Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07606


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Full Text
/
ASNO XXXII N. 141
Por 3 raczty adinntados 4J000
Por mcz.cz vencidos J500.
SUMADO II DE 01TIBR0 DE I8:>lj.
Por anuo adiantado l'jOOO.
Porte franco para o stihsc i'toi
I.VC\HHE..VOS U.V SUBSCIUPCAO' XO NORTE.
Parah.bi, o 8r. einno T. da Niliiidtdt i; Naitl, o 8r. Joto
quun L Pereira Junioi; Arara ij. Sr. A. di Lemoi Braga ;
Oar, J. Jus Je Qliviiri ; Martnhio, o Sr. Joaqun) Mar-
;u Rodrigue!; P.auby, o Sr. Domingo! Uerculino A. !*ioa
C.reois: Para, Sr. Juiloianol. Bamoi; Amaionaa.o Br. Jaro-
arma da r.oaia.
PAItriDA DOS CORRBIOS.
li.n.l,
l.-uai ...
5 l ..
S. I .,;.
aira, Fio.
Cabo, i.i
i.,.,.
mn i horas ilo iU
AUDIENCIAS DOS TKIIILNAES DA CAPITAL.
[Tribunal do commer>:o seguudas e quinlaa.
Relafo : tercas-loirai e sabbadoa.
JFazeuda : quariai uabbados aa 10 horai.
-(Juizo do counnercio: legunda is 10 horas* quimas as maio-dit,
. ",'.,* V ,'-' ,!''rV',t" "'"'"[', I v'\'. "".-'"X'-V r-n,-' i l,u*10 d orphaoi legunda a quintal a lOhoraa.
icNoiii" Sli.-fcha. 'Prinieiri tara do civel segunda! a aailai ao maio-dia.
..III, .V.'ioil..,
til. I.HM.i
. II
tvia
HK-f.-i
HU :
I... H.
. I ti hlra* ila muda..
{Segunda rara do eiral: quanaa o aabbadoa ao meu-dia.
Cl'IICMF.I.IUCS DO HEZ DE Ol TIDRo
7 Quartocreicenle ai 3 horas 19 minuto i e 48iegundoi dlm.
13 La chaia ai 9 minuto o 20 segundoi da tarde.
H (uiriominguanie ai 3 horas,47 minutle 48iegnndoi da t.
-S i.j i-'i.a as S horas, 2i mmuloi,48 segundo!da Urde.
I* BRAMAR DE BOJE.
Primeira a., horas e ji minutos da larde.
Segunda os 3 hora 18 minutos d manhs.
DAS DA SEMANA.
fi Segunda. S. Bauno fundador; Ss. Coslor e Hcrolhides.
7 Terca. S. Augusto presb. : Ss. Sergio e Rrcho.
S (juana S llrigidi.i duque/a viuva ; S. Sirneao.
Quima S. Dcuiiisio b. ni. : S. Abrahan patriarca.
10 Sena. S. Francisco de Borja : Ss. Eulampioe Eulampio.
11 Sabbado. S. Nicacio b. ni.: S. Samalra m.
12 Domingo. 21 Ss. Prisciltano c Domniua inm.
ENCARRECAM8 DA SI Its-Un \ mim,
Alagoai.o Sr. i laudino Ilcito Pin ; tahua r. II. Uam
ftio deJanriro.o Sr. Joao Pereira Martina.
em rt;i\ auiii u
O propriaiario do DIARIO Manod Figneiroa de Faria, aa .
Iirraria, prafa da Independencia na.teg.
lou na cou.arra >]t* pao d'Allio durante a epidemia.! que perteneci a Otllruf. Paral se pu.ler ileli'tininaro
H'toaVn Olame, dzendu que pela ropia qu re-1 uiim.To de votantes que deve dur a ailer.tr o iiutne-
' Iranquillidade publica. Campal e [tabaininha, Beaode a da E-lamia, .la
A provincia goza Ja mais perfeila pai ; u espirito qual foi deantumbrada rom 2o diquella cidade c a
pela OCiosidade.em que consumera os das, pelo pea- Incida uj .uno de Iji
inm \rinp|.i, que rereb-m de urna allun.in de Irop es. Importante la
grande, provincia- liriu-
ela Ja rcp.e-.l, do rriiaH:
GOVErt:iO DA PROVINCIA.
QxpaaUeata di da 1S do setembro.
Circular A toda* s juina de direito das o-
aroaa tlela p.-uvincia.
I'-ra que H i>s<;i Cawnpiir as urdeiis mi n -,!
mu '- n qoe V'ujc, e\.iiiiiu.ni.lo por ti lazan lo
examinar pelos juir.es inunicipaes o inappa dos olli-
cosde juslica d>sa comarca. c\lrulii lo do quaj'ro
;ral apraienlaln esle ao curpo leflsl-.tiaa, remella
co.il a urcvidae que l.ir p.i.sivel unir.) inappi .,-
iDellitnle ad lidQUMdttBia as allarafjtci qu h tuvo-
rem occornlo, as observar.,-., que llie parecaraoi
couvauienlrs e notando q uasquer erros ou inei.ic-
lidueaque eucouirar.
S. noiiluiui amacao, ou observadlo houver a
laiar, disto ui"nio Vme. ''ara partea este goterno
ruin luda a urgencia.
Circula!. A* cmaras inuuicipaes da pioviucia.
Couyindu que esle govuriu oblenha lulo., os es-
rlarecunetilo* acerca da marcha que tcm seguido o
processo ta qualilicarao as diversas parorlua desse
ii)iiiiici|ii:i, para que, nvaliau lo bein a legalidad;'
delles, e -las eleii; es aq.ieservein de base, posta lo-
mar a oOBVcatanlraj me.li.las e liaiismittir ao gover- ,
nu imperial quaesquer iuiormaces que sejam De
:e*s.rias sobre o me*in.> ohjeclo, racodliueuJo a
^'inrs. qo procedeudo as iiecessaria kii ._ h.i e
eximes, me iiifirmem com toda a urgencia, eni
peno a dos succinlo'.claros e separudos.
I. .s>: as juntas de.qualili..*ac,ao Jesse municipio se
reu:iiram no dia Jesiuiiaiio no arho '2't da le re-
gulain^ular de 19 de ng.Hlo de ISili ; e no caso ne-
gativo, qo-* prov irtii^ias s deratii. e qual o dia em
que as inesinas jimias co'iic^ mu a proceder aos
trabadlas da qualilicarao.
J. Por qu l'orain e-tes presididos.
J, Se :n.irj.tr ,;n lo las as f init ilnl ido- legaes, e
foram observados os pra/.os prescriplos nos arligos
._"> 21,e-2->.
i. S^ as juulas lizeram a sua segunda reuuiao na
omturmula ie do arligo22 ; aa apparoctrai:i queix-ts.
r.-cl.trn.t.MH'- ou denuncias, e se lorain ou dio ^Hen-
dida*.
). Se es-a cmara expe lio em l-mpo a< coiivkiii-
enles ordens para se reunir o couelho inumpal de
recuisa, e se e-le fu convocadj pelujuir. municipal
compelen!-, e aniiuuciadu por editaes, 8 das arles
pelo menos, o lu^ar publico de sua reuinao, segun-
do 'ii-i'e o a.i-o do I. de ferereiro de I,-'7.
6. S o cuusellio munitipal se reuni ellecliva-
ineule e ruiiecionou por espada de 15 das, como
pre*"reve o artiga 00 da eilada lei regulamenUr, e
3 loi.iui pr.Tii.-in i.is as cotnlinics nelia eslabeleci-
das.
7. Que pessuas eutiarain na organismo desae cou-
::ellin. e cun que direito.
K. t,''ie espajo meltuu enlre a segunda reuiiigo
da junta e o eumeno dos Ir^balhos do mesino conse-
Ihu.
'.(. Se llie luram un ala presentados recursos, e se
tomou delles conheciiuenlo.
1U. Em que da se proredeo a eleico de varea-
dores o jiiizes de pal MU tada uiua das paroclnas
dessa municipio.
II. Se foram expedid, s ordei's o feila a convoca-
3o na couformi-lade do trilito94, a observada a an-
tecedencia do na n,ez, como elle dispe.
I-'. St fol iuli rroinii la uu adiada a eleicao, e
qoal o molivo >>rq le assim se pr.icejeu.
13 Anida ii'slo cato, quito aa |i-s,u.i> que fatiam
parte da mesa antes e iep.ni que cs-a cleirflo tul in-
terrumpida uu adulada.
\. Qual a qualilicarao qoe uta oleir^es de jui/xs
de paz e verea lores prevalcceu em cada uin.i das
paroclas, se a Jeste auno ou a do auienor.
"a6 de oulobdl
Onicio-Vo Esin.ma.iechal comuiaiidanle das ar-
mas diienlu, que, segumlo consta .lo avi,o que re-
melle por copia espedida pela repariifto da guerra
em t!l' de selembro llmio, (or.\ approva.l.i a deli-
beraedo qur loman a presidencia de mafrlar pigar
os pretos do 9.' I"! illiVi de infamara, relativos ao
uie de indio ullimo. e os (lias decorrilos do I a I)
de agoslo seguinle.Isual i llusouratia de faten-
da.
DitoAo mesmo, aulonsautlo-o em vista du sua
ntliriiM'j.' i a mandar que o padre Mauoel Tlnuuaz
da Silva* v servir na qualidade de eapellao no i.'
balalhao de arlilhana a p, cuiilinuamlo a peteaber
a gratificado marcada no aviso da reparlirAo d
guerra Je II de jullio do anuo panado.Cnramu-
icou-se a' lliesourariu da lateada.
Hilo- .Vi mr-mo, inmstiiiliindo por copia o aviso
circular da reparlicao da guerra de rl'l de selembro
ultinio, n qual se detenuiua que os empiegadus su-
bordi.uados a mesilla reparlicao Afianzados uo lile-
?ouiu uarioiial, ou em nlguiua das Ihesuurariis de
fa/.en i.^, apiesenleio uo cotneco ds cada semestre
eerlido de vida ile seus re-peelivuS lia.lore-, os da
cartee provincia do Itio de Janeiro, na directora
zeril du coulenciusn du mesmo lli -tnnu. e os das de
in.i's provuii'iHs na- sc'oes do conlencioso das com
plenles Ihaioti.'aria.*.I'.'uaes ao director do arsenal
de guerra e ai.* nispecior da lliesouraria de fa-
zenila.
UnoAo iiiesino para maular pas-ai eseua,
visto ler apreseulad'. escusa legal, ao lecrula Jos
/.eliriuo C>rreiit.
Kilo\o inesmo. envi.mdu por copia o avisi da
ropailiro da auerra de '.'< de aetembro ulnmo, do
qual consta que maml "U vn com gula to passacem
para a cuinp.iuliia arlilice desla provinctt.o sol-
dado dn corpa de arlices da corle, Manuel Jo Nta-
':n i t Bibeiro.
DiloAo m-siuti, remetleilau por cupia u aviso
de ) de sfileuibro ullimu. nu qtia"l o ;."! Sr. mi.
malta da gaayrra oiumuiiica haver mandada .^issar
para o A.' batalliAo de Infantera, aa qaalidade de
^luarlel-maslre ao aller-s do 11) Ja inosma trata,
Jc- A'ia.iacio de Carvallio. que se aclia na corle.
f>.'loAo mesmo, para declarar em qo.mlos das
ilever," o alferes Jos rr uici-ci. de Oliveira Mes-
quila, re"''l|-ar a ataren* que fez desla capital pata a
comarca r.': Boa-vwla
unoAu ."isp-cior da Iheaaararia de fatend en-
' viando |>or cop,-' aviso Jo ministerio da imperio de
.'"> lie selembro ,'H.mo. appruvaiitlo as despezas que
a pre-ideucia httndVa 'atar para couliuur.lo das
obras do lazareto da l.'ha to l'iniIgual ao inspec-
tor do ar-enal de mannM,
HiloAo in-ilio. cuiiioi inicaiitl., alim de que o
laca constar a quem competir, que u L\m. Sr. mp-
uislro da OizenJa. declaiantio em aviso de de se-
lembro iilluoo que licavam approvadas as iiomea-
c's de l;r.inciscu Etido de Lona Freir, Antonio
Ignacio Bordes, o Marcoluio dos Sanios Piobeiro,
enls para gu.irdas di alfandega, e aquella para
ieual luzar na mesa da eoneulado, remellen os
'omp.-l-ul'.'s lilulos, os quaes devem ser procurados
na serr-l.mu da presidencia.
UiloA i inesmo. nlcirando-o de que o Ur. Jodo
Nepomuccno Haaa PeistndVt, eulrou no da i do
rurrenle no ex'rricio do lugar de coinmissario vacet-
nador provincial.
UiloA" mesmo. para informar se ja fui pana a
iioantia de 93*SH) rcis, que se inanluii abonar a Vi-
cente Ferreira.le Figueir.Jo,pelos serviros que pre<-
i ile s.'lein!,r.i iillimo, no qual o Exru. Sr. minialro ; o communiquem iiniucli llmenle ao- juizes tle paz
Ja guerra declaro, que sen lo portllenle policial u respectivos, participando-i! laiuhcm a esle goveruo
siviio a qu.t se leslinain o olliciaes do exercilo que com os lii'i lameulos d.i deliberaran qu-l lomareiu.
desii
I
tsla comarca, sol a direccao Jo ditiuo juiz tle di- .No enlanlo a necessidade de una cadeia na ca-
" &ZaSLE?Sm c.....nellui o | ^moi d M^Ro^Ho tf5X*2*- ? **3**. ^am-U ^ "' .'^^ I .
a- I Jnior a. funcem'* da cuuiniandaiile interino.
. jareo dcste anuo li e-1t-..-
odus len t<> as rirrum-laurias da provincia. Ienho pensado em I do ao serviro da rnmp.uliia o Ur. Manuel Aalene
sttlerado.Cummunicou-sc ao director das obras pu-
blica
Uituln regador du G>mnasiu Pru\incial, inlei-
rando o de haver espedido urdein i lliesouraria pro-
vincial para mandar pagar o saldo da cuota que
Sin,', reaietleu, de ubjectus comprados para aquitlle
eslabelerimeulo, e bem assim atilintar os (--IIDI)
rei, pedidos para a acquisijo dos ,iuus armarios
que se fazcm praeitDa.
Uilolo luchar el Iraucrsco Garcii do Amaral,
comtnunica'ido que, por decrelo He I de jullto u|-
limo, fura S nc. uomeaJo para o lugar de juiz mu-
nicipal do ("nuil Je Tacaral, e recoiuineiidando
enlre em exercirio quaulo antes.I izeraiu--e as ne-
cesarias commuiiicaQues.
UiloAo juiz municipal noraeadu para o termo do
Brejo, li.ich irrl Isbello Floreulino Correa de Mello,
rteommeii lando que. siga quaulo ames para aquitlle
lerinu lim tle enlrar no exerciuindo sea empno,
vislo assim convir ao servicu publico.
UiloAo direcloi aera! da iustruccJo publiea, de-
clarando que designan o profeitores Jote Joaqoim
Xavier Stbraira, Miguel Arcanjo MinJelIu, para
S"rvircin tle niittia.li.i c- uo concurso a que se lem
tle proceier para prccnchiiuenlo da cadeira de itis-
(ro.'i;,ij primaria do colle2io dos orphaus em (Huida,
e bem assim o piofensor Vicente l'-rreira de Siquei-
ra Varejo para servir no impedimunlo de qualquer
los referidos examinadores.
UiloAo coiumiss-riu vacciuador provincial, re-
comnii'ii I nido que mal le preparar algumas lami-
nas Je pus vaccinieo pera seren remellidas ao Exm.
prndente da Ceara.Paitieipoa-ee a esle.
UiloAo Ur. Can n lo Joso Casado l.imi. Teode
eu designajo a Vmc. para ir pralicar a vacciua na
fretaetia d Sanio Amaro de Jaboaldo, onde se icm I
dado alguna casos da varila, recninmcu lo-M:, I
i qo-. sr.'* fiu.i.ilo aules para al!., deveatdo, para o Je-
I sempeitho J'ssa cniiiio, oh--rv.tr o eitomle. '
l. Permanecer por I' dita o'aqaella fregutzit,
diiranle o< tpiacs vaci'iu.ir.i qunlnlianaincute, alnu I couseau respectivo mspi
' Je oliservar o resultado ulil ta semenlc empreada, '
por copia, bem como a le proviucial n. :w9 que I etiet lugares prnrido
cieou a iVegue/aa do *>. Bento, Vntet. deaigntrflt o: fontrct da capilal.
numero de el.'ilores t|ue esla lleve Jar. c cal tuina; Esltcomtrct, sol a jurislicc.io ato linojojuiz de
das onlrai que s.iflreram tlesinemhriicao de parles I direito, o Ur. Anlonio Joaquun di Silva Gomen,
do seu territorio.
pe-stti..
*<>u. que, se I le a Torca de linha, e curpo de polica iTmiu-.-u
ca'.'i'l'a'i C'"l", |,U" luanilo Iralei da comarca da no he rompido, ao menos otareca) una base para | mente. Eacoso dizer-vos que si acham
Comarca de Villa-Nova.
Esla comarca, soh a junsJircJo dojoiz de
Vou rccoiiiiiicuJ.il a cmara luouicipal de Cimbre
que de sua parle uiimslre a \ inca, os uecessirios es
clareciiUfiilos relativos ao lerrilorio qu.- loi desau
nevado Ja j i-JIe inuiiicipio, e que actualmente per-
lence ao do Ctrtllhaus.KeE-M onecessariu expe-
diente.
Circular Aus juizes le patatis volidos Jas fie
guezias da provincia. Kemello a Vine, para sen co
iihecimeuto e cxecDt^ao nao s um exemplar das ins-
IrucQes que recebi cun aviso de 27 tle selembro
ultimo, c as quaes n goveruo imperial procura a-
caulelar o abuso de serem laucadas nal urnas elei-
toraes cdulas em numero superior ao tos volantes,
se avahar a popularan di provincia, os diversos > menle arcommodadas es>as praras, alm de qoe s"
misleres. e os recursos que ella encerra. Maudei I a necessidade do ni.metilo pole'ju-ltlit- ,r a evi-len
direi- lormular urna eslalislira di populando qoe reside i cia dee improprio, e al pastee decente barraran de
nesla aova capital; e posso assegurar-vos que f..i ptlha com a deiioruinarao "le quarlel dentro da ca-
approximando-se
comprebeude os lemos da capital, S. Cliri-lov,1o I lo, o Ur. Angelo Francisco Hamo-, comptie-se tic
[tabtitni. dous (ermos de foro resaliro da Villa-Nova e o
A a.loiiiii alsuns eniharacos pitia lalla tle seu juiz municipal ve o iiinnicipio Je Proto.da Folha.
letlrado. A delicieneit decaas no Araeaj, qoe I O termo de Villa-Nova compreheude Ires dislrie-
). apenas romera a dar -eus primeiros pastot, obriga j los de policao tle Villa-Nova, l'acaluba e Brcjo coniprehenJe cmpannUfixa. ti corno de' p"hca
t> Ur. juiz moiiiripnl a residir anida aa cidade de tirando ;o de Propria comprehende dous, o de I nun n grande numero de operarios que aclualmcule
i- S. Chrislovao ; oeeeut em consequencia ess- cargo! Propria e Porto da Follia. | sn acliam nos Irabalhus da ediaWl desl.i capilal
- o |ii'.z municipal siipplenle. o qual he dolado de bas- O lean de Villa-Nova refutse ncMc momeiilo I quaes nao eslo domiciliados. rcMrar-se-ho lu-
organisada com o inaior etiidado,
o mais po-sivel ila exaclidiio.
llevo indar que nesse inappa eslalislico que acha-
a prsenle exposirao, sob n. *, adto at
.- ---------------------------...- ^-^ -*. t"' .ni ii|ii i --w ^nw .,,.-. e-tnu ootiiiiiiiiiu"?, a, II
liaule lione-udade, prestigio e cuncr-ilo ; mas, resi- da falla do juiz mnoicipal letrado que exerre inleri-! So que linJarem seus engajamenlos.
diudo a tres leguas de distancia da capilal, occt- menle as funeces de juiz de direilo pelo imped- Forra publica.
suma grande incommudo s parles e retarda, nimio a mnilo tlesle magistrado com astento na cmara do'
acrilo dajuslira. | depulados.
I'elizmenle es-e oslado de cousas, lo dainuoso ao Oaoballlulo do juiz municipal actualmente em
mas lambem outro exemplar coiileudo o extracta de regular an lamente ta ju-lica. deixara de cunlinuar exercicio, leigo. por alguus precedente
P1
liuarda nacional.
Exi-lem na provincia comtuanJos superiores,
coinprehendeiiilo 2 balalhes de infamara de ser-
uma ordein qoe Evm. ministro do imperio ni-di
rigi em dala .le JS do mesmo mez, explicando a
iulelligcucia do artigo -2 d is referidas inslrueces.
portaraEvoneraiido do cargo desulitlelegado to
brevemente : leu!
niel ptl
pii.il.
Em S.
nao inspira viro aclivu, 3 corpos de reserva, urna rompanhia "aa fez nesla provincia, cha
Chnslovaii caminal regularmente a ad-
certeza de que o Ur. juiz mu- as parles a conliauca que devem 1er na tlefeza .le i avulse, deas compaiihias de cavallaria, e ulna secrjci
busca com einpeuho urna habitado na ca- seus direilcs. j de balalhao tambem de reserva, por lodos esies
O termo de Propria (em em exercirio u sen juiz balalhes, corpos. secco.'s, e conipanhias se acliam
municipal letrado, que exerre bem o seu lugai. distribuida! lli.liTi praras do servieo activo e
pr.meiro dislriclo da Iregue/aa de Aaua l'rela ao ci- "iuislrac4Ao da jusii(a. A polica cauiiilia regiilaimenle nesla enmarca. S866 de reserva, como veris do mappa o I '
dadSo Mauoel lihppe Pal l.ima, porutino haver Boj lUbaiant etlao o habilanles tab a juiis.lic-, Eslou informado que o mumcipiu de Porto da Os imporlanles serviros qoe a guarda nacional he
ped lo.Comniuiiicou se ao chele do polica. I eso de um juiz leiira.lo, hahil e honesto : nata lem I'olha 'em lulo por vetea furo civil, qua|iiicando-e deslinadl a prestar ao paiz snlo nao poder rero-
Un.iSomean.lo.deconforinidade com a pioposla |chegado ao ine.i i-mihecimciilo, que revele Talla na I mais do ;l p-ssoas para pirados, eluvando-se asmI nlieeer nesla provincia, oode a adminislraijao na,.
sua calhegoria, ta qoal I-in sitio oulras vezes rliai-; acha o grande auxiliar que devei.i esperar dessa
xatlo por occdsi.it) ta revisan dos jurad-s. veiiliran- i guarda cvica dosdireilos dos .a.la la.:-, leui-me re-
do-sn assim um capricho e arbitrio em elevar-se e presentado mais de urna vez alcumas autoridades
btlet ese lugar, segundu as conveniencias. O I que debalde reclamam u auxilio da guarda Meta-
pila
Meu antecessor ja havia solicitado do Exm. *sr.
ministro da suerra a n-res-ana anlmlsarta para se
edilirar um qnai! I cora luja- as coodirnes para a
lim a que lie de-lioad : efectivamente 9. K <. al
trndeii .i l,io jii-in reclamo do servir publico e or-
denou se proreilesse ao respeclivo'orramenlu, e c
lira-se a plaa da obra, lie Irah.jlio ae arka eti-
Carregailo a lenenlc coronel de eiigenh.-irtn ao ser-
viro da provincia : aguardo apenas qoe elle -e con-
cilla afini de promover qoanlu aules o romero di
se til rdilicio.
A i al. untos., qoadra epidmica qoe lanas varti-
noii ininh.i allearao
do chefe de polica para o lugar vago tle lerreiro sup- j recia distribaieSo d.i ju-liea, coinqiianlo o dito Ur.
penle do subdelegado do primeiro dslriclo da fre- ] juiz inuiiictnil algumas vetes lenlia de pttltt a va-
goexia de M n an. u.ipe. do termo de OliaJl, a Ma- ra a seu anbslltuta pela necessidade de estar eiu seu
noel Marques da Cus'.a Si>ares.--!iitciiuu-se ao rfc- | cnaenho ilgamts leguas di-tanleda villi.
lerido chefe.
Uila-Concedeiitl.i 0ito diai de lieenca com orde-
na-lo ao juiz de direilo da comarca do l.imoairo, ba-
charel Antonio Manocl 'la Aragaoe Mello.- -Fite-
ram-te as aec-ssarlau eommuaiearties.
UilaC.Mice.leu lo ao amanuense ..'< e retara Ja
ihesooraria tle f,/.enda, Antonio Martina da Seabra
I.etilos tres me/.es de liceura com vanoim'iitos na 1 dieavttai no dtatmneailio de suas attribnlt^s,
'orinada le para tratar Je sua saule.-- :!oiumuui-I Uiviso juJiciaria.
Ctor. O digno Ur. jan de direito desla comarca exer-
jeendo lambem as fuicrDes tle juiz tos fcilos da fa-
Quaulo a polica dusses lemos, neuliuioa infor- cerlo he, que uilait foro naquelle lagar tajeila
marjio lenlio l.lo que a Jesah nie. excepto algumas I as juslicis civil e crimiuaes da villa do Propria n-
queixas ronlra o subdelegado de S. Chrislivao, o Icresse de labilaules que dislaui dessa Villa enor-
qual, se lem csinmetliJo tlgnmti fallas, que -.lias i me quantidade de legaas, resaltando dahi o maor
nii lem sido Iratida mintii prcse.ua, aenao va- grvame sor pavos dessi loctlldade.
I smenle, hacerlo quo lambem lem dado prove Saria sobremodo conveniente restabeleeer o foro
irrefragaveisde urna aclividade, poolaalid> lt e de- ivil ntqueltt villa, veneando-se, rumo eslou In-
formado, que ha mtia .;e "iO possoas hablilla as para
uradM,
Cadetes.
liara a tortt arroininiijajib. no barracta qoe lliea serve de quar -
le aiiitla no estado de aaode, c multo mais quaauV
doenies, csso em que se reeolhiam a nina peqoeaa
e mal arejada casa BMligaa, inlilulada enfermara.
Aln aiiiouliiaJiH, se arhavam privado* de inrjir.,
metilos pela falla de ria bolica de qae se resealin
esla caphal. Recmliecendo a urgencia Je reme
Jiai e-sa grande falla coalralei o tornecimenla de
medicamenlus a (ropa de India e de polica coa a
pli-rriiari nlici. Candido do Prado Piula, medanle a
quaiilia de ->:IMIU>> nuoaes, pagos leparlidameale
, pelos cofres geral c provincial, e romo deaeohaaia
etc., c na falla dsse auxilio appellam para a for^a ulilidade seriam os remedios se o enferman na* li-
de linha o de polica, onicas que carregam com lo- vessem u.n hospital com sicomas aceommodarne*
doopeodo crvirutla pruvinca. Sendo limila-je oode se pole-sem guardar os prereilos hveienicie.
dissima cssa larca, lanho me vislo obligado, nao auloris.'i a compra das casas con Urna-, faado del-
"bslanle. a divid-la c subdiv-di-la para sali-fazer, 1 las um li..pill, rpaia deouvir o parecer de ama
iiinUqaemai incnmpletamenle, asjostas requi-i- eoatmissai. emposta do lenle rornnei de en e-
:.i?s das autoridades crimiuaea, licaudo por a-sun ] nheiroiJoso \av er C.arei., de Al-teid. o medmTlIr
tliaer desguaroerjdt a capital. Pedro Aolraai da Malla tlhoqaerque. A remora de.
e certa que a aitaaeio anormal em que o.llocoii ( ai rasas, e a obra que itelln ,c deve faaeri
nal para o tervieo da goaroirgo, guarda de presos.
foram nomeados agentes do mesmo crrelo em Na-
larelh Jo Fausiino Marinho Fakao; no Brejo, Joao i I01" sol,l simpl's para ir a curte au Sr al-
Jos Velho; no Cabo. Juliao Perrra Hallse, e em i "-"S do secundo balaiho do iiifantaria Jo3o
Barreiros Alfredo Alvei da Silva Freir. j Buptistu do llego IldlTOS Cavtlcaiill.
UiloAo deleaado to Rio Formse, dizeuloquc! O mesmo marechal de campo commaiitlan-
visio Mbir-M evliucta a epidemia uaquelle lermo. i ]e das anuas, declara que lioje tez sua apre-
pode M..C. ,i.,pe,.sar u cirur.ao Jo Lito da commiodo medica de que fura etnarre- .,..,,, ,..-' ? ,. "
gil1ll> ; i.ouo bala lilao de infantera Joaiiunn Iran-
" Uil'oAo agente da compauhia das barcas de va- I c!sco de Olivcira.que acaba de c IBgardt pro-
por. dizende que, por ler eoneedidt permistau ao VIIK,,a d? "' ''ande do Norte,para onde IV)-
ra com iicenia, teado-se demorado M dias
na viagein que Tez em navio d.-volla. F,in
couseqneucia desla oceurrencia mottvou o
rapelMi dar-pulirao cclesiaslica do excreto pa-
dre Amonio Tsvarel de Mello, para desembarcar do
vapor S. Salrador a demorar-te netta provincia ; e.
deve Smc. considerar interrompida a pinigera que nSo Se ler apreSOIlUdO lio batall.au no dia 1
'tja; delerimna que liquesem eireiio, as.sim a
orlcm addicioual a do dia i sb o ii. 315
cotnpe-se Je ires municipios formaiiiio Jous lermos
sal a juris lie.cAo de um so juiz municipal. Esles ter-
mos sao: o ta cidade da Estancia e das villas de
sem pnsoes regulares, onde se reculhessem os iuili-
ciados, criminosos e coi.demnados.
Alm dessas priabet uno se podem dispensar on-
Stnla l.i.z'.a e Espirito Sanio, seudo n > pr.meiro a Iras desunidla a guardar temporariamente aqoellea
residencia do juiz municipal c no segunjo um juiz | que liverem de assislir a formarao da culpa nos lua-
supplenle em exercicio. A ausencia do juiz lellrado [ niripitis, c mesmo freiuenas populosas,
de seu respectivo lermo he senipre um mal que. Ion-1 He para sentir que anda hoje, qoando a civili-
ce de ser sanado pelo remedio qae fornece a nossa | sac'io derrama eentelbas de luzci por loda a parle,
legslarao, ao contrario ajgrava-se ; as iiileriuida- se faja uso du tronco, como nuieo meiu tle doler o
de, dos empregos sa sempre nocivas ^o serviro pu- : criminosos, as vezes indiciado! apenas, aules du seu
blico ; esse mal cresce ciu relacao i adiniiislracui julcainenlo final! A imporlaule necessid.tle. coja
da juslira, entregue i mos de leigot, que sao quasi sali-farAo acabo de lenilirar-vos, exige n..n peque-
sempre, os aubstilulos das varas ii.uiiieipaes.
X rica e imporlinte cidade ta Estancia, que len.
en. >eu ju.l inuiiic pal. uu. oven lllentow, cir-
cumpeelo e Independeiite, soOre o detgoito de se
ver privada qua'l sempre Jesse juiz, a quem aca-
queo cousiderou ausente, como o respectivo
edilal de chuiiiumei.lo.
'ose Joaquim Corito.
nesse importante ponto da provincit. A policit it.
cidade da Estancia caminha sob a dirercto de um
delegado e um subdelegado.
O cargo de delatado esla sendo exereldo iolerina-
menle ; alguus rumores lem chegado a uieus nuvi-
dos ar.erc de alguna actos menos resillares prtlica- ptomplos repar
dos pelo aublelegado ; nao lem liavido porem quei-
xas le la 11. ; com'utlo, sen. desprezar es-es ra-
fo aljerl a sesao da I "*"*< sxndieo dos farioi para obrar como me
compre.
Comtrca do Ingiri.
i> pna tle nao se poder iraran-
lir a seguranca dos presos .- as oulras duas podem
ir 'iieslaml-i algunia ulilidalc.
Arha-se coulralada una cadeia para a Eslauria dos os commanilos soperioirs, leudo apenas o ha-
des le l d -vereiro de 1851 ; o prato liuJoii no i lalhio de S. Cliri-lovao o prmeiro daquelles ptllei.
-........................ ulliino de dezembro do mesmo anno, e no enlanlo Ietnsa senMvel damno a inslracego a regrat dedit-
tente nno tic Ir-.)U, |.eloP-\tn. |ifcsi- tsla ornare.., sol. ajunsdtcrao do dignu juiz de lena obra de urna necessidtde pi.lpilanle .uha-se i oplna de que lana carece a suarda nacional. |n-
deiilu l)r. Salvador Correa le Su' eBol V%rt.OTm ?*"tn*> yreitti Cesar tiarcez, com- apenas principiada. felizmente nao be potsivel eaconlrar de nreatpte
prelienle os termos do Ligarlo. Campos. SimoDiasI a"a aulorise I Ihesoura.ia pruM.icial a promover olliciaes de linha refurmadua que possain ser 00-
iha. A distribuir!) da juslira no lermo robranra da mulla en. que intoireu o aneioalan- meados, iso explica a demora na satisfarao dessa
SERUIPE.
