Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07612


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Full Text
J

I-
X
ANNO XXXII N. 246

i
Por 3 mezes adiantados 4$U00.
Por 3 mezes vencidos 4$500.
SABBADO IX DE 01II URO DE .85<,
Por auno adianlado 1 sOOn.
Poirte franco para o subscriptor.
ENCARRILADOS DA SURSCRIPCAO1 NO NORTE
Panhiba. Sr. Sarrillo T di Niimdadi ; Raial, o 8r. Joao
luir I. Parein Jnior; Araeatj- Sr. A. d* Lemoi Braga;
Ciar, a Ir. J. Jo** de Olivtira; Maranhao, o 8r. Joaquim Mar-
fuat todrigue; Piaubj, o Sr. Domingos Harculano A. Peiioa
Cima**; Par,* Ir. lualaianoJ. tamoi; Amaionai.o 8i. Jiro-
* jm* da Gnu
PARTIDA DOS COHREIOS.
J>l.rula : todo* cu dia*. i<<1r m-l, h
1-ti.ii ,,,, Goianni e |.ara ,lha 0(l< .,._.
' Renrrua, lloim .,<:..rurii, Allmn.,
raneo, tWatMIho, .x./.u.-il.. Lia.....
r*. Stores, v,ii.,-ii,.|i,, Bo.-Vl.la, Oirirai
uno, laojao
S. !..
tiran ,. NtuH
lo dia.
I,. ,. ..-ir.t-lelra*.
i o Gai Miiiu'i. : .. lerea-felnw
i, llreju, POoaMJra, /.._.-
K*u : Has nnertaa-fefral.
S^nhfea, Rio-toraoso, "'- arreiro*, naan-Prela,
Todo
<|UO,t.ile
l'.irl.-ii.
10 h raa AUDIENCIAS DOS TRIHL'XAES DA CAPITAL.
Tribunal do commercio legunda* quintas.
Relacao : lercai-feirai aaabbadoa.
faztoda : quarlaa labbados aa 10 horaa.
Julio do commercio: legundu ailOhoraia quintal a* muo-dia.
Juno daorphaoa .- aegundaa quintal aa 10 hora i.
Primtira rata do eirel ( aei uodii a aaitai ao maio-dia.
Segunda rara da dr*l: quartae a aabbadoa aa maio-dia.
p. lindo
Rcccila de I
1I do enrr.
Despeta dem.....
Saldt.....
OOVE&NO DA PROVINCIA.
Expedanla ai din 1 i ala tatabro.
(MidoA" Exm. marechat coromaodanle des ar-
mas, para declarar qual u sold que compete ao
raptldo Manoel Claudmo de OliveiraCruz, em cou-
sequvlicia da reforma que ubleve.
I ii i i o raspectnr da Iheaouraria de fazeuda, Kei-eila de" 1 a II de
deviilvendn o requer meu lo etn que o brigadeiro I
Joaquim Bernardo de Figueiredo pede por aTora-
meulo um lerreno alagado que (ica em Irenle de
oulro que ja lite foi concedidu nos fondos de urna
SOS tropriedade u. 29 sila na aua Imperial, alim de
que proceda a respeilo ilesa* (frottMa*
midade coro a i>UirinaoAo que remelle por copia
do aegnndo lenle Amonio Egidio da Silva, ac-
ereicemanila"roaia a clausula de ceder elle gratui-
tamente a porreo do mencionado lerreno que tur
pred*o para a estrada de ferro.
DitoAo director do arsenal de guerra, recom-
ineudanil'i que euvie com urgencia segunda* vas das
coiilas dos artigo* perlencanles aqoelle arseual, e
que leen) sido lurnecidus suarda nacional depuis
da lei de 19 de seleinhru do ts.Mi.
DitoAo capilao do porto, dizendo que dexe
EPOEUERIDES DO ME/. DE mil Hito
Quarto creacenle ai 3 horas 19 minuto e Sfsieguudoi dam
* Luacheiaai9minuioia20ifgundoi da tarde.
Quarto minguanla ai 3 horas, 47 minutle 48iegundoi da t-
* La nova ai 8 horas,24 mmuloi.48 aegundoida urda.
Pri,.. .i i'hivmak de hoje.
rTimein as X horas e 3n minutoi da manhaa.
Mgunda as 8 horas c !>i minuto! da larda.
DAS DA SEMANA.
13 Segunda. Ss. Itauirl c Aupolino I. ruin. ; S. Samuel ni.
1 i Terca. S. Caliste p, m. s. Fortunata v.
lo Quarla. S. fllicresa de Jess V, c. ; S. Ageleo ni.
16 Quinta Ss. Marliniano e Saturiann irms. mm.
17 Seit. S. Eduviges duqueza ; S. Maricnno m.
1S Sabbado. S. Lucas evangelista ;^S. Theooro ni.
19 Domingo. 22 S. Pedro de Alcntara f.
3:7r73t7li
ENCARREGADOS |)\ SI i:s< inri \d MM1
Alagoai.o Sr. i laudino FalcaoDiai ; Babia* br. D Duna
Rio diJaneiro, o Sr. Joo Pare ira Martina.
EM 1'KltWMIII (ti
O proprieiaria do DI ABIO Manoel Fignairea 4a F*rw, na IM
livraria, praea da lndap*ndanci* m.lia.
:f:7.")7.?(i7H
9
_ '-ais especial das lolerias dcsla provincia,
balito em :|(| da setembro
lido.
6:7999078
T.l-IW,
Despea idem. .
Saldo.
no dia aulerior, por terem cumparecido, e apresen-
lado escuna lesilima*, os segmulea senlioies :
, l'ilar men. ."Vo" XSiAFttJIEZ de ." "che" T\ Wl-lC ^^T!?.......' Xt ",'.....',"7"'..... "",' ^^ V"* ^ "egado a. socerros. p,.. attesto q M l^-u
, Alie- u.a para ou.ra fregu,,., e cu enten.....J,". S* ^^ JJ. o^52lwta55 .TXci ." "- ***"!*-. > -"' d '
1 i3r." 'nrm"U' "a"SS "UPOr,ar deUaf de." !*". em u..m doen.a.aocapnchosa.enaqua. ..- t, .. pa.a a espelunca, onde ......a a sumo serem s.aa, e e
iimo.eu. muila vezes le conruiidem m mrimliH. ana imnoo-1 atan-nmnaia Ihnn a a-.,;, _.....i...........__... >u un aul.
n labir livremenle o vapor ulguarassu'ii peileuceute 'e I"""' a"quinr, ,
a companliia de nvegaiio cosleira, embora nao '" ou ',ur BlaU
se preeuclia alguraa fonualidade, o que ae'reme- *s ";'" or',ei >
diara" na vulta do refericln vapor. pu; ""* *nio
"
apo
DitoAo cummandanle do corpo de polica, para
mandar apresenlar un tribunal do jury, d'amaohaa
eoi diaute, e einquauto durar a sesso daquelle Irl-
bnual, urna guarda composla de II pravas do corpo
a seu mando.Cominunicou-se ao presdeme do
tribunal.
DitoAo directo, das obras publicas, conceden-
do a auluris.ir.ij que pedio para poder veuder por
Htf urna porc.ao de Iravcs e inadeiras velhas que
enslem ua obra da rasa de detenrao, ja conlaini-
oadas do cupun.Cominunicou-se a lliesouraria
proviucial.
DiloAo presidente do tribunal de jury, solici-
tando a dispena do direclur das obras publicas,
Francisco Kapliael de Mello Reg, de tomar parle
mu Irabalbos da prseme iesso daquelle tri-
bunal.
Dilo^Ao juiz de pa/. mais votado da freguezia
de Itamaraca'.Represeiilou-me Aulonio bordes
da Pernee*, que as eleii;s de 7 de lelembro ul-
timo, a mesa paruchial de Itamaraca' uao a imitli-
r* a votagao um grande numero de pessoai ahi qua-
liticadas, a preleito de sereiu ellas imperiaes inari-
nheiros, porque se dao a vida do mar e estao alis-
tadas na epifana do porto.
Revo declarar a Vine, para seu conheciinenlu, e
alm de que as pruiimaa elcires primarias o faja
constara referida mesa, que a qualidade de alista-
do na capitana do porto, como liuuicm do mar uao
equivali a de imperial m.iriulieiroi e pelo contra-
rio isenla o alistado do recrulameulo para a marmita
de guerra, nao pudendo portanln ser excluidos do
direilo da volar quaeiquer individuo que e aclia-
rem naquelle ca PortaraRemittindo, da couformidade coro a
proposla do chefe de polica, do cargo de primeiro
Pppleute do subdelegado do distrrln de tioiaiuii-
1* Amaro ttoines da (.unli i Habcllo, e Hornean-
do para supplenles do mesmo suliddegado do ci-
dad.los segujiiles :
1.Capilao Anill Ferreira de Mallos.
'2.Jos Joaquim da Silva Brrelo.
.Manuel Bezerra da.sAssumpr'o.
I,.Joao ltil,ano ',..smj.--( .ia.iniinir..r, ,c w>
referido chefe.
Illni. e Exm. St. Teulio a honra de remoller a
V. Exc. as inclusas deinonslrace. dos saldos exis-
tentes lias riillerentes caixas a Cargo do (liesoureiro
deala lliesoiiraria.
Reos guarde a V. Exc. Tliesouraria provincial de
Pernambuco 1:1 de oululiro de ls.">li. -Illm. e Exm.
Sr. cuuselbeiro SergioTeiseira de Macedo, pre l.i provincia.O impeetor, Jos' Pedro da ilca.
Ueinonslraco do saldo exislente na eaixa especial
das apolice em II de outubro de 185t. /
Saldo ciu 31) de selemliro
p. ftndo......t:i9:ll0O900O
Keccila de I a 11 da eorr. a
----------------I39HMOSO0O
li, -|io/,i ideui......... ^
Saldo.
39:000*1100
Caixa do eierricio de l->'iu a 1837,
Saldo em tu.le setembro
p. lindo......
Receila de I a II docorr.
Despezj idem .
SeMe
."i:9l)i5i2;l
I03:493M6
----------------IntklUOsRK)
.... tS:72s77i
111:0719333
PAGINA AVyiSA
(.orno a educado lie propriamenle a arte de cul-
livare rormara mocidade, Main lias cienna-, como
nos bous cu.turnes, e.a que d**e en-iiiar a cumplir
ludas as idirigaces da vida civil e clinsla, ella nao
se pode adquirir, so por alguma di-po-ie i ualo-
m.i, inslrucc.ocs mal dirigidas, ou
e seru arte, lie iieccssario lem-
c metbodo, para educar a mu-
cidade. Nio ha acieucia, parece-nos, mais univer-
sal, iiem mais imporlante ; pois que ella lem igual-
mente pur objeclu ludo o que conuribaa para for-
mar um liomein de bero e um pr!'eilo clirislao.
Que erro lie o cuidar, que a educacao se pode cun-
liar de qualquer rnestre'.'
Por melliur que seja a ioclinarao, por mais bellas
qualidadea que leulia um meniiiu, leuio (iver edu-
caran, ser quando mullo boa Ierra, inculla, que
nao produzra senao llores commuiK e fructos agres-
les, que nunca perdem sua aspereza.
O mellior eolendimuulo licara toda a vi la grii.-
eiro, impallido. e liada rustico, senao leve lions
pnucipios. A eluca(o deve ajudar o lu.runenio ;
em ella as melhares qualidades liram infrucluo.as!
Lma excelleute educaijio com um tlenlo medio-
cre, vale maia, do que o meihor juizo do mundo,
com nina mediocre educacao.
As paixes uascem romuuscn, e ellaa logo se lorl-
ficaui; e sempre le aproveilam da l'raqueza da ra-
'">. da iudulgenci, que se lem com esta primeua
id.ole.
A educarlo devg supprir a falla de experiencia,
ella ensina a domar paixes.amesque clieguea idade
de as temer, e se o horror do vicio nao previne, por
assim dizer, a razo, os couselhns mais saudaveis,
as melhures licres vem sempre mui larde.
Ooe cabedal mais prenosu pude deixar um pai a
seo. lillms, do que nina excellente educarao ? <>ue
proveilo pode dar aos lilhoa mal educados na al-
iada lier.mca Maior obriga(An devemos a Deaese
pas pela boa educarao, que delles temos recehido,
do que pelos mullo. bcn que elles nos deix.ram.
Se aiguem, diz e apostlo, nao lem curiado dos
scus filil, c parlicularmenle dos que lem em ra-
sa, tem renunciado a fe, e he peior que um uiliel.
A salvarlo do< pai. e das mais esta alliada de al-
gum incdo, n du. seus filhos. Elles sao responsa-
veis por iii.'a. quanlo commetlerem pela falla de
edararao,
.lleli era I.....nn de virlu le, na que respeilava a
sua pessoa ; mas porque, leudo molla indiligencia e
inuila ternura pira cun seas lilho-.llies nao .leu urna
lina educir.i, iipiii impedio por sua rorrecran .<
vcrassuas deaordeiiuda* paiiOrs, foi objeclu d,i na-
de l>eos, e le He este, por sem iluvida, o mal qae maiures dam
nos causa a nossa sociedade, lie delle que enuoaia
linles de-graras e infortunios. Um hornera sem
educacao he, na potase da E-criplura, una animal
que vegela.
Nu da III do correte prnticon o Sr. I)r. Jeiu
da Silva Rano*, ajndadu pelo Sr. Dr. Ignacio Fir-
mo Xavier, a operaran de um lmar cirrhein, j
coxa de urna inulhcr, na ra Velha; e islo apena,
em um niinulu! He levar a urna es trama agihdade
a pericia de urna oper.r.io Mil luuvuret au Sr.
Ur. Ilmi i-, pelu feliz exitu.
O caininho da V.irzea se acha iiilran.ilavel ;
~era isso comino lo para os cofres! ^ilo sabemos.
Sua estreileza e unmensidade d liso ahi existente
he mesinu de urna eslrada publira. Qoe miseria.
Moje lem lugar, no salu do tliealro de Santa
Isabel, um baile dado por cJueoeiit* cavallciros.
Agora que nos adiamos sem nenhuma e'pecie de
diverlimenlu, he ir.uilo bella a idea de conlinuarem
laae reunios. He de esperar que esses cavalleiros
itilo deiiario de noi dar mais noites de verdadeiro
pnier, comu deve ser a de hoje.
Hospilal de caridade.Dll ,l.Exisliarn 71,
enlraram 2, sabio I, exi.lem 75.
Uia 17 Exisliitn 75, eutraram 2, exislem 77
[Al ainanha.
lua.
Hemelerio Maciel da Silva.
3:7579076 Koran multados em mais 20a rs. os uniros seuho-
res jurados J multadus un dia antecedeule, c us se-
uhores seguinles :
Melquades Anluues de Almeida.
Miguel Francisca de Suuza Kego.
Jus Narciao Camellu.
7:53K.>2i Jo-e Carneiro da Canda.
l.li-riii'l) Jos Anloniu Baslus.
-------------I)r. Aiilunio Kangel de Torres Baudeira.
:I7|J)7NI Juaqoim Jos Alves d'Albuquerqne^
Sendo suflicieule u numero de .ih* urado. presen-
tes, o Sr. joiz de direito declarou abetta a se.su.
Aberla a sessao pelo toque de campanilla, compa-
recen o Sr. Dr. Kranciscu d'Assis llliveir.i Maciel,
iuiz municipal da segunda vara e preparador dos
procseos do jury ilu termo desta cidade, e apresen-
lou II processos devidanenle preparado para se-
remjolRadoi na presente sessao do jor\, os quaes
silo o seguinles :
1 Autora a juslica, reo preso Aulonio Jiaquimda
Annonciacio, e r ausente Anua Perpetua.
2 Autora a (usina, reo preso lli-larminu Alves de
l ..u\ il!i i Cesar.
3 Aulora ijtMtica, reo preso Joaquim Das dos
Santos.
i Autor Jos (ornes l.esl, reo preso Josd Alexan-
drino (oines
3 Autora a julir;a, reo preso Josc Fidel.
6 Aulora a ju-lira. reo preso o prelo l.uiz, cscra-
vo de Cit-lodio Homingues Codereira.
7 AuL.ra a juslira, reo ahincado Severinn Msrtins
de Parle*.
S Aulora a juslira, reo ahincado Appullin.irio Can-
dido do* Sanios.
9 Autora a juslija, reo alianrado Domingos Adol-
pho Vicira de Mello.
10 Aulora a jasliea, roalianrjado Olvmpiu Joaquim
de Sanl'Aima.
11 Autora a juslira, reo afianzado o pardo Custodio,
eseravo de Frauci-co do Prado.
12 Autor a juslira, ru afiaoradu Fumino Floren-
cio de Mello.
13 Aulora a juslica, reo alianrado Antonio Joaquim
d Anniinrincao.
14 Autor Florencio Jos Carneiro Monleiro, reo ali-
anrado lgn;,cio ll-nio de Fovolla.
Depois de apreseulados os pruce.sus peloSi.juiz
municipal, o Sr. juiz de direito man lou que ditos
processos lites fossem rom-lusos, e se marcese por
urna tabella os dia* em que cada unidos processos
deven serjulgados ,e levonlnu a laatio urna hora
da larde, adiando-a para o da seguinte is 10 horas
da manhaa.
(iaixa de depsitos,
de aelenbru
Saldo cin M)
p. fiudo......2ll:3i"M7
Reccita de I a 11 do coi r. 2>320
--------------211:3309196
Despcza dem........ I69570
REPARTigA DA POLICA
Secrelaria da policia de Pernambuco 17 de ou-
(ubro de 1856.
Illm. e Exm.sr.Levo ao conliccimento de V.
Exc,que dasdiflerenlesparliripares hoje recebidas
nesla reparlicjo, consla qoe se'deram as seguin-
te* oceurreucias:
Foram presos : pela delegada do temada dislric-
lo desle termo. Manoel Tnoneox Alves, Juvencio
Francisco Sacerdote, Ma-ioel da llora e Joan Anto-
nio de Mello, lo los para avenguares sobre o crine
de insurreir,an.
Pela subdelegada da freguezia do Re-ife, I,uiz
Moreua do Porto, por ferimeuto* Bravee, Maria lg-
noria da tinreirao, por desordem. e o marajo frao-
.,... Ilool. a ie<|,.i.irno .lo renpecill........-ni.
Pela siihlelegaeio da lieguzi. de Santo Aulonio,
os pretos eseravo. Miguel c Calliaiina, amlio por
brta.
Pela subdelegada da freguezia da Boa-Visla,
Mara d'A-sumprau dos Praxeres, por desordena e
ladra.
Pela subdelegada da 1'r-gnezia do* Afugados,
Antonio Andr Alves da Ponsece, pur furlu de um
cavallu.
F; pelo jniz dos feilos da fazenda, Francisco Jos
de Brito, por falla de cuinprimento do deveres de
lid 'leposllaiio.
Das meucioiiddas parliriparOe* consla mais nao
se ler apreseulado na n.iile de l(i do correle um
M guarda nacional para o palrulhanenlo da fiegue-
zia de Sanlu Antonio.
Dos guarde a V. Exc Illm. e Exm. Sr. con-
selheiro S-rgin l'eixdra de Macedo. preeidenle da
provinciaO chefe de policia, Dr. Polkarpu Lonei
da at3o.
Saldo.
2H:18i96J6
Caixa especial do calcanenlo das ras desla cidade.
Saldo em 30 de setembro
p. ftndo.....6:1669894
Rcccila de I a 11 do con. IHH-sliMO
Iir.pi /.i idem
Saldo.
-------6:355V)7
6::l339371
Caixa especial da couslrucrao da punledo Itedl'c.
Saldo en 30 de sc(enbro
E
POB 11 EMIH.il I. CoSSCIENCE.
JR DO RECIPE.
i.' sessao.Dia 15 de oulubro de 1836.
Preaidew.U^o Sr. Dr. Jlexandre Htmardino ilor
liis e Silla.
Pronolor publicu, o Sr. Dr. Antonio l.uiz Caval-
canli de Albuqoerque.
Escrivao interino, o Sr. Manoel Correia (ornes de
Almeida.
Fela a chamada a* 10 horas da manhaa. acha-
ram-se prsenles :IH senhures jurados.
F'nram dispensados :
A' requisicao do Exm. Sr. presidente da provin-
cia, o Sr. lenle Francisco Raphael de Mello Kego.
dem do Sr. regador do (iyniuasio Proviu'.ial, o
Sr. lenle Aulonio Egidio da Silva.
Por se arhar em exercicio de soh telegado do se-
gundo dislricln da fr-guezia de Sau-I.ourcnco da
Malla, o Sr. Aalonio Loareaee lavares.
Foram relevados das mullas em que incorreram
<$one$ponl>tncia(.
agua. Oiian lo a colher cheguu-lhc aos labio*, elle
levanlou a man, e pasou-a em trno de si cono se
procurasse a m.ii os apalpadellas... Eslava ceg !
Srt. redactare*.lie bstanle triste a posicao de
qualquer homen, que tema defeuder-se de falsula-
des.pois nao pode elar com o eapirilo soceg.ido um
momento : islo bada liara continuo llagello. Mal
peusava ru que (azendn iniiiha defeza publicada em
seu lino n. I35.de 7 de junlio de.te auno porque
alen do direilo natural julguei enpenhada ininlia
honra enconlra-se quem querendo defemler-se,o li-
ze.-s ede modo a injuriaran e.laurandotohre ninha
replanlo os epilhelo* mais allruuinso -.como os que
li em eea Diario oe.lrjO.e l7ideK eiide jalhe ;
primeira correspouitrncia assignada pelo vigario
do Pilar, Jacinlho Candida de Meodunra, e a ie-
gonda pelo hach.ircl Candido Jos de Honre, pro-
ponliu-me responder a ambos ; mas o farei de modo
que perrnillern as leis da decencia sem que preten-
da rctnrquilus.
Ili o vigario do Pilar .Jacinlho Candido de Men-
dooen, que nao anandonou sua freguezia, su se o
ahauliinn, he de sua ra*a para a do reverendo Jus
llenriquea de Amorim e qae eu me dcfeni por
um ver Indairo caliiiniuador.
Nao nega elle n fado de haverem morrillo mais
de fOO virlimas ua silo freguezia em os sorcorros
pspiritoacs, mas diz que foi pur causa de molestia
que padereu : nao me iusullaria elle com un nun*
lu dliroiiio-o, se livesse roais alguns conhecimeu-
la carta sua mil sem teslcmuuha*. Klo sei o que
linnve ; mas meu amo esl.i como laucu, e quando
deu-me a commisiio esta noile, tiuha os olhoscheios
Ceg palavra lerrivel (I roslo de Engelherl de lastima*.
inllammra-se de urna maneira asso.ladora. sua pe- ] Mil Job ebeooa janella mais clara, abri a car-
ie lornra-se vermellia como se livesse sido lavada la, e e*forcou-se por le o que o lilho llie escrevia
rom sangue ; a mal nao poda mais rcciihecr-lo...
I ii'lo i-io era nada Mas cago !
P^niau abten-*e a energa da corajosa
tan mysleriosainente.
O criado sorprezo linlia js .pjbas.IV'a?4 fbSht Wt;
raoger o papel i u.u. ^w
lili
Ka alcove en qoe mai Job vigiara desde o da
precedentes cabeceira do leilode Engelberl, arda
una caudeia pequea, que lancava sobre as paredes
uiua dndole incerta, com a qunl a manhaa que vi-
iiin raan.lo, mistorava sua les. O mis profundo
silencio reinara na alrova, que lena estado sombra
e muda cuino um Inmuto, se o rumor de urna res-
pirarlo pesada ahi u.lo rcvelasse a presenta de um
ente vivo.
Cat'bariua, a criada, adormecer leudo a raheca
debru^ada subre urna mesa ; e smenlo as a.pira-
res peoiveis de seu pulo perlurbavaiu o lgubre
silencio que a rndeava.
Mai Jib eslava assemada jn(o do leilo de Engel-
berl, lento a caliera apoiada -obre os joelho*. Esgo-
(ada por uina langa vigilia, e pelas alternativas de
aanereocj, de dr e de susto, pelas quaes puseara,
ella inclinara a cabera, e pareca adormernla em
seas Irisles peu-aineiiu. Aias, se seu* olhos e*la-
vam fechados, seu corado e eu espirito nao deixa-
vain de velar. F.lla applicava atlentamenle o ouvi-
rto ao menor rumor, r. se um gemido, Um grito, um
sospiru livesse escapado do peilo do menino, a indi
tena corrido com soliciludo cheia de angustia para
allivia-lo, afaga-lo ocoaeolelo.
A noite, que acahava de passar-se, fura terrivel
para a pobre mullier. e Ibe Bxera nllrer lodo* os
tormentos do inarlyrio. Sem deaviar um instante os
olhos do lilho. ella seguir a rdante febre em sen
deseuvolvimeuln amearador, e lodos os grilos snllo-
cados, mas dolorosos de EneaUert, haviain relum-
hado em seu corai-ao. Punco a penco o fogo d. iii-
flannarAo interna gndara o cerebro do menino ;
cnlo elle cnirnra a agilar-se rom horrveis convol-
snes ; gema, BrHoVn e ra alternativamente ; eha-
inava a mili sem reconho. la mal*, e o pi, que ig-
norando sua dc.grac.i. eslava Inuge da hanilacjlo, e
lalve/. qii.ni I > voliasse nao -.diaria mais do que um
cadver em lugar de eu lilho amado !
A pobre mullier lulara com o mal com ternura
obstinada ; mea, posto que fo**e grande a do*e de
forra e de eonSanrta de qu Dos a dotara, lodavia
seu'corar.io de mai reernere cruei* leridas, c lci.ra
profundamenle magoedo.
Quando febre pareceu ler rhegadn ao seu apo-
pen, a infeliz mai noton uina ruiisa que ieno-lhe o
eorar&o como um piinhal, e irraneou-lhe pela pr-
meira res um grtlo de alilirr.io. O inenino no meio
da poseers e de grito* confusos, pedir uulra ves
. SKL RlVi'o's'e rncf o vai.llar ; oo
cahinil'o as.enlada. ergueu para lieos suas mtos sup-1 com a ootra mdo mai Job procorava apoiar-se na ja-
plieaatee. lina oracao ardeute *ahio-lhe dos labius | nell i. como se receiase succumbir ao pojo da emo-
eomo se levante eonsigo nina parte de sua alma ; no rilo vilenla que a agitav.i.
profundo fervor de sua upplica, ella nao ouva mai* MAi Job licuu moilo lempo perturbada, mas reco-
os aritos do menino, e li.ou durable limito lempo broa paveo punco a cousciencia de su siluarao, e
com os ulhos tilos un reo, e como privada do sent \ lolou com dolorosa energa contra o deslenlo que a
ment. I invada.
Quando emlim achou na mesina oraran consola-| Quando ulgou-se ass.is forte, vollouae cora ma-
c/ioe allivio. vnllno se de novo para o lilho. E*le | geslosa serenidade para o cradu, o qual estupefacto
pareca dormir. E com eflcilo diminuir a vermoilu- i por lie rpida mudanra, coulemplsva-a de bocea
do de sua* taces, cesstra o rumor ruuco da gargm- a berta.
E. -. a.....p .^*.- c vt .. w,. ,,. vigario larer
lauto ro ass.....que no hm de olio das auset.- conlisse* a cholericos, emimslrar remedios una nr*
impontr, deixar de ; a pralica, em urna doonca lio caprichosa, e na qual lOa-M de casa e o para a espelunca, onde liaba a sumo aerees SM
vi-ario Hilar abandonar .. S"r""*** nfon*ej os periodos, que impos- ] sua an.ia e lilhus ; c depois que deu este esperta- r.dade publica.
rador, pois que o msale vitarlo preseiileineule nao inleiro re-lahelecinenl
icha ua sua freguezia. tiorem ella nao e.ia' em i
aba
vez.
delum
nao
resp
mei
pal
Na
(mi
viga
----- i, ........ ------..-......, ,.,..., .,.., ... ...i.nii.c,, i .,.,.,|,,u o.,., i.c iu?u pal, sen lieinleilor c a
ve logar em 28 do mesmo mes, logo quando tal-1 que Iranscreva aqui o fiel retrato de-lo mou-tro, diira.nar-me, sem avahar a deshonra em que caba
...'?'"-?..' P1erin"u-,n* "i"- aue "s ollerereu sua infeliz iiiullier llosa Fran- | e como um vil detractor e**e sednelor em suas or-
lei fui de vivos, e nao
dar de assumplo, pois lenlio mais de que eulreler-| cisca
me ; leudo so a lembrar-Oie que esiude mais, para
ser exacto em suas correspoudeucia*, e nao prodiga".
usar luTonles a qucu nao as merece : relireas que
bem (he cahem.
Passemos agora a tratar com o bacharel Candido
Jos de Moora diz elle qus eu son calu.....ador
o que all
i jurarn
de Ara
pessoalmenla asgaa* delles
se neceasesie (or.
I'aperagua' I i de agiislo de IK'ih__II naaaaaanai
aj Otario, no periedieo remno n. RUS na espelunca em que viva. aUrave-ase o, no- depovuxcaode laiteragoa Josr d. Mtala N
21a de J-rU-feir. 17 de meio de I8S. me, mai. torpe*, fe.os qea decencia m.nda eal.r : Illm. Sr. Jo.o 3jXE3SSmmmm
*****......c "' aa mais, dllia por lodo a parte que nao prelen- Faca favor
Mr. redactor. Como virlima aerificada pur dia ulili*ar-*e d um real que me vie-se a perlenrer
um hiuuein pessmu, que a infehcidade deu-ine por por morle de meu pai, por que quena mostrar que
marido, eu venho pedir a Vine, um canto em seu ; nao f., por inleretse que leve a loucura de casar-se
eoneeilnade peridica, alim de que eu do um ilesa- coinmigo.
1?,U'"!* e 0,," I'"1"'1'" ; l,0,aue ,li4 f"-." OS neo* justos re**enlimelns. | Km vista do que meu pal traloo de nina acrao de
que elle liana abandonado o Penado, senda shi juiz Sei que o bacharel Candido Jos de Monra e.la divorcio que anda peada ao jais compleme' V-
luiin.cipal, o qae conlir.no. | nnmea.lo juiz municipal e orphao* do Peuedo, pa- conleceu. perem, que morreada meu p.i, esse des-
le sdiniravel,que nao i.cgsudo o fado Ihe mere- ra onde vai seguir esse monstro da ingrati iae do Carado eppareeea B ez valer o* direitas de marido
ce laiito, iiisullos, pois bem, entramo no argumeu- ceg e vil interese leixand .-me na miseria, para direilo* que ni ren'uiiriou. e que o* bros e a honr i
lo ; dado- e nSo ronce 'ido, que eu seja ludo que ir guzar cun a sua amafia aquillu que he meii, por- *e elle os livesse, uunca lariam com que elle oui/e-
dli o hachare (.iludido Jo.o de Honra, romo sendo que lenle, de m-u fallecido pai o Hv. Francisco de se delles participar : mas como e.-e inleresse'ro' li
elle por infelicilailc ) i anuos promotor poblico I Assis Itibeiro. E, como nao obstante uina acojo de
as Alugna,iModetiuiicioue.secrimes,.'lleduas uina i divorcio que pende nojaiso enmnelente. esle'mon*-
oiii elle foi mullo mo promotor, e nada sabe de s-u tro nao se do dos males que uio lem hilo, eu le-
olhcio, ou laes cuines nao exnlem : tal vez que e>- vo seus f. toa .i imprensa, para que ao ineno*. ello,
colha conceder a primeira proposiriio, mesmo pera I d ala ia em ana orgia uiua gargalhala de desprezo
ala desmentir o cnenlo de que guza de miope em pelas miserias que SuftVo.
sciencias jurdicas.
Diz mais que eu nao coulessei nem una pessoa.
poda moslrar-lhe que dnai negativa, fazeiu urna
aflerannliv*,* que linha eu coiifessadoalgueio; porcm
nao go*to de Iratar estas soblilezas com o badiarel
Candido, pois colillero a me-quinli/. de suas ideas :
ramosa que elle enleodc meihor: lodo o muiilo
sabe, que a le de i de catabro de 1831 lagelluu os
p.irochos a exigiren) allestados.das cmaras inunici-
paes, para receherem das Ihesour.ihas suas con-
grua*.
l'eudo-me pois a Ilustre cmara das A'agua,
atleslado o ciimpriracntu de meu* deveres, quem he
que falla a verdade neslc caso t Sera o b.ich.rel
Candido, ou a Ilustre cmara municipal ? suppuuho
ser aquelle mesmo por que : diclum iinius iietum
nulliu*.
