Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07611


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Full Text

ANNO XXXII N. 345

Por 5 mezes adiantados 4.S000.
Por 3 mezes vencidos 4,S'500.
Z'4
. r -
i
SEMA FEIRA 17 DE 01TIBR0 DE 1856.
Por auno adianlado 15S000.
Porto franco para o subscriptor.
i,Ai: \IlllKi.Anos DA SUBSCRIPCAO' NO NORTE.
Farahiba, 8r. Gervasio ?. dt Hatividada i Natal, o 8r. Joao
quim I. Pareir Jnior; Araea IJ. Sr. A. de Lemoi Braga;
Cnrt, ir. 1. Josa da Oliveira; Maranhao, o Sr. Joaquim Mar-
ques Bodriguei; Piauhv. o Sr. Domingos Harculaoo A. Penoa
Carease; Para, Ir. Ju'niniano I.
a yra da (una.
Harculaoo
amos; Amaiooaa.oSi. Jero-
PARTIDA DOS COKIIEIOS.
Oliaaa
lasaras
In.lo. OS it, .,. f| e
... Goiaana e Parabila
i, i:........... II.........i:.,,
I"..., I'- -.I'llhll. .Vi'
Villa-Bolla, Boa-Vl-l
< jIii.. I|ijc.i. Sa-riaUea, llaa-Forsso
ln......' n> i- Natal: qeiatas-Mra*.
i* hor... ,lo .li.i.
aa* ...--iiti.i.i..- .cu i,-f,.,r
ni, Alo.il... .- Garanhnas : n
lli. l..........r... lliej
i. Ol,,, i,., I.,,.
!(
rca-Mn
qaeira, faga
lu
:
|u.iri.i.-l'..i
roa, A.'ni-I'i
[Todo
ai m sartas! .i. Id liara* da
AUDIENCIAS DOS TRIBONAES DA CAPITAL.
Tribunal do cornmercio segundas a quinlaa.
Relaco : lercai-feirai aaabbadoa.
Fatenda : quartas ssabbados aa 10 horaa.
Juizo do cornmercio: Mladea aa tOboraaa quinlaa aa maio-dia.
Juio daorphoi.- seguida* a quimas ai lOhorai.
Primeira tara do :iel aegundaa a lanas ao maio-dia.
Sagunda tara de ciiel: quarui aabbadoi a* maio-dia.
EPHEUEB1DES Do Mi;/. DE o ITIIRn
7 Quanocreicente as 3 horas y minuto a 48seguudoi
dem.
13 La cheia ai 9 mnalos e 20 lgundoa da tarde.
in (>uariorain(iuanUas 3 horas, 47 minutse 48 segundo! da t.
S La ora as 8 horas, 21 minutos. 48 segundos da tarde.
p,. -u PRIMAR DE IIO.IE.
rnmeirias horas e !-* minutos da raanhaa.
Sagunda as H horas e f. minutos da larda.
DAS DA SEMANA.
13 Segunda. S*. Dauiel e Ausolino I. mm. ; S. Samuel m.
Ii Terca. S. Calate p. m. .- S. Fortunata v.
15 (juana. S fTherr>a dr leras V, c. : S. Aeeleo m.
16 Quinta Ss. Martinana e Siluriano irms. mm.
1" Sexta. S. Kduvigei duque/a ; S. Marinnno m.
18 Sabbado.S. Lucas' evangelista ;"S. Thcodoro ni.
l'J Domingo. 22 S. Pedro de Alcntara I.
dos volante, devo declarar que ella
remediadas mediana os recorsns que a
OOVEIUaTO DA PROVINCIA.
Expediente da di* 1:1 ale oulubro.
OllicioAo Exru. raarechal commandanle das
armas, declarando que o pardo Jos Cavalcanli, a eu resolver sobre u numero de eleitores que deve a
que se refere o ofticio da presidencia de 10 desle fresuetia de S. Beato, dar para a rotura, recum-
roez. he o proprio deque S. Exc. trala.u qual deve-, mendei a essa cmara em ollicio de 6 do correnle
ra' ser entregue ao portador desle ollicio. ; qoe aviada ao juiz de direito dessa comarca, e aos
DitoAo Inspector da Ihesooraria de fazenda, .juizes de paz inais votados da mencionada fregue-
reineileii.io para o lim coiiveoienle o ollicio do I z.ia e das uulras. de cojo territorio foram desmem-
consol de I-rauca nesta|proviucia, de 11 do correle,, bradas as parles que eompozeram aquella, deelaras-
ENCARBEGADOS DA St'BSCKirt.AO V M
Alagoaa,o Sr. l.laudioo FalcaoDiai; Bahas br. D.
Rio daJaoeiro.o Sr. Joao Pare ira Manas.
BU pkiiwmiii <:o.
O propriaiino do DIARIO Manuel Figoairoa o* Farsa, aj ...
jlivraria, praca da Indapendenria ni.ee .
mentar de 1'J de agosto de INti, niis ails. >>,'.V> e
Mi, Taculta a qaalquer cidadiio.I'tdiram-se os es-
clarerimentns de que se trata,
DitoA cmara municipal de fiaraiiuuut.Na
falla de esclarecimenloH em visla du quaei podesse
podem .er I sensiveis aus
le repula-, bacn.
pessimos elleitos da pul lica perlur-
.10 qual vao anneos ndo so os papis que acompa-
uliaram o oOicio tle S. S. sob a. mas lamhem
a procuracao passada pelos Iienloawtan4c.failc-i.lo N.
i i.idault em suLsiiluic.io ao aliaixd assignado a que
se refere o parecer liscal.
DiloAo inesino, inleirando-o de que o joiz mu -
uicipal do termo de Caruaru', bacharel Chrislovao
Xavier Lupes, participara que nao obstante ter-se
lindado liceoca com que se achava, deixou de se-
fjair para aquelle termo por continuar iloenle.
Un il .-iiNiinuiiicir.i'i se fez ao conselheiro presi-
dente da relacao.
DiloAo chele de polica, declarando que Irans-
mitlio a Ihesooraria provincial, para serem pacos
estando nos termos lezaes, o prel que S. S. remel-
lis da forra da guarda nacional de (jaranhuns,
quo couduzo presos de juslica para o termo do Bui-
que e bem aaiim as coulas das dcipezas feiUscoro
o sustento dos prvtsos pobres das cadeias das villas
do Braja e liaranhuns.
DiloAo commandanle superior da suarda na-
nma espncie de imparicnci.i os dVcrctos relativos
futura otoanisarao constilurional da Hespanlia ;
mas ningueni podo dizer fe a pulilicacao desles de-
cretos ter lugar proxiinamenie. Toda* estas me-
didas, cuja iniciativa perlcnre ao Sr. Ros Rosas.
percibido, apc/ar da unanimidide do vol, que os
ministros differem a mu i ios resoeilos e al sao so-
se qual o numero de dolores que devana ella dar.
Mas lendo verificado que a fregue/ia de S. Bentu,
foi creada pe lei provincial n. 311'.* de t'2 de maio
de (853 com leirenos lirados das de Garanliuus e
Cimbres, qoe darn em 18*2, t> eleitores c nao
podiam agora dar maia de "i, e sendo preciso saber
quanlos deve dar a primeira das dilas freguezias e
qual o desfalque que lerr de sollrer as dua iilli-
mas-, foi o referido n. 71 dividido em proporco dos
volantes comprehenlidos as respectivas qnalilica-
cnes do presente auno, e por esse calculo vein a lo-
car a rregnezia de S. lenlo I eleitores, a de ranliuns 23, e a de Cimbres He portanlo desle
modo que se deve ellectiiar a divisio secundo o dis-
poslo iiovso n. I.VJde ISdejunhode 1810.
(I que declaro a Vmrs. para scu cunlieciraentn. e
alim deque facain os jmzra de paz publicar nesle
sentido os convenientes edilaes. Kemelleu-ee co-
pia do ollicio cima aos juize de paz inais volados
de S. Beato, liaranhuns, e Cimbres.
Portara>orneando, de conlormidadecom a pro-
cional do Recite, dizendo que por despacho de boje posta do chefe de polica ao Dr. Mannel Usarle de
antorisou o inspector da lliesouraria de fazenda a I rarlaa, para o cargo de subdelegado da freguezia de
mandar abrir es assentameulos de praca do corne-
ta mor do g- hatalliao de infantaria da uie-in.i guar-
da nacional, Joito Pinlo de Araujo.
DiloAo director do arsenal de guerra, para
mandar fornecer ao lenle curonel commandanle
do balalho o. 21 da guarda uacioual do municipio
da Escada, .*() armas em bom estado, -2,000 cariu-
chos embalados do adarme 13, 1,000 do adarme II,
e 200 pedreneiras.Commuuicou-se ao mencionado
coenmandantc.
DitoAo inspector do arsenal de marinlia, man-
dando fornecer ao coinroaudaule do vapor Bebe-
ribe o os-silijecloj mencionados no pedido qoe re-
melle.Cnmmniin ou-se ao commandanle da esta-
can naval.
DitaAo ciniiinissariii vacrinador provincial, re-
commendando que mande apromplor cun urgeucia
algomas laminas de pus vaccinieo para serem re-
netlidas para a comarca de Flores, onde a varila
se esla deseovolvendo.
DiloAo presidente da commisso de higiene
publica, dizendo que com a informac.io qoe remelle
por copia do inspeclor da Jhesouraria de fazenda,
respoude ao ollicio em que Smc. pedia a erearao de
um continuo para a reparlicao de vaccina.
DiloAo inspector da lliesouraria provincial, in-
leirando-n de haver em vala de aua infonnacao
recoramendadu ao ajudante do procurador fiscal
laqui'lla thesonraria, na comarca do Bouilo, que
desniiere o colloclor de Carnarn' da commiasdo de
qoe se acha incumbido, do foniecroento dos presos
pobres da espectiva cadeia.Ofliciou-se neaie sen-
tido ao mencionado aldanle.
DiloAo juiz dedireilo do Rio l-ormoso, iccom-
inendaiido que de sua parle preste aos engenheiros
da reparlicA das obras publicas, cncarregados das
obras uaquella comarca, tuda a cnadjuvacilo rasoa-
vel de que clles possam precisar, alim de'uao serem
cinhaci-ailo- na o\eenc;io de laaaobraa.Igoaeja .ios
iuizes nunicipaes do Rio l-'ormoso, c de ll.irreiros,
a .-ios delegados t- rabdelegadtaa de toda a comarca.
DitoAo sobdelegado do pnmeiro dislricto da
freguezia de lpojuca Francisco Alves da Silva, di-
zendo que nu motlenlo actual nao lie possivel con-
ceder -se-lhe a ezoueracao qae pediodaquelle cargo,
pudendo porm ausentar-se por I." das, a contar de
I de-ie uiez, do districlu de sua jorisdicclOj alim
de tratar de seus negocios particulares.
DitoAo Dr. l-ilip.e Lopes Nelto.Devolvo a
Vmc. a plaa i que se refere a pelico, que a 1
.lo correnle me apresentou ein nooie dos Srs. Ros-
tron Ruocker c*;C,
S. Antonio.Communicuu-sean referido chefe.
DilaDesoiierandn, na mcuni cmifurmidade, os
cidartfius Liberato liununo Ribeiro tiranj.i e Alva-
ro Eineslo deCarvalho Crauja, esle do lugar de de-
legado do termo do Ouricun, o aquelle do de sub-
delegado da freguezia do mesmu nome por se ler
mudado du seo dislricto.Ki/eram-se as necess.i-
rias comm'inicacnes.
DitaResl.ibelecendo, na mesma confonnidade o
dislriclu de ubdelegacia de .N. S. do ()', na co-
marca de (ioiauna.e considerando de ueolium elfei-
lo a portara de 22 a* agosto do anuo passado. pela
qual foi su|ipnmida aquella subdelegada encorpo-
rando-se o dislricto ao de tioiaiiuinha.Coininuni-
cou-sc ao chefe de polica.
HilaNumeando, na mesma confonnidade, para
subdelegado e seus suppleules do dislricto de N. S.
do O' ns cidadaos seguinles:
Para subdelegado.
MajoT Bernardo Jo- Pcreira de Malla.
Para suppleules.
1.Teiicnlc Antonio Mauoel Ribeirn.
-Alferea Francisco Pereira Muoiz.
3.Joo .la Cosa Ribeiro.
i.Capllflo Mauoel Itezerra Cavalcanti.
5.Alteres Mannel de Araujo Souza.
I>.Manuel de Jess Carvalho.Cominunicou-se
ao chefe de polica.
leude em visla, e amai a lranquillida<1e entre
vossas concidadAos, -em a qual n.lo podemos possuir
os hens, quo a providencia benignamen.e nos con-
ceda.
ISao reine em vossos coraees desordenado afec-
lo aos senlimenlos dos que provocan, a desinlelli-
gencia entre as familias. Niio frustris os magua-
mmos intentos daquelles.'que ao magestoso tlirono
da divindade enviara lervoros.s sopplicas em favor
da geral prospendade,convencidos de que duraute a i
desorden," no podemos gozar as venluras, qae a i Tarados por graves dissentimen.os
solida paz nos pode a(tralnr.
Nao nos admiremos que a celesle indigiiai,1o des-
ea sobre nos, que a provocamos. .Nao sejamos in-
seusiveis as reprebensOes da proprta cousciencia, cu-
jo eslimulos devemos temer,c nao de>prezar. Re-
verenciar, e respeitar o lugar unde li.il'il.im ate au
finidos seculos as socrahssimas lormas, as quaes
Jess Chrislo real e verdaderamente asiste, he nm
de aaaaofl primeiros devores.
Palacio da Soled.idc 15 de oulubro de 1856.
Jo~tot bispu diocesano.
ramios com o valor inmenso dos l'ens immovis
que possuiam antes da lei do estado, as commu-
nas e os cslaliclei-imsiitos pblicos. Assiin, a c-
xectiai) da lei poderia ser suspensa, DO quo diz o Eccles. v. 10,
rospeilo aos bens e as rendas do clero, sem grandes eur,a.
foram adopladas unaiiimcmenfe pelo galiinele;mas inconveftiaotes para o Uiosouro a sem que as com- I. .Els a no"10 clleM- ,eilor' '"
ngiiaran. no sed gremio vivas iscussiies, e tcm-sc', binares do minis.m das financ.as aperitratem 2ST EZEv' qU"'1"
denrranjo slgum.
Parece ruc o ininisiro das Tanlas niio quor
dar a satisfaedo reclamado |>elo clero, e que se obs-
tina em man'-cr a loi em todas as suas dispoMcjoes
i'ein applica-ia nm todo o e'i rigoi. OSr.Cao-
teiro lie um prooressista mu adiantado, e na sua
qualidade de progressista nao quer supprimir nada
i".
curar e (irar ouro das mesillas podras. Do innlbadn com o scusuor. nao usa.,, sen.io com me- Maria Francisca da Conceicao, p, desor.leii.'
dida. As suas maos se lazem neras a lorca d* ma- l'ela aaaJallMUl da freguezia di K..a-\ i.l i
nejar este neo metal. .Varo mh.l / xlttliv. diz preln .r.to Jo,,,. pr encontrado fofa de h.
oue vida mais Inste e mais uhs- ras dentro da um sitio.
ERRA IA.
Na pastoral publicada no n. 2211 desle Diaria de-
rain-se os seguinles errns:
Ma hulla II respciloleia-se--Esp rilo.
Na linda .iK -agradecdolea-se auraciadu.
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel general do comnaando das armas
RISPADO DEI'ERNA.MBI 00.
II. Joao da PurilicacSo Marques Perdigo, conego
regrante de Santo Aeostinho, por iraca de Dos,
e da Sania S apostlica, hispo de Pcrnambuc
do conselho de S. M. I. e C.
A lodos os nos.os diocesanos saude, paz e bajadla
em nome de Jess Chrislo.
O dever de recordar os precaitos, quo a reliaiso
da Jess Chralo Impoa aquellas euja direeeju aapi-
rilaol aorceaM*, nos impela a iinair-llii,, |lf|H ;
-r-'inda vez. a exlioilacao quo as acluae cir-I
riiiiislancas julgamos urgente, para promover a ve-
ucracao c Tcvereucia devida aos templos, dedicados
n orarao c ao culto conveniente a suprema, e iaB-
nita inageslade de um Dos, que ein sua prrpna ha-
bilacilo quer receber uossas profundas adorares, e
reverentes caitos.
A igreja Pernatnbiiceuse, a oulras, segundlas
participacoes que nos lem sido enviadas lamenta
a irreflexes de aletins seus tilhos, que no interior
organisada paraos etTeilo da II.-] dos templo, tenbam manifestado acedes, publica-
condu.io do contrato celebrado a 2li de abiil com mente contra liclorias aos orthodotos*
rala presidencia para a illiiiinnac.lo da ridade a
;:a'. A' lliesouraria provincial faco as convenientes
parlicipai-es, alim de ficar ella certa de estar pelos
dilos aenhores verificada a condic.ao acuna re-
ferida e n.lo sujeita purlanto a multa que da nao
execue.io resultara.Fizeram-se :as participa^es
de n le se trata.
Ditoa. Benlo Jas Alves de Oliveira, jniz de [iaz
inais votado da freguezia de S. Benlo.Acenso re-
cabido o seu cilicio datado de 21 de selembro ulti-
mo, acoropanhaudo a lisia dos cidadaos qualilicados
volantes nessa fregeezia.
Passo a exigir da enmara municipal, e do juiz de
paz. que no principio presidio os trabalhos da junta
de qualilie.ica i os necessario*. esclarrciinenlos acer-
ca dos doua cidadaos que Vmc. declara lerrm feilo
parle da junta illegalmeule, visln como a simples
assercAo de Vmc. acerca de um negocio lio grave,
n.'i.i p.le ministrar suflicienle- esclarecimeuto para
urna apreciac.lo consticnciosa e justa.
O facto de ler o juiz de paz mediato em votos
dado coroeco aos rabalhos da qualilicac/io, nao po-
de ser considerado Ilegal, secundo declare! em meu
ollicio de 10 do-correnle ; pois que o juiz de paz
mais votado acbava-se impedido por doeule.
ouantu as irregulaiidades, que Vmc. diz cousis-
lirein em nmisscs e nscripees indevidas na lista
*-
i
roa Heni-.iijuk Consciencl.
ii
l'onliiiuariio.
O sul i,i desspparecer llrl do liorisonle, mas
nuudava aiuda a nalureza de cores rosadas como
para dizer-lhe um terno adeos. O caramanchel, dc-
liaixo de coja folhagera transparente Ro-ina uiurnui-
ina poz-se a tremer lembrando-se do grito que
na avenida do castello.
enlDo Gabriel ? pergunlou ella com
Rosina
ouvira
(Inde esl.i
anciedade.
Niogaem o sabe, rcspondea-lbe a amiga ;
niiiguem i exrepco lalvez de Ii, Rosina.
Eu Dio sel nada Meu Heos que vai acon-
lecer-nos'.' Mas, querida Phdoiuena, nao me digas
lae colisas ; lu le engaas. O pai enviou-o a llru-
xellas.
Olive, vou dizer-le o qoe sel. Na segunda-fei-
ra de nianliaa a in,1i de (i.ibriel subi para chma-
lo, poique o alionen eslava sobre a mesa, e conlra
seo cuslume, elle anda n.l) linha desridu. Aclino o
leilo de liabnel inlaclu. e sobre a mesa nina caria,
pela qual elle se despeda dos pas...
I ni grito escapon do peilo de Rosina, a qual paz-
la a tremer bnrrivclmenle, e parecen presles a des-
rava ,oa fervorosa itracla. pareca mondado de pur- f"** ; M* *" Pdia crer o que nuvia, e sua
pan e de ouro ; eslava rodeada de una ntivcm de I ''"''d'1 deu-llie torcas ptra di/ci, derramando
entimentos,
que professam. Ella deplora os rcenles aconte-
cimenlos, infelizmente verificados por occasiao das
eleiccs no paiz. qaejse denomina catholico, nao he
sendo possivel presenrisr sem a maior seaaibilidade
os insullos e ataques, perpetrado contra o decoro
o respeilo. propno ao lugar santo, pelos quaes lem
sido violadas, e desacatadas algumas malrizes, sem
temor algum dos perpetradores de laes excessos,
por eujos fa-los provocara necessariameute a divina
indignarlo, que Jess Chrislo manifestou no templo
de Jerusalein, quando oosurou, com a maior acri-
monia, a violado daqnellc templo, como leraos no
capilolo II do Evangelho de S. Joao v. v. 13 ale lli,
ja sendo por nos referido em oulra occasiao este
mrinnravcl aclo de plena jaslica, -Pastoral de l.i de
selembro prnxiino passadul ora mencionado, para
que permanec impresso la menle de nossos dioce-
sanos, e produza o elidi, que esperamos.
^O profeta Daniel, pelo que nos refere a Sagrada
F.s Tiplur.i, foi responsavel na presenca de Dos pe-
parrados de seu povo, se, pela previa insinuaco
excessos commelli los, e protegesse a reforma dos
coslumes.
Nos porlanlo, querendo aer isentni de to perieo-
sa respoBsabilidade, a vos nos dirigimos, coiil.indo
em vossa ducilidade, pela qual acredilamos seris
Pernambnco, na cldade do Bajctfk, em 15 de
oumbro de 1856.
ORDEM DO DA N. 353.
O nniechal decampo, commandaiue das armas,
deteimina aos Srs. olliciaes commaiidaulcs de dea-
lacamenlos na reconcavo, e un presidio de Fernan-
do, que, de promplo, salisfacam as exigencias que
Ibes leera sido feilas pelos respectivos Srs. comman-
danles de Corpus, sobre remesxa de mappas, relaces
e ouiros papis de conlabilidade tendentes ao pes'soal
e material .los inesmos desucameulos.
Aliii desla remessa, compre que no primeiro de
cada mez enderecen! aos Srs. rominaudiules dos cor-
pos a que perlencerem as praeas deslaca Jas, um map-
pa do pessoal, ao qual annexarao nina relacao no-
minal com as alterables occorrdas dorante o mez
Iransaclo, e outro do material com dcclaracao de seu
oslado c alleraces.
Os Srs. comuiandanles de corpos enviara copia
da prsenle urdem aos actuaes commandaiiles dos
destacamentos.
Declara, para os lina convenientes, que boje con
Ir alio, novo engajainento por ra.is -eis auno., nos
termos do regulameiito de 1 de dczeinbro de 1853,
precedendo mspeccilo de saiide, o soldado da qur-
ta companhia do segundo bali.lhiln de Infamara,
Marlinho Lntx Carreja, que, por sobre os venci-
meiiliH que por lei lli compelirem, perceber o pre-
mio do .11105 rs. pago na turma do artigo 3." du de-
creto n. 1101 de 10 de junho de 1834, e lindo o en-
gajamento una dala de Ierras de 22..V00 brajas qua-
dradas. Se desertar incorrera na parda do premio,
e das vantagens a.que tiver direito, ser considera-
do como se recrulado fosse, descoulandn-se no lem-
po do engajamenl o de prisao em virlude de sen-
tenca, averbando-se esle descont e a perda das
vanlagens oos respectivos ttulos, como he por lei
determinado.
linalmente, o roarerhal decampo, roinmatidaiile
das armas, mela para servir interinamente o em-
prpgn da ajudante da fortaleza da Itamarac, o Sr.
lenle reformado Manoel Jos da Silva l.eile
/ose Joaquim Cotlho.
TRIBUNAZ. DO COMMEP.CIO.
SBSSAO juniciAiA em 16 de otiTtiiRoiiE 1856-
l'rexidencia to Bxm. Sr. de-embargatlor
Souzn.
Falln com causa participada o Sr. desembarga-
dor Lata.
Julgaineiilos.
Appellanle, Antonio Joaquim de Souza Ri-
beiro ;
Appellados, U. Cecilia Rosa da Costa, e oulros.
Foi reformada a Malenca appellada.
Todos sao lilieraes e realrtas, mas nem lodos
cntendem'da mesma mancira a; condires l'unda-
menlaes de urna conslituigo monarcliica. As-
sim, quando o ministro do inleriij; propuz a di
solucao da milicia nacional e da assnmhiiVi cuns-
liinintu c a suspenso das eleices municipaes, va-
rios dos seus collegas negaram o direito dogoverno,
e, em apoio da sua opinio, invoraram os princi-
pios sobre quo repousa a poltica dos progressislas
puros, sem que se lemlirasem que c-les principios
sao destructivos da autoridade real.
Diziam, por exemplo, que o overno linha
quando muito o direito de reformar a milicia na-
cional,se a sua constituirlo fosse viciosa, mas nao
o de sttpprimi-la, porque 3 milicia lie una das
mais seguras gaiantias do paiz contra as usurpa-
da \ C"es. do poder.
E pela delegara do termo de i.araiihoiK. Anl-
homemqueam- mo Altes da Silva ejnanna F,aiK-nca de Jeaaj., pa<
r que seja o lenmenlos graves, l.uiz Soaraa Villanm. ^ebaaliaa
da Silva, Joao llezerra e Manoel I lorenlni" de Bar
aborznho, cnnlinoe a contar nos roa, lodos por rrima de mofle, Joao I rancia Bar
ii-ia du. Sunos r Jo-i- da Penha Mnsnz. por rea
desertores, e Antonio Joc da Mlva, por crate de
rapto.
Refere o .lito delegado do termo de l.araiilisms.
que ni. da ^K lenlo no lugar denominado I n< da Stnua.
>V\-
EXTEHIQH. _
As nossas carias de .Madrid trazcm a dala de 3
de selembro ; nos do alguns esclarecimcnios novas
sobre a siiuacao do governo. Citaremos as pas-
sagens seguinles :
i O ministerio nao esta inactivo, esi.revem-nos
os nossos coi responden les; ja lia lomado medidas
importantes, e coinecam a julga-lo peloa seus actos,
a opiniao pnblica os acolbe cotn favor : approva-se
especialmente o decreto que prontiniiou a disso-
locao da milicia nacional, o que dissnlveu as corles
constituimos, e osque seieferem sibstiluigaodos
governadores civis das provincias, ilimissionario?
',. ~ '----r---, --^-> fin, iiijiiiuji ,,u
da divina doiilrina, mo solicilasse a retratacio dos 1ue loram revocados. As novas cscolhas bao
sido feilas com discernimenio.n'um espirito de mo-
deracio tanlo mais nolavel quauto be estranlio.
O acto pelo qual o governo suspendeu as eleices
municipacs era idispensavel. Aguardam-se com
suaves aromas, que elevavam-se como diluvios per- torrente de lagrimas :
r___...,_ j_ -.,."... .r. ,__ ni, I laan o ... Ii
fainados do sem da todas as flores ; os pa-s.-irinhos
Oh
he verdade nao he |iossivel I
ante da hora do repouso sallavam anda pelas fu- ["'briel mioendoudeceu f.lue razo linha elle par
Ibas, e .algutis dirigiam lo dia que findava os lernos
accordes de sua voz...
Sem o sallar, RAsiua inclinara cmlim a cabeca so-
bre o pedo ; tendo a vista immovel e vagamente
perdida no esp.-i,;o e engolfada em profunda me.li-
lac io. era fcil ve." queseo, peusamenlos vagueavam
seagado menino docnle e da mai. De quando em
quando ella meneava a cabeca com ar de duxida,
estremeca, oa sorria Meiaiicolicameiile.
De repente sahio de st-a dislraccilo, levou a mio i
Ironlu. e monnurou com vez qoasi iniulelligivcl :
iiibriel : i.al.nel !... Como letra alllicto meu
l'ohrc pai! Scu Engelbert. que elle ama como a
menina de seus olbos Ah .' se liabriel eslivesse
aqu, nos comolaria I.liiando ex'li bem disposlo. elle
sabo tallar lao I.-llmenle c com lauto senliinenlo '
Minh.i mai teria fe nelle. Mas es.'a cm Brnxellas.
I urqn- (ii horneas sao muito exlrordiuarius. lia-
Inel eslava agasiadu comigo, retirou-s,' da Ayuiti de
ihir,, no momento em queco me app.-uximaxa. Na
manlia.i segomte parta sem que eu o soiibesse. Oue
pode signilicar ssj ? Sos mai disse que tile foi en-
viado a Bruxellas pelo pai para negocio urgente ;.
mas dissa isto com os olbos cheios de lagrim.is. Dar-
aa-na caso que o notario Iciiha conlrarieilades?... E a- I
qoelle grilo da angustia na avenida do caslello ? Era
I voz de Gabriel Ah Iremo. Parace-tm que mi:i- i
fugir assim
Nao sei, Rosina. lalvez a criada do Dolarlo le-
nha coriipreheiididu mal ; o que ella diz concorda
lito pouro Eu antes quizera que assim fosse, Ro-
sina ; pois sera grande desgraca para Ii ver leu ca-
samento deifeita de um modo Mu inesperadn... Ga-
briel comquanlo seja bom rapaz, leve semprc ideas
singulares ; lem a cabera mu cheia de sunlus, (Mas
anda quando se houvesse ido, voltaria por si mes-
mo dentro de poucos das.
Mas. porque se teria ido .' porque eiclamou
Rosina.
Sabes o que pens a criada '.' Hesde algumas
semanas I i abriel andava semprc dislrahido, e quan-
do o pal dava-lhe una nu uutra cousa para e-cie-
ver, lirava dorante horas rom a cabeca as m.ios
meditando, e mudas vezes perdia-se a nlra mais un-
portante. Sabbado o notario reprehendeo-o forle-
mente, a a criada aftirma que Gabriel fugio levado
da d.'.r e do desespero. Os pas ca'aram-se por ver-
gonha, e disseram na aldeia que Gabriel fra a Rru-
xellas, porque na verdade julgavam que fiira para a
casa du lo. O pai foi logo em sua busca pelo cami-
nho de ferro, procurou-o um dia inlero em casa de
lodos os seus amigos e conhecidos, e chegou ha poa-
ao sem O ler adiado. A criada diz que o notario e a
_ I mulher chorara amargameute e arrancara us cabellos
lasdeagracas nos ameacam Se" azi"rouv'csse"a Daf I com desespero-
pe a sia bomlale poopar ;a meus pobres pais esse
golpe lerrivel...
I m riiin-r de paSsos interiompeu sai dolorosa me-
..lacao: ella l.vanlou a cabeca e vio aa enmioha
dujarlun Piil.imnua, lilba do buigo-mestrc
a qual
pos-
Aconlecera
Rosina occullara o roslo as maos, c deixra a a-
iiga continuar sua eiplicacao sem dar-lhc o menor
sitnal de allencao.
\i| imafi' s lgubres a ameacadoras passavam cu-
ran eapaciro
Dizendo eslas palavras, ella altrabio d vereda a
donzella muda e iucunsolavel.
No pateo Pliilomena separou-se da amiga.
Ale amanliaa, Rosina. disse ella. I em animo e
nao digas nada. Se eu soubcr mais algama cousa a
esse respeilo, virei di/.ei-le.
Sem axer caso deslas palavras, Rosina seguio a
criada com resignacilo, e sempre iiiseusivel na ap-
paiencia, enln.u na alcova da m.ii, unde cahiu ani-
quilada sobre una cadeira.
MJi Job, que eslava assenlada nm punco distante
do leilo dolilho loen|... chegou-se a danzella, e per-
suadida de que esta seallliga pcl.-i daeoca du irin.lo,
disse-lhe com brandura :
Nao chores assiin, lloiua, pasto charo anjo se-
ra salvo. A Tcbre escarlatin.i he doearja lerrivel pa-
ra os pobres meninos, que nao nio tratado* rom cui-
dado ; mas nos vigiaremos lauto sobre o acata En-
gelberl, que o ar nao o locara. Assim, loma cura-
geni.....
A donzella nao responden ; o nico resollado das
palavras consolidlas da mai foi duplicar-lhe os so-
lucos.
Cuida na misericordia de Dos, Rosina, lomou
mai Job. Deve-se ler conlianea em sja bi.udadc...
Alera disto o doulor diz que a" erupcao faz-se bem,
c que nao lia que temer...
Ah ah '. miaba garganta d-ine agua d-
me agua gritn o menino com voz ronca e ge-
mente.
A mulher correo ao leilo, apreseulou ao menino
ama bebida refrigerante, e voibadodepaia para jun-
to da lilba, disse-lhe ;
Se me ves lo tranquilla, Rosina, sendo eu a
mai delle, porque le allges e desesperas assim, co-
mo se nos livesse acontecido uma desgraca h .nivel '.'
Ei-a, consola-le ; daqui ha puucos das Bngelberl
brincar no paleo comodantes; enlao nossas magnas
serao esquecidas... I-alia, Rosina ; creio que temes.
Viste sabir o doulor '.'
A donzella lancou os bracos ao pe-meo di mai
dando um grilo doloroso, e solucando mais forle-
menle do que nunca.
Oh querida mai .. Gabriel foi-te !... disse
ella com voz apenas inlclligivel ; fugio... >-i f,,
mais adiado... ha Ires dias... O pai e a mai nao fa-
zem mais do que chorar... Aquelle grilo na aveni-
da do caslello... era sua voz !
.Mai Job, lomada de nm espanto que nao pode
canter, deu um passo airas, encarou a filha, e excla-
mou com estupefaeco :
Im1ue dizes Nao le comprehendo !
Meu Dos! meu Dos exclamou Rosina. Se
alguns malfeitorrs o livesseai atacado na escuridao,
n pobre rapaz pedia aaecoff
Sua integridaJe ; insiste com o Sr. Canteiro sobre
a exeCDCao completa e enrgica desta lei ; nao
est.i ma's possui.lo do que o Sr. Canloiro dos em-
barar;os diplomalicus que dalti pojeriam resultar
para o governo.
i Assim o ministerio se achara dividido sobre
esta grave qucslo ; entretanto a grande maioria
dos ministros lalvez seja de opiniao quo se suspen-
da a meeucao da lei de desapropriacao no quo diz
respeito aos immoveis e as rendas lerriloriaes que o
clero ainda possue, e queso imprima uma nova ac-
vidade a execocio da lei, no que diz respeito aos
bens do estailo, das communas c dos estabeleci-
menios pblicos. Ao tncsino tempo se abreviam
negociages com a corte de liorna, no intuito de
resolver-se todas as dilliculda.lcs que podem subsis-
lir en Ir esta corle e o governo da taiulia Isabel.
Algumas pessoas ordinariamente bem informadas
assoveram que as discussOes que den lugar esta
queslao derramaran! enlrc os membros do gabine-
te um grande desgosio, que 80 cessaria pela retira-
da dos Srs. Canteiro e llayrri. .lulgam quo a
a substituico destes minisiros lornou-se provavel,
e nao est mu remla.
{Journal des Vehal*.
