Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07618


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Full Text
ANNO XXXII N. Ut
Por 5 mezes adiantados 4$000.
Por 3 mezes vencidos 4.J500.
SVHBVO 2S DE 01TIBR0 DE .856.
Por anuo adiantudo lsOOO.
Porte franco para o subscriptor.
excarrecaoos da sebscripcao' no nokte
Paiahibe, 8r. Ginmo T. da Hatiridadi; Natal, o Br. Joao
aun I. Partir Jnior ; tnu ij. 8r. A. da Lamoa Braga ;
ir, Ir. J. Jota de Obtura ; Maranhao, o 8r. Joaquim Hai-
uts odriguai; PiuIit, o Sr. Domingo, Harculaoo A. Peno
Carona; Para, fr. JuilinianoJ- sUmoi; Amaionai.oSi. Jaie-
njajo PARTIDA DOS CORREIOS.
Olinit : lo.loa o. ,lia>. a. O c lena hora, .io lia.
btaaraus, Guiwnu FanMka : n......-...........ues-felns.
S. .tola.,. ll.v.Tr.... Il..iiil...r.,,iia,, Alnnl.n laanakaal : na larca-Mil
S. Li.iircuco, M.u-d'tllm, aanrela, I.imoeiro. Orejo, l'es.pciii, fana-
ira. Morn, VIU-BVIla, li.ia-ti.ia. Oarknrj > : aaa iMrus-Mr
Cabo, Ipojaca, SerioUoai, llio-Porawao. Loa, Karreirea, A-iua-Preta
Plawaleiraa Noul : aialu-rebaa.
(Tu.l
ol
uarlem aa 10 har' da manhaa
AUDIENCIAS DOS TRlItL'XAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio segunda quintal.
Belacao : lerfaa-feirai enbbadoi.
Faiaoda : quartaa a labbacoi aa 10 horat.
Juio do eommareio: leguarias aalOboraia quintal a* maio-dia.
Juio daorphaoi.- icgundat o quintil ai tOborat,
Primain rarade otoI .- iigunda o iinai ao miio-dia.
Segunda rara da uval: quirtat Mbbadoi ao mao-dia.
EPIIEMERIDES DO HEZ DE OUTCBRO
7 Quarlocreicantt n 3 hora a 19 minuto t 48ieguodoa dim.
'3 La cheia ai | minuloi a 20 aegundoi da tardo.
*0 Quarlo minguanla ai 3 horas, t7 minutle 48iegun4oi di t
28 La ora ai 8 horai. i i minutoi ,48 legundoi da tarda.
PHKAMAIt ik iiu.il..
Primaira as 2 horaa o fi minutoi da lardo.
Sagunda as 2 horas e 30 minuloida minbas.
DAS da semana.
20 Segunda. S. Joao rancio advocado rontra a phtisica.
2t Terca. S. I nuil esuaicomp. vv. mm.
22 Quarla.S. Laiudiltof. Ss. Heraclioe Alodia.
23 Quinta S. Joo de Caprisiauo f. ; S. Jo.io Bom.
2i Sexta. S. Raphael arcliano ; S. Sptimo m.
25 Sabbado. Ss. Jhrispim e Chiispiniano ir*, mm.
2fi Domingo. 23 8. Ktaristo p. ni. : S. Rocaciano ni.
c\< ai.iiix.ados da si bsckipcao mi mi
Alagoai,o Sr. i laudino Faleao Dias Baaiae br. D. tto,..
Rio doJanairo.o Sr. Joao Pareira Martini.
I II PKIIXAMHt CO.
O propriaiana do DIARIO Manosl Fixaeiroa ala Fam, h asa
linaria, praca da Independencia ai.ta 8.
QOVERNO DA PROVINCIA.
Expediento do Ala I i da outnbro.
'2. Se esses eleilores nao sendo convocados, mas
comparcrendo espontneamente, devem ounaolo-
m,,r ''?.rle "a elc".iiu *'* lne"a e doseleilores
'I. Finalmente, se os volante* o eleilores daquelle
| di>tricln, eslaudo qualilicados e coucorreiido na
eleirao prxima, devem volar mi nao na eleiofla de
eleitorat,
As que-'loos de cria orden que sao suhmettida a
pres
15 de Janeiro do anno prximo vindou
foriiMc.in rireuiraslaucada do estado da igrej
trix dessa freguezia, declarando os inelliorameulo'
reparos de qoe mais urgentemente precisa, o a sua
imporlancia pmvavel.
18
(inicioAo Eitn. inarech.il eoininanilanle d.is
armas, inteiraudo-o de haver expedido orrlein a
Iheaouraria provinrial, para indemnisar o capillo
commaDdaule do destacamento volante de liara*
nhun* da quantia de io^_!Oi ris, que elle despen-
CircularAos jones de direilo da provincia.
Sendo necessario oblerem-se esclerecimentos aeer-
a da invaso do cholera as dillerenles comarcas decsao do governo devem ser acoin|ianhadas de lu-
da provincia, reeomniendona Vmc. baja de for- \ dos o esclarerimenlos c declaraciics eesenciaet que
necer-me as segnioles inforruacoes : I* quaes os pri- habiliten) a apreciar cnnvenienlemeule o caso pro-
meiros caaos observados, com indicarlo do nome Pos,- <) ponlos de consiilU, porm, que Vmc.
da peaaoa atacada do mal. idade, prolissao. morada aprsenla sao COOceWdna -m terrnoa IBo \aL'o-, que
por fregue/.lis, lugar oode cnnlraliia a molestia e Para eu poder dar sobre ellos una decisao cuii.cien-
o da do acconiioellinii'iii.i ;2', eraque da fora eiosa e josla he indisppinavcl que Vmc. me declare-
matara aaorlalidaiH- ; 3- qual a aumnia tolal dos. I" norn da frean-tia ; _' o rio dislriclo ; e :! li
ortos. -, ____-. __J nalmcnte, a le provincial a que le relere o citado
__~ __ I oflieio.
Circola.-A lodoi os vibrios da provincia. SlV1mf- "*? a?j,1r'-'-' A* ,ei Proviiicinl n. 1S7
Convm oue Vmc. me remella ron. lempo de ,r "Cu' l1b, que annexou Iregue/ia
cia al o da Bonito os togsotHM Itiarhiio e Beato, boje
aro pmji j_! ,-in,,a r'lor, devo neslaliypolliese declarar-lhi que
la rireia tna- e,se arMn wU' "'"S1"1" Pe|j >' "-' de ," de
abril de 1851, pela qual aquelles engenhos forain
mandados imanar s fre;uezias de que antes faziam
parle, que erain Aiua-Prela|c Escada.
.Nenbom cidado leni -.h. i;..rrm de saber se as au-
toridades publicas eiiteii.ierain bem ou mal as leis,
cuja execucao Ibe incumbe. O qoe cada apa deve
saber e procurar he o reconbecioienlo do seu direi-
lo. Se pois os liabilanles dalle engeuhos foram
eonlemplados ua qualifcacao. pela qual se deve
taiar a etaiela em qnalquer das fresuenas do Bo-
deu cotn o fornecimeulo de laxes para o quarlel do ,, ,. Escada. ou dWsua-Prela, nes-a fre-uezia
raesmo destacamei.lo e ilugael de cavallos para aa | deven, volar. So elles em uenbuina fre^.e/ia se
coiirtucco. i acbam qn-lilicados, em iieubuma poderu v. la;. I)e-
Dlto-Ao mesmo. declarando que em visla de sua I Viam ter em lempo reclamado para serem qualilica-
lurormacao conceden ticenca ao capelln da repar- ,,!,, e se ,eclamara.n e nao foram altendidoa de-
licao eecleai. slica do erc.to padre Amonio de Ol- ,iarn recorrjd0 segundo a lai relaca ,| ,|is.
veira Antaues, para demorar-se ncsla provincia ale : trido
.i diegada do priroeiro vapor, que passar para o tol, I ,'ue Vmc, pois. e o que a mesa lem de exa-
depols do qoe DiloAo chele de polica, dizendoque Iran-mil-
tiu a thesouiaria provinrial, para ser paga elaudo
nos termos legaes, a conta que S. S. remetleu das
despezas feilas com o suslenlo dos praaoe pobre da
cadeia de Pao d'.Mho uos mezes de julho a seleni-
bro desle auno.
HiloAo insperior da luenoaraeia de faxenda,
para mandar elfecluar o pasamento da quantia de
!)35t ris, que por ollicio de 7 de julho ultimo,
se iiianilou abonar a Viceulc l-'errer de l'ijuei-
redo.
DiloAo roesmo, reconiraendando que indique
com audiencia do procurador fiscal daquella Ihesou-
raria, a ajada de cusi que te deve abonar ao juiz
de direilo Ignacio Joi de Mondones Lclioa, por
ler sido removido da comarca de Flores, para a de
Anadia as Alagoas.
DiloAo raesmo, mandando qoe aceite a conta
que apreseutoii o director da colonia militar de Pi-
meuteiras, relativa a de-pe/as que se lizerain com
soccorios prestados as pessoas indigentes acco.t mel-
lidas do cholera naquella colunia, far.endo craditar a
aua impurlauciaao mencionado director.a quem nes-
ta data se oflicia para qoe mande recolber o saldo,
que aegundo a mesma coul.i existe em sen poder na
importancia de iI3-7ki> ruis.Fe-se o ollicio ci
qoe se Irala.
DiloAo direclor do arsenal de gaerra, para
mandar apreseular no grande hospital de caridade,
amanhSa as ."> horas da Urde a banda de mu-ica dos
menores daqoelle arsenal, aliin de assistir a solem-
nisai;Ao duauiivers.uio do mesmo bospilal.
DiloAo coinin wi lanle saperior da guarda nacio-
nal de Olin la a Icaarassi.'', inleirando-o de ba.-
.ipprova.lo os-ficorln.'s qtie S. S. remetleu *loM
queno uniforme adop'aJo para os cmelas e a i,
de musir do balalhao de infanlaria da gnar.la
nacional de Oliuda, a qual devera' ser composla de
JO pravas, inclusive o mestre.
DiloAo iOfpeetor do arsenal de marinlia, ap-
provaodo a deliberarlo que toinou de maudar for-
uecer ao vapor oBelieribeo m.-uor quanliJade de
azeite do que a designada na tabella, visto que as-
aim se fana preciso em razo de ser a hclice a ma-
china do mesmo vapor.
DiloAo mesmo, dizendo qae o Africano livre
qoe fora accommeltido de alienaran menlal deve
aer conservado naquella das repartinos em que
boaver mais commodos, e esta sera* o arsenal de
marinha, e que as despezas fcitis com esse infeliz
Fo demitlido do lugar de chefe de esiailo-maior
do i'ommando superior da guarda nacional da ca-
pital da provincia de S. Pedro do Rio Grande do
Sul o leuenie-coronel doexercito Jos dos Santos
Pereira.
minar he seesses cidadilos esli ah qualilicados ou
nao ; se na eslo. nao poden volar. I-lo be o qae
manda a lei.
Ooanto a funrcionarom as mesas parochiaes, a
mesma regra prevalece : se ellos foram eleilos elei-
lores por quaiquer daquellas rreguezias, ne-sa Ire-
guezia em que foram eleilos eleilores devem exercer
os direilos dp elrilures.
CircularAs cmaras municipaes da Boa \'<|a,
Cabrobd, Ouncury e Tacaraln'.Podendo aconte-
cer por quaiquer accidente, que a tabella dos,elei-
lores que em 9 do correle remetti a Vmc*. e aos
juixea de paz, das diversas parorhias Hess munici-
pio, Ibes seja entregue depon do da mrcalo para
as elcires primarias, e que por isso venliam es.as
rres-aeziaa a eleger mu numero de eleilores na inferior ao que e.ti fixado na labella, resolvi
olliriar liedla dala aos mencionados joixea de paz,
esliibrlerendo como regra qne naquella parochll
que eleger mu numero da eleilores superior ao de-
signado na tabella, deverao somenle vulai os eleilo-
res m tabella, coiisideradm os mais como rapplenleg ; e
que naquella parochia em que for eleilo un nume-
ro inferior ao que ella deve dar, serio considera-
dos eleilores os isppletUe*mata votados, que forera
precisos para preenrher o numero designado na mes-
ma labella.
Oque commuuico a Vetes, para cu ronlieciinen-
lo, e para que exnecam ne.le sentido os rooveuien-
les aviso.Ollkiou-se nesle sentido aos menciona-
dos joizes de paz.
PortaraAo asente da eompanhia das barcas de
vapor, mandando dar paatagejn pora a Parahlba por
coula do uoverno, no vapor r|uc se espera do sul, ao
''llanda '.";''""' ':' eelewaalica do exercllo pa-
alomo Tararea Domeiias.
1Conceden lo dx dias de licnicp. com orde-
..i lo ao jatia* manicipal do termo de Flores, Baeba-
rel Rodrigo Castor de Albuquerque Maranhao___
Fizeram-se as uecessari.is cmninuiiicacoes.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qnartel general do commando das nrmas de
Fernambnco,. na cl-.la.ie do Recite, em -23 de
outnbro de IS5b.
OROEM DO DA N. 396.
O ni iro-li
CONSELHO DE GUERRA.
Procesio de 1. lente LuiiCaelauoJoscda lloclla.
Hontem as 10 horas da manhaa o mesmo coo-
selho que se reunir para o julgamenlo do lente
Augusto A ello Machado, arcusado de haver ferido
graveiDeaU o inimediaio do vapor Jcquitinho-
nlia no da 21 de agosto ultimo, coilinuou o
funecionar na sala das sessoes do arsenal de mari-
nha, para julgar o lenle Rocha, CO-ro to mes-
mo processo.
Compareceu o acensado com o seu aivogado, o
Dr. Jos Joaquim Machado, o pergunlado pelo
vogal interrogante Pereira Pinto se linha a olTere-
cer algum requerimento ou icquisiiar algnnia di-
ligencia preliminar tenJcnle a firmara sua defeza,
respondeu qne nada tinos a requerer d> conselho
seno a licenca de responder ao tribunal com seu
defensor.
O acensado chama-se l.uiz Caclano Jos da Bo-
cha, he natural do Rio Grande do Sul, e tem 37
annos de idade. Eis em summa as respostas que
deu ao interrogatorio.
Disseque a -21 de agosto do anno crrante, dia
em que se deu o faci pelo qual comparece anleo
conselho, achava-se a bordo do vapor .lequitinho-
nha, exercendo asfuncces de immediato, por
anda nao se ler apreseniado o ollicial Horneado
para substilui-lo.
<>ueencontrra-se com o lente Ncllo na pra-
ca d'armas do vapor mesa do almorz ; que ani-
llos so haviam reciprocamente cumprimenlado, fei-
to o (jue, senuira-se Neiio a mesa do almajo, sem
querer almenar
Oue o lenle Teive, enlao ollicial de quarlo,
pergunlra quem enlrava de servico, ao que o l-
enle Nello responder que nao podia de forma
alguma ser elle Netto, porque adiava-se com licen-
ca por oito dias para Iralar de sua saude.
Que a isto observara o respndanle nD llie cons-
tar que o lente Mello se achasse no gozo de tal
licenr.a, e que em consequencia, nao tocando o
servico a elle respndeme, deveria ser Nello quem
o fizesse
Que foram eslas as primeiras palavras que se
proferiram de urna e oulra parle, e que abriram a
questao que dahi se seguio.
Que insistindo o respondente em dizer que toca-
va o servico ao lenle Netto, este sacou da algi
beira um papel, e dirigindo-sc a elle respndeme
accresceutou que, estando doenle, tanto que apre-
senlava receila que se lhe applicra pira u seu cu-
rativo, nao podia entrar em servico-.
Que se elle se eximia deentrar do quarlo, era
por oslar realmente enfermo, c nm porque qui-
i zesse descarregar o peso do servijo sobra seu? cama-
radas.
Que elle Nello nao p'ocedia da mesma forma que
o respondente, o qual, dando-so por doente, con-
linuava no enlamo a fazer o servicio a bordo por
mposlura, c para poder opprimir os seus camara-
de campo coinmaiidaue das armas,
_ declara para os lins convenirnles, que o governo de
devem correr pela verba d'onde sabem as dos ou- S. M. o I liouve por bem,por aviso do minislerio do
Africanos que prcslam elfeclivo Irabalho, visto
Sie o referido arsenal e sobre ludo as obra uo uie-
oramento do porlo sao que mais proveilo liram dos
>ervicos rfos Africanos em geral; devendo o de que
se Irala ser considerado como trabalbador doenle.
DiloAo mesmo, para mandar fornecer ao vapor
de guerra Beberibe ama peca de cabo novo de
cairo !t I i'J a 1 pulesadas de groisura.Cooiiuuiii-
i-oiie ao i-oiuin.iii i.inie da eslacao naval.
DitoAojoiz de direilo da comarca de (joianna,
dizendo licar cerlo de haver Smc. entrado no ex-
ercicio do seu cargo nodia I i do curreiilc.Igual
ao juiz de direilo do l.iuioeiro e fizersm-se as ne-
ceisarias coiiimunicaeoea.
DiloAo coinmissario vaccinador, declarando
que neila dala rcquisilou aos presidentes da Baha e
negocios da guerra de II do rorrenle mex, demillir
ao -r. Joaquim ljil escrivao da botica do hospital regimenlal oe nicSo, conforme requeren, o que con-lou de ollicio
da presidencia dalado de hoiilem. Em cumprimen-
lu do aviso circular do mesmo ministerio, abano
Irn.i ripio, os senhores romiiiandanles da corpos
aqui existentes, e os das compaiihias lixas. enviarao
no priroeiro de cada mex ao quarlel general una
relacilo nominal dosolliciaes licenriados.it por quem,
com declaraeau dos rep-clivos vencimenloh
AVISO CIRCULAR.
Bio de Janeiro. Minislerio dos negocios da guerra
em i do outnbro de IS-Vi. Illm. e Exin. Sr.Con-
viiulo que a conudoria geral da' guerra lenha pleno
conhecnneulo das Ijctncas qoe frem conced las aos
do Rio de Janeiro, a rcmesta de algumas laminas e ollieiaaadii evercilo e mais empregadm sul.ordinados
lobos de pus vaccinieo e que approva a delibarafBo I "inwterio, determina S. M. o I., que V.
que tomn o lr. Ca-ado Lima em cominiss.lo oa i ^xc- remella m'iisalmenle a' esla secretaria de es-
freguezia de Santo Amaro de Jaboato, estabele- I lado, para ser transunllida a aquella reparlu-ao.uma
cando cinco pontoi vaccinieos para mais commodi-
dade das pc-soas que morara distantes daquella fre-
guexia.()lliciou-ae aos mencionados presidentes.
DiloAo thesoureiro da eompanhia da estrada de
ferro, recommeiidando que eiupregus lodos os meios
ao seu alcance para remediar o inconveniente e
diilif oldades que enconlram as carracas ,|Ua con.lu-
/em as caines do mala.lotiro publico, por se Helia-
rem interceptados pela mencionada Mirada os ca-
ininbos que vao ler ao relcrnlo maladouro.
DiloAo presidenla da cmara municipal do Bo-
nito.Acenso recobido o ollicio de Tilo crranle em
qae Vmc. me consulta.
I. So devem na mo ser convocados para for-
mae.lo da mesa parochial os eleilores residentes em
iim districlo sobre o qual ha duvida de peiiencer
oo nao a freguezia, por uan ler havido approvuc.;1o
do Exin. bi-po diocesano na parla e-piriiu.il, da lei
qoe aouexou o dislriclo mesma freguezia.
relacao iiominal dos individuos licenriados cora de-
claracao dos respeclivos veucliuenlos: oque com-
muuico a' V. E\c. para sua execuoAo.
Daos guarde a V. Exe.Man/u'r: tic Cabrias.
!r. presidente da provincia de Peruambiico.
/oe ./onr/uii 'orlhu.
ron 1 iENT.UJI K Conscience.
RIO DE JANEIRO.
17 deoutubro.
Por decreio de 14 do crreme, foi reformado no
mesmo posto, o coronel commandante superior da
guarda nacional do municipio de Macaba c Capi-
vary da provincia do Rio de Janeiro, visconde de
Araruama.
VI
Em vez de ganbar logo a calcada, como lhe roga-
ra a mulber, Job ia lentamente, e murmurava en-
tre os deules contra a sorle m que ai persegua.
Kmqnanto se abandonava assim Minas ideas de
colera, e fazia mil gestos de impaciencia, linha-se
quasi esqnerido de que pone i lempo Ibe reslava pa-
ra esperar a diligencia. Felizmente os eslalos do
chicote qoe, grabas ao silencio que reinava no cam-
po, ooviam-sp de mu longe, vieram arranca-lo
sua dislraccao.
Elle balen com o pe na poeira e exrlamou :
Ora isso mesmo j en esperava Ella passa-
r antes que eu lenha ebegado i calcada. Preciso da
diligencia, e he por isso que ella vem boje mais
cedo !
Todava poz-ie a correr, e accelerou sua carreira
c.it.'a vez mais o proporcao que senlia que ia esca-
par-l.'ie a carra ages. O que sobretodo o fazia mur-
murar i.'e colera era a vista de numerosas pessoas,
roesmo aljamas mulheres que pslavam assentadas
obre a diligencia, quaes sem duvida por falla de
Ingar no lalet.or, foram abriga 'as a subir lia alio.
O fabricante e.shafornlo. e tendo a fronle banhaila
de suor, chegou .'inda a lempo para lancar-se de
bracos eslendidos dia.' e furgar aasini o condui.'lor a parar.
le impossivel! gnlaram-lbe ; nAo ha mais lu-
gar iip.ii para um galo.
i enho necessi Jade de ii" corovo-co, e b"i de r !
exclamou Job ; do conlrario nunca mais porci os
pe na vosia diligencia I
Vejamos se as pessoas que estilo la lionlro
querem aperlar-sc um poaco, diss? o conduclor des-
cendo e abundo a portinhola.
Senhores, duse elle, eis-aqui uro homeui que
lem absoluta necessidade de ir i cidade. Nao llave-
ra meio de dar um lugarzinho ao fabrjranle de cer-
vaja de \Vispclbke
I ni l,i lo ir 11. ie de cerveja '.' exrlam-iu um ioI-
tlado de bisodes ormidavei--. Provavelmeule he gor-
do como ara lonel ? Ha impossivel ja estamos a-
perlados como siirdinbas em borrica !
lina iiiiiloe.r inoc, quo linha a c.ilieca um cha-
peo miralloo. p sobro o- p.pih.is um arriliiilin do ,
. nal.I,-me, olhou paiu [ora e exclamou :
Vide Diario u. 251. I
Nao, cabe; be um hornera magro. Devemos
ajudar-nos uus aos oulros ; eu me apartare! um
p uco. Suba, senhor, e assenle-se aqui ao meo
lado...
Job olhou para a mulber com ai*mol desdenboso,
e murmiirou parecendo disposlo a recusar subir:
Visto qae os soldados andam agora a cano, he
preciso que os paisanos andem a p. Oh que aocie-
dade Viajar no meio desses lafues impudentes !
Aules quero licar em casa...
Qoe falla esse billre de lafues impudentes ; P(
clamoii o cabo mostrando mu punho amearador. En-
tra na diligencia, paixano sem brio, que u le ln-
gara! pela j.inella, lio cerlo como cbamo-me ra-
ra de henil '.
O fabrcame de ceneja ia romper em invectivas
conlra o cabo ; mas o conductor agarrou-o pelos
ruis com suas raaos musculosas, impellio-o para den-
tro da rairuagem. e feehou a porta.
So mesmo tosanle nuviram-sc palavradas e la-
mrntac5es amargas, com a quaes se misluravam a
voz da vivandeira e os grilos de um menino... mas
o conductor, sem fazer raso desse luinullo, sallou
sobre sro logar, aroatoo os cavallos, e loocou-os a
trole largo.
I.erlamenle, Job nao pastara horas agradarais do-
rante sua breve vlngem na diligencia ; pois quando
a carruagem parou a porla da cidade para a visita
dus cobradores do pedagio, elle sallou lora, gritn
ao conduclor que lhe panana no dia segaiole, e
emliocou a loda a piessa a primeira ra para esca-
par da vista de seus compoiibeiros de viaseni.
Ouaudo |nlgon-ae em seguranca a es-e respeilo,
parou, passou a mao pelos cabellos arraiieando-os
com desespero, e disse em voz alia e doloroso :
Eslou eufeilieado \o acontece nina vez em
de/, vir a diligencia cheia de soldados, e que solda-
dos Mas, baila que eu ll poulia os pes. Sollrer
durante alsunias huras (oda a snrle de molcjos... Pi-
car com a caneca aturd la pelos gritos daquelle me-
nino de quailel------ e ver-,e a poni de combaler
cora um cabo que se chama fraco tic h'crrn, qU(.
bebe genebra a fartar '. De cerlo, se alguna pedia
.la cidade livesse de cahir, ealiiria sobre rniuha ea-
beca. E, alm de ludo islo, ler em casa nina mu-
lber qoe de na la se alflige, e que s sabe di/.er : Islo
melborani Sim, se continuar a melhorar de-le mo-
do, lieos sabe o que acontecer !
i'orceu os bracos, e iIi-sp com voz mais baixa :
Eslou aborrecido da vida ; narece-me qoe pon-
fo se me darla de m.-rrer. Ser lilo r,i-.11-i. 1, 1.. he na
ven!.ule para licar lonco de colera... Vou semprp de
mal a peior '. Eis-nie reduxidu a faxer-me pobre a
mim e aos mana, a pagar com a niiuha miseria o
com i delles a fraude d* mu hvpoenla o a loiice .le
um llho impii-leuli*. Taea ruuaaa -. aronlesVni a
mim Islo nSo mellioi ir o enquanio m nSn hve
monillo I
E -.mu lin, i a calmea, laucou-se para danlr fa-
das.
Que a islo relorquira o respndeme que, ainda
mesmo quando fosse exaelo o que dizia >etto,
queria ames proceder desse modo do que ir para
trra fazer tropelas e ser caloteiro.
Que estas palavras deram lugar a que a discus-
sao se azedasse, a ponto de provocar o conflicto que
se lhe seguio ; mas no enlamo elle respndeme nao
applicou, nein linha intengao de applicar a expres-
so caloteiro ao teen te Nello, proferindo
essa phrase coitig urna observaeo geral, sem refe-
rencia a individuo cerlo.
Que Netto respondeu logo a elle Rocha, que
prefera o epillieto de caloteiro, ao do assassi-
no, pois que assassno era o respndeme, visto que
Iravia ja feto duas morles.
Que elle, respndeme, assim directamente in-
sultado com a qualilicacao positiva de assassino,
nao pode continuar a guardar toda a prudencia e
sangue-frio de que al enlo se revestir, e disse
a Netlo que, em troca de urna tal provocaijao.o que
elle mereca era que o respndeme se desforcasse
desde hv-o dando-lhe com urna garrafa que eslava
sobre a mesa ; masque atdavra eonlnha-se para
nao faltar ao respeilo que seden a s mesmo, e ao
lugar em que se acliava.
Que julga ter empregado entiio algumas outras
expressoes, deque nao se pode recordar precisa-
mente, mas pode assegurar que nada encerravam de
ofTensivas, e lendiam apenas a repellir a injuria
que lhe fora assacada.
Que nessa occasio apparecera na praca d'armas
o escrivao Ssmpaio, pedndo-lhes que puzessem
lermo a urna discusso impropria do lugar em qne
se achavam, e que.tanto mais inconveniente se lor-
nava, quanlo podia de um momento para oulro
chegar aos ouvidos de um empregado de repartico
i zendo geslos lao eslranhos e desesperados, que os
viandantes paravara para segu-lo com a visla, e
diziam :
Aquello homem perdeu o juizo !
Ouau lo chegou a porla da babilico de Hugo,
achou-a meio aberla. Eulroo murmurando, e es-
forcou-se por dar ao seu semblante orna expressAo
mais severa e mais enfadada que de ordinario, para
mostrar ao iilho qae nilo eslava disposlo a desculpar
sua imprudencia.
A' apparicSo de sen pal no escriplorio, em qoe
ainda Irabalhava um caixeiro. Mugo empalli.leceu.
poslo que om relmpago de alegra Ibe linllii.se ao
ine-iiio lempo nos olhos.
Enlao, que acontece! aqui t persunlou Job
com olbar severo.
Mas Hugo balbueando algumas palavras de sau-
daciio, coiiduzi-o a oulra sala, lecbou a porla, e
quiz lancar-se ao pescoro do pal. Esle subirabio-se
ao abraco altecluoso do lilbo, e disse-lhe com aze-
dome :
Asatnla-ta : a OCCaaUo nao he proprla para a-
braeos. Eolio deixasle que aquelle bvporrita le cn-
gana-c e le esbnlhasse como um mliecil !... cdii-
/.isie a indigencia a mim, a toa nuil, a Bosnia e a
Eogelbert He essa a recompensa de quanlo hare-
mos feilo a leo favor !
Ah meo querido pai, nao me falle assim!
disse lingo em lom supplicaule. Nao sou em nada
causador de otilaba desgraea. Se Vmc. sonbesse
quanlo Iculio padecido e-les das Nao l no meu
semblante que o terror, a angustia, os sollrimenlos
me devuram'.' Oh '. desde esse mmenlo lalal ainda
nao deilei-me no leito... Cousole-ine, ou abandne-
me i mulla sorle desgracada Mas, pelo amor de
Dos, nilo aggrave meu infortunio !
Sem duvida eu devia cumprimciitar-le disse
Job com amargura. Iinprudenlc e ingenuo como
um menino '. a qusres ser commerdame Para que
nao licasle compone/, e nao passasle a vida atrs da
charra Ah cuidas que basta dizer : He orna
desgraea Nao, lie urna estupidez, urna indolente
coniiaiiea na sorle, be a menina f cga na ventora
que toa mili eiisiuoute com seu invariavel e-lriln-
j Iba : Islo ha de melhorar... E mesma nesle momen-
to nao vejo seus vestigios em li '! E-lu, desgranado,
pobre, despojado de ludo... c leu veslnario li lo
magnifico, que fana crer, nSo smenleqne nadas
na opulencia, sen.io lambeni que paisas vida boa e
alegre !
Hugo como aniquilado r.ooervava-sc do caheea
balsa diente do pal ; suas faces Iremiam pelo esfor- I
ro que fazia para lulo chorar. A- ultima accu-acAo!
que acabara de ser-lbe lela | respeilo do lino de
ara Irage, un suspiro dolorntu i-srapoii-lh-- do peilo '
oppriuiido. Rile reopondeo rom vos raima ersstig-l
nada :
Vmc. eugan.i-se, meu [mi, seuipre appliqnei- i
me com ludo o cuidado aos meus ueijocios, -iinpr-.-1
estranha, que se acliava a bordo, e dar lugar ao
escndalo da publcidade.
Que elle respondente, cedendo ao peso e acerlo
dessas rcllexes, calou-se : mas Nello continonu
a fallar com o fin de explicar o porque nao lhe
rabia a itnpulacao de caloteiro, concluindo o seu
solloquo pelo modo seguinie: qnanto ao mais
que o lenle Rocha me disse, r.o ba oulra respns-
'a senao o risum teucalis ; o qua era per ceno
ma expresso de desprezo e allmente provoca-
dora.
Que emqiianlu Sello seawqnaTI em dars suas
rxplicaces, o res|>ondeii .-unlra-se a mesa e con-
luuara a tomar caf ; que terminando o alinoco,
lantou-sc para r guardar ao seu camarote a gar-
rafa de vinho que eoslumava a levar a mesa para
seu uso.
Que quando ia a cmrar para o camaroie ouvio
Netto, que descera para a rabeccira opposta da
mesa, prxima ao dilo camarote, chamar por elle
lizendo-lho : Venha agora dar-mc com a garra-
la na cara : ao que o respndeme relorquio que
nao lhe dava naquella occasio porque nao poda
esquecer-sc de que eslava oa;pracad'armas, etam-
bem porque nao quera pt'ir maos violentas em
urna crianza.
Que nao dera no lenlo Nello um s empur-
ran, nem empregara conlra elle nenhum meio ma-
terial, firme como eslava no proposito de nao re-
correr ao expediente dn forca.
Que o lente -Nello, pnicamente aterrado,
deu ao respndeme ordem de prisao em nome do
Imperador e do minslro da marinha.
(,)ue Nelto, na occasio em que assim o pren-
dera, eslava desarmado, pois desarmado linha
vndo para bordo ; que a arma com qne ferira ao
respondent era urna espada vclha e fora de uso,
que a/i.-i abandonada nmmarole.
Que elle respndeme recebera com risoaonlemdo
prisao, e nao obedecer a inlmagao do tenunto
^etlo, porque saina que o subalterno nao pode
prender o seu superior fora do caso de llagranle
delicio,
Que nao prndela i Nello, julgando que as
rellexcs que a esle fazia dispensariam o respn-
deme dessa medida, e lambein porque sabia que o
commandante do vapor se allligiria com o fado da
prisao de um oiiicial a bordo.
Que lendo dado a Nello a ullima resposla, ja
mencionada, e Suppondo terminada a discusso,
ouvo lenlo Teive dizer que o commandante se
dirigia n um escaler para o navio.
Que elle respndeme dirgio-sa ao cama role para
lomar o bonl. afim de ir receber o commandante.
Que entrando no camarote ouvira um rumor de
armas, que lhe parecen partir do camarote do Nel-
lo, contiguo ao do respndante, para onde Nello en-
trara ao mesmo lempo que o r.ispondenle enlrava
noseu.
Quo duiendo-so c urguondVi um pouco a eabeca
para applicar o juvido ao rumor e conhecer com
certeza qual era a sua natureza co lugar de onde
vnlia, ouvio urna voz que nao sabe dizer do quem
era, pronunciar eslas palavras : Sr. leneule Net-
to, que vai fazer
Que logo, em acto quasi simultneo, semin a
vista em diammas.fcrdsirugio-lhe nos ouvidos um
0*9 que pareca a delonaco de um liro.
Que, vollando a eabeca. perguntou ao escrivao
Jsampaio quom lhe dera um liro. ao que Sampaio
respondeu que fura o lenlo Netlo quem lhe des-
carregra urna culilada, deilando logo depois a fu-
gir.
Querelle respndeme levara machinalmenie a m;io
a cabega, e ladeando a ferida, suppoz qne, em vis-
ta do logar mortal em que fora fela, a abundancia
de sangue quedella corra, nao lhe restariam senao
poneos momentos de vida, pelo que disse enlao a
Sampaio ; cm efieilo o homem matou-me.
