Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07607


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Full Text

ANl\0 XXXII R. 24.
sr
Por 3 mezes adianUnJos 4>000.
Por o mezes vencido 4500.
SEi;i\D\ FEIRA 13 DE (111! 1.1,0 DE 1856 .
Por ..uno adiantado l.jliOO.
Porte Franco para o i.lwcnptor.
LACAllllKl.Alli >s DA SfBSCRIPCAO''KO NORTE.
Parihiba, o 8r. Gervasio Y. da Natirididi: Natal, o 8r. Joao
qutm 1. Pereira Jnior ; Aracatv- Sr. A. da Ltmoi Braga ;
Caar, a Ir. J. Jote da Oliveira; Maranhao, 8r. Joaquim Mar-
*u Kadriguaa ; Piaubj, o Sr. Domingo! Harculaoo A. Peiioa
Cirease ; Para, Si. Juittotano J. amo; *.maxouai,o Si. Jero-
yma ii Coila.
PARTIDA DOS COHREIOS.
Olin.la :
Ah.,,., i:,
. !..., ...
i I-* n- -lia., a, o m).,.. IninM lo iti.i.
'oiaaoa B ParaUba : iu -.-'un.,. < <.-,..n-i-ir.i".
i-.-.*. llni.iii>,i:Hruaru. aiimiI.....araahaas : na teres-Ca
. f.] \l,,.. riaurcU, l..mo.dro, lin-j,,, Pesaorira, foaa-
'"'. Flore, Vt!l.i-lt..!l.i. Bua-Vlata, Oarlcer* Km : saa uearua-feiraa.
'"o-'Polaca, VrlaMna, Hiu-Forooto, tu... Barroiiui, Agea-Prata,
iMtmiciraa a Natal: ejalatsa-fairas.
11 talos os sorrejo, parlcrn a I har, .la ainhSi.)
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio {guadal a quintal.
Relac-ao : tercai-feirai aiabbados.
Faianda : q u.i naa a la bbados a* 10 horai.
Juuo do eommercio: leguada ai 10 bocal quintal malo-da.
Julio de orphaoi: legundaa a quintal aa lobcrai.
Primeira arado civei legunda a aailaa ao meio-dia.
Sagunda tara da aira!: quanaa a abbadoi la maio-dia.
EPHEMERIOES DO HEZ DE OETCBRO DAS DA SEMANA.
7Quarlocrcscentaai3horaS9rnlnuto,a48ieguudoidiin. 13 Segunda. 8a. Daniel e Augolmo I. mn..'; S. Samuel m.
13 La cheia al 9 minuioie 20 .etundoi da tarde. TeV S. Calino p. m. S Fortunata v.
2 ?"yAO.i"^"AlV^L"":".^nU-,0!^48a,eun.d<> a '-!13 Quaria. S .Mure, de Jess v, c. : S. Agelco m.
lfi Quinta Sa. -Mirtiiii:ino e Saluriano iritis, mm.
17 Sexta. S. Kduviges duque/a ; S. Maricnno ni.
1S Sabbado. S. Lueaa evangelista ; ;S. Thcodoro m.
l'J Domingo. 22 S. Pedro de Alcntara f.
28 La Dora ai 8 horai, 21 minutoi.48 legundoida tarda
PREAMAH DE IIO.lt:.
Primeira as '. horas e 3n minuloi da le la.
Segunda as 1 boras t' S rninutoi da machia.
- EXCARIUX. ADOS DA SI Ischip, AO Komi.
Aligon.o Sr. i.laudmo FaleaoDiai; Babia* fcr I) piaa
Rio deJaueiro.o tir. Joao Perein Martioi. ^
i \i PEn\auiii <;.
O propHilaria do DIAIIOManoel Figoairaa I Fina, aa toa
linaria, praca da Indapandaocia ai.tet.
No dialj do corrente termina o frazo para paga-
mento da sohsrripr-ao deale Oiamn do quarlel de
oulubro deseinbro a razio de .4.3, e depois desle
(lia so se recebera' a 4-}>0o coaio esla' estipulado.
Nici sendo possivel procurar a maior parle dosse-
nliore- assignanlea al o referid da, os mesroos *e-
iilmre- queiram mandar u importe a livraria na. (> c
8 (Id pre< di Independencia, para obviar reelama-
res que nao forain procurados. Em todoi os pai-
zes a subscriprao de un pari idico lie mandada ao
-mi escriptoriouo ultimo dia do quarlel autecedenle,
de modo que no primeirq, dia do segninle oo esla' a
sobscripcao paga ou o as.igiiaule despedido, e deixa
a redacrao de fazer despez com a cohraura, e ler
demora ou pagamento. Esta empreza tem concien-
cia que cumpre exactamente os seu< deveres, e pur
isso tem dimito a exigir o cumpriioento dos senho-
res aaaiRuante* ; r.ilUnni- daquelles que muilo de
proposito demorain o pagamento de quaolia tito di-
minuta, causando saorirreiiia ao proprietario) quei-
ram poi* os leultaraiB -.que tem a pagar a subscripta^
attender .10 expendido, e maudem embolsar o va-
lor de suas assignaturas.
conclusflo da obtl do curral do matadouro publico ;
n enliillio de duas grandes escavaces, sendo mu.
por detrada ra doSaaliwima CanclQ deJesns, da
parle do sul, e a oulra por delraz da na da I'raca
da M.iin/, da parle do norte, as qaaes vo progre-
dindo com grnve delrimeuto das casas que Ibes O-
cam prximas o enlulh* e calcamenlo da Udeira
do acuugae, e da que val para a onle de S. Gonralo
110 lun da ra de S. BeuL< ; mellioramenlo das tan-
tea publicas 5 .1 conclusa', do cairamente da ra do
baiilissimo Corar.lo de Jess.
Municipio de ll.iporanga.
Lompreliende este municipio 31 engenliin, e com-
auaiito seja pequea a exleusao da terreno proprio
para a cultura da rauua, da' comtudo mn rebultado
lisongeiro aos proprietanos de engenlio, e pequeos 1 be destinado : urna cala de mercado que abrigua a
lavradofes. Cullivam oiliabitauU* cantw, xnai^io- ^a popularan, que ein unuiero extraordinario corre
ca e graos de toda a especie, e os ijue nao vivein da : k eira da cidaiie, I qual tem lugar lio ineio da rua,
agriculiira eiupregam-se nos ollicios meclianicos.lra- 1 exposlo o doto ao ol e chova, e cercado de ani-
ea e recursos- o inhiben a preencliar o tai que realisar.m inlelizmente as- esperaras, ,|e llnlrl, xiho p, co.nplef-r" a omaTa'p't^.'e Um"li. i nt^aam^I^S^IT^litteana^ I '""" Cr"''0''
e- ro ueste m miento, arte do que vos nao recusareu a oa aldei do .xerciao ulli......e augmento do'reda O joa dos fe.o, da r mal l.* .e
GOVERSIO OA PROVINCIA.
lllm. e Exm. Sr.Com toda a satisfcele tenho
a iiunra de participar a V. Exc.que o estado sani-
tario da rotuarca da Boa Vista lie lisongeiro, visto
uomo nao fui anda accommeltida pelo cholera, e
ressarain nella as febros inlerniiltentes : o que me
l'oi communicado pelo acadmico vm oicio de 13
do correte, que por copia passo as nios de V.
Exc.: e anda que o dito acadmico no mesmo
oicio mencineos 3 casos de desynleria, ou c-
maras de angas, que por aquelles das apparece-
ram na villa de Gmrob ; liro tranquillo sem re-
cejo de ms ronsequencias : quanto aos socor-
ros tenho remetlido, e passo a enviar mais al-
uns.
KaMa comarca se teem dado alguns casos de
libros intermitientes e o juiz de dreito, que del-
tas oi aneciado, aclia-se melliorado.
Dos guarde a V. Exc. por muitos annos, Vil-
la Bella 19 de seiembro de 185(> -lllm. a Exm. Sr.
ronselhero Dr. Sergio Teixeira de Macedo, muito
digno presdeme da provincia de l'ernambuco.
l)f. Thoma/. Anluncs de Abroa, medico em com-
inisso do go\erno as comarcas de Flores e Boa-
Vista.
lllm. Sr.Segundo as ordens de V. S. ante-
riormente recebidas. compre scienlifcar a V. S.,
que ha quatro das desla parte foram urnas (rus pes-
soas desta villa ITcctadas de desynleria, cuja en-
lermidade classilico cmaras de sangue, mas se por
infelicidade semelhaue molestia degenerar em
-holera, com urgencia srientiliearei a V. S. As
lebres intermitienies.quc outr'ora grassavain epide-
mcamenie, estio exiincias. restando algumns pea-
soas restabelecerem-se falla de gneros alimemi-
i'ios proprios para as dietas.
I'resenleiiienle he o qa se me ollerece informar
a V. S. a (|uem Dos guarde. \ illa de Cabrulm
13 deselembrode 1856lllm. Sr. r. Tho-
ma/. Anlunes de Ahreu, director c inspector de sau-
ile.Jaime Gomes Rohiuson, em commisso o
Cabrob.Esui conforme,l)r. Thoma/. Aniones
d'Ahreu.
maes, que promiscuamente all se cuiil'uudein amar-
rados ou sollos, occasionando oonfusSo, suslo. e tor-
nando iiiimun tu o lugar de tao grande reunan cum
grave detrimento das regras prescriplas a hem da ig-
luhridade publica.
Finalmente pede .1 cmara desse municipio o au-
xilio de _':i)iHi.niii I para concluir a obra da ca*sa de
suas essi-s, onde lambem se reuneiu os jurados e
se celehraiu outras funrres publicas. Cum essa
qoaiiiia julga a cmara mi so concluir o eililiciu,
como lambem comprar um.i mob lia decente para
sen ornamento.
Municipio de Simao Das.
as oilu das live cnmnmnii-.ic.ao de luver o cholera
rcapparecido em E*pirilo Sanio e Chapada ; desde
enlAo successivamente ror.im-me cliegnulo rommu-
ballio das salinas, e na pesca. As necesidades mais
palpitantes-ao : una fonle de agua polavel conve-
nientemente construida, concert de algumas estra-
das e. puntes naquelles nos, cujas chelas na eslarao
invernosa vedam o Iramito publico.
Municipio de Maroiin.
Coiiipruheude este uuinicipin 22 engenhos ;ua cul-
tura da caima se enipiegain principalmente seus ha-
hitaulFs, e em menor escaia 11.1 plaularao de mandio-
ca, milho e diversos lgame). Aquelles que nao VI-
vem de agrirullura einpregam se no comuiercio,
ollicios uieihanicos e vida martima As prinnpaes
necesidades sao : um aterro ou calcada neutro da
cidade. comprando do sobrado de Jos Antonio d..
Silva Kilietro, ao wbrado de Jos Mauricio Lobo na
rua do Porto. Urna ponte no riacho Caugole. e oulra
no riacho Pilioiialio, perla do engenho Hara
lelles.
Municipio da Estancia.
Compreliende este municipio (.> engenhos ; os ter-
renos prodii/.cm aliundanteiuenle a canua de assu-
car, algodao, caf, cario, fumo, todos os legme-,
todas as lulieravas, tedas as arvores rrociiferaa. Os
habilaiites dedicani-seno planto da Cauua em grande
escala, inundioca, legiimes e caf para o cousouio,
eiportaudo-sc as ve/es em pequea quauli.Iade ;
planta-je em pequea escala o tumo que da' ger.il-
menlc em lo los os terrenos ; dedicani-.se lambem aa
eommercio, arles mechantes c pesca. As ueccssi- los habitantes, e lambem applicam-sc ao rouimer-1 bica de'salis|a/.er a muiha requic^o.
dales mais urgentei sAo :. conrlusao da ponte sobra i ci. pesca e vida de mar, as principaes n'-eessidades I Vieran ellecli\amente uns poucos de voliimes de
iira. conlinuarao da obra da cadea ; sao : reparn da malri/., urna prisao, aperfeiroamen- medicamentos, e nao leudo sido possivel conseguir a
I tos de algumas estradas, e linalmente a cnnelu-au da
I ponte sobre a passagem do Raposo no rio l'iauhv
junio a cidade da Eslanr.ia.
Municipio de Villa-Nova.
Compreheude esle municipio .'>2 engenhos.
se eiicarnir.i.....ni.nlgo, que pareca ler abandonado prcala-lo. I do exercicio em que foi realindo
o campo da nalalha, farlo de saogue; logo no da 5 Os grandes e-lr.igos que ha pouco lempo come- Anda asim houve mais um
reo (eslava eu na adininislraro liavia ape- | Cay a fuer a varila na cidada de Laranijeiras, re- I dos de rs. 15:0)J0I"J, e um saldo de rs. l(:7iU;ti:()
produznido urna cena luctuosa, em pouco seioc-1 que pattoa para o exercicio de 18.">j a l8.il>, sendo
litante a que proJutio o cholera, me obrigaram a em dlaheiro rs. l3:UO7.j, e em letras a receber r.
es.ciiiler indihas vislas sobro essa nova calatnidade.
uicacoes de l.acoa Vermelha, Villa Nova, Maroime | ejulguei de -uiuina ulili lado ouvir a opiniai de um
Lagarto, pedindo-me aoccorros de mdicos, reme-I medico aobra esse awampte, encarregando-o ao
dios, alimentos edinheiro. mcsi.io lempa de propagar a varcina, como meio de
Fallando-me absolutamente recursos tiesta nasren- obstar o progresso desse lerrivel mal.
le capital, 011 le nein um so medico enconlrei, en- | Annexo a esla expolelo encontrareis um impiir-
tendi que o meio mais proficuo era a nomearao de 1 laate Irubalho acerca do* estado actual da lalubrda-
Canuoiasea eompoalai das principies pessoas dos de publica da cidade de Laraiigeiras, e os mems que
lugares acconiuiellidoa, quem encarreguei de acu- fnr.nn einprcgados para acu lir com a sciencia aos
dir aos enfermos pobres, ministrando-Ihes todos os sollrimeulos do misero povo.
socrorros : encajando medicas, que residissein as Inslruccao publica.
:t:l:7l>'Jf27.>.
IJas deapegaa decretadas ficou por pagar a quantia
de rs. ::US89tiil, mas coulrabalauraudo-se esla ci-
fra com a de restes a arrecadar rs". :):'.)O.N)2i, aa-
da appareee a favor da receita r.. Sj|>l7S. Naa,
menos lisongeiro, senhores, he u qua Iro da exporla-
cao da provincia.
No auno liiianceiro de que vos fallo o de l-si
ISVi. exporlou.a provincia por diversos portes es-
traugeiros e do imperio 11,563, ealxas, lll'.l feixoi,
654 saceos, 33,998 barricas conlendo 6.11,993 ar-
Jui/o dos feitos da tazenda.
ente de renda <> iirto dos feitos da f.zenda laralariai
alia de um regulamanlo na pnile relativa aaa 1 -
rnovimcntn de fun- i lencioso, delle igualmente me uccupare para que as
''camas da faieuda provincial tenliaui o mesmo im-
pulsu e andamento que aa da laceuda geral, .N*.
pean deixar de fazer algum repara na raoroaidade
quo se dava no andamento de mullos frito* da la-
tavani eaqaeriv-.
lenho, porem, certeza de que hoje eslao lodo> em
andameiilo.
Mesas de randas.
As mraai de rendas precisaiu *rt loda in-|..c. 1.. -
nadas, mclhur regulaii-ada., e unitertnisado pr-
cesso de suas escnpluracoes ; condecido o -* e-l id.,
e as reforma! de que rareceea, nao me discoidarei de
fazer que esses conduetore das renda* provincia*^
sejam mais bem tratados e convertidas em ruelhor
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel general do eonxnaando das rmaa de
FernambDco, ata cidade do Recite, em 11 de
outnbro da 1856.
OKOEM DO DIA N. :t.">2.
tnarecbal de campo, rommandante das armas,
declara para os fins convenientes, que o livd. ca-
pellao alferes da rcpartic.io ecclesiastica do evercilo
Joo Cerillo de Lima ,fe/. a sua apresentafo no
quartel general, vimlo da corte, a 7 do andante
me/, e nesse mesmo dia ficou reunido ao balalho
1.' do infamara, no qual foi mandado servir.
los Joaquim Coelho.
SEKGIPE.
Kelatono com que foi aberta a sesso di
asscinl>lea provincial deSergipe nopre-
.sente anuo de 186, pelo Exm. presi-
dente Dr. Salvador Correa de Sa" eBe-
netdes.
Coiiliniiariiii. ,
MI'MCIPALIDADES.
Em lempo opporluno exigi das cmaras municipaes
os necessarios eselarecimenlos sobre os recursos que
coulinham leus respectivos municipios, e quaes as
ueceisidades mais palpitantes para que gozassem dos
comiuodos e vanlagens que Ibes abrissem o cauunbo
de sua prosperidade. Com quanto algumas cmaras
nao ma tivessem anda ministrado us csrlarecimeu-
tos exigidos, oulr.is o lizerain, e dealas tratare!.
Muuicip'o da capilal.
Comprahenrie este municipio 21 engenhos. A'
-llura ila cuna se dedica a maiur parle de seus ha-
bitantes ; nlo he menos importante a fabrico do ni,
le cuju irabilh'i resulla um capilal de (l a S0:0(K)9
ruis, lermo me lio. Aa principaes uecessidades desle
municipio sAo : a reedilirarao da paule obre o rio
Madre de l)eos 11a estrada da capital para Laran-
geiras ; inelhorameulo dessa estrada, especialmente
al a villa do Soccorro ; uin aterro no Apicum al
inolharainente das vas de commnntcaeSo.
Municipio da Divina Castora.
Compreheude sle muuicipiu 57 eugeulioa ; os ter-
renos preslair-se prodigiosamente a cultura da
canoa. Os halnlanles empregam-.se firnicip.ilmente
na lavnura, e alguns em ollicios mechanico'. As ue-
cessidades mais palpitantes iSa: um poalilhOo em
cada um dos riachos Maduro e umiIhh e no de
Manissoha na freguezia do Pe do llauco ; una foute
d'asua putavel ; urna prista ;|casa paia a cmara, e
viuda de mdicos, me foi enviado apenas um enfrr-
meiro curioso ; [clizmenle 11(0 live mais uecessida-
fermidades desde que aqu chegou, uao me era
possivel dedicar-me aa eludo cou'tigno desse oh-
jeclo de modo a poder apreciar quaes as vantagens
que ten tirado o ensino publico da provincia, do
s\ lema al aqu adoptado, e qoaea os melhoraiueii-
dc de lanrarmao dusses soccorros, a epidemia ja es- \ los que nesse ramo s( podem la/.er.
lava exlincta.dispeuse o enfermeiro curioso, e mau-
dei proceder por peritos a avaacao dos medicaiuen-
Sua produrcao consiste em caimas, mandioca, los para faze-los arrematar,
mamona, milho, arroz c caf, em cuja cultura se ero- A calaundiide.ique uccasionou o cholera-morbus,
pregam os habitantes, c pequeo numero as arles deve por-nos de sobre-aviso para previmr futuros
mechanicas, pesca e eommercio. males.
As oecesaidades mais palpitantes sao : cnnclosao 1
Se em lodo o lempo a rigorosa observancia das re- I Fui bu
O que porm nao pude conseguir por mm mes-
iii", foi aupprido pelo zelo e dedicaban dodigno ins-
P"dor geral da, aulas, que live a salisfacjiu de Bo-
rnear, o Dr. Pedro Aulran da .Malla Albnquerque.
Esse relo lvela bem o meu empanho e solieilude
em as-egurar o porvirda mocidada dpsla provincia.
1 vista do po
deroso auxilenlo das cifran se convencern os incr-
dulos da piioridale do ponte escolhi lo para a capi-
tel da provincia. Pela barra da Colinguiba ca-
pilal da provincia loi o valor da exportarlo res
1,754:282^629, pela do no Keal reis 556:I19H6I),
pelado rio de S. Francisco r-is I iN:!lliS;'l.t(J, e |>ela
de Vasa-l!arris ; enliga capital res 111:1 ilc'iti!
Pelo orcameiilo da thesouraria calcula-se a receila
liara o auno linauceiro de 18.'>li .1 1857 em res
23l.'30tt9O0 e apresenla-se a deapeza a cil-xtun em
rris 252:3903937, pelo que ligura um defeit de
21:0329937. Para supprir este supposio delicit le-
mal, agurdenle, caf, tuJTJSS&ZSfiZ F*+! t '," ^M>' ""'""'"
|ao, arroz, mamona, cieos, sal, loura, gado vaccm d""Pl,jrec"lu- litei.do-s. presentemente au a.-
lanigero e anie e ,,rs,lo. r'"'' "'"r,B -'" O, a cuja callara se dedi-
A qawOdade poo ro.i, u menos dessa produc- "'"r^JTn. m"?1 i' E'W"l!*-" S'' :
r*. vea a ser eaiaaalmeote : 10 mil arroba, de as- ^.J ?1 s i a e "' P"nc*eu ?" "
As principaes nec-ssidades silo : reparo da ca-
dei, urna fonle d'agua polavel que resguarde a boa
e abiin lanie agua que existe.
Ja por vezes a cmara desse municipio lem re-
presentado acerca da neressidade dessa obra ; auxi-
lio dos cofres pblicos para ronrlii-ai da obra da
levada no porto da villa, alim de franquear o em-
barque c desembarque, qualquer que seja a mar.
represculou-ine a cmara desse municipio, queexis-
liudo no rio Sergipe no Porte das Itedes una pas-
sagem com barca na estrada real da cuininuuicac.au
do lermo de l.arangeiras com o de Sanio Amaro,
Kosario e Villa-Nova, passagein esla creada pela c-
mara de Sanio Amaro, acontece, parem, que a c-
mara de l.arangeiras, cajo territorio perteuce o
aulro lado na margan direita do ontro rio, fez arre-
matar essa paaaagem pela sua parle, e dessa arre-
iiial.ic'n se deiam conlliclos taes, que desappareceu
a p.i-.ag.-in com delrimenlo do transito publico, de
forma que podendo-se seguir da villa de Santo Ama-
ro a l.arangeiras, caminbando-se 2 leguas e tneia,
por falla dessa passagem caminha-se .leguas. Em
consequencia lembra a cmara do municipio de
Santo Amaro que. uu ella, ou a de l.arangeiras to-
me seo cargo a li poder bem regulansa-la, parecendo mais ratease!
perleHcer essa liscalisacno i cmara de Sanio A.....-
ro. por estar mais prxima da passagein, que he em
um do portes da mesina villa : lembra mais a c-
mara desle municipio a conveniencia de lomar
leu cuidado as obras c barcas que nessa passagein se
necessila, fazenlo seu. os respectivos rendouenlos,
acabando assim o conlliclo que presentemente se da
em prejuizo dos viandantes.
O lermo da villa de Sanio Amaro enlrelem rela-
.....2211 pro ventante das divcr-.i arreca.laees,
de, medico inlelligenle e pruno, simo dizer-vos que sos lalentea c patnoUMUO, e a proviucia agradecer reis :877ode movinienlo* de fondos, reis LitlfJtlW 1,
sua residencia longeda capitel priva a administra- 1 vostoa cuidados. d ,.,{ u, tln dinheirn, c res 13:709|7., em tenras
1.A0 do auxilio que asase halul medico encontrarla I Campra-ma rommuuicar-vos que dai execocao a 1 que passaram cmttl de oulubro de 1855 no eocer-
part hem dirigir ae-e importante ramo lo hem pu- resolucao 11. il> de 2S de abril do anuo p.i>,ado re- rameute do exercicio linda |>ara a receita do ror-
blieo. : moveudo para esla capilal a profesora de prinn-.- ; reole.
Em urna quadra lao crilica nao podia eu deixar ras lelra do Boeeorro. A despeta, inclusive reis j-flOOsOOO de movimiute
I em obler | do rundas, loi de reis 'j').'.l'.l7>V18 senda o saldo ve-
gom modo apropriada o ensino, essa-' nucido em :!l de (lezeuiliro que passon para o se-
'iibiraiu por algum lempo de ur-1 gando semestre de reis 53:0323721, sendo em di-
. ..a cadena ; vendo porem que o nlieiro'rei* 7:S6I--7:L5, e em letlrai a reccbei res
, po reparos da algumas las de denlrn da villa. ( remover as causas que as dcsenvolvem e prevenidas ensino do sexo reminino se .a lomando na capilal i,: I7f.j'i8ii.
i linalmente ante a ornara a falla de mobiiia e or- 1 para o fuluro; ru o liz ; chamei, e veio elleclivann 11-1 menlo decente na sala de suas se-s.es, 011 le lain- le :'i capital, o r. Joaquim Jos d'Oliveira ; panda- para proporcionar esso lipnelino aos pais de Camilla
nein funcciooa o jury e se diio as audiencias de di- | rnsas razOes porem o obrig iram a roulinu.ir sua resi-! aqui residentes,
aguldenle. Id mil alqupires de tarinlm : mil al- > c0"""u"" a demoliras casas de rommercio, sitas i de instar pela viuda do provedor de snade para a I Crandei dilliruld,nies enronlroii ella e
qaeiras de mamona. lOOmlIcoem Us'demais "i- i '""r*B"' do inesoo rio; reparo da cadeia qup se capitel, alim de encontrar em sena eonselhoe os I ama casa d'algum moda apropriade o eusii
eros sendo de punca prodoecAo, u.io exislem dados "" c*n,',,*t" *<"'< reparo de i pontea que dao | meios de coiubaler as enfprmi.iades diversas, quo dilliculdades me inliiiraiii por algum teme
para bem avallar-seseos randimentos. paaaagem ao eomioaraae da viaialiuifa do monfei- tem ditimado, e eoolinaam a ditimar populai-ao, denar a reu.or.io da eadeira ; vendo paren
versos jaizus
Muuicipio de Campos.
Compreheude este municipio l engenho.
Sua produccao mais abundante he o algodao, a
mamona, o fumo, a baunilha e a cochonilha. A
niAo do cultivador ulli lem sido lo escara, que. ex-
ceptuando os dous ltimos general cima relaciona-
dos, que naturalmente brolain. lodos os mais em
pouco avullam por falla de dedicarlo de a-iis habi-
tantes, que pela maior parte vivan da criaran de
gado.
A cmara municipal reapecliva declara, que as
maiores uecessidades de seu municipiu fnaall
tem :
1.- Em reparar-se a respectiva matriz, que se
ada prestes a desaliar, reparo que ella orea oa
quantia de 1:000--?.
dencia na Estarfeia.e nao porteado assim continuar a
exercer as luncres de seus pinprego* de provedor
e enraraissaiiu vaectaador, solliriiou do goveroo im-
perial ma demisso. Informando o respectivo reque-
rimenlo, ped ao goveruo a prompla nomearao de
pessoa habilitada para exercer e*sas ioiporlautes
funcres.
I.'m de mcus primeiroa ruidados, assuraindo a ad-
miuislrarao, loi tratar de remover algunas causas
Compre nolar que a receita do primeira semestre
he seuipre muilo infemr a o^ secundo por ser ueste
me foi misler auxiliar o aluguel I periodo que -e clleclua a exporta'r.lo do assncar, que
ise pode eiiciiilrar pelo preco de he a grande arteria-da ronda provincial, pelo que
sa unir i|ue -v ,...r ,-.n ,i..,ai |iin preco 00 ne a grande arteria da renda 1___
209000 res menes, mandando pagar melada pelos I creio n.io errare! assegurando-vos que
Cidros pioviuciaes, e su|eitau.|o esse meu aclo a'vos-
sa coiisiilera^n. espero que o appruvei, r.conlie-
ceudu a utiliade que resulta a capital de ler urna
aula regular em urna casa agasalhada e decente, on-
de recebamos meninas a inslruccao que lem de ser-
vir de base da seu futoro.
A vaga que deixou a professora do Soccorro c-
pelo que
renda do
que me parecalo concorrer para a apparirSo de fe- j cheu de pezar os habitantes d'csse lugar que por
brea de carcter mais ou menosassusladur nesta ca- intermedio da cmara municipal me lizeram senlir
pilal. o que fazia arredilar 0.1 provinciae fura del- j a necessiuade d'uma professora que dirigase .1 e-
la, qoc a nova capilal era o foco das eires nter- 1 ducarao das meninas que eslavam aprendrndo, u
imtenles, e lal terror produzto essa crenra, que d'oulr.is qne se arhavam em circumslaucias d'iuce-
poucas pessoas se animavam a frequeular a capital, 1 larcn novos esludos. Julse altendivel essa recla-
e muilo menos nella residir. mario. e rrslalieleci provisoriamente a eadeira do
Comecei, poi-, por mandar examinar a qualidade [ sexo l'eminiio do Soccorro, provendo u'ella a Sra,
con-
.. No acabamenlo de om salad contigoo a mes- | da agua polavel. alim de lazer beneficiar aquella I D. Hara Joaquina d'Oliveira o Smza.que em
ma malriz, propnedade poblira, em o qual aquella I que luss* pelos mediros julqada m-ihor liz remo-curso, peranle mim felo, foi julgada com jastle
corporarilo tez suas MeiGei, e se rene o Iribonal do ver o maladouro do centro da cidade para um lugar 1 habihiada.
juij, e
para semelhante acabamenlo diz ser safli-1 coiivenieuieinenle distante al que se onslrna o
que tem de liear delinilivamenle, necessdade esta
sobre a qual chamo a vosea allenrao ; mandei esgo-
tar e aterrar os pantanos que circumdav.-m grande
parle da cidade, de serle que boje passa-sa p en-
chuto pelos lugares que dp lia mmt
verdadeiras lago.s.
cenle a quanlia de 3009.
:>. Finalmente na factura de urna fonle publica,
ruja necessidade declara a dita cmara ser sobremo-
do sensivel.
