Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07615


This item is only available as the following downloads:


Full Text
ANNO XXXII N. M*
Por 3 mezes adiantados 4J000.
Por 3 mczcs vencidos 4/>500.
vmx mu ti de oiriBRo \m.
Por auno adiantado .5#000.
Porte franco para o siihso iploi .
EACAItKEt.ADoS DA SUBSCRIPCAO' NO NOUTE
Parahlba, St. Strruio T. da Natividad! ; Natal, o Ir. Joto
uim I. Partir i Jonior ; Araeaty. 8r. A. da Lamoi Braga ;
Caar, afr. 4. Joa da (Miraira; Maranhe, o 8r. Joaqaim Mar-
tuit ttdrtfuai; Piauhj, e Sr. Domingoa Hereulano A. Ptuoa
Cartela; Para, a Ir. Juiiuiano J. moi; Amaionai,* li. Jtri-
tjr** i Catia.
PARTIDA DOS CORREIOS.
"linda : todo* o dia*, a 9 e mei* hora*. .'n,
l,;iiarss, Coitp Parahiha : nn- --mTli ila*-fi'ir.i.
5. Ant..o, Benrro! BoailoJCanurd, AHiafca o Gniihiiii : m iifs-fairaU
S- Loarenes, l'.-o-irutio, fSaurelfc. LtaoeJrOi Brejo, pMqvetra, nga-
'ira. Hore, Villa-Bolla, Boft-Vuu, Ov o Eid : va iMrijs-tVira*.
.dlio. Ipiijur.i, *jfr|ihtMj Hin rpiauu. fui. litrrtfiru, A^Ui-Prcl*.,
*U*tCTU < Nalal : quijiUs-fx-ras,
(l'oiioa os corr-io porttm a- 10 Bfjm AUDIENCIAS DOS TMBLXAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio leguoda* quintal.
Relacao : Itrcai-feirai taabbadoi.
Faitnda : quanaa t labbadoi ai 10 horai.
Juio do eornmtreie: legunda iiluhorait quimil a* m.i.-dn.
Julio da arphaoi atgundaa a quinlai ai 10 boraa.
Primalra tarada eltal I ugunda a laitti ao maio-dia.
Sagunda tara da aital: quanaa a tabbadoi aa maio-dia.
EPIIEMEUIDKS Do HEZ DE OCTEBRO
' Quariocrricenlt ai 3 horailS minuto a 48ieguudoi dam
> La chela ai 9 minuion 20iegundoi da tarde.
*' Quariominguanltai 3 borai.47 minutla 48iegundoi da t.
*8 La oota ai 8 hora i, 2 i mmuloi.48 icguodoida tarda.
PRKVMAR DE IIO.IE.
Prineira ai II horai a 41 minuto! da manbaa.
stgnnda aa 12 horas e 6 minuto! da larda.
goal, o seguudo para a Baha, e o lerceiro para a
curte. l'arlicipou-se ao tim. inarechal comman-
danle das armas.
PA1T1 QFPIQIAL
GOVERNO DA PROVINCIA.
E*padlaota da da li; da ontubro.
OttieisAo Enn. inarechal coinroaodaDta das ar-
mas, dizendo que pode mandar dispensar do aquar-
tellameolo, vislo assim o baver pedido, o alares do
I. balallode iufanlaria da Guarda nacional desle
municipio Jos Vidtonuo da Paita___Cummumcou-
s* ao respectivo commandante superior.
DiloAo mesmo, devolvendo para ser reformado
o recibo que S. Eic. remetteu, dai despczas feilas
palo capitao comoiandante do destacamento de lia-
ranhuus cun o toruecimelo de luzes para o quar-______JmmAUk m\ MmM
le do ruearau destacamento.
DAS da semana.
90 Segunda. S. Jo.'io Cando advocado contra a pktiaiea.
11 Terca. S. Uraula esuascomp. vv. uim.
22 Quarta S Lausdilof.; Ss. Hendie Alodia.
23 Quinta S. Joo de Caphstauo f. : S. Joo Bum
21 Sexta. S. Rapliacl arcbario : S. Sptimo m.
"i Sabbado. Ss. Chrispin. c Clnispniano rs. mni.
H Domingo. 23 8. I mn-iu p. m. : S. Kocaciano m.
Cos, o soldado invalido Thormj do Espirito Santo, i e 16 Como
ENCARRECADOS D\ SiusciuitaO \omi.
Aligoai.o 8r. Claudio* Falcao Diai ; Babia* fer. 1) ii,.,
Sio daJanairo,* Sr. Joa o Partir Martin.
E.U PLKXAMBLsO.
O proprulana do UIAHIO Maaoal Fnotiroi da Paria, aa aut
linaria, prac* da Indapandancia ni. (a 8.
cooiequencia desla abuudaucia j.i' se i buual de juslica ao ei-asenle, de demorar o "eine
o eniMjado do 1. recinienlo de cavallarw li(;eira | acham promplos para tratialliar, agora que se pro- diente das cau-as de queso llie dava vista com
I edro nrisologo de Luna, o primeiro para as Ala- lim.i a eslajo propria, ciuco un seis saladeros, e se-
gundo nos cunsla outros s* preparan!. Tudo poisan-
nuucia grande movimeuto actividale uess* impor-
tante ramo de industria, e porlanto grande au?-
DilaOrdeiiando que as raparlicoe compelen- j menlo Ma trausac^oes commerciaes e na riqueza pu-
les se observe a Ubella da distribuidlo dos fundos, blica. He lambem sensivel o auginenlu da criaiao
que pelo rtico 13 da Ici provincial n. 391 de :10 de dos carneiros. e a abundante collieita qua os cerees
juuho desle auno, forain volados para as obras pu-
blicas tiesta proviucia no auno linauceiro de 18o0 a
1857.h'ez-se o necessarioeipedieiile.
BXTERIDR.
N,
DitoAo momo, declarando licar iuleirado de
liaver S. Exc. nomeado o teuula reformado Mauoel
Joa da Silta Leile, para o emprego de ajudante da
fortaleza de Itainaraca Commuulcuu-se llieaou-
raria de lazenria.
DiloAo ineiiuo, dizendo que, eiu vista da infor-
mado do luspeclor da tliesooraria de fa/.eu la, nu
pode Mauoel Joaquun das Trevas Marioho, receber
o vencimeulos quelliecouipelcm como praticaule da
botica do hospital recimental aem que aprsenle o
respectivo titulo, e leuda salisfeilo a importancia do
sello uacioual e mais direitos.
DiloAo inspector da lliesouraria de fazeuda,
remetiendo por copia o oflieio do inarechal coin-
iDindaule das arinai, uo qual le declara a importan-
cia do soMo que deve perceber Manoel Claudino de
Oliteira Cruz, como capitn reformado.
DiloAo tnesmo, approvando a arremata..-,io de
alauns objaclos, que pcrteucerain aoi hospilaes dos
cholencos.
DitoAo lue-iii". recmimendundo a expedirn de
saas urdeui, para que na recebedoria de rendas in-
ttrnat de pagar Jos Cesar de Vascouceltos, de sello, emo-
lumentos e fila, para obteucao da caria imperial de
labelliaode notas do termo do Buique.
DiloAn ebefe de policia, inleirando-o de haver
Iraiismillulo .. Iheiouraria provincial para 6:r paija,
esUndo nos termos leeaes, a ennta que S. S. reniet-
leu da despeza feita com os pequeos reparos de que
preeiaava a cadeia do termo do l.irr.oeiro.
DiloAo inspector do ar que de conforuiiJade com o que propuz o inspector
da the-uurai la de fazeuda uo liual do ollicio que re-
melle por copia, mande carrejar ao almoxanfe
daquelle arsrual u reslaule iu- ohjectos que perten-
erain aos lin-pu..-. dos cholencos, e nao foram ar-
rematados por falla de licilantas.
(tiloAo inesino, di/en.to licar inleirado do des-
hno que Smc. ja den ao commandinle do transpor-
ta nacional Legalidad*, e do que pretende dar ao
piloto eserivao e ao inestre do mesino transporte.
Dit-iAocomuandante do corpo de policia, au-
lurisaiidu-n a mandar dar baixa .lo servir., ao solla-
do daqoelle corpo, Antonio Caelauo Marlins Vieira.
DitoAo juiz de i.rphos deste termo, dizendo li-
car cerlo df liaver Stao. uomeado ao bacharel Joa
quim de Souza Keis, para servir interinamente n lu-
gar de curador (los africanos livres.
DiloAo director da colonia militar de l'imentei-
ra, lulorisando-o a' villa de sua informarlo a man-
dar pastar escosa do ervieo daqnella colonia aos
cabos de ctqnadra Vnlonio lavares e Iteiualdo Jos
dos Sinl..-. que ja' limh-aran o lempo porque eram
nbruidn- a servir no exercito, e o eugjamento que
contral-.ra.il nos termos do reculamenlo de l) de no-
vembro de Ifso.Parlicipou-se ao marechal co
mandante das armas.
promellem- l)t cerlo que eslas lisongeira* esperan
Cas, po*to que baseadas ein dados, por assim dizer,
reaes e seguros, nao oHerecein ao goveruo um meio
immedialu e directo para acudir a's exigencias do
memento, para .leseinbirarar-. da cri-e eom que
ii na mastreacao, ou flwwem qualquer dainuo ao i (Ju.iraim, pm
granue prejuizo dos direitos dos presos, o motiva
Je .leiiii--.il nao he pois inulto airoso para o Sr. Ba-
sanez. S. S. entretanto n.lo o couleslou.
O anniversario da indapeudeucia do imperio, que
de todo o curaran enthusiaslicamente saudamos, loi
aqu solemnizado na forma do e.-lylo. As embaroa-
e.ics de guerra brasileiras e estrangeiras surtas no i
porto embanderaran! e alvaram.e a- legaron e con- !
solados tivtram irados durante o .lia os respectivos!
pavilhes.
O Sr. conselheiru Amaral, ministro do Brazil,
deu um suinptunso e esplendido jantar. a que assit-
Corrttfondeneia do .inmni do Commerro do lio.
' Montevideo 4 de ontubro de 1856.
Os -i'i.inneuto- de Brasileiro, a par do9 da mai>
devolada -un,-ule e gralidao, uos impoem o dever de
| comerar esta correspondencia derramando ama la-
grimo sincera sobre o tmulo do distiucln estadista,
cuja falta o Brasil hoje unnime deplora .'
A uolicia da inesperada calamidade da prematura
inorte do muito illuslre Sr. marquez de Paran can-
eou-uos a man profunda e delurosa sorpreza Vi-
mosao mesmo lempo uesia desgraca um in.l im-
meuso para o imperio, que na aclualidade tinlia
nelle cuubeutradas as soas mais bellas esperancas, e
urna perda irreparavel para os numerosos e dedica-
dos amigos que soubera adquirir uo decurso de sua
breve, mas brilhante existencia.
^ Dotado de cumpreheuso superior, e de rara pers-
picacia, de carcter corajoso, activo e enrgico, o Sr.
marquez de Paran, modelo de generotidade, de
franqueza a de lealdade, eutregaudo-st desde os seus
primetros anuos ao servico pub ico, couquislara no-
bremente a pu-ir.lo elevada em qua se aehava, e a
que de cerlo n3o linha aiuda subido Brasileiroalgum!
Mere lilamente honrado coiu a confianra da cora
e cun-.-io do prestigio e da influencia de 'que gozava
entre os stus coucidadaos, o Sr. marquez da Paran,
collocado a' rente do governo do imperio em 1853,'
enleudeu ler chegada a poca de por completo ter-
mo aos odios e aos resentimentos das paixoe< pol-
ticas que dividiam -ni di-iinrran de partidos, ao uobre e eletado peu-
samento de Irabalhar como irmaos pela prosperida-
de e eugrandecimtulo da patria !
I.aurou elle com elTeito os alicerces dessa f hri
monumental ; e adiantada levava ja' a aua construc-
i;ao, quando a Divina Providencia, em seus altos e
impre/icrulavcia designio, resulveudo cbama-lo a si,
nao II.e permittto a salisfacao e a gloria de con-
clui-la !
Foi semduvida, aiuda o repetiremos, una -mude
calamidade, um mal inmenso Mas nao devenios
desanimar. O Sr. PcJro 11 do alto do seu llirono
vela sobre os destinos do imperio. Os dignos colla-
b.ii.i inres do sabio .-.rcliilerto que a morle nos rou-
bou, i-outiiiuam p ler o* couseliieiros do Imptra.lor.
O bom senso e o patriotismo dos Brasileiros certa-
meule Ihesuo ha de recusar o anxilio e o apoio de
que carecen) para levar felizmente ao cabo a graude
empieza que o dislinclo estadista Ibes legou !
A mnrte d.. Sr. marquez de Paran' nao enluloo
so os Brasileiros re-ideutes nesta capital. Os proprioi
natura.-- do paz lomaram parle na juila dor que ella
caiisou.
Todas as folhas publicas aniiunciar'am aquelle dc-
ploravel aoceea** com demonslrares de pezar, r. a
Comercio del P\alq, decano .los joruaesde Mmi-
_ levideo, cxprimi.i-se nos seguiutes lerroos :
" Transcreterons em seguida a milicia do fallera-
lula : mas porveulnra nao aeran ellas urna garanta liram.alm do* cinnreca'doi .la legacao, o cousul ne-
solida, que autorise o mesmo enverno a procurar e ral do imperio, os ininniaiidaiilas" dos navios da
a encontrar um recurso extraordinario '.' Paree -u i
que sim.
He nosia humilde opiuiao que se o Estado Orien-
tal podesse alcanzar um
neta* ditlalo, e v-.ria- pessoas de consideraran.
Os -t.iii le- prejuizos, c mesmo a ruma completa
de multas fortunas, a qoe successivameule foi dando
empreslimo ob coudiroea lugar o jogo desordenado e immoral ua praoa com
razoaveis e lioneslas, que Me pr )porcionassu meios os bonos ou lilulos da divid publica, cliaino a al-
promptos de pagar os serviros atrasados que deve, t
principalmente de livrar-se dos contractos leonino e
escandaloso! que o allrouUm : aproveitando e dando
couveuieule direccu ao armisticio dos partidos e a'
disposigrto pacilica dos espirites, a par di. bettoa ele-
lene... do goveruo sobre urua corporac^n denomina-
da Corredores da bolsa, v agente principal desse
joco, qoe ss havia conslituido, inslalla.lu, e desle
nao pouco lempo funccioiiava por sua conta e risco,
;em precedencia da-, fofiiialidade legues e das ga-
inenlus de riqueza que vao surgindo, e que promal- ranlias a que em lodo os paites eivilisalu se co-
lem progredir, com ordem, economa e moralidade .'
turnan) sujeitar suinelliantes corporaroes, alias re-
em suas despezas d ora em diante, e com a mais se- conhecidameule uleis. quaudo organisadas com a
vera hscalisacjo sobre o. eucarregados da arracada- | detida moralidade e boa fe, para facilitar e assegu- i de cmiieTete
cao de sua rendas ; he oossa humilde opiuiao, re- j rar operaroe mercanlis, Ilustrando u commer-'
pelimoi. que fcil Ihe leria dentro de pouco- annoi I ci e o publico sobre o estado e condiroes dos
. -aiaiu-se para o pequen.) vapor de re- as>umptos imporlante. -ecmido dizeiu os ior*ae-
navio, couaeiiluido porem que salvassem do carro- boque, e secuiram loco para o Ido Grande. Cahio sem lodatia espedica-los. '
Z.7..0d...Ii'^-H p05",el- fu"'"-"ieslre n.io enlau um temporal de lesle (o violento, que arre- Asegura o Con-tUwwHal do dia ,que o overuo
,,a f, ., n ':"'0 "r""ad, P"a 5""1 ,U" be"">U ""V" l0r,e J "P*Wi" -" !"'- l'v.a cassado o ,, vmr a D. llao^T ,.
ha ,'J '"V i am "i6 ocu"'rar,u-lq"".""vii..ei,to para lutar com o vento o mar.! queexercia a lunc/oe de agente da nfe4* a ..
te o .Te CWU' S C,'b0S 6 deSmd" I "'"'" ^ 'SE! a,,r0lad0 **", V'M'' Uefu" de I ''"u1" B*^- '^a- -orno cao,. SSSZdC
T.,V, o ,i a i .nuisde .0 horas de inuteise.forrosresotvcu o digno le faci a aulori-a.-ao que linha receido mmSi
ninto.,1 cPr ''' 8 a'!;OI,ar P"r n momento co r.ma.ulanle t.erv.sio Mancebo, cuja coragem, l accnl. do seu govirno para WmJZZmJTm^
o ponto que oceupava na ilha em que havia depon- sangue frm e pericia he utianimemenle proclamada -
tarto os gneros que pn le salvar da embarcaran, os pelos passageir.is, arribar a Montevideo, visto que
taes .. especuladores, > aproveitaudo-se de sua au- i apena linha carvo a liordo paia menos' de lll lo-
Caro eicepra.i Je una, em todas as einliarcaees mela de que foram leatemaoba. deliberaraai ta/er
que coulozraui an porto a carga do u America, n o resto da viageni por Ierra : e com eleilu a diligen-
te encontrn oceulta alguma parle delta, que foi ar ca da dia l do crremeos levoo tu 8 lloras da m.i-
recadada pelos eiuprega.los da guarda-moria ; e das i nhaa.
pesquizas foila por esses empregado, resultou j O Tocantins nao soffreii avaria alguma seusivel :
chai-se per duas veze objeelM enlerrados as e leudo-ido proinplamenle socenrridn pela divisa
proximidades do Saladero, que ha em .. Punta de naval do imperio aqui estacionada do carvao de que
Recuas o neressilava, parti hoje de novo para o Itio Grande.
Do expo lanclioes formam urna verdadeira quadriltia de sal-1 debatida e reaolvida no mundo calholico, foi ha pou-
te.id.ircs maritimn., qUo muito sem ceiemooia e c< anda nina vez chaurida a terreiro por urna das
despejadamente Inz do d. pesca... as aguas tur- l..|l,as desla capital. A Repblica em seu numero federinio u.ua curiosa carta ewri'nta "de Pin-'em .
vaj. aprove,.audo-se das desgraca do prximo de I!, do passado, sob .. titulo grao aummpto, pro- : de abril deste .uno, 1 JewTl Lt, Zl"",.
Na., sabemos que providencias tomou a aulurtda- voca a d.-cu.s.io .obre a materia, declarando que I amiga c agente n.i.iu.dl. caoil.il Dr Juan llaoti.ia
complenle a semellianle respailo ; ni nao he grandes vanl.gens esullaria.n parao bom exemplo el Alberdi. I" capital ur. .loan Kantista
de erer que um ln escandalnso alleulado lique im- para a moral do povo calholico de urna reforma uo i
que
aceula do seu
provincianos.
x ser exacto que diz ..peridico Imieial do
dia 3, a- ren las ceraes de lio. n..s- A\ re- nos i pri-
tm .-u.li.ir_o havia dehcil
meuto, e o gavera* Motia-ta cml.arj. a.lo para -.i.-
P'i-ln '.
O Sr. r-rias. .isnclo joruali.'.a, deixara a redar-
rao da Urdrir. em ousequciici* de ataques violen-
tos que Ihe d.r.g.ra.u o, jurnae \-jciot< e /n'.
na. Islo mesmo o declaren ein sea artigo de des-
pedida.
O.VoOTiu/dc Bueno-Ayret do dia ... cm am
rtiga latitulade Colre Rio', diz que lora a*a--
sitiado uaquelia pro\lucia o coronel/alazar, **
abe por quem.
Os jornaes de Buenus-Avie c.ipiam do-t* t
, rus, ^sobreo-credao- e ciVc-u-msiam.^os ntcS | {.ca^ t!Z^*
collocaudo-se ua posicao que compele as uacoes uor-
maes, c recularmcnle constituidas, colheudo como
ellas os fructos da paz, do Irabalho e da civilisarao.
Deixemos porem de parte as divagaron, e percorra-
nni- os nossos apontameutos na ordem clirouologica
em que os tomamos. He o primeiro urna estalislica
inoi.-tro que um curioso leve a paciencia de fazer
sobre a importancia das reclamacoes, que existen) re-
conhecidas e em liquidaran por prejuizos causados
pelas guerras civil. Easa eilatistica qoe em seguida
oflerecemos a considerai;ao dos leilores. bem pode
servir de pedra de loqae para julcar da moralidad*
e do escrpulo com que se tratan) os cofres pblicos
nesta trra.
sobeni as
l'or auimaes vacruiis
reclamaron a .
Por animaes meriuos.
Por animaes mistaos.
Por eguas. ......
Por carretas......
Por bois.......
Por couros......
l'or casas, ele.....
22,764,000
17,000,1)00
23, 6.1,'.50
,760,IKKl
I l.ii.i.1
170,000
."..200,000
S.000
pesos.
umaii'o su. ti
,. ueris nao nos permita trai.-r.sve-lo ana. mlcur..
bre.nei.se I Joba..- | c eslranl.ando que a ..upreusa de um paiz que pode i mente. Tomando por ll.em i a ter,ni..aro d, -urr-
,ua, procedente dos parlo* rifVo'n, 'd'?e .'^ dUV"'a d" Tel'10 i Ci'"-"""'o de salitre Eolrava no porto o ano,- rolloc.do i trente de o.na rafoVVna Mg?.'B I VL'T^^V^*.'^^'.** g* *mmmmmmmf_M
"Roque d.z .mata vale Urda do que uunca...ex- lecer do dia 26, e enliou na restinga de peoras que i juslini, pela equidad* e pela moral. P .adaf e.nr,Ta"c d.lor ?Z ." "0,e"*u' *:
para qua, ouv.do prev.ameut. o ivnd.co. adopte as signalarios do*navio, os Srs. Ziuimerman I razier & ca, -que eslava !,. muito lempo resolvida e eltaa- ZlrfcadTsul "'""""" '""', "'"""
r ?^Te,:,TS dll,U de.q8 CeM,U "'bu-|t-. que.a.l,e,n sem perda de lempo expedirn! da do campo das discus-ucs. Os ulrui joraati* \m^wtl\uV0?^ ^^^^ *"*'
"* LefAa: ,.e:'.,a.du-Se e"P0le...e..l* a assecia- qua.ro embarcacoes par.' o lu^ar do naulraco. I... nao der.m'eavae. ; e a propria AVmrM ca na?o vol- i "Z ,S, u',naTdc.
DitoAo presidente do conselhn adminislral.vn manto do Sr. Carneiro l,eao, que copiamos do Jor
do patrimonio dos orpha.x, inlr-u-audo-u di haver ""' d0 Commtrdo de do crrenle. Ela perso
nomeado a '.efvasio Elisio Bezerra Cavalcauli par**] lageiu finura uas mais importantes qoesles moder-
O que prefaz a omina total de 113,378,150 pe-
so?, ou cerca di: I81,.10.>:20s da uossa moeda !
E diz o aulor da eslat.elica que nao incluiu no seu
Irabalho a importancia das reclainacoes que eslu
alada por despachar!
No dia 6 do passado foi publicado o decreto do
poder execulivo, datado de 2, que regula a cobrau-
Sa do imposto da coulribuirao directa preceiluado
novameute pela Iti da honrada asstmbla geral de
12 de julho ulliiiin. Pode ler que nos encanemos,
mas esl-nos pareceudn que de alii nao ha dt pro-
vir grande auxilio ao Ihesouro da repblica.
O i ..p.i-lo de que traamos, e que corresponda
ponen man ou menos ao da decima uibaua no nos-
so paiz, ja foi outr'ora aqui laucado, e como que
cabio em desuso por elTsilo das grandes resistencias
que encontrn na popularo. Ve-,e pois que. para
faze-lo agora revivar, iadttpeaaavol seria o emprego
de meios obrigatorios e coerrftivos.
O decreto novissimo que acabamos de mencionar
regola o modo da cobranra, prev ludo, menos a
'M'olbcie, alia inujlo provavel, .la reluctancia por
cao dos corredores.
Na historia do movimenle da boUa de Montevi-
deo pelo que rrspeila aos bonos ou lilulos|da divida
publica, ha episodios l.lo curiosos, e diguos de eslu-
do, que provavelmcntu aiuda vallaremos a tratar
desle assumpto. ofl'erccend.. alguns dos mais uola-
ve.a a apreciacao dos teilores.
loi publicado uo di.. II um decreto do governo,
j datado de 8, no qual declara que, ..ment a uuaui-
i me reclamar do commercio acerca da npplicacao
dos arts. 11 e 22 da le da alfaudega de lis de julho
ultimo as fronteiras terrestres, e sendo notorio que
nao leve o legislador em mente tal applicaro, nao
eilao compreheiididas uos ditos arligoi as alludegai
das referida fronteiras.
C IDO esta rcsolurau iuleressa directamente o Bra-
sil, vamos de novo aqu Iraaaerover esses artigo*,
lieiu queja lotiein publicados no Jornal do Com-
mercio de 12 de agosto ultimo,
Art. II. Sao livres d direitos de exporlacSo,
por lodna os porlos da repblica, os gneros eslr'au-
geiros que tivere.n pago direitos de importarlo, e o
genero do paiz que a* expor
Montevideo. Os que houverem de er exportados
pelos demais porto- da repblica para partos eslrin-
geiraa pagaro :
Os couros de Inuro, vacca ou novilho, seceos, 2
reales ou 00 r-., moeda Iraca.
a Os ditos do ditc, dita ou dito, salgados. I.Ie.n.
a Os ditos de ravallo tegua. dem.'
.. Os ditos de dito ou dita. Migado*. dem.
.. Todos os demais productos do Estad., nio es-
pecificados un arligo anterior pagaran 470 rs. sobre
os preros rorreles ua piara.
rara inuteis porem lodosos esforcos, porque as liar- j ton acarea. Parece porlanto que aiuda desla feita
do docu.uROlo .<
-. i que nos releri.no, copiaremos anui um neiiuenu
ca se aehava integramente perdida, liavendo-se apa- I o, padre, nao casaran... .. que he pena, porque al- periodo dellc. Como 'una das con.eqaenci.i ,,
ua salvado o cap.lao e a equipacein, que foram re- gnus tein a nio-lram vivo desejo disso :... | medala da paz da Europa, diz o ^r \lncrdi au -m
cei los t snecorridos. com o esmero e humanidade Nao nos devemos esqnecer de auiiuuciar que fu- Doral l'rquiza *~9W
devido a sua descracada situado, pelo Sr. D. Julio I rain publicadas no dia 26 a* notas troca Ma entre o I a Ja o Brasil, o Paraguav c uotrot iinmi-o- .le
Clancel. que os recolheu para sua casa. Altritue-se o enverno da repblica e os encarrega tos de negocios! no>sj hvre navegario lluvial nao abasaran dii'a.ti a
naurragio a violencia do vento e da chova, e a cer- Irte rauca. Inglaterra e Praoia, relativamente distraern dos "ovemos da Enrona
racao que reioava ao entrar a barca no porto. Com adheso por parle do Estado Oriental ao* principios Ora.'eui verdade, he p-eciso grande ru.a <
elle.lo ha muito que nao vemos tanto vento c tanta i de direilo martimo raudeniameulc cstabelecidos pe-
chin-., por lano lempo I lo cuucresso de Caris.
Ainda um oulro lamentavel sinistro l.ouve as i Conhecm sem duvida os leitores a materia de
aguas do porto, nao proveniente da luria dos ele- que se trata, pois que a derlararo dos plcoipoten-
meutos, masreriainente devido ao pouco cuidado e [ ciarios do concresso, datada de 6 de -bril do corre.-i-
a nrecipilac.ui com que se empreliendem viageus de le anuo foi publicada no Jornal ao Cummercto.
longo corso j mitar-uos-bemos porlanto a dizer que o coveroo des-: trnuve-nos a noticia de i
No dia 22 do passado sabio barra fara, segundo o ta repblica prcmptaitieiite acre.leu ao convile dos
cosime, a lanrha da capilauia do porto, e de-co- j agentes das poteucias alliadas, declaran lo que recu-
bri um navio Ion.ea.lo uas nnme li.ir.ies da l'un- | nhecia o espirito de alia illaMra{aa que havia pro-
fu =s=r.....'"''''**""''"'-! ^r?.^
DitoAo presdanle da commisso de hvgiene I Cias da h.'tnria oriental argentina. He justo qu
publica, remelteodo o raappa das pessoas qoe falle-1 "s 1a.e alamos gozando dos rruetoa dus Irabalhus
corara uo termo de Barreiro, para que lome os i r",nhinados do Sr. marquez de Paran' tributemos
apunlamen tus une julgar necessarioi.
DiloAo juiz de paz mais volado da frezue/ia de
Ipojoca, ludido que, segundo expe o artigo 52 da
le da 19 de agosto de 1846. ncuhuma freguezia
pude dar mais eleitores do que deu em I82 ou
1^ i i, c mais urna quinta par .; e por ese motivo a
Ireguezia da que se trata so pode -'ar 25 eleitnrn,
como se v do mappa, de que ja' se Ihe remellen
um eiemplar.
DiloA cmara municipal do Bonito, declaran-
do qoe o juiz de paz mais volado daquella freguezia
Joa Joaqun) Bezerra de Mello, he complenle para
presidir a prxima eleiro primaria, segundo ja' se
dwlarou a' aquella cmara, que ueste sentido deve
dar as convenientes unten-.
DitoA' mesma, dizendo qoe as prximas elei-
i.oei primarias deven) ser (tilas pela qualilicaco do
crrenle anuo, que se acha concluida.
DiloA' inesnia O juiz municipal sappleule a
quem compele presidir o eoamlba de recurso desse
municipio, participuu me que essa cmara nao se
tein reunido para expedir as ordeus relativa a con-
vocado do referido cooellio, cujos Irabalho foram
ulerrompido. Nao posso deixar de eslraohar que
em negocio tao grave leona havido esta demora, que
alein de prejudicar a marcha regular do proce-so de
qualilicac.no, revela pouco zelo pelo servico pu-
blico.
O meio, porem, de remediar essa demora esta'
previiudo pelo i i. do aviso do I. de fevereirode
1847, que autorisa o juiz municipal a reunir por si
o conselho de recurso, embora nao teuha racebido
urden) do cmara.
Cunipre-mc entretanto declarar, que anda quan-
do se uao posiain ultimar o trabamos do referido
coiiselho, nao deve deixar de prevalecer a qualilica-
ro do correnta- auno, que le acha regular; vislo
que a junta de que (rala e arligo 22 da lei regula-
mtiitar de I'.' de agosto de I86 concluio os S'us
trabalhos, e uenhurua red,un.ir..o Ihe foi apresen
lada, como se v da respectiva acia. Ofliciou-se
ueale sentido ao mencionado juiz.
PortaraAo ageule da companhia das barcas de
vapor, rccommendaiidu a eipedico de suas ordens,
para qoe uo vapor que ie espera du Norle. sejam
Irausporlados por coula do goveruo, o capelln da
repartirlo ecclesiaslica, padre Custodio Joaquim da
por Henriuce Conscience.
IV
<"onliuuucao.
que
Mal Job uu se deixuo commover pelas accusacei
do marido; tirou um papel do seio e disse com tran-
quillidade :
A deieraco be grande, mas nao irreparavel.
El pai. e deves salvar leu lilho, se poderes. Musir
que es hornera, Job, e que sabes allrontar o infor-
tunio.
Mas o tibricante apatcriva com febril impacien-
cia, e lui-llie impossivel ouvir ale ao liin as precau-
iroe oratorias da miilher. Presumindo que o papel,
t,'ue ella tinha ua DtiO, cuntinl.a a explicai;ilo da des-
;.-.ir i aunuiicia.la. lanr.m-'e sobre elle, e acarrou a
carta de Hugo. Mi Job deu um grito e fez mesmo
um movinienlo para lomar oulra vez o papel ; mas
elle chezou a urna janella e poz-se a ler o falal es-
criplo.
Sua mullier e Kosina uiui trmula* linhain os
olhus filos sobre elle ; viram-no aperlar os pun.os
e bater nos peitos ; ouviram um somrouco sahir-lhe .
da garganta, e maldici.es desesperadas escaparan)-1 rusa' ll0 ,c arrancou lacrimas ; nao fez mais do
Ihe dos labios. que enrolerisar-lc. Ah Job, para que queres pa-
Emlim, rascou a carta rom riva, o pisou-lhe os rerer m'J0 Sc eu "r, le conhecesse, creria que nao
pedacot; por acaso un por exceso de colera, den |ten* coraro mai, dize o que quizcre, sei que es
tan violentamente com o punho em nm gomil, que l bom e ceneroso, e qoe eslas resolvido a salvar llu-
n (ez cab.r em pedacos sobre o Moalho.
Trinta mil francos exclanmu elle. Imbcil !
estpido Deixoo-se encaar como um uieuin i. Na
verdade, senhura, seu lillio dava muito para negn-
uma saudade a sua inemoria. e nos unamos aos
deplorara a sua perda prematura.
E ni. que de perto tivemo frequenles oecasioes
de apreciar bem todas as uobres qoalda.les do illus-
lre finado, iraramus esta linhai nao tu como um
desalalo a' magua intima que nos punge o coraco,
mas ainda como um publico e solemne tesleinu'nbo
de reconhecimento pela eousideracao, eeoflanea e
eslima, que nos ufanamos de havtr'-lhe merecido, e
de que nos deu inequvocas proras.
Pa-saiid.i agora ao drsempenho dt nossa tarefa
meusal, preveniremos desde ja' aos leitores de que o
mercado noticioso de Montevideo desla feita curreu
paralhaicom o da Iransaccoes eommerciaes; islo lie.
esleve quasi comulelamcnte paral)sado, e pouco-, e
de bem pouco tnlere-e, sao os apoulameulos que
colheinus a datar da ultima correspondencia.