Que pedir logo a Sampaio fechasse o camarote
delle respondente e tom.isse conta do que ah hou
vesse para remjtler familia do mesmo "respn-
deme.
Oue depois disto, rotundo a eabeca para o in-
terior do camarote, deu com a vista n'uma espin-
garda de caja que 'romera do Paran com nm so
dos canos encarregado, sem que al enlo livesse l-
do occasio de cxerce-la nos passaros marinhos, e
laucando mo dclla aulomalieamenic, achou-se,
wm saber como, uo ponal'do navio.
Que dahi vira o lonenie Negra agachado no ul-
timo degr.o da escada do boiafora, tundo ainda na
mo a espada com que o ferira.
Que elle respndeme temara armar a espingar-
da, procurando com dilliculdade verificar qual dos
dous caes corresponda ao cano que se acliava carre-
gado,tentativa esla quese tornava de mais a mais di-
fficil,poique o sangue que corria da ferida inunda-
va-llie os olhos, e obsturccia-llie visla ; ea cada
instante elle respndeme vacillava ao choque de re-
pelidas vertigens.
Que o lenle Netlo, ouvindo o osialido do cao
que se armava, precipilara-scao mar.equanpo elle
respndeme conseguio desfechar o liro, Nello acha-
va-se alongado do navio a alguraa distancia.
O respondente disse por ultimo que nao vio nem
podia ter visto quem o havia ferido, pois quando re-
ceben a culilada achava-se dentro do seu camarole
com a vsia fixa sobre o fundo delle, e que a
mesma sitnaoo da ferida demonstra que o golpe
lhe foi desforhad" por detra/.c de lado, arhando-se
ello em posicao tal que o vedara de filaros olhos
no individuo que conlra elle ergueu a espada.
Fiudo o interrogatorio a urna hora da tarde, o
I Ir. defensor do reo lequereu no conselho inarcas-
si lima nova >.--an pa.a o de^eiivolvimenlo da de-
feza, que nao podia ser produzida immediaiamenlo,
porque linha de escrevc-la, baseando-a sobre as
resposlas dadas pelo acensado no seu interroga-
torio.
Foi marcado o da 23 do crranlo para a defeza
do aecusado, c para julgamenlo dos dous lenles,
co-reuj no mesmo processo.
os vigie com zelo. com amor, e al com urna espe-
cie de orgulbo. Mas, qnem podia prever ou euspei-
taro que aeonteceu '.' Waller era conhecido de lo-
dos por um modelo de probidad*, pareca a Icaldade
em pessoa. Se lotos se encanaran* a seu respeilo,
como poda eu so ler mais perspicacia e previ...e,
roais profundas do que os oulros'.' Crea que son in-
nocente. Pode ser que lallc-me Iguin.i ds qaali-
dades neces.arias ao coinmorcio ; mas leu lio a con-
soladre convi.-eio de que para obrar bem na nu-
nha posicao, empreguei lodos os recur.-os que Deoj
me deparou pela sua hondade.
Se loas palavras vale-sem dinheiro, disse Job
rindo amargamente, de cerlo formariam fraude ri-
queza.
E meu vesluario pie Vmc. chama magnifico,
porque nelle empregaei mais esmero que de ordina-
rio, coiilinuou Hugo em lora Iriiie, oh I meu pai, I
elle queima-me o cerne lodas ss vezes que demoro
ah os olhos, sinlo comprimir *0 fue o coraco de I
vergooba. Porque ele vesluario dissimiila minha
ruina, engaa. He preciso que elle raen cier que a '
lelicidude nao aliandonou-ine.
_(Jae exclamou o fabricante com explosito. '
Nao ba.la que entejas de-graeado Toruas-le culpa-
do de engaa e de menlira Nao quero, ouvos t Se
coi las saltar-te por esse meio, cabe a.-iies no abvs-
mo, e conserva ao menos urna alma honesta e urna
consciencia pura !
, \ me. eogana-se sobro o designio, mea pai.;
Eu linha conservado aljnma esperanca de obler o !
dinheiro necessario ao pa^amenlo das lellras venci-
das. Teria piulido entle prolongar minha siluacAo
e esperar algum soccorro, aliom apoto imprevisto.
O homem nao deve renunciar a espeanca emquau- '
lo lhe brillia ainda aos olhos o mais dbil cl.irAo. I
Oiian.lo um negoJmnle da alsum indicio da desnra- '
ca que o ameaca, perde a conflanra de lodos, e soc-
cumbo suspeila geral, ainda quando nao lhe fal-
lera recursos para salvai--a. Convnha pois occultar
minha posicao, nao parecer Inquieto, rir, e mos-
trar bom -emlanle; as apparencias da pros-
peridade rodeiam me no exlerior, pnslo que o
eoraco aperle-se-me de receio c tristeza nopeito !
Ah eulio ainda esperas achat os meios de sa-
lisfa/.er leus credores perguntou Job com sor-
preza.
Nilo. agora ja he larde disse Hugo suspiran-
do ; amauba.i serao apreaenlada as lellras vencidas,
e minha caixa osla asa !
' E enlao '.'
Ah meu pai, enlao a justica vira conhecer das
cousas. Ha era nosaos livro. ronlaa aberlas, cujo im-
porte Waller receben sem meo roohecimeoto. Ha
lambem onlras irregularidades, ou antes Ijl-iliea-
i;,ps. Sarei preso e enrarrerado ao menos como
complico de nanea-rota Iraoduleata
Kmquanlo Hugo rallara a-sim, seus olhos a-ljvain
siccoi, mas sua voz era laciimosa.
MINAS (iKHAES.
Ouro-Prelo, 10 de outubro.
Promelii-Ibe urna desenpeo circiimslanciada das
exequias doillmlre Mrquez de Paran, e creio que
alistase o meu compromisso trausrrevendo o artigo
que o bom Sema .leu em seo n. i-,:i, de (i do cr-
reme, as-iin como o discurso que o Sr. Olvmpio Ca-
lilo, secretario do governo, recitou depois de todas as
ceremonias religiosas ei-los:
a /> r.Truuiu* do Kvm. Sr. man/Hez de Paran,
tt litante do Ingubre e silencioso espectculo de
o ni tmulo, aind.i appareiite, o coracilo perinola em
lagrimas a phrase de diir com que pudera exprimir
a emoc.no de que nos adiamos possoidoa ao escrever
eslas 11 nlias.
Qoeremos fazer urna snecinta descripcao das
exequias oue acabam do ler lugar na capella de .Nos-
sa Senhora do Carnio, nesta capital, preparadas por
amigos do illuslre senador do Imperio, o Sr. Mr-
quez de Paran. Esle publiro signal de altelo e
respeilo as eiu/as de lao preclaro estadista nao foi
nm couslrangido (riholo dos qoe o- vezes se paga aos
hoin-ns ere nome das i leas por elles representadas,
e a que se queira dar vulto por meio de publicas de-
monsiracrie-, uo intuito de promover o enthosiasmo
de seguidores menns decididos. Nilo ; o Sr. Mr-
quez de Paran linha amigos.
o O hornean de pslalo ordinariamente despe lese
d seus admiradores au descambar de sua posieao
ou na liimar do tmulo. Cerrando enlaa sobre" si
as portas do fretro, deisa liares os seus aulagoois-
ta-. para intreperlarem *cus feiios, e ainda tura os
maldizerem. e di-pensa os sacrificios de seus mais
ntimos amigos. Dos odios de uns e das sau.los.is
reeordaeAee de oulros surge o juizu severo da critica
que a historia registra om soas paginas de ferro. O
eiilhusiasmo dos espritus explicase pelos faclos e
segundo as pocas ; e mis nao estamos em poca de
eiilhusiasmo, mas da rellexao.
o Esta circuinslancia aliona o faci da espontanea
demonstraban de publico seiiiiiuenlo de que lomos
boje leslemuuhas por occasio da ceremonia fnebre
ruja idea apenas despuntada foi com eiilhnsiasnio
promovida e ell'ecluada com grande magnificencia
em honra as cinzas do extineto Mineiro qoe ha pou-
co prenda o conselho de ministros. Os bnnieus de
I lo.las as erticas politieas, soladas ou em suas res-
poriivas rur|ioraces. aasistiam ao ollicio occupa.los
-t mn pensaroento cardeal :--<> homaitl que mellior
poda realisar na acluabdade o programma que de
alio Ule Hra dictado--a e.xlini'.en.i dos odios pessoae-
lela pro:is.,i.) de principios dcsapparecea da socie-
dad?. Elle linha a forca e a energa precisa para
realisar Uto vaslo programla ; sua palavra desda
com o prestigio de nmi imprtante misso al o
falo das iulelligenci.is e conquislava a couviccilo
nu obrigava urna auiigavel adbetgo, porque elle sa-
bia eproveilar-s- das aueiciis que ganhara com sa-
crificio citedicace* ; e he cnvel que a sociedade
braslleira, a' cu-la de tilo patriticos esfircos, ebe-
natse por um Incalo geral de raninas sympatbiai
a congra-sar-se inleirameule, esquecidos Os ranrores
creados das lulas de part sos que encarnicadamenlc
se baliam, nem sempre era nome de principios que
os exlreraaasem, porque os moditicavara aps as lu-
las Pi!i[iPiihadas pira a ascencao ao poder.
a A conservacao da base de nossas insliluscps
Ion frito prova de qoe nossa felicidade s depe.le
da uniilo e do concurso de lodas as intolligencias, e
que as Iheorias sobre formas administrativas atrazam
a praliea de nosso desenvolvimenlo na scieiuia das
rousas, esteren nico que .levemos fazer a bem da
posleridade, que lamo espera de nos, para que nos
nilo v-pnba a in.il.li/er com justas recrimina^ei.
Ellas ligeiras consileracps explicamque o sin-
cero Minenlo maiiilesladn pela morte do Sr. mar-
| i --. de Paran uao he mais que o resultado de uina
tendencia multo natural para a Iranquillidade dos
"spirilos em materia de que-tios polticas como na-
eio, e para o sen completo deseiivolvmenlo como
pratica.
tt Isto foi asss eloqupiitcmente desenvolvido pelo
Kev. vigano da freguezia do Ouro-Prcto, o Sr. Joa-
quim Jos de Sanl'Anna, no discurso uu panegyrieo
fnebre que apiis o ollicio recilou diaule do "mais
luzido e numeroso concurso.
Una coininissao enearregada dos aprestas para
a solemiiidale. e composla dos Srs. Clao. Itodri-
gue Hilarle, Magalhies Comes, commeiida.lor los
llaplisla e Carlos de As-i-, e-colhida d'culre os .'III
subscrplores qne voluntariamente quixeram con-
correr para esla pompa, iaviaantecedentemente Ji-
rigido numerosos conviles, aSo s a lodas as corpo-
racoes, como lodas as auloridades e mais eidadgos
da capital, eatendendo os mesinos convites al a ci-
dade de Maimona, donde vieram os Itvs. conegos
lcmliea. Illas toielho, Comes Carneiro, o subehan-
Ire c mais dius capelbles da Se. o Dr. juiz municipal
daquelle lermo. chele do cslado-raaior da guarda
nacional, e o commandante superior da mesm<, o
Si. Paula Hamos, que foi convidado na qualidade
de depulado provincial.
Por mmiie dirigido por S. Exc. o Sr. conselhei-
ro presidente da provincia lambem all veo n Sr.
rigario geral do bispado. que capiluluu o ollicio, em
Meu Dos meu Dos Tro Job, meu pro-
palo lilb i na prisao Eterna deshonra para os ou-
lros meus lilhos exclamou Job com o acenlo de
urna dor profunda inenle sentida.
NiO, meu pai, disse Hugo aperlando-lbe ler-
namenle a mo, nao dese mana. Iteuni as prorai da mi f e das fraudes de
Waller ; confiei minha siluac.lo a um bom advoga-
do que he tambera meu amigo, e coiisultei-n a esse
respeilo. Elle proraette tornar a rainba iuuocencia
evidenle como a luz do dia. l)eixe-me ir a prisao,
meu pai, n.lo se lOlija muilo : consol minha pobre
mii, e esperemos qae Dos laucar enilim sobre mim
om olhar de misericordia...
Koi nesle ni.Hlenlo que as lagiimas sallaram dos
olhos de llago ; elle paz as mflos e disse com voz
supplicaule :
Ah diga-ine que 11.10 me acrusa mais, meu
pai Diga-ine que me perdoar minha desgrana O
pon.Milenio de que sou, n 't a causa, mas a occa-
sio da perda enorme qne Vmc. e minha mai aca-
bara dp aollrpr, lem-me feilo derramar (antas lagri-
mas durante Batas nuiles, que nao poaao por assim
dizer chorar mais. Poreiu sua colera conlra mim j
opprime-me o coracSo ainda mais que o temor da
(iropria deshonra Oh a maior desgrana que pode
aconlecer-me he que meu pai jiilgae-me culpado !
Se elle recusar-me seu perdao, como poderei espe-
rar ser abs il v .do por juizes que me sao eslranhos '.'
A eslas palavras elle apoiou a esbeca sobre o pei-
lo do pai e exclamou :
Ah pelo amor de Dos, deixe-me ao menos
seu amor !
Job que comprimir por muilo lempo seus sent- !
meiilos paternaes foi logo dominado pela compaixao. |
Calava-se, suas lagrimas rdanles corriam-lhe dos
olhos. e cahiam sobre a eabeca do llho, inclinado so- >
bre sen pcilo.
Hugo, disse elle procurando passar o br.no I
pelo peaeoco do mancebo, meu llho, eu le perdo.
Nilii s culpado, pois cabio sobre ti o desuno de da- !
grara que pesa sobre mim desde o meu nascimeulo. i
A-mi devia ser ; n.lo podia ser de nutra sorle I.--
v Hita le Hugo ; nilo iras a pri-o ; trago-le 01 trul-
la mil francos que bao de salvar-te.
Hugo mni trmulo encarno o pai, o qual tirn [
um papel do bolso, e apresenlou o ao Iilho di- !
zendo :
Uo ludo o qne ainda posauintot. tgora lodoa
os nossos bens e-iao empenliados ; mas loa honra
sera salva. I.embra le, Hugo, de que he o fruto de
meo or, p o quinlian da hpranca i|p lu irni.'ia o
de leu irm.i.i. So poderes aera ma fe conservar |-
guma eousa daqui, laze-o por amor de la in.li...
Acceita este aorrurto ; ello le he ollereciilo do tundo
do eoiacan.
lingo aporteu pai nu< braros mnrmarnttdo ai
denles palavras de graUdao.
Eia, loma esle escriplo, disse o fabricante ; be
que. alera dos Srs. conegos ja referidos sub-cbanlre
o capelles da S. luiiccionaram tambera o Sr. cone-
go Eiuerenciauo Maximino e quasi lodos os Srs. sa-
cerdotes desla cidade.
o A doos Srs. depula los geracs que se achavam
na cidade, o Dr. Jos Agoslinho Vieira de Alados, e
(ominen la.I.ir Manuel.Teixeira de Sou/.a, aos pro-
' vinciaes em numero de Ireze, sendo dez moradore
na capital, e os Srs. Paula Ramos, Athavde, e Tei-
xelra de t.arvalho, que se achavam prsenles, e ao
Sr. ronselheirn Anl.io, haviam sido destinadas as
I cadeiras que se colloearam fronleiras as em que se
; achavam S. Exc. o Sr. presidente e o sr. secretario
da provincia, e raras foram as pessoas ilisliuclas da
Cidade qoe nao eslivcr.ini prsenles.
O I" l.ii il.-r.o du guardas narionaoa. reunido em
o maior numero pojslvel. o esqnadrio de cavallaria
; da mesma guarda, com o asseio e disoiplina que a
| caraclerisa, e o corpo de polica, refoicado per gran-
de Homero de praeas do corpo lixo, formou urna
brigada que, ruminandada pelo Sr. brigadeiro rom-
I mandanla superior Toledo Ribas, fez as descargas do
jestvlo, no comeen e no lini do ollicio. >'o aiiro e
as tribunas tambera ennrorren grande numero de
senhoras. alcni das da illuslre familia do finado.
a ti Sr. Viriato Clao recilou, apenas terminadas
as ultimas ceremonias religiosas, um eloquenle dis-
curso, com quo Tez muilo saliente a perda que o
pai/. acaba de sollrer ; e depositadas sobre a mages-
losa eca. que junto a capella-mr se elevava quasi
ao arco cruzeiro, e sobre que eslava asscnlado um
(umuln ornado de uina cora de marquez, nilo pou-
cas lagrimas saudosas por pessoas da .mu/1 io mais
intima do finado, Iciininoii-se a ceremonia, cujo
motivo dillieilmenle drixara' dempressionar a quem
comprebeade que o pait nao pode perder esladislas
da ordem do Sr. Mrquez de Paran' sem que orna
ehaga profunda de senliuienln nacional sangre por
minio lempo, priBcipalmenle se essa perda se veri-
fica por occasio de firmar-te no paix a crenra de
dous grandes piiucipiosa conciliaco dos espirilos
e a independencia dos poderes de estado.
li Dieettrso do Sr. lympio Caiito.
" Senhores.As pieces e oroees dos saccrdoles
leem ja subido ao eco.
o O incruento sacrificio do novo MelchisedCh.
locou ja o Ihrono do Allissimo.
a Esse espirilo sublime, por cojo descanco cier-
no ludo isti, f., oerecido, tem ja cerlameiite atran-
cado o lugar que lhe ambiciouamos diaule do Om-
nipotente.
o A -1or que nos dilacera, cncnntrou na religao
o seu nico Unitivo.
* No eulanlo a nos'a perda foi grande e extraor-
dinaria, e por isso he justo que a demonstra-
ron de nossa magos corresponda a sin grandeza.
tt Oui;a-ii. lem ja ouvido.
u No pammenlO do Mrquez de Pirana, senho-
res, o Brasil nleiro fui prejudic.ido.
t A provincia de Minas perdeu um llho, que lau-
to a eiiiiohrecia.
Os apreciadores da verda.leira ami/.aJc, o ami-
go sincero e extremoso.
" A tribuna legislativa, aquella voz poderosa que
prenda a alleucao de lodos, e arraslava sem rc-
sialencia a quanlos a escnlavam.
c O senado brasileo, um dos seus mais distinctos
meuibros.
o A scienca administrativa, o mais abalisado po-
lilico.
a O progresso rcllerti.lo c razoavel, o seu mais
devolado seguidor.
" A Coroa, (inalmenle, o liel exceulor do seu
sublime pousamento, a exiinci;ao dos odios que
n is dilacaravam, e a reunito de lodos os llra.i-
I,iros.
Nossa perla, onlr* ve/ repito, foi grande e
extraordinaria, mas he prenso que nos resigne-
mos no ioteresse mesmo de diminuir e nosso solfri-
menlo.
o Heijemos com respeilo e humildade a mo
do Omnipotente, que tilo desapiedadamenle nos
fere.
Itespeilemos sobroissos os decretos com que em
seus nnpieserulaveis arcanos se ipraz de gover-
nar-uos.
o l'ecamos-lbe fervorosamente que, con loendo-
se de nossa dor, se digne por sua misericordia ditni-
uuir-llie a inlensidade.
(Jue em cnnsileracao nossa perda lhe desvie
lodas as -uas rousequcncias.
Oue i Ii-m ili-.in.tu sua gloria a esse espritu su-
blime, que recebe aqui hoje as nossas Instes horae-
nagens, lhe conceda o elerno descanso, que com
lauto arlor lhe desejamos.liei/uiescat in pace.
Parliram desla capilal no da H dous reos ron-
demiuidos a unirle, e que se vilo axecular na villa
de Piraiia. Como estes ouvi que exislein na capi-
lal desla cidade uus \2 ou I i reos Muilo lem que
lazer o algoz !
N.lo enlio agora em qaesloes sobre a pena de
morte ; mas eslou que a sociedade luc.eaiia muilo
mais, se|esles nfelizes c oulros muilos que povoam
nossas ca.leias, rosten cora toda a seguranca crapre-
ga los em certas (raballios na provincia do Amazo-
nas, oo raargein de no-sos gran les ros, onde nao
ha quem se snjeila a Irabalhar por preco algum. i.a
estilo as summidades as pessoas encarregadas de
pensar sobro estas cousas, esles que faeam o que
inclhur Piileuderem.
Nao consta que a (ranquillidade fu.se alterada
em parle alguna da provincia por occasio das elei-
cocs municipaes, neutro lano posso eu d/.er daqui
lia pouco-lempo a rpspeilo das de eleilores a 2 de
novembro. Os partidos se arregiineulam. e algu-
mas imprudencias de parle a parle po.lem drse-
nos resultados. Dos queira que tolos se compe-
ntrelo da conveniencia de manler a ordem publica
a lodo o cusi, perca-se n que se perder, porque
entilo ludo ira bem.
Nao tiremos hontem o correio da corle : a
agencia de larbacena Irocou a. maias, maulando
a daqoi para S. Joao d'EI-Kei e vice-versa. de sor-
le que as i horas da larde chegou o estfela, mas
nao se deu o signal da chegada do crrelo Por um
descuido, que ua branca ou na Inglaterra por cerlo
se nao dara, iuulilisa-se urna boa medida e louva-
veis esforeos que leem sido feitos por parte do gover-
no para coininodo do publico.
Al oulra vez.
t'orrein Mercantil to Kio..
CORHESTOXIIENCIA DO DIARIO liK
PERNAMBICO.
MAKA.MIaVO'
S. lu/ II) de oululiin.
' Prmcipiu por saber da sos saude. c iWiar Ibo
mil renlnras.
I.'moro boje esta niinba mi.siva, participando
Ibe, que daqoi em dianle irei eacrevendn a proao*
Cao que forein a|iparecendo casos nigons de mam
Cao, e por isso na* se adniirr de enconlraialhv-
c.unImgalli------em noticias d'uina Ierra onda se sw
Jos,; Valle rom Dr. Tavares, lr. Maia com K. Ri-
bciioer ae de nrleris.
Na da 2\ de agosto fallecen na cidade o> Casia.
n padre Joaquim iranrisco t/erreiia da Caiaralbo.
Era nalural de tlabaiana, ,,pruvineia da farabiba-
mide natcoa no da de S. Joaqun,, em 1771. Na saa
mor i,i,le h.ihilou como novieo o convena do S.
Francisco dessa cidade, e depoi, ap.iviHiado par |i.
Mara Hilaria da Coneeirao abandonon aa hbitos
fradescos, ca-ou-se, fm escrivao da villa de Pnmlnl.
mestre de m-i-ir.i, advoga lo da oim-lona geral e
correccao do Ceari. donde veio para aqm. e deprn.
exercen os lagares de memhro da consellm geral la
provincia, depulado provincial, juiz da par, mais*
' da guarda nacional, coviuvou, cantn missa em >i-
j lembro de ISili, p agora moneo.
Sil lihi Ierra leis.
O paire Joaquim francisco era homem iutettt-
1 gen le e honrado, e por isto soa aawrlc f* aes-
Itida.
Na miuli.i ultima caria Ibe disse qne as tlei-
| (es correraiu aqai too parilieas, qoe ale a iiaspoti-
e.io, que foi derrotada complelanieole na tala.
apeatv de despeilada e do seu proverbial ens-/e-
roNa u-io pode deixar de elogiar a pre-i leocij % a
chefatura de polica pelas acertadas medida, que. a>
quelia deu e qae esla execulou, para gao < voto l-
0 'ivre e garantida a seguranca individual.
Como receio qne alguem me aecuse da mexacl,..
aqui vai um arligo, escriplo na propra matriz alo
Nossa Senhora da Coneeirao, por Jote Joaquim t-er-
reira Valle, e eslampado no l'rtigreto de III de se
lembro, orgilo genuino dolpartido llreUu &C'arta>a,
qop bem claramente prova o queH digo.
Et-lu :
o Chegou por lim o dia do pleito das urnae
ate boje o procesan eleitorol leui corrido om esti-
bas as freguezias da capital legal, pacilico e nili-
rado.
a As dpscnnliancas drele espalhadas de qu-
poder inlcrviiiha oessa lula popular, desappareretam
com o 1.....f-lo o probidoso coiii|.orlaiiieulo das aul.
hdades polrtaes.
o Nao lemos motivo de qoeixa : e antea peto ram-
Irario e elogios e palavias de rcconliecinieolo le
mos de proferir a respeilo do Dr. chele de paiicia.
da delegada da capilal e da sab lelegacu da trege
zia da Conceicao.
n Desla feil i autoridades snballeruas.Kuiadas pe-
la hnneslidadc, prudeucia e iropeiealidade do seu
cheta, cumpriram exaclamenle com os deverea qaw
a le Ibes iin|H>e.
Encomios, e louvores ais autoridades rwii-
ci.ies.
II.
O Sr. Dr. Antonio Marcelino Nunes (calve,
sempic par nos foi considerado como um aliara
.lense talentoso, illu.lrado e iiiar.i,Irado hoarad,,
e jusliceiru; o que nos fallava reronliacer tulle
era a sua impar, ululado, poltica como cbefa do po-
lica.
o As clein-as que por lodo o imperio ae esta a
proceder, nos vieram den.....tr. mait esta baila
quali lade em quem Ja ile subra liuha para sur bem
quieto c estimado,
Homem e aulori'ladtsdeslas lieqaa precisamos
em lo 'as as eouje.-turas, mormenle nas irises olei-
loraes.
Nuigaem pode censarar a nossa polica da ca-
pilal da mais leve falla ueste pleito popular, parque
estamos pastando.
A polica c a forca militar cliveram na* ma-
Irixes: mas nao inlertieram em actos eleiaetaai da
mais indirecta maneira.
e O partidos cabalav.im e Irabalhivain peta vic-
toria de suas chapas : mas a polica nenhum signal
dava de vida, por esla ou aquella alleicao.
a A polica e a forca etlatam nas atalriiet para
-u-ieni u oo da ordem. e para a preveavcae do provo-
caees e disturbios, que soem haver nas reunioa po-
pnlares.
i A maior prova desvmpalhia que s poro reuni-
do pode dar as autoridades policiaet, foram estes vi-
vas sinceramente dsulus, e eathutiasticamenle rb-
puudidos por lodos qtta se achavam uas iceia*.
l.ouvores n nc nnius ao chefe de polica, o ao
subdelegado da Conceicao.
III.
a O processo elciloral lem corrido o mais legal e
pacifico do qua em nostas prevwoet aaleviamot.
No dia 7 do rorrenle, pclat nove horas da ma-
nhaa, reunido o corpo eleitoral e o povo junta -las
raalrizes. ahriram-te as portas, e com toda a raima
e ino ier.ir.io enlraraiu I .dos, indo os eieilorc- e s
uppleutes para o sen lugar designado na le, e fla-
vo lirn a quem da diviso da balaustrada.
a Procedidas as formalidades legae-, licu a meu
parochial composla dos segoinles tenhares:
.< Na Irrguezia da Spresidente Jote SiUetlie
dns tteis Comesc inetariot : Joaquisa Antonia
CanlaiihedeAdriano Augusto Bruce Barradas
Dr. (.aelano Jos de S ui/ae Dr. Jote Sergio Ver-
reir.
i Na negue/ia da Conceicaopresidente Auto
nio J. Mascozo Silgadoe mesara* : AiiIoum An-
gosto de Barros e VasconcelloiJoao Coins Claro
Jos Carlos Pereira de Catiroa Bernardo do
Souza lio-a.
a Pela maoeira porque vio corren lo os actos
eleiloraes, as urnas .igmiicamo exaclamenle a **-
lade publica, e os eleilos sers es legtimos reprr
sentantes du povo nesses cargos qne liverem exercer.
o Pela primeira ver na nossa vida provincial vie-
raos a pratica e a realisai.io do s> -lema rcprearaala -
livo : e Dos qoaira que o nosto poro te aca-lurat a
urna ordem de pagamento sobre urna casa de banco.
Nao percas lempo, vai buscar o dinheiro.
O mancebo conteinplou o pai com extraordinaria
eipreasio, e moveu .a eabeca em signal de dene-
garlo.
tjue significa isso .' perguntou Job. Nao acei-
tas ">
Nao, respondeu Hugo em tora calmo e reso-
luto ; lenho o direilo de nao accilar. Como eu sa-
crificada ao meu interesse pessoal, i conservacao de
minha honra os uniros recursos de que vivem meus
pais, o quiuhao de beranca de meu irino c de mi-
nha irmiia coiidemnaria Vincs. lodos a miseria, as
necessiilades para a expiacao do crirae de oulro, du
qual sou a primeira e a mais desaforluuada vic-
tima !
Acollars o soccorro que le otlcreremos disse
o pai em tom imperalivo.
Nao, responden Hugo, nao! a alleicao que
Vmc. me leslemuuha lorua meu dever aiida mais
imperioso ; seu amor deu-mc coragem e forca, io-
fun lio-rae eeperanca e coiifiauca. Abaiidou-me
minha sorle ; conserve o froto de seu suor. Ah fi-
que cerlo de que uo gemerei mais ; peranle a pro-
pria justica lemurar-me-hei de sua bondade, eespe-
rarei de fronte alia o juizo que lera de decidir meu
futuro. Nilo, nao, raen pai, cesse suas instancias :
nao quero dar scmelliaulc preco minha honra aos
olhos dos hoincus !
Job nilo esperava (al resistencia. Vendo a resolu-
c.io firme do llho, recciou seriamente que elle per-
manecesse iuabalavel. I.onge de irrilar-se. sentio
pelo contrario enteruecer-se-lhe u coracao, e foi com
severi lade apenas apparenle que disse":
E se eu l'o urdenasse ".' se u exigisse em nome
de minha auloridade paterna?*
Eu cuidara, meu pal, que someuie sua affei-
e,io dicta a ordem, e pelo amor de Vmc. mesmo, c
por minha mai, peisistiria iuabaiavetmentc na mi- I
nha recusa. Nao comprchende meu pal, que a vida !
seria para mim um inferno, se liveese de calcular
dia por da as necesaidades, al privacOat, as miserias
que \ mes. imios solfreriaui por minha causa '! Ro-
go lhe pois que nao fallemos mus a esse respeilo.
Deixe-me Dcar em paz com o meu coracilo e minha
coiiiciencia. N.lo, nao. isso he impossivel !
llago, lornou o fabricante em lom calmo co-
leiiine que nao lhe era habitual, Hugo, cui la em loa '
mai: para obler esle dinheiro qoe pode salvar-te I
ella rogn, supplicou, laucou-se lalvex de joelhos.
Foi huscar esle soccorro mu longe, e depois da ha-
ve-lo alcanzado, corren por lal maneira que piidere-1
siillar-lhe dahi algnma doenra. A seus olhos la I
honra era mais do que sua vida ; na desgraea lerri-
vel que nos opprime ella ergoa as nulos ao rea para
ren.iei grecas a Heos por Ipi Ibe permitli.lo salvar
le di deshonra. Sp eovollar a ra.i para din lhe
Hago i e. o ..o, liogoser preso amaohla ; m,ii Job,
leu llho asti ,|. .ii.iir.i i-i para sempre...
* l'or ler v indo por mao particular, t agora uos
foi entregue a prsenle correspondencia.Or KK.
Busto, mea pai, lenha piedade de mim.
linio Ioniim-i seria sua dor Eia, lineo, p amor de la expeliente mai aceita este dinheiro ; uao
cegeite* o soccorro qua ella le oda-rece .' .Serraaoe po-
bres, embora '. mas Irahalharemo ; e quem sabe '
lalvez algum dia as cousas rnelhorem verdaderra-
menlc.
O mancebo eslava em pe, trmulo com a ma*
esleodida como se anda hesitaste tomar a ordem.
O fabrcame pox as maos e disse em tom de tnp-
plica :
Hugo, meu llho. eu le rogo, aceite la sal-
varlo.
Pois bem exclamou Hago, Dos me d. lan-
ga vida para que ea [mi reennhecer tanta heoala-
dade O' meu pai, obrigado pelo seu amor sem h-
miites !
i'omou das maos do pai a ordem de pagamento,
repelindo \ mais ardenles prole-lac.ies de c-onlse
ciraenlo. Depois informoo-se do estado .leEugel-
her, de en a doenca soubrra pelo seu criado, e lal
lou a respeilo da mili de flo-ina. O pai faligado
pelas emori'es que acahava de sentir, e creado qoe
e nv mli.i dar ao Iilho n lempo p a liberd.i le do ca
dacein spii< negocios, nao qaix demorar-so mais.
Promelleu voltai a cidade para ver Iluso oo Om da
semana, e consolado, e quasi alegre deipedio-ta do
Iilho.
Em loda a saa vida punca Job abracara a Iilho Ba
lernamenlc com no ranca ou de afigif ae quando tahio da casa de lle-
go alim de tornar para Wiipellstke.niosorris bran-
do e sereno illuminava-lhe a- Ipichps. Camiohava
de cabera alta e com pasto ligeiro como um me*>-
sageiro de felicidade.
todava quando achou--c fura da cidade rami-
nhandi a paesaas largos para a aldeia, por-e a mene-
ar de quando em quando a caheei, e pon. o a pouco
nina n'iv i-o negra veio .is-.imbrar-lhe otemblanle.
Imprcssiunado pela liiiguagemallprlaosa de llago.
o fabrraule de cerveii esquecera-se por um iutlan
tintes de seu lerrivcl carcter ; mas a estrada que
elle segua o rrcondarria inolher. Dianledesta po-
dia eilo mostrar-r alegie .' linha havi loalgoma m-
danca na sua deploravcl situar' i Kstava ain-la
curvado sob os gol|ies repelidos da lorie : pobreza
para lados, du cierno i-ara sua Honua, fuloro des.
(ruido para seu ti,lio, e para seu predilecto Enget-
berl. lalve; urna morle cruel !
Eslas icllev.-.e. ti/eram o ptpililo de Job v Al I.ir a,,
sen oslado habitual de enl.Ui a dr /lesMin-is'/ao.
(.loando avislou rimpaiuiio de \\ i-pell^l,. asvlsv.
va ja lao niergullisdo em sena pen-auveaiti.- susuIhi...
qoe bata aos pedos fallando, la/rudo gestos .le-a-
peradiis, e querande ao omai; unaiiie ao c.-,i .loo.
lar volado a desgrava ionio om enl* amaldiraasto...
,f"o/ifi''OT-.;t*-na.
Mcrnc
ILEGIVEL


DHIIO DE PEINAIBUCO SBi.AO t BE tUTUlRO t ii>?6
essa vafJade. para ns-un miar das nostnt publicas
prosperidades.
i .Neru he com rcele* e desacato*, que se fazem
eieiroes, mas por meios honestos e legues, roma os
da iclualidade.