Diziam lambum que as cort constituimos c-
nianavain directamenle do povo pela eleir;iio,!e que
a coroa nao linha direito algum sobre ellas ; em
hm diziam que os consellios municipaes sao ferda-
deiros corpos polticos,revestidos de lodas as sortes
de direitos, e especialmenle dodireilo de julgar a
direcc,ao.poltica do governo, esclarere-lo pelas suas
adveiteneiaSjChama-lo i ordoni pelos seus protestos.
A discussao fez promplamente juslica a estes argu-
mcnios ; mas receia-se todava que o bom acord
do conselho seja ein breve perturbado.
Foi perturbado acerca da lei sobre os bens de
niao mora. <> ministro dos linani;as, o Sr. Can-
teiro, deu ordens forman alim de que a exeeuc-jo
da lei nao fosse enlraquecida este ministro ah
recominendou que a execuc.io fosse continuada ac-
tiva e enrgicamente em todas as provincias sem
cAcepcuo, porque elle conta com os producios das
vendas para estabglecer o sen syslema de adminis-
tradlo linanceira. OSr. Caoieiro, as suas ins-
lruci;Oes nao fez distincao enlre os liens da igreja
o os que pertencem ao eslado, s communas, aos
eslabelecimentos de inslrucjao publica e de boneli-
cencia.
Dabi vivas e urgentes reciamacoes que encon-
traratn potentes apoios as regios mais elevadas.
Fizeram valer os privilegios e as immunidadas do
clero o os intoresses da religiao catholica ; recor-
il.irjin os comproinissos t.io formaes contrahidos em
1851 pelo governo da rainlu com a corte de lio-
rna. Insistirn] sobre a necessidado de restabelecer
entre o governo o a Santa Sf a harmona destruida
pela lei sbreos bens do mao mora. Appella-
rom para as consciencias_ > o lado desias consi-
derasoss. aprrsentataas-eaoallias bebida em uma
ordem de ideas mui differenle, mas que produci-
r m no mosmo sentido uma impresso mu pro-
funda.
< Representaran! a lei sobre os bens de mao
mora como uma medida essencialmente linanceira
e econmica ; a be sobreludj por este lado, d i-
ziam, que ella toca a um inleressc poltico. Com
effelo, o estado nao lem inleresse polilico directo
em se despojar dos seus bens, nem em despojar as
communas eos estabelecinienlos pblicos; se elle
se desapossar, se desapossar as communas, os hos-
picios e os collegios, he nicamente alim de socor-
rer o Ibesouro nacional, cujos embareos inHuera
sobre a prosperiilade de todos e de cada um : he
para avivar o movimenio geral dos negocios, lan-
zando na circulacao lanos bens de mao mona quasi
improductivos as mos dos seus amigos proprie-
laros. O clero so foi comprehendido na medida,
porque nao se quiz fazer a um principio geral uma
excepeao de que todos os oulros se baviatn de querer
prevalecer, pois que a lei nao comprebende somenle
o clero. Ninguem ignora quo o clero est desa-
possado depois de mais de 15 annns, u que a con-
cordata de I Sol conlirmou a venda dos seus bens: |
depois da concordata, a nao restava ao clero seno !,.
.,, 'rl*lezas, em desgoslos e na ob'cundade, sai os tns-
unoveis lomados depois de longo les efleiloa desta injusta paxao. E bem
dedos, isso inesmo he de quein lem jnizo Depo
nao diga quena ra l'rlha so lia gente curiosa.
Nu da 15 de correnle foi Horneado proniot, i
r]e i.ai.nihuns. Sr. Dr. Jos di Casta l'ourado.
Se >. S. se portar em G.raninos, com dvraale o
tempo que exercu a polica de Sanio Antonio, o
que lie da crer. a comarca de Garanhuns ha da ser recera enforcada em um esleto da caaa de ea'S-
, leliz em ler mais em si um magistrado honesto. dencis Mana Ferrsira de XJ-llo i..._a
em uma medida votada pela ma.or.a progress.sla | Descnlpe-nos o Sr. Dr. Doorado >e XHliaran a sua | tas de ter .ido .nial da .e.nell',.!e
da assembla. O Sr. Canteiro he tira homem ti- i modestia com eslascousas; emlim he o que sent- i proprio mari to Manoel
mus. e foreoso he su diaermna o que sentimos. I logo preso e conlra ella se vai proceder ana'li
A decencia e a moralidade publica sao couses' da le.
que jamis devem 9er olvidadas por quem qoer que Daos guarde a V. Kxclllm. |
seja. Duas mulheres babilam na ra do J***, que
sao um verdadeiro escndalo da nfnralidade deco-
ro das familias, cuja infelicidadc rhegoo ao pomo
da serem vizinhas de laes furias, fiio sabemos co-
iliiencta do claro no presente, tomando-lhe as pro- mo se permute que morera em certas ra, gene
pnedades, no futuro vedando-llio o lornar-se pro-I de tal jaez.
O grao de calor tem subido extranrdiiiariaineu
te uestes duus das. <> com elle se ha erguido um
ternxel vento norte, que cada vez que d suas rn-
bmodat levanta uma iiovein de po lao |iequena,
que nos parece BStarraua liabitaudo ns dcserlus de
Sallara, cun o seu cortejo de pea de vento.
dizem que elle defende a le de desapropriacao na'
mido, e receia crear uma situa^ao mi, se elle sus-
pendesse em qualquer ponto a execucao da lei,
a Kmliiii o Sr. Canleiro sustenta que a lei de
desapropriacao foi concebida segundo um intuito
polilico. Quizeram, segundo elle, destruir a in-
prtelano ; em presenea deste grande objee-to da
le, o interasse finanecro e econmico que se llie-
allribue fora mui secundario.
Asseveraiu que o ministro da marinha, o Sr.
Bayarri, pensa, falla e obra como o Sr. Canleiro : j
atlentada asas
lloreutinn de Rarros. fM
Sr.
i.
JIRV
sessio.Da
lio RBCIFE.
11 de oulubro de IS-Mi.
/'residencia do Sr. Dr. .ttr.randrr llernardino i/is
liis e SUta.
1'romutnr publico, o Sr. Dr. Antonio l.uiz Cavil-
canli de Alboquerqne.
Kscm.io iuleriuo, o Sr. Manoel Crrela Gomes de
Almeida.
l-eita a chainada as |n horas da mauhaa, acba-
r un presentes -JS senhores jurados.
Foram di-pensados :
selheiro Sergio fcixeira de Macado, proidrnle da
provincia.O chafe de polica, Dr. l'uHrarm. /#*,.
  • Nossa Sjnhora do O' de lpojuca de oulabn..
    Srr. redactares. Com a publicaran de SBinka
    primeira missiva em sen IHann dr -_'"do rntreala.
    soou alarma geral neaia povaarin. (K amano, aa di-
    vidiram em pareceres contrario",: una aplaudiuda-a.
    e oulros ceu-oraiidn-a ; mas o qoe mais os ureas: -
    copou lem preorcup.iilo he o nao lerrm anda p-
    lido passar de conjecturas sabr quem seja Me sea
    criado ; c corno lia metra por aqu corrern) impr-
    -as algumas correspondencias brotadas p..r osa aiaa
    se appellidavaO .luslo ,igii.in tarabea! lera sop-
    poslo que se nao sou I mesmn, dv,. ser yot sem do-
    vida ii in,!,,, primo ou prenle chegad*.
    Deixandu-os, pois, nesta inreiie/a, coaliaaare
    asa asna proposito de ir-lhcs nolK-iaulo o qae pw
    aqui fur succedendo. como por etemplo. que esa a
    noite do dia "i mimosearam ae nosso oflicial de jae-
    liea com urnas (Hincas de cardadas, de que resulto*
    hrar elle com um braco fracluiado e alcaaaas eattata
    | sea. c me parece que deslea e outro. faci, te nao
    A rcquisic.io do Sr. inapaclor da alfan.leaa, o Sr. i re|>etindo, se porvenlora nos nao cudireaa rasa
    Faustino Jos dos Sanios. destacamento do corpo uolici
    de molestia, os I res sao
    corpo policial. Estes mear. >-oha
    su-ceptives. A qualquer palasra. a
    Por I reil. api eseula 1 i alteslados
    seguinles senhores :
    Dr. Mannel Adriano da Silva l'onles.
    Jos loaquiu Pereira. mendados pelo anno do nascimeota e
    t-oram relevados das multas em que inrorrcram dos para.. ra-a sem dono da villa do Ca, ealo s
    no da anterior, por lerem rauaparecida, c apresen- desengaaran.
    i|ualquer gesto querern logo responder un
    bala mi puiihal Mas qaamlo c arriareis
    ccale,
    as recosa-
    PAGINA AVLSA.
    3S3S : ^l,l
    Enlre lodas as paixocs, a avareza be a Biala
    aorada por -luelies. .1 quem ella domina. !)s
    axarentos nunca se tem por laes. Lns disfar^am a
    sua avareza com o nome de economa ; oulros cora o
    de cautela ; alguns cora o especo.o litulo de mo-
    destia, de sabeduria ; e muilos com o de necessida-
    de. Esla srdida paix.au se eiivcrgouha de si mes-
    ma. He naturalmente lao odiosa, que nunca se
    atreve a apparecer com o seo propno nome; por-
    que se injuria de ser tula porAVARE/.A.
    Cora etTeito. diz um sabio, esta iusaciavei eohiea
    procede da fraqueza do espnlo. Receber com am-
    bas as raaos. cumular Ihesuuro sobre Ihesouru. \.\'
    lev uma grande renda so do que poupa, chorar sera-
    pra miserias, ejal&ar-se sempre mais pobre, he um
    achaque, na verdade, mas sem remedio. Que fe-
    bre deixa menor descanso '.' Oue hyjropisia altera
    mais do que a avareza '.'
    I 111 avarenlo be sempre pobre. Elle necessila
    igualiuenle do que lem e do que naa lera. Nao
    possue riquezas, e antes a riqueza possue-<.. Ne-
    nliuraa paixu exercila um imperio mais Ixranno ta-
    bre os seus escravos ; nenhuma que os Irale lao
    mal.
    Por, para assim dizer, os seus domsticos debaiio
    de conlrihmcao, nao la/.er serxicos, que nao sejam
    lucrativos; lirar olilidade al do salario dwobroi-
    roa, iiemer da menor drspeza, iamenlar-sa ainda da
    que he obrigado a fazer. para conservar a vida no
    iniu da abundancia, vivar com pobreza, e chegar
    ainda lalvez a lamentar as mesmas despezas, que
    se loe bao de fazer no seu funeral, duru com uu-
    Iros, duro comsigo inesmo, pastar os seus dias em
    (riieza
    lado escusas legitimas, us seguiules seuhote? :
    Jus llernardu Ventura.
    renenlr. Kranriscu Raphael de Mello Reg.
    Feliciano Jos Gomes.
    llernardino de Sena da Silva Guimaraes.
    Foram mulladus ein mais -JUO rs. os oulros senho-
    res jurados ja mulladus uo da antecedente, e os -e-
    nhores seguinles :
    Manoel Antonio Ribeiro.
    Ilemelerio Maciel da Silva.
    Francisco Sergio da Mallos.
    Majnr Filippe Doarle Fereira.
    I ir. Francisco pifamo de Paula dos Saalea Alle-
    luia.
    Juao Gonc.ilves dos Sanios.
    Sendo anda insulticienlc o numero de 'J*
    dos presentes para haver aaaaia
    Rosina assuslou-!
    obre 11 banco, e disse rom
    lo sobre os labios,
    algiima desgraca '
    l'hilomeiia assentou-se
    voz cuntida :
    Mas. dize-me, Rosina, que bouxe enlre Ga-
    briel e li ; ,
    Ah querida l'hiloinena, respondeu llnsioa
    solucando, Enaetberl est c-im a fel.rp escarlatina.
    Lina ja ra'o disse ; mas vim para fallar-le de
    oulra cousa, Rosina. Sabes onde esi Galiriel '
    Em Bruxella., para negocio ni -i-i.ie
    Roganas-ln.
    A propria m assim me di^se.
    -- A mai nao sabe nada a tal respeito, Mo pnuio
    o pai.
    Viile Diario n, Ji.
    mela ao oavido.
    Km leu lugar.
    . e... Ah o pobre rapaz pedia soecorro. Mas era...
    Ilnnlt dns olbos da dsdilosa donzel- j era ja larde !
    a cadeira la/en.lo geslos do
    mais pruloudu desespero.
    O menino leve ueste momelo tal acceajo de lo
    Itosiaa, eu aflo me i.llligiria
    tanta, liabnel nao morreo, e voltara ccrlamenle bo-
    je oit ..manli.-ti. Mas, nao digas nada a uingueiii,
    nem inesmo ,1 la m.ii ; do contrario seria exnclli-
    da a criada qoe iato me conloo em segredo.
    Seohora Rosina senhoia Rosina crilou de
    longe Lina, a vaqueira. Sua mai a chaina !
    E Picando Resina immovel romo se nao livesse
    oavido a voz da rapariga, esl.i rl.eon-se a ella,
    ppgnu-lhe do braco, e fercou-a a levanlar-so ili/en-
    do-lbe em lum alesre :
    vendara Rosina, o doulor dissa que Kaes-Iban
    seria salvo Oh! aa lacrimas sero imitis. |>nha
    esperanra ; o doulor deve saber oque diz. F'. (pian-
    do F.ngelberl tirar san, rerohraromo-: a alegra. A
    I cousa nao he lio lerrivel enmn cnidavamc*.
    febril, que parecen prestes
    saflbear-ae. Mai Job
    lempo propriedades particulares Ora. be ma-
    nifest que o thesouro nao tem por assim dizer
    inleresse linanceiro e econmico em vender as ron-
    das do clero, cujo valor he quasi nullo se o compa-
    ip.-n 1- appareceu a mai de abrif 1, a donzella re-
    enon espanlada, e cabio sobre um asseulo, pulido a
    mao di,me dos olhos.
    lina mulher de dada avanzada abrir violenta-
    mente a porta da alcova ; seus olhos, posto que a-
    vermelliados pelas lagrimas, lancavan relampagns de
    colera ; era com a expressaa de cruel censura e
    mesmu de desprezo, que ella encarara a trmula Ro-
    sina.
    Mai Job pareceu sorpresa, mas sereuou-se logo,
    oflereceu nina cadeira, e disse :
    As.ente-se. senhoraStyns. Sera verdade o que
    acabo de saber'.' Gabriel desappareceu ',' Nao se af-
    llija por isso. Foi arrebalamenlo do rapaz. Gabriel
    he bom filho, ha de vallar...
    A mulher do notarlo ouvira estas palavras estre-
    mecendo, c com os labios aperlados por amargo
    sorriso.
    Arrehalamenlo de rapaz exclamou ella com
    voz irritada. Gabriel be bom filho! Vmc. tornou
    meu titilo lonco ; zumbe agora de sua infeliz mili !
    Continu, acabe sua obra !
    v Eu lurnei seu lilla louco f.lue significa... '.'
    Sim, gracas a Vmc. be que meu pobre Ga-
    briel lomou o raminlio da perdicao ; Vmc. abosou
    de sua boiiilade... Ah lalvez eu nao o veia mais '
    Eu exclamou mai Job pasmada. Senipre (ra-
    lei-o com laDta hndale, e lito allecluosamenle co-
    mo se fura meu proprio lilho.
    Nao foi Vine. mas sua lilha respondeu a
    mulher do notario vollando-se mais directamente
    para a donzella banha.la em lagrimas. Fui sua fal-
    sidade (|oe parti o corac.io do meu pobre Gabriel,
    Sim, Rosina. chore e gema (planto quizer ; a levi-
    111 la le de ana conducta be uma nodoa, que man-
    char seu nome un dia de juizo ; case-se com oulro
    nilo conseguir ser feliz !
    Ah eu morrerei disse Rosina geinendo.
    O semblante de mai Job lomou uma expressao
    grave e um pouco as-astada ; ella ia lallar, porcm a
    mulher In nolariu au Ihe deu lempo, e continen
    cun explosao :
    Me essa a recompensa de seis anuos de amor !
    Coitado elle am.iva-a demasiadamente ; por isso foi
    engaado e ri.licnlari.ado aosolhosde lodos. Nao fal-
    laxa nem sonliava sen.lo com voss.-; em Vez de es-
    se pode
    dizer, que um avarenlo nada deixa, que fazer
    desgrana ; porque esla o mi pode reduzir a peior
    estado.
    Seinelbaiiles quelles infelizes, condemnados a
    Irabalh.irem lias minas : minha infeliz lilha qu Vmc. acr usa lo inju-tamen-
    le ; se assiin nao fura, eu riria muilo de laes meni-
    nieer. Waller he u sucio de Hugo, e Rosina Irala-n
    com airabilidade, porque assim o qoeremu-.
    E au be verdade, disse a mulher do notario
    cm toan incisivo, que ja fallun-lhe secretamente de
    um casamento entre elle e Rosina. Ousar Vmc.
    negar iato'.'
    Nuncahnuvea menor apparencia talase. Mas
    por amor de Ucus diga-me quera mctlsu-lhe scrae-
    II'-me- ideas na caliera '.'
    Ae-le momento o doeule pedio de novo agua ;
    quando m.ii Job depois de le-lo alliviado, vulluu
    para a mulher do nolariu, esta linha na mao um
    papel, e derramava iiina trrenle lagrimas.
    locada d< compaixao, mili Job apertou a mau de
    sua velha amiga, e niurmurou algumas palavras de
    cunsularao : mas esla retirou vivamente a nulo, en-
    chugou os olbos e dissa :
    F^u ainda nao disse o peior ; envergonbava-me
    de fallar a lal respeilo ; porque he na veid.de nina
    vergonha Ouca-ine e responda-me ; lalvez islo cau-
    se grande dor, pois Vmc. lamhem he mai. Ah !
    quem me dera poder puupar-lhe esle golpe !
    Oue c.nlem callo esse papel 1 pergunlou m.ii
    Job com certa anciedade ; deve ser cous. mui ler-
    rivel !
    lie a caria do meu pobre Gabriel, sua triste
    despedida : aehei a sobre a mesa ao lado da cama...
    Sem dovida Vmc. nao negara, e sua lilha ainda
    I menos, o que contera esta caria !
    . Rosina erguera um pouen a cabci;a e estremeca
    dominada por uma curio.idade cheia de angustia ;
    1 ia ouvir as palavras do proprio Gabriel. I'rovavcl-
    : menle -oa dor augmeiiiaria ; mas essa voz Ihe era
    . chara, c a carleta de que a ouvi-la bailara para l'a-
    1 ter descer um raio de alegra ao j mido.
    A mulher do notario, Cojos olhos se eiicliiam ho-
    vamenle de lagrimas, leu com voz commovida, e
    minia- vezes enlercortada ;
    o Meu charo pai e ininha querida mai !
    Supplirn-lhes de joelhos e de maos postal que
    me perdoem o que vou fazer.
    Dorante luda a nolle banhei esle papel com as
    cultores seguinles :
    .lose Ajalaaea Guinarae...
    Alexandre Joaquim balirn.
    Melquades Aniones de Almeida.
    Antonio Jos Teixeira de Castro.
    Miguel Francisco de Souza Rogo.
    Jos Narciso Camello.
    Jos Cameiro da Cunha.
    Jos Antonio llastos.
    Severiano Pinto.
    Luiz Francisco de Sampaio e Silva.
    Ilomingos dos Pasaos Miranda.
    Joaquim Antonio de Castro Nones.
    Manoel da Fouseca Soares e Silva.
    Tenriile Antonio Egidio da Silva.
    Alvaro Augusto de Almeida.
    Galdino dn Santos Nanea de Oliveira.
    Dr. Manuel Mamede da Silva Cosa.
    Llr. Auloniu Rangel de Torres llaudeira.
    Antonio Jo-e da Costa Araujo.
    Joaquim Jo- Alves d'Alluiquerque.
    Coucluido o sofleio, 11 Sr. jmz de direilu uiaudou
    que se expedissem oscnmprlcnlcs maodadns para as
    uolilicaci.es dos senhores jurados sorteado.,e suspen-
    deu os trabalhus a nicia hora depois de mein-dia,
    adiando a sessio para o dia segunde, s III horas da
    manida.
    A uova guarda 11.1r1u1.al rontiuaa era
    meiilo.
    Carnada- de doza tero ido aullar o pillorw* Idi-
    lio', e ale cuusla que um la loi ler por rrt u-ar ir a
    ra-a do sen -rubor e ondoz|r labalara rasa -
    compelcnie 1 miar para os dignsimos do coe-eJa-
    de quahlicarao, que reunidos e-tavam esa 1..mu lava
    nu curo ha ajasjaa igreja. Mamen, pois, qaalre .lia.,
    pena por cerlo mu leve para semelbaata desaXir
    diencia....
    Enlretaulo uma companhia, rojos geards* se lean
    deuado Tirar em casa lodinhos e cafuada iilnaat
    mele nada sofl're, e ale corre que fm-lhes dada lu
    .-ar ni.n- ..mino in para seua exerrino-.
    Consta que a ollicialidade do qoiulMo de S. Paulo
    jara- j eadareanara ao digno rommandanla orna represen
    Sr. juiz de direito I I,co no-enli.lo de serom o exarcicaa redando.
    atr-
    il-.e previamente os imtrea
    pruredeu a., sorteamenlo de mai- Jll para, rom os -JN ; -oincole a uma vez por mez, c isln dapaa""de
    presentes, completar u de is, c salnr.im -01 ledos us i Ibes dad., iiistruclur, ajaaa previ menle us in
    REPARTigAO DA POLICA.
    Secretaria da policia de l'ernambuco 1l> de ou-
    lubro de I Mi..
    lllm. e Exm.Sr.Levo ao conhecimenlo de V-
    Exc.,quedasdiirerenlesparlicipacocshojererebdiis
    uesla reparto. 10, cuusla que se deram as seguin-
    les oceurrencias :
    Foram presos : pela subdelegada da freguezia do
    Recite, Angelo Mendes da Fouseca, por feriuieoln
    leves.
    erever o qoe n pai Ihe man lava, fazia versos em seu minhas lagrimas ; quando Vincs. 11 acharen), eslarei
    louvor... c Voas o Irahia I m hornera da cidade a- louge de Wrlpelbelte. Ah lulo me aecusem, c ron-
    gradava-lhe mais e li*ongeava-lhe o orgulliu ; por servem-me sua afleirao al que eu possa vollar.
    isso volso lornoo o meo Gabriel lonco, e o fez mor- Minha cabe;a esla perturbada, sou muito infeliz,
    rer de pesar !... 1 Vmc. sabe, minha mili, quantu eu ainava a Rosina '
    Mai Job poz a m.i 1 sobre a bocea da mulher irri- : Fila trahio-me : seu amor era lingimentn e dobrez.
    tada, e interrompendo-a, disse com tranquilla al- I Ene odioso Waltar passue seu coracao, eu Ihe sirvo
    de e-cariiro Tr.ila-se j,i secretamente de um casa-
    Walter, o seductor Waller... e.... c..... Rosina '.
    Oxala que meus olhos.....
    Vid grilo surdo escapon do peilo de Rosina. A
    desafortunada donzella reunir suas torcas para ou-
    vir ate o lim as palavras de Gabriel ; mas esla ulti-
    ma accusac.o Drottrai-a, r a cabeca cahio-lhe subre
    u cucoslo da cadeira.
    A' visla da lilha desfallecida, mili Job nao powle
    reler por mais lempo as lagrimas ; lancou-sr geinen-
    do para Rosina. e apoiuu-lhe a cabrea "sobre o braco,
    e esl'orcou-se para reanimn-la com palavras alle'r-
    luosas.
    ludo o,pie diz Gabriel be erro, engao, e loo-
    cura exclamou ella. F: minha pobre Rosina
    lao innocente ha de sollrer assim Stiihora Slxns,
    Heos Ihe perdoe sua injusta crueldade. He-gracda,
    udu sabe c que laz l
    A mili de Gabriel parecen deixar de repente seu
    rc-enimciito ; correo a mesa, trouxe agua, e poz-
    se a banhar a fronte paluda de Rosina.
    Emquanlo se esforcava para fazer a donzella tor-
    nar a si do desmata, mili Job disse-lhe :
    Senhora Slyns.julgue por si mema da accosa-
    cao de Gabriel: domingo Baile achavamo-nus lodos
    na avenida do castello, meu marido e eu, Hugo.
    Waller, e Rosina ; e convers.vamos juntamente so-
    bre o tiro, quando Gabriel fugio do mcio das arvo-
    res dando um grande grilo.
    Eltavara todos junios repeli a mulher do no-
    tario. Enlao, Gabriel e-la doudo '.'
    Oh! mo elle anab...
    Cuitada disse a mai de Gabriel passainln com-
    pasivamente o braco em torno do prscoco da don-
    zella de.raaiada ; (ornea si, minha lilh, console-
    se. lodas mis somos mui desdilosas, e Gabriel lam-
    bcin...
    Como se lora alieclaoso dessa voz livesse ackade
    um echo em seu corafao, Rosina abri os olbos sol-
    taodo um longo suspiro, e lancou a visla cm Ionio
    de si com ar espantado. Mas lembrando-se imiiie-
    diataaenle do que acabava de passar-se, |ioz as
    roaos diaiite dos olhos. e exclamou cun voz do-
    lorosa :
    He cousa horrivel e a m.10 de Gabriel escre-
    veu isso !
    I'erdoe-lhe perdoe-lhe di-se a mulher do
    notario. O excesso do amor Ihe fez perder o
    Acharaos rataavel a pelicau, e he desoppar ajas* ae-
    jara .-.Hendidos alteatn o genio roiidescendcsle da
    quelle senhor.
    O que. porcm, nao goslamos foi o leresa aratu-la
    rom a msica que lauto uillue Mja .aamaajaaj des I.
    Ibos de Marle.
    loi pois garroteada rom tnd.,$ ai lorm.ilid.teV- r
    seus re.los mortae- d-.raiic.im era paz n.. cesm-
    lerio desla puvoarao sob um magesteo turaala. ara-
    do Ic-se ein sumbrias lellras o segn.la eptia-
    plnn :
    .Sic transmit o/orve ,., Acbaro-se em rampu o. alhlela* |>ara pleitear. 111
    as aMcas, c confesso-||w, que, pela pnmrira ve/
    em mu.h< vida live ruceajas de lomar parte aa p|-i
    lu, para o qoe chrguei a dar algn, paa-ss.; asa
    responderam-me as amigos nao aer posaivrl a mialia
    prelencao. por arhar-me lora da les, viste cosa se-
    la minha qualidade le espectro nao pedia votar nem
    sar volado.
    Nada pois live a oppor. re-lando-me ssitiveale a. -
    sejar que os cantaradas valsnles lenhara toda a casa-
    lela em darem seus vnlinhns.
    Saibam conhecer os siipplicantes aura se dciirra
    levar por lamorias.
    Nada da intrigas, deslealdades e baadarhei
    ras...
    Sou, Srs. redar lores, etc.
    II /* ,'iu.
    P. S. Il-lerein-n... qoe algum.- rrun'. se lesa
    feilo as imosediaroes drsta povoacJo. com has ale
    serom all indignados os benemritas qae dovesa
    compor a lisia dos nossos elritorea, e naa le ee-aa
    grande hilaridade que soobemoa qae ara pea-son 1-
    gein, receloso de ser enforqailhado, de|rats de asa
    bem elaborado serinao de lagrimas, exclamara asa-
    ra os amigos reunidas; se desta vez eu asa* rarefca-i
    o meu diploma de eleilor, enlio daspere-aae de
    minha mulher e lilho", e.... adeos ale" o dia de
    juitu !
    coi'.ic.i.i de tristeza, e nao he verdade Mas lesakre-
    sa de que Rosina ha limlda, e qae o amor faa se-
    nil, n lano quauto Gabriel.
    Oh se o desespero induzir Gabriel a -air.dar
    se respondeu a mulher du notario suspirando. Sana
    sua mi, e semelhanle peiisamealo nao be pasa U-
    zer-me morrer de terror .'
    Se seo recelo livesse algoma apparencia de
    fundamento, eu rnmprehcn.leiia soa angustia ; BsNas
    a propria carta do pnbreGabriel nao Iba dit qae el'r
    nao cuida em mal .' l'ede-llie desde j perdae para
    o mntenlo em que ollar, '.almel he hora e ror
    do-o ; passada a primeira emorn, elle candara esa
    sua dor e voltara para a caaa. Ouera sabe "e aeslr
    mesmo momento nao esl.i de xolla para Wtsnel-
    beke t
    Como Irac. sabe consolar obrigada pela-
    suas boas pdavras, inormuiou a mulher do nadaran
    aperlando com reconheciraenlo a mdo de rail Job.
    Ninguem se dte deixar abalar peto pajar,
    tornou mai Job. Oualquer pessoa jiode cecar-se
    tanto no bem como no mal, e ver aera raido inda
    cor de rosa ou prelo. O que he qae lauto altlige a
    Vmc, e a Rosina Todo repousa sobre ama apaaa-
    rrnria, e quando Gabriel lica convenc In dr qoa
    enginou-se. qoe restara I ma ..llnr.io expenawan-
    lada e por ronseguinle mais solida enlrc elle e Ro-
    sina.
    Mas o pal ? Ah elle jamis Ihe perdoar e--
    a fgida da casa paterna. Est l*n irrilade IN/
    que nao qoer mais ve-lo reapparecer em sea pie-.n
    ra... Ouer desherda-lo I
    Sao jialavras de colera, senhora Mxns ; dafne
    scu mando ponir a Gabriel ; o rapaz rae teca sarsera
    repreheiisao. Mas o notario he pai, e emquanlo lal
    la. como Vmc. diz, roga a Deas un lano de corara*
    I que Ihe re-ulua seo lilho. laida que n.lo aefa
    assim ".'
    He verdade.
    Ja ve que o can nao be tai tatr.xrl. o.,,,
    sala.' sa d ..gura a quiltro ou rinrn mezes i.as asaralt-
    remus ao -imeul de nuis lilhus. riado da nona
    tristeza de boje .
    O rasamenlo creio que o notario Bao qacr
    ouvir mais fallar a lal re-pnin.
    E se ludo Ihe lor explicado Me un
    exrellenle e sensato.
    miado conlra V*
    tivez :
    Nao pos.., deixa-l.i ronlinuar ue--o I0111 : ex-
    piiina mais claramente o que pensa, cerla de que ha
    em ludo islo nm Inste engao. Diga-nos tranquil-
    lamente n qoe snpj.r.e... I- lu, Rosina, nao chores
    assim por arcii-a^Oes que mi lem liindamento. 1 ra
    do se esclarecer por si nie-ino... Di-^a-ioe, senil
    JU'Z0";; ma. diz qoe era lodo .. caso, e anda que
    Hogar a Dos para poder esquecet-me tor- ; arte Uveraa lundamenlo a dasconlianra de Gabriel
    """ Viir,- a u I vn">-deiar por compaixao poupar'e.la proveas.
    - hile nao o poden,, Ros,,,.. m ,en..bil,dade Esla muilo arrllad
    L onde esta esse pobre Gabriel .' exclamou a e conlra Ru moca. Elle engaase, mas comprehendo seu; |..o melhorara algum .lia. senhora Slxa.. >..
    desespero. SO Ihe acontecer alguina desgrana :... | fallar-lhc, e proxe-lhe que Im -em rata qae Ga-
    mn o entre ella e o engaador que me roubao que .Meu Dos meu Den, quauto suu desditosa ; briel leve tal de-conlianc \ou chamar -Vnida
    me lana vivar. Nao posso hcar aqui : he preciso I Islas palavras h/erain Ireniei a m.ii de Gabnel e
    que toja liara Innge dclla. que a arranque du meu i arrancaran.- Ihe novas lagrima,. ,,. q. ru v., ,,,,, ,, ,,_.
    rnrarao, que 1 c-quera... ou que mona, todava Rosina levantou-ee lenlameute. dirigio-.e .. anJi'
    na 1 l.-iiham recri de mil.lia vida ; eu \ollarri logo que e-l iva OCCUpada era alliviar o menino iloenle, c
    tercia
    . que meu cora. .10 esllver livre de suas horriveis lor- j die-llic .
    levaulou-se, e ticou um lusianie cm diih.ro-a inde-1 Styni, esse hornero da eldade de que Vaaac. talla he I Iotas. Amero-me sempru, meus charos |>ais, e aju-1 Minha 10,11, estn com a rabera perturbada
    ri.au sem saber sed Masocconer a lilla, qiiaamca-; lalvez o Sr. Waller.' Id em -me com suas oraces, para que Dcos me pe -1 l'eiuiilla que lome algum ar ; a solidao c a lic-i 0-
    Nao admira que \ rae. o seiba, lie um osean-1 muta vencer sua leihbranca ; vislo que -era o soc- ra da imite me dardo lalvez forras,
    dalo De-do alguna metes elle vera todas as semanas I corro celeste nao podeiei dominar esle amor numen-1 Sozinha, minha lilha .' He roposarvet.
    a >\'ispell.eke. he recahida aqu com o maior agr- i ao que tem creseido com o meu coracao e cora 1111-
    do. Rosina esla seintire jimio delle mostrando-se > nlia vida. Ati eu quizara calar ama causa horri-
    mui amavel e familiar. F^ er que luda a aldeia nao vel, Vinle vezes caiiio-me a pruna da mao ; mas
    julga como conven: es^a intimidado Brescante Oh 1 nao l.a remedio, sem istocomo podenam ^ mes. com-
    be horrivel marlxrisar Mo ernelmenle o meu pobre ; prrhan.ler minha reaolucn deseaparada Domingo
    Gabriel! la naile en paaseiava Instomenle pela avenida do
    Ora, senhora Slvn", dase m.ii Job cora bon-1caslello. Ooro vovm, aonrelndo uma que me fez
    rava callir desmaiala, 00 o menino que
    com vivos soUrinicnlr-s, e implorava allivio cara voz
    maviasa. I.anrou ao cea um olhar aoppiicanla e cor-
    ren para o menino, ruja rabera lomou as mos
    para sustentar ; todava sens olhos liraram tilos so-
    bre 11 fi'.ha.
    A lo-se do menino applarao-aa...
    lliivio-se un paviiio-iiio teireu nina vo de mu-
    lher. P Rosina silln rxrlatnaii.lo com ale"ha
    Ga-
    Ah louxado saja Oeoa he a m.ii .le Gabriel '. '' dad.- a cm v../ cheia *le tristeza, preciso de loda a tremer... linas sombra- a.liantim-se na avenida...
    F" de maos eslendidas para dianle. rorreu a porla I minha corageni (.ara aillo de-fazer-me em lacrimas: a t|>uein pamela aasira as Iravas Desgraca des-
    pari laerar-ae lopeacoendaqnella que entra-:i ; maslvt*ta de men pobre filho abrazado pela labre, e da Igracj um panhal alraxea-a-me o corac'io lie As nltima- pdavras do Ros
    Hire a Lina que me d o braco.
    Poh bem. Nao le alllijas mais, Rosina
    briel vallara lalvez amai.h.ia...
