Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07610


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Full Text
ANUO XXXII N. 244
Por 3 inezes adiantados 4$000.
Por 5 mezes vencidos 4i500.
(JUNTA FEIRA 16 DE OH I Hilo DE 1836.
Por auno adiantado 15^000.
Porte franco para o subscriptor.
wi -aw
( I \ HREt.ADOS DA Sl'BSCRIPCAO" NO NORTE.
inhib, 8t. Servarlo T da Naimdadt ; Natal, o 8r. Joio
quim 1. Periirt, Jnior ; Araran. Sr. A. dt Lemos Braga;
Uar, >. J. Josi d Olirtira ; Maranhao, O Sr. Joaquim Mr-
!un Sodr uts; PbouT, o Sr. Domlogoi Herculano tuto
rana*; l'arl, alr. JutlinlanoJ. amos; Amaionat.oBI. Jaro-
vm* di un.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Olind.! : lodos o* -Ins. a 9 c me. hora* lK'iur.iS', (iniaima i- l'.irjhili* : n.i* etpMtJa'J WlU*-fcn*i
S. Aalio, BenrrcM, lloaMovCaiwd, AIihIio o ; iru.an* : na tarfa-aira
B. LiHireufo, Po-4'Albo, Naiarri, I, mo tiro, finjo, iv-i-| -ua, /h.m-
ir*, 1 lores, nih-Jtetla, Boa-Vuu, Oaricarjr Esa : na, ajaartaiii-friraA
Gknfeo, l|io|NCu, l..,i, ILirreiroa, V^iM-l'n-U
l'muMiti ti-!- Natal : quinUs-k'irrt*.
'T.i'l'i ... eorreioa > r.vm a. Ifl liara da mnliJ.
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do cummercio segundas quintas.
Relacao : lercas-feiraa aabbadoa.
Faltada : quarlaa aabbadoa aa 10 horaa.
Julio do eomroercio: segundas aalOborai* quintil a* maio-dia.
Julio daorphaoi i segundas quiniai aa 10 horas.
Primtii* Tarad* ere : legundii a aaiiai ao miio-dia.
Sagunda Tara da elr*I: quarMa aabbadoa a* maio-dia.
EPIIEMERIDES DO UEZ DE 011111110
7 Quarioereacenle ai 3 huras 19 minuto a 48ieguudoi dim.
13 La ehaia aa 9 mDNtoi e 20 segundo! da tarde.
SO Quartominguaotaai 3 horas, 47 minutse 28 Luanoraai 8 horas. 21 minutos. 1S seguodoada tarda
, ('REAMAR DE IIOJE.
Primeiri as l> horas e 51 minutos da manual.
Segunda as 7 horas 11K minutos da tarda.
DAS da semana.
13 Segunda. Ss. Dauiel e Augulino f. mm. ;S. Samuel ni.
11 Terca. S. Caliste p. m.; S. Fortunata v.
13 Quarta S. Hhcresa de Jess v, c. : S. Ageleo m.
16 Quinta Ss. Martiniano e Saturiano irms. mm.
17 Seita. S. Eduviges duque/a ; S. Marianno m.
18 Sabbado. S. Lucas evangelista : S. TbeorJoro m.
19 Domingo. 22 S. Pedro de Alcntara f.
ENCARREGADOS DA sritss itli't.AO NO MI.
Alago.-.i.o Si. Claudino Faleaoliias Kaki** hr. U,
Rio daJanairo,* Sr. Jo** Paren* Mames.
em per x amhi < .(i.
O propriauria do DIARIO Han**) Fieatir** de Fin. >
lirraria, pnce da Independencia di.Ii 6.
OOVEBMO DA PROVINCIA.
Ex*di*nt* d* da 11) da oatabro.
OllicioAo iuspeclor da thetouraria de fazen l.i,
recommeodando que mande realisar aob a responsa-
bilidade da presideuca, o pagamento do sold que se
sliver deyer ao capitn reformado Manuel Clau-
dino d'Oliveira Cruz, embora ni i eslea elle com-
prehendidn naa exceproes de que S. S. trata, poia
quesera i.tlta de equidade preteh-lu por mais lem-
po de tim veticimenlu a que lem direilu e do qual
(ira a mi.i sunsislencia.
DiloAo chele de policia. declarando que Irans-
inittio tliotouraria provincial, para ser paga, es-
lando nos termo* legaet, a cunta que S. S, remelleu
de diflereute* obectos que foram comprados para a
colinda da casa de deleneuo.
Dilo A coiomandaate da eslaeso naval, para
maudar desembarcar com gaia, n recruta Jos Ca-
valranti, visto aer considerado eseravu.
HiloAo director do arsenal de goerra, racom-
rnendandoqne mande fornecer ao director da colo-
nia militar de Pimenleiras, i.UOU carlucltos emba-
lados do adarme 17, e tara recolltor o mesino ar-
senal o carluiame arruinado que Ihe foi re-
mettido pelo mesmo director.Communicou-se a
*Hle.
DitoAo cummandanle superior da euarda na-
cional da comarca do Kto Formoso, dizendo i|ue
inanduu corrigir o equivoco que se den acerca do
lente da aeata companlna do batalhSo n. 13 da
rnesma guarda uaeional, na prnposta a que se refere
o ofticio de 18 de fevereiro ultimo, na qual he con-
templado para aquelle posto Juao Carlos de Men-
donca Vasconcellos, qnaudo o verdadeirn nnme
do propjsto be Jos Csrlos de Miranda Vascon-
cellos.
DiloAo inspector do arsenal de marinha, de-
clarando que, visla da informarlo da adininU
Irarao dos eslabelecnnentos de caridad?, nao lie pos-
fjvel aer admittido no hospital de candade, o afri-
cano de que 8niC. traa.
DitoAo inesino, para mamlar pr novas follias
de cobre no brigue barca ullamarac, ao lume d'.i-
eoa, em substiluic.Sn dus que se achara picadas.
Communicou-se ao cotuiuandante da estacad na-
val.
DiloAo director das obras publicas, autorisau-
du-o, nao mi a receber provisoriamenle a obra do
18." lanr da e~lrada da Victoria, e definitivamen-
te a do 17.a lauco da de Pao d'Allio, mas tambera
passar os competen les certificados, lim de que us
respectivos arremalautes pussam liaver da thesou-
raria provincial, a importancia das preslaroes a que
el les tecm diroilo.
Dilo.Ao mesmo, inleirando-o de (isver espedi-
do ordem i theaouraria provincial, para pagar, a
visla do competente ceiliti-ade a importancia da
primeira presla^o que lem direilo o arrematante
da obra do acude do lluique.
DiloAo direclor das obras militares, declaran-
do, que ii-Hiisinilli (hesouraria provincial, para
aerem pagas, estanto nos termos legaes, as cuntas
que 9ruc. remelleu de liulas compradas para pin-
tura do quarlal do eorpe d* pulala na fortaleza das
Cioco-Pontas.
DitoAo promotor pnblico do Rio Formoso, de-
volvoslo o mappa dos Iraballiot dariuella promoiu-
ri dorante o niez de agosto ultimo, afim de que o
complete ou corrija no senlidu das observacoes do
clife da polica, constantes da copia que remel-
le.Iguues aos promolorea publtcot de Flores e
Roa-Vista.
DitoAo juiz de psz de Serinlnlem, declarando
que aquella frcuiuza leve dar uas prximas elei-
roes 32 eleiloree.
DitoA Rento Jos Alves de Oliveira, juiz de
paz tuais volado da freguezia de .S. lenlo.Aectno
reeebido o olcio de J'i de acost pru*tmn lindo,
em que Vine, me participa que, por ichar-se 'len-
le deixuu de apreseular-se. para dar comei'o eos
Iriballios da junta de qualiHcacao no da. Si da-
quelle mez, segundo a ordem que recebeu desta
presidencia ; mas que no dia >>, quando se dispu-
nlia a dirigir esses Iraballios, vio com sorpreza que
ae arliava funecionaodo como presidente da refe-
rida junta, o quinto siippleiile de juiz () paz, que
alies nHo bavia reeebido parlicipacAo alguuia de
Vmc.
Era resposla, tenho a declarar que o impedimeulo
do juiz de paz mais votado, qualquer que fosse a
sua origem, nao poda ser motivo legal para demo-
rar a quililn-ardo j tilo retardada, principalmente
baveudu ordem dusla presidencia para que us tra-
badlos comecasaem em dia determinado. A circums-
laucia de nao ter Vmc. coinmuinca'o o seu impe-
dimento ao juiz da paz immedialu em votos, nilo
era razjo para impedir que ele fzesse a convocarlo
e dirigisse os Iraballms da qualific^o, ate qu*
Vmc. compareces.e para assumir a presideucia da
junta, com.' aconteceo.
DiloA' Francisco Callado, joizde paz |ir.--
sidenle da jooU dgqualincaciio da freeuezia de S.
Rento.Accuso reeebido o ollicio de t.> de agosto
prximo passado, etn que Vmc. inecorumunica que.
tendo-se reunido os eleilores e supplenles ua igreja
matriz deasa fregoezia para procederem aos traba-
Ihos da junta de qoalifcaro, na conformidade do
arl. 25 da le regulamentar de 1!) de agosto de 18iti,
deixuu de comparecer o juiz de paz mais votado
Beuto Jos Alves de Oliveira, para presidir a refe-
rida junla, pelo que resolveu ae Vine, a fazer a re
cestaria coovucai;Ao em -2"i de agosto ultimo, por
ser o suppleule a quem cotnpetia es l falla dos mais votados que su achavain impe-
i didos.
Eiu rrsposla, tenlio a declarar que proceden Vmc.
regularmente, vislo que impedimento do priinei-
rojuiz 11- paz, qualquer que fusse a na origem,
au,era motivo legal para demorar a qualiHcacao j
l.'iu ret.rdada, principnn-nle liavcndo ordem desta
presidencia, para que os Irabalhos da junla Coiue-
i-asaem em dia delemiimdo.
DitoA' cansara municipal da Victoria, remet-
iendo i envulucro couleudo lubos u laminas de
pus vacciuico.
PortaraExonerando, de conformidade com a
proposta do cliefe de policia, ao bacbarel Jos da
Cotia Duurado, do cargo de subdelegado da fre-
guezia de *Sanlo Antonio, vislo assiro o liavtr pe-
dido.Cummunirou-se ao referido cliefe.
Dilsko agente da companliij das barcas de va-
por, para mandar Uaiisporlar para a corle em um
dos lugares de passagejros de estado no vapor Pa-
ran ao primeiro lenle da armada, Joan Tia-
vaaso da Costa.Commuuicuu-se ao cooimandaule
da estacao naval.
II
flicioa* inspector da Ihesouraria de faz'nda,
coinmanicaiulo que, oo dia 8 do corrente, o juiz
municipal de iNazareth, bacharel Jos Maria Mos-
coso da Veiga Pessoa, reassinnio -o exercicio du seu
cargo.Igual cnuiinunicaio se fez ao conselheiro
i presidente da relacdo.
Dilo--Ao mesmo, remetiendo para os conveni-
entes exames, copia da acia do cousellto admiuis-
1 (rativo, datada de 3 do correnlo.
l)ilo--Ao director do arsenal de guerra, recom-
mendando que faca aproinplar ludo qoanto tem de
i ser enviado por aquelle arsenal para o presidio de
j Fernando, visto que no dia 1 do corrente, bem
j cedo segu para all o vapor de guerra Bebe-
ribei,.
DiloAo mesmo, approvando a deliberarn que
tomn de mandar passar os conheciraentos relativos
a diversos raateriaes que, aupposlo nao estiveasem
cnirttTTiiididos nos contratos celebrados pelo con-
sclho a Inimi-t hIivo, para forneciineuto das obras
militares at o lim de dezembro prximo viudouro,
ou o eslavam em quanlidade menor, comludo fo-
ram rrqtiisilajos peco direclor as mesraas obras aos
respectivos remecedores, e applicados a ellas ; pu-
dendo >. S. proceder do mesmo modo nos casos
idenlicos que para o futuro se derein, visto que he
I impralicavel prevenirse nos contratos a quanli-
dade certa de maleriaes precisos para as referidas
obras.
DiloAo presidente do tribunal docommercio.
A mim recorreu Antonio da Silva Bastos Piueu-
lel, mostrando com o despacho laucado no reque-
rimunto junto que Tora demillido do lugar de conti-
nuo do inli'iiiHl de que V. S. he digno presidente,
or ter sxcedi io o lempo de sua licen^a. Allegou,
J^-n, que. esse etcesso proveio do faci de ter o
governo imperial adiado a partida do Rio de Ja-
neiro do vapor Paran, por lanos das que pro-
doziram essa demoro, nao sendo justo que elle sof-
fra por causa de um aclo do governo imperial, que
elle nao podia prever nem impedir. Nao me com-
pelindo, porm, decidir cousa alguma a esle res-
peilo, o entrego inleiramente a justica eequtdade
de V. S.
Dilo Ao coinmantanle superior da guarda na-
cional do municipio do Recli'e. declarando liaver
approvado o ligurino que S. S. remelleu do pequeuo
Uniforme adoptailo para a banda de msica do 3.*
balalhao de iiifantana da mesma guarda nacional, a
qual dever compor-se de l pracaa, conforme pro-
poz o respectivo cominandanle.
DiloAo raesmo, inleiraodo-o de liaver aulori-
ado n inspeclor da lliesouraria de fazenda a man-
dar pagar os vencimenlns dos ofliciaes e cornetas de
qu* trata o ollicio de S. S. n. 131.
DiloAo ni.-- n i. lecoiiiineiidando a expedicao
desuas nrdeiis, alim de ser oispensadu do servido do
3.- balalhao de man i aria. o guarda Candido de Al-
buquerque Maranlio. einquanto ctiver eerrendo o
logar de inspector na fregueiia da Boa-Vista.
Communirou-se ao chefe de polica.
DiloAo inspector do arsenal de marinha, para
que, em visla de sua informaro, mande entregar
regente do rerolhimenlo de Nossa Senhora da Con-
caicaoem Olinda, doa< das africanas livresdasque
se aciiam naqoelle arsenal, alim de serem empic-
gadas no servido do mesmo recolhimenlo___Fize-
ram-seas necessarias communica^es.
DiloAo mesmo, para mandar fazer com urgen-
cia os reparos de que precisa o vapor de guerra Be-
beriben.--Communicnu-se ao commaodanle da es-
tacao naval.
DiloAo inspector da lliesonraria provincial, di-
zendo que pode mandar eOecluar pela consignaran
do arl. 13 da le do nrramenlo vigente, o pagamento
das d-spezas feilas com o sustento e curativo dos
nove mendigos que foram recolliidos ao hospital de
caridade.
DiloAo nieemo, approvando a arrem>lacao que
fez o bacharel Antonio Pereira Barroso de Moraes.
da conservarn da estrada da Victoria, com o abalo
de 5 por cento. no valor dn respectivo orramenlu, e
dando por lia-lnr l.uiz Jos Pereira Sims.
DiloAo prcidente da junla de qualilic.iran da
fregnezia de Psod'Alho, aecusaudo recebida a lisia
queSmc. remellen dos cidadaos qualificados volantes
uaquella freguezia.
DitoAo joiz de paz presidente da mesa paro-
cbial da freguezia de Barreiros. Em oflicio de (i do
corrente signifiquei a Vmc. que essa freguezia de-
via dar para a futura legislatura 27 eleilores, mas
verilicandu-se agora, em visla da lei provincial n.
133 de 2 de maio de 18U, qne parte do territorio
della pastara a formar a de Caruani. o que leudo
essa freguezia em 1812 dado :ti eleilores, n.lo po-
dem agora ambas reunidas dar mai> de SO eleilores.
Estes foram divididos na proporc^o dos volantes
ltimamente qualificados em cada urna e por esle
calculo vem a tocar a essa 1! eleitures. He desle modo
qoe deve ser regulado o seu numero, secando pres-
creve o aviso u. 139 de 18 de junho de 1849.
Aasim o declaro a Vmc. para seu ronheciinenlo.
e afim de que far;a publicar nesse sentido o conve-
nieule edilal.
U loA' cmara municipal de Olinda, approvan-
do a arrematara dos impostos de 506 l. sobre ca-
bera de gado vaceum pela quanlia de liii-j.- Iil.i re., e
do cipim de planta por 7 Ijluii rs., e declarando que
os oulms impostos que deixaram de ser arrematados
por falla de licitantes, devem ir iiovaineme prara
rom o abale da quinta parle.
DiloA' mesma, arcusamlo reeebido o ollicio em
qoe coinmuuicoo o resultado da eleiejlo de verea-
dores e juizes de paz tlaquelle municipio.
DiloA' cmara municipal do Bonito.O joiz
de paz mais votado do primeiro distrirlo da fregue-
zia do Ronilo, o leiiente-coronel Jos Joaquim Re-
zerra de Mello ciunmiinicou-me, qne leudo pres-
tado juramento peranle essa cmara no principio
do qiiairiennio que est a lindar, entrara na posse
daquelle cargo e lem conslanlemeiile exerri lo,
presidindo a todas as qualitica^oes havidas dnranle
o mesmo qualriennio. assiin como aos demais Ira-
balbos eleilnraes, incltiindo-se nesle numero a elei-
i;.lo de juizes de paz e verendnres a qne se orncedeu
no mez prximo lindo. Entretanto receheu lti-
mamente um ollicio, em que essa cmara Ihe decla-
rava ao poder elle exercer presidencia da mesa
parocbial em noveuibrn, por ser lahelliao de olas
do termo.
O aviso de 30 de marro da 1837 declara, que os
talielli.les e ofliciaes dejnslira que leem de strr/r
por ti os respectivos oflicios, nao pudem exerrer
conjunctamenle o emprego de juit de paz. O la-
belliao do Bonito, porem, nao servindo o ollicio
por si, mas por um servenloano compelenlemenle
Horneado, lem exercido exclusivamenl* o cargo de
juiz de paz, presidindn a todos o acloi eleiloraes,
sem que acamara al boje Ihe ttiiba impugnado
legilimidade das** exercicio.
He claro, nuis, que nao servindo elle por si o
ollicio de labclliao, esl fura da hypolhese a que se
refere o citado aviso, o que eu tive em vista quan-
do rcspoudi ao ollicio de Vine, datado de 9 de se-
tembro ultimo. Compele-lhe por c.oiiseguinte o di-
reilo de presidir a prxima tleic.ao, direito que,
sendo escrupulosamente garantido pela lei ao joiz
de paz mais votado, nao pode ser posto em duvida
venan I vista de disposires legaes inuito i-
pressas.
Esta leria sido a niiiih.i decisau, qunudo fui con-
sulladit por Vmcs. nu oflicio citado, se Vincs. nao
bouvessem apreseutado a quol.io em (lese mu suc-
ciuta, sem applicar cionar urna circumstaucia tao essrncial, qual a de
nao estar o referido Bezerra de Mello servindo por
si mesmo o ollicio de labelliau.ltemelleu-se copia
do ollicio ar.ima ao referida juiz de paz.
PortaraKemoveudo, de conformidade com e
propona do chefe de policia, o bacharel Angelo
lleui ujues da Silva, do lugar de primeiro suppleule
do subdelegado da freguezia de Sanio Antonio para
o de segundo, e unme.todo o cidadao Caelano Jos
Mendes, para primeiro sopplente do mesmo subde-
legado.Cominuiiirou-se ao referido chefe.
Illm. e Kxni. Sr.Me he agradavel parliripar a
V. Exe., nao su que asa comarca goza de perteita
(rauqullidadc, como (amhem qu* o cholera anda
nao te deseuvolvou uestes lugares.
Dos guarde a V. Exc. Ba Vala Ib' de-siem-
bro de 185IJ.Illm. e Exm. Sr. conselliciro presi-
dente da provincia.O jui/ de direilo, Joan de Sou-
za liis.
/a/t/ta etemona&afato cada c^aroc/aa r/a ?'iotwncta, /ci6> t/e cen/otmu/ar/c a-,,/
a S&tttJo nttmete /S? e/r /# />tn/<< t/e /4>i.
'A
/.a
Conlinuafo. /
Mal Job avistoo emlim o maridu, o qual leudo na
nido 0 bureta, deseinbararava-se dos cainpoiiezc
que nsi cessavaui de gritar : \ iva Job Alguns
exclamayam mesmo, que ce devia dar meio lonel
de cerveja, e pelus movimeutos de seut labios perce-
bia-se que julgavim j saborear as libacts gratuitas
que reclamavara.
Todava o fabricante de cerveja nao eslava de sem-
blante litis alegre que daules, e murmurava com
despeiloi:
Deiiem-me. nao val a pena ; eslou zangado
rntnigo miesmii. arei o lonel de cerveja domingo.
Relirem-se ; para qoe lae gritos I
Pro/fcial'. pro/ir.inl exrlainon mai Job ; nao
le diste en que senas mais feliz -! E-a, Job, bebe
comuosco um ropo em honra de la victoria !
Hugo aiWaller lomaram scus copos, e levanla-
ram-iio- einquanto alguns outros amigos os uni-
lavam. <
A' talado de Jub evlamats.ui.
A' taudo de nos lodos replicn o fabrirautr.
NSo (i'0 saudc do feliz vencedor exrla-
inou Wall 'r
Sim sim .i sau le do feliz vencedor repe-
liram ot camtonezes.
Nao salisfaro a lal brinde disse Job. Feliz !
ili! cbamam dslo ser Mil!
Qoe te taha anda '.' pergunlou a mullier com
espanto N.lo s-sts contente ?
Contente exclamou o fabricante com urna es-
pecie de colera. Contente! Estouenergouhadn. So-
te rosas em qolioze (iros Se eu nao fosie l.lo des-
graciado, lefia atrancado ,lez !
Oh murmurou m,li Job parle, esle homem
FREGUEZIAS.
Kecife.....
Sanio Aiiteno .
S. Jos .
Total dos Eleilores
Roa-Vista .
A fugados. .
Poro da l'auella .
Vanea ....
Total dos Kleiluies
S de Olinda .
S. Pedro Martyr .
Maranzoape. .
Iguarasau' .
Itamarara' .
Toliil dus Kleilnres
Pao d'Alho ....
(sloria S. I.ourenro da Malla
N. Senhora da Luz .
Total dos Eleilores
(loianna ....
Manilo- ....
Tijurupapo .
Nazareth. .
l'olal dos Eleilores
Vide DUrio n. 23.
s eslt comente quaudo pode ralbar. Cada um lem
seu deleito.
Venham, disse o fabricante com voz imperiosa
e impaciente. Voltemos para casa; esle alarido en-
fada me. Dir-se-hi* que ganhei um monte de ou-
ro Sele rosas em quinze liros Ora, venham, se-
an irei soziuho !
Como eslava terminado o tiro, a mr parle das
mullierrs ja iinbam-e levantado para deixar a .fama
le Ouro. Mai Job sua familia obedecern) em si-
lencio ordem do fabricante. Botina lancon anda
um olhar Irisie aos arredores, porm nao vio mais
dabriel...
Na larde do mesmo dia nm mancebo passeava la-
lo e agitado na estrada que couduz u igreja. Dcpnjs
que o sol dcsappareceu debaixo du hurisonle, urna
nevoa elevara se puuco a pouco, a atmosphera res-
friara-se seusivelinenle, e profunda e-rut dau cobria
os campse os bosques, de aorta que apenas se podia
avislar a pouca distancia o rapaz que vagueava co-
mu um pbanlasma negro.
De qoando em quando elle parava, cruzava os
bracos sobre o peilo, mormorava eslranhas palavras
de amor, cime e desespero ; depois lancava-s* no-
vamenle comu imprllido por um pensamenlo lerri-
vel, ou nfrouxava o passo para deixar cahir a ca-
bera sobre o peilo em profunda meditacao.
Chegamlo ao fim do caminhu da igreja, vollou a
direila e enlrou na grande avenida, que estsndia-se
al ao caslell" do bario. Grandes faias eleavani-se
| dos dous lados da estrada, e uuiam seos cintos para
i fazer desse pnelo um denso caramanchel, onde
releen dorante o dia branda frescura, e de uoile
sombra my-leriosa.
O mancebo approximon-se varillando a urna das
arvores da avenida, parecen procurar com m.lo tre-
mola sobre a lisa casca signaes que ah eslavam gra-
vados, e quando acliou-us apoiou sobre elles sua
Ironlc ardente, romo se o contado deesa iii'cripcao
commemoraliva de algunia promessa lerna podesse
livra-lo das dores qne o alormeulavam.
Depois de alsiins iuslantes do mais profundo si-
lencio, seu peilo oppnmido ergueu-se, gemidos suf-
focnl,is. e suspiros peniveis escaparatn-lhe das la-
bios... Chorava...
Oh a feliridade he umsupplicio mortal dis-
se elle. Quem me dera poder esquecer o passado,
romo ella, e arrancar de met eorarilo al i raz um
1 amor desprezado Nossa aileic.io devia durar mais
liuio.M. ....
Bom-Jardim .
Taquaritinga. .
Tracunhaem. .
Total dos Eleilores
Victoria .
Esrada .
Jaboalao .
Muribeca. .
Total dos Eleilores
C*bo ....
Ipnjura ....
Sennhaem .
l'olal dos Eleilores
Rio Formoso .
L'na ......
Barreiros....
Agua Prela .
l'olal dos Eleilores
Bonito.....
Allmlio ....
Bezerros ....
Caruani ....
Tolal dos Eleilores
Ijarauhons .
I'apacaca. .
S. Il.ni. ....
Asuas-Bellas .
Buique ....
Total dos Eleilores
Brejo......
Cimbres.....
Flores......
Ingazera.....
Laga d llano.
Villa-Bella ....
l'olal dos Eleilores
lioa-Visla (Santa Maria,
Cabrob .....
Oaricury.....
Exu'......
Salgueiro.....
facaralu'.....
I'azenda (iraiide .
Total dos Eleilores .
/Ueilorer.
'otantes qualificados.
38
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251
30
30
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20
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qujliucados.
Palacio do Governo de Pemambucu 9 de Oulubro de!8>6.
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[g] 8
II
12
127
(a Da fregueiia da
Boa-Visu foi pela Lei
Provincial n. 152 de 30
de Marco de 1846 desta-
cado o territorio de Be-
beribe para ser encorpo-
radn de 8. Pedro Mar-
tyr de Olinda. Estas duas
fregnezs em 1842 deram
47 eleilores: uo podem
agora dar rnais de 56.
Foram divididos estes en-
tre as duas frrguezias na
proporeao dos voluntes
qualiGcadosem cada una.
A) A Lei Provincial n.
173 de 20 de Novcmbro
de 1846, restaurou a fre-
guezia da Varzea suppri-
mida em 1837, formando-
a com territorios deslaca-
dos das dos Afogados e
Poco da 1'anrll i. Estas
duas fregue/as em 1842
deram 41 eleilores. S
podem pois agora dar 49.
Foi dividido este numero
entre as tres freguezias n.i
p'roporcao dos tola ules
qualificados.
(b- Nao consta nuanlos
eleilores deu a S de Olio-
da em 1S>2 c 1844 : mar-
cou se-lhe o incsuio nu-
mero que i deu em 1852.
(el A freguezi.x da Luz
foi restaurada pela lad
Provineial 336 de 12
Ue Man* de 1854 com ter-
ritorios destacados de
Iguarassu' e de S. Lou-
renco da Malla. Estas
duas frea-uezias em 1842
deram 63 eleilores : s
podem pois agora dar
75. Para saber quanlps
deve dar Luze qoanlot
se devem desfalcar das
outras duas dividir.ini-se
75 proporcionalmenle
entre e.s tres freguezias
segundo o numero dos
votantes qualiheados em
5 cada urna.
(d) A Lei Provincial n.
litis de 12 de Maio de
1853 mandn vigorar a
de n. 151 de 30 de Marco
de 1816 que designou os
limites entre as freguezias
de Una e Rio Formoso,
resliluindo aquella a par-
te tirada pela Lei n. 139
de 6 de maio de 1845.
(e. A Lei Provincia u.
133 de 2 de Maio de 1844
creou a freguezia de Ca-
ruani- com territorio des-
tacado da de Bezerros.
Esta em 1842 deu, 34 elei-
lores. S podem pors ago-
ra as duas freguezias dar
40 eleilores. Esle nume-
ro foi dividido entre ellas
na proporeao dos rotan-
tes qualificados em cada
urna.
(f) A freguezia de S.
Be oto foi formada em
1853 com terrenos lirados
das de Oaranhuns e Cim-
bres, leudo estas duas
dado em 1842 62 eleilo-
res nao podiaio dar agora
mais de 74. Para saber
quantotdere darS. Bento
e que desfalque se tem de
fazer as outras duas.divi-
diram-se os 74 propor-
cionalmenle entre as 3
freguezias segundo o nu-
mero de votantes qualili-
cados.
(g) A freguezia do Sal-
gueiro foi creada pela Lei
Provincial n. 114 de 6 de
Maio de 1843, c a do Ou-
ricurv pela Lei n. 125 de
30 de Abril de 1841. am
bas com territorios des-
membrados da freguezia
do Exu'. Tendu esta da-
do c ni 1842 47 eleilores
neo podeas as 3 reunidas I
;ru foi dividido enlrc as 3 freguezias na proporeao dos volantes
lempo do que os caracteres qoe rresceram na casca
dr-bs ai .^.c... E ella enamora-te de nm homem es-
Iraoho, sorri-lhe com admirarao, embriaga-se com
suas palavras, vai loma-lo para esposo...' minha
visla, e rom prazer, como se eu nao fra mais deste
mondo !... Mas, isso nao be postivel Kosina nao
pude ler-se tomado em um dia ernel desapiedada.
Se o amor que me liuba, livesse diminuido ou de--
apparecido, ella leria ao menos compaixao do pobre
(jabriel... Mas, quem sabe'.' lal ve/ cuide que eu
tambero bei de esquec-la fcilmente Esquec-la !
A perln as luos com desespero, e disse com voz
maviosa:
Ab Rosna. Rosina, que mal le fiz '.' Se soo-
besses quatilu la traicao me dilacera o curae.io Oh !
porque Dos dando a belleza mullier, reisou-llie
a cuuslancia '.'
(iabriel leria provaveluieule continuado suas tris-
tes l.iiiieiiiaces ; mas ueste momeutu chegou-lhe ao
uuvido um rumor longinquo. Fosa* o quelotse, eau-
sou-lhe sem duvida profunda impretsio ; poia elle
laiu-oue lunge da aivore, curvu-se para ver me-
llior na esenridao, e ticou ramovel e trmulo.
Rosina Waller murmurou e rapaz com voz
rooca, entretanto qne seus joelhos corvavam-se de-
baixo do peso de una eino;Ao mortal, o elle caba...
Todava levaulou-se, dingio-se andando de rojo ao
tronco da error, donde filouosolhntcom indizivel
exasperarlo sobre as pessoas que se approximavam.
l'ouco depois julaou ler a couviccao da desgrara
que tema, um grito iiidelinido esca'pou-llie do pel-
lo, i elle fugio como um insensato alravez das ar-
vores...
Alguns grilos de angustia ou de sorpreza respon-
derain a sua voz ; qualro ou cinco pestnas, entre as
quaes achavain-se lies hornese urna rapariga, acu-
dirain e procuraran! o lugar donde Ihes pareca que
una pessoa em pengo padira succorro.
Eis urna cousa bem espantosa '. disse Job ; foi
junio desta arvnre !
Cuidei que acnnleria algtiraa desgrana diste
Hugo commovido. Em minha vida nunca o'uvi grilo
temelliaul* !
Foi algum gaialo, disse Waller, os aldees gos-
tam de fazer dessas gentilezas.
Elle fugio por alli '. disse Rosina com voz do-
lorosa, moslrando a direcro qne seguir o man-
cebo.
Sergio etseira de Maceilo.
Rosina Rosina vem ca exclamou mai Job
inquieta.
0 fabricante e toa familia licaram anda algnns
instantes ueste luizar, esrulando se havia algura ru-
mor ; depois, a instancias da mai, a qual asseverava
que o passeio da larde durara minio lempo, lodos
ganliarain a cata.
No raminho, Rosna apoiou a cabera sobre o hom-
bro da mai, e disse-lhe com voz lacrimosa :
Minha mai, era (iabriel !
Oh qne idea tena lo'.' respoudeu a m.li, des-
da o meio-dia touhas com (iabriel. One viria elle
fazer aqu na escuriilao '! l-.u au Ihe perdoaria f-
cilmente (aes graras feilas para assustar-nos.
Rosina rurvou a rabera, e continuou a caniiuhar
com tristeza sileneio-a e tesisnada, at que a porta
da fabrica abrio-se diauledellet.
II
A fabrica de cerveja de Job (cava vizinba a urna
fazeuda importante. Ho lado da ra, a sombra de
alias lilis**, elevava-se o coi poda babilarao com suas
jinellas verdes ; por detrs estendiam-se' de um lado
o curral e a estribara, onde havia dez vareas asss
bellas e Ires cavallos. bem como e vaslo celeiro, que
(inha d* receber brevemente a cnlheila prxima.