Como observarlo preliminar, diremos que a li-
tuaro continua a mesma. Os embararos e crois
apuros linanceirus silo o crande mal d repblica ;
a falla de remedlu promplo e tilica/, a essa mal vai
de dia era dia empeioraudo e complicando as cir-
cumslanrias deuma maneira verdadeiramenle dolo-
rosa e afflictiva He impossivel que o goveruo nao
comprehend.i e nao lilla a necessidade iudeclinavel
e urceuli.slma de arrancar por qualquer modo o
paiz do Inste estado em que se acha, a que infalli-
velmeutc o levara' a' roiua e a' dissoluro !
Conlra-la enlrelanlo com a mieria Roaneaira a
boa tendencia dos espirilus, a paz profouda que rei-
na e.u todo o estado, e nao menos o desenvolvimeulo
e o progres.o, qua van leudo no interior a agricul-
tura e a itsduslria. Wao se o.ive mais fallar aequer
de Mauquilhoi e colorados; os partidos polticos
como que acabaran) : o pensamento que sobre lodoi
prima, que a opinio publica decididamente aceita,
e que a nnprensa unisona esforcadaineule proclama
e apreea. he o de salvar a repohlica da banca-rota
que Ihe esla' inminente, lie o de promover e prote-
cer o commercio a industria, o de realisar os me-
ihoramentus moracs a malerian que o estado re-
clama.
E com elleilo. nunca a campsnhu de Monlevido
esleve lo rica como actualmente. He oreada em
mais de milhes de cabera a quanlidde de gado
que existe dispouivel ; e ouovilho, que outr'ora cu-
lava i, 5 e 6 patacoes, hoje so se compra por I i, 15
em que se laneoa pela sua propria loucura/ Cuidas
que Irla dtspir-me anles de deilar-me Nao, dize o
que quizeres ; mas nao farei lal cuusa. De cerlo, be
deshonrs para uosso filho Hugo ser mellido na pri-
o ; mas, cre... qoe nao devo por elle desherdar ..a
outros meus filhos Elle he meu lilho, a por ess*
causa lie condemnado ao sollrimento e i descrea -
he um.i sorle a que nao pode escapar qualquer qu
teulia o iiouie de Jub... .Mein de que be sua colpa,
deve espia-la.
M3i Job chegou-se ao marido, e disse-lhe com
abandouo :
leus razio laivez, Job. Na verdade, lodos os
uessos lill.os devern ser-nos icualuieule charos. Ao
menos assim parece querer a lei da nalurtza...
Tu me das razo'.' Qoe uovo ardil inven-
ante .'
Ol! neiiliutn ardil. S bom pelo amor de Dos !
O lempo he lao precioso Es pai, e como tal deves
legando a verdadeira lei da natureza, fazer urna dif-
ferenra entre leus lilho-, e amar a uns mais do que a
nutro...
De veras Sem duvida em favor daquelle hu-
ir de Hugo ''
Deves ama-Ios lano mais quattto san mais des-
craralos. c necesitam de soccorro. Eis o senlimeu-
ln de juslica e de amor que o Creador poz no cora-
rn paterno. Hugo esta ex posto sorle mais horri-
vel que um hornero pode ler, sua honra, seu nome,
sua liherdade vao -el-Ilie roubadn-. O hoinem mais
inteligente pude ser encanado por um traidor. Sua
carta, ..obre e branda queixa de uina alma tito a.uo-
sso que pouca enntiauca inspira como rccnisu para
augmentar a renda publica.
Foram feita cm plena paz, e ao que parece com
a devida reculan la.le, as ele.roes de jnize) de paz e
ofliciaes da guarda nacional. Nao dama* aqui os
oi.' doa eleilos. porque seguramcul* ein nada in-
leressa isso aos leilore.
No dia 7 publico o Comercia tl Vala o decre-
to datado de 3, que nome* o Sr. Audrs Lamas mi-
nistro plenipotenciario e enviado extraordinario da
repblica em m.ssao especial Deu* crie. Segundo
a declararn solemne feita ahi pelo Jorumi do f'n-
mercio, a anisle do Sr. Lamas un tein em vista
quer uova inlervenr.., quer novos auxiliot pecu-
niarios do imperio. I'oi sem duvida por elleito des-
sa declarara.! que cessaram os boatos que ,i se.ne-
Ihaule respeilo aqui crculavam quando estreremos
a uussa ultima correpoudeoeia. Hoje dizse que
a luisu especial he someule relativa a modiucacao
de alguns dos rticos dos tratados existentes entr o
imperio e o l.-i.i.l.. Oriental. Seja emlim o que for
Dio. la depare buena !
lambem no da 7 publicou o Comercio del Pia-
la o ollicio da junta ecouum.ca administrativa da
capital, datado de 5, respoudemlo ao despacho do
goveruo de 20 de julho ultimo, pelo qual a incum-
bi de promover entre a populara., um donativo vo-
luntario para manuten...'... da policia da cidade.
Nesse ollicio diz a junta ao goveruo que, por cau-
sas alheias de sua voutade, nao turnara at agora
uina resoluc,o no sentido indicado. Hoje, porm
que essa causas linhain cessado julgoa que o meio
mais proprio para realisar as vistas do governo era
dirigir-se por circulares ao juizes de paz e lenles
alcaides, pediudo-lhes que, acompanhados de don
cidado respeitaveis de seua dislriclos, agencien)
una relacao das pessoas que se prestio a contribuir
coro urna quola etenaal para o objeclo de qoe se ira-
la, al a reuna do corpo legialalivo.
Nao sabemos se a junta ja poz em execuro o seu
projeclo, c nem podiuos ajuizar do resulfado pro-
vavel que delle colhera'. O qu* be certo lie que a
nianule.i....... da pilicia he urna necessidade iudecli-
navel. e que os recursos du goveruo nem para isso
checam !
I'oi demiltido do logar de agenle fiscal do erime
da capital o Dr. D. Bdolfo Basanez ; sendo
Uo conformes rom aa len.leui.ias da poca, e que
por sua parte Ibes pretlava a mais plena adheso.
Aecretceolava que. oppurlunameule obleria o con-
curso do corpo lecislativo, alim de que laes resolu-
rr.es fos-em uina regra inv.riavel para a repblica
em suas rclaeii?. rom as potencias que ja as aceiti-
le inletl&encia e ment.
a meio pao. Iminedialarncute diriciu-se par elle
e souhe que era ...n bergantn) ha.uburguez, pruce-
ilcnle de Saiila Helena, que Irazia lo.ta a tripula-
* expon .i e.u pelo porto de j 'o atacada de escorbuto, Laven lo ja' fallecido o
capilo e oulro individuo, o piloto, lambem mui-
to enfermo, loi quem se apresenlou ua robera, e
declarando a' lancha da capitana que de modo al- rain, e rom as qup as aceitaren!,
gum poda mover-se dalli, pedio que couduzsseui o Por decreto de 2'J do ..-- nh. foi nomeado secreta-
navio para dentro. Informado o capilo do porlo do rio da miao especial do Sr. Audrs Lamaa uessa
occorrido, dirigi-** logo ao conul hamburguez, e curte, o Dr. 1. Juan Jos de Herrera. Nao .. conbe-
iiii.dnu preparar nina embarcaco eco vivires | cemos pessialmcnle, mas inl'orinai.inos que he mo-
i iiesros, medicamentos e o medico ( ino porem era dnli.-il encontrar marinheiros que
quietaern entrar para o navio, o cousul valeu-e
i fracala prussiana
" .ArJe.~' Na reeebedcrim e -ubrerebedoras' promplo em mi
non liaBKtti.).pe:.i prt .. tu. .uinserlo admtltl-1 am afllclal, ma
da na emba'Cacoe- que .ui..n genero* eslan- e o medico de bordo para sorcorrwr aquelles irte- I r... do culto ; e o se^a-i lo* potvi Kovorna do Chile.
geiro, sem qae lenhaln i preftamenle despacha- dize. que icmetle fundostnDciealea para tustear thn os
dos na alfandega de Monleviduou Salto. .. 'Snulie-se depois que o Helena i litiha sabido de ga-tos de viacem, ele.
Puna Arenal Coala Inca (am 12 de junho desle au-
no, com parte de sua carga. Emquantu alli perma-
neceu, a Iripolacau nao piide ler vivera Irescos,
pelo estado de guerra em que se aehava o paiz. O
resto da carga tomou-a ein Santa Helena, donde
sabio a 15 de referido mez. Neste ultimo porto
lia-
ra ...laliiirar a Brail como inim.so da livre une
Cico lluvial da Confederara.) Argentina '. Mas ..
Dr. Alberi o ccrevcu c aniguoo em S de abril do
auno le I356 !
O vapor de cuerra tunee/ .. Klamtieau, qoe en
l.i- | Irou ueste porlo, procedente do Paran no dia 12.
Irnuve-nos a utira de que a i, pe;. I hora da tal-
le, tivera lucar a recep. ...ndlr.al do plenipotencia-
iofrancez junio ao enverno da Co-ifrdeacOo.
Nao nos paree* necea tana ti-onscrever *- Oin-ums
do eslvlo que se tocaram nessa occasia eiilrou en-
viado da y ranea e o general I rquiza. A publica-
rlo ajo* lizemos dos di-rui-Os pr->i.uiicado* qoanOv
o agente Ingle* apresenlou aam credencias, 1.1, di.-
p-nsa a de.tes ; pois qu-, como *e Mbe, a ni..lena
he a ine-ma.e ile con.mi.m acrordo vo ambo dipl-
mati-ar. A re>pLi porem do presidente da Con-
lederacao Argentina a M. de Beeour. nm ven. des-
pertar de novo ama observaro qae ja' naviaraMa,
feito quando lemos os dtnnaan* de >. Exc. repetid
ao Sr. vi-.-onde de Abaeie e ,i M. t.liri-l.e.
Ate aqui essa pera, cujas bellezas e u.ei.!..
rain a coneiso ( n laconismo, compunham-ta qua-i
para n navio, o cousul vaieu-e ua nanos capiirii.iiuos iiaiianos, nos quae-J> se desli- corlezia. de.xan lo quando m
. ll.elis, .. cujo commandante fui nam a' confederaeio Argentina e 27 a' repblica do Vcies entrevar o objecin rardl
luiltrir uina de suas lanchas, com Chile, O- pruneiros foram mn la los vil da Europa | Iretonto queu ccucral I rquiz,
rinheiros em nnnwto lafllciente I pelo Dr. Zoviria, quando desempenhava o iiiii-le- : l-m novo, a ileiratoruie op
Segundo o Nacional do da II, a capitana do
porto desta capital rccelieu ordem do gnverdo, pelo
respectivo ministerio, para que nao se ponha'impe-
dimento algum ao desembarque de qualquer dos
exilados polticos que regress-ircni ao paiz.
Posto que uo nofucial esta noticia, parece com-
ti.doexacta, visto que clleclivameute depois da pu-| apena tres vezes obliveram carne. Ao cabo de
blicaco d-ll i aqui chegara.n, e livremenle desem-1 duas un lies semanas depoii de haverem deixado
barcarara o emigra los polticos corontl Sobn, e I Sania Helena, comecaram a manifeslar-se o pri-
commandanln A bella e Solsona.
A tendencia geral dos espiritos para a paz e para
a urdem he tan pronunciada o decidida, que, em
verdade, ueulium recro deve inspirar o regresso
dessas influencia na aclualidade.
calieren uo dia O do passado o vellio negociante
desla praca D. Flix Buxaro. Se nao era o deca-
no, era de cerlo utn dos mais ulicos,commercian-
les de Monlevido. Deixou a sua familia urna for-
tuna cousideravel e nina reputara ill.bada. A nu-
merosa concurrencia que asislio au seo enterro no
lia 10 e o acompanhon ao ultimo jazigo, I'oi sem du-
vida um irrerusatel lesleinunho do tureca em que
era lido nesta cidade o velho e honrado uegociaulc,
que della para aempre se ausealava.
meiri.s-muploma de escorbuto ; e lendo-se acaba-
do os medicnenlo-, o capitao envidou ludos oa es-
forcoi possives para que a cunriiir.iu no dcsani-
mase ; mas o 'mal nao lardou em generalisar-se ;
e, na altura do Cabo, o proprio capitao senliu-se
dnenie. 0 segundo piloto procurou persuadir n Ca-
pilo da conveniencia de demandaren) as ilhas Mal-
vinas, mas elle ruten leu que era inelhoi buscar o
Kio da Prata. as ultimas (res semanas u estado
da Iripolarao era tal, que nao se pude locar em uina
s.. vella do navio, e al entrar aqui contarVOO-W
coma eulo se acl.avam !
ti pillo e am primo deste eratu os nicos qu*
haviam licad sobre a coberla ; e, seguudo decla-
Ira a Iripolarao, 4 ua presenca de tipiilo e valor
O invern na forma do costme nao quiz deixar | fui dev.da a salvar?o delles e"do navio, leudo mi-
arte anuo de fazer alguma victimas uas proilmi- i lecida o capilo i o carapinteiro. conlnuuu o pilo-
'ladea desle porlo. No dia 8 do passado ts 3 horas | lo, anda que muito .lente, a lomar altura ; e cun-
da larde pouco mais ou mezes, debaixo de um es-iseguio, medanle heroicos esforcos, fondear o a-
pean nevoeiro, eiir.alhou na illia da Flores o brigue vio com urna-ancora pequea junio do lugar eui que
ardo America, a no momentu mesmo em que se o encontrara a laucha da capitana.
......i..I, i .. r..,. I.. :_____uj. ._____ < ......
dispnnlia a dar fundo, impedido como se aehava p-
la densa nvoa de poder entrar uo porto.
Ha um adagio porloguez que nao le. nada de
delicado, mas que he altamente expressivo.Sobre
queda couce,diziam os nossos Matiena, quando a
um mal se segua oulro igual, ou maior. O adagio
Da Iripolarao, rompo.ta do capilo, i" piloto, 2o
(tito lilho do dono do navio., docarp.uteiro e i ma-
rinheiros. um dos quaes lilho lambem do dono, 2
morrerain e 4 se acham actualmente no hospital. O
pillo, anda que gravemente enfermo, nao quz
abandonar u navio. Ha esperancas de conseguir o
he completamente applicavel ao infeliz capilo do I completo reslabelecimenlo dos nfelizes que esca-
AUaMieo. a parara dus horrores da fume e da miseria subre o
No aclo de en.Mlli..r mandn elle miar immedia- | mar !
lamente as lanchas, alim de salvar do carregamenlo
o que podesse, o com ellito cousecoio
Chegaram ha algam das a Monlevido 52 misso-1 exclusivamente de expre-es de pura urbanida'de e
nanos capiichuilios italianos, dos quae 25 se desli- cortezia. denan lo quando mailo non WtUam espe-
ul della. Parece en-
n quer e-labelecer s' s
.pposto. 1V aeoa lawTt).
discursu-, ak-ni dj >e -emellur-iu a apitoaaM* de
d.relln iulrrnacioaal, o cama que icrd-deiro r -
sumo de h.slona conlemporauet. No ultimo, a que
principalmente uos referimos, nao so dtaserla larga-
mente o general sobre a vantacem da lib.-rdatlc I.
commercio e da navegar, como expaade na. va-
riadas considerarais acerca da cuerra do linele.
Daqurlles, signado coiil.i, um parle ira' para a
provincia de Corrientes e oulra para a de Cordova.
Ambas as fraernes devero ser repartidas pelas po-
voares fronteiras do deserto: em Cordova uo rio
Cuarto ao sui, e em Corrientes uss viziulianra do
Chaco, alim de conseguir pur meio da propaganda
pacilica fazer entrar pouco a pouco osselvagens para
o gremio da familia chrisla. Como de Indo o cora-
cao desejamo. Dos sem dovida proteger' em sui
nobre e santa missao os esforzados lidadores evan-
gelios que vo de.iicar-se a conversan dos intien.
Pacanos aqui urna pequeua pausa pelo que res-
peita a Montevideo vamos ver o que ha de tiueuoi
Ayres, da Confeleraro c do Paraguav.
As noticias que da primeira dest-s repblicas fo-
ram diariamente cl.egat.do, a datar da nossa ultima
correspondencia, nununciavam que urna -niele tor-
menta eslava alli imminei.le. A npposiro ao go-
veruo crescia a passo largo: os espirito lornavam-
B* cada vez mais exaltados; a imprensa aberta e vio-
leulainenle proclamava a iieces-ida.le de revolta, da
qual mesmo ja linha apparecido o sigual precursor,
que be uin chusma de pequcniius jornaes, onde a
calamuia e o insulto assassinam sem piedadea vida
particular. Apresentava-se como caua ostensiva
dessa siluaco a falta de garanta por parte do gover-
iio a' vida e a' prosperidade dos ci.latlos, principal-
mente no interior, onde se achavain sujeilos as con-
tinuas inva-es dos indios, que com escandalosa im-
punida.le Ihe rnuliavam al as proprias mulheres,
impondn depnis alio prero pelo -eu resgate. Dizia-
se porem por oulro lado que o verdadeiro dedo do
iigante era o do geueral Irquiza, que, ja pela
siluar.io que fomentava nos nimos da capital' ja
por meio de-sas nvaabea por elle proprio inllueiicia-
das e prolecidas, prucurava turrar u. aouns, para
trazer dpois Buenos Avrcs ao lo da coufederaco,
e por conseguinte ao seu dominio.
ludo isto se dizia nao sabemos com que grao de
certeza ou de proLaliilidade. O que sabemos, sim,
lecharemos o qaailro.los desasir martimos com
oco Irans- i a noticia de qoe pelas 11 horas e meia da noile do i he que alcuns'dias depois as mesma fonles das n
portar para a lilla quarela e lautas quartolas de ; dia 2!1 aqu limdeou o vapor TocOHtim, da compa- novas foram
azeile e outros objeclns. ; nhia brasileira de paquetes, i|ue desse porto largara
F.mquanto eslava o pobre hoiueni al.arbado com j a 21 do passado com destino ao Kio l.ramU
lomea- n,te Irabalho, e ausente du navio, alraeou a esle por Sania Call.ar.ua. O Tocanlins. ao el.
escala
car
^vna a nota e. n; d. c ? d :""ae. ""'"o ^'""cl.es, Iripolado, por mais de barra do Kio Graude, suube que nao havia al
a cummKsao'Derma...Z Tela ,\ m* IV T"!l,e,roi i,i"id"u, Apc,,as 1,ercebcu u "P1" I P rec.be-lo, e fundeou.alira de aguar-
rmauenle, declara que O tinlia ba- lau tal tuvasao, mandou a bordo o contra-.nestre, dar a opporlunidade.
seado na grave accuaaco feita pelo superior Iribu-
Job parecen commovidu ; seus olhos que estavam
fixos no chao brilharam com emorau.
E lingo sera salvo exclamoo a mulher. salvo
pela bondade de seu pai Ter-lhe-bjs dado a vida
aeguuda vez. Elle te amara, le honrara, le venera-
que o linha acompanhadu, para impedir que locas-
As milas, e alguns dos pas-
Mgciroteolio os qu-es se ronlava o Sr. baro de
rata, o ninguem sabe onde esl. Ha qualro das que Adeos al imite I laivez Ibes traga boas noticias.
a ntal nao laz oulra cuusa seno chorar, e eu ja per- I Job dihgiu-se para a porla com o notario.
co a coragem, aiutu que eslou para adotcer... Ab lica aqui, por favor disse-lhe a mulher
Sempre Dovidade exclamou o fabricaule :' em lom supplicante.
r como a imagen para elle da D.vina 'Providencia ---S ^0e ~ "-"^ aco"lec.er ". 9"~ '' ~ ? spondeu elle grossein.men.c, as cousas
sobre a trra. Ah '. meu amigo, dize-me que das o '
leu cousentimeuto, que assignaras a esenptura do
empreslimo logo qoe vollar o notario.
-------------------------- -, ---------- .>..-.....-.. <|.. mi. ni .... i, i
as motivos dassa conducta incoucebivcl .' porque fu- n podeni licar ahi. gero saber o que oceulta a
__!! fgida de liabriel. Pon que uianehu-se a repula-
Ninguem respomleu : .....eule ni solucos de Ko-
sina periurl- iran o triste silencio.
Porque 1 porque '.' exclamou Job com Maarga
irona. Porque Kosina he minlia lilha ; porque quem
traz meu nome ou ama algam de mis, deve partici-
par de minba desgrana. Amigo Stvns, lamente mi-
i.li.-i sorle : urna raaldico pesa sobre aaim.
A lilha den um grito, la..coo-se-lhe ao peicoco, e
exclamou em tom doloroso :
Ah nao, meu pai ; liabriel citidou que eu
quera Irahi-lo, que desejava casar com esse senhnr
Segondo eitremecimcuto nervoso leve o fabrican-
te, o qual murmuren :
Aisiguar '.' ininlia ruina a miseria para nos
lodoi !
Kosina cabio de jotll.os aos ps do pai, e disse-
lhe com voz sopplicaulc :
Oh raeu pai, salve nien pobre ir.nilu Nao
tenlia .-o.lado de mim*; trabalharti comu urna cria-
da, eu u ajudarei, am .re, licarei juuto de Vine, al
o lira de seu; das : eu o couolnrei, Irabalbare pa-
ra Vmc. e serei eternamente recouhecida pila sua
bondade Porem n.. hesite mais lempo : seja mi-
sericordioso... e acontrea o que acontecer, aiuda
que seja a*inaior miseria, bem-direi a mu lia sorle
com pensaraeulo de que Dos recompensar a lo-
dos nos no paraso pela nona dedicato !
Como e esla ultima supplica o livcsse vencidu. u I deixemna so |)or ora. Cuidemos aules
labn. -ante ineiiou sileuciosaiuente a cabera. De salvar Hug).
certo eslava prestes a consentir ; ao menos 08 olhos
da mulher rad.avara de alegra, e com o coracu
palpitante ella viaja sahir dos labios de Job o-im
tanto implorado.
Nesse momento ovio-se baler i porta. Ilosiua le-
vanlou-se e chegou e para a mal.
Ah eis o notario com o dinhero exclamou
ella mui alegre.
Mas o sem,buie de Stvns i ua entrada
rao de in.ulia lilha. hei de devorar essa afronta em
silencio '.' Veremos. Nos agora, notario !
A elas palavras fechou a porla apos si ; mas, um
justante depois, ouvio-se novameute sua voz.
Venlia, doutor. dzia elle, declarc-mc o que
.levo temer ou esperar ; mas falle cora toda a fran-
queza. Nao me ponpe, sei que o peior me esl leiu-
pre reservado.
O medien era homem de estatura baixa, vestido
de pretil, de semblante serio, triste e impasivel.
Chegou-se ao leil do menino com passo solem-
n.io pa-
io..i e wucisaav, v uuc csi.ts ic-o siuu a salvar lili- .- .. ,...- .-----'
o, ainda que no cusle muito maisdo que se pede i r*nr" """""" "* M,<* *?" a- Desta vez, oh dnla vez al. disse fabri- ^ pre(.po.Se ( encon.ro do notario, c per-
Fui
cante Eis o que ga.dias Ist
\'TTlVa?&\\TSSL'
l,e la mil francos a empreslimo sobre nossos ben.
. melboraru. nao be ;,a mu rar.r, s ,, enip.e,,,,o...,e nossos nena. ,ofe|nnilp l0, ra,p.lldM 0 ,[ati(,
ass.ra .' guando hncelbe, l.ver morrido, quando Ma, aracaa a h> potheca de que j. eslo caire-; ,;res dc roenllo, e.r.i rettou -eu I n iro lou-
todos no. estivermos .fduz.dos a mendigar, qua..,:,, -'|J"S. *?* ".'" '""'lj e".e v"'"' : -'ueres eul.. lcIIJ em um,, ,,M>||,.ca. ~eU """""" "U-
Hugo Job estiv r encarcerado i. meio dos ladrues !'I"e'" c va oiaudlgai coiu vosii | __^j,
i.iuan.'.o estivermns oppri.ii.du. pela miseria, pela ,ul'os
vergonha e pela iufamia '. .Mtacravel u que ii.c a- N
conttceii ha bem merecido '. Trinta mil fraleos! c varo ai
1,1, o calculo esla teilu : II0SWM l.r.n- couscr-
.._ ainda o valor de dez mil francos ale... dai \- ,
alreves-le a-lizer que e-la d.-s-rae.i uao lia urepa-1 polhecas. He verdade que si. de rendas teremos de me de
ravel Que qoerc eulo lazer I' I pggor mais de dous mil trancos por anuu ; mas com fcil a
Aloancara dinbeiro necessaro para salvar Hu- o auxiliu de Dos, pacteucia e economa, consecui-
go, rei|ioudeu a mullier. | remn, |(,r aguardando melbort lempos. Despcdi-
Eslas dunda Onde acharas Irinta mil franco'.' rei uina criada, e larri eu mesma o servico da casa ;
Alguem nos emprestar com hypnlhcra sobre Kosina udara a Iralar o animaes ; tu le orcupa-
nnunt liana. r;is niais arlivaniiile com a fabrica... E acoulec,a o
- Ah al. dicte Job rindo amargamente. Tni-i qon acontesrer, convencidos de que fizemo nnsao
.lia qae ea querer,a condrrnnnr ,, miieria a ti, \ dever, que obremos e Irahalhamo pelo nossn filho
;m, Rosina, e a Fngelherl se f.rae ao. p ,s| def,rara.lo, acharemos n coragem e a orcas nece-
exclamou a mai no cumolu da angustia.
Job rangeu vinlcntumcute os dentee, bat u com o
pe e eiclamou :
Eu ja o nperava llaga he ineu lilh. e ludo
evo sabir mal !... Mas, notorio, deve ser-Ihe
Waller, que acaba do fazer meu irmu desgracado. I ne, e aguardando ni;sleriosn silencio, to.nou-li.e
guem disse isso V que lingua venenosa pu-1 pulso, apoiou Ihe o "dedo sobre a face, e escutou-
bl.cou tal lal-i i., le '.' exclamou o fabricaule com co-1 Ihe a respirarlo.
lera. Se eu o apanbatte, nao sei se uo Ihe quebra- I Mai Job ercuera a cabera, e observava as bienes
riau crneo. Accosar ii.iulia Kosiuj mauchar la 1 do doulor para ver se sorprendera algum movi-
bo.i repotac,o guem disse isso .' i maolo, ludavia pr-rmauecia a*senlada.
Oh acalme-**, aune Job, disse o ilutarlo, e Ento que devo temer perguutuu Job depois
i meios de i de !er esperado algn instantes.
O doulor guardn o silencio.
Nao, uo, quero conhecer o difamador... Falle, algoz deshumano exclamou ofabrican-
Pois bem, lornou o notario, Gabriel mesmo o I te impaciente.'
Por loda a reaposta o medico eucolheu os hombros
escreveu. Votad o conhece : elle am.iva lauto a Ko-
sina, que a menor apparencia o .-di. :i,, morlalmen-
imaginaco eoganoa-o ; deve-se perdo-
acbar rtinheiro : he seu ollicio !
le. Sua
ar-lbe.
Apparencia! apparencia! que apparencia?1
redarcuio Job balendo com o pe ; seu lilho ha MD
palife Apparera elle anda na uiinb.i presenca.....i
mas, be verdade, somos pobres, qualquer pude zom- I
barde n e viljpendiar-nos impiioemenle !
Ja o semblante do Dotara annunciava que um sen-
limenlo de colera eomocava lambem a roncar em
seu peiiu : mas o olliar Mpplicanle e as mo po-las ;
que mai Job Ihe estendia. lizcram-lhe cuntir por'
piedade -ua irritaeo.
Sim. disse elle, liabriel nao obrou Imn. le-I
nli pouco lempo, e devo voltar para a casa alim!
de tratar de uegucios urgente. De tarde, depoi que I
terminar a venda, ecrrerc cidade alim .Ir lazer '
por adiar os meios dc salvar Hugo. Se tivesse uina I
sen.ai.a iuteira minha d.sposiro, conieeoiria la- \
citmeiite o meu intento; porem agora nao posso
! mao agouro.
perguulou u pai assus-
successivamenle anounciando que a
lempeslade aborlava, e que o lempo abonaucava.
E com elleilo ate esle momelo nao nos coma que
fosse alterada alli a ordem publica.
0 Sr. Dr. I). Juan M. Gutirrez, ex ministro do
goveruo da Cunfederaciu Argentina, acbava-se ein
Buenos-A)res uo carcter de agenle confidencial
daquelle governo, eucarrecado da soloco de Vari**
parede com a cablea para dianle como para que-
lirar o crneo ; sua infeliz mulher salluu de brarus
lev aula.lo e exclamou geu.endo :
Ser mi, e ser condemnada a ver a ouvir lu-
do isso Doutor, doulor, porque equecc-se de que
eslou aqui, eu que o nutr coiu o mea leile '.' E
qacsii.lo meu coraco coutiahir-se pela dor... c que
nao posso chorar Oh vos tenhoria nao lem pie-
dade. Kevogue sua hoirivel prediclo. O seuhor
mesmo ditse que s,i eo taba o que acontecer". Pa-
ra que pronuncia a conderanacao do lilho era pre-
senca da mi '.'
Senhora, disse o medico sempre com a raem*
frloza, respondo s percuulas de seu marido ; roas
fazendo ao mesmo lempo a apotheu* do dos I r :, ,,- -. pao lemas rm veidate idea de cen-
sa icual ; enlrelanlo h- hem |.o.,.iel qoe a moda
pegue. Coutiuurmus porem com as noticias da ton-
federaco.
Foi promulgada a comlilairn da larovinria da
Sauta-le, he mandada jurar por um decreto du go-
vernador daf|oella provincia.
O governo arceiiliuo aprcseuloo aocoNcretto un.
projeclo dele fazendo extensivo aos porto de Goa-
lecuavcl. e do I rucia, o deposito l.vre. coro uj*t
ele ao disposln na le de II de julho de IHii.
Apre.eiil.na lambem uutro projeclo impondo pe-
llas uos navios que dnmbarcarem, ou carrejaren.
mercaduras occulla ou l'raii luleulameule uin qual-
quer poni da co-ts da Confederar,. Iota doa porta-
habilil.idos, uo descarrecarem sem ncen.... O ates-
mu projeclo impe igualmeale a pena d nena con-
trabando aquelles que, ainde ten,lo liceora. desca -
regaren) fura das horas p.ra isso designada*. ti-
zerera infrii.gindn dequal-incr m..lu o recnla la tlfaadeca ; c emlim, ao qoe dentro dos ros el-
ectivamente usarem transbordos ou venda ara sor
nos porlos habilitados, e com ii.tervenco das auto-
ridades compelenle.
O governo da Cunte lera...,, hav-a expedido un.
decreto reiii ain.o a iulcrvenro por dio exerrida n
territorio da provincia da Sanla-F, tirando por con-
sequeucia terminada a coinmi-so qoe conttrira au
general Lpez.
Bata chufe, ao tomar cunta do poder, prnnum .....
perante a assemhlca ronslilo.nle um discurso cm qoe
anuuuciava o procramma de sua admiutalrarOo.
Sabem os le.lore que. em oossa humilde upini,,
os laes programmas sao verdadeira narize de cora :
nao devem p tanto estranhar que deixemos licar na
liuleiro o do governador de Sanla-F.
O Satom Jrget-.lno, Tolba ofticial, dnmenle e
redicularisa os bualns que ae tinhain e|.alliad<. cta
Bueno A;res, relativos aos protestos de I rqaiu to-
bre a emifo de lu.do- publico, venda de trra* a
uutros actos do goveruo daquelle estado.
I.e-se lambem ua mema fulha o secunde ca-
rioso artigo qae tiansorcvemo sem redexo algania.
.< Parece, diz o orgao de I rquiza, que ha aleaos
iucompreheusivel. chegou-se a ella, e ditse-lha cana-
passivo :
a Ab miuli.i boa amiga, a,alma-te, acaloaa-lc.
Seria lambem a maior desgraca para mim b toda-
va nao ha ralla para eudouderer .'
O' Job, excu.ueu a niulliereum o toin da ii.j i
branda em.u.au, Dev me e-clareceu : acliei am bmk>
de -olvar.iu !
,Nao, nao, lranquillisa-(e ; (eu espirito perlix
I, i--e. ..loe terina podidu adiar ?
O meio de -alvir Hago I'erluibai-iue !
e moveu a cabeca com ar d
Ah !. elle inurrera''.'
lado.
Nao digo isso, murmurou o doutor.
Mas pelo amor de Dos, que diz enlao '.'
Elle p le morrer ; ludo he possitel, mas.....
Ah meo pobre F.ngtlberl Agora sou indif-
lerei.te a ludo. Caa o eco obre mim, e-too promplo !
Elle p.'.de lanibem licar sio areresecutou o
doulor completando sua primeira observaco. ; maldizer. A mulher lentou ao principia cuusola-lo
Pode morrer, pude licar sao repeli Job rom i posto que elives,e aagolada e vaclllanle : ms elle
rejiellio-a para longe de -i, ei.lrou a perrnriri a al-
Icova com a-itarao,e anau l<,nou--,' ao mais prulun-
! do desespero.
Kosi.tn cuntuiuavaa ,-l.orar de calera baila, e nao
I pareca dai ilieucao aos mjvimaulo* dowrdenwlo*
. En-
doudecer 1 m i mi. quando seus lilho padcelo, r
precisara della 1 No Depois laivez guem to-
be Ouve-me. voo lembrar-le uina ro.isa dc qoe
neiihum de Vmcs. conipreli*ndeu-me. lambein pa- hav.amo-nos csquecido. Ha mais dc oito anuos an-
ra i|ue seo marido me interrumpe .' Cn.da que faro dando Hugo cacmdo com o btrao Van lluve. con
urna predicrao desfavoravcl'.' Pelo contrario.