    A moca (lingin-se pai a a porta,
    -e iiieln.colir.iimnle da m ii de Gabriel, saina da
    alcov .1.
    M.i. loi. i-seiiton m
    lado da imillie. do .ulano
    Shas, iperlon-llie a man. e di.srcon, voz compa-
    decida '
    para Sear um iaataaae jaaaa ala Baajazstarai, ssaat ara
    precisa que ru va tambera
    tlo-ina para alltvaar-lhe a d 1.
    Engelbert e*t. cura a lebre scarl.ilina 1*1
    i'oiitou a innlber do notario em t<>m rbeto de inte
    rease. Uoita ludio Ouanlas magna, deve let Vmc
    i. anda acha torra para consolar alguno '
    Deque -erve I1.-11enl.1-e o 'le-c-perac .' le,,
    que esi. ae reo ha .. senhor dr lodo ; a quena cea,
    lia em -na bonda.le, elle da lonjas para suputar a
    | dor.
    I. Inman-ln o braco de -na .11111:. consolada. *e-
    lespedio tu., rom rila da dr.'.xa di/endo ., rriada
    Calhaiiua. Iique |uolo du leilo da Fngrll^rl, e
    -e elle lixer sede, .1. Ihe urna eolbrrada da carra
    I.oh 1 vou pastar um .n-Ui.le cnan hoiai. aaiaa
    din. Setos, me chamar, podrrn oum-Ix de U
    me un-
    C<>fi,i,., ILEGIVEL


    ^DORIO H PEMiiBUCO SEXTA FUgA 17 DE CUTUlBO H 1156
    Ptiimo*. eni nossas fiacii" orrff,)if ><--a Senlin-f Mas como ha dous m-teliintsu,
    lliMIS
    pnti- i em uin un onlro do* holp* di ni.utim, sivundn se' e l/ola*. revista* n lAphnrai nrau a DOHia hi* dirima
    ra .la l>,z, qe mude m.ences,este atbelo en, tenes e cada coolder.cto ii ua innocente familia, amerada de (un difireme, e independeiiles, segue-.e que se esquerila.
    receto
    perder seu chefe por eousa 13o pequemna.
    Sr. reucloret.Umescriplnr do sorulo pagado
    rliami'u a poltica arle de engaar o. humeni.
    tionhpcia perfeilaniciile o carader do* enverno*
    pessoacs, que oininavain as sociedades antigs, e
    que dnniinam as moderna*.
    Nesles governos o egosmo lie considerado como o
    rnais profundo pflriolnmo, a doblez e a mi IV como
    necessidade indeclinavel pura condu/ir a patria ao
    cumulo das felicidades.
    esiipe
    alo pelo contrario qua Mil rivalidade, Era taffleienle que em Franca nos conlenta-semo- irresHitel da Franr. pan a .cualdad
    ,o e necessidade dos empresas publico, nlo con n monarchii rou.iiiuriuu.il. memo e por cunrgu...ie >u. renusu.
    podemp,odu,r^en,a o qua.ro signaos d.Ve-.-^.te^drte......an.age.n d...........cid.-1 ^0^
    "" : de. diz.jjejjj^cl.puis nao te.n roda.. era .na- manee.. bala smenle comparar os de D.kens com bllr... nao serlo somonte o pasto dos mdiv.duu, -......I,-., e laria il'-u.. ,t ,
    .Vahamos de desorever O appire.......ara receber rhinl.n.o'aVflQaJ Ro enlamo Mr. Bregue, da a, os ,le Walle, Sed, para |U>pr-M da d.s.anca que fortuna ; serlo tamben, a Conqosta que urna cla-o g ; he aqa ',, I \ ST
    os despachos I-.mqoan.o ao de os-expedir. ... qual ( preferencia ao teTeg.apho trance,, porque .na .api- lem eneldo o Mplrlto piblico ba irinla aooo*. N da Mcied.de qoiter fazer i..... oul.a'cla.se. l," ,5o he lio ve o i, "mi,' 1 'M'1"1""
    M. Bregue chaina manipulador, be formado etac- de/, de eommouic.coe, ,-;,, gum. ,|gnae, ,. obras de barn,,- escome* nao i,a no.i.lev. .,,,- .. -otas, democrtica o desejo do. empresas cregeramcnic el ,i, "'T ','' ,"
    menle como o oetro de doa* parles semelhaole., Trance* do mallo mais dl-tinclo* e clare*, de ama prnleiiargo onira m ideas mon.rel.ic. ou sao no entender de Mr u-i-i-........ -..".- .... '-..'..' ':' ''' que "t.,,w",:,.a a '"i
    nu- indepeodente.1 poalas en. eoulaclo con, o recep-
    tador por meto de dous los.
    Ja se f que os telegraplMM de Kstadn careeenj
    de dous bus, clcus ponlpiros e doni machio,-mos da
    relogio, e que o operador Irabalhe rom ajduaa
    de Mnnlalemberl, os don
    A frauqueta e leahUdc sao lidas romo inipruden-( ,. ,,
    cas, que sacrilicam o futuro; meslranc. poltica 'v"1" *> esla no egredo, etbi no confundir ludo c'om mea- i rte r^'er 8,SD"es n,nl,n '''smelos, de ser mullo se-
    loes pos.o.es ; porque a regra he, comhaler com a I H"r" e """uo- I""* l"",e r!,,,-", a ,li,r MOaignaea
    ment,, a mentira ; porque a rcra he. eanhar '"'r n"n"1". 1"' anda por .,11 palavraa, e para c!,e-
    po*i{*o entre o. iiiimigos paradepeis aiiuiquill.-lu* : | sar ao '"e""" r""'"do "" "l" '' necessario.
    que os apparelhos pos minuto, audando o .oda com a mantvella.
    * para depots aumq
    porqoe a regra he, l'aier guerra i moiiarchia com
    a pro|-ri. inonarcbia.
    Assim a mnha caria, que Vine*, se dignaran pu-
    blicar hontem, asll lora das regias, e mu,ha fran-
    quea elvagem cumprumeile os que procuram plan-
    lar a s'o futuro, leudo dianle dos olhos as mximas
    librrimas de ser bom lodo o goveiuo que nos
    eleva, e da dinhelro a (andar ; de ser constitucio-
    nal que o imperador impere e governe. devendo-se
    guardar e obedecer sua voulade como le suprema
    do estado.
    Eu nao sou o hornero desle mundo, o meu mondo
    lie od. la, poiqoe uao comprebeudo ese lyslema
    de aleivosia, que nasceo e prospe.a no ineio da iu-
    gratido a inais monstruosa eaviltante.
    .Nao lie lempo, dii-se, de indigilar candidatoso
    partido liberal os lem ; mas s devem ser conheci-
    dos ao depois dos eleitorcs feilos, porque cada um
    deve ser sorteado...
    Cada vez me conTundo mais.
    Para mm, e para os llber.es de todo o Brasil, a
    iiidigilarao das candidaturas he da maior convenien-
    cia, porque pudem as synipathias individua apla-
    nar uiijit i- dilliruldades na lula eleiloral ; para
    mim lie inconieslavtl que, conhecida candidatura
    do Sr. trb.no, mullos que ora commerciam com os
    candidatos conbecidos do priraeiro circulo, se uni-
    riam aos amigos do Sr. Urbano para dar-lhe gaoho
    de causa ; para mim he do evidencia que o Sr.
    I rb.mo nio deve entrar em sorte rom nenhomoulro
    candidato do partido liberal de Pernambucn ; elle
    lio Uo saliente, neo vulto l,e lainauho, que n.io pode
    deis.rdeser considerado o primeiro : aichefeiti-
    beraes nao pensam asiim, e me ronsideram para es-
    la cau. um eslorvo, um desmancha-prazeres. An-
    de eu bem com a roitiha coiiiciencia, o mais nada
    vale.
    Todos sabem que enlre os monarchislas he o Sr.
    I.rbano o adversario mais hbil, que podemos ter ;
    mas se os cliefes liberaes de IVruamburo querein
    crear um partido, e enraiza-lo, nao podem nem de-
    vem prescindir do Sr. l'rbano.he elle o chefe Miado
    parlido, como tal recunhecido'oo paiz.
    Meu lim he mostrar que nao sao cabidas as pr-
    fida insi.iuac.oes, que parlem do chefe liberal, pro-
    cedo com calma, com verdade, e com lealdade ; e
    por esta cauta he qoe desojo que o Liberal l'ernam-
    hucano aonoocie ser o Sr. Lbano o candidato do
    priiiu iro circulo ; para que possain lodos os liberaes
    le todos os matizas env.d.rem seus esforcos para
    reali/irem ., sua eleic.io loo importante, tilo'polilca,
    e iao conveniente.
    \}oer-se marchar as trevas, e o homem que ousa
    elevar sua voz em pro dos veros interesses da socio
    dade, deve sempre ser combatido, e arredndo das
    reuniOes populares ; porque ellas nao se podem
    diante delle manler os especuladores.
    Queremos a liberdade ; mas a liberdade nao est
    na mjslinca^o do espir.to publico, a liberdade nao
    osIimio Iriurapho dos especuladores, neni no predo-
    minio dos qoe. revolvendo um passado caronchoso,
    estabelece.n a mxima absoluta o rei reina t g-
    cenla ; devendo ser lida a vontade do moiiarcba
    como le suprema do estado.
    Icnham paciencia comigo. senhores radactores, o
    publiquen! o esposto, que uiuito Ibes agradecer o
    o seo ele.
    Antonio Uorges da Fonttea.
    lecife, 15 de oulub.u de ls.Mi.
    Nos n.io podemos verificar a* cifras e clculos
    de M. Ilregiict, mas de boa uiPtile as quere-
    mos odmiltir, porque asim inesuio nao approv.inios
    em reslriccafu um sv-ilema, que exi^e doliiada des-
    peza em lio., apparelhos e Irabalho manual .imul-
    tauen para faz.er o signal mais simples
    naes da lelegraphia aeria, e por conseguidle que nao
    fui nceeasario causar a menor perturbado nos hbi-
    tos administralivoi.
    vn.
    Telegraphosde mostrador constru 'os por M. Bregue!
    para os canutillos de Ierro.
    Nos lelegraphos construidos por M. Ilreeuel para
    s signaos inglezes compoem-ae de peqneaas oscil-1 arlsloeraiic, e .0 elle aoube reprodnair rom um ,- j malea que amoafain a Inglaterra, yoaes
    la{o>sdo ponleiro, os signaos francotes nos lelegra- comp.ravel tlenlo os cosanles ea lingaagem dos | remedloa 1 Os remedios slode doaa especies ; ons I favra noveroeeonstitueional
    Isla do que -e Chamas a
    luanlo o ministerio doSr. cond* Mot, fui eu,....
    os | que esla palavia cornecou a SCJS substitu la pela pa-
    phos do estado forinam-.e pela reprtsentacao tos
    ngulo-, represeolados pe. inelnacio los daos pon-
    teiros, com urna Hulla Gxa.
    (i leletrapho ingles he mais senslvel, que o fran-
    cs, mas laiuticm he molla -nl.jeilo a i esaiianjar-se
    em consequencia das crrenles da electricidade at-
    mos;dierica.
    \.
    Telegrapho americano de Mcrse.
    Ja se ter* notado que os apparelhos que ha vinos
    deserlpto nao faaem .enao repetir e troiismillir siq-
    naesde convenc.n, ou indicar as ledras, mas seflD
    deixar vestigio, aluu..
    O lelegra|.ho aanericane de Morse, o mais roiu-
    roum nos Estado. I nidos, e por laso chamado lele-
    grapno americano, repousa sobre um cutio .\slema.
    ,e como esl adoptado em parle da Allemanha, cale
    I) que fez com que o Estado adopla.se este sysle-iem Franca na iinha de Sliasbourgo, merece ser des-
    a foi, que pur elle se reproduzem os sntigo. sig- criplo.
    Os telegrapho. de mostrador com te, lailo ou sem
    elle, sao indicadores, aos quaes a rorrenle elctrica
    da' movimenlo a qualquer distancia, mas o ponleiro
    indica sunplesmeole lellrasou sicnaes, poru.n modo
    fugitivo, de maneira que he necessario ir escreveudo
    o que o ponleiro val iiHicando.
    Em I ;> Morse jolgou que se podia utili.ar esta
    a vano. iii-uiu..,e. ...., lorveniora essa paiavra signiicava.....ra censa
    s inspiram, na solidez Lerlamenle que sim, no peu.amtnntu daqaelles qoe
    .pililo puldico da In- o acroditavain.
    na estrada onde elle Iinha adiado o,n soeces.o ines-
    perado.
    . Alcm disto, e em um genero mais serio, he u-
    conlestivel que a sal\ra amarga e vilenla dos cos-
    Inmes e das idea, arislocralicas torna-so pouco a pon-
    en a corda que melbur vibra un meio das dhKUSsOes
    polticas e dos e.iudo historeos.
    Crrtameule he um farto importante e dolcroso a
    enl.a la do disciedilo democralico no espirito pol-
    tico da Inglaterra, poi.be de lodo, os se,,tmenlos o
    que corrompe e delroe inais depre.sa urna cnnstiliii-
    P". porque e.labelcce ah a lula, em lugar de crear
    a liberdade ; emprega os recursos para desliuir os
    ridadaos uns por meio dos outros. I ma Vrz queesle
    nao seuliiiKMilo se lem mlrodu/ido nos cosime, p-
    blicos, a aristocracia nao he mais um lim que c.da
    um individuo pode conseguir; he umacidadella qne se
    os caminhoa de ferro emprega-se a piha de Daniel, i forra de impolsao para atracar, a qualquer dislan-
    a qual difiere da de Bunsem em que os elementos | cia'signaes oo caracteres permanentes.
    j,lo de zinco c cobre, e a agua he saturada com sal- ,. Se lia um meio, ois.e elle, por elleito da elec- deve demohr. ininoero nrocura mais elevar-se: uro-
    cura somenle abates o* oulros. O que fazia a gran-
    deza e a fecunlidadeda cousliluicao ingina, he que
    a aristocracia se renovava e e resocajova iucessan-
    teinente, chamando para o sen seio to-ias as familia,
    que se elevavam pela gloria das armas ou da el.i-
    quencii, pelo commerco e pela industria honesta-
    mente ejercitada*. Mr. Ce Moulalembert esplira
    ailmir.ivelmenlv esu) otgauisatjao da aristocracia iu-
    gleza.
    lodo o mundo conhece, diz Mr. de Moulalem-
    bert, ma. iiiii.'imiu le.m suilicieiilemente gabado o
    admiiavel mecaauisdio (>elo qual o p^riato abre
    phalo de robre. | (ricidade e merli.msmo para dar a una alavanca
    t.oin nina .pilha de qoalorze clemenlos ha torea um movlmenlooscillalorio, qoe partindo de urna es-
    suilicieiite para tfaasmiltir um despacho distancia j lacio se repele dentieamanls na ettremidadc da li-
    de Irinla a quarenta leguas ; no enlanlo M. Bregoel I nha, por tal forma que levantando eu dz \ezes a
    co.tuma muitas vetea usar de plthaa de ^S elemen- alavanca em Pan., leiihn a cartela de produzir dez
    Seuhore reilaclortt.Firme em meus principios,
    forjado me vejo a contestar o que corre impres.o
    no Liberal de 13 do correnle ; pois que o meu si-
    lencio nesle caso seria a conli-sao genuiiia dos acon-
    lecimenlos narrados, como .recorridos nos Alosados,
    e isto f.co por apparecer o meu .lome envolto com
    leaclioes escripias lalvea no fogo das paixes dos
    parlidus, mal informados, ou completamente iltadi-
    .los o seus escriploies; eis os fados que se deram:
    lia dias, o pequeno grupo dos Afoga ios, intitula-
    do liberal, espalhava o boalo de um grande mecliug
    ou monstruosa reuniao, a que nella appareae-
    riaro grandes notabilidades, e porcao de povo do
    Recife, e qui^a' a lolalidade do. habit.otes da fre-
    guezia (isto fazia rirj ; e ainel chegou o dia '.) do
    correnle e coio elle a noticia de ler lugar o grande
    meeling esperado; cartas, convites, chamadas,
    empeuhos, inndanca de t.astes, prepares de casa,
    rasanrro, movimenlo. ludo se poz en. pralica ; e o
    vista de lano apparalo o que deveria fazer o lado
    opposlo ? Keui.ir-se e por-se em observacao; isto
    >c fez.
    A.' seis horas da larde appareceu um carro tra-
    tando os senbore- Antonio da Cosa llego Monleiro
    ,que dever.a ser o presidente & reuniao;, Antonio
    Augusto, Cirneiro, da roo Novae pa.lre Pedro, vin-
    ,lu .i cavallo l.ooirnco Juslinianu. Estes cinco se-
    nhores, estranhos a' freguezia, e mais 11 a 13 paro-
    chianos, entrando oesle uuiuero dous menores, for-
    maran] essa monstruosa reuniao, l.lo preconisada.
    A' vista deste nada dirigiram-se dous cidadSos do
    uosso lado a examinar se a reuniao era publica ou
    particular, e se era admitlida discussao; e leudo em
    resposla ser particular, relirou-se o lado, cada um
    para sna casa. Nao era este lado composto de Ira-
    balhadores da estrada de ferro, esses cnl.id.ois labo-
    riosos la estao Irabalhando para si e para augmento
    e prosperidade da provincia ; e se alguns havia (o
    que nao dovido) eram moradores na paroehia, e por
    isso com dircitos mais robustos de inlervir nos nego-
    cios dola, do que esses ciuco senhores que vieram
    de oulras freguezias. Essa grupo que se reonio era
    composlo ilas pessoas qualificadas doa A fugados, ci-
    dadaos honestos e affeclos au parlido dominante :
    este partido folie e generoso uao precisa de merce-
    narios e de gente eslrauha a' fregoezn, para pleitear
    soas eleires; essas pessoas nao foram arrastradas,
    nem o padiam ser pelo Sr. subdelegado Carneiro,
    s3o l.omens livres que bem pensara ; e nem era pos-
    sivel, porque nao rnnheco no Sr. Carneiro, o nem
    em pessna nlguma forca, e bastante poder para con-
    ler a vontade e impulso de um povo fraternisado
    com um partido polilico, como diz o l..//rral estar o
    povo do. Afogados para com esse pequeo grupo,
    que las iojuslameule e inlilula aqu o parlido libe-
    ral. Forte illu-a... lerrivel cegaeira !
    Fiualmenle morad
    tos para obler resultados seguros
    Nos caroiiihos de ferro o telegrapho elctrico cm
    vez de siguaes serve-se de ledras.
    O trabalho e\ecota-se como na primeira especie
    de telegraphos qoe Isacrevensos, adverllndo sempre,
    qoe quem remelle o des|,achn deve pas.ar rapidn-
    meole com o ponleiro por lodos os .guasa o,, latirs
    intennediaes do mostrador, parando o d.Iendo-se
    algqm lempo na que quer fazer coohecer, porque
    se deve lembrar, que elle sabe de cor a letlra que
    vai marcar, nao .uccede o mesmo a quem recebe o
    despacho, e que esle lem de ser e.cnplo ; e assim
    ou a parada em lellras insignificantes e milla-, oo
    a pa.sagem rpida pelas que devem servir, podem
    produzir erros e engaos de muila importancia.
    Se quem recebe o despacho lem alguma duvida,
    oo nao percebe o signal, da immedialamente urna
    valla ao manipulador, e fazeudo um signal de anlc-
    mau ajuslado .ao que se chama cortar o despacho ,
    marca depois a letlra em que esto o eng.no ou du-
    vida ; e quem eslava expedindo o despacho re-
    nova lodos os signaos feitos desde o ponto da du-
    vida.
    Para que ilo nao faca perder milito lempo, qoem
    expede om despacho leve laucar a visla de dous em
    dous siguaes para o mostrador do receplador para
    ver se elle faz signal de corle de despacho.
    Alem de todos este, apparelhos. ha anda as esta-
    ces da lelegrapliie elctrica oulros condecidos cora
    o nome de commuladores, destinados a prem com-
    momeara-i directa o manipulador e receplador de
    duas c.tacoes, indepeiidente.neule das eslacoes in-
    termedias, e isto sem necessidade de augmentar o
    numero ior. lios de comniuuicac/io.
    Supponhamo. que o posto de Paris quer corres-
    ponderse com o tle Orleons, sen, par.ir nem pa.sar
    o despacho pelas eslacoes intermedias, faz signal de
    que quercoi respon enca directa com Orleans.
    Os manipuladoies dos porto, intermedio, poem logo
    o. con,moUdoies no ponlo'da catenlo inlirado, e
    por este modo e.labelecein urna cninmiuiicaco di-
    recta.
    O commuladorcompoem-se de um disco de ma-
    deira, no qual eslo embutida. peas de cobre, os
    quaes se ak o nome de pecas de contacto. No cen-
    tro desle disto ha urna mauivella com una lamina
    metlica, aque seive do mola, e que a voulade do
    manipulador se appl.ca qualquer pea de contac-
    to; una destas pe;as tem um letreirn dizendo -com-
    iiii.nuacao directa,e be a que est em contado
    com o lio do poni de partida por esemplo, Pars
    andando com a manivella vai-se collocar a lamina
    de melal no ponto do contarlo de Orlean., por e\-
    esplo, e dcsla (arma nao ha solucao de conliiiiiida-
    de enlre Pan. e Oileau. para a transmtsSBJe do des-
    pacho.
    VIH.
    i'elegraplio com teclado.
    Os lelegrapbos que ale agora haremos descripto
    lodos se parecem, salvas puqurnas modilicacoes;-ha,
    porein, ostros absolutamente diQerenlcs, c he des-
    tes que vamos tallar.
    O telegrapho elctrico de teclado de Mr. Fro-
    mml be um verdadeiro telegrapli.> m-lhorad, e se-
    na muito para desejar que se vulgar.asse ma.s.
    A soa construccao interna lie bastme complicada
    para ser comprebeudida com um. curta descrip^Ho,
    contentamo-nos poi. em explicar como funecona.
    Imagine-se um (edad horisoiilal como s de um
    piano de i sttavas, e composlo de viole e cinco te-
    cla.. I -111 j cada orna deslas ledas e-la gravada una
    letlra do alpbabelo, e desde A ale J por baixo de
    rada ledra a serie natural dos algartsmot de I a He
    debaixo de J esla O ; c na ultima tecla esta o signal
    que indica que se vai fallar com a gaiismos, e oao
    com lellras.Assim em vez de dizeraos viole e
    dous de agosto de mil olio ceios e ciucoenla o seis
    as un/.- h-iras e trlnla e sel-Jminolos da manbaa, os
    fundos dos tres por ceulo esl.va.n a noventa e sele
    e cinco oitavosu despacho sera escriploaos ;sig-
    u.il de uso de algarismos -11 de agosto I-Mi a. 11
    horas e 37 mioolos da manbaa os fundos de 3 por
    Klll eslavam a !(7 e ."i por 8.
    Em cima do teclado esto o mostrador com o pon-
    leiro, e as teclas commiinicam ao ponlei.o o. mo-
    vimenlos correspondentes aos siguaes ; assim pondo
    o de lo na tecla A O ponleiro marca no mostrador a
    letlra A, immedi.llamele o ponleiro do mostrador
    do extremo da Iinha marca a mesma ledra, de mo-
    do que quem recebe o despacho nao tem nada mais
    a fazer do que odiar p.ia o mostrador do receplador
    e ir escreveudo as ledras que elle vai apontando ; e
    quem expede o despacho vai locando as ledas
    como quem loca piano, leudo dianle de si o despacho
    escriplo como se fosse o papel da msica, e odiando
    para o mostrador para ir verilicando se vai sahindo
    certo o despacho ; leudo sempre cuidado de nao le-
    vantar u dedo de cima da leda seaas quando o pon-
    leiro marcar a ledra ; quer dizer que se luca Dio
    como no teclado do piauo mas como nos inslrumeu-
    los de son* prolongados como orgao e harmonium.
    O merhanismo dos telegraphos de Mr- Froment,
    que mis examinamos mui delidameule he muito en-
    or nos Afogados ha quasi 30
    aunas, etercendo aqu orna tal ou qual influencia, g'enhoso, nao'se desarranja facdmenVe. e a "ra"pidez
    lutaiu.0 em mullas crisesecnses melindrosas, como da transmiiso he tal, que he uecessario ler muito
    chefe. de un partido poltico, ninguem melhor do habito par. copiar com a escripia o despacho que o
    qoe eu deve conheeer este povo, e aquilatar o po- ] mostrador vai solelraodo
    der e a torca que us Afogados possue es.e parlido
    intitulado liberal, o qual *m oulra qualquer fregoe-
    ti sera' grande, forte, e ludo iioaulo quizerem, me-
    nos nos Afogados : nao porque seja composto de
    gente ma' e abjecta, pelo contrario nese grupo ex-
    iste o melhnr qoe ha na Irenaezis; mas porque tas
    infeluei, nao sis bem ouvidos, e a pr,va he que
    em todas as pocas lem elle procurado seu poder,
    -ni preponderancia e influencia em gente eslrauha
    a' fregnezi.: grupos das freguezias de San Jos,
    Santo Antonio, Boa Visla e de F.ira de Portas com
    seos ehefes lem viudo em lodas as pocas pleitear
    aqu Maesa eleiccs; e es era seu velho e caronchoso cosime, chamando os
    liberaes do Recife para us Afogados, comprometlen-
    do-os, e la/endo erer, que tudo aqu he delles.
    Esse parlido he lo Iraco aqui, que nem ao menos
    nesla paroehia possne um chefe, e para os guiar he
    preciso que venlia o Sr. Cosa de onlra paroehia par-
    ra inlervir em no-as elecoc., presidir suas reoniea
    e infloir em leus planos ; finalmente se uas dille-
    rentes p.roc.hi.s da proviuria lem o partido inlilu-
    tado Moeral a mesma foros; poder e s>mpalhia qoa.i-
    lo possue nos Alagadas, malevi.te esle pulido e mu-
    lo fcil sera' a sua derrua eleiloral !
    Mantel Joai/uim do llego e AXbuqnerque.
    Seifftem c miiv.
    Tem orna grande vanlagem esle lelegrapho, e
    vem a ler que anda qnando baja engao de urna
    ledra, a segutute he repruduziila licl.nenle.
    Em casa de Mr. Froment tizemos lodas as dili-
    gencias para desarranjar o strvico do lelegrapho, e
    nanea po.iemos conseguir.
    IX.
    telegrapho inglez.
    Os apparelhos que havemos examinado ao fran-
    cetes, e de u minar os eilrangeiros.
    Em Inglaterra e em alguns eslados da Allema-
    nha os lelegrapho. que se empregam leem minia se-
    inelb.nca externamente com os de Mr. Uregoel usa-
    dos pelo estado em Franca ; mas na esseucia s3o ab-
    solutamente distinclos.
    Externamente ha dous ponteiros, e as ledras sao
    designadas pelo numero de o.cilacaie* ou s de urna
    on das duas. Por exemplo, e.lar ajustado que fican-
    di. immovel o ponleiro da direita, e.andando o da es-
    qoerda lara a jsquerda signilique esle singnal opan-
    " que dous moviraenlos desles sejam A I res II,
    TELBfsRAPHIA. ELCTRICA.
    vi.
    relqjiaphos conitruidos por M. li"e*;nct.
    Conlinuarao.
    Os lelegrapbos mai. osados em Franca sao os cons-
    truidos por M. Breguel, relojoeiro.
    Sao telegraphos de olidades, e diferentes aiud'a
    que pouco- dos que de.crevemo..
    Cuustam estes telegraphos de urna pilba ordina-
    ria do Buuseii, de um apparelho para enviar c ou-
    Iru para receber os despaches.
    O principio he sempre o mesmo. um carrinhu ou
    dobadoira elctrica que adqnire a facoldade de at-
    Irahir quandu o correnle do Unido electrilo perc.or-
    re o lio : ha igualmenle a alavanca e a mola que
    tervem para mle.romper a commonicara.., c para
    marcar o ponto da posic.lo inicial ; mas'ha a dille-
    reoe que o apparelho que conten as rodas, como as
    de um relogio, recebe o movimenlo como os rel-
    alos de pndola.
    O Huido elctrico nao he o nico motor dos appa-
    relhos, e os siguaes sao dillerentes, principalmente
    nos iclesraplios do Estado, que sao o objecto prin-
    cipal da fabricarlo de M. Breguel.
    Nao lia um ponleiro para marcar as ledra., sao
    ol 1.1 las como as dos lelegrapbos aerios anligoi I
    as quaes transmitiera os anligos siguaes adoptados
    pelo E.t.ido na lelegraphia aeria
    que .un inoMinento da direita e nata da esquela
    seja E etc.
    Os movimenlos inversos da direila para a esquer-
    da nhlem-se por meio de ucunmaladures, que mu-
    dara o sentido das carretiles.
    Esle lelegrapho parerc-se muilo com a bartola : e
    a idea perlence a Sweiger, e he roseado na decli-
    na rf.o da< linhas electro-maguclicas ; de-colieil.i de
    O Erited em 1Ko<).
    Esle sabio descobrio qne approximando-.e de nina
    agulha magntica, collocada borisoulalmcnte, o con-
    ductor que rene os dous polos da pilba, a agulha
    desvia-seda loa direccan, sendo para notar1-, que
    se o conductor pama por cuna da agulha esla he des-
    viada em crio sentido, se passapor baixo em mitro :
    i.- que se a diieccao da co/rentu muda, a dccli-
    n.rao da agulha rauda igualmente.
    f>weigur e-loptnu e applicou simplemente esle
    principio, o qoal pode explicar-se simplesmente nos
    seuinles termos.
    Se o conductor pelo qual pas.a a correnle elc-
    trica entra pelo lado norte da agulha, esta declina
    para a direila. se he pelo lado sul a dccbnacao da
    agulha be para a esquerda.
    Soppsaliamaa agote um ponleiro magnelisadn col-
    locado enlre dous los do. quaes a correnle segu di-
    reecea opposlas, a con>eqr,encia ser,-, que a corren-
    le faro declinar o ponleiro com urna torca dupla,
    mas na metma direcc.lo. Se em lugar de "dous lo.
    forem qualro, .eisoiioilo, a tendencias de deelina-
    movimenlos era llouen, porque motivo nao ha de
    ser posttvei collocar na extre.nidade da alavanca em
    Roiien urna penna de escrever'.' l)ne dilliculdade ha
    era que e-la penna lome tinta, e que cada pul-a-
    Cao comniuiiicada a' alavanco seja repiesenlada por
    un Iraca leilo pela penna era urna falla de papel'.' a
    A descripc.io deate apparelhe frita a academia po-
    de reduzir-se ao segunde :
    O apparelho eleclrico-magnetico prende a ex-
    Iremida.ie de una pequena alavanca, a qual pela
    extremidade opposla remata em urna penna, po.
    baixo desta peona ha una lira de pap-d que se de-
    seurola de um evitadla, e emola era oulro por meio
    de um mecbaiii.uio composlo de,rodas deutadas, pos-
    las em iii'.vimenlo por urna mola, que a mesma ale-
    vanca no momento de receber o impulm da correnle
    elctrica olla levantaudo um dente que a segura, n
    Ja se v quanlas modificarnos pude, ler esle sysle-
    ma de rodas dentadao papel pode ler um movi-
    menlo cirrolar continuo.um movimenlo de oscil-
    lacao rectilneoum movimenlo em spiral,, ou
    lodos estes moviraenlos combinadose por conse-
    guinle que a penna podera marcar pontos, Irisar li-
    nhas recias, perpendiculares, horisonlaes, ou indi-
    nadas, grandes ou pequeas seguudo a correnle elc-
    trica assenlar a penna sobre o papel por mais ou me-
    nos lempo, e segundo o movimenlo que livor o pa-
    pel.
    Morse, porem, nao foi lao longe, e os movimenlos
    do .eu apparelho sao extremamente .imple-, O pa-
    pel anda sempre em ura so plano, e com velocidade
    constante, e a penna marca pontos, ou linhas recias
    nitores ou menores, igoaes a este numero de pontos
    de lints.
    Suppoubamos agora que um seja A, ... B, ... C
    e assim por dianle, he fcil de comprehender como
    fia escriptos os despachos; mas como a ledra /. exi-
    gira -J'i ponto?, Morse propoz que se eorobioasssm
    as linhas rectas rom o. pontos, eslabelecendo assim
    urna serie de siguaes que leriam o valor que so com-
    biuasse.
    Aponamos por exemplo ura ... ...
    despacho lelcgraphico escriplo .. ..--..
    por este syatema, ou tachjgra- ..--------... .
    phia, que po.te dar orna" idea .......... .
    exacta desle syslema. ..........
    -Mr. Arago descreyendo este appaielho em urna
    tango da cmara dos riepuladus disse que o appare-
    lho de Morse abra o caiiiinho paia um .veleoia de
    abieviatur.is appheado a lelegraphia eleclrica.
    JIr. Arago exprimio-se pela segninle forma :
    Imaginai que na eslacooonde se devem receber
    os despachos ha urna longo lira de papel enrolada
    era Cilindro, que se descarla desle para ser enrola-
    da e.u oulro, passando prlos bicos da penna do te-
    legrapho, tudo isto movido por um inachini.rao qual-
    quer. Imaginai agora que a penna esla' ligada ou
    faz parle de urna peca que recebe a correnle elc-
    trica, e que inlerromplda esla nao toca no papel, e
    era vez de penna suppoiule nui pincel. Pas.a a cor-
    renle elctrica o piucel ou penna loca no papel ;
    nao dura a correnle senao un, milsimo, ou centesi-
    mo de segundo, o signal que far sera um ponto,Ho-
    ra a coirente quatro, cinco ou dez vezes o que dura-
    ra para trabar o ponto, o pincel marcara' no papel
    urna Iinha do Mtenala de qoalro, cinco ou dez ve-
    zes maior que o ponto. Oeste modo a urna ou a mil
    leguas de distancia rodis escrever em urna tira de
    papel um ponto, dous pontos, um ponto e urna li-
    nt,a, oina Iinha e um ponto, urna liuha entre dous
    punios, ura poni entre duas linhas etc.. e produzir
    assim segundo a opiniao de M. Foi urna serie de si-
    gnae vanados, que atisfaram a lodas as neressida-
    des da coriespondciicia mais variada, u
    PoJe-se ajeniar por exemplo o seg&tnle alpba-
    belo.
    A
    II
    C e assim por dianle ale F : que seria re-
    presentado por...... depois
    I".
    . II
    I
    ... .1
    .... K
    --..... L
    ...... M
    -- l
    ... P
    o
    ..... K
    ......- S
    . T
    .. i:
    ... V
    .... X
    T...... I.
    Em Insoria Ue isto fcil,'mas .u.-. dilliculdade na
    pratica !
