Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07617


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Full Text
ANNO XXXII N. 281
Por 5 meiet adiantados A$000.
Por o mczes vencidos 4P'500.
SEMA FEIRA %\ DE OITIBRO DE .856.
Por anuo adiantado 15.S000.
Porte franco para o snhscriploi.
K.\<:.\UHK<;.\[ion DA SUBSCRIPCAO' NO NORTE
Parshiba, St. Grrulo T. da Natividad*; au 1, o Ir. Joto
ulmIF.ir Jnior Aridlj. Sr. A. da L.moi Braga;
* J** d# Oliraira; Maranhao, o r. Jotquim Mar-
fus ladntuei; Ptauhj, o Sr. Domingo Hireulaoo al. Pesio
<* Par.alr. Juiiir- -a J. Kamoi; Amaionai.o Br. Jim-
/
k
\
"?ARTIDA DOS CORREIOS.
Hada : la
! o* das, a.p mr'i.i tora, ilo di.i.
IgisBrassu, lioiaaaa Parahiba : na sesmida a -esias-feiras.
S. Aalfo, Ii'""i-. Iiui>ii...>:.irii.iru. Alfmlio e Garaaaaaa : n i.-rci-feira.
s. laiareaco, Peo-sl Allio. NaxareUi, laoiooiru, Breta, l'c.uucira', /n*i-
ir. >>araa, rilla-Bella, noa-Visla, Oarfcars Ei : m sanaa-felran.
r Inetiirlraa r r',.ial: quituas-loiras.
(lodos oa Bonasos psrlem .,- III hars da it.snl.Sa.)
AUDIENCIAS DOS TRIlit'NAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommarcio segunda quinta.
Relacao : lerfaa-feiraa t labbadoi.
raianda : quarta a labbadoi ai 10 horai.
Juno do commereio: legunda ai 1U boraia quinta a* naia-dia
Juno da orpbaoa icgundaa q u i o lai ai 10 boraa.
Primura farad* elval .- aagundaa a lanai ao maio--ia.
Segunda rara da alfal: quarlai a aabbadoi a* maio-dia.
f ABT1AFFICIAL
aOVERNO DA PROVINCIA
Expedle.nl. da la 92 da oatubro.
lilil, a Exm. Sr.Participo a V. Ec. que fun-
deou hoja oeste porto o brinue eacuua Avilo, 6 qual
rruzou na rusia ao sul <1ps',i nrnvinpii .....a ,. a...
EPIIEMERIDES DO HEZ DE <>rTI Hito
'Quarioereacanlaai 3 boraa 19 minuto
. t -.*,...,, am o uurasivninuio a aaiei
JJ J.uacbeiaaiOminuionSOigundoi da tarde.
i48eguodoi dam.
* Quartominguanlsa. 3 boraa,47 minutle 48iKunaoi da
oi.ua ora ai 8 horas. 2 minuto. 48 aeguodoida tarda
L. P REAMAR DE MOJE,
rnmefraa I hora e IX minutoa da Urda.
Sagunda a 1 hora c H minuioi da roanbaa.
DAS da semana.
U Segunda. S. Jo.'io Cande advocado contra a phtisica.
21 Terca. S. I rsula esuaseonip. vv. mm.
ti Quarta. S Lausdilo f. ; Ss. Heaclioe Alodia.
23 Quinta S. Juo de Caprstauo I. : S. J.....H,,m
21 Serta. S. Raphacl arrhano ; S. Sptimo ni.
25 Sabbado. Ss. Chrispim e Chiispiuiano irs. mm.
-- Domingo. 23 8. ErhtO p. ni. ; t>. Rocaciano m.
desde o dia
rruzou na coala ao sul desta provinci
IU do crranle.
Entrou em Porlo de l'edras e Barra tiran
provincia
lo Alei
caudu-ll
vira un palacno mol parlo da costa com barvdei
azul, se fez o comirandaote devela momo a'tni.ite,
de balde o procurou ale' o indicado Porlo de Pe-
ata, uno leudo notad,, ne- -W^iW iffi, indi-
no de contrabando ou da fico.
Deo. guarde a V. Exc. ao brigoe barcn tta-
marmca, surt, no mosque j, Pemambuco em 22,
g oulubrodelSot.-lll.n. e Em. Sr. conselheiro
Sergio Ieixeira da Macan, presideute deata provin-
ciatraucuco Manoe i Barroso, commaudaute da
estatu naval.
0 DIREITO INTERNACIONAL DOS EDITORES.
Iraduzido do Calendario /Ilustrado Alleroao,
I'iiMirado em Leipzic, para 1856.]
I rn dos plienomenos mai benelieos e ao roesmo
lempo mais combatidos d.> dominio da litleralura he
o pro^resco, que uestes ullimos lempos lem feilo o
recouliecimeuto pela Ic-islar.io inte-, nacional do di-
prelender a todas as vanlagens de que gozam os | pacialcneiile em tumo de Moscoo e de S >
autores e editores sa^ooios pela publicarlo de suaa burtto, he das provincias ruis distanles que
obras na Saionia ; tornara-se pnrtanlu siiperllua a maior parle dos vveres que coustitriem os
i:\CAItltKG\DOS DA M lisi IU1M \ii VIMI
Al a goai, o Sr. Claudio* Falca* Dia a ; Babia* Sr. .
lo d*Janeiro,o 8r. Joa* Partir Mirlini.
EM PERXAMHI'CO.
O propri.ian.de DI A BlOM.no.1 FigoairM Fara, aa Ka
livrana, praca da Indapandancia ni. 1.8.
Peters-1 Ao
vem a Souza
a [ r 111 i-i -
llassia. Assiin, por elle.
cumecar da defeca ptlgonloa o conselhpiro do t ouvio, esUudo arabos a i-ual dislaucia do ac- i asnas na,saild
hraiico se ;i aentenca do aecusadn seria ininie- | cusido. 7,.i...i, n.
s n.io moam moinho : croen-ieau
iporser o crime de feriraenlJ s.. cominelli'do |' D..V'depoimei.l,H co,.,l que o ferido aroeac.ou o J/,,", "UlC,nu" "",i, ""
conclosao de um tratado. Mas, como no acto des-! paes elementos do commereio da n
se. registros hzeram-se dilliculdades e app.receratn sao as provincias do on e do Oural ainda que dio leli- ll'.e ^1,. ',",'" ^0" e "**""" "**?** c"m i arma 1ue "oha '""fiada no seu
engencias que u3o se achavam fundadas na le, rea- cobre, ferr- ii ----- ---- .-- stdente do conse
taram-
lorm
r
d
eslraug
mas. A propensAo natural ao homem de aprovei-
lar-se do Irabaiho alheio antes do que Irabalhar por
si nunca se maailV&La_laiilo como nu dominio do di-
reito Iliterario. Enriquaeer sem custo e dar novo
feilio a cousas velhas, em vez de crear novas, he
um doce habito que se tem inlroduzido na litlera-
lura, desde que (iullemberg iuventou a arle im-
mortal de multiplicar por ineios mecliauiros os pro-
ducios do espirito, e que, grabas ao aperfeirnamento
la nnprensa por nm lado e com o augmento do
i Comi Mercanttt do Kic
Sedermos credilo aos jornnes e
Ulan, Irata-se cnin graude aclividad*
Palacio do govern 0 e Pernambuc 33 de oulubro "u1m6r,1' de ele"ores por oulro lado, tem sabido o ment da execucao de um lecido completo de c.i- '"nra a putassa. o linho, o canil, mo, a Ida, os cou-
1856. l"n'|"r "e "ma propnedade que dantes quasi nenhum j minhos de ferro na Russia. He urna consequencia j ^0'- sebo- <-pbre e o ferro, o trigo cima de tu-
A sciencia, como de ordinario, fui eguiudo nes-
le caso o movimenlo vacillante da vida. Pofacoa
de
O presidente da i irovincia, eonformaodo-se com a
proposla do Dr. ch er* de policia.de hoje datada, sob
-'!." aT' re-S r*aw*t P os lugares vagos de I-,
*-'.' Jv s,lP'plenle. do delegado do primeiro dis-
i'k liw errao> '*ti *<'* abi\o declarados.
V u u i Ja4u' Pires lioutalves da Silva.
;- Bachare MaI1e| JoNascimenloMachado Porlella.
J bacharel J .lse- |)olln!,aej Codeceira.
V Bacharel Jos e- Ryinaudo da Costa Meuezes.
Sergio Teixcira de Macado.
espiritos liouve que,
do i
COMMAlNDO DAS ARMAS.
Qaartel (eaeral de
Pernambaico. na i ld,de do Reelfe) em .2.> d.
outnbrodeSJti.
ORDEM D( IA j,. 355,
Omarechalde campo., commandanle das armas,
laz publico, para sc.euc a rta guarili,.ao e ,ins CI,.
veutenles, ass.m o aviso d(1 mlIli<,erl0 dos negocios
da guerra de-9 de setfiD1bro altiroo. re.olvendo a
davida suscitada entre
uhia do i. batalhio d
com mu profundo sentimenlo
jnsto, igual ao de l.ulhero, por excmplo, -milies-
em ver neala invaso do legitimo terreno alheio o
que realmente ella era, urna pura infraccao do aeli-
| mo mandainenlo. ou om Turto. E quaiido nao foi
rnais possivel aos plagiarios negar-s conviccao
de que com i*M causava-se um dainuo real, em lu-
gar do ilireilo recorreram enlao ao poder, prefera-
do ante dever urna prolcraA ao favor do que aju-
darem-se do um pouco de rellevio ; circiimstancia a
que, na Allemanha, acresceu ailiJa o infeliz amal-
ando da* arnu* de -ama que se Ui. do espirito do direilo ger.nauico
'om vistas de direito romano.
Nesle Ierren i a confusio (uj poacu a pouco pro-
srediudo, al degenerar em cmplela auarchia e des-
coiihecimerto de lodo o ilireilo.
O schisma religioso contribu lambem para
Ifroaur as idis de jurisprudencia a este respeito.
tsrepluando-se o Wurlemberg, ja dnnles conhecido
como um foco de coulrafacrao, a Raviera e a Aus-
tria eram os paite* onde o reconhecimenlo da pro-
priedade Iliteraria encontrava maior numero de
iiiiinigos. que. a pretexto de ilar impulso a edura-
Cllo e .i sciencia, reclamavam favores para a contra-
facciln, posto que bem soiil-essem, cu involuntaria-
mente seulissem, que nada seguramente mais pudia
preju licor ao progresso de
o Sr. 'ipilm da -\.> corop-
*j artilliaria a pe, e o respecti-
vo sr. lente coroD e) conimandante, relativamen-
te a readmusJo no fmAo de p,imero ,ai?en(lli ao
iirimeiro cadete ,i0r.cio Alves da Silva, como o of-
li!" "* preside ncja desla provincia, com respeitu
aon.av''res ue lem direito pelas con in..... ane-
las occr! n- ) j7K ,je 22 de novembro de 1855,
os vap>re* i da Coinpauhia Peinambucana.
Aviso.-Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios
da guerra em 29 de setembro de ls".(>.
Illm. e Ein>. Sr.Seudo presente ao governo im-
perial o lucio de V. Ec. n. ;ilp" de 27 de agosto
ulliiuo, acumpanhado do dd* general commandanle
das armas dessa provincia, iiicluiudo 6ulro do l-
enlo coronel commandanle do balalhao de arli-
Ihsriu a pe- e a quena que contra eate ura o ca-
prl.il> do inesuio balalhao, Tiburcio Hilario da Silva
lavares, por nao ler qoerido o dilo commandanle
aceitar orna (Imposta, que elle capilao litera do l.a
targenlo para sua coinpauhia, e Me imposto oulro
que promover a sru livre arbitrio.
Itesolveu o mesroo gnveruo, que o commaudaute
do balalhao niio poda promover a I. sargento o I.
cadete Horacio Alves da Silva, si> pelo motivo de
liaver este lido tal po ra ao me.mu batalhio, e do qual fura leg^lineote i
rebaixado, em vtrtadfl dos avisos circulares deaca m:^
Misterio de 2*< de jolln e 17 da lemlim de 1HVI. i
por oceasiio ila transferencia que leve para o corpo
da goarnicio Iim da Bahia, onde nio havia vaga de
semelhantc pealo.
Que nio pudia tambera o coiniiiandaule no caso
prsenle prover a vaga de I. sargento da -i. com- |
panhia, desprezaudo a proposta fela pelo respectivo
capiUo, por iaso que se ole derain as circomstaucias
dos 45 :)., i. e 0., da provisio ,de I ti de agoilo de
1821.
E finalmente, qoe sendo aunullada a promorio
do I. sargento em queslio, seja a vaga preeiiclnda
pelos tramites eslabelccidos no I. da provisio ci-
tada, lican lo ao commandaiite salvo o direito de nio
approvar a proposla do capitio, se o proposto nao
tiver a conveniente idoneidade para o deseinpctilui
das respectivas funreoes, o que ludo coromuuico a V.
Exc, para scu conhecimeiiio e execucao.
Ueos guarde a V. Exc.Mrquez de CaxiasSr.
presidente da provincia de Peruambucu. Assig-
nadoJote Joat/uim Coelho.
Palacio do governo de Pernarnbucn em 21 de ou-
lubro d* I8.">b.Illm. e Exm. Sr. leudo os vapo-
res da Comp.uilii.1 Pernamiiucana peUs condi^es
annexas ao decreto u. U78 de 22 de novembro de
1854, direito aos f.vorcs ouloigadoa aos da cotnpa-
nhia de paquetes na 13.a das coudi^es, que se re-
fere o decreto ti. i il de 10 mareo de 1831, assiin o
declara S. Exc. para sau conhecimeiilo, ealim de que
o fie, constar aos commaiidantes das fortalezas dos
porlos de escala dos vaporea daquella cumpanlna.
los agricoUs que cada auno a inducira occide.a. I "QaWT-^T^iaV o crime fra nvo- S^.^lSSo! 'pr.nZdo ^ ^"dVe^?" ''Z ^"""^ f ""^ d dea.W..W^
na'RusT,^.*^ ''T"; 6 '"V"*" *5J^m^mlm. lomar, a poique o. .eus ie^sio ofd forca hru a"e qu o '
revistas mdu,- fV ,"".,. n,,l,,"e" l1e de ''resl-s, islo deleza do reo para contribuir quanlo possa pira que inferior recorresse a esle .oeio uu'e e fusse abade!
ueste mo-I'.'." Tes vez., ao manos a exteu.io territorial da i um joven ,|. ... 1, ,s precdeme, e tanla'voca";,,, ida, ou repelido por aquellc. prendenCa a tu
marilima nio solira gravo pena por um crime que,' turno, leria fcito cessar a lula. E, cousa nolavel,
atem de multo .ave, he jaatiHeaael, ou pe., me- uinguem se lemhrou de prender os que disputavam,
nos acompauhailo dss circumstancias as mais alie-' ~
l.ua.il
- nsequencia ,
naloral da paz, e urna das mais favoraveis segura- "0t ** 1"e n i*0'0 feeuudo do imperio pruduz, se-
mente que ella ler*' produzido para os inleresses i sun '" M. de I'egohorski. 1211 milhr.es de hecloli-
desse paiz. Cora effeilo, poocos paizes existen en- I 'ros, dos quiea I lili iiullioes em froinenlo, duas ve-
tre os Estados de primeira ordem que, em materia zes *0 ,l,ei,0i que produzimos ueste genero e que
de caminlios de ferro, tenham permaoeeido al aqu ,m consequencia do taaa estido das vas de coir.nu-
mais atracada*, e com ludo nenhiiin pai/,, que co- "'tao, ou do insuhVieiicu dos meios do Irauspor-
i: desappareceram ; e o Goiuuiraas, ditor do Osau-I-.
do C.r.ui-I'am, paga em S. Joc saa cnndeceadeai
ca em publicar atrevidas infamia, de certo **p*r-
lallii, que agora riem-se do credalo.
A administradlo vai,
i.hecamos, reclama mais imperiosamente, em razio
das condici.es geographicas e phisic.n do seu terri-
torio assim como da nalureza dos seus productos e
do seu commereio. o estahelecimenlo destas uteis
vias de communicacio. linas liabas, urna de Mos-
cou a S. Pelersburgp, a ootra de Varsovia a Craco-
via, depois a pequea xlensio di GanaosSale,
en lodo o contingente das vias de ferro da Russia, a
que he preciso acrescenlar a linha em conclusiu de
% araovia a Peler-burgo, o que, em ludo, faz quasi
2,300 kilmetros. He mallo pouco para um paiz
em que eslali-iica reconhece, su na Europa, perto
de 80.000 qoadradaa geographicas. ou 262,000 kil-
metros quadrados.
Collocado entre a Europa e a Asia ; locando ao
metmo lempo na China, na India, na Penis, as
I urqnil asitica, assim como no grupo das nac,ies
do occidente ; hanhado ao noile e ao sol por que-
br mares, e cobrindo em o nosso planeta um e*-
paco cinco ou seis vezes mais cnusideravel do
que i-/ein lodos os outrus paizes da Europa, o vasto
imperio rosso quasi que nio ha lido at hoja, para
expedir as suas inmensas IransaccOes interiores e
progresso de ambos do que tirar a exteriores, mais do que a la multas vezes ihflicil
propnedade a sua natural prnlecriio, deixa-la incerla, insufliciente dos seus grandes ros iue'
abandonada a lodos o* riscos do furto, e privan- I deseendo das altas chaas interiores para ie lancar'
(to o corpo do sen alimento, parahsar os vos do es- [ como o Dwina. o Volea ou o Dniper, nos ma'res
pl'! ... do Norte ou no mar Negro e no mar Ca
Com vulunlario desconhecimei.lo de causa, com-
le, se vendem militas vetes obre a praca, por preces
que uos pareceran] r..bulu,amenle baixos: ". (i
fr. o hectolitro, por exemplo, algomas vezes ainda
mellos, para ser revendido a 12, 13, IS e 20 fr.. se
guudu o eslado ilascolheilas occidenlaes.uu porlo de
expadicio.
N'oma palavra esla ullim? observaeao se applica
a generalidade das materia, agrcolas da Russia ;
com elteito, nio se deve per ler de
; atle- -lio cst.i.uas de pedra de.xariau. que ambos se h,m.,s por muito limpo'o Exm^S
v 1 T, i ,--.r'"'"1 fos-c On0*i o. he ; da logo preso : sendo o immediato do navio, o me.lo i elle deve ser. '"
O crime he leve, disse a defensor, porque ni
de sua nalureza militar, quaes sai aquellas que m j que elle lem uluu.lido pelo seu recursu as a
podein ser coinmellidos por militares ; e principal- I de logo, queja empregou maleado sin imperial me-
mente ne leve porque f..i muito simples o leiimen- rinheiro, lornou os circundantes recelosos dse iu-
lo, segundo o juizo muilo complenle do Sr. Dr. IV- I Irnmellerein na quelio.
reir da Costa, que examinuu a feri la para razar A autoridade. dicte o defensor, tem grande di-
corpo de delicio, e descrevendo-a achou que "20 dia. i reilos. paran maiores deveres, e a superior deve
eram bstanles para cura-la, e ainda li,.|e o cinlir-
mou dlzenda que. e a cura levou mais das, tora em
cpusequencia dos mmiineiilos e impaciencia do le-
rido.
dar o exemplo da moderaela e respiio"aos direi-
tos dos subordinados |;ara" ser obedecido sem re-
plica.
loi entio que, leudo prendido o sea aggressor,
esle desobedeceu, e volva a seu camarote milito ir-
1 art. III de guerra he o qne regula os ferimen
- vista que. como loa de oflicial por nflleial, e conforme elle devem rilado, que o acensada medio lodo
lodos estes producto, sio pesados, sotfrem pelo fac ser ponido, segundo as Icis mihtares e do Reina, e | eslava de ser morlo
do transpone enormes acreicimos de valar, nio segando -!-------.--
.. liro de espinga.da ; porque
...... ----- --,------ ..circumstancias. Esta le do Iteinn ha I uiiigucm suslenlar nue. irritado cuino pslava
ust oenhomcujo traheo exija mais obngatoria-| op.nioes que sej cdigo p&nal m.li.ar, man-1 lenSo em fMto 0mi7t^S*mSS!X
i i ir.i r.-.-iili ii -- no seu
i...i .... ------------- 1 l----------- -, j -..-i i.-ii.ii i||. inni Ilion- I ntniu cin 1 *7 H LU llfll t Ps
IdT-?12*14~ "',** '"**" H, ''! vias ra-i dado evceular pelo alvara de 7 de agosto de 1820, a I tenante Raen* se retiras
pidas, seguras, econmicas, que poesam deslocar ao
mesino lempo ma. consideraveis de mercadorias,
isenlas especialmente das graves difliculdade
oulros querem que seja o codige criminal do un- camarote.
'trio.
O
O aecusado. eslando muilo prximo delle, porque
batia-se nm> chamada propriedade moral, qoando
nio se Iralava senio da forma exterior e bem de-
terminada do conledo moral ; e emqnanlo a niu-
guem era contestado o direilo de fixnr limites a
urna al.enne.io qualquer. tirava-se aos pobres auto-
res a facoldade e o direito de continuar a dispor da
soa mais sagrada e indisputavel prosperade, so-
bre os productos do seu espirito, depois de Iratidw
a loz da publicidade. Debalde decretara a Dieta
fjennanica as mais severas prohibiere* de contra-
facees, e ohngaram-se varios imperadores as sual
.i capilulaees .. eleiloraes a nnpor-lhcs Iribulos ;
debalde n Saxonia, desde a poca a mail remlo]
rtconliecera-se e lixara-se a opioiio mais acertada,'
que depois passoo tamhem para o eodieo de direilo portes.
po, dei-
xam as.im sem meios directos de transporte urna
parle consideravel das rclaces que se operan) de
oeste para leste, e recinrocameiile.
'.luaiilo as estradas, se excepluarmos Irca ou qua-
Iro grandes calcadas verdaderamente admiraveis.
pode-s* dizer que a Rsala anda nio as poi.ue, pois
que dilliclmente se podera dar o nome de estradas
a caminhos apenas Iracados, coherto. is mais das
vezes de urna lama espessa.sulcando ordinariainenle
florestas apems arroteadas, e corladas em mil lu-
gares por troncos de arvor.s ou por erosseiras pon-
tos de madeira. Verdide he que doraule quatro
mezes, a nev, ao endurecer, facilila a condcelo,
mas no resto do lempo o commereio enconlra ai
maiores dilliculdades pora operar os seus Irans-
ixsiauo ; deli.ildeqiieisar.il
i livreiros,doa-
Com todo, a Itusa he. entre a mundo oriental
ios urision.jiio. inosiravani-.e sempre al.solula I a o muadanccideiil.il, um grande pail do Iran-ilo
a de eaneelier e-se phciiomeao, e ou se ao menos nio o he actualmente e nio em
urna fraea medida, nio se pode duvidar que seja
chamada a vir a ser um da. Quasi que diremos
rom argumentos os mais destituido, de senso, ar-
guiam aquillo que eslava ao alcance do entend-
mana de una chanca.
Se aclualmenle principia a apparecer o inverso ;
se os proprios commercianles de livrns ja se teani
expressado contra os progressos da legislacio sobre
esla materia, islo si', se explica, em primeiro lagar,
pelo simples fado de se acharem consideraseis ca-
pitaesempregados ueste ramo de industria, e em se-
gundo logar, porque em geral nao ha muilos ho-
mens prnmplos a acnlicar vanlagens. ainda que
momeutaiieas, ao direilo una vez recouhecido como
tal. ou inclinados a deixar prevalecer um principio
em sua consequencias duras e patentes a (odas as
vistas.
Desde que a Dieta Germnica, por urna resolacio
do auno .te 1832, acabou cm toda a dislincjio en-
tre o. diversos estados alleinies relativamente a
propriedade luterana, e que por oolra resolucao de
prohibi ,iboliitamenle toda e qualquer ron-
1SII7
que osea papel natoral. se nao se Itouvesse inuitas
vezes abusado desta palavra. a sua mis.ao provi-
dencial, ha aproximar, pelo laca comraercial, das
racas rivilisadas do occidente, as race* trtara e
inungola, d'ondo lira em parte a sua o'rigem. easira
como as do Tlubel e da China. Em 1833, a Itussia
da Europa trocava com os palies da Asia Parala,
America. Analolia, Tartaria e China por 120 mi-
Ibe. de francos de mercaduras, dos quaesnm terco
podia ter o transito para destino ; e. do lado da Eu-
ropa, a somina das trocas do imperio, cuja parte ia
lambem espalhar-se Das regios asitica, nio se
eleyava a menos de T.V milhts.
Se acrescenlarmos a estes algarismos os niovi-
iiienios do numerario, qoe com os paizes do Oriente
sin sempre eomideraveis, poder-se-ha calcular em
mais de mil Balate* a somma gerai das IransaccOes
exteriores da Kos'ia iaclusive a Polonia., Porem
i. u?'r a au,or e"ll,,ilv'> '""eilo por mai. importante qoa paree.* esta algansmo, re-
ne multiplicar os producios do seu engenho c esta- leva confesar que a Kus.i.i esta" ainda pouco aherla
belecend solemnemente urna proteccio. embora ao commereio exterior : a severidade das suas tari
!!,1!J,""IC.D ^",,4t"'!ur^, r,M,ta P *, ainda ne- | fa. de alfandega que com ludo nio chegam como
nha dado lio importante para o progres- I as nosa. ale a proliibicao .
so do direito Iliterario, com. em l-ranra. a promul-
gado do decreto de 28 de marco de 1833. Mas
P Me,,, suspeilavam naquetle lempo o alcance da
idea que servir de base a esle decrelo, isto he. a
Dos guarde a V. Evc Sergio leixeira de Ma- con lemnacao ahsolota de toda e qualquer contra-
cedo. Illm. a Exm. Sr. inarachal commaudaute ^'"'ao, em se adeudar rteiprocidade uem ao lu-
das armas. I ?ar da primeira publicaijao.
losiJoaijuim Coelho. 0 Embora o pequeno reino da Saxonia, ja meinse-
a culo antes livesse proclamado a direito absoluto do
TRIBUNA!. DO COMMERGIO. fulor- lMiido depender a sua proteccio unicame.i-
SESSAO JUniCIARIA EM 33 DE OUTUBRO DE 18J.
I'residencta do i'.cm. .Sr. desembargador
Souza.
Estiveram presentes o. membros do liibuual, a
etcepeo do Sr. depulado Basto.
l'assagtm.
Passou do Sr, desembargador tjitirana ao Sr. de-
sembargad Villares a appellacio em que sao :
Aopellanle, o bacharel Gabriel Suares Kapoo da
Cmara ;
Appellado. Manoel lavares Cordciro.
i'lribiiirao,
a.'pellaei'i em que sio :
Appellanlc, francisco I erreira dos Passos J-
nior ;
Appeliado, Man.,el de Pontes 1 roneo Jnior, tu-
tor dos orphos (ilhos de Jos Piiienla de
gmar.
le da renprncida le ; embora no aiino de I8S li-
vesse elle dado mais um pasas e declarado a rrolec-
jaa da reciprocida le at com forr;a retroactiva
Iranra. todavia, cabe a gloria de ser a primeira na-
cao que poz a propriedade lilleraria e artstica de.
Mito da sua proteccio illimilada e sem coadicio
alguina.
Este principio nao podia deixar de produzr fruc-
lo. Lid consequencia. a Frailea, dopois de ler con-
cluido em I8l com a Inglaterra e em 1852 e 1833
com vanos estados alionases um Iratado mito im-
portante sobre a preslario de garantas e regulando
a pro/eccao reciproca, leiilou celebrar com a Saxo
..... ., .------;- ,.. ~.c,..#.,w ciijiiuL.i, iciuou ceieiirar com
I ot distribuida ao sr. desembargador Lituana a na oulro tratado semelhanie. Certo he otte
une lacio em une s.iu j. lau ,;..i.____. ... ""> <|ue
ele 1853 linham-se feilo ao gover..
abertoras uesle sentido, que foram porem repelli-
das, com a declarado de que os Irancezes em vir-
lude do decrelo de 28 de marco de 1853 linham o
A- direilo de fa/.er registrar as suas ubras na real di-
reccio do circulo en, Leipzig, podendo desle modo
h
pus Henriijui Cobsciesce.
i onlinuacao.
'.'naii.Ii. licuu so, inii Job poz-se a tremer de an-
a desconfianza da sua
admimstracio para com ludo que he eslraugeiro, a
immensidade lambem da distancias, e, o "que'as
toma mais seAsiveis, a in-ulliciencia das vas de
communicacio e de transporte, hio contlo al ho-
je elas relacoes era limites relativainetiie ea-
Ireilos.
t> que as excede em grande proporcao he o innvi-
menln do commereio interior que elTectuam entre si
60 milhes de halulanles, e que alimentara feira.
oiuiiiaes da mais alta importancia, como a de Nijni-
Novgorod, onde em 1851 se faziain 280 milh.es de
negocio e onde o cominercianle turco, peraa ou
chinez acnlovela-se com o da l.'kraina, da Polonia
ou da Finlandia ; como a de Klakhta, porta aherla
entre a Ciina ea Ruia trtara, onde o cha e as
seda ilo celeste imperio vem trocar-se, em valores
de 300a 300 milhr.es lambem. por lineada de algo-
dio, por pannos de ti. ". e i francos o melro, das
fabricas moscovita* ; como emlim as feira- do go-
verno de Ksrkhofl, que por si s coala :I0II ; e an-
da oulras muilas.
E o que he de observar he que nesle vallo corpo
poltico, formado de naces a de rac,a lio diversas,
os grandes focos de producen,, e de exploracio. Ion-
ge de se adiar mais ou menos concentrados em al-
gitnias provincias privilegiadas pela visiiihaiu-a das
metropoles, sio, como a propria popula, io ruisa,
dK.semiiiadas quasi igualmente sobre toda a super-
hcie e muilas vezes na extremidade do imperio. Se
a- labricas e a- manufacturas se gruparem mais es-
TSSSmJS?^ C"C a reCel,a- llc UID ^vorjiniidaquelleque arrscou vida paras
Irazido dos dilTereutes ponto, da l'equeoa-Kussia.
Cada urna dc.las barcas Irar bastantes mercaduras
para earregar um navio de :HH) a 330 toneladas ; >;io
grosseiramentc construidas cm enrona apenas des-
pojadas da casca e das raaos ; depois, qu nido o con-
ledo he dcscarregado, sao vendidas como madeira
para aquecor, e no auno secuinte se conslruem ou-
tras.^ Assim, nenl.iinia organisacio preside a estes
movimenlos de embarcarOea, qu duram al quatro
ou cinco me;.e., e qoando as eperacOea sio termina-
das, as equipasen^, eomnoslat de cainponczes dos
dominios prodoclsres do eanliamo ou das borda, do
puna, vollam a pe para as toa. aldeia, ou licain em
Riga para trahalharahi a
......-..que imp,
fenmenlos de olllcial por oulro de inferior grada-
cao pena de II, 12 a IH mczes quando sojain leves,
e eireilo de rixa nova e nio premeditada. E e-te
exemplo he que se nesses lempo oe despotismo e-'a
pena era julgada bastante para conservar a disci-
plina, serio aiiarhrouismo exigir neessiva severidade
no lempos consliliicioiiaes de hoje.
O cdigo criminal, que he o que tem applicaciu
ap caso, divida os ferimenlo* em simples ou quali-
licados. Os qualilicadoi sio os dos arls. 203 e 20:1,
em que esle nio est coinprehs.-u.lido, e a do art.
2o quando resulta deformidada, que ser erro craa-
acreditar Con os facullalivs .10 ultimo exarae
t o Iim da estaeao. qe exisla na cicatriz da parle posterior da Cibera,
emelhaiiie modo de Iraesporte podo lerem si al- quellea eucherta pelos cabellos. Neite ponto a ..i-
Kamaconsa de pUeraseo, mas he seguramente ten- I io do lir. Peroira da Casia he a verdadeira, por-
to, locarlo e dispendioso. Anida he mnto dilleren- que di/, que resolton simples deurasslla que nio al-
te para os produca* do (l.rol, por exemplo. ,,ue, feela os moviinenlos nem ullerou a Torina d.qui-ll.
eonduz.ilos oas costas de eavallaa atravez das monta.; parle da caneca. E .tenais, e-ta moma clepressio v,
libas, durante o invern, segoem na primavera um nilo foi.....".....
ito para evitar maior mal, o de levar
um Uro, que sena murtal, a queima-roupa, e a cer-
teza de-le maior mal resulta de ter a ferido desobe-
decido a priao, e iiritadis.imo se volvido para seu
camarote, la elle buscar a espingarda .'
Sun, porque linha ameajado com ella o aecu-
sa.io.
Sun, porque a Irnuxe. depois de lerido, o que he
prova da inteuciio, alias nio a formara quando se
julgava morlo.
Sim, porque j.'. em caso idntico, aggrcdido no
lombadllho, deaeeo a cmara, e voltou com a espin-
garda com que motn o ,iggres..r.