Job lanfou-se para o doutor, conlemplou-o com
cstupclacro mistorada de colera, e evclamou :
Como, pelo contrario Eulo licara' silo'.'
lambem uo digo isso. A verdade he que o
menino nao esl fura de todo o perigo ; amauha
poderei dizer com ...ais fuulainentu, porem aiuda
uao cora certeza se \ me, devem esperar.
l'ronunciandu estas palavre*, elle e-crevera algu-
ma rousa uo seu .ademo. Arrancoo una lolha.col-
locou-a sobre a mesa, c ,li-c ,lir,.iiido-s para a
porta :
De hora cm hora d.-lhc urna colhenuha, ,- se
o menino liv>r ,le, d-lhe acua de cevada. Ama-
nilla bem cedo hei de ir ver um cliente rico na cida-
pat habita o castello de Lintl.oul. e com antro* ra
pazes du cidade, o harn que era ,u-,tdn, aventuro..-
se sobre o gelo no meio dn lago crande, c c. Ino na
agua. O gelo aioda nao ulava nanja I.una. qut-
l.r.iv a-e debaixo dus pu daquelle que queriam eoc-
correr o baro. Mulliente um ousuo com o peni:.,
dc sua vida adiau(ar-sc andando de rojo aobrv <> gelo.
segurar pelos cabellos, e conserva, a llor da agau
aqurllc que se afo^ava : era lluco. Elle lamhciu
cabio u? acua curreu per.-o de n.urle ; ma. ,. -u
diram oulia peo**** com escada-, ambot Ivraaa
salvos Hugo adoercu par i-so, e esleve quiuze diai
de cama. Lernhras-le como u pai du joven har*
nos fez mil ollera de servn.o, e no supplieou qoe
Ihe permilti-eino. recompensar a Hugo oa a im
Eulo recusamos ludo, porque dc nada carecante -
porem agora, acora... vou pe lir o prero da vida de'
i le que precisamos c que elle salv e da deshonra aqael -
!c que salvou seu lilho de um.i mora corla.
para tirar nm filho lolo a imprudente do embaracn
Vide Diario o. 218.
Ma* para expeular com cooOanca, a laivez com do-
ce alisfaco a mde tarefa que nos rela ntt*
mando.
Colera, o menor caiupunez salieoulto tanto! V
enlioria nio dovia combar de um pai que esta' jan-
te da leil do norte de seu lilho. Picara' elle uo,
ou succuinbita' Os o que per -ui.li. !
S6 Deot o sabe ; a nalurcza pude reacir e ven-
cei. O menino acl.a-se em siim.rao duvlota; ale I do pai.
aqu adoen...! Itin -egunlo sen cutso re.ulai tuas... i guando ni :i Job Cuubcced a iimtilidade dc suas
mas... : allcluosas lanlativasi I.'.iu.ju um olhar Irisie subre a
-*l'3 (lilha cousleriiada, coniemplou com dor q pequeo
Ma pude haver novoacresse : a i.aluic/a pude Engelbeil. |i..z a man e ergueu os olhus ao ceo.
pe-1 etlar halda de forja e impotente para cnmbaler um I llepois de ler lirado um instante iminovel romo es-
e o negocio de que K traa Uo solfre_ demora. En nitor, pdenlo pastar ainda minio das antes de ser eigolamento geral. Se neale caso o coraco oto pal- I la la nea allilude, cabio sobre um'aeulo
podtria partir agora mearno para a ndade..... tal- asaignada a earriptiira. Ire visitar Hugo, 0 saber se I pilar nasas enrgicamente
vez... mas lanbo de Mtalir esta mauhla an leilo,' nao ha meio de retardar sen fallimento. Reliirlam e vital em todo n r
Sim, meu amigo, as-im he al cerlo poni ; i mais dar-Ibes muila esperanca. Se o emprestador
ma urna secunda hypolliera exige militas passadas, | quizer examinar o bom tura julgar do valor d pe-
na casa do fallecido I nelof...
One importa Mande en 1,11,,, i. ibiirl -. ci-
didf. He mui conheridn e Itr.o confianza nelle-
Meo lilho Gabriel dic o nol.irio com o o-
ruideii) Vmc. t.iuibem ; vejam sp no podern achai
meio mais seguros e ileuem de sua farniiia n'o
por.e o recurso necessanoi para prelar-lhes ira-
mediatamni o servico em quealao. Comludo fi-
Ki.lai,
Fnlao .
mrnino...
Morra
nrpr.
marat.ro- imprcqnam-'a .Id igna, e o
Iho humidoi e suspirando. Ah 1 amigo Job, oa um I quem certo de que nio deaprezarei nada, e que fa- J Sun.
I pai infeliz! Meu Gabriel desappareceo, Cogi de i rei rinanto podtr. Entretanto nao percaot o anioio. i O lubricante den om grito doloroso, c corren a
de : nssarei por aqu. Conseivc-se u menino qurn
te leudo o cuidado de que nao seja exposto a urub- llueo. Vou ped.r-lhe que no empreste o di iheu
ma roiienle de ar da porta nem da janella. Al '
amanilla...
Job seguio o doutor com a vi-la ale qoe elle 'aiiio
da aleo**. Depois o imparienl- lubricante de cerve- < Jen hdalgo, emrup. >-.rcnrro lluzol.ncoo-
japoz-ae a arrancar os cabellos, a lamentar aa. a a fif", ?JS he ">''''* mui.o lempo. oN,
ier,. corUaaanle oiqaecidao i^\ .\.-,v (,\\, e,^
baroe) Nanea espere- delle- :.-., ,um reci hen
monto, di>e Job menean lo a Calaeca.
\h lem corar i. rn.no o ruiro honvens, (1-
lamuua mulhei. Nao rail** a--..:.. ...,,. aja de..
nina*, c.niioua bandada da Oam, a qaal iu>pi
lou-me e-te recui-n.
Daqui la ha mai dc ulna l'-.uj dr distancia.
, is-e u I ,lineante 1...10 1 i-i.-m, ,. ., ,,, ,.......
Iriolet e-t |Usl:uueuli- q.iehiada. -elupie (otra
liedade al.: lias .licuores rnusas '
A mulher eslava j. oceupada em veUu-se a luda
a prea.
Nao preriso de carro nem de raialln, tJa*J ella
lareiariagem em Irea quar:. de hora. Koain*
lie junio de F.neelhetl. Ah que boa idn lite '
hueostr 'alvo, F.npellwrl f.car, *-,,Oabriel -el
jltra. Sim, sm, n"..i .percamo evparaorx ,,.
nielhoror..
E direndo elai p.ilavra iant;oa-ae f.*a da -.
cova.
nessa aiiiiuue, camo siinre um aeuiii em
para empre'ar o Huido j nm canto da alcrrva, < Obi rim abatida pelo peso de
1 sua tristeza.
Alguna minntn depois levanten repentinamente a
cabera, e lendo o somsn nos labio?, filn 1 viita no
ar eo.olho elavam iiUur.in; lo pela eperan-
c... e ella mova o heicns como se diasesso a i mes-
ma palavras doces e consoladoras.
O marido asiulido .i vista ile-,\ emoca n..v e
,( o MUTILADO
ILEGIVEL



DIARIO OE PERRI1BUCO QUINTA FCIM 22 BE OUTUIRQ R .1*6
Allonso i
ilispuiavam o lugar os Srs. Drs. Flotes,
Pereira.
O Sr. brigadeiro Pereira Pinto foi i-onlirmado
no commando em chefe das brigadas
interior.
sando o Sr. roroncl Osoroparao commando
fronteira de Ouaraiin e S. liurjo.
O paquete Tpeantins, nasua viagem do
Rio de Janeiro para o sul, teve de arribat da barra
as ca las dos cor-
respondentes dcstes dous porlos lem lodos us
menores desta arribado.
exponlaiieidade da volado no barao de Maua,divid
ram-se em dous campos sob a i.....im i> n-leii -. Maua,
e descraradamente urna queslau de peroaalidadc
Irnuxe, oluscudo o brlho do uobre oru|l.o dessas
entidades politras. lao pt u'nii las desiiiledi",eucias
que a elcir.fio se I......mi Io disputada, sen&OUiait do
que as desta ciflade.
Vencido o grupo Oo noflM rcspeilavel e mudo |
querido amio o l)r. Amaro, o vencedores acorda-
ran em dividir o pleilo de 2 de nnvcmliro, com-
poudn urna so chapa para eleilore, sendo H de
un e 8 de outros flo< gropos divergentes que s.i
dispulava.n, como disse, a evpoiilancidade da vo-
larAo do barao de Mau. licando livre a do sup-
plenle.
Na capital as eleiroc se i i :. i n a reIia, preoc-
cnpados os partidos com os grandes e esplendidos
feslejos ao anniversario da independencia, coucor-
rendo elcazmeule para este resultado o au>mo de-
liberado e liraie i>i-ti > i. tu do presidente de nao
intervir de forma alsuma as queales cletlo-
raes.
Maii un deploravel sinislro teve lugar na barra
dc No dia IX de setembro lindo, as 'i por as 5 horas
da Urde, a b.rea Desempenhon, de proprieda.le de
Hernariio Rodrigos de Almeida, achava-se sobre o
banco quaudo cahio am Corte toluo do S., desgover
nou e eiicallmu desmanchando-se em ponis hutas.
E*la nos parece a *er*lo mais trrenle desle uau-
ainda qoe halen-lo, e que secoindo as suas a^uas
a barca Desempenhu encalhara por vil em mal*
agua.
Scia como for, o que he cerlo lie que perdeu-se
crdulos em Buenos Ayres, aos quaes *e fai acredi-
tar, pna nieio de faisa. correspondencias, queem
Moutevido se esta' preparando urna nova invado
sobre ota provincia, enc.brcada l'" clufes emi-
grados, a em que se assp^ura lomara' parle o gover-
iiii do Brasil. Nao podemos cotnprehender anda
cuino a irnprcn-a de urna p apulario illMlrada pu-
!>!< i noticias lao destituioas de senso commom, e
forjadu com i.io pouco tino que MM podem eaeon-
trar aceitaran depois de se liaver publicado tama
mentira.
As cmaras legislativa da Confederarlo discu- ,
lian as constituiees provinciaa de S. Jo.lo e S.n-1do bMBOe a Montevideo.
liaso.
O aovernador de Corrientes tinha enviado romo
contingenta para o exeieilo da Coalederasao nn es-
quadrau de grsnadetros a eavallo.
O vire presidente Carril havia libido para cam-
po oflm de procurar o rctabclecimeiito de toa
aaude,
CftegaM ao l'arana o Caeiqoe Ctlreno, enviado
do Cacique t.alvau, e nm irmao de Carriel, para
aprOMUtar ao presidente te-ioiiiunlios e ailado.
Devem ser intcressanles os discursos desles liguies ;
e mudo sentimos nao os le presentes para oflere-
re-los aos leilores.
O ministro da faleuda liavia reassoniido a pasta,
qu d"iv.iu por enlermo.
O barao de Grilv era violentamente aticailo pela
inprenaa. A queslo suscitada sobre se o seu man-
dato da depulado devia ou nao continuar, nao tinha
sido anda delinitivamenle resolvida pelo eongrewe,
peale que o parecer da commissAo do senado fosse
favoravel ao barao.
M. I.e Lona, socio gerente da enmpanhia de emi-
rar,ao para Corrientes, liavia escriplo ao aoverna-
dor daquella provincia annunriando-dio que all
dcviam prutimanienle chrear mil familias de colo-
nos, ouaudo ouviremos nos noticia lemelhaiite com
relarao ao Brasil! E este neaae desejo cresce a par
ila consciencia que lemos da necessidade que de da
em dia se loma mais urente para o imperio da rea-
liac,ao de um igual beneficio.
A guarda nacional de Cordova havia recehido do
general Irquiza um presente de U)0 armas de pri-
rueira qualdade ; e constava que o mesmo central
ollerccrra ao aoverno da mella provincia dous ca-
nlioes de brunie fulmiuanles.
l'oram Horneados deputados ao conaresse pela pro-
vincia de Santiago os Drs. Eusebio Ocampo e Emi-
lio Alvcar.
O governo da Confederadlo havia apresenlado a
cmara dos deputados um projecto de le. cm que re
reformain os direitoa de importaran laucados sobre
alguus artigM roinprelieiididn na tarifa do I. de
ouluhro de |sr>5, incluindo-^e algumas especies nao
mencionadas Bella.
O objecto desta reforma, ao que parece, he evi-
tar a diminuido das rendas, pois a niaior parle dos
arhaos especiliesdos na referida tarifa pagam ( por
Genio sobre o pre^o corieulc na praca, islo lie, a me-
lado do direilo ordinario laucado nos ardaos nao su-
jeilos a direitos especiaes.
11nli,i sido promulgada a lei que approva a cons-
lituic'i.i de i'ucuman.
t'elo ministerio da inslruc<;ao publica se commu-
uicora a saticgdo duda aos decrotos do aoveruo, de-
clarando nacional a oniversidade de S. Carlus e o
colleaio de Monserral, e litando as coudicaes e a
idministra^o econmica to dito collegio.
Asaegurava-se que em deiemhro proumo chega-
ria o vapor mandado construir pelos accionistas
da provincia de Salla, para a navegaco do rio Ber-
mejo.
t'elo que toca ao l'araaoav, o que ha de mais
niporlaute, e cujo coobecimeulo inleressa de prefe-
rencia o commercio, he o seauinle, que se le no
peridico Comercio de Corrientes :
I) Semanario publica varias notas trocadas entre
o anveruo e o cnsul francez pelo faci de haver-se
negado a nm cidadAo francez passaporle para as pos-
sessoes hrasileiras no Alto l'araguay ; pois j se ron-
ttdtmpatsaporte* paraaqnelle dentino ani cidadaot
brasUhrat o paraguayos. Havia sabido de As-
oiiipi.au no dia S a escuna /epublica do Paraguay
raim om carregauento de diver V |iorln de Alliuquerque, po I l'araauay, frelada pelo ridarlo hrasileiro Frau-
isco Jtladroaa, cnsul de l'ortiiaal nn Paraguay, d
Diz u Saaonat de Bueuos-Ayres que etrecliva-
.....i le no Seminario de II) de agosto se le urna re-
solurio do a"verno, na qual expressameute se de-
cala que a todo o individuo eslraugeiro que nao
seja Brasileiro oo l'araauayo se exige, para permit
tir-lhe a passagem al Albuquerque, que oblenha
previamenle o consenso do governo imperial do
Brasil. V
fallecen no l'araguay o cidadao I). Ju'.n A. Gel-
Iv, jorualisla dislinclo, qoe dizem t-r prestado hons
serviros ao estado. O general D. Francisco S. L-
pez achava-sc no acampamento de llumail.
Tornando a chronica de Montevideo, annuncia-
remos que afinal resolveu quem podia que fosse le-
vanladi) a excomiounhao ao viajeiro piocedenles
do Itio de Janeiro; D'ora em dianle n3u soll'rerao
mais a eufarlonha e inulil quorentena as emlinrra-
nie< que d'ahi chegarem, e os paMagairoado Camil-
la lieam livres da celebrrima liba das Halas com
lodas as suas bellezas e commoduladas.
O mercado artistico de-la capital est abundante
ao ponto de resorailar. A noticio da abertura do
Incali de Solio altrahio para aqu urnas poucas iie
ves corgeadoras em busca de nintio no novo tem-
plo das res.
Jacobson, Marea, Genlit, e Seaplni, audorinlus
sonoras, das qoaes ai tres primearas ja' fizeram ve-
rao no Kin de Janeiro, quasi que ao rnesmo tempo
se apresenlaram a empreza do Solio. Al sle mo-
mento s nos consta ter sido contratada a .Merca /-
i/uenina, que lautos c lao merecidos applaosos co-
Iheo em Is, e 1818 do publico fluminense no Ihea-
1ro de S. Pedro. (Jnanlo aosoutros, de um lado os
poucos recursos pecuniarios da empreza, e de outro
as revollaules inlrii^ase mexericos de bastidores, dif-
licullaram se nao lornaram por agora impossivel, a
sua acquisicAo para o thealro. Segundo nos dizem,
estes artistas eslao resolvidos a proearai em Buenos-
Ayres o acolhimenlo e a pmtcrrAo que nSo acharam
em Montevideo, sem embnrgu da benevolencia e
hospitalidade de seus habitantes.
Vierara lambem perigrinar pelas margens do
Piala duas rabecas femeninas ; a da Sra. Borra, c
a de .Mine. Frery, conhecida igualmente dos dile-
antes llominenses. Embirruio* de tal modo com o
nonio da primeira, que nos faltou a coragem para
procurar ouvi-la ; o se sa*> exactas as informacocs
que lemos, lizemns muilo bm. Quanlo segunda,
apreciamos mais de urna vez com enthusiasmoo ine-
rilo transcendente que a distingue.
Ou vimos o Carlos Wynen, o Robio e o grande
Sivuri, Mine. Frery uo tem de cerlo o pulso e a
forra de arco de qu Iquerdelles, e sobretodo do ul-
timo ; mas em melhodo execucao, gosto, eipres-
kAo e senilmente, nada absolutamente lem que in-
vejar-lhe. |)e mais a mais Mme. Frery he urna
linda joveu, em quem a uatureza reuni lodos os
rucamos e allractivos que prendem e enibriagam
earaeko do homem. Em urna palzvra, e p^ra zer de una vez a nossa opiuiAo, se as transforma
cues fossein po que muita gente desejaria ser rabeca para cahir em
lacs maosinhas.
Concluiremos a trela deste mez com urna noticia
de inleresse immedialo para as senlioras casadas, e
remlo para as solleiras, ja' se sabe, que anda lem
esperanzas de rasar. I.emos ha dias em orna das
tullas desta capital que orna mulhcr, nao nos lem-
hra neste momeuto em que lugar por ah algores,
dora a luz pe urna assentada naelro guapos miaha-
Aos 10 marido, que se afanara ale cnlAo da vida
tranquilla qaa gozava com a sua chara raetade, vio-
se de um momelo para outro abarbado com qua-
tro iilboa !
O caso, cuja veracidade esta' averiguada, he rcal-
mcule serio e digno de reuni, poiquek quem
v as barbas do vizinho a arder deve por as suas de
molho..... II
Lu maaanao com quem conversamos acerca desle
successo, dsse-uoscaihegnricnmente que en elle de-
vidu a" influencia poderosa da eivilisaco do seculo
em que vivemos.' Eis urna qucslao que valia bem
* pena de aprolundar.
Na nos -enf ma com forras para tanl, dircmn>
adeus aos leiloics al ao paquete segunde.
en pai; anuo approximou-se elle do grupo, que o
accollieu com urna Iremenda assuaila ; e na distancia
de cerc de dnaentoi paaaoa leva a caa urna espin-
garda reiina, faz pontana obre Narciso, destecha o
a fronleira c liro, e victima cabe mora atravesada por urna bala
A ijiiarta brigada foi supprimida, pas- de u.....a ooira costeiia.
|a ()s do grupo que la/ia oetfotro licaram todos
' extticos em i oda do cadver, e ueiibum se atreveu a
perseguir agsasswo.
Na mema larde maudou o delegado de polica
una escolla de qualro permanentes, amada pelo es-
erivlo, para prender Coulinho, e aagrarani--o ,i
escolta iniiilos amigos e prenles do mirto. ChegadM
" ao locar acharam Coulinho arrimado a mina homi-
cida : qnando o aacrii a i disie-lhe esta preso
elle levanten lentamente a arma e bradou : n au
lenho vonlade de malar um de voces, mas aquelle
que se approxima esta muri >
Diz-se que os soldados de permanentes desfecha-
ram suas armas contra o den/airado velbo qnando o
viram levantar a ana arma, mas nenhaueden foao!
Coulinho seglo tranquillimente na direcela que
Ihe conviuha, ea escolia voltou eavergonhada, qoei-
xando-se inulto do sen niao armamento.
Noval providencias foram dadas pelo deleaado de
policia, e na madraeada de 7 foi preso o assassino,
que se enconlrou dormindn no malo, lie hurnem
de .VI anuos ponen mais OU menos, e parece nAo es-
tar muilo eiu seu juizo, disparatando continuada-
mente em suas reepoataa.
As mesmas eauaaa qoe faziam recciar alauma
perturhacAo na ordein polilica em Goaratinguetnpor
oecasiAo da eleicAo municipal, permanecen! anda,
em relatla .i folura eleicao de elriloris. Por isso
S. PEDRO DO SU-
CIdade do Bio (laude, 7 de outubro.
i.orrerain as tleicc* ile vereidorea nos dilTeren-
lei municipios, c dejuizes de paz de toda' freauc-
zias de que se i-orupoem esle, sem que os grupos
dissidenles coniniellessern aclos reprovados pelas
leis : e nesta eidade onde os excesfos da imprensa
faaian crear graves eppreltenrnea aos pacficos ci-
dadans amigos da ordein publica o poyo overeen es-
te acto de sua soherania con-tiliicional, com a cir-
i-umspeccAo e prudencia que aboiiain o grao de ci-
vilisa^Ao e illustracao da primeira eidade coinmer-
cinl da pruviucia.
Os cnidos pleitearan a sna causa rom um ardor
dedica^Ao tal. qoe foi nesta eleicAo onde pela pri-
meira vez se vio lio grande uniformida-1e na vota-
i;rio dos dous grupos, porque, em .770 volamos, de
um lado apresenlaram 270chapas de ferro, e do
oulio :tO, sendo pequea a diverso das que cha-! sovrno conserva all um forte destacamento, sob
mam-sefurada. e destas os volee dislrahidos da as "esmas prcvidcntes inlruccrs dalas para eleicao
grande cabala apenas conprrhendernm, alm dos de v*^"'' "cve"do escolher-se um ollicial .le plena
urna ou outra chapa, 5 ou li nomos diversos com mu I cohhani-a para o commando desle destacumeulo, o
iliininuta M-ilacio. Bovernii iiomeou, por iudicacAo do leiiile-cnronel
Vencedores e vencidos prep.irani-sc para a cam- Ge*, i,n lente Jos aetano de Oliveira Bocha,
panda de 1 de novemhro. 11u! P"rll .llole Pafa o norte.
Fiestas como as primetras eleicOes o grande par- "'Us ** 'uformaees roncorrem para que acredi-
tido Maua he infallivel o vencedor, corren ellas cu- i le,l">5 I"8 a esculla foi a mais acerlad possivel ; o
mo correrem. *r- lente Rocha pode ser rom rallo qualilica-
Ema eidade de Pellas os duas entidades polili-1 *> em ollleial benemerilo ; renen pericia militar
cas, disputando a gloria de qual dellas devia parlir a i nm espritu culto, maneiras cavalleirosai e reconc-
elo hbil medico l)r. Aniones, que agora se acha em |
commissAo do governo na Boa Vista. Veio aconipa-
nhailo peln seu secretario o Sr. padre Ir. Jeroiivino
da CiinceicAo.
Hospital de caridade.Dia \ealsliam 7t
eiilrou I, evislein 7li.
.li amanha.
HEPASTICAO DA FOZ.ICIA.
Secretaria da policia de Pemambuco Jl de ou-
tubro le 1836,
lllm. e Exm.M.Levo.ni eonhecimenlo de v.
Exc.que ilasdillerentesparliciparoes boje recebidas
Sophocles ven depois, e. a;nda que poucos an- i fessores maisdislinctos de rhimica daquella eidade : ,
nos o separen^deseo neatre, o tempo ramuibou e 0 IIiate(.|iri| io L.aropo Umo Anlonio jl5
durante e ass a alma humana, que ten initinelos de delica-1 aMOder.
deza, e, se me he perinillido assim expressar-ine I O Ilr. Aninnin .Io' Rilioiro foi nomeado addido
novos visos de moralidade. I Je "2- classs iiinlu :i legar ao de Berlim.
t) sentiniMilo publico faz hesitar Sophocles diente j ,.. mnnefsa desta lernvcl Vlngaora ; elle se sent como que for-
rado a
Havre 60 a MI fr.
Liverpool '10 .
Londres til s.
Trieste
imperio, para
reuiii-ia empreaUndo ao parricida dn*i- "W esiaMslica natbologica e mcrloana da corte,
ciedadea; anda mala, elle procura alte- o l)r. .Manoel Paranhos Pederenira.
/bo>ul i!; Hal'.a.
'Mci-oi.t^W di pvttO.
das, a .mi. i
miar 0 criroe reparlindo por .la- personageue, e ao
lado de Ore-tes que rere, elle cria Eleclre que acon-
selha e dirige. Elle nao ooonu fazer pesar a res-
ponsabilidade de urna tal accAo sobre o lilho lio
nesta reparlico, consta que se deram as seguin- I emente
lesoecnrrenciaa: ...-., i Por uilimo vem Eurpides, e cisque com elle,
hor.ro presos ; p,|a subdelegaua da freguezia do is((, he col|1 sua '
lee,fe Andr Avelinoda Silva, por esordem. loso ^ nlfli, de J ^ea. de ler-
lueasdo Bspirilu Sanie, por ferimentos. e Antonia rores e (|e reraor Mana, por insallos. ,.lr imil?em do lilho vingado'r como a roncebe o
Pela ..bdal^cia da rregoeal, de Santo Antonio. : Ztt^.'ZESESEZSS*
;i:tJ.r;.t^s::'""0'cAu-.srBBfcaaore'dapo,"noc,,i"""iru"^"
E pela subdelegacia da Ireguezia dos A logados, p,,,, bpm ao vo, senhores, que esses
" I""-"' r''U"'.....l0 d" "'"' "' Jl,a *""""> '- Ilustres mestre, nos bl trac.do a eslradaf Me nos
drieues -ampello. porque sendo preso pelo inspector i ajn, e|l por se i ,,
do quar.eir.,.. da E.tr.da Nave, un. sen ccravo que rtlincIlle poe ? Inspir.i-vos da, ideas de vos"
esi.va armado de urna rotee e pretenda eapancar epuca Se com effeilo o artista pe algem. vida em
ama prole, o referido lente acompanhado de sna .a^br^ SaeajJTllral seotodeV.o'.roprio Ci
fabrica luda armada, uaosntumou o escravo preso I,.-,.. o .... ..i a. _..-"...! ,
do poder do inspector, mas lambem fez espancur a
este de modo tal, que se acha ba
tratado e gravemente ferido. pelo que esta sendo
procesado e preso.
Dos guarde a V. Exc lllm. e Exm. Sr. con-
selheiro Sergio Teixeira de Macedo, presidente da
provincia.O ebefe de policia, Dr. I'olicarpo Lopes
de Leo.
cida prudencia. Na commando do importante des-
tacamento ile Itapuineiim, provincia du EspiritoSan-
to, consta que pelo espaco de mais de dous anuos
servio o Sr. lloclla com tama sagacidadee prudencia,
qne sempre merecen do aoverno pleno apnio, e na
sua retirada leve lelieilacoes de lodos es maisimpor-
lanies habiionles do lugar.
Cumpre que, cm abono da verdade, nao omita a
maneira eircaatapecla e leal com que o Sr. tenente-
vnronel lialvao cuinprio a connsio que Ihe eucar-
regeo o aoverno por occasiao da eleicao municipal.
Cumquaiitu o Sr. Galvao se moslraate, sem muita
razAo, escandalisado com este seo deseonhecido cor-
respondente, folgo agora de retribuir-lhe fazendo
pleua justica. e recouheceudo o bom servico que
presto*.
O governo provincial tem recebidn felicitaces
pelo acert da sua medida, mandando u destacamen-
to, e pelo comporlameiito da tropa ; o A o lando ha-
vido da parte da farca, ou de seo commandarile, a
mnima inteivenlo no acto da eleicao.
Eulre alguns desacertos que se tem notado na
divisan dos dislriclos cleiloraes desta provincia, no-
ta-so nm que s por equivoco podera ter passado na
decreto, lie a divi de Braganca. Pelo citado decreto a parochia do
Ampaio pe lene aodiilrclo de Mogjmirim e a do
Soccorro ao do ftio Claro, cum [(lampinas.
Parece liaver Dalo una verdadeira troca de Do-
mes ; parece mesmo cerlo que no projecto ollereci-
,\!.ir-iTiil'm..
Discurso de M. Legouv por occasiao de sua re-
cepcAo na academia franceza.
Senhores.
t esse coracao, de que he elle formado, de
tai lem.. i' | 9* se commove, do que se indiana, senao do que
-laniemcmn m- ; |-0rnia. do que commove, do que mdigna os bomens
de seu tempo f Na verdade, nao se trata aqu de
emprestar a Anligouo ou a Orestes, a llecuhe ou a
Ariane, as lublilezaa de senlimento e as delicadezas
fugitivas de piixAo que a moda cria e destrue todos
os diss e em lodos os paizes.
Nao, nAo seria as engrandecer,cria as desfigurar!
Mas, nascidos da imaaina^Ao, esses ser poticos
perleneem imaginado represenlaces, ideas de
ceos seiitimentos geraes, e amor, o amor mater-
nal, o i iiinie. a vineauca, devem, para Bear mo-
. dlos vivos, apruveilar-se de todos o< grandes desen-
j volvimcnlos que a marcha das idadea lem aerts-
ccnlado a esses srntimentos inesmos; islo he que.
Cm dos ,.osos mais di-linclos eaeriplerea felicita-: nuclan0o nas vas(as e cummilll, tesi0es da J
va-*e com ju-lo oraulho, no dia de su.i entrada ne-te
recinto, por nAo ler jamis tido junio de vos antros
solicitadores que as suas obras.
Eu aiuda sou mais feliz que elle, senhores, por
Olanlo c ineos diversos Iralialdos poderam altrahir
vossa altencAo, Uve para os lzer valer a voseos
olhos um avogado deque muilo mais me oraulho
que deaaea Irahalbot inesmos, um patronato que me
loca lauto como a honra de vossa eecolha, quero di-
acima de todas as pequeas eireumscripces de lu-
gares e de lempos, devem viver da vida dus seculos
e nao da vida dos dias, Mear autigos fazendo-se mo-
dernos !
Fui o que Itaciue lao luaravilliosamente realisou
na persouagern de Pbcdro Phelro be sempre um
lypo gre^o, anda que chrislAo pelo coracao ; c se
lie veidade que llippolylo aasenVelha-ae m pouco
I mais com uru joven l'nlalgo da corle de Luiz \IV.
zer-a lembranea de mea pal, Sun, en o conlessa- ,,,,,., ,,, ulDa ,.;, q'ue puelH n0b ,,. e n,os
fragio : ha porm quem assevere que lendo as ca- do Pel? Sr. \asconcellos era o Ampaio que perten-
Iraias que se achavam fora chamado o brigue Mer- cia Campias e o Soccorro a Moay-mirim. Pelo
cantil em 1.7 palmos conseautram faze-lo entrar, j d'creto resultara o absurdo de lerem os eleitores do
ivoccorrn, pjra ircm a cabeca de seu dislrclo, de
alravessar parte do districlo de Mogj, e vice-versa
o do Amparo. Se nao houver erro na impressao ou
na copia, lorcoso he confessar que esta divisao foiin-
um dos uavios de primeira elasse, cominaudado por jjnstihcavel.
un homem muilo Ipraliro, circum>pecto e valente, | Seria para deiejar que o presideule da provincia
pois ao Sr. Cerdoso se nao peder negar estas qua- consnllesse ao governo antes de por cm execucao a
lid-des, c o prova o crdito que goza nesta praca 'lei "e"* P**8! porque a auoraalia lie lao pateule
que o acolheu, cun os sianae< de estima e grande
peaar.
Os seus consignatarios Lobo | C. logo que sou-
heraui do naufragio da barca, frclaram c vapor Char-
que ludo lorna verosmil lerhavido um equivoco de
copi.i, ou de impressao.
O ultimo corrcio trouxe a final as precisas or-
dens para porem-se em execucAo os reaulamenlos
ra e l'eram ao logar da barra para providenciar so- complementares dos estatuios da Facul la.lc de Di-
bre o importante earregantenlo de pipas de aguar-1 ,t''- .Elao '" execucAo ha tres dias, e asim est
denle, assucar e varios gneros no valor de mais de I concluida a relorma das nos-as Facilidades de Di-
():tKKl-. Ireito.
Pelo palhahule norte americano nl-'amiie, proce- j Partir amanhaa para Braganca o uovojuiz
dente de New-Vork pelo Rio .le Janeiro, donde sa- niuincipal, Dr. Msthias Antonio da Fonseca Ma-
nir a 7 de setembro, cheganoo* a deploravel nova i rato.
do paasameuto do inmortal e dislinclo estadista o Acaba governo de contratar com o lenenle-
Sr. marque/, de Paran. coronel Candida Aniinneiado Das da Alliuquerque
A noticia cansn a mais viv consternaeAo ne-li n,l,a eecessaria para a coucluso du quarlel da ci-
cidade, Daeionaea e ealrangeirosdeploraran a sua .(,l,le ae Santos. He urna obra principiada na mui-
morle, e com a furca de vida que aprcsenlava em ,0' eque ale agora tem sido perseguida pur urna
sua p iiioo avanr.ada uladc, toinamo la n> como ama especie de mao fado ; he pruvavel que agora seja
calamidade. pois qne tuneas da ordein do Sr. mar- mals M'1 s" sorle, porque o novo conlratanle n-
quel de Paran, abalisado jurisconsulto, grande po- 'fe,e 'odas as garantas, e faz capricho de conclui-la.
re, o que por ventura me lem sido o mais aeoslvel
em mu.lia eleicao, he pensar que nao a devia a mim
s, c parlilbar o triumpho coin esse protector sem-
pre invisivel e sempre prsenle, e de poder em lim
pagar-llie, araras a vos, alguma eonsa do qoe Ihe
devo. 'todos nos com elleilo temos corno dever im-
perioso sustentar, lauto quanlo nos for possivel, o
neme que noslecou nosao pai ; e um grande mora-
lista chama esse dever a divida do lilho. Pois bem .'
esta divida, a rmni me parecia, que a nao Uvera sa-
lisfeilo totalmente cm quanlo nao houvesse subido
i esta radeira. Avaliai pois, senhores, se he do in-
timo il alma que vos agradeco, pois que a honra que
me lizcsles nao s he para num a mais gloriosa das
recotnpeusae>tilter*rias, mas anda urna verdadeira
alegra dconsciencia e de coracAu.