    Primeiramente be necessario perder moilo lempo
    para deixar entre cada igual escriplo om espaco em
    brauco para nao se confiiodirem os siguaes ; por e-
    xemploOrau leria sido escriplo para licar cora clare-
    za assim ..... ..porque a nao
    ser assim fcilmente se tornara illcgivel o despacho:
    por exemplo a paiavra Aga' seria representodo por .
    nao sejam bem separados os signaes. e taremos
    i'.,. A (.)ou A-.. 11 (.i
    Ora urna escripia sujeta o eqoivnco. desles nao
    he muito clara.
    Era segundo lugar lie necessario que o operador
    tenha muito habito para deixar os claros s entre os
    signaes completo., e ola enlre as parles de um mes-
    mo signal, e para nao converter um. serie de tres o
    mais pontos era urna s risea continua.
    No enlaiilo como havia o mai r interesse em adiar
    um svslema, que lix-ese no papel os despachos taes
    quaes erara mandados, tentaiam-se mudos meius de
    aperfeicoainento.
    A peona foi substituido o pincel, mas como este
    Iinha o inconveniente de borrar muilas vezes o pa-
    pel, subsliluio-se-lhe um ponleiro de melal picando
    pontos, ou riscando riscos em papel preparado.
    Mas havia ura grande inconveniente. O ponleiro
    para furar ou riscar o papel careca de urna grande
    forra, tal que nao se Iba podia dar a una grande
    distancio. Morse vencen e-ta dilliculdade reforcan-
    do o apparelho rom oulro electro magnele paradu-
    plicar a fe/ea da crreme.
    Com astil modilicaces existe em exercicio, ero
    alguns i onlos da Europa, e he quasi o nico empre-
    gado ua America.
    Conlinnar-.'C-Itc.
    A riartto.
    da diplomacia e do mundo liiiauceiro, sem se impor-
    tar com a sua origen) man ou meu >s popular, re-
    pellindo ao mesmo lempa para a man da naro
    lodos o seus ramos collaleraes, que a' partir dos
    netos mais mocos de lodo o par de Inglaterra, ticam
    confundidos com o resto dos cidadaos sem neiihum
    (ilulo, sera iieuhom signal distinclivo. Este movi-
    menlo de vai-vem, que inlroduz incessanlemeiite
    ^nas elevadas posicoesda ari.locracia elemento, joven,
    e vigoroso., e qua a desembaraza dos elementos su-
    perfinos e instis, eslabelecendo urna especie de mo-
    vimenlo continuo enlre a nsgio e o paralo, he a obra
    n o. da algum legislador, mas de in.tinelo social e
    poltico daquelle pan, remontando a idade media,
    e elevando-se a lo alta como o seu paralo, Foi
    assim que esta grande institiiicao escapouaos incon-
    venientes inseparavei. em qualquer oulro paz de
    toda aristocracia poderosa, como em Veneza na Al-
    lemanha. lie assim que ella lem podido ser um
    verdadeiro pulriciado poltico e nacional, o nao urna
    casia exclusiva, rigorosamente reslricta em seu in-
    dividualismo e condemnada a perecer de inaincjo e
    de oigulho estril
    Exprima ura geverao em que parlameola ii-
    nha a preponderancia, e, como ealis aeditia, a ul-
    tima atreselo, un aoverno in_|.//. excepto a con-
    dicao fundamental, ,-lo he, a aristocracia ; om co-
    verno, enjo defeilo era qoe, nao pudendo ser ariats-
    cralico, corra o risco de sr uarcliico ; un, governo
    emliin Pin qnaopuiler iiiouaicliiro nao iinha mais
    ascemlenlp do que deve|l-r boje em Franca.
    A liberdade poltica pnde.i vlver aa Inglalerr.
    eoiu a democracia, porque a aristocracia lera sem-
    pre nma grande parte, e a reforma iagloaa, inlei-
    ramenle ileraocralica, como deve ser, coaservara
    sempre muita coosa do auligo rgimen Ingle/. Na
    Inglaterra anda ha muito. ineios para haver inul-
    ta democracia em que e desuna a arilocracia. lie
    campooezes e dos ci-l.-idaos escos.ezes. deve-se obser-i se achara na exrellencia dasvelhas instiiuicaes in-1 Perveotart essa paiavra algnihcsva oulra a
    var que, quasi empre escotheu seus hroes e suas i gleza, no respsilo que ellas :'
    heroinas nos circuios mata elevados da sociedade o que con-ervoni anda, no esq
    que nao roiiiiihuio lalve/. |iouco para a popularpl.nle glalena. E-la especie de remedio se deline cora
    de que elle gotava na Inglalerra, notes mesmo de- ama paiavra, a tesislencia corajosa e legilima do
    adquiri-la no reslo da Europa. Porem o romancista pastado ao fuluio, quando o pa-sado he nobre e ge-
    ] mai. e.n vosa em assass das lem peio contrario neroso. A oulra c|iecie e define lamben com nina
    procurado seos assomplos e su as personagens na vida o paiavra, a reforma. Os Inglezes sao grandes .le-
    das elassss intermediarias, e o sei cum pecus dos in- | la, e a lem crapregado em lempo ; b- com a refor-
    novadore. lera naturalmente seguido as suas pegadas ma que clles lera exilado as revolncoes. Em Fran-
    ca, tatemes revolles que mo Iratem reformas ; em
    Inglaterra as reformas previueni as revolncoes. Ma.
    i|ual he na Inglaterra o grande instrumento de to-
    das as reforma. He a pnblicidade.
    o Fallando das in.hiuices e dai t.- i*. .- da
    Inglalerra, das que se llie pode nao somenle invi'jar
    mas lambem tirar alguma roo-a era provello da
    nosta sociedade democralica. e proenrar-se atlenti-
    vameote saber qual seja o principal instrumento des-
    te mecanismo social, ao nies.no lempo lio solido co-
    mo lao complicado,a garanda mais ellirazda posses-
    ilo de tantos heos amigos e novo-, eu rae inclino i
    erer qoe ella reside na publicnlade. A que reina
    na Inglalerra he ao mesmo lempo immensa, com-
    pleta e sincera, a
    lie debaiio dos olhos sempre aberlos e vigilantes
    de-la publicidade que ha de fazer a reforma da ins-
    lituiQes polticas da Inglaterra.
    Bal. reforma nao sera decidida sera ser disentida,
    e deve as vezes a discus.ao ser violenta e arrebata-
    da, liada que a demagogia moderna livesse de mis-
    turar suas pslsoot auarchicas, a reforma ser iutelli
    genle e imparcial ; sera sobretodo favoravel para a
    liberdade poltica, porque urna longa experiencia
    ensinou na luglalerraqucnao ha publicidadesi-irera
    onde ha nao lambem urna lihcida.ie palme, sincera.
    A i in i rpn -.i pode com razo gabar-se de ler chega-
    do na Inglaterra a ser igual a tribuna, mas ella sen-
    te que tem necessidade do apoio da tribuna.
    Heais, ngo se deve erer que Inglaterra au lem
    lido, cio ludo, os outros povo*, seos maos dias ;
    cerro ua hienas, altrahe para ellas as grandes no-: sabio-se delles. gr.ras aoi poderosos esforcos da li-
    lahihdades da poltica, da niagistralur. do exercito, berdade poltica. "
    .. No sel nada nos annuaesde algum povo mo-
    derno, diz Mr. de Moulalembert, que iguale a de-
    gradado poltica da Inglaterra debaixo d despo-
    tismo deHeuriqoe VIII, sem podor no interior sem
    gloria no exterior ; nada que exceda a bailen dos
    partidos no reinado de Carlos II, quau.lo os liomeus
    mais esclarecidos erara coropliaes ou eotao illudidos
    de um impostor sanguinario, como Tilo Oales,qnan-
    do o governo e o opposico eslendiain a' porfa a
    man ao salario que deixava cahir l.uiz \IV, o ini-
    migo mais lemtvel do paiz.
    o Taes infortunios nao permitiera que se crea
    em urna virlude excepcional em a Baca que os lera
    sollrido. Todava a Inglaterra elevou-se em sua
    forca e em sua liberdade, e ba dous escalos procura
    -e.n n vela
    por r. n-egnti.tr -ua repugnancia pelo d.-
    reilo de pumogemlura e por toda aBfatBBBatslBJ ae-
    licia. Procurar e... Franca a lil.. ri-de na nrgani-
    sacao facticia da aii-lociaria ou da 1 imilla-. He pro-
    curar um abx.mo. onde a liberdade asta a pnaaai-
    ra em cahir. A liberdade em tranca lera' -eu.pi-
    sen- issIsbIiiajes, nuis nos iudivid.us do qoe .
    lamilla..
    Bem sei que ela org.niiu<; toda ind.vidaal e
    qua-i aloniist ra da liberdade lem s* inronveiu
    tes ; mas nao inconveniente, neers-ar..^ e rvrn o.
    quaes por hnn nu por mal deve arrommadar.
    Oue se deve fa/er para diminuir esle. no-iinvetuen-
    les Na., p. denlo arhar .u aorta n. al.-tociac.a.
    repelimos, a liberdade dse piocut.-lo a monar-
    chia.
    A Franca nao pide |, rimn a |ns|ai.-n... assaj
    realera an-locralica ; cnn\em-ll.e ama realera ase-
    narclnca, .... le o ol^rano |,.h, ulnma paiavra.
    mas onde nao po-a ser pr.denda s..*o d-poia de
    nina llacstam hvre. Aleuma. aataOjaj kM *
    sorriam, vendo a conlianca ing-naa que leram na
    d..cu.sao hvie ; e (vercunlam ironiramnile. e a di<
    cs-.1.. flvre impedio a queda do ni Carlos \ e a do
    re. I.u.z Philippe. E-la irona na., .hala no-.a aat>
    liaoca, e eis a razo porque a |.r|,r... jos ia-
    zemos a' ralatrophe de 'i de jolbo d* |h:K. e ,' V
    21 de fevere.ro de IHiK. he qa aqnelle. ose aa ti-
    pa ac,
    acrnntmadare. |nle-
    ih> a.
    pois aristocracia, que servil, de morle a refo.ma zeram por nao qoeretem ir ... lim do. r.
    mgleza. Em lianca pelo contrario, como nlo le-1 dieuao livie. O governo rep.e.e.,..l.va ,m !>>
    moa ariMocraCia e nao podemos te-la a vontade,' fui declarado raneado antea de t.r ..do statm sea pra-
    curapre procurar O norle na realeza. | (ic. ajesms aconlereu em IHlS.
    Ue mu boa vontade reconbecenios qoe lia mais Ouem pi'rde duvidar que. o re Cario \ e aras
    probabilidades para a liberdade poltica, quando a ministros i.....m rr-olutamenle inrelsd a 4ncw-
    preponderancia perlence a aristocracia, como na lu- sao na atajara dea deput.do. anda noe tmve***,
    glatsrra,|do que quando perlence ao poder monar- de di.solver caraar duas ve/e consecal.v... saja
    cinco, como conven que o seja em I ruca, se dse- violar as leis, a cam.r. dos riepul.do. eetl.aaen,.
    jamos avilar a aoarcbla ; mas de oulru lado, ha ua ota tiv,ra lomado a lilil II da retolsrM : aaas
    preponderancia da aristocracia menos probabilida- re da sua parle, nao a livee lomado Ua pasco le-
    de. para a igualda le. Nao hcamos sorprendidos de ria sido obrigado por fim a are..rom-.
    que alguraas pessoas, vendo qaanlu a aristocracia he lizmenle em Franca piefenmos criar
    favoravel liberdade poltica, digam : Pois bem ta-lo.
    criemos urna arisloeracia. Infelizmenle a. ansio- ( |>,'nos sempre orna revolaran pron.pl. pera BJJ>
    crac.as nao -e criara vontade ; ... o lempo he que correr o poder monarchieo o popular.
    o pode fazer ; as le. nada podem a esle respeito. Em ISIS s povo fet o qseo re Cmts. tina, talo
    rapo lera destruido entre BOS a aristocracia | em tSW). Ilizem qoe elle qoen. urna aaadaeira V
    niinisierio e orna reforma : he posaivel. MaaDrefa
    rio desde o priro-iro momenie declarar ewvsran
    represenlalivo r.nsado, a piV-lo em pralK. ea. p*r-
    taaavaaca a decis.o qsiz nle farer ama rnala-
    rJjS do que rgot.r os recu.snada .iivno liv.e
    I enho procurado indicar qual en o pi.nl- ds a-
    il paralo hereditario da Kealaurarlo comecava | vergencia enlre ni m e Mr. -e Monialembetl Mka-
    apenas a lomar algoosa forca. nao a mulo de arista- roscopo, que elle tr. do tetara da Inglalerra. lo.
    erada aoliga, mas sim de aristocracia nova constan- i rosco,*, qaedrbaixo de moilo- ponloa de vrHa. ,.(.-
    If mente renovada pela eleicao >a coroa e constante- | plica-se lambem ao futuro publico da tranca,
    mente enriquecida pelos grandes casamenlus, que | Adiamos sraenlo um si. poni de -ppa-ucaa.. ai.,
    fa/iara os hlhos mais velhns .los pares, com a cond- i pa niso h-ave muilo boa voulade. rostas Mr. 4s
    ao de nao -e catarerp na propria aristocracia. E.sa j Monlalemberl nao iraaaa que se applique tlaTttta
    aristocracia, uileirao eme poltica, nao sobreviveu de pnmogenilsr. .' Fr.nc, aaasJBj aBBtjaj sjsjsss
    infelizmenle i Retauraca e as oulras revelacaet team sido os seus felites resullntes em tavac a is-
    nao hzeram na-cer nem deixaram reuascor nenho berdade inale/a. Nao os nesamoa ; aueam ssaaten-
    raa aristocracia ; nem a re.nlucao de IfiiS que pa- | ie qoe, so por.accaso a liberdade poltica raat-'rea-
    receu um momento disposla a fazer a ai.slocrac.a | ea nao |wdesse Iriomphar vniio por saei.trate .asa...
    das blusas, lao pouco propno be o solo fr.n- I[leamos oe deeperar sem ve I. jamis Inaaaptur.
    cet depois de liSlt para produzir urna anslocra- l porque os co-lunas franeeze ii> ri-mporlia Ha
    Cla I excepcao a' isualdade.
    Veja-te pelo contrario o poder monarchieo. El- | Em lodo, os nnlroa pontos estamos de BBjaasjB esa.
    era lugar de a crear e au parece disposlo a rcl.zer
    iienhuraa.
    Ha sessenta anuos que temos lido modas revoln-
    coes ; depois de que revotucao iiii'i~*~nila m iai,
    cracia renascer ualuralmente e reasstimtr sen aseen-
    dante ?
    oceupar o primero lugar entre as sociedades niodpr-I le lem sido abatido militas vezes em PraactJ pelo | Mr. de Monlalemberl, e romi tata nos laltxao- te-
    nas. Mas poroue e como Porque as insliluicoes i lufilo dos MVOloeOee, e empre se lem erguido tan- I |,z, porque ese accord'o se bise, principalmente so-
    que ella tillha conservado e aperfeicoadn por urna lo mais forte, quanto pareca ter sido mais aba- tire o amor, qoe Mr de Monlalemberl i*m lida aem-
    longa pratica, Ihe garai.t.am o meio legal e natural j lado. pre p.|a liberdade, e porqoe esla ha moilo lamen
    de reparar suas taita, e reconquistar sua dignilade ; j Em 1189, em 1830. em 18*8, o poder monarrhi- que o lem recompensado com a gle.ia da etssjaea-
    porque a forca e a occasiao lera felizmente fallado
    ao. reis inglezes para absorver a vida nacional era
    sua outori-lade nica ; porque as formas toldares e
    Se a inveja comecar a perverler os senliinenlos os principios fundamenlae. do governo parlamenlar
    da Inglaterra, esta feliz orgaiusasao .la aristocracia tinbam sobrevivido a' toda, as tempestades e abriera
    se ha de. alterar. Nao sera., mais os individuos que
    procurarlo elevar-se e entrar na aristocracia : se-
    minlio de urna prompta e completa lehab Mi-.m ..
    as classes que nao de querer engrandecer-se Foi por estes esforcos, por estas lulas, por esta n\m-
    sm l i I <-1 ... i. i i I ... 111 i>....... -. la aa I .. I _>__ ... a
    Alm disto sei muilo bem como se ha de fazer essa
    revolarais, se liver de ser frila, e os raaos senlimen-
    los do corae.io humauo mo serlo somenle a causa
    dola.
    Em Inglaterra como em Franca, o circulo da po-
    pulacho art>va e esclarecida, iuduslrusa a rica se
    lem singularmente dilatado pelos progressus do com-
    mercio, da induslria e dos conhecimeiilos scieotili-
    cos e Iliterarios, cada da mais derramados, se alo
    raelhor Cultivados. Ha urna sociedade mal- vasta
    e mais extensa, como nao havia oul.'ora, e do seio
    de-t.i sociedade desmesuradamente engrandecida sa-
    liera capacidades, --i "o. mais di.linctas, ao menos
    mais numerosas. Esta, capacidades menos eminen-
    les, mas lao ambiciosas como as antigs, reconhecem
    que nao podem perder a entrada de lodas ellas Ma
    lileiros da aristocracia, e qoe so a melhor parle he
    qne pnderia ter eslfl pretendi.
    Ora. eis-bi a verdadeiro pedra de escndalo. A
    melhor parle he invejada ; e nesta mu.lmi de ca-
    pacidades, qne produz nina sociedade ardenle e la-
    boriosa, .i cauda naturalmente inveja a cabeca ; ole
    quer que a cabeca alcance a arislrocaca, ao passo
    que o relo do corpo lica na burguezia.
    Quando a arisloeracia ingle/a Iinha de haver- somenle com as son midodes da qualidade, ella as
    recrutava sem desnaloralisar-se ; hoje, porm, que
    lem de tratar com aa da quantidade, n.io pode mais
    abrir suas lileiras sem rompe-las. Esta quantidade
    de novas capacidades, nflo podeodo mais sul'ir por
    homem, quer faze-lo conectivamente.
    A elevacao das classes subslilue a elevacao dos
    individuo..
    Oa. una classe nao se eleva desgraciadamente
    nesle mundo sean com a condicco de que ontra
    ciaste se aballo. He asim que na Inglaterra o mes-
    rao movimenlo da sociedade, faz oue a burguezia,
    lendo oao s capacidsdes eroinenles para apresenlar
    a adopcao da aristocracia, mas lambem urna classe
    immensa e ardente de que faz corpo, torne-se qua-
    si inevilavelmenle a rival da aristocracia, era lugar
    de ser o recurso dalla fornecendo-lhe recrutas ; lie
    assim que a excedente organsacao da aristocracia
    ingleza nao he suflicienle para as novas neces-idaoes
    da sociedade, e seus quadros n.1o alo bstanle gran-
    des para receber a multidao que nelies quer entrar.
    Esse problema de orna sociedade, qne he maisnu
    naslic. perpetua da vida poltica, c nicamente por
    isto, que o caraeler nacional foi gradualmente pu-
    rificado, elevado, fortificado, o
    F] para mostrar aiuda melhor que servicos a lber-
    da le poltica lera prestado a Inglalerra, .Mr. de
    Montalembert compara rpidamente a historia da
    Inglaterra ea Malaria da lle-panha desde o scalo
    XVI ; tima que reuunriou toda a liberdade poltica,
    onlra que alravez de mil provacoe* lem guardado e
    lorlificadosu. liberdade poltica ; e chegaudo ao tira
    desle parallelo. o eloqucule orador exclama :
    o Pili e G-'doy ; estes dous nomes resumem o des-
    tino e a differenca destas duas grandes oacoes chris-
    i.ias no principio do secuto \1X.
    o He um lado, a vida, e a vida em seu mais fe-
    cuudo esplendor, .lo oulro a morle c que mors !
    o Como explicar-se uina tal dillcrcuca. senao re-
    conhecendo que a liberdade poltica, por si s tera
    podido dar Inglaterra este prodigioso desenvolvi-
    mei.to era qnaulo que na llespadlia o despotismo in-
    feclou, conli.coo, anniquilou us duas mais precio-os
    que jamis Heos prudigalisou a um povo ueste
    mundo ?
    Mr. ds Monlalemberl deseja concluir aqu, e tem
    rallo, que nao foi porque a Hespanha licou ratholi-
    ca que cahio em decadencia, fui porque cila au l-
    eou livre ; a- un como uo foi porque a Inglalerra
    mi non e prolestante que veio a ser graode; fui por-
    que licou livre.
    Temos visto quaes s.lo, segundo Mr. de Moula-
    lembert, os males da ueva Inglaterra, quaes sao os
    remedios e como a liberdade poltica que a tera res-
    labelcrido cora raza de raudos infortunios, a pro-
    teger' anda na protacao qoe soflro nesle momento
    e na reforma que faro emsuas tosliluicoe-; porque eu
    creio na reforma das antigs instituicoes inglesas,
    em urna reforma anloga as mudancas que le.n-se
    leilo na sociedade ingleza. lie nesle ponto que se
    levanta nina que-i.'n. : As antigs instiluicoes da
    nglolrrra serao por ventura a causa nece.saria e in-
    dispensavel de sua liberdade '.' A liberdade poltica
    nao podera' viver e deseuvolver-se com a organisa-
    Cflo social e poltica da Inglalerra I He sobre o ul-
    timo ponto que em um prximo artigo tenho de
    suhmelter algumas duvid.s a Mr. de Hootalsmbert.
    Nao conhero nacao que lenha mais vocacao paro
    o archeologia do que a Franca. As cousas entre
    merosa e mais vasta do que o permitiera suas ins- ns morrem muilo depressa, e depois de moras en-
    dluicnes, essa vilalidade uiduslrios.i e ardente de um I tram lao depressa no esquecimenlo, que a pessoa
    inmenso publico, qoe nao pode mais con.ervai-.e I que falla de nm fado que se deu hontem, parece
    s-.>..rii->!.ih'
    uos quadros de soa autiga organsacao poltica, sou
    a verdadeira questao do futuro na Inglaterra. As
    institui^es ingieras sao feil-s por certo numero de
    homens escolhidos ; hije a sociedade ingleza n .. lie
    mais esse pequeno grupo de nntabilidadia, he uina
    multidao. As instilu efiti ingle/as sao feilas para a
    vida poltica, tal como a Inglaterra conhecia ha dous
    seculos. Hoje a vida da Inglaterra he mais com-
    inercial e industrial do que polilca ; finalmente ou-
    Ir'oraa tiibuna celipsava a Impreata ; a impreusa
    boje iguala a tribuna ; antigameiilc os oradores s
    fallavam na cmara dos coramuns nu dos lords ; bo-
    je rallara pela janella e o publico. A differenca
    he grande, e as mudancas que se lem fedo na socie-
    dade, iranio infallivelmente mudancas as inst
    luiees.
    Quaes serao ellas '.' Sarao favoraves ou contra-
    rias a liberdade polilca ? Tal he a queshlo. Creio
    com Mr. de Monlalemberl que sao favoravois a ma-
    nutencao da liberdade polilca na luglaleira, e he
    debaixo desta relacao, que nos importa ver como se
    laran eslas mudancas na Inglaterra. A sociedade
    em Franca assemelha-sc com effeito pela sua gran-
    deza a pela sua aclividade sociedade que sa faz
    na Inglaterra, e se as cou-as ah coirem de manei-
    ra que a liberdade polilca se conserve com a de-
    mocracia, teremos visto urna grande e bella expe-
    riencia qne uos devero ser nlil a animar-nos.
    Anles de dizer o que, segundo Mr. de Moutalein-
    be.t. ha de salvar a liberdade poltica na Inglater-
    ra das mudancas que poderan ler lugar as insli-
    loicoes, continuaremos a ver, quaes sao os novos
    pengos que ameacam as instiluices e os cosluraes
    polticos inglezes.
    Na opiniao dos demcratas, o oulro mal novo da
    Inglaterra, diz-nosMr. de Mnnlalemberl, he o dese-
    jo da cenlraliiaeao administrativa.
    <> Amigamente, roii'iniia Mr. de Monlalemberl,
    o numero das funeces publicas eram mais resne-
    lo do qoe hoje. O fuocciciiario oomeado e retri-
    buido pelo estado pareca ura ser iiiteiramente ex-
    cepcional ; n8o iniprava eslima nem inveja im-
    mensa inaioria dos Inglezes, que naopediara empre-
    gos, nem experimentavain a necessidade, e e rasjg-
    n.ivam sera esforco a isso, como se o pequeno Ho-
    mero dos empregos que exisliam,fosse o apanna exclusivo dos clientes da aristocracia ou dos lilhos
    da fortuna do mundo poltico.
    Este estado de coasas mudeo-sa como em Franca.
    A sleoslo da educacao as massaa, tirando da clas-
    se nina mullidau de individuos, creou urna mu'ii-
    dlo de aspirantes ao poder ; e de ura otio lado os
    progre-sos lentos, mas incontestaveis H. centialisa-
    cao admioittrativa lem augmenladu o numero dos
    empregos. A procura he e ser serap.e mui su-
    perior .i ollera ;( mas om c oulro tem augmen-
    tado.
    O futuro pnlitico da Inglalerra, pelo Sr. conde de
    Montalembert, da academia franceza.Segunda
    edi.-a...
    I.i cora urna corosidade cheia de inleresse o livro
    de Mr. de Montalembrrl, intitulado O futuro po-
    ltico da Inglaterra. Velho liberal, sou daquelllPs
    que amara e admirara a. insliluicoes publicas da In-
    glaterra ; e e algum da essas insliluicoes livessera
    de baqaeer, > grande e magnifico* ediiicio so-
    cial houve.se de cahir, eu pranlearia na queda da
    Inglaterra a queda suprema .lajliberdade na Europa.
    Ond e.taria a e.peranca e o recurso da liberdade
    Poltico U Europa, M a Inglaterra deixasse de ser ..
    livre, de ler seu par, menlo, sua. duas cmara, el refo-mis na Inglaterra, isto he. gradual c sincera-
    co restabelrceu-se das quedas, que Iinha sotrrido,
    me.lindo sempre sua victoria pela derrota, forte e
    imperiosa depois da anarcha sanguinaria de I7S!>,
    moderado e discreto, depois do curto e rpido abalo
    . de IX:tO, respousovel e por couseguiule absoluto de-
    tuceestorea das assembleas servs e veuaes o ea- pois da commoc.lo A inrelicidade e a fraqaeza original da mon.r-
    chia de is:l(l foi nao ter sido nrecedida de seis me-
    zes de anaichia ; ella foi urna reaccao contra um.
    tentativa de dictadura ; deveria ler sido urna reae-
    cilo conlra a anarcha.
    O. amigo, da monarchia de |H:O applaudir.ro
    mudo ler podido em tS-tO salvar a Franca d. mo-
    narchia, que ia invad-Is, fundando promptamente
    urna realeza ao mesmo lempo liberal e conserva-
    dora.
    Na verdade, salvaran) a Franca de um grande
    mal ; porem como o remedio occolla.se o mal, co-
    rando-o, a Frang nao soube, nem lem corapreben-
    dido bstanle o mal de que escapara, e e*la igno-
    rancia do mal tem fetts com que o paiz nito leuha
    temido a sua reapparicao, nem lenha respeilado e
    deferido muito o remedio. Seja como f >r, ao pa-so
    que em Frasea a rada revoluco a arisloeracia sol-
    d urna queda mais desastrada, a monarchia se er-
    goe de Cada derrota, porque a monarchia he essen-
    cialmente o governo proprio da Franca.
    Mr. de Monlalemberl lem muila experiencia po-
    ltica para propr a Franca in-liluicoe. aristcratas
    aos seus eo.linio-, e ao seu genio. Entretanto elle
    gaba uiuito na Inglaterra o direilo de primogenilu-
    ra, alim de que importa.semos dalli para a Franca,
    se julgas.emos que a liberd.de polilic, pala rela-
    belecer-.e em Franca, livesse necessidade dp apoio
    do direilo de primogenitor..
    Eie Bastalo de Me. de Montalembert me fez ler
    muilas vezes a aramio d scosso que leve lujar na
    cmara doa pares em INJIi. Jama... osto O.rele,
    una grande questao poltica, que tenha sido ao mes-
    mo tempo nma grandr- q.iesia- social, f.n lito bem
    .profundada ; nunca invetigacau mais inlelligente
    O mais instructiva f-i feila sobre a sociedade fran-
    ceza lal como -aluo da revolocao de 1789. Fall.-
    va-e eolio muilo de crear urna aristocracia com o
    oxilio do direilo de priinogcnitura e das substilui-
    ces.
    n Crear urna aristocracia, dizia o Sr. cond de
    Mole, aesailo de S de margo de K8B), on reslabe-
    lece-la onde deixou de existir, he om. empreza tao
    delicada, tao dillicil, que a conheco om legislador,
    que lenha o seu segredo, esse legislador he o
    lempo.
    K como, nao ohta..le os bons desejos que se Ii-
    nha eolia de amplificar o direilo de primogenitor.,
    ninguem asases atlribuir-lbe mais do que a porcao
    ilisponvel, I.I como ficoo no cdigo civil ; como
    ningueu ouseva fazer urna oeros.gao lemer.ri. e
    ellie,)/ ao principio da igu.Idade que faz < fundo
    dos costomes frauceze<,iMr. Mole com esse bom sen-
    so lirrae e engenhosn, que era orna de suas qualiria-
    des superiores, Mr. Mole zombava desse projeclo
    de lei, que s quera crear urna aristocracia com pri-
    mognitos tao mesqoinhus. o Seriam elles com
    elle,lo patronos opulentos e poderosos para uina fa-
    milia '.'
    Nao ; a arisloeracia ingleza carece de sinecuras; e
    de mai anda precisara a que se quizesse crear, in-
    veslindo-a de um privilegio 13o mediocre, embora
    se fallas- somenle em fa.er-sc lords, qoe tosten-
    tassem e abiagassein ao mesmo lempo a mon.iclua,
    e nao se lizesse mais do qoesinecunstas, pretenden-
    tes e aduladores obrig.idos do poder ministerial.
    Nao s a parte precipua legal ou a quola dispo-
    .s'oiH-.Wsre t.itariw.
    Journal ei Dthut-. |
    >p,Uicttcao a i?cM>o.
    fallar do re Priamo, e como he que he obrigada a
    exhumar da mole do. seculos o que s dala apenas
    de alguns aunos. He pois de urna queshlo de ar-
    cheologia, que quero tratar boje com Mr. de Mon-
    lalembarl, fallando das comilones do governo par-
    lamenlar. Vou (ralar de eradicao e nao de polilca.
    e de mu boa vontade lomara para juiz da desin-
    lelligencia enlre mira o Mr. de Montalembert, se
    bouvesse, porque pequena que Tosse, a esle respel-
    to, nao a Beatas irmaos da Academia das Sciencias
    raoraes e polticas, que se oceupam das rousas de
    hoje, ma. aos.ua Academia das /nscripces, na qual
    ura joven sabio muilo dislinclo, Mr. Opperl, lia l-
    timamente urna Memoria curiosissima sobre a liu-
    gua e historia dos Aasyrios.
    A' re-pe,lo da. rellexoes que quero fazer sobre o i nivel, destinada ao. primognitos nao laria senao
    governo parlamentar antes de ISIS, nada ha de aristcratas de mo qoilate, pois que linham neces-
    mais contemporneo e de mais opporluno do que os
    estados de Mr. Opperl.
    Em primeiro lugar, quero examinar em que es-
    tou de accordo cora Mr. de Moulalembert sobre as
    idade de empreo* para fazer alguma ligura ; ru-
    mo lambem era dos bens territoriacs somenle que
    o projeclo de le lirava a parte precipua d. primo-
    genilnra, lim-de que, como sedizia, bouvesse nina
    andigos da liberdade polilca, e era que me aparlo aristocracia terrestre. Ora esqoeciam que em mos
    sos dias a propriedade territorial da ouia renda mui
    pequena. .Vof n/nn,i terram, dizlam Iristemenle
    os romanos do imperio em seus grandes e onerosos
    dominios, lembrando-se do lempo de ouli'ora, em
    que a Ierra nutria o homem. Nao estamos i.esee
    lempo, nem lo chegaremos, eston certo ; m s en-
    tretanto he evidente que nao he a propriedade ter-
    ritorial qoe da grandes rendas.uem a parte precipua
    de piiraogenilura, litada em ama quarla oo lar-
    ca parle dos bens lerrituriaes, que pude fazer om
    grande senhor.
    Em ItSd o governo descnnfiava da industria, e
    delle
    A democracia sera capaz de liberdade politice,
    como he a aristocracia / Mr. de Monlalemberl res-
    ponde sem hesitarsim, e concordo com o sen pa-
    recer. Elle er por exemplo, que a refoi.na que se
    prepara na Inglaterra, ser al cerlo ponto demo-
    crtica, e eu oreio como elle. Veraade he que Mr.
    de Monlalemberl ..ao he favoravel a essa reforma,
    e isto por orna excellenle razao, que diz respeilo
    lano a mim como a elle: quando a liberdade pol-
    tica tem feilo a grandeza de ura paiz debaixo de
    um. forma experimentada ha longo tempo, deve-e
    a Eis ah o maior perigo da sociedade ingleza ; o
    mal est.i lon^e de ser tao grande como era a naciles
    do cnlmenie ; mas a Inglaterra ja esla sobre o de-
    clive fatal.
    Relativamente a reforma, que consiste era ler mais
    largamente oberto a porta as prolsses, onde, a lo-1 a"fo.ma, porque fusse'ra absolutos raonarrhico,
    tervencilo do poder he obrigaloria.laea como o exer-1 ou parlamentares e livres ; mas cahiam porque Ot-
    alo, a marinos, a diplomacia, ella esl na- neces- | lavara era Franca.
    sidades do lempo, e se far como se fazem lodas as
    abre tudo esse admiravel espirit de dignidade e in
    dependencia passoaet, qne lera creado aristcratas
    no cune da ecala social, du que nao me queixo por-
    que lem feilo no mesmo lempo na. classe. media e
    licita, bous e firmes cidadaos'.' Muilas pessoas nos
    cao serao qualro seis, oito vezes raaiores, ale chegar I diziara ha muito tempo. que na Inglalerra esas -lo-
    sn mus-ten amattaa Iva '------------ J .... I .... ''
    i.ini-
    qnt; a luslalnrra
    romerava a rte*pjctr a iguatdaile por inveja, :i ceir-
    ao mximo que he a inverao d,w polos. Ora esta rio'as in.lilaires, e esses generosos senliinenlos i
    progresiva .leclinac.lo serye para fazer descrever se anniquilando pouco a pouco, e que a lu-lat
    um circulo, e por conseg.iinle marcar em nm, mos-
    trador cerlo numero de pontos, que sao outros tan-
    tos signaos, ou ledra.