A tees reclamos daris vos o sesea.....le que jol-
gardes diguos, e Jb|loriiie for compalivel as rir-
cumstancias liuaiieisns da provincia.
Siuto ulliniar aqu a narrarlo das uecessidades
mais palpitantes dos'municipius da provincia, sem
vos mcncioiasse tambem as de algum
qu vos mcncioiasse lamiiem as de algumas ojtras
r^e. de cumme.cio rom os de Larangeiras Alaroim, I %?* "^ ^ "" '* C"y""a-
Krrt,r:pl:voaT:-,nc,u,vcodavi.,..e..do1^ entente InnUo-me a,leclarar-vos que.......-
M ootroi Porto das Itedes, Cnnceiro e Barra dos
Pero-vos, pois. qui
meu aclu.coiilinneis a uumea^ao i|ua lie da professo-
ra do Soccorro.
Na 1 havendo por ora n'esla cidade qoem concor-
resse a auade philosoplua, jnlgei alleiidivel o pe-
amos eram |dido que me le/, o proiessor d'esla eadeira em S.
ChrislvSodeCooservar-se porem quanlo u'aquella
corrente exercicio exceder de .'100 coulns. A divi-
da activad! provincia uioiila em reis 63:65}j66.
Desla considera o inspector da Ihesouraria iucubra-
vel reis 2:6249614. Pelos qoadroa e nulas que o. es-
clarecen! apreciareis este ponte, lie de opioiao u
mesma inspector que nao he someule essa a veida-
deira divida da provincia, Mm lalvez seapproxiine a
reis -jilii.iluiiiKn se lor devidaineule liquidad.!, o
que seguuln elle su podera cunseguir-se por meio
de urna cuminisiao.
NAo sei se -era conveniente aceitar esle alvitre,
que imparta ein ler urna cuinin -sao |iermaueiiie
pra esse l'un, sendo meu creacao de luxo a sc-
elo de conlas da conlaleria, a quem incumbe estes
trabadlos, e que lalvez por preredenles seinellianl-i
va laucando a un cauto a tomada de conlas.que all
qua-i nunca, uu raras vezes se liquidara, e boje rom
lleilo acruinuladas, como eslao, 11.10 he possivel a
tomando em considerac.lo esse seccao de Coqoeiroa.
Finalmente, pedem os babilaules deste municipio
por mtei ineilio da respectiva cmara a rreacao de
urna eadeira de primeiras letlras para o sexo'leme-
oino, beaetleie de qoe goz.iram por mullos anuos, e
cuja falla se Ibes terna bem sensivel.
Municipio de Larangeiras.
Marte dos engenhos da fazer assucar na provincia
chega actualmente ao algarismu de 753. como ve-
ris da relaco n. 10.
Salubrida le publica.
Vestigial bem horriveii deixoa na provincia o l-
gubre quadro de devastara que com perigos de
sangue drsenhou o lerrivel Oagello do Ganges.
Longo e doloroso seria recordar as perdis de mi-
niares do preciosas vidas imm-iladas aseaba da en-
., .- ------7- r------- -.....* .....m -.-.-.;. daa.n.a oo oa-
i.ouipreiiende esle municipio ,. engenhos ; em- ] fenudade mais cruel, mais invencvel, que lem ac-
nregam-sa seui habilautes na cultura da eanna
cereaes.
O terreno em geral be terlil, e bem poderla ser
que se preslasse com vanlagem a oulra qualquer
cultura, como a do caf, cha e fruclas, lano indi-
o porto da paaaagem do rio do Sal da parle do sitio genas, como exolicas ; mas 011 se|a por ignorancia.
de Januario Jos Muniz, ereparos da malriz resper-lincuiia, e deleixo dos lavradores, ou porque toda
la sua allenrao estaja ab-orvida nos iuleresses que
promelle a eanna, e na necessidade insolla de man-
dioca e cereaes, o corle be que nao cuidam dp oulra
Municipio de S. Christovao.
Compreheude esle municipio qualio engenhos : he
abundaute a produccao de mandioca e caima, os na-
hilantes se dedicara a' cultura desses gneros especi-
almente, e em parle ao fabricn du sal ; os que nan
vivem da agricultura e empregain uo eommercio e
artas mechanicas. As principaes uecessidades sao : a
FQLHBTIM.
ORIGINAL 00 DIARIO OE PERNAMBUCO-
t'i DE OtITL'BKO DE 1850.
Ilrdinariainenle o silencio dos aconlecinicnlo< mi-
alleucao publica em o IIOSSO
cullura, e se algumas vezes o teutain he em pequi-na
escala, e imperfeilamenle. Parle dos habtenles se
emprega no eommercio, sendo a cidade de l.aran-
geirasj! poni da provincia, onde elle mais metra,
involve ; oulra parle emprega-se em olli-
eirai o p
se"JeVen
Para ensnnlrar esla bella igaaldade interior, baste
que as molheres do nono lempo ae rerordem das
suas avs, dessas damas cavalleirosas que su lolera-
vam haroes a seus ps, e cuja vnnlade sempre eleva-
da e respeilada enviava os r.avalleiros, ncfi'so aos
perigos e morle, porm, o que liada be muilo mais
diflicil, 1 propria virlude.
A ravalleria leve o seu beiro enlre os anlig.-s tier-
manos. operou, nu meio das desordens da snrieilade
germnica e feudal, nina Iran-fonnacao feliz, des-
perlou os bous iusiiuclos da nalure/a humana, e
creou a civilisacSo no meio da barbaria,
nistra pooca coma a alleurao publica em o 110190 O soldado uio liuha obrigaciies moraes, a caval-
muiido ; e.esle silencio sind*a se anmenla mais com leria Ih'as prescreveu, ensiuou-lhe que o combate
o monopolio das preoer.upacoes polticas da acluali- : desigual he urna veig uilia para o mais forte, que a
dade. | fraqueza do liaro be para elle urna Irineheira inac-
Assim, pr.icuiarcmos baje evocar nina velba re-i ces.ivel a qualquer homein generoso, e que aforra
ordar.iu. e laucar um longo olhar sobre om passa-
lo glorioso, que so chega a nos como um echo : va-
mos tallar na anllga eavalleria, nessa poca ein qoe
a cenerosiiale, a rtedicar.,0, a franqueza, o amor,
tliiham grande parte as accoes humanas ; mas em o arle e as elegancias da guerra, n'uma palavra, fez
uosso tr.ibalho somanto Consideraremos esla Ir.idic- sabir a mulher da dependencia e da obscuridade.
e a espada tem por d?ver a prolecrau do frteo e d
opprimido, ensiuou-lhe o espeilo f jurada, e as-
sociou a honra e a palavra de lal sorlc que elle nao
pule violar urna sem perder a oolra, eusinou-llip a
cominetlido os lilhos do Brasil. Pungente he u qua-
dro do ruinas que apot si deixou o chulera-morb us
ein uosso fertoia campos, privados de bracas que os
cullivem.
A misericordia Divina porm veio em aosat .111-
as ne Irabalbo. Coavirla antea abrigar os emprega-
''-- da dila secrao a (rabalharem na liqui i.n .10 da
divida extraordinaria das s as '.1 horas da mauhaa
anles de coinecar o Irabalbo ordinario.'e das ;t as
i da larde depois de encerrado o expediSnte, meli-
.. ante urna graliliea A obra mo esla anda completamente acabada, rularte. pro r;lU ,, Ju"lu J. Jllt ilUa J, ^gJ
mas, nlo ansiante es grandescbova que tan havido, -Son de op.niao (pie essa cadena neuhuina mili- .'a em cofre, quer cm dinheiro, quer em lellras na.
nao se conserva mais agua eslacuada. os HgOIOI Iba dade presta, nem em S. ChnstovAo, uem nota ca- conces-ao de preataroes. poisuue nao llevo piejui-
d.r. prompla sabida. pilal, pelo que me parece que a rteveis supprimir. car a lervico da liqu'idarau urna erara ou favor qne
Pero-vos que approveis as depeza* lelas, e qne Pela mesma razan lenho deixado de prover a cadei- pona obtei o devedor
se coulinuam a lazer em beneficio da siude po- | ra de lalini.que oiga igualmente intil. Com essas E para evitar a ro.tinuarao da accmnularao'de
''"'' e oiilras stipptessuas de cadeiras secundarias poder- tees Irabalhos, convem r.zer eirecliva.resnon'sabili-
Comqaante apenas agora se lenlia c.nierado o se-han applirar os respectivos ordenados a proleiso- dade por omi.sSo do devore, ao chele de seccao nue
aterro das escavaces e r.golo das nguas,,a se oh- res de cadeiras de iiisIruccAo primaria nos lagares alo o cnr.errauenlo do ex-rcicio crrante nao livor
serva que as se/oe. este .11.110 nao lem lila isa fre- : populosos em que as nao ha. ,IIlad comas e liquidado as Jo exercicio Hurto
quemes e termes romo foram o auno (Masado por Antes rte remalar o prsenle anigo nao posso dis- leudo lambem respousaveis os sopenores da renar-
mesmo lempo, segundo al irmi.n os lab.lautei I pensarme de lazervoj sentir a neceuidade de ser 1 lirilo que nao aclivarem e piovidenc.arem a lempo
sobre qualquer falla, para que senao alraze .1 loma-
da de conlas.
1I0 logar. I augmentado o ordenado do inspector geral datan*
Annexo a este exposicao encontrareis ,1 parecer I las com mais 3009000rs. ao menos. Persuado-mc
da commissflo eomposla dos Drs. ladro Aulran da I que, em desperdicio dos dinhtirea pblicos e com
Malla Albuqnerque, e lioilherme lereira Kabellu,
mdicos de inlelligoncia superior e uerecida repu-
tadlo, a quem encarreguei de esudar as con-
dicoes bv inicas da capital, qualid.ne de suas aguas
polaveis,causas das molestias reinanhs, e meios mais
proinploa e proficuos de remove-los.
I'ma medida que sem duvida recctliccereis ne-
xilio, e eendoeadocsa de Beata sollmenlo abaleu o i cenara c urgente he o eslabelccimeno de cemilc-
vaulagom do servico, podis autorisar semelbanle
augmente a ltalo de gniicirao, qoe, como sabis,
s lie pagavcl i'uranle eflectivo exercicio.
l-iscali*arao e arreeada^ao das rendas provinciaes.
Thesenraria provincial.
A lliesonrarla provincial retente se de muilos detal-
les em sua uiganisaco, seu pessoal em geral uao he
o mais idneo, seus regula.nenio- precisaqi ser lodos
revistes, considerados, e muilo modilicados para 04
I
.- para lazer se
--------- 1------------- -....-------------------------- -.. v.....v- rana provincial me for.ni apresenlados, e vos serao de inouienlo lenho em vistas nraii,-1-1., m, 01,11.1..
5*J!7*r U"je.e'" bam ponto da pro-} rio* disseminados pela provincia, para que se nao pre-cules. que a. rendas d.i provincia no exerac.o 13. iSmSiS aao aa aoeetKl.
"--.....v ~ -v" "" = iniiomnei. revistos, considerados, e muilo mollineados para o
Mulo o mnor prazer em annunciar-vos em visla ter rt accuido com as leis rte fazenda ^eral que de-
dos irabalbo* que, e:n virlude do arl. 12 S 8. do re- | veni ser seguidas quandu uao houver lei provincia
gulamoulo de 1 deselembro de IS,, pela thesou-, qde especialise a materia. N.lo be iste para fazer s(
missao religiosa, om eyalenil mililar, um >vslema
le educacao e urna dnutriua sobre o anuir.
Formada lenlamenle durante n primeiroa lempos
da idade media, assnrioo-se ao grande movnn Milu
religioso do secute \l : lomando a cruz, elevmi os
seus peniamenlos, den as emprezas um alvo subli-
me, lihertou e euiprehendeu a rica c fecunda educaran d-s na-
geii-, l.lo proprias para destruir precouceilos e escla-
recer os espirites.
galante e impiu du serulo \ll desapiareceram para inaes m> tenosos vistos periodos, romprcheudidoi
dar lugar ao lypo mais perledo da tavalleria.
Pagem aos tete anana, ravalleiru ais quatorze. o
mancebo fidalgo m era maior aos viilc e om : as-
sim, a educar.lo cavallcirnsa era lente, deixava o me-
nino no mundo ao ar Itera, no meio dai musas e
dos homeus, para ensinar-llie a vida pratica, fa/piuln
delle om membro da tociedade, o qual linba o seu
papel, o qual nao corria risco, porque o prolcia
smenle por cites.
liavia horas de ida coniiuam e hora' de separa-
ao. Dinanle a paz, durante a residencia dos caval-
eiros, as castellaos tinbam rursus d'amnr ; durante
1 guerra, durante a ausencia delle, ellas manrtavam
fer pelos seus capelles longos romances ; depois da
evolta, os terneios, as festas, es dausas.
ni,
o qual se lstrala porque cuidavam da sua inslruc-
llavia Igoma cousa do cavalleiro e do frade no j Ca". qa'e lomava liomein de bem, porque lie i (ue os destiuos sociaes : nos campos de batalha co-
heroe desla poca. Os lidalgos da comeliva ae dodo- |,li,vam u exemplo da honra. 1 aecoo por delen.ler a religlao, depois pelejou por si
fredo rte II milln fundaran! a ordem dos Templa- Em presenra dos esperlaculos brilhanles que ds- r"0|>rU ", l"'1'' 'eAel-'' (lePuis ,le brilhaules tena-
nos, e presrreveram a si proprios a vida mona-tica, I perlavam regosijo, du;; pensamentos infanls quelhe 1 "' e" Cln- "'"'' P n0T.o *a existencia,
juulando aos votos de pobreza, de castidade a de enriqueciain e uulri.im a lenra inuginaro, linba
obediencia e de combalcr os inlieis e velar na se-1 elle cedo O espectculo do mundo, sem que' mais lar-
guraaej dos caminhos, na protecta dos romeirM ; e de livesse a verllgem, canhecU as paixoes autes de
a> passo que os cavalleiros se lizeram frartrs, os Ira- i eiperimeiil.i-las. e se as experimentara mais larde
des se lizeram guerreiros, e os hospilaleiros de San I era com menos pergo. pois que a e lucacflo eaval-
Jo.lo, o-cavalleiros de Itbndes. M cavalleiros de leirosa, para goiar-lhe o espirite, o ror'acao
Malla se lornaram os batearles da chrislandadc. | bracos Ibe mostrara e propozera um irtal
nossa algaravia do momenlo a denominaro de /ri-
po lerdiilo, tomn_ lal qual he muilas vezes.
Na- mloa das mulberes be um brinque lo para o<
cus caprichos e para as suas facecias, e nao um ioe-
Irumenlo alil de virlude; e as mulhercs uem apre-
cian! um sacrilicio generoso, uem urna de licaro ra-
ra, ainda quandu sejam disto o obierlo uniro ego-
ista. parderam o grande tegredo da sua dignidade,
do seu nobre papel, e he esle um dos grandes iiifur-
Os deslinos polticos da eavalleria foram meuores' (unios da mista poca.
A f em si mesma he urna fon.a imutensa, he o
poulodeapoioporineiodoqu.il podemos abalar a
mundo, e be esla a forra (pie as mulberes possuiram
por muito lempo.
A eavalleria
e us
1 que po-
da referir incessaulemente o seu cuioporlameulo
timuii mn carcter novo, um espirita de valor ind-
nlual, espinto temerario e vio, para o qual teda a
As mulheres com a uatureza i.io delicada, lao ele-
rudeueia he cnbardia, espirito repassadu de urna i varta, com una alma grande, com o mens rfiriniof,
ireorcupacao egosta, falal as grandes acees de >ao realmente eilas para oceupar ueste mundo o
uerra em que u triumbu depende Je boa ordem e grande logar qoe o chrislianismo sob arelado re-
l harmouia geral : foi vencida no campo das bala- ligiosa, a eavalleria sob a relcete muudana, l'he as-
has ordena las, leve reveses, que, por mais glorio- seguram depois de muito. cilios,
os que fussem, a diminuirn! na opinieo publica. c- r -, ,
Sao teilas para viver ao pe do liOSaeta rom a pre-
parlcs.
I inposlos.
A arreca larau dos dir anda ao poni a que deve allingir, mas lia cvrtn
que se nota um sensivel augmento de alguns mt.-
para oa', o que lie devida n.u smenle 00 progrr1
da lavoura, romo tambem a igilaocia e escrpulo
dos arreradadoies.
< 1 meio diziinu do assncar alo o anno linan.nro
de 185.3 a 18.54 era arrecadado na pioxinria de ma
maneira complicada e drsvanlajosa. Ile-picliava---
o assucar pelo calcula de quarcuia e oca arroba-.
rada c.uxa, segundo a paula dos preroa corrente- da
Babia, liavia all um agente fiscal pago por esta pro-
vincia para verificar a pesada da rateas c por nina
lisia du descarga dada pelo trapidieiro, rubricada
por aquella agente se fazia na torna viagem dos bar-
cos uin BOTO processu de conferencia da despacho
com a lisia de atearon, o a- me relnam. ou pagaim aos desparhantes a diflerenca
que resiillav.i dessa cumpararao.
lie escu-adn dizer-voi que" qua-i -empre a dille
renra encontrada era contra a faienda, qoe j.irnai-
deixuu de estiluir pretendidos excessos de direilu.
cifra esla, sempre superior a reis i:IMNi-hni. -ubui-
du no anuo de IKO a IH-51 a 14:9529279 rs.
lie patala o aaeamatxbs, e bem -eo.ivel a descon-
veniencia de rt modo de pruceder-se a arrecadarao
desse ramo de rendas provinciaes, (Invalido auu ..-
beila a porta a' fraude de r-pceuladores. Ere un
clamor justo da lavoura contra o desfalque do pi-
lo tornear oa Babia, e a ene clamor aeompsnhava
u gemido dos cofres.
Meu antecessor arabou cum esse pessia
de aireradara.i e-labelereuda a fiesada il,.
BOtla provincia confeccionando o regulamente de !
da. le eren o de 18.54.
Quandn oulra anlagera nao Irouxesie e>-a nmli-
da, battava a de apresrnlar liquida a renda do asn-
ear e de hvrar as mesas de rcudas e a Ihesouraria de
um (rabalho complicado, quasi sempre imperten...
e de dillicil. tale impossirel exaclnlao.
Mas desse acia, romo veris do respectiva belanco.
se moslra reconhecida vautegem n.io > 11a arracada-
cao dos direiloi do assucar, como nos de man qoc
subiram ha muilo rom a liscalrssrao dos guardas
erradas pelo rrgulanienle.
Uin so argumento bastara' paia demonstrar aa
vaulageiis que reiullaram para a provincia da peo
mulg.ir ",o do citado regulamentu de de fevcrciro
de IK5I.
Nu auno linauceiro de 1X52 a IKVI qoe a|ircson-
tou urna glande safra, evporteadu-e U,7:12 rano*
feaden o as-ucar 150:5i25272 rs., 110 auno de IM5t
a I --i 1, ja em execucao o legnlamcnlo citado, sendo
a safra de 19,847 caixas, menos do qoe aquella.......
2),r) caixas, .en leu o assucar |o',:'.i|ii--,.u. rei.
Comparando a quaulidade das caixas deste, ese* a-
quelte anuo, hoove urna differenfa de mais de me-
terte para menos : rumparando as rendas em pro-
porrilo, houve um 1 d.frerenr.a para mal de nm toc-
io ; he pois iuqu-s'.iuuavcl a vanlagem do resala-
mana de 2d de leveretro de ISM, com ludo anda
nao esta' bem regularisado esle ramo o man impos-
tante da riqueza da provincia.
Vio me parare ooiiveuienle qne para a coliram i
dos direitos da assucar se l.u-que por liase o ploro
porque be vendido em oulros lugares. Devesn-se
robrar os dirrilos pelo preco qne lenhain os genen -
na provincia, I uinn lo-.e para esse lim as necesta-
nas providencias, alim de qne baja urna pauta re-
gular.
Os negociantes que comprara 01 -..acares lazein-
110 sernprr por 100 rs. menos em arroba do que o
vende na Itohia. entretente qne o lavrador paga <
duedos sem este abalimeula, islo be, paga na raan
de 21 o qoe vende por 20.Esse estada de Coass-
deve r.es-ar.
I.oiu a medida que m-ie senlju se tomar dar-se-
ha uin pcqueuu rteciescimeulo ne>le ramo de rerei-
la : e.'nli ra : o rre-rnuento de outras leudas lu-
demnisara' a diuiiuuic.ui desla ; e em todo caso, alli-
vic-se a lavuura desse ouus, que nao I lie he pouco
pesado.
O inspector da thesouraria eiu -ee relalorm pro-
poe o impu-to por arroba de assucar sem disiinrra
de qualidade, toman I>--e o lermo medie entre n
preco do brauco e du mascavado.
Nao regeito a lembraiira, qne vos devidamente a-
preciareis.
Carregamento dos navios 00 aucoiadonro da
capilal.
Meu antecessor pur aclu de 1 do aataSJS IHV
or icen o quo d.. I. de ootooro do mesmo anno em
diaute so fosse parmillido aos navios carregar no ao-
coradouro dcsta capitel.
nhao de idaa e de seiilunenloi qne era ai epoen
gloriosa.
\ ivem a parte ; urnas se lanram em urna humil-
dade positiva, prosaica, que limite-lhes a ida
a cunterrao dos aeus doces, e s conlas das sua-
coznheiras, oolr.is vivera era urna frivoleira laoex-
ecsiiva, que um enfeile, um pedaro de renda as oe-
cupa semanas luleiras : emfim, o menor numero -e
concentra em urna dignidade mal entendida, rollo
cadas ciu um mundo de auuhos inaceaaiveis donde
nunca deicem.
Entao os horneas dest arle i-ola.lo-, n-i leram a
piopria reta* incapaz de goia-loi. descooheceiu a-
nulhercs que se deseonhecem a si propria. icpnlam
as inulherrs enancas a quem se deve permillir brin-
car, nu brinquedo, que portera quebrar em ron-e
queucia du 111,11, fulil capricho.
Ja nlosibendo qacui poda conduz-tes e esclare-
ce-te. aa estrada, e atttJnaaet a si proi,nos, e de
vairararo. abaniouirain as veretaselevadas.ptlMe-
Irada* facis dos iuleresses materia
A' terra (pie a eavalleria rava da le das raat "*> e ioclinaroes natertes. seulimenlu que ennbrerc, que tran!loi'ina."q'iie Irs- I l^"lu, r*'08 eus ul1111"" ''splcnd,.,.
rrencas religiosas, junl.iv.i ella a rteriir irao. .Nunca 1 -;io a eavalleria coocedeu o mais pequeo lu- *'*"" '. Assim, a eavalleria desappareceu, mas deivou Ira-
^"'."-"-".'i! a"'.,ia..'r_^.r'.v.e.f,.s-u,:.." V" ""',l'"- T'e "'.......T\ ', i,' mi S|.....Ca'; """" VHS'''! "' p,wb*1 ",ai"r "* ",,,or- consagrando a mu- i Entretanto, cuno a cavallcri. linha principios se- [ C que os lempos nevos n apagar..,, imp iraio nu
lo que na niane intua. ....... : Iber nina parle do seu culto para rom o bem. veros sobre o desinteres-e dn amor, n.io via o amor ajiodo homem ideas de juilica O de honra para
iro, jura- m.s, denlro era pouco ainda se npernu urna lova I no rasamente, via ao ladu da uui.io grave, tranquil- =''ar-H,e a caben e o braco graveo-lbe sohreludu
Iransformarao. Cheem o seclo XIII, e foi esta a |la, indissoluvel, consagrada pela igreja, oulra uniAo....."enlim-nlo d'amor puro c elevado para guiar-
-11a poca grande e gloriosa ; espirite religioso, mn- apeixoufda, voluntaria e Itere romo um segundo ca- "' coraran, e comlado legnu as geraroes moiler-
Na vespera da admisago, o aspirante rrcebia una l dilirado por um espirite generoso de bamanidtde,
toga encamad-, svmholo do papel sangrente que ti- espirito amoroso e galante, imperio das mulheres,
Os lempos progrediram, as mulberes ficaram airas nba a rapa atentar no mundo. : espirito de valenlia c de ponte d'honra, eensideradoa
los homem, e sem ler necessidade de saber lodo' Os cosime- eran grosseiros, mas comludo aran- como regras de moral, (estas, loraeiot, eliquelte',
planto o homem abe, tinbam necessidade de com- | Iber era protegida com pailio, e hornada romo se 1 romances de eavalleria, ludo isto se desenvolveu da
i-unservamos nada disto, temos una desconanca,
al(* um despiezo reciprucu.
i* nao he para o homem ; aqnillo que he grave e se-
rio para o hoiiiem, ji nao he para a raulher; a igual-
darte peranle a lei religiosa e civil nlo he rompida,
a igaaldade da vida intima tambem nao o he ; ,1
iiitelligcnc 1 das mulberes ja nao se acha na aliara
da sua alma.
va defender o fraco, a viuva, o orphao
talla.
don- ,
sanenlo, e ao passo que de
oulro gerava as bellas sccoes
Assim. enllocadas au lado do homem, ella lem en- '' *?" ''"C i'tTC*m c'" -'-".a- que nao podenam ga
Ir o-dedos delirado, a mais irretillivel das alavan- ''"' '"".as, n.nidcvem ler sobre .s toom-dr-
cas, -.......Ilen-lcr-lhe as alvas raaos na duecc.io da- 1 ~ ",u"d" oulra ac-jao que u m -,eja a da dorraa rr
qoillu (neo liompm chama orgnlliosanteale seus aa-! IC:"',u,l'l e da mai.ivilb .-j in-pirai.aot'cque -.-o do
nasciam os lilhos, o ,h Wa simples e preciosa cousa, > hrroi-mo, o
oismoque n'unia Meiedade inres-aiilcnienlc mais
gocios. ellas Ihe inspirara (oda a sapiencia lmala,
Inda a coragem e dedicacao (|ue Dos Ibes de-
posilou 110 espirito.
Por minio lempo, dittiDOi nos, as mulheres tive-
conacioncia do grande poder que existe nellaa gp'eni tmente lilla
teda*.
h he aade o berro que a sua imlucncia deve 10
mc.-ar : rumpre que entreo nos deveres de mal e
siin como nos deverr- - que lormern fiemen*, a
ludo isto se oassava tob a nrolerclo dr orna lei "' e '""> l"'siliva ebegon ao ponte de ser ronside- I Pnlr.m"";, ,0",l'0' "'V^\"' bar dolas ron- '< da em que rnlra.em rum,-,,nento .1. grande
iuuu io se pa. ava son a prnicc.io ne orna iri ( r* -luzu u hoinpin a pratica das grande- cousas, e ei mis-ao, o serillo rerobrar., o generosa eiitlm-ia-mo r
severa de discricao pus que sqa|qer dama hnha I t-"" um absurdo. qoe depoii de mn..... anuo., por nina especie de I a- aofam aaqsirneSos .te Mtlm> t"m"Js ZtZZmm
prehender turto quanio elo sabe, e fallar a mesma I honra a lieos." i maneira mais b.iihanle. "" f"" ',,! '""..'"'.'V ^'"a"",'' 1 .,'";l' '""" '* 8,nor. T'e 11.-lempos cavalteirnso levara o bn- dc-rnnh ,n.;a que 11.1 > be abnegara.,, ees
.inga., erabora nao conbecesse .odas as pa.avra-. Ass.m, a eavalleria con.inh, .0 mesmo lempo urna I O cav,.leiro pe.ejador do secuto XI, o cava.leiro I ZSSZtt&'^SES't Itebam eX s^sig" I ^.^^1. s'SateV!?^ em' 3? ,M Jo^tX.t.^amse Z
-- ,- ...o c.pecie de I na ootnx-l a-|iirar..- ne oulros temp....
...!'""" T'e na- lempos etvalleiroSM levara o bn- dc-conh mea que nai be abnegara.,, censarais de I atlendilo por .-lias, -er.a este o mai- bello Irinmphe
arredilar era il, ce.saram de exercer o maravilhoso 11a poderiamos sonhar.
cora,uu-' .IbUaiaHcIhral,'..
MUTCADO"

ILEGIVEL



o pfunfiro vice-previ den le, Si. bario de Maroim,
6M razAo 4a raldinidade porque eflava paswaiJo a
provine.,! corn o rl'.ok'i.'-iHM lm-, julj(u(l rtfilVMiien*
lt! e*pi^^r esse pra/o pira o ptimtuu de ou'bro do
Corren!? airioo.
atoase ;tod> ri'-nii.ifii vnntagensreconhecidaaa1 Ikmi.
da RacalisaKio, que n > eialo artaa<, dMominadM o
Irapiefiei enitrmea duianciaa posvivel. ajni u, peh-
grande numero da goardui que he nitier manirr
I-ir lu.io* ewMrapWlies, iJ.iii.Jo per nica g^raulia
de seu i'ioctrirueolo i so; coiiwiencit.
KCoitti rutarse-ha.)
Bll-fl t Pr^B'-i s CH:A FIIJ.fi 13 OTU M M I8&6
P4G;^sa AVULsa.
:
CJllt!
r
IICH
18:>(>.
RECIFE 12 E OLTUBKO DE
lihTKOSPECTO 8IMAM.
A 6 MOKAS DA I \!..'!..
Segundo a* no[ ca receidas esla semana de va-
rids ponte* ,!i provincia, auiiuuciaiii a permanencia
ua "1.1,-in do wc^n publico.