A vida dos poetas ;e acralmeote mais fecunda em
emoces que em aconlecimenlos, e fallando-vos bo-
je, senhores, do escriplor cuja lembranea choris, o
autor de Luiz l\ nAo terei a vos tracar nenlium.
dessas grandes calaslrophes polticas que elevam a
biugrapliii a altura da historia. A poesa, a arte
dramtica, o estvlo, eis o nico assiimplo desle dis-
curso ; mas permilti-me comludo esperar que ueste
sanctoariu das ledras a Harrele de orna existencia
toda Iliteraria lenha seu inleresse e lalvez niesmn
seu ensillo.
Ase-lreas de M. Ancelot foram facis c felizes.
Elle cheea a Pars, joven alegre, espirituoso, sises
podre para ser rafeado a ganhar pelo sen trabalho
lodos os prazeres da riqueza, mus bastante rico
para escapar a lodas as agonas da pobreza nn--
lindo emlim pAo c tempo, o sonho i-lal do poeta
quero dizer do poeta aos vinte anuos : mais tarde,
ah exige-se alguma cousa mais. M. Ancelot, ao
sahir do collegio, compuzera una peca de Iheatro
como e as compe no collegio ; leve a dita de per-
de-la n'em naufragio, o que o obrigou a compr
urna segunda, um punco melhor. porem nAo muilo
boa, o que o res-lveu a coropor urna terceira ; e es-
lierdou das anas duas primeiras, por quanto os
brabalhos inditos nao se perdem : elles enriquecen!
e enrroboram as obras que seguem, puuco mais ou
menos como cosas inuaas dedicadas qne augmeiita-
vam a fortuna de seu irmao fazendo-se religiosas.
Luiz XIV foi a prova dislo; e se cssa primeira obra
tilico, hbil diplmala, do a administrador e inlel-
ligente, lie! e zeloso ministro, se alo forman com
facilulade, e posto que aiuda o Brasil cont outros
vares illuslres, ebeios de lie/ies e amor da patria,
como o marquez de Paran,comtudo sua perd.i de-
ve ser mui sensivel, porque anda *Ao raros os que
leem como elle a chave dos arcanos da poltica do
nosso paz, que deve sentir sua ralla.
Desla eidade parti para Porto-Alegre o Dr. An-
tonio Gomes Villaca, da comarca de S. Borja, c ao
{dem./
Jornal PAGINA AVULSA.
portante luaar. I ivemos occasiao de tratar de
pertoeom o Dr. Villaca, eachsmo-lo um magistrado
all.ivei. circumspeclo, intelligente, e de graudc ali-
lamenlo.
O luquete ToeanliM, que por sua dema-iada
tardanca lanas conprcturas nos liavia obrigado a fa-
zer, appareceu linalmenle na larde de 33 do passa
liego, fallar a um s ponto, torna-se responsavel por
lodos; porque aquella que dise, nao guarreis
caslidade ; disse tambem, vos nAo matareis. ISAo se-
ra por ventura desunir a fe, desfazor Inda a prova
dclla Ahsler-se de alguma cousas, porque Dos as
prohibe, e omillir outras, aiuda que se saiba que
r.ci, a ..utuu niiaiiiieuie uu laiuo ue i oo passa- !,... ,- --------^
Mh funde.... (ora da l.a ra, e para l seguio o re- "eos manda pral.car, envolve ni contradicAo de
* i mulivcs ma i-.... ........ ... ^ ...... I.. ....... i__~.__
' motivos, que confunden) a razan,e faz grande aggra-
vo a religiao.
Ou nido a fe se acha amorlcrida, o nosso gosto, ou
a repugnancia prevalece mnilas ve/os a obrieacAo.
t'uia f viva lorna o Irabalho agradnvel ; e s acha
I ra/. r no rumprimento de seus deveres.
A f sem obras, diz o mesmb apostlo, he como se
nlo cxislisse ; o justo nao vive della.
Vede aqudlc homem vo, escandaloso e dis-
soluln que all esta aos pes do aliar, como a vita do
Creador se loma grave, niodestue reverente. Obra-
ra elle daq lella forma porque leona f ".' Por cerlo
que nao. i le a hy pocrisia que se abriga cm seu
peilo.
Os homens que vivem engolfados nos prazeres,
embaracados em negocios, e que nicamente lem
por lirn a cohica, creem que o evangelho he a nica
regra dos eoslames, e que a religiAn deve ser como
que a alma de ludns os projeclos, de lodos osdesejos,
e de todas as uches da vida.
Sem f nao ha virtudes ; ella he u seo principio,
e as sustenta. Ellas nascem e morrem com a f ;
crescern u diminuem conforme cresce ou diminu-
leo ; e com clleito all aporlou para reparar os! ??? ? se d'b,l',a' a ''"mildade vem a ser im-
aossollcidos, e refazer-U do necessario: mas [r es',cra'"-a vaC1"'- a ""d"" -
E o liomorn po.lor viver sem f, sem esperanca
e sem caridade ?
Aquelle que lentasse viver por esla forma cai-
rla em lal eslado que se tornara indigno da socie-
dade curiada.
Lm homem sem estes tres predicados seria om
violencia que largando a amarra pelo chicle corn a. I ^n,f "" alma, um da sem luz ; nao sentina os
eompelenles boias foi forrado a demandar de novo a e, ,m .i V oce "" lcr'se 1ual barra desta provincia, e m ni-lhor e boa h..ra, pois i "'", J"', a i ... .
que jeram bstanles os marlyrios de urna quadral,-. Cl""'^' en.inada por Jess Curian no
bocadnr .rCamactiAa, rccelieudo a seu bordo as ma-
las c alguns dos mais destitnidos de seus numerosos
e qnalilicados passageiros, o barao de (Juaraim, Drs.
lirn-pie. Mendonca, Seceo, Ignacio Joaquim de
Paiva de Andrade. .'.loiileinorencv, brigadeiro Jlen-
rique Marque* Lisboa, e mais outros, licanio a bor-
do do Tocantins o Dr. Savao, Dr. Travissos e sua
senhora, e anda o resto dos passageiros. Anda nao
liavia o oCamacuAa, entrado que por muita felicj-
dade pude alravessar o banco e singrar no porto,
quando nm temporal de L. S. E. cabio com tal im-
peluosida ie que, a nu ser o vapor Tocanlius,
um dos melbores vapores da cumpaobia, o seu corn-
mandante o capitn de fragata Gervasio Mancebo,
liomem amoldado para o commando de um grande
navio, sua perda obre a (emivcl costa do Rio Gnu-
de seria infallivel.
Dous dias lutou o sTocantinei contra as serranas
de mar e rijo vento como que a capa, e vendo
que Ihe ia faltar o carvAo, tendo ja perdido um es-
calor, e arrebenlado urna amarro, fugio aa perigo
de sacrificar tantas vidas preciosas, e lo lido na-
vio, arribando, como s Ihe era possivci, para Mon-
tevideo
eslra
aiuda nao eslavam acabados os Irabalhos e perigos
de 13o Irabalhosa viagem. Alli mesmo novos riscos
e apuradas circunstancias pnzerain cm prova o ex-
celleule vapor Tocanlins e pericia de sen sisii-
do, intelligente e forte commandante.
No dia :i on ( de crreme cabio aquella hahia o
lemivel pampeiro O. E. ou O. E. 8.). e cmn lal
trando na me-ma obra, o que he rnisler fazer, e,
perdoe-uie sua grande sombra, .. que de iriislcr
evitar.
M. Ancelot, elle, que me perdoaria. estou certo,
de o haver esquecido om momento pela tragedia,
bobeo suas m-pirac es dramalicas em nina outra
oiile que as narrarues mylholugicas oo legendaria';
arrestado vava entaoos espirites para oestudo da historia, el-
le, como o temos dito, lirou, lodos os seus assomp-
los dos annaes da idade media ou da Restauraran ;
somente por um contraste assaz siugular, posto'que
muilo classico, a eu pensar, elle seguio, nao a
grande arte do decimo-selimo seculo, mas a bri-
Ihanle esrola de um poeta eslraugeiro que deu a
tragedia histrica mais imaginacAo que profundeza
ou verdade.
Com elleilo, ha diversas maneiras de Iraduzir a
historia Sobre a scena.e Schillerrepreseuta a esle res
peilo mui diflereiilemente que Cerneille ou R acine
e mesmo que Shakspeare !
Shakspeares lem um lim : a pintura dos carac-
teres ; o que procura nos aconlecimentos, sAo os ho-
mens. o basla-lhe urna pagina de Plutarco para fa-
zer revivar Julio Cesar, Coriolauo e Brulo, da mes-
ma sorle que elle uAo lem necessidade senao de al-
gumas buhas de leudas para crear Olhello,llamle le
Romeo.
Diverso he o syslema de nossos grandes trgicos :
o hjeclo de seus dramas histricos he a manifesta-
rlo de nina idea mural. Feuelon crilieava Cor-
neille. por nAo liaver representado Augusto aaatl
simples de linguagem e de costumes : lie porque
Comedie tinha vista mais alta do que por Suelone
em verso ; elle quizen pintar a alma do velbo im-
perador s lulas com sua primeira tentarn de cle-
mencia ; e se Bnlanoicus e Clona sAo lalvez
a obra prima de nossa scena, he porque ellas nos
mostram, urna como um despota sabe do i rime, c o
outro como elle encela !
Schillcr nlo altinge uem verdade histrica de
Shakspeare, uem a profundeza rqvral de Curueille ;
nAo he porque elle nAo seja nisis instruido em his-
toria que oprimeiro, e em philosophiaque o segun-
do ; mas seu genio a seu pezar o arresta as situa-
ees Iheatraes e a reenconlros palhelicos. Para ob-
Sa Babia veriBcou, no dia 1 do rorrenle, o seu
titulo de Dr. em medicina pela Faeuldade de Paria,
o Dr. Tiloma* ^ ictor Beln.
Devia partir do Kio boras depois da sabida do
Avon o vapor de guerra Amazonas, com
deslino a esla provincia.
Haviam ebegado, procedente (lestes porto.
Ao Hio, a 10, a escuna .Jetee rom 15 ibas
de viagem,a 11 o patacho Valente. com 10 dias,
a a 14 n escuna ..Lindo rom K> dias.
A Babia, 16, o biato Sergipano...
Tinha partido, do Rio, para este pono, i 10 a
escuna hoilandeza eElizabeiD.i
Achavam-sc a carga para esle porto :
No Rio o brigne Feliz Deslino.
>a Babia a gaiopcia oLivrarao.
A partida do vapor brasileiro Imperadora acha-
va-sc annunciada para o dia 27 as 8 da nianbaa.
SONETO.
(Juanto me congratulo da araizade,
lieeebcndo o tributo mais honroso !
Von-mede vos parlir ; porem diloso
Me vejo entre os espinbo da saudade.
Triste parto: a cruel lenacidade
Do fado, que me arrasta rigoroso,
Me aperta o coracao, e pesaroso
Vou, amigos, deixar esta eidade.
Natalenses, adeos sea dor me excita
Deixar-vos, ficani eternamente
Vossa memoria na minba alma escripia.
Y. no meio da dor a mals punglihle, "^'-^^
e ler amigos laes me resla a .lila,
E desta dita lico contente.
Recitado no dia 14 deselcmbro prximo lindo,
na capital do Rio Grande do Norte, pelo capitao
loaquim Francisco de Oliveira
aos seus amigos os jovena Natalenses, pela maneira
honrosa com que o -obsequiaram, offerecendo-lhc
um explendido baile em despedida a sua retirada
para esta provincia, com sua familia.
.loaquim Frrnciaco da Oliveira.
<&s>m. c*>?.
CAMBIOS.
Sobre Londres, ^7 :i|i.
n Pars, :ili.
Lisboa, 9S a 100 por ", de premio.
. Bio de Janeiro, l|2a I por 0|q a t.~> e IMJ das.
AccSes do Banco, 10 a i. de premio,
o cr compauhia de Beberbe 549000.
o ir companhia Pernambucana ao par.
L'tilidade Publico, 30 porceuto da premio,
a a Indcmiiisadora. SS dem,
ti a da estrada de ferro JO por Ouj de premio.
Disconlo de leltras, de 7 a 7 1|2 por O|0.
Dilo do banco7 a 8 por 0||).
i )uro.linca- hespanholas. .
Moedas de 6*400 velhas
i e KIO0 novas .
4&000.......JOOOO
Prata.Palaces brasileiros.......25*iO0
Pesos cnlumnarios......'.sOOO
o inesicanos...... i>m.(i
Caixa Filial do Banco do
Brasil
EH80 DEOUTUBBODE 18jii.
Directores da semana, os senhores : Jos Peni-
ri \ launa e Dr. Augusto Frederico de Oliveira.
Ilesconlos. 7 ", para leltras a veucer ale 90 de
novembro, e S '., pan lellrgs ale '< mezes de pa/o.
' mtm entrados no dim M,
Biode Janeiro17 Oas, Riacho Ua.ilein. .Rom
esos, de 170 toneladas, capillo Joaqun. I.ot.-
ralvcs dos Keis. equipagem II. carg cale e mai-
eener... ; ., Ranholumeo Lnuieuro. IVrlenrr a
Peruaml.ur... pi*.ageiros, Honorato n, ut ka.
ros, .Mana Alevai.diini.
demII da-, biiaue brasileiro Firma... de I7J
tonelada,, rapiia,. Mainel de I rulas Vicio, rqui-
|iagem I", carga lannha de Irigo e mais geiiei... .
a .Novaes ,\ Compauhia.
dem e Baha7 das, vapor inglez Avoio. r..m-
mandante B. Bivett. Pas-agriro* para esla pre
vii.ru. o Kvm. lUr.u. da Boa-Vuta, sai m> kk.i e
criados, Rana Barros e I criado. Julio >.|\ na
Lobo, los*di .viva Leal, Krauciieo refrer* Ral-
lar, Jos Lata da Rada), Aureliaua de Alatetd*
Bodrigues I-.... I i. Silurmno de > ...la Ciara,
I .le-uino da Conceicao Mallos e I crudo, l.ar
Jos de Medeiros.
Maceio porlos intermediosfi horas, mpor ka-i
ileiro Iguaras'in.. roromandaute Antonia da >ii-
^e'ra Mariel Jnior. Passageiros pan esla pr-
vnna. padre JoAo da Co-ta une-. Manoel Mara
de Mrae, Antuiifo Marques de Am.iruu e I cria-
do. II. II. Swili. Prudencio Marq.e- de Amerirn.
lieiitu J< da Costa Joninr. lolo lUnario Reite-
ra de Menczes e I crudo, Adolpbe de Barres i .
vateaali de Laoaroa e I criado, alaaoel Jacejees
deatlva, Jeae Vietoetna de Puva, Antn., j,,..
lenein Baslo. I'homaz Cav.lranli a MU-ir.
Une, Manuel Loorenro de Mallos, I redeirt M.
ckelcan. Aiiloiiu, tionu de Macado.
A artas riAUos no mesmo aba
PirahibaII.ate brasileiro .Klor de Brasil., meelre
.lo.''.. KraiKisco Martios. car;. Uzeadas e aun g-
neros.
Para' c porlos intermediosYapon brasileiro 'Im-
pera! n/.. commandante o !. tenante Kr.U. fa^
sageiros desta provincia, Jo.qaira Je^ de Arauie,
Josr Franci-ro de Soasa Prari. Jos I r.lvn de
Medeiros Furlado, SalosMoo Ephicrmn Carnain<
d.^Couha, lu..i|..;::n Marques DamasM, capelln da
repartirn erclesiaslici da esercile padre Anteen..
lavares Dornellas P. (,.. Antonia H..ilu. Kil^i-
ro Dantas, Jos Francisco Pereira, Dr. Abtlio J*~
lavares da Silva c I criido. Ilr. Ilrurique Kraose,
1 lilho e I -ohriiiho, o cabo de eaqaadra Jete i..-
par da ConceicAo.
ctu agradecimento Soutiiampton a partee iulennedioVapor RaRaj
Avoii, commandante R. Bivett. P
desta provincia, Anlouio Ferreira Leal, Ai
Jos de Magalhaes Raslos Jei.ior, podre Aa
Joaquim da Conreicao e Silva, JohaSiceU Tacaos.
sua senhora e I criada, o capitn e *' rnninhmei
que perlcnceram ao vapor br.sile.ra "lgaarm>.
Aracaly ltate brasileiro Esalafo, mestre Jaa
Luiz, carga lazendas e mais generes. Pn.f ice,
Antonio Kavraond., Paes de Lima, limul l,.o-
deneio hurtado de Mendonca e I criado, Jaaa
Agustinho de Sa Pereira, Kivatanda Noaate de
Silva.
^tHCd.
e M. Ancelol appareceu com lana bulla, he que i,' t..\i".a^,~~~7~~'t~".-;-' .o-
ella nao M a primeira. 4 !ler om bell el,e"" de. '.'ealro..|ell. nao recelara
Knlre nos ningueni ha que nao tenha algumas ve-
les pensado na revolucilo qoe seopira na vida de
um joven no dia etn que .lie oblem um graude Iri-
umpho no thealro.
M. Ancelol conheceu lod.i a alegra dessa espe-
cie de metamorphose.-
Ao romper do dia 5 dezemhro de 181b', elle era
om obscuro emprega.lo no ministerio de marioha,
rico de mil e duzentos francos de ordenado, e larde
a meia noite, sa chamava o autor de Luiz XIV, islo
he tinha admiradores,amigos, e mesmo inimigos, fe-
lecidide que de ordinario n.lo chesa senao m ds
larde, porem que elle possuio iramediatamenlc.
reunir, em aceas mu bellas sem dovida, mas his-
trica e moralmente impossiveis, Mara Stuart e Eli-
sabelli, (iuilheime Tell e JoSo o parricida, Fthppe
II e o marquez de Posa; anda mais, por orna nova
infidelidad que se anega ainda sua imaginsrao,
elle laz quasi sempre de s uas diversas personag'eos
seres semelhantes a si ; elles sao poticos cmo
ALFAM.KI.A.
Ker.dimento do dia 1 a -JO .
dem do dia -I......
38Jc5l8f36S
2l::l..5i7l
MH.:86iS0:17
Desearregam hoje 2 de outuliro.
Barca francezaCont lloyermercadorias.
- Barra inglcza('hamoisdem.
Schtller, eloqoentes como Schiller e apaiiooadoi co- Brigue americanorairyfarinlu de Irieo.
mo scniiler -, somente esia poesa, essa eloquencia, [Barca americanat ilionidem. -
essi pauilo san tan sinceras o ronde ariHa alie- Rrigoe americano Itrrrzeidem.
maoque ellas communicam a suas personagens urna '
vida, que nao he a sua ; mas qoe entretanto he da
vid., he aemelliinte urna onda de sangue que el-
'', le Ibes infunde, e que, por muilo eslranho me Ihe.
Bateo lela inieaigea o engrandecer.m atacando- seja, nflo anima menos seu semblante e o' p."
o. Saa animosidade desazada moslrou o simples I uililr____.......
autor de urna peca de thealro como o poeta de um
pitar menos seu curacn.
Tal he o syslema queman grado seu lalvez, e com
as dillerencas que separam o tlenlo do genio, Mr.
Ancelot eguio na eomposirilo de suas tragedias his-
grar.de partido ; instruiram-lhe qoe escrevendo sua
tragedia elle quizera abracar a defeza do altar edo
"o rei',quea..im acredUou offereceu ao joven a,- L&lJSltaa^aaafe El,,abe,1h-= d,P's
-i,. I "'riJ radela se recommendam vivamente a atlen-
uina agradavel variedade deassump-
escolhj teliz de situ.^Oes dramticas,
por una hbil comhinaco de elleilos de thealro; e,
confiado em tantos triumphos, Mr. Ancelot,cm 1829,
caminhava com om patso igual para a riqueza, para
i re,que a'siin acrcoiiou ui.ereceu au joven au- (|(rjg Padlele !
lor urna pensilo, qoe elle acetoa e cartas de nobre- j r.1o PurIic-i or
za que elle recusou. Nesta recosa liavia algum me- [ J r um
rilo, porquanlo procurava-se anda Ijlulos... oesse por' llma _-_,.
de inlemperes, que encontrando agua na barra, li.)f-Hlv''"0- J/"" eve ser olvi .ada por nos ; he el-
nalmenlcalraiispoze .urgi no ancoradouro da ila ,|u? "S '"',!>'eteLe."\ :""ma- u.
Norle na larde do dia .,, sem que por sua demora, T **?*" .rt;' mpaohia de segaros de
que s.i nos causara muilos cuidados, deivasse de le-' ,e evo'i-''''<'ri_denciaaraba de ser aqui
var ah a correspondencia da capital, porque ro ) TS"^ """,01ue '-* sentir en-
no dia seguiule (li que ebegou o vapor Amelia.. T """>'"st'tmcao qoe, percebendo orna certa
rom as mala-, e ja no dia 7 data rom que fecho es- 1"a'"ia|em eeda anuo por cada escravo, pagasse, lo-
la us 11 1|i da manha, fendia impvido cssas le- ': 5? qu .* ]0gWo? morlc v,lnr prl" 'I""1 '"-
tniveis onda., sor.lens de seu digno commandante,: *"., "' companhia be por certo di-
osoberbo ..Tocanlins.-. ~m de b""'" altenrao pelo lim que !em em vista,
O Dr. Savao. e o Dr. Travassus licaram tao im- i""0 ?aiS1',"1"."!"u? p'"n'0 "'-'du for ell> l,c' ""'-
pressionados com os aconlecimenlos do temporal.que "n,",e' de **>" r>-< ror anuo de cada 1:0OO.-OOH;
haviam sollri.io ao ehegar a barra, que nao qoi/e- I'"""IHS innmeras que peamiain grande numero de
RIQ DE JAKEIRQ.
13 de outnbro.
I'or dcxrelo do 7 do corrcnle :
Foi reformado no mesmo posto rom o rcs[iccli-
ro suido por inteiro o tenente do corpo iiimiieipa|
pcrmatieittc da corte Francisco Jos do Paiva.
I'or decreto de O do corrente :
Foi nomeado o bacbarol Luiz Jos do Medeiros,
juiz do ilireito da comarca de S. Jos de Mipib,da
provincia do Rio Grande do Norte.
Foi reconduzido o bacbarol Domingos Riboiro
Folba no lugar de jui/. municipal e do orphaos do
termo de Minas do RiodeConlas, na provincia da
Babia.
Teve mere.' da serventa vitalicia do oflicio de
eserivio do juizo mnnicipal da 2. vara do munici-
pio da corle Manoel Rodrigues Madcira.
Por decrelo do 10 do corrcnle :
Foi nomeado o capitao de i- elasse do o\crcilo
leao Antonio Nolasco Pereira da Cnnlia, para ma-
jordo batalbao n.U da guarda nacional da provin-
cia do Kio de Janeiro.
ram mais embarrar, e de Montevideo seguiram por
Ierra para Jaguarao,
la-nos esquecende de nnticiar-lhe que se por mo-
tivo das eleices aqui e em Pelotas se nao tealejon
cuno nn capital o annivereirio da independencia,
correndu a|ienas n indispensavel Ti-Denm o povo
das duas cidades empenli.ito na lide eleitoral, nao
aci.ntcceu o mesmo no dia le. dcscleml.ru, que os
subditos portuguezes residentes nesta eidade, com o
seu digno vtee-eon.nl, o Sr. Barbosa Coelbo, se es-
moiaram em commetnurer com um evpleudido e
bem servido baile o anniversario da arrlarnarao do
Sr. t. Pedro V. Tivmoso,-razer dever ii.lrcdara-
das as handeiras do liraiil e Porlugal.cem.i os Ura'-i-
leiros e Portuguezes de m.ios dadas, dando-naa o
ajirazivel painel da coucordia e verdadeiro patrio-
tismo.
o vapor val largar.
Carta particular.;
escravos, lornaram-se, por occasiao do cholera,inlei
runente desgraradas ; e porque '.' Por mo terem se-
gurado as vio.is dos seus escravos.pois que se as Uves-
sem receberiam o importe do escravo morto. He .le
suinina vanlagem tal companhia, e praza a Dos
que nao morra ella no nasce.lourc. Ouem deivara
1 de querer dar Mismo rs., annuaes para receber, de-
! poi. de morlo o escravo, o seu valer ? Ninguem por
I cerlo. .\n Bij de Janeiro, de onde he lilial a pr-
seme companhia. dizem-nos ale mesmo us escravos
dos urpha.s -;lo seguros por seus taime-.
Sesla-felra -J do correle, na Faeuldade de
Dircil.i.icsta eidade vai defender dieses para entere
grao de doiilur o Sr. hachare! Manoel do Nascimen-
to Machado Porlella. Os lentes qne li'-em de argu-
mentar, e qoe fram sorteados na forma do respec-
tivo regulamentn da Faeuldade, sito os Su. Drs.
Francisco de Paula Baptisla. presidente do acto.
Nono Aique d'Aivellos Aunes de llrilo l.ialez. Joa-
quim Vilella de Castro lavares, Braz Florentino
llei-riquesde Souza, Jos Anlouio de Figueiredo e
l Joao da Silveira Souza. He a primeira vez que em
oossa capital vai ler lugar um arlo lao solemne e
O Camilla Ira/, dalas de Montevideo al i,e d
Htienos-Avres al o I do corrente. A carta do nosso
correspondeute de Montevideo nada temos a aceres
contar. Resume ella ludo i|uanlo ha de inleresse
relativamente as repnblicas do Prata, que felizmen-
te licavatn em paz.
O Tocanlins iraz jornaes do Rio Grande at
7 e de Porto-Alegre at O do corrente. A provin-
iia eslava em perfeito socego, eos partidos prepa-
ravain-sa activamente para aproxima lula eleitoral.
I arenen) seguras as candidaturas do Sr. barao de
Mana pelo circulo do Rio Grande; dos Srs. |irs.
Mendonca, Eorges Forte, o Relio, pelos circuios do
Rio pardo, f'arapava o Alegrlo ; a do Sr. Brus-
fne pelo rirnilode Piralinim. Em Porio-Alegro
S. PALLO.
S. Paulo '.l de oulubrp.
A polica emenden que devia lomar como punto IHo enrilo.
de honra a prhflo do autor da mole de Aa.ciso da "baa.
Silva qoe Ihe eommnniqnei na minha anterior caria ;i '"''^ ,,z Ia* "m cda.l.'.o basca tirar, a forra
e elleciivamcnte, tres das depois do assassinalo, con-1 a armas, um criminse preso das naos da autorida.ie
guio a captura do aecusado criminoso, cujn nome he t"e prcruleu. lorua-se perigoso a sociedade,
Jos Antonio Marlanno Coulinho, morador no logar Iperqna assim obrando, elle busca calcar aos ps
denominado Agua-Fra. as leis em vigor, c quem is'o faz nao qtier, o
Nao houve embu'r.ula, romo Ihe r.-feri na ante- I '"'m do seo paz e a puniro do crime. No da O
lempo ; navia anda vaidade, al mesmo precon-
ceilu.... uesse lempo ; entretanto que boje.... Oh!
meu Dos '. boje pouco se importara que o soberano
de lilulos de nobleza cada om se os d a si mesmo.
Mj. Ancelot nao parou nesla feliz estrea ; Inter-
rogando sucesivamente a historia de Inglaterra e a
da Franca, as chronicas italianas e os annaes da
Kussi., accresccnloo cada auno, por espaco de dea
anuos, um triumpho novo, islo he urna tragedia uo-
va, a sua primeira tragedia.
A tragedia.Eu o sei,nao est em grande honra jun-
tos de cerlos espirito! ; ella tem todava um mrito
bstanle raro : e he de haver sido condrmnada 1
morto duas ou tres veza e nao obslaule viver.
Kecorda-me ler assislido, em 1S10, algumas pri-
meiras represeolacoes das obras da escola moderna.
Que transportes, antes mesmo do -u!.t do panno !
Deilicava-se Shakspeare, alacava-e Hacine ; per-
guntavam por is,o por aquillo slgomas cabeeas de
acadmicos, e sobre ludo esclamava-sc : Morle a'
tragedia O que foi preciso para a fazer renascer '.'
Um interprete digno della.
lie que na verdade a tragedia, do mesmo modo
qoe a comedia c o drama, lem sua razilo de ser em
nossa propria nalureza.
Se a comedia e o drama repreonlam em seus
quadros o verdadeiro e o realo, a tragedia prope-sc
a um outro objecto que nao nos be menos nece-a-
rio, o ideal. O homem com seus caprichos ou seu.
lontimeulos egostas nao Ihe basta ; he misler o ho-
mem e o here, como no Cid,., ou o liomem e o
cidadao,.. como em Horacio. ou o homem e u
marlv r, como em < l'ulycucle, o ou o hotnein e o
proptiela, como em o load, a A Ierra he o domi-
nio da comedia e do drama; masa tragedia lem
sempre necessidade de om camodo ceo.
Quando ella representa nossas paixoes, se dea-
lisando sob seus pinceis, devem ahilumar eu nao
sei o que de divino, permanecendo sempre hu-
manas.
He misler que aos aecdrdoa da musa trgica nos
sintamos todos junios e elevados acuna rio homem.
e entretanto mais homem que nunca. Eu nio sa-
berla melhor comparar a impressao pro iu/.i.1. em
ii.ini pelas grandes obras Sophocles ou de Comedie
senao a'quella de um homem que, levado por aers-
tatos a' plamcies laminlas do ether, cootempla
nosso globo rom tanta mais emorao, que elle paira
e voga alero dclle, e que leva ao meto dos e\plendo-
res seremos do infinito, a leinhranca, desta pequea
Ierra onde se Boflre e se ama !
Somente como he mui dillicil dirigir um balan.
por causa do elemento em quesenavrga.assiin a exe-
cucao de urna tragedia he cousa mui ardua, so por-
que non ha abi terreno solido e liso para estable-
cer ragras. Com elleilo, as personagens que repio-
duz a musa trgica se prendem goralmente a po-
cas histricas mui antigs, oo se perdem mes.no nos
louges fabulosos da mylhologia ; donde se segu
qoe, separado delies por urna louga serie de sca-
los, o poeta nao encontra mais em torno de si ne-
nlium vesligiolk sene cosanles, de sua eivilisaco,
de seus usos, de suas paixocs. Como pois os piu-
lara '.' Se trala-se de hroes histricos, as narra-
cues os testemtiuhns do passado poderao vir-lhe em
soccorro,e aiuda que a scieucia moderna, com suas
incestantes deicabertai de correspondencias e de
manuserinlos, nos relaja os grandes hnmcus a cada
vinte anuos, o poeta podo, para os pintar, sabir
do seu seculo Iratuporlar-se para o delies ; .na
qnando trata-se do urna persouagern dos tetnpus he-
oicos ou m\ lliulogicns, qual o partido a seguir'*
Barca inglezaAaiiyariffIndios de ferro.
Brigue porlugeea i:speramabatatas, albos e ce-
bolas.
CONSULADO i.F.KAL.
Rendimenlo do da 1 a 20.
dem do dia -21 .
:K:livi'
1:.".li5u24
-Ji::ti7JOi7
L'IVKKSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do dia 1 a 20 .
Idem do dia 21. ...... .
:):(!17c9S7
102589.*.
rinr ; antes sim foi o delirln cnmmetlido rom cir- do corrente nos Afogados um escravo do Sr. lenle
cumslancias bem diOerentes. o fallecido Narciso, I*"^3oCaroeiro Rodrigues Compeli, armado de ama
acomt.inliado de seus prenles, escravos camarades ; ^'cr' pretenden espanrar tima preta, e sendo preso
e gente do pavo, dingiram-se a nm terreno r.outi-1P*'0 iespeetor de quarleirao, foi lirado du poder da
cuo casa de Coulinho t comeraram a entupir uns : palrulha que o coiiduzia por seo senhor com sua fa-
vallos que elle ah abrir recenlemente. Kiilonden-! ''"'!"' armada, depois de esportearen*. lAo puuco o re-
do que esses vados haviam sido Ilegtimamente fe- \f''' d'' iospeelor, a ponto de o deivercm bastante mi-
los por prejudicareni a urna servidao publica, ludo | le1-!'. Felizmente lal crime nao licou impune; o
aquello sequilo ajudava a familia de Narciso a piali-1 subdelegado do districlo fez premier e instaurar pro-
carem um ilesforr. n i'imliiienti, na forma da vellia i -'e*s0-
OrdenecSo que rege a esle respeito, c qoe he a cau- i He ebegado a nossa capital o Btm. e Bvm.
sa da mct.ule do. a -assiualos que se cominetlem no pregador imperial II. abbarie "eral dos benedictinos,
*rf*,'",1 ,. .. S.. padre Fr. Saturnino de Sanie Clara Antuoes,
O vellio I...iilinlio. recelando sabir de casa, man- que vem cm visita sos mosteiroa cu norle. Aeha-se
don urna lidia menor que -? dirigase a ii.ii i casa vi- em Oliuda.
tinha, donde melhor se podia vnr o qoe ae_passavs, | S. ttic. be um dos ornamentr.-. da ordem de San
_ Nao ha memoiias contemporneas ou cartas aulo-
lem de principiar as 10 horas da ma- arepitas que nos representen! Ramenle Phedro,
i Orestes ou Mvrrha ; onde pois ha de o poeta mo-
derno procurar seu modelo para os representar '
Interrogara' sea proprio corar.lo ? oo imitara* so-
mente os poetas antigs ".' Fora' abslrarcio de lu-
das os ideas, de todos os seutimenlos de que os pro-
gresos da eivilisaco leem enriquecido a humani-
dade, e o animara a elle tambera ou entilo pren-
dendo sua obra a seu seculo, procurara' por ella
inleressar a seus cuiileniporaiieos fazendo entrar al-
euma eunsa do coracao I. .mano de seu lempo lias
personagens dos lempo* passados '.'