< Honra e luuvores M aaloridade* publicas, a
(Juera mai vive mais v : assim dltem as velhes,
e agura verifique, a verdade desle dilo.
( Progreito, ape/.ar de oppusiciuni-ta como lie a
Conciliario, acaba da reque-lar esla Me.-sahna, po-
rem fui loe repreliendeiidn-a, porque ella nao be
orgao da peiisamenlocoueilis.lor, visto que.lunge de
estender a handeir. d misericordia sobre o.panado,
foi tevolvc-lo, purein fui tal o fogn que .aluu rio
olbosd.i Messalina, que o rapagfio do Proa/resto ren-
deu-se Pico, eiilrenu-se nos bracos, dalla, e abra-
ron a cuma miitii-1 do Sr. Cruz Macbado.su e ni-
camente!
(Jue bella mi'sao be a da Progrenso '.
Opposirao. oppusicao lela, luiica, infundada e a-
panunada, e unicameule !
Esla ainda he mellior'.Appareceu u seguulo
uuuiero da Conciliafilo, mu un biillelini declarou
o sen redaclur Antonio Marques Rodrigues, que uau
pieria mais lazer parle da redaccau, o que se reti-
rava contuso da estacada.
Ao menos o l)r. Marque* Rodrigues leve mais
juwo, e miuquiz mais alfronlar a upinuio publica,
ostentando-*- redactor da una tal gacela.
Ainda un- ama vez deu u Sr. Cruz Macha ln uina
pruva do interesse que loma pur esta pruvinria, l.io
acerladamenlc confiada aos seus cuidados, e do ze-
lu que em lulo musir, marnenle quandu se trata
do puupar u dinbeirus dos uusius cofres pu-
blicas.
Entre muius mina- que foram explorada, pm es-
peculadores, .1 Colonisarao fui a mais prucurada, e
cuino era ella o desidertum de mullas pesios, a
presidencia passada entre oulros cuiilralos fez uin
com francisco Marques Rodrigues, que liinilou-se
apenas a recebar o dinbeiru e a uo cumprir coid as
obrigares nelle Mlipuladas.
Kelumeute u Sr. Cruz Machado appareceu cm
defeza do no-so lliesouro com esta purlaria, onde
alrm do telo do no-so administrador se nota a im-
parcialidade, a justira e a raziu que a dictou.
Ei-la :
< 3.a secro.Palacio da presidenria da provincia
do Maranh.lo, 22 de setenibru de I86.
a O presidente da proviuria, atienden.h> que n
cidadao Francisco Marques Rodrieues se compro-
inetleu. por contrato celebrado a 8 de abril de I8ii.
a mandar vir do Conliuenle europeti ou llb.is dos
Acores pessuas livres para o eslahelecimenlo de co-
lonias aurculas nesta provincia, e por ludo o anuo
de 1855 fnndar a primeira, ciara a denominarlo de
Pelrupolis, que constara pelo meos de duzen-
lus colonos, e considerando qoa leudo decorrido
ni.ti de oilo mezas depois, ainda a colonia de IV-
Iropolis eslt rnuilo longe de ter a metade ilaquelle
numero, entretanto que o emprezario receheu do
lliesouro publico provincial o empreslimo de onze
conlos quinhentus e cincoenla e cinco mil ris, cor*
respondeole a rento e sessenta e cinco colonos, bata
rumo lem receliido a annuidade de quatrorenlo e
cincoenla mil ris para uro sacerdote ; resolve de-
clarar rescindido o dilo contrato, e que as quanlias
receidas do thesonro publico provincial pelo em-
piezarm sejam restituidas pur elle ou seus liadore*
o prazo de oilo das, contados da intiroarao falla
pela repartidlo competente, e que dever er lugar
i inmediatamente a recepro desla e lindo u prazo
*e proceda a cohranra pelos meius judiciaes.An-
luuiu Candida da Cruz Machado.
ii Cummunicou-se ao inspector do lliesouro pu-
blico provinrial.
!No da 1:1 do mez passado foi encontrado no rio
Mearun um cadver ja qoasi lodo devorado pelas
pirauhas, que verificoo-se ser de Joan Francisco,
inurador na villa do Allo-Mearim, o qoal linha ido
pescar e foi pescado.
Acabo de receber o /-.'laudarle de bonlem 27
le selembio, e nelle vem um artigo, em que se diz
que n governo central ceusurou o nosso presdeme
por causa daquelle ollicio, que elle dirigi ao Sr.
I'.milio Rousc, vico-cnsul de Fianza, e que fui
transcripto nu seu Diario, e lidu, como V. me mau-
dou dizer, com bastante interesse e apreco por lo-
dos os seus numerosos assignaDles.
Com receto de que alguem dahi possa ser Iludi-
do em Ma boa fe, Icndo o estandarte, e vendo o
imposant cora que os seus etenptores asseveram e
propalara tal fado, pero-lhe que transcreva e se-
guale :
i Copia.Rio de Janeiro.Ministerio dos nego-
cios estrangeiros, ero 211 de julho de 18(i.
lllm. e Esm. Sr.Accuso o recelnmenlo do of-
fieio n. 2 que V. Esc. me dirigi rom a data de ~>
do crrenle, arompanhando copia da corresponden-
na que cum V. Esc. leve u Sr. Emilio Rouze, v-
re-consul de Franca nessa capital, pretendendo elle
ler o direilo de dar passaporles aos subditos france-
zea que se reliram do imperio.
a Em respusta ao seo cilicio, Icnbo a honra de
declarar a V. Esc. que approvo a resposta que deu
ao referido vicecnsul, a qual he persuasiva e guar-
da a necessaria moderac.30 e deferencia.
a V. t\c. encontrara no meu relatoriu apresen-
lado este anuo ao corpu legislativu, a corresponden-
cia que tive sobre esle ssnruplo com os ministros de
Franca, Austria e Portugal.
Nao me consta que a pteleuc.Ho du 8r. Itouz
lenha sido imitada pelos outros agentes consulares
de franca.
Reitero a V. Esc. os protestos de minlia per-
leita estima e dislincla considerarn.--Ju-e Mara
da Silva Parauhos.A'S. Esc. oSr. presidente do
Maranbo.
i Archve-se. Palacio do governu do Maranhao,
12 de agosto de 1856.Cruz Machado, a
Ha pouco lempo narrei-lhe minuciosamente um
horroroso alenla !n contra vida de t. Candi-
da Mililma d'Abreu Marques, na villa de Curu-
rupu.
Depois conlei-lbe a viagein dn llr. ebefe de poli-1
ca ao lugar, onde o crima foi intentado, e a manei-
ra honrosa e activa com que esle magistrado proce-
den a indagarlo delle, do que resullou a pronuncia
de diversos cmplices.
Depois Ihe coolei lambem os empenhos que hou-
veram, as chicams que se empregaram, e us meos
que b pn/.eram em pralica para que o reo Aotooio
Correa de Meuilnnra Bitancourl nao fosse para Gui-
inaraes sogeitar-se ao jury, e ness occasiao Ihe
coutei a mancara, digna d lodo o elogio, por que
proceden a presidencia uesse negocio, onde, alera
de desmarcada prolecrAo que se queria dar a um
criminoso se pretenda cupplantar o principio da
auloridade, que he a alma dos governos monar-
chicos.
Dcpoii de ludo sto, foi o l)r. Jos Valle chama-
do para defensor do reo Bitancourl, que ha um dos
lavradores ricos desla provincia.
Por occisia d apuraro das eleices muncipaes,
o l)r. Carlos Fernando Ribeiro, que foi laboqueado
em Guimares, apresenlou-se como membro da c-
mara municipal desla capital, eabi principiou a cen-
surar diversos actos da presidencia, pelo que fui por
esta suspenso pela segointe portara, que, alcm de
dizer quaes os motivos, moslra a justira com que o
Sr. Cruz Machado deu esle passo.
a Copia.Palacio da presidencia da provincia do
Maranli.io 2'i deselembro de 1856.
O presidente da provincia, leudo conlierimento
de que houtein em publica aaaata da cmara muni-
cipal desla capital, por occasian de se dar cumpri-
nienlo ao riisposto nos rligos 10." e 106 da lei n. :t87
de l'J de agosto de I8(i, o vereador Carlos Fernan-
do Ribeiro, ero linguagem desabrida e desrespeilusa
lachara diversos arlos da presidencia de illcgaesear-
biliarios, converlendo desl'arle. em tribunal supe-
rior ou corpo polilico, que linha o direito de censu-
rar ou lomar coubecimenlo desses actos urna corpo.
rafta meramente administrativa, arl. 2i da le do
I. de ouluhro de 1828, subordinada ao presidente
da provincia, arl. 78, e a qual he prohibido tratar
le negocios Dio comprchendidos na mesma lei, que
Ihe serve de regiment, art. 78, e apenas pode dar
parle ao presidente da provincia das inlVacc/ies, pre-
Vdricac.es e negligencias dos empregados pblicos,
art. 58 ; a sendo porlanlo raauifelo que o ditu ve-
reador eveedeu os limites das fonernes proprias do
empregu, a incorreu as penas do ait. 139 do cdi-
go criminal, a cumpriodo pr lermo a semelhantc
desiiiandaineiilo, alim de que se lirme o principio
de auloridade, reconherendu-sc que he immrnsa a
distancia entre o delegado do gvtrno ne S. Mages-
lade, c um vereador, e que esle devequelle reapei-
lo, obediencia e subordinaran ; resolve, uiandu da
allnliuirao que Ihe contare u i 8. do artigo 5. da le
de 90 de oulubro de 183, susnender o dito vereadar
Carlos I ornando Ribeiro do eiercicio das funciiies
do cargo, e que imincdialamenle se Ihe lio, eflecti-
va a rcspuiisalnlid.de pelo juizo de direilo da pri-
meira vara crime, em couformidade do dispuslu no
capilulu III du regulamento n. 120 de :11 de Janeiro
de I82. Aulouio Cundida da Cruz Machado.
Conforme l.uiz Antonio Vicira da Silva, secreta-
rio da provincia. >i
Na uoile da 20 dn passado, diz o Olnen'a/'tr, em
Casias, o alferes n lonco Pereira da Fonseca assas-
sinou sua prima, Maria Pereira da Fonseca.
I ni acceaso de loucura na idade de 21 annos, o
levou a commetler lal crime !
(infeliz louco percorre a ru.n desla eidada su, e
l> i i-.o n bem da humaoidade chamamos allem-ao
do Sr. Ilr.chclc de polica, para que elle seja qualo
aules mandado para o hospicio de Pedro II, como
aconselha o Sr. I)r. Maia, um dos nossos mdicos
dislinclos.
O Sr. (>uz Macha lo guiada pelu deseiu, seinnre
lonvavel, de engrandecer a provincia, que boje lera
a fortuua de ser dirigida por elle, nan cuida mi de
morahsa-la, como multas vezes Ihe lenho ditu e pro-
vado, e ira lambem loma interesse pelos seus me-
Ihoraraenlos inaleriaes.
Para provar o que levo dilo, queira Iranscrever
esle liem elaborado e Irarado contrato para ., nave-
gai.an a vapor nos prmcipaes rios desla provincia,
nao tu para ver se algnni ncaociaiile des-a praca se
lenta a comprar algamas acres, cuino tanibem "para
que elle sirva de modelo, mutath mUtOMdU, em al-
guraa emprcta dessa or lem.
Ei-lo:
i.on'.Mio para a navegaran., vapor nos rios i Upa-
cura', Mearon. Piodaro c lur, e na bacia entre
esta ridiide e a de Alcntara.
< presidente da provincia do Maranbo
da loloritacao
resolva celebrar
e engenheiro o
tumo a seu cargo a dila ampreza ;
com as referida* eaaaa rotniaereiaa
eanlrala constante d* arligos segoiotes:
Art, t. Os empresario- uhnqamse a encorpoiar
o mais breve que for possivel nina cninpaiiliia que
se dennminara CerapaDhia de navearilo a vapor
lo Maranbooujo capital sera de 5(KI;0lKl^Mhl rs.,
divididos em acres de lOO^IHKI reis, para o lnn de
levar a ol-il i a navenariiu a vapor nos nosItapu-
enru', Mearun, l'inda'i- e Tur), e na hacia entre es-
la calo e a de Alcaolara.
Arl. 2. f.-i i cumpauhia goiara' do privile^iu o\-
elotlvo da dila navegaran por espado de viole aiiuus,
qne sa coroecarSo a contar depois de nodo o pra/u
marcado par., ocomero da nave;acJlo em cada nma
das Punas abaito mencionadas.
Esle privilegia aanaeola podra ser eapaejado me-
danle novar.lu de runlraln, em que se estipule o
augmente do Damero de barros a vapor, segundo a
crescenla neceMidade-do eommelcio.
Arl. :l. A navegado do ilapocaru' dividir-se-ha
cm duas serenes, h ser falla : al. da capital bu
da aos cofres provinriacs don< anuos depois
reiiimenln rom o juro annuode 8 por reulo
All. 30. O governu emprestara' compendia a
quautia de 2 conloa da rs. sem juros, pur espai;o de
rinro anuos, alim de ella montar nesta rapiial nina
pequea fundicao dentro du prato de Ires aiiuus,
cnnladus du tlia do empreslimo, sol pena multa de
JO porrelo dn capital emprestado a raatiluicAo des-
le -e a fundaro n.io i-tiver munlada nu pra/.o mar-
cado.
Arl. 31. As multas, de que traa o presente ron-
trato serau cobradas administrativamente, sendo o
governu nicamente o miupeleute para decreta-las,
e lindo o- lelos, porque o (iier, furr. de inslru-
uiento ex-quivel.
Arl. :I2. S os rius, que lem de ser navegados a
vapor, em virlnde de presente contrato, necessita-
reui de limpeza ou aprofundantenlo em alguin ou
algnna lugares, alim de que possam ser navegados
por barcos, que demanden! 2 l|2 pes calado, o go-
vernu obrlga-aa a mandar examinar cs^es lugares,
reciinhfcida a nere-sidade da I impela nu aprn-
rura
lo re- i zes na o pas-am alm da sua esphera, nao acha ron-1 Conservador a diiina-se do emprestar-Ule, riela IM
sa lora dn cummuin, em ludo qiiaulu la/.em us uu-
i que elle faz
Rosario por um vapor de 70 a I no ravallns ; e a 2." fuu lamenle, u man! ira' lazer de rumbinarao >.
Un-ario Casias por dous vapores de forja deiOala Companhia, abrindo um eredilo currespoudenle
'" ravallus. -, .,:iiiuia or- na para is despezas.
Arl. i. A navegara- do Meariin dividir-se-b.i em Arl. II. H- hircos e mais objeeloa Importados pa-
ires scenos, e sera relia : a I. da capital j, p,|0 ,,, serviri>. da navegara i i vapor lias linhas cun-
da abarri por nm va|iorde forja de TI) i tiMI ca-! tratadas .erao laenlos de lodo equalquer imposto
vallus ; a 2.' do Purlu da Ijabarra a paragem deun- i provincial durante u teinpu du privilegio.
minadaSeceo das Almaspur oulro vapor de fnrr.i I Arl. :l. O soVemo podara' servirse dos vapores
i :t. do Seceo das Almas a I para deslino diverso do marcado no presente con
Iraln, siigeiandu-se pagar a cumpanlua o frele
llarra du Corda por qualro gabarra- a duas iganles
antes de aherlo o canal da l.igeiu (irande roofor-
ine as nece-sidades do servir ; indo as aabarraa at
n ponto da l'etlreira, se u rio au permitlir que vio
alera ; e as garitos de-se paulo a lirra du Corda.
E dore mares denuis de aherlo u canal da Lesean
(irande. e limpo o rio nu- lugares neres-anu-, a na-
vegajao da lerceir serrio sera falta por um vapor
pequeo accommodado a eapaeldade do mesmo rio.
Arl' 5. A navrgacjlo do l'mlar dividir-te-ha em
duas
convenrionado cum a mesma e as avarias nos casus
previstos pelas leis cummerciaes.
Arl. 35. A companhia he abrigada a pr dispo-
sirao do aovernn em todas as viaaens re"uudaa
de cada urna das linhas um lugar de passageiro de
estado.
Arl. :lti.|l)o|numem total das ,-icc.ues da cumpauhia,
os emprezarius puderao distribuir enlrc si ou on-
Irem. a seu arbitrio, um Ierro ; re-ervondo duus
secroes. e sera fela : a l. da capital a Por- l lerros dellas, para ciem disiribiiidas na provincia
(o da dabarra por um vapor de rorc.a de 70 a 100 pelas peaaeas, que as pruciirarem, inscreveudu ero
eavallos, e a segunda dn Porto dn I,abarra a Mon- | urna relacao os nomos de todas essas petases, alim
rao por ontro vapor de forra de 10 a 50 eavallos. I de que i iiinguem sejain di-lrihuidas primilivarrreu-
Arl. (. A navegarao das sectes de que Iratam us i le mais de 200 acres, havendu nutras, que queiram
artigos antecedentes, da capital au Rosario e au Por-i ser accionistas. Se a relacao dos pretendentes for
lo da i .abarra, puder ser feita pur um so vapor de em numero eseessivo, s'erao preferidos na di-
forra de 70 a I0O eavallos, heni como a navegarao I Iribuicao os lavradores afazenlado
das secroas, entre o Porto da Gabarra e o Seceo das I tes domiciliarios na provincia
Almas e Monrao. peder ser feita por um s vapor hlicos.
de forra de 10 a VI eavallos, ,-oui tanto que disto mo Art. 37. Se a distribuirao dos dous trros da
provenha irregularidade as viagena redondas, que aeres nao ealiver concluida dcnlrn
os negocian-
e os empregados pu-
coiisiai|iie so me aprsenle candidato deputauupor
qualquer doscircalos eleiloraes em que se ada di-
vidida esta provincia: nao foi, porlanto, sem
grandesorpreza que li aqueUe trecho du < Con-
servador, cuja leilairSo como que presidio o
ponsainentii do se me mingar com os aspiranies ao
lugar de que alii se trata, ou udesejo ile so me ar-
rastrar s lides polticas, das quaes desda limito me
ado arredado, por ler conhecido, se bom que de-
masiadamenie lardo, que nllaa seinpre sao mal
suceedidos aquelles que nao teem a prorisa doeili-
dado para sacrilioarem a ooiiscienria s ronvenien-
ciat dos partidos, por mais desarrazadas, por mais
torpea mesmo,que Ibes parurain.
Como quer que seja, cumpie que ou nao auxi-
lie rom o meu silienrio o plano do Conservador.
e por isto dou-mc pressa em declarar que nao sou
candidato a depUUeSo por nenlium dos crculos elei-
loraes da provincia,e milito monos pelo primoirod
liedle, que lenho etu cotila do mais imporlanlo,
o que he de misler mando assembla geral legis-
lativa um reprmanle que bem Ihe romprehenda
Nada ho mais de-prez.vel e digno de compaisao ; nos verdadeiros inleresses, o que, para advo-a-los
do que um h.imem soberbo. Puncas paisoes ha, au\o-,a ios
que como a soberha sejain lio loucas. |e promove-los, abunde as hab 11 lar oes que sou
Temos a vista noticias de Villa-Bella com dala I o priineiro a reconhecer quo me falham.
de i do correte, que uos dao a salubridade na
qurlla localidadc iiiaichando inalteravol. Havendu
solo morlo a pauladas e depois laiicudo ao rio em
marro prximo passado Mauoel de'Sou/.a herrar,
ate agora uo se linhain descobcrlo os assassiims e os
niandalarios. Agor: furara presos a mulhcr do mes-
mo por se suspeiiar ser ella a maiidalaua, um Deo-
doro e um Marianno como executures. Felizmen-
te de-la vez nao licara o crime impune : pois que a
Justina publica se ha de men -sai em um processn
que revela (anta maior malvadeza, quanio fui man
lado pela propria
tro-, e nan admira scufio o que elle faz. Ie-gra-
rado daquelle, diz n prupheia, que se julga labio a
seus piopiio- i.llio..
Qae de funestos elTeitos nao proalna asa paiao i
Quaufas paixdes estaran) aduiiurcida-, se mlu Ios-e
a sobarba .'
X subeibt arruina a- ricas ra-.i-. Ella ha um
vento que deaecca, que con-ome e que queima lu-
do. IXada Ihe resiste; ella lie como que a alma de
ludas as paltes, o a luiilo funesta de ludus os
males.
Por mais poderoso e mais bem eslabelerido que
eslej.l o reino da soberha un jui/.u e coraran do- no-
mena, a derrota de um iinmiuu tilo allivu au he
dillicullo-a. Ella era si mesma traz o seu cunlra-
veneno.
Os accidentes de um eraprego, um magnifico Ireni.
vestidos suberbos e preciosos, abundancia de ben-,
um juizuvivu e lino, que -e distingue e leva som-
pre a primaaia, be o que commumeute faz na-ccr.
ou ao menos o que. fumeula esla indmita p.usao, a
qual seir.pre lema ruin Ijraoma. Coiivenraino-nns
da baixeza da sua urigem, e da fraqueza ile ludu,
que Ihe da soccorro, e logo nos eiivergoiibaremus de
ter sido pur lano lempo eus escraves.
Nenhiinia opinigo be mais mal fundada.do que a
em que se eatriba a sobarba !
dos mesiinns.
poslergande aberlamenle a le de l'l de ago-lu de
lliVi, rrugou-sa todas as lUbnice. da Dusa. i.
elusivo a da verilirarao da Identidad* dos volantes ;
fez mais aind.i.Exin. sr.. falundo um d
olir. .1. I-, (.. Lina, que deixondc
referidu dia 21. e aegoinles, elle
Ira o voto e reclama;......
pata substituir aqurlle mi
-a Lima, leudo alias a m<
provado o capit.iu Feliciai
ao para pre.uct.er vaga deisada pelo rueuc,
lasl..i.,.-.cose-pir.los >earhm aataat in.i.e.c. .
gila.lo.. r.xin. Sr.. de l,n| p.tl ca ,,., Ktlm
vo.c.u. -i l.i le-teiiiuiili, ,| esr.m.i.ilo,, ur ~, ,.,
us ve pude arredilar, tal na a ualurera ciUwrdius
curapareter nu "a delle-.
jui/. de paz, ron- Ja boje nao re-l a menor duvida.
suia moa indicado e ap-
Cavalcanll daCunba R-
Assumindo por o-le modo a al.i.ude de dneclor
guardn mai- moderar.......g,... desdeloiodtler-
mmou que o povo se eoiiaervasse lora a i-iea
que apenas nella entrasae u votante que fo
inadn ; e lado isto elle fe/, sem ou
a mesa, na obilanle ler ella conti intrnenle re
madopeln direilo que Ihe compela de sea novia. ,,
ai i Uin llr"
quella. f em nutras queslues da mesma ordem. Pm-
eguio a e'eiro a grito c a conteni rtojnii de. ,.,,
daudo-se o escndalo de serem repellidos muitoi
votaiil,'-, quo elle ilr-riinli,iva nao perlencerem a ...
parnalidade. e admillidoa a votar Ires e qualro ve-
-. de que d-tr-
inca, inlriduzi.i nella, gJ,, e o piiz de paz, de-amina los |-ela (alia de v.
diro, a Manoel Jum- Fl-1 tainle, nao obstante havorrin aaaaaajajaaja ,.. mn .
que lurain inairados nu ollicio diiigi | a \ f-;,,-.,'
com dala de I. anteas, paajajaarasB aaaaaaaaahaa Iraai'-
de a violencia, para adulterar a eleirio. e a-xa>
ublrrem um liiiimplio lilegal e Iiciicm.
Nenias indereatel mauolira-, nuitam riles rosa
-en agente e ejecutor, u relen.ln allere- A/evrtln.
qual se lem roiisiiluulo um perlmh-tdor publico.
A maioria na masa nawsMala aaaala aaiaj a OBaas-
I,,. dio da scena, que se e-(a' pa-.aiilo a' Doria da iarr-
n eousullar ja, eulreaiKo nutre a sala serta sus.ciia. aja nw
einb.iraralos os i-pefiadores de pnderem ver a
lalvez ella ja trulla -ido viola la no meo. do luana lo
que esla" lemn lo >e lal Iraajf acamlecnte. ..
inerabros da mesa, que nta l.-ieinuidias presenriae-
doque acabaa de irlerir. seablera* de loastar |urle
nos irabaJhaa nllaaraa, e lazendo um promio cir-
rumslaiiriado. o levaran ao roiiliecinaraOo de V.
zes oulros, que perlenclam a .en grupo, sendo qw tve. para n-olver que lor de direilo
por mullas vezes a mesa indignada pur (al proced- Heos guarde a v Esc- Pedra, de'l sam, e
e, o'.selemhru de IK36.
ment, redamara e pretender oppor-se
li
ie
l'toriainw Coma dr Hr'Uto.
Piecife 2 i de oulubro de IS5G.
s>.<. redactores.O tcrrivel guipe por que passei
no din 25 do correte anuo, cujos clleilos a sensares
me acompanliaran t o tmulo, obriga-nie a inier-
roropere adiar, em alinelo a esle faci provi-
dencial, mirilla correspondencia e defe/a, que Ibes
rugo de publicar em soa gazeta, com o que summa-
nicr.te abrigar de V'mcs. constante leilor eassigoan-
,i.i. i,, iiuai'to ioi lun* i ,.. .i
nullicr. O calor ja'era eicca- S^tEES V"'- 'P"-
voalli.e suppunha-se que. se c.escesse, aquellos UJ"1'-"" direilo Jos I-,bppe i
muilu leriara a soflrer
de qualro me-
runtadns da dala dn presente contrato, os em-
prc/.arios poderAo dispr das reslaules onde Ibes
convier.
Arl. 38. I.ogo que ealiver distribuida |mais de
metade do numero total das acres, a companhia se
considerara encorpnrada, c os acciouista- reuoir-se-
hao em assemtilca geral para orgauisarao dos esta-
tuios da companhia, que serilo submeltidos em cou-
lorniid.nl do decreto u. 575 de 10 de Janeiro de
iKiil, a pprovarAu do governo imperial.
Arl. 39. Os emprezarius, sendo accionistas de
mais de 50 aefOei nao beoeficiarias, lerSo a gerencia
da companhia durante os cinco primeiros annos,
contados dn dia em que a navegacao enmerar em
qualquer da- linhas.
Arl. id. Os empresarios nao podarn receher em
remuneraran de seu trabadlo mais de sete por ceulo
em acjes beoeficiarias, corrtspondeules ao valor to-
tal das aeres.
Arl. 51. Nos etlalnlos se presrrever que nin-
giiera podar ser (renle da companhia. Dio sendo j abaisealO 'os VxamiiiVndor
mensalmenle ilcvero haver as linhas roiitraladn
Art. 7. A navegaran do Turv sera' feita por um
vapor de forca de 70 a 100 cavados.
Arl. 8. A navegaran na bacia entre esla ridade e
a de Alcntara sera' feita por um vapor de forra de
70 a 100 cavados.
Na iiavegac.au desla linha a companhia podara'
emprear um dos dous vapores de forra de 70 a
100 cavados, de que (ralara us arls. aoi'ecedenles,
se disto Ble prnvier irregularidad as viagens das
oulras linhas.
Arl. 9. llavera' pelo menas Ires barcos de reho-
que para transpone dos pa-sageiros, gados e merca-
dorias na linha de llapucuru' : duus ua du Mearim;
e duus na de l'indarc.
A companhia obriga-se a augmentar o numero
de barcus de rebuqua, 'ouorme as necessidades do
commercio, da maueira que uau baja demora no
Iranspurle das cargas, que lorem levadas aos arma-
zens da compaiihia.
Arl. 10. Uuando a navegarao a vapor se abrir ;.
circularao pulilira em qualquer das linhas contrata-
da*, develan estar proniplos grandes armazens cu-
berlos de lelha, com accommodai.oes ba-lantes para
passageiros e cargas nos segointes* pontos Rosario
ou Pal Simio, llapucuru'-inirim, Cmala, Oid e
Casias, na linha du llapucuru': Porlo da (Jaharra,
Arar; villa do Mearim, Seceo das Almas e nar-
ra do Corda, na linha do Mearim ; Vianna e Mon-
rao, nt linha de Pindar : Cuiniures, Cururupu' e
villa de Tury-assu', na linha do Tur} ; Alcnta-
raue linha de Alcntara.
As cargas eraorcrolhnlas soh a rcsponsabilidade
da companhia, por peasea por ella eucarregadn de
guarda-las; e os passageiros se accoininodar3o nos
avarandados, porque a companhia nao se obriga a
ler bospedaiias montadas.
Arl. II. O transporte dos pasrageiro, gados e
mi-iradnrias far-se-ha nos vapores e nos barcos da
reboque do modo mais cominodo ; e os respectivos
fele- serao marcados animalmente em tabella- or-
ganisadas pelo snverno de combinarao cum a com-
panhia, len.lo por rase u masimu de quiihentos rs.
por legua, iuclusive comedorias," quauto aos passa-
geiros, c o prero usual lus barcus ordinarios, qua-
lo aos gados e mercadorias. lis preros das tabellas,
depois da assira Bxados, nao podaran ser rediizidos
emqii.ilu a roinpaubia uau perceber lucro liquido
superior a 10 por remo.
I'ica entendido que lucro liquido he o inlere-se, I logo posto integralmente ero exccur.ln.
que resulla da receita bruta depois dededuzidasl E para que esta resolurau prduza os raesmos
delta : priineiro, as despezas de rustri, iuclusive ell'eitos legaes, que a e-criplura da um contrato,
os seguros dos barcus e seus concerlos ; segundo, a nelle se assignain o Exn). Sr. presidenle da iirovin-
reforma do capital empregado em barcos de vapor ca Antonio Candido da Cruz Machado, os empre-
povo
Escrevem-iios da cidade de Olinda, dizendo
que a polica ah ai de mal a peior ; que ha va-
dios em grande escala, e que alguns inspectores,
ah'-m de nao enmprirem seos deveres, vivem de
vender objerlos prohibidos, e apruveilam-sc ra au-
turidade que a lei nellea deposilou, para invadir
uuile casas albeias. Semelhanles inlluencias uo
nos parecein verosimeis. mas como a perversidade
ludo pode, rogamos a quem compete, que lomein-
formares do expendido providencie.
Bealisou-se hnuteni, como haviaroos aununciado,
a defeza de dieses pelo bacbarel Sr. Manuel du
Nasciuienlo Machado Portetla. Logo pelas 9 hora-
da manilla, se enmeraram a alopelar as salas da
faruldade. a durante todo o acto acharam-se ellas
complelamente ebeias de espectadores. A appro-
varflo plena foi o premio das vigilias c trabadlos do
candidato ; e hoje mais um doulor conla a Faculla-
dede Direilo do Denlo sabido do seu seio
ppe de Souza |,c3o, e o ac-
tual juiz municipal e orpbaos deCaruar.
A juslira pode ser feita em qualquer
tempo ; a injuslira urna vez commeli-
dahe irreparavel.
II. Alonso 2.n, de Portugal.
O dever qoe rorre a lodo homem honasloda def-
fender-ee parante o publico, cuja opiniao. segundo
Schiller he a rainha dn universo, lauca-me de novo
na Imprenta para que srjamos jolgados com o crite-
rio da nnparcialid.de, eu e o men adversario, que
tao covarde, e abusivamente rnordeu-me, como faz
o reptil ; c stipplantou-me a lihcrdade. manejando
a arma du emprego que o aoverno conliou-lhe para
lina bem diverso: como faz o assassinoquando mu-
nido do arcabuz fere a victima incauta, qoe trau-
quilla, e innocente pne.-se drbaiso de seu liro.
A carr-rn lid doi fados, sera a melbur lingua-
gem de que me possa servir peanlo um publico il-
luslrado. e do qual ludo confio ; pora em relevo a
con duela judicial dessa homem, que a semelhanra
Acharam-se prsenle; lodos os lente-. daVacMa- JSMSi^S! a?"'lrd,", ,,um Pr"
de. c o lente jubilado o monsenhor Dr. Antouio Jo- S, d"arer''[ Me I"* a JwUea^moa 0 chame a
se Loadlo. Su nao se poude apreseotar o Sr. Dr.
Zacaras, por nilo estar na provincia.
Moje lento coineco, na Faculdade de Direilo,
os icios dos diversos auno-. I'raza a Dos que a
borrasca seja desla vez bauida, e so a bonanca se
accionista de .50 acres pelo menos ; bem como que
o accionista, que liver 'i.acres, tero um voto, o que
liver 10 acroesjlera dousvulos, e assim por diante ;
que r.enhum accionista teru maia de 20 voto-, qner
per si, quer como procurador de ntilros ; que uin-
guem puder.i ser procurador de acciouista sera que
o seja e lenha VOlOS, e finalmente que nenlium ac-
cionista, que tenlia menos de :10 acres, ser mem-
bro da direcloria.
Arl, 12. O governo, ouvindo a companhia, far
os regalainentos de policia das linhas de navegacao
a vapor e suas dependencias. t
Arl. 13. Perdendo-se uin ou mais vapores, as
viagens redondas continuaran a ser feilas-tao regu-
Inrmaule, comu for possivel e acurdadu entre o go-
verno e a companhia ; e o goverun continuara n
mandar pagar a companhia as subvenc.es cor-
respondentes as viageus redondas como antes do si-
nislro.
A companhia he abrigada a subsliluir o vapor ou
vapores perdidos dentro de 18 mezes, se forem de
forra de 70 a 100 cavados, e deutre de 12 mezes os
de menor forra.
Ail. li. O governo da provincia compromelle-
SO a impetrar do governo imperial iseurao dos di-
reilos geracs nara oa objerlos e barcos "da compa-
nhia, viudos de fora do imperio.
Arl. 15. Este contrato, depois de assignado ser
por animidades, calculada a duraran dos barcos em
10 annos : terceiro, os juros de 8 por cento do ca-
pital : quarto, um por cento para o fundo de re-
serva.
Arl. 12. Na nrg.misar.in das tabellas dos feles,
de que Irat o trligu antecedente, nao sero estes al-
terados animalmente em mais de pur cenlo dos
prerns dn anuo anterior.
Art. 11. As tabellas annuaes serao orgauisadas
pur qualro arbitros, dous uomeados pelo governo, e
por rios por parte da cumpauhia ; se houver em-
pale, bem romo sa forem mais de dous os pareceres,
tomar-se-ha a media entre o valor mnimo e mxi-
mo dos meamos pareceres, comanlo que e-la nao
exceda aos 5 por cento do artigo antecedente para
diminuir.io dos frele*.