A falla deoniro meio menos piejudicial he visivel
. vista dos felos, e quando nem antes, nean -turan
le e nein .topos do delicia honve quem se inter|>o-
ze,se a favor dalle aggredido. tj.ianlo probabilr
ule da eflicacia do is>eia empretado, nintaem ^
como ha de ruisler e>ta pur-
vincia : energa franqueza, t imp-.rriai.d., le. le
Sr. It-..ui ej ure
varemos o Para" rsain
A. elcices de vereadnre e de ,ui/es de par *i#-
ram por a toda loz a iulluenria do llr. Malciicr. Na
posso dc-rever-lhe as lulas que ellas ominaran, :
ale a aasenaalea provincial m-llenc na --li.liain
uoxando desta inunicioio o Acara' Moja pala di-
minuir a volaeio do Dr. M-leher ; e qui( molla-I.,
e responsabilisa-lo para inhabilita-le para a reelei... ,
mas ludo desarmoa em vio : o Dr. Makher foi re-
leilo pre-idenlo da cmara, e o iillimu da saa IkI*
leve 2101 votos, e o mais votado da ontra Asi "
Por este lado licaram drseuganado. os boticari*. de
branda) aa rom dizerem qoa os volantes eram un-
bel.ados.
Eslao i porta novas eleicoes : e elle asseataram
de nio pleito lea. como nio pleil.iram as p*aaada.
Someute i i/i-in clubes todas asnoile. ; querem illa
dr o povu com mn cha' em qoe nio aera' e-querido
o pao-de-h. monslro ; a ja foram emissarws por
resultado de
em re l en r-
negar.i, e so a nio leve porque carcter nsffnii i que o procasso
alta
.aaaVaVB
uoriniain, quasi. solano saavissimo os predilecta
<\ provincia ou indo approvando o* piojeras ap-
provados de vespera no club a I vonlade da Sr. An-
gosto Corra, pan que os protestos da anidada aa-
po.icioiiis.ia uio podiam mudar a. detarnsinacoea d
Correa, quando a queixa da advogdo. oaeg*doc d*
autos, foi lua na asaemblea. huei algan* qae a
Punce foi instado para da-la, porque a a.aanaUc
quera inulilisar o juiz municipal. Qae baralaM '
que amada '. Nio a hoave maior na lareja d'Elvas
por causa do ayssope. Foi am pomo de discordia e
de dispersio E rspalh-s>c que o Punce alardra a
gloria de ter resta rom una peonada o qne na* pa-
ler.un tantos desvario, da AosuslissinM He nm
jodeo de grande marca o tal Poner.
Cuno disse. a qneixa do Ponce foi am pasa* dsv
'liscor.'u alirado naquelle l.anqucle da aaainat. 41
.vio. .la saliuha resuiveu loa;*, em saa aabadnri.i.
do aecusauo conlranou M lu-iin -lo. da uatareza
se sabe sempre no I a cicatrisar
locante ao tecido de caninhus de ferro que se pro-
jeclam eslabelecer na Rossla, e coja execucao, no
que diz respeilo a constiluieao phvsica de u- terri-
torio geralmente pouco accidentado, etatnbein quan-
to ao extremo bailo praca da mi d'ohra. sera fcil
e relativamente pouco dispendioso : se compnria
de qualro liadas priucipae. que Indas partiran! de
Moscou.A primeira e d'hgir sobre as provincias
do Norte, por Tula e K.-chira ; a seguuda, ga-
uuando as provincias do sul por koursk. alravessara
o Dniper para ir dar em O dessa sobre o mar Negro,
cun ramilicacio sobre a importante baca do Don ;
para
miaase ao, juizes em seu favor ou contra o reo,
oo para oblar maiores indemnisacoes, nio lia escrip-
lor que admita estes ni tivos para aggravar a sorle
do reo, e, pois, o ferimenlo foi simples e leve, como
allirmou o Sr. Dr. Pereira da Cosa, e curavel em
20 das, pelo que nio he dos coniprelieudidos no art.
20> do cdigo.
O ferimeolo he porlanlo dos comprehendidos no
art. 201 do codigo.e sua | de prieto simple*. .Nesle caso porem, em que as cir-
cumstancias favorecer o aecusado, se as exigencias da
disciplina militar nio adinitlirem a plena juslihcacio
cir-
a lerceira Mola alr.iv tasara as provincias de leste! I Crime, se>"-' d" just-a qus se ad'raitlan
porSaralow, entre o Don e o \ oiga ; a quarta em- ciimslancias atleuuautes para que a pena se.a a do
nm. g.-iuhara o oeste, por Dmiabourg, e se prolon- I rainimo.
gara, por meio da linda de Higa al n Bltico. A Apezar das reticencia, da tesleiiiunlia., q ue oc-
liiiha do norte lera a evtenso de Ji verstes ; a do ciillarain a verdade dos fados, ainda assim disseram
sin. iwej, a de le.le. 820, e a do oe-le. 800, o que | bastante para licar provado que houve provocacio e
tara urna alinele total de 3.960 verstes. ou :!,Ki7 insultos da parte do ferido ; que a amaacs foi del-
k.lomelros, ou emlim 702 leguas. | le ; e que viudo cercar o aecusado, que "se diriga
Masa iiaear os ollu ubte a carta, para ver que I Pra o seo camarote, r.i elle quem den toda a occa
uro tal complexo de Mas frreas ligaro M perteslsiao *0 ferimenlo que sollreu.
mais importantes, mai. productivas do imperio ao I Ainda as lestemanhas, que dizera que os insultos
nos pruicipses que o InvesMID. Hasta dizer qae | foram reciprecos, juram que ai. ferido se ouvira
i'xercera urna iulluenria consideravel sobre a proa-1enamar bole, negro, caloteiro e lilho da.... ao ac-
peridade do pala, a que ao dar vivo impulso s suas I eusnilo : que a esle o mais que se ouvira era a
industrias agrcolas e iiiineraes. lar.i brotar em pou- '
co lempo do solo da Itus.ia novus recurso., riquezas
ainda descoohecid.is oo antes lomadas
al aqu s exploraces do Irabalho.
Journal des Debuts.
inaccessiveis
'.aliacio:bode he vossO lambem ; e vossi- lambem
nio he negro IO art. I!) de guerra prohibe as res-
poslas a superior em materia de servico, porin faz
excepcao dos insultos a honra. Aqu, qoe se nio Ira-
lava de servico. e que os insultos eram a honra do
Ccusodo e de sua mal, a relrihuicio he nio so per-
. -Irou a existencia
testas circumstancias allenuaules ; c depois de al-
-ninas observaces, disse :
(Jue, confiado na juslca do cnustlho de guerra.
Ihe enlregava a sortc do aecusado, e esperava que
lena em alieue.io os seus honrosos precedentes, se-
gundo os documentos que junlava.
E nutai, Sr. presideute e vogaes do conelho de
guerra, que a vossa douta senlenca lera ou nio o
Miniar elleilo de salvar os olliciaes e pf.cas da ar-
mada de oeeasloes de inuilo perigo, que," j>ara nao
aggravar a sorle do ferido, allriboire nicamente a
desarranjus de sua o.gauisario : e pur uulio lado
firmis regra se poda exigir-sede um uDicial a quem
o governo imperial conlion urna espada, que elle to-
lere,, sem merecer a nota de cobarde, o ser insul-
tado com os nomes mail vis e injuriosos, amearadn
com nina garrafa na face, agarrado pelos peitus da
sobreeasaea, e poslo em risco de levar um liro : c
julgai, senhores, com a Joattea qoe vos caraclerisa, e
com a indulgencia que merece um joven camarada
de lano mererimciilo e fotorn.
A lanilla o conselho de guerra levantou-se de-
pois das 2 hora da larde, e lceu a seutenca para
depois da defeza do lenle Kncha.
Jornul di Commereio do Rio.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PBRNAMBUCO.
PARA"
llelcm 8 de oulubro.
Debalde lenlin esperado ler no Diario l'emam-
bueo duas corraanondeoeiaf que ei.viei, em cumpn-
millida, como que nao havera ollicial que. suppoi- [ menlo do encargo que me impu/ de e-palhar por
RIO DE JANEIRO.
8 de oulubro.
lando com nina espada a cinta insultos' desles.possa
deixar de ser lachado de cubarde.
i) defensor explicou como beque, segundo a dis-
toda a parle, onde fosse o Diario, os progressos des-
la provincia que nao he anda avallada como me-
rece, seus melliorameiitos, e as caupanhas polticas
Ojalgmstodo oflicial de m.riaU. Nel.o conti- Z^^**!*? L??'!*.* M *! ff,.aS-.*> c aue ,levem ser ***&* Un
us do aecusado e aine,ca-lo com a garrafa
nona hoje, sendo ouvida pelo conselho de guerra | na porta de seu camarote, a qe se recolhia,
salvar meu iva. Pobre mii !... Mas, a quanlo se elevam as di-
b -un, uin favor importante, um verdadeiro.be- giS^^^K, T^Z^ \"- A......, mil francos murin.rou mii Job cora
I um conselho. Meu amo ha \sT^!^S^^^t!^^.9^..... ^.-locada..e.como confusa da i
mui nervoso, quaudu alguem o sorprende ou rausa-
Ihe orna cinocio inesperada, lorna-sc impaciente e
colrico Niu Ihe diga de urna vezo que deseja e-
ja reservada e prudente em suas explicac.es. Se'ndo
halado asilo, elle he a bondade personilicada Es-
pere anda om pouco : virei brevemente charria-la.
O criado des .pparereu na avenida acompanhad
pelos .udenle, agradecimentos de mii Job.
Mais
lilho J disse o barao pensativo
pollroi
Masa.
- obngado a licar lam-
bem em pe.
Sera, pois, smenle para agradar lhe, senhor
barao, murmurou mil Job radiando de alegra.
Desculpe-me, senhora. por |.'--la recebido lio
disse o bario. Nos oulros ricos somos de tal
soccorro que vinha pedir.
Trinta mil francos, repeli 0 bario ; he mulo.
N. posuinios beus avallados pelo uolariu do
nclla lambem algsjinas linha- ; depois cliegou-se
mii Job, e com o olhar lito em urna das folhas, dis-
se-lhe :
Ouca o qoe esla ueste papel : Eu, abaivo as-
- signada, inora tora em Wispelbeke, declaro que te-
mi ?ru,ris l.. SS T ,e"eni' ee,"o|eebidnl.araV,nllova de l.in.liou, em mue de
+ JS??J2SSS2Z2l ""'" l,-"H,,,?il marido Job. a somma de trinla mil francos, a
maneia assa.lados por -*V*^iM
^r..e:Jl.m:.d^l:.s-o!.nn^,a.n,.i,'ves -.Ii? m- "uediine.....iSt^lJXs^^zST' a"ua|'e'"e
mal,
que involuntariamente nos habituamos a desconfiar
de lodo... Eolio Vmc. he a mii de llago Job
IK-me a mi, boa senhora ; lenho grande prater de
v-la. O criado disse-me qoe Vmc. vinha jiedir-me
alguma cousa. Falle, que posso fazer para seo ser-
viro '.'
.Jais d>posta a aceitar os bous nresa-io. do .,<.
ciedade. tro soa tn.le viage.n nao encontrara senio 0s nao*, mai Job experiinenlava nessa sala lanl, ale
(raatsbja de.lavoraveis, e rece.ava que fosse baldada i Kr,a. como ,e ia hvesse visto hrilhar a seu. olavaa.
sua leulativa. diuheiio que havia de salvar o lili,,, Pozas ,,,a .
A alli.ude e as palavras do criado corrohoravain- I ergueu os'olhos aocco par. reiler graca, s
lite este allliclivo pre.eiiltmenlo. Has, quem poda pela doce esperanca que eiichia-lhe a coaem \-.'' ,om allecluoso
saber \ islu que o barao t.i.ba hora, de bom n do Qeoa sallaba por mallo lempo, t) criado vei". lona I ",,,s p la,r,s' esparanej que repentinamente
nao humor, nao pudia ella ler cbtgado em um ms- busca-l.i, e eondotio-a a um sala,. m..enlcamele ***** no coraciu de mai Job, commoveram-na
auie lavurave i urllad, M ,|Uil| hrilhavam por toda i parte miro '
Asuro fallavam no meio de suas previsCes deses- estofoi de seda, tpeles de mil curas
peradas sua razan, e sea rorarao cheio de coragem e
de esperane. Alero dulo licoii rsperaudu Unto tem-: "es,a vpz o criado deixnn-a sem ollerecer-lhe om
posozinha, qoe plaaondar i>z vezes lodo o hor- sent ; ella nao allreveu-se a assentar-se em una
. i das bellas poltronas, cujo lorro de velludo vermelho
com que o barao pronuncou
lio vivamente, que a voz afogou-se-lhe na gargan-
ta, e em ve/, de responder, ella rompeu cin praulo.
Et triste, senhora V disse o bario apeilando-
li.e a mi. f.....sole-se. Sen lilho llug.
modelo de luluro campees desta areua.
Debalde as lenho esperado, ale que agora son le-
va lo ao triste ..esengano de que foram desencami-
nhadasperda sensivel para nm pai, que ama as
suas produernes, e urna principalmente que referia,
por copia lidelissiina, um eluquenle sermo pregado
em Camel as eleicr.e de depulado., sermio, a que
foi devida a victoria de um dos lados polticos. Mas
lilho Hugo. Smenle odinbeiro linha Ul poder .'... I A poucos passos de distancia eslava pai Mol-, o
i) barao tomn s-gunda folha de papel, escreveu j qual terminara seu negocio com o jardineiro, e sa-
liendo que mii Job anda etava no caslello a espe-
rara no camiiiho para ir em sua compauhia at sua
fazenda.
Enlao falln au bario"'.' pergunlou elle. Cumo
oi recebi la *.'
Ah que horror respondeu mai Job com
a/".luuip : dizer mal de stuneltiaulc homem He
om anjo de bondade !
Sim, sim, replicou o camponez rindo, Vmc.
acl.ou-o em um momento de bom humor, e eis ah
:onrerrohr"',C 'l,VeTda ^ ''^r'-'Ma^hl.rrelciiniouinljobf'.'.ao posso .-
Z d. o?. 'i6 me ^ i""'8 0' 'nn T." '""- cei,ar j-i0- "" Por celo '
eos de que nec*Mllo pira salvar meu lilho Hugo da'
deshonra e de urna ruina itrcparavel... Aceitaremos j E aa Vmc. me pagasse a qualro por cenlo, que
o juro que apronver a vossa excelleucia pedir, e ti-: sena c' 'av"r qoe me pede/
ra"
me
a .cgoir-se na exigida e a.tpIauJi.la
porque elle be um aojo. Iorne a vir amanilla, aeha- Eia, sdianlemo nos .'
deiniss^o do digno jou iiiuiucipsil era a atareada aa
le de I ule oulubro da 1837 : mas o cenle jori--
conaullo relator inaodou-o gaardar |a saa tai pon.
que aumente servira para os rasas amias. do reaa-
IouimiIo dss relaei.es. e dos m.grietradas priviloasa-
dos O Exm. nao licuu mullo contante cea* e-ie
in-ii11u .so quina o, sebero que adorado pela nter
ambobos essastis do Sr. \ une- ; mas emlim. pr
.bono pac-,.. .ii-M.rou-o, sem dar nwslraa de arm
fado. O Sr. Dr, Malcher demanslroa k icaiape-
tencia desse juizo pe* falla de le da nrac** aaV
ler orllenle t.l.lielcci la. e por mulla* oolra* ranset
jurdicas e de crdito para esla provincia. Pasto*.
nio obstante, o pa>eecr da cnmiuiasao mandando aa
juiz responder a queixa em 15 das. A magilrslo
ra proleslou a presidencia da provincia coutra oda
de-i-ao da asseuibiea por inrooaliloeional : e este
protesto foi publicado no Trez* 4 Mato, qae aaasm
fechou a sua sorteara de 17 annoa. O Sr. Dr. Mal-
cher pedio a rtconsiderarao do parecer, a nesla oc-
easiio o Sr. Miguel P.nlu leve de enaltecer o ne-
nhum casu que delle fazera o* mesroo. para qaem
lem trabalhado em Sanlsrem, pon qae daclaraasta
que havia do volar pela recobsiderari*. aje achoa
apoio. loi deix.do s! Veio o adiamenlo, uaaea
remedio na apurada rrise.
A cidade c a provincia -uulie-o rom prater, pm-
le era o termo dual. E si ne he penaellid* ina-
ralisar o fado, os adiados dexem otar Mtrafeiles
com a presidencia, que prcveuio tena goales e de*e-
jos. O anuo passado elle* adiaram de laclo a a--
semidea para irem diverlir-aea Nataretk : adiados,
de direilo, e-le anuo, uinguem os criminara' de t-
rem a Naiaielh. Pelas eleira* de camarista, e
junes de paz, muilos deputados abandonaran! a a*>
emblca e foram challar : agora para as prximas
eleicoes, esli livres e desembarazados, podos ir
caballar, sem e.-rrnpolo, si he qoe o linham de eeta-
rem papando os :l?2O0, fora da astemktaa, O as,a
pillada, riles adiaram, coro o sea silencio, lodos os
projeclos : este anuo foram adiados por perder a
gravidade e magesiade. Nao lia a primeira vet.
que vemua causas diversas pn.dozirem os minan
elleilo-, E, poi, sem cancar-rae em repetir as ra-
zes com que se tem mostrado a neceidade do adia-
menlo. elle era para mim de urna indispensanili-
dade inconteslavel, e de juslca. O jornal, orgiu d*
inaiona adiada, nao lem dilo urna palavra 'abra
adiamento lie que nao se anima a allmular cea*
a opiuio poblira. Esta he a ratio do silencio, se-
gundo enteodo ; porem ha quem (liga que elle* se
ealam, para nao estragaren), sugeilando-as desaoja'
a' disrusio, as boas r.t/.-. ero qoe fnndamealam
urna queixa, que Itvam ao governo contra o pre-i
denle da provincia. \o creioqus posas meiscci
aiteucio semelhanle aranzel, a' vista do qae na soa
Emlim Vastan) o campanario de sua aldeia ; >>
ou porque a f.diga a tivesie vencido, on por qae esae
vista lhe boovesse Camode ama cmoc.io uerso-a, dia
poz-se a tremer, e vio-se logo torrada apoiar-*e em
urna arvore.
Kicoo oessa allilude algn, instantes. ts|,. he, ir
qoe se (ivessem spplarado um punco a penivrt* a.
piraces que faiiam-lhe arfar o peilo ; entio levan
lou a caheca, lilou sobre o campanario da aldeia am
olhar risonho, e exclarooo :
_ Coragem! coragem!... llago!... diligencia...
rn l.iinitu um anjo ; mas esse sera negro como o
demonio... Ainda vai correr como demanhaa '! Ago-
Diga a seu ro.ri- I ra nA l,a "'**"
Ha mais do que nunca
remos o pi da bocea para o pagarmos regular- ''" {'ue ** fillar-me de hoje a oilo dias, ou mais .
pule lodos os anuos. larde se lhe couvier ; regulare o negocio com elle. ,la.ue '"
Qqal juro '.' pergnntou o bario sorriudo. Tome esla penna e assgne... Nio trema assim... -oos. a
t.lualro, ou mesino cinco por cenlo, senhor
bario.
E Vmc. chama isso um beneficio de minha
parle .'
All ludo... ludo o que aprnuver a vn.sa fu-
ror de sua situaran, e dez vezes escapar ao desalen- "a* '
loque asnllava. A impaciencia fazia arlar- lhe ; s"ar
uecido de
ulltos.
. que a astaiinva. a impaciencia
violenlaineule aseio, ao menor rumor que ouvia um
sunisii de alegra llamtnava-lhe a semhlanle ; seus ,
ullios nio deixavam a pndula que oruava a cha- i quando o bario appareceu veslido de nm roupio de
min, ella segua sua marcha lenta, conlava os mi-] varias cures, e sem lallar-lbe encarou-a como
nulos e os segundos, e arraneava um suspiro dolo- pergunlar-lhe o que dcejava,
roso a cada grao que ileanravam os ponteiros. A di- I Senhor bario, balbncioa olla, perdoe a urna
ligencia passana antes della ler vallado para Wij- nr.iu allliola ter ornado confiar na bondade de vossa
pelbeke Amia era lempa... mas dcnavam-na lies- j excelleucia. ruio ;i me lhe foi lemlirado lelo proDrio
momo como se livasseaa rsqoecido aso presenca.' Dos... '
fin grito latToeadade alegria escapeo-lite na mo- Este loan tri-le n,ln agradou ..un davida ao bario -
m qu- ouvio panol no corredor ; ia ser le- | pois elle reprimi um movimenlo de impaciencia e
reamente meu lilho quando nenhum'mnZJmT i,'!.!."." *'"" l*", """' f"' "S0 seJ8 '
Iraujas de ouro dcsluiiihrava-lhc os ~as a'revia-se a soecortd-lo. Elle recosan toda a re-'
compensa. Peca-mc agora essa recompensa... Vi
Como nao Iremerei Y murmurou mii Job com
os albos cheios de lagrimas; como oio Iremerei de
alegria e de reconlieciineulu '.' Ah i.lo que agora
iMSiajno he a honra, he a vida, he a salvaro de meu
charo lilho !
Pai Mole, na*eta-
ra segair-me. Parece-me que lenho aza.
dos, ale domingo !
Pois corra .ozinha exclaman pai Mus seguin-
do-a com a vista al que ella desapp ireceu com ad- i
iniravel rapidez na volta da avenida.
Depois de dar largas ao seu desoje de chegar par
una maieii'i fatigadora de um quarlo de hora, mai
Um ettreraeeimente correu-lhe por lodo o cor~> i pa"Ce e>'ar a",icla P"''a-nie que
vo 'I rio. Se lhe (r dilflcil o pagamcnlo dos juros, nao >e
Vmc. sabe que seinelliaulcs negocios nio po- ''"'ja- Agora lome esle papel e nao o perca : he
me-1 dem concloir-se senio por cerlos esenptos, qoe urna U.ID* orile.in "'c pagamento sobre o meu bauqueiro da
mulher casada nao pude asignar, lenha esperanca, cidade. Elle enlregara trala mil franco a pestoa
Ali '. exclamou mii Job. choro de alegria e de' V0"8 Par' Cllsa- e cuvie-me seu mando ; tratare! 1"e ",'i, apreaanUr. Vmc. lem pressa ; po. va, e
rn.ii de Hugo, ji
Vine, he om. mulher excellcnle, disse o ba- ob M'?!!2>M0f.?.1"" it6L^oa^aasobilanaen-
le no espirilo. Mclleu a tale por baixo do lem_ .
e [lareceu procurar algoma cousa. I*m grito de le'r-
ror e de angustia ccapoii-lhe dos labios e suas faces muil nillaiiiinad
E deixou a arvore para continuar a correr na di-
recelo de soa casa.
Ah! loovado o papel, e lae,ni,lo-.e na alvoca, onde se acnavam
Rosma e seu marido. II bario rnnsentio, e enante.-
l.ni-no- a .omina, lenho aqu os Irinta mil francos !
lenho sua lber-late, sua honra, sua ventora I ..na
Job, esta* vestido, a diligencia ah vem, corre., cida-
de, e leva este papel a Hugo !
Mellen o papel na man do marido eslopelacln, a
corren muito alegre ao liitn de Eugell^rl. O. al has
do menino e.tavam um ponen enlteaberlos. elle
lesforcou-,e para 'ir, embora titease o rosto anda
vossa
reconhecimenlo para com lieos, porque den
excelleucia coracao lio generoso, e permillio que
aojo de minha guarda pronnnciasse seu nome ao
meu onvido, quun.lo ludo em lomo de mim eslava
sombro como o fundo de nm Boyuno. Oh anda
Ire-
se lhe aeonlerer oulra
vada a presen.;.! do bario.
Senhora. disse o criado, meu amo esla Deca-
pado, e nio gosia de ser incuminodado. Sem duvida
\ me. vem rerommeiid ir sua cerveja
que Iraga meio tonel para amostra.
Mas, nao he esse o motivo de minha visita, i pelbeke, disse ella com voz heslaiilc ; su am
Vciiho tallar da urna cousa que nio sollre demora : I llago.
i responden
Ouem lie Vmc. i' Nio a eoaheco.
A frieta desloa palavru eucheu m Job de an-
Meu amo diz | gustia.
Meu marido lie fabrcanle de cerveja em W'is-
rugue, supplique em meu lionte ao senhor bario que
me couceda smenle ,n inslanle de audiencia. Ah !
ajude-me, meu amigo ; lieos o recompensara.
O criado roiilemplou-a rom sorpreza ; parecen li-
rado do toni qu,. aecentuava sua vuz, e responden :
Entio mi he para forneeer cerveja ao caslel-
lo '.' Como Vine, parece conmovida Tranquillise -
,.-, meu amo he homem escellenle ; vou di/er-lhe
Vida WnTIO n. 3V).
Hugo Hugo iniirmuruu a barao Ipoiaodo o
dedo sobre a Irona. Talla de Hugo Job, que be ne-
gociante na cidade '.'
Sim, senhor. de Hugo Job.
He verdade o que Vine, di/ .' Nio me en-
gaa .'
En engaar a \os.a excelleucia Nao me re-
conhece mai I i senhor bario foi urna vez. a n.issa
casa a_r,uierer-'io. urna bella are'.o de Hugo.
De faci, creio qae re:onheco-a. Eolio be a
cam elle a esse respeilo... V.nc. empallidece .,
me! porque;' sabe o caminlio desle caslellu, ruu-llie que delle
Meu Dos meu Daos eo nao tmha cuidado "unca se esqueca.
nisso exrlamou mal Job ergueudo as niio. ao en uas i a -i ... .
S tWJaWSCSf"^ *ts^.^*a??
. ,, sal.-.u balbiiciandn uin allecluosu e cordel adeo.
O barao deo-lne algn inslantei para serenar-se, | Oh '. sonhor, he preciso que Hugo braba boje arlado de libre eotrou c lirn imtnovel c direi-
| e depni. lornou a palavra : 0ll aoMnliila hem cedo os [tinta mil franco, para pa- '" '',rn0 ""'' trecha le que m.ii Job tornando a li de
Et-a, diga-me o que deseja. talle Irancameule Igar as letlrai de camino, seno ser declarad., fall- sc" Iraosporle di-e-l
| c sem receto. do, e ludo eilar perdido. Corr a p a vossa excel- I
Senhor barao, islo eulrislecera lalvez R vom llanero ex posta a lodo o ardor do gol para nio perder
excelleucia, que he lio bom ; mas. perdoe-mr, s. o I lempo. A dor enfraqueceo-me o espirito : e.queci-
penalso. Meu lilho Hugo he negociante na cida.le, I me de que a presen.;., de meu marido era neeessa-
acabo de ver com alegria que vossa excellencia o sa-
be. Elle asociou-sc Com cerlo senhor Waller, que
linha a reputaco de h iroem hbil e prudente. Ba-
ria aqu. Agora esla perdida para mim loda a es-
peranca : amanha... amanilla sera larde !
Vmc. esla mui commovida, disse o bario com
se Waller fugio para a America, fnlalfieo.....litros bondade. Porque nio lem mais cnnlianca e
de commereio, sacou ledras de rainhiu, e nbleve ar- "
'.tilosamente imporlaiilea assignalur.i. de nieu lilho.
Hugo, despojado de ludo, esla reapOOSOVel pela, di-
vidas da casa, sera acensado de baura-rola fraudu-
lenta, e mellido na pri-u...
Eu pieria poupar.ua delie-i leza. Agora compre-
lenlo melhor a raoaa. Eapere um mmenlo.
I ,,i" a mn cania do .alan, ahriu um anuario, tirn
urna folha de papel, e poz-iea esrrexer.
Mai Job mui trmula linha os nlho. (tos sobre
elle, tjue fazia .' Ex.se escri(.to nao poda lalvar sau li/ volla, e lorunu para o ca-tello.
Ah meu amigo, que ex-ellenle amo tem Vmc !
Dos be justo: elle o recompeosara dando-lhe eler-
namenle a gloria do paran.. !
Nao lhe l'iiha eo dito *.' respoiuleu o criado.
Mas veuha, senhora, meu amo ordciiou-iiie que a
coinliizisse ale abarreira : a menor demora no cum-
priineiitn de seus desejus o euche de colera. Meu
amo lio lio nervoso he Irisle doeues !...
- Itngarei a Dos jior elle lodos os das, disse mii
Job. Semelhanle Ismero dotte Ah fique ceitn
de que isso inelhorara.
Sem acertsrentar nina palavra, n criado aeompa-
nhou-a ale barrein, daspedlo-ae ilesejaiido-llie le-
inllammadas se lornaran extremamente paludas;
mas ella den inmediatamente novo grilo, que fez
: relumharem as arvores como urna exclainaeo de
ajenio.
Meu Deo. eu eoidava telo perdido, disse
ella ainda trmula pela dopla emnclo que acahava
.le experimentar. Has anda o lenho, este papel di-
loso .'
Piln um olhar cheio de adaairaco sol.ie a ordem
de i llmenlo que o bario lhe dera, e niuruiuruu
pensativa :
Ouantas cousas nveiitam os li unen.! Eate tie-
daeo de pap-l val nula mil trancos llc a m la de
meu lilho. n honra, a clici lade .e urna familia in-
icua !... Mas ja lomti respracao. iu-preciso adian-
lar-me. lalvez nio lenha passado ainda a dcltztn-
cia. Avante avante !
E cora a roesma rapidez que daoles, eoolnaoo a
camiiihar ou ante* a correr na pucira da estrada. ()
sol dardejava-lhe sobre a caheca raios abraiadores, j fado
seus piiliniies mal podiam sollier essa rarrera peni-
vel ; o uor golejava-lhe abonilanlemenle da fron-
te, e ella resprava com esfnrco... Portm posto qu*
suas loreas ameicassem rada vez mais snrconibir
fadiga, ella nao se renda e ronliiinava a camuihar
tirando de quando em qoando o papel que ha.a de
salvar Hugo, para que a vista desse esrriplo mgico
lhe reno\ase a energa e a ruragem.
Nao o disse eu elle licara sao I Ah tu n-,
meu charo filhinhn exrlamon ella depende uro ar-
denlc lieijo sobre os labios de Eugelberl...
Ma. voltou se i iiim Halan,ente e nll.oa para o raa-
r.I., .-om ar de sorpreza e de intrrrngarao.
Esle que nao se linha anda le.anla.l mormura
va em l.un irritado :
'.le eu vi ter rom Hugo I rvar-llie o patri-
monio dos outrus meu- haaai Ah eu me agestara.
Nio, nao vou.
Ila-aaa, da-me exclamo* m.u Job : irei ea !
lu '.' cahiiias iloeute. Ja corre tanto Estas
laxada de.uor.
Piuco importa : n.i.i ha lempo a perder. Eia.
da-me pan que eu parla.
Eolao antes quero ir eu me*mis, d.-st J.d osjaj
iiio humor ; lu..,. risco que corro i.e ler uro ata-
que de apoplexia '
E sabio murmurando oulra. palavras de en
l .-ma salino un pesco.,o da m-i, e exclamo* tom
explosio de alegiia :
Ah minha iii.ii, he verdade Hugo e-i i
salvo '.'
Dos he bom, minha tilda. dis-e a malhev .,
truii.porle. I .mii i nelle, l'.usiua, qoe i.tn ha-Ir
mtllu.rar '
|-v,/,i,..r- "-*
"MUTILADO
a

.'


Oi<O DE PEIRJK8UC0 SiXTA FiHtt 24 Dt OUTUlRO s* i*b6
igitlradoei Mas, que loisem os senhore Coriolann e Ireila,, le, o maiar porla que jamis hoiive, na
ienreseiitraj disseram os Ilustrados
de-la ridade, e do que e lem icpeliio nal selas, nunca, por certo, rao laclinerei a sui por, do me- seos contemporneos, aun que? sena completamente ] tencua
Coulam elles com a influencia ilo aeehor Faesle; | aos !.... | esqaecido hoje, se Rodean o nan livesse mmurtali- l'm quarlo de
urio sei porem si a inlliiciicid do Sr. Faeslo -r.i lito
grande.
O Sr. Miguel Pinto lem ido descompuslu em lo-
do* os cantos cruas por nao querer ir coin elles na
eslslida qucaUo de Punce. O Maaeel Antonio Ru-
drtgaes passou ema deeeoaitMataM ao Sr. I-ansio
em retribuicSc do cmplelo detpresoqae elle volea
a Botica, e que lie ue eotar-t, a dercompmtora
foi en plena sssamblea, e o Sr. I)r. Castronem ao
meno- un nAu apoiado deu.
Os papis an'ain. luje, trocados a Botica os lem
c.hamadu asi, eos lem tornado inimigos daquelles
que com files foram victimas do pparole Nos pa-
dres nAo admira ; poique o evangollio manda amar
os iniinicos.\abe K nao pequea por lano, fofa miitlia o-lranbcza sadoporeaaN salvias, o se au lhc.se contribuido
quando de tal me convencern! !... j para a londaran uh academi i francesa,
Seja como for, o proeedimeolode*aes muros fui re-: Secando o talar das lli-torieiie, era elle feio de
provado aqni pur lodos aquelles que ben saliiam que cara e malfeilo de corpa, alem de andar -ein|ir cus-
pinian de) Sim, em miuha cas.i nada llie perturbara' a al-, do a lingua franee/a, impondo-a ao mondo por mein
de obra primea, conservan o a Ir.idirrS". riiriglndo
depois n dous poetas csla-
en jamis aerel capas dt aserever o que esereveu o
Expeeladar, a os qaaea nao c iramuneam certenen-
te dos ocres seniinienlos de odio e descrito de uniros
que me aborrecen! e menoscaban Bralailamoale.
