Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07605


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Full Text
ANNO XXXII N. 235
Por 3 mczes adiantados *>000.
Por 3 meze* vencidos 4^500.
SEXTA FEIRA 10 DE OITIBRO DE 1856.
Por auno adiantado 15$000.
Porte franco para o subscriptor.
CM. UiUEI. \U()S DA SUBSCRirCAO' NO NORTE.
farihibi, Sr. <2trtirio T. da Ratindtdi; Natal, o Br. Joao
guim 1. Pereira Jnior ; Arara ij. Sr. A. da Lemot Braca ;
l-*ar4, efr. J. Joa de OliTCira ; Maranbao, o Br. Joequim Mar'
luai Kodriruai; Piauby. o Sr. Domingo* Herculano A. Peaioa
Carrafa; Para, alr. Jn'iiiniano J. Bimoa; Anaionu.o 8r. Jaro-
era* da >'oiia.
PARTIDA DOS COR REOS.
lllunL :
i,, lo- o* lias, i* O e >n..... loo
tesarua*, Gaaaaaa a Parahlba : ..- ...
.. Aman,aaairwai BaailoXarnam, lie
S. l...ur.M,v.p, l'e.,-.l lili... N...ir.-1'i. I.,
tira, traes, Villa-Helia, Boa-Vl.u, Oam
'-.Imi. I|...:h. ... '. ra .iem, Mo-Fona......
'.no-nn-u. e (alal : qi<>t.--le.r..s.
(i ,i. oirft'ixi i'.t t'in aa tu bar *
I lo .li...
'i las aastaa-r.ii,-.
... > lia-mloin. : na i t. i-rejra
miro, Ri ,... I'..,,,,,..,,,, rafa
*'. r l.\u: tu.* >|u.i'u.-i>'ii.i.
Il>., IIirl-H,. V.;.,_'.,...,
suatla.
AUDIENCIAS DOS IRIBIJNAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommarcio icgundts a quintal.
Hela cao : lercai-feirai e tibbadni.
Fazeoda : qusrtaa eaabbadoi ai 10 horai.
Juio do conimrrrio: ie|undai ai 10 llrala quintal lo maio-dia,
Juizo da orphaoi.- legundti a quintal ai lo horai.
Priraeira Tarado eiveJ I aagundaa a aatai ao maio-dia.
Sagunda Tara da eival: quartai < labbadoi ao maio-dia.
kimiemeripes DO mi:/ de or rimo
7 Quarioereseenteat 3 horas 19 minuto n 48seguudni dim.
13 La cheia ai 9 minuto e 20 legundoi da tarde.
>o (Jijarlo minguanle ai 3 horas, kl minutle 48 legando! da t.
28 La ooTa as 8 horas, 2 minutos ,48 segundos da tarde
'REAMAR DE BOJE.
Primeiri as 2 horas e 8 tninuloi da tarda.
Segunda as 2 horai. 30 minutoi da mantisa.
DAS DA SEMANA.
B Segunda. S. Bauno fnud.ulor ; Ss. Castor e iierolhid 7 Terca. S. Augusto presb. Ss. Sergio e Brcho.
S (luana. S. Brigidia duque/a viuva ; S.Simeao.
U Quinta S. Deonisio b. m. ; S. Abraham patriarca.
10 Sexta. S. Francisco de llorja ; Ss. Eulampio e Eul
11 Sabbado. S. N'icacio h. ni.: S. Samatra m.
12 Domingo. 21 Ss. Prisciliano e Domnina mm.
jlaropio.
EXCAIIRKCADOS DA M lis. Illl-i \o V M I
Alagoaa.o Sr. ( laudmo Falcao Diaa ; Babia* Sr. 1. |.M ..
Bio d Janeiro, o Sr. Joao Pereira Martini.
EM PERNAMIII M.
O proprniirio do DIARIO Manael FigMirM aK Paria, *t a,.
Mirarla, praca da Independencia ni. *H.
GOVERNO DA PROVINCIA
lllm. e Exm. Sr. ; Telo prsenle venlio trazer
o conheciruenlu de V. Exc, eru retamo, quanlo
se fe relativamente Motares a cargo desla intpecclu,
no trimestre decrenlo de judio a seterubro ullma-
meiite lindo.
Caes do norlc.
laclara de oilo braca, de estacadas entaboada, c
de 4fj20apalmus cuhicos, ou quatro e meia bracas
crrente de cars guarnecido de canlaria.
Illia de Nuguera.
I uniera de vinle e un mil palmos cubico!., ou
triuta e ciiica brabas rorreles de murallia secca re-
vestida, assim romo eincoenla brabas de estacada
i'um os cuinpclontes (iranes, l iltaudu apellas o enta-
buainento.
Arrecife.
I- i'lura de Irinla e nove tnil nove ceios e Hlen-
la e mu palmos cbicos, ou vinle nove e meia bia-
i..i- .arenle, de inuralba de aiveuaria argami ada
de cemento. ,
Csm vacio.
Exlrarcao nos lugares denominados I-orle do Mal-
lo- e Gima dos Pastrtenos, Da qoanlidade de du/e
mil qtialro cenias e nula e cinco lonelladas de a-
rea, couduzilas pof oilo cenias e vinle e nove ca-
noas, sendo que unte mil quatro cenias e nvenla
lonelladas foram para aterro, e nove cenias e qua-
reuta e cinco para lastros de navios.
Arsenal,
I ai-tur,! de ilereeis mil (re/.enlus e sessenla pal-
mos cableo ile mu ," de cin".o mil e cem dilos qoa-
dr.iili' de r.il ii|i.-ni i.
Eoncerlos de diversa embarcantes do servico das
referidas ubras. e reboco em aUuns dos edilicm
leste arsenal, di|>eiiil rado o material seuiiile :
A(b em verga dennofe libras, apostura de sicu-
p.ra. una ; ar.eile doce una medida e qaalro alti-
vo*; ; dito ile peive qaalro medidas e qualro oilavus;
breu dnas arrobas o seis libras ; cobre noso meia
folha com lrr( libras ; dito \clho duas arrobas e de-
/ito libras ; Bango de pedra du/enias nvenla ar-
robas e dezesei libras ; nemenlo, mil cent e liinla
e oilo barricas ; cal pela, rento e vinle e ei al-
queires ; cabo novo de Mauilha, seis arrollas e Ires
libran ; dito velbo de lindo, urna arroba ; estacas de
emberiba de desoito palmos de couiprimeulo, Ireic ;
eslopa de liulio, dua arrobas p dezeseis libras ; fer
ro ingle/; vale e dua< arroba' e Irinla e urna libras ;
oleo de lindara, vinle u oilo hbras ; paos de quiri,
vinle e quilrn ; pranclme de oiln-ica, qualorze ;
pcegus de cobre de turro, vinle e Irea libras ; pas
le ferru. Tinta e qualrn ; pajil* de cantara brilla de
doz a dezesele polegadas ile grossiira, duzcnlos e
Irinla e tres palmus; dla de 9a !J,.Yenln e seteta
n seis palmos ; presos de forro de costado, urna arro-
ba e vinle e urna libra* ; dito* lipa*, dtenlo* ;
dilos l>all grande, dtenlos ; dilos batel pequrno,
selecenlos; sab ', oilu libras ; sercanle.duas libra-;
travs de qnalidadr, selle ; laboas de IKOalho da
lonro, seis ; tinta prel.i iium arroba e viole e noatrii
libras ;' lijlos de alvcnaria erossa, cincuenta e dos
mil, e vidru. surtidos, qualrn.
Dos guarde a V. E\c.Inspeccao do arsenal de
inarinlia de Pernaruluiro, I.- de nulubro de 1H."j|i.__
lllm. e E\m. 8r. consellieiro Sergio ieueira de Ma-
cedo, dignissimn presdeme da provincia. J) ins-
peclur, Elisiariu Anlunio dos Saulos.
concedidos pelos bais intlgoa e recente* dos sulles
assim como das dispo-i^oes do estatuto nrgauicu de
ISii. Halii submellerAu ao governo franrez o pro-
I jeclo de reurgaui-aQ3o que livcretn elaborado leudo
TRIBUNAI. SO COMMERCIO.
SESSAO JUDICIARIA EM 9 DE OUniBRO DE ? 85G.
f'rexidencia do li.rm. Sr. desemhargador
Sou;a.
Esliveram presentes os metnbros da tribual, ; eln consideraran os votos do paz eipre.sos pelos di-
fallaudu com causa participada u Sr. desembargador *"'" gl>ll"'l<: de 'ariB communirara' esle pro-
liilir.ui.i. jeclo aa potencias assignalarias do tratado de Taris,
O Sr. presidente deu provimenlo ao aggravo do **. cols juulario a* observoroes, objecces e ad-| chrfes desap'pareccram ou estilo annulladns, ning'uern
juizo especial do coinmeriio cm qae -o : diccoes qoe julgarem conveniente., e o proiecto vol- sabe anda positivamente a que direcr;ao devo obede-
Asgravanle, Manoel Alves Guerra ; I ,ilra l"ra Taris, alim de ser drlinilivamenle redi- I cer, e lie um estado de coosas nmi favoravel a con-
Aggravada, D. Jovilina Baplisl de Souza, em- j l>ido* l)'Pois sera' assignado pelo embajadores e solidajio do gabinete. Por oulrn lado, a opinian
bargante de lerceira. | "enviado as diversas curies para qoe ellas o ratifi- ainda nao esla' litarla sobre o rgimen coiislilunonal
lratmf%^?\5.!,U\0.'1!rC|idnP.0,'Ct "a"'""" """"'''"r r">> ">"""' lWfta*^-B mellidosa I ORDEM DO DA. I PRIMEIRA PART DA (MDEM IMI DI \
mi iJL~ '')r""i1'rte!""* encoolrar-c, por Oulrn do mesino nimsimo, remetiendo nm dos c paisam para a lerceira as proposicoes da cmara orr.f,.