Arl. li. As passageus para os pontos de escala se-
rn pagas proporcionalmeule as leguas e os freles
dos gados e mercadorias pelas tabella- respectivas, a
batida a differenra correspondente as distancias.
Arl. 13, Os vapores em suas viagens deverao
todas as vezes que for possivel, rebocar os pequeuos
barcos, que conduzirem passageiros ou cargas medi-
ante 2|3 partes dos prego marcados as latidlas or-
gauisadas pelo modo determinado no* arligos ante-
cedentes.
Art. 16. A organisac.o das primeiras (aballas dos
freles de passageiros, gados e mercadorias ser* fela
pelos gerentes da companhia de accordu com o go-
verno da provincia, que lera' voto deliberativo.
Art. 17. Serao pontos de escala ua navegarao de
llapucuru', os segundes ; Rosario, Itapucuru'-mi-
rim, Cnroal e Codo : na do Mearim, Porto da Ga-
barra, Arary e villa do Mearim : na do Pindar,
Porto da Gabarra e Vianna : e na do Turv, (juima-
rJes e Cururopu'. Os vapores (arito oa "ida cuino
na volta tocarn uestes pontos, e demorar-se-hae
cm cada um delle pelo menos doas horas.
sVrt. 18. Nos armazens de deposito aerao recebidas
sem retribuirn alguma todas as cargas por qualquer
modo Ira/ida- para ellos, urna xez que sejam trans-
portadas d'ahi al aeu destino nos vapores ou bar-
coa de reboque da companhia.
Arl. 19. Na linha du llapucuru' havera' mensal-
menle Ires viagens redondas da capital a Casia; ua
de Pindarorna da cupilat a Moncao ; na do Tu-
r>urna da capital a villa do Tury-assu', na de Al-
cntara, qualro da capital a ridade' du mesmo mime,
e na do Mearimama da capital a Barra do Curda,
quando a navegara da 3.a secrilo for leila a vapor,
e antes disto urna da capital ao Seceo das Almas, fi-
zendo-sc entretanto urna viagem redonda mensal-
menle entre o Seceo das Almas e a Barra do Corda,
por meio de gabarras e igarits, na forma prescrip-
ta no art. H.
.xrl. 20. Nao se realisando qoalquer das viagens
redondas, de que (rala o arl. antecedente paga
companhia ao lliesouro publico provincial a'molla de
6005 rs. na linha do llapucuru' de 501fcs rs. as do
Turv e Pindaie ; de .501000 rs. na de Alcntara, *
le 6OO5 res na do Mearun quando a navegarao de
(oda a linha for feita a.vapor
a de OO5OOO re., na parle da
A's seis horas da lame de hunlem, qnasi lodos
os sinos da ridade fizeram relumbar os ares com seus
festivos repiques. Um arlo -ulemne linha lugar na
isreja do Trro, por occasiao da lienc.io da pa-
droeir daquella Invocarjjo, cuja festa deve ler lu-
gar amanlia. A fazer um juizo da fesla, pela lien-
rao da imagem, ella deve ser inuilo boa.
I.embramns aos Srs. lisraes, que nao deisem
descansar os garapeiros, pois de novo eslao na ef-
fervescencia desle illicilo negocio.
Hniilem deu-se sepultura os restos morlaes
do Sr. Candido Jos Lisboa, prolessor de lalim e
msica desla cidade, o qual era dotado de exceden-
tes quididades.
Hospital de caridade.Dia 23.Eiisliara 75,
enlrou 1, sahiram 2, esistem 7.
2.Bullan 74, enlrou !, sahiram 2, esis-
tem 7:1.
..//<: amankila.)
zarios Cede A; Irma 1. Jesc Pedro dos Santos A; Ir-
m.in e Raymundo Teiseira Mendes.
Eu Angosto Cear dos Reis Rainl, ollirial-maior
da presidencia a escrevi, aos 27 dias do mez de e-
lembro de 1*5';.
E eu Luiz Antonio Vieira da Silva, secretario do
governo da provincia, a z escrever e subscrevi.
Antonia Candido da Cruz Machado.l.eile jl Ir-
m;io.Jos Pedro dos Santas A; lrm.io.Rjvniundo
Teiseira Mendes.
Acaba de chegar o vapor do sul ha tantos dias an-
ciiisainenle esperado.
Em vez de alegra e coiilenlamenln, experimenta-
ran! todos profundo pexar pelo fallecimenio do
Exm. Mrquez de Paran, e mais qoe lodos o Sr.
Cruz Machado, do quem foi sempre o illu-lre lina-
do amigo dedicado e constaute apreciadur do seu
merilo, de que Ihe den evidentes provas, quando o
collucuii i frenle da adminislraro de duas pro-
vincias.
Como sei que Vmc. sabe devidamenle aquilatar a
perda que solfreu o Brasil com a morle desse esta-
dista omnenle, desse polilico ron-umado, desse
ministro e senador, cujo miaran sempre palpitun
por generosos e acrisolados sentimentos de amor e
dedicarlo pelo eiigiandeciment.i e futuro do seu
paiz, ronteolo-me spenas escrevendo, como fez a
iduslrada Soca pocasobre o chao do seu sepul-
cro esta breve inscripeo:
A MEMERIA
DO
/: rni. Margue: de Paran.
I M.\ LAGRIMA DE ETERNA SAUDADE.
A Ierra Ihe seja leve.
Apenas foi reoebida esla triste noticia, S. Exc.
ordenou, que foisem fechadas lo la- as repar-
tirles publicas por esparn de Ires dias. e convidoo
lodos os seus empregados a tomar lulo por tres
dias.
Foram plenamente satisfeilos os desejos da presi-
dencia, e su ella ainda hoje de lucio a lodos d
signal do profundo desgosto. que esperimenlou com
lal perda, porem deve o Sr. Cruz Machado odiar
para es-e passamento cora a coragem propria de um
venladeiro chnslao, e lembrar-se que pranlos nao
aquecem cinzas frias, os alleclos morios as lagrima?
mo os reverdecem, o calor dos suspiros nao abre os
odios e nem anima o peilo, que seccou a aridez do
sepulcro, como umita bem diz um autor contempo-
rneo.
Oa partidos eslau-se preparando para a lula elei-
toral, porem nao resta a menor povula de que sabe
vencedor o a couslitucioual governisla, t oude se
acha alistado ludo quanlo ha de mellior e huueslu,
moralisadu e di-linrln.
A' vala disto neriano he dizer-lhe, que o repre-
senlanle ,1o circulo desla capital he o commeada-
dor Jos Juaquim Teiseira Vieira Belfurd, um dos
caracteres mais nobres, dislinclose honrados, que ha
em loda a provincia, e onde he conhecido c ocxi.la-
mente apreriado. quer como membro de urna das
e em quanlo'nao for prineipaas familias, quer pela sua ioledigcocia, in-
linha da capital ao \ 'cireza de carcter, virtude, e pur orna oulra qua-
Seccu das Almas, e a de OOjOOO rs. oa parle entre o i '"lade, boje muilu rara, qual bea dedicarao
Seceo das Almas e Barra do Corda, salvo o caso
provado de forca maior.
Arl. 21. A coropauhio obriga-se a apreseular bar-
cos a vapor, que nao dcmamlein nos rios mais de
21)2 ps d'agu.i, e una vez que e calado nao esce-
da esla prufondidade, nao lera' incurrido as mulla.
do srl.antecedente, sao rio ou rio* estiverrm obs-
truidos ouapre-ciilarera seceo, que impossibililem
o Irar.silo dos barcos.
Arl. 22. Os rqrreios pblicos serilo Iratisporlados
gratuitamente, e por metade dos freles : marcados
uas tabellas respectivas os nublare, em serviro, os
presos de jostira, os rerrola, e suas bagagens*
trema e sem limites, que moslra pelos seus amigos,
que slo em grande numero.
l)iga-mc, so com um cavalleire 13o disidido, co-
mo li o cumuien.I.i-int liellord, queTi po ler a com-
pelir'.'....
Comludu acho bom, que esses que se apresenlam
como seus compelidores, cunliuuem a caballar, par-
que em qualquer qu.ulro as sombras fazem sempre
re ib; ir a belleza da piulara....
Nada mais tenhu a coinmunicar-lhe.
Estamos a ti.
> presidente da provincia desejando dar mais urna
publica demonstradlo da amizade c respailo, que de
CMARA MUNICIPAL DO PxECIFi:.
SESSAO' EXTRAORDINARIA EM''2 DE OLTU-
BRO DE I-,!..
Presidencia do Sr. Iiaro de Capibartuc.
Presentes os Srs. liego e Albuquerque, Visnna
Oliveira, Frauca e (iameiro, fallando sem causa par-
ticipada os mais -enbnre-, abri -so a -o-an e foi lida
e approvada aarla da antecedente. Foi lido o se-
guinle
EXPEDIENTE:
Uro ollicio do Esm. presidenle da provincia, en-
viando um esemplar da falla do liirouo, por occa-
siao do encerramenlo da qoarta ses*ao da 9. iegis-
latuia da assembla geral.lnleirada.
Oulro do mesm.i. r.-.iellendo um ollicio da cum-
mi.ao de II; u.n.^ c. "r^ eonlando medidas hjgi-
enicas, e peduulo a'si:. adop;ao, para a cmara dar
o sen parecer a' respeiio. A commissao de saude
(>u(ru do adminislriijur do cemilerio, remetiendo
11ra mappa Impreso dos que morreram do cholera,
e oulro manuscriptu dos que perecern) de diversas
molestias, na semana de 21 a' 27 de selemhro.-- A'
commissao de.hygicue, que os requisllou.
Oulro do engeuheiro cordeador, informando icr-
ea da peticao da viuva e herdeiros de Joao Ilenri-
ques da Silva, relativamente a col locaran -de orna
soleira no sobrado de :i audares, silo na ra do Col-
legio numero 4. A commissao de edilicares.
Oulro do mesmo, informando sobre a prelenrao
de Francisco Bolelbo de Andrade, relativa a m
terreno, existente ao leste do Forte do Mallos, do
dominio da muoicipalidade. Que se oovisse ao 2.
lenle encarregado da medc,aiif,dos terrenos de raa-
riuha.
Oulro do mesmo. informando sobre a prelenrao
de Pedro Aninio Teiseira ouimaraes, que reqe-
reu licenra para edificar urna raa terrea com 28 pal
mos de frenle, por nao ler mais terreno para a cons-
truir mais larga. A commissao de edilicaciies.
Oulro do mesmo, remetiendo o ornamento dos
concerlos, de que precisa a ponte da ''acaruua ua
importancia de HO? rs. O mesmo deslino.
Oulro do mesmo, dizendo que sao 70 palmos de
terreno que se fazem precisos para a largura da ra
projeclada em seguirneiilo a do Pires, e que a ce-
rno rouii rehundida nu terreno concedido por lei ge-
ral au seminario da cidade de Olinda, he de ao
palmes 1, comprmanlo.-- ijue nesle sentido sesa-
lislizjjjsse ao despacho do Fsm. presidente da pro-
vincia laucado sobre a iiifurmarao do inspector do
thesooro, cobriudo a pelirao do redor do meimo
seraiuario.
Oulro do 2/ lenle agrimensor do terrenos de
marioha, respondendo que indubitavelmeute o ler-
n no em que se esta' construiodo a estrada do cemi-
lerio, he de mantilla, segundo a legislarlo, que ci-
lou. Que fosse por copia a resposta ao advogado.
Oulro do fiscal ae S. Anlonio, inrormando favora-
velmeute a pelirao do cidadao Anlonio Jos de Ma-
galhe* llj-tos. que pedio licenra para collocar i
frades de pedra. no passeio da frente de sua casa
nova jonto ao arco de S. Anlonio, do cardan do
mesmo passeio para deolru. A' commissao de e-
dicares.
Concluio-se a apuracao dos volos para xcreadores.
lam;ou-se a compeleute acta, e mandou-se fazer o
que determina a 2. parle do artigo 105 da lei re-
gulamenlar das eieiroes, e o artigo 10H.
Despacbaram-se.as pelirea de auaquim Teiseira
Peisulo, e Jos llvginu de Miranda, e Icvanlou-se
a Mtao,
Eu Manuel Ferrcira Accioli,secretario a escrevi.
Bariio de Capibaribe, presidente.- -llego e Albu-
qucr Utiieira.l-'raiica.-rCameiro.
I.UIZ
lllm.
l\ eigs l'eoa i.ezar Jynnu
Mauocl da laiiili., Cavalcaiiili.
QUINTO Dot.l MEMO,
eBiaa. Sr.A V. Exc. ....... primen a asj-
riaaue ,ia proxu.ria, a que'" o arligo I .Vi !.. codi
1 I"0"o masas! aeu a ..i'iil.unao de rece-
BWas quenas ,l.que||es que lorcro viclima. de, a
busos ,lo ,,,!, ,, u,eVMrl(. uji> ,lljlMK
Mlva Vleme e *,, ,afj,m de(Mi.*Ws,
noite. e rliegou-se ale a apuntar os 111,li _.,..,, -"-"": -uionio (.ouralve- de >lieir..
ic se arhavam enearreaadea de-ia (urpe e J e '"' f0*"^ de Pedra. de Fog... corauar-
irefa, medanle a quautia de 2:000? ; al- ,' .,M' ."** P"hria da aaeaaaa o
ulliciaes. perlcnrenles .1 turra aqu exis-I "!"':."'""" h,''"CMn l'efeira, e asaliv.. da
Arl. 23. O governo, sempre que o queira, man-, CVa "." BlaTt, Mrquez de Paran, de combinarao
dar' examinar o estado dos vapores, barcos, e su- I coin **"> hispo, boje, que he o stimo da, depois
as dependencias, bem como o modo porque lio fei- a cnegada do vapor, que nos trouxe lo infausta
u-audo
los os serviros relativos a navegarao.
Art. 2. A companhia obriga-se a mandar fazer
de proraplo lodo os reparo-, que o governo, a vis-
te dos exames feitos. julgar indispensaveis quan-
do ella se recuse a faze-los, mandara' o governo
proceder aos mesmo a cusa da companhia, apro-
priando-se administrativamente desde logo dos seus
reudimentos at prefazer a somma das despezas.
Arl. 2. A navegarao a vapor lauto 110 llapucu-
ru'como noMeaiime l'indarc, lera' comero 21
mezes r.niiados da dala do presente contra lo": as)
linhasdo Tury e Alcntara, :l(i mezes depois conta-
dos lambem da mean, dala do prsenle contrato ; e
na falta pagara' a companhia ao Ihesouru publico
provincial, por cala mez de demora, ua linha do
llapucuru''ilKWHIO rs. ; em cada una das do Me-
arim, Piulare e TuryIIOO? rs., e nade Alcntara
200? rs.Se a demora exceder de dozea.mez licara' ipso
faci rescindido o prsenle contrato, e a companhia
onrigada a restituir inlregalmente asquantias, que
houver recebido dos cofres provinciaes coran juro
1111111.1 de S por cento contado do dia do reaebi-
menlo ale o da entrega.
Arl. 26. Os ernprezarios se obrigam s.ilidariamen-
(e a restiluicao de que traa o artigo antecedente, su-
jeilando-te as leis de deposito.
Art. g7. O governo se obriga a pagar mensalmen-
le por cada viaeein redonda ua linha do llapucuru'
a subvenran ,ie filMl-s rs., na do Mearim a de KOOs
rs. ; na de Pindar a e 3000 rs. rs. na do Tury a
de litios is. e ua de Alcntara a de .50/000 rs.
noticia, mandn celebrar orna missa solemne pela
alma de lio omnenle e-ladi-ta, na cathedral, qoe
eslava forrada de prelo e linha uo centro una ele-
vada era, ricamente ornada.
Odiriou o Rvm. arrediago, na presenra do Sr.
presidente, hispo diocesano, alguna consoles estran-
geiros, mullos membro- dos triliunaei, os emprega-
dos das reparlires publicas, os ulliciaes dos dille-
rentes curpos e extraordinaria concurrencia de pes-
soas gradas, que r.mcui reiam a igreja por convite
do Sr. Cruz Machado.
As fortalezas e-liveram com bandeira a meio pao,
c de quarlo em quarto de hora o baluarte dava um
Uro de pera.
Na entrada do templo eslava o corpo dos educan-
dos arlilices, e na praca da a-sembloa una guarda
ja honra, que deu, finda a ceremooia, as descarga
do eslv lo.
Aqui ponhn puni final.
cunlra.no caso nao sera desesperar;, cjue os Iribunaet
0 poderaa do estado, se nao anlecipemmustrando-
Ibe que us cargos de magistratura, por demais hon-
rosos e importantes na suciedade, sao conferidos pa-
ra se administrar justamente, e nao servir de vin-
dictas a pessimos geuios, que ignorando as sciencus
arrastain-se pelos insliuclos lerozes de enles de-
generado!,e retrgrados na marcha sncial, e nos
preoeilos da religiaoe do dever.
_ Sabem lodos que me roiiherem, que leudo renon-
Ciado cargos de maior importancia e rditos, fui to-
dava ubrizado procurar o serbio para conservar a
existencia de miuha consorte; nesse iu(uilo, sen,
do-nie forroso maior assislencia naquadas paragens,
resolvi-me acceilar o cargu com que me houroo o
governo imperial, por d.-crelo de 5 de malo de 185*,
a maueira porque eserci a vara de direilo na enmar-
ca de Boiiiin. por esoaco de 9 mezes, ja foi relatada
110 Liberal l'eriiambu'unn 11. :I2 de 20 de julho do
auno prximo passado, e os meus servidos foram e
devem ser apreciados pelo Exm. Sr. ministro da
justira, e pelas primeiras auloridade- da provincia,
enm as quaes tive de correspunder-me, e cumprir
orden.
Nesle estado de cou-as, o celebre juiz de direilo
Jos Filippe, enrxclopedicamenle ignorante al das
mais leves nncoes da liugua verncula, chegou ao
Bonilo ; e julgou icono esta fazendo em Rio For-
mse.! que devia dominar pelo terror, e avassalar
uin p.-vo inleiro com seos despiopositos, afim de ob-
(er volata para us seus, e n.io sei mais u que ; e pas-
saudo a invadir allrihuires albeias, acredilou ser
um nababo : Iransloruada foi de promplo loda mar
cha. e ordem reguladora da administraran judicial;
perseguio a anas, e munido da lerrivel alavanca do
proeesso, rom um promotor humilde, servil, e sem
aignificarfio (o qual contestn cm Rio Furmnso, ler
sido conslrangido ao procedimenlo indigno e mal-
volo, que leve nesse proeesso, pelo referido juiz de
direilo), aterrou a todos, que Ib- de-agradav. m !i
Isto polo, nao era possivel deixar de abrir comi-
go a lula, que como juiz, e na minha esphera de at-
lribuic,es, nao conhecn oulro norte se nao meus de-
veres, oulro idolo se nao a lei, e u'ahi resnttou essp
infame procesan, que bu,._ .a ueero borrao nos an-
naes da juslira du imperiu, e que ser o ferrete da
infamia de seua autores: forjado nos antros de urna
rnmbinacuo vsrgotihosa, preteridas nelle as formu-
las subslanciaes, sem audiencia daquelles a quem se
quiz aterrar, complicando ao prupriu seduzido (o
qual leve de dar contas a Dos, atormentado de re-
moraos c f.ezar para depr contra si, com 13o mos
auspicios sabio a lal pronuncia uunca pur miro vis-
to esse infernal proeesso, scoSo em algamas peras
que lizextraliir por cerlolao, depois do julgamen'lo
na relarao), que fui proferida por um Jan, 21 dias
depois de sua remorao, cuju ollicio de commuoica-
tao do governu, sendo expedido fui abafado por mo-
do indigno al para um alcaide ou meirinho ; mas
tildo isto era preciso para se derrotar um juiz muni-
cipal, e mais alguem, pnrque o juiz de diieilo Jos
Filippe pi'n-avacom seus bous auxilios e recursos
que linha sido investido do poder de sozerano, a
que suas fallas e buzos e crimes nao deviam sec
nem ao menos publicados ua imprensa ; e foi por
oque quando eslava para romper a crtera de soa
bituminosa pronuncia, asseverava em Caruani, que
me havia de pronunciar, ainda que no oulro dia
soubesse que moma ; que sigmlicacAo pode ler oro
disprale de lal jaez, se nio que esse homem sem se
enlir, revelava seua insidelos de sangue e de per-
seguidor, os quaes Ihe sao Iradicionaes '..'
Nao prou ahi o genio do mal, e o inqualdieavel
juiz arlado elraicoeiro, comcc,oii a solicitar do com-
m.unante do de-laramenln, 011 forra volante em Rio
Formoso, com o maior empenho, e logo que chegou
a esta comarca,' a minha pelele, como si eu fosse
um grande criminoso, e sem que ella fosse depreca-
da, pnrque fura desla hy pudiese nao poda ter lugar
a pri-.ni de um jiz pronunciado a drade em nutra
comarca, e ao passo qoe assim proceda, uccullava
cavilosamente seu iuteitvo sini-lro a malvolo, che-
gando o ex uismo desse miseravel a (al ponto, que
nao obstaute meus foros de bacbarel juiz e propne-
lario, havia recommeudado ou ordenado ao referido
commandanie de ler-me trancado!!! maudando-me
ronduzir escollado por um cadete e praras monicia-
das, apenas acabou o nojo de sua prupria mai, e
poude entrar em esercicio, e intimar-me ordem por
um carcereiro para recolher-nie no quarlel de Rio
I- ormo.o, oude devia jazer, ou em alguma galo, esse
malvolo indiciado em homicidio, como se diz no
lermo do Bonilo, alim de d'ahi seguir escollado de
envolta com desertores e criminosos para a capital
qoe nao. pode emcazmtiiie lazer. porque a lore.,, lllm. e Esm. Sr. ronselheiro Sergio 1
que V. Exc. mandn para e-la pvoara,.,s.. obedece M.ccdo, d.g.....uno pre-.denle desla provmria
ao referido juiz de paz, que lambem hr subdelegad.. |.r ,;,., |{,r,gue. de t.diade
e ao delegado que aqu se aprrsentOO, arompanlia lo
dn alferes Manoel Azevedu do Nnscirneulo. os naaea
180 conniventes 110 plano desenvolvido pelo mesmo
juiz da paz. Sera embarg de lodos esle vichis e
prepotencias, o juiz de paz coiiliecciulu que o resul-
tado da cleirao pareca nao favorecer a sua parcia-
lidade, inventou oulros meios para turnar mais etli-
caz u vicio du proeesso eleiloral
Dcrramou-se nesta povoaejla a noticia, de que o
grupo do juiz de paz pretenda violar a urna no si- '
lencio da noite. e rhegou-se ate
Videos que
indigna larefa,
gnus dos olliciaes, perlcnrenles .1 torra aqu .
lente, que liver.ra de fazer a guarda noclurna da | \1jKI^TL!i5?!J?,^?!,i l**
igreja, foram procurados para conseiitirem na viola-
ran da urna, cora a prumessa de grossa quaulia, e
em presenra desle- faetns que ae (ornaram no(orios,
alguns cidadaos conspiruos se piimi regara 111 rio 1ra-
balho de ireui viciar e guardar a referida urna a
piula da igreja. cninn he perrnillido pela lei, mas o
|uiz de |iaz, e subdelegado, conliecendo que e-la vi-
gilancia emhargava o sen plano, os inandou disper-
sar em a noite do dia j.1 du rorrete, ordenando ao
ollieial da guarda, que nao con-eulisse que p'essoa
alguma all se conservasse para aquelie fim.
Sem embargo diste, o juiz de paz coiihecemlo que
a eleiftC corra mal de seu lado, nao obstante haver
supplantadu a aeran da mesa, e alm di-lo saliendo,
que ainda existan] nesta puvon;ao mullos volantes
do lado adverso, para a (erreira chamada, que hoje
devia prnceder-se.principinu pur intermedio do dele
gado, que aqui se lem conservado desde o da 20,pur
mandar fazer diversas prisoes.^que lem recahidu em
individuos notoriamente pacficos,e pas de familia;
sendo que pelas 10 horas da insulina foi preso o pri- I
meiro. e depois seguiram-sc nudos, cuja relarao V. '
Esc. achara inclusa, c (udu isto feilo 110 meio de 1
grande aparato de forra, que girara por tuda esla 1
povoariio.e que bem inctilc.iva ler o malvolo fim de i
intimidar e disper-ar os volantes que nella e acha- '""""," ''P"'o cousiiiucional pc
vam. Nao parou aqu o procedimenlo do delega,!..,! P !"* ,mmorl,J;'d'. filial! inaadaia
de combinarao romo tuiz.la paz. a icreia fm Taval delegado de Ooiann*. o qual para caiaa4ciar a
......." aaBBaBBBBBBBJJBj
Sendo os qucixo.., ron.ni.ici.tiUs ucaabtcida
ineule pacilicos naquella puvoarao. ...cele, as.
querellado llegara a ella em 1, |e ,)c j,,,, ,tm_
uro prximo passad.. a. ompanlia Jo da real.. lan-
os humen de Iropa de linha patis (., 4, eleset.?.
de vcrea.lores e june, le p. na freguezia dtTltatlh
be,de que a mesma pi.vu.rau la, p.rie. e runa* aaaa-
besse que os queisinus nu eaasa daquell.s ... .
gamenle aceilavara asna rhapa. aaaajaaaasatjaaa
violencias pur elle pralicadas contra m v,.i,P.i -Be
i-ancnrririam a oleirao, i-Ulendeu qoe moralisar, injuriar, e derramar o ul aa. avtn r.
suas familias, aterrando ao me-ino lempo aas vartaa-
tes qor cum elle nao comroun.-awni. Par. uta aa
dia 2h do referido mez de -elenil.ro. u. occaaa*..
em que se eslava proceden.lo a tricen a chamad, da-,
volantes, fez mover loda hura de liaba, ecasa ella
eercou as casas dos queixos,\arrjande-aa, pelas tatas
para Ires horas da larde pouco mais ou meaos, esa
presenta dn povo que licou estupefacto easascBM-
ihanle aele de vi alenda, leudo precedido a isto a
prisas de varios voltiles em numero de selle, ajar
anda se achain jazendo uas enxuvias .1. caites. 4a
(inianna.
lano canibali-ino oralicado por um agrale da -.1-
i toridade da um imperio cousiilucional pc a ataa-
. o com o mi/ ile paz, a igreja foi inva-
lida e oceupada pela Iropa, a mesa esleve soh a pres-
sao das baiouelas, e Ir. rasas de cidadaos respeila-
veis e bem qualilrado-, a' saber : as dos eapilaes de
guarda nacional Anlonio (ionralves de Oliveira
sua obra, e redozir os queizosos a rundirn da aa
pnderem fazer valer o seo direilo Ibes lem rorinaSa
a inuimoniraran das pravas em qoe sa foadaioaa
varejos. r a rerlidao do ao(o qoe dexia ler 1
tuiuia iiarinnai .vniniai i.ouralves ile llliveira e----------------------. I ,------------^ ** "^ ^^m
Franrisoo Anlonio Valei.le, e a de Joao Jos (iarcia "" C,"!,Se?U^nC'f }" """" t,*"n""- '-
do Amaral foram publicamente varejadas. a' pretexto STallV 5, 1 d reUn,en, d Janena
de procura de armas e mu.iires que nao csi-liam SUi,^',."a,' em *" ar despacha .. pali-
que nao tvi-ham,
e nem furam encontradas, islo acompauhado de um
grande cerco de tropa, dillundioa conslernac.io no.
nimos dos pacficos habitantes desta povoacao, e das
pessoasque, leudo viudo de fura, aqu se acluvam
para volar ; a indignar.io fui geral, e au passo que o
juiz de paz ngiiido nao ser cmplice era oto acto
lio reprovadu, suspenda us trabadlos da eleir,ao, o
delegado sabia das ca-as varejadas coberlo de vergo-
nha por nao ler euconlrado nellas cousa alguma cora
que juslilicar pdose a feialdade do seu proceder.
V. Esc. ciimprehrii le 1 como um semollianle desa-
cato a' le, que rege as eieiroes, deve ler impressiu-
nado a urna popularan ignrame e medrosa, e por
sso nao Ihe ser dillicil cuuherer a inlluaiicia, que
laes varejos e prleoes feilas na occasnio da Urceira
chamada, devem ler eserci lo na reducrao do nume-
ro dos volantes, e na smte da elcirao.* Sea me-a
livesse meius a sua dispusrao, leria'obslado que por
aquella modo e arredassem da urna os vol, dos
cidadaos qualilicados, ma
esas que os qurisosos Ihe apreseularasa para ajadla
lim, e bumilhando- dir aos mesmo- qoeisosos qoe i'cixem de man, e aa
prosigam em semelh.nle negocio.
(Ira, he visto qae V. Esc. lulegrr, roam be, ata
poda apa irnibar a ama lal prevarirace daqawlle
delegado, a qual lano mai eucravel ae loca*,
quanlo seu fim nao fui onlru man tu qae servar ala
meio para salisfazer urna desprczivel viacanra, e a-
terrar os volantes que baviam cncurridn a eleir.. 1 a
assim os qucixosos dao a prsenle qoeix.i. alian de
que X. Exc. Inmando-a na devida roi..idrr*i.ao.fa..<
pelus meios coaupelenles im(Hir ao referido delctala
as penas dos artigos 12 S 2.-. 1:19, 11.", I NO e 210)
dn cdigo criminal, lomando as dnnais priTiSsncij
que esliverem na rbita da suas allribeire*.
Os qaeisosos, Esm. Sr., nt> endemsaram nasa
qoeixa ao juiz de direilo iulerino da comarca, ba-
charel Caelano Esleda Cavalranti Pe-sos. porgan
seria b-ldado faze-lo, visto como elle be cumplir
.. ella se lem visto sempre .
solada e amearada pelo juiz de paz. que dispon da *"""^?-*,! e prevarieues|or saolivo,
forra, c que como mais inqoalilicaval cvnismo res- ele,lor.'nao que IraUlb. dr eoromain arracria.
1 V f-lIv-v ji ni. arnll-.iln a ^ ^1 ....I.,.. -& -^__._a_____ _a\__
Pelo vapor de guerra Ama.oua* viudo em direi-
(ora do Rio de Janeiro, recebemos jornaas al 1
do crreme.
I-01 nomeado director do instituto dos meninos
cego, o Dr. Claudio l.uiz da Costa.
No dia 1.5, a galera norle-ameriraui Antlope,
fuodeada nu poro da barra do Rio, garrou, estando
ponde a toda as reclamaroes, dizendn.'que se res
iion-alulis.i por ludo quauto pralilicar perante V.
Esc, de quem lem receiudn instrucres serretas, e
pelo delegado, que se explica por igual Iher, e que
o acorora em ludo cum laido que venja a rleiran
anda me.ino por meio da forra e da viuleucia. "
Acham-se, porlanlo, presos, sem crima, e nica
mnalr|para seren. nrre.l.doadas nleirca os iildiv.du'-.
constantes da inrlusa nota ; nrha-se parada des
I horas de da de boje a lerccira ci.amada do
(antes, achani-ae os habilantes desla povoacao
suslados com laes persegoicoes, acbam-se igualmen-
te presos os alferes Calliope e l.uudin, ofliriaesda
forra que V. Esc. para aqui mandou, c o cidadao
Belarraino d'ilollanda Cav.ikanli que ja exista des-
tacado nesla povoacao, lodo por manejos do juiz de
paz, sendo certo que a hora em que esle he escrip-
to a V. Esc. lambem dever achar-se em alarma a
povouc.ao de Cruangi, desla regiiezia, oude o dele-
gado fez marchar una forra no intuito de farer pren-
der alguna individuos que nao quizeram votar na
sua chapa, sendo que o alferes Azevedo se lem cons-
tituido o algoz dos pacficos volantes, que se nao
quizeram curvar a sua impo-icao, e que buje sao por
elle apuntados para serem presos e perseguidos, e
em face desle estado verdaderamente atllictivo, e
amencadur, em que se acha a popularan, e os pru-
prius Miembros da mesa da assembla parochial, jul
com o querellado, e com uulru cmplices, a -aber
u promotor publico Manuel Isidro .le Miraada, a
subdelegada de liuiaiininha, alferes llaaeel Aaeve
do du N ascmrnlo, e subdelegado de Pedrea de Fa-
go, Marianno Hamos de Mcndunra, para devastar era
esla comarca, injoriarein, prendeiem c vi-dentaren.
aos cidadaos pacficos qoe nao pensara como elle-, e
'm querem alistar-se rlebeiio de saaa beadea-
I.
Hela mesma forma nao pndem o qociiesws apre-
seular os duriimentus comprobaliirios dos varen araa
suas esas sollreram, poique o querellado beoii-.e
core os seos rcquerimenlos desde o dia 27 ale atlisa
bru. e al o prsenle Ibes nao dea despacha, arca-
111 tila 11 'u ao abuso de bbjsJsji um ex nica esearaaaa
lei, o qoal diz elle ser aolonsada por leslrarrftc se-
cretas de V. Esc, entretanto jrala a verdade do
ludo quanlo acab.m de referir, e em r.niisjeiaris :
pedem a V. Exc,lllm. e Exm. Sr. coiiselbeira presa-
dente da provincia Ibes delira, fazaado-lbcs a davina
justica E R. Mr,
Segoem-sc as assignaturas dos qneixosos, qae e-
lavam recon heridas.
Teslemtiahas.
Dr. Domingos Lourenro Vaz Corado.
Dr. Joaquiro Jos .Nones da Cnnha Machado.
Capilao Ignacio Bento Q. Ferrer.
Dilo Jeronymo Cvalcanli de Albaqucrqne.
prepoten-
cia do juiz de paz que preside aos li aliadlos, e fazen-
do com que elle, deixandn de abusar do seo tmpie-
go, e de er ceg iuslruraento da parcialidado que
lem sua Irante n delegado, rspede a lei, e resti-
lua a masa o esercicio das allnbutroes que Ihecom-
petem, hu de que a eleicao nao seja uina torpe
mentira, 011 a espressao de manejos indignos, apoia-
dos pela fraude, e sustentados pela forra.
Desde o principio dos acoulecimenlos do dia de
hoje, os membros da mesa se teriam despedido para
nao seren leslemuohas de tantos escndalos pralica-
dos pelo juiz de paz, se uao esperassem o remedio de
v. Esc : assim, pois, aguardan) a resposta do pre-
aente ollicio, e as ordens de V. Esc. para saberem
qual a linha de conducta que dvem ler.