O -I II I." IH\ .Tilo, ijijlM li: I) 'llirinh .'i I* uilo
me/.es, fi>i substituido por ara Verte, qut-, senae li-
ver o niesmn peno lo de durarau, JA lem prodiui lo
grande valer. Comtudo as louvoras aluda se nao
resculein deste resultado, c pela contrario oflere-
i em umaculheila Itsuiijeira. Toda a gente nutre es-
prenlas animadoras acerca do auno futuro, lien.
permuta quu estes clculos nio fallen, puis que a
vida ja se vai lomando mu dilllcil entre '-, e cus-
a a crer que na patria adupliva da cana, onde u as-
sucar comlilue o principal ramo de riqueza, us ve-
jamos obrigados a dar 140 rs. por uina libra de as-
sucar de qualidade inlenor. Assiguam como cou-
sa desle pheuuinino a calamidade epidmica, de que
Ionios victimas, l'oreni parece que es>a causa be
mais phanlaslica.do que real, poi-que poucosfram os
vngenhos de-la provincia, que soljreram perdis gra-
ves porscmallianle mulivo : aiuda repelimos, cusa
a crer que entre nos uina l.bra dn asquear se venda
por um preco mullo luais elevado do que se
vende na Europa, para onde expoliamos este ge-
nero ; de sorlo que, a durar semelhanle estado,
acontecer' cnlie us o mesiue que acunlece a po-
pula (Ao indigente da Gia-Brelauhu, a qual, segun-
do o lesleiuinho de alguna economistas polticos,
nunca tev< t prazer das docuras que da o atracar.
Nao sabemos qual seja a razAo sullicieote do que
vamos dizer, mas, consta-no*, que algumas casas es-
trangeiras aqui existenles ja' cunsunimera assucar
punlic-do na Europa, que uem por isso llie sabe
inais ciro. do que o de priincira sorle relinado aqu.
Em fiiitrti lugar desle jornal anuunciainos o pro-
jecto de uina fabrica para o melhoramenlo do fabri-
co do assucar nesla provincia, lie limito provavel
que a idea iflo morra, e se traduza em um faci.
Vssim, estamos convencidos, que sh as re
Olinda.Achi-se |iroiu|iio o baldi
mandn razar no pantano daquelli cidade, para que
I lo.-c da ab.sleei.tn u'agaa ; o iui! re-la, porem,
*.io as piulas ou tepagens dessus leva la-, para que
encana: do e leprrvaudo is ai,as do Belteiibe, baja
abundancia dense el. media de priraeira uercasi Lde,
de cuja f.dla lano se resulte aquella amiga capi-
tel, stm du ida dipna de inelhu mu le. A falla de
agua p.lavel em Olinda clama a fa\or de urna pio-
videncia que ponha aquella ci la le salva du horrores
ila sede. Es-e baldo, coin elidi, lem de nu
lliorar mullo a tninlirAo das habitantes de ()-
lin la, conmiclo, porm, que qoanlo anles, se
folluquem as perlas respectivas, paia que o po-
lo de Ulinda encontr uina felicidade que tai-
ie/. os que Ice,n se-sri la anuos anida nao encou-
Iraram n quello luno abenroado. 1 m pequi-no
balde d'agua, lirada da calimba dos Milagrea, vem a
distar imillas (eieefo r:s em qualquer lagar mal*
remlo dalla, e a evbnrbilancn ilo pirro esia na iu
la^ao da lougitude. Em alguna logares em Olin-
da a agua vnide-e e':i ll.indres, como be mercado
n leile, e custa raras vez.es .fO rcis cada um delles ;
I'. porm, occasies que .-!, mesmo lie liavida poi
esse |irr(o. A cacimba dos Milagrea Un o incoo-
venimle deseccar as mare- pequea
des ser invadida por agua salgada.
Sao-Tedro, alcm de seren
CAPITULO 111.
DOS SUCIOS E DESEAS or.Rii;ti;OKs i; IURKITOS.
Ait. I. OesluJanle, que quizer peilcncer ao
Monle Pi Acadcmiro, Jeve dirigir-sa casada
reiili'i cia il l liosoiiruiro para assi.gnar scu nome
no livro Ja matricula ilos socios, e pasar annual-
menli! a quanlia de do/e mil res em <\ latro pres-
lacoes i^uaes: a primeira al cinco de abril, a se-
gunda al cinco ilu jiinlio, a lerceira al cinco de
agOSlO, a quarta ale cinco dflOUlubro.
Arl. i. CeSSS a obrigacao do pngjarnonlo Jas
preslaees annuaes por cada uma das seuintc rau-
sat:
l. Superveniencia da grave difCculdade de cum-
plir a referida obrigar-io, communieada por caria
a quaiquer dos dous secretarios da Commissio Di-
reclora.
-i. Colloi;iio do guio de Bacbarel formado.
3. (jiialijuer oulra cansa, pela qual o socio Jei-
XC Je ser parte Ja corporac.io acadmica.
Art. 3. O socio, que al o din em que llio for
conferido o gran de Bacliarel formado, OU al o
e as raii-''im (!o i,raso marrado noarligo <>. deslo capitulo.
As Incas iie liver contribuido com lanas preslaees, que pre-
Sao-redro, ab:ra de seren de pes-iina ana, como fa,:;lo a somnia de sessenla mil res, ou que doras-
he laiubein uma das do Rosario, pelo verao mini-Ira *..,_,;,., ,.. ,' ,.
iflo diminua porcAo d'agua, que mal se cania com j ? *!' "" f una su vez; recebera da Commts-
ellas. A Mita bica do Rasarlo e a do Cahocn mi- s" "reciura um diploma de socio honorario i
nislram agua snffrivi-1, e comludo em quauliiad benemrito Jo Monle Pi Acadmico I"iial di-
lao diminuid, que nial clieaa para alguns moraJuies,
que inais junta* delles babilam. prpcisan.lo->e o es-
paco ile bora e niela para rnclier-sc um baldo, alera'
de que a ultima esta simada em grande longiiude
da cidade. A cacimba do largo do ('.armo ical
ebeca para os habitantes da praia de Sanlraiicis-
cu, que consliluem uma fraccio diminua da glan-
de popularas de Olinda. vida, |iois, de-las ra-
zes, e das aviilladas sonimas que dispendem os ha-
bilaules Jde Olinda, muilos dos quac* sem poder,
ouaaiuos pedir a S. Exc. o Sr
que se digne epplicar sua m
para aquella anliga e respeilavel cidade, que 'l-
menla ler perdido seos (uros de nubreza, acbande-
se boje reduzida a triste e mizerrima coni'icao de
mendiga, que a cuslu escapando da fom,"v-se
reduzida a morrer de sede....
.Vio ela isto nada bom Dizem que cerlos nio
cus, que nao eslau muilo diiposlOe a servir ns
-mrda nacional, recorrem ou as iiis|ierlorias do<
quarteires ou as malriculas dos preparatorios ; e
que razar, se a le he t.lo expnssa 1
Pedimos a cerloempregado, que lem privilegios
de pedagogo, que quandu sdmoeslar eos meninos,
Assirn, es.aino, convencidos, que sh as raiacMs po- ,cj; em {erma; habei, e qile nao"offendam.'"7a;"'o
lilicas.sociaes e ecouoraicas.u nosso paz ha deenlrar i nf .,,m !.__? m i. '
en, urna ova pilase no dominio agrcola. O projec- q fm' '" "mem "*" mo"rar seu po,ie"0'
lo inda menos importa que a subslituico do traba-
lbocscravo pclolralialliu livre, aprovcilaodo-se des-
t'arle a parle da populaco indigena lluctuaute, que
por falla de occu|iarao serve boje ile alguina surte
coiuo inslrumento de paixOO eslranhas, e quasi que
nao ulTercre garanda algii.ua, nein quanlo a' urd-m
pulitica, nem quanln a ordem social. Os individuos,
m|capila'es que deveni conslituir a empreza, sao
cslrangeiros. He urna cnml qh lisongeira que nos
anegara um prospero resallado. Entreunto, cons-
ta-nos que alguns agricultores,naluraes desla provin-
iera mostrar seu po
reprehende alo porque andam os meninos cornos
ps pelo chao".' I'ois, charis que uno lem poder para lauto.
Ilizeni que alo se Kupporta a quaulidade de
aguas ptridas, que se derrama na ra da l'enha,
de certas casas, alias ennbecidas, e que nao ignoram
o mal quecaus a salubiidade e limpcza publicas,
no enlrelaiilo, seiia bom queo Sr. Lucas nao con-
einla, sabendo donde parlem ellas, que ass.m se inu-
lilise uma ra, ubrigaudu a andare noile de
chapeo de sol.
i'oi preso pelo inspeclor Vianna, Anlanio Piula
Apenas enlion nesle porlo um vapor da nossa car-
reira, viudo dos porlos do ral.
A capital rio imperio, e todas la outras provin-
cias daqualle lado licaram Iranquilias, e as eleiries
primaria* se procedern! paeilicamenle. leudo sido
disputadas em dodos os pontos pelos partidos belige-
rantes da nossa poltica. Pur via desle paquete suu-
lienios que o vapor Frawr, perlencenlea coiii|iaiibii
de .Marselha, Incendiar.i-se no porlo da Baha, lio
um sinislro mu prejudicial para lodos aquelles que
*e inleressaui pelo progressn uo paiz, e especialmen-
te para a compauhia.que eslabtleceu este no\o ser-
vico sem sulivencflo alguma do gi-verno.
Por tallarines nesle as-araplo, nao nos podemos
cvimir de fazer algomas reflexoes cerca do serv-
'.o de vipores enlre o Havre c o Brasil. Saudamus o
rslabelecimeulo desla nova liuha, quando ella inau-
aurou a sua primeira viagem, porque vimos que era
mais uma condicao para accplerar o d I da nossa presperidade e civilisacao, e anda mais
) nosso enlhuslasmo cresceu. quaud.i observamos que
a empreza oflerecia o inesnio hTie de garanda quaii-
lo a toa pnnlualidade, como os vapores Souihaiup-
lon. Infezuvtile, ligo obslanle M vantsgens que
a nossasiluacao oirrece a lodos os navios, que bus-
cara as aguas do AUenllcoedo Pacifico, dizem, que
os paquetes do Havre lian locarlo mais nste poni
de escala universal, que smenle patearlo pela Bi-
!iia em seu deslino ao Kio d Janeiro. Nao abemos
qual seja u grio de veracidade que merecam seme-
Mianics hoalos, mas o qu be carta be qae o vapor
TasaiS, que sabira no da S do passado do Havre,
segiiudu eslava aiinunciado,pasjr.a no dia II es > ho-
ras da larde tilo prxima do Ierra que loda a genle
soppoi que lomaria ele porlo, e al o lelcsrapliu
...inuuciou a soa chegada, n,a. infehzmeule no i 0 s'r" mi'n'ilioqu'nu
arouleceu essim, e seguio a ua derrua para oSul. '
tiousla-uos qne a segunda linlia de vapores, esla
helecida em Koulbamplon, encetaria as suas viageus
nos lins do mez passido, in.is atieguram lamb-m,
I un os navios nao IncarAo aqoi. Parece-nos que sle
hoalo he destituido de [andamento, pois que se-
gundu o progrmma ananneiedoJ os vapores sao de
pequea lotacao, o que Ibes perinjitte entrar no mos-
queiro.
Bata noticiaeo procedimenln A< Cdiz desgoslaram
profundamente o commercio desla praca. Nao po-
riemiK aliar com a causa llicij-iile d'e semelhaale
atleraci, mas, parece-nos que o estado do nosso
porlo deve cunlribuir ale certo pimo para esle Insle
re 'ili.niu. Como quer que seja, comnre que se mella
niaos a obra, e se remov esle ojhslaculu, Iralando-
se quanln anles dos melhoramenlbs que se projertam
acerca delle, e sirva esla lico psa estimular aquel-
les que podem lomar a iniciativa nesle negocio de
cuu*equeucias incalculaveis para iiossa prosperidade
e civilisacan.
Iivcmos occasiao de saber, emlum dos dias dla
semana, que os gereules da iiciedade da f-
lirica tic lecitto* de qlejoifuo.leslavam dispo-los
para coDverlek e forma da sodedaita em coirunan-
ilila. em coni|>anliia anonym. ssiin qu- a fabrica se
arho nimilada, e em pleno andam uto, s o gOVern!
geral mo sanecionar a lei, nu anuo prximo, que f
proposla na assemhli geral na es So deli auno, a
qual le aunulla o decreto n. tiHT de 13 de dezem-
liru do 1836, e i trulla a's sociedades iuduslriaes em
eonunindlli a diviso em aojOes do respectivo ca-
pital, e e-leal ni re dos gerentes fie fillui de algumas
invectivas l'eitasn forma da emprexa actual, em con-
sequencia de alcumas vantagens concedidas aospru-
prios gerentes pelo arl. 13 de *cus ililnlas,
Nrto he O raavel das vanligens pecuniarias, conce-
didas pel.-i (lila arligo, que fstimulam os individuos
que se oill.ir.ii.irii .i frenle desla empreza. he o nu-
ble desojo de cnadjuvar o projecl" do Sr. Dupral,
cuja dedicaco a' prosperidade do Brasil e de l'er-
uambucu era parlicnlar, he rabslmenle conhecida
lano aqu, como em outras parles do imperio, onde
ler liabilado.
Mies lem considerado como inui prejudicial a' pro
liaran!;: .Achara se em Buique os Srs. jui-
zes daquella comarca, l)r. Jus Bandeira de Mello e
o l)r. Jo.lo Francisco Duarle Junmr. Aquelle foi
abrir a correicao e jury, lendo determinado en-
cerrar a correicao nu dia (i do crrente, cora una
audiencia geral, reservamlu a abertura do jui\ para
o dia 9, O lr. juiz municipal foi para presidir
o jurjBjbo iinpedimenln daquelle. Esses dous juizes,
que na realulade vivem no raelhor accerdo pussivel.
porque ambos sao dignos do alio cargo que uccun.im
na magistratura, ecompreiiendem perfulainenleque
a oaia he u innvel principal, que loma rtspcila-
dosaquells que, a frente dos negocios pblicos,
s,lo abrigados a manler fraternalmente a uniao da
soriedade.
A eleican do Beiqe fui l'eiu pacificamente, e
nem era de esperar oulra causa de um povo lila
cordato como o daqutlle mamicipio. >"a villa de
laraiiliuns, Crrenles, San-Beulo, Papacara eAguas-
1'ellM, ludo curria sem alleracao ; a barca eldloial
bordeja mausainenle no lago-circular de (jaraubuns,
e de vez em q'iaiiilo faz. signal de |iassagiro. Com
u aviso hjdrographleo du nosso correspondente da-
quella villa, sii naufragara se houvrr expessa cer-
rarao, que encubra totalmente as luzes dos phanie*.
O delegada eontinuavs a marchar em terreno so-
lido e arrimado ao bonillo da nlegridabe vai cami-
n,ando, emprc rodeado de lleicoe-. >'ao sei se o
leilor a sabe que o digno delegado, eaniUo, do 10o
batalbao e rommaiidaule da farca volante da comar-
ca de Garantan*, redeu os seus emolumentes para
as obras da matriz ; parece-nos que anda nao refe-
rimos esse aclo de desinterese da dislincln capiliio,
que, no entretanto, beum nililir pobre, que se des-
fez de um nico escravo, |iara poder transportar-'
do l.imoeiro. Dos lie d quanlo anles o majoralu,
> que us OOCI.
Na iexla-feira foi concedida a demissaa que pe-
din, da subdclegacia de Santo Antonio, ao Sr. I)r.
Iluurado. Cnmpre-nos agradecer ao Sr. I>r. Ilou-
rariu, em ama do pivo, os bous serviess que Smc.
presin, durante us anuos de sua administrara',
policial. Perdoc-nos S. S. se olleiideuios a sna
modestia.
De (iaranliuns parliram para o liniqae, 1 pre-
sos de justira, fura os qu do llreju foiam manda-
dos vir pelo juiz suriplenlcdo Buique, e minios que
all se achavam recolbidos.
O alferes da anliga malicia, Mannel II'.\ mundo,
que muila genle o conheci.i por .Manuel Boinhudu,
ni no dia 10 do correnlaf-as 1(1 para II horas da
noile lomar banlio ao lado do sul du lliealro de San
li-lsabel, e la leon morlo. Acbou senu dia 11 as G
horas da manda* o corpo na helra d'agua defroute da
ra Bella, smenle com a omisa vestida, pelo que sr
uppe que foi algum ataque que Ihe den na satrida
do ha olio. Os barraceiros das canoas decalque all
exislem, cojilaram que o finado rhegou na menciona-
da hura muil" a fresca e de capole ; es(endeu-u no
chao e esleve minio lerripo de*canrindo,e depola d>
conversar despio-se e enlmu para" a agua, e mol-
lo lempo foi visto no banhn porem nio viran a
liida porque os laes barcaceirus ja dorman
linda qoeestlvessem acordados s o rlhin sabir
las rniVis de eolios. O corno fui depositado n-
'Saeja de Nossa Senhora do l.ivramnto para de la'
seguir para o cenuleno.
Itr amanha.'
RSPARTI^AO DA FOX.ICIA
Secrelaria da polica de l'ernambuco lldcou-
tubru de 1856.
Illm. e Exm-Sr.I.cviiau coiihecimenlo de V.
Exc.quedasdiilereniosparticipacoesliojereeebida.
nesla reparlicao, consla que deraai us seguid-
le* occnrrenciM i
For.iin presos : pela subdclegacia da Iregaezii do
Kecife, ManoeljJoaquin li.irbjsa, por ebrio e ino de
armas defezas.
Pela sub.lelegacia da freguezia da Boa-Visla
lluro Danisceoe c Castro, por desobediencia.
simia a demora da reaHsarAo de na empreza da ^ a re,l,isiC*iu do dopojilario geral, o prelo McVa-
ordem desii, e que tantas vantagens deve prostor-; vo f'aulo.
cionar a lodos os seus socio*, aos numerosus (raln-i ,l'V' s"ar'1.'' ?L.V- K*<\ |||m. e Exm. Sr. con-
Ihtdures miciouaos que lem de empregar, dando c"1*",o Sergio Icixeira ilc M.coJ,, presidente da
consumo anuualmenle 10 ou 30 mil arrodas de al- l'r">vilicn.O ciicfe de polica, llr. 1'oUcarpu z.,,e,
gu dio do paiz, que depois de leeido, podera' ser ven-1"' /-"*
dido de -Jllla >0 rs. a vara. Sendo preciso p.ra a ------------------
'^^V^^:^^^^^:^: mmmuwm po acadmico
verdldeiro espirito de assoelacgo, que nos falla, ex- CAl'lFLLO I.
isiisse entre << mais generalisndo do que seiehi. O Moni Pin Vrn.lemiro be uma sociejaju cum-
o Sr. Dupral na se poupou ao irabalho para furmur I posla unicamenle pelos taludantes Ja FaculJ i,le ,!.
o cipil.il com sucios de cen mil res a cinco cuntes. ivr :, i p ', '"""- mi racuiuade ile
Se lomen a iniciativa de formar a errpreza por, ernambuco. u tem por lim subsidiar,
.....'"Cde nina sociedade emeommandila.lendo a sua oslimular, u premiar as inlelligencias moralisadas,
frente os bes gerentes, que aprsenla, be purqueque u forluna i!c-favorece, lendo por divisa a con.
vio porexpencnciaquea.direcy.esquefora.nele oladora mxima do Evanglico
Non polesi ar-
bur buia malos fruclus facete ,
CAPITULO II.
UnObOI.OIiO TALENTO.
Arl. 1. Oubolo do tlenlo lio o,auxilio pres-
tado pelo Monte l'io Acadmico s inlelligencias
desfavorecidas da forluna.
Dio* os exames preparatorios .Moralidad"
conhecida Amor sincero IOS esllidos.
Arl. 8. O pagamento das raatricul
las em I8J3 para a COHipanhia ttecife n.lo liiihain a
ICCle nsiSSSSlia, e que ora preciso qoe uma com-
panilla anouxma, para poder runecinnar, fu-se au-
tonsada, e os eslalulus approvidos pelo governo -e-
ral, au passn que as sociedades em rimmandila esto
heas de emelhioles formalidades.
Estamos na quadra das emprezas ; manifesla-se
um i arliMil.i.te (ebiil ne-le genero; em lodosos
cantos, e em todos os sentidos se apreseolam projec-
icis para fundar;.u. de novas coinpauhias, todas ellas
vanlajoaas, he ora indirio]evideule,de qoc a socieda
d* caminha para urna phase de garanlismo rom o
nobre fin de associsr o* |eslbreoa do boini-m i-ola-
dn, e asaegurar os producios da sua iclividide sob
todos os as|iccln*. Em um dos iiumenis desle jornal
lemas um annuncio acerca da lun.l.iran de uma nu
va Msnpanliiai de segaros inirillmos e lerreslres enm
o c.ipilal de In mil conloa de reis. A companhia
garante a pmmpla iiidamni.arai da importancia de
quaiquer sumir oeeorrido no* objeclos seguros, mu-
dHdidu dos premios, e um ibaliaaente as pesoas,
que ni ruda do anuo, b.eiem uma avullada -.omma
de segaros, sao s-couteataveia as vantocens desta An. 4. u esiuunnte .po quZCT obi^r
^ffa^zvse^ssm^,l ^-V0 r*^-0^siou -
postas de segros de riseos de rorlona de mar, oll i a i-ommissao direelura, iiistruindu o seu requeri-
se sena e-i dulcida a agencia di companbii, be um monto com actidao Ja approvagio em lodos os oxa-
yndnis',bal'""1' que '"'ve """"" ,'"lo, "* I""" ; me preparatorios, c atlestados comprobatiros Jos
Amanhia 3docerrenle asi dorase 13 mino- oul!0,1Pwdie,*,sexi8idw ,,U3,;i^ segundo desle
los da larde passi o sol palo parallelo desla cidade "'llulu' P*6S9do l"'r I** dignas de f, o piin-
do norte par* n-ni. Ueos permillida qae este phe- cipalmenle polos Lentes da Faeuldade, que o lec-
nomenu miu Influ em n so e-i.....sanitario, como cionaram, e pelos que o leecionarem a esseAmr
algumas ve/es parece ler acunleci lo. I ,.. .i, ;:.., ...!...___,.:..i. n.m|>o,
Temos o prazer de annuneisr nos nossos leilores,
queorjn lmenlo la ihh- i alia.i .iga nesle mes ea|a
calculado em GOO contos de reis, se nao fallaren) al-
ploma sera Jado pela Commissao Directora a lodo
o Lento da Faeuldade, que lizer ao Monie Fio A-
cademico o donativo pecuniario do sessenla mil
reis.
Art. 4. O socio, que, abra da'quantia decla-
rada no arligo anieceJenle, pagar mais a joia Je
irinia mil reis, recbela lambem da Commissao
Direclora um diploma Jo iircfcrencia. Igual Ji-
m,- ;x:'idra,te >"r ? ''a,l .?!?Commisso "irw,ora a ^
o Lento da raculJade, que, alm do donativo re-
ferido no arligo antecedende, pagar a joia de Irinla
mil rcis.
Art. .">. Quaiquer lilbo, irmo, prenle ou a-
migo do socio honorario e lionemerilo, que appre-
Sontar a Commissao Direclora o diploma de prefe-
rencia o salisfizer as Jumis condiegoes exigidas no
artigo quario do capitulo segundo, ser preferido
no bolo do talento a quaiquer ou tro esludanle,
que nao apprescntar igual diploma.
Art. 0. Cada um dos diplomas referidos nos
anigos antecederles ser passado enircgue ao socio,
logo que esle satisfaga a condicciio, de que depende
a concess'o de cada um delles: os socios porm,
que obliverem o grao de Bacliarel formado, e os
que por alguma outra causa se ausentarem da
Faeuldade antes Jisso, poderao sasfazer cada uma
das condiccOes al seis mezes contados dodia Ja
sua form.ilura, ou da sua ausencia.
CAPITULO IV.
DAS ATTIIIIIIKJO'ES E DETEBES DA COMMISSO
DIRECTORA.
Ari. nico. A* Commissao Directora pertenec
!; I. Conceder o bolo do tlenlo nos precisos
termes do ani;;o quario do capitulo segundo.
5j t. Curar diligeniementc da acqui.-iciio de
novos socios entre os acadmicos.
3a Agredeeer por meio du oflieios, osqnaes
far publicar em todos os jomaos da capital, lodos-
os donativos, que forein felosao Monte Pi Aca-
dmico por quaesquer pessoas, ou corporaees
extranbas.
4. Interpretar c exceutar as disposir;oes dos
prsenles eslatiulos.
| 5. Appresoniar a asscmblea geral Jos socios
no dia fixado para as eleices um relalorio da sua
gerencia, o qual ser litio pelo primeiro -ecrelario,
e na sua falla pelo segundo, anles que se proceda
s eleices.
5 6. Dar posse nova Commissao Directora
na mesma sesso da sua elcico, se for presente o
presidente eleito, ou nu caso contrario al o segun-
do feriado seguinte. ^este caso porm nao be ne-
cessario que a posse seja dada em assemblea ge-
ral.
5 7'. Kntregar a nova (lommissao Directora por
termo lavrado em um livro para esse fim destinado,
a-signado pelos membros do uma e de outra, o di-
nbaira, apolices, timlos, livros, rclaiorios e mais
objectos pertencenies ao Monle Pi Acadmico,
que cstiverem em poder do Tbesourciro, ou de qual-
qu;r oulro niembro da mesma Commissao Direc-
lora. A referida cnlrega lera lugar al o segunJo
feriado que seguir ao da da eleicao, ou no mesino
dia da posse, quando esta nao lenlia Udo lugar em
asscmblea geral no dia da ejejeao.
S. Pedir assemblea geral legislativa uma
verba na lei do on-amento para auxilio do Monle
Pi Acadmico.
CAPITULO V.
DAS ATTRIUUigOES E DEVERES DO I-RESIDENTE,
TIIfiSOIT.EIRO, E SECRETAMOS.
Arl. 1. Ao PrcsiJenie do Monle Pi Acadmico
compete:
^ la Norhear Jous, J'entreos cinco primeiro*
membros da Commissao Direclora para servirem de
primeiro e segundo secreiario.
2. Delerminar por seu despacho proferido
em cada uma das pelieOcs, qne Ihe forem apresen-
ladas para a conresso do bolo do talento, que o
peticionario satisfaga a cada uma dascondiccoesexi-
gidas no artigo quarto do capitulo segundo, a quo
por veniura nao baja satisfeilo.
3. Convocar rom a precisa antecedencia, as-
sirn a asserublea geral dos socios no caso Jo arligo
ui|ico g quinto do capitulo quarto, como a Com-
missao Directora, todas as vezes que o julgarne-
cnsario, ou loe for requerido polo Ihesouretro ou
po Jous dos oolros membros da Commissao.
Arl. 2. Ao Tbesourciro compele :
S 1. Substituir o presidente nos seus impedi-
meilos c fallas.
$ 2. Curar Jiligenlemenle da arrecadaco das
presiariies, c do pagameniodo bolo do tlenlo ans
oiildan les subsidiados pelo Monle Pi Acadmico,
e das mais despezas indispensaveis como: impres-
so Idos estalutos, carias de convite, recibos, ce.
Art. 3. Aos Secretarios compele, escrever as
acias1 das sessoos o loda a mais escripturacao que
Ihes for determinada pelo Presidente.
CAPITULO W.
DA COMPOSigA'O E DA bXUCA'O DA COHIIISSA'O
DIKKCTIIRA.
Ait. 1. A Commissao Directora ser composia
de cinco socios e de Jous Lentes da Faeuldade, um
dos qbaes ser Tbesonroiro, c ooutro Presidente do
Monto Pi Acadmico.
Ari. 9 sesludaotes do primeiro anuo, que
forem socos, elogero um ireniiu >i par m8m|iro
da Commissao J)ireciora, camssma cousa faro
os esludames de cada um dos maisanno.
Art. 3. Os csiudanles de lodos os annos elce-
riio o The oureiro e o Presidente.
Art. -i. As eleices sero feilas por escrutinio
secreto c pormaiora de fotos, rcunindo-so os socics
para esse fim em assemblea geral no s,gundo ferw-
do, que so seguir abertura das aulas. A Con-
misso Direclora os convidar com a precisa ante-
cedencia, d com desigoacao dodia, hora elugirl
onde se bao de reunir.
CAPITULO VII.
DO CAPITAL DE RESERVA.
Artigo nico. \ Commissao Directora
ompri-
Art. 2. Compele n bolo do talento aosestn- ** ^?"* f*n* '* WWjeB rebebidas em ai*
dantos que liveren os predicados seguinles : esdo Banco do Pemnxbuco, c. .ipolices dao-
Pobnua, que nao ha deshonraApprovaco de tMa.PaWM*s'lniliiet omro linio deeradio
publico, formando asm um capii.il de resern
Passados cinco annos he que se pode' tirar do c-
.-, e men- ^ ''" resen*> ^ for necessario, osupprimens
salmenla a quanlia de einiejmil ruis, he uma subs- fara nwia*s Tle n5 excedam de trinta mil rei-,
cripcao annual do Gibioete Portuguez Je Lei-'1 m*? incenla mil reis que lera cada esludane
tura, ser u bolo do talento que (era, no pfi-|8utei(,',Q*fl V acompra de livros, pondo-se en r(-
meiro quinquenio da socieda Je, o esludanle sub-1 Mrvaaiu,0,'mame e,n quantoexisiir a sodemdt,
| a quart paite das prestajes reoebidas.
Di: /.ourenco Trigo de l.oureiio.
Joo Gomes Ferrrira Velloso.
Francisco Ferreira Correa.
Ovidio da Gama Lobo.
Francisco Ignacio Wenich.
Pergentino Saraiva de Araujo Galo.
snliado.
Ari. 4. O esludanle
gems das euiia.las, que se esperan. Me um re-
sullada magnifico que nos auegeri dentro de pouco
tempo uma prosperidade incalalavel.