^^SSTLSSSlSmSSST^ it^" ?" "'-'"" "'S sa'"-rion:,d'" dre.o. que lixa as dos depu.ados. ma marrando^ sTbs.d o do,Tpu- O Sr. Brand*., faz ,.., co.,deT.co ,e.
lo,, ZSttiZSXirmmfaTfti ^ t" -V de1,err',1l,"a > d 1857 a I8W.-Fica o lados a seguale legislatura, e oulra sobre o lugar po-ta ao Sr. mini.lro da f.zeoda. e eVn ,a.....
n^lC'So^qrco,^^ d da provtnca S fiS^SS^tSSiSS.
Ii ni oflicio i.ainanii.i, remetiendo a collecca unpressa do ar- | da discussao, para passar lerceira. a emenda da I rommenlarSu que aprsenla par* tele-* talar*.
os legislativo, da mema provincia promulgados es- cantan dos depaladw a proposirao do sena.lo, re- I *'<> oulros os mulos em que elle funda \ mohn, a
le aono.-A secretaria. laliva ,, matricula as escolas mainre
Assignou-se o priiueiro dia ulil para o julgamenlo
das seguinles appellac.e :
Appellanle, Kirinianu Josi Rodrigues Eerreira ;
Appellada, I). Anua Candida do Curaran de
Jema*.
Appellanle, Atiloniu Joaquim de Souza Ri-
beiro ;
A|.|.ri: i,,., I. Cecilia Rosa da Cotia, viuva de
Joaquim Jn-r l.ourrnro e oulro*.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
Moret ."> de setembro.
qoein. Denois de luda, as formalidades o projeclo i que couvcm eslabelecer : une aeoBtellian promu>-
sera' promulgado por firman da Sublime Torta e se | gar pura e simple (ornar.i' a le fundamental dos principados. ] pe.as corle coiisliluinles, o* r.alros queran! qoe se
A Kussia da tregua, a* exigencia da guerra : ro- vollasse a eoMlllnirlIo de 184.'), e lalvez ale a de
sulla de um relaloriu do ministre da guerra aaj czar! 1S17.
que as milicias ealu hoje licenciadns em todos os
ponto do imperio..; >!* unera*^ nao dareu hmm
de lies mezes. I.ma manitc-laciio imperial em da-
la "le cinco d? abril, no intuito de turnar disponi-
veis qnalquer exerrilo prrmaiienle, e as dll'crenles
_ u. 11 r r r da pravas, crea urna milicia muvel do
imperio. Todos os individuo, que pagem o impos- sa laucar as bases de um accordo coinmum.que'fir- I rargo humano. 4o as ramillas nesle
li pessoal, l raeepcao do. mercadorea, os estrangei- ; me nm governo regular, capaz de assegurar a aulo- > "las pelo mais vivo iuleressa de ronservarem sen no-
ros eslabelecidos na Ru.sia, os Meniionilas, os ju- ; rulada a sua inlluenria legitima, sem tirar ao paiz al- me, de perpeluarem sua existencia e de consolid-
is que nao ,e i gamas das garandas sobre qoe lera direto de contar. rem seu futuro ; e estes poderosos molivos com que
Oulrn do mesmn, remetiendo copias aulhenlica
dos respectivo, artos legislativo, de n. i():t a 126.
A' eommisMn de asictnhlas provinciaes.
" Sr. Perra: participa que a depataelo da se-
oailo Lira miro lozida i pre.enra de S. S. o Impe- lecedeote, do
rador rom as formalidades do eslvbi, e que elle co- mar, regul
biilre esles dous senlimenlos ai pessoas prudentes I mo orador della recitara o seguile
paflataaH que nao ha lugar para precipilacao, e que o i Di*cttr*o.
terreno das discussies polticas, ainda ligo esla' I Na vida domestica o auniver salcienlemenle arrefecido. nem sunicienlemci.lo lo da prole, lie sempre, seuhur, nm motivo dejubi- I tas pefo nobre senador pela llalua sobre
applanado. Compre, que as irntar/.es de una, e a, ] lo e solemnid.de. em [,,.,.
res dos alum- l que ii- i merecer de seo roncidadao : *..im cmih,
nos qoe por motivos ju.lus se nao U-nham matri- I nao pede nem nanea pe lio a pmleman do aj******,
Jado. | lamben nao se servir de mio algum menns digno
liando presente o Sr. UloMra da marinba, 'para al:anrir a honra de representar *aa provinria
"gnu la diseaaao adiad* na sessAu au-, Sr. llorn pede o enccrramanln qoe he appru-
iiliniia
I dillo as promars dos ollciaes d* ar-
mada.
O Sr. > -tu i.tI>ij [ministro da marinlia leudo na
-.,io laspon.i:iu w observares geraes fei-
projerlo
lo, oceupa-se em refutar alguus argumen*
ulti<
" ."n.S-,1\0a!:ac ,_n.,",e"ra.a^,," de >" ,e "'-os-! S00 M 1"e "="" inlillra no co- | los produz. ios polo mesmn nobre senador, especial-
mente obre os S do arl. I.Eiplica que o lim du
I be nao conservar as condires actualmente
\ado.
Trocede-se a \ olarao ; he approvado o nr.^eclu
com ns seguinles arligos aldiliva* :
* I n-ao, .'o iijiir ,i. di'piKirurs I li de l'i I
nnvemhro de IHI'l. a raspeiln 4a avaliacAo -eme-d ii
das rae*** de lorraataro.S. R. Memn de Mm *
dj/.lina Silra :>
" rica eileusivo a' hibliolheca d* marinba r> pri-
vilegio conferido a' bibliothee* aacimial. n ** ,t..
-apilaes das pruvinciaa prlo decrelo n. II de .1 Ir
dos eram isenlos, mas os individuos que lian
acban suaeilns a este servsm pagavam ama inriem-j O geueral O'Dunn-ll convocnos conselbos de
nidadc em diiibeiro. Na poca da batalla* de l'rak- gnerra para julgar ns individuos presos rom as armas
V!?!.... "uls,el" ainda preoecupa o mundo I ir, o Homero das milicias movis -e elevava a :l,~>, hornens, nao fnram orcupados, mas foram mu ale
germaniru : o governo austraco acaba de informar
ao, governo* allemaes acerca do comportamenlo que
pretende adoptar a semelhanle respeito : Mira'
sobre o ponto de que a ultima roiislituirao eum-
inum niu ha sido reconliecida pelas potencias, e que
por nutro lado os tratados europeos de 1850 e 1852
delrrmiuam e limitara quanlo a confederaran **
duas grandes potencias allcmaas os privilegios per-
lenrenles i Dinamarca e aos ducados.
He smente em virtiide destes tratados que el-
rei obleve da Allemanha o direilo de abrir o cami-
BSTACAO'NAVAL DE PERNAMBUCO.
Circular n. :||,
Entregan lo hue o rniuinando da quinta forra na-
val que ine lem sido confiada pelo governo impe-
nal, ao lllm. Sr. BJipitan de mar e guerra hranciseu
Manoel Barros i "le-aosin ultimo i>ara snnatiloir-me, diaperu-me aao*
deao "ls nenhore* eommandante*, utliriaes e mai
praras que a comroein, e II
rao t|ue me prr-l.iram.
Nao pnso por esta occasig* prescindir de louvar
parlicolarmente a Sr. pnmeiro lenle Kusehio
Jos Autunes. pelos hen. servidos prestado pelo
mesmo Sr. primeira leneule duraule dos anuos
' mel, como meu secretario e ajudanle de ordrns,
nos quae lemoiislrou sempre distiiirta e superior
lutelhscncia, lealdade nunca desmentida, e incauta-
vel aclividade ; o que inoimpelie com prazer a'dar-
Ihe esle publicu lestrinunho .la rnnsderarilo em
que os lenlio. e da eonvierjlo em que elou de que
merecen) saVgalardoado.
Bardo do Irrigue barca nllanarara, sUrio no
inosqiiciiu de Ternamburn, em il de selcmlnudc
1856.
Jimo \iaritt ll'andeiiko\k,
Chefe de divisan.
nlio para una minio luais indina entre as suas pus-
sesses alliuiaas e a posscsset Bio allemaas, leudo
a Austria e a Prottia eslipolado condicoe precisas.
S3"i por cousequeucia os datados de S50 e 1852
que cunstiluem a base das relare inlern.icionae-T
\ario goternos, cspecialmeole o governn bava-
ro ja deram a sua adbeso aos designios da Austria.
Na entrevista de fainilia que leva lugar em Tee-
plil/.. os (res soberanos se enlenderaro sobre esla
queslao, que sera' tmenle submellida a hiela de
rraiiclorl no mez de oulubro prozimo : ale la as po-
tencias alIcmAas esperara terminar o uegocio por
meio da diplomacia.
A proposito da diplr.maria a das suas obras, urna
quesillo relativa ao tratado de :t de marro, a ques-
lao de limite* entre a Kussia e a Turqua, ainda se
acba pendente : a prupriedade da ilha das Serpe-
les nao he urna entila julgada. Sera'
turra '.' Seja o que for, nao ha oslo grave dillicul-
dde. A ilha da Serpentes he nm rochado isleril,
que pos.ue um pharol igualmcnle otil aos navios
mercantes que descera ou sobem ai boceas do Da-
nubio p.ra entrar no mar Negro ou para de la sa-
bir, e aos navios russo que navegara liosas par?-
gena para irem a Odessa. akHoje que a navegacilo du
Danubio esta' rollocada ion a proleccu das polen-
riaa europaas eque o mar Negro esla' neulralisado,
p.ni.-o importa a quem perlcur* o pharol, no caso
de ser bem conservado.
A diplomacia commetteo um esquecimcnlo |que
so ella ha de reparar : o negocio de Balgrad nao he
mala grave, provena de una inexaetidio que e
acbava as carias rornecidas |iela Ku-sia, una Iran-
aerao inlervira' em ronaaejaenci* d.s(e erro.
sanlilicam lacs dia, e dirlam as demonstraras do
mais extenso regosijo.
'< A imagen) da familia se modelara as socieda-
des, e se nu predominan) em sua vida I odas essas
doces alleiras, que somenle se aniiiham no cora-
armada as autoridades constituidas .'elle nao admit-
substiluindn o exercilo no tea servicu interior. Se le que lenlia Iriumphadu de ama revolucAo."
a guerra livesse continuado, as milicias movis de- j Dirigi aos canille* generaos e aos conimaiidanles C>" paterno, oolras por cerlo de nao menor
viam ser elevadas a sm.lHMI limiien em loda a su- militares, urna cirrular.unde Ibes pede um relalurio e furra, e sobretodo o supremo inlorc.se de nm di-
perlicic do imperio. circumstanciado acerca da .ilaac.So naljUea das pro- loso purvir, marcan) cun iudeleveis caracler as
Os prnjeclns para n estaliclecimeiilo de um grande [ vincias, e um relatarlo sobre os militares que se du- pocas em que a Providencia astianala eu no 1er e
lecido de caminbos de ierro enlraram em um come- lingiiirara por occ-siao dos ollimos acontecimenlos, inlinita bandada, asseguraiulo a surce-au dos lliro-
f o de execuro ; vanas sociedades clrangeiras lem ] para Ibes allrilmir recompensas que a propna ranina ] nos heredilarius. que asenlam sobre a solida e I-
enviad.i delegados a S. Telersburgo no inluilj de i distribuir' duraule u mez de setembro. gilinia base do amor dos puvos !
-onslrorcao expo- Elle se aproveila desle tmnpo em que cada um se I O dia de boje rene, senlior, taes ceudic*
* lermi- recolbe para preparar a sofueflo das quesles prati- ; por ser o bonlversarte de um daquelles em qu ao
eligidas para que utn gaardl-naariaha pasta ser i julbo de I8IT.S. K.Menee' de .fmeU.-- I.
promovido a segundo lente, como aulorisar o go- \ J- de I.ima e Sirt SobriHh.--J. J. ,ii Cfnkm.
vemo para eslabelecer algumas oulras condicalesl A .lispnsirAu do S 9, arl .1 da le n. 71% a <
mais, e por asa ola be intil : q;ia o fS 2 lem em de setembro de I8',i romprphende lamhean a dis-
vistas nao privar a eUsaa dos pilotos da esperanca ni'lale as calhadraes do Para', Trrn.'uihvr. Ba-
ile promocaa, porque ha nella homan "le grandes ; '"a e M-nanna ; eo governo mandara' p.car Idr
conhecimentos pralicos, e nao se deve fechar a porta I dede ja' a dilleienva das resperlivas rongroa. qr
ao mererimento especial, que possa appareccr nesta lem dallad* deperceher. ront.r da d-ta da exern-
IIS-
< lu
lrala--e da evatoarUo da n i.ide Kar petm
sr-, lambara non he wla nina dlftlculdadr,
im-irr o r-ereiatrnta ardor da Imprens
dar-llir corpo.
Os dou navios pequeos destinado* para estado-
- ";,r ''^"H'...ri. .i., tx.a.al.i.,. -,r.=o...I o termos
es gradtco a coopera- i"' '' d,> ,ri",du de f**-0 ro,S" e *" :
-ao don* avise* a vapor da forra de 1211 ravallos,
seo armada* de duas pera* e ilc don. abusos, e sao
rollorados aoh o colimando do capillo de fragata
de primeira ciaste Tehernigofl. Devem ser lauca-
dos ao mar no melado do mez de agosto. Tambm
e trata do armamento de pequeos navios destina-
dos segundo os termos du arl I do mesmo (rbido,
a vigilancia da rostas do mar Negro.
Apagar de linio que l**t*monh*m a Sublime
Torta e a Austria, a reiiuilo dos principadn, danu-
bianos lornoo-so urna causa nacional, o entusias-
mo cun que se pronnnriatn as populares em favor
desla curiihinaran he unnime, e iso de arcurdo
com as grande potencias nccidenlaes.
COMBANDO DAS ARMAS.
Qaartal general do commando das irnus da
Pernambnco, ma eldade do Recite, em ) de
nlnbrode 1856.
ORDEM DI) DA N. J50,
Os podares adate* de* hospedares aspiraran, a
Parla os substiluio por caimacn, rncarregados de
oxereer qnalquer auloridade da llospodoraln Me a
inslallacao dns governos definitivos. Vorink l'heo-
doriz* Bolscb, Caimacn de Muldavia,|e o principe
Chika Caimacn da Valachia, ja mmeraram I func-
cioiiar,eseoerii|iam com a organisaraodosgabiueles.
Na Moldavia, Alrxaudre Slurdza aera' Humeado se^
crelario de estado, Tlieodoro Ber'sch ministre do
interior. Stefanik halardzin ra.....tro da iotlica,
Skarlali Rosslli, mlnWro das finanras. O primei-
ra* ruidadoi dos novo* gabinetes sao
Iralar rom o governo acerca da
rarao dos ramiiiho de Ierro- A
rio-se com o delegado de nina sociedade de capita-
lista* trncele*, que lera a sua frente M. de Rollis-
ebild. Esla sociedade ubleve ulna concessao ile
12,672 amiaiuelros,cuja directo o governo reserva
para si o direilo de indicar. A conceaslo be de 119
tonos com urna garanda de 5 n m.
A coroarao do czar he a principal oceupacao des-
les das. Esla lixada para 7 de selernbru. Todas as
embaixadas ja eslao promplas, ja reinan, as rivalida-
des de luxo, que promeltem eipieudores iuaudilos
para o grande da. As corpoiares diplomaliras se
junlaram os membros de tolas as arisloi-racia euro-
peai, todas a illuslraces soburauas, o princepe l're-
derico Cailberme da Tiussia, o principe Krederico
dos Paizes Baixos, o principe Nicolao AailUtto, da
Suecia, o principe Clirisliano, da Dinamarca, 0 prin-
cipe Eredericu, de Worleinberg, o principe Carlos
russa Sera' de Baviera, os principes Alexalidre e lu/, de lies-
e, o principo Ouilherme, do, Taizes Baixos. o prin-
ii;.e Nicolao, de Nassau, ele. ele.
Os enviados extraordinarios -o ; pela Amina o
principe Paulo Eslarfcaiy, pela Franca o conde de
ilornv, pela Inglaterra o comiede (iiauville, pela
Sirileuba o conde ae Broglia, pelas Dua Sicilia* o
eavallair* Colela, duque de Regina, pela Blgica u
principe de Ligue, pela Ainrricario Norte M. Sev-
inuur, pela Suecia o conde de Essen, pela Saxonia o
bario de Seehach. pclu Meklemburgu u bario de
Bell, pela Creca M. de Soulzo, nela Tuiquia ku-
prisli Taclia, pela Persi* Tacly Kappia, lodosa*
principes das povoares subiiiellidas na Europa e na
Asia ao pnvo rajaso,
O prograinma ollicial de ludas a ceremonia* da
coroarao se divide cm cinco capitulo*. Regola o cor-
lejo cora ojos o ciar entrara' era Mo-iu.v, viudo do
c.istcllu de Petrowttk para ir a Ivcmlin ; o aiinuiirio
a Inglesa paro da curuacao lid'i pal larauloa do urina a moltida
der.ol,rr(, decurai.ao ila talheiiral d* I. rponsk, a
direccao de toda a cneinonia.
II metrupolilauo de lloaeon apresenlara1 a coros
era .un eoxiro ao czar, que cora as uiatpropriai maus
a pora' sobre a caliera e ceroara' a i/arina, depois
lera' lugar a cei iinonia .la sagraclo rom a Sanio
Oleo, depui a cninmualiaii do czar que .lopois vi-i-
lara'varias greja e lomara" a entrar no villio pa-
l.n ui.Depois ile algn Instantes de repoutn, o impe-
rador jantara'sobre o tlir .nn onde te pora' urna mesa
com Ires lallieres para elle, para a mulher e para a
imperatri/. iuJi. Toda a (enlc estar' de po em
quanlo o impcrador'coiiier o primeiru |iralo, o que
sendo acabado, pedir' que beber, apieeutar-lbe-
hao urna laca, ilepois ilo que loila a astemMea Ihe
fara' a reverencia, o convidado se atsenlarlo a
mesa e os uulros se reliraro sem vullar a Irenle pa-'
ra as portas. O prograinma indica os brindes que
serlo ledos no roesino inomenlo em que liver lugar
um numero determinado de liras de pera. Durau-
le o janlar, o ministro das linaura dislribuia' me-
dalhas cunhadas em conimemurarao da coroarao, e
desde o dia sesuinle as pes'oas das duas primeiras
Ciaste* sern a,tundidas a apre.enlar as a*ju* felicila-
".ocs e convidadas a um janlar. Em lira, dar-se-ha
um baile, um espectculo, ama mascarada, urna ceia
a corle, e se por.io mesas para o pove.
Alexandre II, logo dep.us da sua roroa;o, deve
nomear o seu irmao, o grao duqne Miguel, vicerei
Omnipotente aprouve firmar e garantir a successSo
da coroa imperial.
ir O nascimenlii .11 primognita da grande fa-
milia brasileira, que ha del anuos foi de um a oa-
Iro extremo desla va.la reguo saudariocomo a au-
lora de urn grande futuro, he e ser sempre em
seus anniversariiis applaadido c solemnisado com
a mauifeslacao de fervoruso e espontaneo rego-
sijo.
" Na augusta princesa imperial conlemplamus,
seuhur, a representante de uina serie n,io inlerrom-
pita de res preclaro, a extirpe do magnnimo ra o accesso de poslos, concorda om qaia se deve d-
principc que fiiiidou nussa iudepen tema poltica, millir cerlo lempo de commando: ma, nao com-
a prole do m.in ir.ii i que, com sabia a prudente
nao mantera a paz. c promnve o bem do impe-
rio, a li.l depositara das man bella, tradti-es, a
berdeira einliiii das mais edificantes e sublimes vir-
tudes.
No meio, porm, senlior. de lano jubilo, e de
lao doce e gloriosas recordarnos ; no mein de lan-
les i-| i un,-1, e da seguridade que no Hispirlo ana
preciosa existencia, a amenidad de sua ndole c de
seu genio, e essa alma anglica, que de "lia em dia
iii.ii-
saiilRinenle a Dos que dilate
.Iros,
villa
novo* gabinetes sao consagrados a ida Polonia e conservar imito a si sea irrailj Nicolao,
Oiliaieeiil ilc campo, commandatilo das regular as roudicoes de eleicilo do divn especial da quera aa tratera para esla vice-realez... O rasa-
que deve er conVMado em cada provincia e que i metilo do grao duque Miguel com a princesa de Ba-
"leve representar lano quanlo for possivel Indas as ] de.sera' celebrado em uezemhro prximo ero Caris,
classps da populiran. admiltida, a expor os eos vo- i rube par meio de representantes. Depois da poca
tos (aulo sobre a adranuslracao do paiz como sobre I das le.la do natal, a pruiceza ira' a S. PterslHjrgo
--!!,e lo rusto.
Na 11 espinilla, urna das qrjalidade* que dislinsuem
armas, cm virtude "ie orden) "la presidencia
i'omxuiiicaila cm ollicio datado dn lionlcm,
expedida sobro requisico de S. Exc. o Sr
general Antonio Cortea Seara, inspector do
nuaiUi tslrictu miliUr manda que o Sr. al- oet.mn.tracOes que assignalara.n en. Bochares.
teres do sesunilo baUlhuo de inlantana Te- chegada de Mr. de Tallevraml, plenipotenciario
dro Marlllli se Ihe aprsente hoje mesmo, a- franrez, silo sullicienles para" eslabelecer que a idea
fimde se'Vir como outi'ora do secretario da '' 'euniao lie dominante, e que esta idea lao sim-
inapeecBn; e declara, em armouia a mesma
rJem.quecouliuu na exercieiode ajodante
"le ordena do S. Exc o Sr. leneute do nono
batalbfo da referida arma.Leopoldiuo da Sil-
va Aievedo.
/ose Juayuim Coelhtt.
pies, to grande deve necess,rtmenle Inuinpk
mHS.
1)1 OLLElilODE MENINAS
EN
l'oit Madama Amoimette.
o novo gabinete, be a ua exlrema reserva para che
gar a urna runsulidacao, pSe em obra a polira de
esperlaliva, e a medida que se all.i-ta dos ullimus a-
llizein que a* roinnii-sarios eacarregadot da reor- rontecimenlos, parece que Ihe qiierrm prestar um
ganisacao dos piincipado* ,e vio occopnr piimeira- ; concurso ellicaz, alim de piir termo as rnz-s que lem
delaeerada o paiz. Ela trela de conciliario e de
pacilicacAo, he em verdade a nica que ronvenha
lias cirrunKlancias acluae. ainda alo be cliegado o
inomenlo ilecainiubar->e n'nulra estrada.
mente rom a formaci* dos divans, e lurma-los de
lal ni.ndia que lorio* os latareatua das duas pro
ineiai teiam dcvidameuie represenlado*. Dapou
farao orna revisan eiacla de tudos os privilegios
' mu (Iciuiiiria.
"so .lia seguinlc Mr. de Courtel receheu una -ar-
la de Tari,, cuja ledra Ihe era deronherida. Ella
ronlinha o que se egue :
" Senlior.
Antes dc.peger da penna besilci algum lempo,
sa nao Ihe faria chegar esle aviso ilebaixo do veo do
.inoiijmo ; ma a pureza de ininba, intenres rae li-
/er log., repcllir essa Ido* come indigna' de votsa
senlioria de mira.
Stu a melnor amiga de madame-ella Branca
Derb. e vossa senlioria roinpreheuder.i sem ililli-
ruldtde o. motiva* de miaba hesitarn ; ma sou ao
senlior,
Exilado quando lodoso am mi !
I lodos: esla bem cerla disso lornou elle
devorando-ule cura a vista.
Sem duvida, Ihe respond, c se sua familia
seubrtse do eslado em que Ymc. K le|M| ,eu .,,, vl.
! na pess >almente bnsca-lo.
i ir Poli nao Ihe diga nada ; porqueua permis-
Silo ralo me seria sallirienle para \ ollar a iniulia
aldcia.
a Mas, insitti, que lem feilo Vine, em Taris
para e-lar lao desfigurado .' Ouc veio facer aqu *
Esquecer, di.se-rae elle com voz profunda.
a Esqnccer o que '.'
r Elle suspirou. e mudando de assaraplo, eonti-
n.i., i a fallar de lleniiqneta.
Ivi tulla levado a insistencia tlri os ultimo* li-
mites, nao poda dizer mais urna palavrascui ser in-
discreta ; mas, vallan lo para ......IM caa, decidi-ine
a escrever a Vossa senlioria, mesmo aules de dri-
(ar-me.
o Nao sei a refocilo do eslado de seu fillio seuao
oque sua mu.laura me aiinuncia ; mas, parece-me
que he lempo de dar-Uta remedio, e foi cora ele
peniamenlo, r rom etle pcinamentu que re-olvi-
ine a fazer uina vez aa rniiha vida o papel de de-
nunciante.
i" Aceite, teubor, ele.
.. /.fe/la de ni.< Reaerf,
cas e urgentes, acaba de suppnrair a guarda nacio-
nal, e.medita sobre ."> grandes iirnjectos : I. a disso-
loco das corles consliiuinles, 2, a poblicacilo da le
fundamenlil, 3, a prnmulgarlu ile Icis sobre as mu-
nieipali.la.li- e sobre a depulaces provinciaes, i,
om regulanieiilo sobre a imprenta, e ."> u reslabele-
cimento dn conselho real .inlerinrmeute ao consellin
de Estado. Em lim, prestam-lhe um programma
administrativo que sena prximamente posto em e-
xeruenu : sabe-se que a llespanba be dividida em
12 capilauias eeneraes, e 'i enlcndenria que lomam
o uuiiie das caln-ras "le ili-lrirlos. Serao creadas K)
intendenles inferiores que coriespondem aos siiii-
prefeilos francezes, e que lero por alvo inlroduzir
t nas parles mais remolas das provincias a accilo
enrgica da auloridade.
Di/eii, que (l'Doiineli nao sera' mu opposlo a en-
trada ilo mtrecbal Ntrvaei na Hespanha, masse-lo-
ba abralnlamenle a da rilaba liara Chriitina, al
dizorn que o maredial Serrano, novo enihsixador era
Irauea, linda iiisliuccocs etpteiae* o mu circuns-
tanciadas acerca "lo maredial Narvaez, mas cora a
cnndirao expressa de qur raiuha mi continuarla
a residir em paiz eslraugeiro.
O governo pensa renovar as suas relaees com o
soberano pontfice, fazeudo-lhc rclalivame'nle ao cul-
to e ao clero concessiies cotnpalivcis com o, prii--
pios consliiiirionacs.
Vai ser reeonbeeldo pelo czar Aiexaudre II. que
"leve notificar a sua asr.enr.io a ranilla Isabel, que
enviara.i sagrai-lu um embaliador.
O casamento do principe Adalberto de Baviera
cora a iiifaula irmaa de el-rei lu celebrado a 2.1 de
agosto com grande solemnidade.
Em Bruxellas su vai abrir este mes um duplo
congresso de reformas de ilfaudegas. Etlndara'
os uielbor s meio. de ni*.h,i:ar a surte das masas,
soprn-iinindo ., ulistaculos Ja induxna e dando a
producrao toda a energa e o poder de |que he sus-
ceplivel, tratara' especialmente .le nina qneslo de
immenso interesse da tclualida.le. a da subsisten-
cias, e releva esperar que surgir' das suas disct-
ale* um complexo lices preciosas para a exnnccao dos pauperismo
nas sociedades civihsa.las. II om progres-o reali-
sado a convocarlo repelida por varias \ciet depois
dcsles ultimo* anuos. A exposiroes de Landre* e
de Parisbu sido irnniensus iuque'nlos subreolra-
balbo universal, a reuniao de caridade que leve
lugar o anuo pastado era Tari, a de eatatisttca
conliuuaram a obra comedida, e a que se celebrou
esle mez em Bruxellai angmenlara' ainda os resol- i B,rtta ''" Anlonina, creando utn bispado nis'pravin
lados oblidos. 'ciss do Paran, e Sania Calhariaa.
Sobre u terreno neulro de exilio, o, principes da I Sr- l'rts.ieme diz que os edilores do Jornal
casa de Orlraus sempre se reuncm, Irala-se .desla i d" ''""""errio, leudo sido nolilicadus da ilclibera-
vez do nianifesln du joven ronde de Taris por ae-11* ^ anatado sobre 1 retdtlo do conlralo, declara-
caaiau da sua maioridade. Mr. Tliiers parti para ra,n 1ae aceilavam a resciso de-de j, se o senado
classe.
) Sr. />' f'i-' i de Ola-eira santenta a coiivcnien-
cia de diroirnuir o nuinrro de poslos exislcjiles na
nos-a armada, a exemplo da marinht ingleza.
Confirma os argumento* do nobre senador pela
! Babia o Sr. barao de Muriliba. a respeilo da ha-
bililaces scieulilicas que se devem exigir dos pilo-
tos que aspirarem ao acces'o do pasto de segundo
lente ; nao adiando admissivcl que se julgue suf-
liciente as nrova praticas desacompanhadas das pro-
vas scieulilicas.
Sobre a quesl.io da|escollia cu anliguidade, como
principio regulador das promocues, entendeque des-
le o posto de segundo leneole al capilao de mar c
guerra, indosive, lleve a piurao^uo ser tmenle por
escolha ; eque do posto de capilAo de rnar e guerra
para cima s deve prevalecer a anliguidtile rigo-
rosa.
A respeilo das condieiits de serviro, exigidas pa-
prcheude que e imponha a condir.in de embarque,
poli que esla he que forma a base" da prolissao do
homom de mar.
Acba iniqua a reslriecao do projeclo, que veda a
promnr.io dos olliciaos emprega ios em trra cm cer-
tas cominissoes ; e conclue que da maueira que o
projeclo est concebido, luiige le. fazer beneficio
aororpoila trmida, tornar-se-ha um |iresenle lu-
liesln.
O Sr. Il'iindir'.eij observa que. pelo que diz o
se vai embellezaiioo e eiiriqurceudo com as suaves i obre s-nadur, be precisa subsiituir o Systems se-
e saas dontrmas da r.hgiao que professamos, ja- ] guidn no projeclo por oulro absolnlamenle contra-
nos esquecemos, o Brastlslroa, de pedir luces-1 rio ; bio he, que o nobre senador quer admiilir to-
o protestes de
anuos sem coala, e que, a par desse grande bem,
nos oolnrgue o do augmento e felici lade da familia
imperial.
"< Os velos que cm rule linguagcm ora exprcs.a-
mns em nimio do senado, .lo, seubor, o, volos do
Brasil.
" Dignai-vos de aeolbe losciin
nos-o profundo acalamento. n
Ao quu S. M. o Imperador sedigooii dar a se- i
gulnta
netpdtta.
< Toileis manifestar ao senado n qnanto *oa gra-
lo todos senlimenlo* de amor e fi lelidade que con-a-
gra a mi ni e a nimba familia. i>
A resposla de S. M. o Imperador he recebid com !
muilo especial agrado.
le V. M. por i talmente a ideas que obre esle assumplo regeos a
mariulia ingiera, entretanto que o projeclo faz pe-
qupnas aileraces no syttami que seguimns, e qoe
sa chega quasi inlcirauciite aa da inarinha Iraii-
ceza.
Passa I mostrar que os raciocinios do nobre se-
nador lian i... I..... ter a|i|,licarao a notsa mantilla.
pois ,|,i- nlo se .lao a respeilo daa toda i oaanN
roes que sen,, misler qo cxi(i.ein para poder
ler-lhe appUcado o systeaaa abtareala na m..ri-
n'i i IngUia sobre pramocoes, numero de po-ios,
etc.
(Conclue declarando que reserva para oulra orca-
siao a retpotta aos ealrat argumentos do nobre se-
nador, que daiaia de lomar agora em consideraran
por eslar a dar a llora.
Verilicaudo-senaobaver casa, lica adiada a dis-
lle apoiado, e vai a imprimir o projeclo dn Sr. cusao, e o Sr. prendante di para ordrm do dia,
Mirauda, apiesenlado em 2li do presente mez. all-in ''a eoutinuarao da discussao adiada, a lerceira
L-te e vai a imprimir, um projeclo cunee leudo ll'*cuss,io da proposi{lo do tenadn, concedendo lo-
duas lolerias para as ubras da uialriz do Engenho- I "riss a diversos eslabelecimeulos ; lerceira discus-
Velbo, assignadn pelo Sr.viscoude de Jeqnilinliunlia "''" ,la l'ropusicau da calima .los depulados, decla-
rando qua o ciiurgioea do corpo de taude da ar-
e oulros Srt. senadorc-
Kiea sobre a mesa um projeclo sssignado pelo Sr.
Allemauba, e se necupou enm a redacrao desla do-
claracao orleuisla.
O conde de Chambord lem prompla urna respos-
la que habilitara' os principe* seus primos, a e pro-
nunciar entre elle, que recoiihecrram como chefe da
casa de Bourbon, e a berdeiro do duque de Orleans.
'.'. M.
I' imi bem '.' di--e aiuda o medico elevand0
a vai. i
Nao, senlior, responden einfim liaslao.
Tein appelile lornou o desapiada lo inler-
rogador.
Nao suii comilao, seulinr.
RIO DE JANEIRO.
mm.
SESSAo DO IAill DE JIMIO DE UC;.
Presidencia do Sr. Mnnoel Ignacio Catalcami de
/.(cerda.
A's 10 botas e .'! piarlos da manhaa. eslaudo
presentes i!) Srs. senadores, abre-.ea sessao.
I.idase appmvadas as acias de 28. 2!) c 30, pas-
sa-se ao ex|ie Um aviso do miuislerio da marinba,
as iiiformacoe, que Ihe foram pedidas, solir
raesta de artigo bellico para a provincia de Mil-
lo-Urotso.
Oulro do ministerio da guerra, dando as infor
ma.la imperial, leem direilo a serem comprehendi-
dos, como os deiniis olliciaes. no monle-pio da ma-
rinba ; primeira discussao das pro|msices da mes-
illa cmara ,ubre naluralisaran .],- eslrugeiros e so-
bre o numero de einjiregados da calta de amnrtisa-
r*i ; lerceira disco**!* da proposirao que approv;
a peuso concedida a Mana dos Sanios Cuca, ;
continoarao da primeira discussao da pro|.o-i.o
sobre Ierras de indios, ou missnes exlincla ; lere'ei-
ra discussao da pruposic.lo que manda pgaraoscm-
pregados da junta do commrrcio do Maranbao. o
qoe se Ihea dever.
I.ev.uila-se a sessao as duas horas da (arde.
No dia :t(l mi liouve sessao.
CMARA DOS SUS. DEPLTADOS.
SESSAO EM r.l DE JIMIO DE llliMI.
I'renienciadn Sr. ciscondede Utiepentlij.
0 Sr. I secretario d conla do seguinle expe-
dienle :
1 ra ollicio do Sr. ministro da j'islira, datado de
2 do rorrenle, Uevulveudo o requeriinenlo do bs-
cliarel Jos da Cosa H mu lo. formado em direilo
pela uiiivers-dadc de (timbra, pedindo dispansa de
exame em algumas t'.icul.la les de direilo do imperio
vez contrari os desejos do senado ; e por isso mu- j Pra poder oceupar o cargo ale magistrado. A'
j lo respeilosamenle declaramos que, ae a augusta ca- I commissflo de in-lruceao publica.
remeltcndo mar dos Srs. senadores a isso convicr, aceitaremos Mais dous ollicios do presidenta de Sania Ca-
aie- rtetelo deade ja. i (harina, datados do 21 do crreme, arompanhadu
Dos guarde a V. S. muilo aniuu. Rio de Ja- I um, 2i copias autlieuticas dos actos legislativos da
a isso annuissc.
Consultado o senado se admillia a resciso desde
j ; decide-se que sim.
A caria a que S. Exc. sa referi he a se-
guinle.
" lllm. Sr.Recebemo a parliciparao que V. S.
nos dirigi com dala de boje, communica.'ido-nos a
res.duc.au lomada pelo scuado na sesslu de iinnlem,
de rescindir o contrato para a publicar.io dos seus
Irabalho no Jornal do Cnmmercio.
Como o Lxui; Sr. preidenle do senado reco- ;
nheceii que. por notas parle, nao liuha bavido vio- !
lac.ao do contrato a que nos ligamos, elevemos crcr |
que u senado tonino a deliberacao que V. S. nos
auniincia, nao por termos mal desempenhado nossa
larefa, mas por entender que alguma razio de con-
veniencia exiga essa resciso.
Sendo aim, nilo pode ser da nossa inlencao
prevalecermo-nos da dis|io-irao do arl. 8, que ll-
neiro, 2ti de julbo de IK.'ili. lllm. Sr. tiraldo l.eile
Bastns, olficial-maior do sonado.Tur proeoracao de
cees qoe Ule foram pedidas sobre o Irem bellico re- Viltenaave eComp.,JJ. ile Castro.
Branca que trema, e subi com llenriiiaela i alcu-
va >lo lilhu.
Vendo a irmia, l.astiio deu um grito de alegra, e
quando ella incluioii-se para abrara-Io, releve-a
rnuilo lempa aperlada contra sea pello. Ilenrique-
la aleare por estes le-tfimuihus de alleiro nao re-
tamo reeoinecar .' diste Becamier impaeien- I parou logo na mudanra do rinao : ma", apenas oh
lado. Oue come '.' ; servou-a, dise :
'i odas as raanhaas raen criado faz-ire cbicobi- Que te acontecen, Casia, lamhem livcsle a
se nter
inlerro-
era co-
mesmo lempo, senlior, amiga e cantarada de
Meurique.a. a fu, a atlei-Au que Ihe ,eh ,o U- A '";" 5 "m'u""' '", ^guite ver ou-
rou-me lodo o etcropulo : pota sei quanlo ell i .ma lril VP/" *....."' q'e ', '""'"""' t6t* ''" I""-
u irma... ,n'', 11 : era acnnipanhada pelo marido, o qoal ,,b o rre-
a De fado, he a respeilo deas* irrolo que eacrevo ; let, d" "m'',rilpl" ''" """""r". Iiavia de partir es-
a vossa senlioria, e voii. sem mais prembulo, iralar *" <""<'1'*'* ar,i.'. .... ,.
do peaivel ohjeelo desla en.!.. Adet, qnerlda BUia dme eHe a doenie,
Eslava aa lumlem noile em casa .le uina mi- i "l*'"1" '" ""J" q'"'r" -""''"-le reslabelecida : lal-
nli i parenl, quando fui nuonciadei Mr. de Cour- vei '"? ,.,*I:
le. Esle mima ez-me levantar a vi,la ; ma vi un,' ~ <. 'l""1""' ; ""lamoii a menina sallando
mancebo qoe me era mleiramente dcsconhecid,.. Sua ,ol'rc le""' ,""""..,er"l"> lea era de cor paluda e doentia, tees passo* vadl-
lanles ; emliin, tenbor, [pardoa-nia o golpe que ven
dar-lbe' elle liuha a apparoneia "la phivsic.i.
a Conbece aquella rapaz ? pergoetoo-me a do-
na da casa, a qoal notara o mea movunentu.
a Nao, Ihe respond ; ma nm sen prenle sern
duvida, cuja familii habila a eidade ,\e...
Cem effeilo, bu do la qu- elle nos veio lia
pouco niezs,
di.
-me ella
llranca aballara o olhos ; mas seu rubor, qbando
se jironiinciara o neme de laaillo, nao esca[uia aos
p.ns de Henriqaala.
Mr. de Coarte! corren loda a noile em carruagem
le poste, e na manliaa seguinlc cliegoa a Taris. A-
chon a liasllo anula deitada as dea horas, e sem em-
bargo do que Ihe escrevrra Eslella, nao pude reler
um irllode dolorosa torpraia .i vista da filbo. D-
Ihe be favoravel, pota ninsuem reconhece
a Nesse momanla aquella deqoem fallavami veio
-au.lar a duna da casa. Era, senlior, ten lilhu lar-
go que me vfu, teoa'allias so ^.....ntraro, rite padio-
rnc cun einp.'iilio nova re seus pait, desea, ami-
gos, ile aua iim.i.i, sobre qu.ll vollava inre-sanla-
nieute a cunversarau.
" Mas. dissc Ibe "u a in-ii linuo, fieare {)
enlatada para re.|ionder a quesn me pedir novas re
Vine. pitit nao Ihe dsiraulfl que o aclio hornvel-
inenle desliaurido.
i lie o ar de Tai is, diste da su/rindo Iri-le-
meote.
. Mitin dar .ollar logo para o tein deso
familia,
a Nao posiu, e,;ou exilado !
mas o ar de Tari-ii.io pojados prinuiros momentos dados
liasllo |>arere.i ir prazei .le abracar o pai
lerroaoo-n sobre toa tade,
Mas, nao lenlio Miisiibilamriile nala,
dista a mancebo, o Vmr, ,e ataatta
mente sinlo alga ".i ladiga.
Ieix.i- que eu la traga um medica
n alegra pul
le in-
iii. a
ni razio.
pai,
S.'.-
r*< Vule Oiarinn. 2IS.
Irega. se qill/el ; Illa avisn o
ilnenr.i nAo he da aleada da icieni la.
Mr'. deCoariri ealoa-tc, e no dia seguinle levou-
llie Recamier.
,1 doulor etaniiiuiuo mancebo -em dizer urna pa-
lavra, lonloii-llie <> pulla, evmiiiuoo. Me o jiedo e n
Ftlomago, e depois filando tubr.- elle i.m nlhar pene-
Irante, perguolon :
Darme beui *'
Ileilo-me redo, o levanlu-me larde.
Dorme bem .' repeli n doulor impassivel.
ll moros pooco dormem, doetor.
le, c mando sempre buscar alguma coas* quando
nao pinto fura. i
Oue cou?a '.'
De ordinario urna sopa gorda.
E o rapaz caln-M como (alinadu p.u e
rogatorio,
Que mais .' insisti u ineerrigivel
ga.lor.
Ja disse a vossa senhnria que alo
milan.
De laclo, e he esse sen ordinario...
Isso rae basta, respundeu o mancebo.
O doutor levanlou-se. dizeudu :
Eis-ahi opiiino rgimen pata um liomem de...}
Vinle e Ires anuos, disse Mr. de Couilel res
poiidcndo rauda pergunla do medico.
Etn ergueu os hombro., lontempl.oi um ino-
menlo o rapaz, I depois sahiu seguido de .Mr.de
Cuurlel.
Ello (em alguma eousa qui, diste o doulor
indicaudu successivamenle o corarlo e a cabrea,
quanilo a porta tchou-te apiis elle*.
Assim o recelo, disse Mr. de Courtel
raudo.
Sabe o que he ? perguntou o doulor,
I.ma paialu contrariada.
E pde ser i(isfeila ?
Talvez, responden o p,,i ,ein hi-ilayao
Vossa senlioria obrar! como entender,
doulor repentinamente ; mas, lembre-se bem de mi*
ibas palavrat: a docnca de seu Dllio he murtal, e
a medicina nao Ihe pode dar remedio.
Depois o doulor sabio sem querer oavir nada.
liaslao, diste Mr. de Cuurlel vallando o apo-
sento do lilbo, partiremo* amatibis !
Ilenriqneld.
Olanlo Gasllu chegou, ortiva quebrado de fadiga.
Recusara obstinadamente repousar no raminlio, e
pastara ileze-eis horas em rarrugein. Tur iso a ro-
bre alacou-o logo :. sua ebegada, e o pos na .ama.
A noile seguinle foi asilada, rile pe-lia llcnriqoela
Com lana instancia que, apenas .un uitu- cu, |fr. I tasponileu
I de l.ourtcl enliou no sen e.uio e dlrieiu < ... col- '
. Icgio.
Senhora, diste eHe a Rranra, i.i Ihe levo a vi
suspi-
ilisse o
angina
A angina evclamnii
livesle angina, Ileiirtquet
o mancebo com susto,
de ; Eslella servio de madrinha a amiga, e o len-
le foi o pa Irinho de (",a-tao De noile urn esplendido
baile reuni as pessoas priucipae da eidade.
No momento era que o calor era extremo. Eslella
que aeabava de trabar rom o lenle entrnu em um
bello cainarim forrado de camhraia sobre fu;ido rr
de rusa, uqual lazia pule do aposento dos jovens
esposos.
Ouanlo serao felizes I disse com um suspiro
seu BBVnllelro, o qual a seguir.
Eis um suspiro que me causa Indignarlo, dis-
assembla daquella provincia, e oulro, um exemplar
impresso do mesmos artos, da se-ao ordinaria des-
le anuo.A' commisslo de asiemblas.
Ilenriquela, casada lia ora atino, est em vespera
"le ser mili. Herida em Taris, onde seu marido ae>
cupa uina bella posicao, e seos pas foram viver jun-
to dell.
Casiao succedeu ao pai nas funrc.ie de cnllcclor.
O senhor meslre, emlim, lem delinilivamenle di-
reilo a esle nome ; pota nm anuo depni, do casa-
mento de Branca, ella casou com a senhora Mus, a
quera esla cedeu sem condiccoes; seu eslabeleci-
nienlo,
Em urna bella manhaa do mez de maiode I8.">">, foi
. se a joven viuva rindo ; na verdade, parece que o aniioiieiado a madama de Cuurlel o doulor que le-
oim, r.'s|.oudeu a menina, e leria morrido se- i senlior inveja a lelici lade de sen amigo "*~ ""* '--'.....----- ".....
nilo fosse a proteasor*
Ella :
mos vislo por tantas vein figurar no-: i historia.
ebegava de Taris, pota tambera deixara a provincia
alguns anuos depois ; mas, chamado para ama cou-
Enlln laineulo-o, e acbo que lem razan de sus-1 sulla em am caslello vtzinhn, viera i eidade para
pirar ; vislo que n.; i lia mais "le urna Branca no lomar a ver seus auligos aio.gos.
Nao invejo. senhora ; mas quizera 1er urna fe-
licidaile igual a delle.
o duulur assim o disse.
Ella : mu unir.-ii Gltlls com voz quebrada.
Imaginaiqneella deu-meo emtico ; cuidrTque
era cousa mu dillicit, poi Indos licaram lorpreaos;
al miuha mi dista que nao leria ousado. Tela mi- mundo !
nha parle nao me leml.ro do que ella ra- fez. ilota- i Oh '. se baslasse adiar a felicidade para alcan-
me lano a garganta '. Mas, quando o doulor veio, Canei-I*, a minha nao me darla cuidado !
disse: \ me. salvou-a Deveras:' mas isso ja be algoma cousa, se-
Collada disse basteo abracandn-i novamcnlc. nhor.
Oh 1 nao lamento minha doenra. Sua Co ami- i Sim ; poicm sou ambicioo, e miuha rdicida-
inada Desde enlao durillo na alcova da prol'essora. "le esla a lal altura, que desespero de alcanca-la,
Afl se soubesses quaulo be doce dormir na sua al | ella nao der alguns passos para miin.
cov" Enlo ama a urna princesa 1 disse
O maiicelio fez um muximenlo. viava brincando com o leque.
Tu s .tires, meu irmio, disse llenrii|ucla. Cem vezes mellior, senhora Amo urna mu-!
Ob nao, querida irinaazinlia, falla-me : las Iher nioea, bella e adoravelmenle boa : in-s, ah '
palavra, dlo-me tanto allivio '. ella herir, c eu nlo teuho oulra con, a oflereeer-
loilas a imite, rouliuuoa a menina, ella abra- Ihe sen.i i um nome sem macula, c meu amor sem
ca-me a lace para la(cr-me dormir. Cbama-mr limites !
sua querida lilbiuha. Mas i Nunra le chama -ua irinla'.' perguulou Caslo. i deslia be lambem alguma i.nusa a vista da fatuidade |
Oh : nlo, ate reprehenden-me um dia que ihe I geral ; e se eu aslivetse no lugar de sa.....Fdlddade, I
del ee nome. | dara os passos que o scuhor pede, aiuda que fosse |
sabes porque smenle para reeotnpenaar orna qualidadc tan rara.'
au, di-so Ilenriquela liesilaado. l'alla serio, senhora '.' Diga mais uina palavra,
Ota tu u tabea, querida irmlaxinlil, dize-me e eis-aqui a felicidade que vera !
por favor '. Eslella era mol leal e mol amorosa para ser por
palo ei, diste Ilenriquela, mas. parece-me Intuito lempo eatqnilha. Por istomadoa logo de lora, I
que ella nao qoereril ser la irm.ia, a islo he moi e disse ao mancebo elcndendn-lhe a mo :
siugular, pois aiua-le muilo. Senlior lente, o amor sem limites he sem- i
Ella 1 o disse ? I pn. recompensado.
i ."T.o'u' ".Ti'.","1 "iSV,: !'"'rl"""" """l" I"'111; Ah : Vmc. abre-meo co eiclamoo o taen-
do aquella maldito substituto fez-,e cahir doenie ,P el.,,,,] dejadnos.