O autor da correspondencia >lli esta inclume, C
no enlantn, neidium dotes poelat e prosadores ju-
pinliando.
Nene lempo di/, ialleinacd des Kean, linba elle
urna casaca de selim farlaeor forrada >le verde que
ja Ibe servia lia l'l annos.
Tinba lambem a- mal* ridiculas bolas do mundo,
e as meis ridiculas meia,
vain tediados nu gabinete d goiilleux san pareil.
A lula ie coniecar oatra *ez. mala porfiada <|ue
nunca se t'.onrarl. em sua qindidade de Mecenas e,
de anq biva: nao ItvesM cedido a palavra a seu
lio-nede e amlco.
Chapelain recitou sem interrepejlo suas tunta es.
truplies de dea verses. Oou\inle acliuu-as inagiii-
bess, n aulur deelaroa-os sublimes; e depois que
c l'en-o que nanea Uvera ros daquelle, Conrarl recitan i mliem sua balata.
nsconsulles, ainda aehoo cairo, inspirarse e eulliu-1 nada qne roase novo. O marque/, de l'isani dizia laso be mui bello exclaiuoo Chapelain.
siasmn para reota-lo. 011 mesno descnmpo-lu .' | niio sel em que verbos : Nan b e mcenladi r '.' -ii-pin u CunrarC
Oue lumen, denodado* 1 J'avall des baa de Vangeas E o txenctndo perdeu-se as nuvens de pbcbns. E
hl des bolles de Chapelaill. n um repello sua ode, e o ootro .ua balata ; e Con- i bavain debaivo de nina lutada,leudo o copo na inflo
Por mais velhos que lossen seu chapeo e sua ca- i mrl lornou a ler Cliapelain, r Cliapelain tnrnon alea pnesia nos labios, en vicsimo janlar debdoma-
Allacam cobardemente a quem cala pacilicn.e ra-
mudecem eabisbsixo* dianlo << que inolenleinenle
o progresso, reprlmiado os abusos, coreando o u-
lenlos, a consagrando ai alonas. Adevinbon -cine
ludo a rdil allianca do< grande- li lalgot e dos bellos
espritus, das infloenclas mundanas, e das illu-lra-
ene. inlelleelnaea, maniendo na corle e na ndade o
posto das lellraa, e impoudo a eslas o vernls da-
quellas.
Mandn oHerecer por Bois Uubert sua proteerjioa
Conrarl e aos seus amigos,propondo-lhes (orinar um
corpa oflicial estahelecido por cartas patentes, reu-
nlndn-se e liinccionando dabaiao de unta auluridade
publica.
Lssa indicia fui levada sos nove collecas em urna
bella larde dojonlooo, un inomenln em que ac--
A academia da Critica de l'iorenea, ealabelecida a ( de juliio de Mi ; Ixiti, Bouald ; isii. Aa-
e elles acrificam os insultos, e as infamias pes- |ousa bumilbar o> Brasileiros Piaulljeasea, por queni I belleira, roiainua sea biographo, elle linba ainda ler Conrarl. E continuaran! assim em sulo, em da.' dario
adosl I cousas mais velbas; no enterro de sua mai. en o vi loso, em coro al que Apollo loes tiras'e a lu/. Todos eslranharam assnstnram-se a principio
. com crep que a forca de ler servido, eslava cor de | Arcttdt* ontho. rt raittarf pare^, el responda r erendo \er a depura e lber lada de suas reunios suf
soacs, ao bem poblico, que su podem f.izer, uniu-
du se com a Botica.
Heos queira que nio niais incorram as iras da
Botica as morplieticos iminuraes, os bebados. e as
beslas do Aporalvpse : lleus o* conserve na sania paz
em que viven!, para bem do estado e di religiflo.
I.emhra-me noti.-iar-lho que os meas padres crea-
rain urna sociedade, a Cniflo Ecclesiaslic.i, para
se unirem. Isln me la/ saspeilar que uao reioava a
paz ua santa i^reja : e se reinava, para que maia
uoio ".' Cbeira-me isln a cousa de esperlos. I'enlio
dado ana vomitortozinbos a um que conbeeo, e elle
nada vomila : ou anda lambem albeio no quarlo
voto,ou he tino como um jesuta. Consta que sus-
pendern! os Inballius al a viuda do Exm. dio-
cesano.
Se esta minlia correspondencia merecer destino
diverso das duas, nflo eneberei o Diario de Per-
numbuco de trandulagens de bodes de ventura, nem
de esl'arrapados elogios urna assemblea que (em
contra si a opiniao, a magistratura, e o adiameulo :
uao recusarei ao digno juiz municipal e delegado, os
louvores que merece por sua mtelligencis, activida-
de o energa, e nexorabilidade com reos de polica ;
c ainda menos (roca-Ios em criticas e censuras men-
tirosa:.. Serei justo.
se mostram lio relo-us, defensores e inters
(,ioe moc/M inmpUot e hiabattueU
Por boje somc.ite quero mostrar que nao sou o lolha secra
aulur de una correspondencia relucante, em que se Quanlo ao sen retrato moral, o memo escriplor
encoulram c.vpresses, qoe de cerlo mude, deslustran! i encarregnu-sc de o fazer.
os ineus concidadflos do Piaubv, onde tenbo encon- | 1 ilho do un nalorio de Par-, fura mostr dos li-
trado mudos homens de bonra e philanlropia e boa : Ibos ile Mr. de l.a Trosse, preboste mor de Franca.
edueaelo, c poucos inboepitaleiros e aggreasores I Netse tempe elogia urna espada, a qual couservou
pnrati.
Vendo emlim que seu senio nao poda supprir o
sol Cliapelain abracoa a Conrarl dizendo curo el-
lu-.io.
(..crlamenle si inos miii belus aaplriuM
Mas. accreseenlon rom pesar, lie para lamentar mo o* perico da rerusa
focadas dabaiio da loga vertnelba do cardeal. Se-
rsav e Malleville tenlaram me-mo fazer com que
fossem repellnlus os ollereeimentos de liir!:elieu ;
mas Cliapelain em nume dos nulros sele demuns-
trou farilmeule nflu su as vanlagens da acceila^.io.co-
coino es "dous ucriptort riilingueitos da immunda ainda inesmo depois de ter deixado o exercicio desse | que nflu nos reuuainus mab Ireqimiteinenle. Qaan- i Os amigos detei minaran) poli que a Mr. de Itoi
e repulsante Ca*sntelatta. empreco.
E, pois. espero dea -cnliraentos dejnslica dos Srs. 1 Nao saliendo o que Oieasem para que a largassc,
redactores deste jornal, que dar.o. junta a esta, a | seus pas eucarrec.rain a lloulanl de desarma-lo a-
declaracao que pero.
Ser-lhes-lia asradecido o de Vmcs. coucida leitor e criado,
li. Iltrculann A. P. Cfartme.
Valci!(a do Piauby '21 de agosto de IS5(i.
Seubores redactores. O Jornal i/o Coi/Mrro| va de padrinho.
de boje, refennrfo-se ao concurse que no da I do O poeta cambaleou, empalhdeceu c por potreo qoe
mez pausado se eltectuara na lliesourana provincial "ao cabio desmatado,
para o luctr vago de segundo escriilurario da mes- ; Sinto mliilo, iiiimi charo, responden elle rea-
ma repartidla, diz conslar-lbe eom toda a certeza nimando-se, chega larde : ha urna Itera jure por
que para esse empresa foram prepostoa em primeiro mmlia musa depr boje metnto as armas. Cedan)
lugar o Srs. Antonio Melquades da Silva e Marco- I a
do lemos nina obra nova para nos coinmunicarmo<*' Itoliert se diguasse de agradecer muilo liumildemen-
somos alineados a correr um apos do oulro como te ao senlior cardeal a boina que Ibes fazia, allir-
esla maiih contmles de us cbocarmos, e de cabir-1 manilo que embura nunca bouvcssem lido (ao alio
migavelniente. Ivis aipii como er.(e se bouve : mos depois de lonjas horas de idas e vindas inuleis., pensameulo, e fica*eiii sorprez'S pelo deaejo de sua
Entrando um di em casa de Cliapelain, conlou- i So marcassemos rcuuies regulares, quatro ou cinco eminencia, eslavam resolvidos a seguir-lbe as von-
llie que linba om dueo a murle com uin espada- j vezes por mez ladea, u
chim. De cerlo, disse Conrarl, muilo alegre, iso Sali-feilo com essa reaposll Kichelieu nrdcnou no
He meus amigos vosie be e nico que tras espada inesmo be que ou queru, e meu aposento esla'ia' loa ; dia tegainte os bellos espirito! que se rannisseta eo-
a cinta, por isso venbo procura-lo para que me sir- i disposicflo, e a' de nossos collegis. Formemos um I mn coaianavam.aaumeoteasem sua companlua, c Ibe
circulo de bellos espritus, oude cada semana, como sabfnetlesaem sua organisaeao.
nos sbados nu liotel de Itambuuillel, nos consulla- Kntraram logo minios Itamens de qualidade, lies
poi rain isco de Mediris.be ni,,,! pelos seu- deba
ie> -obie a J'rusalem do T.isso. ;, ,,Mal Iralon como
a academia trancara o < id de Comeille.
Emlim deve-se citar enlre o> rondadores oo an
menos entre os inspiradores de acidemiaa, Marsari-
d em lorno de si os bellos espirito* c Mos estado; e
ll-nriqne III, o qual romo vimos n0 esptalo de
Courarl, reuna oslilteralus no bssejiede Vincennes
seni reclamar diente delles -eus nrivf^sjios de re
AS QL'ARENTA CADEIKAS. I.ls \ i.FHAI
Ate asura a academia Iranceza lem tuto :|'im nirui-
bros. Eii-aqai e lilla pela nrdem di, r.deiras p ,1c
lurresaito desde a renniOet de Coman ate os nosaes
dia. Apesar de todas as nossas pesqaltas e da luios
es no-sos esforeos par ateevetar a inihenticidade 11710, Wesmond, afeebm
de.u lista, nao podemos garanliMba a esaciulAo ab-
soluta, qiiaulo a' nuineraeflLi di.'* cadeira., portme
Comeroa muilo depois, e evislem lacenas nm me-
mos regitlnu da academia. l>pt/raro qu Mr. Pin-
gard, dlino chefe da secrelari/ft do mslKuiu, haCaaca
sen- trabalhos ulei. rom a pjobliearao de una li>la
ollirial e inconteatavel dos ajrademieet. Elle dignan-
se proraetler-nos -u concurse para reclilicar n lii>-
cclot.
Cadeira n. :IJ. lem ido ore upad i>r on/e aea-
damicas : aaMaa ee (lili, Karan ; thTIl, (urea de
la Chambea ; IOS, Brtrsrr* Ii,h,. < abtiade I leu
rj : 1721. J. Adata : 17:.. neaet ; ITIil. de Kafca
oc iiuiiiii'ue ; isiil. ItiTsanai liM, Parov IMJ
de-Jovv ; l*7, Krrp-.
I.adeira it. ::.:. l>m sido ci rtipada por der a-
deii.icu. : II,::,, ||. \ ,lu Lha-lelel ; |(,7I, B.i.nt .
I7(H. o rar.'.c.l de Puli^nar ; I7i. (Ar ; 1761, Kalteox : I7W, l.enner ; !*'MB1,
lli-o de Preaoaeaoa ; tKJ'i. duque de Munlmoren-
cv ; IS'J'i. (luiratid ; IKt7, Amprre.
1,-ilen n. :li. lem .oto eetajesaa p*r onre aca-
ilemiru : anletae n, li, ondean : Hi7.l. Il-rbier .
le ) -. ; 1727, J. J.
Ameles.; I7i, e saarerba de Beiie-Me ; i;<.t
Irublel ; I77l -1X0:1, Sainl l.amberl, reeleilo a 3*
de janeiro de 1 < ? 1 : Iso.i. Man, excluid la |HI<>:
1816, l-ainr ; I83S, llopalv ; M3S, A. de Ma-
sel.
Cadeira n. Xt. lem .ido occsBasai fn* tele Bap-
demic...: 1631, de earaexa; 1i,7:|. uahbade<>el
os; I78B. Mantee i I7K., da Vitlt; 1771
tuna de cada urna cadeira os errs que evislis-em no IHUd. Suard : 1X17. Kmirr : 1x12. Ptlin.
(ndn da iiuinenclalura. j Cailrira n. itli.'I em sede OOjeoBetaal por tvieeri
Cadeira n. I Ten sido oeenpada por II acade- ; demicos ; antes de IK:li, (lomberville ; 11.71. Ilnet .
mieos: entes de 1033. P Bardln: llili .Nicols Huir-; 1721. Buivm : 1727, e duque de s..... i: .
don; H'li. Saloman: 1670, Pb. Qghunll; 168. 11776. Ctlardeeai; 1778IM, I." Ilrpr, reeltii*
P. de talleres ; 1717. cardeal de Planrj : 171:1. 2X .le Janeiro de ISIII : IXT.l. I.a.-rrtrll- eme IH-Jt.
cardeal de l.uvnes: I7SX. J. de I-lorian ; 17:.- |)roz ; 1851, de Monl.lrrolierl.
1803, .1. P. Calbava ; 1813, Michand ; I8t0l'loa-J Cadeira n. :i7. Inn s do aaaaaaaada pee unto
rens, demica*: ante de llll, tliaiielm : Ili7i, Metnera-
Cadeira n. 2. lem sido oeenpada por nove ara- if ; ! demicos: antes de 1634, P. Uaj du (llia.lelel ; 1637 que de la patee : I72(>. Mirabraa ; "1761. WaietH
re.nos recprocamente sobre
musa.
Admiravel idea
armii
miro Pancraciu Pereira din Santos e em Mgoudo os <-reio que nao querer.i que commella um perju- j serto os membrus o iiasso nreopago :
' Srs. Martina, Balduinu e Cezar dos quaet o peuulti- ri- Antoine Cudeau. rumpanbeiro jovial.
E pendurando logo a espada no ganrho. nunca Ten charo prente .' De hom grado. Aclio ex
cellcnle sua .< Ora^flu pur nu procurador, e em ue- I um cnanceller temporarios, deignadns por surte
ino lie all amanuen.e e o ullimo pralicr.nle, accres-
cenlando que leudo sido publcala pelo mrio de 2U | m!* depois a ciugiu
lilbus de nossa I Marets, e Hus Koberl, de Monlmor. du IJiastelel
dei'.auiii, eonselhelros de estado, e ministre Ser-
exclanion Cliapelain, dubra-' vien, u chinceller Srguicr, etc.
lien se a assemblea o nonie de Academia firOHCe-
M. Itirbelieu fui declarado seu chele e protector.
Fivuu-se o numero des membros em ({uarenla, elei-
tos cada un a sen pedida pelos acadmica., e accei-
do Iriumpliu da amisade e das bellas letras Con-
vert exrcutar esse projeclu seni mais demora. (Juaes
'errot d'Abluncont; 1661, Ms>y-iUbatin ;1693
Paol-Bignoa ; 1743, Jerome I: j.....; 1772, de l).e-
qoigny; 17951803, Eeenebar-Lebran ; 1807, P.
I. M.Kevnouard : 1836, Miguel.
Cadeira n. :!.--Tem sido Decapada por nove ara- 1701, l.uuis de Sarv
delinee : antes de 1634, PhH, Haberl i 1637, .1. 'i iie.iiliruii 177
Spril; II7S. J. N. Colbarl, arcebispo de Kuiin; I70X,
Kraguier ; I72X. Ch. d'Orleans-Holhlin ; 1711, (..
Uirard : I71X, V. de Paulmy-d'Argenson ; 1788, J.
II. .-.'A.iie-.eni ; 1826 liiillaul.
17>;, Setfoiae ; Jll IWI, Cuilm de llarlaville :
IX( Mi. Iijru : 1X211. Lamartine.
C.adeira n. :tx.|7m aMe arropad por nove ora-
demicos: anles de 11.71 i. tjtnrarl ; I66'i, 8.
172X. Moule*qmeu ; I7.V>.
i iia-iellux ; I7K). >i.-. i-' .
los pelo rei c o cardeal. Criou-ss um director e
Cadeira
eos : antes
i.4, Temsidonceapadapor 13academi- Manase : Kixx, Mauro
de 1634, Becbel de Mezinac ; 1639, l.a vois 171, Masillon
17971803, I. de.Neulrliiteau : 1X-2K. P. A. le
bruu.
c o' ,-ir t n. :\l. lem -ido ..i-aupada pr dar aro-
demivus : ules de K.H. Desmarr : 1676. J. de
do crreme a noticia ne ler sido nomeado para Cliapelain era 13o sovina, que anles quera arris- cessidade por nm advogado ; |a*semelba-se a um I um secrelario e um biUiotheeario perpetuos nomea- .Motbe l.e Vaxer ; 1672. J*. Hacine ; 16911, Valia- nois ; 179111803, l.eeoatc : 1X12, Ales
PAGINA AVULSA.
IB3DSC IE/3Ifc.8
Donde proeede se declamar lio lurlemenle no
muudo centra a 'devo^ao, e ser ella boje o objeclo
da mais severa critica dos diisolulos, c da censura
ordinaria de quasi lodo o mundo?
Eis a pergunla que pnmeirainente nos vem ao
reusameulo, loria a vez que. recolliendo-nos a nos
mesmos, pensamos as entiese que sollre a devo-
rflo. E a razio, que se nao busca, mas que se acln
ae alcance de qualquer, lie, qoe nfl.i se couliecc,
nem se confunde a verdadeira devorflu com a hy-
pocrisa exterior, que lanos males causa verda-
deira piedade, e que tem tornado o nome de llev-
lo lo odioso, que alguroas vezes se o toma por in-
juria.
Nada he mais ainavel. nada mais respeilavel, que
a verdadeira piedade. Ella nao be nem agreste,
nem incivil; o seo ar nem lie austero, nem odio-
so; ella aborrece a oslenlacflo e o fanslo; isenlado
escrpulo seni aflectaeao ; ignora os modus anecia-
dos e mundanos, o em tudo se patenlea igoal.
Ii'imi-a de toda a dissimular,o, conciba os espi-
rilos pela rectidlo, e atlrahe o corario pela dojura.
Magetlosa em sua simplicidade, ella he lano mais
linmilde, quanto mais respeitavel; o seo merec-
neuto nao depende do capricho ou da ideas phan-
taslicas dos homens; a solida virtude he o seu 1 un -
llmenlo, e tnicamente lem por objeclo e lim a
Dos.
Bem longe de seguir caminhos extraordinarios,
que induzrui ao erro ou a ideas presumsosas que
ensoberbecen); arria sempre as ohrisac/u-s mais
romir.ans do sea estado, o caminbo seguro de che-
gara urna alia perfeir^iu.
I.ma piedade estudada e artificial, s anda por
caminhos incoenilos e exlraordinarios; ao passo que
a verdadeira piedade nunca alie do seu estado.
O verdndeiro devoto deve er humilde seni affeo
lar.lo, modesto sem (ingimentn ; deve (rajar segundo
a ^ua conilie.o. mas sem luxo, a lim de inspirar ve-
uerarao virlude. A su dorura para com todos,
e a soa sabcdoiia em lodas as toas palavras e em
lodos os seus actos devem servir de admiraras a
todos.
A esarro em pagar o salario dos seos domsticos
c em prever as suas necessid.dcs, nao he a menor
d snas bous qualidades. A earidade e a justira de-
vem ser seus guias nos transe da vida.
Klla deve ser paciente, benfico, niio conhecer
emularnos, nan fazer mala nbaanem, nflo ser am-
bicioso, nem altivo, nao pensar mal de ninguem,
ser lii.nrII- e ollicioso ; nflo se irritar e snl'rer tudo
com paciencia, disculpando com benignidade.
Por esles principios devemos concluir que, aquel-
le qne quizer ler verdadeira devn^flo, nao deve ler
nem amor proprio, nem dissimnlacflo e ambieflo.
I mi fabrica se acaba de montar enlie ns pa-
ra o fabrico de vetas de caruanba e sabflo. t>a pa-
ra lamenlnr que, lendo ns lauta carnauba em nos-
sos scrles, re nflo houvesse anda montado urna
fabrica na escala em que se arlia Ma, alun de me-
lln- aprov?itarmos esse produelo da nalurezs. Es-
su labrica denominadalndaslna Peruambucana,
se acha fundada na ra do Bruin, de propriedade
de um ingle/, ella boje conla em -en seio nula ope-
rarios, lodos brasileiros, entre os quaes algumas ma-
nieres. A luz que dSo as velas preparadas oeste fa-
brica be superior a das nossssde earnauba e rivalisa
cora a de spermicele ; o sabflu igual aobespanhol lie
rijo e rir com o contado d'acua umaespuma forte e
que esfregando-ie em qualquer nodoa lira-a com fa-
cilidade. O Sr. Eduardo Wilson moslrou, dndo-
nos tal fabrica, quanto desejo linba da prosperidade
de nm paix aonde seus lilbus devem ver a luz do
(lia. Praza aos cos que una lal empreza prospere
a viaore cada vez mais.
Quando o homem vive de ouvir cm um lugar
para constar n'oulro, o sen grao de degradaran he
extraordinario, e como tal .i merece o desprezo da
sociedade e o ferrete da icoominia Ihc deve ser lan-
rado. Ora, Sr. Quinqoim pai das e.....para que
fui Vmc. intrigar esse hornera com o Sr. fi'cal.
Nao era melhor que euidasse as suas c..., do que
andar conlando aquillo que nem vio, nem ouvio?
Meo tenhr:iiiho, olhe que nem sempre enconirara
pessous pacenle. como essa de quem conlou a bis-
luna. depois se nflo queixe '. '. !!
11c boDilo ver as vestes amarellas de que so cu-
bre a fachada de certa igreji desla cidade, logu que
se avizinba a fesla da imagem que nella se venera ;
pralicante da thesouraria seial o Sr. Marcomiro. car-se a apandar um defini de peilo, adiando por I abbade. e sera' bispo algiini dia : ma eulrelanto
animara com seu gaz nossas aisembli. A meu
turno pinpnnho-tr Ijomhanld. peifeilo leilor.
Y. o anli^o poeta sonetos a Pbilis lhe merecein um lugar as nuss.n
Qleiras.
Tomemos lamben II alien, commissario da ar-
lilharia, aulor do 'templo da Morle, >. e sen ir-
Meta
subsisle unirameiKe a proposla do Sr. Antonio Mel- ; denlio d'aiua. do que dar um sold Boa mendigos
qoladea cm primeiro In^ar ptra aquella emprego da para passar em urna Inbua.
thesouraria provnei-l. na nuile elle sospirava aospesde medenosella
Em se-uida diz anida o mesmo peridico, que se Pelloqiiin, vestido Mo mi-er.ivelnicnle, que a mora
os accessos naquella reparlico su sao conferidos pe-' "'" l'ode cunter o liso.
lo reaulamcnloprovinci.l de 71 de agoslo de 1X."i2 N "'du que ella escarneca, Cbapellain evclamou
arl. 1:1 paraos primeiros escnpluiarius e chefes de que se la enfurrar de desesperado.
seceflo, devendo ser preferidos para os demais em- Enforquc.se ja.disse-lhc a moca, seu capole inflo, o abbade de(>'i>," oqual cantea
pregos, conforme o arl. 16 do mesmo resulamenlo, i miuisira-lhc a corda. niorpbose dos olhos de Philis em agiros.
o individuos que liverem a aplidao precis, ainda | A'forja de cscrever oiles a esle e aquclle. a Ki- Nflo esqueeamus a Frannah) tiiry, oplimo ad-
que nflo peitenram reparliroes de fazeuda, he helieu aos Conde, aos (.onli, ao l.ongueville. aoi: vosado, tflo.ahio e tfln modesto cm suas Uaducres
Monlai.-.er. SOS Noaille. ele., reuni minia, milha- dos Gregos e dos Romanos.
res de Irhiasde pensflo ou ordenada e adquerio em Somos ja sete; devenios ser nove, como as
todos os lugares campeoes de sua Klorit, pois aquel- Matas, (.loe diras de Malleville .' pergunlou Cn-
ica que lhe pagavam suslentavam que era liimcm de rarl.
Sei"o. Ad responden Cliapelain ; o secrelario de
Lina vez, refere Talleniant, remellendome um i IJassompierro. o ininisi de Kiehelien. Elle (ra-
consequenle que a esculla e preferencia nflo pode
deixar de recahir em o Sr. Antonio Melquades da
Silva,que foi prnposto em primeiro lugar para o em-
prego a que concorreu de secundo ccripturario da-
quella reparlirflo, c boje que se arha sem aquelle
oulro--eu cumpelidor, lano quanto uelle enneorrem
oolras babilitares.
Se o Jornal da Cwuierc'io julsoii dever advogar
e eaose do Sr. Melquades, permilLim, Srs. rodac-|eras sua delicadeza a respeito de livriw. I'iro o Heceias perder lu pensaq 7'Ora lo a fara's
dos por maioria de vulos. 1) primeiro director loi
Serisav ; o primeiro chenceller Ds Mareis ; o pri-
meiro -errelano Conrarl, e o primerrn bibliotecario,
Camosat, tomon-sepor lim Irabalbar para a pure-
za da hoMua pur meiu do um diCCionerio e de urna
urammalica. Adoplou-.e para sello a imasein re
Kichelieu, e para ronlra-sello una cora de louro
com esla divisa : A immnrtalidade.Decidio-se
qne a academia se reunira ao menni nina vez por
semana, ele. ele.
Tendo o cardeal approvado os estatutos, fez o rei
l.uiz XIII aesignaren Janeiro de 16:1.7 ascarlas|pa-
tenles, que eslabeleeiam a academia trance/..
Pur una desconlianea singular c inexplicavel o
parlamento su registrn essas cartas dous anuos de-
pois.
As sesse da academia foram suecessivamente em
osa de Conrarl, de Des Marels, de Cliapelain, de
I7ni>. o ai.be> de I .mi
I71:t. o duque de >it-
V. Itr-I
ixl-l, a
court; 1730, Lerigetde La l'ave : 1731, Ctebillan;. Pineu |x2, Ballanrhe ; 1X17, Valoul
1762. Voiseuon : 17761803, loisgelin de Ciee, Sainl -Priesi ; lx.72. Berrver.
areebispo de Asa ; IHO-t, Uoisgeln {reeieiT 7 1X04.; tTntuWnr n .'.v.;fv?m Jo arrapa.I., par .ele aca-
Dorean de la Melle ; 1807, Pieard; 1820 Arnaolt; Idemictn : 1635, Mun> wr : 1679, Catau : iti'.i.
18711, Seribe. Cauniarlin, bispo dt) I ; 1711. Motsrril ; 1771.
Cadeira n, 5, Tem sido oeenpada por 11 acade- Itoqoelaurc, ttiape de reeleita a 2> .le im.
micos: 1633. Anger de Maaleon ; 1639. Daniel de I de 1803: isix, o beiaJ Cuxier : Ixij. lu^n,
Pnezar; 166:1, Michel l.eelee .- 16112; (i. de Teureil; i aine. \
1714. (i. Knlind Malel : 17:16. llover, hispo de Mi- | Os cxemplo da longevida.'le m-d- nolavel na a-
rep.ux ; 1755, N.Thvrel .le lloi-monl ; I7S7, Cl. C. demia sfle ee lemaiatea : ,
Ims, Deslull
de Rullieres : 177931803, Ctbaaia
de Tracy 1X26, (iuiznt.
Cadeira n. 6.Tem sido oceupada por 1:1 acad-
micos: antea de 16:11. J. d'Arbaud de Porcliere. :
KiiO, Olivicr Petra; 1681, N. I'olier de Novmn
Paul llisiiuii lu arailennrn ."/,' anuo 169.1171.1 ;
l-'.-pni. il auno U.I7In7x Paulmv d'Arzeti
son, 10 annos I6IX17HX ; O ivier l'alm. (I -
nos 164016X1 : Kar/iu de Hez U anuo- nU-l
IliXil : o carde! d'E.Ircr, .77 adios Hfcin171". ;
lores, que um amigo do Sr. Marcomiro l'ancrario
recorra lambem ao seu bem couceiluado Diario pa
ra advogar a delle.
O fado de ler sido o Sr. Marcomiro uomeado pa-
ra o lugar de pralicante da Ihcsouraria geral Ibe fez
ahueca honra, mas bem lon^e esta de inliabilila-lo
para ser nomeado para o luaar de segundo escrip-
turario da thesouraria provincial, para o qnal fui
proposto, conjunclamenie cun o Sr. Melquades, em.
primeiro lugar, principalmente nao lendo elle ainda
entrado no exercicio daquelle empreao. do uual al
ao prsenle nem mesmo procuruu ainda lounr
pene.
Quanto ;is oulras dabililajea que o Jornal d'j
Cominerrio diz, concorrem na pessoa do Sr. Mel-
quades, nada sei a respeilo ; mas posso assecurar
aos sendores redaclore que se a queslao deve ser
decidida, como quer o jornal, de conformidade cum
o regulamenlo da respectiva reparlirflo, entflo sem
duvida nenliuma sera' o Sr. Marcomiro o preferido,
porquanlo alcm de provar rom docuinenlos valiosos
que esluduu ruin proveilo a que rnmmummeule se
chama humanidad?!, tem em seu favor o cunheci-
mcuto das lingius franeeza e insleza, que segundo
me informan falla ao Sr. Melquades, e be inuil >
recommendado pelo dilo reculamente. Fiualisarei
esta com as mesmas palavras coin que o jornal ter-
minan o seu nrligo.;
dente desla provincia acrisolara1 o bein ronceilo que
fazemus da sua recia e esclarecida administrarn.
De Vmcs. ltenlo venerador e criado. V".
Oulubro 2 de 1856.
livro hesnanlinl, escreveu-mo recummendando que | balboa na .. Crinadla de Jolia. he bello Ululo ; mas Monlmor, de dombenille, de Segnier, e no l.ou
livesse delle grande cuidado, pois bem sabia qual | leudamos n cuidada ilc nao oflender o cardeal,
Alm das leituras que continuaram nos palacios
como ileliaixo da latada, o primeiro trabalho da aca-
ilemla fui o plano de nm dicc-iouario Irarado por
Cliapelain, e condado a Vangeas. Lina jocosa dis-
traerlo fez a .principio omiltir na lellra A o (ermo
papel que envolva o valona e ado a capa Inda ro- ; augmentar runvcrlemlo a Malleville
da de vermes, a p0i bem, lomemos Malleville, lornou Chapes
Tallemaiil mandn encadeniar de novo o livro an- |ain ; direi a sua Eminencia que sumos cidadloa da
les de o reslitair. Assim renovava Cliapelain a sua i repudlica das Iclras.
livraria empreslando-a aos amigo.. Helia desculpa ; a-sim toase novo memhro se- I academia. Alm de aclivar o traballio, Vanzelas re-
Elle invendr a arle de nao comprar nunca len- | ri o abbade de Serisay, inlendenle do duque|de l.a- cebeu de Ricdelieu nina pensflo de duas rail libras.
Este auno, muilo lempo depois de daver en pre-
ferido a companlna de meu pai au martvriu qoe
lentamente cunsumia meus dias, o Sr. Burgos Pon-
ce de l.eflo couvenreu-se que nao era possivel pr
embarajos an deseohrimenlo da verdade, c que as-
sim leria elle de licar perleilamenlc conhecido : a-
sustado cum esla bem merecida pena, Iralou logo
da salvar-se a lodo o envo, e nfelitioeate e meio
que acliou mais appropriado pata rehabililar-se,
fui o de Bgnrerne ndnaida, e presa por meus pas,
e depois pelas jornaes delratar dtstes e de lo 1i-
quanlos Irem favorecido o meu divorcio.
Macoada por ver tantas dialnbes contra pessoas que
enlre culpa nflo leero mais qne desejarem o meu bem
estar, pelos jornaes desla cidade puldiquei algumas
lindas asseveramlo ao podlico, que mui espoulanca-
menle procurei a casa palerna. Com este meiojul-
guei ler conseguido o meu menlo, e anda mais
quando li os posteriores artigos do Sr. Burgos,
onde bem claramente elle deixa ver que nflo leria de bnrguez iidaljo.
ros, sempre um sem furta-lo a ningnem.
Ii.i-l.iva llie para isso um Irapo qualquer.
.Meu chara, dizia elle a uio amigo, esqueri-me
de Irazer um lenco lavado. eraprele-me um por fa-
vor, deixu-lde o meu o qual levarei quando lite
restituir o seo.....e cnnlmuava'do mesmo modo di-
rigindo-se a oolro, depois a oulro. Deixandu seni-
pre o ultimo lenco em lugar do que levaya, nao ti-
iiIm cm consciencia senflo a bagalella da" lav.igem.
(I mesmo sv.lematoi applicado relativamente s
camisas por um ciganu lillerario de uoisos dias, que
cdam.iva a esla operac'io : inngyro deroupa.
Como seu livro da Pucelle era caro vendiam-no
pur quinze libras em frmalo pequeo, em frmalo
greade por vinla e cinco eis o que unagiuou par
com elle gratificar s-us benifeilorcs com pouco dis-
pendio.
Deslinou om n excmplar a duas pessoas tpor
exemplo, a madamusella de Valias e a madama d'A-
vauzuur que moravam, urna em Paris, a outra bn
Brelanhl ; a Mr. Paira e a Tallemanl que mora-
vam una legua dialantes nm du oulro ; a .Mr. Pel-
lisson, preso na Baslilda e a Mr. l.a Bastide, secre-
lario de emhaixada em Londres.