Uclalorio com que
attembla provincial deSergipenopro-
nevides.
UiloAo juiz tic paz prssideule da mesa p.irochial
d llezeiros.Acenso recebidoo ofBcio em que Vine.
leclaia ach 'r--eleni diiii 1.1irer. i da alleactlo que
devia ler sollridu a le regulaotenl ir de til de agoslo
de IS, em cou-equencia do novo svstema eleiloral,
e kO mesmo lempo me roiisulla sobre o DUineru de
eleilores que leve tlar 01*1 parochia, e procura SI- ;
ber se no caso tle se aprsenla^ de espada na igreja !
um ollcial di guarda nacional, sem que estoja em i
erviro. podera Vnnv declarar-lhe qoe faca relirar i
'es-a arma. Em reaposta lenlio a diteri
'li.e oge obtttule haver eu en, Jala tle -O de se- t
(einhro u,-.'.'""'' remeiiiJo a Vmc. pin seu eonheci-
nieotaeetecofu etemplirei impreuos da lei mi.
meroHiideli o aelen\>bro "e ptasado, que;
allerou a tle l!l le a-o-lo de W6, asim como as
iusIrucQes que para eecui;ao dclla toraui eipeali
dasem dala de i de agoslo Jo coi rente, e final-
mente o decrelo numero 17'JU de 'i dejulho, Oal?
dividi esla provincia em dislrirlna clriloraes, envo
nesla oecaiijo novos exemplares preveiiludo u taso
de se terem extraviado os pnmeiros.
Jt.e essa paroebil deve tlar SI eleilores ms proti-
iitts eleiroes de uoveinbro.
(Jiie ..as inslrueces que dirig a lodosos rnmn.ai.-
daitles superiores ilignardi nacioutl desla provincia,
recommendei que os olliciaes naj se apre-cuta-sern
em, man MnMm que sei*ese pneedea-. ^ um plufuuj0 ealu,, |on2a liraIi,,,f que ; prvef ao melhoiomeolo di disl..l,ac,i cia u'siira
lo a ele,.;..... Ao olHeul,, pm.. qne dc.xar de com- M^ Jeveis r d( ilaIUlilf;1 .,, \aK JM : mjr, com o, seus habi.anles. *
^[^^^^'r"^^^:"^ f- metet apenas lem aforltoi de dirigir ot detlinoi A polica caminha um punco saislacioriamenie.
Id.de de preside o la me- e (ara neces-ana ,,, pruvillcj1. 0 delgalo de Cagar... he aclivo na captura e per-
advertencia e nao for llaBdMe dar pr ;,, s ; JlUcnllil ,, ,,, ,llori0f ,sSas s.a,.cAo dos criminosos. O, de Campo eSmo uTas
aHmde "pVcXder ZX e, ve"n em t"** *** **" 'l,:"C'-"" T'W^ta C'" -"'"- ''"" *"~ft ^ .le-evo.vessen mais algum
..i. n le proceder .eiom mr eonvememe. ,ho t ,,,,,,., p.a.pgfidl, |e ,\e vossa provincia. O energa. Os lubdelegadot, esluu informado, que Ca-
ritoA cmara municipal de aranhai.O juiz | amor a monarchia, peiih.r seguro da eslabilidade do recem de maii independencia coulra as prelenres
de paz ...ais volado ta Ireguezia de s. Benlo, em ol-1 nossat iiisliluunes, enraizado em vossos ooracOes, de algous patronos de crimuosns. O Ur. juiz m-
flelo .talado de 33 de selembro prximo lindo, son- me faz crer que recebereis com o maior jubilo a no- nieipil e delegado tle llabaianiul.a desempenlia bem
alla-me sclire o numero de eleilores que deve tlar liria, que leul.o I honra de dar-vos nesla uccasio I seus deveres e he'assiduu.
peqti.
uu Menucio pecuniario, eu o reconhero : no eulan-
to como meia de remediar etse mal podor-te-biam
por ciiitju iiii.i tingar casas t|ue livettem as uecessi-
ris proporroes para idmitlir os arranjos conve-
uiciilcs. Exisiern u. provincia cadeia*, a tle S.
bruonam serioa incommndot Je saude. Todava vai. Cl.rislovao, Villa Nova, Sanio Amaro e Lagarto. As
caminhaiiJo solliivelinenle a d..lrtliuirao da ju-lira I tres ultimas lem apenas .las divs.ies e foram feilas
eom acalihadissimas dimeti-es, ndo podando sssim
admitlir songo litinia lo .minero de pre-o-. A de
S. Cl.rislovao lem as proporroes convenientes, e
esla' slidamente conslruid, preastndo lilvet pe-
quenus reparo- : a ti Sanio Amaro carece de
U'enlreas victimas do cholera lem de lastimar a
provincia a perda dos commandanles sujierores
Bernab Francisco Telles, Jos Bapl.sla Vieiia de
Mello, e Jo5o de Agujar Bolu de Mello, e dos le-
ueiiies coronis K-vinundo de Araujo Jorge, Jost-
Solero de S, Francisco Mumz Bairrlu J^uninr, Al-
haiio do prado F.ll.o, eManoel Joaquim de Audra-
de. Esles portee nao se arham linda prvidos, mas
ja foram eucamiuhadas ao goveruo imperial as com-
petentes proposlas.
Uo mappa cima cilado veris, senliore-, que
alm das vagai que acabo de declarar, mullas ou-
Itas txistem nao s de olliciaes da prvaliva no-
meacilo to enverno imperial como das que conipe-
lem ao goveruo da provincia. Para seu preenrhi-
mento propoata ilgamt me le... sido encaminhada,
quaus s arham 4is-
Iribu.dos di maneira seginule :em deslaram*i.los
a diversos diligencia. H| praea-, em serviro aa ca-
pital actualmente 14, doeules 17, falla a riHaptrlar
II. romo ludo veris do mappa... r. Ksla ferra.
comquaulo mu diminua, presla serviros impur-
lanles a provincia :a disciplina e ma Mem qae
nella reina palcnlriam o tilo r aclividade do res-
pectivo commandaule, o mejor Kulinu Vollatre tai-
rapeb., ruja pral.ra no serv.co do exercilo par es-
piro de 11 anuos u habili loa para li anin.ill ii a -eu
commandail.ts u espeilo e disciplina que -nube elle
sempre observar durante o lempo em que iinliloa
as hienas do exerrtlu.
O estado des-e rorpn, eu armamenlu, manirn
em -innmi.', todas as suas neresidadrsie cnnlrmai-
iniiocioos. .-rlaieeimenlos far.iecido-, pelo i apila*
.nsassesuru-vos que, desejoso de fazer sahr a I eommauiaiile inleriuo, que lem sabido -nl-oiui.
guarda nacional cslab-lecida pelo decrelo ... 1130
de 12 de marro de IMj:), rilo dizer-vot, que nao
se lem feilo regularmeule na inaior pane das fre-
goetiu da provincia. Seuielharile lalla lem sido
juslilicada rom o apparecimento do cholera nesses
losares. He 1,1o exacta semelhanle juslilicarao,
quaolo he cerlo que para llgomai freguezas ja'le-
nlto expedido orten, para que a le se cu.npra, pro-
ce 'todo-s a qoal.li-arao, de que (ralo.
A falla de m.ijores e aldanles iuslruclore en. lo-
Srif. membroi da assemblua lec.slaliva provincial, do Lagarto enconlra alguna embrac"S quo me cun- le pelo nao cumpiimeolu do contrato; seria lalvez I imperiosa necessidade, da qoal a fez meiro n
lossu.do du mais vivo pra/er vcnlio cumpr.r o [ pre apresenlar a vossa considerado. conveiiicule rescindir esse conlr.to e mandar conli-1 illu-lre antecessor em o relalori qui TOt tnroiin
,;onruso dever que me impis a le, dandu-vos coala O Ur. juiz municipal nao desenvolv a precisa : nuar a obra por administrara, ou contrala-la cora I lou na sessao passada. Ileporriude crer que Deu-
do eslido dos negocios puhl.cos da provincia, ex- I energa e zelo. que era para desejir. ..era lem a pe-sua que imlhur saiha ral.slazer seu compro- co a puuco vao sendo dolados os balalhoea desse<
poulo-vos -n i- Jiece-sUade-, as medidas que le. conslaiicia e ass.duid ate necissaritl nos empregos
lomada a aJinini-ii.ic.io para prove-las, indicando- I dessa ordem.
vos Dnalroente aquellas que sao de int-tcr lomar pa- i tls juizes munieipaea -iippleul"-, leigos, e por
ra que vos-a provincia goze de inaior soiuiui de ventura uliabeis, nao encoolram no juiz letrado o
baos, a que lem direilo. I corree I i vo as nullidades c irregularidades de que se
Siuto porem dizer-voi, que grandes Ittooas e| reientem seo telo.
mlSMM. it-, c--.it ios inslruclorc
Cadeia na capilal. O armamento e corrame he oulra falla ja sentida
He tic inluicao a neetssidade tlessc etliiicio : jul- | e reconlieritla por meu antecessor, e qae ale esle
go-'me dispnsalo le prodnzir as razes que recta- lumnenlo nilo fui salisfeila.
nain en... urgencia a -a.i-ar.ie destt nccessidatlo
ts-allou-me u espirito a nh-a de urna penitencia.
imptrli'iroc* i.aveis de encontrar nesle Iral.alho, o Dirijo meu, cudalos para c--e lermo, alim de ] ria em vez de ...na pristo simples
eatl fezuezia, creada depois da ultima eleirf.o.
Essa fresuezia comprehende parles de territorio
FQLHSTIIr!.
OS DOS TKSFGAS.
fok scar Honorio.
.'Ivop-dlu,
que alcancou o prmeiro premio de
accessit, decretado pela Sociedade
dos Homncs deLettras.
S,- pensis que, liem cot. as doudics. as hisloria
inas i'irev-s s.lo por ora as railhores, haveis de ou-
v.r e-t -i ton. prazer. c.nbora ella peqoe coulra a iu-
venra : he urna narraca fiel, escripia em viagem.
Conheres a eloquenci.i dos murus velhos, das la-
tidas cabidas e caberlas de musgo, das vidriis de-
negrida! pelos anuos t Pela miaba parle eu coni-
prebenderia mell.or o encanto que me lltrihe, ,,
amasse mtia ot horneas ; porm vos que me ledes
sois lalvez pliilanlinpjs '.
A esle litlo, ou a qualquer oulro, leriei- parado
cuno en debaixo do porlieti tle urna casa rom o nu-
mero l.Vlli. que enconlrei ha alguus dias em ...na
pin cha sobre urna m.inianli.i
A mor parle dos meus esboce* de viagem lem a
tlaia de Bourlioiniais e dos conlins da robusla e sel-
vasem Auvergne, o mesmo se ti.', com esle.
O lugar pareceu-m ler do l'.irliliea lo.
lim anligo feaM de Irincheira convertido em bor-
las, formava anda ao p da cidade um valle peque-
o *, baalif.es ai i mu .Jo., rnlierlos de l.'llia-, linlxm-
se tornad pombaes ; algum leos de murallia
ni. ir: itn suas pedras lolhadas conio diamante* pe-
las rolnrai tle um maulo de hora e de videfra brava,
Einfnn, a rasa de que acabo da fallar ficava de
frente p.ra 0 sol sobre um pequeo prado, onde pat*
Itvam algumas v.rcas, ouli'nra lalvez urna prtci de
I armas !... O* Achillei Allier, para que morresie '.'
i Teiias com pouras palavras reslaurado essas ruinas.
O prtico ob-curo e fresco dessa casa .ih.a^ava un.
i horisnite laminoso, formado pelos pl-nos de um
I campo desigual, cujas bordas se afugavam em orna
i cor de saphira e em archipelagos de pequeas nu-
! vens tlouratlas, t|ue donniam no elher immovel.
Mais abaixo havia urna bella planlacao de fejes,
e\lepoi ale o valalo da cidade um campo de ce-
uo.iras.
Uizei mal das cenouras, pintores o poelas qne as
romeis Lm campo de ceuouras he para mim una
ni. lia Je piibeiros lariros en. miniatura. Almila una-
giuacaluse cimprazein abrigar ahi om nrondn iolei
ro. Ah sollo menlalmenle em um bello da da ca-
ncula um hatalliAo tle cuelhos!...
Ne-se tla, .'. aocontro dos pensamenlos um cot~
I lito ottero dolado de eip.rilu conseguir fugir ta
eoelheira, e destrua alegremente u campo do ce
! nooras.
l'ma vellta-ipoiada en. sea bordan iaeviollt, cur-
i vtndote, olhando para a d.reila e para a etqoerda,
e cl.amava-a alleriial.vainenle pelos .tomes mais ul-
Irajatiles e mais lenios.
(llVe.eci-lhe meus serviros, os quaes foram acei-
! los, porem nnleis. Cuido que o cuell.u linda corre.
1) suor iiinndav i-nte a fronte ; todava menos can-
ttdt do que eu, a octogenaria reaoneiou prmeiro a
,cacada.
Baila, senhor, tlsse-mc ella erguen,lo-se com
I ar ao n.esmn lempo brando c Iriste, o que fusiu nao
volla ; n perdido esla perdido !
lie romo a mocidade, mumurei recolbeodo-me
sombra.
.
solemne, de que SS. MM. lmperiaes e as SS. priu-
cezas, fruein a mai* vigorosa saude.
E como os ..Il.m urna pessoa os cria, 04 edu-
ca, e qutodo meiio- o espera, zas escapolem por
.una vez !...
Nao havii qnoobjeelar. Ignorando a que faci a
vell.a Iluda, goardei o illenelo.
\ -nlia ver, senlur, disse-me ella, por onde fu-
gio o ni--', coelhu.
- Obedec.
Felizmeula, anda lite reslam algum, dne-lbt
eu ventlo a gaiola.
,\h mas era o ultimo nelo do coelho de
Agl.e !
Sua lulta lalvez ?
Sun, senhor, respotidcu a vell.a exudando
urna lacrima.
Ella nao esl mais em sua compauhia '.'
Venha, lornou a mil r-pcminaineule, veul.a
ver por oude fugio ....olla llha.
Scgui-a anda, e depois de alguus Mgondos, no lint
de nina ra tle irvore millralajas, que guarueciam
o muro, ella llalloo con. o bor -Ao os ramos paras)'-
las de um goiveiro, e mo-lrando-me u.na lelteirt a-
bertl no muro na allura de hombro, disse-me sor-
riodu, e como para laucar um desali ao ...eu espan-
to e a sua propria Irisle/a :
Es-aqui por onde fugio iiiinhi Aslae!...
tira, a iberio.a era lal, qu am, cranct de dez-
oio meta apenas icria podido inetler ahi a eibeca
sem ferlr-te.
Por pouco que lenhtm vivido nos campo*, os le-
lores devem saber qoe ahi caita um vive de seuspeu-
samenlos.
Por luil.i a parle a veil.ii.e be dada a medilacao ;
porm no tumulto das cidadea seu recolhimento he
...ais voluntario. A viova do campouez vive en.
rommerc.u intimo a constante eom na tlr, nada a
diatriba?, pelo rontrario lodo Ih'a recordi.
E quai.Jo por leato rhega orna peoMM Mlrtnlll i
casa tl.i reclina, pouco Ihe importa o mue, as qut-
Divsao jinliciaria.
Creada esla comarca com Ires lermosLagarto,
lidatles, a origem, tlesse inlerlornlor pa.sase.ro. A
viuva levanlt-te, dirige-te elle, e lunslra-lhc co-
mo um monumento charo a lemlarani-a de i,j .,
hnmandlde a chapeo de que se serv.-: defutilo nos
das tle fesla, e ulliiili pereira que plantn.
Assim (a/.ia etsi ba rellla com a leinbranr.i Ja
llli... f|
Fallo aqu dos anligns Cimponezes, daquelles que
nao lem unir leilura sena a de seu livru tle ora-
rci, quai.tlo saben, ler. (jeracSo aa mesmo lempo
ru-lica e migillosa que conl.ero, e que vai aca-
bando !
Miulia ova amiga era deste numero. Uepos de
seus breves preliminares ella devia-in suas coul-
dencias, e eu devia oitvi-las.
Vallando ao tlpendroaateutei-roo obre um ban-
co, e ella ao meo lado sobre otila pedra uo luuinar
Ja eaainbt. Tomei ...eus pincel!, ella seus ocnios e
as meas que leci.i. A historiada lilba foi referida,
ora com a brandura tle um regalo, ora com a vio-
lencia tle urna cscala, lien, romo a agua tle forlis-
siina chuva derramada pelo cano do ledo en um
prado.
Meu marido era hornero exrellcnle ; mas viven
em un. tempo de i|n as eazetas nao tallam mais. 1.
todava foi urna prela que me leo a noticia tle ler
elle morrillo na guerra. Ceiisurouvse nosso cattmen-
lo. porque foi conclu lo no lempo em que as grejll
eslavarn fechadas ; ...a-, nao dependen tle mim a re-
coprao to Stcrameulo !... Km tuna ptltvrt, -enhor,
en iidortvt o meu marido, e -e boove malo perra-
do, fui tbsolvidl pelo meu coofetlor.
Ilemais, eu nao pedia deixar de amar Msmelhante
homem. N era aldeSo como no- uniros ; era ho-
rneas elecanle. Tinha estatura mais alta do quo vos-
sa scnl.ora, e militoo dormll as guerras to prmei-
ro imperio. Eu era sua irin.la de leile, e mu for-
mo-a, segundo elle me diste militas vezes. Se ouso
fallar a ese respeilo .-.ora, njo l.e por vaogloria ;
Em verdade os esfoicosdl scieuca reclamam das
sociedades civiisadas o compleineulo da grande obra
ta reforma do sv-lema de prises laes, como as
que l.o|e po*suimos. Separtodo-M da sociedade o
crirri.ioso. pondo-a livre de seu funesto contagio,
a penitenciaria encerra o meius de regenerar seus
hbitos de sorte que, quando u criminoso volla para
o seto de seus concidadaos, he um mcinbro til,
leutlu-se ..elle operado urna verJa.leira e cmplela
reforma, eis o grande resudado da penitenciaria :
Pelo mappa annexo sob o n. i veris a quanliJa-
dc e qualidade tle armamento existente em deposito.
Ierra tle linha.
Co.istl essa foren de I capil.in. I lenle, 2 alte-
res e !*S soldados, Exislem hoje lodo- pro.nplos para
o serviro, mas distribu dos da maneira seguinle:
e.n diligencias e destacamentos :\2 soldadosalgans
doeules oatros presos, e promptos para o servido da
.'uarniejo :ll, roma veris do mappa annexo sob n.
5.Salta aos olhos que essa forra he sobremudu in-
suflcieiue para o servico da provincia, lanlu mais
quanto nao enconlra ua guaida nacional u auxilio
lev ido nal immensis requis.res que conslanleraen-
ao passo que a escola tas prsues cummuos acaba i le fazcm as auluridades policiaei de furca de linha,
Je firmar aquelles que para ellas eulram em lodos oude polica para o serviro a seu cargo!

ILEGVEL
os ramos tle .corrtipc.io, iiumnralidade e sordidez,
mas qoem viven por Unto lempo com oulro, pode ea-
bar-se de laes eeoias iem vaidade, ma pinha en-
rasa la len. o direilo de Jizer quej lu flor !
Meu esposo parti pan oaovoltar mats deisando-
me com unta lill.a. Criei-a .-tos meus pettos, assim
como minha iiiiii criara o pai tlessa querida menina.
Ella era sadia, mas leve de-de ti berfa um uicon-
venienle coulra o campo : nossas roupas tle lila ino-
leslavam soa pelle de telina, e nossus sceus ferian-
Ihe os pcs.
l-'elizmenle para Iralar lal crianra, cu nao preci-
sava Je ineuJigar. A casa he mitiba, o pomar lam-
bem. e mais algum terreno de plantarn.
Na era rica ; mes (raballiava quaulo poda para
que nada fallaue eritnca. (lualquer petsoa a lo-
ria lomado por nina menina de familia nebro ; mas
era lil'ia de um hoiiieiu, a quem Ml.-iva as vezes o
pao :
Todava nossa Aglae fui crescendo. He lime pou-
co cominom ne-te logar, '.o he verdade, seohor ?
Foi tambem urna idea do pai !
Ouc detgrtca que desgraca I ella eteteja, e eu
...lo poda oeeollati Vinwa lenharit me pergonlt-
r.i para que occnlla-la ; mas, senhor, er que nao
eje mni doloroso pan urna pobre roi vdrclart-
iiiente que nao poder i conservar a lilba comsigo '.'
(Ira. ella era linda como os amores !
Qoando clie^ou i idade ta primeira eommonliSo,
o seohor cora fet-me loto grande modo dizendo-
me : Senhora llesboiiis. he preciso ler milito cuidi-
J desla pequea.Porque '.' percnnlei en peu-anjo
que elle ia reprehender-in?.Porque, tornan o cu-
ra. Agite he demultdtmenie bella para sua condi-
co Oh bou. J'sus diste cu i.ileriurmenle, ou-
vi a una pobre iniilher como eu ; visto que iniulia
lilh.i arneaca de ser denia-ijilainenle, bella re-lilui-
lli- o pai !...
O muro j i era bom. mas nao assl alto. Ileixe
rrescer as plantas Irtptdeirii, fecliei o porfi, e res-

As cundicies em que se acha esla provincia, col-
pol.tli tmenle pela anella ,i pessois que nos pro-
curavam.
Nao hava muila ceir aqu; mas Aglae linha r.i-
raira lat, Ku di-se-lltes pooco a pinico, que ella es-
lava doei.te, e fccl.ei tMim a porta a ledal. A po-
bre menina enltdtva-te um pouco. Fallavam-me os
meius de mell-la em um cullegio na cidaJe ; lena
poJiJu l /-la freir ; mas receiava que o pai me re-
prehende***, pois us sol.lados de eolio nao eostivim
de fraJes nc.n tle convenios. Qoe divta fazer ".' que
pula inventar '.' Cabras, coellios, pombos, ella linh.
ludo para s- distrabir ; mas eran, companhias que
Dio fallavam. Felizmenle o senhor cura compruu o
terreno vitinho a elle pelo lado do poenle.
II .va um peilaeo tle muro rabillo desse lado, e'
i por falla de tlinl.c.ro eu nao o mandara concertar ;
i mas plantara urna sebe, e como o viztnho tlanlesera
mu velho que aborreca os menino-, nao fazia c is.. i
de Agite.
Quando nomo veneravel cura oeio htbitor ibi, eu !
: di-se a m... mesma. Bem, minha lilba lera com !
qtiem fallar sem sabir daqui. O boui padre era sibiu I
romo um litro. Keprehen lia-ine .1e au rn indar |
, Aulae i isrel, po-lo que ella li/es-e suas oraees '
' em particular como omt freir ; por isso eu me tr- '
Icltava' quando onviatot voz. lim elle infundir
| .itleii-i, ., merlina, e Indas as maulla is, tlepsis do :.l-
moco, vinhi pasieiar em -eu pomar, e ceovcrvava
I com rila no losar em que o muro eslava raludo.
NA m -e elle era leit.ceiro, mas 'leu helios co-
iil.eci.nentos menina.
Fu ouvia ludo oeeolla em um etoto, e tdmirava
quinto Velar luiha u espirito inuitn mais subid que
o da mal. Sabia o nonie d.is llores, dos passaros, dos
i tnmtet de qottro pt desde os maieret ate os me-
| llores, a razio to lempo, a hisloria do paiz : era om '
I .os.-.r.a em que se achava Indo, ale as rslrellas. F^u-
. fatlr.u-se inriios e n.lo fallou mais de sabir, lornou-
I se labia romo sen mestre ; pois sem lallaf de un. i
'ni zelo e acliv. lile a falla do r.....nun lant, qi
se arl.a na ti la le da llanta promovendo a rompa
de fardameulo, e oolros olijeclos de nnlcrlinave
neressitlaile | ara o me-mo ataaaa : achare aanrxi-
a prsenle exposicAu as informirei a qoe me re-
tiro.
Chamo a ii.'-i ailenrAo para o ponto reliliva ..
augmeuli Jos vencimenlos dos "llinse- e pvara-
desse rorpo. bem como a respe.to da banda de m-
lica, que sen lo bem soflr.vel carece do inceni.v.
para o esludo. Keconl.cccre.s is grandes dilliiul ;-
Jes de se engajaretn bous mancos Com os tilK-ah-
ve.ir'mei.lus que se .tiii.m marcailos.
Ueprcseiila.ido-uie ti com.nandaute .lo coip acei
ca dos iuconven.enles que le .lavan, em >alineii>
praras em diligencia-, uu dcstacameulos sen, < res-
pectivo se Ido. aulorise a Ihesooraria a abuuar a
priucipiu de cada mez a qnaulii de iii-, por unta
dos prets a vencer.
Cullu publico.
Exislem na iHiivinca -'i fregoezit*. ludas ella- -e
I achara pruvidat dos re-pecli vos parea lio-, onbi ve-
ris do inappa n. 7.
' -en i intento r-ligio-o qae felizmenle duro.na n
BOOM p-'vi'.ac.in-ell.a i maicr auil.in.ao di palta do
goveruo para que rada vez man se desenvolv eeso
germen fecundo de raot alldade e rivilisario das pa-
vo. O culto exterior, puroude se revea u sent
H'iiio religioso, carece de lodo o desvelo e tle-en
>"Ivintenio : pira lal lim muil-i n,orre a eil.lka-
rao de lomplos decentes, emisora peqaraas. .Same
babililardes com os meius precisos, empreftici u> l .
u meu dovelo en. acudir com prompto auxilio ai
lemplos cemerados, e aquelles cuja reina a paoca
decencia podem fazer crer que existe m iitlrreuti-u."
e.n assuinptu de tal maguitude.
Barras da provincia.
Pelo mappa un lo ... K veris o moviu.enln Ja aa-
legaeo pelas barras da provincia em a anuo pau-
sado, e no crtenle ale boje. Esle ai|Mscl,i Inengei-
ro deve chamar a altencJo da provincia, e do aje-
herhario que lenlio. e r.ijai li ires qualquer pe- o.,
jurara que aii.il e IH.i Itr-.-.i ella rou-ecuio... \|s-
voss.i senrinria n;l" me riera, porque t.st nao h.
prova- ; c.uise^oio tlumes.rr as andor.nlia- li,
va ...ai- ajaj Iridia nii.hos debai-.o desle alprndrr, >
ludas viiihan quando Aslae as rhamava. Hat..
Ah enhor, ha chnslaos u.uilu malfazejns i -le
inundo !
A c-la exclamac.lo senli que u.e.i poeta mato ch' -
gava a c.ila-linphe, e duplique, m.nl.a alteara*.
A velha co.ili.iuou :
i. Uebalde o. deixava Agan rom vesti.ln.de meni-
na, riles mo Ihe cabiam mais. Tola qoe co era I m-
mu se alguem padettsj impedir n rovis de abrir, o aa
.aparii'u.libas de ler d-zese.s auno.; Minha. nr-
cum.laucias eran, peiores do que m- ella Heaaja cn.
ttnua lo a correr e a vi ver como lod as nalra.. la-
dos se leriam habituado a vr-la, ella a ser Hala. Hte
se cria que ella eaUaeaaj sempre duenle. e tallasa-e
dr ..i., belleza -e.n que eu livrt.se ..tirito a hc-c.
nein otrttmenle o -enhor etrra.
Elle cumpnlifiiJeu meu rinhararn, < ve. i ri.niJso unta ti.ole qu.tnd., Arlac j.i dorma em e
lejo, bella romo um aojo, e re.pirandn larandamen-
le c.-mo urna brisa de junle, enlre llares tle h-
lalas.
Eu e.pe.ava .er reprehendida, r -entia-me aa-
Kumada.
Senl.o.a l.e-h.oii., me di.e elle. \ mr. he na
verdad-un. lama dando. Qoe qaer I/er de .aa -
Illa '.' Preteti Ir du-erva-la eitrrirada em c**f ale a
vnla eti-t ti i .\s ui.il. rri.im os tillua. para i oo para
riles u.e.mt.. '.' Nioeuett cu.np.ehetiile porque Vme.
ohstitt., se a viver i om rila recolhida ne.|a l.ah.la^ta
sem dc.xar pernee aagaOM penetrar aqu. N^o hr
censuro al.-olutameule a inleuc.io, -p inr ,, om
vista a boa vida de mis llha, mas a curn>.i.la.le qar
ella pvrila he o peior dos rrvicos que \mr. Re p,.-
de la/er. Engaitae, teuliera lieslmui., ^ err qae as




aogllMDlo pr4grafhf4 da naiesaco. que eatatendo
boje pradcada, cumu m Ira pur iiiiia barra tivic e
franca.
lima nccessidade iiiileclinavc1., da malar inpor-
laucia o H. _i 11 = i,, he um pliai.,1 que suie oa navio.
e 01 arrede dan formiilaveis toteada, de Vasa Uar-
ri. ho Sui. Stula label ae Narla da Imiia capital : alen de-sa vanl.gem .ervr.t anula o pin- e rom minio riso nal trevissas. princi|lm*nte u
rol paia indicar eos navios Irrem chegariu ao pollo deIJuarerema......le por mil de orna
los diaa o passageiros eipolo. privara**, nena
lunar baldo de recurra., oa ah chtgaren, qaaiuja
ja o vapor lem saina,, veado-ie abrigado, a re-
grraaarein rio .cine.
Arcre*ee o grande inconveniente que airiVre o
eommarcio, por qti.....o Iriu de Iranaporlar para o
igu* Scco*eqa genera.con grande. deapa<,
na
vez lem
dli
i. capillo t'ranciaco Perei- do-ac ga*tn al boje u&fojVI i
"'' b\wilio Pxrrho. i.nnipro mu dever reconhoeen por c-la oceanlo
exame, au competente ur- .1 pliiUmrupia rom pie o digno in-pectur da alfau-
comprar a obra. | deg.i a eos empresarios lem brindado a futura ca-
li- > i-a-barris. i pella com mil rie para wn'.lia da obra.
erfeilo mado, a Jando-ae-1 Palacete da aasemblca provincial.
ra di Silva e Sebaati
Asuardo o rvsulladu
catneulo para mandar
alalaia
Ksl.i otra acha-.
llie l alalaiador, c I praiieo, le que piensa, regraii-
d a opinilo do capillo do porto, lera'|o peuoal
preciso para o respectivo servir aera' purein con-
veniente l/e-la piular parsita "conserva. Ao eruellior
vala.
Alalaia doUin'.lteal.
\ barra da cidade da Balancia, molla nafa fre-
|upnli31 da que a de Veea-Barrfa, ola' nu pulaniu
de seu destino, e aln esperarem aeccaiao >ia en^ I sosobr.do barco com -rus carrr-flaineiiloi
irada, nau precnaudo de te afastar durante a n,.i Arcresce anda a grande ri.llic.ildario de c l../.ei
le. de sorle que Me lome depon- diflkfl demandaren : urna liscali.acao regular, por qoinlti rm lal riislan-
a ,'"" ...... a* ''"> "pnosli do lerriluiio deala pro-
A neceandade dn pinrel na barra da Colmgoiba I vhcm, lie poanlvel e lacll llladir-ia a vigilancia doj
lie ja reconbecida pelo Kan. Sr. ministro da un- j empregadoa nscaea, pattaado-n gneros ric-l
iiulia eiu eea rel.iloriu apresanlada este anuo a aa-
Mtnii.il. gera portes, e ale serem embarcado, cnitin de pruducco e fare toda a diligencia.allm de oliler cu. Iire-v.d.
V solitilude do goverau imperial em acudir de da provincia vMnba, lubtrahldoaaasirn ana dire. d.. u,n l......(ri i
promplo ao. reclamo, da, provincia., traeremos a i deaE ti*n peto termo, ,o n.ra "o lem".? dade ", K, a aT i l"" l C0"""T',A "'
-o insmba U p arol. que .Ir completar a impar- Secco, "em raHo ale......,, p|,e| impt, ,ue 01)V1,. ,,';,,,,
lauca de que jo .lia ata. ,apu,e suba... mallo .lem, por vemplo al os Theaouraria rmtaeul.^^mw^Trennas
A barra da Vasa-Barra m acha por cm quanlo Ulhos d'agaa, onde ealou n.Cor.....lo, qoc ha bastan- O edificio deatlii
: p.ivada ile una tlala, a qual linlia |a sido alias
i pro- I contratada, m** nunca leve con.eco.