    A --ii-ibiii.la.le do apparelho h
    Por detraz do mostrador do receptador ha om ma- ., "a V'.1",,,e '""*" ""''""
    chinismo de rclog.o, com dous movimenlo, pa.al- tS*> 22"">0 mf"""",1" N"'l. o usa de
    lelos um au oulio, e a pequena distancia, por for- t '\"JTi '" "1"ni,me"1". e "ro interna-
    ma que os dous ponle.ros possam dar m^nm\?ZS^EtVt*^"*^W**n>*
    se eu-ontra.ero. ni .,,.-.,
    A c.rrente elctrica faz levantar a alavanca lau- L0kiH *' "''"""O'es de Ohrsledl. e no apparelho
    tas v(zes quanlas ,., as descargas que Ihe imun.n. I ^'irTt^i i ? ."'T '""'" "'' *""
    apera*,, alavanca delta "livre para mover. : ^-^^^'''""'"j 'n p"d |,a"e '""
    urna roda d.,,Ud,i ,0. he impedida pelo raechanis- j*[0','..," '!. ",""' ^ T"^ l l""
    mo do retalio.] ....'"!* ")' ",|,re ",e el^'> la applicado un)
    .,. 1,1 1 11 ll I < 1.1111 .1., -111 ...~,_ .1- > .
    r.sia leda lein qualro denles, e como a cada mo
    vintenie -la alJv.no aada so meio denle, sagae-aa
    que a roda lola pioduz i,., en gvro completo oda
    signaos feitos pelo pootoiro.
    inulliplicador de :lii metros de lio de cobre coberlo
    de seda, lia na pule inferior do apparelho dous bo-
    ..arilo administrativa por amor dos lugares e em-
    pregos publico., a gloria militar a prero mesmo da
    liberdade, como se no principio do noss'o eeolo, o.
    Inglezes mo li\es.Pin lido ao mesmo lempo a gloria
    e a liberdade. Fisles tristes agouros sobre o futuro
    da Inglaterra inqiiielaram os amigos de suas institui-
    r/es. O livro de Mr. de Monlalemberl foi Teito para
    diminuir singularmente astea retes. A Inglaterra
    tem eos pengos ; lodo o povo lem os seu.; porem
    a sociedade ingleza e.la' forte anda, e os das da
    decadencia nao estas prximos.
    Oque gotlO O aprecio siugulariiieiile na obra de
    Mr. Monlalemberl. ho sua perfeila boa f : efeode
    Inglaterra a tem conlianca era seu futuro ; mas
    nenie. Nao se delera o movimenlo : reprimir-se-
    na, era Ihe cedendn parcialmente. O estencial be,
    nao accrescenlar desproporcinaseme o numero
    dos candidatos com o (los premios que e tem de
    dar. Mas, ruinpre que, ninguem sp illu la nu esla- ,
    do actual dos costume. inglezes. nao ee traa mais M "*r,c, Comoa hbil Inglalerra resolver
    enlode urna lata entre'daaa calhegoriai de lilln-s j esse Pr"bleraa. que ella acaba de eslabelecer'.'Como
    mais mocos : os das familias ululares, e do. gran- | "-^"'"emos nos duranle trinla anuos da mouarchia
    des pruprietarios lerriloriaes, e os dos ricos lia pao
    atleuder a isso duas vezes, anles de modificar essa i julgava que os propietarios ds terr.. eram os que
    amavam a' ordem e a c>tabilidade ; grande erro qoe
    Mr. Pasquier relul.va com nma forca e lagarida.le
    uolaveis. Kepresentava aos panegv'ristas exclusivos
    da propriedade lerntorial, qoe era p'ermitlido cerla-
    mente pensar que a riqueza mobil de nossos das
    sent pelo menos, tanto como a riqueza lerntorial,
    a nece.sida.le da prulercao de om bom governo;
    qoe esse govereo Ihe he* igualmente querido, e fa-
    ria para o sustentar esforcos tao poderosos como sua
    rival, se lodavi. a paiavra mal la.I pode ser em-
    I regada em igual materia ; algumas pessoas sobre
    este objecto poderiam ir mais longe do que eu, di-
    zia elle, e nao temeran) sustentar que a nalureza
    dos e.tabelerimenlo., que formara a riqueza mob.l e
    de que ella se compoe.lhe d a prole.-oa. do gover-
    no tao iiecessaria, quanlo he delle lo dependente,
    e deve mais que qualquer oulra temer nesse en-
    verno a menor pe.lorbacao. Eslas palavraa es-
    cripias em di^ ,.1o a Instara da uossa sociedade
    franceza tal como a vemos en. IN.ifi.
    Mr. Pasquier nao moslrava rom menos evidencia,
    como em Basta sociedade o desmembramei.to da
    propriedade territorial, de que lotos se alerravara
    e quei i.-iiii impedir pelo nuvo direilo de primogeni-
    tor, era ama garanta e urna seguranca em lugar
    de ser um perigo, < estabelecia admiravelmeule a
    que-lao que cunten, Indo o fuluro da nosa socie-
    dade franceza lOttenlaodo que a orden, social nao
    eslava menos segura cora um g.ande numero de
    propietarios lerriloriaes entre os quaes a gran-
    des fortunas sao muilo raras, como nao senara com
    um numero meos con.ideravel de proprielario.,
    entre os quaes se encontrara uina quanlidade nola-
    vel de homens riquissimos c muito poderosos.
    Com O apoto de suas rellexoes, Mr. Pasquier cita-
    va o pacilico lirpiiriamenlo do exercito trance/, em
    Slo, e alo hesil.va em o allnbiiir ,i condirln dos
    forma. Mas como as queixas sao impotentes peran-
    te a necessidade, a reforma lera lugar na Inglaterra,
    e ser mai. oo menos democrtica. O que importa
    he, que a liberdade polilca, que lem sido cansa
    principal da grandeza da Inglalerra, nada perde
    com isso, se essa reforma e l/.er sob os olhos stve-
    ros e vigilantes do publico, como comporten) os
    costume da Inglalerra Ee reforma favoravel ao
    mesmo tempo a democracia e a liberdade pnltira,
    ser para n. um tiemple curiuo para eludu, por
    que enlre mis a grande reforma de I7SI) parece ler
    sido al aqu mais favoravel a democracia e igoal-
    dade, do que liberdade poltica.
    Observamos on,retan,... que o governo mais lon-
    go e duradoro, que tem lulo a Franca ha sessenla
    aunes, be o saverno parlamenlar sol a monarchia
    de ISI e de Istl ; ilo he, um governo, que har-
    monisava a democracia com a liberdade polilca.
    Ja ouco o que se vai dizer : esse governo cabio,
    porqi.p essa harmona era impossivel. porque a de-
    mocracia corre inevilavelmenle para a anarcha.
    desplelo sem hesitar qe em um paiz, onde todo,
    os governos lera cabido, a qoeda de nm delles nao
    pode ser um argumento decisivo contra a sua nalu-
    reza.
    Iiis.p-iue iimdi.i um estraugeirn que es governos
    ero Franca nao cahiam porque livessp.n essa uu aquel
    iioKKoit:;
    Treme-nos I tasa) ao ler de consignar
    paginas o fado mus doloroso, n roceras man. can. -
    bal de qoe um homem aa lembroa ds laitcar Hi-
    para obler um Inonipho poltico.
    No dia X do ror.ei.le pelat Ires horas ds larde,
    leudo havido na malriz desta c.dsde orna pcqscsa
    roiilroveria.quando se proceda a elen-io 4e cmara
    c joizet de paz, e qoe ja se achata acalmada ; lae-
    pinad-mente vimos as influencias aqu.remaa reli-
    rarem-sc e a soldadesca de anlerooo Irabalhada eaa
    seus in-hnoto de carnagem precipilar-se shra a
    partido liberal, e espi..gardea-lo visla 4a Si. lar.
    Jago.nbc.qne man ion v.r do quarlel catea saM
    conlra as rellexoes do juiz municipal aa le paz.
    Horror '. Ma ri.rlo cierna cnnlra qae
    o sango, humano.
    O aseso empre chorado .mico, om jotes dral.ac-
    lo, o Sr. Joac (in;alees Lar.lim, memore Ss Im-
    portante familia, cahio peinado de ama bala, ja lea-
    do lecebido graves ferimenles dea bexeswtat san
    oldados !
    Foi de proposito, que erviram-se de om [
    na inculcle par. se nos mandar aecommetler
    soldados ; foi de proposito que soldadas, a mem as
    \espera se pedia canuca.., faram chamadas a gro-
    ja, onde o parlido liberal eslava complel.aaeaar
    inerme ; foi de proposito qae ordenen^, te tsa-
    suinar.o delegado accommellta o Sr. teaeale cees
    nsl Antonio luir Alves Pequeo, qoe mt.nda mer-
    me leria si in .norlo a na ser a roraqem de sea a-
    migos;foi de proposito qse os anidados procwavass
    Sr. Joaqulm Secundo de Chavea, e qoe s dele.- .
    gniou fogo ; ( do que ha leslemonha> fa. de propo-
    sito finalmente qne se m.loo o Sr. I ..indina !
    ,M i.-lie.io a esses mnnslro ;
    O Sr. I)r. Jaguanbe esleve ineile n campe da
    carnilicina, e delle se retiros quando s abra 4s
    iniquidadp eslava oun-umaila !
    Imperador do Hraail, pon mi msaslrsw, qae a-
    s.ssiuam vosso povo, qae Irahem Ssasaa devejes !
    0 povo quiz defender-te, e rasadlo cama ketae ;
    mas eram humeas das primeras posti-dea qse aod.
    podi.m conlra a furia 1 -liimenie.graca a sua cor.gem, Iralaade de de-
    sarmar a forra em qo.ulo esta se lancava snssa o
    povo dentro do Templo do Senhor, co-8a,rani le-
    pla de urna hora de agn e lulo, por a irosa ta-
    ra do combale. Enllo de.app.rerer.m el ligrea Os
    secna, e as familias os amaidieoavam!
    As qoalro horas expiren nono .migo l.aadim.
    luilia o roslo as man. a o peilo er.vad. de f.rilei.
    a ama bala de granadriro o Iinha IraaosassOa Ra
    ovimos soccorndo pelo noeso piedoso parorho, qas
    com suas teses em sai.gue chorsva lagrimas da -
    gonia sobre esla viclima, e que levaniaodo tama -
    Ihos ao eco proco rasa aliralur a mald.co celaats sa-
    br as rebecas dut monslrot.
    N3o nos he povsivel l.zer desle lamenlavel sor-
    cesso una relaco minuciosa : basta parem
    O delegado mandn l.zer fogo sobra naneo i
    que est.v.m inermes e desaira, .es, e ojas a m.
    Iif. Jaguer.be se .chav no cunllicio ...erle. aoa
    mandando retirar a forra, pstlo que asase revsrea-
    dn vigario Ihe diaaesae esta- palavraa.Sr. Dr. Ja-
    guanbe ea o empra/u peranle N. S. da l'enha. e
    era nome de no--., Imperador que ule casuata aa
    derrara.roeolo do sangos de mea firuarse*: tm
    que foi respondido pelo Sr. Dr. Jaguar.be.as mu
    .tendera.
    t.loando eslivermos fora da imprestae do ler.m.
    e garantidas iius-..s vidas vollaremis s esta Ir.g,. ..
    assurapio, e piomedemos a's vwtisast qoe tteseos
    sempre ama lado em demanda da pau.raa desde
    crune, assombr das auio.id.des .
    1&*mMtttti*.
    CAMBIOS.
    Sobre Londres, 7 \\i a 9Ud. e Ti :t|K a O.
    a Paris, 3U a 3. rs. por fr.
    a Lisboa, 88 a 100 por *. de premio.
    a Kio de Janeiro, I.i I par Uin a I.i a .M da.
    Accc do Banco, 00 a 70 0)0 de premio.
    a o compaiihia de Beberibe .'silOUO.
    . a con,ponina Peri.amboraaa aa par.
    a a I Ulula.le Publica. :it) por cenia ds premio,
    a a Indemt.isadora. o'l dem.
    .la e-tuda de ferroaU per Ufzjde premm.
    discanto de lellras, de 7 7 IpJ per irsp.
    Dilo do banco7 X por O|0.
    i iiiro.Ooras hespenlwlas. .
    Hoed.s de l.-liHl velhas .
    'ou'.i aovas .
    a a 49000. .
    Prata.falacias brasiieiros. .
    Pesos coiumoari. a. .
    mexicanos. .
    ^Mi
    '. \*)tm
    nm
    -Jy^in
    . .
    lfoai
    li*i leria lic.ido embaracado, se ola fosse um al-
    lemiln, quem asim me fallava, depui de I8SS To-
    do, os governos cabera era toda a parte, e nenhuma
    forma de governo lera direilo de apedrejir as ou-
    lra..
    Ouaes sao pois a condcoes da liberdade poltica
    co tempo sabidos das clacs medias. Foi assim que
    ouvi a questao etabclecida pelo orgao de um rico
    negociante de Leares, o qual presidia ao meeling o
    mais eatroodoto e o mal. numeroso que e tem ren-
    do para. tratar desta quesillo. Elle expri.nia-
    ALKAMlKOA.
    Kendimento do dia I a I. .
    dem do dia lli. .....
    lilil i-a,l
    -" Tllgtaaj
    l)etcarrea hoje 17 de oulubru.
    Barca inglezalloltie-oi/baialluo.
    ;.i'>-l I.Al'O itKRAI..
    Kendimento do d.a I a 1.1..... '':l.V(s\Mi
    dem do dia Ib.......
    UIVERsAS PROVIM;|*.
    Keiiiliine.il.) do dia I a IS .
    dem .lo di. in........
    Massjjksai
    MaajataJJi
    :a(;TiW
    (i) Eolendd-sej dos telegraphos Irancezes.
    || "- -ri---------------- -.- ...- aa |aap,SBIlvlia. """ .' II", < t,l|| 3BU I .HU" IU|I3
    mes de mariu que pur meio de alavanca-, iuter- I ninguem pense que elle orculla o. perigos.que corre
    ruoplma conimiiniraeao ra. crrenle entre os flus ee fuluro, e queira dlttimalar os recelos que tem
    conductores e os p. nlr.in; no dio nma direccan
    opposla o crrenle,
    (.loando se quer mandar um despacho carre-a-se
    concebido, Inervando o e-lado social e poltico da-
    qnplla n'icao. Hesle modo pnrecendo-lhe man o es-
    tado geral da lidrralur.i na Inglaterra, diz : ol.ivros
    erntnriaps, e endo-o lami.em, voltavam r.d.
    parlamenlar "m ?*'* a s,ld aldai. ou eu casal, em lugar de fa-
    H. pessoas que creen, que a munarCia parla- ^^2^*^*+^
    meular aoeeambio em Franca por que nossa. insli- orando e imi "... ,1",J
    lilices polticas e cvis nao eran muilo conformes ; m ,,."e na ,I ,?' ","T ^1 1
    -"'-'-........>-ng,eza, Sou levado a erer pelo KjJ^.^^ta?t^^SXSS.
    coolrano, que a monarchia soccombio por se te, | rraee,.. jJJ J,^ ^^Hlh I ranea da anVr-
    ii eerseterde ducrea e rasaasaj ,mp.rr.aii.ia>
    de que a rclacc.lo desle jarnal e ufan, dr profesar
    he o uni.-.i movel. qne a indar a Iranscvever o ar-
    tigo que cima se !.-.
    H- precrdcnle bunro.ns que astigaalam a veda
    Z!Z1Z!SL qe' !",,0, e pequeo protmel,- pubhc, e particular de Sr. I?r. i~um. LZm-
    lero .lia e uiemnemenl. qualquer impu.a. ... u
    o epir tido ousem .sacar a este magniralo. om-" campo-
    e assiffl dianle de qualro mil pessoas agglomeradas, cuufu.ma.lu demasiadamente com as insliluicoes in- c|
    lia social
    lamento ha sido m modelo de pri idade
    Equ.l en. o m.l.vo qoe jurasiana o ... I*.
    Jagu.nhea lomar parle on an.ciouar de alcsm
    modo aclo. .le seroelhanle BoaatOSS !
    "lamente nao podenam r ii.lerei-e eleile
    Qasm a defeudeu conlra o ,oph,ma | rses, visto que ...o ,de er eleito pelo orele na-
    e depredar-osa 1 .\a.< M a cdigo | de he ,u,?, e por oulro l.,h. =,./a ... localmad. .i -
    llw
    o --......r-.........--------- .........~., que o lempo me lem creado progresai- Iraela de velo
    qnehenm dos raraclere-da nova Inglaterra,, se nao 'encialmente democralic",s ; he pela .rislocracia qoe I v.menle e preservando-o. de procurar nutras as e de deve
    vi- niaioum-i concurrencia onlra duas orle d can-1 lilas sao ao mesmo lempo molidas e .osieoladas. I chimim dos utopistas. a segunda he u iiMincm
    atienlalnrins dos principios da
    .t lt. h.
    ILEGIVEL


    DESPaCUOS l>8 EXPOKTACAO PULA MESA
    UO UUN-llLiDO OBSTA i.IIMI'K NO DA
    16 DE OLTLBKO UE 1856.
    HavreBarca fnjncea Kaoul. Lanerre & Tisiel
    freres, 1,15 sapeas assucar bronco e mascavado.
    LiverpoolKriau ioglez Ed, James Crablree Si
    Companhia. I.1O0 saceos assucar mascavado.
    LisboaBrimie brasileiro iLaia 111, Francisco Se-
    veriano Rahello & Filho, i pipas mel.
    Terra NovaBarca ioaleza aRolhetay, Smnlm
    Krolhars& Compauhia, iti saceos assucar mas-
    cavado.
    LisboaBarca porlnuoell Flor de S. Simao. di-
    versas carregadores, lO saceos assucar maicava-
    do, 112 cascos mel.
    KKCEBKDOKIA DE RENDAS INTERNAS I.E-
    RAES DE l'KRNAMBUCO.
    Rendimtnto do dia 1 a 15 H:9S8J689
    dem do dia Ifi........ i.-TO-iOH
    I5.523a291
    CONSULADO PROVINCIAL-
    Reiidimemo do dia 1 a !>
    dem du da Ifi ,
    &5Q3S60I
    1:i63W:l
    19.96"o<)Si
    motoiwent $s> porto.
    Aaro* tahidat no dia Ifi.
    Babial'alacbo brasileiro Alhena, meslre Anto-
    nio l->rrcir.i (,niiilirfies Freilas, carga millin e
    mais genero*. Pasaeiro, Andr Cerra Carrea.
    MantasPatacho prusiano Brillianle, com a mes-
    roa caraa qoe Irouie. Seaponden do lameiran.
    l'arahibaBarca nudez* Pai, com a roesma
    carga que Irouve. Supendeu do lameirAo.
    m
    O lllm. Sr, inspector da thesouraria pro-
    vincial, em cumprimento da ordem do Kxm.
    Sr." presidente da provincia de 6 de crran-
    te, manda lazer publico,que no dia G de no-
    vembro prximo vindodouro, perante a jun-
    ta da fazenda da mesma thesouraria. se ha
    de arrematar, a quem por menos Dzer, a
    obra do empedratnento do 19- lauco da es-
    traa da.yictoria, avahada em 5:890/500.
    A arremalaQao sera" feita na forma da I-i
    provincial n. 34S de 15 de maio de 185i, e
    sb as clausulas especiaes abaixo copiadas
    As pessoas que se propozerem a esta arre-
    uiataco comparecam na sala das sessOesda
    mesma junta no dia cima declarado pelo
    meio-dia, competentemente habilitadas.
    E para constar se mandou aflixar o pre-
    sente c publicar pelo biario
    Secretaria da thesouraria provincial de
    Pernambuco, 11 deuulubro de 1856. Ose-
    cretario, \. F. d'Aiinunciacao.
    Clausulas especiaes para a arrematarlo.
    1. As obras do empelramnito do 19 lan-
    Co da estrada da Victoria, na extenso de 714
    bragas, serao feitas de cotiformidade c>m o
    ornamento approvado pela directora em
    conselho e aprcsentao ao Exal. Sr. presi-
    dente da provincia na importancia de ris
    5:890/500.
    :'.. As obras priocipiarSo no prazo de um
    mez, e GndarSo no de 10 mezes, ambos con-
    tados de conformidade com o artigo 31 da
    lei provincial n. S6.
    3. O pagamuuto da importancia da arre-
    matarlo realisar-se-ha na forma do artigo
    39 da mesma lei n. 286.
    4. O arrematante durante a execucSo das
    obras proporcionara transito ao publico.
    5. Para ludo o mais que nao >e adiar de-
    terminado as presentes clausulas nem no
    orea ment, seguir-se-ha o que dispde a res-
    pello alei n 286.
    Conforme. O secretario, A. d'Annun-
    ciaglo.'
    O Dr. Francisco de Assis Oliveira Maciel, juiz
    municipal c provedor dos residuos e capailas nes-
    la cidade do Recite e seu termo por S. M. 1. e
    C. que Ocos guarde etc.
    Fago saber aos que o presente edital virem, que
    fiuda a terceira praca a na audiencia Jeslo juizo,
    que ter lugar no dia 22 desie mez, se proceder
    a arrematado das rendas das casas, que constituem
    o patrimonio das irmaudades do Sanlissimo Sa-
    cramento, Almas, Livramento, Conce'nao da Con-
    gregario, Espirito Santo, Conceico dos militares
    a qual administra o patrimonio de Santa Anna,
    todas da freguezia da Santo; Antonio, assim como
    as leudas das cas.it do patrimonio da irmandade
    dat Almas, edeS Tiago do Pilar, e de Santa Lu-
    zia do Corpo Santo, freguef.ia do Recife, constan-
    do do escriplo, que se aclia em poder do porteiro,
    os ['rrros, ecoDdicoes da arrematarlo.
    K para que chegue ao conhecimemo de todos, se
    passou o prsenle, que ser publicado pela im-
    prensa.
    Recifell de oulubro d 1856. Eu Galdino
    Tomislocles Cabral de Vasconcellos o escrevi I ran-
    cisco de Assis do Uliveira Maciel.
    A cmara municipal do Recita faz publiro.pa
    ra conheciraeuto >ia> irmandades abaito declaradas,
    que tem m.rrcado o prazo de 2 mezes contados da
    dala da pulilu-.iiMu desle, para no decursu del le-,
    coocluirero as mesmas irmandades assuas calumban
    construidas no ceraileno e se o no litrrem fara' a
    cmara ejecutar o disposto no arl. 8> do reaulamen-
    ludo ceinilerio : irmaudade de Nossa Seiihora do
    Livramenlo, ordem lerceira do Carino, de S. Jos
    d'Agona, de Nossa Senhora da ConeeicAo dos Mili-
    lares, do Sr. Boio Jess das Dores, de Sania Rita
    de Cassia, do Senhor Bom Jeius da Via Sacra, e do
    Divino Espirito Santo, lauto a erecta na igrejn do
    Cullegio cuino no convento de S. Francisco, sen lo
    as catacumbas d'aqurllas as perlencemes a prvulos
    Pai;o da cmara municipal oo Renfe em se-san
    de 15 de oulubro de 1856.Bario de Capibaribe,
    presidente.Manoel Ferreira Accioli, secretario.
    Noi dias 18, 2.'). e 22 do ,-ocrenlc eslara' em
    pra;a no paco da cmara municipal do Recite, a
    obra dos concert* da anliga ponte da i'acaruna. or-
    eada em liOMMO. Quem pretender arrematar com-
    prela na casa da cmara que sa llie franqueara' o
    otrainento para consultar.
    Paja da cmara municipal do Kecife em sessao de
    13 de unlubro de 1856.ir.in de Capibaribe, pre-
    sidente. Mauoel F'erreira Accioli, secrelaiio.
    faz publico tambem, que datera' o meimo apresen-
    |ar-te na secrelana da F'aruld.ide. no dia 21 as 8
    horas da maahda, para o lim de tirar o ponto da dis-
    serlar.lo ob a presidencia do lente mais amigo, que
    lem de argnir Bella.Secretaria da Fnculdade de
    Direilo do Rerife, 16 de oulubro de I8 O se-
    crelario, Dr. Joaqun! Antonio C.irneiro da C. Mi-
    randa.
    Z*d? ;0:
    O conselho de adminisiraro do fardamento
    do corpo de polica precisa comprar para a prajas de
    pret 300 pares de sapalos de solta e vira, feitos na
    ierra : as pessoas que se propozerem vender, deve-
    r5o comparecer no dia 20 do correle na sala da
    secretaria do mesmo corpo, pelas 11 horas da ms-
    nha com suas proposts em carta Techada, acom-
    panhadas das competentes amostras.
    Quarlel do corpo de polica as Cinco Pomas
    15 de oulubro de 1856. Epiphanio Borges de
    Menezes, lenla secretario.
    A administrarlo do correio engaja pessoas
    que sejam b-Dns andadores, a 19 rs. diaiios.
    Oar-eual de iiiar.nha compra no da 25 do
    crranle mez, a visla de p.oposlas apresenladas nes-
    le mesmo dia le as II horas da mauhaa. para for-
    iiecimeulo do alinotarifadu. declarandu ellas om
    prec,o lis, os olijecloi seguiules, da melhur qoali-
    dade : Sap.lillios, papal de peso, sola, chumbo
    em lencol, Uixas de cubro de Ires a seis qoarlos, ca-
    bo de Mantilla, oleu de linlia(;a, remos de faia de
    Ireze a dezeseis pes, vistas de osso, loooa inglcza es-
    trella, meriim, sebo em pao, cera em ardiles, co-
    meres de retro, dedaes de repudio, presos de cobre,
    plvora grossa, plvora lina, lapis.
    luspeccio do arsenal de maiinha de Pernambu-
    co, I i de oulubro de I85t.
    O secretario,
    Aleandre KodriKucs dos Anjos.
    RKI'AKTH.: V O DA VACCIN/L
    B Com autonsanio do E\m. Sr, B
    % preaidente Ua provincia laz-se pu- 5
    O Mico, para conIiecmePl6tlos lia- Q
    $ bilantix desla cidade, f|(i os dias -;';!
    ,. du vaccina teruo de boje j em di- -;'
    5 ante as quinUs e dminos de Q
    e3 cada semana, no lugar L* horas ;J
    3 anltiiorinenledeclaradas: hos do- pt.
    0 naingM estera' esla repai\io a- Q
    gj3 Jierla alii as II horas ila manhaa. A
    ,*J3 Dr. Joo Nepomiiceoo l)i;
    ^ nandes, commissario vacc
    Mk provincial.
    RBPABTICAO DAS OBRAS Pl I.1CAS.
    A reparlieto das obras publicas contiala o lorne-
    cimeolu de lijla de alvenana grossa e rea para h
    obras da capital, pelo lempo de seis ineds. Os pre-
    Icodenlrs dirijan as suas propostas em caria Techada
    lllm. Sr. direclnr iuleriuo no dia 23 do correule
    as 11 horas da manhaa nela secretaria.
    Secretaria ,ii direcloria das obras publicas Itde
    oalobrode 18."*.O serrelari,
    Joaquim Francisco de Mello Sanios.
    Deordirm du Exin. Sr. director barflo de Ca-
    maragihe se faz publico por esla secretaria, que a
    congregaran de limiten), 15 do roirente, maicuii o
    da 24 para a defeza da-. l..e*es do barachel Manoel
    do Nascimento Alachado Porlella. E, segundo o dis-
    posto no arligo .9 do regnlamenlo complementar, sa
    PlRLiatAOLITTERAWl.
    REVISTA UA INSTRUCCAO' PUBLICA PARA
    PORTUGAL i: BRASIL.
    Iledarrao- AnUmio Ftliciono de CatliUu} e l.uiz
    f'ihppe I file.
    A nica politicaaciualmentcpossivel. nao sopara
    a Europa, mas para a America, e para todos os
    povos hvres, a a da luz para todos; he a da civili-
    sac.ao universsl. A opinio popular educada, lie
    a mais segura flanea de eslabilidade para os bons
    governos e de felicilac;.;io publica. Por ella se o-
    perara no interesse coramum, o que alias licaria
    circtimscripto i limitada esphera das convenien-
    cias individuaes.
    Portugal e o Brasil, que denvam de origem
    commum as suas mais gloriosas tradiccous, palpi-
    ta m com aspirares indenlicas e nao demandam
    oulio norte, senao esse para onde lhes est aponlan-
    do a consciencia das proprias provaQoes e a srien-
    eia na sua expresso mais sincera,
    Sem um systcma de publica instruccao que al-
    linja a verdadeira altura da respectiva destinao
    social, infructferos serio quaesquer esforcos com
    qu se pertonda fazer progredir um paiz na estrada
    providencial da perfeclibilidaJe.
    Entre nos, portugnezes e brasileiros, se confes-
    se com amor e fraaqueza de minios, que, nem a
    quem, nem alem mar se possue ainda educacao na-
    cional organisada segundo as mais recentes revela-
    dles da sciencia, e conforme as nossas peculiares
    necessidades e conveniencias. E com a mesma
    franqueza concordaremos em que ambas as nossas
    legislacocs respectivas, se acham mui longe nao s
    da sua importancia, mas das exigencias imperio-
    sas da posicao poltica de qualquer dos doiis paizes.
    Portuga!, abracado com a industria agrcola e
    fabril, e empenliado nos melhoramentos materiaes,
    vai consiruindo de boa f, sem atlentar seriamente
    para a solidez dos alicerces. Quando mais arro-
    jada so Ihe estiver afhgurando a projeejao que dc-
    lineou, mais prxima da sua ruina he andar a
    grandeza da edificarlo. O desenvolvimenlo publi-
    co, qne espera do plano de reformas que trac.ou,
    ser quasi una chimera, emquanlo nio dispozer
    rasgada e francamente os caminhos da iilustragao
    popular. Pouco llie amadurecer o futuro, em-
    quanto nio emendar os erros que Ihe legou o pas-
    sado, fazendo caminliar junios os inleresses inlel-
    lectuaes com os materiaes do piz.
    U Brasil, na forca da sua adolescencia como
    naci, entrevi' largos horisonies de prosperidade e
    riqneza publica : mas, para que o seu intluxo no
    continente meridional da America, seja tal como
    Ihe cimpre, hc-lbe misler partir do mesmo prin-
    cipio de engrandecimonto intellectual e nio hesitar
    pernte a amplidio do cominettimenlo.
    Eis as as nossas posic/'es, a nosso rer, defini-
    das.
    Porlugal, pela sua sitmijio geographica. pela im-
    portancia das suas condioes histricas, devo as-
    sumir o lugar que Ihe compete na communhao eu-
    ropea.
    O Brasil, pela vaslidio do seu territorio, pelo
    vigor de lodos os seus recursos, tende a elcvar-se
    ao grao de inllucncia poltica, deque s o far par-
    ticipar o aau desenvolvimenlo intellectual.
    O primeiro nao obter a prosperidade publica,
    sera bascar na educa^io nacional os seus esfor-
    QOS.
    0 segundo, nio aproveitari convenieniemenie
    os seus inoxuriveis recursos, sem elevar a massa
    nacional ao nivel a que I lia nao he licito Itcar in-
    ferior.
    Que nos propomos n;, com a presente publi-
    cagao ?
    Em duas palanas o diremos. Pesar na balanca
    do senso commum e a luz da sciencia actual, o que
    existe, bom ou mo, ptimo ou pessimo as duas
    legislares ; inquirir oque falla c devia existir ;
    examinar com a mesma consciencia o que se faz,
    e o que se tem feilo nos paites onda mais adanta-
    da se acha a organisarjao da inslruccio publica,
    considerada quar administrativamente, quer nos
    seus pormenores peilagogicos e didcticos Da
    meditada nonfroniai;ii) de lio diversos elementos,
    irmos propondo o que em boa razio se nao pode
    deixar de propor, para o aperfeicoamento, ou an-
    tes radical reforma da instruccao publica, em cada
    um dos dous paizes.
    A tarefa, nao lie fcil. Supprr, porem, a boa
    vontade, se, como esperamos, os especialistas e os
    sabios d'um e d'outro paiz, a quem militas vezes
    havemosdo recorrer, repartirem coranosco dofruc-
    to das suas observacOes e dos seus esludos.
    Considerando que o agrado nascido da amenida-
    de, he para o goslo da maioria urna innocente se-
    ducido, e que em favor do santo fim que deman-
    damos, nenhun mcio se deveria desprezar, quan-
    t mais a formosa ltteratura, procuraremos desen-
    fadar algumas vezes com ella o cansaco dos esludos
    serios, mesmo afim de crear para estes maior nu-
    mero de senarios. O exemplo nao he novo, te-
    mo-lo nos jornaes especiaes de todas as linguas :
    temo-lo na Franca principalmente.
    CONDICCES.
    A Revistada Instruccao Publica, sahira duas
    vezespor mez. Ter 12 paginas nesteformato, ou
    24 columnas cada numero.
    As correspondencias, serio dirigidas francas de
    porte a ollicina do Progresso.em Lisboa, ra da
    Crnz de Pao n. lo.
    Para a redaccio, a Luiz T'ilippe Lete.
    Para a adminisirajio a Francisco Goncalvs Lopes.
    PRECOS.
    Com e'lampilha. Sem Mampilha.
    1700
    900
    480
    120
    s I'ci- ;';
    i ",
    ador 'r.
    \
    Por anno.....19940
    semestre .... 150'/0
    trimestre.....540
    Avulso, cada numero .130
    Para o ultramar e Brasil, ser remeltida a
    Revista pelas malas dos navios de vela. Os pre-
    eos sio em moeda forte. As assignaturas, pagas
    adianiadas, por tres mezes, |ielo menos. Roga-sea
    quemassignar neste prospecto, ou para elle colher
    assignaturas no imperio do Brasil, queira entrga-
    lo, com a respectiva importancia, ao agente Consu-
    lar portnguez na localidade, ou a pessoa por elle
    des'gnada.
    Subscrave-se na cidade do Recife. livraria n. 6.
    e 8 da praca da Independencia.
    GRAHD
    BAILE POPULAR
    DE
    mscaras < phantmim,
    SAKKADO 1S f)E 01TIBR0.
    Os direrlore", animados por alsuus amibos e in-
    lluenti's, lem di-lib-raao dar mais hIsuiis bailes vis-
    lo terein sido transferidos ns diverlimentos particu-
    lares, e uflo havendo preseiilcmenle diverlimentus.
    cnnlam os directores t-r grande nioenria : os bi-
    Iheles Mtaro a venda no edificio do diverlimenlo,
    dlide tambem llavera mascaras c vestuarios para alu-
    jar. Devera principiar as '.) horas e terminar os :t.
    9t90$ 3 tHyi3.
    illaranho e
    Para.
    Segu em poucosdiat o bemeonhecido
    brgu escuna < Laura recebe carga
    paMjageiros : lral.i-se com o consignara'
    rioJ. B. da Fonseca Jnior, ra do Vi-
    gario n. 20.
    Para o Rio de Janeiro
    eSueem poacus dias o brigaa brasileiro cAdalprMB,
    deque he eapilSa Manoel Pereira de Sa ; pira o
    resto da carja. passaeeiros e escravos afrete, trata-
    se na ra da l'.adeia do Recife n. ), ou com o ca-
    pillo Da praca.
    li.0 PEliSbBS! SWA FkSM 17 OTU'fiO H 1856
    lleal cciiipaiihia do pa-
    quetes iiiglezvis a vapor.
    No da -2\ dele mez espera-se do sol o vapor
    AVON, commandanle llivete, o qnal depoisda de-
    mora do rotume seauir pal, SoutlHiiiploii. locan-
    do us portos de San-Vicente, Tenerife, Madeira e
    Lisboa: para passaaeiros, ele., Irala-se com ns a-
    aeiues Adamaos lluwie <\ i;., roa do Trapirhe-Vo-
    vo n. i-J. N. II.Os volumes que preleiiderem
    naadar para Soulliamplon, devero elar na aeen-
    cia duas horas antea de se Techaren) as malas, e de-
    pois desla hora nao se recebera Milume al^um.
    , ''a'a Araealj sesuc em pouros dias o hiatc
    Capibaribe : quem no mesmo quizer carrejar ou
    ir de passaaem, dirija-se a ra do Viajarlo n. ">.
    Pora o Rio de Janeiro seguir' breve o briiie
    nacional uAtala, eapllBa Manoel Antoniodct'aslro:
    quem no mesmo quizer earregar, pude contralar
    com os consignatarios Amorim Irmaus. na ra da
    Cruz o. 3.
    Companhia Per-
    nambuearia.
    Largo da Assemblea n. 10.
    O vapor brasileiro fguarainu' se^ne para Itlareiu
    com escala por Tamaiidore e llarra-drande, no da
    15 prximo, lem e\cellenles arcommodarcs para
    carga e passaaciros : recebe ale ao meio-dia do da.
    H, e o eipcdienie fechar-se-ha as horas do da
    sahida. Hecife l'l Para pelo Mara-
    nliao.
    Se^ii" Pin poucos dias para o Por, rom escala pe-
    lo auraahaa, > brigoa brasileiro Clara, de primeira
    marcha, o qual lem j> parle da carga engajada : pa-
    ra o resto e passageiros, para o que ollerece as*eia-
    dos i-(miioiii.|(i., ir.it-. com o consignatario Joilo
    Piulo Regs da Sonsa, na traversa da Madre ile Dos,
    armazem ,1- Uarlint Piulo, ou com u capilao Fer-
    nando Jos dos Santos, na proca.
    DE NAVECAPA MIXTA,
    spsfcsr
    --..
    Luiz Arnaud, Tounclie limaos & C,
    em Marsclha.
    O vapor Hrasil devera ler partido de Mancilla
    para o Rio da Janeiro, eonvearala por Ualaaa, las-
    boa, Tenerill, Pernambuco e Babia, no da 2dee-
    l-mbro prximo passado : "para qualqusr informa-
    Cao, com N. O. Itieber & C, ra da Croz n. I,
    agenles da companhia.
    Ciupanhia brasileira de
    paquetes ;i vapor.
    /,
    ^. .

    O vapor PARAN', commaudante F. F. Borges,
    e'pera-se dos porles do norte, em segiiimcnto para
    Macei, Babia e Rio de Janeiro, em IS rio correule,
    a carga ou ciicommcuda devera ser enlajada no
    escriplorlo da aeencii;, no mesmo dia da ebegada do
    paquete, as-im lamh'inos escravos a frele. devendo
    os de'parhose os coohecimenlus, seren entregues
    na agencia, ate u meio dia do da da saiiida do pa-
    quete : ageocia ra do Trapiche n. 40, segundo
    andar.
    R. Bssaul, capito da galera ingleza linda
    viuda de Liverpool em 20 do mez pruxuuo passado,
    ruga ao cousiguatario de um barril marca S (j, pra
    mandar pagar o respeclivo frea na casa do consig-
    natario James R>der & Companhia, na ra da Cruz
    n. (i.
    Para e Aracaly, com milita brevidada sabe o
    biale Auroran, por lar Jiparle da carg. prompta ;
    para reto e passageiros, Irola-M com .Martins
    I no io, na na da Madre de Dous n. -.'.
    Pata a Babia
    o veleiro e bem conhecido palbahole nacional Dous
    Amigo*, pretende seguir com multa brevidade, por
    ler parle le sen carreajinento prouipto : para o res-
    to e passaseiro, para o* quaes lem excellentes com-
    modos, trata se com o su consignatario Antonio
    Laiada Olixeira Azevedo, ra da Cruz n. 1.
    tii&ts*.
    Quarta-feira, 2 do corrente, 10 meio
    dia em ponto, o agente Ol vaha fara'
    leilao, por ordem e em presenca do lllm.
    Sr. cnsul da Franca, e no respectivo
    consulado, sito na ra do Trapiche
    desta cidade, dos leguintes dous terrenos,
    pertencentet a' liquidacuo da massa do
    tinado Nicolao Gadault; a saber: timcom
    20 palmos, no luguQe estrada da Soledn-
    de, sendo parle dosilio do linado llercula-
    no Alves da Silva e de sua Exma. consorte,
    confinando com os deLourenco Loureiro e do cirurgiao Manuel Pereira
    Teixeira, e dividindocom os de Felicia do
    Sucramenlo, de Joaquim Xavier da Maia,
    e com as casas que deitam para a estrada
    que vai da Soledade para o Manjjuinho ;
    o oulro silo no lugar dos Coellios, com
    freote para o alinhamento da ra dos
    Prazeres, no bairro da Boa Viste, lerdo
    111 palmos de largura, na frente da mes-
    ma ra : para melhor e\ame das con-
    fronlacoes ou oittros quaesquer esclare-
    cimenlos, podern ospietendenlcsdirigir-
    se inJ.ecipadaiiiente ao relcrido agente,
    em poder de quem pata tal lim, exis-
    ten) as competentes escripturas.
    C, J. Asile) fj( C'impinbia farao eilao, por
    inlcrveocoo do aa'nle Oliveira, e por rnnla c risco
    de quem pertencer, de M caixis corn folln de flan-
    dre-, e de 26 ppca* de loos inglexai, ludo avadado
    de agoa aalgada, aquellas o bordo da salera ingleza
    Lindan, e esla. no Imane inalez F.lhiopru, as
    suas rccenle> viocens de Liverpool para esle porlu :
    sexla-feira, 17 do correule, as II horas da manilla,
    no escriplorio do referido agente, roa da Cadeia do
    Re i fe.
    O agenta Oliveira faro leilo, por conla e ris-
    co de quem pertencer, de 170 pipa* \asias levanta-
    das, e de I0 barricas x.isias que r.iram de farinha :
    sabbado, 18do enrenle, ai II horaa da manhaa, no
    armazem n. 17, na praia de Sania Rila.
    0 agente Viaira !.. Silva, na roa da aladra de
    Dos ii. 3, faz leilo aexla fera, 17 do crrenle, ao
    meio dia em ponto, de diversas obraa de marcineria,
    novas e usadas, relogioa, gran la quanlidade ile pa-
    litos de seda, dito de Inim, dilot de alpaca prela e
    de cotes, e mais objeclos que se acbarem no dito ar-
    m.i/i"n, que ludo ir em leil.'o.
    Transferencia.
    Fica transferido parj quarta-feira SS
    do corrente, o leilao dos objecloa do va-
    por MAKOIIV. DEOLINDA, amiuncia-
    do para bontem 1 (i.
    AVISO AOS NA\EI.ANTKS.
    O.T-cnte \ leiradaSilva faz leilaodn cinco loldos.oma
    bojarrona, qoalro latm-i don ctelos, dous gaf-
    tofes, dous buladlos, um juanete, duas varredoias,
    um Iraquele. urna vella de e-la-s e nina banbinella,
    lerc.i feira I do crrenle as 11 horas da manhaa,
    no I o > da ra da Cruz do Recife.
    Lcilo.
    Joliusion Patera C, continuanio, por
    intervengo do agente Oliveira, o sen lei-
    lao do mais esplendido sorlimenlo de l'a-
    zendas inglezas, todas proprias rio mer-
    cado : segunda-feira 30 do corrente, a's
    10 limas da manlia, no seu armazem,
    ra da Madre de Heos.
    S0C1EDAD1 EM COiniWDITA,
    -t'iii #
    PKIIIIAS
    PRKCIOSAS- *
    *
    ?.
    * Arlerecnj de brilliantes,
    s diamaolai a parolas, pul-
    i. ceiras, allineles, brincos
    * e rozelas, bolies e aunis *
    ^, de diflorcnlos costos e de ^
    * diversas pedras de valor. ?
    * <
    S
    ?j Comprain, vendem ou ?
    ^ Irocam prata, ouro, bri- T-
    * Ihanles.dianianlesepero-
    las, e oulras quaesquer *'
    * joiasde valor, a dinheiro *
    f ou por obras.
    MREIRA k DDAKTE.
    LAJA & OCRIVES
    Ra do Cabuga' n. 7.

    orno EPRATA-
    Recehcra por
    dos os vapores da
    o-
    En-
    ropa Bsobrastlom s
    atoderno g-osto, tan-
    dfi Franca corno
    lo
    .?i Aderccos completos de
    |C nuro. meiosdilos, pulcci-
    * ras, allineles, brincos e
    <. rozelas, cordoes, Iranre-
    ffl lins, inedalhas,correales
    c enfeites para raloaio, e
    ^ oulros muitos objeclos de
    - ouro.
    * Apparelhns romplelos,
    :. de prata, para cha, ban-
    '. dejas, salvas, ea.licaes,
    v colhcres de sopa e de cha,
    ? e mallos ouirus objecloa
    le prata.
    REMEDIO IMCOMPARAVLL

    L'XGUENTO HOLLOWAV.
    | Milbaies de individana de todos as Bajta
    * podara teslemunhar as virtudes tate reme-
    i dio inrooipaiavi'l, e ; rovar em caso M aaaa
    * rio, (|uc, pelo uso que dalla li/eram, tara sen
    corpo c Btembroa inteiraaaenla mos, drpoi.-
    ,, do haver empregado iiiutilmenlo ontrn Ira
    lamentos. Cada pessoa poder->e-ha ronrn -
    cor deaaaa curas ataravilboaaa pela leitara
    dos peridicos que Ih'as re'-tam lodos m
    das ha mullos anuos ; e a rnaior parle del-
    las sao to sorpiendentes que admiram W
    preco eoininoclo (romo costumam. }EZ!ziSZLSZ!SSE?Z
    ----------------------------------------------_____________________________________I de seus bracos c peinas, depois de ler per
    Aloga-ae um litio no Monleiro, junio ao do D
    de Lisboa, as quaes se vendem por
    fallecido Pabilo : a tratar
    f HllUtlUO! (t UO flllH UaI. (le tliwa em casa, querendo dai com Irtpo
    ffWnt-Wfl nminoaa ii. '"antcldo'""g" t^nipo nos hospitaes, onde
    mo. jjree|KSia ao anilunCIO SO-|dovamaoffreraaanputaea>1 iicllas ha mui-
    U tas, que havendo deixado e.sscsasylos de pa-
    deeiuienlo, para se nao submctlercra a aaaa
    operacio dolorosa, foram curadas complcu-
    menle, mediante o uso desse precioso rc-
    modio Algumas das lacs pessoas, na sMh
    . ,-J. perteiiceme aJu-i1' "'"" 4""o w"""" e raaior par de son rocoillicoiiiicnto, declararan osle-, re-
    ?. T T!;rP'"1 T ,e""'r ""a ">s"nll,c' ^" -Mara N nam e .Mello, ootrora No.eir. & Ol- Mor, o abi.ixo assignado se repulou ataca- sultados l.euelicos J.antc lo lord uTJu
    \ l'r,m S.""ei*? >r- An"""" ve,r"'se"'se ",le",ler 'l>"1 '""""" ahaivo a.sL do t5o directamente cu, um artigo contra ndor e oulro n Xtrados a Mm .Ir ZZ,
    i .\i\es .Minneiro Jtimnr. x?r de quebrar tambem urna lanc em bon-
    j:___-,. i i i i. i moieqne ue i unos, e por mais scuuranra em a rt i ,-, nnien
    liaruoc tecisIon de fa**oJ~T**^^^ ^ *. ^mia
    Os serenes da socclade em commandila, abaixo Silva Boa-Vista, que non real.se a compra da labor- ('0S JorI,aes- 'llle Ordinariamente acabam pi
    lirmada, rnnvidam Indas ns pawoaa qoe lon^ram na alia na roa do Vtgarion. 13, pertenceme a Jo-i Pr"var l1'' ." con'endorcs lie o niaior1 pa
    cas
    ni
    r
    mos serenes, dar o seu parecer e ileliberar sobre os praciu-
    meios mais convcnieiiles aos traa
    res da dita empreza. Pernamhticu
    de I Sol!.
    Jmorim, I aria, Cntrr*
    Lotera
    da provineia.
    a segunda
    Corre amanba
    da primeira lotera
    de Nossa Senhora
    parle
    Terceira
    .tdcm
    Carino ; e 0 abaixo assignado anida tem
    um resto de seus milito l'eli/es bilhetes,
    as lojas ja' annunciadas, para os aman-
    tes dos ."):0()(l.s()O.Por Salustiuno de
    Aquino Ferreira. .Fose Fortunatodos San-
    Ios Torio.
    Ues.ippareceu boje, lo' de oiitulnn,
    um pardioho de nome Vicente, de idade
    !2annos, com os signaes seguintes: ca-
    bellos carapinhos, cilios pretos, nariz
    chato, levou vestido camisa de chita ama-
    reliada e calca Je brim dealgodo de lis-
    tra : piem o pegar le\e-o a t ua do Cres-
    po n. 7, casa de SeipieiraA Pereira, que
    sera' bem recompensado- Recife 10 de
    outubro de 1856.
    Pi eeisa-se de olliciaes de aUiate : na
    ra Nova, esciuina da ponte.
    Desappareeeu da casa do abaixo as-
    signado, na ra do Crespo, esquina que
    volta para a ruada Cadeia, no dia 10 do
    corrente, pelas 8 lioras da manhaa, um
    cabritilla de nome Jeronvnio.de idade de
    0 a 7 annos, sem chapeo, corpo bem re-
    lorcado, cabello cortado rente, tem tima
    leridana canella da perna esquerda, le-
    vou tao soincnte vestido orna camisa de
    ciscado azul trancado cem quadrinlios
    miudos; este mulatinlio chegou lia pou-
    cos dias do mato, e s sabio a ra urna
    vez, em companhia de sen correlor, des-
    conlia-se que o teem occulto, e protesta-se
    contra quem o tiver em seu poder, assim
    como se recompensara' com generosida-
    de a quem delle der noticra.
    Xisto Vicha Coelho.
    O baeharal A. lt. de i'orrei llandeira, profe-
    sor calhedralico de Inicua franreza no livmnasio
    desla proviocia, lem resolvidu abrir dn primeiro de
    novemuro em dianle um novo curso dsla mesma
    lingua e da ingleza, a bem assim de rbelonca, geo-
    sraphia e plulosophia : qoem de seu presiono se
    quier ulilisar pule procura-lo na casa de sua resi-
    dencia, na ra Nova n. 33, legando andar.
    Kosa-se ao Sr. director da Companhia dc Be-
    beribe, que se digna dar suas ordens, para que a re-
    unido dos accioni-lns pooaa ler lujar na piimeira se-
    mana de novembro, afim de que o dividendo se
    faja antes do da 1.1 desie mez, e nao succeda como
    com o ultimo, que so se elle.luou um mez depois
    que devia ser fcilo, visto que isto importa urna perda
    para os a ciuni-las. lim aeCkmitU.
    No dia -2'i de marro do corrente anuo fugiram
    do ensenho Cordeiro, fregU'Zia de Tracunhaein, um
    casal de escravos de naci Cafante, com os sisnaes
    seguiules': Antonio, baile, bastante reforjado do
    corpo, falla de denles ua frente, cara redonda, nou-
    ca barba, pes amato*, qaaoda falla lem um seiluque
    enlorla bocea por ter sido amoscado do ar, hacar-
    reiro, representa 3"i anuos ; e Benedicta, alia, cara
    comprida, bstanle preta, deules aberlos de sua na-
    Cao, representa ler :10 anuos ; estes escravos loso
    que fugiram foram encontrados em N. S. da (luna,
    que iam pira parles de Sinlu Anillo, aoude ha su-
    posi<;et que elles aalejam acouladus: por lardo ofle-
    rece-se boa ratilicncao a quem os apprehender ou
    der noticia no eugenbo cima nifncionado.
    No segundo andar du sobrado da roa do Co-
    legio n. 23, precisase de urna mnlhcr forra ou cs-
    crava para o servico interuo.
    Alnga-sa una casa iioMonleiro, a' heirado rio
    com inuilus commodos, envidracida, com terraco n.'i
    frente e quintal murado : a fallar no alerro da Boa-
    Vista cocheira n. :I7.
    espondendo ao annunrio do. Sr. liiiilhcrme
    Auguslo Kolngues Selle, nulilicadn no Diario de y
    do correle, lanho a dizer-lbe. que nada por ora
    Icnbo feto que comprometa esses bens, que eu e l
    cu Irouxc para o casal, iiuando a elle iurebzaienle
    me liguei, mas, concedidu mesmo que o livesse feile .
    deveria merecer toda desculpa, porque ha inaisdo1'?0
    doiin anuos inorando separado o Sr. Cuilbermc, el
    mellendoem si osrcndiinenlos de meas prediot que I
    mpraior que n.in pagoe a pes-
    soa alzuma sem que sejarn pagas as dividas desle
    cstahelccimeiilo. Kecil'e 1 ti de oulubro de IS">(i.
    Candido Alberto S. da Molla, Joao lavares Cordei-
    ro, Manuel lavares Cordeiro.
    Precisa-se de um menino paro aprender o of-
    licio de alfniale, da-se comida e dormida se convier,
    prefere-se com lgum principio : na ra Nova n. ~y>.
    Precia-se de olliciaes de charuleiro. a mo de um aprendiz, lando-aa sustento: no Monleiro,a
    fallar com Pedro Coelho Piulo.
    Precisa-se de KOlllOOO pelo lempo de um au-
    no, dndose por Inpotheca um itio no lugar de
    Tigipi, livra e desembarazado, em Ierras proprias,
    casa, arvoredos de froclos, e bastante terreno para
    plaiiUco, da-se a renda pelo uros, que he de lj
    mensaes ; a pessoa que quizer dinja-se a Krederico
    Chaves, no aterro da Boa-Visla n. 17, que lem lodos
    os poderes neeoailrioa paia esle lim.
    i Precisa-se de um caueiro que tenha pratica dc
    j ferrascm : na ra Nova n. Vi.
    I M DESEJO.
    Como o publico sabe quaes ao os autores dos qua-
    ! Iro bellas alloruccies publicadas no iitliario de Per-
    nambuco n. 243, em honra do auniverssrio da fim-
    expomos sempre a una derrota ridicula
    quando temos a ousadia de lazer um juizo
    sobre colisas de que temos um coniecimen-
    t apenas superficial. Com elTeito, elle falla
    da photographia como ella so achava na sua
    nancia; ora lia poucas artes que tenhatn
    sido tao aperfeicoadas om tao curto esparo
    de lempo como esla. O deleito que Ihe ix.-
    pula era tambem sensirel no daguerreotypo
    antes que Fueau houvesse Ilustrado oscu
    nome descobrindo o meio de lixar os retra-
    tos sobre a lamina pelo cblorurelo d'ouro.
    Este deleito fot vencido da mesma maneira
    na pliulographia e a prova em papel, rece-
    bendo una preparacao anloga, tornou-sc
    igualmenic lixa e inallerave!.
    Ape/ar de todos os progressos da sciencia
    ainda havera sempre m.os pliotographos,co-
    mo tambem ha ataos dagucrreolypislas, mas
    os productos destes s serviro para dar una
    medida da ignorancia e da negligencia que
    oanifestam para com urna arle tao dillicil e
    o^l'I i'T ,,''r'US',^' '"'J"2 *?*"* t0 delicada. Assim elles he que nao sabem
    ~o^a^^ ]-.. d f meiosque a
    u.l\',\ o qnal. pela erud.cc.io a critica, com que fcle,,cia ll,Cs Pe ao alcauc, elles he queob-
    a aelia goatoaameale escriplo, e pela generosidadeI .m os trisl,!s resultados que o autor do
    da pnblicacAo. causada pela grave falla do portador, I 'tigo a que alludimos allribue a arle em
    merece a plena approvacao do re-pcilo A. Bernardo Coulinlio.
    Alien ;ao.
    A arremalacoo dos alagada dos predios p.-rlen-
    ceutes ao patrimonio da irmandade das Almas da
    matriz do Corpo Sanio, foi suspensa por despacho
    do lllm. Sr. Dr. provedor de capellas, dalada de lo
    do crreme.
    CRIAKCA PERIUUA.
    Ilonlem Hi. enlrou no armazem da ra de Apollo
    n. !>, ora mulalinho que reprsenla ler (i anuusde
    idade, que iusislio em querer all lirar, o qual loi re-
    colbido, e lica sob a respoiisabihdade de quem tier-
    Icncer.
    i Sr. ih
    loierias tnantla fazer
    bltco, que eslao
    a venda, un thesouraria
    das loteras, mi na da
    Aurora n. 'J6, das 9 s 5
    eral.
    A nao ser assim, como poderiamos expli-
    car a immensa voga que a pboiographia lia
    tidn e continua a torera toda aKuropa:'
    Voga lilo grande cHo bem merecida que
    dentro em pouco dcsterrot o daguerreotypo
    entre as atuigualltas, e ningucm em nossos
    I dias ouza duvidar que a pboiographia com
    jas suas applicacocs tao variadas he desiina-
    da a operar, como as maravillas do vapor c
    ida elcclricidade, urna revoluto completa
    nos nossos costumes n necessidades Se an-
    da nao se houvesse adiado o meio de dar du-
    raciio consta uto aos productos photographi-,
    eos, como he que lies ja poderiam ser ap-
    plicadoa a illustracao de obras importantes,
    e que os soberanos se l'azem mimos com al-
    bunisndc vistas photograpbicassobre papel!
    lie sempre um triste e pobre meio o pre-
    tendermos lazer dientella, calumniando o
    mrito dos concurrentes, e por isso o abai-
    ' so .is-.ipu.iji) pouco se preoecupa com o une
    diz este ou aquella individuo; para satiafa-
    C;"'o pessoal basia-lhc saber que de muiaa
    centenas dc pessoas que elle ha lulo a honra
    de retratar durante poucos mezes, uina ao
    quer ainda nao veio queixdr-se acerca de
    deterioracao dos retratos photographicos,
    embora o tenha garantido lisos.
    As vanlagens reaes deslcs retratos hilo si-
    Ido mui bem apreciadas pelo publico, e por
    iasojulgo desiieccssario faie-laa so b resal ir
    por urna comparaco com a iroagemdesa-
    gradavelmente chammejante do daguerreo-
    typo.
    il taftla nahli -Mas o que ccrtametile me iatero-saria inn-
    Ue, OS DI IIleteS, lUeOS nilameme lora ver que se me provasse-nao
    com palavras e escnplos, mas pelo facto c
    e qHartos,fl?, segunda par-
    ta primeira lotera da
    Ordem Terceira do {'ar-
    mo do Recife, cujas rodus
    andain no da 1J do cr-
    lente, e qne logo que se
    sobre as nimbas proprias .provas, o que
    se aventura com tanta arrogancia.
    Acham-se todos os dias a vista do publico,
    tanto na minha galena, como tambem no
    aterro da Boa Vista provas pholographicas,
    executadas no meu eslabeleciincnlo^ue for-
    necerao ao depredador anoiiymo a mais bel-
    la occaaiu para eatudar a queslao, c eu o
    desalio para mo^lrar-mc a alletabilidade
    deltas. Ale la, estou mui decidid ia nao per-
    pUOiiqSieiTl as listas, Se Da- Jpr m"SO ,Iieu tempe em responder assuas
    , aCL'rcssoes.
    !:m os premios inconti-
    nente, a excepeG dos pre-
    assucar : quem livor c qoizer aluaar, dirija-se a roa
    do Apullu, armazem n. 10, que encontrara com
    ipiem tratar.
    LiTERIA DA PROVINCIA.
    \ji)b;i te, pelas 10 liaras da na- I
    nlia*. :.e a ex traeca o da
    segunda parte la primei-
    loteria da Ordem Ter-
    ra
    alias monta a quasi 6:0009 se nao lembra de dar-im
    real para iniulia suboslencia, tocando ale a' barbari-
    dade de prohibir pelas tabernas, pelas lojas e por
    lo la a parle, que se me fuiera o io lispensavcl que
    eu procure lomar : o que de rerlu revela o perverso
    plano de inalar-me a' fom?. Tacba-iheoSr. jnilber-
    mede levianae le prudisa, aflirmandn que eu
    (ralo de desfalcar os bens du casal. Ora. o epilhelo
    de leviana em verdade me cabe, porque couf-sso que
    por dmala o foi.qoando d>iiando-ine leva pur seus
    embustes e eslrnie^ias, aCeilei-0 para marido ; mas
    de prodiga. Rao, porque contra ala proleslam os
    concedo- I- predios, o pa;ameulo dc docimas c ou-
    lros aclos que pratiquei quando o Sr. I,uilbermc.
    para diverlir-se, an loo pupeando pelo Maranbo!
    K oulro lano lera' feilo o Sr (iuilberme '.' H
    certamente, porque, senbor de ludo, nada aprsenlo i ,.0 ... r\
    de extraordinario, senao exudados meios de me pe-' t-Cla rt (|(| v/lnilO.
    seauir e apoquenlar a lodo o momelo Poj, bem,
    nem sempre sera' assim. Kslou de novo tratando
    do meu divorcio, leulio f em Dos que esla aORonda
    lenlaliva orto Bcari cuino a primeira, hurlada pelo
    ferlilidade dos recursos do Sr. liuillierme, e enlSo
    mais larde, e em retallado lomarei conlas de quaes-
    quer aclos que paro fraudar me laca, ou anlecipada-
    meiile ja' lenlia feilo o Sr. liuiiherme, c
    qnas desde j protesto Ouem liver lino
    vera' acredilar no que de nnm pur ah diz e escreve
    o Sr. liuilliiTine, porque plemenos todas os prc*-
    umproes (toa meofavor, aliento o meusevo cavan-
    cada idade. Kecife, lli de oulubro de l.">(i. Anua
    Joaquina de Mclin.
    Paaa-e SOSOOO de alosad memal, por uma
    escrava que co/.iiihe c f nsomuic, nao sendo porca.
    presuicosa, em atrevida : Irala-se no aesundo aiC-; ulra cumpanbia lem feilo ale acora \ceilam-se
    dar do sobrado junto a fabrica de sabu da roa Im- pruposla. desesuro no escriplorio de Isaac, Curio A
    ''"',. 'Companhia, agenles da companliia, ra da Croz
    ijuein annunciou querer comprar um cano o. i!',
    americano de i rodas, procure na roa do Trapiche
    ii. i, sesuudo andar.
    Para nina casa de pequea familia na Pastasen
    da Magdalena, oque consta nicamente dc duas pes-
    oas.se precisa de'urna criada parda ou pela"," forra I llO DteO (!o 1'ttl'aZO 11. 10.
    ou captiva ; dirija-se a ra dc Apullo, armazem de :
    assucar n. 13, para Iralar. Ncstc eslaheleciincnlo cnconlra-sc car
    i.^l.Mf^,.u.am*B^dlJ".,,1?,eD,,,bM-k" fnebres para defuntos e an
    tanle leile : a iratar na ra de Sania llierezan-"' i ,-
    nao seolba preco, afiinca-sc bom tralamenlo. \ pWmeitB a <|iiarta orilcm, lili lo ll
    a dos
    6
    Precisa-se de uma ama lorra ou captiva p
    lodo o tarviCO de urna rasa de familia ; na roa -Nova
    a. 2I1, tesando andar.
    O abaixo assignado, loado mandado levar uma
    carga de capim pflo parlo Joaquim Jorro no dia l
    lo correle mez, no sitio do Sr. Jo.io Pinto dele
    mos, esle se evadi com o cavallo, cojo pardo repr'e- I P1'0"1!'''^^ o prevo
    sania lr de idade 18 anuos, e mol eucarado, lem o
    naris chalo, levou camisa de riscadloho azul e calca
    azul, chapeo de pallia ordinario, diz elle ser Jilbo de
    Pan-d'Alho, e o cavallo lem o- Signaes seguiules :
    aaatanho atearo,eom uma calrella ua testo, hapo-
    quenu, rarregador bailo : qum der milicia ou Irou-
    ter no sitio da l'iraoga, lea' a graiiliearao de 10?.
    Joao lt.i|ili-la Oe Sini/,'i Lomos.
    Precisa-e de urna ama de leite : na na dat
    floras n. i',, primeiro andar
    Vndese este ungento nolabelecimcn-
    tojircral de Lonires n. i\\, ablrand, c na
    loja de lodos os boticarios, droguistas c ou-
    lras pessoas encarregadas de sua venda em
    toda a America do Sul, llavana c llcspanha.
    Vende se a 80o rs. cada bocetinha.conten
    uma instruccao em porluguez paa explicar
    o modo de fazer uso deste ungento.
    O deposito geral be em casa a*Ir. Soum,
    pharmaeculicu, na ra da Cruz. n. -ll, cm
    Pernambuco.
    RO I.AIH-XTKl lt.
    O nico atilnrisado por Uerisiio m eaMaH a na/ r
    decreto imperial.
    Os mdicos dos hospilaes recomincudaiu o
    arrobe dc l.ail'ecieiir, cuino sendo o nico
    autonsado pelo governo e pela real socicda-
    dede medicina, lata medicamento dc um
    goslo agradavel c fcil a tomar em srtereto,
    esta em uso na mantilla real desde n.ais le
    til) anuos ; cura radicalmente cm pouco lem-
    po com pouca despeza, sem mercurio, as al-
    feccoes da pelle, impingeos, as consequeu-
    cias das sarnas, ulceras e o accidentes dos
    partos, da idade critica e da acrimonia he-
    reditaria uos hnmores; convem aos catar-
    rhos, a bc&iga, as coulracces e a fraqueza
    dos orgSos, procedida do abuso das injec-
    coes on de sondas Como auli-svpuililu-o,
    o arrobe cura em pouco lempo os "fluxos re-
    centes ou rebeldes, que volvcoi incessanto
    em consequeucia do em prego da cnpalnha,
    dacubeba ou das injeciocs que rcpreseiitem
    o vira., sem neulrahna- lo. O arrobe l.affe,
    teur he especialmente recominendado con-
    tra as doeucas nveletadas ou rebeldes so
    mercurio e ao io.lcelo de potassio.--Lisboa.
    Vende-se na botica de Barral e dc Antonio
    Feliciano Alves de Azevedo, praca do I. Pe-
    dro n. 88, onde acaba do ebegar una gran-
    de port,-iio de garrafas grandes c peque;.a~
    viudas di cclaiiienle de l'aris, de casa do.lil >
    Boyveau-l.aUecteur i.rua mchelicu a Pars.
    Os formularios do-se gratis cm casa do a-
    gente Silva, ua praca de Ii. Pedro n. 82.
    Porto, Joaquim Araujo ; Ballia, l.ima & li-
    maos ; Pcruamhuco, Soum ; lo de Janeiro,
    Itocba Vdla Sova, Joao Pereira de Magalcs l^u ;
    Rio (irande, Francisco de Paula Conloe C.
    BLHETES DE LOfEAIA DO
    AI0 DE JiHEIR.
    Aos 20 000,000. 10:000x000,
    4:00O.s0O0 e 2:000-000
    Ja estao rub icadox c cxposlos ;i lojsjnla,
    junio ao atcodc Sanio Antonio, os novo
    bubetet, meios ciiuai-tosda I- lotcria do
    botpital da villa das Cildas, cuja e\tra< -
    cao loria lltgrr no Rio le Jan. iro. dr li
    a Sdo prsenle: as listas vem pelo pii-
    meiro vapor <|uc sabir depois dessa dala,
    e chegar aqui ate 1! docorrcnle: a nn-
    meracio lie de palpite; a' -lies, cm-
    pianlo ha para satistazer a vuntadcdcs
    amantes de.Ic jogo.Jos Euzeliio Alvt-s
    da Silva.
    Ouem precisar dc urna ama.paracasadepoura
    familia, ou liomem soliairo, dirija-se a ma do Vi-
    gario n. 2.1, que achar com quem iratar.
    Piccisa-sc dc uma ama para serviro de casa,
    e comprar na ra, para casa dc pouca familia : na
    ra do Livramento loja n. 4. ,
    Precisa-se de uma ama para casa da r.paisal-
    leiro : na ra da Cadeia do Kecife n. II.
    Precisa-se alujar uma negra para o senrien
    de uma rasa de pequena familia a paga-se beta : a
    tratar na ra do Aragao n. 31 ou na na Hjoj
    n.i.
    Ouem annnneion querer comprar um carro
    americano de I rodas : procure na na dn'l'r
    che n. -lo aejjMkts aadar.
    -- Ajusta-se |mr empreitada qualquer terrean al-
    lanado para oterrar-se: no rmatela do secundo
    lampea da roa da Palma, confronte a quintal do
    (.orino.
    1 ni rapaz cslranseirn de boa conduela de-rij-
    >cemprear como ralxeiro rm ulsam ensrnho :
    quem de -eu picsluno se qui/tr ulili-ar annunne
    para tet procurado.
    Ouem precisar He arei. ijacr par canoa, qn. i
    por crnicas, conr prumplrijo e pirro moilo aaaa
    modo, dirij.i-se a rila da PalnH.delrnite do quintal
    do Carino, armaiem do ssuundo l.mpcao.
    Amonio FraaoitM de OMoaam, Porio.-nc/
    vai a l'orlocal.
    Alui'a-se uma boa casa no ra dc laaauaujJfB
    cum evc. lenles rominudus nata uma grande f-mi -
    ha, coiisi.iindo m duas salas en.baixo a duas rm
    riin. J comillas a nove quarlo. em cada andar c
    bom quintal com c^e uiha, por aluauel omraodo a
    Iralar na ra da l.adea, ocnploiio d- Barroca A
    t..i-trn n. I.
    Prorisa-*c de um raiveiro qne Iridia pradea
    de taberna e de conliecirr.ei.lo de toa ronducta : na
    Iroailaraa do Rosarra lalaiaa n. .-,j.
    I A'">la se precisa da uma erisoa parv n -ervico
    | de con.,ba. sendo so para ,.|. fim r.-- -se b-n.
    IWiVI 9"** Prateader dirija-se a roa Auta-ia n. :t. -
    liua Nova n. 18 loja de M. A. Cajo & C. con- '
    jos, de linua sempre a ler um grande sorlimenlo de obras
    li-iii or- r"li" ',c ,irjlale- la"lo "operjor. como mais Bte-
    " "' nor, camisas france/a, brancas -de cores, era-
    naaos; tamliera se alugam caixoes, faz- vaUt, coiaiinhos.chapi-os rraacoiet, dileada -oi.de
    se habitOl para dclllltos C vcstc-se alijos, sed" cpanninbo,suspensorios de b< rracha.meias para
    l'oi nece-se para enterras, msica, cera,
    ranos de
    unos grandes, que sao pa-
    gos log-o, no sal&o da ex-
    tracyao, no convenio de
    stabelecimento pholograpliico, ra Nova
    n. -21.Augusto Slabl.
    ~ AO PUBLICO.
    j ^o armazem do fazendas baratas, ra do I
    B Collegio n." 2,
    M vende-se um completo sortimenio de fa- ^S
    ^OSSa Senhora (IO CannO. H zendaslinas e Grosas, por mais barato U
    ----O escrivO JdS Jqnm. PreV>s0 lu em oulra qulquer parte, J3
    ^ v r unu, 'O^e rail IM ^ tanto cm rorSoes como a retalho, alian- g
    rio AlVeS d} 31flja. |^ cando-se aos compradores um s preco |
    Precisa-se (aliar ao Sr. Jo.i.ii.im Jos ara lodkos: cs,e stabelecimento abrio-se g
    Marques, que morou em Santa \.n-,m 1 comb",aao nm a 1mi,10r Parlc das ca" 9
    , A,!,',, i r ,. Amal B MS commerciaes inglezas, francezas, alie-
    i ntti.i/. da Amd.cao: a livraria ns. % maos e suissas, para vender fazendas mais B
    < da praca ,1a Independencia. H cm eonta do que se tem vendido, e por isto fl
    I rerisa-se alosar seis prelns para arma/- : -
    na/em de J| oderecem elle maiores vantagens do que
    i\ .1
    oulro qualquer; o proprietario desle im- lt
    portante stabelecimento convida todos *$.
    os seus patricios, e ao publico em geral, H
    para que venliam (a liem dos seus inte- I
    resses) comprar fazendas baratas: no ar- S
    mazem da ra doCullegio n. 2, doAn- S|
    ionio Luiz dot Sanios ; Rohm.
    A le rica o.
    ll abaixo atsigDada, arremalanle das afeiiuiesdo
    municipio do Kecif>-, fcienlilira o i|uem convir, quf
    lem eslabelecidu o seu escriplorio no pleo du Terco
    n. Iti, aonde dar' expediente das H da manhaa as
    '! da tarde.Jos Custodio Peinlo S ares.
    Camibras.
    Callos.
    Canceres.
    CorJjiduras.
    Dores de ca liega.
    das costas.
    dos membros.
    I.nloi'niidadcs da cu-
    lis em geral.
    I.ui'crmidades doanus
    Erupces escorbticas
    I isi.ilas no abdomen.
    Krialdade ou falla dc
    calor as extremi-
    dades.
    Frieiras.
    Uengivas escaldadas.
    lucha^Oes.
    lollammacao doligado
    da besiga.
    triz.
    Lepra.
    Males das peinas.
    dos pcitos.
    de olhus.
    Mordeduras du rcplis
    Picadura de roos<|ui-
    tos.
    Pulmes.
    Qucimadelas.
    Sarna.
    supuracies ptridas
    Tiuha, ca qualquc
    parle que seja.
    Tremor de ervos.
    Llceras na bocea.
    do ligado.
    das .Tliciilar-.es.
    V'cias torcidas ou no-
    ladas as peruas.
    ftiiC fi A HOHEOPATHIA E 0 fi
    entra os.\LOUipatlhlU lC SmiCH /fi-iS ta?eD,to l,-',',vlivo c
    nao de-1 .* *7 curativo do eliolera-iiiorlitis.
    Mimos, estabelecila no
    ilio dc Janeiro.
    -morbos,
    PELO DDl'Tlt
    Capital mil contos de res.
    Ollerece ao coinrnerciu
    vaniagant que
    o 'olinoia
    CARROS FtSBRES.
    do P
    m
    mSabino Olegario Ludgero Pnho. @
    S Segunda edttfao.
    A benevolencia com que foi aeo;hida pe-
    lo publico a primeira cdicco deste opos- (Ai
    culo, solada no curto esporo de dous me- "^2
    m
    i
    zes nos io lo/o, a reiinpressao-
    Custo d coda exemplar.....
    Carteiras completas para o trala-
    iii oilo |.. cholera e ~.e maltas nu-
    tras molestias, a..........
    Meias carteiras.
    InKMI
    liUOOOO
    Hi.-; mu i
    1 rapi-
    tfy Os medicamentos ito o* melhores possive
    (a Contullorio central linmeriiialb
    de Sanio Amara
    palbtro, roa
    .Miiudo-%o\o n. I.
    senboras, homens. menino-, fazendas para tatr-ae
    qualquer abra de encommenda com a maior preste-
    passeio, etc., tildo com ia e bom desempenbo, er.i lim qualquer peoa que
    milito coinmodo. %ier ae913 loJ. ""> um relo cmplelo e por pre-
    sa mais rommodn do que em oulra qulquer [iarte.
    .Vio podendo por meio de rarlas contesuir o
    abano Miauada nbier do Sr. Franciaco Sollerdc
    Piaueiredo Catiro, tolocilo da om neunrio ne em
    W de jane.ru da IKV! liieram na eidadt du Itio
    Grande daSol, quando aquello eiilr era ainda
    radele. roga-lhe por esle meio a bon late de llie
    diado para a cidade de Porto Aleare.
    0 llvm. Si. Joaquim Jos de I aria,
    que morn ou mora na Boa-Viageni,
    lem tuna carta na livraria ns. Ii e S, da
    praca d.i Independencia.
    Aluaam-cr cairocas para earregar trastes, ma-
    2tfi?! ,"''""" '"1n P PWt commodo,| a onde e achara' ale dweml.ro pioln
    acl.vdade : no armarem do ecundo hmpeio da lo Alegre, K da aao.io de 1S..I, O une Ue
    rua.da Palma coolronle o quintal do Carmo.
    Seguros contra
    o
    carliense Duarmotid daAlencarAraripe.
    Itle
    fogo.
    Ca m p a n h i a y ortkerm.
    CAPITAL, t I .iliO.OICI Kslalielc. id
    cm ISTili.
    Para eilectuar segurm sobre ptojpric-
    nierr-adorias, moliilia < BesMoj d.
    lacles.
    Inasi toda 11 quahdaile. I'i,
    al 1|2 0|0
    Astiei v\ C
    ili" .in
    o aniioAccnlr- f I
    ILEGIVEL
    -


    iEIMlO?llftmB9lO JSXTi FUM II OUTURBO a* 18*6
    PlBLICY(\0 LITTERARIA.
    Anparcce MsUcidade pela prirneira vez ,
    obra Zaira Americana cm 6,0 paginasa
    tcndo ii" principio urna collecc.iio de oilenta
    osis mximas e sublimes pensameulos da
    autora, c uira outra collcc^ao de 21 odes
    magniliras todas ellas e adornadas essas
    inspirares poticas do iolellecto leniinino
    americano.
    Entre essas bellas pecas acha-se urna pom-
    posa elega a memoria respeitavel do Exm.
    Sr, conselheiro Aureliano.
    Toda essa obra encerra religiSo, moral,
    instan";"" c um sem numero de assumptos|
    interessantissimos, que a lazcm digna do
    maior apreso dos liomens que cultivan! as
    letras, e sendo as senhoias americanas o
    principal objeclo das attencOea e Iiomena-
    tSttDJ ila autora, hoje lirasileini, bem que
    muiitevideana. No tpico eni que appnic
    cero muitos cavalleiros dislilictos do lirasil,
    acha-se collocado o retalo do patriarcas
    do Brasil, bellamente lilograptiado
    C.ravuia, papel c rica eneapernacSo, tudo
    he o que ha de melhor. Os benvolos e pa-
    triticos habitantes da heroica cidade de
    l'ernambuco e das outras provincias do nor-
    te, devorflo apreciar uina oljira escripia por
    urna senhora sua compatriota do sul da A-
    incrica, minio mais sendo li nica senhora
    quo puhlicou urna obra tfio i iteressantc, co-
    mo he esta.
    Ha livros de coros preciesas para as se-
    nhoras. Acha-se as livraria;s da cidade pelo
    preco de ~8.
    Vendo-se ua livraria de Jos Nogueira de
    Souza. dol'rontc do arco de Santo Antonio.
    iVo aterro da lioa- ^ista
    ii. oo, precisa-se de olliciaes de uiarcineiro, pagndo-
    se liem.
    Prcctw-M de una ama de leile : ua na Di-
    reila a. 86, legando andar.
    Willtam C. Roberto, loseph Payne e Sarah
    reynn, rettram-ae pera Inglaterra no vapor iuclez
    Avon.ii
    S J. JANE. DENTISTA, t
    continua a residir ua ra .Nomi ii. 19, prime.- ^
    i n andar. .-
    i}w*>r6>$.
    ESTRADA D FERRO
    to lien fe 'o S. Francisco.
    Os directores dn companhia da eslradade fer-
    ro fazem publico, para evitar .Unidas, ou contesta-
    roes futuras, que lugo que esliver concluido qualquar
    dos landos da refer la estrada, somenle sera permit-
    lida a passagem nos Lugares para este lint desuados
    pelo Sr. engenbeiro em chefe da companhia, segun-
    do a" coromodidade ilos proprielarios, e <\o publico
    mi _: i ,i 1. e nao ein qualquer oulro ponto da estrada.
    I'or or.le ni.
    S. P. Vereker, thesonreiro.
    lenle 7 de ooluliro de IKti.
    SEGURO CONTRA FOGO.
    Companhia AlliaDce.
    Eslabeleciila cm Londres, ein marco de 1824.
    Capital cinco milhes de libras esterlinas.
    Saunders Brothera & C., tem a honra de in-
    formar aos Srs. negociantes, proprielarios de casas,
    o a quera mais convier que estao plenamente au-
    Compra-se nina machina elelrica galvnica, ou
    ino-im. em ser pan galvnica, para tomar choques:
    na ra Nova n. 12,
    Compra-te ama carleira de duas beca para es-
    criplorio, que esleja em bom uso : na ra .Nova
    n. 12.
    Comprare ama escrava de idade : na ra do
    Bangel n. 7.1, segundo andar.
    Compra-sc tima can-oca, em bom uso que
    sirva para un (avallo na rua do Apollo arma/.em
    n. 30.
    Comprare urna escrava que saiba o diario de
    urna casa, eque seja de meia idade : na rua Dir-
    la n. 78.
    Comprain-se apolices da (divida provincial
    na rua das Flores n. 37 !. andar.
    COMI'it.V-SE.
    .Ncsla Ivpouraphia o 2" lomo do Monte Uiristo, c
    o :!" do Judeu Errante, sendo eslecoui estampas.
    (lompra.se urna casa no Mnnteiro ou Apiparos:
    a tratar no Mondego n. 1i.">
    Compra-se una casa terrea ein chaos proprios,
    em qualquer das ras de Saulo Antonio ou Hoa-Vis-
    la, cojo valor nao enreda a Iri'KI? : na rua do Cres-
    iio n. II, luja de chapeos de lala Irmos.
    Coinprsm-se duas escravas. sendo una prela
    que cozinlie, ensomme rom perfe.cao, e emenda de
    roa. e outra rerolhida de 11 a 15 anuos, roslurcira,
    prela on parda : na roa Nova n. 34.
    I
    C01PAMIIA DE SEM ROS NiRITl-
    IttS E TERRESTRES.
    CAPITAL 16,000:0003000.
    A companhia tem sua asencia no ncriptorin de
    viuva Amoro, j Filbo, rua da Crin n. ,j, onde
    aceita todas as propostas de seguros de riscos e for-
    tuna do mar-
    Sobre o casco, quilha e perltica* de navios de
    qualqucr lolarao na navegaran de'longo curso.de
    rabolagem, ou lluvial, ou na pesca, em viaitem ou
    prestes a viajar, em carga oa descarga, amarrados ou
    ancorados, em concert ou no eslaleiro, quer por
    lempo cario, quer por viagem simples, ou a premio
    ligado.
    Sobre mercadorM desde o moroenlo de sen em-
    barque ate o de sua descarga e deposito.
    Sobre os lucros esperados de mercadorias enrami-
    nhadas para qualquer mercado.
    Sobre o casco e quilha de erabarearOe* miudas
    emprimadas em desear-:.-! c trauco dos porto*.
    Sobre o capital e premios de diuheiro a risco.
    Sobre o premio dos seguros e premio dos premios.
    Sobre accies de lerceiro por dainos causados por
    abalroamenios fortuitos.
    Sobre os freles.
    A companhia recebe tambem proposlas de seguro
    de risco* de incendio e damnos causados para preve-
    ni-lo ou exliugui-lo de raio ou fogo celeste, e inon-
    dacoes.
    SOBRE OS SE UNTES OBJ ECI OS.
    Predios urbanos ou ruraes, igrejase quaesquer es
    tabelecimenliis, com evclusao de depsitos, fabricas
    e laboratorios de plvora, c materia* incendiarias
    oo inllammavcis, theatros c casas de espectacu'os.
    Mercadorias em qualquer parle que eslejam, mo-
    hili.ieulciicilins.il. fabricas de quaesquer estahele-
    cimeotos iudustriaes, quer srjain feitas por seus pro-
    prielarios, quer pelos uso-frucliiariog, locatarios, su
    biocalahos ou credores hvpolhecarios.
    Kiiialinentc aceita proposlas sobre re-seuoros, quer
    dos seguradores, quer dos securados, nos casos em
    que a este* pode competir o re-seguro.
    A companhia garante a prompla indemnisaro da
    importancia de quaesquer simslro*. e a modicidad
    dos premios: igualmente um abalimento as petaoae
    que na roda do anuo ti/erem urna avultada somma
    de seguros.
    PHTSIOLOGIi DAS PAIXES.
    Esla mporlanle pradoMao Iliteraria do Sr. Ur.!
    Mello Moraes, do Kio de Janeiro, tem como a coro-1 vel,c".sc .l:, barato que admira
    Vende-se erva-male muilo superior a 240
    rs. a libra : na rua Direita n. 7-2.
    L\a lo a das seis
    portas
    Em trente lo Livrameiito.
    Anda ha fajendas molhadas, e esla' vendendo
    por lodo o preco; aproveiiem ewquaulo be occasiao
    de se enrooparem com ponen diuheiro, que a ftsla
    esla' prxima ; a bija esla' aherla das seis horas da
    manhaa ale nove da noite,
    &cnite,$.
    sraphia do Imperio do Brasil e o Educador da Mon-
    dada lirasil ira, cuordeuados pelo inesmo autor ;
    at'li.iin se a venda na rua do Quemado n. 27.
    DAlLERREOTVrO E ELECTRO-
    TVPO.
    Na antiaa galera e ollicina do alerro I.<11;<>-<-\ is-
    la n. i lerceiro audar con(inua-se a 1 irnr rclraloi
    com a maior perfeirao tanto pelo svstema franrez,
    como pelo norte americano. Evisle na mesma casa,
    e para a enllocaran dos retratos, umricoeahiindaule
    sorlimenlo de objeclos taes cuino hndissiinos alliue-
    les e ined.dhas de ouro, mu lindas caivinbas ame-
    ricanas e franrezas, de papel, inarroquim e veludo
    de seda, desde o lainaubo de urna polegada al um
    lino
    lorsados pela dita companhia para eflecluar segu- palmo passe-par-iouls de todas as qaalidades, mol-
    ros sobre edilicios de lijlo e pedra, cobertos do
    tlba e igualmente sobre os objeclos quecontiverem
    os mesmos edificios quer consista em mobilia ou
    em (agendas de qualquer qualidade.
    O abaito assignado faz sciente aos lllms. Srs.
    de engeridos e mais pessoas que uegociam con, asu-
    ear, remellendo-o para esla praca, que se a.'lia ha-
    bilitado em receber pul roinmissao dito genero, e
    espera da scus patricios e amigos, e de quaotos de
    seu prestimo se queiram ulilisar, asremessasdeseus
    assurares. prometiendo o mesrao ahaixo assi^nado
    cxeicer lodo o /.ein e aclividade que Ihe -.o nalu-
    raes. envidando lodo o esforro possivel as funecoes
    da liquidada apuraban de dito gencio, como bem o
    tem demonstrado. As pessoas cujas remes-as exce-
    derem de lO.-OOOjJ por sufra, mnenle pagarao -J ()\0
    de niiiinissao, sendo II 0(0 as demais como he coslu-
    me ; e para lo las se obriga o mesmn ahaixo assigna-
    do a (ola e qualquer compra de ohjeclos ssm como
    muilo* tirar porcenlagem. Kecife, rua Uireita, pri-
    moiro andar n. '.Kl.
    Francisco Serapbico de Assis Vasconcellos.
    IVecisa-se de urna ama de leile, e paga-se
    bem : na rua da Crut n. '. i, segundo andar.
    I'recisa-se de qftieiae* de toda obra : na loja
    de alfaiale da roa Nova n. cu.
    I)a-*e 7-2UJXHIO a premio modire.cnm penhores
    ou hvpotheri em casas : na run Direita n. 7 i.
    No da 18 do rorrete mez se b3o de arrema-
    lar por venda diversos lerrenos silos no l'oco da l'a-
    nell i desla cidade. conslanle* do escripto que se acha
    cm poder do porleiro dos auditorios, por exteucao
    do invenlarijnle e leslamenleiro do tinado Jos
    francisco Pelen contra Francisco de Paula Lopes
    Iteis, e he a ultima prr.
    Acbando-se Horneados ilenrique Brunn &
    (Companhia, .loflo l'eltro Adour Computihia c
    Jno Keller ,\ (',., memhro* da rommisso exami-
    nadora dos crdito* da fallencia de Joaquim de < Mi-
    veira Maia Jnior, pelo presente s3o convidados lo-
    dos os credores da referida massa para apresentarem
    no prazo de 'tilias os *eus credilo* para o lini exposlo
    ao primeiro do* mencionados membros, ua rua da
    Cruz n. 10.
    Ensina-se a pilolagem, Ibenria e pratica, expli-
    cada por ineiliudns dados por urna pessoa suflicienle-
    meiite habilitada. A mesma pessoa entina as partes
    da malhemalira puras para o concurso da academia
    do imperio, a aertmeDsura on cancrcia, lieoes de
    fraiicet para fallar : a tratar na rua do Nogueira n.
    .. das II horas as 1-2.
    RETRATOS A DAGUERREO-
    TYPO.
    N. 12 ATERRO DA BOA-VISTA N. 12.
    O abaiio aisiguado tem a dislincla honra de sci-
    eulificar ao respeitavel publico desta cidade, que
    acaba de mudar o *eu eslabelecimenlo por falla de
    einiiii.iidii.da casa do Sr. A. Slahl da roa Nova para
    a aterro da Bao Vate n. 12, e vai continuar a lirar
    retractos do ultimo gosto, pelos presos os mais eom-
    inodos.Joao II. Thoma.
    Iicclar.i-se a pessoa que annunciou ler conlra-
    (ado a compra da casa sila no principio da estrada
    dos Aillielii-. perlcnccnte ao Sr. Jos Anlonio Mar-
    ques, que esle senhur be dvedor a Viceule l'erreira
    da Cosa da qunlia de js.-iisu.
    (iu-lavo llenriqoe l'raegcr, curador fiscal da
    mam fallida de Joaquim de Oliveira Maia Jnior,
    laz siienie aos respectivos credores, que nodia 'l't do
    crrente lera lusar ua casa do Exm. Sr. I)r. juiz de
    dn clin epecial do commercio a i minia dos mesmos
    credores, e abi sern apresentados os trabalhos da
    oiumissao venlicadora dos crditos, devendo os
    membros da mesma cninmissao apresentarem os seus
    rditos ao dilojcura.lor fiscal, alim de serem venfi-
    cnlns, e is-n antes da indicada rcuniao.
    LOTERA da provincia.
    O ahaixo assignado
    visaio resoeitavel [lubli-
    ->o, que vende i diuheiro
    a vista, sendo da'quantta
    Os seus elizes bulleres,
    meiose qtiai ros, pelos pre-
    ros abaixo declamadas, na
    rua da Cadeia do lie c i fe
    -----------r i--------"^- |^.j. -umi.- uv i'-wn (I- MlilllMil II -, nr'l- ~
    duras ile todos os lanianhos e de muilos e dilleren- da loJa da boa fu.
    I M VESTIDO ron :feO00.
    Novo e cmplelo sorlimeulu de corles de vestido
    de chita de dillereules padmet, cores iixas, pelo di-
    minuto prei;o de *J^ cada corle : ua loja de i perlas,
    ua rua no i.'neiii'.i.i II. 10.
    Em casa de tem. Iliniin & Companhia, ua
    rua da Cruz u. 10, veude-se cognac em caixiuhas de
    duzia.
    _ Na rua da Cruz n. 10. casa de llenr. Bruno &
    Companhia. veudem-se barricas com cemento.
    Vinlio to Porto, superior iliamiro.
    lim calvas de '2 duzas e eiu liarris de oilavo, re-
    ceiilenienle ehegadopelojhrigue Trovado ; vnde-
    te nicamente no arma/ein de Barroca Castro, na
    rua da Cadeia do Kecife n. i.
    Vende-.e um prelo forte, de uac,.lo c sadio,
    proprio para arma/.em de a-sueai ou eugertho, e una
    escrava de -J'< anuos, cozinheira e lavadeira, sem o
    menor defeilo : na rua da Seuzala Velha n. 70 se-
    cundo andar, se dir quem vende.
    |\aloja da boa fe
    panno fi-
    ne azul a 3/o covado, dito dito preto supe-
    rior a 3^300, i-.i-i'iii.ra prela lina a 25, bom-
    bazina prela muito lina ou lapim, proprio
    para batinas a 1#>80, sarja prela hespanlio-
    la a 1;800, selim preto macau a 2>600, can-
    to multo lili.', l'azcnda prela superior pro-
    pria para vestido de lulo a 960, alpaca de se-
    da do cor para palil a 610 rs ricos cortes
    de gorguroes de seda para colleles a 393OO,
    palitos pretos muito bem l'eilos a i?, ditos
    de brim pardo de puro linlio a 30300, lencos
    pretos de grosdenaple a 2, e oulras muitas
    i l'azendas que se veudem por prcros to di-
    minutos que ninguem deixara dn comprar,
    na rua do Queimado 11. 22, na bem conlieci-
    les leilios, lauto pretas como douradas, e nao so pa-
    ra a enllocarn de um retrato ou ampo de dillereu-
    les pessoas, como para a colloracio de dous ou Ires
    retratos separados : lodos esle* objeclos silo novo* e
    eliegados ha pouco un* de Franca e oulros dos
    Eslados-IInidos. Das S hor.s da manhaa ate a* 5
    da larde a galeria e nflirina eslAo a disposicao do
    publico.
    O Di. Joan Honorio Be/.erra v)
    w le Mene/.cs, formado em medicir wt
    f9 "nt acha-se .residindo na cidade ^
    (Qf do Rio-Formoso, <; ah se oiferc- ^
    tg) ce as pessoas que de sen pre (
    (A linio so i|in/.Lii'iii ulilisai. g.
    Os abaixo assixnados, com luja de mirives ua rua
    do Caballa 11. II. confronte ao paleo da matriz e rua
    Nova, fazein publico, qoe eslao recebendoconliuua-
    damenle as mais uuvas obras de ouro, lano para
    seuhori como para homeus e meninos : os prerns
    coiilinuam razoaveis, e passam-se coulas com res-
    ii.in-aliilida.1e, especificando a qualidade do ouro de
    ti ou Is quilates, Hcando assim sujeitos os mesmos
    por qualquer duvida.Seraphim .\ lima...
    SAO' DE BOM COSTO.
    Cambraias l'rancezas muilo finas e de lin-
    dos padrOes.a 500 rs. o covado : na bem co-
    nbecida loja da boa le, na rua doOueimado
    u. 22.
    I.ivros religioso* que se vendem ua loja de I.
    Semioud no alerro da Boa-Vala n. 12 : Sermoes ile
    l'r. Valenlun ."> vol. ein 8, dilo de Reg vol. em
    , dilo de Vanzfller vol. ein B, dito de Vieira 6
    vol. cm 8", dito de Carvalho em 8", discursos p.uie-
    gvrico i vol. em 8", calhecismo de Moolpellier, ili-
    o romano, carlilhas da doutnua cbristaa, collecrao
    e heucaos ein 8", combate espiritual, compendio de
    orarles, compendio da doulnna de Jess Cbrialo.CO'
    roa serfica em 8", devoto em or.cSo, diario do
    cbnsiao, directorio chrislao, doutnua ilin-l.ia em
    8". escudo admiravel, reliro espirilaal em i, alem
    de muitos outros lano em porluguez como em
    fiancez.

    a-
    DENTISTA FIUSCEZ. g
    Paulo (jaisnoox, de volla de sua viagem .'.-.
    a Europa, esta morando Da rua Nova n. ';;';
    II, primeiro andar, onde pode ser procura- "-,"
    do a qualquer hora. ft
    @@ ommmo
    lrocam-se notas do Banco do Brasil por mea-
    da correnle nesla provincia, rom desconlo : na rua
    do Trapiche n. '|0, segundo andar.
    Em ca*a de Timm Momsen iN Vinassa,praca do
    Carpa Sanio n. 13, ha Ires pianos forles do mlhor
    aulr, um completo aortimenlo de livros em branco,
    lodo cbeitario pelo uliuuo oaviu de llamburso.
    I'recisa-se de urna ama secca para o serviro de
    pouca familia : na praca da Boa Vista n 32.
    Precisa-se alugar um segundo andar com com-
    modos para pequea familia ou casa terrea, (nido
    bom quinlal : quem liver dirija-se a rua do Vigario
    n. 10, segundo andar.
    Lotera do Rio
    de Janeiro.
    i
    . 45.
    Bilhefes
    Meios
    Onatlos
    isiiM) recebe 5:000>j000
    3.s7U( .. 2.500.S000
    l.s-380 ., 1:250.^000
    Acham-se a venda, na ]irara da In-
    dependencia n. 10, os novo billieli\s da
    lotera a lienecio do liospital da villa
    das Caldas, i[iie devia correr de (i a S do
    presente; as listas esperamos pelo pri-
    meiro vapor <|tie do la' partir depois
    desta data : us premios sent pagOl a re-
    cepcao das metmai listas, conforme os
    nossos annuni'ios.
    PREVIDENCIA.
    Comoaiihia de seguros contra a mortatitlade do<
    escracos.
    ESTABELECIDA NO I! 10 DE JANEIRO.
    AgenHa lilial de t'einambucoti. 1:1 roa do Crespo.
    O llaeello desle anuo anda esla' nimio fresco na
    memoria de todos, para que se deixe de apreciar o
    srande beneficio que resultara' aos proprielarios de
    escravos, da garanta de propriedade, que ota com-
    panhia i Mere. r.
    Ninsuem deixara' de concordar na vanlagem de
    tirar dos rendinieutos de uina proprie.lade urna pe-
    quea parcella que garanta o seu valor tolal, e o
    premio he lilo mdico que nem em 110 anuos com-
    pletara' a ipiantia que, a qualquer mommto lem o
    direilo de receber por caso da morle do escravo se-
    guro.
    Pagar-se-ha por exemplo, sobre a avaliacao de
    1:000.? e menos em propincuo no ca>o do valor ser
    mais mdico inclusive o sell da apnlice ele.
    D<* idadet
    De lale entrar aos 10 anuos369100 por anuo.
    " lo i, C, ., __I.--200
    Suhindo o |iremid de cinco em cinco auno* alo a
    idade de 70 anuos conforme as coiidives improssas
    que podero ser proeurades no escriplorio da
    companhia.
    No caso de bvpolhccas, o seqoro serve para maior
    garanta das dividas, porque a companhia aceila a
    transferencia das apolices a novns proprielarios, com
    lano que essas lransfercn:ias se reaiissm em seo es-
    criplorio.
    Dar-sc-lia consulla* gratis aos escravos seguros das
    S para'U horas da manhaa, no escriplorio da compa-
    nhia.
    l'm rapaz eilrangeiro de boa conduela deseia-
    se empregar como raixeiio em alimm enzenho :
    quem de seu pretlimo se quitar ntiliiar innaneia
    para ser procurado.
    I'recisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
    milia : na rua das Trinchciras n. 8 loja de larlaiu-
    gueiro.
    O secretario da irmandade de Nossa Senbora
    do 11 -i._.., em nome da mesa, convida a lodos os .u-
    charissimos irmaos, para mesa aeral. que lem de ha-
    ver no domingo III, pelas II horas da uiauhaa, para
    se fdzerem o* novos eleilos, que lem de fuucciunar
    prsenle anuo de I8."ili a IS'iT, a-sunemnotespera
    Na loja de Anlonio Francisco l'ereira, na rua do
    Crespo ii. i, e na de Porto v C, ua piara da Inde-
    pendencia n. 39, vendem-se grinaldas de sempre-
    vivas, viudas de Pars, com incripi;ocs e sem ellas,
    para serem collocadas sobre tmulos, calocumbas e
    sepulluras, no cemiteriu publico, uo dia II de no-
    vembro, liuados .
    Atfeiii a.
    JIc ebegado a' labeini da rua e=lreila do ltn>nrio
    n. Ili. carne doserlao, linguicas, assim como caberas
    de purco do serian, h.inlia de porco e lodos os mais
    gneros que a vista do comprador se dir' o preco, e
    na metal precisa-se d urna ou duas rotulas novas
    'vasos estatuas
    \eudem-se vasos e estatuas de luuc,a, p tos
    para jardim ou catacumbas : na rua do Amorim ar-
    m.i/ein ii. II,
    Vende-se urna escrava rrionla com idade do
    20 a 22 anuos, sem vicios e sem achaques, cujo
    escrava cliegou lia 8 dias do serlo : no paleo da
    Terco n. 10.
    Vendem-se linauicas do serlo moito novas a
    280 rs., a libra, queijos do reino a I-18OO, ditos do
    serillo a 100 rs. a libra, panal novas a Kl rs., figos
    a ItOO : na rua dos Marlvrios liberna n. .Mi.
    M1UDEZS BARATAS.
    Na loja de miudezas da rua do t'.ollegio n. 1 ven-
    du-se ludo muilo barato para acabar.
    Bieos estreilos peca de 20 varas a 1 S^OO
    Ditos largos dedesenlios modernos vara a400 c 500
    Caixinhas de alabastro para rima de mesa 12>280
    Paliteiros de porcelana 000
    Hilos lingindo fruta 800
    Imagens de lotica 15200
    Toncos de lan para meninos 5(10
    Fitas de seda n. It|2 peca 200
    Una sem ponto 280
    Fi/as lavradas a 100, 120, 100, 200, 300, 00,
    500, o 00
    Carne do Cear
    <;u garajaus ;i 6.000
    rs. a arroba
    No raes da alfandeca armazetn Aos rapezistas.
    Cbegaram finalmente os lan desejados e procurados
    lencos par.1 rap. -.10 de linho moito linos de pa-
    drn escuros, porem sao poneos, venham sem de-
    mora compra-Ios: na rua do l.lueiraado loja n. 39.
    -- Vende-se um escravo carapiua e com o offleio
    lambem de iiiarrineiro de toda a obra, de elefante
    fiiiura, idade de ->'i annns, crioulo, de boa conduela,
    proprio para um seulior de en^enho possoi-io,
    quem o pretender dirija-se a rua Aleosla n. :i. pois
    n motivo da venda he pelo meimo nao querer servir
    mais o senbor.
    Vendem-se 6 escravos, sendo 2 prelas de
    idade 18 a 44 anuos, 3 ditas de meia idade um
    prelo ollicial de carapinteiro : na rua Direita
    n. .'!.
    Vende-se um piano cm ramio liom uso de
    excedente votes e por preco commodo : quem o
    pretender dirija-Si a ma da Aurora em casa do a-
    baixo assignado, para ver e ajuslar------loaquim
    Bernardo de Mandooca.
    \ ende-so um habito de eslamonba novo
    para alguin irmao 3.- franciscano : na casa de sa-
    cristao da mema orden).
    1 fcris' Importantissiiiio.
    Ouerendo-fo acabar com as miudezas que anda
    e.xislem na loja sita na rua do Rosario n. -24, fas-
    as ver ao resieilavel publico que se vendem as re-
    feridas miudizas por lodo o dinlieiro existindo um
    completo sorlimenlo de bicos de linho, algodaoe
    blonde, litas de veludo e de seda, Lia para bordar,
    liabas, espedios, lavas, c outras militas (alendas
    que seria entadonlio mencionar, e por isso convi-
    demos aos amantes do liaralo que anparei;am na
    referida loja que se nao bao de arrepender.
    Venileui-se na rua Direila n. -JT, postas de ea-
    valla a 100 rs., lili e I til), postas grande*, manleisa
    ingleza a !HiO, 880e800 r., dita franceu a 811(1 rs.,
    diia a 720, queijos muilo novos a l;"0O. Ij'ulO e
    I&300, favo* a 100 rs. a cuia, velas de espermacele a
    1100 rs. e 880 a libra, linguiea do serian a 80, car-
    ne Ai mestno a 2SJ, c outros muilos gneros por
    rommodo pre(o.
    Vende-se duas carrocas pequeas para boi e
    eavallos, uina dila grande que pega em mais de du-
    fautel arrobas : quem precisar annuncie.
    Manual eleitorai
    Vende-se o manual eleitorai, conlendo
    a le regulameotar das eleic/ies, e os de-
    cretos c decisi'iesdo joverno ; acerescenta-
    do com a Ic-i das incompatibilidades, le
    dos circuios, com instruccoes novissimas,
    por IstiOO : na livraria ns. Ii e S, da pra-
    ca da Innependencia.
    Vende-se um bonito escaler de seis remo* : no
    armazem de cabos, rua do Vigario n. I.
    Vende-se uina escrava crmula, de meia idade,
    colinda o diario de ama casa, lava de sabio e harrel-
    la, e nao he viciosa, poi* antanca-ee a conduela :
    no paleo do Terco, taberna o. II.
    Na rua da'Cruz, armazem n. 5, vendem-se pre-
    sanio* para fiambre e salames de llamburgo, assim
    como conservas de lodas as qualidades.
    Vende-se urna caa terrea ein bom estado, sica
    na rua do l'harol n. 10, em lora de l'orla* : quem
    pretender diriia-se ao becco do Abreo n. (1, segundo
    andar.on n rila tta Vigario, loja de mereineiro n. -_".i.
