Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07608


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Full Text

ANM) XXXII W. 242
Por 5 meza adiantados ijOOO
Por 3 mezes vencidos 4,$500.
TERCA FEIRA \\ DE CI'iJIHO BE 1831.
Por anno adianlado ISfOOO.
Porte Iranco pan o iubwi| i< i
xCAKREa.ADUS DA SUBStRlPCAO' !
rahiba, Sr. "Jervailo T. di Hatitididi I
I. Pereira Juoior; Arica IJ. a Sr. A. di
EltCAHRE)
rara
Juim 1. Paraira Juoior; iraca ij
<-ara, a ir. J. Jote da Wivsiri ; Mi rnbao
auas Sodriguu; Piubj, o 8r. Don|iogof
NO NORTE.
Natal, o Sr. Joao
Lemoi Braga ;
O Sr. Joaquim Mar-
Hirculaoo A. Peuoa
Grenle; Para, ..ir. JualinilooJ. iamoi; Amainnai.o Sr. Jaro
ayma da tama.
PARTIDA DUS CORREIOS.
'i ni.'.., ; todo* m .lia,., flc ,.,.,, hi.f.i- .lo lis,
Igsarases, I.m.,11111 r I'.u.luki : n..* -i-iunli. -.-vi.i.-
S. Aula... I!.).......If.inilti.r.aiu.im, Altiaoo li.r.iiiliuii.
S. I.ouri'.i^o. Peo-ilMIti.,. .\s/.-irclli, LfMMiro, Orejo, I'
Mira, I Ion, Villa-Bella, Bo.-Vi.la, Oa-iaarr e Km : na,
Cabo, l|i..|m\.. erssAsm, lUo-Porarosa, ifaa, ll.-rv.ni
l'iu ni. irs> .- l\,ial : quitir.irearas.
(Tudtis o, srrejne parlrm aa I" liaras 4a manilla.)
No dia 15 do correiile termina o pruo para paga-
mento da sabsrripjo desle Diario do quartel de
oulobro ,i desembro a razio de 4.">, e depois desle
da su se recebera' a 43b00 como esla' estipullo.
Nao sendo possivel procurar a maior parle dos se-
nhores assignanles ate o referido did, os roesmos se-
nhores qoeiram maullar o importe a livraria MU (Te
8 da praca da Independencia, para obviar reclma-
lo).'- que nao l'orain procurados. Km todos os pal-
ies a subscripclo de uin peri dico he mandada ao
seu esenptorio uo ultimo dia do quartel antecedente,
de modo que no primeiro dia do i'guinte uo esla' a
subscripto paga ou o aa-ignaute despedido, e dei&a
a redaccio de fazer despega enm a cobrauja, o ler-
demora uo pagamento. Esla enipreza lea concien-
cia que cumpre exaelemeule os seus der-res, e por
is'io lera direilo a- exigir o cumplimento dos senho-
res issiiyianle* : rallamos daquelles que muilo de
proposito demoran) o pagamento de quantia lio di-
minua, cansando sacrificios ao proprietario) quei-
ram pois os senhores que lem a psgar a subscripta
altender ao eipendido, e manden] embjlrar o va-
lor de anas assignaluras.
P4afa4 "aioij.
GOVEKMO DA PROVINCIA.
Expeliente d> da 7 4a outubro
OflicioAo Exm. marechal comraauanle das ar-
mas, Irausmitliudo por copia o aviso que em :'> de
selembro ultimo dnigio o Eim. Sr. mioislro da
guerra por occasiao de llie ser mneithla a demons-
Iracao do alcance am que ficou para com a fazenda
publica o alfc-rea quarlel-meslre do uono balallio de
inf.ml tria, Francisco Jos Jonquim de Barros.
HiloAo ninio. alivian io para ter o convenieu-
!e destino, a aula do alferes do 9.- batalhdo de in-
jnu, i. Joao l'aolo de Miranda.
DitoA > mesmo, remetiendo por copia o aviso
de l,i de selembro ultimo, no qnal o Exm. Sr. mi-
uislro da guerra declara, que o uiiifoime da msi-
ca do lll. batalnlo de Infanlaria deve ser n que fui
approv.ido por aviso de 28 de oulubru de Is'..
DitoAo cnsul de Franca nesla provincia, de-
volvendo a declararlo fela pelos her.leiros do falle-
cido N. (j.laull, ifnn de ser substituida por nina
procuiacao, segundo indica o parecer que remelle
por copia do procurador fiscal da Ibesouraria de Ca-
lenda.
DitoAo presidente do conselho administrativo,
recommendando que promova a compra de 300 pal-
mos quadralos de pedra prela, denomina,l.i de
Genovapar a obra do hospital regimental, p-
denlo es-a compra ser eOev.lua.la sob a condicio de
ser lieul.i de diieilos de importaran, no caso|deainda
udn estar despachada.Fuaram-se as necess.ria
rommanicarjjes.
HiloAo inspector da thesooraria de fazenda,
dizendo qoo para [o ler aalisfazer o d.sposlo no avi-
so circular do ministerio da justica de -21 de selem-
bro ultimo, a/.-se preciso que S. S. informe com
urgencia, qu" armmenlo uo outrosobjectos se leem
comprado por or lem da presidencia para a goarda
oacioual, dep >is da le de 19 de selembro de Isv.l,
Igual ao director do arsenal degoerra.
iioAo mesmo, transmittindo para os conve-
vientes etames, copia das acias do conselho adminis-
trativo dala,las de l'.i. -20, JJ e -25 de selembro ul-
timo.
Ditoa.o ipesmo, remetiendo por copia o aviso
da reparlicio da goerra de 23 de selembro ultimo,
do qual eonsla, qoe lora approvada a delibea^o
qrje lemn.li a pMMOTHaele, -te mandar refljr-ar u pa-
Xainenlo do ,leliul na imporlanu.a do ::7. 'S-i'}'- rs-,
que exista na verba afenal,.lo crdito conce-
dido aquella Ihesuuraria, para o exercicio Je 18.55 a
1856.
DitoAo Jireclor do arseual de guerra,|rrcoiu-
ineiidandu que m-nde fazer os coucerlos de que ne-
cesita a bomba de apagar incendio, perlenceule ao
.iii.riel uto corpo de polica.Cominunicou-se ao
respectivu commandanle.
DitoAo mesmo, para fazer apromplar e enl.e-
|M ao agente fiscal da Parahiba, Jos Joaquiui de
Mana, -Jid correames c .mplelos e igual numero de
corrcias com e-coviohas e agulhelas, ludo para o pri-
roeiro balalhio da guarda nacional daquella pro-
vincia.l'izeiaiti-se as aeceisarias commmuii ca-
ees.
HiloAo commandanle superior da guarda na-
cional de Ulmda e Iguarass.Devendo os delega-
dos e subdelegados ler todos os meios e recursos de
forra que ,lhea forem precisos para iiuuler a Iran-
quillMadn publica e a liberdade do vol as prxi-
mas eleic,cj-s primarlas, e convindo que essa forca
Ihss aeja fornecida pela coarda nacional com loda
a promplilio e iadepen teule de certa* formalida-
des, ordeiin rit'-la occastu aos mesmns delegados
e subdelegados, que quaudo o caso exigir, pos alingir-ae direclaineule a qualquer commandanle
0)6 l)ai:iln i ou de companhia, reqoiaitando a pra-
ci<9 que julgarem necesarias, indepeudenle de es-
perar que V. S. as designe, com lano, porem, que
luiiuedialanieule Ihe deem disso pane, em rerouhe-
cineiili de sua aolondade e para bein da disci-
plina.
Tenho1 bois a recommeedar a \. S. :
1. Que uipeca as suas ordens, alim de que ot
romniandai.'les de corpo- e compauhias prestem as
ir.ru que dilectamente Ihes forem requi-ilalas
pelos l.'l: ilo-' ou subdelegados :
-'. IJue lies ilelerm iih laiiib'in, e por sua parle
observe V. S. igoalmenln a re^ra de enviar aos de-
legados e subdelegados os olciae e as compsnhias
que Ihes f. rem de-iigoadas e uoiiiea lomenl- indica-
das poraiinelles funecionarios de pelicia, porque
podem rali M de conveniencia publica eaigir, que
se empreg e antes este do que aquello nllicial, e o
delegado subdelegado he q ir ni conhece essas ra-
/oes.|gu es aos riemais eomraaudanles superiores
il guarda nacional da provincia, e no mtsmo sen-
tido onVm i-se nos delegados e snb lelegadns.
UiloA i mesmo, dizendo qoe para poder satis-
tazer o diiposlo no aviso circolar do mnnlerio da
juslica de l\ de setembro ultimo, faz-se preciso que
S. 9 remella com brevidade um relalorio do estado
de toda a narda nacional sob seu commaudo supe-
rior, com de.-laracao do serviro que presta fra ou
eixi deslac. menloUuaes aos deinais cominaudau-
les superiores da provincia.
D.'loAo juiz relator du jaula de justica, trans-
luitliiido para ser relatado em sessio da mr'sma jun-
ta, o proep-so verbal do soldado Manuel de Brilo,
perlencenle ao H.-bala'liA i de i'ifaulana.Com-
niunicou-.e ao Eim. presidente das Alagues.
MU Ao iuspeclor lo arsenal de marioha, re-
cummendi ndo que mande entregar a Manoel R-
r.i-.
na |.-r.;j- frira
,'I.ieiri, /n..J
fuarus-feinu
, Aaua-l'reu
AUDIENCIAS DOS TRIIICXAF.S DA CAPITAL.
Tribunal do commercio segundas e quintas.
Relaceo : lercas-feiraa esabbados.
Faieoda: quariai asabbadoi as 10 horas.
Jui/o do commercio: segundas as 10 horas quintal aa meio-dli
Juizo daorphaos .- segundas a quimas as 10 horas.
Pnmeira vara do civel -- segundas a saitaa ao meio-dia.
Segunda vara da eival i quirui a sabbadoi aa meio-dia.
EFBBMERIDES l)<> MEZ DE OLTBRO
7 Quartocrescente as 3 horas 19 minuto n 48segundos dam.
13 La ebeia aa 9 minutos a 2o segundos da tarde.
JO (uartominguante as 3 horas, 17 minutse 48segundoi dt t
28 La nova as 8 horas, 24 minutos,48 seguodosda tarde
_ IMtK.VMAH DE IIO.ll-..
Prime ira as o horas e 18 minutos da mantisa.
Segunda as .1 horas e ''- minutos da tarda.
DAS da semana.
13 Segunda. S--. Uauicl e Augolino f. mm. ;S. Samuel ni.
11 Terca. S. Caliste p. m. ; 8. Fortunata v.
13 Quarta S l!licrr;.a de Jess >, c. : S. Ageleo ln.
16 Quima Ss. llartibiaM e Salunano irms. mm.
17 Sesta. S. Eduviges duquei.i : S. Mari.-.nno m.
1K Sabbado. S. Lucas evangelista ; 'S. Tbeodoro ni.
l'.i Domingo. 22 S. Pedro de Alcntara I'.
ENCARRECADOS DA SI Um llll'i m, >,, S| i
Ala goai, o Sr. i. lad ido FalcaoDias: (ahita s.,. D.
Rio deJaneiro,o .Sr. Joo Pereira Marimi.
KM PEaUf/aMBOCO-
0 prop Malario do DI A 10 Manoel Figaeiroa ta Taria, aa ,u>
lirraria, praca da Independencia ni. I 8.
drigues Campello o menor aprendiz daquelle arse- I mei to provincial do exercicio lindo. Dio tiver sido | lia cerca de viule anuos, pelos ullrages acrumula-
i.al, Maunel Valerio Rodrigues Campello, visto aI esgrlado, mande Smc. por,elle pagar a administra- dos sobre a pessoa do illuslrc confessor de Colonia,
cliar-se incapaz por molestias de aprender regular- cAo los eslabeleciioentos de candade, a somma de O Ibeor da proceder seguido dorante estas discus-
menle qualquer ollicio. I8993! res, despendida cornos alimenlos de 9 soes pelo gabinete de harmsladl laz-lhe rouila fton-
DiloAo commandanle do presidio de Fernn- mendigo- recolhidosao hospital de candade como ra. No projerto primitivo de pacilicacao submrtli-
do, para lazer regressai a esla capital na primeira consta da cunta que remelle, pois que uao pudendo | do a corle de Roma, inais de um pomo exista em '
oppnrlunidade, alim de ser enviado para as .Magnas, aqujll.i a lmiin-lrar,io f.i/pr esla despeza com a con- que n gnvernn cria poder manler as antipas resine- i
na forma das urden- superiores, o preso de justica -
peclor de di-pencar do imposto da decima por algon-
anuos aquelles que na capital edilirarem, segundo o
plano municipal, sendo extensivo este beneficio s-
meule aquelles queapreseularcn os edificios promp-
tos al o ultimo de detembro de 1857.
linposlo de alambiques.
O imposto de alambiques pela forma porque he
preso os lales da lliesouraria para as operaces de
receila do exercicio.
Secretaria do goverun.
Pela eiposiro que me fui ministrada pelo digno
olicial maior oess. repartido, servindo de seerela-
rio, veris o esla lo actual della nao s no que diz
resprilo ao seu pessoal e material, como lambem no
.lo quartel do corpo de policia.
DiloAo direclor das obra publicas, auiorisan-
do-o em vi.i,i de sua informacao a recebar a obra
da rampa do caes do Collegio, exonerando o Dr.
Filippe Lopes Nello de loda a responsaliilidade.
DitoAo mesmo, declarando haver expedido or-
dem lliesouraiia provincial, para pagar a visla do
competente certificado, a imporlancia da pnmeira
prestarAo i qoe tem direito o arremalanle do ein-
l'i'ilr.iiiienlu do I", e 18. lauco da estrada de Pao
d'Alho.
DiloAo iuspeclor da Ihesouraria provincal, |m-
iu-ii icr._'lu u o ollicio de 5 docoirenle, om que i carnes reclamada* pelo chcfs supremo da igreja
Smc. reprsenla sobre a nece-sidade de ser paral lie nos sobremodo lisongeiro poder assegurar que
alii destacado um oflicial com 30 ou ,0 praca-, alim | o accordo enlre a igreja e o Estado era' sincero e
de se poder garantir a ordem publica nas prximas | durador, no grao-ducado de llsse, pois que o sube-
eleicoes primarias. rano esla' profundamente convencido de que a res-
Ein minlia circular expedida linnlem aos delega-
dos e subdelegados providenci^i sobre o modo por-
que deviam elle- requisilar qualquer forra da guar-
da nacional qoe fos*e misler para o fim que Vmc.
Aleii
t) iiiiposlo de meia sira de escravns nio lem quasi: comporlainenlo.
tores.que nhi setveta cun bastante disposicao e bum
realidade, porquanto nao ha quein com mais ou me-
nos facilidade dei\e de provar que he Uvrador para
gozar da isenrio respetiva. Esle imposto parece-
tauracAo da liberdade, que legtimamente compete me dever ser generali-ado, esiahelecrndo seque ne-
i religiao, lie a mais forle barreira que se pode op- | idioma venda de esersvo se elleclue, sen.lu por es-
poras ideas revolucionarias. O grao duque l.uiz j rriplura public., pago previamente o im.oslo ; po-
-e desvauece de haver podido dar aos seus subditos der-vos-ha parecer que essa me lula sen lo essencial-
indica, e no mesmo sentido fiz as necessarias re- ] calholicos, esla prova de sua paternal sollicilode.' menle ueeeaari.i para eviiar ulms., e para boa lis-
comraen Ucoes aos commaiidaules superiores. | Anda mais ; lia pooco araba o principe de exprs- ] calisacAo he tamheui por sua vez onerosa aos lavra-
Osj trahalhos da adminislracao que de dia em dia
crescem, me fazem convencer'de que sem o concurso
desses dous colaboradores nao poderiam os empre-
gados vencer a trela que Ihes incumbe. Assim
pois. pseo-vns que aogmenleis o pessoal da secre-
taria creando m-is dous lugares de amanuenses com
o ordenado de .50090011 rs., sendo um d'esses em-
preados especialmente ciiearre^i.io do archivo.
\nles de terminar ele tpico devo declarar-
ra de Albuquerque Barros, mediante a grahln .ir.lo
de 1.50a |i--os por aquella municipalidade.(lili
Cloo-se aocommi-sano vacciuador.
DiloA' cmara municipal de Iguarass.Cons-
laudo-me que nein uesle auno e nem us anterio-
res se reuni a junta de qualicarao para organisar
a lisia dos votantes oa couformidade du arl. 25 da
lei regularuenlar de 19 de agosto de isiii. e con-
vindo dar desde logo as necessarias providenclus.
para qoe se verifique a eleir.io primarla, prnceden-
do-se provi-unameiile aos Irabalbos de qualilicaco,
aca-o elles se nao etlecloaram, lecommendo
cargo de subdelegado de polica. Entretanto
de paz presidente da mesa parochia, na
qoe fez para as eleires de juizes de paz e verea-
dores, nao o coiilemplou no numero dos eleitnres.al-
legando que Vine, se havia mudado da fregue/ia e
que por isso ficava privado de exercer all o direilo
de volar vi-la do aviso de 2i de noverobro de
1846.
Em resposla limbo a declarar, qoe o aviso citado,
e os de numero i, de 18 de Janeiro de 18)7, e nume-
ro 20 de 20 de fevereiro do mesmo anuo 2, se re-
feren! i hypothese em que o eleilor ou eslja muda-
uto mi/ la o *T ^ 6 ?tr%r qUe mU- ,,;, -"rac.ndo o llagello do cholera, que loda, as
cvoVartu nZ. t P^meip*. eaimai. pr,.c.llo.a em-, ,Plras f^eip,,,, pontn.ilmenle, e se anilDM a
,"V?, '.0 ['^l,''^:",Sl:ce,{" "':"'. ma" ,ere" e c,"- UnMKM a*T&o, ao |..nlode prodailr orna
mui terminanlemeiile a Vmcs., que me deem com do da parochia e nao se aclie ah no lempo da elei-
urgcncia as infoiniaroes exigidas em miaba circular
de 2i de selcmluo ultimo, alim de que a vala del-
tas eu possa resolver cunvenienlemeiile.lliciou-
se ao presidente da cmara para reuni-la.
OflicioAo Exm. hispo diocesano, dizendo que
para poder atfate* o disposlo no aviso do ininis
lerio da jaaliea de II de agosto ultimo, faz-se neces-
sarioque S. Exc. examinando e fazendo examinar
n 'iu.i iri-d'-ic bispado, que remelle por copias,
enve com a urgencia possivel quaesquer observa-
(esque tenliam por lim compieta-lus e melliora-
los ; e se uriihuma oh-ervacAo S. Exc. liver a fazer,
isto asesan se dignara de commiimcar, para que,
anda ueste cao, seja fielmeule cumprijo o citado
aviso.
DiloAo Exm. marechal commandanle das ar-
mas, declarando qo o Iferes Joi Be piula do Reso
Barros Cavalcaiili de Albuquerque apreseniou co-
iliecinsenlo de ler paga a imporlancia dm direilos
e einoliimenlos relativa! a liccuca\|ue Ihe ci con-
cedida por avia aa II fe jnlho iteeta anuo.
DiloaVo iii(-.fiio,-re-.i.,:lleodu (.r copr. ollicio
do marechal Antonio Correa Seara, iuspeclor dn i.-
dislnclo anillar, alim de que expeca as cimveiiieii-
tes orden no sentido de pasearen) servir junto
aquelle marechal o leuenle l.eopoldiuo da Silva
Azevedo na quatidade de ajudante de ordens e o al-
teres Pedro Marlim na de secretario.Fizerame
as necesMiri s commuiiicaces.
DiloAo Exm. couselheiro presidenle da relacao,
inteiran lo-o de haer o juiz de direilo do Cabo,
barbarel Francisco Elus do Reg Dantas, participa-
do que no da t! t de setembro olliuio rea-sumir.i o
ejercicio da seu cargo.Igual coiomunicaro se fez
a the'ourara de fazenda.
DiloAo coinmandaule superior da guarda na-
cional de i >11n 1 e Iguarass, rrcommeniiando a ex-
pedir!) de suas ordms para que o commandanle do
halaihaoO.' de iufanlaria da me-mi guarda nacio-
nal mande apresenlar unta guarda de honra em
fenle du convenio de Noasa Senliora das ^eves no
dia 2du correte, as 3 limas da larde alim de anun-
paiihar em procis-o a imagem de S. B-nediclu.
HitoAo ciimmaiidanle superior da guarda na-
cional de Sanio Aalla, dizeudu que a esculla do
fardaineiil dos corpos fia inesma guarda nacional -
deve ser leila de coiiforinidade rom o que ja se de- I
clarou em ollicio de 13 de d dii, e que esses rorpoa sio MMderadsM de infaniaiia
e nao de fuzleiros. cumprindo que S. S. assim o
faca constar aos re-pcclivoj commandantes.
DitoAo coinmaud.nile superior da guarda na-
cional de II re-, declarando que segando o dispos-
lo no artigo 77 das iaglraesjoM de 25 de oululiro de
1850, so pode prorogar-*e o pra/o concedido para os
olliciacs da guarda nacional solicilarem as suas p-
lenlo., se elles aun orequerereru, provanlu que a
falla proceileo de molivos in ''pendentes da sua
vontade, devendo laes requ-riinenlo- serem encami-
nbados a presidencia por iutermed o do chefe do
respectivo corpo o de S. S.
DitoAo inspector d.i Ihesouraria de fazenda, in-
leiran lo-o de qoe ja loram sali-feilas na corle as des-
pez que liaba de laier]o Dr. Judo Ncpoiuuceuo
Dias Furuandes, para a expedirn do seu titulo de
coiiimissario vaccinador pruvinctal.
DiloAo inspector da Ihe-oururia proviucial, p-
I provando a medida que propoz de incumbir a com-
mi-'io que se eucarregou da liquidacao e escriplu-
I rai;o da divida acliva perleuceule aus exercicios
janleriores de 1852 a 1853,0 Irahalhode confeccio-
nar as relaces dos respectivos devedores que lem
' de ser remellnlas ao juizo compeleule, alim de se
proceder a eobraoca, c recomm>ndando que trale
de levar a elt'ilo e submella a approvarao da presi-
dencia u neressario COtiIralO, e-lipulando nelle alem
de coudic^iies que garantan) o resultado que se lem
em visla, a clausula ne t perceher a toinmissao
como paga de seu liabalho urna piircenlagem, que
sii por Smc. nrbilrada, e dever sabir do que se
vier a arrecadar deduzidas as despeza. judiciae.- tan
lo ua> causas cujas sommas foiem arrecadada-, como
n'aquellas em que oecalnr a Ta/enda provincial.
DioAo mesmo, dizendo que se o credilo de
res 21:1582000, alierlo pelo artigo 23 da lei do orra-
rdo. ou que vollando a ella accidentalmente, ou
mesmo por motivo deliberado, ndo lenha anda
lii.nl,i a sua residencia.
No caso porem de que se Irala, o eleilor acha-se
actualmente residindo na fre/ne/.ia onde oceupa
um cargo publico, e nao deve por lauto liear priva-
do do seu direilo pelo simples facto de ler eslado
por algum lempo residindo fra dessa fregueiia.
No mesmo seutido olliciou-se ao referido juiz de
paz,
DiloA cmara municipal do Cabo, eoncedendo
a sulorisacao que ped > para arremataren por es-
paro de um auno as rendas d'.iqaella cmara, se os
preros que leca de servir de base a essa arremata-
ndo ndo sdo inferiores as quaniias em que foiam or-
ladas as ini'-m.i. rendas para o conrele exercicio.
DitoA cmara de Senohsem. declarando que
nao'ocon-la arhar-se em m-'o estado de con-erva-
rdo a ponte do Aojo, mas lambem qoe algomas ir-
regularidades e abusos se nolim no serviro da paa-
sagem da barra do no Seriiihaem rominetlidos pelo
re.peclivo arrematante, e por isso nao pode deixar de
diafiMaie ,. z^|0 ., .,....,-!,., cansara f.i.ra cumpri-
in-nlo dj suas obrigariies, c reromiiiendar-llie mu
lerminaulemenle.a observancia das ordens que bao
sido expedidas a respeilo da mencionada ponte.
TRIBUNAL, DO COMMERCIO.
SSSAO JUDIC1ARIA EM 13 DE OLTtiltKO DE I85(.
/'residencia do K.nit. Sr. desembaryador
Souza.
K-'.iverdtn prsenles os membros do tribunal.
Julgamenlo*.
Embargante, Firmiano Jos Rodrigues F'erreira ;
Emburgada, I). Anna Candida do' Corardo de
Jess.
Despre/.aram-se os embargos.
Appellante. Antonio Joaquim de Souza Ri-
beiro ;
Appelladoa. D. Cecilia Rosa da Costa, vuva de
Joaquim Jos l.ourenro e oulros.
Ficou adiado a pedido do Sr. depulado Pinto de
Lemos.
Dilijencia.
Appellanics, a viuva e berdeircs de Jos Gomal-
ves l'crreira e Silva ;
Appellado, Judo Evangelisla da Cosa e Silva.
\ isla ao curador geral dos urphaos para dizer por
parte dos menores appellanics.
Pauasrorai.
Passou do Sr. desembargador Ledo ao Sr. de-em-
bargador liilirana os embargos em que sdo :
Embarcante, Vlelot Lasne;
Embrgalos, os admiuislradores da massa fallida
de Deane \oule & C.
He esla eowflaaca que alenia a igreja, e que tem
sempre inspirado os poiilihces. successores de Pe-
dro, com orna Inngaiiimidade que em balde se pro-
seu maulo protector os nil'clizes orplidos, a ahno-
llies as portas dos arsenaes do impeli, oude acb.i-
nam alen) dos meio- decentes de certa sobsMencia.
abrigo coulra os vaivn! da vida, ocio, iguorancia,
e vagabiiud.tgem.
Por maiores esfurco, porem, que" lenlwm empre-
1^1, "aS" ""a ,desca'"-'J em Deoj. e I empregados liscaes c,u zelo e inleress lio cumprt- =a',u as ulondades em c.ll.er os inlelizes abaudo-
uunca loi a mi i eaperanca mallograda. i menlu ,|e seos deveres. nados, nada lem podido obter : a falsa idea de que
Sobre a materia lrn)br*remo< o dilo profundo que o recrutameiilo lio o liin des-a pesquisa dos orpbdos
profano ha alguns anuos Pro l\ a um personagem Imposto sobre a exportarlo de escravos. I desvalidos os laz occullarem se, expondo-se aules a
Ido nolavel pela piedade como pelo nascimenlo : q mpos,0 je gnu r,. sobre c.|da eacravo que i*- Mlquer prvalo, do que enlregarem-se as auto-
le bjuagoo de dar lempo a lempo.Ua preciso dar I m> ,,, proria por excessivo he iiiulil. sendo pre- r"U,e : e que prenle anda mesmo pobres,
h.d .ri i ni!'.'. "j*1*"""" rei"<"f l'"l''a ludicial. Se se leve em visla evilar a sabida de bra-| e u!,e l";'1 Pdem piover a sua propna subsistencia,
edoria da polil.ca da Sania Se. A elerindade lie rs ,,, ., |,TOora4 lal lim nao ,e coiisenie c.un o e- rcl"oiin potaa dos orpbdos, e os sublrahem as in-
Sao nos direilos ,m (
receita acuna de 12:1101)-;, alm da renda do anuo
vigente, devo nutrir segura esperanza de qae os ou-
tros ramos tenb.un igual impulso, eaforcaudo se os
j
Imposto -obre a exportando de escravos.
a serva de Dos. O lempo he o servo da sua
igreja.
Nes columnas do Utricert ha viole e um anuos,
descrevemos pela primeira vez os soll'rimenlos e a
escraviddo da igreja nessa inesma Allemauha. .Nos- ] e'xporiar paro" ru" de Janeiro" pa'ra'o.e 'r'hama'.'i! mo ,li' l"vici. amparand,.-os no prsenle, "e'tw-
vr.s enconlraram enlao innmeros crneos, | iieresse dos vendedores o alio preco que ah encou- i """ndo-lhes o fulu.o. O meio de se ronseg'uir
HKI-<| e,se desideralum he o eslabelecimenlode amealla-
j", | gio ni capital, onde os desvalidos orphos recebam
pagar aqu 300S rs. | "* "ornes da ni-lruc.;ao prnnaiia. apreiidam algu-
levado imposto. Encrava como esla' e-ta provincia I ,c"oes beneheas do g.-verao.
enlre asde Alagoas e Babia, he faciltmo illnlir ,i I ln Uc" (,e ,al 'epugnancia em sabireni da pro-
vigillancia das autoridades, e passartm-se par qnal-1 ?"l,r""s orpbdos, cumpre-vos, como zeladores dos
quer deslas provincias os escravos que se liver de | ""eresses do povo, pr.,ver asorle delles dentro mas
,;,...;, : 'c"",ri,"m*!"i" '""meros crticos, | meresse dos vendedores o alto preco que ah ene.
ZT.TZT '""I'"'- A 'eligiao calbohca lram ,eu,lu 0 apo,lo ,Mq,1(,!,s provincias de 10
neloc1SZ ,!, ; S V."'S',,, rl" fT"\n" M ser1u *-**-*" os escravos que leriam
pelo clarao engaador da lal-a sciencia e da lude-1 na2ar aqu .'I0US rs.
pendencia cccle-iaslira ; a populacao eslava ou aba-
tida pela inimrn.nl.i,|.. do mal, ou arrastrada para
o abyamo pelos exemplos e prfidas llieorias de seus
paslores. Fui nessa poca que a humueracia Jo-
sephisla e Proleslaiile se esforcava pm lodos os
meios ao seu alcance para que a verda ie ndo ebe-
gasse ao ronliecimento dn somma pontfice, para
que nao fosaera ouvilus os grilos de perigo que sol-
tara o pequeo numero de bispos o de padres que
se ronservavain fiis, allareaudoatsiiii o remedio que
s Roma poderla applicar.
Tudo i arecia perdido entretanto l'oi cxactameii-
le no momento, em qu a li"tejia a aciama Irala-
vam de relebiar aeeulrlBie iho lical, que o denso
veo se ra gou, e que a igrej,i'allemda sacud.a a ven-
da, ergueu se viva du fondo dn lumiilo
lava prestes a encerrar-se para sempre
D'enlAo para c vinle anuos tem decorrido
O acil Iranatlo por Ierra pira Alagoas ou Babia, '"'? il,.les mecnicas,
a perspicacia e alent que deve suggerir aos espero- "XD rtc Jl-uns anuos contara a provincia grao-
la.lores o me.lo de pagar o pesadsimo imparto de n"ln,r0 de cidaldos uleis e agr.niecidos, em vez
0OO5 rs. por cada escia.o uesta provincia, ludo tato I'" 'gnorOOlai vagabaados, entregues as funestas
mefazererque a tnporueaa que se quer evitar cu"*equencias da miseria, e ociosidade. Com a de-
sempreseda' eos cofres da provincia sao porjaidi-12"'*^* "* medida, sobre vos reeanirao as ben-
cados em proveilo das provincias vi/.iohn-, onde pela I -;1"s nil'* desses inlelizes la dj manado dos jus-
mo ticidade do impmio os eapeealadores vdo later
seus ilespachiM. Snbmeltendo estas ronsi leracoes
ao vnsso criterio, leoho por lim prapor-VM a redc-
elo du Imposte a I0U- r-., ou anda menos su entro
o enteuderdes.
Tx pnj-raphia provincial,
'.-lo eslalieleninei'io importaiKe. que lia lll anuos
Irabalba sem inlerruptin, nao s.ilisfaz boje as ueces-
em que es-j aidades e iirg<-ncia doservicn.
Sen pessoal be insullicieiile, e nao lem a paga cor-
tos, onde descansara.
Asylo das orphdds.
tendo demonstrada o imperten dever c urgente
necesMds le de assegurar a surte dos nenian or-
1I110.. e-rusado be deniorar-mo em justificar 1 ne-
1 .1 11 le de amparar o futuro das menina desvali-
da.. A fragilidad dense sexo, oseacasaoi motea de
prov.lem .1 -u.i subsistencia, o -en isoluioanlo no
mando, silo Imites perennes de desgranas para es-
"" inlelizes crealuras. Ampareiiio-las e pruporcio-
Olt HENKIQLE CoNSCIENCE.
I
x^ ispel ieka be una aldeia excedente. En a vi no
uuluiio. q laudo a aivores qoe rudeiam suas fazen-
dai e dio ipaoas curvam-se debalxodo peso de fruc
tus bellos e aaborosus, quando as plaas lomam mil
corea vanada.. e a a'lmosphera cobre-se de vapores
vermelboi, qu ni lo as fulhas romeram acihir, e este
trisle presagio jj aonwo da nalurza faz o poeta so-
nhar... Ho a vi no invern, quaudo seus campo- es-
Ido occallos debaixo de un alvo maulo de nev,
quando os menino- antea da escola lauram-ft sobre
., g-lo poli to. qiiau lo o ar retumba com o rninnr do?
mang .aesj, e r.om o nlroada dos espingarda! de ca-
ra... 1.mili, ni 1 vi i.a primavera, quando os n'ni-
iue eautain elema mocidade da nalurza, qaan-
dj as arvorrs e ,i< plantas adornam-sc da mais ver-
de 1'olhayJem. quan lo um syrapalhiee aenlinieulo de
amor, ao mesmo lempo vivo e brando, disperla-se
cm tudo p que tem vida...