**" I Il ^"'.J ,"*'l!>"V\><< em pequenni Irai.s-, Emprego rainha aliento sobre es-a neeassidade,
pralii'u. I palrao paia a calraia,
i.l.eiros.
Mporiac en. Ut7.M$l
uorai publica* gerae. r'., du* qaaea lem recibido .1 arremataola 7J->'Wi
.e I primeiru pra.i- Km JZttfftSZ ET-n* 2. ZSffT "" "" ^
.r.po.acaodolna.e.ia.io.ial IHa,iUt*o r-UrMWW. (I plano dad.',lo engrnheiro a.iVerV I i Tcorrtn e m toaZZl 'Sw
Vte. da pralicagem daquella barra. O eapilla lene.,- co da provine.. ..,, executado. linda a obra ri o cncedido ilTrc o SSSrJKSS Z
le Jos Moreun liuerra, cbelo da reliar ir.lu da ca-i contraanle einl.i.lsa.ln iipIik n.rriu nr.,rp'...< .... .1.. > '"'" ""u.mieiiio. o que
Pltann, do porlo. cu,a .iscah-cj. s,., aj,|, as did.i ia .^J^: ^^.^',.11^ !"-a Sa'p'rvfoc, I eTm.n'.r'.. ^^JSSS
barras, enpted. todo a lo e v.Sor pe .-uniprime..- de tcsidencla do Sovp, no da provincia independen- e indicaren, o meii, de M ren. liar e e n co I-'
lo dea allbu,oes a seo caurgo : nM leu. porm os | .e de se espeiar a competente aulor.saco do gover-, miando a obra com Inda .. seguran de m> a re-
MNM necesarios para o boro dese.npenl.O de suas no eral, o qual lionvc por ben. ro.ud.r por a di*. I venir-se i=al desastre. B afantir dmo deaae
ranete. ; be a.i que l.au lem a Capilan.a un ~ \ Ps,.;ao da preside,,,,, a quanl.a oreado com a qual ; propri. pr.vinci... l.'runiV.ainenle prctdVram "s
nbolso do aduiil.ui.eiHo felo pelm | eii;enheiros ao maisrigeroM exame, e foram indica-
ealef para o respectivo servieo, nem nio lancba pa- se ellecluou i
l'recisa laml.em a capitana de I palrao, S n.uri-
ulieiri.s para o servido urdiiuno, ^uccorro de navios
eiu peri;o, ele
He iucalculavel a falla desse* meioa indispeu-
saveis para qui a capitana lenl.a a necessaria ac-
ert uo ti' r 111. niio dos deverca a ten cargo.
'I ralo de anUifatiev a tolas eans exigencias do aer-
vivjo publico, o irlo d* qoe ogoverno imperial rae
liai.ililar com os Decessarios iiieius prestando sua
ai'quiescenc.a i um ubjeclo de lauta monta, qu.l he
o aperleii;oamc(itu du servido das ..arras desl pru-
viinia.
Illebocagein pur vapor,
rio que vos apre.sci.lou n.e.i illuslre
i sc--.in panuda, cannnnicou elle a
urna eampanhia nesta provincia com
0 liiii do eniprebender o servieo da reboeagim por
vapor oas peiittosas barras que davam dillicil sabida
aos iioisos prouuctos.
r.abe-me aUaifaro de coininunicar-vos, que
esa. graude idea, que na opmiao Je muilus au pas-
sava de urna utopia, luniuu de da em du incre-
mento ale que se aclis buje deliuilivameiile reali-
sada.
A provincial de Sercipe deu um formal desmenti-
do aquelles que suppiiubau. iinposvivcl reu.nrein-se
capitae. sullirtienles para a ci.corporarao dessa com-
pauliia, almjde que se acreditava que a roliua e
falla oa espiniui de empreza nppoieaaem invencivel
lia. reir a esite agigaulado pasan no can. nl.o do pru-
grcaaa. .v--un nao aconleceu,, ao contrario os Ser-
gipencea, puado margen, queslcs inesquinlias de
pailido eudios pe-soaes, se colli-jram para ilaiein
um publico le-leiiiiinlio de que o benfico impulso
d 1-ivilisac.iiu ja cheuuu a esla provincia, onde se
vai lirmaudq en. solidas bases. A Associaedo Seigi-
peuss lem pj>r arcionisb.s InUnen- imporlautes da
provincia dj differenles credos polilicus.
O vapor lencoinmendado rasa conimercial de
Knoule v\ Fo-ler da praea de l.i.ndres pela cuniinis-
sao provisoria nnmeada pelos accionistas, e compos-
a dus Srs. r.ir.i'* de Maroim. leueule coronel Ma-
uoel ('.ardo-lii d'Araojo Uncial Dr. Antonio freir
de Mallos llarreln, cheuou a este polio no dia 5 do
inei de malo ultimo. Nesee me-mo dia coi.videi por
carias circulares aos membros da assoe.aedo a cora-
parecerem|p^ia se proceder i cleirao da"directora,
e tr.it.n dos dillurenles ubjeclos leu lentes ao au-
dameiilo dos rngaelo* da atsociafao e servico du
vapor ; e para que se no relardasse um momento
as grande* vantaneos que recebrriam a uavegarao,
laveor. e commercio da provincia com a rebocavem
dos navio*, outr'ora sujeitos i merc dos venios, mB
res, e eorreudo continuados riscos, depois de man-
dar verificar se o vapor eslava promplo para o ser-
vico, ordrjuei que MMlina a pralicagem da barra
por coula do goveino, facullando a commissao pro-
visoria cogieear o servico da rei.oagem, o que leve
lugar no dia 8, (res das depuis da chegada do vapor
ueste porto.
Par i. respectivo servieo ursanisei o regulameuto
provisorib aunexo, o qual tubmelli a appruvai'.iu do
Soven imperial.
Ncsse Irabalho fui muilo cnadjuvado pelo capi-
1 i', do porto desla provincia, l)r. chele de poli-
ca, e Ur. Antui.io Freir de Mallos Brrelo. Te-
uho a salisfacjo de com...unier-vos que o governo
imperial Uignon-ae de approvar o regulamenlo de
qiie.icalu ue fallar.
>o dia 20 leve lugar a rcuuiao dos accionistas nu
palacio do govtri.o. e depuis de verificados os lilulns
precedeu-se a ele.cao da directora, merecei.do essa
prova do conliauea a mesina commi .Nao se ieli.ni i., euliio distribuidas todas as acees,
deliberoO a assemblca geral dos accionistas que'lus-
jem as que resl.ivam distribuidas entre si. Sendo i
pruvi.icia accionista de 00 acroes.Iem de subscrc-
ver mais, a vista da lal convenio, o numero que
lulaardes convenieule. o que nau me parece enntra-
rio aos interesses dos cofres, e aules de vaulagetn
pebn lacroi que promelte a empreza, alcm do gran-
de beneficio que Ira/, o servir* da rebocagem i la-
vuura, sendo consequeiicia uecessaria augmento da
reeeita provincial, o que bem compensar;'! o sacnli-
eio que de moni, nlu fazem os cofres. Pelo mappa
iineio n. o veris qual o servico que lem prestado
o vapor desde que encelou sua tarefi, e qual a re-
Celtae Hespeza da campanilla.
Companhia Santa Cruz.
O colnmcndador Antonio l'odroso irAlbuqucrque,
a qiie.a r.ira concedido pelo decreto n. 1038 de :I0
de agosto do \irl, privilegio por l) anuos para a
navegajao por vapor entre 0 porlo da cidade da Ba-
bia ata Macelo, obleve pelos cofre, desla provincia
nina .subvenrao de i'l eolitos de reis annuaes, alen-
las as vanlageus que se esperava da cummuniraran
regular da graude praea eommercial da Babia com
os porlo de escala desla provincia al Mareiii. Em
verdade uao se pode desconhecer que vanlageus im-
portara** (em recebido a provincia com essa coni-
muuic0o, nem se podera reputar gaslos ii.ultmen-
le us II enntaa da reis que rom sacrificio, rerlamcu-
le despeutein os cofres proviuciacs. Ern porcm para
lesejail que o e i prezario se esforrasse inais em me- '
mora servieo oa carrrira, quer'prla regularidade
iJ.i sal. d,i dus v.purcs. oque nao se d con grave
lelrim Mito du coiiiiucrcu. e dos pa'soaelrus, que ja-
mis | odftu coular con. o dia de sea embarque,
quer p lio tralameato dos patrageiro. a bordo, sobre
" que la queixas amargas, comando alguns como
b..ras e sacrificio e marlvno as que lem de paam
.. borda desses vapores.
Palo cunt ii.i celebrado eutre o euiprczario da
compiulii.i e o goverun da provincia i-evem os va-
pores locar iius seguinles porlos :Kio Keal,Ser-
gipe l j.iiuib,;.
i,.; V;'" ? "e J,""i'r- ''-, I """'I-'-' P"*.. de 10 nezea, -,b pe
nocoiiiiceendo que con lew proporees esse edi- de una multa de vinle por cenlo. Em l'l de oul
lic.o nao ullereca commuda babitaeao, me vi forjado bro deqnelle aune, pur um. alterarlo do contri
I. pena
Em l!l de oulu-
, :- L-i-edo di. contrato
a mandar pintar as salas da Ireule cm algn, acero f..i augmentada a despea, em reis (W73fJO fican-
!.. *.q"" ""c"ur m'"s greneiramente, ol.ser- do assun a obra contratada p,.r I :.V.ITf.!00 rs.. dos
quaes lem-te reerbido '.l:"iiss'..vi.
vando a inaior economa ; aasin lambem Uve de
mandar fa/er mais dous quarlus, urna estribara, e
oro muro que rwgu.rd.au> o interior de palacio in-
leiraiuenlc deva-sado : com a> obras referidas Icm-
se dispeuilidu ao lodo ale buje 8:6l05i.
(.un qii.inii. eu lenl.a solieiiadu du suvemo impe-
rial a aecetaaria aalorisarjAo para m-indar edificar
um palacio permanente, cuj planta liz cheiar a sua
prescuea, e lenho fundadas esperances de que o go-
verno imperial atienda este justo pedido, todava
utlo me pude diapeuur de mandar fazer us auumeu-
los que leuliu exposto, tob pena do nao ler o presi-
dente comnodoi sullicieules para morar, e nem lio
pouto para o l.abalhoe inisterrs que exigem esse
cargo.
Neeemdade de lo grande mmenlo me obriguu a
continuar a satisfazer as despezas pelos cofres pro-
vincias, esperando o rcsulla.lo final dellas para so-
licitar do governo imperial o embulsn desse adianla-
luen'.u. Nao repula supperllnas a< obras feilas, e em
andamento neste edificio, u qual Oeara com todas as
lirupurees para urna boa repartido publica gerel,
no provincial, loso que se oche promplo o aovo pa-
lacio, que, como disse, espero que > uuvernu impe-
rial ui,ii le edificar nrala Aoreacente capital.
-Se era seiisivel a talla de minino la habtlae.iu pa-
ra residencia da (averno, mais sen.ivcl era aiuda a
falla ab-ulni de mobilia, ornamentos, em anmma tu-
dos us aecissnrius e aleis de palacio, t) transporte
desse- objeclo. da anlia capital para esla luulilisou
aquelles,que nao se extraviaran,de sorle que apunas
algomai cadeiraa c abjeeta. de madera, e esles mes
mus un. pooen estragados, l'nrmtivam o ornamenlu
de palacio. Tive poia oe comprar ana mobilia. que
me fui offerecida pelo neguciauu Jos Narbone oa
innorlamia de K280OU, para ir servmdo ale que o
ov^rno imperial se dignan* de autnrisar a neeeaaa-
ria verba para a compra de lodos os ornamentos ne-
cessanos.
Mande! eflecluar rssa despeza ainda pelos cofres
pruviiic.aes, le.do em vistas rom a mobilia compra-
a Jor> Naibone ornar o ..ovo edificio destinado
il.i
para a Iheaonrana provincial, e mesa de rrndas pro-
limo a concluir-te, leso qui tci.ha u palacio do go-
verno Of objeclo. que luram pedidos.
Air-udega.
I'oi contratada eslaob.a con Jnsii \ .dente de
Qneiroi em data de 18 de abril do auno penad* pe-
quanlia de I:IKM)NK)0, rerel.eo al o presente o
Poi concedido ao contratante o prazo de daos me-
lesde prorog.rn |iara a conclu-in dauhra, daqeaef
ullinaram se en. :1 de abril ultime, e a requeri-
ineiilo do mesino eonlralant. Uve de cuureder-lhe
mais Ires mezes. que se bao de lindar a _':t do cor-
rele mea de jollio, sujciUndo se, caso nao courlua
a obra uesso praao, nao a a mulla de vinte pur cen-
lo, como anda a pagar _1l.> rs. pur rada di.i qoe ex-
ceder do prazo concedido.
Esgun e aterro dos pantana, da capital
Esla obra, la* imprtante, nao so para o areio e
limpe/.i da cidade, como para livrar os habitantes
do funestos n.ia-inas exhalados pelas aun eslagna-
das e ptridas, que inileiavam quasi Indas is casas,
lu eomecada, parle por contrato, c parle por admi-
nisiracu.
Recelando que fone necesario dispender aonltada
snmma com esle Irabalho, qui/. ensaiar um o oulro
rucio a ver qual riellei era mais til, e menos dis-
pendioso.
O Irabalho feilo por contrato fui oreado em
l:2M|899ra.
(> Irabalho que e lem relio por administraran,
sendo .telle enearregado o capilo de engeiibe'.ros
rranriscu Pereira da Silva. t,m castado au* rufres
provincia*, al hoje a quautia de :tiK$UtMl rs. Com-
parando o se. vico falto pur contrato, com aquello
que se esta' fa/endo por adminislraciln, venlic-se a'
rtivur .leste muilo mais economa e regularidade ; o
lii- he sen diiv.da rtevido em grande parte a-, zelo
a restricta Vigilancia do babil e honrado engeiiheiro
que esla' na direcctlu draa olira.
l'onies d'agna pot.vel.
ror.m eontraladas pelo governo da provincia trea
[untes na capital pela quaulia de .M.'AiKO reis cada
urna.
A primeira se acha concluida, p be donde liraro
"< habitante, a agua de seu uso. Esla obra se nao
he elegante, preenche no menos o seu lim ; a agoa
he boa; conven., porcm, para conservar a liznpesa e
pureza nceatnria, tirar a perla dessa lunle, oo con-
sol va la sempre fechada, ubstituiudn os baldes c m
que se (ira a agua por liuml.as com as compelenles
lomeras.
Ja liz a encommeuila para o Bio de Janeiro de
urnas bombas modernas verdaderamente apropia-
das para esse iiuster.
Em quaoto, porm, nn. posso conseguir esse me-
lliorainer.lo, rnandei posltir urna sentinella a' porta
coaoaetante a quantia da IO:0.KWKX.. Rec.nh.een- da f^^tS^S^mT^S^m V*
.. JL S'a.n,,e ne,cess,d,le, e eslabelecimento lem nella objectos que corrompan a ene, nem si
em um porto martimo la,, frequenlado. c.....u osle, mlroduza balde. ..,. vaailbaa sUias
di ll UIIILI .1^ ......IkIl V..I .. ,.,!.. .. __.-_______ I '
porlancia desse edificio ola silisfazei.do cabalmente
o lim a que i.e destinado, receiava todava que essas
minhas .pprebenao*. niiu fonem fundadas, visto co-
mo me faltam riuiberiinenlos espenaes desse ramo
deservir. Julmiei pois prudeule oovir a oplnilo
do lenle coronel de euseiibeiros ai. servieo dcsta
provincia, a quem mandei que me informa'sse : I.
quaes as dimensi.es ib. edificio, e se ellas cslavam de
eonformidade com a planta ; -2. se o edificio se a-
eha rulliicadocnivenienleme.ite para o lim a que be
destinado ; :!. quaes as din.enses que segundo o
plano eleve ler a punte ; I. se essa ponte, secundo
tem de ser reila. prejn lica, oo nao o transito da rua,
e no caso de nao prejudicar como se pode elleeluar
a rommuiiirari da punte rom o edificio de modo a
facililar a entrada dos voluntes ; .">
neira de couslrui-la. evitndose a reprodoccao de
alguns deleilos de mao de obra que se deram na-
quella.
lem, pois, o cunt.ii,ini.- por em quauto recebido
lmente a importancia de .">|.">.>78 rs.
Posto que nja a agua que actualmente abastece a
pupulacao, de gosto agradavcl e leve, participa toda-
va de urna cor pouco clara, phenomeuo este, que
nao eita' bem verificado a' que se possa attribuir,
sendo cerlo que neiihuui mal se lem reconhecidu de
sen uso ; entretanto haveudo em om lugar puuco
dialanle desla cidade anua mu cristalina, abundan-
te, quer de verlo, quer de invern, mandei proce-
der a um pequeo exame della, resollando deaae ex-
ame a coiivirctio de que ?ra boa e polavcl
dei clntrali e ti i;nloBe,1: ,S(! ,ern'us Uehberei, ,.ois, mandar linpar a fon.e dessa ag...
orrfirl nere. X 2E l 1 em """ Cr,"aM"a- ">l,r <1....." Proceder o ...ais mi-
S V iu,, '"e,"l^l";, hilmentn o lim a I uurioso exame. se elle confirmar a adida do
A re.nnVi.! .-. i primeiro, leuciono mandar construir orna elesanlc
Jm^SL^^^^^^L^^** Mr lonle, digna da boa qualidade dessa a -
sla expnsic.lo, bem comoas observatoes feitas a re- gua.
Com a limpeza dessa fonlc dispendeu-se l quanli.
e i i-!liO rs.
pello pelo capillo de ensenbeiros Sebastiilo Jos Ba-
silio Pyrrh*, que fui o enearregado da planta e or-
rameiiln. Da leilura dessas peras se cooclue que o
ed.I.cio lem defeilos provenientes de algumas alte-
raroes feilas ao pensamenlo que dirigi o plano, e
que concluido lera' lacunas que necesariamente h.io
de ser preenchidas. oh pena de nflo se lirar n ven
Matriz da capital.
Esta obra eomecada por nieu antecessor, o l)r.
Ignacio Joaquim l!,rl .... lem alienas os alicer-
ccs.
nado para satislaco de urna dn. mais importantes e
ursenlesnecessidades desla capital, e mermo da pro-
vuicia.
Enferr.iaria militar.
Bata obra importante, parren dunda, acha-se
sob a direcrtlo da lenle coronel engenbeire ao aar-
vaoda provincia. Acercadella
Desejaiid continuar e,a obra loo ueresiaiia c re-
clamada pela nona religan, mandei tirar unta plan-
ta, e Ulero respectiva oresmculo, segundo o qual
be misler o sacrificio de uiteat. conloa de lis. He
cerlo que nao pode a provincia coular com o qoan-
Itlalivo neccsarn. para em poucu lempo verconciui-
arrei.iatad.i esla ulna pirante a Ibe-niiraria
provincial em 13 de jiiiihn do anuo petado pela
qiiaiiin de Ji:Si;.s,} rs.
Por portara do governo da provincia de -Jl de nu-
veiubro do neamo auno fui augmentada a drajpeas.
em re* ."1IO5UUO, obrigando-ae o arremalanl. 1 con-
cluir a obr. em 18 mezt, sub pena de 1:000) rs. de
molla.
I-ni concedido ao arrematante man don. mese, de
pra/o i vencer nu primeiro de fevereim do anuo
correiile : receben a quaulia de 8:2799284 rs.
lufeli/.meiile falleeeuo arren. ilanle quando come-
cava ,-i ajnnlar naleruie. para a obra.
(irdeuc a Iheunr.ria que mand.ase oovir os l.cr-
rtlroa do falleridu arrrmatanla par. que declaras-
em se queriam realtaar o cuntalo lofa ?s mesma-
conilices : n|o o quizeram, e tratara de restituir aos
cofres a quaulia recebida.
Prniiiuvendose ao mesmn lempo lanas obra, nes-
la Capital, e em diverso" puntos na provincia, deli-
berareis se dev 11 mandar por de novn em arremata-
ran a ulna do que se trata, 00 se cnnvm in.us espti-
rar o principio della rm quanlo se rot.clue algun.aa
nutras em andamento.
Ponte da Estancia.
_E^u obra devera estar concluida a esla hura, se
nao livesse infelizmente fallecnln o ndado Jos
Daniel de Magalhie*, a quem tinba sido ella in-
cumbida.
<> zelo, cinpenlio e Ktividade que deseuvulvia
esse cidado na conciusno dessa obra se pateuleiam
na perfeirau e rapidez, com que ella marchava.
Seguiidn esluu infurmado lie o Irabalho mais (oli-
do c mais perfeilo qoe existe na provincia. Poi
coiilralada isla abra pur 6:0009000 res : recebeu
o contratante .".:(K)n;jt)0U reis : ache-M quasi con-
cluida e alienta a importancia delta, julgu muilo
cunveniente faze-la concluir quai.lu aules pur enn-
traloou administracao.
Ces de l.araugeiras.
I'oi contratada esla obra pelo governo da provin-
cia pela quaulia de IWIJgSOO rs., dos quaes rece-
ben o r.iiiirlanle -2:CHMf^!O0, obrigando-ae a cun-
Cloi-la em uovembro du anuo panado, 1..I0 o fez po-
rcm ; e a vista decircomslancias de forca manir al-
legadas |he fui concedido um prazo, que espiro* a
toda mato ultimo. Infelizmente alo foi at este
momento anda mncluida a obra, a qi.al parece-me
ser de mulla ulilidade, vislo como leude a resguar-
dar urna parle importante da cidade das nchenles
do llin Colinguilia.
lis mandes estragos que uccasioni.ii u cholera mor-
bus no. infeliz*, jubilante* da cidade de l.araugei-
ras, ponln da provincia que mais sofireu, explican
as dillicullades que obslaram a conlii.uac.lu sena
obra, e em (aes eircnnatanria. sciia demasiado rigor
sugeilar o contratante mulla do lelardainctilu ;
a**in poisjulguei dejOltlCO coneeder-lbe o prazo
de .1 uic/.es ute.s. a miniar .o i. de seleml.ro, poi.
que durante a estaca* invena*, he rmharacos qua-
si invencivaii per. proaegoir-ie em traball.us desla
ualureza. Por um addilaineulu ao cut.lialu primi-
livu siijeil.i- .e o coiilratanle a urna mulla de JIMl?
rs., pur cada dia que exceder du prazo ltimamente
concedido, lubsiatlodo a multa aiiti-riormente .111-
pusla. Ueste ii.odu devo esperar que 110 da |. de
dezembro dn crtenle auno lera a cidade de l.arau-
geiras essa obra, que alm de til, concurre para o
seu aformoseaineulu.
Canal de Japaratuba.
A importancia desla obra vos melhoT do que eu
de cerlo o rernnbeceis. Cerca de seis mil caixas de
assucar expurlam l0 engei.hos, silos na ribeira de
Japarataba, lulando os propnetarius com os maiu-
res emliarai;os na cndueeu desse e oulros gneros
em carro, por possimas estradas. Com a abertura
do canal, co.r.inunicando-se o rio Pomonca con. u
Japaratuba, alm de reinoverem-se os obstculos
apuntados, abrem-se as porta, au commercio inter-
no entre o reeoncavo do Japaratuba com o. povga-
dus de beira-mar. Barra dos Coqueiros. Capital, S.
Amaro, S.iccorro, l.araugeiras. Porto das Redes, Ma-
roim, ll.im Jisus, e Divina Pastura, d"onde resulla,
denlre oulras vanlagens, diniinuicao dos preros de
gneros, cuja caresta esta ua razao das distancias e
dilliculdades de transporte, o que eessara rom a
(ranea navegara, do pomonga e Japaraloba. Ob-
jeclo de lana raonla, de interesses (ao vKaes paia a
provincia, merereu a devida atleiirtlu de nieusante-
cessores; clleclivamenle fui concebida e rcalisada
essa obre, cuja conclusao vas annunciou nieu ante-
cessor o Dr. Ignacio Jnaquim Uarbima em seu relnlo-
no olliin* apresenladn a rala assembla.
1 ii.qo'in, j bastante utilidad* cumece a preslar
a iiavegar.Au pelo ranal do Japaratuba ; toda, as ma-
de.ras que e empregam na edificarlo desla capital
por ah passam i.o pude ser ella lao franca, como
era para desejar, por se adiar o rio muilo obstruido
por paos, e un janeo grusso que veda a passagem.
He pois misler cuidar quanlo antes da limpeza do
rio e por essa occasido muilo conviria proceder-se
a um minucioso axame sobre a obra, visto como a
experiencia pude ler mostrado algumas fallas, que
removidas eperliccm e coniplelem a grande obra
que lautos beneficios prometle a agricultura, com-
mercio e relacoes internas. He d'iutuiro a neces-
si.tade de conservar tempie limpa e livre essa com-
mumeacao, e puis deveis contar com una despera
aunual para esse mister, e nao pequeo Irabalho.
tm laes circumstaucias me parece que seria de
grande vantagem obler urna pequea barca de es-
cavacao, que fazendo o respectivo servico cum per-
feteilo e rapidez, pouparia ao mesmo lempo grande
numero de braci.s empregados nesse arduo Irabalho.
Se allenderafes a que essa barca pode preslar iin-
purlanies servidos a ootr... ros da provincia, onde
por lall 1 de lundo encontrara embaracos os barcos
qoe o iiaveoam, reconbecereis que ser bem com-
pensado o sae.ilicioque lizerem os coi.es cun a ac-
qoisicao da barca 1'eK.varlo. Permitli, senhores,
que poiiba aqoi lermo a resenha .las obras de mais
ulerease para a provincia : vos, lhos della, com o
criterio que vos caraeterru, decretareis aquellas que
jolgardes Becenariu, supprindo assim as lacunas
dcsle tpico do meu relaluno,
,Co<;ii(ar-se-/o.
11 Ouando ru rresr hei de pega rintinn unta
pingada, e b'l de culi,. 11 1 goeira '... >'
l-.is como aleen educa um polio menino, que
leudo 111.....pirita demasiadamente agudo capaz
de eomprcliendrr boas li....->. he applicad......mrco
ralidade. e a ide-u pelo bum-seuco reprovadas ;
que l.iuriir.i, Hit'11 Den- : lato mesmn he moja, |,p
l..iii. he g.i-lo, he Imm. (I menino be mullo seo, e
nao he di canta de ninguein, rada un cuide em
1 .. nau he Pnis liqoein-se com laes menin> -. que
u fnlure os desengaar.
Conr4anoa qoe por motivo de molestia do Sr.
Banks, e-la no eiercleie da iob lelegacia o Sr. Ac-
j cioli.
Ja' urna vez liveiuos ocraaian de censurar as
caricia, de alguns raiieiroter, para cun. as meninas
qnelr.mitam por junto dos eslabeleciuientus em
I que eslo : que graea Chegam a correr es-es alea-
I trozados, alraz da. meninas, ea pnsar-lh*. t..-i -
braciubu. e agora para que Para mostrar-Hil
quademos de amostrai de nacido, para ve-lidinlios
de lioneras : t'.o.ivcn que os pais de lamillas rc-
rnmiuen lein as portadoras das suas Rifan, que as
conduzem a'a escola., que nlo couiintan que ellas
reieb.in niiim /u.bos de cerlo. pelinlras, que em
i-/ de tildaren, cun agradinho. Can as meninas de
escula, vio medir azenda. e cumplir as ubriga-
co>*.
Comla-iins que um morja e dirigir a casa de
nulrn sen cumpanlieiro. e o convidara a entrar em
urna empreza criminara, mas que repellido com
dignidad, pela oatro. responden muilo irado :
i< Nao passara's, f*", de um pobretlo !
" E tu' pouco passara'-. de ladrtlu, responde o
outrn.
Agora ims que pur arles nao sabemos de qoen
lescnbrnnns a melgoeira, eslames de alalaia. Pu-
de ser que nadi teja, cii.nl.i.lu Vejem como a
fazem.
D./e.n que ha 11111,1 luja de hilheles nesla ci la-
de. qoe vende poi alguns momento, de secca, o al-
' manak das familias ; quem quizer raber noticias dos
; seos avoeugus, leulre la, paxe conversa e lome no-
, |a. que podera escrever, len errar, tola sua genei-
lOgB. Ora bem. i-tu nlo h COOH que faca mal.
' pelo qu oscosado se turna persuiilarcm-nosserei
eu ser.iellc-.' No enlretants flea Ibes o dire.lo sal-
vo para nos Iralar romo soent.
li amanliaa. I
REPABTigAO DA POLICA
Secretaria da pnlicia de l'eriiambuco 10 de ou-
(ul.ro ,le I8."i(i.
Illm. e Exm..ir.I.evuao cnnlipci.neuto de V.
r.xc.,quc da.diOerenle. p.rlicipa(oei buje recebidas
nesla reparlicao, consta que se deram as seguin-
lea uceurreucias :
l'i.r.m presos: pela subdelegacia da freguezia do
txecire, o pardo Loil Ouirino, por inaollw.
li pela subdelegacia da fiegueziade Santo Anto-
nio, Antonio Benlo de Azevedo Jodier, por baver
eipancado ao menor Joao Clai.dino Padilha.
Dens guarde a V. Kxc. lllm. e.Exm. Sr. con
sethe.ro Sergio feixeira de Macelo, presdeme d-
provincia.chele de pnlicia, Dr. 1'oWcarpu Lope.-
ti
a., pru1""c"'- *"',1"1 d'- o que se me da a nnlrr* da capital. ,,tu como'm uta Vbr ,le
p?..v[cia8 *" 'l"a,"", ,ra,t" ''" '"'** dB U"U* A< I -cessid.de Um ella STlvar a .flello o pt

linguas kilo se vingam da uctup.1c.1u de que Vmc.
as priva nccultaiid.i sua Aglae como um sacco de es-
cudos .15 fundo de 0.11 armario. Nflo .abendo o que
Jigam, ellas invenl ,111. Vmc. sabe unde se (urina a
pinino publica aqu : naquelle canto onde as mu-
Iheres va> cardar linhii. Ha entre ellas algumas
que sabem miudamenle coma he feila sua maravi-
Iha da ehbera ale us pe. Anda que os muros ejam
allos como as casas, ha eacadas pur luda a parle, e
se Ijll.ssem escadas no lugar, a curiosidade seria ca-
paz de iH busca-las de proposite em Pali-se ou em
Clermunl. halla-se, pois, da belleza da rapariga, e
accresceila-se una cousa mu le., que Vmc. adevi-
i.har.i selquizer, sobre a faeilidade, q Je dizem ler
certas pessoas de entrar aqoi, entretanto qoe as ou
Ira. Iie.ini de fofa. Chega-se ate a dizer quem be o
prrsoiiaiivn que abe o nei* de penetrar l.e.ta casa I
a O que o senbor cura me d.zia. pioduzio-me
cibui,,le
1
essas
Alalaia da barra da capital
E na provincia quer pela sua conslruccao, quer pela out.a. "pela raa.or p.ile en'
.mmensa ulilidade que presta a navegaran, esla' ar-'
ramada de modo a Irazer em coiislaote perigo a c-
P4GINA AVULSA.
Cra apuradissima a educarao domestica, que
em algumas casas dao ccrlos pas de familia a seus
ltlbos,iiida os meuures. lemos vislo cnauciiilias
meniuos de qu.lro a cinco aiii.ns, discorrerem so-
bre cerlo. assumptos, cemo velbos amostrados. Em
certa casa, em urna rua bem publica, ha un. meni-
no, que reprsenla ler cinco annos, se tanto, qu>
quasi sempre, a. tardes, na janella. diverte bem uf-
Irivelmcnle o publicol.enza-o lieos Esse meni-
no, que alias be urna luida enanca, be oai Jesu.
da papa ; uas horas de desenfado"aprende o que ha
de I10111 e inclbur no dialctico das oboeciiidadea"__o
papa ri-re a morrer, e o menino tem una memoria
de anjo. Recebida. empreheudida e perfeitan.enle
derorada a In.tlo, u menino vai para a varamla o
punto esla que alguem Ihedisaa Iguma gr.ra ; Santa
breve de marca I meniuo drsenrola una arenga
de descomposluras lo bem desenvolvida, que faz.
nr a morrer o pap.. que de gosto chesa a... enro-
lar-se pelo rhau, e o menino a melhur! O menino
esla uta bem educ.diulm. que j sabe fechar o ull.i.
uho. sabe descumpor um adversario poltico 9 ib.
ate u que muila gente ignora, islo be, coaainhas in-
nocentes ; 110 emrelaul.i se alguem ihe pergenia
" Meu anguilla, vess sabe resar '.'
Salla elle lgu mu.lo ai.chuzinho
Eu suu l.i velo ixi
seguale, e r.ile-lhe de contrahir, se Ueos o per-
mitlis-e, um rasamnilj bom e houeslo.
I m calamento F. rom quem pergnnlon-in*
ella.
Havenoa de rhar, mioha lilha, com o auxilio
de Ueos e dn aenfaot cura.
A islo ella nada me respondeu, e aban.,11 a rabe-
ra. laOidel qne dispunha-w como sempre obeli-
encia ; rjoaa era a hrandura per.si.i.ilicada
Sabia ella a que era marido
Papa diz quefade e
pade he quem leza. que eu nao bal de apender se-
an dansa, cania e........
Meu auiur/uiho, vois o que be .'
cesMda.te de taren os liei, um lug.r.piomd.': S\umJSJt ."Z'a"Y'"" "'"p '',e se "*
dtflriginen sua, preces ao Allkrmo! e le pratic,.,- I TXffEf. "'" *"* ""*'" ,,ar,"l0, **it'
Jlssim puder-se-l.a conseguir em puuco lempo
realisar.au da malriz da capital, e a reedilicacao das i
pe-.1 im, estado. ".V lie-1
vestido novo anda nlo est acabado, e boje iiesexla-
feira. I.reio que llevemos al apre-sar-nm se qai-
zermox el.errar a lempo. .
Crc-io que arhei o qon Vine, proenra. repeli
Aglae a-~enl. mo e meu lado para roser.
Inlerroguei-a anda. Klla meneou a caiwra rom
ar de inysleno, e snrrio'mudando de cor.
tu. explica-me quem he elle.
Iss be impoMivel.miiibi mfli ; primeiramenlc
aapt^fSSS SSs,ffisa
paz-sea chorar anleeipadananle. o raamar aiul 1- v.,. 1
quevossa .enl.i.ria aqoi v de .or,, ,"' p ",? '', T 'S,m- ">'" mal, nao rae tem ocrullado
isse-lhe Nao ,e a.luias. miuha. .""J ST ^^ttSUZ """^" *
di-se-lhe
ha razio
&ommnnic#bo.
UMA EXPLICACAO' AO PUBLICO.
Cliegando-mc as mos os nitmeros do Liberal
l'ernambucanuntie 2 e 4 do cnrrctilc, lium atititin-
cio, c urna correspondencia assignada pelo padre
Joao I lerculano Coins do Reg, queixando-se de
querer eu com o subdelegado embargar una stta
Can para pagar cusas de sett processo, o portar-mc
de u.odo proicclor no procesio- de Jos Alvos Teno-
rio.
Porca he ronfular taes insinuacnes, e explicar
o motivo dellas.
Sendo indiciado aquello padre, aqui bem conlie-
cido, em crime de ollensas phisicas em Anglica,
sua escrava, poz-sc logoem fuga pelos fados que
se deram.
Procedendo a polica ex-oflicio a corpo de delic-
io, inslaurou o processo pelas circuinstancias que
acompanharam ao faci, e cu nesse processo com-
parec.
Conheci que os peritos, que foi um dalle. Jos
atas Tenorio, nao apreciaram dcvidamenle o lem-
po da durago do mal, e aguardei-me para reque-
rer o exame de sanidade em occasiao opportuna.
Procuroii o padre algnmas pessoas de ininha ami-
sade, c foi urna dellas o meu tio e amigo Sr.Cae-
lano Correia de IJueiroz para 1*^ ser propicio. Foi
o portador dessa caria o Sr. Antonio Hay-mundo
de Mello, a quem verbaltneule disse que entenda
nao ser concessivel a lianca, e nesse mesmo sentido
respond posteriormente ao referido meu tio, porque
a lei deve ler execuijao para lodos.
Nesse eumenos aborta Anglica, cumracllida aos
trat.memos de Tenorio, e aconselliei a polica a
que se fizscsQ o compleme vestoria que se verifi-
cou.
Ue quando aparece o Sr. Antonio Ra) mundo
com urna exposijao relatando ser aquelle abono oc-
casionado por Tenorio, e sendo as principaes tesle-
munltas desse faci, elle Antonio Raymundo, e a
seniora do Sr. coronel Tiburtino.
Kxarei adenuncia, co mandei autordade
compe(enle.
Aparece o :t. 14 doajornaldolionimercio des-
la provincia, dizendoque eu eslava protegendoo
padre, que seu processo nao se tinha feilo, e era
cu requerido cousa algutna, ao passo que persegua
a Tenorio.Ri-ne e di>se :
Ninguem quer icrjustica cm casa. Tenorio
ou alguem por elle est por isso despena,lo. Logo
se dir lambem que protejo a Tenorio, o prtigo
ao padre. Minhas prcvises foram realisarJas,porque
a justica be urna moca muilo bella, muito fallada,
mas que ninguem em casa quer ter.
Saliendo potem que o padre permaneca em Pi-
rapama, e que eu conbecia bem [lo exame de sa-
nidade que requer, que seu crime nao admiltia ll-
anca, solicilc a sua prisao ao subdolegado, e pos-
terormenie ao delegado supplenle em exercicio o
Sr. raptao Carvalho Dantas.
Anlerionuenie a ess ultima requisito ja cu
tinha despedido um escravo daquelle padre, que rae
vcioentregar urna caria sua e que Ih'a devolv intacta,
pois nao quera manler correspondencia cora indi-
ciado em crime pelo qual ja deveria estar preso.
Por isso aquello padre nao adiando coniemporisa-
co, olTendido, ja pelo exame de sanidade que re-
quer, ja pelas requisici.es feilas, ja por nao que-
rer receber a sua caria, busca desabafar-se cora
malignidade, qualiflcando-me de menos justo em
meu proceder, quando esse meu proceder he mes-
mo approvado por aquelle a quem d o merecido
notnedcjusiiceiro, oSr.Dr. Cirne, jutz dedireilo
interino, o qual alias lem animado a polica para
que se effectito a sua priso, e que sendo por certo
juslicciro e approvando o meu proceder ja em re-
lacao ao processo do Tenorio, ja ao daquelle padre,
como se \ do doenmenio afra, he razao para
que esse padee lavre a sua propria condemnaco,
o contesse-se convicto de maledicencia.
\ erdade essa que ressumbra anda de sua pro-
pria declaracfio ncsse oDiarioa n. 24, era que di/
que resist a pedidos para Dio jurar a sonl.ora do
Sr. coronel Tiburtino, que foi unta das testemunhas
ndigitadas, o que importou eonfessar que n;o pro-
lejo o Tenoio.
He falso que tiraste eu e o subdelegado requeri-
do embargo na casa desse padre para pagamento
de cusas.
Desse faci invernado s sube quando li :
Nem mesmo cosiumo haver cusas que no caso
ex posto, tontele sendo licito bave-las depois da de-
pila cslremeceu obre o banco de podra
llesses riso, minha lilha, desses nao I tornc-i-
ll.e. .Nunca nunca S.,o encanas, bren para apa-
nfaar Maveanka, de t. especie... a genle do cas-
lello nao lem nada que ver aqui.
Para que Vmr. me teirweuardado replimo
Aula. ron. urna voz que perrtffcou-me alma. Mo
para om ca.nponez cumo nn, ? Naopara um l.omem
elegante como ,ne pa, J Para qnein enla ?
Ah bom Jess par,, nim, inuih.i pobre li-
lha, para verte saltar sempre norteo pomar!...
Mas vejo que islu j. 10 ,e Si|,.fa,. nue' ,ivo fa-
zer, meu Dos 1 v
Aqui a velh* depoz sobre os joelbo. a meia que
-ec.a. e Bcoomoda ; olh.va para o vacoo. e pareca
procurar an.da a sulucao dn problema maternal a
g?'S,W*"".*,lw- V,"c- l-'" a,surn> "I Na sei quando nem romo w fez a abertura n
iVl*,:f"ar UW,"' "ara Umam"a be"d ?'!" "e ''" ".esmo an", ^.e"
Kf M''eeu jnljjava adormecida desje muilo tem-
M verdade, disse eu a vellia inlerreinpendn-a,! P. oceupada em cunle.nplar por ah a clandadc da
o conselbo do aenior cora era excelleule ; en. sen 1lua-
iU- ,1'^mlT""'" "n,"u:,l1"""n"- V"l,pi ""'" ter vi.lo cousa aluma
fo*e ni.n doi Pe'., ios,e uta. dolorusa a idea de por como em leilau mente ge.ooa
Ml'eidu'meu ZL.' ""'0. V?" "" ""S ''" I ~ <>eio "ue i,r,le' u 1"* v,nc- i*".
l.v. |Z.13! 1!S,1*Btae e" O"1"1 -O que.' um poso para I, .- Mas dominio
vive Ueclarel-lhe, po, minha, mleocoe. nu dia ha qoa Invento, de Mr pala prim.iratv*T Ten
lurnuii \j|,|e.
zella foi
A lind. don-
missacama mili, aedevemoaerer esla
ua apparic.io fez poca na parochia, a qual nn. era
talvez a patria das Dinas e das Venus.
Por um acato inexplieavel de moitaa naneira* as
caraltia* da vizinbanca aehav.ra-M em caleras des-
' coberlas na praea da cidade, a mcama hora "em que
es eairipnnezes labiana da igreja ; e cmbnra foan
breve esla paengem, velha ilesbuiiis iHiude notar
Itepen,.,menle lenbrei-n. que aatavam*. a Ir. troca de uro olhar amaacador a |u,ca ,,e lernu a
qoarto. de lesa, de um caslello, e disse lou segu- entre sua lilha e um mancebo, que escollava ear-
' ruagem a ravalln
.Militar '." eu nao qu.taria muilo de t.m mi-
litar.
Meu pai lambem ala o era '.'
Murdi os beicos.
Mas nlo he militar,
Enlau be lidalgo '.'
Aglae nau raspn leu, e sua asnilla turnuu--e mais
liceira.
rando-lhe o brac
risao do jury, eosttiroo ronuueia-las para oescri-
v.ii. desse tribunal. Sajujgar necesario ser inqui-
ndn .loan iis Pe reir, que fi um dos perito.
duaborio; fallo-hoi vira uzo, doCoalrarionao
edarc importancia iiscenMras\Mpadre,t!nO r-
renorio, acerca dos quaes -emente he meu lim fa-
zer jllSllC.
i.iuanio aomai deixo de rcsmunlet. porque nao
passan de insulsas f.-nenas, ,|0 ,asam riso a cu-
la le quem as di/.
Nao torn.irci.mais.porque ,plelu mre,at ., ,1^.
pre/o aquelle que he aquim tao COflbeeido
Victoria 5 da ouiul.ro de 18,0j., < ;orreia
de Mueiroz. narros.
DOCUMENTO.
O promotor publico dcsta comarca, o Inehard
l.utz Crrela de Queiroz Barros a bem de sen dini-
lo, prensa que \ S. allesle se o suppl.canle tem
011 nao cumpndo os seus deveres no proresso de
lose Alvos Tenorio para o inteito conhecimento do
faci, se \ S., lamentando nao csUrlpreso o padre
.loteo lien-ulano domes do Reg pelo delicio iiur
que se acha proeessado, ha muilo dina ao subde-
legado, que convinha que se ellecluasse a prisao, e
que encareceudo-a disse-lhe.que eu tinha obrado em
regla aollteitaado a sua captura : pede a V. S.
[lira. Sr. Dr. juiz municipal edeorpUea, e de
dimito interino assim delira.E l. M._
.lueiroz Barros.
O supplicanietem foi lo o que he posstvel fa/.er-
se, o vai fazendo, para o dcscobrimenlo do interina
vtjrdadedo processo de Jof* Alvos Tenorio ; quanlo
ao mais do sua pelir.o, declaro pela aflirmaliva.
Vi.-iora 7 de oulubro de l85.
Cirnc Lima.
^'ccrjpapoji&cncia.
He do caslello '.
Era sem duvid a primeira vez que Aglaeviao
amante no meio de urna vida de lu\o e de eipl endor
Se o eacador a pe, com a. polainas manchadas de pe
escando de um cao Ibe parecer timbra da imite
nm tute quasi amelhante a ella. 11 bom seuso, es e
arande meslre de perspectiva, acabiva de restituir o
fogoso cavalleiroe sua oppulcula familia, a sua ver-
dadeira distancia, e a sua altura habitual
Mas. esla clara VMM deu lao repenlinamenle nos
olhos da joven reclusa, que arr.ncou-lhe lagrimas.
Aglae vollara R vida para adiar nt-lla urna cruz.
Quando a! asomas sflo crueisa piedadccele'le bri-
Ifaa lalvez abreviando-as. Deven-M agradecer ao
cirursUio ampolaeon promplas.
(i cu.a alo sabia sem duvida ale que ponto era o
ministro da providencia, quando entren no mesmo
da tlepuis das vesperas na casa Uesbuus, cun um
rapaz dos arrahaldes, que viera, dizi.i p,s(0r, de
propnsilu esse da para Iralar de negorins
Aglae. que lia en. un. canta sen livro de nracOes,
iii-iu recentada siibie urna cadera, lancou a visla so-
bre as duas pessoas que chegavam. Via o ar lulal-
meute cunruso. as uians vigurosas, e as bolas aro.sei-
ras do rapaz, que segua o cu.a, e comprehedeu.
Assei.laiam-sc em lomo de urna garrafa, e o di-
rector das almas lonoa a ptdavra.
Deu ao seo protegido os elogios que mereca, fal-
ln de sua condicau, e de suas e.peranca. de adian-
lamenlo. O praleodente era fetur en una propiie-
dade mu vasta.
A velha De-bouisconlemplavaallcrnalivamei.lea
tuba e o recem chesado.
Esle, eslava come espantad., au aspecto dessa vir-
gem de cera viva. Kl|a parecen d .peala a ludo,
depuis que d.s-e cum certa uu-a.Pa. que -cu mando
ii.ln seria borracho, nem v.ria jmala a selo. e prin-
cipalmente quando cerlilicou-se de que o pretenden-
te rnorav. a mais de seis leiuas distante di. paro-
cha.
Separaram-se par. refleclir, promeltcndo reunir-
lpojuca 6 de outubro.
Aproveito o ensejo (como diz o nosso Barros)
do portador para dizer-lhe que, louvado Dos,
caminhamos em um mar de rosas desde a minha
ultima missiva, antes de honlem, at esta dala em
que por nao se darem orcurrencias positivas, ouY-
reco a conclusao do nterrumpdo.
CUNTO.
Unge dos olhos, lutige do enrarjao, diz o a-
da?io
lano mais conhei-ea esle axioma bella... espo-
sa do nosso cavallciro, quanlo os zelos haviam to-
mado assenlo em seu confito desde o momento em
que seu esposo so apartara. >abendo que seu es-
poso lao pouco era de airelos quanlo fcil do a-
paiNonar-se, emprehendera com bastante cusi tima
jornada indispensavel para negocios de familia :"e
ao mesmo tenq.o quo fa/ia todo o possivel por a-
breviar sua ausencia, unga prolonga-la pa'a dar a
seu maiido ou o prazer 011 a lifo de urna sorpreza.
So mesmo dia era que emprehendeu voltar a sua
casa e sitio em S. Lourenco, escreveu-lhe que so ao
cabo de um mez poderla ter o gosto da sua vista.
Porcm ao chegar a casa foi ella a sorprendida
em vez laquellc que pretenda tomar o sobresalto.
0 cavalleiro seu esposo, no da antecdeme
partir sem dizer para onde, nem quando tornara,
e sem abracar seus filhos que entregara a mitos
mercenarias ,- nao contara com a hospeda, e fcil he
maginar-sequesuspetasetiirariam no animo de
sua esposa -. pcrgnntando a quantos encontrava
com a sagacdade propria do ciume exaltado, nao
lardou que soubesse a aventura da cape'.la, e este lio
a conduzio a morada daquella rapaiiga. Interro-
gada esla, innocentemente relatou a historia de seus
aecidrntaes bemfeitores ; e que por vezes a visita
ram, dislribuindo Ihe dadivas ate que a comadre
Ihe annunciira sua partida para a corle.
Ecom elleito parti?... pergnnloii a esposa
do cavalleiro sobresaltada.
Antes dehontem, responden a interrogada e
sem perceber o elleito de sua declaracto ajuntou.
O Sr..... vcio de tarde fazer-me a mesma
|>crgunta ; creio que lambem partira, porque nao
loniei a ve-lo.
Nao inquiri a esposa do cavalleiro mais
noticias, comprehedeu o enigma Tezesmolaa in-
formante : o sem descanrar itiminlianiTo direila a
casa, br.idou a entrada a seus criados.
J, cavallos aparclhados c promptos : urna fa-
la Iig^ira cm sua marcha, que me aguardo cm
Nillterohy, quero sabir ja ; quo se um pai no ac-
cesso de paixao desordenada pode esquecer-se de
seus filhos, a raai lamhcm pode esquece-los no
desesperado auge do ciume.
3-.
Jlo centro de unta rua estrella c tortuosa, da ci-
dade do Rio de Janeiro, um lampeo pendurado de
fronte do nicho de N. S. do Bom Successo des-
peda vacillanto e soturna luz :ao clarao dbil c in-
tercadente via-se um cavalleiro, de estatura baixa,
cora chapeo carregado sobre os olhos, mascarado, e
de espada a cinta, passeava lentamente, parando a
inlervallos para advertir se era observado. Tao
socegada e silenciosa esteva aquella rua, como agi-
tadas as de mais da tumultuosa capital : o embu-
dado ja comecava a inquelar-se, porque s trovas
descubra e ludo era raedo ; eis que oulro cavallei-
ro mascarado lambem, de figura e aspecto em ludo
semclhantes, appro\ima-se deliberadamente, e met-
iendo maos aos ropos da espada,diz com voz tenue,
ms resoluta.
Que fazeis aqui, Sr. 1
Faco o que nao tenho tenjo de explicar, re-
plcou o paciente com mais soberba que Ormeza.
Se nao tendes lencao de o declarar, necessito
eu salw-lo, c o tom da voz eiajaameacador.
0 primeiro fez um moviraenlo de espanto, a-
companbado de gestos de indignaran, e indicava
reunir todo o seu valor para pedir ao inesperado
interlocutor que se relirasse.
Era o mesmo que ia pedir-vos, cavalleiro, (ro-
plicou o segundo) necessito de aqui eslar s, onde
espero utna pessoa.
I'ambem eu esposo, e se o nao levis a mal
aguardaremos ambos.
Digo-vos que n;io pode ser .... segui vosso
caminho por vontade, que se nao o fareis por
forra.
Esla aineaca proferida insultuosanientc lez sem
duvida auJiir ao rosto do primeiro paciente todo o
calor do Singue que Ihe conianas venal ; porquan-
to sem consultar seas proptias forcasIhe pertnitii-
riam arrostar com o provocador, ineitcu trmulo de
ra va mao a espada, o oulro o imilou logo, como
desejoso Je levar as cousas ao peior extremo ; c
ambos se acharara em guardi,frente a f'ente, cu
bi^osos du vinganca, como dous rivacs que semeo-
nhecer.se presumen, que o sao, e recciam nao obs-
lante, desfechar o primeiro golpe, quaes meninos
que se espanta 111 do sangue derramado. Assim os
dous reciprocamente so esforcavam por encubrir a
lurvaro de espirito sob as apparencias da colera.
Novo e pungente insulto da parle do provocador
pti/.termoa indeciso : alearan)-su os bracos, o
os ferros se cruzaram. Apenas durou un minuto
o duello, ao cabo delle o primeiro cavalleiro medio
o chao, soltando um grito, que fez estremecer o
".t.lro acruilto ., v.-ncelor a cc.lir.r,,-,.. ,),. ,.,.
sen adversario tao -..mente i.unia oa- .,....- nra 1-
nd... .. rn.-liajanil.i-se Ihe asan ao ouvido :
N'nh'.ra ... havnaaa rleempi-nha*. Bn
\\"* bW lo;.,, nu melhor que I,,,,,,.,,, | ,.,,,,
vo-.jue vn,fe......tanja aquella a iimi. f. r, t
tu. eoiaeaa,
e-te relance apparweu iha. pcr..,i,,,-,.. ,,,
0 n,-u ravalkiro, s., espu* que .. r.u,.l.'eu.
correua ollc. lravou-ll,e do braco a ..trou-hV
fa sua rival dosniaiada, que |Kr ordem .... era le
vada por auj criadi s
tina hora mais uirJc. a matan.,,1,,., |
mulher.
\f. Sr., au.,1, pcl..,. ser digno da ,n
vtnJe pedir-me perdo, xcr nossos li*V.-.
Abatido pelo sobresali jconfusao, o njna 1 .
vallctro se dcixott guiar por su, ronsurle, COm.. .,
menino por sua mai. N.nrou-lhe ella o comu soil- -
r da sua partida para a corle cm scguimenl.. .S
.-ua amante ; romo os descubrir e espiara nefla.
as funrces que all se lizeram. e .., romera ni
primeira entrevista, dfsignada para a-pidaa da. .-
alinal como havia consumado vininlo a deshonra. O cavalleiro, inai' leviatm
do que culpavel, merecen immedialamenie n ru
perdo, e assim bou ve entre ambos urna rerrnrth*
cao intciramenic amorosa.
A ."I do crtente pelas 6 horas da lardo ebe.-un
a esla povoacoo rorrcio, o qual nao tronxc DIA-
RIO para us seus ajsijnanics, que liraraa detj
vez com a forquilha. A doiida doque ja lw fa le.
creio qe a semana proxirai passada, ainda a<|ui
continua a inquietar agenle.nao seria bom n-tira-l.
para o azite dos Orales .'
Tenho em lemhranra aprnveiUi .. lempo de fnj
poder dis[>or, para Ihe dizer mais alguna rn.-a,
'<" r*umri*hu.
ERRATA.
i\a correspondencia iiorerreira ; publirail* linnteiii muir J./ -
jarlas as auto. ida.los ilrv.am rahir, devr
ler-se: todas as awanatlaa doviam calm, d.
J-Publtcocpcs 3}prM>o.
QCARTEL IMI COMMAMH I.NTKKIMl tu, 1 -
BATAIIIAO- |E AKIIIIIARU l\ (.1 Vr| X
NACIONAL llt) IILMOPIO l>l REtKK
DE SF.TEMHHO DE M3C. ""'"-.H.
thdem o dia h. m.
I acu azibltcu para c.uibeci.i,ei.li. du bala|iM e
luis .onveniealcs qu. ,.el, dala ,- ametala
par., turnar pan .'o romn. indo rtn batallMa.
lllm. Sr. lc..enlc-c.H-one| lanna. a*ai d. silva
Ousmau, a quem S. M. |. h*ve r-.r ben 'Ter
decrete de l-> de ,ho P. P. ,. c.HBtv.m|,e
dn referido batalla... ^
Ao r.zer lal declarar.au cunKral*|.. Inc rw- i^i,.
as pracas d balalho por ler naaatn d.. nanjZ
rerah.do em um 0IT1ri.1i,, be, n*a**nja da -,,,.
uac.onal pernainbnc.iia, ,,.. p|. m. fc "
precedentes, como Mfa. u servir,,, r,.|i_. -_,
prol da ordem publica. r"nm*m c*
Ao deix.r pela terceira ver. o rnnimand* da tale-
Iho compo.to de lio dislinctos a !,, ga^T
Suardas naconae, fallara a um dever *~r^.
cao manir*sla.ao seuborrs omciaes., fliriae ir-l
ores, e nata pr.c.,, rr.ens l|ll| I ira*. p*t
diana e exempl-r coadjuvac*,, q, m, mmZ
lim de que referido aaWnlh. ellinn.se ZT*]
d.s-.ipl.na e boa ordem em nue se ana,
A.si.ado.Alt.rnndre Au9u,lu de fre.it I ,H,
major rununan laule inleriiiu.
OLARTEI. OOCOMMANIM) DOI.< iXTMMMi
UE ARTILIIARIA l..\ I.IARI),, xi," ,
bltll Ufc IKjti.
Ordem do dia n. \.
O lente cor.nel Tnomaz Joao 4a Sdva ligan
lomando o comm nido do !. b.tall,-, oe w)l".
(baria, para que f.ira noeui-,1., me .1-. re., a. de
juuho do crreme anuo. Minia-*. <| ler aaeierida.
do soverno de S. M. o I. la sabida prava de nm
aneja, fclicitando-se lambem pela hoi.ra aje aehav-
s a Irenle de um rorpo romianla dn nda laaaa >
peohadns ua ordem e prependad do paiz. fa*n *
rao no I" 1II10 e dtaeiplina do n,r-n,u e. >., ...
lenle curonel cummai.daule bservoa can rr.zrr
fcsle estado em que -e arba o balalhio da arl.lk.ria
he sem duvida ilexido a sua briosa alHcialaJade e
especialmente a perir.a. re e dedicara* do Sr km
|or Alexandr* Aucu-lo de I riai Vill., qoe law'dia-
11 ame ule o rouiniaudou.
Recebara pois us me-mos senbor.- ofliriarv. c rm
particular o riilo .sr. majar, o, louv*re> de a*. .,.
mereecdore-.
As ordena ex.slcnle 1.0 corpa ranlinaarM e
vt-or, aloque as oecessidade-.ei.jam alierar-m ..
Sr. eap.tao da li.- rump.nb.a I el.x Hjinil... f
>uuza Masalbaes pas-ar.i a ruiiim.iu.iat a u re
pecltva cumpattlna, vt-lo haver reaaad* uiuliv., i-
tdl'ha 1" n exe,dc, ,w ha-
A..a..ado.-7V.oM- j,c d. Mp, ,.mfm ,,.
nenie coronel cummandantr.
liRATIIlAd.
I's obsequio, e carid.de qu. pregaran nwu.
Italrieoa nu da :|| de aanslu do corrale anuo .c...,,
oa 11l.au,h, ale o cemtlei.o oca lavar de iiiioIm -,,,.,.
chorada t.a, rae lem aobreni.neir. p*nharlo, ..
me cumpre ua siluario trale era que me vean, nn
blictnienle o ranina*, cerlo e d stiiino, ba,i-
rensea, que me cnntinoarao a arbaraenpre praaont,
ja como sacerdoie. e je como um, proalar-nae
aos seo scrv.cu. rom mclb.tr boa vontade.
Bcmse que a delicadez. e espirito retino... de--
tes senboreaos l.v. -empre .1 picMare.u se a act**a
melhanles, mas he m.sler ama dedicw-ao nai aa*.
l.cular a fazerfavorea. para actmpaahar ara enteTre.
ale o eeroileno desta villa, ola mena, de wtacrala-
bracas de distancia, a de t.o. ih^wb raroaaln al*
tadeira. hila minha Kraiuiau be lanben d* naredo
Ja Imada du. lili,., qQe conf.^,, igajalneH
dedicados a este aeiibores. aasun ron rau especvol-
mcnle aasraderemo. ao Rvm. vurw **la frtame-
zta Josr Paulino de Barba I.rila, erabora nal7m*
livcsae elle ceuredida favor de entrar cadver
mesmo debati doa enlulboa de rama da aaain/
como o pediinoa ; favor etlr t.Hlo posaivel com
justo, vi.lo que o iio-s, cimiierio w acha eo, aben,,
e por i-so seu sarro limar remudo de pealasen av-
ammaes, a aianenle acradecem. a a* Rvn. vt-an
e com ele a. Rvde. Jos Icaario l'nei.a LiaaaTJa,.'
lavares Kezerra. Eiiiisidi.. de He** laacae.* al*
Bul.., por lerem phnnpi.d* a encomm*(Mlara* av-
enme na iiireja do SS. Corara* de Jraua. ande
acl.ava enlao o radaver depo.ili.lo, e poden.lo aln
concloirem-na mi em ob-equm me., aezvwan
terminar dila solemnidad* nu emiten, *>* efa..
sarao, bem rrtanja*, .lepo. do qae eonrlairan c*n
as lormahdades, e relir.ram-e as ,aa. ta>a, 10.1-,
bem maasadoi.
Acelera poi. eles scnborea eos de man que ^
di.iaram acumpanhar o fretro, ea.o, nonc ori|!
rnente por .brevtacau. e |aulam.i.ie a irma-d.i.
do S.V Curac.o de Jeaa.. nossa tn..oifilara/,-_ ,
cradecunenlo a e.lima parlirular, rom.. p'jrrij,, 4.
corar...s, que ura rhe.raram a l.,..i,
A pul.bcida.le de-la, linhis. nataaTa' nanaana
muito Ihe. acraderera' o reoarl**-.
'adre Antera Kslautslao tri ,e v-,-...
Bauaneiras J de selembro ,e i!*.*. "rmnrrm~-
UM4 LAGRIMA
ae no lim de quinie .lias ; mas, um mutuo couiccli-
menlo e-lava |a dada de l.idaa as parles.
Mmha lilha, dina a velha Desbuuis, ulica-
mente cboravaa .1 idea de deizar nossa caa, asura
la alestas de que leu marido le ha de levar pira
alem das munlanha. ?
Sim, mmba ron., respuudeo Aglae. desfazen-
do-e em lacrimas.
tv'le sin foi a nica palavra que se poude obler
da tnop. hila ces-uu I .R0 de churar ; mis a ale-
sna eslava bannida de ,eu semblante como de iru
curacSu.
Ella dme sim quando se terminaran! os qainze
da- e o rapa/, veto buscar a resposla.
,Joioa8"" (,Ua!"1" elW 'l'eu'u-lbe di.nte da m.u o
""i 'i du iiuivadn.
'!'" 1",' 'laud Ihe r,.i propn-lo o..... do mez
para a celebrara, da* nupcias..
Has, actrhu-.e mdiapusla, e furcusn fui dillerir o
casamenln para u mez se;uintc. '
Niniaen esperava que esse casamento lana como
a punto da encontr das duas buhas seomelr.cas.
que adianlam-se at o -nrimlo sem tama., enrui-
trar-se. '
A itidi,pn,ie.10 de Aglae lornutisc doenea real, e
a_ ciencia sendo consollada runfessou su niiputen-
cti. Man pallida que nunca, mais fr.ca do que 111
berco, a .nuca declamo um.i m.nh.ta que aohava-se
mellior, e que acabariam de cura-la coti.luzindu-a
au ja..!.... a um luar que dtsis.u.... II cura c d ve-
lha Ke-buuis deram-se pressa em salislazc-la.
El la sobre un. colchan, meio vollada para o cam-
po de cenouras, leudo a checa abrigada pelo gur-
da sol encarnado da familia, rie.fulh.nda roas. e
laucando furtivamente alguna ollure. ardentes p.ra
a selteira : porqa.nl* esta.a justamente junto .tu
muro unde a velha Desbuuis mostrara a aberlura cu-
bera pelos ramos de guiveiro bravo.
Pedio depon qae a deixaisem sozinha. A raai co-
*g**gLa'"'11111 **u*+ ana.
am.gooWm. Sr. rnrn.,,, f ,~" 5=?
evdante do .,a,Mo ao 4a hacaUade ,r\.
A -x,-1, i,. 11
50 esvaeceu... cora,., a eleraiJade
GarrcllCom;".
Se algum. v*a lu.se lcito ao humen ersaer ana.
vista, ao ceo para levar ao supremo autor da vid.
siussenlidas e marc.ir.asqueixaa. wna oea-a m-
menlo de dor extrema, en. que ... as lacrima, p,-
briu-lb o roa(o com lenco de eaa p.ra iinitedir
a moscas de inrommoda-la"
Van arba-ae liern, iniuha lidia
anda o sacerdote, crara.i.lo A mJ
III GiVEL
percnnln*
_ ml,i. .1. Alia* laabre
o eitomaso, nu anana*, de di-pedii-e della.
Sim, responden moca deba xo de na n.-.--
cara branca, aperlando im|nrrceptixi Imeele .. mam
do velbo.
Quando a n>.1i inquiela 11.I seu Ion;., sriencw v,.|l
. luu pai a luiil della e levanlou .. lene alsama. K>-
I ras dereus. a tnoea e-lava fra, c u- slbaa ludan,-
se ferh.du para nao se lutnarem mais abrir.
j A velha tolacav. lermnanl.. esla lu.luria ; e_
auett os brari.s par .> muro cuno para clamar -
mas a vnz morreu-lh. n,., labio-. Ee (esta, e-e
grilo s.irfocado rram 11 svmhol. da impnlenri ha-
1111111 liante das ratnlrophca que q.i j/ a ^,,|M >
todas as cou-as enviar-n,.-.
I'ouco depois a velh., levantoo-ae, e leudo rnrha-
cada as lastimas rom um lenco de alzodlo N-ira I..
conl.dente de ,. d... e-ponja" aasrada das lacrima,
au.arsas que a d..r humana faz correr, e qoe n ..ti-
lo do eco rec.lb..... segundo recneis, a velli, drisi..-.- a mim. e recobrando ,.-
penttnamenle o imperio obre i mesma di-.t-m. nhl
servando miuha lela :
lie is-o ludo o que vawa. enhoiia len fetli, *
A verdade be que eo 11,0. Iirara nenbuma lala ,la
p.ilhela limara a riclicidade e a d*r pirriar-mc
um qaadr nafa aniavel e 1 ata lorante.
Lomo o da declin.va, Irale de vallar. In rrrv.
una dala n-, meio n lela, e he rilante della que
acabo de Laii-erever a lembraura de om njnaU de
artista e de.lstima horas p.saadaa em \avwcne ate-
baizo do ilpendr. dr urna can velha.
UM.




r
iem 1 r.i i 11 / r o verdaleiro senlmentn que nos pul-1
He imIiiu mi que urna existencia precioso se elimina j
r ira sempre rio livru da vida, em que U'h.i lamilla
uumciosa chara imi ,> 'na irrepiravel, oin que !>in-
cero* amiizos veem eit*Sater-a* para sempre o aretgo
lie), o linmein honrado o virtuo-o. ein qoe a patna -
lamenta a murle rio cidario perleilo, V despeluca-
Dii0 OE PUH5J3M S.120 II 3E STlO IC56
ila a bullanle jola da diadema de siia gloria.
lu homem Ilustre de*appareceu ri'cntre mi<
qnebrou-tii pura sempre n lio de urna vid preciosa,
.. poderoso cliein de morii-la a de bond.de, o ciriari.lo
prolicuo e nobro, u boin aaatga, o consorte bel, o
temo pal, o cliri-l;lo exemplar, o lira-lleno diijuo ele
o er j i naa existe ; nil >, nao procuremos ni lis enire
hu o rico proprielario, o i'ilellisenle a laborioso
a-jm-ullor, o luir, priihn e jusliceiro, o lirio. mililar
sempre piumpl a riefenrier o lltrouo o lllm. Sr. le*
nenie coronel Antonio Rodrigan llanta*?.' I.lie-
Sou o termo de seus rilas cntapria-e I sua mi--.ii
nao o busquemos mai, na trra, que linceo lie amo
rada dos justo.
x.iscido na villa do Soccorro da iiella provincia de
Serii'pe, o lllm. Sr. lenle-coronel Dantas abri
-eos olhos no tala da abaslancis, e herdou com o
sancue qoe tus veas Ihe rircul.ua o< generoso*
scntnnentos de honrados, que raracleri*avam a toda
ua illu-lre familia ; as lioi.es de probidad que re-
cebeu de sea pai o .Sr. capilio-iiiur l)ioiii/io Rodri-
gos l).m!,i-. o as virtude- que desdo os mais lenro*
anuos su* extremosa um a K.ni. Si 11. aVuloiiia
rio Mello Dantas procumu inocolar ein seu coraco
prepiiraram o grande huuiern, a qoe a provincia tan-
to I vr, e a cuja memoria pisa boje o pranlo mais
sentido da mata tincera saudade.
Sons pas eoiihecendo que a doria se nao adquire
pelos folios iltu.lres rio. aulepassjilos, que a verria-
deira gran leta nao consisto nos brasue bardada-), e
que ,u a riigntriarie e as bonras puriem ser Irausu.il-
tidas com urna opulcnli lier.nc.a, com um nasri-i
ment illiislre, a v-r.laili.nra ilislincrao. o reconher-
do mererimenlo s consiste ein urna vida cha a ornada de virtu les; suus pai* zelosos do pro-
prio Bonn', e da felici lade de sen lilba emprenaram
lodo os esforcos em riar-lhe uma edurarau solida e
apri.noraria, ein f-rinar-llie um coracaV sensivel a
pie i.idc, e um Roniu doril e benigno ; e criando-li.
'airea sciiliin. ola- de Honro e de lidelidade, toe-
iiaudO-o .ni! mi'' e loso defensor da patria, riel j
Desearr eqnm hn/e 11 de milubro.
Barca ingiera--f/irdi//i--trilhos de ierro,
Briis-uc .iinaiii a; pie/ iloomerun'/ carrilbos e
ferro;
Patacho ingleEtopeferro e earvflo.
Male hrasilci'0--/>ou.< AmtgOlo rento.
MNaUlsAIKJ liKKAL.
Keudtiiieiilo ri da I a 9.
dem do da til
-MJ-.|>
369M9
6933699
IMVlSUSAS PROVINCIAS.
Keiilimenlo do'dia I a 9..... o\S2,78j
dem do ilii 10......... ili7?(iT.)
l:tSo>l30
veriano Rabello
semblf'a n. li.
-\ l'"il!ll>, mi |;
MI".) 11.1
l'.iiM Lisboa
com toda a IR'evrdarJe prelende tahir ti
brigue portugus SOBERANO, por ta-
ja parte da carga prompta: i|itcin nelle
qmzer carregarou ir de passagem, trate
Se-
As-
Vs-' -- Tira en. poder de Jos Amonio da Paula Ha-
doreira n Inlliele da lereelra parlo da qnarla Inicua
do i.uadi'iupe n. 2H, perleacenle ao Sr. Antonio
de Paula Madurelra.
- Aluga-se a canda Passaiem la Xagdalana,
piulada de novo, junio a casa do t im Sr. ix. I'on-
-eca : a tratar na ra dn Hriini, fabrica de velas
PEUIDO.
Atxdireclores dos billea popnlarai pedimoa, que
A;t iifAo.
1
l'reci-a-sr de um rapaz porlogoez, de I-Ja Han-
no- de idade, para civeir.i de um eXahelecimenlo de
molbados f.ira deala praca ; paga-se i.....i urdenad ,
amia me-ino nao tcnlo pralica : a tratar na ra lli-
reila n. Tli.
Alien l.-sc pelo lempo da festa, ou vende-a
um sillo ein lleln-iibe debaiv,, com ca^a de vivenda.
' PEORAS PRECIOSAS. -
I,,
Com os sois consignatarios Francisco
veriano Rabello l'illio, no largo
lemblea n. i.
I'ara o Aiacaiv segu COIU brevidade
roiibeiido luate vluvencivelo,ju i.-m par
DBSPaGQOS hli BXPORTAtAO PlSkA MESA
I" CON.-sMI.ADO RESTA CIO.VHE NO DA
lo DE Oll'l BKO DE I8."it>.
Lisboatia'lera inaleza l.iiita, Joliuslon Palet S
C iinpanbta, oo saceos assucar BMSCatado.
Lisboallanca porlagoeza Flor de S. Simau, t'.ar-
valbo ,S lrn-,,'1,1. li rasros mel.
RECKBhiiOKIA DE RENDAS I.M'KR.NAS liE-
KAES D8 IMUNAMIll't.O.
Heudiiiienlo .lo dia 1 .i 9 .... 7:by>Tli.
dem do dia lu........ 1:0731804
8:100(080
CONSULADO PROVINCIAL.
Keudit'icnlu do da I a 9 .... IO:."i(litlTi
dem do da II....... 9(I9;979
be ni
.......-"-....., j.i naii um i* da cargar
para o reslo trala-se c..m Mariins & irinjo, na rila
da Madre de Dos n. -J.
PARA A BAHA
jegue iinpreleiivelnieiiie no illa III ,1.. .arenle a ve-
leira sumaca ..Xova .Min..,v. por ja1 hranuior
parto da carja pronipla : para o ro-lo, Iral.vso com
sen consieualario Domingos Alve MaUeos, na ra
de Apollo ii. >i.
I'ara o Mamulla se-ue no dia II do m cor-
rele paiaclio iiSinla Cnre,. pSTi r. ,r) c,rt
epaMageiroa, traia-.e com Caelano CvnacodaC
.11.. na ra da Cndeia do Itecife n. >.
continen, a dar ........ baile- ao ,e o e qua i o "'" ","", "",' ""'"'"'"-','""'"V'' '""
nao apparoeer oulro diverli.nenlo '"e1 p' i .acules cunn.odos U1, crillle familia,
l>.issar algomai horas em honeala di.lraccflo. '",'r 0' 7 f'f' l|""""',r"'"..... ertribaria, ba-
- O Sr. Sc.it Toeker. residente ennnleiio em "" ""'" m,rg"5 ,lnrio- ,mar''' '-
i eliefe do cara..... .,. ferro do Recife a S Francia "' ""ASrT?1 f,"cU-l"'"- wP,ta' e ""lrils
leudo de re.irar-se para Euro,,, no prximo p.....le". I !" "T v fZ*l ""* ^''rC'",0 ,'"l 'le i""'1"'
'1...11.' -qu''1 s,ll".lic;l "odeseei ,1.1 ladeira para a povoa-
i'aia o Itiii ele .1
ll:i7i.;(l.,:t
f
wfr0VuM1tito $& P0tt9.
tu*
WMte rematar, ;t ijuom pormeuos iizer, os repa-
ros ila ponto de Pirauvra, avallados em
1:80 i/.
\arri*matagiin sera' l'nita lia l'onna da I i
provincial en. 3i3 tic 15 de maio de 1854, e
sb as clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propo.-.erem a esta arre-
maiaciio cooiparegaai na sata das sesses da
mesma junla no dia aoima declarado pelo
mcio-dia, competentemente habilitadas.
y-----,.......----,w ..-......,...,,.-.
E para constar se ni.m,Ion allixar o pre-
.tlf ,. i. IMlt. 1 i.l|. ...li. ..iiqi*!, .. 'e~
2VOSI0 entrado no dia II).
Parahiba-2i horas, biate brasileiro Flor do Bra-
sil, deJS lonelaias, meslre Joao Francisco Mar-
lins, equipau'em 1, carga linos de mangue ; a
lostiniano da Silva Bea-Viital Peilenre a Her-
uitnbtico. 1'as-aaeiro, Manuel dos l'assos.
ob,erta...e das leis e ,i. rdigij' legaram-lhe"oXe j Em _.,, ^"wSSTt^. "'".""' 'I h .
modo ttulos ,|. verde leira grande/........ico, que ,!T^lm^lt i, STu *5V
poden, elevar o hornero ..penor ao t^J^^A,, L alala KST S"
t-'M(n,::l'i ij-'l<-nilr.iu: > '!'-u.i provincia nft% c- t ,. *.-- r' i, ,-*.*.: j i
cupaitlguns lugares d. alta pos.cao. .' homo\USSt^bHiT*Sl2ff?. ""**
dNlincto por tito brilbanles qualidad-s tornou-se o CHraa q0C ,r0aM- SPJeu do lan.e.rao
protector de setis inferieres, gloria de taoi ig-iaes,
a einiilai.aj dos grand's. e a admirarlo de lodos.
t^orrespon'leudo aos deoejee d'* eu> pas loruo ein I'; m' como elles um agricultor opulento; mss se
0 calculado trabalbo a que elle se aco-Iumara, se a
dadivosa .nao da Providencia eticbia de ourn os seus
cofre*, a benilicenria que ten. a forca de sull'ocar o
cnluineciiueulo da -oberb, de domar a amincAo e
do csliruar a avarca*, J beoeficeoeia que euMaa o
botuein i compadeccr-s. das alheias dores, lain-n-
lar a desgrnca iic seu s.-melbanle, e levar o balsa-
mo consolador ao scio do infortunio e que loma o
homem parecido com o reador foi a podra precio-
sa de i.' Oos guarnecen a cora que collocou en.
:-ua fronte.
I -::i ', desgraeadaa, (rales victimas da mais pp-
sada iodigrncia, he morio o vos-o bemfeitor! Aqoel-
1 que voslen hug.ira lautas ve/.os o praulo. e que
com amaldr modestia uceuluva as soas mais bellas
acabes de .sarnlade, ja nao existe verle! uina lagri-
ma de saudade e gran a < sobre sua sepultura al n
rom vu.so nranlo s'bre a lousa que o esconde o ne-
me do VBasd bemfeitor.
Soou a hora lal-l a euferandale o prostra no
leilo da dorj mas a!. eu vejo em lomo de scu leilo
0 mais 'laloii.'-1 espectculo '. Sena OlhM ein qoe -e
fia lu la a ret.ignacan em qoe do co calieui ^obre
imagens sobsomaiieira caras ao seu curasao e seu co-
radlo -"ii-ivel e delicado, nesse momento da ullim
despedida, sonte o apartamento de u.na esposa que
-e .1 viuva. ilc dore lillios que dn.io em breveci li-
caatoa urpbaAs'seii. pai o !
Elle levanla os olbn- ao co, e invocando u li-
me de Dos que sempre amara, depon de dei>ar-lhes
como sua principal beraura os Aictames da ju-lira,
a pratica da- vnlnd qu)- Ibes ensillara ; elle com a
vox entrecortaos |.e|a oppressao da verdadeira ago-
na em nomo de Dos os abenroa... e urna lagrima
rolou por -u.- face, nao era anda a ultima la-
grima qoe desprend la do-curasao calle como a des-
pedida do htuaem sobre a Ierra, o oltimo adeos a
existencia, iiiIol be que naqulle quadro de dor su-
prema fallava aigu-m | *) sobre quero elle quizera
iiupi unir umosCulo de anulado, e isto loruava mai-
- rhn o calix tle sua .norte O momento cliega,
elIO dirige a Dee* os t.llimos accenlos de soa voz e
sua ui\'Qa verdac|eiramenic santa voou em dee paz
ao ieio .'a eternldade .
Ouem pojera rlescrevcr a saudade de cus lilhos,
a ilr de sua !'r" esposa, qua...lo delirai.ic o aper-
lou ein seus hr. as para rcculher seo alent derra-
deiro, quaudo uni .' bocea aos seus labios meio ex-
linelos ; Al.'. ella qvnsra rommtinicar-lhe a sua
vi-la, e receher ei.Kseo pello a inerte que o feria !
duce e cruel abraci|de despedida em que ella seulio
u ultimo arranco (le llie levava .. precio-a vida .'
uAo leudo mais qu4 un. corpo gelado. immovel e
insens.vel nos seus tiraros !
Aujoi ilo Senl.or.lvtiide ttceber a sua alma via-
da para acoropsiihd-lla ao tlirono de Dos.
pretende sabir al o dia 1 > do correle o veleiro e
be.n c.iuhecido paladn nacional Biperaneaa : Iem
promplo melado de seu can ramelo : para o reslo
e earravoa a frele, pan os quaes Iem .xrellenles
comipodos, irala-sa rom seu consignatario Antonio
l.uiz de Olivelra Azevedo, roa da Cruz. n. I.
Para Bftlia.
o veleiro pathabole Dous amigos, pretanile seguir
com muila brevldada ; lein p.onipto mel.de de seu
carregamento : para o resto Irala-se com o seu con-
' signatario Antonio l.uiz de.Oliveira Azevedo.roa da
(.Tiv n. 1.
Paisa de Janeiro.
Vai seguir com (od.i bi-evidade o bri-
~'~,; guenacional ELV1BA, o qtial tem uma
vinTilt "' ,BSPecl0,rd; indurarla P/o-|grandepartedo8eucarieRamentonromn-
vincial, em ciimprimenlo .In ordem do Kxr.i, ,' {, v.iuu jiiomp-
Sr.- presidente da provincia de 20 desetem- paaoresto, pasiageirose escravos,
bro prximo Ando, oan-la fazer publico que l,ara 'l"c tL',n evcelleotes commodos,
no dia 21 do corrente, peran'.e a junta da trata-se rom o consignatario Jos Jo;t- I
enda da niosnia lhesouiaria.se lia de ar- quim Dias Fernandes, un Ja Carleiado!
le. pede a lodos que leem cunta* con Ira elle, de di-
rigir-se ao scu e*rriplnrio, na ra do Crespo n. 'i.
Precisa-w ro, como tamben) de um aprendiz: no
em casa de IVilro Codito
i OOaihTt.
LOJA il OtHlVIf
Ra do Cabuga n. 7.
Ul-
Monteirc, em casa de Pedro Codito Pinto.
lotera m PMfORUL
boje, as 10 lio
ras t!a
jorre
ni iiI a;.
j
S'bilf)
precis
i'i b rica
(la riin
de-
do
hdjflHC,
velas e
BruniJ
:iu.
Pega-ae bem, tendo mereci-
i un cerradores.
- Precisa-so de una ama de idade para
id rasa do familia : (iiicm se iulgarl
I!
ecile.
0
Para
a
Bahi
i
rente: quem nelle quizer rarregar. ''i.ja-so aos con-
signalarior Isaac, tj.rio & Ounpatiliia, rinda Cruz
u, ilt.
Pa
ia o
Ki
o
le
i
aeiro
sent e publicar pelo biario
Secretaria da thesouraiia provincial de
Pernambuco, :1 de oulubro de 1856. 0 se-
cretario, a,I'\ d'AnnunciscSo.
Clausulas especiaes para a arrematarlo.
1. Os ttaliallios da ponte de l'iraovra se-
rSo feitos de. conformidade com o orcaroen-,,.
to approvado pela directora em consellio e i resto da carga, passageiros e escra'vo. a'frete' Vra-
apresentado ao Esas. Sr. presidente da pro- *. na ra" d Cadeia do Itecife n. r,(, ou com o ra-
vincia na importancia de 1:80*/. | pilao na praca.
:!. As obras priDqipiaro no prazo de um! ~\ a > w_
niez, e Hadarlo no de tres mezes, ambos 'tfilD l'h'b >k k,
contados de conformidade com o artigo 31
- --o......- .*,a i l escrava para o servirlo interno e externo de
urna casa de familia a tratar na livraria n
jbdo pHeodo Collegio.
PlBLItVIIVO LITTERARIA.
Apparcce nesta cidade pela primeira vez a
obra Zuia Americana em 670 paginas
tendo no principio uma ColleccSo de oitenla'
eseis mxima- e sublimes nensamentos da
autora, e uma outra collecco rnagniliraa todas ella-, e adornadas essas
inspirarles poticas ilo iniellecto reminiuo
americano.
Entre essas bellas pecasacha-se uma pom-
posa elega a memoria respeitavel do txm.
sr. conscllieiro Aurcliano.
Toda essa obra cncerra relrgio, moral,
instrucco e um sem numero de assumptos
interessantissiraos, qu a fazein digna do
maior apceo dos horneas que cullivam as
letras, c sendo as senhoas americanas o
principal objecto das atfncOes e liomena-
(tens da autora, boje brasileira, bem que
m.aitevideaia. No tpico em que appare-
,eem moitosscavalleiros distinctos do Brasil
iieobrigiiebrasile.ro ,.l.,,,o... din \> ,] cm- : acha-se enllocado o retrato do patria, ella
Ido Brasil, bellamentelitograpliado
Cravura, papel e rica encadernac30| ludo
: he 0 que lia de melhor. Os benvolos c pa-
triticos habitantes la heroica cidade de
tau- nhor? Sll:1 walP:,lri"^ ''o sul da r-
1 merioa, muito mais sendo a tnica senhora
que puhlicou urna obla t.'io interessanlc, co-
'no he esla.
ra das Cru/.cs u.
menlo.
-- Aloga-se urna casa no Poro da Panalla, con-
fronte a do Sr. tiuibson. com os segundes com.no.
dos,.; ulss, ti quartos, copiar e conidia separada :
quem a pretender, dirija-se a Mannel da Silva Peres,
em Pora de Portas.
A pessoa que precisur da qoantla de 300)000
com o premio de dous por ceufo ao niel, sendo por
bypolheca ds catas ou Brmai valiosas, queira an-
uunciar por este jorual para ser procurado.
t- Na nadarla da roa Direila 11. 79, precisa-se de
um bom for.ieiro. c que seja perito no corle de mas-
sas : quem nestaa circunstancias esliver, dirija-se a
referida padaria para contratar.
I'riscilla Senhorinl.a Mendes de Albuquerquc
habilitada .lirijaVs"a'"r'.ia' dVoi*^|ffj '!" 'Jh''.^" f1"^ 8k'"' "",u qua,,";
Primeira andar npo n. Ill, r,. parte da educarlo de urna senhora. ollerece-se
rtl" ,1 aos seiihnres pas de familia, que qne.ram confiar
~ Oerece-se urna mulher para ama de >* """ aoa seoa euidadoa, na ra do Vigaria".\
i.asa de punca lunilla, a qual CO/.inha, en- i '.er'-eiro andar; a-nn como recebe pensionistas e '
gomtna efazo mais ser vico de dentro do ca- '"""'" B melhor iro-
sa : no puteo de San Jos n. 32. lamento poasivel,
Precisa-so alugar urna una forra ou ....7 V.".*/S ' ou ., ,.,,lu,lro (lc |)0|| ro,)llcUi tellj rt|,UIa praU
" de escripia.
I'reci para eopeiro 1111 boleoiro, prefermdo-se o que liver
de 1, a l anuos de idade : na ra da Cadel do Ke-
ctle 11. i.
l'recisae de um caixeiro para a cidade de
Macen, de li auno* de idade, que lenlia prat.ca de
loja de razeadaa ; o prctendenle dirija-a< a ra do
Crespo, loja o, 3, prximo .0 arco de anlo Antonio.
Quem qui/.er comprar un; lerreno rom aii-
cerce.- |a promptos para faier das casas, na ina
Imperial, rom 150 palmos de fundo, da parle do tul,
eoOide frente para a ra Imperial, dirija-se a ra
aia de Sania Rita, serrara de Vicente Alves
j Adereco de brilbanles, f
diamantes* petlas, pul- ^
cciras, illineles, brincos
j e rn/elas, botoea e aunis *
; de dill'i'i'i ules goalos ede I
J diversas podras de valor. ?
~
ay #-
-"", '" '- juci. w' t,..inprani, vieleiu ou *)
pr.eleuder. dinja-se ao seu proprielario. no meamo $ trocan, prata ourn hri II.
sillo, ou ao hr Manuel Elias de Moura com botica Ihai.lcs.dia.nanle-e'n i," ^Opa IS <)I)!MS (IO IIIR IS
na prac. da Boa-Visla. : 8 las c oulr
--OiTereca-ae uma ama secca : quem precisar, joi de valor. atManeta ? 'OUerilO iTOStO, Ull-
quetra dirigir-so a ra Augusta 11. 1, loja. ? ou por obras!
I'rensa-se de um caixeiro para padaria ou de- ^?.?:* + *:*<..> + ^ *
postn da mesma, qUe tenha pralica : a tratar na
Cora relogio de sol na (rente da
caa : quem o
Kecelieiu >or
dos os v purs da
lsl.
.-.*-- .. .. .
; orno c i'haix
+. Adercr.i- tumptrtot de '
asar,., aastisM -i,:..-, r. 11' .
ras, alinrle-. ataacax e *
i :../!.;-. aoaalca. ti.i.
lili, mcdallia-. l I r i< i I. i .
* eenfeiles para ntaato, c
nnirn-muitosobje'1..-de
. ourn.
Apparclhos r ni i-,. : .. -
de prata. para cb... han- J
- deja-, -a!\a*. ra*li'_a*'-.
, colheret dr-opa rdrrii...
., emolios oulrt OtattM '
de prata.
**.> lo de Franca como
de Lisboa, as quaes se veiulem Mr
prego commodo como eostiiiaain.
foura
'r/cc
1:
r.
O patacho iieeional KAlhenas, ebeeado da Mara-
nhao, com melade de seu carreaamento para a Ha-
ba, pretende seguir com muila brevidadc para o
resto irala-se com o seu consignatario Antonio l.uiz
ae Oliveira Aievedo, la da Croa n. I.
Par* 'i 1't.raJitbri
Ja lei provincial 11. 286.
3. pagamento da importancia da arre-
matacSo rcalisar-se-ha na forma do artigo
3 da mesma lei provincial n. 286.
*. O arrematante durante a exccuqOn das
obras proporcionar transito ao publico.
5. Para Indo o mais que nao eativer de-
terminado as presentes clausulas nem 110
orcanicnto, seguir-sa-ba o que dispoe a res-
petlo a lei provincial 11 286.
Conforme. O secretario, A. I". d'Annnn-
eiae,9o.
Companiia i*er-
iiambueana.
Tbf-imve>tt,
E a-sini o lllm. Si', teuenle coronel Anloieo I i o
cingues Dantas, quelleve por mais de meio seeulo
urna existencia glorioVa, fallecen aos 18 de setembro
de 1856 pelas 10 horaida indio Morreo como li-
ii 11 -i vivido, cheio de paz, de fortaleza e de reaia-
nacao. \
Elle deve estar. oliVneu lieos, no seio de vossa
gloria, nos o crtmot, un- o esperamos, em vossa mi-
sericordia encontraran, de certo seus actos a devida
recompeusa ; purjoe seus soas acues nobres Ihe
jrangearam s estima eoVespeilo dos seus conc la-
daos, e Ihe ni err era ni oUtlulo de beneroeiilo, as
soas virtodes lile terao conseguido a cora da un
inortalidade.
Mea charo amigoacollieiV. gemido de minha
alma, aeccilai as lagrimasconiNjue prauleio a vossa
ni.igo.i. \
Amigo de vossa illoslre fatnilio. eu me reconbe-
co improprio para mitigar a vossa arando ddr. quau-
do a considero miidia : eu qoize\a derramar em
vossa alma u balsamo da r'ii-ol-iai.>, e nao po-so
mais do qua derramar cutnvosco uraa lagriuia de
saudade. \
Longt. do lar iiaterno n.lo podcstes \eceber com
os ur'anos suspiros de vosso pai seus olSimos conse-
1 luis. ;* olhos se fecbaram para sempre sem ver-
vus jolito .'o seu Int.. de dor, elle que IAo\ exlremo-
vereiX sobre a
CO.VSELIIO AllMIMSrr.ATIVti.
O consellio adminislractivos e.n virtude
daautorisacaodoExrn.Si.prestdcnteda pro- "T^t^Z^T. dS
vitir.ia tem ilernnlralar: ... .... '"
smente vos unava Rilo mais o
Ierra, porque 'oa* virlodes o couito/.iram \o reo
nao mais optireiS de seus labios licoe- de sahedoria
e de verdade, po.'que a morle vo lu roubiNu para
sempre, quando anfJfo elle esperava o tenno de
VOMM traballios. quaudo agtlardava o grande dia
que elle chamava o dia de seos nicos desejos e de
sua felicidade
Uiiaudu pela ultima vez elle vos apcrlou em sefts
lirado, nao senlisles o exlra.;ho palpil-r de seu co-
rai;an "! quando receheu em suai maos que vos aben-
cnavam o vosso pranlo de depe iia, nao viales lam-
beta do-s lagrimas rcbenlarem de seus olhos? Era
o Irisle presenlimenio .1a saudade eterna, era a mu-
da expressao da nalure/a, era o amor de pai que adi-
vndiava. era a derradeira benclo de sen corado,
era a ultima supplica que elle diriga ao co pela
vossa felicidade sim porqoe em vos he que
elle drpositava a gloria de -cu niniie. lirias as suai
alegras, que elle novia com u nobre oigulho do co-
raran de pai, sim. porque n;1o Ihe era dado ver esse
da que vos preparara tao aturadas vigilias e inces-
sante estudo.
.Dos o quiz : a resignaco lie o herosmo do ebria-
tau ; portn Dos n.lo condemua n vosso pranto, elle
he a expressflo de ternura do rorocio do bom (lho,
c como amigo eu vos envo lamben esta lagrima
sentida, quenasrida do amago do ini'o coraco, vem
gelar-se sobre os meus olhos, que lanas ve/es o ad-
miraran!, recebei este solemne Iribolo que o verda-
de manda aocu pelo orgao de minha voz, e a Im-
inilii,. -oopina que a Dos envo pelo descanso eter-
no de sua abita.
Itecile. 8 de ouiubrn de 1836.
./. Wol de J. I.eilr.
m
vincia tnm de eontratar:
Para as obras militares.
'fijlo de alvenaria grossa al o lim do cor-
rente anno.
300 palmos quadradosde pedia prata de-
nominad de ui'iiova, sb a condieao de ser
isenla de direilos de importac3o no caso de
anda nao ter sido despachada'
Quem quizer contratar estes objectos, a-
presente suas proposlas em carta fechada ua
secretaria do consellio pelas 10 horas do dia
14 do corrate mez.
Sala das sessiTes do cotisellio administra-
tivo para fornecimetito do arsenal de guerra
8 de outubro de 1856. beulo Jos i.amenha
Lins, coronel presidente. Antonio Gomes
Leal, teneiile-corouel vugal servindo de se-
cretario.
N3o a presentando-se na sessSode boje
do conselho de adminisiraQo naval concor-
renles ao Ibrnecimenlo de assucar, aguar-
tlentev carne secca, *al, toticinho.azeile de
carrapalo e carne verde, estes gneros da
melhor qualidade. incluidos nos que ltima-
mente foram annunctados como precisos
para os navios e guerra, barca de escava-
nad, pracus do ars'enal de marinha c Africa-
nos ahi existentes ; manda o dilo conselho
fazer publie.o que o contratara no dia 13 do
corrente mez, avista de propostas aposen-
tadas pelos respectivos interessados ueste
mesmo dia al as 10 horas da uiauhaa,
Sala do conselho de adminislracao naval
em 7 de outubro de 1856. O secretario in-
terino. Alexandre Rodrigues dosAnjos.
ADVERTENCIA.
O procurador de cmara municipal do Ke-fe, avi-
sa a todos os senbores donos .lecarrosde alaguel, car-
rocas e onlros vehculos de conduc.lo, que o prazo
marrado para o pagamento do imposto do- mencio-
nados vehculos lioda-se no ulluno do coi rente mez
de oulubro ; inco.re.ido na mulla de .'MI por ceulo
aquelles que deixerem de vir :.o dito prazo
f ::-:-.;:-:>f M^ *@^S nsaota,' no s
JT>. |i|.liU'|-i|-l li l.l ir> ^pVWt.-^.,
tACA DO RECIFfi 10 l)E 01TL BRO A9 3
MOKAS DTAIIDK.
ColarjCes olllcfaes.
I aun os seres salgadosfio A .j/;t pjj- Jibra.
i'..un.m ubre Londres 27 :l|'i 90 d|v.
Paaconln rt> lellras por perneo lempo t e 7 anuo.
i'ur-.i un catado2f-.'i80 por arroba 'm saeeo.
Prtfarieo Rnblinrd- presidente.
/'. /7orp's, secretario.
< \ MUIOS,
tndrea, 27 |t_ a UM. e 27 :i|S a 60.
sjobre 1..
Part.s,:{-" a 3 rs. por fr.
n Lisboa, "8 a 100 por '. de premio.
Rio de Janeiro, 1p> a 1 por ti|p a 15 e :10 dias.
ArgOes do Sanco, 60 a 70 0|0 de premio.
.< a coropanhia de Bebenbe 54KKW.
' c.iiiip..'nliia Pernambucana ao par.
o Utilidao'fl I'oblica, .10 purcenlo da premio.
<> Indemnisa.-lora. 52 dem.
d estrada db' ferro20 por 0|o de premio.
Disconlo de lettras, de 7 7 I|2 por 0|n-
Dilo do banco7 a 8 por l*l.
<>uro.Oncas hespanholas. 28-3 38)500
Moedas de 6900 vellias ..... UitM
6M)0 novas .... 16-3000
4>000.......990110
Prata.FalacOes brasileiros......25000
Pesos columnares......30II0
meiicanos...... I386O
ALKANDEtiA.
Itendiineuto do dia I a 9. .
dem do dia 10. .
20l:Klt)53t
15:i01j687
2I7:21II422I
o
* 0 seu lilil, o Sr. Dionizio R. Dantas que se
acbava tiesta cidade condumio o sea ultimo anno
de miajas,
BEPARTl^A'U da vaccina
dk Com aiitorisit;ao do K.\m. Sr.
n presidente da provincia laz-se pu-
-; lilico, para onheciineptodos lia-
T4 liilanlr.s tiesta cidade, (ine oa dias
de vaccina scrao de boje ein di-
& ante tas iiiiiitas e domingos de
cada scti.i.na. no lugar e lloras
&
Ha livros de coras preciosas para as se-
nhoras. acha-se nos livrarias da cidade pelo
preco de 7/.
Veuile-se na livraria do Jos Nogueira de
Souza, defronte do arco de Santo Antonio
la Assetnblea n. I .,." i.6,'1.9"-! a ","t'"le d'; hilhritp inleir0
. 2*0 da lotera que corre hoje, as obras de
... pm.,mo. ,em evcellenles accummodaCe. para 'v,^ deTlvepool gS ffZ
Largo
Iem e\cellenles accoinmodaces
carga e passageiros : recebo at ao meio-dla do'dia,
I., e o espediente fecbar-se-l.a as 9 horas do da
saluda. Itecife 10 de outubro de 1856
Sei0e<.
*-----------------------!- -. ... f i** lili.'.
p. p.,rogaaos consignatarios de uma barri-
ca F & M. n. 1 e u;n barril marca S. C, para
mandaren) pagar o respectivo frete na casa
dos consignatarios lames Ryder & C. na rita'
da Cruz n. 6.