Branca, veoha vei o que se passa em eu ra--
Oo amavel he vossa senlioria, por lembrnr-se
ainda de mis disse Branca cslendendo Ihe ambas ai
inibis ; traz tambera boas noticias de minha querida
Ilenriquela'.'
Ah: senhora, respundeu o doulor em lom jo-
, rusamente piadoso, eu esperava ter esso prazer, a
e com essa inlencao fui ve-la na vespera de miuha par-
! lula. Acliei-a gorda, rosada, e bella como sempre.
joven i Uei-mc presu em Irazei-lhe esta boa nova, c a pri-
meira peoa que encontrei quandu cnlre aqu fui
ella mesma, nu lal qual deixei-a anlc-houtem, mas
tal qual a cnuheci ua i-.ladc de nuve aunus. Ta-ina-
do pergoald-lhe como e cliaruavi. Ilenriquela
de Cuartel, responden-me ella lateada ana reveren-
cia de nulr'nra. |-:pcrci que madama de Cuurlel
me explicarla este prodigio ; a acho-me diaule de
madame-ella Branca Derby, qoal couhecia ha auno, e nao cnvelheceu um s dia. Agora, unta*
ra, concluir) o duulur a|iresenlau lo a Branca a mao
s-m luva, laca o favor de morder-m* a puntado
dedo, para que eu saiha e dunno ou se etloo acor-
dado ; poi ludo islo rae parece historia da Mil e I
nava noile*.
Branca acolbeii com urna rizada cle madrigal im-
prov s.do, e depoi disse :
rilo dt referida le.S. R. De i/irerso. aMaWe*.
.i Artigo. Os imposto, i......I a ates de !& |->. I-;,
i e 'ri do arl. u. ^er.m cobrado do raodw sau.nntr -
S Io O. .lucilos de exportaran serlo cohraifa-
na razio de 7 por rcnlo. deade o I" de janano d-
IH.*7 at o lim do anuo linanceiro de IH'iK a MSB.
UPA laxa "los e-rravos fica elevada dahro
dn que actualmente se copra.
tj :! Nas ci.1ad.-s do imperio. ni qae alr l.;-
a iiiipn.to de que trata n arl. In, I do regulasnrn-
lu de l'i da jiiiibu de IKI4 lera islo cobrado smenle
ua razan de 20 pur ceulo do alnguel do local o4c
eexerre o angaria uu prolistao, rohrar-se-ha aletti
des-a sjate, oulra lila, segundo urna tabella ^mt a
governo lira autorisado a orgaoisar e a jo.r em ete-
. u...... lomando por base a importancia de cada rla->-
se .le industria e prolissao das romprcheiididas aso
mencin.ido recularnenlo, eicluin.lo aqadl.rs indus-
trias oa prosscs que, p la pequenhez de seas '.- I
ditos, ni.i llevara ar -nlirerarregtda com ela qu-
la lu.
i Paco da cmara etc. Un roaam-'-ei *V /-
:rndi.'
n No lim do ; :l* do artigo addilivo ra "-ii.-
so arcre*cenle-se :Esla tabella aera sajeitt a aa>-
|.rux*cao Uu poder legislativo no |rinripin da prxi-
ma asante, e quando l.'.r apresenlada a prafioata da
fazenda : ma asta posta cm etecurao e o pealar le-
gislativo a nao tiver relormado ate a tira da raer a>
mai.. da .lila sc-s.to. Da ramm/saao r /aretrata.
- I i.-.i triplicado o imposto sobre eae> a raai ve-
liu-ul.i- de i-..n.lui-1-ao nesla coi le. El irapwla >
ra' arredilado |ielt llie-ouro a en producto rntrr .
gue a' cmara municipal, qoe o d.-vera eraj>regai
exclusivmenle em eslen.ler calcameal* r*r rail"
de paralleli|iipedes e em conservar aa calcadas exis
lentes fcitas por aqoclle -v-iema./*'. it>loriatte.
o i > governo lica aulorisado para naraear orna
coinmissao de eugenbeiros e naluralrslas qm* expia-
re o interior de algumas provincia-, deseado fazrr
rollerriies de productos naturaes para masca Bar,.
nal e para os das provincias. De rfurn- re*.
Sao rcjeilados Indos o nms qae haviam ido apre-
sen lado.
O ..re.un.-nlo pas-a o lerceira .I1-1-.1---0.
O .Sr. Patata f andido pede a di.|.,n.a d latrnl:
ci marrado pelo regiment, atara ele q .. praasrlr.
publicado nnMha nflicial e aa emenda addativa-.
snflra amauhaafnrsmn a disros-lo que Ihe falta.
He approvado.
Entra em discusa a retoloean qoe antsrisa o *-
Temo a de-pemler ale a qoaulia de.....cata *
inlrodorclo de colono.
(irand numero le depulados pedem a pdtvra. e
a maior parle a fator.
O Sr. Jutliniann Rocha rompe a di-coae mttn-
do contra.
lie sem dovida de estranbar que s-n-t. a l.lla da
braco, nina da, maiores e mai- remoliendas dil'i -11 i
anda* rom que lula o paiz, cuja fonle principal !>
riquezaa agrirallura, por ella e acba tiameni
aiiirirala, venlia n orador, represenlanle 4* urna
provincia que mais tem a -ollrer par -en.-lhaale tal -
la, proniiiiriare 1 oulra um prnjtdo. qaw l.,u.. .,
ao governo os meio de acudir a ee mal. C.m ..
seu voto purera nao pretende tirar cavtvee na
meiosde qoe uece,ila para servir ao interr*te* l"i
blicos. ti que rile quer unicaraeale be qoi e--e.
meio sejam convenieulemeiile apraveitadas. Sa a
quanlia que designa o prujeclo lem da ter apedreada
iinicaiiieule au eslabeleetmenle de una poale de m,
ro qae una os porto de IIembargo e Trieste ,.- do
Brasil para qae pa-s.-m |.,.r ella osexcrdenlea V pa-
pulacAo allemaa, de |iouca vaalagem peder' rd..
servir ao desenvolvimeiilo da nona aericollara. A
popularao eurojiea que e quizeste em presar na agti-
cullura como nos a temos aqu, adiara meara a.
seu rontioenle Ierras nlo roteadas. Nao lie j.si. tt-
so que ella ha de vir baraear oalre naja. Alean di--..
exislem anlagonismi-s moito sa-rios entre a aifleren
le rara, e mnguein deve esperar da rnnlralerrui..
de aniverttl o esqueeimenlo desees anlagom-ra.-.
Nos somos os deteendenlea de raes paclegaeza ;
ora, niiisuem deve pensar que a rara do norte da
Eoropa Iriiha as que liram ao sal da llalla csaata
toas irmas em inlellicencia e estancia de barata.
Iialu d iilu '111 la. les mu do giave: aiii esta' o exeau-
plo dos E-'.-i I.--I nidos ; om partid* *e le* levani.-
do ulliinameule naquelle paiz, e ha o partida iwm-
nal, querendo a eicluao ab-olula da catana.
O meio que n orador jolga mais provoila-w aa re-
Oh disse o doulor a Branca depois de abra
e.u cor.lialmcule o marido ; eis aqu ama Pn*n*e
que nlo contentno-e de permanecer o menta : dle
esl a meu ver moito mais bello.
Cnivenbu, di-se a mora, i.a-1.10 era anda ra
paz quando casou cmigo ; linha o direil > .', .re.
cer ede embellecer-sc, e u-.u de seo direilo ajae-
zar dos cuidado dome-diros.
A **aa re*|ieil*, responden Caslao, BatatBtsMsM
colindo rosas ; porque a esposa camprio tada a
promessas da dnuzelle, accre-cenlnn elle abra. ai. I
a mulher, a qual enrou branlamente o di.- ;
Veja que ligara fariarom em Parit !
'lem razio, senliori, disse o doulor ; bqoe en
de esla, e como esla ; nene* se deve tentar -
sorle.
>esc momento aununrioa-se Mr. Dapnnl. eu aa
tal o enhor meslri-. Era seu dia de lanlar em r.a
de Branca, e desde dez auno o velbo naar. tallara
urna s vez.
Ilouve enlo cnlre ess qualrn am sim tcHdh atoa
r .nversaran delirios*, qae verson qua-i uracali .,-
I.re o p.i.-adn. I.i-.ni.r.ie .'... I.erabra- r '... I..1
era a pergaula que se Iroeaxa iacrs.aal*raenle do
quatro Iad.s da nieta, ernquanto a jovrn Ilenrique-
la r illor i.l.i junio ao pal ouvla enm viva u.ier.- ...
lodo quanlo se di/ia.
Ah qae bain lemp dizia u-piran l.i ., e-
nhnr meslre a cada Icrnbranra evocada.
Danlar, dina Branca .ie rr|>enle t.-naiidn a
vclho, ale agora voa senlioria lem club ranaa l-
lo, que o senlior meslre be hornera rorleilo. \|...
deeiigaiie-.c. Ea .. d.-nuiu u. otta* Irm am dVIer '
lo capilal.
E como "i arcuado a enr.iraxa .o... .. n-re/.
dor ao ma-ina leni|>n, ella ( milinunti s .rrindo
Sun, mea vedio amigo, asigna-lo par* qae 1
r 1 penitencia.
Se elle oflaule-la. --nliora. r.lou m di-iM.) a
arropen ler-*e. di.-c .. velbn rom ar humilde.
He ingrato.
lie verdade que minha Ilenriquela assemelha- Ingrato ea evelamou o basa h-anem |wn b-
lilaos, e |.re-te. a chorar.
Corra d manilla ao enconlro du aenhor meslre i>a-
ra ter logo noticias las. E ainda e-la manilla,
qu.ndoiiiea pal dsse-lbe : eve-ltie j.i a vida .le
Vmr. p-.de salvar ineu Aillo, .. ella
'. a Srguir-nos, dae
ranilla lilh
|.erigo de
pota lle-
mr'lf'iii't
donzell.i
leque miuha I'la de minha lilhu. Meu hllia .-!. ro.