Filie-erim dnrinlo a semina 'i pessoas, sendo:
J bemens, io mulln ros, e I parvaloi livre: i ho-
rneos, (imulheres c I prvulo, ciravos.
no caso do ja se adiar malnculado em algum Jos
annos Ja mosma Faeuldade. O requer men lo as-
sirn instruido ser appresentado ao presidente da
commissao directora.
Ari. 5. 11 csiudanlo subsidia lo, que soffrer uma
repro ic5o julgada jusla pola maioria dos mem-
0 que livor proce-
vvoiiim:-tiTrcn):?'
bros da commisso direclora,
dimento desenrollo, cessa de
Ionio.
lor o bolo do la-
CKITICA DA CHUICA.
Aimlvso do Ksboro Cfitico-Lilterario.doI
Clarim Litterai-io, pelo Sr. P.eCua-
sans.
Inlrodacfo
l.
. Nao he d'igore que uulriinus a piolan Ji conic- '
.'.n. deque liller.tori portaaueii, no pa-souue i
. he primorosainenle desenvolvida por grande .iine-
I ro de escriplores de reconhecido mrito, va, sndo I
- MTCADT
vergonliosainente sacrilicsda |mr mullos esplrioa
que se ahalancain a culliva-la stu puSfUr ii* preci-
sa* habililiceSa
A experiencia de ledos os das nos confirma rada
ve/, mus ne&la opinlao, para a qual sabejim rare*
e fundamenlos poderoias ; e o- l.cd s que sm*ce-si-
vaneui se repel m, os eaemplos-que pui uma lata-
li lade inqoliliravel abundan a senellianle respei-
lo, ruiicoireiii para deiiunslrar-ii' s. que au an la-
dmi errados neni nosso ajanar, l'iu da ubtervn-
c.iu e iie um aturado exame.
Bmqninlo oisliucloi enaenhes, alinenlados por
nu longo eludo, auxiliados por um sullicienle a-
hed.il de i.ii'as preeiosil, d.- vit idos cunhecimeiilos,
ui.ir. bain seglos no implo esli dio aherlo s fadigas
liltemiis, r adqoirem s ovacoea e a r^puiacao qae
ibes silo devidia : emquaulo inlelliKeneiiselvalas,
liiiicnranilii m.uii.-lar-se nu Mi*lis-imu campo das
lellra*. o-l-iilain ah lodos os rucuisc t que Ihes sub-
ministra uma s lula in*lrucc;u: : euiquaiito mesno
cerl s Islenlus mais rece*, dirigidos por uma edu-
cacao issiaada o m-liiudlia, se luruam celebres pur
ana* prodiicrrics que o mundo civilisidu gi-ollie cem
enlliu.iasino ; urna chusma de escriplores pirasvtas,
em liluiosqueoa postan recommeudar sen bises en
que seapoiem, suslentados apenas por um fulo oreu-
llio. se atreven a sabir do seu obsecro silencio, para
vir. a lace de lodo, inlromeller-se ua lica em que mi
podem entrar as aspiraces justas e raznavelmeole
fundadas.
Desse laclo que ibelizmeule se nao pdela con-
testar, porque he do dominio do pubhcu, lem nos-
cilio es*e alro|ieilu, o.-st especie de coiifusan que
nao puucas ver.es s ha palouteado na repblica das
leltras, com jiarlicularidaJe no seio da lillera-
Inr portogneu deste secute : a qual se acha
ale eerto ponto endurecida pelos Iropecos e dilli-
culdades que Ihe acdiretam a ca.la momelo escre-
vnbadares mediocres, sobre mediocres desenxabi-
los. que nao la/.cin mais do que de*alenta-la e en-
fiaquece-la.
Par ouiru lado, es*as mesmas teaUUva aunases
e generosas de alguns espirllos privilegiadas, qoe se
e-fonam por desenvolver com proveito a clegincia
e belleza da lingua e da llllorilara, renovindtVlhei
indas as preciosidades e rlqoesas perdidas nu dimi-
nuidas pur um Rosto depraiado e eslravauanie ; sao
ceatrabalancadas, quando nao iuuiihsadas, por es*e
envaine de iinpiovisados cullores das lellras, para
us qoaes ludo be poucu, se se nao apreseulam em
publico, ese au fnem alarde de seus proprios la-
leiits.
.Nao beque, ao esprmir-uos de*le modo, quei-
rantos descoil'ieear que mullas vetes ou quasi sem-
pre, os raudos Millos Iliterarios cumrcam por
'iiaiiife.lac.oe* linridas, por indecisas spirees que
mais larde se engrindeeam e avuliam maraviliio-
sas e enrgicas.
Nio he nono proposilo consagrar a idea de que
louos ns lilteralea deven eslrear logo sua carreira
curoados de ludes os laurel* que s podem cabrr dc-
pois de c mininas e perseverantes elaborares. Pen-
samos, sim, que iiiutfaeiii se p e nem deve julgir
habilitado pira entrar nessi dillicil iiiism'iu de es-
criplor, na dilliciliui* lula dos Iraliallins da inlelli-
eiicia. emquanlo mo possuir caliedaesiunn que Ihe
eja periniuidu joaar dianleda sociedade llus-
tradi.
Nao he oulra a razan porque vemos boje (Jo mal
dirigidas, lao pessimamenle inanejtilas |.or muilos
aquellas mesnis amias dequoouirus se iproveila-
ram com lana discricilo c lubilidadi.
iNio he por miu n mulivo que a liogui e lilleralu-
ra porlugueza*, tao rniiuus*, lau enriquecidas de
brilhanlcs recordaces, lao lielmenle comprebeiuli-
das por lantus engullios de primeira ordem, vio
lastuosanenle degenerando, peulen lo o seu uatu-
ral esplendor, e asisiuhan.lo-sc |iouco o punco de
um pe iodo de abutiinenlo que parece irreinediavel.
Ihr se-hia primeira vila que esses escriptures que
Uo desaiiudinente se leen ingerido nos desiiuos
ea repobliea Iliteraria, ese leem abaUeeido a de-
vassar as alias resines d intellgencil e da imagi-
ni^ao, Imam com euibaracos pruvenienles da pro-
pria causa qve se prnpozerun aliracar. Dir-M-hlI,
purvenlura, que esse campo queelles,'prelendein cul-
livar se acha respigado de mais, e iienhuns elemen-
tos de vida Ibes podem proineller valiosos resulta-
dos. po/. o seu aai'.igoso camiiihar. Mas nada disto
succede :i causa do pienomeno que se experi-
menta be uulra.
Ouandu o espirito da urna crilica vigorosa, em
perfeila hannouia com os principies de rallo de
um delicado goslo.lancou os fundamenlos ama no-
va escola, que lem por ubjeclo a regeneracao da
li lardara, lazendu-a pruumar cada ve/, mais das
talas da nalureza, e liberlando-a du imperio ei-
clusivu de inligos preceilus que nao podem ler mu
valor abtoluloe imnrcscriplivcl ; facilitn, sem do-
lida, maior eipaasae nos voosdo engeuhu, is crea-
cese.p uitaneas da fanlasia, mas au sanecionou
como elemento de ordem a completa Inverta de to-
das as regras liada as mais judiciosasj e dignas de
sena allengfe.
Nio quizlram aquelles que se empenharam nes-
se movlmeato estabelecer em contiapoaico ue uma
doulrina al cerlo pumo abanfjonada, a eicessiva
llieotia de urna libertado absoluta ; por que viram
que sob a inlliiencia d'esse poder lao discricionario
e illimil.do nao eria das coasas mais raras um des-
vio da inlelligencia, (it-inada pelos prestigios d.s
iuuovsces, e dlrigid a esse bel prazer no circulo
iiiiin'ii.n das composices de Indo o genero.
Procedern! com clrcamtipecamesliidaram o daten-
volvim?iilulilleraru) ale aquelle momento, exianina-
0 seu natural andamento, analysarani-lhe as eondi-
ram cs proprias a sua verdadeira maiiifeslacao.ob-
servaram alenlos ale onde se prsla"va a necessidade
urgeute de muddicar os principios funiameiilacs u'-
arle para melbor identiliaca-la com i nalureza lias
concepces do ensenho ; e procuranm firmar ama
conbinacau de formula) que mais sadsli/.essem as
constanlrs eviganeias do progresso, na marcha ej-
pansiva da linmanidade,
As.im etnseguiram, depois desse precioso Iraba-
Ibii, fisar um bem concebido systema de leis aprn-
priadas a Bovasileafati nuva que ia surgir para as lel-
Iras.erassarmais ampios horisonles aos seus esperan-
cosos milire*,3lo all pela maior parle adslrictos e ir-
regularidides de ama cege eimilarao classira.
Nem piv islu foram lineados nu esqueclmento, ou
volados as desprezo, os napreeiaveis llusonros de
litleritari que Irausparecem inda hoje furmosot e
opulentos em lanas obras eminentes modeladas pe-
tes aniigis ivpos de crilica e de costots joias da
coroa brillante com que se adornar mi gregos e ro-
mano*, cassicos em sua essencia, un seu pensar, nos
seas escribios, as suas producOrs maravilhnsts, alo
ilemiiai'im,por cello, com essa ihase diversa, com
essa muuinca no rigor das formas e da doulrina.
Ueuascenm as lellrashe verdade, os destinos
de uma reracao nova pediram nova direcao : des-
ponlini una escola mais livre do que a anliga : mas
a razio e a philosophia na a abandonaran! aoavil-
lanle jug das extravagancias e dos desalios.
A Eunpa moderna que h.via bordada daquelles
povos anigos tantas recoida^ies de uma gloria
immorrrloiira, que enlrou lamben na estrada d.i
civilisaca e dos rnollioramentos lillerarios e scien-
tificos.deioisde ver-se agilada por conlinuas lulas, P
balada lela prenlenria feroz de seos barbaros do-
niiuadoris, foi o Ihcalro em que ess transforma-
rn provtton pileiileou-sc com Indo o briiho e on-
de o e-prilo humano, ancioso por nina modificaran
que Ihe [odesse irnar ventajosos resollidos, come-
coa i ob-i dit rcgeniraeSo, da renuvacao do hom
oslo, anbaeiaeodnranle o periodo da decadencia,
pelo* bullereis raltlvadores de Uto abundosa terreno!
l)e enlao para r, moa poca inleiramen! diversa
ihnu-se r.in olios e a inlelligencia do observador
e do amante dis lellras.
Niseeu umiidoulnna eih ludo dillereule da que
dominara alniao ; novas tendencias encontraran!
um paco nuil vasto cin que se podessem dilatar
e a fenle enran das inspiraees acbou n'uma arle'
mas aproslm la ao naloral seus fecundos e im-
portanies rrnrsos.
ComeeouafaM pura diilerenles puvos da Bnron
una rovolirao, cujus efl'eilos a hislnria nos mo-ira
que lem si u mais ou menot felizes, maia ou menos
rpidos. se:undo o grao de forra que cada um ein-
pregou na nltura Us lellras, c a somma de ele-
mentos con que d'anle mo ja pudiam conlar para
mprehenser esse esluda.
A" litlrratara cla.ssica, a e-s-i lillcralura vigorosa,
Khllira, da qunl lio primor osos frurlus collienrri
por vezes mu os engenhos distinclo*. mais ou me-
nos liis.. observancia dos nreeeiloi da anliga escola;
a cs*a liilealira que desde a poca da renaieenra
prnpi menle lila passou a ser cultivada em quasi
lodo* o* pilles do continente europeo ; succedeu
por fim, urna denominada romntica, mais livre nos
seus viVis, m.ii* indepeadente nu seu dominio, que,
sem alijursr 'le lodo as velhas erticas da civilisa-
c.'o grega o romana, em assunq.los" d'essa ordem
1 rocuruu eltli-lecer, de ac-ordo c mi as inspiraees
da naliire/a creadora o inventiva, um g0,|O m, u
rado, nina Ineorii mais deseinbiracadi de e-lorvoa
nina linguagem in lis pura e simple, na tradnrc.ln dn
rasgos da imacinacilo.
A Allemanlm. i i'rinca.a-jncUlerra e a [talla, qne
ja ocrupavan uti Ingar mpnriante no 'mnppa' das
nacos illustradas, desde que a loma la de ConsUotl-
nupola 'ihrigon a refuciarem-se as resides ncciden-
lae* muilos dos mus insigne* sabina .. liiicralns dn
Oiienle : wse paires que depois da poca dos ira-
vadore*, do panudo das cruzadM e de mnilaa nulr.i*
evenlualida les soriaes e politieas, caminhavam ua
senda dos melhuramenloa e du progressn. receheratn
lambem influencia desea poderosa revolarse que
hein depressa priiieipioa a manifestarse nos* iraba-
lho* e esrripln* dus seus mais elvales caracteres Ili-
terarios e scienlilicos.
No meio. porem, dessa lolal aguaban, era impos-
sivel que a Hespauba e Portugal, lao ligadas as fon-
les da renasrenca das lellras ; que hiviim passiio
(lar tantas .tuininare-eslranhas, e quede todas ella-
recelieramm.il* OU inenus iiiifiulsu* fura urna civili-
sacao aseendenle,en cons-quencia de reiCClo nevila*
vel dos eapirilus e das ideias, permauece-sem n'um
eslado de iininohl lade e parad-aco. As leu leticias
pata luna ordem de cOMiatz, na eapAera das scieu-
cias e da- lettris, se di spmvolverain lamben nu meio
d'elles; e as lenlaliva para a refarma operada nesse
sentido appareeeram, medanle us esfurcos de enge-
niiOl de primeira forra.
A' litteraluri pnrlugucza coiibe, por lano, repre-
senljr um papel diguu de sua reputarn n'esse lliea-
Iroaqae eram chamados osnovosseuieadores da vinha
inlell'Croal : e d'lhi beque dala una mudauca no-
lavel que se observa no geniu da lillcralura porlu-
gueza d'este sculo, encaoiinhada nos spus destinas
rom litier lade mais ampia. Como a lem cuiuprrhen-
didu os judiciososcultivadores que simia ilu- resiam.
lie l.uil runfiecer, h vista desle rpido esbozo, que
por uina digress.io necessaria somos levados a Ira-
car, qual seja a razo do falal pheuomeno que se
observa aeluilmenleem relelo es*a mesma hiie-
r.uura ; e fui so par rhegar i e*le ponto, para d.i-
lermuiar a verdadeira origem de 1.11 inquestionavel
ficio, que nos demos bu Irabalho de fa/er esla bre-
ve inut.se di mo lerna Iillealura poilugueza. ** .
pul*, be uina verdade incunle*lavel qut a bella CIU-
* da teiiuvaco e apur, inenlu dn gasto, da qual de-
pende o deiramamento dis boas i iras, do* pnaci-
pins civillsidores, e alo u rumor apeifeicu menlo na
cultura da lingua, ao pa*0 que prugride pelos es-
lorcu> de h. uilis-iinos escrlplures, vai sendo negli-
genciada e pervertida por muilos espritus mediocres,
que nu fizem mais du quo lelirdar-lbe a inuvimen
lo ou arruma-la; a razio e.-la na luisa apieriar.au que
e*ses ltimos lem falto acerca da moderna lillerilu-
ra, no crio cun que se nulierD, suppoudu que, para
mineja-la, uenbuna difflculdade exisic. ou ala ne-
I cessarias puucos recursos. Ouln nu poda sera ori-
geni desle pheiioiiieno. qae, a primeia visia, pare-
; re extraordinario ; mas que o observador perspicaz,
le inlelligrnle comprebenderd, s.in duvida, quamiu
I pieslar seria allenru ao complexo de cireumslan-
I ca-que o acompiuhim, e sem as quaes estamos
, cerlos tle que elle jamis se puderia manifestar.
t.om tliir o di/.emus : aperla-sc-nos o Confio,
' quando, ao COulemplar o estado esperanzoso e le
eerto poni floresrenle da moderna litteritora pur-
| lugut/.a, respirando temosa em lautos escupios his-
, loncos, philolosicos, poelicus e cnlictis.em tantos e-
'< mnenles trabadlos de inlelligenel e de imagiua-
i cao; descobrimos o.me-mo lempo, e quasi por urna
! coincidencia Mil, o peiigo a que olla vai sendo e\-
, posla, em conseqoeucia du depravado gosio, ou da
; ignorancia crassa de muilos dos seus 'Ullorr.<, que,
: sem condece-la, se strevem a deseovolvfr-te. &e nao
confissemos de sobra as Inxes e no abalisade men-
t dos hoiiicns verdadeiraineule illuslradus, que se
chin hoie i lesla dos uossos deslinos lillerarios,
, assirn na Europa, coran ne*le paiz, diriamos desde
j, A vista de lau lamenlavel estado das lellras, que
h.iMaui ebegldoao punto de eump'ela aniquilaro.
. mi locavam, purvenlura, no periudu de una sobver-
so irreparavel.
Eis donde vem qaasi exclusivamente essa nova
I corrupr.i que vai lavrando rom lana eeletidade
I enlre algn, ca lores da lilteritura purlugueza.
Enleiidem muilua que a divisa do roui'iiilimiio he
; a aliso lula desimiijo de ledas as leis e de lodos os
principios que os geuuinos cenhecedores das lellras
eslabeleccram desde os primeirus lempos, quaudu
, uma escola mais restricta e rigorosa dominas a os
espirito*, e eiercia urna crilica demasiado severa
| sobro as producris no engenho.
Pensando as.im, julgaiu que o melbor meio, para
puderem conquistar os foros de bous escplores, he
| vaguear as sullas pelos paizes da imaginarao, des-
piezando in miiie o risur das Turmas, "e. ainda
mais, alrupellandu a marcha necessaria da. ideas.
Como o romanlmo prescreve uma grande liber-
dare, parece justo a esses escriptores que na mani-
feslarao dus conceilos e do* pensameulos se procure
o mais que he posjivel sequeslrar o espirite a' exac-
ta influencias de todas as legras : e, caminhando as-
sirn de excesso em excesso, clles au so esquecem os
mais ululares dictamos do bom gosto, como al se
delxam fascinar p-lo ouropel das inuovares mais
ridiculas, das mais pueiis exlrava Nio ponderan, entretnnlo, que se essa maior li-
berdade he necessaria e conveniente, nao exclue, lo-
divia, i necessidade e i conveniencia de seiem mo-
deladas todas e.s obras, lodos os producios da intel-
ligeaeia humana, pelos |j pos nviriaveii do bom
s^iiso e da recta razio: ignoran, lalvez.q ie anda os
mais alrevidoa rasgos da isnaglnfla perdem ludo o
seu briiho, lodo o seu valor, se pissam alm dos li-
mites que a boa crilica Ibes lem determinad.
(.ollorados nenie, posicjlo, e poMUdos de um desejo
iosiclivel de reproduzir sob as condieos da hngua-
gem escripia os seus pensanentoe, as soas dilTerenles
ideas ; os boinens que assirn nenian julgam-se
aulorisados a discorrer sobre lodos os assumplos, a-
inda os mais tfliceis, sobre lodas as materia:,, desde
as mais Iriviies e coulroverlidas lias escolas e nos
cullegios ate as mais elevadas e sublimes, ale aquel-
las que mais estreitamente se prendem us graves
quesioes de uma transcendente philosophia.
[Cali; o desprezo dos recursos, sem os quaes o en-
tendimenlo humano mal se podeta' desenvolver no
esludo eua cultura dasleilias : d'ahi a indusculpa-
vel lacilidale cum que, meiiosprezande as serias
prescripi;es di razao illuslrada e couscienciosa,
inuilus se stiram no dilatado campo da imprenta, as-
*as convencidos de qure vio oceupar uus aniiaes da
lilleralura um lugar distinclissimu, proprio smenle
dos genios ou dos tlenlos ja provados e recuitho-
cnlos.
lie esla a faialidade a que esla' sugeila presente-
mente a sublime causa da illu*lrscao c do progresso.
cilios principaes ulereases, em vez de seren promo-
vidos com lodo o zelo e disc ipcao, thi se acham en-
Iregoes sorle, exposlos ans Caprichos e impruden-
cias de grande numero de Iliteratos improvisa-
sadoa.
O que he mais para lastimar, no meio de lodo isto,
he que raesmo nesle secute de lana dvllisaclo, lao
perfeilamenle caraclerisado na sua marcha pela
abundancia dos mellioremenlos maleriaes, pela copu
de nleis invenios, por lanos fados que na ordem
social e scienlilica proclamam cada vez mais a ele-
vacilo da inlelligencia, se uesenvolva em lau gran-
de escala esse espirite nu essa tendencia prodigiosa
de ron iipra Iliteraria, case anuir as frivolidades e
aos desacerlos, esse exquisito goslo pelas aburarnos
to hom sensn e da cnllc sisuda e civilisadra.
^ >"o he eslranhn para nos que no correr succes-
sivo das dudes, no caminhar do* aconlecimeiilos e
das revolures, a sociedade experimenta semprr urna
alleracao mais ou menos pronunciada, pasta por
transformarles e modsnCM que se nao piideriam,
lalvez, evitar. Sabemns.alm diste,que tio. grandes
Mearlos lillerarios, coma j tlissc um dos inaiures ge-
nios porluguezes da poca, o Sr. Caslilhc, frum
sempre seguidos da decadencia do gomo : he um
principio admenle deinou-irado pela histeria, e pa-
ra cuja confirmacao ah eslfl) patentes os significa-
tivos exemplos do mundo enligo, e as irrecusaveis
tradieces da Grecia e de Koma, com parlicularl-
dade.
Knirelanto, bem qoe estejamos convencidos da
rea I ula te deste fado que se renova pela experien-
cia no viver dos pavea e das nares ; bero que este-
j*mos profundamente ncapacilados de que he sle
um phenomenn dos miis ualnrars, e de fcil com-
prehensao ; nao podemos deixar de admirar essa
mudanra extraordinaria que hoje se nos manifesla
no estado e nos deslinos da liltentorn porlugueza,
cuja cultura vai sendo lastimosamente menospreza-
rta, e cujos fruclos ainda novos appareccm em gran-
de parle eivados de corro pean.
Sernos os primeiros em ippbudir a regenerarao
des leltras, e a emanciparan do engenho, sequeslra-
do i reslri"la nbserviaieil de minias formulas que
por velhas e carunchosas cahizam no esquecimenlo,
ou mi rrrr; m na* ruinas da IlBi escola : agradam-
mis as tendencias livres e xpHnvas do romanliamo,
comido nos seos verdadeiros limites: maso que
. nos parece insuppurlavel, o que nJu podemos lol--
rar, he que se queira levar esse principio de rearcau
| a lal ponte que se receham como suas necessaria
j eonsequeneia* os excessos, as exageraces e os des-
varios de loda a especie. Vai ama i'mm-n.a dis-
I laneil "o que se cluma ex j lica lefleclida das leis da nova escola, era materia de
lilleralura, a aquillo que *n pode qualiliear-se cuino
| itesrearimente des-as mtsmas leis, como abaso do
1 que ellas preserrvem.
No meio termo, na harmona dos vites da imigi-
I Birlo livre e ousada com as exigencias da modera-
ca.i e do riiscernimenlo, he que esl a verdadeira
comprehenslo dessa doulrina de lauto alcance, as
lelires.encarada geralmenle sobo apparalnso aspelo
do rontantltmo. Ainda mesmn sea furmus observar
nos seus primeiros en-aio*, quando ella comer.na
a ser desenvolvida pelos seus mais deciddm apste-
los e sdanos ; quando apenas desponlava com vi-
cor nasobrasdea seus primitivos propaladore*; reco-
nbererem ns que o fervor de que ell-s se achavam pos-
suidos nao os levou jamis a sacrificar as jodiciusas
aspirares da razan prudente e discreta ao f.ilso bri-
iho das exaggeracoes e de uma pralica abusiva e
Irosloucada. As composiees eminentemente romn-
ticas de tiuelhe ; as ereaeles colluaes do geniu de
Shakespeare, trazendo para o thealri e para o mo
da lillcralura ingiera os germers produclivos ta re-
voluro oper.da as all.it regioes do gosto e da cri-
lica ; os sjnhos arrebaladores da mu* tle Byron,
eorrendo impelunsa pur turto o esparo alieno da no-
vo aos rasgos da imaginadlo ; lodiis os e-cnplo*,
aiuda ns mais livres e independeulrs da maioria
das regras classicas, nos quae* transparecia desde ja'
.i scenielha do uma inspirac^o man viv la eiu-
lural ; ah ettle para deuiouslrai-nos que clles Bles-
mes, por mais que oblssem, pur mais que se re-
monlassem na Idealidade de suas vastas concepee*,
nunca se abrararam com a sombra vfll dosde*ainos
e das innnxares ridiculas. A quero hnuver folhea-
do um pouco a historia Iliteraria desles ltimos tem
pos, e examinado com allencao e criterio us diversos
monnmenlos prnduzidns pete eapirilu da reacio nos
dominios dn encenhn o da inlelligencia homana, se-
r fcil romprhender qne a dia'meta phalange dos
mn celebre escriptores modernoa, adatrirlo a essaa,
formulas de mais extensa liherdade. e menna ncnr
ctassicti, s-, mhnli-andn nma iinva escola, esl per-
feilamenle raraciehi,||, em mni!n> Irabalhos do
mais apurado gesto, c do mili* Ilustrado srnso; por-
que ellos niln rnrreram alraz do bello apparcnle.n
extravagancia e dos absurdos. Se alguns, elevan
( do-se muilo una arrojos de uina imaginaran frvida,
locarim, pur veulura.em cedasoccasiies ao mais su-
hlnne patilla de desenvolvimeiiln nosstvei por meio
; de suas enmposicoes niravilbona seberhas; e n'ou-
j Iras occasies pareciamser ineno* felices, dando vel-
ln creaees menos regulares que um d<,s anligos
i doulrinarios chamara, lalvez, aherraees ou desvos
i iinperdoaveis ; esla rircumsljnria se deve allnbuir
i anles a necessaria influencia das ideas do lempo em
que viveram, purque enlao comecava essa reforma
| nu regener.c.i das Itliia*. du qu > desejo que li-
vessem de substituir os prestigiosos caprichos da
phanhnia desvairada s concepcies robustas da in-
lelligencia.
O trgico inglex, por exemplo.f i um genio, creou
uma esi ola, dislingoia-se essencialmenle de todos os
seus anleceasnres ; e be islo que se Verifici em lodas
as suas obras, oes quaes se ve o I*, pe de uma nrigi-
nalulade que he o seo carcter especial. O drama
moderno surgie deesa as tente mvsierioa, mide lam
i celebre esenpior la bebera suas inspiraees que
|aliida revelam lodo o CITlIleirlsmo, lodas asrrenras
! e croes da idade media. Com elle nasr-u a Inie-
I ralnri Matea*, porque ella. I,-o, como a lilleralura
h-paiihula, rumecou peln lliealro ; e he fura de du
i vida que o genio de que fallimos, detxando de e*lu-
dar ns anligna, uniluu a prinripin os dramas hespa-
nhes, lam cunhecidos espalhtd.is pela Europa.
I Dolado de uma imaginado vivissima, elle pode ar-
rojar-se lora Ju caminliu Irilba lo ai aquelle mone-
lo ; o na 'aiii jue piuvein a lefonna que elle pru- I
dorio, nio su na regilo du draint, como em lo n
llllerituri. lie*|irezamlo as legra* c as formula* di.
esr|a aulga, su ese dianle de si a uaturezi que u
cliainivi pata a cultura de um campu nevo e deseo- !
iihecldti: por i*so vemos nis suas composiees a mis- j
lur i du sublime e da irregularidades, misiura que se
ninifesli rom u de-envolvmenu das imiovarui-s da !
arle, c que se pude considerar como um i nes ida-!
de imperiosi a urgente naquella esioca. Nae ha, pa-
roui, quem pos*a sostenUr que, llgidu I uma nova
milicia lilleraria, pelasispracnee 'livres de u u li-
lento extraordinario, Si.ke.pere se desno.lem de
lal suri-, nu desenvolversucces-ivo de suas coniposi
ene*, que cliegasxe a consagrar como sur musa predi
l-cla, em eontrapoilcao a Thilli ,juS -reo- i ex-
Iravaganda, os desalios, as frivolidades de 'toda a
especie.
He claro que elle perleoee i escola ramiatiea. a
esrola da regeneraelo ; que be prertn ibstrair, no
exame de sua* obras, di rigoroso estado d.s rearas
clas'ics: parece ino-iii i que no lempo dille jase pa
sara um pnoro alcm do remantico,i|->peteShia.es
lieare, como bem noli Chateaubriand, be aaais cilaiva
pelos seus uefeiteaae que por suas betlezai,e appi.iu-
dunos uelle o que sena motivo d censura 'oelrax.
Mas he igualuieule incenleslivel queo nsigrecni-
co dos llioatrus fer.io*. o illnslre roiil'mpoimeo de
Robert Green, de Rowlex, Cbapman, Ben Jobnson,
Beaomoul e Fl-lcher ; a glerii dus reinado* de Jar-
ques 1. o de Izabel, que apenas se moslrava enlo
no Calendario do Pastor e na Kainha das Pidas, de
Spen-er, nao sacnlicou seo genio as puerilidades e
fnnleira*. nem calcou ans pt-s as neccss.irias prea-
ciipcesdo bom gosto e di solida critica. Anida
quand" esses espirites desregradose ruooopolisid Tes
das leltras quizesson, uo seu amor pela eacessiva
liherdade, na sua insaciavel sede de iunov-res, de-
IVnder-se com o exemplo importante da Shakespea-
re, e ichar as irregularidades a que esleve sujeilo
esse grande escriplur, a justificarn dus seas delirios
e exlravagiintes desvaneio*; iiohes podera servir de
modo algum essa tentativa cum que se pretenden! es-
quivir ios galjies do ridculo e Ue uma bem mereci-
da remora.