Sr. redactor, euliuha 30aiinos,quando esse Candi-
do Joso de Moura, par vivar na miseria, n;lo ler com
que sustentar a su.i amasia, nao ler com que
pagar a meu pai urna imoortaocia, que por ve-
zes Ihe pieslou, para malar-lhe a lome, prinei-
pioa a illudir-me; apozar de mulla i.lade e reflexao,
laes fnrain a* educees du inlere*soiru, que pagoei
o Inhalo fragilidad* humana'. Depois de ollon-
di t.i med o fundo da miiiha desgrara, e a reflexao
fez-roe arrepeinler e envergonhar-mc do que me
avillava ; mas. ponderando que era neces-ario sal-
var a* apiiaienria* a suciedale, delibere casar-
me com o meu oHensor, ja que Ido ma Un \ i sido
iniuha orle Entau, cuino meu pai decididameule
nflo rousenlia, que eu me casase com um homem
de pessimos eoslumes, e lao pessimos, que era lulo e
conhen.lo por empreged
.....--------i ; pnhliro prevaricador, e por
1 rova-se mais a u.sid :dc da argoir.iu que me fez | s Ivogado que *e ven lia as parles, Tui necessario que
o badiarel Can lulo, com o doas alleslndos da com- se levasse a miaba deshonra ao conhecuneiito de m-u
mustio de socorros pablico* da povoajao de Tupe- pai. ultrajado pela* sedoccOe* desee mooslro. .\n-
nu ludo, poi* que *.'. me couvinha reparar o que
em um momento defraqueza e irrellexao ced a um
indigno seduclor. Envista do que elle dirigi a
segaiale caria :
Meu
lima
ves**, p
doelarav
npadre c amigo.Vou por meio doata
que la pouou nao pude f.-teer
.!.
ti. |.o. rnnia vonlodc que eu II-
o poseo n i preserrea de quem oll-ndo
lehrlo.
ragua'.e o inspector de qiiarleirao;.lociimeiitos u. I
e 2;unioiis auturiiladc* que havia nn lugar, visto ser
all que a qaeatao se susr.iluu, ambos os slteitados
allirmain que fui as-iduo os coilliasues no lempo da
epidemia ; mas como seria ponsivel, que u hachan I
Candido nao allir.nasse slus e oulras fahi lades, escrmla V'x'nrr's.'ar
P-rque ttoha fu^iJ d..- Aluna*, por roed .1, en-
demia, as*un como tinha tirite do Penado, escandido
em seu celebre siliu Saco distante desla eidude I
mais de lea;oa, nao sai.e qoem morreo, quem se
cunfessou, ou estove dotte, senao polo qae onvio
dizer, e e*ta uifurinaces foram sempre Ineuclas,
pois a primeira vez que eppareeea foi em urna pro.
siscao de Beoediclo, depois da epidemia,lendo
decorrido malla lempo, depois de fados calamito-
so* qee se drram.ja as idea*de quem Ihe conloo
a historia, eslavain couluiididas, e aparlavam a ver
date.
Resta-ose Indar a reapeito dos .l.iei.ies.que diz elle
eu ata puderei provar sua cura, por mira le 11 no' : '"' r''c'""'". e le"'"re-su que o* no-sus legi*la-
dia nao responder i esle tupien do tal huello faiu- I .'" n,'S erinmaea, dando acrao criminal ao
______- a_ r-_.. .... ....,- I nai n.ira rocunerar .. K. .i,,- ..|T..., i. I : .___ un..
Sun, meu eompadre, Com lagrima no? olho* eon-
fe-so, que preliqaeio fado mais tein e m^'n odioso
que se pude imaginar, e que at cuido Uve a fortu-
ita de o odo pralicar i mas nao sei que hura supe-
rior me arra.lou, qUC pardeado iiloiraineifle a .a-
,.;deseonheel a* leis da amizade gralidio dos
beneficio* e... Meu compadre e amigo, agora le-
nha so eompaisao de miro, eujo eoracao est dila-
cerado pelo* remnos que me trouxe luz da ra-
la ; e lembre-ee
re-pon.ler-me ao pe de-la a. loi en
quem o Iralou do rhnlea niorbu* que -oflrrn ih
lempo da epidemia, e deala derl.rariu ......i l-i
gara seu criaduti cesa vigario *|>,iming* J(~
da Silva.
S. C. 12 legolode ISVi.
Illm. c Kvn. Sr. conegn etaart aaJaaaMaa Jeaa
da Sirva.Foi V. S. Bvm. que macaron.
S. C liar agosta de IK.56.Joto Cvnriaan ale
Alhuquerque Mello.
Illm. Sr. Joo Hoin.lo Ko.liigoes Alves>j|.f ar-
me particular favor, se responder ao pe denla, na \ .
S. foi ,i baria dr S. Miguel mai* de urna vn, o M
esta visita que fez au profesor Aolonio Jo.o I*.....,.
durante o cholera, achou l remedios meas, qae elle
eslavo lomando e V. S. fez favor approvar : ana
com estima e consideraco de V. S. serva e criado__
(I conego vigario. Doningo* Jos da Silva.
S. C. 12 de aguslo de IH56.
Illm. e Rvm. Sr. conego vicario Domingos Jija-
da Silva.I'erm lia que aqui mesriM S aaaaaneaa-
ponda : fui ama so vez a barra de S. Mi.-vel vil-
lar o profesor Antonio Jos Pinto, no raer de de-
zembro, quando doeute do cholera ; all arhei elle
lomando remedio-, que me dis.e lesean .ido matada-
do* por V. S.. w quaes approvei. potqae rrant pre-
|ir.* a romhaler o segando periodo, em qae *a
senara mnleslia ; he quanlo lenhn e resana*i a
x S., de quem sou com e*lnna e consideraran aaM-
go ohrigado e criadoJosc Itom.io Kodricnc. Alves
-Nilo.
15 de agosto de IK.VK.
que pa-
|hu que de fado nao sou medico, neiu
menos assalariadu pelo guvernu ; se cure! mudos
doenles cono provan S* documenlos ja aprsenla-
dos, foi actu .le caridade, de que mo tenho de dan
salisfacdoa peasoa algoma, se o faro agora he p,ra
o respeilavel publico couhecer o que anda esla vez
o badiarel Candido fallou verdade.
Pelo certificado de Jase Cypriauoile Albuqueique
e Mello, sacrisldo de Taperogaja', se evidencia Irr
sido eu quem n curou di cliulera inurhu
deceu, pois allirma no documenlo n. 3.
Aiml.i se descobro uulra falsidade na correspnn-
dencia do bacharel Caudillo, e lien o ser, aflirin.ir
que esle cahio doenfe na forra da epi leinia, quando
eu nao holava a caber* de fura : o primeiro Chole-
rico que confes,ei_ em Taperagua' f.. Antonio do
Boiiifim, no dia 27 de drzsinhro do anuo prosima
passadu, e o saerislfe de Taperagua' calilo (lenle
no da 2 de jane ro desle uno, legue-se que sua
doelira Dio foi na forra .h epi lema, porem mudo
no piincipiu, pus se cuulivan simplesmeufe li das
de inlervallo.
Vamos a ver o professuida Barra de S. .Miguel,
Aulonio Jos l'into.qu o itci.arel Candido, diz que
foi tratado pelo Dr. Jos Romee Ko.lrgsies Alve
Nilo, e que eu nao pode.iei prove sua cura fosse
feila pur mim fallara' elli (verdade ao nenos una
vez con sua vida
Esle cholenco foi o prineiro que eu Iralei, e co-
do pessoa Per mim moilr estimada, nao quiz liar-
me no que diz re-peilo ai cholera, linha lido em
doulores diversos, exemph. Itel .rae histrica, esta-
lislica e medica, du Di. ftaueiseo de Assi Souza -
Vaz. Manual de im-dirim e rirurgia preliea, por I eijhsorcio,
, pii pira recuperar a honra ollendida de sua lilha
'icoin penas estahelecilas contra o olfensor. delermi-
M. A. Weichard, lom. 2.,nap. 20, pa
medieiaa iralica, por Koherlo IT10-
maz de S.ihshurv, (um. 2. saginas 123. Zounotnia,
hora E Job
a man ao
la, sua respirarlo eslava livre, e elle repousava Iran-
quillo, como se um somitn benelico livesse suspendi-
do seu* tolTrimenlo*.
Fra enlao que mii Job curvara a cabera sobre
os joelhoa.
A mai alllicla eslava ainda nessa alliludc, e a
criada, graras an Silencio que reinara na alcova,
dorma anida, leudo a cabeeu apoiada sobre a mesa,
quando a aurora annuiiciava ja o prximo nascer
do sol.
Pouco depois ouvio-se na oolra parte da habila-
rllo o rumor dos criad que desdara para fazer o*
pnmeiros Irahalhos da casa e da eslribaria.
Mal Job l^vantou-se ouviiidu lialer hraiidaraeule
a porla, e dirigio-e a nutra exlremidade da alcova.
I,iua, a vaqueira, melleu a rabera pela porla entro-
aberla. e diese :
Scnhora. perdoe-ni" se venho iiirommoda-la ;
como esM o nos.o pobre Engelberl '.'
Il-in. bem. responteu 111,11 Job ; elle dorme ;
(ranquillise-se, Lina, brevemenle eslarA melln.
Mi Inuvadoseja Dos dise a vaqueira dan-
do um suspire de allivio. .Nao pude dormir loda a
noile : mas islo nao he nada urna vez
berl esta mellior.
E dita* e.la. palavres, leruou a fechar a porla.
Catharine, disee mai ,loh 1 criada qoe acorda-
ra ,1 voz de Lina, e esregava n. olhn* espreguicaii-
do-se, va a rasa do doulur, e prra Ihe em mea 110-
iue venh.i o mai* redo possivel.
.. -..i___:. ...1.;.
O senhor Hugo alo eucarregou-o d< dizer-me
nada em particular '.' peruunlou ella.
Nao, senhora, nera una palavra.
Mai Job lirn do bol*o urna m.iedinha de prala e
melteo-a na ma. do criado, dizendo :
Tome islo para si. Votlc sem demora para a
casa de seu amo, e quando elle pergunlar-lhc oque
respondi, diga smenle esla. palavra* : Sua mdi lis-
ie : .Nao perca a coragem, Hugo ; isso melhorar.i
amanhsa.
O criado deixou a alcova meneando a cibera com
ar indeciso e admirado.
Apenas desappareceu o mensageiro, mudou-se
completamente a expressao do semblante de mai
Job ; um grito agudo Ihe esrapon, c tendo na mi
a caria lal.il, ella lanrou-se de novo para a janella,
onde trmula cuino d.iutes, litan us olhos .obre o es-
criplo de Hugo.
i.ngo que pude fazer delle una idea c'.ara, cabio
meio desmaiada sobre 11111 emento, e liooo algn
instadles mergulhudn em dolorosa inedilarao, tendo
os olhos muito aherlus e perdido* nu espiro. Depuis
sem demora, nem 0111 dia.iem urna
Bao esl aqui Oh que laei'.'
Dei\uu-se cahlr de mellas, levanlou
co, e exclamou com voz aguada :
llena bom e miser c.rdioo, econselhal-me I
Esclarerei meu espirito, de minha dr. Senlu r, s^jafeilaa vossa vaalade, as-
'A",.'tfiiAK'.;,-","""'.!"! "" """ ,c"'le P*eUde rt
,,?'e ""l -xb gtneoso Pa, vinal para meu
ohrMilhiuho. que adoro;- -alvez nos bracea da
Iraapassado aU"! '""' CUJ corarao se acha
victima innocente lili i*" WaTii enieJlOBll fillni
ra o meu mando, cuja 46* io resislira a laur.--.
lao terriveis golpes, olbai eitim para e*la luimiMe*
serva |ue anda de rojo dia.l. de vossa lace, e bem-
diz o braro a que apraz einirimcnla-la... Senhor,
nao pero que om niilagre dovie de mim a dor ; mas
ou mai ; abaixo de vos, na Dos, sou a nica con-
solacAo e o nico recorso te todos aquelles que pa-
decen! em lurno de mim.. Ali dai-me forjas, a-
lenlai minha coragem, iuxi l.-ne conliaiira, deuai-
me esperar !
Cono se esla sopplica elril a livesse esgnlado ia-
teiranente, ella deixou talar as naos ao longo do
corpo, c inclinou a caber; sobre o peito. Ficoo mili-
to lempo ajoelaaoa e imnovel como eslalua. Per-
der a consciencia de sun falal siluacao, ou cuoii-
nuava em silencio sua or^ao : Ninguem pode di-
zo-lo. Emlim quando un inoviaienlo repenlino a-
ilaran a mesmo lempo, que eslas nao liaban lugar
seguiudo-se o casameiilo. Elles ennheceram que a
honra idea naaeida no esladu da ociedado dos ho-
men. nao devia ser cunsiderada de maneira que du
resaem n clleilos de sua olleusa, alen da acrao que
e reparava.
Moilo me anima escrever a V. S., pessoa ins-
imula e dolada de um eoractte beinfazejo, que sahe
deseulpsr o* desvarios da mocidade, perdoande-o*;
e por isso mil vezes perdo pero a V. S., que ha
ponen ja me deu provee do que acabo de dizer.
Eu >ois eslou .1 disposu;ao c volitada de V. S.
pura me casar com a ua querida lilha agora, e ja,
te daler'iiiiiadu l'ur pur V. S.. a quem pero, por ludo
quu.lo lie mais Sagrada, Ma acto, para alisfuzer o
qoanlo a que eslou imperin*ameiile obligado. Acre-
dite V. S., que agora ainda sou mais amigo grato
e ohrigadoCandido Jos de Moura.
Meu pai ao ler esla carta licou desesperado, e co-
nheeenil* o fim para que este seductor me havia
ollen ido. rci*lio a que eu me casassa com um ho-
mem, que sendo promotor publico, era um seductor
da honra, alem de ler ruin esrandalo ama concubi-
na leuda e maaleeda ; mas vendo que eu quera
esconder o arlo de minha fraqueza, coueiilin que
me caiajae. I'eilo porem o easamentn, meu pai
leve de lomar medida?* centre o inleresseiru que li-
nha-ee casado comigo cdOlrs sua vuulade, meu pal
roiiimiinicnu-lhe bjgo, que eu nada linha ; pois que
leudo elle me rousliluido por *U' berdeira e l.ga-
laria, psesava a luulilistr esse (esquenlo ,- uniros
tilulos, porqnanlo nenhuma confianca Hihi no mea
e nem havia Irabalhado p^ra iu^lenlar
a amasia o filho d dito meu marido. Desde e.'ndo
nha de matar a ua fume, e da .ua amante, au se
irapnrluu de apparecer ...do ealeraeauo, e a*faiaaedo
para turnar os heos do Kevereodo Francisco de Ais
Kiheiro na parle que me perteuresse em legilun*.
Na posse de Il:272-5i, tora a rasa em qoe molo, c
oulra de que recebo I WMIII de aluguel, lem-me dei-
x.ido ua miseria, ao pesso que lUltenta, e vive em
libertinagen* com a sua leude, e maiileuda, e me
consta que diz que me ha de reduzir a mais cunple-
la miseria '.'.
ludo pode ser para mim que suu desvalida, mas
tere sempre a liberdad* de dizer a e*.e munslru que
he um descarado, que pelu inleresse nao se importa
de deshonra, que u cerca pr lodos us ladus ; que eu
puderei atorrar a fume, ma* que elle vivera enla-
noadu, no meio da abaslanca que Ihe dao os meu*
nene ; que elle emlim mala boje a lome purque se-
iu/111 |..-mo casuu-se conmigo para loubar-iuco que
he meu.
Pude ir afoito para o Penedo, c*se monsl... de
miseria*, eu Qeerei 110 meio das nocessidades espe-
rando pela deoisao da meu divorcio, mas va *abendo
qoo su o homem sera honra e sem lirio, como elle
he. procede da inaiieira que lem elle procedido.
Don* he jasto, c me vingara.
Enlre lano lie a um desgracalo .lestes a quem u
guvernu iiouiea juiz Lm hoiiieui que, como pro-
motor, pa*sou sempre por prevaricador, romo al-
vogado por veuder a* parle, c como liomein por
mullo 1111111111.il, e captive do diobeiro, embora pe-
queoo-, ludo Ihe lacia coala.
Peco, senhor redaetor, leahe c impaiego de nasa
naeawiinala, (alende panucar esta eorrespondeai-1 OI0 da lora volanto ,b>u eoinnrra. nao recurre-
op^r.^^a^^rv-'^n^at: -''7-'"'1-'-;.'-~D.ARI(.pa
.....'" Cendlde .luso de Mnura e -giaiecida licara' "S a, ^ '"a.VU ""'"" 0> eW'aK *> 1u ^
rom esla r*vor a de Vmc obrigada e cnajallosa l"rni"1 '"redor pdu incanravel r.d,., adivinado
Francisca de Ar.u.jo Oaorin. 1 juslira, que desonvuivau no exercicio desv dupln
r^::h^T^v^,^^j^^^^' .-t r-.......... .4-
uiioli, rreea vos peraute o tbrono du adoravel 1110- Plll)llcu de 'l". aS| empre.oado loi m*M
nareha brasileo, eu lie-liria. rado deaSM cargos, foi purque assim aprouveao allu
Se.ihur.\ao o iiouicn* como o bacharel Can- |Uzo da nresidencie, lalve/ para cmpreta-lo .1,.
^^rriV^s^Rzs^^ou,ra *-* ~SS5w"
le quem mo leve remorso* de arruinar sua pro- "a0 [Wr ar,0S m,0s jnsUiS, e monos digno de :
pria mulher,reduzindoa a necessidade, o que nao fa-
ro' com a viuva e orpbaoa desvalido* que prraiiie
elle liingarom : OS uiiquos juizes de Israel, no falso
qoe levantaran! a casia Suzana, acharara o joven
Daniel, para livrar esla. e easligar aquelle*,cono el-
lo mesmo no. ollirma ao cap. IS ; porem ucharao
sempre os pavos profeta* piraos dell'ender J Ou li
carao aujeitos aus caprichos de um homem de ca-
racler que aprsenla u bacharel Candido loen de
Mnura !
N
Sr$' redactores-}ia qoadra anual, aaj ,|,.
se vocn tudos os das pejeda as paginas do aje coii-
reilaadn IIIA Rio de elogios de tode a -orto alguns
lalvcz besa minenlos, seria un estraabavel si-
lencio o nosso. se. amigos e verdaiiciros aareciado-
resdas bellas qualidades, qu ornom a r-jasoa le
capilao Manuel de I.imrms licite Perneado, ex-de-
legadu oo U-rino to Uoa-\ isU e ilesie, ex-eoamuu-
vio o allecluoso bom dia da douzclla, fui que a pu-
lir mullier pensativa sahio de sua prufonda roedi-
larao.
Kosios chegou logo a.1 leilo de Engelberl. A vista
de loas faces 1 nil...nn,..|.i- e dnBguradas irrantoo-
Ihe um grito de angustia, coi cun vivo terror que
seu olhar lixou se subre sen pubre iimauzinho, porem
mal jui. nterveiit e di Cuida, qur Engelberl nao vai bem, Itosina. A
lehre escarlatina he sempre assim ; essi iullamma-
r.10 do roslo na., lera nada de particular. Bem vs
que Engelberl dorna tranquillamenle. Sua cal
*ymSr-* -*->-~
pei'.rew ,.--..
De cusas peiores'.' di*sc a doni aueslada
pelo lum solemne e grave das ullimn. palavras da
mai.
Siro, de eoasas peiorc*. Rotina ; mas poslo que
soja grande desirara, devemos cousolar-uos, e |icu-
sar que lieos nao no* abandonar...
Obi meu pai meu p*i Que Ihe aconleceu '.'
pergunlou Roaina mui trmula.
Mai Job que romerara por palavras vagas e de
m,io aguoro para dispurflogo a lilha a receher a falal
nolicii, vio que se linha engaado, 'e disse rom voz
-N.s confiamos na sahedoria de V. II. I. que dei-
ra' pare sempre na oli.euridade en que nasceii,
esle badiarel, po o merece pelos seus leilos ; islo
espera quem loma honra de er du V. M. I. sub-
dito man humildeO conego vigario, Domingos Jo
se da Silva.
Alagoas, 12 de agosto de 1856.
P. S.Os decantante)* a que so rerere est. rnr-
respondencis fico depusilado, na indo do Sr. redac-
lor.
Illm*. Sra. da commissao de sorcorro* publico..
Diz o conego Domingos Jone da Silva, parodio colla-
do na freguezia de Noel* Senhura da Cunceicao da*
Alagoas. que a bem seo pereisa que Va. Ss. Ihe
alleslem se 110 principie da epidemia, estando o sup-
pilcante na povuario deT.iper.igoa' onde Vs. Ss. for-
mavain a commissao dos sorrurrus pblicos ; o sup-
pilcante fui assnliio na* conlisse* dos doeote* faca
do* da "epidemia, chegan.lo a sabir ale meia noite cu-
no fuste na conlissao da finada Fausliua ; oulro ain
se consla o sapplicanle ler apphcado rencliosseu*
a mallos cholericos.
lede a \*. S*., Illms. Srs. memhros da commissao
de sucroirus publico*, em I'aperagua', se digneiu de-
lenr au upplieanle.E. It. M.'.O
rio Domingo* Joe da Silva.
I aperagua". 13 de ago.to de 1836.
coaego viga-
ele mon.lro ennheceo, que a* eu* calculo* se viafO. |||,n Sr c,ine,i vi-ar.n lii..,. 1 j.u
rostrados. c une sua vi*i. ini-r.i...rc o .;.......i'n ,-'", :,u ,-',r") l,am"1-: !"*< da S.lva.
-T.Lomu reaidenle ne-la povoarao del.iperagu.,e rn-
gamentos. E-la casa deve-nos dez mil francos. Por
consatno de SVeller parli logo para rerliiic.r-me do
que pudia salvar-se desse crdito, o vollci dooa dias
depois *em hav;er terminada o negocio. Waller li-
nha despparei>atiue lu stbedur de sua iiifane Irai-
rau pur urna caria qoe elle deixara subre a cartoira
hrme :
Nao lenhn noticias de leu pai. Nao le a*siisle
sem motivo, Roslna. AsenU-le, vou dizer-le o qu -
por urna caria q
no meu logarnjenilnnl. Lile parliu para a America,
segondn diz, nas ante* de fugir converteu c.n di-
nheiro as letlrn de rainbio que possaiamoe, despo-
juu ni's.a caixa, Jaita-ata sen o nenor recurso ex-
posln i respnnsa .lidade de urna bancarrota fraudu-
'"!'-'' .i.f.''Jii.j..Dojs. .inistua umi. Vaac. uj iIa. .- -
lio lellras debaixo de nossa firma social. Desde a
manhaa eslou inclinado obre os no**os livros de
commercio. leudo o curasao ch-io de lagrima. e a
cabeja abrazada. Nao pussu dar-lhe mais explica-
enea, querida rafli ; porque seriara mui l.ingas e
Vine, nao as eomprchenderia. Julgue de minha si-
laaelo : notes de qualro ibas precito de Imita mil
francos, sendo, sere aecusado de fallinenln, preso
pelos gendarme* e metlido na pri.ao So iunoctn-
le : minha coulianra excessiva he a nica causa de
minha ruina : ma. assignei por engauo e sem des-
confiar esrriplos que me tornara cmplice, ao menos
na ippareucia. A lei achara .olllcieule minha jus-
lilicac/iu ? Vmc. au ineno, miaba boa m.'ii. licara
convencida de minha innocencia, e consolara meu
ar.uileceu ; mas he preciso que Iua coragem nao le I pai por esla desgrac* Bem sei que seu dedicado
uonciou que labia des.e edade le proslrarao, ella i abandone, pois tenho necessidade de leus eeoselhos, ,-orarao de mai se estoreera por adiar os meio* de
ergueu de novo os olhos e as naos ao cuo, e disse m.nh, lilha. salvar-me c que nao he.ila.ia. se lo*se preciso, em
com voz serena : otan* as*enluu-sn e enlrnu a derramar lagrima acceilar a miseria para si ; roas isla he iropossivel.
Obrigada, Senhor Coroste c confianca ne j antec.p
diz vossa voz divina Po lien, farei meo dever ;. pa
e*l'orrar-me-hei p.ir encerrar mi ibas d.ires 110 meu la-lrophe.
coracao materno... Ab I nao niel lorar islo breve- M.ii Job lirou o papel do seio, e disse com voz ra-
menie .' 11'"'1
l.evanloo-sf, ehegoo *e .10 do-nle, ronlempluu-u
iilecipailamenle convencida de que. una cuota que lomo a Heos por te*lemunlia de que nao pees nem
arecia allligir lano sua indi, devia ser grande ca- desejo lal cou-a '. Vine, e meu pal |u hvpulhccararn
a heranra de seus pai* pan dar-ule um rapilal ; ni-
nha Irmas c meu rnsloxinho anda mais iunucentes
de que eu, perdm nislu una parle de seu* recur-
Ilusina, vei.i agura um menaageiro da cidade ios rolaros, .'lardeo resta ; eu Ihe. conjuro pela
com una carta de teu irmao Hugo. Eo aiilcs qui- miaba eterna venerara.., polo meo amor, alo e fa
/.ra dar-le pouco a pouco tilu ttisle Bollis : ma* cam pobres pur amor de mim. I.unbein pasaa-OSS
falla-me u lempo. Se a leiluri das dolorosos qoei-1 pela cabera u peiisainenln de bosear refugie na
carcter, qne liaja elle pralicadu no exeracio de
suas funcc/ies.
Clteguu o capilao Perneado nesu csMnarca.
entrn no exe.-cirio fie seus cargos no dia i3 ].
fevereiro de 1854. Adiou a lre|ia nu naior auge
de desmoralisacjo possivel. acbuu iJj a eomsna
indiguada ronlra ella : a sua presenra ero qualquer
ponto da comarca, ondo chegava, longe de servir
de gatanlia aos habitantes, era um verdadeiro fl*-
gello, por quanlo os soidailos furtavam c destruiam
ludo quanlo os ulhos viaas ; o o seu 1 omiuandanle,
poslu que pessoa mu i lo digna, e muiiu boniad*.
porem fallo da pllela, experiencia. e ilaquetb lona
moral indispensavcl, caticava-te em mandar ebiba-
la-los em doses allopalhicas, e esle rit^roso easligu
cin nada diminua a ladroeira.
Alen lisao.0 mo expediente do di^no cunuian-
danle, de mandar apandar pelus campus, : imu..r a
qualquer pessoa, em poder de quem cram enrun-
Irados, aniuises para as suas diversa erolaraxea,
nidllr.iiaiiilo, malandu, e doixando sollos a rsian
por qualquer parle, onde .1 Inrra do iruo traUmesi
lo os fazia alTrouxai, ou tornarem-se inuneis, loi *
un oulro liagello anda de nais ronderaejao, que
indignou a lodos us comrcaos contra a forra vean-
le donde resulinu miiilos prejui/.os.
Nesle esladu de cousas arhou u <-tpit... Pernead*,
a oomang), quainlu nclla chegou, mas do dia 23
Je fevereiro ero diatiic um novo huiisonlese iia-
preseiilon,todas eslas cousas mudaran de fare,eco.
mo que por encamo dcsappareceraiu.
nejas, minha mai. e ouvir sua voz, oh pai*ce-me
que 1..0 ni. turnara lorie contra o golpe herrivd
que vou receher.
o Seu infeliz lilho,
llUfJ. a
Mii Job espetara mmlo de aa energa. Na lm
de-ia carta la-runa, abundantes rorrrram-Hio dar.
faces, e nao Ihe restava maia uflirtente foet;a pora
arranrar Kosina de soa nada alflircaa. A
mullier desanimada inclinou caasaqa aal
bro da lilha. o-^tat-lhaw-.- .
......, ivi.i,,.., .lrtl Ion rules e a. la^. .,.**,. se-
pelio opprimi.lo, lm...... a mo da dnaiotla
disse :
QoO faremos, querida Kosioa '.'
Vmc. ainda u pergaola exclaanoa Knuaa.
Oh he preciso salvar esse pobre llaga he pie. 1
o salva-lo !
irinla mil francos '. disae m.ii Job m.puan-
do. Talvez a fabrica e ludo o mai. que pouim.
aja valham lal nmma... E ta. Remna, e Engel -
berl. e leu pal, licareia redaaidt*s a ladigenria !
Meu Deoa. meu De., que importa tesa. ex -
damoo a donzella bandada do lagrima. Inane
coracao de diaraanlc- qoe herdei de mu.ha avn, lataaa
as minha* jolas de oaro, lome tudo ; mt* salve lla-
go. Ah suppliro Ihe, minha mil. Iivre-o das ler
nveis angustias que elle experimenta !
A excelleute mullier abr.irou a lilha e diste .
Ohrizada, K*ina. Dos te recompensar* i."
1.0... I cu griiero.o acrbelo me Inrna lorie. Km a
salvarei. ao ineno. lenl.irel alva-l... (arel o que paa-
lei. Se ao ineiius loa pai v.diasie iM-ev-nteaile !
Ah '. se o arijo de iua guarda pu le.se fazer-lhe est
lir que sua ore..or., de neeessaria aqu para salvar
eu I1II1 da deshonra Mas nao po.-o ,-i.erar.
Ouve, Itosina, a que resnlvt faze : saoj a ra.a d
!M. Mmi. pedir-lhe que nos empresle nula mil Irn
de leu irinao le arrancar lagrimas, chora e ge- America ; ma enlao a deshonra pesara para sem- ; eos sobre ..s 00000* lien*. >e elle iiu-aaat,, nao -> 11-
sahiu'lhe do peilo una exclamacau se-nelhanle
que Eogel- grilo de dr, e uina lorrcu(e de lagrimas ardeules
baiihnii-lhe as fares.
Meu lieos di.se ella, he possivel ? meu Hu-
go, meu lilho sera perseguido, preso pelo, gendar-
mes e lanrado na prisHo du coiilrann he preciso
que fuja... pan a America '. Condemnado com la-
drn, romo banesrroteiro Oh esloo avahando ;
Apenas C.ailiaritid salnra da aleona, reapparoceu e I Foram us soflrimeol s desla noile que .parlarbaraai-
' me n espirito...
F. com aa maos tremola, ella apalpen o fronte e as
espadaos cuino para convoiicer-se de algiima roua.
estas huras? unir- | He h.iriivel exclamoo era lom doluroso. Es-
loo aror.lada Klo he soolie '. Para salva-lo, para
me
diste
__ Scnhora, o cralo de Hugo rliegnu da cidade
com urna men-agein ingenie para Vine.
Para mim '.' de Hugo '.'
nuroii mai Jub pasmada.
Sim, senhora, e elle diz que deve fallar a Vmc. preservar da eterna infinita sea nomo, sua honra.
Vide JJiario u. 215.
Hugo Ih'ti reeommendoii positivamente
- Pota xeiiha, disse mai Job. Oue p,,.le
car lom !
O criado eolio.1, lirn da algibeira urna caria
rilada, e apre*eolnu-a a lui Jub, dizeudn :
O seubur Hugo encarregou-me de entregar es-
aigaifi-
le
a.io precisos Irinla rail francos Trima mil francos !
\h onde acharei remelhanle thpsooru se has
latse meu sangue 1. neu pai, eu pobre pai que
lorrivnl noticia o aguarda a sua volia Minha sau-
dacao o aniqulala como un ralo... Mis Hugo... he
pteciso, siro, he preciso que eu o salve... Ab e
alternamente, e Baculoa-IlM a rr;pirar*u.
Esla dormindo '. marmrea ella rom alegra.
Quando acordar, Engelberl eslora mellior! Ah I coi-
rasem "^ me pela sua desgraca ; mas ouve allenlainnle, au pre odre mim, e se aferrara indelovel au aonse de ver. romo nadarte po lem .em .divida adiar dnthet-
lh.igio-e 1 nina meziiiha, rasepoo um panno na me iulerrompa*. a -jula-me depois com ludo o lea | mea pai. I icare, esforrar-roe hei anida por achar ro di-pu.iivel com hvpollieca. E*le negocio naao-
agua de um gomil, e bannoii o rulo para fazer des-. corceo e leo e-piriio. leu pai eahi aatenla no-le
apparecer qaaato reate possivel us vestigios das la- momela decisivo, cada dura qoe passs lis
! da irrcpavavel, e
I denla deploravol ac
Mai Job leu a caria de llago com voz au princi-
pio dislinela, depois urda, e a. vetes quebrada in-
leiramente pela emeeto.
.. il ii'ii I, e i-M.'llen'i ni-
1leroin es-
grima*.
Nesae momento Cathsrini volteo, c disse :
Senhura, o doalor nAoaal em casa : foi cha-
mado para acudir malber do valhe Dsems, qne
leve um alaquo. O velho Hiem* mura a meia legoa
daqoi ; ma*, apena- .. doatar checar. sera enviado.