Desle mudo ohruava a um dos seos, senao a am-
bo, a comprar o livro que elle pareca dar.
Nesso da pois Cliapelain acabava urna ade a Ri
cliedeu.
i.luando elle ne/avea a ultima palavra leu.e. releo
e declamou ludas as ealrephei .craixt Iriula de dez
versos cada orna ; em urna palavra quando coo-
veiicen-se de que sua coroposieflo eta urna obra pri-
ma digna de um aecrescimo de peusa<> de mil escu-
dos, (irou o cdanilire de fela prelo lavrado que a
irmaa Ide lizera de urna saia sin, e veslio para sa-
d.r o capole que ficen lauto nr a madamosella l'el-
loquin.
Imporla, disse elle a si mesmo, que en va' ler
isso ja e ja ao meu amigo Conrarl !
E continan lo a declamar e gesticular, dirigio-se
pelos caes para a ra S.iinl-Marlni.
Ora no me.mo dia, a mesma dora, justamente na
ra Saint-Martn, oulro dumem fazia a mesma cou-
sa que Joflo Cbapelain, e esse oolro liomem era pre-
cisamente Valentim Conrarl.
An contrario do amigo, ele era urna especie de
Descendente de urna familia don-
rordefoncauld.
Oulro inimig'i
Conrarl.
da cardeal! Tu me nenstes
Ao menos, disse-lde o cardeal, Vmc. nao se es-
quecer no dieciouario du termo Pensau.
Nao, senlior, rependeu o Vangeas, c ainda
Aposto qoe Mr. d: Sarisava pplaudira tua Ode menos do de lleronheciment
a Biclrelicu. O segundo trabaldo importante da academia foi
Tens argumentos sen replica. Qoando ser i a redacca.i do juizu sudre o r"."itt de Corneiile, que
noa primelra reuniflo 7' '' apaixonava enlao a todos, e ao qual Cliapelain e
Qoinla-feira prxima. i seus amigos lizeram tratar com exlraordinaria seve-
Ate quiula-l'eira 1 E a poslerida le lera i oficias ridade.
de nos He sabida a nobre e altiva respo.la do grande poe-
Ad disse Conrarl reconduzindo a Chapelain ;; ta desprende
Hi'.l!, P. (iuib.iu de Bnis ; lli'.li, Ch. Baileau, abba- I o abbade l.allemanl. Hialina ld61712 : Ha-
de de Beaolieu : 1701, aspard Aheille : 171K, N.' donvilliei-, 10 anuo 176.1lx.i:t \Keei-le>-
U. Moncanlt; I77. Ch.'Uncios ; 1772. N. Bau- marai, l:t auno 1670171:1 : .e li-tiM-
zee ; 1789. J. J. Bardnlemv : 17951803, M. J.I men, 12 aaaaa 1761 IMS ; roiiw-'aw*. 13 as-
Cdenier ; 1811, Cdaleaudriand ; 1849, de Noailles | no 17:i717X0'; de Sainl Pirrre, *x asan (IStV.
Cadeira n. 7. Tem sidu ueeupada pur 12 acade- l"13 ; "l'ailemanl, li' anuo. 16.71-16971' ; o nar-
micos ; 16:1.7, P. Segnier ; 1643, Cl. Baria de Be- Iquez de Oanseau, 59 annos KihX1720 ; o mu
zous; I6X, Buileau Despreanx ; 1711, J. d'EsIn-es, iquez de Kicdelieu. .72 annos ,|"20I7H ; Dsspre
arcebispo de Cenbreia ; 1718, Kenc d'Argeneoo, I de Saint Mane, II anuos I7271li.l ; Pellj*a.
suarda sellos ; 1721. I.anguel de Gergy, ercebtspo140 aaaaa I6.VI1611.1' ; o IM de dt Itaacean. il
deSen; 1753, Bulln. 7XS, Vicq-d'Azir ; 1795 i anuos ,16X21723'; o con^e de Bis y. 53 estas
1813, Domergne ; 1810, Saint-Anee; 1811, Parse- ; .1750 1X0:1 ; Fontenelle, aaans 16911757 ;
va de lirand Maisou ; IS17, ronde do Slvandv. o cardeal de Kodn, 15 an "o* 1701-1719 ; sata
Caderra n. X.'l'ein sidu urrupado por nove ac- rv, 48 ..unos .172711771' -. d'OUvel, 4. antief I7".
denteos: entes de 16714, Feral: 1646 P. da Pager; 1768'.
1678. cardeal d'EsIrees ; 1715. Marerdald'EsIrees ; I Os secrelario. perpeloo-, dcs-le a fornajae da ara
oolra idea r7nli*emos bem cedo em sessflo. De-
pois da leitura daremos um passeio, e depois do pas-
seio lomaremos una r-feieao. Os mais bellos es-
pirito tem un corpa...
Sem duvida, sem duvida, interrumpen o can-
lor da Pucelle o ; aceito o passeio e a refeirflo !
" Esse famoso juzo em que Iraballiaram seis me-
zea (autos bello espirites, pudera ser lido pela opi-
niao da academia franeeza ; mas nflo sera lalvez a
opiailo do resto de Pars. Ja receb o leslemunbo
da excellencia de minha obra ; lodo o favor que po-
de esperar da academia he rbegar a mesma allu-
Keronheco (ua generosidade. nobre Mecenas acres- ra ; nflo temo que a exceda ... O CU ser sem-
cenlon elle lugo para delermiuar qne Conrarl en- 1 pre bello, e conservara sua repulajflo.
Carregava-se das desperas do regala. A academia reparou pouco depoi sua falla, abrin-
Sa quinla-fejra sesainle os sele eseolbido, ron- do snas liliras a Corneiile. O melenrn ua l'ucelle
voeados por dous amigos, rheaaraiu exaclamenle a eclipsava-se diaute do sol de Horacio e de Cuma.
cas rio coloso sem igual : Mis. de Malleville, de Kiclielieo va rralisar-.e sen alio peusamenlo,mesmo
Serisay, (rv, os dous ilaberl, Gudeau e (iom- perseguindo pela rivalidadeliteraria n genio que lhe
preparar.) osle epilapdio :
conminar nuis cum o pretexto i|0e ide liaba servi-
do de defeza : mas ilo durou pooco ; o Sr. Burgos
nao podendo juslilicar-se de oulro modo, de novo
da e rica de Valenciennes, mu liem relacionado
em Paris. elle havia softrido muilo na raueidade das
austeridades palernaes. O autor de seos dias pro-
suppOe-me se.lu/i la e presa, e assim com direi'o a hibie-lhe de aprender o lalim o grego, jolgaado
continuar em snas comiras declaraaces, como (odas
mais du Jornal do Commerno ( do Becife ) sob aa
assignaluras de Justas, e Pai de Familia. Persua-
dido qoe o publico aborrec,lo de ouvir essas declama-
joes, (oulra qoalilicajflo nflo podem ler ) tenba re-
vertido contra seu proprio autor o insuporlavel fas-
tio, e tedio de que ellas se reseutem, excusado era
rouhar o lempo a algumas pessoas coin a leilura
deslas linhas ; mas em obsequio a oulras qne pur
minha causa passam pelo distaba!1 de ver seus nomes
escriplos pela mflo do Sr. Burgos, boje lomo a es- collega do mesmos, e adoplou um meio excellenle
crevereste pequeo artigo para dizer pela segunda para fazer fallar de si : osee meiu foi emprestar di-
vez, que he falsissimo o pretexto de suas declama- nlieiro aos pnelas famlicos Elle reuni tamtiem
.-oes, e tanto, qne lendo eu ido a ama audiencia em i urna grande livraria e comecoo a compilar, a Iradu-
parece um xexu de enconlros amarellos e lombo i Olinda, a requeiioienlo seu, elle que eslava uaquel- ale a imitar ; era summa foi declarado escriplor e
prelo como um ezeviede. l-a,-ern bem, depois nao j la cidade ( como loco se soube '; nflo leve a coragem
uTiiem que Ibes quercm lirar a icreja. de nella apparecer. De um pretexta infeliz como
Em lempa de maior simplicidade cnslumavam esse ile minha sedurrao ou prisflo, someule se pde-
os intrigantes enterrar ovos clioroa na porlas das! ra servir quem nflo tem oulro de que valer-se, onmo
penen a quem qneriam ver desapegadas, e muilas mui bem podem dize-lo todas as pessoas de diver-
que estes e.ludos s convinliam aos grandes tidal
-o- : proliibio-lhe lambem a ligas re pernas, as li-
vellas de sapalos e mandau curlar-lhe os cabellos
renle.
Conrarl indemuisou-se taludando o italiano e o
hespanbol e occullaudnuas alcibeiras lilas que ala-
va mi ra aos foelhns e nos sapalos.
Morlo o pai, recuperan u lempo perdido.
Lanrado ua sociedade dos domens da ledras,
conaliluio-se o Mecenas delles para vil a ser depois
dauld
Ogier de Gembeald, ja vellm, mas qne davia de
viver quasi c*m annos, passava pelo autor dos ver-
so llribuidos .i llenriqne IV. Aa menos lora quem
dirigir a penna do marquez de Lxelle, o qual pe-
gava-lhe o eslvlu com om cavalln e um servo.
Bello cavalleiro na sua mocidade, dislinguidn, di-
zem, al pelas rainhas, (iombauld linda todos os t-
lenlos de um galaa : oplimo dansador, lioa espa a,
e Ue excellenle. msico, que leria, dizcm, invenladu
a msica. Nflo davia nada maia jocoso, coulava ma-
dama de Kamli..-.. !. 'o oue ver seu ambarara,
quamln urna mol1 ,uuv i -n na ra. FTJIe que-
na reeonhece-la, l? ie g'iciosa reverencia e ob-
servar-lde ao inesmo I r.ipo os pes ; ludo iso da-
va-lde a allilude mal eslranda e mais cmica
(.iii'un par le bien uu mal du Cuneas cardinal,
Ma prese nimes ver n'eu dirunl ren
Il m'a fail Irup de bien pour eudire du mal.
II m'a fail trop de mal pour endire du bien.
De/es.o,, acadmicos j linliam morrillo em 1652 ;
erao : Bardin. du Cda-lelel. Haberl, de Meziriac,
Percheros d'Arbaud, Boordon, Faret, Mainard. de
Malleville, Voilure, Sirmoml, Colomby, Vangeas,
Baro, Baudoin, Munslreul, de l'Esloile. t
\ academia compunha-se eulflo de: lluurrevi.
(udeou, Bois Robcrt, Monlmor, liomliauld, de la
Cdamdrc, de (iomberville, de Serisav, de Saint
Amand, de Pnrcderea, deCerisy, des Marels, de Ba-
cn, de Balzar, Scrvien, Cliapelain, Baulru. Colle-
(Juando alguem travava-lde rixa, elle dizia : Passejlell, Boisal. Sildoo, Conrarl, Chambn, llirv, d'A-
blancoorl, Espril, de La-Molte-le-Vaver. Preizac,
l'alru, de Bezous, Salomn, Pierre, Corneiile, Du
Bver, Balesrlen; Mezeray, Trislan, de Scoderv,
Doujat Cdarpenlier, Fallemanl o marqoez de
Coslin.
Demais osleilores arharao esles nomes na lisia ge-
ni que terminar esle arlieo.
Kalzac norteado deu o cxemplo dos legados aca-
i tal dura dianle de minha casa ; saliirei com urna
espada. E lunilava-se esgrimindo a laucar o ad-
versario no lodo, leudo u cuidadu de nao sadir lam-
bem manrdado. Era 13o ceremonioso e mystehoao,
que (urnava-se necessario dar-lhe balalha para fa-
ze-lo asseutar-se a mesa, ou subir carruagem. e
sobretodo aceitar om mimo ou ama pensflo. Te-
mia sempre ser tomado por miseravel. Veio a se-
io asim realmenla, e vitrea na miseria, apezar da I demicos : deixou a cuinpandia urna renda desuada
boa vonlade de seos amigos. Deixou algons son- j a dous premios de poesa e de prosa. Ja' salante,
- as poesas pattoris de a Endymiofl, de [como nunca deixra do ser, academia decreloo a
Amaranlhn, e a tragedia das o Danaides
(iodeau a extraordinariamente pequeo e feio,
segundo diz Tallemanl. dividi sua vida em duas pe-
quenas partes. Pastou a primeira canlaodo, ri-
mando, bebendn e rindo ; a segunda expiando snas
loucuras depois de lirver qneimado seus versos so-
bre a sede episcopal de drasse e de Vence.
Era ainda Iriso e Ir lio espirito, quando entrn no
cenculo de Conrarl.
vazes conseguirn) seus lins, com semelbanle
agouro: mas hoje, no lempo das luzes, quem
faz caso de um ovo podre, que (loando inicuo deve
er quebrado na testa le quem o ileilar na caa ou
porta aldeia Pois bem ; ainda da patela que M
uceupa com esla Irioleira, li para o aterro da Boa-
\ isla ; Dos Ide d o qoo II: falla.
Acham-se recolhidus aos patrios lares os Exm-.
Srs. barilo da Bra-Visla c ronscllieiro Stbastiaodo
llego Barras : Suas Em leem (ido vizilados por
grande numero de amigos e alleicoadu'.
Cdegou doniem do Bio de Janeiro a fragata a
vapor Amazonasn, e com ella fica o nosso porto
guarnecido com eis vazos de purria de (diferentes
rliracnsoes, lodos bem preparados.
Hospital de caridade.Dia 22.Exisliam 76,
saino 1, exstrm 77.
till amaiiliaa.)
sas parles, que frequcnlam a casa de Marlapagipe, e
torlas aquellas que sadein, que leudo sidu ao Sr.
Burgos Iflo fcil oulras colisas, muilo mais lhe seria
odler a compaiidia da mfti de seas Hilera, a nflo es-
lar ella por urna dolorosa experieucia por mais de
dez annos, convencida que seo marido de justamen-
te o c 'Mlrario do qoe inculca-se.
N'flo me envergonharci pois de repelir qoe procu-
rei a compendia de meu pai por ser o nico, c o
ineldur refugio de que muda dispor para garantir a
minlia existencia, sendo que nella al leudo reco-
brado a nade que jii me havia fcilo perder o lor-
meulosu re tomoinlio em que me Irouve o Sr. Bur-
gos lodos jis dias dos dez anuo que por miuha infeli-
eidade esilvc em saa eonpenbie.
Com o maior constraugimento chamo a allenrau
fez imprimir oprenlos em verso e prosa. O fado
lie que presin serviros reaea ller llura pelas col-
lucces que funnou ou que salvou da ruina.
Charadas, enigmas, hlalas, parapdrazes, madri-
gaes e epigrainma., ludo elle compoz.
Amigo de lodos, pareca que ia pelas mas gritan-
do : Ouein qoer a miaba liella amizade
Era bstanle acetado, nao obstante acoulecer-llie
algumas vezes em plenos saloc nietler os dedos no
nariz.
primeira palma a m.vlame-dla de Seudery em 16747
A mais curiosa sessflo dos Quarenla no seculo
\Vil,foi sem conlradiccan a de segunda-feira 11 de
marco de 165X, a qual leve por objeclo a receprao
da rainha Cdiislina da Suecia. Eis-aqui a narra-
dlo cxlradida do \lll caderno dos manuscriplos de
Conrart, secrelario perpetuo.
o Sua maceslade chegati a casado Sr. chanciller.
o qual foi recebe-la na carruagem com todos os aca-
Aberla a sessflo, Chapelain em um discurso, que i demicas em corpo, ele.
dnroo nina dora, e qoe foi approvado por acclama-1 ,. Enlrou em queslo, se os acadmicos cstariam
cao, ealabeleceu o'objeclo e o lim do novo areopago ; j assenlado ou em p, o que parecen sorpreender a
combalerem o mo gosto, delen lerem a lingua e o i rainha. Mas leudo o senlior chanceller cunsullado
bello eslvlo. ojulrera-se ei.lrc si com conseldos, e algnns memhros. esles retponderam-llie que n rei
1771X, de la Tremouille ; 1711, caideal de Bndan
Souluse ; 17.77. |de MoolB-Iel, areebispo de l.eflo;
I7XXIXOd. conde de llouflltrs ; IXI, Bazur-I.or-
mian.
Cadeira n. 9.Tem sido oeenpada por 12 acad-
micos : 1634. Fr. Mavnard; 1617, P. Corneiile ;
16X5, Th. Corneiile: 1710, lloudarl de la Mulle ;
17:11, Baase-Rabetin, bispo de i7uron ; 17717, Fon-
cemagne ; 17X11. Chabanou ; |7'J.jIStKt, Naigeou ;
1810, Nep. I.emercier ; IXl, V. Hugo.
Cadeira n. 1U.Tem sido occupda por II acad-
micos : aule de 1634, Cl. de Malleville ; 1648, J.
Bailes lens -, |t;75, Crdeno] ; 16.15, C. de Seinl I
Pierre ; 1743, Mauperluis ; 1779, l.efranc de Pom- I
pignan ; 17X5, u abbade Msury ; 18071, Keguaull;
de Sainl-Jean d'Auselv, excluido a 21 de juldo de 1
1815 ; 1816, Li Place"; 1S27, Koger-Cidlard ; 1846, i
Cd. de Bumiisal.
Cadeira n. 11.Ten sido oceupada por onze aca-
dmicos : I6:!, Canvigny de Colomdy ; lilil, 'l'ris-
lan l'llermile ; 1675, Les Mesnardieres ; 16671. du-
que de Siinl-Aignan ; 16X7, F. T. de Cliui-y ; 1721.
An!. Porlail ; 17716. La Cliau'se ; 1751, Bnngain-
v illi- ; 17671, M limo!,:.'I ; F.mtane excluida em
1797,e reinteerads en I803;18il, Villemain.
Cadeira n. 12.Tem sido oceupada por dez aca-
dmicos : l(i:l. Voilure; 1649, Mezeray ; 168:1.
Barhier ifAurunrl ; 1694, Cleriuonl-Tonnerre, his-
po de N.im.ii ; 1701, de Ma/elieu ; 1727. Boubier :
1716, Vol'laire ; 1795-1803, Ducis ; 1X16, de Seze ;
1828, de Bartule. .
Cadeira n. 1:1.lem sido oceupada por onze
acadmicos ; antes de 1671.7. Sinnunt: 16111, de Muu-
ire.mi ; 16.71, Tallemanl; 1693, de la Loubere ;
1748, Sallier ; 1761. Cncliosquel ; 1781, de Mate*
quieu-Fezenzac ; I7!l!)-I80:l, Arnauli, excluido a
21 de maico de 1815 ; 1X16, o duque de Kicbelieo ; |
1822, Dacer ; 1X713. Tissul.
C .ileira n. I i.Ten sido oeenpada por nove
acadmicos : 1631, Vangeas ; 1619, Seudery ; 1668,
marquez de Iianjeau ; 172(1. marquez de Bichelieu ;
17X1), duque d'llarcourl ; 1803, Cunen Ilonaparlr,
excluido a 21 dejelho de 1816 :1816, Auger ; 18211,
Elienne ; IXll, conde de \igny.
Cadeira n. 17. lem sido oceupsda por nove aca-
dmicos : anles de t83i. Baro ; 1670. onj! ; 168!
llenando! ; 1700, de Hoquetle; 1727, tiondrin
1'Anliii, dispo de Lnngaea ; 1733. Dopre de Saint
Maur ; 1775. Mallesherdes ; 1705-1873, Andrieox ;
1833, Tlners.
Caileua n. 16. lem sidu oceupada por oilo aca-
dmicos : anles de 1631, Baudoin ; 1650, Cdarpen-
Ihier ; 1702, Cdainillard, bispo de Senlios ; 1711.
marecbal de Villats ; 17711, duqoe de Villars; 177(1
demia foram .
\nlesde 1631, Conrarl
11,7
rav ; 1(83, Becnier Doma "" '"
cier; 1712, ifnultevillr ; ""-' J
Cu le de Me/e
II. Andre lia-
J. B. Mu**.. :
1757, Ch. Dados : 1772. d Uemberl; 1781, Mar-
mnnlel ; 1803, Saard : |X| 7. Raynatxard ; IM*.
Auger; |X2!I, Audrituv ; Ih'B. Arnanlt : letlt,
Villemain. '
POESA
reatada ynv occasiao do dai-**- o |ionln
na Facnldadc de Diivilo do Kii di-,
no dia !.") deodlubco.
A' MllCIDADE AC DEM KA.
Fiidos la palna. qoe alargis a vista
'ch longes sem lim 0'almo lion-ouie,
Vossa turra euvijai pama c.nq4i-la
Dos lauros crin que daveis de uintr a lenle
Se a vigilia da estada a vida gl,
.as glorias o porvir lhe aguarda a pie una ,
1-. aqoelle que da luz de lleus se alta-la
De escuras Irevas moriera no gremio.
Das lulas do saber colhei a palma,
(.ue homens sois do porvir. ovo de patsade.
Com fe ae eesaasae c a texsaea i.'altat
Sede u guarda bel de-se legado.
As trovas la se abysmrm na voracrm
Dos lusco, i'.jiupeis de brillio falso '
Lidadores, avante eitrorasesa '.
Do progresso e da lu marchai no encale* !
Hmenos do progresso, de longt a estrada,
Ma de cerlo. o pnrvir qne alcm descansa.
Os cardos sei,lo llore, na alvorada.
Cada ilor um laurel que a patria akaitra '
/'. tfr talaran.'.
Becife 15 de ootndio.
EHBAIAS.
i\a ealropdc primeira, verso segundo, em lasas
de lufa,., lea -- du iufao.
Verso segando, em lagar de ddi. lo, lea-te di-
lecto.
Estropde lerceira, verso pnmeiro, rin losar le ita-
lc:i ogdcao admirar,.!.
Eslrophe sexls. cm lager de regida, Icia-se n-
l.omemc de Brienne ; 1795-1803, Lacue de Cetsac; gida
1811, de Tncqueville.
Cadeira n. 17. "I em sido oceupada por dnze aca-
dmicos : antes de 1(5:>1. De l'Eslcile ; 16.72, A. dn-
memo com criticas imparciae, de maneira quo po
dessem afrontar a publicidade, a cabala e a sa-
Ivra.
l'radiicrao livre : derribar o Cid de Corneiile, e
glorilirar a a Pucelle n de Chapelain.
Oulra tradiicrn noslerior :
Delinque III quamln fazia a-semblas de homens de
ledras no bosque de Vincennes nsandave assenlarcm-
so lodos o assilentes : os acadmico esliveram pois
assenlados duranle lola a sess8o,effl cadeiras de en-
coslo ; mas o chanceller e lodo elles sempre deseo-
herios. Pedio.se primeramente a sua maseslade
u (Sui uaura de 1 espril. Iiors nous el nos amis. [quede-colpasse mo ser mais nnmeo-aa companlna.
Depnis comeraram as leilura. Chapelain deu por que niio bonvera lempo" de avisar a todas o
o exemplo com a Ode de ir.heru. Malleville e I acadmicos ele. Depois o seehor director | Mr.de
serisay .ouvaram moilo a runa, diividaudo em voz |d Chambre)disse-lhe que se tivessem podido prever
baixa da razan. Em eguimenlo de-iilaram ao som i a visila de sua mages|ade, teriam preparado alguma
Seu Iriunipliosapremu era figurar nos romances i do applausos as balates, es idyllio-, as elegias, as ; leilura para diverti-la agradeeelnnte ; porem qne
de mademosella de Seudery. EMe liso o saldo ; epstolas, os madrigaes e o epigrainma.. [na sorpresa en qae n acluv a a companlna servir-se-
Cleedanos n em Clelia e sua irma.i a sabia Ider- Emlim, depuis de qeatro doras de leilura sadi- hia do que a OCCatiao pedeaM fornecer: e que como
lurain Indos a pussear. De dous em dou<, le braco \ |'era depois om Tratado da Dar desuado a en-
dado, gandaram a exlremidade da cidade, que ago- irar no lerceiro vulume dos Caracteres da- Paixoer,
da ca de Alliis que era o palacio de Bamboiiillel; ra cbama-se baireira, enlraram na hospedara mais nue havia de sahir brevemenle a luz se sua ma-
afreguezada, enmeram copioaamenle, bebern do j geslade nr mesmo modo, cantaran) a sobremesa, adracaram-se pensava que era um assumplo mui proprio para
a despedida, e separaram-se promcllendo reunircm- \ teslemunliar a dr da companliia de oAo poder dar
se as Iquinlas-feir.is segantes,sem auspeitarem meldor acolliimento a Ue grande rainha, e de ser
na.o
Vdi se desrreve circnr.l.tanc8dan-?nle a
ma lin-
dos campos Todos os verdea elle recebia nessa casa
e com grande apparalo os Itomens u muldercs da-
da a lellia.
Mas voltenes roa Saint Martn
do publico para um negocio, que s a mim diz es- resposla de fitaittiu.r san* narricy de Sarrazin
Conrarl dava a dliima limada em sua balata em l que acabavam de fundar a a Academia Franeeza
peo, mas j que urna imperiosa necessidade obii-
a-me a islo, pcrmillam-me, Srs. redaclorea, que
&tvtpttbentia&.
Srs. redactores. ') Oaando no Diario de l'er-
numbuco de 27 de dezembro de IS.75, apparereu
una correspondencia, dalada de Tberezina cm 26rle
uovembro do mesmo anno, assignada sob o paeudo- o .^r. Burgos pr.ilira aecues, que a oulro"aaalauer
tu n>i> I- r i ueu^__e__j i___i a., a _______t _.
O goulleuv sans parriel era elle mesmo
Logo que polio a rima final, levantuu-se, corlan
aqu faca meuriio de om faci, que sendo bem pe- as iiolias, veslio-se e sabio dizendo :Vio confiar
queno em relarao a muilos oolros, todava muilo esla juia puetica ao meu amigo Chapelain
II.
Bois Koberl.A idea de Kicdelieu.Eptalos da
Academia Franeeza.Seu e.laheleeiuienlo.Seu
nynio C.cpcctador, doos esludantes da Faculdado de
Direilu do ilecile, puhlicaram um escripia immoral,
em prosa e verso, o qual denominaram tima casso-
letada um canto, e em que, snppondo-me o anlor
laquella Correspondencia, e. conseguintemen(e,das
paradoxac e odiosa eipresses nella runlidas, se re-
leriram mim, cohrindu-me de injurias, calumnias
e ridiculo, tanlo mais aggravanles c alTronlosas,
qoanlo immerecidas e injustas !
Iminedialamcnle que li i,:u grosseira e desabrida
producrao, e escrevi Vmcs. urna caria, pedindn-
Idcs qne, ao pe dola e por meio de seu lliario, de-
ei.n a--- rn qoe eu nao ou o aulor de lal correspon-
dencia, ele.
Mas, nao havendu ella clicgado-ldes as maos.fo
que allribuo a sublrarcfln, onde nao ignoro, pur no
sei ella a primeira muida carfa qoe Ide dirijo, qne
lem essa serle, von ainda rngar-ldes que se dignen
-al -fi/.er au meu pedido, declarando a Vmcs. se,
coin elleilo, sou oque escrevi essa pessima corres-
pondencia ; o que podero verificar confrontando a
lellra della com a testa caria, que lie a propria mi-
nha lellra.
i V. meus inimigiis c depresores ry.ie ao inr-ansaveis
em perseguir-me, lizerrm, mui contentes, ama espa-
da dessa cerebnua eorreepea lencis para ferir-me e
descunreituar-me nu joizu de algn Pituhvenaes
sensatos que me doiirain com sna estima c eoiiside-
r.ican, e experimenleran supremo e inelTavel goslo
caraclerisa a ma vonlade do Sr. Boigos a meu res-
peilo, eo detejo que lem de ver-me. c a seu pro-
prios (Idos redolidos as mtioret necessidade. Desle
laclo cnncluir-se-ha lamhcm a facilidarle com qne
" .ir. Burgos pr.itira acones, q
osaria os maiores disabore
.la sebera lodos, que buje nada mais possun do qne
tres escravos que commigu loram depositados pelo
Itvm. vlgario seral, em poder de meu pai ludo
mais lem sido rom a escandalosa antedala, e fraudu-
lentamente esbanjado, eniretaalo o Sr. Bmgos, nao
salisfeilo cum islo, fez urna venda phaatastica (lestes
mesmos escravos, oa ullimos do meu casal, e em no-
me do Sr. Jos Ignacio de Mello | o suppesle com-
prador ) mandn citar-me por um ollicial re juli-
ca para enlrega-los : mas esla intriga na
^ar, e com islo lano irrilou-se o Sr. Bar,
de Leo, que na audiencia seguidle, dada pelo inri
municipal desla comarca, o seu advogado na maior
publicidade, requercu que fosse eu novamenle ci-
tada, para incontinente entregar os escravos sob pe-
na de desobediencia !
Ouem desle faci suubei, e ainda mais que elle
E ei-lo com elleilo trotando cum o matii'acriplo
na inin. cliainado o saud.do a cada passo e chaman-
do e saudandu seus iniumeraveis amigos.
C'uandn Cunrail rdeguo a casa de Cliapelain,
soude com dor que osle eslava ausente.
i lailn Cliapelain apiesenluu-se em casa de Con-
rarl, sciide cum desespero que esle lida sadidj.
E lomando cada om a partir em busca .lo outio,
ambos andarnm duas no (res doras sem eneuntra-
rem-seChapelain ia mmrer de una ode rerolliida.
t'.onrarl, de urna dallada exlravaada.
Cineocnta pessoas uuviram a'forra na ra a Ode a
Richetisa haWada tiomteu* Sima pa'reil; mas isso nao
podia bastar aos dous poela* que troflam fume um do "
;.io do Con-
logo privada de soa vista pela prompla partida de
sua megeslade. Terminada esa leilura, a qual a
rainha deu milita allenrao, o senlinr chanceiler per-
snntou se alguno tinha versos parn eulreler sua ma-
priroeiroa Irabalhoa.O Cid e Corneiile.A visita I geslade. Trudo Mr. Cotlin reeilado alguna do poe
de Chrislina ra Sueera.Elymulugias e inslilui- I la Lucrecio que traduzira em francez, a rainha tes-
ones acadmica
Sim. a Academia Francesa. Poia lal foi tua obs-
cura origem, segumlo a iei que da aos maioras ellei-
tos aa menores causes.
Francois de Bois Rubtrl. amigo de muilos mem-
bro d circolo Conrarl, leve noticia das reuniuoes
da ra Saint Martin.
lemunhnu grande prazer. O senlior abbade Bois
Koberl, recilou lambem alguna ma irigaes que fizera
sobre a eniermidade de madama d'Olunne, c o se-
nlior abitarle Talleinent um smelo sobre a morle de
oma moldar. Depois dislo Mr. de la Chambre pe
dio ainda alguma cousa,| e .Mr. I'ellisson leu oma
pequea ode de amor, qoe f-z a imilarao de Calul-
Boi Koberl, abbade c ennego de Ituao, eslava em lo, e oolros versos sobre orna saphyra que perdura,
grara du cardeal de Kicdel.eu, ao qual desenl'adava e que lornou a achar depois, que agradaran! lam
o leve lu- 0ll'r0" -\ Cliapelain era precisa a admiraran
"o Punce rarl Cenraii a enlhaiianno de Cliapelain.
Volteado rasa um do uulro, para luinarem no-
vas iiifonnaees, lornaram a adir e lano audaram
que licaram extenuados de forra.
O mais curioso de que passararn doM vezes um
pelo oolro sem se verem, com lente logo decla-
niava Cliapelain com sigo as saas eslrophe, com
dos negocio, de Eslado com seus conloa o chistes
Senlior, dizia 0 medico Citoi, taremos o qoe
podermos pela saude de vossa emiuencia ; ma. lu-
das a nossas drogas -erao inuleis misturando-se-lhes
Elle predissera ao bispo de Lucoii sua elevarSo
bem exlremamente a sua mageslade, qual icu-se
um caderno inteiro do diccionariu conlendo a expli-
caran da palavra Jago para fazer-lhe conhecer al-
guma cousa do Irabalho prsenle da ruinpanhia. E
lindo isla, a rainha levanlou-se, e fui reconduzida a
carroagem pelo senlior chanceller, segaido de lodos
leve lagar etn um dos meses em que o Sr. Burgos i lano ardor recilava Ixmrart as tuas estancias
mais alardeou pelos jornaes de buin pai. e oplimo
marido, cerlamenle se herrorisar de lana bypocri-
sia porem a mim erram lodos nao fez a menor
ao cardealado. O preadu experimentando um cha- t os acadmicos
peo de castor, pergontava a Bois Koberl sua opi- Quando cuidamos que a rainha cm queslao he
nulo. jaquella que fez apundalar a Moualrlesclii a sua aisla
Esse cdapdu assealS'Ine han, respondeu o as galera de F'uulainehleau, nan podemos deixar
adbade : mas as-enlar-llie-dia meldor, ae tivesse a \ de sorrif a innocencia do eiilrelcnimenln que os se-
cor do nariz de Mr. Mulot. nliures (ijarenta oircreciam a sea imaginar:'-' .'
Esse Mr. Mulol era o esmoler de Hichelieo. e li-1 Ue sabido que a palavra academia en de en
nda o nariz vcrvelhu como brrele de cardeal. F.-
! tava prsenle, e oonra prdeou lal dte a Bois Ko-
q'iiz i her. Ouanlu a Kichelieu, acdoo-o excellenle, e
e encontrassem l.enle a fenle no caes de|neigm-te decididanenle e seu enlor.