    LABYRIHTHOS. ,
    Vendem-se lense loaihasde labyrintho, aseen-
    lado em lina cmbrala de linho : ua rua da Cruz n.
    3i, primeiro andar.
    Atteiico
    A' rua do Queimado n. 33 a, loja de hiendas a6
    p da boa fama, ehegaram ullimamenle lindas seda*
    le quadms, das mais innderuas que ha no meicado
    para 19200, assin. como crosdeuaple e vellu lo prelo,
    e panno* de diversa* qualidades, e minias nial* fa-
    zendas, por preeso que se n.io enconlram em oulras
    lujas.
    ^elogios de patente
    'njjle/.esdeonro, desabnete edevidro :
    vendem-se a preco ra/.oavel, em casa de
    A11g11sloC.de Abren, na rua da Cadeia
    do Kecife,armazem 11. .~il.
    Falencias boas e baratas.
    >a luja do liaraleiro da rua da Cadeia do Kecife
    n. ,10, defroiiteda rua da Madre de lieos, acharao os
    Ireguezes bom lortimenlo de fazendas de boas qua-
    lidades, que a diuheiro a' visla se vendem por bara-
    lissimo preco, lano em atacado como a relalho. ha-
    vendo entre muito vanedade boas dulas de cores li-
    sas de diversos padres. o i-ovado a 160, 180 e 200, e
    a peca Ii;, 69300, ti>800 e 7;, corle- de caen de co-
    res bonitas padres,que nao desbol im, com 7 varas,
    lelo diminuto preso de 19600, risca-los achilas lar-
    das francesas modernas, o covado a 10, -280, 1100,
    Catbarina,
    te iiiciliiia v
    no armazem
    Farinha de mandioca.
    Vende-se superior farinlia de Santa
    em taccasquetem um alquei-
    Itiaj por pceo commodo:
    de Nnvaesvv C., na rua da
    Madre de Deot n. 12.
    Veiiiic-secaldel.isbnaiiltimameiiltchecada.as-
    simcomoiiotassadaKiissiaverdadtira : na praca
    doCorpo Sanio n.11.
    TAIXAS PARA ENGEXHO.
    Wa fundifao de ferro de U. W. Bowmann ua
    rua ds Brum, passando o cbafariz, contina hs-
    ver um completo sortimepiode taixes de ferro fun-
    dido e batido de 1 a 8 palmos de bocea, as quaes
    acham-se a venda, por preco commodo e com
    promplido: embarcam-se oucarregam-se em acr-
    ro sem despea ao comprador.
    Deposito de cal e potassa.
    Na rua da Cadeia do Kecife, loja n. 30, defroole
    da roa da Madre de Dos. conUnna-ee a Tender su-
    perior cal de Lisboa em ped, recenleinenle chega-
    da, e potasas rtmiana nova, de superior qualidade,
    ; c i 11 na | i.
    Vende-se em casa do S. P. Johnston&C.,
    rua da Senzala-Nova n. 4i, sellins inglezes, chi-
    330 e 100, cas-a* france/.as de cores a .MO a vara, colcs de carro de montana, candieircs e casllaes
    bromeados, relogios patente inglez, barris de gra-
    xs n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
    fio de vela, chumbo da municao, arreiospara car-
    ro, lonas inglezas.
    ditas em corles de 12 e 1:1 varas muilo linas com
    fazeuda paraveslidoe para follio, dcsenhosdillereii-
    les, pelo baralo preco de 8>, corles de andelina de
    seda cor de rosa e azul com fazenda para relegue
    folho a 1 >e l"), corles de sedas escoce/as largas de
    bonitos goslosa -!89, grosdenaple prelo superior pa-
    ra veslido a 25 e 2>20O o covado, chales de merino
    fino sem barra com franja de relroz a .'i9500, dilo* de
    chal com barra asselinada a Iic500,|dilos de merino
    bordados de cores a 8?, dilos muito linos bordados de
    uina sn cor a '.I?, e alem desla> oulras muitas fazen-
    das, que como cima lira dilo, se vendem baratas;
    dn-se amostra!, e aloja est aherla de noite.
    Vende-se superior linha de alnjodSO branca a
    de cores, em uovello, para costura : em casa de
    Sonlhall Mellor A Companhia, rua do Torres n. :18.
    Vende-se o lio cqmcasa de obradodo falle-
    cido George Keowurlby, nolocar de S.JosdoMan-
    soinho.com arvoredosde Inicio e mais hemfeiloria*
    que ne i le se acliam, sendo as Ierras do referido silio
    proprias : quem o pretender procure em casa de Sa-
    muel I'. Jubnston \ Companhia.rua da Scnzala No-
    va n. i -2.
    AGENCIA
    Da fundijao Low-Moor, rua daScnzala-Ho-
    va n. 42.
    Nesteesiabelecimentocontinia ahaver um com-
    pleto sortimento de nioendas e saeias moendas
    para en^enho, machinas de vapor e taixas de
    ferro batido e coado do todos os (amanaos para
    dito.
    Lencos de cam-
    hvia de linho
    A 5i0,
    400,
    cada
    500,
    tllii .
    V
    640
    Vende-se muin bor doce de guiaba i na rua
    do ijvmmpnlo n. ^i.
    Sedas de qua-
    dros lardos a 1,400 o co-
    vado.
    Na rua do ijueiinado a, 2! A, vende-se seda de
    quadro* larco* e iiuudinbos forla-cores, padres mo-
    dernos, la/onda esla rbegada pelo ultimo vapor
    l)an-se a amoslra? com penhor.
    Chaly
    A 000 rs. o covado
    Veude-se chaly de assenlo branco com llores sul-
    las e listras : na roa do (.lueimado n. 21 A. Dao-se
    as amostras com penhor.
    VENDE-SE
    Grasa de patente, prava d'agua
    arreaos de carra.
    Vinlio do Klicno de qualidades espe- ios na roa da Apalioa. 1 A, e3B
    ciaesJoliannisbeq; e Marcoliiuriiier.
    No aima/.ern de C. J. Astlev & C.
    Sal do Assu*.
    \ ende-se sal do Assu' a bordo do brigue Claran :
    a tratar com Joan Pinto Regs de Sooza, na traves-
    sa da Madre de Dos, armazem de Marlins Pinto,
    ou com o rapilaoa bordo.
    para
    Vendem-se na rua dn Crespo, loja da esquina que
    valla |iara a rua da Cadeia.
    rVttenc3.oao baratetro*
    Na loja do barateiro, na rua da Cabis do Kecife
    n. 30, defronle da rua da Madre de Dos, lia para
    vender alem de mullas la/ondas que em poreio e a
    retalbose vendem por barato-, presos, bamhurso ou
    hriin liso lino de pun linho proprio para eeleBB, toa-
    Ihas, ceroulas e leneoes, em pecas de 20 varas a
    'dNim e I0, dilo mais chelo de boa qualidade, pe-
    cas de 30 varas a 123 e I IrViu, panno de linho lino
    a tO a vara ou 8^ a peca de 12 l[2 varas, estndo-
    se a acabar, panno de linho lino para lenroes com 2
    varas de largura a 1-iiiu a vara, corles de brim de
    linho do cores para olea, padroes novos a 1(3200,
    dilos de fustao de corse brancos para colleles a 800
    e IS.casemira prela fina a 2;, 2-3G0O e lljBOO o co-
    vado, panno azul grosso a l lino prelo e azul de boas qualidade* a :t;jO0,13000,
    1300, .">5 e (i-3. camisas francesas brancas a 18760
    cada urna, e 20? a duzia, ditas muito finas com pei-
    lo* e collarinhos de cores e branco* a 23500 no a .'JO?
    a duzia,madapoln lioo para camisas a 43000, .~i3 e
    .">3600 a peea,emai*bai(o para :t>200, llsOO. 39600,
    11^800 e i3, esguiao bom para pellos a 13100, e moi-
    to fino a 1-3800 e 23 a vara, e a peca por 143. 183 e
    203, peilos para camisa brancos e de cores com pu-
    nlins e collarinhos, por barato preco, assim como
    outros muitos objectos indispensavels.
    COM PEQUEO TOQUE DE
    AYARIA.
    Pecas de madapolao lino.
    Vendem-se na roa do Crespo, loja di esquina que
    volta par i a rua da Cadeia.
    40 BARATO.
    Na rua Nova loja n. 8 de Jos loaquim
    Morci ra.
    Vendem-se luvasde pellica para homem e senhora
    das mais frescas e novas qua ha no mercado, pelo
    haralissimn precede 13280 o par.
    CAL E HITASSA
    Vende-se potasas da Kussia e americana, rbegada
    uestes dias e ue superior qualidade ; cal de Lisboa
    da mais nova que ha no mercado : no* seus deposi-
    Agua divina.
    \ ende-se esta excellenle agna para limpar o* den
    les e conserva-Ios a 23000 a carrafiolia : ra loja dej *
    I.ai lien ,i confronte ao Kosario n. 2.
    lobeitores de la !iespa<
    nlies muilo encorpa-
    dos e grandes.
    Vendem-se na rua do Crespo,loja da esqniua qne
    volla para a rua da Cadeia.
    Pianos,
    Veudcm-srpiaiiosvvrlitaesiimlezes, de elegantes
    modellnse excellentesvozes, fabricados porum dos
    maisacreditailosaulores, |ireiTiiado na eiposicode
    Londres: uoarma/.em de Knslroi) Kookar^ Com-
    panhia, pregado Carpo Santo.
    Farinha de San-
    ta Catharina
    nimio nova, Inda em direilura a esle porto, vnde-
    se a bordo do palacho iil'eliraoou, oo Irala-se com
    Caelann Cvriaco da C. l., ao lado do Corpo Saulo
    n. 25.
    Vendem-se dous pianos forles de Jacaranda,
    construerjao vertical ecom todos o melhoramentos
    mais modernos, tendo vindo no ultimo navio de
    Hamburgn: na rua da Cadeia armazem u. 8.
    Passeio publico,
    LOJA N. 9.
    \ ende-se um completo sertimenlo decbilasde
    Modo* padroes, escora*.a 140, 160 e 200 rs. o cova-
    do, e a peca a ."i?, .'fjOO e 63 ; a ellas, que sAo pe-
    . Iiini ni.
    Moinhos de vento
    com bombas de repaso para regar horlat ebai-
    ladccapim: na tondicode I). W. Bowman
    na roa do Brum ns. 6, Se 10.
    XAROPE
    IK)
    BOSQUE
    ro ii ansie, ido 1, deposito dele tarop para a ho-
    ica ile Jnse da Crur s>aiilns. ua rua N,.sj ,,. .-,.|
    arrafae "13,0o. e meia* IlOOO. tend* Sjta las*
    aquello que nao lee vendido nele depoMio, pal*
    que e laz o presente aviso.
    .IMITANTE PARA PIBLICO.
    I'ara rurade phlvsica era hulosos,., diOrreH-
    lesgrao*. quer motivada por conslipaci.es, |,w,
    asllima, pleuriz. escarns de sangoe, dr d>r...
    lados e peilo, palpila..., no corarSo, roquelnd ,.
    hronchile. d.'.r na SjanaMa, e lo'da. a.nwle.iia-
    dosorgaos pulmouares.
    VIMIO lo 1 POKIO OEM |Mt.
    Vende-se ptimo vmho a l'orio em barris 4o
    quarlo e oilavo. por prn.o razoavel ama de Ca-
    deia do Kecile n. III, earriplorio de Ualtar \ Oli-
    veira.
    Ei 11 casa de \. O. Bie-
    ber & C, rua da C'riia:
    n. 4, vende-se
    Algodao para saceos le assncat.
    Uito trancado pai a ditos, a iniit-'c.*. tli,
    da li.iln.i.
    Lonas.
    Brin/aio.
    Ferro da Suena.
    Arcano para ptnilicar o sjm ,| p>
    vencio do Dr. Stolle, com o melhodo m
    lingua porbsfuaxa.
    EQUIISIO PARA EIM
    IHO.
    NA FUNDigAO DE FERRO DO ENF.-
    NHE1RO DAVID W. BOWMAN, %A
    RUA DO BRUM, PASSAISDO O OA
    FARIZ,
    lia sempre um grande sor lmenlo do* ezaintn 1.1.
    jacios de niechaoiinos proprio* para envenho*, a ka-
    bar : moendas e maia* moenda* da mai* madler**a
    ciii-irucean ; 1.11 va de ferro fnndido e batida, da
    superior qualidade e de lodosos tamaaho-s; rnda>
    dentadas paraaguaonanimaes, de lodas as prc-por
    roes; en vos e boceas de forualhae rea ni ros de be-
    eiro, afuilbfies,broiizes,parafuo*ee.ivilhinj,aii"*-
    nhos de mandioca, ele. ele
    IOS
    obertose descoberlos, pequeuose grandes, deonm
    e prala. palenle inttlez. para bomcm e senhora, de
    un. uos melhores fabricantes de Liverpool, viudos
    pelo ultimo paquete ingles: ein casa de Sonlhall
    I'or Salustanode Aqi-i-
    110 Frareira, .los Fortu-
    nato dos Santos Porto-
    Coivida-se a lodos os senhores que po-soirem
    oscravos (orles 00 servico de sanhar ua rua em
    carrelo de awuc.ir e oulros gneros, para qoe allen-
    dendo a clrcuinsl.inci.i de ser mais conveniente que
    ns SSeaSSaa SSiaJam sob a direreao de pesaoa sizuda.
    que melhor os encaminhee.in sua* orcupaces, u qu
    marees luda a garanta e bnn) trato, sobre tndn boa
    paga e li.ili.iHin indis hraiido, como'seja alivia-losdo
    pernioisaa rastone de earragateas o enorme pese de
    >eis nri.dia. na caheca, ronlra 11 que propie-se o an-
    iiiiiicianle a fazer esles aerviess sobra vehiculo* a|iro-
    prirdos a esso 1 ni : quem, portante, compreliender
    a arando vanlagem desla proposiro, e da preferen- ,
    cia do Contrato de senbor para com senbor, dirija-se |"e odos u* no**os cbarissiinos irmaos.qoe compoe a
    a rua da Sosala Velha, segundo andar do sobrado ac"lal ""** 'esedora, nao baja falla de sua* parles
    i!, vo, para ajostar. l'ara semelhanie acio.
    . I,,r ,im.. >. ___ 1. 1-____<- 1. 1 Aloaa-ao om pequeo silio em um dos arra-
    l.rvlo nue Sr.'i r tlEt x' '."" "'* mais prosimo dosis cidade, com esa nio-
    iir.ino qoe tica delroule o eslaleiro, onde --
    lialainhos de Italia a 120, 200, -'00, 100 o 500 Mellor A Companhia, rua do Torres n. 38.
    Fsforos era calas de poo duzia 200
    Folhas de papel com 12, 18, 20, '-i c 30 es-
    lampas a 100, 120 e 100 a follia.
    Caixas com obreias 50
    Fitas lisas n. c 0, a vara 00 e 80
    Franjas de cor pora coronados com Lola 33000
    liotes de madreperola grata a jOO
    Dilos de louca pintados, gran a 200
    Dilos de OSSQ pregados em papel groja a 20ti e 240
    Eslampas de sanios em ponto grande a 400 o 500
    Retratos de Napolaao 3- a cavallo 13200
    Dilos dilo do 3- na coroacao a 500
    Ditos dito do 1 a cavallo' a 1 SOOo
    Ditos de Isabel 2" raiiiba de I lespai lia a 35000
    Ditos de Espartero, a 35000
    Colleccxies da revoltir.o fianceza com 8 eslam-
    pas a 80000
    Cordasdelripafpara viohio, majo de 30 15000
    Trancas de seda larga para vestidos a 160,
    200 e 300.
    Trancas de seda eslreits para enlejes de vestua-
    rios de meninos a 40, 00 c 80 reis a vara, macos
    de 10 caixas de obrcios a 80, penles'para alizar a
    OiO e 800, llie-ouras ordinarias dn/.ia a 400 reis, .
    dilasa M)0,caixinhas de vidro a 00, brincos pre- '-)ue
    los da moda o par 400, ditos de 160, trancas de
    lan macos de duzia a 400, pecas de dita com 15
    varas 120, jogos de domino a 900, dilos de damas
    a JOOOO. al-m destas lazendas lia uulras muita,
    que se deixa de aiinunciar e por preco muilo com-
    modo para acabar, avista do comprador lodo o ne-
    gocio se faz.
    Boinhas.
    Na rua do Sol n. 25 lia para vender ires bom-
    bas de repudio de diversos tamaitos de capacida-
    dc de levar agua ao 3.* ou 'i.* andar, e incsuio
    proprias para apagar incendios.
    Sem arara ou deleito alguin, e milito
    mais barato do que asavariadat.
    Conlinua-se a vender as fazendas da loja de
    portas n. ti) na rua do Queimado. por preros muilo
    baixos:
    Chitas de cores, a peca 49500, .'?. 59500 e
    Hilas em covados a 100, 120, 110 e
    Madapolao, peca a 5i00, Di. 39500 e
    Alendan, peca a 29, 29*00, e americano
    l)ilo de cores, o covado
    Brim branco trancado de linho, a vara
    Dito superior, a vara
    I,ana.1 amarella, o covado
    Itrim de linho de quadms, o cavado
    Chali} de seda para veslidos, o covado
    Baregc de cores para veslido, o covado
    Lencos de seda brancos linos com pintoras
    Brim trancado da cores, puro linho, vara
    Chita laraa franceza. o covado
    inglezes de pa-
    tente,
    os melboresfabricado* em lnalalnr;: tm casa de
    llenrv i.ili-on: 1 u.i da Cadeiado Reciten. 52.
    ;-,-..-. -*..*'- sV.T>, Ji f'.'.J^Safl^ffti&fif tf?
    v-,5 T? -. -^-.., ... .- -.- v.. v..-,i;i?y^y.^Js,
    ;'i Ka rua Nova n. 2, loja do relojoeiro, 1>
    ;; ha para vender bico de blond de *e- Z
    W da branco e prelo, por preco muilo em >Sv
    :-tl eonta. fm
    LllVas de pellica muito novas jiara ho-
    mem esenhora, o par a IJ880
    na rua do Uaeimado na bem conhecida lojo da min-
    dezas da boa lama n. lili.
    \ ende-se uina parlida de Ierra* caber Ua de
    malta* de moito boa* madeiras, a ptima de plae
    ta>aiies: a tratar 110 Manuuinho, silio que volta para
    os Atbelos, de Ignacio l-'ranciscode Alboquerque -
    .Mello.
    A 5{500 a du/.ia.
    Lencos de cambala de linho para alzibeira : na
    roa do Crespo, hqa de Adriano A Castro n. Ili.
    Attenco.
    C.-slllM)
    100
    ^MK)
    I15 100
    !00
    CABIIIOI.EI.
    Vende-su um cabriolel meio patente equasi novo,
    muilo seguro e brando de mola*, com os competen-
    tes arreios, por prec,o commodo : os pretndeme* j
    dinjam-se para ver na cocheira do Sr. Francisco Jo-
    s da Silveira, e para tralar na do Sr. Miguel Ar-
    chanjo de t'igueiredo, ambas sitas oa rua da Cadeia I
    de Saulo Amonio.
    Cassas de cores
    A 280 rs. o covado.
    Na rua do Oneimado n. 21 A, vende-se cassa fran-
    ceza de ipiad 1 iiilin. muido., de lindos goslos a 2X0 o
    covado '. dao-se as amostra* com penhor.
    Velas de
    Carnauba.
    Veudem-se velas ue carnauba pura, as melhores ,
    que ha no mercado, a 1JJ000 a arroba : na rua do I
    QueimaJo n. (i'.l, loja de ferrageo*.
    No palco do Carmo n. >, veude-se eslamenha
    legitima para lerceiro* franciscanos, e penuire* de
    rame para os seuhores refinadoras c padeiros.
    A l$*W0 o par de lavas
    de pellica,
    muilo novas e muito fresquinhas, obelada* uo ulti-
    ma vapor francez : na rua do Oneimado,ns bem co-
    uhecida loja de miudezas da boa fama 11. lili.
    Na rua do Crespo
    Esuuina a voltar
    l'.ii'.i a rua da Culi 1.1
    Muito ha que admirar.
    Veudem-ie colckias brancas adamascada* 51000
    cada uina. panninho preto e de cor a 120 o covado,
    lOOO cries dn calca de casemira de cor a I? e 59, dilos de
    210 1 casemira prela en le.inda a 1-Min. dilos de dila fran-
    2001 cesa superior a 69500, dilos moito superiores a Kj,
    OiO'ditos de brim amararlo a pardo de puro linho a
    300 I5OOO, dilos esruies de quadros a 1#400, dilos de
    19000 : ganga am iclla a 1;200, corles de eassa chita com 7
    lili); varas a 19500, cobertores escuros e branco* a H00 rs.,
    200 j riscado escuro largo e muilo cncorpado a 100 o co-
    vado, laa/.inba de quadrot pro|iria para vestido* a
    iO o covado, c oulras mullas lazendas por preros
    rouimodos.
    e mesa de puro linho ; vonpem-se na rua do Crespo, 1
    loja da esquina, que VoUVp.rs a roa da Cadeia. A BA pAMA NA(). yjpjjag NAUA X\ A-
    NA MESMA FrNDICA'O.
    C everul.im lodas .1- encunimendas con. a W|ifia*
    ridadr ja conhecida e com a devida presteza a tm* -
    roodidade em preru.
    R D.\ 111111.51.
    Antonio Barbosa qoe 11111.I1 11 a sua sala de barbear da rasa n. n-2 i,
    rua da Cruz para a de n. .',1 da mesma rua; na mas-
    illa sala se arhain as mais moderna* bichas da lla*o-
    borgo, que se vendem ao* cento* a a relalba, aala-
    gam-se, ludo mai* barato do qae a oatra palle.
    Xarope do Bos-
    que verdadeiro
    Kl A LARCA IMI KtiSARIO I. :*.
    l.onliiiua venderse este tarap :da qua I,a.,
    agentes no Kio de Janeiro o* Sr*. Yate* A Caaaaa-
    ohia, rua do Hospicio n. 10 na blica de abao aj-
    -ianado, que garaule ser verdadeiro.
    Baiiholuiueo FraocHca de Saoaa.
    Em cae* de n. O. Bit^ber
    (?.', roa da Cruz 11. k
    vende-se
    Cemento romano.
    Farelo.
    VinhodeMadeira e ulii .un.u .
    E01 easade n. O. Biebei
    < C, na ta Cruz n.
    4, vende-se
    Pianos lories das melhores lab i< da
    Allemanlia e de moderna conslriu ..o.
    Navalhas a contento.
    Coiilinoa-se a vender atvjOOO o par,pre. lu. ,,
    ja bem conhecida- navalha* de barba.feil.'s lek. tw-
    bil lahricaiile que lia sido premiadoean diver-a. e.
    posirOes: vendem-se com roinlic.'., da na ana
    dando poder o comprador devolve-las alr :at di
    denoisdarompra.relilainda-*aiBaoararta:e
    casadeAagusloC.de Abreo, na roa da Cadoaa da
    Kecife n. ."M>.
    Suspiros de Venus
    Corle* de ncee vestidos proprio-, |..,ra erando
    baile*, o primoroso desenlio, o aparada aa*la. a fina-
    ra da fazenda, o baralo prera de HojOon par cada
    curte, todo encanta e mera a deoqode ao com-
    prar ; porlanlo quem quizrr ver, aprociare reiei
    prar, dirija-te a rua do <.lueimado a. W, lea piala
    da de amare lio. na esquina da Cnanretarte. aesHt.
    e prestara um raiieiro para a* ronda/ir m diSfcie
    le* caa*. Na moma leja rhecanno ui. rice chale-
    bordados de seda, qoe se vendem a qe*iora* patee
    rada om. rujo preru admira, comparando-a rea* a
    l.izeinia : anula he na mesma leja, qne 01 mera* aV
    bom goslo, e os velboa hnralo* encontrara n p.
    iimrnio de paliKHi da panno, alpaca e linho, aer *re-
    ros muilo commodo*.
    Tirar dentes he
    distrnir e nao
    eonserva r.
    Na rua eslreila do Kosario n. 1, laja do horno*!.,
    vende-se o denlalsico, remedio lafallivel aera dar
    dos deules, a l-jsn cada frasquinha.
    IIIVIIIAS P4IA ROSTO
    \a loja das seis
    portas.
    Em frente do tvrumento.
    KI.VUO, 11'1)0 UE BOM E BARATO.
    1*100
    a 900
    1/mKi
    SU
    :i:Sl
    l.llll
    MO
    . jila
    Uzeado um brigue, cn/iulia-se para fura rom todo
    areio, e lainhein e Uva i-eiignmma : ludo por pre-
    ru rommodo.
    Para familia eslrangeira deseja-se alugar nm
    prelo fiel de bous coslumes para o servico de casa
    na rua do Trapiche n. 16, primeiro audar".
    doma, que iem duas -alus, nm gabinete, qoalro
    quarlos, COXioba e copiar da parla do n.isrenle, co-
    cheira e estribara, uina cacimba de excellenle afloi
    polavel, e unir com buinha de repurbo e lauque
    para hanlioe lavauein de roupa, inoilasarvores froc-
    tifera, ele. : a Iralar na rua do IJueiimido n. i8.
    primeiro andar.
    Fardos eni barricas.
    .No armazem de Viceule lerreira da Cosa, rua da
    Madre de lieos, ronlronte a igrrja.
    Sebo
    Vtnde-se eenlo e oilenla e lanas arrobas de sebo
    om rama : o tratar na rua da l'iaia n. 20.
    Vende-se una prela de naro Cacange, anda
    mo^a, a qual he mullo lina compradora e vende na
    rua, laiiiliem lem algama pralira de co/inhar, on para
    lavar roupa; quem a pretender, dirija-se a padaria
    dotManguinho 11. 51.
    Xiiloj:
    das seis portas
    EM FRENTE DO LIVRAMEMO.
    O administrador deste eslabelecimeiilo vendo a
    muila roncurreneie decnnipradores sin loja, e que
    minias pessoas o lanillas se aranham ra enlrar pelo
    adjunto, oflerrce a sua sala por cima da lojm para
    vender a- laMOdaS rom mai* rommodo e .1 voolade
    dos compradores, aoode encontrsin Indo n aerado Al^odiio li/o para sacra'.
    possivel para seren bem servidos, e por preros com- p,0 el,lrancad igual ao da Babia,
    modosi.a1 diuheiro vista, pois os muilos alUzere, fomplelo snrlimenlo de [zeOdSS nronria-
    nilo dan lugar a maodar rereber: islo lem lugar das ', '
    sele horas da manhila ai da noile nos dias ulei- I para e'te merrado tmln por proco rommodo.
    l'o2io lionleni as 7 hora, da
    mualo, de nome I bomai, alio, reforcada de carpe,
    com marca* de beiiisa,, peinas crearan* arlU. irer'
    ras de cicalnze* as canellas, falla cena aaoata ma
    cidao ; levou camisa de pannekzul sreaae -aoiMeri
    da de oorello branco as liumbreira* e pwbe-.
    aherla ua frente em Inrma de palil rale earra**'
    he naloral da Haraluba, a loi esrrav de *. t jrk-
    Coelbo qnr o liouve por lieranca de m aagre Je
    .In.qnun de Sonra daqiiell.1 cidade, e lai rompre.*
    pelo abano assitnado ao Mr. Hilaria de Jihejd.
    > aseoncollei Juuior, morador no ei.genbe Tap*^.
    fregnezia do Pilar da dila provincia : quena e peone
    leve-o a rua da Concordia a Pedro A atente leuerra
    l.niniaries. qea aera' SPi Kecife 1. de outobro de Mit.
    Fedra Anlonio leiteira 1,aneara*-
    AVSO.
    I.INCOEMA MIL REIS.
    .No da 2.1 de junhodo carrale, loa. do brigue Mana I un', o prelo cm.nl... Ptinul
    de icladc !i a 'i anno*. poore mais aa mena 1. e lea,
    o* signaes se cumies: reste eoapridn e drararnodi.
    cor fula, cabello cercilbado, elhes m penca Liiaoli
    e amorlecidos. beiro*gro**e>, sendo ,, dotiaaaaao**
    grosso que encobre* a Ulla qua lem de denle- mr?
    cuna, falla um poaco alrapalhade devid a lalU *r
    denle*, poara barba e rala, e bignde*. le* ae nue
    esquerda junlu ao dedo minino urna especia de er-
    vo sabido, as nadeea* um pouco empinada*, ne an-
    dar lem um srila para o lado, radeira taran*, ren-
    tora fina, p> apalnelado*e um peure larsm : leven
    calca de ..L-iid ni azai dethotado e camisa da alaadan
    n-c.ido. chalen da pal ha. lem oflicm de raiinheir*.
    e cosluma embriagar-** ; oi e ronvmo Vilella edo Sr. Ilr. prometer de IMnda.
    Oueiroi I enseca, e ol un., menie deSr. Albert Forw
    ler llamen : n abaixo assicnado, seoher de dtle pre-
    lo, sratifica cenernsameule a qaem *\ ntehender e
    Icva-lo em sua cata, no aterre da Hea-Vmu n. .V,
    ..le de Londi-es : wa-\fttSS*^ *''*Ku*^<^**<*^^^ T'
    l.uvas prelas de lorrat muilo boas a
    lillas de lio-da Becocia braceas e de cores i .-superiores meias prelas de laia a
    Carlasliuiss.maslrai,cezas, o baralho
    Hilas puiluguczas iuuiiu linas
    -Me.as prelas de algodo para padres o par
    Hilas .ni, para senderas
    llicas eaixinhaa para praaenles a isO0O,3;Oisi i.jouu
    Rieai bengalas pelo barato preco. do t?. 19300 c 9|
    .Meias decores muilo liuas paraioineni a AM eliHj
    A l.ijaesl.i aherla das seis horas i Kiqiiissima, canelas para namoradoa a OIMJ e Oo
    Uculus com armacao de tartaruga a lijOlKl
    Caivetes moito huospara peuuas a 2S, '2SM e 115
    Hilos grandes muito linos de _', II e i lolha a l-THHHI
    Kiqnissimas charuleiras a 29. II? a
    Ca lebas muilu liuas pata diuheiru a 5 c
    Carleira* propuas pala ViagCBS I
    E.tojos proprios para barba a 5 e
    lluzas de eolhereede metal priucipe a 3| c
    Hilas de metal ordinario a7jll e
    -Vparelhas completos para lulo de seuhora a
    i \ ollas prelas ordinarias para luto a
    I Kicas li,injaspai, 1 curliuados, peraide 1.va-
    ras
    \ Ricas pulceiras pretas de vidro a
    rilas da velludo bordadas eslreitaa, a vaia
    Olla lisa estrella prela e de ciires a lll e
    Escovas com penle e vspetho para snisas
    l'esouras linissimas para nabas .100, KtK) e
    : Uilas para costura, u melhor que pude luver
    i Resalas prela? minio linas, o par
    I Acor.o.isde mullo boa qualidade 800, 1j e Ic600
    Ricas 11 .1 .:.., ,ic ,eda de lodas as larguras e co-
    | res, ricas liu, de seda lavradas de todas as crese
    I larguras, bieos de linho BoisiiltMM de lindos padroes
    i diversas larguras e oulras noiliaeiasas miudezas, .ra-
    Ne-la I .; 1 lem-nrlimenio de fazendas para todo
    os preco*, c por isso approveilem esla oeeafiln para
    seenrouparem para a fesla. com pouco diuheiro, e
    fazeuda de gosli*. A loja esl
    da manhaa as nove da noile.
    |C=! de Lisboa e potassa.
    Na rua do Trapiche armazen ns. Ue
    II, vende-se superior potassa da Russia
    e americana, cal virgem de Lisboa, da
    mais nova (jue lia 110 increado
    elogios
    ouro patete
    ingle:. eobertos
    e descobertos,
    Qttt\t>QQ .n^ivoi.
    t-MKMJ
    -K5.">on
    J-ilMl
    J-MHI
    lisOODl
    I9MW
    19300
    loo
    '..-".OU
    IjOOO
    :m
    -'O
    MOO
    I9S
    I^KKI
    an
    1 do me
    Idem-se por presos raxoaveis,
    torio do agente Oliveira, na
    !ilii liriiliii. OS, primeiro andar.
    Lm casa de Saunders lirolbcrs c.' ('.., praca
    i do Corpo Santo a. 11, ha para vender o se;tiinle:
    1 Ferro inglez.
    I'ixe da Suecia.
    Alcatriio de rarvn.
    Lonas de linho.
    Esponjas.
    Drogas.
    baralis-imo preco porque se vende causa admira, ao
    ii,iiM..i|i ,oa propriocompradores na rua dollueimado.ua
    a Cadeia bem couhccida loja de miude/.as da boa lama o. .1:1.
    rnilHAS HIT FINAS
    .Na loja da boa Tama eneoiilra-se seinp.eum lien
    orlimenlo de perlumarias de todas a qualidades,
    sendo seo aolor o melhor que ha em Paria, rtqoiet
    mos frascos com exlralo muilo lino 1.-J1KI, 1-."kmi,
    -i- c-Jr.Vn, jarros de porcellaaadelicado* e de mo-
    dernos gostoa rom banha fraoceza mniliasinie lina
    ?e 29500,Irascos romesaeneia de roas a.liOn.,
    po. de pomada Iraaeaaa nanito la a lis. rs.. fras-
    eo-pequeos a grandes rom n. ellenle aKii.iilelo-
    lonia a iHlle I-. a entra* muilas pe fumarias da me-
    lhor qualidade que pode bave, e por preru- mais
    baratos do que em outra qoelquer parte : na rua do
    i.ioei inailn ua bem contienda loja de Bliodesa* ds boa
    Bina 11. II!.
    la Besana 1
    lesla ronlra qualquer |ieoa qee e eeraSler ana *e
    poder; a**im como uralil.ra e nana leda* aednape-
    zas.--Joaquim l.oprs de Imeida.
    OtOmu de -iraliliearae
    a quem levar 110 Kecife, na rua da llere- n. C, pri-
    meiro andar, o Sr. J. Chardon. on naonato* *
    Joo do Obo. d'onde leal" no da K de eeMabre *-
    rente, o negro crioulo, de neme l.ni, naosi tedn
    de-lema de,eo.i uma andar de alprcala* e m end-
    reilaras pernaa, lem as cola m.rcad- de ciealrire.
    de mura ; loi do serian de l'aje. dalli le vrndhb.
    para Barroirna, di-poi* pala e encenhe Silar... depe*
    |.ara a ponte dos C.arvalho*. e limlmeeie para eee-
    cennoS. Joio ; laven rbanOa dn roer velbe, if ee-
    ranlai de aleod.'.o, jenmhiM de .11 o. 11 o ir.tnrada, t
    I cobertor de alged.m de barra.
    ->
    PEKN.. TYP K M. t. O* FAKU SoV*
    ILEGIVEL
    .


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