Agora rema o verdu. A Ierra (ecuudada pelo Mor
do borne 11. Ihe.li. brevemente a recompensa de
aeu Irabatho. Sobroi os campos, no meio dos quaes
eleva-se 1 bella aldeia, como urna ilha 110 meio de
11111 orea 10 de Ingo, hrilha o ardenle sol auQ ama-
durece as seara-, Neubum sopro de vento agiia as
espigas corvadas pelo eu peso, tudo esto imiuuvel e
,i|enno-i. As aves occullam-se debaixn das faina1
al os insecto-, que de ordinario lianliamc tao vo-
lupluosalmcnto na luz da sol, procuran) algum abr
gu cmilrli a quenlura do ar.
I ma calma solemne que parece eslendcr-sea moi-
I is le.'iii', desceu -obre a aldeia. A olid.io be com-
pleta : 1 ingaem transita pelas veredas que, como
sul'os i fazenda, e nlravessam serpeando as plauuriies de
trign pira reunr-se ao pe da bomilde igreja, lugar
un Ir reponsam lodos os anlepassados, onde romera
e lormiir a vida de toios, onde nesse mesmo mo-
mento "! esperanca e o reconhecim>ulo da lodo-, se
coiifund-in pira subir ao ceo em Om hymno nico e
fraternal...
TBILMPHO CATIIOI.ICO NA ALI.EMANHA.
A cau a do calbolicisino alrancou um nova vic-
iara oa Allemanha Tanto he cerlo que a verda-
eslamns sobre o mesmo solo onde eolio so vamos
desolando, e muilas vetea abomiuai;do 110 Santuario;
agora em toda a parle em torno de nos, S se ob-
serva o regresso para o gremio das sania Iradicroes
do passado. (Is humildes litlios de S. Francisco're-
conslruiram a sita casa de reza c de devocdo apos-
tlica. As irmdas de earidade lomaram "pusse de
ndo poucis casas de esmolas. As orden- letradas
renen- m suas escolas os lilbos do puvo e das clas-
ses elevadas ;s missoes se mulliplicam e viviliram
a f adormecido ; o padre ndo receia mais ..presen-
ta r-se Irajando as vestes severas da igreja ante o pu-
blico que o respeila indi mais pela sua enragem
em ostentar o seu estado augusto, e o profundo sen-
limento de seu ministerio evanglico. Por lod a
parle observamos a rcpelicdo do sunhu de Ezechiel,
por om modo marovilhoso e em extremo gralo au
genero humano.
I The Tablet.
SERlsiPE.
Kelatorio com que foi alu-tla a sessioda
assoiulilcu provincial dcSergipe 110 pre-
sente anuo de I8.">6, pelo Kxm. presi-
dente Dr. Salvador Correa de Sa' e Be-
ne vides.
Oncltisao.
Derima urbana.
O itnposlu de dcima, diz o inspector da llie-oura-
ria provincial em seu relalorio, que he mal-erreca-
respondenle a's liabililaces que sdo exigidas para '"""'"s-lbes os meios de se toroarein boas e virluo-
essa sorle de Irabalho. Ndo obstante a nova organ- *'e,P"B*t'fne nrtif do familia. Decretai a fun-
saco que dei aesse estabrlecimeuto aogmenlaadn o "*" ',e "'" oaylo, mide as iafelitea arphaai rece-
formato da folha olicial e inelhorando os venrimeu- ,a ?* I,a'es de urna ll ou qual educaedo, adop-
tes dos empregado-', ainda assim he misler dar
maior desnivolvimenlo a essa empreza, de que lan-
os beneficios pudem resollar ao progresso da pro-
vincia. Jnlgando pois que era ,liuo da alinenlo do
governo esle ubjeclu, confecciooei um novo regula-
nenio do primeiro de abril do crrenle anuo, qoe
provisoriamente maudei etecular, poudu dependeule
da vnssa approvardo.
V. n te o 11 dever di-pensar os empregados pblicos
.la assiguat.lra forrada da folha oflicial, u esperau-
ra de que. loruando-se ella mais noticiosa e acredi-
tada, "hiena aiillicicnle iiuiiiei o de assignaloras que
a sii-lenlassem. Com efleilo nao me enganei; a folha,
recebida boje rom regularidade em lodas as secreta-
rias de estado, presidencias de provincia, e redacedo
dos principad jomaos do imperio, lem merecido
aceilacdo, Irnnscrevendo alguns de-ses jnrnaes as no-
ticias que Ibes sao ministradas pelo Corrtio Sergi-
pente.
Dentro da provincia pessoas habilitarlas tem esla-
belecido com elle iuleressaiiies correspondenrias. As
issignalnras lem aflnido, e rreiu que em pouco os
lucros do eslabelecimeulo dardo para seu cu-leio
sem o menor ouus dos cofres public s. Devo aqu
declarar-vos que para o de-euvolvimenlo a crdito
tada u -uas con.lices.
II '-pital de candado na cidade de Larangeiras.
Evi-le esse pi eslabelecimenlo em um edificio
iiiiiiiiament.. acanha.lo e sem nenhuma das coudi-
rjes exigi.ias para rasas dessa ordem. A earidade
particular pouco u-lenta os pobres enfermos, c sdo
Ido diminuios, Ido precarios esses lecursos, qoe ape-
naa um limiladissimu numero de camas pode manler
es-a sania instiluieao.
Visilei o eslabelecimenlo c compenetrei-me da
uecessidade de dar deseuvolvimeiilo a esse princi-
pio de earidade, plantado na cidade de Larangei-
ras, ceulrn de urna grande populacao, e de um cum-
m rcio !m 1.111:0 aclivo. Nomeei urna commissAo
eomposta dn digno Dr. juiz de direilo da comarca,
reverendo vig-no d'aquellafregu-zia. Dr. Francisco
Alberto de Braganca, molleo do bospilal, e o nego-
came Anarlelo Jo- Chavanles, alim de promoverem
urna subscripedo para a e.lilcaedo,de urna casa apro-
pria-la parareceber sulliciente numero de enfermos
pobres. Mande) tirar a planta e fazer o orcameolo
dessa obra que vos serao prsenles anda drame a
sessao.afim de que i visla do producto dasubscripi;do
vos digneii .le auxiliar esse po c-labelecimenlo com
a -planta que (r necessaria, o que espero de vean
contribuido aa esfori; M do inlelligenle Sr Domingos
.Monilim Pe-lana, a qnem ronviijei pira se enraire-
gar da redaerdn da folha, no que elle cun loda a boa
vonlade se preslou. indi'pen lente da menor recom
poma pecuniaria. II niovimentn que vdo leudo em
geral os negocios pblicos da provincia, o espirito de
. :-------......- ......- "v -':,"' Ha" croa- uaciu em viriuue no grande iraoatiiu que da pela re- associacdo que se val desenvolv-ndo, o
'!.,... ". '","* i"-r Igum lempo comprimidas, oca- luciancia do povo em geral em pagar mnodoe, nio I objectoi Importantes que olTereeem a'
Dam por Iriompliar glonosamenlo de lodos os obs- indo em coatequeacia evpoulaneamenle paga-lo us 1 dos homens pensadores, oa recur-os 1
llep-is de longas neaociares, em as quaes cum-
pre reconhecer a rerliddo e i benevolencia das m-
tencOei de que se arbavaiiiaiiima.ls, tanto o sobe-
rano como n seu primeiro ministro, o governo d
Nesse Danrsiadl assignou um ajuste ilelimlivo com
o hispo de M.ivenca. deveudo todos os documen-
los, que Ihe sao relativos, ser brevemente enviados
para Roma, alim de ah receherem a appruva-
i;do do summo ponlilice. Au vicario geral da dio-
cese, o digno delegado du Sr. Keflel-z, cabera lalvez
honra de levar a Bail S esla noticias. Ido pro-
pras para consolar e alegrar o curado magnaumo
de Po IX.
D'ora em ditale na dnrese de Maxenr.-i,
dado em virlude do grande Irabalhu que da pela re- | aMOCiaelo que se val desenvolv-ndo, os milhares de
consideracao
qoe enrena a
esiaco-s compeleules, am vista do que pr ipie o dito i provincia c que anula n.i i lem sido devidaiuenle ex-
iospeetor qoe saja arrematado o dito imposto. i plorados, tu lo emliin indica a n pre..i la.le de aog-
Discordo iuleiraiiienle da causa, e nao adopto a I mentar as prupori;es do e-labelecimcnto Ij pogra
medida. Parece-me que a causa principal do eufra-1 phieo da provuiria, de maneira a poder apresenlar
qu-rinifuto na cobranca desse imPMlO he a certeza urna tulla diaria de frmalo regular Talvez se vos
que lem os conlribuiules de que nao pagando nas es- aulolhe o recein de grande auginriilo de despeza para
laeoee competentes nao sao mais iico-ninodail-.-. Se se conseguir u lim desejado ; deveis porem altender
elles contassein com as execucos coucorreriam de ; que se livessein de ser pagas em urna Ivpograpbia
cerlo a pagar o imposto, e ha um alrazo de divida particular, Indas as impre-ses indispensaveis ao
lera' de ver os
ne-le ramo, porque a Ihesouraria ndo lem liquidailu
as conlas, e nao as lem lemettido ao procurador fis-
cal para activar a cobranca, o que e que se farn d'ora avante, visto que lem cessado os
embaraces de ludo genero, que lem atropellado o j lerial e pessoal conveniente
igreja i serviro das reparlcoe,, ji pela miidanca da capital, exigencias do sen ico publico
que vai lendo a l'ollia olicial da provincia,multo lem PhHanlropia e dedicaedo em prover as ueccssidsdca
dos povos, cujos inleretse* representaes.
llluminarAo da capital.
Sendo de urgente uecessidade a cnllocacao de lam
pees Beata capital, quer para o seu aformoscamenlo,
quer para a sua polica, mandei aniiuuciar a arre-
malacdu du foriiecimenlo e collocacdo de 30 lara-
pees, numero que me parece por "ora suflicienle.
Achando qoem quize-se contralor esse serviro pela
quanlia de 5090(10 rs. cada lamplo posto em seu
lugar com todos o- perlences, nao aceite! a proposla
por adiar exce-siva, tenan lo o mio da arremata-
cdo, a ver se. com a concurrencia, se oblem mais .il-
Kuroa economa. Peco-vos queconsigueis a cum-
pelente verba para essa nova despeza.
liralilicacau aos engenlieiros ao serviro da pro-
vinria.
Ni lei da oreamento e tem consignado a quanlia
de 2KJO0SO00 de gralilicacdo ao ciigenheiru encar-
regado das obras provinciae-, descunlando-se qual
qoer gralilic.cao que rereber pe is cofres aerees.
Cun quanlo e-(ives,em ao serviro da provincia dous
eugeiiiieiros.o leuenle coronel Jo'c Xavier (jarcia de
Alenla, e capillo Francis-o Pereira da Silva, e em
governo e reparlicoes prnviiiciaes, he de crer que a
despeza fuse excedente a' que exige a manuteucao
da lypoarapMa.
Eutendo, pois, que a Ivpograpbia deve ler o ma-
satisfazer lod,
.Na provincia n.in se coiisequenria houves-e meu antecessor determina
le recnr.^ertdnJreeorar!?H??IPl'V'''.* 50!e"'" ';'"" ^ "ff"*''*'" commodos na r'eparlie.lo, ja eiicmlram operario* com as habilitacies esperaes, I que aquella gralilicardu fosse repartida igualmenle
!! ,m.?" .. i"?.;!"....*.. S "?,' ""'.!1.0..!""!" """ pelas .?*" d que eanatlOtomeale eram .c- | P-ro v, sa.iloris.cdo para os mandar engajar em Per! pelo, dona ditos engeul.e.ros. acole en que u leen-
por.,i lien comevi.lo ut 1.11. Telues aut.picioH, na comineItido os empre^d.. ele enildo n,u m dar i iNinburo, ou Ualna par- que nao aconler.i.
.Hllva 1' 1 ll-lra '-. ai Inll.i.lrar.l.i ,ln ^,,.l l.lann .,.., .. !-........-;-..,.. _..^______....... I .... ...' '. ... *
activa e illiislraia adinini-lrar,!,. do santo bispo,
crescera sem devida rpi,lamente, c adikMara' a
grande reslauracdo religiosa que leve seu principio
Pois be domingo, da de repouso e de orarlo. Os I Ollerece em premio ao liro urna bocela de prala,
aldees foram a igreja para assislir as oracrs da lar- I E se viver cem anuos, para quem ndo ser cousa grata?
de, e emquanlo -'e mina postas pedem a Dos abun-1
danle colheila, o bom pai d.i lo seo sol a torca viv- j aaiWWao meslre-esrola largou apres-adamenleo
liradra, que crea o pao do pobre c do rico. Irage da igreja, e dirige-,e a passos largos para a
Mas, p luru depnis. us ultimes acecidos do hymno hospedara._Nu caminho esfrega as mana de alegria
extiii2iiirain-se deb.nxo da nhohada da igreja ; cu-
loo, depois do cumprimeiitn dn sanio dever, a alde
reliimbara com alegre* rlamores, e gritos festivos
succederdo ao recolhimento da orando...
A niiilliddo precipita-** lora do lemplo he um
envan; de inollier. com toucas de renda e lencos
encarnados, liomeiis de blu-as azues. e meniuoi "de
rahellos lourns e laces rosadas...
De repente, um memo estremecimeulo percorre
esla miilliddo ; om sorriso de alegria brilba em lodos
os semblantes : ouviu-se o tambar !
e de orgulbo, vendo lauta geote admirando s
obra.
Enlao senhor ,V(nMW, qoe diz '.' grilou elle
de liuige ao lilho do burgnmestre. As bellas arles ndo
lo mais honradas em Wispelbeke '.' Somtue ludo a-
quillo, e nao achara nada que mudar !
Somme
mais o inconveniente que eatersa o iuspeclor,
nein a necessidade di m.-.ttj que elle apona. Acho
jusla a i l'-o apresentada no relalorio do digno ins-
ocialmente, quetslAo paralisados lodos os Irabalbos
or moleslia dos compo-ilores, restando apenas um.
O jornal ndo lem sahido ja ha das, nem se lem im-
ler, o qual sabia dizer ludo Ido bem, que era um
prazer ouvi-ln. O sorriso que pairava sobre os la-
idos de Rosilla, e a allencdo que expiimi.im seus
le coronel ndo qoizesse aceitar a gratificando, paga
pelos cofres provinciaes, prrferiiiilu encarregar-se
exrlusivameute das obras a cargo dos cofres gerae<.
Encontrando eu desl'arle dislribuido o serviro dos
olhos grandes azues, ndo liuham lalvez oulia cousa ; jos..s '.
me e-le arco nas asios, ndo deixanam de o fazer.
Por infelicidad! nao me tolla com disposirdo, do
cnnir.irio Ihes musirn.i como Job te vinga dos lave*
sendo a pulidez ; porqoantn s-n lo 0 senhor Waller
socio de seu irmao. deva ella ser altencioaa e alla-
vel para com aquelle, cujo mue o irmdo smente
pruuuiiciava com elogio e reconhecimenlu.
Ao mesmo lempo que caminhavam e conversavam
.Mas, de quem falla Vmc. '!
Pnmeiramenle do uelario.
Do velho Gabriel '.'
Sun, daquelle hipcrita Depuis de >\;ns,
lepois ,1o secretario, depois de Daems, e de muitos
la. e tiiou om I, ;i palavra Ilustre.
Todos os campon-zes presentes olharain pasmados
i para o sarnsldo ronfiiso ; ndo Ihes parec] possivel
Oporleiroda rorporarao de s. Mcbaslidn rodeia I que o tabirlmo da aldeia livesse podido eiigauar-se.
a igreja miando a cala rom grande prazer. Sen .Mas esle serenou-se logo, e resnnndeu coma or-u-
-._.,____S. i -., 11, ,,.,!.,, ', ,.................., ,,..... .-.____________ .--.'..
vesloario he sollrivlmenle pbantaslico : Iraz a cabe-
ra um chapea enorme, -ubre o qual batanea-se nina
filnma vermelha, verde na evlremilade ; suas rou-
pas sdo guarnecida- de galnes amarellos ; Iraz meiaa
brancas aladas cima dojoelho por ligas ornadas de
lenlejoulas, e sapalos adornados de filis azues. 'iodo
n seu peilo, e parle das cusas Milu roberas de ob-
fectof de prala; o principal he orna chapo em qnoeal
gravada a imagem de S. Sehasliao ; em torno della
brilbam meilaltia*,rolbries,copos de prata, ele. SAo os
piemios que desde sua luodacao e-la corporaeda leu
seus companli.'iro- au interior da .Iguit de Ottro,
KiiKiuaiil,, approximava-se a hora marcada para o
liro solemne, e os aliradores e os curiosos reiiuiam-
se cada vez mais na hospedara, e urna familia diri-
gia-se lentamente da oulra extremidailu da alJeia
para vir assislir ;i festa.
Na frente camiuhava Job, fabricante de ceneja,
trazando na rodo a bosta, enpprimido por graves ou
tristes pensamenlos ; pois camiuhava olbaudo para a
areia da eslraua, e fazendo com a indo geslos rpi-
dos e de despeim. Seo scinblanlc era -ollnvelmenle
repello o eslu duvi- I farr1ancua0' seu ""ios pequeos, sen. beicos linos. I no, o qual era moi bello e gentil, e mai Job delei- i e ndo me engao, os melhores aliradores da.aideia"
do, visto que Vmc. supprime as letlraa ue o incom-! ramale a pbysionomia de homem cule- lova-w de ouvir gabar sua grHca e sua meiga pin-1 Eu he que suu o melhor atirador, exclamou
inodam. Tinha ciocoenia anuos de maia na sua con- ''" e l".,rala*el P0'"" "'ais notavel nelle era [sion >mie. Era l.icil de ver que o vertir com sola-1 Job, e ladofOnbam.
que, embora los-e labriranle de cerveja, era magro [ lude, e imiel.ira coiddosamenle seus cabellos j De laclo, h.i puucos que pxsam medirse com
ejsecco. loaros. Vmc ; mas isso nAo me piov.i qae a* amigos da car.
l'uu- ,,ii ne- p.issus apos elle viulia mai Job, sua! Emqiiniln ella reprehenda o menino pelo seu por,rao ne S. Sebastin se lenham lomado seus ni-
mulber, de cujas faces os cincuenta anuos ja quasi (gran lis-imo empenlio de alcancar 0 tambor, llueolmigoa Fizeram-lhe elles verdadciramenlo al'um
ciunplelos ndo liuham podido arrancar a fresr.ora da I pens.ilivo filara os olhos sobre o pai, e notara seus: mal '.'
ude. Km seus ollios brilbava una dore beuevolen- movimenlos da impaciencia. Elle iulerrompeu o
enlre si, ludas es-as pessoas, a excepi.Au do fabrican- oulros ainda.
le de ceneja, parecan) ler muilo cui lado do meni- | Mas, meu pli, sao seus mais velhos amigos, e
Diosa firmeza que a victoria dava-lbe aos olhos dos
aldees :
lie a orlliocnphii moderna. Em Wispelbeke
a inslruccdo progride com os melhores e-criplnres.
A orlhoaraplua moderna lornou o esludanle.
Pode ser ; nas ndo c-l anda geralinenle adoptada.
Se eslivesse adoptada, ndo seria mais mo-
derna.
Ndo 0 eutendo.
Porque nAo he philologo. Uto he da nalurza
lo nas aldeias vi/.inhas no nobre liro da bsla. ""',a ""80a ">otei*a : na mu Janea esla o pro-
Essaa lembrauras das victorias rommuiis fazem parle sr',T!
do Irage de reremonia du porleiro il.i eorporaejo, | 0"oljue'<> rampouezes ndo rnmprehendes-em o
! o qnal cmilinuai a trazo-las, ainda que, Eraras aos : !''!Be?i2 ,
ovoa Irinmplios da socied.de, -uceumba algum dia i "'" SB"al PP'Ovaell.. ; o eslodanle abandonou
lo ponto que eslava em litigio, dizendi
i iii-.iinivi'"' ., i uuin i i i c
vollam pai a sua. cas,., oui,os diri- "bo-os deinas.adamenle ru.lns.
; ao seu peso.
Emqoanlo esle homem faz aos aliradores sua es-
| Irnndos., chamada al nos confus da aldeia, e os ine-
i iiiios sallan) alegremente diante delle, urna parle
I dos alde
i gein-se, segtiindo urna roa de lilias. a unta bospeda-
t ra, ruta fachada est adornada de ramos e de llores,
, penden.lo da ullima janella a bandeira tricolor.
Todos mo-tian leciprocamenle om ebronngram-
ma, que eslemba sobro a porta suas ledras verme-
Ibas e prelas ; os velb)s conlam nos dedos se oaa-
rrislao ndo eugaiiou se no numero do anno ; alguns
mocos nem dos bellos versos escriplos em bailo :
DeVs gVarDe por Largos anuos o barao XaVIer
Vau Cel.Le nosso uoVo e ILVsIre prcsIDenle.
sido, ludavia fizeram com a cabe-
donoii
em lom de
zomharia :
Emlim, sdo eousas de meslre-escola, lalvez
mas, quanlo aos seus versos, a-
Vmc. lenha rallo i
Como, demasiadamente curios
Sim. Fora melhor cnmei;alos a portada igre-
ja e prolmiga-los de maneira quo a uliima rima se
arhasse debaixn da insignia da .iguia de Ouro ;
qualquer poderia le-los passpando.
O sarnsldo i responder a esle gracejo, e ja exrla-
mava que os versos mais longos sdo os melhores ;
mas nesse mrcenlo sohreveio o porte r., da corpora-
rdo rolando o tambor a frenle de urna mulliddo de
aliradnres, o que desvinu do chrunugramina a atien-
da e a conliaura na vida, em seus labloi pairav.i
coiilmuaineiile um sorn-o allavel, e poslo que fosse
de e-lalura notavelmenle alto, camiuhava firme e de
cabera levantada. Seus gestos eram raros : havia em
loda a sua pes-oa cerlo ar re-peitavel, qoe annuii-
riava a inulher forle, ao mesmo lempo corajosa e
boa.
Com a mao dircila ella segurava om menino ilc
dez annos, que sallava dau-ando a seu lato, e e--
forrava-se por altrabi-la para diante, alim de ai-
ranear mais cedo o lainhor, cojo rumor anda se ou-
via alravez das arvores.
Do oulro lado da mai c.iiiiiiihava llogv, seo lilho
primognito, o predilecto de sen curacn. Esle po-
da ler vinle e sele anuos, pois a envidada da idade
madura enmerava a dominar sua pliisinuouiia, a
qual Iml,.: ainda lula a frescura da juvenlude. Nlo
scrmdo da n di, e di-
Nao se musir Ido enfadado, raen pai. lie mui
triste que em um dia que posso vir passar de lempos
em lempos em casa, baja sempre algum motivo de
desgoslo !
Sdo arrulos, lingo, bem o -abes, tlise a mi
sorrindo, Ndo le alllijas ; talvez leu pai e-leja mais
cimiente do que eu de t-res vindo ver-nos; mas he
de seu car rlcr cslar sempre com alguma cou-a na
Escarnecern) de mim esla nsaahaa, quando
fui exereilir a mao depois da missa. Em dez liros
sumeule alcancei umu rosa, i san duas veies do al-
vo I Sabir do alvo : '. llamis de seis mezes que
nao me aronlere i-ln. Mas, eu ja o -abia desde a ma-
iilii.i. Ouaud.i sallel da rama, lancei uo elido a can-
dela que eslava sobre i mezioha. Iroqari Moapatoa,
e indo abrir a porta pisei a cauda do galo, o qual
griton como um demonio. Tres presagie! de dcs-
graca '
cabera, para ler n direito de murmurar. Se breve- i Cimpreheu lo que esses siguai- o lenbam in-
meule elle IVir leli/ no lira, lirara alegre.
Job voliou-se, baleo com o ptj no chao lie furie-
meiile que os joellios envolveram-se-lhe em urna
iiiivem de pociro, e exclamou com imlardo mal
cuulida :
Ora, nao querein ver ios--s t As mullieres ai-
dam vagarosamente comocaraeoes! Apre
quieta lo. meu pai, mas nenhuma culpa lem seus
amigos ; e quaudo por aca-o elle- olii.nu f.ira du al-
io, \ me n.i n como os ouiro- membros da cor-
pnrac.'w '.'
Sim, sim, mas a bocela de plata murmnroo
Job arrancando nin suspiro. I -i u eufeilicadu He
i'inpte a inesma cousa : ludo vuila-.-e contra mim
- -,.....em-se um .._,.., .........., ...
lalo la va mai- na aldeia paterna ; havia alguns an- ; pouco pelo ainir de Dos, do contrario chegarei lar- llavera honiem m. i- de-giar;ado .
nos que fra eslabrlerer-.se ciii ulna cidade para bus- de para alirar lambem. Na verdade. parece que | Ab mea pai, Vmc. nlo cuida noque diz, lor-
car fortuna no negocio. (Is pas liuham hvpolliecado i querem aju lar meus iuimigOl: mss hei de ensillar nnu o mancebo em lom de branda rcpreben-.ii. lu--
seos b-ns para d.u-llie am capital ; ebe se anocire a e-ses iiivejosna... dos nos gozamos- boa sanie, sua fabrico de ceneja
rom um caixcirn eaperiinentado, e linham fo.mado Senhor Waller, disse mdi Job, descutpe-nos i ronserva nos arredares anliga Rima, meo rnmm-r- |
urna pequeua rasa de commercio, cujas relares se de andar mais deprema. no val rada vez melhor. Rusina esla para eonlrahlr '
haviam eslendido (lonco a pouco, e que se achan
enlo em bom p.
Seu socio, o senhor \N alle, o eguia a pnacos pus-
sos de distancia ; llalli ar de homem exrellenle, ira
java rom asseio. e suas maneiras aileslavain decen-
cia e urbannlade. Rosilla, bella e graciosa irmaa de Vmc. nonca leve immigos, ao menos que en -aiha.
Ilogo, raminhava a seu lado, ouvindo vidamente e Agora os lenho murmiirou o fabricante de
rio dos especladores. Todos seguiram o tambor e coro|cerla alegria a lioguugeui puliJa do senhor \V,i|. Icerveia em lom rulado. Se elles podessem quebrar-Ueno-secommovido.
E a,lianlou o passo para agradar ao marido. um bem memento, minlia mdi be a honda le
Iluso, a cujo ouvido ndo soara bem a palavra im- alegra em peasoa. A genio da aldeia chama-aoi os
migo, eorreu ao pai, e loinando-lbe o braco, dis- tilosos, e por cmalo de bencio-, lodos u .s imam,
se-lhe : .....isuem nos lem odio nem inveja, Mo .levemos ser
Meu pai, ha na aldeia alguem que o molesle .'' rernoheridos a Heos por ludo islo '.'
Pronunciando e-la ultima (postrophe, a voz de
Ilogo tornara-se lio pcnetranle e Ido lerna que o pai
eiigenheirna, contmue i encarregar o te.iente coro-
nel Jos Xavier dama d'AlmeJa de Indo qoaata
di/ia respeilo is obras geraes, e o capil.lo Pereira di
Silva do que dizu respeilo a obras provincia** de-
vo porem coofessar que nem o tenenle coronel re-
ciisoo jamis o concurso de soas lazes lo andanxN
lo das obras provincia.., nem o capillo Pereira d.i
Silva recu-nii igii.iluieiile o contingente de soas linea
aos exames e andamento das obrrs geraes, rada am
encarregau lo-se especialmente das obras a lea car-
go ; ms auxilian in-se sempre reciproramente. ni'
recusaudo-se jamis a qualquer serviro de qae o-
hoavenas cu encairegadu. Todava Ido pesados I. m
sido os traabalhos de que se lem eucarretado o an-
s-iilieiin Pe eir da Silva, cm lana de n. ,r ,.,
reta se lem volado ao i.i pulso dos mrlhorainenti.
nalenaes drsia nova capital que me pare. de
jurtira Ihe perlencer i parle di gratificando aaaj re
cii-mi o lenle coronel Garra de llmeili.
I) estado e atraso em qoe se ach ale a a capi-
tal, como loda provincia, relativamente:) abra p-
Idicas, a urgencia que ha em -ati-faier a essa ue
cessidade, como Imite de beneficias e engrandec
ment da provincia, me ubngiram a wlicitar do su-
verno imperial nao s. a conservaran do teneale ro~
roiiel dengenheiru I.arria da Alenla, e do aananai
Pereira da Silva, que por ordem imperial havia sidu
remov,lo para a provincia do Ceare, i oinu lambem
revogardo da imperial ordem pela qsal icvia si
capildo Sebaslido Jos Basilio l'yrtho ser relirads-
de-la provincia para o Rio de Janeiro.
O governo imperial liouve por bem altender as ra-
zees que juslicavam esse meu ped lo, e concedea
que permanecrssem naatl provincia os dous easa-
nheiros removidos. He mea intenta divilii as im-
IHirlanles obras publicas i cargo dos cofres pnvii,
ciaes pelos dous referidos engenbeiros, peles qssae-
se rcpar'ir com igualdade a graliliracdn que sempre
lem consignado a provincia, pe.lutdo-vos qae a ele-
vis a J: 1003 rs. in inlegrwm sem descanto alean
das vanlagens que perceberern peio- cafres eerae-.
I.ctiura repentina pelo melhodo do Castilho c
lacbgripliu.
O' bous resollados que lem .presentado n ajana
mellindo qoe lanos beneficios trouxe as aulas de in-
Iruci.d primaria, acouselhim qoe se firi am easii
oesta provincia.
Julgu convenienle mandar um moco hbil a Babia
ou Rio de Janeiro aprender o nova -vsiema, com a
ubrigaedo de vir depois abrir um curso na prexiaeaa,
onde se habiliten) os prole-sores de luslradeao pri-
maria,
A inesma pessoa po Icio e-tmlai a tachxsrapbia,a
brindo igualmente um curso do respectivo casino na
provincia.
Adianlamenlo de ordenados ios empregados pro
vinciaes.
Coulrislou-me ver a surte dos empregados pablsra-
d,i provincia, sujeilos a lodaa aa privaroe*. iaeemma
dos c risco mesmo le suas vidas, hab'itando em pe-
queos ranchos de palha.
O aaveraa da provincia, por mais solicito ^wt lo.-
se en. dar incremento ao progresso di unva ripital.
i ndo poda exercer a menor arrdn sobre os rapnalis
las da provincia em rirrumslaticias de prnmvrr a
elilicacdo de casas onde liabit.i-.em esses emprega-
dos. e outras pej.i- que burcassem a residencia aa
capital.
Admira, senhures, cansa-me a maior eslranbe.-.i
qn- sendo Ido sen-iveis a vanl,:.....qoe resaltan*
pan a provincia a ciearao da nova cidade do Arara
ju. maufeslando lana annedade de nella ressdiram
pessoas la provincia e de fura, que lem vintto esta-
belerer-se e vollam por ana rnciitrarem habitar.m
pagaaao-M um proco fabuloso pm qualquer prqac-
na casa ; alinira me. digo, qoe o* .uialiat.- ,i. -1,
provincia ndo delibeirm a mpreg ,r algama pat-
io de isas rapilaes na eiilic.cdo de anana, armaa^i-.
Irapiches, ele., paro o que en--..nirau. perlo lassai a-
propurr.'s e pequeo ir.ih-lh.i. dando assim vida a
urna cidade que lano foluro promellr, e, o qoe mar
he, senda cerlo o lucro extraordinario dos capnee-
aamaj empregados.
O Exm lilrdn de Maroim, moslrandu -eni|Ti
quanlo deseja o engrande, itueiilo de ana pravinru.
promplu sempre a coaljavar u governo, que se moa-
ira empenhadu em promover esse engraadoeimenlv.
foi nm dos primeiro- que com loda a f.irca cncetou
a e lificacdo de bous predios nesia capital : nesat
grande serviro a hem da nava cidade acompauham-
o os negociantes Jos 1 ci vena da i .uuha. e Jase Nar-
l.une e mais ningue i. !
Pretender se ha fazer da qorsl.io da nova capital
una quesldo de partido T ueverdo os Seraipanu-
sacrilicar a mesquinhos olios pe-oac-, a miser.Mei-
cinmes de localidades, o bem geral de sai provincia,
sua emanciparlo rinfim.
Ndo o pus-ij crer; seria uina oilen-a ao patriolisrao
e cvisnio que os caiaclcrisa.
Deve-se explicar antes etseenlnrpeciraenlo de par-
ticulares em autlir u governo nos -.entino- qss
faz em dar impulso a esla esuerinroaa cidade, em
nao lerrm .linda esludado bem as vanlagens -le-ie la-
gar, al ha pooco drscnuhecido.
Se assim he, fulgare de ver em lareve rnmp..,-. -
0 veo das incertezas, com os argumentos podereisos
das rifras e dos fa.tos qoe provam. a evidencia.
iccrescimenlo das rendas geraes e provincises. o nso-
v enlo e vida que vas lomando a nivelarlo e a
commercio da provincia depuis qae loi esculpida a
barra de Conguiha para se le do governo.
(.toando a ln/. hoover dissipado as Ireva-, tudn-
enn vergirdo para esle cenlro, donde bao de par tu
os beneficiis e melbnramenlos de loda i presta-
ra, enlao haverdn casas de commooa habila(ao.
.No enlant... a -irle dos empregados, c sobretoJc
dos que lem familia, meieria setii alinelo.