Na ra Direita nasa de pasto 11. 111 da-
.. ... ; na ra uireila casa do pasto n inda-
os;^;,^^^^
lieos ... .12. faz leiblo sabbado II do correada aomei
da ein (ionio, de diversas obras de inar.in.ria. novaa
e.usadds. diverso* candiairos, candelabros, relo"ios
ra cima de mesa, dlversai perfum.rias e mais ob-
armazem, que ludo
ra' a leilao
naT,,!' t'ie,"lu Sf"" f!" W,to 'ero '" armatmn
na ra do Collegio 11. I.,, ,ie diversos escravos de
ambos os s0Xos, hem como ptimas relas rozuhei-
ras engommadeiras, mslureiras, de boailM (guras
mulatas com varias habilidades, negrianaa de 10a 12
anuos, moleques, varios escravos com ollicios, dito*
mocos proprtos para lodo o servir,., dito* de meia
idade proprios para sitio, e onlros inultos escravos
peras, que se acharao patentes no mesmo arinazem.
aonde poderlo ser examinados pelos senhnres ore-
00* to? : sabl,"1 H d0 correule a II boras cm
C. J. Astlev&CferSo leilao, por in-
terveiicao do agente liveira, de grande
sortunenlo de espingardas pitra caca, la-
zarinas e clavinotes muito superiores:
terra-feira 14 do corrente, as 10 Loras
da raanh.a, 110 scu armazem, ra da Ca-
deia do Itecife
O engenheiro civil John Scolt l'ucket, tendo
de reltrar-se com sua familia para Europa no prxi-
mo vapor, faro leilao, por iiilervenclo do a-ente 0-
livpira, de toda a mobilia da sua casa, consislitido
em bellos sof-, mesas, consolos, cadeiras. mesa de
jamar, loucadores, Iremos, leilos, urna pera nova de
Imito tapete de las, apparelhos de porcellana para
jantar e sobremesa, almocoe caf, erjilaea, pintu-
ras, raca, garios e eelherea, lardo de casqunha co-
mo de prata, e mudos oolros objectos, como sejam.
Millas, livros de grande preco, e orna machina pho-
(otrraphiea, etc.. ele. quuria-feira, 15 do corrente.
as til horas da manhaa, no sitio contiguo, e antes de
ebegar ao do Sr. coinmendador Joan Pulo de I e-
mos, na Passagem da Jllagdaleoa.
Machado, a fallar com Jlo Antonio Baptiala llum
O abaixo assignade acaba de oblar do eoveroo
imperial 11111 privilegio exclusivo por 12 aiinus, para
Lei loes.
Barroca & Castro, Parao leilao, por n-
lervenrao do agente liveira, domis
completo sortimento de tazendat ingle-
/.as, todas proptias to meresdo : scgi'in-
da-feira, 15 do con ente, as 10 horas da
1 sen armazem, ra da Cadeia
3? ."i
Leilao
, ertaaiea's II horas da manhaa. -;';
@ Dr. Joao Nepomiiceno Dias Per- ,-%
^ Mandes, commissario vaccinador '
fJJ provincial. ''
-;J| Oiiuita-leia I (ido corrente, seraoven-
.rdidoem leilao, sem limite algum, lodos
3JI08 objectos salvados e pertencentea ao
casco emachinismo do vapor MRQUEZ
do
com
W cafl .Slj,lli-ni'- no e horas $ casco emachinismo do vapor MAROl]
anle.iorine..^declan,das:nosdo- DE OLI.NDA, inclusive um-pt-daco
g mmgo. estar ta repar.uao a- casco lado da proa, boiando .: anda c
a berta ale a s II horas grande parle de seus arranjos, com as
necessanai proporcvs para um elegante
brigue, outro do lado da popa, que es-
ta prestes a lioiai e com a maior parte
dos seus arranjos, amhos cm Goianna,
_0 conselho de administracSo naval na onde o mesmo vapor naufragou, e pode
sessao de boje aceitn as propostas dos Srs.
Manoel Autonto de Jess, Jos MareelQnoda
Rosa, ei-'rancisco Xavier d Fonseca Couti-
nho. para fornp.-erem at o lim de ilfizcmbro
prosJmo; oprimeirn po e bolacha; os-
gtindo,a;.eite-doce, farinha.feijio mulatinlio,
vinagre de Lisboa, arroz, bacalhaoe caf m
grao; e o terceiro, velas stearinas; todos es
tes objectos da melhor qualidade para os na-
vios do guerra, barca de escavacao, praqas
do arsenal de marinha e Africanos livres nes-
ta existentes ; sendo as ditas propostas acei-
tas depois do mesmo conselho haver pasto
em pralica as diligencias e mais formalida-
des consignadas no seu respectivo regula-
meato.
Sala do conselho de adminUtracSo naval 7
de outubro de 1836. O secretario merino,
Alexandre Kodriguus dos Anjos,
ser examinado, diversos lotes de ferra-
gens, paos, cadetnaes. tanques, hoinhas,
frrenles, bolenetee mais Otilias muilas
rousas, juntamente o cvccllcnlc machi*
nismo, cujas petas eslao hem tratadas
c cm perfeito estado, podendo todos se-
rem examinados nos lugares onde cstito
depositados, rita do Brum, armazem que
bi da .ira. viuva Souza Monleiro, e caes
de Apollo, armazem do Sr. Araujo, onde
sera" o leilao, a's 11 horas do dia indi-
cado.
~Wvi$ totott&0$.
soa, e o jantar contendn seis ralos, laran-
ja p rlocc, o ccia de cha ou caf, com asscio,
pelo mdico preco de 253000 mensaes, o so
mandara levar a tjuem niio liver portador
-Na ra da Praa n. :13, primeiro andar,
precisa-se lallar com o Sr. Paulo Jos. Alves
natural de Filgueiras, reino de Portugal,
donde veio em H de agosto de 1855 a nego-
cio do sen interesse,ou com pessoa que dellc
tenha noticia o conbeciment.
O abaixo ataiRnado f*i publico, qoe nenhum
valor Iem unta lellr da quanlia de 320"sO|J:l rs. pas-
sada a favor do Sr. Joao Baplista de Barros Macha-
do, vencida em 15 de jando ullimo, porquanto sen-
do ess* letlra o resaltado da coiivencSo feila com o
dito Barros qOkOdo licou com a taberna do abaixo
assignaJo.em que obrigoo-se a pagar aos credores do
annuncianle, acontece qoe da passados mais de
dous anuos sem que leuba cumprido aquella obri-
gacAo a que se submelleu, quaudo se apossou da re-
ferida taberna, por isso vendse agora o abajo as-
signado na dura necessidade de fazer grandes sacri-
ficios pira saldar suas conlas com o restante dos
credores, coja nbrigarao tinba paseado ao Sr. Barros,
protesta contra qualquer negocio oa transferencia
feila com a dila letra a qual preleude haver ju-
dicialmente, se o Sr. Burros se negar a enlreg-la, o
que nao he de esperar.Jos Joaqum Alves da
Silva.
Aluga-.e orna grande casa terrea e salta, com
doas eozinhas C dous quinlaes murados, sita no si-
lio do Cojoelro, propria para duas familias : quem
a pretender dirija-se ao mesmo sitio, casa do Sr.
Brilo, que achara com quem Iratar.
C0HPAMII.4 DE SEGIROS HUTI-
iOS E TERRESTRES.
CAPITAL 10,000:00(^000.
A companbia Iem sua agencia no escrplorio de
viuva Aii.oriin & Filho, ra da Croa n. r, onde
aceila todas ai proposlas de seguros de riscos e for-
luna do mar.
Sobre o casco, quilha e perlencas de navios de
qualquer lotarn na navegacao de longo curso de
cabolagem, ou lluvial, 0.1 na pesca, em viagem 00
prestes a viajar, em carga ou descarga, amarrados ou
ancorados, ein concert 011 no eslaleiio. qUer por
lempo cerlo, quer por viagem simples, 011 a premio
ligado. '
Sobre merca-lorias des le o momento de seo em-
barque al e de sua descarga e depusilo.
Sbreos lucros esperados de mercadorias eucami-
nli 1 las para qualquer mercado.
S.bre o casco e qoilha de embarcares rmudas
emprenda* em descarga e trafico dos porto--.
Sobra o capital e premios de dinheiro a risco.
Sobre o premio dos seguros e premio dos premios.
Sobre acetes de lerceiro por dainos causados por
abalroamenloa fortuitos.
Sobre os freles.
Acompala recebe lambem proposlas de seguro
de ri.cos de incendio e damnos causados para prev-
ni-lo ou exliugui-lo de raio ou fogo celeste, e inun-
dacoe.
SOBBE OS Slt I.MES OBJECTOS.|
Predios urbanos uu ruraes, igrejase quaesqoer es
labelecimeulos, com exclusAo de depsitos, fabricas
e laboratorios de plvora, e materia* incendiaras
ou mil .111111,neis. Ibealros e casas de espectacu'os.
Mercadorias em qualquer parle que aalejam, tno-
bilta e olencilios de fabricas de qiiaesquer eslabele-
(lliu-llius indoslrlaet, quer sejam fetas por seus pro-
pnelarios. quer pelos uso-friicluarios, localarios, su-
blo-.ilarios ou credores liypolbecarios.
Finalmente accila proposlas sobre re-segoros.qucr
dos seguradores, quer dos segurados, nos casos em
que a osle* poda competir o re-seguro.
A eompanha garante a prompla indemnisaeflo da
importancia de quaesquer simstro-, c a inodi'cidade
dos premios : iftualmenle um abalimenlo .- pessoa*
que na roda do anno li/erem urna avuliada iiuiima
de seguros.
A irmaudade de N. 5. de liuadelope da cida-
de de 1 lim la, ruga a pessoa que tirar o premio a;an-
de da mesma irmandade.se digne coadiuvar as obra
e caes da tgreja com uma sanla.,
Precisa-se de uma ama que saiba bem colindar,
para casa de um homem solleiro: na ra da I iu-
goela n. III.
Nova livraria francea e porlugueza : no alcr-
ro da lijj-\ isla loja n. 12.
-- Acha-se JudaTcon.^rVc-impra- da casa C Z," 7^ "^ """^ 2T ** h ^^^TSiZ
'la no prucipiu da estrada dos Vlllictos quem v.i "" .T^"?W ^aietonaBetttO 88achata etevatloIZ*T*&.?aajwla> HHJanala ala lisrosem braataa
laraoMangu.nho. perlencenie ao Sr. Joso Antonio 30 dobro d que era em 1845, sendo aiiuvllc pro- !,l"10 c"e-,l,u pelo 111100 naIn ,te II,mbarg.
;1t,.\lt... M*r'HtfAS IHP'filA^ r"
ESCAROCAB AIG6IA.
I .'.'l.llVfi la.. 1-' It -1 I .. MJ|_ _______a.
Diario no
---- ----1----"I1"' s) I '......lili, iltl'
reilo sobre a dita casa aniiuncie per este
pra?o de 8 dias depois dcsla publica<;.i.
-- Oueni annunciou no Diario de (orea -feira 7 do
corrente, ler urna cabra de leite para vender, sendo
que anda a tenha, dirija-se a estrada dos AUlictus
casa cutenla, frontera a greja, que achara' com
quem negociar.
ti aballo a-ssignado declara ao publico ea
quem mais mteressar, que tem jusiu a contratado .
compra da taberna sita na ra Augusla n. !>!, com
0 Sr. l-ir mino Jos F,lii da Rosa, Brando ao cargo
do mesmo vendedor a liqnidacao do activo e passivo.
1 ernambuco H de oulubro de IS5I1. Josc Pinheiro
Nogueira.
/Vo aterro da Itoa-Fista
o. 53, precsa-se de olliciaes de marcioeiro, pagndo-
se bem.
Aluga-se nma casa para passar a festa, com
commodos para grande familia e cocheir. para car-
ro, estribara muito boa e fresca, na CapOOca nov,
ra das Hernambucana., por prc.-.o comtnodo : a tra-
Ur com Jos Antonio Marques, no slio do Chora
uujiiiLmiii I a 11
L s/.W-lri1i_/.-i /,u.i
Armazens dos ditos roelaeH
ni.
Josc Pairo Vollare Jautor
y Ir litaos.
LAIIGO DOCOADEBABAO
N. O A .
EM LISBOA.
Ksie csiabelecimcnto leve o seu prineipi,, e.n
809, fabricando simplesmenle apparelhos para
dlSUIIacao, sendo o scu fundador o Sr. Jos Pedro
t-ollares, que o comecuu com um s operario. Ea*
"8 10 ja as suas obras orara cotilleadas c anisen-
no paiz c fora delle ; c para poder salisfszer
jas encommendas que se Ihe fa/iam, foi fnisler ao
;seu proprielario eleva-lo a maior escala, desorle
que em 1821 ja emprogava 8 operarios. Na pro-
pongo que o crdito das suas manufacturas aua;-
meniav.i consiilerjvelme.ile u seu consumo, loi-
lietnJispensavel augmeniar o pessoa I do esiabe-
lectmeuto ; de maneira que em 1827 centava 18
opranos. Do 1834 a 1840, o numero dcsk
subi a :50. Com ludo cm 1842 ja o local de
que dispiinlia era asss escasso para conter os ar-
tistas indispensaveis para sausfazet alfluencia das
encommendas, e por esla razao concebeu a idea de
adquirir um oulro local apropriado as exigencias,
o que eonseguio no la-o do Conde Barao, n. 3
A, fundando talvez o maior oslabelecimenlo desle
pilero no t.osso paiz. Foi enlao que con.ecou a
fabricar machinas a vapor, c muilas ovina que
al.. -,,,..1:.. ...... _. .
,. J"~ T""" ."" """-, para 'ia ia as suas o iras i-rr
a- inaclii.i.simperiaesdedescarucar aliudio, de sua das no nii/ Ion III
'.venc,, ; e leudo ja organisado ..esta prora un,., j^'" C, '0ra d,;lle Para Pder SaSUZer
uciedade em coininandila, que g\ra sob r./io
Oouvea & Companbia, a qual fe cessao de seu dilo
privilegio para, mediante certa* condiroes constan,
les dos r.laluto. ,ia mesma companbia, publicados
no apiario .le Parnambnco* de 2 de agosto pasaado,
ao ella poder levanlir ditas machinas dentro de de-
terminados limites in< duas proviacta de IVrn.-
Inicn e Parahiba,- declara, que e-la' igualmenle
prompto entrar em n.gociocom individuos part
rulares 011 associaces, que queiiam ornar a si dito
privilegio oas aolra* provincias do imperio, em que
B cultiva o algodao e afirma que prestara' dcvida
atlei.c.io a qualquer praposta, que oeste sentido Ihe
Tor fe.la. Oulro sim, o mesmo ahaito assignado se
onga a maular um. pessoa devidmenle habilita-
da para ir levantar 110 lugar cuiivencionado a pri-
meira de ditas machinas, com o Homero de enge-
nlMi que Ihe for indicado. As machinas impenae-
sao exireinamenle simples em sna construcoao. e na-
no iem de eommom com a imperreitiarimaa de E'lis
"tittnev; pois que na. eropregandu par o desea-
rocamenlo serras. como as desle autor, e sim lusos,
nao estragara como aquellas as libras do algeaao, V
sua grande vanlagero cnnsisle nao sti nisso. Como en.
dispensaren. o cevadores ; pelo qoe um so homem
com estas machinas, havendo a neressaria forca mo-
tora, pote apromplar mais de 30 arrobas de agodo
em pluma por da, iem que seja preci-o o emp.ego
de gente para u bater, pois qu- a machina por
meto de o.n apparelho mui simple* que tem, ,. d
ogoaberlo, epioinpto para se enfardar. Pernam-
buco y de outuhri, de I85CJos da ll.it.
Por delraz d.i 111 do Fag.ndc, lo,, do ..-
lirado que lira delmulr ,l rstale.i.....m ^ ,,,
. falendo um brigue. Co/.inba se para fura rni |..a..
aasato, euinbem -e lasa eei.gomm : ln-|., p. ,
1 en rom modo. *
! -- larrionil.i Fflllliail >j||ei de l.ui.a. aiu,^ ,|.
tinado Custodio da Mlva Lima, ruga a lo !.. a. ....
s..as que se jnlgare.n rred..r. de va r..,|, p4
a presen larern suaa rontas na ra ^a Cadeia \ elka d .
Kerife n. Stt, loja de ferraen dn Sr. Fram Usa I m
Indio de Sampaio. afim de delb.r.ir -e o mc'. nieodcsercm eiiiboisada. eos que .. aja h/e.-in
dentro do mencionado StSCe, donar., de sor .Mr,,.
llda qu.lquer reclamarn. Keril. 'I dr ,il..., 4r
Mafi,ArMja da aiinun.ianlr. I rain un I-Mese-
Alves.
l-raorisco Jos,. ,|., M Mlb,| r.,n=ll.,
reli.a-se para n lt, de Jaaeira.
,. ~ Alua-" B*a se paa-ar a te-la um .|Im. ..,
ructe.ras. ,i perl,. c ca- c ........|. M,,.W1,
e. para ramilla, no lugar denominado Peres,: a tu
lar na trave.sa dn llique, -ceuda miar.
v aixeiiti.
1 iTf^>* "* um "'"-" '"'''1 !arnd,-!a ..
i.dadre rom uiuila habilidad para balean de um.
loja de rar.ei.da.. (Iflerere-e vanlaj.^., -al .. ,
pnmeiros tres a.....es, e depois '- raaajl
US* annos : a quem rninipr e-la pvsftaaM.. n-., ,
enlender.se con. o Sr. Im ,..,,.,rW Ma'ls,.?,
ra do Crespo : i,t dI1|e, r|,,da d.. vapor .,.
tem ae passar para o sol. Mraa nndia |s l rreiite
ou ame.. Macem I.......ataan de In.i,.
Preri-j sede um (atleMa para laSmiaa, .,-,,
tenha pralica de negocio, d .-se I,,,,,, o-dena*.-
lueniquiier d.r.ja-sj ... Campo-Vente. Mala ...
Ilospllal pnrlllgu.'!.
Para se pa-sar a lesla alaasa-aa nina Lo r.,-a ....
(.a liangn. com c.rheira. estribara e Im-Unle. taaaj-
uijdos: na ra Nova 11. ti;!.
Precsa-se de nm. ama para cinpi-erar -e un
serv.ro de cimba, para ra,,, de r,.uc. Mata
quem pretender, dirija-se a roa Augusta n. I, ,b,..
do, que paga-se bem.
A1TENCAO.
,,.^'! 11 "' ii! 1nro,l,,,,0 P'"3'1" "" (t'aw d..
quintal do sobrado ao pe da ordem l-rceira dn ( -
11. I an.macs, ,ed dous sallo e .., eso. c~
dous cav.llosapparecerain no sMta d..t:i,or.-me.i--.,.
altando a CM que be ruca e ferrada de r-oac
"".'P..... lai1" esquerdo e d.reilo do. quarl.-. dar
se-iia mais oulros sisuaes : quem { nh.^ ,(l.
bai'l'm """"" "''*' (,'le ""' bcm '"-" ''" "r" ,r*'
Qojaaa precisar de um escriptnrario l-r.,.il.
para escrplorio de qualquer es,|abalerim>nto. qu.
Iras ptima lelra, aasta .rammullr narinnal .rith-
tu timollo tm -7- "'"" """'" os '-' "puma leira. .un, Bramm.lira lllKnaal, ,, h-
10 aqutlle lempo se nao faziara entre nos, c era- I mel,c"- r" -cr goae, a', tmprrs,,. ,i d,ni,,.
nos obrigados a importar do e5lraiijje.ro. Em! 1"*<**ss, aanaala.
8V deu sociedade a seus dous nriineiros lilhs f*!* ''.' Sr- Artaiata iaaaaal aajajasaaala*
lSrideusociedade a seus dous pritneiros lilltos,
confiando a dtreccau do seu oslabelecimenlo ao
pnmeiro, e a admiiiisliacao dos Irabalbot de ma-
(lunas a vapor ao segundo. Em 1848 deu jraal-
SMVa-MM V".........."J na"" a -|aH|M j,.
-SMiTtaiO. Vicloin s de s^leii.l.r.. de ISV..
** Illas Kern ira.
Ilcclar que os Jijo-KHI .cima rsltalaau. .e. aaaajta
do reverendo padre Jao liermiam. .1 Ra ,,,,.
s enlregar ao Sr. J.. |)M-. \ ,r,1M. Ki;, |n.u.
mente sociedade ao seu terceiro filbo. Avsiin ner- '" TS "" *" '"'" Ma-
maneceu arando coai a firmado Jm Pmdrn P^fcf2Ta5?,,^S """^
-' *-----">---*. .. oa Ijajaij iiit illlll
nieZ?.M..i.*"'D-Joaephina Sebastiana Ca- S'esso devido rjet^icao e aolitlez desaas roanu- M a ni V o iwn nutin /.n
v..can.,deA.buquerque;pa..,.quem..,verd,. facturas, e mat'tcira 'por que .raame^Lriuinl AlallillAS MPJIAES DE
os seus negocios, tendo fabricado, nesto periodo,'
grande numero de machinas de dislillar.-io, bom-
bas, machinas a vapor, rodas hvdrauficas. un-1 Jl!!2tEZrZh T' mmm* "f1"**
."es machinas par, ogr,cU(a, J Sfi '0Ja>: 7gttZSUttXgtt
obras de recunhectda t.lilidade. a construcraoj 1, ,nac.,.as i,pe,r. taX,2L'
rinalmetile, no lim de 1860 dei\ou1o Sr. Jos i i;!*;: '"' *.""""" '......'""* "*'"* r"'......'""'-
Pedro Collares lodo o seu estabelecimetito, em ,,ue 2Z22!?****** "'<< ""'- a.
iro hihos, que seconsliluiram em sociealade, que
gyra actualmenie com a firma de Jos Pedro
Col/ares Juntar & Irmos os quaes, em 110-
vembrode 1854, .lavara iraballto a mais de 14o
operarios. Esla ullimo e sensivel augmento que se
nota do principio de 1851 a novembro do IS54,
lot devido niio so aos imperiosos motivos cima
expendidos, mas lambem grando baixa que li-
nltam podido lazer nos prcros das suas manufariu-
ras, em consequench dos aperfeigoan.enlosque Ita-
viam inlroJuzido no svstema dos traballios, por
meio das milhores machinas e forramenlas ale a-
qualla epora conli.idas, que linham mandado vir DOVCTAT AH I Ti a O ntivna
de pasi estrangeiros. Infelizmente, em 4 de no- rllIaSiULUGlA DAS PAIXOES
verabro de 1854. foi este estabelecime.no incendia-
de com o dispost,, no s :!.- do arl. I.- o, eafajkjta*
da niesina sociedade, a arlmain prestado de J. ,-..
cenlo do capital sub meira dedila marbu.as 11 v.ll, da anancir-- da
provincia da Par.bib. ,,, fMr mmmm toasaaa
de 111 du-lria entra lambem, cuno a de Pemaa-.bac.
110 dominio da companbia. IVrnaniboco fi da oala-
bro de 18 |ta Jo*c de Gonteia.
t oflicial do fallecido aHjasta l'acbe,.,. dr
1 Huida, f../. capas, bal.nas, aaiaajiiiaa. .apa keat.
ras e barrete, ludo com a maior per I eir. aaj u ,
1 ''Iti.j 11. Si.
r. ~. S7 ro,.'!,"i Waaaa, eaaaastai n.... ,,Ue f ,1,,
finado Josc Marta. Irala-se callo, e garda-x
carros a contento do frrgnsz.
do ; porem grabas a algum auxilio do governo de
sua Magestade Fidelissima, c ao dos amigos dos
proprtelarios, a.lia-sehojeja reconstruido, e mon-
tado com lies machinas, que se pode assegurar ser
igual aos melhores de Franca e Inglaterra, posto
que rclalivamente em menores dimensoes ; mas
sempre para empregar 500 operarios podendo em
tal estado conseguir-se, a par da baixa dos precos
um augmento de perfeicao c crdito as obras.
As suas macliinns para dislillar vinhos sao tao per-
fetlas no seu fabrico e na comliinacao de todas as
suas pecas, que podem garantir o'obter com-ells
maiorquantdade de alcooldo que seeurahe com a
maior parle das machinas de qualquer oulro fa-
bricante; chegando as suas a produ/.ir mais I IrS
caada de agurdente de 30 graos de Cartier, por
pipa de vinho, comparativamente aquellas ; o que
podem provtl cora altestados.
As ditas macliinas de dislillaco continua, de
qualquer dos seus svslemas, produzem cm uma so
operaetio a agurdenle de 29 a 34 .graos de Car-
lier. As machinas composlas, refrigerando com
a agua, podem distillar as fezes do vinho o outras
Antonio Joaquim da Silva Itibeiro de malerias crassas; nenltuma das outras o pode con-
venientemente fazer.
Alcm daqucllas machinas, labricam-se todas as
obras que se coslumam fazer de cobre ; bombas pa-
ta acudir a incendios; macliinas a vapor ; caldeitas
para as ditas; prensas de parafuso : .lilas hidru-
licas ; ditas para copiar cartas; tanques para agua-
da de navios ; motnhos para azeitona; ditos para
ESTRADA D FERRO
do Recife ao S. Francisco.
Os directores da companbia da eslradade fer-
ro fazeiu publico, para evitar davidas, ou conlesla-
Ces fallir*, que logo que esliver rnucluidoqualquar
dos laucos da refer la estrada, tornate sera permit-
tida a passagem nos lugares para esle lim d-siguados
pelo Sr. engenheiro em chefe da eompanhia, segun-
do a rominodidade dos proprielario*, c do pobliea
em geral. e naoem qualquer outro ponto da estrada.
Por ordem,
-s- I'- Vereker, ibesonreiro.
Itecife de oulubro de 1838.
O abaixo assignado faz saber ao res-
peitavel pul.Iico;quo tendo sido r.;uliado no
da ir de setembro de ixtj, cm dinheiro
3>9, um vallo de Josc Jacinllio Monleiro
de 200*\ urna letra de Josc Lopes da Silva da
quanlia de 135010, urna dita de Mauricio
Jos de liveira da quanlia de 57J540, uma
dita de Antonio Joaquim da Silva Itibeiro de
27/880, um valle de Jos Lopes da Silva de
36/130, um bilhete de Rento Jos A. Har*
nliao .lo 899850, um papel da compra berna vendida por Manoel Azevedo Almeida
a Manoel Ftneira da Silva, todos estes objec-
tos dentro de uma carleira de algibrira de
marroquim encarnado ja usada faz-se saber
a todos os senhores que licara islo cima de- "" uo"d"us motnnos para azeitona; ditos para
clarRdosem vigor algum, c ao mesmo lempo lnS e descascar arroz; ditos para canna de assucar
da-sc 200^de gralilieaco a qualquer pessoa machinas para corlar pallia ; dilas para relracar :
que apresen tai- estes objccl;s na ra das A- rac-io A* m.\tnA,.~~. a:... a. jj...h... ...-.il_. ,.
guas Verdes n. 48.
Manoel Ferreira da Silva.
B1LHETES DE LO U\k 00
RIO DE JiNEIR-J.
Os bilhetes da 21- loteria la casa de
con .(.rao Ja corte, c la I loteria to
hospital das aguas das caldas, acham-se
evpostOS a venda junto no arco de Santo
Antonio, loja n. I : as listas Jevem vir
pelovupoi AVON, que ebegara'
,. racao de cavalgaduras; dilas de debulhar inilht; di-
las para nevar charras de fero sachadores; gra-
des para janellas, varandas e jardins, pnr uma in-
DniJade de variados modelos, canaps para dilo ;
aparadores para chapetis decliuva, e da cabera pro
prios para ornameulo de salas d'enlrada ; "lindos
.tfptooj MmiMt.
ISSOCItUO TYPCCR4PB1CA PERNAHBIICJlHA.
O 1. aaerelaro fa poblice que boje ha *ess,,u do
conselho director.
O Di. Joaquim de Aqniio Fonseca
continua a vacctnar rraliiilumpritp na
O brigue brasileo i.eaoo precisa cn.aiarma. i -i (.'""""nenie, na
iros ..acionae.para.ua viagem de-te puito para CaSa d<; ,U ''delicia, nl fita Nova n.
li, todas aquellas pessoas que nella
compareccrem, nos sabbado* de cada e-
rn..iii, das 7 u's '.) horas di manhaa, e
declara queoaz inclistinctamente, eque
tem com abundancia excellente semen-
te, podendo fornece-la a's autoridades
rinlioiros nacionaei para coa viagem de-te portal para
o Ido de Janeiro pela Parahiba : a tratar no escrp-
lorio de Isaac, Curio 19, ou com o c ..nao a bordo.
I'ara Lisboa
com toda brevidade pretende sabir o
brigueportuguez LAIA III, por ter ja'
.111111 at
lodo corrente mez.Jos Euzebio Al-
ves da Silva.
Precisa-se de um rapazinho para
caixeiro : na ra Imperial, taberna n.
i."> junto no chafuiiz.
l'recisa-se de nina ama pira casa eslrangcira:
a Iratar do lintel ingles.
Hospital Portu-
e Beuei-
eeneia.
guez
parte da carga grompta: quem nelle qui- ,,e a requisitarem.
zer carregac OU ir de passagem, para O lica e.n poder de Antonio dos Santos Vieir a o
-- !'*"- i- .iiitt/inn tnh sT.initis iciri o
, trate ld,l,(.le "-, (la ,erceira Pare dafqaarta lotera
com os seus consignatarios Francisco Se-1 da Silva laiSr,""
que tem c\cellenles commodo trate ''''".'_f 1;'-i i da silva Jonin'r Perleuceule Sr-Joauim '"e'" I hrar no* domingos e dias sanios, dirija-sa a ra da na ru,"l Torres- 'scriniorio n. 20, do Fiedcrico
un .Jia juiiui, IMi.ronlm. n 1- 1 [fliiHinrr!
Lotera do Rio
ce Janeiro.
Acliam-se a venda, na praca da In-
dependencia n. 10, os novos bilhetes da
loteria a beneficio ilo hospital da villa
das Cuidas, que devia correr de ti a S do
prsele; as listas esperamos pelo pr- 'TT vlk'Zn pessoas.queliven
me.ro vapor que dla partir depoi, ajudar.oltero,^sstsZdo juZde
destedata : os premios serao pagos a re- incendio, primeiro andar,queadiarani algunsdoa
cepruo das incsmas listas, conleme os objectos seguinics; 1 caita com 1 pisiola, 1 cs-
nossos annuncios. pada, laniernas, casticaes, globos, lK.iins,' penie,-
1 escovas, que tenham a hondada avisar ou levar
lrecisa.se de am srvenle para e-le eelabeleei-
menlo, o qual iem o ordenado de i.,yio por mu,
ainnla. prrfere-se o qoe liver melliores abo-
tratar com o provrdor.
" le
naces :
Esta importante prodorrito Iliteraria d V. I(t.
ello Jloraes. do Kio de Janeiro, bem rumo ., aaaaj.
-raiihia do Imperio do Brasil a Kdocador da Jlwi-
dada Brasilea, coordenados pelo meMuo auUr
ai-liam-s a venda na ra rio (turiiaad.. n -T
CONSI LTOKIO IIOAIEOI'ATIICO
. MELL MORAES
no
rio de Janeiro.
I 'iii-o deposito .un l'eniamburo. ra dn i (rima-
do n. j,, armatem de ttaaaaaSoa de baiiiru l.eite,
aoorte se encentra um rompilo orlimi-nln de eri-
cas homeopalhicas .le |-_> a 121 luho>. r r*i*as raaa
Unturas, sendo de 12 e lio frasros. lambem >e -
conlra a nova prat.ca elementar da humeopatliia, .
o repertorio do medien linmeopathirn. bem caaao -
Iras obra iiilere-.aiilp, pala mesmo ib. Malla ala-
raes. Os n-e.licamenlos sao todos nov,.-,,,,,,. p,*
precos mullo baratos, lendo boticas de K-> ale M, r
'anas com Ikl medir.-mentw u tmlnras a lK-<|ta.
ditas com 12 ditos a MPMk
XVEOPE
1)0
fo^oes de sala dilos de cozinha ; honilo e variado i
tuntiam a fabricar com ajtnaior piifcic'.o
loi tran-ferido o deposito dtslc laWajM pala a U>-
tica de Jos da Cruz Sanio-, ua ra Nova n. ..l"
srrafa* StStjO, meia* ttttt, sendo falsn l.o,.
aquello que nilo for vendido ncsle dep.silo, aajaj
qoe se faz. o presente BTtse
llPiiTANTE PAtA 0 PIBLI.
rara cura de parvaiea eru lodososseDadiaeren-
te graos, quer motivada por coiiMiparOes, leaaat,
asth.na, pleuri/.. escarros de sansue, dV.r decos
lados epeilo. palpitarlo no curaran, cnquelorba-
hronchite, dr na saraanta, e todas asn.olr.li.,
dosorgaos pulmonares.