Do oulro lado o paleo era fechado pela labriea,
propriameole dita, rom suas dependencias, e ah a-
| chava-se urna bomba destinada a tiiar agua do pojo
I para encher as (didelfas. I "m pouco mais longe, do
lado do campo, no meio de algrete* de Dores e de
I arbustos frondosos, elevaxa-e um bello caraman-
' cbel da graciosos ramos de madresilva. Pela exlen-
sao do terreno consagrado ao jardim, que so servia
de recreio, adevinliava-sc (ue I familia Job era a-
bastada e passava una vida Isenti de todo o cui-
dado.. ..
Alguna das depois que houve o tiro na .tyuii'e
Ouro, o servo Jofio etava no paleo oceupado em lo-
car a bomba ; seus movimeutos tornavam-se de
quando em quando moi lentos, elle interrumpa o
Irabalbo como preoecupado por um pensamenlo, e
ponba-sc a contemplar o cono damadeira em que
a agua corra susurrando, alo qoe a cessac.au do mur-
murio o fizeste deixar repentinamente sua distrae-
rn, e levantar o braco pesado da bomba.
A poucos passos de distancia, um velho lanoeiro
f-izi. rolar para a porta ds fabrica os limis que con-
certara on alimpara uesse dia. Nao havia mais nin-
guem do vasto pateo.
A queslao que se agita neste momento na A-
inerica do norte he uuia questio de vida ou de
mora para a L'nitio. Trala-se desoberse o ncTo
Iriumphara sobre o liranco, o trabalho Itvre sobre o
escravo, o sul sobre o norle O equilibrio se aclia
boje quasi rolo ; foi para o lado do sul que acr-
reme se dirigi e que os F'stados-Uuidos.tomaran)
a sua extensao.
Aclualmenie o partido ila cscr.tvidao tem por si o
presidente, lem por si a maiorta no senado, lem
por si urna mui numerosa minora na cmara dos
representantes. Os 7 ou 8 votos que, na cmara
dos representantes, hosiilisatn hoje o presidente e
o senado, sao a ultima trincheirado nortee dos
homens livres .- se esla pequea plialange acabar
por ceder e capitular, os novos estados passarao pa-
ra a escravijjo, e a lia laura fica destruid,!. As-
stni he faril comprehender a osiinaco c a perse-
.erance que a cmara dos representantes manifes-
t nesla lula suprema.
Todava cumpreqtte nao nos deixemos fascinar
pelas grandes palavras,oudosoradorcs,oudos jornaes
americanos. Vemos que em nada menos fallara
do que em revolucio. dissolucao e guerra civil. Se
alguem se deixasse Iludir, elles seriam os primeiros
a rtr-se. A unio nimia nao est dissolvida, e a
repblica americana ainda nao cahia n'agua. Ctitn-
pre julgar os americanos sob o aspecto americano,
e nao sob o aspecto francez. Se em Tranca o se-
nado lie o corpo legislativo se pozessein em lula a-
beria com o poder oxeculivo, lie bem cerlo qee a
marcha dos negocios licaria consideravelmenle des-
arranjada.
Accrescenlaremos que nao receamos de sortc
alguma asa perigo, e que nem se quer vemos
symploma algum disto. Mas entre os Anglo-
Saxoes, as colisas so passam mui diferentemente,
nao so na America, mas tambem na Inglaterra,
nint peno de nos. Assini vimos no comeco desle
anno,a cmara dos pares de Inglaterra em conflicto
direciocom a coroaemeonsequenciade urna questio
de prerogativa. Transportemos a scena para Fran-
ca, no lempo do goveruo conslilucional e da ba-
lance dos poderes. Em semelhantes circums-
lancias, chegariamos dilectamente a urna revolu-
cao. Os inglezes sem isio sahiram-se da difticul-
dade. e em lugar de cortar o n<, desalaram-no,
como homens inlelligenles que desprezsm a lgica.
O mesmo acontece na Araetica. \ emos alii os
grandes poderes de faca nua ; pode-*: dizer a pa-
lavra pois que nesle paiz muitas veres alguns bo-
mens se servem, como argumento parlamentar, da
faca, do ccele e das pistolas revolvers, cujas amos-
tras vimos na exposirjio.
Supponhamos que semelliante nos aconlecesse na
poca, hoje perdida em a noite dos lempos, em
que eramos governados por urna sssembli nacio-
nal. No prazo de vinle qualro horas leamos re-
corrido ao noan nxprviionie liabittial, urna re'.o-
luQo, c o nosso amigo amigo, o -guarda nacional,
houvera eiiipunbado o sabr celebre, qu naquelle
lempo elle chamava o mais Ijello dia da sua vida.
Os Americanos nocaminham lo depressa. Se
nao ten as vantagens. (ao pouco nao lem os incon-
venientes da cenlrelisacao. Assim como ja disse-
mos, as tempestades que reinam na regiao dos
grandes poderes ntio interrompem entre elles a vida
individual dos estados particulares, eao passo que
o presdeme, o senado ea cmara dos representan-
tes dispulam eniresi.os legisladoreesprovincias nao
suspendem a sua accao.
Se quizerem ainda um evcmplo. lembraremos
que no cornejo da sessao que acaba de encerrar-se,
o congresso americano passou mais dn dous mezes
a invectivar se antes de se constituir. A cmara
dos representantes sii podia entrar em sessao depois
de se ter romeado um presidente ; ora, foi sobre
a nomearo do presidente que se empenhott a lula
dos dous partidos, e as forcas se achavam tao bem
equilibrada, tue foram precisas cmara nove se-
manas e 130 escrutinios de espheras anles de che-
gar a urna concluan
Acredilaram que faziamos urna facecia, dizendo
homem que alguem se sentira talvez forcado a
clausurar os representantes, e faze-los render-se
pela fome, como um jury inglez, para osobrigar a
volar. A proposico foi realmente feita, as cir-
cunstancias que acabamos de recordar. A cmara
se declara em permanencia al depois da nomea-
co de um presidente, e foi proposlo que al ah
nao se Ihe desse, nem fogo, nem luz, nem viveros.
A monao foi regeitada apenas por urna insignili-
cante minoria, um represntame declarou que an-
tes de volar prelendeu ir a casa dizer ades oa sua
mullier e a seus filhos ; oulro propz que lodos
aquelles quemutressem durante a operaran tivcssem
um monumento eligido sua memoria costa da na-
cao. Kis alii em que a cmara passava o lempo,
e isio durou nove semanas, durante as quaes o con-
gresso nao pode celebrar sessoes.
O presidente, que nao podia dirigir a sua mett-
sagem a cmara anles quo fosse constituida, perdeu
a paciencia eacabou por Ih'a enviar. A cmara
recusou le-la, e ella permaneceu sobro a mesa du-
rante um mez.
Podia-se acreditar enlao, e diza*se que a Ame-
rica entraxaem plena revoluro, que eslava acabada
a Unas), e que a grande repblica do novo mundo
'atara para se fazer em pedacos. Com tudo ain-
da vive, e nao quer morrer. Seguramente, cum-
pre reconhecer a ravidade da crise que a Uniao i Eeita a chamad* at in horas da manlua atlia-
est atravessando neste momento, mas ao mesmo '.ram,-** presentes t senhoret jurados.
empo,cumprequenosrecordemosqUe,oquecha-; l^SE&ZwSST*., a.
mamos crise, e o que se traduz sempre enlre nos ch.r em exajjticio de ji ^ MI do r*iir7aMtrK-
por urna solufo rpida e vilenla, lie o estado or- lo da freguesa de Sin-Frei-Pedre-OencalrtM.
mal dos americanos. Os povos educados no exer- l'or_motivo* de molestias, o* senliore .
cicio, poderiamos dizer. no gymnas.eio da libsr- S-ttm^afalft*
dade, sabem sopporlar-lhe os esforcos e abusos. Ou-. Manoel Antonio I eireira Home-.
(ros morrem por islo, elles vivem disto.
Joitrna\ de< Debis
&%i$itiSLA
.
PAGINA AVULSA.
Amaro Renediclo de Souz.i.
Manoel I,encalves Peaora.
Foram multado, em Wt r>. rada am, os teultof*-
seguinles :
Feliciano Joso Comes.
Antonio Augusto Maeiel.
I."audrti Terrena da Coolu.
Amaro Concalves dos Santos.
FranciKo Malinas Pereira da Cot*.
Antonio Nnrberto dos Santos.
Itr. Bernardo l'ereira dn Orino.
Joaquim Lucio Muuteiro da Tranca.
Sera preciso recorrer as supersticiosas religiues
dus pagaos, para nos inspirar o respeilo devido aos ', teniardino de Sena da Silva dimanes
notaos templos? He, por certo, cousa bem indeco- J)r. Manoel Adriano da Silva Ponte,.
rosa, que os clinslAos uecessitem dot exemplos dos J0s Bernardo \ entura
olleta, para .eren, menos irreverentes. 'lenle Frailesco Raphael de Mello Kfgo.
1 orqu se no, ha de lomar preciso represeular- Ja0 Cancio Comes da Silva
nos repetidamente o lorcoem sua Mesquila ou o Francisco Ber.nguel de Almed. l.eede..
i.iiiin nu seu l'asnde, alnu de nos lazer couhecer,
Augusto ds! Sa e Alhuquarque.
I i .ii:i.i o Antonio de Aguiar Mnnlarrnios.
Dr. Francisco l.ins Caldas.
Anlonin I.ourenro Tarares.
I Manoel Mendes Carneiro I,eao.
! dizer, que (oda a l.uij Marques C-valeanli.
as nossas igrejat, l-rancisco Joao l.ins.
Manoel Mendes d* Silva.
Sendo intuirenle o numere de li jorados imi*
liaver sessao. o Sr. juiz de direilo proeesj** sirtea-
menlo de 31 jnrados supplenles para, coa es II ore-
ten(es. completar u de 18, e foram sortead.. s
nlioret teguintes :
Jet Lucio Mouleiro da Tranca.
Jos I lauci-i u de Souza Lim*.
Dr. Francisco Epifaum de Paula do* Saalos \llc-
luio.
Antonio Carneiro da Couha.
Jo'Candido de Carv.lho Medeir..
Antonio I.UIZ Pereira KlSlOll.
Antonio Crimea l'esso*.
com que modestia llevemos assislir no logar sa-
grado '.'
Nao ha lugar no mondo (au sanio e. (ao reipeila-
vel, como as nossas orejas : e ha algum mais escan-
dalosamente profanado'.' Pode-se
siiviiidade habita corporalmente
pois que Jess Chrislo faz ue lia- a sua morada sobre
a Ierra ; porem, a sua preseora alltalie-llie muilos
adoradores;
Toda a riqueza e mgnilicencia do templo da lei
antiga, nao era mais do qoe, a liuura da furmidavel
uiageslade dos uussos. Esle Dos presente em loria
a parle por sua iinmeiisidade, se faz aqu comu que
seusivel, pelus mullos beneficios, que ahi nos corn-
il nica, e pelo culto especial, que elle quer Ihe tri-
butemos nos (empios.
ludo quanlo o Calvario teve de mais precioso e
mais adoravel, existe nos uossos altares 'Tudo
o que u oeo lem de mais santu se acha encerrado
em uossus templos. Nossas igrejas, emtira, sao o
Ihrono das mizericordias de um Dos, o lliesouro de Juvencio Aoguslo de .thaxde
ipre benfico. I Anlunio Duarle de Olveir. R.g...
Posto que a sol da larde lanrasse sobre os edificios
seus ltimos raios, e dominaste brandamenle as fo-
Ihas da videira, qu* alcalifava a casa, reinava nesse
lugar um silencio sombro e nao costomado, s.men-
le inlerrompido pelo grilo agudo da bomba, e pelo
montono sussurro da agua.
Lina, i vaqueira, appartceu a porla da estribara,
e dirigio-se para a bomba fazendo gestos misterio-
sos. Joan deixou seu trabalho, encaran a serva
com ar iulcrrogador, emquanto o tanoeiro approxi-
mava-ae tambem com izual curioiidade.
O doulor est ubi murmurou a criada.
E que diz elle '.' pergonlou Joao.
He a febre escarlatina '.' pergunlou o tanoeiro.
Nao sei, responden Lina. Elle enlrou ua alco-
va onde etta o menino. A porla esta fechada, e a
chave na tachadura, de sorle que n.lo pude ver nem
uuvir nada.
S for a escarlatina, Lina '.' disse Joao suspi-
rando.
Meu Dos, cuitadnho Mas nao ha de ser.
O velho tanoeiro levou a mao aos olhos, e diste
tristemente :
Ouem pude saber '.' Ha oilo dias que morreu
dessa mesma doenca Miekeii, filha da nimba There-
za. Ella amnva-me lano quando reudeu a alma a
Dos, linda us olhos aioda Titos sobre mim, mova
os labios c pareca querer dizer-me : Meu charo
avn... Desde entilo nilo vivo inleiramente, Lina ; se
souliesse que havia de morrer amanli*. me deilaiia
boje sem petar, pois se Dos rae concedes* soa gra-
ra, en poderia lomar a xr minha querida Mieken !
O mais profuu lo silencio seguio durante alguns
instantes esta queixa melanclica.
Oh lanoeiro, disse Lina em lom consolador ;
nao se deve perder o animo : lembre-se de que to-
dos mis llovemos de runrrer.
Sim, sim. Lua, re-pondeu o lanoeiro, he tar-
dada, minha lillia. Tenho quasi setenta anuos. Co-
mo nao saberla o que significa a palavra morle 7 En-
terre! meu pai. minha mai, tres iru......, duas irmaas
e cinco filhos; tenho vislo detecr a sepultura todos
aquelles que viviam no lempo de minha mocidade ;
nao restam dez. Mas o roncan nao euvelliece lao
depietsa romo o corpo. Pobre Mieken Eo deixa-
ria que me corlassem o braro esquerdo, se isso po-
desse restiloir-lhe a vida !
He lerrivel dotura essa escarlatina '. disse o
Oh Ouanni urna igreja lie digna de um prufiindn
respeilo!
Mas que vemos ntrenos'.' A cada passo obser-
vamos irreverencia- ; aqu se pralicam mas arroe
dentro do templo, alli so mofa dos objeclos mais sa-
grados de nossn religiao.
Dizem-nos que no domingo u noile, nm farlo
se deu, na Soledade, no logar chamado Caminho-
Novo, digno da atlenrao da polica. Dous irmaos
espancaram seu cunhado. pelo simples facto de po-
emicas enlre familia. Os I a eos que unein um ho-
mem aos irmaos de sua mulhtir, sao, na ver.la te,
lacos puros e bstanle aperlados. Oue cunbados !
So feras !
I'ma fe-ta brilhanle, leve bonlem logar, na
Faculdade de Direilo, por occasiao de encerra-
rem-se os trabalbos escolaret a que chamara
ponto. Detde a sua fundado que nunca se ha
solemnisado com tanto enlhusiasmo, esse fecho
da grinalda acadmica. Primorosos discursos, mi-
mosas e flagrante* poesas anlogas ao acto foram
reciladat, j pelos lentes, ja por esludanlet.
A caridade e o amor oo pr. xi:uo, eis o resumo
dos discursos pregadot pelo Kedemptor. Todo
aquelle que, em vez de olvidar estas sflas verdades,
cada vez mait rom ellas s^ ettreltar, gaaAiafa n re-
no cal MliaS. .* v. r.ia-'i i:. b. "i. ;. ma s deve sis
rar de sen corceo oslas .lilas palavras do Salvador.
Mas nao basla que estes principios serininem no co-
rar i i, be ueressario que venha a execurio para ajti-
da-lo. O Monte-Pi-.Jiademieo (o um pensa-
metilo sublime, e serve hoja ja de amparo a teis
jovens que. p um lo laleolo e qualidades, nao li-
nham meios de progredir n.i carreira eocrlad*.
Idea sublime embolada na iui.uniaeao dos Srt. Mar-
ques Rodrigues c Mor ie- l'inlieiro, e abearada com
eiilhusiasmo pelos mui dignos lentes da Faculdade
le Direilo.
O Sr. Dr. Loureiro, primeiro que apoion seme-
ntante pensar, he hoje uin dos esleios mais fortes
qoe suein sustentar esta bella intlitoirao. Seis es-
ludanles da Faculdade recehem presenlemeule o
ablo do laleolo. I'ra/.a a lieos que esla i lea que
l.lo bem se ha susienlado at boje, prospere e vi-
gore !
\ velha Olinda jaz em completo olvido, nao
sabemos o porque. Ser* ella indigua de um olhar
i-ompassivo de quem compele? Nao merecer um
pouco de atlenrao ? Suas mas desertas, toas casas
despovoadas, sua populacao diminuida extremosa-
mente, e para cumulo de males, empregados que
nada Ibes importa. Asseguram-nos que tabernas
ha alli cujo unicu fim be reuniao de assas-iuos e la-
dres ; que os gneros expottos a venda, sao cor-
ruplot, e emlim. que a mizeria extrema cobre com
seu manto aquella Cintra peroambucana.
Collocada no cuno derochedus, lendo por limites
alias moulanhas e o mar, ella era digna de ir.-lboi
sorle, qoe nao a que tem boje. Antiga capital de
l'enianibnc'i, j floresceu coberla de ricat e pompo
tas galas ; inat hoje de lauta gloria que le resta ?
P, etquecimeolo e mizeria !
At im.isent de seus temlo- jaxem ennegrecidas
pelo p, seus edificios pblicos servem de atxlo as
aves nolurnas ; quem a visee oulr'ora e boje'* ob-
servar, por certo,' derramara lagrimas amargas !
Ilonlcm leve locar na igreja de Sania Thereza,
ila ordem Carmelitana de(e cidaie, urna fes( bri-
lhanle, que foi summamenle concurrida. L'ma
erando orebestra execulou dignamente a coroposiro
da msica da mise, urna feliz inspirarlo, cm que *
nota a ausencia completa dee* motivos helherndo-
xos, proprios de rreares mandan**, iiicouipalivcis
rom u carcter auslero que Jeve assignar os arl-
la nossa augusta religiao. Un pauenxrico elo-
qnenle coucoircu para abiilbantar a solerauiiade.
A' noite botive o compelcnle Te-Deum, qoe a(-
11 aluo ao (emplo sagrado um grande nrimero de con-
rurrentes.
Hospital de canda de.Dia 11.Exisliam 7i,
enlrou 1, morreu 1, existen) 74.
./// amaiiha.
Dr. Manuel Ignacio d* Medeiros Reg MoerMin.
Joao donr ilves dot Santos.
Ilemelerio Maeiel da Silva.
Manoel Joaquim de Luna.
Feliciano Augotln de \ a-couceilo ..
liibriel Mlon-o Regneira.
Jos Jeronx mo de Sonza Limoeiro.
Abxaiidre Augusto de Fras Villar.
I i o lene, da Silva Porto.
Dr. Augusto liandeira de Mallo.
Jote 'oaquiro Pereira.
Jos Caelano de Medeiros.
Antonio Srralim da -Si|
A|irigio Jote II ipli.la.
Dr. Asgnalo Carneiro Monleir* da Silva S*als.
Major Filippe Daarle l'ereira.
Carlos Aogotlo de Araujo.
Manoel tionralves Pereira.
Dr. Joaquim Francisco Daarle.
Jos l.ouronco Bastos.
Epifanio Jote de Sonsa.
.Manoel Antonio Ribciro.
Dr. Jote Mmele Aire* Terrena.
Kauslino Jos dot Saalos.
Francisco Sergio da Mallo.-.
ConrUi.'n o sonrio, o Sr. juiz de direilo BMailott
qtto w exp.-dissem oa mamlado pa
dos mesuios seoho.es jralos serleadi... e tnspeniteu
os r.iba.li i. a ama hora da tarde, adiando i
para o dia seguinie, as III horas da inauhaa.
JI'RV DO RECITE.
I.1 sessao.Dia 13 de oulubro de I8.">ti.
/'residencia do Sr. Dr. Alejandre Hernardino dos
/teis. e Silva.
Promotor publico, o Sr. Dr. Antouio Lniz Caval-
canli de Alboqoerque.
Escrvao interino, o Sr. Manoel Correia 'Gomes de
Almeida.
criado. Tem morlo nesla aldeia tete meninos desde
o dia de Ssu-Pedro.
Nove, Joio Esqueces tem duvida as doas li-
Ihas do carvoeiro.
Enlao morreram as duis lilliinhas do carvo-
eiro ?
Ser3o sepultadas amanhaa.
Que dir o senbor Job qoando vollar, elle que
ama lanto u peqoeno F^ngelbert (Anando o meni-
no liuha qualquer lostezinha, elle ficava logo (Ao
Iriste e lao sendo, qoe a fabrica loda audava sem
ordem.
Foi comprar um cavallo no llaijeland1' ; mas
o l/ageland he grande, e Kobe, que nossa ama en-
viou pela diligencia em busca dellc, nao poder tal-
vez acha-lo.
Oh disse Juo, rreio qoe lie melhor qu* nao
o ache. Ja basla a atlliccao em que esl nossa boa
ama. Que faria o seulior Job -enao ralbar e prague-
jar'.' Isso nao corara o menino.
Mas, he seu pai, e se acontecer orna desgrara,
se Engelberl... Oh men Dos elle o adiara fri
qnamlo voltasse para a casa I
Como o doulor se demora Disse Un*.
Tem ra/.io. responden o velho lanoeiro ; na
he lao fcil dizcr-se o menino tem a escarlatina o
oulra doenca.
Como se conlierr isso ? Ilontem o menino nao
quiz comer ; eslava mui tranquillo agachando-te em
um canio para licar toziuho. e qucixando-se de dor
na gardenia.
He assim que comer a escarlatina ; mas ha
nutras doenras de meninas que coincram .'nal-
mente.
Hoje ao meio dia elle linha a cabera quelite
cuinu fo2n, e quera sempre beber auna.
Mas nao liuha manchas verm-lhas no corpo ? i
Sim, no pi'srnco. Jesus sera a escarlatina ?
Engelberl ja leve tarampS* ?
Ainda nao.
Rali* he redmenle sarampo ; o lilho do le- i
celan laliibeill a*M com elle.
Meu Dos I lm.....a serva erguendo repen- !
Iiiiamenle os braros, ahi vem a senhora Rosina !
Seus olhos ettao clieiot de lagrimas ; tem duvida
acontecen alguma cousa.
j Patit) da campia nos arredores de Diesl.
ao
ou
CAMA KA MUNICIPAL DO RECIKL.
SESSAO'EXTRAORDINARIA DE I DE Ol 11-
URO DE IKJ6.
/'residencia do Sr. barita ale Caataarine.
Prsenles ot Srs. Reg Atbssqsjersjst*. \ iai.su
Oliveira. Franca (tameiro, rallando sem caata par-
ticpala os mais senhore*, -t"r rr I llsaiia I fli Ida
e approvada a acia da antecedente. Foi lid.. aaa-
guiule
EXPEDIENTE:
L'm oflicio do Exm. presidente d* per.Mnna.de H
de s-tembro ultimo, approvando todas at arrrm.ila-
roet das rendas d* municipalidad*, dizend*. qa*t u
ao imposto de .-iferirdet, qoe as partes, qu* ssffre-
rem vexames, toem os recortas nalarae* na* tata, *
na equidade denla ornar* e d* coversio.I*leirada,
e m.mdou-te lavrarot termos de contrato.
Oulro do bacharel Sebastian do Reto Barro* do
l.acerda, panicipando ter entrado honlem na eaer-
cicio do lugar de jaiz de orpliios deste lermo. nore
0 qual fura muendo.lutrifad*.
Oolro do bacharel Francitco de Aatsis do iHivtiia
Maeiel riiiiimiiiiiranilo ler reatsomid* hoalesn a
exercicio do cargo de juiz monicipal da toganda val a
desle lermo, no qoal Un reroudnzido por deriel.
imperial de II de telembro ultimo.Intera,la.
Ii-'ie principio a apurarlo geral do* otos narra
yereadoies qae l<-*md servir no qaatrienntss ata 1H57
i 1K60. c fi'.ram smenle iporadas at arta* da* frt-
guezias do Kecife, S. Amonio e S. Jet, licand* a
coiiiinuarlo de-le Irabalbo para amanhaa.
A cmara arrendou a Jo.lo Jase do Medeiros
Mello, por Ihe liaver requerido, ot (alhot dsii.li
10 do ar .uguo da Boa-Vitt*. pota qoanlia anaoal
de MOaOOB e lempo da Iras unios ; obrgando-te a
entrar ja para o cofre com a^qoaalia de tsIXt r-.
rorrespondenie aos tres annot; assim coate aneodii
a Ignacio Adriano Monleirn, por Ihe ha*r Uavootr
requerido, o lalho n. 11 do mesmo arougoc por H)r-
mi oa I. e rielo inetmo lempo, sendo at pagamento*
prazo.
Desincha'r.im-se as pelires de Vnloaio de Moraes, Anlunio de Magalhae* Bala*. Joeqaini
Teixeira Penlo, Jote Custodio Penlo Sres,
Joaquim llenrquetda Silva, Jad* Jote de Modetr*
M., I joacio Adriano Monleirn, Jao Loaren._o da
Silva, Joaquim Antonio l'ereira, Jos Bruno da
Costa, Jii-i- T'raneisro Carneiro, Jos Maria Pestaa,
1 anaci Jos do Coulo, Mantel do Soua I avara-,
Marcolino Jos Lopes, Francisco Jos Comes de S.
Roza, Bernardino Jos Mouleiro, Rotada do Reto
Barros. Victorino Jos Mooteiro e lerantoa-to
sessao.
Eu Manoel Ferreira Acrinii.tecreHrio a etereti.
Barrio de Capibaribe, presidenta.Rejo t Albu-
uuerque.t;ameiro.OUreira.l tarnia.
Os dous sertos e o lanoeiro dirigir*m-to i i
la com urna curiosidade compaaeiva.
Ah 1 meut amigos, meas amiga*, latnseoioan
nimba pobre in.ii exclamou Botina. He a do-
enca !
A escarlatina J pergunlou Lina assaatad*.
Sim, escarlatina, lepetio a doazalta. Cssu-
dinho 1
Senhora Hnsina, disse o velbo lanoeiro, naso
julgue lao mal das roanas. D'entrc qaalre. meninos
que (em etsa doenr.i morre tornale am ; Dees pou-
par seu irmiozinho.
_i Mingada pelas -as boas palavras,diF Ku.iua
Sim, leo, o poupara ; porque minha mai nao dina
q aa seu earaejta esl partido d* dor, mas so aconta-
ce-e Engclbed n metmo qae a toa Mieken sai
nha m.li morrena tambem, e... e... enlao tsado^istes
seriamos mui detgrarodnt... E mea pe I ah | ntuo
do elle vollar, licar* lonco de dor !
Lina, a vaqueira, poz o avenlal sobre ot ollw e
enlrou a chorar de compaixao. Jlo meneara a ca-
bera e morda os beiros ; mi o velho linoeir* esUta
firme.
O ml nao ser Uo grande como Tmc. penta.
disse elle em lom de consolarlo ; ronsorvando-et *
menino bem queole, o donlor poder eara-lo.
Mas, que dis-e o donlor ? nergooloo a terva
olucandn. Kilo (lev* saber te o niamno seca oa oda
salvo.
O donlor linda r-la junio drlle, re*pon Itosiua. Fizeram me sabir.
Todot licaram um momento tilrnrioses c como
abatidos pela triste noticia. Rosina deu alguns pea-
sos para al. -lar-.e e diste a criada dirigindo-OB leu
lamente para a entrada do jardim .
Liue. venha chamar-me qaando o doutor se
Ihit relirado ; nao po-o irmaoiinh !
A douzella mergulbada em rellextees penivat, *e-
iuo com pa>sos vacillanlet a vereda qoe ililiiotii
o jardim. e astentoii-te tnbre o banco do caraman-
chel. Depnit de baver deixado correr por atarjea
lempo toas lagrimas, muda e unmovel, poi a ndtt
e ergueo os olhos ao reu sem duvida para pedir a
Deot com ardenle tapplica piedade para sea irtaa*
doenle, e para sai exeellenle mai.
Coiilinnar-ic-ht.
MUTILADO
ILEGIVEL


UM Si PXlWiitBa-J UUNT MU IG OTU'RS Si i8Sb
REPAKTICAO DA POLICA
!>ecrel i 1,1 cta policio de P.-rnaoibuco lo do ou-
Iul.ro de 1856.
_ lllm. e Btm.Sr.Leva no conhecimcnln de V.
Exc.quc .1is difireme parlicipa^es hoje rerohtdas
nesla rep u(icio, consta que se .ieram a seguin-
les ..ocurrencias :
Koiam presos: pelnjo.zn de nrphflos
quii
rundidlo desle ealabelerimenla de caridad* e pa-
lriollmo, nuil que celebra::...- o seu onnivereario
natalicio e o comeen do seo reinado.
Parecem-me poisprovadas aa vantageni colindas
a sombra las duas aaaociacAan portugneas ; ali
memo para o espirito, ,- remedio para o enfermo*,
e gratuito aoa enfermo indigente* ; e con-iderar.i.
nonrnaados hil.ila.iles nflo su -.a provincia a desle
Allanso l-errcira, por nao haver cumplido o liel de- Imperio, ">" ,le todos os homcui desenlimentos te-
ver^ de depositario, neroso, a* o acatamenlo de lodosos nossos irmiius
K pela subdelegada da ir. -ur/.u da Una-Vista, '"' 'n^-:-!- Cumpre pois, agora, em oceasiao lito
n poitoguez Manuel Kerreira do Itego, por desor- i solemne, que rendamos um voto de eterna gralidflo
dem, e Jeremas Franciaco, por ferimenin*. | ao instituidor da primeira deltas asuaicIaeaSeB, a* m-
lleos gua.de a V. Eic lllm. e Kxin. Sr. can- i mora ,le J";lu Vicente Martin-, ao qual devenios o
selheiro Sergio Teixeira de Maredo. presidente da saudavel gozo de tanlus bens. Taliez, inestuo i en o
provincia.O ebefo de polica, l)r. I'olirarno Loves
i/ Aeiio.
HOSPITAL PORTIUEZ HE B
, FICEM14 EM PERMITO.
Discurso de para ser lido ta sessau
solemne do dia 21 de setembro de 1850,
em que se festejou o primeiro anniver-
sario da instalhiriodo inesmo Hospital;
'' '|ue()uarido chegou, para ser entre-
gue ao lllm. S\ presidente, ja' tinlia
lerminado o acto (poi potteo /.elo do
portador.) Publicado a' cttsta do au-
lor.
Senhoref.
I ermillcm os estatutos da Sociedade Auxiliadora
lo Hosp.l.,1 Porluguez de Ben-ticencnym Pernam-
buco, que no fcslejo do unniversarioTesfe inslallacju
desle seu Hospital, rraliaada no sempre memoravel
da Iti de setembro de I8\">, pn-sa, nao s o seu pre-
sdeme, como provedor que lie do mesmo Hospital,
mas quslquer dos ruiividado* ou socios alii reunidos,
recilar um discurso anronriado ao carcter da reu-
iii.lo.
I-, sen lo o nico modo ellicaz, de taes discursos
produth- efl'eito salutar, a sna impressao; qual-
quer qoe se alla impossibilitado de all reedar o qae
liver apromplado para tal lira, se o apresentar nesc
ai o, pudendo ser impresso. delle pule colherse re-
sultado igual, ao que so colbe, dos qne alli alo lidos
ou recitados.
I miado por esta conclostio. e privado a meu pezar,
do podar ler estas considera, o-., no acto solemne,
teuho k honra do o apreseniar nesle inesmo acto,
pon se ellas merecerem alguma conlemplacao do
digno sbcio que a elle preside, podero ser publica-
das eini as mais orarf.es qoe all >e apresenlarcm.
b.-peio merecer desculpa de erros involuntarios
que pataa coinmetlcr, e conlio que a oblerei, pois a
illu-ti, ye i que costumam diguar-se apparecer as
nossas .-linda.Lie, sao bastante indulgentes para o
relevar >m, em tiala da falla de habilia.-e que te-
a trelas desta ordem, e allendendo ao fim
lio em vista u o bulbo do bom nomo por-
quererei eu enumerar os beneficios que resul-
te* pios eslabelecimeuloi ? nao ; pois que,
e tal encargo nao Cajjer em minbas arcas, ca-
nto pa
que te
luguei
Ora
lam.d-sle* pios estabelecimeuloi ? n3o ; pois qui
alemi de lal encargo nao CaJjer em minbas forras, es~
aos biiuebcios sao de loaos sabido, e de mas, que
sera nbce.siirlo accrescentar, ao que se disse nos so-
lemnss actos da installacjn e abertura desle Hos-
pital, jpor oradores distiucloa ".' ou deiiar.lo oe estar
em ni;.-j memoria essas orares ? al ellas aalM
n iim.i publicai.au especial, que lodos podem e de-
vem bosenir.
Alak, sendo este pi eslabelcciraento um dos Bai-
la Telizes resultados da assoriacoes, haver a eipen-
der a seu respetlo algumas refleies dignas derecor-
darmos por soa utilidad.- eu jolgo qoe im ; razio
porq-ie deltas meoccuparei.