Tres horneas de genio parecem-se haver encarre-
cado de responder a' esta queslo : esles sao Eschv-
lo, Sophocles e Enripide*. Todos Ires leem trata-
do de um as.iimpto antigo, mesmo para elles : a
morle de Clytemneetre por seu lidio. Velamos se
o que elles fizeram nao nos dir' o que temos a
fazer.
gloria e para academia, quando sbitamente rcl.cn
tm duasrcvoluces urna poltica e outra Iliteraria.
A primeira leva lodo o edilirio de riqueza do pobre
poeta, e dispersa seos admiradores : a segunda faz
cahir a forma mesma da arle que elle cultivava ; e
aos Irinla e cinco anuos, em toda a forca do talento
e em todos oa risos da esperanca, elle V* destruir ao
tnesme lempo os dous objeclos de seo culto : o Ihro-
no e a Iragedia O golpe era cruel ; M. Ancelol o
supporta com urna verdadeira energa. Quebraram-
llie na mao sua penua de poeta trgico elle se fez
poeta salv rico ; esilaram do Iheatro Francez, el-
le se refugiou no Vaadeville ; e emquanlo tantos
escriplorcs se cansavam em esforcos impotentes para
se criar una existencia Iliteraria, elle provou que a
brea de talento e de vontade pode-se criar duas.
Co.ifessare mesmo, qoe, ou fosse sympalhia pela co-
ragem qoe dictou seu volme de poesas, ou fosse
que o poela, enaltado por seu infortunio, desespe-
rado pela injustica de seus inimigos, lenha adiado
em seus se Hmenlos acrrdos que sua musa'feliz
nao conr.ecia ; confessarei, digo, que suas satyras
me parecem superiores as suas tragedias, mesmo
quanlo ao estvlo.
Na verdade o autor da Luiz IX, ha realmente h-
bil ua arle de escrever ; mas mo revelar o seu ta-
lento antes um poela que um escriplor dramtico *
A lingoa do poema, da ode, da epstola, he urna
lingoa escripia ; a lingoa do iheatro deve ier ao
memo lempo u.na lingoa escripia e ama lingoa fal-
lida ; a elegancia, a harmona, a propriedade dos
termos, e a riqueza do colon lo sao qualidades indis-
pensaveis, porem insullicienles, he mitler cemiudo
isso, e lalvez antes de tndo isso, o sotn da voz huma-
na. Lede o a Misanlhropo, Al!.alia, Brilannicus. ..
nao i rede- ouvr a pilivra mesma do homem '.' Co-
mo he viva essa lingoagem, e conseguinlemente
potica Como ella se r.veste profuudameule do
carcter de cada penonagem, conservando sempre o
ruulio do genio do poela Como islo se senle.... e
porque a.le maravilhosa ? Nao o posso dizer, como
se senle que he sempre loas ou Alinde, Alcesle ou
Celimeme que falla, e que por consegu.nle he sem-
pre Baciueou Moliere que os faz fallar O escrip-
lor de genio, no meio das personagens que anima,
eslAo ellr e ellas juntos.
H. Ancelol uo roubou, segundo pens, di nossos
meslres senao a melade de seu segredu ; mas essa
metade bastou-lhe para segurar as suas epstolas
mu lugar muilo dislinclo entre as productos desse
genero. Elle ahi se mu.lra vrrdadeiramenle poeta,
porque be realmente homem.
He a sua propria alma qu,e falla ; elle est com-
movido, ferido e indignado. Seus verso a Mr. Paulo
Duparl, sobre o Vilhaiicete, seus versos a' sUa irmfla
sobre suas recordacjes da infancia, e sobre ludo sua
epstola ao engenhoso autor de Picciola sao uotaveis
por um vigor harmnniuso, urna llaneza calorosa e
mudas vosea urna faiiiiliaridade euergienque fazera
vibrar as palavras sarcasticas como palavras subidas
do corarlo. Quando somos mocos, a iiiiustira huma-
na nos arranca lagrimas, quando velhos nos fsz sor-
rir. Derr.octilo que s.iiipreri, lalvez na > seja senao
ilerarlilo aos cincuenta anuos. Mr. Ancelol chegon
inuitn.edo a esla phase de juvialidade Inste e de
seepticismo chanceiro que Ihe lem inspirado mudas
de suas pass.gens as mais engranadas e lambem al-
gumas de suas mais divertidas bizarras. Elle linha
por r .--turne escrever cada meante doze versos, nem
mais nem menos : l ni dia um dos seus amigos Ihe
disse : a Doze versos '... ;.-/. versos !... Mas emlim
se vos vier ora dcimo terceiro que seja bem '.' Pois
bem respondeu elle, tanto peiur para elle !... B
Este dilo nos pinta optimameule um lado do espi-
rito de Mr. Ancelot, espirito cheio de chisto e im-
provisado, que bem se comprehende, achou mudo
bom lugar na rarreira de villancelisla onde apresso-
meemsegui-lo, purquanlo elle foi a islo arrastrado
por urna inlluencia lao locante como legilims.
Journal des Debis.)
[Continua.-,
DESPACHOS DE EXI'OHTACAO PULA MESA
DO CONSULADO DESTA CIDADE NO DIA
21 DEiOLTIBKO DE 18-Vi.
LiverpoolBarca ingleza uLancasliicc, Johnstou
Paler & Companhia, 231 sacca algodn.
BarcelonaSumara hespanhola aflanrtinin Ara-
naga Ov Brian. 439 courossalgados.
LisboaBarca perlugoeza Flor de S. Stmauu, Car-
valho d limaos, 10 cascos mel.
LisboaBrigue porluguez ul.aia III, l'ranciiru >e-
venauo Raheltu ^ Filbo, 2-*> Cascos mel.
LisboaBrigue po.iugucz ..'mn -So. ceso., Thomaz
de Aq ni no Fonseca i\ F'ilho, SO saceos assucar
mascavadn.
LiverpoolBrigue inglez >E4a, diseos carregado-
res, ifi" sacras algndao.
KF.CEBEDOKIA DE KKNDAS INTEKNAS CE-
KAES DE PERNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 1 a 20 26:(iOS>l!)2
dem do dia 21........ 2:5(il-l70
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia I a 20
dem do dia 21 ... .
1110 II DEOITLBBO.
Colares of/iciaes da junta dos correctores.
Cambios. Matsedia : :H7 a 90 dus.
Acres de compaohias. Paquetes a vapor: Us pr.
a prazo de um anuo, honlem.
tieorge lludson, presidente.
Joao Sccerl/to ro Silra, secretario.
Pouco se fez era cambio sobre Marselha a cotarao
cima. Sobre Londres fonm lambem as Iransarces
limitadas a 27 l|i a :i|K, fechando-ie o cambio frou-
so quellcs algarismos. Montera a quai.lia sacadi
foi maior do que supunhamos. oreando pur SO a 90
mil libras.
Frelou-se boje para o Ro da Prala, para carrecar
farinha a seis reaes por barrica, um brigue bespa-
nhol; e honlem lomar am-se duas barras ingleza- a
igual preco para o me-mo destino, por se ler con-
cluido a Irenssccio em farinha de que fzemus mtn-
rao na nossa revista do me.rado, publicada boj*.
Venderam-se, pois, cerca de 11,000 barricas, sendo
Ires cargas iuteiras euma partida ja em segonda mao.
Honlem vcuderam-se ti."> acr,oes da companhia
dos paquetes a vapor; melade a i.n^ premio di-
nheiro. e melade a 908 premio a pra/o de om anuo.
Hnie as transadles em acc.ws foram limitada6, a-
penas consta de algumas vendas do bauco Rural de
1711? a 1728 premio.
Nada consla ler-se Iritoem cafe.
CtfniMos.
I.undres 27 I i a :!|S e 90 das.
Pars :t'i7 a 352.
11 imlmr .o. ti.j.'. a fi.iS.
Lisboa 100 a 101 lllti nominal.
METAF.S E I INDOS
METAES. Onras hespanholas
.. da patria. .
.. Peras de 6B*00 ved
Moedas de -i.'. .
Soberano-.....
" Pesos hcspaiihi.es.
> ? da patria .
> Patarcs.....
A plices de ti..........
i provinriaes.
JorndX da Commercio do Rio.
^lkcce3c3 dp&iifo.
para verilirar quem erara os a la menina, vista de Innae, f.rosseiramente io.nllada
pela gente de Narciso, perdeu a paciencia no velho,
Kenln ; religiosa dislinclo que lem prestado a' saa
congregne-.o relevanlr-iimos -.enrieos, a como mostr
naordem, ejacomo orador evcellenle. e irmao
EschWo comeen, e em sna obra, um pouc. rnde
como sua poca, e-la unirte nos apparee romo a
evecurao de una seoteova, o de nina seotei
vina, niln ha hesitarao da parle rio lidio, nao ha
piedade Sna mal maln sen pai ; ella deve mor-
rer, e =.'. elle deve ferl-ia. NSo he um assassina,
n'.n he mesmo nm vinaadnr he ni- um i cousa de
iiiaia iDietivel ainda e de mais trio : he ara juiz.
O vapor inglez Avon,.. entrado do Rio e liahia,
adianla nicamente do primeiro at I !i e da seguu-
do ale 18 do corrente.
S. M. o Imperador receben no dia II do cor-
rente em audiencia particular, ao Sr. U. Andr
di- Lauas.em seu novo carcter de enviado extraordina-
rio e minisiro plenipotenciario da repblica Oriental
do Uruguay.
Fallweram no Hio, n Dr. loSo Francisco Si-
Amslerdam .
Balitea 13 i.
Brrraen 3 i iO .
Canal a ord. para o Reino Unirle W.
Futre Uavra a II iml.nr-;.. 3", a 10 -.
11.uthenibiu r..
aud, medico de i. M. o Imperador, i.m do, pro-1 Hamborgo < Londres .
Pars......
Hanihurgo. .
Lisboa h
DobrCcs he-panl.oes .
.. da patria .
Pecas d 6W0 velhas.
> de i?. .
Soberanos. .
Patarcs brasileiros. ,
llespaiihiies .
-Mcvir.-uo.
Cobre..... ,
1IAIII V ISDEOI TLBKO.
Cambio*.
27 l|i .127 1|2d.
O l>r. Framisco de Assis Oliveira Macad, jwz
municipal e provedor dos residuos c capellas nes-
ta eidade do Revi ir e seu termo porS. M. 1. c
C. que Dos guarde etc.
I aro saber aos que o prsenle edilal vireea, qne
(nula a terceira praca e na audiencia Jaste i/...
2881 288-iOO i 1ue ter 'uSar n0 dia 22 desle mez, sa preeeeVa
. 16S000 a a i remataran das rendas das casas, qne runnitenn
'SI patrimonio das irmandades do Sanlrssimo So-
cramenlo. Almas, I ivramento, Conreicao da Cr-
gragaeia, Espirito Santo, Conceicao dos militaras;
a qual administra o patrimonio de Santa Asuu,
todas da freguezia de Santo Antonio, assim cora..
as rendas das casas do patrimonio da rruindai.
da: Almas, e de S Tiago do Pilar, e de Sania La-
zia do Corpo Sanio, frerpjezia do Hccife, rnnln
do do escriplo, que so acha em poder do poner*,
os procos, econdicoes da arremaiaejo.
t para que ciegue ao eonhecimenlo de ledas, v.
passou o prsenle, que ser publicado pala ira-
prensa.
lenle 11 de niitul.ro do 18..0.Eu tialdm..
Temislocles Cabral de Vasconccllos o cscrovi r ran-
cisco de Assis de Oliveira MacieJ.
Ignacio Jilc Pinto, lisral da Irezocaia da Baa-Vala,
do termo da eidade do Kerue. elr.
Faro (iihl.ro para ronhicimenle de oein kaae-
ressar que, pelo Ei.n. Sr. presidenta da pr.vmci.,
fo. .pp. ovada a postara .idicnal ibais* tranenp
la, conforme me foi coraaaun.raoe pela cam. .
municipal de-la eidade, cm ollirio da 1.', m cm-
renle.
Postura iddirioual. apprevada em < de nuiui.r
de IK'a,.
Arl. iiicri.. Nos tucare. abaiso erlarados, ttrm
das casas, que 'C conslruireni. eguodao wpe^a na
til. 7 das posturas de 30 de jaula de 1RW ; krr-r-
millido faze-las de oili.es -muelo., lend* 22 pilan
de larcun de orna are-t. i outra. .VI a mi de feql1
e I (i de altura inclusive a cornija ; o as respertita-
po.lades e janellas. qoellas II paleaos de aliara sa-
br .". de I ri.ur.. e esla 7 da alte e 5 de lar**, >eu-
do os fundamento* solidos e suOicieules ; os infrac-
tores odrera., a malta de t." rs.ee obra ser* *>
molida sna cusli. Kaa do pTngrma, b-neraar,
das >> in plus e Conqui Cim|i>. Verde, r otile do Man;uinha em di-ml. (..-
punca, Joao de Barros, Belrm, Kosarinboe AHhr
los. Estrada Nova, que rondiz ao Cachaos., I .ib.
!a ao leste da rslrad. de ferro, freRuetia dos Aloca-
dos e estrada de om e outro lado.
E par qne cl.er.ue ao eoahermrnlo .le taita,
mande, publir.r o prsenle pelo Diarh:
Pregonte di Ba-Yista. ik de alabrc 4* IKV-.
O leSM, lanicio Jos Pinto.
O lllm. Sr. inspeeinr da tbesouraria pro-
vincial, cm rttmprimenlo da rcsolurao da |unu d
fazenda manda la/ei publico que no dia 13 da no-
vembro prximo vindouro peranlc a mu un junta,
se ha de arrematar a quem por menos nzer, o*
contratos seguinles :
Ijnro da estrada entre a eidade
deGoiannaca ponte do Bujarv
avadado em
F.mpedramento do 21* la ovo da
estrada da Victoria avaliado em
Conservai;o permanente da es-
trada do sul, avahada em
Conservarlo permanente da es-
trada da Victoria avadada em
Lm pedia metilo do 20 lanro da
estada da Victoria avahada em
Con-ori .-..;., i permanente da es-
trada do norte avahada em
E para constar sa raandou alliiar o prestnle c
publicar pelo .Diario .a
Secretaria da tbesouraria provincial de Pemam-
buco 21 de novembro de 18.'n,O secretario,
A. F. d'Annaaaerae.
EDI! AL DE EDITOS.
O |)r. Isidro Bordes Mmilcirn, jqu n.aoianal da
primeira van, -etviudo de jo de dirnto .1 rem
merrio no impedimento desle, nesta rorte e cMe-
de do Kio de Janeiro seo terosa, ale.
Faro saber em romo me fura leda orna pe'rae o
Iheitr -. un :
lllm. Sr. |lr. iuiz roinirercialDii Manoel Fran-
cisco .1. Silva, pr. i,iielar.o da batea aiciaail -Fir-
meza... que lendo .... da M) de malvo de timnli
auno saludo a dita barra de-te porlo para Asm, oa
provincia do Rio Cande de .Nolle, com escala r-
Pernamburo, tendo com etei.lenn ule despaekaaV. e
levando lodos n- seos papis em tetra, rhraoa ao
loaat do seu de-Uno, ..i,ur linha da i .rrc;.i para
volver a esle po.to.
Feilo o carrreamroto. -..hio o navio rom de-l.m,
ai. Itio de Janeiro, cm lm- de jalao. A criode lai-
ca de mar e ventos contrari qoe lao perigoM Im
ii.tn toda a rosta septentrional do imperio, brioea
o ranino a dar tundo no da 2R n.esm otea, na
Illihia Formn-a ; immrdialamenle apparrren orno
tansada rom -oldadus de polica, intimando e-ie. ,..
r.ip.l.io e tripolar.. pon qoe lahi nao te ueooewfu.
'.....-t.ai.do-d.i-. ."s inarhadr.- coio que ja ...ilinp pre-
parado- pan corlarem o- mairo- e oor.rcse. ao ca-
so de de-obediencia, a-sr.di..reand..-^ de ludo.,
papis do nato, e tornando-o un on.munirivel. >
d;a -ejiinie. 2!' de iail.o. ipparrcea em anmoi a
w, Htefe de policia p-ua paaoM n;orc. basca, o qoe
lili".)?) I fez, nada enronlrando qne joslirira-oe a om leve
BMpatll de ser o nafta emprr:ido em ajmtjjnm
contrabando en trotea lili. ito.
Nao se r. ntrnloo, porem. rom in o chele de po-
licia, e levou o cnaUto eoeavipa, i^im roan* os pa-
! peis de barda e os Mee, eoianau aim abaadema-
do o barro n um cnl. bravia, a eslrazer-ae e,aa o
evtiaordinari.. b.lauro, a ponto de al.i^-fem #s
inasicos c esir.sar-se sa lo .. .pparellie, n.^. abrtoaV*
'asna o navio porque pouco ante- linha 4 raoeei-
lado ne-la corte.
No da |:| de a..sto saldo o barra da H-.I.M I or
un.-a por ordein da autotnade, sezamdo para em-
2'..:177c:i2
30:7478801
l:lSt3S8
3193930139
Pl BI.ICO.-s.
. 2y;*00 a :Ul7lHi
, 2560O a 29J-700
as. 110000
. 93000
, 9-^NHI
. 15920 ..
, 1 ."900
. 1*990 ..
. 10.1 a lor,'. es d.
102 102
99100
290M i
l"HiO
.'i:, a 330.
(i-Vi .. liWI
a 100.
StgSOO a 2!t0UO pabii. ou Ir den lando.
-JV.-SOII
S;7IHI
19920 >.
IS92U ..
I-SKI ..
de-c.
i"

13:.TI?0no
S.tiO.-.vsMI
S:JaWXWO
b\."-OOSO0rt
.':'J0920
2:288901X1
Fretc*
JISKKI t.ftesnu ness. occi...... a tvau de cuerra I ir
It.-O O dote para comlu/ir o novio para Peraamboco ; ou-
9r""" arharara-o em tal esta 1.. .! d.mmlir.cao qoe reml-
S-1IIRI veram continuar a vei-I" rmqaanlo nao ches.-
190*0 sem do liocife os apresta necessario para tare-la de
I "910 novo navegar.
13900 O ..ip;.tirante, lllm. Sr.. nrmo como esta' oo |*o-
t la do li .ver de .piem de dirrilo for as ineemoi-
- Hgoor. peto- nrefote, paraao e darrnos eme .oflrrn
com nasa violen..a, piitomle |.roie-l..r corno de fac
. lo nrotette cotalra o rau-a.lor oo ca...idoir- df t...ls
es^s prejuiim, per.l. e damnnt, pela
a que fnrem >.b.i -a.lo-.
Pretende, pois, qoe \ m irra
Inme o reipeclivo termo ,le protesto,
los pr edilae. na form doesi.io, lodoso.iole
MUTILADO


Qitliii II Pti^Bi* QUA^TA Ft* 22 OUTUlfl E 1856
^
A
ressados, afin de em lempo nenhum allegaren) ig-
Doraoeia.
Por isso, pede a V. S. se sirva deferir-lhe na for-
ma requerida. E R. M. Manoel 1 rancisro da
Silva.
llespacho.Distribuida, lome-se. Rio, \ de se-
lerobro de I > >'>. B Monleiro.
Depois do qoe se Til que tendo-se lomado o ter-
mo, requerido, e sendo-me fela urna replica pedin-
do-'me llie maniJas.c pastar edilaes, para que sejara
intimado* os inleressados, como he de lei e eslylo,
ao que asim llie defer por met despacito. E por
bem do meu despacho mandei passar o presente e-
dilal de edilos, com o prazo 1- :t(l di mando o porteirn do* auditorios intime o protesto
a todos os interesados, reUlivo referida barca
nacional Firtnea. para qoe liquem scienles e in-
timados do cooteudo na petic,ao e protesto, para ti-
tulo e conservar0 ul' diieilo do supplicante Manoel
Francisco da Silva.
E para que cheque a' noticia de todos mandei
passar o prsenle, editat, cun o prazo de 30 dial, que
consignatarios Thiimaz de
na ra do Vigario n. 19,
primeiro andar, ou com o capillo na prora.-
as suas mais ploriosas tradiejues palpi-1 con.roodo,, dirjate .os
wpiraces indenlicas e nao demandara *Sui Fo,Ta Fi,h'
primeiro andar, uu com <
Companida l*er-
nambucana.
0 vapor Igaanasa he esperado ueste porto
do sul alo o dia ->:l do cerreulc, e sezuira' pan <
commum
tj ni com aspiracoes
oulro norte, seno esse para onda llies esl aponan- j
do a conscienria das proprias prova^oes o a scien-
cia na sua exptessao mais sincera,
Sem u m sysiema de publica instrucr-ao que ai-
linja a verdadeira altura da respectiva destinarlo
social, infructferos sero quaesquer esforcos com
qu se pertenda fazer progredir um paiz na 'estrada
providencial da perfeciibilidade.
Entra nos, porluguezes e lirasileiros, se oonfes-
se com amor e franqueza de irruios, que, ncm a
quera, nem alem mar se possue ainda educjrao na-
cional organisada.segundci as mais recentes revela-
rles da sciencia, e conforme as Dossas peculiares
necessidades e r iveniencias. E com a mesma
Iranqueza concordaremos em que ambas as nossas
e o ui<*s, i(uo i
o porleiro dos auditorios afinara' importas daca- 'gtsiac.ues respectivas, se arliam mui lon;c nao 30
sa das audiencias e do ttilnin.il do roromercio, e da sua importancia, mas das exigencias imperio-
sas da posicao poltica do qualquer dos dous paizes.
publicado pelos jornaes, de que passara' cerlido de
astri o ha\ *r cumpriilo.
Dado e passado tiesta corle cidade do Rio de
Janeiro, aos 9 de setembro de 1R")6.E eu l'ilippe
l.im i/ni Borgei Monteiro.
O eidado Caelano Pinto de Veras, cavalleiro das
urdende Cbrislo e da Rosajuiz. de paz do pri-
meiro disiricto da freguezia do Santissimo Sa-
cramento do bairro de Santo Antonio da cidade
do Recite, provincia de Pernambuco, cmvinude
da lei etc.
Kaco saber aos que a presente carta de edilos vi-
rem, que por parte de Manoel Ignacio de Oliveira
me foi dirigida a peticio que se segu :
Diz Mauoel Ignacio de Oliveira, negocianto ma-
triculado no tribunal do com-ncrcio desta provin-
cia, por seu bastante procurador, que Jos Guilher-
medos Rais, capito do bergantim, Sao Manoel
Augusto, desdequinze dedezembro de 1851 se o-
brigou a entregar ao supplicante a quanlia de....
1189450 rs., de saldo da conlas do mesmobergan-
tn], logo que viesse a usa praca ; c porque desde
entao nao veio a esta mesma pracjr;"e mesmo agora
nao se sabe aonde o suuplicado se acha, e o sup-
plicante tera de o demandar pela dita quantia,
preciso se faz chama-lo a conciliario na eonformi-
dade do qne se aclia disposto no paragrapho duus
do artigo p'imeiro no titulo nico da disposirjao
irovisotia, edo artigo -23 do decreto de -25 de
novembro de 1850, e por isso quer o supplican-
te provar por lestemunlias que o supplicajo se
acha ausente desta cidade, e mesmo desta provin-
cia, sem que se saiba o lugar em que est residin-
do ; e requer a V. S., que provado, se digne
pulgar por provado o deduzido e mandar que o es-
crivo passeeditacs com o prazo de trinta dias para
serem affixados nos lugares pblicos, c publicados
pelos .ornaos vulgarisados, passando ooflicial certi-
dao de haver feilo o allixamento, declarando o dia
me/, e anno em que o lizer, para assim ser citado o
supplicado para a conctliarao na primeira audien-
cia deste hizo depois de concluido o termo dos e-
dilaes sobro o objeclo cima declarado, havendo-se
por n5o conciliado quando nao compareca, e dan-
do-se cerlido do resultado : pede a V. S, Sr. juiz
de paz qne Ihe defira.E ll. M.
Jos Narciso Camello.
Ka qual dei o despacho seguinle :
Justifique. Primeiro distrito da freguezia do
Santissimo Sacramento de Santo Antonio do Re-
life 2 de outubro de 1856.
S Pinto de Veras.
Em virlude do qual despacho se procedeu a in-
ijuirirao de lesin,unlias que depozeram sobo jura-
mento dos Sanios Evangelhos a respailo da ausen-
cia c incerteza do lugar da residencia do Jos Gui-
llieime dos Res capitao do bergantn! Sao Ma-
noel Augusto, e sendo ludo aut oado, e prepara-
do me foram os aulos conclusos, e por tnim lidos
nclles profer a sentenca do theorseguinte :
A vista do prova, jul-'.o por sentenca a justiQca-
as presente, c mando que se passe carta de editos
com o prazo de UO das na forma requerida, c
rustas. Primeiro districto da freguezia de Santis-
simo Sacramento do bairro de Santo Antonio do
Rccife tres de outubro de 1 S5t>.
Caelano Piulo de Veras.
E nada mais se continua em dita senienca dada
nos autos, por bem da qual se passou ao justificante
dos
_ para os do
norte antes do hm do mez, sendo sua escala na ida
Parahiba, Rio Grande, Ass, Aracaly, Ceai, Aca-
rara! e Granja, c na volta os mejmose mais o de lia-
pissuma ; para carga e paMagsiro* nu respectivo es-
criplorio, Porta do Mallos n. 10.
i ara o ssiV
secue em mui poucos dias a barraca .->. llartlndo-
rneon ; qaem na mesma qui/er ranegar ru ir 'le
passagem, eutenda-se flora Perreira <\, Malheos, na
raa da (.adeia ilo ReciO, loja de fazendas,
l'ARA < RIO DE JANEIRO.
Espera-M do Att com mofla brevidade a bem eo-
nheeida e vileira barca Malbilda, a qual lera aqui
a demora sullicieute para receber estratos a frote
para porto indicado : lrala-se rom Manuel Alvos
(incita, n,i ma do Trapiche n. II.
O
Portugal, abracado com a industria agrcola
fabril, e empenhado nos mclhoramenlos maleriaes,
va construindo de lioa sem aiieniar seriamente
para a solidez dos alicerces. (guando mais arro-
jada se llie esliver alligurando a projecjo que de-
lineou, mais prxima da sua ruina he andar a
grandeza da ejilicaco. O desenvolvimenlo publi-
co, qne espera do plano de reformas que iraeou,
ser quasi urna chimera, emquanlo nao dispozer
rasgada e francamente os caminhos da lluslraco
popular. Ponen Ihe amadurecer o futuro, em-
quanlo nao emendar os erros que Ihe legn o pas-
sado, fazendo caminhar juntos os inlercsses inlel-
lecluaes com os materies do piz.
U Rrasil, na for^a da sua adolescencia como
naco, enirevt'r largos horisontes de prosperidade e I com Ma noel Francisco o'a Silva Carneo,
riqnez publica .- mas, para que o seu inlluxo no j na rita do Collerjion. 17, legundoandar,
continente meridional da America, seja tai como | oti com O cupitao Manoel Jos Ribeiro, a
HA
de Janeiro
salie com tmiia brevidade o brigue na-
cional SAGITARIO, qnal teta (jrande
parlado carregamento prompto: para o
restante ta carga c pauageirot, trata-se
o presento edita! com o prazo acio.a declarado .pelo, teoA-lo no l'ranca principaluienle.
qual se chama e cita o referiJo justificado para que
dentro dos mesmos dias compareca por si ou por
seu bastante procurador para se proceder aos tor-
mos da conciliario na forma da pelillo, e a qual-
quer outra pessua para que llie faca saber desta
mesma cilacao alim de que elle nao fique indefezo.
O porleiro deste juizo publicar este nos lugares
mais pblicos deste dislriclo, co aHixar passando
cerlido em forma.
Dado c passado nesle primeiro districio da f re-
guezia do Santissimo Sacramento do bairro de San-
to Antonio do Recife, aos tres dias domez do outu-
bro de 1856.
Eu Joaqum da Silva Reg cscrvo escrevi.
Caelano l'into de Voras.
Nada mais so continlia em dito edital, que boin e
fielmente Fiz copiar do proprio original o vai sem
musa que duvida fac,a na formado estillo, opor
mini soinenle subscripto c assignado.
Recife 8 de outubro de 1850.
Siibscrev c assignei.Em fde verdade.
O esrrivo,
.loaquim da Silva Reg
Ihe cumpre, he-lhe misler partir do mesmo prin-
cipio deengrandecimenio inielleciual e nao hesitar
pernte a amplido du uuinmeitimenlo.
Es as as nossas poscoes, a nosso ver, defini-
das.
Portugal, pela sua situaco geographica.pela im-
portancia das suas condicoes histricas, deve as-
sumir o lugar que Ihe rmpete na communho eu-
ropea.
O Brasil, pela vaslido do seu territorio, pelo
vigor de todos os seus recursos, tende a elevar-se
ao grao de inlluencia poltica, deque s o far par-
ticipar o seu desenvolvimenlo inielleciual.
O primeiro nao obter a prosperidade publica,
sem bascar na educaco nacional os seus estor-
bos.
O segundo, nao aproveilara convenientcmenle
os seus inevuriveis recursos, sem elevar a massa
nacional ao nivel a que Ihe nao he licito (car in-
ferior.
Que nos propomos nos, com a presente publi-
caco ?
Km duas palavraso diremos. Pesar na batanea
do sonso commum e a luz da sciencia aclual, o que
existe, bom ou mo, oplimo ou pessimo as duas
legislares ; inquirir o que falla e devia existir ;
examinar com a mesma consciencia o que se faz,
e o que se tem feito nos paizes onda mais adianta-
da se acha a organisa^o da iastrucco publica,
considerada quer administrativamente, quer nos
seus pormenores pedaggicos e didcticos. Da
meditada confronlaco de to diversos elementos,
irmos propondo o que em boa razo se nao pode
deixar di propor, para o aperfeicoamento, ou an-
tes radical reforma da instrucc.o publica, um cada
um dos dous paizes.
A larefa, nao he fcil. Supprir, porem, a boa
vontade, se, como esperamos, os especialistas c os
sabios d'um e d'oulro paiz, a quem militas vezes
havemos de recorrer, repartirem comnosco dofruc-
to das suas observarles e dos seus estudos.
Considerando que o agrado nascido da amenida-
de, he para o gosio da maioria urna innocente sc-
dueco, e que em favor do santo m que deman-
damos, nenhum mcio se deveria desprezar, quan-
lomaisa formosa lilteralura, procuraremos desen-
fadar algumas vezes com ella o cansar.o dos esiudos
serios, mesmo alim de crear para estes maior nu-
mero de sectarios. O exemplo nao he novo, le-
mo-lo nos jornaes especiaos do todas as linguas :
CONDICgoES.
A ((Revist da Instrutxjo Publica, satura duas
vozespor mez. tara 1 > paginas neste formato, ou
2-4 columnas cada numero.
As correspondencias, sero dirigidas trancas de
porte a oflicina do Programa era Lisboa, ra da
Cruz de Pao n. ib.
Para a redao;ao, a Luiz Filippe Leite.
Para a adminisira^o a Francisco Goncalvs Lopes.
PRECOS.
Com estampiltut. Sem cstampillia.
Por anno.....15910 13700
semeslre .... 130'.<0 900
trimestre.....540 480
Avulso, cada numero .130 120
Para o ultramar e Brasil, ser rcmeltida a
Revista pelas malas dos navios de vela. Os pro-
Sos sao em moeda forte. As assignaturas, pagas
adiantadas, por tres mezes, pelo menos. Roga-sea
quemassignar neslo prosperlo, ou para elle colher
assigpaturas no imperio do Brasil, queira entrga-
lo, com a respectiva importancia, ao agente Consu-
lar portuguez na localidade, ou a pessoa por elle
designada.
Subscreve-se na cidade do Recife, livraria n. 6.
c 8 da prar.a da Independencia.
Correio geral.
lielac.'io da Carlas securas vindas do sol pelo va-
por inglez itAvon, para os seuhurcs abai&o de-
clarados :
llemcterio Jos Velloso da Silvoira.
Jos Carlos Teiieira.
I.uiz Jos de Suuza.
Mara Carolina de Albuquerque Ulocm.
M. Dominga! da Couceii;ao Martius.
Migoel tjoncaivea Rodrigues Traiira.
Manoel Kodriguea Villares.
gs REPARTICA' DA VACC1NA. %
fg Com autonsarao do E\m. Sr. *;
^ presirlenle da provincia laz-se pn- 0
g buco, para conliecimentoclos lia- -;'
3 hitantes desta cidade, tjue os dias
Jj de vaccina serao de lioje em d- ^
^ ante na quintas e domingos de (f-
fa cada scnihna, lio lugar e horas .;';.
gt.3 anleriorinenledeclaradas: nos do- :?.
;_;< mingos estar' esta-repai lieao a- ^
^ Imita ate as II horas da tnanha. g&
fi I)r. Joo Nepomuceno Dias Fer- ;"*.
f} nandes, eommissatio vaccinador f-:
provincial. Q
..:-,-:--.:::: :.:v;v.;Wd*.i5lvv*B>
KErARill.AO DAS OBRAS l'l .ICAS.[
A reparliau da obras publicas contrata o forne-
cimeotu de lijlo de alvenana groHa e rea para .-s
obras da capital, pelo lempo de seis mezes. (Is pre-
tendentes dirijain as suas prop islas em carta fechada
ao lllm. Sr. director iuleriuo no da i'i do correnle
as II horas da manbia noala secretaria.