Poi bem. CUharina. ..1 agora alcuva do Ku- 1) rurara.i paita-SO-BM .1 Ido* da .1
sina, e diga-lbe que peco-ll que levanle-se : mas c meo querido pai esperimaatarao quai
nao asaure-a : Eogelberl esta mnilo mellior, quero | ia carta : porem apesar de tudas a miabas lagrimas
fallar-lhe de uolraroina. i he preciso que cumpra o meu Inste dever anle- qne
alcova, lanroii alada um olhar o publico alba o meu d*a.lr*o infuiiunio.
lou-a'no *eio. Poz-e a Ah '. minha mi. ee X\ aller que il" coimde-
u,,!,. dequ.iudo em quando. raninos como modellu de vnl.ide o de hnndade, on-
,, do a m"o f.e .. romo e mormurando lgoioas aanoo-me e .rduo-me .maraemenie ^oeida (.-,-
pdovras em"o/'lJixa Son dovid. c,.,,*ull.v a .Ira .... momela em que eu cbe,av.i de ...pelbek.
mesma sobre as moios de *;i recursos fura rolardar muida queda decisiva, e se de eoncluir-.e iiit-iraineute em a iiilnvei... o elevar o ui-l.ir,te lerrivel, enl-in elevarc a Deus leu pai ; ma* Indu e.lar.i pr.impl" .1 oa xotla, e
li poaso fallar, minha lilha, : meu olhar e meu coraran, e resignado ao horror I COM u as-ignalura Hogn .ern...lvo Oh pratn a
tecimento. |do minha sorta, runtiuu.irei a esperar em na jus- jDaos que aooai neaoleBa, na. ha, Ko*na ^e.
lija. como Engelberl derons Ir u.quilla e| roiuii.lam**alr
' i.iiieiida mai, eecrevo-lha lodo lato ciiorando I Elle licara ato, a dnenca j.i perdou 1 lun.a. >-
amargameole : mas se me edujo le* anle- por amor denemei arh.ir diahatra prenso para nvvos llu.a
de Vmc*., anle. pela dol que eattwra a mea \v\ es- rio perige que o .uueara, ludo poleria anda ir l*n.
|uc \ me. le deploravel acoolacimeolo, du que pelu meu pro- F',. onnmi-.namo., lral.alhar.amo-, njuolnnaoio. .
Mai Job vollou .1
sobre a caria falal, e
ra no momento em
noiso esrnplori
que eu
aii loi
recio 11 a noticia de
prio infortunio. Fo nao me alievena a e.crever a Indas OS parlas rom o auxilio do IK-n c.n-egai-
elle direclanienle ; ma. Vine, que sabe lano con-o- riamos viver l.aiiqaulameiile... (,oi.-ol*-(e pois...
lar, eja a neiiageira de ininlia desgraca ; os ine<- Cuidas on (iabriel : nao he Moa lamliem se ar.
gotavaia Ihesoaras qoe cuioin soa alma genoroa Iraajar a 111.i f-rilinenie. rrc-roe.,. Ik aqat,
Ihe daro o meio do armar son rorac.io ronlra e*le 1 viga sobre o naaso aninili. Ko-nn. n.m d>-s ara
golpe lerrivel. inhecei g lri*le noliria \ass cij.i-ni.ljri.1
1 Nao posan it pe^nalmeole ; X mr. cni.iprehen- vnllare. com lava* nova
der.i (anmenle qne 11.10 pesso deixar o e.rnplorio, | E reparando .1 pr**a a de*.dem do eo v**4til*
al.m de que lonho de encola! e comparar mil ron- laucn um lenco aa pescoro e sanio.
1
Resina passou [mr dianle dilla ; mas s-
quando ou- i que a casa oiisse k\ Companhia suspeudera leas pa-1 las. So lodavia eu pooaMti .thracs-ld, apcrla-U no-.
9f ii>Mflr--'e-ba.
MUTILADO
ILEGIVEL


IftfeO If PEofcftlBtE-* SABO 1S OUTU-RO II lobo
Esto liomein a amostrado pola ex|ierieni"ia, dis-
pondu de algum dinlieiro sea, nde|teiidenlo dgs
sidos da Iropa, ordeuou a compra de jados e fa-
rinlia, por determinados punios da comarca, eotn-
prou cavados, e dispoz as cousas por tal modo, i|nc
ilahi por dianle eramos soldados sempre bein pr-
vidos de rancho, e al de sold, iiiie nunca em sen
lempo llies fallou, ipezar dos consideraveis deluu-
gas, ipie de ordinario sodio na viuda lelletdebai-
10. Fa/ia suas conduccoei e suas cvolnr.oes sein
mcominodar a pessoa albinia : e quando por ven-
lura algum animal dos de sua bagagem, por qual-
quer modo nao podia coniinnar a marcha, allugava
ouiro, ou servia-se do algum emprestado, e se a-
coniccia morrer ou Ugr do seu poder, pga\a-o
pelo proco, que o alono pedia, com tanlo que por
seu respeilo ningueiu solfria prejuizo.
Tanto assim ordenado as cousas, coinecou por
uculir em aeua soldados aquella moralidade, de que
lano necessiiavam, irazendo-os sopeados com re-
vistas 2 vete) na semana, sein cabula, afora as
constantes visitas em horas incerlas ao quarlel, do
que lirou ptimos resulladus, que foi mediante essa
sua incansavel diligencia, c os moderadissimos
castigos deque usava, que conseguio moralisar a
forca, e desassombrar os habitantes da presenta del-
la, de sorle que podemos dizer que elle coosarvou
ossa tropa neste centro tao limpa, lao aceiada, e
com tanla disciplina, como podem conservar-se a
das capitaes : por este lado pois pode elle ser imi-
tado, nao porem excedido. Isso i|uauto a milicia,
quauto porem a policia sobaja dizer, que quasi se
nao commelte mais crimes na comarca, pela certeza
da caplura, achando-se a comarca purificada de
mais do o' criminosos de inorlo, e de mais de 70
de inoraos vultos crimes, que a infeslavam, que a
sua constante aclividade fez com que eslejam boje
no seguro ;alm da aprehenso de suas 250 armas,
cutre reunas, e oulras armas, cujo uso he prohi-
bido por lei. Logo que comecou o eapilSo Pen-
leado a desenvolver a sua energa na perseguirlo
dos criminosos, pareceu a algumas pessoas do credo
tieraliido, que este homem era um manivella, um
perseguidor ; mas torca de presenciarem a sua
accao regular, sua justica.c imparcialidade; (orea
do verein que elle cercava a casa de um praieiro,
como de uid saquarema, de um rico como de um
pobro, assim aquelles, como estes fossem crimino-
sos, Icvou-lhcs a conviocaoao intimo d'alma, de
que o homem de que nos occiipamos eslava sobran-
cetro a cssas paixoes mesquinhas, que a sua diviza
he a oxecucao da lei, o verdadeiro cumpriruento
do sua inissao.
Nao cifra-se aindanissoo elogio do amigo sin-
cero de seu amigo, do militar honrado, do empre-
ado jusliceiro. A caridade he urna das qualida-
des, que mais sobresali n'alma desse homem, a sua
bolsa senao fecha diante de necessilados, nem tao
pouco a sua esmola consisto em um viniem, como
lie praca. Us seus soldados conhecem bem o quan-
lo devem a esse commandanle, que tralava os como
a lilhos, supria-os as suas justas necessidades, as-
sim coma assislia-os as suas enfermidades. Go-
zando pois da presenca desse caridoso homem, e
salisfeitissimos com esse empregado.bemdiziamos a
uossa sorle, quando sem que cs|iei-assemos, lemos
uos jornaes a exoneraco dos cargos, que tao digno
o honradamente exercia nesla comarca, e a iioinca-
cao, para subslilui-lo, do Sr capito Jos Francisco
da Silva,pessoa,segundo somos informados, de loda
circuinspeccao de quem muito devenios confiar.
Accile por tanto o capitao Ponteado as despedi-
das, e o saudoso adeos que de c lhe enviam os seus
amigos abaixo assignados.
Cabrob 20 de setembro de 180G.
Miguel Goncalves Lima.Juiz municipal.
Antonio Ferreira I.uslozo.
Eufraxio da Cosa Araujo.
Lino da Costa Araujo.
lldeftotiso da Costa Araujo. .
Krueslo da Costa Agr.
Marliniano da Costa Agr.
Luiz Pereira de Alencar,
Moizes (lonralves Lima,
los da Cosa Araujo.
Belarmino da Costa Araujo.
.los da Costa Araujo Jnior.
Jos Thiburcio de Frotas.
.Manuel Vieira Sampaio.
'J'erluliano Jos Leonel de Alencar.
Jaime Gomes Rohinson.
itiiinigo do l*r. Pompeo, da-
>; certamenle moito faei-
monieipai .Monte r.aso,
nuolla romarra, com o
luna a mu eleir&o.
Ko Crato ao eaperavam disturbios, e symptomas
assoiladure j o haviain manifestado ; para U-
1er respeilai le lie que foi par* all uro pequeo
ileatacaueulo, -en,lo que < buccc*so deaaoradaveia
qu or corrern,,e a mora .lo iul.-ltz l.aiidim, foram
reo i,,- i; las provocaro-s o violencias de que asa-
r.uii os liberas, sobre aliona soldado .lo dealacamen-
to, quo vivia'ii de senlitiella na igreja urna; que
es mesroos liberar quariam vioteotar.
>u Aricar, uem opposicta havia ; li.via sim
um.. duv-idrnria dos Pachecos .-..... ,is Caminlia-, e
par i prevenir rompinrnlo miircliot para all o
chelo de polica Ilr. lincha, liilio deala provincia
'inl.. ti ronliecido |>.r u. mordida ie,-.sude/, a ii u-
rieuei*,que ni ihor garante
.lar n Kv.n Sr. Pereira da Cunha
Acoiuia-.e a batir, iitaulta-ee au viee-preeiden-
tc. iiiulla-se au teerrtario da provincia, e ludo lito
porquen partido earaogo'ijo, o pieeidenlc e u se-
cretario na i .liiMiain qoea deaordein lavrasse na
provincia, dando com ella ganlio raos !
O Sr. IV'rcif da Cunha nfiu carece ilo noaaoii elo-
aio*. nem Ihaa faaainoa, apeuaa diremos qoa beom
maiiiilrido inleiro, rlieio de eneria alm, mas mo-
derado por .nuil- pradenda e lutelliseuea.e nutras
qnalidndeae
vio que tem
Chele de polica nn Bis Grande do Norle, sahiu
daquelli provinfia dci\ando a aaadad*! a eaiina.o
o respeilo no corar.> de qnaiiloa o cunlieccraio, e>-
limadu pela taiuilia l'.irbeco, que lem alli nina ca-a
eoinmercial, ami^o dus Srs. Rriendea .lo Ceai, uin
poda mandar Iroeldar a sua roiinia no Araeaty.
< .i-: le polica da provincia do Cear Coi lo^o
honrado com a uomeac.ao de primeiro vice-presi-
ilente, licou na adminiltracfto durante a ausencia do
Sr. Paes Brrelo, eslraiilio a provincia, honrado, in-
teligente e mparcial a sua admniairifo tem iodos
oles caracteres.
O Sr. I)r. t'ranci|Cn ile Araujo Barros, moco da
oslar com a liolica ou ruin S. S. .' .Nos enlOlldemiH o
contrario ; penti.......q0a governu, que overna
iraba por ser eacravo detla ; en-
, que o governo qooaecolloea
amo tuna antidadl superior as
Pode lambem ler um defensor
por ini parllo
leudemos, ouiro su
acuna dos partido,
paixoes dos uiesuio
loda coberla de pe.lras preciosas, entto as quaes a-, Wtorieoa,
vulla urna turqoeza em forma de amendoa, com '
tf.i livar a rabila da America nn que se i llhii.
prlmeira eoloniaciio. Isisiei
neulro que nao mercra com jusln.a a displicencia e
ORarUa do oenhuma da> partea "litisanlaa. Senos
ilefende.-einos a adiuiui.iniriu do Sr. Pereira da
(iunb.i, aceitariauri
par
elTaeluoa a p
Com ellell.i, segondo l.ell
duas pollegadas decomprimenio u dous dedus do |,,,.,. ,.,,,,, annrl meoconada a aeto horaa a
largura. Na extremidade do cordao que servia meia da manla, o puolia-ae < quatro e meia !>
para suspender raivaha una esmeralda d" lama- 'arde
libo de um uio de .'allinha. No oiilru armario es
le-l-land. jiiulu de Nevvporl. lis
1 p.'siroo, porque lemos a
ronvic.-lo de que a poltica do Eam. Si. Pereira da I
C.nnlia lie provincial, e nao rlinnan^a. ou boticaria.
S. S. pode adiar isso melhaphlaico; pode pensar.di-
zer a rsrrever o conlrario j mas sem duvi.la lia de adornam i:sses dilleienle
.lai-iios lican^
meiile opposli
\" poil S
tao os penachos di; nedra-
sulles urnavam outr'ora
gala.
o As esmeraldas, os rubio
ibjecU
precinsis com que
os turbantes em dias
le ordeni Ibes po.leria tribuir para a red icr.i,,
ineule tiev.1
em (loiilica
l'ara dMCoticeila
Sr. Ilr. conceder o dircl de pensar
11.....He enlen ler em >ua consciencia.
jin-iro, nao quei
que
pois o Sr. t)r. em prestar-nos eor politice, que a 1*0
i -moa. nem dc|amos ler. Nao arredile fcilmente
ua iul'.riuaroi's inri irlas que de da loe vao ler.
Nao receba as rou.a- de .loKadlIbo. Quem ilirae
um parlido deve ler loda o calma, lo la'a prudencia
e di'.eti mnenlo posaivel.
Se >. h. se desse ao Irabalhu de es<|uadriuhar os
motivos ds aci;iis alheia-, anles de enlresar-se aos
e as ha mostrado ua fuila administra- aaaorooi de sua ndole, que lalvel mo seja a ne um
eilo na anuencia no Sr. I'aes Brrelo, enrdeiro, carlamonle nos leria poupado o deagoato de
Irruios euroulradu eapiohon
Ora. i.ii he precisamente isso o que lem lu;:ar
ao. lu- 1' lo" .la lalilu le norte, por cons*saiole
debalso da laliluda meamode Mass.icbuss.ls'.'
I ni anuo depoia da volta do l.eit, um seu irmao
ehamado Tborvald quii tentar a meama forluna e
iransputou-se lambem a Vtnlandia, on.le achoo
anda em pe as borraras qoa os rniupanlniros de
l.eit alu baviain deivado. Elle e-leve ..senle porto
de dous anuos, durante os quaes explorou as cosas
iiieri.iiunaes da \ iiilandia, da parle .v-Jerey,
Delavaaa e Marylaud. ludas essns re^ioes aram
, desbabil das, ueiilium vesluio de lilao liiimana alu
rain os amigos subjrauus da familia dos Usinans. j nao apparena, a nao seren unid liba, urna cont-
Nio nos demoraremos na deseripcao destas rique-1'roecao de inadaira que parada destinada a aervii
zas. Bastar mencionar anda as tacas de Unas i *r,0Jf
pedrarias, os vasos da China, os eslofos antigns. .r.Lit.Kr-.r:'! SJLTSZSl
as ma-sas d armas de meiaes preciosos, as aljavasICoda, a ah perdeo um navio Esse navio lirada
6 as armas modernas, liem como unta grande col- ''l '-"i, lul ''vado uh rocha no cume .lo cobo
' em me.....ra du aeoutecimento, e o praprio cabo
fui chamado Kolaatet ou Kjalaroaa cabo da qoi-
os diamantes que
sao de dimeosoos
|el'iaari..... por modo diametral-1 e de urna lormosura, que a todos deixam idmira-
.,,,., ... dos, e pode dizer-86 tue ser dilliril encontrar na
que ii.in lemas necesid.ide de ron- .,''.. '
l,i Pedro II, ao qoal ceil uruPa ,lulas 'luo ie coni|iarem com as que deixa-
! naseia em VioI pilara, formando qualro porlai d
brem para urna rea de I pea da Sunnolro. Ella
li" lilla de gl.....les pedorus de rali,!,, |j......., ,
om cemento duro como pedra. lis evideulemente
una deasa* coustruccOea doaecola ;n_ oiiciuariaa
,1a Isln.lia. e que acliam-*e anula in, divrr-as par-
tea na Groenlandia, na Inalalerra a I(il Scaudiua-
via. A torre de Blm le-lalaud er
de-lina la a servir de baptisterio.
A lufatigavel aelivi lade dos UWarnaiquetea na
inveptigaeaea archeol.igica, principl|IB.n(v UI
balho. de Hala lem provocado a dtieoberla de
I ruin i* con- ra indieou-u dando a cauda do
'illa lo por olio ; uiuj em.
arcada
sluo a luma .ir
qn
fin
na
pioVdVeliueriU
um
pi
ah
aaj
hu
" ''" mala alio valor,
VV"'*%erar, que,
abeleewaajT. .\--im por
Iba.
. onde espeiava-
mos sentir sempre o caloi da un nllrcln generoso e
cordial. B
A qiieslao do contempuraueo esta' firmada enlre
fjregoi e li oanos be a qoesu dos CoeUutt a la
mes ; he o certamen renhtdo e odenlo de 1852,
e de eras mais leinolas. Procure S. S. os seus ad-
versarios naquolles qoa lem inleresses opposlus aos
do Sr. Ilr., no partido que o lunsempre guerreado.
e nao naqu'lle que quando por ventara baja de di-
riuir-se a S. S., aera'para adverli-le de qoe exce-
deu-se. deque inverlcu as iiilenroes albeas u de
que alleiroou-es ,' sua idea lita e invahavel, que
rendo ehrqada pinto do lagar actualmanle eha-
irm.io de l.eif ruidava em es-
una intelligencia loperior, e aeloso no exercicio do be a de apremiar-se victima da petaegoiejlode luios
sru empreg. nao lem, nem pude ler a prelenrAo os eovernos, que nao pude ilmuir. Todos lun a bo-
de dirigir u Sr. Pereira da Coolla ; linnU-se a exerrer la ferrada sobre o eolio do partido de S. S.'.!! Scin-
bein o seu luar de secre'ario, como elle diz em pre este ehavflo!
sua correspondencia, publicada no Pedro II, e que Pode o Sr. Ilr. allriboir-noa a .laleriudadc dos
llies rogo-teoham a bouuade de publicar abaixo datto. arllgoa que qeixer ; pode empreslar-nos as inten-
a.siui como eierceu o seu limar d<* promotor das
Alagdaa, na a.lminislrarao do Sr. A. C de Sa e Al-
buqiier^ue. nierecendo b.iio naaympaUliaa da pro-
vincia, por onde foi el- ilo deputado provincial. Em
qualquer |iarle onde se adiar o Sr. Uarrus, uiuuueio
se recusara a confessar que elle lie um moco digno nussu profundo r.speilo. il Vv. Ss
de luda a eslima, de un, carcter elevado, que faz dofraHciCO de .-Irnujo Huiros.
honra a' sua pioviucia, e euebe de orgulho aos seus_______^_
amisos.
(Jnaiilu botica, se com ella querem personificar
aa hunrado Sr. Ferreira, 0gam-B0 claraineule, por-
que de-le seiihor nada se pode dizer que nao seja
em abono seo. Abastado, probo, e desinleressado.
roes que lhe apiaza, pude diruiir-iios os epigraramai
que entender mais Irisanles. .Nao lhe daremos a
mais leve reapoala emquanlo a uossa honra nao lor
atacada.
Eulrelaiilo queira sua enlioria aceitar os volo do
nlleucioso cria-
Senhorcs rodoeforea.Reapondendo a calumnio-
sa tesposlaque aaeilbora I). Anua Joaquina de Mel-
lo aaalgnou Oe cruz, e fez publicar hoje por este jur-
lenlio a dizer, nao a ella, mas ao publico, que
lecrao do pndulas do seculo XVII, prsenles dos
soberanos da F.uropa.
Concluida a visita do thesouro, dirigiram-se
a bibliutheca do serralho, ronslruida pelo sultao I modo tjuruel Pornt,
Ahmed, onde cxisle urna collecco de manuscriplus U,b1e,ece'-M al"; 1>> 'epeme vio-ae atacado
. _.. r, pelos nalnraes do pal/, que em grande numero sr
orientaos, que em parle alguna se encontrara ; de- precipitaran! de suas barcas de peles ou k.j.k. ae-
pois, a amiga sala do throno, cujo dorel he ornado bre elle e eu cnmpaulieiros. O combale loi aaogai-
de chapas de praia esmaltada, as quaes se veem "ulenlo e i .orvald ueile moireu, ordonando que
engastadas "arqueas, agalhas e granates
numero -ie inonumenl
smenle lies- uieslii.
ou le lanos ootroi motivo I
1 i- Sc.iii.linaviis se e-la............ a-siii
en.plo, acharara e na visiuli.nca ,ie Boaton lumu-l
los murados, em que ao lado de eiqueietoi huma- '
nos, jaiern armai de ferro lie. roillu lt (|U1. u,.n ,,
goerreiroa do norle. Encootrar%nvae aleai .lis-.
'spenalnieiile una '
M ultima, celebre'.
lebaiiudo iione de p-dra de ./.v..o/i/, e rarBaaa le
norle.
mullas pe ras gravadas, e
nohivel, on proprio lugar
.'Ineliu.u sua columna. E
Jornal do Commerrio de Lisboa.
nal.
por demais tenbn provado rom ilorumenlos ludo
ded.cuu-9e aproviueia doCeara, e alliea seus .lias | qui)(0 dlise em ^ ,DBOncjo do do crrenlo e
quasi que poden, ser cmiladoapor serviros rcaes, sem ou,ri raais ,,ucr ,,,,,_ ,r for
que deles leona para s. irado menor prove.lo : e ||e fi|,0 ,.,., ^ ^ &
nao he d um homem desia or.lem, seo. oolras aspi- ||le mIlilID ,,Pr M sous | W)ltonoi)qg< us re.
rar^es poltica do que faier bem aos Ceareuses. que dimeulos nao dos te*. pr,dio$, mas s do UOM
se pode dizer que laura mSo de .....os vis e iou-i caaal. montem a 6:00tt
mes, e laz correr o angue para vencer a eleirao. | ri a j.jmj
porque para chegarem aao-
; c '"' "" '"TEr,*"', a "'-, ,' i-W?, a que nunca maularan, tem sido prc-
V comapon.lenca hnalisa Iralando do honrado | cis ,, ,,, bo, ||r, m, fc c
Ilr. Miguel lemandes \ieira : assim se ei- e e-sa tao fllala forluna qnVa Sra. D. Aila diz
Sr
prime
Ku vapor .lu sol, que se espera boje ou ama-
nhaa, dizeiu que deve vir o sob-chefe Ua botica, o
l)r. Miguel 1'ernaiides Vieira,aposentado em juiz de
direito, para nao inlerromper a carreira publica em
que lem feilo lio brilhaule papel, a
i) vapur em que paaaoa o Di. Mizuel nao truuir
a noticia de sua aposenltoloria, mas se a lrou\ese.
ou se ella se ellecluar antea da rleirao, de mooo que
u mesino Ilr. arrede a iiicompalibldade [>ara se
apreaenlar caodidalo por um dus circuios de sus pro
vincia nSo era para admirar, visto como assim pro-
va o Ilr. Miguel, sacrificando os Ib aDnoi que lem
de bous serviros c a eaperanra de nina cadeira
de desembaruador, qoe pre/a bstanle sua provin-
cia, para ler por mais subida a boma de ser um dos
seus dignos representantes. E digno be elle de
alcaura-la, porque os seus servidos a provincia que
a vio nascer sao iucuiilestaveis. O Sr. I)r. Miguel
be um desles caracteres rgidos e sevios, que or-
nara u pailanienln hrasileiro, onde se nu devem
contar smenle coma serviros alguns discursos ; e
poslo que nao seja orador, u noaau amigo he urna
ioteJtigencia clara, um magiatrado probo, mn auri-
cullor abaalado, lilulos esies que reconimeudain a
qualquer cidaiao,
Pomos lerino aqu, por que jolgamoa ler ditu
liaslanle para refularinos as auti ;rs paffeaes, e
tabas inforin.res. que nos manda o correspondente
do Jornal do Comniemo desla provincia, sem que
ao menos procure dlsfarrar a sua parciali Jade 00 u
seu odio.
Koeife II de oulubro de 185(1.
t Adenlicio.
DI AS PAI.AVBAS AO ll.l.M. SR. DB. TIIOMAZ
POMPEO DE SU 17.A BBAS1L.
Srs. redactores.Por acaso lemos o Jorna\ do
Commercio desla provincia u. :I8 de T do crreme
mei, c nelle deparamos com urna carta escripia da
rjdaao da Eortaleza, datada de 2 de sclembrn de
1856, logo abaiio de um artigo transcripto do Cea-
reme, que lem por epigrapbeHorror Horror !
Nao be re admirar que a aulur do artigo
transcripto afeie o quadro, alias lamentavel que
leve logar na cidade do Grato; porque quera assim
cscreve para o publico s lem em vislas, ernbura
alaste da verdade, piular u modo hoirivel porque
se eierce a influencia do goveruo em eleieucs ; eu-
ir. lauto os houicos seusalos sabem que peso e f ine-
rocem estas imputarnos laura las do alto da impren-
a contra um. governo muralisadu, e muilas vezes
pelo mesroo eiiergoinenu, qoe prumoveu a desor-
deni, e coorilou o novo a eicessos desregrados, por
arligos e proclamafes incendiarias, par eicilamen-
lo de paiioes, e de odios, que de longa mao, e adr-
de fez reviver. Todo o homem sensato sabe qoe a
aiiarrhia, e a salu nal l'omenlada pela opposirao he
sempre linal por ella laucada a coula do governo ;
euiliiii he geralineiite sabido que a opposii;ao qoer
yiver amear.uulo. espaucaudo. e farindo. pondo em
jogo as paiies ralos dea homeus do povo,e quer que
v goveruo, que a autoridade permauera iuerle, e de
arma ao humbro, solTrendu todo o iusullo, toda a
.lineara, luda a violencia, sem fazer uem um niovi-
uienl.i, uemum gslu para reprimir a desordeni, fa-
zer respeilar a lei, e chamar i or.iein os lurbolen-
loe, desvairados e desordeirus.
lie este modo de proceier uuii commum, e vul-
gar para provocar alguem a que responda por oulra
lorma, senao com a nan.o_.io bel e evada dos fados,
e para ilo basta que Vosea, lenham a bondade de
publicar abano desla o artigo do l'edro II 0.1616
de 2: de setembro. (*,
Esie artigo responde cabalmente aquelle, e res-
labelecera a verdade alterada a seu sabor, c para
seus lint pelo Cearense.
Nao tratando por tanto do artigo a que al-
ludimos, nos oceupamus mui succinlameule da car-
ia particular a que us refei imus, porque nao deve-
los siippr em urna pessoa, que escreve desapai-
vouada subre os successos cleiloraes do Cear, a ei-
allaejto de un jornalisla part lanu ; enlrelaulo co-
mo pode por isso succeder que aquella carta roe-
ei;a mais atienrjn do que u artigo, e nelle se rcli-
raui us fados adulleradus instillandu aus nos.os
amigot Dr. Pranciaeo de Araujo Barros, secretario
da proviucia, Exm. Iterrulano Antonio Pereira da
Caoba vicepresidente, Dr. .Miguel I ernandes Vi-i-
ra, tomamos o encargo de dizer duas palavrai, din
de que de futuro, esleja o publico de obre-aviso
quaulo a veracidade dos faclus referidos, informa-
ees dadas pelo correspondente desse jurual, que se
nu peija de desconceiluar a liomcns probos, e de-
dicados ao servico do rslado.
...n.:- .-;-..^,.^ a;, p"-. d ouii.13 uiid-
do Cralo"'" nXBUn ^"'""' .""co,",u cidadao.
nal ,hr..'i i IIc"al" vice-pres.dente nomi-
ual, d.rigidc. pelu sen secrelario, um rapazoladessa
pruvmca de ooroe francisco de Arauju Barro-
entregoo-se curpu e alma r.ccj. da boto e
uauhouve medida, por mais vil e ndigo,, Z ,au
TuT.""? r"? ,,',"DPh0 WS*7 "
I-&S3S. "" m"is a"d0 que SSi*-
Em geral na provincia do Cear, o parlido cha-
mado earanyueijo se lem consulidado em lodos os
pon os, cmanlo em seo srio os liumens mais
nenies de diversas localidades, e onde o
nao prociaava lotarvir eam lona armada,
a cuacrao, uem usando de meios infame
a v para dar gaaha do caus, ao partido:ellc'v
coo, e veuceu com a funja natural du seu prealilio,
ve 7X ""V"C",["1"< e PW"M Jo go-
veriu. xoaa a provincia do Cear eabe e mullos
ju^rnle'^ar^^e'r l-b---s eram j J-. acose,ava-ns qo. gJS
Logo que o Illtn. Sr. Dr. Pompeo levantou .1 sua
bdii ipira d iip|-H;.n) 10 poveuio do E&111. Sr. IV-
rcii .1 da r.unha, noUmos em -'n- cscnploi oina 011
tMilra phr.i*e, que parela entender comuoscu. O
Sr. Dr. dtUava as coqm para dniuir-se .1* pes-*oas:
o prtineiro ; 111 di* alriiiua de S. S. era pois um a-
vlto pro den le, de que em vez dw prneipioa, a* pet-
sunalidriile* \o ser discutidas, .sim como qae a mj-
t\ r.i u lomar o lugar so (en-
coiiamos para logo lira-lo do eugano, em que o va-
mos lueUidn a iio*so respeilo. Emendemos depois
que o nao deviamo* fazer por diversas considerantes.
Em pnmeirn lugar as allusoes do Sr. Dr. podijro
applicar-se em parle a alsuin dos nonsos collegas em
letlras, que, como DOS, havia cegddo a* provinci*
depois dai sessoes da asseiublca le^islaliva do anuo p.
passadu.
Depois o lempo luvia de dissipar ludas as duvidas,
decil'rar lodos os mvfdeiius.e para essa poca empra-
avamos o iiohso ajille de coolas com S. S. Quize-
ramos perdodr-llie eulo de boa vonlade lodas as of-
Ilusas, lodas as ironiaf. lodas as chafes, e por ven-
tura lodos os doeslos, que nos elle dirigisse. Acha-
va.wo-. .ilguma cousa de bello, e de poelico inesuio
em perdoar bula a precipitarlo e ui.oilainenlo a um
sacerdole, que nos tia\ia aperlado a mao de amigo,
e cujas susceptibilidades baviamos sabido respeilar
calculadamente. iNo quiz Dos, porem, que assirn
acoiilece^e. e por i--> sumos forjado desde ja a di-
zer duas palavras a S. S. Ouem ouve a lempeslade
nao deve acautelar-se conUa as *aas cousequcucias ?
Nao nos adiamos a' frenle da redacro do Pedro
//, Sr. Dr., nem como redactor do citado peridico
(tinos escriplo urna s palavra em deleusa da admi-
in-lrarao do E\m. Sr. Dr. L'ereira da Cuuba. S. S.
piidera* arredilar o contrario lacilmenle ; alguem
Um lera* insinuado essa idua, que o Sr. Dr., nimia-
mente hbil na sciencia du c-l\ lu-, nao le'-.' lulo
repuRMoeii alguma em aceitar, tjaod columut, a-
eaeripla cima; uem pela nossa posirao com reanlo
ao governo podamos, nrm tlevianios'aceitarou con-
tribuir para a redacro de fulli.i alguma.
Somos omito m\ope em poltica, assim como em
ludo mais : 111 ;- i'iii -s o bouf -t'ii-u uecessario para
nao daiiuos vida au que nio merece le la. Enleu-
dimnos, em que pese ao Sr. Dr., que a adcninislra-
cao nao liavia sido aecusada por actos especilicado:
tullamos otivi lu urna declamarao mais un menos vi-
gorosa, mu palavreadu maia ou meuoi sonoro; l-
lara-senos, ora na Toi^a de Alaraiiguape. ora na o\-
posiio de palacio, ora nesla ou (.aquella graetoi-
'1 1 ir, com roaior ou nieuur Balnetc, egumio u hu-
mor com que eram escripias essas cousas, ''areieu-
nos que insto havia o proposito de fazer (ir, e nao
urna aecusarao em forma ; e nestas circumslancus
entendemos que eunstar orna lauca em deensn da
adinini'liijro seria fornecer materia, para o ri?o, a-
zedar ma un oapleito como u de SS. e por ventu-
ra cavar anda o abystno. que separa as Cf6BCafl pol-
ticas, cm que se ada dividida a proviucia, o'que em
netsa tiumilissima o| 101,10 era um graude desseiviro
ao governo, o mais que se lhe rw.a fazer na^ cir-
cumslanci-s. em que se ada a (it; d sociedade. A-
Icm diese nao quizeramos por OMTa alaum rornecei'
LSf*5!K ",snus"s '"uo..oo7;:
inri,,. Baiadamoa por isso lmbela oSr. I)r. Pem-
il
(ronera para o casal, foi fnla pjr inim, e sii por
iiiiui lem sido eoneervada, eaamneotada com essr
meamo pequrno rdito. O consellieiros da -enhora
U. Amia e.lio nimio encunado, porque ella Hits
pasa aoalmeolF, ensaan.lo-..s lainticin.