O meu fim especial, senbores, be estimular os
meo- compatriotas, para que coiuorram a elevamos
este siabtileciineiiio ao uri:o de prosperi.lade a que o
levemos e podemos clevir ; assim como a ROM
benimenla junta admiusIraUva. o as presliniosas
cninmisaues ijho agenciaran! as subscriproes com que
cltelse fundou, para redobrarem agora d sollicilude,
almo de oblerem o resto do capiU necessario, para
e concluir o endino proprio, e para o qual ja osla-
mos da posso do terreno em que se lia de apromp-
Sanhores, conlristava aindi pouco antes do anno
de iKo, o modo de viver da r-iuilia portugucia do-
miciliada nesla cidade.sem ler sicnal algam qoede-
notasse o seu pundonor nacional! por sso lambeni,
seru cousideracao alguma publica vegetava unica-
riiente, que nao viva ,,,, i eS,a poca, em Por-
tugal, nesse paiz, anda que abatido le >ua anliga
grandeza, se maut-ubam tantas associajies, que tan-
to houram a imiiieu de u.s localidades; quer
seiam associa(6es benelicenles, quer sejam Ilitera-
rias, quer sejam de anliga data, quer recentes crea-
coes ; que todas suslenlava em um estado de prospe-
nuade ; masa familia portugoeza residente em Per-
nambuco, sendo loo numerosa, nada possuia que de-
nolasse a soa philantropia, e o seu amvjr da pa-
tria
em principio desta, e com ludo ja estamos nesla
altura Ouc fc-ria se bouTessem fados ?
,\o lecharnos etb, s horas da manbaa, anda
nao era aqu dragado o estafeta do eoneio que lis,
de stippur saltisso dessa cidade qniiila-(eira,9 do cor- "pho
rente.
Findarei asta com a seguate variedade ;
\ aolagaDS e eondleea do matrimonio.
VARIEDADE.
Espantam-se os m.-c.w com o que onvem dizer dos
CMimeoloi, de ordinario ao mal csalos, porque
be de saber, que mullo in.ii corto be que o m.infi-
rmo arman
peridade daq
do dos seus desvellns : cumple que pro-igamos
senda honrosa qoe elle nos lrac,ou, pois aasini vcie-
m.-sem breve a prusperidade de taes insliloii-oes, al-
vam-se amassar e moldear -egundo os 1} .temas
mais eslranbos por legi.ladoresque deieohavam suas
narfs como depots o uosso dezenhou seus jai-
din.
I) principio (eral a que o" legisladores e os pililo
nligss derama preferencia tiafa a organlsa-
cab d s Estados, Tni o CofliiDonlfOlo, abjamo vaslo
e prufundo, em que dosapparece a hlwr-lade t.uma-
na, e Onde \.io terminar falalioenle > s diversos s\-
temas socialista. Toda) a- narne- antigs loraiii
mais ou menos dominadas por este principio, sobre-
ludo as repblicas gregas ; porm uenbuma o foi
8 tal punto como a de Sparta, org.inisada porl.\-
cnrgu, a imitara,i dos Cretai.
A omnipotencia do E>tado, nico proprielario dos
..,,, ur. ".-"" i en o ,llfll| i,,,,,, se c-,.iivert,i u.i mi,, liumor uue em mis oinnipni-ncia do E>tado, ubico
nella c dc-la, pois ambas sao o resulta- viride. em Sparla em cunsliluir segundo u
l'jrecc-lhi-s Bou moco ntnlravel a carga do ma- '""' "4 palrimonioe e a familia
rimonio. Be pesadisiima para os que a n.io sabem dividido em lanas parte icaae
, __. ,. --------................... r- es qvc ruusumein, a Honra ein ocrasia- .
de.xarde lemurar aquella que se esiorcam por pa- diminuida, a vida arriscada, e o que he
rererem religiosos ; aqueles qoe lazem eslourar fo-, l.llsr,(.u sempre quex," '
guelesemqualquer fesla de ,,reja, que veris ,,.o 0ra alv.caras. ja neT ai ludo islo. Em ver-
lSSSSSiT^SST ^"^'rco''\':'''e': -*"* cWe-ento nao irouser. ou.ro ..gom "nano, em lunar subl.ln.en.e .
md^rV!... *!El!ZZ J?*a bem' "* 10e ""' ,anlu' "''. J-t-men.e im armados de ponbae, lam em
SSS '^ ,!,! L'r ''* temidos d que a mereca o nome de santa e doce vi.a. Pos vejamos PO para apren lerem a cusa dos
ra.7a J."LC."11"'TU" l''V',"U",',..... 0f- q se -" casirio. a troco desea lil.er.lade M*> hbilmente o in
us tiene, e emlim sobre as pessoaa,
l.st.i nova o iiltima orsenisacao las corporacOes
ri.- j. que as stibnieilcu em toda a evleu-au ,iu
imperio ao redimen coinmiinisla, acba-H ja e.-labe-
teeida nai leu quereslam do reinado de Constantino
e das qu.ies a mais anliga relativa a Ma materia
he do anuo :lll da era vulgar i-Jn Iles.le a poca
em que euliou e:n vigor est.i nova orgaouaflo, as
associ.ices fabris e inercmlis lornrarn-sJ o que
a lois romanas cbamam .. i, rpo necessario '1\ A
.oininunbao ilnia lodos o, seus membros um carac-
era applicada ter indelevel. E-o carcter uo n ligou a coipo-
in typo iiiiuiu-i tac,iu por U{oe indiatoloveiieeueanligoi membros,
O ler.itouo era j Co..... lamben) coiidemnou a perpelui.lade da prolis-
quantas familias [ sao o lillio, o neto, e lodos os descendentes ateo
liavia na naeo,e os caiameuloa regulados domo- ioGntlo. Alcmcou igoalmenie o gearoque eaava
neira que ronservassem o Homero e a importancia I com a lilha de um socio, e foi buscar para subuiel-
da mesases. N.sse rgimen a le tomava a lugar I le-lo a mesma falandade lodos Bqoeltes i|no a titu-
lo gratuito ou oneroso achavam-se na poese de bens
eereaes de Annone, fazer o pao e dislriboi-lo pl-i, ma, prssoes como o fructo das aspira^Ses
povo. ludas ascoiporac.6es desta s.ute aasoeiedas dopove. >ao ha eoasa menos fundadad
a administracAo d......peno eram iespoii-a\eis. (19 j nielhaiile as-en.ao.
a respoosabiiidade venon primeirameule sobre o socialismo nao linl.a einda ullrapassado em iss
a acatibada esphera das sociedades secreta o das sn-
mas foraio pagadas em Dome do
is poplales nao mes mostraran!
-i.distas Ibas de Pre.o.iti<- e de Olame eram aaj|aMaa < re-
que se- I era de SSW ahbsdia uiat. Pooco a p-iooi, e-^i- .k-i-
ari- Ii.im.iiii de aborver a naskinanake e tum-
bas. (I E-lado, suprr.no rcvul,.|nr ,| l.nmei.
da ron-a-, apoderava e da popolacao -uperabun
denle das .-ri-.le- e a .li-lnliuia -\ ineiriramenle
I- campo :t" Todo o eomnaeri. li*re,
o IrabeltM) liulividual cria lii:line
coinmunida.lt.
pe-
i i.'llii* li'.Us
rte ..l.-urii. pela
, e o Estado mar. ira a anta che tart-
las, o sen noine m:m era cenhecido do publi.
piando suas doulrinas
governo, as massas
nenhuma estima.
Fot o proprio Mr. Prondhon que den testnnunlio ', cadoria- W) cr.mo e mximum de M oo mmu -
desta verdade peranle a commisaode devaasa encar- aalvaoaniea d: repblica de l'-ato. l'.i
regada de indagar a causas da iusurreicao de jooho.! o punto de vista econnn.iro *a .raaaanattaja a
a A mor parle dos obreiros, disse elle, lena penca trab-lho 1.1 dilectamente contra o seo lim. Ilisiiibu.
-\ni| alhia ao socialismo, n iodo as oliugarOes .egundo a-torca, e aesenaaaaa
loi o proprio podei que tomn a iniciativa .|j pro-, gande as necessidedee sena Henea ie o qoe prnour
peganda commonMj por eolliciU(Oo da elgunsaee : qoe consom. Fieando a aevgnena a 'giieemia a
larios : porqoanlo o direiio ao Irab'llm foi reclama- gula, a devaseidae a' cargo da act'.vrd..de. da imelb
principalmente por aquellen qi non Irabalham geucia, du salo, na nsodWaeio, a mola Jo Irabaln..
em li-roar-
da volitle individual. Todo o Espartano ora obli-
gado a caar, sob |icna de mulla.e de casar em urna
idade determinada. A mulber que a lei loe impu-
nba nao era simiente delle, era lambem de lodo o
eidlitao qae Ib'a quizesse tornar emprestada. Os li-
|oe hdviam perlencido as rorporarii.s ^ .
Esta orgamsacJIu eominnnlsla das eorperatOas fa-
hris e inercanua do imperio romana linha a deegra-
i de corresponder ao primeirodeseutnlviment-i se-
naseidoa deaas nnifles pertenriam ao E-lado, i rio daperoiialidde e da dignidada humana deudo
o qual mantinha a cifrada populacio alogaudo den-' propagaejo do chuslianismo
Ir os mais frcu< aquellos que esrediain o numero
necessano. E*ses meninos eram educados em eym-
nasins pela repblica, e enlregavam-se a rala do
publico exe. cirios de cauto, de doea e de guerra
em estado de completa liudez, o qual esladu con-
servava-se mesmo para as mi-lheres ali- qoasi a pur-
berdade. Os meninos destinados a guerra eram e\-
llurante alguns sculos o regimea das corporaces
fora para os obreioi tures un beneficio sem mis'iu-
ra. Neseaa pica, remotas desprovioas d-; poderes
pblicos e .te garantios geraes a existencia indivi-
dual era cheia de nscuseperigos para o flaco e para
o pobre. A liberriade, cujo senlimeritu anda uo
l.nb i adquirido nanita vivacidad*, nern sempre va-
! que elle tanto ullegam que deisam. Ila-se-lhe ou-
fe.idanios a ana misericordia infinita corn tl suppo
?*. j____,.,. j. ... L : Ifa ;enlrega-se-llie a mull.er com a liherdade, con
Epo.ler-se-li.io disculpar de lio imperiosa ob.i- T0I1,ade rol a fazenda. com a cuidado, com a
* ...Ta C0,D Sl P,r '"!'" ;,e>l"s.l'asa< > i obediencia, com a vida, com a alma. Qoem pesara'
idminislraiias a-i suas nmoln lamben nio.senl.-
o que rteUa com o qoe recebe que logo uao conhe^a
res; aqu gatta-se o necessano, o prertso.sem de- ; us Mnbo, nMU ,rorH
peed rio ; o ma a vigilante anidado be constante- mi das couaa9 mas aseurar dem fo.
T"^-em("J*"1'' P.la. ?"" a mento. A desigual tale na- ..lades, a fazeuda,
causa contradiccfio ; a contra liccao discordia. E.s-
aqui os Irabalbos fiur onde vern. Perde-se a paz.
e a vida he inferno. Para a salisfacAo dos pais cun-
vem muito a proporcao do ang.ie, "para o proveito
dos lill.os ii da la/euda. para o gotlo dos casados a
dos seus empregados aelipcnd'adas, que abusar da
desconfianza nelle depositada, sera' logo expulso ;
quanto mais, enliores, que o primeiro enfi-rmeiro
que aqu desenipeutiou lal cargo, servando mais por
dedicaran do que por intrnese, o Sr. Francisco Jo-e
da Silva Ma\cr, por (al modo reuuluu as suas des-
pezas, no comego do sea exercicio. que mal se pode all iddes. W.io porer que seje preciso urna con
abusar, sem ser logo conlircido o abuso ; a sorteda-! formidade de d
de muito ganhou com os serviros daquelle empre-
gado, e por lal raigo Ihe he grata.
Sabei, senbores. algum apparato que aqu vedes,
tudo que nao be rigoroso ace.o, nada cusa ao cofre
da sociedade ; com qoanto esta reuniao seja orde-
para da, enlre o marida e a mu-
Iher ; mas que nao seja esees-iva a vantagem de um
a outro. Deve ser esta vantagem quando a baja,
sempre da parle do mando, em ludo superior a
mnlher.
E quando em lodo sejam guaes, es*a he a sum-
ada nos nossos estatutos, e se devesse fazer com a ; ln,, faljeidade do eaeamenlo.-Dhda un. nosso greo-
decenc.a propr.a, essa despera a pagan. M dignos de mtmtt h ,rM .,,,,, mmmi llu .
1"} t J.U'"" ,nm",.',,M ',vai c"m 'a. """ d --casamento de Dos, casamento dodiabo. e ca
to. no anuo de IH5U, lempo em qoe daqui alsoem
ldu.onl.iM o descuido em qae viviarn os Portugue-
ses aqu residentes, e cujas lamenlac.es appareceram
nos jornac porluaoe/es, qua aportoo a eta hospi-
taleras plagas, o bem eunliecid, e boje finado loas.
Vicente ,,,-rlins; ese incansavel porl.iguez, queem
roniiono lidar, pelo bem do seu pioximu. e honra de
sua patria, leve a gloria de fundar a assoeuelo do
i.abinete Porluguez de Leilora em Pernamb.ico :
assocacao portugneza, que nob.lila os seus socios, e
lie all a ellos, e a sajantes della se ulisatn, a todos
os amigos da civilisajao.
I"l foi, senbores, o vigor dessa cxccllente planta,
.apezar do pooco esmero, on habilidade dos que lo-
go se encarregaram de a cuidar,; e o estimulo, que
a-guem logo empregou, pois acredilava nos benefi-
cios qoe della dev.am resallar, que em 15 de agos
lo de 1851, ella se nos apresentou rizonlia e mais e<-
perancosa. O Cabinete Porluguez se inslalloo, ou
abri seus poiticos, a quem delle se quizesse aoro-
veilar. p
Bi.sla.ile lempo elle prosperuu, mas mui leula-
menle, apezar da ellicaz ded.carao de alguns de seus
socios ; porm desde 185-i, em qoe lodos o Porlu-
guezes coocorreram para o fazer brilhar, deslruindo
os elementos que o nao deiiava.n vigorar desassom-
bradamente, elle anda esl.i robusto, e prornellendo
maior realce anda, se continuaren, a Irala-lo com
igual esmero, que lem havidu desde 1851.
E fot desta mesma plaa, que brotou esta segun-
da assocHcao porlogueza. nao menos olil, nem me-
nos honrosa, a associ.icao do Hospital Porluguez
do Beuel.cenc.a em Pernambuco. Socios daqueba.
com o seu director i trente, lomam corajosamenle
sobre seus hombros 13o ardu empresa, e sollicilam
os meios uecessarios para ito ; mas, em resultado
apparece evidente a ph.lanln.pia de seus compatrio-
tas, e estes delegando nos mais aptos, o pesado en-
cargo de realisarem seos generosos voto, anda con-
servara como seu chefe, o mesmo chefe da sua pri-
meira assocacaao.
Aqu notar., seuhores, qoanto se l.-sm adianlado
os Ponoguezes desde 18,50; para o Uabinele abrir
seus porl.cos, gaslaram-se !l mezes, desde que se
in-i -l.-.u a sociedade que o creou ; porem o hospital,
como sabis, do dia em -iue se Tez. para lal, o pri-
meiro convite, 5B de agosto, en. :t mezes, estavam
estos prticos aherlos para prestar seu socorros a
quem dalles oecess.lava. E vos sabis, seuhores,
como aqu se preslaram os servicos propiios daalaa
casas, logo no seu comeco, e n'uma enze de prova-
cao ; boje mesmo, lodo o respeilavel publico vero
com os eus proprios olho. a regularidade que aqu
se observa, regolaridade que he de lodos os das.
Se, porm, cabe gloria a sua admnislrarao, como
cabe com toda a juslica, pelos seus servicos inim.la-
vis ; nao menos gloria cabe a todos os socios, pela
acertada esculla que se es.neraram em fazer ; do que
resulla a conviccao. que a familia porlugueza, pos-
soe nao s eicellenles senlimeulos de humanidade
e palriolisroo, mas o necessario criterio, para mais
hr.lharrm os seus naluraes dol; resultando de lu-
do islo, o ella merecer a benevolencia dos fillios du
paiz que nos hospeda, a de todas as almas gene-
rosas.
E duvidar alguem. de que gozamos, de lao apre-
c.avcis bens o obsequioso roiuparectmento de tan-
la, c lao respMlaves pessoa, por sua posices olli-
ciaes, por suas viriudc, e por seus ralalos, as nos-
sos test,. no he orna prova inconleslavel e patente
a lodos da sua delfereuna pura comnnsco, para com
a lamilia porlague/.a os votos unsonos que ex-
pressam nestas Deesas hselss, nao sao garantas da
soa benignid* -e para eotnnoseo ".' Itio valiosas pro-
vas da sua benevolencia, de pasease tao eminentes,
nao imprimen iguaes sent.montos nos .leiunis seus
dignos c nciil.i.l,; -,,i nosso beueliein '.' Es.scnhores,
lodas estas vantagens lambem gozarnos, pelo uosso
amor do prximo, pelo nesso amor da patria, pelo
nossu amor a civilisacao.
Houni a tantea bens, aquella* qoe gozamos nossos
meamos patricios, peta gravidade que os noss..s
csemplos imprimem lambem a aquelles, que a sua
ertucacao fo. meuos cuidadosa, uu r rorluna menos
tieoigna, pelo que a's vezea se alla-lavam d'uma
conducta regular, e pelo que eram victimas de des-
asios, que a nos lodos eram dolorosos.
r. alada, a sombra deslae duas asnciacoes portu-
goeza-, os porluguaze* residentes em Pernaniburo ,
gaum de oulra, maiUs e grandes vantagens. a,
q uses rap Jmente r.fcrirei ; p.-is he nece-sario de-
monslra-Ia.
Ponuguezes como somos, quem de asa Sembra-
ra em Porlugal a nao rem rjoesai familias, ou al-
gn, asedan, que algum inleres.e tamben ti vase em
se recordar de nos qual a fulha publica que de
notdava noltc.as, recordaxa a nossa eileiicia *
instes eram os motivos quando tal sucerdia
alo ao anno de IK50 : e quanla diflcrenca ha nislo
agora. O Gabioele Portaetnea de l.cilora, dando
reaasrimento a i,...\ boa faina, deu lambem moti-
vo ti deflerem-ias dos nossos compatriotas ; ja' la' em
Portugal e mencionav ti nossa existencia em Per
uarr.huco, e o nosso bem entendido patriotismo
mas este hospital, senhoree, qoantos louvores nos
leu ? por ttl modo nos nobilitoa, que toda a im-
prens,. porlugueza, e de lodo os ngulos daquelle
reino, nos deu parabens, e elogiou a nossa dedica-
;io ntio como bous porluguezcs, mas anda co-
rno nona ekriauoa ; fez-nos jo-tica.
r. nao fram su nossas familia que exullaram ao
ver assim honrado- nossos iion.es ; nao fram s
uoss. Minaos; fram lo.lus os nossos humen de es
i V S v"vim '"-"s, soberano el-re o Sr.
u. ledro \. \o-, seiihore, conheceis oseu real al-
vara de > da julho do crreme t.i.nn. pelo qual elle
se dignou declarar-se proleclor desle hospilal; pa-
ra dar lslemouho publico do quanto Ihe foi grata a
^dos solemnes aclos da installarao e abertura,
das Iti de sMembio e IS de uovembro de 1855 :
honra Ihe seja feita.
Por mais de nma razao a lista dos contribuidles
lem de ser publicada no lim desle auno, e coro aa
suas residencias, all se vera' quem se Uve* negado i discoidi
a concorrer para esle rstabelecimenlo, mesmo aluda '
a raztre em que mi,rorreo ; quando all se virem os
iii-ni de fill.os deslq paiz, e lambem o de p-ssoas
(pie nao nasreram, nem en Portugal nem no ttrasil,
mas qoe sao philantrnpleas, e alguns de-tes com do-
nativos valiosos, valiosisimos, como se elhara' para
aquello portugus que all n.lne encentrar, on se en-
contr de um modo ridiculo J o desprezo publico o
punir' severamente.
No entanlo, senhores, dedicacao geral do Por-
lugi.ezes domiciliados em Pernambuco, he aqu co-
nliecda, e lambem em Portugal ; que talla, pois.
nos podem fazer rs donativos de lui.nens ngnietaa '.'
nenhuu.B : aquelles querein tratar de seus i raos
desvalidos, o futi ; qoerein deixar um t.sylo para
este fim los eos vindouros. o dexari.n ; 'aquellos
nao subcarrega.ao msis o IheMOTO publico de Por-
lugal, que pelas leis vigentes dt-quetle reino, paga as
despezas que o consoles sao ohrigadus a pagar por
lal motivo, nos logares em qoe exercem a sua aulo-
r.dade.
A nossa deiiberarao foi poaanir edificio proprio, e
curar os docnles qu honve-se, n.io temos forcas pa-
ra tanto por ora; porm com um pouco mais de dili-
gencia, as (eremos.
A benemrita junta administrativa, e as preslimo-
sas commisses que sollicilaram a subscripres, me-
reeerem nactaaleeonflenea pera oblerem 2:tXHl9'.HHi
rs. em una anadea de desanimo ; qn muo he que
agora, n'uma quadra mais lisongeira, obleiibam
mais qu.nze ou viule qoe Ihe falle pra se concluir
o edificio, e Irat. r dos enfermos justamente desvali-
dos, que aqu succeda haver ? valei-vos, eeohoree,
do veesa prestigio, e a noa obra ser' completa.
Na margen doCatiiharibr- exista o padro do nosso
amor do prximo, e do uosso patriotismo, assim co-
mo dos nossos votos de cordial alTecto oo pais que
no hospeda.
Se em frente de urna epidemia que tuneara va |ra-
gar-nos, lomos previdcnles e ganerosu. ; hoje que
ella nos poupou, seremos mrsqnuhi> '.' nao por
rerlo. Diligencia e le em lieos ; e elle nos auxi-
liara'.
Allendei, senhores, lambem. que. se t. prosperi-
dade da primeira da nossas assnciares, data da -
poca do nusso divorcio com os nossos empregados
consulares ; que ale della os expellimos, oceupando
'..lao lugares da sua adminislractio, os Srs. Joaqun-i
Haptista .Morena e .Miguel Jos Alves ; se elles ntio
coiicorrrram pira a crearn da segunda, neinuetla
lem parte por ora ; se a nossa separaran delles be
ta>. profunda que, como lereis nnlado, nao appare-
ce.n na- festasdeslas sociedades, poisninguem re oc-
cupa a couvida-io, e qoe por sua postean ollic.al
muito poderiam auxilia-las : lo^o que aqu chegue
ii novo cnsul nomeado para esta provincia, o Sr.
I)r. Jos llenriques Ferreira, cujo crditos sao de
um homem digno do maior respeilo, que prosperida-
de ellas utlo allinguir3o '.'
'taes sao, senbores, as minbas esperanctis, e os
meus desejus ; espemnc,as e desejos que animam a
lodos os Porluguezes que presam o seu bom uome ;
taes sao os votos da familia porlugueza que reside
em Peruambuco ; juluo-os digno do asseolamenlo
de todas as almas generosas, ile assim que nos
honramos, e eremos ai.ida mais dignos das a.tence
do filhos desle tlorescenle paiz, do honroso nome
que heamos dos nossos antepassados, e da conlem-
plarao do con.empnraneos ; cont que lograremos
realisar nossos desejo ; bastando para islo a existen-
cia de algn ananas compatriotas, que se lem enllo-
cado sempre a' frente de lodas as emprezas de reco-
nhecido e Inuvavel memo, inda que penosas, e a
lodas leem dado um impulso valiosissimo, digno do
seu nome. e do d soa patria.
Diligencia instlenle continua e incensante, ludo
vence.
E a ventura (pie eu desojo para as IneUtoicOes
portuguesas, seja sempre liel companhe.ra para a
das instituimos de co, e para as de lodo o imperio da Sania Crin.
Aece.tai, seuhores, os me os votos de respeiloso a-
gradecimenlo, pela vossa benvola dellerenria a' m-
nha enfudouha digressao.
erciladoe em fnrler snblilmente de dia, e de nnlle I lia a segurancia que ofiereciam aa'aesciaeoen, me-
lam embo-car-se no cam- I um quando as condires eram rudes e i'mperiosa.
campouezes sm|U Irab.lho dos escravos fa/ia lorie concurier.ria ao
irnigo
O rgimen da vida intima era regulada pela lei.
bem como o da edueaco e da vida poltica. A ca-
sa eram construidas segundo u... sx-lema, no qual
todo eslava i revi-lo al o numero, e a forma dos
inst.umenlns empreado em soa cunslrucrao. To-
dita popul.ctio .eunia-se em certu numero de re
teilono- publiros distribuidos por quarleires. A
naca-i inlejra reparlida pelas mesa coma as mes-
mas horas manja.e forneciins pelas familias, mas
determinados pelos regulanientos e |ireparados de
urna maneira prrscripla
los obreiros hvres, o son.ente ap.nados no Estado,
recebando sua dotase-, e sollrendo seu patrocinio
era que os obreiros foilificados pela vida comrnom
podan, viver, sustenta.-se c prosperar.
Porem quando oeeosinmes abrai.daran.--e, quan-
do ludo o uniNerso recebou pelo direiio de cidade
romana a comniui.icar,io de toda as capacidades ci-
VIS ; quando as municipalidades multiplicadas na
provincias lornaram-ee para os obreiros hvres um
ceutro de Irabalho e de vida administrativo^ a c-
llela commurti-la lornoi.-se Insopporlavel para as
almas altivas, para as naturexaa erdenlee e fortes
Semelbanle organisactlo e (acs coslumes suppn- | Islo lie, para a parle mais intelligei.le, mais moral,
uhain evidentemeute urna narao pouco numerara, IO mais laboro,, das corporacOn obreiraa.
Viveodo em completo isolainent.. e em absoluta ocio- Oe obreiroa qoe nan linham emblgflo, i.e.n ardor,
sidade. Com efleilo, a nacao espartana durante o I nem confian(,a, o caracteres mt.neiras, liouxos e
seu periodo mtus (lorescenle nunca excedeu de Irin- i indecisos, os preguicos.s, os fracos, os doentes, lu-
la c seis mil individuos, inclneivanwnle Irinta mil I dos aquelles que preferem a mediocridade sen. es-
campoueze que eslavain espalhedoS pelo campo, e forros ao bom socces-o e ao brilho con. lulas perma
rullivavam a Ierra. ()< eslranaeiros nao eram ad-1 ntcorem liis o rgimen da vida coniruuni. Eli
miltidoa na cidade, e era prohibid,-, toda a relaco deva o pilo e a it..biiti-;a-.. dispensara de previden-
commercial com elles. Os cr.ladtios tilimeul-.io- "J e de respoiissbilidtide, ,.ln vivia-se menos do
pelos Ilutes pas-avain ti vida a mesa ou nosgxmna- que vegeltiva-se ; mas a liumaiii.Ude, lie um vaso
sameuto da .norte. De lieos, o do mancebo com a
moca Do .Itabo, o da \elha rom o mancebo. Da
mite, o da mora cero o velho. Elle rerlo linha
raztio ; porque os casados moros vivera com alegra.
Aa velhas casadas com mocos, vivem em perpetua
Os velhos casados com as mor.sapres-
sam a morle, ora pela- deeconiancae, ma pelas de-
masas. .Mas porque oslas censas sao uiuilo geraet,
e anda os incanatos lem della conliccui.ento que
os euleodidos Ibes eobeja, he lempo de passar a al-
gons mam particulares axisns. para o que se casa,
a sna alma se arrescenla unir alma de novo ; a sua
obrigarao se ajunla uulra ch.garao. Assim devem
crescer seu cuida los e seus respeiins. E da mesma
aorle que se a un. homem que pussuisse nina herda-
de, a qual cull.va-se. Ihe foaae deixada outr a de no-
vo, para o mesmo (ATeito ; este tal homem, sem di-
minuir em sea alegra, era forra une na diligencia
se avanljjasee por abranger com seu Irabalho a am-
bas aquellas suas fawndaa; nem man nem men
deve o casado mull.pl car o lempo e a fad.ga sem
que por -so se entristece por nao fallar ao novo
cargo que tonino, e Ihe entregaran corn a mulber
que Ihe deram : ntio para que a arriscas-e e predesse
e a si com ella mas para que com maior commodo
e descanto podesse passar com ella vida. Passe-
rnos a ver e ser possivel dar alguma regra ao amor
ao amor que soe -er a principal causa de fazer
os casados mal casados ; ninas Vates porque falla, e
nutras porque eobeja. Armemos-Ib, se quer, as
redes, raa elle s qoiter. e n mais certo ser que
ve e fuja delUs ; porque quic. por issoo pinlaram
Comoras. Anta-as a mulber, mas de lal surte que
se nao perca por olla seo marido.
Aquelle amor ceso fique pura as damas ; para as
mulberes o amor com vista. Ora curo os olhos que
lem. ou os peca emprestado ao cnlcndimcntn des-
so que Ihe Sobaja. Digo, perder pela mulber : per-
der por ella seu marido a digo.dado de homem, de
Ihe nao conlradizer sua VOHtado, quando he ju-lo
que Ihe a contradiga. Saiba-se e temase que lam-
bem ha naicisos do amur alheio, como do seu pro-
prio.
('ahavam muito cer.os rardeaes ao papa Po V
um seu criado que elle ma.s favoreca. Responden-
Ihes : Kom lie, mas nunca me con.radiz.
lao louge esta de ser deer.nor qoe anles he per-
feicdo do amnr o saber encontrar a vontade de quem
e ama, quando ella nao deve ser seguida. Ha al-
guns de tilo pouco juizo que fasem oslentacao de
seu proprio capliveiro. Igual abrola be a um ca-
sado saber-e que o governa sua muther, que saber-
se qve ella he de seu marido escrava, e uao compa-
obeira. Este fiiro, esta prerngaliva de que casta um
he bem que uso logo ao principio, convem que se
concert. O marido faca as veres de sol em sua ca-
sa, a mull.i as de loa. Allumie Con. a luz qoe elle
Ihe der ; e tet.Ha lambem alguma claridade. A elle
sustente o poder, a ella a est.macao. Ella lema a
elle, e elle faca que lodos e-limem a ella ; serao am-
bos obedecidos. Ib-era eu que as molheres sao co-
mo as pe Ira- preciosas, cujo valor cresce ou mnigua
segundo a estimarlo que dellas fazemos.Os que
casam com mulberes malote- no ser, uo saber e no
(er.esttlo em grt.ndssimo perigo. De-te nos livre
Dos. Os mais anuos sao grandes arrhas no casa-
mento em favor da ani.oi la le.lo marido. O homem
qoe casa com mulber de pouca i.lade leva a deman
da meio vencida. Nos lenros anuos nao ha ruin
coslumes. porque anda rnenos advertido esla' u
animo como hospede, e nao de assento. Accusando
um homem a sua mulber de mil acoslumada, dian-
te do seu principe, foi delle perfumado de qoe an-
uos entrara ella no seu poder ; c como Ihe dissera o
marido que de doze, re-pondeu aquelle re.Pois
VOS sois o que deve ser castigado, rpie lao mal a
criasles. I m lean en. pequeo se amansa ; tos prn-
prio ferros da caiola en. que vive preso loma af-
fectlo um passarinho ; sendo aquelle por seu na-
tural feroz e esle livre. He a creacao outro segun-
do nasrime.no, e se em alguma cousa difiere do pri-
meiro he s em ser mais poderoso esle segundo.
Al para a semana se Deoafer servido.
I m passarinho.
sios, e eia axioma espartano que o Irabalho he in-
digno de um homem Itvre H .
Os pbilosophos mais celebres dessa poca, que f-
ram igualmente os mais celebres de lodas, professti-
vam lambem a reepelto da poltica e do moial, lae*
qua-s a comprehendiam, esses principios monslruo-
sos en. que os legisladores gregos linli,un fundade o
rgimen de seu poves.
Plattlo em dous tratados mui famosos a e Kepu-
blita c as Lele, prope um governn completo, eir
que ten. e-ruma- e fezes enmn os oulros. Pelo con-
trario os obreros que senliarn-se con. animo e re-
aolocSo, que tn.li,m o .lobre desojo de elevar-se
pela intelligencia e pelas vigilias, de perlencer a s.
mesmo, de dispar de sua pessoa, e de ler lill.os
que ntio seriam encadeadns ao seu proprio desuno,
esses faziam csl'orros mcessanles e desesperados pa-
ra escap-r ao aperlo mortal do cou.muuismu.
I ns expolriavam-se, esperando adiar uasregoes
mais longiuquas do impert, um canto ignorado, ou-
ruja organisaciu. Socale ace.la e exagera as doulri- de podessem viver livre.nei.te. Oulros enganaxatn
as de Lveorgo. O desprezo da e-pere humana I OS cenluries.e fat'.iam-se soldados preferindo a exis-
tencia pengosa das campaobas a' existencia mono-
ahi he levad., a lal ponto, que Scrates aulonsa-se
do o exemplo dos animaes a para consliluil a familia
a seu gosto, c traca o papel da esposa e da mai pele
exen.plo que lite ..florece o a fen.ea do ci. (7
Aristteles nao admillio a omnipotencia do Es-
lona e sem perspectiva da enrporacao. Oulros em-
lim engaitaran) o bispo.e am occullt.r no saurlua
no faculdades que julgava... dignas de ser eroprega-
das no serv.co do Dos. Porem quanto mais obs-
tado ; mas consi.lerou os individuo como destinado i linac.io e sagacidade empicgavem pare escapar
pnr r.alureza s diversas fuucces sociaes, temi i t\ra.una das corporaces os ubreiros fortes, resolu-
t.a-ri.lo mis para senbores, o.il.o para escravos. ; loe, e ambiciosos, islo be, aquelles que eram a llar
Peusou tamben, que o legislador poda e devia ron- das corporaees, aquelles cilio irahslho mais esc
servar a popularan em um nivel consiente, quer pe- recido c mais activo lazia os oulros vive.em, tapio
la de-ti ..ira., dos niei.ii.us iuuteis, quer pelo aborto \ mais o governa aferrava-se a persogo.-lo em seus
das mais. 8 reiiros ou em seus il.slarces. Kescriplos dos mpe
Das repblicas gregas passou o comrounismo i redores davam aos icitores das provincias, aos ques-
repulilira romana, modilicando-se um pouco en. lores dos exercitos, tos proprios bispos a ordem de
proveito da liherdade. O poder absoluto sobra as restituir a da reenviar a Huma os fugitivos, anida
pessoas foi devolvido aos chelea de familia : o Eta-1 que livessem enluto as ordens sacras, e eslivos-
do reservou a s. o imperio sobre os coslumes publi-lsem feilo macnos .'.
eos, o qual fez eiercer pelo censores. O vicio fundamental da urganisarao communista,
O poder sem lmi.it- exercido primitivamente pe- I e aqutlio que desde o reinado de Cntlanl.uo a lor-
io Estado sobre a molheres, os meninos e os es- nava inlok-ravel aos melhoies membros das corW-
eravosabrandoo-se eaparoa-ee gradualmente naeIraees fal.ris e mereanlis do imperio rumano, era,
mtios dos chafes do familia polo desenvolvimenlo I sna apphcacao .. vida civil. Esses horneas posto
naloral das lfeires. A c- mmunicacao das mulbe- que Itvres, proprielarios e casados litio possuian. re-
res enlre amigo anda na.' eslava completamente I alenle liherdade, patrimonio, nem lamilia. Ti-
exlincia nos mai bellos das da Repblica. !) [m- una acaso liherdade quem era volado pelo na-cimen-
molavam-se anda meuiooa a Saturno no remado do j lo a um ollic.o, a urna organi arao, a urna dtscipli-
Tiberio 10; ; e ainda eram dado em peuhor aos I na, debnixo de cujo imperio era cuiidcmiiado a mor-
credore no reinado de Marco Aurelio. {111 Augusto rer ".' Tinha patrimonio quem eslava privado da
impox por dea leis os primeiras ordens do impeli i faculdade de atanor ln rntente delle I ...ha fami-
a obrigcao de casar. (12) I lia quero mi poJia sublrahir seus lill.os a fatalidad"
O poder da censura regulava, como he sabido, a '
.1
-b. ( |la,, tardara em afn.uxar
A primeira conferencia que b.iox no Luxembur-i geral.
go a > oe maicn de 1818. moatroa qUal era n verde- A acr.lodissulvedora da suimarau dada a preguna
deiro espirito da- rl i-ses obrei.as, e dru toda a me- nao escapara nileirami-rite a Mr.'l.. uis Klaur. t elle
didadesou aspirsfee. iultar nwSer remedia-la nti ganda a ana aasaa aens
(..invocado por .Mr. I.oui llanc e por .Mr. Albeit a qu.ililicacao de Intau o u.mes do iirecuico,.-
em nome do t;i.ve.no provisorio para resolvorem con. Sil.
esse guveroo o Brande problema dn sna sorla os de- Em pr.meo lugar a pregnica lana ara ,,
legados das dive.sas curpuraci.es subirn, surcessiva-. lodas a ci.iis.is. e ha cen BSSssaaraa de ana tj/.i
mente a tribuna, e espozeram o voto das ollicinas, o bstanle ante .le dwaar a nao f..zer nada. A.m
qual redu/i -se a pedir duas cousa-: ,... ,,.ie tena ponido menee peaantmaaa do mmt
1. A redueco de orna hora no dia de (raba-' os mandries. Alem do que ulo prova a rxperieiicij
Iho. que as r.ature/.ti n.,.' bab.lu^m-e a' rgonata "' ..
J. A abolirao da marebandage, isto he,da prelen- uoste loria dado na flinna- um resultado que pe-
dida exploradlo .le ui.s ohretros por oulros ohretro, lour.i.l.o e as gales nao rtta na -..ne.l.i.le.
ine-ires de obra. .V> ponto de vista poltico e*a i.rgao.sacao do Ira-
Itcuuido a I de mairo no l.uxombnrgo os patrSes balbo falla a sociedade recuar Ir rn.l anoiM.sVsoi-
co.isentirain no duplo pedido dos obrciio, o qual jando-a de lodas a conquistas fe.I pela dignidi.de
receheu inimediatamrute a aanecao do un. decreto individual sol.re a falali.lade anliga, e toriiau.l i
-" enllocar i n.u_..e como rebai.l.os debaixo do de>p.-
Ei< olliritilmenle Iracadoo limite das aspirares da li-mo do estado,
classe obreira. ludo o que excedeu este limite fm Ella earnaeMava o eslranbo -perla, ulo de um re-
inventado por Mr. Ion- Blanc. publicano accusando a Itlteidade .aqu.llo ..ur ,. r,
A' quel'c que ped.ao urna reduce,".,, as horas de eter.iameiile sen titulo ao .mor ios hon.ri, m |w
Irabalho c t. abolir da marebandage deu-se o so- de dar coda um eu valor real, de |M,r cada aa e
ciali-mo, assim romo se .lera repblica aojeeltee qoe locar que Ihe be marcado pola sua obras # laSol-
reclamavt.m o direiio de fazer banquete- -em auto- I.gente cima du e-tupido, o laborioso arima do p,e-
risacao. g.ncoso. o sobrio acama do aaansnlnr, o que na"aa
B. doutrina pregada por Mr. I.ouis Blanc linha loreza humana be podero-o e nobreeciaka tt anal be
;mpolente e desradado. o direiio dado a' namana
\&0zz*&ponbttuia.
tli'Ui'hlv' C lU''v
despeza iulerinr das familias, o numero e a quali-
dade dos vesbdos, o preco e a delicadeza dos man-
jares, a importancia das estribarlas e o luxo dos jar-
dins. A liherdade e .. .heida.le dos individoos e
das familias eslabelcceram-se com lenlido ; furam
principalmente o resultado da propagaro dos dog
mas cl.ri'tau sobre a erigen*, a nalurezo e os los
do homem. O principio da respousahilidade as I reunidos em conventos,
obra devia necessariamenle Irator comsigo o da es- guando no comeco do seclo VI, S. lenlo deu Itio
ponlaneidade das delerminacOes. vivo impulso ao goslo da vida ceuobitica, mudou pe-
Se a repblica romana arrastrada pela correule do la mais feliz inn-.x.trao a correnle de mxslicismo re-
progresso, que torna de seculo em secuto o homem | ligioso, que desde tres scalos atlrah.a os enrielaos
mais moral e ma.s livre. afronten um pooco os an- i para a x.da isolada ou contemplativa, apos os passos
que os prenda para sempre ao destino paterno
O rgimen cum.nunii.ta oso poda eoovlr -na..
as poca em que os bou eu- ntio linham sido ainda
penetrado pelo seiiliineulo o pela necessidade da
propnedade individual e da familia, ou as pessoa
que M.itiiii.it...mente linham reuunciado a urna e
oulra. ile por isso que esle rgimen foi lao feliz
mente appl.cado pelo cl.risl.auismo aos religiosos
IpojucaTiide onttil.ro.
Dous seniimenios opposlos nos assaliam lodas as
vezesque lite desojamos cscrcvcr, e que como ag;ora
nao occorrem novidades para llie participar ; senli-
mos a lallencia da factos para eneber a nossa mis-
siva ; o estimamos por sera prova mais evidente
de que estamos no gozo da paz, e da tranquillidade
em graca do Senlior.
No dia 7 do correnle foi mudado o commandan-
le do destacamento desla povoacao, o segundo sa-
nenlo do corpo de polica Claudino Fattstieio da
l'az.l.a encontradas opinics quanto o sna retirada,
querem uns que fose ella devida a motivos do ser-
vic-., o oulros que ella se elTecluara por indisposi-
Qoes com alguem a quem lie subordinado, seja como
for, o que nos (tumpre dizer he, que o Sr Clau-
dino, emquanto esleve nesla povoacao, ja como
militar ou como homem particular, sempre mere-
ecu a consideraciio de lodos, satisfa/.ia com os seus
devores sem fallar ao respeilo as pessoas, e fazia-
se respeitar cultivando relacr.es com as melhores
pessoas daqui. Nos cordealmunte lltu agradecemos
e louvamos o comportamen'.o que leve desde o
dia la> de mato, que aqu chegou at a sua reti-
rada.
O nosso laberneiro acaba do sollrer um golpe em
seos interesses, que Ih'o nao desojamos, porem elle
o m ello foi o culpado, entregando o pequeo ne-
gocio de sua taberna a um rapaz que lem o mi-
los enlre as unlias ; elle de ludo deu cabo c Ik>-
loit fora, puiorou ainda mais as aperladas circums-
lancias em que se chava o patrio : c esse bom ,
menino passeia agora na ra milito ancho por ter!
augmentado a ruina do patrao.
O SOCIALISMO NA KEPl'BI.ICA DE 1848.
I'or Mr. Grmter de Cattagtuc.
Depulado ao corpo legislativo.
Designa-te desde alguns anuos pelu nome de so-
cialismo u.na inculcada scicncia publica, que lem
pnr ..hielo a destrailla da suciedade moderna, c a
organi-acilo de urna nova ocedade, da qua) a na-
tnraza, a base e o lim variam infinitivamente, como
os proprios svslemas sociali.las. Con. efleilo, lodo-
esses -yslenitts conlundem-se pelo odio que consa-
gran! ao que he, e lodos difieren, pela idea que dtlo
do que deve er. Segundo o dito de um mi--.ro
nesla materias : vNao ha dous socialismos que se
as-e in ei bem I ...
Arha se em Indos bs svslemas socialistas, que por
mai Demorosos e divergentes que sejam, una pre-
sumpc.loe un. erro commuus e fundamentaos.
A preaomptjlo eonsiate em querer curvar os ho-
inens, os povo, as sociedades, as crencas, os coslu-
mes, os hab.io-, segundo certas coinbinaei.es ai-
bilrarias e ideaes.
O erro consisto en. ntio saber ou em e-quecer qoe
quando fundaran.e as ames primitiva, os le,;is-
la.lore amigos Mino. I.xcurgo, Soln, Niima, aa
lancaram nes-es moldes, nessas loiuia aocialislaa
OU communista, re.suscitadas no seculo Wl.gt.ba-
dai no srulo XVIII, a propostas em nomos da.
O elfeilo da liherdade, da dignidade. e da rnorali-
dade ereseentei dos povoa foi justamente quebrar
esas formas asaltantes para o progressus da razao
homaua.
Ordenar agora as nari.es que esquecan. .. adian-
lameoto qoe hab !.du desde sua origem, e quees-
ligos lacos da sociedade civil, nao acontecen o mes-
mo aquelles que envolviam as deanes obreira e mer-
eanlis.
Poslo que a esrravid'o fosse ero pocas remota
universal e severa, comtudo hara em todas as ci-
dades certo numero de liberto. A organisacao feu-
dal da propnedade laacava esses humen- as pro-
fises manuaes e no negocio, e elles oceupavam
ntreos escravos e o patricios urna po-^ao interme-
diaria e delicada qoe lo tos os legisladores liuham
regulado.
Na hislo.a da admin-lracao romana as associa-
(es fabris ou merrant.s linham o nome de a Colle-
gios ou de Corporaces. .. E-sas associaces lao an-
tigs como a mesma afio romana, receberam de
Nuina sua organisacao e seus estatutos. [131
T.veram desde seu eslabelecimeotu orna dotarao
do Estado, a qual constituio como os bens da coru-
monidade, e fui inalienavel. 15 Cada coromu-
nidada foi revestida depois do carcter de paasoa
civil. As corporarjes herdaram pois de seus mem-
bros 15 e poderam receber legados. (IB,
As e'trp'Tae.u- romanas cor.servaram urna exis-
tencia propria e separada, viveodo segundo seos
estatutos, cuja observara.. Ibes era rigorosamente
imposta at o meado do seculo I da era vulgar, isln
be, al o reinado de ero on de (alba. Nessa po-
ca ellas ja sao ligadas a adminislractio do imperio,
e iilo podem mais eslabelecer-se sem a aulonsaca..
do imperador. Ksla resulucao foi lomada uo reina-
do de Trajann. 17
A_ principal renda de Boma, bem comode ludus
o Estados amigo- consista no anendamento das
Ierra publicas, cujo proco era pago em productos
naluraes. A conqui-ta .leu i- rendas do ll.esouru
romano proporces immeusas. Assim era mialer
urna organisartio especial para receber e fazer che-
gar a Boma es-e imposto. De outro lado a distri-
buico gratuita de trigo, vinho e azeile concedida
pelo senado em favor do povo, em consequencia de
sna lula com os Iliacos, obra de cem anuos antes
de S. Antonio, de S. Pacomio, de S. Simtlo Eslev-
la, e de oulros veucraveis eremita do alto Egypto.
A vida commum dos mosteiros foi lao santa quanto
a vida isolada das gruas da ThehaKla, e f,.i incompa-
raveirneule mais til a civilisacao do mundo pelo e-
xemplo da raorahdade, e do liabt.lho, collocado im-
medialamenle aos olhos das populares ainda pa-
guas.
O cenobitismo, a vida commum, o communismo,
como diz-se hoje. Imita enlAo a vantagem de ser
urna turma de sociedade usada. Applicando-o ex-
clusivamente a cel.btanos retirados voluntariamente
do mundo, que nao conservavam nelle bens nem la-
cos, S. lenlo lit.in-lhe |o-'linele.i,]utllo que o I .r-
neva odioso aoa obreros das corporaces romanas. A
obediencia ab oluta, a i ma.., dos'direilos mis, a
fntalidade qoe caba sobre o Tuluro de orna familia
doviam revollar a homen que nao l.ul.am acce.ladu
livreinenle tal rgimen latiiu quanto essas obrigaces
er-m simples para Lomen que iam volunla.iam'en-
te ao seu encontr, que proruiavam sua alegra tu
priyaeo dus bens e das relaees desle rouudo.
Considerados simiente como loros de Irabalho, os
mosleiros adianlaram m.l anuos o arrute,.ment du
slo e a moralisaro das almas. Muando o Occiden-
te eslava coberlo de uarealea, quando achava-se lou-
ge a auloridade protectora, os abbades que fallavam
e obravam com a auloridade da igreja, eram a mais
Segura e a mis constante proterrt'io do povo. Depois
que gener.disou-se o imperio das le.s, depois que a
existencia de um mendigo enmecou a ler as mesillas
garandas que a de urr soberano, as facoldades in.it-
viduaea poderam desenvolver ellicazmenle loria a sua
forra, e os convenios tcrn..do-se motis como ce-
iros de aclividade de proleccao, c mullo excedidos
pelo desenvolvimenlo do irabalho livre, i.3o sao ge-
ramenle a esle ponto de viste mais do que nma for-
ma social eoxelbecida, e un. obstculo o ctividade
geral.
Com elles des landa.te os ltimos reatos do edificio communista, de-
da era vulgar, neeewilon lamben, de ...na almini | bailo do qual Unbam-SO abrigado as sociedades
K-le du
rnercan-
Ira^tio especitil encarregtidj desee serviro
po ollicio foi imposto as corporares
lis. .18
Assim a corporarao dos baleleiro leve de Irazer
o Irigo do Egxglo, da llespanha, da frica, da Si-
cilia e da Gallit ; a doscarnice.ro leve de receber
o dizi.no dos rebauhoa, a do medidores de Irigo e
a dos padeiros livcram de meller em armazen o
Y Vida quanto as parlicularidades relativa a
organisacao de Sparla, Piularen. Vida de I.xcur-
go ;.. Plattlo, llv. V da uKepnhlica ; liv. IV. V,
VI, VIII, .- XII das l.eis, e Aristteles, liv. II da
((Poltica...
I. ion.i mi as mana as eadeiea infamantes das orgnica- i sendo mal a ninguem.
yus primitivas, he tentar urna cousa lao insensata e I 7 Plaljo, Da /.'cp., liv. V.
lao irapossixel,quanto o seria ordenar a um homem | 8 Aristteles, Poltica, liv. V cap. XIV,
qoe esquera o que leu. sido dt-tle o berro, e vollei '' Tertuliano o allinnt. quunto aus Komt.nusde
ao seio nialcu.o. ten lempo, o las remontar esse exemplo a Calan, o
..A nica obiecr.io que se pode fazer ao iin,.u | antigo. .. Non amicornni solum molo nialrii.....
ivtteme, cuja lgica paiere-.ne irrefulavel, dlzia
Mr. I.ou-s Blanc, be lirada de a sua uovnladu -!).
I> leilor vera'ame eate systema soseila cem objec-
centes. Eoi preciso urna ceeuetia extraordinaria
para ser propotta em nossos da a organisacao com-
muniala c.m o vicio fundamental que a lurnaxa o-
dio-a ha mil e quinhento annos, islo he, com ua
applicart'.o a vida civil
l-'oi por meio do renaseimento Iliterario e philoao-
phici. do seculo XVI, que os sistemas soei.ilisl.is do
antigo* penetraran, na sociedade moderna,da qual o
espirito crescente da democracia litio lardara em
banni-lns para sempre. .
A prupag-raosubila eenthusiasla das obras gregas
e launas, den urna especie de i.om.I.i le a theorias
de Plattio, ea politira de I.xcurgo. cujas '.-.'.a- Wn-
ilamenlt.es, os Iliteratos poderam adiar nao l.'t pa
do rbanceller l'homaz Moore, c n.i cidade o ?oI do
dia em que volitiva mui lrile para a casa um n- dominicano Campanella.
dadao que acabava de ser coii'leinnado p..r pregui-' O S(-ulo .V V III par I icu I rmente volado ao trium-
ca pedio aos seu-vi-inbes que Iho moslraaeem en, I Pn? da pl.ilo-ophi.. nao deixnu de dUpolar-lhe a
ci.lad.io, que fora punido |.or (cr vivido como ho- mais con-ideravel da suas prrtences, que ha^lfimn-
mem livre. > Plotarco, Vida de l.ycurgu- cap. veroar os pavos ^S Elle fez. rev.ver o commuui--
XXXV. Por ah ve-seque o rominu'uismo ailie- mo de Plalao nos livros de Mablx.e no o Teiephc N
niensc nnpnnha o brabalbo aos eidadior, entrelanle ! qne o communismo espartano Ih'o prohiba. Nao Imbuido das doulrinas 4nt admil(ia-se em Sparla nem em Atacas que un. ho- i hunos da revolurao levaran, a theorias grecas at a
mesmo ntio la- l applicacau. Saiiit-.ln-t quena eslabelece. o conimu-
1 n.-mo de Pialan ein franca.
Comirou pela tentativa de ID Je outuhm de 1793,
Mr. I.oui
por lim abolir a pobreza JH e anego! a rada
obreiro urna renda proporcionada as suas necessi-
dades e aos seu -.esej 8(9 por meio de urna orga-
nisacao que rednzia-se ao puro commanisme
Algnos breve- cxeinph. moslraram qoe nessa dou-
tnna .. alvo era chi.nerico, o meio iniquo, o resol-
lado antisocial,
II meller em seu proprio espirito urna chimera,
e ollereccr as nalurezas depravadas urna sea pon-
gos., aniiunciar un. lado aoasal, em qoe nSo ha-
ver mais pobre, em que cada qual estar certo de
ler rendas p.oporc.onadas as suas necessida.le e aos
sen desejos. A-pirar a bannir complelamcnlci a
pobreza de-te mundo ntio he querer simiente me-
Iborar a u.-.-ln. '-. humana, he querer muda-la. Crer
que todos podem ser igualmente rico, he crer que
todos podem ser igoalmenie roorjos, fortes, laborio-
sos, iutelligentes, o moderados. O equilibrio nflo po
de ser perturbado as qualidade phxsic.s o maraes
do Lumen-se... qus o seja igualmente en. sua con-
dio/io. A experiencia e o bom sonso eneinam e
es-c equilibrio nunca exilo de urna maneira conti-
nua, se existe algomas vezes de urna maneira pas-
sageira, pode ser sempre perturbado destruido pelo
acaso, pelas doencas. e pela mo.le. (Jual he a iiua-
co teliz, qnalhe a fortuna iuvejada que nao he
cada da Iramtornada pela imprudencia das pessoas
oo pela falalidaaedas cousas".'
Porem se o homem he incapaz de dominar as
caneas que podem inressanlemenle obrar de fora
para impedir nu de-lruir sua fortuna e sua fel.cida-
de, muito mai kncapaa he de dominar aquello- que
Iraz em si inesmo, e que ronsialem ua volub.lidade
de seus desejos, na loucura ou na violencia de suas
paix*s. He muito mais rsRoavel, diz:a um grande
espirito da nnliguidade, procurar nivelar as paixrs
dos Lomen- do que seus patrimonios... ||e o -tu.-i -
lioo. e nao o neces-ario que faz commeller os maio-
io- crimes. Ninguem u-urpa a Ixiannia par., ga-
ranlir-se da chova e do venlo (30. o A fortuna e a
felicidade sao cousas ideaes, relativas ao carcter dos
homeus, e que nao poden, ser d.slr.buidas aos indi-
viduos segundo nma medida commum, bem como
a- porres de terreno ou as -ommas de dinheiro.
Mnilos bomens aao mais desdilosos pelo que nao lem
do que diloso pelo que leem. I ns caminham b.da
a vida para a febcida.le trabalbaudu para amouto i
a lorl .na de seus goslos, oulros cliegam a felicida-
de logo do primeiro paso lomando os goslo de sua
fortuna.
Ou.udo Mr. Couis llanc promell.a aos obreros
que dalia a buba em pagameulo do seu Irabalho a
felicidade que resulla da plena salisfacin das aeres
sidades o dos gestos :tl era como se premetterse ga-
rantir a Indos a saude, a alegra, a moderarlo, e a
prudencia. O leilore vaem a que ponto se'me.lian-
te promessa era illusoria e insensata
lie ver.lade que Mr Lois Blanc nao promellta as
elasses obreira e-sa permanenr... e ea ignablade
de fortuna e de felicidade e nao na associacao; mas
a ..-..narao qualquer que l'osse, nao poda ler a vir-
Inde de mudar a natureza humana. Por eslarem as-
-oci.il... os obreiroa ..lo deixanam de ser homens.
A ...-'....i proposla por Mr. I.ouis Blanc repoo-
aa sobre um principio, que constrie urna das
principaes monstruosidades du socialismo, he a soli-
dariedade enlre todos os homens. Couheceu o que
a desigualdade de idade, de forca, de aclividade, de
inlelligencia, de r.-olueo, acarrclarittm nalural-
menle a desigualdede de Irahalbo. de salario, e de
renda, Mr. lu. Blauc eslabeleceu por principio
qae os fortes nulririam os fracu, que os laboro so,
uulririam os mandues, que os babel uulriria.n o
ineptos, e que na asociacao cada mu reerberia nao
em razjo de seu liabalho e de sus serviro-, mas em
razao de suas neressidades -12
Tndavi ponderando que seria iniquo e dese rador om systema que lizesse da parle mais sadia e
mais ulil da sociedade a escrava submissa e a forne-
redora obrigada da parte mais corrupta e m.is one-
rosa, Mr. I.ouis Blanc quiz enllocar seu angina da
solidanedade (33 renovado do Deslino anligo, de-
baiio da salvaguarda da fratern.dade humana esla-
b. cenla pelo chri-lianismo. Nao reparava que a
fralernidade he o contrario da solidariedade, e que
a mienta terrestre de Jess Chrislo leve justamente
por objeclo resgaslar os homens da solidariedade
original.
\ fralernidade chrisla he un. senltmento livro e
esclarecido, que nos iodoi a ver lilhos do Pai com-
rnom no homen que nao sendo de nossa familia
real, todava tocan,-no- pela origem, e podem locar-
nos pelo fim. Esle se.ili.nentu inspirado pela revela-
rlo lie e-sencialmenle rrfleclido e espontaneo. Crea
urn mereeiraento naqoelle que nao devendo affeirao
e da ; e urna obligaran naquelle que ntio loado di-
reiio a alienan a recebe. Entre minios reaes nao bt.
mais do que pessoas .guaes; logo entre mi. i.- e-piri-
toaes e ficticios como baveria escravos e senbores !
Com elfeilo seria urna esrravidtlo, a mais horrivel
de toda, a solidariedade que ligasse um homem a
oulro, que o li/ ,- responsavel pelos seus defeitos,
seus vic.os.e seos crimes. Na feu.ialidade ulica nas-
cia se endono corvea de um seohor. no ayeleann de
Mr-Lola Blanc nascr-sc sujeilo i corvea de um
mandriao, de um borracho, ou de um ladtio. Sen-
do os salarios dislribuidos em proporc'o das nece-i-
da les, e ntio em proporcao do lalenlos i dos Ira-
balbos.oo do serviros,aquelle nao que fasern nada,
ou purque nao sabe... ou poique nflo querem tor-
nam se os grandes feudalarios do mundo socialista
dominando em nomeda gula e da e-tupidez a acli-
vidade e ti iulelligeiic.a redusida i escrav.do.
Nesle mundo odise e a escalador, toda a iriude
be lolice. A forca e o lalento cream obrigacn-s
impoleucia e a innlilidade cream vantagens. Tira se
alea victimas a gloria e consolarlo do sacrificio
.No mundo da solidariedade nao ha hemfeilor nem
ol.ngado. O bemfe.lor que despoja se. he um deve
iurmn paga sua divida ; o ohngado que eslende a
n.a.. be um rre.lnr que a|ire>enla seo titulo. Tal
dnulrina faz remontar a humanidade al alen, da
faialidade primitiva, lie o peccado origiual sem a
promesa da rod-mpeao.
A organisacao .].. irabalho lal qual a propnnha
Mr. I.ouis Rlauc. era feita'emnn.ne do estado, e de-
via abracar o Irabalho itidu-lnal. o Irabalho ,nm-
mrcial, e o Irabalho agrcola [35). Era a associacao
communista purae simple,'islo he, a communho'de
bens administrada por urna evndietera, como..- cor-
porac.'.-s romanas lodos os grupo espalhadn, obre
o territorio deviam mesmo cr enlaradoa por rima o-
lideri'dadc geral :li)tissim como aa inuumeraveis li-
mero pudesse \iver a sea volitan
liv.
mais radical de lodat
ovo, elle foi appli-
Jocs sem replica sensata
he filada de que longo d
cado durante -eculo em grandes llames. Cabio ir-
reyogavelmente como lyraouico, embruleredor, e
ruinoso, debati do peso da eiecracflo universal.
As religie-, e aa'philoaophias antigs jmala con-
segoiram elevar-se at os dogmas da origem com-
mum Para Oseas rehgioe
a qual poz o comreerciodoa gneros alimenticios as
mao- do Boverno.
Elle linha preparado todas as in-tiluices civi, o
rgimen do casamento, da edoeacao c da proprieda-
nia usurpan!, setl et sna amicis pallenlissime snb- de' -' *'* presentir sua prox-ma realiaacio no dia-
ininislram ; es illa, credo, majorum el sap.enti-.- I curso que pronuncio., na vespera do nove lhermi-
morom disciplina Cru-ri Socrali el Komani Cato-'1'01'-
.\o dia 10 do correnle, cheMii nesla Dovoaco I r",r*.**^ls "eiigioea eerUs familias linham origem
Para a mai afamadas de3S pl.ilnso-
ao nascer de
lima mullier viada no sai de que enyenlio, loda phia os homens eram feilos
conluza de bordoadas que, di/em, Ihe dera o ma- I prala, ou ferro i .
rijo, a qual se aclia em curativo ; o nao nos eons- I 9? gnvernoa primitivos, eslranbos a xerdadeira
ni, qui oxores suas ..uncs eommnnicaveruat, quas
in mal. imoniuiu duxeranl liber-.riim canta el alibi
creaadorum. .. Apolog., cap. XXXIX.
10 Os pais alogiivain os lilhos para impedi-lns
de gritar, emquaato eram degolado : a ... prente
ipsi infantibu. hl.ndiebtinlur ue lacrimantes immo-
larentur. a Terlullaoo, 4pvlog, cap. VIII.
11 11 direiio ,!e .lar os lilhos em penbor, c mes-
mo de cedo-loa a litlo le indemnisac.go, he prova-
Foi pois como un. desali a ju-ta ropulsao infun-
.lida pela le.nbra.ica do mximum, e aggravad pe-
la doolrinaeda Bubeufuueo socialismo appareceo
de novo em trance nns r:oso< dia o devenios
esperado pare O futuro da liherdade pela ultima
~ez.
A revoluc.ao de fevereiro foiapretentada por sga-
la que a polica daqui tenha.la.ln o cavaco por iso. : "L";S," dal(,ii-"i;l1a('e- "a -.berdade humanas, forera
\,Lu, e. -^ .,- i geralmente rondados no principio do que o legisla-
(uo (a/. Sr. inspector or heomnipolenle, e .iispe' arbitranamenle das
do pela. Inapta, ,lc G.,B,, ,jv. -", i((. E;ie :_ ; wJ***H*m-+m nossa
ouro,''eilo foi abolido por nma le de Diocleriano e 1
Maximino pelo nono :i(H! da ira vulgar. r"od. luH.
livro V. til. XLVIII ; l.eg. I.
A feira desle lugar continua em cnnvalesccnca, a siMaa, rta< pe-
farinhanao baiva do 320 rs. a cuia, e nema1 '
carno di
V9000 rs. a arroba : so lia aqu un ve-
lho que a realha com o povo a 39200 rs. ; po-
rem isto lie devido a elle ser cltrislao velho, amiyo
do prximo, e nao querer encargos do consciencia
jior usuras, Dos o conserve e o livre da peste da
i.toas deseas religii.es
das
oas, e do bens segundo suas Iheo-
wvoa aoligos eonrpenelrados las
des-as pliilosoplua-, deixa-
dc devaasa. aDeposiro de Mr,
I Commi
Prondhon.
> Commiasao ilo governa para os (rabalbadores,
' soslo de II de marco de ISS.
:t Na nobreza anliga as ramilla diziam-se des-
linlia, .le que es oulros carniceiros se acham Lio al- cender dos Deoses. Vido nossa o Historia das Clas-
fectados. ;ses nohres.cap. I.
..... Plattlo. o a Kepohliea, liv. I in fine : onde
A saude publica nao lom lldo alleracio, a po- elle diz : .(> dos que vos formn les entrar o ouro
Historia das elasses
i quinto|aos detallie
I, bem como apro-
asses biirgueza-
relativos aa cerporar.ies reman
va em seu apoto.
I lie urna le relativa a corporarao dos hate-
eila declara q.,e toda a peana que ttver ad-
loiro
1-2 Vido Suleme, a Orlav. Augusl., .. cap.
vvlT1"""0' Al"""*' liv' "' caP- XXV ''"ir"ln ""' Pal'imo.Mo suj-ilo'aVobrigaees.'la'cor
i poraco, lic.ra' sujeitt. a mesms obrigaeae. Cod
li.- Nio referimos lodas as lormulas com cujo au-
ulio o rommuui-n.o lenloa estabcleccr-te em hra..-
ra sob o rgimen de fevereire. o O direiio ..o lr?ba-
Ihohea maia conhecida. Nao distemos nada du
o direiio de viver, o o bom sensn de nossos leitorm
Ihe lar justira.l'm hmela lem o direiio de iive?
Sim, a -na cusa.
{! vide o Mooilear de i de maren que conten
o summano da conferencia do dia o i. decreta do
d.a :l.
2 Meu amigo-, grilaviva a repblica que ,
acabar cun a cundirlo de proletario '. viva a r.-pu- j -
blic. que faro que u;i,. Laja mai ricos nem pobre!.- j aolid.irie.l.tde pe feita
l.oms Blanc, vConf. do l.ooxe.iih.u '.I det.bnl.
U Se he venta le que todo os h-oner. -do ir-
m.'...s, nflo lem direito a livre aatisfa;ao de lodo as
suas oecesidtds .lirei ainda mais de lodos o seos
desojo '.' i'll.id...
I" An-tole. "Polilica, liv. II, cap. IV.
.'II E quanla pessoas lem inorrido de enfado [or
lerem -alisfe.lo lo >- os aeus desejo .'
'te o Vii* dais a ca.la um -egi.udu su* capacida- <
de ; declaro que nflo ha cnu-a mai inquti... A ver- I
sobre a forra, a' apalhia obre o lelo, aos soldad-
ronceims e aos desertores do grande exercH* dn
irabalho sobre a tropas robustas e reeoleUs, In.,
de-pojado as gerace do frarlo de -c. ^fi.,,,,, r
de seus progressos. O rgimen da libela 't- nao ho
desaptedado para cora a drsgraca, nem para rom a
fraqueza : mas dispensando < Irn. da ol.ia do
forles nflo os dispensa de n.od.slia nem de rcroubc-
cimenlo.