Faiiviado a Londres roni oouano re t^lievreii!
linalmeule sua estrella ou antes sua musa,
que
breve
O al que foi I
rampo iitaado junio de Alhenas e legadn a esta ri-
dade por .-l'-adcinas, sb cundirn de f .miar ah un
gymaesio para a jnvenliiile. PlalO que (norava
perlo dai.i rennjo la sen discipolos, e paanoe com
elle debaixo dos pilanos de Acadernus. llalli o no-
que de Cuislin ; 1701, P. duqoe de Coislin ; 1710.
II. C. duque de Coislin, hispo de Metz ; 1733, Su-
rian. bispo de Vence; 1751, d'Alemberl, 1781 con-
de de Choiscol-Cooflicr ; 1803, Porlalis; 1807, Pier-
re Laujon ; 1811, Ch. Elienne, excluido a 21 de
mana de 1816 ; 1816, cunde de Cdoiseol-fioullier ;
1818, Laya ; 1833. Charles Nodier; 1811, Meri-
mce. e>
Cadeira n. 18.Tem sidu oocupada poronzeaca-
demicos : anles de 1635, de Serisay ; 16.771, l'elli-
son ; 16113, Fenrlon ; 1717, de Boze ; 17.71, ronde
de Clcrmanl ; 1771, du Belloy ; 177.7, duque de Do-
ras ; 1795-1803, (iaral, excluida cm 1816 ; 1816, a
cardeal Battoel ; 1821, de Ouelen, rcebi$|io de Pa-
rs ; 181(1, Mole.
Cadeira n. 19. lem sido oceupada pur un/. aca-
dmicos : 16.11. BtlS'C ; 1651, do Perrlixede Bean-
monl, areebispo de paria ; 1671, F. K. de liarla\,
areebispo de Paria ; 1693, Andr Lacier ; 1722, car-
deal Du bois ; 1723, llenaull ; 1771, principe de
Keauvan ; 179.7-1803. runde Merliu ; 1816, cunde
I-eir ii i; 1827, Casimir Delavigne ; |S}| Saint
Beuve.
t;arleira n. 20.Tem sidu oceupada por nove aca-
dmicos : I63'r. Langier de Porcderes : lii'-.i. de
Chanmonl ; 1607, o presidenle Cansa ; 1707, Va-
ion, marquez de. Mineme ; 1719, (iedoyn ; 1744, o
cardeal de Bornis ; 1801-1803, o (abade Sicard ;
1822, Fray-inuiis : 1811, Pasquier.
Cadeira n. 21.'lem sido oceupada pur nilu ac-
denteos : antes de 1631. dermaiu I -.. : 167.7.
Colin, 1682 o adbade de Dangean ; 1721, o ronde
de Merville ; 1732. Terrasson ; 17.70-1803, o conde
de Blsy ; 1x10, Esinenard : ISII, Ch. I.acrelelle.
Cadeira u. 2.Tem sido oeenpada our oilo ara-
d-mico : 1631. Servien ; 1659, Virmyer ; 1691,
FopleneUe ; 1757, Serjnler; 1795-1803, Bernardia
de Sainl-Pierre ; 181 i, Aignan : 1X21, Sou mel ;
18(5, Vilel.
Caderra n. 23.Tem sido oceupada ir lll aca-
dmicos : anles re 1634, Collelel ; 1670, Cillas ll"i-
leau ; 1670, de Munligny ; 1671. Ch. Perrault; 17(H
cardeal de Koliau ; 1749, Vaureal ; 1760, La Coa.
.lamine ; 171, J. Delille ; 1813, Campeuon ; 1844,
Saint-Marc-liirardin.
Cadeira a. '2't.Ten sido oceupada por nove aca-
dmicos : anles de 1634, Sainl-Ainant ; 1661, o ab-
bade Cassagae : 167(1. ende de Crees ; 1710, Ani.
de Mesmes : 1723, Alera ; 1771, li'aillard : 179.7-
180.3; Kuederer, excluido a 21ilcjullio de 181.7;
1803, cunde de Segur ; 1830, Viennel.
Cadeira n. 2-7.'lem sido oceupada por dm ac.i~
demicos : 1631, Boistal ; 1662, luietiere ; 1688. La
Cliapidle ; 1721. d'Olivel : 1768 ; Cendillec ; I78II,
runde de Ties-an ; 1781, llailly ; 179.7-18(1:1, Sirves
excluido a 21 de marro de IXll
Na estropde ullima.em legar dejente da blertw..
leia-sejunla ao Eterno.
E mais algons erres qae o leilor detcolpara'.
;

^om^ttaiP.
CAMBIOS.
>oI,re Londres, 27 3|i.
s Paris, 316.
a Lisboa, 98 a 100 por '. de premia.
o Kio de .1 ancii... 112 a I por Om a 1.7 a .MI di. .
Arraes da Kanco, iO a 15 de premie.
.." a cnmpaiidia de Krberibe 54900.
o i. rompaubia Peri.ambucana ae par.
. n Clilidade Poblir.i, :M porcenlode ptem".
ir o liidcmnisadora. 52 sana,.
,i da elrada de Ierro20 por On|de panol.
Disronlo de lellres, de 7 a 7 lal |>r >
Dilo do banco7 a X por (>;n.
iiuro.Onras despalilllas. 2X7? 2R*'riei
Moda deliSI vel'ias II**!
, i.Viimi novas .... 16.-oii
.. cotHi.......Ojasvi
Prala.Pataeeo brasileiros......2^ Pesos columnarms......2jaT|n
i, mexicanos.......Ie*a

..- __, i a -- II f I 1 ,t ,<,, fi I -a-s i, Siumnu I I i I I I i >!" "iiiiiht .|t i,n- ri rii^c vil" 'iCI'il '!" I illilf Ov 1 e .H d1 (.li I *. 1 l>rll| I I" IIU*
?r..-',.Z V SlW "t,.8? Om2Ea!lm\\?Er i Vr'0Snl" ",e eo ensnenlo da remhe, Bois Kobert ehi eompos me de eeademi. lomado pela escola da philosopho,
lo A,Uao equere a pri-ao de saa propria mal (ee- *2J*** ?"'. ,"",'l e (-"'"" f -'- ; ma eleg.....,, qnal Ira.ava a Inglaterra de a bar- i pelas que Ide .accedern.
mo de lie sabido aquella edade nao poda a.l- 1erda, ambo an.alriroando-se rec.p.ocamei.lc. ; baro tint u rel, ., ,, rebeBl de \Mll ,llllll0nl ,, dado (r );i,cro
mirar-n. de W-l. ae Cabo, reqnerendo a de .aa ? n mte se nao ande M le- ri0| Mnlr.f.s,ade iord Hollard, mandoo-lde Ir- sna Hila de Puleoli, e as oaeUa nraacmi.,,., que
'''nli",r- vanlaram. e enlao lanearam-se nos bracos um do ,...,, :.-,,. -H. H.elt.. elim. inol.. .ll. ,.a a.. L ,........
Aprsenlo esle faclp, riijus documenlo evislcm oulro
ii'um dos carlorin da villa du Cabo, lio smenle pa-
quaiiaii leram as evrellenles injurias, que me arre-I ra que meldor arredilem noque acabo de dizer, c
messara oa lacs sendores eeadenicoa. | que en do Sr. Burgos nada mais quero do que om
Oue inslita cebardis : esqaecimento et>io.
Cu.npreescl.ileccr que nao imputo inmerecida e Marlapagipe II de silemhro de 18.56.
inluiidadanien.e a rsses dous moros ealodanles a pa-1 Theresa Adtlavlc de Siqueirt Cataltanli.
lotaidade degelle vergoahoto escripia. Os seas P. S. A lenlaliva do Sr. Burgos nao progredio
rolli-ga- desla provincia o disseram, e lizeram lano por caasa de um documenlo, qne o Sr. Jos Ignacio
mais bem, quanto avilaran que a saspeilas, de de Mello se dignou mieislrar-me
qual seria o aulor desa injurias c calumnias, reca-
dissem em oulras pessoas.
Oue haviam sido ealadeales doPbjnhy, conheci
logo, apenas acab de ler essa poerilidade asquero-
jSii^aDi'.
mas (r.v.acs, que, abiieaando lodas as con- Historia (las (iiiarcilta Cadeirasda icadc-
as de civihda.ie e decencia, ao menos por r .
sa de almas Iriviaes,
venienciaj de rivili.l
defeienria ao publico, nao trepidarn) emnilenrer
rriielmeule ,i quem nem, se quer, o cnudece !
*) O Sr. Desalagas llerrulano Achiles Presos '
ma iranceza
Por Mr. Pitre Chevalier
Origem e /ajiilarao daMeademla.
'eiu melado do secnn 17, no faado de ua pala-
Ad de voss, meu elimo Coiiierl '.'
Ol de tosed, amigo Cliapelain ?
Para onde ia assim "!
A' sua caa, e voss para onde a i
A' sua casa.
Pasar o que *'
I.er-lbe esla Ode a Birlielicu. c Vosse
I.er-liie esla dalada a Sarragin.
Procuro o da lambem Ires doras.
E eu ha Ires doras e meia.....
zenlos iaeolui., e logo elie declaran o clima inglez
1.1 moilo abrandado, .1
Era tan jovial, que ("dos o cliamavam para as
i reuuiors. como os tteres e as rabeen, e annnncia-
I vam aos convidados as cartas de visita ; Eu vos
darci Bois Koberl.
Depois de Kicdelieu lisrngeou a Ma/arin c lan-
, cnu urna salvia centra os .r 1'i-cudeivs. a tioad,
1 rdefe da l-'roud, saliendo isso, couvidou-o para jan-
| lar, e disse-lbe au levanlar-se da mesa :
Mr. Baja Koberl. quem que recile-mc sua sa-1
.Ivra.
Ambos liinparam as frontes bnhadas de suor c Sim, senhor, responden o ebbade confuso.
as casacas coderlas ,]e p Escarrou, eesooo-se, cliegou a una jauella, 0II100
~..""? .*. r"COI"ro uisse (:,"Pelain, pondo a para liaivo, e exelamoo emlim :
Oii! senlior, nao poseo recilar-llie meus versos :
accrcscen'.ou Conrarl, sua janella de demasiadameule alia !
Gondi rio de lal maneira qu
cabelleire a avessa
Cm tanto atordoado
endireilendo as llvellas.
Dsrule miaba ode, amigo.
Quando vosse liver uuvido a miaba balate
E ambos com os bracee levantados, com a boca
nella esereveu lias horas vaga
Dabi lambem o Ululo de academia,adopladn pe-
las reuniues sabia e Iliterarias.
A primeira academia propriamtnle dita fui a que
eslabeleceu Carlos Magno em sua corle. Posto que
elle fusse nm dos membros, lodos ehi eraru iguaes
dianle da nlelligeaeja, e deixavam suas dignidades
paria para chainarem se simplesmeale Cario .Mag
no, David ; Enilberl, Homero. Aleain, Minas;
Eeinhard. Cainpue; Adelard. tn No seculo segiimle o re pnela-niiisico-cuerreiro
Alfredo, o Crande. fundn na Inglaterra a academia
de Oxford, base da celebre iiniversidade desa ci-
dade.
Pela mesma poca ns Monros ile llespanda riea-
raiu academia* em 1,ranada, e em Coidova
Caixa
Mal ni
l>rasil
EM l> DE Ol TI BKO DK
Banco o
H."li.
Direclores da semana, os sendores : Jeael'eret-
ra Viaona e lr. Aososlo Predenro de INiveira.
Descunlos. 7 para Icltra a vencer ,, : da
ouvernbiu, c 8 asare leMtes ale 6 meses de praiv.
Al.l-AM'KliA.
Rendimenlo do da I a 22 .
Idtin do dia 23......
2i:W77 i
6l:527sKI2
lK9:l:ii)5l-'

DMIiaiiasaai hoje 21 de 0ai.1l.ro.
Karca ngleza-( h<"nu,'7'mr"'^"'^:
Krigoe por(us..ez->. MaSMll '"',..
Krigue porlngoez-/ -pera.e-arce.eb.UU-.
Karca porlngucza Onorle II rehala.
Bri;ue brasiltiro-/.. Jsaai'*^m enere.
^ONMUCO l,KBAL.
Kendimenla dodiala.....".'^li?!..
dm S3....... i*my*
dem do
-.:!aKii2-.
I.allv-lolcu.'al ; I830.de l'ongcrville
Cadeira n. 26.Ten sido occapada pur nns/e aca-
dmico ; anles de 1631, Buis-Kuberl ; 1662, Se-
grai ; 1701. Cami'i-lrun ; 1723, De-lnurlie, ; |7j|
Beissj : 17.78, Sime Palage ; l781,Chanpforl: 1x16
duque de Levis ; 18710, de Segur.
Cadeira n. 27. lem sido oceupada por nnv
UIVERSAS IM'.OVIMJAS. .
1X16, marque/, de Kenilim-nto do da I a 22
dem de
MaMM
11.1 ->:
DESPACHOS BE I \''",'^. VV.iv'hi-'VoMx
|1() CONSI l.'IHl DI-SlA ClI'AI'K >' 111
2; DE 1 >l i I BKO DE W5*.
1761, Saurn ; 7X2. Cnndoicel ; 1795-1803
hade Villar ; 1x26. Pelis ; 1850, Msard.
Cadeira n. 2!'. l'em sidu urrupa.la [iur nave ara-
demiros : anles de 1631, de Gombaell: 1666, n ad
bada Tallemanl ; 1712. Ilanchel; 17X, ireel :'
I77X, o alidada Mlllol : 1783 18071, Mur-.illel : 1816
Lemonlei ; 1826, Korrier; 1830, Coatia.
Cadeirs a. 30.'l'em sida occpeds por on/e ara- j
Sesees**,
^^i^z!:'^:^^.^^^ 1 ^^^^z1 5*-j!i^!f*.-!
la sem pintura, sem carlinas, e oaasi sem mabilia.
f, or I...?. alul'- '"m """-'m" ,Ch* '" P"rt'''- iem '""-......'"" ,le m""' ro!
rl.e-ife (le cilindro di i ,.. n de esrrever urna n Ode a Richelien. a
O' redactor'?, i Ee bomem era Joo Chapelain, tnli r da Pucel-
nesmo Inm
Vosse nan novo-me, di c onvia a sj mesmo 5 fa?em mulla dnlha noate lonar-ssj tal reunido. Couceben ara senado lidera-
an. I rio, electivo. independeate, do, assoriaodo lodas aa forras e todas ai famas, fian-
\ amor ,V on cm.
>o scalo \l\ a araucana dosjoaas flvreacs sur-
equeceu--e de seu 1 ci em Toln, onde ainda e\ite sb o* auspicios do demicos : ante. ,i 166',. Jean de Silbn ; 1660, J
rencor. doce nome de Clenence Isanre, a qual. dizem, dei- II. Colderi ; Kix, La l-'onlaine; 1695. Clairembanll;
Sabenrln pois Boi Kolierl que lia va es-a assem- xou-ldc lodos os sCUs bens. I 1711. Massieu ; 1721, llonteville ; 1713, Marivaua "
idea dos bellos e.piri'us solicitado sua eulrad... lieuu O renasrimeutu fez brntarem na liada as aceda-11763; Radonvillieres ; 1803, Valnex ; IK20, Paslo-
miaa dos lin/nieti, dos IIamoritti, t dos l.ineei cm j re ; 1X11, Sainl Anlaire
Ruma ; a dus .irUenti em .Vapule; a do Immsati
em pnrme ; e du Addormentali em Oenova ; a dos
Sitienies em Bolonda 5 a do i oiidi era Florenca:
dos Sepoiti em Vullorra. Oa nem. extravagantes
eslavam em moda neae lempo e oee j a. -.
muiln
I lien
admiiddo, e talln ;i cs-e respeilo a l'.iclie-
lllasrav
LisboaKa.ra parluaovaa ll-r
ver-., rarregalore, JO sejeaM trucar
vano.
HavrsBares (reasese tirrsir. Ijs"'c & C
paiidia, 119 eeaaros ntaaeae.
BaicclonSanara sassaasalnta :.laadins.
naga ,\ Bu 11, 72" cur .
Buen a--Avie-1'uUra lie.pandola (...lalan
nr lim fresaos di CsaspeaMe, 3n pana a i
diles agurdenle.
xrortacao .
Parshibe, hiate braailetra iFlasr do |;,a.,i
\ra-
. A-
r-eSW
( ader n. 31.iem (ido oceupada por del ar.-1 louelada. eandaaae e Mtante : 1.70 vol-naesa
dtmicos : 1635 toreau de la /.lumbre ; 1670. Kee ner< e-ir.nceiro., 3 p.o. de j.r.r.ne.a.
mer liesmar.-.a, 1.1.1, la .Vi'iniiaxs; 1.2..i,R,.| fcio de Janeiro, hneoe brfileir.. ^Alala de IV
viere; ir.lil, nardion ; 1.66, 1 humas; 1780, con- Innelada .. rmMaKtie a M-sainle : n roa 1
de de Gaiberl 17!. 11803, Cimbaeere, excluido1 W volme seerosetlrangeiro., l,w.: *1Ft ,
MUTILADO
ILEGIVEL


UlfeliO BI Mill^S SEXTA FHA 24 tiE OUTU >.4J Lt I5b6
*
il> pipas agurdenle, JO lecas frijan, 1.DOI mios
le ola, 775 mullios de pelle ele cabra, KM) caixas
velas de carnauba, 1 dita espanadores.
Canal com escala pela l'arahiba, liriauc lisies
irBoomerany, de 373 tonelada?, cunduzio o segua*
le : 2,600 accos asncar.
KUCKBEDOKIA lK KE.NPAS INTERNAS (E-
KAES l>E l'KKNAMBUC.O.
Kendmenlo dn dia I a 22 31:6133833
Idera do da 23........ 5523267
32.66S100
CONSULADO PROVINCIAL.
Hend,nenio do dia I a 22 ... .
dem do dii 2:1.......
3: 74*79*
l-OltjBS
3*:I8W679
mtUt$ 00 pvtio.
Quarta elasse. Faz-aa constar, para os lins convenientes, que
rame de latao lino 1 aroba. em temi do concilio da administrarlo naval de 15
Quinta elasse- I do correle, foram aceitas as proposlas dos Srs. Elias
Sola curtida 200 meios, lio de vela lino 1 **i,rl"'10 'alcao de Alliuquerqoa Maranble, l'al-
arrob. cera branca 1 Oueiquizer vender estes obecto. npre- ZIJS^.'mVSS^^^
sent Ms proposas en, cartas lechadas as ; tere-rosme verde pelo' lempo aEZZ deite
10 horas do da 10 ao novembro prximo a data ate" o fim de dtzerobro protimo: iodos
vlndouro na secretaria do consclho. enes ob)eclof preciaos nos navios desuera, barra
Sala das sosses do conselho administra- de escavano, praca-. do arsenal de marinha, a Afn-
tivo Dar fninceiiiisiito do ancanal ,l murn cano liares nesie eiitliado, fazeado parle dos nao
.Viutox entrado* no dia 23.
ltala97 dias. barca inceza K-iry, de :I!IS lo
teladas, capillo Juhn liillie, eqaipagem 15, eerg
pao brail e mais seero* ; ao capitao. Pertence a
Shieldc*. Veio refrescar e sesmo P Liverpool.
Terra Noval dias, barca i.mleza Slella, de S13
toneladas, capiniu Jines Beyd, equipasein t:t,
cara 2,600 barricas cata bacalhao : a James Cra-
blreo & Co-npanhia. I'erlence ao porlo de Gree-
nock. Sesmo nara a Babia.
Rio lir.mli' doSui16 'lias, palacho brasileiro oTho-
reza, do 2S7 .ancladas, capitn Manoel l.ome
de Oliveira Magano, equipacem 12, carga 11,121
arrobas de rarne e mais gneros ; a Bailar & Oli-
veira. I'erlence a l'arahiba. KaisageirM, Malinas
Demetrio Varellas e sua senbora, Holiann Joa-
cbim e sua enhora.
Rio de JaneiroI2dias, barca hrasileira aBrilhan-
le, de 2H7 tonelada*, capita-* Antonio Nogiiea
Jos Santos, equipagem 13, carga caf e mais ge-
nero ; a Novaes iV Cumpaolua. I'erlence a Ma-
ralo.
dem5 dias c 18 horas, fragata a vapor Amaso-
naso, commaudanle o capitao-lenente Jos Segun-
dino de (ioraensoro. I'assagairos por ordem do
governo, Dr. Belannino Peregrino da <,ma e
Mello, 2ex>prars do corpo de marinba e -i presos
de justica.
liba Je Fernando; da, brigne brasileiro Hom
Jess, de 127 toneladas, oaptlaM }o- Penetra
Pinto, equiqagem II, etn lastro de pedia; a
Kdnardn Ferrer* Bailar. I'erlence a Pernainbu-
co. Candn pasiageirus do governo.
Sacio* tahido* no mesmo dia
Canal, pela l'arahiba urigue ingle lloomeraim,
capilo (i. Voang, rarga assuear.
Haba patacho americano uKreeze. capilao lleo-
ry king, carga parle da que tronxe.
Rio de Janeirobrigue braitleiro tala, capitn
Manoel de Castro, carga millio e mais gneros.
Passageiro, Joaquim Maria Curdeiro.
Rio de Janeiro e porto intermedios vapor brasi-
leiro Paran-, commandantc F. K. Boiges, con-
duz algumi pasagiro desta provincia.
COKKEIO (.ERAL.
A pessoa que lancou na caixa da administracTio do
coi rcio urna carta para Leonel de l.acerda Machado,
uo Rio de Janeiro, sem que a livesse sellado, quena
dirigir-sc a' mesma alim de o saii*fazer, e poder ella
seguir seo deslino.
CORRED).
O vapor iilguarassii' recebe as malas pira os por-
tos da l'arahiba. Rio tirande do Norte, A -u'. Ara-
caly, Ceara', Acaracu' e Crioja, no dia 29 do cor-
renlc, as 9 horas do dia.
CONSELHO ADMINISTRATIVO. *
O conselho administractivo, em virlude
da antorisagao do Esm. Sr. presidente da pro-
vincia, tem dc'comprar os objectos. se-
guinlcs:
Para o quarlo bat'Ihao de arlilharia a ic
Barretinas promptas 290, bonetes 200, ditos
para msicos 21, gravatas de sola de lustre
295, palatinas de metal para msicos 21 pa-
res, panno azul para fardas, sebrecasacas c
caigas 1897 covados, penachos para barreti-
nas 290, brim para lardetas p calcas 1,100
varas, alsodozinho para camisas 550 varas,
panno preto para polainas 55 covados, sapa-
tos220 pares, hundas de 15a 31, panno a/.ui
para capotes 1710 covados, baela veri" para
forro 1015 ditns, liollanda de forro 1807 co-
vados, casimira carmczim 270 ditos, ania-
gem 315 varas, botfies grandes do met! com
n. 18056, ditos pequenos de dito n 1 1226,
bombas de metal para as fardas 580, colxcl.es
para as fardas 534, botoes grandes de osso,
25 grozas. ditos pequenos 20 ditas.ditos pre-
tos de osso 38gratas, colxetes para capotes
290 pares, dragonas 290 ditos, esleirs 210.
Segiin,' 'talhilodc infantaria.
Bonetes co 'os 386,panno azul para so'-'
brecasacas e t .1925 covados, ch.ouic.as
de 13a 385 paro*, .nm para fardets e calcas
1926 vara j, mantas de lia 385, gravatas de
sola de lustre 385, algodSozinho para cami-
sas 963 varas, panno preto para polainas 97
ovados, spatos 385 pares, esleirs 385, hol-
landa du forro 1492,casemira amarclla 25 co-
vados, dita encarnada 49 ditos, colxeies 385
pares, aniagem 193 varas, botoes grandes
convexos de metal dourado com n. 2 5390,
botoes pequenos convexos de dito com n. 2
3465,botoes grandes de osso 43 grozas, ditos
pequenos de dito 35 grozas, ditos pretos di-
to 19 ditas, casimira azul clara 25 covados.
Nono batalhiio d" infantaria.
Bonetes 600,gravatas 600, panno verde pa-
ra sobrecasacas e caigas 3 000 covados, biim
para frdelas e caifas 3,000 varas, panno pre-
to para polainas 150 covados, algodSozinbo
para camisas 1,500 varas, oleado para de-
bnim 30 covados, cordio de la preta para
vivos 2,100 varas, mantas de la 600, sapalos
1,200 pares, panno azul para capoles 3.600,
covad|os. bandus de laa 30, esleirs 600, |0i-
landa de forro 2,325 covados, colxeies 600
paresi aniagem 300 varas, boles grandes
convexos de metal bronzeado com n. 9 d--
metal ama relio ^8,100, ditos pequenos con-
nexos de metal bronzeido com o n. 9 de me-
tal ainarello 6.0U0, botoes grandes brancos
de osso 67 gro/as, ditos pequeos ditos de
dito 59 ditas, dit is pretos de osso 75 ditas,
baicta verde para lorio de capotes 2,100 co-
vados.
Dcimo batalbao de infantaria.
Bonelees 193, panno verde oscuro para so-
brecasacas c caigas 9b9 covados, brim para
lardetas e calcas 985 varas, gravatas 179.
latelas de laa 2G, algodSozinbo para camisas
195 varas, panno preto para polainas 19 co-
vados, sapatos 198 paros, esleirs 198, colxe-
ies 191, botoes grandes convexos de metal
bronzeado eom.n. 10 de metal amarello 2671,
ditos pequenos convexos de metal bronzea-
do com ii 10 de metal amarello 1910, botoes
grandes brancos de osso 22 grozas, ditos
pequenos ditos dito 18ditas, ditos pretos de
dito 25 ditas, oleados para debrum 10 cova-
dos, cordio de la preta para vivos 761 va-
ras, panno azul para capules 1191 covados,
baela verde para forro 697 covados, colxetes
nafa capotes 197 pares, os instrumentos bel-
licos para o hatalhjo cima dilo.
Companhia de artfices.
Dneles 118, gravatas 107, panno azul para
sobrecasacas c caigas 590 covados, platinas
encarnadas com palmatoria de lia preta 101
pares, hrim para frdelas e caigas 763 varas,
algodao7itiho para camisas .468 ditas, panno
preto para polainas 47 covados, sapaio- 298
pares, panno azul para capotes 788 covados,
huela verde para forro 431 covados, bandas
de la 8, esleirs 187, boloes grandes conve-
xos de metal dourado com n 3 1888, botoes
pequeos convexos de metal dourado com
n.3 826. botoes grandes de ossobrancon
grozas, ditos pequenris dito dito 13 ditas, di-
tos pretos dito 20 ditas, hollauda de forro
166 covados, colxetes pelos 118 pares, ditos
ditos para capoles 123, contratar o concert
de 80 b.u retinas, 80 pares'de dragonas c 8U
1 penachos.
Companhia de cavallaria.
Bonetes 60, grvalas 31, panno azul para
sobrecasacas e calcas 260 covados, lii im pa-
ra frdelas c raigas 510 v.iras, algOdSozinho
pan camisas 150 ditas, lavas brancas de al-
godao 120 pares, esporas de metal amarello
icnforme o padrSo i;o pares, col urnos 60
pares, panno azul para ponches 360 colados,
baeta verde pata forro joO ditos, clcheles
para s*breca?acas 60 pares, ditos para pon-
ches 60 pares, mantas de 13a 31, sapatos 60
pares, esleirs 60, botoes-grandes convexos
de metal dourado com a lelYa R 840, botoes
pequeos convexos de metal dourado com a
Iilra R 180, holes grandes blancos de osso
9 grozas, ditos pequenos dito.-* 7 ditas, bo-
loes pretos do dito 3 ditas.
T.otiea do hospital regimc/ntal.
I.ivro em branco pautado de >00follias 1,
ditos dilos de 200 fallas 2,
PR0VIME.NTO DOS AltMAZEXS DO.' AI.MOV\-
RIFADO.
Ollicinas de lerccira classi"-
Lins, coronel presidente. Bernardo l'e-
icira do Carmo Jnior, vogal e secretario.
O lllni. Sr.capitaodo porlo.emruniprimenlo
da ordem do Exm. Sr. presidente da provincia da-
tada de 20 do crrenle, refermdo-s a comida no
aviso circular do ministerio da marinha, de 2
lambem do crreme, manda dar publicidado as ira-
luccoes, juntas a esle por copia, de tres avisos so-
bre o estahelecimenlo de luzes na ilha dos colorea-
dos no Meiliterranco.c no canal dos Principes a en-
trada do Tamisa, e de casas deasylu para as pes-
soas que iiaufragarem na parte do mardeSundcr-
lmnds em Bengalla.
Capitana do porto de Penumbra era 21 deou-
tubrodel85(iO secretario, Alcxandre Rodri-
gues dos Aojos.
TRADUGC&0'.
Aviso aos nivegantes
N. is.
.i/ir Mediterrneo.
I'liarol as ilhas Baloares.
U ministerio da marinha do Hespanlia acaba de
participar, que do ca 1. de maio de 1850 em
(liante, se cstabeleccr urna luz lixa na illia dos
Enfurcados, entre as ilhas Baleares, Eviga e For-
meniem no Mediterrneo.
A luz lie lixa e clara, ec.ua enllocada na altura
de 82 ps cima do nivel medio do mar ; e dove a-
vistar-se do convez do un naiio em lempo claro,
no (sTSriiia de io mil!.as.
O aparellio iliuminadur lie catadioplrieo da 6.'
elasse.
A torre -lo pharol aclu-?e rollocada na lalimde
38.- V8" 10" ^orle ; e longilude 1. 20' a leste
d8 Grenwieh.
O objeelo o fim da luz lie para marrar o canal
conliccido pelo nome de Freo-Grande oti o prin-
cipal dos tres ranaes, ou Freos entre as illias de Ivi-
ga ao lado do norte, o Formentera ao do sul.
I'.sie canal lem quasi una inillia de largura c
nove bragas de fundo ; mas como o fundo he de
rocliedo.as eir.barcagiies de vela dovem a caulelar-s
em navegar para o canalcom oventoescasso ou va
riavel, para evitar o perigo de ter de fundear.
Por ordem de S. Senliorias.
Assisnado, John .Washington, liidrographo.
Reparticao llidrograpliica, Almiramado, Lon-
dres 2S de abril de 1856.
Esle aviso aflccia os seguintes mappas do Almi-
ramado.
Geial do Mediterrneo, n. 2158, de Alicante
para Palamos n. 1187 ; ilhas de Iviei e Formen-
lera n. 145, e mais a lista de pharoesdo Mediter-
rneo n. 10 A.
TRADUCCAO*.
Aviso ios navegantes.
H.3!.
Canal ata Principes.
Eniraja no Tamisa, pharol addicional.
Trinily House de junho de 1856.
I'ara mellior navegago do canal dos Principes,
resolveu-se, que nelle se eslabelecesse urna luz ad-
dicional.
Pelo prsenle se faz publico, que antes do dia
!. de oulubro prximo, tima emharcarao pharol
Balara fundeada ao lado norte do dito, a muio ca-
minho pouco mais ou menos, entre os pliaroes Ton-
gue e (iiiindler, e que urna luz encarnada revol-
venlo opparecer da mesma, depois do por do sol,
daquelle dia.
Nova informacjo a respeito da posigao exacta,
demarcacocs, ele., da luz projectada, ser publica-
da em lempo competente.
Por ordem.
Ar.signado, P. H. Berihon, secretario.
Aviso aos pnve-iiii'ea
A directora da rompanhia das Indias Orieniaes
receben ltimamente do governo de Bengala a se-
guinle noticia, (pie se publica para ronhecimento
jeral.
Para a geniedo mar que naufragar na parto do
mar de Sunderbunds tem-se eslabolecido as seguin-
tes casas de asylo.
N. I, pintada de encarnado. Edilirada um pouco
para o norte de Jacksons Grove na pona de Sezers
formando a entrada de leste para o canal Crack.
Est em urna extensa planicie coberla decapim pe-
la parte interior, ou para leste de tins montes altos
de rea, quo formam a linha da praia.
N. 2, pintada de branco. Edilirada na entrada de
leste para o rio SublermooKey, 400 jardas ao norte
da pona que se forma da illia Bulcherry e 20 jar-
das do signal ou marca das mares cheias. Est cal-
locada no meio de arvoredo baixo e mu unido
(jungle).
-V 3, pintada de preto. Edificado a entrada de
leste do rio Jenneva, 400 jardas ao norte da poma
que forma a entrada para o rioSublcrmookcy.e SO
jardas do signal ou marca das mares cheias.
Em cada casa ha um suprimento de bolacha e
agua, que fcilmente se acha.lendc as inslrucces,
que existem em cada urna, que conten igualmente
ouiras direcces de utilidade, cada casa tem junto a
si um caiaiuarau.
Os nufragos que alcancarem a trra a leste de
Saugor dovein procurar as casas de asylo, e devem
lembrar-se que .piando urna embarcaco se perde
nm um pralico a bordo, o facto he lo^-o sabido na
contratado', por falla i!e lictenles, na scsSo de 7
do corren!?.
Sala dn ennelhn da dminliltaco naval de l'cr-
n .Mili", i em 17 -le nulubru ue 1856,
Usecretario,
Alnandn Rodriauesdna Anjos.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
(I consclho administrativo em vriudcda autori-
SSCjio do Exm. Sr. presidente da provincia, tem de
contratar os geucros alimenticios para l'ornecimenlo
da companhia de aprendizes menores, do arsenal
de guerra, e africanos livres do niesmo arsenal,du-j
rante os dous mezes noiembrocdezenihio prximos
viu louros.
Pao de quatro ticas, bolachas, carne verde,
dita secca, farinlia de mandioca, assuear soinenos
refinado, rafe, da liyson.manleigafranreza, arroz
pilado, bacalho, feijo prclo ou mulalinio, louci-
nho do Lisboa, azeile doce, vinagre.
Ouem ijuizer contratar estes objectos aprsenle
suas proposlas em cartas fechadas as 10 horas do
dia 20 do crrente : na secretaria de conselho.
Sala das sessoes do conselho adminislralivp para
orneciniento do aasenal de guerra 23 de outubro
de IS50. Rento Jos l.amenha Lins. coronel pre-
sidonie.Bernardo Pereira du Carino Jnior.
vogal e secretario.
ss^v^m
SE MAVEG
MIXTA.
..y-.. :-r:.

' '' i
l.ni/. Arnaud, Touache luimos \ C,
em Marselha
O vapor Bratl devera li>r partirla de Mancilla
para o Ido ,i- Janeiro, com ctela por Malas, Lh-
i e Beba, oo dia 25 de le-
para j i -i pi.i ioforma-
oui-o, como seiam : armis, allinetcs de
peito, brincos, botoes rlc punho, trance-
lins, cordo, redoma, medalha, crucilixo,
c iiuiii iinii;i'iii da Conceicao; assim co-
mo, de diversas obras de marcineiria, in-
clusive mesa elstica de amarello para
jantar 2i pessoas, lantcrnas, quadios e
muitosouti-osartigos,i|ue serSo vendidos
porqualqner preoo, alim do desoecupar
ditoescriplorio, cuso ()s donos de almins
n.io mandem tomar conta anticipada-
mente dos que Ibes peitencem : terca-ei-
ra 28do conenle, a's 10 horas da ma-
nli.i.i.
Bencao dn inagem da Se
nhora do Ter$o e tU Se-
nliora da Sioledade
lliije, pelas i 1|2 liona da t.irde, lera' lujar a ben-
C-lo sulenioe da Senhora dn Ierro e da Senlmra da
Soiedade da nsclirieiia. A meta regenlofa, para que
->p torne o acto mais .olcmiie. peJe a lolai M corpo- ; venli i
racea religiosas para mandar repicar em oceasiao ;
da dila beoesja, sendo anaaociada por sitndolas de > "a
foco do ar.
AVISO.
IchJ*s '
Os aiaixo .issipnados rogaan
devedores das firmas de Croa Minino.
6 Bast, e Jos Dias Sisaea ase
"i ou manden pifai sera debiii
lo Oiieiinado loj de mu'- /.
iii.i
as
^ontiuua^ao.
Hoje, 24
10 horas
v.
da
outubro.
manliaa,
boa. TeoeriO, l'crnamb
l'mbro proxiinn pangdi
ci, com N. O. Biebc-r Ov C, ra da Cruz a,
senles da coinpanbia.
Para Lisboa sesue com toda lirevidadc o bri- O fti* f llt:* l^CStl i\H COnt-
5up porluauez Hom Siirccsso", poi ler a maior par- ,
le d carca prompta : nuem no mesmo qnier car- U'.liiru l V*-" 111 !?* (^Ill 161 lO
resar ou ir de pansgem, para o que tem eicelleules '
c.i.motos, dirija-.* toe consignatarios Thamaz de OS SSIV ti OS tlt) VH 1)01* MhI'i
Aqumo Foaseea & Filho, na roa do Vigario n. 19,1 <' "
primeiro andar, ou c.pm o r.pilo na prara.- IIUCZ (t ll'.llj. a, l allilllll-
l'AKA (I RIO IIK JANE1KI). I J .
na na do Briitn,
hspera-ie do Assu com muila hrevidade a bein co- CadOSI
nliernla e velcira barca nMalhlIde, a qual lera aqai
a demora salliricnlp para receber cscravos a frele rma/(.Ul i!. 118 (IOS l'S*'.
para o porlo indicado ; Irala-W cam Manoel Alves
Guerra,na rna -lo trapiche a. Ii.
estafo dos pralicos c em Calcuta. Os uautragos po
tanto, que acliarem caminho para as casas, devem
n'eslas permanecer c cuidar nos meios de subsisten
ria, na certeza de que, em breve serao socorridos,ou
se orem obrgados a abandona-las, esforcarem-se
para seguir o caminho do oestoat a ilha deSaugor,
e viajar pola praia al que cheguem ao pharol, ou
caminharem para urna grande povoaeio de pesca-
ra, situada no lado do suesle da ilha de Saugcr,
servindo-se do catamarn al onde for praticavel.
Por ordem de superintendente da marinha. As-
signado, Jas ijulherland. servindo de secretario.
Reparticao da superitondencia da marinha em
Fort William, a 8 de marco de 1856.
Publicado por ordem da directora de compa-
nhia das Indias. Orientaes.Assignado, James C.
Melvell, secretario
Casada directora 7 de mato de 1856.
O REPARTICAO' DA VACCINA. Q
tt Com autonsacao do Exm. Sr. 0;
V? piesidcnle da provincia laz-se pu- t
*$ blico, para or..enmeptO(los lia- Stt
hitantes desta cidade, (pieos dias -Q
:'; de vaccina serao de lioje em di-
@ ante as quintas e domingos de '.';
m cada semana, no lugar e horas S
.V3 anteriormente declaradas t nos do-
;"j mingos estar'
'..'
esta reparticao a-
%$ berta at as II horas da manhaa. y\
@ Dr. Joo Nepomuceno Dias Fer- m
sfe nandes, commissario vaccinador
'j provincial.
lilil'ARTK.AO DAS OBRAS PUBLICAS.
?LBLIi:A<> LITTERAR1A.
REVISTADA INSTItLCCAO" PUBLICA I'AR-\
PORTUGAL i: BRASIL.
/Iriacrao: Antonio Feliciano de Cattlko c l.ntz
Filippe Aci/e.
A nica poltica actualmente possivel. nao sopara
a Europa, mas para a America, c para todos os
povos livres, e a da lu/. para todos ; he a da cvili-
sacao universal. A opini;io popular educada, he
a mais segura flanea de esiabilidade para os bons
governos e de felioilacao publica. Por ella se o-
perar no interesse commiim, o que alias licaria
circu inser po a limitada esphera das convenien-
cias individuaos.
Portugal e o Brasil, que denvam de origem
connnum as suas mais gloriosas tradic^oe;, palpi-
tara com aspiraces ndenticas e no demandam
oulro norte, senao esse para onde Mies est apontan-
do a consciencia das proprias prova^es c a scien-
cia na sua expressao mais sincera,
Sem um systcma' de publica insiruc^iio que al-
linja a verdadeira altura da respectiva ileslinaeao
social, infructferos serao quaesquer esforcos com
qu se pertenda fazer progredir umpaizni estrada
providencial da perfectibilidade.
Entre nos, portugueses e brasileiros, se confes-
se com amor e franqueza de irmos, que. nom a
quem, nem alem mar se possue ainda educa^ao na-
cional organisada segundo as mais recentes revela-
e.'.es dasciencia, e conforme as nossas peculiares
necessidades e conveniencias. E com a mesma
franqueza concordaremos era que ambas as nossas
legislacoes respeclivas, se acham mu tonga nao s
da sua importancia, mas das exigencias imperio-
sas da posicao poltica de qualquer dos dous paizes.
Portugal, abracado com a industria agrcola e
fabril, e empenhado nos mclhoramentos inaleriaes,
va consiruimlo de boa f, sem alternar seriamente
para a solidez dos alicerces. Quando mais arro-
jada se lhc estiver aigurando a propXQao que de-
lineou, mais prxima da sua ruini llieandar a
grandeza da edificar-ao. 0 desenvolvimento publi-
co, qne espera do plano de reformas que tracou,
ser quasi una chmera, emijuanlo nao dispozer
rasgada e francamente os canunhos da Ilustrado
popular. Pouco lhc ainadurecer o futuro, em-
quanto nao emendar os erros que lite legou o pas-
sado, lazendo caminliar juntos os interesses intel-
leeiuaes com os maieries do piz.
O Brasil, na for^a da sua adolescencia como'
nnco, entrevi' largos horisonles do pros'eridade e
|riqneza publica : mas, para que o scu influxo no
conlinente meridional da America, seja lal como
Ihe compre, he-lhe mister partir do ine^mo prin-
cipio de engrandecimento intellectual e nao hesitar
pernte a amplido do commetlimenlo.
Eis as as nossas posicoes, a nosso ver, defini-
das.
Porlugal, pela sua siluaco geographw.peia im-
portancia das suas condicoes histricas, deve as>-
suinir o lugar que Ihe compete na communho eu-
ropea.
O Brasil, pela vaslido do scu territorio, pelo
vigor do todos os seus recursos, lende a elevar-se
ao grao de inlluencia poltica, deque so o far par-
ticipar o seu desenvolvimento intellectual.
O primeiro nao ohler a prosperidada publica
sem bascar na edueaco nacional os seus esfor-
cos.
0 segundo, nao aproveilar convenientemente
os seus inexuriveis recursos, sem elevar a massa
nacional ao nivel a que Ihe nao he licito ficar in-
ferior.
Que nos proponaos nos, com a presente publi-
cago '.'
Km duas palavras o diremos. Pesar na balanca
do senso commum ca luz da scicncia actual, o que
existe, bom ou mi, ptimo ou pessmo as duas
legislacfies ; inquirir o que falla e devia existir ;
examinar com a mesma conscienca o que se faz,
e o que se tem feilo nos paizes onde mais adianta-
dase acha a organisacao da instrueco publica,
considerada quer administrativamente, quer nos
seus pormenores pedaggicos e didcticos. Da
meditada ronfrontaco de lao diversos elementos,
irmos propondo o que em boa razio se nao pode
dcixar de propor, para o aperfoicoamento, ou an-
tes radical reforma da instrueco publica, em cada
um dos sjNM paizes.
A larafa, nao he fcil. Supprir, porem, a boa
vonladc, se, como esperamos, os especialistas e os
sabios d'um e d'outro paiz, a quem militas vetea
havemosde recorrer, reparlirem comnosco dofruc-
to das suas observacoes e dos seusesludos.
Considerando que o agrado nascido da amenida-
de, he para o goslo da maioria uma innaccnle se-
ducido, e que em favor do santo lim que deman-
damos, nenlium meio so deveria desprezar, quan-
lo mais a formosa lilteratura, procuraremos desen-
fadar alguroes vezescom ella o cansaco dos esludos
serios, mesmo alim de crear para estes maior nu-
mero de sectarios. O exemplo nao he novo, te-
mo-lo nos jornaes especiaes de todas as linguas :
lemo-lo na Franca principalmente.
con Diego ES.
A Revistada Instrueco Publica, sabiraduas
vezespor mez. Tcr 12 paginas nesic furmalo, ou
24 columnas cada numero.
As correspondencias, serio dirigidas francas de
porte a ouicina do Progreso era Lisboa, ra da
Croz de Pao n. 16.
Para a redacto, a Luiz Filippe Lcite.
Para a administrarlo a Francisco Goncalvs Lopes.
PRECOS.
Com utampilha. Sem eHampilha.
. 1^910 15700
. 1*020 900
... 540 480
. 130 120
c Brasil, ser retnetlida a
Revista pelas malas dos navios de vela. Os pro-
cos sao em moeda forte. As assignaturas, pagas
adan ladas, por tres mezes, pelo menos. I loga-s a
quemassignar neste prospecto, ou para ellecolher
Companhia
Periiaiahueai.a.
Largo da Assembia nu-
mero 10.
O v-ipor itlgasraraiia seaue no '.' lior^s la niiiiih.M, para o* por ios da I'anihiha, lim
Grande do Norl, Ass, Aracaly, Ceara', Acaracu'
t ranja,e na voltl o* mesmo^ c raais o de lUpis-
suina : para carca e paiMgeiroi no reppcli\o e>-
criplorio, adverlindo que earffS s rerebe at ao
meio dia da \esp?ra, e o exi-ediente fecliar-sc-lia
a K lioras do da laliid*
par li be. imm
Segu com multa brevidade por se a-
cliar rom dous tercos da carga a bordo, o
brigue Conceicao ,, do qual he capitao
Joaquim Ferreira dos Santos; para o
resto, e esclavos a (rete, para oque tem
commodossiilcientcs.trala-secomManocl
Alves Guerra, na ra do Trapiche n. 14.
PARA A BAHA.
0 veleirO e bem conliccido pnlliabotc
nacionalOous Amigos,pretende se-
guir ate o dia -'O do corrente: ja lera abor-
do metade do sen carregamento, para o
resto c passageiros, para os quaes tem
excedentes commodos, trata-se cora osen
consignatario AntonioLui^Oveira Azeve-
do, ra da Cruz n. 1.
PARA O CEARA'.
blate lurora,com muita brevidade, anda re-
cebe carga c panaaeiroi: a triar rom alarlina A
Irmaos, na ru.* ri;i Aladre de Dos n. 2.
iliptist;i &C.
Almanak da provincia.
Estando-se confeccionando o almanak
da provincia, roga-sc a todas as pessoas
I que cosliimam nelle ser incluidas, eque o
; n.io estiveiem,,, ou houvr algum crio,
Iqueirarh mandar levar a livraria numero
jli e8 da Pracada Independencia, a emen-
da, assim como pede-sc aos senlion-s de
cngenlios, s; digneni mandar igualmen-
I leas iransterencias r mesma livraria.
.n. ii.iiii na i ua do Caluij-a loja de mi"
A onuiu-Kan eucarresada di lareja da N-ssa .i,.,, ,i,, '!.. i i
Scnliora do Rosarlo do balrro de Sdiitn Anlmiio, | <|uatio poi las n. M., ondcaclia-
tend'i de celebrar, domingo -2H do corrente, a (sata rao suas coutas e\ti aludas dos compelcn-
da mesma Senhora, roga encHrecid.imeme ao mo-l tes livros.
radores da ra lirca du Rosario, que illiiminem al .^ I .
noila assoas varandsSi para lomar man toleinne ^ ;'",'"xo nstignadoi s.io n> uniin.
nm acto de tente magniluda. > uncarregados -i recebei t-ssas divid.i-,
(lliillieleiiitcirn de n. it.ll da secunda paite ,.. ,,J,,, r........ i
da primera lotera ,1o Sr. It,., .lesos dos H.rt>rio. "l l!od( "' P'". Cawi al;;ucm O CMja.
pfrlence a lllin.-Sr.- 11. Maria Faeresa Pereira Ie POT "MO declaraiu que inngucn mai
Une. | podera receber conta alfruma si-m antov
A peiM que annnucioii querer dar l:lilHl- a i ..
premioquerenio os dar sob livpoll.eca em u... casal, ,S''V'" dos mesmos, sobie pcM .1,- ,. ,;;
do escravm pardo*, ilirijj lles^e enlido urna carta I rem duas vC7.es.Francisco Josa- Alvrs
com a< iniciaes A. I., a esl.i i\po;rapliia, ou an- '
nuncif sua morada para ser procurada.
PROGRAMMA DA PESTA DAVIROEMl
SENHORA O TERCO.
..Na madrueada desaliado 25 sera celebrada mis-
sa cantada e depo-s da qual sera a bandeira com a
sfligie da Virgen] Senbora conduzida por choro de '
anjoi e de menina! deceulemeule vestidas, e percr- 1"' .,
rern' alcnmas ras ao som de vaiia pecas de mus- I dos *rt\nos. A numeracao lie d* palpite.
cas execuladas pela eicellenta msica dos meninos Perdeu-*e na madrueada dodia sesoada-feifa.
do Irem, linda a qual era arvorada a bandeira en- *1 *" corren(e, de um ilio vi-inlm ao enceiin* Saii-
're girndolas de foao do ar, e .ilii permanecer ale ta Crui, dislriclo de K-oarasii. ani menino de i lii<
qne linde todo* 04 actos ; a noilc llavera' vsperas e de 10 .1 11 annos, branco, rrs(o resolar, narif ahla
grande Iluminadlo na frente da igieia. No domingo do, hocci pequea, cabellos louro~ e aparada-, um
de madrugada lera mis*a, locando Bella a mesma tente baixo, cliaina-se Kemnaldo. e ssMs ISo lSaSa
msica cima, as 11 boras sera' annunciado o pnn- i le (,'"n a roupa que linha vcatido qaando -* l dei-
eipio da fesla por uma grande giandola de foco,!Iar. camisa e ceronla, 11.1 aneaama de sabir denuu
endo a mo encontrado no rio do ensenbo PaoHatB, diren4* ee
ia para o Kecifc : io-a-.e a qualquer auti>ri4ade a
quem lor pile remeltido, casi soja capturado, o qaoi-
ra (er em aagataafa ate que seja procurado. ptH
1 do o lennao pelo Uvm. padre mestre pregadnr da j nnuncianl- prumelle nao o dilatar em icp">il. le-
capella imperial JooCapilranodeMeadoaca, lindo E quewiha o haant onde se acialUandin ia Ma-
jrruimaraes, Jos Alves da Silva liuima-
I raes
A lotera corre ?abbado.
I-.-' 'o 1 venda na loja do aterro da Roa-V i-la
I .Vi, junio ao elleiro, un) re-lo de hillirli-.. meie- .
arlos, caraulidon, da loleria 'o Senhar Bwa Ji-
.Marcellino da Cosa, melre da capella imperial ; o
ermflo *era' recitado pelo Itvm. paire mostr e-
provineial e pregJdor da capella imperial, Ir. I.mo
lo Monte Carmello ; a 7 hora* na umle sea recita-
Prcv
ca.
n mort
Siaiia em poucos dias para o Para, com escala
pelo Uaranhao, o brigue brasileiro Clara, de pri-
meira marcha, o qu.d lem parle da carga engaja-
da : para o resto e passageiros, para o que of
ferece aueiadni commodos : trate-seren o consig-
natario Joan Pinto Regia de Sout, na- lrave Madre de Uens. armaxem de Martin* A; Tinto, ou
com o capitao Fernando Jos dos Santos, na piac.
Para o ?io de Janeiro
segu em poucos dia n brigue brasileiro 4dolpho,
de que he eapitSo Manoel t'ereira de Sa ; para o
resto da carga, passaseiros e escravos a frete. traa-
se na iui d> Cadia do Recite n. (ifi, ou com o ca-
pilo na praca.
de pa-
va por.
Real compaiinia
quetes inglezes ;t
j
Ate o lim leste mei espera-te da Enrona um dos
vapores da Iteal Companhia, o qual depois da de-
mora do cosime seguir.i p.ira o sul : para psssa-
gens, ele, lrata-se com os ageotei Adamson 11o-
w,e v\. C, ra do trapiche-Novo n. t.
ii O
10
salie denlro em poucos dias, o brigue
(Sagitario, o qual ja' tem parte do car-
regamento a bordo : para o restante c
passageiros, tt ata-se com Manoel Francis-
co da SIvji Garrico, na ra do Collegio n.
17, segundo andar, 011 com o capitao
Manoel .lose Ribeiro, a bordo.
' :x- &.
Oa;enle llorja, por aetorisacSo do lllni. Sr.
Dr.juil de orpbaos a reqoerimculo de I). Maria
Carolina de linioCarvalho, lulora de sua filba An-
ea Zilia de Carvalho Brito, fara' leiblo de diversos
escravos de ambos es sexos, mocos, de bonitas figu-
ras etc., perleneenles a referiia'lnlelUda, os quaes
se acharas patentes no armaiem do agente annun-
cianle, sito na ra do Collesio 11. 1">: sexta feira l
do corrente a II boras da minhfa.
Leo
Por anuo .
b semestre. .
1 trimestre. .
Avulso, cada numero .
Para o ultramar
A reparticao das obras publicas contrata o forne-
cimentude lijlo de alvenaria grossa e rea para
obras da capital, pelo lampo de neis metes. Os nre-
leadenles dirijsm as soai propaslat em caria reehada i r,;sPccUva ""poriancia, ao agente t-ousu-
0 liim. Sr. director interino no dia -J'i do corrente InrpOflnguei na localidade, 011 a pessoa por elle
lassigoaturas no imperio do Brasil, qneira entrega-
as II hora* da manbJta na Secrelana da directora dai obras pblicas 13 de
oulubro de Is.'ii.(i Mcrelario,
Jo.iiiiam Iraiicisco de Mello Sanios.
(1 arsenal de marinha compra no da -2', do
correnie me/.. 1 vista de proposlas apresentedss ues-
te mesara dia al as I! horas da manla, pira tor-
nerimenlo do almoiarifado, declarando ellas um
precn Aso, os objectos segointes, da inelbur qoali-
dade : Sanalilht, papel de peso, sola, chumbo:
ern leorol, lai\i-s de cobre lie Ires a seis qunrlns. ca-
bo de Mauillia, oten de liiibaca, remos de faia da
I Ireze a dc/eseis pc. vistas de osso, lonna inglcza es-
cerro ingtez cm barras de 1 a Ji'J (Jllintaes 1 ireite, merlio, sebo cm pan, cera era ardiles, co-
30, dito dito do varandes SU quirilr>es, dito !h*re* designada.
Subsereve-se na cidade do Recie. livraria n.
e fs da praca da Independencia.
(i.
t0$
i ,4>0.
ditoquadrado de 5|8 quintal o, dlt0 angu-
lar sortido 4 quintaes, follias de fJrro gros-
sas4ditos, ditas de ferro finas 4 d*09. f"le
infilez pequeo 1.
plvora grois, plvora tina, lapis.
InspecrJIo do arsenal de marinha de Pernamhn-
co, 14 do nnlnbro de 18.16.
O secretario,
Aleundre Rodrigues dos Anjo.
Seoue com brevidade por ler parle da caria,o bri-
eoe n iberal'i ; para o resto, pasa.7eiros o escravos
a freie, Irala-ae eom Cjetaoo C-. riaeo da Costa Me-
reira, na rna daf.adea do flccife n. 2.
O agente Oliveira fara leiUo por coula e risco
de queni periencer, de ITOpipat vastes levantadas,
e de 110 barricas vasias que foram de farinha : sab-
bado, Si da crrente, as II horas da mauha no
inmzera n. 17 na praia do Sania Kila.
C ESTABF.LKCIDA K0 RIO DR JANEIRO.
Aaencia lilial de l'eruambncu.N. |:l ra do Crespo.
O lljselln desle anuo ainda esta' minio fresco na
memoria de lodos, para que se deic de apreciar o
grande beneficio que resultara' aos proprietirios de
escravos, da garanlia de propriedade, que esta com-
panhia oilerecp.
Kingaem deisara' de concordar na vanlagem de
tirar dos ren limenlos de orna propriedade uma pc-
quena parcella que garanta o sen valor letal, c o
premo_ be lao mdico quo nem em :!(> annos com-
pletara' a quanlia que. a qualquer momento lem o
direilo de receber por caso da morte do cscravo se-
guro.
Pagar-se-lu por exemplo, sobre a avaliacao de
l:0tr> e menos em proporco no caso do valor ser
niaii mdico inclusive o ,ello da apnlice ele.
/)d idnde*
De 1-Jal.entrar aos lo anuos3(15100 por anuo.
40 n i.", .418200 >- n
Subfndo o premid do cinco em ciuco annos alo a
idadede 70 annos conforme as condicoes iinpressas
que poderoo ser proeurades no escriptorio da
companhia.
No ca garanlia das dividas, porque a companhia aceita a
transferencia das aplleos a novos proprietarins. com
tanto que euas Iransferenalas se realisem em seu es-
criptorio.
I).ir-se-!ia consultas 2ratis aos ecravos sesuros das
9 para 10 horas da manhaa, noeerintorio da compa-
nhia.
OftGU :" v>TYPO
S\ STEMA NORTE-AMERICANO.
Aterro da Boa-Vistan. 4, .".- andar.
Causas exlraordinarias chaman o artista propie-
tario desle eslaheleciiiii-nlo a urna das provincias do
norte sonde inppOe terslgams demora,e lendoda
partir no paquete .i Iguarass apenas lera a sua ga-
lera e oOlcini a diapvsicllo do public. aic o dia -Jis
do correnie: as passoas que desejarem petsuir um
relralo peifeilo e inalteravcl poderao a[iruvei(ar os
dina que reelam do sua asteitH neata capitel. >o
moamo albete*101***** enoontro sw ajaii '.mpu.
ln e variado snrlimenlo de joias e artefactos parcr a
cnlleccfio de retratos.
Um protesto nenite ti
publico.
E,o padre.loao Herculano do Reg, aliaixo as
signado, protesto, do modo mais solemne, por nul-
lidadecontra qirilquer depoimento, informacjo,
queixa, denuncia ; ou i-ousa semelhanle ; qne por
ventura for dada emjuizo, ou fiia dalle pelo meu
irmao Guilherme Gomes do Reg : visto que esse
homem lem desde o principio de minha queslao,
empregado lodos os meios, ainda os mais indianos,
para perder-mo ; e se mostra a toda a prova meu
inimigo ligadal : nomo farei ver ao publico em nm
artigo separado, que brevemente tunlio de publicar.
O mesmo proiesto se deve entender a respeito da-
quellas pessoas, de quem cu nomeadamente me hci
queixado pelos jornaes desta capital sendo certo,
que lacs pessoas emhora se finjan) nao ter-me ini-
misade) me consagram com tildo a maior ogerisa.
Consia-me pois que todo o mal se me prepara, de
accordo rom pessoas que no o deviam fazer.cujos
planos capciosos e maldades lenho publicado ; e
o heiJo fa/.er, com toda a forca dos pulmiies, cm
quanto Dos me conceder vida esaudc.
Padre Joao Herculano do Reg.
liecife -23 dn setembro de 1856.
_ l'ugio de bonln do patacho Vlenles no dia
23 de lelembro o prele Jaanario com is ligases se-
guintes : iiacAoBenguella, idade 40 anuos, cor preta,
rosto eoroprido, nariz chalo, olbos pretos. barba cer-
rada ; pede-e a's antoridades polteiaese capules de
campo o prendan c levem .-? rna da Cadcia do Ke-
cife u. -2. qoe sera' recompensado.
Liii-asdeoiiinibiis.
D'ora em diante llavera lodos os domingos e
dios 2 as 7 para Apipueos; assim como llavera igual-
mente as 7 lloros tambero da manhaa. un daqoelles
carros para Cacliang n oulro [iara Olindd ; lodos
os quaes voltario anoitinha. Desde ja ficam e-
le\a los a 2~000 rs., por ida e volta, os [iasseios a
lclenos dias de guarda.
O ensilo asslgna.lo dvixou de ser caixriro do
Sr. Manoel llodrigaes Cosa Uagalhiea desde o dia
20 do crreme, mas o mesmo aaradeee ao dilo Sr.
o bom (ratamente que receben durante o lempo que
esleve em ua cusa.
Joao Ribeiru de Castro.
Preciss-ss de nm amessador, na padaria do
llrilo, no Mouteiro : a tratar na mesma, ou na ra
Uircila n. 69.
BILHETES DE BOTERA
110 DE JKERU.
Esliio rubricados c e\postos a venda,
nnlo ao arco de Santo Antonio, os no-
vos bilhetes da 23 lotera da casa de cor-
reccao, <|iic devia ser extrahida no Mi de
Janeiro, no dia 17 do coi rente : as listas
o qual sera'eiecutado pelos levitas do Senhori'e-
Deum Laudamos.No principio e lim de qujlqiirr
aclo sera.i secutadas ricas pecas de miisica, linali-
ando com o liramenlo da bandeira ; e em seguida
se soltera1 um lindo e variado e divertido foao de ar-
tificio, feilo pelo insina professor de-l.i arle o Sr.
Jo3o francisco Alves Mouteiro. Rega-sa a lodos os
moradores da ra llireila e Cincu Ponas de oruarein
as frentes de suas casas e de illuminarem-iias nos dias
2~> e -2(. Inrnando-se por ese moio mais solemne a
lesla da Virgen Senbora do Terco, ma e protectora
dospeccadnies a quem lodos deverao render gracas.
Predas-s de un caiseiro para tomar coate da
urna laberna em FOTS de Portas n. \)2. assim :omo
se dar' socie.tadc trazendo alguns fundos.
i'recisa-se de coslureiras ; na loja de alfaiale,
ra Nova, esquina da l'onle.
I'recisa-se de um caixeiro para casa de pasto :
no l'orle do Mallo, ru dj Cordonit n. 3.
-- Osahaivo assignados vcndcram sal laberna s-
Beaas Vascuncellos de llruimiii.n :.
II. Anua Mana l'aes Brrelo, re-i Unte no en
senho II i li/m da Iresuezia de S. Lo-in-i-'.-e da Mal-
la, viova do capnao SebasUao Anlonio l'ae* Itarre**.
avisa aos eredores dosesa ca!, que pelo joio a r-
pluios, escrivAo l.u.mar.les, aaSa pr*>c#a*??in*f a*>
inventarlo dus bens do mesmo casal, alim de qnr
jnsliliquem, querendo. seus crditos p.ra -eiem al-
teudidus como f~r de juslira.
I>eseja-e fallar aos Srs. I rancno. Ji.-r de Mj-
salhaes e Jos de Ulivira Lupe, a uesocio do eii
inieressc : ua ra Velba n. l-j:t.
Cidade de Oliiitl;i.
O escrivao da innindade de N. S. dn Ampara da
cidade de Olinda, em nome da me>a rr-.-e-lora, eti-
vida a lodos os seu insta a comparerereni m. r-n
sislorio de nossa isreja no domingo, h dn mrrenl*-,
pelas K horas da manhaa, alim de se prn.-eder a eli-i-
la no paleo da K.beir n. 1. ao Sr. Jos Ber.urd.no Z'^V lil MTmtot '
da Silva; os eredores da mesma pastara, receber :*'!~*m .> falle
suas conlas de Justino Pereira de Andrade, na ra
iloAmorim. armazem de cocos. Recife J de outu-
bro de 1856.Indro Pereia de Andradc c C.
l'ugio do eiigenho Salgadiuho de Muribeca, no
dia 10 do correnie, omoleque Antouio, crenlo, ida-
de 0 anno<, pouco mais ou menos, baixo e grosso
do corpo, cabera grande e mulo cabello, bcicoa e
nariz grosso, com falta de denles na frente, pernas
esle dever lao reconunendado pelo najan, camiira-
misso.
I)a-se ViH-si a premio eom nenliom da h\ -
polheca ero casas, ou quanlias peqaenas : m ra
Uircila n. 74.
A pessoa que aiiiiuiicioo querer dar I:*( a
premio sobre hypoltieca, dirija-*a a raa da l.ivr
melo, botica do Sr. Chagas, qao dir' nuem pre-
cisa,
uiu pouco arqueadas, falla fina e descauesda, sendo ,,
ja surrado : pede-ie as autoridades de polica e ca- *,5". UILa c,a '" lem,,a '***' p"'
polji
pitaei de campo a appreheusgo do dito inoleqne, e o
c-nduzam ao dito ensenbo, ou a rus de Hurlas n.
11 que serio bem paaos de ten (rabalho.
A.TTENCAO.
Precisa-se de um silio que teuha baixa para capim
de planta, e al.um terreno para vacras de leile, e
que dislc do Itecife nunca mais de duas leguas, ser-
ve em Olinda : quem o liver e quizer arren :ar an-
nuncie por este uDiario para ser procurado.
Moje :!S de oulubro, peraule a lllm. Sr. Ilr.
juiz municipal da primeira vara, na ala das audi-
encias, ao meiu dia, se ha de arrematar por ser a ul-
tima praca, a requerimentn do respectivo lo.lomen- 1
leiro, ama casa terrea n. !) sita na raa do Nogueira,
perlencenle o finada D. Juauna Corrcia Parate, a
qual cas.i vai a praca para pagamento de sulfraaio.
I'iecisa se fazer no quarlel do Hospicio aluuos
pequeos reparos no corredor du estada maior, e na
rasa que serve de arrecadacoo geral do balalhfio all
aquaitelado : quem desles reparos se quuer enc.ir-
rgar, pude comparecer na directora das obras mi-
litares
Precisa-se alagar uma escrava que entend*
ilc cozinha e saina vender na ra : ua ra do (ani-
mado, loja n. 3.
Preeia-se de um caixeiro que entenda de ..-
socio c de dador a sua con Inda : podo pmcurar no
deposito de i ao da ra da Cadea de Sanio Anlonio
n. b.
Joflu Jos (ornes l'inheiro faz publico ao com-
mercio desla praca, que admittio para socio de sua
casa u Sr. |i boje em diante os seus nego-ios sob a Urina de l'i-
nheiro & Oliveira. Kecife :>:! de oulubro do ItCiti.
O bilhele n. ti89 da segunda parle da primeir
ra lotera dos Marlvnos, pertence ao Sr. Joaqoim
I'erreira da Silva Jnior, e fica em poder de Anto-
nio dos Santos Vieira.
Pede-so ao ollicial de marinha sern galio, que
dei\c de insultar pessoas que nilo o levam en. conla,
e nem imporlar-se com a sua vida. Um lodos nos co-
uliecemos, o Sr. desta dia eslava como castoras, por-
que a caima as vezes incomn.oda.
Alaga-se u primeiro e o lerceiro andar da ca-
sa da ra da Cruz o. SO, no Itecife : lrata-se no
armazem da mesma casa.
(i abaivo eesignade faz solete a quem iate-
res-ar que comprou a laberna sita no paleo d Ui-
beira n. I da freguezia de S. Jos, perlencc.li aos
Srs. Izidro Pereira de Andrade & C. e Inda a pes-
soa que liver negocios coma -lila firma.devera' com-
parecer na dita laberna no prazo de :t dias.lindos os
quaes nio se responaabilisa por conla alguma que
appareca. Itecife 22 de oulubro de 1836.
Xosc Bernardii.o Alves.
Precisa-se de alugar urna prela para servir cm
ama casa le familia, adverle-sc que seja liel e de
hoz condula : quem liver dirija-se a ra do Kosario
slreita n. 13.
do rio, na Capuoga nova, onda dmtsss a falteete*
Braz, com commodoa afliciealea para lamilla : a
Iralar no armazem n. :l delrnala da e-rjdmk. 4a
alfandega.
ALGAI-SE
Leiloes.
i"'
lo
vapor
Ii
por trance/., OU o pri-
oevem vir
ineuo que partir depois daquella dala,
ale "> do correnie teremos as listas, os
numeros sao de palpites ; a elle* antes
Sotitlirall Mellor &C. (arito leilo, por,
rntervencodo agente Oliven-., de gi-an- q,ie $e acabem.Jos Euwbi a1v d
ces porenes de la/.endas avanadas, vindas! Silva.
pelos ltimos navios. ( continnario O i
mesmo com 'azendas inglezas, todas de ] Aluga-se unid ama secca para tomar
e eiiffominar para uma casa de penuena
l l.imilia, e nao imperta qne seja escravu :
> 10 horas
do
da
le, sexta-teira, 2i do corrente. as 10
horas da tnauliua, ao seu armazem rna
do Trapiche.
-- O senle Viera da Silva, na rna da Madre: na rna do 'olletrio n. S, scunJo andar,
.le Dos n. 32, fazItilSo sabb-do23 do coircnleao'
meio dia em poni, de diversas obras de mareineria fAWllIS il I lili A Vf aV/111
novase osadas, e diversas obras ,1c oi.ro e praia LOlAlU M rilVlHUlA.
assim como aera' vendida na m*sma I aasa terrea;
sita po Olinda na rui -lo llinilim n. >(!, os preleii- Ori'tJ
dente- podem ir 'eiamiuar, pois o mesmo agenle
nbriga-se a presentar o papel livre e desembarazado COlTPI '
como consla dos papis ,!a cjs:i e mais objcclos'que t _
e acharan patentes no dilo armazem que sera' ven- IDclllilUa.
dido em leilao.
O agente Vieira da Silva, Ir.insrerio o leibio Preeise-sede dous Immcns que enlcndam de
annunciado para boj,', !, de urna casa terrea em amassar em padaria : quem estiver nesla circums-
Olinda, para sabbado-25do correle ao meio dia lamas dirija-se a casa de Tasso Irmos, ra do
em poni em scu armazem na ra da Madre de Heos Amorim n. :i.">.
o. -ii. (1 Sr. que annuiicinu precisar de um rapaz pa-
P) "B-w I ra segando caiseiro de loja dirija-se a ra do Ci-
buc.i loja n. 9, que achara' com quem tratar.
I'recisa-se de unipequenn de |-Ja lli anuo de
idade, para caixeiro de laberna no lareo da Ki-
i beira n. 1.
O agen ti Oliveira tara' lelaO. em Seu' ,~ Precisa-sede don hom*n derle qoe lenharo
csciptoiio, de grande norciio de obras de I Stt e fESSBSl Sm .E:
i casas na Torre, caiadas piuladas para pa
a fesla, por coinniodo gtafja : na raa da Cidria de
Llttii DA PROfICU.
2a parto ti t r loieria tit
tilior BffllB iltti dos
31 ar! y ros.
Corre snhhado 2> de otHit-
bro dr 1836.
O abaivo asignado Vfi-
detl as si'^iiiiiles .sortr-s:
MMI.sIMM.
OO.vtKMI.
INfMt.
10(1x000.
IO0/KN1O.
50x000.
Os I,illi,ics ,-om a rubrica do almiM.
assirjnado, acliarn-se a venda na loj>
ja" annnnciadas, os riuaes niio eslao mi-
jeitos aodisconto dos oilo por cento dn
imposto geral, juc sea' pago loco qiH-
saia a lista, na rna da Cidci.i do Kccilc
n. 15.
SHOO recebe
r.sOOO
I.S'iOO
Por Salustiano de A,Mimo Fcrreia.
Jote Fortunato dos Santos Porto.
D-aa I rtiOSlKKI a juro mdico, nh h> ajaflssan
qoein quicr annuncit aaa es-
1 (piarlo n. -27.VI
1 mesas .. 16>J
1 dito "lli
1 (piarlo .< 1534
1 dito < r>
1 bilhele << 5211
1 quarto r>9i.
Billiclcs
Meios
Quarto*
::OOOs(MMI
2:."0OSIKrl
I :.0S ADYEHTENCIA.
O prncuradoi da cmara municipal
desta cidade, de novo avisa a lodos os se-
nliores possnidores de carros de passeio,
carracas c oulros veliiculos de conduecao
queo prazo mareado no regulamcnto de
27 de j til fio de 18"i, para o pagamento
do respectivo imposto, (inda-se no n!li-'
mo do corrente me/.: pa.ssado o pial in-
Correm na mulla de cinco por cento.
Previne*
nao l
ou firma segura
rada.
Aloss-se o -eiuiulo
rus da Cadea da Recife, _
frente, sala de janlar, qnartos, dispensa e roribha
fura : a Ir.lar na mesma roa, casa a. VI. am|j
i andar.
ndar da rata a. .".I da
rom sala e calarle 4e
LOTERA
DA
a quem interessar que
ac negocio al;um com os que se
di/.em procuradores do ausente Sr. An-
tonio Joaquim de Soluta Ribeiro, sobre
os escravos Antonia, parda, de 7 annos
de idade, e Sabino, pardo, de i annos,
(i I los da escrava liberta Benedicta, per-
lencentes ao ca/.al da finada I), Anglica
Joaquina .los Anjos, de cujos bens lo i in-
ventarianteo mesmo Sr. Ribeiro, vistoa-
charse pendente por appellacao no tri-
bunal da relacao o respectivo inventario
por nullidades insanaveis, que houvc na
partilha; e o mesmo se previne a com-
petente autoridade policial, para que nao
Ibes conceda passaporte para embarca-
lem os ditos escravos, que estao em leti-
gio.
Arrenda-seiim sitio na Torrea mar-
gem do rio Capibaribe, com boa casa de
vivenda acabada, c pintada de novo, com
commodos paia grandelamilia, por terso-
trio, estribara, agua de beber, (piarlo
para criado independente da casa c ter-
reno para capim : a fallar na ra do Sc-
ve, casa em que morn o cnsul porlu-
guez.
A pes-na qoe por engao tnmon da porlaria do
recolbimento da|Uloria urna cnndeciiba cmn na
lo.dl.a de brelanba de I .l,\ riiulin as nontis rom
COllla de um meniO le 10 mezes C laxar |bieo. e tendn marca de J. |>. |. raes favor enlrc-
ga-la no mesmu rccolliimenlo, que se Ihe sera' abri-
gado.
Le
v r.
Ouem qaise aprender pilelageM Ihcorica, o
i urso (iiathemaliro, agrimensura, cartas para o roin-
mercio, eeomelria praliea para facilitar a- -uas cs<-a-
IdS pilipc e lamben! rrancn 'dirija-se a ra do >o-
goelra n. 7. que ah achara rom quem Iralar.
Grande e asseia-
do colegio em
Lisboa,
para meninas, internas e externas, cuja
edi'ii'.iio, prendas e mais VantagenS, se
poderao avallar, em pretenca dos estatu-
tos, que se acbam na ra do Crespo loja
n. 16, ou na esquina que vnlta para a
ruada Cadeia.
biiquom
os
o a ni
O Sr. th::si)!ireiro m
loteras itiaiuhi fazer pu-
blico, que estfto exposio-
; venia, n.i tbesouraria
das loteras, n rna da
Aurora n. 'iO, das 9 s 5
da tarde, osbiiliet.t-s, meiiis
equartos,da segunda parte
da jirimeira lotera doSr.
Jmii Jess dos Marti-
rio>do Bccife, cuj ts rodas
andan, no dia 2$ do cr-
lente, e logo que se pil-
as stas, sr jw-
preinios inconti-
nente, a exeepy.-i dos dous
premios grandes, qtji sai
pag-os logo, no salan daex-
trac;ao, no convenio e
Nossa Senliora do (armo.
O escrivao, .Fos.Jaiiin-
rio Alves d i Man.
Servei.tes de pedreiro.
Precisa>ge de Hlntntes para a orn., .!<
pedn iioda ra das CrtJM*.
O afjente Oliveira a inga, ptln Icuip"
da esta, nu por auno, a ana ".vtente
cspacos.1 asa d: campo, sita nu Pn;o a
I', un 'II,, aqual U-in todos os -ommodo*. sejaveis para i ande lamilia. Iircnlc, pH
numerosa pie .seja, ;cala le ser ca k!
e piulada : os prelcndenlcs dirijam-s- na
mesmo
O Dr. P.dix. de Alli.ix de LoIk. .Mos-
cozo, teudo milito lircxe de SmWtt uma x i.,
geni, roga a ipicm se (iilgar K*n credor r<
"lis'(piio de aprcscnl.ir suas conlas ale
dia 10 de novembro fuluro, c c.pri.i qu-
os que lhc devem, tenliam a Imudade !
mandar-ilic pagar ate Ji.i, pelo que
Ihcs licaia' muito agradecido.
MUTILADO
ILEGIVEL
.-


DEPOSITO DE L1YROS E BOTICAS HOWEjPATICAS
HIRI IE ftNeiBB',U SEXTA ft'f.h t\ ti 0UTU8R0 DE Sal
n
mi
O Ur. I. A. Lobo Moscoso, leudo de fazer uinn viagem deixa a sua botica sAli a
drec<;3o de pessoa habiliada e de inieira probidade, e ura deposito na loja de livros do Sr
Manoel Nogueira deSouza na rua do Crespo, sobrado novo do Sr. MagalhSes Bastos.
hilaos l'ixos.
Botica de 12 tubos grandes. tuinno
Dita de 24 15*000
Dita de 36 ,. ... 209000
Dita de 48 ... 259000
Dita de (O > ... 300000
Manual de medicina nomeopatbica do Dr. Jahr con o dic-
cionario dos termos de medicina........
Medicina domestica do Dr. llenry.........
1: ata ment do cholera morbus..........
Itepcrtorio do Dr. Mello Moraes..........
ATTENCAIi' AO BARATO
Para acabar.
Caoaa francezas de core lindas e linas, covado
I>i:.i- d,i dias, dito
Dilai de dilaa, dilo
hilas de dilas, diln
Hilas de dilai, dilu
Hilas ile ditas dilo
('.lula* francezas mui-.o linas e Lugas, novada
Hilas dilaa, dilo
-'II-......
lOJOOO
2/O0O
oon
A fabrica de velas ei
sdibao a' vapor da ra do
Bru, precisi de serven-1
es e de serradores.
SEGURIDADE.
( ompanhia de seguro* ma*
rtunos, establecida no
Rio de Janeiro.
Capital mil contos de re.
i'tlerece ao corornercio vanlagens que neuhuina
mira companhia leai feito al agora. Aceitam-se
proposlas de seguro no escriptorio de Isaac, Curio \
Compauhia, agentes da companhia, ra da Croz
n. 19.
FABRICA DE V1IIK0N
EM SANTA TIIEKEZA.
fto lugar deuomiuadu Senzala, ein Santa Thereza,
rasa do Sr. CalSo, acha-se estabelecida uuia fabiica
de vidros, a qual fabrica (oda-e qualquer qualidade
do vidros, assim como pincel lana- linas e ordinarias;
i- cncomoieuda por ora deverao serfeitas na mesma
fabrica em quanto nao se eslabelecem depsitos es-
peciaos, para Bator commodidade dos freguezes.
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
Kstabelecida cin Londres, em marco de 1834.
Capital cinco milhoes Je libras esterlinas.
Saunders Brothers & C, tem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
c a quera mais convier que esto plenamente au-
iOrisados pela dita companhia para eflecluar segu-
ros sobre edificios de tijolo e pedra, cobertos de
llha o igualmente sobre os objeclos quecontiverem
os mesmos edificios quer consista em mobilia ou
em fazendas de qualquer qualidade.
O abaiio assignado faz -cenle aos I llrn-. Srs.
de engeohoa e mais pessoas que Degociam com assu-
ear, remellendo-o para esl.i prac,a, que se acha ha-
bilitado ein receber pul commissao dilo genero, e
espera da seca patricios e amigos, e de quanlus de
seu presumo seqoeiraiu utihsar, as remessas de seu*
assucares, promellcudo o inesnio abaixo assignado
etercer lodo o zeln e aclividade que Ihc sao nalu-
raes. envidando tono o esforco potsivel as runrunes
da liquidada apuraba de dito genero, como hem o
Icui demonstrado. As pessoas cujas remostas etce-
derem de 10:000 por safra, fomente pagaro 2 (MI
de roiumisso, sendo :t 0|O as demais como lie costu-
me ; e para todas se obriga o inesmo abaito assigna-
do a toda e qualquer compra de objeclos sem como
inultos tirar porcentagem. Recite, ra Direita, iri-
meiro andar n. 93.
Francisco Seraphico de Assis Vasconcellos.
DENTISTA TliNGEZ.
Paulo Gaigiiuux, de volt de sua viagem J&
Luropa, esl.i morando 11 t ra Nova i.
A 11 HADE DE .'IBIS.
Una do Crespo n. 4.
I. FALQUE.
Kecebeu pelo navio frailee/. (Canila Kogetuum ri-
j en e variado sorlimento de roupa feila como sejam :
! Casacas de panno prelo.
1 Calca* de rasemira prela c de cores.
; Ditas de brim de liuhn.
i l'alils de casemira de cr com gola de velludo
j Ditos de pai.no e rasemira prela.
I Dilos de seda prela e de cores.
Dilos de brim de linbo bramo e de cor.
Ricos rlleles de velludo.
Hilos de gorgurao de core.
Dilos de selim prelo.
Lindos chapeos de castor para hninem.
Dilos dilos rapados para homeni.
Ditos de seda pretos linos para iioinein.
Todas estas fazendas sao da melhor qualidade que
te pode desejar.
Precisa-se de mu rapaz chegado ltimamente
da Europa, que (eolia ahuma pralica de fazendas ua
sem ella : no aterro da Boa- Visla, loja n. 10.
I'recisa-se de urna ama forra ou captiva, para
lodo o serviro de urna cata de familia : na ra Nova
n. 2.1, segondo andar.
Aluga-se urna prela com pralica de serviro de
can : quem prelender. dinja-se a na Imperial u.
185.
Lotera do Rio
de Janeiro.
100
120
160
200
210
320
200
22u
I3OOO
192011
15.VIO
33000,
5601
NIOo|
280
I Corles de rlleles de jorcurao de seda, curie
| Dilos dilos de dilo, dilo
Ditos dilo< de dilo, dilo
Ditos dilos de dilo prelos, corle
Dilos ditos de fuslao, corte
.Maulas de seda para -enli i ,
Lencos da ganga escarale com luna a linos
No alerro da Boa-Vista n. 56, loja de bilheles junio
ao selleiro.
DEPOSITO Di FABRICA
Industria Periiainbocaiia,
RA DO CBESPO N. 9.
A fabrica de sabUo e velas de carnauba, es-
tabelecida na ra do Ilrum, tem estable-
cido um deposito na ra do Crespo n. 9, pa-
ra ah nicamente dar extracto aos seus
productos, proporcionando assim a tnaior
commodidade aos consumidores. As velas
manulacturadas nesta fabrica, olForecem as
vanlagens seguintes : so lejas com a car-
nauba simples purificada pelo meio do va-
por, sao inodoras e bellas na apparencia.
queiniam com igualdele e nao esborram, e
nao lazem niuriao e dflo mais laza mais cla-
ra do que as velas stearinas ou de qualquer
conposicao, e que se vr-ndem no mercado,
l-abncara-se de 6, de 7 e de 10 em libra, ven-
dendo-seemcaixas que contem 192, 224 ou
3^0 velas cada urna pelo preco de 15/.
O sabao he blanco, as materias primas
de que he fabricado sao simples e inofensi-
vas, o ebeiro que deixa na roupa heagrada-
vel; rivalisa com o melhor sabao bespanhol
e he superior ao sabao americano, que se
vende no mercado a 240 rs. a libra.
Vcnde-sc igualmente em caixis de arroba
e a preco de 160 rs. cada libra.
Os incrdulos comprando reconhecerflo
por experiencia a veracidade do que se an-
nuncia.
]\a loja das seis
Vende-se superior agurdente le
Franca (cognac), em duziasde garrafas,
por prpeo coinniodo : na ra di Cruz n.
2l, primeiro andar.
Na sua da Cruz n. 10, casa de llenr. Ilronn &
Coaipanhia, veudem-se barricas com cemciilo.
Na loj
Crespo o
le Antonio l-'rannsco 1'ereiia, na rila do
i. na de Torio iV C-, na prara da Inde-
pendencia u. 39, veudem-se urinaldas de sempre-
uvas, viudas de Taris, com iincripcnes e sem ella, lorio do agente Oliveifil, Illa
para seren colloradas sobre lmalos, catacumbas e | (J !{,.,.;('..
Relogios
de ouro patente
ingle?., cobertos
e descobertos,
SYSTEMA MEDICO
HOLL WAV.
PILULAS IIOLLOWAY.
Este
sepulluras, im cemilerio publico, no da -I de no- |
' vembro, tinados .
lo melhor fabricante ilcm-se por picvos ia/.oaveis, na escrip-
ila Cadeia
<>8, primeiro andar.
VASOS E ESTATUS
\eiidem-se vasos e eslaluas de louca, proprios
para jardim ou catacumbas : Da ra do Amorim ar-
mazem u. 11,
\ eieic-.p ,1,,,. rairo^HS peqiirii,i- para lioi c
cavallos. urna dita grande qoe pega em mais de du-
/.eutas arroba-
quem precisar auuuncie.
Carne do Cear
ein garajaus a 6.000
rs. a arroba
No caes da alfandea armazem de Seralim.
Manual eleitoral
Vende-se o manual eleitoral, conlendo
a le regulamentar das eleices, e os de-
cretos e decisesdogoverno; accrescenta-
do com a Ici das incompatibilidades, lei
dos circuios, com nstrticces novissimas,
por I$000 : nalivraria ns'. (i e 8, da pia-
ra da Innepeiidencia.
Relogios
Na prara da Independencia n. 10, |K
acliam-sea- vendaos novos bilbetes,meios
da lot
cria 25da cata de Correccoda Cr-f
irute
Cortes de
portas
il jLivraiueiiro
casa piulados com sele varas a cinco
patacas, cambraia lisa com oilo varas, corles que dao
le, quedevia correr a 17 do presente, I l'a'a daos e Ires babadoa a tres mil ris, lencos de
esperamos as lisias pelo primeiro naque- i ,.e'rioz/ra"ce'-" lu* , i l i- -, Ja para pescoco de senliora a de/, (uslies lencos de
te <|ue lencos para m.io de senhon com bico largo a de/.
lasles : de ludo se da amostra, levando penlior que
cubra o valor do que se quer trazer.
Vende-se a muito acreditad, taberna, sita no
largo da Ribeira n. I. na casa que faz quiua para a
ra de Sania Rita, a qual pela Im-alid ide onde esta
eslabelecida, torna-se recommendavel a prefenvel a
qualquer uulra : os prelendenles podero dirigi-
rem-sc a mesma onde achaiao com quem tratar.
rao immedialamente pagos (logo pie te-
nbaicos recebido as mesmas listas) confor-
me os nossos annuncios.Sou/.a Jnior.
i'recisa-se de um pequeo para caiteiro de ta.
berna, com pralica ou sem ella ; no Recife, hecco
Lar lo O. I.
SOCIEIUE EM COMANDITA,
Km casa de Saunders Brothers cv (.'.., pra^.a
; do Corpo Santo n. II, ha para vender o se;;uinte:
'Ferro inglez.
Pixe da Suecia.
Alcalrao de carvo.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Dito en trancado igual ao da Baha.
E um completo sortimento de fazendas proprias
para este mercado tudo por preco commodo.
Farinha de mandioca.
Vende-se superior farinha le Santa
Calliarina, em saccasquetem um alquei-
ie (medida vllia; por preco commodo:
no armazem de NovaesA C, na ra da
.Madre de Dcoi n. 12.
A3S500
Veudc-seca 1 de Lishoaul tima man techegada .as-
simi'omopotassadaKassiaverdadsira : na prara
doCorpo Sanio o.II.
TAI XAS PAMA ENGENHO.
Ha fundico de ferro de I). W. Bowmann ua
I ra da Brum, passando o chafariz, omina ha-
| ver um completo sortimerto de taixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
.^,?VI1eSC,0l"'r,f,pequei!0seKral,'les:de,>oro cham-se a venda, por preco comirodo e com
eprala. patente inglez, para bomem esenhora, de ntnmntUS*.___k._J_ .
um oos mellioresfabr.canies de Liverpool, viudos P lnPt,da0: erabarcam-se oucarregam-se emacr-
pelo ultimo paquete ingle/.: em casa de Southall
Mellui ,\ i'.i)iii|',iiilua. ra do Torres n. :t8.
AVISO AS MOCAS.
Hamo, os prateos .., ., Mim pitui^f
1.a de cliegar do R, e aeha a" vmd. m r*a >,
ii. :, l"ja de Domonl. unta rica t variaba nHoiil
de bonitas vatat*. p..lka.. sch^Mi ,uadnll.V.
; ludo novo e do me.....r costo la.be,,, rlilrm ..
. dM an.s. cavalii...s SilUlta M, ,, .,.
assimnio ha uirll., aocaa ..., de ref./ere os aaaa
i repellnos, holn Jo | ara Inng* IihU. c., Iba.
, msicas, que por f.lla de oolr.s. oti.an.~ lor.r l-
: dos os das : agor nao deve luver qant. mii.
mi locar boas msicas he porqw ni. n,^r paZ
com qualquer ciuco tusles so (em ana >a|'M\m
polka para plano.
Vendem-se J ewraxas d# neta dad>, e'l tu-
mo prelo de idade 33 anoo* : na n Ihreila o I
\ eude-se urna arle do fabricar pa'n- e iw
de todas i qualidadrs, e applira-aa a rarcsla ai I.-
das as iin--a-. na ra da AsaaaapfSa) a. 54 : a ir.
lar ua mesiaa esa, das '.I Iracas 4a Miahli .- f,
tarde.
nestimavel especilico, composto in- '
tetramente de hervas medicina*, nao con-
ten mercurio, nem alguma outra substancia
delecterea. Benigno i mais tenra iniancia
e a compleicao mais delicada, he igualmen- I
te prompto e seguro para desarreigar o mal
na riiniph- riu mais robusta ; be inteira-
mente innocente em suas operaces c elTei- '
tos; pois busca e tcinove as doencas de
qualquer especie e grao, por mais antigs el % eDd,_e om *'" tom "'tos de frertaa
tenazesque sejam. | e de vivenda, na Cruz da Maja* : alrataraarsa
Entremilha.es de pessoas curadas ,.om das Tr.ucheiras n. 1*. leja,
este remedio, muilas que ja eslava in as por-: Vendtm-se ( barris prono< ara aari : w
tas da morte, preservando em seu uso con- pa,e" u ',,,,'fo ls-
s^guiramieeobrar a saudee forras, depois afiimilBICWA lili mmnm
de haver tentado intilmente todos os uu- MLLlllilalU fPl W"
tros remedios. MVA
As mais aflictas nSo deven entregar-ser1 BBU.
desesperado; lagam um competente ensaio : v. ,.,...mr,n .., .
dos ellicazes effeitos desta assombrosa inedi- iNA/ DNDICAO DE FKKKO IIO t.NCK-
cina, e prestes recupcrarSo o benelieio da' NHEIRO DAVID W. BOWMAN o K
sauvd.e KUA 1)0 BRLM. PASSANDO *JM
Nao se perca temi em tomar este reme-1 FARIZ
dio para qualquer das seguintes enlcrmida- '
des :
l#!ft$0 o par de
i'e pellica,
Iuv
as
rnuilo novas e muito fresquinlias, ,-lie^adas no ulti-
mo vapor france na ra do Oueimaoo, na bem co-
ndecida loja de miudozas da boa fama n. 33,
Allenco
ro sem despea ao comprador.
Deposito de cal e DOtassa.
Va ra da Cadeia do Recite, loja n. SO, dctronle
da ra da Madre de Dos, cnutinua-se a vender su-
perior cal de Lisboa em pedia, recentemcnle chepa
oa. e polassa russiana nova, de superior qualidade
o prero commodo.

ua ra do
fundadora de fabrica de
1ia<;o e tecidos de algodao.
Os renles da sociedade em comma'ndil, abai*o
firmada, couvidam lodas as pessoas que tomaram
parle uesla empreza, a se reunir em assemblc. ge-
ral, no dia -J8 do correnle, em casa do Sr. Antouio
&^ ESondV -== ^": I! S2^ XpXZZ SZZZZSZ
T'\ 5 '"os serenes, dar o seu parecer edeliberar sobre os
-."OC&Siv.' Vf ti'JVi^^^i'; molos mais convemeules aos Irabalhos prelimina-
res da dita empreza. I'ernambuco l de oulubro
de18j(i.
Amorim, /'aria. Caera (\ C.
Trocam-s
-se olas do Banco do Brasil per moe-
da correnle peala provincia, com descont : na ra
do trapiche n. .0, segundo andar.
O Dr. Joo Honorio Bezerra
de Mcnezes, formado em medici-
na, acha-se esidindo na cidade
do Hin-Formoso, e ahi se ol'erc-
ce as pessoas tamo se quizerem utilisar.
Transferencia.
Aclia-sc mudado do boceo do Capim
para o dr Goncatves, no ituoili', arma,
zem ii. i, o deposito de sabao da iabrica
daviuya de Delphino Con sal ves Pereia,
e continiia-sc a vender a dinheiro a' vis-
ta, as seguintes qualidade* de sabao.
Amarello de I qualidade 100 a lib.
" 2 .
Cinzento..... 70 a >.
Hospital Portu-
gus de Benefi-
cencia.
I'recisa-se de um serveule nesle cslabelecimenlo,
o qual lem o ordenado de 15J(HK) por roez, casa e
comida, prefere-se o que liver melliores ahona-
Ses : a Iralar com o pruvedor.
O bacharel A. R. de torres Baudeira, profes-
sor calhedralico de liugua franeeza no (ijmnasio
desta provincia, lem resulvido abrir do primeiro de
novembro em diaole om novo curso desta mesma
lingua e da iosleza, e hem assim de rhetorica, Eeo-
graphia e philosopbia : qoem de seu presumo se
quizar utilisar podo procura-lo na casa de sua resi-
dencia, na ra Nova n. ->:\, segundo andar.
Candida Balbina da Paixao Rocha,
antiga professora particular de primei-
ras letras ecostura do bairro do Kecife,
ra do Vigario, tem transferido sua aula
cstrangeira deseja-se alugar um para a rita do Kangel n. !), onde conti-
rtZprKroaTdar116"9* OetJO magisterio, ensinan-
O kvm. Si. Jou(|iiim Jos de laria,' .tlldo luan, M Pa,,e da educacSo
:
mmm de segiros iariti-
HOS E TERRESTRES.
CAPITAL l,000:000.s000.
A compaohia lain sua acencia uo escriptorio de
viuva Amorim & l'ilbo, ra da Cruz n. i, onde
aceita todas as propostas de seguros de riscos a for-
tuna do mar.
Precisa-se alogar seis pretos para armazem de
assuear : qoem liver c quizer alugar, dirija-se a ra
da Apollo, armazem o. 10, que encontrar com
quem tratar.
: J. JANE, DENTISTA.
% contina a residir na ra Nova u. 19, primei- A
% ro andar.
l'ara ama casa de pequea familia na Pastasen
da Magdalena, e que cousla unicameule de duas pes-
soas, se precisa de urna criada parda ou prela, forra
ou captiva : dirija-se a roa de Apollo, armazem de
assuear n. 18, para Iralar.
Por detraz da rua| do Iracondas, loja do so-
brado que lica defroule do eslaleiro, onde se esta'
lazando um brigue, cozinha-se para fra com lodo
aceio, e lambem se lava cengomma : ludo por pro-
co commodo.
Para familia
prelo fiel da bous costuines para o serviro de casa
na ra do trapiche n. 16, primeiro andar".
PECUINCIIA.
\ endeaa-se sapales de lustre a :>0(>0 :
Livrameulo, loja de calcado n. 33.
Cemento .
Vende-se cemcnlo uovo, em barricas a meias bar-
ricas, a a relalho, por prero muito em coala : ua ra
da Ladcia da Sanio Antonio u. 17.
i\a loja das seis
portas.
Em frente do Lien miento.
Manguitos bordados com recorte a dea tusles, ca-
misas para senhora bordadas a dous mil reis, colla-
nnlios para senliora a palaca, e bordados a dez tus-
lues, camisas de cambraia a cinco patacas, aveutaet
para meninas a de/, tusles, lil prelo para emisus
eenfeilesde senlioras a qualro palaca a vara, fil
de Hnlio lisj e bordado, e outras muil;,s fazendas de
algodao, da linbo e seda, por procos que agradan) ao
compiador.
II EVAMELIIO m TKI-
ilfH
He a deleza mais completa da Keligio
Catholica, Apostlica Romana, contra lo-
dos os ataques da impiedade : edicto ra-
ra, ja boje extincta em Lisboa : 8 volu-
mes in 8, por sOOO reis. Vende-se na
casa de livros de Antonio Dotningue, na
ra do Crespo.
~ Vendera-st loalhase lenjos de lahvrinllio, di-
los bordados, bicos e rendas largos o eslreitos, por
presea commodos: na ra de Apollo n. 1-2.
Chapeos do Chy-
li verdadeiros.
Vende-se em casa de S P. Johnslon & C,
ra da Senzala-?vova n. 42, sallins ingleses, chi-
cotes de carro a de monlaria, candieires e casticaes
bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
| U n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
A ra do Oueiinado ... 33 A. loja de faz.ndasa 6o da vela, chumbo da munico, arreiospara car-
pe da boa lama, cliegaram ltimamente lindas seda8 ro. lonas inolar
de quadros, das mais modernas que ha no mercado
Helogios
( obei tores de laa liespa
oboes muito e
dos e grandes.
Vendem-se na ra doCrespoJoja da es
volla para a ra da Cadeia.
iicorpa
P
Vendem-se chapeos linos da verdades*
ra palbinha do Cliyli, por prero commo-
do : na rita da Cruz n. 2t
andar.
primeiro
que morn ou mora na Boa-Viagem,
lem urna carta na livraria ns. lie 8, da
praca da Independencia.
RETRATOS A DAGUERREO-
TYPO.
primaria de urna senliora ; assim como
nao duvida receber pensionistas e
pensionistas, por piceos razoaveis.
Ra da Cruz
&om*pr*$.
Comprase um jogo de mallas de pregara em
bom uso, e por preco commodo : quem liver an-
N. 12 AIEKKO DA BOA-VISTA N. 12 ""cie.-
,\ i v.ompram-se os secuinles livroi a aflua Hr>.
Oabaio assignado tem a dislincla honra de tei- ciean.de Moraes qo.rla edicro Misler
onlificar ao respeilavel publico desla cidade, que vo : na loja da roa do Crespo n'. lil
acaba do mudar o seu cslabelecimenlo por ralla de Compram-se dez milheiros de al
rouimodo da casa do Sr. A. Slahl da ro. Nova para sa de boa marra : na Prar da li J.
o aterro da Bo.-Visla n. 12, e vai continuar a tirar M e 21.
retractos Jo ultimo gosto, pelos preros os mais com- r-
modos>-Joao B. Thoma. ~ Compram-se apohees da Idivida provincial,
Precis-se fallar com os senbores I rancitco "a 'ua das 1'lores n. 37 |, andar.
>anclio|do Amarol, Irancisro Joaquim l'ereira Bar- Compram-se peonas de abe.lruz
rozo, rancisco Marlins \ ieira Pacheco, Jota Irn- escriptorio d. ra da Cruz do Recife u
risco terrena, Joao Nicolao Gome-da Molla e Joao "dr.
Huela da Silva Borges: na ra do Qaeuoado loia a^
' AtietiCrio.
i.7V!U8a',e ',m.a "" COm commodo' Pa na- I'recisa-se comprar um negro, oo ue-ra cozinhei
de familia, por Testa ou por aneo, muito fresca, com ra : na ra Direa u 76 cozanei-
cocbeira para carro, estribara muito boa e perto do rnn>n.... i .
hanbo.oaCapunga nova, ruadas Pcrnambucan.s : ^^SSTSlJSL!^. lle."i.a ~ ~*
ros do Po-
>enana gros-
pendencia, loja
ni eiiia : no
>!, primeiro
Veiid.ro-sepiaiiosverliraesinEleze-, deeleganles
modelloseexcellcnlesvozes, fabricados por um do
maisacredilodosaulores,preir,iado na esposicode
Londres: nourmazem de Kostron RookarA Com-
panhia.prarado Corpo Santo.