O ex-academico, /". u.
iCont/nua.
./os futuro eleilores doCirailn do Bonito.
A nov pha*e poHlira, que se nns inlolha rom n
novo sysiema de eleices per Circulo*, be o que pre-
sentemente preocupa silencie de todos iqaellcs,
que nao podem ser indiilereiies ao bem oslar e ver-
dadeira prosperidade de seu pata.
Nio ha verdadeira repre>emaco poltica, nio po-
de lnver geverne representativo, prnpriamente dilo,
sem que tedas as oplnloea sajan dcvidamenle repre-'
senladas, sem que os grandes e diversos inleresses
sociies enlreni em ell que, se deli.l.m. se di-culain
e assim sejans roniplelaiui-ule apreciados.
Mas para que se posea allingir a esse fim gran lio
so, para que se possa aicancar tao nobre desidera-
lum, faz-se mis.-r, nao sii qoe se facultcm as urnas
eleilorae-ans hoioens de telas as credus polilicu',
mas lambem que os rutaros eleilores dns diversos
circuios, em que se aclis, dividida a provincia, com-
penclrando-se de sua nobie e elevada niissao, ten!: im
0 maior escrupolo, procedan! rom o lente devido na
escolha que hoiiverem de fazer daqn*lles, que na c-
mara quitriennal viodoora deven defender sua cau-
sa, advogaudo a causa da nacao.
A grande mxima vanlagem do no*o sxslem tle
eleiro he colligar a forra da auno, que obra o peu-
samenlo profondo. quando applitado a om n> inle-
res-e, a uma especialidade ; he reunir a repre-
sntenlo geral dos inleresses da provincia a parlicu-
'ar dos inle esses lories: he fazer manifeslu ate on-
dc.em cada localidade tem penetrado os elementes
de i lustraran Ja pro' inri .
Pelo anligo svslema localidade nao liuha repre-
seniar.io. purque a soa actu pudiaser nenlrasada
1 e!a acrao da maioria ; nu ainda quando o nao tes-
se, o depuiado devendu a su eleic,ao i moitis loca-
lidades nao poda, quando muilo ataste o repulir
a sua ltenoste, e os seus esfurrus, o perianto en-
fraquece-las e mudas vezes al aniqoila-la : lam-
bem a fusao impeda conhecer-se e caracleriair-sc os
elementos com que havia entrado cada localidade ;
a sua mu esc. I!ia passava sempre desapercebida, ou
murali-.ida pe'a concurrencia das onlns.
Pelo nuvn sx -tema, ao contrario, nao be s nos seus
inleresses, que tem a perder a localidade, ou o cir-
rul'i c.iin o mao representante, he no sea nome, m
sua mporlaucte, na sua civilisaco ; porque > re-
prrsenlanle nu exprime tmenle os inleresses, mas
principalmente as ideas dos reprsenla lo. ,. at|a
perde s no prsenle, perd muilo lambem no futu-
ro, purque a sua boa, ou na' escolha determinar'
| a acrao, que o governo lem direilo de allribmr si
I nessa inlervenro, que sendo malfica, porque des-
Mialura a eleico, elle i denomina de benelici, pela
neceesidade, comparada com os males e desvanla-
gens resoliinles de urna eleicao deixada aos iusiinc-
los de uma populacao cega, como elles se expri-
mem ; e o eleito do povo, em vez de orglo e fiel
interprete das suas uecessidades e inleresses. lurn.ir-
se-ha u nsitamente dn governo, que o creou.
lie puis ii.oi *n da nalure/a do nuvu svsleina elci-
toral, cono do pruprio inleresse dos Circulus, que os
cidadaos sejlo dignamente representados.
K, se como membro di cu rom un ha o polilica, nos
he dado lambem concorrer com o noaso fracu cun-
lingente pan que a delegarn de nussus poderes
seja perfeila e confiada nicamente pessoas que
-tili un corresponder s eapeclaliva de seus cummil-
lenles, procurando promover i eslabelidade o ver
dadetra reelisactio do bem commum, nu podrmus,
nem devenios deixar de recnmraendar par nossa
parle aos fulurus eleilores do Circulo do Bonito um
nome respeilavel, que pur mais de mu Ululo I lie*
deve ser summameule churu : he ao lllni. Sr. Ur.
Jeronymo Vilella de Castro Vivires, que nos refe-
rimos.
xjoem acaba de palentear Unte iuteresse, tanla
affeno pelo novo sysiema eleilural, quem idverle
aos cidadaos do Bonito, que loda refleiSo, lodi
madureza he puuca ua esculla do seo representante,
nao deve recelar de reccmmendar-lhes un homein,
que nao podera jamis falsear os seus principios,
que haue saber manler e promover sem inlerrssea.
Ileinais o nome do II,m. Sr. Dr. Jeronvmo Vilella
he bem couherido em lodo o Brisil; lembri-lu por
inleresse, por amor delle lao somenle seria dtsro-
nhecer o seu passado, serii desconherer os bous ser-
vicos, que ello tem prestido ao seu paiz, e qae pode
ainda prestar, recommenda-lo he somenle mostrar
todo o inleresse, que temes polos desliuos Jo Bunilo;
lembra-ln, he abrir u livro do passado, e ler uelle
eslas palavraso homem que lutou com o passado
he s o que sabe preparar o futurorecommeuda-
lo he clamar em alias vozes pete prosperidade dos
llomlenaes sem temer ctuiiradicrao!
OSr. r. Jeronymo Vilella, ilhlel denodado do
progresso calmo e relleclido, acrrimo e embusta-
la propugnado!- dos melhuramentos rooraes e male-
riaes de seu paiz. dolado de reconhecido latente, de
um carcter in dependente e .o mesmo lempo I ha no
e cavalleiro, afleilo ao serviro publico de seu puz,
a romo depulailo provincial e eeral pur esla, pro-
vineia, resume cerlamenle em si as qualidades mais
que preci as.os requesilos mais que neerssan s para
merecer os sullragios dos dislinclos eleilores do Cr-
alo do Huirlo
E, com elleito, se os reque-ilo* esseucines io re-
presntenle do povo sao : intelligencia, que co-
nbecea nreeuldade, ouo inleresse ; e s vonlade,
energa, que reclama a sua satisfcelo se ambas
devem ser vigorosas, pois que ambas tem de enlrar
em combate : o alhlela, que medio as tercas cora
um dos principies sabios do Brasil, e ble foi" venci-
do ; a intelligencia fecunda, que lia dadu Ribos is
leltras, que um governo adverso julgou uma vanla-
gem reenoduzir ,o ensno ; purque o parlamente
acea cum saudade, e a quem a Faeuldade de Di-
reilo se ufana de possuir como um de seus prin-
cipaes siisleulaculus, cuino um de seus mais impr-
tenlos ornamentes; o homem, que pelas soas ideas,
pelos seus principios expoz os dons mais preciosos
do mundoa vida e liherdade,o nao aban tena o
povo quando ele entende necessario reconquistar
as suea liberdades riviras ; esse homem, Bunileiises,
he cerlamenle credor do vossas v mpalhias, de vos-
sa eeuliaoea.Me vi ssossuffi agios! Elecei-o pois.
de sua ominis-a,,, cra,|a dos maj. fe|l/es ,,.
lados, e para a qual com lodo o acert lora \ S.
nomeado.
Apioveitoo en*rji) p.-,ra renovar a V. Se
meus nroMstn Je ,espeilo, .Mima e reaisiae-
rat;ao.
Dos guarJe a V. S. Delegicia de |-alia en
Muros! Je selembro de 1856 lllm. Sr. Ur.
Thomaz Antunes de Abren, di-, ...,mo directo, o
ms|ieclordo aarefea Jc saudc ms raeeeMH eV
r lores e l,oa-\ sla.-Chrislovam Josa- Je taaanj
iaibosa, delegado sup,tente du lajanj -Jo xilb
Bella.
Illm. Sr------Acrussndo i rer.-pr;.io do olle-io tic
V. S. com Jote Jo memoravel Jia setede seaenteo
rorrente. dia esic Je ctern memoria pan loda a
nao ao brasileira, rumpre-me dizer \.\ que
muito me glorio rom i cxtiiirr.o da epidemia o-
la comarca, ea Divina Providencia se deve tal su-
Ieniie, a quem devcino dar mi! griri* ; qu. .
nao ser o >eu |">ter seriamos miis *ruda, t
apoz deJa urgi V. S., e com sua> nMisaViittc
ratjes oi-nerou para essa icnninarjo, enpregand-'
lotes as madidas, esforcus oMOedxia. Nesla vil-
la V. S. meter s,.uipre muilo suas as ordeas.tan
para as fun<-c,i a quem Heos juardo por muilos annos. Villa J.
Ingazeira il dt selembro de I8-VB. lllm. Sr.
Dr. 1 Imma/ Animes de Abren, muilo digno ins-
pector c director dv servico de -lude as cumirc..
de Flores e Boa-Vi-,a,_joio jo Prado Ftsrreiri.
delegado supplenle aV lermo jc Ingazeira.
Conipanhia de niperiaes
marnlier-M (ja prov.
na de ->latto-Grosso.
i lu.irlel a bordo da han ij_.
cruzeiro no Kio Piragua, 2LlU->t!'% .""
bri. .lo mi... de IK-*: "'",' '"*' <-
M.rini.ciros deserlorea t eompiiib., de intarria-
i.iari..iieiro da provincia de Uiaii fliL* .~P*TO'
I) exemplo dea do-erlor reic..ie,.i \,mur
Pinto da Mhii Oresono I':,,.,. ,,. IrruteeltZT
gos Lope, de Barros, lalvez as tedie., de 1^1
ue nao interrumpido ci uzeiro e os Ir.balhaw -eTZ.
nos ainda que nidi-pe.isave.s ao besaaous di nm .
p ofis-ao, prii.cipalmeule ueste praviana, .e,,^,^
don e sediizio-vo i .lesertar : fauna*.vvs asman -,
quecer por um mntenlo o vrrgonhn... pi^ qw| ~
veis, o modo por qae feriis nivosaa man haro-
inleres.-s, o que lindi para eda he seis,* cataeiei-
cii du vo-'o rtever, de vosso presumo, do voea, pri .
0 di vensa dignidue. O erro, porem. he ame 4* i.
do o genero humano ; vo*. por lulo, lambe (vdiei-
errir ; e, com elTeiln.erristas.
lie lempo anula, sen embargo, de reparar a tnm
erro: lieos mamla que e perdoe nos arreocaJiala-.
esliia nesle ciso, eu o sei. '
Corta!, imitai o exenulo dos vossas mirida r
cmplices Jii.iiiio.ii Rueario Figurn, eriird-.
Jos da l.uz e Antonio Jos Penlo ; corre i. iim*i
api .'sentar-', i. un t o.-n quarlel ; ilenai aM vida do
suslo e de privicf.es, de teme e de nudez vi4r
apidrinlur-xos rom o v,.*to cnnsaaindinle ; elle nio
vos enligan, peln conlrario elle promelle, o farm
do nosso leg.tlimeiiln, perduar i lodos lee >je o*
primeiri e secunda deserruea simples.
Aos que sao de drserr ie. aggravadi*. vean cun-
mandante nao perdoara, porque nao pude, mas pro
metle-vns de irrisl.ir-se al., os (tes da aneaste Ihr.
no do nos... piedo'i. in.maicha e imiMlrir-shei a en
ca de p.-nlnar-vos.
Mirinheiros dn lempo do mea r ni mando leude
te ni promeasi do veeee comnunduile. recnrdii-t-
disaiinizimifiior.il e nunca deineali4a i
vusso commindiuir nonc falla 10 qae prmula
Marinheirn* | eorrei, vinde abracar m vosmi' vo-
ltio- ramirartas. viudo pirlilbir em elles i honra e
1 Clona de serdes amulado- e admirados pete- n.li-
Ures qoe, provectos aos cimpas de balillu, chegmi
a esla provincia como os vo-sos .amaradas lera, ida
e eslao sendo por sua roncero, por sua cnu.lanr.a
por sua disciplina e por sui ipplicico ana IrabaUt...
do eslado : vinde, leude f, que ao ehegirdes retal-
iis connosco :
Viv S. M. o Imperador !
Viv i laimha imperiil !
Viva a nijSo l.ra-il,-ir,i 1
Viv i compinhii de imperiaes m.iriabeirua d.<
provincia de Millo-Urosso I
Aul una J laquim i errriri Sana.
Conimandante di rnmpllhu.
WukUtawez pcbiv.
Permiltio Dos, que no grandioso dia de hoje,
om que os brasileiros solemnisam o anniversario
de sua in.lepenJencia, possa eu communicar V.
. a agradavel noticia da completa exiincco, ne.*ia
comarca, Ja epidemia do cholera-morbus, que
tantas dores o lanos males ha causado nesla.e n'ou-
tras provincias Jo imperio. Por tao grande be-
neficio, emanado_do co, devemos ren.ler grabas
ao Todo PoJero-o, e Ihe rogar, que nos ampare
eom sua nfin'ua misericordia. AgraJecendo i V.
>* em nome da linmanidade os muilos bons servi-
C'. porV. S. prosudos naquella emergencia, a-
graJeco-Iho lambem a sua valiosa coadjuvacao para
o bom xito Ja minha commissao, por ceno mal
desempenhada pela J bilidade Je minhas tercas.
Aproveuo mais esta opporluniJade para reiterar
a V. 5. os meus respoilos, alia considerac.io c par-
ticular estima.
_ l)eos guante a \. S. felizmente. Villa Bella
'Je miembro Jo i85U.lllm. Sr. lenla-coro-
nel Uirislovam.loscde Camnos Darl.osa.mui digno
delegado Jo termo desla villa___Dr Thomaz. An-
tunes Je Abren, inpedor e Jireclor Jo servico Je
saude as comarcas de Flores e Boa-Visla.
De igual iboor ao eapilao Joio Jo Prado Ferrei-
ra, J.'legaJo Jo tormo da villa de Ingazeira.
lllm. .Sr Aecusoa recepcao do ollicio de V.
S. soldala de 7 J0 corrcnie.no qual satisfactoria-
mente me coinmunica a almejada e total exlincc/la
lo cbolcra-moibiis nesla comarca. CongralulanJo-
me com \ .S. por io agradavel e pia-onteira nova,
que far revivar a paae conientamenio no sei.. dos
Pajeuenses, agraJer;o em nomo Jos niesmos os va-
liosos e imlisiveis servias por \ S. prestados nos
musieres Je sua honrosa profissao, Jando a mais
ampia cordial espausao ao amor proximal ; c se
nie acompanba a saiisfaco Je u palomear a V.
S., cabc-lbe lambem a gloria Jo liel desempenho
&9mm*9&$.
. HACA 1)0 RECIFE II DEOUTLBRO AS J
HOKAS DATA UPE.
Colices oniriies.
Cambio obre Londres 7 Sal /n j|.
Predtfico /lobilliard, presidente.
/'. Borget, secreten.
Sobre Londres. i \,-> tjijd. e I :i.H i mi
o l'aris. ;!5ll i :|Vi rs. por fr.
i Lisboi, too po, 5 de premio.
" K,o de Janeiro, I a I por Om it.i. ;I0 dia,
AcS5es do Banco, 60 i 70 il,0 de premio. '
compiuliii de H.I..ribe ilaOOO.
rumpaulua Per amhucaua lo pir.
a .- lilil.dide Publica, .tO porceuto de premio.
>' u Iudeninisadors. 5 dem.
iv" ". '.""""ade ferro -S) por 0|nde prero...
isconto de lellras, de 7 7 10 pVr Om P
ilo d.. brnco7 i 8 por Om.
(juro.Oncas hespinlivlaa. .
Moeda de 63100 velhas
< 65OO oovas
_ e dhuo. .
Prala.Palacoes brasileiros. .
Pesos colunnariaas. .
inexicanoe. .
-J8 atattJeW
- leaOun
- Iti.'sOOll
. soon
. aa-a-.m
. 9)aW
IjMUjtl
AI.PANHKUA.
Hendimenlo do .lia I a 10 .
dem do dia II. ,
-il7:aloja|
WaaeeeaeM
Descarretam hoe 13 de outubrv
Barca in;lerar.'artftyjiiferro.
Brigue dinamirquez Hoomerany trilho-i de
aUmULABO CEIUI .
Rendimenlo .lidala 10. BMajaBaa ,
..... u!S&
.MVEK5AS PKOVI.NCIAS."
Kendimenlo do dia
dem do dit II
I alo
ItteeVM.
WeeafJM
DESPACHOS E EVPUKTACAO PKi.T MPSv
U CON.-LI. x DU DESTA VCIIM DE NoS
II DEOITIBKU DE I8.6. A
Liverpooli'eri ingle/- el.indi, Siunders Brn-
lers \ Cumpinhia, l.oOO ruaras -ulgadoa
LiverpoolBngueioglez ..Edu. J.m Crablree A
Compinbii, iOO saceos assuer mawavieo,
LisboaBarra porlugueza Flor de S. Simio. IJi
noel AI ves Ferreira, 2 pipas ci-haci.
Ilavre-Barcs ftmcezi aKiuul. Lisserrc A saea-
peehia, l.OOO euros selgidos e verdes.
UECEBEDOKIA DE RENDAS IMEHNAS I.E-
KABS DE PRKNAJUBCO.
Kendimenlo do di. I a 10 8:100-1*.,
dem do .i,, 11........ t*mm*
aVMaaajM
CONSULADO PKOVI.NCIAL.
Kendimenlo do (Ha I 1 10 || rra-
" M......: "85i
l'Jlif:t,-,j
AlgedSa -
Assucar------
PIUCA DO BECIFE i DE 01 TI HRO DK iKM,
AS 3 HORAS DA TAKDE. '
ftei'lita srrna/tn\.
Cambios----------As Ir.nwrrea di man. enme-
Canm a Ti Ir2, mas pa.arm In
TnaZT.v, .t.pnrt^bV.Tnn';
..res ao qo.l termln.rim.M hpif
e sobre t*.vi o 116 r por fnne
-r-ntri^Tfig ^;";
parte f, ye,.,i,d ,cm
K^.Opnr.rr,.h,,1n*.,compr-
dnr. Tamh.m y,nAra 3L_
regnlar de li-jOO 1 Sjaej. "
rer.or escolhi.lo fijafHJO.
" Z""" '"' ,l,P",'com 11.00.1
saeeee qu. a ,, concorrer.m. (1
l.ranco ip.,,., fo( M0(|.
unsnmo ,^al2um p,r.0p,r,?de
10 1 i>SOO p.>r irroKt ; e do mis-
ravado lambem pune, se venden
para expiirterAo e 2)580 a HM
porairtiba com saeco : semana
''i mu Ira para esle genero, o os
compradores esio pouco animados
.. esperando maiur baila.
..u.us ,.t)ni moi procurados,vendndo-
se M), fi., e 27(1 rs. por libra
dns seceos silgados, e falla--e qoe
nueva uma venda a 875 rs. por
liara.
- I'a que exista ra ultima semina
li/etam-st- rends i f?, e licaram
em ser 2,1100 irrobas ; porem li-
le entrn um rarreumenlo de
",000 arrobas do Hio Grande que
aiii'la nao ebrio preco.
- Teeea um eirrrgamento eom 9M
barriras que srcuio pan Baha :
e restan cerca de MSI harneas do
que rhegou na semana pissida.
o qual lelalhou-se de lii.- 20.-.
i.11,-ou o hngue llanen* de Ter-
ra Nova eom 9B75 birriris qae
aiuda eslo em ser.
Carne leeea-
Bac Jh.io- -
I i


DUftO DE PiSJItUSUCQ SEGlM nu 13 OE tUTUSKO M 1256
Familia e ii i-
armazem, que ludo
- Tivemns 86*2 barricas precenle;. ( Pela snbdelogacia de Uitluii.ire e :l(H de Trieste | blicu, que M acham depona los dos ravallos, um leiliio.
pelo Kiu or intervengo do agente Oliveira,
exilia de l'hiladelphia de j a
i->; Aeanda em deposita 000 de
prnii-ira, -Jll dd Sfgunda e l.UtHI
da ultima.
Para Lisboa
retalhiinlo a primeira a-J'$ e a se-j ca na mesilla subdelegada, que jualifcando se i -
guma a 329, e vciidu-lhe .la que lito* entregara". lao' P
de urna caixa, coutendo o" duztas de be
zerrosavarados, a huido do navio li-an-
Queijos----------- Ven.lernm-*e a 15700 por cada
llcscoulu- -
Ja~iP30> x'--.MBiVa4)&.
cez ALMA, na sita iiltima viagem proce-
I dente do Havre : secunda-letra, I T> do
fo_ com toda brevidade pretende sabir o con ente, as 10 lioras'dainanhaa'einputV-
Freles- ....
As I-Iras de pequeo pmo
rain descontada* de 6 a 7 p r cen-
lo ao anuo, e as oulras a oito por
cenlo.
Sao iiom i u aes de SO a 4j para o
Canal,
locaran uu piso parto 1 navio com bacalho, 1
con; aaaacar, t com la, sebu, etc. e 1 yapor.
l'-ni' arara I com Cariaba do trian, 1 com carne
sscea, 9 do eabolaacm e I com bacalho.
Saturara : i de eahotagem, II ara lastro e 1 com
gneros do i i: para Portugal.
Ficaraiu no porto IX embarcaron a saber : ' brasilea*. I francesa, I hamburguesa, 2 hespauho
las, 7 ingle/as ."> portuguesas.
'Movxmm #o potio.
Santo entrados rm din II.
Ierra .Nova10 das, uriana ingles Glaucos, de
atS6 toneladas capilao James Ailken, equipagem
I i, carpa 2,500 barricas com bacalho; a Sclirainm
Waalcly ,\ Companlna. terlence a Greenock.
II iu Grana* do Sul22 das, patacho brasileiro Nep-
Uaaos, de 151 loueladas, capilao Antonio Evaristo
da Koclia, equipagem W. cama 8,1'.>0 arrobas de
caruo treca ; a Billar i\ Oliveira. Pertence ao
Kio Graode do Sul.
l.irannao pelo Aas3 dias, dn ultimo -Birlo 7,
bogue brasileiro 'Claran, de 182 toneladas, capi-
llo Kcriiaulo Josu dos Santos, equipagein 14, car-
-.i sal e bmi gneros -. a Joao l'into Regia de
Souza. l'erience ao Pai.
Maranhao pelo Ceara27 das, do ultimo porto 17,
lnigua ecuua bra-ileiro .(Laura, de IGlloneln-
(j.i-, capildo Mnoel da Silva Saulos, equipagem
13, carga arroz e inais gneros; u Josc BaplMll da
rjn-.eca' Jnior, Pertence a Maranhao. I'assa-
geiro, Antonio doa S nlos Villas..
.yaci mltito no ateslo din.
Uahia pur Sergipe lliale brasileiro Sersiparm,
mestre llenrique Jos Vieira da Silva, carga mi-
lito e sebo, l'assageiro, Tiborcio Taurino Ponce
de Len.
.vano entrado no dia 12.
liba da Madrira29 dias, barca ingleza Laucas-
trii>, de -Vio toneladas, capilao John Mood, equi-
pasen) 16, carga 16 tonelada* de pedra ; a Jo-
linslou Valer r Campanilla. Tetteuce a Liver-
pool.
.Vacio* taMdos no miman dia.
caraca'BUIe brasileiro Acaracu', meslre Jos
Francisco ue Smiza, carga fazeudaa e mais gene-
ro". P.issageiro, Custodio Arclianjo Soares.
Ar.icatv- -lliale brasileiro lnvencivel, meslre An-
tonio Manoel Al! nso. carga fazendas e mais ge-
n-ros. Passageiros, J"ao Aulonio do Porto, Lniz
Antonio Pinto, Manoel Marluis de Vascolicellos
Pelo, Jola IVreira da Malla, c o guarda-man-
nlia Aulero da Cosa Albano.
brigue portuguez LAI III, por ter ja'
parte da earga prorapta : quem ne'de qui-
zer carregar ou ir de pastagem, para o
(pie tem cxcellentes commodos, trate
com os sens cV>Dignataros Francisco Se-
veriano Rabello & l'illio, no largada As-
semhl
ea n, (i
Para Lisboa
to, no irma/.em dosSrs. Barroca i\ Cas-
tro, na ruadaCadeia do Recite.
&
WJ&* 'S'OfO.,
309000 de aralilicara,.
a quem levar no Korile. na m.i das ploren n :t7. pri-
meiro andar, ao Sr. J. Chardoa, nn ao enaeoho S.
.loado Cabo, d'oade fogiu no dia s de oolabru cr-
reme, o aegro erioalo, d aome Luiz, quaai lodo
com tuda a brevidade pretende sabir o!""deoiado,*otoaia aadar de nlpraealai e sem endi-
hritniA nni-iii,,,,,,, e/tniTua vn i "'' peroaa, leoiaacoalaai.rcadaa da cicalriea
prigue portuguez SOBERANO, por ter;d, ja parle da carga prompta : quem nelle I|ara Barrairoa, depoii para o enaenlio Sibir, depois
quizer carregar ou ir Uj passaeem, trate'i,'"1!"'""."-,l'"''^'vaihos. e finaimeoie para o en-
'______ ,. IgWhoS.Jeao; levnu chapeo de muro vellio, 2 ce-
com osseits consignatarios Francisco Se- roalaadealgado, -2cami veriano Rabello & Filfao, no lateo da As- cobrlor de alcodao de barra,
semblea n. li A I'*5*0* lluc trousejdo Aracaty uma caixi-
|'\K\ \ BMIIV nh> le Santo Oleo para entregar nesta praija,
egueimprclerivelme.'ile'n.xialt'idc.correnleave- '.'":lra tri,/Rl:' > ra do Crespo ti. 10, 00
leira sumaca uNova Mmeivau. por ja' ter a niaior
parte da caraa prompta : para o resto, irata-se com
seu consignatario llumiagus Alves Mailieos, na ra
de Apollo n. 23.
m\t*tz.
u v o Ro
de Janeiro.
Vai seguir com todi brevidade o bri-
gue nacional ELVIRA, o qual tem nina
grande parludo seu car regamento promp-
to: pata o resto, passageiros e escravos,
para o que tem excellentes commodos,
trata-se com o consignal u-io Jos Joa-
quim Dias Fetnandes, i ta da Cadeia do
Recite.
Para o Kio ,le Janeiro seguir' breve o briaue
nacional Alala, capillo Manoel Antonio de Gaalrai
quem no m -m i quizer carregar, pode contratar
com os consignatarios Aniorini Iriuiio-, na ra da
Cruz n.:!.
Para a Bahia.
O patacho nacional aAOtCDMu, cheaado do Mar- ;
indicar a stia morada para ser procurada.
SUCIEDADE LirTEItATURA FRANCEZA.
Por ordent do >r. nresiiente convido a to-
dos os socios para que se dignen) compare-
cer a sossfio (o lio e, que tera lugar aa II ho-
ras da Maulii, na ma das Aguas Verdes n.
ti, pritneiro andar. O segundo secretario,
Jos Francisco do Reto Cavalcauli.
L TRIA DA PROVINCIA.
5a parle da 4' lotera de
Vos- Senhora do Gua-
da I i pe.
Pelo abaixu
ram vendida:
tes sortes: os possuidores
de ditos nmeros podeiti
o:
ilo ute-s <;o. ou na piara da
Independencia toja n.40,
logo t(ue siiia a lista ^eral,
nao s a <;;;'ant.a dos- V,
por ceato, como o premio
por inteiro.
I2().) 2:(H)il,s -> qttartos.
A -J'.t de aaosto prximo panado ausentou te da
casa da ra do Rangel n. 21 a preta crioula Pulque-
ria, i.lade lili anuos, punco mus ou menos, feia di
cari, a- maciai do roalo alias e amarelladas, nao
lem denles na bocea da parte de cima, olh-.s aruina-
tados, fuma cachi bo, altura resalar, 'arriba pon-
luda para lora, que parece aravida ; levou vellido
de chita atnl com llores amarillas cor d- foso, pau-
uo di I. -1,1 cim listras encarm las, ludo usado, c
parece ter mudado ; ajizcm que tem an<:ado p*la
l i-i-\ i-11 aaora de proviruo, e loa-i no principio an-
dou no enaenho S. Co-me o ouiros visinlios. e S.
Paulo e: Afosados : qualquer pessaa que a per e
rondozi-la a casa cima, recabara a aralificarao de
1l?000, e .lando noticia certa para e mandar' bus-
car lera' ."i^OOO.
O abano atignado, inlimamenle convencido
que se rao fosseni us esfurcos do- moradorea na re-
diius de comprimcnio, com 3 janellas Je Irenie
envidracadas, i salas, 3 quartoi, eosinha dentro,
quini.l em abarlo, rom t |is decouueiros, avaha-
da um l:0U5 rs., dus QibusdeJoaquim Jos Luiz
de Souza.
Lina casa terrea nos Afogados na ra du S. Mi-
m ,'ae\ n. -, lando lo palmos de freiue, e 55 de
aS.SI4'liado fundos, eosinli dentro, quintal emaberto cacim-
foratu vendida- as so-sin-!u;avs,iad;,e"' ieoow^ R"*'-
Urna casa terrea de pe Ira e cal, na rui do For-
te numero 1 ti A. com uma s pona. =em reparti-
mento, lando um pequeo quintal em aborto, com
Vil" receber, UO eseriotorio l5|'alm''<'k'frente' 8 50mprimenlo, sem
, ........... I ladrilho, tm ruo oslado, avaliada em 3503 reis,
de Manoel dos Anjos.
lima casa terrea de atipa na ra do Quiabo nos
Afogados n. 2, com porta e janella, tendo 18
palmo.- de largura, e 34 ditos c ., polcadas de
fundo, i salas, I quarlo, cozinlia dentro, quintal
em aberto, chaos foreiroj. em mi estado, avaliada
ea 005 rs. do Joaquim .los de .Mello.