A organisacao rommonista de Mr. I.ooi* lilao. ,,,
mecava pni pela confiscacao da l.l.er.l.id- e da di-
in la le que revoltura e di-pe....ra os men.br. da
corporaces romana. 1 eculn herdeiro da retolu-
co Irn, e/a ia recebe, cune um pe..ere.-o tu-l.lui-
co que o seculo de Juliano e de I iu-udi.-ii. repel-
lira como in-uUnnle rapsodia renovada de Mino a
deee irania Khadamaulo.
Se Mr. Pro o tti -n, inventor de um socialismo na-
cilico,creou para si u.na fama quas. -ini-ir-, ha por-
que seu arlo f-.ram sempre a coutradi^tia de m>m
principios. Elle fazia sistema de plnb.-opLia. .- I.
nba urna cor.ducia de jatob.uo I .
Justamente revelljale pela prelenrao fierlada pet
todo os oulros socialista de sobnirlter o- povo* a
orna eoeraviOae cerl. antes de dar Ihe urna Mari-
dado problcri.ali.-a. Mr. Proadhnu rnnlveu foodjM
seu proprio socialismo nu concurso esclarecido c e-
ponlaneo dos homens.
a Que dizia elle aoa seus collegas, | jere.- ftitt
os homens mais lvres. mam sabios, m*.s bel I e
mais forte, e por cnd.cio previa da felicidade qor
Ibes promeltei, ped que vos abendooem are car*,,
sua alma, sua inlelligeneii, suas tradrece-. ,!
bens : que abjuren, compleun.ei.le sea -e.'em xo~a-
in n- '! Oa-m sois vos eut.io para subsitleirdos iiei..
vossa sabedoria de um qoarlo de hora a Snata eterna
unncrsol .' Tjale o que lera apparerid* ul-l na eco-
noma das naces, verdadeiru Mas suas crencas, jeelt.
em sua inst.li.icas, bello e grande em cu aaona-
meulos. lem vindo pela delurcflo lgica dos farlo
anlenores. I l.iaiilo to proprio poier aao existe sc-
nao para proteger o .tiren., adquir lo e mantel a
paz.
a Ct-ncel.p-l.-s lignina idea feliz I l'o-ui- ..Igusau
descobcrla mpoilaole '.' Uai-vos pre^a em eagmjaaj
nica-la aos xossos con-i 1. ..i..- ; -lep-.r pAanie vm
inesrnos inaos a obra. Emprehende., obrai, o sjBa
solicitis nem alaqoei o governo. lie laurera e ia -
1 u-it-;. baier as murallitis da auloridade can ve-,
ariele democrtico e social... Em vez de perrruHir
o poder, eusinai o povo a ler riqueza e ordem par -i
mesmo e sera o socorro de poder.
o Eis aqu na minlia alma e con-cierca <-<>e*o
sempre entend o sociali-mo. Eiao qoe lem-me
alia-lado das ulras e-col l
Taes principios annunciavau. evidentemente, da
parle de Mr. Paou.lhon doulrinas pacifica, toleran-
te., convenc las, e que p.>upa\..ra 'a crenra- \
leis das naces o odio, a invectiva e o ullrj.gr ejee
auscilava a's nstilu.ce antigs a concerrenna sem-
pre desejavel e sempre legitima de .n-nimc.,.- ,,.,.
Ilion--, e que procorav -nquistar o maedo. cu
conqulalaram as doulrinas verdadera, peto pLrfer
bres.sllvel do exenip.u. r'~
Koi a-iitt lina c-taMeoeue i.rl.riliani b.caudo-se no meio da nare aotigas, cuja tace
acahavan. de renovar. o rb..ia.-, iadnlemir para
com lo.lo os ojlio-, -u.ueute eram everoe pare com-
sigo li. m s. No ataravtim a imltleirim PCM .1
principios conirar.o ; viv.am rntrr al, nrraaHa-
vam-se segundo principios mais puro e iiiM.lu.cnr-
mais nolires. Nao ditseran. ns paga., que
casameutos eram unta pronutruidade TTTgaehaaa :
conleutaram-se de m-liluir entre ai aleuns qu ovaai
-anta- nanee. Nao se revollaram contra a iniet.r.
dos pretores, exercida em non-e e na proseara an-
idlos ; torearama para non- a ser arralada.
Nao manifestaram uenliama indiauarao centra
culto rendido a diiinda-. immund.. ;' lirera. ro-
e.Lir a vergonha da impuieza por maneira medra
las e coslumes decente. Oaaado oa gavernas o.
perseguiram. ellee nppnreram a injeetica, a biaade-
ra, e o respeilo. Podan, perturbar o n.und pre-
gando a igualdadr aos e-crav.. ; na- recavieram
os escravos fgidos aos -eu- aenhorr, roawS ra-
lo a l'Lil-mon, c de mos serv. qne eram Ih'o tar-
uaram bons. Deram srmpre o eiemplo do pasa-
mento do tribu... de obediencia a lea*, da catasen,
nos exerclos ; c fni assim que ganharam liaalaaesile
a adnairacflo enibu-ia-ta rte povoe.
Nao linham ambir..,. de eiercer aenhum .|tea>ia
Nao procuravaia -ub-lrluir aq.et a monercba arta
repblica, nem .L-i.tu.r all a democracia prla al.
garchia, emfim nao procuravam per lar bar e ariai-
nar o povo por loda e parle. Tades as regaeeor.
convinham-lhe. porque lo.ioa perm.llrm que oa ho-
mens sejam Liando, laborioso, caritativas, e he-
neslos. Par ,M prtf.ty,m eYanaaih,, ,,, mn^
ma coulianca enlre lodosos povo e drbaixo de lo
doi os governos : sob o dominio dos imperada!,.
em Roana, dos rea na Asia, dos rajaba na Indio, da
aatrapas na Persia, dos Druidas na- por toda a parte apr de i oa coslumes mar pala
o Irabalho mais regalar o peder mea sarta ale
(.lun!., he difireme a marcha do eociateme'
I'or loda a parte onde pendra, aa revoleen*, .
acompanham, e oa- predas eta anigi.ala.la peta
guerra civil, pelas hlaphem sa ligue '.
Mr. Proodbou nao loria -ido verdarteiremenleseria-
lsla se haojenam (oni.-.r.do as plome, dr^a prin-
cipio. Nfln lena merec lo a eslima nem o applae-
o, ..em o voto aijaashlnaa qoe o levaram a e-
sembha conslila.nlr. se nao se t veee panada rao
lac.brno. r nflo ae t.veasr enllocad., ar.au delira per
um od.o mai leroi declarado a rtligiAo. .. laralka.
a pioprie.ladr, e i ordem.
As-.m sem ser forrado pelos seas lerinripaaa. r
mesmo em violacAo do que jolzove vevaadeara em
alma e consciencia, Mr. I'ioo..|k.i. uprapru a m ea-
srando-a-, loda as falla e lodas as violencias daa
seila socialistas.
Secundo aa pila Olas do Mr. Prondhon. a lib-r..-
de hr a cll.ma palana rt ptulosopl.ia aarial. i"
" Elle lem p..r principio rondar...nl-l qae a aam-a
iniciativa legitima he a dectdeeaM ti r qae a sa-
na!-.-no deve |er a lodos por aolor e rnou. .ce.
sob pena de ciear nma ronfav... d B..|o-l, ., |i -
ranina, urna m.-eria aaaaaMeeae. I',)
Ei o quepr.ga o Orfnea da anasanaana frirmn,
d tiUerdadt. oa irorfie., da laaaoeaaaaeseuaBa .Tra-
cas, das iiisiiini'rt fdraframanoa oVda. im aWihr-
fOS aiitrri'HK r entretanto qae faz 1
Aquelle qur censura as nulia -rila sar.ali-U-
pnr rx.g.rem dos h. n.en- a lo..re._a.. dr -ua rrea-
ca, eic.ia c.i.tr a religiaa tradicional de -. u- c -,.
c..lata..-, muir o culi., lisie dr lod.e., ,- aaBJeTa*
inveoso das r-<-..|a pl.iluaopht. a, a rruorir., d.e.
all.e.s. a nnpu-d ule -i,. i.., r biulal, das leberea-
e das habita^..- iho, ...mI.-
Aquelle i;ue Ceaonre as -aira it, sik-ij1i,|
par rxigircn. qaeaa boaaoae .; aanjacav-aji de *e
itislituiror-, dt u.sIra h.....-. r de -eu- leo-, oaaaal
pnncipin emrr .,- u. ,n
Oa menia ollinna, dep.-i- er.ire i. Liein. da iio--
ma ilolu-tuo. e emlim n.He ln.|- .iia,|fMf-.
I.uni llanc. Cosa/, alo /-'"-..'.. |e ah.I eir
IS.S.
1. ...o A popula-......,' mona mal rrparl.Ja
sobre .. hulea., mrlbar : pnoeer campo .teri... aaaa
supelahundaoc a riel -;da Ir.. ,.m|.. rf..
pira ... /,-.-/... &i de ai il de S'S
O pro.;., ala imporlanna ojo cada aatBajBaaa*
dade beque deve se ..exigir., de cada un. conforme \ eia' dl-im. nado : depaieocmta .! lie .. larra aai
snaa forras, e que deve-ao dar a cada um canfor- '< deve-ae iccebn M. Le........! riiiinsum. aMf>
me suas nccessi.lades. I.ouis lilanc, tConl du l.u I tara' n prer-.. sera' .. prexHteaea ,| f l,
13 Piularen, a \ itla de Nuina, .. cap. XVII.
II I ma lei de Vjleiiliiiiano e de Valeos diz ei-
pressamenle, que a corporarao dos padeiros recebe-
re u.na ilutaran de-de a origem.a Cdigo TLeud.,
livroi XIV, l.t. III, leg. XIII. Esta dolacao he ;ses obreiras c das rl--ts''b'reiic/a''.i cap" \III.
igualmente provada no Cdigo de iheodosio, I res- | 43. Bales lei, relativas aos meii'ibro- fgido- das
corpo. acoes san Dumeroeas e sem picda.le. .seria
; 1 lien-i
I til. III, leg. 1
>, \ ile a i-tc respeilo nossa
iiv.XIII, lit. v, leg. III.
Corpus uecessaiium. Cod. Theod.,liv. XIV,
'lliloria da- clas-
licia racilla por instantes em cumplir seus de-e-
res.
Nao fui com u lim de cacuar u que disemos
na rompo-.rtio daquellea que sao proprios para go
Vernar os onlroa, a prala na formaco dos guerreiros
o ferro e o brouze ua dos agricultores e dos ar-
lisUs...
pello das entras corporaces.
I'> CdigoTheod-, leg, onv. XIII,
Ib o Digesl., .. p. NU. leg. \\
17 Vide urna carta de Plinio a Trajano, e a re-
posta do imperador a respeilo de urna corporacao
que liana de clal.lecer-so em Nic.omedia. .. Pli-
nio Episl.. .. liv. \, april. :11:-">.
8 Arha-se a iiomenclalura das corporaces mor- fosem pbilosophos. \ |{epo. liv
xemb.n -2U de abril
TI o Com a associacao universal, rom .i solida-
rie.la le de Iodo- os interosoes forlcmenle ligados, nflo
llavera mai esforro- baldados, nao haicra mai .
lempo perdido..... l.uuislllanr.'.Conf. do l.oaxomb... |
:t de abril de IS'iH.
:li Se aa aplidoee podem regular a jerarehie
da- Liticces, ntio devem determinar diflareoras na '
Leis Bl
ISiX.
fi PleUe. /; U
ill ....' I.ollo.|iie
corn esta itiacnp..... :
./o. fraovvfaaNN. 'o.-..
d-. I.'imuli.. -JM d- m.r'
i I 1.1
fo../../. /.arre.*., *4 dr a....o
Es, hi. \||,
r ein rada
Km nana m
. prranzN .... hr fedr-r-
dr IKts
ir Une.
.Ib. ...a .im r.u.1.
araanaa dr rraai
Caen/.
mo. longo clac todas aqui. Vid- Cod. I bcod
liv. Mll.lil. \, leg, XI.liv. XIV, III. III, lee.
\ III.leg. mu., ni. \\i |._Col. J,istin.,liv. XI,
lit. XI> leg. nica.
l't PlalSo disso que o povos nflo seriam felizes
eotio quando n philosopha foo>em rei
V
''it a ile. que Mr. Proudl.r n lu.iia-
relnbuieiu. \ supcnurida-le de tiilelbgenria nao[obre ea jacobnu. : \ ,, ma-rg.a lio ratihrril
constilne um direiio. bem como nao o cnnalitee a *m Franca La -i-.-ct,-., ..uo... ,!.|",iv, do i
upennridade mnacnlar ; somenle croa nrn dexer. ja.--bin.-mo. he.
cauda na diversas le.s do .. Cod. Theod.', e das I >>< Ele maniiscriplofui piii.iicadoem IS51 sob
corporaci.es fahri em urna lei de Constantino, | o titulo de a I"ragmeiitos de Imtilnicoes republica-
Cod. Iheod, liv. XIII, lit. IV, leg. II. Inas.
fuslo me.o h.(arcado can, a...a
Uuem maiepodr, mal ..deven cis-aqut seu pniile- ma-cara de liolenria e de ,.||,c|,r... reiulari. Boa
-,. -l.otii llanc, .. Cen, do l.uxemb... -.11 de i' |ar,.|,in...n.. I. gunra ao rmprtgo,r a .n.|,7,
"l'",':.'le 'S'S- ''"" d"naB..Bn hr a h-. p..cr d cct-ko
I. ..... A oflicna social agrcola e a edielna de Co/fota efe ... rnolarc.,,,,,,,,
ou os res troca, de venda, e do compra deven, -er organ.sadas i^ Prondhon. /./en., cap. \\
' an mesmo lempo que a ollicina ocial industrial, a :l Prondhon,
Cmante*, do yon. para os trab., -iti de abril de capitulo \\l.
,Ni*- Ibid, cap. MI
(88) ...- Cuidamos que poder-se-hij cltcgarj urna I .15. Ibid, cap. \X
. cap.
l.o..tiOes deum revelecaenaria.
ivirnofD"
ILEGIVEL


DXRiU 0E PtRMIBUCO QUINTA HW Ib 9E 6UTUSM0 U IStb
contra a propriedadr, fruclo do tmbalho. contra o
patrimonio, base da familia, contra o capital, mola
e alvo da achirlado humilla, a cobija anlcnle o
evnica do p%esnicoso que nao sabe adquirir, e do
dissipador que nao sabe conservar !
Aquello que censura asoulras sellas socialistas por
quererem sobstiluir a razfto cierna e universal pela
sua sabedoria de um quarlo de hora.pede coni furor,
coro a bocea cheia de escuma, e de ultrajes o lieen-
ciamenlo da juslira, a liquidadlo .eral, Uto he.a des-
truido das propr'iedades e a expulsa de lieos dos
negocios hmanos (4t>) !
Aquelle que censura as olras seilas socialistas
por precisarein da aulori.lada das leis para fuer o
liehi. aconselliava aos inquilinos de I '.ir i^ a I 1 do
jullio de I sis, que nao pasassem u aluauel, e solici-
lva a 31 ile i ir hi. da asseiubla ennslituiote um de-
creto que auiorisasse oa rendeiros a couservar as pro-
piedades -em pagar man rendas !
Fui pois sem nenlmm titulo trra que Mr. l'rou-
dliun aceusoii Mr. I.oois Blauc. a Mr. Pierre l.e-
raai, a Mr. Coiulderaiil, a Mr. Caliet. (7) Koi sem
ler apreseutado um systema fundado na liherdade
que elle -persaipiio com os seus sarcasmo ossvslemas
fuudados na meladura, Elle inculca-se por um es-
pinlo ctceulric, lemparado para a negaban (.48) ;
m i5 en;ana-se. Ninguem nea senio afllrmaudo.
Nejar he resistir, e para resistir lie misler um pon.
le ile apoio. Mr. Proodhon nao o lem. Kilo nao
nena, iuvecliva.
Corou philosoplio Mr. Proodhon he o menos in-
veutor de lodos os humen*. (Jur o (enlia recebi-
do, qur os tenha afilado, elle limita se a reprodu-
cir os diversos ataques de que usara ha quasi uio s-
cula os materialistas 11 .11 -1 / ou allemaes eunlra
a sociedade ou contra a religiae. Deve a Brissot sua
formla : a A prupriedade he o roubo : e a Svl-
vain Marechal sua formula : Dos he o mal.
Como socialista Mr. Proudhna compartidla com to-
das as seilas a ine-q ninlia e E.osaeira iloulrin.i dos pri-
ineir.is economistas que naovem no homemsenAo um
inslrumeulo de producco e de consuinmo. Plal Vristoteles nuuca separramos detlioos prsenles do
liomein, dos leis a ua alma, comoaoseu corpo. Mr. Praodlion
nAo v no hornera seno um enle que come. To-
nia-o na odlcina, cundo./, mesa, e nAo o leva alm
da digestao. Entretanto o homem uiio vive semen-
t de pAo ; precisa tamben) da palavra que o me
revelaudo-lho seus destn- s.
Gomo revolucionario Mr. I'roudhon fi. um danln-
tiiano. Elle mesmo confessa que perlence a' escola
da an lacia, o 11 / o causar espanto pela audacia de
suas propostas propor com terrorismo a quesillo so-
cial, e faier medo (49). Foi iulel.z como socialista,
mas po ie gabar-se de liaver lido hom -iicee-so como
lobishomem.
Os lums Je Mr. Proudhou iro unir-se ao Telc-
phe de Pectinieja. cao u ijn." de urna sociedade
de homeus sem Ueos u te Sylv.nn Marechal ; mas
a geranio vvenle nAo esqoecera' jamis o assalto fu-
rioso dado a' sociedade por Mr. Proodhon desde o
mez de julho de 1818.
A revoluc/io de fevereiro decahia visivelmenle.
Larra Rulliu eslava vencido, Mr. Louis HUnc ab-.ii-
ilnn ilu, Mr. de Lamartine esquecido. Mr. Albert
ucurcerado. O. clubistas alulhavam as fortalezas e
as prises, e os bairroa lavavam suas calcadas lilas
com o saocue das fabricas naciouaes licenciadas pela
metra Iba.
A sociedade assustada procurava a orden) al na
dictadura.
Os revolucionarios um instanle atlonitos hesila-
\ain ; Mr. Fro'i Ilion collocou-sea' sua lenle, e re-
conduzo-os ao combate.
Nesii campanha Mr. Proudlion moslrou-se hbil ;
nao efeii.leu a revoluco vencida, alacou a ordem
victoriosa.
Atacou-a a* maneira dos barbaros fazendo Gran-
des clamores para aturdir e desconcertar o innnigo.
*. Oriiulho ou vrligein elle creu que sua vez ero
che^ada (30) ; e applicou-se a' obra de destruirn.
Mr. I'iou ihnii em certa altivez de desdem, e'um
saz de invectivar que fajera ptrte de seu laleolu.
Nunc'i ih'i\a, nm inesrop quaudo he vencido, seu
ar cooliado e Iriumplianle. Vinga-M dus facios que
Ihe roubam o presento, com predicces em que da' a
si mesmo o futuro.
Mr. I'roudhon cahio violenlamenle sobre lodas as
nslituicoes, sobre lu las as leis, sobre Indos os prin-
cipios l.ine.ni a injuria os cousas mais respeilosas, a
hl'ispheniia as cousas mais santas. Em seus escrip-
los furiosos elle chainou a |)eos o inimigo das to-
cietladei, aos sacerdotes tratante*, aos proprietarios
ladrti, aos aovemos niurparaV). Impellio violen-
tamente os revolucionarios recorrendo s nailOei
mais desenfreadas, a abolicAo da prupriedade, ao
atheisiDo, a' aiiarchia. (I grito de Mr. Proudhou
foi ouvido com prazer as resides do crime e da de-
gridaefta imm ni. Satanaz, a quem invocara, res-
pondeu-lhe ; pois recebeu c-mo humenagem devidi
ssaasdoulnnas as feheilaciies das prostilulas e dos
lun.a los [51).
Assim nAo foi como socialista, nao loi como fanda-
dor de qualqucr socieda !* que Mr. Proudlion inler-
veio na repblica de 1818. Seu banco de cambio,
nica leulaliva de organisacAo soa, seu testamento
de vida e de n ir le, dizia elle no aclo da funda(Ao,
eulrou em liquidacSo a Id de abril de 1819 5d.
('.orno novidade econmica e industrial elle limitara
se a fallir antes de liaver funecionado (53.) Mr.
Priiudt.oo somenic represeutou um papel volear :
ventillador de ideas eslereis, cicilador de appeliles
immoraes, detracloc das cousas sanias. SemeUiante
inissAo afaslava-o dos philosophos, e appro\imou-o
dus geudarmes. Sua vez chegou com eOeilo a 28 de
niareu de 1H1.) ; mas nao Ihe aconleceu como cuida-
ra. Em lugsr de ir a casa da cmara, elle fu em
frente o pala"io da juslirja. O jory eondemnou-o
a tres mil francos de mulla, e a tres annos de pri-
sAo. Tal foi o lini de sua carreira.
QuasT semelhanle leriu sido o lim de Mr. I.ouis
UUnc, se elle nao livesse tomado a prudente reso-
luto de sublrahir-se joslica nAo como socialista,
mas como perturbador das condiroes de ordem mais
uecessarias i sociedade.
l.om elleilo he digno de notarse que de lodo o
ensino socialnta nAo fieou nos espirilos desencaini-
nhados e as paixoes excitadas scnAo as declaroai^Oes
e os odios dirigidos contra as in-liluircs e contra as
crenchas.
Do banco de Mr. Proudhon, ou da organiaa^ao do
Iraballio de Mr. I.ouis Blanc nAo se acharia o menor
vestigio na opiniAo publica, as gazetas, ou noscluhs
lepols das primeira horas que a cunosidade conce-
de as cousas novas. Keiieitado e escarnecido debai-
xo das primairas formulas que revestir o socia-
lismo, lorna-se repentinamente urna coosa cabalsti-
ca, anunyma, e icm forma distiocta.
Todos os revolucionarios o reivindican), mas ne-
nhuin quer nem ousa defini-lo. Elle mi lera pira
lodos tenAn orna signica;Ao clara : desordem, revo-
lucAo e pilhagem.
( Ua lietne Conlemporainc. )
aLPANDBUA.
Keudimenlo do da 1 a 14 J'JI:8.")4SI',l
liU.ii do da Ij........lSJ78j.M2
nescarrega hojr. Ilirf outubro.
Barca inglezaRothMaybaealho.
Mr-OTAtjAO .
Briguc nacional eSigltarloa vindo do Bio le Ja-
neiro, consigna.'. a Mauoel Fraucisco da Silva tar-
rico, manilesloii o soguiute :
1,162 alqueues de sal, >) mullios de pallta de
carnauba ; a urdem.
Sumaca nacional (Ventura Feliz viuda de Cotia-
goiba. consignada a Schramm Wallv & C., roa-
iiiio.tiiii o seguiute :
<>*> ceos com :' l. arrobas de assucar braiieo,
340 ditos com l,7( .litas de dilo mascavado, 1,303
couros salgados pozando 1,138 arruba', 14 saccas com
i!l arrobas e -J8 libras de algodAo : aos consignaia-
'anos.
Iliale nacional Saoto Anionio do Triomphoa
viudo da Babia, consignado a Domingos Alves Ma-
llieus, inanire-lou o seguinte :
i0 frasqueiras geuebra ; a ordem.
ltate nacional Sania l.uzia viudo de Alagoas,
consignado a Jos Baplista Biboiro de Farias, ma-
nile-inn o seguinte :
28 sacras assucar liranco, 8 dilas dilo rnenos,
ditas dito mascavado ; a Manoel Ignacio de Ola
Tetra.
110 prauelioes de louro ; ao Dr. Innocencio Ser-
fico de Assis Carvalho.
Ij ditos de dito ; a urdem.
8 saccas arroz pilado, (i couros salgados, lil) eslei-
rs de perperi' ; a Eslcv.lo Ribeiro, mestre do mes-
mu hiate.
Iliale nacional oNovo tlliuda viudo do Maraohao
e A-... consignado a Tasso Si Iranio, manifeslou o
seguinte:
SOOsaeeascom 1,029 arrobas c :MI libras de arroz;
a nniem.
2iS e meio alqucires de sal ; a ordem.
Barca tugleza cftothein" viuda de Terra N>va,
consignada a Sauodera Brothers & C, manifestou o
'egiiiute :
2,510 barricas bacalhao ; aos consignatarios.
UONSULAHO i.l'lt.vi..
Kendimoniii do da I a II..... 7S87$26I
dem do dia 15....... 2:I72&292
'.):459"ioG
t-MVKKSAS PROVINCIAS.
Ren.liinenlo do dia I a 11. S:146|397
dem do dit 15........ 7;:!
2:1!)3;S0
DKSPaCUOS DE EXPORTACAO PKI.A MESA
DO CO.N-ljl.sDO DESTA CIDADE -NO DIA
I5UEOUTUBKO UE 1806.
HavreBarca" franeeza Kaoul. I.asserre & Tisset
freres. 500 saccas assucar bianeo.
BaicelonaSuio.ca hespanhola tllaudinai). Ara-
naga A; Brtail, l.'.H.I emir... -,,l.;a i -.
LiverpoolBarca ingleza Gardinr. Paln Nask&
<.., 1,200sacaoa asR*iear mascavado.
LisboaBarca porlusuea Flor de S. Simaon. Jos
Joaquun Pires Soarcs, :MK) ponas de boi.
Kl.i.l.!V.llH;i..\ OK KE.NDAS INlfcltAAS tE-
RAES DE PEHNAMBUCO.
Rendimenlo do dia 1 a t 10.525*604
dem do dia 15........ T7578
11:3589882
CONSULADO PROVINCIAL.
Kendimeiito dodia 1 a H 16:5814472
den) du da 15....... 1:8^25129
!85o;>:<;oi
0>xmme $& pttv.
Vaoso entrains no din | j.
Maraahlo pelo Av:t0 dias, do ultimo porlo 11,
li:ale brasileiro .Novo Olinila, de x', toneladas,
mestre Cuslodio Jos Vi .una, equipagem *J, carga
arroz e sal; a Taso X Irinos, Peiieuce a Per-
uainhuco.
Baha8 dias, barca ingleza Panicu, de 149 tone-
ladas, capilAo N.J. Larab, equipagcm 13, earaa
:H0 toneladas le pedra ; a Johusiun P.ler A; C.
Perlence a Liverpool.
Xacios tahidos no nifsmo din.
Mar.inliAopatacho brasiUiro Santa Cruz, mestre
Jos Rodrigues Freir, carga varios gneros.
Maceiii e pnrlos iniermedios.--Vapiir brasileiro al-
goaraM, commanlanle Aulonio da Silveira Ma-
ciel Jnior. Passaeims, Lourcnco *l. J-". de Al-
buquerque, loaquim Ruilrisues lavaras de Mello,
Anionio Jos Teixeira l.'i lu-, |)r. Bufino Augusta
de Almeida, Dr. Benlo Jos da Costa Jnior, An-
dr (juilherme Brekenfelil, F'iederico MeCi.acou,
Jos Vicloriuo de l'aiva, Mauoel Jaques da Silva,
Antonio Marques de Amorime 1 criado. Pruden-
cio Marques de Ainorim, Manoel Louren(o de
Mallos, II. H. Swifl, Frauciseo Rafael de Mel
Reg.
-'.iKinu Jost'i ^lendoiiija Ucltoa.
Justina Km- .Machado.
Joaquin Aiiguslo Siqueira I.ima.
I. Antoniu Moreia.
loo Amonio Jo Alenear Rodovalho.
.1. Antonio da P'wdade.
J. I.uiz Fr.'iiiea Miranda,
Josepha Joaquina do Vasconccllos.
.los Itaptisla liilieiro.
.1. Correa Jos Sanios.
.1. Jorge Carvalhal Jnior.
.1. tle >a Cavalranli Lins.
Lino Jos de Castro Araujo.
Manuel Juao Cavalcanti Wanderlay.
.Margal Lopes de Siqueira
Manoel Josa Kiboiro CavalcaDli Lima.
M. .lo Nafciincnto da Costa Montoiro.
M. Thomai dos Santos.
Cedro Nicolao Fii|iierslein.
Kaymundo Kibeiro roares.
Sebasliao Arruda Miranda.
Sabino Jos de Vasconcellos.
TBIBUNAL 1)0 COM.MF.RCl- *
Por esta secretaria se faz publico, que tiesta
lala fica registrado o contrato da sociedade, cele-
brado ntreos comnierciantes Vicente Alies de Sou-
za Carvalho, Guilharme Frederico de Souza Car-
valho c Domingos Jos da Costa Guimaraes. cida-
dos portugue/os. domiciliados nesta eidade, sob a
firma de \ icenie Alvos de Souza Carvallio & C.
Secretaria do trihunal do commercio de Pernam-
buco 15 de outubro de IS."i(i.DinanuHeo Au-
gusto do Reg Rangel, no impedimento do olTicial
maior.
O conselho de administracao do lardamenlo
do corpo de polica precisa estuprar para a pracas de
piel 300 pares de sapalos de ralla o vira, feitos na
Ierra : as.pessoas que se propozerem vender, deve-
rao comparecer nn dia 20 do crrenle na sala da
secretaria do mesmo corpo, pelas 11 horas da nu-
n!i,ia com suas propostas em caria fechada, acom-
panhadas das competentes amostras.
Quartel do corpo de polica as Cinco Ponas
la de oulubro de 18">C. Epphanio Rorges de
Menezes, lenle secrelario.
A adminislrac.Do do correio engaja pessoas
que sejam bons andadores, a IJ? rs. danos.
O arsenal de mariiiha compra no ta ~S< do
crlenle me/., a vista de p.oposlas apresenladas nes-
le mesmo dia tinas II huras d> m.mliia. para fo;-
necimenlo do alinovinlado, declarando ellas um
preco liui, os ohjeclos seguiules, da melhur qvali-
dade : Sapatiliios, papel de peso, sola, chumbo
em len;ol, laixas do cotre <'-e tres a seis qoartos, ca-
bo de M.iinlha, oleo de linhaca, reinos de l.iia de
Ireze a dezeseis ps, \istas de osse, lumia ingleza es-
trella, roertim, sebo cni po, cera em arenles, eo-
Iheres de ferro, dedaes de repucho, pregos de cobre,
plvora grofsa, pnlvui.i lina, lapis.
luspec;ao do arsenal de mariiiha de Pernaniliu-
co, 1 i de oulubro de IK-it.
O secretario'.
Alejandre Rodrigues dos Aojos.
.. ; y.- ^.'- -: -6? ..v -..., .., ...*... -,r
;.. BEPARTigA'U DA VACCINA. %
-^5 Com aiitorisin;i> lio ll\i. Sr. -'';-
^3 presidente da provincia taz-se pu- $
r3 l>lico, para conliecimeptodot lia- @
:" hilantes delta eidade, '|iie ut da, A
-^3 de vaccina terao de lioje em di- yj.
: ante as quintas e domingo c!e
A cada senii.iia, no
mdic&
\-
ugar e horas -"''
.;^ anteriormente declarada!: nos do- j||
ig mingos estar' esta repartrao a- .;';
,^s lierlaalea's II horas da manba. A
.^3 Dr. Joo Nepomuceno Dias Per A
A nandes, cooimissario vaccinador A
A provincial. A
REPABTICAO DAS PBRAS PUBLICAS,
A reparll{iO das obras publicas contraa o forhe-
cimeolo de lijlo lo lveo.ria grossa e rea para as
obras da capital, pelo lempo le seis mtzes. Os pre-
lendeiiles lirijam as suas propoatas em caria fechada
ao I Um. Sr. director hileriuo ao dia 11 do correle
as II lloras da manilla nesta secretaria.
Secretaria da directorio .las obras poblieas 13 ds
oulubro de 18)6.O secrelario,
Joaqun) Francisco le Mello Sanios.
V3& S4-;iiK*>0.
Maraiilm c
Para.
>ein ronliecido
recebe carga
@0ttfitf.-?t.9.
i-RACA DO RECIFE1.1 DE OUTUBRO AS 3
HORAS DA TARDE.
Colac"ies nlliriaes.
Cambio obre Londres 27 3|4 60 *,
Descont por 30 dias al :l metes6 l|-J "., a H ;' ao
anuo.
Frele da'Parahiba para Liverpool 95para assucar
'J|1li para algodlo.
frederico Hobilliard, presidente.
/'. Borges, secrelario.
Segu em poneos dias
trigue escuna Laura
e passageiros: l rala-seco ti o consignata-
rio .1. B. da Fonseca Jnior, ra do Vi-
gario n. 23.
Real eciitpanhia de pa-
quetes iliglez s a vapor.
Olllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm.
Sr.' presidente Ja provincia de 6 de crran-
le, manda lazer publico,que no dia 6 de no-
vembro prximo vindodotiro, peranie a jun-
ta da l'azenda da mesma thesouraria. se ha
de arrematar, a quem por menos fizer, a
obra do empedramento do 19* lauco da es-
trada da Victoria, avahada em 5:890/500.