Moinhos de vento
com bombas derepuiopara regar horlasebai-
iaderapim:na fundicaode l). W. Bowman
na roa do Brum ns. 6, 8 e 10.
Attenco.
Na ra do Crespo
Esquina a \oltar
Para a rua da Cadeia
Milito ha cjue admirar.
. Vendem-se colcbas brancas adamascadas ,.->0O0
cada urna, panoioho prelo e de cor a IJOocovado,
corles de calca de casemira de cor a 15 e SS, dilos de
casemira preta enfeslada a 19600, ditos de dita fran-
eeza superior a 69300, dilos moilo superiores a 8>,
dilos de brim amarello e pardo de puro linho "a
1)608, dilos escures de quadros a 1/40, dilos de
ganga ainsrella a IjajO, corles de cassa chila com 7
varas a 1*.>09, cobertores escuros e broncos a 800 rs.,
riscado escuro largo e muilo encorpado a 160. ca-
yado, laazinha de quadros propria para vestidos a
40 o covado.e outras muilas fazeodas por prero
commodos.
a IralaV mTsTuSB ila'rqTa, ^ d"f XiZttXST' ""*. ****
uiuo, por precfl commodo. de "0 se oH,i p"r- : "' "va o. i.
. Compram-se garrafas vasias: ua fabrica de e-
fraspassa-se na cidade de Lisboa, em om dos| Pintos, na rua Direita n. t7, e pagam-se bem.
Vende-se vinho de Bordeau.\, (jualida-
dc superior.
Champagne.
Por precos corr.modos.
l'M VESTIDO POR 2$000.
^ovo c completo sortimento de cirtes de vestido
noin c'",a de dl""les padies, cores litas, palo di-
minuto preco da 2f cada corle : na loja de 5 porlas,
na rua do Queimadu n. 10.
Era casa de llenr. Brunn Companhia, na
rua da Cruz u. 10, vende-se cognac em caixinliasde
duza.
Na cocheira dos mnibus, vende-se milito novo
por mdico prero.
Veude-se um prelo crioolo de -l't a -Jt anuos de
idade, bonita fisura, bom padeiro.sara acbaque, bem
relorrado : na rua da Cruz u. 28.
Vrndem-se peines dedi\ersas modas, de lar-
laruga, abertos e lisos, lambem de marr.fas, e fazem-
e atacadores para meuina, nnim :.., lambem
quaesquer obras desle geuero : uo paleo do Carino,
loja do sobrado da esquina que volla para a rua das
Irincheiras u. -2.
\. eude-se urna escrava crioula quem a pre-
tender dirija-se ao pateo da l'euha, casa n. 8, que
adiara com quem Iralar.
\ eudeui-se canaslras pequcuas com batatas
muito nova, por prefb commodo : no armazem do
caes da alfandega n. J, de Paula Lopes.
Veude-se cha" prelo de superior qualidade,
ehesado ullimameute da America : no escriptorio de
lleorv l'orsler tv C, rua do Trapiche .Novo u. 8.
para 18290, assi.T. rumo srosdeuaple e vello u, prelo,
e pannos de Hiversas qualidades, e muilas mais fa-
zendas, por prersojque se uao enconlram em oulras
lo/as.
de patente
ngiezesdeouro, desabnete edevidro :
vendem-sca jiteeorazoavel,em casa de
AugustoC. de Abren, na rita da Cadeia
do Kecife,armazem n. .16.
Fazendas boas e baratas.
-Na ioja do barateiroda rua da Cadeia do Recito
n. "K), defroule da rua da Madre de Ueos, acharao o-
freguezes bom sorlimeulo de fazendas de boas qua-
lidades, que a dinlieiro a' visla se vendem porbara-
tusimo prero, tanto em atacado como a relalbo. ha-
vendo eulrr rnuilo variedade boas chitas de cores li-
tas de diversos padrees, o covado a tW), 180 t 200, e
a peca (i?, 69500, ONvOU e 75, corles de cassa de co-
rea bonitos padres.quc u3o desbolam, com 7 varas,
gelo diminuto preco de ljo'00, riscados e chilas lar-
das franenzas modernas, o covado a 240, 280, 300,
320 e 100, cas.as francezas de cores a 560 a vara,
ditas em cortes de 12 e 13 varas moilo linas com
fazenda para vestidos para follio, desenhosdirtereu-
tes, peto bal ato preco de Ha, curies de andelina de
seda cor de rosa e azul com tazeuda para refago e
folho a ISSe I o, corles de sedas escocezas largas de
bolillos goslosa 289, grosdenaple prelo superior pa-
ra vestido a 23 e 25200 o covado, chales de merino
lino sem borra com franja de relroz a 52)00, dilos de
chaly rom barra asselmade a o>>00,!dilos de merino
bordados de cores a 83, ditos muito linos bordados de
s cora 98, e alem destas oulras muilas fazeo-
das, que como cima tica dilo, se vendem baratas;
dao-se amostras, e aloja esl aberla de noite.
_ ^ eodc-se o sitio comcasa de sobradodo falle-
cido George kenworlhy, nologar.de S.Jos do Mao-
goinho, com arvoredosde t'ruelo e mais bemfeitorias
que nelle se acbain. sendo as Ierras do referido sitio
proprias: querri~o pretender procoreem casa de Sa-
muel P. Jolioslon \ Companhia .rua da Senzala No-
va n. 12.
AGENCIA
Da fundico Low-Moor, rua daSenzala-No-
va n. 42.
Nesieestabelecimentoeonlina ahaver usa com-
pleto sortimento da inoendas a meias moendas
para engenho, machinas de vapor e taixas da
ferro batido e coado de todos os tamanhos para
dito.
Len$os de cain-
hi'aia de linho
A 320, 400, 500, e 640
cada um.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da .esquina que
volla para a roa da Cadeia.
LABVRttVTHOS.
\eudem-selenrose loalbas de labvrinlho. assen-
lado em lina cambraia de linho : ua roa da Cruz u.
31, primeiro andar.
Atteitcaoao burateiro.
Na loja do haraleiro, na roa da Caaeia do Recife
n. ,0, defroule da rua da Madre de Dos, ha para
vender alem de mullas la/endas que era porro e a
retalhose vendem por baratos preco, hamburgo ou I atraz do arsenal de marinha
brim liso fino de puio linbo proprio para cakas, loa- DEPOSITO HK MAfilIVW
Ihas. ceroulas e lenroes, em peras de 20 varos a (...ir;.i..... .u. .. f '
IIS600 e l(, dito mais eheio de bo. qualidade, pe- 00??!f,,,?M?d,l Mu CStahelecimentu.
ras de 30 varas a 12-3 c 133500, panno de linho lino
a 6i0 a vara ou .83 a peca de 12 l|2 varas, estndo-
se a acabar, panno dr linho lino para lenroes com 2 os. "Tiellioramentos (algODS delles novos e
varas de largura a 33400 a vara, corles d'c brim de originaes; guea experiencia de muilos antios
I11.I10 de cores para caira padn.es novos a 3?200, tem mostrado a uecessiilade. Machinas de
dilos de li.slao de corse brancos para rolletes a 800 vapor de baixa e alta DressSo. taixas de lo-
.!.3,casem,r,prelahna,23. 230.M, e 330OO u co- ,i0 tamanho. tanto batidas crio l^das,
carros de niao e ditos para condu/.ir l/innas
de assuear, machinas para moer mandioca,
prensas para dito, lomos de Ierro batido pa-
ro, lonas inglezas.
Accidentes epilpticos
Alporcas.
Ani polas.
Areias mal de
Aslhma.
Clicas.
Convulsoos.
Uubilidade
nuac/io.
Ucbilidade ou falta de
loicas para ijual-
quer cousa.
Ilesinteria.
Dor de garganta.
de barriga.
~ nos rins.
Dureza no veulre.
Lnlermidades no ven-
tre
Enfermidades no liga-
do.
Ditas venreas.
F.uxaqueca.
Herysipcla.
I'ebres biliosa.
ebres intermitientes
Kebrelo da especie,
tlotla.
Hemorrboidss.
Ilydropisia.
Ictericia.
Inili^cslOes.
ou evte- IjillaiDipacoen.,
Irregu la ri ua des
niensliuacao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
.Mal de pedra.
Manchas 11,. culis.
Obslrucfo do venlie.
Hhlisica ou consump-
cao pulmonar.
Releii^ao do ouniia.
Kheuiiialisino.
Symptomas secunda-
rios.
Tumores.
I ico doloroso.
Cceras.
Venreo mal.
Vendcm-se eslas pillas no estabelecuneii-l
to geral de Londres n, 4t. Strand, e na
loja de todos os boticarios, droguistas e ou-
|ras pessoas encarregadas de sua veuda em
toda a America do Sul, llavana e llespanha.
Vendem se as bocelinhas a80rs.
mi
cpli
ha sempre om grande oruaseulo do -eiaiale- 4.
jeclos de nierliaqsmos proprios para Bk#tibo-.a -
I bar : moendase meias moendas da aui> n.idm,
1 conslrurrao ; taitas do ferro f.ndido e batid. J.
i superior qualidade e da lodosos lama.bos 1 reala.
dentados para agua ou animaos, de lodas as I rio ir
roes; crivose boceas de fornalhaa r rus ira. de k*
Ciro, aguilliies.brouzcs.parafusa e rj>ilbns,mM-
uhos de mandioca, etc. ale
NA MESMA FINDICAO
da ] se eiecDtam I odas as encomme.das rw a -per>
ridade ja rouliecida ecom devidaptesteu* rn
modidade em prero.
XAROPE
IM>
BOSQUE
1
I 01 transferido o deposito dclr tarap para a I- -
) tica de Josc da Cruz Santos, .a rua Nava a. .V,
garrafas 59500. o meias :19000. Masa lats. l*a
aquelle qac n.-io for vendido nesle depaaila.aata
que se faz o presente avisa.
IMPRTAME IMR\ 0 n BLIllll.
Para cura de phtvsieaea "'----------g- lilam
es aros, quer motivada por eoasliparac*, taaea,
aslhma, plcariz.escarro da saaga., ar a>aaa'
t;ada Ilil tuna dcllas conten uia iutrocctjo em por- jronch'-"' **? "ai, a (su
logue* para explicar o modo de'se usar des- dos<"<"' Pu'.-are..
tas pillas. HE MI TI O KARATO.
O deposito geral lie cm casa do Sr. Som i Chales de oieiin-i de lindas r-ores com n-
imaceutico. na roa d CrU/. n. 22, cm cas palmas bordadas a matiz pelo diminuto
Pcrnambuco.
A loja da boa
fama
Vende muito barato :
! preco de 81 ; na rua do Qucimado n. 22 na
1 loja da Boa Fe, dctronle da loja da Roe
lama.
A verdadeira gcacba ingleza 11. 91.
I cm harnea* de 15 duzJas de lotes: cm cm-
sa de Jam* Ci-ahtree A C, ma ilaCm/
11. s.
Kicos peales de lartaroga para alar cabello
Lencinhos de retroz de lodas as cores
1 oucas de laa para senlioras c meninas
Camisas de meta para eriaaras
Meias de sed prela para senhora
Ricas caitas para guardar jolas
Ricos eslojos para costura 21)500 e
Iravessas de tartaruga para cabello
Hilas da verdadeiro bfalo
Kicos leques com plomas e espelho 23 a
Peules de blalo para tirar piolbos
Ricas bonecaa francezas bem vertidas IJ280 e
Resmas de papel de peso muili.-imu bom
Dilo mais inferior pooca cousa
Dilo almaro moilo bom
Ouadernos do papel pannete inuilo lino
rozas rio pej-a de iC Meado laura
:>li* niuilo btifS sem ser >bico de laura
[ Duzia de lapis muito linos
Dilos para deseuho muito hons
Bandejas muilo linas a 3-3,1> e
1 leu I o. de armaro de aro
I.nelos com armarao dourada
Hilas com armario de tartaruga
Ditas com armarao de bfalo
Ricos chicotes para cavallo
Ricas grvalas de seda
Atacadores de cornalina para casaca
Penles muilo linos para suissas
Vendcm-se missaes romanos: naiiu
' 800! ^ l'-neantamcnlo 11. 7b A, c na rua das
001 Irincheiras n. .', loja de cncadcrrMraaj
JOO
Vende-sc um c\cellrnlc can-o dr
ipialio nnas rom urna da inclhores ju-
relhas que aipii lia : na 01 iM-ira do Ir.
AdolplioBouijjois, rita Novan. 61.
Vendo-so um berro de amarell. a> baaa esta-
do e com rorlinado- : na rua da Raorel a. II, ari-
Lt
de
ho-
ivas de pellica muito novas para
mem esenhora, o par a 1S80
na rua do Oaeimado na bem conhecida lojo da uiiu-
dezas da boa fama n. 33.
MMMtN
Na rua Nova n. 22, loja do reloioeiroT?-.
.... lia para vender bico de hlond de se- S
-J coola.
2?0INI
800
3mm
:i30
t.MOO
:te.")0li
."jOO
ISJHM
eaooo
:te"*o
35200
*
.VIO
320
XINJ
>3000
800
13000
meiro andar.
AttPnyao.
mloaa jo rbapaaa
iMdiiai. dilaa aV
ar-sc, IWn rraa-
*m
,<'-,-.*
?@
m
&
Vende-se urna partida de Ierra, coberlas d
mallas de muilo boas roadeiras, e oplima de plan
lacoes: a tratar no Manauinhu. sitio que volla par
os Affliclos, de Ignacio /francisco de Albuqocrque
Hallo.
A 3/J300 a du/.ia.
Lencos de cambraia de linho para algibeira
rua do Crespo, loja de Adriano tv. Castro n. Iti.
Escovas muilo linas para cabello
Capachos pintados comprulos e redolidos 700 e
Canelas de aro para penuas de ac
Escuvas linas para uuhas 320, liOO e
Ditas muito iia.s para roupa I e
Pniceis linos para barba
Duzia de lacas e garlos linos
Hilas cabo de balance muilo linas
Diltscabo de marlim muilo boas
Camisas de meia muito linas
Ricas aboloaduras para cohete OO e
bitas para palitos 500 e
Eslojos de navalhas lina- para lar lia
Espelhos para parede, 300, 6go
Caltas linissimas para rape
Ollas redondas de tartaruga'
Papel de cores em 1|1 de resma
Peales de tartaruga para n.arrala
Ditos para alar cabello imilaudo a tartaruga
l.uvas brancas o de cures para montana
Tpeles para Linternas, o par
c outras muitissimas cousas, que so ua bem conheci-
da loja de miudezas da boa lama se enconlram e|se
vende muilo barato : na rua do Uunmado n. 33.
\inlio do Porto, superior chamico.
Em caitas de 2 duzas e em barris de oilavo, re-
cenlemenle chegadopelojbrigue Trotador ; vende-
os nicamente no armazem de Barroca A Castro, ua
rua da Cadeia do Recife 11. 4.
No Ierro da Boa-Vieta _
ele seda para senhora da lo.).
pal ha enfeilados, dilos pal
rezas, ditas de laranja. aajMa. .oeatnm Ihk
da India, dilos adamascados, dilaa da amasia-- barda-'
dos, dilos com lislrase ditas liaos. Til bruce bar
dado e liso, dilo prelo de salpico., baca de hiata
braiicu largo o eslreiln, dilo da liado largo e streito
1 ,le. filas de seda e de toda, aa
300 qoihdades. ditas de e-cocez. dilas de rhimalaU
soo pulreirat de cor.l moaladat a aarprale, dila. dacaV-
nalina montadas e- ouro da lei, ditas de asar. ai>
parelhos de ouro, dilos do mosaico, maal. 4, ^Zt
trancas de lodas a. qualidades, de aada, (.aras de
cambraia de linho bordados, Sao*, turbantes a ra-
Iroz dourado o praleado com aljofares, crep de -
da de todas as cores. ^^
- Veadem-M 200 vara, de Ufada viada de Lis-
boa : a Iralar na raa da Cadeia Vetea a. I.
-- No paleo da Carato a. 2, aaade-sa tira sal. 1
lesilima p.ra larr.irm rranciacaae*, c
rame para os seohares relinadore. e

13000
:10o
.300
(40
800
120
610
13300
.300
34000
tiCOOO
108000
13200
600
600
000
ijtaio
23500
6MW
720
I3O0
2HMI
SOO
13800
^OWOOaf fcfi*|1*.
bairros mais dislinclos por seu aceio, e oulras cir-', Comprase ctTeelivameiite.ialao.'broiize e cobre
euiuslancias, urna casa com excelleule vista do mar, vellio : no deposito da fundirau da Aurora, na ru-
0 etcellenle etposirao ao uasrenle, prxima dos'''o llrom, logo na entrada n. 28,c na mesma funda
Iheatros e dos passeios, com mobilia do melhor aos- '.""0' eni Sanio Amaro.
to esolida, e em ludo propria para ama familia, ou
pessoa rica, habituada a um cerlo Iralamcnlo : a
queiu convier dirija-se ao Sr. Antonio Lopes de Mi-
randa, em Lisboa, rua dos Relrozeiros o. 13 A.
Deseju-sc saber anude etislem Manoel (iomes
v ieira c Uelphioo t;0ines Vieira, nalunes de Portu-
gal, a negocio de seu iolerasse : uo aterro da lloa-
> VMa a. 34.
1 .~Lf"!"*,u de um homem que tenha pralica de
"iulaos -l",,; rnif "uvi',a ai,r-",9U'" '" 'pierdo, pelo barato prero
oso, comanlo qae prove a sua capacidade: "
C. STARR & COMPANHIA
re.speitnsamcnle annunciam que no seu ex-
tenso esubelecimentoem Santo Aiuaro, coii-
tuniiam a labricar com a maior perTeicao e
piomptidao, toda a qualidade de machinis-
mo para o uso da agricultura, navegado e
manuluctura, e que para maior commodo
de seus numerosos fregue7es e do publico
cm geral, tem aborto cm um dos grandes
s do Sr. Mesquita na rua do Brum,
Na luja da boa f
vende-se o mais barato qoe he possivel :
chales lisos de merino muito lino com Irn-,
jas de1 seda a 5/000, dilos dito lisos de listas I bravata Castro Monieiro.
de seda a 4#, lencos de cambraia muito fina
com bico de linho a 1320o, ditos de cambra
No da 18 do correnle pelas mo horas da
ruanbaa fugio um negro, por no me Antoaio, ..
qual he do naco com os signaos sgateles : ra
fuia, pouca barba, puxa do quario direilo, os pe>
apalhelads. e no pe do lado direilo tam rljeen
costuras imitando calor da friiln lerna leaiiVi lab,
azul de riscado, camisa azal, chapeo da palba :
este negro lem um 11 mi qoe be cortador da e*ntc
nos aeougues da freftuezia de Sanio Antonio, sssto
osle o seductor daquelle, segundo o que se lew sab.-
do. foiescraro do Sr. acadmico Aaleaio sVafari<>
Freir ds Carvalho, morador atraz da matriz da
Boa-Vista, lendo indo cora o mesmo
de Agua-Prela, talvcx tomasse sta estrada
tanto pede-se a lodas autoridades oada ou,
for encontrado, eaoscapitaes decampo bajam de
apprebender, ou levarao seu legitimo senhor abano
assignado na rua larga do Rosario n. 48, as ge-
nerosa Tiente paga .1 quem o trou\er.___i ora asea da
f"
Al I i acharao os comprodores um completo
sortime.ito de moendas de caima, com todos
Pechincha.
Fundas (raucezas do I
no aterro da Boa-Villa n. 46.
Sao precisos na Itporraphja de Sinlos A Com-
paebla Ir olliciaes habis de composirrto.
iiai;a da Independencia,
loja n. -1-0.
Paia evilar inconvenientes que resaliera da venda
do bilhetes de lotera liado, se ha resulvido vender os
mesmos billieles someule a dinheiro avisto, na sa-
pradila loja.
Precisa-se alugar um prelo na rua da (iuia
I'recisa-se de um rapaz para legando caiveiro
de Imb de lazoadas quei .c julgar habililadu an-
nuncie por eala follia para ,er procurado, nao se
dlia a ordenado.
OITerece-.e um rapaz porluguez que escreve
sonrivei, com pralica de escriplurarao para raiteiro
M escnplorin, rua ou leja, de que tamhemjteiii pra-
lica : ado di 1 cito cs-
ele IsOO rs.
lo Rosario n.
cada tuna : na rua lari
~>o, loja de mitide/.as.
Vende-se a (aberna da rua da Cadeia de San-
io Anlonio 11. 26 : a Iralar na mesma.
RAP DE LISBOA.
Vende-se rap fresco de Lisboa elieuado agen de
encommenda : na Prara da Independencia loja
11. 3.
Aterro da Boa-Vista n.fiO,
nova loja de (ama &
SILVA.
ivesla loja veudem-se por menos prero do que em
qualquer oulra parte, as seguimos la/endas: asseve-
rando-se que san das ltimamente chegadas ao mer-
cado. Corles de fusl.io acolchoado, e hrins do linho
puro para cairas, rada um 23300, superiores brela-
ja-se a rTa dodrn^lT 10 qZer Ul"iar' rt," "B In,,' ""33 ""^ it vara por 33:,00.me-
_ rmaV IT I P00""' Para vestidos, e outras muilas Tazendas li-
... um ranlle": XtJSZ S Pa" *r"ar' l'r'o'cam""'^ ,^' '"" "^ '"*"
Brayos /tfomiio *>- Goin-
panhia.
Veudem-se ua rua do l.lueiuiado, loja de Ierra .em
u. 32, bracos de Komao de diversos tamanlios, iui-
lo proprios para bslcu: veudem-se muilo barato pa-
ra acabar.
Vendein-.e charulos de fumo da llavana, rei-
los 110 Rio de Janeiro, chegados no 'llimo vapor, a
r-000 rs. o ceulo : na rua da Cruz 11. 32, primeiro
andar.
COBRE DE FORMO.
\ende-se ua loja da rua da Cadeia do Uecife II.
01, ou nos I ululo- da mesma loja. no caes de Apollo,
cobre de lorio de l!S e 20 uaras, e bem como telhas
de vidro. por pracoa commodos.
l'AKA OSSAPATEIKOS.
\ ende-se bezerro Irancez mullo uovo o de supe-
rior qualidade a 2'iSKX) a duzia ; na rua Nova u. I,
quina das Triacbeiras.
Veude-se urna muala de Idade 16 aunos, cose,
engomma e coznha, gorda e robusla : ua rua da Ca-
deia do Kecile n. 17.
MUTA ATTENCAO.
veudem-se inanlmhas de se,ia para pescoro de
senhora e meninas, muilo baratas : ua loja de" M.
lerreira de S, na rua da Cadeia de Kecife, enrama
que trulla para a Madre de Dos.
Livros que se vendem na loja de Joao I rau-
cisco semiond, no aterra di Boa-VisU u. 12 : lle-
rama de llarbad.10. drama cnginal porluguez, D.
.Manuel de Azcvedu, drama evlrahislonco em 2
parles e quadros, o Seductor e o amanle. o Tribu-
to das Cem Doasellai por Mande) Leal Jnior, as
Ires l.idra do Amor pelo mesmo, Alzira ou os A-
meriranos por Vollaire, Thealro Cmico, i lindos
voliimes em K., Heperloire du Ihe.lre Rraarois, ',
vols. mi H. robes, Arnaull, Ibeatre 3 beaut" vols.
relies, Thaalre do Favarl 3 beaut vols. em S. re-
li', todas eslas obras se vendem pelos preros os
mais commodos.
vado, panuo azul grnsso a l?800 o covado, panno
Uno prelo o azul de boas qualidades a 33300, 13000,
300, 03 a 63, camisas francezas brancas a 13760
cada urna, e 203 a du/ia, ditas muilo finas com pel-
lo! c collariuhos decores c brancos a23500 00 a 303
a dnzia,madapoln lino para camisas a 4,3600,.1-3 e
53600 a pera,e mais baitopara 3.3200, 3-3500. 33600
3.3SOO e 13. esgoiio bom para pellos a 1-340(1, e mui-
lo lino a I3S00 e 23 a vara, e a pera por 15-3, I83 e
309, peilos para camisa branros e de cores com pu-
ntaos e collarinhos, por barato prego, assim como
oulros Bailes objeclos ioispensaveis.
COM PEQUEO TOQUE DE
AYARIA,
de .iradapolao lino.
em-se na ru
volla 1
I brancos com barra de cor a 240 rs., maulas
de seda para grvala a 1-3, peitos para cami-
sas, brancos e de cores a 4oo rs., lil de li-
nho bordado a 13280 a vara, dito de dito liso
a 880 rs., camisas de riscado linas e muilo
bem feitasa l/SOO, alpaca de seda de nsaitue
bonitos padioes para vestidos a OM) rs o co-
vado, luvasde.seda para lioiuem e sonhoia a
l/o par, ditas de pellica para senhora a I/,
ditas de lio de Escocia para homem a 400, di-
tas de dilo para meninos a 320 rs., meias
pretas de sede para senhora a 2>o par, ditas
ditas de laia para padre a I96OO, ditas bran-
cas muito iuas para senhora a 2i0 e 320 ra.,
ditas pretas de algodao para senhora a 40ors.
ditas de algodao cru para homem a 200 rs.
Do engenho Cajabowiiiaha, sita na
do Cabo, rugi na noile de 15 para lli da
um casal de esrravos seguales : Jear, de r
idade de 33 a 10 anuos, bailo, rom falla de
e o dedo grande do pe lorio para dentro
la, crioula, de idade de 35 aunes, peaee matsea
nos baita, seceo, rosto descamada, rom falla de 4
les, he cocha da perua direila: quem os pecar le,
ao mesmo engenho. ou neslo cidade 10 palea da I
mu n. 17, que sera seoerasaiaaala
re cas
\ endem.se na rua do Crespo, loja di esquina que
iari a rua da Csdela.
ra farinha, arados de Ierro da mais appro'va- i alem rtBtn"ma '- "t.'Z'Zt------------" """' '/' '
da conslruccfio, fundos para a lambi oes Imlh"^ fazendas que se vendem
^,^is~B !e5-5-asr *"-*-
todas as cncommeiidas, etc., etc., que os ati-
nuncianlcs contando aom a capacidade de
suas ollicinas e niachinismo, c pericia de
sctisclliciaes, se comprme llcm a lazer exe-
cutarcom a maior presteza eperfeiciio. e
exacta conlorinidade cornos modellosou dj-
sciui-s, c ins'.rucroes que Ihe teretn rom-
enlos.
I-11-10 da bordo da escana aarioul .Liado-,
esrravo marinheiro I miao, em orraw*. de saa sa-
lude p.ra o Ido de Janeiro no da 2S ae mee pana-
do, com os signaes secuinles : idade 22 aaee.. p.an
mais ou menos, cor reinita, aliara regalar, sem falla
de denles, prs erando*, erioal, aanz chala, casi,
muilo de nr-se ; levou camisa e calca de alged*.
azul e bonel de marinheiro ; quem o pegar leve-* a
rua do \ igario o. 5, que raeebera' 1110? da srelil.-
raeaa.
.lu.i
aqi
AO BARATO.
Aa rua Nova loja 11. 8 do Josc
More ra.
\eudem-se lavas de pellica para homem o senhora
das mais Irescas e novas que ha uo mercado, pelo
baratissimo prero de 19280 o par.
CAL E POTASSA
\ende-sc polassa Ja Rusta c americana, cliecada
nesle-- lias e de
logo.
. palco do Collegio 11. 2 ; as Cinco
uperior qualidade ; cal de Lisboa I da quiua confronte a matriz nova
da mais nova que ha no mercado : nos
tos na rua de Apollo n. 1 .(, e 2 lt.
liilielcs de visita,
r.ravam-se e imprimem-se rom perreii ai. bilhate.
de visita, lellras de commercio c lodos os'obieclos da
arle calisrapluea, reglslros, viuhelase quaesquar de- fm
senhos, abrem-se tirinas, ineles, lauto a lalho doce **
como em relevo, oniamenlos em objeclos de ouro e
prata, loaom-s. riscos lindos e originaes para horda- -r^
doidelahvnilho; adinilte.se a recusa de quaes-
quer desles objeclos no caso de nao firarem a conten-
lo das pessoas que os eiicoinnieniarcn ; qqem nre-i T VIMTAI _rl Mili Alan i- I
leader dirija-se a qualquer desles luga.es -no hii.ro 260AW'&taltdeada
do Kecife, rua da .Madre de Dos o. 32, primeiro
andar; ein1 Sanio Antonio, na livraria cl.issica do
I ogio lioulem as 7 horas da Baila esetav.
mualo, de nomo 1 homar, alio, refarrade da cata,
com marcas de betigas, peraa areasas e aellas mar-
cas de nrarizes as caadlas, falla cem masa man
ndao ; levou camisa de panno atal arome ueerneei-
v -1 ii- 1 ourello branco nos hombreiras e i.iU.
\endem-sc sellinscom nurleno, | aben, na frente em f..,m. de palil.. m, WiT;
alent inglez e da melhor qualida- natural da l'arahiba. e foi esrravo dn Sr. t jrt,,.
O que lem vindo a este mercado : 'ael1'" qoe o houve por heranra de sea sacre Je-
J ia-.msnii ll.; Uosquim de Souza daquella nriade, *-j rnmoilS
""ir pe|0 ab.ito a-signadoV. Sr. IIda.,. deTCv*.
\a-roncell.'s Jnior, morador na eagenbo lar^
Ireguezia do l'il.r da dita proviaria : sjaem a aliai
leve-o eras da Concordia a Pedra Aaleaio leiieir.
mimaraes, qae sera" aeiierosamenlc .raiihr*.|.
Kecife 1. de oulubro do 1856.
Pedro Anloaio leiteira lia
110 armazem
vfc C, rua doTrapich
42.
Seguros contra
logiooescravo l'edro. nacao l>u, idade Mi
anuos, .lio, bonita liSura. fulla mal. pesleaceale a*
: casal do fallecido pai do .-.ununr.ai.lr. rara exr.v .
, lu visto no M..iilei,o e Apipecas^ :ralifira-e a
,.|uen. o a|.prehendei e levar a rao de atar*.*,
I ugi.i
l'ontas, sobrado (]
Pai
seusdeposi-
TOAiMIAS P\R\ ROSTO
o mesa de puro liuhu ; vendem- loja da esiiuina, que volla para a rua da Cadeia. '
Cal de Lisboa e potassa.
Na rua do Trapiche arma/cus ns. !l e
II, vender superior polassa da Rusxia
c americana, cal virgem de Lisboa, da
mais nova que ha uo mercado.
lina Nova u. IX loja de II. A. Caj C.'con-
inua sempre a ler uro grande mrlimeulo de obra,
fe.las de alfaiale, lauto superior, como mais Mile-
nio, camisas francezas, brancas e de ...res, Cl-
valas, rola.ii.hos.chapcos fraiicozes, ditos de sol, de
seda e pannlnho.susponsoriui de norraelia.meias para
senlioras, homeiis, meninos, fazendas para fa/er-e
qualquer obra de encoinmeiida com a maior i.re-le-
/a e hom desempenlio, em lim qualquer pernos une
vin a eala loja, lirar um fado completo e por pre-
ro mais commodo do que em milia qulquer parle.
11. 22.
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
- Veode-sa superior linha de algodao branca e cons,rucao verlical ecom todos o melhoramenlos
de cores, em uovello, para costura : em casa il ms's modernos, tendo vindo no ultimo navio do
Sontholl Mellor eV Companhia. rua du Torres o. 38. i Hamburgo: na ruad* Cadeia .armazem n 8
Co m p a n k i a IV o rthern.
honlem as 10 horas da maahaa da eaa
i v-, '.da rua da Ce ,, I "^-'o Congo. eslMura U.t. .le 15 .ai^arL
a i'llccluar sentiros solire propric- "l,ue' harbado, c.om uiyios, cabella* brancos. alco-
dades, mercadorias, mobilia c eeneros de m*??fci*-d* >** aarosio, a 1.11. rem meu
.....,' ,. -,u ,nas,,1ao! foi e-cravo do Anlonio i.ermatM Keeae-
rcuo de .|8 r. I'inlo do S.,uza. senlra, do en,.-.. B.ra.!hTm
11.110.AgenlCS, C. J. "' "eeoezia .le I na, donde veio para esta esdade
I para act vend ido, sendo a soa vcada --areelida pm
XnaAcc.l, l.ins Waodcrlev.
..amniaias irancezas multo Unas de l,- -*J^?fJ^2^Z21mZ
dos padrOes,a 500 rs. o covado: na bem co- aeeaaemlfa de namln. etaanaa ueu de .,.^,
nllecida loja da boa re, na rua do Queirtudo ; '-''i'"* all., .eio.r.oi,, do earea, e faU. nar %, Hu-
le lu ha. mas curia, lem rahellu* rasta-
quasi toda a qualidade.
ate l| U|l) ao
Asllcv A C-
sao' di;
li
I", cerrado
olios nos p ei
daasaaaara o
-enh.ir Vi
semidea,
MUTILADO
iiiui-a, 11
l'EB/
, p|.. -itiu. roniprida., Ma ama
quem o |w: sr kve-o rxi a> a
ule 1 erre.r.i da Osla, ae latee aa As-
ile sera' gcnerosaraeale recemp rasada.
TVP DB M. F. l FAKU laja
ILEGIVEL


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