Kesolvi pois I rollar o a liaulanienln d nr.lrii.ub>
corre-|.on lentes a um inno para laiiiar ios raepre
gailos provinciaes a edificarao de casas.oside residrs-
sem. medanle um contrato celebrado com o govern.
la provincia, onde se enrerram toda a- garanta
fiara -cguranca da fazemla, e certeza do lim a qae se
de-lina a ninm.i .idianiada.
Dessa ronressdo Manoel de Soma Piulo, Joao II pti-la de Salles.
riaariiei Felino Peixolo de Carvalho, I-niirw..
das Chazas Mureira e Jo-e Al ves Nngeeira. rom o-
qoaes celebrei os contritos que submeto a vutso a-
Vafa.
Hospital de earidade da cidade de S. t.lirrslovJi..
Annexo a esse relalorio veris sob n. II a ansB
p.i eslalislico do movimcnlo dessa pa esl.bele, i-
ineulo.
A digna admmi-IracAo representon-ma acerca da
nrressi.iade de serem uadadns o. Traeos aseios da
de que datada esse azilu do infortunio.
Vizilei os enfermos recolhidos i essa Sania Casa.
pOreaeri o eslabelenm-nto. cunbre peoalmenle o.
dignns membros a cujo cargo esla' a administraras), a
I en- razan, Hugo, rrspou leu elle, ilrTcmo
er reruuberidos i Dos '. Mas i bocela a bocela '
Verei nutren) ganba-la ; he para adoexer de des-
peno !
ijue coosa be urna bocela de piala He-eia
verdideiramenle ler urna '.' Eu Iba euxiare com
prazer.
Oh nlo he pela bocela ; posso comprar ama
se me aprouver. Mas, minhe honra de n-s-leiro !
ii'.inlia reput irdo Passar um auno inleiro evrM.li-
aos motejo- da corporardo Se eu ni me rativessc,
quebrara a be-la contra aquella :,i vure ; aa atar.
nao seria vencido.
Vmc. nlo pode saber o que acualec-ra, rr,eu
pai ; lalvez alire melhor do qae penas. E se .ironle-
cer que a bocela seja ganha por oolrem, oda se affli
ja, poique ser mais feliz ainanhda.
Sim, sim, aprendiste de loa mai ess..s belU-
palavras : depois do pzar tem a alegria. depois da
l'-wpe-lade a boaanra, em quanlo ha vida ha -.pe
rama... e assim por diinle. la mdi de nada se
alllige ; creio que se Ihe aabasaa anata 0 corpo a Bar-
re da igreja. ella guiara ainda : Pacieuesa, ama
nbda sere iii.is fW : Mas -h : carreasen) dn se-
nhor bardo esla di.ule da porla da ..;, dr Ouro,
o conselho da rurporai-ao devo recrbe-bi. So en e-'
larei ausente Mulhrr, mulher. he loa a colpa !
E ratead cada com miera punho para mdi Jal..
corren ao lugar em que va de louge ... rimpansies
altarera os banetol no ar para saudar a ibe-.Jj do
novo chele da rorporarao de S. Seba-lijo.
Job rheg.uiealinei,re larde ; pm- a mulliddo de
appar-cru na husped.iria conlinuaiidn a d.r .Tilos de
acrlamacdo, e a carruageni dn bario voltou para
r.i-tellu rou.luzida pelo cn.heirn xi-n,Io de libre ...
Poocos iu-laules depois mai Joh eslava aenlad
com sua familia no paleo da .Iguia e Omrv : lint..-
o ti hiiibo a seu la lo. r ruuversava com Hugo m>U
.obre o coiimiercio diste na ridade Woilrr aajraanasi
jniilo le ti-.-in i n.in o,..-,, a de diriiir-lha pe'avra.
ao mesase lempo Innvalo e pnlidao. ra pedindu-ihe
inl.iimacnes sobre a f...| da rupsarapla, ora cnnlaa-
dn-lbe histerias revrealivas de ln-lcuo- e de OOfjaaai
"- 1 I.....o Sr. \\ ,lier era dolada de memoria mu
nra e Complnente, lie lerd.ide que em Igun. mu
ment. K .sin i liava mu li-li.bida e lanrava a vi-
la em I .rno de si romo se ptacananaj alcrirm : mas
clava conlu-a de Mea i-trarisasa frcav.i-se por dis-
-imula-lds lo socio doirm.i,.
Cv"i/i"ar-.'r-Aa.
LEGIVEL


TT




luJd me ft-z rrrr que a Sania Cm da .Misericordia
da i dade de S. Cbrttlovao precu.li b-m ii Un. de
sua ua instilo.cao, i' lie digna da auxilia que solici-
ta d 13 ?> fres provnote*.
Thcalro particular de S. Chrislovao.
K sa empieza fin auxiliada prlogoveru. da pro-
a sean duas preslaeoes, urna do SOO:? e uta
de.">Hl?. ja por autoritario desta aaaaaaUa, e ja par
arlo do loetmo governo, qup para garanta da I ,1
zeinl i, matidou por (oda a quantia hvpnllierar o
edili lo do Ihealro, laviandn-ss para esse"lim uscon-
vanii nles torraos na thesouraria provincial. Re-
presntaudo-me a maior parle dos directore< que
nao so o aditicio como os objerlo* e ulcntit rosper-
Itvut te deterioravam a ollios yjarot, (ll.;,, fHril, ,|c
rci.iir oiii lioje oa capital agpelles que aaali xetavam
pela suarda e conerv-e*rdesss objeclus, e mesmo
nao llavendo quasi nunca represeiilacio.iuli.iiei con-
veliente, para evitar a perda certa dess qnanlia
dada pelos corres provineiaes, mandar irrecadar
.iquil oque sepoJesse ainda aprnveilar. destinando
o producto que resultaste dess.i arrecadarao para a
Sanli Cas da Misericordia da mesma eidade de S.
t.hns ov.1o.
Picce-me que detla maneira tica mais bem em-
pregado o ilinheiro que lem a provincia uaqoelle
lieatrinho, boje mal dirigido e quasl aniquilado,
lecelvot que approveis a deliberadlo de que acabo
de dar-vos cuula.
Eij, mu dignos membros da assembla legislativa
provincial, a incmplela expsito que me perasit-
liranl aprsteotar o Traeos meio de que disponhn.
s' ni desempeuhodesiedever qne me impie o aclo
addirioual a ciiii-tiluieo do imperio, ha falta c
lacinia, nao -ollieu por itso a proviucia, que ero
vussas luzes, civismo e criterio achara os uecessarios
elvenlos para ser dolada de todo os bens l que
tenii direito.
No empenho sincero de engrandecer vos vincia, devo contar com a vossa coadjuvarao, minis-
!r 11 lome os necessarios meios ; assim "como para
as tai-dida* que adoptarles, lilhas da rellex.iu ea
bei da utili.iade publica, podis contar com o meu
apiiio franco, sincero e decidido. De uossos esfur-
rus reunidos podem resultar para a provincia se nito
oda, urna grande parte dos beneficios de que he
digna. '
I sl abarla a sessao.
.Sal-ador Correa de 6'ii e lleiievide/.
tjn
O.
PAGINA AVULSA.
'Cada dia que raia nos record a obrigariio de
larmos ao leilor conla dos fados que se pas'saram
no dia anterior. E para que isso possamos fazer,
avahara elle qoanto trabalho e lernpo nos ser pre-
ciso usspeoder ? Por ctrlo que nao. O leitor, a
quemAuma ve/, se d un escriplo, e nelie se revela
ua cnnilaoacao, aguarda aucioso o jornal do di
iramectalo, que busca com phrenesi, para ler o se-
zuimsnlo de um coutinuar-se-ha.
He n.Wa larefa apreaenlar o vicio em toda a sua
enormidade, oo ella se cubra dos andrajos da po-
breza eo\ mizerax eis alverguet, ou se atavie de ri-
ca e usurpadas galas nos sales do grande mundo,
oo linalnlento se aprsenle debaixo das vrttes sacer-
dulaes, oqsando escudar-se sob a salvaguarda da to-
rnea do nedemptor.
Uebaixo deste ponto de visla, s, al hoje, nos
lem servid de egide audacia a boa iniencao.
Por man qne se nos busque, por mais que se nos
abncanheral jamis deisaremos esta senda tnlliada
em 19o boa hora ; nunca remaremos ante a pona
de qualquer arma.
Nao he urna nem duas vezes que em notan Pa-
q'iia hemos escriplo eonlra um abuso das nossas
leis, nao; saomoilas; e felizmente, emquaiilo ncl-
le fallamos como que por encanto cessa; mas, loso
qile, por um momenlo deixamos de mito e de vida, ei-lo se aprsenla cum vestas ricas para uns
e mizeraveis para outros, a arrancar com suas garras
de le.'io al o mais raesquiuho objectoda victima que
rali em suas roSot. He o jogo, esse abutre que nos
devora ai enlrauhns, que uos detpedara a menor
parle do corpo. Enlre nsojogo jii Dio he umdi-
MTtimentv, he um meio de vida, he o no nouoie
ida dia de minia gente. E ainda continuaren
a vi-r entre nos se permillir. mediante pechinchat,
laes diveriimenlos".' Esperamos que nao. Einquau-
lo urna anlorida le, qualquer que seja, nSo tomar
serio eonbecimenlo desle abasos, vs-los-hcmus
pwsjwjrar.
-r-Da falla de educarao das crian a he que ta-
os males vem a nossa pebre Ierra'; emqiianlo as
milis, pais e prenles, em lugar de catlig.n>m seus
lilhos, sobrinhos, etc., os premiarein oo iiicilareiu
.< qce conlinueina pralicar actos mnos, nlo podere-
ioos ler boa educarlo. Nao sabemos como orna
niai que e seos tilhos obrar uma .:<.;, mn, aju.
da-os na conlinuai;ao.
Ora, minha euliora, para que permille Vmr.
que seos rilhinhos por esta forma mallralem os ti-
lhos de Ma vizinha ? Sera porque etiet meninos s3
mais humildes qne os seus'.'Se uao.para que assim
manda eue gritem. Cohiba-se, minba dona, qoan-
ilonioo Pilar esculira.e no? uizendo publicare-
moa n non da ra do seu luguriu, para que se tOr
ue conhecid.i.
Se he devtr de uma mili er amor l pus Blhot,
com maioria de ranlo incumbe a uma madrasta me-
Ihorar a torle de seus fillios adoptivos ; porque, el-
les que se acham a sos oo mundo sem sua mili, s3o
dignos de altencao. lima niulher existe, se he que
muher se pode chamar', na ra da Senzala, enja
vida he acoular dos pobres innocentes de auem he
madrasta, com lal barbaridade, que suas cslinhas
ja parecam carne moqueada. Porque ra/ao se no
livram essas pobres victimas de seinelhanle fera?
L'm baile leve lugar em urna ra, cujo nome
he de padre, no sabbado a noile. N3n podemo'
rrer que haja aulondade que laes cenas presencie.
v nao prohiba. Foi nm verdadeiro desacato a mo-
rahdade publica; foi um inconimodo aos pobres
vizinhos, que liveram de acordar pela alia noile com
os continuos gritos de uma malla terrivel. que es-
hravejava deolro da tal rasa. Depois de cluncr
rouilo supapo, dizein, acabou o baile por alcuus
rasgamenlos de casaca e palibis. Praza aos ecos
que laes tcenas se nao reproduzam.
Sim, enhores do Pn.re-Frito, conlinuem a
Immbear a larga do Kosario, que vao bein. Nao
altendam a moralidade publica, e ainda menos nilo
Ibes imporle as familias honestas qoe por ahi
moram.
Toda vez qoe o cidadao busca,fazendo reunies,
ir de encontr as taas leis do governu.deve ser expel-
hdo da sociedade, e beta vigiado pela polica. A-
sesuram-nns qne nma grande reoniao leve lusar na
encruzilliada de Belem, sob a simples capa de um
divertinitnto de joveut, ero que muilos vivas e
morras foram dados. A polica jamis lleve pormil-
lir que se facam ajunlamonlos, cojo lim patenle he
um, e nccnlto he outro.
llonlem, pelai i horas e 13 minlos da tarde,
p.issou o sol pelo parallelo desla eidade, do norte
para o sol. Felizmente esle anno nenhum facto
consequencia immediata de tal pas>agem. se deu
que viesse entristecer esta ou aquella familia. Ape-
zar da grande influencia que exerre sempre sobre
nos semelhaiile passagem. nem por isso o calor foi
demasiado ; regolou quasi o inesmo que estes lti-
mos das.
A malr/. do Corpa-Santo cobrio se lioniem de
pomposas e brillantes galas, porque no seu centro
se enloavnm ljennos de louvor em honra do Senhor
Hom-Jetus dos Passos. He para admirar qoe uma
irmandade, lalvez a mais pobre desla eidade, sem-
pre aca ptimas Testas, ao pso que onlras que
leem boas rendas, apenas celebran uma missa no
seo dia proprio.
Acha-se Horneado subdelegado da freguezia de
Santo Antonio, o Sr. I)r. Manoel Duarle de Faria
em subtliluicao ao Sr. Dr. Ilooiaio. Toda vez
queaquellesque dirigem os desliuos de um paiz
laalqDsr. se fazem cercar de uballernos, como o
>r. Dr. Faria, he porque desejam o hem desse lu.
gar que dingem. Ns Ihe desejamos uma admi-
nislrai;ao doce tranqoilla. e iletde j o envitamo
a que jamis pactue com o desalmado e os abuo
ila le.
Kecebenios caria de Villa Helia de 28 do pasa-
do, a qual da'a comarca em paz. O Dr. Thomit
Aniones, medico que all existe, prestara bous ser-
viros desinteresadamente, quer ao rico, quer ao po-
bre, e apenas all appareee a coqueluche.
Eclypse da la. llonlem aponlou a nossa fn-
llunlia um eclypse parcial da lua.ciijo principio seria
a s horas e 20 minuto, e com elieilo os habilan-
tes desta eidade for-m leslernunhas da realsarao
delle, a s referidas horas da l|irde.
, existan) 7(, ea-
, morreram _',
exislem 71
ue, 9 irnTiuas lloras aa larue.
Hospital de caridade.Da 12, i
iraram 78. Dia 13, exislbn 78,
l rmanhaa.
E.
denu da provincia,
da lei n. 842 do 19
ordem para se proceder a elw.o de eleilores na
primeira dominga de norembro futuro, e trala das
depois a de deputados a a>seuiblea geral legislati-
va.Inleirada.
Oulro do meino, dizendoque podia a enmara
alienara Amonio Jos Soarcs e Manoel Goma
Fcrreira da Cunjia, os terrenos pertenrentis a mu-
nicipalidadf, contiguos ao sitio do cirurgiiio Tei-
e''ra, no lujar do Manguind, na razao de. .
18200 a braca.Inleirada, e mandou-sc expedir
orden) ao procurador para effectuar a alienaeo dos
terrenos.
ulro da commissao de hvgiane, requisitando
um mappadas pessoas falleridas do citolera-mor-
bua. e induaiadas no cemiterio publico desla cicla-
de, e bem assim um oulro semanal dos que se se-
pultaren) no inesmocemiierio. Queo adminislrador
fornecesse.
Oulro do capilo do pono, etnillindo a sua opi-
niao acerca do aforamenlo que ao governo da pro-
vincia requereu o commendador Joo do llego Bar-
ros de terrenos de marinha, nos fundos dos seusj
predios, na ra da Praia de Santa Rila___A com-
municacao deedificaeoes.
Oulro do fiscal de Santo Antonio, remetiendo
dous termos de visioria feila na eoziohl da casa
n. 12 da ra do <>)ueiniad# e na casa n. 24 do
pateo do Paraizo.Ao arehivo.
Oulro do mesmo, informando ser c\aeto ter
Manoel i'acdeco de Rezende Jnior vendido os
dous carros ns. 85 e 8G, o primeiro a Francisco
Custodio de Sampaio, e o segundo ao Dr. Alera
dredeSouza Pereira do (".armo.Deferio se ao1
peticionario, mandando-se dar baixa na collucia
correspondente aos ditos carros, e abrir nova aos'
campradores.
Outro do mesmo, enviando o termo de vestoria
feila na casa n. S, sila no largo do Paraizo.Ao
teWvo.
Unlro do mesmo, informando que o sobrado da
esquina da na larga do Bosario, pcrtencenle a An-
lonio Valenliru da Silva Barroca, rom cujas di-
menses quer o propietario elevar o que ica-lde ane-
nexo, esta em parte construido com as regras da e-
dilicacao moderna e em parle nao.Concedeu-se
que o pelicionorio elevasse o sobrado da forma por
que requereu, appvovando-se assim o parecer da I
commissao de edificarles lido na sessao de 13do'
corrente.
Oulro Jo amanuense servindo de contador, a-
presenbndo a nota das lettrasque se vencer no
uliimo do crreme, na importancia de 4:8958500
res, a fim de seren liradas do cofre.Que se ti-1
rassem no dia do vencimenio.
Outro do engenheiro cordeador, dizendo que I
havendo consultado o advogado da casa se o terre-1
no oceupado cora a Irada, em construccao, do i
cemiterio, era ou nao de madeira, responder que
so o ngenheiro agrimenson encarregado da medicao
de terrenos desta natureza eslava habilitado a fazer
semelhanta qualilicacao ; o que irazia ao conheci-
mento da cmara para resolver o que .julgar con-
venienle, visto qne o advogado lem necessidada de
saber disio, para a quesiao do embargo feito na
mesma es'rada. Oue se ofliciasse ao dito ongenlieiro
agrimensor sobre o objecto
Outro do mesmo, communicando que se acham
cm crescenle ruina as estivas da l'onte-vellia da
Tacaruna, carecendo de promptos reparos.Que
oreasse os reparos.
Outro do mesmo, informando sobre o oflicio do
fiscal do Uecife, em que Iralou das obras que se
est.T> construindo ao oeste da alfandega desta i ida-
de.A commissao de edificaijoes.
Outro do fiscal do Poco, perguntnndo qual o
deslino que deve dar a um cavallo, que no dia6 do
correnlc, Amadcr de Araujo l'essoa aprehender
deslruindo a sua planlacao de capim, e llie enviara
com duas leslernunhas, visto nao ler apparecido o
dono do animal!Mandou-se responder que pelas
posturas s Ide cumpre fazer o termo de adiada da
infracQo, eno recebero cavallo em deposito, cm-
bora nio se saiba quem he osen possuidor, deven-
do por isso passa-lo a dispotirjaO do subdelegado
para proceder na forma da lei.
Oulro do mesmo, oxpondo osembaracosque lem
encontrado na execucao do art. 16 til. 9 das pos-
turas de 30dejunho deI849,que prolibemvagucm
Batana solios em lerrenos destinados lavouras.e
lembrando ao inesmo tempo algumas medidas, cuja
adopcao julga proveitosa. A commissao de po-
lica.
Ficou adiado um parecer da commissao dee-
dilicago no sentido de ser atlendida a pretendo de
Jos Ignacio Soares de Macedo, mandando-se que
o engenheiro cordeador apresentasse a avalia^o do
terreno do silio do pclicionario, que se sublrahe pa-
ra execuco da planta da Capunga, e oreasse a
despeza em que poder impotrar o muro que o
mesmo petecionario quer conslrua a cmara sua
cusa, como indemnisacao do terreno quo perde.
Reso!veu-se que o referido engenheiro declarasso
os palmos de terreno precisos para a nova ra, que
passa pelo quintal do quanel do Hospicio, a fim de
se poder satisfazer ao despacho do E\m. presiden-
te Ja provincia, dado sobre a informaeao do ins-
pector da thesouraria defazenda, cobrindo oreque-
rjmento do padre Marcelino Antonio Dornellas,
reciior do seminario episcopal de Olinda.
Entrando cm discnssfio a petico de Feliciano
Jos Joaquim Gomes de Araujo, feila ao Exm Sr.
presidente da provincia, e por S. F.xc. transmctlida
i cmara informar, dizendo nao ter no dia 18
do crreme chegado no paco municipal lempo de
poder lancear jias rendas da ribeira da freguezia da
Hoa^ isla, que foram ai rematadas por Bcnto dos
Santos Ramos, e ollerecendo 20 por Ojo sobre o
valor da arromatacao, resolveu-se se informasse
S. Exc. nao ser exarto o allegado pelo peticiona-
rio, pois que elle e seu fiador esliveram prsenles ao
aclo dos pregues, sendo o segunde que fez com
que seelevassem as rendas ao proco de 1:1209000
reis, e qne a no ser a sua pretengao o effeito de
um novo calculo suggerido, senas pela m f, ao
menos por se Um haverem fruslrado as especula-
JOes, que nestas occasiiies sempre apparecem, teria
elle chegado aquello valor, ou ao que agora offere-
re, se o seu competidor o fosse acompanhando nos
leos, alem de que l lianea que apresentou o pe-
ticionario sobro nao ser equivalente a quanlia a que
quer elevar o aluguel do predio, elle a relirou no
mesmo dia 18, e as leis que regulara as arrema-
lacocs de rendas geraes e provineiaes, nao tern ap-
plicac.no s municipaes.
A requerimento do Sr. Olivara, resolveu-sc que
se asseiasse convenieniemenie a casa das sessajs,
fazendo-sc-lhe os arranjos de que carece. Assen-
toa seqese ofliciasssoo Exm. presidente da pro-
vincia, para resolver sobre a approvacao da planta
que se submelleii a sua consideraco.'alleramlo os
alinhainentos primitivos da ra do caes do Ramos
al a praia de S. Rita, assim como acerca da plan-
ta dos Afogados,
Foi approvada uma poslura addicional. marcan-
do as dimenses das casas que se houverem do cons-
truir com oiioes singellos em ceos lugares, na
mesma indicados.
Despacltaram-se as peiices de Amonio de Jess
Caldas, Dr. Amonio Vicente do -Nascimento Fei-
loza, Amonio Baptisla Ferreira (2), Antonio Jos
de Magalhao, Francisco Jos Gomes de Sania Ro-
sa, Francisco Jos Vianna, ."Manoel Pacheco de
Rezende, alara Clemenlina Rodrigues, Manoel
Areanjo de Figueiredo, e levantou-se a sessao.
Eu Manoel Ferreira Aeeioll.tecratario a escrevi.
liaran de Capibaribc, presidente.lleno e Alliu-
niierqiie.Olireira.~l-ranra. Hannai:amci
re.
REPAHTigAO DA FOZ.IGIA
Secretaria da polica de Pernambuco 13 de ou-
Iubro de 185'i.
Illm. e Fadi. Sr.r.iiinpre-me levar ao eonheci-
mt-iilo de V. F:x^., que liz rerolher a cata dedelen
riio o pardo l.oiz Ignacio Non?s Ac Oli\eira, que
por ebrio foi preso a minha ordem pelo ollieial de
estado no qoarlel do nono halalhao de infaiilaiia.
Das dillerenlps parlicipaees honlem e boje rere-
bidas'.nesla reparlieao consta que se deram as se-
guinles orrurrencies :
l'oram presos : pela subdelesacia da freguezia do
P'iwo oe PEimiBuco tenca wt% U BE OUTUIRO li IKfi
Silva, por haver eipancado a oolro. Joaquim (lomes
t.oelho. Cypriano Francisco do Espirito Sanio e
Joaquim Hnnoel de Araujo, por briga.
Dos guarde a V. E\e. |||m, e Exm. Sr. con-
elli-iro Sergio leiveira de .Macedo, presidente da
provincia.O chefa depolieh, Dr. Policorpo Lopes
de l.rno. e
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
SESSAO' EVIRAORDINAK IA DE DESETEM-
IIKO l)EloV:li.
f're. Prsenles os Srs. Reg e A Ibuquerqoe, V ia..na,
Franca, Olive.ra.Barala e (ianeiro, abrio-se a sessao
foi lidac approvadaaa.l.i di antecedente.
EXPEDIEN
Um oiiicio do Exm. pre
transinitiiinlo dez exemplares
de selemhro de 1H55, e do defcreto n. 1812 de 23
de agosto ultimo, conlendo iristrucres para execu-
co da mesma lei, aiin de que p'ozesse acamara
em pratica as suas disposir.r,es as fregoexM deste
municipio, expedindo para i den, nos termos do ari. 41 da lei n. 387 de 19
de agosto de 1846.Intuirada e expediram-se im-
niediamento ditas ordens pora a eleicc de eleilores I Raare, o pardo Joaquim Rodrigues e Mara Igua-
na primeira dominga demezda novembro fuluro. I "" nor desordem, e o prelo esrravo Amonio, par
Oulro do inesmo, remetiendo dous oxeraplares do '
decrete n. 1?2 do 21 de julbo do coi rente anuo,
devidindo esta provincia cm districtos cloiloraes,
o designando os logara o edificios em quedevum
reunir-su os eleilures de cada dislricio, e maisal-
guns exemplarus dos dous decretos mencionadns
em primeiro lugar; reroniiiieiidnndo S. Exc. nao s
a observancia de suas disposifoa, c da lei do 19
furto.
Pela subdelegada da iregaeziade Sanio Ansale,
os escravos Manoel e.Malheos. ambos por desordem.
Pela subdelegada da freguezia de S. Jos, o
prclu eteravo Antonio, paraaverigaaeoea por crime
de furto.
Pela taodelesacu .la rregotaia da Boa-Vida,
Jote Iranciscoda Rocha, por el lio, i o pieluescra-
' Joaquim. por desordem,
E pela subdelega, ia da fregunla do) Afogados,
de agosto de IMB/wnw'auTexriedig^i 7^** lST1 A"?* Je"Ulf- '* AUuo Hariabo.
a | ambos por furto de cavallo-, Autunio Jutquim da
Refatacao de vario* preconceitos, que,
ncercii tle alguns poulos ila rcedicina,
se acham generalitados netta eidade.
lia cousas, que sem lerem o menor vislumbre de
verdade, r.em o mais ligeiro iindamenlo, v.lo pas-
tando de bocea em bucea, e gailhaodo com o andar
do lempo o runlio de verdadea iacooletlaeui.
E nao he sem costo quo esses prejafSf se che-
gara a desvanecer ; porque alumas pessoas os re-
eebem sem a menor analyte : nutras, q.ie a|a sem-
|ire em maja p.queno "iinnero. coiiheeeinlo-lhes a
falsidade, nao ne.sam combate-laa; ese algoeromais
animoso Jse atreve a poenar contra, lie no principio
aera proveilo, e sna doulrma n.lo eooiegoe fazer
proselylos.
E se esla reprovaeSo ur^e quasi sempre eonlra a
opiniao de homens, cojos nomea fazem aulondade,
por suas luzes, em objeelo em di.ciis-ao : o que
nSo aconleeer quan lo eiie combteme tor um des-
conhecido '!
Cerlaiuenlcsoa donlrina nao f,ra o menor abalo
na crenca geral.
Eis as circunstancias em qu nos adiamos : pre-
tendemos refular algau prejuizos, que nesla eidade
exislem, acerca de varios pontos da medicina : e
quasi que deseonbecido*, nao lemos ora nome que
posta ao menea por ana auioriade fazer varillar, a
VUla do que vamos dizer, a opinj senilmente re-
cebila.
Alas mesmo'assim, notan Irabalho n;':o ser de lo-
do tem proveilo; porque eatanUM rerlos que os noa-
soa collegaa nlo deiurlo pactar sem aoalyae as
dnalrinm que vamos pender, e ellas nao forem
verdadeiras. E enlo ; ou daqui nascera alsuma
rtiscossiio, qoe ter por lim o deseobrimenlo ila ver-
dade ; ou a conli .mocan de uossa opoiao por al-
gum coinmunicado igual, ou por sen eilencio ; e
nesle caso nossn mni! .le pensar ser o de toda a
eorporaefio medica de Pernanihucn. na qual so en-
coniram niembros dislinclos e de rcconhecida caua-
eidade. '
Enlremos agora lo, .le que he notas preposils oceuparmo-uos.
He crenca quasi que geral, que a tangria nat a-
plopeiias ou congesloes ceieliraes 'vulgarinenle as
de vento, e ramo de e-topor, deve de ser bauida
por nociva.
Ms nasce do falso joizo que fazem da cansa da
norte, quando nm doenle accomincllidn por esla
grave enfrinidade, morra depois da applicarao de
um sangra.
-Nao se avalia a gravdade da moleslia nao se no-
t* que muilas vezes ella alaca um individuo com
tal inlensidade, que nem lempo da para o mais
simples soccorro, como se um raio o folmiaatte :
nao sei porqne motivo a aeeotarjlo recabe sempre
sobre o tratamenlo, e o medico he cuusiderado um
inaa til no,
Qoe leviandade I Como se aprsenla una pesa
soa como joiz, como ousa lavrar uma senleiiea lao
lerrivel em um pbjeclo de que ella nao faz a menor
idea '.'
Mas ir.felizmenle he sempre assim ; e se o me-
dico tirase fe responder peranle o* hribunaea da
Ierra, das morlesd que he aecusado, posesa se-
riamos .luis em que estas iiijuslas aecusaeocs deixa-
riaiu de apparcrer.
Porcm nao : o tribunal peranle o qual elle he
immeoialamenle julgado, >e justo em suat senlen-
eai e inflexirsl em suas penas : e em quanlo os bo-
iiiens cli iin.iiii o medico assassino : esle donne Irar-
quillo, porque sua coi.sciencia jaz socegada, por nao
ler molivo para se perturbar ; porque elle Tez o
que devia fazer, gniaiido-se sempre pelos preceilus
da sciencin.
E he sn das aecusacoes desle tribunal que o me-
dicse deve rereiar : he oestes ctsos, que elle deve
seguir o brilhanle conselhode Hueland, e aaeriliear
sua replsenlo salvaciio le seu doenle : e assim e
o medico esla convencido .la que cerlo Iralamenlo
he o mais proveiloso, embora os homens tinelos i
Ciencia o repuiera nucivo, elle nlo se deve deixar
vencer pelo recele de um.i ma repulacau, e mudar
0 Iralamenlo por oulro qoe elle julga menos ulil
pnrqii" no caso de Ihe umrrer o docute, elle sa-
dr enlao as juilas aecusacoes de sua coiiscicn-
cia.
-Mat qual o medico, que desejando merecer cou-
lianca, e ganhar crp.hlo.uao leme c vacilla ao ver-
se na penosa circunstancia, ou de mudar o Irala-
inenlo. e ver expirar o doenle que Mvez sobrevi-
vesse en: .-ni,i .ni,-, se elle menosprezasse as amea-
eas de arcasaresda familia, e enlao sollrer irremis-
sivelmenie as penas de sua fraqueza : ou da-per-
sislir em suas inlences, e passar pelo desgosln'de
ver seu medicamento empresado sem proveilo, por-
que nao ha um que seja infallivel, c dahi lie r'csul-
lar grande descrdito em sua repularao.
Eis o momenlo em que o medico pode mostrar
que cunipreiiendeu os deveres de sua prolissao, fa-
tendo ver da maneira mais sublime o qoanto elle
preza a aslvajlo de seus doenlis, que elle > prefer-
a r.onservaciio de scut inlcretses e de sua reou-
IscJIo.
Eis um verdadeiro sacrificio, que se bem qne os
humeni o nao comprehendaui, cerca lodavia o me-
dico de uma aureola de gloria ante o Ihrono do Se-
nhor; recebendo logo o premio com qua o agalar-
doa sua consciencia.
Mas qual o hoinem, que se julga feliz s com a
irauquillidade de sua rjiisciencia. e que lem co-
rasen) de desprczsr sempre a opuiiflu publica ?
Se os ha, silo bem poucos.
O medico pode cumplir no caso que figuramos
com o sagrado dever que Ihe impoe seu sacerdo-
cio : mas treme,poique ve sua repelaeao manchada,
desanima porque se ve desacreditado."
Porlaulo cun.prc educar as pessoas eslranlias i
.ciencia, de mo lo que saibam cumpreheuder, quan-
lo ser posta, quaes S) casos cm que a moleslia, e
Bis o Iralamenlo foi a causa da ruorle do enfermo -
e pira isso consideramos de primeira necissidade
comb.der os prejuizos que exislem acerca da accao
da alcuns meios da Iralarrenln em rerlas eufermi-
dadrs.
Assim a libsrdsde do medico nao ser jamis co-
arclada, couservaudo-se calmo junto do leiln do
doenle obrar com mail acert.
\ oltemot agora r.o ponto de que nos lasaos Deca-
par, e de que nos all'aslamus por lerenl.lo bem ca-
bido lugar as cnnsiderces que acabamos de fa-
zer.
Como ja lssemos. o medico cncnnlra qnjati sem-
pre opposicao da parle dos prenles do enfermo,
quando em raso de spoplsxia elle se arma da ln-
cela para sangrar.
Foodem-ts para ato sgaos casos de morte.
que se (em dado pnucas horas depois do empresa
das sangras era alsun. apoplticos : casos, que pelo
que vamos dizer, te vera que -o mera- eoinciden-
ciat; porque em mullo maior numero aangria se
lem mostrado proveitosa ; e amelgan! a morte lem
lido logar sem que u doenle loaba perdido uma gui-
ta de sangne.
Ora, ss abrirmos os tratados da Pathotogia, li-
mes em lodos elles que as congeslnes cerebraes, e
at apoplexias excluem a idea de ama medicina ex-
pectante : que he preciso obrar com promptidau ;
e que o meio mais enrgico he a sangra geral, que'
pode com proveilo ser auxiliada pela saimn
local.
Esla opiniao dos homens mais eminentes na sci-
einh e pratica da medicina, he confirmada pelo ra-
ciorinio e pela sbisrraijao : esla mostrando o bom
resultado das sangras us innmeros casos de apo-
plexia em que foram empregados : aquelle motlran
do-nos em como este resollado sa devia esperar pe-
los principios da sciencia.