A .in rm.ii.ii.'.'io sera' feita lia forma da Iei
provincial n. 3*3 de 15 de maio de 185*, e
sb as clausulas especiaes abaiso copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
matarlo comparecen, na sala das sessOes da
mcsiria junta no dia cima declarado pelo
meio-dia, competentemente habilitadas.
E para constar se mandou aflixar o pre-
sente e publicar pelo ubiario
Secretaria da thesouraria provincial de
Pcrnambuco, 11 de outubro de 1856. O se-
cretario, \. F. d'AnnunciacSo.
Clausulas especiaes para a arrematacao.
1. As obras de empedramiento do 19 lau-
to da estrada da Victoria, na exlensao de 714
brabas, serao feilas de conformidade Cm o
oreamento approvado pela directora em
conselho e a presentado ao F.xtrj. Sr presi-
dente da provincia na importancia de ris
5:890/500.
.'!. As obras priDcipiarao no prazo de um
mez, e fiodarao no do 10 mezas, ambos con-
tados de conformidade com o artigo 31 da
lei provincial n. 286.
3. 0 pagamento da importancia da arre-,
maUcSo realisar-se-ha na forma do arli"o!'""";1 l,ora"n"'e ,ecehe1,1 ,"'"'"e al-"m-
No dia 21 dejlt mez espera-se lo sul o vapor
AVON, coinmaudanle Ri\cle, o pial depoisda de-
mora do coslume seauira paia Soulbainplon, tocan-
do Dos porlos de Sau-Vicente, Tenrrill, Madeira e
Lisboa: pars pasa>eiros, ele., trala-se tom os a-
aenies Adanxun llowie & C, ra do Trapiehe-^o-
vo n. 'ii. N. II.()s volunies que prMenderem
mandar para Soulhainptot, deverao estar Da asen-
Ca duas horas antes de se fecharem as malas, e de-
CA.MBIOS.
Sobre Londres, '27 l|2 a 90d. e27 3|IS a 60.
Pars, 350 a 355 rs. por fr.
Lisboa, 98 a 100 por K de premio.
Rio de Janeiro, 1|2 a I por 0|0 a 15 e 30 dias.
AcsOes do Banco, ft a 70 0|0 de premio.
v companhia de Beberibe 54JXXK).
o companhia Per ambucana ao par.
a Ulilidade Publica, 30 pur ceotods premio.
Indemiiisadora. 52 idero.
. la estrada de ferro 20 por Orn le premio.
Diconto de lellras, de 7 a 7 l|2 por Oin.
Dito do bancj7 a 8 por 0|n.
OnroOntas hespanholas. .
Aloeriai de 6300 velhas
600 novas
'< *WMMf. .
Trata.Pataci'ies hrasileiros. .
Pesos columnarifs. .
i> mexicanos. .
39 da mcsina lei n. 286.
*. O arrematante durante a execu$ao das
obras proporcionara transito ao publico.
5. Para ludo o mais que nao se achar de-
terminado as presentes clausulas nem no
orcamcnlo, seguir-se-ba o que dispOe a res-
peito a lei u 286.
Conforme. O secretario, A. F. d'Annun-
.ciacao.
0 Dr. Francisco de Assis Oliveira Maciel, jais
municipal e provedor dos residuos e capellas nes-
ta eidade do Recife e seu termo por S. M. I. c
C. que Dos guarde ele.
Faco saber aos que o prsenle edilal virero, quo '"'a"de parle i
Duda a terceira praca o na auJiencia Jestc juizo, i lo: paia o res
285 28*500
. 16*000
. I65OOO
. 9NHI0
. 2 . 5000
I086O
16 Seria intil reprodu/ir, mesmo para submet-
Ic-los, i jual'^a do buin senso os ataques de Mr.
I'roudhon contra o clirislianismo, o qual, disse elle!
11.10 lera niai> de v.nte e cinco annus de .luraclio. I'm
edilicio lao pouco solido nao merecera Untos as-
saltos.
Mr. Proadhoa exclama: Ajuda-me, Lucifer. Sa
tann, quem quer que seja, deiiiuuio que a le de
ossoepau nppet a Dos e a i;rej.i .' Eo fallarei e
nfe pe;o mata nada. Ideas seraes da revoloco
no seculo MN.esludos ger 2.
ouando a hlasphemia edega aos coala da loueu-
ra, nao pode notar mais .lo que a coinmiseaijau.
i7. Os leitoTM nao esqueeeraui inleiramenle as
inveclivas de Mr. I'ruodlion contra alsocs le seos
coileraa em Meielisaio, que haviam limado a liber
dada de alara-lo. Sua seerbidade deu-lhe liom suc-
cesso no meiii das violencias daquella poca.
BIW diste a Mr. Conslderaai que as doulrinas de
Koarier, seu meslre, eran o soi.ho da crspula de-
lirante.
No V'i;ite de 27 c deiemliro de I89 elle dizia
le Mr. I.uuis Bl me :
. Esle homem nada lem em sua cesla ; nao passa
le un roedor de eodeai pulilicus. 11
Mr. Proiidlion accrescenta alludiudo a Mr. Fierre
Leruui : E*tava lawbem em' seu dcstiiiu |er por a-
DOregitta 0 rcilor ruis lagerella le lodos os lecoloe
1 a mais mi iie da< litleraluras.u
8' Proudlion, CoolssOei de um revolucionario,
cap. XI.
19 Ide.nibid.
(50) dem ibid.
(51) As prostilulas e os Torrados dirioimvme
lelicilarue-.'-uja irona obscena teslemuiihava desvos
da ipioiAo. 1.
Pioudhuiii..i,i,ii,s.,c= de uin revolufionario, cap.
,52 Vida l'euple leslc dia. A eseriplur.i da fun-
daco fura fula per me M. Desiiane. notario.
f53J O Banco do Povo voslrri.i feilo Irsbalhadores
honrados, diia Mr. Phoodhou sis demncralas incr-
dulos, e umbeleiros. Que (ara de VOS a repblica f
Sois indsgnai de remar as reales da repblica.e
l'euple 15 de abril de 18i9.
-- Para o Arai'al) segoe em poneos dias o hiate
iiCapibaribex : quem no mesmo qoizer carrejar ou
ir de pusagem, dirijase a ra i!o Vibrio n. 5.
AKA -
deJ
10
MIXTA,
I.iti/. Arnatid, Totiaclie Irmaos i\ C.,
em Marselha
O vapor Hraiit devera ler partido le Mancilla
para o Rui I Janeiro, com escala por Halase, Lis-
boa, Tenenll. Pernambucoe lialua. no dia SSdete-
Umbro pronimo pensado .* Pira pialquer infrma-
telo, e.un N. O. Bieber i.V (.'., ra da Croz. n. ,
agentes da companhia.
Coinpaniia !>rasileira
o '<;U' les ;i vajior.
lim itiiTBnsrMH nmi .
I'LIIIIAS PRECIOSAS- S
ela

Seif$0.
O Sr. thcsonreiro A"
loteras manda fazer pu-
blico, que esttlo expostO"
a venda, na thesouraria
*ias oleras, na un il
Aurora u. '16, das 0 s 3
(la tarde, os bilhr s. tueios
equartos,dasegunda par-
la primera lotera da
Ordem Terceira do Civ
ni" do Recife, cujas rodas
andaui no dia Ut io cor-
rente, e qne logo que se
publquemus Mstas, se pa-
g-aui os premios iiieoiiti-
neute, a excepeo do j)-e-
adaoi'F.F. BorgM,|',,i1J!i j?randes, (file st [>a-
o s lao da ex-
traccao, no convento de
ossi sieiihorado armo
O eso r i va o, .losJann i
rio Alves da )iaia.
LTERIA DA PR07INCIA.
X>S)b;aio 18 do (rorreo
te, pelas 10 horas da ma-
nha, .e a extracc^o da
segunda p-irte da primei
ra I-rteri- da" Orden: Tur
ceira do Carino.
i"
O vapor PARAN*, romma
e*pvr-M dos porlea do iump, t*m sesuimenio para | >)>||^ | ,.,.., ..
Mareid, Baha e Rio de Jaheiru, em ls do correnle, | -^ *-*'> .* ,', "?
carga ou eneominendl ilcverii ^er enuajad^ no
e*criplorlo la agenciu, no niemo di da cheftadl do
paquete, 9*0Q idtiih-n: m OMraVM a frele, deven lo
os de^pacliuse os COUllocQiemof, seren entregues
na agencia, ate o rnein dia do da da >aliida do pa-
qa*le : agencia ra du Trapiche n. O, secundo
andar,
-- K. 1>-,hi. capilo da salera ingleza elisdaa
viada de Liverpool em "20 ao mez prximo paMAdo,
ro,;d ao ron-i_;.i- ri > de um hirril Hierra S G, para
mandar pasar o reapeclivo freu na casa do eonsig-
nalario James K\der i\ (.inpauhiri, na ra da CrOl
n. 6.
Para 6 Anieily, con muila lire\idado salie o
luate nAorora, por ler ja p-rle da tares pruinpla ;
pura o eslo e patMgefrM, Irala-se com Marliusi\-
Irm ili, na ra da Madre de Ueos n. 2.
i^aiii a lia b i a
o ve lefio e li.-iii eonliecido pallibhole nacional irDoun
Amiuos", pretende seguir con, inuiU brevidade, por
ter parle de seu carre^rimento promplo : para o res-
to e passareiros, para os qoaes lem excellentC rom-
mortus, lraia>ae com o seu coosisnalario Antonio
Loilde UNeira A/evedo, ra da Ou/ n. I.
Leilo
ti
Vai seguir com toda brevidade o bri-
gue nacional ELVIBA, o qual l<-in urna
losen cu regamento [nom[>-
esio, pasiageiros e escravos,
Quinta-feira I lido corrente, serao ven-
dido em leilao, soin limite alguna, lo.los
o$ oljeolos salvados e iiertencentex ao
cateoernachinitmo do vapor M.VKQl'.\i'
l)li OL1.VDA, inclusive um pedaco do
Cusco lado da pros, botando c anda com
grande paito de seus arranjos, cotn as
necenariai proporcP* para um elegante
brigue, miro do lado da popa, que es-
la prestes a boial e com a maior parte
dos seus arranjos, ambos em Goianna,
onde o mesmo vapor naufragou, e pode
ser examinado, diversos loles de ferra-
gens, paos, cadernaes, taa((ues, bombas,
correales, bolenete e mais outras mullas
eousas, juntamente o exccllente mach*
iiismo. cujas peras estSo bem tratadas
e em perfeito estado, podendo lodos se-
ren examinados nos lugares onde esto
depositados, ra do Bruiri, arma/.em que
i da Sra. viuva Souza Munteiro, e caes
de Apollo, arma/.em to Sr. Araujo, onde
sera' o leilio, a's 1 I horas do dia indi-
cado,
.1 h.i-l.iti l'ater iV Compiiiiliia tarjo leilrto, por in-
tervengo do agente Olivcirn, lo mais esplendido
sorliuienlo de (nzen-1as ineleius, l.idas proprins lo
merend: quinta-feira, 1(1 do correnle, as lOhoias
da ni.nli.'M. no eu arma/.etn. na do Vicario.
O agenle Borja. quima-lera 16 do correnle
as 10 horaa em poni da manliaa, (ara leiltodos mo-
vis eiislenles na casa fila ua ra da Aurora n. 60,
1. andar, perlencentes ao Illm. Sr. Dr. Gervasio
Gon;alves da Silva, o" quaes consialem n'um forte
piano de Jacaranda urna elefante mubilia de Jaca-
randa, com pedra, um snlierbo toilette, um riquissi-
nio Irem, una escrivaiiinlia, estante* para livros e
livros diversos, francezes. Ingleses, porlugoees, ele,
suarda vestirlos, guarda roupa, coinmodas, una ex-
cellenle cenia franre/.a de jacarando, movis diver-
sos para jarlos interiora e gabinetes, urna solTrivel
moliilia pira sala de jaular, suarda louc..i, uparado-
ees com pedral, lavatorios e oulros mudos objeclos
le marrineiria, obras de prala bem como faqueiru,
salvas modernas, palileiros, etc., lindos asos li-
Soras de porceliana de Sevares. enfeiles diversos para
sala, lapeles, esleirs de forrar sala.carnudas e ban-
cas de rhaiao para costura, candelabros e lanterna-
de vidro, apparelhos de linissima porcellana, para al-
moro c janl.r, sidras e crv-laes para serviijo de me-
sa, iiuadros hisloriciis, plMiila.lir.is e le pilloi t-c.i-
vistas, ijleocilios e mais arranjos de cusa etc., e una
inlinidade de liflerenlcs olijfelos dmoslo e lu\n que
fora impossivel ennumvrar, os qua>s su com a vi^la
se pode appreciar ; .ssim como lambem far leilao
de um ptimo cabriolel novo e una linda pareIha
de cavalb'S lia/ios para carro, e que se achorao em
frente da referida casa, as II huras do supradilo
dia.
Quarta-feira, 22 do correnle, ao meio
dia em ponto, o agenle Oliven lara'
leilio, or ordetn e em piesenca do Illm.
Si. cnsul da Franca, e no respectivo
consulado, silo na ra do Trapiche
desta eidade, dos seguintes dous terrenos,
I perlencentes a liquidacao da massa do
. linado Nicolao Gadault; a saber: umeom
~ 2.") palmos.no lugar e estrada da Soleda-
de, sendo parle do sitio do linado llercula-
no Vives da Suva c de sua Extna. consorte,
confinando com os de Loiirenco da Cosa
Kecife.
Para o Hio de Xnnaro sesnira* breva n briuue
nacional .Vala, capiIAu Alano, I AnloniodcCaitru:
quo ter lugar no dia 22 dese mez, se proceder para o que tem xcellentes
a arremalai;no das rendas das casos, qUe consiiluem
o patrimonio das irmandades do Santissimo Sa-
cramento, Almas, l.ivrainenlo, Conceiro da Con-
gregacao, Espirito Santo, Concedi dos militares
a |tial administra o patrimonio de Santa Arma
lodos da freguezia do Santo Antonio, assim como
as rendas das casis do patrimonio da irmandade
das Almas, edeS Tiago lo Pilar, ede Santa Lu-
zia do Corpo Santo, Ifeguesia do Kecife, constan-
do do escriplu, que se ada em poder do porteiro,
os prci;os, eciidices da arremaia;.io.
I', para que
passou o pre
prensa.
Recife 11 le oulubro du 18.')G.Eu (ialdino
Temislocles (ahral de Vasconcellos o escrevi Iran-
cisco de Assis do Olivara Maciel,
O lenle Jos Camelo do Reg Barros, juiy.de
paz, do !, dislriclo da freguezia do Poro da Pa-
nella etc.
Faz constar aos volantes da
Loureiro e do cirurjriao .Mauoel
oininodos, Teixeira, e di\ i. lindo com osdeFt
Pereira
icia do
Irata-se com o consignatario Jos Joa-1 Sacramento, de JoaquimXavier da Slaia,
auim Dias Fernandes, na da Cadeiado e com as casas que deitam para a estrada
pie vai da Soledade para o Manguinbo ;
o ouli'o silo no lugar dus Cocidos, com
quem no mesmo quizi-r earregar, pode contratar
crn os consignalarios Amorim Irados, n ra da
Cruz n. 3.
r'ara o'Rio esue em poneos dias o brlgu* brasileiro uAdelpho,!
trente para o alinhameuto da ra dos
Praieres, no bairro da Boa Vista, teodo
1111 palmos le largura, na frente da mes-
im.i ra: para mellior e\ame das eou-
rontaees oti oulros quaesquer esclare-
:cndii;es da arrematagao. de que lie eapiaa Msnuel Pereira le S; para o I Cimentes, poder.i os pretendrnlcs dirierir-
icclicgue ao conhecimenio le iodos, se tataUaP^Vf*W*.7myS "'frcle- lr-"d- e antectpadamente ao referido asente,
spnli- me ci.r-i nnl.i;. l. i e m iui da U1IC1.1 i!o llsnl'j ii, lili, mi cun o ca- _i 1 1
senic, qi.est.ra publtcaJo pola un- pitao ns prara. em poder de quem paia tal lim, CXIS-
mesma fresue-
pilAo
1

08i.pa1.1ua re*
nambucaiaa.
Largo da Assetnbla n. lo.
O vpor brasileiro tgtuzrauu' seaue para Uacei
IS proMiuo, lem xcellentes accornmocla;"ies para
caraa c paasageiral: recebe ..' ao meio-dia do dia,
l,e oeipedieiile fcrliar-sc lia as >l buras do da
sabida. Kecife III le oulubro de 1836,
zia, po de [conformidade com as ordens do eon eeeala por Tanundar Barra-Grande, no di
E\m. Sr. presidente da provincia, que Ihe [oran
transmitidas pela cmara municipal desta ndade,
em oQicio desta dala, lem a freguezia de eleger 21
eleitores na prxima cleico.
E para que assim conste inandei lavrar o presen,
taquear publicado no Diario, e aflixado no
lugar compleme.
Freguezia do Porso da Panella !;> de oulubro
de I8.ii.Eujoao nepomuceno Ribeiro, escri-
vao o eserevi.
Jos Camelo do Bogo Barios.
c*I*rti*tle.
ara peso
iiiao
n ra-
iuem pa
tem as competentes escripturas.
C, .i. Asile) J| Companhia fariio leilao. por
intervengo do agento Oliveira, esjior cania a risco
le quem partencer, de !-' caivas com follir, de (lan-
dres, e de 2> peras de lonas Inglesas, ludo avallado
de aaua Shlgads, aquellas a burdo da ualera incleza
Linda. esia- mi bricue inulei Blhiope, as
suas rece.-- vi, ueiis de Liverpool para esle porto :
sexla-feira. 17 lo correnle, as II horas da ni.uili.ia,
no cscriploriodo referido agente, raa da Cadeia do
Kecife.
O aiienlr Oliveira far leiio, por conla e ri-
corfeqneiii perUncer, de 170 pipas rasia* levanta-
das, c de lid barrica \asas qu Imam de farinlM :
sabbado, ld.i corrente, ai I i br;is da manhia, no
armazem 11. 17, na praia le Sania Hita.
O asente Vieira la .Silva, na ma da .Madre de
Aderaros de brilhaales,
diamantes e peroles, pnl-
reir.is, nllineles, brincos
c rozelas, botos e aunis
il" dilferr ules gostot t de
diversas pc.lras de valor.
Cimprara, vemlem na
Irocain prala, ouro, bii-
lliantes.iliaiiianlese paro-
las, e nutras quaesquer
jolas de valor, a dinheiro
ou por obras.
'<.**'.< .*' :,-.- a
lOREIKA I BARTE.
MU ti OtH'.TE?
Ra do Cabuga n. 7.
Rece bem j>'i i-
ds os vapores da Bu-
ropa :m obras do maw
Miodei no ojito, \nu-
i< J nlHll K PKAIA-

Adorofas conipieins 4c
our.i, meiosdili1-. pulcei-
* ras, alnalas, kaiaiM a *
rnnUaii curdues. Irsinr- .
>- los, medallias,coiri-iiifs
e enfeiles :>ars relnsio. e
oiilrosniuilosobjeclosde .
ouro.
Apj .i.-i lu completo-,
' le prala, para cha, ban- ,
..Ivas, casliysea, .
- i-ollieres de sopa cderl i,
^ e inulto, oulros objeclos 't
> de prala. >
.-/vv*i.>.a><.a>i>. ....**.
de Lisboa, asqu:. pre^o conifiiodo eomo cosluiuam.
Anda se precisa le una criada para o servico
de coiinha, sendo so para esle lim pags-se bem:
qnem pretender dirija-re a rua Angosta u. 3, so-
brado.
N'O podendo por meio da cartas conseguir n
al.aivo assiciiailo obler lo Sr. Frauciseo Sollerdc
liaueireln Rastro, soloedo de m neuncio que em
ls de Janeiro de 18.1:1 li/eram na eidade do itio
(randa do Sul, quando aquellc senlior era liada
cadete, rom-lhe por esto meio a bou la-te de i:.,.
mandar o resnltado para a eidade le IVrlo Alegre,
onde se achara1 al lezerahro prximo futuro. Por-
to Aleare, s ie aaoslo .le 1856. o lente, Hele-
carliense Doormand da Alenear Aririoe.
Alnga-ee um sitio no Moateiro. jauto ai du
fallecido Pabias: a Iraiiir no mesmo sillo.
A peraoa que snouucioo lar 70j) com hvpo- I i!r
Iheca em casa, qnerendo lar rom htpolheca em mu
inoleque de ', anuos, por mais
urna neRra le -22 sanos, auuuna*
Alusa-so um pequeo sitio e:n mu diri arr.i-
baldes mais prjimos desta eidade. com c-sa mo-
derna, que lem duas salas, um cabinele, qnalr..
quarlos, co/inlia e copiar da parle do na-cente, ce-
clieira e estriban, urna cacimba de evcellenle auua
potavel,
seguran^ em
I'KEVIIIKNCIA.
i'ontuitiihia ds * contra a mirf'i/i'ifdc .'..
.-ra"-.
ESTABELECIOA NO RIO l> AM-JKO.
A'Jfiicia litial <1e reroarabu<-oN. I.l i,.. i> Qm^I
O ll cello ceslc mino .'n I* -U' inuit" lrc ti
meiiioria (ie ''l, ptriajMli 4m*M fraude benelicur^iie rt'solUr.i' ao prii[in**Iiri>r51e
eteravof, ia saramla Ae proprie-nir, q <*+\* rom
panhia ollererp.
>i:i-'iiiri, lifar i *- riMi tim-nios le iiini |>roj"ie lade urna pe-
quoin p;trrc|ta que u-irrinla o -a v*l'r lula!. p
premio h? ;i ni i 11.-# que nern f m Mt auno* com
pl-lira' n qtiinlia que, a pilo 'ie riceber pur caso oa mnrle do e*ctA\,> -
ro.
Pa^r-aa-lka por etpmplo, -stbfe a avaManfea Ai
I:'H*> meuo- ern prop m;tu im r-i du \^lir ^<-i
mi- um hfu nclu^ivp o sello da ap*lire ele.
Das i-Ii-ir*
De \-X al airar aos i I ano4'^ollXI pir aH .
o f(l a I 4I3M
Subiudo o preoiid da cinco en. rmc anu Me a
nutra com bomba de remidi p lanaop t :j.->. V.~-(\~ T ---
parab>nhaelianmdaroop., eX^noVS {^ZJZfl c"lor"" S r","'":"" T"'!'
: a.ralar na ,!' ,.o Ouennad.f n W.! 1Z? "' P""a"v' %
No Cfju de h\ jiollii-'-.i-., o st'^urn s-r%? |i.u,i m*i;
SEGU
Companhia de seguro ma*
rilimos, calabdecida no
Rio de Janeiro.
Capital mil cont- di- mis.
OiTereee ao commercio vsntageru que n oulra companhia tem feilo SUS aaora. Aceilam-se
propostas de seguro no escriplorio e Isaac, Curio &
agentes d compaiihis, rua da Croz
Compaubia,
n. I!).
SIICIEBABE El
lTi,
na rui
primeiro andar.
fin rapai estrangeiro de boa conduela ie-eja- i
se empresar como caiveiru em alenm eoceabo :
quem de seu pre-limo se quizer ulilisar aiiuuucie I
liara ser procurado.
-- Preeiss-se de urna ama para esa le punca fa- i
inilia : na rua das Trinclieiras n. H loja de larlaru-
guairo. |
Kenovala l.uizs dos Santos leudo cliesado lia
pouco do Jlaranbao, onde residi bar espac.i de lil
anuos, pouco mais ou menos, dtasja saber noticias '
de suas lilhas aemeas Elisia e uilliermina. que mn- I
ravain em casa de en pal Jos l'urfirio Teiteira de i
Hendontja, no paseo le Camaragibe, de quem ansa I
lilhas naluraes. I.'lt.mmente soube que antps de fal-
leeer o mesmo Teixeira uioa de suas lillias liul.a-se
casado, eqnea solleira morava com a irmaa, oque
linliam vindo para esta provincia ; assim, pois, pe le
s inesmas ou a quem souher lellaso favor de an- '
nunciar onde rci ien para procura-las.
O secrelario da irmandade d Nossa Senhora I 'i! iuvida raceber p'nsionilas e meio-
lo 'Tereo, em uome da mesa, convida a lodos o< s.-- ociwioilistas, por Dl^OS faJiOaVeiS.
ciianssimos irmaos. para mesa peral, que lem de lia- n ..
ver uo domingo 19, pelas || |,ras da manliaa, para | DlllK'leS lO visita.
se fazercm o novos rleiiii., que. lem de funecionar; ravam-sc e impiimem-si- enm narffj||sj bilhetes
no precnle armo .te Is'i a IX77. assnn cnmoiepera ^' visita, lellras le commercio e ludo* objorlv* 4a
pie lodos os nosso* eharissimos irmlos.qae coinpe a ( *r,e caliaraiiliica, reai-lros. vinhelase qusesaju.tr rlo-
aciual mesa regadora, njo liaja falla de sitas parles nliiH, abreru-se lirnias, sineles, isulo a Ijlha '
pira samathanta arto.
garanta las dividas, porqoe a c..ii|ijiihi amia .1
; tr-in.lereiicia das afiolicei. a novos pr.ipnelari. 1 lano que essas trau-ferencias se realisrm cin sso sn-
I criplono.
llar aa-ha caaaaltti crah. aos sjBaravaa *-nro- tfjna
18 pars !l llora da manhas, 110 escriplorio da caaspa-
[ nli.a.
-CaiiJi.l.i u.tlbin.i d. Phmio Koch.i.
lantiga profassora parttaalai de prinn-i-
ras It-tras c costura do Isairm do Kh-iI ,
rua do Vijjario, tem liansl.-iido sua aida
pan a ruado Kanrjel 11. .">!!, onde xmti-
miii acM'rccr iisoii marjistoi ii-, 'manan-
do ludo |ii;inlo faz parte da educaran
i-i 1111.11 i.i le nina senhora ; assim com R
estilista so nitn.i'jio so-
bre
vil
mm-
;t ptiolourapba.
Artigo nico.
Embora poucu apreciador das polcoiieas
dosjornaes, qua ordinariamente acabam por
provar qual d's contendores be o maior par-
lador, o abfcixo assignado se reputou ataca-
fundadora do fabrica de
fta<;ao e tecidos de algo/lo.
o. porenies aesia snciCJaiie em commandila.
abaixo Firmado, convidam odas is pessoas que lo-
inaiain psrte nesta emprexs, a se reunirem em ss-
sembla geral. no dia :>S du corrente, em rasa do
Sr. Anlonio Marques da Amorim, rua da Crns, ao
meio dia em ponto, para ouvirem o relatono apre
sentado pelos meemos arenles, dar o seu parecer e
deliberar sobra os mcios mais roiiveiueul>-s aos Ira-
balhos prelininlares la dita empreza. I'ernambu-
co 1". de outubro de IS.>ti.Amorim. rana, (Jjer-
CAUROS FL\BRES.
110 pateo do Paraizo n. 10
Ncste estabeleciment encontra-se car-
ros lumbres para deiimtos e aojos, de
primeira a'qtiarta ordem, inuito Jietn or-
nados ; tamliem st^ a luga m caixoes, faz-
se linliilos para deuntos e veste-se arijos,
fomece-su para enterro*, msica, cera,
guia, carros de passeio, etc., ludo rom
proiD|itdo e preco inulto commodo.
O Hvm. Sr. Joaquim Jos deFaria,
que morn ou mora na Boa-Viagem,
l-m urna carta na livraria ns. ti e S, da
praca da Independencia.
Relaco dos cartas seguras eiislenles na adiriiiiis-
Ineao do correio desta eidade par os abaixo de-
clarados.
Antonio Goncalves Ferreira.
Antonio Jos (lomjalves Azcvedo.
A. de S Pereira.
Betiio Jos Bsrnardes Caetano de Castro.
heos 11. :J, fat leilao sexla feira, 7 do correnle, ao P"** 'w prnenrado.
meio .lia em ponto, le diversas obras de marcineria,
novase usadas, relogioa, granda quanlidade de pa-
litos de seda, ditos de brim, dito de alpaca prela e
du cores, e mais objeclos que se acliarem uo dito ar-
mazem, que imlo ua em leilo.
B1LHETES D LO fEli BO
10 DE JiNElM
Aos 20 000-000, 10000 000
4:000,000 e 2:000*000.
Ja' estilo ruin cadose e\ DOS tos a venda,
junio ao arco de Santo Antonio, os novos
bilnetes, meios equartosda 1- lotera do
hospital da villa das Gildas, cuja exlrac-
i>to teria lugpr no Rio de, Janeiro, de 0
a Sdo prsenle: as listas vem pelo [)ii-
meiro vapor que sabir depodeesa dala,
e cliegar aqu ate II) do corrente: a nu-
meraco he de palpite; a' elles, era-
quanto lia para stisfazer a vontadedos
amantes desle jogd.Jos Buzebio Alves
da Silva.
Ouein precisar de urna ama,para casadepoiiea
familia, ou homem solieiro, dirija-se a rua do Vi-
gario n. 23, que achara com quem tratar.
Prccisa-se de urna ama para servico du casa,
e comprar na rua, para casa de pouca familia : na
rua Jo Livrameoto loja n. 4.
I'recisa-se de urna ama para casa de rapas ol-
teiro : na rua la Cadeia do Rec'fc n. 14.
Precifa-se alugat urna negra para o servico
de tima casa de pequen:.- familia c paga-se hein : a
tratar na rua do rago n. 31 ou na rua Nova
n. i.
Quem .innunciou |uerer comprar un carro
americano de 1 rodas : procure na rua do Trapi-
cha n. -10 segundo andar.
( IDaljU) askisnado n;io s.> podendo dnspedir
pessoalmenle de lodos 03 seos aroioos, pelo prsenle
llerece-lbes o son diniinulo prcslinio na provincia
da Darahiba,
fiervaiio Uonealves da Silva.
Aloaam-se earroca para carreatar trastes, nia-
leiras e entoldo, lodo por preijo ir.uito c.-immodo, t:
activid.iile : no armazem do segando lampeo d
rua da Palma eonlranle qoinlal do Carmo.
-- Ajiisla-sp par emprrilada qualquer ierren al-
lagado para nlerrar-se: no srmazsm do settando
|lampeio da roa da Palma, confronte ao qniotal do
tlarmo.
I ni rapaz e-"lranseiro le boa coi.iiucla deseja-
seampregar como calveiro em alaom engeoba :
quem de seu preslimo se qoizer ulili-ar anniiiicie
como 'ni relevo, ara amento*, pin ojerlos de ow e
prala, fsrasn aa riscos lind.w a onzioaes pars iMriU-
ilo-do l.ibvrmllio ; admille-se recos de >|y ..
quer desles objeclos no caso le nao ficarcisi a rmil-i,-
lo las pessoas que os enro nmendire.n : qswm pi"-
lea ler dirija-se a qualquer eatsa logares : n.> bsi.r.
do Itacife, rua di M dre le D-iv. n. :12. prMoii..
andar ; em banlo Aulonio, na livraria rl.iira m
paleo lo Colleuio n. > ; nr.s Cuno -oiila-. snl.ra.
contra |^^E^#S.%SCfiH^
mrito da pliolograpb>a, que nBopdedei- p AU liHLILv.
xar de quebrar tamliem tuna lanc em lion- 't Kb armazem de fazenlas baratas, rua do
ra desta bella itiveacao que um mcsquiuho IB Collegio n. 2
cime .le interesse pretende abater negtn- fl vende-se um completo soimento de U
**fn^nwtatemoman.\Mm*tim e r*, or mais bsraM
lor. Nao sa-> os iiip.us inlercsses quB quero i M .-.. a """"
defender contra a aggressSo, mas almos da fntosio 1U8 e,n omra miaWoer parle,
propria arte que sao mu dignos disto. I tanU> em Poroes com" a rel,mo t9un-
'rimeiramciil.- o autor ntiony.no do arti 18 C3""10- s compradores nm s prer.
gO em qaestBo devena lemhrar-se iri" u-is :i'f para lodos: este e-Lili.-lenmenio abrio-e
uxpomns semino a una derrota ridicula M do combinaco com a insior parte das
Teanau tennis a uus.iuia tie lazer um jTnzo W "sas luiuiubi ns ingie/sir, H lili sais,
sobie eousas de que temos um coniieci.iien- | maos e soissas, para ven1er (azendas mais
o apenas supetl.cial. Com elleilo, elle Talla i K em conta do que se tem vendido, a por o
1 a pnotograplna como ella se achava na sua "
ollerecem elle maiores vanla^cns do que
oulro qualquer; o proprietario deste im-
portante estabeiecimcnio convida i lodos
os seus patricios, e ao publico em geral,
para que venham (a bem dos seus inte-
resses) comprar fazemlas baratas: no ar-
mazem da rua do Collegio n. 2, deAn-
J( tonio Luiz dos Santos & Rolim.