Se essa seuliora eata .Horrendo fome como da,
porque nao va. para Casa .ir sru marido lomar o lu-
aar que llie compete, nos banquetes e saraos que
elle da' lodos os illas'.' Ainda se nao qutr convencer
da roatrieta obrigacAo que lem .Ir .r inorar co-o sru
marido? Mas lie que la nao lera' lana liberdade
para fa/er prrsrpes, novenas oulros pagodea que
180 digo, e para os quaes ella se esquere eolio do
en se.,o c acamada nlade\ he que la niio se relia
rodeada Oeaaa cfila de tijrannas e oulras brutas de
limao iguaes. .le quoni lie BOllga (levla : he que la
os seus prenles, apparecido* agora, nao podan
dispor di-lla e da nosso eaaal a seu bel praier. He
por isso que prrfrre e-lar morreado a' fome, ha lan-
o lempo, lomando corno alimento a liherdade ab-
tolnta em que vive. Ain.la assim, a senh. ra I). Au-
na ..i conserva gorda e bella; e dispne de alloma
sobras, rom qoe sustenta una suca en. casa .le pe-
lo Oe -M horca-, das qoaes .,, |ts sao ooaaai rsrra-
vaa: ata a atalm ella pode ir paaaara hala pelos
arrabaldei da fidade; a oflerecer 09a quem qoera
ir j.irir falso m...... il.vorsio. cuino aconteceu agora
rom o.ir. Joao Jos.- t-e; reir do Itrito e uniros qur
eu talve nao saiba. lie lal a fome em cana des*,
boa senhora.que por ve/es lenlio sido insuli.i.io. ali-
rando-ae-ma uas aoaa janellaa rom oaaoa eheioa de
carne, paes, loccoa, laraojas e nutras froclas.
Sem que tetilla o' rigarao alguma de sustentar a
seuliora I). Anua, porque ella e arha fora de mi.illa
casa poi sua nica vootade; leona com ludo e or
mais do orna vez. dado-lbe dinheiros, e ollerecln-
ll.r indo nanlo ella precise rom Imples cnmlirai
nona pedir e nao ordenar, bis-aqui nosa riuvida
Ella nao quer dr-rer ; e eo, admirando a aa cons-
tancia, sigo a risca o seu ciemplo de firmeza, qoe
Di) DESCOBUIHENTO UA AMERICA AN-
TES DE CHKISTOVAO' COI.OMBO.
(I'or Mr. I.coii/.aii-l.e-iitic.)
O d'Scohrtinrulo di America he um fado lao
prodigioso qor natural.nenie presla-sr legenda.
Umaoapeeie deroyaterio o cerca e moflo lempo
se paaaaia aimla anles que se possa assiguar-lhe
o lugar que deve eccoOdf as realidades da his-
toria.
Chiistovao Coloroho lem sido o poni mal. diversas opinidM. I lis O ten. roroa.loXunl nrrn
aureola pl.autaslica, oniioi li.e tem diapatado al a
iu.calivaile.ua conquista. K-la ull.ina suppo.iro
dara evidentemente u... vivo ataque eui sua gloria,
se pataarae algum da ao estado de faci demous-
trado.
frovar que Chriatovo llolomho tirara de outro
foco, que nio a sua inlelligeuru, a luz que o diri-
gi em sua derrota, seria aem rtuvida obscurecer o
presligio que se liga ao sfu genio; pois que seria
en!.i dessa fart.li.a.ie de segunda vista iiue lao um-
versalmente lhe tem sido allr.huida '.' LolombooaO
apparereria mais que romo o execulor e Dio como
o creador de urna ida ; elle leria aproveilado nina confidencia, nao leria resolvido um problema.
Nio perdera in.-ino soa cora|am, sua sublime 60-
ragem, milito de seu valor .' I) homem que se ve
eom admiraran marchar cirajosanieule, apoiando
sobre a ciencia, para uro alvo que nenhum ouiro
teui atling.do, deiva de Bacilar a a Imiraro quaiulu
se salir que e-s-aivo lhe lora mrcalo por piede-
ce-sores mais felices. que estes o conmiziram de
alguma sorle pela nulo.
Kslas consequencias ten i veis (em desconcertado
a ntiiitos sabios a que... o engodo myaterio do deteobriroenlo da'Amenca aadotia. Os
Surcos r os Du.ainorquezes afronlarain-as coiu au-
dacia. Ainda que a gloria de (bolombo devesse pe-
recer ahi. elles lem coiilinuado suas iuvesligacoes
com una lenac.dade infaligavel.
Iiiuumeraveis disserlaraes, memorias, grossos vo-
ten corpo losse enterrado na ponta do cabo, e que
nos qualio lados da sepultura se planta--!1 urna cruz.
pul- era clirislAo.
1 .i isso o que levou os habitantes <1o norle a de-
..o.n.uaiem esse cabo, Kor.uaset rain, da cruz lio-
j1'. romo ja dissemos, liuiuet l'oint. ou, como o
rliama.u atada Poiul-Aldeison. ts compauheiros
dr lhrval.l vidlaram para a liioeulaud.a.^ mas a
rara ne Kode nao eslava evl.ucta.
l.'imii se a Au.erica livaase locado r.u patrimonio
.i essa familia, -urgi drlla um quarlo Cilio que, a
Biemplo dos precedentes, eiuprehendeu explorar
soa. hordas ; todava esta empreza nao fui bein
aoceedida. I'horstcin volloa para a liroeulaodia e
la ...orreii. l>'_v reservado sua vuiva. a bel-
la Oudrid, continuar a obra e leva-la a boro
lim.
tiquate o presente teios dito das peregrina- mo lempo comis esclarecuneuios furnecidos por
roes dos laUMldezea uas cosas americanas, he fon- H-ln e i"nao Ma^no'seu.
ludo leva a crer que a pedra de .tssonet foi gra-
<< Nio levaremos inai- OOOBOOO, diz agora llulas-
bera, o eiaine da pedra de .Irsoiiet. .Nao ros c.-n
ven. ptnr.rar mullo no campo das cunjerioras. I ata
-pella -.dir a |n..l perla de nove ir.uli.s li-ni p*s-
- i.l .. tem -i lo n.i.i pr.ilnn iolueule e-j ellineniada e
sua-lusrnproe-mi aa K^iiras que oclla ir.g.a.iria
n.eul- -.' .oliav.'..i n.io podraa ler Cvuserva "o ihI.-i
loa lodo- o- -i-iis i\pu-. Ouerer explica I.- m:.
gr.iluiriilr. seria quere icronslrui-los ; m.i. qaeM
ala vr .i q.ie pengos exporta uiua lal leniaiiva '
(.ontenleino-ii..s con. o que l-n.os letlo ; cni l.l h
lena val mai. lonjerliirar |iuiir i 'lo qur mudo. O
que leiut- nao accawiu de eVmesaonaa b.-ia i i :
es da Aluce.i. i estabelecer a dada da pe Ha de .-oe e pata \
var ale i|ue poMa m hanoaaaaa com a viagrm re-
s.-.curia dos a..ligo- Sraud.i.avo- na Amt-rica ; a qur
poillo conlilin.' as ...g.i. lelaliva- a e-sa r\|n.-.li. .<
.lor o-a. sagas a que ella pedera terda.lriiaruaM.
servir de illuslrar;)i..
Indeiieiidenlenieute da ps Ira de JaaMat. ere
anida ter de-roberlo na Am nra, pini. ip-lme. i,
as reg- s interiores, oulra. aui.gaida.lv* aaoMOBM-
raa ma- he dilliril aprv lar jaotaoBOola sua impa-
launa e sigu.lirarao. l.erlan.eii.e iudo saueaarva
um enorme peda.; de aramio Cinze*i0, tem pooco I e-paulo que na provincia da It.lna. -imada A-1,
inaisoii menos 1J pea de altura ; e aci^.^,, |_ .,-,- [|u meridional, d.-rubriv-ae re. enlen.. ole n>WH
\Vf MastathHtClt COI 4> /.I/// na marg'iii du Cohannet, onde un,a ialur la- c.i)o- caracteres parereiii-sc evdanteme roiu a. rn-
cilidade de ler a sua inscr.pe.io da villa de \lhyliloii na do Norte, e una lalua de p. dea leu I., loo*.
iloada iianiargeiii oppoata, fez dar-ll.e 110I11B Ju os allr.bu.os d.. deo. da I bor. i-lo he. a mailrll, ,.
Ihghton llnlin-j ../. >ada annuo ia que un- cinto e -> luvas. en. pe sobre un.a r.-lanuia. e apon-
huma mao humana a lenha nunca rem*iuu uo|u. lando mina mao para sepieiuri". Il..nde varm
gar que ocrupa de-le a origen.. es-a- ruinas donde vem esse deo. Thor .' sella .aa
>.i face lisa da pedra de .Isf.nrt ha u.a ins- ; possivel que anluiic* scaodmavoa impel...-, pelas
criprio mislurada erm lgulas gravadas ,|Ue ,,.,_ lemieslailes para as coala ainrt.cai.a-. leahamde
poja tem arruinado. LnirertoDr. Ilanlorlh iuu eml.aicado no men. de seu I,ahila.ilr, .el age.- e
o seu desenlio em IlihO ; depuis ili-so lem el.., ,,ju Ibes tenbaii. impo-to sua suberani.i ? A hialnn.. he
objectoe urna viva allenrao da parle dus anli1ud_ veril .de. nada d./re|wilo. u.a. a bi-loria na. diz
nos e vi alantes. Impress sele vene, a saber em Indo, fin pbeuon.eno nolav.l que e p.~lena la
101J, ITilO, l.tiri, 1/90, IHITe 1819. mas sempte vez ligar a esta ronjerluia benque .pa-cola -
de modo defeiluoso. permanecru sein explica.;,.,,, Incas na efeoo da ale que emlim em IISO Mr. Kalin obln.do, 'p,.rj Todos saheni qo.in a.imiiadi licaraiu ... Korete*-
meio da socie.la.le histrica de Khode l.land, mu da braucura da pelle Ou n.esn.os, .la bella roaln-
.lesri.ho perillo ilella, pode penelia-la em suas, m>rnu de sen covpa e da IraOOpoea que cunlava..
particularidades mais complrlas. ,0bre -Ua origem sepleulrional e -l.te a -uperivria. -
He sobre esle eiemprar delinilivo da |iedra de : 'le de seo uasenneoto Aisonet que o sabio Uolmberg, en. -ua graude obra salios de cor.
sobre as podra, gravadas .1 Scandinavia, eSkao- Nao teii.meses Inda nada de comino... cora a-
pmaviens llallri-linngai.. eiercoil sua sas.vn\,..-. S.-.lm|,Uilv s,i t igu.linenle q.ie qoaado .s
Nos o srguirciiiio/iieste esludo ajudaudo-nosao mes- *"* '
dado sobre as sagas histrica-, principalmente sol
as sagas dos reis k.unigasagor escripia no sculo
doze por Snorre Slurlcsoii. jard de Wuega e lag-
....... la l-laudia. Nio he po-sivel achar-se foutes
mais aull.enlica ; lodos os sabios do noria o reco
iiberem. Entre estes ullimos, ja cilauws Uolmberg,
citaremos ainda Kafn, seu pie.irc/aollr e seu mes-
Ire. Kafn poblirou deb.ixo .... tfl'.loo Auliquito-
tos americano?, aivo acriplorearaepttolrionalaa reroa
ante t'.oluiuliian.ram ni ^America, ho reson.o
completo de todas as relac/ies contidas as anligas
sagas, aunaes e obras aeograpliics do norle sobre as
viagcuslde drscohrimeiilo, emprehendidas pelo an-
Hgos acaodloav s na America, nuranlr os seculos
X. \l, \ll. Mil MV; obra colossal. da qual os
s.ihios de lona a uacao lem largamenlo aproveilado,
e que na especialidade que trata cunlom cerlamenle
a ollima palavro da -ciencia. Citaremos para justi-
ficar esta aOirinacao, a auahse que delta deu
O hullelini da Sociedade lieal dos Auliquarios do
^orle.
Vollemas a viuva de 'l'hursleiu, a bella l,udrid.
I' niro depois da morte de seu primeiro marido,
ella casou com o irlandez Thorfinu karl.efne, mer-
cader rico e viking famoso. o coto rile que culi ce-
bou o projeclo de colomuisar seriamente as regioes
da America ja descoherlas.
Apreseulam-se aqu duas sagas,cujas particularida-
Inmes tem surgido des-e Ir.balho lecuudo ; proeu- des d|llerem enlres. sennlovida.mas c,o fundo, bem
que muilas vezes poelisado, be absolutamente iden-
siib-tancia des-es
raremos resumir iiiiparcialmeule a
oacriptaa.
Escuteinos primei. ame.de a Holmberq, um dos
mais profundos eruditos da Suecia moderna.
He-de a iiil'.inci.i lodo temo ouvmo altriboir
exclusivameuic a Clinslovao Colombo o descobri-
mento do uovo mundo Sua gloria tem aureolado
os preconceilos e lem Irio.nphado d.s dlIHeoldadea
e dos obstculos que se lem levantado contra urna
empreza que uenlium povo, que nenhum lempo po-
deria amesqu.iihar ; ma esse de*colmmeiilo nio he
en ; a honra delle pertence s* ;./. aus habitantes
no norte.
.. Sabe-se rom certeza que pelos lins do scula
q.iinze. piuvavelmeiile em I 77. Colombo visitara
tico. Ilolini.erg leve o cuidado de extrahir dell
fados inleraaaanlea para a historia ; por ino nao po-
demos escoll.er nrelhor guia.
A iu-ligacao ,le i.,i iri.1. pois. Thornn Karlsefne
fez-sede vela no anuo de 1007 para a l'mlandia,
levando com sigo ludo o que era necessario para la'
fundar urna colouia. Elle Italia brea navios, nos
qoaes iam IhOhomeus, liudrid c algumas mulhrres
mais. O puni de partida foi como sempre, a Gro-
enlandia.
Depois de alguna dias de uavegaco, Thorfiin a-
vislou o Labrador, que em allenro a ualu.eza de
Europus prnelrar.iiu ua Alueri-j do Noric, arha
rain orla rajas de ludio-, que vetoera.am o usual
da cruz como uiu sixnal sagrada. I.. .o en.ia I -
ainda ao qur se lo na saga, .1. habitaiiie de
vada por Tborlinn KarUefur em pessoa, ou ao me- paii chamado < llvitramannaland, a situado mei.
IslauJ l'aptr Ce
u solo, elle chauou liraiide-lleliulaiid, Storu-tlel-
qu.nzr, p.uvaveimei.te em l u.. Cutomo_ visitara /,,,, para dialtalai-lo de Torra .Nova, que i,.,
a lslannia, enviado pelos Insleaes. cujo genio iiMu-I r|,a,ada por elle Pequea ltellolai.il. Uia-llei-
"ul '....." ,lcs"c eMm SUi' sol,re '-! loland. Ilahi dentro de dous diajclugoo a Mark-and
ella me da do alto do -en throno
RIO fu. passearao Maranhao : fui romo.de entras
vezes quando era r.corrafado e empurrado de mi-
aa rasa para lora por essa sania molbor, que na
verdade ja dr ha minio devena e.-lar n'om malario.
Mas quando fosse mesino passear, nesaa e oulras oc-
casies, licava sempre por minlia ordero a Sra. I).
Anua de posse do casal, prrceb-udo todo os fruc-
lo<, .em nunca eoviar-me um real ; sem pagar um
so encargo do casal: e nem inesino as dividas que
ella conlrahia sem necessulade, i: que eu depois vi-
ul.a pagar ; como ainda agora ua volla do norle, que
din de muilas cont de i.hjeclos de lulo que pa-
gue! por eeaa aenhora, lambem paguei um seu val
passado por compra de um relogio de ouro para dar]
uo a seu marido.
Esloa de novo refutando as falsidades da seguuda
acro de divorsio. que agora me propoz eaa virtuo-
sa senhora, e lelil.i f em Deoque desla segunda
tentativa ella uio Reara' impone romo da prime.ra
poique hei de exigir o cumpriinento de ludo quin-
to me l'acullam as leis e o ineu direito : eolio mais
tarde e cm resultado loman i contal a' senhora D.
Auna de lodas as perfidia, que contra mim ha pra-
ticado! E quem A seuliora I). Anua que ludo, lu-
do me deve, ale a propria vida Ella hein o sabe, e
se a sua conscieucia ainda regulasse eu upptllaria
para ella.
n (.luem tiver lino uAo devora' arredilar no qoe
de mim por ahi diz e eapalha a Sra. D. Aunan por si
e por seus agregados ; ..porque pelo menos lodas as
presumpee so.i contra ella, alienta'a'sua fama au-
liga e circomataneio de qoerer ella a forca estar
separada de seu marido, com quem para poder ca-ar
desejo que a devorava ha moiloeannoe) em|iregou
ella, alein de nitros embutiese estrategias, a de lin-
gir-se duenle e lanrar-se na rama por dous mezes,
tirando de lodo reatabeleciria no luesnio dia queme
deu a iue.cgolace\ ortuna c iiipreciareX honra, de
aeoilar-DM por marido.
Becife 17 dr ..ulul.ru dr 1S.'di.
GulUierme Jugmlo Kodrigtu Selle.
rica- pescarlas deaaa ilha. Srm diivida iirnlioina
elle ah achoo desenlenles daquelle. qur ja ludan.
descoberlo a America. Ahi cotl.ru elle relaroes es-
cripta do ii-t--ii.il modo, e iul'oriiiacoes orar so-
bre esse grande paii situado ao Oeste, a que chama
vam a grande Viulaudia. I'iulaud des (.'o. A
historia falla, com elleuo da unta expedidlo tril-
lada na America ceulo e triula auuos antes da ebe-
gada de Colombo liteedia, O genovez era bas
lana priirlenie nar nao ...lar esses dadns aaui"
quer que fosse, o que diminu larrea a sua gran-
deza.
o Assim a ancdota tao conlieri.la do ovo vr.lla-
se Contri elle pioprio, e mo ser urna vingalira do
roo |uo o pa.z que rile prrlendia ler descoherlo,
le.d.a sido chamado nao pelo seu nenie, mas pelo de
uulro explorador que nao havia feilo mais que se-
guir o sulcodeixado por seu navio /
Pondo de parle a Ctiri-Iovao Colombo, gostamos
desa i ii le ira ni|ue/1 ; mas he ella sullieienlemente
justificada/ Em definitiva a ossrrco do sabio scan-
diiiavo uiio repousa senao sobre urna eonjartara. E
se os lslandezes nada d sseram da America a Chrls-
lovao Colombo t Se Chrislovao Colombo nao fallou
ua Ulan lia com uenliuiu dos lilhos daquelles que
liiiliain visitado o grande paii do (leste ceulo a tri-
la anuos aulcs?
He pcrmillidu suscilar laes duvidas. Neate cao
e desembarcou n'iima illtela apartada ao sul. onde
maloii mu nrso.o que o fez dar-Iheonomedr lljorno
i Iba du ursu lie o cabo Sable de boje. Conliiiu-
anJo sua ruaicha, l'liuriiuu arhuu-se no da seguale
junlu dr um promooloria, uo cuinc do qual ibe ap-
pareceu urna quilha de navio. Ja' vimos que es-a
t quilha tulla -ui>. Irausporlada para ahi por Thorrald.
I) esposo de (judrid respeilou esta .rinlir.ui ;a, mas
chauou a praia da ilha que elle coroava Frdurs-
ruBMalaV. slo he. nraia loaravilhosa. lem tluvida or
causa da alvura exlraordiuaria das vagas que bauhaiii
seus rechedos. Depois Coutinuou at Slromo.
Alii nove liomcns dos de ua comiliva separaram-
sc delle para irem fazer de-cotiriiiiniles por sua pro-
pria coula, porem nao voltaram mai-. t^ieu-se que
on vento conlrario os impedir para a Islaodio e
que la' foram reduzidos a escravidilo. Thorfiin e
aquelles de seus compauheiros que Ih.- reelavam,
conlinoaraa soa deirola al Mount llope-Bay.
Fui nesse lugar que a culumna resulveu lixar-se.
Ella .lispersou-sc por um esparo assoz vatio, cortou
algumas arvorrs para couslruir babitaroc; e pro-
curou a vida na cara e ua |.esca. I'ouco lempo de-
pois (ranspeilou-.se para ouiro sitio, porem sem a-
parlar-so niuilo. Enlao vio-se exposla aos ataque
du' Indgenas. Qoe povos eram esses'.' IInlmberg
er que eram E-quimao. C. m elleilo, a deseripcao
l'je delles l azrui as sagas uao permille oulra cuu-
a gloria de Chrislovao Colombo permanece inteira, ]eclllra. Esse corpo delgado, cses cabellos prelos,
masentao, e i-so forma egondu parle da these de ,sse ros( :1,runnei ess(,s C(1UIB(.5 se|Vogeus, esses
Uolmberg, enlao r.vaes levaiitam-se em face dellr, i.,,.,,.,, ,i ,...i,a.,^ ...... ..,.. i...'.. .._
senao para disputar-llie rssa gloria, ao meuos para
reclamar orna parte detla. He com elleilo Tora de
toda a contestarn que minio lempo aules do en-
viado de Despalilla, os habilaules do norte tinliam
ja descoherlo a America.
Queslao capital,COJO carcter serio e tmiuentc iu-
leresse importa fazer sobresahir.
lis amigos habitantes do norle desliuguiam-se pe-
lo seu genio emprehendedor. Mctlido em seu na-
vios eom forma de dr-to, todos os anuos, depois
do sacrificio da primaveri. lauravam-se sobre o vas-
la e-Irada do navios. Conquistadores e piratas,
lev-n..in a toda parle consigo u ruubo e c oeendio;
resgatavam <.s vencidos e multas vezes fnndavam
colonias nos lugares en que tinliam plantado a
laura do rumale, lie assim que o meio da da
Europa conserva ainda loje em varios lugare- os
traros vivos de sua antea occuparfio. As expedi-
i;es dos sepleuliionaesnas regi-s du Oeste roine-
raram pelo melado doicrulu l\. Desde o auno
buracos de rochedo por morada, essas barcas de
pelles movidas por um i remo, lodoi eases signies
corrrspondem evideulemente a' idea que os Esqu-
maos acluaes da (iroeulaudia nos dao de sua rara,se-
rian! osE-quimaos os aborignes da America '.'*
Os dous priuieiros uvernos passaram-se para a
colonia islandeza sem aventura nolavel. Na prima-
vera d 1009 os ualuraes vieram visita-la em grande
numero, mas desla vez soa visita era pacifica. Elles
qoeriam negociar. Oflereceraiu pelles pela quite
deram-lhcs pedaros de panno enearnado com qne
inmediatamente aa ataviaran!. Outro genero que
iugnlarmenla apreiavan era o leile. Tedas as vac-
ras que a gente le llioilinii tiuha levado comsigo
nio po.leram bastar para seus pedidos, cousideravam
esse leite como um remedio poderoso.
Um dia, quaudo etlavaio oceupado em fazer es-
sa troca-, un. louro preso no corral de Thornn
lei.do quebrado a corda prectpitou-sc de repente
com furor no meio delles ; os E-qmniaus espantados
procoraram retalio no recinto da colonia ; mas nao
lendo podido pendrar alii, salvaraiii-se cm lumullu
deSGI, um Viking .000 chamado (iar.lar Svafar
son, descobre a Nandi-.que mais larde lora povoa- : pir;"aiMa"oweaa. lalvez qoe o. SoaodioiVoi i,
da pelee Noroegaooa e.pulsos da patria pelo re- llies.ei .lesgosladodesaenovo meiode intimidara.,
nado tvrannico de llarad lla.fazer. ,,, .a,,.iva Je ,,, ser reVe|o,|o. A saga que coma
Da Island.a, os V.ru'gano, avaiiraram logo ...e e,,,. laclo accresceula que uao se roropreheildendo
Groenlandia, qoeiToi crtonlaada ero 9b> por Lr.k ln p,r,M reciprocamente, Seu commercio fazia-e
Rod, lea compatriota. EsteLr.lv ora ol.rigaiio a ,,, n,c, e f!,IliieSi s Esquimao, depunham aos
emigrar para sublrah.r e una condemn.raoeapi- pos d(, TliorOoo as meicadonas que tiuliaoi (raznio, e
lal. I m homem vlelo, llerjulf Birdmon, ligou- rP,el.iaiii em Iraca lodosos objeelos que e-le se
e ao seu destino, e ttro elle por un. pouco mus t ava ll ,|j,r.||,cs
Pelissior fez ao palacio do sultao em Constantino- !;l^;u1"!1.!',lli"rU',''Vei'lUrCru ramu,u "'"'", .. S.iir.lanl- os squimaos iam tomando de dia em
i lihu'CI (iiivt^'iuor
ASJO^S DO ORIENTE
De unta deseripcao da wsta que o mracbal
dio
extrah'uios os aegointes curiosos pornicnu-
euii
goveruo
lem com
iudiguo,
pa,
res :
Depois da refeiro foi conduzido ao kiosco de
Uagdad. Esta fortuosa consirucijo he do lempo
do lempo do sultao Amural'.i i. e ergue-se no
ponto culminante do amigo serralho. Ser dif-
licil imaginar una eonslrucc/io l;:o graciosa e ele-
gante como esle kiosco, cujo esplendor inoslra qual
foi a riqueza e o luio de Constantinopla nos scu-
lo XVI c XVII. Tanm exterior como interior-
lidade ?. 'rformsas, fobrien^^"^^
cidade de AidiiD, na Persia.
Todas as portas, janellas e armarios sao de ma
deira de cipreste coro embutidos de
iiurfiniede madieperola, formando
les arabescos O lecto da ru
igeiros desenos de ouro em fand
. .... dia ama atliluie mrno. pacifica, l'ara escapar
Ora, em'.lfel.. em leautn este iillimo d.r.g.a-se | uma OrprMa, Tliorliui le.auloo em trmo da colo-
para a nova morada di ,eu paiz, foi niipellido pelo i ia una lorie estacada. O pretexto das hostili.lade.
vento do norte atleta le urna Ierra, cujo solo pare- i r, ,|;| ,IJril um ,,, 5ell ,. ,em er
ceu-lne demasiadameneplano pala ser aC-roeiilan- j dos E.qmmaos que tenia..i roui.ar-lhe as arma.,
da. ba equipagcm qie nio linha lenha nem agua, Brevemente lo la a Iriliu ippareeeu dan.!., gritos de
in.istio todava em des.nltarcar alu. ma llja.n ere- | v.nganra. I ni cmbale leve lugar, c se 0) Mande-
sistio e deuando a boi.i-.rdo a Ierra assignalada Ue, alcauraram a liual a victoria, foi sroenle depo
TffSZSlJBSiiS?....." eS""U nU!^'^!-">i""uelmele. Honro. cu,o pre'sli-
Essa ierra que Itj*,.,-.--ira vislo era^cojl roioiimeio, e deseuipenhou ^uiisaiiieilo"~su"f-
America do Norte. O^^VfciTeoloilila, ceoia- \,t.Him. ,
rspall.ao-se logo **SS* '>"" cur.osi.ia.ie J L:*l.'- de sua prle-crviram-se contra seo
ora na
peo, nao s ..o que diziam *8.&VeeTdn3l'
nos como nos propnos escnplos do Sr. Dr., e ele
Mudo, em que despendemos algum tempo.habili.ou
nosi a guardar para rom S. S. teda a deferencia e
ia hojetodl acerva e circumspeccao S^TS
8. ha de ler observado com sagacidade e lina lacli-
c, de qoe he dolado, qoe sempre que no eucniMr -
mo nesleou ..aquelle eaminno. he temo. SeT..3
dranho"0;'*eP,'!? "' \ '0S' 0nde acll-"n M WOaT
'll.Mllhl ,| rillltlirt lilla '
erra, ron, aal nao lemos cumpromi.su da o 0 ''C de88nu0 e dOUradliras,
oTerjTS ;,'i"l"1"l"Jva-^ ate o noam bom-eau I s mia delicados mosaico,.
no, Sm**"- ". como s Mo le. | Mohomod-Bey niroduzio
. ZSX't ....."""' ,ie Ul PJ lorie dcsnolbeMuro I-anicular des
uient.', % 'nio' mal'0 : T r m u"' "rtMunle.' > T''0 lemPu as r"luez-13 accun.uladas pelos mimar- t*',f "'"- I'""" "> I
..o.......^to,::^:;;;;^,;;:;- -*"*t a .,.;.i I. iguatine,,,..^:.'.'o','t ^%^ '^ "** -> cons.r,,ao byzanna rt. 1, '&/ ti' Z^V
| Suppoodo porem (|uc .mperador v,S|aria Cons- "< depol. u.i rah.! vero.,, ,, ,P ,V s',',
da I
s colonia, ceusu.
poura cuno-Male
r -usoiio navegador.
Iiillammaio por e'at narracOes, l.eif, fillio de
l-.rik llodr, formn c projeclo de completar n des-
cohrimenlo do pai, e ez-se de vela para esse hm no
auno 1IMII.
i primrira regiao
adversarlo des-a me-ma catapulta talvcz de que anida hoje se
servem aa aelvaien. que habilam o alio norte da \-
nierica. Elles laocarara assim uas lileira. dos isln-
.lezes um objeclo parecido com urna hexiga, que re-
benlandu no meio delles com eslrondo, produzia ahi
mis, por algum de seu compauheiros durante a
residencia dos inesmos no lugar em que ella ac-
tualmente se acia. E^se podra remonta perianto
ao anuo 1010. O lint de lal obra, serr uenhiima
duvida f.u da parle do aulor, i.Ao somenlc dcnar
a poslei i.taile um monoineiilo aeoavel de sua vio-
lero avenlurosa ua Vinlaodla, tenia t-mbem con-
sagrar por um Ululo irrecusavel o seu direito de
propriedaje a uma Ierra em que elle se linha esta-
belecido antea que qualquer oolro.
A pruneira causa .pie salla aus ulhos ua inscrip-
cio da pedra de Astontt, -ao as maysculas laliua
que a compi'tem
tiln era rhristao. Elle po le perianto aprender as
letlras latina ilos padres r iradev que uessa poca I
evauselisavam o Norte ; elle as Imita aprendido,aiu
da em suas exprdiroes de coutiuercio h Inglaterra,
orlan.la, etc. onde ellas eram de uso commum : por
isso ve-se que es.as letlras .lie sao familiares, elle
serve-se delta con. urna leual facilidade. quer para
escrever seu uome, quer para figurar numen.-.
.No meio da pedra, o numero til Le expres-o por
essecaracteres I\\\l. I esta' aqui em lugar de
C, forma que se encontra l'requentemenle nos ma-
DOacriptea da media idadr. Muito ronologos lem
igualmente nutaoo urna runa de furma idntica cor-
re-pon.leudo a mesma lellra. Esle Homero III po-
de lere na malor parto dos desenlio da pedra de
Assonel que tem sido successivamente lirados, mas
eilipre liicoii.pletalnenl." ; OS dese.ih. de kendall
r Baylie concordam ui-so com o da sociedade his-
trica de Khode island. Ao lado do numero ci-
ma citado enroulra-se un. grupo de siitnae figuran-
do a laes letlraa N. A. M.. depois immedutimen-
le em balso a palavra OrfitU observada igualmrnle
pelo menos em parle nos desenhos autigos, amia
os menos exactos. O O Lm a huma de um qua-
dra.lo e o .s' a dr dous trianguio superposlns, for-
mas habiloalmenle usadas na maneira de escrever
do lempo. 4." esqueida da palavra Or/ini e a um
cello inlervallu ve-se a leltra on runa V Til
faz evidentemente parle da propria palavra. As-
sim rcunindo todos esses elementos, te.uos a Dscr.p-
Sio seguiule :
C\\\l Mam Thorus.