Dos guarde a V. Esc. I'edras de Fogo 25 de
selembro de 1850.lllm. e Exm. Sr. conselheiro
Sergio Teiseira de Macrdo, dignissimo presidenle
dests provincia de Pernambuco.
I.wino Cezar Berenguer d'Andrade.
l.uiz da 1 eiga Pettom Cezar Jnior.
Manoel da Cunha Caralcanti.
OIARIO DOCUMENTO.
lllm. e Exm. Sr.Sao :l horas da manb.ia do dia
2( do correte, e os membros que compoc a maio-
! ra da mesa da assembla parochial da freguezia de
laes aclos de iuf.mia foram repedidos por mim. e lamn-, ..mln leslemuohas do um iiovo incidente,
p-lo referido commandanie, e mostrando esse juiz 1 de carcter verdaderamente extraordinario, que se
degradad" qoe me devia respeila'r, eodere-sei-lhe oto I esl*' passando i porla da igreja, em que se acha de-
ollicio, e requer que vullasse para a fortaleza de la- PpsHada a urna eleiloral, julgam de seo dever refe-
mandar al que o governo provincial desse as pro- 'i-lo a'V. Exc, vislu rumo anida nao seguio o
videncias que Iba pedir, e qoe appareceram com o
ollicio de 10 de dezembro de iNjj, publicado no
Diario n. 21KJ de 17 do roesmu mez e auno.
Cou-rrvado na fortaleza mencionada aguardei com
paciencia evanglica, a deeltao do tribunal da rala.
rao, que foi proferida em 9 de fevereiro uo iccor-
dam, que era oulra correspondencia publicarei,
completando nella o- po-leriore procedimentos do
lal juiz de direilo para commign. desse hornera pa-
ra quem deveres, coiiscieucia. buinauidade, e ludo
quanlo distingue e carar.ieriaa os bons homens, he
sacrificado uu hedionda escondrijo de seu orgulho ;
desse homem que faz um oso burlesco, e maligno de
seu cargo, desse juiz, emfim que faz du esercicio da
auloridade publica, instrumento de impostura, de
o vento S. O. fresco, e fui encostar-se s podras da
Boa Viagem. Felizmente nenlium damno -u.fTreo I vln8'inCa e maldade para correctivo seu ; soecur-
nem rausou por ser imme.lialaroenle soccorrida.
OSr. Manuel Lopes Pereira Baha foi nomeado
a l(i lo de segunda rlase junto a' corle de Paria.
I'or decreto de I 1 fui numeado interinamente pa-
ra o lugar de intendente da mariuha, o ebefe da
seccjlo da contadura Augusto Cesar de Castro ll-
nete*.
I.e-se no Correio Meminlil :
Uta muro, lidio do Ceara', chamado Cvpriano
Cornelia de Moraes, acaba de apre-enlar a S. M. o
Imperador um modelo de uavio, segundo nos infr-
malo, perfeilaments acabado. Asseveram-nos que,
leudo entrado para a academia das bellas arles, nao
pode COOtiooar os seos estados por talla de recursus.
Arhavani-se a' carga para este porlo o patacho I u-
lenle e a escuna Linda.
Havia all chegade, procedente de-le purlu, a bar-
ca Imperalriz.
rei-me-hei das insinuantes palavras de urna de nos-
sas notabilidades srieulilicas, qoe recenlcmeute fo-
purlador que deve conduzir o ollicio, datado de hoo-
tera.
lendo engrossado, com visos de luda a carese, os
boatos, de que o grupo, capitaneado pelo delegado
Antonio Francisco Pereira, e subdelegado juiz de
paz, Mariano Ruamos ae Mendouca, pretenda em a
nnilo de 25 para 21. violar a urna eleiloral, e 111-
troduzir nella urna poican de cdulas, que compen-
sare a perda por ellos soflrida na vularao, em cun-
sequencia de achar-se o lado contrario em maioria,
c havendu quasi ludus n. odici.es da forra de linha,
quo aqui e acha, declarado urina vuce Icrem
sidu procuradus para se deixeraro curromper, medi-
ante a quantia de 2:0008 alim de Coiisenlirem na-
quella violacao uina porrao de honieus dos mais
respailareis, do lado que plelea a eleir.lo, eiileudco,
que devia vigiar a urna, durante a minie, enduran
du-se nu meiu d ra, e figurando entre clles os Dr
ram proferidas do alio da cadeira de uin eslabeleci- j Joaquim Jos JI. da C. Machado, Domingos l.ou
melo Iliterario, para onde devia vollar o Sr. Jos renro Va- Curado, Jos Ignacio da Caoba Rabello. u
Filippe, afim de iastrair-se, e perder os pessimos lenonle-coruncl Manuel Correa de Oliveira. os capi-
inslinclos que o dominam. O respeito a le, diz o He AnlooioUonfslves de Oliveira, l-ranciscu An-
crudilo Sr. Dr. Sarniento, he a escala mais esacla tomo Valenle, Feliciano da Cuuh. Reg, e Jcronv-
para medir a moralidade de urna uaran e de ca- ra0 Cavalcanli de Albuquerque, e uulros que pur
da um dus seus fuocciunarios, accrescento eu
Cbrislovao Xavier Copes.
Fortaleza de Tamaudarr, 2(i de fevereiro
1836,
brevidade, deisain de ser uiencinuados, sendo qua
todos se conservavam derarmados, c unicamenii',
de no intento de (afogenlar com suas pre-enras a
qualquer, que prevalecendn-se do silencio da noule,
pretende-e consumar o plano, que se acbava 111
conhecimeulu de todos.
.Srs. rcdac/orw.-Acl,ando-mc felizmente salvo Entretanto acontecen, que pelas duas horas da
i. ^Su^^fTlS'.iL'J^. ?!'"-1,.n"S-me I "Wdrngada, pouco man OU menos lora.,, aquelles
cidadaos, e a guarda militar que se acbava aporta
da igreja, accumniellidos por um grupo desoldados,
PAGINA ftVULSA.
S2B...J
Asoberba he urna opiuioexces-ivainenle van-
Ujosa, que temos de nos inesmos. do nosso merec-
iinciilo e da no-sa excedencia; he um desejo r-
deme c desordenado de que ludas u dentis pes- cho
Srs. redactores.Um amigo meu eonvidou-
me a apreciar um arligo em que, sol a epigraplie
As candidaturas, o a Conservador procu-;
ra res|ioniler ao Liberal l'ernamlmcano a pre-
venindo-me de que aijuellc peridico incluir meu
pubre nonie na lisia do? que ligara romo pretenden-
(es depularo pelo priineiro i-iictiin do lucifu a '
,-issemblra geral legislativa.
Accedendoen a seraolhante convite, fui ler u ar-
tigo indicado, c nelle deparei com o seguinle ir-
ha prostrado de uina maueira Uo vilenla, cumprc-
me agradecer cordealmenta os cuidados que comigo
tiveramos Srs Drs. Prxedes Pitonga, a Gilahy,
que lo solicito- foram em rne acrudirem quando
mais o meu mal precisava dos soccorros da medi-
cina.
Ouando o dever be cuiiiprido de mi-lura com a ca- sar
cummandados pelo alferes Manoel Azevedo do Nas-
cimenlo, que |ior seus desalio-, se lem tornado de
leslavel nesla fregue/.ia iulimando o mesiii" aderes
ordens aos as-islenles, pura qOC cra que se eoitservavam, c das imniediares fia
",! .ti t aq .'" '|Uem rea,';a ; e" 1 i <-">* P0 1ue 8e drtia elle, assim Ihe havia
que sou forrado a manifeslar assim o meu reconhe- ,ia ordenado pelo delegado, e au passo que faz...
cimento para rom esses senhores. qu,,|, mimarn. ,adav,, ,1 grupar
Boa-vista 2r de oulubro de 1836.
O padre Francisco Peixolo Duarlt,
SEXTO DOCIMEMO.
lllm. e Esm. Sr. A V. Esc. coa... -apenes le-
gitimo, aulorisado pelo arl. I.VI do oadahat da an-
cesso criminal a receber as qucixa das cidadaos qae
soflrerem o. abusos de poder e prevaricara dan aa-
loridades subalternas, queisaiu-se Jase lasarte Ri-
beiro, Paulino Xavier da Rocha Sania e Aaleam
Juaquim Correa ; os dous primeiros niaradaren ai
pavoar.io de i'edras de Fogo, e o ultimo na enn,ua>-
Canna Brava, freguezia do I lambe, da detnajada de
Silicia da comarca dt li-iianna Anlonio r'raatcioea
ereira e subdelegado de lioianniuna, alferes Manad
Azevedo do Nascimenlo. o o malivo de aasa ejaoita
he o que passam n exitender.
lendo os qucixosos pacilicamrnle caararrida a
eleic.io de vereador e joiz de paz, qae cnaliaaaa
oa referida povon^ao lio da 21 de selenibro pros.iaaa
pa--.uio, e nao poden lo ronfonnnr-se casa aaaa cha-
pa que "- querellados por meu. de aveacas. e ram a
auxilio de orna f rea da cerdo e lano harneas da
(ropa de linha. que all linh.m is suas ontrna r>m-
curavam impor, furaru presos por mandado do pri-
mero querellado no dia 2". do referida saes ale se-
lembro na occasiao em que te proceda a segando
chamada dus volantes e rnulhidis caaa mais sete ci-
dadaos a saber : Joao Josr Oarcia da Amaral, (Min-
(ho OlagesUno Cassjsaaro ale \ n-roncell. s. Jaaa Aa-
lonio da Silva Sanleiro e Joao Joaqom Wtsjalasaste
no a um pequeo quarlo da rasa qae servia de qaar-
(el aos soldados cuinmandad. pelo segunJo qarrel-
adn. sendo que all se Ibr pozeram algenus e Sre-
ram incommunicaveis al mesmo para as peasea de
suas familias. Assim presos para uao 1 miman m
mais s.grado direilo que passoe o eaoadae de asa
pai.- livre, os qneixosos viram-ae c.dlor.d.. ra s -
nivel e dolorosa sduirao de qu.;-i morreren a-tma
dos e de serem ame.rados com pancada- peie sacaa-
do querellado, o qu.l de-riiv,.|veu a l.l peala oa
seu iiistiurlos ferozes. que nonidou iasallar c ioaa-
riar os queixnso-, depois de preso- por ss inlaada .
Dous das esliveram o- qneixosos e sea. rnmp aihci
rus de sofl'rimeiilu na mrnc.ouada pnvnara.. aa esta-
dn que acabam oe de-crevrr. e no Uiccira luna aaa-
blicameulc condii/idos a p no meio do asna e-ralla
para a ridade de oianua, sendo arremersata an ea-
chovias da re-pechva ca lea a ordem do primeifa
querellado sem se llies d.r 110U .le colpa, asea se
Ibes declarar o motivo de -uas sariaas. nao obstaale
haverem feilo prlires nesle -ii.lids, a quaes h>.
rom em poder do primeira querellado, qoe nem .
quiz despachar, nem as re-Olmo, alcajae deaais ata
nove dias de m.rlviios a lier : ao da :i do carra-
le mandou sollar os qui-ixo-o-, sera oolr.i prucadi-
menio mais du que o do Hr700.0, masliaada an
e-la bu um que as pn-io'- nan liveraaa oalra raa-.
seinio arredar oa qneixosos da seante esercereaa-
tra elles aaaa vinganra despreiivel. da qaal anata
e-tan seodo virtimas os demais cutndao-. qae aa
mesma occasiao foram enrarrerao ; e parque la**
ueva iran., e violencia- contra a lilirr.i.de inilivi-
dual nan devem tirar impune., visto con.o acare
I a 111 males inralculavris a quem aa -cflrr. r mima a
urileui publica, dan os qtirixo-s pre-ri.le qat-ixa.
afim de que V. Btr. (ara pelo rr.eios rompe-tenl.--
pr-ireder cuiilra os qu-rcllado- rosaos ineai-m a,.-
arligos to:i. 1211; 2. 11"., IHII. IMI. 1*2 llHOa,
codigu criminal, urna xe/ que e-lir.ru encare era-
dos -em mnlisi. 'jue em lace da le jiMtlici-se savas
pii-ies.
Os qneixosos uau aprr-enlaram ela qoeisa dun -
laniei.le ao juiz de direilo interino da cnanarc, ruar-
que eUe bu o ronsellieiro do querellados e rn-rra
r.m elles em toda ;.- vseaaMsta e maldade. qat
tgubUtaceb apcHoo..
nana ioiimar.10. inandava a grupar urna porrao .....,. "'"" ----- -.-.
de soldados ua entrada da referida igreja, de manei- '"" l'""r.,do po, mot.v..-. e.ci.ni.es.
ra que nao se poda ver de fura a urna, que dentro I. ""*" n':" *?'''*>" 1oruuer.l..s
della eslava. halnos do que araases .le allegar, porque
lllm
IEUCEIKO DOCVMENTO.
.. Kxm. Sr.Ka qualidade de membros com- reclamaroe
de
ra
di
o- eidedaogque licam tpenladee, reclamarsm di-
zendo, que su se relira.iam daquelle lagar presas e
xiolenlados, vislo romo all se achavatn esereenda
nm direilo reconhecido i -1 1 1. Ea lace .le i.es
, bu un chamados o comntaudanle da
r. nipr -
. qoeve-
ladns Ibes Irem denegada lodo, os despartas, S-
raiido--e nie > < o a- netiees, -cm as quererraa resti-
tuir, ma- arase ludo ejttatsla acsnaasa dr direr. esa
fererrm as leatemunha ; I... vo declarada.: pawl.it-
lo pedem a V. Exr.. lllm. |- Fxrn. Sr. h-nascltaer
presidenle da nraelaaria. Ibes delira, (,/rata Hae- a
dcvna ju-lb.i. E II. M.
SetjJtajaj a as assignaturas dos qieixasus qae esta-
vain recoiibccidas.
CIIAUAIIA.
Ho [> rhi.ui 7 faro |tlt
A -rnitrttjnln Aa* *+nhor*<-.
MUTILADO
ILEGIVEL


CO.NCEITO.
Paguei mal a Joi >ia bella,
l'aguei mal ao s;,." amor :
Ai vezes mudo Je enencia
Pois sou liomem, p edra e llor.
&9 ;-*'.: tt'Ot-
S~
CAMBIOS.
Sobre Londres. Ti ;l|l.
" l'nris, 316.
Lisboa, 08 a 100 por ", de premio*
llio de Janeiro, f|Sa I por 0|Q< >"> < -W dia.
Acedes do Banco, SO a 4 de premio
o t-nmpanliia de Keheribe 5 S5O00.
ii rompaiihia l'aruamhucana ao par.
" l'dlidade l'ublic;!, :I0 pur i'en(o dt premio.
o Indemnisa lora. Vj dem,
i da estrada de ferro o poi" 0|o ila premio.
Disconlo de leitras, de 7 a 7 \\-> por ''JlO-
Dilo do banco7 a S por 0|().
Duro.Onras hespanholas. .
Moedas de 6*100 velbas .
6jMlO novas .
" i;>000. ,
l'rala.Palacf.es brasileiros. ,
Pesos coluroDarins. .
mexicanos. .
-289 28S.VK)
. KioiKHI
. I6000
. IIJOOO
. 290O0
. ".SX100
. 19860
ALTAN >K(tA.
Keiidiinenlo do da I a 23 ,
dem do dia 21......
8!i.,:c(4.(,2
13:744(016
502:I7#588
17 cainas fazendas diversas, chpeos ditos, perfu- se iulgar
tariat oalroa arUgM ele, 1 fardlulio amostras ;'lulos parn
-.ele.",er *c SulIul,
0 canas sedas e oulras fazendas: a ('.. J. Aslley.
1 dila movis e perfumarla! ; a T. A. FoDMCS.
1 ditas movis ; a \ Ignil Avne.
|I3 dita e 2 lardos papel, chapeos diversos, per-
01W9 k muran sabsao 2:; ue outu
1856
com direilo ao dito pido aprsenle seus ti-
ra lite ser entregue.
lelesacia dafreguezi dos AfogidoaSt do ou-
tubro de 1856.Carneiro Jnior
TQIBLXAL 1)0 COMMERCIO.
Por esta leerataria se faz comlar que em dala de
-1 hoiitem lora escriplo no comnelt'nt^ livrn n. .., ,i,
fomanas. ente,es e diversa, fazendas, 8 Larris ver- dad. ,1- agente de leiloe. !e la ,r o Sr' j ,.
des, .icaua, el. ardo rodas de carro e burras de Mara Peaos, Sitada. toMuSo.Sciltad.'.SS
s'
2ft)to
"->* J$,
ferro ; a Hurle St Souza.
30 barris c 15 meios nuateigl; a Dmosse Laclare
60 dilosc .10 daos dita ; a Seuiamm Whalh A ("..
>(> signa enampagoe ; a Sauoder Hndhers & C.
> barril 7. mems mantaiga;a liase, Cario j C.
.*) barris e 30 meios d:os manleiga, 18 caixas Ion
tos. marroquins, pellc de lustre e oulras fazendas ;
a N. O. Biabar & C.
1 oaisa chapeos .le pllha, 52 barris e .V) meios di-
tos maniera ; a John...... Paler & C.
1 caita chapeos de iol de srda ; a M. J. Carneiro.
1 caiva modas; a Boenerd Milochau.
38ailas a 2 barril fazeoda diversas, movis, vi-
dros e oulras mercadorias, 50 caixas izo le a tei-
del Piulo A C.
1 caiva sedas: a M. J. de Amorim.
1 dita pndulas e objeclns para relojoeira ; a Cha-
pfoal $ llrrtraud.
2 ditas vidros, I dila diucas e piuceis,
verde. ; a Moreira & fragoso.
I i caitas diversas f/auoda, 12 ditas vinho, 6 far-
cidade.
Secretaria do trihunal do commercio de Pernam-
bi,ro 2i de oulobro Je ls:>(. Uinsmerico Aagailo
do B. Kaogel, no iiiipediuienlo do oflirial-maior.
COXSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administractivo, em virlude
da autorisac,o ,1o Esa. sr. presidente da pro-
vincia, tein tic comprar os objectos se-
gu ntcs :
Para o quarto baUlbSa de arlilharia a re.
Barretinas prompta 200, bonetes 200, ditos
para msicos 21. grvalas de sola de lustre
205, palatinas de metal para musios 2i pa-
res, panno azul para lardas, sobrecasacas e
calcas 1807 eovados, penachos para barreti-
nas 290, briiu para lrdelas e calcas 1,1011
varas, alojodSozinno para camisas 55" varas,
I barril l panno prcto para polainas 55 eovados, sapa-
tos220 pares, bandas de laa 31, panno azul
&VXV
e Janeiro.
Segu com brevidade por ter parle da car-a,o brj-
:Urr.','i ^Cr.al" : ,nra u """ S?"."Swoi e escravos
a (rete, trata-* c.....Cavtaoo L.vnaco Ja Costa Mo-
rena, na ra Ja Ca lea Jo Rerifen. 2.
fifisj.
w
Descnrregam kojl i"1 de- outubro.
Birai orlusueza Diiartc"' albos e caicos
va&ios.
Barca JWjIaii Champmrcadoras.
Barca porluituez;!Mara ,'Wdem.
Barca hamburcuezaJoio" KaltmaHgarrafoes.
Ilruue porluguez5. Hanel lvinhos.
Hrigue uarioinlConceirai>bo.
Hf POaiTACAO.
Barca pnrlugueza hM.iiin Jos viuda de Lisboa,
oii.i-nad,i a F. S. Babelio & l'illi, mauifeslou o
>ci:uiute :
60 caUas cera em vela' ; a Birreta \ Castro.
">0 barr chounca, 25/litos'azeite doce; a Joao Ja
Silva Resanas. ',.-------------^--
1 caita agua medicinal. 2 dita9 drogas ditas, 1 pa-
cote ron lera* ; a viuva Cuuha i C.
"JO barr, loocinbo. 26 ditos e ."> pipas vinho. 20
ditas viuagre, 20 Hilas e 34 barril vasios, 160 Jilos
al, I dito raz de allhea, I dito buhara, t dilo sal
glaube, 100 caias cera em velas, 2 ditas brochas, I
dita graes de pedra, I dita agua ingle, S ditas dro-
gas medicinaos, I dita oleo dcalfazema,! fardo rela-
Ihiw de p.lic,. 102 caitas ac do Milo ; so cousia-
oalirio. '
1 eaixola meias de Hubo, e alfazema ; a Joaqun)
I guaci Bibeiro Jnior.
80 barris cal ; a Jos Joaquim da Silva.
800 molhos ceblas, 1 o.utole chocolate, 25 caitas
o 5_0 meias ditas paaiM ; ao capillo.
50 canaslras batatas, I caixote obras de laln, 1
dilo obr.s de marfim, 50 barril cal ; a Lino Ferreir
linio.
1 camelia, 50 barril cl ; a Fonseea Ai Medeiros.
2 dilas irapressos e livros ; a Miguel Jos Alves.
2 barris carnes ; a Ueuoel Jos de Oliveira.
2 caixas vidros vasios, 2 ditas e 1 fardo hervas me-
dicinaos, i dito retadlos de pellica, i dilo suma-
gre ; a Jos Aletandre Kiheiro.
I caixote livros imprem; a Boch & Lima.
*0 ciixas cera em vaina, i barucas dita em grume;
a Manuel Jos Carneiro.
50 barris vinho branco, 1 caixolc varios gneros ;
a t'homaz de Aquino I'onseca i Filho.
10 caixotes movis ; a Mannel Joaqoim Ranea e
Silva
I dili livros irapressos; a Bicardu de Frailas &
Companhia.
1 caisotiubo encoiumenJas ; a Siqueira & Pareira.
2 caixotes sapalos de Iraucioha; a Joaquim Bodri-
gues Duarle.
20 pedras Je lageJo com 100 palmos ; a Baslos &
l.emos. u
3 caixai vidros vasios, I fardo rai/es medicinaes :
a Joao da Conceirao Bravo & C. .
3 fardo plantas melicinaes, I caixa bocetas para
ptalas, 1 dita capsulas de cupahiba, 1 caitnte mer-
curio ; a Antonio Lata de Oliveira Azevedu.
100 barris vinagre ; a Lab Mauoel Bodrisues Va-
leur.i.
I fardo alecrim, 1 caixa drogas; a Marcolino Lud-
gero da ruuseca.
12 cait.s cera em vela, ; a Vicente Altes de Sou-
za Carvallio.
1 caixotinho oncommendas ; a Francisco Antonio
Pereir.i de Brito.
50 cauastras btalas, 30 caixas ceblas. 10 fardos
alfazema ; a lasso & lrmiu.
dos papel para imprimir, I -mbrulho e 2 canas a- P d c; '!te* '',0, cova,los, bada verde para
musirs ; a Sih.dleiil n 1 C. i lor.r0 ,J dlto5' ,,0"a"da do forro 1807 00-
1 caita, peiles preparada! ;aCh. Leclere. I vados, casimira carmezim 270 ditos, ada-
lo ditas porcelana, chapeos de sol. pannos, meri- Bcm 315 varas, L'Olocs pr:iudes de metal com
uos e oatras fazendas, carias de jugar etc. ; a J. P. n. 5-8056, ditos pequeos de dito i. 14226,
Adour.
I caita diversos objectos; J. I. (iermaun.
8 ditas roupai, chapeos e fazeudas ; a J. C. Atrcs.
alecrim e graes de p.dra. 1 dita man, 1 barril gesso
mate, ditos oca amiraila, I dilo ezes de ouro, I
lardo relalhos : pellica, I dito alecrim, i uno <,i
fa/.cm, 1 dilo sumaRrc ; a 11. Francisco de .S'nuza.
I caixa sapalos ; a Jos Joaquim da Costa Maia.
I caixote fazenjas ; a Antonio Joaquim Panaaco.
10 barris vinho, 10 ditos cal, 1 lage e 3 caixotes I
urna para enanca ; a l.uiz de Olivnra l.iraa.
:l pipas vinagre, 25 barris vinho ; a Viuva Morei- 'c- Oawritjoinhai agua-rai, 10 ditas e 1 barril Un.
la<, 8, barris srata, I dilos oleo de linhaca, 10 far-
dos algndio, 7375 asseulos ]iar Irilhos, 158 espi-
bombas de metal para as lardas 580, colseles
para as fardas 534, botoes grandes de osso,
5 dilas cal,;., .o. 8 ditas papel, I dita tinta "para ,-' ?? Z?*- d,,lo0S l'0'!11^"'^ 20 diUS,ditOS pre-
primir ; a l.ecoinie Feron ,\ C. los ue oss0 28 grozas, colxetes paia capotes
caixas porcelaui p criiue, peules, perfumara *
e outros ailisos ; a I. II. Ilenrker.
3 caixas llores arliliciaes, perfumaras, vidros ele.
a I. It. Cotlbo.
5 caitas modas e cliapeos para bomem ; a Siquei-
ra Pareira.
5 Jilas e barricas tintas, medicamentos c vidros:
a B. i. de Souza.
2duas fazendas ; a Joaquim Seve.
_50Aacris c 50-tliioi inanleiya ; a Tasto k\ Irmiio.
25 ditos 2"> ditos dita ; a V. A. de Soasa Car-
valho.
12 caixas chpeos diversos e arligos para ehapel-
leiro ; a Chrstiloi freces.
1 rana calcado, para sonliora, I Jila roupas, I di-
la tabaco, 5 Jila, pannos, casemlns e fazonoas di-
M'i-,,- ; a l.uii Antonio de Siqueira.
2 caitas fogareiros de metal e tubos Je chumbo ; a
(. A. Bourois^ Dubirrj.
100 barris e 5U meios titos manleiga, 17 caitas
fazendas, chapeos, calcados, clcheles, porcelana, al-
huetesc oulras meri-ailoiias, 1 dita con.erva. t far-
dioho amostras : i Cali Irere.
i caita* porcelana e vidros ; a P. Cagnoux.
12 ditas ciiapeos e objectos pata chapelleiro ; a
Chrisli.'in freres.
40 ditas queijos, 1 dita coaserva e calcado, t dita
e 6 barris peite secco. 30 barriquinhas arenques, i.)
canas sarJinSas em latas, 5 barricas cemeulo, 05
barris e 128 meios ditos manleiga ; a Lasserre t
Tisael freres.
62 caitas chumbo laminado : a Meorou ,\ C.
25 barris e 25 meios dilosmaoleiga ; a V. A. de
Souza Carvalho.
3 caitas hipeo, e crislaes, 0 ditos diversas fazen-
das, I dita porcelana, 1 dila vidros, 2 Jilas or3ose
instrumentos de msica, I dita cartas de jugar, 1 bar-
ril sulfato de ferro ; a ordem.
1 embrulbo amnsira, ; a Ferreira j Matheus.
Barca inglesa uChainois viuda de Londres, con-
sumada a Balbe a: Bidoulac, manifeslou o sc-
goiute :
1 caita fazendas Je aUmlao, 1 dito chapeos Je sol
de seda, I ana tapetes d la, 1 oita sellius e perlen-
ces ; a l.uiz Antonio Je SiSoaira.
1 dita meias de.algo lio, 1 dila fazendas de bor-
racha, I dila bahus e saceos de viagem ; a Joao Car-
dozo At res.
1 dita lio do sapateiro, 30 barris salitre ; a Burle
iSi Souza.
100 barris plvora, 50 dilos cerveja, lo saceos sa-
litre, 1 caix obras praleadas ; a Fox lirolliers.
i caitas pilulas ; a JoAo Soura o; C.
_ :W barris salitre, 2 caltas chapeos de sol ; a Isaac
Cuno ,\ C.
105 pesas de cabos, 200 barris plvora, 5 dilos
tintas, 100 ditos alvaiade, 50 dilos pite, 2 dilos sor-
das, 20 dilos izareao, 20 diios oleo de linhaca, 1 dilo
chumbo em barra, HKl Jilos dilo de muniao, 10
lenjos de chumbo, lo barrilinhos. 5 barris, 6 Jarros
e 2 caltas conservas, 3 ditas perfumaras, 5 dilas es-
covas de cabello ; a ordem.
2 caita jotas, 4 ditas fazendas. 1 dila piano, I di-
la chapeos, 35 dilas velas. 6 ditas e I barril perlen-
ces de (-ni!....... 8 ditos agurdente, 8 ditos vinho,
150 dilos cervej i, 50 ditos acata, 2 ditos viuagre, 22
ditos 11r11., para eacrever, II dilos c 2 caixas louca,
(i dita, l-Tr.imcnl.i- ; a K. II. Wjalt.
11 caita lencos de cambala ; a James Crablree >
uE NAVECP*d MIXTA.
O agenta Borja fara leilSo, por conla Jos Srs.
BasiDi at I.cinos, de diversas pegas de marmore para
lanlim, Cunalando Je mu lindo repudio. tariis me-
sas, vasos, estatuas represeulaodo as cuco parle, do
mondo e as quatru HtlCes Jo auno, oulrns mul-
los objeclo* iic, os quae*se colresarnt pelo maior
prei;o ollereciJo, visto seren para liquidado : lei-
ca-leira, 28 do crranle, as 11 horai Ja maiih.i, no
armasen) do agente annonciinte, tito na ra do Col-
le-o u. 15. Nessa mesma occmo vender-aa-lu
laiiiboni em leil.'io un,., poreo de objectos Je prala
pertenceutei a ama pasma que reiira-sc para a En-
rona, cousislinJo em Joas rieal han.leja,, um coin-
pleln apparelliu para ella, salvas de diversos lama-
nlio-, p.ihleiro,, mu etcellenlc faqneiro, e oulras
iinina. obras, aisim como un, nquissinio adereco Je
btllhantei, lalvez o mellior que se euba visto icsla
cidade.
Bsrroei t\ Castro farao leilSo, por inloivein lo
do asente Oliveira, Jo nuil perfeilo lorlimenlo di
fazendas inglezai e francezas, a mor parle recente-
menta iiuporlaJa, : sesunJa-feira, 27 do correle,
as 10 horas da luaulnia, no seu armazem. ruada
(.adela.
. *-*
Leudo
; -^
O acento Oh
Luiz. Arnaud, Touoclie limaos
em Marselha
.\ C.
1 arado, 1 caix? e 1 volume enm ama carrosa, 'J.
nls para carru, \ pcCM Cabt*s, ~i ditas, 1 barril e
'', canas ferraaieiiias. -j paos, 1 *acco presos, I cai\a
burras de ferro, iiitHs pedelaps, I dila papel, 1 i-
(a cano de chumbo, 3 dila<4 muilcs, t'0 pas de fer-
(
r
ra & Filhns.
'i barricas cera em uruineJIctita mana I dila oleo
de llftfima, I dita drogas, 2 latas oleo de ameudoa
doce, 2 saceos alfazema; a Josc Baplisla da Fouscra
20 caixotes tj pos ; a Fortunato Simes Carneir
I caixa livros ; a Bailar .\ Oliveira.
I caixote massa de lmales ; a Manoel Jos
Faria.
26 pedras de cantara, i caixotes dilas ; aos inem-
bros eucarreaados da mesa dt> matriz da Boa-Vista.
Pcaixote balanca ; a Manoel Nunes da Silva.
1 caixa imAgens ; a Amorim & Irmiio.
I.' barris vinho ; t Fraucisco Comes de Oliveira.
8 lurris cera em grume ; Manoel Jos da Silva.
1,000 mullios ceblas, 50canastrusbala(as ; a Gui-
maraes (S Valenle.
2 caixa drogas mediciuaes, I dita biochas ; a lg-
tucio Jos do Couto.
**10 barris toucinho, 10 ditos vinagre, 10 dilos azei-
*. 10 ditos eevada, 10 ditos vinho, 50 caitas Utatas
10 ,itotes ceblas, 10 fardos capachos ; a A. C de
Abren.
30 canaslras c 30 caitas batatas, i banicas ee-
vada ; ao rarngador.
I embrulbo icnora-se ; a Joaquim l.niz Vieira.
50 canaslras hlalas; a Joao Pinto BegU de Souza.
I lata s-ilni.io, 1 dita ignora-se, 1 pacoliuho cal-
cado ; a l.uiz Jos de Sa' Araujo.
I embrulbo cordas para instrumentos ; a Josc
Joaquim Borzes de Castro.
3 iaiolas canarios, 8 canaslras maciias; a Francisco
ilc Moraes.
I i aita chapeos para senhoras; a Jernimo Josc
Buslern".
1 dila Jilo dita ; a II. Carolina Leopoldina Jorge.
2 saceos diobeiro de ouro e prala ; n Baslos.
I dilo alfazema, I Jilo linhaca, 1 caixa in.c.-lla ;
a Jos dos Sanios Pereira Jardn).
I caitole fogao para enzinha, I dilo bolacha, I
dilu massinha, I Jilo obras de latSo, iavalorios de
ferro, 1 fardo penetras de rame, 2 ditos capachos
I birril vinho ; a Feidel Pinlo & C.
15 barris azeite doce. 10 dito vinho, 3 caixotes
marmelada, 20 canastias hlalas ; a Palmeo &
BelUao
6 caixas e i embrulbo marmelada, 2 caixas frua
em calda, 17 caixoes ac,o ; a Domingos los Ferreira
Guimari'ies.
10 meias pipa e II) barris vinho, 50caitas batatas
50 ditas cebla, ; a Caudi-io Alberto Sodrc.
10 caixas cebla*. 50 canaslras batatas, 17 barricas
rominho ; a Jos Marcelino da Bosa.
15 barris vinagre ; a Domingos Altes M-iiiieu-.
1 caixotinho rape, I bairiliuho calda de lmale- ;
a Jos Velloso Soares.
130 barris cal ; a Xovaes 0\ C.
12 caixas cera em velas, 3 barris vinho : a Josc
Alves Ja Silva (juimaraes.
20 fardos albos, 15 barris chouriras, 10 dito a-
zeile doce, 3 caixas marmelada ; a l.uiz Jos da C.
Amorim.
10 bsrris toucinho, 50 dilos cal, 10 dilos vinagre,
I ancoreta vinho, I sarco alfazema ; a Antonio C.
tinuvea.
Ili) liairis ral ; a Antonio Jos Tcixeira Baslos.
2 raites marmelada, 2 barris vicho ; a Manoel
Jvse do Nascinieulo.
100 barris ral ; a Francisco Itadieh,
5 ditos vinho, 5 dilos vinagre, 8 caixss ceblas ; a
Josc Pereira de Araujo.
50 canaslras btalas, 10 barris eevada, I caixote
maesa de lmales ; a Miguel Joaquim da Cosa.
Brigue nacional uFirnia vindo do Bio de Janeiro
Consignado a Novaes Si t-.. nianifestou o sei;uiole :
I cuixoes chapeos ; a Chrisliani & I rm m.
1 dilos dilos ; a A. L. P. de Mello.
I dilo om carro e pertences ; a J. M. F. de Mello.
100 barricas Parlaba de trian, 60 volumes Jilas
abalidas, 500 caitas labSo, 361 saccas cafe'. 1 bar-
rica dilo, 1 caixAes chapeos, 2 dilos cha, 7 volumes
movis e obieclos de us.,, 10(1 latas biscoulos, I bar-
ril lombo ; a Novaes & C.
Brigue americano ol-'airt ., viudo de Kirlimoiid.
cousignado a P.osiron Hooker A C. inanisfeslou o
segunde :
1.813 barricas e 175 meias dilas farinba Je trigo ;
a .s eoarigaalarios.
Barca fiaoreza Cont Rogara vimla Jo "llavre,
oonsiguaJa a ii.set Freres, mauifeslou o se-.'uinle :
V barris e ,i0 meioi manleiga, 7'J caixas e 2 far-
do, diversas fazendas, peiles preparadas, chapeos de
liomem o senhora. cacados de ditas, mallas, luvas,
rranjas, veslnlos, chapeos de sol ele, 3 barris anuar-
Jenlc, 1 embrulbo c I farduiho amostras ; a J. It-l-
ler & C.
I e;iixa modas e enfeilcs; a Mademoiwlla Ihear!.
-2 dila azule de vitriolo, 2 ditas droga e artigo*
da pnarmacia, 2 lardos pao camptie moido ; a J.
>oum i\ C
3 caitas chapeo da palha; a J. Saporili
-I dita [ixenda diversas, chapeos Jitos. perfu-
maras, chales, alfineles, grvalas etc., ; a II. Ilrunn
<\ <
1 caita etleado ; a r.;>he Schraellau ci C.
31 ditas fazendas diversas e nutros arligos ; a F.
Sauvagc.
23 dita 2 volumes dita dilas a dilos, papel, ral-
eado, carlfie etc., 2 fardo fio de lilao, 1 fardinho
i eoiDroino amostras; a limm il. J, \ massa.
cou.modo, Jiriji
2'JO pares, dragonas 290 ditos, esleirs 210.
Segundo balalbo de infantaria.
Bonetes cumplidos 386, pan no azul para so-
brecasacas c calcas 1925 eovados, chouiiras
de Ia 385 pares, brim para frdelas e calcas
1926 varas, mantas de 18a 385, grvalas de
sola de lustre 385, nlgodiiozubo para cami- '" d* c,r-a 'ir
sas 963 varas panno prcto para polainas 97 I r" ^ t
covadus, sapalos 385 pares, esleirs 385, hol-
landa de forro 1492,casenira amarella 25 eo-
vados, dita encarnada 49 ditos, colxeies 385
pares, aniagem 193 varas, botoes grandes
convexos de niela! dourjdo com n. 2 5390
botoes pequeos convexos de dilo com n. 2
3465,bol0es grandes de osso 13 grozas, ditos
pequeos do dito 35 grozas, dilos pretos di-
to 19 ditas, casimira azul clara 25 eovados.
Nono balalbio de infantaria.
Bonetes 600,gravatas 600, pnnno verde pa-
ra sobrecasacas e calcas 3 00o eovados, brim
para frdelas e calcas 3,000 varas, panno prc-
to para polainas 150 eovados, algodSoziobo
para camisas 1,500 varas, oleado para de-
brura 30 eovados, cordao do laa preta para
vivos 2,100 varas, maulas de lita 600, sapalos
1,200 pares, pMiuo azul para capoles 3,600,
eovados. bandas de laa 30, esleirs (00, hol-
landa de lorro 2,325 eovados, colxetes 600
pares, aniagem 300 varas, botoes grandes
convexos de metal bronzeado com n. 9 do
metal ama relio-,8,400, ditos pequeos con-
nexos de metal bronze ido com o n. 9 de me-
tal amarello 6,000, bteles grandes brancos
de osso 67 grozas, ditos pequeos ditos de
dito o9 ditas, dit,,s pretos do osso 75 dilas
aiela verde para lorio de capotes 2,100 eo-
vados.
Dcimo baialbiio de Infantaria.
lionetecs 193, panno verde escuro para so-
brecasacas -
farde tas c
bandas dla
195 varas, panno pieto para polainas 49 ca-
vados, sapalos 198 pares, estoirus98, colxe-
tes 191, botoes grandes convexos de metal
bronzeado comn. 10 de metal amarello 9674
ditos pequeos convexos de metal bronzea-
do com ii. 10 de metal amarello 1910, botOes
grandes brancos de osso 22 grozas, ditos
pequeos ditos dito 18 ditas, ditos pretos de
dito 25 ditas, oleados para debrum 10 eova-
dos, cordSo de Ia pela para >ivos 76i va-
ras, panno azul para capotes 1191 eovados
baeta verde para forro 697 eovados, colxetes
para capotea 197 pares, os instrumentos bel-
licos para o batallio cima dito.
Companbia de artfices.
Bonetes 118, grvalas 107, panno azul para
sobrecasacas e calcas 590 eovados, platinas
encarnadas com palmatoria de la preta 10
pares, brim para frdelas e calcas 763 varas
algodaoznho para camisas <.16s ditas, panno
veira lari leilau por conla e risco
deqnem pertencer, de 170 pipas tas.a, levantadas,
e de I hado, 2, do crlenle, as II boras da maiihaa lio
armazem n. 17 na praia de Santa Bita.
O agente Vieira da Silva, na ra da Madre
Je Meo, n. 32, Ur. leil.io sabb.Jo 25 Jo co, rente ao
meio da em poni, de Jiversas obras do inarciuena
novas e uzadas. e diversas obras de miro e prala
aaim como sera' vendida na mesma 1 ,asa lerrea
t'inbro protimo passado : para quaquer" Informa- b,"'',e,n oi"u< "> 'na do Boinlim n. 26, os preleu-
C.lo, com t. O. Ilieber A: C, ra Ja Cruz n 1 e"' lr cxi"nln". pois o inesinu geme
agentes da companhia. oonne-se a presentar o papel livre e desembarando
- p. i i h .iv... C'"""i C0"S''' dU!" W* ,,d c'sa ,na's objectos "que
I ara l.i,boa secue rom loila brevnlaJe o bu- se adiarlo paleles uo dilu armazem nue sera' ven-
gue porluguez ollom Snccesso, por ler a raaior par- dido em leilSo. q e
prompta : quem no mesino quizer car- O agenle Vieira da Silva, transferio o leUgo
e pas,agem, para o que lem etcelleules aiiuuniiado para boje, 23, Je una casa lerrea em
AquinoFonsca^Vi^/na^--<-*%*" S.!?! Mbbi "* o
O vapor BrasU devera ter partido de Marselha
para o K0 ,1 Janeiro, com esrali por Malaga, I i-
bea, lenenll, Pernainbuco e Pabia, no dia 25Jese-
primeiro andar, oo com o eapHaa na prara.
PABA I) BIO |)B JANEIBO.
fcsora-se do Am rom r-^uila hrevidade i hera co-
nliecida e veleira barca Malbllde, a qual lera aqoi
a demora sollicienle para receher cscr,Vos a frele
para o porlo indicado: n ala-se com .Manoel Alves
buena,na roa Jo trapiche n. li.
ano Vigario n. 19, em ponto em seu armizem na ra Ja Madre da Dos
32.
Lcilo.
Prograinma da fest t de 6'.
Gonsalo de amarante,
na igreja de V. S. do Pi-
1 r, en. Frade Portas,
pelos devotos do mes no
LOTERA
DA
O ascnU' Oliv
na laca' leilao, cni seu
i i Ja, panno verde escuro para so-
e calcas 969 eovados, brim rara
calcas 985 varas, grvalas 179,
laa 26, algodiiozinho para camisas
Companhia
Pcrnambueana.
Largo da Assembia nu-
mero 10.
< vapor IgnaraHl segu no dio 29 protimo, as
9 horas da manida, para o pnrlos da Parahusa, Bu>
Grande do .Norte. Ass, Aracaiy, Ceara', Acaracu'
e Granja,e na volla os meamos e mais o Je Itapia-
suma : para carga e passagenos no respectivo es-
criptorio, aJverlinilo que carga sii recebe at ao
meio dii da vespera, e o e.ti-edieute fechar-se-ba
as S lloras do da sabida.
esci'iptorio, (je grande pomiode obras de
01110, como sejam: aunis, alnetes d<
pciio, brincos, botes il>- punlio. trauce-
iluis, eordao, icdomt. medalha,cruciixo,
e nina irnagem da Conceii-ao; assim co-
mo, de diversas oliras de marcineiria, in-
clusive mesa elasttea de amai-ello para
Ijantai- 2i pessoas, lanternas, quadrose
; mmtos outros artigoi, que scrao vendidos
por quaquer preco, alim de desoecupar
|ditoescriplorio, caso os donos de algun
n"o mandem tomar conla antecipada-
menie dosquellies pe tencem : lerca-ei-
ra Sdo corrente, a's 10 horas da ma-
nila a.
PARA
ii)
Ul
DE Janeiro.
gas para os dilos, 920 donntntes, .u muldnras para
waggous, 32 rodas para dilos ; a Kothe Bidoulac e
agentes Ja cslraja do ferro.
1 fardo eordao, 6 correules de ferro ; a Pastos &
l.emris.
Galera ingleza Demorara, vinda de Greenn-
ck. consignada a Julitis Palera C. mauifeslou o se-
guinte :
12 caixas fazendas Je algodilo, 2 Jilas miudrzas, 2
ditas sellins e pertf neos, 2tM) barricas cerveja, 100
Jilas tinte : a Adamson llovie \ C.
6 caitas sellins e pertences ;a Ktder fi Compa-
ohia.
5 fardos fazendas de algodao ; a limm M. cV
Vio,ssa.
7:t barricas cerveja, 51)0 toueladas c.irvao Je pe-
Jra ; aos consignatarios.
2 emhrullios amostras ; aos ennsiglarios.
oO.NSUI.AOU GUKAL.
Kendimentn do da I a 2:1.....26:985.3226
dem do dia 21....... 2:699;li">
29:68i?371
DIVERSAS PROVINCIAS.
KenJimenlo do da I a 2:1 3:6619076
dem do dil 21........ Iw-n -
3:752J23S
DESPACHOS UE EXPOKTAC.\() PLt.A MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
2 DE OUTUBRO DE 1856.
LiverpoolBngoe ingle EJ, James Crablree &
Compaulua, 119 saccas ilgodao.
UavreDarca francpza uRai>ul)>, diverso carrega-
dores, 47 saccas a1godlo, SOO saccosMssucar hran-
eo e mascavado, 10 fardos 50 arrobas de realai de
angico. /
LisboaItarca porlngue/a iiVIor'le S. Simo, di-
versos carreg.olores, :MMI couros saldados, 32 cas-
cos mal, 117 sac.-os assucar mascavado.
LisboaBrigue porluguez nl.aia III, Bailar & Oli-
veira, 200 couios salgados.
LisboaBrigue jfaujniez Soberano, francisco
Severiano Ka bel i, i\l"illio, 2 pipa mal,
LisboaBrizne portuguez uKora Soccesso, 'l'homaz
de Aquino Tonsera \' Kilbo, ItMI saceos assucar
maseavado*
BarcelonaSum.'ca bespanhola almandina)', diver-
sos carregadores, 97 couros seceos salgad js.
MitreBarca franeeia Cont Koger, Lasserre ^
Companhia, tiOO saceos assucar i>iascavado.
LiveipoolPatacho ingle/. Klhiope, Paln Nash
Companhia. ',1 saccas algodAo.
Liverpool Barca inglesa Lancaslrice, Johnston
Paler j Companhia, 750 couros salgados seceos.
RECEBE1KIKIA DE RENDAS IMEK1SAS GE-
RAES DE PERNAMBOCO.
KenJimenlo do dia I ,23 32.166;111(1
dem do dia 2........ 7753659
32:951-959
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendimeulo do -lia I a 23 35:189.^679
dem do da 2i....... 2:949130!
37:1389960
% >D5 '.*.
a
pen.
piarlo 'nivao no din 25.
Assu-9 diai, hiale brasileo o Venus, de 122 lo-
neladu, mesire Joaquim Jos Alves Jas Keves,
eqoinasem s, ear(aal;a Caelano Cyriaea Ja
Costa Moreira. Perl-nce a Pernamboeo.
(&b\to&.
O lenente-eoronel Antonio Carneiro .Machado Rios,
juiz Je paz do pnmeiro anuo do primen o distric-
lo Ja fregoexla da l!o, Vista, em virluJe Ja le
etc.
Eaxiaberque em virlade da resolu;ae JoEtm.
Sr. conselli-iro presidente da provincia de 22 do
Correte, tern a IVegue/ia de dar 38 eleitores, e n.i
36 eomobavia tldo publicado na tabella datada ib
do corrente; e cara comlar man tei passar o presen-
te, que -era aflitado nos lugares pblicos e publica-
do pela impreii'a. Rcrife^ 2 de outubro Je 1856.
En Francisco oe Barro* Correa, nerivlo oaacrevi,
Antonio Carnero Machado Ros.
*>' ''-i:J.
COKRBIO.
O vapor Iguarassu'o recebe as nialai para os por-
to la Parahiba, Rio Grande Jo Norte, Amo*, ra-
calt, Ceara", Aiaracu' e Granja, uo dia 29 Jo cr-
reme, as 9 horas do dia.
Pela subdelegada Ja freguezia dos Afosados,
foi preso e arha-se rcrnlhido a casa de deteuro, o
prelo de noiue s-ibuio que diz ser esclavo de Schas-
ii i Al ii.rn'D Wanderle>, por andar fgido : quem
pires, panno azui para capotes 78s cov..ii,.s.
beeta verdo para forro 431 eovados, Laidas
de laa 8, esleirs 187, botoes grandes conve-
xos de metal Uouraiio com n 3 1888, botoes
pequeos convexos de metal dourado com
n. 3 826, botOes grandes grozas, ditos peiiueuos dito dito 13 ditas, di-
tos pretos Jilo 20 ditas, liollanda de forro
*66 eovados, colxetes pelos 118 pares, ditos
ditos para capoles 123, contratar o concert
de 80 barretinas, 80 pares de dragonas e 80
penachos.
Companbia de cavallaria.
Bonetes 60, grvalas 31, panno azul para
sobrecasacas e calcas 260 eovados, brim pa-
ra frdelase calcas510 varas, algodaoznho
para camisas 150 dilas, luvas brancas de al-
godo 120 pares, esporas de metal amarello
conforme o padrao 60 pares, col urnos 60
pares, panno azul para ponches 360 eovados,
baeta verde pata forro 360 ditos, clcheles
para sobrecasacas 6il pares, Jitos para pon-
ches 60 pares, maulas de laa 31, sapalos 60
pares, esleirs 60, botoes grandes convexos
de metal dourado coma letra l 840, botoes
pequeos convexos de metal dourado com a
litra K i80, botoes grandes brancos de osso
9 grozas, ditos pequeos ditos 7 ditas, bo-
tOes pretos de dilo 3 dilas.
Botica do hospital regimenlal.
I.ivro em branco pautado de 500 folhas 1.
ditos dilos de 200 fo'has 2,
PROVIMENTO DOS AlOrAZENS DO AI.MOXA-
BIPADO.
Olliciuas de terceira classe.
Ferro inglez em barras de 1 a 3|8quiotaes
30, dito dito de varandes 20 quintaos, dilo
dito quadrado de 5|S quintal 20, dito angu-
lar SOrtido 4 quintaos, folhas de ferro gros-
sasidilos, ditas de ferro linas i dilos, fule
inglez pequeo I.
Quarla classe.
rame de latao fino 1 arroba.
Quinta classe*
Sola curtida 200 meios, lio de vela lino 1
arroba, cera branca 1 dila.
Uuem quzer vender estes objeclns, apr-
sente suas proposlas em cartas lechadas as
10 horas do dia 10 do novembro prximo
vludouro na secretaria do conselho
Sala das sessOes do conselho administra-
tivo para forueciinento do arsenal de guerra,
22 de outubro de 1856 -liento Jos l.amenha
Lins, coronel presdeme. Bernardo Pe-
reira do Carino Jnior, vogal e secretario.
REPAKIK.AO DAS OBRAS PUBLICAS.
A repartirn das obras publicas contrata o ,'orne-
ciiMBIode lijlo dealvenaria grosta e rea pira as
obras da capital, pelo lempo de telmetes, (is pre-
lendentei dirijan as suas prop isla om cart fechada
ao lllm. Sr. director iiileriuo no i'ia \ Jo coTenle
as 11 horas ja manida nesta leerelaria.
Secretaria da directora dai obras |>uhlicas 13 Je
outubro de 1856.<> secretario.
Joaquim h'rnnciico Je Mello Saotes.
O arsenal Je marmba compra no dil 25 do
crlente mei, a vista Je proposlas apre-enladis nes-
le mesmo dia al as II horas Ja mnnhia, para for-
nerimento do alinotarifadn, declarando ellas um
preco lito, os objectM wgointM, da melhor qaali-
dade : Sapalilhos. papel <\? peso, sola, chombo
em leurol, tallas de cubre Je tres a seis quartos, ca-
bo Je Mauilha, oleo de liohara, nmos de faia Je
Ire/.e a dezeseis ps, vislas de osso, lonna ing'eza es-
ireila, merlirn, sebo rm pui, cera em ardiles, eo-
Ihercs de ferro, Jedaes Je repudio, pregos de.cobrc,
plvora srosa, plvora lina, lapis.
Iospeccjlo do arsenal de marinha Je Pernamhu-
co, I de outubro de 1856.
O secretario,
Alevan Ir Itodri ues d.w Aojos.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
0 conselho administrativo em viindeda aatori-
sacaodoEtm. Sr. presidente do provincia, tom de
contratar os goueros alimenticios para fornec; ment
da companliiri do aprciiilizus menores, do arsenal
de (Hierra, e africanos livros Jo mesm arsenal,du-
ranteos Jous mesesnorembrojedezembro prximos
viuJouros.
Pao de quatro onras, buladlas, carne verde,
diij sscca, farinlia de mandioca, assucar someoos
refinado, caf, dahyson,mautcigafranceza, arro/.
, pilado, baealbo, feijao prelo nu nuilatinlio, louei-
nlio de Lisboa, a/ciie doce, vinagre.
Uuem quizer contratar estes obieclos aprsenle
suas proposlas em ranas fechadas a< 10 horas do
din 20 Jo corrente : na secretaria Sala das sessoes do consdha administrativo para
fornecioeolo do aasenal de guerra 23 de outubro
de 1856. liento .lo-.- I.amenlia I.ins. coronel pre-
sidente.Remani Pereira de Cirmo Jnior.
vorial e si'cretario.
Sejjue com muita brevidade por se a-
char com dotis leaos da carga a hoi-do.o
brigue Conceirao ., do qual he capitao
Joaquim Ferreira dos Santos; pata o
resto, c esclavos a cele, para oque tem
cuminodossulli(.-ciites,ti'itu-sc com Manoel
Alves Guerra, na ra do Trapiche n. I i-
PAR* A BAHiA.
O veleii-o e bem conhecido palbabote
iiaeioiinlDous Amigos.pretende le-
guir ate odiaSfirjocorrertto'j-*- '
do metade do sen ..,-,,---------*, rcua
iusio c |>.iss.i;;l-iios, pai.i os quaes tem
excellntes commouos, baraje .umuscu
consignatario AntonioLuiOliveira Azeve-
do, ra da Cruz n. I.
t'AKA O QBARA*.
O hiale .liirorn, c-mi muita brevidade, anda re-
cebe carga c paiaseiros : a tratar com Martins o
Irmaos, na roa da Ma Ir de il .- n. 2.
Para pelo jila-
ranhao.
S'kiib em poucos dias paran Para, com escala
pelo M.ii.iii'i 11, o brisue brasvleiro Clara, rte pri-
meira marcha, o qu.J lem parle da carga engaja-
da : para o reslo e paisajebM, para o que of-
ferece asseiados commodns : Irala-seroin o consig-
natario Joan Pinto Resis Je Suiza, na travesa da
Madre de lieos, armazem Je Martins o Pinto, ou
com o capitao I-'ernanJo Josc os Sanios, ua praca.
Para o Hio de Janeiro
s'gue em poucos dias o brigue Irasileiro ti Adolpho,
Je que he eapitlo Manol Pereira de Sa ; paia o
resto da carga, passaaeiros e uenvos a frete. trata-
se na ra da Cadeia do ltecife r. (ib, oucom o ca-
pi.io di praca.
gtjggjj ty*&0.
Alma na k da provincia.
Estando-se confeccionando o almanak
da provincia, roga-se a (odas ai pessoas
que costumamnelie ser incluidas, eque o
altn
uno csliverem, ou houver aigum crio
que.ram mandar levar a liviana numer
b e 8 da |',;1radi Independencia,a emen-
da, assim como pede-se aos senbores de
engenhos, te dignem mandar igualmen-
te as transferencias a mesma liviana.
4SS0CUU0 TVrOCRAPHlCa PERSAHB0C1KA.
O pnmeiro secrelario f. scirnle que boje ha
sessao.
Real companhia
(|iietes iiiglezes i
de
pa-
va por.

cm poucM dias, o brigue
o qual ja'tem paite do car-
Al o lim Jesle mei espera-e Ja Europa um dos
vapores da Keil Companhia, o qual Jcpois ria de-
mora do roslume seguir p.ra o sul : para passa-
gens, ele, trala-se rom os igenle Adamson 11o-
Wle \ I", loa Jo lripiche-Nivo n. 2.
Para o io
sabe denlro
uSagitario,
rerjamenlo a bordo : tara o restante e
passageiros, tiata-secon Manoel Francis-
co da Silva Carriro, na ua do Collepo n.
I", segundo andar, ot com o oapitao
Alanoel Josc Ribeiro, abordo.
Puta a Babia
segu em poucos da-, por pter porcfo da caiga a
bordo, o velleiro palbabote Sanio AntonioTrium-
plio, Je lole de I2(i tonelada; para o resto da rar-
2i trala-se com seu conaigntario Domingos Alves
ilalheos, na roa Je Apollo 23.
Para o Mara-
eria co llio
de Janeiro.
-M^H^1S;-l^mfe.i;^ "ii-o, no .<:- a e'li(c';a,'o
>o noo porto liunlem r>, a tarde, to-
inou a resolucSo de lacrar todos os bilbe-
tesque existanpor vender, em sen ni-
co ponto, em a loja n. i da praca da
Independencia, o que efectivamente
le/., \isIo ler a lotera corrido no dia
antecedente. I"), |>oi nao julgar licita a
vendadepoida chegada de dito vapor;
por osle motivo pede desculpa a's pessoos
que tinbam apartado billietes, que al
aquella occesiao nao os foram liuscar.
Reciie 2ide outnl.ro de 18.">.Anto-
nio Jos Rodrigues de Souza Jnior.
Pede-se aolllm. Sr. Julio da Silva
Lobo, que veio no vapor inglez do |{o
de Janeiro no dia 21 do corrente, que
tenha a bondade de annuuciar sua mora-
di por este Diario.

O
segu com muita
LUANTE, tem a
lil'.l-
trcidadd a I tarca
loroa meia carga que
trouxe do Rio deJautio, e aqui alguma
prompta : para o res) que Ihe falta, tra-
la-se com os consigmarios Novaes & C,
ra do Trapiche u
lo, na praca.
o.( com O cap-
aneiro.
9
Jor dasoctedade ortliodoxa e lii-
3 terariaAmor a Ca idadecon- t.
,l vido aos senbores soi-ios a com-
*^ parecerem boje pelas -1 horas da
Jf tarde, no palacete da ra da
W Praia.Mnnoel Joaquim Silvei- ($
ra, escrivao.
O abaixo assignado fallarla a um rjever impe-
rioso se. ao cenar a Ilegal e iniqoo constrancimenlo
que soltrcu em sua liberdade no quartvl Jo Hospicio
por esparo de tres mezas e it5 dias. eujo o/.o acaba
le sor-lhe restituido lelo superior Tribunal da Ke-
licao, deixasse de lesiemunhar a toda diindl e
briosa oltnialiJaJe J 2.- balalhao de infantaria os
enimaiorea agradecimeulos e verdaJeira eslima
pila plena benevolencia e incessanles finezas com
que all o acrolnerim durante aquelle mart\rio-
cumprindo-lh, porm, mencionar rom esperia'lHa-
de seu amigovelho, o lllm Sr. coronel Manoel Mo-
ni/, lavares, n nohre e affeetOOSO cavalleiro o lllm
^r. mejor femando Machado di Souza, o 1 coro-'
mandanle e n 2.- Iieil mu dignos Jo mes.no enrpo
pola diilinecao com que sempre o tral.ram. Hece-
Dam. pon, es-es honrados aener..sos miniares,-, ma.
niteslar.lo solemne. s reiterados protestos do rnais
acrisoi.do reeonheeimenlo, sohda c.nsijeracao e
partieolar amizade q jo i, abati ewignado Ihe'con-
sagra e deJica, senJo que elle procurara' sempre de-
monslrar-lhcs em quaquer parte onde niela a elli-
cacia e ingenuidade desse seu eolimeotos, assim
como di-sde j inhela-llies i Iruiccio do mais venlu-
roso norvir. Recife 21 de oulubm de IX.,li.
(.ispar Je Uenezn Vaieooeello di lirommnnd.
Antonia Carolina da C mceicilo pede i lodas as
pessoas q-.ie leem penharm em raa mo, o obsequio
de ir rcssala-los denlro do prazn de 13 dias, do con-
trario sern vendidos.
A pessua que annunciou prreisar Je um eai-
leiro que enlenda J fazanda, dirija-se a loi de
Antonio dos Sanios Vieira. loja de hilhelcs na Pra-
cinha, que Mip Jira' quem se ac,'.,i nesse caso.
(laein li\cr um melhodo para violto por Ca-
nil c qoizer vender. Jiri|a-se ao paleo de S. Pedro
. u. 22, ou annnneie sja morada.
I l'recisa-se da nina ama de leite : na ra Je
Sania Ibereza, casa n. 7. Paga-M lU^Oll por mez,
e allianraa-se born Iralamenlo.
Precisa-se Je om larneiro : na nadara da ra
llireila n. 60.
ATTENC.0.
Anda se aeha ausente a preta Bosaliua, ile nacao
lAnaola, de idade que representa :PJ anuos, com talla
; Je denles na frente, alia, corpulenta, lem no braco
squerdo as lellras l'eK: loi ecr.,va de l.uiz Pires
lerreira : quem a appreheoder pmle levar i sin, se-
nliora I). I.oizn Epiphinia da Conwiejlo, na ra dos
Marianos n. IX, que sera' iener,i..imente reeomneo-
sado.
A MESA REtaEDORA
Ja irmandade doSenlior llom Jesni Jas llores, em l
S, (. iiii.alo, razaciant' ao respeilavl publico e .i lo-
dos os irniilas e dcvoloi. que ni. ihe sendo possivel !
razar a (c-la d Scnhor Rom Jess dos Pobres Alflic-
los uo da 2li do andante me/, romo linlll marrado
por motivos jiilos e por ,.t determina Iraoifer- i
la liara o da II. de novembro prximo luloro. Re-
cle J, Je oulubro de 18.56.JoJo Marcelino Itibci-
ro, esenvao.
Na ra Direila, casa de pasto n. III, da-se Je'
comer a nina ne.soa, almor, Je wlido, cha' c cafe,
na laotir < palos, e a ccia cha e cale, por 253 men-
-aes. com nauta limpeza, e nao lenjo quem veuha ,
buscar manda-e lavar a lempo e a horas.
- A pessoa que annunciou neale iDiarioa havar
saiito.
Ka madrogadi de domingo, 2i Jo corrale, dar'
principio ,i fcalividadeama missa, locando auteaa
dorante cata a msica militar do 2.' balaihte deci-
radore do guarda nacional, deque be mesire o in-
tlgne professor o Sr. Ilermngeues, acompanhaujo
asta grandes girndolas de loga. A II horas dan
principio a fesla, sendo i musir da urch*slra diri-
gida pelo insigne mesire o Sr. padre Primo Felicia-
no layares. O sermao da fesla sera'recibido pelo
pregatlor daicapaUa imperial Sr. padre m-slre Joao
apislrano de HendoDca. e a noilc lera' Te-I)eu.n,
i odiando o M. padre mesire Amonio Manoel da Al-
sumpeao. sendo a fesla e Te-Deum preencluda pela
msica militar, em seguida se tirara' a bandeira rom
a mesma pompa com que foi aivorada, e linalisar
com um bello logo artificial.
l'recisa-se alugar Jous prelos, paga-se ale 211?
por mez, JauJo-se a cornija, para vender plo : a
Miar ua ra larga do Rosario, loja de miudezas
U. iilS.
Na ra da Alegra a. 15, ha um prelo co-
nheiio. forro, o qual sabe fazer todo o Preci,o de sua
ori'upar)o.
l'icam em poder de Josc Antonio de Paula Ma-
nureira o bilhete da sesunda parle da primeira lote-
ra do Sannor Bcm Jesni do Marianos n. l:)i.,, per-
tenrenle ao Sr. Antonio de Paula Madurcira.
LOTERA DA PROVINCIA.
Corre, sabbad *lo do
correiie, s 10 horas da
inauhaa.
Preri?a-se de dous bomcus que eniemlam de
amassar em padaria : quem estiver Metas circunis-
lancias dirija-se a casa de Tasso Irm.los, ra do
Amorim n. :lj.
Procisa-sc de dous homrns deatei que teuham
ciiegadu ha pouco de Portugal e que sejam mn. o
cm casa Je lisso rmeos achira rom quem tratar.
I rensa-se Je um pequenn Je 12 a ti, .,,,-. ,|,.
ida Je, para caixeirode taberna : uo largo da R,-
PROGRMMA DA FESTA DA VIKGEM
SENHORA DO TERCO.
Segu com brevidde o Irem couliect-
do e veleiro brigue IRMA, capitao Ma-
noel de Freitas Victo, tem parte da car- preeisaoda m -izeiro, queira diiiiV-.e ao oTt'im
ga prompta: paraoresto, Itata-SC COtn ,nl,r"l,,ni,lr0i' N""- I""'em taberna por baiio, ao
' '- ,u"',t"' ""' < coi" pe Ja ponte, sfundo andar, que arhara'urna nesoa I
os COiisijjnatanos Nvacs & C, rila do com pralica de loja de faztnde, cuja conduela se af-
Trapiche n. "i, oucom ocapiQo, na fl""-3;.1 ,
nrarn ~ hdoardo Joes, 'ul.JKobriani.o, retira-se pa-
1" ".' raaUalua. '
-Na madrugada de aabbado 3S ser celebrada mis-
sa cantaJa e dopois Ja qual sera a banJe.ra coma
ettigie Ja \ irgem Senhora conJuzida por choro Je
anjoi c Je menina decentemente vestidas, e percor-
rera alsumas ras ao som Je varias pecas de msi-
cas eseculadas pela escellente msica dos meninos
Jolretn, linda a qual sera arvoraJa a hamieira eu-
're girandolai de fouo do ar, e ah per,, aneeeri al
|ui nade todos os actos ;, 0iie havera' arsperas e
gran Je .Iluminara na Ircnle Ja g.eja. No domingo
ue madrugada lera missa, locando nella a mesma
msica acuno, as II horas sera' aiinuncado o prin-
cipio da lesta por urna grande girndola de iban,
endo a msica eveculaJa sob a dinceo do sr. jn
Marcelino da Cosa, mesire da capella imperial; 0
ermio sera recitado pelo Rvm. padre mestre t-
provincial e pregador Ja capella imperial, Ir. Lino
Jo Monte (.aunello ; as 7 horas da noite sera recita-
do o sermao pele Rvm. padie mestre preeador da
capella imperial Jo-oCapi.trano de Mendunca, lindo
o qual sera eiecutaio pelos levilas do SenhsrTe-
lleum Laiida.uus.No principio e lim de quaquer
acto serao execuladas ricas pecas de msica, Baali-
sando com o tiramenlo da bandeira ; e cm se"uida
se soltara om luido e variado e divertido fogo de ar-
titicio. leilo pelo iusisne protessor desta arle o Sr.
Jo,o Irancisco Alaes Monleiro. Rosa-se a todo< os
moradores da roa Direita e Cinco Ponas de ornaren)
:s frentes de suas 03*11 e de illuiniuarem-nas nos das
-> e 21., (ornondo-se por esse moio mais solemne a
festa da \ irgem Senhora do Terco, mli e protectora
dos pcccadoies a quem lodos deveio render graras.
Precisa-se Je um caiseiro para tomar conla de
urna taberna em lora Je Portal n. 92, assim como
se dar lociedade IrazcnJo algaaa fundos.
Precisa-se de coslurciras ; na loja Je alfaiale,
ra Nova, eiquiua Ji Ponte.
Precsa-se Je om coziuheiro para casa de pisto-
no I-orle do Mallos, roa dj Cordoniz n. :|.
Osabaixo aatignadoi vcnJeram sua taberna si-
(a no pateo da Ribeira n. I. ao Sr. Jos Hernardino
da Mlva ; os credores da mesma poderao roceber
suas cogas de Justino Pereira de Aodrade, na ra
lo Amorim. armazem de cocos. Recife > de oulu-
bro de 18.VIzidro Pereira de Andrade ........ ATTENCO.
<* J'J/isi't v.?. alguiu terreno pira' \!f?S? para capim
ac em Olinda : quem o livcr s .Ci..*"J,',.iaa ser"
nuncio prmio iilliarion para ser procurdi" ""
Precisa-se later no quarlel do Uospirio al-un-
pequeos reparos no corredor Jo esiado maior, e na
casa que serve de irrecadaeao geral do balalhao all
aquai telado : quem rleslcs reparos se quizer cncar-
regar, pode comparecer ua direcloria das obras mi-
litares.
l'recisa-se alagar urna escrava que enfeuda
de coziuha e saiba vender na ra : ua ra do Ouei-
in.:,in. loja n. 2.
Preciia-se Je um caiieiro que eiitenJa de ne-
gocio e de fiador a sua couducta : pode procurar oo
deposito de pio da ra da Cadeia de Saulo Antonio
u. (i.
Joao Jos Comes Pinheiro faz publico ao com-
mercio dcsla praca, que admitlio para socio de sua
casa o Sr. Hernar.lmo Lopes de Oliveira. Botad* de
boje em dianle os seus negocios sob a firma do Pi-
nheiro i\; Oliveira. Recife 2:t de oulubro do 1856.
Aloga-se o primeiro e o trreeiro andar da ca-
sa da ra Ja Cruz o. 10, no Recife : Irala-se uo
armazem Ja mesma casa.
O abaivo assignado faz scienle a quem inte-
ressar qoe comprou a taberna sita no pateo da Ri-
beira n. I da fregnezia de S. Jos, peilenccute aos
Ss. i/.idro Pereira de Andrade & C, c toda a pes-
soa que liver negocios coma dila tirina,deveta' com-
parecer na dila taberna no prazo de 3 Jias.linJos os
quaes nao se respoDsabilisa por conla alguma que
.pnareea. Recife 22 Je oulubro de fX.>fi.
Jos Rernardino Alves.
Precisa-se Je alugar urna prela para servir em
urna casa re familia, adverle-se que seja fiel e de
bnz condula : quem liver dirija-se a ra do Rosario
estrella n. 13,
ADVERTENCIA.
O prccuradoi di cmara municipal
desla cidade, de novo avisa a todos os sc-
nliores posstiidotes de carros de passeio,
cariocas e outros vehculos de condiicao
que o prazo marcado no regula ment de
27 de jullio de 18."i, para o pegamento
do respectivo impasto. Gnda-se no ulti-
mo do trrenle me : passado o qual in-
correm na mulla de cinco por cento.
Previne-sc a quem tntciessar que
nao liica negocio algum com os pie se
dizem procuradores do auzente Sr. An-
tonio Joaquim de Souza Bibeiro, sobre
os escravos Antonia, parda, tic 7 anuos
I de idade, e Sabino, pardo, de anuos,
, dlios da escrava liberta Benedicta, per-
tencentes ao cazal da finada D, Anglica
Joaquina dos Anjos, de cujos bens loi in-
I ventariante o mesmo Sr. Bibeiro, visto a-
Ichar-se pendente por appellaco no tri-
bunal da relaco o respectivo inventario
por nullidades insanaveis, que'bouvena
pat-tilha; e o mesmo se previne a com-
plenle autondade policial, para que nao
i Hics conceda passaporte para embarca-
tem os ditos escravos, ijiic eslo cm leli-
gio.
Arrenda-seum sitio na Torrea mar-
geni do rio Capibaribe, com boa casa de
vivienda acallada, e pintada de novo, com
commodospaia grande lainilia, por ter m)-
tSo, estribara, agua de beber, quarto
para criado independenle da casa e ter-
reno para capim : a falla'] na ma do Se-
ve, cata em que inorou o cnsul porlu-
guez.
O Dr. Pedro de Atli.iv de Lobo Mos-
cozo, tendo muito breve de'iazer urna via-
gem, roga a quem se julgar seu credoro
obsequiode apresentar suas contas ateo
da 10 de novembro futuro, eespera (lut-
os que llie devem, lenliam a bondade de
mandar-llie pagar ate esse da, pelo pie
Ibes licara' muito agradecido.
O agente Oliveira aluga, pelo lempo
da lesta, ou por anuo, a sua excedente c
espacosa casa de ampo, sita no l'oco da
Panella, aqual tem lodos os commodosde-
SejaveiS para grande familia, decente, por
numerosa que seja, rcal.a de ser cai.ida
c pintada : os prelendentes diriam-e ao
mesmo-
*? Sr. iU smiretro da:
I loteras manda faser \m-
blcotqu i'siai) cxposlo-
la venda, nu thefumrara
das loteras, m rua m
Aurora n. 'iO, dan 9 s 5
Ida larde, osblhetes. mems
jequart.os.da se-mida jiarit-
da primeira lotera doSr.
| Bii Jesns dos Marti-
rios do Reciie, (tijas rodas
jandatn no da 16 do cr-
lente, e logo que se pu-
jhquem as listas, s< pa-
Igaiu os premios iicoiiti-
| nente, a exeepeo ilosdous
I premios grandes, ijuc s*a<'
pagos logo, no salta dacv-
trac;ao, 110 convenid d-
^ossa aenhora to aran
O tscrivo, .ose -aun 1-
rio \lves (I Maia.
(,uem quiier aprender r>iloUsrm llieutirai.
I curso inatheinaliro. ai;rirueiiura, caria para o aaaa-
| inenio, ueomelria pralica para facilitar as sas esaca-
| las pilip e tamliem frailee/. dinja-ae a raa da No-
| goeira n. 7, que alii adiara com quem tratar.
Grande e aceta-
do eollegio em
Lisboa,
pura meninas, ir ternas ivleiuas, ctaia
educacao, pi endas e mais vanlagcns, ae
|K)derao avallar, cm piescnca dos estatu-
tos, <|iie se m liam ua na do Crespo loja
n. I (i. ou na eaqutlM cpic volta para a
rua da Cadeia
I. Alina Mara l'ae Brrelo, re-idenle n..
seulio Kodizio da frtsuezia de S. Loorearo da Mal-
la, viova do capitn Sebaslio ABlunio Pan Brrelo,
avisa ios credore doneu casal, que p*lo juila de nr-'
pilaos, escrialo (.u marie-, esl.i prorMendo a*
iiivenlarln dos bens do nipsmo casal, afim de que
jnstiiiquem. querendo, seus crditos para -errr al-
leudido como for de juslira.
Cidade le Olinda.
O tauivSa da irmandade de N. S. do Amparo i'a
cidaJe de (Huid,,, em uunie da mesa resedora, enn-
Tida a lodo os seus irru o. a r-n:i| i,r.P-rm # m.
sislorio de nossa Ifmall no domiuco, i do rurreulr,
pela S liorai da manlia, alim de se proceder a el.-
eta d.i nova mesa que leiu de reser o anuo rfe-."* a
J7. A mesa espera qoe os seu irruSM nao (aliena a
este dever l.'o rccoiiiincudado pelo nosso commo-
misso.
-- D.i-sc .ViOsOOO a premio com penliores de h\-
potheca em casas, ou quaulus neqaeoas : na a
Direila n. 71.
I)o-e I:(iO0-:hKI juro luodico, sol, bapulbera
ou firma segura : qnam quizer aununera sa mo-
rada.
Previdencia.
( umpaiihia de tegurw contra -" "
nOHaCDNO RIO DF. JANEUH.
I *J*ajS*> ->J'- -i.''*reB'lrlf'lfa
memoria de lodo, pai a que se deiie de apreciar n
zraude benelicio que resultara' ao |-ropriiiri., dr
escravos, da uar.miia de propriedade, qoe es! com
iniilua ollerece.
Mugoem deiiara' de concordar na vanlagem de
tirar do rendimeulos de ama propriedade ama pe-
quea parcella que -aranla o seu valor total, e <>
premio he Uo mdico que aem em :Ui inni-mm-
pialara' a quaolia que, a qualqorr momoalo tan a
direilo de receber por caso da morte do escraao se-
guro.
Pa-ar-se-lia por eiemplo, sobre a avalla, a* de
1:1100o I e menos em |,ro|.oirin no caso do valar ser
mais mdico inclusive o sello da apolice ele.
> De I Jalo entrar aos 10 auno*3K9lltO per aauo.
*i9flio h
Subindo o premid de cien em cinco aaao ale a
idade de 70 anuo* conforme as con.lires imaeous
iue poderao ser procurado ano escriplario da
companbia.
No caio de bapolhec.is, o atajan serve para iihhm
-ai ..ma da divida*, porque a companbia acalla a
transferencia da apolice a novo proprtelarm, coa*
tanto que sas Irausferenzias se realitem en m i--
criptorio.
I lar-sc-ha consultas era lis aos eicraves fagara as
II para 10 horas da manhaa, uu eseriplorio da caaana-
Bhii. r ^
Um protesto jurante o
publico.
Lu,o padre Joao llerciilano do Reg, abano as
signado, protesto, do modo mais solemne, por nul-
lidade contra quaquer dcpoimenio, in(orinar,ao,
queixa, denuncia ou rousa seinellianle ; qne por
ventura for dada einjiii/o, ou fina dalle pelo nm
irmao Guilherme Gome- do Reg : visto quce>-e
liomem Icni de-Je o principio do ininhi que-uo,
onipregado lodosos nicios, ainda os mais indianos,
para perder-mo ; e se rnostra a toda a prova aseu
inimi jo ligada! : romo farci vor ao publico em na
artigo separado, que brevemente tundo de pnl.lirai.
O mesmo protesto >c deae entender a respeilo ,1.a -
quellas pessoas, de quem eu n .meadainenle iae h. i
|uexado pelos jornaes desta capital sido certo,
que has pessoas Icnibora se linjam nan lor-me im-
misade) me consagram com ludo a maior ogeri-a.
Consta-mc pois que todo n mal se me prepara, re
accordo com pes-oas que nao > deviam fa/^r,rnjr,-
planos capciosos o maldades Setilio puUicado ; e
o lieide fa/er, com trida a forra dos pulnvues ua
quanio Dos me conceller vida esaudc.
I'adre Joao llerculano do liego.
Reciie 23 de sclembio de 186.
Liniasdc'O .inib s.
Dora em diantc havera todos os oVfniiiigos c
2 as 7 para Apipucos; as.-ita cxinK)liaver.i igual-
mente as 7 horas laiubem da inanh.u. um daquello-
oarros, para Cachanga e ouiro para Oanla : iodos
os quaes vollarn a noilinha. Desde ja licam c-
levados a 2S0O0 rs., por ida c volla, os pasarnos a
larde nos dias de guarda.
l'recisa-se de um amas-ador, na padaria da
Brilo, no .Monleiro : a tratar na mesma, ou na rae
Direila n. Alujja-se nina ama secca |wra Ioiil
conla de um menino de 1(1 HHN hiva
e cnj'oininai para nina casa de pe|icn>
lamilia, e nao imperta ajase seja tmnwm :
na rua do Collegio n. S, segundo anda.
LUGAM-SE
AVISO.
VSUTICT
I casas najlorre, caladas e pintadas para se passar
s. a ;Tod"rreco: a raa da ('jdeia 'ie
ILEGIVEL
Osaliaixoataicnadoi rasjsaaa a b$m*i
devedoies ras urinas de Ciii/ l.omcs.
Clltz a\ llasloi., < lote Dias Smil-* M
venham ou nan.lcn pagar sci.s del)ilos
na rua do QueiiMtfo loj;-. de mui.;./.i
'i.ot amado Calmga' lojadcmin-
deuts de quatro portas la. I t-, imiie." fca-
rao suas cotilas i'.tr.d'.idas dos i-umprtcn-
Ics livros.
Os abaixo assAgoaslm mo <>s una o>
encariegados i receba essas divubis,
orno podein p.rovar, caso al;;uerao\ija.
e por sjo ('.i-i Lo .nu <|iie nuigiiem mais
podera" rc'_eler COnta alguma sem aulo-
risacao dos mesmos, solire HMI de paga-
ren) diij,s veres.Francisco Jos Alv-s
'ininMifics, Jo&v Mes da Silv (iuin.i-
lacs, .


*R lE :.:' Mu-A) SA':I: iJO 25 0UTU8R0 DE 5,6
DEPOSITO DE LTEOS I OTICS HOMEOPTICAS,
rro* j
3>a
O
Sr
&B3) lil(i>^(^a^c
O l)r. P. A. Loto Moscosu, temi .le la/ei-uma viageiu dirccqao de pessoa babiliada e de inicua probidade, e uin deposito na loja do livros do Sr.
Manuel Nogueira de Sou/.a na ra do Crespo, sobrado novo do Sr. Magalhaes Uasios.
WtEGOS KIXOS."
Botica de 12 tubos grandes. tll/OllO
Dita de 34 Ifeooo
Dita de 36 .. ... SttOOO
Dita de 48 ... 258000
Dita deliO ... 308000
Manual de medicina homcopatliica do Dr. Jahr com o dic-
cionario dos termos de medicina........ 20.0on
Medicina domestica doDr. Ilcnry......... lojooo
Tiatameolo do cholera morbus.......... Apodo
Itcpertorio do Dr. Mello Moraes.......... I>f00<>
A Fabrica de velas ei
sab > a' vapor Biiiiu, precisa le serven-
tes e tle serradores.
A ClttM HE PABIS.
Ruano Crespo n .
i. FALQUE.
Kerebeu pelo navio franca (Cante Kogera um r-
en e variado surlimenlo le ruupa feila tomo sejam
Casacas de panno prelo.
Cairas de rasemira prela e de cores.
llil.. i|h lirim de linhn.
Palitos de rasemira de cor rom ^ola da velludo.
hilos de pai.uo e casemira prela.
Kilos de seda prela a de cores.
Olios de brim de buho lirancu e de cor.
Kicos rlleles de velludo.
Hilos de ureurao de cores.
Hilos de seliu) preln.
Lindos chapeos de ra.lur para liomeni.
Dilos ditos rapados para liomem.
Hilos re seda prelos finos para hoinein.
Todas estas faiendas sao da mellior
se pode desejar.
I*recisa-se de urna ama forra ou captiva, para
lodo o servieo de urna cata dp familia : na na Nova
ii. 2.'l, segando andar.
l'recisa-so de un pequeo para raiveiro de ta-
berna, rom pralica ou sein ella; no ilecife, becco
wmm m comandita,
SEGURIDAE.
Campanhia de seguro* ma*
Humos, estubelecida uo
liio de Janeiro.
Capital mil con tos de r.
< IDemce ao coiomerclo vanlagens que uanhunia
mira companhia leni feilo ale aaora. Aceitam-se
liropostas de legara no escriplorio de Isaac, Curio j
Companhia, agentes da companhia, ra da Cruz
FABRICA BE VIDOS
EH SANTA TIIEKE/A.
Vo luj.ir deuomiuado Seuzala, em Sania lliere/a,
rasa do Sr. Clao, aclia-se eslabelcrida una ialuica
de vidros, a quat fabrica toda e qualquer qualidade
da vidros, assim como porcellanas linas e ordinarias;
as enconimeudas por ora devero ser feilas na niesma
fabrica em quinto oilo se eslabeleceni depsitos es-
peciaes, para mai.T commodidade dos fregucies.
SEGURO CONTRA FOGO.
CoinpanliBaAUiailce. j
Lstahelecida cm Londres, em marco de 1S21.
Capital cinco milhes Je libras esterlinas. ift'u Fr^titA rl I unainaun
Saunders Brothers & C, tem a honra de k- /lU (l(t(OI II dli i'llht'ittl dt>\ r T,; *il amt,n
ormaraosSrs ncociantes nrnnrietarios d casas, I fdttllUI OVA Corles de cassi piulados com sele varas a cinco
lormaraosars.ne^cianies.propnetrios de tasas, fnMthu fia nliuiAlin Iracas, cambraia lisa com oito varas, cortes que dao
ea quem mais convier que estao plenamente au-|/.. I H'LUIUS UC tllJOnlO. i para dous e ires habidos a tres mil res, lencos de
.'irisados pela dita companhia para eflecluar segu- Os pemiles da sociedade em commandit.i. ahaivo lroi francezas a dez (ustes cada um. lencos'de sc-
firmada, couvidam lodas as pessoa que tnmaram I'''' '"' pescoco de senliora a dez tusloes, "lenco" de
parle nesla empreza.
ATTENCAtV AO BARATO
Para acabar.
Cas-as trancen! de rore9 lindas e linas, covado ion
lillas da duas, dilo 120
Ditas de ditas, dito ICO
linas de dilas dita 200
Ddas de ditas, dilo 210
Hilas de dilas, dilo .120
Clulas liancc/.iis uiiiili. linas e largas, covado -200
Hilas dilas, dilo 22n
Corles de rlleles de igorgorio de sed, corte I^OUO
Hilos dlloa de dilo, dilo 1?200
Hilos dilos de dilo, dilo I500
Hitus diios iie dito prelo*, curie :igO0O
Hitos dilos de fu-IAo. corle .V)
.Manas de seda para senliora NHIO
Lencos de gansa escarale rom barra e linos 280
No alerro da itoa-Visla n. 56, loja de bllhelai junio
ao selleiro.
DEPOSITO DA FABRICA
Industria Peritaiubucaiia,
RA L>0 CRESPO N. 9.
A fabrica do sabao c velas de carnauba, es-
labelerida na ra do Hram, te ni estable-
cido tim deposito na rua do Crespo n. l, pa-
ra ahi nicamente dar extraceSo aos Mas
productos, proporcionando assim a maior
commodidade aos consumidores, as velas
manufacturadas nesla fabrica, oitereccm as
vantageos seguintea : sSo feitas com a car-
nauba simples purificada pelo mcio do va-
por, sao inodoras e bellas na apparencia,
queimam com igualdede e nao esborram, e
nao l'azom murro e do mais luz e mais cla-
ra do que as velas stearinasou de qualquer
composieflo, c que se vendem no mercado.
Fabricam-se de e, de 7 e de lo em libra, ven-
dendo-scem caixas que conten 192, 224 ou
3x0 velas cada tima pelo prego de 15/.
0 sabao he branco, s materias primas
qulidadeque Je que he fabricado sSo simples c inofensi-
vas, o cheiro que deisa na roupa beagrada-
vel; rivalisa com o mellior sabao liespauhol
o lie superior ao sabo americano, iguese
vendo no mercado a :>40 rs. a libra.
Vende-si; igualmente em caixas de arroba
e a prego de ItiO rs. cada libra.
Os incrdulos comprando rcconliecero
por experiencia a veracidade do que se an-
nuocia.
Em casa de Saunders Brothers & C., praja
do Corpo Sanio n. 11, ha para vender o sejjuinle :
Ferro ingle/..
I'im: da Suecia.
Alcatro de carao.
Lonas de linlio.
Esponjas.
Drogas.
Algodo lizo para saetas.
Dilo cntran^ado igual ao da Babia.
E uu. completo sorlimento de fzendas proprias
para este meicado ludo por prego commodo.
Faiinli.t Vende-te superior farinha de Santa
Catharina, cm suecasquetem um alquei-
ic incdida vlha} por pri-ro roinmodo:
no arinaxem le Novaes&C., na rinda
Madre de Deo n. 11.
i~h cs *V
Nm loja de Antonio Fianeitca Pereira, na ma do
Crespo o. i. e n,i de Corto A ('... na praca da Inde-
pendencia ii. ;'i. vendem-se srinaldas vivas, indas de Pars, rom iii-rriproe e sem rilas,
para seren coltocadia pobre lumulns, catorumlias e
sepullura-i. no cmilerio publico, no dia >\ de no-
venibro, finados .
A ende-,e duas carrosas peipienas pala boi e
ravallos, 111114 dila grande que peya en mais de du-
zaalis arrobas : quem precisar aiinunrie.
Carne do Cear
CNi p-;ij:ils ;i <> 000
rs a arroba
No caes da alfandegl armazrm de Seralim.
ltJlcJllS *^I (*I("fcI[OI"il2 Ve" Ic-secaldcl.isboaallimamenieclieRada.a-
; simi-omoootassada Kussiaverdadiira : na praca
Vcnde-s-o manual elcitoral.contendo doCorpoSante n.M.
a le ivjjulamentar das eleicos, e os de-
cretos e uecisesdogoverno; accrescenla-
do com a le das incompatibilidades, lei
dos circuios, com instrueces novissimas,
por l.iOHO : na livrara ns*. (i o 8, da piu-
ca da liinependciicia.
ieiogios
TAtXAS PARA ENGENHO.
Ka (undipo de ferro de D. W. Boi/mann na
rua ds Brum, passando o chafariz, contina ha-
ver um completo sortimeplo de taixes de ferro fun-
dido e balido de a 8 palmos de bocea, r? quaes
icham-se a venda, por prego comm;do a rom
I promptijao; embarcam-se oucarregam-se em acr-
I ro sein despea ao comprador.
Vende-se emeasa deS P. Johns,lor. & C.,
rui da Senzala-Nova n. 42, sellins inglezes, chi-
cotes de carro e de montara, candieires e castigaos
oberlose descobertos, neqgeeoio sraule, deourn l
rala, plenlelogle, para nomem etenhara, de bronzeados, reoslos patente mglez, barris di gra-
ii. uos melliores labricanles de Liverpool, viudos | M n- 9". vinho Cherry em barris, camas de ferro,
elo ultimo paquea ^.islez: em ca>a de Soulliali fio di vela,
a loja das seis
portas
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos de
tlha e igualmente sobre os objeclos queconliverem
os mesmos edificios quer consista em mobilia ou
em fazendas de qualquer qualidade.
O abaixo assisnado fa scieule ao^ Itltns. Srs.
le ensenhtH c in.n> pe^oasque ne^uciam con> -i->u-
<"'tr, remetlcndo-u p.ir.i etla prar;i, que se ada d-1-
liililado ein recebtr pul commisao diln genero, e
eiperj de seus patricios e minos, e de qmiulos de
seu prephni se qoeirain ulilisar, as remessasdp seus
assocares, promeilendo o mesruo aliaixo assi^nado
ver coi' lodo o zelo e aclividade que lite sao nalu-
r.tc-, envitldii 1n ludo o U liquidada apurarao de dilo genero. Gomo hein o
Iciu deuioustrado. As pessuas cujas remes*as c\re-
derem de IU:OO09 por tafr, rnenle pa^aro '2 Ojo
de ui'ni'isjo. sendo )t 0|0 as demais como lie cootu-
me ; e para todas se ubriaa o ineMiio abaixo assigua-
do a toda equalquer compra do nbjerlos sem como
inuitos tirar pnreentagem. Hecile, rua Direitd, v n-
meiro andar n. 0:1.
Francisco Seraphico de A-sis Vasconcellns.
9

:'\ Taulo (jai^nouv, de volla de ana viagem
l-i i Europa, esta morando na rua Nova n. ,,
'- 41, priineiro andar, onde pode.scr procura- *;*
^ do a qualquer hora.
XvOG^O :: CrOQO
Trocarn-se nolas do Banco do Brasil por inoc-
da correte nesla provincia, com descoulo : na rua
do Trapiche n. ID. segundo andar.
tj^ na, iicliii-.sc residindo na q;jj. ^
tjj^ do Kio-Formoso, e ahi se ollerc- r^
(^ ce as pessoas que de sen pies- 6jJ)
gjk timo se quizerem utilis.ii. &,
arca o mellior que lem no mercado a dous mil reis,
lencos
lusles : de tudo se da amostra, levando penlior que
cubra o valor do que se quer tra/er.
llO-
Luvas de pellica milito novas para
inem esenhora, o par a I280
na rua do Qoeimado na bem couhecida lojodt miu-
dcas da boa fama n. 3)1.
PECBINCI1A.
Vendem-se sapal.es de luslre a y,HK) ;
l.iviaucuto, loja de calcado n. :l:l.
na rua do
DENTISTA 'FRAMEZ.
a'?
a se reunir em assembli ge-
ral, oo dia -JX do frrenle, em casa do Sr. Antonio
Marquea de Amorim, rua da Cruz, ao meio dia em
IkiiiIo, para ouvir o relatarlo apresenlido petos mes-
mos '.renles, dar o seo parecer e deliberar Mibre o*
meios mais convenientes aos Irabalhos prelimina-
res da dila empre/a. 1'ernauiliuco 15 de outubro
de IS.'ifi.
Amorim, t'aria. Guerra \ C.
Transferencia.
Aclia-sc mudado do becco do Capim
para o de Goncalves, no Kecife, arma-
/.ein ii. \. o deposito de sabao da tabrica
da viuya de Delpli'mo Goncalves Pereira,
e continua-se a vender dinlieiro a' vis-
ta, as sejjtiintes (jiialidadcs de saliao.
Amarello de 1 qualidade 100 a lili.
2 .. 95 a
Cin/.cnt'i..... 70 a
O Dr. Krincfaco Pernsndea Padilba, retirando.
separan Rio de Janeiro aoude lem lindo sua resi- I /
dencia. e nao podendo despedir-se pessoalmenle das' t'-ltl f l'ettlC e prata, patente loglez, para bomein e senliora
D
P
.Mellor^ Compauliia, rua do Torres n. :1S.
A 1#<280 o par de luvas
,# ti<: pellica,
muilnoovass innitn l'resquinlia, allegadas no ulti-
mo vapor frailee/. : ua rua do QuttnMrio, na bem co-
uhecida loj^i de miude/.as da boa f.'uia n. ;| 1.
elogios dt; palent^
inglezes de miro, desabnete edevidro :
: vendem-se a prero ra/.oavel, em casa de!
Augusto C. de Abren, na rua da Cadeia !
do Kecife, armazem n. 56.
\ cndm-Mpianosverlicacsin2le/cs, de elefantes
inodeiln.p excellenlesvo7.es, fabricados porum dos
. maiiaereditadoaantorea.premiado na etpeaieiodt
Naiojado haraleiroda rua da (.adea do Uccife; Londres: noarma/em de Retiren Kookor.VConi-
B. .10, defroutedarua da Madre de Dos, acliaro o- pauliia. pracado Corpo Santo,
freguezet bem surliinento de faieuda de boas qqa-!
chumbo dt rnuni(o, arreiospara cir-
ro, lonas inglezes.
ohei lores de laa iiespa
nlioes uiuitp rncorpa
dos e grandes.
Vendem-se na rua doCrepe,toja da esquina que
! volla para i rua da Cadeia.
Fazendas )0;ts ebatatas.
para miu de senhor com bico lamo a dexl lldi,,les- H"e a dinlieiro a' visla se vendein por bara-
: de ludo se da amostra, levaudo nenlior oue u""" pr'E, lano em atacado como a relalbo, ha-
c
emento .
V,'Rlese cemenlo novo, em barrica, e meias bar-
ricas, e a relalho. por preco muito cm couta : nu rua
da Cadeia da Santo Antonio n. 17.
a
loja das seis
portas.
COMI'AMIIA DE SEGUROS MARITI-
!H0S E TERRESTRES.
CAPITAL l.OOOrOOOsOOO.
pessoas que o bonraram com sn.is amisades ouraule
sua estada nesla cidade, em raxBo da presteza de
soa viasein. vem por meio desle pedir desculpa, c
oflerecer sen presumo naqurlla corle.
No dia I.' de agoja do correle ann, fu^jo
do encenbo Sania Kila.da comarca do Kio l'ormoso,
um scravo, crinlo, de Dome Vicente, de idade de
l.'i annos, com os rigMea seguiutes : secco do corpo,
rosto compride, checa um tanto grande, JgttMM&
na, pea nipiii|i|hilH o i' -X ; -
.i. ..= .-- ,-..-" ^ qnw appreheoder leve-o ao
dITo engeid'" "u l"K do ^armo n. Di, onde se
_.... m'.Ti.-, generosamente.
I'reriss-se de urna ama de meia idade, que cn-
finhe e compre : no largo da Assembla n. 12, pri-
ineiro andar.
_ O meio bilnele da lotera que corre hojedejn.
< Aluga-se por fesla au mesmo por mino urna
casa a margen) do Cspibaribe. com eicellcnie porto
para banho na fiegueia do Poco da l'anella ; quem
qoizec alusar podera' entenderle rom Jos Nogoei*
ra de Souza, loja de livros junto ao arco de Sanio
Antonio.
Onem annuiiciou querer comprar um berco de
amarello em bnin eslado, falle na rua do (Jueimado
n. :t, que achara' um como pretende, e o compe-
j lente cortinado, e colvo de marroquim
Manguito* bordados com recorte a de/, tusloes. ea-
mias para senliora bordadas a dous mil reis, colla,
helios para senliora a palaca. e bordados a det tu-
loe, camisas de cambraia a cinco patacas, aventass
para meninas a dez luslOes, lil prelo para Umitas
e enfeiles de senhoras a qualro palaca a vara, lit
de liobo liso e bordado, e oulras muilas fazenda de
a|S"l|'"i,lc ''"''o e seda, por presos que Igradim .10
iiViiGELiioii Till-
arais
He a deteza mais completa da Religio
Catlio'ica. Apostlica Romana, contra lo-
dos os ataques da impiedade!: edicao ra-
ra, ja boje exlincta em Lisboa : 8 volu-
ntes in 8, por 5|000 reis. Vende-se na
casa de livros de Antonio Domiogues, na
rua do Crespo.
A companhia lem sua azencia no escriplorin de
viuva An.oriin & t'ilho, roa da Cruz n. 15, onde
aceita lodas a.< proposlas de seguros de riscos e for- I ,c",e c<"1"
luna do mar. Usahaixo assi^nados tem aulorisado ao Sr. Jos
t'recisa-se alugar seis prelos para armazem de p" *?' a (*** a cobranza, lauto nesla prara
assucar : quem tiver e qqizea alujar, dinja-se a rua cam '.'" "ulro ".ualquer lugar, das dividas perlenceo-
le Apollo, aruiazcn 11. 40, que encontrar com a ,"a (MM* ,le Cral Comer, Cruz j Bastos
quem tratar. > l)la, Simops. Kecife 21 de oulubro de IS"..
9@^<99fl|:ea?,e*00 1 w^ln^" s"'Guiraariies- F"odiM *-*A|-1
I. l\l\E. DENTISTA 2: Ap,<" <'ue darl:oOO.-,ajuros,!
conliuiia'a residir na rua Nova' n?l ArlmeJ- % """" n,or-d. pura ..r procurada.
0i ro andar. m
Aluga-se o segundo andar da casa n. M da ----------
rua da Cideia do Recite, com sala c sabinele de i Compram-se apolices da Idivida provincial
frente, sala de janlar, quarlos, dispensa e cozinha na rua das Flores n. 37 1 andar
fora : a tratar ua mesma rua, casa n, ."i.t Miranda r____ l >...
3Uuar >>, se.unoo Compram-se pejinas de bestruz'ou ma;. no
escriplono da rua da Cruz do Kecife u. 52, primeiro
Tara familia estrangeira deseja-se alugar um ,ndar.
prelo liel de bous costumes para o servido do casa
Chapeos do Chy-
li verdadeiros.
na rua do Irapkhe u. Iti, priineiro andar.
O Kvm. Si. Joaquim Jos de Paria,
<|ue morn ou inora na Iloa-Viagem,
lem nina carta na livraria ns. (Je S da
praca da Independencia.
RETRATOS A DAGERRE-
TYPO.
N. 12 AIERliO DA BOA-VISTA N. 12.
O abaixo assignado lem a dislincta honra de sci-
eulilicar ao respeilavel publico desta cidade, que dinja-se a rua do l'ilar. taberna do Sr. Joaquim \n-
araba de mudar o aeu Oslabelecimeulo por falla de loni Hodrigues Sobrinho.
commodo.da casa do Sr. A. Stahl da roa Nova para-----------------------------------------------
o aterro da Boa-Vista n. 1J, e vai continuar a tirar
retractos do ultimo gosto, pelos precos os mais com-
modos.Jo.'io B. Mioma.
Precisa-so fallar com os senhores Francisco
sancho |do Ainaral, Francisco Joaquim Pereira Bar-
rozo, Francisco Martina Vieira Pacheco, loto Fran-
cisco Ferreira, Joao Nicolao Gomes da Molla e Jlo
Duela da Silva Borges: na rua do t.lueimado loja
. 10. '
AnencSo.
Precisa-sc comprar um negro, ou negra ro/.i.ihei-
n : na rua Direila n. Tti.
Compram-se duas prelas de Iti a >> anuos,
que sejam de bonitaa liguras, c que leiibam habilida-
des, nao se olha a preco : na rua Nova ii. i.
Compram-se nrralas vasiss: na fabrica de es-
| pinlos, na rua llireila n. 17, e pagam-se bem.
Compram-se mnlambos velhos para envernisar:
na rua da Cadeia de Sanio Antonio n. 18, loja de
' marcineiro.
Comprare o sitio da estrada de Joan de llar-
ros pcrleueeiile ao Sr. capilao Francisco de Paula
Lopes \ ianna : quem se julu.ir com direilo a
Vendem-se chapeos linos da verdadei-
ra paUinba do Cbyli, por preco commo-
do : na rua da Cruz n. 5li,
andar.
pri metro
Rua da Cruz
fondo entre minio vanedade boas chilas de cores li-
as de diverso, padroes, o covado a llill, 180 r 00. e
a peca (i;, 69500, li^MIU e "3, corles de eaeaa de co-
rea bonito! podroes.quc uiio desbotam, com 7 varas,
gelo diminuto preco ile l^iOO. riieadoi r chitas lar-
das francezas modei lias, o covado a 10, '280, 300,
320 e 100, cas-a. francezas de core* a 560a vara,
dilas em corles de 12 e 13 varas rumio linas coui
fazenda para vestido e para folbo, desenbosdilleren-
tes, pelo barato preco de 83, corles de andelina de
seda cor de rosa e azul com fazenda para relego e
folbo a Ii" i- l.'if, corles de sedas escocezas larga de
bonitos goslos a 2K, grosdenaple prelo superior pa-!
ra vfslido a 2*) e 3200 o covado, chales de merino
lino sem barra com franja de rel oz a 3OO, dilos de
chaly 11.m barra aatetinade a 69500,|dilot de merino
hordados de cores a 83, dilos muito linos bordados de
una so cor a 9J>, e alein de.las oulras mullas fazen-
rtas, que como cima lica dilo, se vendem baratas;
(|ao-se amostras, e aloja esta aberle de noile.
Vcndc-se o litioeomeaiade sotiradcdo falle-
cido George KeDworth] uolu^ar.de S.Josdo Uan-
guiuho, com arv,iredo.de fruelo e mais beinfeilorias
que nelle -e aeliam, sendo as Ierras do refcinosilio
proprias: quem o preteuder procoreem casa de Sa-
muel P. Jobusloii \ Companhia,rua da Senzala No-
va i). 12.
AGENCIA
Da fundir,o I.ow-Moor, ruadaSenzali-Ko-
va n. 42.
Nesteastabelerimentocontina ahaver (mcom-
nle-li sortimenm da moendas aieias moendas
pa> nqo*,., ^J e ,.,,,. t .
trro balido e coadn Leos de eam-
*aia de li olio
5<20, 400, i>00, e 64C
Moinhos de vento
rimbombas derepuiopara regar herase hai-
x a de capim : na (undicaode I). W. Boiuaii
na roa do Brum ns. t, 8 e 10.
Ueiicao.
Na na do Crespo
Esquina a voltar
Para a rua da Cadeia
Milito lia que admirar.
Vendeiii-je rolclaas brancas adamaaeadaa a 3300
rada ama, dannioho prelo c de cor a 120 o covado,
cortes de calca de eetemira de cor a '13 e ."3, dilos de
raaemiri pela eufeslada a 3SHO. dilos de dila fran-
re/a sup.rior a (3.VIO. dilos merlo superiores a 83,
Hilos d* brim amarello e pardo de puro linho a
1-liOO. dilos escures de quadros a 1/iOU, dilos de
ganga amarella a I3-211O, ctirles de cassa chita com 7
varas a !>.iO,l, cobertores escuros e brincos a 800 rs..