Uma casa terrea na fregue/.iados Afogados.na ra
do Moioculombii O. 46, tem 17 palmos de frente,
e- de fundo, co;.inha dentro, lendo quintal en.
alieno, tendo o lado do oitao do sul rahido.avaliada
em 809U0O res, de Mara de Jess do Nasei-
; menlo.
t na casa terrea arruinada na ra do Motocolom-
bo n. 38, de pedra e cal, com -20 palmos de fren-
tre, eiiti de fundo, 2 quarios, cozinha dentro,
quintal em aberto.e sem robera, por 1005,de Joao
da Cruz.
i Urna casa terrea na ra Imperial n. 200, ten-
do 18 palmos de frente, e-ij de funjo, cozinha
1 dentro, quintal em aborto, avaliada em 200? rs da
vittva de Euzcbio Lopes.
I ma c.isa terrea de laipa na ra de S Aliguel
nos Afogados, de pedra o barro n. 117, o com 18
palmas de largura, e 43 e o poliegadas de com-
prmanlo, com porta e janella, 1 salas e 1 quarto,
cozinha dentro,um peiiueno'quintal em aberto, chaos
proprios em mao estado, avaliada em 703 rs. de
Francisco Vieira.
Os pretendemes comparecam na saladas audien-
cias as 10 horas do dia 15 de outubro corrente.
3088 900s 1 ditos.
912 *00s 2 ditos?!
5566 200S l)illi(>ie inteiro
".">IS 1 O).'; idem.
1528 100S 1 riuarto-
18112 100.S 2 ditos.
3556 50 2 ditos.
15*6 50$ Itilhpte.
1072 "itl.S' meto.
1995 50J dito. 1* -i.
liijmc.
LOTERA da provhcu.
rdein Terceira do
Carino.
Corre sabbado 1 de outw
bro de 1856.
O abaxo assignadoavi-
sa a o respeitavel publico
que vendeu
nho, com melada de seu cargamento para-a Ha- aoe"f de Manbeea o dos in.is abana declarados pa- .sO't'.S
hi.1, pretende seguir com muila brevidade ; para o ,1 ""'"iu"em incendio aleado na armarlo da
resto trata-se com o seu consiaiiatario lolouio I uiz IM" "V?'""'" Ifu^' "o da :, do Corrcnle,
as segmutes
ne Oliveira Aaavedo, roa oa Croa n. 1.
ira a l'a rali iba
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimenlo da ordem do Kxm.
Sr." presidente da provincia de B de corren-
te, manda Inzer publico,que no dia fi deno-
vembro prximo vindoduuro, peratilt) a jun-
la da fazenda da ni es m a thesouraria, se ha
de arrematar, a quem por menos fizer, a
obra do eiiipedrainento do 19' lauco da es-
trada da Victoria, avaliada em 5:890/500.
A arremalaco sera' feita na forma da H
provincial n. 3*3 de 15 de maio de t85i, e
sb as clausulas especiaos abaiXO copiadas
As pessoas que se propozerem a esta arre-
inaiaco comparegam na sala das sessesda
inesina junta no dia cima declarado pelo
meio-dia, cumpeteiilemente habilitadas.
E para constar se mandou allixar o pre-
sente e publicar pelo ibiario >
Secretaria da ibcsouraiia provincial de
l'ernambuco, 11 de outubro de 1856. O se-
cretario, v. F. d'AnnunciacBo.
Clausulas especias para a arremata^o.
i. As obras de empe iram.-nio do 19 lan-
i;o da estrada da Vicloria, na extenso de 71 V
bracas, serSo feitas dn conlormidade c mi o
orc.ir.ieiito appruvado pela directora em
conselho c apreseutailo ao Kxm. Sr. presi-
dente da provincia na importancia de ris
5:890/500.
.!. As obras priDcipiaro no prazo de um
mez, c findarlo no de 10 mcies, anillos con-
tados de ootilormiilado cotn o artigo Ida
lei provincial n. 28U.
3. O pagamento da importancia da arre-
maiacSo realiaaf-ae-ha na forma do artigo
:tn da mesan le n. -28i.
4. O a i rematante durante a execucao das
obras prooorct'jn.ia transito ao publico.
5. Para ludo o mus que nao ae adiar de-
terminado as presentes clausulas nem uo
orcameuto, seguir-se-a o que dispOe a res-
petlo a lei ti 286.
conforme. secretario, A. 1'. d'Annun-
ciacjlo.
seu pri'jiii/.i eteederia maile atm do de ous em
que o avaha, nao pniedeixar Ue palcnlear por mrio
deste anuuucio o qu.mlo he agradecidoaoa ditos mo-
radores, e principalmente aos IIIiih. Sr'. vicario
seRue o bneoe brasileiro lL*ao>, no dia 12 do cor- Jos Marques de Castillio, snbdrleeailo Jo< Thomaz
rente: quera nelle quijer carrtgar, dirija-se aos ron- Pires Porlalla, prej.dor rta capaila imperial l'r. I.i-
siiiuatanor Isaac, Curio A. Companhia, ruadaCru
n. 59.
'ara o Rio de Janeiro
se;up em poneos dias o brisue brasileiro fAdolpho,
de que he capilao Manoel Pereira de Sa; para o
resto da carRa, passaueiros e escravos a frete. trata-
se na rus d> Cadeia do Recite n. 66', ou com o ca-
pullo lia praca.
Coiiipanhia Per-
nambueana.
Largo da Assemblea n. 10.
O vapor braisiUiro Iguarazm* segu para Mareio
nmi fsraU por Tainand.>r Birra-tirande, no dia
saluda. Kecife 10 de outubro de t8oti.
Para pelo Mara-
nhao.
CONSELHO ADMI MSI liAT1VO.
O conselho administraclivo, era virtude
da utitorisago Jo Exm. Sr. presidenleda pro-
v incia tem de contratar:
Para as obras militaras.
lijlo de alvenaria grossa at o lim do cor-
rente annn.
300 palmos quadrados de pedia preta de-
nominada de benora, sol a condicSo de ser
isenta do direitos de ioiportacSO no caso de
ainda nao ter sido despachada.
Quem quizer contratar estes objectos, a-
nrcs'mti StiaS proposlas em carta lechada na
.iccretaria do c.nseilio pelas 10 horas.do dia
l do corrente- tn-z.
Sala da* sessoes do conselho administra-
tivo para romees menlo do arsenal de guerra
8 de outubro de 1856.Kenlo Jos l.amenha
l.ius, coronel presidente. Antonio Gomes
Leal, tmente-coronel vugal servindo >le se-
cretario.
N3o apresentando-sc na sessao de hoje
do conselho-lo adminisiracflo naval concur-
rentes ao (bmeciraento de ssucar, agur-
dente, carne seci-J, sal, loucinlio, azeile di
Garrapato e carne verde, estes gneros da
meihor qualidade, incluidos nos que ltima-
mente foram annuociados couio tirecisos
para os navios de guetta, barca de escava-
no, pravas do arsenal de mantilla o Africa-
nos ahi existentes manda o dito conselho
l'azer publico que o contratara no dia 15 do
coriente mez, a vista de propostas apreien-
tsdas pelos respectivos inleressados neste
inesmo da at as 10 horas da maiilia,
Sala do conselho de adinmistraco naval
em 7 de outubro do 1856. -- O secretario in-
terino. Alexandre Rodrigues dos Anjos.
ADVERTENCIA.
O proenradot da cmara municipal do Ke-ife,avi-
sa a ludo os MOhons danos de carros de alogoel, car-
rosas e ouitos ehlcaios de coiidu^ao, que o praio
marcado pura o pagaioeoto do imposto dos uieucio-
nadis vehculos fiadasa no ulliino do corrente me/
de uuliibro ; tneorrendo na mulla de ol por ceuto
aquelics (pje dei\crem de vir uo dito pra/o.
v.,5...;>.>-..-'--'-'.^-.---..; .. .-....,r..?$V.;v.-
;;; REPAKTifA'O DA VACCIXA. ;;;
^ Cotn autonsanio do E\m. Sr. -",';-
)$ presidente da provincia iaz-se pu- A
fi blico, para conlteciment dos lia- ^
B jitantes desta ctdade, que os dias sjgi
>v de varcinn Ser&O 5^ ante as quintas o domingos de Jg
fi rada sem.na, no lugar e hoias ^
t anteriormente declarad: nos do- flb
@ mingos estufa' esta repartiro a- ^
bei-taata's II horas ua inaoli&a. -;;;.
^ l)r. Joao Nepomuceno Dias l'ii .;';.
@ tundes, comtnissario roccinador ;'j.
f provincial. fj
U conselho do ailininisliac.no naval na
BSMaV de hoje aceitn as proposlas dos Srs.
Manoel Antonio de Jess, Jos Matcellino da
Rosa, e Francisco Xavier da Fonseca Cotlli-
nbo. para 'ornecirein at o lim de dezembro
prximo; oprimeiro po e bolacha; o se-
gundo,azeile-doce, farinha.reijSo mulatinho,
vinagre de Lisboa, arroz, bacalhao e cale em
griio ; e o terceiro. velas stearinas; lodos es
no do Monte Carmelln, Mariano de Si e Albuquer-
qae, Olimpio de e Alhuquerque, e ao jii da
mencionada reata, as quaes alelo de Col tnbuireni
poderosamente para a ettioccSu do dilo incendio,
procuram, pur meio de urna soBkcripfo que eslao
promovendo, a resarcir do grande prrjuUo qos sof-
ren, altendendo as suas pequeas torcas, pura o
queja receueu a quantia de il-jOvXI por nulo do pro-
rura.lor da me I'.....' Aci item, flarc, o- referidos seuliores e mais
moradores dele Tugar este agradecimeulo, comu
nica prova que liles p le dar.
Miguel Francisco iiarlnho.
Precisa-se comprar um carro de 1 rodas, em
bom esla lo, que seja inaneiro e posa admillir pe<-
s>as commodainente : a tratar na ra da Cadeia do
Reelfe n. 36.
A mesa regedora da iesla do Glo-
rioso S. lioncalo fax scienle ao respeitavel pohlico,
que no dia 16 do crreme ler liij-ar a i nideira do
15 proxim.i, tem encllenles accommodacues para i mesruo sanio, que ahir da matriz do Corpa Santo
rara e passaueiros : recebe al ao meio-dia do dia, | e seguir as ras do Vinario, bcco do Azeiledo Pel-
II, e o eiperiienle fecliar-se ha as J horas do da i ve. Madre de Dos. Caes da Air,ndega, roa da Ca- I
deia. em seauineiilo ac Pilar : convida aos devotos
do inesmo santo a comparecerem a' bandeira.
Por despacho do Evm. jui cspecinl do com-
roercio foi marcado o da 17 do corrente,! s 10 lloras
da manhita, para a reunan em casa do mpsmo Eim.
Sr., dus credores do fallido Manoel (ioticalves de
Azevedo Ramos.
O Dr. Francisco de Paula Pires Kamus Jnior
participa ao muito digno conselho de hyciena publi-
ca e ao Sr. fiscal, que mi he mais resp'oiis.vel pela
bolic do larsoria lloa-Vi.la, perleoeeole aoSr. Ma-
noel li.ia de Jlour.i. por ler Ik-aJo desondrado dis-
fo deSde o din l-J do rorrele.
Precisa-se de 1:0611-3(10(1 a premio, liypnlbecan-
dn-se para garanta um inoleque de I anuos c urna
ueara de ; quem quizer annuncie.
Da-se diidieiro a premio, itaranlido com pe-
nliorcs ou hypolhcca em casas : na ra Direita n. Ti.
Cnnvida-se a lodosos estud.inle do 5." anuo,
para que se acliern reunidos no dia 15 do crrenle,
pela. 1-2 horas do dia, na 3.i sala da l-'aruldade de
Direito, atim de se proceder a eleicfto do orador, ipje
tem de representa-tos na oceasiao da collarn do
grao de hacharel no lim do corrente auno.
A pessoa que empeohou no dia It) de abril do cor-
reute anuo, por ."> mezes, ons objectos de ouro e pra-
la, inclusive it colbercs de sopa e -2 dilas de cha
eom a lirma i.C.ti S., na ra do Rosario da lioa-
Vista ii. l:i. queira vir no prazo de 8 das da data
deste resizala-los ou pitear os juros, visto ter se fina-
lisado o prazo no dia 10 de setembru ultimo, e nao
cobrirero os ditos objectos o valor por que eslao em
peonados e joros.os quaes terSo postes em leilao para
paitainento do valor empenhado, loso que liaja falla
no cumpriiuculo deste dever.
O abalxo assigoado, lendo de retirarse para
fra da capital por algms mezes por causa de nn.lt--
lia, d-spede-se por esto tolha de lodos iicralmeote,
prini-ipalinenle dos donos e donas de casa* que sem-
pre nelle depositaran] canfianca, no deseuipenlin do
servico de sna arle, e nao pudendo de-pedir-se pes-
soaliiienle pela rapidez de soa viagem, fj! o preseu-
le.--Bernardino Sena.
lotera da proybo.
O Sr-thesoureiro das loteras, manda
lazer publico, que estilo expostos a venda
na thesouraria das loteras, na ru da
Auroran, f, das ii as da tarde, biHie-
les, nieios e quarto, la i- parte da I. lo-
tera da Ordem Terceira do Carao do
ISeeile, cujas rodas andam no dia IS do
O .ih.iivi assignado I,/ publico, que m-nliiim
valor li'io urna lellr. da quantia de ;. ~'i'.i.l ,,. i>5. i
sada a favor do >t..l .m Bapli.la ic .S.ii M..lit,-i
.lo, venc.! i em l"i jj'.li i ullimo, porqualo -.-n. :
lo ea lellra u i.-ulid,, da coiivruru tena rom .-
dilo Barros quaOlulicuu rom a lab.in ,i,, .;, llv .
a-siuna I- ,eni que ubi igoo-e a p .:- >. u 11 ci...... ,, '
aunuiiri.iiiU'. .ii-'iiile.-e (ue ^.'l pausados m ..- ,r !
duus auno-sem que lenha cumplido aquella obli-
Oa^So a qoe se subiueileu, quaudo se apvaana d. ie
ferid.i taberna, por issa vendo-so agora o abaivo as
cijoado aa dura neessaidade de faser grandes s>eri-
licios para sal lar suas coalas com o restante do
credores, coja obrigacSo Imita pastado aoSr. forros,
protesta contra qualquer negocio ou transfeieiii-ia
feita eom a dita letra, a qual preleude haver ju-
diciaimeule, se o Sr. Barros se negar a eulrega-la, o
que Dio he de esperar.Jos Joaquim Alves da
Silva.
Alugi-te oras grande casa terrea e so!3o, com
duas coziulias e doai quiotaes murados, sita do m
lio do Cajaeiro, piopna para duas familias : quem
a pretender dinj.i-se ao inesmo sino, casa do isr.
Bro, qoc arliara com quem tralar.
l'recisa-se do um calxairo pira padaria ou de-
posito da ntesma, qao lenba pratira : tralar na
ra das Cruzes n. )(). Paga-se bem, leudo merec
melo,
Aloga-se ama casa no Poco da Panslla, con-
fronte a do Sr. tiiiibsou, com os seguiules com to
.los,:( salas, 6 qaartos, copiar e cozinha seprala :
quem a pretender, dirija-se a Manoel da Silva Peres,
em l-'ia de Portas.
A pessoa que precisar da quanlia de ."illOflIOO
com o premio de dona por cenlo ao mez, sendo por
livpolli-ca de casas ou urinas valiosas, queira au-
nunciar por esle jornal para ser procurado.
Na padaria da raa Direita ti. 79, precisa-se de
sm bom fomeiro, e que seja perito no corle de mas-
sas : quem tiestas circunstancias esliver, dirija-se a
referida pa lana para contratar.
Na raa Nova o. 4J, se dir' quem precisa de
um caiteiro de boa conducta, leudo alganta pralica
de escripia.
Prerlaa-M de um inulaliulio forro oo captivo,
para evpeiro oa boleeiro, prel-im o- o que liver
le 11 a 16 aunos de Jade : na ra da Cadeia do Ite-
cile n. 1,
(Alen<;<>.
O abailO asismdo, srrn l.nile da- .ifeiicnes do
municipio lo Reeife, MienHca a quem eaassat, que
I.......lab- leci lo o sen esrripli.no no palea do Ter?o
il. !ti, .ion le d ra' pe.lenle dS S da inauhda as
di larde.JosCuslsdMPrisato S are.
Da-sc qualqoer quantia a premio safen sabo-
res de nuru e piaia : i.a ra Velhs n. 85.
Precisa-se alugar una prela forra ou escravs
para todo o servico de uma casa de nouca familia
na ruado lionas n. 10.
rede-se a rj,..soas que liveram a Londadede
ajudar a recolberos trastes do sobrado junto ao do
incendio, primeiro andar ,queacliaram algunsdos
objectos seguales; t caixa com l pistola, l es-
pada, laniernas, casticaes, fdobos, botia, pente-
oescovas, que tenliam a bohdado avisar ou levar
na ru do Torres, escriptorio n. 20, de Fiederiro
Robillisid.

Se^ue em putico^ dias para o I'.ir, com escala pe-
lo Maranhao, > ijrigue brasileiro Ctara> de primeira
marcha, o qual Lein ; parle ta carga en^ajatla : pa-
ra o restn pMMgeirots para o que ollerece aseia-
>io- '.'i'i -i tus. Ir.it-se com o conunalario JuAo
Pinlo HVuis i*> Sou/m. n i iTN e-sri da .M i'ii'f de I*'-,
rUMlrm dr* Iflarlnu Piulo, ou com o capilao Fer-
nando Jos do* Sanios, na praca.
OE NAVECAPAd MIXTA.
Lu/. ArnatiJ, Touache Irmos & C,
em Marselha
O vapor Brasil deverii ter partido dn Marselha
para o Itio de Janeiro, com esrala por Malasa, Lis-
boa, Tenenfl. Pernainhuco e Baha, no dia -25 de se-
terubro prjimo paasado ," para qualquir informa-
c3o, rom N. O. llieher i\ C, rus ds ('.ro n. S,
agentes da compauliia.
ftrildS.
I bilhete ti. 3529 5:OOsOOO.
1 iiuarto 1209 2:000 1 ilito .. 911 OO.s-000.
I indio 1 !)),"i .jO.sOOO.
O. bil,tos com a rubri-
ca do abaxo assignado,
llo esto su jeitos ao (lis
cont doy i por cunto do
imposto geral, que se rao
pagos logo que saia a lis-
t;i, na ra da adeia do
Recifeii.45 Por Salus-
tlano de Aquiuo Ferrei-
iv., Jos Fortunato do-
lautos Porto.
LOTERA DA PROfINCIA.
O abaxo assignado a-
visa a o respeitavel publi-
co, que vende i dinheiro
a vista.%etido da quantia
de cen mil res para cima,
os seus felizes bi I he tes,
uieiose quar tos, pelos pro-
cos abaixo declarads, na
ra da Cadeia do Iteei'e
ti. 45
Bilhetes .s'KIO recebe 5:000x000
Meios 2J760 2:300,^000
Qoartot l.s'380 1:230x000
Por Salustanode Aqni-
iso Ferreira, Jos Fortu-
nato dos lautos Jorto-
i fabrica de velas da
ra do Bvuin, precisa de
mais um servente, que se-
ja cscravo
Perante o Illm. Sr. l)r. juiz dos eitos da fa-
zenda provincial sehade arremalarempraca pulilica
os bens seguintes :
Urna casa terrea na ra Imperial n. 219, duas
portas, i salas, cozinha dentro, quarlo, quintal
em aberto, com 1"> palmos de largura, e 38 e ditas
poliegadas de eompriinento, avaliadi em 60#000
reis, de Izidoro Marques de Colonha.
' Uma casa Ierre) na rua Imperial n. -208, a
qual lem 1 l|-2 palmos de fronte e T de fundo,
correte, <; que lo;;o que 8f
as lisias, se pagam
O enuenheiro civil John Scoll Tucker, leudo
de retirr-se cun -ni familia para Europa no [iroi-
mo vapor, fin leilao, por iolrtenc3odo agenta O
liveira, ae toda a mobilia da sua casa, cou-isliii lo
em bellos sof*, mesas, eonsolos, eadairas, mrsa de
janlar, loucadore'. Iremos, l-ilos, nmaprp nova del nenlf, a eXCepCUO 'I
lindo tapete de laa, appartlhos '- -
janlar e sobremesa, almoro
ras. Caca, garlos e eolheres, lano de casqiiinia co-
mo de pr-la, emolios oulros objectos, como seiam,
scllins, livros de grande proco, c uma macliiua pho-
lograpiuca, *"", "'< quurla-feira, l.ldo corrente.
as 10 hora da manhia, no -iiio cimtiguo, e antes de
ebegar ao do Sr. commnulador Jo.lo l'.nlo de l.e-
mos, na Passagem da Magdalena.
cozinha fora, quintal em uberl, em mao estado, -sobre as nimbas proprias pcovas, o
avaliada em OOCOl ro-, do Manoel Alves dos San- e aventura foni Unta arrogancia.
RESPOSTA ,\t) annuncio sobre a photo-
CRAPHU.
Artigo nico.
Embrira pouco apreciador das polomicaa
los jomaos, que ordinariamente ac lia m por
provnr qual dos contendores lie o maior par
lador, o abaxo assignado se repulou ataca-
do t:io direetaineiile em un artigo contra o
mrito da photograplna, que n3o pude dsi-
Xr de quebrar lambetn um i latu- em hon-
ra dcsla bella invencSo que um mesquinho
ciumo de interesse pretende abalar negan-
do-lbe as suas grandes vantagens e o seu va-
lor. Nos i os mcus interesses que quero
lefender contra a aggressSo, mas sim os da
propria arte que sSo mui dignos disto.
Primeirainente o autor anonrmo to arti-
go emqueslo deveria lembrar-sc que nos
OXpomos seuipre a urna derrota ridicula
loando temos a ousadia do fazer um juizo
sobre colisas de que temos um conhecimen-
to apenas superficial. Com clluito, elle falla
na photograplna como ella so achava na sua
infancia; ora ha pnuca.v artes que tenham
sido laoaperfeicoadas em 13o curto espaco
de tempo como esta. O lefeito que Ihe im-
puta era tambem s.visive! no daguerreotypo
antes que Tieau bouvesse Ilustrado o seu
nomc descobrindo o meio de fisar os retra-
tos sobre a lamina pelo chlorurelo il'ouro.
Este deleito foi vencido da ntesma maneira
na pbotograpliia e a prova em papel, rec;-
bendo urna preparaco ana'oga, tornou-se
Igualmente fixa e inalteravet.
Ape/.ar de todos os progressos da SCADCia
anda llavera seinpre m .os photographos.co-
mo lambetn ha maos Jaguerreolypistas, mas
os productos destes s servirio para dar uma
medida da ignorancia e da negligencia que
manil'estam para com uma arte fio dilllcil e
tao delicada. Assim ellas lie que nao sabem
fazer uma escolia judiciosa dos nieios que a
sciencia Ibes pe ao alcance, elles he que ob-
teetn os tristes resultados que o autor do
artigo a que alludimos attribue a arte em
ge ral.
A uo ser nssim, como poderiamos expli-
car a immensa voga que a pbotographia ba
lido e continua a ter em wJa a Europa ?
Voga tfo grande e tao bem merecida que
dentro em pouco desterrou o daguerreolypo
entre as antigalhas, e mnguem em nossos
dias ouza duvidar que a pbotographia com
as suas applicaces tilo variad s ue destina-
da a operar, como as mara\ilhas do vapor e
da eleclricidade, unta revolur;ao completa
nos nossosco-tumes ttecessidades Se an-
da niio se houvesse adiado o meio de dar du-
raQfio constante aos productos pbulograpbi-
cos, como he que elles ja poderiatn ser ap-
plicadis a illustracJo de obras importantes,
cque os soberanos se l'azem mimos com n\-
bus ndo vistas photogi'aphicas sobre papel! ?
Me sempre um tris'e e pobre meio o pre-
tendermos fazer de entallo, calumniando o
mrito dos concurrentes, e por isso o abai-
xo assignado pouco se pieoccupa com o que
diz este ou aquelle individuo; para satisl'a
ciio pessoal basta-lhe saber que de inuiias
centenas de pessoas que elle lia lido a bottnt
do retratar durante poucos mezes, uma se
quer anda nao veio queisir-se acerca de
deterioradlo dos retratos pholograplticos,
embora o< lenba garantido liios.
As vantagens renes destes retratos bfiosi-
do mui bem apreciadas pelo publico, e por
issojulgo dc-tiecessario l'a.'e-lassobresabir
por uma comparaejio com a imagemdesa-
graduvelmenle chammojante dodaguorreo-
typo.
Idas o que certamente me interessara inli-
iiil.imenle fra ver ijue se me provasse nao
com palavras e escriplos, mas pelo laclo c
que
Candida Balbina da Pako Rocha,
tntiga pt-olessoi-n particular ras letras ecostura do bairro do Recile,
rua do Vigario, tt-'tn transferido sua aula
para a ruado KungeJ D. 59, onde conti-
nua a t*\crcer <> son magisterio, entinan-
do ludo quanto la/ parto da educaran
primaria de nina senhora : assim como
nao duvida receber pensionistas e mcio-
ii'iisioiiisl.is. por picos ra/.ouvois,
Para uma casa de pouca familia, na l'astagem
da Magdalena, e que consta nicamente ds duas \c
-ii-, se precisa de un, i criada p.rda ou preta, forra
ou captiva : dirij.i-se a rua de Apollo, armaieui de
.issucar n. 13, a trater.
l J. JASE, DENTISTA.
contiua a residir na rua Nova n. 19, pr.'mei-
f) ro andar. m
*a* *<* x mmm 9mmo*tt*amm
COIPAMIIA DE SFlUOS MVUITI-
10S E TERRESTRES.
CiPIlAI. l(i,000:OOO.S'UI)0.
A companhia Ism su.i agencia no eseriptono de
viuva An.orim & Kilho, roa aceita todas a. proposlas de segures de riscos e for
lona do mar.
Sobre o ca>co, quilha e perleiu.as de navio, de
qualquer {otaran na naveaacao de longo curso.de
caholagem. oo lluvial, ou na pe-ca, em viagem ou
prestes a Viajar, em carga ou deetaraa, amarraiio cu
aurorados, em concert ou no eslaleuo, quer Bol
provincia da ParaUbs, qu; por concei-So disocio !-"",10 ce"0' ''"er "" "'*"" ''"'P1**- ou *
Je iudu-tria entra taiub ni, como i de IVi uambuco, -? ,'" .
no dominio da companhia. Pernaraboco i de outu- **' "*:'* u momento de sen em-
bro de I836.-Joao Jos de ouseia. i b"'1"9 '"e d0 "" deposilo.
I Sobre os liicn esperados i!" nieicadonas aacam
t'recisa-se de uma ama de I ile, e paga-se I abadas para qualquer m-rrado.
bem : na rua da Crin n. :!i, segundo andar.
MACHINAS 1MPERIA.ES DE
lESCaROCA ALGOAO.
O .lii ii\ j assignado, socio gerente responsavel da
companhia em commandila, que sooa ra/.. i Guaveia
(V C mpauhia se cha elabelecida nesta prara, pars
a coustruccSoJde inacliiuas imperiaes de descarurar
algodau, faz scieule ao senhores socios commaudiia-
rio. que, leudo sidu publicado ua cdrle o decreto cue
roucede ao socio de industria o privilegio exclusivo
por l-J; anuos, passa a fazer laeolher, le conforniida-
de com o disposlo no S !!.'do ail. I." dos estatutos
da mesma sociedade, a primeira pre-t rao de -JO |ior
cento do capital sub-criplo para levsntar-se a pn-
meiradcdilas machinas na villa da Bananeiraa da
Sobre o Casco e qoillia de embarcaroes iniuda.
I emi,regadas em descarga e trauco dos portas.
Sobre o capital e premios de dinheuo a risco.
Sobre o premio dossc-uros e premio dos premio,.
Sobre accoesde terceiro por domaos causados |,i
i ab.ilroamenlos turluitos.
Sobre os frotes.
A companhia recebe tani'.iein prorx>ilss daaaanru
de rkcos de incendio e d.uiiii is causados para preve-
ui-lo ou extingni-lo de ralo ou fogo celeste, einou-
dseflea.
SOBRE OS SBGUIMXBS OBJECTOS.
Predios urbanos ou ruraes, igrejase quaesquer as-
tabeleciineuios, coa etelusao de depsitos, fabricas
e laboratorios de plvora, e materias incendiarias
ou infUmmoveis, thealros e casas de especUco'os.
Mereadorias em qualquer psrle que eslejam, roo
biha e olencilio. de fabricas de quaesquer estabele-
cimenlos iadoslriaos, quer sejam feitas por sens pro-
pnelarios, qoer pelo- uso-fructuarios, locatarios, mi-
PdYSlOLOGIA DAS PAIXOES.
Esla importante producto Iliteraria dn Sr. Dr.
.Mello Moraes, do Kio de Janeiro, bem como a c.iru-
graplua .lo Imperio do lirasil e o Educador da Moci-
dads Brssileira, coordenados pelo inesmo autor :
acham-se a senda na rua do ijucimado n.-j7.
I'recisa-se de uma ama de lei te : na rua
da Alejjria n. 11.
Desej-se fallar o Sr. Francisco Jas da Costa
tiuimaraes, a negocio de seo loleresse : na rua do
Crespo n. 111.
SECItO CONTRA FOGO.
Companhia Alliance.