KXxaLM*nMKM-K*xmi*m
Aforiyao.
naucia; ora lia poueas artes que tenlain '
do Uo aperfei;oadas om lo curto espacol
te lempo como esta. O deleito que Ihe im-
puta era tamben sensivel no ilaguerreolypoi
antes que l'i/eau houvesse Ilustrado o "seu !
nome descobrindo o meio le lixar os reir-!
los sobre a lamina pelo clilorurclo d'ouro. i
Este deleito foi vencido da inesma maneira
na ptiolograpliia e a prova em papel, rece-I
tiendo urna preparacao anloga, tornou-st; |
igualmenie lixa e inallerave!.
Apocar de todos os progressos da sciencil i
ainda llavera setnpic m-os pholographos.c>- m.,1 ^tiTafi! ,rrem.,,,n,r d" Mnc.d
omuro".t,,o ', fyrwf m I zsittusxas^z^sw
Os productos destes SO servirao para dar urna ,,. ic.ao.ide dar' expediente das s da miskla as
medida da ignorancia e da negligencia que :l la larde.Jos Casiodio Maaaa Soarcs.
maniteslain para com tuna arle lo dillieil o
lao delirada. Assim ell.-s lie que nao sabein
lazer urna escolna judiciosa los meios que a
sciencia lites poe ao alcance, ellos lie qtieob-
teem os tristes resultados que o autor lo
artigo a que alludimos atlribue a arle em
geral.
a itiio ser assim, como poderiamos espli-
Lotera do Rio
de Janeiro.
Vcham-si; a venda, na jira.-a da ln-
cara immensa voga que a ptiolograpbia ha | dependencia n. VO, os novos bilheti-s da
lido e conUnua a ter em toda a Europa ? lotera a liendiclo do hospital da villa
^^ttd^XSZg: tiC;,l,l:,s- ,',;e,le>ia co,m"<,e sd"
entre as antiguallias, e ninguem em nossos ["'cs,:n,e i a* l,sl;,s <*pei amos |clo pn-
dias ou/.a duvidar que a pliolograpliia com T-'iio vapor rpic de la' partir dcpois
as suas applicHCcs tao variad s lie destina- desla lata ;
eos, como lie que elles ja podeiiam sei ap- acata, e umbem se lava ceusomma : indo per pre-
phcadusa ulustraeo de obras importantes, I<{e commodo.
e queios soberanos se lazem mimos com al- A mesa ie;edoia la lesla bums nde vistas pr.otograph.cas sobre papel!, riosn s. ,;,.,, ,J\nra{. r,,p,,uei p.Uko.
lie sempre um trise e pono meio o pre- ; que na dia i; do earsaavH lera iuK>r i..r..ie.ra d~
icndernios fa/er lientella, calumniando o mesaaa sanio, que satur da roalr.r do Orna Nmho
mrito dos COiieurreules, e por isso O ahai- e ecuira as ras do Vi-rio, berro d-> Aiasled* \
xo assignado pouc-i se preoecupa com o que
diz este ou aquelle individuo; pata satisfa
cao pessoal liasta-lhe saber que de mullas
centenas de pessoas que elle ha lulo a honra
de retratar durante poucos mezes, urna se
quer anda nao veio queix-r-se acerca de
deterioracSo dos relalos pboiographicos,
embota u- letiha garantido lixos.
As vniilagcns reaes desles retratos 'ao si-
do tnui beui apreciadas pelo publico, e p.ir
issojulgo de>necessario fane-lassobresabir
por uma compara^r-o com a imagemdesa-
gradavelmente cbammejanle dodaguorreo-
| typu-
Mas o quecertamente me interesara inli-
| nilamente fira ver que se me provasse uo
com palavras o eacriptos,-- mas polo fado e
sobre as mulitas proprias provas,~oquo
'se aventara com tanta arrogancia.
v. Aladre de lieos. Caes la Alfaii.lrca, roa da Ca
deia, em ..esuimenlo ao Pilar : comida a-* deve!.~
do iiie-mn santo a ..omparerrrer.i a' bandeir..
SA l'erlu-se om peq-i-n.. noel a a'o \
J-.j com Ires chaves, duas de naveta e nina tie ,".
.' eadeedo : quem a acl.on qmrei.dn ieti- '..."
'\ luir, dirija-se a rua larqa fle Ko..rio n. 3x. a.
S quarlo andar, ue aera recou>(....-ao ge-
:,i nrrosainriile. '. '
r::'r\:.(V.(?:--:': r: -..-.. *.' .
Convida-se a lodos os srnbnres qoe po-soiren.
oscrevos fortes no servico do cauliar na rua rm
carrelo de Sanaca* e oulros cenen... para que -ii.-n-
dendo a 'i'm.....i -n-i. le ser mais conveniente que
os mesmos estejam aali a d.reccao de pmon -.nnt.-i.
que me.lior os eiicaniiiilieein aaax ocri-p.irnes, e ou.-
aflereee oda a uaran'ia e bom Iratn, --irte od. b.-a
pai;a e Iraballio inai- brai.do, como s-i aliv.a-ln ...
peraicteaa raatanae de ca..-e.rei.i o en.,rsn- p- ..e
Achatll-Se lOdOi OS dias a vista do publico, >i'is arrobas na cabrea, entra o qo propr-se o an-
tanto na uiiuliu galera, como tanibeni no I "unc""lla *'dI*r 0"1"'"-""'*" ",,,rc v'l'"""'> *!*"
|uei.l. p'.rlanl.., l.>|Hehl. i
p. .1-1.1.
. Uir.i.i -
%li\o& Itfoewo*.
Seetie em poucos dias para n l'.iri, com escala pe-
lo MeranhSo, n brigue brasileiro ('tura, deprimeia
marcha, o qual lem j. parle da carga engajada : pa-
ra o resto r passaaeiros, para o que ullercie as-eia-
dos commodos, Irata-se com o consignatario Joao
Pinto Kecis de Souza, na Iraveasa da Madre de Dos,
armazem de Marlins Pinto, ou com o capilao Fer-
ujuJo Jos dos Sanios, na pra;a.
Precisa-ce fallar aoSr. Joaquim Jote
Marques, que morn em Santo Amaro
por detraz da fundicao: na livraria
(i e X, da prara da Independencia.
Prerisa-se alosar seis prelos para armazem le
assucar : quem livor e quizer alocar, dirija-se a rua
de Apollo, armazem o. 50, que encontrar com
quem tratar.
I)a-se a premio le um por cenlo ao mez 1:0000
passando-se letras a coutento: na botica la rua do
i.'ueimado o, |."> se lira' <|ocm da'.
Moem precisar de areia. qu'ir por canoa, quer
por carroc.is. rom promplldao e p.e;o muitu com-
modo. dirija-se a rua da l'alma,defronle lo quintal
doCarmo, armazem do saaundo lampcao.
Antonio I raorisco de (lliveua, Portucuez,
sai a l'ortueal.
~ Aluca-se una boa casa ua rua de tiusrarapes.
com escclli'iiies commodos para urna grande fami-
lia, COnsUlindo em las salas cn.bdivo e .loas em
. cima, conidias c nove quarlos em cada andar
' i bom quintal com eacmba, por alotoel commodo: a
tratar na rua da t^adeia. escriplorio de barroca \
Castro n. 1.
-- Pierisa-se de um caiveiro que Icnha pralica
de taberna, el"' conbeci enlo de sua conducta: na
rua larga do Kosario laberua n. j-'.
desalio para mostrar-me a alterabilidade
deltas. Ale la, csiou tnui deci lida n3o per-
der nii o meu tempe ci responder as suas
aggressOt.
Estabeleci ment pholograpbico, rua .Nova
u. St.Augusto Stahl.
^EGRiSlSi PiHA
LOTE&IA OA mi\K\h.
O abaixo u-si^jiado a-
-i. resneit&vel '.u!.|-
>o, tjiie veiite tliulioiro
a vista.sendo da <|iiaili..
na i lndk.ao de f'erko do i'.nc.e- de cen un res iMiri cima,
NHEIRO DAVID W. BOWMAN. i1A oa veus fP|7pS hlllp'v
RUADOBRUM, PASSANDO 0 o!IA "S ,e,IZS lIWt-S,
fariz, lueose qia i tos, pelos pre-
kasemprc mn srandesiiri.'ineiiln los seLuiulcs ub j,,,^ .,'..,;v. ,? ..I -.I...-----
jectosdemeclianisiaosproprios|*iaenueiilios.a>,i- \u> "'< l-VO IJ.I
br : mucndase metas moeudas da maii medema .-ij., ala '.,.},
con-lriic:ao ; laixas de ferro lun.li.lo balido, le *** *-'? -
th Recife
superior i|uaIUI tteiddas paraagna <>u auiuaea, de todas;.- prc,ior- .
rues; crivos e boceas de foroalhaa regiatroi de bo-
eiro a:uii]l0v'^,broIlze^,|la^a^ll5os 6cavllho^s.inoi-
ohoi de mandiucii, ele. ele
NA MESMA FU.XDICAO.
se eveculam todas as cncommendas cn> a superior
ridadejconhecida ecom a devidapieslezae com-
modidade em preco.
Para familia estrangeira deseja-sc alujar om
prelo liel dr bous coslumes para o servido .le casa :
na rua do trapiche n. Ib, primeara andar.
o. 45
Bliid.-
Meios
Ouarloj
..i"l r, ..-Ih- ;:WNtx(NM|
J.s'TliO :IHI,(MHI
I.S-SI I :".0.slMMI
Por sS.iiustaitode Aq"i-
no Ferreira. .los i.rtu-
nato dos Mallos Porto?
WU TILADO

ILEGIVEL
. : '<


,
tlIMHtO C^lBlQ QUINTA FUM 6 OUTURbO t I8S6
riBLICWAO LITTERARI.1.
A>parece tiesta -idade pela primeira ve/ a
obra -- Zaira Americana em 670 paginas,
tend no principio urna collcccfio de oitenla
eseis mximas o sublimes peusametitos da
autora, e una oulra colleccao de 21 odes
magnificas todas ollas, e adornadas essas
inspirarles poticas do inlellecto leniinino
americano.
Entre essas bellas fiemas aclia-se urna pom-
posa elega a memoria respeilavel Jo Exm.
i>r. consclheiro Aureliauo.
Toda essa obra encerra religSo, moral,
instrucgo c un sem numero de assumptos
inleressantissimos, que a fazem digna do
inaior aprego dos bomens que cultivan! as
letras, e sendo as senlio-as americanas o
principal objeclo das attenroes e liomena-
Sena da autora, boje brasileira, bem que
montuvideaua. No tpico em que appare-
cen minios cavalleiios ilislmrtos do brasil,
adu-M collocado o retrato do palriarclia
do Brasil, bellamente litoaraphado
Cravura, papel c rica encadernai;o, ludo
he o que ha de melhor. Os benvolos e pa-
triticos habitantes da heroica cidade de
Pernambuco e das oulras provincias do nor-
te, devero apreciar urna obra escripia por
una senhora sua compatriota do suida A-
meiica, mu lo nniis sendo a nica senhora
que publico urna obra Uta interessHiile, co-
mo he esta.
Ha livros de cores preciosa para as se-
nhoras. Acha-sc as livianas da cidade pelo
preco de 7/.
Vende-se na livraria de Jos Nogueira de
Souza, dofronte do arco de Santo Antonio.
Seguros contra
o
fogo.
C'ompanha ISorthern.
CAPITAL, i ,200,00Estabelecidn
em 1800.
Para eliecluar seguros solire proprie-
ludes, mercadoriu, mobilia e gneros de
iiuasi toda a qualidade. Premio de 5|8
ate 1|2 0|0 ao auno.Agentes, C. J.
Astley & C.
No aterro da ttoa-Fista
u. j, precisa-se de olliciaes de marcineiro, pagndo-
se bem.
mmt li. WMMt I Ua*aM
^" "TTT" I w r' I V 1 I mM i
r KW-MliU'.-l U.V
>UMlis-VJ'.-l V
ESTRADA 0 FERRO
do Hecife ao S. Francisco.
Os direciotes dn companhia da estradade Ier-
ro fd/.eiu publico, para evitar duvidas, ou contesta-
toes (u'urd<, que logo queestiver concluido qualquar
dos Lineo da reten la estrada, somente sera periuit-
lida a passaRem nos lugares para este lm designados
pelo Si. euiienbeiro em chele da cnmpaiillia, smun-
do a" commodidade dos proprlelarios, e do publico !
em geral, e nao em qualquer oulro ponto da estrada.
Por ordeo,
S. P. Vereker, lliesourtiro.
lid i le 7 de oolubro de ls."ii.
SEGURO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
Estabelecida cm Londres, em marco de 1*24.
Capital cinco milhes Je libras esterlinas.
Saunders Brothers & C lera a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas,
o a quem mais convier que esto plenamente au-
lorisados pela dita companhia para efTeciuar segu-
ros sobre edificios de lijlo e pedia, cobertos de
teiha c igualmente sobre os objectos queconliverem
os inesmos edificios quer consista em mobilia ou
em fazendas de juakiuer qualidade.
l'recisa-se de om caiteiro para deposito de pa-
daria, que ipnlia alguina pralica e abone sua capaci-
ilade : a tratar na taberna da esquina junto ao largo
da roa do Collccio n, 25.
Pieci-a-se ile uiua ama de leile, prefere-se es-
crava : na Boa-Vista, ra do AraRao n. i.
O aballo a>sisnado faz scieote aos lllms. Srs.
de encenhos e mais peisoas que negocian) com au-
rar. remelteudo-o para wla praca. que se arha ha-
bilitado em receber poi commissao dito genero, e
espera de seus patricios e amigos, e de quanto de
seu prestimo se queiram ulilisar, as remessas de Moa
assucares, prometiendo a mesnio ahaixo aasignado
ciorcer todo o zelo e actividad que Ihe sao nalo-
raes, envidando lodo o esforco potsivel as foucc/ies
la liquidada apurar.io de dito genero, como bem o
lem demonstrado. As pessoas cujas remes.as exce-
ilerem de lu.ou .~ por safra, lmente pagaro 2 <)|0
de commissao, seudo i 0|0 as demai romo he cotu-
uie ; e para lolas se obnga o niesmo abaiio assigua-
do a toda e qualquer compra de objectos sem corno
inuilos tirar porcenlagem. Ilecile, ra Direita, pn-
meiro andar n. 93.
Francisco Seraphico de Assis Yasconcellos.
l'recisa-se denm caiveiro para taberna : a Ira-
lar na roa do Qoeimado n. 5.
Precisa-se alagar um negro para lodo servico :
a tratar na ra do Queimado n. 51.
Precisa-se de um bom cozinheiro, forro ou cap-
tivo : na ra do (Jueiiuadu n, 51.
l'recisa-se de urna ama de leile, e paga-se
bem : na ra da Cruz n. ,'il, segundo andar.
Precisa-se comprar nm cairo de i rodas, em
bom estado, qne seja maneiro e possa adinillir i pes-
soas commodamente : a tratar na ra da Cadeia do
(lecife n. 36. .
Justino di Silva Boa-Vista laz. saber
a quem possa interesar, que comprou a
taberua sita na ra do Vigario n. 12,
pertenceiite a Jos Mara Nogueira de
Mello, a qual girou outr'ora com a ur-
ina de Nogueira & Oliveira, Gcando a li-
qttidaro do activo e psssivo a cargo do
vendedor. Petnambuco l de outubro
de 1850.
A casa u. i2, sita na ladeira do Varadouro da
cidade de Olinda, rui qoe esteva a cocheira, est liv-
polhecada ao recolliimeoto da Conceicao da mesma
cidade.
Precisa-se de ofliciaes de toda obra
de alfalate da roa Nova n. 60.
Quem pieri'ar de um criado para cozinhar,
moito fiel, de boa conducta, Jirija-se a roa Direita
n. 7.
Da-se 7205000 a premio modicc,com|peubores
oa bypolbeca em casas : na rua Uireila n. T.
No dia 18 do correte mez se lian de arrema-
tar por venda diversos terrenos sitos no Poro da Pa-
nfila drsla eMada constante do escripto que se acba
cm poder do porleiro dos auditorios, por ezrcurAo
do inveularianle e teslameuteiro oo finado Jos
Francisco Belem contra Francisco de Paula Lopes
Res, e he a ultima i ;-.
A peuoa qoe anuunriou para vender urna ca-
bra (biebo) boa leiteira, dirija-se a rua da Cadeia do
Kecife n. 1, segundo andar.
.irliaiido-se Horneados Jlenrique Brunn &
Companhia, Jo3o Pedro Adour Compauliia e
Joan Keller & C, membros da commissAo exaiui-
osdora dos ciedilos da fallencia de Jnaquim de Oli-
veira Maia Jnior, pelo presente sao convidados to-
llos os credores da referida roassa para apresenlarem
no prazo de 3dias os seus crditos para o lim expuslo
ao priineiro dos mencionados membros, na rua da
Cruz ii. 10.
Ensiua-sc a pilotasen!, Ilieorin epratica, expli-
cada por metliodos dados por urna peisoa sullicienle-
lueule babitada. A mesma ptHWt ensina as parles
da malliemalii-a puras para o coucurso da academia
do imperio, a aariuieusura ou r.inercia, lirfles de
franc/ para Tallar : a tralar na rui do Nogueira n.
., das 0 horas as 12.
RETRAC rOS A DAGERREO-
TYPO.
l'recisa-9e de una ama de leilc : na rua l)i-
reila n. 8(1, secundo miar.
Wilham C. Roberto, Jn-epli Payne e Saiah
P*>ae, reliram-se para Inglaterra ae vapor ingle
nAvon.i>
I i. mi DENTISTA, S
g> continua aresidi ua ra Nora n. 19, prmai- $
ro andar.
*ffiSHsa;4rs399lat])
COMNBIA E SEULBOS MVIlITi-
10S E TEBBESTRES.
CAPITAL 16,000:000^000.
A companhia lem sua asencia no eseriplorio lie
viuva An.orim g Fillio, rua da Cruz n. 15, onde
aceita todas M proposlas de seguios de risco* e lor-
luna do mar. ,
Sobre o casco, quillia e perlaufM de nakM de
qualquer lularao na navegarjo de longo curso, de
cabolageni. ou lluvial, ou na" pesca, em Viagem ou
preslrs a viajar, em carga ou .lescarja. amarrados ou
ancorados, em concert ou no eslaleno, quer por
lempo cerlo, quer por viagem simples, ou a premio
ligado.
Sobre mercaduras desde o momento de seu em-
barque ole o de sua descarga e deposito.
.Sbreos lucros esperados de mercadonas encami-
nhadas para qualquer mercado.
Sobre o casco e quillia de embarcacoes miudas
empregadas em descarga e Iralico dos p'orlos.
Sobre o capital e premios de diuheiro a risco. (B
Sobre o premio dds seguros e premio dos premios.
Sobre arges de lerceiro por dainos causados por
abalroameulos rorluilos.
Solire os fretes.
Acompauhia recebe tambem proposlas de seguro
de riscos de incendio e dainnos causados para preve-
ni-lo ou exlingui-lo de raio ou fogo celeste, einun-
dares.
SOBRE OS SECilLYIES OBJECTOS.
Predios rnanos ou ruraes, igrejase quaesqoer es-
labelccimeiilos, com exclusao de depsitos, fabricas
e laboratorios de plvora, e materias incendiarias
ou lullamiuaveis, thealros e casas de especlacu'os.
Mercadorias em ualquer parle que eslejam, mo-
bilia e olencilios de fabricas de quaesqoer f slabele-
cunentos iodaHrzaat, quersejam feitas por seus pro-
prietarios, quer pelos uso-frucloarios, locatarios, su-
blocalarios ou credores hypothecarios.
r inalmente aceita proposlas sobre re-segoro, quer
dos seguradores, quer do segurados, nos casos em
que a esles pude competir o re-seguro.
A companhia garante a prompta indemuisacao da
importancia de quaesquer sinislro, e a modicidad
dos premios : igualmente um abaliinenlo i* pessoas
que na roda do auno lizerem una avultada somma
de seguros.
CONSULTORIO HOMEOPATH1CO
|O
# 1)15. I.1ELL0 16IAES
DO
rio de Janeiro.
I nico deposito em Pernambuco, rua do Oueima-
do n. 27, armazem de fazendas de (iouveia t\- l.eile,
aonde se eucontra um completo sorlunento de boti-
cas homeopathicas de 12 a 124 tubos, e caixas rom
tinturas, tendo de 12 e 00 frascos. Tambem se eu-
conlra a nova pralica elementar da lionieopallua. e
o repertorio rio medico homeopalhico, bem como nu-
tras obras interessanles pelo mesmo l)r. Mello Mo-
raes. Os rredic;tiuentos silo lo*los novissimos e por
preco? mallo baratos, tendo botica de Kj ale 609, e
caixas com (iO mcilir^inenlos ou liuturas a iK- ditas com 12 ditos a 12)000.
PUYSIOLOGIA DAS PAIXES.
Esta imprtame produccao Iliteraria do Sr. I)r.
Mello Moraes, do Rio de Janeiro, bem como a eoro-
graplua do Imperio do Brasil e o Edocador da Moci-
dade Brasileira, coordenados pelo mesmo autor ;
acham se a venda na rua do Queimado n. 27.
DAtiDEKBEOTYPO E ELECTRO-
TYPO.
Na anliga galena e ollicina do alerrn"daBoa-V'is-
la n. i lerceiro andar coulinoa-se a I irar retratos
com a maior perfeic,an tanto pelo svstema francez,
como pelo norte americano. Existe mesma casa,
e para a collocaco dos retratos, um rico e abundante
sorlimeulo de objeclo (aes como lindissimos alfine-
les e med.ilhas de ouro, mu lindas caiirnlia ame-
ricanas e fraocezas.de papel, marroqoim e velado
de seda, desde o lamanho de una pnlegada al um
palmo ; passc-par-loiils de todas as qualidadcs. mol-
durasiie todos os tsmaohose de muilos e difieren-
tes felios, lano prelas como douradas, e nao sii pa-
ra a collocaco de um retrato ou grupo de dileren-
ICt pessoas, como para a collucac.ao de dona ou lies
retratos separado : todos esles objectos silo novos e
chegados h. pouco un de Franca e ootros dos
Estados-1. nidos. Uas 8 hor.s la manliaa ale as
na luja
Avis > itnportantissiiiio.
Ouerendo-so acabar com as miudezas quo anda
exisiem na loja siu na rua doOueimado n. -ii,faz-
se ver ao respeilavel puliliro que se vendem as re-
feridas miudezas por lodo o dinlieiro existiodo um
completo sortimenio de hicos de Hubo, al^od.io o
liloinle, lilas de vuludo e de seda, laa para lior.lar,
liabas, espellios, linas, e outras militas fazendas
que sera eofadonho mencionar, e por isso convi-
demos aos amantes do barata .pie spparecjm na
referida loja que se nao bao de arrt-pender.
Vendem-aa O escravos, sendo i prelas de
idade 18 a 24 annos, 3 ditas de meia iJade un
preto ollicial de carapinieiio : na rua Direita
n. .".
Vcndc-se um piano cm mnilo liom uso do
escolente votes c por precu com modo : quem o
pretender dirija-se a rua da Aurora em casa do a-
baxo assi^nado, para ver e ajustar____loaqujm
Bernardo de Mcndonra.
Nende-so um liabilo de cstamenlia novo
para algum irmo 3.- franciscano : na casa do sa-
crislio da mesma ordem.
Vende-scerva-malt milito superior a 240
rs. a libra : na na Direita n. 72.
Vende-se urna escrava rrioula com idade de
20 a 22 annos, sem vicio*, o sem acliaques, cuja
escrava cliegou lia S dias do serlo : no paleo da
Terco n. l(.
Nrtvftlh-'ts h contento.
Onliiiua-se a vender a 88000 o par(fiei.olixo) as
ji beincoohecidasnavallias de barba,feitas telo h-
bil fabricante que ha sido premiado em divosases-
posicOes: vndem-se com a condc,o de nao agra-
dndo poder o comprador devolve-las ale 30 dia
denois da compra.resliluindo-se a importancia: em
casa de Augusto C.de Abreu, na rua i'a Cadeia de
Recife n. 36.
a loja da boa f
vende-se o mais barato que he possivel :
chales lisos de merino muilo lino com fran-
jas de seda a a/600, ditos dito lisos de listas
de seda a t|, letiQos de camhraia tnuito lina
com bico de linho a 19300, ditos de cambraia
brancos com barra de cOr a 2*0 rs., mantas
de seda para grvala a 1?, paitos para cami-
sas, brancos e de cores a 400 rs., lil de li-
nho bordado a 1*980 a vara, dito de dito liso
a 880 rs., camisas de riscado finas e mu i lo
bem feitas a 1#000, alpaca de seda de muituS
bonitos padrOes para vestidos a 640 rs o Oli-
vado, luvas deseda para homcm e sonhora a
l^o par. ditas de pellica para senhora a 1/,
ditas de lio de liscocia para homem a 400, di-
tas de dito para n.eninos a 320 rs., meias
pelas de seda para senhora a 28 o par. ditas
ditas de laia para padre a i>600, ditas bran-
cas muito lin-.s para senhora a 240 e 320 rs.,
ditas pretas de algodSo para senhora a 400rs,
dilas dealgodao cru para homem a 200 rs, e
alem disto muitas fazendas que se vendem
muilo barato, e que a vista dos precos os se-
nhores compradores au deixaro de com-
prar : na bem conhecida loja da boa f, na
rua do Queimado n. 22.
Vende-se um escravo carapina e com o ollicio
lamben) Oe marcineiro de toda a obra, de elegante
figura, idade da 2 anuos, crioulo. de hoa conducta,
proprio para um senlior de engeoli> possut-iu,
quem o pretender ilirija-se a rua Augu-la n. :, puis
o molivo da venda he pelo moni > nao querer seryr
man o seiilmr.
Xa loja das seis
portas
E'ii iVente do Livrmiiento
Anda ha fazendas moldadas, e esla' veudendo
))or lodo o prt-Qo; aproveiiem eipquanlo he occasiao
de e i-nr..u|i.irein com pinico diuheiro, que a fesla
esta' prxima ; a loja esla' abeiia das seis horas da
inanhaa ale nove da noile,
Carne do Cear
\ nderom ni rua lhreia D. 27, p')-i.i- ile ca-
vaiid 100r.t I4(| a 160, poetas grande*, manleisa
Ingleta 960, SS*ie 8(H> r<., lila raDeexa a 800 r-.,
diia a 720, queiju muiu UOVM a l?7lMI, l>iM)
Ij-^HM), ravaa a -m r-. a caa, xe\** ile ?s[ipriiMrei- a
!XN) rs. e KiS() a libra, lingal^a do lerlSo n -JSII. car-
ne dn inc- i..i a 2 cumtnu Bmi da Cruzea n
30.
Venlfin-f? Imlarlia a Irfs por 10 r*.% torradas,
ila** lodo* o> di.i?., par.i liem servir seus fro^ne/e*.
sim cuino dillerenlfS qualidadcs de bulinlios e Id-
as de amenito,i.
Vende-se duas carrocas pequeuai paro I i a
rnvallus unid dila ^r.tniie que pe^ri eiu nm- de du-
xontaaarrobu quem preciaar atuiuucie.
anual eleitorai
Veiidc-sc o manual eleitoral, conlendo
a le rcj'iilamenliir las cleices, i; os de-
cretos e decisoesdogoveruo; accrescenla-
do com a le das incompatibilidades, lei
dos circuios, com iiislrucces novissimas,
por I000 : na livraria os. li e 8, da pra-
ca da Innepeiideiicia.
Veiidoe um bonito escaler de seis remos : no
armazem de rabos, rua do Vigario n. I.
I.AHYKIVrilOS. i
Vendem-se lenco e loalhas de lab] riutho. ossen-
tado em liua camhraia de linho : na roa da Cruz n.
:l, primeiro andar.
Attenco
A' rna do Qnehnado n. :I3 A, loja de fazndas ao
peda boa lama, chegaram ulliinamenle lindas seda"
de quadros, das mais moderna que ha no mercado
p e pannos de oiversas qualidade, e mullas mais la-
zendas, por preeso que se nao euconlram eui oulras
pijas.
Relogos de patente
nglezesdeuuro, desabnete cdi*vidio :
vendem-se ;i ptero ra/.o.ivel, em casa de
Augusto C. ile Abreu, oa rua da Cadeia
do Kecife, armazem n. .">.
Fozeudus bo*s e baratas.
.Na loja do baraleiroda rua da (Cadeia do Kcrife
n. jOi delionleda rua da Madre de Dos, aeharao oj
fregueze- bom sorlimenlo de fazendas de boasqua-
lida.les, que a dlubeiru a' vista > vendem por bara-
lissinio pre;o, tanto em atacado como a relalbo. ha-
vendo entre muilo variedaile boas chila de cores li-
as ^ie diverao padroes, o covado a IliO, IH0 200, e
Fariuhti de mandioeao
Vende-se superior farinlia de Santa
em saccasquetein um alquei-
por preco
Catharina
ie (medida Tflhaj por preco commodo:
no arma/.ein de NovaesA ('.., na ruada
Madre de l)e<. n. | ,
SVSTEMA MEDICO DE HOLLUWAV
500
Vende-e urna aeran cnoula, de meia idade, \ a WZ 89. 6>500, li;SO0 e 7s, corle
publico.
O Dr. Joao Honorio Bezerra W
de Menezes, formado em medici- @
na, acha-se residindo na cidade (g^
do Rio-Formoso, < abi se oll'ere- ^)
ce a's pessoas que de sen pivs- ^
timo se qui/.erem ulilisar.
ota a
s,; raja us
a 6 OOO
rs a arroba
No caes da alandega armazem de Seralim.
Aos ra pezistas.
Cbegaraai liualmente os lo desejados e iirocurados
lencos para rap, sao de linho mallo linos de pa-
droes escoro, porem sao poucos, venharn sem ile-
oiora compra-Ios: na rua do Qaeiaaade loja u. 30.
Jt
Os abaizo assignados, cora loja de nurive na rua
do Cabuga u. II. confronte ao pateo da matriz e rua
Nova, fazem publico, que eslAo recebeMo continua-
damente as mais novas obras de ouro, tantu para
seuhori como para humen, e meninos : os precos
coulinuam razoavei, e passam-se cnnlas com re's-
pomabilidade, especilicando a qualidade dn ouro de
14 ou IK qutales, fcando assim sojeitos os mesmo
porqoalquer duvida.Seraplum ^ Irraau.
g DENTISTA FR\^CEZ. |
i Paulo (jaignoox, de volia da sua viagem 'i,
gy. Europa, est morando na rua Nova n. 9
W 41, primeiro andar, onde pode ser procura-
ift do a qualquer hora.
Trocam-se olas do Banco do Brasil por moe-
da corrale nesla provincia, rom desconlo : na rua
do Trapiche n. 40, segundo andar.
lim caa do Timm Momsen o Vinassa.praca do
Corpo Santo n. 1:1, ha tres pianos lories do melhor
autor, um completo sorlimenlo de livros em branco,
ludo cbtgado pelo ultimo navio de Hamburgo.
I'reci pouca familia : na praca da Boa Vista n 32.
l'recisa-se aligar um segundo andar com com-
modos para pequea familia ou casa terrea, leudo
bom quintal : quem livor dirija-se a roa do Vi-ario
ii. I", seauodo andar.
Compra-se urna carroca. era bom uso que
sirva para un cavallo : na rua do Acollo armazem
n. 30.
Compra-se urna escrava que saiba o diario de
urna casa, eque seja de meia idade : lia na Direi-
ta n. 72.
Compram-se apolices da Idivda provincial
na rua das Flores n. 37 !. andar.
COMPRA-SE.
Nesla l.tporapliia o 2'1 tomo do Monte Uirislo, e
o :lu do Judeu Errante, sendo este cun estampas.
Compra-se urna casa no Monteiro ou Apiparos:
a tralar no Moudego n. I i.">
Compra-se ama casa terrea em chaos proprios,
ero qualquer das rua de Sanio Antonio ou Boa-Vis-
la, cojo valor nao eiceda a 1:2009 : na rua do Cres-
po n. li, loja de chapeos de Maia 1 raos.
Compram-se duas ecra\as, sendo urna prela
que cozinbe, engomme com peifeic.o, e eulenda de
roa. e oulra recolhida de II a 15 auous, costureira
preta ou parda: na rua Nova n. !li.
cozinba o iliario da orna casa, lava rte aabao e harrel-
la, e nao he rieioaa, pois altiaiica-sc a conduela :
no pateo do I creo, taberna n. I .
Na ruda Cruz, arma/.em n. ', vendem-se pre-
suntos para Hambre e salames de llambuigo, assim
como conservas oe todas as qualidades.
Vude-se una casa terrea em boro estado, sita
na roa do Pbarol u. 10, em Kora de l'orlas : quem
pretender dirija-te ao beeco do Abreo n. fi, segundo
andar.ou a rua do Vigario, loja de marcineiro n. 2!t.
Vende-se muilo bom doce de guiaba ; ua rua
'lo l.ivranienlo n. 2t>.
Sedas de qua-
drus largos a 1,400 o ce-
sado.
Na rua do Queimado n. 21 A, vende-se seda de
quadros laroo e iniudiulius furta-cores, padroes mo-
'lernos, fa/euda e-la ebesada pelo ultimo vapor-
Dilo-se as amostras com pcubor.