C S1AKR A COMI'AMIIA
respeitosamente annunciam que n >co ex-
tenso estabelccimcnloem Santo Amaro, ron
ortiincnlo de leilos franceza, ludo de Ierro; c li- i
salmente lodosos objectos que se de*cieni d'a i Pron,l'l'd3o, toda a qualidade de marKiiiis-
quelle artigo tanto de'fundi^ao como forjado. Talws lE," "" 'daI W"Hur'>. ''eRacS., a
dechmL.iriCosrL.dadura,oprio5t:!dT^r
.acanabzacao de lquidos ouRaz;cu,os precos he cm geral, tem aberlo cm um ,|r,, SS
' Floreultua u. 12.
MUTC
impossivcl deleiminar, nao s pela multipliridade
como principalmente pela variedade com que sao
exigidos segundo o gosto o necessidade do com-
p.ador. Os proprielarios d'esle esiabelccimenlo li-
songeam-se que os sacrilicios e esforros que tem
fetto, para conservar e augmentar no paiz um esta-
belecimento d'esta ordem. serao compensados com
a allluencia no consumo das suas manufacturas u-
uico meio de se poder sustentar e engrandecer.
O nuinedos proprielarios, a maneira porque exe-
cuiam as suas obras, c ctimpretn os seus ajustes
nao sao estranhos a maior parte dos Porlugttezes,
mesmo dos residentes fura do paiz. Por tanto,
esperam continuar a merecer a mesma onfianca
com que ale hoje tem sido honrados, e protegidos
com o favor das suas ordena, as quaes se esiorea-
ro por execular o melhor postivel, olTerecendo o
seu comportamento passado iximu garanta do fu-
turo.
As pessoas que desojaran ver e examinar os
dilTerenles modelos, em estampas, das marhiiias.
ap(iarelhos e mais objectos cima mencionados, e
fazer qualquer encomroenda ao dito e-iabclerimen-
toem Lisboa, podemdirigir-ea nesta .idade, ao
| consulado portuguez, rna do Trapiche n. (i, I..
aml.ir, onde indo ser patente, para melhor e
mais fcil esclarecimenio.
Praetaa-aa de uma ama de Icite, e pega-te
bem.: na ra da Crui n. "., segundo andar.
sw W ~ ---- "------- --- ---. _,,I||,(-
armazens do *-r. Mesquila na na do Rrum,
atraz do arsenal de marinha nrp.
DEPOSITO DE MAC1|NAS.
construidas no dito scu estariel-oiment
All aoharo os compn.dorcs um completo
sortimento de moendas aV> canna com todos
os nielhoramenlos alguns dcllcs novos c
origjuaes. que a experiencia do tnutlosat.n..>
tem mostrado a neccssiiiado. Machinas dr
vapor do baixa e alta pess,., taixas .le l
'o lamanho. tanto batidas timo rundida,
carros de tno e ditos para couduzr turmas
de assucar, machinas para moer mandioca.
prensas para dit., lomos de Ierro balido pa-
ra lannlia, arados de ferro ta SMia approva-
rta construcco, fundos para alami.i i.u-.
criyose portas para forn.lhas, c tima iiilini-
dade de obras de Ierro, que sera cufadonho
numerar So mesmo deposito eUSU nma
pessoa inlclligcnte habilitada para rcrclnt
todas as encommendas, etc., etc., que os an-
uunctantes contando aor.i a capzctda.lc de
suas olticinas e niarbini-mo, c pericia de
seus ofliciaes, se comprme It.-ni a lazer exe-
cular com a maior preatexa m anifai|ia. a
exacta ronforraidade eorn os m'.d.-ilusou d.i-
scnlius, c inslrucces que Ib- forcm furne-
cidos.
i'rccisa-sede tuna ama deleite : na ra
da Ale;;ria n. II.
l-ie dinheiro a joros mdicos, com pool re*
oa ra da Praa n. Vi, segundo andar.
'
< >
' v



mURIO i ffBtftlBtQ S'BAOO I QuTURoO 9 i856
PUBLIC&CiO LETERAMA. L TEMA DA PROfIRCIA.
d:
Vinlio il<> Porto, superior chamiro.
Km caisas de donas em barril de nllavo,
Vrceira pule da quarta lotera pelIbiaTro*acior;vcutie
dalupedc linda.
ss nipcainenie im armazem rlfj
ra ila C-deia iln Kci iii n. S.
llarruca oV Caslro, 110
Vendena-aa Metan com feijao maletinho moli
novo a 11-000 a sacra uu caes da AllandegS, atma-
/.em 11. 7.
LU/ DE CAMltES
Precedidas de 11 ni ensaiobiogrophieo, nu pial* i
relatan al
le I8.-.U.
10 respeita-
venda, ims
1 :'.:- *
Corre sabbado I I deoutuliro
O abai\o assignado avisa
nos faciu nao eonhecidoe da vida Jojvel publico, i|iie se ncham a
[litneiro pico poriugut/., segmentadas coi si-1 tojas ja'niiminciadiis, os sen Felipes ln-
gumas coiiiposijes incdirlas au poda, enire estas i Hieles, tocios t|itii los, os (|iiaes nao es
liedueeaesdos iriumplios de Petrarelia, onde o ira- tSo sujeitos ao descont dan X por cento
ductor rivalhtteoni o poeto lialiano.seu valido: con j do imposto geral pie aera'0,0/0 lo...,
m catalogo dos inductores, es.-rip.ores iiaciunaes, ,e .|a i;.. ().| ^ (|;i ^^1 X ..-..
11 csiraiigeiros que cscreveiaro sobre a vida e eserip-: cje (J ,(-
ms de CaiDes, e oulro das dilferentes edices das


:
Na iiki lo 11
SiljICI i 1 piclie
1 ini-e/.a
llegado recenteiiienle
I Hieles
Meios
.'liarlos
P01
Jos Fortunato dos Sautos
">.N-Si>!) recebe 5:000^000
"..sOIHI :500.SOOtl
IsOO .. 1:250^000
Salustiano de Aqu 110 l'eireii
snas obras pelo vizconde de Juromenba.
. As obras conslarao de 5 a 7 vobimes, em 8."!
franeez ebain papel. Ksia nova edicio aconipa-;
iibada do retrato du |Kieia, de algumas estampes be |
.on^ideraveliiHTile melliorada e coin a preferencia
da versio mais rorrecla e com a reslituicac dos lu- j0!
nares corlados ou esquecido! .l:is obras lyricas do
|iut'la.
Assigna-se e disiribuetn-sc os prospectos na li- **
>raria de .los Nogueira de Souza, junio do arroja
le Sanio Amonio, onde csi patente para quem, 0k
i|ui/.er ler 11111 artigo escripto no jornal A Nacao
lelo bem conliecido poeta portusuez Joo deLe-1 ?? curativo do cbolera-morbus,
utos acerca desta nova ediciio. a*?. ,_ DOCTOR .'~J
ESTIVOS HISTRICOS SslIE \S f'^^^t'l I
1. su- 11,m 1 n 1 1 1 iiii-.T"- rl Ab""-Vole""aeoniqueluiiollii.la |.e- 9)
HillMlS > \ LI.Mll A lOi 11" & '"......",c" Pnmeira edlee.o leste opa,- k
.._. Z "ll". otaoloila > eurlo espabile don. me- jl
v.?
'O
ti
11. .11, na
1I0 Brasil,
lo l> 10 de
muco dif-
o


PATHIA E 0
CHOLERA.
nico tratamento preservativo

Janeiro, cin qualidade
fere do de Lisboa, ;io passo que
j cusa 1 penas l.s-OO a libra ; a elle
:.[: antes que acabe, pois a temessa ;_
.:'".'....,;-..::.; ~-..::.,::::r-,;-.;.-.;;'.
Atlfii^'.-
V'enrte-M otila oplima necra criool.....raca, uben-
.1.. roalnliai o diaria .le .1.11.1 caa, ennommar e lavar
.le mnao, molla liel e s>in virios : qoem o preten-
der dirija-te a 111,1 ,!,< Marlvriot n. 1.
*"Ode-sa a cobransa do sotaidlo municipal .Ii-
aOU r>. por eabeca aueiM ,le Jaboaliio e Muiili^.a : a Iral^ir cun Ju--
iiii.i Irrp.ra .le lanas, na ni., .I.isGrates n. :i(t.
GUEZA.
Jos Barboza Canaes de Kigtteiredo Castello
Uranco comprebendendo as cinco provincias eccle-
iaslicas le pie sao metropoles, liruga, Lisboa, E
>ura, (a c Babia eas suassufiaganeas ecompro-
\inciaes, estendendo-se desdo a Europa peh A-
:nerica, frica, Asia e Oceania-.
A primeii parte contendo os estudos histori-
i'os la igreja de Braga, vai ja entrar no pelo.
Recebcni-se assignaturas na l.ivraria de Jos
Nogueira de Sotiza, junio ao arco de Sanio Anto-
nio.
f sblk'arao Hile-
ra ra.
Na liUiiii.i de Jo>o KoxUCin 'le Suu/rf, nuiieira
to arco de Sanio Amonio, tt '-.* venda a --un-
'1 i pdtcrjlo iio compendio oe scor !)r. lliunid/ Pompeo iie Souzh Brail, publicada esle
auno, cini-uleii\ 1 iMii'iih' auijmpiilrida. O compendio
luSr. Ir. Pun peo he*j-i' muilu conhecido e a atio-
pro delle no colleuio de Pedro II, e em l^uns se-
minario e hceus do imperio he ama pro\a irrefra-
^avel de >ua imporlaiici?, <* inaior recommenda^au
t|ue delle se pode faier ao pubheo.
Para UBI cam de puuca familia, na I*a5*asem
da Magdalena, e que consta unicampnie de ditas nes-
oas, ge (Tt ci-,1 de urna criada p^rda ou prela, forra
iu captiva : dirija-se a ra de Apollo, armaiem de
asacar n. Li, (ralsr.
ftcjitfi!S)94Y8r9:'CnC8M89
Z l MI IIE.MISTA, i
contioa a residir ua ra Nova a. 19, primei- ||
t ro andar. f.
1
i
m
I.iti/. Jos de Sa' Aiaujo, na
llium 11. >i, leu para vender pipa* nova
mi levantadas, m convier, ar.'.-* >i* pm,
ebesala< m.m. .n.< n'f, niln para barril
rctrs .|p primeira Mirle de
f-bricas .la cida.le ri porto, .le
o qiiai 50 segvenda cm porcSo
cima.
ra do
vas abatidas
para pipas,
liariicas.
una da. melbore
Istias ;. qualidadps,
.lf 10 libras para
-- No palco do Panizo na retina, ao 11. >, ha
para venderte I -acras con feijao por muiio barato
prero ; .1 elle, freguezei que silo as uMinia. snrea..
tes nos induzio a reimpressl
Cu-ii. .le cada eiemplar......1^000
Carteirascompleta! para o trata-
ment do citolera e .le mullas .111-
Iras molestias, a....... 309000
Ueiai carteirai.........1^000
Os medir.menta. s5o os inelli.ires possiveis.
Consullorio central h.iiDeu|iallnrn, roa
de Sanio Amare Mando-Novo n. t. sjsyj
S9#tt^9-#^HtsS$S#l
SEGURO CONTRA FOGO.
Ompanliia Alliance.
Eslabelecida cm Londres, em marco de UU.
Capital cinco millioes de libras esterlinas.
Saunders Brothers & C., tero a honra do in-
formar nos Srs. negociantes, propietarios de 'asas,
ea i|uem mais convier qu eslao plenamente au-
torisados pela dita companhia para eflectuar sega-' (Jucimado n. til), luja de erragei
ros sobre edilicips de lijlo c pedra, coberios do! Vende-se ama malsto de 16 aaaes de dade,
tAlha e igualmente sobre os objectos quecontiverem e^^^? eM"nia, be salia-e robiita: na
os mesmos edificios quer consista em tnobilia ou "emir "' '"""elro *"*" dir'quen,
em fazendas de quslquer qualidade.
Vendero-w velas de carnauba pora, as melliores
que lia no mareado, a k'jtooo > arroba : na rus lo
obra : na luja
DAGIERREOTYPO E ELECTRO-
TIPO.
.\a aulisa galena e oflletna do aterro"da.ltoa-Vi*-
ii 11. i lerceiro andar conlinoa-se t ir.r retrato. <
com a maior perfeirilo tanto pola svslema IraneM,
cuino pelo nnrle americano. E\isle 'ua mesina casa, '
e para a eotloesfia dos retratos, 11111 riroe abundante
sorlimciilo .le objeclos laes como lin.lissimos alline-
tes c me.l..llias do ouro.inoi lindan caisnba ame-
rieanase Iraoeotat, de papel, inarruquim e veludo
de Seda, desda o lamanhe .te ama polegada ale um
IihIiuo paaie-par-tauls de lodas as qaalidades, mol-
duras de tolos us ljiii.iiilii.se .le mullos e .lillereu-
t* feilios, IjiiI.i prelas coma doura.las, e na t pa-
ra a cullocaco de un relalo ou aru|io .le illeren-
les ppssoas, cuino para a enllocara.) .le dous uu tres
1 elratos separados : lodus estes .injerios silo novos e
.llegados h pouco mis de Franca e oulros lus
bslados-t.iii.los. Das K bor.s da manlula al a .">
da larde a gjleria o ullicina etUO a dispuirio do
i'llllliCO.
!|recs.i-sf de ulliciaes de luda
de alfaiala da ra Nova 11. (iO.
O abaixo assignailo, com leja de larlarugiifiro
na ra dasTriaehelras n. 8, visa as paipai que tem
coucerlos .le tatlaruga em seu i-slabalcciineulo, que
os \enh un posar no prazo de :1 lia, qu.in.li> nao
dispoia' a venda para sen pacamenlo, e nao lerdo
direito a reclaniaco sicoma. Itecife l.dooulubro
de I8.JI).Jos Joaqaim da tamba Goimarlea.
" .'..".....'oi.S-.
sr> ..y .. ,.-

Paulo Uaignoas, de valla de sua viagern Sb
anropi, Mbj morando na ra Nova 11. 'j
il, prnneir.) andar, onde pode sor procura- S?
O a qualquer llora. ,',!,
s.;s^"<*-,*"-^,''lrlt> 1*. **><*> '> .-^ s* f. .T>


DENTISTA niHODt
W O Dr. J0S0 Honorio Bezerra
Q de .Mene/.es, Gormado em medici- @
Q "a. aclia-se residindo ua cidade $
(|) do Kio-1'ormoso, e alii se oM'erc- (g
^ ce as pessoas que de sen pies- ^j
j> l'mo sc qareni utilisar.
adida Balbina da Paixao Kocha,
professora particulai de primei-
ras letras e costura do bairro do Recife,
ra do Vicario, tem transferido sua aula
para a ruado Rangel n. 59, onde conti-
nua a evercer o seu magisterio, ensinan-
do tudo quanto faz parte da eduearao
primara de urna senhora ; assim como
nao duvida receber pensionistas e meio-
nensionistas, por piecos ra/.oaveis.
I'recisa-se lugar li pelos para arnusea. de
aasoear : quem liver e qui/er alugar, dirija-se a ra
do Apollo, arma/.cm 11. iU. que adiar* com quem
Us aliaiio asolanados, com loja de nurives na ra
do Cabula 11. II. confronte ao pateo da matriz e ra
Nova, fazem publico, qoe c-l.m recebendocontinua-
damente as mais novas obras de ouro, lauto pala
seubnri enmo para bumei.s e meninos : os procos
coiiliuoam ra/oaveis, e passamse contas com rea
noK-ahilida.le, specilirando a qualidade .lo ouro de
I i ou fs qutate-1. Besado asim suj.-ilos is uicsmos
por qualquer .luvi.la.Serapliiin ,V Irmu.
|)..-s.. |iialqoer quanlia a premio sobre penbo-
res de ooro e prala : na ra Velba 11. 85.
Trocani-se uolas do Banco do Brasil por moc-
da correnle nesta provincia, com descont : na roa
do Trapiche 11. 10, segundo andar.
AJoaa-ss am lobrado cun excellenles comino-
dos, bonita vista e fresco, grande quintal pora plan-
taran por ser para o lado do pantano, no lugar .lo a
Arrn-nii,i1n n. I : quem o pretender enlenda-se com j
Jas Antones (iuimares, na ra .le Apollo, anna-
zem 11. .'10. do Sr. Auionio Afves Barbosa.
I'recisa-se alugar una prela forro ou escrava
para todo o servico de urna casa de punca familia :
na rita de lionas n. 10.
ompw&.
Ca
antiga
Compram-se apolices da divida provincial ;
na ra das Flores n. 37 1.' andar.
Compra-e urna casa em Oliuda que seja de
pedra e cal e em lugar perlo do Yaradouro: a
Ualar na ra da Cariea do Itecife n. 31.
Compra-se uiua aima;ao de loja : un aterro
da Boa-Vista 11. I .
Compra-se 0111 sellim e vais srrei.H, sendo lu-
do em boin estado : quem livr aiinuncie.
Mendos.
Ira lar.
Lenibran^a os esque-
culos.
M absiso ossicasdo, loado voilsdo de sua viagern
que fez a Europa, naga a ludas aquellas possOBl qne
anida llie esian devendo, de gneros comprado, em
seu eslabeleciiucolo da ma da Cadeia lo Rerife n.
S, .leruine do berro Largo, que queiram realisar
-us .Jebilos.al o dia H) do c.irrenle.e nao otazenda
se vera' obrigado a uar dos meios judiciaes.
Manoel Jos do Nascimento Silva.
AO PUBLICO. i
No arinazcm de fazendas baratas, ra do *|
Collcgio n. 2,
~$\ vende-se um completo sortimento de fa- f|
M zendas linas e grossas, por mais barato 'M
?fj. precos do que em outra qualquer parte, *|
S lano em porgoes como a relallto, affian- ^|
9 cando-se aos compradores um s preco S
^| para todos: esle estabclec.iment abrio-se |
y* de combinarlo com a maior parte das ca- i
^ sas commerciaes inglezas, francezas, alie- B
9 mos e suissas, para vender fazendas mais k
g em conta do que se tem vendido, e por isio ^ molivo da've
M ollerecem elle maiores vanlagcns do que 5g I andar.
I outro qualquer; o^iropiietario deste im- B
portante estabelecimento convida lodos 5
os seus palricios, e ao publico em geral, I
para que venham (a bem dos seus inle-
resses) comprar fazendas baratas: no ar-
? mazem da ra do Collegio n. 2, deAn-
S ionio Luiz dos Sanios & Rolim.
Manual eleitorai
Vende-se o manual eleitorai, eoulendo
a le regulamentar das eleicoes, e os de-
cretos e decisesdogoverno; accrescenta-
dftoin a lei das ineompatibilidades, lei
doV circuios, com instruccOes novissimas,
por IsOO : na linaria ns. e 8, da pra-
;a 4a Innependenea.
nos
1
1
H
oberlose desrobertos, peoueuos e grandes, deouro
e prala. patente ingles, para bomem e senliora, de
011. uos melbures labricaules de Liverpool, vinrius
pelo ultimo paquete ingle/.: em casa de Suulliall
Mellort\ .. 11 1.111! 11... rila do torres n. 118.
r.ABKIOI.IiT
Vende-su um cabriole! meio patente equaai novo,
milito seguio e brando .le molas rom os eoinpeteu-
lea arreos, pur prest c.iinnio.lo : u< preteu.leutes
dirijam-se para ver na coebeira do Sr. francisco Jo-
s da Silveira, a para Iralar na do Sr. Miguel Ar-
cbanjo de Kigueiredo, arobaa sitas oa ra di Cadeia
de Santo Antonio.
Vende-se una bomla escrava crioula, mora,
com as habilidades seguinle: engntuiiid bem, cozl-
nlia perreiamente o diario e faz doces, e se dir'o
ma : ua ra da l'raia 11. i I, primeiro
Tirar denles he
istruii* e nao
conservar.
Al'cricao.
'11 al.iaito assguado, arrematante das ofe
municipio do Recife, ejeotiBci a quem convier. que
lem eslab.^lecido o son escripto^to 110 paleo do Trro
11. Mi. Hon-ie dar' expedientn das K da manhaa s
:l da tarde.- Jos Custodio Pe lilo Soares.
Bilbetei de visita.
Gravam-ee e ,'mprimem-secm perfeirr... bilbetea
de visita, lellras le commercin e lodos osobieclos da
arte ealigrapliiea, ,-egi-lros, virihetase quaesqnar ile-
Na ra eslreila do llosario n. 1, loja de l.arbeiio,
I vende-se o denlalsico, remedio lufallivol pa.a .lor
es do I dos d?nte-, a 19280 cada frasqiiinhif?
Vende-se [oa slaga-sopoi lempo da fesla un,a
(jino-a ca.inlia de lalpa de moilo boas niajeiras e
nova, anula por rebocar, com lili palmos de frente e
i de cumplimento, com duas frentes, duas salas
boas, daos eamarinhai grandes, cun uu.a visla mus-
lo alegre, moilo Ireeea. e livre deconfusoen du mui-
la lenle por ser retirada, ao p do rio, delronlu do
silio do Sr. Lamega, ron que alravessa para o lado
do Barbalho, na pevoaCDo do Monleiio : a iralar 1109
senlHH, abrem-se brmaf, ainels, tanto 1 tallm doce Cocihos. ra dos t'rajeies, casa junio ao palacete do
como cm relevo, ornamentos em obieelo* de ouro e Sr. JoCanielro da Conba, junio a olaria.
Vende-se urna corroes de trabalbar com dous
bois, muito boa para st'iviro de Sngeobo, e tres <\ir-
neiros para carro oo sello, para meninos, rapujo- e
moojsai : no silio do Chora-Menino.
No palco lo Carino o. 2, vende-se eslaniei.lia
leailima para lerceiro. Irauciscano., e penoirva de
asyine para us scnliores reSuadorea e pa'deiros.
Vende-se tuna molatinka de idade de II para
l aun..--, sen, vicio Igum : a Iralar na roa da Cruz
n. 7, segundo andar.
Miirculina
s
A V00 RS. O COVADO.
Na ra da Queimado 11. -2i A, vende-se BsarcaJt-
11,1 brancS com piulas do cures, de lindos gostos :
dao-se a amu.-tras cum peubor.
Veude-se a laboras da ra da Cadeia de Sanio
Antonio n. 6, bem alregnezada para a Ierra e mal-
lo ; vende-sc para pagamento dos rredores, e pur
seu dono ler de reiirar-se para fnra : a tratar ua
uiesuia.
Vndese urna cabra prela bicho, muito boa
Irleira, para rilar alguuia crianca : quem preten-
der auuuucie.
Vende-se ua antiga loja da ra larga do Koao-
lio n. 35, h. i., perto da igreja, um bonito sortiinco-
to de miudezas e quinquilliarias a relalha e por ata-
cado, as novas rulhinbas .le repurtnrio um linda e-
lampa, rtlogios de sol, lilas .'e setim largas e enlrei-
las, .litas lavradas muilu finas, lucos c rendas de
lilil. e Jgodau, filas de seda com ovara a iO, 0
e SO r. a peca, boloea de louca, msdreperola e vi.l.o
proprios para vestirlos e Colleles, ditos para camisa,
e palito, .tilos para casaca e sobre-casaca, clcheles
Irancezes e oolras qiialidades, linhas boas e novas,
te novellos, enrielis, meadas c de peso, boloes de
abertura de cures e prelus. dilos de osso e louca para
caifa, corla franeetaa linas e ordiuarias, pa'pel de
peno a/.ul u brinco, e paulado, dito almaeo bom e
ordinario, dilo deaigumas cores, peonas de aro boas,
canelas para as uiesmas, eoraea a/.ues e enca"ni.los,
ronlas de varias cores e aljofares, rosarios de osso
bem feitos, ditos de Cantas domados e cores de po de
pedra com cruz do marlim, escova de roopaode
rabello, dilas linas e oidinarias para limpar os den-
les, trancas de Ua e algodaO, lisas e de caracul, t'an-
celms de reros prelo e de cores, dilos iuleiro de
borracha e reros para relogio, correnle-. relogie de
ouro Irancez, cspelhos de gavela e capa por procos
baratos, retruz prelo e de cares, atacadores de boi/e-
guins prclosa0e 100 M., Invitada pellica a ItX) rs.,
12U a 160 o par, por estar com a cu-tura fraca, ditas
blancas de algodao e de curesfpara bomem, luvas
prelas de rctroz a SIMJ rs. o p.-r, coulas de leile gran-
des e pequeas para jogo dediverlimeulo, brinco e
rosetas domados e esmaltados para mulher, dilos la-
pidado* prelos de lutu, lesouras para costura finas e
ordinarias,11 adidas .le.illaiale ot com avaria a 2(1,40,
t>0, 80 e 120 is., lapes, crees, pautas para roeuinus,
..llave para relogios a 80 e lO rs., agulbas surtidas
a90 rs. o papel, diUa francesas a iO, 60 e HOrs.,
oculos cnigalha para mulher velha.dilusjde aniiai;a.i
de ac e metal liuo, pomada de Cbeiro fraucea de
cores, pontea para alar cabello de bonitos padroes,
fingiudo larfarusa, caisinhas de agolbas con fondo
azul, penlc para lar cabello urdiuarius a 210, 280
e :120 cada um. ditos ,it- bfalo para alisar, linos, e
ditos ordinarios, milao branca e amorello, e canoti-
Ihopara llores, cruzo-, vernicas e rosarios de lodo
o; preco, boies de tinta preta lina a 100 rs. e I tO,
linhas de BUWca, Boas, azol e encarnadas, grampas
para cabello, dilas em camnhas, tudo cima decla-
rdo, vende-e por procos baratos como ja' he de
costume.
Oleado.
Na ra Nova 11. U, luja c fabrica de chapeos de
Chrialiaai i Irn.So, acaba de receber pak| ultimo
navio ebegadu dr llamborgo, um completo c varia,
du -ui lmenlo de oleados de todas as cores e prelos,
0 qual vende-se mais barato que em outra qualquer
parle.
-- ,\a ra Nova n. i i, loja e lahrira de chapeos,
cbegaraiii os mallo eonheeidos e afamados chapeos
de casemira uir.cla.la, dilos de castor prelo*, copa
baixa, sern pello, dilos .le fel'.ro fino prelos e le co-
r, e oulros mallos objectos enegadae oliimamenie,
que si- ven lem mais barato que cm oalra qualquer
parle.
\ eu.le-se ua roa llireila o. 27, manleiga in-
glez. a 880, dita a 800 rs., dit. fr.nceza a 800 rs.,
dlli a 820, doce cm caisas grandes de guiaba a
I520O, quaijo moilo novos a 13700, ditos a 1300,
dito a IJ300, fava a cuia 100 rs., linguir i- do ser-
lao a 280, viuhos a garrafa O rs., S80 e 040. loo-
cinho de cabera de porco a 2S0, esleir de Paria a
ilH) rs.. saho urna libra 200 rj., postas de cavalla a
120, lo e I (o, btales 3 libra 120, loocinho de Lis-
boa a libra litio, boioes de grana niglezu a 200 rs.,
milbo alpisla a libra 200 rs., e oulros muito gneros
que te vndenlo per procos 1 ommodos.
A l# tle peluca,
muito nova e muilu Iresquinhas, diegadas ao ulti-
mo vapor franco/ ua rua da Qaelmano,na liem co-
nheciila loja de miudezas da boa fnina 11. TI,
prala, rasera-se riseot linios e brignsos para bordo-
do*do labyrinllm ; adi.'iilte-..': a recusa de qoaet-
quer deslesohjectns no ..a-o.tc Ho firarcm a conten-
to das pessoas que 05 encoinmeiijrcm : quem pre-
tender dirjate a qaalquer doaiks locares : no bairro
do Rtcife, rua da .Madre .le l)..s n. :12, primeiro
andar; em Sanio Amonio, na livraria elassicado
paleo do Collegio ir. 2 5 mu Cinco Ponas, sobrado
da quina confronte .1 matriz nova.
AlUga.se um grande ai mazem e com grande
quintal ludo morado, o I-111 parlo de embarque, sito
eulro a fundicao do Sr. W. Bovman, e a labrics
de velas, na rua do tlruiii : quem o prclcmler en-
teuda-se com Jos Antones Goinuraes na rua de
Apollo, na casa do Sr. Antonio Alvos Barbosa.
Vende-se urna negra crioula, de bonita figura,
com 2">anuos ,|,- ida.le. cose costura dula, faz renda,
co/.iulia o diario .le una rasa, lava de sabio e bar-
relia : ua rua larga do Rotarlo 11. 36, no lerceiro
andar.
Vende-sc om prelo crinlo, bonita litzura, rom
2 anuos de idade, cozinlieiro, bon. copeiro e boleei-
ro, eiiteude e falla bem o ioglez : ,1 tallar ua rua
de Apollo, ai mazem u. 30.
Cassas de cores
A 280 rs. ti covado
AVISA-SE.
Quem precisar de roupa
5.I0 e precos c.oinmoi.'os, a-sini como vestido, fe.ios
de qualquer moda a 11. oderna e procos tambera de
agrado po.lerao dirigir-se a Iralar na rua largado
Rosario n. 33. loja ; asMim como na mesma casa pro-
cisa-se de ama mulhei- de idade e bona oslme
para ama, mas nao preciao-se pura servico de
rasa cono tamben para compras e algn, recados
de portas para tara quem precisar ou se jnlgar
ueste. OSOS pode vil tratar na mesma casa ou loj..
Desej.-ta fallar ao Sr. francisco Jos da Cosa
t.uimai.les. a negocio de sen inleresso: na rua do
Crespo 11. ll.
100
0(1
280'
12o
TOo'
5o!
Jo i
o
OO
20 e iO
100e200
80
800
2.0
'.20 c :ic.0
iO
21"
10
29300,
10
.'too
no
120
11)0
120e 10
200
100
320
100
320
200
Vsi- fe bar-to :
Doziasde lezouraspara costuras
; Ditas muilu linas e .grandes a
recinhes de bieos esireitos a
Caixinbas coia agulhss francezas a
Caixa^ com indias dt marcar s
Braceletes encarnados para senioras a
JHeiaS brancas linas para senliora a
Meadas de lili!.as linas para burilara
Grozas du hoies madreperola linos a
(iro/as de boles linos de osso para calcas a
Fivelasdouradas para calcas e radeles a
l'enles fin is paia alizar cabellos a
l'ceas de lilas de linlio coto (i vara a
Cariabas com clcheles francezes a
CarrileiS de liaba lina de 2U0 jardas a
Macmlios de 10 grampas muito boas s
Suspcnsor.os paia lionietn e menino a
LhlZUSdo torcidas para eandieiroa
Carteitas linas para algilietra a
Caetas para pennas de ajo a
Meias brancas e cruas para bomem a
Traneiabas de la de caraees pega a
Duzas de peines de cbifro para alizai
f .roza de boloes de louca pintados a
l'efas de lilas le cor cum 10 varas a
Canieis de linlia amor Alexaudro a
Meadinbas de liaba preta muito boa
Canas de Ifloeles com 23 penlesa
Uuzias de peines abortos para atar ca-
bellos a
Meias brancas^ de corea para meni-
nas a
Grozas do livellos para sapatoai
Caisinhas de pocuiu palilos de fogu a
Castes para bengalas a
Sapaluiliosde la |iara crianoas j
francelins pretuspara relogios a
Kscuvinbas linos para denles a
Cai\inhas com grampas a
Bailado aben., de linliu varas a
Dilo bordado muito bonito vara a
Caixinlias para guardar [diosplioro-, a
Carleiras com agulbas a
Caxinlias com obreias de colla a
Escovinhas para limpar fenles a
Agulheiros muito bonitos a
Pecas du lilas largas lavradas coro 11
varas a
Libias de linlia prela e do cor a
Libras de linha lina n. 100 e 120 1
Uuzias de caixas de diifre fiara rape a
Mai;us de palilos para dentesa
Al.'ni de ludo isto oulras iniiilissimas miudezas
que se ven lem muito mais barato do quu em oulra
qualquer parla : na rua doCtueimado na bem co-
nltecida loja de miudezas da boa fuma 0, 33.
elogios
ouro patente
ingles, cobertos
e descobertos,
domellior fabricante de Londres: vcn-
leni-se por preros ranoiiveis, na escrip-
lorio do agente CHiveira, rua da Cadeia
do Hecil'e 11. (iS, primeiro andar.
Km casa de Saunders Brolliers & <'.., pratia
do Corpo Santo n. 11, ha para vender o stjjuinlo:
Ferro inglez.
Pixo da Suecia.
Alcalrao de carvau.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para SMcaS.
Dito entraizado igual ao da Babia.