Estalielecida em Londres, em marco de ls-21.
- Capital cinco milhOes de libras esterlinas.
Saunders Brothers : C., tem a honra de in-1 bloealaiios erVdorsjs hvpothecarios.
formar aos Srs. negociantes, propietarios de casas, Finalmente aceita proposlas sobre re-segoros, mse
o a quem mais convier que eslao plenamente au-! 'lo* ;i-un,,o"', quer dos seaur.dos. nos casos em
torisados pela dita companhia para actuar sega-^cin'pa,^^ ..........,.,
ros sobre ediltcios de lijlo e pedra, cuberlos do importancia de q.arsquer simslros, e a modicidad
tlha c igualmente solire os objectos que contiverem ''"* premios : ignalmenle um abatimenio >- aarataa
os mesmos edificios quer consista em mobilia ou ''"' "* roda d" '""' '''"'"" ami av,,l,dda """na
_ i i ... de seguros,
em lazenuas de qualquer qualidade.
I'recisa-se de ulliciaes de toda obra
de alfaiate da roa Nova n. (i.
na luja
Al te i
n;ao.
4>tttj?tSi5.
Compram-se apolires da divida provincial ;
o.7CIa''," de ""' "''" l'"r,uB'"z- ,':9, '- a J '" na rua das Flores n. 37 1.- andar.
nos de idad.-, para caneiro deuui eslabelecimento de .,,.'
mollMdos fora desla praca : paga-se bou, ordenado, "" Com|,V ""!" c'1, "" U ,,,d" ''"' "J" 'lc
anda rnaamoaloteadpralieV a iratar na raa Di-\^'* *^LTi3S Tn r ^,-raJ"utu: '
reila n. 7( tratar na rua da Cadeia do Rente n. ,,|.
t abaiso assignado acaba de obler do poverno \ V"m (|lli/.ei- vondor un caliriolcl
tic rodas, ,-oin aitento separado pura n
boleeiro, annuucie.
-- Cnmnra-se urna arniacao de lua : no alario
da Boa-Vista o. 14.
los.
premios
premios
sal i o
dido
incouti-
;:felec.:s,s;'!p,n,:-;'!'-t--o pago, i(;,0. no" Wao' i^Sr
rao, no convento do Nossa Seuhora do
Carino.O escrivao, Jos Januario Al-
vos da Maia.
Aimla reslam por alugai-so algumaa
casas na Capunga, pertencente a' viuva
ILasserre. pava maior ou menoi familia:
os pretendentes dirijam-se au largo do
Pelourinho, armazem de CarvalbotGuU
tjuinta-leit-a I ti do corrente, sot--------'
lima casa terrea n rua do Quiabo nos Afo.ga-
pilbliquem dos n. 6>, de laipa com pona ejanella, tendo 8
em
aoven-
loilao, sem limite alf'tim, tod
objectos salvados o pertncentes
es-
os |
io|
cascoemachinismo do vapor iMAItQlKZ
DE OL SUA, inclusive um pedaco do
casco lado da proa, boiamlo e ainda com |
grande parle de sens arranjos, com as
necessariiis proporouos para um elegante:
brgue, oiilro do lado da nona, m .l
ta' prestes a lioiat e com
dos seus arranjos, ambos em G
onde o raosmo vapor naufiagou, e pode
ser examinado, diversos lotes de ierra-
gens, paos, cadernaes, tant|ue5, bombas,
correntes, bolenete e mais outras muitas
cousas, juntamente o exccllente tnaclii-
nismo, cujas poras eslao bem tratadas
e em perfeito estado, podeudo todos se-
ren examinados nos lugares onde eslflo
ffuros contra
o fogo.
o m ) u n k i a S o ithern.
Zl\ 'l'"' 7" CAPITAL, 11,260.000Estabelecida
tioianna.
do arsenal de martnha o. Africanos livres nes-
no sen ai iii.i/.oin.
te existentes ; sendo as ditas proposlas acei- ... "i i- '
tas depois do niesmo conseibohater posto),u ,10,'a* j. j
em pralica asdiligenaias e mais lortnalida-1 rua da Cadeia do Recite
de.< consignadas DO seu respectivo regula-! O aeente Vieira da Silva, na raa da Uadre da
men lo. ;!)e,,s '-' f" '
em I85(i.
Para ellrtuar seguros sobre proprie-
dades, mereadorias, mobilia o generos de
quasi toda a qualidade. Premio de ,"i|8
at 1|2 0|t ao auno.Agentes, C. J.
Asllcv & C.
O Di. Joaquim de Aquino Fonseca
conlinua a vaccinar gratuitamente, na
casa de sua residencia, na rua Nova n.
I \, todas aquellas pessoas que nella
comparecerem, nos aunados de cada se-
mana, das 7 a's ) horas da manhaa, e
declara que O faz imlistmetaiiieutc, e que
tero com abundancia excedente semen-
t, podendo t'ortiece-la a's autoridades
que a requisitarem.
Alii.i-se a casi da Passacem da .Magdalena,
Barroca 6 Castro, faro leilao no.- i. pi",a',;i daB0"'"ni "a do Illm Sr. ir. Fon-
, '. '".nao, poi m-i seca: a tratar na rua do Briim, fabrica de velas.
tervencuo do agente Oliveira, do mais; PEIOO.
Aos directores dos bail-s populares pch.nos, que
onliiiuJiii a dar alluns bailes, uo ni nos em ejnauto
nao apparecer eolio divertlmenln sonde se possa
do crlenlo as' 9*atn alaomaa horas em honesta distraerSo.
I) Sr. Sent Tucker, residente eng-Miheiro em
chele do camioho de ferro do !( .-ife a S. Francisco,
depositados, rua do Bruto, armazem ente
loi da Sra. viuva Souza Monteiro, e caes
de Apollo.
sera'
caJo.
armazem do Sr. Araujo, onde
sera o leilao, as I horas do dia indi-
Leiloes.
palmse 7 poliegadas delargura, .n i ditos de com
primento, 2 qtiartos, 2 salas, cozinha dentro, quin-
tal em aberto, cbos fureiros em mo estado, ava-
liada em 709 rs., de .los .Mendes.
Uma r.isa terrea do podr e cal, na rua Impe-
rial n. 4, com parta e janella de frente, lendo 1*
palmos de frente, e 110 de fundo, com i salas,
2 quarlos, cozinha dentro, quimil murado, e ca-
cimba moieira. avaliada em 70W rs., do? lierdei-
ros de Manoel Vireole Ferreira.
Uma casa terrea em cai\o, com porta e janel-
la nao acabada tendo o n. W na ruado Ouiabo nos
Afosados, tendo 30 palmos do frente, e 80 de
comprimento, sendo de pedra e ral, em mao esta-
do, avaliada cm 250&U00 res, de Tliereza de-le-
sas.
Uma casa Ierres de pedra e cal. na rua do Mo-
locoloinli nos Afogados n. 69,com 20 palmos de
! frente, e iOde funjo, i salas, e 2quartos, avalia-
da em 18o? rs. de Manoel < ionc,alvcs Srviua pelos
orphos de Joao Lopes de Sou/.a.
Urna casa terrea rua dos Pocos n. 3, de laipa
com 19 palmos de largura, e 3i ditos de compri-
mento, e com porta e janella, 2 salas 1 quarlo,
cozinha denlro, quintal em aborto, chaos foreiros
em mo estado, avaliadaem S09000 rs., de Anto-
nio Luiz de Fteitas.
Urna casa terrea de laipa, na rua do Qaiabo n.
26, com porta e janella, 2 quarlos, 3 salas, cozi-
nha fora, pequeo quintal, com 21 palmos de lar-
gura, e 7 poliegadas, e 70 de fundo, avaliada em
20U-3 reis, de Joaquim Antonio \ ieira, por Luiz
Placido,
imperial um privilegio exclusivo por l-J anuos, pera
s iiiacliuus nnperiaes Ue uescarorar al!o, de sua
iuvenSo : e leudo ja orsanisado tiesta prora uma
ociediRBB em coium.indita, que flyra sol, a r./.ao
(jouvea A uuipanhia, a quil e cesso de seu dito
privilegio para, mediante certas coudires constan-
tes dos estatuios da mesma companhia, publicados
no Diario de Pernamboeoa na -2 de atalo passa.lo,
su ella poder levantsr ditas machinas denlro Je de-
terminadas limites na daas provincias de Pernsm-
buco e l'draniua, declara, que esta* igualmente
promuiu entrar em nigoclocum individuos psiiti-
culares ou associaeies, que queiram lomar a si dilo
privilegio uas outias provincias do linpiiiir, em que
e culliva o algodSo ; e afirma que prestara' d.-vnla .
ailencao a qualquer proposla, que ueslo sentido Ihe Cl'elos C deCSoesdo'OVei'llO : accrescenta-
for feita. Oulro sim, o mesmo abaixo assignado se
ubriga a mandar una pessoa devidameute habilita-
da para ir levantar no lugar cooveiicionado a pri-
meira de 'litas machinas, com o numero dt-|-Mige-
olios que lhe Tor indicado. As machinas imperiae"
silo evremamenle simples em sua conslrucijfio, e na-
da lem de coinmum com as imperfeilissimas de E-lis
Whiiney ; pois que nao empregando para a desea-
roramenlo serras. como as deste aulor, e sim fuso,
mo estragim como ai|uellas as libras do algodao. A
sua grande vanUgem consiste nSa s nisso, como em
dispeusarcm o cevadores ; pelo qoe um su homcm
com slas machinas, luyendo a necessaria for<;a mo-
tora, pode apromplar mais de .30 arrobas de algodo
cm pinna por da, sem que eja preciso o emprego
ile gante para o balcr, pois que a machina, por
rucio de diu apparelho mui simples que tem, oda
logo aberto, e prompio para se enfardar. IV-rnam-
buco '.I ile oolubio de 1836.Jos la M.ia.
Acha-se justa e contrtala compra da casa
sita no principio 'la estrada dos Ahlietos qoem v.i
para o Manguind, perlencenie ao Sr. Jos Antonio
Marques e sua mulher li. Josephins Sebastiana Ca-
vslcanti de Alhuquerque ; pulanlo, quem liver di-
reito fohre a dii i casa anuuncie r**r este Diario no
prazo de 8 dia- depois desta iiublicacao.
No aterro <;t lion-Pista
Manuallelei toral
Vende-se o manual eleitoral, contendo
a lei regulamentar das eleicoes, eos de-
do cotn a lei das inijtnpatibilnlades, lei
dos circuios, cotn instru ;oes novissimas,
por I.S'liOO : na livraria ns. (i e S, da pra-
oa da iuuependeuoia.
vSgi^-s&'s;;;''. '- .'.h^'^^a;".-'-
^- uy >^* Jr-uy *J *> uf '*.' *c.v 'jr <*-*-'J> y;. ,;-
1 Chales circas-1
tj
sianos.
.Na rua do Ouetmado n.
vendem-soestos lindos olales
'#
bor- "'i
J dadoscom uma [lalrria,muitobom-
@ la de dillerenles coros, proprios
^f para as senlioras que passam a
Q. testa.
comni'i los pi
re, i'-lribari,-
Msniio.
Acham-se todos os dias a vista do publico,
tanto na niinlia galera, como lambein no
aterro da Boa Vista proras pliotograuliicas,
i esecutadas no mu eslal)eleciinento,que for-
neceriioaodepreciador anonymoa mais bel-1 r01 *"* ^"nsoncaiias, poi prejo eommodo :
la oceasiao para estudar a questUo, e eu o | mm? Antonio Marques, no sitio do
desalio para tiioslrar-mc a alierabilidade
dellas. Al la, cstou mui deci lido a nao per-
der mais o meu tempe em responder as suas
aggressOcs.
Lstabelecimenlii pholographico, na Nova!
n.21.Augusto Si.-iiil.
v lubrica de velas e
Sib> da rua do BrumJ
precisa de herradores.
Precisa-se alugar urna ama torra ou
escrava para o servico interno e externo de
uma casa de familia : a tratar na livraria n.
t do p leo do Codegio.
9

''-.'''.:'-s.'**.-"..--- s'i .---..^.*. .'...*;..-._
VENI)i;-SL
l>ra\a de patente, prova d'agua, para
I ai reos de carro.
n. >i, precisa-sc de ollirirs de marcineiro, pagando-! _i ,,, ,. ,
se bun. vinlinttiK IShoiio do ipialuladcs esp--
Aloga-se orna casa para pasear atesta, comciaesJoliiinnisbet'fj e .Marcobruiinn
ra grande famili., e corheir. para car- | f0 arlnateln f|e (;. J, Astlev & C
muito boa iH-,-a, nataponga nova, ;...,.-,. .......v .r, ....-..;. ...:.: .-
Chora
o>loiadc San-I
ios Coelho,
.
m
y<
fBGE
ESTRADA D FSftRO
na rua do Queimado n. 19, con- :)/
luiita-soa vendei cambraiasfran- $.[':
cezas as mellioresque lia no mor-
Cado; ditas a I lili t. a vara ; ;-
1 ditas para acabar a 300rs. oco- '':
:-
tes objectos da meihor qualidade paraos na-1 completo sortimento de fazendas inple-i
wiave ii-- morra ti.-irea do f'tivoei, n* cdo : seguiidu-eira, 1"
todas proprias do mcr-
Lma casa terrea de pedra e barro, em mo es-
tado na rua de S. Miguel nos Afogados o. 117
A, com porta e janella, 2 salas, 1 quarlo, cozinha
denlro, quintal em aberto, em chaos proprios.com
18 palaios de largura, e 43 ditos e ."> poliegadas de
comprimento em 703 iO reis de Francisca Tlio-
mazia de Lima.
Urna cesa lerrea de pedra e cal, na rua dos Po-
cos n. 2'/, com porta e janella, tendo de largura
2 palmse 5 poliegadas, e -8 ditos e 6 poliega-
das i-0!ii|iri:n...iii., len.lo mais > salas, > quar-
los, co/.inlia dentro, quintal em alieno, chaos fo-
reiros, em mo estado avaliada emC 13(100 rs,
Outra casa lerrea sita na mesma rua n. 84, ten- Apollo, na
do 22 palmos e poliegadas de largura e 48 ditos
4 polegadas de comprimeote, 2 quarlos. 2 salas,
ment.
Sal',1 do COnselbO de administrarlo naval 7
de oul.'iliro de 1830. O secretario interino,
Alexaiiu're Rodrigues dos Anjo's,
eilan terca feira, I i do corrente, a
meio da em ponto, de diversas obras de mereineria
novas e nudas, reloaios de cima de mesa niaoos. I
1 em meio uso ; l.imbem fara' leilao iuaam^llSI c"mo 'aml.oin d
leodo de relirar-se para Enrona nu i rosimo pique I
le, pe le lodos q ricr-se ao sea escriptorio. na roa doCrespoa. i. I de frente, avaliada em (i 10000 rs., de Miguel Loa-
luaos de cnarutei-
utn aprendiz
I1
recisa-st-
retido Lopes.
tsi'"' *-....." """-" = < -|>'<-.... /.. no 1 Una casa terrea de pedra eral, no larKO do le-i
de alpaca de seda d. core, e prela, e mais objectos | Monteiro, em casa de Pedro Codito Pinto, i medio n. 9, tendo 36 palmos de largura, e 87 | Z^fffZ[bem. '""
Lotera do Rio
de Janeiro.
Acbam-se a venda, na (iraca da In-
dependencia n. .0, os novos bilhetes da
lotera a beneficio do hospital da villa
das Caldas, nuedevia correr de fi a S do
presente; as listas esperamos pelo pri-
meiro vapor que de la" partir depois
desta data : os premios serSo pagos a re-
cepeo das meslas listas, conforme os
nosaos anntincios.
A irmandiide de N. S. i!c (iiailclupe da cida-
de de Olinia, roga a pessoa que tirar o premio gran-
de .la mesnss irmsndade,e digne coadjuvar as obras
da igreja com uma esinola.
I'recisa-se de uma ama u_ue saina bem eoxinhar,
para cusa de um honiein solleiro : na rua da l.in-
goela n. 10.
Aluga-se um sobrado com cvcellcnles commo-
dos, bonita vista e fresco, gr.mde quintal para |dan-
1-r.a.i p..r ser pars o lado do pantano, no Insjar do
A'ro'.bado n. I : 'juern o prel^n ter enteii-li-se rom
Jos Antones (juiroarites, na rua de Apollo, anua-
em u. 30, no Sr. Antonio Alves Barbosa.
Aluoa-se nm grande armazem e com xrande I
quintal lodo morado, e I ni porlo de embarq ie, silo
- -i- a fundijSa do Sr. I). W. Uowinan, e a fabrica |
de velas, na rua do Hrum : quem o prelenler en- !
ten lase rom Jas Antones tiuimaraes na rua de
i da Sr. Antonio Alves Barbosa.
Por detrai da rua do Faaondes, loja do so- i
lirado que tica del'roiile ! iiendo um b'igue, coiinha-se para fora com lodo
aceio, c laiiibem se lava ccnguminj : ludo por pre '
ro comino lo.
Precisa-se de orna ama para empregar-sn oo
servico de cozinha, para casa de pouca familia :
v'j vado : imissuhoas re pintiohas a
do iecife ao S. Francisco. :;:- 36 *; de cuadros,
Os dirciores di companhia di eslradade Ier-
ro la/.eio publico, para evitar davidas, ou contesta-
cues futuras, qu- logo queesliver eonclnide qualquar
dos landos da refer a estrada, somenle era permit-
lida a passagem nos lugares para este liui desguados
P'lo Sr. engenheiro em chefe da companhia, segun-
do a coininodidade dos proprielarl -s, o do publico
em geral, e nfioem qualquer uutro ponto da estrada.
Por ordem,
It-
S. P. Verel.iT, Ihcsoursiro.
i-ife 7 de outubro de 1K',|.
li
BILHETES DE LO TEEIi
IN DE JlNElRJ.
Os bilhetes da 2- lotera .la casa
correccSo Ja corte, e da I lotera do
hospital das aguas das caldas, acham-*e
expostos a venda junto uo ano do Santo
Aulonio, lop o. I : as listas JeveiJI vil
pelovaiioi AVON, que cliegara aqui ato
lodo corrente mez.Jos Euzcbio Al-
ves da Silva.
Ilosoitai Porta-
i.
guezde Benefi-
cenca.
Precisa-se de nm servente para esleeslal :..
ltenlo, oqnallem o ordenad} de l.'i-o Onoi mer,
casa e comid i, prefer -se o q-- liver medrares abo-
na^oea : a tralireom o provrdor.
n i:.-.i de Imiiiii alomara .\ \ inassa.prai i de.
'-irjio Sanl.i i-. 1.1. ba :> i i ,,-,.. ,. i ,-. ,i r-.i-lhor
.iiilr, nm completo snrtimeii i de I i em I uro
tuno ehrctado pelo ollim i navio de llamburg ..
Iroi-ain-s.. nulas do lian-o do llra-il por moe-
dacorrete ncala provincia, rom desculo ; na rua
du Irspiche n. U, Ngando andar.
i. propria para meninos, a 360 i s. <_r
-3 ooovado: cortos de eassa miudi- i-;;-
& nha e tnuito una a s200 ; cba- 0
ii ios tle merino bordados e !/.<,s, ff[-
de todas as cores; mantas do A
Ztit blond protas e brancas : rotneiras -*[;-
Sx de retroz : aberturas muito linas n
^f de csi'uiao : esleirs da India -'"-
brancas e |
ii.i.ni.
'>
Suspiros ile VentiH.
OWtes de ricos vestidos proprios pora os grande-
bules, a primornaa deseaho, a aparad as sin, a |a>o-
ra da faada, o barata prero de 10)000 por rada
corle, taita encanta e move o deaejooe se com-
prar; portanto qnem qniaer \*r, aprocsar com-
prar, dirija-se a in.i da i.luin.ulo n. :i'i, |, dbi.
da de smsrello, na esquina da Co nave gata, aonde
se prestara um caixeiro para as coi tu/i'n dilleren-
les rasas. Nn me>ma le|4 .-I11.2ar.11n mu neo.- chuls
brdalos de sed', que se vndelo a qu.'lorie p itoCM
ca la oin, enjo pie-jo a,1nni>. conip^raii lo-o eri.t a
i.i/cuda : ainda he na msama 1. ja, que os Bsaeaa le
: bom goslO, e os velbos huneslo eiic.irilrar^o un soi-
I tmenlo de palinn de panno, alpaca e buho, por pee-
; {os moito commodos.
Acham-sj a' ven la 1- escravos muito sadios :
I quem pretender Camprar, dirjase ao |aleo da Ki-
beira ns. 7 a 9, que achara' com qoem tralar.
, -- Vende-se velbutina preta muito supe-
rior na rua da Cadeia do '.tccile u. i2 loja.
Vende-ss > deposito de nssueni da roa Huerta
n. vi : a Iratar no mesaso.
;:! lio "-.su"
v, nde-ae il do Ama' i barda do asios Clava
Ir..' i rom loan Pinlu .i-ias de Sonr*. na traee
sa u.i Madre de li--, arnaaaem de Merinas v Piulo,
ou ci.m o canitS '.i lior'.o.
Oiiem qniser comprar aai icrr as com aN
erce- a prom'dos pan, tsStr loas ras, ni nm
Imperial, com 1-10 palmos de fundo, .'a parte do eul,
i e "ril de frente para a rua Imperial, dirija as a rua
Ida l'i.i i de Smi.i K la, serrafia de N cenle Alves
, Machado, a tallar rom Judo Aulonio Uaplists Muiii.
ILEGIVEL

,

.


.____________________"JO NIIMBBCO S-.GUOI FE.MI3 UTURBO 1156
Itelogios
oberto.e descbenos, penuenose srandes, deouro
e [ir,11^, p.iieule iaejez, iiaia bomein e senlior.i, de
un. uos melliores fabricantes de Liverpool, viudos
pelo olliuio paquete ingle/.: fin cusa de Soulli.ll
Mcllor \ Campanilla, ruado Torres n. 18.
CABKIOI.ET.
Yende-su um cabriole! meio patente equasi novo,
limito se;iiiu e hramln de molas, cuiu os competen-
tes arreos, por preco commodo : preleiideiites
dirijam-ae para ver na coclieira do Sr. Francisco Jo-
mi da Silvana, e para tratar ua do Sr. Miguel Ar-
> Iuiij.) de tiaueiredu, ambas sitas na ra di Cadeia
de Santo Antonio.
Yende-se uina hunda escrava criuula, mura,
rom as habilidades seguinle.: eugomma l>eiu. cozi-
uha perfeitamtnte o diario e Taz doces, e se dir'o
motivo da venda : na ra da Praia n. 43, primeiro
audar.
Tirar denles lie
dismil* e nao
eonservar.
Na ra eslreila do Rosario n. 1, loja de barbeiro,
vende-se o deulalsico, remedio iufallivel para dor
dos dantos, a 13*280 cada frasooinho.
Veudc-se [ou alotta-sepor tempo da fesla^ urna
famosa casiuha de tai|ia da moito boas madeira* e
"ovj, anda por rebocar, com :iii palmos de frente e
i.> de cumplimento, com duas frentes, duas salas
boas, duas camariuhas grandes, com ama vista inul-
to alegre, limito fresca, e livre decoufuscs de mul-
ta lieole por ser retirada, ao pe do rio, delronle do
sitio do ir. I.aniego, ra que atravcssu para o lado
do U.irbdllin. ua pevoariio do Monteiio : a tratar nos
Coelhos, ra dos Prazcres, casa junio ao palacete do
ir. Josc Carueiro da Cunta, jolito a olaria.
Gassas de cores
A 280 rs. o covado
Na ra do i.iueimado u. 21 A, vende-se cas-a Iran-
ceaa de quailriubos miudos, de lindos gostos a 280 o
eovado : j as amostras com penlior.
Lui/ Jos de Sa' Aiaujo, na ruado
Hrum n. 22, lem para vender pipa- novasabatidas
00 levantadas, se convier, arcos de pao pin pipas,
lu.; idas ltimamente, ditos para barril e'tJarricai.
reros de primeira sorle de uiua das melliores
1 .lirios da cidade do l'orlo, de todas as qualidade*,
qual so se venda em porrau de 10 libras para
rima.
Velas de
Carnauba.
Lisboa e puiassa.
Trapiciie armazens ns, ) e
A3$$00
Vende-seca 1 del. isbuaullimamen techesada.a-
siiiicumopotassadaUussiaverdadiira : ua prara
Veude-sc urna cabra prela Indio, mullo boa
I Iriletr., para criar alguma criania : miem prclen-
l der anuuncie.
Cal de
Xa rtia to
11, vende-se superior potassa da Uiissa!doCori"'Sa1"0 "
e americana, cal virgem de Lisboa, da I TA1XAS PARA ENGENHO.
tnais nova que ha no mercado Ha fundifao de ferro de D. W. Bowmann
Scui arara ott deleito algum, e muito ru* d- Urum, passando o chafariz, erlina
ue as afamadas.
fazeuda. da loja de i
mais barato do <
Coolinaa-se a vender i__
ponas n. 10 na ra do yucimadu. por preru" amito
banoa:
Cl.ils de cores, a pora 49500, 5fc 59500 a
l'il.i- fin Covados ,i 11)1), (JO, |',
-Madapoln, peca a 29400, :1o, '9500a
Algodao, pera a 29.29100, a ameticanu
Dito de cores, o covado
Jlrim branco trancado de liulio, a vara
Hilo sopenor, a vara
litan amarella, o covado
llrim de hnho de quadros, o covado
Uiall> de seda para vestidos, o covado
Barege de cores para vestido, o covado
atas da seda brancos linos Com pinturas
Brira trancadode cores, puro linlio, vaia
Chita larga frauceza, o covado
03000
160
J.KI0
:sooo
Hit)
00
I-(KM)
240
200
6t0
JOO
19000
610
200
ua
ha-
Veudem-se velas de carnauba pura, as melliores
que lia no mercado, a I2J000 arroba : na ra do
(,'ueiuiado n. 09, lojade ferragens.
Vende-so urna mulata de 1(i anuos de idade,
cose, cozinha e eo2omma, be Isadia e robusta : na
ra da Cadeia n. 17, primeiro andar, se dir' quein
vende.
Vende-se urna carrera de (rabalbar com dous
b;ns, muito boa para serviro de empollo, e tres car-
ueiros para carro ou sella,"para meninos, capados e
mansos : no sitio do Chuia-Meuino.
No paleo do Carino o. 2, veude-sc estameiihi
legitima para lerceiros rrauciscanos, e pencir.'s de
rame pata os teuhores refinadores c padeirus.
Miirculina
o
A tOO RS. O COVADO.
Na ru.l da IJueimadu n. 21 A, vtnde-se miirruli-
na branca com pintas de cores, de lindos gostos :
dio-se as amostras com penlior.
Vende-se a taberna da ra da Cadeia de Sanio
Antonio n. 20, liem afreguezada para a Ierra a mal-
lo ; veude-sc para pagamento dos rredores, e por
seu dono ter de reiirar-se para fura : a (ratar na
mesina.
A 1#!80 o par de I uvas
de pellica,
minio iovi. e muito fresquinlias, llegadas no ulii-
"'- s-npur Oiii'o. i un ra .lo Jm-i......lu, na l.cni co-
uhecida luja du miudczas da boa fama n. 33.
As bellas m iviiiiillas.
Mieguii ao mercado desta cidade, com este luido
nnine, uiua eiirautadora'razenda, que reuuindo o
apurado, a exquisito goslo a sua bartese, convida
aos cbeles.de familia a supprirem-nas de bous e ba-
ratos vestidos, proprios para a preseule quadra dos
liasseios do campo : custa cada covado a iiisiguili-
canle quaatia de urna pataca : na ra do Queimado
ii. 3!, loja piolada de ainirello, esquina da Cotigre-
t-acao.
Zenobinas.
I azciidas de la de lindas cores, lisas e lavradas,
para vestidos, cuslandu as lisas cinco tustes o cova-
do, e as lavradas a sello c qualro viuleos : na ra
do 1,'uciuiado u. 39, loja pintada de amarello, na
e-quina da Congregarlo.
Na loja
das seis portas
I M FRENTE DO |LIVRAMEMO.
O administrador desle eslabclecimeiilo vendo a
mulla concurrencia da compradores sua loja, c que
muilas pefsoas c familias se acanliam cm entrar pelo
adjunto, oller.ee a sua sala (por cima da loja' para
vcuder as fa/end.is com mais oommodo e a vunlade
dos compradores, aoude enconlran todo o agrado
possivel para seren bem servidos, e por precos cora-
inodos, a diuheiio vista, pois os inultos allazere.
nao dao lugar a mandar receber: isto tem lugar das
-elu lioras da Ktaobia as II da ooile nos dias ulcis.
IValojadaboaf'
vende-se o mais barato que lie possivel.
Corles de bonitas casemtras de algo-
dio para calcas a IdAO
Ditos de fustao para colleles a 000
Britn trancado branco de puro linlio
1.,var,aa 1-?i*0
Dito dito de cor dito dito vara a 800
Dito dito pardo dilo dilo, vara a 560
Dito de qiiailrinhos miudos de bo-
nitos padroes, covado a 220
anga amarella muito lina, lisa ede
quadros, covado a 320
Cambraja lisa muito lina com una
vara de largura, vara a 500
lencos blancos muito finos c ditos
com barra de cor, um jni)
.Mcias brancas para senliora pelo ba-
ratsimo prco, o par dn 240 a 320
Ditas brancas para meninos e meni-
as, o par .,*0
Kilo de linho liso muito fino, vara a 880
Dito dito com llores, vara a 15280
assim como outras muitas lazendas que se
vendem por menos do que em outra qual-
querparle, na ruado Queimado, nos quatro
cantos, n. 22, na loja da boa fe
T0ALII4S P4RA ROSTO
a mesa de puro linlio ; vendem-se na ra do Crespo,
loja da esquina, que volla para a ra da Cadeia.
COM PEQUEO TOQUE DE
AVARIA.
Pecas de madapolo lino,
J^TZScSST'1'**"'"*.....a,lue
AO BARATO.
Na tita Nova loja n. 8 de Jos Joaquim
Moreira.
Venderos* luvasde pellicapara liomem e senliora
L E POTASSA
Vende-se polassa da Kussia e americana, cliegada
I iiesteadias e ue superior qualidade ; cal de Lisboa
11a mais nova que lia no mercado : nos scus depsi-
tos na ra da Anollo 11. 1 A, e 2 .
Atteiiyoac burateiro.
>.i loja do baraleiro, na ru.. da Caoeia do Recife
n. 0, defroule da ra da Madre de Dos, ha para
vender alem de muitas fa/endas que em porro e a
relalho se vendem por baralos prejos, liamhu'rgo ou
bnm 11,0 fino de puto linho proprio para calcas, toa-
.-'11 "mi ?.' Ie,":u. <"" peras de 20 varas a
J?l e[t< ra, de JO varas a 12a e 139300. panno de linho lino
a 640 avara ou h-> a pera de 12 l|2 varas, estndo-
se a acabar, panno de linho lino para leuroes com 2
vara, de largara a3*00 a vara, corles de brin. de
linho de core para caira, padroes novos a :la200,
dilos de lustao de crese braoc.s para collele. a 800
e 1p, eaaemira L,reta lina a 2,->, 2560O e ItaOOO.u co-
vado, panno azul gros.o a 1^80(1 o rovadoTpanno
lino i.relo e a,.| de boa. qualidade. :l-.jot,'fo0O0,
i.kki, .i> eb>, camisas francezas brancas a l760
cada urna, e 20 dalia, ditas muito linas con. "pe-
los e collarinhos de cores e biancos 2a500 no a :t(l^
a diizia,madapoln lino para camisas a lilil ,",^
.I9MW a pera.e.nais baila para 3200, 35O0. 3H00,
S" ** ""'' bmn para paitos a 1>00. e mui-
to lino a IWOO e j, ,mi a ,(S
20, peito. para camisa brancos e de cores com pu-
i.hus a coll.r.nl.os, por barato prero, assim como
ootros moitosobjeclos indispeusave's.
ver um cmplelo sortmeplo da taixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acbam-se a venda, por proco comnudo o com
prompiidao: embarcam-se oucarregam-se am acr-
ro sem despe/.a ao comprador.
Deposito de cal e polassa.
IVa ra da Cadeia dn Recife, luja n. 30, delronle
da ra da Madre de Ueus, coulinua-sc a vender su-
perior cal de Lisboa cm ped, tecenlrmente cliega-
da, e putassa russiana nova, de superior qualidade,
preoo comuio do.
Vende-se em casa de S. P. Jobnsion C,
ra da !>enzala-IVova n. 2,sllinS inglezes, chi-
cotes de carro e de montara, candieires e caslicaes
bronzeados.relogios patente inglez, barris degra-
xa n. 97, vtnho Charr; em barris, camas de ferro,
o de vela, chumbo da munico, arreiospara car-
ro, lonas inglezas.
Agua divina*
-7 i
Vude-M esta eicellenle asua para limpar o. den- '
es e con,erva-l5 a 23000 a garralinl.a : n. loja de
barbeiro confronle ao Ruarlo 11. 2.
o,7" V*"Je-se.v"''">d'"rv em barris. .ssun como
cacao de superior qualidade : na ra do Torres
U. Ofy,
Cobeitores de laa hespa-
nlie.s muito encorpa-
dose grandes.
\ eudem-se na ra do Crespn.loja da esquina que .
volla para ama da Cadeia. |A
Viuho do Porto.
Na ra do Queiniado o. 2"), luja dtr
miudezas de Joaquim Alonteito da Cruz,
vende-se vinlio to Porto muito superior
em barril deuuinto-e oit'avo, por prero
muito coinmoclo.
Em catjade KabeScbmettau i\ C, na
da Cadeia rj. 57, vende-se :
Um grande sorlimento de vidrosd
pellio.
Relogios linos de patente ingle/..
Ditos ditos de patente suisso.
Cuinos di
Ervill
le cs-
rra\a.
tas seccas ein garraloes.
Viuho do Bl
Conservas
dades.
heno superior.
alimentaras de
Im
>as iiii.i
li-
ludopoi prero commodt
diversas larguras e nutras moitissini.is miudezas, sen-, casa de Augusto C.de Abrcu, ua ra da Cadeia do
do de muito bous gustos e boa' qualnlades, que pelo | Kecile n. ^6.
baralissimo prero porque se vende causa admirarao I
aos proprios compradores na ra do (Jucimado.'na
bein roiiherida loja de miudezas da boa loma o. 33.
PERFUMARAS MIJITO FINAS.
Na lnj.i da boa f.ir.iH cacoiitra-se spmpteam rico
lorliutenlo de perfun.iirias de lodas n f|ualidadest
seudo seu aulor o mellior que Im em Partf, rit|uis<>i-
nun frascos rom e\liatomuilo n a l^'JOO, 1^500,
S3e$j00f jafWM de ["irr- li.tMH tlt'licnlii- e de mo-
dwoo*rmIos con bguba Itanceza niuitissimo fioa a
JO* ->*)(KI, frascos rom essencia de rosa aSSOft.,
pi* dr pomada francesa muilo boa a lOOrta.frat-
lECHillISIO PB1 EB6E
110
AIM.IHO DAVID W. BOWHAN, .^A K' aboto.doras par colli
RA DO BBL'M, PASSANDO 0 oHA
FAKIZ,
t> grande soriioienlo dos seguiules ol
ber : inoendas t
Canelas de aro para primas de acn
fcscuvas linas para uuha> :120 -MI e
ils ii,uno liuas aata roopa laa
rmceis linos para barba
)uzia de lacas e garlos linos
lillas cabo de balanru muito Tinas
UHi. cabo de niatlim i.,i.|i0 b-.^.-
ua
ele
ha semp.eum Brandes....
J,f.Ci5 iZZ/*** W'" 1-ara eimenbos, a sa-
iieas moeudas da mais moderna
, *
Ihor qualidade que pode ha ver, e por pieros mais ''"adas paraa^ua oo animaes, dv> loda* a* Dratvar-
baralns do que em outra quclquer parle: na ra do '' ras,I r....n
i.iueim.i'I" ua bem coubeciria loja de miudezas da boa
ama u. S.i.
eos pequeuos e grandes com eicellenle aaua de Ce- |cu"s|rucrilo ; laixas de ferro fundido p i,,i,h,, d.
louia a SO e IS e oulrai mullas perfumaras da me- sup"ir qualidade e de todo, os illi,. ,li
Enicasadew. O. Bieber
$ C, na (ia Cruz n.
4, vende-se
Piano lories das melluue labritas da
Allemanlia ede moderna constrticiao.
RtA DA CRIZ N. 51.
Antonio llarbosa de Barros laz scienle ao publico
qoc mudou a sua sala de barbear da casa n. i.j da
ra da Cruz para a de n. ,'il da mesma ra; oa roes-
ma sala se acham as mais moderuas bichas da llam-
burao, que se veudem aos ceios a retalbo, ealu-
nn-se celebaa brancas adamascadas a -skki sau-se, ludo mais barato do que em oulra parle.
roes; crivos e boceas de foraalh.. re.., ros de b-
NA MESMA FLXDICAO
aee.veculam ludas aseucou.meiidas com a suuerinr
ilaspara pa'lilm'o'e"""" """ e
Eslojosde navallus linas para barba
tspelhos para parede, lltl, ia>i e
Cauas liiiis.iin.is para rape
Ditas redondas de laitaru'-a
l'apeldecoiesern1,ide'resnia
Peuies da larlaruva para n.arral.,
Dito para alar cabello iniilaudo a larlaru..
I uva. brancas de ,e, para inoul.ru
I apeles para laiiteruaf, o par
e outras uiiiilis.im.i> cou.., q Wl -, t-_ _3
I da loja de ...iudez.. d. boa ^11 i"*
; veude mudo barato : na ra do QmSSai "t, "
6*0
IMaV
:*
:a l'Wn
ICJMI
UO
600
L-HN.I
iSMt
7JI
itau.,
n.
1*00
Pianos,
\endem-sepijnosvcr(icaesiin:lezes, deele^autes
modelloseexcellentesvozes, fabricados por un dos
maisacrediladosaulores, prerr.iado na euposicode
Londres: noarmazem de Koslrou llooker.V Com-
panhia, prara do Carpe Sanio.
Farinha de San-
ia Catharina.
muilo nova, vinda em direilura a este porto, vnde-
se a bordo do palalha ..Pelicano", oo trala-sc com
CaelanoCvriacoda C. M., ao lado do Corpo sauto
Vendem-se dous pianos funes de Jacaranda,
consirucco vertical ecom todos o melhonmentos
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio de
Hamburgo: na ra da Cadeia armazein n. 8.
Passeio publico,
LOJA I. 9.
Vendee ui.i completo sorlimento de. dulas de
lindos padroes, escura,, a 110, 160 e -JW) rs. o cova-
do, e a pera a 5, Wm e 69 ; a ellas, que sao tie-
Attcnco.
Na raa do Crespo
Esquina a voltai-
Para a ra da Cadeia
Muito ha que admirar.
cana urna, paiuiiiilio prelo e de cor a 1 do o covado, |
mrtesde caira de ra.cmira de cor a i? e 5a, ditos de
eaartnira prea enredada a 19800, ditos de'dia fran-
reza superior a ti?:itH), ditos muilo superiores a Ka i
1"''L\. '""n -"arello e pardo de puro linho a i
130UU, dilo* rscures de quadros a 1/400, ditus de ;
g*Bga amarella a l-j-JOO, curtes de rassa chita coro 7
varas a 18300, roberlures escures e brancos a 800 rs.
riscado escuro lar^o e uiuilo eucorpado a 160 o e
vado, laazinlia de quadro. propria para vestidos a
nO o covado, e outras muitas fazcuda. por prerus
commodos.
BOA FAMA NAO'VENDE NADA AVA-
HADO, TUDO HC BOM E BABATO.
I.uvas prelas de lorcal muilo boas a 1^KI0
Hilas de lio da Escocia braacaa e de cores iOO e jo
.superiores mei.a prelas de laia a 1vo(I
Carlaslinissimas Irabcezas, o barallio SOO
lillas porluitueza muilo linas ;|-j(j
Meias prelas de algodao para padres' o par 600
lillas ditas para seuhoras 44Q
Kicascaixioh.s para presentrs a 9)000,39000 .-000
Iticas beugalas pelo barato prero de 1. 19500 e att
Aletas decores muito liuas para liomem a *M e lOn
Kiquissima. canelas para namorados a ."MK! e xth,
uculos com armaro de tartaruga a d^tmJ
(.aniveles muilo linos para peanas a d,->, !250U a 39
l'itus grandes moito linos de _'. :i e folha, a 9000
niquissiiuas charuteiras a 2s. :t?
Carleiras imiiiu liuas para dinlieiru a 99 e
Cailelra. proprias paraviagema
balejea proprios para barba a da i
lluzasdc co"
XAROPE
DO
BOSQLE
I 01 transferido o deposito desle jarope para a bo-
tica de Juse da Cruz Sanios, ua ra Nova 11 53'
carrafas S>500, e meias 3c000, seudo falso lodo
l-nuio huulem as 7 hora, da noite um ,
mualo, de noro. Thoma/, alio, Hh,?.^"'
rom marcas de be.ig,,, &GZg?lZ2*
cas de rir.irires as canellas, falla Z., I! *"'
c.da-o ; levo camisa de panno ., SSS TT
da de ourello branco na. SI m^S
abena na frente em f, de P.I.1 ?. "H~
be natural da P.r.biba, fu ??!." ?*"?*?
coe.ho qU,. ,10uv, ; CJZmTltl^SZ
iSTSL^t^ fuella c-.de. TllSiS
r
que n:lo for vendido neste deposiTo",pVlo K53*~ "'" d* ^' *9*+?
que se fazo presente aviso.
Elllld.
pierdo, pelo barato prero do] I $000
do
rs.
Bosario 11.
^C ?. ?' POETANTE PARA 0 PUBLICO.
as raUCeza do lado dll Cllo e es- Para cura de phtvsica em todososseus dTlleVe,,:
es graos, quer motivada por couslipaces, laeae,
asllima, pleuri/. escarns de saugue, dr de eos-
lados epeilo, palpitarlo no coraran, coqueluche-
broucliite, dorna garganta, e lodas asmoleslias
dosorgaos pulmonares.
A loja dn boa~.
lama
Vende muito barato :
pelo ab.i,n ..signado .o Sr. EL! '"' "-*>
Vasconc.,,,., 3011,r, ^'1X1^
.ra d. Concordia'. IbaSfa-fiT SE
Ouimaraes. q. am' iiei.r.,1,1 "'" lnt-"
Keeife I, de u.ubru d. Sh '** "**'
l'edro Antonio leiiei,. l
aiafcarMs.
<-ada unta : na ra larga
>, loja de miudezas.
Em casa de n. O. Bie-,
ber Se C, ra da Crui
u. 4, veude-se
Algodao para saceos de assucar.
Dito traneado paia ditos, a imitueao do'
AVISO.
im'sas&mkjm.

eres de metal principe a :| .
Hilas de metal ordinario a7dO e
Aparellus completos para luto de senhora a
\ ollas prelas ordinarias para lutu a
I Ricas franjas para cortinados, pera.de 10 va-
ras
Kicas polceiras prelas de vidro a
j-itasde velludo bordadasotieilas, a vara
Olla lisa eslreila prela c de cores a 160 e
bscovas com peule e espelbn para suissas
lesourastinissunas para unhas 500, 800 e
Ditas para costura, o inelbur que pdeliaver
lloseasprelas mu,lo liuas, o par
Acordiousde muito boa qualidade 800,
chincha.
elogios
o de
aysoo
#diO
2/880
um
:i6oo
_'j700
6/800
ICO
800
400
160
ijOOO
99.V0O
5500
-:.(hi
0*100
19400
l.MMI
loo
(9300
19000
380
-'0
800
19300
da Baha.
Lonas.
Brinzao.
Ferro da Suecia.
Ai tao para purificar o astucar d in-
venruo do Dr. Slolle, i om o methodo em
lingua porlugueza.
Xarope do Bos-
que verdadeiro
RLA LARGA
Couliuia
senles no
IX ROSARIO N. lili.
Ricos pentes de tartaruga para alar cabello
teuciiihos de rctroz de lodas as cures
loucas de loa para srnhoras e menina.
Camisas de meia para criauras
Meias de seda prela para senbora
Rica, eaixaa para guardar juias
j Kicus estujos para costura 9300 e
' Iravessas de tartaruga para cabello
I Ditas de verdadeiro lu falo
. Riros lei|ucsc.'in pluma, e tspelhu -J a
' l'eulesde liul.no para tirar piulbus
j Ricas bonecasfrancezas bem vestidas I8d80e
Resmas de papel de peso muilissiiou bom
Dito mais inferior pouca cousa
' Dilo almaro mullo bom
' Ouadernusde papel paquete muilo lino
i '"rozas de penna de aro bico de laura
lilas multo boas sem ser bico de lama
950
N00
500
500
ggooo
800
39000
39300
l^KJO
e amorlecidos, be,.,g,o,;, u"ro 'X" *'"*"
rosso qu, Ileobr VS^mti^tS^S
icuiia, rail, um pooco atrap.lh.do divido TuuX
denlas, pouca barba e rala, Za? J 'l*
esquerd. jun, .d,do aTS!J5. Cr'
iludo. aS n.deg,, n, pe*, tai*Z? ""
em om ge.lo par. o laal., SZ **?.
"na, pes apalbeladus e um pooco larr. u....
vo sabido", a, .deg,.-Tpoo7o"erpffi: S'
tem om geilo para oladn.ei "
na, ps apalbetados e um p<
r?Vd.%VWd-""'1W^,'0^*'*^
meado, chapeo de p.lha, lena orneo de eoriahHrl
. costuma robr,.B.r-. ; f01 ., ^ fc.J L_
ronjmoy.lell.ed.Sr. I)r. promotor de nLi'
i a vender-se e?te sarope ,do qual sao [ liuza de lapis muito liuui
Rio de Jaueiru os Srs. Vales Compa- Ditos para desenlio luuilo bons
nina, ra du Ilospiciu n. ifl, na botica do abaiiu as- Bandejas muilo- linas a 39, 49 e
signado, que garante ser verdadeiro. Oculos de aruiaro de ac
aucisco de Souza. l.unelus com arina<;ao doorada
| Ditas com aru>ac,ao de tartaruga
! Ditas com arma^ao de bfalo
80
1-->00
500
poder;
zas
pesnoa que o occoil.r raa aru
ier; usim como gr.lifira e naja lalas aa de>i*-
.--Joaquim Upes de Imeida. '
S T 'U-e0 uo ''"eiile. Joaquina. ,
- s.m i", i a""N ""*" r't"*i '"alai
Navalhasa contento.
ISlHMI i Cuutiiiua-se a \ ender a s-sVJJH .. par prero liso) as Ricos chicotes para eavallu
:lL'(l|ja hcn roiihecidas navalha- AaPiail'j.U'il,.s [el,, ha-, Ricas grvalas de seda
1C e 19600 bi I fabrcame que ha sido premiado em diversases-Atacadores de cornalina para casaca
res rira ii: a, i i S *.s '?ru,i"- co~ I PnateOea: v.ndem-se com a condiSao de uSa aira- I'enles muilo liuos para suissas
Je todas as crese, dando poder o comprador devolve-las alo :M1 dias'Escova, muilo linas para cabello
iidos padrr.es depni-da compra.resliluiudn-se a Imporlanrla: em i Canarbo. pintado, mnir ndns e redolidos 7(Kl
59080 j ebei. do eor,-,, cor &T&JE wSPmfL
00 | emp.ngem .... rosto, pellos paqueaos e .fc.^J!
1900o urnas cica r,s na. eo.l^.Va am e iSS\L
grossus de bery.ipela ; levo, camisa de aianda..
ribo, um vellido de chala encarnad., oulrode Laa
l-taai 'J.""!" """' ,em "' oee.p.d. ,m srvir.,
^,:. "'""a "w caneca, a lie de wptJo>Ie ,
13000
509
larjuras. hiena de liaba Dnii
A7a loja da boa fe
VbIVPK-SE POB MENOS QUE EM OUTRA
PAUTE:
fctisiealgoiljozitilio trancado cora
20 jardas a
pilas de dilo liso com20 jardas a
mu de dito muito encornado com
-0 jardas a
Ojias de madapolo muilo lino n. 6 a
Ditas de dilo entre lino a
Ditas de dilo a
pitas de brim liso lino com 20 varas
cintas escuras e de cores lisas, co-
vado '
Chales de algodao: de muito bonitos
padroes a
Peitos para camisas, brancos
cores a
Algodao de listras o covado a
e alemidalas fazeudaa ha ouiras muitas que
dol" '"Ult0 ba,at' "a rua doQueima-
ut> ii. 2>, nos qualro cantos, na loja da boa
le, defronUs da loja da boa lama, o seallian-
h^h" bfei,hu,;es compradores que nesta loja |
nao ha fazenda iienhiiina avatiada.
.100 oceupe em vender agua, quaado fo-e i
500 me andar pelos arrabaldes desta ,r.r
pe.soa a |dera' Mar e levar i
Camp.u. ua rua d Crnrw M. o
040
800
pe.sua a |vodera' |*g.r e levar ao h-u *mW n". >.
pr.^a
rea sei
amr rrrsiminMf;,.
Dos
5 pennos da lena paite da qunrta lotera a beneficio ia i^reja de W. S. do <.ia exrrahida a 11 de Outubro de 18S6.
NS. 1'RE.MS.
1
Lencos de eam-
hraia de linho
A 30, 400, SOO, e 640
cada nm.
Veiideni-se na rua du Crespo, loja da esquina que
volta para a rua da Cadeia.
Palitos muito bem eitos e
muito baraios.
\ endem-se palils prctos muilo bem feilos a s r.
ditos de brim pardo de poro linl.o .39200: na roa
do Queimado n. 2-, na bem mohecida loja da boa
~ cido Georgekenworlhv, noloear|de S.Josdo Mao-
5?2S?" ar,vureuo'1 fruc'o e mais bemeilurias '
que nelle se acham, sendo as Ierras do referido sitio
propr.as : quein o pretender procure em casa de Sa-
Ta n i'-' 'V &MBB""*. Ja Sctuala No-
AGENCIA
Da fitndico Low-Moor, rua daSenzala-No-
va n. 42.
esieesiabelcciiiientocontinaahaver umeora
pleto sortunenio de inoendas e meias moendas
|k_______^A _- :{"r* "(enho, machinas de vapor e taixas de
ue 0111*0 [)alenteSTto! ecoadode iodoso^umanhosPara
I.AB\K!MI|(IS.
\ c.idem-se lencos e loall.as de labv rinllio. assen-
11 ... cu",l'ri,'a ''e Hubo : ua rua da Cruz n.
Ii. primeira andar.
Cambraia adamascada propria
>eudeui-se peras de cambraia
-" vara, nronn.. mu ...r,.,....
a para cortinados,
a adamascada cun
... J'.,0''t,d(f,ara cortinados a 79000 : ua rua
do gue.uiado u. 2, na loja da boa fe.
Nao ha nada tao barato.
N ende-se cl.il.i lina para cobcrla a 200 rs. o cova-
JJ?,ff 5* **P*""*; "-22 ua bem conb.cida
tejad* boa fe, defroule da loja de mmdea. da boa
ailid*
Vende-se supeiior linda de algodao branca e
Doawall Mellur ^ Cumpanhia, rua du Torres n. 3.
Moinhos de vento
combombas dcrepuxopara regarhorlasebai-
w de capim : ua fundi<;aode D. W. Bowman
ua rua do Brum ns. 6, 8 e 10.
inglezes de pa-
tente,
| os mclhore.'fabricados em Inglalcn;: em casa de
i llcur. liihsnii :ruada Cadeiadu Reciten, j.
Loja da boa f.
10
II
l:t
10
|K
10
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:n
33
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11
i2
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S9
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">9
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3S
O
9
39
j|
5|
">9
iiagle/, cobertos
e descobertos,
to nieUior fabricante de Londres: vt-n-i
ilem-sc por precos razoaveis, na cscrip-
torio do agente OUveira, rua du
lo Kccilo n. Ii8, primeiro andar.
Km casa de Saunders Brothers & C nraca
do Corpo Santo n. lt, ha para vender o se;uinl:
Attenco
A' rua do (.lueimado n. 33 A. loj
Vende-se panno aul lino a 39 a cuvado, dilu pre-
lo ea!, faada atadlo auperior a 39500 o cuvado,
merino muilo lino a 9 o eovado, alpaca moito lina
a liil) o covado, casemira prela inuitu lina de duas
larguras a :ioOtK> u cuvado, Olla muilo lina de urna
largura >..;.. 23 o eovado, canlao, latenda prela limi-
to lina e propria para vestidos de loto a 000 o cova-
do, lioinl ,1/iii muilo lina propria para bolinas da
padres a I.ViOO o covado, grosdcuaple prelo muilo
superior a 29000 o covado. selim pelo macao, Ca-
lenda superior a -iSGOO o covado, o assim outras
muilissiuiasfenJas, que ocioso seria mencinalas,
purcm que a vista dus senliorescumpraduies se ven-
2* j
-Jti C
21 59
28 ejj
29 "'*'
:w Ss
l jS
de quadro.. da mal1 mota suela ... Queiniado, ... 22, nos qoalrocautos, na loja da ba
as que ha o mercado \ fe, defroule da loja de miodezas da boa fama.
para 19200. ai r, coma groadeoaple e vcllu.io relo,
e pannos de diversas qualidade., e muilas mais la-
aeudas, pur precio que se nao encunlram cm outras
loias.
Ierro inglez.
l'ixe da Suecia.
Alcatraotlc carvau.
Lonas de linho.
Esponjas,
Drogas. .
Alfoilao lizn para sacets.
Dilo cntrant;ado igual au da Babia.
I, nji niiiiplelo MiilinioL'l'-i de fa/endas pinjiriasj E*tUZ6nilHS l)OHS
para ele mercado ludo por proco coiiiuioiln.
nj.T 1 1 i"|d du 'JJ|aleiruda rua
\ ^ O J*| 4 i <| i S P |S "'.'I!:. .Ul-'r'.""le ,la.rua oa -Madre UB "eos. ac
P-ielogiofl de patente
nglezesdeouro, desabllete ederidro :
vendem-sca pierorazoavcl.em casa de
I AugustoC. de Alireu, nai-tia da Cadeia
I do Recife, armasen. 11. .">li.
e baratas.
da Cadeia do Recife
,.?'
; -u; ..-..,- ,,..:'ii>tvt,^ O
gfi Na rua Nova n. 5EJ, loja do relojueiro, >
^t ha para vender bico de blood de "
r da branco c prelo, por prero nimio
.'.J cotila.
se- -,
em %;
sa
'::':Vi V *.-'> >> fr- m ... ,.'.
<* o- \i? W WV^v5*,o-,.-..-. -..-
Loja da boa f.
das cores, rom
YDNDK-SE ,MI ITO BARATO.
Chales de meriiiolisus, de lind
ricas Iranjas de seda
I.uvas de seda para hmense senlioras
Mei.s prels de soda para senbora, o pa
lilas de cores minio liuas para humem,
portas
Em trente do Livramento
\'eiiiteiii-se as fazendas ino
nadas por precos que
razeonia enronpar-ee qualquer ramiba com pouco
dml.e.ro : cintas largas escuras que fl desbotnm a
dous InstOW, c--s,ts piuladas 11 doze vuiicns u cov
do, ri.eado trancen a mc.a pataca, e eslreito sus
v.nli-.is. cortes da eassa de Ires baados a douinU
mil, salas br.ncase bordada, H 29000, lencos
111 'o bordados e rom bico a ate vintn
mais leseada, p
lulas.
j fregiiezes bom sorlimento de rateadas de boas qua
id.i,les, que a din.eiro a' vista se vendem por bara- I Lavas du lio de Escocia
l...lmo p ero, tanto em atacado como a relalho, ha- Lencas de cambraia de l I com u "o um
I veudo entre muitu vanedade boa chitas de cores li- Dito; de reros, 11... m
a .ter, M5,S5,o -"^"f "!? m M0' e '.U"S Je li0 ue E'cocia NW harneo.. O par
a peca t. t,...,uo, u>Mi() e ,-,, corles de cassa de -u- Meias de laia para padres, o par
re, bornes padrftes, que nao desbolam, com 7 varas, tiravalas de seda pelas e decore.
;;?!.. diminuto prero de IduOO, riscadu, o chitas lar- Malos lencas de seda prela
prcros que conviden
Na loja das sc^is
portas.
Km frente do Li
das .'anceaas iiiuderiias, u covadoaJill, 2H), :100
:120 c i.'K), cas-as francezas de cores a 5G0a vara,
lilas em esrtf* de 12 e 13 vara, mou linas com
i.i/.-uda paravcs.'.idoe para folho, desenhosdilleran-
les, pclu barato preij? def-~, corles de
seda Cor de rasa e atol COJU fazcuda pararefesoe
folho a I l9e l-ij, corles de scJs cscucczas largas de
bouilos goslusa 289, grosdenaplc ptetosiipenoi pa-
1 a trocar as ra vestido a 2) o 2y200 o eovado, chales .le merino
lino sem lurra com franja de reros a 59500, ditos de
cbaly .om barraassellaadea fi,-J0O,!ditos de merino
bordado, de cores a SS ditos muitu fiOosberdado.de
lima so eor a O9, e alem dealas oulras muitas fa/cn-
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Hitos ditos d* dita de cor
Cassas prelas muilo finas para luto, a vara
e alem de ludo islo oulras moilas fazendas, que se
vendem o mais barato que be possivel : ua rua do
aiidelina de | Oueimado. nos qaalro cautos n. 22, na loja da boa
- fe, defroule daloia da boa fama.
Luvas de pellica muito novas para ho-
mem csenhora, o par a IgiHQ
na iu.i do i.'ueiiuado na bem cuulicrida loju de miu-
dezas da boa fama n. ;t.t.
- Vende-se ama partida He
das, que como cimaTuca diio' 'aenadem barVl; I u?2j,:d- !"!*,!?^'!."*le.'r.'
irlo rtu Knila I "
1 dau--e amostras, e a loja esla abarla de noile.
Farinha t!e mandioca.
icratlienlO. Vende-te superior farinha de Santa
Ai'sla loja lem surlimciilu '^^^L^^Vrre'lc'Dt'U0CCr'f'l'i"'u' '"^'"i" v'"' por prero commodo:
iiiiuupareiu par. a lala, com punco dinheiru, e j '.
tazenda .le goslo. A. loja esta aborta das seis horas uo maMm de Novaes&C, na ruada
lamanlLiaasnovedaiioiic. Matlie de Deot. 11. 12.
lena, roberas de
plan-
. tralar no Mangalnho, sitio que volla para
os Allhctos, de Ignacio Krancisco de Alboquerquc e
Helio.
A oi'OO a du/.ia.
l.en.;os de cambraia de linho para algibeira : oa
; roa do Crespo. lo|a de Adriano A Castro n. 16.
VIMItl lili Porto GENUINO.
\cn.le-se ptimo vinlio do Pono em batri.de
, quarto o oilavo, por prero la/oavcl: na ruada Ca-
deia do Kerile u. 13, escriptorio de Bailar 4 Oli-
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