Secre'aria da directora das obras publicas t.'t da
iiilnbro de 18VJ.I secretario,
Joaquim l'rancisco de Mello Sanios.
ti arsenal de marmita compra no da -J do
-oriente mez, a vista de pruposlas aprcentadas nes-
te mesmo dia ale as II lloras da m.inh.l. para for-
nccimenlo do almoianfado. declarando ellas um
pre$o liio, os objeclos seguiules, da inclhur qoali-
dade : Sapalilhos. pspel de peao, sola, chumbo
em Ifiirol, laias de cobre de tres a seis qoartns, ca-
Wpt*$ M$titi&i09.
t'ARA O CEA KA'.
O liiate .lurora, com muita brevidade, ainda re-
cebe earga e pasa2ciros: a tratar com Marlins ;
lrin.ii.-, na roa da Madre de Oeos n. _'.
. .;>; ,;;
Para pelo Ma-
r n ha o.
Segu em poucos dias para o i'ara. com escala
pelo Mar.inhao, o brisue lirasileiro Clara, de pri-
mara marcha, o qual tem parle da carga engaja-
da : para o resto e passageiros, para o que of-
ferec- asseiados comnindos : trala-serom o consig-
natario Joao Piulo Resis de Sonzi, na travessa da
Madre de Ueos. armazcm de Marlins A; l'into. ou
com o capilla l-'eniaiido Jos dos Santos, na praca.
bordo.
1
OE NAVECACd MIXTA.
atSKV HVt?5Sh*t'*i;
m i
Luiz Artiatiii, Touache limaos \ C,
em Marselha
O vapor llrasil dever.i ter partido tle Marselha
para o Rio If Janeiro, com tcala por .MaUsa, Lis-
boa, Tenerl, I'cruambucn e Babia, no da Ib de se-
tembro prximo passado : para qualquer inl'orma-
cle, ci.m N. O. Biebcr & C, ra da Cruz n. i,
agentes da coiiipauhia.
Srt*v$.
O agente Borja, por aulurisarao do lllm. Sr.
Dr.Jnll de orphilos a reqiierimenlo de II. Mana
Caiolinade linioCarvalho, lulora de sua lilha An-
ua Cilia de i. ir\alhii linio, fara' ieilan de diversos
escravus te ambos os sexos, moros, de bonitas figu-
ras etc., perlencenles a referida tulellada, os quaes
se acharan paleutes m> aimazciu do agente auiiun-
ciante, silo na roa doCollagip n. 15: sexta feia 21
di- correte as II horas da mmhaa.
O agente Borja far leilao ern seu arn /m na
ra do Collegio n. 15. de um completo rorlunento
de obras de marcinciria noval e nsadea, e de urna
infinidade de objectoi de ddlerentcs qualidades, -<|oe
hita enfidonliu ennomera-lof, assim como :0O quei-
jos deserlao de superior qualidade, os quaes se eha-
rao patentes no referido armazem uo dia do leilo,
que lera lugar quinta-feira -2.1 di> correnle as 11
horas ta mauha.
\te >
Quarta-feira, 1 do crtente, ao meio
da em ponto, o agente Oliven a fara' leilao,
por ordem e em presenca do lllm. Sr. cn-
sul da Franca,e no respeetivoconstt lado, si-
to na ra do Trapiche desta cidade, do se-
Kuinte.pertencerjtea liquidaco da massa
do inadoNicolaoGadault; a saber: urna
casa terrea nova (ainda nao numerada)
feita de taipa, com quintal e cacimba, si-
ta na ra da Esperanea, terceira casa a'
man direita de quem segu da Soledade
para o Manguiniio, e mu terreno suuuu
lugar dos Coelhos, eom frente para o ali-
nhamento da ra dos Pia/.eres, no bair-
ro da Boa Vista, leudo 111 palmos de lar-
gura, na frente da mesma rita.
O agente Vieira da Silva na ra da Madie de
Dos u. .'12, faz Ieilan quarta feira ao meio dia em
poni, de divers-s obras fie tnarcinatia novas e usa-
das, e divetsos objeclos que se acharao no dito ar-
mazem.
O agente Oliveira fara leilo por cotila e risco
de quem pertencer, de 170 pipas valias levanladas,
e de litl barricas v.isias que fnramde farinha : sexta-
feira, 21 do correnle, as 11 doras da manhaa no
arinazem n. 17 na praia de Sania Bita.
Leil&ode nina casa terrea
e- Otinda ru i do Ljoiii=
Fin i.Vq.
O ageule Vieira da Silva far leilao de urna casa
terrea por autorisarAo do lllm. Sr. Dr. juiz de or-
phaos, quinla feira 2,*> do correnle as 11 horas em
ponto na referida cae e a mesma se* acha livre e
desembarazada dos papis, que serao entregues ao
comprador pelo me>ino agente.
;-;' &<$'. + $<*$.
DEPOSITO DE LIVROSEBOTICiS HOMEOPTICAS
un
DO
O Dr. P. A. Lobo Moscoso, leudo de fazer urna vagem deisa a ana hotica sdba
direccSo de pessoa habilitada e le inicua probidade, e um deposito na |0ja de livros do sr-
Manuel .Noyueira de Souz na tua do Crespo, sobrado novo do Sr. Uagalh&es Bastos
I-itEgos RXOS.
Botica de 12 tubos grandes. iii^ntin
Hita de 2i ... 133000
Dita de :ib n ... 208000
Dita de 48 ... 233000
Dila detit) ,. ... 303000
Manual de medicina bomeopathica do 1 ir. Jalir com o di;--
conario dos termos do medicina
Medicina domestica doDr. llenry.
Tratamento do cholera morbus. ".
Repertorio do Dr. Mello Moraes. .
2O9OOO
10tM)0
2/000
(ill
O a;
-- Pardeo-..e nina leitra da quanlia de liafJOO
aceita pelo Sr. Jos Maviuiiauo Alves Cnvalcanti c
o l>r. I.uiz l'creira \ launa, veucida no da li de se-
tembro prximo passado : roea-se aos mesmos se-
ntinas 11 nao paguem sen.io ao dono Jos .Vives da
raes ; o mesmo pede aquella pessoa que
a achar o favor de entregar ao mesmo douo, na ru*
do (.abuga, luja de ninideza..
iluga-se um sitio na Cruz .le Almas, que vai
elieribe. casa com bastantes coinmodos: quem
nder dinja-se a ra Vclha n. 58, que adiara
ente Oliveira alttga, pelo lempo
da festa, oti por auno, u sua e\eellenle <
espacosit casa He campo, slla no Poro da
Panella, a qual tem lodos os commodos de-
sejaveis para grande lamilla, decenio, por
numerosa que seja, acaba de ser caiada
e pintada : os prelendenles dirijam-se ao
mesmo.
O Dr. Pedro de Afhavde Loho.Mos- c""i quem tratar.
eozo, leudo milito breve de iazer urna va- """ O..''>''xo as?'s"?,l,1 com? procurador de sua
. 1 mau'' v- Baniard.1 Lardoso de Souza Waualhaes e
gem, toga a quem se jtilgar Sen credor o Silva, vmva de Thom das Neves Silva, convida a
Obsequio de apresentar SUAS COntaS aleo lu'ln< ^redores uaquelle casal para comparecerem
dia 10 de novemhro iuturo. e espera que l^este SUS*. ^.S
os que Ihe deven), tenliam a DOndade de de lr,dar-seda liquidaco das respectivas dividas,
mandar-lhe pasar ale esse da, pelo que J,'s A",,a" l1e *uza Magaihaes.
Il.es licaia" multo agradecido. ^*?le.0lI,,m; S";- Dt-im dos feilos da f^n-
da provincial, se ha do arrematar em praca publica
os bens teguintes :
Una casa terrea de taipa na ra do Quialio nos
Afogados n. 2 rom pona, e ianclla tendo 18 nal-
l'aia cvilar inconvenientes que resultan) da venda i._._ ,. j-, ;
de bilhetes .le loleria Oado, se ha reaalvida vender os mos ,larSura e dllos.e PoHegsdas de fun-
memnos bilhetes sninente a dinheiro avista, na su- "O, z salas um quarlo, cozuilia dentro, quintal em
pradita loja. aborto, chaos foreiros em mo estado, avahada em
A pessoa que anbuncioa querer vender duas C03000 rs, de Joaouim Jos de Mello.
carrocas pequeas para cavallos, quena declarar sua 1 i- ,,
morada pata ser procurado, ou appareca na ra de I Lm3 M5a terrea af"iaaa na ra do MotOCO-
Apollo, armazem n. :tl>, que se Ihe pre'lendc com-, lomb 11. 38 de pedra ecal com 2l palmos de frente
prar urna.
Precisa-se atusar um prelo : na roa da Guia
n. 9.
Precisare de om rapaz para legando caixeiro
de loja de fazendas : quem se julsar'habilitado an-
nnneie por aala folha para ser procurado, nao se
olha a ordenado.
Praca di Independencia,
loja n. -1-0.
e 00 de fundo,2 quarlos.cozinlia dentro quintal em
aberio e sem coberia, avaliada em 100?, de Joao
da Cruz.
Urna casa terrea na ra Imperial n. 200. tendo
18 palmos de fenle e 4.5 de fundo, cozinba den-
- Ollerece-se um rapaz porluguez que escreve IJW"*1 e,m aberlo.avaliada em 200 rs. da vt.va
soll'rivel, com pralica de escriplura^ao pera caiieiro de ^uzeuto Lopes,
de escriplorio, ra -ou loja, de que tambemjlem pra- Uma casa terrea na ra Imperial n. 219, 2 por-
!rse\-.'ran.,i,ltan"elirnS'o0 "eqU"r U"!',ar' "'"" ^ ^"^ mA* denlr' 1uarl0- 1uintal e,n a"
- Precisa-sede'uma ama de leite para casa de berlocom 1> Plmos de largura e 3S e duas pol-
1.111111 1 : quem a tiver. ou esliver nesia. circums- ajadas de comprimenlo,avahada em 003 rs.de zi-
lancia", dinja-se a ra do Mogoeira n. 5. doro Marques de Colonha.
nroTedr SSllt "" ?5*"*^ fT?' ?' Uma Ca5a ,errea "a rU3 dS l\0S 3 ^ lai-
provedor de capoINs Iraiicisco de Asis de Oliveira 1 ),,
Maciel lica suspensa a arremalacHo das rendas das Pa com J palmos de largura e 34 ditos decom-
casas pertcncenies ao patrimonio da irmandade do primenlo e com pone e janella, 2 salas, 1 quarlo,
Espilito Santo. KecilV 20 de ootubro de 185(i.o cozinba dentro, quintal em aberlo, chaos foreiros
eecjlvao, Galdioo Temiiloeles Cabral de Vasco..- em mo eslado.avaliada em 503 rs.de Antonio Luiz
:de Freitas.
Urna casa terrea de taipa na ra do Quiabo n.
: 2G com porta e janella, 2 qiiartos, 2 salas, cozinba
! fora, pequeo quintal, com 21 palmos de largura e
j 7 pollegadas e 70 de fundo, avaliada em 2009 rs.,
de Joaquim Amonio \ ieira por Luiz Placido.
Lma casa terrea de pedra e cal na ra do Forte
n- 10 A., com tima s porta sem repaitinienlo.len-
do um pequeo quintal etn aberlo, com 15 palmos
de frente e 50 de comprimento, sem ladrilho, em
mo estado, avaliada em 35U5 rs., de Manoel dos
Anjos.
Uma casa terrea na ra Imperial n. 208, a qual
E*otesto.
J. S. (1. i iTfi-iiu Ura Agora, protesta peranle Ma
faina oesmascarar a mascara desmascarada do autor
do annuucios- assignados por A. Kernardo Couli-
nho, visto que deste nomesn elle pode usar, por Bra-
ja e roen-i1, conferida e concertada, na sorra que lica
entre GaimaraM e Braga, conforme o cerlifcam seus
actos praticados ea pralicar nao s nesla como em
outra qualquer que se achar. Outrn siin, fazceito
que ji foi .lemitlido o porlainr, Olio por andar de
vagar, porqui nunca an.lou, mas sim por ser a can-
sa do discurso ser publicado a cu-da de... : roga por- ,
tanto, aos seus amia., que d'ora em diante "se ir- tm M' palmos de frente e 4/ de fundo, coz-
vaui de oulro qualquer noiiie, mesmo o doente ar- I n'ia fora, quintal em aberlo, em mojestado.avalia-
roaanlej mas nunca o que llie foi conferido, do con- da em 009000 rs., de Manoel Alves dos Sanios
irano se vr na neeeMdada de adoptar oulro, lo* Julio.
muitos .-lo que se servo as cerrespoudeucias para a I ,1' .
Europa. Uma rasa terraa na r"a do Quiabo nos Afoga-
Traspassa-se na cidade de Lisboa, em om dosjdos n. 62, de taipa.com porta ejanella, tendo 18
bairros mais distinclos por seu aceio, e outras cir- ; palmos e 7 pollegadas de largura e 54 ditos de
cumslancias, uma casa com encllenle viita ilem.ir,;mmnrimini' ., Y 11
e encllenle exposirao ao nasec.te, prxima do^ comPrimenl0 > quarlos, 2 salas, coztnha dentro,
tbeatros e dos passeios, com molulia do melhor aos-! 4u|nl!l' em aberlo chaos foreiros, em mo estado,a-
lo e solida, c em ludo propria para u 111,1 familia, ou val'ada em 703 rs., de Jos Mendes.
22TJ25L ISh ".l" "m,ce,r,n. '"menlo : a Urna casa larrea em mo estado de taipa na ra
qaem convier diriM-sc an .>r. Antonio Lopes de Mi- i r<..:i_____.r 1 .
rauda, en. Lisboa, ra dos Itelrozeiros n. 1.5 A. "ab "0S AfoSadOs ". 4, com port e lanel-
eseja-se saber aoude existem Manoel Gomes ia- tend'o 18 palmos de frente e 34 ditos e 5 polle-
Vieirae Deiphiiio Gome. Vieira, naiuraei de Portu-1 gadas de comprimento, 2 salas. 1 quarlo, cozinha
v'iiu'JT 7 'nl" l "0 a'err da Boa-'denlro o qun'al em aberlo, chaos foniros, avala-
A'ues'soa que quizer comprar om barril para !da b0 reis' dos herdeiros de Maria do Espiri-
azede e um n-.ni,,.. |,. Vo. iur, aluda novo, din- !' Santo.
'1'r'Z ".?'.."!a".'!'i' i'*"*'10- K*i;i"! H"1"-"-'- '- 1 Uma cas veueade taip s Afoo-' -
Iarii,doum..dcre,..idadepao: no mesmo |>1U5 ros n. o, tenao A pauuus ue freulu o 1O0
goinina-su com perfeic.o. |je .., .
-tjuemquizer aprender pilolagcm theorica, o |do|tundo' cozinha dentro .quintal em aberlo, a-
curso malhemalico, agrimensura, cartas para o com- VSliadS em 503000 res, de Joanna Maria dos
Passos.
Uma casa terrea de laipa na ra do Quiabo
n. 0 nos Afogados com porta e janella tendo 18
palmos de largura c 34 ditos e 5 polega
das de coinprimenlo, com i salas, 1 quar-
lo, cozinha dentro, quintal em alieno, chaos fo-
reiros, avaliada in 50S>000 reis, de Josepha Thc-
reza.
Urna casa meta agua na ra de S. Miguel n.
85 depredra ecal, tendo 8 palmos de largura e 20
mercio, geometra pratica para facilitar as suas esca-
las pilip e lambem francez ; dirija-sc a ra do o-
gneira n. 7, que ah achara com quem tratar.
Precisa-se de um homem que lenlia pratica de
loja de calcados, no se duvida dar-Ihe um interesse
vantajoso, com tanto qae prove a sua capacidade :
00 aterro da Boa-Vista n. ii'.
Silo precisos na typographia de Sanio* & Com-
panhia tres offieiaes balis de composirao.
Precisa-se de um rapaz chegado ulliroamente
da l'.ui opa. que lenha al-'joia pratiaa de fazendas uu
sem ella : no aterro da Boa-Vista, loja 11.10.
cisco SfcJZfrZTtit* ^^r ad j .comprimen e tendo somonte tima port de fren-
aranhao e
Para.
Segu em poucos dias o bem coniecido
brigue escuna u Laura recebe carga
e passageiros : lrala-se con o consignata-
rio J. i. da Fouseca Jnior, ra do Vi
"ario 11. 2"i.
Pura o Rio le Janeiro
segu en: poucos dias o brigue brasileiro Adolplio.
de que bt capilao Manoel Pereira de Sa ; para o
resto da carga, passageiros e escravos a frete. traa-
se na .ua da Cadcia do Recife n. tili, ou com o ca-
pilo na praca.
Alinariak da provincia
Estando-ce confeccionando o almanak
da provincia, roga-se a todas as pessoas
que costumam nelie ser incluidas, e que o
nao estiveretn, ou liouver nlgum erro,
queiram mandar levar a livraria numero
(i e 8 da Praca da Independencia, a emen-
da, assim como pede-seaos seuhores de
engenbos, se dignen] mandar igualmen-
te as transferencias b mesma livraria.
No dia 18 do correnle pelas oilo horas da
manhaa fugio um negro, por nome Antonio, o
qnal be de nacao com os signaes segulntes : cor
fuia, pouca barba, puxa do quarlo dir 10, os ps
apalhelados. eno'|)e do lado drcto tem algumas
costuras imitando calor de figado,levouvestido sales
azul de riscado, camisa azul, chapeo le palha :
este negro lem um irmao que be cortaderde carne
nos aQougues da freguezia de ynto Amonio, sendo
este o seductor daquelle, segundo o que sj tem sabi-
do, foi escravo do Sr. acadmico Antonio Rogcrio
Freir ds Carval!iO( morador alraz da matriz da
.Boa-Visia, lendo vindo com o mesmo acadmico
de Agua-1'rcla, tlvez tomasse esta estrada ; por
tanto pede-se a todas autoridades onde o mesmo
for encontrado, eaoscapitSss decampo bajam de
apprehender, oa levarao seu legitimo senbor abano
assignado na ra larga do Rosario n, 48, que ge-
nerosa lente potra a quem o trouxer.lJernardo de
Cerqueira Cavalcanti Monteiro.
bo de Manilha, oleo delinhai-a, temos de taia de jr 5' \
- Llttii i'
Ireze a dezeseis ps, sistas de osso, lonna inslcza es
ireita, merlim, sebo em pito, cera cm ardiles, co-
Iheresde ferro, dedaea de repudio, pregos de.cobre,
plvora ctossa, plvora lina, lapis.
luspecc/lo du arsenal d marinlia de Pernambu-
co, ti de outubro dr 1S5(i.
O secretario,
Alcxandre lodngucs dos Anjos.
nil
DE JtiElnO
Se-jiic com muita brevidade por se a-
char com dous tercos da carga a bordo, o
I brigue Conceico ., do qualfa
iJoaiiuiui Perreira dos
pirlk;\(;aolitter\u\.
REVISTA l)\ INSTRUCCAO' PUBLICA P VR*
PORTUGAL K BRASIL.
ciaCQUo : Antonia Fclidonn tle Caslilho e I.uiz
l'ilippe Leite.
A nica politicaaclualmente possivel. nao sopara
a Europa, mas para a America, e para lodos os
povos livres, c a da luz para todos; he a da civili-
sa(ao univcrssl. A opiniao popular educada, he
qnal lie capitaO
Santos; para o
resto, e escravos a fete, para oque tem
commodos solucin tes, traa se cotn Manoel
Alves Guerra, na ra do Trapiche n. 14.
PARA A B\HiA.
O veleii-o e bem coniecido palliabote
nacionalPous Amigos,pretende se-
guir ale odia (i do coirente; ja tem abor-
do melade do sen carregamento, para o
resto e passageiros, para os quaes tem
a mais segura banca deesiabili-Jade paraos boas Mllente commodos, tiaia-se com osen
governos odcfelicitacao publica. Por ella seo-1 consignalario AntonioLui/.OIiveira A/.eve-
do, ra da Ou/. n. I.
Para Lisboa sestue rom toda brevidade o bri-
sue porluKiiez .r.iin Successo.i, por ler a maior par-
te d car^a prompta quem no racimo qnizer car-
fonogal e o Brasil, que denvam de ongem, regar oo ir de pas?agem, para oque tem encllenles
perar no interesse commum, o que alias ficaria
circumsrripto limitada esphera das convenien-
cias indiviJuaes.
ena
c
o.
ilule da lahia ale o ti cu do mez, para lomar conta
de seu esld'ieleciroenlo.
Antonio Cavalcanti de Andrade desoja saber
da residencia da Illma.'Sra. 1). Izabel francisca da
Silva Cavalcanti, para neaocio de eu interesse, e por
isso pede que annuncie a sua morada, ou participe
no Forte do Mallos, prensa de Jos Carlos de Sooza
Lobo ,\ Companliia.
Precisa-sede orna ama forra ou captiva, para
todo o servico de uma ca-a de familia : na ra Nova
u. 1, sesundo andar.
Aluga-sc uma prela com pratica de servico de
caa : quem pretender, dinja-se a ra Imperial n.
!">.
Fugio o escravo Pedro, nacjlo Cosa, idade .10
anuos, alto, bonita figura, f.iila nal, perlencenle ao
casal do fallecido pai d i annuncianle, cujo escr.vo
foi visto no Monteiro e Apipacos; gralifira-se a
qaem o appreliendcr e levar a ra do Trapiche
o. II.
A pessoa qoe por engao lomou da portara do
rei-iillrm 'iiln daGloria urna condecinha rom un i
loalha de brelantia de labyriolho naa poolil com
bico, e lendo a marca de J. P. I.., faca favor enlre-
ca-la no mesmo rocolhimenlo. que se Ihe sera' ubri-
gado.
Aluza se um i casa pelo lempo da fesia, porto
do rio, na Cipnnaa nova, onde ii.urou o fallecido
llraz, rom nunmudos oflleientei para familia : a
tratar no armazem n. :) delronte da escadinha da
alfandega.
Ptecisa-se tle um menino de lo a \> innos,
para taberna, deslescl.egatos asora Oo Porto; pro-
melte-s" o liom trato, e principiando a ganhar con-
forme o seu Irabalho : quem pretender annuncie pa-
ra ser procurado.
Furlaram da borla do Mosteiro de S. Bento
em Olinda na nuil de (i do correnle mez dous ca-
vallo, sendo mu it.ellado, vclho. com o ferro Sil no
quarlo direilo, estropalo das roaos, proveniente de
.ansue que lem do. e outro rucopedrez, novo, pe-
queo, carrecador baivo, ferro O pur btivo le um
I' no quarlo esqticrdo ; da-se a quem osapptehender
boa recompensa, eulresando-os no Alosleiro de S.
Benlo. ou no enganho Mu^surepe. ,
I'in rapiz btasileito, qii'. inda esl arrumado,
ollerece-se para sercixeiro de ma de qualquer casa,
o qual he mullo delinele para este lim e dar liador
a sua rondla : a tratar na ra da i'.uia n. :IS.
Os aballo as*icnados declaran, a lodaa as pes-
soas que lecni penhores ua taberna no|largo da Ki-
beira u. t, qnetiajam de os resbalar no prazu de
oilo dias, lindo os qu mentos de seus deilos, licando os mesmos abaiio
assianados se.n reaponaabilidadc.
IteciTe 90 de outubro de 1856.
Izidro Pereira de Andrade A Companhi.i.
Um dito n. 116 li atraz da ra do Calderei-
rocom l palmos de frente <; 150 Uc futido'
por 401)/, a Manoel Pereira de Sa.
L'm dito na ra de Apollo n. 178 com 90
palmos le frente e 50 de fundo por ano.; a
Kosa Engracia de Santa Mariana Abreu Uron-
dao.
Um dito n. 113 atraz da rus do Caldeireirol
com SO palmos de lente e 100 de fundo por
100>, a Thereza de Jess Cavalcanti l'es.soa.
Uro dito n -i-i A na ra Grande e absea-
do collegio em
Lisboa,
para meninas.
. .rtternas c c\l nas, < ii).<
30 palmos de frente e j de fundo por |UOf, educaciio, prendas e mais vantag.-ns, .
a Marianna da CDceicBo Pereira, como cu- poderao avadar, emtvresasa dwastatN-
los, que k adiaes m'tm do Crespo bfa
pi. ou nn esquina que volta par.. .
tendo pi alauma freguezia. pul. desmancha uma ..i
loba de farinl.a : a tratar tu ru.i d. Vn-arui u. J!.
PneSM-M de urna ama de le.lc : na ra llire.
la n. Kt, segundo andar.
'I'
porlu-
radora de seu marido.
Um sitio na estrada de San Jos do Mau-
ROinho com grande casa de mora la, estri-
bara, cercado em parte, e outra murado, ei ,ua da L'"U|1'
bastantes arvoredo.s de filelos por 8:ti00J, | A'u-a-'e Ul" '""" < teihi-ir... rom o |rrirn
aos herdeiros de ll. Joanna Machado Freir 15*? P*"l?*, "farta aa Piaanm da Mc4elea.
Pereira da Silva.
Uma casa terrea acabada ha potieo na ra
da Palma com cozinha fra, cacimba, quin-
tal murado eni cufio de foro por 2:0009.
Pedro Antonio Teixeira Cuimarfies. ~~ Arrenda-sc mu sitio na Ton e a iii.h -
Uma dita na ra do Queunado n 37 cotn l('m do rio CapiUu ilie, com bo.. i asa ti.
12 palmos de frente e .16 de fundo e quintal vivenda acabada, e pintada de novo, o.m
murado por 2:500S, Jos Antonio de OI-j(:0mmod0s paiajriandelamilia, ,-oi I.-, -..-
Lua dita de cal ctijolo na ra da Casa For-1 **0' **"?'. t 'l" '"
te a. '3 cotn IS palmos de frente, cci/.mh i Para <'riado intle|x-ndfiilc da em c M-
fra, quintal cm aberto por too/, a Mara I reno pera capim : a Lilla, na ma do V-
Irancisea da Silva, por Florencia Maria das ve, casa mi que morn o cnsul
Virgeus. i
Uma dita em frente da igreja do liemedio
de cal e lijlo, com terreno em ambos os oi-
locs, e fundo at a caoiboa por 2:0009, aos
herdeiros de Francisco de sais Campos Cos-
dcm.
Urna commoJa e 6 cadeiras americanas por
169, a Antonio Joaquim do Espirito Santo.
lodosos utencilius para boti.a, eotilciido
grande porgao de potes de louca n.aiores e
menores, vidros eom lampas, instrumentos
do mesmo para distilar, ludo por 77J700, a
liento Luiz de Carvallo.
oze cadeiras novas de madeira de jaca-
randa com assentos de palha por 7-2S, a Vi-
cente Moreira da Silva.
Seis cadeiras de condur com assentos de
palha eduas mesas pequeas da mesilla ma-
deira por m, a Joao Pereira Lago.
Seis cadeiras de madeira Jacaranda, urna
commoda de amarello, uma tnarqtieza de an-
gteo, uma banca de meio do sala, uma mesa
de amarello e dous babus pequenos.tudo por
W^, viuva de Manoel Lopes Machado.
uem taes objeclos quizer arrematar di-
rija-se a casa das audiencias a hora do cos-
lume.
LUlERIi DA PROYNGA.
ia parte da Ia lotera do
enhor Bum-.feMis dos
Mar ty ros.
Corre sabbado 2o de oirlu-
bro de 1856.
O abaixo assignado ven-
dea as seguintes sortes:
OOO.sOOO.
ioo.soo.
-O.SODO.
OO.SOOO.
100x00(1.
I oosooo.
30x000.
rubrica to al>ai\o
assignado, acham-e a venda as lojas
ja anniuiciadas, OS quaes nao estao su-
jeilos aodisconto dos oilo por cento do
imposto geral, que sera' pago loco que
saia a lista, na ra da Cadeia do Kecife
n. V>.
Bilhetes
Meios
Q ti artos
1 quarlo ll. 2750
1 meto tt 1629
1 dilo tt 790
1 quarlo 1 dito " .j.~i
1 biHiele 't r.i
1 qitarto t< 5954
LOTERA da proyircia.
O ahaixo a^sini-ado ;i-
visa ao respeitavel f^iib-
co, que vende a dinheiro
a vista, sendo da quantia
de cen mil res para cima,
OS seus ezi's hlheits,
jelos preros abaixo decl i-
radas, na rm da lagleiH
do Recife ii. 4S.
Bilhetes SftM recebe .>:mio.sOIK
.Meios 2s"60 2:5UOslNNi
Qsnrtos 1x180 1:2.~>o.s-MM)
Por >iilus(anode Aq' i-
uo Fer reir, .los Fortu-
nato dos .Santos Porto-
Precisare de uin bum iimiador : a* padjni
do pateo du Sal* Cruz junto .o .obrado u. V>.
Prec.M-se de urna ama para >ervir un. ,.,- .
quena (amiba : na raa do Crespo a. II.
SOCIEDADE m CMnWIHIA.
Os bilhetes com
ALGA1-SE
i casas na Torre, eaiada e piula-las para *8 pastar
a l'fsta, pur commoda prero : na ra ila Cadeia de
S. Antonio n. 17.
Precisa-te alujar um !iom eozlabairo, orro ou
escravo : oa ra -la Cruz n. ~rl, primeiro andar.
Precisa-*!- de um caiieiro nae lenha pratica de
venda : na tua da Seuzala Vellia n. ,n.
OFFICIAES lE S.VPATEIRO.
Precis,i->e tle ollici.ics aesap.-.tciro e daoc obras
a fazer, tanto tic hom*iii como tic senliora com fiado-
res : na ra .lo J.ivramento, loja n. II.
Precisa-se de dua e'rravas para o servico de
quilantcira : quem as liver e qui/er alima-la", qni
ra diriir-se a ra da Cruz, sobrado n. 23, que acha-
ra' com quem tratar.
Precisa-se no quarlel da Soledade desmanchar
as respedivas larimbas, e pintar lo las a portas e
l iiieil i- : quem disto se quizer encarresar coirpare-
il na directora das obras mi-
pedreirOda das Cru/eS. ............. .., manira as :l da tarde.
_-, i i i ~~ 1 reci?a-*e ile nm caixeirt para taberna qne
Lm cumplimento fo despacho dajlcnlia pratica mi sem ella, prercrindo-c do, lti-
mamente ehesEado* : ua ra de S. l-rancisco .Mun-
do Noto] u. <>s.
lima pessoa compelenlemenle hahililada se
propo a encinar particularmente a liniz.ua nacional.
o latim n fr-ince/ : quem de en prealimn ntilisar.dirija-oe a ma da Boda n. 93, das i al a"-. 11
horas di manli .i
Na praca da Independencia n. 10,
acbam-sea' vendaos noves bilhetes, meios
da loleria 25da casa de CorrecrSoda Cr-
ter que devia correr a* 17 do'presente,
esperamos as listas |-c!o primeiro paque-
te quede la' sabir para esta. Os premios se-
r,"io immediatamente pagos (lotroque te-
nhamos recebido as mesmas listas) confor-
me os nossos annuneio.Souza Junior.
Se
s ve., tes (e pedrein .
Prcisa-se de serventes para a obra de Ca em qualquer d.a uti
dl-eiroda ra das Cru/.es. filara, da.9 aorai da i
i. I Precisa-se ile di
lllm. Sr. l)r. provedor de capetls, tica
suspensa a arrematarlo das rendas das ca-
sas perlencentes- ao patrimonio tas imn-
dades do Santissimo Sacramento, e das
almas, da freguezia de Santo Antonio.
te avaliada em /i03 rs., dos herdeirus de Joa[uim
("aetano da Luz.
i ma casa icrrea na freguezia dos Afogados na
ra do Motocolomb n. 50, lendo 17 palmos de
frente e 46 de fundo, cozinha dentro, quintal cm
aberlo lendo o lado do oilo de sul cabido, avaliada
em 805000 reis, de Rosa Maria de Jess do Nas-
cimenio.
Urna casa terrea na freguezia dos Afolados na
ra de S. Miguel tt. 40, lendo Id palmos de fren-
te c 55 de fundos, co/.inba dentro, quintal cm a-
berio, e cacimba, avaliada em 1003000 reis, a
Maria Rosa de Jess.
Uma casa torrea de pedra e cal no largo do Ro-
medio n. !),!3nJo 3G palmos de largura c H7 dilos
de comprimento com 3 jancllas de frente envidra-
cadas, i salas, 3 quarlos cozinba dentro quintal
em aberto, com i pes de coqueiros, avaliada em
1:0003000 res, dos fllios do Joaquim JosLuiz
d Souza.
Urna casa terrea de pedra e cal, na ra dos Pocos
n. -li com porta ejanella,lendo de largura 22 pal-
mos e polegadas e 48 dilose 6 pollegadas de
comprimento tendo mais duas salas, dous quarlos,
cozinba dentro, quintal em aberio, efaaos foreiros,
em muio mo estado, avaliada cm OlvOOO
reis.
ulra casa terrea sila na mesma ma n. 24 lendo
22 palmse pollegadas de largura, e 48 ditos e 4
pollegadas de coinprimenlo, 2 quarlos, 2 salas, co
zinha dentro quintal cm aberto, e com 2 portas de
frentn. avahada em 015000 reis, de Miguel Lou-
ronco Lopes.
Urna casa terrea de pedra e cal, na ra do Molo-
i-olomb nos Afogados n 60 com 20 palmos de
frente c 40 de fundo, 2 salas c 2 quarlos, avaliada
cm 180S reis, de Manoel orpho de Joo Lopes de Souza.