V. uui completo soriimenlo de fazendas pnqirias
para esle mercado tudo por preco couiinodo.
i\a loja das seis
portas
Em frente do Livraineiilo
Veiidcm -se as fazendas molhados pur presos que
faz conta enrou|iar-sc qualquer familia com pouc i
diuheiro : chil-s largas escuras que nao desbolam a 1
dous tustes, cassas piuladas ;. rtoze viuteus o cava-
do, ri.cadu [raucez a meia pataca, e eslreito a seis
vnitcus, cortes de cassa de tres babadas n dous mil
rei, saias brincase bordadas 2)000, leudos para
mao bordadas e com bico doze viuteus, e toda a
mais lazenda, pur precos que convidan! a trucar as
sedulas.
\a loja das seis
portas.
tttn frente do Livramenlo.
Nesh
TOIIJIAS P4RA ROSTO
e mesa de puro linho ; veti.lein-se na rua du Crespo,
luja da esquina, q...' vallo para a rua d. Cadaia.
COM PEQUEO TOQUE DE
AVARIA.
Pecas (Je madan;.!ft< IIJO.I
*i
S,
X'fu.leiu se -.ti 1.,.
v eiidem-sepiaiiosi
modellor e exctenle
I soco
HtiO Venileui se na ro,. d Cr|M>, loja di esquina que ]
.. VOtta pal 1 a rua da Cadeia.
280 Vndese utn palanquin de boa
200 couslruceo e em bom uso: na rua de
2 fo i A;nas-Verdes 11. l'i.
40 BARATO.
iSa rua Sova loja n. K de Jse Josii|iiiin
Morcra.
Vcttdosm-s* lj\a-i!t |i#Hif.|iici lui'neiii senhora
il.i^ in.iis IH'*cd e iinvrt> (|u> lu uu (ii'-ir,ii|i), fio
Mr.ili><*niHi prer-.i ile >JS(I o par.
L E POTVSSA
iraeaiaelez-ts, deeleganlet,
./'s, fabricados poram dos
maiaaereditadoaaolorea, preciado lia esposicJo de
i; .i 1,11 ,\ e.uii-
l.oii.ires: Rearmasen
panbia, presado Cor|>i
l'.HllOII
n.lo.
!Si
8a
Farl
la
oe bail-
arina.
e familia .Ir maMmra a
1 1 JIMS a -arco : na rua da Cruz 11. (I, (iaaeiro OB-
SYSTEM., mi;iiii;o i. imk.i.ow.w
miki
r-
CtHII
c pi)iiis>;i il.i Hu-^liI e mcTicana, clMaMl*
p tu' superior qnalidii4c : cal de Lisboa
Ida 111,11 nova que ha no fii?rfi ! ls im rua de a 1 ti*i 1 o n. 1 A, t'2 l.
,">0' Vende
q neslei li
so
AttenrAOM i .rateiroa
; muilo nova, viada em .lireiluia a f,it porlp, vead
i se a bordo do patacho Pelieaaoa. .,u irala'-se c..
Caelano Cyriaco da C. M., ao lado .j,, ( .'.,,, .;,...
j n. 2j. i
Vendern -se dous pianos fortes .1.. Jacaranda,
consirucqao vertical o cora lodos o melhoramenios
! mais modernos, lando viudo no ultime, navio de
Uamburao: na rua da Cadeia annazein n. .>.
Passeio pohlie,
LOJA N. 9.
i>;i Ifijri do baratelro. itn ni da <. eia do Kerilei
n. .jOi deflrtjuic da rua da Madre '!* Dos Fia pura i
vender alen de muit.i* raxevdae Que em porreo e h
retal lio *e \endtm por baratn pi"e)co*i liamborge ou
brini lino lino de paro linho pruprio pira ealeats, loa-
Ibas. 1 --i t'ti-'- lenroen, em ppi;;i de 1*0 varas a
!*900 e Hif, dilo mais rheio de ba qealidade, pe- |
r,i- de n varas h l:> o I3950O, panno de IHibo lino
ii *iu avara nu B^a pe^ade \~2 \y varas, estando-
>e a ;n ah.tr, panno do hnlio lino para leiu;tes rom '2
varas de largara -'i'nn h vara, cortes de brim de ;
linho de cores para caira, padroes novos a ..>MI,
dlliffl de fuslao de crese branco* para collele* a 800 '
Mil 't-Ki' e ^' carC,li,ra l,re,H fipa a -?< 29600 e :toh(K) o co- ,
Z4f| e SU I vado, panno stul croMO a l?8U0 o covado, panno'
O: Tino prelo e azol de boai qoalmadeo i 39500, 1-9000, ]
"20\ --"y* > e i,7?> canaisai francezai brancas > l>T(iu
cada orna, e Ji>
Vrude-ne um cmplelo ^ortimenio deciuuv,tf>
lindo- padroes, affcnras.a 1 .o, 160 e -j\m i>, o eeva-
que -r.., pe-
do, e a peca .">, 59500 e (i^ ; eltae
chinrba.
JN aloja da boa fie
dola, dita* inuiln Tinas rom |.ei- ..... ,
los e collarinhos de cores e brancas ."i(l(i oa a :ti. I ,'. s "" "
a dosia.Niadapolao fina para eamioaa -iiih. .>. '-
:i?ii(MJ a peca.omaii. balso |.ara 39300. 3*500,3JC00,
'1?800 c 13, ogoiao bom para pellos a ISlOO. e mul-
lo (no a :#J00 e i^ a vara, e a peca por 14. 185 e
Jt'?, peitoa para camisa broncos o da ceros coas pa-
uhos e collarinho-, por barata preco. assim como
oulros muilus objectos IndispeasaveSs.
Lencos
a i a
VKMi|:-sr. Pli MKNOS QUE EM OUTRA
PARTE:
Cecas de algodSoziollO Iraucudo toni
AO jardas a
Hilas de dito liso coin ^0 jardas-a
Dilas ilodilu mullo rneiirpado om
20 jardas i
litas le madapolSo mu i tolmo n. o a
Hitas de dito entra lino a
'lilas de dilo a
rim liso lino ruin 20 varas
escuras e le corea (Ixaa. co-
vado a
Chales de algoilo de muito bonitos
padroes a
Peitos para camisas, lirancos e de
cores a
I Algodao le listras o covado :
i.N<;ri:\Toiiou.o\vA\
\ .Hiato de ...iuiUhos ,le lodas a. -ll_
poden lesiemui. ,ar M virtudes desU- Z
dio incoi.iparavH. .. ,OVjlr ^ '. ,' '
no que, pelo|uso,,,.,., /tT g *
corpo ,. oiembros ilr.niente sAo' '*
de liav, e.,,pr..8a.l inul,lmele ouUosK.
lameiilus. Cada ,es,oa po.ler-MS-ha ..
re. dessas curas ...aravilhoi^?SK
do* i,.er.o.l,cos que Ihas re'aUrn lodol ,-
d.asl.a mimos a,,oS ; ea maior 1?.
las sao li-.o sorprendentes que adniraoa ...
! menteos mais celel res. guantas Jte-
de seus iracas c BCtStaa, lepojs de ler or
tnanee.do Ion;.,, u-,,,,,., ns |10Sp,aes ond,-
lev.ams,tt,cr.-,am,,.,.ac-a- SE ha Z
tas, que havendo dmado asses asvlos de n
jdoc.uienlo, para il0 sul.metlerem e^;,
joperacao lo oros*, |,.ram c..la,iasomp|eu
| metue. median... U.S|. ^ pUaimii L
: medio. AlKumas las laes ,>es*oas, aSmt
; de se,, .-conheomenlo, declar.ir
| -i..i,i,lu. heuelicos
Si 10
ISO A'pu'fas.
Cainfataa,
Callos.
Canceres.
400 i Cortaduras.
1(i0,l>oresdecalJeVia.
i"l\ III- ",em.,,esl"s fazendas baoutras militas qael"" das cosas.
, ta > se vendern muito btalo, na rua do Queima-1 d* memiuos.
ram estes rc-
^'Z ". """"." d'aule lo lord rorree-
^401 N.nguen, desesperaria do calado de ua
;fi0ilt3.; a naluraza do iii..l cilio reiili. l^
,.700|prova, iI,,,,,,les,a>,ln^1^u;a;P^-
OotMl
'" t
d
lcllO
00 n i, nos qualro cantos, na !oja da boa
le, tleironlc da loja da bou lama, e scallian-
||!S|A 5O, -400, HOO,
cada un.
i"
K/iO
28000 I
/20 i Vendeni-K na rua do Crespa, loja da esquina
100; valla para a rua da Cadeia-
Palilos limito bem
que
Feitos e
tnlermidades da cu-
lis em geral.
aaGS senhores compraderes que nesta loja j E'ifermidades doauus
| nao ha lazenda nenhuma avartads. i '-rupcoesescorbolieasi
Cambrais adamascada propri, para'co.tinado.. < ^^* ab""
V endem-se pe.;as de umbrala .damascada com
-u vara., propria para cortinados a 3)000 : M rua
du f.)iieimado n. 22. Da loja da bna fe.
Nao ha nada ian barato.
\ ende-se chita lina para cubera a 2U rs. o cova-
na rua do Quennado n. 28 na bem couhecida
do:
loja da boa le, defronle
fama.
Ja li i.i de miudezas da boa
\ ende-se laperioi llnha de algodao branca a
de cores, em novello. pa.a costora : em casa de
SuulbaiyUellor & Companhia. rua do Torres n. 38.
iiiinto baratos
\ endem-se palilos pelos muito bem relias ii r..
dllna ,1- brim p.rdo de puro linho a 38200 : na rua
lo Qneioastlo O'. 22, na bem roiibecida loja da boa
le.
Vende-se a otilo cun casa de sobrado do falle- Moinhos de vento
i ido BeorgoKeavforuYy, nolaaarlde S.Jos do Mau- cm bombas de repuso para regar borla sebai-
Baiaho.eom arvoradas do fraeloe asis beiafeitarias ** derapias : aa fundiejode D. w. Boman
que nelle se achara, sendo as tenas do referido sitio na rua do Hr un, ns. 6, 8e 10.
proprias: quem o pretender procore em casa do Sa-!
muel I'. Johnsluii Compauhia.rua da Senzala No- l
va ii. 42.
AGENCIA
Da fundiroLow-Moor, rua daSenzala-No-
va n. 42.
Nesteestabelecimenlocontina a ha ver um com-
pleto sorlimentu de moendas e meias moendas
para en/;enho, machinas de vapor e taixas de
farro batidoe coado de todos os tamanhos para i
dito.
I.ABVRIM110S.
Vcndein-se lencos e toalhas de labyrinlho, assen- j
lado em lina caiubraia de linho : na roa da Cruz n. I
:l, primeiro andar.
"I" l.l .-.
Inllam mac.'i
tri/.
lepra.
Males de periu.
los peilas.
de ollios.
Mordedura de repli-
l'Kadtira de alqui-
lo. ^
l'uliuocs.
'.'ueimodei,,-.
Sarna.
iupurac.ics polrid.,.
"""a, c!n qmiqm-,
liarte que seja
Tremor de neivu,
I leeros na bocea.
do ligado.
da rticoHM-oc.-..
Vetas toroidas ou naj
nb
Frialdadc ou falta Sai
calor as extremi-
dades.
Krieiras.
CengivasescaKiads.
Incbavd'.-
lnnamiiiai;ao do ligado
da besiga.
Vende.se eati
Atteuco
la iin (^iifiui.,11,1 ii. :t: A, laja 'le frijEtndsao
neioi
igle/es de pa-
tente,
melhnre.-labricados em lnglalei..
Itenrv Gibsoii :rua la Cadeiado Recien. ,">:2.
Loja da boa f.
Vende-se panno azul lino a 3 a covado, dita pre-
lo e azul, fazeu.lt muito superior a 39J00 o rovauo,
merm muilu lino a 2| u covado, alpaca muilo lina
a 610 o covado, casemira prela muito lina la duas
largaros a 3*500 o covad... .lili maMo fina de nina
WHicse esl.- ungento no'esUl^^n,":,,
to geral de Londres n. -44 aSLr^
leja do lodos osboiicahos.'droui^e'o"*
ras pessoas encarregadas' de L Ve. da Z\
! tola a America do Sul, Hav.na e iCnViih
...na'i^ a-8rS- C*d' 1 1^
; urna instruceao em porluguez pa,H -v..!. T
o modo de fazer usodesteunBiienio
O lepos.io geral be em casa doSr. sou-,
Pl.armaceul.co, na roa da Qrva. I %?*
Pernaiiibiifo. '
Vinho do Porto.
-Na rua lo (liieimado n .",, lo,a oJr
jmiudeaasde Joar,i,i, Montnivda Eajat.
vende-s.- vinl.o lo Poilo muito lajsjnjBjaa.
osmeibore-labricadas em lnglaler,: muito commoiln. '
Emasi,d,KaUSclmietlai,v\ 8., ,.,
jdaCadria n. .>7, vi-nde-se :
Lm (jraiule
JX-llio.
"elo-pos linos de ,*,,,.,. .^l.,
Olios ditos dr |uleiii.
soiiimtnto de vainaoj,
snssao.
i\ ... ..u ,,,.,,..,.,.. .,., .s, ,,.)., >,c f ......- ----n- v-'. v ,.,..... ,,* mu.., i 11,, ne i| lu t ,- I----
pe da boa lama, chORaron ultimamenle lindas seda, i largura s; 29 o cavado, cantau, lazrnda prcia mili- ,jOU,'Os d<: jjra\a.
deqoadros, das mais moleruas que ha no uieicado '. lo lina e jiropria para vestidos de lulo a 960 o cava- Er\llias sei'cts em
para 1^21)0. assi'i/como srosdenaple e vcllu o prelo,' do, bonil.azina muilo lina propria para batinas de Vii I m" ial' alm's.
e panno, ,ie diversas qual.dudes, e multas atis fa-1 padrea a l>5(K) o covado, giosdenaple prelo muito i "u Kliciio sii|K-rior.
zen.las, por preeso que se nao eiiconlram em oulras superior a fOOtl o Mvado. setim pelo naaco, ta- | Conservas .'ilimentarias le I
dadei.
lujas.
Vende-se mu lindo sarride le raca : no siti
de Duhuurcq, na Capnsga. l)-se muilu em coala
zeoda superior a 2;t)00 o cavado, o assim ouli.s
ntailissimasfoseadas, que ocioso seria mencinalas,
putera que a visla do, senhores compradales se ven-
derao par menos que em oulra parle : na roa do
tjueima.l, n. ^, nos quatrocanlos, ua loja da boa
fe, defroote da loja de miudezas da boa fama.
Tud
<>l>< pcero (,III11(M|(1
ojojpj,.
r nglezesdeouro, desabnete ed.viilio : -;['-^-;'->-'':--"*;--';-v ".'--^-'".~i^>ii9--fV-v*.
vendein-senpi-eeorazoavel.em rasa de ffa STaaRevaa. 22,loja do laQoeiraTiAI
Augusto C. de Abren, na roa da Cadeia
do liedle, urma/.em n. 06.
Pj
asendas boa?4 e baratas.
Attenco.
e prelo, por preco muito em 'S? !
ha para vender bico de blond de se-
> da branro e prelo, por preco minio em
*i? asis
Ns
a
> oto G-
Loja da boa f.
a luja (em soriimenlo de fazendas para ludas
os precos, e |ior isso ap|iroveilem esta occasiSo para
aeenrooparem para a fasta, com pouco diuheiro, e
l-i/i-nd i le malo. A luja esta aberla das sajis horas
.la inaiilm.i as nove da noile.
Na luja do baraleiro da rua da Cadeia do Kccife
ii. 30, delimite da rua da Madre de Dos, acharilo os
Iresiieze bum Surliiuento de fazendas de boas qoa- ,
lidalcs, que a dinlieiro a' vista ae vendeui parbara-| VDSDE-SE flUTIU BARATO,
lissimo prero, tanto em atacado como a retalla., ha-I'-hales de metiin.lisos, de lindas cores, cora
vendo entre muilu variedade boas chitas de cores li- i ricas franjas de seda
>as de diversos pa.lrf.ei.o covado a hit), 180 e 200, e !'uvas le seda para homense .euboras
a peca (3, 69500, lc800 e 78, corles de casta de jo-
res bouios padroes,que nao desbolam, com 7 varas,
Helo diminuto preco de 19600, rincadon e chitas lar-
das francezas modernas, o covado a -210, ^ISO. :100,
3-20 e 100,castas francezas de cores a .'iti a vara,
dilas em cortes de 12 e 13 varas muilu linas com
falcada paro vestido e para lolho, desenhos difieren-
tes, pelo batato prero de 8?. cortes de andelina de
seda cur .1.; rosa e azul com lazenda para reteso e
espi
EaSfoMai a v ollar
Pina ;i rua da CatleM
Muito ha que admirai.
a.la".,l"""" C"i\k" ""'"* <"a*a*raa.o.,.-il
' ala orna, noaahoal prelo t oe cor a M o r.va.
....lesde calca de ca^roir. de ea. a \"?L
Mema pretas de seda para senliora, o |.
lillas de core muilo lina, para bomem, o par
l.nvas de lio de Escocia para meninos, o par
Lenco) de cambraia de linho com bico, um
Ditos de retruz, um
Luyas de lio de Escocia para bomem, o par
Meias de laia para padres, o par
Grsvalsi de seda prelas e de cores
Molos leseas de soda preta
.'aOUO
laOM Bgi, ,mHla 1rJtM ^-"t ^ etallsr. -
riscado escuro 1
aarm a ROO r.
i commodos.
i m ewuro u,o muil" 'i*raa*, a ISO i.
|*;vs*..a.......-saa! ^7. 5m51-.
^6crat>D0 tfrbrt.
Va loja das seis
portas
Em li
'c
19000
Mol
laMW
190001
1*000
'l,u, T usin ,u",,p' a 7 bor da ...le ... ~
tOO uiolalo, le ,,re Tbon.az, -- -*** -W^Tmm-
calr.ze, ?, ranrlU., f.||, ros *,*, "'
Irvou camisa de pSlin .,uj Kr,
' blanco
.islioa i peta88a.
no Trapiche armazetos ns. 9 c
vende-sc superior polassa da Kussin
da I
to
F;rinJl( di
Veude-se super
;i ti i Livraiueiito
vendem-se ehspos de veruiz para pasani a Ires mil
res, nccadui Irancadoi laruos para roupa de esrra-
vos a seis vniiens .. covado.'
C.-.l Na rua
11,
e americana, cal virgem de Lisboa.
man nova que bu no mercado.
Sem avaria ou deeito algum, e muito
mais barato do que asavatiadas.
Conlinoa-se a vender a's fazcuda, da loja de | Uo,'0,p" """ "
-t. -" ms nuninreim r .k..
I pelo abaito animada a.. >,
A BOA I AMA NAO'VKNDE NADA A\ A- fcSl*r or**'-?1^
no.- iarmlia de Santa RIADO, TBDO HE BOMEBABATO.j lllZ" r^[*%&*
ccasque tem um alquei- i.ova, pr.lM folho a I i-e |.'3. corles de sedas escocezas larcas de i 'Jilos dilos lUdila de cor
l.onilos Boatos a 2Hj, arosdenaple prelo superior |ia- | Cassas pretas muilo linas para lulo, a \ata
ra vestido a 25 a 2?200 o covado, chales de merino e Siena de ludo isto oulras miiilai fazendas
lino sem barra con. franja de relrnz a .".ij'.tll), ditos de ven.li-in o mais barato que he possivel : na toa do ca de cicalrize na.r.n ii""-
chaly rom barra asselinad? a 63JOO,'dilos de merino Uueimadn. nos qoalio canio n. 22, na loja da boa cido letn can a.
bordados do cores a 89, dito- muilo linos bordados de i '*' deOonle .aloja da boa lama. ; da de'uurelln l ?"'"" "i tni. loait
ninas., cor a '.I;, e alem de.las oulras muila. fazen- | Lllvas de lielltc t muilo -1"'----------------- ''' '""'brea.
das. que como cima lica dilo. se veudem baratas; I ,ullu
do-se smoslrasi e aloja esl aberla de uoile. mem esenhora, o par
I na rua do Oueimado na bem conhec
I deza da boa lama .:,:,. | ^^H.i^Z^^^J^Z "--.
". ensena. l.pV.
u a aeitetOTameale -i ii.Im.wi_
cas e de cores 00 e .'i00! Kec,f ne ""Inhro le iK4i. ^oaaia
I/X4MI Pedro Anlonio
5001
-..as .20.
Meias prelas de algodao pata padtes" o par mu ,
*& -L S h k .'!,i,s H! pj,ra se"'">"* eoo
a| .^allgiffii ticasca.vinht. pora prsenles a .-000,asiOtKaOOO!
VJ ||njB ojj/ tjpr -4 pr Bica, bcnualas pelo barato preco de I?, i VjOO e 5 LI.NCOE.N i A Mil. El-
Meias de cores muilo tinas para bomem a 320 e *U i ''' de jonhu do correnle.
Vendc-scca|ilcl,isbuaiiltiinamenlecbegada,d>-| 'qo'ss'mas canelas |iara namuradus a OOe 80n 7o *"''" Mana l.uiun o
rdadsira : ua praca 1 ''''uloscom armacao de (artaruga a 37 Caivetes muilo huns para peonas a 2s. SOStO e 39 "'. "fi*** ssojoaasas : rot.. roaar
nos siandes muito (mus de 2, :l e i luidas a 4?00ll r"r fula' caliello cercilbado. oonar
potiasn. 10 na tuaduijoeimadu, pur precos muito TAIXAS PARA ENGE.NHO. Hiqoiasimsseharaleirssa28. s
Na fundipo de ferro de D. W. B.-,m.nn ua i glSr.. TS^^itST '
ruadolirum, passando o chafariz, cTtins lia- E.lojos proprios para barba a 25 e
ver um completo sortimento de taixes l' ferro fun-' JUI'"S de colhere.de metal principe a .'to e
dido e batido de 3 a 8 palmos de boca, as -juaes ?'',f,J" ;!r'",r:!l,aro V"0 7
.u *^ ; -\ prenlas comii etos para luto de senbnra a
ar.ham-se a venda, por pre?o comm )dn com
ic i medida v -llia) por prero commodo : "i'as de lio da Escocia bta
no rmn/.cm '<: NovucsvC., na rua da S"1eri???elM Br",M d bitss
M..I... ra 11... .. t-i 'las hnissimas lra..cezas, o baralbo
ade di Dco n. 12. InuasportanoetasmoiioBasi
leueiia l.nm.ara*..
AVISO.
1 siincom.i|iolassadaKussiaverda
atjio ,.e |v,0.
ntoajla, ajanan
ato oa roenn, fc^,,
l(-'i:S' iti Miij
illa;,.
Chegon ao mercado desta ci.ladc, pon esle lindo
nonie, urna eiicanladora'faicada, que reuuindo o
apurado, e exquisito goslo a sua barate, convida
aos chores de ramilla a opprirtm-aaa de bous e ba-
ratos ve.li.lo-. proprioa para a preealo quadra dos
pstelos do campo : cusa cada cuvado a Insigliifi-
canie quaolia de una pataca : na rua do Qoeiraodo
n. :, loja pialada de amarello, esquina da Coaure-
gaeso.
baivos:
Chitas de cores, a peca 49500, 59, 5c500a
Dilas cm corados a 1H1, 120, lOe
Modapolao, |ie.;a a 29400, ilo. 39500a
Aluodao, peca a 2>, 29400, e americano
Dilo de cores, o covado
Brim blanco Iranrado de linho, a vara
11,!., supeiioi, a rara
Cauca amarella, orovodo
llrim do 11 olm de quadro, o cavada
Chali] de leda pata vestidos,, o ...vado
Barc-c de ce- para veddo .1 covado
lencos ,ie soda lirancM fiaos com pini.i,..
Brim (raneado de core, puro linho, isra
Chita larsa france/a, o novado
fi;0O0
I tiO
sooo
39000
160
ion
t?0(S)
240
200
ti,n
it0
1 .TOO
640
2on
Ztiiobinas.
Fazendas de Ha de lindas cores, lisa e lavradas,
para eslidos, costando as lisas cinco lusluei o cova-
do, a as lavradas 1 sello e quatro vinlens : na rua
do Queimado u. 3'J, loja pintada de amarello, ua
esquina da Congregacau.
Na rua do Qaoimada 11. 21 A, vende-se eas.a frau-
goraroada com perfei- "''' ,Il' ('"'1 lr'"!l"s '"'" ,u>1 lle l'"ll"' -">iu' "
covado : dao-se as amostra, cjiii pculiur.
jfc'm casa de .>. <>. Beberl
C, rua (Ji Cruz n. h
venflc-se
Cemento romano.
Farelo.
Vinlio dc.Madeira ullramnr.
0
las seis portas
i:m frente do ilivramento.
adininislr.iilor .lisie eslalielecimenlo vendo a
\a loja da boa IV
prometadlo; embarcam-e onearregsB-se en ser-
r mi le-ppza n r-oropradnr.
Deposito le 1 i.l e. polassa,
"la iaa da Cadeia do Recife, luja n. 50, .1 ttoule
da rua da Madre de Dos, continua-.e a vender su-
perior cal de Lisboa em pedra, receiilemcnlecliPa-
la. e polassa roaaiana nova, de superior qualidade,
or proco commodo.
vende-se o mais barato que lie possivel.
Cortes de bonitas cssemiras de algo-
dao para miras a
Hitos de fustn para colletcs a
Brim trancado bronco de puro linho
vara a
Dilo dito de cor dito dito vara a
Dilo dilo pardo dito dito, vara a
Dilo de quadriiihos miudos .le bo-
nitos padroes, covado a
Ganga amarella muilo lina, lisa ede
quadros, covad.. a
Cambraia lisa muilo lina rom nina
vara de largura, vara a
Lencos Illancos muilo finos o ditos
com barra de cor, um
Meias brancas para senhora pelo ba-
ralissi 1110 piero, o par d<- 240 a
Vende-se em casa de S. P. Johnston&C,,
1 rita da Senzala-Nova n. 42, selli
cotes de carro e de montara, ca
bronzeados, relogios patente in
19130 ,a 97, vinn0 ^herry em barris
600 60 de vela, chumbo de muniro
I ro, lonas inglezas.
1-tto! ,
- -en.lc-sc velbutina pretilo a miistipe-i
Vollas pelas ordinarias para lulo a
Ricas franjas para rorliasdoi, pecatde Lita-
ras
fiieas paleoiraa prelas de \ Mro a
! Filas l velludo bordadas eslreila, a van,
I Jila lis, eslreila preta o ile r.re.a I6Q e
KiCOVa c.in penle e espelhn para suissas
I esonrsa hnissimas para ni.has 500, 81X1 e
lilas |iara costura, o mellior que pode havar
Rselas prela minio fina, o par
Aror.lions de muilo boa qualidade 800, f-
Rica, trancas de seda de todos as larcurai
.SOOO I e """'eridos, beiro 2....st,. *?,l'\Z"
gjjaojj)IyaaeMeaaoolaia a f.iia qB( Xtm .JV
28500 ??. '""a um pooeo .lra,.all.l o.,, -
23500 e*. penca parba e tala, t bi.Hl. Lo. 2
liSOOO floetda ,| ao d.do minimr *
'S?'?-:.'.-,.0,n ".!".' lar...radon... ,., ^
400,,or" rln oa apalhel.d-j
19500
1?OtXI
.120
240
MSI
loeo
IdHXI
.120
eI98OO
e co-
Crnluma.mbr;ac.,_.c tj
ronvmo ViVllaedo st. |lr.
800;
560]
220.
or: ns rua da Cadeia do ReciU, fe n.loja. |.oHim7mTpeVfumarf'sr''"lr""-e s<
send
\
320
S
divina.
PERFIMARIAS UNTO FINAS?'
Na loja da boa fama enronlra-se
ment de perfumarlas de todas a qualidades,
" seu autor o melhor que ha cm Paria. r,qu:
rraaeaa com extraa mallo fino 1j200, I950l>,
I } e 29500, jattos de porcellana delicadVs e de n.o- |
. deroo* sos u com banba franceza moilissin... I.a a
i Vende-se e-l.i aeenenle a.ua para limpar o, den-1 X^ThL^'^SS^, ''e ^S"33. ""
60 les e caaserv.-los a 2JO00 garrstabs : na laja de c, ..e, c, e nr .X 7 ", "", 7"
barbeiro confronte ao Roaario u. 2. "...!/ Pandos com encllenle atoada 1...-
Ven.le-so vinho cherry ein barris, ks-iin romo
eaiSo de superior qualidade : na rita do 101 res
11. .18.
r..cad!,chap.ode.,a|h,,,!.moni(.in ^ -- T |t _
1 exravn .k> v. In. J.-
.... 11-t......r or ilLd,
vucir^, rnnsera, e uiliniamenle dnSr. Ail.ni iw:-
'" 11.1111. 1. : n abaivo awlsaada, nilmt d. asta ,*.
lo, cialilica ten.iii.iini.- ., .,.-. ni o afaaNaaaaSVa ,.
Icva-b, en. sua ca.a, n. alen., da |loa-Vi.|., ,,. s
secundo andat, .,u a. Recite, tua do Ttapirl.r .. |'
a Antonio de Alnei.l.. QaOBtt : c.m l.n Lea. r*a-
le.la coaita qualquer OCOaa qne o nrr.llar ,. mi.
poder; assim como iralihr.i e pata lodat a> a< -j, -
/as.Jcaquim l.npisde Imrida.
Ilesappatereu un iba T -le .rlemlir', de I*"*
un prelo por uome Luir, rviooSO. .'/.. heitr,. roa
idade |,i 11.-0 mai ou ii.ei.... 2". ..un. -. e>lalnra rean-
lar, l.em parecida, c.'.r teiinia. 1 > e SaBas ueaj li
lo, ha baalaala .11--1 ..1...1, o falla atcoana ^aa
'iliema inatct, lem querdo partidos, c O dedo lastos da BBol e-.|.eid.
inarhaeoda, e cnn.la andar atoa'ia jh-i, i irrifc .!<
. aria .idede: r. ca-se a pc-n-. qaenapptrbeHdrtrai
levem-o a tua de Aftatta n. !U. atinairon de 4nlr-
nio|Alves Barbofa, aoSata >* |aci..o u,d.,. a- OV-
peioa.
minia concurrenriz de.ompradores i na loja, e que I Ditas brancas para meninos e nieni-
moilat pe-soa e familias se acanham cm cuitar polo I
adjuiiio, oflerrea a sua isla por cima da loj
1 vender as fazendas coin mais commodo
I dos compradores, aonde enconlram
. possivel para serem bem
mudos, a diuheiro
240
320
. da liie-
para
e a vonlade
lodo o aerado
torvidos, e por presos com-
tisla, pon os minios alfizere.
as, o par
Fil de linho liso muito lino, vara a
Hito lito rom limes, vara a
210
880
1-2811
j uio dan logar a mandar receber: ato lem locar das
! -ele horas da inanh,"... as 'i da noile nos .lias uleis.
assim romo oulras muitas fazendas que se
vendern por menos do que em outra qual-
quer parle, na rua lo Queimado, lies quatro
cantos, n. 22, na loja Ja boa f..
Cobertores nhes muito encorpa-
dos c. (rrandes.
i eos pequeos e Rtaniles com eseellenle
I oaia a .80 e 13 i cairas moitat porfomari
1 lior qualidade que podo haver, e por pte.os mai.
( baratos do que em outra qnelqner parle: na rua do
, Uueimadn i.a bem couhecina loja de miudezas .la boa
ama 11. :t:t.
AVISO.
No dia 2 do iiilubro. a. 1, bota, da mono, ti I icm
nrala crnala de non Joooasa*. qoe rtprtWau
Was3..M, allota te=ular. rbe.o-d. rotp., cm
talla de denles i |r,ie. leve ba.l.nle. bestaa n.
I rotlo e em lodo o e..i.o, e .inda i-nn^rv ni.ila
uu.a partida .le Ierra eoherla do morena o> beiB. ; |esu ,el,d. le rambrata de
maltas de mallo boa. maderas, e ptima de plan- borra c, de reaaepaM.....a CootV com baasaToav
silio que volla para ca.i.eda. : quem a |.eSat le.e a .oa .1 l>eim.J..
Ven,ic-se
ta
os
Mello.
oe : a tratar no Mant'oii.h
Altlirio, de [gaaeio Franeiseado Albuquctque e
vt.lu'p'ara'VoVd'V.dih ''"'^ ",,n'"" q0' ^Pf1 "? t ln"n P"a **"*" :
v ..a para g rua oa i.aaea. ,a., ,| nresp, |o|a de Adriano \ GSitre n. Iti.
. A ...S..I
iros de cambraia
duza
toja da .|.iiuan bcr da l^nrena. Jo n. ll. 00
pal..da Sania Croa, obrado de um'andat n. 2, ra
sera bem paso o sea Irabalhn.
IKRN
MUTTCA"
TVP I.S M. K. DB FARIa 185
ILEGIVEL


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