Se agora, diz Uolmberg, ron-i lerarnios a pala-
vra \am como o iuiperfeilo to velho verbo narre-
ra nema que quer dizer lomar, api'opriar-se, e
se I- iiiliiaiiuo no. que essa palavra ie emprrgada
de quainb em quando uas sagas em lugar da jlucu-
'.a.. ni.:i- explcita nema Iam!, tomar um paiz, o
sentido da inscripr3o da pedra de Mionet sera'
'esle
"im t".\\\l os bomensde Thurlin tomaram pos-
se de-te paia.
" que ha que possa ser mais claro .' Kinn Mag
nii--en que para sua explicaro servia e da copia
imperfelta da B<)lie, quer echar enlre snaaaeee
numero em un. S" golhico e runa M que elle m-
lerpiela Noordiur MeDD, hmeos do Nurte, mas
alem de que ola nos inrece provavel que o aulor
da inscripc/io e lenha rnmpraz.do em eiuprt gar pel-
la tres alpliabelo dillrrenlcs ao mesnio lempo, nao
vemos o que essa iusrripcao ganharia rom tal addi-
cao. Emfim, os caracteres de qoe Fina Maguie-
sen se preoecupara nao rxi-lrm ua cupia da socie-
dade histrica da Kilo e Island.
O numero CWM parece responder ao numero
de compauheiros que segundo a saga qor temos re-
ferido, seguiram a Tborlinn Karlsefne u Viulaudia ;
todava kao nao h seuao uma appareucia ; um exa-
me profuudu nos liaia' sobie a realidadc. A Mga
de Thuruu falla de Ires -. ,i,.. que levaiam ibO
homens, nao io pois 1:11, ma lembremo-nos pri-
meirameole que para os lins de sua navegarn.
Ihoruii lora abandonado por algn de seus ri'ni-
panbe.ros quequizeram ir fazer descobrimcnios por
sua propria conla e que tiveram, como se sabe um
destino desgranado. Esses compauheiros eram no-
ve. I horald, seu chele segundo a saga, era o no-
no. Keslavam porlanto para a tropa de Thorfinn
151 homens. Ora tal he precisamente n numero
indicado pele inscriptao : porque aa antigos habi-
laules do Norte tiiih.im o roslume, como ainda ho-
je os seus I-.. :i lente, r-t iI.l-I.....lo- no campos,
i- ronlar seis vczss vinlc por 100. i-lo he l-JO, cha-
marain a isso o grande rento starhimdradr. A
lellra E quer pois dizer 130, o que junio a \\\l
da' justamente 151, por consegoinle oatiomero exac-
to dos homens que acompaoliaram o hiroe da pedra
de Assonel em -ua expedirao da America.
A figuras gravada, sobre a pedra de Assonel lerqj
sido pela maior parle de lal sorle apagadas pelo
lempo que he mui difllril decifra-las. As que se
pudem distinguir representan homens, animaes,
instrumentos, todos gros-eiramenle drsrnhadus. A
primrira da e-querda lie urna ligara humana srm
peinas, ma vestida de saia, por cunseguiotr urna
figura de mulhrr ; a sua riircita uma figura de me-
nino. Vilo era- a celebre liudrid. esposa de Thor-
nn c seu lilho Snorre nasrido na V'ialaadia '.' Com
elTeilo junio da primeira figura ve se uma das cha-
ves que se acbain muilas veze us amigos mont-
culos futieran do Morte. Ora a chave era o al-
tr lu t- distiiictivo da esposa scandia.va, o simal
de seu poder dontoalico ; rila a segua a sepultura
como a espala seguia o homem. Hoaiilo a figora
ilo mei.iuo ella lem por cinta a runa S, a qual esta'
unida por Ires Incoe. Ouem nao recnnhrceria nes-
ses gnaea a Inicial Snorre e a dalo de Ires auno
que esse menino liuha na poca em que -eus pais
deiurem a Amerira para voltarem a liroenlai.d.a '!
As duas lisuras eslo encerradas .... nome de l'hor-
linn, ornadas de um lado runa Th e do outro pelo
recio da palavra OrfilU, signal evidente de qoa Ira-
\3c% 13?.' rtp d,'"s ente unidos a Ihotliiin pele
parte delle mesmo. Ora quaes seriam'TssM' e'uie
senao sua mulhrr e -eu lilho J
Entre as figuras que acham-sr- a direil, da 00-
dramm u-onet, .nnnguem-.e dees horneo, eam
animal ; es-e dous lioineu Iccm na unlo urna ms-
a un urna arma quasi semellar.lr. Mo Ml ,,.
l-.squimaos ou esses liomcns Iranianos Skraliaiar
contra os quaes a colonia de Thorlou leve que rusJ
tentar la.dos c inhales .'
I ma figura rollocada aos ees de um de-se
mens (em a forma de um
pruvavelmeule
da Viulaudia.
boje.
Como appendice au desrnbiimeulo da Amero ,
pelos hbil;.tile du Norte em geral e r.,in ^,\
guenlo em favor da bypotliCM da. viaiea aeri
dealae. da. aiaUajp para e pata, potlemu c.j.
poneos Islanueze (..libado- em Id-iT por sai lm-
(ir.laile sobre a cosa da I !..ii ia ... lual. na. I.o.j
da de liiiaiialn, oudr priiitciiaine.il- aboriluu I.Iiik-
lovao Coloml.o. Elles foram feilo. ptiil.aeai, .
eam aao rhrfe Uudltif liu.rli.g,..ti, pelo Indgena,
que os levaram per.inie urna especie de eaaiae-
>aia he mail ualoral, pois Thoi- Iho nacional, onde achou-ae ura veibn gaerreir. a.-
longa barba litan... que interroga u pr. laaril.
em ln gui nurreiia.
Elle Ibes fez moita |tergunda -obre nina eerla
niulher da Islandia e -eo lilho. e depi. qoe lhe. re--
ponderam. maudou p..-|o. em liberdade, fea repa-
rar eii uavio.deu-lhe de presente ama jal. de **.
e uma e-p.da, e convidando- a lazercai-e aalr.
vez a.i mar, aroi.selhoo-lbes qor uio -e aveatacaan-
a vallar novametite aquellas p.raceat..
Esla aveutuia le grande balita na Islaadii
porem todos Cuiicordarain em dizer qoe ctete ron
quemi.udl.if tralava nao era uutro >rni. o lian
Bjurn Breidvii.tngal.appi guerreiro dos gclpli... I..-
gos... que iletxara a patria cm T.IS em rnamqaian.
de um commercio rrimmo.o qae Imita entren.!,
com essa mesina mulhrr a .espeilo da q.| Uala-
pciguutas ti/era aos naofra^ados.
Dis-rm.- que .- uhere-sr eam certera a evpedi-
r.l.t que o hoinen do Norle tizrrain a America en
1317.
E-le aeoutecimento esta rom erleilo ran.igaa.lt
nos A ni te- de Skalh II de !'."'.. lisa ultima pra-
va que daremos em lim do conberimenln qoe r~e-
povos tinliam da America moilc ante de Chtiale-
v.io Colombo, be um tuappa maud l-iu. oue allr
em I I ni, no qual es>e paiz figura deban.. .1 nmr
de Sgnribijg!. regiao do nieto- lu. Esla pera qae
faz parle > rnamiscriplo 1- Kyinbegia h- certameft-
le a ruis auliga caria do globo, em qae nv.-
mundo ocenpa u lugar que realmente Iba pe-
lomo.
Tal he porlanlo o estado da npinuu enlre a. u-
bios do Rosta Mbta> descnbrimenlo da Aaaenra.
Vr-se que ella b- as-a. slidamente apelada. Te-
riamos podido .c-ci'.v. h.i muiln mai o li.kalhe
que llie consagramos, pm i-o que < docaw*Ma-
ahundaiu ; mas coutriilamn-am rom rxpr
talaacia delta., eren lo que eria bastante.
Oue couelusao tirar dr tal eiporao ? T.O.
violentamente parlido rom II .l.nhrrg contra (Jm-
(ov.l-. Colombo? too be ata a ......o parece;. II
dcscobrimeuliei d amigo. .V.n.tinjva aa podem.
Om lama epia., diminuir de nonhom. irirn m-
rito d. .se g.ande humea. Anida me-mo .apnond..
que beber enlre elles a idea primeira .le -e. prem. -
l.i.n.io se. a por ventar, nada talo rrali-a.l.-'l un-
i, earereoa, Ojmanta roragem, qnanlo geni* bm (m
preciso para eleva-lo < i^opofr.Vr. m.rav.lW.
que lhe deu. para d-len l.-l peranle ?. r..rie. .Ir
Portugal c C.slrlla, periuir
congr sso de Salamanca !
Ouem ler oulra vez a vida de Colimbo, vera a
enorme dillerenra que ha entre o. ptialaa *-n!a-
reiros .lo Worte e o almiraote in-pirad* do Meio
dia. Aquelle, leva 1o sobre j. ara. a,, ac-. ..-
Cobriram, he verdadr, o inagiuli.-o entnenle, mi-
nada nelle fundaran -. oque rela do sru desrabri-
menlu. <;io legendas, sao no.mmenlo, rnrtm 4e-
pojo da .ciencia, sem dnvida nrnhama, ma< j
utilid.de pralica para o monda. Crrate** Ca-
lumbo vivtlicoo o gigante ; arraacee-lhe lhe.,,are.
que a humanidade inteira aproveila bate, lie ted-
io dwrohrir, he mai bello popul tri.ai o o>*.
ment. Honra aquelle qoe teeea Ma. parrm i
honra anda aquelle. cuja palhela asaste. ,
se dell i para dar-lbe r..a formas gloriosa qoe pro-
vocan) a admiracao do horneo e alrgram o*
de Deu. !
Iterme de Parir
iinnu-ior e mgralo
^itiictuao aj))i>o.
ma iiguraroitocaila aos pos de uro desse. ho-
mens lem a forma dr um pie. xmbolo provavel-
m.nie do genero pelo qual os Esqu.maos Irncavam
ua pello-, is| h, le,,.
caminlio
lian lena.
; ^^t%ATLZ7^^%^tl^tia'. S'A-."' ?*>MU lodosa o|ec- c
onde o seu augus-
refluxo repentino ca inar deixoo seu navio ,o
arela. Enlao Leif, ajunlando-sa a soa gente,
vou ale a um rio qoe -al.ia de um grande lago
duvida o Tauitaii-Cnhamet que laoca-sa como I
"lii.l.i, eni '
0 a
. pil-
u.iiaicou emlim na lilandia, onde
ra._a celebre, de que essa ilha. as-im como
Dinamarca anda hoje eontim deseendenies.
Assim pois a estrada enlre o norte da Europa e a
America eslava Irarada. llameo, aodaaes continu-
aran) a avenlurar-ae oella de lempo, em lempos. A
oll.inaexpedirAoqiica hiloria mencii.na, remulla
ao auno de 1.14i ; ma, t,i.|,, lodosa crer, .liz Uolm-
berg, que as viage.i- dos babitaotes do norte a Ame-
ra se prolongaran) ale ao MOOlo 15, todava nrn-
- .mira lentaliva de r.donisarrtu .pareceu depois
Aiue-
hui-
uz a-
O pote lemhra os ropos de beber .los laltaes
scandlnavos. Aproximado d. ma-s-, elle Indica a
uupia naluirza das relsr.tes que exi.liam rnlre a
colonia de Tborlinn e os ludigeit. d- ViaUmha,
reacm. de commercio, relaroes de guerra. E-as
mimas ...o emlim as.ignalad.n per oulras exp.e-
soes. Verm-se sobre a pedra, forma, de fiech.se
em rima do nome de Tborlinn nina esperie de ob-
jeclo e.-phrrico que poderia bem repreeeotar esom
.rxiga cheiae de ar qae o. li-qui-ao fanam r.-
lirntar, como cenia a saga, lias lilrir... de ,. u ini-
misos. \ ese tamil m frenle dos dous E quima..
a volt.-,,!.-, para elle, a figura de u.n animal, ,ies-r
tamo -en, ,;Uvida gr reprsenla lao grande papel
,H h'ria.....leacobnoaentoda Viulaudia. As poli-
IM -a i |ierl..ita,i.ente ...arcadas, a cauda e-lirada, o
que .lela que o animal esla' pr.mpto para o ala-
que a. ruca, e manchas que rol,,,,,, ,,. fur0,
parecen, indicar que esse louio linha a pelle mo-
GABINETE l'O TUilEZ
DE I.EITIKA.
Uaciwrntn Ulttrttio do liahmete Pnrtwfmr
l.ni ira no trimestre i/e erurre* 4
Uio u 10 de setembro de ix'tli.
Mov menlos de livros
lullio
Agosto
Setembro
Total dos volunics
t.-aV.-
Lotradas Saludar T-ui
:i:i. 1 O :.
I4M 151 i Va
i wa MM -llH
Naei.1
Fre'iucti- airionis- satmpta- visitan
cta las. ros. les Total
Jullio l?0 15 107 Ij!
Agoslti '.84 .20 sma .Mei
Setembro 'J40 biii SM li
A' I-IK1-
del*>riurad9
*svi.r3BPffgssxix SffmmSBss ^r-S iSiiVX v-**"
--------------------------------------------------------' em*euileal........ "v'n.ia vona ta e\pedu;ao da l'ersia. Kslas armas sao de
- ,(,'.0arf.iKVueKrerer"o Sr, eorretnondrui..
ja fot publicado no Otario de 7 do rorrete '
Osfp,.
Y,
averno
.copreheiide S. S. qu. se p,.., aTelender e
I em eslar se ..I-Ir.rio a um parlido Fu
lei.de qne o Rovemo n.io pode viver se,n partido'
que por total Eira. Sr. I'trena da Cuni.a ou ha
- sao de
ouro, e todas ornadas de diamantes.
Tambera alli se .r a caiva que eonnhi o al-
Borao, i- que a su||io Soleiraao trazia coniiiro
adelq.tando sndava na Suerra. Aparte Hipworbe
. paraizo do uovo ui.ii.d
a idea qu* dola dio asaga-__
[' invern, dizeiu ella., paasa-soahi
tal he lamben,
emli icadora. lie vero
lendo-o apren lulo do- |.j
colonos eur
tope-
uoma
lo-
ar-,
qoe <>s iialurae. d*. paiz,
lezes, o tive*scn. Irnos-
peus rhega los enlre elli
Me restara n etpliear esli muito mai.
1 que es precdanle.. t, ,,,,.
lai Rafee I ,,, Maoussen qu.zeram ver um esc-
Jo unido a un, capacete, o que exprimira.
na opiu.ao doa meamos a occ.par.i,, pac.be. ,l.....,
ao. homens de guerra. Hulmherg ni adntttlcV-
s. nlerprelacjio ; elle ... acha uenbun.a aemelhan
;a entre a hgu.a c um r.rud..; leaaa-U-ha ante.
um gran ir paisa, o PhuroKecle, keppoglouu,
leo, que o. auti?o tcaadiaavea rhamavam
gr...!.. Il.tq,,/.,l:r. o que anima-, uessa
onioiiu,,!,, um especie de aoiolqravada na pe
*olad'.de.s. meama ligu-a. Ilr certa que a.
exallam singular.., ..le ,, ii.,..-
di" III
peive i
Toial ;
l.ivrusoileriados ao' aUiietc
Pelos lllms. Sr< :
'ta. I.listaaoa tammm dat.unl.a, Uani..-
I Prantos
Dr. Tilo Franco de Almcida ,k> Para (juvs-
tao das carnes verdes, ouarentamcnlos n>
broacroac.todo gado na ilha de Maraj,,
Jos.-dos Sanios Pereira Jardim. Diaserta-
ao inaugural nata ,, acto de roncio.*.
magna-
Heniv Amand Chave Jnior. Vovage nilto-
resque aulour de monde
Mistoire du clcrgc de France nedsnb> la rr-
volution
llisloir.-set Paral-.lesdu P.-rcHoavcnlural..-
rau.icau
llcnry el Marie ou les deux OrpInJia
Mane un ammm nn Bm l.,n. Bon-
nheu i
Almanrl, pem, nrc |,ara |S;^,
EM-".......i v. ,-ald- l'ari.o.i ;uu para anta
viagom i Europa neta tawi da Souilum..
Ion '
l'elo EMn.Sr. r.*,.m ,,, ,|<|
vin. ia. II.- tono ., j^u,,, u_
Uva provincial d.i Pe.nambuco. apresen
,"""' '!la ';/'"""" '- -- ordinaria
de 11,,.. --||,MM. v ronsefc#|ro ,
J-eferitodaCunbae FijuciroJ,
Pelo* lllms. Srs.
T'rrrirnl,,T,,R4,n0NFer,e,,a- **"
e t.nminel
L'" Rotlita M Chantill.
Antonio Josa. Ccimbra (.uimarac,. !.<>,
de Antonio Pimjiim Caita
Eduardo mumm. Ilirt.onnairc .),- srtenre.
nied leal.-
MeoMrii Mbre wtimw wtalejta bMWpjmi
mdicas de Irar,, Pioaaia, a 'rai jai
I .'.lilla
"l
I .
I I.
I >.
I v.
I >.
I v.
I*.
l.'.l.
U K-rnal, Atbeovu Pe-
MUTILADO
ILEGIVEl


A
nambucano. Pela redacto (oJoruaUo
l'.laii-n Litlorario.
Di Ri DE PtlMUBUCU SmBjO 18 BE CUlUBftO iti
Total dos Iivros offcrta los
33
Socrelaria do Gabinete Porluguez de Leitura cm
Pemanibuc nos de outubro de i S.'h.
Jos !'. Barrote.
2.* secretario.
&&tm r 'HACA DO RKCIFK 17 DE 01 TIBKO AS 3
DORAS IM TARDE.
Colaeoei olliciaes.
il.iiiiliin obre Lou ]i es 7 3|j (o jjV-
Descont de lettras por 2 a .1 mete,8 ', ,,,, anoo.
rrederico Hobitlturd, presidente.
.". Jorges, secretario.
> l0.
CAMBIOS.
Sobre Londres, J7 IpJ a DOJ. ,. 07 ;i,s a (i1
a Paria, 35o a 355 rs. por fr.
Lisboa, U8 a 100 por de premio.
,. Kio do Jaoeilo, Ir* a I por 0|n a 15 e :I0 dius.
Actes do Banco, GO a 70 i)|U de premio.
,< companhia de ileberibe jiaOOO.
.( conipanhia I*t ..i mlnn-.i i A ao par.
Ulilidade Publica, :lll por ceuto de premio.
< Indemnisadora. ;j dem.
da estrada de Ierro 20 por O da prem
Discanto de lettras, de 7 a 7 1p! por 0|n.
Dito do banco7 a 8 por 0|Q.
(turo.' nriis despatilllas. .
Uoedat de 690U velhas
1 batlto novas
o 45000. .
I'rata.Palaces brasileiros. .
Pesos columoarios. .
a mejicanos. .
28| a 288500
. Ibjttl)
16-OOO
. 98000
. 20000
. 20000
1C(>0
->I.IAMiK(,.v.
Heudiinento do da I .1 11; .
Ideiu do da IT,
lida .1 lerceira praca e na audiencia Jaste joizo, 1 docjio, e que em favor do sanio fin, que d-man-
que tora luyar no da 22 desle me/., se proceder damos, neuhuin nwio se deveria despiezar quan-
a arreruatavao das rendas das casas, que constituein lo niais a formosa lilleralura, procuraremos deseu-
0 patrimonio das irmandades do Sanlissimo Sa- fadar algumas vew com ella o cansaep dos esiudos
cramenlo. Almas, I.mmenlo, Cotcelo da Con- serios, mesmo alim de crear
gregaco, Espirito Sanio, Conceico dos militares
a qual administra o patrimonio de Sania Anua,
todas da freguesa de Sanio Antonio, assim como
as randas das casjs do patrimonio da irmandade
das Almas, odoS Tiago do Pilar, edeSauaLn-
v.a do Corpa Santo, fregiieziado Hecife, constan-
do do enripio, que so acha oin poder do porteiro,
os precos, e Cundieres da arremataco.
t para que cheue ao conhecimeiilo de lodos, se
passou > presente, que ser pubiicaJo pola im-
prensa.
Recifell do outubro de }Sou.Eu Galdino
Temisloeles Cabral de Vasconcellos o escrevi fran-
cisco de Assis de Oliveira Maciel.
&tel*rae$c*.
O consellio de administraran do fardamenlo
docorpo de polica precisa comprar para a pravas de
pret 300 pares de sapalos de sola e vira, foilos na
ARA >
Ro
para osles manir nu-
mero de sectarios. () ejemplo nao be novo, te-
mo-lo nos jornaes especiaos do todas as linguas :
tcmo-lo na Franca principalmente
COND1CCOES.
A Revistada Insiruccao Publica, sabiraduas
vezespor mez. Tora l> paginas oeste frmalo, ou
24 columnas cada numero.
As correspondencias, sarao dirigidas francas Je
porte a oflicina do Progressoa era Lisboa, ra da
Cruz de Pao n. la.
Para a redaecao, a LDzFilippe Leile.
Para a administracio a Francisco GoDCalvs Lopes.
PRECOS.
Com csiampitha. Sem ettampilka.
de Janeiro
salie com milita brevidade o brigue na-
cional SAGITARIO, qual t. m grande
I parte dn carregamento prompto: para o
rentante da carga e passageiros, trata-se
comManoel Francisco da Silva Carrito,
na na do Collegion. 17, segundo andar,
ou comocapitao ManoelJos Ribeiro, a
bordo.
Por anno .
semestre. .
trimestre. .
Avulso, cada numero
Para o ultramar
19940
l?(i/0
. 540
.130
c Brasil,
15700
900
480
120
ser remullida a
Revista pulas malas dos navios de vela. Os prc-
lerra : as pissoas que se propo/erem vender, deve- i C* **"' eln niocda forte. As assignaluras, pagas
rao comparecer no dia 20 do correte na sala da j atl'antadas, por tres mezes, pelo menos, lioga-sea
secrelaria do mesmo corpo, pelas 11 boras da ma- I 'luem ass'!naf nes'o prospecto, ou para elle collier
nhacom sias proposlas em caria fechada, acom-1 ass'nalura:i imoetio do Brasil, queira entrega-
panhadas das competentes amostras. coin a respectiva importancia, ao agente Consu-
Quartel do corpo de policia as Cinco Ponas 1 'ar l'ortoguc/. na localidadu, ou a pessoa por elle
15 de outub-o do 1850. Epiphanio Borges de1 designada.
331:4771837
3l:j*8j;lCK
Descorread hoje 18 de outubro.
Barca americanal'monfarinba e bolachinha.
CONSULADO l.KltAI..
Kendimento dodiat a ti.....12:1198605
Idom do dia 17....... 1:1343362
3>3:02b225 I Do do Mni
---------jl'oCzeT, dote-
16:28389b'/
IMVKRSAS PROVINCIAS.
Kendimento dn dia 1 a l(i 2:5028190
dem do dii rr........ salis
2:56187.15
DESPACHOS \)V. E.VI'ORIAtAO Pm.A MESA
DO COriSJJADO DESTA C.IDADE NO DA
17 E Ot TfBKO DE 1856.
Livarpool-Brct ingiera iLaneastriee, Johoslou
Pater Q Gtmpanhia, 2,800 saceos assocar masca-
vado, ^r
LiveroaSlf l'jiaclio inglez Etliiopeu, l'aton Nash
mina,:!i5 saeca alsodto.
vreBarca franec/j Raoul, l.asserre & Con-
[i.nilii.1. 2,292 coorus salgados e verdes, 165 saccas
alsndao.
BarcelouaSumir despalillla Claudina. Ara-
naga Brian, l,ICJ0eour4aleado'.
LisboaBarca porlugueca flor de S. Sinti, di-
veruscarri-^.i lores. 50 saceos atsucar 11, i.imva-
do, 162 couros salgados, 25 cascos met, 250 meios
de vaquclas.
xDOrtacao .
Maranhao, patacho brasileiro Santa Cruz, de 101
louetdas, niiriiiei o ezuinte : 9 volunte difi-
reme rrerradonai, 720 saceos caf, 107 barricas e
50 indias dilas xs'ucar, 67 camnhns doce de goiaba,
;i ditas e.50 lulas cha', 280 caixinhas e 1 caiaoes
charutos, 25 saceos sebo em rama, t oixao espada-
dores 2 foruos de ferro batiuo, (i bocaes de ferro
para toles, 2 euos de ferro para ca'rroca, i peras de
ferro para Ihesouras, I amarrado de piassaba, 5 tur-
na de 5. espirito.
Babia, patacho brasileiro Alhenas, de 206 tone-
lados, conduzo o segoinle : .111 volumes i'ifle-
rentfs mercadorias, 1,071 volumes dinorenics ae-
ueR-s.
Pairflltyina uacionii EmiliaH, de til toneladas,
coniluziooseRuinle :y^-tr.qaeiras euebra, 10
barns e 30 meiKd_to*_iBHuteiga. 2 cai\.rs charutos,
2 euos de ferro, Smarnvrllas, 1 -inhrulho chuma-
cairas de bronze e parafusos de ferro, 16 barricas
genebra, 20 garrafei alcool, 10(1 ditos e 2 pipas es-
pirito, 69 saccas caf cm casca, t pecles doce de
goiaba, 80 saccas cafe pilado, 126 cautis de madei-
ra. 1,000 barriqmoh.se 57 latas assucar, 1 caiiSo
drozas.
Kio de Janeiro, brigoe brasileiro Elvira, da 181
toneladas, cnudazio o seguinle 1 2,194 saccas' mi-
Iho, 15 pipas espirito, ".0 duaiaa H o,it agua, 13 caivis velas de carnauba, 72 mullios cou-
riiihn- de cabra, 1.810 meios de ola, 14 fardos cen.
amarella, :I0 rolos de salsa, 20 saccast algodao, 100
saccas assocar.
KECBBEDOKIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PIKNAMBUCO.
Rendimenlo dn dia I n 16 15:52:13291
dem do dia 17........ :!:858">(6I
I9:3S13S2
CONSULADO PROVINCIAL.
Heudimeulo dorii* I
dom Jo da 17 .
16
19:9671084
2:9713876
22:938s%0
9&totei&fMZQ $0 p&tuo
.VoutM ntranos no dia 17.
l'e'ra Novii36 da, barca ingleza Emilv, de
243 toneladas, capilla Wm. Slabb, equipsgem 15,
carga 2,999 barricas com buralhao ; n Sauuders
Brothers & Companhia. Perleoce a Terra Nova.
I'undeoo 110 lameiao. Seguio para os porlos do
sul.
Kichiuond--53 dias, brigue arnericauo at'airv, de
156 toneladas, capillo Samuel P. Willeby, cqui-
pagem 8, carga 1,900 barricas com farinha de tri-
go ; a Koslrou Kooker & Companhia. Perteuce a
i'hiladelphia. I'uniteou no lamnr.'io. Segaio p,ra
os portos do sul.
Hio Grande do Norte2 dius, lancha brssileir>
Flor do Rio Grande do Norte, de 42 toneladas,
meslre Jos -M.lheos Gomes equipagem i, carga
assucar e couros; a Luiz Borges de Orqueira.
l'erleuce ao Rio Grande do Norte. Passageiros,
padre Targiuo Paulino de Carvalhn, padre 11a-
zilio 1-reire Aloslan Navarro, Paulino I f r-
reira da Silva, Reiuahlo Gomes da Silva, Vi
ceule Joao Borges de Caslru, joaquim de Stoa
Hnlirii. Jos Alaria Lisboa.
I'hiladelphia9 dias. burea americana ulj'nion,
de 198 toneladas, efpilla John l'ower, equip,igm
10, carga 1,868 harneas rom farinha de trigo e
inais gneros; a Malheos Auslin. Pertence a Pbi-
ladelphia.
timit fallidos no mesmo dia.
Para'l.-runa braaRetra nEinilia, capitn Jos
Manoel Rodrigues, raiga as-ucar e raais g-ncros.
Ierra NovaBriguo ingles i'Glaucus, ca[iilau Ja-
mes Ailken, em lastro.
Kio de JaneiroRrigu* brasileiro Elvira, capilo
Belmiro Baplista de Souza, carga milho e mais
gneros.
MmIMOI, lenente^secrelario.
O .!i--cu.il de Manaba compra no dia 25 do
crlenle mez, a vista de proposlas apre-entadas nes-
le mesmo dia leas 11 huras d> inanhaa. para tor-
necimenlo do almoiurifado, declarando ellas uin
pre^o liio, os ohjuclo* seguiules, da luclhor qoali-
dade : Sapalillius. papel de peso, sola, chumbo
eiu leurol, (aivas do co'i-ie Ce (res a eis quarlos, ca-
bo de Mandila .,!,.,. 'de linhara, remos de faia de
seis ps, islas de osso, lunoa ingleza es-
ireila, luerlun, sebetn pao, cera em ardiles, co-
meres de ferro, dedaes de repucho, pregos de cobre,
plvora grossa, plvora lina, lapis.
Inspecrio do arsenal de inarinha de Peruainbu-
co, 1 i de uutuhro de 1856.
O secretario,
Alcsaudre Rodrigues dos Aojos.
BlMTICA'u ija vaccina. ?;;
9 Com autorisacao do Exm. Sr. ';-
^ presidente da provincia taz-e pu- Z
... i i- ^u
V i>iico, para conhectinepto dos ha- -; -
O hitantes delta cidade, que os dias j
jp de vaccinu Scrao de lioje em di- Q
^ ante nas <|uinlas e domingos de &
^ cada sem.na, no lugar e horas eji
3 anteriormente deca relas: nos do- ;;*,
^1 mingos estara' esta repartirlo a- ^;.
^ berta ate a's 1 I horas da nia'nhaa. f*
Q I)r. Joao Nepomttceno Dias Per- gi
^ nandes, commissario racciuador ;
M provincial. 2|
REPABTICO DAS OBRAS PUBLICAS.
A reparliran das obras publicas r mrala o foriie-
cimento de lijlo de alvenana grnss e rea para as
obras da capital, pelo lempii llenis mezes. Os pre-
leiidentes dirijam as suas prnpwlas em caria fechada
o Iilm. Sr. direclor ulerlao no dia 23 do correnle
as 11 horas da maiiha ne-l.i secrelaria.
Secrelaria da directora das obras publicas 13 de
ouluhro de 1856.O serrelarin,
Joaquim l'rancisco de Mello Sanios.
Directora geraj da instru-
cfto pubiici.
Pela respectiva secrelaria se Taz publico, que se
acha vaga a caeira de instruirn elementar dn pri-
meiro aran de Cabrollo, o qu. o lllnj. Sr. direclor
gerdl manda aiMuadar 0 pr..zoda 60 dias. a coniar
da dala desle para a inirnprao, e procftso de hahi-
iilacao dos caodidalot. Secretaria da directora ae-
ra! da instrurrao publica 17 de outubro de 1856.
Osecielano, l'raucisco Peieira Freir.
Subscreve-se na cidade do Recite, livraria n. C.
c 8 da praca da Independencia.
3RA
BAILE POPULAR
DE
mscaras e ///tantos as,
NO
-pitltUTu-Dtv cii( >i !|rtiiti.
SA1BAD0 18 DE OUTUBRO.
Os directores, animadas por algoos amigos e in-
lluenlrs. lem deliberado dar mi:i alguiM baile-, vis-
to lerem sido transferidos os diverlimenloa parliru-
lares, e mo haveodo preseuleinenle diverlimenlna,
roulam os directores Irr grande .-llluein ia : os bi-
Iheles estarn a venda no edilicio do diverlimenlo,
onde lambem llavera mascaras e vestuarios para alu-
gar. Devela principiar as 11 hora* e terminar as :l.
i
% i
PIODitAS PRECIOSAS- *
; -
Adererns de brilhaales, '
f diamantes e parolas, pul- 1
H ceiras, allineles, brincos *
1 e rosetas, botdes e aunis "
5 de diflereotei godos e de .
" diversas pedral da valor, 1
^ _
] Comprara, vendem ou *
5 lioram prala, ourn, hri- *
S l!ianles,diaiiiaiitese pero- *
las, c nutras quaesquer *
j jeiasde valor, a dinheiro ^
011 pnr obras.
AfericAu.
r.
-
k )0iH1
Ra do Cabugu' n.
Ueceiieio por
d*N o y; j> res du
Vi. *
-'- -ir- -r.-.
OUROEPRATA- 1
PARA o RIO DE JANEIRO.
Segu em poneos das o hrigue brasileiro a \dol- i ** "*'*:*;>.*+ 1
pilo, para o reslo da car^a, passageiros e eseravos
a frele Irala-se na ra da Cadete u. 66, ou com 0
capilan Mauoel Pereira de S.i, na prara.
Adererns completos le *
v ouro, mviosdilns, pulcei-
j las, allineles, brinco, e i
rozelas, cordi.es, Iranre- .
- lins, medalhas,crranles ?
e enieiles para relotjio, e I
outrosmuilosohjeclii.de
ouro. ,
Apparelhoa eompleloa,
' 1 s obras un ,!,- is ,u DraU' p*ra r"'- *
. deja-, salvas, eatllcaes, ^.
'O'ltiriH ,""OSf.<, tHII' cuiheres desopa ederha, i
, e inuilns aalrvs nhjeclos ^
(s> u rranea r.otiii depraia.
fo-
2n-
O aluiv.i issigiiado, aiternalante da alernimd<>
moaicipio do Recif-, riruiifica a qaeni roimr. aw
lera -1.. I. 1 n. 16, .:,.!,. dan* evpedienl .las s da ma
i da larde.Jos' Cuslodio Peisolo > ares.
*>:o i o.sta su
bre
nii! ; .
Stl-
'&viZ0 &RttiiSif*$&.
araikh.-.o e
Para.
Sej;ue em poucosdias o bem cotilleado
brgue escuna .1 Laura recebe carga
e passageiros : trata-te coai o consignata-
rio i. B. da Fonseca Jinnof, ma lo Vi-
gario n. 25.
Para o Rio de Janeiro
'Uueem poneos dias o hrigue brasileiro Adolpho,
deque lie espillo .Manuel Pereira de Sa; paran
reslo da carga, panaceiro* e eseravos a frele, Irala-
se na na da Cadeia do Hecife 11. 66, ou com o ca-
pilo ua prara.
cciiipanh;i
que tes \u;\>>z s n
iMj j>--
vapor.
v^~^01Ul.-Sr.-Ki5pv3ctTf'da tlicsouraria pro-
vincial, em cumprimenlo da orden) do i-.xm
Sr." presidente da provincia de 6 de crren-
te, manda tazar publico,que no dia 6 de no-
vembro prximo vindodouro, perante a jun-
ta da fazenda da mesma thesouraria, se lia
de arrematar, a quem por menos izer, a
obra do empcdramcnlo do 19" lauco da es-
trada da Victoria, avahada em 5:890/500.
A arrematar;:!!) sera' folla na forma da I i
provincial n. 313 de 15 de maio de 1S5, e
sb as clausulas especiaos abaixo copiadas
As pessoas que se propozerem a esta arre-
matacao comperecam na sala das sessesda
rnesina junla no dia cima declarado pelo
muio-dia, competentemente habilitadas.
E para constar sr mandou alTi\ar o pre-
sente e publicar pelo ubiario
Secretaria da thesouraria provincial de
l'crnambuco, 11 du outubro de 1856. -Osu-
crctario, v V. d'Aiuiunciar;ao.
Clausulas especiaes para a arreinatacao.
t. As obras de empe Iran -uto Uo la lan-
cuila estrada da Vctor a, na extensao de 714
bracas, serao feitas de conl'ormidade c>m o
oreaiiiento approvado pela directora cm
conselho e apresentado ao Exm. Sr presi-
dente da provincia na importancia do res
o:8a0/500.
:'.. As obras priDcipiarao no prazo de um
mez, e lindaro no de lil mozes, ambos con-
tados de coiil'ormidadu com o artigo 31 da
lei provincial 11. 286.
3. O pagamento da importancia da arre-
malacao realisar-sc-ba ua forma do artigo
39 da mcsuia lei 11. 286.
4. O ai rematante durante a execucuo das
obras proporcionara transito ao publico.
5. Para tudo o mais que nao se adiar de-
terminado nas presentes clausulas nem 110
nicamenio, seguir-sevi o que dispOe a res-
pcito a lei 11 ;mi.
Conforme. O secretario, A. 1". d'Annun-
ctJssSo.
Dr. Francisco do Assis Oliveira Maciel, jniz
municipal o provedor dos residuos e capellas nes-
II cidade do Recife e seu termo por S. M. I. e
C. que" Dos guarde etc.
Taco sabor aos que o presente edita! viren, pie
PIMICUJA LITTEIARIA.
REVISl'A UA INSTRUCtAO' PUBLICA I'\R\
PORTUGAL E BRASIL.
rteJuivdu: amonio tehciann de faslilho e l.uit
Filippe /.eite.
A nica politicaaoiualmenie possivel. nao sopara
a Europa, mas para a America, e para lodos os
povoslivres, u a da luz para todos; he a da civili-
sac,ao nnivorssl. A opiniao popular educada, lie
amis segura fianga de eslabilidade paraos bons
governos e de felicilac.ao publica. Por ella se 0-
perar no inlercsso co.Timum, o que alias licaria
circumscripio a limitada esphera das convenien-
cias individuacs.
Portugal 00 Brasil, que derivam de origen
coinmum as suas inais gloriosas tradicces, palpi-
tan com aspiracies indenticas e nao demandam
oulro norte, senao esse para ondo llies esUi aponien-
do a consciencia das proprias provarpes e a scien-
cia na sua expresso mais sincera,
Sem um syslema de publica insiruccao que at-
linja a verdadeira altura da respectiva destinado
social, infructferos sero quaesquer esforcos com
qu se perlcnda fazer progredir um paiz na estrada
providencial da perfectibilidadc.
Entre nos, porluguezes e brasileiros, se cones-
se com amor e franqueza de raaos, que. nem a
quem, nem alem mar se possue ainda cduc.co na-
cional organisada segundo as inais recentes revela-
riies dasciencia, e conforme as nossas peculiares
nocessidades., e conveniencias. E com a mesma
franqueza concordaremos em que ambas as nossas
legislarles respectivas, se acham mu 'on;e nao s
da sua importancia, mas das exigencias imperio-
sas da posirao poltica de qualquer dos dotis paizes.
Portugal, abracado com a industria agrcola e
fabril, e empenliado nos melhoramentos maleriaes,
vai construindo de l>oa f, sem ailenlar seriamente
para a solidez dos alicercns. (guando mais arro-
jada se Ihc esliver afligurando a projeccao que. de-
lineou, mais provima da sua ruina he andar a
grandaza da adificagao. 0 desenvolvimenlo publi-
co, que espera do plano de reformas que tracou,
-era qaasi urna chimera, emi|uanto nao dispozer
rasgada e francamenle os cannnbos da Ilustrarlo
popular. Pouco Ihe amadurecer o fuluro, em-
quanto nao emendar os erros que liie legou o pas-
I sado, lazendo caminliar juntos os inlerosses intel-
1 lectuaes com os maleriaes do piz.
Brasil, na (orea da sua adolescencia como
naco, entrevi' largos liorisonies c' ymgOf de -
riqnAH pujiliea mas, para que 0 5eu in,luxu
conlinentd meridional u-a America i. ------
Ihe ciimprc, he-llie mistar partir do mesmo prin-
cipio deengrandecimento intellectual e nao hesitar
pernle a amplido do commeltimcnlo.
Eis as as nossas posteos, a nosso ver, defini-
das.
Porlogal, pela sua silu3r;.ao geographica.pela im-
portancia das suas coiiilicoes histricas, deve as-
sumir o lugar que Ihe compete na communho eu-
ropea .
O Brasil, pela vastidao do seu territorio, pelo
vigor de todos os seus recursos, leude a elevar-se
ao grao de inllueucia pol'uica, de que s o far par-
ticipar 0 ssu desenvolvimenlo intellectual.
O primeiro nao oblar a prosperidade publica,
sem bascar na educaco nacianal os seus esfor-
caPaWli
A
_____ %lw$.
O geni Oliveira fara leiMo, por cunta e rif-
00 de quem perlucer, de ITO pipas vasias levanta-
da>, e de 1,0 barricas vatiM que furaia de farintu :
sabbadn, 18 do correnle, as 11 horas da mauliaa, 00
anii.i/rn n. |T, ,,a prala de Santa Kila.
Transferencia.
Fica transferido parj (|uarta-fera '2-2
do corente, o Ifilfio dos objectos do va-
por .MAOKZ DE OL1NDA, annuncia-
AVISO AOS NAVEGANTES.
O ii:"iile Vieira laSilva tai leiUode nuco li.ldus.unia
hujarrona, qoalro latinos, doos ctelos, dous gar-
lles, dom bulachos, 11.11 juanete, doai nrredoras,
um Iraqoele, urna valla de e.la's e uiua liauhinella,
Ierra Irira -Ji do corrale as 11 boras da mauhaa,
nu largo da ra da Cruz do Recife.
Quarta-feira, 22 do crtenle, ao meio
dia em ponto, o agente Oliven a bra' leilo,
|iorordem e em presenca do lllm. Si. cn-
sul da Franca,enorespecrivoconsulado, si-
to pa ra do lia piche desta cidade, do se-
guinte, pertencentea liquidacSo da massa
do finado Nicolao Gadault; a'saber: tima
casa terrea nova (ainda nao numerada;
feitadetaipa, com quintal ecacitrba, si-
ta Da ruada Esperanca, terceira casa a'
m.o direila de quem segu da Soledade
para o Manguinfao, e um terreno sito no
lugar dos Coelhos, con frente para o ali-
nhamento da ra dos Prazera, no bair-
ro da Boa Vista, tendo 111 palmos de lai
gura, na frente da mesma rua.
de Lisboa, asquaes se vendem por
prego i imumnu> (oio eostumam.
FHICt lie ViilKDS
EM SANTA THBREZA.
No luuar denominado Sen/ala. em Sania T'hereza,
casa do Sr. Callo, acha-se csiahi-lerida una fabrica
de vidros, a qual fabrica (oda e qualquer quali laile
de vidros, assim como porcellauas Boas e ordinaria-:
a* encomoieoda poi ora deveran ser fritas na mama
fabrica em quanlo nu se eslabulecem depsitos e>-
peciae*. para mair coininodidade do freguezes.
I'recisa-se de um bom auiatadoi : na padaria
dn paleo da Sania Cruz junio ao sobrado n. 55.
O abaivo asiigoado, eslabelernln em Uaccid,
Viga nada devrr a pestoa alsunii na prara de Per-
Bambuco, mas -e akuein se fula*' seu redor, lirva-
H no praxode 3 das, cornados da publicaran desle, U1:A 4-
aprewniar sua mua ao Sr. Amonio- Pereira Meo- "tu.O, (lile e Si 8,0 t \)OSl >
des, rua da Praia a. -JO. Macelo 5 de oolubro de ., ..,,,. .i ,1
Ifib.-jAiilimin Joaqumi da Silva ligueiredo. VCIlJ, IU l'M'S.-lSi'Jl iil
Ma !;<
Aurora n. *i0, das 9 s 5
[ch^|da tarde,osbilieti s. meios
O S ihesoUreiro
loieiias manda fazer
d.>
IIU-
Na ma de Sania Thereza n. 38 deseja-se tal- |rlo0 I a
lar com o esludanle Urbano Sabino do Paula Cosa.! "S lOlei'JrtS, Hit
lugio no dia 15 do coirenle o cscravo Joio,
crinulo, idade lid anuos, levnu r-inia branca, caira
de casemir.i ou de riscado, chapeo prelo da massa
e'UInra alia, rrTnrrado In corpo, cor ful
I, cerra.In il- barba, mas curia, lem cabellos casia- .
nbns nos peitoa, p seceos e coinprnloj. Ma com c H**a*MIS ta SKkU Mtltt OHr*
dewmbnrar-o : quem o pesar leve-o a easa de seo
senh.ir Vicente ierreira da Cnsla..... largo da As-
sembles, que sera' cenenxarni-ale reeompenndo.
Fiigiu lionleni as 10 horas da nianh.la na casa
a priinera lotera da
Ordeai Terceira do Car-
n. 5 da rua da Cadoia do Recife, o prelo llamingos. ,., .I,. :+ i
na?,*.Coogo,estatura balsa, de 15 a 50anonade ,,,i UO I\.L'CIIe, CUJaS 1'OUaS
idade, barbado, coro saissis, cabellos hr -
mas marras dr beligal no rosto, e fall
mansidao: foi e-cravn de Antonio GerruBno Regoei-
.rTn mu"; andato no da t do cor-
uino,.,,,.,. ,. c-riavn ue Amonio i.rrnrano Hrguei- ,.,,,,,.. ,, ..... I
ra Pinlo de Sau/a, spihar do ,.iigcuh i Buranhaem *-"*;, (. t|lie lOi' (|U6 St'
da Cregueaia de Una, d'ou.le veio para esta cidade ..,, 1,1 :..,.,. ... i: ".
para ser vendido, sendo a sua venda garantida por 'u j f '*S IIS US, Si(_! I),t-
Anna Acri .li l.ins Wanlerlev. ......... .
Leudo.
Johnston Pater cV C, eontinuarao, jsor
intervencao do agente Oliveira, o seu lei-
lio do mais esplendido sortimenlo de fa-
zendas inglezas, todas proprias do mer-
cado : segunda-feira 20 do correnle, a"s
10 horas da manliaa, no sen
rua da Madre de Dos.
arma/.em,
WtriStfg <&lvtv%0$.
aSSOCIACAO nPOGBlPHICJ PERJiltlDCIA.
O I." secretario ra constar ans interessados,
hoje ha sessao do rnnellio direclor.
111
SOCIEDADE LITTEiUTRA FRANCEZA.
0 presidente da sociedade convida os Srs. socios
para una reuniao, hoje, as 3 horas da larde.
'"tar"
v,..,.
la ii
-r.?A*v
\o da *M drslc inel esfiera-se i.1- su
AVON, commandanle Itivele, o -[n .,,.i. ,
mora do cn.luine seguir psia Snulliamplon, Incali-
do us portos de San-Vicenti', Teneriff, Madena e
Lisboa: fiara passageiros, ele,, Irata-ae con o a-
senies Adainsiui llovvie & C, rua do Trapiche-No-
vo n. i'2. S. 11.Os vuluines que preienderem
iiMiid-r para Soultiamplon. devern oslar na agen-
cia dua horas anles de se fecliarem as malas, e de-
pois dtsla hora nao se recebera volme algum.
ara pe
ii ha o >
if
u ra-
Segu em pnucos dias para o Par, rom escala pe-
lo .Maranhao, o brigue brasileiro Clara, de priineira
marcha, o qual lem ji parte da carga engajada : pa-
ra o reslo r passageiros, para o que ollerere as'eia-
dos coiiimodos. Irau-se com o consignatario Joao
Piulo Keoif'deSoon. aatravatsa da Madre de Dos,
armazem d Marlins Pinto, ou com o capilao Fer-
nando Jos dos Sanios, na praca.
OE NAVCftqd illXTA,
es da
ra do Rio de
-,! sra<^iB AOS 20:0005, l:0000.s, :000.s E
-2:000x000.
Hoje deve cliegar o vapor do sul, tra-
zendoas listas da primeira loteria do hos-
pital da villa das Caldas: anda existen
bilhetes e meios, cuja numerado lie bem
sotlida, c pode-se achar a venda junio
ao arco de Santo Antonio.Jos Euzebio
AI ves da Silva.
Grande e asseia-
do collegio esn
- Tendo de aer celebrado* no din 19 do correata Stt,U OS |U't'llllOS IIK'Ollt!-
o annieeraario da instalaran do erando hospital de iin,,*., .<.,,.- i
randa.le, eslara abcrlu esle e-labeleriiueiilo desde 0 ,lcrtlt., ti CAtCUCaO (lO-i ()l*e-
horas da manbaa ale !) horas da no.le para todas as ||,a o'|-ti-!'!<- rnw, iaA
petraas que o qm/erem visitar.O oscrivaoda ad- ,,,1"'> grailUCO, 11116 S!l 11 JKl-
mini-trarao, Anlonio^Joso Gomes do Cuncio. nenu L.ivr > t- t
iica em poder de Antonio dos Sanios Vieira o Ous 1W5 S.tsao (la irX-
bilheie n. 336* da segunda parta da primeira loteria ti-ic. "in n. ....,. .... ,i
do Carmo, perleucenle au Sr. Joaqoim Ierreira da l'*CydU, IIO (M>ll V Ollt O (Je
SilvaJunior. %n n I
Pica en poder de Jos Antonio de Paah Ha- -*t,:,s;l SCIIilora (lo L ai'IIIO
c.rio sr'. n1-" ** esciivao, JostsJaui-
rio \lves dn Maia.
Prccisa-se fallar aoSr. Joa(|iiituJose
-Marques, que morn em Santo Amaro
por detraz da fundicio : na livraria ns.
LilERIA DA PROVINCIA.
>bbado 18 di corren
te, polis 10 luas da ma-
e a extracca'o d
i primei-
neira loteria du Carmn, o qual perle
touio do Paula Madureira.
_ Jo- Antonio Marques declara au Sr. Vicenle
tcrreira da Costa, uu a quem por elle le publicar
no Diario de tli do correnle um aunando em que
declara a pessoa que quer comprar a casa, sila nu
principio da estrada dos Afilelos, que o anuuii-
ciante Ihe be deveilor da qujnlia de 381680, declara (j e 8, da praca da ldcneinlencii
poisoannuncianlequeacaia noesi. sujcila aquel-! t "">" "'' 'nuLpcntiencla.
la qnaulia, e lano inais qnanlo o Sr. Vicnle Fer-
reira da Coala o acha lamben dcbilado para como
aniiiiiicianle em milra quaiilia, e pnr iss logo que
queira, pode apparecer na casa da residencia do an-
iiunriaiile, que queiendn faer o compleme cnenn-
Iro, sera enbolsadii,raso alguma cousase Ihe reate.
Desappareeeu houlem a imite da rua da Cru,
oaa n. 27, am periquito rejado de prelo, denomi- lliaa,
nado t.ara Suj^: qaem o levar a mesma casa .era
bem recompensado. S'"'!! IK1H Darte
Itesapparcceu desde o dia lerrafeira, li do /-v
correnle, urna neara crinula, de uome Colana, re- l*a l'tei'la (l MIH.'S TVl'-
preneiitandii illaniun de idade, faia de cara, com os ,_
beiros grossos e faliando-ilie os denles superiores da Cetra (lO Cu!' '!;>
l'rcnlr ; levnu vesluio de chita amarella com oulro
lambem de rhila | desbolado pnr baivo, panno da
Coala e um labolairinbo cm que andava vendendn
laranjas: quem a apprehender, dinja-seta ruado
'.'omtidi. loja n. 2.
Lisboa para o vapor Avonn com o pfe'iiio "le
|ior cenlo.
AVISO AOS SRS. COMMEKCIANTES.
Lina pessoa mullo habilitada se ollerece liara fa-
er eobrancas pelo centro e mesmo ao norte .la pro- i
Tela: u sentiores que quurrem nlilisar-te da seu
servirn, para o qual ollerece pesso i lonea nela pra-
s como liador, dirija-iie a prara da Independenria
ns. 2.1 e as por estes das, que ah acharan com
quem Iralar,
SOCIEDADE EM G01IANDITA,
Luiz Arnaud, l'ouache Irmaos & C,
em Marselha
O vapor HrasU devera ler partido de Manolita
para o Kio .1 Janeiro, com escala por Malaga, Lis-
boa, Teneril!, I'ernanih
tembro prximo passi
e baha, lio"illa >
^j^s&r-rt.....'for'
ageules dajooiiiii^uliia.
mpaaiita
p.;U tes
Cruz. n. 1,
'vasitira de
mr.
para meninas, internas e externas, cuja
educarao, prendas e mais vantagens, se
poderSo avaliar, cm presenta eos estatu-
tos, que se acham na rua do Ci?spo loja
n. l(i, ou na esquina t|iie volli para a
rua da Cadcia.
a cao.
O lllm. Sr. Dr. provedor dccapellas,
|or despacho de 2(> do correnle mandn
suspender a arrematarlo em paca, das
vendas Jas casas, que constituen o patri-
monio da irmandade das alma-, da ma-
triz de San-1'rci Pedro Goncalvts do Re-
cite, a requerimentoda reapectra irman-
dade. Recife 17 de ottlubro d 1856.__
O esciivao, Galdino TemistoclesCabral de
Vasconcellos.
0 abaivo assignado prevne ao Sr.
tliesoiueiro das loteras < a litios os se-
nhores, e especialmente ao Sr.Pilvcarpo
jgLavmc visto estar porcHesaranti-
d.r^iTTe\J,l-',','cl1 biUte n. ~-r,, em
' .tT 'Jtei-.:-i que le < aer e\-
Uoje, a,>.n-.v. ^ n,o paguem
senao ao ahaivo a$signadr);>c^
jiorventura sabir, visto como kes3n ;-
r;itimodo!io Recife IS de otitihro du
I8.")(i..Mauoel Jos Marinhc daCunha.
\ .t. h(l "IHC.
SEGUUSOOE.
Companhia de seguros ma*
riimos, estabe/ecida no
Rio de Janeiro.
Capital mil contos de rek.
Ollerece ao commereio vanlagens que nenhuma
ntra companhia lem feln ale agora. Aceilam-se
proposlas de seguro no escnplurio de Isaac, Curio A
Lonipanhia, agentes da companhia, rua da Crui
l'rerisa-se de um menina para aprender o of-
iiciu de alfaiale, d.-se comida e dormida -e convier,
preiere-sa com algum piiucipio : ua rua Nova n. 02.
- 1 reca-se ile olliciaes de cb.iruleiro. assim co-
mo de um aprendiz,dando-se sustento: no Mouteiro.a
i aliar com Pedro Coelho Pinlu.
Precisa-se de HOOsOtK) pelo lempo de um au-
no, dndose por hvpolheca um litio no lugar de
, Hgipin, hvre e desembarazado, em Ierras proprias,
i ICCUlOS (le f7fV/0/7ttf/. TV". e fruclos- e hi'sla," ler.euop-ra
aairassr
^rXT ar trirs! tttsssE&if-q,,e ,em ,odo
fundadora du fabrica de]
fiac&o e
ral, no d,a 38 do correnle, em rasa do Sr. Antonio
Marques de Amorim, rua da Cruz, ao meio da em
ponto, para ouvir u Malario apreseul.do pelos mes
mM renles, dar o seu parecer e deliberar sobre ns
meios mais conveniente- aos (rabaihos prelimina-
res da dita empre/a. Pernambuco 15 de uuiubro
de lojt.
Amorim, l'aria, tiuerra \ C.
Desappareeeu hoje, l de outubro,
um parduiho de nome Vicente, ele idade
12 anuos, com os signaes segnintes: ca-|| No armazeinde teT.d'ar'bararas,
Precisa-se de um caiieiro que lenlia pralica dv
rerragem : na rua .Nova n. ti
CRfABiCA PEKUIDA.
Ilonlem l, enlruu uo armazem da rua de Apollo
n. -. um mulalinho que representa ler li anuos de
lUade, que insisti em querer all licar, n qual fui re-
colindo, e hca sob a responsabilidade de quem per-
piio((u*ra|ilii.i.
Artigo mitro,
brnbora -muco apreciador das pidcimca-
dos jomaos, que ordiawriaanoats aooJtassi pan
pravar qual doseoaieotdoroa he maioriMi
lador, o abaixo assignado so icputou alara-
do tao direetaiiicnlu cni um jrligo contra ..
ment da pbotographia, que stto psjalo dc-
urde quebrar tan.b.-m uau lanr mil.....
ra desta bella inveocfie que um atosoMasasM
ciunie de inleros.se protendo aholot ssssjsss-
do-lhuas suas grandes Tanlaajcu u -eJ'v.,.
lor. Nao sa os ineus iiitiusM> qu,. ojSMn
defender contra a aggressao, ina sm, ,, ,\,
propria arto que sao mu dignos asolst.
l'riineiramcnlc o autor anonvnio do arti-
I go em qucstiio deveria lembrar-se que aja
< esposaos seui|ire a una llenla n licula
quando temos .1 ousadia de fazer um jui/n
: sobre cousas de que temos um couhoriiiien-
' to apenas superficial. Com ell'cito, elle falla
! da ptiotogra|-bia como ella se achava na mi,,
Dancla; ora lia petateas artes que tenbaru
i sido UA aporfeteooSHM em lio curto esparo
I de lampo como esta. O deleito que Ihe 1:1.-
' ma era lambem seusivel no daguerreoty|Ki
1 antes que Fueau houvessc illustrado o seu
nome descobrindo o meio de fxar os retra-
aos sobre a lamina pulo rlilnriirclo d'ouro.
I liste deleito loi vencido da mesma maueira
I na pliotograpliia o a prova em papel, rece-
beudo una prepararrio aua'oga, lornou-se
igualmemc fixa e uialterave!.
Apc/ar de todo os progressos da sciciicia
ainda llavera scmpie tn.os pliolograplos,co
1110 tambein ha maos dagueireolypisUs, roas
os productos destes so servirao para dar una
medida da ignorancia e da negligencia que
mainl'est-Mii para com urna arle Uio ilifCcil c
Uo deluada. A*siaa elles he que nao sabein
fazer una cscolha judiciosa dos meios que a
cionesl Ibes poo avaleamoo, lies he queob-
leum os tristes resultados que o autor do
ailigo a que alludimos allribue a arle cm
geral.
A nao ser assim, como podcriamos expli-
car a immcnsa voga que a pboiograplia lia
tido e continua a ter um loJa a Kuiops .'
Voga to grande o tao bem merecida que
deiilroem pouco dcsterrou u dagucneotypo
caire as antiguallias, e niugucm em nosx
dias uti/.a duvidar que a pboiograplia com
as suas applicacocs lao vanadas lie destina-
da a operar, como as marailuas do vapor a
da eleclricidade, urna revolucilo complvu
nos nossos co-tumes necessidades Se an-
da nao se houvessc acliado o meio de dardu-
racao conslatilc aos productos pliolograplu-
008, como he que elles ja iioderiam ser ap-
plicadus a iiluslra<,',io du oliras inipo, lanu.-.
c que os soberanos se fazem mimos com al-
bumsude vistas ptiotogiapliicas sobre papel-
He sempre um triste e pobre meio o pre-
tendermos fazer dienlalla, calumniando <
mrito dos concurrentes, e por isso o abai-
xo assiguado pouco se prcoecupa com o que
ii 1/. esle ou aquelle individuo ; para saliata-
Cao pessoal basta-llie saber que de inuu.i-
centenas de pessoas que elle lia tido a honra
de retratar durante pinicos mezes, una se
quer ainda iio velo queixar-se acerca ir.
deterioracao dos retratos pholograplucos,
emboca os teulia garantido lixos.
As vanlagens reacs (lestes retratos >3o si-
do mu bem apreciadas pelo publico, e nsst
issojulgo destieccssario la.'e-las sobresaliii
por urna comparacf.o com a imai;emdesa-
giadavelmeiite cliammejanlc do dagucnu.i-
typo.
Mas o qoe carteasen te me intcrcssana inli-
nilamcnle fura ver que se me provasse --nao
con palavrase cscriptos, mas pelo tacto e
sobre as miabas proprias provas,oque
se aventura com lana arrogancia.
Aciam-se lodos os dias a vista do publico,
tanto na minba palera, como lambem 110
aterro da Boa Vista probas pholographicas.
ejecutadas 110 ineu estalielcrimento,que fur-
necerao ao depredador anonymoa mais bel-
I. nrao.Uua p.ira wludar a qaestn. e en o
desalo para mostrar-me a allerahilidade
de.las. Al la, cslou mu deci ido a nao pei-
der mais o meu lempo em responder as suas
agsressons.
Gstabelecimento pliolograpbico, rua Nova
n. 21.Augusto Stal.l.
1 HOMEOPATIIIA E 0
, CHOLERA.
r nico 11 mi.11 nenio preservativo
curativo do cholera-morbus,
9 PEI.O IKII Tiill t)
(^Sabino OlegarioLudgeio Pinho. 2
"i-ganda eterio.
A benevolencia com qu Toi aeolhida pe- fP>
lo publico primeira edicrn desta opm- >
culo. Hllala no curto esparo de dnu< me- W
es nos induzo a reimpressSo' Q
\A t.uslo de cada templar......190(10 2
t.arteiras completas para o Irata- W
menlodo cholera e A '"s molestias, a.........uision 3
S n Me,a.? C'rle'r,........... P
^ II- uieillr^nirui,. ,Ao os lilclhnrr- possivei*. tA
Lousullorio central homcoialhico, rae 5
(lesanto Amaro Muudo-Kovo n. (i. W
C. STARK c\ COMPANHIA
espeitosamcnle annunciam que no seo ex-
tenso estabelecimento cm Santo Amaro, con-
luiitiam a fabricar


"=a!!'--K-W?T*j*ii*w**m. .....""'" f ,"pr,car con ajmaior perfeirao c
s**&XKRi$l &a&X&i&t$t8gS& promptido, toda a qualidade de macbinis-
AO PIBLIte.
Denos carapinbos, cilios
chato, levou veslido cui.
pretOS, nariz
COS.
O secundo, nao aprovuilaiu uonveiiienicinunto
os seus inexauriveis recursos, sem elevar a massa
nacional au ni\ol a que Ihe nao he licito licar in-
ferior.
Que nos prunomos nos, com a presente publi-
oaeio .'
Em doas palavras o diremos. Pasar na balanza
do MUSO conimun e a lu/. da sciencia actual, o que
exislc, bom ou mo, ptimo ou pcssinio nas duas
legisIsoMs; inquirir oque falla edevia existir ;
examinar com a mesma consciencia o que se faz,
c o que se lem feito nos paizes onde mais 3dianta-
da se acha a organisacao da insiruccao publica,
considerada quar adminislralivainenle, quer nos
seus pormenores pedaggicos e didcticos. Da
mcdiiaJa confronlacao de lao diversos elementos,
irmos prupondu o que em boa razao se nao pode
deixar de [iropur, pata o apcrteicoainenio, oti an-
tes radical refirma da OStruecaO publica, ein caja
um dos dous paizes.
A taiefj, nao lie fcil. Supprira, porem, a lina
vontade, sa, como esperamos, os especialistas o os
sabios d'um o d oulro paiz, a quem militas vetea
liavemos de recorrer, reparlirem comnosco dofruc-
to das suas observacoes e dos seus estados.
Considerando que o agrado nascidoda ameDida-
Je, be para o gasto da maiocia tuna itiaocente se-
O vapor PARAN', eommandante F. 1". Borges,
esptra-se dos portea do norte, em seauimento para
Macelo, Baha e Ido de Janeiro, un IS ,lu correnle,
a carga ou ciicommenda dever.i ser engajada no
escriplorlo da agencie, no mesma dia da chegada do
paquete, ssim l.ur.h m os eseravo) a frele. devendo
os dea pachos e os conhecimentos, seren entregues
na agencia, ale o meio dia do .lia da sdllida do pa-
quele: agencia la do trapiche n. id, segundo
andar.
Para a Araealjr, com muita brevidade sabe o
mate lAuroraa, por ler aparte da cares prompta ;
pira o rosto e passageiros, Irala-se rom Marlius A.
Irn. in. ua -na ila Madre de Dos n. i.
Para a Baha
o veleiro e bem conliccido palhabote nacioaal Dooi
Amiaos, pretende Kguir rom malta brevidade, por
ler parle de seu carregamento prompto : para o res-
to e passageiros, para os qoaes lem axcellenlaa rom-
irn-.|i-
tialiidi
misa de chita ama-
reliada e calca Je brim de algodao de lis-
Ira : quem o pegarleve-o a rua do Cres-
pn. 7. casa de Seque-aA Pereira, que
sei a Ix-m recompensado. Hecife 16 de
outubro de 1856.
- o baeharel A. K. de torres Baudeira, prafes-
01 raiiieiiralico de lii.gua rraneesa no OMimamo
desla provincia, lem retolvido ahur do primeifo de
noven.bioeiu .liante um novo curso drsl.i mesma *
lingua e da luglea, e bem assim de rhelorica, !e.i-
araplua e pbllosephia : quem de seu
i',",'.',, ".",'Tr 'v '"or"''-l '' casa deTuTei"
nn.ia. ua rua .Nova u. 23, ,r.,,u ,llu,
.~ZS?. i' ,"'' le '"ar0 rtu r"""C"le annn
do engenho Lordeiro, fregm-zni dn Tracun'
ca bai^'.'V-1'" -'ni, ... trou -
aulnita horca por ler sido arjV-cado
iii, reprsenla Vi nuus ; e Benedicta,
cmnpri.la. bstanle preta, denles aberloa a
rao, reprsenla ler :ill anuos ; esle eaei
'Precisa-se alugar tima ntgn para
servico de urna casa de pequmalamilia,
paga-se liem : a tratar na ruado AraRaO
velas e
ta d<>
se rTo ii-
ii. l, ou na rua Nova n. '.