Oalv
A 00 r*. o ovado..
Vende-se clialy de menlo branco com llors sol-
tas e lisuras : na rua do tjueimado n. 21 A. l)o-se
as amostras com penhor.
f99@ OOO O $$$@M
O:
lie fas*
res biiuilos padres.quc oiio desboUm, com 7 varas,
I Cela diminuto preco de 19000, riscado e (hilas lar-
, das francezas modernas, o covado a 240, 280, 300,
3211 e 00, casa francezas de cores a ibOa vara,
,' ditas em cortes de 12 e 13 varal mono linas coui
I fazenda naraveslidoe para folbo, desenhosdilleren-
i le-, pelo barato preco de ss, corles de andolina de
: seda cor da rosa e aaul com lazenda para refeao e
folbo a l-oe 1.$, ciirles de se Ja escocezas largas de
bonitos gustosa 2H.J, grosdenaple pretosuperior pa-
ra vestido a 2?e2o2UO o covado, chales de mernm
lino sem barra com Irania de relroz a59300, ditos de
chaly com barra asaetinade a b?.>O,|ditos de merino
bordado, de core a 8J, ditos muilo linos bordados de
nina s<> cor a '.I?, e alero desla outras muitas fazen-
das, que como cima fica dilo. se vendem baratas;
dn-se amostras, e aloja esla aberta de noite.
Vende-se superior linba de al^odito branca e
de cores, em novello, para costura : em casa de
Snulliall Mellor & Companhia, rua do Torres n. :I8.
Vende-seca I de Lisboa ul ti maman lechega da.as-
siincomopola?dallussiaverdadaira : ua praca
doCorpoaote n.11. A
TAIXAS PAIIA 1 (GENHO.
Ha fundieao de ferro de D. W. Bowmann ua
rua da brum, passando o chafariz, crtins lia-
ver um completo sortimertode taixes ce ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, s quaes
acham-se a venda, por preco com ni ido com
promplidao: erabarcam-se oucarregam-se em acr-
ro sem tapan ao comprador.
Deposito de cal c polassa.
Na roa da Cadeia do Kecife, loja n. .%0, dcfroole
da roa da Madre de Dos, continua-e a vender su-
I periur cal de Lisboa em pedra, recenlrmenle ebega-
da. e polassa rus.iana nova, de superior qualidade,
i ; c no .iiii.
Vende-se em casa de S. P. Johnsioa&C,
rua da Senzala->ova n. 42, sallins inglezes, chi-
cotes de carro e de moniaria, candieires e caslicaes
bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
ta n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
fio da vela, chumbo da raunicao, arreios para car-
ro, lonasinglezas.
Agua divina.
Vende-se esta ticpllenlc agua para limpar H den-
les e conserva-Ios a 25000 a garraBaba : na Unja de
barbeiro confronte ao Rosario n. 2.
Cobeitores de laa hespu
nhes moito *ncorp
(lose frrandes.
Chales circas-
si IJOS.
@ Na rua do Oiteimado n. 19,
7^ vendem-se estes lindos diales bor-
2? dadoscom urna palma,muilolioni-
fg Li de dulcientes cores, proprios
v;3 para as sea horas que passam a
v5 Testa.
VENDE-SE
(iraxa de patente, prova d'agua, para
arreios de carro.
\inho do Itheiio de qualidades espe-
ctaesJohannisbeijj e Marcobrunner.
No armazem de C. .1. Astley & C.
OQoooo%&%-m>&%o%o
O

o
o
Vende-se o tiln comcasa de olirarindo falle-
cido Georce Kennorlbv, nolui:ar de S.Josdo.Man- v
-'iimlii.. 1-..111 arvoredosdefruetne mais bemfeitorias vndem-se na rua do Crespo Joja da esqaiua q
que nelle se acham, sendo as Ierras do referido silio voUa M a roa da Cadeia.
proprias: quem o prelender procure em ceta de Sa-
muel P. .lolinstuu ,\ Compaubia.rua da Scnzala >o-
va n. \1.
AGENCIA
Da fundieao Low-.Moor, rua daSenzala-No-
va n. 42.
Nesteestabelecimentocontina ahaver um com-
pleto sorlimenlo de moendas e antas moendas
para en(enho, machinas de vapor e tainas de! Panhia, pracado Corpo Santo,
ferro balido e coado de lodos os tamanhospara
dito.
L'-NGUENTO IIOLLOWAY
ililliares de individuos de toda, a. narWs.
poden) tcsleniunhar a. viriudes I!S
dio ,ncon.paraVe|, rovar em c,.^,^,:
no, que, pelo uso que deile lizeram, le.n m-u
corpo e oiembros tnie.r.n.enle Ssm d"w,"
de ha ver emprendo intilmente ouirc, u..
lamentos. Cada pessoa poder-se-ha cono-
cer dessas curas mar,vl|hosjls u ,
dos pwiodicos que Idas re'.tan. lodo' "
das ha mullos annos e a m,jor p,rlc d-,
las sao losorpieiidenles que admiran iw
n.eoicos mais celebres. yuanUs fmm tr
cobraratn com esle soberano ieu,cdio o um
de seus bracos c peinas, depoia rte ter w-,
manecido longo lempo nos bospiUcs oud.-
deviomsortreraanipulacao! Helias lia BUI.
tas, que havendo deixado esses asvlos de pa
deciu.enlo, para se nao submetlrem a es*
operacao Oolorosa, Imam curadascomnleu
mente, mediante o uso de.-se precioso re-
medio. Alyumas das Ues pessoas, oa cluam
de seu rrcoubectmenlo, declararan) este, re-
sultados benficos diente do lord corrr-c
dor. e oulro magistrados, afim de u,a,s .
lenlicarem sua aUirmaliva.
N.nguem desesperana do estado desaa
saude se l.vusse bastante conlianca par. en
Miar este remedio constantemente, mcuiu
do algum lempo o traUmento que ecasi-
tasse a natureza do mal, cojo resultado sen,
provar locontesUvelmentc : Que ludo cura !
Ouugvfntuht //, n.a^,rr,>/BV#,
non segu Hits catar.
Inllaiiiniaiio da ava
Lencos de
braia de
A 7>W, 400,
cada
500,
mu.
ca mi-
li niio
< 640
w loja de San-
tos Coelho,
N. 12 ATERRO DA ROA-VISTA N. 12.
O 'bailo assignado lem a dislincta honra do sci
eiilificBr ao respeilavel publico etta cidade, que
araba demudar o seu edabelec.iinrulo |iur falla de
..uiBinudo.da asa do Sr. A. Stahl da rua Nova para
n aterro da Boa-Vista n. 12, e vai continuar a tirar
retractos to ufimo uusto, peto precos os man com-
mio Ui Joan B. Thoma.
I ifYlara- se a peasoa que aununciou ler cnnlra-
la.lo a compra da casa sita no principio da estrada
dos Alllictos. perlenccnle ao Sr. Jos Antonio Mar-
ques quo esle senlior be devedur a Viceule l'crreira
da <"o!la da quanlia de 58)680.
Cuslavu lleuriqoe I'raener, curador Bacal da
massa fallida de Joaquim de Oliveira Maia Jnior,
fai -lenle aos repclivo credores, qoe no dia -' do
cirrenle lera lugar na un do Em. Sr. I)r. jnn de
dueilo especial do eommercin a reunan dos mes-ros
cre..'ores, abi serSo apretenlados os Irabalho da
cominissao verificadora do crditos, devendn o
iiiembrns da mesma commi.sao apresenlarem os seus
credito-.i ao dito curador fiscal, alim de serem verifi-
cados, e isso aule da indicada rcouiao.
Pechiocha.
Fundas Lraucezas do lado diieitoees-
_iijucrdo. pelo barato prero de I.SOO rs.
na rua larca do Rosario n.
cada tumi:
55, loja de
ni ni
e/.as.
.Vi hija de Antonio Francisco l'ereira, na rua do
Crespo n. e na de Porto 4 C., ua praca da Inde-
pendencia u. 39, vendem-se grinaldas de sempre-
vivas, viudas de Paria, com incripces e sem ellas,
para serem enllocada obre lumulos, catocumbas e
sepulturas, no cemiterio publico, no lia 3 de 110-
vembro, [laadoa .
Vendem-se lincuicas do serlo muilo novas a
280 rs., a libra, queijo do re'00 a l?800, dilos do
serbio a itK) rs. a libra, pastas novas a 00 rs-, ligos
a :I00: na roa de* Ifwlyrion taberna 11. :i(i.
MIDE/.AS BARATAS.
Na loja de miudezas da rua do Gollegio n. 1 ven-
de-se ludo muito barato para acabar.
Ricos estreitos peca de 20 varas a 19"00
Dilos largos dedesenhos modernos vara a400 c 500
Caixinhas de alabastro para cima de injsa 15280
Palileiros de porcelana 000
Ditos lingindo fruta ROO
Imagens de ctica 15200
Toucas de lan para menino- ->00
Fitas de seda n. Ilr2 peca -00
Dita sem ponto 280
Filas lavradas a 100, 120, 100,200,300. 400,
500, c 000 j
Halainhos de Italia a 120, 200, 300, 400 e 500 i
Fsforos cm caixas do pao du/ia 200
Folhas do papel com 12, 18, 20, 24 e 30 es-
tampas a 100. 120 e 160 a follia.
Caixas cotn obreias 50
Filas lisas n. 4 e G, a vara 00 e 80
Franjas de cor para cortinados com boota 35600
RotOes do madreperola groa a 500
Ditos de lonja pintados, groa a 200
Ditos de osso pregados em papel groa 3 200 e 240
Eslampas de santos em ponto grande a 400 e 500
Retratos de Napolao 3- a cavallo 15200
Ditos dito do 3- na coroacio a 500
Ditos dito do 1* a cavallo a 1960o
Ditos de Isabel 2- rainha do llespanha a 35000
Ditos de Espartero, a
Colleccoes da revolucao frauceza com 8 estam-
pas a 85000
Cordas de tripa[para violao, uia(o de 30 a 15000
Trancas de seda larga para vestidos a 160,
200 e 300.
Trancas de seda estrella para cufeies de vestua-
rios de meninos a 40, 60 c 80 reis a vara, macos
de 10 caixas do brelos a 80, penles'|iara alizar a
640 e 800, Ihesouras ordinarias duzia a 400 reis,
dilas a 500,caixinhasde vidro a 400, brincos pre-
i'is da moda o par 400, ditos de 160, trancas de
lan maros de duzia a 400, pecas de dila com 15
varas 120, jogos da domin a'ooo, dilos de damas
a J5O0, alem deslas fayendas lia outras muitas,
que se deixa dcannunciar e por prerp muilo com-
modo para acabar, avista do comprador todo o ne-
gocio se faz.5
Boiolias.
Na rua do Sol n. 25 ha para vender tres bom-
bas de repucho de. diversos unannos do capacida-
de do levar agua ao 3.- ou V.-andar, e mesiiio
ptoprias para apagar incendios.
Fardos em barricas
na rua do Qoeimadon. I!), con- gjj
tintia-sea vender cambraia fian- S?
cezai as me!!ioies<|iie ha no mer- *||
cado; ditu a 500 rs. a vara: @
ditas para acabar a .">(><) rs. o co- ^
vado; mtissulinas de piitinbas a S
O o covado; laa dequadros, g
propria para meninos, a 560 rs. ._;.
o covado; cortes de casta miudi- @
aha e muilo lina a 2x200 ; cha- m
les de merino bordados e lizos, ^
gji de toda as cores; mantas de @
n blond pretas e brancas ; romeiras fi
iJS de retroz ; aberturas muilo linas .J5
t^ de esguido ; esteiras da India J
ft brancas e pintadas. .-y.
Nal do A*6U*a
Veude-se sal do Assu' a bordo do brigue Clara :
a tratar com Juau Pinto Regis de Sooza, na traves-
a da Madre d Dos, armazem de Marlins 6t Pinto,
ou com o capilaoa bordo.
@
O
o
v.?

elogios
35000
obertose descobcrlos, pequeose grandes, deooro
e prata, patente iuzlez, para bomem e senhora, de
on. uos melliores fabricaules de Liverpool, viuaos
pelo ultimu paquete luglez: em casa de Soulball
Mellor,& Companli'a, rua do torres n. 38.
CA.BKIOI.ET.
\ ende-11 um cabriolel meio patente equasi novo,
muilo sequo e brando de mola*, com os competen-
tes arreios. por prego commodo : os pretendeutes
dinjam-se para ver na cocheira do r. Francisco Ju-
sc da Silveira, para tratar ua do Sr. Miguel Ar-
chaujo de l'mueiredo, ambas sitas na rua ja Cadeia
da Santo Auluuio.
Cassas de cores
A 20 rs. o covado.
Na rua do ijueimado 11. 21 A, vende-se casia frail-
een de quadrinlio miudos. ile lindos qoslos a 2X0 o
covado : d;lo-se as amostra com penhor.
Yelas de
Carnauba.
VeodenMf vela de carnauba pura, as melboies
qoe ha no mercado, a ISfOOO a arroba : na rua do
1.1 icini.i.lii n. 69, lojade ferragens.
No paleo do Carmo o. 2, vende-se eslamenha
legitima para lerceiro franciscanos, e penciras de
rame para os cubores relinadores c padeiros.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a rua da Cadeia.
t\tteii$&oaG I) irate.ro.
Na loja do baraleiro, na roa da Caoeia do Kecife
n. 50, defroule da rua da Madre de Dos, ha para
vender alem de BBOitat fa/endas que em porfo e a
retalhose vendem por barato> precos, bamburao ou
bnm lio lino de puro linho proprio para calcas, loa-
| Ibas, ceroulas e lencoes. em pocas de 20 varas a
ltiOO e 10$. dilo mais cheio de boa qualidade, pe-
ca* de :ll varas a tij e 139500, pannu de ulio lino
a bit) a vara ou 85 a pega de 12 ||S varas, estndo-
se a acabar, panno de linho fino para lencnes com 2
varas de largura a 3*400 a vara, enres de briol de
linho de coces para olea, padies novos a 39300,
dilos de Instilo de crese branco para colirios a 800
e 15, casemira prela lina a 2-3. 3*600 3*800 o co-
vado, panno azul grosso a I.38IK) o covado, panno
fino prelo e azul de boa qualidades a 35500, tOOO,
9-VH), -t t (>J, camisas francezas brancas a IjTliO
cada urna, e 208 duzia, dilas muito lina com pel-
los e collarinhos de core e branco 28500 00 a :M)8
a ihzi.i, 111 .dapol.m linn para caioii-.i- a 4SG0O, "13 e
5NI0O a peca,e mais haixo para 38200, 38500, 3SIO0,
31800 e <8, eguiao bom |iara pellos a 18100. e mui-
lo lino a 18800 e 28 a vara, e a peca por 149. 188 e
20d, peito para camisa braucos e'de cores com pu-
pilos e collarinhos, por barato preco, assim como
oulros muilos objectos iudispcosavefs.
COM PEQUEO TOQUE DE
AVARIA.
Vyas de madapoln fino.
Ven lem sr na rua do Crespo, loja di esquina que
rolla pan a rua da Cadeia.
AO BARATO.
Na rua Nova loja n. 8 de Jos Joaquim
Moreira.
Veo.tem-se lavatde pellicapara homem e senhora
das mais fresca e novas que ha no mercado, pelo
baralissiiuu preco de 18280 o par.
CAL E POTASSA
Vende-se polassa da Rusia e americana, chegada
neslc- das e rie superior qualidade ; cal de Lisboa
da mais nova que ha no mercado : nos seus deposi- !
tos ua rua de Apollo o. 1 A, e 2 B.
Sotn avaria ou deleito algum, e muito
mais barato do que asavariadas.
Conlinua-se a vender as fazendas da loja de I
portas n. III na rua do Queimado, por precos muilo
baixo :
Chilas de cores, a peca iB'iOO, ."3, 58500 e 69000
Dilas em covados a 100, 120, lili e 1(0
Madapol.io. peca a 2800, 38. 33-500 e 18000
AI jo 1 i., paja a 28,28100, e americano ;I8000
Dilo de cores, o covado IliO
Briol branco trancado de linho, a vara 100
Dito superior, a vara I9OOO
(iauua ainarella, o covado 2i0
j llrim de linho de quadios, o cavado 200
1 Chali) de seda para vestidos, o covado ti
1 Barege de cores para vestido, o covado 300
I l.encus de seda brancos linos com pinturas I.30OO
I Brim trancado da cores, puro linho, vara I0
iChia larga frauceza, o covado 200
Pianos,
Vemltm-sepiaiiosverlicaesinglezes, de elefantes
modellc.se excellentesvozes, fabricados por um dos
maiaaerediladoaaatoref, premiada na eiposicaode
Londres: noarmazem de Kostron Koohai & Com-
panhia, pracado Corpu Santo.
Farinha de San-
ta Catharina
iiiuIo nova, viuda em direitnra a Me parte, vnde-
se a bordo do patacho Pelicano, ou trala-se com
Caelano Cxriaco da C. M., ao lad
11. 25.
construccao vertical ecom todos o melhorsmenios, O o^il7S|J"JS ZS
mais modernos, tendo viudo no ultimo navio de I pliarnjaceulico, na rua da Cruz
Alpoicas.
(.01111 lira a.
tallos.
Canceres.
Corladuras.
Dores de caneca.
das costas.
dos membros.
i.lei nndades da cu-
lis em geral.
LnIV1 ruidades do atiu.s
EarwMAaa escorbuiica|
l'istulaa no abdomen.
Krialdade ou falla de
calor as eslictni-
dades.
Frieiras.
Cengivaaescaldadts.
Iiifliaioes.
lullamma<,ao do ligado
da bests
triz.
Lepra.
Males das peraaa.
do peiios.
de odos.
.Mordeduras de rcpli>
Picadura de aiosqui-
tos.
Pulmes.
Uueimadelas.
Sarna.
Supura;oes ptrida.
Imha, esa qualquer
parte que seja
Tremor de nci v.i.
Cceras na bocea.
do ligado.
da articauaoe.
Veas torcida 011 lin-
dada as nemas.
> eude.se esl^ ungento no estabelerimt-u
ogcrai del-onures n. 214. Slrand,. c na
loja de lodos os boticarios, droguisUs e ou-
EF?2 m '" de su* ""^ -
o do Corpo Santo lo%* Amtnc. do M, Uavaiu e llespanha
Vende-se a 800rs. cada bocetinha.coiu. -.
-Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,! SsvSa"2 S222S2 K "',,C"r
,nsirncr^r.vr.ie.l.enm.^c __n.1_______: umo? 2 l*er uso desle ungento.
Soua,
aa, cas
Hamburgo: na rua da Cadeia armazem n. 8.
I'asseio publico,
LOJA N. 9.
\mde-se um completo sortimeuto de chitas de
lindo padroes, escora, a 110, 1G0 e 200 rs. o cova-
do, a peca a 58, 58500 e ti ; a ellas, que lo pe-
chiucia.
Moinhos de vento
com bombas derepuxopara regar borlas ebai-
xa decapim : ua fundirn de D. W. Bovman
ua rna do Brnm ns.6,8el0.
elogios
inglezes de pa-
tente,
Pe naiu buco.
Em casa de liaU Sclimcltau C, 11..
da Cadeia n. .77, vende-se :
Lm grande sorlimenlo de vidroadrrs-
pellio.
Kelogios linos de pente ingle*.
Ditos ditos de patento suilso.
Couros de gra\a.
LimIIkis seccas em garraloes.
Vinho do Kbeno superior.
Conservas alimentaria* de lnas iwalt-
dades. '
Tudo poi jre:o eommodo.
O
A tlenco!;
c-
os melhuresfabricadot em latlalerrr: Ilenrv Cibson:ruada Cadeiado Reciftn.52.
;J/j Na rua nova 11. 22, loja to
OOO
*;' ha para vender bico de
V da branco e prelo, por preco
."-M coula.
relojoeiro, -r
blond de se- ^*
muilo em &}.'
&
OOOOOOOOi y;3?J^-SiJ
l.uvas de pellica muito novas para ho-
mem esenhora, o par a IJS80
na rua do (.loeimado na bem couhecida lojud* miu-
dezas da boa fama 11. 33.
Vende-se urna partida de Ierra cuberas de
malla de muilo boa madeira, e ptima de plaue
la.;es: a tralar no Maugoinho, silio que valla para
os Aflliclo, de Ignacio Francisco de Alhuquerque-
Mella.
A' 3$500 a du/.ia.
Lencos de camhraia de linho para alcibeira : na
roa do Crespo, loja de Adriano iV Castra n. Ib.
Atteoco.
ri
|# Na rua do Trapiche n. 5*. ha
|^ superioi rap-1'iince/.a do Brasil.
i_caaada \W ehegado recentemealc do Rio ir v-
19 Janeiro, em<|ua I idade |.ou. dil- ji
% lere do de Lisboa, ao pasto pie ajr
v.j custa apenas IssflO a libra ; & ($
^ antes que acabe, poii .. retntsaa ffc
i. lie pequea. sjj
O &&&&-&<&-&&%&-&&-&&
Suspiros de Venus.
t;orle de nco vealido proprio, pata i craMr-
bailes, o piimuroso desenlio, o aparad* Ma.a ti.
r. da faeuda. o bar.lo p,^ 4 insBOa m rwa
corle, ludo encanta e n.o.e *nq. e^.
prar ; portanlu quem qnuer ver, aprtelar e rm.
prar, dinja-w a rua do l.hif iad. a.., I wW.
da de ainarello. aa equin. d, t>*prawaaV HBHBI
e prestara um caueiro para a caadaur as dnVm,
les caaaa. Na .ue.ina l.j. cheiaraa r>ct c*Njlr>
bordados de seda, que M vendem a qa lOTse M|aw
cada om, cujo precu admira, caaaparaaaS*-* aae a
la/cn.la : anda he na rne-ma U)a, qa oa saca* r
bom solo, e o v el lio honesto, eacaalrwaa mmYrm-
liintnlo de paliin, de panno, alpaca e lina*, par nar-
co maito cummodus. ^
Tirar (lentes lie
distruir e nao
conservar.
Luvas
A !#!80 o par de
muilo novas e muilo rresquinha, ehagadM no ulli-
1110 vapor trance/ : na rua do l.)ueima>lo,oa hem co-
nhecida loja de iniuic/.e- da boa fama 11. .11.
Na rua do Crespo
Esquina a voltar
Para a rita da Cadeia
.Muito ha que admirar.
Vendem-fe colchas brancas adamascadas a 'rjODQ \
cada una, panniuho prelo e de cor a 120 o covado,
corles de calca de ca'emira de cor a 13 e 55, dilos de
casemira pela entestada a i -mo, ditus de dila fran-
ceza suprnor a 89500, dilos rnoilo superiores a K>.
dilos de brim amarillo e pardo de poro linho a
191X10, dilos escuro de quadros a 1/tOtl, dito de
ganga am-relia a l;200, corles de casta chita rom 7
varas a I-.50), cobertores esruros ebrancos a SOO rs.,
riscado escuro largo c muito encorpado a IliO o co-
vado, lazinha de quadru |>ropria para vestido al ...
itO o covado, e oulras muilas fazendas por precos' ~ "'"' ''oulem a T hora da aile aaa
I mua'
Na rua esireila do Keaarta a. 2. laja da lawaajM.
veude-se u de.ilalsico, remedio infallivel Ma 4a
dosdiite, a l-jsiicada Ira^iiimh...
:0cmt>0& r*H****<
IIUJUS P48A ROSTO
e mesa rte puro linho ; vendem-;e ua rua 1I0 Crespo,
loja da esquina, que volta para a rua da Cadeia.
commodo-
Xa loja das
portas.
seis
A loja da boa
lama
Vende limito barato :
mualo, de i.ouie Ibonia/, alto, reforcado de aaaaa
com marcas de Dexigaa, pern rrw.a. c ..ella, ana-
cas de cainita as caaril,. f,||. c^, mmKt ^
cido ; levoo camisa de panno al.I srusa.
da da ourello branco ,..? l,unUe,r e
iberia ...1 trente en, !,,. de palil.. : cal
i ha natural da l'ar.l.ib.. a loi t^r.v. d.
Coellio que o houve p.-r heanca dr w. ,
Jo.quim de So.ia .laquolla ndad. (, ,
das
No armazem de Vicente
Madre da lieos, coulrunle
erreira da Costa, rua Ja
igreja.
lim ecisa de n. O. I5e-
ber,8c'C, na da (Vu'z
it. 4, vende-se
Algodi'io para saceos de assucar.
Dito tramado para ditos, a iuiitacao do
da Babia. '
Lonas.
Brnzo.
Perro da Suecja.
Arcano para nirilirar o assucar d in-
venrao do l)r. Stolle, com o metliodo em|l%J?^^.*^?l*al!ea'daeaidBlisr,oBpaw
lingua portuguesa.
seis portas
EM FBENTE DO LIVRAME-MO.
I) administrador des'.e eslabclecimenlo vendo a
multa coiicurrenris de compradores sua loja, eque
molla panosa e familias se acanham cm enirar pelo
adjunto, oflerree a sua sala ;por cima da loja' para
veoder as fazendas com mai commodo c a vonladc
dos compradores, aonde encontram todo o agrado
possivel para serem bem serxidos, c por procos com-
modo, a diuheiro vista, pois os muito lTazeres
mo dilo lugar a mandar receber: islo lem lugar das
sele '
por precos razoaveis,
torio da agente Oliveira, rua
Sebo.
ebn
Veade-SS canto e oitenla e lauta arrobas de
em rama : a Iratsr na rua da Praia 11. 20.
Vende-se urna prela de nacan Cecaoae, anda
moc,a. a qual lie mullo boa compradora e vende na
nlres : \cn-
na escrin-
da Cadeia
horas da manhia ai da noile nos das uitis ,lu Ib'cil'cn. US, primeiro andar.
Livros que se vendem na loja de J. I". Se-! l''lu casa de Sa>"'ders Brothers t C praca
iiiiond 110 aterro da Boa Vista n. I i K Corpo ^anl 1|> ha P"" venderoscuinle:
Diccionario inslez porlugnez e porluguez iiiilez, J,0"0 'n^e'-
por Vieira, 2votanm em i- rncadernado, dilo for- '1V0 i Suecia. .
malo pequeo em dous volumen,obras de II. I)u- ] Alcalro de carvn.
mas; de Pan a Cdiz, de Cdiz a Tnger, Alger e 1 nnnSdc linho
Iuiih; os'lres Mqelero em 2 volme in S;, Ir. "
alleador :l i ^POnjas.
\.iiume-iii Drogas.
S-; capillo Algodo lizo para saccas.
Paulo 2 voluroe 10 s- ; 11. Martin de Freilas; lia-1 v
bel de Baviera :l voluines, assim como mniloi ou-
o vinle annos depois cm i volumes .
volumes; conde de Monte Christo em
H-; condesa de Salisbar] 2 volumes .
Kicoi i.enies de tarlarogi para alar cabello
Pjtti 'l''illf ilti iei'.ioi, ntn 1 Lenciiihos de relroz de todas a cores
iNesla loja lem sorlimenlo de fazendas para lodo Camisas de meia para criancas
os precos, c por isso approveitem esta occasiao para ,)eias de seda prela para senhora
seenroupareni para a fesla. com pouco diuheiro, e nica calas para guardar jolas
Hicos estojos para costura 29500 e
travesas de tartaruga tiara cabello
Ditas de verdadeiro bfalo
Hicos leques cun plumas e espelho 20 e
l'eulesde blalo para lirar piolhos
Kica bonecasfrancezas bem vestidas IgtHO e
Itesmas de papel de pco muilissimo bom
Hilo mais inferior pouca cou-a
Dito almaeo multo bom
Cuadernos de papel paquete muito lino
l.iozas rte peiiua de acu bico de lauca
Dilas muito bos sem ser bico de lauca
Duzia de lapis muito tiuos
Ditos para desenlio mullo Ih.iis
Bandejas muito linas a 3s, ic e
Oculo* de armaco de ac
Cnelos com armacao dourada
Ditas com arruacao Je tartaruga
Ditas com aunar,10 de bfalo
Rica chicolea para cavallo
icas sravalas de seda
lacadoies de cornalina para casaca
entes moito linos para suisa
I Escotas mmlo linas para cabello
: Capachos piulado comr ridos e redondos 7110
Caetas de aeo para peuua de HCo
I Escovas linas para unhas :I2I), .-,i> m
Ditas muilo linas para roupa I; ,.
l'imei- fina; para barba
Duzia de facas c :;nin- tinos
Dila cabo de balance muilo linas
Dilts cabo de marliui muilo boas
Camisas de meia muilo linas
llicas abotoadoras para cutele KKi e
Ditas para palitos iiin c
K.tojosde uavalbas linas para barba
Kspelbos para parede, 500, 00 e
Canas fioitaimai para rape
Hila redonda de larlaraga
Papel de cores em 1|1 de rema
l'entes do tartaiusa para nrrala
Dilos para alar cabello Imitando a tartaruga
l.uvas brancas t de core para montarla
l'apeles para lanlernas. o par
., com pouco diuheiro, e
fazenda de geeln. A loja esla aberla da seis hora
da mandila as nove da noile.
ChI fie Lisboa e potassa.
Na rua do Trapiche arma/.ens ns. !t e
11, vende-se superior polassa da Russia
e ameiicana, cal virgem de Lisboa, da
mais nova que lia 110 mercado
Relogios
de ouro patete
inglez, cobertos!
e descobertos,
fabricante d<
iaOO
uno
.'.lili
.500
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I cidao ; levo, camisa de panno az'.l gaaSBB
da da ourello branco bomUe.r., eTaliw
aberla na frente en. I,,. de p.1.1.. M 522
,h. natural da fa,.l|. M Sarav. Slt^SOZ
iJenr
pelo ab.iio Slllgiiil, tu XTCC
Vasconcello, Juu.ur, ,,,,, no nirnlm*
Ire ue/ia do l'il ,1 da ''- -'__-- -
a dita provincia
i eve-o a rua da Concordia a Pedro Anl-i;. TV^
i.u.maraes qa. mmmmmm gJSS
Kecife 1, de oulobro d 1N5(>. -'ca*..
I'edro Anlumo leiaira ai.ara>..
AVISO.
i IXCOEMA MU. REI>.
1 IW da 2:1de junho do correle. Baja a |_ |dob,.KueMr,a |..a prelo c,.,u,S.Zh
de- hM 21 a 25 anno,. ,.. m.., a. n*n\* ,
o s.Buae ,,, : r0(1 co,,rioo ""
cr fula, cabello cercilhado, olho. un, twtK*V
f amortecidos, baleos sros>, semlo >,.
srosso qne encobre a falla qo. lea, d .k..,,.^!
"na, falla,,., ,,oc,. alr.palh.d. d,J 1^-5
denles, pouca barba e rala, bioda,, ,,., hl""
esquerda junto aodrdo mnimo orna rapec* > "
vo sahido. a nades..- um po.ra err pinadas ,,,, ,.
dar li-mnni (rilo pa.aolado.eadaii.., Ia,, ,"
tura lina, ac apall.elad-,, e um pouco latan Ir,..,
calca de alcodAo azul de,bol*l camis ,1, t-Ltl
n-cado, chapeo da palha, tea, .Ock. oe Ta.,.fcT~"
ecostuma.mbria2ar-.e; foi craso do Mr la- J
ron;mo\ ilella edoSr. Dr. mn.-tor n>
di melhor
dein-se
l.on
i- a*jH -
ilavarroupa; quem a preteude^ dirija'padari I 7-, Z^utoZ, a'nK emtZZ, I um completo sorlimcntu de wndas rn^\w\XrSSST'1r^ ?tte'" n'^ ru""c'-
I uo aUBgalBDe u. j|. I como em Irdouuucz. -----------------1-....
ito entramado igual ao da Bahia.
um completo so
para esto mercado : tudo por preco commodo.
.100 ; "la contra qaalquer peM."q. o "ocV.l^T Ta''
:laUU0 poder; aaatni como ^ralilica e paga luda '
eCHNi tas.Joaquim Cope de lim na.
'UetNSI de .'ralilirai....
" qdein levar un Recife. na r da> Khvre. 37. ari-
meiro andar, ao Sr. J. (Jardo., o. a. tallar
JnSodo Cabo, d'onde tamo no dia H de a'.br M-
renle, .mar. crioulo. da nena. |..,. ^^ ^a,
de.deniado.co,loma andar dr alp- .calan a .., nIi-
reilar as per n, -. lem a cosa m .,cad> r ctralnrr
de orras ; mi dn wrl.1o de l'',r-i, dalh lm
para l'.arreiro. drpoi para cncenlio Stmro. ,
para ponte do C.rvalho. e linalmenie rara *-
uenhoS. JnAo ; l'ou chairo de ro.r. vHbn, n-
r-'ula de algodn.-Jcami.a, de alsmlSn Iraneado
1 cobertor de algaaMs de barra.
1 ano
IKK)
con
SgOOQ
t: 29500
USMN)
720'
l3l"'l|
250110
ilKI
1^00
I veude muito barato
da boa fama se cnconlraiu e.se
na rua do Queimado o. JU.'
l'EKV: TYP DK U. F. OE KAKI* *"
MUTiraDD"
ILEGIVEL
1


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