I ma casa lerrca em raixo com porta c janella
no acabada,tendo o n. 41 na ra do Quiabo nes
Afogados tendo 30 palmos de frente e 80 de com-
primento, sendo de podra e cal.cm mao estado ava-
liada em -2509000 reis, de Thereza Amoral de
Jess.
Uma casa terrea de pedra e cal, na ra Impe-
rial n. 42 com porta ejanella de frenie, lendo 18
palmos de frente e 110 de fundos com 2 salas, 2
quarlos, cozinha dentro, qninlal murado e cacimba
meeira, avaliada em 7070 reis,dos herdeiros de
Manoel Vicente Ferrara.
Os pretendenles comparceam na sala das au-
diencias as 10 horas da manhaa do dio 22 do cor-
rente.
Em praca presidida pelo lllm. Sr. Dr.
juiz dos feilos da fazenda nacional no dia -22
do correnle, depois de sua audiencia, so hao
de arrematar os bens abaixo declarados para
pagamento de exeeucous da mesma fazenda
contra seus llovedores, a saber :
A pos-e de um terreno de marinha na ra
Imperial n. 214, com :10 palmos de frenie e
fundo Ble a baixa-mar por 1208, penhorada
a Manoel Jaques da Silva.
Um dito n. .76 na ra de Luiz do liego com
:10 bracas de frentfl e 71 de fundo por 600a, a
Jos Joaquim de Almeida Pinto.
Um dito n. :IW na ra do lirum eom -l.
palmos de frente e 150 de rundo por 250/,
Joo Pedro Maduro por Manoel de S.queira
Compeli.
L'm dito n. 196 atraz da rita da Concordia
eom 60 palmos de frenie e 100 de l'undo por
300/, Manoel Caelano de Oliveira.
fundadora du fabrica de
fiara o e ftidos de a yodan.
O* gerente* d.i sociclade em coninundita, otiai
lirmada, rouvidam todas as peiioas qup lo, itatn
parle nesla empre. a se iranir rm iwaalilo fe-
ral, no dia -2K do correnle, em ca*a do Sr. A lim
Marques de Amoriin, roa da Cruz aa meio da em
|Hinlo, para ouvir o relalorin apreoU mo- serenes, dar o seo parerer e deliberar obre -
meios mais convenientes ao* trabajaos preliwiiia
res da dila empreza. Pernambuco 1.7 Se oatabr
de Iban.
.Imorim, Furia, llnerrt f C
LOTERA Di PROVINGI \
2" parte da l1 .oterir da
Orden. Teivtiratio
Carian.
Com a rubrira owmi
\o ftssii>-i;tiio or.Mi, ven-
didos os seguintes pre-
mios; os possuduros sao
convidados a vir receber,
,i-v< iw*r'
grirniia, como todo o pre-
mio por inleiro, em seu
escriptorio, ou na prnead
Independencia iop u. 40
Til") iOOO.s- hilhele inleiro.
2750 lOO.s i sartas.
iOOs meio.
200J idem.
200.S -2 i|ttarlON.
lOO.s 2 ditos.
IOOs 2 ditos.
50g I dito.
50f meio hilhni .
"itl.s I quarlo.
30.s hilhetc.
Transferencia.
Arha-M- mudado do SWSBO do C.i|miii
para o de (ioncalves, no HeciC-, arma-
y.em n. \. o deposito de sabiio da Lil.ru .1
5J800 recebe 5:0005000
50000 2:5001000
I.soOO .. I:250|000
Por Salustiano de Aquino Ferreira,
Jos Fortunato tos Santos Poeto.
BILHETES DE LOfEAlA DO
110 DE JiNEIRO.
2-- loteiia da casa de correcriio.
gilhete int'iio .. ifa 20:000|000
1 lotera do hospital da villa das Caldas.
Bilhete inteiio 141.~>I0U$O00.
1427100^000.
14591000000.
'i-2-2.7-200.s000.
Meio bilhete 2016OSOOO.
Xa loja junto ao arco de Santo Anto-
nio o abanto assignado venden .s sobre-
ditas sortes da 2- lotera da casa da cor-
receo, nm billiete inteiro 11. 1155
20:000,s-, e 011 tros de menores premios,
assim desta lotera como da primeira lo-
tera do hospital da villa das CalJas. Pe-
lo vapor < Irnperatrz > receben bilhe-
tes da 2.V lotera da casa da eoi-recco, e
logo que estiverem rubricados annun-
ciara' a venda. Jos Ett/.cbio Alves da
Silva.
O abaito assignado, lendo mandado levar urna
carga de capim pelo pardo Joat|uim (forra] no lia 111
do correnle mez, no sitia do Sr. Joto l'into de l.e-1
mos, este se evadi enm o cavallo, cujo parti repre- '
cuta ter de idade lis anuos, e mal encarado, tem o
naris chato, levoo camisa de riscadinlio a/ul e calca
a/.ul, chapeo de pallia ordinario, di/ elle ser lilho de
l'o-d'Alho, o o cavallo temos rian sesuinles : ,
caslanhoescuro.com uma estrella na testa, he pe- \ da %lu*'a de l'elpliino t.oi.si.lves Pcrena.
queno, carrecajnr haino : quem der noticia ou tro..- e coiilinuaSe B vender a dinheiro a" vis-
1er ..o sitio da l'iranga, lera' a gratificar de 10-. l;li as seguintes finalidad de saliK).
02!
7!>6
"372
55
187,7
5951
lttM
685
1172
.lio Biplisla de Souza l.einos.
DA
Amarello de
.i
Cin/.enlo
1 ((tialidade 100 a
2 .. >.". a
. 70 a
l.l.
U Sr. lKsinireiro da.*
loieiias manda fazer pu-
blico, que estao ex posto*
.1 venda, na thesouraria
das loteras, oa rita da
Aurora n. 'i6, das 9 s 5
da tarde, os bilhetes, meios
e quartos,da segunda parte
t!a primeira lotera do Sr.
Bom Jess dos Marti-
rios do Beeife, cujas rodas
andam no dia 5 do cor-
rente, e logo tjue se pu-
bliquen! as )istas, se pa-
ga ni os premios inconti-
nente, aexcepcao dosdoua
premios grandes, que si"
pagos logo, nosalao daex-
tracco, no convento de|
Nossa Senliora do i atino
O escrivo, Jos.lanua
rio Alves d: Maia.
-- l)-sc liriOU-SXX) a juro mdico, sol. Ii\ (.ollieca
ou firma segura : quem quizer annuncie sua ino-
rada.
Alosa-se o segundo andar ta casa n. SI da
ra da Cadeia iln lt-i n,-, com il.i e galiiuele de
trente, sala de janlar, S i|uarlos, dispensa e cozinlia
lora : a tratar na mesnia ra, casa n. 38, secundo
andar.
l'recia-se alagar orna nsfriabs de idade de IJ
a 15 anuos, ubiigando-se ensina-la a engommar, cn-
zinliar e eo*er ; na toa do l.ivramenln n. 11.
l'recta-SR de um peqaeno para caixeiro da ta-
berna, com pratica oq gen tns no eeife, I .eco
Largo B.1.
Hospital Portu-
guez de Benefi-
cencia .
Precisa-se de iMn seiveule neste es|abelecac*.l<>.
o qual lem o ord 't de ISSjBJM por mu, ran e
comida, prehre -e o qoe ti\ci nielhores aboaa-
coes : a tratar com o pmvrdor.
.Nu dia 15 do correnle mex, d" ma .rasad*, dc-
sappareceram dons animars ,',, qninlal ti. co*.*e*il.t
de S. proa cisco da cidade de Ol.nda. rom os slcnar*
seguintes : um animal ala-jo an..relio, lenle afecr-
la. jj esqoerdo ralea lo e a .na aparada ; nm*
iii-sl.i castanha, con. um tln- pea l.rauco., meia c*Im-
a, c pelas distas inari.e ul.i du liranro : jaern *s
apandar ou lomar queira ditiii--e ao mm. em-
vento, qoe ser SMStaai.mente reenmpen.ado.
O abaixo assicnado tac publico, cjuc Sr. tf>-
li\ Cavalcanti de Alboqucrque, morador na SJaSMS-
leira da comarca do Urej, nao pode tender, >.-
Iliecar ou faicr oulra qoalqucr Irai.sareao com o-
seus ben, quer de rail, quer movis e srmrentc ;
por quanto estando em liticio com n mesmo Sr. A ti
Ionio Marlins l.eilc. de quem o ahaivi aasitnad. I.e
haslanle procurador. ael.*m-sc penhin/.do* s* es-
cravo desde abril da MBS, pan c.-iraii'ir a aerio t
libello, na qual se eiize do relendo Sr. I el.\ Caval-
canli i escravo que forlion foram lirado* d> |oo*a
dominio e posse do mencionado l*ile. \Ierro do
(iqoii -JO de outabro da IKV>.
Franciicn tasa de Sanl'Amw.
l'recisa-ie de un ama que eoi.abe rom arel-
para casa de pequea familia : na ru. do Cataos** o.
12, primeiro andar.
Ilcsappareceu honlem a unile da ma da i:rr,
caa n. 27, um periquito rajado de prelo. draimi
nado Cara Soja : qaem o levar a me*ma casa tero
bem recompeusadu.
O bacbarel A. B. de lorres llindeira. peores-
sor calhedratico de lincua fran-ea no l,\o,*.***"
desta provincia, ten. resollido abrir do primeiro de
novembro em diante om noxo rursi deeta in*m
linsoa e ta iocleza, e bem assim de rhetoriea, ae.-
srapl.ia e philnsopl.ia : qoem de seu preslim.
qui/.er nlilisar pude prorura-lo na ra*a 'le sua reti-
dencia. na roa Nova n. SS, secundo andar.
ti bacbarel formid.i Joso de Barr.* 1 ale jo 4e
Albuquerque MaranhAo, pronrielario da l\p*cr>i
phia Itrpubltraiia ffderatirn vnirer'al. derUra ota
defeza da boa ordem, que nenhuii.a proclam*rj,
correspondenria, inanifeslo rHil.l.eo, periodieo, ou
qualquer e\[ui.n\io eer.Hi impressos sem a aeclara-
i;.io do titulo da referida (xpograpliia. as.nn rom. a
issuualura do autor, decl'iai.do qae se reanaaiala-
lita na lamia da lei, data, remuhecmenlo per ubri-
li5o i o competente ello ; e se acontecer qn* w|*
impressos na ine-in i lyporaphia sem esta* foroul.
tlader, r.car.lo eomideradn, res pon avaii u" qoeli-
compo:ics ftierem iroprimirtin
MUTILADO
ILEGIVEL


HAMO i PlMBBCO QU UTA Fl'fi4 11 OUIURO ai 18

i>eclaracao.
(I llhii. Sr. Dr. provedor de capeHas,
por despacho de 20 do carente, mandn
suspender a arremutariio en praca, das
rendas Jas casas, que constituein o patri-l
nonio da irmandudc das almas, da ma-l
iriz de San-1'rii Pedro Goncalves do Re-
cife, a reqoerimento da respectiva irman- _
dade. tdfelfde outahodei856.--l0MP4MtlA DE SElilKOS MiRITI"
Oexi-ivao,'daldino lemistocles Cabial del
Vasconcellos. a
O Dr. JoSo Honorio Be/erra
de Mene/.es, formado em medici-
na, aclia-se resdindo na cidade
do Rio-I'ornioso. e al>i se ollcrc-
ce a's pessoas que de sen pres-
tmio se quiaerem utilistu.
Precisa-sealujjar urna negra para o
servico de urna casa de pequea familia,
paga-se bem : a tratar na ra do Aragao
ii. .11, on na ra Nova n. i.
A fabrica de velas e
sabao a' vapor da rua do
Brura, precisa de serven-
tes e de serradores. .
Deaapparecea hoje, l de oulubto,
un paidinio de nonie Vicente, de idade
I "2 anuos, cun os signaes seguintes : ca-
bellos carapinlio>, clhos p re tos. nariz,
chato, levou vestii o camisa de chita ama-
i filada e calca de brim de algodao de lis-
MUS E TERRESTRES.
CAPITAL 1(,0(>0'.000,SQ0U.
A cumpaohia lem sua agencia no escriplorio de
viuva Aii.iinin & Filho, ra da Cruz n. 15, onde
aceita loda a. proposlas de seguros de riscos e for-
tuna do mar.
Sobre o casco, quitha e perlencas do navio de
qualquer loticilo na navegacao de longo curso, de
caholagem, ou lluvial, ou na pesca, cm viagem od
prests a viajar, em carga 00 descarga, amarrados on
ancorado, em concert ou uo eslaleiio, quer por
lempo certo, quer por viagem simples, ou a premio
ligado.
Seguros contra
o fogo.
Ira : qtiem o pe;
pon
AlTENCAO* A BARATO
'ara acabar.
Cassa Irancezas Dita' da duas, dito
hila dedias, dito
linas de dilas, dito
Hilas de ditas, dilo
Dita de ditas, dilo
Chita fnaeeui multo linas a lanpw, covado
Hita dilas, dilo
Curies de eollele* de |orgurio de sed:., corte
Dilos ditos de ililo, thlo
Hilos ditos da dilo, dilo
Dito dilo ile dilo pelos, corle
Ditos dilo de fuslo, corte
Mantas de seda para senhora
Lencos de ganga escarale coiu barra e linos
No aterro da Boa-Vista n. 36, toja de bilhetis junto
ao sellciru.
1011
I-ti
Hlll
J00
210
JO
200
Al
I-I IDO
ladOO
Veude-se superior a na rilen le de
Franca (cognac), em duziasde garrafas,
por |uceo commodo : na ra da Cruz n.
2\i. primeiro andar.
Attencaoac bar'ateiro.
Ihiqiiczu.
m
tfie<3ttS
@
I3.VO0! :l;(XHl 1 JK lurla-cnres, e com Ihadlmioaa raiDigem, ffi
."VHOi'!&' pelo baralisaiinopreeo de ISUIO o covado. V2J
w* 3?&*::-0 O:}:-*&-&&*&#*#
Nn ra da Cruz 11. 10. can de llenr. Bruim A
Coinpanlna, vcudem-se barricas com cemunlo.
Vende-sc nina escrava crioula. moca, com to-
da a habilidades precisas para o lentos de urna
casa, e ds boa conduela : na ra da traa u. 43, pi i-
meiroaudar.
ra do
ISa luja do harateiro, na ra da G.oeia do Recite Jg |ia para vender tiro de blond 11. .Mi, defroule da na da Madre de Dos, lia para $ da branco e prelo, por pieco mullo em
vender llera de males la/endas que em porcao c a -/ conla.
relallio se vendem por barato preces, liamburgo ou Zj j, rp.'iiSEi^ftfl* &
brimliso lino de pulo I111I10 propri para calc,as. loa- I ?55?'Ky?
Illas, ceroulas e lencnes, eui peca de O varas a |
'.l^lilMi e lOjf. dilo nial* clieio de boa qualidade, pe-
ca- de :ltl vara a 1:1; e 139300, panno de lilil" lino
a liio a vara ou 89 .1 peca de 12 l|2 varas, estndo-
se a acabar, panno de liulio lino para leneoescoro 2
s 1 **ras de largura a 39400 a vara, corles de lirun de
hubo de cores para calca, padroee DOVOI a 39200,
t dilos de fuslao de crese braoco para eollele* a NO0
I e t, easemira preta lina a 2.;, 2JI00 e :3U0 o eo-
: vado, panno azul grosso j l-sim ,, covado, panno
lino prelo e azul de boa quahdade a 39300, i '<"* '
-50(1, 54 lis, camisas franeezas brancas a IC~0
I cada urna, e S0| a duzia, ditas inuilo linas com pei-
! los e cullarinbos de cores e brancos a 2S300 oa i 30>
: duzia,midipollo fino para camisas a 9IOO. ">9S
..;(HM) a peca, oinais baio para :i.-200, 39500. :t5tt00,
39KIK) c >. ClgoiSo bom para pellos a 1*400, e mui-
lf lino a 19600 e 2.-- a vara, e a pera por lis, llfl
20}, peito para camisa brancos e decores com pu-
ulios e collarinlios, por barato prec.o, asim como
outros muilosobjcclos indispensavels.
AY1S0 AS I0CAS.
X Na ra Nova n. 22, luja do relojoeiri>, fg,
^*>* > n,r, vandor l.iry (|a blond llO se- -
i si Damos o parabens ai naca. I.rll.. nunniM
por pieco inuilo em 1,.. '. D. "" puoiam
v 3- ,,a de chesar do Rio c acl.a v. nd. na ru N.
SV I o. '.), Inja de Domoni. una rica e vari
* &&&&sS 1 d u-""-~ '. .p""'". *ii.ch
r*hneiH,
Co m p a n h i a Sorthe r n.
CAPITAL, 1,260,000Establecida
em IS.
Para ellecluar seguros sobre proprie-
dades, mercadorias, mobilia e gneros de
quasi toda a quabdade. Premio de 5|8
ate l|S 0)0 ao auno.Agentes, C- J.
Astley & C.
I'recisa-se .ilugarjseis prelo para arniazeiu ile
assucar : quem tiver e quizer alugar, diri|a-se a ra
de Apollo, arinazem u. que enconlrara com
quem tratar.
l J. JARE, DENTISTA, J
9 con I 11 n a a residir na ra Nova u. 19, prime i- %
f) ro andar. a*
Para una casa de pequea familia na Passagem
da Magdalena, e que consta nicamente de dua pes-
soas, se precisa de urna criada parda ou prele, forra
ou captiva ; dirija-se a ra de Apollo, armazeui de
assucar n. 13, para tratar.
;tir leve-o a 1 ta do Cres-
7, casa de t equeira A Pereira, <|iie
sera bem recompensado. Recife i (i de
oulubro de 1856.
SEGURIDA0L
i.ompaiilua de seguros ma
r i timos, esiabetecida no
Rio de Janeiro.
Capital mil contos de res.
Olleroce au cominereio vanlageus que neubuina
"uIra companhia lem feilo al agora. Aceilam-se
proposla de seguro uo escriplorio de Isaac, Curio Aj
Coiupaohia, agentes da companliia. ra da Cruz
""FABRICA DE VIDROS
EM SANTA lIIE1U-7.A.
No lugar denominado Senzala, em Sania Ibere/a,
casa do Sr. Callo, acha-se esiabetecida urna fabiica
de vidros, a qual fabrica loda e qualquer qoalidade
de vidros, assim como porcellauas lina e ordinarias;
as encommeudas por ora deverao ser feilas na mesma
fabrica em quauto mo se eslabeleccm deposito es-
deciaes, para maior commodidade dos freguezes.
Pi-ecisa-se lallar ao Sr. Joaquim Jos
Marques, que morou em Santo Amaro
por detraz da fundicao: na livraria ns.
ti e 8, da praca da Independencia.
PlBLICtClO LITTEB.VIIA.
Apparcce nusta cidade pela primeira ve/. ,
obra Zaira Americana cm 670 paginasa
tundo 110 principio urna colleccao de oitenta
osis mximas e sublimes pensameiilos da
autora, c urna outra colleccau de 2t odes
magnilicas todas ellas, e adornadas essas
inspiraroes poticas do ititeilecto l'emiiiino
americano.
Entre essas bellas pegas aclia-se urna pom-
posa elega a memoria respeilavel Uo l.\m.
Sr. consclbeiro Aurcliano.
Toda essa olira encerra religiao, moral,
nis'.'iii-"u e um sem numero de assumptos
interessantissimos, que a fazem digna do ,
inaior aprego dos boincns nue eulti?am as '^e'' M"""'" * e'. Na mesma casa se precisa de uina escrava de
Por detraz da ra do lacunde, luja do so-
brado que lica defroule do eslaleiro, onde se esta'
inendo uui brigue, cozinha-se para fura cora todo
aceio, e lambem e lava eeugomma : ludo por pro-
co commodo.
Para familia elraugeira deseja-se alugar um
preto fiel de bous coslume para o servido de casa
na ra do Trapiche d. 10, primeiro andar.
O Rvm. Si. Joa(|iiim Jos de Faria,
que moren 1 ou inora na Boa-Viaeem,
(em nina carta na livraria ns. Ge o, da
praca da Independencia.
RETRATOS A DAGUERREQ-
TYPO.
N. \i ATEBRO UA BOA-VISIA N. 12.
O abaixo assiguado (em a distincla honra de sci-
eutilicar ao respeilavel publico desla cidade, que
acaba de modar o seu e-tabelecimenlo por falla de
commodo.da casa do Sr. A. Slahl da ra Nova para
o aterro da Boa-Vista n. '
retractos Jo ullimn gosl
modosJoAo B. Thoma.
DEPOSITO DA FABRICA
industria Pernambocaiia,
KLA L'O CRESPO N. !l.
A fabrica de sabSo e velas de carnauba, cs-
labeiecida na ra do Brum, lem estabele-
Cido um deposito na ra do Crespo n. 9, pa-
ra alu nicamente dar extraccao aos seus
productos, proporcionando assim a maior
commodidade aos cunsumidoies. As velas
manufacturadas nesta fabrica, offerecem as
vanlageus seguintes : sao teilas com a car-
nauba simples purificada pelo meio do va-
por, sSo inodoras e bellas na apparencia,
queimam com igualdede e nao esborram, e
nao lazem inuri ao e diio oais luz e mais ca-
E
14 0
loa
\ endeui-se vasos e estatuas de louca, proprius
para jardn ou catacumbas : na ra do Amoriin ar-
uazem u. l.
Veodeiii-sc liui'uicas do seilo muito novas a
880 rs., a libra, queijo'do reiuo a lSOO, ditos do I
serbio a 4011 rs. a libra, passas novas a (UM) rs., Iigos
a : Farelos em barricas.
No irmazem de Vicenle l'eireira da Cosa, ra Ja |
Madra de Dos, confronte a urej.i.
COM PEQUEO TOQUE DE
AVARIA.
Pecas de niadapolao lino.
Vende-se ervs-mate muito superior
rs. a libra : na ra Direita n. 72.
a 2401
Carne do Cear
em ira raja ns a 0.000
rs a arroba
No caes da alfandeza armazein de Seraliiu.
Vende-se duas carrocas pequeuas para boi e
ra do que as velas stearinas ou de qualquer ,i,va,1<*-- ooi dita grande qoe peja em mais de du-
coniposiQao, e que se vendem uo mercado "ll,"= atrobm : quem precisar aununcie.
Fabricam-se de 6, de 7 e de 10 em libra, ven-
dendo-seem caixas que contem 192, 22* ou
1M velas cada urna pelo preco de 15/.
O sab5o he branco, as materias primas
de que he fabricado sao simples c inofensi-
vas, o chairo que deixa na roupa he agrada-
re! j rival isa com o melhor sabao hespanhol
o he superior ao sabao americano, que se
vende no mercado a 240 rs. a libra.
Vende-se igualmente em caixas de arroba
e a preco de 160 rs. cada libra.
Os incrdulos comprando reconhecerSo
por experiencia a veracidade doauesean-
uuucia.
\a loja das seis
portas
Em frente d Livramento
Corles de cana pintados com sele varas a ciueo
patacas, cambraia lisa com oilo varas, corles que dio
para dous e Ires babado a tres mil reis, lencos de
reiroz francezrs a dez luslei cada um. lencos "de se-
da para pescoco de seuliori a dez lusles, "lencos de
arca o melhor que lem no mercado a dous mil reis,
lencos para mao de seuhora com bico largo a dez
tunees : de ludo se du amostra, levando peulior que
cubra o valor do que se quer Irazer.
Vendem-se na ra do Crespo, loja di esquina que
volta pan a rua da Cideia.
AO BARATO.
Na rita Nova loja n. 8 de Josc Joaquim
Moreira.
"' CDdeiu-si luvasde pellicapara lioueiu e -enlmra
das mais frescas e novas que ha no mercado, pelo
baralissiinu preco de 15280 o par.
CAL E POTASSA
Vende-se polassa da Kassia c americana, ebegada
uestes das* de superior qualidade ; cal de Lisboa
da mais nova que lia no mercado : do seus depsi-
tos na rua de Apollo o. I A, e 2 B.
TOALIIAS PARA ROSTO
e mesa de puro linho ; wihimiie na rua do Crespo,
loja da esquina, qoe volta para a rua da Cadeia.
Cal de Lisboa e potassa.
Na rua do Trapiche arma/cus ns. "Je
1 i, vende-se superior polassa da Kussia
e americana, cal virgen) de Lisboa, da
mais nova que lia no mercado.
- Vende-ic ama partida de Ierra, .berta d. | ."*"'T"'[^.l^'J^IV U,Bbe" "ta
... ,, J -. i i o** ri-s, r.i\.iiiii.i- irint]Milu-, itara nuiu.
malla,d..nu..oboa. made.ras.e ptima de plae awim ,,a ,,,, 9tlmtm^X^
laques: d tratar uu Mcin^Dinlii), sino (|ii \ulla para i re,,t.riur^
r i i 1 '
Manual eleitoral! f^elo IOS
de ouro patente
ingles cobertos
e descobertos,
da Sania Cruz :
l ru/.cs no ullimo sobrado
de dous andares do lado
letras, e sendo as sen horas" americanas o
principal objecto das alineles e bomena-
ens da autora, hoje brasilea, bem que
montevideana. No tpico em que appare-
ccro muilos cavalleiros distinctos do Brasil,
acha-se collocado o retalo do patriarcha
do Brasil, bellamente lito^rapbado.
Gravura, papel e rica encaderna^o, tudo
lio o que ha de melhor. Os benvolos e pa-
triticos habitantes da heroica cidade de
t-ernambuco e das ouiras provincias do nor-
te, deverao apreciar urna obra escripia por.
urna senhora sua compatriota do sul da A-
merica, muito mais sendo a nica senhora
que publicou urna obra liio interossanlc, co-
mo be esta.
Ha livros de cores preciosas para *-
'.|l|OfitSi Ach*'" n-^1'- peJo
Vendo-se na livraria de Jos Noguoira de
Souza, defronte do arco de Sanio Anin io
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia AlliaDce.
Eslabelecida cm Londres, em marco de 1824.
Capital cinco millioes de libras esterlinas.
Saundars Brothers & C., tem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, proprietarios de casas,
e a quem mais convier que eslo plenamente au-
torisados pela dita companliia para effecluar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos de
tlha e igualmente sobre os objecios quecontiverem
os mesraos edificios quer consista em mobilia ou
em fazendas de qualquer qualidade.
O ahiiio assisoado faz sciente aos Illms. Srs.
de eogeoho e mais pessoas que negocian] coin assu-
car, remetiendo-o para esta praca, qoe te acha ha-
bilitado em receber poi commissao dito genero, e
espera ilu seus patricios e amigo, e de quaolo de
seu presumo se qaelram utilisar, asremetsasdeseus
assucares, prometiendo o mesmo abaixo assignado
eiercer lodo o lelo e actividade qoe Ihe sao ualo-
raes, envidando lodo o esforz poisivel as fuucc.oea
la liquidada apuracao de dilo genero, como bem o
lem demonstrado. As pessoas cujas remeas exce-
derein de 10:0005 por safra, lmente pagarao 2 lliO
de unnmis-,10, seudo ;) 0|0 as demais como he co-tu-
rne ; e para todas se obriga o mesmo abaixo assigna-
do a loda eqoalquer compra de objeclos sem como
mullos tirar porcentagem. Itecife, rua Direita, pri-
meiro andar o. 9:1.
Francisco Seraphico de.Vssis Vasconcellos.
| dentista mmu.
j& Paulo Gaignoos, de volla de sua viagem g
-* 'url'*' ''" niorando ua rua Nova u. ^
V& 41, primeiro audar, onde pode.ser procura- ?
:e'i do a qualquer hora. .;-.
lrocara-se olas do Banco do Brasil por moe-
da crrenle uesla provincia, com descont : na rua
do Trapiche u. 40, segando audar.
Em casa de Tima Momsen & Vinassa.prarj do
Corpo Santo u. 1J, ha Ires piano-lories oo melhor
autor, um completo orlimento de livros em branco,
lado chegado pelo ullimo navio de llambureo.
Previdencia,
Companhia de seguros contra a mortulidaUe do>
escrotos.
iESTABELECIDA NO RIO DE JANEIRO.
Aseucia filial de PernamhucoN. III roa do Crespo.
O lljgello desle anuo ainda esta' mullo fresco na
memoria de todos, para que se deixe de apreciar o
m
todo o ervic poi alui-uel.
O moeo eslrangeiro que no Mario de quiula-
ftira lli do correule, se oerece para caixeiro
de engenho, dinja-se a ruada Cadeira do Kecife nu-
mero !>.
Ollercce-se um rapaz porluguez para eaiieiro
de taberna on oulro qualquer eslabelecunenlo, para
tomar conla por balaucoou sem elle, para o que Icui
bstanle pial ca : qoein de leu presumo se quiztr
utilisar dirija-se a rua eslreita do Rosario n. 10, ta-
berna, que achara com quem tratar das 10 a 2 da
larde.
l'recisa-tc fallar com os senhores l'raucitco
Sancho |do Ainaral, Francisco . rozo, Francisco Marlins Vieira Pacheco, Joo Fran-
cisco Ferreira, Joao Nicolao Gome- da Molla e Joao
Duela da Silva Borges: na rua do '.inclinado loja
a. 10.
LIQIDACAO'.
_ O dono da loja dnjuutis mlMez'as'qWainda'ex-
isten!, esta" resolvido a veuder por urna terca parle
du que Ihe cuslou a diuhern avista.
Aluua-se urna casa com commodo para grau-
de lamilla, por lesla ou por auno, muito Iresca. com
cocheira para carro, estribara muilo boa e perto do
I.aulio, na Capunaa uova, rua das Pernambucanas :
a tratar com Jos Antonio Marques, no Chora-Me-
uiuo. por preco commodo.
Na uoite de 1!) do corrale furlaram a um pre-
lo do abaixo assignado, na Ponte de Uchoa, urna es-
taote de msica, algum.i roupa e dibheiro, e pede-
se aos senhores marcineiros ou oulras pessoas a quem
for ilil.. eslanle olTerecida, queiram apprehende-la c
leva-la au mesmo abaixo Maguado na rua Nova n.
44, segundo andar, das 10 horas da mauhaa as .1 da
larde, que recompensara'.
C. Fenelou G.AIcoforado.
O Sr. Pedro Antonio, morador ua Boa-Vista,
que einpeubo uuns penhores no becco Tapado da
matriz de Santo Antonio n. 'J, para tirar uo prazo
de Ires mezes e pagar o juros, sendo ficarem vendi-
dos pela quanlia por que foram empeuhados, e co-
mo ja' facam seis mezas e nem lenha viudo paaar
os juros, nem tirar seus penhores, faz-se esla decla-
rado para vir tirar no prazo de oito dias, seno s'e-
ro \ eudiJos para pagamento dos juros o principal,
poi o enhor levou o recibo com a misma decl-
ratelo.
Precisase de urna ama para casa de pouca fa-
milia : na rua do Hospicio n. .11.
O Sr. Amonio Francisco de Azevedo tem orna
carta na rua Nova n. 58.
A (IDAHE DG PABIS-
Una do Crespo n. 4.
J. FALQUE.
Kecebeu pelo navio fraocez eComle Kogei> um ri-
co e variado sortiineuto de roupa leila como eejam :
Casacas de pauno prelo.
Calcas de easemira prela e de cores.
Hilas de brim de Hubo.
Palitos de easemira de c.ir com gota de velludo.
Ditos de panno e easemira prela.
Ditos de seda preta e de cores.
Dilo de brim de Moho branco c de cor.
Ricos collelas de velludo.
Ditos de gurgurio de cure.
Ditos de setim preto.
Lindos chapeos de castor pan homciu.
Dilos dilo rapados para homem.
Ditos de seda prelos fino para homem.
Todas estas fazenda sao da melhor qualidade que
se pode decjar.
Vende-se a muito acreditada taberna, sita na
i. 12 e va. continuar a tirar |arg da Kibei.a n. I. na casa que fiz quina l ara a
o, pelos preces os mi. com- ,ua de Santa Rita, a qual pela localidade "nde sta
" andar de um sobrado no pateo | quab^oiTr 7SSSS2tUS?2#
rem-se i mesma onde ich.iao com iSREr
PECUINCHA.
\ endem-se sapaloes de luslre a 2;!KJ0 : ua rua do
l.ivrameuto, loja de calcado n. 33.
Cemento .
Vende-se cemento uovo, em barricas e meias bar-
ricas, i a relalho, por preco muito cm coula : na rua
da Cadeia de Saulu Antouio u. 17.
CtSElIBAS BARATAS-
V endem-se corles de easemira muito bonita, pelo
barato preco de 39S00 o corle : na rua do Ouei-
mado n. y.
\a loja das seis
norias.
Em frente do Livramento.
Manguitos bordados com recorte a dez lustoes, ca-
misas para senhora bordadas a doos mil reis, colla-
rinhos para senhora a pataca, e bordado a dez lu-
loe, camisas de cambraia i cinco patacas, avena
para meninas a dez tusloe, Bao prelo para camiaus
eeiileilesdesenhoras a qnatro pataca a vara, fil
de linho liso c bordado, e outras inultas fazendas de
algodao, de liulio e seda, por precos que agradam uo
comprador.
Vende-ie 1 checheo, 1 sabia da praia, 1 dila da
capueira, 1 coucriz. I eucontro, I gallo de aaropina,
I bicudo, 2 curio, 2 canarios, 2 caboclinhos. 2 pa-
lalivasda Paralhba, 1 pintassilgo.t bigode, 1 patali-
va de gola, 1 papa-capira : ua Boa-Vista, rua Velbi
^ompr650.
pregara em
quem liver an-
Comprase um jogo de mallas de
bom uso, e por prec,o commodo
uuucie.