A fabrica de
sab&o h' vapor da
Briim, precis (I*1
tes e le seiTiidores,
Couipanbia Per-
iiambucana.
que tugiram loraiu encontrados em II. S. di
que tan para parle de Sinlo Anuo, aond
rua do
f.ollegio n." 2,
M vende-se um completo sortimento de fa- B
M zondas linas e yrossas, por mais barato B
Q presos do quo em oulra qual(|uer parte, \
|c| tanto em porces como a retalho, altian- ^
|| cando-se aos compradores um s nrero H
f para todos: este estabeler.imento *' -se "*
j^ de combiuacao com a maior -a- |1
jj sas commerciaes inglezas, le- g|
B maos e suissas, para vender i. S
|| em conta do que se tem vendido, e por isto f
ollerecem elle maiores vanlagens do que fl
oulro qualquer; o proprietario desta im- H
portante cstabelecimento convida todos M
os seus patricios, e ao publico cm geral, ||
Pjj para que venhatn (a bem dos seus inte- H
resses) comprar fazendas baralas: no ar-
mazem da fja do Collegio n. 2, d*,-An- 3
RlB '.AFFECrER.
O nico autoriado por decisao do comelho nal e
decrrlo imperiaX.
lis medico, dos liospilaes recomiuendatn o
arrobo de LilTecleiir, como sendo o muco
[ mo para o uso da agricultura, navegacao a
inaiiulactura, e que para maior comoiodo
de seus numerosos fregues e do publico
cm geral, tem aborto cm um dos grandes
arnwens do Sr. Mesquila na rua do Brum,
atraz do arsenal de niariub* um
DEPOSITO l>E MACHINAS,
construidas no dito seu estabelecimenlu.
Alli aebarao os compradores um completo
sortinienlo de moendas de caima, com lodos
os mellioiamentos aiguns deile novo c
oiiginacs que a experiencia de inuilosannu*
tem mostrado a uocessiiiade. Machinas #J
vapor de baixa e alia maula, laixas de 'ij-
(lolamanbo, lauto bandas como run./las,
canos de mSo e ditos para condu/ar famas
de assucar, machinas para raoer inendioca,
mudis, Irata-M c.nn o sen eonilgnalaro Antonio
l.uiz de Oliveira A/eve.lu, rua da Crui n. I.
1TAKA O KIO DE JANEIRO.
Espera-se do Ass com wnila brevidade a bem co-
nh'Ciila e veleira barra uMillnl Im. a qual lera aqu
a demora lufiicienle para recebar eseravos a frele
para o porto indicado : lr-ia- (iueria.na rua do l'rapiche n. I i.
Para a Balita legue em poucos .lias o veleiro
palhabote ..Sanio AntonioTriumpho, ,le lulede IJIi
loatladas, por a' ler a maior parle da rarga prouip-
la ; para o reslo trala-sa com -i -"ii ronsignalarlo lio
mingos Alves tameos, roa de Apollo u. I.
prensas para dito, tornos de Ierro hondo pa-
ra lannha, arado de Ierro da ma- s approva-
da conslruccao, Tundos para alambiques,
envose portas para rornallias, urM ,n|ini-
dado de obras de reno, que skra unfcaoama
'iillH'ioiTct& H\.Jt\iMO -fcoiM ./Wp-~.ii.' urna
suas ollicinas e macbiuisn'.o, c penXa dr
seus olliciaes, se comprom'jiu-in a faxer exe-
cutar com a maior pres,,CM e pcrfeicao, o
exacta confortnidade co m oi mudellos ou de-
senos, e instrueqoes que Ihe lerem Ionc-
enlos.
Candida Bal'jina da I'aixao Roclia,
antiga prolesso a particular de primei-
ras letras ecos'aini do Imirn do Rcciic,
rua do Vijjar.o, tem Iraiislcrido sua aul;t
para a ua'Jo Rangel n..VJ, onde oni-
nua acvc'.-ccr osen ma;;islcrio, nsin;iu-
do indo quanto lii/ parte da Bstsacarjaii
|inmai i,, de urna senliora hssiih SBMBM
nao ('.lvida receber i>cnsionisias e mun-
DCUionistas, por DTeqoa ra/.oavci>.
/ Uillieles de visita.
1 emeonseqiiencia do emprego da copaniDa, /(iravam.sc e imprimein-se .om per reirn eafbstsa
' da cubeba ju das injeccoes que represenlom ,,,. %1Mldi |Cillas ,ie commereio c totea o- eltasaoa <*
posifea que ello aalejam aeooladM: por tanto olle- auiorisado pilo governo e pela real socteda-
rece-se boa gratificarn a quem os appreheuder uu i J(j Je mejcj,il_ tsle medicamento de um
dar noticia no engenho cima nitnciouad
__ No segundo au.lar do sobrad
legio n. 3, precisa se de urna mu
crava p _^ naOOO le alugucl mental, por urna I p() com pouia despe/a, sen incrcui to, as al-
escrava que cn/.i.ihe e engomme, nao sendo parea, roccfies da p.'llc, impillgetlS, as coiiscqnen-
presaiCOU, nem atrevida : Irala-se no segundo an-
dar do sobrado jonlo a fabrica de sab.io ila roa Im-
"'i"" "" dedemcdicia. tslc meuicameiuo uu um
lo'daru do Co- gosto agradivel c fcil a lomar em secreto,
.11. ".ra ou esta e.nTusona matn.ha real desde ...ais de
I 6() an||oa j|a 1.fiaica,inelllc em ,,ou.-o tem-
r.unnrar ... carro rcdilai ia .ns hnmores; conven aos caUr-
r ua lo I ame he' rbos, a bexiga, as conlracccs e al.aqueza
,.., na .10 uapiuie ^procedida do abuso das pjec-
cias das sanas, ulceras 0 OS accidentes dos
parios, da iiade critica c da acrimonia he-
per lal.
__ Quem aniuinciou querer
.americano de nula*, piuiurc
i 11. 10. segundo andar.
_ Para una casa de pequea familia na l'asssgein ] roes 011 de. sondas
da Magdalena, e que cansa uuiiainrnle de du..- pes- 1 o arrobe cuca em pouco lempo Os liuxos
ton, m precisa de urna criada pardaoa preta, rorra I centes OU rebeldes, que volveo tes
1 )s srs. que tobscreveram novas acres desli om- ou captiva : dirija-ae a ru lo Apollo, a
pauliia, san convidado! a entraren can a prneira lassucar 11. 13, para lialar. ia ju uos iuj,vviu H .-r.-.....- ,
prestaran de lid por Canto, no prazo de :ltl dllS, no Prer.sa-sc du urna ama de tjile que Irnlia liaj.- | v|rUjS(,ra ueuliallsa-lo. O arrobe l.attec-'i arle CJ|,jraplnca, regi-tr.ir. vinhelase quaesqoal de
eserplorio do Sr. Automo Marques de Amoriu, rua I lente leile : a Iralar ns rua de banla ller'*a u es-.ccialincnlc recotnmendado con.- Itenhos, abrem-se tirinas, nieles, tanta lallm doc
Como anll-sv phililico,
re-
lian se 11II1.1 preri, alin.ra-'c
Prerisa-se de una aro
bull ll .,aniel.lo.
teur be espoeialmente rocotnmei
como asa relevo, ornamentos em ohjeclrs de ourn e
e origiriaes para iMtr.la-
frra ou captiva para lia as doeicas inveteradas ou loDcles ao
, ch, ,ie lamiha : ru, >ova niercuno e ^^^^'^o ZtS^SXSSm
n. 11, s-aundn undar. I \ ende-se na DOlICa do bal ral u ut, aiuo lio a(.st..'s.drelos 110
O abaso asignad.., leodo mandado levar nina pe|jciaun alves de Azevedo, piaca do I). He-: ?J ,'',,,.,,- ,,coi,.
,,ar.io J0.qu.1m lorr.. no dia 14 d 8S ,dc al ;,i,a do diesar una can- l::..,..1.,?...: ,.? .......,.,
carga de ca|iim pe
garral
nez, no silio du ^r. J0R0 Iholo de l.e
primeira otarla I asm, cnapeo oa pama !", >......^.v>o ,v>,,,......... u.io-s
da orden) Ierreira do Carmo do Recife. Po-d'Alba, e o eataUo lem o* signis seguiules : gente Mlva, na [iraca
Precisa m de om ama para servir a um. ne-lcastanho escuro,com urna estrella na testa, be pe- port0 joaquim Araiijo
1_____ _____.1... I.....n ma.., .(.ir ..iill^L. H.l (mil- I___. k'
tender
da Cruz.
O bllhele inteiro n. 378 da segunda pa le da
primeira lotera da Orden terceira doCanno la Re-
cife, pertence a lllm." Sr.* >. Mv.iJ Pedrein The-
re/.a l.ins.
-- Aluga-se para n servir. de rasa urna tala
que cozmlia e cose, e oulra leculln.la : a Ira ar na I do correnle mea. no mu uu si.. = 1 U( ,)uri..-10
ruadoColleaion. 16, lereeiroandar. asas.lese J^fJ*K^JrilKlMd eclamentode Pars, de casa dod.to ,,,ar. e. Sanio Anionin,
- Rucha I ,ma S, oimsre. eoecprarlm P la de Jos Joaquim Ramos \ illar, do Para, o lilhele u..n> chalo, leou camisa de riscaaiulio azul e calja DOJveau ai|i,ltWi a. 1 .-oLfroiile a nialrn. ova.
intairo ... ->->, da cunda parle da primeira .otaria | Mol, chap, de palllS '"'_'. ''" ^JSS*'. \ S !5?.tan^ .''."t, de l-cdro H2. -- >''" '* ^' M" A' '" "
I-..I,;, 1 ,,.. Z .,- linna sempre a ler 11111 graiii'c -.irliliinilo de Ua
' ; frila, de alla.ale, tanto periar. m ma.-.ole
grandes e pequeas Jo i,ecl
Cl 1-0 de nao tiraren, a c.nleo-
uroinmen.lare.n : qoein pie-
dirija-lea qualquer deles lonaie : nob.nru
ife, rua da Medro de leos u. :\, pallasa
na livraria rJaaataa a
l'.inro Ponas, sobrad
Para o Rio de Janeiro sa
11ra' no periodo da c
semana vindnurn o brign nacional lAtala, o qu-l
ainda pode rereher aluuma carga, bem rninn paxsa-
geiros e eseravos a frele, para u que irala-se com
Amorim Irmaot, ua rua da Crur a. J.

MUTILADO
ILEGIVEL


IUKIO E rilRMBLO SA:* U 18 OI K iSbt
PlBLia(\ft L1TTER\R.I\.
Apiaroce tiesta cidade pela primeira vez ,
obra Zaira Americana cm 670 paginasa
temi no principio urna colleccio de intenta
osis mximas, e sublimes pensamenlos da
autora, o urna outra colleccao de 21 odes
magnificas todas ella, p adornadas essas
inspiraces poticas do inlellecto eniiniio
americano.
Entre essas bellas pecas acba-se uina pom-
posa elega a memoria respeilavcl do fcxm.
Sr. consclheiro Aureliano.
Toda essa ebra encerra roligiSo, moral,
instruido e um sem numero de assuinptos
interessantissimos, que a lazem digna do
niaior prego dos homens que cullivam as
letras, e sendo as senhoras americanas o
principal objecto das atiendes e hotnena-
e
por
Sarn
raxne, reliran-te pan Inglaterra no vapor ingle
Avon.11
S J. JANE, DENTISTA, I
9 routinua a residir narua.\o\a u. 19, primei- SJ
i o andar. ^
C01PAMIIA DE SEGUIOS MARTI-
MOS E TERRESTRES.
CAPITAL 16,000:000^000.
A companhia lera su.i asencia no escriplorio ile
viuva Ainoriui 4 F1II10, ra da Cruz 11. ',:,, onde
aceita loda, *s pi >.0-1..- de seguros de riscos e tor-
luna do mar.
Sobre o casco, qnilha e pertenras de navio de
qualquer lolaca na navegarn de longo curso.de
eiis da autora, hoje brasileira, bem que I caholagem, ou lluvial. 011 na peca, em visemos
muntcvidcaua. No tpico em que- apparo- I prestes a viajar, em carga ou descarga, amarrados ou
cem muitos cavalleiros dislmclos do brasil, 1 ""curados em coucerlo ou no eslaleno, quer por
acba-se collocado o retrato do patriarcha "JK ce"0' I"* l'or simples, ou a premio
do Brasil, bellamente litographado
i>?W$.
es paia e-
rua Nova
na ra do
Gravara, papel e rica eneaderiiai;ao, tudo
he o que ha de melhor. Os benvolos e pa-
triticos habitantes da heroica cidade de
l'ernambuco e das outras provincias do nor-
te, deverao apreciar urna obra escripia por
urna seuhora sua compatriota do suida A-
inerica, muilo mais sendo a nica senhora
que publicou urna obra to inleressaiite, co-
mo he esta.
Ha livros de cores preciosas para as se-
nhoras. Acha-se as livrarias da cidade pelo
prego de 7/.
Vendu-se ua livraria de Jos Nogueira de
Souza, dol'ronte do arco de Santo Antonio.
iVo aterro da 15oa- Kista
u. 05, precisa-sede olliciaes de uiarcineiro, pagndo-
se bem.
ESTRADA D FERRO
do Rccif'e no S. Francisco.
ii- direciores da companhia da eslradade fer-
ro fazem publico, para evitar duvidas, ou conlesla-
coes futuras, que logo i|ueestiver concluido qualquar
dos laucos da refer 'a estrada, rnenle sera permit-
lida a passagem nos lugares para este lim designados
pelo Sr. engeubeiro era chefe da compaultia, scmi-
do aj commodidade dos propnelarios, c do publico
ein geral, e uo em qualqucr ootro ponto da eslrada.
l'or ordem,
S. 1'. Vereker, tliesoureiro.
Kecife 7 de oulubro de 1850.
ligado.
Sobre mercadorias desde o momelo de seo em-
barque ale o de Ma descarca e deposito.
Sbreos lucros esperados de mercadorias encami-
nhadas para qualquer mercado.
Sobre o casco, e qailhi de embarcaciies miudas
empreeadas em descama e trauco dos p'orl.i..
Sobre o capital e premios de diolieiro a risco.
Sobre o premio dos seguros e premio dos premios.
Sobre arcesde lerceiiu por damnos causados por
abalroameulos furtuilos.
Sobre os fretes.
A cnmpauhia recebe lambem propostas de sesuro
de riscos de incendio e damnos caosados para preve-
in-lo ou exliogui-lo de raio 011 fugo celesle, einun-
dacoes.
SOI1UE OS SEGUINTBS OBJECTOS.
Predios urbanos ou ruraes, igrejase quaesquer es
labelecimeinos, com exclusao de depsitos, fabricas
e laboratorios de plvora, e malcras incendiarias
ou iuflanimuveis, Ihealrns e casas de esprctacn'os.
Mercadorias em qualquer parle que eslejam, mo-
bilia e ulencilios de fabricas de quaesquer eslabele-
cimeotos industrias,, quersejam fetas por seus pro-
pnelarios. quer pelo uso-fructuarios, locatarios, so
I.locatarios ou aradora hypolhecarios.
Finalmente aceila proposla, sobre re-segaros, quer
dos seguradores, quer do* segurados, nos casos em
que a esles pode competir o re-seguro.
A compaubia garante a prompta iudemnisaco da
impurlaucia de quaesquer sinislrot, e a modi'cidade
dos premios : igualmente um abatiroenlo as pessuas
que na roda do anuo lizerem urna avallada somma
de seguros.
DUIERREOTUO E ELECTRO-
TYPO.
Na aliga galena e ollicina do aterro"da|Uoa-\is-
I o. 1 terceiro andar conlinua-sc a t irar relralo,
com a maior perfeicao lauto pelo svslema francez,
como pelo norte americano. Existe na mesial casa,
e para a collocaeao dos retratos, um rico e abundante
sorlimeuto de objeclos lacs como lindissimns alline-
les e medalhas de 011ro, mui lindas caiiinhas ame-
ricanas e francezas, de papel, marroquim e veludo
de seda, desde o tamaito de orna polacada al um
palmo ; passe-par-louls de todas a qualidades. mol-
duras de lodosos lamanhose de muilos e rtifleren-
tes feilios, lano prelas como douradas, e nao sn pa-
e difieren- I
. .0119 ou tres ;
retratos separados todos esles objeclos lio novo
chegados h, pOUco uns de Franca e oulros
Estad.*-1 nidos. Das X horas da manhaa al a.
da tarde a galena e oflicina estira a dispoiirao 1I0
publico.
i
O l)p. Joan Honorio Bezerra
de Mene/.es, formado ein medici-
na, acha-se residindo na cidade
do Hio-Formoso, e ah se ollere-
ce a s pessoas que de sen prss-
rj.uizerem ntilisai.
tuno se
Os ahaixoassignados, com luja de onrives na ra
do Calinga n. II, confronte ao paleo di matriz e roa
.Nova, fazem publico, qoe eslao recehendo continua-
damente as mais novas obras de ouro, lano para
seuhori como para homeus e meninos : os preros
coiilinoam ra:oaveis. e passam-se cuntas com res-
ponsabdidade, especificando a qualidade do ooro de
11 nu 1S qutales, tirando assim sujeilns os oiesmoa
por qualqucr duvida.Serapliim ei Irroao.
.>
DENTISTA FRAICEZ.
Paolo Gaignoai, de volla detsua viagem
Europa, esta morando ua ra Piova n.
II, pnmeiro andar, onde pode ser procura- '-.*
:/'_ do a qualquer hora.
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance. ra ...n
Ksuabelecida cm Londres, en, marco de tt. Z'SS^^TS&Sffffi
Capital cinco milhoes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., lem a honra do in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
o a quero mais convier que eslo plenamente au-
torizados pela dita companhia para efTccluar segu-
ros sobre cdilicios de lijlo c podra, cobartos de
tlha o igualmente sobre os objeclos queconliverem
os mesmos edificios quer consista em raobilia ou
em fazendas de qualquer qualidade.
O abaio assigoado faz scienle ao, I Um-. Srs.
de engeuhoa e mais pessoas que negociara coin assu-
car, reraeltendo-o para esla praea, que se acha ha-
bilitado em receher pul commissao dilo genero, e
espera da seus patricios e amigos, e de quanlos de
seo presumo se qoeiram ulilisar. es reinessasdeseus
assocares, promelleudo o mesrao abaiio assigoado
exercer todo o zelo e actividad* qoe lite silo ualu-
raes, envidaudo todo o esforco posivel as fonc^oe*
da liquidada apuradlo de dilo genero, como hem o
lera demouslrado. As pessoas cujas remostas exce-
derem de IO;000J por safra, rnenle pagaro '2 (1(0
do commissao, sendo :t 0|(l as deinais como be cost-
me ; e para lolas se obriga o memo aballa assigoa-
do a (oda equalquer compra de objeclos sem como
muilos tirar porcenlagem. Kecife, ra Direila, pn-
meiro andar o. 9:1.
Francisco Serapliico de Assis Vasconcellos.
Precisa-se de uina ama da leile, e paga-se
bem : na ra da Cruz 11. :it, segando andar.
l'recisa-se de olliciaes de loda obra : ua luja
de alfaiale da roa Nova n. <<'i.
Knsina-se a pilolasem, Iheoela o praica. apii
cada por melbodos dados por nina pusoa suflicienle-
ineule habilitada. A mesilla pessoa ensina as parles
da malhemalica puras para o concurso da academia
ilo imperio, a agrimensura ou caiiercia, liroes de ^':
Irancez para fallar : a tratar na ra do Nogueira u.
7, das 9 horas ai Vi.
RETRATOS A DAGDERREO-
TYPO.
N. 12 ATERBO l)A BOA-VISTA N. 12.
O abaixo assigoado lem a distiocla honra de sci-
enlificar ao respeilavel publico desla cidade, que
acaba de mudar o sen eUabelecimeolo por falla de
commudo.da casa do Sr. A. Slahl da roa Nova para
o aterro da Boa-Vista 11. VI, e vai continuar a tirar
retractos do ultimo goslo, pelos preros os mais corn-
il iodos.J0A0 B. Tliom.i.
Convida-se a lodos os senhores que postuirem
oscravos forles no servico de gauhar na ra em
carrelo de assucar e oulros gneros, para que alten-
dendo a circunstancia de ser mais conveniente que
os meemos eslejam sob a direceja de pessoa siiuda,
qoe melhor os encaminheem suas ocrupac,es, ,. que
ollerece loda a garanlia e h mi Iralo, sobre !udo boa
paga e trabalho mais brando, como seja alivia-los do
pernicioso coslume de (arrogaren u enorme peso de
seis arrobas na cabecil, contra o que propSe-se o an-
nuncianle a fazer esles servicos sobre vehculos apro*
priedos a esse lim : quem, porlaoto, compreheuder
a grande vaulagein desla proposico, e da preferen-
cia do conlralode seuhor para con seuhor, dirija-se
a ra da Senzala Velha, segundo andar do sobrado
u. 7n, para ajualar.
l'or delr.iz da ra do Facundes, loja do so-
brado que li-.i defronle do eslaleiro, onde se esla'
fazendo um hrigue, cozinha-se para fura com lodo
aceio, e lambem se lava cengomla : ludo por pre-
ro commodo.
l'ara familia eslrangeira deseja-,c alugar um
prelo fiel de bous coslumes para o servido de casa
na ra do Trapiche n. Ib, primeiro andar.
O Kvm. Sr. Joacinim Jos de Faria,
(|iie morn ou mora na Boa-Viagem,
li'in urna caria na livraria ns. Ge S, da
(iraca d. Independencia.
' --Alugam-sc carroras para carregar traste?, ma-
'l'-Tas e eutulho, ludo por prero muilo commodo.g e
'"'li jilailc ; no armazem do segundo lainpco da
rua.oV i'alma coofronle o quintal do Carmo.
BiLHETES DE LOTERA
m DE JANEIRO.
Aos 20V>0OsOOO, lOOOOsOOO
^a^ofT.-Sana-Tn^d!, u,
Mhete meios e aua.tos da 1 lotera do
lHp.lal da villa das Calda, cuja eUrac-
<,o tena lugi-r o Bio de Janeiro, de (i
a do prsenle: as lista
Cnmpra-se uina machia* elelnra galvnica, ou
memo em ser para galvanice, para lomar choques :
ua roa Nova 11. J.
G>mpra-se urna culona de do la
rriplorio, que rsleja em bom uso : n
11. i 1.
Compraia urna eacra%a de idade
Kangel n. 7:1. sesando andar.
Compra-se nina rarroca. 0111 bum uso que
sirva para um carado : narua do Apollo armazem
n. 30.
Coapra*sa uma escnvi que uiba c diario dt
urna raa, eque seja de meia idade : na ra Dirci-
la n. 72.
Compram-sc apolircs da IJivija provincia
na ra das Flores 11. 37 !. andar.
COMI'.IA-SE
noli Ijpographia o -! tomo do Monle Cluislo.
Coinpram-se duas escravas, sendo uma preli
que cnzinlie, enuomine com perfeicao, e enlooda ile
ra. eoulra rerolliida de II a I ."i anuos, coslurciu,
prela ou parda : na ra .Nova D. 3f.
Veodem-se lingoicae do serian nimio novas
JXII rs., a libra, queijos do rejOO a l~S4N. rillos do
serillo a IMI rs. a lilira. pamas novas a lNI rs., ligos
Bendu.
A '2U) rs. o covado de orsandiz e cassas fiau-
eezia linas, de cores : na ra do Crespo n. Ib, quina
da ra das Cruzes.
Vende-M por preci-ao urna boa escrava moca,
bonila figura, com duas crias, uma lem quasi dous
anuos, e a oulra um aono : quera pretender pude ir
a ra do Brum n. armazem, que se Ihe dir'
quera vende,
Vende-se a taberna da ra Direila 11. ,">:! ; a
Iralar na inesma.
Vende-se o deposito da ra ireila n. i7 : a
Iralar na inesma ra n. .VI, laberua.
Vende-se uma crioula pca, com idade de 10
anuo,, com principio de costura, oulra de 30 annos,
cozinha o diario de uma caa, eugonima e lava, e"
lem oulras habilidades, por prero commodo : quem
pretender, dirija-se a na de Saula Cruz B. 17.
Vende-se um cavallo de buuila nelle, bous an-
dares, e sem achaques : ns prelendentes dinjam-se
a coebeira de l'rlioa kV Coinpauliid, lio laigo do ar-
senal de raaiiuha.
Luvas.
a
,1,,.



Trocam-se olas do Banco do Brasil por rooe-
da correule nesta provincia, coro descont : na ra
do Trapiche n. 10, segundo andar. .
Em caa de Timm Mnmsen 6 Vinassa.prara do
Corpo Sanio 11. 13, ha tres pianos fortes do melhor
autor, um completo snrlimenlo de livros em hranco,
tudo chegado pelo ultimo navio de llambumo.
I'rtcisa-se de uma ama secca para o servido de
pooca familia : na prara da Boa Vista n 32.
l'recisa-se alugar um segundo andar com com-
modos pura pequea familia ou casi terrea, Ir 11 lo
bom quintal : quera liver dirija-se a ra do Vilano
n. 10, segundo aodar.
Lotera do Rio
de Janeiro.
Acliam-se a venda, na prara da In-
dependencia n. 10, os novos billietcs da
lotera a beneficio do hospital da villa
das Caldas, ipiedevia correr de 6 a S do
presente; as listas esperamos pelo pri-
meiro vapor pie de la' partir -depois
desta data : os premios serao para a re-
cepcao das mesmas listas, coniforme os
nossos aniiiincios.
PREVIDENCIA.
Conioaiihia de seyurot contra a morlnlidade do*
esrraros.
ESTABLECIDA SO RIO DE 1ANEIRO.
Agencia filial de I'ernimbucoN. 13 roa do Crespo.
O llag 1 de.io anuo anida esla' muilo fresco na
los, para que se dene de apreciar o
e resultara' aos proprietarios de
1 de propriedade, que esla com-
l.uvasde pellica branra pan homens e senboras:
na ruadu Crespo u. 1, em casa de J. Falque.
Vende-se superior agurdente de
Franca cognac), em duxiasde garrafas,
por prero commodo : na ra da Cruz n.
li, primeiro andar.
Vende-se tima linda moleca de l(i
annos de idade, perfeits cotturra, lava
minio bemeengomla li/.o, sem vicio al-
gum e muito sadia: no largo da Assem-
Bla n. (i.
^ a lo ja da boa fe
vende-se l a o barato que admira: pinnoli-
ncaziil 3,o covado, dito dito prelo supe-
rior a 39500, i- iM'inini prela lina a 2j, boni-
bazina prela muito lina ou lapim, proprio
para tintinas a 1/280, sarja prcta hespanho-
la a 19800, setim preto maeau a 2.^Gu"', can-
ino nmito lino, l'azenda preta superior pro-
pria para vestido de lulo a 96(1, alpaca de se-
da de cor para palito a 840 rs ricos cortes
de (jorgurOes de seda para colletes a 89500,
palitos preto* muito bem Caitos a 4?, ditos
de britli pardo di: puro linbo a 3*200, lencos
prclos de grosdenaple a 2?, e oulras muitas
fazendas que se vendem por pregos tfio di-
minutos que ninguem deisara. de comprar,
na ra do Queimado n. 22, ua bem conlieci-
da loja da boa f.
SAO' DE BOM COSTO.
Cainbraias Irancezas muito linas e de lin-
dos padroes.a 500 rs. o covado : na bem co-
nliecida loja da boa t, na ra do Oueiniado
11. -2.
T'AIXAS OE FERRO.
Na fundicao da Aurora em Santo Amaro, e
lambem no DEPOSITO na ra do Brum, logo
na entrada, e defronle do arsenal demarinha, lia
sempra um grande sortimento de taixas, lano de
fabrica nacional como eslrangeira, batidas, fundi-
das, grandes, pequeas, razas e fundas; e em
ambos OS Itlffares pvisiorn ouinilaetp,* *" '~^T
gar canoas ou carros, livres de despezas. Os
pereps sao os mais com modos.
HE MUITO BARATO.
Chales de merino de lindas cores com ri-
cas palmas bordadas a matiz, pelo diminuto
pror;o do 8S ; na ra do Queimado n. 22 na
Boa F, defronle da loja da Boa
loja da
Fama.
VRANDAS E GRADES.
Un lindo e variado sortimento de model-
los para varandas e gradaras de gosto mo-
dernissimo : na fundicao da Aurora cmSau
to Amaro, e 110 deposito da mesma na ra
do Urum.
I M VESTIDO POR 29000.
tVovo c cmplelo sortimento de corles de vestido
de cinta de dillerenles padioe, cores lisas, pelo di-
minuto preco de 2s cada corle : na loja de i portas,
na ra do (jueiinado 11. 10.
Em casa de llenr. Brunn i Compaubia, na
ra da Cru 11. 10, vndese cognac em caiiinbas de
duzia.
Na ra da Cruz 11. 10, casa de llenr. itniun e
Companhia, vcudeni-e barricas com cemenlo.
Vende-ie um prelo forle, de najao e radio,
proprio para armazem de assucar ou eugenlio, e uma
escrava de 2(1 anuas, cozinheira e lavadeira, sem o
menor dafetto na ra da Senzala Velba u. 70, se-
gundo andar, se dir quem vende.
memori
srainle
escrav
panbi.
Ning
Na loja de Antonio Fraonsrn Pereira, na ra do
Crespo 11. i, e na de Porlo \ C, na prara da Inde-
pendencia 11. 3l, vpiidem-se crinadlas de sempre-
vivs, viudas de Pars, con uncripcoes e sem ella,
para seren enllocadas obre lumulos, calocumbas e
sepulturas, no ceuulerio |iublico. no dia 3 de 110-
iuados .
veinbro,
V
E
tas vem
pelo
iiii-
meiro vapor rp.e sal.ir depois dessa data,
t chegar aqu ate do correte: a na-
neracao he de palpite; a' elles, em-
ptanlo ha pUIa satis'azer a vonlade dos
i-mantes desle jogo.Jos Cuzebio Al ves
do Carno armazem do segundo larapco. *
CARROS FNEBRES.
lio pateo do Para izo n. 10
a' de concordar na vantagem de
tirar dos rendimeulos de uma propriedade orna pe-
quea parcella que garanta o seu valor tolal, e o
premio be lo mdico que nem em 30 anuos com-
pletara' a quaulia que, a qualquer momento lem o
direilo de receber por caso da ni, rio do escravo se-
guro.
I'agar-se-lm por eiemplo, sobre a avaliaco de
1:000-: e menos em propmco no caso do valor ser
mais raodicc inclusive o sello da ai lice ele.
idade ded-nT.em'1 ^ C'"K" e,n ** n" ate a
n,. ,.?a V co,lfu">ieas coudicoes
que pdenlo ser proeurade
companhia.
J^Z'Ze^Z,!'T-^a'os'r"c "a" maior
. ....L divida,, porque a companhia aceila a
-- l'recisa-se de uma ama para casa de pouca r,
tos na ra das Irineheiras n. 8 ,oja de'urlart
O secrelarin da irma
iV'. 1, .M III ii
Veiidem-se vasos e eslaluas de louca, pruprios
para jardim ou catacumbas : na ra do Amorim ar-
mazem u. II.
M1UDE/.AS BARATAS.
Na loja de miudezasda ra Jo i'ollcsio n. 1 vun-
(lo-se tudo muilo barato para acabar.
Bicos eslreitos pei;a de 20 varas a S'OO
Oii
c
., 300 : na ra dos .Mari)nos taberna n. Mi.
AttoiK Si.
lie rhomdo a' laherna da ra eslreila do It.i.ano
n. Ili, coi ne do orlan, lingiiicas, assim cuino cabeeal
de porco do erUo, bauba de pareo e todos os mais
llaneros que a vista do comprador se dir'o preco, o
na mearaa precisa-se de uma ou duas rotulas novas
ou osadas
I.ivros religiosos que se vendem na loja de I-.
Seminnd un Ierro da lloa-Visla n. 12 : ermies de
Fr. Valenlini ,"> vol. em S, dilo de Reg vol. em
8, dilo de Vanttller 4 vol. em 8, dilo de Vieira (i
vol. em 8", dilo de Carvalbo em 8. dgcqraoi pane-
gvrico, 1 vol. .-ni K". ealheeiano ile Monlpellier. di-
o romano, carllias da doulrina cbrislaa, eollecco
e heneaos em S", cmbale espiritual, compendio de
nraces, compendio da doulrina de Jcsiis Cliri-lo,ro-
ma serfica em S, devoto em ora{So, diario do
chrlslao, direrloriu clirislao, doulrina rlirilila em
H", escudo admiravcl, rellro espirilual em ", alera
de muilos oulros lano em porluguez como em
francez.
Boni'as.
Na ra do Sol n. 25 lia para vender tres bom-
bas de repudio de diversos lainanhos do capacida-
de de levar agua ao 3." ou i-'andar, o mesmo
proprias para apagar incendios.
Prelos ein barricas,
.No armaxen de Vicente lerreira da Costa, ra ,j
Madre de fleos, confronte a igreja.
