da ni.inli.la, uo c-eri|iloei" da i
olm.
Lotera vincia.
( Olll
XO iissigiiatlo
a rubritM d<>
loram
didos os st'giiiiites
mios:
Ii7i 5:WMM I
590 2:iuts l
18!ti
I88S
!IV
.-.72
lili."
2.").")(
Im-
vrn
{liarlo,
dilo.
ilito*.
ditos.
227(
I07
VOO.S "2
200| 2
lOO.s' "2 ditos.
lOlt.s' 2 ditos.
I0t* I dito.
"0s meio ImIImI.-.
"><. meio IhIIhU .
50.S' meio liillieic.
He pa;o 110 e.wiipiorio
do abaixo assignado ou n*
[)ra<;a da i iidepeiitlc ici
loja 11. 40, nao s a garan-
ta dos jtiimerns cima no-
tados, como todo o tremi
por inteiro.
P. '. Lrvymr,
LOTERA da provincia.
abaixoassignadoavisa
ao respeitavel publico que
ventleu assoo'H i ntes orles:
cjuarlo n. ."908 2:0.
meio < 28I8 >00 quarto BUS lOOjrOOtl.
billiete 217 .>0. O 111 siiio tem exposio
venda as lojas j annun-
ciadas os seus elixes l-
llictese niciostlitos,da pri-
ueira parte da printcira
lotera da malri/. de S. iHi
g"uel de Bar re i ros. enjos
preces sao os segauntes:
Ilillieles 5sK00 i-eieU- "irlMMJ.ftMMI
Mean 3fM0 2:.>oo.simm
Por .Salasiiaiuto d'Aijui-
paderao diriir a agencia d
sennos, ein casa de Lasserre cV I' sel-freres.
O Sr, de engenho que precisar de um olticial
de carapina para luda a obra, pira e lado de linian-
na al Parabiba, dirija-te a ra larga do llosario n.
7, hntequim.
Joaquim Jote dos Sanios Andrade participa a
lodos tf eu ire jiie/.e>. que mu lou a loja de ferra-
gen que lir.ha na ra Nova n. l'J, para a ru
Queimadn n. 17 A.
O Sr. Ribeiroa sin familia vai no vapor nlgua-
rassa al o Cear*', e pede a seus amigos o decul-
pem den.lo -e despedir pesso-biienlc pela rapidez de
sua viagem.
Roga-se encarecidamente aquella pe'soa que
liver em seu poder carias para Jos da Cofla Bran-
d,ni Cordeiro, viadas de Kernando de Noronba, se
digne apparocer na praca da Boa-Visln n. 7.
Precisa-se de urna ama ijuc saiba cu/iiihar e
engoinmar para casa de pouca familia : .1 (ralar na
roa do Crespo n. II.
Precisa-se de um eirixeiro de ida.le de li a lli
anuos, que do Hadar a sua conducta : quem preten-
der dirija-se a liberna da qu.ua que entra para a
Camboa do Carino 11. itl.
0 *. redactor da Pagina Avolsa foi mal infor-
mado sol o que so passou na igreja do Terco : inf.ir-
riscado, camisa azul, chapeo de palha : este respeitosamcntc annunciam que no mu e-
negro tem um irnio que he corlador de tenso eslabelecimento em Santo Amaro, con-
carne nos agouges da l'reguezia de Santo An- l'muam fabricar com a]inaior pcrleico c
Ionio, sendo este o seductor daquellc, se- Promptid5o, toda a qualidade de mactiinis-
gundo que e tem sabido ; foi escravo do Sr. i n, Para usu d" agricultura, navegario r.
acadmico Antonio liogerio Freir de Carva-j manufactura, e que para manir rommodn
t do : "l0> morador alraz da matriz da Boa-Vista, I<,<-' seus numerosos fregue?cs e do publ,..
tendo viudo com o mesmo acadmico de A- ein geral, tem aberto cm um dos grande-.
gua-prcla,talvczu>masse esta estrada ; por armazens do Sr. Mesquita na ra do Brura,
tanto pede-se a todas autoridades onde 0; alraz do arsenal de marinh* um
mesmo for encontrado, b os capiles de cam- lKIMJSI l"0 DE .MACHINAS.
po lia 1 1 m di- aprehender, ou leva-lo ao seu ; construidas no dilo seu eslahelecimcnlo.
legitimo senhor abaixo assignado na ra Alli acbarao os comprudures um completo
larga do llosario n. 48, que generosamente sortimonto de moorulas decanna, com lodo>
I paga a quem o trouxer. bernardo de Cer- os melhoramentos alguns dclles novos r
queira Castro .Mou'ciro.
Almanak da provincia.
Estaiido-ae conCaccionando alnsana
da provincia, rofUMc a ludas
originaes que a experiencia de muilos anims
lem mostrado a iiccessiiladc. Machinas de
vapor do baila c alta presvlo. laixas di |..
is iicssoas ,:i"rns de mao c ditos para condu/ir turma-.
!,.!, llc' assucar, machinas para moer 1n.1n.l1.......
|ue co f...n..m nclle ki- incluida*, e......o prensas para dilo, Ionios de ..no batido pa-
tiv-tcm, 011 hoiive uigum crio, ra larinha, arados de Ierro da mais appruva-
llao
maco semelhanie s paderia ser dada por pessoa |ueirain mandar levar a livraria numero da construc^ito, fundos para alambiques.
m 2S.I.)
pina.
i'on culi-
les 191, botues grandes convexos de metal Malinos, na roa de Apollo a. 23.
segu em poicos da, p,r j.i er poreao da carga a O ageole Vieira da Silva, na ra da Madre de
bordo, o velleiro palhabole ..Santo Antonio lrium- Deo- n. 32, lm leilao sexta feira 11 do corrente as
pho, de lole de 12f. toneladas ; para o re.lo da car-
U Irata-sc rom seu consignatario Domingos Alte*
11 hora, da msnha, de diversas obras de m
ras novas e osadas, de diversos eandeeiros para cima
de mesa, candelabro?, relogios para cima de mesa e
mal intencionada, e que se nao peija de r de-mieu-
lida : queira. porlanlo, S. S. ioformar-ie de lodo o
occ.irrido na fc-liv idade ; certo. eslamos, rectificara
tan oaloianiadora noticia.
Alua--e um silio o mais perla possivel desla
praca, que lenha capim lodo annu, qus ro-sa su-leu-
lar de III .1 211 bol: a (ralar na ru.. da Sen/ala Ve-
Iha n. 70, seuuii o andar.
Alugam-se escravo* costumados ao earrelo de
asqueara I9UOU, dias uleis, as-mi como i-eulctforra :
lamben) so reeebem ntaanlmaniV, damlo-sc comida
e cao para fiear : na ra da Sen/ala Vcllii n. 7(1,
segundo andar.
D.i-se loti-Tilun a premio com pender* ou ero
quanlias peqoenas : na roa llireila n. 74.
OITerece-se uma prela forra para ama de urna
casa de familia : quem precisar dirija-se a raa do
l.aldeireiro u. lUS.
li e 8 ilu Placada Independencia, a emen- "''"^ portas para fornaliias, c uma moni-
da, assim cmo pede-ce aos senhorea de *****'-? do ierro, que aera ifadonhi
.,,.. i-i enuiricrar. \> mesmo oVposito existe uma
engenhos, se dignem
p.i-itii i
pessoa inlelligi-iilo e habilitada para receber
to.las as ciicnmmendas, etc., etc., que osan-
iiiinciantcs .'iitanilo aom a capacidasic de
suas ollieinas a niarhiuismn, c pericia 1<-
seos olciac?, se comprme liem a lazer e\r-
cutarcom a inaior pnsie/.a i-pcitci.-.m, a
exacta couiormidadc cornos modellosou dr-
senhos, e insi.ruci;"9s que Ihe lorctn forue-
cidos.
A pe-oa qae pretende om tilia, nao extedaa-
. ollero, do de duas legoas desla eidade, com luiva ittA ra
ce-ie para ealxatre de robranc.a, d conherimenlo de pim, e lugar para saecas de leile. dirna-^ C*a>
sua pessoa, e mesmo ama banca se for preciso : lorie, sitio que foi da Sr. Ir. Nene, e kan de Je-a
qoem pretender.annuacic. j0st- do Bega, que achara' com que* Iriur.
mandar iguuimeir-
tc as Iransferenciaa a mesma livraria.
I' Sr. I.iii'/. Pedro lerrcira. chocado a esb pro-
vincia ha punco lempo, yin lo do Maranhau. queira
dirigir-te a ra do l'rapiche .Novo n. lli, segundo
andar, a negocio de son muilo inle.es-e.
Precisa-se de um menino de ll a 1(1 anuos de
idade, que de fiador de sua conduela, para eaiioir*
de um deposita : na rea de Aguas-Verdes n. lli.
Precisa-se de uma ama para Iralar de urna
Criaeca ; na ra llireila n. Sl, segundo andar.
tim mojo habilitado competentemente, of
MUTILADO
ILEGIVEL
*


HftRiO IE rR*iBBlO T Rf- RIM 28 OUTUBRO GE IKS
DEPOSITO DE LIVROS E BOTICAS HOMEOPTICAS. t
un
00
O br. P. A. Lobo Moscoso, leudo de fazer uina viagem deiu s-js botica soba
direccao de pessoa habilitada c de iuleira probidade, c un deposito na loja do livros do Sr.
Manuel ISogueira de Sotiza "a ra do Crespo, sobrado novo do Sr. Magalhcs Bastos.
PftEQOS KIXOS.
Botica de 12 tubos grandes. liyoou
Dita de 21 ... 158000
Dita de 36 a ... jii-niin
Dita de 48 ... 359000
Dita deliO ... 308000
Manual de medicina bomeopatbica do l)r. Jabr com o dic-
cionario dos termos de medicina
Seguros contra
o logo.
Medicina domestica do Dr. llenrj.
Tialamento do citolera morbus.
Repertorio do Dr. .Mello Maraes.
20*000
lolooo
2/000
6|0OU
Knsioa-se a pilotaren, iheorica-pratic,, ocur-
so inalheinatico e francez, conlas par o commercio:
a tratar ua ra do Notmeira n. 7.
Coolinua a estar fgido o escravo Amonio
de uai;ao Cassange, rio idade de 35 anuos pouco
m.iis ou meos, altura regular, cangueiro no an-
I'recisa-sc de uma ama ile meta idade, que co-
[inhe e compre : no larga da Assembla ti. 12, pri-
meiro andar.
lrocain-seuotas do Banco do Brasil por moe-
da rorrete tiesta provincia, rom descont : na ra
do Trapiche ti. O. secundo andar.
0 bacliarel A. R. <|e torres Baudcira. i-ruf.--
lar, cor preta, rosto redundo, sem barba, cosas ,or calhedrat.co de hagas franeza no i.vmnsiu
liinpas, cheio lo corpo, c conversa pouco ; foi tala proviocta, lem resulvido abrir do primairo de
escravo dos herdeiros do tinado Caelano l loncalves \ novembro em dianle um novo curso dista luesma
ttaCunha; ha nuasi certeza de andar para as '"'""*'la'"-!.'""-e bel" ""'" d". rhelorica, seo-
, i apia e plulosophia : quera de seo nreslimo se
partes do sul desla provincia, se alguem acollar o qlz,r u,|isar ,,,, vtoti-\o na casa de sua resi-
dilo escravo fique ceno de que o dono ha de proce- lela, oa ra Nova n. 23. segundo andar,
der com todo o rigor das leis contra o acoitadnr, o 2 ab*'10 assisnado faz cente aos Mata. Srs.
a quem o capturar prometiese pagar com genero- ~^f?"_,,,wil """o** 1ue *" '"<; "-
jl, ,v ,'.. i c ... "' remelteudo-o para aala prara, que seacha ha-
sidade, sendo conduzdo a ra da (.uta n. b4 se- imitado em recebar pi cummissao dito genero, a
-nudo andar nesta praca, ou no engenbo Crusahy, espera da seus patricios e .migo, e de quaotos de
u Agua-Fria da freguezia de S. Loureneo da seu !* se queiram utilisar, nrematM de seus
Compa nh \a Sorthern.
CAPITAL, 1,200,000Eatabelecida
em 1856.
Pata eilecluar seguros sobre proprie-
dades, mercadorias, mobilia c eneros de
quasi loda a qualidade. Premio le .~|S
ate 1|2 0|(> ao auno.Agente, C. .1.
Asllev 4 C.
Mata.
O
' > -*
<*> i
dentista wm. ;
Paulo Caignoox, de volt .le soa viagem
a Europa, esto inorando oa ra Nova n.
41, primeiro andar, onde pode ser procura-
do a qualqtter hora.
-....
KK.
?@
A NIMBE BE PARS-
Ruado Crespo u 4.
J. FALQUE.
Iteeebeii pelu nato franca* taimle Itogeruum ri-
m e variado sorlimenlo de roupa leila como se|am : pe rTJ! Pan" *""". d' ir ''l-'"* rtenuo do praia de 15 dias. d
Casas de casemira preta e de cores. lrar0 wr5o vendido.
assucares, prometiendo o mesmo abaiio assignado
eseicerlodu o telo e aclividade que Ihc So ualo-
raes, envidaudo lodo o esbirro posivel as funcc/ies
da liquidada apuraran de dito genero, como bem o
lem demonstrado. As pessoas cujas reinetas evee-
deretn de 10:0008 por safra, fomente paa.ro 2 0|0
de commissao, sendo .1 0|0 as demais como be costu-
me ; e para todas se obriga o inesmti abano assigna-
do a luda rqu.lquer compra de ohjeclos asta como
mullos lirar porcenta^ein. Recite, ra Direita, rn-
meiro andar n. 98.
Francisco Seraphico de Assis Vasconcellos.
Aluga-se nina ama secca para tomar
conla de um menino de 10 mezese lavar
e eogommarpara urna casa de pequea
l.tmilia, e nao imperta que seja eterava :
na tita do tollejfio n. 8, segn Jo andar.
Anlonia Carolina da Orneen,io pede a ludas as
bsequio
do con*
Superior cal de
Lisboa.
V'eiide-se aupsrior cal de Lisboa: no
arina/.i'tn de Novaes d C, ra la Nadie
de Deosn. 12, por pre;o eommodo.
locatitos dan sen horas,
tormentos d.is paise ma-
rides.
('.tules de merino liordado a velludo, ditos de ea-
setnira aatampadiM, m< de Ifta e seda, e lodo de
um susto nunca \i.i.> neste mercado, e m agora con-
duidoii pela barca lianceza iCoBle Rogcr : na ra
do l.loeiniado n. :i, loja pintada le ainarello. esqui-
na oa Congrauarn,
Compram-se apolices da Idivida provincial,1 "~ ^en'ic-'euina prea erioola mnitoern conta. e
na ra das Flores n. 37 !. andar. i *. *S*d? c,,,"",r'lr se faca' ver a precis.lo : na ra
t OO Vladrln n, | <
Na ra Ja < loria n. 31 compra-se uma es-
crava moca, c de bons coslumes.
gios
' oberiose doscobcrliis, pequeos e grandes, deourn
i e prala, patente inglez, para liometn e si'nhora. le
on. uos melliores fabriraiiles de Liverpool, viudos
. pelo ultimo paquete inclez: em casa de Soulball
; Mellor i\ Compauliia. rita do lorres o. 38.
A l$*ttO o i>ar de luvas
mpti&*
Compram-se mnlambos\elho para enveruisar:
na ra da Cadeia de Sanio Antonio u. 18. luja ile
tnarcineiro.
Compraba o sitio da estrada de Joo de Bar-
ros perlencenle ao Sr. capilao Irauctsco de Paula
LnpH Vianiia : quem se elgar com direilo u elle
dinja->e a ra do Pilar, taberna do Sr. Juaqtiim An-
tonia Rodrlsue Sobrinho.
Compra se elleclivameule.latan, bron/.e e robre
velho : nu deposito da l'undii;.lo da Aurora, na ru-
do Brum. Ioko oa entrada n. 2S,e na mesma ftindia
;Ao, em Sanio Amaro.
Na roa Nova n. 12, defronla da icreja da Con-
cento, vendetn-se vela de carnauba da primeira
qualidade. isuaes as da fabrica Pcrnambucana, por
pre;o malta eotuinodo, a 125 a arroba.
(IC
par e
Mea,
mallo novas e multa freaqainhaii shegada no ulti-
mo vapor francez : na ra Ij Qoeinul lo, na bem co-
uliecula loja de miudezas da boa faina u. 33.
ieloiios de patente
inglezesdeouro, desabnete edevidro :
vendem-se a preeo ra/.oavel, em casa de
AugUltoC.de Altreii, na ra da Cadeia
do Uecil'e, arina/.em n. 36.
Fazenclas boas e baratas'.
Na loja do baraleiro da ra da Cadeia do Kccife
u. .VI, defronte da ra da Madre de leo*, aebarao OJ
fregueze bom sorlimenlo de fazenda le boas qoa-
Itdades, que a diulleiro a' visla e vendeni por bara-
lifsnnn prero, tanto em atacado como a rrlalho. ha-
veiul.i entre mullo variedade boas chita* de cores li-
as de diversos padroe, o covado a 160, ISO e 2U0, e
a pe;a (>s, tv">.">U0,68SUU e "3, corle ae eaaa de eo-
Nesta loja veodem-se por menos prega do qoe em i res bonitos padroes.que nao desbnlam, com 7 varas,
qoalquer oulra parle, as aegainle fazeu'das : asseve- i elo diminuto preo de 19000, riscados e cbilas lar-
rando-*e que sao das oltimameiitc chesa cado. (,rte> de luslao acolcboado, e brins de hubo 320 e 100, casa trancezas le cores a olio a vara,
TAIXAS PARA ENGENBO. ,
Wa fundifao de ferro de I). W. Bowmann ua
ra da Brum, passando o chaariz, c?ntina ha-
ver um completo soriimerlo de taitas oe ferro fun-
dido e batido de 3 8 palmos de bocea, es quaes
cham-se a venda, por prero comando a com
proinptido: emliarcam-se oucarragam-se em acr-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se em casa deS P. Johnston & C,
ra da Senzala->'ova n. i2,sallins inglezas, chi-
cotes de carro e de montaria, candieires a casticaes
bronzeados, relogios patente inglez, barris da gra-
xa n. 9?, vinho Cherry era barris, camas da ferro,
no da vela, chumbo da munifo, arreios para car-
ro, lonas inglezas.
Cobei lores e laa hespa
nhes milito etico: |*a
dose garandes.
Vendem-se na ra lo ('.raspo,loja da esquina qoe
volta para a roa da Cadeia.
REMEDIO IMC0MPARAVKI.
Aterro da Boa-Vista ...00,
nova luja di Gama &
SILVA.
puro para calcas, cada um 293U0, superiores hrela-
i, cada peca de ti varas
pomene para VetlMoa, e
nutras muilas fazendas fi-
fazendas
- Compram se bois de camban, tartas e gurdos : ?----' "'"" "* peca "" 8 ,"''9 ''
na roa feSeMal. Velha n. 70 sesundo andar. u, vulade do comprador. Todas e
-Compra-se nm sellim em bom estado para non- imcam-se por dinbeiro
tana de aranera : na ruada Cruz n. 21, terceiro i
andar.
Compra-se nm cotaao e om ou lous travesei-
roa de vento, inglesen, nuvos uu usados : quem li- j
ver e quizer vender, dirija-sc a ra do Torres d. '
3s, sesuiido andar. I
Ditas de brnn de linho.
Palitos de casemira de adream sola le velludo.
Ditas de panno e casemira prela.
Hilos de seda prtta e de ci'ires.
Ditos de brim de hotio branca e de cor.
Ricos colletes de vellodo.
I'iios de gorgoiao de cures.
Dilos de -elim preto.
Lindos chapeos de castor para liomcni.
Ditas ditos rapados para boinem.
Ditos de seda pretos linos para homem.
Quem tiver um melbodo para vinlo por Ca-
\ ende-se um bonito cavallo rodado, novo, gor-
do, em achaques, earrezador bailo a moio : para
ver e miar na ra dae Cruzan n. '.>, das S,as 10 da
manlia, e dat :l n ."> boros da larde.
Veude-se berva malte uiiiilo superior a 210 rs.
a libra : na ra Direila u. 72.
\ ende-se dous pares de taivilltos para alcova,
e dous taiios de cobre, sendo om srande e oulro
pequeo :"na ra da Crui n. 21. terceiro andar.
V ende-se nina casi le rea ineia-asua no lugar
dos Aijousuiubus ii. ."i, por preco raioavel : os pre-
lendonlMdirijam-iea Ma propietaria Victoria Ma-
rta da Conceicao, no caes do Collegio n. 11.
Vendeinse S vaccas de leile da malltoi quali-
n. 22, uu annuncie sita morada.
Precisa-se de uma ama de leite : na ra le
Santa Tbereza, casa n. 7. Pasa-se lOaOOO por mez,
e aftianca-se bom tralanietilo.
Precisa-se te um forneiro : na pagara da ra
Direita n. 69.
ATTEKCAO.
Ainda se acba anenla a prela Rosalina, le na;o
Ausola, de idade que representa 39anuos, com falta
,u a !MWdM sao d" ",,ll,ur <\*Ma pooe nesejar. esquerdo as leltra. P e K ; tai escrava de l.uiz Pires
Penetra i qeentj apprebeuder pode levar a sn.i se-
DEPOSITO DA FABRICA
industria Peruambueaia,
RA L'O CRESPO N. .
A labriea de sabffO c velas de carnauba, cs-
tabelecida na ra do Brum, tcm estaltele-
cido um deposito na ra do Crespo n. 9, pa-
ra ahi nicamente dar extracQio aos seus
producios, propori'ionaudo assitn a maior
comriiodiilade aos Consumidores. As velas
iiiaiiuracttiradas nesta fabrica, offerecein as
vanlagens seguinte.s : sao l'eilas cotn a car-
nauba simples purificada pelo meio do va-
por, sao inodoras e bellas na apparencia,
queimam com igualdede e o3o esborram, e
nao l'a/em murrio e da o mais luz e niais cla-
ditas em corles de 12 e 13 varas moilo linas com
fazeuda para vestido a para folbo, desenbos dillereu-
les, pelo barato prero de S>, cortes de andeltiia le
seda cor de rosa e azul cotn fazeuda para relego e
folln a I49e l-vj?. ciirles de seda escocezas largas de
bonitos goaloaa 2K3, ;rosilenaple preto superior pa-
ra vestido a 23 e 29200 o covado, diales de meriim
lino sem barra com franja de relrnz a 59500, dilos de
clialy com barra assetinada a fcMOO.Idilosde merino
bordados de cores a $, ditos muito linos bordado de
una a cor a 9?. e alem delas oulras militas fazen-
das, que como cima ftca dilo. se vendem baratas;
dio-te auioslras, e aloja esla aberla de noile.
Vende-se o sitio comease de sobradodo falle-
cido Georue Kenworlbv. noluttar de S.Joado Man-
Rainbo, com arvoredosile fruclo e mais hemleiturias
que nelle *e ac'iam, seudu as trras do referido sitio
proprias : quem o pretender procure em casa de Sa-
muel P. Johnslon ,\ Companhia ,rua da Senzala No-
va n. 12.
A yerdadeira eracha ugleza n. 97
em barricas de 15 du/.ias de potes: em ea-
Sd de James Crahlrce A C, ra da Cruz
ii. 'r>.
Atteiico.

lo Crespo
mil e quizer vender, diri|a-se au paleo de S. Pedro A T ITE?" '.
dade. 2 paridas e 2
ftI?lftLJJ?ri*rt e ^^F?" i 80 TOtas^dTM pelo preco de 15/.
AGENCIA
Da fundido Low-Moor, ra daSenzala-No-
va n. 42.
ra do queas velas stearinas ou'dcquaqer! NoSl,"stab8lecimerlloconlina ahaver nmcom-
composi?ao, e que se vendem no mercado. jP soritmento de moendas a aseias moendas
Fabiicam-sede6, de 7ede lOeni libra, ven-! Par* en!!enho, machinas ^e V3Por e laixas de
todos os (amanhos para
Na ru;
Esquina a volta i
Para a rua da Cidria
Milito ha que admirar.
V endein-ic cnlcLas brancas adamascada .VSHKI
cada una, pani.iiibu prelo e de cor a 120 o cuvado
curtes de calca de caemira de cor a la e 5>, dilo le
casemira pela enlelada a i?800, dilos de dila fran-
ceza superior a 6JJ4JO, dilos moilo superiores a s-
lilos de brim amarello e pardo de poro tinta,
19600, lilos escure le qua ganga amrella a laSOO, corles de eaaaa chito eaaa 7
varas a laoOO, coberlores escuros ebraucos a 800 rs.
riscado escuro lamo e moilo eucorpado a 100 o co-
vado, laazinha de quadroa propna para vestido a Canceres.
10 o cavado, e oulras mullas lazendas por preru i Corladuras.
LNtitENTOHOlXOWAV.
Milba.es de individuos de todas a naWKs
podem testemunhar aa virtudes deate rrmel
dio incomparavel, e r0iir em caao iHres.-
no, que, pelo uso que dolle lizertm, lem M
corpo c alumbro tuleiranienle sio. depois
de lia ver empregado inuloienU outros tro-
lamentos. Cada pesao, poder-a-ba coorm-
ccr dessos curas mar.vilhosas pela leitura
dos peridicos que RVM re'.urn todos u,
das ha muito.s annos e a m,. p,,ie del-
tas s3o tao sorprendentes que admiran o
mdicos mais celebres, (tuntas pes^oas re-
cobraran) com este soberano reo.cdio o oao
de seus bracos c peinas, depois Jcter ajgfi.
manecido longo lempo uos hospiUca, ma
deviam soRrcr a amputaco! Deltas h Mi-
tas, que havendo deixado esaesaaylo de u
decm.ento, para se nao submetlcrem a tan
operaro dolorosa, foram curadas comptaU
meute, mediante o uso desse precioao re-
medio. Algumas das laes peaaoas, na efuaao
de seo rccoubecimenlo, declararan esto re-
sultados benelicos diaote do lord correge-
doi. e outi o magistrados, alim de mais ae
leolicarein sua allii niativa.
Ningiseiu desesperara do estado de sea
saudc se tivesse bastante cootiauca para cai-
saiar este remedio consuntemeule, aegniu
du alguin tuiupo o IraUmcutu que neccaw-
tasse a ualureza do mal, cujo icsuiudo scrw
provar inconleslavelmentc : (jue ludo cura :
(i ungento he mlil, mmt farliemlarmrnH
'o- se y* i ule* ceso*.
Innammaco da
Alporcas.
Caiinbra.
Callos.
commodos.
por pre;> \
! Dores de cabera.
O Dr. Joo Honorio Bezerra
de Menev.es, formado em medici- ^
f9 na< acha-se rcridindo na cidade
Q do Kio-Forinoso, c ahi se ollero
2 ce u's pessoas que de seu pres-
umo se riui/.eiem utilisar.
18, que sera' generosamente recompen-
Marlvrios n.
sado.
A pesoa que anuunciuu nesle lliarim. luver
i precislo de um ealsaire, queira sobrado na roa Nova, que lem taberna por bailo, ao
pe da ponte, segundo andar, que achara' uma pessoa
. com pralica de loja de faztndes, cuja conduela se af-
' liaiK^a.
Precisa-se alugar do pretos, paca-se al 20b
por mez, tratar na rua lar^a do Rosario, loia de miudezas
n. :is.
Precisa-se de costnreiras ; na loja de alfaiata,
rua Nova, esquina da Ponle.
Previne-te a i|iiem interessar que
A companhia tam soa asencia no eseriplorio de "!10 li">a negot"' '{um com OS que Se
viuva Ainorim S lilbo, rua da Cruz n. 15, onde dizem procuradores do auzente Si. An-
tauaadoTar',.,pr0pOS,aS,leS'g,,"sdcrisco'efor- tnio Jo,uim de Sou/.a Kibe.ro, sobre
-Para familia eslrangeira deseja-ic alusar um "* I8?1'?'04 Anlonia, parda.de 1
prelo fiel de bous coslume para o servido de cas,
ua rua do Trapiche u. 16, primeiro andar.
matar : a Iralar uo Salgadiaho, siliu da Sra. I). Ufa
ra do Passo.
Armazcni,
J m DA CRIZ s. w.
_ J. I raener & C, avisam aos seus Tteaueze. e a..
Iiora I). I.ulza Epiphania da Cooceicao. na rua dos Pu""cu ">> W'ral, que coulinuadanieute coiiservain
< mil 'ir..ii,i. .im.M.ii.. A*. *______ a.... .
W-S-MSMM
mm\\\[ de seguros iynn-
I0S E TERRESTRES.
CAPITAL i b,000:000.s000.
anuos
de idade, e Sabino, pardo, de i annos,
ilhos da escrava liberta Benedicta, per-
O Kvm. Si. Joaquim Jos de Karia, lencentes ao ca/.al da finada ), Anglica
que morou' ou mora na Boa-Viagem, Joaquina Jos Anjos, de cujos Ik-iis foi in-
temuma carta na livraria ns. (i e S, da ventariante o mesmo Sr. Bibeiro. vistoa-
prara di Independencia. .char-se pendente por appellaco no tri-
Aluga-e una casa cum commodos para eran- bunal da relaro o respectivo inventario
de familia, por tasla ou por anuu, muilu freaca. com por nullidades insanaveis, que houve na
cocheira para carro, estribara muiln boa e perto do .,,ii _-
baiilio. mi Capunsa nova, ruadas Periiambucanas : Pai llln''- CO mesmo se previne a COlll-
tratar com Josa Amonio Marques, no Chora-Me- ptente autoridade policial, para que nao
Uiuo,porp.ec.ocummodo. ,h|$ conceda passaporle para embarca-
d.^mPrcr.ta ftXK 22""V P3ra ,r,'ar iIem 5 ',itos ^ri'vos, <,ue esfao em leti-
* I41MP Iir\TKT4 Arrenda-seum sitio na rorrea mar-
S couuuu"arlSirJSffi! PAfrimel. I \^ J ,0, %***+ ?"] b"a.^a de
ro andar. a I vivenda acabada, e pintada de novo, com
** OffiB 9*999 commodos paia jrande lamilia, por terso-
EM CIJUANDITA,
a parir, sendo do pasta e de cor-, dendo-se em caixas que contera 192, 22i ou fofo balido e coado de
:ada uma pelo pre^o de 13/. | dilo.
0 sabito he branco, as materias primas!
: de que he fabricado sao simples einofensi-l
vas, o cheiro que deixa na roupa he agrada-1
vcl; rivalisa com o melhor sabao hespauhol
e be superior ao sabao americano, que se I
vende no mercado a 240 rs. a libra.
Vende-se igualmente em caixas de arroba '
e a preco de 10 rs. cada libra.
Os incrdulos comprando reconhecerao i
por experiencia a veraeidade doqueseau-
d unca.
Na .ua No-va"... "22, taj7 S ha para vender bies le blond de e- ,," | tnlermidades da cu-
9 da branco c prelo, por pre;o mudo em ? | l'S ero geral.
V- conla. .-. [.nlcrniidade-, doanur.
^. w WWS.V.Z. *i>su. ,. i lslu|as no ^taJonien >upur
Vende-se um exceUente carro de Frialdadc ou falla de
qualro rodas com timadas raelhores
Lencos do- cam-
i>raia de linho
A >20, 400, SOO. t- 640
gem, roga a quem sejulgar seu credoro
flllldadova d(i f'abl'ica de ^l'? de apresentar suas, jiarf/o e lechlos de alyodao.
Os gerentas da sociedade em cnmmandila, abai\o
tao, estribara, agua de beber, quatto
I para criado independente da casa e ter-
reno para capim : a tallar na rua do Se-
ve, casa em que morou o cnsul portu-
guez.
O Dr. Pedro de Athav de Lolx> Mos-
i-ozo, tendo muito breve de la/.er uma va- i na entrada, e defront do arsenal demarinha. a
um arai.de deposito de eneros alimenticios de in-
das as qoalidades, como
Presuntos de Westphaliu, de ptimaqua-
lidade.
Salames sortidos.
Queijos verdes suissos e de l.imb.irgo.
Caviar em latas de tuna libra.
Ilarenques em barris de 25.
Sardinhas rescasem sal, em barril de5
e i- arrobas.
I'eijao verde em barris.
Kepollio dito.
Biscoitos de llamburgo.
Conservas inglezas (PicUes; e Inicias de
diversas qtialidadcs.
Doce* em pote*.
Molltos para todas as comidas, tanto para
carne como para peixe.
Alca pares.
Azeite doce.
Conservas finas lrancezas, consistindo em
..mulos de cm ne, pci\e, etc. e horta-
lices.
Cha", Tecco, congo de e\cellenle i|tiali-
dade.
l'ambem receberam iilliniameule um rico sorli-
menlo de viulios linos, como : Champagne, as mar-
ras mais arrediladas na Europa, le Bruch Toitcher
& C, Kenaodin Bolliiier v C, alabo do Klieno, l
l!ordeau< muilo lino, marca Pichn Sougucville,
do Pinto, Sheriv, Madcira. Lisboa, Cognac branru.
Pata lirandv muilo recominendavel pela ptima
(pulida.:e do mesmo, Khom da Jamaica e de Ce-
ba, agua de Kirsch, Werruoulh, Bitler .licor amar-
go). Licores, o sorlimenlo mais variado pnssivel,
consisliiido em mais de doze qualidade, como:
deCereja, Rosa. Cafe, l'ersic,, Framboise. Cauella,
Parfail-amoor, Cl.errv Curdeal, llorletaa Pimenta,
Marrasquiue de Java, Baunilha, Annisele, Corafao,
eilraclu de punche taita de Itlium de Arrac, Xarope
de vinagre, el'., ele.
iodos este seero vendeiu-s> a modicopreco.
TAIXAS DE FEKR.
Na fundico da Aurora em Santo Amaro, e
tambem no DEPOSITO na rua do Brum, logo
>20, 400, 500,
cada ti ni.
.
dia 10 de novembro futuro, e espera que
os que lite devem, lenliam a bondade de
mandar-lite pagar ate este da, pelo que
Ihes licara' muito agradecido.
0 agente Olivcira aluga, pelo lempo
sempre um grande sort.mento de taixas, tanto de
fabrica nacional como eslrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fundas; e em
ambos os lugares e.xistem guindastes para carre-
gar canoas ou carros, livres de desperas. Os
parcos sao os mais com modos.
a loja das seis
portas
ni trente d Liviaueiiio
Corles de cassa pintados com sele varas a cincu
patacas, caiubraia lisa cum oilu varas, corlea que dio
liara dou< e Ires babados a Ires mil reis, Icuros de
retrox francezes a dez lusloes cada um, lencos de se-
da para pesco;o de senhora a dez luslies, 'loncos le
Sdi<;i o melhor que lem no mercado a dous un iei.,
lencos para mo de senhora cora bico lamo a dez
toMAes : de lodo se da amostra, levando penhor que
cubra u valor do que se quer Irazer.
Luvas de pellica muito novas para ho-
mem e sen hora, o par a I $280
na rua do t.lueiinado na bem conbecida tajo de miu-
dezas da boa lama n. 33.
Cemente .
Vcnde-se cenienin novo, em barrica e ineia bar-
rica, e a ratalbo, par pre;o muilo en coula : na rua
da Cadeia ta Santo Autouio n. 17.
\a loja das seis
portas.
Em frente do tAvramenio.]
Uansuitoa bordados com recorte a dez tusles, ca-
misas para senhora bordadas a dous mil res, culla-
rnilius para senhora a pataca, e bordados a dez tus-
le, camisas de ca.nbraia a cinco palaca, aventaea
pan meninas H dez lusloes. Bil prelo para camius
e enfeiles de senboras a quatro pataca a vara, fil
de buho liso e bordado, e oulras muitas fazendas de
algudao, de linho e seda, por prei;os que .radam ao
comprador.
Chapos do Chy-
li verdadeiros
que
tu mada, couvidam todas as pessoas que tomsram
liarle uesta empreza, a se reunir em assembla ge-
ral, nu dia H do corrente, em casa do(Sr. Antonio
Marques de Aiuorim, rua da Cruz,, ao meio dia cm J. r,>-. ',,
ponto, para ouvir o relalorio apreseol.do pelos me- i nos arenles, dar o seo parecer e deliberar sobre ineios- mais convenientes aos Irabalbos prelimina-
res da dita empreza. Pernambuco t."> de uutubro
de 1854.
sliliortm. Furia, liwrra \ C.
Precisa-ude uma ama forra ou capliva, para
lodo o servijo de una sata de familia : na rua Nova
u. -J.l, segundo andar.
Aluna-sc por fesla au mesmo por anuo unta
casa a margciu de Capibaribe. con. escelleule porta ,~ Vi *""n"c,on' 1""" enmprar om barco de I signado, que garanta ser verdadeiro.
., amarello em boro estado, falle na r
Xarope do Bos-
que verdadeiro
pacota casa de campo, sita no Poco da I
Panclla, aqual tem todos os commodos de-1
sejaveis para grande lamilia, decente, por'
numerosa que seja, Ecaba de sercaiada] ra LARCA DO ROSARIO N. 36.
C pintada : OS pretedeotel dilijam-SC ao! Conliaba a ven mesmo. anales ao Rio de Janeiro oa Sra. Vales g Conipa-
i.hia.rua do Hospicio n. (l na bolica lo abaivo as-
ijucm aiiiiuucioii querer com
Vendem-se oa roa du Crespo, taja da esquina
volta para a rua da Cadeia.
LABVRIBTHOS.
Vendem-se lencos e loalbas de labvrinlbo, assen-
lado em lina ramhraia de linho : na rua da Cre n.
t, primero andar.
.ittenc&Oa b irateiro.
Na loja do barateiro,' na rua da Caoeia do Kccife
n. 50, drfroole da rua da Madre le Dos, ha para
vender alem le muilas la/cndas que em porrao e a
relalbo *e vendem por baratos preros, hamburgo ou
hnm li-o lino de puro linho proprio para celdas, toa-
Ihaa, ceronlaa e leneoe-, em pecas de 0 varas a
99600 e lll.j(, lito mais cheio le boa qualidade, pe-
ra, de 30 varas a lp c 139300, patino de linho lino
a 640 a vara ou 83 a pera de 12 IrS varal, estndo-
se a acabar, panno de linho lino para len;ors cora 2
: ara de largura a 3;00 a vara, curtes de brim de
I Itabo de cores para caira, pad.es novos a 3)000,
1 dilos de fostao de crese branco para colleles a 800
I e 15, casemira prela fina a 9, tiOO e :I3600 o cu-
vado, panno azul groaao a IcSUO o covado, panno
fino prelo e azul de boa qualidades a 39500, iOOOO,
49300, 39 e (i-s, camisas francesas brancas a IJ7liO
cada urna, e J0> a duzia. ditas muito finas com pe.
tos e collarinbos de cores e brancos n-J&WO 00 a :M).
a duzia,uiadapolao fino para camisas a l.-liiin, .*>.- ..
396OO a pe<;a,emaisbaiiopara WvIW), 39300,39600,
39800 e .3. eagailO bom para pellos a IslOO. e nioi-
lo lino a l?800 e 3 a vara, e a pera por 113. 189 e
20-3, peilos para camisa brancos e de cores com pu-
nhos e ciillarinhos, por barata preco, assim'como
nulros muitosobjectos iudispensavels.
COM PEQUEO TOQUE DE
AVARIA.
Pf-cas de madapuiao fino.
Vendem-se oa roa do Crespo, loja d-i esquina que
volla par a rua da Cadeia.
Vendem-se ehapeos linos da verdadei-
ra palliinha do Clijli, por prei'o eommo-
do : na rua da Cruz n. 26, primeiro
andar.
Vendem-sa caoaslras pequeas com batatas
minio novas, por preco eommodo : no armazcm do
caes da alfaadeea n..:l, de Paula Lupes.
Veude-se cha' preto de superior qualidaile,
chesado ltimamente da America : no eseriplorio de
llenrv Foratar c., rua du Trapiche ovu n. 8.
Br
aecs
/torao
paniiia.
,y Com*
para hanho na freguetia du Pojo da Panella ; quem
quizer alugar podera' culender-se com Jos Nogupi-
ra de Son/,, loja de livros junto ao arco de Santo
Anlonio.
AVSO.
Osabai\oassignados rogam a lodosos
devedores das filmas de Cruz \Comes,
Cruz & Bastos, e Jos Dias Simt'ies que
ventano ou inandem pagar seus dbitos
naj-ua do Queimado loja de miudezas
n. .i5, ou na rua do Cabuga' loja de miu-
dezas de quatro portas n. 1 C, ondeacba-
rao suas contas evtraliidas dos competen-
tes livros.
Os abai\o assignados sao os tnicos
encarregudos a receber essas dividas,
como podem provar, cazo alguem o exija, T" Precisa-se
e por isso declaram que ninguem mais! ulreiia'nMiS'.'11"
podera' receber conla alguna sera auto-1 Os a'bata'o assisnado. lem autarisado ao Sr. Jos
nsacao dos mestnos, sobre pena de paga- \ loP* Machado a faxer a cobranea, lano tiesta praca
rem duas ve.-z.es.Francisco Jos' Alves {,7'ISASfffFJX'aZFIZrfTT'
... i ti i ..-i ,- ,e'a nrma fallida de Cruz CV Comes, (.ni/ ,\ I! .-I -
i.uimaraes, Jos Alves (la Silva (mima-! e Jos Dias Simoes. Rerife i'i de uotubru de I8V.
du Queimado
n. :(., que achara' um como pretende, e o compe-!
tente cortiuado, ecolio de marroquim.
Grande e assea-
do eollegio em
Lisboa,
para meninas, internas e externas, euja
educacao, prendas e mais vantagens, se
poderao avallar, em piesen;a dos estulii-
Uartholomco Krauctsco de Soase.
\a loja das seis
portas
Etn fenle do Liv.v.nieMo
SEGU
Companhia de seguro* m .
ritirnos, exlabefecida no
Rio de Janeiro. 1
Capital mil contos de reLs.
AO BARVTO.
Na rua Nova loja n. 8 de Jos Joaquim
Horeira.
Vendem-se luvas de pellica para homem e senhora
das mais fresca e novas que ha no mercado, pelo
haralissimo prero da 13280 o par.
CAL E rOTASSA
Vende-se polassa da Kussia e americana, chesada
nesledias a de superior qualidade ; cal de Lisboa
da mais nova que ha no mercado : nos seus depsi-
tos na rua da Apollo n. t .\, : II.
TOALHAS PARA ROSTO
e mesa de puro linho ; vendem-se na rua du Crespo,
loja da esquina, que volla para a rua da i.ad'n.,
CI de Lisboa e notassa.
Na rua do Trapiche armazens ns. 9e
I I, venile-sc superior polassa da Kussia
c americana, cal virgem de Lisboa, da
mais nova que lia no mercado
Melogios
de ouro patente
inglez, cobertos
| e deseobertos,
do melhor fabricante le Londres : ven-
dem-se por preros razoaveis, na escrip-
forio do agenle Oliveira, rua da Cadeia
do Recifen. 68, primeiro andar.
Deposito de cal e potassa.
^a rua da Cadeia du lenle, loja n. .",0, defronte
da roa da Madre de Dos, conliuua-se a vender su-
perior cal de Lisboa em pedia, recei.leinente chegs-
da. e polassa rusiana nova, de superior qualidade
a pre;u eommodo.
Vende-se a taberna da rua da Cadeia de San-
to Antonio n. Jti : a tratar na mesma.
Na luja de Anlonio Francisco Pereira, ua rua do Moinhos de vento
Venilen.-sc III arrobas de cacao. He superior nua- ,re,l'0 na de Porto A. C, na praca da lude- I cow bumbas de.repuxo para regar h orla a ebai-
IMade s a rea de Torrea n. 38. peneweta n. 3, vendem-se griaa.daa de sempre- x* Se rapim : na tundirn de W. Kowman,
Vendem-se muilo em conla sacias com um al- ,'v,s villllas de Paria, com inscriprcs e sem ellas, rua .<, Bram ns. ti, 8 e 10.
. Jos Alves da Silva Cuimarae, l-'rancisco Jos Al- <|oeire de feijSo macara, muilu proprio para quem p"* s're,n eellocadas sobre tomulos, ratocumbas e Km casa de oaunders Brothers & C,, praca
ves (.uimaraes ier noira.. de escravos, nao se enjeita dinheiro por ^l",llu"-;.' remiterio publico, no dia :l de no- do Corpo Santo n. 11, ha para vender o seruinte:
Candida Balbina da Pa.\aO Bocha, s,> V"" ,,c le,ll" ronlas:.,a travessa la Madre vc,"l,r0- ,,,,1"1"s Ferro in-'lez.
prolessora partcula, de primetote^ MinilSll ola^ #...* i I EfiT^i
lo Brum. armazem n.-J-J. -LW-S. ti II i11 { 8"J |,(j|I 11| A|l;:'" lC",e ''arvae.
Vendem-se na roa do Oueimado, loja de lemgein
n. :l, bracea de Korailu de diversos lainanlios, mui-
lo proprios para Inicio: vendem-se muilu barato pa-
ra acabar.
MI HA AITENCAO'.
vendem-se inantinbas de seda para DeaeeCO de
senhora e meninas, muilo baratas : na luja de M.
l'erreira ta Sa, ua rua da Cadeia do Kecife, equina
que volla para a Madre de Dos.
Vende-se superior agurdente del
Franca cognac,, em luzias de gnalas, j
por prero eommodo : na rua da Cruz n.
"2l>, primeiro andar.
el ha
pa-
as que aqu ha : na coeheira do Sr.
Adolpliu Boiugois, rua Nova n. 61.
AVISO AS MOCAS.
Damos os parabeus as Beatas bellas pianistas ; ara-
ba de cheuar do Rio e adiase a' venda na roa .Nova
n. 9, taja de Uomont. uma rica e variada nallmtla
de bolillas valsas, polka, scholtisch e quadrilb'
urtu novo e do melhor gusto ; tambem esislem I
da arias, cavatinas e rnodinhaa para piauo e calilo ;
tssim nao ha melhor occasido de relazerem o seus
reperlonos, botando para loiige lodaa e.-as vejbas
msicas, que por falla de oulras, ouvia.nos locar lo-
dos os lias ; agor nao deve haver quena, quem
mo locar boas msicas he .porque nao quer. pois
com qoalquer cincu lusles se lem uma valsa uu
polka para piano.
Vinho do Porto, superior chamico.
Em caixas de duna e em barris de oitavo. re-
cntenteme chegadupclubrii.ue Trovador; Titale
e nicamente no armazrm de Karroca Castro, na
r,, da'Cadeia do Recita n. .
IVA UMA DA BOA FE
vende-se muilo barato cortes de calca de
bonitas casemiras de algodSo a 1/lO, ditos
le lusto para collete a 600 rs.brim lran<;a-
do branco de puro linho a 1/4*0 rs. avara,
dito dito de cor idem a 800 rs dito dito par-
do dem a 0 rs., dito de quadrinbos miu-
dos a -J00 rs. 0 covado. madapoln lino o. 6
a i/ a peca, algodSo de lislras a 160 rs. >
covado, chales de algodflo "e bonios pa-
drOes a 80 rs ganga amarella trncela de
quadros, de listra e lisa a 320 rs. o covado,
eoulras muitas fazendas que se vendem por
muito menos que. em oulra parte : na rua
do Uueimado n. 99. nahena ionlip<-ida lojaj
da boa le, defronle. da loja de mutile -as da
boa fama.
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Ceugivas escaldadas.
Inclia<,des.
liillaiiiina,ao do ligado
da bexiga.
Un.
le pa.
Males dasaeraws.
los peilus.
de ollios.
Mordedura do rcp-
Picadura le i
toa.
i'ulmoes.
Qucimedetas.
pura;oe ptridas
Tinlia, era qoarque
parle que seje.
Tremor de net v Ulcera na bocea.
do ligado.
das arliculacoes.
Velas torcidaa ou Mo-
dadas as pernas.
Vende-se esle litiguen lo no estabelecn
lo geral d I.emires n. SW, Slraud, i_ .
''*' | loja de lodos os holicarios, droguista e eat-
"' tras pessoas e mar regada de su venda tm
toda a America do Sul, llavana MnipaaMa
Veude-se a 80ors. cada bocetuibi.coelre
uma instrueeto en. portuguez pea esptcar
o modo de fazer uaodesle ungento.
O deposito geral be em casa do Sr. Soeaa.
pliarmaceulico, na rua da Cruz a. ii, cas
Punta ni buco.
$@&$-TO
ttenco!:
A boa fama
Vt-iitle barato :
Lencos ta seda para pescoro de scnlioras a le/, tas-
ines, chales de meriu de ludas as cores a qualro mil
e quinbenlos. chales escuro, a duas pataca, chales Na rua da Cruz 10. casa de llene. Brunii &
de cassa adamascados a sellu. rtscados franeeze. de Companhia. vendem-ae barrica rom cemento,
bonitos padroes para vertidos a ttaaa lusle o cova- !
do, chalv de llores a duas pataca, e oulras minia
tos, que se acham na rua do Crespo loja "rt?"h colnmoilos 'lue lle P"ssivel, a dinheiro a
n. I (i. ou na esquina que volla para a| i>o**lai^la .... -.
rua da Cadeia. KeClllllCJW ptlil OS |)e.S.
l)a-e 1:6001000 a juro mdico, sol. hvpolheca I, N" rua 'Io 'trmenlo u. 51. vendem-se palos!
ou firma segara quem quizer anniiiicie sua mo- I <"'"Q'l<* *f marroquim e como de lu.tre, para lio- j
rada. | """" e enhora a ,,IH), 600. WHI e 1?MJ00, dilos de
paene a .V>0 e 600 r.. holin de marroquim para
Is c I9J80 : a elle, antes que se ac-.
VASOS E ESTATUAS
\ eudem-se vasos e estatuas de luora, proprios
para jardim uu caloeumbas : na rua do A.nori.n ar-
mazcm u. II.
de um amassador, na padaria do
ro : a tratar na mesma. uu na rua
meninos
bem.
\ltf.-ic;lo.
antiga
I ras letras ecosttini do bairro do Uecile,
i rua do Viga rio, tem transferido sua aula
para a ruado ttangel n. .*)'.), onde conti-
! ma a CNcrcer osen magisterio, ensillan-
do tudo quanto faz parte da educacao
primaria le uma senhora ; assiin como
nao duvida receb
I a | Lonas de linho.
I lOlcl fllS S6IS Vende-se o manual eleiforal, cohlendo! Esponjas.
Uu/iasde lezouraspara costuras 19000
Ditas muito linas e grandes a IP^Oll
Pecinltas de bicos eslreilos a &6<>
Caixinhascomagulhas francezas a trjO
Caixas com linhas de marcar a ->80
Braceletes encarnados para senboras a -200
Metas brancas linas para senhora a 240
Meadas de linhas finas para bordar a 1 no
Grozas de bohJcs madrepcrola linos a HoO
Crozas de botoes finos de osso para calcas a 280
Fivelasdouradas para calcas e colleles a 120
Pentes linos para alizar cabellos a 300
Pecas de fitas de linho com li varas a 30
Caxinhas com clcheles franceses a
Carriteis de linba fina de 200 jardas a 80
Macinhos de -10 grampas muilo boas a 50
Suspensorios pata homem c menino a -10
uzias de torcidas para candieiro a 80
Carteiras finas para algibeira a 600
Caetas para pennas de a$o a 20 e 4o
Mcias brancas e cruas para homem a 160 e 200
Trancinhas de laa de caraces peca a 80
uzias de pentes de chifra para alizar a 800
(irosa de hotes de louca pintados a 24o
Pecas de fitas de cor com 10 varas a 320 e 360
Carriteis de linha autor Alexandre a 40
Meadinhas de linha preta muito boa 20
(. artas de allineles com 25 pentes a 1 40
Du/.ias de pentes abertos para alar ca-
bellos a SMM
Meias brancas e de i-.ores para meni-
nos a 240 e 320
Crozas de livellas para sapalosa 360
Caixinhas de pao com palitos de fogo a 20
C asloes para bengalas a M
sSapatinhos de laa para crianzas a 300
Trancelins preospararelogiosa HO
Cscovinbas finas para denles a 120
Caixinhas com grampos a 160
Bahado aberto de linho varas a 120 e 140
Dito bordado muito bonito vara a 200
Caixinhas para guardar phosphoros a 160
Carteiras com sgolbas a 320
Caxinhas rom obretas de colla a i 60
Escovinhas para liuipar pentes a 320
Agulheiros muito bonitos a 200
Pejas de fitas largas lavradas com 11
varas a 29500
Libras de linha preta e de cor a 19^00
Libras de linha tina n. 100 c 120 a 29000
Duzias de caixas de dtifre para rap a '20
Macos de palitos para denles 1011
Alem de tudo islo outras mttitissimas miudezas
que se venJera muilo mais barato do que em outra
qtialquer parta : na rua do Queimado na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fotna n. 33.
Na v i ti ns Contiiiua-se a vender aSlino o par prero liso, e
ii br 111 -.i 11 he c ida- n. i va I lia- de barba, le I a-1 rio h-
bil fabrica.ile que ha sido pretniailoem diveisa, es
pnsires: vendem-se com a condirilo da nao aura-
dando poder o comprador devolvc-las ato lili dial
B Na rua do Trapiche n. 5-1, Isa 4^
.i supe ioi rapr l'rinceM do Brasil, (p
O el legado recentenu-nte do Rio Je }
'i Janeiro, em qualidade pouco dii- Sf
^; lere do de Lisboa, ao passo que Q
US custa apenas I5VOO a libra ; a rile ij
m antes que acabe, pois a remessa fj?
ti he pequea. gjj
" -ui ^.f'.^:-tf^s::;.4f:.:^::
ROB I.AFrECTEI R.
>l/co autnritmdu por ilema 4o contrito real t
derrrlo imperimi.
Os mdicos dos bospilacs recomnicndam u
arrobe de LalTecteur, como seedo o unirn
aulorisado pelo governo e pela real xicieda-
de de medicina. Esle medicamenlo de asa
goslo agradavel e fcil a tomar em secreto,
esla em uso na mannha real desde mais, le
O anuos ; cura radicalmente em pouco teat-
ro com punca despeza, sem mercurio, as af-
reccoes da pelle, impingeos, as cousequea-
cias das sarnas, ulceras c os accidentes lo
partos, da idade critica e d acrimonia he-
reditaria dos hnniores; cor.vcm os catar-
rhos, a boyjga, as conlraccoe e a fraqueza
dos orgios, procedida do abuso das iajec-
Ces ou de sonda. Como auti-sv pbilitaco
o arrobe cura em pouco lempo os ileso re-
centes ou rebeldes, que volvem iai-naalra
um consequencia do em prego la copehibe,
da cubeba ou das injeccjes que repreaenletn
o virus sem neutral isa-lo. U arrobe LaaW-
leur he especialmente icconimcndailo oe-
60 Ira as doenens inveleadas ou rebeldes ao
mercurio e ao iodoreto de potassio.--Lisboa.
--Vende-se oa botica de Barral e de Anloum
Feliciano Alves de Azevedo, praca da li. re-
dro n. 83, onde araba du ebegar uma gran-
de porcao de garrafas grande e pequ
viudas il 1 reta mente de r'aris, de casa do dilu
Boyveau-Latrecleur I2,rua niebelieu a rana.
Us formularios do-se gratis em casa do a
gente silva, na pi ara de n. redro 11. 9i,
l'orto, Joaquim Araujo ; Baha. Lima t Ir
naos; Pernambuco, Soum ; lito de Janeiro,
Rocha v Kilbos; e Moreira, loja de droga ,
Villa Nova, Joo l'ereira de Hgales tan le ;
Kio l.rande, PYaucisco de Paula Coat i ,.
PGTASSA GAL TIBGEfi.
> o amigo e j bem con nocido deposito 4a rae la
Cadeia do Recita, eseriplorio n. li, ha para ven-
der muilo superior potassa da Rusaia, ina e ti
de Janeiro e cal virgem de Lisboa ja*
a preces muilo favoravri-, coi
os compradores satisfeitos.
esa peer, testa
os eetes
*dt>l>{* ,Wfc>..,>U*.
Kosta de bordo do palarba N atank ee Om
23 de -i-nii.ro a preto Ja imano rae, ,, ritraac ar-
Kuintes : nucaoBenauella. nla.l So .uno,, e, mnit.
rosto roiuprulii. nar.t chalo, oIImis prHvn, aaraa e-er-
rada ; paila n a's aolnr.dartes poli, laes r rapiiae ,le
rani|Hi o prendam e levem a rua da Catteu ta Re-
cita 11. i, qae ser' rerompeosada.
Kosio de bordo da escuna aarietul I
escravo marinbeiru Kinlami, em ureastao ta"
luda para u Kio de Janeiro no du JH 4a ttm
do, ruin os -iKiiaes euuiiile> : idade 2 (kaM.
mais ou menos, cor retinta, aliara resalar, seta' taU*
de lenles, pes grande, crioata, nariz i-hilo, sw*-
ii.iiilo de r,r-se ; levou r.uiiisj. a caira te ilaaitaa
azul e honcl de marinheir ; quem o posar leve c a
rua do Viajatas n. 5, que recebara' f/aS ae svalik-
tafjae
I oaio houiem a 7 hora da Mil am escreva
mulato, de ncini I homar, alio, re.orraata ea mi
rom marcas Ir beiiita, peraas sraasas neMaa aaar*
cas de cirairiies ni raarlaa, talla raea rua-, mn~
ridSo ; levoa camisa de pamm arul cnnaxi aajaaaj
da de ."irelie, branco as hombreiraa ,-
aberla ua frenle em lumia de paliln : rM# ,_ '
he natural da Panhiba. tai imavt -1 s,
Cuellio qoe o houve por heraina ee are
Joaquim de Nonza laquella cniae, a (,(l
lelo abaiio aicnado aa M. llil,,,., ,r
portas
et regulamentar las eleiees, e os de- i Urogas.
I cielos e decisiiesdo governo : acci escenfa- j Algodao lizo para saccas.
i do cotn a lei das incompatibilidades, lei Dit0 entrancado igual ao da Baha,
dos circuios,
Merece au com.nerciu v.ntagen, aa.aam. Ina ?UV.,da reCeber P'-nonista. e tneio-'L;,,, Veiltc do L Vnilll^ lito I X Kliu'lT' T '"Stn" '*? T?"***'
.ulra companhia lem taito ale agora. Aeeltam-ae Pensionistas, por preros razoaveis. ^ P' 'su,,u na hvrana ns. I. e 8, da pra-
prupostas de seguro no eseriplorio de Isaac. Curio 4 Alpaca de quadros para veslidos de seuhoras a | (;a da InncpcndeilCia.
Coinpau'iia, agentes da companhia, rua da Craz lilil II i CII \ l !M\llK do/e vinlen-o covado. cas scnre/as a d i/.e vin-
n. !. Mr.\"r 11.1 tllLVl AJIUiN' | Jeat^o cavado, corles ta easra com ele varas > qua-, K*l VESTIDO PORJOO.
SEGURO COMRA FOGO. MEDICO
r.umpauhia Alliauce
PKLA L'NIVKHSIDAUL Dli ,r" l,i,lacHS e '""* c,"te- madapaloaa com loque de | o'ivo c complelu surlimenlu de curies de vcslido
ralMIil l .ava.ia a dous mil e quitihculus e Ires mil res, cintas I "" de dillerenlespadre', cores livas. pata di-
Ctl.UltH/1. e rlacadm a qualro mil reisa pera, riscado trancado 1 IDI"ulo prero da >.- cada corle : m loja de i portas,
L'-'(abelecila mil Londres, em maici de IS21. """'nua a receber em sua casa na tita do Cabuc n. para roupa le escravos a seis viuleus o covado o "a "" ou Oueimado u. 10.
Capital cinco iiiilhes ,1c libras esterlinas. u2da J "' ^l V
\ i, i o. n latee, as possoa* que o
du
da nianhaa, e da ;l as ."> la muilas oulras fdieintas que se pierem acabar antes
queiramcoiisull.il : bem CO- jde testa ; approveiiem que a occasiao he favoravcl
mo se presta a sabir com a j reconhecida promp- para se enioupaieui com pouco dinheiro.
tidio. a Visitar qaalqear enfermo, a loda a hora do : Vende-se por 1:3009 oa hypolheca-e por 8009
i ou da noile, quer dentro quer fra da cidade. um silio em Tii;ipiii,' Ierras prop las, rom ca-a Bran-
Precisa-se alegar seis pretos para arm.i/em de \ de de taina em bom estado e toda ravidrarada, ro-
semear : quem livor e qui7.Pi alegar, dirjase a rua chaira e etlribaria de |iedra e ral. com muilo, uto.
ros sobre edf.cios de lijlo e pedra, cobertos de de Apollo, rmatela a. 10, que encontrar., com redo de fruclos, tena para pla.,l,c;lo, nacho corlen
trilla e Igualmente sobre os objectos que contiverem \ quem tratar. 11 tdu anuo : as pe.soa. que o prelenderem diri-
os mesmos edificios quer consista em mobilia ou* ~ Preelss-se de 500 a premio eora hypalheea em tam-ae so aterro la Roa-Vista n. 17, a fallar com
em fazendas de oual.tuer qualidade I ZZ, qe '4 "l"""' e ST!
qudiiaaae. I para mais sezuranca : iiuemlnni...
Saundar.s Rrnthcrs & C., lem a honra do in-
humar aos Srs. negociantes, propietarios de 'asas,
a quem mais cbnvicr que estn plenamente au-
.orisados pela dita companhia para eITcctiiar segu-
Km casa de llenr. Ilrunn ,v Cuinpanhia, na
rua da Cruz n. lo, veude-se cognac em camnhas de
duzia.
Vende-so um prelo crionlo de "i a -211 anuos de
idade. boniia figora, bom padeiro.sem aehsqoe, bem
refonjado : na rua da Cruz n. iS.
E uui completo sorlimenlo de fazendas proprias
para este mercado tudo por preco eommodo^
Farinha de mandioca.
Vendse superior lariiiha de Sania
Calharina, em saecasqtielem um ahniei-,
e (medidavlha) por pre.;o eommodo: *
no .irmi/.cm de Novaes&C., na ruada
Madre de Dos u. I i.

aaaaajrat
depoisdacompra,restiluin.lo-seaimoortai,cia:cm I?*,!r ii""1?' r,0"'1'" ^a"aeaa. lIJ^'
casado Au.-usioC.de Abre... na ru. aVCMata* fe^ '*f -^^775*' ; Si
Kecita n. :lb. *4,_0 ".ru* "-"""'"a a Pedra Aal.aw Tenevra
..... t.uimaraes, qae sera cen'rotaaneiiir -,.,iti..i
-tm casa de RabeScfamettau & C, rua I Raeife 1. de .labro ta IKV8. .mselo.
Pedro Anlonio Teiieira l.eiavaria*.
No dia I.- iaajaaeja do crele ame feas.
do rascaba feauta Kila.d. cntn.ira d., n, r '
s-
I paalna^^iaua-r-quemhz^ 5, r'^" 0""'e' ^'"" ^ ^^ "^^ |J^'J* ^""
! Vi-ii.lr-sei-.i I dr l.islniaul I iinaineii lerlierad.i ,Sa>
Milita attencuo, pois he perllincba. jsiin-.oniopotaasadaRussiaverdsaalrs : na praca
Corles de vestid..' de rass de cor lisa, cora ii va- | nu,:orP San, "-1
-- No paleo do Carme n. i, vende-se estamenha
leiiilima para Icrreiroi fraociscano.., e peneiras de
rame para os senhores relinadores e padeiros.
| ras, d. padroes inudernos, coro um pequeo detallo
lo prero de I --SHI,
da rua do Oueimado n. 16,
da Cadeia n. .".7, vende-se
Um grande sortimento de vidrosde
peino.
Relogios linos de patente ingle/..
Dilos ditos de patente suno.
Cornos de rrraxa.
garra liies.
Vinho do Klienosuperior.
Conservas alimentarias dr
dades.
Tudo poi prero eommodo.
VF.M)i:-SK
Ciia\:i le palenle, prova il a;
ai reos le carru.
um escr.vo. cr.oulo, de nota* Vmlt, o> ,rtjM,
I., anuo,, cm us s,s,.ae. seaui,,,,, ,,. eTr-reT
...slo compndo, c.ta-c. m Ul. ,, umZT"
iias.|H:scompndos. en. todo cepo evMeJa^u-
de calmes de c.sli-os ,., ,. .LaM '"._'""*
casillos q,,e lem ~nr,d.. ut,,
Mtiu.das fusidas ,,urfn a-.iprelw.aee w.,7
d.io eaeeaae, uu .! toq*. do rggf??.>r* ""
?oas iii.iIi- .
1 I us.o no . 7 u,.
dSmsnhla. a esr.v. d, ....J 7,,^ > -r -TJT
'''".....Pt-*ar, li., e ro..1.,.,,Ti,tade SaS*
|..ur,. asa*,., m-no. eslalo,. |.. rh,ta a.ratee.
rom falta de um d.alr ,,a Ireolr. chec aa. i
roiiipnda para em,.. I. v.... v.si.do ,|, ,|-0l,
lado e |.i e,m* om. aaia de baria arel : qeei
Vinliodo KheiK. de qualidadcs es,,- Rttf" ^ *"rmn* ""
ciaesJohannisberge Marcohrunner. ''"'o.
No arma/.em de C. J. Asllev & C.
I'
na n. !, qu. Baje* beaa
liaga d are ka
PEBN.: TYP DH.F.M PARU.
ILEGIVEL
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