Macado escuro lar?o e muito eocorpado a IbO o co-
vado, Iflizinbl de quadroa propna para vestidos a
140 o royado, e oulras muilas fazeudas por pceo
eomniodoa.
*, Na rua Nova n. 22, loja do relnjoeiro, afc
l'.r. ha para vender bico de blond de e- .'.'!
".," di branco e prelo, por preco mudo m .'>
r'- cenia. ?
.' ..- '<5i
A boa fuma
V1 nde barato :
Duzias de tezonras para costura a l000
Dilas muito linas e grandes a : "-U>>
Peeinhas de bicos esireilos a &t"
Caivinliaseom agulbas francezas > IbU
Caixas con linlias de marcar a SO
Braceles encarnados para senioras a 200
Meias brancas linas pirra seiihoia a 240
Meada de 1 i tilias linas paia bordara 100
Crozas de boles madrepurola linos a t>00
Grozai de iioioes linos de osso para calcas a 280
Fivelasdouradas para calcas e et-lletM a 120
l'entes linos para alizar cabellos a 300
Pecas de lilas de linho com ti varas a ,">o
Caxinhas com clcheles francezes a 60
Carrilois de linlia lina de 200 jardas 1 SO
Macinhos de 0 grampas muito noas a 5i
Suspensorios paia homeni cmaninoa 10
Duzias de torcidas para candieiro a 80
Caneiras finas para algilxjtra a 0(i0
Canelas para peonas de ac a 20 o in
Meias brancas e cruas para hornera a 100 e "00
Trancinbas de laa de caraces peca a 80
Duzias de pentes de cbifre para alizar a 800
I irosa de boloes de louga pintados a > it)
Pecas de lilas de cor com 10 varas a 320 e 300
Carriteis de linha amor Ale\andre a -10
Meadiuhas do linlia prcti muilo boa 2(1
Cartas de alneles com 15 pentes a I O
Du/.ias de penlcs abertos para alar ca-
bellos a SUM
Meias brancas e de cores para meni-
nos a 2 iO e320
Crozas de livellas para sapatosa 060
Caixi nhas de pao com palitos de fugo a 20
CasiOes para bengalas a -10
Sapatinhos de I .".a para enancas a '' iO
Trancelins preospara relogios a 140
Escovinbas linas para denles a 120
Caixiuhas com grampos a 1 tiO
Babado abertode linho varas a 120 e 140
Dilo bordado muilo bonito vara a 200
Caixiuhas para guardar phosphorus a 100
Caneiras com agulhas a 320
Caxinhas com obreias de colla a 100
Escovinbas para limpar penles a 320
Agulheitos muito bonitos a 200
Pecas do lilas largas lavradas com 11
varas a 29500
l.il*is de linha preta e de cor a 19200
Libras de linha lina n. 100 c 120 a 2$000
Duzias de caixas de chifre para rap a 720
Maros de palitos para dentesa JOU
Alm de ludo isto oulras imiilissimas miudezas
que se ven lem muilo mais barat do que em oulra
qualquer parle : na rua do Queimado na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa loma n. 33-
KOlt I.AITECTEIR.
AVI. SO AS MOCAS.
llamos os pa>' abens as noaaas hellaa piam-la ; ara-
ba de Clieaar d- > Rio e aclia se ruda ua raa Sata
11. II, l"ja de H iiiiioni. una nca e variada mlaiii "
de bolillas val saa, polkas, srhoiiisrh e aaMkilhat
ludo novo <" .0 melb.ir goMo ; Umbcan eaiatcea Md-
daa ans, rav alm.is e inodiahai naca piauo e 1
.1..1111 nao ha mellior occas Ao de relazerem 1
reportaras, I otando para lime* loda. ra.
musir., que 1 .or Ma de oulras, outuri,,.. icar ha-
dos o. diaa ; ajan nao deve b.ivrr quena, asar
mo locar boa. msicas he ixxqu* na. qaar. amn
com qualquer ciuco lusles se lem mmt vataa as
polka para piau o.
A *cr cm liarricas Je I ~> duzias rU- potes: i-tn 1 a-
sa de Jaun*. Craliti-ec o, C., rua ila Q 11/
11. \>
O nico onlorisaUu por (cci'.-iio do consclho real e I
decreto imperial. jai reos de cario.
Ycnd.f-se um c\ i|ualro ruda s com urna das mclhorc iw-
relhas que aSfai lia : na ros lien* ,|,, S
Adolplio Ro iijois. rua >ova n. fil
^ItfMlo.
3
No Ierro da II .a-\ i-la o. -'i. vendrn ^ rhapr-^
de seda para -culi na dr Indas as ajaaltdae**, dil .1
palha enfeiiados. v*dilos para rnfeilar-ae. Ibirca frass-
cezas, dilas de tarai-ja, chale* dr touqaim bidadn
da India, dilos adaa*cadn>, ditos dr usa)
do., ditos com listras ditos Ii.-.. hl., hrann
lado e liso, dilo prrl 1, de .alpir.... hira, de
branco largo e rslrnl.-, dilo de ludio larso r 1
e dr oulras qualidade-s, lila, de -ni i ilr I
qualidade:-, dilaa de .corea, dilas de rannail.u.
pulceiras dr coral moeltdas a serprnle, dilas deraar-
ualina montadas en, ouin da le, dra* de astro, ai
parelhos de curo, dilns de mo-aico, I k ale ral.
trancas de todas as qualtaadrs, d seda, lasara de
cambraia de linho horda*, lio.n. larharaa aVere-
tro/, dnurado e pralradn cuan aljofares, rrene de re-
da dr lodas as cure.
Vendem-se M varas de lazen> MMln de lis-
boa : a tratar na raa da 4-aJria Veala n. I.
No'paleo do Calmo vrndr r illlri I
legitima para larrrin icaficiaraim.. r | rm-tra-
rame para os srnhores refinadores e 1! .
VIMIti IMISMIK MI l.tMIMl.
Vende-se ptimo viulm do l'arla era harrt* da
quarlo c oitavo, por perca rateare!: Ka ruada'a
dra do Kf rile n. 13, esrriplorM dr Rallar \ IHs
reir.
Em cana de KalM-Schmeltati A C, taia
da Cadeia 11. ~>~, vendc-K' :
L ni grande sorlimento de vidruectei -
pena.
Relopios linos de p.itcnlc ingley..
Ditos ditos de palenle suitso.
Cornos de ;ra\a.
Ervillias seecas em ;;.u 1.11 -
Vinlio do Klieuo superior.
Conservas alimentaria de lanas |uali-
dades.
Tudopoi preco eommiarin.
VEXDE-SE
Cia\a de patente, |nv>\a d'agna. jmi i
m^
400, 500,
fida ui!i.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina
eolia para a rua da Cadeia.
i;no
I.ABYRINTIIOS.
\ endem-se lencos e loalhas de labyrialho, asaen-
lado em lina cambraia de linho : na rui da Cruz 11.
i, priineiro andar.
AG.V.-.00 a du?,......_,;,
ro. a Crespo, toja de Adriano j Castro n. Iti.
Valoja da boa fe
vende-se tao barato que admira: panno fi-
1 ne azul 11 a/o covado, dito dito prelo supe-
rior a 39500, casemira preta lina a 2a, bom-
Uztna preta muilo lina ou lapim, proprio
para batinas a 1/280, sarja preta hespanlio-
a a 19800, setim preto inacau a 3a600, can-
tan multo fin.", fazenda prela superior pro- is;
pna para vestido de luto a GC, alpaca de se- !** armazem de fazendas_ baratas, rua do B
da de cor para palito a tito rs ricos corles !S Collegio n. 2,
vende-se um coirfpleto sortimento de fa-
Attein
barateiro.
i"
ilida-
knH&
;- ai.
Vende-se vinho do Botdcau\, 1
de superior.
Champagne.
Por precos coir.modos.
151 VESTIDO l'OR 2,-MHIo.
Novo c completo sorlimenlo de corles de vestido
de chita de dillerenles padroes. cores lixas, palo di-
minuto preco da 23 cada corle : ua loja de portas,
na rua do (lueimado 11. I".
Em casa de Herir, liiunn e. Companhia, na
rua da Cruz n. 10, vende-se cognac em caivinhas de
dntia.
\ piule-- um prelo crioulo de > a 2I> anuos de
idade. bonita figura, bom padeiro.srm achaque, bem
reorcado : na rua da Cruz n. 28.
Veodenxe caoastraa pequeas com lualas
lie I muito novas, por preco commodo : 110 armazem do
caes da alfandega 11. 3, de l'aula Lopes.
Vende-se cha' preto de superior qualidade,
chegado ullimamente da America : 110 esrnplorio de
llenrv lorsler A, C, rua do trapiche Novo 11. 8.
tyao;o
Na loja do barateire, na roa da Caneia do Recife
n. SO, defronte da rua da Madre de Dos, ha para
vender alem de muilas rateada! que em porcao e a
relalho se vendem por baratos precos, liambu'rgo ou
brim liso fino de puro linho proprio para esleas, toa-
Ihas, ceroulas a lenroes, em pecas de 20 varas a
'.'-JtiOO e KhJ. dilo maii chelo de boi qualidade, pe-
pa de 30 varas a 12-5 135500, panno de hubo lino
a (O a vara ou 85 a , se a acabar, panno di linho lino para lencoescom 2
varas de largura a 3jiOO a vara, corles de brim d
linho de cores paracalca, padroes novo a .').->200,
dilos de fuslao de crese braocns para collelea a 800
15, casemiri preta lina a 2o, 2BG0O e 3>fiO0 o co-
vado, panno azul eiosso a U58OO a covado, panno
lino prelo e azul de mas qualidade a 3>jOO, '15OO
i>"d)0, :s a ti.->. camisns francezas brancas 1 ic7t(j
cada urna, e 205 a iluia, dilas muilo finas com pel-
los e collarinhos de (res e branco a 2-5500 00 a 30
dntia,madapoln Bao para camisas a (9600,38e
59600 a peca.eiiiaisbaivopara 39200, SSJ3U0, 39600
39600 e -. eagaMoboni para paitos a I.5IIJO. e mui-
lo lino a 19800 e 25 vara, e a peca por 115, |j e
309, pcilo* para Cainij) branros e de cores com pu-
nhos e eoltaiinho, pir barato preco, assim como
oulros muitus oljcctoi indispensaves.
Superior cal de
Lisboa.
Vende-se superior cal de Lisboa : no
Novaes c\C, rua da Madic
Encantos das senhoras,
tormentos dos paise tna
riilt s.
l.iid de n
(l ]m.^os|" nunca visto ncjlc mareado, e so agora m-
Aluga-se urna casa com commodos para gran-
de familia, por festa ou por anuo, muilo fresca, com
cocheira para carro, estribara muilo boa e porto do artna/.cm dt
lunlio, nn Capunga nova, ruadas I'eruambucanas : J n
a tratar com Jos Antonio Marqoes, no Chora-Jle- "eos n. 12, por preco com modo,
uiuo, por preco commodo.
I'recisa-se alugar um prelo cscravo para tratar
de un i-avallo : na Rua Nova n. 22.
i A BOMEOPATHIA E 0
B CHOLERA.
S Luico Iratamento preservativo
curativo do cholra-morbus,
(v9 PELO DUUTOR (ga
^SabinoOlegarioLudgero Pinho. gi
}.A Segunda cdieco. 3
W k benevolencia com que foi aeolhida pe- &)
(.S| lo publico a primeira ediccao desle opns- ,A
W culo, escotada un curio espaco de dous me- 7
tir? sai nos induzio a rrimprriilii
jj* Cusi de cada eiemplar.....
Vj Carleiras eotnpieUs para o trata
(J^ m.nlodo cholera e de muilas ou- 19
Ira. molestias, a..........SOaOOOlS
.Men.'s carleiras..........169000 >)
(g| Os medicamentos sao os melliores inssiveis. tj
i!h Gonsalaorio central honteonalhieo, roa fl
VaVy de Sanio Ai.iaro Mundo-Novo n.6. *
y|r semira eslattlf
i
Bracos Romo pan i i a.
Vendem-se ua roa do Oueiiiiado, loja de ferragem
ii. 32, bracos de Romo de diversos tamaohos, mui-
lo proprios para bilcio: vendem-se muilo barato pa-
ra acabar.
Vendem-se charulos de fumo da llavana, fei-
lo no Rio de Janeiro, chegado no ultimo vapor, a
WMJO rs. o cenlo : ua rua da Cruz u. 52, pnmeiro
andar.
COBRE DE FORRO.
\ende-se na loja da rua da Cadeia do Recife n.
O, ou uos fundos di mesma loja, no caes de Apollo,
cobre de forro de 18 c 20 oacas, e bem como lelhas
de vidro. por procos comraodus.
PARA OS SAPATEIROS.
Veude-se hezerro francez muilo novo e de siiiio-
lerino bordados d-velluiin, dito, de ca- i rior qualidade a 3*9000 a duza ; na rua Nova n. 1,
ido,, dilos de laa e seda, e lodus de | quina das Trincheiras.
COM PEQUEO TOQUE DE
AURIA.
lint
-SP0. loia d'i p.o
volla par a rus da Caleia.
D
O
Os mudicnsdos hospilaes recomineudam o
arrobe de Lallecleiir, como sendo o utuco
nutorisado pelo governo e pela real socieda-
de de medicina, tsle medicamento de um
goslo agradavel e l'acil a lomar em secreto,
esta em uso na niarinha real desde mais de
60anuos ; cura radicalmente em pouco lem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as al-
lecges da palle, impingeiis, as cousequen-
Cas das sainas, ulceras e os accidentes dos
liarlos, da idade critica c da acrimonia be-
rcditaria dus hnmores; convm aos calar-
ibos, a boxiga, as contraccoes e a traqueza
dos oi'gaos, procedida do abusu das injec-
coes ou de sondas, i orno anli-sypbililicos
o arrobe cura em pouco lempo os llu&os re-
centes ou rebeldes, que volvem iucessanles
em consequcncia Uo en>|irego da copaluba,
da cubeba ou das injecioos que representen)
o virus sem neutralisa-lo. O arrobe I.alia-
leur be especialmente recommendado con-
tra as 'Hn'in',1- inveteradas ou rebeldes ao
mercurio e ao iodoreto de potassiu.--Lisboa.
Vende-se na botica de Barral e de Antonio
Feliciano Alves de Azevedo, praca do I). Pe-
dro n. HS, onde acaba de chegar nina gran-
de poreo de garrafaS exaudes e i>e ...!,.. ui-ceaiueoic ac pars, ue casa uo di o
Royveau-t arecleur 12,iua iwcbelieu Pan
Os formularios do-se gratis em casado a
gente fcilva, na praca lo I). Pedro n. 82. s*"5:
I'orto, Joaquim Araujo ; Rabia, Lima Ir- !
maos ; Pcrnanibuco, Soum ; Rio d Janeiro, i
loeba o Kilhos; e iloreira, loja de drogas ;
villa .Nova, Joiio Pereira de Magaiea Le te;;
Rio Grande, Francisco de l'aula Couloc. C. I
WtmmkmmMmMLmmmm
AO PLBLItO.
\ iiilni iln lniMi sie ipiahihidi-N fsrac-
ciacs.l.-li ininslii t;; c Mu < olirunim .
Noaiiinizcm deC. J. Ailley C-
Navallias h contcntn.
Continua-se a vendei aKsOOO o par prr>_ ha* r
j hein i-onhrcidasnaralha- de barba,feil*Vr*a ha-
tul fabricanle que lia sido prrBiiannem esvara*
posiroes: v-ndem-s com a caadle** de aria aara
dando poder o comprador drvo|\r-la ..n- .IB a
dermis da compra .rcslilaiaria-sr a taaaarlaBrta: san
eauaVaAassnlaC.de Abren, na raa da Cadeia aV
Recife n. .'.<>.
A Uenco!)
prelos de grosdenaple a 2?, e oulras muilas
lazandaaquesa vendem por precos lao di-
II) m uto----------
m
i'i'i Na i ii.i do Trapiche i. Til, lu C
O supeoc rape l'i incc/a rio Brasil, C"
'.'; chc;;ado recentemenle do Rio dr ^-
vi* Janeiro, ein c|uilulade itonrn di- C^J
vjji lre do de Lisboa, ao pateo pac
*^ '"'' uraana Ih'tOO a libra ; a vfr sf
V anl.-s (p. acalle, pois a n-nsTM. 2
2 nejvrqncna. g?-.
iMoeiulas superiore.
Na fiindi.-ockC. *arr4C, lo Amaro, acha-se pata vender nior-ndas
de canoa lodas de Ierro, de um mo-lrls.,
)nstrua-ao muito superroi-ea.
TAHAS UE FERRO.
Na fu mi icio da Aurora era Saato amaro, a
tambem no DEPOSITO na roa do sVasa, laa
uegorguroes de seda para cohetes a 39300, **
palitos prelos muito bem le i tos a 4, ditos *^ zendas finas e grossas, por mais barato MI n* entrada, e defronte do arsenal i
!?J.,".n,..!)a_rd-0 *?.:pu.ro '110 *, lencos B procos do que em oulra qualquer parte, SSJsempre
** lamo cm porces como a relalho, alh'an- ^ i >brica
um grande sortimento de Uixas, taateda
nacional como estrangeira, batida fanaali-
sqne ningucm deisaia d com fUlHH aos comPra1dores um s \>W I jj 8rand. pequeas, rasas efundas; a
na rua do Queimado n. 23, na bem roXc: j !?^!.:.^.eslaLelcc,m9n10 ^ri-se HI'?!*'1 ug,res niMem iMMpB rr-
da loja da boa le.
REMEDIO 1MCOMPARAVEL
atnesoi. <3s
jar canoas ou carros, lirres de
pernos sao os mais rom modas.
YARANDAS E GRADES.
Lm lindo e variarlo M.rtimeiito de naooVl
los para vareadas e gradinas de guato aw,
dcriiissuno : na fuidicnda Aurora esa San-
to Amaro, c no duposilo da mcisnaa na rua
do Itruin.
j| de combinaco com a maior parte das ca- B
i j>| sas commorciaes inglezas, francezas, alie- 3
: 3 mos e suissas, para vender fazendas mais 3
M em conla do que se lem vendido, e por isto g|
i *^ ollerecem elle maiores vanlagens do que S
\M ouiro qualquer; o proprietario desle isa- 'tt
i *^ poriante esiabclecimento convida lodos H
j B os seus patricios, e ao publico em geral, ,
! B para que venham (a bem dos seUS inte- 8
O resses) comprar fazendas baralas: no ar- B DOTiCCi ? Tal QnHaB
I Jg mazem da rua do Collegio n. 2, deAn-jSi lUIAiJijA iu uAL TUtblUsl,
r\'i;r|-\Tr nu-vv I Mjpnio Luiz dosSantos&Rolim. 9 Noantigoej bem conberirjo deposia da raa di
Um^SSSS^^ naces ^^-^^^^^^^^^M ^ Recife, escriptorin a. TL para^
poden, lesiemunlir as virtudes dc^tV ene- FElUlIiRUS III ITA KI\.S jE '"'T- *""* P KaSSU' *" *""
dio ncomparavel, e novar erai raso neceeX. n! ion a i r UV*'" VM^' '* J,M,ro e mI vir8em UAo* !*. a*
corpo e inembros nteiiamente saos, depoia *"<>aea autor mell.or ene ha em Pana, riquis-i;
ae luver empregado intilmente oulros Ira- n,os rr"""s com tralamalla lino a l2O0, fou |-
lanieiitos. Cada pessoa poder-se-lia conven- g*W, jarros de porcellana delicados a de mo-
demos sosios eombanha hauceza muiissimo laa _____
29e 9300, frasco comessencia de rosi a:l20rs., I
naos de pomada fiaurezii minio boa a 100 rs.. iras- I uaio de bordo do paferha Valeatr a aaa
eos pequeo e grandes com excellenle agua de Co- | -' da -etembro o aaeSa Januario i
i ios compradores salisfeilos.
os jajaes Searau
eer dessaa curas maravilhosas pela leitura
dos peridicos que Ih'as reliUra lodos os
das lia tnuilos anuos ; c a maior parle del-
lasso tao sorprendentes que admiram os
nieuicos mais celebres. Quantaa pessoas re
cobraram com este soberano remedio o uso
de seus bracos c peinas, depois du ler per-
manecido longo lempo nos bospitaes, onde
fOyaS (C raaaapoIaO IIIIO. Vendem-se na rua Crespo, luja di esquina que '"'.I"0 havendo deixado esses asvlos de pa-
dcciuienlo, para se nao submetterem a cssa
operaran dolorosa. Corara curadas completa-
mente, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das laes pessoas, na eluso
de sen nconliecimento, declararan) estes re-
sultados benelieos dianle do lord corre,-e-
dor.e oulros magistrados, alim de mais au-
tenlicarcm sua atlirmaliva.
Ninguem desesperara do eslado de sua
saude se tivcsse bastante conliania para en-
saiar esle remedio constantemente, seguiu-
do algum lempo o tralanicnto
\d BARATO.
Na rua Nova loan. 8 de Jos Joaquim
Jbrei ra.
\endem-sr I uvas de pellica para liomem e senhora
da. mais fresca e iio'is que ha no mercado, pelo
haralissiuio preet) de afStw o par.
CAL i POTASSA
Vende-se potassadaKussia e americana, che:
uestes,liase ne superir qualidade ; I de Lisboa lassr. a nalure/.a do ma|,ClioTesuTtadreTa
que necessi-
loooo
O
du/idos pela barca fiauce/.a Conle ItuiierT a*rua ~ Veu(le"*e ,lma muala de idade Ib' aun
do Queimado n. :9, loja piulada de amarello, esqui- ell-0,nn" e OHnlia, ^llrda e robusta : na rua
na na Congregaran. | (le|a do Kecile n. 17.
Vende-se una prela criolita muilo em conla, e
vala do comprador se (ara* ver a precisau : na rua
do Tisana a. i i.
Na rua Hora n. 2, defronte da i;reja da Con-
ccicao. vendem-M vela, de carnauba da primeira
qualidade, ignaes ai da fabrica Pernambaeaaa, por
preco multo commodo, a I2> a arroba.
Vende-se un relosio de ouro de muilo superior
fabrica, por 120.} na roa Inrg do Rosario a, 17.
i, cose,
da Ci-
MllTA A1TE.M..VO'.
\ endem-se manuabii de sda para pescoro de
senhora emeninas, muilo barata : na loja de' M.
Ferreira de Si, na roa da Cadeia do Kecife, e?i|uiua
que volla para a Madre de Heos.
TOALIAS !\RA ROSTO
e mesa de puro linho ; endem-se na rua du Crespo,
loja da esquina, que voa para a rua da Cadeia
Cal te L:-'
Na
II, vende-se supeior notassa da Bussii
$0t*?>t1# Hbtffctl,
----------------------.-----i;u.i ile (.li-
lil.,! d .tW6 T e OQlrai miiilac perfotnriria^ ra me- : n.n;.ii> Bcii,7u**iU. ir^.i i .a.lq. --;-
hor qualidade que pode b%aa ,e por preco mais "' eo">pri baratos do que em oulra quelqoer parle : na rua do i "d> peda-s a', autoridades poli, uar c a
Queimado na bem couhecida loja de miudezas da boa i "ipo o preudam e h-v ero a raa da Caaa
ama '' fe n. 2, qoe sera- recompensada. ^^
/A saa._^.^ I ,.~, '"S'0 Armazem, I?l~s*j^-S^
. Mjk mi Na I i.
a. rraegerdl C., aviisasajas seus fre^uei
do corjio, cabrea graada e malla caballa
muta .ro.-,.., r.,m falla de daaloa aa frrnlr. arTal
ti ni pouco arqueadas. I- II., fiaa a docaacada iilI-
j surrado ; (irdr-ae a, anluridade de Marta a ea-
m ra.; quV^;,^, um grande deposito de genero, alimenticios de to-
da- as qualidades, romo
Presuntos de Westphalia, de ptima qua-
lidade. '
Salames sorlidos.
Queijos verdes suissos c de Lirali.ir,
Caviar em latas de urna libra.
Ihi
TO.
loa e |>otassa.
rua do Trarche armazens ns. ) e
venile-se supeior potassa e americana, eal rgem de Lisboa, da
mais nova iim
Pechincha.
Atori^ito.
I> ahaiio assi;nado, rrrmilanle das afercoesdo
municipio do Kecife, sciei, mica a quem convier, que
lem eslabelecido o sen esen/dorio no palee do Terco
u. 16, aonde dar' expedien.'e das x da inanhaa s
- da larde.Jos Custodio l'ei.'olo S lares.
<> barharel A. U. do Torres' Baadeira, profea-
s.ir calhedr.ilico de lingos frunce.'a no (ivinnasio
cata provincia, lem rraolvido abrir .do priineiro de
novembro em dianle um novo curso desl i me.nia
nana di taalau, e bem assim de rln 'oriea, seo-
sraph.a e philosophia : quem de seu n.'eslimo e
ijinzir ul.lisar pida procura-lo na casa de .SOS resi-
dencia, na ras Nova n. 21, gudo indar.
Fundas fraucezas do lado direito c es-
querdo, pelo barato preco de l.s'Ofl rs.
cada urna: na rua larga do Rosario n.
~), loja de miude/.as.
Aterro da !3oa-\ sta n.iO,
nova loja SILVA.
^esla loja vendem-se por mcno> preco do qoe em
qualquer oulra parle, as segoiotes faiendn : asseve-
rando-^e que sao das ullimaiiieiile che-adas ao mar-
cado. Corles de fuslao acolchoado, e brins de hubo
puro para calcas, cada um 2,-.">O0, -uperiores hrela-
nhas de linho, cada peca de Ii varas por 3&300, inel-
|n ii.ene para vestidos, e oulras mullas flModa) ti-
uas a voutade do comprador, tojas estas fazeudas
tiocam-se |iur dinheiro.-
I.ivror, que se vendem na loja de Jo.lo Iran-
cisco >emioud, no aterro di Boa-Vista u. 12 : lle-
ranca de Barbadao, drama crismal porlognez, I).
Manoel ue A/evedo, drama cvtrahislorico em 2
parles e ."i quadros, o Seductor e o amante, o Trbu-
lo das Cem DoOMllas por Meudes Leal Jnior, as
I res Cidras do Amor pelo mesmo, Allira ou os A-
mericaiios por Vollaire, Ihealro Cmico. lindos
volumes em H., Heiiertoire du Tlieatra t/rancois, i
vota, em 8. relies. Arnaull, Ihealrc :l beaux" vols.
relies, Thealre de lavart :i beaoi vol. em *. re-
li. Todas estas obras se vendem pelus precos os
mai. commodos.
Vende-se superior agurdente de
Franca cognac), em duzias de {jan-alas,
por pceo com modo : na rua da Cruz n.
<>, priineiro andar.
a} -Na rua da Cruz. n. lo, ia,,i de llene. Itrunn 6i
Coiiipauhia, vendem-se barricas rom cemenlo.
VISOS E ESTATUAS
\ endem-se vasos e eslaluas de louca, proprios
para jardun ou catacumbas : na rua do Auioriu) ar-
mazem u. II.
o mercado.
AI ponas.
Caimbras.
Callos.
Canceres.
Corladuras.
lores de caliera.
das costas.
dos inembros.
Kiileiniulades da cu-
lis em geral,
Eufermidadea do anas
Lriipcocs escorbticas
Fstulas no abdomen.
Frialdade ou falta de
calor uas estremi-
dades.
, Frieiras.
iijO-lec, Robertos S'"esescalda,,as-
liiflammacJiodolieado
O ungento he uiil, ^particularmente K^TVt^ bi""'S *"
nosseijuintes casos. aiumlius Irescasein sal, em barril de
Inllamniuciio da raa- .V. yiohas.
reijao verde ein han is.
. Kepollio dilo.
' Biscoitos de Uamburso.
de
elogios
ourc patente
triz.
Lcpia.
Males das pernas.
dos peilos.
le ollios.
-Mordeduras de repita
m ao dilo enaenbo. aa a raa da ttarlaa
III, qua serao tiern pacos da seo Irahalha.
"" enaeolio (Ujabasaaiinha, sil. na frr /
do Cabo fasio na uoile da U para It. d. orrralr
"m ca.,1 h, ,, ^aiatr. : Jraw. ae aarr., .
idade de 3 a .o .uno-, bailo, rom falla dr rale,
e o dedo urande do pe tocio para aealra : Berase
ta, cnoula. de idade de Saaaaaa, pm m*,m, ,.
nos, liana, srcra, ro-Ji. defamada, coaataMad. *>-
Ir, he rocha da perna direila: tana o prear lar* a
ao mesmo rafeaba, nu nesla cidade ao para* 4 Cav-
no n. 17, que aera' :eaera>aaieala aaaaaaaaaaaaaae,
I ii-in de bordo da e-euna nacieiul Ijilj ,.
"crasas* da aaaa a-
escrava mariuhairo Kintann
bula paia o Hin dr Janeiro no d^a 2K da aarr fajaja.
do, ,-oni o. .iznaes esamies : idade 2S ana-ja. ,>a<
' i mais ou ineno., cor rrlinla. allaia re-qUc w^m
| conservas inglesas (PicMesj '"irl-iT du|^*~'~.fi'iania)a,i). TTirati. aala TTiii. Jo."
n.uilo de rir-.e ; levou raaiisi r ralea te aataasaaaa
i/ni e bnnrl de marinhriro ; quera p-car lev.-,. .
rua rio \ i;ario n. "i, que rereliria' 1Ur ate arUrti-
cacao.
Deposito d'al e potassa.
Na rna da Cadeia do Iril'e, loja n. 90, defroule
da rua da Madre de Deo ronlinua-se a tendel su-
perior cal de I.isliiia em 'da, recenlemenle chega-
da, e potassa rasiiana na, de superior qualidade
a i itc'i commodo.
diversas qualidades.
Picadura de uiosqui- Doces em jiotes.
PMb. Aloll,os l,i,,a lo,Ui,s aamidm. lano pan
Queimadelas. ,ca''"',om Para P^-
Sarna. Al.apares.
Supuracfies ptridas I Azeile doce.
linha, era qualqoe Conservas linas l'rancezas. consistindo en
Tremor Kftr, !*" C:""^ r** ele. e lior.a-
Ulceras na bocea. r, ..."
- do ligado. Um, lect.o, congo de e\eellenle quali-
das ai ticulaccs. dade.
Veas torcidas ou no- I Tambera reeeberam ullimamenle um rico sorli-
dadas as pernas. """'o de vbbm finos, romo fairnaain a. ,,r-
eai, m.i.s acrrd.lada. na Kuropa. de llruch lo.irhrr
v l I.....a mi Bollingarr ,\ C, vinl... do Itl.rno,
llordeaui muilo lino, ajara l'ichoi. Soui.uev.ilc,
do Poilo, Shtrry, Madeira. Lisboa, Coonae branco,
I ale llraiKlv mullo recommcndavel pela oplima
qualidade do ie,mo, H|,u, da Jamaica e de Cu-
ta, asna de kirsch. Wermouih, lliller licor imar-
^o Licores o sorlimenlo mais variado noaatvel
con.i.iindo em mais de doaa qualidade.. como!
O depusilo geral h
pliarmaceutic
i'eniaiiiliuco.
- Vende-se a tahema da rua da Cadeia de San- de v^ 'TV"1" "'""U '* *"* Ul"* I sembb., '""" '"""' **
, l(los ^ s-lletof ^^^ mo(licoprecrt_ I --_^ |w b
am eM-ravM
Sr. (aa-l..-
da bezige.
Vende-se este ungento no cstabelecimeti-
lo geral de Londres n. 24i, ablrand, c na
loja do todos os boticarios, droguistas c ou- :-
e deseiabertos,
i mellior tabricaie de Londres: v
dem-se por piwos-asoaveis, na rscrin- lras Pnss('as.encilrreSadas desua venda em
torio do agente Olieira, rua da Cadeia vd!^^.t?0^^Vana,eJles,,,ina-
i u r .u i sasasasai \eude-so a 800 rs. cada bocel nba conlciii
do Recife ... 88, prneiro andar. uma InJlI,lccao c. porluguc/ pa,a esplca"
izer usodeste anguenlo.
> geral lie em rasa do Sr. Soum '., '-"'i3, Rosa, Cal.-. Peraien, Frambaioe, t;iirll '", f*""4* '* '-arba. mas mita, irm ciwn... ea-.ij
CO, na rua da Cruz u 22 em ""'-r, Cherry Cardeal, Hartctaa ISin-ui.,' **"" "" '*"'" i-" <^ laaaaaajiaa, r.a. eaa
' MarraioaiBe de Java, Biaailtia, Aaataeje, Cora.-.,,, lk'f>b*rt* : eaaam a paaan aaaa a a aaaa *a a
| o modo de l'azer uso deste un
l-osio honlrn> a* haaaai da noile .
mualo, de nom 1 born, alio, rrh.rc; rt da rari-
com marcas de beslaaa, prmas :ra.a. a ata, ar-
cas de ciealriae. na. ranella.. l.tla cara !,,,,
i iilo : leoii camr-a de pannaatnl sr.wa. E,
.la .le mirell.. hranro ni. homlireira e
, abarla na lenle ,-, t.tma de palil., r^,
he Mlaaral da l'aral.il... Sa| aaajaaaaj d St
Coellmqiieohouve por lirranca de are r,_.
: Jo.quim de Soora daqutlla eidaaVr. e foi m. I,
y!J.,",\"1^""">Q '" *' "** ** Alhrad.
Va.co,,cell- Jun.or, morado, oo eatealm larM.
fregnezia do IM.r da dila pr..iocu aara o pecar
eve-o a rua da Uncnrdia a Pedro Aalanm Tetarira
.uimaraes ,,., ser,' 8ri.eroara)eole attiUt-U-.
Kecire I. de oulubro de HJ.T6.
Pedra Antoaio I eiieira (.aaaaaraar.
I iiiio no da U rio .,,nenie a era va fafa.
ciioulo, idadr :10 aniio-, le voa eaaasjaj hraaara, caira
| de ra-emir i ou de ri.ca.lo, el,.,(K.0 |ae*a te aaaa'.
elatura alia, reforrado do eiapa, cr lata, ara efa
lo Autuiiio n, 2tj
aa Urea da Aa
Ma
MUTILA
ILEGIVEL
'

\


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