Comprm-se os seguiules livros ja usado: ale-
grando beneficio que resultara' aos pruprielirios de j r'",",r<0 de Moraes quarla edicco, Misterios do Po-
escravos, da garanda de propriedade, que esla com- [ v" '"Ja ('a ru'' do Crespo n. 10.
panhia ofierece. Coinpram-se dez milbeirus de alxenaria grot-
Nii.'guem deixara' de concordar ni vanlagcm de sa *'e ''Ji' '""" : "a Praca di Independencia, loja
tirar ai rcndimeiilos de orna propriedade urna pe- '' e -'
quena parcella que araula o seu valor total, c o| Compra-se um carro de rodas, eixo e molas
premio hi- 1,1o mdico que nem em 30 anuos com- le pateare, novo ou em bom uso : na rua da Cadeia
plelara' a quantia que, a qualquer momento lem o
direilo di recetar por caso di morle do escravo se-
guro.
Pagar-se-ha por exemplo, sobre a axaliacao de
t:0U3 ( e menos em propor^ao no caso do valor ser
mais mdico, inclusive o sello da apolicc etc.
Da% idaUe.<
De 12it entrar aos 40 auuos3u>IU0 por anuo.
lrM)
40
Sobindo o preinid de cinco em ciuco auno al a
idade de 70 anno conforme as coudices impressas
que poderao ser pioeurai-'es no escriplorio da
companhia.
No caso de bvpelheeas, o seguro serve para maior
garaulia das diviJa, porque a companhia aceita a
tr'jiiiferencia da apolices a novos proprietarios, com
lauto que etsas Irausfereiicias se realisem em siu cs-
riptorio.
Dar-se-ha consultas sralis aos escravos seguros das
'.'para 10 huras da inauhaa, uu escriplorio da compa-
uhli.
AlaJta-te um pequeo sitio em un dos arra-
'aldcs mais prximos desta cidade, cun casa mo-
derna, que lem duas sala;, un gabinete, quatro
do Recife n. io.
Comprase um berro de amarello, que esteja
em bom estado : quem live annuncie.
- Comprara-sc apolices da Idivida provincial
na rua das Flores n. 37 !. andar.
Compra-se um cavallo sellado e com tudojbom,
que ansiara : no sitio da casa nova juulo a igreia
de Itelem.

Aloalhado de
linho, vara a
1S1600.
Na rua do Queimado u. 19 vende-sc
atoalhado de linho com S palmos de largu-
Sendas.
RAPE DE LISBOA.
Vende-se rap fresco de Lisboa chegado a^ora de
enromuieiida : na Praga da Independencia loja
ii. 3.
Aterro da Boa-Vista 11. fiO,
nova loja de l-aimi }c
silva.
i
9 ra, a 1-200 a vara. $g
II EVA\GELII(I EM ThT
11PHII
He a deleza mais completa du Kcli>>i'io
Catholica, Apostlica Romana, contra lo-
dos os ata(|ues da impiedade : edicao ra-
ra, ja hoje e\tincta en Lisln : 8volu-
mes in 8, por ."ijjflOO reis. Vende-se na
casa de livros de Antonio Doraingues, na
rita do Crespo.
AHAESIACONICIS,
He urna cullecrao de peras, imporlan-
tissimas em prosa e verso, mandadas im-
primir por ordena do Gcande Oriente de
Frailen : um thesouro de conhecimen-
los curiosos sobre a Arle Real, indispen-
saveis a todo O francmacpn. Edieao ra-
rinima, extincta em Francia : S volnmes
in I (i por '.sOUU reis. Yende-se na casa
de livros de Antonio Domin<;ues, na rua
do Crespo.
Vendem-si loallias e lencos de '.abvriulho. di-
lo bordados, bicos e raudas largoi e es'lreitos, por
precos commodos: ua rua de Apollo u. 12.
Vende-se orna escrava de idade de lli a ts an-
uos, bonita lisura y no pateo do Carino laberua nu-
mero I.
Chapeos do Chy-
1 verdadeiros.
Vendem-se el 1.11icos finos da verdadei-
ra palhinlia do Cli\li, por preeo commo-
jdo: na rua da Cruz n. '2(i, primeiro
l andar.
Vende-se o manual eleiloral, conlendo
a lei reglamentar das eleiciies, c os de-
cretos edecisi es do governo ; acerescenta-
do com a lei das incompatibilidades, lei
dos circuios, com instruccoes novissimas,
por t.s'GU : na livraria ns. (i e 8, da pra-
ca da Innependencia.
Sedas de qua-
li'os largos a 1,400 o co-
vado.
.Na rua do i.liieimado a. 21 A, veude-se seda de
quadros larsoe iniudiulios fuita-cores, padroes mo-
dernos, la/eiuia esta cheiiada pelo ultimo vapor
Dao-se as amostras com peuhor.
C^iy
Rua da Cruz
Vendse vinlio di
i de superior.
rtesla loja veoueiu =e por menos pre o ao qoe etu r-i ___ .. ,
a e cupiai da parle do naiceule, co- | qualquer outra parte, as legni-IM la/eudas : asseve- Uapa
rando-e qoe sao das ltimamente cliegldefl ao mer-
cado. Crle< de fusilo acolchoado, e brins de Indio
puro para calcas, cada um 25VX), uperiore brela-
nha de linho, rada peca de II varas por :1--VI0, mel-
poniene para veilidoi, e outras mullas I /m la- li-
na vonlade do comprador, lo.ta eslas faiemla
trncam-p por dinheiro.
Vende-se um beico de amarello em bom esta-
do e com cortinados : ua rua do Kaugel n. 11, pri-
meiro andar. duzia.
BoidcaiiN, <|Udlida-
rhci.M e etribaril, uina cacimba de evcellenle atiua
"'*'. e oulra com bomba de repuc|io e lauque
para b.iuhoe lavaaem de roupa, inuilaaarvores frur-
lifera, etc. ; a Iralar na rua do Oneimndo n. i,
primeiro andar.
Pag.i-se 20ji(l de alagoel mensil, por ama
ecravi qav> cnr.inhe o p,lamine, nao sendo porca,
pre?oicoa, nem atrevida : lrala-e no sesondo an-
dar do sobrac'o junto a fabrica de sabao da rua Im-
perial.
I'or jirecos eominodos.
l'M VESTIDO POR 2vSKH).
Kovo e completo orlimenlo de cortes de vestido
de chita de dulcientes padffiel, core--, fu, pelo di-
minnlo preco de 2o cada ci-rle na loja de porl.n,
na rua dn ueimadu n. 10.
F.m casa de llenr. Brunn cv Companhia, na
rua da Ctu u, 10, veude-se cognac em caiuoliasde
A SOO i**. < covado
Veude-se chai) de asseulo branco com llore sol-
las e letras : na rua do Qoeimado n. 21 A. Dao-se
as amostras com penhur.
Relog*io$
oberlose descobertos, pequeosegrandes, deooro
e prala, patente iuglez, para bomem e senhora, de
cu, uoi melhore fabricantes de Liverpool, viudos
pelo ultimo paquete iuglez: em casa de Sun Iba 11
Mellur & Companhia, rua do Torres n. 38.
A l^ttO o par de luvas
de pellica,
muilo novas e muito fresqoinhas, ohegadas uo ulli-
mo vapor (ranee/. : na rua do Oueimado. na Inn eo-
uhecida loja de taldelas da boa fama >. :;:;.
isi loja
das seis portas
KM FRENTE DO LIVRAMENTO.
O admioislrador desle eslabelecimento vendo a
molla concurrencia de compradores mji loja, cque
mullas pessoas e familias se acanham em entrar pelo
adjunto, oerece a sua aala (por cima da loja) para
vender as fazendas com roai commodo e a voutade
dos compradores, aonde wonlraiu lodo o agrado
possivel para seren bem -en ido-, e por presos com-
modo, a dinheiro vista, pois os muito "adazeres
nao dao lugar a mandar receber: slo lera lugar das
sele horas da manhaa as 'J da uoile uos dias uteis
Atteiieo
A' rua do tjueimado u. 113 A, loja de faziudas a"
pe da boa fama, chegaram ltimamente linda seda
de quadroa, da in.us inodernaa que ha no mercado
para 15200, assioi como srosdeoaple e velludo prelo,
e pauniis de diversas qualidade, e muilas mais fa-
zendas, por precso|que se nao encontrara em oulras
lujas.
Kelogios de patente
inglezesdeouro, desabnete edevidro :
vendem-se a preco ra/.oavel, em casa de
Augu8loC.de Alreu, narua da Cadeia
do Recite, arma/.em n. o.
Fazendas boas e baratas.
Na luja do baraleiro da rua da Cadeia du Kecife
n. .'O, de; i on le da rua da Madre de eo. acharo o
fregueze bom sorliineulo de fazendas de boas qoa-
lidades, que a dinheiro a' vista ae vendem por bara-
tsimo preco, lauto em atacado como a relalho lia-
vendo entre muilo variedade boas chitas de cores li-
las de diversos padres, o covado a 100, 180 e 200, e
i pee.a lij, 03500,05800 e 7o, corle de cana de lo-
res bonitos padroes,que uo desbntam, com 7 viras,
celo diminuto preco de l-l>i)U. riscados e chitas lar-
das franeezas modernas, o covado a 210, 280, 300,
320 e S00, cas-ai franeezas de core a 00 a vara,'
ditas em corlea de 12 e 13 varas muito lina- com
fazenda para vestidoe pira folho, desenhosdilleren-
tes, pelo barato prejo de 85, corles de audelmade
seda cor de rosa e azul com fazenda para refego e
folho a l i- .' I i-, curtes de seda escocezas largas de
bonitos goslos a 289, grosdenaple prelo superior pa-
ra vestido a 25 e 25200 o covado, chale- de merino
lino sem barra com franja de relroz a >rViu, dilo de
chaly com barra a-sel inad? a 0,5.i00,|dilos de merino
bordado de core a 85, dilos muito (Boabordado!de
uina su cor a 98, e alem delas outras muilas fazen-
das, que como cima fica dilo. se vendem baratas:
dio-se amostras, e aloja esl .iberia de uoile.
Vende-se superior liulia de algodao branca
de cores, em uovello, para costura : em casa de
SoOtlllll Meltnr rS Companhia, rua do Torres n. 38-
V ende-se o litio comcasa de subradedo falle-
cido Geor-ie hennorlhy, do lagar de S.Josedo Man-
guind, cotn arvoredosde fructo e mais bemleiloras
que nelle se acliam, sendo as ter.-asdo refcridosilio
proprias: quem o pretender procure em cata de Sa-
muel P. Johnstuu \ Companhia,rua daeuzala No-
va ii. 42.
AGENCIA
Da fundijo Low-Moor, rua daSenzali-No-
va n. 42.
Nesieestabelecimentocontini ahaver um com-
pleto sortimento de moendas e Beias moendas
para enfienho, machinas de vapor e taixas de
1 (erro batido e coado de todos os tamanhospari
| dilo.
Lencos de cam-
braia de linho
A 320,
do melhor fabricante de Londres: ven-
dem-se por precos razoaveis, na escrip-
torio do agente Oliveira, rua da Cadeia
do Kecife n. 08, primeiro andar.
Em casa de Saunders Brothers & C,, pra^a
do Corpo Santo n. 11, ha para vender o se;ninte:
Ferro inglez.
I'i\ da Suecia.
Alcatro de carvau.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saeta.-.
Dito entrabado igual ao da Bahia.
E uai completo sortimento de fazendas proprias
para este mercado tudo por preco commodo.
Farinha de mandioca.
Vende-se superior farinha de Santa
Calharina, em saccasquetem um alquei-
le (medidatrana) por preco commodo:
no arma/.em te Novnes&C., na ruada
Madre de Ueot n. 12.
A3$500
Veude-sec^ 1 de Lisboa ni ti mamen lechigada ,as-
oiincomopotassadaKassiaverdadiira : na nmra
J o-. ,... .-mu II I I .
TAIXAS PARA ENCENHO.
Ha (undipao de ferro de W. Bowmann ua
rua d Brum, passando o chafara, contina hi-
ver um completo sortimerlode laixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quies
acbam-se a venda, por prego eoinnudo com
promptido: embarcam-se oucarregsia-se im er-
ro sera despeza ao comprador.
Deposito de cal e potassa.
da roa da Madre de Dos, contina-te a vender su-
perior cal de Lisboa era pedra. receutemente cliega
da, e polassa rusaiana nova, de superior qualidade
l prei;o commodo.
Vende-se em casa de S P. Johnston & C,
rui da Senzala-Nova n. 48, sillins inglezes, chi-
cles de carro e de montara, candieires e casticaes
bronzeados, relogios patente inglez, birris de gra-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas da ferro,
fio de vela, chumbo de munifo, irreios para car-
ro, lonisinglezas.
Cobeitores de laa iiespa-
ni loes muito en corpa
dose grandes.
Vendem-se narua 'loC.rispo.loja da esqoiua qoe
volta para a roa da Cadeia.
Pianos,
Viudim-sepiauosverticacsinslezes, de elegantes
modelloseexcellc.ilesvozes, fabricados porum doi
maisaeredilado.au.ores, prcn.iado na expoiicaodi
Londres: noarmazem de Uostron ookir& Com-
panhia, pracado Coroo Sanio.
Passeiopublieo,
LOJA N. 9.
>i cude-se um compiti sortimento de chilas de
lindo padroes, escura.! 150, 160 e -JIJO rs. o covi-
do, e a peca a .i?, oS5U0 e tes ; a ellas, que sao pi-
chincha. p
Moinhos de vento
com bombas de re(?uiopara regar hortasebai-
sa decapim : na fundicao de l>. W. Bowman
na rua do Brum ns. 6, 8 e 10.
o Afilelos, de Ignacio francisco de Alboqueique -
Mello.
A .".s.iOll a du/.ia.
Laucos de cambraia de linho para aLibeira : o
roa do Crespo, luja de Adriano i\ Castro u. 10.
Xarope do Bos-
que verdadeiro
Kl A LAKCA DU KUSAK1U N. lio.
Conliuua a vcuder-sc este tarop ido qualsao
agentes do Kio de Janeiro oa Srs. Yates ov .ompo-
ubia.rua do Hospicio n. 10), na botica do abaixo a-
aiguado, qae.garante sar verdadeiro.
Bartholomeo Franclaco de Sou Em casa de n. O. kiie-
ber & C, rua da Cruz
ii. 4, vende-se
Airjodao para saceos de assucar.
Dito trancado para ditos, a imitacao doj Himburgo: na ru
da Bulii,i.
Lonas.
B'inzo.
Fciroda Suecia.
Arcano para purificar O aSSUCur d ii-
veucodo Dr. Slolle, com o metliodo em
lingua portuguesa.
RIA IAGHSHS!.
Antonio Barbosa de Barros faz -cente ao publico
que mudou a sua sala de barbear da cata o. i>-_ da
rua da Cru para a de D. ,"il da mesma rua; na mes-
ma sala se acbaiu as mais modernas bichas de llain-
burgo, que se veudeiu aos ceulos e a relalho, ealu-
gam-se, tudo mais barato do que em onlra parle.
A BOA FAMA NAO' VENDE AUA AYA-
KIADO, TUDO HE BOM E BABATO.
Lu\a prelas de lorr,al muito boas a 1-ixm
Pilas de lio da Escocia bracea, e de cores 00 e aJU
superiores nielas prelas de lata a l/WO
Carlas liuissimasfraiiCezas, o baralho 500
Hilas poilugueaas muito liuas .:-ji
.\leils pretas de algodao para padres* o par Kl
Hilas uilas pora seuboras (110
KieascaiMiilia- para presentes a Ot>0,3>000 JOOO
Kca bengalas pelu barato pre^o de 1?, I?j00 e Js
Mein de cores mullo liuas para homem a 3:20 e un
Kiquissiuiaa caudas paia uaroorados a JOO e SO
Oculos cun armaco de tartaruga i d.-iuiii
Caivetes multo liuo para peonas a 2;, SOO e Jo
I 'dos grandes multo linos de J, lei tulla- a ^KXI
H H UI--I ina- cliar teira- a J--. :,.- I 47000
Carliiras muito liuas pan dinheiro a s e 2JO0
'.liten..- proprias para viagem a Js'aiu I
Eslojos proprios para barba a "! e _- >"ii
Ouzas ue colheresde metal priucipi a :!.-; c ligOOO
Pila de metal ordiuano 720 e IniOU
Aparelhas completos para luto de senhora a ISUO
Vollas prelas ordiuarias para luto a 100
Kicas frabjaspara cortinados, eeaide 15vi-
raa i-Miti
Kicas polctiras pretas de vidro a Iru'Ki
l- Has de velludo bordadas estrellas, a vara 3:20
Dita lisa estrella prela e de cures a 160 e in
Escovas com prnte e espelho para stii-sa- HOO
t'esouras linitsimas para unhas .">O0, HOO e 19500
Pilas para costura, o melhor qoe pode havir 1^000
Kosetas prelas muito Ii ua, o par 3M
Acor.non-de mullo bou qualidade Mi". 1? e l~'.ti"
lina- trancas de seda de tudas as larguras e co-
res, ricas Titas de seda lavradas de todas escrese
larguras, bicos de hubo tinissimos de luidos padroes
diversas larguras e outras muilissimas miudezas, sen-
do de muito bons goslos e boa qoalidades, que pelo
baralissimo prec,o porque se vende causa admirar"
aos proprius compradores ua rua do Queimado, 01
bem couhecida loja de miudezas da boa fama o. .1:1.
I,.a.nd.. para longt loda* ew^
msicas, que por falla de oulra-, utan locar I
do os dila : agor n.m deve b.ner qaena
nao locar boas msicas he purqae a* quer.' au
com qualquer cinco tusloe- m tere ama valva a
polka pira piano.
Veodrm-M a nep-os forte cota i ajll n*.
1 nema com -JO, cozmha uem diario c Uva ttea
roupa, 1 moleqne rom .'1 para t> aaaa, *--iii_ ^j,
rua 0*1 Senzala Velhi u. Tu, sa.naala nadar, >, dar..
qoem vende.
Veudem-se etcriM, de men Hiadr, e 1 1,.
mo prelo de idade "B anuo : na rua Direita a. :i,
\'emire ulna irte da fabricar pi'ilaa da lapa
de loda as qualidade, e optara-s* a rereata de lu-
da- as miau, na 1 a* da Asaumpr,** a. 54 : Ira.
lar na meama Casa, da 9 hora? di manala a tai
larde.
Veodi-se um litio cota arvareda de fraaiar.
casa de vivendi, ua Cruz da Alnaa : tratar aa raja
di I r incluirs 11. (N. laja.
Vendem-se (O barris proprio para awl : aja
paleo do Paraizo n. 18.
Vendem-se dous pianos fortM di jariraaa.
consiruc(io vertical ecom lodos o aaafconaaaalo
mais modernos, lendo vindo do ultiaae aavio da
a. 8.
400, 500,
cada um.
1 lo,a da
e 640
Vendem-! na rua da Crespo, toja da e.quina que
volli para 1 mi da Cadeia
LABYRIRTBOS.
\ ... lein-- -e lenco, e loalba de lab;, rinlho, a-sen-
lado em lina cambraia de linhn : ua roa da Cruz a.
Ii, primeiro andar.
IONIOS
inglezes de pa-
tente,
osmelhorealabricadoiem lnulaler;: 101 casa di
llenr\ Gibson:ruada Cadeiado Reciten.o:;.
Allenco.
Ka rua do Crespo
Etquina avoltar
Pitra a rua da Cadeia
Muilo lu que admirar.
X eudein-e colchas bnucas adamascada a 5S00U
cada ama. pauniubo prelo c de cor a 1JO o covado,
corles de calca de easemira de cor a > e .">, dilos de
easemira preta entestada a 1.-800, ditos de dila rran-
ceza superior a 6-500, dilos muilo superiores a 8.-,
dilos de brim amarello e pardo ile puro linbu a
iBtJll, dilos escuro de quadros a 1/tOO, dilos de
jang amarella a l?00, corles de cassa chita com 7
vara a 1*500, cobertores escuros e brincos a 800 rs.,
rucado escuro lirco a muilo enenrpado a 1110 o co-
vado, laazinha de quadrn propria para >elido 1
MO o rotado, e oulra minias f.i,rndc por preco
commodo.
PERFIMVRI4S HITO H1IAS.
Na loja da boa fama encoulra-se sempre um rico
ortimeuto de perfumarlas de todas la qualidades,
sendo seo autor o melhor que ha em Van-, nquis-i-
idos Irascos cora eilralomuilo fiuo 1 1^200, 1;50t,
Si e 2>500, jarros de porcellaoidelicidos e de mo-
derno goslos com bauha trance/a moitissimo lina 1
-2se J.-.iiKl, frteos com isieocia de rosa a 3dl) r..
po de pomada frauceza muito boa a 100 rs., fraa-
cos pequeo e grandes cora cicelleule oKua de Ce-
loma a 180 elsn oulras milita perfumara da n>e-
llior qualidade que pude baver, 1 por precos mil
barato- do que em oulri quelquer parle: oa rua do
ijueimado ua bem couhecida loja de miudezas da boa
ama 11. 33.
Ariiiizeiii,
, R DA CRIZ I. II.
I. I'r0eu-r cv I... avisara ao- leu fttfuetf e i.
publico em geral, que coDlinoadinieule conaervam
um grande deposito de gneros alimenticios di to-
das as qualidade, romo
Presuntos de YVestplialiu, de ptima <|ua-
lidade.
Salames sorlidos.
Queijos verdes suissos e de Limburgo.
Caviar em latas de urna libra.
flarenques en barris de 25.
Sardinlias irescasem sal, em barris de 7>
e V arrobas.
Feijfio verde em J>an is.
Uepollio dito.
Biicoitos de Damburgo.
Conservas iiijjleas (fickles) c liuctas de
diversas qualidades.
Doces em jiotes.
Molhos para todas as comidas, tanto para
carne como para peixe.
Alca pares.
Azeite doce.
Conservas linas Irancezas, consistindo em
comidas de carne, peixe, etc. e borta-
lices.
Cha', Tecco, congo de e\cellente quali-
dade.
lambem receberam ullimainente um rico sorli-
menlo de viuhos liuoa, como : Champagne, as mar-
cas mais acreditada na Europa, de llrucb "loucher
& C, Kenaodin ltolliugerr C, vinho do Itbeno,
liordeaui muito lino, marca Pichn Sougueville,
do l'uitu. Sberry, Madeira, Lisboa, Cognac braoco.
Hale Braudj muilo recommendavel pela ptima
qualidade do mesmo, Khura da Jamaica e de Cu-
ba, ,i:u.i de kirsch, Wermoulh, Btlter ,licor ama
go<. Licores, u sorlimenlu mais variado possivel,
cwisi,lindo ein mais de duze qualidade, cemu:
de Cerrja, Kosa, Caf, Prsica, Framboise, Cautlla,
l'arfail-amour, Cbeny Cordeal, llorlehla Pimcula,
Marrasquiue de Java, Baunilha, Aouisele, Curac.iu,
eilraclu de punclie feilo de Khum de Ame, Xirope
de vinagre, etc., etc.
Todos este geueroi vendem-si a modicoprero.
Em easatleN. O. Bieber
t\ C., rua
4, vende-se
l'ianos lories das melliore* labricas da
Allenuinlia e de moderna constrticccio.
/iii casa de \. O. Bieber
lEGHilISIO FA1A EIM
no.
NA FUNDICAO DE FKRRO DO EM.t-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN. AA
RUA DO BRUM, PASSANDO O .HA
FARIZ,
iia sempre um grandesoniaueato do segualas aa>
jeclo-demei liauHinosproprioj pan eiikenlK, jv
bar : i.iociida*.,neia- nieada, da ana iiiihl-
conslrorr;ao ; laiui de ferro tundido e tunde da
superior qualidade e de lodo os lamaaho* ; rada*
denudas paraaaui ou animis, de todas as i-rapa
epes; crivos c boceas de furnilhae reznlraa 4a Vo-
eiro. ifiUaaai aaaatal aaaaajl------T -ilhlta.aai 1
lio- de mandioca, etc. ele
NA MESMA FUNDICA'O.
ae eiecutamtodas ascncoinmendas cam a aaacTH*
ridade ja couhecida ecom a devida prestaba caac
modidade em prc-o.
XAROPE
DO
BOSQUE
I oi Iraoilerido o deposito desle larvpa para a ta-
to a dejo-, da Crux Sanios, na raa .Nova a. &f,
garrafa 59500, e nacas 33000, cade falsa taa.
aquelle qaa 11A0 for vendido aealc depaaita, aaaV
que se n o prsenle avisa.
IMPORTANTE PARA 0 PIILIIJ.
Pira curada phlvsic.i era '-liiiniiai diOmii
tea rio, quer rnalivada por caaatiparaaa, taane.
asthma, picaril, eacarros de miim, alar aacaja-'
lados e peito, pjlpllac.io nn corac.io, coqvetacke
bronchile. dr ni caraanla. e toda irtilajtu,
dosorgaos pulmonares. ""/''
HE M1ITU BARATO.
Chales de meiin de lindas cora coa ri-
cas palmas bordadas a matiz pelo dinamo lo
preco de Si ; na rua do Queiaiado n. a m
loja da Boa le, ilel'ronic da loja da Boa
Lama.
A verdadeira {p-acha ingleza h. 97,
em Ixirricas de I o duxias de potes: in ta-
sa de James Crablree & C, rua daOu/
n.
IS.
Vendem-se unssaes rornano*: na | ua
do_ Encantamento n. 70 A, na rua ds
Trincbciras n. o, loja de encadernato.
Vende-se um .\cellenle carro tic
quatro rodas com urna das melhores pa-
relhas que aqui lia : na codietra do Sr.
Adulpliu Bourijois, rua Nova n. 61.
$0CT*tn>e fucttma
Foiio um cabrinlia de aaaae iiatal. da iav.
de. ponen mu. ou menos. |K io ana,
allora reol.re, acm barba e cabello ,
lem um lilho na birrisa, man pin aa
quera o pa.lr |eve-o ao tea acabar aa i
cal de l.na, ao proprielirio. on aban. ,
oa roa da Cadeia de Saata Anisa a. .
a. ^ .. ,- Miraiada.
a7 i ?"waim -HboaioiiBba. ni. aa trecaca
do Cabo fusio n. noile d. 15 a, M du r '??*
um ca.al de cacravoa suialc : Joac. de y-sli,
idide de 35 i 10 auno., balsa, cota falla IriTl
e o dedo grande do pe torio pan dentra tZT,'
la, crioula, de idade de X, anua., poae auam.
no, baila, secca. rosta 1^r,rt,,i.\Z^UtU, Z
tet, lie cuchi da pen.a direita: quetn aa pcaar livV
o mesmo eusenha, nu acata cidada m palca da Car
mo n. 17. que sera' ecaerouiaeal* riraaTi.....,"7,
racioda bordo da ocarn aariasul -l.iadaa
escrivo marinheiro I miao, na arria: la da aaa a
luda para o Ido de Janeiro no du, JR 4a
do, rom o -igiiaes accoinles : idade t
mais ou menos, cor relinU, litara recalar a
de denles, ps grande., cnoulo, nariz chala,
muito de nr-ac ; levou raaita a calca
azul e h.net de marinheiro ; em a ncaar la
rui do Vicario a. 5, que receben'
calilo.
Faci no dii 13 do corrale o
ciaen, coro 30 aira de idade. pavea
datura recolar, pes apalhcladn. sa
urna parm mais croma que a oalra, c
lo direilo, lem mirras de chicote aas
calador : quem o pecar leve-o m Cince Paaatai, ca-a
n. 134, ou inengenho Palmeir i. (recaera de Jabea
lo, qoe sen' bem recan pernada.
Focio honlem ai 7 hora da Baila aa cacia-
mulalo. de nome Thomaz, alto, nfugada da caraa
rom marcas de bexica, peraac inaaiai ada* avaa'
cas de cicalriies ras cae lias, falla casa Baria anaa-
iidao ; levou caini-i de pannoaml mana uainm.
ila di oorcllo brinco nis hoaibrciraa a ruaba
.iberia na frente ero forma de palito : cale aarran
lie naioral da Parahiba, o foi aacrava da Sr. Ij|__
t/.ellm qne o houvc por herinca de sea

0
tl de aratta-
Fraa-


Ni
C, rua da Cruz n
vende-se
Cemento romano.
Ftelo.
Vinho deMadeiia c ultramar.
Joaquim de Souza daquelli cidade. e foi can
pelo abaiin micnide a o >r. Hilario de Alhcvdi
Visroncelln Jnior, morador aa iiainiihi Tapvja
fregue/.ia do Pilar di dala prnviaria : aorta a aaar
i- livr-o a rua da Concordia Pedra Antonio Tcrtcara
r- Goimaric, qae aera' cencroMnaCBle craliacaav
Ilecife 1, de oulobro de 185G.
Pedro Antonia leiieirj l,aia>ar>
5030011 de ^ralibcic.m
a qem levar uo Kerifr, na ru.. da Flore, a. :I7, an-
meiro andar, ao Sr. J. Chardoo, na aa caceaba !S
Jo.io do Cabo, d'onde fogiu no dii H de aatafara car-
rente, o negro crioulo, do ucmi l.aii, auaai ladi
de.deniadu,rotoma andar de alpracatn e ana cadi
reilir as per as, tem aa costal mateada da ciratrhan
de sorras ; foi do acrlo de l'ijc. dalli (ai cabala
pira 'larreiroa, depon pan a eiieenho Nbir depo
pata a po;^ do Carvalboi. e linalmcnlc Para ncX
i-enho >. Joo ; li.ou chapen de caara vetbe -em
joulai de algodao, catnbwi da algrtia lr.a.:aaa, e
1 cobertor de ilgodao de barra. '^^
Uesappareceu desde o da lerra-feira, 11 V
corrrnte, urna negra crioula, dr naatc teclaa re
presentando 10 annos de idade. fei de caa, caaj a
beico yrosso e fallindolbe u denlo saprr.orrs da
frenle ; levou vestido de chita amarella cota
lambem di chita ;i dcsliotado por bailo, p.
Osla e um laboleirinbo em qoe aadava a
laranjas : quem a .ipprehender, dinja-Mi a r
l.loeimado. loja n. 1
Fugiu honlem a 10 hora di manhaa da ca i
ii. 5 da rua da Cadeia do Kecife, o prelo ''-Trinan
liando Congo, estatura baiv.a, de 15 i ~iV maca di
idade, barbado, ca inas marcas de blica oa roatn, e falla rom aiarla
man-i i,o.; foi ecravo de Antonio lieretano Recae- -
ra Pinto de Sau/a, acnhor do cncealia Bnrauhoa
da fiecuezia de loa, d'onde velo f"~ tt'i ni*>d
para ser vendido, sendo a ana venda ca aulida n
Amia Ani li l.m- Wandetlr.
'
VINHO It I POETO GEMINO.
Vende-se ptimo vinho do Porto em barr di
! quarto e oilavo, por preco raznavel: na rua da Ca-
1 deia do Recife n. 13, escriplorio de Bailar i 011-
I reir.
Fiavalhas a contento.
Coiilinua-se a vender aHsOOO u pir(preco lite c' lucio no dia 15 do corrale u caerava Jaaa
j:i lieui conhecidasiiavalba- debarba,fcila-|.elo hi- '. crioiile, idade 30 anuo, levoo ram'.ia branca cale
iil fabricante qoe lia sido premiado em diverslses de easemira oo de titeado. (Bafea prela da tana
. posicoes: vndcm-se cora a eeadicSa de nao acra-' e-Ulun alta, riforcado do corpo, car fala, nana rha-
dando poder o comprador devolve-las ate 30 dia 11", cerrado de barba, mas curlj. lean cabritas casta
denuisda compra,reslituiuilo-sci iinoortancia: cm nhos BM peilos, pe-seceos r, compridoi, ra nn
casade AugusloC.de Abreu, na rua da Cadeia do desembaraco : quem o pa^ir leve-o iran de ata
j Kecile n. 3b. \ srnhnr Vicente lerrcirn r\a Ctnta, aa I Taa da jal
SAO DE BOM COSTO. *emb,ea' Io* *"' *** ncoaapcaaaaa.
t:aml)raias Irancezas muito linas e de lin 1 ~ eiapparecea docngenlm Manurepe ao dia le-
dos padies.a 500 rs. o covado : na lieni eo- "''."'embru do vorrenlc aiin>. o escrava Bar
nhecida loja da boa i"-_ na rua do Queimado
ii. 2-2.
Luva di peluca muito
mem e senhora, o par a
em i
dea da boa (ama u. 33.
lio-
Craxa de
ii i co", de can o.
Violto do lili,t,o
VENDE-SE
atente, nioia
d'agua, para
ovar, i,.....
2^,, Violto do Rheno de quafadades espe-
M do (Joeimado na bem couhecidalojodimiu- i r,aJoliannislierf; e Alaicoluiiniicr.
No armazem de C. J. Asilen & C.
segunde- : estator a recalar,
evearaado, nllm rintrNaate
cabra, com
Mee do cor]
e encovados, u**lo- comprido* dos pe. pnt.ra hal>a,
e compriesa na q*;eivn inferior, em denla da parte
de cirp.a : r.i'.'n-se^a anlorididdi pnliriac. c rapi
loes di campo ,i .,!ai .ploi-i. catrcaa na
enpnlm, mi no Mo-leir.i de "v ienlo, qna aaiSa pc
uno- ,n.ente recompensado.
I'EKN.. TVP DS M. F. DI FIKU IHa

ILEGIVEL


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E5G3M81W5_2O407Y INGEST_TIME 2013-04-26T21:14:21Z PACKAGE AA00011611_07615
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES