Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07619


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Full Text
ANNO XXXII N. 153
Por 5 mezes adiantados 4s000.
Por 3 mezes vencidos 4^500.
SElilXDV FEIRA 27 DE 01 TI URO DE 1856.
Por anuo adianlado 15,<000.
Porte franco para o subscriptor.
KM; VltHK.l,AlitiS DA SUIISCRIPCAO' NO NORTE
arihibi, Sr. Gtrinio T. di Jtalmdadi: Hila I, o 8r. Joao
Suim 1. Psrelra Jnior ; Anca Sr. A. ds Lemoj Braga ;
Cauri, Ir. J. ioi de Oliriira ; Miranhoo, o Sr. Joaquim Mit-
ins* todrituti; Piauhj, o Sr. Domingo! Hareultoo A. tutos
taraoss ; Para, Ir. JmiinUnoJ. gimoi; Amiionai.o Si. Jeta*
DTDM 4* (.Olla.
PARTIDA DOS COKKEIOS.
''linda : |do
runua. .:,
Cabo, |,,
Pinn-m. n
(Todas,
naco, I'.
Flora, v,ii,
lias, ndr mea hor.ia .lo fia.
" '" l'.ujitil". : n.i- ..-.*,n.i.i........-.-r.-.raa.
|: iu., d .lito, Kaiarefa, Liatoeiro, Rrejo, Pesqoeira, /n
'.oa-Vlaj, Oarirarj Esa : ni* a;aaf1ai-r<*ii
'l.ir.i, S.-ri.ili.',.-in, i:
* .' iVamI ; quinlno-d
O oarreioa parlen, a
luh.
tria. Ilarr
* 'U mant-ll.)
iros, Agu-Prall,
AUDIENCIAS DOS TltlHUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio segundis quintal.
Relafao : lercai-feiraa aiabbadoa.
Flisndi : quarin i.ibbadci at 10 horai.
Jniio do eommerclo: legund n ailOhoraia quintal a* meio-di
Juio daorphaoi.- segundas a quintil n 10 horai.
Primaira Tara do eiral .- teitundii a itnai ao miio-dia.
Sagunda Tin da cual: quirtii sabbadoi aa maio-dia.
EPnEMERIDES DO HEZ DE <>l II Hito
* Quino rrcicenie ai 3 borail9 minuto a 48iefuudoi dem
Je La cheia ai 9 minoioi a 20 legundoi da tarde.
* Quirlominguintiii 3 horas,47 minutla 48iegundoi di t.
H La nonas 8 horu, 2i minutos .48 segndoida Urda
_ .. PREAMAR DE 1IOJE.
Prlmeiri a 3 Dona e 12 minuto! da tarda.
Sagunda ai l hora e r minutoi di manhai.
P4iti 9mm AL
QOVERNO DA PROVINCIA.
Expediento da la O da outubro.
OllicioAo Em. marechal commandanle das ar-
mai, trsnsmittitido por copia o aviso expedido pela
repartirn da auerra eni 39 de setembro ultimo, a-
cerea da quesillo ausriladn enlre o capilAo da tercei-
ra companhia do quarto batalhan de arlilharia a pe,
6 o respectivo lenente-coronel cororoandante, rela-
tivamente readmissiio an posto de primeiro iar-
i-iiIi do primeiro cadete Horacio lveo da Silva.
DitoAo mesmo, dizendo que, pela leilura do
avisoque remelle por copia da repartidlo da guer-
ra, (cara S. Exc. Inleirado, nao s de se haver ex-
pedido ord
do corpo d
ven ha aervir
ler conced
morar-se
rnonicoo-se
DitoAo mesmn, remettenilo o reqoerimenln rio
soldado do asila de invlidos da corle, Domingos dos
Santos Rodrigues, alim de que se sirva de mandar
paisar a cerlidao de asseiitimenlo de praca que elle
lollicita no mesmo requerimenin.
DiloAo mesmo, par mandar resliloir ao com-
maododa fortaleza de Tamandar, o major Anto-
nio Alfonso Viaunu, visto terem cessado os moti-
vos que deram lugar a ser elle exonerado de tal com-
. mando.
DiloAo mesmo, transmittinclo por copia o avilo
da reparlicao da suerra de i do correnle, no qual se
determina que o lente do corpo o'eslario-maior de
primeiro ciaste Antonio Clemente dos Santos, que
se acha nomeado para servir como secretario do hri-
I gadeiro inspector do quarto dislricto militar, faca
aqui, antes de secuir para o seu destino, o e\ame
pratico das tres armas do exercito.Comrounicou-se
ao inspector da lliesouraria de fazemla.
DiloAo mesmo, para mandar avisar ofliciaes
aaperiores para servirem de vogaes na sessan da jun-
ta de juslira, cuja reunan dever ler lugar no
dia SS do correte. I;ez-se o necessano expedi-
ente.
DiloAo mesmo, enviando por copia o aviso da
repartirlo da suerra de J'.i de setembro ultimo, do
qual consta que, por decreto de t i ilo mesmo mez,
fui perdoado ao ex-segundo sargento Sevenno Ma-
nuel ila Rocha, o resto do lempo que Ihe falla para
comprir a pena de Ib' anuos da gales no presidio
de Fernando.--luerain-sc as nutras commonica-
re*.
DitoAo inspector da lliesouraria de fazcnda, re-
commendando a expedidlo de suai ordeus, para que
na recebedoria de rendas internas, seja rrecadada a
importancia dos direilos e emolumentos que, segun-
do la notas que rtmelle pur copia, e*lao a dever
Manoel Francisco de Moura e l.uiz da Franja Mel-
lo, por terem sido Borneados, u primeiro pr o lo-
gar de almovrife, e o secundo para o de escrivdo
doalmoxarifado de marinha desta provincia.Com-
muoicou-se ao respectivo inspector.
DitoAo mesmo, remetiendo, acompanhado de
copia do aviso circular da repartido da marinha de
10 de setembro ultimo, um exemplar do decreto n.
1769 de 1(> de jnnho deste auno e do regulamento a
que elle se refere, reorganisando as intendencias de
marinha.Igual remessa se fez au inspector do ar-
senal de marinha.
DiloAo mesmo, declarando que, segundo colis-
in de aviso rio ministerio da fazeoda de i do cor-
renle, foram nnmeados praticanles daquella lliesou-
raria, Antonio Teiteira l'eixoto, iierillo l.eao Sa-
raiva, Marcomiro Paiicracio IVreira dos Sanio
laut M llho dos Lnforcados no Mediterrneo c no
Canal dos Principes a entrada do Tamisa, e .le casas
'ie a>lopara as pcssoas que nanlragarem na parte
".y" rt? """"lerbunils em Bengala.
HitoAn presdeme do tribunal dojurv, solicf-
lano a d.spcnsu do amanuense da secretaria do
-overno. Joao Baplista Ferre.ra d'Annunciacao.dos
iranaiiios da presente sessao daquelle tribunal, por
lerem os seus servaos necessarios a mesma leer-
IVlflaj
DitoAo |)r. Joaquim d'Aqniuo Fonsera O
lr. Candido Jos Casado l.ima, que se acha encar-
regado da vaccina na freeuezia de Jaboatao, ofli-
eioo-me declarando que nnlium reullado tein nb-
DlAS DA SEMANA.
27 Segunda. Vigilia len jrjum pelo indulio S- Elesbio.
2S Terca, (sriii da santo por indulto) Ss. Simio c Juda.-.
2!l Quarta. ImsIadacindeS. Isabel nui. rainha f.
'10 Quinta S. Fuo ni. S. .Macario m.
31 Sexta. Vigilia) Jejum. S.Qurnnoni.
1 Sabbado. ^> Kesla de todos os Santos. S. Cezario.
2 Domingo. M S. Victorino m.: Ss. Thobias c Eudocio Mm.
que por tanto ;isto he como Iribunae, o smente pu- i guiadoras dosprocessos de responsabitidade, ora pe-
dem impor penas por crime de responsahilidade a rante um juiz nico, ora perante trihuuaes cullecli-
que ellas estcjam imposta) por lela antenotes obser- vos, que nenhuinasemellianca tem cum urna assem-
vando a forma do processo para laes casos .casosem blca, ora finalmente perante* duascmaras legislali-
que se converlem em tribunaes de juslija) anterior- j vas, urna das quaes serve de jury de accusacjo. M-
rale eslabelecida. | tra de MOleoee supprimir instancia, recursos, e
KXCMlllrX.MMIS |l\ MKMR \0 Misil
A la goai,o 8r. Claudio* Falca* Diaa ; ihii. s, a.
lodUaoiiro,o8r. Joao Ptrein Mirliai.
EM PF.HWMItlCtt.
O proprialan* do DIARIO Manoel Fiauairoa U Pana, aa ,.,
livraria, praea da Independencia ni. I H.
Nao ha le alaiiim estabelecendo a forim do pro- dizer que esse proeeuo iinaginario exista, e a elle
cessndct mazislrailosanleasassembleas provinciaes ; 'se refere o art. .">. da interpretacao do acto addicio-
e sein essa lei as assamblcas uto se poden constituir i nal he zombar da razio e do boni seuso.
tribunaes de juslica ; e eonstituiudo-se iufringem
manifeslamente o art. ."). d'onde derivam a sua ju-
riidiccao, bem como o S II do art. 17'J da couslitui-
cSo o Ninguein sera sentenciado se uao por aulo-
ndade compleme eem virtude de lei anterior e na
lino com o emprego do pus vaccinieo que Ihe fra forma por ella prescripta.
'do cominis.ano vaccinador provincial. | >miImimi artigo da consliluic.,10, actoaddicional, ou
Exni. Sr
ser altendida a supplica que.Smc. fez de um para-
mento rica de damasco para os actos solemnes da-
quella matriz.
PortaraAo agente da fcompanliia das barcas a
vapor, para mandar transportar para 11 Para por
cunta do governn un vapor almperalrizii o cbo de
enmadra .lose Gaspar da Cnuccicao, que ral servir
na provincia do Amazonas.Pariicipou-se aoEvm.
mareclul commandanle das a-mas.
DitaI.: .ncedendo ao desembargado.- Coelann .lo-
se da silva Sinliago, MI dias de hecnca com ordena-
do, para tratar de sua saude.--Fizeram.se as neres-
sari.is communicares.
tre oulios, o magistral aviso de 1:2 de dezembro de
1836. 3. Oue sobre a inconslilucionalidade subs-
tancial do aclo eda forma, acresce a violarao das re-
gras prescriptas no artigo II S I, do aclo a'ddiciunal,
sobre o modo de discutir qualquer projectu de lei, oo
resoluCHo. i. Que liiialmenle e>bulhoua presiden-
cia do direito de sanc;ao, c violn o artigo 13 do ac-
to addicional. socconendo-e a urna fraude de for-
ma para encubrir a u'urpacao.
Assiin a ileliberacao da a'ssemblca na sessio de 1
ramada Parecer be nao filso como contradi- do correle setembro, he manifeslamenle exorhilan-
* Pelo n,.,cr U era o estabe.ecidopelas provincUes.'c^o'^a 'm ".m'in^n.e'eluZ.^ i mZ$ZZ'1 "' mem,"S *" "'^ '""
eis anteriores ao aclo a,l l.cional que ale boje exis- I aviso de :. de novembro de 1838 11. 117- E U en- I A cramelo antes de .irir ,. --- a, .;
eclos de lela ollensi\as da consliluicAo ou dos inte-1 Deceuida le. emloeote convenieacta de revestir a
O 3." artigo desta lei inlurme e monstruosa deno-
A" visl das disposices citadas, ulga 1 eommis-1 Abre-se a .esslo.I.e-se e aptpreta-e a acta a>
sao, que esla assemhlt-a he compleme para tomar i ses-.io anterior
conhecimenlo di queixa do barliarel Ponce de l.eao Orden] do dia.
SS??^-^?"^'?*.1 '!" ,er">n.dla cap.lal por DiscuisJo do parecer da conrais.. eapecial, m-
COMMA.NDO DAS ARMAS.
Quartel eeneral do commando das armas de
Pernamb/Dco, na eidade do Recite, em -Ji de
ontnbrodet856.
ORDE.M DO DIA N. ;t:>7.
O inarechal ite campo commainlanle das armas pu-
blica para scicncia da guarnicao e devida observan-
cia, assim o decreto n. 1830 de K deslt mez exlin-
giiindo as juntas dejustica militares as provincias
onde ha relacao, e na do Para, como o aviso du mi-
nisterio dos negocios da guerra de 9, que o manduu
execular nesta provincia, os quaes Ihe foram por
copia transmitidos pela presideucia, com oflicio da-
lado de 2.
AVISO.
II10 de Janeiro. Mim-lcrio dos negocios da guerra
em 9 de oulubro de IM.'>(>.
Illm. e Exm. Sr.De ordem de S. M. o Impera-
dor remello a V. Exc. copia do decreto ... IS:1 .le
S do correnle, que extingue as juntas de justicia mi-
litar nas provincias onde as ha, alim de que V. Exc.
a fac cumplir pela parle que lliu loca.
Dos guarde a V. ExcMrquez de Caxias.Sr.
presdeme da provincia de l'ernambucu.
Decreto n. I8:W de S de outubro de ISjti. 5
Extingue as jautas de Justina militar existentes
nas provinrias onde ha Meci, e na do Para.
Em virlude do SI.-do art. 15 da le 11. 862 di
30 de jullio do correle auno, bel por bem decretar
o seguiite :
Art. I. Ficam exiinclas as juntas dejosliea mi-
litar creadas pela le de 13 de oulubro de 1*27 nas
A magistratura de um mesmo imperio nao devia
ticar sugeita ser julgada pelas djlleientes formas de ; parecer__ lei
preceno, que as assemblas das provincias i|uize<"em le
eslabelecer. T.io grave mal so pode ser evitado pela
uniformidade de nm processo que o poder legislati-
vo geral decretar para todo o imperio : e foi para ob-
via-lo que a lei de 12 de maio de ISill, delerminou
o que se 10 no art. .">.
O aresto da assembla do Ccar.i com a sua lei de
processo de I de setembro de 1837 no pode pre-
valecer contra .1 coiiililuic'io do imperio. Ja antes da
magistrados guardando uiiif..rinidzdecom os que .
formados pelas relac,0cs e pelos juizes de direilu em
laes casos.
Como fica demonstrado, e fie mu sabido, o pro-
cesso dos magistrados nSo privilegiados como juizes
inunicipans, de orphaos ele.. ..orre perante o juiz de
direito em l.a instancia, lo segundo as leis anlerio-
res ao acto addicional, como erradamente allirma o
resses geraes. posto que os respectivos pre-ideules os
livessem sancciona.to. a A' face do arligo 7. da lei
de 12 de maio de 1810, a deliberado da assembla
e-t no caso de ser suspensa, e os abaixo assinuados
esperam que V. E\c. em obediencia constiluicao,
em defeza das allnhuiciies do poder geral usurpadas,
ila independencia dos inaOslrad04 tumultuaria e
2r?aI 7" I"~J Prel" -;es"do as dispo-ires da revolucionariamente ameaca.la, suspender o acto
ei de 3 de dezembro de |S,| arl.2)S5 I e ... e arl. Ida assembla provincial de 2, que decreloo
t.M.ditli d reg. n. 120 de 31 dejaoeiro do ls2 urna lei de prueesso para o julgamenlo dos magis-
poilenores ao acto addicional : e somente em 2." ins- [ Irados.
lais por mel de recurso ou de appellaea.0, e ain- I Nem pode embargar a providencia, que respeitn-
da pesies casos segon, o segundo outras dlspoii(oes sos solicitara de V. Exc, o n.lo ter o aclo revestido
que nao as dos artigoi 12 c 13 do regulamento de 311 forma de projeeie de lei, nem ler sido reroellido
Janeiro de 18 11, e-pe.iaes para os enmes dos magis- V. Evc. (I a-lo he publico c notorio ; a forma no
irados pr.v.legia.lose ratros empiegados, cujo pro-es- diminuc a inconslittieonalidadc substancial, antes
o desde a forma.ao da --
msgillralora da maior considerara.), presligio efor-
..a moral, para que sua atlitude correspiinda I gravi-
dado e imporlaucia de laas allribuicoes, e por isso
mesmo tambem reconhece, que a sua repuiacao e
dignidad! ha mu interessada na reprassBoe pumeto
dos seus membros, que esquecidos da alta mi-sao
da corporaoio de que fa/.em parle, menos prezarem
*eu* devero, procedendo de modo que a urdem e
segoranga social exijan Imperiosatneole a sua po>
"'..io. pela manifesta e cnica violado das lei. de | 1Ue manda a mesa 1 *goi
que s,, execulorcs sem o que a liberdade do cida- Vala nao haver urna le. de proce-io 7r,7^.
daoeaseeoranca mdiv.dual e de propried.de. acto, da asamblea ...ovinci.:. q-...do C'i ",-
Kequeiro o a llmenlo do parecer em deseas**
para que vollc a rouimissAo para declarar .|ae- o>
casos omis.iis da lei de quioze de notobrn .Hcenlos e tinte e selle. Salva a redare ...Hal-
cherEntrando em d.ru* l leoerimeel
lie combando pelo s,hor |>,nn., su.leolado ,-l .
seu autor leudo a casa resollido, s.di prornMU senh ,r prndenle, e a pedido do senhsr Penna. r.
nesta discusao se dessa a palana ao. senrrarrs da
pulados, o numero de ve/cs. que qeire.s*m 11^
della.
Eucerrandii-e a disresso he reqaerimrnlo !-
mellidn a vot.ic.io a remellado.Canliaoa a MsMs-
sao do parecer.
Toman parle nesta ri-us emenda m parecer.
una illusao.
A comminao compenetrada dos principios que
acaba de registrar, pa-s.m a examinar a queixa e
o 1 ereira do- S.iiios, Ti- | iasfloju-l.. 1 .minar moneion.das ao arl. I.-, q
burcio Kavmunno da Mitra Tarares,Jesu.no l.odn- if^em nos respectiosarcb.sos, serilo rejrMIidoa
gues Cardo.o. e Manoel da Fouser Jlederus. rwr intermedio dos presidenta das ororiiicias ao
HiloA o mesmo. enviando pofeopia o aviso de con-elho supremo militar de instica. alim de'terem
Jli de setembr ultimo, no qual o F.xm. Sr. ministro '----------
tacao o alvitre de sen presidente que a lei do pro-
cesso para o julgamenlo dos magistrados pola assem-
bla provincial era a de 15 de oulubro de 1827, es-
pecial para a responsahilidade dos ministros e con-
selheiros de estado, lei que nao cositna de manis-
Iradoa e menos de assemblas provinciaes, que n;lo
exisliam ainda, nem fii por argoma ampliada aos
magistrados.
(inmediatamente nomeoii-se, como sa a a-semblua
provincial fosse a cmara dos depuUdns, urna com-
missao segundo o arligo Itl da citada lei para dar o
seu parecer ncerra de urna queixa contra o juiz mu-
nicipal desta capital arguindo-o do iiiuivIHd rrhnr
de haver pronunciado e prendido a um eslrangeiru
que baria ubtrahido un- autos quo nblivera conli-
deiicialmonte cniregand >-os depois da pristo. A
commissAn no dia 1( dea o parecer consume do
documento 11. I deeidindo, que a referida lei de
1827 niln era a ragnladora do processo se na nos ca-
sos ornissos, deveudo seguir se o cdigo do processo
criminal e o regulamenlu das relacfies mutalh mu-
tnndls'. E na sessao de 23 f.iiapprvado quasi un-
nimemente tao singular parecer, regeitada a emen-
. da olTerecida pelo nico membrn dissulente, o qaal
capitaes das provincias onde ha rclacio, e a que o. i propozera que, visto na,, haver lei de Broces, se
resutwlectaa nada p.ovincia do Parapeta lei de abslivesse a assembla de consliluir-se tribunal de
2 de selembro de 1829.
Art. ~2. Todos os outros refrtstros e docamenles
relativo a proressos jolgados e por julgar pelas ion-
es lllllll.ir iK'nri.n, ; ao
da joslira oeclara que, para lio 1er providenciar a-
cerea do augmento da consigiiacilo concedida no ex-
ercicio de ISm a I8>! para as despezas da guarda
nacional desla provincia, faz-se preciso que S. S.
remella aquella secretaria d'estado urna demons-
trarlo de laei despezas.
DitoAo mesmo, remetiendo por copia o aviso de
3 do correnle. pelo qual o mesmo Sr. ministre da
fazcnda indica a raaneira por que se deve proce-
der qoando se der transferencia do dominio til de
todo ou parle de um terreno de marinha.
DiloAo mesmo, reslituindo o requerimento em
que Eslevao Casado l.ima pede por aforamenlo um
terreno e om alagado de marinha, que ficam nos
fondos de urna casa que elle possue em cixao 11a
ra Imperial, alim de que proceda a respeito dessa
pretendo de couformidade cun o parecer que re-
melle por copia do segundo teneme Antonio Egioio
da Silva.
HiloAo mesmo, declarando que, com as infor-
marles que remelle por copia, ministradas pelo
iuspeclor e contador da thesouraria provincial, res-
ponde ao ollicio em qoe S. S., fazenso ver que
a parte do edificio onde se acha a repartido a sea
cargo, mo offerece o necessario espaco para accom-
modagao das diversas eslan.es de que ella se com-
pile, pede que a lliesouraria provincial desoccape a
sala do lado do uascenle, ein qoe actualmente func-
ciona a respectiva contadura, alim de ser entregue
a S. S. para arraujo de sua repartirao.
DituAo chefe de polica, inteirando-o de ha-
ver, por portarlas de boje, resolvido que liquem de
nenhum elTeito as de I i de fevereiro deste annn e 9
do correnle, pelas quaes foram Horneados os enh-
ilaos, Antonio Alalheus Kangel e Jerouv mo Freir
de Parias Pedroso,aquelle, para o cargo de primeiro
supplentc do delegado do termo do L>moeiro, e este
para subdelegado do primeiro dislricto da fregnezia
de lioianiia, visto terem elle collectores de ren-
das provinciaes.Flzeram-se as portaras de que se
(rata.
DiloAo director do arsenal de guerra, reroin-
ineudando, de couformidade com o aviso da repar-
tic.u.0 da auerra de 27 do outubro ulliino, que faca
apromplar para serem enviados ao meio batalho
da Paraluba, os arligos de armamento e eqoipamen*
to mencionados na ola que remelle pur copia.
DiloAo masino, devolveudo, acompanhado de
copia du avilo da repartirn da guerra de t> do cr-
rante, o batanele da plvora a que se relere o sen
ollicio n. Lili, alim de que < as cxplicac/ies exigi-
das na iniorinar.io pie remelle por copia da repar-
licodo quarlel-meslre-general.
DiloAo iuspeclor do arsenal de marinha, Irans-
millindo por copia, nao s o aviso n. I vi A, expe-
dido pela repart..i da marinha em 311 de selem-
bro nlliinu. mas tambem o que uaquella data se cn-
0 convenienle destino.
Arl. 3. Os processos do conscllio de guerra que
se lormarem iks provincias comprehendidas na ju-
risdiccAo das junlai de juslica criminal, sera., d'ora
cni diaule ramettidos secretaria de eslado dos ne-
gocios da guerra, para serem suboellidos ao jelga-
menlo de segunda instancia ao conselho supremo
militar de juslica, bservando-se na remessa as dis-
piisjjes da provisto de ."> (le selembro de 1815,
O Marquuez de Caxias, do meu conselho, presi-
dente do conselho de ministros, ministro e secreta-
rio de eslado dos negocios da guerra o lenha assim
entendido e fca execular com os despachos neces-
sarios.
Palacio do Rio da Janeiro am 8 de outubro de
I8(i, 35. da independencia e do imperio.Com a
rubrica de S. M. o Imperador.Mrquez de Ca-
llas.
/ose Joaquim Coellio.
OKDEM DODiA N. 338
0 Illm. o Exm. Sr. inarechal de campo Jos Joa-
quim Coelho commandanle das armas, man la decla-
rar para scincia da guaruicao e effeilus necessarios,
que no da >\ do correnle, recolheram-se do destaca
menlo do presidio de Fernando o Sr. 2 cirurgnlo al-
teres do corpo de saude, Dr. Jos Antonio de An-
drade. e a Sr. lente do i. batalho de inl'antaria,
addido ao 10, da mesma arma Augusto Callos de
Siqoeira Chaves : e que nesta data uoinenu o con-
selho de guerra, que tem de jnlgar o Sr. lenle do
!. batalho da mesma arma, Jos Antonio de l.ima.
pela culpa de haver fallado o respailo ao seu com-
mandanle. sendo do mesmo conselho presidenle o
Sr. major Pedro Nicolao Fresreslcin, udilor o Sr.
Mr. juiz de direito Bernardo Machado da Cosa Do-
ria, e vngaes o Sr. capitn J0A0 de Souza Teixeira,
Leopoldo Angosta t'erreira, Trajano Alipio de Car-
vaina Mendonca, lente Joaquim Jos de Souza, e
NieacM Alvares de Souz.i.
1". Un t'erreira.
PAR.V.
Illm. c Exm. Sr. O chefe de polica desla pro-
vincia do Par, os juizes de dircilo da l.a c da 2.
vara da comarca da capital, o juiz municipal e u de
orpiaos do termo da mesma. asando do direito 00-
lorgada pela eonslituico do imperio lo 10 o eidn-
riSO no S 30 do arligo 1711, e na quali lade de mem-
bros de um dos poderes polticos cuja existencia e
independencia he garaniida pela mesma ronsliluicao
nos arl-. :i e |1tl, vem respetosamente representar
contra o arlo da assembla desla provincia, pelo .pial
usurpando atlribuicOes que Ihe u;io compelem.'de-
lerecou a intendencia de mariuha .la corle, fazendo eretoa pelo modo o mais irregular a forma do pro-
cesso para o julgamenlo dos mauistrados.
O acto addicional no arl. II s 7 confeno as assem-
blas provinciaes ajnrisdicflu de decelar a sus|
di-liiliunjio pelas dilTerenles secones dos almoxarifa-
ilns de riiarinia, dos gneros e mais nbjeclos que
devem ficar a cargo de cada urna de laes sec-
coes.
DiloAo capililo do porto, transmitlindo, para te-
rem conveniente publirida le, nao s copia da
participaran da secretaria do ministerio da mari-
nha de 2 do correnle, mas tambem exemplares das
tradceles de 3 avisos sobre o e-tabelerimcnt de
encontramos as provas mais evidentes desla theoria.
O universo, esla epopea da rreacao, que narra
iuressaulemenle a gloria d 1 seu autor, he um pro-
testo solemne contra a linli 1 recta.
Essas myriadas de mundos scinlillanles, que ro-
lam sobre nossas caberas, as monlaulias de alabas-
tro com pincarn* de nev que observamos na la
quando ella se banha no elher, como urna perola in-
maculada no seio do ocano, as folhas que se ai;i-
lam no vrtice das arvores. as lagrimas de orvalhn
O genero humano he como as ovelhas de Pairar- I qu rabera no calix das llores, os passarnhos que
ge de que nos falla o listse Rabelais. Ilasta-lhe rantam e. voam nos ares, as pealas delicada, e per-
qu um aphorismo qualquer lenha em seu favor a fumadas de ama rusa, o arco-iris, o insecto, a 011-
consagrae,ao dos seclos para nelle acreditar piamen- o* Ih=s. as monianhas, a bala que sabe da boc-
la, sem verincar-lhe OS fundamentos, e se revolla c rfe om Pea : ,U|10 's, 00 descreve circuios,
todas as vezes que algum pensador menos crdulo e'vpses, parbolas na sua marcha, ou he marcado
ORIGINAL 00 DIARIO O PERNAMBUCO-
26 DE OUTUBRO DE 1856.
. --------.. -_spe||.
silo e anida mesmo a demissao do magistrado, contra
quem houver queixa por crime de respoasabilidade.
sendo elle ouvi.lo e .lando se-lhe lugar defeza
A lei a interpretar.!., do aclo addirional determi-
11011 110 arl. :<. que em lal decretaran procedem as
assemblas p.ovinciaes como Iribanaes de juslica, e
jusliija e remllesse a qneixa i V. Exc.
.Na falla de lei de processo, na impossibilidadc de
ser ella decretada pela assembla. 11,10 laido por ser
isso exorbilanl .1 anas allribuire-, coro., porque
devia contar que V. Exc. em obediencia conslilai-
c.lo|n*t!aria a sua -aucean a lei iiiiciada.ou suspende-
la-Ma, le fosse adoptada por dous tercos ; como por
que urna lal lei seria posterior aojfacli*. e i.aosorviria
ao empenho de sens autores, reeorreu-se ii urna frau-
de legislativa decrelando-se a lei por um parecer de
commissAn para inbtrahir-se a medida a sanelo nao
obstante violarse o arl. 13 do aclo addicicual.
Eii a eonclnsao do parecer ou antea os arligo do
projecto de lei:
a l. Oue o processo da formacao da culpa deve
ser feito na forma do arl. |.">!l do enligo do processo
criminal, combinado com os arls. 12 e 13 do legula-
mentu das relaces do Imperio ; e o julgamenlo nos
termos dos arls. Iba 2i d. predilo regulamento.
.. 2. Que deve recorrer-se lei de 15 de oulubro
de 1827 como direito subsidiario. Io so nenie nos
cas,,, ornissos ou imprevistos em que absolutamente
seja isso necessario.
.. 3. Qob procedendo 1 assembla por esla forma
segee justamente o processo estabelecido por leis an-
teriores ao acto addicional que at boje existern em
vigor para os crimes de responsahilidade dos magis-
trados guardando uniformidade cora os qus s3o for-
mado pelas relaces e pelos juizes de direito em
laes casos.
He claro olhos vistos, que sob a Una de pare-
cer derretou a assembla uina verdadeira lei sub-
trahindo-a a sancrlo.
A' iuconslitucioualidade substancial de aclo ac-
creice da forma ; 1.- p rque applica a lodos os ma-
gistrados o processo dus empregadus privilegiados,
quando algnnsnao sao privilegiados como uizesmu-
nicipaes e de orphaos, acerca dos quaes pido cdigo
do processo criminal a forma do processo era a dos
crimes communs. e pela lei de 3 de deiemhro de
I8il a do arl. :2."> $$ 1.* a "> \ reguhimenlo n. 1-20 de
31 de Janeiro de 181:2, arls. 3!M a itl.'i; e nao o pro-
cesso dos arts. 12 e 13 do regulamento de 3 de Janei-
ro de 1833, ippliearto pela assembla ; sendo que
este regulamenlu, so cin grao de appellaco e 2
instancia, era e he applicavel aos magistrados nao
privilegiados, e nunca em l.a instancia ; >. porque
nem aos magistrados privilegiados nem caso algum
be applcavel a lei de 1". de oulubro de 1827, que a
assembla no dia ( derlarou a reguladora do proces-
so, e no dia 21 reservou-a para os casos omis'os, ca-
ja existencia fica ao arbitrio da assembla ou de par-
le della declarar segundo as necessidades da orea-
siao ; ao passo que o acensado na 1 podera atinar de
antemlo com ellas, lie urna lei de mallas caras
condemnada pelo aphorismo de Harn .Non placel
Janus 11 leglbtu ; 3. porque sendo a referida lei de
I8"J7 especial para os ministros c cpnselheiros dees-
lado, nao rabia nas allribuices das asscmulas pro-
vinciaes amplia-la aos magistrados, arrogando-se
nm direito que o poder legislativo geral nao julgou
ler, e lauto que pora ,-mplia-la aos depuladns e se-
nadores nos crimes de responsahilidade foi necessa-
rio decrela-lo expressamcnle por artigo .le lei, qual
o arl. 170 do eod. do processo enm. ; e nao obstan-
le esla ampliaran nao se julgou compreh'iisiva dos
crimes individuaes dos depuladns e senadores, c foi
dos era a esse lerapnodus crimes individuaes ecom-
muns com pequeas dill'erencas al a forniar.au da
culpa seguindo-u iuteiramente depois e perante o
jarv.cnmnae v do arl. 172 e 17i do cod. do proc.
erim., que nesia parte foi alterado pela citada lei de
3 de dezembro de ISI .' Como he o mesmo pro-
cesso, se o creadu pelo parecer lei de 21 do cr-
reme supprime instancias, recursos etc., estatuidos
pele cod. do proc. e res. das relae.es, lei de 3 de
dezembn.de 1811, e reg. n. 12 '' '. Que le de-
cretou ou aulorisou sem-lhante processo, para que
uina assembla provincial se abalance a da-lo como
preexistente '.'
Amia mais. No relalorio do parecer lei se
conlessa que .1 pela legislaco citada estao classilica-
dos por calbegorias os lunccioiiarios pblicos dndo-
se cada um o seu juiz, a quem a le raarcou a mi-
ma do processo que deve seguir
Ora, se esla legislarn rilada, como confessa o re-
lalorio, nao s. da a cada uina eatliegona de empre-
gados o seu juiz, como tambera marca ao juiz desig-
nado a forma do processo que deve seguir : e se ao
juizassembla provincialnao marcon uina s
dessas leis a forma do processo que .leve seguir, he
consequencia necessaria e rigorosa que ella nao pode
julgar, visto como nao esl.i marcado o pruce-so, que
deva seguir segundo o principio reconhecido pela
propria assembla. E consliluir-se tribunal de jus-
lifa sem essa le, e marcar-se si mesma a marcha
do procesa ., que tem de seguir, be um acto ineons-
lilucloual u revolucionario que nao eummanda ..l.c-
dieucia.
sultar de
opedir e obviar os males que podem re-
mdidas precipiladas ou apaixonadas,-
Ja deerela(3o da demissao ou suspensao dos magis-
trados a forma do processo para laes rasosarlerior-
scria nollilicado medanle um ardil de formula da I mente eslabelecida.
ass.ml.lca usurpadora. Quat.o forma, ha de processo para os crimes de
1 or lano esperam os magistrados abaixo assigna- responsabilidada dos t.iuccionarios pblicos.
dos que \ hsc. nao tolerara o aclo, contra o qual A I he a .la lei de 15 de oulubro de 1827. es-
Toe I 'I Itl lili ib 111.. 11 lrm,.,l..s ._ ___! .._.!....___1 1 : _._._!_
reclamara, e queja transpozo nejlo da assembla;
que u.io esperar, que pn.duza lodos os seosdam-
nossos elleilos esse aclo incouslilucional. que nao po-
de commaiidar obediencia, e de gcito a gerar con-
lliclus que padem perturbar os inlcresses pblicos,
e privados.
Para.Cidade de llelem 27 de selembro de 1856.
Joao Haplisla Iioncalves Campos,
Chele de polica do Para.
O juiz de direilo da l.a vara crime.
Afloiisu At Uim de Almeidu e Alhoquerque.
O ju.z de direilo da 2.a varada comarca,
Francisco Jos Furtado.
O juiz municipal du termo da capital,
Jos de Aran jo Kuso Dditun.
O juiz de orphaos do lenno da capital,
Maxuniaiio Francisco Duarle.
DOCUMENTON. I.
Copia.A rommissao especial nomeada por esla
assembla, em virlude do arM 10 da le de I", de
outubro de IS27, para examinar a queixa do b 1-
eharcl Jos Vicente Punce de Lelo, deduzida em
i arillos, pedindo que ella proceda como Iril.onal de
jos'.iea, nos termos do arligo I paragraphfl 7. da le [
d.. reforma consl.liicioual, e arliao '.. do aclo .la "
. lolerprclai.-o de 12 de maio de 1810, enlendeu que
*!.="''' processo dos crimes de responsahilidade perante os
juizes c tribunaes judiciarios, a ao da responsahili-
dade dos ministros e couselheiros de estado, fossem
spplieaveii aojnlgamenlo dos magistrados pelas as-
semblas proviui-iaes, leria (ello menea., da lei ou
leis applicaveis; pois he de priineira inluicao, que
deixar ao arbitrio das assemblas provinciaes a escu-
lla de leis feilas para juizes e Iribanaes Ha diversos,
f.'.ra deisar-lhes um arbitrio mais amnlo e perigoso,
do que aquelle que pretenden coarelar, e de l'.-ilu
ruarctoD pela disposicao du artigo 5. da inlerprela-
necessariu de novamenle determiua-lo pelo decreto
n.281 de 11 dejunho de 181:!.
assembla provincial do Para applica a citada
1 1827 e mais 2 ou 3 por um simples parecer de
A
lei de
commissao, r. deduz um processo incerlo e mons-
truoso, qoe nao se pode deduz.r pela mais arrojada
interpretara duutriiiaria Arranjar um processo
approveilando as diversas dispusieses dessas leis re-
cusa contestar a legitimidad! da crenra pupolar.
L'm espectculo desla ordem presenciamos ha pno-
co- dias entre varias pessoas por causa da divisa que
o illuslre tioizut aduplra pata o seu brasa : Linea
recta brecittima. islo he, que a liaba recia he o
cainiuho mais curto para ir de um ponto a oulro.
Quasi todos os coatenderes susleutavam o apho-
rismo qoe se emoulra nos prolegmenos da sciencia
de Euclides. c que Lira adoptado pelo celebre au- .
torda llislorii iacitilhario mod'rna em Frauta\adornaran) Bsbylonia, Minive, Carthago, esse tre-
no nenioXI III ; porcm oin dellrjs, cujo espirita 1 cebos eternos de urna rivilisacio rilinels
era mais independente, |iroclamou a theoria contra- O que s-nu o Parthenon, a mnralha de Penkin, .1
ria, isto he, que a Iniln curca he. ocaminJw mai* jG.lvseo, a Panlbeon, a Alliaml.ru. a baslica de S.
curto para ir de nm nonio a oulro ; e, como os ar- Petfro, a torre inclinada da Catnedral do Piza, as
com o cararler da corva.
A arriiectora, a esculplura, a pintura, estas tres
gracas da nspiracflo. nao senam nada enm as li-
ahasrectas; Itapluel. Miguel Angelo, Bemvcnulo-
Cellin nao alcan^ariam a immnrlalidade, e oJup-
Icr de Phidias, e a Venus de Mil nao leriam aira-1
Vastado lanos ecnlns, recehendo as homenagens de | mos provas exliuberanles que cinvencm' os'espiri'-
tos mais rebel les, que exislam acerca da pi oposirao
que prelendo cn-i. em principio.
a qus o duque de Ferrara cncarcerasse Taso em
urna masmorra, por espaco de sele anuos, como lou-
co, a imasem de Laura mo persegueria Petrarcha
durante Mide anuos, Dante nao nos leria legado a
Dirina comedia, Shakespeare nao creara Ophelia,
nem l.adv Maebeth. nem Hesdemonda : Eva nao se-
ria cantada por Milln, nem Filena por lilhe nem
tioubelas per Lord Beyron, nem I). Cathsrina de
Alahvde pelo immortal Cames.
Se do mundo d'arle e da natureza pas.armos ao
mundo moral e poltico, entao veremos a theoria das
corvas apresenlar-se em todo o seu espleu.lor e evi-
dencia e desapparecer completamente a linha recia ;
e a historia nas snas diflercntesevoluco-s nos da urna
conlirmacAo solemne desta Iheoria, que parece ter
contra si um carcter paradoxal.
Na epbera moral e poltica, acresrentoo o nosso
I rotagoras, nao nos sera misler remontar a emaspo-
cas que se perdera na noile dos lempos, para provar
esla theze.
Em qualquer momento da era moderna enronlra
cao do aclo addicional, preceiluando de novo .1 que
exista no S II do artizo 179 da constiluicao, que
as assemblas provinciaes quando constituidas em tri-
bunal de juslica smente podem applicar as penas
de suspensao a demissao impostas por leis criminaes
.interior es (aos factos argidos c segnudo a forma do
processo para tass casos (para o jolgamenlo dos ma-
gistrados pelas assembla proviuciaei anteriormen-
te eslabelecida. ..
Em verdade, se as leis sobre a marcha do proecs-
provinciaes sao competente* par 1 decretar a suspen-
sao, e demisso dos juizes municipaes, e ,-ipresenlar
a esla assembla os liindamenlos de sua opinilo.
Pelo aviso do ministerio da justici de 7 de agosto
de IKI, resp indendo por ordem de S. M. o Impe-
rad
penal para os ministros e secrcl arios de eslado
A 2.1 be a da lei de 18 deseleml.ro de IK2M, qoe
rriuu o supremu Iribuual de' juslica, cujas allribui-
ces estao marcadas no arl. 116 da cuuslilui;ao, sen-
do uina dellai conherer dos delicies e erros de ollicio
que commetlorem os seus ministros, os das relaces,
os empreados do corpo diplomalicu, e os presiden-
tes de provincia.
A -I.' be a eslabelecida nos arls. I.'iO a 170 ducod.
do pro.-, crim.. e no regulamenlu das relaces do
imperio, de 3 de Janeiro de 1833.para os crime* dos
coinmandantes militares e dos juizes de direilo, que
devem .er julgados pelas relae-s.
A 1.a he a mesma que marcan aquelles arts. do
cod. do proc. para a lorniacju da culpa dos em-
pregadus nao privilegiados, cujo processo com a pro-
nuncia duvia ser remedido ao juiz municipal para
apresentar ao presidente do tribunal de jurados na
forma dos arls. 171 a I7i do sobredilo cod. Po-
rem o loro de jnlgameiit.. de laes empregadus pasa-
ron a ser o do juiz.. de direito p-la lei da reforma
indiciara, e as formulas de respeclivo processo es-
i.io especificada* no cap. 1.1 do reg. n. 120 de 31 de
Janeiro de IS2.
t.luasi tola, as formalidades establecidas se
achara na le 1- i de letembro de l2S ; seme-
lli .ules as do cod. do proc. para a formado da cul-
pa, e as do resolanrrnlo das relaces do imperio
para o julgamenlo, e assim foram iraoiferidas para
esse cap. 3.-do reg. 11. I2'l de 31 de Janeiro de
1812.
Cumpre agora saber qual a forma do processo,
que eia assembla deve observar. Ve-se pela le-
pier o arl. quinto da le de interpretado. u aisemblea provincial n.lo pode la/rr eia le. por
que nenhum artizo constitucional Ihe ranfere seme
liante attnboiro. e quando momo a liveaae. a le
que se lizeiie seria posterior ao fado, e entra-gaia-
cocs teniente in.ippliravel na forma do citado MaS aa
' !ei da interprel ic.io, seja remetlida a queixa aa re-
sidente da provincia parajhe dar a deslio que Me-
recer. Salva a re-1.irc.io. Mal.-i.er : Ealra esa
discussao rnnjuntamenle com a parecer. hallan
liada acerca da materia em diseassao, 01 rtnlioin
Nunts e Penna, e enrerrando-se a discussao be *
parecer e emenda suhmellidm a volaran, srndo ap-
io ovad., o parecer regeilada a cajeada. 1 enana
a ordem do dia.
Sob prnposia do aenhnr presidenta, resalva a ca-
sa, que icjam designados para ordem da dia da s*~
3o -eguiule em primeira diirassa, apelar da aaa
e.larem anida impretsos, os proiertos de orrameeil*.
provincial c municipal.Em consequencia desla
deliberaran o senhor prndenle da' para arder V
dia da >o..ao>eguuile : Expediente, a|.res.ni,r.^
de projc.'lo-, r-qiierimeni..>, pareceres t laairar.w.
leiluras de projectos ; pi uncir discsenia das prn-
jeclos numero qualro.-etilos sessenla e seis a ajaa-
Ir .ceios sesseuta e nove, e .te.....la dos de aamr-
ios quatiocriilas e srssenla, qoaliocenlos semala a
dous, quatrocenios sessenla e Irrs e qualros calas
Matala e gaatra. I.evanta-e a srssau. Eraaa 2
horas da larde.l>r. Ir.inri.ro da Silva Castro.
Antonio l.on.atvc. Nones.Or. Joaqaini Cedro
t orrea de Freilas.
Esla' conforme.Manoel Roque Jorge Kil
- 'i iiiia de I.- secretario.
rador consulta do presidente da provincia de Mi- gislaro citad-, que e.ta classilicados por ca.hego-
e le, t ,7? TTfI "'-i" ST- 'U CMU "" ""Cet|.....lieos, dando-se cada um o
llVi^."^-i5!i" '''".lava aos jui- seu juiz a quem marcou a forma do processo ,u.
zes lelrados que sao perpetuos, ou se era tambera
extensiva aos juizes de orphaos, municipaese de paz,
pedindo urna declararan a tal respeito ; foi derla-
rado, que a disposi.-ao da lei mencionada por aquel-
la presidente, cumpreheude na palavra magistrado,
nao M os juizes letrados, mas tambem os que o nao
sao, quaes os juizes de paz. municipaese de orphaos,
porque alm da se entender em generalidade por
magistrado lodo aquelle que tem e exercila alguma
purro dejurisdicjto, e autt.ri.lade ponina, na admi-
nislrara.i da juslica. Mello Fieir Insl. Jur. Luz Civ.
Iivro I. titulo 2. S II, Pereira e Souza e Dice. Jur.
Serapre nas leis amigas e inoderuas, se designaran!
s:,nblea semideas provinciaes existiam a lempo do aclo ad- marras o termos
llcional, coran diz o
l'arecer-lji o a que nos te-
mos referido,entao o atlige. da interpretacao teria
dilosegundo a forma do processo existente, 1111__
segundo a forma do processo eslabelecida para o jul-
gamenlo dos magistrados perante os juntase tribu-
naes judiciariosnu cousa semelhaule. Pretender-
se, que a anlerioridade das leis he smenle em
relacao ao aclo addicional, e nao principalmente aos
Tactos acensados, be um erro grosseiru ou crasso.
Por essa inlelligenc.ia ou as leis do processu nunca
seriam alteradas, ou amia que reformadas snbsUli-
riam serapre para os casos, em que as assemblas
provinciaes se quzessem constituir em tribunaes de
juslica : os magistrados nao privilegiados seriam jub-
ilados segundo a forma do processo perante o jury,
que exista ao lempo do cdigo to processo criminal,
e antes da lei de 3 de dezembro 1811 Seria mui-
lo para ver esse processo transportado para urna as-1 trieco que elle Ib pretenda
sembles de 28 membros No ; a le o que quiz foi mandar e\e
Por aviso do ine.mo ministerio de 1 i de dezem-
bro do referido anno, em resposla ao ollicio du pre-
sidente ila provincia de Matto-lirosso, em que par-
ticipando ler-se recusado a publicacao de um de-
creto da assembla legislativa dessa provincia, que
suspender ao juiz depaz do I. districtu dessa cida-
de, Jos de Mello e Vasconcellos, com o fundamen-
to desque a expressao magistrado tle que 11-a o arl.
11 S 7 do acto addicional, nao he comprehensiva dos
juizes tle paz, suhmetlia essa duvi.la au poder legis-
lalivo geral, na forma do arligo 2". dt. mesmo arlo
addicional: mardon S. M. o Imperador declarar :
que nao Ihe paiercu alten livel a dovida OfTerecida
por aquelle presidente, por isso qnc a patarra ma-
gistrado, nao si. na sua acepc.io jurdica, romo tam-
bem na que se acha adoptada em diversas le. pa-
trias, nao admit'e 00 sentido obvio e natural, a res-
ve.lar expressamente que as leis criminaes, asainTco-
mo as do processo, nos casos a que se refera, lives-
sem effeilo retroactivo ; e que as assemblas provin-
ciaes podessem eonstituir-se em tribunaes tle Justina
sem lei especial, que regulasse a marcha du proces-
so, que ellas deviam observar como tribunaes de jus-
tica, lie isto o que resalta da letra e espirito da
lei e dos principios. O mais seria nina necedad
lar, rumprintlo-lli
cutar 11 decrelo, de que Iralava nao sen-
t .. primeiro a suscitar em nbjeclos tao claros,
quesles que na., poliam dallar de proo-uzir resnl-
tados poiicusconsentsiiCDs cora o bem dos povos, e
com a utilidad do servico, que sempre se recntelo
de laes conllictos c falla de harmona ; previnindo
mais aquelle presidente, que o seu ollicio, e docu-
mento! que t. arorapanbaram, iam ser dirigidos a as-
- -e, ou i tembl* geral paro loma-lu, quando se reunisse, na
nina inulilidatle.ii que se nao pote suppnr ; pois i coiisidra *
aquella lei lve por lim especial reprimir os abusos
das assemblas provinciaes.
E. pois, lica sobeja e ev idenlemenle demonslrado :
1. Que a resulucao da assembla provincial de 23 do
cadente sol. a forma de um parecer, he urna verda-
cao que raerecesse.
F;st;:s e uolras qnesles de semelbantc magniliule,
leva tas ao conhecimeulo do poder legislativo geral,
complicando e embaracando a administracSo publi-
ca, fez sentir a neressi.la.le de serem interpretadas
algumas dispnsiet.es do arto addicional de 12 tle
O presidente da provincia, a quem tai presesiti
era dala de 27 do correnle urna representarla do-
cumentada o assurnada pelo, doulorrs chefs da pe-
liria, Joao Raplisla I.encalves lampos, jan de di-
reito da I.' vara Alaaaa Arlliur de Almera a Al-
.uqui rque. da 2.-. I ranri.c, Jos I orlado, jan asa
ii-.pal Jos de Araujo llosa Daaim. jara da arbaos
M-ivimiai... Francisco Hilarle, e 11.letrado por alia
|ue_a assrmidra proviurial, sem respeito a eesMt-
luiro du Estado, an arto ..-I licin I e a lei da ialer-
pretaca.., e com 0 proposito claro de mensarabot a
magistratura, na panoa do iuir^pM*. illoslrada
a proba Dr. Jos de Araujo Kosa I>.iiiuu. adaptara
o parccir da rommissao especial qoe anotara asara
lomar ronbeciraentode ama qneixa dirigida estotra
este magistrado, pirrrer que importa em orna lei
informe, e que lera por lira rslah-lerer ama marre...
de proce-s.-, nao anterior ao laclo argido, ma> po.
lenor e fela ad boc : e sendo nercMaria sospeo-
dar a executao dme acto illrgsl c arbilrario, do
iiual se pessa dar cunta au zoverno imperial, resal-
ve adiar a tasaba da mesma assembla para o Sia
3 de dezembro vinInoro. O secretaria da prn.
cil faca as i-oniiiiunicarr.es ronveuieiile..
Palacio da presidencia da provincia do Para', esa
211 de selembro de 18."it.Henriqac de ttsaarera-
re Kohan.
Trezede Mai*
nal, nem pela lei, que o interpreluu, podem as as-
semblas provinciaes legislar sobre 1 forma dos pro.
cessos, e Ibes be is-o vedado pelo artigo 12 do aclo
addicional ; e esta opiniao tem lido o apoto de lodos
governos, ainda tlaquelies que mais favoravels
erara s franquezas provinciaes, e ainda muito antes
da lei de 12 de maio de 1810 : e sirva de prova, en-
pemicus seriam meras impotentes, s0 Ilveata seguido
linha recia.
Os homens superiores que bao tentado retinar o
eu destino, seguindo esle camiuliu.nu tem licadonn
das relae.es e tribunaes superiores, n y, no artigo
... declara que Nt decretaelo ila suspensa., ou
demissao dos magistrados proceden) as assemblas
provinciaes cnnio tribunaes de juslnja. Smente
podem por lano imp.ir laes penas erri virlmle de
queixa. por crime de responsahilidade a que ellas
eslejam impostas por leis criminaes anteriores, ob-
advoga lo mediocre, parlador e pollrao ; j nao en
em norne da posteridade que pedia que as suas pro-
posicoes fossem adoptadas, nao estipulava obrigacotM
admiraeao e enlhnsiasmo ta bnmantdade.
Sem as rurv.is, n que eriam as obras prima
para as racasuluras. nem o universo o contemplava
raeio da estrada, cnvollus nas dobras de urna ohs- ; n,ado, esperando qoe elle ao morrer deitlsse ura
cora mediocr.dade, ou It.ram sa.nlicados pela iuveja .lorne Musir. Pag iva com pbras's coixas a en-
dus conlemperaneos egostas que uunca leriam sa- pbaticas o seu tributo a' revolueao. e observava es-
Abramos em qualquer parle u livra d'.uru que
roniem os nomes ,l,.s grandes homans da iiotsa era.
e acharemos exemplos vivos cm favor da ll.eoria das
rurvas.
Flix Perelli, que depois tnniou 1. nume de Mon-
prineipe | portas do baptisterio de Moreiira, o tumi sob o tlele, c que final foi Mirado rom n unme de Xislo
nos pareceram runusos a mus que plausiveis. va- tamisa, o palacio r-e cristal em Londres, e-a reali- V, laucando p ra a banla es m\.\o ZZ, 'ib. ser
mea reproduil-los aqui para conheciinenlo dos nos- sacan fabulosa dos conlos phanla-licos das .1/,/ ,,,-, aln rt, nrrim... durante o tem", en nese lin'iii
so.ieiiures noitei!' aleijadolim de ter elailo nana he ama iluolori-
Eaigeral loda a gente aborrece as dbeussAes me-, O que seria o Juizo Final de Miguel A.mel, a -
lipinsicas. e principalmente n'nm escripia destt ge- Cea, e as madonas de Kaphael, o Descendimenlo da
guraeuins cura que elle defender o novo
ero : aliiineamos que nao ha na la de cenlilico
quesino. e que o carcter de originalida.le dos ra-
.iocioi,.s foi que u..s ladaxio alomar as notas se-
guinhN para .. nosso prseme- f.tlhetim.
A linha recia, tlisse a contendor paradoxal, be urna
pura abslracrilo ; em realidade s.i ha rurvas na 11a-
lureza. No dominio do bello, do bem a da verdade
Crol dr Rubens, a Sania C*ciba da DomiQiqoIno,
as obras primas de Van bel,, tle Ticiann, de Moril-
lo .'
Finalmente, .em as formas curvas e poeli.-.n, qual
seria a uraea, o rucaulo e a se.lnccau prestigiosa da
niuiber .' Clynlemnsstra nao teria ministrado epi-
sodios iinmortae. a II.,mero, Lionur n.iu daria lugar
to principio tas lindas
licaces mais esplendidas
curvas.
Se Kisto V, tiln, de pai hnmilitsimoa, imuvesse
seguido a linha recia, nunca leria ninzido a tiara
pnnlibria, nem trajado a purpura real que ctbrio os
hombros do maguilico |.e,1 \, do siiuoni.ico \le-
xan.lre VI, e do grande Creeorio \ II
liido da al o-,-ran em que nasceran, se cedu au
houvessem lido a iutuirao da tintas corva.
Quando Cromwel man lava pregar, em nomo de
Dos, o exterminio dos oppoiitores, nada meuoi fa-
lla t|ue Iracar urna cuiva, que era ceno tlia o condu-
ziria ao Himno dos Tudors, c Ihe poria na cabera a
cora de llenrique VIII. se hnnvesse Iridiado o
caininho opposlo, em ve/, do carrasco corlar a cabera
de Carlos I, leria cortado a delle.
Emquanlo Kobspiere viven obscuro na assembla
constiluinte, por Ira/, ila sombra tas grandes figuras
de Mirabean, de Sve.s, de Condorcet, de.Morv, e
descia ,1a tribuna sobo pe... dos motejos e do escar-
nen das niullides, que obstraiim as ualeriasda con-
vencao nacional, legis a linha curva, babililava-se
para erapunhar o sceplro da realeza popular, que um
dia Ihe devia grangear nm losar eminente na enm-
inissan de salvacao publica, e Inzer delle o arbitro
dos destinos da Franca. ; maa quando, abandonando
a theoria ila-curva-, quiz seguir a linha recia, lian
estandu a sua urail lea aiu t.i sentada s-.|.re lise, ur-
ies, a estrella que .- gniava comern a impallidecer,
e urna hala da pi.lula do rarnicciro l.egendie .leu
principio;! obra,que depois loi concluida pela guillo-
tine.
O Danltin ta Iralieati revolucionaria, essa especie
de Bjadisdor alhlelico, tudaciosu e apaixonado, cujo
olhar nillamava os corarues, ruja eloquencia arr^s-
condido t.s horrores que bata suscitado, at que a
cabera cohio-lhe aos ps do algoz.
.Napolc.io I foi grande emquanlo teguit) a Iheoria
das curvas, quandu deu a1 Franca um guverno regu-
lar e poderoso, um cdigo de leis que fui adoptado '
em todos os paizes, tribunaes, escolas, urna adminis-
IrarSJo fnrte, activa e intelllgente ; quando veio da
liaba com a fronte cingida de Luiros gloriosos, fez
sabir a ordem do seio do chaos, reduzio demagogos
_.. -------- processo 11
deve seguir.
A cathegoria dos empresarios pblicos na privi-
ligiadus linha por seu juiz o jurv, e no cod. do proc.
a lorma do respectivo poocesso. Mas passandu pe-
la le da reforma ju linaria de 3 de dezembro de
1811 a ter o seo juizo privativo, e por julgad^ras os
juizes de direilo, o respectivo processo se acha mar-
cado nos arts. :|!M e 10., do citado reg. n. 120 de
31 de janeiro de 1812, os quaes form.im o cita 10
cap. 13 deste, sendo o cod. do proc, e o regulameu-
to das relaces d'onde foram transferidos ou lirados
anteriores ao aclo addicional de 12 de agoslo de
18.(1. f>ao sendo os juizes municinaes l'uncciouarios
pnviligiados erara julgados pelo jurv, e boje o s.10
pelos juizes de direilo, como ja le disse.
Paranlo he consequencil urces-aria, que deter-
minando o arl. ."i da le de 12 de maio de 1810, que
as assemblas devem observar a forma do processo
anteriormente eslabelecida pan tacs casos, deve se-
guir a formacao da culpa eslabelecida no cod. do
proc, eo julgamenlo (.rescripto no regulamento
das relanies do imperio.mutalis mutaiidis.
Julga pois a coinraisiao l.,que o processo da for-
raacau da culpa deve ser feito ua turma do arl. 1 ju
do cod. to proc. combinado cornos arts. 12 e H
do reg. das re!at;6es do imperio e?o julgamenlo n.is
termos dos arls. til a 21 do predilo regulamenlu :
- que deve rernrrer-sea lei de I j de oulubro de
1827, como direilo subsidiario, lio somante m, ca-
so, ornissos ou imprev.slns, era que absolutamente
leja asa necessario. 3." que procedendo a assembla
por esla forma, sebue justamente a processo eslahe-
lecidu por leis anteriores au aclo addicional. que
ale boje exittem em vigor, para os rnraes tle res-
ponsabitldade dos magistrados, guardando unifor-
midade com >.s que s,1o formadns pelas relaros e
pelos juina do direilo era laes casu-.
Pacida a.-eiiiblea legislativa provinri.it to Para
l!l de selembro d> 1856.Antonia ilirardo de Car-
valho l'eniia ;Miguel Anionin Piulo Cuimaraes;
Antonio Pimenla de Maualha-s;Manuel Hoque
Jorge Ribeira ;Joao Aoausto Correa.Em lempo.
F-sla copia lera as sesninlos emendas. Jva segunda
pagina a enlrelinlia, que diz .. e locaesa. Mais a-
baivo a que (diz .le que tralava. Na quarla pagina
a rnlrelinli 1 .. digo e irapurlancia.i aspada a pala-
vraatitude.Conforme. O ofliciil maior, Joao
Severiuo Itiber dt: .Mallos.
DOCUMENTO \. 2.
Copia.Acta da vigsima decima Muta ordinaria
"assembla legislativa provincial do para' em vale
e tres de setembro de mil oito ceios e chmenla e
seis.Presidencia do excelleulissim.i senhor doutor
Francisco da Silva Castro.
As onze horas da manhaa feita a chamada e veri-
liranlu-se estarem prsenles os seuhores Cantan,
Piulo tioimarflet. Castro, Siqueira. Kodrigues, Pen-
na, Freitas, Joao Augusto, MagalbiM, .Nunes, l.e-
l.imarlinc cora as candidas intpiraC/Ses da sua ly-
ra harmoniosa, tegoindo a linha recia, assim como
Csvaignae, que leudo .liante de .i a soml.ta venera-
vel do irialo, m. rio era l.von, por causa da iatOTa
reieao de abril de 1833, ambos perderara a repbli-
ca .le i*, foram a causa da grande morlaudade de
junhp, do I.anmenlo de militares de cidadaos c do
exilio tle Vctor Uoga,de Flix Pial,de Loois lllanc
de l.e.liu Kollin e de mullos oulro-, que anda luje
comern o pAo negro .lo cslrangeiro, ou morrem de
nostralgia, lotice da palna querida.
Se o pola. em ve/, de consummir sessenla e dais
horas successivas, fazendo bellos discursos para res- 'uPPla"lado pela inveja e pelas Irairues das inedm-
potider a.s milhares de rommisses extravasantes e ', "id;'d's ; mas aquelle qae, embola privado de qaa
PTOiiAaMIgOtt.
KECIFE 25 DE OUTUBRO DE 18)1.
AS ii MOKAS UA TARDE.
RTROSPECTO SEli\IL
A medida que se aproxima o dia 2 de noven-
Oro, a attencao publica se \ai concanlranrlo no dra-
ma, tJM se ha de representar nee dia, o nos dif-
ferentes opisodios, que o lemjprccediilo. A vala
do expediente do governo, publicado laoVts os das
neste jornal, parece, que a primeira auloridada da
provincia consagra todo o lempo cm responder ..
Imillas e consultas proponas pela- autoridades su-
ballernas de toda ptovincia, e a dtr provideari.
para que se respeilem as estipulaci/es da lei mi
grand.! concurso cleitoial.
Praza a Dos, que lanos cuidados, c tantas la-
digas iiaoscjam malogradas, e que a ordem pnMi
ra c a seguranca individutl nao solTram a raenoi
alleracio, c o povo Pcrnambucano nao desminta 1
conceilo, que merece, de liomcns narifu os e civili-
sados.
Enlrelanlo, fervem as intrigas c as caballas, prn-
prias da poca, em todos os pontos da provincia,
Uquaes, ou partindo da capital para o centro, ou
vindo Jalii para aqui, neutralisam-se, modilicam-
sc, desfazem-se, alleram-sc, ronovam-sc, on sao
substituidas por outras : he a ronsigrarao da ac-
tividade, e do moviraento. Em cada distrnt..
eloitoral apresciitam-se, peto menos, qualrn candi
datos, e todos se julgam suHir.ieiilemenle IuIhIiU-
dos para represenlar ns interesses dos respectara.
i'Oiiimillcntcs no congresso legislativo. Nao dtivi-
daraus dos ttulos de habilitaba dos dillcretil..-
pretendentcs ao alio cargu de mandalario do povo,
mas entendemos que, romo romplcmenlo do no-
vo syslema eloitoral, os candidatos devem sinl.-
nietler ao juizo dos votantes o programma, cnnlcnd"
as ideas, que pretende aprescnler esosleniar, no
taso de ser vleilo, e os tr.eius, que leni ao >eu al-
cjnce, para prover as ncv.sidadus do paiz, e esta
programla nao s.. deve ser publicado pelos jnr-
t>bscuridade. se houvessem secaido o camin. nppss--
to. se tenliam elevado a uina brilhanle .iluarao, ata-
bora depois voltem para o asquecimenlo de qae nan-
ea deveriam ler sabittn. He i-l.t ama prova eviden-
te da Torc que lem o ssslrma da linha rarva. e os sabios se illudiram, quando rn.inatam qae a rec-
ta he o caminlio mais curto.
O hornera superior, dolido de I denlo di.hurlo,
animado pelos mal uobres e elevados -cniwrnlm.
se entra aa n nado, seguindo a linha rerta, enronlra
miliares de obstculos dianle de ti. lula, e final I
absurdas, bouvesse seguido a rorrele iuirial do mo-
mento, talve/. que o cadver da Polonia, como un
. ---. ----u------------------ --u a iviiiu 11111
tunosos, eslranuula.lores de prisao, madores de clubs novo Lzaro, se livesse levantado du tumulu de op-
e de cadafalsos ; quando lubjugou urna turba deten-
freada. e obrisuu a snldadus seus iguaes e espilles
eus chafes a se submellertm a sua vonlade ; cm-
lim, quando smente cora a autoridade do sen ce-
nia multe fazer-se obedecer por Irinla e sois milbes
.le subdilt.s.
hdades distmrlas prepara o terreno para saaele>-
rSJo, insinuaudo-se nas gracas dos poderosos, sarr.fi-
can.lo os impulsos do coracao, e subroellend.. a
algumas conveniencias raprichosas, este n*o cnn.n-
irar obstculos 110 carainbo, em breve e com lan-
lidade alcaneaia o a|\u que tem em vista.
probriu e avillaroenlo em quejar, e a Hungra e a
Italia tivesse e.ilradu tle nuvu para u gremio das na-
ee. livre e independentes.
N.lo nrer.isava recorrer aos horrores de !>!, basta-
va .pie domiaa'se o momelo, se lornatse a personi- .
lieara nica e exclusiva da sociedade, e provase as na das cuivas. o srande b
Emqu.n.o lonapar.e descrevcu circuios, paral...- 1 necessidades ex.2i.las ,,ela sitaacSo, adiando por al- aquelle que be deshoa lo a n u7a" lo.m. 7
lose curvas, I 1 venerado e glonOeadu aniversal-1 gom lemrK) a convocarlo do irrisorio con=re.so -
menle ; mas, quan.l., ensanando-ia com o mcraeu- eional de u.nc ceios membros: baslava una se uzease
lo falidica cm que apparece a anilii.;,,, gerada pe... o nico centra do poder, que bouvesse seguido a
iliionos, ordenou a um tribunal iiicum: cenle o as. curva da dictadora. Se Cavaignac tivesse seguido
sassinato do duque de Angonlemo, a malanra a ierro o mesma .v.icma. tambem tena osegaido o nies-
tiio. nos desertas, de Java, de milhares de prisianei- mu resallado,
ros inermes o envenenamenlo de centenares de en Em ijuanto'l uii aple.., obedecen ao senliaiea.
rermosera um hospital doBR)pto, com raed,, de tu da linha recta, nao alcaorou mais qi.....ridiculo
que nao fossem eigrosar ai Oleiras do inimigo. | .le Slrasunurg, .le Boulonsiie, e a masmorra de
hiiiao u heme, ja leudo rugido da liba d'Elba, llam ; mas assim que leve a inluicao di corva f,.i
era enviado m novo exilio : a, detfarrjando-se sob] loco nomeado depulado, depois presidente da renu c"rlo para Ir da poni a ..uim. i< nimia
lava o espnios, e seuieltiaiiie jo cvcb.pi> de Home- ns Irajos de um eorreio, pan evittr as apopadas daf Mira. j observar que ha varias eapecies de curvan, algumas
ro. alcava o rngid.....aniro com qoe se alwlavam as mnllidao, charava coburdemenle no fondo do quar-1 Imminoo o exereilo, altrabie a ai vmn.ika I mala aa raas Irritas. He., l.om ieno e a ocra-
Entretanta, nao be ."mente aqeelle que lem am
desuno individual a realiiarque deve seenir a Ibr.
aata
onedade, se quwer seuuir a recia, nunca ielisara
. suas ideas, ser.i lido por um utopista, por ara *i-
sloiia cst.i ebeia de exemplos anata
e a I
-e a linha cela era indigno
sioaari
1 ordem.
o diplmala qn tegau
I desle iinmt.
\ -m, irmos qu" a ....ra- '1 l-m .. 'existe rm .-hslrar.i'. ; 11.1 vida piatici, he ama rhi-
niera, r que .1 liul.a cuiva he que he laminbo man
caverna., e tozia apparerer e e-rum.11 a nuda
sympalbias
-aneetra 1.....1 ama astalagets, loanda mtrehava para lo-1 do des.....la propriedade, .leu o golpe da estado 1
e mastdori do motim. que .a balar ou solne os mu- mulo us roehedos de Sania Melena ; nao como Ua- se fe/ arelan, ,r imperador, e bn,e qoe aind 'u
aiTosar uos seus | rio sobre as roioas do Cartago, nem roma Anihal; as curvas tem Mauplanioa a a admlraria de todo o
Ihronos, esse morrera em Bitbv na, nu Cesar 110 sendo, rohrindn I mundo.
de Ver
lorl.ilhes
aillos nu das I inlerias
as realezas arrancadas ....
-J?-?myJ*j!Bt!>. 1ae Uogoio eulre ns ron- Hanton. dizeraos <, era n llanto,, das coevas. I o rosto com 1 loga I He porque liaba entrado na. I A Iheoria das curva-- I perm
lempuiaoeos, que Ihe gran.-eou Indos os gr.05 ac, l Mas quando rraif seguir 1 recia, lornuu-se um I maliirunenle na theoria da Imita recta I homens, que nunca leriam tWSTmwmVmmSSl
ia.i que ins|iiiaui au homem a escnlb.i e a aaa-
menlu.
Ne.te ponto a lioinem do nov.. BBBjaleM nter
rompen, e relitoa-e, deixaii.b. o. ...itio. leilectm 1
na sua Iheoria
,^isttaiW/-Araf./..
MUTILADO



D'fl i
DE
P^B<'i3ii;S SEG'JN'A Fi. 27 DE BUTUMO II 185o
r.aes, senao lambem discutido e suslenlado peraii-
te ns eleilorcs do circulo, em i|uc o candi Jato so
aprsenla.
Nao ha urna innovacao impraticavel.nem una
pura utopia a medida, que propomos, lie urna ga-
ranta para o cleilo, e ao mesmo lempo para o elei-
lor, urna pratica admittida e consagrada na In-
glaterra, pai/. em inantemeote onatiiucional e re-
presentativo, que pode servir de modello a iodos
aquellos, ende existe esta forma de governo.
Na Inglaterra, nesta patria da aristocracia mo-
derna, que se funda ua inlelligencia e na riqueza,
nao lia hornera, que aspire a honra de ser Horneado
ineinliro da cmara doscommuns, embora pertenca
aelassemais elevada da sociedade, que repugno
subir a plataforma para expor as suas opinin po-
lilieas, as medidas, que pretendo propor.e os fneios
de realisa-las. Lord John Busseil, Sir .lames
('raliain, l.ord l'almorslon, e uniros noines dislinc-
los da (Iran-BreUnba.ieem subido a eslelugar.e res-
pondido s inlerpellares de qualquer cidadao in-
glez. Esta medida lem a vaniagem de fa/.er conhe-
cer o candidato, o os recursos inlellccluaes, de que
dispe, o no caso de fallar as suas promessas, o e-
leitor tein o dircito e o poder do risca-lo na pr-
xima eleiro.
A sesso dos jurados, inaugurada no lia 15,
depois das grandes diflicnljades do coslume, anda
continuou esta semana. Has ia un pleito, que por
sua magnitude trazia presa aattcnco publica, ees-
perava-se que a lei recebesse urna salisfaco plena,
visto as circunstancias qus se davam contra o cri-
minoso. Queremos fallar do processo feilo a llo-
larmino do tal. como autor do roubo e incendio
perpetrado na propriedade e casa de D. Joaquina
I'creira Vianna, no principio do anuo prximo pas-
sado. Belarmino tinha contra si os mais vehe-
mentes indicciose presumpeoes.
Um dos indignados cmplices, que foi absolvido
oro outra sesso, leve em seu favor o di/.er-se que
elle nao era culpado, pois que o verdadeiro autor
(lo I.-lilo era Belarmino. Esta circunstancia,
reunida a outros lacios, d um fundamento sulli-
cicntc para imposicao da pona. Entretanto, com
grande sorpreza geral, elle foi absolvido em um dos
dias desla mesma semana. Felizmente o juiz de
dircito, usando do recurso, que lhe concede a lei,
appcllou da sentenca do tribunal para a re-
taceo do districlo. Ileainda urna csperaiica que a
sociedado pode nuirir acea da punieao do culpa-
do. Alm desla absolvico, o espirito publico
faz mormurares contra outros actos sabidos dcste
tribunal,que foi dado a sociedade como um baluarte
da juslica, e um instrumento de vinganca publica
contra o crime ;em coosequencia destes e outros a-
bsos, a instituigo ja tem sido modilicada em sua
es-sencia, o o bom senso. reclama a sua completa
cMinc^ao. Jiaosabemosal que pomo se extende ain-
dignaQo rasoavel a esta couquista da civilisacao,
mas he inqueslionavcl que os abusos pralicados en
nome delta sao innumoraveis, e ja lhe lera grangea-
do mnias antipalhias, al da parle dos seus mais
u virmosos deffensores.
Recebemos comniunicac.es de varios pomos da
provincia, e temos a satisfacao de annunciar que a
ordem publica conserva-se inalleravel. Segundo
a resolucao do governo da provincia que dispensou
o mdico Abreu, que se acbava em commisso as
iluas comarcas mais occidenlaes, em consequencia
do haver terminado a pesie, tambem anuunciamos
aoslcitores que toda a provincia seacha inteira-
nionie livre do horrivel dagullo, que a devastou.
Tivemos o vapor,vindodosportosdo norte,oqual
deixou todas as provincias, por onde passra, em
pleno socego. Soinenlc l, assim como aqui, as
prximas eleices eram a grande preocrupaco do
momento. Da capital do imperio tivemos dous
vapores, o inglcz, e outro de guerra, e de Maeei,
o Iguara3sii, que fizara com felicidado a sua pri-
mtira viagem de ida o volla a este porio. As no-
ticias do sul sao utas, qunnto a ordem polilica,
apenas se referem a idr-a do dia, as eleices.
lguarass, posloque lizesse feliz viagem, com
ludo foi ponadorde pona reroessa, nao s emeonse-
quencia de nao esperado, seno lambem porque a-
gora he que comecra a safra.
Euiraram algn: navios de diversos porios da
l.urupaeda America do Nurte, mas as cummuni-
racoes trazldas |ior altes sao anteriores as dalas,
deque foi portador o Avon, no principio do
niez. O vapor sardo, que devia sahir de Genova,
no dia 25 do me/ passado ja vai lardando, c o de
Marselha lambem nao chegou, como se esperan.
Talvez que a compaolra tenha tomado a mesma
resolucao, que tomara a do Havre, sera mais urna
decepcao para o publico em geral, e um transtorno
para as relaces commerciaes.
Morreram durante a semana 43 pessoas, sen-
do : 10 horneas, 3 mulhercs, e 10 prvulo? Iivres,
-i homens, 4 mulheres, e 3 prvulos estraves.
Outro i! barittrel Alntio lote Tsvures la Silva., Irefeerjio emqaeaeaehave dcnolava 1er vimlo arrui-
dizendo qoe, por lhe haver v E\tn. presdeme dt | nuda delta provincia.
Ora, neos senhores, pois mu catica sagrado ta-
lca.lo cun una musir pr ifnna ."\eiii lauto ridira-
liirimauoMnligiao!! Tal compo^Ao Uevi.. m pr-.v.^u .;,,, ,t MU| t |o (1 ladesj-. Segai a bolacha o Jealino da
almliil... lambro ultimo, Inri -iii nomeailo uic de ilireilu i.i' *
le.uniente o consistan., liavia sido preparado [.comarca da pro\m-ia la larah; l.a, licitar., desde I da que Ui? le Dolicia. i'arere que aquel-
com me/un gofio $ rom pretsa,ppoido u iliiuc- odia .'!" l me/- pawailo u etercicio i rara ilu )uii | le veio para ser runelo com esta,
rata, e por iaso ju*Wn.euie eslava bom. A si.nt.li- de nrpbftof let-la eidode. luleirada. ti Ooerera o *Vr. TatiO prumovor
Mia |:il**-!e- s: .ii-'i i
roller^dn de im rlin>
Ksi riplura Sa^mita,
eidade o aelo nht reinavam.
vaiu orui t*,is ruin tiui.i ren
reprcaeiiUudo naiwagan da
llmplea a peral, mu lien, acaiado!*, qu.inlu a pin
Ini <.
A' Dotfl *p queimaa um ogo le ?t i, poacu
maifl ou iiieims i^ual ao np fi.ltn lis se Imo qtici-
mado.
A i^reja *1 Rosario achava-M nrnaila pAospAort-
camente ; nunca vitno* lano volanla, trina e aa
loes vpIIi. s reonidn*. ICr* utn verdadeiro mvslit-
l'urio tejar,
o mais ln-i ra. Quem deaejaaa lomar liedes le
liom 2i *iti, detia ii al essa ipreja, para bero apre-
ciar. A e lima arpia mai e um furihiuiil,) pai dizem-noa
axiatem em a roa que I ti Quarlela, p boje lie Rosario.
cuja villa (i?1 martyriaar daoa menino eus fllhos
lodoa oa diaaas doaahoraa da larde. A polica deve
Tipiar i-so, o n Sr. Inspector nao deve ouvir t* con-
senlir aemeUiante alrocidade Foco nellea!!!
Aproxima-se a reala e rom ella comecan "s
maai a mudar n que lie doa nnlrns contra
vonlade ea faziT suasrorrerias pore>la cidade. Sab-
bado a' noleTi1ou, dealaaonii^iifliAos lenlaram forcar
aporta da cacada de um lerceiro'andar do alerrnda
Boa-VlSla. Com o nrtlar por sorcoiro rta Ttmilia
ellcs se re rara m. Mas algaem apioo.e nem se atuje
um soldado appareceu !
Hr amaithSa.
A vefdade lie que o M. Marromiro, leudo com-
pletado u seu curso de liuiiMiuJade-, B liSo podando
por fali.i de meio4 frequeol i os estabeleciment* s de
m-iricrrio ftipctior, ipresenla-sfl ein concursa para
ver *e obtem o losar de pratieante da thes-turaria
. seral; paa*ados lempo,quaodo nind'a niogoem saina
ja I do resollado des-j concoi so, faoa o lugar ile secun-
Qotro da ronimisaAu de Hvaiena, iHsdindo alean- ,.---,1,*.- d< escriplurarlo da lliesouraria provincial, o Sr.
,-.s.(> acamara do Emii. prc^dent. la p.rovmria a Marcomiroacli*oiio-seiiauililaioeonio9conlieciiiieu'
Hoccjit -i> nolora !.. ravallartaa, \<<" |' o '-" "lc |>romeUo mandar qaellc Sr. ura peite (, UOCMMriua e o.lo leudu a certeza >l' ser noir.ca-
^overuo imperial leculiu a favor 'la mesma t-.im ira gran .e, enormemente grande, ienai capan, de se- do [.ara o primeiro, emprego para oqual eoneorrfir
a qoeMAo entre -lia e a iraiHacla .coinmis-So uene. -i'---iunU arere.i Mu e reponlee que as putar i acham ap-: t-"i un do da. segoinle ao da pablicarao liedla
pravad pelo governo la provincia dode de agot-1 cria,o Sr. .!. j. r.sw Jnior, dirslndo-e ao pro-
t d.. ioiio paira o, mu cxeciirao. prietario de*te Diario, aawurna-llie nao Icr sido
i,ln> do ii-i'al i Ii'i ih'. iiiMinnamlii fine ii-iniin- ,__, _.....,._ ., ., ,
e.,Ro.lrigueadeAndrai.;uiivelra.Uo noeaio 1"' ''''" a bolacha podre par. a Paral.iba,
da >lilor a lieenra ;(uc pedem para esluliclerer U- e scndu-llie dilu ijue^sc pedciiam c hrira de pabo e vellaa la carnauba, ua ra do, respeito, reapoDdau que nao esperara por isso, vista
Itrniii, na parla para esse Bm desitnada. Ccoea-1calar determinado a recorrer aos tribunaes.
eu-se a licen;a.
PAGIN AVULSA.
1E2G SES
A ambirao he urna paixo que inclina o homcm a
clevar-sa m.is do que leve; e por so ella sempre be
injii-la. O seu caracler he um desejo iucansavel.
Nenhuma paixao lia que seja niain ioimiza do DM-
M (lescanru, nem mais odiosa ; ella he enfadonha,
lastidiosa e aborrecedora.
O ambicioso rnenle poe a Tisla no termo, a qne
se dirige, pouco altelo vereda que deve sepuir ;
qoer eja diflicil, quer m, ludo lhe parece bom,
ronlanto que oblenha seo l'un. l'ado o que o aja-
da a subir, parece plano ; a ina ambi;ao lie o
seu dolo, aoqual se sacrilicam asobrB.-u;u(, a enti-
zado, o reconhecimenlo e a< leis divinas e hama-
nas. Como ella neiiliimn paiao evisle mais cruel
c mais irreligiosa.
Oue de ardilixoi meios nao escogila elle, para
che^ar aos seus lins'.' Intripas, Irapacas e vileza*
lodo he esmerilhado. E elle representa Inda a espe
ci de personaren*, a de amigo, de protector, de
supplicaute, de vassalo, de adorador ; mas quasi
a de homem de bem, e anida menos a de
chrisUo. A eooseieoeU nuodi he por elle ouvida ;
a religiao he calcada aos pes, em um curarito ambicioso.
Oaqai nasce a confusao nos empresos, as desor-
rtens nos costumes ; os sagrados miuislcrios profa-
nados ; quasi lodos os estados abatidos.
Para abracar-se a vida humilde do claustro he
mdispensavel a gra?a da vocirilo ; mas para elevar-
se .ios primeirns cargos de um paiz, dizia um ira-
culo lo scula pss-ado, para ler lu^ar nos triliu-
naes, para encarrtgar-se dos negocins pblicos, pa-
ra exercer os empregos a que callo ligados os in-
lerecs de um reino, de um imperio, de urna pro-
vincia, que pediriam, se fnsse posivel, a sanlidade
dos aojos ; basta a ambicao de um homem e a sua
cobija.
QoajHo mais elevadas e dislinclas sao as honras,
lana mais requerem orna vocai-ao, que as saulilique.
A ambicao nao reconhece esla "moral, os seus projec-
loi, os seus designios, a sua indoatria, a sua pru-
dencia carnal, sao o nico oraculu que consulla e
a regra que segu.
A amliir.io desordena, por assim di/.er, a econo-
ma da provincia, oppoe-se m seus designios, nao
egue senao as suas proprias ideas e os eus prnjec-
tus. So busca os empregos, prucura as dignilades,
toma os primeiros lugares. Cada um quer levau-
lar-se cima do* seus guae* ; cada um quer sidiir
mais alto do que lhe compele. Emana d'aqni fer-
inos sobre o pinculo uns, cuja cabera naquelle alto
se esvaece ; outros nos elevados cargos da magistra-
tura, donde o peso de suas olirigarie* os opprime ;
estes mellidos em grandes negocio, em que se sub-
Biergem ; aquelles em vastas emprezas emquese
perdem ; em trabalho. immenso*. donde desfalle-
cem ; em mares lormenluso*, aonde sito o jogoele
dot ventos e das ondas. E quem nos leva a ludo
io. lie a ambicao, esse abolre de guerras sdenlas
que, depois de enraizada em um corarao, jamis
sa aparta, levando o infeliz a dar por po. e pe-
dra>, ale que venha a mnrle livrar, a elle de am-
bicionar, e a rociedailc de soltrer suas ambinies.
He adagio vcllio queo ambicioso uunca iedmo,
nem quem ao pe delle murnu.
luda vez que um superior nao respeila a seus
abllenlos, nao lie digno de respcito delle*. Ouan-
lo i superior, vigia d uina lei, permille que ella
se minina, nao pode castigar aquelles |ue a poster-
garen, loionoam-nos que ha algum leinpn que cor-
la forl-deza das nosjs si- lem lornado una erdadai.
ra easa de dislurbios. Bailes magqocs, repiesenla-
rir;s dramtica*, reunios de |ii|i:is de Jerosalem. e
erolim ludo quanlo pode provocar a rolganca e re-
laiardo, he aili-ndmillido por qurm a lirige.*
l'res fcslas liveram lioniem lugar, urna na
igreja do Rosario, outra na do Pilar, e a lerceira
na do Terco. Trataremos a primeira e di ultima,
quanlo segunda farcm-s em
COMARCA A BOA-VISTA.
Jo de selembro.
I;izerain-se as eleici'ie* le "7 de s?lembro em loda
a comarca sem a menor allerarao do soreg pobliVo;
oulro lauto por<;m nao acnuleceu nas comarcas visi
nhs do norle e sul.
No Cralo, Barbulla c Mara Vrela an-laram o
Guelfos aos empuvCes com os liibelines, semlo que
no primeiro e ultimo desle* lugares houvu alguma
Cenia de mais, honve sangue e morle ; foi a*sa*si-
oado denlro do igreja lo Grato um moco casado nm
una lobrioha ilo l)r, Marcos, salio nm com urna
perna cortada, sgaos soldados ferilos in-ri-lmenl
e varios oulros ferimcnlo*.
Em Mara l're'.a morreram algumas pessoas, en
Iro as qoaes o vigario.
Em Barbalha foi bstanle eslmfeleado o vigario, a
ponto de abricar-se debaixo ds mesa.
No Capim lirosso, lado da llalli'. \ leguas cima
da Hoa-Vi'la, lambem nao etteve a rousa milito cal-
ma, pois direm, o |)r. Peivoto, alm de outra* des-
atienriVs, que prallcara no aclo la eleicAo, [ora a-
cliadn com nm punhal, e fora pQeso nao garanto a
exaclid.lo desla noticia, por ler sido dada por fonte
desconhecida.
A elcico por circuios veio dispertar ambiiN'ie*
que jariam adormecidas, lar esper.incas \ quem
nunca a* nntrio, p eis ic ii>vo tornado cm campo
de balnlha n recinlo das malrire*, como acontc-
ceu no Cralo e Slaria Prela, lornando-as inler-
diclas,
Peiores loosas ainda osperam-se nas oleicies de '2
de novemhnt, pois os fiartidarios Ha opposicao asc-
veram que qneimaro ald o ultimo cartuxo. Assim.
devpm as aulnridades lomarcm *oas medidas p pre-
venirem ascou*a, por lil modo que. desordens da
Mataren ds do Cralo c Mara Preta, e nao deem
em nossa comarca, pois di/em os senlas que para
issg j se preparam. Inda bem que eu eston al*enle
de ver-me no meio dece* barnllios, pois a*overon-
m*ii compadre Cliiquinho que en na eslava qua-
llflcado por falta de renda, rom o que dei louvore*
a Dos.
Est a dei\ar-nos o milito digno e muilo honrado
capitao penlPado, por s Icr dignado S. Exc. o Sr.
consplliciro Sergio etonera-lo lo cargo de dclegatlo
dos lennos de Boa-Visla e Cabrob, e romm.iudo
da forca volanle desla comarca, e nomear nara snbs-
lilni-lo ao Sr. capitao Jos Francisro la Silva, que
j he chegado, spgundo -un.- informailn*. em Ca-
brob. Aquello bravo quanlo honrado mrlilarporou-
se nesta comarca, j como delegado, p ja como com-
mandante da forca, de um modo digno dv lodo o
elogio ; ao passo que a sua actividale enchia de
criminosos a cadeia, a* soas boas maneira* capla-
vam a amisade e s\mpalhia do lodos os homens
sisudos da comarca, quer de n:n, qupr de onlro cre-
do. Sal*fazemo-nos que o Sr. eapilSto .tose Fran-
cisco da Silva conserve a Irnpa no msmo auge de
moralisac.'io, em que a enlregoii o sen anle-
ceor.
Ha nns 28 dias, pou.-n mais ou menos, nm pobre
homem qim ia em sua viagem. leve dp pernnilar em
orna casa le nm lugar denominado Imbnraua*. ter-
mo de Cabrob, e ahindo fora i um pouco larde,
foi por don* ujeilos aceommellido, om dos qoaes,
pgando-o, disse-lhecabra, eu nao dissa qiiPsem-
pre le malava :'da-!he urna facada, e qnando d-
lhe segund, o oITpndido diassnPio nip malc.e ao
om de sua vor o afrgressor soltou-o, e com sen com-
paulipiro foram-se.Balas facada* nito mataram o que
as tevnn. o nem erain, ao pie parece, para elle, visto
como o ac~rp-;sor solloo-o, apenas conheceu pela
voz, que nni era qoem elle quera: ainda niio fo-
ram deseoberlos o* aulores lesse allenlado, apezar
do* esforcos da polica,
lia lambem un* ."> ou I dias,deu-se cm Ouricorv o
farln seguinie :
l'ma lal Maria Coslodla que. apezar de maretriz
rafada. os sus feilos e seus myslerins sao laes que
deveriam ser cantado*, para ver se as*im a polica
daquelle lugar s engracaria lell?, vtslo como vola-
llie um tal enojo que, por mais delirados male* que
tenha all rau*ado, e criirps que tenha rommelldo.
tinha como que nina resalvs que nunca para ella
olhava a polica leve, havia alcm lempo, urna bri-
sa com entra de igual amostra, chamada Rosa don-
da ; esla daIba urna 18o formidavel cacelada. que
raxnn-lhe a cabeca. Has calon-se com aquillo a
Custodia, e ao cabo de das veslio dous homens i
molher, e com e*las duas damas tomou a porla de
Rosa doudl ; deixou as duas na porla o entrn s
armada de orna pea, e ao enconlrar-se com a dona
da casa deilou-lhe as dna* maos. Ros., longe d. es-
lorcer-se ou desviar-se dos lerriveis golpes da pa.ou
mesmn gritar soccorro.vai supportando lodo.em quan-
lo p.'ide tirar urna Tara qne adrede js lra>iaecnndda.
e apenas lirou-a aliroo urna facada na Cnslodia que,
pegando-lhe abaixn do peilo 'eqoerdo, seguio en-
BOSlada aos msculos enlre-costaes. c sshio abaixn
da espadna, sem qne livesse penetrado o Ihorax :
vista do queafrouxou a t^ustodia c correram as suas
sentinellas.
Ero consequencia de ludo foi empre presa Msrin
Custodia, e licnn llosa louda em sua casa cantando
victoria ; o publico que aprecie esla juslica do Ou-
jirnry.
Ate ela dala anda nao fiinccionou o jurv em nc-
rdium dos Ires termos, o parece que nao fiinccionarB
mai* em Indo esle auno, por nchar-se moito adan-
tailo j o annn, e precisar nao menos de qn*t re para que se abra correwao cjur\ em lodos
elle.
Oissc-me o compadre Chiquinhn que, a l.'i dele
mez devia ler eheaailo o juiz le lireilo em Boa-Vis-
la, segundo lhe dis*eram I. pelas eleices de 7 le
selembro. i'.u sii se das consas quanlo esle meo
compadre, qoe he nieu vlsioho, me coramunica ;
poi* elle spmpreanda por Indas c**as villas. Ouricu-
ry, Bna-Vi*la, Cahrnbii e oulras americasinlias desla
comarca, e quando chpga vem sempre minha casa
e despeja o seu snrro.
Son informado deque no prximo mez de ouln-
bro se ha de lastallar um eolleSM na villa do Ouri-
curv. cujo director e lenle ser o reverendo Anto-
nio Thcmaz d'Aquino. Nao eoobeco de vista a e*se
sacerd.de ; masdisse-meo compadre l'.Iiiquinho qoe,
cm ludo quer melter mem de algoma instruccao. As aulas, di/em, silo :
grammalica latina, phil isophia e francez por ora ; e
conf-irme ai proponje* que lomasse, aggregar-se-
hia mais um oulro reverendo da Cajazeira, assim co-
nio aiigmonlar-se-hia o numero das aulas, lieos
quera proteger a esse reverendo sacerdote em spu
lo louvavel intento, alm de ver se laqni a Ignns
anno. contar eta enmarca, digna por corto de mi-
li sorle, alciini lilho *eu, haeharel. medico, *acer-
dule. ou quando nSo alguns desses senhores de car-
la, ao menos una mneidade mai* civilisada. em cu-
jas maos potjftm cahir nsabsliluic^es dos empregos
que admiltem substituto*, para que commeltam-e
menos absurdos dos qne commeltem boje os laes
snpplentes, que infelizmente urna hora por oulra
dirigem a* varas municpaes e de orphaos dos di-
versos lermos da comarca.
J me cancha a visla, quo he por dentis curia ;
por isso al oulra oeeasiUo.
I iinticiatlor.
Carla particular.)
Oulro do fiscal deS. Antonio, informando qne
com effeito se aclis euinplel.menle ioulilisado o car-
ro le aluguer numero ;lli da cocheira -lo Miguel
Arrh.njo de Kigueire lo. Maodoo-se lar haiva na
eolleela relativa ao cano.
(lolro do me-inii, Iraiando dairrigaro publica,
que compele a cmara la/.er nos lugares designados
nas posluras sddicionaesjde -Jl de novemhroldii anuo
pausado, A commissau de potida.
tlulro do lisc.il da Boa-vista, dando parle lo in-
cendio que houve na madrogada do ilia ." do cma-
te, nu obrado do aterro da Boa-villa, pertenceiHe
ao cidadao llenriguc Marques UlW, duendo que l-
zera visloria nas ruina*. as*enlanilo os peritos que
devia ser immediatameiile demidido o oilao do lado
do poente al a pavimento do primeira andar do
sobrado contiguo, parlicipava igualmente que pelo
lugar do sobrado non liado pas*a urna ra, que
ai ter ao cae* le Capibaribe; Dnalmeule pedindo
man la-e a cunara pugar o trahilho dos peritos que
fizeram a villora. Nomooo-aa urna cummU.ao
comporta dos Sr*. Franca e Oliveira, para tratar
com o pro|iricl.iri da casa cerca la desapropiado
amig ivi-l do solo do sobrado iuceudiado e ni in-lou-
se pagar os peritos.
tlutro do juiz de paz do correnle aDiiu do 2. dis-
triclo da freguezia de Sanio Aulonin, propondo pa-
ra o cargo de e*crivo do mesmo juizo ao cidadao
lnnnceucio la Cimba loianna, pie ja o exerce in-
terinamente. Approvou-se e maodoa-se passar
proviso.
(lulro do -1. lenle, enrarregado la medirla de
Icrrcno* de innrinha retpondeodo ao desla cmara,
do > do correnle. relativo ao terreno, no I-orle do
Mallos, que ootr'ara fez pane da prae ah projecla-
da, c que fora agora requerido por l'rancisco Bole-
llin le Aodrade, diiendo nao *er de mariuha dilo
lerreno. A conimi.*o de edifcatelo.
Oulro do admiolslrailnr do cemileno, remllenlo
o mappa das iiihumacii* feila* naquelle eslaheleci-
menlo, na semana de Si do selembro a i do corren-
le. (jue se remel!esse O mappa a' comniissao da
hvgiene.
(lulro do amannnense. servindo Ic contador, di-
zendn que por engao dcixarade iiienciouai no nu-
mero da* lelras que se tir.ran lo cofre una aceita
por Franeillino America de Alliuquerqne e Helio;
O que lemhrava alm de ser lirada. Cme se lirasse.
II procurador dejaron que ja havia sido paga a le-
Ira.
Man ton-se remeller a' couimis'.io de eilca-
;o urna pelicao, viuda da presidcucia. ja informada
pelo inspector ->a lliesouraria la fa/.eiula, deJ>a-
quim Ignacio iomes 1-erieira, requemlo afora-
iiienlo de om lerreno le marinhi alagado junio a
ponte provisoria ao lado do norle.
Despacharan!-se as pelicAas le Bernardiuo Jos
Montciru, Francisco Jos Martina da Costa, Kraocis-
co Jos de Campos, .loaquim Ribciro |Merelles, la-
cintho Jos Rolelho, J-i.io VaUnliin Vilella, Manuel
Arehanjo de Figoeiredo, Man-.el le Souzn lavares,
Romao do llego Barros, Tliomaz Antonio da Costa
Pimcnlel. Ilenrique Gibson, viuva de Mannel l-"er-
reira Piulo, Victorino Jo-e Monteiru, llomiugos
Rodrigues de Andrade; e levanlou-se a sessilo.
Eu Ma'ioel Ferrera Accioli.ecrelario a escrevi.
farao de Capihirihr, presidente.--/(C70, farala
r. M\meida.Franca.OHvtira.i 'taima. O'a-
meiru.
("..un elTetto no dia '.< de junlio. depois de ler sido
nolilicado o propnetario del u Uiario,para apreseo-
larn respoosavel da carta em quosUlo, duram os Sis.
rasso Irmos urna queixaf contra elle, ua qual di-
/.endu-se atrozmente ioioriados a gravcniviile preju-
dicados e;n seu crctlilo conunerctal, pediraui una
iiidemnisaeo de
rc.juer para s bem, seu queningueo fallasseeniseu favor,nem ao
Illm. Sr. inspector Jo- Pedro la Silva, mina na-
nhura dos Srs. t-vanaadores, he proposlo em pri-
meiro logsr.
i-; 1. vi*la disto,pniler-se-ha di/er que o Sr. Mar-
romiro be ambicioso, que quer abarcar o eco com as
nema* ?
ti Sr. Mareomiro, conlinoa o Oftsertoior.tem pa-
: tnuinpho le soa OOlra ainbi;ao bous padrinllOS,
que Tallam ao Sr. Melquades, oqual Dos queira
que por i*s.i nao venha ,1 murrer pagflo. Aqu dis-
.^.- o oliservador a verdade. o Sr. Marconura tem
com clleiio ni i bou* padrinho*, dos qaaes e*|iera i
sen (riunipho.
O primeiro padrnbo do Sr. Marcoinin lio o leu
[alenlo.reeonliecldo por lodos os seus medres o con-
discpulo*, he elle que o lem feilo ser proposlo em
primeiro lugar em dous concursos dlflereotes, iscm
que uingnem fallas-e em seu fav >r a neuhuui dos
eiamnadoras.
ti segundo, he a jn.liea que lhe assisle na queslo
de que se Irala. U regulainenlo da lliesouraria lis
proprielario oeste .Diario, pedia para a Parahiba os i l"",e ,nu' "rminantemenle, iue cm igualdade de cu-
_....:____. > cuin'lancias serao prelenrios OS que soubercm lili
sclarecimentos nec.ssarius, que lhe lora.,, prompU eslMOgeirat. 10 Sr. Marc.miro lendo provado
BMOle lados em urna outra caria talada de ll de com documento* saber as Imguas frauceza e ingle/a,
maio, e publicada oeste Diario, a do masme| he perianto o nico a quem tala dbposicao pode
t
200:000^000
Entretanto que assim procedan! us Srs. I'asso, o
os procure entre os que adulam-na e louvam : Osles
nao poilem querer 0 seu bem, e r.-lo ou tarde
se arrepender de ler dado crcito s agradaveis
mentiras por meio das quaea asfoream-sedo rodu-
/i-l.i, dirija-se aquellos que amam-na bastante pa-
ra nao toroer iaziir-lhe obsenarai usas, quando
so oBereceni occaswes, ucensurar em caso deno-
cessidade .suas iuipi-rleii-.h- c deleilos.
Seus verilndeiros amigos s,,u estos que midan
cm sua feUcidade. Se nio proeuram agradar-lbe,
ao menos traballiam pur ser-lhe uteis Mais tanle
vo*m' apreciar suas boas iiiiencnes e UtMtani jhs-
tiea..
Do mats nao sabe o que a recpeiio lo amigos dis-
se Boileau aos autores c poelai '.' Pois o mesmo
tem lugar para indas as coodiaes la vida, Bsnia
cenado que aquelle que a censura, salvo se liver
dado prova* evidentes de odio ou de imi-ja, nao 11
laz seno por amisade que llie lem.
He por isso que eu que a censuro mullas taans,
e que sempre estOU a fallarlhe do moral, leubo a
prelencao de ser urna de suas amigas mais dedi-
cadas. Estou certa du que votad no duvida >liso,
c o que ni' prova he o empenlio com que pede-me!
consethos,pclo que lhe son mui reconhecida. Mi-
nha vellia esperiencia esla loda e sempre a> si;U
dispor; felizes seremos ambas se ella poder guia- j
la aira vez dos innmeros perigos da vida, e con I
CONSI LAWJ l'hiivi.NUAI..
Keiidiiiienio dn-h.-i I .-j| x
d.in do ia 1> ,
I nosso correspondenle ratificara ludo o que ha-
via tilo c confirmara sua noticia, provando c,iu a
cerlidao do manileslo lerem os Srs. I'asso Iroiaos
remellido as referidas bolachas, e com a da ulfao-
dega lerem ellas sido lampadas ao mar.
Os Srs. Tasso qaiuram contrariar a prova lirada
do manlfetlo com a esrtidlo do despacho feilo no
consumido, e ale com declaraeies l'eilas por um par-
licular, mas nem o Illm. Sr. I)r. iuiz municipal llu-
linj Augu-lo de.VImeida, nem o Illm. Sr. I)r. juiz
de lireilo Bernardo Machado da Cosa Doria, para o
qual appellaram os Sr-. I'asso Irm'ms, das sentenca do
primeiro, nao se deivaraui levar das frivolas razes
que allegaran], o julgando improcedente a queixa
nu lemn.ii,un osqucixosos nas cusas.
slao pois boje convencidos o* Srs. Tasso Irmaos,
aproveilar. He verdade que o Oliserratlar diz que 11
Sr. Melquiade* sabe a Ragua Iranceza, mas que lhe
Bproveila isso para o caso em queslo '.' I'orvenlu-
ra diz o reculainenlo qoe serio preferido* aquelle.
que souberem algoma liogua esirangeira '.' Nno ; o
qu- nelle se le he, que sero preteridos aquelles que
suuherem lingoat eslrangeiras.
Para ler a preferencia, pois, segundo o regula-
menlo, nao b^isla saber uina lingua eatrangeira, he
preciso saber mais de urna, caso em que nao esla' o
Sr. Melqoade*. mas o e*la' o Sr. Mareomiro.
ti terceiro pa-trinlin afioal do Sr. Mareomiro, he a
recliil.io lo Evni. Sr. oonselbairo presidenta da pro-
vincia, que nao lhe perinitlira' decidir a qaeslae
com viol.ie.io maoilesla lo rcgulaiuenlo da respecti-
va repartidlo.
lis amigos do Sr. Melquades lano rcc que a justica he pelo Sr. M.-ircomiro, que allegam
ser elle casado com libios ; mas he porque ignoram
oo liugem ignorir que os leveres de juslica sao de
ohrigae.'io rigorosa e nao assim os le equidade.
/"lu iuntitio, pereat inundic ; ou He pereal mun-
I iHrs-t
KiaiMM
k timo Mar*,
A> .. HORAS Hi \|;,..
a sanana p u
VtaasaaMa
Canloas -
Algodo -
A-sii'-.ir -
/.'- -ill H..llt\.
>nil.l se {rl |ic
la da navio-.
I.ulr.ram .-; ..,_.
" ",-"'"r """i .l,v,., ,,
'.....'' o -u|, ,,,- (,^,w
""" '" "><< d. Il.ni ,.^fl .
oad.-- aa ,. M,
e "gar.m-u.
I"l bnsHa tas
-xi narnonn re,
1 "*. 1.,-U. de -.7..1 .
7"'. e pelo l.rulo de --:tn ,
--"K 'Ini ,,c ,,,'
:,";il'.1';':",',"-'l'""l''Prt(.l.r..
o.r.i ,-l.iai.CM d, .WaH- -^h,,
'" aba. o, r ,|| 1 M
"""*- ""-i--,,.. ,., ^
.ppaseetoa ransssanM
Aguldenle- "- procura.'a ati"; ,,.",^.
l.uuros--------------Sollrer.m bastas, re -.1aj, ',tfc
v 1
i,
estiveran aaaaaaa
-'- raadaIwa.
'-kni
da. da ^lll 1,i 1
P lihrj .1, .
sacan tslaadn; tasan s,,,.
se que lornrr.l a ul>ic.
A......Cbaitar.ni de l.i.b... cerra de lili
canas que .inda nao laaan m-
didot.
Agua ra \ euduu-.e de M
libra.
a M rs. p
duzi-la sena n-idenies au paiz da ra/.o e doio-..... 1 u j a .si
bom senso .. ende a ;;en.c acha sempre o repodo, I ,,,----------------JJj ^_
o bem eslar e a fclic.dadc | Baclh..o------------Vutlarat. ..o. p", feTSE
g imnlis, dos quaes dous .sai
Bem v que slenlo erndicao, pois sirvo-modas
palavras de Montaigne : mas cm minha idado lu-
do be pcrmillido, ainda mesmo um ponco depedati-
tistno em caso de ncces*idade; principalmente
quando elle serve para apoiaros consclhus da 111 ji-
lerna e sincera alTeic^o.
:- .--' -
de haverem mandado lu.n lia podre para ser vend- ; dux,
da na Parahiba, a se ou entender dos raesmos so- j O Sr. Mareomiro tem cm seu favor a preferencia
mente a publicado de*le fado Ibes prejudirara q"c 'e="lamenloda em termos explicaos e po*ili-
i,.i ...., ." vos: lem mais a que lodo o regulamcnto nio pude
lano o crdito de que gozavain, como commercian-1 ,,,ixi)r de djr tartaMUtnaateaj fue provm la top-
is, queexigiram una indemuiaeo de llU:IKK)?,rs.' rioridade de onhecimenlot, poiscsludou com pro-
por dous juizes diOereutes o do como provado '.'
E que diremos da exigencia extraordinaria feila
pelosSrs. Tasso Irmaos '.' Ou esses Srs. pensam que
a prupriedadedoil)iaiiu be urna California donde
Ibes seria fcil obler ouro baslanl. com que podes-
sem Carlar-se, ou eolio era seu designio obriga-la a
dar-Ibes uina salisla;ao, ficando assim habilitados a
impor-lhe as condi;oes que bem lhe parecessem.
Enganaram-se, Srs. Tasso Irmiloi ; lenham pa-
ciencia. O Diario* continuara sua earraira pondo
no dominio do publico ludo quanlo ao publico po-
der iuleressar, quaesquer que sejam os incommodos
que di-so ponan proviraoseu proprielario.
ommunicaba.
CMARA .MUMCIPAF.DO RECIPE.
SESSAO' EXTRAORDINARIA EM S DE Olil-
IIHO DE 1856.
'residencia do Sr. liaran de Capibanbc.
Prsenles os Srs. iego e Albuqucrque, Vianna
Oliveira. Gameiro o Barata, ahri.-se a sessao. foi
lida c approvada a acia da antecedente. O >r. lla-
nta, ponco depois de aborta a aenilo reliron-se. I,
ti lo o srguinte
EXPEDIENTE:
I'm ollicio do Evo., presidente da provincia, re-
commendaodo lizesse acamara, no* lemos doarli-
go 139 do raetil.mento da easa de Heteucn, o for-
necnicnlo de \oi pira o qaarlo lo commandante
da guarda daquelle eslabei-cimenlo, e dizendo que
olliciava ao direclor do arsenal de guerra no sentido
de fazer ce**ar rom semellianla orneeimento.
Maudou-se ex[ied-r ordem ao procaradur para esle
Mu.
JURV !><> RECIFE.
i. sessao.Dia I le outubro de 1830.
Presidencia do Sr. r. Francisro jtssis (Hireira
Mociel.
Promotor publico, o Sr. I)r. Antonio Luis Caval-
canli le AlboqucT]iie.
Bterivfto interino, o Sr. Manocl Correia (lomes de
Almeida.
Advogado, o Sr. i'r. Francisco de Paul. Bap-
tista.
i ..na a chamada a* |n horas la naoha, aeha-
ram-te tiresentes 3S senhores jurados.
Koi relevado das mullas em que acorrer nos dias
anteriores, c dispensado da sesso, por ler apresen-
lado aliviado de molestia, oSr. I)r. Manoel Ignacio
le Medeiro. llego Monleiro.
Foram multados em mais litlj rs. os senhores ju-
ra.i.is j.i niult.idos nos da* thleriores.
Aberla a sesso pelo loque le canipainha, foi con-
diuido barra do tribunal do jury, para ser julga-
do, o reo preso .loaquim Dios dos Santos, acensado
por crime de homici lio, perpetrado na pessoa de sua
multier, Mana la Cooeai(ao, em lias do mez de
abril le 1835, leudo o mesmo reo por seu defeusor
ao Sr. llr. advogado cima mencionado.
O cousellio do Jai] de senlen;a foi composlo dos
seguinles senhores :
Jovencio Augusto de Alhayde.
Joo Chritostomo Fernandos Vianna.
Jos Cavalcanli de Albuquerque.
Uereol.no Alvos da Silva.
Ilemelerio Msciel da Silva.
I)r. I.uizde Carvalho Paes de Andrade.
Jos Narcio Camello.
Jos Aniones (uimaraes.
JosJacomede Aranjo.
Amonio Jos Hilarle.
.Miguel Francisco de Souza llego.
Antonio domes Pessoa.
Os quaes prestaran! o juramento em voz alia so-
bre o livro dos Sanios Evaiigelhus, e lomaran as-
seoto separados do poblico.
Dep.is de prestado o juramento, foi o reo interro-
gado, c no interrogatorio disse, que lendo elle reo
chegado em easa s (l horas da larde, em conseqoen-
cla do Irabalho de urna olera de que eslava eucar-
regado, para onde devia vullar, pedir a sua inulher
que lhe desse o Janlar, leudo sua mulher respondi-
do que elle reo s nao lioh. pressa quando eslava
tora de casa, resultando disso urna pequea allerca-
o ; e como dila sua mulher cnobouasse a fallar,
elle reo emb*lancaude-a com a mo sohre o hom-
bro, pergunlara-lhe al quando quera fallar, e de-
pois vendo-a alur sobre o chao, suppoz que leria
sido acconimellida do ataque que loniava-lhea falla,
o qual era de coslume dar-lhe, c reiirra-se para a
otaria, onde logo rhegou-llie a noticia de ter ella
reo assassinado *ua mulher, r.olicia que o eollocou
em urna lerrivel alternativa, pirque nao poda sa-
bir para ver 10. mulher, sem expor-se a urna pri-
so. eoj consequencia do Talso boalo que contra elle
vagara. Disse mais que, depois jue acabara de jan-
lar e saldr, altendeudo au astado niilindruso de sua
mulher, convidara de pas para succorr-la, como assim aconleceu. Disse, final-
menle, que no esloilo da dtciso em que eslava elle
reo com a noticia que Uvera, e quando pioearava
alguem para mandar a sua casa examinar o que ha-
via, tora preso pela polica sub o mesmo fuudamen-
lo .Ib noticia que Uvera.
Fiado o nlerrngatorOgjfez-se a lcilura do prores-
W, e depois da inesina.' Sr. promolor pedindo a pa-
lavra, e sendo-lhe esla concedida pelo Sr. juiz de
direiio interino, o mesmo Sr. promotor aecusando
o reo, diste qu? eslava piovado ler sido elle o autor
da niorte de sua uiulher ; que eslava iucurso no ar-
ligo l'i.! do cdigo criminal, e pedio condemnai.'ao
no grao mximo por se dareni as circum*laucia* ag-
gravaalet dot $S I, I, fie ludo artigo tl e Io lo
trl. 17 do mesmo coligo : doS 1 por ler sido o cri-
me eommetlido a noile ; do 5 i |.or motivo frivolo ;
do ^ (i por superinridade em sexo, toreas e aunas ;
do 5 ln por abuso de coofiiorjj ; c do S I" do artigo
17, llm do mal do crime, resultar oulro mal a of-
feudida. O Sr. pr, motor i|rovou todas esses cir-
cumslaucias.
linda a accusa;o, o Sr. ailvogado p.-dindo a pa-
ItJVra, e sendo-lhe esla concedida, o mesmo Sr. ad-
vogado deduz.ndo a ilcfeza, disse quo nao fora o reo
o autor da niorte de sua mulher, que nao eslava
provado, e pedio a absolvicj do mesmo reo.
l'iiida a deleza a Sr. promotor replicn, e depois
la replica o Sr. advogailo Ireplicou.
l'indos o* debales, o Sr. juiz de lireilo inlerino
pergunlou ao jurv d senlenra se eslava satisfeit,
e re'pnndendo dito jury pela allirm.iliva, o mesmo
Sr. juiz de lireilo inlerino. depois de resumir a ma-
teria i'acrusae.lo e la defeza, propoz os quesilos, e
enlregando os metmos ao cousclho, foi osle condu-
1/ido a sala serela das eonlcrencus s 3 horas da
larde, l'oiiilcvollon as li rom suas retposlil, pie fo-
ram bdas cm VOI alta pelo presidente do jury le
senlenca, em visln de cuja deciso, o Sr. juiz de
dircito inlerino pubicou sua senlenea, condemuan-
do o reo a pai de galf perpetuas, grao maxiuio
doarligo l'-'l lo rediga criminal e nos cusas. 110
conformidad* do dispo*lo no lo artigo 7!) da lei
11. 61 le :l da dezembrode II-'i : appeilou para ..
superior Iribuoal da relac", e levontoo a sessilo,
sdisndo-a pnra o dia seguate os 10 hurta dt ma-
nha.
Ainda o juiz de diieito Souza Leao, e o
jui/. municipal de Caruaru*.
Depois de haver recorrido aos meios rasis ehjer-
(os, e s digno* de si. o Sr. Souza Leao removido
para a comarca do li:o l-'ormo/.o, julgava ter-me cs-
magado, e*quccido de qoe o homem benfico he
iiiellior calculista que o nalfasenle : a beneficencia
do primeiro se esolve finalmente em seu proveilo,
como os maleficios do segundo em seu detrimento, e
ignominia, e Corra o lempo : o cholera se mani-
l'eslava na provincia, doram-te as ferias para'os
Iribonaes, e afinal .1 reliarn leve de mudar-se ; to-
das esta* cirrum-lnncias favoreciam o satnico ge-
nio desse ministro das trovas a quem se pode ap-
plicar as palavras de um philosopho chines, que
lifierenca ha entre os as*assinos que matain com
o punhal. oucoiii os jiislroinenlosdo governo '.' ali-
iiol no din \-> de fevereiro lo auno curente baixou
o srguinle : accordam em re!a,ao. Que julgam
proceilenle o recurso a folha para leformarem.como
reformam, a sentenca de pronuncia decretada cou-
Ira o recorrente o hachare! Chrislovao Xavier Lo-
pes ; pnrquauto nio -* provando que esle pralicas-
se us fados que conslluem o crime e*lahelecido 110
i S do arl. t^il lo cod. penal por alTeicSo, odio c
coiilcmplac,A>, 00 para promover inleresse propri,
he consequeiite que nao commcllcra dito crime, na
forma do citado arl. 1:29 do referido cdigo, e por
isso nao rievera sct processaio, c quaudo muilo
advertido nos lermos do arl. .1:19 do cod. la proc.
criminal, visto como nenhum preju/.o publico, ou
parlicniar se seguio de laes lacios. Quanlo ao< cri-
me* previstos no arls. I'ii, a 159 do mesmo cod.
penal, 1 pelos quae. tambem fura pronunciado o
reconcilie, vese dos autos que nenhuma prova,
nem ainda evi-len. indicio*, que iuduzam a *cre-
dilar que o recorrenle oscommetlesse ; e por ludas
eslas razes relormam, como dilo lica. a senlenea de
pronuncia, e maudam qoe o recorrenle seja pnslo
em liberdade, dando-*e-lhe b.iisa ua culpa, pagas
as custas pelo cofre da respecliva miiuicipalidade.
Kecife la de fevprciro de \H'Ai.Azevedo, presi-
.denle.Rehello, Bastos, Valle.
Nao trasladamos a sentenca de pronuncia por|ue
nao queremos conspurcar nossa correspondencia ;
e apenas referiremos a cireumslancia mencionada no
venerandoaccordamde que nao havia prova,
nem aindaindiciospara urna pronuncia ; basla-
ra' Irazer a lembranca publica, que fui einbrolhado
om oulros em um nogenlo aranzel a que se cha-
moa pronuncia duas vetas no arl. 134, e Iros vezes
no arl. 159 e 12I 5 8 do cdigo criminal para saciar
a selvagem e monslruosa vinganc.a de om juiz que
nao sabendo distinguir o que sejam fados collecli-
vos, consliluintes de um delicio, nem escrever o
porlugoez vernculo, sabe (odavia calcular urna per-
segoijao, cujodesar e deshonra s poile recahir so-
bre elle, sabe Irahir seus deveres, e as onlcns do go-
verno por utn modo indigno, mnlraudo-se impelo,
egosta, e covarde na crise do cholera ; astucioso e
IraasJgenla para tratar da eleic,ao leseu inn.i. por
cuja causa acaba de ser desarredado de urna comar-
ca digna de magistrado de oulra inStraerSo e con-
ducta : ha genle ln na' dizia o sabio Marica', que
no roiiseule que a facam boa.
O governo imperial desennlicceniloqoem he o ba-
charel Jos l'ilippe de Souza Leao, o quir. lloarar
enm um imporlaule cargo de magistralura ; elle Do-
ran lem mostrado tm loda a parle que ht ranee-
roto, iguora'ile, oreullio'u, Ira^oeiro, e malvolo !
a prova dislo esla' em lodos os lugares qu liveram
a lamenlavel detgrtet de o ler por juiz. Nao iiip he
possivel oceopar mai* a alleiii.-o publica com um
homem para quem *i tenho a lanear-llie em face
o mai. solemne de-preso ; de que he elle Digno e
credor por dillerenle* titulo*.
Os mane* dos infelizc*, Carvalho Amelhisla, For-
lunalo de Amorim, Jo*l*'lorencio de Carvalho Tur-
quesa, e Joo Itawnundo. qoas que a*sa*--iiiHdos
sero para es-e derg/tcado a lutiira de Nesso, nu o
dedo nepto da viso, no feslim de Solasar. Eslas
minhas ptlavras nao sao diias pelo odio, ^.l tin
a tenlence le uqi sabio Se na ordem dos premios
ea uo vejo um toque sirva para cu.i.pensar o m-
rito de ora mag*lra.io digno de o ser ; nao ha na
Classe da* |ienas, alguma, qne biislc jiara o magis-
trado iu.ilev.il'->, c ignorante.
Olinda JO da outubro de s'a..
Crlilocao \aeier Lope*.
que n seu competidor, segundo confessa o iirupno
^Observador nao sabe mais que qualro ; elle por-
IhiiIo espera que S. Ese. o Sr. presiilcule lhe tara
juslica. m
Oulnbro-Jli. V.
.Sis. redaelores.sNa noile de qoarla feira passa-
da foi absolvido no tribunal do jury o leo Helar mi -
no Alves de Carvalho Cezar aecusado como
aolorou um dos auloris da roubo eommetli-
do na casa da tonhora vulgamenlo chamada
Joaquina Homem. lie loslo que o publico
saiba quem foram os juizes de tacto que intervie-
ram oeste julgamenlo. De cerlo elle nao foi unni-
me ;dizem que que qualro foram vencidos. No en-
lamo sejam lodos tipottos a admira;o do publico.
Os jurados sorteados e que julgaram foram os se-
nhores :
Jos Bernardo Ventura.
Antonio Seraphim la Silva
.loaquim Antonio de Castro Nunes.
Jos /cana de .traujo.
Autouio Carneiro da Cimba.
Ilemelerio Maciel da Silva
Antonio Francisro Das.
llr. M.moel Mamedc da Silva Cosa,
.lose Joaquim de Lima.
Joc l.oureneu Bastos.
Joo Chritostomo frernanie* I iamta
Jcaro Aagutlo de Almeida.
CAMBIOS.
Sobre l.ondre*. -J7 :ti.
ff P.iris, ;i(l.
< Lisboa, 98 a IDO por de premio,
i Itio de Janeiro, ifj. a I [ior 0|Q a 15 e :10 das.
Accocs do Banco, 10 a '.. de premio.
.< compauhia de lleheribe ."i>000.
11 compauhia Per lumbeana ao par.
n i l.lilidadc Pulilic.-i, :ttl |>or cento lt picmio.
Indemuisailora. ->- dem.
. da estrada de ferro D por 0|odo premio.
Ilisconlo de leltras, de 7 a 7 Ipi por 0|Q.
Dilo do banco7 a S por (l|().
(juro.Oncas hcspanhola*. .
Moeda de 63100 valhat
o 1 tisiotl novas
" i 50D0. .
Prala.I'alacoea brasileiros. .
Pesos eolumnarios. .
o mexicano*. .
r*m para o sul, e o lerrtir* *n
J,sim |htrrir. venaea-M Mar-
ca de |3i por \trian. K-i.Hhmi
SO le 1 ;,j ., 17, nt ly^Btj^ Mc40.
d0 *' "< l.'H) barricas.
Carne secca- Inrn ,, ^, xmt .n,^,,,,,,
Ha (.rauda rnta .ie m tmna-
.T?.'"- '."u> ,,'o laletr. cas
MWI arrobas elees.*, mliie-
m.i.ia. o que anda nao .brt. As
vendas regalar. de i> > p.,
anWa da infe,,.,. ,,.,, Ar
antasr de
superiur atsaMa
J8ji a 289.VM
. I69OOOI
. 1K.-SNNM
. uski
. :?oo
. 29000
. 13060
ALFANDBUA.
Rendimenlo do dia I a yi .
dem do dia >......
v>:
la>arteDtt0e,
.-"! al,-, a a
IOJKI pai., rima.
Feriaba de Ir igo- vendern,-*. 1,-nm \^Ktt ^,
torvaanaeaie que cOUjalw ,
l.clunon.,.t,rir.oeBr);, mr]
le -I.Ktl, branda o rest. ^clr
c.rre^am-iilo m ser ; daae*rr-
goa .. a.ile-c.lenlc qc p>.l.u.ha
seguir p.ra <> -ni. a-sim ra. ea-
Iraram WHI btnsras da dr Trie-le
pelo K10 I- Jancir.. Vcnde.-^
de 31? a -i- Imr bac^, 4, fk)_
ladelplna. -J* pU .fe Balliam.
le -- -ti.- > d* aananatl r
oil-aue l'ri.le. Flniunnaill
i.iui aatyttat .1. tabana ti
'.asi?a'"i,! M" d' '"*"
latid, ultima.
i Hila Je in-nili.na-1 em-*e vendido a retalk. 4. !- 4
.V* por steca.
.">ll-,l7,ls.".">s 1 il",c'S''"--------Veudeu-se a fraoceu de v*ra de
17:00831.78 ,M S" rs- P" ''hra 7.i ate-
rs la de purea, viadas a. Vmt
110 vapor I-arana artaoaa st *c
'lio a MI rs. por libra.
Oleo le linhaca- dem le } a *)\m fmr .lU#
Presuntos-----------dem de || ,, IJ^jiai pw m
dos do Por!...
Touciuho-------dem de -.iv^hi a 'JgUII mi
ha do de Lislioa.
Descont- Bebaler.ni se letras da7a9am-
ccnlo 10 auno.
Nolis da llaiii o A praca lateaita-sa d. baaca Mitl
ler engcilad. Irscar 1
ro geral. qu* para es
r.mi apre-rnlaila.. aae aaa la-
gar a tnllrcr algo Suns.i. n
mercad*.
Frats- ----- Knecluoorse a H para 1 aaal c
Vi para Trieste,
locaram no porlo: :l vapores. I nas 10 rom al, -_
. aae viera
"il9:l8S-2::ii
Dencarretam hoje 1~ de outubro.
Barca americana//'. II al le tgelo.
Barca hamburguezalokamt hal'.iiian merca-
dorias.
Barca porluguezaMaria ./o*.btalas, cal e cera.
Barca porluguezaDuurte II'btalas e arcos.
Briguc porluguezS. Manoel Ivinhns.
Barca ingieraChamismercaduras.
Ilrigue inglczSpraijbacalhao.
Ilrigue iuglezChaisIrilhos de ferro.
IMPORTACA.O .
Barca hamburgueza, Johtoae kalkmannn, viuda
de Ilambuigo, consiguada a II. Bruuu >\ C, mani-
leslou o seguinie :
i caixas pianos, 1 Si ditas fazeodas de algodo, I [
dila dilas de seda, :! ditas lilas diversas, calcado, j com haolh.o, I com fariuli. de Irig
impressos ele, 5 dilas ferragent, 15 dilas palitos de refresc-ir.
fugo, 54 dilas sidras, 50 ditas velas, 1 dila charutos, I Lulraram : s com gneros e faienfot rsluagesra-,
II dilas mobilia, li dilas |>apel poraescrever. -25 ditas ''' de rabolagem, I com bacalha. e < vapore.
queijos, S ditas ole*, de linhaca, J lilas e 'Mi cestos Sahiram : H le cahotagera c 2 ctaa aaaarm pai.,
garrafas valias, 1,900 garrafoet dilos, I prem.i de porlos eslrangeirot.
pao, UHI pacoles papel de embrulho. 12 barricasdro- Firaram no porlo lio embarcantes a tabas : la-
o cvet>onbencia&.

... ..
Oulro .lo mesmo, declarando em rosposts ao que
outro numero, por a cunara lhe dirigir cm l do mes ultimo, uii-
n "in I. ivermos lido iiiliiui.eao, nem a lermos no- : metiendo -' -ua approvacao a postura, pie devolva.
mo ir apreciar. Comecaremoa pela do Terco.
Kita igreja quo tantos anuos se lem tornado ce-
lebre, ja pelo bom gosioque a sua reala paaside, ia na-la, porquantn, a maneira porque se a. ha rediei-
poia saa tamplaosa armaeao, esle anno foi simples- de parece esclnir loda equalquer edilic.rao, uue
mente ataviada ; meia lima de palmas e amia -,i- ,, ,..iC|i, ... proporroes por -Ua delerminadas.
nelas u.i cornija do ledo cis a- veslea pompatasque \ u
ella Irajavt. L'ma oraele anloga f<.i recitada pe- Resolveu-ta se retpondeste a >. Etc. qoe, quan-
lo lUni. pregador da rapella imperial. Ir. Lino lo ''" <"'">""} Ibrtaalou a postara, leve por lun n.itr
Monta Carmello. Scno f.ra ella, liavena comple-
Lembradoi han de cslai es leilorz1* de que o nono
correspondente da cidade da Parahxba, escrevendo-
que llic nao pareca be.n cvurr*. ido na rrfeiida pos- j lluj Uil|| clll ,|,,|d ,|c. ^i ,le a|,rj| n0 crrell|c BBU0
lua o pcu-.imento que levnu a minar, a confesato- U........ .
inzar.-nos a soguiute eomaionica$to cm sua
publica !a ueste aDiario. a 2i do mesma me/.
ta fiieza.
Nao sabemos como anda se upporlaenlre mis
as msicas profanas no< nosso* templos ; aorpren-
leo-nns cxlraordinariiinenle o nnvirmos cantar o
i-luna ia tmr(sj ftieslra com o f,,mn brasiieiro.
revogar as de ::.) de junlio de 1849, que dispoen em
geial acu.ca da ediiea;o de predios, mas smenle
.i A e.i-i idvo irmaos dssa provin it, ou lem-
n..s muilo rii.i vonlade, ou quer diverlir-ae a nossa
cusa. I lliniameote foram laaeadas ao mar ninas
barricas dt bolachsi podres, mandadas
permillir jue estes se podesaem fazer com oil.ie sin-1 c.-.sa ao negociante Sandra Albuquerque. A alian
gelrs. em cerlo* e deleiiniuadcs lugares, e |iie nes- ,, nt,- t ;..;._____,.
L, sentido liaba me lineado n redaceSo da menciona- "-' -'""'"""l" e.ramente po re aquella mere
da poslura, e a pattavt le novo as iu:io* de S. Eve.,
para appro\a-l.l. Moililicmi :i redacc.io la |ios-
li.ra.
Srs. redactores. Mais um amigo appareceu
hoje no l.\bera\ Psrnamburano, pugnando em lavor
du Sr. Amonio Melquades da Silva na queslo do
lugar vago de segundo e.eriplurario da lliesouraria
provincial ; por lano, permillam que diga lamhein
anda aluoma cousa em favor do Sr. Mareomiro pan-
cracio Vercira dos Sanios, que com o Sr. Melqua-
des fii proposlo em primeiro lugar para aquelle em-
presa, deixsiidn todava sem resposla as injurias e
n>uItot que o Observador lhe dirigi em sua cor-
respondencia, por quanlo estou cerlo que o* homens
honestos por s| mesmo* sabem reprovar o proeedi-
inenlo daquelle.que sem pre/ar a' propria dignidade
nem respeilaran publico para o qual pscreve.un Ire-
l'i.l-i em injuriar e iusall.r a quem iirinea o ulen-
deu, talvez nem mesmo por pefisainenln !
O amigo do Sr. Melquades liz que o Sr. Marco-
miro esereve como una arauha, que he um ambi-
cioso, que quer abarcar o eco com as peritas, e qiie
nao obstante eslar a servido com urna ptima ralis,
lem para Irunipho dequella oulra sua ambicio bnnsI mana le suos palavras.
padrinho*. que lalla-o ao Sr. Melquades, o qual.
Dos queira que por isso nao venha a morrer pa-
ga...
i.ioem assim se exprime, senhores redactores, heni
motlra que falla apaisanado, e parece que iinplici-
tamciile confessa no ter por si a juslica.
O Sr. Mareomiro, liz o (Observador, esereve co-
mo mu aranha, enlrelanlo u Illm, Si. Joo iun-
(alves da Silva, es-inspector dt Ihcsooraria -ral,
c i Illm. Sr. Aulonin Loiz do Amaral que serxia de
c.iila cania.lerda metmt icnarlir::.., sem que niiigueni
Ibes fallaste em favor do Sr. Mareomiro, nem an-
|. les nem depois I" Concurso >- a que all se pro-
ce.l.-u ptra ..* legares ic pratieante, propazeram-no
cm pmneiro laaar,snndo por esta razAo noineado i>e
lo governu Rtral. Ilar-se-ha caso que aquelle- e-
nhorw quizessen que i. livros de sua reptitirUo
p.>r aquella uSsani escriplurados [nr quem esereve romo nina
arauha ou sertj preciso ler nelhor letlre para es-
_ criplunr os livros .la lliesouraria provincial do que
LKITURAVARA SENHOBAS.
Carla minha sobrinha.
Pela condessa de llussanrilie.)
Da adulacao.
lia um inimigu de seu sexo e de sua idade, mi-
nha chara lilha, conira o qual cu muilo estaara
poder garanli-la ; inimigo asss tamivel, por quan-
lo, achando-se sempre ao seu lado, toma todos os
dias as mais agradaveis c seductoras formas para
conseguir engana-la.
Esse perigoso adversario de sua fulicidade he
a adulacao, seductor prfido que occullando-se
debaiv.0 de llores, embala-a com triumphos menti-
rosos e esperancas engaosas.
Ali! quanios desgoslos e amarguras nao evila a
pessoa que cm vez de pensar no que lem direilo de
esperar dos oulros, oecupa-se naturalmente com o
que lhe deve !
A-adulaj;io,i> na phrasc deceno autor, he um
veneno moral que, penetrando primeiramenle nar
corles, vai-se dillundindo depois por todas as clas-
ses da sociedade. quer para ahi ser lomado, ques
para ser ofTerecido ; veneno de que todos maldi-
zera, porem que lodos bebem a longos tragos.
A esta deiiic ,o importa accreseentar outra :
lie que a adulacao he um louvor falso ou exage-
rado que lem sempre por lim engaar a pessoa a
quem he dirigido, o que fcilmente acontece,porque
juasi todos engolem com avidez a mentira que
adula, ao passo que suas gilas pedem a verdade
que Ibes ha amarga, c isso repellindo sempre a
ni .o que a aprsenla.
O amor proprio oceulta-nos a nos mesmos, c.
diminue aos nossos olhos lodos osnossus defeilos,
com os quaes vivemos como com os cheirosque tra-
zemos com nosco. Sem que os siniamas mais,
s serven! para incommodar os outros.
Para ve-Ios em seu verdadeiro ponto de visla,
precisamos por lano de amigos generosos e dedi-
cados que nos ponham debaixo dos olhos a luneta
da fabcdoria.e nao n rellexo engaador da adula-
cao.
Incessatitcmenle, minha filha, ha de encontrar
pessoas promplas para prodigalisar-lhe esle incens
que embriaga to fcilmente o coracao, no fundo do
qual o or.'ulho e a vaidade lem brotado germens
quasi ndesiruclivcis; rosad ouvir gabar com exa-
geracao, quer as vanlagens exieriorcs, quer os dons
do espirito, quer as felizes disposico.es da alma que
a naiureza quin dar-lhe em partilha, mas a que nao
tinha nenhum direilo c cuja honra o mcrilo nao
pode de nenhuma sorle reivindicar ; muitas vezes
mesmo lhe ailribuirao virtudes, talentos, vanla-
gens que nao p-issue: em um e outro caso descone
laquelles que vierem representar junio de sua pes-
soa esse papel indigno de urna olma nobre, e nao
esqueca jamis esta mxima do sabio .Ningnem
adule sono aquellos a quem quer engaar..
Convcnhoque una moija deve ter docilidade de
espirito e pottea conlianca em si mesma ; mas tam-
bem no deve crer senao as pessoas quo por suas
qualidadcs c por sua razao lem direilo a inspirar-lbe
confanca.
Emlim, repilo o que disse um grande sabio:
l'ara ser christo cumpre crer cegamcnle, para
ser sabio cumpre ver evidentemente.
Accosiume-.*c pois a exercer o seu bom senso e
a aprender a distinguir o joio do bom grao, ne
meio de lodos oslnuvores |uo lhe forem dados no
mundo. Demais a recompensa da virlu.le nao esto
loda na approvacao ena fama c^ui primeiro ludo no lesteiiiunho da c.insciencia. I,na grande
iranquillidadc nan podar consola-la da perda de
um punco do gloria?
Saiba, minha lilha, que a primeira das sciencias
he saber cada pial o jue vale.
Um amigo dizia : < Tenho aprendido a ser nieu
verdadeiro amigo; possopor lano lesa liar os a-
duladorcs a que me olTondaui com o veneno que e-
ga<, \1 ditas cerveja, Ido ditas geocbrd,-2 fardos mo-
bilia de junco, (i dilas e li"> pacota cabo*, ditas
carne defumada. -J prcsiinlos, 1 embrulho salame, 70
saceos farello, p.i caixas niadezts, ti caixiuhss amos- |
tras ; a II. Brann^ck C..
1 caixa piano, I dila llores rliliciaes, '.) dila. i
miudezas, -1 dilas mercadorias de ceuro, I dila dilas
me.ranas, ,\> biasilen.*. .1 fraucrus, 1 lumbargu.-
zas, 1 hespauholss, !l inglezas e !l porlagaetas.
&0*foi6*ttto 9* PCI
Aactos entraas nn 4i* Si.
de aro, 1 dilas lilas de algodo e dilas de velodo, >: Punjarcnas100 das, galera francesa Palla.*, de
dilas faltadas de linho. dilas dilas de seda, H dilas -"' toneladas, capilau II iban, equipagem I., ras
dilas de algodo, l.'l dilas dilas diversas, t fardos di- gt cafe e mais gneros ; a. capuao. Perieare a
las de Ua, I caixa requiri de llgodfo e ->,. I Bordeaos. Veio refreer e para ltor.le.nx.
brulhos e I caixinha amostras ; a Tinim II. & Vi- tana iNova10 das, barra incleaa .. la-o. de 11 ;
ana. loneUdas, raaalo James l.lou-WMihv. cqa.p.o.,
2 caixas pianos,' i dilas relogios diversos, 6 dilas *_tarfa atsfR barril. can BaWSBBte ; a >jno-
miudrzas, ISO ditas \elas ; a Itabe Sebamatlaa 4 C ders Ilrolher A; Companhia. Perteare >. Joa
:t caixas mercaduras de cooro. 10 dilas palito, de t Ttrrt Nava. Seguio paia a Babia.
fogo, I caixiuha amostras ; a Domingos Alves Ma-
theus.
li cajxas couros : a S. IVer Johntloo ,\ C.
'2 ditas mei ... { dius louea, 0 dilas miudez.i-. I
dila con*ereas, ."il) .lilas presuntos ; a ordem.
7 caixas fazenda le algodo. '.I dilssditas diversas
I fardo dilas de l. embrulhos amostras ; a J. Kel-
ler & C.
1 fardo e 17 caixas i.i/mi ',i- de algodo, 1 dila Ca-
zenda de seda, I dilas dilas diver-as, i fardos dilas
de l, 2 caixas chapeos de sol, :l ditas polimenlos, 0
dilas e 8 lardos louas, .">V etilos caiius. ciucoenla bar-
ricas genebra. 100 caixas velas slearinas, 50 dilas
queijos, -2 embrulhos amostras ; a N. O. Bieber Si
Compauhia.
0 caixas queijos, 2 dilas pulimentos ; a .Vivac* \
Compauhia.
_1S caixas licores, S dilas cognac, .'. di(as|espirilos.
-'. dilas comesliveis. 1 fardo fazeodas de l, 2 caixi-
nhas amostras ; a Manoel Juaquim llim e Silva.
caixas fazendas de algodo e buho, i embrulho
amostras ; SchapheJIlio & l".
.'1 caixas fazendas de nlgoilo, :t dilas dilss mistu-
radas, I dila espritus, 80 dilas velas, II dilas oezer-
ros, 4 embrulhos amostras ; a C. J. AsttOJ j C.
10 barris vinagre ; C. V. A. I.iudeu.
1011 caixas vidros para vidracas, 5 dilas carias le
jogar, 1 dila chapaos, 1 dila mercadorias de conro, 2
ditas vidros, 8 ditas livros em branco, 1 embrulho
limas e amostras, 2 fardos papelo, 3 ditos e I caixa
fazendas de algodo ; a Isaac, Curio ,\ C,
11,'.108 Irilhos de ferro, -J-lii saceos pelrechos de
ferro pira a estrada ; a companhia da estrada de
ferro.
3 caixas gomma lacea, I dila violtos, 1 lila miu-
dezas, I dila fazendas diversas, I barrica colla : a
Chrisliaui A_ Irmo.
8 paos para o caminho de ferro, 111,000 botijas va-
rias ; a Kolhe A.- Biduulac.
Brieue nglez uCharles viudo de Ne Purl, cou-
signa.lo a Kolhe i\ Biduulac, manifeslou o segiunte ;
ri8l toneladas e 18 qninlaes de Irilhos de Ierro; aos
agentes da estrada de ferio.
Iliale nacional Venas, viudo du Astil, consig-
na.lo a Caelanu C. da C. Mureira, manifeslou o se-
guale :
'.Ti alqiieires de sal ; a ordem.
Barca brasileira .Brilbaale. viuda do Bio de Ja-
neiro cousignada a KovaH \ C, manifeslou o se-
guate :
-JO lula- cafe mi.iiln ; o ordem.
Bri&ue nacional .Bom Jesuse viudo de l-'ernandu,
consiguado a Aulonio Pedro das Noves, manife.lou
o seguinie :
10 saceos miiho, :|iKlgritnuiis; a l.luirnu Joaquim
Madeira.
7 barricas ditos, I sacro paisas, I caixa uvo> ; a
lose Caclano Ferrairt e Silva.
-JOO saceos milho, 10 ditos fejo ; a t-'rami-co de
Paula Ferrera.
:I0 luneUdas podras de temando.
UONSULADU tiKKAL.
Rendimenlo lo da la Ji.....i!l:(J8i.-37l
dem do dia 25 I:l6777
Ierra .Nova10dias, hrigue nglez .Sprsv. de 1 I
lonelada.. c.pilao llenrv Ropcr, equi'pacem II.
cargt 800 barricas coin bacalhao ; a Saaadrr*
Brolliert \ Compauhia. Perlenee a IsaaaaaBaV,
BoslunSO das, b.rcaamenc.ua tWastaa llalln. .
de -281 toneladas, rapilo Sam.el W. Il.ll-n.
equipagem carg:i VNI barric i cm l.rmKa. ge.
lo c mais seeros ; a llenrv Kerster iV Cstapa-
nlua. Perlenee a Boslon.
.\aeis taktdot no metmwi dia
Liverpool m. Mam Barca iattjan attankasas,
rapilo Wildon liciwill, cargt estacar. I'a-.^r.-
ro, o estivtdor Silvestre J^c I rrn.iii.ii-.
Colinguiba Sumaca brasileira eVenlaia ttlu .
mesue Marcoliu. Josc llilanrouii. rarst bacal.,
e mtis genero-. Passageiro, Ignacio da Bicha.
.vano entrados no ... -JK.
Terra >ova19 das, liiale americano Palrici. lie.
i\", de 111 toneladas, capiia. P. M. t.tnl, san
pasen, (i, carga -J.'SKI bu i ira. nn baralaa* ;
Sauuders Brothers ,\ Compauhia. Peileoce a l
lou.
Dt eommstaoVapor de caera iH-aeilein tVW-
ribe, commtodtnle o capilao-leaeale Jasa Ma-
ria ltodiig.es.
Terra Nova18 dias, escuna ingiera "llsrrwla, a>
1-ii loueladas, rapilo |l. I.inlborne, eq.iptafi *.
carga 1,.">90 barricas rom bacalhao : a jibmaiu
vs n .lele. Perlenee Livrrpoal.
Assu'li dias, hrigue brasiieiro Piraja. de -Jsl u-
iK-la.J.i-, capiUo Anlonia Jo-< do >nt*s Parara,
equipagem 12, carga sal ; la.ac. Cari. A -
paolna. Segu para a Balda. Peiieace a Babia.
Barcellont Mal.ga:l ai.., polaca lirsp.ab.la
Amelia.., de !l."> lonel.d.s. c.pilao Pedro Bellia..
f.|up'geui II, an miiIio e mais geaeta : a
Aranaes k\- Brvan. Pe.lrnce a Barcellaaa.
Assu'10 das, b.rca br.sileir. .M>l,.ildc, de S'-
loueladas, rapilo Jcronvmo Jne TeHrs, raasat-
gem l.'i, ctrg ...I ; Manuel Alves t.aerra. Vtw
recen r orden*. Pcrteuee a Pemambora.
-rio iiuita -so atanaa Arsralvltale brasiieiro Cerreio do Norle mn-
tre Joo Anlune. da Silxeia. erg. fucaala (
mais gneros. Passatterns. Man.I Lope. a. -!-
va, Aulonio Manuel de >,irnl.at-,. Jo-
da Silva Carvalho.

30-8I-IS
LMVKBSAS PHOVINCIAS.
Kendimenlo do dia 1 a 2'i 3:7dt>U
dem do dia 23........ l3u\fBM
3403909S
dona, reqnisilou da polica um exame, e o* farul- Ir;' f^'P'orar o. da geral :
u >r. Mareomiro he om ambicioso qne quer alar-
la.vn, declararan! que o ato daquella bolacha -cria
ftiutln a popolaerio, e que a adiunlarneulu J j pu-
r.ir o ri-ii com !H pirua-, diz Rinda, driira.hmpulf o
oburvoior.
Dosic modo vos-.- conseguir ver suas mperfei-
Os com os mesmu.* olhos com que v as dos ou-
tros, o que acostuma-la-ha equidade c lhe per-
mitlira aproveilar deseas proprios dufeiios, pois
nio ha iiL-nliuin que nao serefiraa alguma vir-
tuile.
Seheorgulhosa, sirva-se desse seniiinonto
ovilar loda a ac.io que humilha a dignidade
um corai;jo lionosw leve ter de si luesmo.
Se he (unida, converla sua fraqueza em
delicia.
Se he dissipadora, oceupu-sc .ios indigentes o cui-
de dos pobres.
Oeste mudo codera a seus seniimenios e para boas
obras.
Como v. minha filha, nao ha urna si fra-
queza, da qual, se quizar, au possa fazer bom
nm,
I SnquinTConhwi mis verdadeiroj amigo, n.m
TlilBU.VAI. DO i )MMi:iii;i'.
Por esla secretaria se faz constar, que foi aen.'
dala registrado o contrato social entre llettrsaael*
Fredcrica Mcuron, isas Borel. Fre^lcrieo fcdaai-
do Borel, a Orlos l.uiz Antonio Borei, l'riacua .
domiciliados om Taris, soba firma de Xicaroa A
C. com manufactura de tabaco no Brasil.
Secretaria lo tribunal du commerrio de Poniani-
buco g.i de oulubrn de IS.ili.Dina morir... An-
u-lii do Reg l'angol. No impeliinenlo do of-
licial maior.
CllBKElu.
O vapor Isaarattu'n rrrebe as malas p*a r"*-
lo da Parahiba. Rio lirandt I. Norte, A-., Ara-
cilv, Casta', Artraru' e l.re.ja, a.< dia il d- i
renle, a* li horas do da.
CO.VSELIIO AH.MIMSTI; \TIVn.
O conselho adminislractim, en virtud.-
da aulorisaqo .lo Kxm- t. presidente .la p-n
vincia, tem w ruiuprar nj nbjeclos at>-
guinlcs :
Para o quarlo balalMo di: arlilharia a i
Barretinas pioiiipla> SM, bonetes 20M, rlili-
para msicos 2i. grvalas de sola Je luslr.
tu, palaliu- de ni lal para musiecs -j| pi-
re- paMM azul para larda-, -n!>r-eaaea* .-
Calcas HHC eova.Ins, p.-naclio- para liarn l
us 380, bri par ttrdktas r caira i,ii"
varas, al^od.'nizililiii para camisas .'.50 vara-,
panno p eli para pul .mas .'.". i ...ailos, aapa-
iiis-J20 paras, banda* le ISa :;i, aatnsa ntnl
pira capotes 1710 oovados, ltela verde t
torro IOIS ditos, holianda .i forro 18'% -
vaJos, rasintira carntecim J70 dito, tnif-
raras, boles grandes de mel- i
lara
pie
pru-

i

DESPaCIIUS DE EXPORTACAO Pfci.A IIESA
DO CNSUL A 00 DESTA CIDADE NO DIA
Si DE OUTUBRO DE 1836.
LisboaBiiaue portagaes.."omSceoste, divemot
earressaderes, V! laceot a*sicar branco, 2 barri-
quinha* e .'17 ncCOI dilo inascaxado.
LisboaBares porlngaata ciar le S. SinaOa, di-
versos carreuadures, li sarcos asquear branco. ili
ditos dito maseavado.
Liverpool Barca Inglesa .Laocatlriee, Jobn-loa
Paler & Companhia, M*> cour..- taiga los.
sportacao .
Arcetju', sanaca brasileira Ventura Keliu, de
109 Lineadas, conduzio o sei;uiute : IXS volatnas
aaoaros eairaogtirot, s barri- axtlte le earr.aata,
7a) nrrobat de corno, 6Iravesaeires de pauaa. me-
sas de amarello, J camal d-- vento, 2 parafotaa, 3
carrinhos ps.a formas lo assiicar, S latas ateila de gem 31
mamona, 30 varas para canoa, i. eaisat velas de|tj, tgOM, dr.'.- |KH|uenua .;- Iiln :: I Mb,
carnauba. bomba de metal para as farda 5nt. colele
l.''rpoolipor Maceiu, barea ingleza !.--.
de ti.! toneladas, conduzio o selenita :a..i -" ',. ___ ,_
coscn H.V.i arrobasTdentnnr, MU rob de *> grozas, dUOs r.-,; ;,- *
ussU._ I los ilc osso as prosas, rollete para cap* -
Liverpool, brigaaetranalagle Eiiop*. de *li I i90 pares, dragonas Mdilat, atjIMtns
tonelida*, conduzio o seaainte: 10,1*11 coaros tal I vi-mm-. balalbodc uiUiitan.i
gados, 1,700 taceos aasuear maseavaiio, 51.1 saeta] i'in.ielu.- -tupi i. I .'si,; anuo azul paia >
algodo. bretnaacas o calcas i*
Kendimenlo do lia 1 a -1
llem do lia 2'u
:l-:!l1l>!i.V.i
l:1a*AtaHH
:;i.:i,-r.:
lauda da forro 1 iSS.casemira atnarclla aS ro-
vados, dita enearna.la a**Mam, rolxci** K
paroj, ama, .-ni t*3 varas, l-ol.'e- jtamb.--

MUTILADO


iM.lU et PLSKB, IMYUh Fill 27 t OUTU II I8'
convesos de melal dourado rom n. 2 531)0,
botoes pequeos convexos le dito com n >
:H65,bot<5es grande* do osso *:i grozas, ditos
pequeos de dito 35 grozas, ditos pretos di-
to *9 ditas, casimira azul clara 35 covados.
Nono balalho de infantaria.
Bonetes 600,gravatas (>00, panuo verde pa-
ra sobrecasacas e calcas :t 00i) covados, brim
para lrdelas e calcas 3,000 varas, panno pre-
lo para polainas 150 covados, algodaozinho
para camisas 1,500 varas, oleado para de-
brum 30 covados, cordfio de laa pela para
vivos 2,100 varas, maulas de 15a 00, sapatos
1,200 pares, panno azul para capoles 3,600,
covados. bandas de 15a 30, esleirs (00, hol-
landa do forro 2,325 covaMos, colxetea 800
pares, niagctu 300 varas, lioles grandes
convexos demptal bronzcao com n. !dei
nidal amarello ;,8,400, ditos pequeos cou-
nexos de metal bronzemlo com o n. U de me-
tal amarello 6,000, botoes grandes brancos
de osso 67 grozas, ditos pequeos ditos de
dito 59 dilas, ditos pelos de osso 75 ditas,
baiela verde para forro de capoles 2,10o co-
vados.
Dcimo balalhao de infantaria.
Sonetees 193, panno verde escuro para so-
brecasacas e caifas 969 ovados, Irrim para
lai'dctas o calcas 985 varas, grvalas 179,
bandas da 15a 26, algodaozinho para camisas
195 varas, panno preto para polainas 49 co-
vados, sapatos 198 pares, esteiras 198, colxe-
les 191, botoes grandes convexos de melal
bronzeado com n. 10 de metal amarello 9674.
ditos pequeos convexos de metal bronzea-
do com n 10 de metal amarello 1010, botoes
grandes braocos de osso 22 grozas, ditos
pequeos ditos dito 18 dilas, ditos pretos de
dito 25 ditas, oleados para debrum 10 cova-
dos, cordao de lita preta para vivos 76i va-
ras, panno azul para capoles 1194 covados,
baela-verde para forro 97 covados, colxetcs
para capotes 197 pares, os instrumentos bel-
licos para o balalhao cima dito.
Compnliia de artilices.
Bonetes 118, grvalas 07, panno azul para
sobrecasacas c calcas 590 covados, platinas
encarnadas com palmaloria de laa prea 104
pares} brim para frdelas e caigas 763 varas,
algodaozinho para camisas ;468 ditas, panno
preto para polainas 47 covados, sapatos 293
pares, panno azul pira capoles 78S covados,
baeta verde para forro 431 covados, bandas
do la 8, esteiras 17, botoes grandes conve-
xos de metal domado com n 3 1888, boles
pequeos convexos de metal dourado com
n. 3 826, boles grandes de osso branco 17
grozas, ditos pequeos dito dilo 13 dilas. di-
tos pretos oilo 20 Uilas, bollanda de forro
466 covados, colxetes pretos 118 pares, ditos
ditos para capotes 123, contratar o concert
de 80 barretinas, 80 pares de dragonas e 80
penachos.
Companhia de cavallaria.
Boneles 60, grvalas 31, panno azul para
sobrecasacas c calcas 260 covados, brim pa-
ra frdelas e raleas 510 varas, algodaozinho
para camisas 150 ditas, luvas brancas de al-
godao 120 pares, esporas de melal amarello
conformo o padrao 60 pares, cot unios 60
pares, panno azul para ponches 360 covados,
baela verde para forro 360 ditos, clcheles
para sobrecasacas 60 pares, ditos para pon-
ches 60 pares, mantas de laa 31, sapatos 60
pares, esteiras 60, botos grandes convexos
de metal dourado com a letra II 840, boles
pequeos convexos de melal dourado com a
lilla R 480, botoes grandes brancos de osso
9 grozas, ditos pequeos ditos 7 dilas, bo-
les prclos de dito 3 dilas.
Botica do hospital rcgimenlal.
I.ivro em branco paulado de 500 folhas 1,
dilos ditos de 200 folhas 2,
PROVlMENT DO*. ARMAZENS 1)0 AI.MOXA-
I1IFADO.
Ollicinas de terceira elasse.
Ferro inglez em barras de 1 a 3|8 quintaes
30, dilo dilo de varandes 20 quintaes, dito
dito quadrado de 5|8 quintal 20, dito angu-
lar surtido 4 quintaes, folhs do ferro gros-
sas* ditos, dilas de ferro linas 4 ditos, fule
ingloz pequeo 1.
Quarta elasse.
rame de latan fino 1 anoba.
Quinta elasse-
Sola curtida 200 meios, lio de vela lino 1
arroba, cera branca 1 dita.
(jueui qui/.or vender esles objecin, aprcJ
seiilo suas proposlas em cartas fechadas r.s
10 horas do dia 10 dj noVembro prximo
vlndouro ua secretaria do conselho.
Sala das scsses do conselho administra-
tivo para lrneciuicnlo do arsenal de guerra,
22 de outubro do 1856. -Berilo Jos Lamenha
Lins, coronel presidente. ~ Bernardo IV,-
reirado Carino Jnior, vogal c secretario.
gfc REPARTigAO1 DA VACUNA. Q
^ Com aulorisacao do fc'xm. Sr. ft
@ presidente d;i provincia laz.-se pu- flfc
A buco, para conbecimeptodos lia- -3
f hitantes desta cidade, que os dias
ajg; de vaccina lerdo de lioje em di- ;'*
* ante as quintas e domingos de &
^ cada semana, no lugar c horas ]
gg anteriormente declaradas: nos do- i I
@ mingos estara' esta reparticio a- .;'';.
gg berta at a's 11 horas ca manliaa. &
fjji Dr. Joo Nepomuccno Dias Fer-
g nandes, commissario vaccinador
m provincial.
&$:"..:...--...- ...::.: ...-'..: ... :.::.:-.:(-Jgijti
KEI'AKTIC.VO DAS OBRAS PUBLICAS.
A reparlijao da obra publicas contrata o furne-
cimeolo.de lijlo de alvenaria grussa e rea para as
obras da capital, pelo lempo de seis mezes. Os pre-
tenientes dirijain as ua proposlas em caria lechada
ao lllm. Sr. director interino no dia 2'J do correle
i II horas da inanha oestn secretaria.
Secretaria da direcloria das obras publicas 13 de
oulubro de 1856.O secretario,
Joaauim FraneiMO de Mello Santos.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
0 conselho administrativo ero viriudeda autori-
saeaodoExm. Sr. presidente da provincia, tem de
contratar os gcueros alinienlicios para foinecimento
da companhia de aprendizes menores, do arsenal
de guerra, e africanos livres do mesmo arsenal,du-
rante os dous inezes noembro| dezembro prximos
viudouros.
Pao do quatro micas, bolachas, carne verde,
dila secca, farinha de mandioca, estucar soinenos
refinado, caf, cha hysoo.manleiga franceza, arroz
pilado, hacalho, fiijo prelo ou mulalinlio, lotici-
nho do Lisboa, azeite doce, ainagre,
Quem quizer contratar estes objeclos aprsenle
suas proposlas cm cartas fechadas as 10 horas do
dia 29 do corronlc : na secretaria do conselho.
Sala das scsscs do conselho adminislrativp para
forneciineiilo do aasenal de guerra 23 de outubro
de 185(1. lenlo Jos Lamenha Lins. coronel pre-
sidenteHernardo l'ercira do Carmo Jnior.
vo;al e secretario.
cliar com dous trros da carga a bordo, o i
litigue Conceico ,, do qual he capitao I
loaqum,Ferreira dos Santos; para o-
resto, e escravosa frote, para oque tem
cornmodosstiilicien tes, trata-te com Uanoel:
Alves Guerra, na ra do Trapiche n. 14. |
ir^
\9<
Sesne com brevMlda por ter parle da carsa.o bri-
ue ul.iber.ihi ; para o resto. pa.aeeiroi escravos
a Creta, trata-te com C'elauo Cvriaco da CosIh alu-
reira, na ra da Cadea ii" llecife o. 2.
Para
o io de Janeiro
senue em pnucosdiaso brigoa brasileiro aAdolplio,
*e '|ue be eapillo Manoal l'ercira de 8a ; para o
resto da carRa, paadgeirM e escravos a frete. irata-
e na ra d> Cadeia do Itecile n. 66, ou cun o ca-
pilao na praca.
DEPOSITO DE L1VH0S E BOTICAS HOMEOPTICAS'
DO
--5:"^.e*5":.T ^sfia. a s. asi
DO
O Ur. P. A. Lobo Hoscoso, leudo de fazer orna viagem deixa a sia botica silba
direcgao de pessoa babiliada e de inleira probidade, o um deposito na loja de livios do Sr.
; Manuel NOgueira de SOUZS na ra do Crespo, sobrado novo do Si. Magalluies Bastos.
HtLCOS I |\OS.
Botica de 12 tubos grandes. 10/000
. Dita de 24 ... 133000
Dila de :6 a ... 203000
lula de 4S ... 9S9000
lilla de 60 ... itilNJOO
Manual de medioina homeopathica do Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina......
Medicina domestica dolir. Henry......
SOflEllADE El eOMIAIDITA,
Tiatamento do cholera morbos.
Repertorio do lir. MelkjIoraes. .
J0-.00II
ioooo
^#00(1
ooo
Ittil conipaiiliiH
quetes iiiglezcs a vapor
At o iiii de-de me espera-se da Europa um dos
Aiuiaiiak da proviocia.
Estando-se confeccionando o almanab
da provincia, roga-sc a todas as petsoat
pl- jue costumamnele ser incluidas-, eque o
' nao estiverem, ou houver algnm erro,
queirain mandar levar a livraria numero
da, assim como pede-se ao* senliores de
engenbos, se dignem mandar igualmen-
te as transferencias mesma livraria.
DAGUEP^Eurypo
SYSTEMA NORTE-AMERIOANO.
Mino da Boa-Vistan. V, 3.' andar.
Li^EHi da rmmi
11 Sr. thesoureiro das loteras manila laier pul
e estao expostos a venda na Ihaaouraria das i<
s, na ra da Aurora u. -6, das 0 as : da la
bilbeies e meios da prlmeira parle da primeira lote- .los ^i''n^'iii'iv/','.i'%!i'." Ynii* "-'i l",',;l"i"'
ra d, S Mutnrl de Barrei.os.cuJHs rodas a,1am no I 'Z m! T nacional IO da 29 do
diaSdenovtmbro, e loso que se. publiquem as lisias i "'rC."le ml/' (l'-'POIs lie sua audiencia, se
se pagarlo m premios em coniinente, a c^cepcAo dos id0 de arrematar os bens abatxo declarados
fundadora do t fabrica de
ia<;ao c tedios de ulgodao.
O* gerenta da sociedada em commaodili, ibiixo
firmada, rouvldam todas as paamai que lomaram
pane aila pmprea, a se reunir em asembla e-
ral, no dia J8 do crreme, eiu casa do Sr. Antonio
Marques de Amorim. ru,i da Crol, ap meio dia em
poni, para onvir o relatorio ipreaanlido pelo moa-
moa arenles, dar osen parecer e deliberar sobro os
meios maia ronvemeules aos Irabalhoa prelimina-
res da dila mpre, l'ernambuco 15 de oulubro
de 183(1.
./i/ioriw. lana, (nena \ (".
I'reeisa-Mde una ama forra ou captiva, para
lodo o servido de urna cau de familia: na roa Nova
O. 23, secundo andar.
Empra^a presidida pelo IIlu.
Sr. Dr. juiz
dous premios fomadea, que sao paeoa logo no sal.io
da evlraccao, uo convento (1 eterivla das loteras
Jof Jauuario Alvesda Maia.
NOV( i PROTESTO,
J. I. ti. I erreira, bem cciiliecnlo neta cidade por
suas res de lunilfio.ainda de novo ecom os prticos
aberlos da sua u illlbada coDseidncia, |>rolesla peran-
te qunn o nSo conhecer desmascarar a mascara ja
bem safada do prnprin Antonio Bernardo Conlinlio,
nflo s poique desse nu d'oulro qudlqucr nninc que
Causas extraordinarias chamam oarli-t. prnpric
vapores da Real Campanilla, o qual depois da de- lario desle estabelecimento a urna das prov.ncias do
mura do costume sesuira para n sul : para passa- norte anude aupnGo ter alloma demora, e leudo de ; "le aprouver aomente, elle aununciautc pode u-ar
gana, le., Irala-se com os ajenies Adainson lio-1 partir no paquete a Igoama i> apenas lora a ana g-1 pela graja' e merco conferida, euncarlada e ja iiecla- """ '"
ie i\ C, roa do l'iapiche-Novo n. \-l. leria e oflicioa a diapoaieSo do publico al o da -JS | rada no son proleato publicado no Diario de qsaf- j l.uc'r1i,i t.ampel.o.
I do correle : as pj-soas qi des- jarem poaauir hu
*'>' "k HD Ha^k i retrato peileilo e inalleravel podarlo aproveitar os
l C.11 ti \9 S"5 tP diasque reslam de sua salada ueala capital. No
-**-*- mesmo estabelecimento enconlia-se o maia cumple-
salir dentro cm poneos dias, o brigue fJ^J.'J "SS."" ,,e >> atleUc{' P *
(Sagitario, o qual ja' tem parir do car-'
para pagamento lo execucoes da mesma t'a-
zenda contra seus devedores, a saber :
A posse de um terreno de mariulia na ra
Ix.perial n. 214 com 80 palmos de Trente e
Tundo ate a haixa-mar por I20, penhorado
a Jlanoel Jaques da Silva.
Cm dito n. 56 na rila de l.tiiz do lingo com
:0 bracas de frente e 71 do Tundo por Oc, a
JosJoaquim de Almotda Pinto.
I m dito n. :t9 na ra do llrum com 45
palmos de Trente e 456 de Tundo por250/, a
Joao Pedro Maduro, cm lugar de Manoel de
regamento a hordo : para o restante e
pastageiros, tiata-secom Manoel Francis-
co da Silva Carneo, na ruado Collegio n.
7, segundo andar, ou rom o capitn
Manoel Jos Ribciro, a bordo.
a Baha
::.
lo, de lote de 126 toneladas; para o re-to da car-
Ka tiata-se rom seu consignatario Domiugos Alves
HaUioa, na ra de Apollo u. 23.
M ara ,iS *
V
na ao
aneiro.
(A
X-l
la-feira i >lo crrente, mas porque assim Ibe tem
sitio, be, o sor;:' nr. riso para poder a mariscar com
icnm lodo o pudor que Ibe he pruprio os cofre*
ialbcios, como ja fe u'oolras parles em que tem es-
ladn, e nesla cidade com os seus antigoa palres.
; com o> iMignantea do Anii-arroi:aiile ele. etc. cou-
1 tinuara' a fazer em ludo o logar por onde passar,
esliver, ou residir.
Ora asura.....declara anida maia o anunciante
que, na qualidad* da clieTe o .onecido como he da
academia Palperriaoi, p.ccisa usar ile iliversos uo
meaesignaei como be de pratica, em lao honc associacoes, u principalmente para poder esrapar
arilo qoiri-friccion.i!, ile que
O
a-
-.>.
o
segu com muila brevidade a barca BRI-
L1IANTE, tem a bordo a mcia carga que
ti-ou\e do Rio de Janeiro, e ariui alguma
prompta : para o resto que llie falta, tra-
ta-se com os consignatarios Novaes & C,
ruado Trapiche n. 34, ou com o capi-
tulo, na praca.
R,io (!e /.neiro.
Espera-se do Assu' o briaae uimperador do Bra-
sil, o qual depois da snflicimile demora para receher
escravos a frete, seaura' para o porto indicado :
a tratar com .Manoel Alves (iuerra, na ra do'Tra-
piche n. 14.
Para a Baha
segu imprelerivelfr.eute uaalea dias o veleiro e bem
conbecido palliabolc ullous Amieos ; para um pe-
queo reslt) de carga que Ibe falta lra(a-se com o seu
consignatario Antonio l.uiz de Dlr.eira Azevedo.
ra da Ou/ n. I.
l'ara Lisboa, com brevidade, por ler parle da
carga prompta. o brigue portugus ol.aia III :
que:n qu>7.er carregar, Irala-se com os scus cousig-
natarios abalxo uastanadoa.
l'Vancisco Sevenano llabello ^\ Tilbo.
Para Lisboa, com brevidade, por ler parle da
carga prompta, o bngne portugus Soberano :
qncrr ^juizer carrejar, dirija-se aos seus couisgnata-
ncisco Severiaao It.ibelio i l-'ilho. >
Haba para oCear iuiprtlerivelmenlc no dia 30
do correnie.o hiato Aurora*.
i
de Janeiro.
Segu com brevidade o bem cotillea-
do e veleiro brigue FIRMA, capitao Ma-
noel de Fre tas Vctor, lem parte da car-
ga prompta : para o resto, trata-s com
os consignatarios Novaes A C, ra do
Trapicbu n. ~4, ou com o capitao, na
praca.
"Stimo
m&o%
-
h &$$<
l'ARA O RIO DE JANEIRO.
Kspera-se do Assii com n uita brevidade o bem co-
nliecida a vtleira barca Mallulile. a qual lera aqoi
a demora soflicientc para receber escravos a frete
para o porto indicado : trala-se com Manoel Alvcs
Guerra, na rna do Trapiche n. 14.
lempo la' na Ierra que o vio nascer, qiunlo pralicou
actos memoraveis com o seu progenitor. Por isso
pelo mais que cala, ra agora, co'no d'ora avante, o
annuncianie protesta tambem pelas oinis-oes havi-
das, ou que pos.am baver a seo respeilo, o opera
que luja e continu a haver qnalqiier procedimenlo
que se torno uecessario, para qoe fique bem conhe-
eido o mesnii) Aulouio li-rnardu Cuuliulio, que o
annuncianie nao perder' de visla.
Oabaixo ussignado, informado de ler o I ^L^.^''J""."""1' 'i",aa ''. '"ai,il B<,nh!Cfl
" neces.iiar o sen systema nervoso, operacAo que to-
Vapoi' Amazonas Sabido doRlOde Ja-|dvla pordolorosa, boj-nao acenaria delao bom
segu empoucos dia>, por ja ler porcao da carga a neiro, DO da 18 do corren te, e chegado Jr,do' 1eo,mo *rle Ibe succeHena ha mullo mais
bordo, o yeUeiro palhaboK Santo Antonio Trium- iU) nosso p0ll0 |,0ntem .~, a tarde," lo- "
moii a resolucao de lacrar lodosos bilhe-l
tesque existiampor vender, cm seu ni-
co poni, em a loja n. U) da prara da
Independencia, (o que electivamentel
fez, Visto ter a lotera corrido no dia
antecedente, 17;, |ioi nao jtilgar licitan
venda depois da chegada de dito vapor ; Fagio no dia -21 do crreme mez, as 7 horas
por oste motivo pede desculpa a's pessoos SiSllli'! esc,rav*,le ""T l'".e'\ dc cor. par',"
... cabellos pretos, lisos c corlados, de ida.lc 2( anuos,
que tinnam apartado bllnetes, pie ale ,pouco maisoa menos, estatura baisa, ebeia do corpo,
aquella OCCeSSO nao OS foram llUSCar. com falla de um denle na frente, cabeca om pouco
Ri'cile 2 de mitiibrn Hi IS*.(i ___Anln-' C0,"P"da para cim-, levou vestido de algodao mes-
i "n i 0UU'' ac ,f,",Anl I ciado e por cima urna saia do baeta azul : quem a
tito JOS Rodrigues de SOUZn Jnior. | pegar pode levar a casa do coronel Muuiz lavares,
., ., ra da (loria n. 0, que sera' bem pago de sea 1ra-
Aluga-se um prelo ja do idade para carregar balho.
laboleiro ou onlro qualcpier servido que nao seja Ensina-se a pilotagem theorica-pralici, o cor-
de grande peso sallillilo mesmo de casa do sonlioi s,"nalbi-malico e fraucez, contas para o commercio:
a tratar na ra do Nogueira n
a> b horus ilo da : quem prelendcr dinja-se ao __ron,:
AVISO.
Os aliaixo atsignados rogam a todos os
levedores das urinas de Cruz&Gomes,
Cru/. v Bastos, e Jos Dias Sinincs que
venliain ou mandcn pagar seus dbitos
na ra do Queimado loja de miude/.as
Grande e a^sea-
do collegio em
Lisboa,
meninas, internas c cvlenajas. cmjb
pai
(I
n. i.),i>,i na ra do Cabuga' loja de-miu-:''"'"'lr.">.. prendas e mais MHaSsvjjnt, sr
!{e duatiii norias n. I (.. oiuleaclia-| I""''-'''" avallar, cm picsciiri dosestatn-
P
dezas de quatro portal n. I ('., ondeac
rao suas contas exlraliidas dos com|iclen-'los' '!"e s<" acbaui na ra .lo Civspo loj.i
tes livros. !" '*' o" esquina que vnli.i
s abai.NO aSSgnadoS sao os unicosi'"a Cailcia
encarregados a receber essas dividas, "J,'"?J'."""'"""" >'""">*<' f* *"&*""
..' I ou firma segura : qaein quitcr annum ic saa -
i Otilo | niili'in provar, ca/.n alguem o e\lja, i rada.
e por isso declarara que mneuem maisL" <'recia-s* de um aaaaaaaalar, MiastsMadui
pollera- fecebei- I Br.to, no .Mou.er :
nua a estar fgido o oscravo Antonio
de nai;ao Cassange, de idade de 35 annos ponco
I'recisa-se urna ama forra para casa de pouca m.;. ,, ,',. '
familia : quem ouiwr e esliver no caso de servir, TtZ l rn T f" "T?
a-so a ra da Gloria n. 31, t' "* g* 0> reJundo' sein barba cos'as
lulipas, cheio do corpo, e conversa pouco ; foi
*S Ss?9l" cscravo (los herdeiros do tinado Caelano GoncaUes
daCunha; lia quasi certeza de anJar para as
partes do sul desta provincia, se alguem acoitar o
dito escravo liquc ceno de que o dono lia dc proce-
der eom todo o rigor das leis contra o acoitador, e
COUI a rntiriM Hd ,'-;a 'll'em captu'ar promclto se pa^arcom genero-
1 u"! 'l 4 4' C (i ai"jMaae, sendo eonduzido a rus da Guia n. 4 se-
iiateo do Terco n. 32.
dirija-a
O
viocia
xo ussignado forau
didos os Siguiites pre-
mios :
1T- .">:()(!(!.s
")(.)(iS 2:00.
I
18!)(
188S
994
"-rl
(ii
2550
>-
llili"
i piarlo.
I dito.
400S "2 ditos.
200.S- 2 ditos.
lOO.S' 2 ditos.
lOO.s 2 ditos.
100S I dilo.
."i().S meio billiclc.
o().s' meio bilhete.
50.S meio bilbcic.
Y- > | -mido andar nesla praca, ou no engenlio Crusaliy,
ou Agua-Fria da rregnezia de S. Lourenco ;da
Mala.
dentista lnmm.
.]'-. Paulo Gaignoox, d.voits de sos viagera Y'.
J{. a Europa, esta morando na ra Nova n. f
- il, primeiro andar, onde pode ser procura- SP
.5 Ao a qualquer hora. "jt
e" -" '..'"> *i "'. i*~t j'^V -*V. jKKaTV. v'
" '-'- i.'-.' 'tr ij ~'J ^S\^:"^\.::j:j
Trocam-se untas do Banco do Brasil por moe-
da curenle nesta provincia, com desconlo : na ra
do Trapiche n. 10, segunda andar.
pa*o
do abaf
pra$a d:i
:o esc ripio no
o ou na
independencia
xo assig'nat
I.EII.O SEM LIMITE.
O senle Vieira Ui. leil'.o de JO saccas com lari-
nha de tapioca do MaranhAo, por cunta o risco de
quem perlencnr : quarta-fira, 2'J do correute, as II
lilas da manla, no aimazem do Sr. Aunes, de-
fronte da alfandctta.
,0 agn le Borja (ara leilao dos movis per-
leucenlesa um negociante que se relira para Portu-
gal, constando do urna cxcellente mobilia de jaca-
randa com pu.lra, um ptimo piano de anuario, i
espelhos graneles, secretaria, guarda roupa, guarda
vestidos, commodas, marquezas, bancas.uma sofri-
vel mobilia de angico para sala de janlar, guarda
louca, aparadores, mesa clstica, lavatorios com
pedra c mais outras obras dc marcincria etc., can-
delabro, c lanternas de vidro, ricos vasos eenfsites
de porcelana e de cristal pora sala, lonca e vidros
finos para mesa, arranjos diversos, de casa, trens
decozinlia e outrosmuosubjeelos etc.que seacha-
roe\poslos no armazem do agente annuncianie,
sito na rna do Collegio n. 13, onde lera lu^r o
leilao quinta feira 30 do correute as 11 horas. Nes-
so mesmo dia vender-se-lia taniliem para liquida-
cao di! comas urna porcao de saceos de feijao mu-
latinlio milito novo.
O as 'lile Brja far leilao, por conla dos Srs.
Bastos tL l.emos, de diversas pegas de niannore para
jirdim, cooslaodo de um lindo repudio, va-ia- me-
sas, vasos, eslaluas represen'.anilo as cinco partea du
mondo e a* qu ilru aeU(Sea uo anuo, e onlroa roui-
loa ubjeclcs etc., o* quaes se enlreaurao pflo maior
preco oll'erecido, visto serem para liquida^ao : ler-
ca-feira, 2S do torrente, as 11 horas da manila*, no
armasen) do asente annuncianie, silo na ra do Col-
legio n. 15. Nessa me-ina occasigo venlcr-se-ha
tambem cm leilao urna por{So de objeclos de prata .
perlcncenles a una pessoa qae relira-se para a Eu- j i1 CI'l'C i'il ,
ropa, cousisliudu em duas ricas bandejas, um com-
pleto apparelho para cha, salvas de diversos lam-
anos, pahleiros.t um etcellenle faqueiro, e outras
mnil.K obras, a-lim como um riqoiasieso ailereco de
brilbantes, llviz o melhor que se tcutia visto iesla
cidade. .
Barroca \ Castro tarto leilao, por inlcrveucSo
do asente Oliveira, do mais perleilo sorlimenlo'df
fazendas inslezas e francezas, a mor pane recenle-
menle importadas : aegunds-foira, 21 do correnle,
as 10 horas da manilla, no seu armazem, rna da
Cadeia.
W O Dr. Joao Honorio Bezerra
Vi dc Meneses, formado em medici-
(& na, acba-se residiudo na cidade
f^.do liio-Formoso, c ahi se ollerc- tb
fy ce a's pessoas que de seu pies- S
loja n. 40, nao s a ^aran-|S t,n0 equizerem miiisai. Z
ta dos iuneros cima no @@SS-S-@S@d
tadus,coma todo o premio COHPAMIIA DE SEGUROS MAKIT1-
HOS E TERKESTRES.
CAPITAL 1 (i,00():OOO.sOO.
A companhia tem saa asencie no escriplorin de
viuva Amorim & l'ilbo, ra da Crus u. lo, onde
aceita toda* a. proposlas dc seguros de riscos e for-
tuna do mar.
*, ISrJ S9:a>9>C-eSk^a
ao respeiiavei publico que % l ,\[\l DENTISTA, 8
venden as ses;u ni es sones: % ZSfc?"**"""* ,9> Pri"ei-
piarlo n. .liliis 2:0005000. i#l ^ffi*r,=r;^^ciit#
meio 2S!IS 900x000 Aljgs-se o segundo andar da casan.51 da
(iirulo fiff innelWUl Cadeje do Boelfe, eom sala e gabinete de
quaito .< hOO MIO.sllO.I. fronte, salaido janlar, 5 qnartoa, dhpensa e coeinha
llllliele 21/ .)l).;:l))l). nira : a Iralar na mesilla rila, casa n. 33
. andar.
Um uup tem expostoa _Pai,hna
por inteiro.
. '. \Aunnc.
LOTERA da provikgia.
Oabaixpassr2>nadoavis;i
secundo

Comp nha
Peroambucana.
Largo da Ass n.bi6i 111 -
mero 10
O vapor eleaaratsiia seeue no dia t prximo, as
' IW* da inanbaa, para os porlos da Par.ihiba, Rio
(fraude d Norte. %as, Aracaly, Cun', .carac'
.-.tilia, i- na olla s mesmoa c maia o de lUpn-
suwe : para carea e passageirea no respectivo es-
cnpt,>r,,., adverlindu que carea so recebe at ao
meio da da ve.pera, t o excediente (ec'iar-se-ba
as n horas do da sabida.
PARA I RIO DE JAMBO.
Segu com minia brertdade por se a-
venda na* rojas ja annun-
ciadrts o; se ns f el raes bi-
Uietese meios ditos, da pri-
meira parte da nrimeira
lotera da matriz de S. Mi-
guel de Barreiro cijos
pic'-.s sao os sej^untes:
Bilhctcs 5.S800 receljc 5:000j000
Meios 7}f000 .. 2:500000
Por .Salostitiino ti'Aqu-
Jos a''l't =
nato d,s Hotos 'orto.
ti Sr. I.UZ Pedro Ferreira, chegado a esta pro-
vincia ha puucu lempo, vin !o do HaranliSo, quena
dinair-se a ra do rrapieha Noto n. I(i, seeunjo
andar, a negocio de seu n:uilu iuleiesse.
l^editorio
Le
O agente Oliveira lava' leilao, em seu
escriptorio, de grande porraode obras de
ouro, como sejam: anneit, alinetes de
pcito, brincos, botei de punlio, trance-
lias, cordao, redoma, medalba, crucilixo,
e urna imagem da Conceirao; assim co-
mo, de diversas obras de marcineiria, in-
clusive mesa elstica -de amarello para
jantar 2 pessoas, lanternas. quadros e
inultos oulros artigos, por qualquer preco, alim de desoecupa
dito escriptorio, cao os dones de alguna
nao mandem tomar conta anticipada-
mente dos que llics pcrlencem: terca-(ei-
ra 2Sdo correnle, a's 10 horas da ma-
nlia.
lias
Keeife
Irangeia desejate alujar um
prelo liel d bous entumes para o aervioo de casa
na ra do Trapiche u. i(i, primeiro andar'.
OKvni. Sr. Joaquim'Jose deFai-ia,
que morn ou.mora na Boa-Viagem,
tem utna carta na livraria ns. (i c o da
prara da Independencia.
RETRATOS A DAGEERSO-
TYPO.
N. 12 ATERRO DA BOA-VISTA X. 12.
Oabaixo atslgnado lem di-ncla honra deaei-
entillear ao respeilavcl publico desta cidade, que
acaba de mudar o seo eitabelecimeiito por falta de
eommodo.da casa do Sr. A. Slahl da roa Nova para
o aterro da Boa-Viaja n. Il', c val continuara tirar
retractos Jo ultimo gasto, pelos preros os mais com-
modosJoao i. Tboma.
Alusa-se nina casa eom cmnmod'os para Bran-
de familia, por fesla ou por auno, mullo fresca, com
cocheira para carro, estribara minio boa e pcrlo do
banbo, na Capunga nova, ra das l'ernambucanas :
a tratar coiii Jos Anlouiu Marques, no Chora-Me-
oiuo. [tor praeo cominodo.
I'recisa-se aluzar um preto eaeravo para Iratar
de um cavallo : na lina .Nova u. 22.
lu lito ii. t!)6atrazda rna da Concordia,
com tii) palmos de frente u loa dc fundo por
ilOO-1, Manuel ('.aciano do Oliveira.
Um dito 11. 110 Ii. atroz da ra do Calilci-
reiro eom 2 palmos de frente e lO do tun-
do por 100/, a Antonio dos San [os Andrade
cm lugar do Manoel Percira de Sa.
Um dilo n. 178 na ra de Apollo com 20
palmos de frente a 50 de rundo por jooj, a
llosa Bugracia de Santa Maria Abreu Bran-
dao.
I :n diton ll'J atraz da rus do Caldeireiro,
com 20 palmos de rrente e 100 de fundo por
1U0?, a iliere/.a dc Jess C-valcauli l'essoi.
Um dito n. :!J a na rus do Vlgario com 30
palmos dc frente c (3 dc fundo por I0I)'-, a
llarianna daConceicSo Pereirs, curadora dc
sen marido.
Um sitio na estrada dc San Jos do Man-
guinho, com grande casa de morada, estriba-
ra, cerca lo em parle e outia murada, com
mullos arvoredo dc 1 rucios por 8:000a, aos
herdeiros de D. Joanna Machado Freir Pe-
rcira da >ilva.
Urna casa terrea n. i3 na ra da Casa Forte
eom 13 palmos de frente, co/.inlia fra, quin-
tal em aborto por lOtl-, A Mtt'li Francisca da
Silva em lugar de Florencia Maria das Vir-
gens.
Urna dita em frente da igreja do l'.cmedio,
fcita de cal e lijlo, com terreno de ambos
os lados c fundo at a camlioa por -J:000/, aos
herdeiros dc Francisco de Assis Campos Cos-
dom.
Todos os ulencilios para urna botica, cons-
tando de grande quantidade Je potes de lou-
ca c vidro, e oulros muins objeclos inclusi-
ve alguns medicamentos, ludo por 77/700, a
Bctito l.uiz de Carvalho.
Uoe ca leiras novas de madeira Jacaranda
com assentos dc palii por 729, a Vicente
Mnroira da Silva.
Seis cadeiraa dc cooduru' com assentos
do palbu c duas pequeas mesas da mesma
madeirapor 14>, a loSo Pereira Lago.
Seis cadenas de madeira Jacaranda,^ urna
comnioda de ainaicllo.uma marquesa de an-
gico, um;: banca dc meio dc sala, urna mesa
de arrfarcllo e dous babs pequeos, ludo
por 48>, a viuva de Manoel Lopes Machado.
Quem taesobjectos qu'/.cr arrematar diri-
ja-sc a casa das audiencias a Hora do cus-
turne.
No dia 18 do correute pelas oito horas
da maullan fugio um negro por nomo Anto-
nio, o qual he do nacao com os signaos 80-
guiitao i c-'ir fula, pout'a barba, puxa do
quartodireito, ospsapalbetados, e no p
do lado direito lem algumas costuras imi-
tando calor de ligado, levou calca azul do
riscado, camisa azul, chapeo dc palha : osle
uegro tem um irmao que be cortador de
carne nos aeouges da freguezia de Sanio An-
ionio, sendo esle o seductor ilaquellc, se-
gundo que se lem sabido ; foi escravo do Sr.
acadmico Antonio Rogerio Freir de Carva-
lho, morador atraz da matriz da Roa-Vista,
tendo viudo com o mesmo acadmico de A-
gua-Prela,lalvcz lomassc esta estrada ; por
tanto pede-so a todas autoridades onde o
mesmo l'or encontrado, e os capitana de cam-
po hajam de aprehender, ou leva-lo ao seu
legitimo senhor ab.iixu assignado na ra
larga do llosario 11. 48, que generosamente
paga a quem o trouser.Bernardo de Cer-
queira Castro Moulciro.
Previdencia,
Companhia de seguros contra a tnorlalidade do
escraios,
ESTABtLEClDA ^0 1110 DE JANEIRO.
Agencia filial de l'ernambucoN. 13 ra do Crespo.
O 1 jcIIii deste anuo anda esta' muito fresco na
memoria dc todos, para que se deive de apreciar o
graude bcuelicio que resultar,,' aos pruprietdrios de
escravos, da garanta de propriedade, que esta com-
panhia ofk'iece.
Ningoem datura' dc concordar na vanlagem de
tirar nos reu limenlns dc urna proprie.lade uina pe-
quea parcella que garant o sen valor total, e o
piemio he l;lo mdico que nein em 30 anuos com-
pletara' a quanlia que, a qualquer momelo lem o
direito de receber por caso da merlo do escravo se-
guro.
Pagar-sc-h por eicmplo, sobre a avaliacao de
1:0003 e menos em propoifjta no caso do valor ser
maii mdico inclusive o sello da aplicc ele.
/Jas Uadet
He 12al entrar aos 10 anuos3(i;l()i) por auno.
a ':(! .. i.", i) I5OOO >
Suliindo o premid de cinco em ciuco anuos ale a
idade ile 7(1 auna- confcrme as condirocs impressas
que poderao ser procurada uo escriptorio da
companhia.
No caso de hvpnlhcens, o sesaro serve para intior
garanta das dividas, porque a componbia aceita a
transferencia das apolices a novo proprielarics, com
(auto que eas Irantfareneiaa se rtalaom ero seu ts-
criplorio*
ll.ir-se-ha consullas grafa aos aaeravoa Mguroi das
ara 10 horas di maullia, uo escriptorio da compa-
Iraur na uif-111.
I'ireii.i 11. 6V.
(Isabaivo a^si^uado lem au uriado mm. Jo><-
l.opes Machado a laier a cnbrau^a. lano nesla (.
cimeiii nutro qualquer lunar, Ana dividas perlenrrti-
te< a tu ir... fallida de Cruz di linme*. Croa ,', l.' 1
e Jos llias Simoe. llecife -Ji dr oolubrs > laBn.
Jos Alves da Nlva i.uimaraes, Hrauciaco Jw Al
ves (iuimaraes.
Compm.
Compram-se apolices da Idivida provincial,
na ra das llores n. 37 |. andar.
Compram-se duas |aTalas de 16 a 22 >,
que sejam dc buuilas lisura., e que lenham hahiii I
des, n.in nv a b. I.
Compram-se snala- vaiuas : na fabrica de e-
pirilos, na ra llireia n. 17. e papaa-OSl bem.
Na ra da ('doria n. 31 compra-sc urna Sf>
ciava moca, c de bons coslumes.
Compram-se mnlambo. velh. para euvernia'
na 1 na dt Cadeia de Sanio A ni uni n. IX, laja dr
marcineiro.
Compra--!' a sitio da r.trada de Joao O Ra-
ros pcrleucrnle ao Sr. rpita" Krjniwn So uul.
Launa Vianna: quem se jols.ir rom direile elle
dinja-se a rna do Pilar, taberna do Sr. Joaajuiaa An-
tonio Kndnsurs Sobrinho.
0OllH*9a
para 09 |>s.
i^echiiicha
Na ra do l.ivramcnlo 11. II, vrudem-sa -apat>
franceies de niarroquim e cours do lu-ire, para bn-
mens e senhora. a ttO, (I. Siai e I^BO. Ollas do
panno a .'>;> e iKNl rt.. botins de raarroojaiaa pora
meninos a I5 e iy2SD ; a elle, antes que BUS-
bein.
Milita atlenrao. jkiis lie |iccliiiuli.i.
Corles de vertida de cassa de cor lita, rom la a-
ras, da padnies modernos, com um laquea aS*U
as orelhas, pelo diminuto preco de t-H(Ki, -J^*i r
>1BM cada um : na loja da roa" do Ourioaado n. < .
Attenctlo.
Vendem-se l(i arrobas de cacao, do saporior qua-
lidade ; ui ra do Torre 11. :W.
Vendem-se minio em eonla sacra caoa mi al
queire de feijao maraca, muilo prapro para quem
O ver poican de escravos, nao r enjeila diaawranac
se precisar dc Techar ronlaa : na traveata da Madre
da lieos, armaiens di Sr. Manoel lavares Cardei-
ro, Mailuis & Pinto e Joio lavares Cocdeira, na na
rna do llrum, armarrm n. i.
Vendem-se duas mera ves do mcia idade. ani
ptimo preto de idade 31 annos: na rna Dirotta n.t.
i\Ta loja das seis
portas
Em frente do Livranien,.
Coaanram desde o da 22 do correnta mez urnas
dorzmhas que appareceram neste Diario n. 2ir,,
, -J5S e M, causadas por urnas palavritas que se pu-
blicaran) a moda de discurso, uo senil. -'II' pira
: ler o aosio de ver a connuaeSo daquallai ralvinhas,
I recordamo-lo : valha cuino carresar de novo
I ehaws, o doenle lera' de gritar nutra
2 1 de outubro de ls.j(i.
I I'recisa-se dc um menino da '.la 10 annos de
idade, que d Ii dor do ana conduela, paraeaitriro
1 de um deposil,.: mi ra da Asnas-Verdes n. iii.
1 : $"''," I'"'r "'"'' **> entenda-ae com
Joan da C.iuba Res, que dando 01 s-uaes cellos da
mesma, e pagando as despean ll,c ser-, entregue
rrecisa-se de .')003 a prenn,, com h\ potheca em i
om moiequc de Ii anuos e urna nesra de 21 i-to
para maia seuoranra : quem|quiier am.....ele.
I recisa-se de u-: ama para tratar de urna
Cflanea ; na rna Uireila n. Sii, aegun lo andar.
, I m .non, liabililadu c mpetoulemenln, olTere-
u.uos .sl. |Mrd cacuro de robrai.c,, da conln-cimenlo de
sua pessoa, e inpnio uma Banca se for preciso
quem pretender aniiuacie
JOAO !)i SW.4 R110S.
MI.D1CO PELA N1VERSIJDADE DE
C01MBKA,
eonlinuaa receber em sua ena na ra do Cabug< n.
Ib, das 8 as 10 boraa da manida, a da 3 as 5 da
larde, as pessoa. que o queiram consulbi : bem co-
mo si- presta a sabir com a j reeonbeeida promp-
tiilao, 11 visitar qualquer enfermo, a lo la a hora do
- A pe oa qoe pretenda nm sitio, nao exceden- ; dia da ,lollt' 1u''r den,ru q"er fra da cidade.
do de duas legoaa desta cidade, com baila para ca- : Precisa-se alosar seis pretos paia armazem de
pim, e lusar para varea de leile, dirija-se a Casa assucar : quem livor e quizei alu"ar dinia-se a rna
Forle, sitio que foi do Sr. lar. Netto. e boje de Jeta de Apollo, armazem n. ,0, ,.,,0 enroiilrara
Jase do Rpfo, que achara' com quem tratar. I quem iralar.
A'ericao,
O aliaiio assignado, arrematante da aferirdeado
municipio do Kjcife, aeientiGea a quem eonvier, que
teiu ealabelecido o sen escriptorio no paleo do Terco
11. 10, aonda dar' expediente .las S da niaiihaa as
.. da tarde.Jota Custodio Patelo Soare*.
una.
Um proteste pemnte o
publico.
F.u.opailro.foao llernilano do Reg, ahaixo as
signado, protesto, do modo mais solemne, por nul-
lidadecontra qualquer depoimento, nformacao,
i|ueix3, denuncia ; ou cousa semellianlc ; que por
ventura for dada em juizo, ou futa delle pelo meu
irmao Guillicrme Gomos do liego : tralo que esse
lioniem lem desde o principio do miaba rjaeslao,
empregado lodosos meios, ainda os mais indiynos,
para perder-111c ; e se moslra a toda a prova meu
inimigo figad.il : como farei ver ao publico em nm
arligo separado, que brc\omenle lunlio de publicar.
O mesmo protesto se deve entender a respeito da-
quellas pessoas, de quem eu nomeadamenle me liei
ueiv.ado pelos jornaes desta capital sendo certo,
O bacharel A. II. de Torres Bandeira, profea- 'l" lacs pessoas lembora se linjam nao lr-me ni-
Z*S ZSStt4?tt\E!2 m CnS87'> matorogerisa.
novembro em dianlo om novo curso denlaTmeaina Cons,?-me P raiii iiic.-iarn _
e bem assim de ibelorica, seo- ae,;oroO rom pessoas que nao 0 deviam fa/.er,eujos
lingua e da iugl
srapina e1 pailoaopliia : qnem de seu presumo ae I planos capciosos e maldades- lenho publicado : e
TV.U.\ K''e >"oc"ri-, r les"a real- o lieide [azar, com to.la a for
' delicia, na ra .Nova 11. 2. sezui.do andar.
1l>^J>
:v&0
com
A llUiiufi iiii I ASS.
Huado Crespo i 4.
.1. FALQUE.
Ilercbeii pelo navio fianeez aComle lloser um ri-
co e variado sorlimnlo de roupa feila como sejam :
Casacas da panno prelo.
(.aleas de casemir.i prcla n de cures.
Hilas de brim de linbo.
Palils de casemira dc edr com gola de velludo.
Hilos de panno e casemira preta.
Hilos de Hilos de brim de hubo branco c de cor.
Ricos cuteles de velludo.
Hilos de gurcniao de cores.
Hilos de selun prto.
Lindos chapos de castor para homem.
Hilos ditos rapados para homem.
Hilos de seda pretos linos para homem.
Todas estas fazendas sn da malhur qoalidade que
se pode desejar.
iva dos pulmes, cui
quanio Dos me conceder vida esaude.
Padre Joao llercul.uio do llego.
Rceife 33 de selembro de 180.
Lili i .( O i.Ulb S.
U'ora em dianlo havera iodos os domingos e
lias santos, um mnibus as 6 horas da iiiauha, e
i as 7 para Apipueoa; assim como ha ver igual-
mate as 7 horas tambem da manada, um daqoelles
earros para Cachang e ouiro para Olinda ; lodos
os quaes voltario a noitinlia. Desde ja liram e-
levaJos a 29000 rs., por da e volla, os passeioi a
lardo nos dias do suarda,
Proraa-ae de urna ana de maia idade, que eo-
ainhe c compre i no largo da Assembla n. 12, pri-
rneiio andar.
Aluza se por esla au mesmo por anuo Urna
rasa a inargem dn Capibaribe. com encllenle porto
para banho na fresoezia do l'oc;o da Panella ; quem
q'wzer atusar nadara' entendfr-s com .lose Noguei-
radenouza, loja de llvrw junto loaren de Santo
Antonio.
corla algumasem auto-
risacao dos mesmos, sobra pena de paga-
cm duas vcv.es.Francisco los Alves
Guimaraes, Jos Alves da Silva Gitinia-
'SEGUtalDAOI
Companhia dc segaros wm-
rilimos, estabelecida no
lio de Janeiro.
Capital mil conos de res.
i'Merece ao commercio vantaseiis que nenhuina
mira companhia lem feilo ate asora. Aceilam-se
proposlas desesuro no escriptorio de Isaac. Curio &
Companhia, agentes da companhia. ra da Croz
n. 19.
SEGURO CONTRA FOGO.
Cumpaohia Allianre.
Lstabolocida cm Londres, em marco do 1SS4.
Capital cinco milhoes de libias slerlinas.
Saunders Brothers ct C., tem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
e a quem mais eonvier que estao plenamente au-
orisados pela dita companliia para elTeciuar segu-
ros sobre edificios de lijlo c pedra, cobertos de
tlha e igualmente sobre os objeclos qucconliverem
os mesmos edificios quer consista em mobilia ou
em fazendas de qualquer qualidade.
O a mu.i assignado faz scieute aos lllms. Srs.
de enseuhu. e mais pessoas que uosunam cun assu-
car, remeltenilo-o para esla praca, que se echa ha-
bilitado eni receber pul ronimissao dilo genero, e
espera da seus patricios c amigos, e do quaulos de
seu prestimo se queiram utilisar. as reniessasdeseus
assucares, prometiendo o mesmo aliaivo assignado
eiercer lodo o zelo e actividade que Ihc sao oato-
raes, envidando lodo o esforco posivel as func^es
da liquidada apuracao de dilo genero, como bein o
lem demonstrado. As pessoas cujas remessas evee-
derem dc IO:OO0c por safra, smenle pagano 3 0,0
de -oramissao, sendo :i Ojll as demais como be cosiu-
me ; e para (odas se obriga o mesmo abaixo assisua-
do a loas qualquer compra do objeclos sem como
muilos tirar porcentageni. Recite, ra Direila, pri-
meiro {indar n. 93.
Francisco Seraphico de Assis Vasronrcllos.
Aliifta-se una ama secca para lomar
conla de um menino de II) mezese lavar
e engommarpara tima casa de pequea
ramilla, e nao importa que seja escrava :
na ra do Collerjio n. S, segundo andar.
Antonia Carolina da ConceicSo pede a todas as
pessoas que leem penhorea em sua man, o obsequio
de ir rogala-loe dentro do prazu de i") dia, do con-
trario serao vendidos.
0*" ''ver um melhodo para violao por Ca-
rnll e quizer vender, dirija-se ao paleo de S. Pedro
ii. 21, ou annuncie -ua morada.
Precia-se de una ama de leile : na ra de
Santa Tbereza, casa n. 7. i'asa-se 109000 por mez,
e allianea-se bom tralamento.
Precisa-se de am forneiro : na naiaiia da ma
Mirilla ii. i.-i.
aitt;x(.:ao.
Ainda se acha ausente a prea Rosaliua, de uae.io
Angola, de dade que representa :|'J anuos, com falla
de denles u frente, alia. corpolenU, lem no brc;o
esqiierdo as Icllras 1 e R ;" foi escrava de l.uiz Pies
l-'erreira : quem a apprebender pode levar a sua se-
nhora I). 11/ i Kpiphaiiia da Conceicao, na ra dos
Mari; ros n. IH, que sera' generosamente recompen-
sado.
A pessoa que aiinuucinu ueste ulliarioo haver
precisao de um eaixeiro, queira dirigir--e ao uitimo
obrado na ra Nova, que tem laberna por baiae, ao
p ila ponte, segundo andar, que achara' uina pesoa
cun pratica do loja de faztudes, coja conoucia se af-
liancd.
'..I.iard.i Joues, subdito britnico, relira c pa-
ra a l; ana.
Precisa-se alugar doos prelos, paga-se alo lHI?
por mez, daudo-sc a comida, para vender po : a
Iralar na ra larga do Rosario, loja de miudctas
u. :1S.
IVecisa-se dc dous homens que enteudain de
amassar em padaria : quem esliver neslas circums-
lancias dirija-se a casa da Taso Irm.ios, ra do
Amorim u. 35.
I'recisa-se dc dous bornea* lestes que tenbam
chegado ha pouco de Porlusal e que sejam mocos :
em casa de Tasso Irmao* achara com quem tratar.
Precisa-sede um pequeo de 12 a l(i anuos de
idade, para caiieiro de lancina : no largo da Ri-
beira n. 1.
Precisa-se de um caiteiro para tomar conla de
urna taberna em lora de Portas n. !h>, assim como
se dar' sociedade Irazendo alguna fuudos.
Precisa-se de costureiras ; na loja de alfaiale,
ra Nova, esquina da Poute.
Os abaixo assignados venderam sita taberna si-
la no pateo da Ribeira n. t. ao Sr. Jos Bernardino
da Silva ; os credorrs da mesma pedern receber
suas coalas de Justino Pereira de Andrade, na ra
do Amorim, armazem de cocos; llecife 2\ de onlu-
bro de 18>(>.Izidro I'ereia de Audradc ev C.
ATTENCAO.
l'ren-a-se de um sitio que leiiba haia para capim
de planta, e algum terreno para voceas d* leile, c
que diste do Recile nunca mais de duas leguas, ser-
ve em Olhlda : quem o livor e quizer arrendar au-
nuncie por esle o Diario para ser procurado.
Precisa-se fazer no quarttl do Hospicio alguns
pequeos reparos uo corredor do estado maior, c na
casa que serve de airecadarao geral do balalhao all
aquailclado : quem deste reparos se quizer enenr-
regar, pode comparecer na direcloria das obras mi-
litares.
I'recisa-se alugar urna escrava que enlcnd
de coziuha e saiba vender na rna : na ra do l.loei-
iii alo, loja n. 2.
Jale Jos Comes Pinheiro faz publico ao com-
mercio desta praca, que adinitlio para sucio de sua
casa o Sr. Bernardino Lopes de Oliveira. Ilcando dc
hoje em diante o seus negocios sob a firma de Pi-
nheiro >\ Oliveira. llecife 23 de oulubro do 1K50.
Previe-se a quem interessar que
nao laca negocio algum com os que se
dizem irocuradores do auzente Si. An-
tonio Joa(|iiim de Sou/.a Kibciro, sobri-
os escravos Antonia, parda, dc 7 annos
de idade, e Sabino, pardo, de i anuos,
Glliosda escrava liberta Benedicta, per-
tencentes ao cazal da finada U, Anglica
Joaquina Jos Anjos, de enjos bens foi in-
venlarianleo mesmo Sr. Ittbciro, vistoa-
cliar-se pendente por appcllacao no tri-
bunal da relarao o respectivo inventario
por ntillidades insaoaveis, (|ue Imtive na
partilha; eo mesmo se previne a com-
petente auloi idade policial, para que nao
Ibes conceda passaporte para embarca-
rcm os ditos escravos, que estio em leti-
gio.
Arrenda-seum sitio na Torrea inar-
gem do rio Capibaribe, com boa casa de
vi venda acabada, e pintada de novo, com
com modos pata grande lamilla, por terso*
13o, estribara, agua de beber, quarto
para criado ndependente da casa e ter-
reno para capim : a (aliar na ra do Se-
ve, casa em que morou o cnsul portu-
gus.
O Dr. redro de Athayde LoboMos-
COZO, leudo muitO breve de tazer urna v a- j com hieo de liiih'o a 1>2I>0, ditos dc cambrau
gem, roga a quem se jalear leu credor o | braneos corr barra dc cor a W nJ, ruanta-
bseqoio de apresentar suas contas ate o'^ st'Jil |,ara l*ti a i-, paitos para raim-
10 dc navamhm fi.Ii.rn P,w,;, ,. SBS> .l,r,!- c ,le S a 4vo rs., tilo de Ii
Alpaca de qu.idrns para vestidas i
'lo/e vintn. ,, cavado, cassat nenrotasa dote sin
leus o covado, enre de ci~a rom sote vara* a nm
tro patacas e nina o reara*, madapol" s cuca loqae da
avaria a dou mil e quindenio, e Ires mil res Hula-
e riscados a quatro mil res a peca, nsca le li.mr.d"
par roopa de escravos a seis viulen* cavad", c
inuilas oulras fazcmtas que se qu-rciu acabar aale-
dc fesla ; apprnveileiu que a orrasiao be tavaravcl
para se enrouparem com pouc-> duibeiro.
Veiide-se por l:.'i(IO? oa hv polliera-e par Janr-
um siho em Tigipiu. Ierras proprias, rnm casa era
de dc laipa em bom estado e loda eetidraraaa, r-
cheira e cslnbaria de pedra e cl, cara nimio- a.-
redos dc froclos, ierra par planlicat, riacho wnrs-
to ludo o anuo : as pe.soa< qoe n prrl-nderrm *T*n-
jam-o ao alen,, da Baa-VnU n. 17, a fallar .i
rrederico Chaves, i|Ucleni lodos os pdete ner--..
nos.
l\a loja das seh
portas
Eui frean do Livi-aiueut.)
Lencos de seda para peseoro dc senhora* a dex Ins-
tiles, chales de merino da lodas as cores a qoali- mil
e qoinlieulns, chale escoro a duas pataca, chases
d* cassa adamascados a sello, oseados Iraueeies de
bonitos padrues para ve-tidos a dous tu*** o cava-
do, chaly de flore a dnas pateca'-, asura* mallas
fazendas que quer trocar por lednlas. senda i<~ pres-
os mais commodos que he possivel, a dmlicir a
vista. ,
A loja da boa;
faina *
Vende tutiilo barato :
Kico penlrs dc larlarog* para alar cabella
Cencinlins de relroz da loda a cares
I nucas de laa para sentaras e menina
Camilas de mcia par* enancas
Meias de seda prela para senhora
Kicas caisa para guardar joias
Kicos i -tojos para costura jOll *
Travcssas de lartarusa para cabello
Ditas de verd*deiro bnlalo
Kico. leques com plumas e espelbo } *
l'enlcs de bfalo para lirar piolbos
Bicas bonecas francezas bem vestidas IJ-iO e
tesina* de papel de peso muilissimn bom
Dito mais inferior puoca cousa
Hilo almaco muilo bom
(Juadcrnos de papel paquete inoilo lino
Crozas de peona de aro ata* de lanra
lailn muilo bois sem ser bico de lama
Ilu/ia de lapis muilo linos
Olios para desenlia muilo bons
Baudejas mullo linas a :i>, i? c
Oculo* de armario de aro
l.onetos com armarao dourada
Dilas com arma cao de (arlaroga
Hilas com annacao de bfalo
Ricos chicote para carado
Kicas grvalas de seda
Atacadores de cornalina para casaca
l'eules muilo linos para sui'sa.
Escoras muilo linas para cabello
Capachos pintados cnmfridos e ic tundo* 71*1 e Mki
Canelas de ac para ptiinis de *r<>
Escoras linas para unha* Mil. ."/ai c
Hilas muito liuas para roopa la e
Pincel* Tinos para barba
I './i i de facas e Carlos Tinos
Ditas cabo de balanro muilo Tinas
llil, s cabo de mar hm muilo boas
Camisas de meia muilo finas
Kicas aboloadoras para collete .VIO c
Ditas para palitos Mi e
Eslojosde navaibas finas para barba
Espelhos para parede, Otl, iHMt e
Canas liiiissiin.i. para rape
Ditas redondas dc tartaruga
l'apel de cores em l|i de resma
l'eules de tartaruga para mariala
Dilos para alar cabello imitando a tartaruga
l.uvas branca e de cure para montara
Tapetes para Linterna*, o par
c outras muiti*sim.is cousas, qoe su na bem canheci-
da loja de nuudezas da boa lama se earealram c c
vende muilo barato : na la do Oueimad.. a. !.i.
NalojadahoaC
vende-se o mais barato qoe lie noasml
chales lisos de meriim muiln lino rom ranas-
jas de sed a 5*)!)ii( ditos dito lisos de listas
dcs':Ja a 4?, lencos de ramlirais muilo fina
S.1*'
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jsiaa
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a|Pat
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l-i(i
da
es que
enovembro iituno, eespera que
i. nliai'i a bondade d
Ibe devetn,
mandar-lhe pagar
Ibes lieara' muito aeradecido.
O agente Oliveira alaga, pelo lempo
da fesla, ou por anuo, a sua r\rrllenle c
espacosa casa de campo, sita no Poco da
Panella, anual tem todos os cornmodos de-
sclavis pata grande familia, decente, por
numerosa que seja, cala de sercaida
e pintada : os pt elendenles dirijam-se ao
mesmo.
(Juera annuuciou querer comprar um berreo de
amarello em boro estado, falle na rna do (Jneimado
n. S, qne achara' um como pretende, e o rnmpe-
1 ule corliuadn, ecolaao de marroi|nim.
olio bordada a l-8i' aerara, dilo de dilo liso
a 880 rs., canii** de riscado linas c muito
ate ese dia, pelo que bem leitas a i#:.00, alpaca de seda dr niuil
bonitos padroaa par vestida* a M r> o <-.-
vado, luvas de seda para homem sonlioia a
t/o par, ditas de pellica para senhora a I.*.
dilas de lio de usencia para liomctn a MHI, di
tas de dito para meninos a 3* rs., Imea*,
pretaa dc seda para senil i a a 2* o par, Jita*
ditas de laia paia padre a l-s>"<', dita> l>r*-i
cas muito linas para senhora a 210 c JW rs. .
dilas prctasdu algodao para senhora a V"Or
dilas de algodSo cru par* liomeai a aun ,*, .
aleni disto mullas fazendas asaa se ven Irm
muito barato, e que a vista dos preco* o se-
nliores compradores nao deixarao dc com-
prar : na bem confien Ja loja da boa le, na
ra do Queioiado n. -22.
MUTILADO
ILEGIVEL
.


FlnUO lE FlIMBICO Sll.UND F.IB* 27 la OUTUBRO DE iS
Superior cal de
i Lisboa.
Vende-tt superior cal de Lisboa : no
armazem de Novaes & C, rua da Madre
de Deosn. 12, por prero commodo.
Encantos das sen horas,
tormentov dos paise ma-
rides.
Chiles de merino hurdadoi a velludo, dilos de ca-
Leanin estampados, ditos de Ida e seda, e Icios de
un tosi nuii'a vislo nesle mercado, e auora con-
pela barca fiance/a Conle KoRcr : na roa
iln (loeiniado n. 39, loja pintada ile amarcllo, esqui-
na na Gousreaacjo.
I Vende-se urna prela crinula ninilo em coula, e
a visla do comprador se faca' ver a piecisao : na rua
do Visario ii. 14.
Na roa Nova n. 12, dctronle d.i ireja da Con-
ceicao, veiidem-se vela de carnauba da primeira
i .i 11 lade, isuacs as da fabrica Pernambucana, por
preco multo commodo, a 123 a arroba.
Vende-se um relogio de ouro de muiln superior
fabrica, por 1-209 : na rua larga do Kosario n. 17.
Aterro da Boa-Vistan.fiO,
nova loja de Gama &
SILVA.
Nesta loja vendem-se por menos preco do que em
qualquer nutra paite, as leGalales fazendas : asseve*
rando-ie que sao das ltimamente chesadas ao mer-
cado. Orle* de Iu-t.io acolcboado, e brins de liuho
puro para caifas, cada um 5500, superiores hreta-
nhas de linho, cada pega da t varas por 33500, mel -
poiaeua para vellidos, e oulras muitas fazendas fi-
nas a vonlade dn comprador. Todas estas fazendas
irocam-se por dinheiro.
DEPOSITO DA FABRICA
I ndustria Pernatnbocana,
RUA DO CRESPO N. 9.
A fabrica do .sabao e velas de carnauba, es-
labelerida na rua do Brum, tem estabele-
cido um deposito na rua do Crespo n. 9, pa-
ra ahi nicamente dar extraegao aos seus
productos, proporcionando assim a maior
rommodidade aos cunsumidores. As velas
manufacturadas nesta fabrica, olferecem as
vantagens sepuinlcs : sao feilas com a car-
nauba simples purificada pelo meio do va-
por, sao inodoras e bellas na apparencia,
lueimam com igualdede e nSo esbbrram, e
nao fa/etn murrio e dio mais luz e mais cla-
ra do que as velas stearinas ou de (ualquer
eomposicao, c que se vender no mercado.
Kabricam-se de 6, de 7 e de 10 em libra, ven-
deodo-seem caisas que ron tem 192, 224 ou
32 velas cada urna pelo prego de 15^.
O sabo he branco, as materias primas
de que he fabricado sao simples e inofensi-
vas, o cheiro que dcixa na roupa heagrada-
vel; rivalisa com o melhor sabo hespanhol
o he superior ao sabao americano, queso
vende no mercado a 240 rs. a libra.
Vcndc-se igualmente em caisas do arroba
c a prego de 160 rs. cada libra.
Os incrdulos comprando rcconheccrao
por experiencia a veracidade do que se an-
uuticia.
l\a loja das seis
portas
Em frente d.> Livramento
Cortes de cassa piulados com sele varas a cinco
patacas, cambraia lisa com oilo varas, curtes que dao
para dous e Ires babadoi a tres mil reis, lencos de
retroz francezrs a del lusloes cada um, lencmde se-
da para pesclo de senliora a dez tasines, lencos de
Sarja o mellior que lem no mercado a dous mil reis,
lencos para mao de senhora com bico largo a dez
lusldes : de ludo se da amostra, levando penhor que
cubra o valor do que se qier trazer.
I.uvas de pellica milito novas para br>
mem ten hora, o par a I $280
na rna do Qoeimado na bem conhecida lojo d. roiu-
dezas da boa fama o. 33.
Cemento .
Vendase cemento novo, em barricas e meias bar-
Ticas, e a retalho, por prcc.o muilo cm conla: ua rua
Ha Cadeia de Sanio Antonio o. 17.
Na loja das seis
portas.
Km frente do Livramento.
Manguito! bordados com recorte a dez lusloes, ca-
misas para senliora bordadas a dous mil reis, colla-
nnlios para senliora a pataca, e bordadoi a dez lus-
loes, camisas de cambraia a cinto patacas, avenan
para meninas a dez tustoes, tilo prelo para camitus
enfeiles de senhoras a quatrn patacas a vara, lit
de linho liso e bordado, e oulras muitas fazendas de
algodao, d. IdIio e seda, por precos queacradam ao
comprador.
(I EYAMELIIO Eli TKI
IPHII
He a deten mais completa da Kcligiiio
Catholica, Apostlica Romana, contra lo-
ilos os ataques da impiedade : edieo ra-
ra, javhoje exlincta cm Lisboa : 8 volu-
mes in 8, por 58000 reis. Vende-se na
(asa de livros de Antonio Domingues, na
rua do Crespo.
Chapeos do Chy-
li verdadeiros.
Veiidem-se chapeos linos da verdadei-
ia palliinha do Cliyli, por preco commo-
do : na rua da Cruz n. 2(i, primeiro
andar.
Rua da Cruz
Carne do Cear
em gara ja lis i 0 000
rs a arroba
No caes da alfandesa armazem de Seralim.
anual eleitoraS
Vende-se o manual eleitoral,COntendo
a lei regulamentar das elei^oet, c os de-
cretos e decisoesdogoverno; accrcscenla-
do com a lei das incompatibilidades, le
dos circuios, com instruccet novissimas,
por I.StiOO : na liviana ns. ( e 8, da pia-
ra da Innependencin.
ISl VESTIDO POR 29OOO.
Novo e compleln sorlimenlo de curies de vestido
de cliila de dillerentes padres, cores (ixas, pelo di-
minuto preco de a cada corte : na loja de i portas,
na rua ao Oueimadn 11. 10.
Em casa de llenr. Bruno & Cnmpanliia, na
rua da Cruz 11. 10, vende-se cognac em camnhas de
duzia.
Vende-se um preto crionlo de 2.", a 211 anuos de
idade, bonita figura, bom padeiro.sem achaque, bem
reforrado : na rua da Cruz 11. 28.
IOS
obertose dcscobertos, pequenose standes, deouro
e prala, patente inslez, para bomem esenhora, de
un, uos melliores fabricantes de Liverpool, vnoos
pelo ultimo paquete ingles: em casa de Soutuall
Mcllnr Ov Compaoliia, rua do Torres n. 38.
luv
as
A t#280 o par de
de pellica,
muilo novas muilo fresquinhas, chegadas no ulti-
mo vapor francez : na rua do Oueiirj.mo, na bem co-
ndecida loja de miudezas da boa fama u. 33.
*xelogios de patente
ingleses de ouro, desabnete edevidro :
vendem-sea preco razoavel, em casa de
Augusto C. de Abrcu, na rua da Cadeia
do Kecife, armazem n. 56.
Fazendas boas e baratas.
Na inja do baraleiro da rua da Cadeia do Itcrife
n. 50, defronleda rua da Madre de Dos, acharao o*
fregueies bem sorlimenlo de fazendas de boas qoa-
lidadcs, que a dinheiro a' vista se vendeni porbara-
lissimo preco, lano em atacado como a relalliu, ha-
vciiilo entre muilo vanedade boas cintas de cores li-
sas de diversos padroes, o covado a 160, 180 200, e
a peca (o, 69300,69800 e 75, corle de casta de co-
ral bonitos padroes, que n3o deshotam, com 7 varas,
Selo diminuto preco de 13600, riscados chitas lar-
das francezas modernas, o covado a 24(1, 2811, 300,
320 C 400, Clisas francezas de cores a 560 a vara,
ditas em corles de 12 e 13 varas muilo linas com
fazenda para vestido e para follio, desenlio* dillereu-
les, pelo barato preco de 85, curtes de andelina de
seda cor de rosa e azul com fazenda para refeco e
folho a lioe 153, corles de sedas escocezas lireaa de
bonitos kosIos a '2*2, srosdeuaple preto superior pa-
ra veslidn a 23 e 2?2U0 o covado, chales de merm
lino sem barra com franja de relroz a 59500, dilos de
chaly com barr asielinaric a 6300,{dilosde merino
bordados de core a 8;, ditos muilo finos bordados de
urna so cor a 09, e a lem detas oulras nimia- fazen-
das, que como cima fica dito, se vendem baratas;
do-se,amostras, e aloja est aherta de noile.
Vende-se o sitio comcasa de sohradodo falle-
cido GeorgeKenworlIiy, uoluBar.de S.Joscdo Man-
juinho. r.ii.i arvoredosde fruclo e mais bemfeitorias
que nellcse acliam, sendo as Ierras do referido silio
proprias: quem o pretender procoreem casa de Sa-
muel P. Johnslou i Companhia .rua da Senzala No-
va n. 42.
AGENCIA
Da fiindicao Low-Moor, ruadaScnzal-No-
va d. 42.
Nesteestabelecimeniocontinaahaver uncom-
plelo sorlimenio de moendas e neias moendas
para etifenho, machinas de vapor e laixas de
ferro batido o coado de lodos os lamanhospara
dito.
Lencos de cam-
braia de linho
e 640
Em casa de Saunders Brothers & do Corpo Sanio n. 11, ha para vender o se;uinie:
Ferro inglez.
Pixe da Sueria.
Alcalrao de esrvao.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizn para SSCCas,
Dito entrangado igual ao da Babia.
E um completo sortimonto de fazendas proprias
para este mercado ludo por preco commodo.
Farllha de mandioca.
Vende-se superior farinlia de Sania
Catharina, em saccasquetem um alquei-
te (medida v:lliaj por pirro commodo:
do armazem de Novaes&C., na ruada
Madre de Deot n. 12.
*fe Al V
Vende-seca I del.ishoaul l imamenlee llegada ,a-
simcomopotassadaKussiaverdadaira : na praca
doCorpoSanio n.ll.
TAIXAS PAHA ENGENBO.
Ha fundipao de ferro de D. W. Bowmann ua
rua di Brum, passando o chafariz, ceBtin ha-
ver um completo sortimerlode taixss de ferro fun-
dido e balido de 3 s 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preco comnrDdo e com
proraptido: embarcam-se ou carregam-se em acr-
ro sem despeza ao comprador.
Vende-se em casa de S P. .1 ohi.ston & C,
rua da Senzala-Nova n. 42, sellins inglezes, chi-
cles de carro e de montara, candieires e casticaes
bronzeados.relogios patent inglez, ba-ris di gra-
ta n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
fio ds vela, chumbo di munico, arreios para cir-
ro, lonasinglezas.
G'obeitorea de laa hespa-
nhes milito encorpa
dose grandes.
Vendem-se na rua do Crespo,loja da esquina qne
volla para a rua da Cadeia.
Atteuco.
6
Na rua do Crespo
Estjuina a Voltar
Para a rua da Cadeia
Milito lia que admirar.
Vendem-se colchas brincas adamase idas a 59000
cada nma, paiiniulio prelo e de cor a 120 o covado,
rtesde cilca de etiemiri de cor a 53 e .">>, ditos de
casemira prela enfeslada a 19800, ditos de dita fran-
ceza superior a 69300, ditos moilo superiores a S.-,
dilos de hrim amarello e pardo de puro linho
l5<00, dilos escures de quadros a 1/40(1. dito, de
canga amarella a 19200, corles de casta chita com 7
varas a 19300, cobertores escuros e brincos a 800 rs.,
riscado escuro laroo e muilo encorpado a ItiOo co-
vado, l.iazinha de quadros propria para vestidos a
540 o covado, e oulras muitas fazenda' por preco
commodo.
XAROP
T
SYSTEMA MEDICO
DO
k'j
%J.
Poi Iransferido o deposito desle tarop para a bo-
tica de Jo'o da Cruz Santos, na rua Nova u. 53*,
garrafas 59500, e meias 39000, sendo falso lodo
aquelle que ito for vendido neste deposito, pelo
que se faz o prsenle aviso.
nilMIRTANTE PARA I) PIBLICO.
HOLLOWAV.

PILULAS HOLLOWAV.
Kstc inostimavel espeeilico," composto in-
teiramenle de hervas medicinaes, nao con-
Billietes de visita,
llravam-se c imprimem-serom perfeiejo bilheles
de visita, Miras de commercio e lodos os ubjeclos da
arle caliarapluca, registros, vinhetase quaesquar de-
senlio, abrem-se tirinas, siteles, tanto a laido doce
como em relevo, ornamentos em objeclos de ouro e
prala, fi/i-m -" ri*cos lindos e originaes para honla-
dosde tebyiinllio ; admille-se a rerusa de quaes-
quer destes objeclos un caso de nflo ficarcm a conten-
to das penana que os eiicoinmendirein : quem pre-
tender dirija-se a qualquer destes lugares : no baiiro
do Kecife, na d.i Madre de Dos n. .'12, primeiro
andar ; em Santo Antonio, na livraril cl.issici do
paleo do Collecio n. 2 ; as Cinco Ponas, sobrado
da quina confronte a malri/. nova.
Roa Nina n. 18 loja de M. A. Caj \ C.'con
Vende-se um excellente carro de
quatro rodas com tuna das m. Inores pa-
relhas que aqui lia : na cocheira do Sr.
Adolpho Bourgois, rua Nova n. 61.
Vendem-se sellins com perteams,
patente in-lez e da melhor qualid-
que lem vindo a este mereaaW':
no armazem de Adamson ilowif
4 C, rua do Trapiche n. 42.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicio da Aurora em Sanio Amara,
tambera no DEPOSITO na rua do Brum, Vece
na entrada, e defronte do arsenal de marmku, \
- sempre um grande sonimento de laisas, tanto h.
ladose peilo, palpitaciono coracao, coqueluche- le promplo e seguro para desarreisar o mal I5" cP'nnmho,suspensorios de In rracha,meias pan (ahric. nacional como e. 1 senhoras, homens, meninos, la/endjs para fazer-se l ,,h", oauoaa, iumi-
l!!IIMH\>ll. rAUJI rilDLlLV. ?r7ri m.l.. ,0,^.e8 "i"'. Cn" ,in"a !> ..mgrandesor.imeu.od.ol,r,s
Pira ciira.le phlysicaem lodoiossensdifieren- eOl meiriino, nunalglima outra Stlhstanria feilas dealfaiale, lano superior, como mais inle-
lesgros, quer motivada por cuustipaces, losse, ilelerlerea. BeniKllo a mais toiira infancia, rior, camisas francezas, brancas e di cores, sn-
astlima, pleuriz, escarros de sangoe, dr de eos e a compleicao mais delirada, he gualmen- | vatas, colarinhos,chapos franeezes, ditos de sol, de
hronchile, dr na aarganla, e todas asmoleslias
dosorgiios pulmonares.
HE MI UTO BARATO.
na'compleicao mais robusta; he nteira- se"ll0s'h''m,ns'n,e,l,l'os la/endjs para
mente Innocente em soas opcracOes eefTei- ?" h'm de.em'''
tos; pois busca e rcniove as doencas de1",?,1 'ia foja"
Vende-se vinho de Bordeau\, qualida-
de superior.
Champagne.
Por precos CDmmodos.
> Vendem-se eaaaatras pequeas com hlalas
muilo novas, por preco commodo : no armazem do
caes da alfandega n. 3, de Paula Lopes.
Vende-se cha' preto de superior qualidadc,
chegdo ltimamente da America : noescriplorio de
lleorv Portier & C, rua do Trapiche Novo n. 8.
Bracos ftomao $ Com-
panhia.
Veudem-se na roa do Oueimadn. loja de ferragem
n. :12, bracos de Bomao de diversos tomanhos, mili-
to proprios para balco: vendem-se muilo barato pa-
ra acbar.
MU1TA ATTENCAO'.
NendeiD-sc manlinhas de seda para pesclo de
senliora e meninas, muito baratas : na loja de II,
1 erreira de S, ua roa da Cadeia do Kecife, esquina
que volla para a Madre de Dos.
^ Vende-se superior agurdente de
Franca (cognac), em cluzias de garrafas,
por preco commodo : na rua da Cruz n.
20, primeiro andar.
Na roa da Cruz n. 10, casa de Henr. Brunn &
Cumpajihia, vendem-se barricas com cemento.
VASOS E ESTATUAS
Vendem-se vasos e estatuas dn louca, proprios
para jardiin ou catacumbas : na rua do morim ar-
mazem u. il.
A 520, 400, 500,
cada um.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da .esquina que
volla para a rua da Cadeia.
I.ABYRINTHOS.
Vendem-se lencos e loalbas de lalnrintho. asseo-
lado em tina cambraia de liuho : na roa da Cruz n.
34, primeiro andar.
Atindaoslo barateiro.
Na loja do baraleiro, ua rua da Caoeia do Hccife
n. 50, defronte da rua da Madre de Dos, ha para
vender alcm de muitas fazendas que em porcSo e a
retalho se vendem por baratos presos, hambu'rgo ou
hrim liso lino de puro linho proprio para calcas, loa-
Ibas, ceroulas c lencoes, em pees* de 20 varas a
9|600 e lOf, d i lo mais cheio de boa qualidade, pe-
cas de :I0 varas a 120 e l8fS0O, panno de nho lino
a (JiO a vara ou 8-5 a pifada 12 1|2 varas, estndo-
se a, acabar, panno de linho fino para lencoes cora 2
varas de largura a :l.Hu a vara, corles de brim di
linho de cores para calca, padioes novos a 3)800,
dilos de I ii-i.ni de crese hraocns para rllele a 800
e l, casemira prela tina a 2?, 29600 e :i-iiini o co-
vado, panno azul grosso a 1-\mmi o covado, panno
fino prelo e azul de boas quahdades a 3;lK), 45000,
49500, o e ti-?, camisas francezas brancas a 1s"t>0
cada urna, e 20? a duzia, ditas muilo linas com pel-
lo e cnllarinhos de cores e brancoi a 2-J.V0O ou a loj
a duzia,madapoln fino para camisas a itiOO. jje
39600 a peca,e mais baixo para 39200, 39500, 39600,
3?800 e t5, egoiao bom para pellos a 15400, e mui-
lo fino a 19600 e 25 a vara, e a peca por 145, I8j e
205, peilos para camisa brancos e decores com pu-
nhos e collarinhos, por barato preco, assim como
oulros mullos objeclos iodispensavels.
COM PEQUEO TOQUE DE
ATARA.
Pecas de madapolao lino.
Vendem-se na rua do Crespo, loja di esquina que
volla para a rua da Cadeia.
AO BARATO.
Na rua Nova loja n. 8 de Jos Joaquim
Morcira.
Vendem-se lavante pellicapara homem e senliora
das mais frescas e novas que ha no mercado, pelo
baralissimo preco de 15280 o par.
aaa Na rua Nova u. 22, loja do ralojuelroT i*
'" ha para vender bico de blond de se- *f
e prelo, por preco muito cm t*
. .-------.-----------iri n i] lua,
Chales de merino de lindas cores com ri- ^ual'luer.es,Lc^l..e grao' por m,is anl'gi,s e ; mais commod
cas palmas bordadas a matiz pelo diminuto
prr-co de8 ; na rua do Qucimado n. 22 nu
loja da Boa F, defronte da loja da Boa
l'ama. #
AVISO'AS MOCAS.
Damos os parabensos nossas bella, pianistas ; aca-
ba de ebegar do Rio e achase a' venda na roa Nova
n. 9, h'ja de Domoul. urna rica e variada colleci;ao
de bonitas valsas, polkas, scholtisch e quadrilhas
lenazesque sejam.
Entre milhares de pessoas curadas com I
esle remedio, muilas que ja eslavam as por-
tas da niorte, preservando cm seu uso ; con-1
seguiram recobrar a saude e Torcas, depois!
de haver tentado Intilmente todos os ou-
tros remedios.
As mais alllictas nao deveni entregar-ser
desesperacao; Tagam um competente ensaio
j dos ellicazes efleitea desla assombrosa med-
Armazem,
REA DA CRIZ R. \ \.
J. Pracger&C., avisam aos seus frrguezas e ao
publico em geral, que continuadamente ronservam
um grande deposito de gneros alimenticios de to-
das as qualidades, como
ludo novo e do melhor goslo ; tamhcm existen, .in- OM, ffajajH recuperarao 0 benel.c.o da Prounto. de Weltplialia, de ptimaqua-
das arias, cavatinas e modinhas paia piano e canto : sdtulc. ,. I
pse. das, grandes, pequeas, rus e fundas; em
iipcuho, em lim qualquer pessoa que l ambos os lugares evistem guindastes para carre-
. tirara um faci completo e por pre- gar canoas ou carros, livres da desunas ft.
ido do que em outra qulquer parte. ^^ $-0 0 mijs ,,,, *"
VIKHO hiijjPtiri in (EM imi.
Vende-se ptimo vinho dn l'orlo em hanii 4a
quarto e oilavo, por prero razoavel: >. ra da Ca-
deia do Kecife o. 13, evriptono da Bailar \ (Hi-
mtntori (Mdo*.

das arias, cavatinas e modinhas para piano e canto ;
assim nao ha melhor occas -lo de relazerem os seus
repertorios, botando para longe toda esas velhas
msicas, que por fiflla de oulras, ouviamos locar lo-
dos os das ; agor nao deve li.iver queixa, quem
no tocar boas msicas he porque nao quer, pois
com qualquer cidco lustes se tem orna valsa ou
polka para piano.
saiiile.
NSo se perca lempo em tomar este reme-
dio para qualquer das seguintes cnlermida-
des :
C. STARR & COMPANHIA
respetosamente annunciam que no seu ex-
tenso estabelecimenlo em Sanio Amaro, con-
tunuam a fabricar com amaior pciTcicao e
promptidSo, toda a qualidade de iiiacliinis-
mo para o uso da agricultura, DavegacSo e
manulactura, e que para maior commodo
de seus numerosos frcgue7es e do publico
em geral, tem aberto cm um dos grandes
armazeus do Sr. Mosquita na rua do Brum,
aira/, do arsenal de marinha um
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no dito seu cstabelecimciito.
Alli aclinrao os comprodores um completo
soi tmenlo de moendas de canoa, com lodos
os mellioramcntos (alguns delles novos e
originaes; quea experiencia de inuilosannos
lem mostrado a necessiiade. Machinas de Ojias venreas
vapor de baixa e alia pressao, laixas de lo- i EnxBQUeca<
(o tamanlio, lauto bandas como fundidas, I Heryalpela."
carros de lilao e ditos para conduzir formas phrM hilinsas
de assucar, machinas para moer mandioca,
prensas para dito, tornos de Ierro balido pa-
Accidcntes epilpticos
Alporcas.
A m polas.
A reas mal Je).
Asthma.
Clicas.
Convulsocs.
Dchilidado ou c\lo-
liuacao.
Debilidade ou falla de
forcas para qual-
quer cousa.
Desiiiteria.
Dor de garganta.
de barriga.
nos rins.
Dureza no ventre.
I'.nli'i iniciado no ven-
tre
Enfermidades no liga-
do.
Pebres biliosas.
Tebres intermitientes
l'ebreto da especie.
Cotia.
Ilemorrhoidas.
Hydropisia.
Ictericia.
Indigestos.
Inilammacoes.
IrregU la ri da des da
iiiensli uacao.
I.ombrigasdetoda es-
pecie.
Mal de pedra.
-Manchas n cutis.
Obstruccao do ventre. I M..ar,.,,.
Phtisica ou consump-!. iPdl,ts'
Cao pulmonar. .
Ketenco de ouritia.
I'.lieuti.ai i.-nin.
Symptomas secunda-
rios.
Tumores.
I ico doloroso.
Ulceras.
Venreo 'mal.)
lidade.
Salames sonidos.
Queijos verdes suissos e de Limliurgo.
Caviar em latas de urna libra.
Hareii(|iies em barris de 25.
Sardinlias frescas em sal, em barris de T>
e i artobas.
Feijao verde em barris.
Kepollio dito.
Biacoitos de Hamburgo.
Conservas inglesas (Pickles) c Inicias de
diversas (jualidades.
Doces em potes.
ii n 'J cas oe ricairizes na cananas, ralla reaa > ,
Molbos para todas as comidas, tanto para cidao le.oa c.m.s. de panno mZ W!.!
i-osio de bordo do patacho Valeate m ia
2:t de setembro n prelo 'anuario com o riawaaa aa-
gumles : nacAoHenguelU, idade I ansas, ce patta,
roslo coiaprido, nariz chalo. ..Ihos prela "
rada ; peda-se a's autoridades poltcian e r
campo o prendam e levam a rna da Cadeii
cife n. 2, que sera' recompensada.
Fogioda bordo di escana airional -I.Mdar,-
escravo mariuheiro hinlann, em oeexiao d> aaa m-
hida para o Rio da .laeno no da SJ a mci a
do, com os signaes ecumles: idade 22 >nna>. |
mais ou menos, cor retinta, aliara recalar, aria f
de denles, pos crande, crioulo, aan/ chato, nata
muilo de rir-sc ; levnu camisa a caifa da ilaaSIn
azul e bonet de roarinheir.. ; qaem a pesar kva-a a
rodo Vigacio n. 3, aaaraajaiaaa* lu? da irratih-
cacao.
Kueio honlem as T horas di noile om acaava
mulato, de noma I liorna;, alie, retorcido da caen
com marcas de beigas, prrnas sraaaas a natas aaar-
cas de cicatrizal as canellas, falla ca maila mm
carne como para petxe.
n
Azetle doce
Conservas linas Irance/.as, conststindo em
comidas lices.
congo de evcell
Cba", Tecco,
dade.
CVt E NTA88A
Vende-se potassa da Russia c americana, cliecada
neslesdias a de superior qualidade-, cal de Lisboa
da irais nova que ha no mercado : nos seus depsi-
tos na rua da Apollo n. 1 A, e 2 U.
T0AL1AS P4RV ROSTO
e mesa de puro linho ; vendem-se na rua do Crespo,
toja da esquina, que volla para a rua da Cadeia.
Cal de Lisboa e potassa.
Na rua do Trapiche arma/.ens ns. ) e
11, vcndc-se superior potassa da Russia
e americana, cal virgem de Lisboa, da
mais nova (pie lia no mercado
Na loja ile Antonio Plancton IVreira, na rua do
Crespo n. <, a na de I'orto A. C, na praja da Indc-
penleocia n. 39, vendem-se grnaldas de seinpre-
vivis, viudas de Taris, rom inscripcoes e sem ellas,
pira serem eoMoeada robre iiuonl.', ealoeombas e
sepuliurai, no cemilerio publico, no da : de no-
\einhro, tinados .
\ ende-;e duas carraca pequeas para boi e
ravallos, urna dita grande qoe pega cm mais de du-
zentas arroba : quim precisar auouucie.
gios
de ouro patente
inglez, eobertos
e dcscobertos,
*.." da hraaco
-;5 conla. ejb
A 5$500 a duzia.
Leucosde cambraia de linho para nlgibcira : na
roa do Crespo, loja de Adriano Castro n. 1(i.
Xarope do Bos-
que verdadeiro
RUA LABGA DO ROSARIO N. 3(i.
Contiuia a vender-se este tarop (do qualiao
asentes do Kio de Janeiro os Srs. Vales & Compa-
nlua,na do Hospicio n. 40), na botica do abaixo as-
signado, qoe garante ser verdadeiro.
Barlholomeo Francisco de Souza.
RIV DA CRIZ N. 51.
Antonio Barbosa de Barros faz scienle ao publico
qne mudou a sua sala de barl.ear da caa n. 62 da
rua da Cruz para a de n. .11 da mesma rua ; na mes-
ma sala se acliam as mais modernas bichas de llam-
burgo, que se vendem aos ceios e a retalho, ealu-
gam-se, ludo mais barato do que em outra parle
A BOA FAMA NAO" VENDE NADA AVA-
RIADO, TUDO HE BOM E BARATO.
I.nva prelis de lorcal muito boas a 15OO0
Hita, de lio da Escocia brarcas e de cores 100 e 500
Superiores meias pretal de laia a 1/800
Cartas liuissimas 11 ,il.-i/.,-.. ,, baralho :.....
hilas porluguezas muilo linas :|o(|
Meias pretas de algodao para padre?; o par 600
Ollas Ollas para seuhoras .iini
Ricas caixiolm para prsenles a 2^000,35000 (4000
Ricas bengalas pelo barato preco de 1j, IjmOO e 2a
Meias decores mullo linas para humeen a :>20 e 'iii(i
Riquissimas canelas para uamorados a oOO e 80<)
denlos com anuacao de tartaruga a .'Iehiiii
Cauiveles muilo lios para penuas a 2j, 29300 e .19
Dilos grandes muilo finus de 2, :i e follias a 19000
Riquissimas cliaruleiras a 29. :)9 a i -iumi
Ca ten as muilo linas para dinheiro a 29 e 29)00
Carteiras proprias pira viagem a 29300
Eslojos proprius para barba a 29 e fO0
ozis de colheres de metal principe a )9 e 65000
Ditas de metal ordiuario a720 e l-inn
Aparelhoscompletos para luto de senhora a I9300
Vallas prelas ordiuanas para lulo a 100
Ricas fraojaspara cortinados, pecaide 13va-
rai ;:,O0
Ricas pulceiras prelas de vidro a I5OOO
Fitas de velludo bordadas eslreitas, a vara 120
Dita lisa estrella prela e de cores a 160 e 210
Escovas com penle e cspelbo para soissas 800
Taaras Bainimai para aabaa .VIO, 800 e Ir.'KK)
Ditas para costura, o melhor que pode haver 15000
Rosetas prelas minio finas, o par .'(20
Acor.'ion de muilo boa qualidade 800, 1 e I-lilil
Rica trancas de seda de todas as larguras e co-
res, ricas fitas de seda lavradas de todas as cores e
largona, bicos de linho linissimos de lindos padroes
diversas largoras e ootras muilis'imas miudezas, sen-
do de muito bous costos e boas qoalidades, que pelo
baralissimo preco porque se vende causa admirac/io
aos proprios compradores na rua do Oucimado, na
bem conhecida loja de miude/as da boa fama o. 33
M LOJA DA BOA FE
vende-se bom e barato madapolao muito li-
no 11. 6 a 49600 a peca, dito dito a 35600, dito
entre lino a 3/800, dito dito a 29700, algodflo
trancado peca de 20 jardas a :W50o, dito liso
muito cncnrpado :dem a 2/880, dito dito
idem a 2-240, chita tina para cohertasa 200
rs. o covado, ditas escuras de cores lixas a
160 rs cambraia lisa muito lina a 560 rs. a
vara, dita dita lina a 480 rs., dita muilo lina
enm salpicos a 80o rs., dita preta muito (na
a 4U0 rs., dita adamascada com urna vara de
largura propria para cortinados i^a pe<;a ;
assim como muitas oulras fazendas, que
porsuas qualidades se loinam recomnien-
daveis aos amigos do bom c bc-ralo: na rua
do Queimado n. 22 na loja da boa fe, defron-
te da da boa fama.
SAO' DE BOM COSTO.
Cambraias francezas muito linas c de lin-
dos padroes,a 500 rs. o covado : na bem co-
nhecida loja da boa f, na rua do Queimado
n. 22.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
consiruccao vertical e com lodos o reelhoramentos
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio da
Hamburgo: na rua da Cadeia arraazen) n. 8.
Tamhem receber.un ltimamente um rico sorli-
mmlo de vinhos linos, como : Champadle, as mar-
, cas mais acreditadas na Europa, de Bruch Totirher
Vendcm-se eslas pitillas no estabelecimen-1& '". Hanaadia BollDgerr ^ (^., vinho do Rheno,
Itordeaus muilo lino, marca l'ichon Sougueville,
do Porto, Sbetiy, Madcira, Lisboa, Cognac branco,
Pal Brandy moilo recominendavcl pela ptima
qmli.la.'.e dn iiiP-mo, Hhiim da Jamaica e de Cu-
ha, a^ua de Kirsch, VA'ermoiilh, Bitler licor amar-
soi. Litaras, o sorlimenlo mais variado pnssivel,
como:
Canell,
imenla,
suas oIBcinas e macbinismo, c pericia del O'deposito geral he em casa do Sr. Soum Matttaooine de Java, Baunilha, Anniseie, Coracao,
seusoniciaeS,sccotnpromctte.nafazerexe.ibaiinaccutico, na rua da Cruz n. 22, em ZfiS13fl!?*^^^^^m'^Hm
cularcom a maior presteza e perfeicao, e Pcrnanibuco. Todos"este, s'nero's vendem-sea modicopreco.
exacta cotiforillldade con os modellos OU de- veade-ie superior linha de algodao branca e .No paleo do Cana n. 2. vende-se estimenha
SCOllos. c IllStrilCCOes que llie torcm tome-jd> cores, em novello, para costura: em casa da legitima para terceiro. franciscanos, e peneiras de
cidos. _________________ _______ ________________ Siinlhall Mellor & tjiinpaiihi. rua dp Torres n. N .ir^m para < nlinres tclinadores e padeiro.
ra farinha, arados de ferro da mais approva-! to geral de Londres n. 344. oStrand, e na I
da c.onslrucgao, fundos para alambiques, i loja de todos os boticarios, druguistas e ou-
crivos e portas para fornallias, e una inlini- iras pessoas cncarregadas de sua venda em
dade de obras de ferro, que sera enfadonbo .toda a America do Sul, Havana e llespanha. I
enumerar. No mesmo deposito existe tima | Vendem se as bocetinbas a 800 rs. Cada._
pessoa intclligentee habilitada para reccberinma deRas conten una instrucco em por- consUiindo em mais de dnze qualidades!
todas as cncoinmcndas, etc., etc., que os an- I tugtiez para explicar o modo de se usar des- de Cerrja, Rosa. Caf, Prsica, Praaiaalii. c
nunciantes contando UBII capaeidade de I tas pillas. Paril-amoor, Cherry Cordeal, llortelaa Pi
di de noreUn brinco ms hombreiraa
aberta na frente em forma de palito : en* aarraaa
he natoral da Parahiba, a foi eaerava da S. Orlas
Coelho qne o liouve por lieranca da sea sacra Jasr
.Inaquim de Soozi daqualla rirtade. a (ai laianX-
pelo abaim assianado a Sr. Hilaria a> ANtaaaa
Vasconcellos Jnior, morador no enec-taa Taama
fresoezia dn rilar da dila provincia : qneaa a Mar
ente quali- ?vf :n* '^"cordn a Pedro A*l.nw Tmew.
Iioimaraas. qaa sera seitaroaamenle
Reeife 1, de oulobrn da IH36.
Pedro Antonio 1 eiieira l.am
Fusio no dia 15 do corrale o aarriva Joa,
crioulo, idade .'W anuo, levna emita braaca, cana
de casemira no de riscado, chapea prelo de aaaaaa
estaluri alta, reforcado do corpo, cor Tala, alta cha-'
lo, cerrado de barba, mis caria, lem cabellas raall
oho. nos pciins. pea saccaa a coinprida,, rala nm
desembaraco : quem n pesar live-o a raai de ea
senlmr Vicente Ferreira da Coala, aa larca da Aa-
semblea. que sera' cenermamenle reeaaapemaate.
No dia I." de coito do correal* aaaa. (en*
do engenho Santa Hila,da comarca do Ri* Fefaaaa
um escravo, erioolo, de un Vicente, da idade a*
15 innos, com os icnae* segaintes : Mee* a* rara*,
rosto romprido, cabeca om lano Brande, aaraae i-
nis, pe< romp ido, em Indo corpo exi.tem mirra
de cicalrizes de castiso, qoe tem uffrido pela eea-
linuadas fozidis : quem a apprekeader leve-* aa
l dito enu'enlio, ou no largo do Cu mi a. |fi,
I gralilicara' E*n*rosam*ale.
- '
Dos premios da segunda parte da primeira lotera a beneficio io Sr. Bom Jcsnsdos Martyrios
extrahida r *tli deOutubro de 18S6.
NS. PRKMS.
IEGHAIISHO PARA

rio melhor Cibricanle de Londres:
ilem-se por pi'Ci;os tazoaveis.
torio do agente Oliveira, rua da
ven-
na escrip-
Cadcia
do Recife ti. 'iS, primeiro anclar.
Dcposiln de cal c potassa.
Na rua da Cadeia do Recife, loja n. 50, defronte
da rua da Madre de eos, continua-se a vender su-
perior cal de Lisboa em pedra, recenleinente chega-
da,.e potassa romina nova, de superior qualidade
a preco commodo.
Vende-se a taberna da rua da Cadeia de San-
to Antonio n. :JI> : u Iralar na mi-sjua.
Moinhos de vento
com bombas derepuiopara regar borlas e bai-
la decapim : na fundipao de I), W. Howmao,
na roa do Bru ns. 6, 8 e 10.
NA FUNDICAO DE FERRO DO ENGE-
NIIEIRO DAVID \V. BOWMAN, ,\A
UUA DO BRUM, PASSANDO O ollA
FARtZ,
ha sempre um grande soriimenlo dos sesuiules ob-
jeclos de mechaniiDoa proprios para en^enhos, a sa-
ber : moendas o meias moendas da mais moderna
consiruccao ; laixas de ferro fundido c balido, de
superior qualidade e de lodosos lamanhos ; radaai
dentadas paraazua ou auimaes, de todas as propo'r-
coes; crivos c boccasde fornalhae registros de bii-
eiro. agiiillies.bron/.es.parafiisos c ca\ilhoes,moi-
nhus de mandioca, etc. ele
NA MESMA FUNDICA'O.
le evecu la ni todas asi-ncommendas om a superior
ridada ja conhecida ecom a dcvidapreslezae cony-
niodidade ern preeo. )
A Miriladeia jraclia in;;li'/a u. !17 ,
em barrica)1 de 13 duzias de potes: em ca-
sa de Jarnos Crabtree v\ C., rua da Cruz
o. 12.
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