Vende-seerva-male muilo superior a 2i0
rs. a libra : na roa Direila n. 72.
Na loja das seis
portas
Em frente do Livramento,
A inda lia faiendas molliadas, e esla' veudendo
por ludo o prero: aproveitem emquanlo lie necasiao
de ,e enrouparem con pouro dinheiro, que a festa
esla' protima; a loja esla' aheita das seis hora, da
uanbaa ale nove da uoile,
Carne do Cear
em gitrajaus a (.000
rs. a arroba
No caes da alfandega armazem de Seralim.
Aos rupezistas.
Chegaran finalmente os lao desejados e procurados
lencos |iaro rape, sao de hubo multo linos de pa-
dres oscuros, porem sao poucos. veobam sem ile-
raora rompia-los: ua ra do Ooeimadu loja n. 30.
Vende-,e om escravo carapina e com o cilicio
lambem de niarrineiro de toda i obra, de elefante
figura, idade de 2i anuos, cnoulu, de boa conduela,
proprio pra um senhor de e.iuenbo possui-io,
quem o prelemler dirija-se a ra Augusta n. 3, pois
0 motivo ila venda lie pelo mesmo nao querer servir
mais o senbor.
Vendem-se ti esr.ravos, sendo 2 prelas de
idade 18 a 34 annos, 3 ditas de meia i.lado um
prelo olbcial de carapinleiro : na ra Direila
n. 3.
Vende-se um piano em mnilo bom uso do
exrellcnle vozes c por preo commodo : quem o
prelender dirija-se a ra da Aurora em casa do a-
1 i,ii\u assignado, para ver o ajustar. Joaquim
Bernardo de Menilunra.
\ ende-se um habito de eslamenlia novo
para alguin irmao 3.- franciscano : na casa do sa-
cristas da mesma ordem.
1 A vis i importantissimo.
Ouerendo-sc acabar com as tniudezas que anda
existen) na loja sila na ra do Rosario n. 24, faz-
se ver ao respeilavel publico que se vendem as re-
feridas miudezas por lodo o dinheiro existindo um
completo soriimento de bicos de linbo, algodo e
blonda, lilas do veludo e de seda, laa para bordar,
linhas, espetos, luas, e outras militas fazendas
que seria enfadonho. mencionar, e por isso convi-
demos aos amantes do barato que apparegam na
referida loja que se nao bao de arrypender.
.ana a ioii'L?, 110 e KiO, postas grandes, mauleisa
ingleza 960,880e 800 r., dita francez 1800 re.,
dita a 720, queijo, muilo novos a 19700, IJIiM) e
1B300, favas a <10 rs. a coia, velan de espermacele a
900 rs. e 880 a libra, liogolfa do serian a 280, car-
ne do mesmo h 2S0, e outros muilos gneros por
commodo preco.
Vende-sc duas carmen- pequeas para hoi e
cavallos, uma dila grande que pega em mais de du-
zentas arrobas : quem precisar aiiDuucie.
Manual eleitorai
Vende-se o manual eleitorai, contendo
a le regulamentar das eleicSs, e os de-
cretos e decisoesdo governo ; accrescenta-
do com a lei das incompatibilidades, le
dos crculos, com instruccOes novissimas,
por I.SliOO : na livraria ns. (i e 8, da pra-
ra da Inncpendencia.
Sedas de qua-
dros largos a 1,400 o co
vado.
Na ra doQiieiinado u. 21 A, veode-se seda de
quadros largue miudiubos furia-cores, padres mo-
dernos, fazmda esta ebegada pelo ultimo vapor
H.in-se as auoslras com penhor.
A 00 rs. o covado
Veiide-secbali de assenlo branco com llores sol-
las e lislras na ra do Oueimado o. -2{ A. Dan-se
as araoslras oro penbor.
VENDE-SE
Grava le patente, prova d'agua, para
ai reiosdi carro.
Vinlm to Kheno de qualidades espe-
ciaoslolannisberg e Uarcobrunner.
No aini/.em de C. J. Asllev & C.
Ma loja
das seis portas
IM FUENTE DO LlVtUMENTO.
11 adminislrador ilesle eslabeleciuieiilo vendo a
nimia coucorrenric de compradores sua loja, e que
minias pe-soas e familias se arauliam en eulrar pelo
adjunto, oflerree a ua sala por cima da loja, para
vender a fa/eudas rnrn mais commodo e a vonlade
dos compradores, tonda encontrara lodo o agrado
possivel para seren bem serillos, e por precns rom-
modos, a dinheiro visla, pola os minios alfazeres
-nSo dao lugar a maodar receber: islo lem logar dls
ele horas da maiiha.i a< '.I da uoile nos dias uleis
I.AIIVHINTIKIS.
Vendem-se lencos e loalhas de labirinlho. asseu-
lado em lina cambraia de linbo : ua ra, da Cruz ti.
31, primeiro andar.
Atteneo
Fariiiha de mandioca*
Vende-se superior farinha de Santa
Catharina, em saccasquetem um alquei-
le (medida v,lha] por preco commodo:
no arin.i/.ein de Novaes & C., na ruada
.Madre de Deb n. I i.
l.
%m
le sortimento de idrodc<-
A" ra do Oueimado n. 33 A, loja de fazendas a
pe da boa fama, rhegarain ltimamente lindas sedas
de quadros, das mais modernas que ha no mercado
para 19200, assi'r. como srosdeuaple e velludo prelo,
e pannos de diversas qualidades, e mullas mais la-
zendas, pur prersoique se nao euconlram em oulras
lejas.
^elogios de oaiente
iui;le/.esdeouro, desabnete edevidro :
vendem-se a preco ra/.oavel, em casa de
AugtisloC.de AIm'Cu, narua da Cadeia
do Kecife, armazem n. 3.
Fazendas boas e baratas.
Na iuja do baraleiroda ra da Cadeia do Kecife
o. .10, defronle da ra da Madre de Heos, acharan os
rreguezes bom sortimento de fazendas de boas qua-
lidades, que a diulieirn a' vista se vendem purbara-
lissino prero, lauto era atacado como a retalho, ha-
veodo entre muilo variedade boas chitas de cores l-
III de diversos padres, o covado a 100, 180 e 200, e
a peca (i;, (o.'ill, li>800 e 75, curie de cassa de so-
res bonitos padroes.quc nao desbolam, com "varas,
Uelodiminutu preco de l;(itlO, riscados e chitas lar-
das rrancezas modernas, o covado a 210. 280, 3(10,
320 e lOO, cas.as francezas de cores a "MUI a vara,
ditas em corles de 12 e 13 varas muito linas com
fazenda paraveslidoe para folln, desenbosdilleren-
les, pelo barato preco de 8C. corles de andelinade
s*da cor de rosa e azul com fazenda para relego e
l'olho a lije l.'iO. curtes de seda, escoce/as largas de
bonitos goslosa 28&, rosdenaple prelosuperior pa-
ra vestido a 2s e 2;200 o covado, chales ile merino
lino sem barra com franja de relroz a .ig.'iOO, ditos de
c.haly com barr. Msettnade a (i?."i00,ldilos de merino
bordado, de cores a 8>, dilos muilo linosbordadosde
una su cor a 0;, e alem deslas outras minias fazen-
das, que como cima lica dilo, se vendem baratas;
do-se amostras, e aloja esla aberla de noile.
Vende-se superior liulia de aleudan branca e
de cores, era novello. para coslora : era casa de
Soulhall .Meilor \ Companhia, ra do Torres n. 38.
Vende-se o silin comcasa de sobradndo falle"
Sido Georce Kenworlhy, DO lugar de S.Josedo Man"
goinho.eom arvoredosdefructoe mais bemfeilorias
que nelle se acham, sendo as Ierras do referido sitio
proprias : qurm o prelender procure era casa de Sa-
Vinlio do Porto, superior cliamiix).
Em raixas de '2 duno e em barr da oilav*. ro
ceiilemenle rhegado|M-lofbrigae Trovador ; vnde-
se nicamente no armazem de Barroca A Castra, ua
ra da C.deia do lenlo n. 4.
Em casa tic ICilx-SdimcItau I C, ra
da Cadeia n. 57, vrndc-s,
L'm grande
pcllio.
Relogios linos de patente ingl,/,.
Ditos ditos dt- patente suiso.
Coaros de gra$a.
Ervillias seoen en garraiSea.
Vinlio do Hlic-no sii|h-i ioi .
Conservas alimentarias de boa nuli-
dades. '
Tudopoi prer/) commodo.
; W Vi. s- di W \enile-secaldcl.isbuaulliraameniecbeiwda.as-
simconioiiolassadaKussiavcrdadsira : na prara
doCorpo Sanio n.ll. i
TAINAS PAHA ENOEMIO.
Ra fundipao de ferro de D. W. Bnwrrann ua
ra ds Brum, passando o chafariz, cenuna ha-
ver um completo sorlimert de laixss c"e ferro fun-
dido e batido de '! a 8 palmos de boce, as quaes
cham-se a venda, por preco commado com
promplidao: embarcam-se oucarregam-se emacr-
ro sem tapan ao comprador.
Deposito de cal e potassa.
Na ra da Cadeia do Kecife. loja n. 50, defronle
da ra da Madre de lieos, roulinua-sea vender su-
perior cal de Lisboa em pedra, recenlemenle rhega-
(la, e polassa rossiana nova, de super or qualidade,
' ; i c i o no 11.
Vende-se em casa de S. P. Jonnslon 4 C, I.. i- ..
rus da Senzsu-Kovan. 42, stllins ingleses, chi- g d L,,,,oa' ao
.-.
AtteDcoIi -
coles de carro e de montara, candieres e castiraes
broozeados, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherry em barras, camas de ferro,
fio ds vela, chumbo da municao, arreos para car-
ro, lonas inglesas.
Agua divina.
\ ende-se esla evcelleno uua para liropar M den-
les e conserva-Ios a :q<)00 a grrnliohti riPB^tjiad-
barbeiro confronte ao Rosario i'- 2.
Cobei teres de la iiespa-
nli s muito Kiicorpa
dos e grandes.
Veudem-se narua do Crespo,Iojii da esquina que
volta para a ra da Cadeia.
Pianos,
Vendem-srpiaiiosvcrliraesinslezes. deeleganles
ij; Na tua do Ti apir lie h. .li, ha Q
; superior rap Princeza do Krail, ;
O chegado iecentcmenle do Kio de ^t-
Janeiro, em pialidade iiouco dil- ;
passo que
*s? CUSla apenas l.siOO a libra ; a elle
j^-i antes que acabe, pois a remesan A
e pequea. g.
Pechincha.
Fundas IVaiutaasdo lado ducito e -
pierdo. |>elo barato preco de 1 ,(KHI rs.
Hb^umu_Jia-riIi, kVrg, do otmtio a
>o, loja de miinUv.as.
Na loja da boa f
vende-se o mais barato que he posnrsH
chales lisos de merino muilo lino rom fran-
jas de seda a ffaM, dimito l.sosde lila
de seda a 4#, lencos de cambrai muito ria
com bico de linbo a 1-200, dtlos de csmbr.u
brancos com barra de cor a 240 is., mantas
de seda par. grvala a la, petos para cami-
sas, brancos e de cores iva rs., 1,1o de l.-
iiho bordado atim var., dilo de dito Hjbj
.. camisas de riscado finas e muilo
/
muel P. Jobnslon \- Companhia,ra da Seuzala No- o. 2j.
ta ti afharina
muilo nova, viuda ero direilura a e,le porlo, vende-
se a bordo do patacho oPelicaoo, oo Irala-se com
Caelano Cyriaco da C. M., ao lado do Corpo Sanio
nnpressas
escriplorio da
In
Toi
l-'ila:
Dila
os dodescnlios modernos vara ai00 c 500
^ alab" dro para cima de nissa 1?280
p- lana________
Sal do Assu'.
Veiidc-es.l do Atso' a bordo do hrigue Claran
a Iralar M dao piulo Recis de Souza, na i>
s.i da Manrme l>o, anoaxen de MarMBasj*ga*w"
ou com o c**<40a bordo ^^h^^as l'iulo.
va u. 12.
AGENCIA
Da fundicao Low-Moor, ra daSenzala-No-
va n. 42.
Nesteestabelecimentocontinaahaver un com-
pleto sortimento de moendas e neias moends|
para enf;enho, machinas de vapor e taixas de
ferro batidoe coado de todos os lmannos para
dito.
Lencos de cam-
hraia de linito
A 320, 400, 500, ( 640
400,
cada
500,
um.
que
Vendem-se dous pianos forles de Jacaranda,
consirucco vertical e com todos o melhorsmentos
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio de
Hamburgo: na ra da Cadeia armazem n. 8.
JPasseio publico,
LOJA H. 9.
\ ende-se um completo sortimer.to de chita* de
lindo, padr.ies, escura,.a 110, 100 e 200 rs. o cova-
do, e a pees a 59, 59500 e chincha.
Moinhos de vento
com bombas derepuxopara regar horlas ebai-
xadecapim: na (undicSode I). W. Bowman
ua roa do Brum ns. 6, 8 e 10.
pelas de seda psrs senbora s fco par. dita,
lilas de l.na para padre a Majan diUs lwa
cas muilo Un.saara senhora a 210 c iO r>
ditas prelas de algodlo para senhora a SOar!
d US de algodao cru para homem a 900 r. e
1f "U,US f"endsqu> se veudem
i uito barato, e que a vista dos preco* os -
nlioies compradores nao deixaiio de com-
prar : ua bem condecida'
roa do Queimado n. 22.
loja da boa f, na
POTASSA E CAL TIRGEfi
l\o enligo e ja bem conbecido danos i lo da ra s
Cadeia do llectfe, escriplorio n. 12, ha para *-
der muito superior potassa da Russia, diu do R*
de Janeiro e cal virgen de Lisboa em pedra. isjd
a preces muilo favoraveis, coa os quaes irar.
dos (madores sasfeilos.
\ i n i i -1 s c o 11 tmttgi
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina
volla para a ra da Cadeia.
"Xiiciii^cs-vrso bal met U.
Na loj. do baraleiro, na roa da Cai.eia do Kecife
n. 50, defronle da roa da Madre de Dos, ha para
vender alera de mullas forondas que em porfo o a
retalho se vendem por baratos precos, hamburgo ou
bnm liso lino de puro linbo proprio para calcas, loa-
lhas, (-emulas e lencoes, em peras de 20 varas a
99000 e lOf, dilo mais cheio de boa qualidade, pe-
a, de .10 varas a 125 c 139500, panno de linho liuo
a (iiO a vara ou 8? a peca de 12 IrS varas, estndo-
se a acabar, panno de linho lino para lencoes com 2
varas de largura a ;l5(K) a vara, enres de brim de
linho de cores para calca, padres novos a>39200,
dilos de fuslao de cores c branco. para rollete, a 800
e tjj, casemira prela lina a 2s. 2-3IIRI e :5600 o co-
vado, panno azul gros,u a l>800 o covado. panno
fino prelo e azul de boas qualidades a 39500, 5000,
19500, ->o e (i?, camisas francezas brancas a fTlio
cada urna, e 203 a duzia, ditas muilo finas com pel-
los e collannlios de cores e brancos a2-3.">lHI ou a 309
a duzia,madapoln fino para camisas a I96OO, 5Se
'13000 a pera,e mais baile para 39200, 39500, 39600
3W00 e 19. esgiiao bom para peilos a 19400, e nioi-
lo lino a 13800 e -2s a vara, e a peca pr I3. IXjj e
203, peilos para camisa brancos e'de cores com pu-
lidos e collarinhos, por baralo prero, assim como
oolros moilos objeclos indispensavels.
COM PEQUEO TOQUE DE
AYARIA.
P <;as de inadapolao lino.
inrutH
tas-.
u^lex.es de pa-
s!:.Aruc''A......-=ssss
tente,
osmelliores'abricadoseni Inglaler;: em casada
llenrv inli-oii.iua ,1,1 Cadciado Her lin. ."_'.
Lavas de pellica muito novas para ho-
mem esenhora, o par a l|%80
na ra do Queimado na bem contienda lujo da miu-
dezas da boa (ama n. 33.
Vende-se uma partida de trrra, coberlas de
maltas de muilo boa, niadeiras.e upiima de plae
lai.es: a Iralar no M.anuoinbo, silio que vulto para
os Afilelos, de Ignacio l'ranciscode Albuqucrque-
Mello.
A 5*.500 a duna.
Cancos de rainhraia de linho para algibeira : na
roa do Crespo, loja de Adriaoo & Casiro 11. 10.
Atteiico.
Vendcra-se sellins
com pe ir,,,-,, t
qnalid
Vendem se na ra do Crespo, loja di esquina que
volla para a ra da Cadeia.
do Terco, era nrae'd.;mes,:"1c'!: N05SaSe,,l,"
chari!
Vida a lodos os seus
Note cstabelecimriilo cnconlia-sc car-
ros liinebies para defuntos c aojos, de
pi uncir a'quarta ordem; muilo bem o-
nados : tamliem se alugam caixoes,
J<- lialiilos para demilos c veste-se anjos,
foinece-ce para enlerros, msica, cera,
C'"a. cirros de passeio, ele, tudo rom
promptidao e preco muito commodo.
'recisa-se alugar seis prelo, para armasen de
quern liver e quizer alugar, dirija-se a ra
aruiazem u. lo, que eoconlrara com
Alnga-se un pequeo silio em m dos arra-
haldesmaisproimos desla cidade, om esa m
o.rn., que lem dua, salas, um gabinete, "latn
qnarlos, COZnh. e copiar ds parle do na,cen?e n"
ierra e cslribaria, uma cacimba de eieelleuie ana
poiav-l, e oulra com bomba de repucho e lann.
'"a hondo e lavasen de roupa, moi.asarvores frc
meras, e)t-. a |ra|ar na roa do (lue inado
primeiro andar.
Alaga-s<
11. s,
se uma boaacass n.i ra deliuararane.
"ni encllenle, com.nodos para uma erando f.nU
'"Mirtinnendoas salas mhrJsi ednasen
faz- ""aeoiinluV nove quarlos en, cada andar
" 1"""-l SOBi cacimba, por .Huguel commodo a
Casiro n?*."" Ja Ca(,eia' srnlorJo de Barroca
assucar
de Apollo,'
quem tratar.
l'recisa-se
de taberna, v d-
le um caixeiro que lenha pralica
-oiiliecimenlo de sua conduela : na
ra larga do Rosario laLerna 11. 52.
de"cT,>;!,|?-!la !" l'.rPCSa ,le om rrii"'3 P"" ^"if
ue euttnlia, sendo so para
quem prelender dirija-se
brado.
uca
lao para meninos
eda n. 1||2 peca
poni
Filas lavradas a lOO, 120, 160,200.300
oOO, e
Kalainbos de Italia a 120, 200,
Fsforos emeaixaS de pao duzia
Folbas de papel com 12, 1S, 20, 24 e 30 cs-
lampas a 100, 120 e lb'O a follia.
Caixas com obreias
Filas lisas n. e 0, a vara 00 u
Franjas de cor para cortinados com boola
Botes de madrejierola groa a
ilos de lo^a pintados, roza a
60"
1^200
JOO
200
280
100,
000
00, O e 500
200
50
80
3300
500
200
Dilos de osso pregados em'papel groas 20<> c 240
hsiamiias^de sanios em ponto grande a 400 o 500
19300
500
I960
39000
3?U00
Belraios de Xapolaao 3- a cavallo
Ditos dilo do 3- na coroscao a
Dilos dilo Jo a cavallo a
Dilos do Isabel 2- rainlia de Hespaaha a
"nos de Espariero. a
Collecc5esda revolucao franceza com 8 cstum-
(. v?s a, 8--000
Cordas de tnpafpara violao, maco de 30 a 19000
Trancas de seda larga para vestidos a 160,
200 e 300.
Trancas de seda c.-ireia para enfeiles
nos de meninos a iO, (0 c 80 res a
'le 10 caixas de obreios
Id vestua-
vara, macos
a 8U, penles'para alizar a
0 e 800, ieso.nas ordinarias dn/.ia a 100 res,
ditas a AOO.caixinbasde vidro a 400, brincos pre-
tos da moda o par 4uo. ditos de 100, trancas de
nnmaeosdediuiaa400, peas de dia com 15
varas 120, jogos de domim. a ooo, ditos de damas
a I--000., ait-in destas lazendas ha outras muilas,
osle lim paga-se hem : Iuesu ,,e"la de aniiunriar e por prero muito com-
a ra Augosla o. 3, so-1 """lo l'ara acabar, avista do
Igociosefaz.
-*<5lOg#10S
oberlosedescdicrlos, pequeose grandes, deouro
e prala, plene inglez, para bumem e senhora, de
un. uos oelh-res fabricanles dcLiverpool, viudos
pelo ullmo pquele iuglez: em casa de Soulball
MellorvVConpanliia, ra do Torres n. .'18.
CABKIOCET.
VenVfo uo cabriole! ineio palele e quasi novo
muilo seguro brando de mola,, com os compelen-
tes arreios, mr oreen commodo : os prelendeules
dirijane |mo ver na coebeira do Sr. Francisco lo-
se da iilveira. e para Iralar na do Sr. Miguel Ar-
cbaojode l'iueiredo, ambas sitas oa ra da Cadeia
de Sallo Anmio.
Cassas ele cores
A. 280 rs. i covado.
Ni ra do Oueimado u. 21 A, vende-se cas cez.KC quadiinho. miados, de lindos gustos a 280 o '
eovali : d.io-se as araoslras com penbor.
Velas de
Carnauba.
AO BARATO.
Na roa Nova loja n. 8 de Jos Joaquim
Moreira.
Vendem-se luvasde pellicapara lioinein e senhora
das mais frescas e novas que ha no mercado, pelo
baratissimo prefode l^2so o par.
CAL E POTASSA
Vende-so potassa da Kussia e americana, ebegada
neslesdiase rie superior qualidade ; cal de Lisboa
da mais nova que ha no mercado : nos seus depsi-
tos na ra de Apollo n. 1 A, e 2 B.
T0.1LIIAS PIRA ROSTO
e mesa de puro tiuhn ; vendem-se na ra do Crespo,
loja da esquina, que volla para a ra da Cadeia.
Vlja a$
|1JI lefio.
Em /'rente do Livrumetito.
Nesta loja lem snrlimenlo de fazendas para lodo,
os precos, e por isso approveilem esla occ.siao para
seeoroiiparem para a festa. com pouco dinheiro, e
lazenda de goslo. A loja esla aberla das seis horas
da mantilla as nove da noile.
Cl
Na
Russia
americana, cal virgetn de Lisboa, da
iikiis nova que ha no, mercado
Na ra do Crespo
Esquina a voltar
Para a ra da Cadeia
Muito ha que admirar.
Veudem-ie colrlaas brancas adamascadas a 39000 \
cada uma. panaieho prelo e de cor a 120 o covado,
cortes de calca de raiemira de cor a 1? e 5c, dilos de!
casemira pela entestada a i>ihi. ditos de dila fran-
ceza superior a (io-MM), dilos moilo superiores a K;,
dilos de bnm amarello e parda de poro linho a
19600, dilOS escores de quadros a t/lOO. dilos ne
anga ,nn n-ll,i a If2u0, corles de cassa chita core 7
varas a 19500, cobertores escures ebrancos a H(IO n..
rscado escuro lar jo i- muilo eucurpado a KiO o en*
vado, laazinha de quadnn propria para vestida* a
110 o covado,.e oulras muilas lazendas por precos
commodos.
patento inglez e da aaaaWr
d que lem vindo a .. n>-rcfc|J
no armazem de Adanson 2
C., ra do Trapiche n. 4i.
neiidH "nperiorr-.
Na f..nd,caodcC. SlarrAC, S*,,,.
to Amaro, achjsvsc para vende, mocrU,
de canna todas de Ierra, de um modelo.
construccao iauito supenoivs.
Suspiros do Venus
Curies de rico, volidos promios nana ... a
bailes o primoroso *-m*7UZZttZ
r. da fazenda, o baralo pirco de KDjUNI .
corte, ludo ,,. tm^tTtSSmtK!^!*
prar ; prtenlo quem quuer SsaTaMata 72'
da de am.rello. na es,.,,,. d, ^ |^!T ^f"
- prestara un eauriro para a, cmlnir 'a. *mI7
.Ka me,na loj. clw, ,w rf,. ^J,
s de seda, qoe se venden a q...|WK wUc..
. rujo p,ec adnira. nm^tn^J^T.
: anida be na mesma l.ja, qoe mmem
bnm osl, e os velh, b..esleinc..nlraraoTeiVLr
Tirar denles he
distruir e nao
conservar.
Na ra eslreila do Hosar n. 2. loja da baches
vende-se o denlalcico, remedio infallivel pata dar
dos deules, a lajIH cada frasquiaha.
les casas,
bordados d
cada um
I.!/curta : anula he u
&6cutoc ,?***.
A loja da boa
fama
Vcsitlo' aiUTato bui'i.lo !
de Lisboa
na do Trapiche arma/.ens
I I, vende-se superior polassa da
e potassa.
ns. 9 e
^elogios
de ouro patente
inglez, cobertMlS
e descobertos.
I do melhor fabricante de Londres: vea-
idein-se por precos ra/.oaveis, na esCrip-
Qliveira, ra da Ca*>cia
'tono do agente ^iveii-a, ra ua
do Kecife ii. Ii8, primeiro andar.
comprador todo o ne-
v ejdem-se velas-de carnauba pura, as melhores s- ___ i u.
qoe la no merca,.,., a 1-jgWMI .arroba : ra do 7- o"8 'le *?UndoIS Bro,,,ers (:- l*E
(.luetrado n. 69, loja de ferragens. |". ''01P M"> B. 11, ha para vender o scuinlc :
v Ferro ifiglez.
>i palco do (.armo n. 2, veude-sc eslamenlia |>jv,, a. ..;,
le.lima para lerceiro, franciscanos, e peneiras de ,
araae para os seuhores refinadores e padeiros. A'^airaO de rarvan.
I-onas de linho.
A 1^280 o par de luvas I0**
Drogas.
(i<:
par
peiiici
I Ali;odo li/o para saccar.
muilo oovas e mnilo l.esquinhas, cliesadas no ulli- \ J?'10 el,lran!fJu ''' la Bahia.
mo vapor francez : ua ra do Oueimado, na hem co-J completo sortimento de fazendas proprias
nhecida loja de miudezas da boa fama a. 33. para esta mercado ; ludo por preco commodo.
Kicos |,me- de tartaraga para alar cabello
Ceiicinhos de relroz de todas as cores mi
loucasde Ida para roboras e meninas ..un
C.misas de meia para criaucas .r.,i
Meias de seda prela para senboia j.Nm
Kica, caixas para guardar jolas si ni
Kicos e-tojo- para costura s:'AK) e :ts.Ki|l
Iravessas de tartaruga fiara cabello :(s.Mki
Hilas de verdadeiro blalo I-NJO
Kicos leques com plumas e espelbo 2J e :ij.'i0ll
Pentes de bfalo para tirar piolhos .VK)
Kica, bonecas francezas bem vestidas l.-jsn e I-snjo
liema. de papel de peso muilissimo bum tistNNI
Hilo mais inferior pouca cousa IjMki
Hilo almaco muilo boro SadOO
l.loadernos de papel paijuele muilo tino mo
(rozas de penna de ac luco de laura l?200
lilas muilo boas san sei bico de lauca .'.(NI
Duzia de lapis multo linos ;-u
liitos para desenlio mullo Imns siai
Bandejas muilo linas a 3o, lg e 'i-nun
(icolos de armacao de ac ,n
I.nelos com armacao dourada ^^"*|l
l>i|as com armacao de lartaraga ltNKi
lillas rom armacao de bfalo .Vm
os chicles para cavallo silo
icas grtalas de seda t-*mo
cadores de cornalina para easai l'eules muilo liuos para suissas
Escovas muito linas para cabello
Capachos piulados com[ridos e redondos 7(10 e
Canelas de ac para peonas de seo
Escovas linas para unhas 320, :,no e
I litas muilo linas para roupa le e 1.
Pincela linos para barba
I iii/.ia de lacas e garios linos
lillas cabo de balanco muilo lina-
IliUscabo de marliin muilo boas
Camisas de meia mnilo Tinas
Kicas aboloaduras para collele 300 e
lulas para palitos 5110 e
Estojos de uavalhas linas paro barba
Espedios para parede, 300, (ajo e
Caixas liuissimas para rape
IHIas redondas de tartaruga
l'ai el de cores em l| de resma
l'eules de larlarua para marrafa
Hilos para alar cabello imitando a lartaraga
I,uvas brancas e de cines para montara
tapetes para l-interuas, o par
e oulras muilitsinascoosar, que ni na htm molien-
da lnja.de miudezas da boa fama se encoulrain else ,
veude muilo baralo : na ra do Oueimado n. II. I
FtjfJa honlein a, 7 horas da naile um e-n...
mulato, de ni, I bom.,. ,, reforc.*."^""
con, marcas de bexig.,, ,*, w-.l. :
cas de cicalrues nascanellas, falla rn .n. ,1..
ndao ; le.ou camisa de panno azul ,. urntrntil
da de ourrllo branro na, homUe.ra, e TZ.W
aberla na freole en. antata .le p,..... '"^1
be i.aiur.,1 da l'ar.l.......|, w,.. j. ^ f"*
Coelho qoe o liouve por be.anca de ea -,. "*
Jo.quim de Souza daquella cidade. e l.n mmMa.l.
pe. 'USi'.'XZ'lnniil-X!. V;.. '.''l.n Jf,. JS.^,, %a.
Vaseonrellp, Jnior, morador no casen*. Tai.:
| r.^ur^a .... |.| d. ,,rit : JJ*
''-"I iMn^'r* '"c"'.'"' '"o Anin... Te.Wa
l.u.naraes .,., ml- ,rfrDuniri|lt ^ra,1t*eaaX.
Kecife I. de oulubro de fe*. """*
l'edro Antonio lei,erra Cmara
'araos.
AVISO.
CI.NCOEMA Mil. KKI>.
rja da 23 de jando do cerrenle, r,,, ,ta -
de I ade :>| a anno,, pnr, m LS-""*"1
ossignaessecoinle,: rnsto cnlrid"ralj.l"
cr lula, cabe,, eerclbado. oZTn^^"^
eam..,lec,d.,berosgross., send de nml .1J
cima, falla um pouco alrapalh.de dev.-lo t;,iuZ,
denles pouca barba e rala, e biaort,,, i, J 1T
eqoerua junln aonedo minino .ma rMc de >
va sabido, as nadeca- um pooro en,pinada. -T.
dar lem um geilo para o lado, cade.r.is largas trm~
tura lina, pe apalheladns e um pouco larg. Z
calca de alsodo a,ul deslK.la.lo e c,mI^, > ,|.^2"
riscado, chape de palba. lem ofliri.. 1 eajiniTlT
ecosluna.mbnacar-.e ; foie.rra*od.cW |>, i.
ronvmoXiIrlIaedoSr. I,. p,ow^w >'ISJimu"
-. C,"""" Fooseca, e uli in.amente d. >r. Alberl r.T'
,*' '" l'amon : a bau as-i^nado. senbor .I ,i,t ,,.
MU I, irallaka le,,ero.n.er.le a q.em aajnjataaaajt e
aw lcva-|..em sua casa, nn aler da Hna-\ .,!.. ,-,
'7 I s'-;""n andar, ou i.o Kenle. ra do l,,, |. 7
< a Anlunin de Almeida Con. ; ron iMnaanja ,,."
-j,, 'tlaenWra qoalquer |i.oa que o rocn, en ar
'". f,fcn: as.im como cralilic. e paga Indas a. 4ee-
KgOUO z,s""Jo"'ll,m I ope'sde laannaaV
IOJ000 -19aia de gralificacan
laaVO 8 I"*"1 '"ar no Kecife. na rn.i das llore, n. :I7,..,.
liOO meir andar, .o Sr. J. (bardan, ou n. encetsh. >
t,o,l J"^" do Cao, donde lu.i.. no da K de oejt.br. rm.
23UINI ""le, o negr rrimilo, de nonie l.niz, quasi todo
1500111 de-denlado.cnslon* andar de -dp.acalat e sem erti-
2~' ciralriren
<* sartas; rodo serta de l'aje.i, dall. l, vend.d.,
para Ibirreirn., d.-p.u. para ensenl. >ibn... aVu
para ponte dos Carvalbo*. e tin.iliuruie pal j rm.
nliuS. Joan ; levon chapeo .le ro.r. velba, r-
roulas de aC'odao, Scaanaat de alemla. i,.,
I -oberior de atgod.,o de baira
' -i'ii.
720
talo,,
-Neai
(OU
I-tmni
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