E na verdade: as cousesles e apoplexiascere-
braes, o estado palhologico he representado por
urna quanlidade de s.ingue maior que a ompalivel
com a conservae.lo da sauda ; ou por uma exlrava-
sa?ao nomein.la substancia eucephalica.
Ora, qualquer pesaos pode comprehender, que
sendo a molestia devida i um excesso n> taaos nu
cerebro, que os meios de i eomhaler devem ler por
lim diminuir esse eteesto.
Como pois faze-lo '!
A sansria, repelimos nos, firmados no que nos
enina a sciencia, no que nos moslra a pratica dus
melhores anlores. e mesmo no que lemos observa-
do, ie sem duvida o meio mais proveiloso, porque
dminuiudo a quanlidade ds sangne da circulaco
os vasos do cerebro, que se achuvam mais cheios
deitsm reparlir-se pelo corpo o excesso, que os di
lalava.eque comprima ocerebio; e asnm a san-
de sera promplameule rcslabclectoa : ou nos casos
lem que livcr llovido derrame, a absorpcao do san
gas extravasado, ou do coagulo>e tai msisprom
lai.ieulf ; porque sabsmos pelas experiencias do u-
lottre M.sendie.qoc as veas absorvem lano m-lhor
qusnln trenos rapielas ^e acham.
lie nesla Ixse que se fundam lodos os meios re-
commendadiis nat spoplsxiaa.
Assim,pois, ||U njo enconlramos nem nos princi-
pios da sciencia, nem na pralica, razao alguina,
que nr,s faca [iroscrever o empreso da sangra oo
iralamenlo das spoplexiss. Pelo contrario, ludo nos
leva a ronsiilera-la como o meio mais proveiloso
no curalivo desla lerrivel eufermidade.
E nflosejulgne que nao avallamos a nlluenca
que o cumas exercem sobre as organsaco-s.
Comprchendemos esta influencia : e acreditamos
com Cahanis qoe, Chaqu latitnde ason etupreiiite.
Chaqu tkimal >a eouleur : pensamenlos geralmen-
l recibidos por lodos os clnicos, e sobre o qml
lluleland se expresa, dizendo,que ea la paiz lem
um carcter proprio que exerce sua iiifloencia sobra
a san le, e sobre ,.....oleslas de seus habitantes, e
que Ihe communica modiflcacuei totalmente esne-
ciaes.
A' vista disto, pois. nos .aliemos que n:: meios que
debaixo da inlluencia de cerlo clima raoslram ser
mu uieis. em oulros paizet podem ser menos pro-
! vellosos : que em algumas naces a- dnses de cerlo-
1 medjcameiilo* podem ser mais elevadas .ne em ou-
tras. Porni, p.u mais que teuhainos pon-ano nao
enconlramos urna razao para lirmar o recein que
geraliuenl se lem da tangria na apoplexia : e
nossa pratica, ineMiio nesla paiz. no, lem coulirmadu
0 que |ieii"av unos a es| respeilo.
Cumpreheodcndo misa inlluencia que os climas
sssreem -obre a saods e sa molesliss de seus habi-
i lantes, sonn s mol parcos ueste paiz no empreo das
isngrias: porlaulo cutivimos, que inesmo uas'apo-
I'-
' plexias sepini os mdicos um pinico mais reserva.lu-
em sen uso ; pnrein, bani-lo de lodo, por principio
| algnm : porquilnlo nossa conviccao acerca de sua
I ulili.lado he estribada na Insers, e na pratica da
! sciencia.
Compra ao medien conheeer OS eSSOS em que a
! sangra nao he proveitosa, ou en) que me-mo pode
I ser prejudicial.
Assiin.quum nutrir acerca da sangra lias apople-
i lias, a crenc. de que ella lis seiupre nociva : deve
I ter em visla antes de alcanhar o medico de assaa-
| sino por a haver empregado : que esla entermnlade
; mla as vetes inttanlsneameot. e que militas vezes
lomba da qualquer Iralamenlo, embora nao se le-
filia lirado urna golta de asngae ao doenle : e que
entilo n.lo lie de admirar que a SBDgria se musir
em signas casos improlicua : e por cun-esuinle de-
ve considerar a moleslia como cansa 0a morle, lan-
o nos casos em quo o doenle fui sausrado, como ua-
quelles em que foi toccorridu por oulros meios.
Pois do contrario he considerar sem o poder de ma-
lar nina eufermidade, que mo pnucas vezes causa
uma moile l.io -ubila, que a medicina nao lem lem-
po de mlervir rom seus soccorres.
Como fallamos em apoplexia tocaremos de lev?,
poique nao merece miaoclusa analjse no preeoneei-
lo em qne mula senle labora, .loqueo caldo, e a
carne ue gallinha fazem repetir os ataques apopl-
ticos.
I.)ue fundamento llavera para lal?
A carne de gallinha lem ludas as qualida.les. que
o medico deseja encontrar nat substancias, com que
deve nutrir o doenlesacroinmeltidos de apoplexia ;
ella he uma substancia de lacil digesUe e pouco
nutriente.
Mito menos ceral he a crsnca de que a sansria de-
ve de ser bauida do Iralamenlo de lebre amarella.
ISio apreseatamos a sangra como base do Irala-
menlo da lebre amarella ; porem em muilos casos
he rinoros.imele pre'cripnla pela sciencia.
Depois de sea empregs, os meios Iherapeattcos j
aeonselhados obram as vezes com mais energa, e I
promptidad.
Sn ao homem da tcieoeia he que he dado fazer
eslas avahares ; elle cnnliece quando podera tirar
provielo da tangria, e quaudo a deve evitar por no-
civa.
Mas se depois do etuprego d'estc meio o doeulc
morrer; n.io se ronsidefe qoe o medico errou : al-
lenda-se que enlre u om maior numero de pes-
soas seommotlidas d'esia antermidade lem desculo a
repulliira sem seren sangradas, do que tendo-o.
porque lia quem lenha a coragem de nilo cumprir a
prescri;icSo do meilicu : e por tanto n'esle como u'-
aquelle caso considere-se a moleslia como causa da
moile ; e nao se crimine o medico virlooso, que pre-
torio empregar os meios com que eeperava salvar o
doenle, conservaron, e augmento de seus Inlerea-
ses. o de sua repulacau.
>ao menos bem fuudada he a arenca de que u
oleo de ricino he um prgame quenle e irritante.
A opiniao geral dos pharmarologisles he queo oleo
de ricino recenlemente preparado, ou bem conser-
vado he um purgante doce, e sem accao irrtente :
e lano assim he que em medicina se prefere sem-
pre esle oleo purgativo a outra qualquer tabslaacia
qua possa produzr o mesmo elleito, quando se re-
cela acc3o irritante de qealque purgante sobre a nii-
cosa gastro-intestiiial, como as coostipacesdo vea-
Ir, nas herneas estranguladas, as dvsenterias
etc. etc.
IJoan.lo rangoso, sim, Iip que elle lem ama aceo
irrilanle ; mas n'esle estado Dad he qne o medico o
receila porque he um medicamento alterado.
I'.ui.,ni..,qiian,lo apparecer orna irntae,1o mtesli-
nal depois do emprego de um purgante de ricino:
nao se aecuse o medico por o haver dado ; conside-
re-e antes esle estado palhologico como sem causa
condecida, pois nem sempre se pode dscobrir as
causas que prndu/.iram as molestias : e lalvez que o
desejo de ludo explicar he que faca com qoe os m-
dicos se persuadan) muilas vezes que discnbnram as
causas de alguus estados mrbidos.
Julga-se tambem moi getalmeole que o liman he
nocivo em quasi todas as molestias : e nao consen-
tein as familias, que os mdicos recummendem nas
dietas doadoantes algumas eolias de limad para Ibes
turnar as comidas mais saborosas.
NSo querem mesmo usar das limonadas com esle
sumo quando os mdicos at prescrevem ; porum sen)
o menor receiu usodoi refrescos de gruseilles.e de
oulros cidos.
1 j i'iii,i. que os homens da sciencia ainda nao des-
cubrirn) dill'ercnra aleutna .entre os refrescus de li-
m3o, de gro-elles e de outros cidos veselaes.
Os cidos diluidos em grandes porces ue agua
sito lodos refrigerantes : e julgamos qu os mdicos
os reeeitam iuliirerenlen.cnle, atlendendo apenas
en corlas molestias a natureza vegetal on miueral
a que elles perlettceni.
Pelo menos assim nos acontece : quando recom-
men tamos a doenle nossa o uso de algumas limona-
das, deixamos-lhe a liberdade de escolher a que ma-
is Ihe agradar.
Assim nao se considere nocivo o limito em fraca
dose ; nem se coudemna o medico per o haver re-
ceilado.
Sflo estes ns prejuizos que temos encontrado mais
generahsados, e que JHlgtmos dever combater.
A medida que formoa leudo rnuhecimenlo de ma-
is alguns. Taremos a devida reftelo, sem mais
oulro entercase que o prestar nm rnica, ruja gran-
de utilidade reverle em beneficio dos doentes e dos
mdicos.
Sainos, senhores redactores de Vmcs. ltenlo ve-
nerador.
,/oo da Stka llamo*.
Kecife 13 de ouluhro de I85C.
forcis J?s>n&enctt.
rae com os illusirescliefesdo aciital partido liberal
de Pexuamliuco.
Espero dos Srs. redactores do Diario a pu-
n icaeo desla. com o qne cada vez mais penhora-
roo ao seu
Amonio B. da l-onseca.
I.ciile 12 de oulubro de 185(.
Sr. redactoretlU ntnito qne odsejavamos oeco-
par allencao do Illm. Sr. Ilietc.ureiro das loleriiSj
com alguna plaoos por nos urgansados, desde qoe
deixamos de comprar bilhelea dos da provincia, por
jolgarnins que neuliiiin inleressc provavel nos oll'e-
reria.visto que du plano das mesn.as e cunliere.aue
sendo o valor de laea billteles, e o primeiro premio
iguaes a quarla parte dos das do Km do Janeiro,
devendo por coosequenciaein ludo o mais nao haver
uma concordancia relativa, o que em .bono da ver-
dade nao he possivel, cum o liquido do pequeo nu-
mero de . lurteles, cuja semelhanca a peffeicao
nao so he deaejada, como mullo animara orespeita-
vel publico, e lana grande numero de concirrenle-:
orgaoisamoa com,, dissemot) iros planos paraasdif-
ferenles loteras da provincia ; mas como receiasse-
inos olfen.ler a susceplibilidadc do dito Sr. Ihesou-
reiro, nao os publicamos : agora porem quehavemtis
Vista ollerecer-se por meio desle jornal alguus pla-
nos para as loteras da provincia, julgamos lamben)
chegada a nossa vez deollerecer igualmente a con-
(iderscSo do referido Sr. Iliesoureiro das lolheriat o
DOMO peqoeno trabalho, com cuja areilacao se l-
vermose-la fortuna nos daremos por bem compan
sados.
(Joeiram pois, Srs. redarlore, insrir em ssu
acredilado jornal as prsenles linhas. com os se-
CuiMles planos, que mullo obrigario aoseu couslan-
te leiiot e assiguante,
(I amigo dos loteriaa.
Numero I.
Plano para meia lotera quando lor de CO:(KhigOuO
e para quarla parte,quamln lor de I2II:UIK).-iIKI0.
000 bilbea a 55000 30:0005000
Beneficio a sello ele. 6:0008000
Liquido para ser distribuido t:m prc-
MC*. 21:000^000
1 Premio d.
1 Dito de
1 D lo du
2 Ditos de :.00s
5 Ditos do 200?
15 Ditos de 100C
25 Ditos de 505
-JO Dilos de 259
100 Diios de 10?
1S00 Dilos de 5
2000 Premios
ooo Broncos.
o:0003000
2:000*000
1:000^000
1:0009000
1:0005000
ItaOOsOOO
1:2509000
1:2..03000
1:0009000
9:0009000
21:0005000
6000
Numero 2.
Plano para urna (erra parle de lotera quando cU
for de l20:000J0U0O.
5000 bilhetes a 85000 40-0005000
Beneficio, sello etc. S:0009O0O
Liquido para ser distribuido em pre-
" 32:0009000
l Premia de
I Dito de
1 Dito de
2 Dilos de 4005
"> Dilos de 200
13 Dilos de 100?
22 Dilos de 509
158 Dilos de 20?
M70 Dito de 85
1007 Premios.
3333 Blancos.
S:0005000
4:0003000
1:000000
8003D0I
1:0009000
1:3009000
1:1009000
3:0409000
H: 7609000
32:000*000
5000
Numera 3.
Plano para meia loleri quando esta for de res
tOfctJUttMOO.
8850 bilhetes a 8500o .">0:00O50OO
Beneficio, sello eu 10:0005000
Liquido para ser distribuido cm pre-
mios- 'i0:0005000
Srs' rodadores.Vejo levantado o partido
lilieral, ese bem que seu orgam est no campo
das personalidades, sem que aprsenle um principio
para reger-se, aceito o laclo ; porque esse levan-
tamenlo deve mostrar corte e a alguem, que sup-
punha o espirito publico mono nesla provincia, que
andava em erro :nesla ierra de Pernambuce o
sentimento da liberdade he innato, embora algumas
vezes este bom povo sa desoriente por amor de
falsos chefes, que miram somente sua elevaco.
Observo,porem,que levantado o partido 'liberali
e pleiteando a eleicao, que vai ler lugar no dia dos
finados, guarda profundo silencio a respeito dos
candidatos ; o que me parecendo irregnlar, rarea-
me a pedir aos chefes Ifbcraes se sirvam proceder
com franqueza e lealdade, atn de evilarem no fu-
luro os desgosios que acabrunbaram a praia, e
os reraorsos, que acompanharam ao tmulo aquel-
los amigos chefes, que misiilicaram e annularam
um grande partido, e bao de acompanltar os que
inda restara espalbados pela superficie da tena.
Para mim, quando o partido liberal se levanta
em Pernambuco,o pleitea a eleico eo candidato na-
tural que deve ser apresenlado a'o circulo mais segu-
ro, be o Sr. Dr. Urbano Sabino Pessoa de Mello,
e por isso ouso apresenla-lo a esle circulo do Recife,
que comprehende as fre^uezias do Si. Antonio, S.
Jos* e S. Frei Pedro donealves.
INo meio desta prostituirlo universal, quando o
ouro impoz uma conciliario de pessoas com sacri-
ficio da verdade, e dos principios, verdadeira.cor-
rupcao, que foi oslcnlada no seio do corpo legislaii-
to do imperio.o primeiro chefe praieiro.o Sr. Ur-
bano, conservoii-se puro como um amigo pernom-
bucano, relirando-se dos corruptores e dos corrom-
pidos com urna nobreza, gue Ihe faz honra, e ao
seu paiz.
O partido lilieral carece na cmara de uma voz
conhecida, e cssa voz oloquenle e traquejada nos
ncgocios.he a do Sr. Urbano, todos os novos candi-
datos liberaos diante delle pouco ou nada valen, e
significan].
Sou forrado a islo ; porque estando em Goianna
vi que se insinuase a candidatura desse cavallejro
naquelle circulo pela parle dos liberaes, da que me
pareceu uma iraijao, visto como os liberaes uao
podem vencer em Goianna.e seaiguns, que se tcm
curvado a polica e aceitado sua imposiro node-
,ao sabir eleilores.
Tres candidatos disputara a eleicao de Goianna ;
por conla da policia dous, e um por parle dos qu
defendem a liberdade do rolo, e nao querem quo
aquella trra de heroicas recordacOessesujeilea im-
poaefiet.
Contra o candidato, que he rocebido por loda
a illusiracoe propriedade de Goianna, o Sr. Dr.
francisco Carlos Brandad, filho d'alli, oppoe o che-
fe liberal, ser datura do Sr. marquez de Olin-
da, e sectario do Sr. Euzebic, quo o constituir
chefe da opposicao na cmara, e islo somante por
llio ser adversario, sacrificando assim o principio
a sua desafeicao pessoal ; do son queem Goian-
na vi--se o escndalo de lilieraes ajudarern a
polica para violentar o vol do povo, fazendo
assim um papel inconveniente, subalterno, e ri-
diculo.
Como quer que se resoiva a eleicao, em nenhti-
ma; ivpuicse a situar.aodo circulo de Goianna
pode ser dos ..liberaes, o pois a apreseniacao alli
do Sr. I.rbaiio he uma deslcaldade inqualificavel ;
todava em Goianna predomina o partido libe-
ral.
OSr. I ibano be lilieral essencialmeni.; monar-
quista, essencialmenl.; ordeiro, nao earrega o peso
da responsabilidade da revoluto de I84S ; mas
aceilou-a. e fez sacrificio.-para salvar o seu parti-
do, que imprudentemente neila se havia envolvido,
a isio rom uma nobreza di^na dos mais heroicos
lem; os. e por isso nao pode deixar do ser o primei-
ro candidato do partido .liberal.
Cuiupro nm dever .le consetenria; e o faro as-
sim publico por nSo ler a fot luna de entender.
1 Premio de
1 Diio de
1 Dito de
1 Dito de
2 Ditos de 5009
Dilos Je 2255
0 Dilos de 1009
40 Ditos de 509
60 Dilos de 2;*
164 Ditos de 209
1700 Dilos de S9
2084 Premios.
4166 Brancos.
S:0005000
4:0005000
2:0009000
1; 0009000
1; 000 SOO'J
9009000
2:0009000
2 0005000
1:5005000
3:2809000
14:3209000
40:0009000
6250
N. B. .Nao se diu'a que a proviucia uao pode com-
portar com loleiiasde 5 e li mil bilheles, que lis
uma injuria qne te Ihe irroya ; poit se, em 8 das s
exlraliem 4000 bilheles, em cujas loteriaif ha somen-
te o diiinniit.i numero de 33 premios asieses, com
maiotia de razao er.lo etirahidas no mes.uo lempo,
ou em pouco mais as dos presentes planos, cujas
vanlagens sobre as acluaes Estila perder de visla.
Senhores redactores. Lando uo seu bem
conceituado jornal de 10 do correte a cor-
respondencia do Sr. Manoel Pirmiao Ferrei-
ra em resposta a minba de 6 do crrante ;
mas ncllu nada deparei cousa que augmen-
tasse idea, porque essa historia que oSr.
Firmino sonta be a mesma que contaran os
seus amigos Larangeira, etc., etc., a quem o
Sr. l-irmtno encarre^ou de propagar essa ca-
lumnia sndigna im quem a inveniou; por-
que ainda mesmo que esse homem que oSr.
Firmino diz Ihe ter contado essa niiseiavel
calumnia, confiada por alguem de minlia ca-
sa, devia ter nome e devia oSr. Firmino ter
levado essa pessoa a casa do Sr subdelega..
do, para essa pessoa declarar quem era esse
alguem de minha casa que Ihe havia conta-
do isso em confianca ; mas nao, o lim do .-r.
Firmino foi oulio ; persuadia-se que o Sr
Benks se precipitarla a mandar-me prender
inmediatamente e com islo me dosmoralisa-
va e me desacreditava, ja que por outro meio
o nflo tem podido conseguir, e porque,senho-
res redactores por causa da inveja de un
pequeo negocio em que me emprego lasete
para oito anuos, e que o Sr Firmi .o asen-
ta que o sol s deve nascer para alumiar a
um; quando esse homem hotnu esse mes-
mo negocio em principio deste anuo, di-se
entre ns suas parecrias,agora hei de fazer
fechar quanto armazemzmho de materiaes
houver,saliendo cu disso respond muito a
sanguo trio e simblicamente por um an-
nuncioquefiz publicar por este jornal, que
os leitores podem vera sua Iranscripco de-
ba i.to do titulo --Ai ma/.em do Sob-
ijo islo que Ututo iffeommoda o Sr. Firmi-
no, he com iato que eu o quero matar.
Ora, na verdade, seudo o Sr. Firmino um
potoutado e no tendo podido levar a elleito
o seu projecto, o tem posto em desespero;
mas,sr.Firmino,prescinda desse negocio to
pequeiiioo, ymc. lem habiliUcOes para altos
negocios, e ja bem acoslumado com eonsig-
nacOes vivas, como quer agora degradar-se
a to pequeos negocios ; se quer fazer mais
negocio seja mais franco; saia dessa mes-
quinliaria em que vivC, nao ilesconliedc lo-
dos, porque da direito a todos dcsconfiarem
do Sr.
Sei que Vmc no gosta de arriscar muito
principal. Mas agora vollando ao serio,
quando iulerpellei o Sr, Firmino Ib i para que
levasse esse negocio ao coiihecimenio da jus-
tiea do paiz; agora Ihe logo que me nilo
poupc, nio soja indulgente para com quem
tenia contra afsua vida, persua-mc em-
quantoest vivo; porque se morrer: qual
amigos: qual liga de familias: mas diz o
Sr. Firmino, que eu sou seu ligadal inimigo'
signante. Pedio Antonio Teixeira Cuim- all receher, mm h, lawWassa raes.
TranscripcSo a que me retiro:
AltMv/.F.M DO SOL.
.. Pedro Antonia Teixeira GuimarSeecon-
tinua com seu armazem de materiaes oa ra
da t:oucor.lia n. M. e com a mesma promp-
tido
Bes de duuiores em I.is, a ..v-cao ana aaassaaa que
uma .aocidadeardenle.-p.iinaiKj psala aasaVaara
i.io musir, fasaraassj, vu-.....|UJ.r ,|, iIUBIi ,,
proprio recsMs ou It e asaataass t^la luitni*. u
retrato em cUr-o inlriru do imperado, ,1a K'...,
que i-in |M|-, all l-ilia parlilhai, uma i-ual -olm,
iniade : asta elliai- sstasa all saaas i.-i.u.inli., Sa
que sempre sei vio a todos OS senhores passado, e.....^uiu a^.ua se lembiara de Ihe iu
que o tem honrado com a sua conli inca. |PBa Jo pre-enie.
Denominou <> proprietario com esse titulo O Pf I""'1"" eompreher/ier-ae mellror c ralla das
seu armazem; na verdade he hem mprpri.ln n|*|ll^*,,|,, l>sda de qoe em ama roruvarao,
porque no periodo de seis anima de sna'.vis q,,e T c""e:", ''-1 r,"",*u' <-"''" --.
leuda dez satellttes ou estrelUs errantes Ihe |SL" '"""".Jen1" W "> -'
lem querido roubar o seu brilbo; mas se '
teera aubmergtdo no eco opafcr,; linalmen-
le o proprietario lem robusta onviccSo iue
so lieos com u: diluvio arrazara o sol, por-
que he o foco c inmuti-, de todos os astros.
(Vid o Diarios os. 13 at 22 do cor-
rente anno.
Srs. rsstoetorss.Agora he que acabo de ler a l.i-
lha que se diz nrsio .lo parlido lib-ral deTdo car-
rete n, III'.', mi i|'i ..Man. e lalsamcnle declara
o primeiro artizo de fonda, que por parecer s conse-
Iho iiiru. visto apre^uar-iue juisconsiitlu e omiis- ,,r"
cenle: loi que a mesa parochial do Poc.0 ila Panella m"
a os Basas* oe Uacan, Mili.....Nevrtos.,, Hvr,,ii.
ou para meil.ir Sanar, o SBalsfas IJMi,,, de li,.la-
Ierra, salvo SaaVsaar, que aals perlettceu a >,.,
vrsilade ai.'uma, e ll.uk que c-lad.iu .... Jt h .
blin !
Ja s? poli-vcr que este Ssairtas de sMBaaWSSaaaa,
lio juslilicado, 11.10 se limila in, ani-nl- a mu
lenlos malcriar-. e qe so dawnxtlve com aiH fui -
ej anda no que -esputa a manulrii. j ,| habito,
e Iradaceoes que presidirn! a i-rearad dc-la. (rrsai-
des insiituires ; ludo recebe a mil -, ia dr-le as-
pro lulel.ir. t m dia pedia eu ao i/.j.f r. ,.,
denle uu supeituf ds una dut colle-iot.qae me d-
se asjsjaa pron.cuores cerra da ii-.-aiamci ,. ta-
lo etlabelecimento : ua<1a lia tt,ai> t*-ii ,.
respondeu esle. n5o temo alleradc cu.a alta
pr.ire.len na ultima eleirao de conformidade com a '", "us eslalulo que nos r-uim dadas ,"elana fun-
lei rl-iloral de selemhro do anuo passado, e mo dadora, ladv Maiainda, roadessa de IVrhateairf.
rom a de l'.l de agosto de lf>in. j mai de HeuVique vil em l.id.i.
Nao jiara acouselbar ao Liberal Pernambnrano -V1S inuovac;6es, quando ellas >ao indispcanave^.,
que seja menos leviano e preeipilado, purque seria l vem de foia, e sao obra de p*ler ataMes, l'a.
islo iiilruciileroclraballi". mas por ronsidrrarao ao 'amento. Foi ai por est- forma qae n |irntc^,,,
publico e amar i verdade. declaro solemnemente ',*n>n' ,,lfs SStst lonuat mai* >vaves. p.'.Jc |->ttHrai
que be falsa, e ralsissims aquella assersao. I neslas creac.'ies ua auliaa f, r mva.li las. lloj> rHt
Sea mesa paroclnal do Poco setenio n processo es da os rhefc< mait arreilitsdos tabelecids pela le nova, nao loi por rnuselho meu,' das cntorinaui-se rom a- reformas po tente e ato-
antes lu eu de parecer em Contrario, como o pude- i deradas qoe o parlamento rfecrela oo indica, rrei
rao afirmar as pessoas dedigOSI que me ouviram, e i vendo cm tudo para ti s uin.iiica-la na oa appli-
no hitos infrmenles, ruino esse que para sabir do | eSfB. I ralulliam rom eo-rsia e boaa letaltados tu,
silencio em qoe lem jazido.nao duvidnn fallar a ver- empenlio de fazer desapparerer al un. qoe o i,
dade, Iludir a boa (i de una falla que quer ozar separaveis Jas vanla2ens .le non tonza durara,, ,.
los foros de sisuda o ver.ladeira.
Devo parar aqu, deveudo afi.ncar aos informan-
tes do Libera',que temelhaatss rriiicas nilo me far.io
recuar por um s.i momento do h.-l cumprimeDto dos
meas deverezo. O mais e-preo. Seu elr.
Florencio Jone' ('. M.
Hecifc 13 de oulubro de IS.">ti.
SSiii'tt &tBe
AS ESCOLAS E l.M VbKSlIiAUKS EM IM.l \-
TF.lt KA. '
He tieraimento sabido que cum o modesto nome
de fsr, las ha em Inglaterra tres uu qualro sranles
insliluices, enlre as quaes Elon charro lem o
primeiio logsr, que recebem, quasi tem excepcao
em sen gremio os lilhos ue ledas ..s familias abasta-
das do paiz, e Ibes propoiciotiam urna educaego clas-
llea o varonil ao mesmu lempo, dirigida por* alsuus
meinbn.s einiieiiles do clero anslicano.
Uistinsoem-se esles esiabeleruuentos de ludo
quaiit.. nesle uenerii lemos em I ranea por dous ca-
ractersticos, a sua antigoidade e collocarao cam-
pestre.
lisias escolas. Je cerlo modo identificadas pela -
poca da sua lundacao com a historia nacional, olTere-
cem aos alumnos, como primeiro entino, a memorii
dos eraodes homens que us precederam nos bancos
escolares, donde sahiram para presidir aos deslinos
do imperio mais vasto que cobre o tol. L'ma rica
collecto de bustos e retratos .r,iretei>la constante-
mente aosjovens moradores destea edificios as fe-
rOes de cidadaos, rujo tionie eacbe os annaes da In-
glaterra, ou ocrupa ainda o piimeiro lugar ua titee
cao dos contemporneos.
A maior parle desles retratos representam os ori-
ginaes, moros ainda, romo eram quando ot primei-
ros rajos de gloria Nica vieran) donrar a fronte, ou
quan-to tn i nascente fama veio tn^aerir o desejo de
possuir uma lembranra ila tua preseura. Esse roes-
mo ar juvenil que apresenlam enneorre para os a-
proiimar ainda mais de seos surcessores. Mas at
craodes va'nlazens que aqu consesnem os Inelezes
prorodem principalmente do apartamento distas
grandes reiros de educarAo secundaria da capital e
das grandes cidades, e da sua conservaran naquelles
silios remlo. A predilecrOo desle poio pela Ida
campes!re c a inlluencia salular que della Ihe resul-
to, eSo besa condecidas : nada, pois, |ao natural co-
mo esla cnlloc.'icaa de '.'ramios locas de educaran
nacional no campo, nada mais cnndocenle ao desn-
v ilvimento moral e phvsico da sua roocidade. Dilli-
cilmenlc se pn.lera' Imaginar silio mais adequado
para esercer uma acea"a benelica e duradoura nos h-
espirito de rolina, a ferroze.u So lempo : cm
mo v.lo 111,1,111.1 abrindo a ... la. a l,b, i.i,<,|- .
a, e com i nutra alaraam mait a. eonret-e? r-,
las at tcieucias plustcat e malhrmaticaa.
No mesmo anuo de IKViera qae o conde de Ueri>\
ssolaa em Osjor t a primara pedra dr ,,, ,,
muteudesliiiado eicla-ivanieofepara r.dl.r ,Hr Krs
loria natural ue.le aiilizu saiirlaano. oau'ora la,
sielusivo da Ibrolozia e d Iiiizo.k moras, reooga-
va o parlameuto os juraninl,it q.i~ ve I .varo .ios c,-
Iholic.is a entrada naqurlla uuiversidooc.
Si 1 pretendo de-rrever .gora a vida interna e e\-
terna das universidades inzleaat, e quando liacosa
vagar para o faier, tena essa ama larefa iaoltl o>-
pott qne Mr. I.orain a drtempenhara la., rabalmeair
na memoria que apresoalou a academia dat acie*-
ciat maraaa r rxdilicat, explicando roa laala aale-
ri.lade como talento e eiaelidao, a covrrao e oroa-
msacao desles zrandet corprt, ot direiloa e funrriW.
dus prulessores e ettodantes, bem cont o svaleaaa dr
estudose sumes, Desejo apenaa prir em relevo da,,
on Ires feiras que iiiotlram a analocia fni daaatnl.l
.leslas -ran.les rorporaroet rom as oalrat lo-.ila.r.-
poliicaa e saeseaa .Ir luglalerrr. por asaaaaaaassiu
a iiilluenria que furcosameot- devem eaercer as csHt-
servacao do anitzo etpirilo brilamnco.
i'rnneirn que ludo lie digna d- iiotar-se a aa c.tqi
pleta independencia do poder. Nao ha Savias ajai
laaeaai Ibes he reronlircer, romo I., tos. o imperio
da lei e do parlamento, imperio qoe este pata ai
parte, nao eserce semas maisescrupelosas Mteaees:
mas quanlo ao poder evrulivo. ai. suverno aropru-
msnlr dito, este nada ab-olulameale loto ^u la/er
can. e!las : quan.lu inuilo nnmea para cada ejatver-
sidade unt Ir-sou qualro professore.
Todos sa atetas universitario*. Imlaa ot memhrus
dos diferentes collezins. cuja azzregarao ranea a a-
niversidade, s&o eleitot pelas, aeat pares, como o
memhrns do Instituto de Franca, atas oeaa iaisifj
rencia. apresi ni i.:.... oo Iteneplacilu alcaaa do -o -
Vetas, do qual nem recebem maadalo nem alario,
e ao qual nAo san nbrigaitos a Jar conla .lo tea >-'
tino. 11 plano de estados, at raadiroes para a ad-
missao e esames, os regolantenfos da diaeiplma io-
lerna nu externa, ludo esla' f..r da acasla, acata*
da accao do poder re*l oa ministerial.
O espirito conservailor qoe lem sempre dist.n.-oi.l,.
as uiiivei-idades inglcuit, he poit nmcamrnlc asa
froelo es|.niil,i.ien da in.Irpen.teiH-iae da roavsrra;
ellas s.in a ,.--. re^peitu como em ludo o mota a itaM-
zem da srctedade inz:ea e da eoa arnlacracia. om-
pre livre c alma, mas amanto da ordem a la* ata-
cadora da auloridade quanlo mam della ar torna
independente ; sempre eerettivel ao manto, niaaii
propicia aos piogretsos otis, e at retoan iieccot*-
llios dislinclos de urna grande BaOS do que Eion. | m" bsfada alidamenle nat Iradirnn. tw Si-
As habiUres dos professores e discpulos uceupam | reil individual. Ei araaao porque o cata* nm vasto edificio de eslylo simi-sotico, que curres- je<"'|erda omvcrtidadet d- IHforri* i..inibridze. <. n
poique ? Nao tenho relaces com o .Sr. Fir-
mino, he verdade, mas que tente contra sua
vida, isso s pode acreditar o homem mal
intencionado.
'lale o Sr. Firmino de crear seus cinco 011
seis hlhos, que todos elles cabem debaixo
de um cesto; lembre-se que os meus eslo
criados, ja contam, um 10 janeirus c outro
2, guarde-se de oulros e no de mim, que
sou incapaz du coinmetlcr um crime com
pieiiie.litacfio de meia hoia ; hem caba aqui
lemluar-lhe de quem Vmc. se devia acaute-
la r ; mas nao Itinbro por decoro ao'resnei-
tavel publico, u poique meu lim he def-n-
der-me e nSo aecusar. alas,concluo dizendo,
que se o Sr. Firmiuo nao pozer esse negocio
ao alcance da Juslica do paiz, o lerei por un
vil detractor de minba reptaselo.
i.'ueiran, senhoics redactores eorespei-
tavel ,mhlico, disp.usar-me de alguma cx-
pressBomais Irisante com quo possa o Hen-
der o decoro. Sou seu constante leilor e as-
punde perMlamcnle aos costumes o as ideas do paiz;
1 rapella que 13ra diana do nume de calhedral, he
lida por orna dat mait bellas nbrat de architeclura
listeza do secuto XV. Ilefronte, do outro lado do
Tamisa, se eleva ncaslello de Wmdtor, morada dos
reis, ostentando a sua zrande torre redonda, cons-
truida por oilfiernie.o conniiilador, o a capell.i da
San Joi-rm, robera toda .fe brares dos ravalleiro.
da Jarreleira, desde Eduardo III para ra. Cercamo
collezio exlensos prados limitadot pelas ondulacet
.1,. lami-a. que forman) um parque adornad de
verdes reivas, e de frondosos arvoic los a perder de
visla. Nao ha todava s nesle recinto que os estu-
danlss sosam do seu recreto : espalham-se a Iota a
hora pelos campos p pnvos vizinhot, e, talv.is as ho-
ras de estado, lem qmsi plena liberdade de fazer o
que qoirarem sem que, com tudo, abutem de nma
largueza lo eslranha para Bes.
Sem vigas, tem oolras reslrires alm daqnellas
impnslas por ccrlos usos tradicionaes, e pelo respeito
de si mesmos, senlitnenlo de qoe os inzlezes lanto se
possuem, ni ruincjam, com nm vigor impetuo-
so e precoce, o tirocinio da vida publica, do "Ifgo-
vernement, como oalr'ora faziam seos pais e os nos-
sos nas esrolat da idade inedia.
O numero je discpulos assirinot mo he, por cer-
lo, maior que em nntsot Ivceus ; lalvez seja amia
menor, porem o esludo das liegas* amigas esla cm
mu srande ailimlamento pelo qna respeila i al-
zoni, e he cutlivado com preddercAo por todo. E
o qua sobretodo se ola nesla roiiiirezar,3o de ado-
lescentes, he a profusao de vida, saude e intellisen-
cia, acompanhadas de uma serenidade expansiva e
respeilosa que se nao ve nos alumuoa dos noisos
quarleis omversitarios.
Oue differenca enlre laes habilaces e as casas on-
de temos at notsas escolas, semelhantes a pnsfjes
cercadas de altos muros, melli tas entra duas ras de
Taris, dotDiaadas por toda a parte por lelhados e
chamins, rom duas alas de arvores enfezadas no
meio de um patro calcado ou areiado, e donde ape-
nas se sabe a dar um Iritte passeio todos os 8 ou 15
das at aos retira* dos arrabaldas !
E romtodo nilo se descobre no estudanle inalez,
lito cedo emancipado, nem aspereza era prosee-
ra.
Em cerlos dias solemnes os de mait idade, vesli-
dosem traje da corle, prononciam dianle da ramilla
real o da aristocracia, discursos em grego, Ulim e
inalez rom tal facilidade, e sinseleza de bom aosto,
que a qualquer f,na inveja.
Mas he no lempo do recreto ordinario que se de-
vem observar esles mancebos, a' aombra de nas ar-
vores gianlcscas, para te julsar da virilidi.de ante-
cipada de-les lilhos .la liberdade e da enrgica vita-
idade das cl.isses superiores de Inglaterra ; e enlao
Ir; que se comprehende bem o dilu do duque wr|-
lingtoe, quai'dn nos Boa da sua carreira vollou a es-
tes 'Mos encantadores, onde tora educado, que re-
cordando-te ils folsuedoa .la infancia, e adiando
nos descendentes de seus ctmaradas o mesmo vigor
precoce, ex. lamou : ,, Foi aqu qua se ganhuo a
balalha de Waterluo '. >.
I'assando das escutas as universidades, nola-se ain-
da mais claramenle o uto qoe prende a educai;a.. a"
vida publica, e as raizes donda at velbat intlit.iicts
britnicas tiram a sua robusta existencia na vida toc-
cessivamenle renovada das geraroes juvenit. As uni-
versidades de ( ..mi,-1 ,_ e Oxlorl sao, a meu ver, a
arande mar.ivilha de Inglaterra. Por ellas he que
passain. cm primeiro locar.todos os membros do cle-
ro ingcano, lodos os herdeiros do paralo, dos
grandes pronriclarios. os logiilas, ot homeiit de Ul-
tras, e homens pulilicos.
.'ara alli lie que os pais de familia, enriquecidos
pelo coiiimcrcio, pela industria ou lilUratura,
roandam pressurusus seus lilhos ; he por tanto alli
que se furnia, quasi excluiivatiienle, a ciaste dos que
diriem o pais.
Na lisia das dislinces (/loiior., isto he, dot alios
graos acadmicos, alcancados desde ISO-J para ca',
poblirada no annoarlo de cada universida.le.acham-
s" tnuili.s des grandes nomes da luslalerra eonlem-
poranea ; e he pot oso, com razao, que quando es-
M lista taha anooalmanta a'luz. nos peridico,, a
"'"- '"ton-a a acolbe com o mait vivo interes-e, a
que a duliaccgo alcaarada Be* sendo, para loda e
vida, urna honra m igual para os Ululare.
lie por rsta forma queo futuro d Inglaterra se re-
rresea cunstaalemente nas aguas du passado. Era
parle algunia do mundo e ve a idade media anda
viva e de pe cuno em Oilord e 1 jmbrdge : nao he
uma rerarreicSo ficticia ou nm assaaie* dsenlerra-
du .la lava m*l evliuria das revolurSts he utna
cou-a quo |a ,\\, ll5u pereceu-
I'eia matar pir|, es||, illsli,ujri)e, ja|;im,|n ,emp0
rnoh'.-'j.. g .T" era "'bobea, c conseivamo
cnnlio indelevel da sua origem.
(espirito conservador, o mais precioso doto .'a
rara maleza, rema nellas mais do que em parle al-
goma, ] '
\ ecm-e nesles locos do aii-.-licanismo, guardadas
com respeito a enllocado* em poicao conspicua, as
eniKie* ...i dooa sobei
ferido por loda a vida pela eleir* Se In.ta
lores e licenciado*, ae repula a lloara lanrraa* ala
que p..1e er revestido um principe oa par O'laaU-
terra : ai* iwrqoe elle r.,i ,,r e-i, Uro,, eoMeti.h.
ao duque de Wellington. e d.-iion ao end- da
llerhx.
Pela mes^a racSo he insia qut Iim1o imhriantSa
o mandato de reptvenlant* do orna dat qan**!*
des na cmara do rommuns por ministro < orad"
res laes runm l'ill, lee| f i:a.|tB,.
' quo mai- distingue a. ui.iver.idade. iagkast .1,.-
eslahrlcrimenlos do ronhnenlc, qae lem o me**
nome, depnit da indepeiidrnei* poltica, he a rw-
ramslanria de rada ama della* rcompoi de aa as-
-- a ... de viole eollegios distindat, qae aa* oatta.
lanas pequea* repblicas, cajam le. Ihe Ion*, da-
das por >ru> re-periiv lem nm flamero do /etomou probondodsm q* .,,.,
enlre dez e eem, os quaet te mmieam enir- ., ^i,
corlas coudici.es impn>las pelo tomiadar. a ao adrm
paralar essa disaidade ratand*-*e oa aceitase*, **,
baiu lcio qualquer de fura : elescm ra cacle iba
vivel, .l.'b.iix.. de caa direcrao pr-sidriu a* a
e exames dos esludaale*.
Ella existencia rollegial ae a oe di cu.irac-
ia un i ver si la.le : cada collegia tem at *m. *i,ru.
seut i ogulame-iios parliculatealioaiaa s exao.es >-
peciait, independenlet dm grac^ roulotio* oa r*-
cunliecidos pela ooivevidade reunida. He aam \,t
lai>ira red.-rar.io moral o inlellerlual, da qual caaU
ramo, seinelhanle o* diverso* cstadoa da America
do Norte, ou aos cantosa da amiga aa>SBaa, lem a aa
hitlnria, a tua legl.laro, a sua inllueucia c a BJtJ
repularao a parle, p ..|., que, ca*a>* o*|r*a laala
.lloenl.-s. (...los venliam desaguar n'am graade la-,,
cuinmini de gloria, larca a vida.
De mait diasi cada, cul.egio he pro .rielar **.
lodos fi.ram amplamenle didados por seut fowlaU.
re* com bens de raz, que apewr So dtalaataa. a
mailoi delle* espalhado por varioa ion la Jo-, p.-
aam por ter a* propriedadet mais bem t.lmiantrada
do pait. onde toda* o o lambem : lis esta am c-
cumenlo que depoc soflrivelmcnlc roalra oa advrr-
tarios da mito mora. Esle rendiment.i* ).u,t.,
direitos que pacam os e-l.i lante-, faaeai toce a* dp-
pezas do pessoal e material dos collcgioa cm qae vi-
vem m-1 re e disripu os, caja magnificencia riv*li>4
rom a dos mait beltot palaciut da aristocracia.
Por esla forma vemos qae s iedepen Inicia ali-o-
lula do poder, a xaricd.ulc oa un.dadr, a divcrida*|>
de regulanieiilot, a liberdade de entino, a anlig*,-
dade e carcter rehgioao da origem, a .qmlr-.ria c
eslabilidade do palrtinooiu *an as *<( em que *
firmam o ensino supc.i.ir em lugtalrrra. ditlrr-ali
m ludo do que he nu roniinente rom cicepr^o da
II. I ira e em tudo anlogo aoe oolro* ram... j, ,_
riedade ingiera. So dire duas palavra* arrrra im
esludantet, com o lim de tornar saliente am amo
significativo corlrasle que os di.linguc uot nnu.
Os iio-.os >.|iem abi.llmenle da e-cravi.|*n do*
lyccu, onde em cala minuto do dia e-t m toieito- *
regras de unta norm. manta a luda Fraar. para
entrarem na liberdade abwleU ds vida da matact-
ba parisiense.
Apenas o nosso alumno de Ixreo s* torna sala-
danie, ja ningucm mait visia a sea componameelo
nem os seut estado-; vive onde quer faz car
quer de-de a manbaa ale a uoile. desde a bosta i,
ao da. O esludanle inglea Baks de urna cacla ram.
Eton, onde j* experimentara Unto os allrariix-
como as retpouabilidads da libe, da ir, para ir en-
conlrar em < jford oa l.iiabridge urna di-npliaa
quasi l.o anws romo aqu ila a que ua aa m'.inria
esleve iijeiin. iVide dispor do sea lempo, mat rom
a condira.i .le a--.is.iir duas veacs por di* a* ajana
divino, e de nunca sabir a ra senao com atea Irage
ulticial, que be uma tnica prela s am l.irrel-*..-
drado. A lem di>so I...I.....in t,te h- "(.r... |.. a
viver em um dn* collegiot da amveraidade. cate
lem o seu qoarlu particular, deven to. c.mliit*, ,
janlar ao refe lorio rommnm, saatj *ea cnndKctpa-
los e jirofcssorcs, r r.eolber-e a' hura dclernuuda.
(Jualquer cnlravciiran grave detla* lei-, qaalqnn-
u:lcosa averiguada contra a regalari.lade do-, ro-ia-
mes, nu mesmo contra s oso- da boa -..n- i, i-, IB_
corr.' ou na pena de expa|s.".i .1* nnitcr>ida*t>, r-a
na de mhfWCJOt que he um de-terro de lr*-t aaat-a,
equivalente pela perda da* .1.-.peras .le imrriprr*
(le. a umamnl a .1- I.OfKI a I.-1 tranco*, i*^.
la a' fmula do delinqn- ni".
Tal he o restroen a qu-. sem uma nailj. a>
qoeixa. *ojila a rla**e ama elrxala ds at-ri-
dade ingiera desde o- IS al, ...,. > >raM, ap,,,.
deu.|.*a..e*lr ni do a rrapatlai aa a m me*ma. e aa
me-ino lempo a aralar a- Iris e as Ira.lirn-e*.
Negar qae aa asta Seat* roa fu. leeae-aaSam laia*.
htvejts. e iiii^q-ii'ba. rivaN lalas, he oque niega-ai
que sa.I qu- ** pralira rn. I ..la a pat*a onde ana-
vi r harnea* reaeatss lasas* ttmr. \ tsm. .la*oa>
barato awSKta -e queira nr-lr nlido. be f.rro.a
anida ron:e--ai que nunca, a em p.rle alcame te
consegua manler uma d-riplina mai. propicia akaa
i.io.il. .i lber.I.le. e a., .loror., do-e.|0 *o.
Na., i-m fattaaa asaras tea* aOsme* na -x*iema4*
ei.igies u..s dous s'.beranoa que p,.r seu r.iihulicism.. adacaraa seguid,, pae estas mmrsn ,' ,.|, rjuJ7
Em7LE22?m*m*t qUanl"< ""' ""l TT" """0'" """'' de dama.,.,*, nc at,,".
KmPainSS,!!1*: .... _., ________'..____a~ ".'.._'..W,!'re,\- ,lr P'""'ie-rem c.|ra.,l,*a ..
Em Cambr ,ge, e em miis par
[res remos unido-, -c tebs a asistas
na. i.iu odiosa ni. poso ingles pe hase lealada, pe-
tos meios desgranados qootogeria a mloleraoria do
seu -eculo, enlre o reinado du brutal llcimqu-. c o re-iillado
da iuexoravel Isabel, restaurar em seu reino a un-1 -en- che!
dade rallmlica.
e.ham. dos|.,,: ,,., ,.,,.,, ,......,,.. .,. hlHmfm
a rainlia Ma- e-ci pl ,.* -.nlir.enle. ou l.a-lanle x.larr. ....
A ralea detraiore* pedem ai uinversnlafe, insle-
pon :.r !,, plianlemento ti lili .**.
ns\-rt ir pe **.. par
'ii.tI.^.t : f^.ee
i-t.> hr. a na;
e | ra-
"fim Otord aind, esla' em pe a estatua Ir James -*Ji5-r1^^TLr^^
II, que pasou cun a corua.a honra p.rnti.sa de que- livr.., ,,ia o!,.v, ,, J r '
ealvoTieS "'' X'V 'T",""' "'"""" 'T "H JT *'" l>*'''.m mar.^f^ai.TeTZ
callKHinsrno e o poder absoluto ao msisas lempo. miaste. -^-ie a *
Eqoeria-nie i.,t|,r ,i
lie que a povo iu^lez rpelU essa m.....a odiosa de aaqaasm mi .llar it saaaris exicrm
degradar e destruir monamente! hWoriee* ion. veiMdade.. qoe. dr rerln 1.1.....
Pretexto x......* txliagoir ale meto, na das vcii- oncteal ,i qae a as arsaaaaaaaM
as da* paitos ou da loju-nra das levnlucues. Ain- rrever um eaneclatato la* raiis
: m. aags do cerco de Sebastopol, poi o"- i Imagine-,, reoind,.* ,1,-niro
-mu da ciiiuiiiemoi sean de tixlord, ii..-sa ceicmu-
,!.. ma
mena- i,ol.-vel e
Ha* ron.n de*
dti nr.niln ,'r ama
ca-tau iiacoimiieinoitcao de llxlord, n'-'ssa ccicmu-i me-ma n.la.lr. e loc.nd., ..- .,,, "' .
na em que dous generas, do e.ercilu Ua Crimea v,-' propnu, ,eCio.c,, qu.oze o. UmI,
MUTIO



1130 II PtgtKBBIfJ TERCA FIIM 14 OUT^H M !U6
atibadlas, .mu tuda a grandeza e magnificencia ilos
eos lemp s mai prnspeos, lies como no l repre-
sen! un as r.r:i*gravnras ile M mstic ni tiallicanum,
ou a; vistas anda (lallicaiium mus raras de Cluii),
Cileaust, e Clairvau* : cada urna dellas eom dous,
tres qualro cluuslros d'arcarias ogivaes, e sea re-
reilario espac, os e de elevadas abobadas, como urna
isreja, possuindo. em lodo o caso, uma biblioteca e
ilguinas o sea masen, e gallera de piularas, mas to-
das urna capella onda se celebra, duas oo tres vetes
(i ir ilia, o oflicio cannico, com acompanhamenlo
de canlu de sublime belleza.
Nao se pode negar qaeolliado cada um desles edi-
ficios sobre si, se Ihe uolem defeitos, todava pou-
cosdentro elles ha que deiteui de cansar espanto
por soas dimensocs, e siluaqio piltoresca. tSo ade-
quadr aos fin* a que se dcstioam ; e que na" leoham
cerlo merccimenlo de estylo ou de auliguidade, sen-
do at algn* nionumenlos do niais subido valor,
taes como a capella de Kingls Colleue on a fachada
do Si. JoIiiis em Cimbridg ; os claustros da Mag-
dalena e de Mertoa, bem como a igreja de Chrisl
Chnrch em Ovford.
Ma. I que he sobre tudo coosa adiniravel e nica
no seu genero he o todo, essa agglomerjco lo uui-
da de vastos e curioso edificios que, como a Alam-
bra de Granada e a l'iazzetla de, Veneza, deisam
uma impres-a.) que se nao torna a seulir cm mais
part; algoma.
Nele particular Cambridge lie tolva* superior a
Oxford, porque os seus dezesete collegios, menos
vastos pela inaior psrle do que os vale e qualro da
sua lival, estAo agrupados com mais vanlagem ; mais
l>r.'\ mi, mu- aos nutros. e qaasi todos dis,iostos a
seguir ao loago de um rio fundo e cristalino, que ba-
nha e embelleta uma serie de parque*, povoados de
arvores como se nao encontram em mis parte algu-
ma ; cada collegio lemo 9en, e sao apenas separados
uns dos ootros por largas grades de ferro, ou por fos
sos sera muro, de lorie que a reuniao de todos for-
ma um extenso bosque de rico arvoredo, por enlre
> qual se veem saln- as torres,campanarios, c ameas
dos collegios.
i'- prados, j'ardins parques destinados ero Ox-
ford para reerrin dos profesores e discpulos, sendo
mais iiolidos, silo por isso mais extensos ; uns o
confondir-ie com as campias vizinhas, em outros
se v vaguearen! sobre essas reivas incomparaveis, e
a sombra desdas arvores seculares que .. I! r, como por
lodo o paiz, sfi i n mais bello enfeile da Inglaterra,
retaiiha- de veados, e ^\4puv?s, diados com reli-
gioso e-mero, porque a.,i.n o ordenan o fundador ha
tres ou qualro scula*. Sao os jardins de Anuida,
transportados do paiz das fadas para o da historia e
da educado real.
He na verdade digno de compaixo aquella inclez
coja roocidade e pas*oa tonge destvs sillos eucanta-
dores, mas anda o he ina;s o que. tendo nelles vi-
vido, se record i sem emocao daqu'llas abobadas,
claustro, sombras, e cnticos religiosos; nquelle que
chamado vida activa, e ao seio das lutas polticas,
para discorrer no jalgar sobre as ideas e as institu-
edes de que Oxford o Cambridge sao typos e actua-
rios Iransportaodo-se aos prlmeiros eunos da vida.se
una representa a si mesmo, semelhanteao menino de
que falla o poeta ................................si quid
l'orpe para*, ne tu poeri contempseries annos
Sed peccalore obsistat tib filius infans.u
Mas, por fortuna, am tal esqnecimento he lAo
raro como rcprehensivel : e em quanto a grande
maioria dos filhos da classe superior forero educados
tas universidades, e estas conservaren! a sua actual
independencia e organi foulamente que a vclha tociedade inglez. conserva-
r tamben! um exercito de defensores 13o euergicos
como iDlelligcutes e dedicados.
Conde de Montalemberl.
I l>o Crter de L'Kurope de 1t de innho de
1856.
IzVrtr; Tisana.)
^ttUcacgtf a peibo.
Companhia de imperiaes
maiinSieiros cIh provin-
cia de Matt >-Grosso.
f.luartel a bordo da barca Independencia, cin
cruzeiro no Kio Paragaay e vista do forte de Coim-
br.i, 25 de main de IK Mi.
Mannlietros desertores da companhia de imperiaes
mar'iiheiros da provinria de Mallo-tirosso!
O exemplo dos desertores reinridentes Manoel
Pinto da Silva. Gregorio Piolo de Arruda e Domin-
gos Lopes de Barros, talvez as fadigas de dous annos
de nao iuterrompido cruzeiro e os traballios accesso-
rios, anda qae indispensaveis aos homens da nossa
|irnli-.'io, principalmente nesla provincia, vosennvi-
dou e sediizio-vos a desertar ; fazendo-vos assim es-
quecer por um momento o vergonhoso passo que da-
veis, o modo por que feriis os vossos mais charos
inleresses, o que anda para vos he mais,a conseien-
cia do VH--II dever, du vosso presumo, do vosso bro
e da vossa digmdade. O erro, porem, he dol de lo-
do o genero humano ; vos, porlanlo, tambem podieis
rrar ; com eireil,errasle.
He lempo anda, sem embargo, de reparar o vossn
erro i lieos manda que se perdoe nos airependiuos .
estis ueste caso, eu o sei.
Correi, imita) o e*en.p(o dos vossos camaradns e
cmplices Justino do Rosario Figueira, Bernardo
Jos da Luz e Antonio Jos Peixolo ; correi, vinde
apreseatar-vos no vosso quarlel ; deixai essa vida de
-ihI i e de pritaces, de fome e de nudez ; vinde
apadrinhar-vos com o vosso commandante ; elle nflo
vos castigara, pelo contrario elle promelle, na forma
do nosso regulamento, perdoar a todos que -ao de
primeira o s^unda deserces simples.
Aoi que sao de deserrjoe* aggravadas, o vos com-
m,ni lano nao perdoara, porque nao pode, mas pro-
inele-vos de arrastar-se alo os ps do augusto lliro-
no do uosso pieiio'o monareba e impetrar-lhes a gra-
<;a de perdoar-vos.
Marinheiros do lempo do raeu comraando leude
lo na promessa do vosso commandatile. recordai-yos
da -ua oiaxima favorita e nunca desmentida : O
vosso commandante nouca falta ao que promelle.
Marinheiros! correi, vinde abracar os vossos ve-
Hi camarades, vinde parlilbar com ctles a honra e
a gloria de serdes apuntados e admirados pelos mili-
tares qae, provelos nos campos de balalha, chegam
a esta provincia como os foMM camarades leero sido
e estao sendo pur sua ciiragein. por sua constancia,
por sua disciplina < por sua spplicaco aos trabadlos
do esladn : vinde, leude f, que ao chegardes enloa-
reiscommsco :
Viva S, M. o Imperador!
\ iva a familia imperial '.
Viva a nacAo brasileira !
Viva a companhia de imperiaes marinheiros
provincia de Malto-tirosso !
Antonio Joaqam ferreira Ramos.
Commandante da companhia.
feia*,.lilla* com e meio dito de farinhl, :\ ditas
com > dilos de gooima, 1 barrica graxa, 18 dilas e 1
eaixflo rom 10, arrobas de sebo, I cixao com ti ar-
robas de queijo, | ger.jVo em falo ; a ordem.
talacho nacional Neptunj viudo do Rio Grande
do Mu, consignado a Antonio t. dos Santos, mani-
feslou o seguinte :
8,.">!>0 arrobas de charque, :I0 couros vacenm ; a
ordem.
tingue inglez aGlaaeuu vindo de Terra Nova,
consignado a Seharain Whally.manifcslouoseguiule:
_,j(.> barricas com bacalhao ; ao consignatario.
llrigne escuna Laura viudo doMiranhao e Ce-
ara con.ignadn a Jos Uaplisla da Fonseca Jnior,
manifeslou o seguinte :
81(> saccas armz, i ditas feijao, 12 dilas e .".I bar-
ricas fronima de ma noca, 70 lilas sebo, 150 rolos
"" "' """os sol 107 garajaos carne secca, 10
saccas cato, I dita kmdim de aramia, 10 cunhetes
, L ponla- I moldura dourada ; a ordem.
.IOS molos ne .ola, :)()() cornos muidos : a L. J. de
Sa Aranjo.
::l pesas de eaboi de cairo ; a Manoel J. llamos
e Silva.
I caixao roopa de gao: a Gentil Hornera de Al-,
muda Braga.
t s.iccas feijo ; a Luiz I, de Sa' Araujo.
Iliate nacional Capibaribe viada do Aracaty.l
cousignado a Luiz Horres de Siqueira, mamfcstou o i
seguinte :
iliti couros silgados, 1,199 meios de sola, :18 sac-
eos gomma, oi mollios esleirs de palha, -J9 mo-
Ihos pellet preparadas; a ordem.
Brigue njcioiial Clara viudo do Para' e Assu",
coosienadi, a J. Piulo Regis de Souza, mauifestou o
seguinle :
685 e racio alqueres sal, 1 -1 molhos palha ; a or-
dem.
UONSCLAIK) GEKAL.
Reiidirnento .lidala II..... :I:808>8'.I9
dem do dia 13....... 1:8tK)27i:l
5.-0093686
V
vutviiiador -".
i-'IVKHSAS
Rendimenlo do da I a
dem do dia 13. .
PROVINCIAS.
II .
1:1619100
5r)3|759
J:0(.5.V.)
I ESA
DIA
DESPACHOS de EXPORTACAO PlA M
SPPIW0L40O DESTA CIDADE NO
1! DEOLHBRO DE 1856.
B.ircellonaSumaca hespanhola Claudina. Vra-
, naga Ov Bryan. 1.100 rouros seceos salgado*.
GiurallarBrigue porlucuez Bom Successa. I'ho-
maz de Aquino Konseca & l'ilho, 150 saceosassu-
car mascavado.
LisboaBarca portugueza Mor de S. Simio. Car*
valhoiV Irmos, 78 cascos mel, 1,0:16 ponas de
boi.
LiverpoolBrigue inclez Elbiope, C. J. Astley t\-
Compauhia, 150 saceos assucar mascavado, 1,000
couros salgados.
HavreBarca franreza'ltaoul, l.assene t\ Com-
panhia, 1,600 couriis salga los verdes.
xDorlacao .
Acaracu', hiale brasileiro Acaracu*, de 2I tone-
ladas, ennduzio o seguinle : 125 volumes gneros
eslrangeiros, 1 caixa bahii.de tullas, i barris agur-
denle, 1 barricas geiibra, -J pipa agurdente, 5
laixos de coin, 1 baca pequea, barricas licor,
II ditas assucar.
Aracaly, hiate brasileiro luvencivel, de 37 to-
neladas, conduzio o soguinle : 257 vulumes gne-
ros eslrangeiros, 20 ra xas sabo, 156 dilas doce. 1
barril azeile, 27 barricas assucar, 7 saceos bolachas,
7 ditos arroz, I latas fumo, 25 caixas cha, 51 ditas
charutos, 2 barricas biscoulos.
Bahia com escala por Sergipe, hiato brasileiro
Sergipanu, de 51 toneladas, cou luzio o segain-
to : 12.000 sacaos vasins para assucar, 1 sino, 17
saccas arroz pilado, 5 dilas dito com casca, 162 dilas
rnilho, 117 barricas sebo em rama, 1 caixas qneijos,
Kio de Janeiro, brigue brasileiro Mariana, de
238 toneladas, conduzio o seguinte : 3,176 saccas
minio, 150 ditos assucar, 682 meios desoa. V amar-
rados courinhos, 2,400 cocos com casca, 156 duzias
de ditos de beber agua,, 181 barrilinlios doce de
calda.
dem, patacho brasileiro Esperancjo, de 103 to-
neladas, conduzio o seguidle : UM) saccas algodao,
841 dilas milho. 10 barricas e 20 saceos cera de car-
uauba, 900 meios de sola. 506 molhos courinhos de
cabra, 17 caixas velas de carnauba, I caixole roupa
osada.
RECEBEDOIUA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE l'KKNAMBIK'.O.
Hendimento do dia 1 a II 0.1925991
dem do dia 13........ 809)1994
10:0I8;988
CONSULADO PROVINCIAL.
Heiidiinenio do da 1
dem do da 13 .
II
12:912-352
2:0733116
15:015^168
Wvptimtmc $$ peo.
-"Virios entrados no dia 13.
Terra Nova13 das, brigue inglez Delphira, de
I v.i toneladas, rapilao G. Norman, equipagem 12,
carga 1.910 liarnos com bacalho ; a Saunders
Brolhcrs (\ Companhia. Perlence a Jersey.
Aracaty--I2 das, hiale brasileiro Capibaribe, de
39 toneladas, ineslre Trajaoo Antunes da Costa,
equipagem 5, carga couros e sola ; a Luiz Borges
de Cerqueira. Perteuce a Pernambuco.
Assu'13 das, brigue brasileiro Sagitario, de
266 toneladas, capilao Manoel Jos Kibeiro, eqai-
pagem 13, carga sal e mais gneros ; a Manoel
Francisco Carrujo. Perteuce a Pernambaco.
iSatiot tahido* no mesmo dia.
Rio de JaneiroPaucho brasileiro Esperanra,
capilao Manoel Jos da Rocha, carga varios gne-
ros. Passageiros, low Das Lopes, Sebaslio Ja-
nnaiio, Francisco Jos da Silva.
demBrigoc brasileiro Mariana, capilao Jos da
Cunta Jnior, carga milho e mais gneros. Pas-
sigeira, D. Ignez de Moraes Lima Bilancourt e I
escrava.
dem pela ParahibaBrigue braaileiro. I eao, ca-
pilao Joaquira Antonio de FarTa e Silva, em las-
tro.
para os navios de guerra, barra de esc.iva-|
cao, pragas do arsenal de marmita o frica-1
nos ah existentes manda o diio consclho
Fazer publico que o contratar no dia 15 do l
correnlc mez, avista de propostas aprescn-
tadas pelos respectivos interessados ueste
mesmo dia al as 10 horas da matiha,
Sala do conseibo de administrar;;) naval
em 7 de oulubro de 1856. O secretario in-
terino. Alexandre Rodrigues dos Anios.
ADVERTENCIA.
O procurador da cmara Btaakipal do Uerife, avi-
sa a Indos os seohores donos decanesde aloauel, car-
rocas e muros vehculos de eonducao, que o pra/o
marcado para o pagamento do imposto dos mencio-
nados vehculos linda-se no ultimo do mrrente mez
de oulubro ; incorrendo na molla de 50 por ceulo
Aquellea que deixerem de vir nu dito prazo.
^ RKPAKTICA'O DA VAtXINA.
Com autontaqao do E\m. Sr. $
>g presidente da provincia la/.-sepu- P?
5 blico, pata conheclmentodosha-
Q hitantes desla cidade, (pieos dias
@ de vaccina lento de hoje em di- %s
;jS ante as quintas e domingos de 5.JJ
^ cada semana, no lugar e horas @
^5 anteriormente declaradas: nos do- $$
J minaos estara' esla reparticao a- ^
1 berta at a's II horas da manhaa. ^
$P[ Dr. Joao Nepomuceno Dias Per- %
uandes, commissario
S provinci.il.
Pela subdeleijacia de Santo Antonio se faz pu-
blico, que se acham deposita.los dous cavallos. um
ru^o e oulro rodado : quem for sen dono compre-
la na mesma subdelegacia, que juslificaurl- se
Ihos entregara'.
CORREI: > liEKAL.
Kendimenlo apurada no me? de selemhro
ultimo e recolhido a Ihesourana de la-
tend........H-. 1:5759239
O ollicial papelista
l'rinrisro Stmoes da Silva.
O vapor lgtiaiassii recebe a mala para :ila-
cei amauhaa (15) a H horas do dia.
Davilo a u- engao inenriotiou-se no annuii-
cio para o contrato 110 dia 15 -to crrenle me/, de di-
versos gneros, restantes dos necessarios an forneci-
mento dos navios de guerra, barca de esravacao.
pracas do arsenal de marinha, e africanos livres ahi
existentes, a adirilotourinho em lugar de veln de
carnauba. O que assim faro publico para conhe-
cimeolo dos interessados na eonfeccao d.'S propostas,
que por ventura tenhamde apresenlar relaiivamente
aodilo coulralo.
Sala do centelho de adminislrarao naval aos II de
oulubro de 1856.O secretario interino,
Alexandre Rndrlcoa dos Anjos.
REPARTICAO DAS OBRAS PUBLICAS.
A reparluio das obras publicas ronlrala o lorne-
cimeuto de lijlo de alvenana grossa e rea para as
obras da capital, pelo lempo re seis mezes. Os pre-
tndanles dirijan as suas propatlu em carta fechada
ao Illm. Sr. director inlerino no dia 2'i do crrenle
as II horas da manhaa nesla secretaria.
Secretaria da directora da* obras publicas 13 d
nalubro de 1836.O secretario.
Joaquim Prancisco .le Mello Santos.
resto da carga, passageiros e esclavos afrete, traa-
se na ra da Cadeia do Recite 11. (ib. ou com o ca-
pilao na praca.
Companhia Per-?
nambueana.
Largo da Assemblea n. 10.
O vapor brasileiro /ytiaraKr seque para Macen
Com escala por Tamandarc e liarra-lirande, no dia
15 prximo, lem evcellenles ai rommodacoes para
carga c passageiros : recebe alo ao meio-d'ia do dia,
ti, e oeipedienle feehar-M-ha as il horas do ra
sabida. Rerife 10 de oulubro de IS56.
Para pelo Mara-
nliao.
GRafi
BAILE POPULAR
DE
msenras c phanlasias,
NO
^iiiTi' DtiiHi! O ^fiii.
SAMADO IXDE01TIBB0.
Os directores, animados por alguiis amigos 1 in-
lloenles, leem deliberado dar mais alguna bailes,
vislo lerem sido transferidos os rliverliiueiilos par-
ticulares, e nrlo haveudo presentemente outro diver-
limento, coutain os directores ler grande allluencia :
para commodidade das concurrentes havers no edifi-
cio mascaras e vestuarios, para as pessoas que os
quizerem eluj.tr.
^PtOd iu%tii'i&itfk.
da
vm&&tti0.
HACA DO RECIFE 13 DE OL'TLBRO AS 3
HORAS DATARDE.
CotajOes ofTIciaes.
Cambio sobre Londres 27 3|i 60 d|v.
Descont por 30al KOJdias--6 1|i21 a 8 % aoanno.
I1'rete para alaodo1|2 e5 0|0 por libra para Liver-
pool.
Freicrico fobilliard, presidente.
P. Borges, secretario.
CAMBIOS.
Sobre Loudre, 27 \\i a 80d. e27 3|S a 60.
Pars, 350 a :155 rs. por Tr.
e Lisboa, 98 a 100, por', de premio.
Rio de Jaueito, \\i a I por 0|n a 15 e 30 dias.
A cues do Banco, 60 a 70 0|0 de premio.
o .i companhia Per .ambucana ao par.
t lltllidade Publica, 30 por ceuto de premio.
a u ludeanisadora. 52 dem.
.1 da eslrada de ferro 20 por 0|ode premio.
Disconlo de ledras, de 7 a 7 1|2 por 0|.
Dilo do banco7 a 8 por 0|().
I inro. I iro;,is hespanhulas. .
Moedas de (siOO velhas
OaiOO novas
< 40000. .
Prata.PalacOes brasileiros. .
Pesos coiumnarios. .
u nieiicanos. .
28 2KS500
. 16BO00
. 169000
. OcOO
. 250OO
. 29000
1J860
CAI\A FILIAL DO BASCO DO BRASIL.
11 de ootubrode 1856.-
Directores le semana os Srs. Manuel Gooc.alves da
Silva e Jo-i- Pendra da Cunta.
Taxa de desronlos para a correle semana 7 u por
tiras com vencimenlo at 30 de uovrmbro, 8 '
ora vencimenlo do 1. de dezembro em diaote.
Al.FANDEtiA.
Vndlnin.lc do dia 1 a 11 .
liJoro do dia 13......
232:305305:!
28:803c56
O Illm. Sr. inspector da thesooraria pro-
vincial, em comprimento da ordem do Exal.
Sr.* presidente la provincia de 6 de corren-
te, manda hvzer publico,que no dia 6 de no-
vombro prximo vindoduuro, perante a jun-
ta da Cazenda da mesma thesouraria, se ha
de arrematar, a quem por menos fizer, a
obra do empedramento do 19- latiQO da es-
trada da Victoria, avaliada em 5:890/500.
K arrematacao sera' Teita na forma da lei
| provincial n. 3*3 de 15 de maio de 185t, e
sb as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
Miaiai'n comparegam na sala das sessOes da
mesma junta no dia cima declarado pelo
meio-dja, competeniemenle habilitadas.
E para constar se niandou allixar o pre-
sente e publicar pelo ubiario
Secretaria da thesouraria provincial de
Pernambuco.il de oulubro de 1856. O se-
cretario, \. F. d'Atinunciacao.
Clausulas especies para a arremataco.
1. As obras de empedramiento do 19 lan-
goda eslrada da Victoria, na exlensao de 714
lira ras, seiu feilas do conformidade cun o
ornamento approvado pela directora cm
conselho e aprescutado ao Kxm. Sr. presi-
dente da provincia ua importancia de res
5:890^500.
:>. As obras priDcipiaro no prazo de um
mez, e lindarao no de 10 mezes, ambos con-
tados de conlormidade com o artigo 31 da
lei provincial n. 286.
3. O pagamento da importancia da arre-
mataran realisat-se-ha na forma do artigo
39 da mesma Idi n. 286.
4. O arrematante durante a exoeacSo das
obras proporcionara transito ao publico.
5. Para tudo o mais que nao se adiar de-
terminado nas presentes clausulas Dem no
orcamento, seguir-se-ha o que dispe a res-
peilo a lei n. 286.
Conforme. O secretario, A. F. d'Annun-
eiarjSo.
961:106*309
Dttcarreqam hoje 14 de oulubro.
Brigue iugler.t.'laucusbacalbau.
Escuna nacionalaura-aeneros do paiz.
Brigue dinaraarquez lloomerany Irilhos
ferro.
de
i.rVSPoarvc.\o.
Hiale nacional Sobraleiise vindu do Acaracu,
consonado a Caelano C. da Costa Moreira, manifes-
toii o secui'ile :
900 meios de sola a M Concajvesda Silva.
659 dilos de dita. 30.) macos cm 3,000 muros mi-
odos. I coaros salgados ; Kriueisco de P F de
Sabait.
126 meios de sola, 100 coaros salgarlos, 1 saccas
com 7 alqurires de feijao a Joaquim Vieira de
Barros.
328conros salgadas, 21 meios de sola a Joao Jos
de Carvalho Moraes.
12 macos com 30 couros miudos, U ditos salga-
do-, 2 barricas com 10 arrobas de ebo, 10 ssccas
cniB 5 alqaoire do milho, 51 ditas eom 17 diles do
felino, 10 ditos cum 5 ditos de gomma, I dito cmn
2 arrobas c 16 libras da queijo; a Jos Rodrigues
Para Lisboa
com toda brevidade pretende sahir o
brigueportuguez LAIA III, por ler ja'
parte da carga proinpta : quein nelle qui-
zer carregar ou ir de passagem, pata o
que tein excedentes comoiodos, trate
com os seus consijjnatarios Francisco Se-
veriano (tabello & Filho, no largo da As-
sembla n. (i.
Para Lisboa
com toda u brevidade pretende sabir o
biigpe portuguez SOBLKANO, por ter
ja'parte da carga prompta: quem nelle
quizer carregar ou ir de passagem, Irate
com os seus consigna laiios Francisco Se-
veriano Rabello A Fillio, no largo da As-
semblea n. C.
aranhao e
Para.
Segu em poucosdias o bemeonhecido
brigue escuna Laura >., recebe carga
e passageiros : Irata-se con o consignata-
rio J. B. da Fonseca Jnior, ra do Vi-
gario n. 2.).
Ue] ccmpaiihia de pa-
quetes itig-iez. s a vapor.
Justino da Silva Boa-Vista taz saber
aquempossa iuteressar, que comprou a
taberua sita ua ra do Vigario a. 12,
pertencente a .lose Mara Nogueira de
Mello, a qual girou outr'ora com a fir-
ma de Nogueira &Oliveira, licando a li-
<|uidacao do activo e psstivo ;. cargo da
vendedor. Pemambuco ldeoutubro
de 1S.-;1.
:> ,. />.X*k '-- ..'.-.*". ,rf*-. i~. -t> a> rw ,'t, tv
'.\^.;^?^?\.^.--.: '..: -.-.- ..'-:.-v.;v;rv..-w
::. Pardea se um pequenu annel de aro fl4
I7" com los chaves, doaa da gaveta e uma da [',"
W cadei.ilo : i|uem a atliou querendo resli- SS
J",-. luir, dirija-se a ra larga do llosario n. 2S, k
y.' qnartoandar,qoa aera recompensado ge- g
-\; nerotamenle. \y
Moje linda audiencia do Illm. Sr. Df. iuil
iVo aterro da lio --lista
u. 55, precisa-sede oiciaes re marcineiro, pagando-
Be bem.
(Jma casa terrea ra ios Pocos n. '.i, de laipa
i'om'lO palmos de largura, e 3 ditos dermipri-
inenin, e com porta ejanclla, 2 salas 1 quarln,
co/inlia rlenlro, en mao estado, avaliajaem 50-7000 rs., de Anto-
nio Lnn de Pnilat.
lima casa terrea Je laipa, na ra do>Quiabo n.
26, com poria 1- janolla, 2 quailus, alas, i/i-
nha fura, pequeo quintal, cora 21 palmos de lar-
-,'tira, o 7 puilegadas, c 70 de fund''. avahada cm
200? res, de Joaquim Antonio \ leira, por Leu
Placido.
L'nia casa ierren de pedra e turro, cm rrwo c-
ESTRADA D FERRO
I- l 141 a P.. llado na "" *: S. Miguel nos Mamdjai a. 113
ao tieetjeao &. Jeranctsco.\^amf^im^ttg^t^!i, *
------j-------.......... ------ mrw j-----lm Idllll Ud ICIlit n VMi lili, -,iiiii.-||k- -i_-r ,i piji i. 11,
de erpliSuf, lem de ser arrematada, por ser a nllima | |aa a passagem nos lugares para osle lm drsiunado? 1 IMaa de Lima.
pelo Sr. engenheiro em chele da companhia, se:iin-l
do a commodidade
em geral, e naoein
Por ordem
S. P. Vereker, Urataareiro.
Rerife 7 de oulubro de INtJ.
Segu em poucos dias para o Pora, cnio escala pe-
o Maranbao, o brigue brasileiro ( lara, de primeira
marcha, o qual lem je parle da carga engajada : pa-
ra o resto e paeugeiroa, para o que oilerece asseia-
dos commodos, Irata-se oom o consiunalario Ju3o
Pinto Regia de Souza, na Iravessa da M -dre de lieos,
armazem de MarUoi Piulo, ou com o capilao Fer-
nandu Josc dos Santos, na piuca.
DE NAVECAC&6 VIIXTA.
>*^
i?,

wrnmi
Luiz Arnaiid, Touacbe limaos V C,
em Liar se! ha
I vapor/ra..|7 devera ter partirlo de Marselha
para o Kio de Jaueiro, com csrala por Malaca, Lis-
boa, Tenerifi, Pe nambuco e liahia, no dia -25 de se-
l-mbro prximo panado : para ooalquer inlorma-
0o, com V. 0. Bieber & C, ra ra l>uz n. i,
agentes da coinpanhia.
Sd$^
I) eozenheiro civil John Scolt Tucker, leudo
de retirar- -o com sua familia para Europa no prji-
mo vapor, fara leil.lo, por iiilervenrjo do agente O-
liveira, de toda a niohilia da sua casa, consislindo
em bellos sofs, mesas, cousolos, caderas, mesa de
jaular, toucadores, trems, leilos, uma pe(a nova de
lindo tapete de lila, apparellios d porcellana para
jantar e sobremesa, alinoro e cafe, crjslaes, pintu-
ras, facas, garfos e colheres, lano de casquinha co-
mo de praia, emuilus oulros objeclr.s, como sejam,
sellins, livrns de grande preeo, e uma machina phu-
lographica, ele, etc. : quurla-feira, 15 do correte,
as 10 horas da manida, no sliu contiguo, e aolcs de
ebegar ao do Sr. coinmendador Jo.lo Piolo de Le-
ntos, na Passagem da Magdalena.
Leilo.
No da ->i daate mez espera-se rio le o vapor
A\0>", commandante Kivele, o qnal depon da de-
mora do i-ii-iume aegoira para Soofhampton, locan-
do nos porloa de San-Vicente, TeoerifT, >|j -in e
Lisboa : para pas'aL'eiros. ele., Irala-se com os a-
aeiues Adamson llowie & C, rna do Trapiche-No-
vo n. V>. N. II.(ts volumes que prelenderem
mandar pira Soulhampton, devoran e|ur na agen-
ca duas horas antes de s l'echaiem as malas, e de-
pois desla hora nao se recebera volunte alguin.
-- Para o Araealv segu em poucos dias o hiale
Capibaribe ; quem no mesmo quizer carregar ou
ir de passoceni, dirija-se a'ra do Vicario n. 5.
COMPANHIA l'EKNAMIHCANA.
A bordo do vapor Iguarassu' que dve sahir para
os portos do snl at Maceiri no ,ia 15 do correle,
recebem-se marinlirlroa a 309000, e moros i >'o :
I previne-te a quem convier, que devera ap'resenlar-se
munido de seus papis em rlevid.i forma para a ma-
tricula.
PARA A LAMIA
segu imprelerivtlmcnte no dia n; do crreme a ve-
leira sumaca Nova Minerva, por ja" ler | inaior
parle da carga prumpla : para o reslo, trala-se com
seu consignalario Domingos Alves Maiheos, na ra
de Apollo n. ii'i.
Ouinta-leira I (i do crtente, serao ven-
dido em leilao, sem limite algum, todos
os (ilijecles salvados e pertencentes ao
cascoemacliinismo do vapor MAKQL'MZ
DE OLINDA, inclusive uin pedaco do
casco lado da proa, Uoiando e anda com
grande parte de seus arranjos, com as
necessarias proporedes para um elegante
brigue, outro do lado da popa, que es-
ta' prestes a boiar e com a maior parte
dos seus arranjos, amlios em Goianna,
onde o mesmo vapor naufragon, e pode
ser examinado, diversos lotes de ferra-
(jcus, paos, caviei n.urs, lainjues, bomba,
COrrentes, bolenetee mais outras muitas
cousas, juntamente o exccllente maclii-
nismo, cujas pecas estao bem tratadas
e em perfeito estado, podendo todos se-
rem examinados nos lugares onde estao
depositados, ra do Brttm, armazem que
bi da Sra. viuva Sou/.a Monteiro, e caes
de Apollo, armazem do Sr. Araujo, onde
sera' o leilao, a's 11 horas do dia indi-
cado.
Leudes.
Barroca & Castro, farao leilao, por n-
tervencao do agente Oltveini, do mais
completo sortimento de l'a/.endas ingle-
/.ase francezas, todas proprias do mer-
cado: segunda-eira, 13 do crtente, as
10 horas da manhaa, no seu armazem,
ra da Cadeia do lleeife.
O agente Vieira da Silva, na ra da Madre de
Dos n. :i->, fai leilao Ierra feira, 15 do crrenle, ao
meio dia em ponto, de diversas obras de loarcineria
novas e usada?, relogios da cima de mesa, pianos,
I em meio uso ; lainbem fara' leilo de -200 palila
de alpaca do *-o.i de cores e preta, e mais oojtIds
que esliverc.n no dilo aimazeni, que ludo ira' em
eilo.
I Johnslon l'aler Ov Companhia aro leilo, por in-
lerveacjlo do agenie Olivelra, rio mais esplendido
sortimento de tazendaa nglezas, lodas proprias do
mercado: quinla-feira, lli do correle, as 10 horas
da iii.nl ,i i. no seo armazem, ra do Vigario.
. t) agente lor|o, quinla-lcira 1( do corrcule
as 1(1 horas em poni da manilla, fara leilo dos mo-
vis etislnles na casa lila na na da Aurora II. (id.
1. andar, pertencentes ao Illm. Sr. Dr. l,ervasio
(ionijalves da Silva, o- qnaes cousi-lein n'um forte
piano de Jacaranda uin.i plegante mobilia de jaca-
randa, com pedra, am soberbo loilolie, um riquissi-
mo (remo, una eaerivaninba, estantes para livros e
ll*ros diversos, franceze. insieres, porluguezes. ele,
guarda vestidos, guarda roupa, comniodas, umaei-
cellenle cenia franre/.a de Jacaranda, movis diver-
sus para qnarlos interirese gabinetes, urna soffnvol
mobilia para sala de jantar, guarda lenca, aparado-
rea com pedras. lavatorios e oulros mudos ubjeclos
de marcinciria, obras de prala bem romo f.iqueim,
salvas modernas, palileiroa, ele, lili los nasos e li-
geras de porcellana de Sevares, eiifeites diversos para
sala, (apeles, fsleira- de forrar sala.cauinhas e ban-
cas de cbaro para costura, candelabros e lanlern.is
de vidro, apparelhus do linissima porcellana. para al-
moro e i^nl-r, vidro, e crystae* para servico de me-
sa, quarlros historeos, pbanlaslicas e de pi(lore vistas, uleucilios e mais arranjos de casa ele, e urna
infnidade de diflerentes objectos degusto e luxo que
fura impossivel eniinmcrar, os qnaes sri coro a vi-la
se pode apprecia- ; assirn como tambem far leilo
de um ptimo cabriole! novo e uma linda parelha
de cavallos gazios pira carro, e que se acharo em
frente da referida casa, as II horas do sopr.idito
dia.
praca, a casa em eailflo ao pe do calaboar;o velho,
avahada em :l(Nlg(NIII, perlencenle aos bens do falle-
cido capilao (jiiucalo Jos da Silva, a requermenlo
do inventarenle Francisco .lose de l'.mla CarnelrOi
para as deapexaa do in.enlario.
Uiiem precisar de um feilor para um sitio, qu
sabe perleilamente enxerlar e Iralar de arvoredos,
e lambeoi enlende dejardim perfeitaniente, e de lo-
das as plarila^es, o qual se arda drs.irrumarlo, an-
nunrie para ser prorurado. O uiosmo declara que
sabio de rasa do Sr. Joan Carol por sua Vonlade e
dos seus palres, e nao por cnusa alguma.
II abaiio assignado delxou de ser caixeiro do
Sr. Ileniique Jos dos Santos, e agradecee bom
Iratamenlo que leve dorante ti anuos qae esleve em
sua casa. Redfe 13 d" oulubro de 1856.
Manuel Caroeiro na Silva.
A casa n. l, !ta na ladeira do Varadouro da
cidade rio Oiinda, em que etti vea eochelra, est hy-
potlir-cada ao reeolliinieulo da Conceic) ra mc-ma
cidade.
Para familia eatrangelra deseja-se alagar am
prelo fiel re bom entumas para o serviro de cisa :
na ra do trapicha n. Hi. primerro andar.
Convida-sc a Indos os seuhores que pos-uireni
oserevofl rortea no servico re genhar na ra em
carrelo de assucar e oulros teneros, para que atlen-
deiido a rircumslanria de ser mais conveniente que
ns meamos estejam ob a dlrecflo de pessoa siruda,
qne melhor os enraminheem nas oceupaees, erjue
off*rerc toda a garanta e bom Irato, sobre tudo ba
paga e Iriibalho mais brando, como seja alivialos do
pernicioso pelame de carreg irem o enorme peso de
seis arrobas na cabr-ea, conlra o qn- prope-se o an-
nnoeianla a faiet esles servicos sobre vehculos aprn-
pri?dos a esse fim : quem. porlanlo, comprrlipnder
a craude vantasem deata propoeicgo, e ra preferen-
cia do contrato de senhor inra com senlior. dirija-se i ano. o.mu.. .
a ra da S-n*.la Velha, seguudo andar do sobrado "52 ", ? l^lllo',
n. 70. para aj,ist>,r. )0Sf> ilOO.S' i dllos.
Precisa-se de am eaiieire para deposito d pa-
daria, que lenha alnuma pralica e abone sua caoaci-
rlade a Iralar na taberna da esquina junio ao largo
da ra rio Collecio n. ">.
I'recia-se le ama ama da leile. prefere-se es-
crava : na Hoa-Vita, ra do AragSe u. i.
iii i' 111 m ri
lina esa terrea de pedra c ral, na ra dos l'o-
,','ai^ro0,"l!lt,r0S',C f p1b"1c,'losn- ** lf e janella, lendo de largura
qualquer outro poulo da estrada. ',, .. J ..
\\ *" palmos v > polle^adas, c 4S di
LITE8U DA PR0IHCI4.
5a parte da* A3 lotera de
Nossa Sen hora do Gua-
dalupe.
Pelo abaixu assignado
forain vendida: asse^uin-
tes sortt^s: os possuidores
de ditos nmeros pudein
vir receber, no escriptorio
o inesaio, ou na praca da
Independencia loj* n. 40
logo que san a lista eral,
nao s a garanta dos 8
por eentOs como o premio
porjinteiro.
GABI1T
DE lE
LUIE
Ki
Por ordem do Illm. Sr. presdeme do i-onselho
deliberativo, convoca-se o mesmo eooselno fiara a
rennio orrlinaria do dia f j rio prsenle inr'Z, pelas
7 hora* da tarde, na sala daaaeesdea do mesmo esia-
helecimeulo. como delermin o nrligo .'Ki dos estatu-
ios Recite 13 ile oulubro de 1S.">t. 0 1. secre-
tario, Mendes GaimarS.ee.
O abaito assignado faz aeienle ao lilms. Srs.
de engenho* e mats pe-soas que negocian! coni assu-
car; remettendo-o para esta praca, que se aeha ha-
liililado em receber pul eommioao dilo genero, e
espera de seus palricios c amigos, e de quaDlns de
912
.'itili
5518
I5-2S.
1892
3556
I34fl
I 172
I!)!;,
'too-; 3 ditos.
200$ bilhete inleiro. *
100$ idem.
lOO.s 1 quarto.
lOO.s 2 ditos.
50J ditos.
50J bilbete.
50/J meio.
0.S dito.
P. .1. \diyme.
LOTERA da protihgm.
Ia parfe da V oeria da
Ordetu Tereeira do
Carino.
espera rte seus palricios c amigos, e de quaDlns de --, ,
seu presumo se qoeiram ntilisar. as remessasdr seus I f^()l'i'(' S(lOUfl(l() 18 fif Olllil'
assucares, prometiendo o mesmo abaiso assignado I ,
ffio de 1856.
O abaixo assignado avi-
sa ao respeitavei publico
(jue vendeu as segnirtt s
i:-i.Ta*;i>ei*e
CONSEUIO AilMIMSTIlATIVO.
O cousellio admDlstractivo, em virtude
da autorisaeflo ito Eso. Sr. prcsiiieuteda pro-
vincia tem de contratar:
Pura as obras militares.
lijlo de alvenaiia grossa at o (im do Hr-
rente inno.
300 palmo quadrados de pedra preta de-
nominada de Genova, sdb a condicao de ser
isenla de direitos re importarlo no caso de
ainda nao ter sido despachada.'
Quem quizer contratar estes objectos, a-
presente suus proposlas em carta lechada na
Secretaria do conselho pelas 10 horas do dia
H do corrente mpz.
Sala das sesses do enselho administra-
tivo para lornecimentodo arsenal de guerra
8 de oulubro de 1856.Benlo Jos l.amcnha
Lins, coronel presidente. Antonio (ornes
Leal, tenente-ciironel vogal scrvinilo de se-
cretario.
N5o apicscntando-sc na sesso de boje
do conselho de admioisiracSo naval coucor-
renles an forneeiment de assucar, agur-
dente, carne secca, sal, louciuho, azeile d':
Icarrapalo e carne verde, estes gneros da
robase SH libras de carne secca, 14^ saccas com ~ melhor qualidado. incluidos nos que ultima-
aiqueires de milho, 83 ditas com 43 e meio ditos de' mente loiam annunctados como precisos
KA
liio
de Janeiro.
Vai seguir com toda brevidade o bri-
Iguenacional ELVIBA, o qnal tem unta
j (rande parle do seu ca regamento promp-
I to: paia o resto, passageirose esclavos,
I para o que lem excellentes commodos,
iat,i-si' com o consignatario Jos Joa-
Iquina Dias FernanJes, ra da Cadeia do
! lleeife.
Para o iiio de Janeiro eesnira'breve o brlgoe
! nacional f Alelen, capilao Manorl Anloniode Castro:
j quem no mesmo quizer carrejar, pcide coulralar
com os consignatarios Amoro IrmUot, na ra da
Cruz n. 3.
Para a Baha.
O patacho nacional "Alhenas.. chegado do Mara-
nbao, com melade de cii c.irrc=amenlo para-a Ha-
bla, pretende seguir com muila brevidade ; para o
resto trala-se com o seu consinalario Antonio Luiz
de Ollveira Azevedo, ua da Crai n. I.
Para o Rio
de -t
aneiro
segoe em poucos dias o brigue brasileiro eAdolpbo,
de que he eapiUo Manoel l'ereira de Sa; para o
E2 '-53 '^E^-
Quarla-feira, -li do corrente, ao meio
i dia em ponto, o agente Oliven a Lira'
I leilao, por ordem c em piesenca do Illm.
Sr. cnsul da Franca, c do respectivo
consulado, sito na rita do Trapiche
desta cidade, dos seguintes dous terrenos,
pertencentes a' liquidacSo da massa lo
tinado Nicolao Gadault; a saber: umeom
250 palmos, no lugar e estrada da Soleda-
de, sendo parte do sitio do tinado lletcula-
no Alves da Silva e confinando com os deLourenco da Costa
Louieiio e do cirurgiao .Manoel l'ereira
Teixeirat, e dividindocom os de Felicia do
Sacramento, de Joaquim Xavier da Uaia,
e com as casas que deitam para a estrada
que vai da Soledadepara o Manguinbo ;
o oulro sito no lugar dos Coelhos, com
lente para o nlinkamento da ra dos
Prazeres, no bairro da Boa Vista. iei>do
I! I palmos de largura, na frente du mes-
ma ra : puta mcllior exame das con-
frontaroes ott Otilios juaespier esclaie-
cimentos, podem os pretendentes dirigir-
se antectpadaniente ao referido agente,
em poder de quem pata tal lnn, e\is-
tem as competentes escripturas.
VMM toltottitoir
A pessoa que aiinniicioii para vender uma ca-
bra (biebo) boa leileira, dirija-se a ra da Cadeia do
lenle a. 1, segundo andar.
promellendj o mesmo ahaiio assionad
exercer lodo o zelo e actividad* que Ihe siio nalu-
raes, envidando loflle o esforc po-sivel lias funcees
da liquidada apurarao de dilo genere, cuino bem o
tem demonstrado. Al peatoaa cujas remes-as exce-
'erem de 10:00 S por sfra, rnenle pegarlo -1 O|0
de nmmissau, sendo S U|0 as deinais com he costu-
me ; e para lo las se ubrija o mesmo abaixo assigna-
do a (oda eqnalquer compra de objectos ssm como
inuilns lirar percenlagem. Keuife, ra Direila, pn-
meiro andar n. 93.
Francisco Serapbico re Assis Vasconcellos.
Prerisa-se de um caixeiro para Liberna : a tra-
tar na roa do Qneunado n. 5.
Preeisa-ee elaaar am negre para lodo servico :
a tratar na ra rio tlueimado u. .~l.
Precisa-se de um bom cozinheiro, forro ou cap-
tivo : na ra do QaeJmado n, St.
O abaixo essianado fz publico, que iienhum
valor l"m urna lellr da qoanlia ile :!-J0!-'.lil:l rs. pas-
sadaa favor do Sr. Jogo Bapllsla de Itarros alaclM
do, vencida em 1.' ue jeulio ultimo, porquano sen-
do esa leltra o resuludo da coavenejlo fclta com o
dito Barros quand ficou com a taberna do abano
assi"nadG,em que o|,m.:ou --'- a pa^ar aos credores do
annunciaule, acontece que sao pausados mais de
dous annos sem que lenha cuinprido aquella obri-
Sa^ao a que se subuielleu, quando se apossnu ra re-
ferida taberna, por isso vendo-se agora o abaixo as-
sicnado ua dura necessidade de fosee grandes sacri-
ficios para saldar suas cenias com o restante dos
credore*. coja obinacao linha passado ao Sr. lluro-.
prutesta contra qualquer negocio oo transferencia
feila com a dita letra a qual pretende haver ju-
dicialmente, se o Sr. Ilarros se negar a entrega-la, o
que nao he de esperar.Jos Joaquim Alves da
Silva. *
Aloga-M orna grande casa terrea e slita, com
duas cozlnhas e dous quintaes murados, sila no si-
tio do Cajueiro, propna para duas lamillas : quem
a pretender dirija-se an mesmo sillo, casa do Sr.
linio, que achara com quem tratar.
Precisa-se de uma ama de leile, e paga-se
bem,: na ra da Cruz n. 31, segando andar.
Precisa-se de uma ama de leile : na r ua
da A!.na n. 11.
l'recisa-se comprar um carro de 1 rodas, em
bom estado, que seja maiieiro e possa admittii pps-
s ms commorlamenlc : a Iralar na ra da Cadeia do
itecife n. 3(1.
A mesa regedora da fesla do (lo-
rise S. tioncalo faz ocente ao respeitavei publico
que no da Ki do crrente lera lugar a bendeiro do
mesmo sanio, que saldr da matriz to Corno Santo
c seguir as nas do Vigario. becco do Azeile du Pal-
le, .Madre de lieos. Caes da Alfiiidega, ra da Ca-
deia, em seauimeolo ao Pilar : convida ana devotos
rio mesmo santo a cuniparererein a' bau.ieiu. |
Por despacho do Kxm. j;iiz especial do coni-
mcrrio foi marcado o da 17 do correnle.as III horas
ra manhaa, para a reunido em casa do mesmo K\m,
Sr., dos eredorrs do fallido Manoel Goocalvee de
Azevedo llamos.
SEGURO CONTRA FOGO.
Compendia AHance.
Eslalielecida cm Londres, em marco de 1S2I.
Capital cinco milhes Je libias eslerlinas.
Saundors lroihcrs & C-, tem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, propietarios du tasas,
ca quem mais convier que estau plenamente au-
torisados pala dita companhia para elTucluar soga-
ros sobre edificios de lijlo e pedra, cobertos de
lllia e igualmente sohre os objectos queconiiverem
os mes.mos edificios qner consista em mobilia ou
em fazendas de qualquer qualidadc.
Piecisa-se de olliciacs de loda obra : na luja
do alfaiale da ra Nova n. liO.
O abaixo assignado acaba de oblcr do joverno
imperial mil privilegie exrlusivo pur 1^ annos, para
as machinas imperiaes de descarocar al^odrlo, de sua
iiiveiieio ; e leudo ja organisado nesla praca urna
ociedade em commandita, que gvra sub a razao
(jouveia tS Companhia, a qual fez cesso de seu dilo
privilegio para, mediante (Crias condenes constan-
te, dos estatuios da mesma companhia, publicados
no a Diario de l'eruambucou de 2 de agosto passado,
sri ella poder leveulsr ditas machinas dentro de de-
terminados limites uns duas provnolas de Peruam-
buco e l'aialiiba, declara, que esta' igualineiile
I i oo, '.a ia.ii.ii tai negocio com individuos pinti*
cuUres ou assnciaooes, que queuam iouiar a si dilu
privilegio nas onlia. provincias rio imperio, em que
se culliva o algodO : e aiirma que prestara' dr vida
allenr.'.io a qualquer propolla, que nesle seiili.lolbe
for fulla. Oulro sini, o ine-ino abaixo assignado se
obliga a mandar urna petfM devidamente habilita-
da para ir levantar no lugar cotivendonado a pri-
meira dediles mar binas, com o numero dejenuo.
Ohoe qae Ihe for indicado. As machinas imperiaes
sao exiremaiiieijle simples em sua coustrocrao, e na-
da lem do cuinnioin com as imperfelissimas de E lis
Whitney ; peta que nao empreando parr. n desca-
HOrtes:
1 billiele n. ~>->>l
1 quarto 120!)
dito
meio
1095
5:000000.
2:000000.
VOO.sOOO.
506000.
Usbilhetes com;riibri
ca do abaixo assigoa*diJ^B
nao cshio su jeitos ao dis
cont dos pos- centO do
iii[)osto gperal, que sero
pagos log-o (jije siit a lis-
ta, na ra da adela do
Recifcn 4o Por 8alus-
tiano de Aqinno Ferr i-
ra, .ios Fortunato do>-
Santos Porto.
LOTERA DA PROfINGIA.
O abaixo assignado a-
visa ao respeitavei publi-
jo, que vende dinheiro
a vista, sendo da qiiantia
de cen mil res para ciin i,
os seus felizes blhetes,
itieiose qoa; tos, pelos pre-
cos abaixo declaradas, ua
ra da Cadei t do Itecife
il. 4o.
Bilhetes
.Meios
Quartot
.sVOO recebe :000.s()00
2.S70 .. 2:5O0|OO0
I580 I:250s000
Por eSaiustanode Aqui-
no Ferreira, .los Fortu-
nato dos Santos Porto-
A fabrica'de velas da
na do Brutn, precisa de
mais um servente, que se-
ja escravo.
A fabrica de velas e
si bao da ra do Bru,
precisa de serradores.
Precisa-se alugar uma .una forra ou
escrava para o servico interno e externo de
uma casa de familia : a tratar na livraria n.
(i do p^teo do Collugio.
Pranle o Illm. Sr. Dr. juiz dos feitos da fa-
wnda provincial se ha de arremataren! praca pulilica
os Luns seguinles :
Uma casa terrea na ra Imperial n. 219, duas
portas, i salas, cozinlia dentro, piarlo, quintal
era aberlo, com 19 palmos de largura, a 3S e duas
pollegadas de comprimento, avaliada em GOSOO
res, de Izidoro Marques de Colonlia. i
Uma casa terrea na ra Imperial n. 208, a
pial tem 12 1|2 palmos de frente e 47 de fundo,
lito* e 6 pollcga-
las de comprimento, tendo mais 2 salas, 2 qoar-
| tos, co/.inlia dentro, quintal em aberto, chaos lo-
I reros, cm m;io estado avaliada cm6l?000 rs,
Outra casa lerrea sita na mesma ra n. 24, len-
do 22 palmos e 5 pollegadas de largura e 48 ditos
o 4 polegadas de comprmeme, 2 quarto?. 2 satas,
co/.inlia dentro, quintal em aberto, e com 2 portas
de frente, avaliada emfilvDOO rs., de Miguel Lou-
IVlira Lopes.
Uma casa terrea de pedra e ral, no largo do Kc-
medio n. 9, tendo 36 palmos de largura. c8/
oups de comprimento, com 3 jancllas de frente
envidracadas, i salas, 3 qnarlos, cozinua denlr.
quintal cm aberto, com 4 |s de coqiieiros, avalia-
fudaem 1:0009 rs., dus lilbosdc'.loaquim Jos Lu
de Sou/a.
Dan casa terrea nos Alocados na roa d S. Mi-
guel i. 4(i, tendo 15 palmos de (reme, c M de
fundos, cozinba dentro, quintal emabertn e carim-
ba, avaliada em 1609000 reisdeMara Rosade Je-
ss.
Uma rasa terrea de pedra a eal, na ra do Par-
le numero 16 A. com una su porta, era repart-
monto, tendo um pequeo quintal em aberto, com
15 palmos de frente, e O de ronipriment, sem
ladrilho, em ..o estado, avahada em :>50~ res,
de Manoel dos Anjos.
Uma casa terrea de laipa na ra do Quiabo nos
Afogados n. 2, rom porta e janella, tendo 1S
palmos de largura, e 34 ditos e S pollegadas de
fundo, 2 salas, i quarto, co/.inlia dentro, quintal
cm aberto, rlios foreiros. em mo estado, avaliada
em 603 rs. de Joaquim Jos de Mello.
Uma casa terrea na fregitozia dos Afogados.na roa
do Moloc..lunib n. 46, tem 17 palmos de (reme.
i a 46 de fundo, cozinha dentro, lendo quintal .-ir.
aberto, tendo o lado do oilao do sul rahido,avaliada
em 809000 reis, de Mana de Jess do Naaei-
menio.
Lina casa terrea arruinada na ra do Molocolom-
ho n. 38, de pedra e cal, com 26 palmos de fren-
tre, e <0 de fundo, a quarios, cozinha dentro,
quintal em aberto.e sem robera, por 1009,de Joo
da Cruz.
Uma casa lerrea na ra Imperial n. 200, len-
do 18 palmos de frente, e 45 de fundo, coainha
dentro, quintal em aberlo, avaliada cm 200 rs da
viuva de Cuzebio Lopes.
I 'ma casa terrea de laipa na ra de S- Migad
nos Afogados, de pedra e barro n. 117, e com 18
palmos de largura, e 43 e."> pollegadas do com-
primento, com porta c janella, 2 salas e I quarlo.
coztnln dentro.um pcqucno'quinlal cm aberto, diis
proprios cm mao estado, avahada em 70 rs. A-
Francisco Vieira.
Os preieiidentes comparecam na aladas audn-ii
cias as 10 horas do dia 15 de ou'.ubro corrente.
ri'BUCYCift L1TTEMIM.
Afioarece tiesta cidade pela primeira v*/ a
obra Zaira Americana cm 670 pasma.,
tendo nu principio uma colleccSo de oitenta
eseia mximas c sublimes prnsami'i'lo* da
autora, e uma outra collecco de 21 odes
" snilicas lodas ella<, e adornadas essas
piraeeee poettoaa do inl;lk-clo roniimno
americano.
Entre essas bellas pechas ac!ia-sc uma pom-
posa elega a memoria rpapeilavel Jo Esm.
Sr. coiisclheiro Aureliano.
Tuda essa obra cncerra religiao, moral.
iii! interessantissimos, que a fazem digna dn
maior apreco dos homens que cultivam as
letras, c sendo as senho'as americanas o
principal objeclo das atfncoes e homena-
Kens da autora, hoje brasileira, bem que
montevideana. .No tpico em que apparr-
eem muitos cavalleiros dislinclos do Braail,
aeha-se enllocado o retrato do patria i.'lia
do Brasil, bellamente litograpliado
Cravura, papel e rica encadernacao, tudo
no o que ha de melhor. Os benvolo c pa-
triticos habitantes da heroica cidade de
Pernambuco e das outras provincias do nor-
te, devero apreciar uma obra escripia por
uma senhora sua compatriota do sul da A-
merica, muito mais sendo a nica senhora
que publicou uma obra too iutercssanlc, co-
mo he esla.
Ha livros de cores preciosas para as *c-
nhoras. Acha-se nas livrarias da cidade pelo
prego de 7/.
Vende-se na livraria de Jos Nogueira de
-unza, dofronte do arco de Santo Antonio.
Na ra DireiU casa de pasto n. 111 da-
se al muro decha, caf c solido para urna pes-
soa, e o jantar eontendo seis pralos, laran-
ja e doce, e ccia do cha ou car, com asseio,
pelo mdico preco de 25-000 mcusaes, se
mandara levar a quem nao liver portador.
.Na ra da I'raia n. 33, primeiro andar,
precisa-se fallar cum o Sr. Paulo Jos Alves.
natural de Filguciras, reino de Portugal,
donde veioem 14 de agosto de 1855 a nego-
cio do seu intercsse.ou com pessoa que dclle
lenha noticia e conhecimetilo.
O Dr. Krauciscode Paula Pire* Hamos Jnuu.r
participa ao moilo digno ron-cllio de hvsiem pabli-
ca e au Sr. fiscal, que nao he mais re.pons.vel pela
botica do lanuda l!oi-Vi i.i. pprlenceute aoSr.lia-
noel |-;,i, de .Mama, por le lirado desoaetada dit-
so desde o dia 12 do crrenle.
Precisa-sede 1:0005000a premio, livnolbccan-
du-se para garanta um moleque de I i anuos e um.
negra He 22 : piun quizer auiiuiicic.
ii..--p dinlieiro a premio, aarantido eom pe-
nhores ou bypolhcca em casa : na rna Direila a. 71.
Coinida-se a lodosos cslud.nle. 4o .V aaaw,
para que se acliem reunidos no da 15 do corrale
pela. i2 horas do dia, na 3.* >alj da Kaculdadc d
Direila, alim de se proceder a etttejaje do orador, que
lem de represenU-lo- m occasiau ralla'..n, du
grao de liacliarel oo lnn do corrente aono.
rocamenlo ierras, como as deste aulor, e sim fosos, cozllllia lora, 'P""'31 om aberlo, em mao eslado,
avaliadaem G0"0:iO reis, de Manoel Alves dos San-
tos.
Lina casa lerrea n ra do Quiabo nos Afoga-
dos n. 6>, de laipa oom pona janella, lendo If
palmos e 7 pollegadas de largura, o .H ditos de com-
primento, 2 quartos, 2 salas, cozinha dentro, quin-
tal em aberto, chaos foreiros em mo estado, ava-
hada em 703 rs., de Jos Mendes.
Uma casa terrea de pedra c cal, na ra Impe-
Altei>
A pessoa qoe ampenhon no dia 10 de abril dn cr-
renle anuo, [>or 5 aaaaaa, uns olijeclo* de ooro e pra-
ta, inclu-ive i colucres de sopa e 21 ditas .V I
com a firma i. 0. G. S.. na la do Kosario da lio.,-
Vi.I, n. 1:1. qoeira vir no pr.ro de H di da 4.1a
deste resunta losou pasar o juro., wislo ler se lina-
litada o praio no dia 10 d. .rlcmbro alione, a nao
culi'irnn os dilos objeclos o v ilur por qne c-lao em -
P'.'uhado* e jaros,os quaes aanaa paaiaa em leiliu p n a
pauamenln do valor em|>enliado, lo.-o quo baja UIU
nocomprimclo dcslc derer.
O IJi. Joaquim de Ai|iiiiiu Fonscra
continua a viiccnaar gratuitamente, na
casa re sua H"sidencia. na na Nova n.
I \ loilas aquellas |H-ssoas ma nclla
comiiarecerem. nos saitliailos de rada aa>
nao estragan como aquellas ai libras do algodlo. A
saa grande raotagem eonaisle nao s nisso, como em
dispennrem o* cavadores ; pelo que um u'i liumein
cun (-las macliiiias, liavendu a necessaria foica mu-
tura, [inrie aprompltir mait de 50 arrobas de algoilo
cm pluma por da, sem que -eja preciso o emprrgo
de genle para o lialer, poit que a machina, por
meio de am apuarelho u.ui suuples que lem, o d
lose aberto, e piouipto para sa enfardar. Pernam-
buco '.* di* oulubro de o'li.Jos da Hi ia.
Em casa do Timen Momeen et Vmassa.prara do
t-orpo Santo n. 13, I,a tres
mana, das 7 a'i l horas da manluin, n
declara <|ueofa/. indistiiiclainente, eiinc
lem com abundancia n mili ma semen-
le, podentlo lornece-Ia as auloridides
rjnc a iei|in3ilarein.
*ffuros contra
LEGIVEL
O aliai\o issiu'nado, ariemalanle das alerones do
I municipio do liecifp, cieniilica a queiu convier, que
, lera eslabelecida o seu escriptorio no pleo do Terco
[o. Iti, aonde dar' expediente das S da mauhaa s
, : da tarde.Jos Cu-iiodio Peixolo Seares.
Da-se qualquer quanliaa premio obre peoho-
: res de nuro e prala : na ra Velha n. 85.
Preiisa-sc de ollicial de ciiarutei-
ro, como tambem dt.....i aprendiz: no
Uonteiro, em casad.- PedroGocllio Piulo.
Aluga-se a casa da Passaaem da Magdalena,
pintada de novo, junto a casa do Illm. Sr. Dr. l'on-
I seca : a Iralar na ra do Bruui, fabrica de velas.
o foco.
Lorpo -santo n. :, ha ira. pianos ror.es do melhor rial n. Ai, cmn parla a janella de fenle, lando IS U l fiTO
autor, um completo Mirliniculo do livros em bramo, i,, i ..,J,f. W%
lado ebegade pelo ultimo navio da Hambargo. Palmos de frente, e 110 de fundo, com 2 salas, ,g
AtV*r*3fl qnarlos, cozinha dentro, quintal murado, e ca- -** -^fc M-. eanBaWs
'v'" cimba meieira, avaliadaem 7009 rs., dos herdei-, .>l> U J) U II fl1.1 FfOrthtTH.
ros de Manoel Vicente Ferreira.
Uma casa terrea cm caixao, com porta e janel-l .l,-o<>,0(
la nao acabada lendo o n. \i na ruado Ijuiabo nos
Afolados, tendo 30 palmos Je frente, e SO de
comprimento. sendo de pedra e ral, nn mo esta-
do, avaliada cm 2509000 reis, de Thereza de Je-
ss.
Lslalielecida
em IS/ili.
Para ellecltiai aeguiqa sulne propiic-
dailes, mercadon ts. inoliilia c BeaaBrn de
qnasi toda a qualidade. Premio de ."|S
ate l|2 0| ao auno.Afufa, C. J.
Uma casa lerrva de peilra e cal. na ra do Mo- Asile, i\ C.
locolomlio nos Atoados n. 09, com 20 palmos de! o .>r. volt Taeker. rcsidci te aaaaaj>aaa
frente, c lOdc fundo, 2 salas, c Squarlos, avaha
da em 185? rs. de Manoel(innralvesSirviua pelos
orphoa du Joao Lopes de Souza,
Chere d raminho de ferro do Ke-nc a S. I na isco
tendo de rei:rar-se para F ai ana no arailma aaaaii
(c, pede a lodos <; leem aaaaBI contra 'lie, de d>-
ngir-sa ai seu escriploriu, na ua do Crespo o. .
Munnr


Para urna eui le pouca lanilla, na Pll'Mni
ila Mi;.i ,|. i!.i, e que eonla uuicainmle df dan pes-
soas, se pit-ci*-. de una criada parda ou prela, furra
ou captiva : dirlJa-M a iuj ue Apollo, armazem ile
assui ii ii. II, n Iraler.
I ^ JANE, IIEMiSTi,
9 conlioa a reaidi narua.Nova u. 19, priniei- a
tro audar. _
4MIIA DE SElilROS MUI-
MOS E TEMES TRES.
CAPITAL 1G,OO0:00O.v000.
A companhia ton sua aseacta no eaeriploria de
vima Aiborim J Fillio, roa da Cruz n. ij, mide
aceila todas as pruposlas de seguros de riscos fl for-
tuna do mar.
Sobre o casco, quilina e perlen.a de na'os de
qualquer lolacAn na navegaoao de" longo curso.de
-abolduein, ou lluvial, ou ua pesca, cm viagem ou
prestes a viajar, em carga ou descama, amarrados ou
ancorado, em conrerln ou uo eslaleiro, quer por
lempo cerlo, quer por viag*n simples, ou a premio
ligado.
Sobre mercaduras desde o momento de seo em-
nrque ale o de sua descarga e deposilo.
Subreo lucros esperados de mtrcadonas eucanii-
uliailds para qualquer mercado.
Sobre o casco e quillia de embarcarues miadas
ampregada en descarga e Iralico dos porlos.
Sobre o capital e premio* de dinbeiro a risco. t*f
Sobre o premio dos seguros e premio dos premios.
Sobre acedes de lerceiro por dainuos causados por
..balroamenlos fortuito.
Sobre os fretes.
A compauhia recebe lambein proposlas de senuro
de ri.co de incendio e damnos causados para prev-
ni-lo ou exliugui-lo de raio ou fogo celeste, eiuuu-
daedes.
SOHRE OS SEGLINIES OBJECTOS.
I redios urbanos ou ruraes, igrejase quaesquer es
labelecimentos, con. erlusAo de deposites, fabricas
i: laboratorios de plvora, o materias incendiarias
ou lUflammaveis, tbeatros a casas de especlscu'os.
Alercadorias em qualquer parle que eslejam, m'o-
lulia e oteiicilios de fabricas de quaesquer eslabele-
iimenlos industria., quer sejam fetas por seus pro-
pietarios, quer pelos uso-fruclujrin, locdtdrios, su-
bloealanus ou credores h)pulherarios.
Finalmente aceita pruposlas sobre re-scgorot,quer
dos seguradores, quer dos segurados, nos casos em
que a estes pude compelir o re-segnro.
A compaiibia garante a prompta iudemnisarao da
impoitauria de quaesquer simstros, e a modicidade
dos premios: igualmente um abatimenlo is pessoas
que nt roda do auno fzerem urna avultada aomma
de seguro.
CONSULTORIO IIOMEOPATHICO
|DO
lili. MELLO MOKAES
|I>0
RIO DE JANEIRO.
I nico deposito em l'eruambuco, ra do Queima-
do n. 27, Armazem de Calenda de Cuuve.a & l.eile,
aoode se enconlra um completo sortimenlo de boli-
: homeopathicasrfe 12 a l2ilubos. e cauas com
tiuturaj, sendo de 12 e (0 frascos. Tambem se en-
conlra a nova pratica elementar da bomeopalhia, e
o rtpritono do medico liomeopulbico, bem como ou-
Iras obras luleros-antes pelo ine.ino Dr. Mello Mo-
raes. Os iredicamentos sao lodos uovissimos e por
preco? multo baratos, tendo boticas de 8o al tufe, e
caias com (0 medic-menlos ou tinturas a 48S0Q0,
ditas com 12 ditos a I2j000.
PBYS10L0GIA DAS PAIXOES.
M*?5la..'mporl"lle Proaar".a" Iliteraria do Sr. Ur.
Mello Muraes, do Kio de Janeiro, bem como a cro-
-caphia do Imperio do llratil e o Edocador da Moci-
dad- Brasileira, coordenados pelo raesmo autor :
achara se a venda Da ra do Queimado n. 7.
PUBLICADO LETTERARIA.
Obras.
DE
LUIZ DE CAMUES
Precedidas de um ensaiobiogropliico, no rjual se
relatam alguns factos nao conhecidos da vida do
primeiro pico portuguez, augmentadas com al-
gunas coniposices inediclas ao poeta, entre estas
tradceles dos triumphos de Petrarcha, onde o tra-
ductor rival;sacorn o poeta Italianp.seu valido: com
uro catalogo dos traductores, escriptores nacionaes
I eslrangeiros que escre\etam sobre a vida e eserip-
tos de Camoes, e oulro das differentes dices das
suas obras pelo viscoode de Jurotnenha.
Ae obra conslaroo da i 7 volme, em 8.
I ranee/ e bom papel. Esta nova edicao acompa-
nhada do retrato do poeta, de algumas estampas be
oousideravelmenle melliorsda e com a preferencia
da versao mais correcta e com a restituicc dos lu-
gares corlados ou esquecidos das obras lyricas do
poeta.
Assigna-se e disiribuem-se os prospectos na li-
vraria de Jos Nogueira de Souza, junio do arco
de Santo Antonio, onde est patente para quera
quizar ler um artigo escripto no jornal A Nacao
pelo bem conhecido poeta portuguez Joao de Lo-
mos acerca desta nova edico.
ESTOS HISTRICOS SOBRE \S
M.REJASD\LI\(iLA PORTl-
GUSZi.
Jos Barboza Canses de Figueitedo Caslello
Branco oomprehandendo as cinco provincias cede
. siaslicas de (|ue sao metropoles, llraga, Lisboa, E-
vpra, Ga e Uabia e as las sufragneas e compro-
vinciaes, estendendo-se desde a Europa pela A-
marica, frica, Asia e decana.
A primeir parte contendo os estudos hislor-
- eos da igreja de Braga, tai ja entrar no prelo.
Reccbem-se assignaluras na Livraria de Jos
Nogueira de Sua, junto ao arco de Santo Anto-
nio.
Uillictes de visita.
(iravam-se e impriiiiem-s. com pufeirao bilheles
de vis'la. letlias de coininerrio e lodos os'objecios dd
alte c-harapliica, legi.lros, vinheUle quaesquar de-
senlias, abrem-se lirmas, sineles, lano a lallio doce
romo em relevo, ornainenlos em objeclos de non. e
pr*U, lazem-se nseot lu los e nriginaes par borda-
desde lab.Mii.lbo ; a.lm.Hese a recusa de iiue-
qier dellesubjecle* i. cande nao firaicm a conten-
ja das pe-soas que os encoinniendareni : q.iem pie-
lender dini.,-e a qualquei de do itecile. .na da Madre de D-os n. ;u, primeiro
iTJ.'r .?*.'" AtOlO, lid livrarm clasMCa do
1 1'":".....-'"" anM tontas, sobrado
Ud 1UI" cunfronle a mairiz nova.
K0I1 LAFFECTEUB.
O nico auloriaiiv por deeatto do conselho real t
decreto imperial.
Os mdicos dos hospjlaes recommendam o
arrobe do Lallecleur, como sendo o nico
aulorisado pelo govet no e pela real socioda-
dede medicina. Esle medicamento de um
gosto agradavel e fcil a lomar em secreto
esta em uso na manaba real desde mais d
SU anuos ; cura radicalmente em poueo lem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af-
teccoes da pella, impingeos, as coiisequen-
cias das sarnas, ulceras e os accidentes dos
parios, da idade critica e da acrimonia he-
reditaria dos hnmores ; cor.vm aos oaUr-
rlios, a besiga, as coiittacc,es e a raqueza
dos igaos, procedid- do abuso das iniec-
coes ou de sondas. Como aoti-syphiliUco
o arrobe cura em pouco lempo os "lluxos re-
centes ou rebeldes, que volv. m mcessantes
em consequencia do em prego dacopalnba,
dacubeba ou das injec<,Oes que represenlera
o viruasem neulralisa-lo. O arrobe Lallec-
leur he especialmente recomuiendado con-
tra as doencas inveieadas ou rebeldes ao
m reno eao iodoreto de potassio.--Lisboa.
Vende-se na botica de tiarral e de Anlonio
Feliciano a I ves de Azevedo, praga do I). Pe-
dro ii. SS, onde a.aba de ebegar urna gran-
de porcao de garra Tas grandes e pequeas
viudas di eclamenle de Pars, de casa o dito
Boyveau-t.aU'ecleur 12,rua niclielieu a Pars
Os lormulaiios du-se gralis em casa do a-
gente Silva, na praca de 1. l'edro n. 82
Porto, Joaquun Araujo ; Baha, Lima e; Ir-
maos; Periiambuco, Soum ; Hio de Janeiro,
Rocha tKilhoa; e iloreira, loja de drogas :
Villa Nova, Joao Pereira de algales Leile :
Kio (.rande, Francisco de Paula Couio& c
CURIO l HIMBBgCQ SGU8I FEiRI'3 OUTRBO 6 IS6
,..--

o
':-
I AO PLLILICO;
jsj l>o armazem de fazendas baratas, ra do S
Collegio n.' 2,
i vende-se um completo sortmento de L- ii
M zendas finas e grossas, por mais barato &
g precos do que em oulra qualquer parte, S
ffi tanto em porcoes como a relamo, affian- ^
a cando-se aos compradores um s prec/i fl
g para lodos: este estabelecimenlo abrio-se 5
jj| de combinacao com a maior parte das ca- f
H sas commcrciaes inglezas, francezas, alie- B
g mos e sussas, para vender fazendas mais f|
M em coma do que se tem vendido, e por isto I
M* ollerecem elle maiores vantagens do que M
outro qualquer; o proprietario deste im- E
portante esubelecmento convida todos 3S
S os seus patricios, e ao publico em geral, jg;
I para que venham (a bem dos seus inte- H
fresses) comprar fazendas baratas: no ar- w
mazem da ra do Collegio n. 2, deAn- w
IX tonio Luiz doa Santos & Rolim.
Lotera do Kio
de Janeiro.
Chales eireas-
si4 nos.
Q Na ra lo Queimado n. 19,
j3 vendftn-*eestes lindos chales bor-
;i dadoBGom uraapalma.muitoboni-
fi la de dillerentes cores, proprot
para as senhorat que passam a
-;';- testa.
VENDE-SE
Grasa de patente, prova el "agua, para:
ai reos de carro.
Violto do Rlieno de qualidades espe-l
ctaesJobannisberg e Uarcobrunoer.
No armazem de C. .1. Astlcv & C.
M*......- -v ..; ^,;.:-......-... -........;.;:- :
>a loja de San-|
w tos Coelho, f
W a ra do Queimado n. 19, con- fi
tintia-se a vendercambraias lian- #3
@ cezas as niel hotos <| ue ha no mor- "$
cado; ditas a lil) is. a vara;
9 ditas para acabar a 500rs. oro-
0 vado; munulinasde pintinbas a
-:.: iliO o covado ; lia deciuadros,
^ propria para meninos, a 560 rs.
3 o covado; cortes Ue cassa mindi-
7J> nha e muito lina a .sO ; clia-
'es de merino bordados e '
Zt uubiiias.
' FaieadM de lila de liadas cores, lisai e lavradas,
para venidos, cuslando a< lisas claco IniloM u cova-
ilo, e ns lavradas a sello e qualro vintens : na ra
du Queimado u. 19, leja piulada de amarello, na
esquina da Cougregaco.
Vende-se velbutina preta muito supe-
rior: na ra da Cadeia do Itecife iv/42 loja-
I.ABVRM TIIOS.
VeiHrm-se lencos e loalhus de hbvrinllio, asien-
ta lo em lina rainbraia de liulio : na ra da Cruz n.
;i, piimeiru andar.
Attencao
A' ra do Uupinado n. :I3 A. loja de laS*BdMi*
i Pe ""^ boa ra..... rheaaram iiliiinainenle lima, seda*
de qudrn<, da mil- mo lernas que ln mi mprcadu
| para IS2U0. 'si u come irosdeaapte e veilu iu prelo.
i e iiaimiM de diversas qaalid.dei, e nimias mais fa-
zendas, por preeso que se njj encontrain em oulrs
luja.


9

:.\i de todas as cores; mantas de
;.-,l>loiid pelas e brancas ; romeiras
m de retroz ; aberturas muito
^ de esTitiao ; esleirs da
linas
India
9
O
o
@
i?
9
Achar
In-
da
meiro
lesta data
Publiea^ao Ilite-
raria.
Na livraria de Jos Nouueira de Snuza, fronleira
ao arco de Santo Antonio, se ada a venda a segun-
da edicelo do ruinpendio ae ucocrapliia do lllm. Sr.
Dr. I boma/. Pompeo de Souza Brasil, publicada ele
tunn, cunsideravelinente auuinenlada. (1 cmiipendio
doSr. Dr. Pou.peo lie j<" muito conliccido ; e a ado-
PSAo delle nocollemo de Pedro II, e em alguna >e-
minarios e Ivceos do Impeli lie ama prova irrpfra-
;wvel de sua importancia, e a maior recomroendarfio
que delle se pode f.izer ao publieo.
DAI.LERREOTYPO E ELECTRO-
TIPO.
>a anliaa galera e ollicuia do alerro-da!Boa-Vis-
la n. I lerceiro andar continua-se a I ir.r retrato!
..'om a maior perleirao lauto pe i s\slema francei,
cuino pelo norte americano. Existe na mesma casa,
e para a colloeeriio dos retratos, um rico e abundante
sortiinenli. de objeclos laes como lindsimos .illine-
tes emedalhas de ouro, mui linda, caiiiulias ame-
ricanas e fraucejas, de papel, marroqoim e veludo
oe seda, l.- palmo passe-par-louts de todas as qualidades, mol-
duras de todos os lamanlius e de muilos e digerca-
te leilios, tanto prelas como douradas, e nao so pa-
ra a collocaco de om retrato ou grupo de dilleren-
tes p'nsoas, cumn para a collocaro de ilou on (res
relratoj separados : lodos estes objeclos silo novo* e
p gados h" pouco uns de I-ranea e oulros dos
fc.sta.loj-1nidos. Das 8 bor.s da manbila at a 3
ia larde a galera e ollicina estilo a disposicao do
publico.
m-se a venda, na praca da
dependencia n. O, os novos bilbete.
lotera a beneficio do hospital da vll
das Caldas, que devia correr de (i a S do
presente; as listas esperamos pelo pri-
va por que de la' partir depois
a data : os premios serio [iajos a re-
cepcao das mesmas listas, conforme os
hosmis annuncios.
l'or dale.. a tu. do isigaudcs, lua do o-
brado que tica defroi.le do eslaleiro. onde e esta'
faiendo um brigue, cuzinhase para fra com todo
aceio, e tambera se lava eengouiina : ludo por pre-
co rommodo.
LOTERA DI PROVINCfA.
08r. thesotireno das loterias, manda
la/.er publico, <|ue eslao expostos a venda
na tbesouraria das loteras, na ra da
Auroran. 2, das ) as da tarde, Iiillie-
tes, meios e quartOS, da 2- parte da 1. lo-
tera da Ordem Terceira do Carmo do
Kecie, cujas rodas andam no dia IS do
corrente, e (pie logo que se publiquem
as listas, se pagam os premios inconti-
nente, a excepqSo dos premios grandes,
que sao pagos logo, no salao da extrae-
cao, no convento de Nossa Senliora do
Carmo.O escrivio, Jos Januaro Al-
ves da Maia.
Ainda reslam por alugai -so algumas
casas na Capunga, pertencentes a' viuva
Lasseire, paivi maior ou menoi familia :
os pretendentes dirijam-se ao largo do
Pelourinbo, armazem de Carvalho Gui-
ntarSes.
&0mpw$.
- Compram-se apolices da ldivida provincial
na ra das Flores n. 37 |. andar.
(,)uem i|ui/.er vender um cabriolet
de 4 rodas, com assento separado para o
boleeiro, annuncie.
Compra-se urna armarao de loja : uo aterro
da lloa-Vislan. It.
Comprase una casa no ftiouteiro ou Apipecus :
a Iralar no Mondeso n. 145
O Dr. Joao Honorio Bezerra
de Menezes, formado em medici-
na, acha-se residindo na cidade
do Hio-Formoso, e alii se oHere-
ce as pessoas que de seu
timo se quizerem ittilsai.
pres-
Sendas.
Litros que se vendein na loja de J.F. Se-
niiond no a teo da Boa Visla n. 12.
Dircionario inglez porlugoez e portuguez inglrz,
por Vieira, J velumes em 4- enradernado, dito for-
mato peqOeuu em dous volumes,obras de Al. Uu-
mi: de Paris a Cdiz, de Caliza Tnger, Aiger c
I uui,; o Tres Mosqueleiros em 2 volumef in 8;
o lula anuos depois em 4 volumes ; u salteador 'i
volumes; runde de Munle Clirislo em 4 voluntasin
K-; conde.sa de Salisbur> J volumes la 8-; capltlo
Paulo 1 volumen ni K- ; I). Martin de Fraila*; Isa-
liel de Baviera II vuluiiirs, assun como muilos ou-
lros ramances de diversos autores, lauto em fraucez,
como em porlugoez.
Vende-e duas carraca- pequeas para boi e
cavallos, urna dita grande que jiega em mais de du-
zenlasairubas : quem precisar annuncie.
Vende-se una mulatinba de idade de II
l Musa, sem vicio sigan
n. 27, segundo andar.
esguiao
9 brancas e pintadas.
.Suspiros de Venus
Curies de ricos vestidos proprios para os -ra des
bades, o primoroso desenlio, o apurado gosto,~ finu-
ra da fazenda, o barato preco de 10-34)00 por cada
corle, lodo encanta e move o desejo de se com-
prar ; pnanlo quem quizer vtr, apreciare com-
prar, dinja-se a ra do Queimado n. 39, |0ja pinta
da de amarello, na esquina da CongregarSo, loada
e prestara um caueir para as conduzr'u difleren-
les casas. Na mesma loja cliezaram uns ricos chales
Bordados de seda, que se vendrm I quatorze palana
cada om, cujo pieco admir, compraod.,-o enm a
ueadi : anda he na mesma loja, que os moco- de
bom gosto, e os velhos honestos eucciilrarao uro -nr-
limenlo de pali.s de panno, alpaca c linho, por ore-
ros muito commodos.
Vende-se o deposito de assucar da ra llireil.
ii. .rJ : a Iralar no mesroo.
Sal \o Vsi.\
Vende -se sal do Assu" a bordo do brigue ..Clara..:
21 ?'" a0 "" Ke-I, de SOUM, na lra.es-
I n da Madre de Ueos, armazem de Marlius & Pinto,
ou com o capilaoa bordo.
Quem qaizer comprar um terreno com ali-
cerces ja promplo. para fazer duas casas, na ra
Imperial, com I.Hl palmos de fundo, da parle do ral,
aoO Mirante pan ra Imperial, dinja-se a ra
da Pra.a -le Sania Rila, serrara de Vicente Alvet
.Wacliado.alall.ir com Joao Autonio Baplisla Mnnil.
K'eo<*fios
oberlose descobcrlos, peruenose grandes, deoaro
o prata, patente inglez, para bomem e seuhora, de
an. uos melhores fabricantes de Liverpool, vnoos
pelo ultimu paquete luglez: em casa de Southall
MellorO Companhia, ra do Turres n. 38.
CABKIOI.ET.
\ endeii um cabriolet meio patente equasi nuvo,
muito seguro e brando de mola", com os compelen-
tes arreos, por prejo commodo : us prelendenles
dirjam-se para ver na rocheira do Sr. Franciscu Jo-
s ciiaujo de Fiuiioir..!,,, ambas sitas na na da Caricia
de Santo Amonio.
Vende-se urna bonita escrava crionla, mora,
com as habilidades eguinle-: engomma bem, coz-
nl.a perreitamrnte o diario e faz doces, e se dir'o
molivo da venda : na ra da Praia D. 13, primeiro
andar.
Tirar (lentes he
distruir e nao
conservar.
Na ra eslrela do Kosario n. ->, loja de barbeirn,
vende-se u denlalgico, remedio infallivel para dor
dos deules, a 1.-2S0 cada frasquiiho.
Veude-seiuu alaga-se por lempo da fesla urna
famo'a casinha de taipa de mullo boas ma.teiras e
nova, anda por rebocar, com :10 palmos de frmle e
)> de r.omprimentu, rom duas frentes, duas salas
duas camarinhas grandes, com urna visla mui-
elogios
de ouro patente
nO*IP'iT .lw-l'ff'W '"{.''c'-esdeoiiro, desabnete e de vid
""1 '' 1^UjWC/I litIO vendem-seapreqorazoavel.em casa
i | Augusto G. de Abreu, na ra da Cat
e descoDerlos, *"&.ii.36.
ba-zeudas boas e baratas.
?.eltiios de jxie.;t
io :
de
Cadeia
muiio
aciu, fa-
assim ouli
ria mencinalas,
mpradoiesie ven-
P:"le : na ra do
do melhor lubricante de Londres :
dem-se por precos ra/.oaveis.
ven-1
na escrio* M'l**lr4s ra da Cadeia do Rccife
torio do aeete (Hiveiri rnn rl. r.rti ? det"old" < Madre de Den!, acharSo o
iit.o o agente Uiveira, ra da Cadeia freBuexe. bom eer ment de fazendas de boas qua-
(to ecite n. r,8, primeiro andar. jlida.ies. que a diokeiro a' vuli ,e vendem per tiara-
, 7lm rde *rdrhmhet:& (: ^ > ^^'^-^^^r^z^:tr^
do Corpo Santo n. 11, ha para vender o sagaials:' ai .i. diversos padrn,. ,ov.d.?a iGu! iso "o e
torro inglez. | a peca G. 693U0, 6:su e 7, curte, de e*im de lo-
ras b..mlos padioes.quc uao desbutain, com 7 varas,
gelo diminuto preco de 19600, riscados < chilas lar-
das francezas modernas, o evaoo a 20, 280 100
:JO c 100, cas-as francezas de cores a 560a vara!
lilas em corles de l e |;j varas mullo linas com
lazeuda paraveslidoe para lulho, detenbotdilleren-
tes, pelo barato preco de Sff, curtes de andelina de
seda cor de rusa e azul com fazenda para relego e
lolho a I i?e l>a, .-..re- de sedas escocezas larcas de
bonitos gostos a 85, grosdenaple prelo superior pa-
ra vestido a > e -J-yM) o covado, chales de Union
lino sem barra com franja de relroz a 5S300, dilos de
Pisa da Suecia.
Alcatro de carvo.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saetas.
Dito entrampado igual ao da Baha.
E u-Ji completo sortimento de fazendas proprtas
para este mercado ludo por preco cominodo.
\a loja das seis
portas.
Em /hule do Livratnento.
Nesla loja tem sorlimenlo de fazendas para lodos
n preco, e por isso approveitcm esta setenan para
see.irouparem para a lesta. com pouco diulieiro, e
lazeuda de gnta. A loja esla aberta das seis horas
ta manhaa as nove da noile.
Vende-se urna cabra prela bicho muilo boa
leileira, para criar alguma enanca : quem prelen-
der annuncie.
d LisbH e potassa.
do Trapiche armazens ns. !) e
Na rua c
11, vende-se superior polassa da Russii
e americana, cal vrgem de Lisboa, da
mais nova que lia no mercado
Sem avaria-ou deleito algum, e muito
mais barato do que asavariadas.
Cooiiiiua-se a vender as fazendas da loja de I
portas n. (O na rua do Queiuiado, por precos muito
haivos:
Chitas de eres, a pea .155110, .\, 59500e
Hilas em covados a 1(1(1,1-20, IfOe
-Madapoln, pera a 2500, IfJ. 3;.'i0fl e
Algodao, peca a ^.o'iOO, e americano
Dito de cores, o covado
Brun bramo trancado de linho, a var
Oilii superior, a vara
Canga amarella, o covado
Brim de linho de quadrot, o covado
Cliallv de seda para vestidos, o covado
Barege de cores para vestido, o covado
l.enros de seda brancos lios Com pinturas
Brim lraneado de cores, puro linho, vara
Chita larga franceza, o covado
chaly com barra asseliuadr a 6a500,|dlle> de merino c,eIa, da boa fama n. 33.
bordados de cores a 8j, dilos muito linosburdadosde
urna su cor a lis, e alem deslas oulras mullas azen-
das, que como cima Tica dilo, se vendem baratas;
do-se amostras, e aloja cala aberta de imite.
Loja da boa f.
Vende-se panno azul lino aaj covado, dilo pre-
lo c azul, fazeiid. n.iiii.. superior a j\j(Kl u cuvad..
merino muilo li.... a 2s o covado, alpara lnuil0 llllh
a 640 O cuva.lo, raseimia prela muilu |,,,-, ,je jujl.
larguras a :t.(KI o rvad., d.li Inuil., (a ,|P UIlli
aiguia so.- 2; o cov.....,, ranlau, alenda prela mu-
lo hnae pr..pna para \.-li,|..s de;lulo a lio ,, Cu\a-
d", bom. a/,.,a.no.lo lina propria para ba|in d.
padres a l.-iOO o evado, giosdeiaple prelo
superior a ggOOO o covado. selni pelo m
zonda -uperior a 2;li00 o rova,do, o
muilissimas fazendas, que ecion
l'oiim que visla dossenhoie>|
dea.i por menos que em oulril
Queimado, n. 22, uos qoalrocaillus, na loja" d b
fe, defroule da loja de miudeza s da boa fama.
Loja da boa fe.
VDNDK-SE MUITO 'BARATO.
Chales de meiinoiisos, de lindas cores, com
ricas franjas de seda
l.uvas de seda para horneas e lentiura
Mein pretas de seda para senliora, o pr
I iii.i- de cores muilo tilias para humvm, o par
l.nvas de fio de Escocia para meuinos, 0 par
Lencos de cambraia de Iiuho com bico, uln
Ditos de relroz, um
l.uvas de lio de Escocia para homem, o |_ar
Meias de laia pata padres, o par
Gravita!de seda prelas e decores
.Meios neos de seda prela
Dilos dilus de dita de cur
Cassas prelas muilo linas para lulo, a vara
c alem de Indo isto outras minias fazendas,
vendem o mais barato que he possivel : na
Queimado, nos qoalio cantos n. 22, ua loja
fe, defronle da loja da boa fama.
Luvas de pellica muito novas para
mem esenhora, o par a Is28
na rua do Queimado na bem coubecida lojude mio-
320
..JOOO
ts saino
011
32U
15-JHO
l-TOIMi
100
1:ki
icooo
IMOO
l.(K
iUd
qoese
'a do
d. boa
ho.
2S--.00
2*000
ion
Carteiras com agulbas a
Caxinlias rom ubieias de rolla a
l--((Ainlia- para limpar peuiea a
Agalbeiios muito bonitos a
fetas de filas largas la\radas om 11
vaiasa
Libias de linba prela e de cor a
Libras de ludia tina n. 100 e lio a
Duzias de caitas de diire i^ra ra.- a
Macos de palitos para deuttse
Alan de ludo isto oulr mu.ssimas m
que ven lem muito mai, barato do ,. tm 011,
qualquer parto : na rua S>Q I | tf BJ ^ ,.
tiliecida luja de miudeza- da boa foms n. 33
Vendem-se sellins com pervoor-.
tlenle inglezed. nelbor ajBsMs-
dequelemv.ndo a le roerradol;
no armazem de Adamson Wmk
C, rua do Trapiche 4J.
i
SVSTEMA MEDICO U II0I.L\\A\.
rariiiba de iuhutlioca
Vende-se superior farinba de Santa
Catharina, em saccasquetem um alquei-
le (medida v;lb '
na
"aj por preco commodo:
no armazem ie No va es & C, na rinda
Madre d<- Deot n. 12.
S, 0
5000
I o
iaooo
:i5(K)0
l o
100
19000
24(1
200
10
300
15000
O
200
lYalojadahaf
A 3J500 u du/.ia.
l.'in.-os de cambraia de linho para algibeira
roa do Crespo, loja de Adriano & Castro n. 1.
VIMIO DO POBTO GENUINO.
t ende-se uplimo vinho no Porlo em barris d.
quarlo e oilavo, por prero razoavel: i.aruadaCa-
vei'ra 'fe "' e"'P'o de Bailar & Oli-
Alteoco.
6
Na rua do Crespo
Esquina a voitar
Para a rua da Cadeia
Muito ha que admirar.
\ nidenwe colchas brancas adamascadas 5M0U
ver um completo sonimertode laixes de ferro fun- c- ""''' P^""''1" P"'" e de cor a 120 o covado,
rolles de caira de caseroira de cor a 5 e 05, ditos da
caseimra pela enlejiada a I38OO, dito de dila fran-
ceza superior a 6*500, dilos muilo superiores a 8*
dilos de brim amarello e pardo de puro linho a
1*6110, dilos escures de quadros a 1/400, dilos d.
ganga aui.rella a 1*200, curtes de cana chita com 7
"aras a I50OJ, cobertores esruros ebraucos a SOO rs.,
rlteaqa escuro largo e muilo eurorpado a 160 o co-
vado, Bastaba de quadroi propru para vestido t
UO o covado, eoutras muitas fazendas pur nreros
commodos. H
Veode-secaldcl.isboaullimamenuchegada.a-
simcomoiiolassadaKussiaverdadaira : na pra.a
duCorpo Sanio o.11. '
TAINAS PAKA ENC.ENHO.
Wa fundipo de ferro de D. W. Bowmann ua
rua d3 Brum, passando o chafariz, cpilin ha-
Vende-se urna parlida_de Ierras coherlas de
mallas de muilo boa- madeiras, e oplima de piara*
la,.ues: a Iralar no Mangoinho, silio que volla par
SeU de ,="aciu ''.de Alboqoerque-
dido e balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preso commodo a com
promptidao: embarcam-se oucarregam-se ero acr-
ro sem despeza ao comprador.
Deposito de cal e potassa.
Na roa da (.adeia do Hecife, loja n. 50. defronle
da rua da Madre de Dos, cunl.nua-.e a vender su-
perior cal de Lisboa em pedr., rece, menle chega-
da, e polassa russiana nova, de superior qoalidade.
; : ..II 111 1 do.
Vende-se em casa de S. P. Johnston&C,
rua da Senzala-N'ova n. 42, sellins inglezes, chi- '"
cotes de carro e de montara, candieirc
baralho
vende-se o mais barato que he possivel.
Cortes dr bonitas casemiras de algo-
dao para caigas a
Ditos de fu si o para rolletes a
Brim trancado branco de puro linho
vara a
Dilo dilo de cor dito dito vara a
Dito dito pardo dilo dito, vara a
Dilo de quadrinhos miudos de bo-
nitos padrM, covado a
Canga *uiai*||a muito Un., lisa ede
quadros, coVado a
Cambraia lisa muito lina com una
vara de largura, vara a
Lencos brancos muito finos c ditos
com barra de cor, um
Meias brancas para senhora pelo ba-
ralissimo prero, o par do 240a
Ditas brancas para meninos e meni-
nas, o par
Kilo de linho liso muito fino, vara a
Dilo dito com llores, vara a
assim como oulras
1-5120
600
15140
800
560
220
320
560
240
320
240
880
13280!
-~-~ = ,,, o uo montana, candieircs e casticaes <,,;;:"":,, '""' ,l" e'
ronzeado^ogiospaten^inKlez, barris de r, tta^VSS .7.,'.
fi a' i' Lnerry em barris, camas de ferro, Dilaa purtuguezas muito linas
no de vela, chumbo de munico, arreios para car- i '61"5 P'"1" de a'noaio para padres* o par
ro, lonas inglezas.
Agua divina.
Veode-M esla exccllenle aaua para limpar os den-
les e coi,serva-|s a 9000 .1 garrafloba : na loja de
barbeiro coiilronle ao los .rio O. 2.
Vende-se vinlio cherry em barris. assim romo
cacao de superior qualidade: na rua do Torres
( ofiei lores nhes muito encorpa-
dose grandes.
Vendem-se na rua do Crespu.loia da esaoiua uue
volla para ama da Cadeia.
P
ianos.
bo
10 alegre, muito fresca, e livre deconfusoes de mui-
11 geute por ser retirada, ao p do rio, delronle rio
silio do Sr. Lamego, rua que alravessa para o lado
do Barbalho, na pevoacSo dji Sluuleiru : a tratar nos
Coelhos, roa dos l'razeies, casa junto ao palacete do
hr. Jos Carnciro da Cunda, junto a olaria.
Cassas de cores
A 230 rs. o covado
Na roa do Queimado n. 21 A, vende-se cas-a Iran-
ceza de qiiudnohus miudos. de lindos goslos a 280 o
covado : do-se as amoslrai com peuhor.
Luiz Jos de Sa' Aianjo. na rua do
Brum ii. 22, tem para vender pipa novas abatidas
ou levauladas, se convier, arcos de pao para pipas,
chesadas ltimamente, dito, para barril e barricas,
relrs de primeir orle de urna dai melhores
fabricas da cidade do Porto, de todas as qualidades,
o qual s., se vende em porco de 10 libras para
cima.
Velas de
Carnauba.
\>udem-se velas de carnauba pura, as melhores
que ha no merrado, a 1290U0 a arroba : na rua do
Queimado n. 69, lojade ferragens.
No paleo do Carmo n. 2, veude-sc estameulia
legitima para terceiroii franciscanos, e penciri'S de
rame para os seuhores refinadores c padeiros.
Miireiilina
para
a tratar na roa da Cruz
Chaly
A JM)0 rs. o covado
Vende-se chaly de senlo branco com llores sul-
las e lislras : na na do (Jueimadu o. 21 A. Dao-se
as amostras com penhor.
A 400
US. O
COVADO.
\a rua da Queimado n. 21 A, veude-se inurruli
ua branca cum pintas de cores, de lindo:
daa-se as amostras com peuhor.
Veudtm-sepianosvcrlicaesinglezes, de elegantes
s, fabricados por un dos
minias fazendas auese
i por menos do que em oulra qual- | d;"">e.Heniesvozcs, fabricado
i panhia, praeado Corpo Santo.
Farioha de San-
ta Catharina
muilo nova, vinda ero direilura a esle purlu, vnde-
se a bordo do patacho oPelicauoo, ou trata-se com
Cselano C>riaco da C. M., ao lado du Corpo Saulu
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
construceo vertical ecom todos o melhoramentos
mais modernos; tendo vindo no ultimo navio de
Hamburgo: na rua da Cadeia armazem n. 8.
'asseio publico,
LOJA N, 9.
cantos, n. 22, na loja da boa f
TOALIIAS P4BA ROSTO
e mesa de puro uuho ; vendem-se na rua do Crespo,
loja da esquiua, qee volla para a rua da Cidria.
COM PEQUEO TOQUE DE
iVARIA.
ir* <;as de madapol&O lino.
Vendem se na roa do Crespo, loja di esquiua que
volla para a rua da Cideia.
AO BARATO.
Na rua Nova loja n. 8 de Jos Joaunim
Morei ra.
Veudem-se luvasde pellirapara bomem e senhor.
das mais frescas e novas que ha no mercado; pelo
baratissimu prero de 152X0 o par.
f.VI. F PTlSSl ,. \c"'ll-,-*',_ ""i completo sorlimenio de chitas de
'.iu la "'11^1 lindo padroes, escuras.a 110, 1H0 e 200 rs. o cova-
Vende-se polassa da Kussia e americana, cliegada no, e a peca os, :,a.joo e b> ; a ellas, que 3o ne-
nesles .lias e oe superior qu.ilidade ; cal de Lisboa chiiicba.
da mais nova que ha no mercado : nos seus deposi-1 n m a _
,suaruad.Apo.,on..A e 2 fatula da i>Oa flj
t^TJ*!b T:ten<:.; *"**MEWM qee" oot^
na loja do barateiro, na ra da (,a..eia do Kecife PAlTE '
".'.der^n'? dd r^a'' Sf-21* d" t**' ''" """ I Pc?as ,e "'Sodaozinho trancado com
vender alem de muitas lateadas que em ponan e a| 20 jaldas a ^
relalho se vendem por baratos prejos, hamburgo ou nita. da ilii.ii..
brim liso lino de puro linho proprio para c.lcas?lua- !, ? -, ls0 COBO 20 jardas a
IbSB, ceroulas c lenrues, em pecas de 20 varas a "llas e d.tO multo encorpado COtn
OCOO e lOf, dito oais chelo de bo'a quali lade, pe- "" Jai daS a
cas de 30 varas a 12S e 130300, panno de linho lino
a (O a vara ou 83 a peca de 12 l|2 varas, eslando-
se a acabar, pauuade linho lino para lencoescom 2
varas de largara #33100 a vara, cortes de brim de
linho de cures pata calca, padn.es novos a 39200,
dilos de fusi.10 de cores e brancos para rlleles a SoO
e 18, c.isemir prela fina a 30), 23600 e ilsbOO u co-
vado, panno azul grosso a 13800 o covado, panno
lino prelo e azul de boa qualidades a 38500, 4-3000,
I3o00, .i? e (i.-s, camisas francezas brancas o l7(U
cada urna, e 20* a duzia, ditas muilo finas com pei-
A BOA FAMA NAO'VENDE NADA VA-
RIADO, TUDO HE BOM E BAKATO.
ova prelas de torzal muilo boas a MQM
Ditas de lio da Escocia brai cas e de coles 100 e 5M
1/800
500
321;
Ollas dila para senhoras' ^^
ticas caixinh. para presentes a 23000.3H>00 ISOMl
Ricas bengalas pelo barato piejo de 13, 13500 e 2;
Meia de roies muilo linas para homem a 320 tSOn
Kiquissimas canelas para namorados a 500 e 80)
Oculos com armarao de tartaruga a :i;O0(i
Caivetes muito lino para pennas a 2.3, 2-3500 e 3;
Ditos glandes moilo finos de 2, 3 e I lolhasa (SOOlr
Kiquissimas charuleiras a 23.33 e
Carteiras muito finas para duibeiru a 23 e
Caileirns propnas ptra viagem a
Eslujos proprios para barba a 2o e
Hutas do culheresde melal princijag a 33 c
Uilas dr melal ordinaria a 720 a
Aparellias completo para lulo de leiiliura a
Volla prela ordinaiias para lulo a
Ricas franjas para cortinados, pecatde 15 va-
ra
Rica polceiras prelas de vidro a
Filas de velludo bordadas eslieilas, a vara
lilla lisa estrella pela e de n'.resa 160 e
E-cova com peule e espelho para suissas
lesooras linissiinas para nidia 500. 800 e
Dilas para costura, o melhor que pode haver
Rosetas prelas mu lo finas, o par
Acordioiisde muilo boa quabdade 800, |sj c ij^jj
Rica trancas de seda de lodos a larguras eco-
res, ricas tila de seda lavradas da todas a entese
larguras, lucos de linho finissimos de lindos pad,e>
diversas larguras e uulras muilis,irnos miudezas, sen.
do de moilo bous goslos e boas qoalidades, que pelo
baralissuno preco porque se vende rao idnllij.
aos proprios compradores na la do Queimado *na
qem coubecida loja de miudeza da boa lama n. 33
PERIlMARAS LITO FINAS.
Na loja da hua fama encunlra-se sempre um rico
orlimentodeperrurnarias de lodas a qualidades
sendo seu aujur o uieliior que ha em Parte, riquis-i-
rnos frascos com estrato muilo fino a 1s200, 1500
-3 c 23)00, jarros de porcellandelicados e de"ino-
demos goslos com banha franceza moilissimo fina
-S e 2S500, fracos com esiencia de rosa a :t-i ..
lajOO
23.500
29500
23501.
63OOO
Ij0
13500
100
1*500
13000
320
2:0
800
1.3500
13000
321;
u.it, NG,LENT0 IIOLLOWAY.
libaras Je individuos de toda ai maSka.
poden teslemunli.r as viriudcs de'lVre
dio incomparav.1, e rov.r cm cas? e^"
no, que. pelo uso que delle faJm l,"ce,M"
corpo niembros VSSZSS XS
r "i" e"/t,?6do -nulilrnente ouiroX-
tamentos. Cada pesso. ni jP"*
cer dessaa curas >ratW^)*tS
dos pnndicos que fias re'.l.m 1 j
das ha muitos nnno, '","" lodo s
us. que havendo SSCSKJSSSSt
deeiu enlo, para se nao tuSS5Ltll
mente, medante
o uso den* precir4o re-
elua^v
estes re-
modto. Algumas das Ues pes^.s ,,.
de seo neonheemento,SSSm^l
sulUdos benelicos diante do I,h ~
lerittcaiem sua aUirniativa.
Ningaem desespciariai do estad .
saude ae tivesse baaUnle cooW." Jl *
Miar esta lemedio ronsunteZSBZ
JoajguB, lempo o lr.Ume.iio l-"P"-
lar. a naiureza do mal, cujo leaullado
provar .niwnlasia^met,^: m"fid
"""""""*' .". port,CHl.r
UM segminlet cmto.
Indaliimacio da ana
cura
mente
AI poicas.
Caimbras.
'olios.
Canceres.
(.orladuras.
Dores de cabeca.
das cosas.
dos meihbros.
Knleriuidades da cu-
lis eui grral.
l'-iilVrnndaiJes doanus
Kruptoes escorbticas
I islola* n abdomen
r'naldade ou falta le
calor as extrem
nadas.
Freiras.
^engivas escaldadas.
ludia. .js.
l da be\iKa.
triz.
Upia.
Males das persas.
do peiius.
de ollios.
Mordeduras de rept,s
l'icadura de uioaqui-
tos.
I'i'lnics.
Uueimadelas.
Saina.
>upurn;oes ptridas.
luilia, en qualquer
paile que srja
Tremor de ervos
Cceras na bocea.
do ligado.
T7. das artKukccs.
v eias torcidas ou no-
dadas as perna.
o modo de Sar 1-22S5 M" P'''
l-l'armaceulicb! a m, d "."* USr- So,,-
TAHAS OE FERRO.
JNa fundicao da Aurora na Santo A.r., ,
mbemno DEI OSITO na roa do Brm, n
n entrada, e defronle do araea.1 de msrak. a.
npraun. grande sortimento de Un, u.d.
fabnca nacional como eatrangeira, bandas, fnnV
SL?** PIue". efunda.; e sja
ambos os lugares existen guinda,*, para earre-
gar canoas ou carros, livres da ^peza (V
parcos sao os mais com rnoaoa. mmpa" w
los c .-.illanoi.os decores c branco a23500 no a 303
a dosis,madapoiao fina psrscanina a .-con. y- ,.
UliOO a peca,e mais bailo para 3-3200, 33500. 33000,
38800 e -3, esgeiSb bom para pellos a 13400, e mui-
lo lino a 1-3800 e 2> a vara, e a peca pur 153. I83 e
_ 203, peilu, para omisa brancos e de cores com pu-
oslos : ",'0S C co"i"',|l",>. por barato preco, assim como
outros ikuiIus objeclos iodispeosavels.
ttas de madapolao muito lino n. 6 a
Has de dito entre fino a
i tas de dilo a
jilas de brim liso lino com 20 varas
Ihttas escuras e de cores lixas. co-
vado a '
Chales de algodSo] de muito bonitos
padres a
Peilos para camisas, brancos e do
cores a
3/500
2/210
2/880
1/600
3#600
2*700
wsou
IfiO
800
"-enca de rosa a 320 r.
muilo boa a 100 rs., fra-'
po de pomada fraucez
os pequeos e grandes com eicellenle aua'de Co-
lonia a 18O e 13 e oulras muila perfumaras da me-
il.or quahdade que pode baver, e por precos mais
haralo, do que em oulra quelqoer pane: na rua do
'.laciniado ua bem coubecida laia de mi.ideas ,i:. K.
a ma n. 33.
flffl
coubecida loja de miudezas da boa
A ttenco !|
^ Na rua do Trapiche 11. 3*, lia &
S superior rape Prioceza do Brasil, $&
;? clieyado recentenienle do Kio d.
antes que acabe, pos a remessa
t lie pequea.
C
POTASSA E CA TIB6EB
der muito superior pous da Russia, diu do Ik,
de Janeiro e cal virgen de Lisboa en padra. lado
1 precos mu.to favoravei,. con o, ,iZ W
dos comedores satisfeilos.
M ^ f..ndi;aod,-C. SUitAC, eniW
to Amaro, acha-se para vender morndas
de carina lodas de V.ro, de um n>odelo,
constriicrao muito supenorts.
, TASAJUDAS E GRADES.
&&3tss555s.
^erratws mttt.
A boa
e
SSSS aarrava
Algodao de listras o covado a
Vende bai'is tu
Duziasde tezouras para costura a
Ditas muilo linas e grandes a
400 11't'e'!lllas de bicos esireiios a
J(.0 Caixitibascom agulbas francezas a
alem deslas fazendas ha oulras muitas que !taixas "" 'nhas de marcar a
Braceletes encarnados para senioras
se vendem muilo barato, na rua do Queima-
00 n. 22, nos qualro cautos, na loja da boa
It, defronle da loja da boa fama, e sealan-
vajior.
Bu** Cruzes n. 30
\ on lein-.e bolachas a tres por O rs., torradas,
Us abaiio assignadus, com loja de mirives ua rua
do Cabs* It. confronte an pateo da matriz e rua
Nova, iazem publico, qoe estad recebeudo continua-
damente as mais uovas obras de ouro, lano ura
aSafcsri cimo para bumens e meiiiuos: os (.reos
oiiliiiuaiu raoaveis, e passam-se cuntas com rs-
poiwabilidad.e. especifiraudu a qualiriade do ouro de \lKil^ 'i"1os os dias, para bem servir seus freguezes
II ou 18 quiUles. licaudo assim sujeilos os mesmos
|.oi qualquer duvida.Seraphim ^ limao.
| mmn mm. |
*n? y*ul ,'"'Snno. Je volla de saa viagem g(
.-. '*."'op, ela morando na rua Nova n. 5?
-. M, primeiro atular, onde pude ser procun- r4i
gp do a qualquer hora.
A \$%m o par de
ele pellica,
muilo BOvaa e muito fiesquinhas, chesadas no ulli-
mo vapor fraucez : na rua da (.lueima.io, na bem co-
nhecida loja de miudezas do boa faina u. 33.
As bellas in xiinilla.s.
Chegou ao mercado desta cidade, com este lindo
lime, urna encanladora^fazend, que reunindo o
apurado, e exquisito goslo a sua baraleza, convida
aos cheles de familia o supprirem-nas de bous e ba-
ratos vellido, proprios para a presente- quadra do
.. I P*seio do campo cusa cada covado a insiunili-
HS rua do (Jueimado n. 21 A, vende-se seda de | Mala quaotia de una pataca : na rua do (Jueimado
Sedas de qua-
dros largos a 1,400 o co
'.a do.
quadros larso e miudinbos lurta-cures, padroes mo-
dernos, blenda esta ebesada pelo uliimo
USo-se as amostras com peuhor.
Trocam-se uols do Baocu dTl3Si.il por mof-
l.i crrenle tiesta
do Trapiche n. 10, secundo andar.
provincia, rom descont: oa la
assim como diflereules qualidades de boliuhus e fa-
llas de ameudoa.
Manual eleitoral
Vende-se o manual eleitoral, contendo
a leiregulamentardaseleiqoes, e os de-
cretos edecisocsdo ovcriio ; accrescenta-
do com a le das incompatibilidades, lei
dos circuios, com nsliuicus novissimas,
por IS600 : na livraria ns! li e 8, da pra-
ca da liinepeiidcncia.
n. 39, loja piulada de amarello, esquina da Conre-
gasilo.
M loja
das seis portas
KM FRENTE DO |LIVRAMEMU.
(I adminislra.lor desle estabelecimenlo vendo a
minia concurrencia de compradores sua loja, e qoe
muila peraoai e lamillas se acaiiham em entrar pelo
adjunto, nflerree a ua sala [po, cima da laja] para
vender as fazendas rom n ai commodo e a vontade
dos compradores, anude enconlram lodo o agrado
possivel para erem bem servido, e por precos com-
modos, a dioheiro visla, poli os mullos allazeres
nao dio lugar a mandar receber: islo lem lugar das
sete horas da maohaa as 9 da noile nos dias ulcis.
Vende-a
de enres, em
Southall .Meli
Lencos de cam-
braia de linho
A 3V.0, 400, 500, e 640
cada o m.
Veudem-se na rua do Crespo, loja da esquiua que
volta para a roa da Cadeia.
Palitos muito bem (Vitose|
muito baratos.
\ -n I ni-..- palilos pretos muilo bem feilos a i; rs.
dilos de brim parda de puru linho a 3;200 : na rua i
du (Jueimadu n. -JJ, na bem coubecida loja da boa
f.
Vende-se o sitiu cumeasa de subrado.lo talle I
cidu QeoigeEeowerlliy,Dolagar|de S.JatdoUaa-l
guiubu, com arvoredusde fruclu e mais bemleitorias '
que nelle se acham, sendo as Ierras do referidosilio i
proprias : quem o pretender procure em cosa de >a-1
muel!'. Jolinslon \ Compaubia,rua daScnzala No- ''
va n. i2.
AGENCIA
Da fundicao Low-Moor, rua daSenzala-No-
va n. 42,
Nesteaslabelecimentoeonlina a haver un com-
pleto sortimento de moendas e neias moendas
para enfjenbo, machinas de vapor a laixas de
ferro batidoe coado de todos os lamanhos para! ^; conia.
dito. I ::.;,:.;:'.
a aos senhores compradores que nesta loia
: nao ha fazenda nenhuma avariada.
C.mbraia adama.cada propria para curlinados.
| Vendem-se peras de cambraia adamascada cm
: -0 vara-, propria para conloados a 79000 : na rua
; do Queimado n. 22, na loja da boa fe.
Nao ha nada lao barato.
; Vende-se chita lina para coberta a 200rs. o cova-
do : na rua du Queimado n. 22 na bem enditada
loja da boa fe, defroule
fama.
Meias brancas linas para senhora a
Meadas de linhas linas para bordara
Grozas de botf.es madreperola linos a
O rozas de botes linos de osso para calcas a
tivelasdouradas para calcas e clleles a
l'entes Baos para alizar cabellos a
rojas deslas de linho com (i varas a
Caxinhas com clcheles franceses a
Jarriteis de iinha Tina de 200 jardas a
, Mac">"os de -O grasaras muito boas a
da loja de nuudezaa da boa | Suspensorios pata homem c
uziasde torcidas para canJieiroa
> .apenar Iinha de algodilo branca a Carteiras Onas na,, al Zra a
uovello, para costara: en, casa de Canalaa .U """'o"*"3 3
" c\ Companhia, rua do Torres n. 38. ,, e para Pennas de ac a
Moinhos de vento
com bombas derepuiopara regar horlas e bai-
is derapim: na lundic;,de W. Bowman
ua rua do Brum ns. 6, 8e 10.
inglezes de pa-
! tente,
..smelbore.-Iabricadoem lnglatciri: ni casada
llenr> Gibsoi.:ruada Cadeiado Reciltn. 52.
*@ 9 &&&99&
AUj *a rua .Nova n, >, luja do relojoeiro, ;.
. '.-'. ha para vender bico de ll.nl
X da branco e prelo. por preco
de
mudo
em :
.eias brancas e cruas paia homem a
1 raii.inhas de la de caraces peca a
Uuzas de pentes de chita para alizar a
roza de boioes de louca pintados a
lecas de litas de cor com 10 varas a
Urnteis de Iinha aulor Alexandro a
Aleadit.has de linfa, preu Inuil0 ^
-arias de allinetes com 35 peines a
Ouzas de nenies abertos para alar ca-
bellos a
Meias brancas o de cores para meni-
nos a
tjrozas de livellas para sapatos. a
Cahiahss de pao cum palitos do og.. a
Casloes para bengalas a
Sapaiinhos del;iapara criancas a
Tranccbns preluspara relogios a
l-.scovinbas linas paia denles a
Iji.xinhas com grampos a
ttahado aberlo de linho vara- a
Dilo bordado muilo bonito vara a
Caixinhas para guardar pbospboros a
19000
lzOo
SOO
160
280
200
240
100
000
280
120
300
;io
60
80
,'0
10
80
600
20 e -10
160 e 200
80
800
210
320 e 360
40
201
I JO"
25WOO!
Kosio humem a 7 hora da n.ile u. ^..^
alan, de neme Thonai. alio. tSSL\Z2LT.
com marca de beiis, per.. crJlvlii r -
cas de cic.,r ^J^tVEZ^ZL
aben UUrr"'0. ^"^ "" *-++* %
aberla na rrenleem I.Wma de p.ni.,
.nih i'ld'.|,",,"ba- ''*.. dV
Coelh" qne o ho,, p, nrrillirj if =
Jo.,n.m de So. ,,. rttlr "to^JZ,
pelo aba.jn .,.,. s,. n^ *^C
V.M-oncello. Jnior, n-oradm o. Mana T?.
rregoezia du Nb, J, diI. fl,.,%i,XT^l JES
b-ve-o rua da Caacrdi. a l'e.iro KtSST-ZSS.
oirnarae qf ..... ^TtT|
Recife I. de outubro de |K.'i6. -'anBeaa*.
Pedia AntoBK. I eiieira i
AVISO.
CINCOEMA Mil. res
>dia:t:, ue i-iaoe H a 2.. -unos, poaca mais a. mean, a i.,
o riMBS seiuinle. : rosto cnmpr.do ^^ |
coi fula, c.beHu cercilhado. nCss. NaWZLt.
eamoitec1do,,b.iro,.,w. ^.h,,, odee.^.Z
c,."rqir'nC,,br' f""* f" "" ^o>le^ln
c.ma, falla um poeo alr.palhad. .levido r,na
denle, pouca barba e rala, SSSnSSa, lem m ,*Z
esquerdajunlu aodrdo inminir una especie de er-
vo sabido, as ndese um pouco empinada, i... -
nar tem um sello para o lado.raden... lana, rea-
tur lina, sea apalh,ledo e um p..y,-., larcas ; lew.
elr;a de alaodilo a/al desbola.I., r camisa da ataad*.
ri-.-ado. chapeo le palha, lem r.nicio o> rorinhrir.
e columa ambrlasa aa ; tvi wiiu do Sr. iW. Je-
ronymo Vilella edo Sr. |lr. rrnm,.lrr n> (Hh da.
Que.ro Femara, e ullimainenlc d<. Sr. Alberl has
ter llamn .- o ahaiv assisnado. eahar da dita ure-
I. zratinra cenerosamenle a quem a ppirhri.der e
lev-l<> em sua ca, nn alerra da H. a-\ ..i., SJ
econdo andar,, ,. KrrKe. la do Trapirke n. H
a .\iilnniu de .-tlmrid.i Come ; roma l.maam Mo-
lesta colilla qaalquer peoa que o orr.ltar em sen
poder: assim rom.. OMSMn e paua ludas .' d~i -
aa.Joaqun l.opcs de Imeida.
VpOOO de .-ralilira.ao
, a quin levar i... Herile. a rau da. riere n. .17, ari
.> 1""" '""1*r- ** J- '"'don. m na rugralia n.
240 e 320 j Joan do (.abo, donde fusio no dia .Ir M).kra ea.-
.'60 '*"'". o neuro crioul... de m me l.au, aua>i leda
20 ''"'''"""''.cwloma andar de olpr.cala e -en. eeV.i-
: reliaras peinas, lem a r. Me* ... rradts de irar,,..
.,, *u!,ri> fo' '" *""" de Pajjedj, .i-ii. I., w,
MIV para llarreiros. depoi para o cocui... Silm.. 4
1 O I"" poule do Carvalho.. e linalmenie para .
120 i U* ** J"", ',l"' cl.a|K-o de cu.o telha rf _
I ro.,1, de alzoda... -Jrami-a< dr alj.-d.l.i lra..'da c
ehertef de algodao de barra. '
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