' morle, se Vmr. ma ierem nosto sorcoin
rainier ili-se : ,*wo doenra lie mortal, cu
nao /Ae pode dar remedio,
Oue |tMfo eu fa/ei, senlior diste a
rom voz commnvida,
Venha comino, tanhora, lalvet ellj Ih'o diga j
p.u ha muilo lempo que a n;-i e eu Miamos eirloi-
do. de ana eonfianra.
Branca nao resp.m leu, veslio apreasadamente llen-
riq'ieta e sabio.
Chegjndn eaa, .Mr. le Conrlel deixoo no talgo a
le 1
0 1.....1 pal, <-. di* veio eomnosco.
-- Branca ella e-ta aqu tuapirou liaslao de
maiando sobre u Iraveaseiros...
'.loando toi.....1 ai, um hraro Hevivel
nha-Ihe a cabera, e nula Inania mo entoga
1 Irunle ; elle erguru oa olhos, e vemln a Branri
o cootemplavfl com amor, diste com voz dbil
Onde eslou en '
Nos bracos di la mull.rr, re-:pr.n.leii 1
aperlaniiu-lhe a m.
...uin;'i' "lias depois re|ehro,i-ae cun grande [
pi o c*.menlo de Mr. titallo de Coorlel rom
dame.,11.1 Branca liernx-, Osanbor medre coi
7in a noiva, a qual radiara de belleza e de elif
que
inai
im
n 1-
lu-
marim, dtase tiasteo, o qual manbrava 'le-.le ama
I hora para allrahir ah a tntiltier.
A |iobre mora entrnu sem itearonliani-a mas,
I qu.ii, ln vio o lenle aos pos de Eslella. a qual .1
tijn loiiaVI Ihe a. m.io., disse ,1 amiga :
Oh! faxes bem elle merece ser fliz, ama
lauto un meu 1,-i-t.i-i.
A- deas mulberes abraranm-se emquaiila e imi-
ta aji.il.iva a nia-i do leiieilte, indicando-ltir a porja
! rom n nlhar.
Este comjiiclienileu. apiesenlnu n braco joven
viuva, que sorda, e lodos sahiram da eamarim, cuo
repnaleirn rerahfn atrs dellet,
pilo
Dei annotse lem pastado depois do cathmenlo de
Branca, nromplamenle seguido do ,i- E-telta e do
de
leuenle. Este escolenle m..c<. tem-e adiantado ;
la- ; nium in-l j agora os gendarmes do depailamenlo.
e a.lmiravelincnle a lia e madrinha : mas que urna
mulher maior de irinla annos teja abMlntemente a
; meam* que aos vinte e dou, chai o doulor. he musa
le que vossa aenbona diflieilmenle peraoadu, mes-
mo a miin, que mata nteres** lenho em erelo ; e
es-.* para-lux., tem o dieirode Tan-.
I1. ir pars '. EnlSo dr-preza 11 mnilo, senho-
ra .' Tuecp-me que bou ve um lempo cm que o ama-
I va m.......
i.'-i qner, doul >l nnd* estimo' I....... ah he
.no-a patrn, c .. dez son* do felicidade que ....
bam .te pastar, me reconciliaran! nteirafnente rtnu a
provinria.
Entao Taiis n.. tornara a ve la .' Nem ao me-
nos nina viasem para diverlimento i
Deque serve o diverlimento, a qoem poasue a
febridale' lia om hospede retesa esusceplivd:
quem sabe a en turnara a acha-la quando vol-
lasse
Ainiahe a memi disse o doulor bsijan.lo-
Ihe a in.m.
Nesse momenlo enlrou i.asln.
Ingralu para rom a Trevi.lcana. ar. te-ren'. 1
logo Branca. Parejee evada a rala ananaaaln*) p*a
sato, rusia na primate Enirri..rii, 1 .,.->,.
que lauto para Vntr. romo laranura. o prsenle b.
in-lbor do .,ur ,. pa.-a.l... lem un,a 11 ullie, etr-| -
lente 'le. .. aiiiini. ..ion 1 mu meu.u...
II vei lade di-e u vrll.....1.pilando.
lie piopiiri.nu d<- um eratMBB r-ial.rie, teaastto,
ni qu il.....ip.va uini |i,..i,.ii scrundaria. na.*ja-
llltnu uenllilill rean ,ll-lilo. Oue lam.-iil., eul.,,,
Cu vi. a \ me, lo la- ,.- .|i.-, dame o v. II,.. .,.,.
ph-sinrnle.
Branca enternec '. pal -u< m.i" delirada da ,
lila n-sii t.i ,|uo ..;i si'lti, almajo .'..lava l. !.,> ,
r depois volt a la- para ttoaate d*a*Ms*l
Qeeresq......letei -. eaaan de-ar-nai
Bem ti qa* elle ha petrieUa, ,1. aaanaaltn.
rindo
i <,- a jai a ni .. ralumn.i. 1 u.laad -er .
male tcenla ; coi, lu., (tanto
I IM

ILEGIVEL


DURIO DE PEfRliBUCO SEXTA FEU 10 DE CUTUlO *i itbS
o
corso do governo, he a compra da terreno* Ja ira-1 deslcemenlo a em campo lau assassiuaram o pov.....ao uu nonio de lornar a nreside
MlhadiM, que depon de coiiveoienlemenledivrfido*, |......me, q... p.g ,, .,., **ngue u crime Je nao por melbaales aro.....eimentoa
seiau cedidos a quem os qm/rr compra'. *>ra uiriu- j vid 'i n., ohap do g
SVIOIIU |i..|,i SU UU aquella i ..ca,'. I.-i' ..... '! la
remediara' o grande ^iui<,.i -ri que a lau-sa urganuier
cao agrcola o|i|ie a diseemiatjae da propnedadc
i oral.
ncia respousavel
Oulra dirercdu que u,i seja na, dada aos recur-
sos que se volara, uau sera' no euicu.ler do orador'
de p.uv.ilo alguiu.
A discusi.io lie tdiad p;la bora. ()
CEA KA'.
O CiUKLNMi K AS EU;ii,f)ES.
Barbalha,Jvttla nlla os Chimangos, ub a direc-
.do do em icaiuano J".i. Brigl io, disiiugbimtn-se em
I n-.i.iia-, izeram piuesaa, insidiado. ;i,lo Sr. padte
l'uinpu, i|iMk'Jkrrce au ler udo oulru llm an sua
viagem ..o calillo. sendo dlspu-tos para ||iteien> a
oleuj.iu a toda, o transe ; utecedeuicui*a clles iwWfc-id j** declarara*, ein forma re pro-
lisio, da que ale comas armas"' as raaos a dispula-
riam.
vu acreditamos em lal declai.icao,mas iiifelzmen-
lo riles dIZiailt a Viril.de.
Na veaiierasda el*i{ao deram um janlar publico,
c hueve umeeuling, aui que os inais subversiva
principie* que proclamaran!, que eia lampa de eleicao limo era
licilo ao puto linar, pois que uelle resida a sobera-
na laquea auluridade publica era mlnisa nesse
da, que nao bavia cfinie eui laclo algum ele.
No da 7 reunindo-se o eleilures o juizde paz para
proceder em a elen.au, u subdelegado clnroango iulo-
lerante cercuu a igreja com cenlo e lanos bomens
armados, que mandn vir da riacbo da Brgida a im-
peda que o juiz de paz organsaise a mesa ; inves-
tirn! contra o escriv.io de paz. arrebalaram-lhe as
peooaa da mito, jugaram os Imleiros aobre ponen
du no-so lado, e assim ludo barulharam.
O Joao Biigi.'o accomnielleu o vigario para dar-
llie com una trunca, e uulro raagaram na. maos do
mil de paz a le de eleices, e uulro lana quizeram
lazer ao livro da qualilicacto.
(J nussos amigos a-.-im coaclof abandonam a igre-
|a, que tica sendo oceupada durante lodo o da 7
pela torca brula. a qual evacuando a villa uo da 8
dea eulao lugar a que o juiz da paz se dingisse a
inalnz com os eleilures para pruceierem a eleicao,
Uiz-se que o chimaogos lizeram toa eleica uo
da 7.
Eulao sao as autoridades do uosso lado, que vio-
leui.nn o vol do cidado ".'
Sao as autoridades dt nosso partido, qoe sao ins-
iriimi'iiios de cleii-.m. ou aa du partida do u Cea-
rense '.'
lie dcsuppor queemvisla do que occorreu na
li.irli.ilba u Cearense oao se ilreva luais dizer que
u governo conquiatou aa eleirues, alias ser desmen-
tido pelos Tactos.
Eis o que d'alli nos diz um amigo.
Barbalha, 11 de aeteinbro de 1857.
Os chimando- pelas hriinduras, e demoras do nosso
amigo Jaguaribe enleuderaui dever apparecer mais
lories do que coslumavam apparecer ; e Maim o li-
zeram. O Joaquim Araujo ameaeava aos volantes
com prucetsus e pereeguicoes r'suspendeu ou demil-
lio lodos oa inapeclores de quai ttirau : Anluniu Ma-
uoel, Jos Ribeuo e ootios por oulro lado nnpondo
e ameac,andu, assim como o grande Camello.
No da 7 du corrente, as j lloras da madrugada,
foi o povo desta villa acordado com 2 tiros e um fu-
gele, que aiuiL.li,mu a entrada de Joaquim Araujo
com urna forsa armada, o que leve lugar as 7 horas
do da, e logo que checaram foi cercada a casa de
Manuel Kodrigues, a pfelexlu que nella bavia ar-
mas.
Xesse cerco se achou o Joaquim de Araujo, seo
SOare Josc Kibeiro e Juan Ungido, que grilava da
calcadabol apolla abaiiu. Eu va a desorden!
in.mim.mie se n.lo fusae o preshgiu c prudeucia de An-
tonio Joaquim, que couseguio, com muitu cusi, que
i.ii aiienia.li, senao levasse a elleilo.
Serenado o barulho du cerco da cata, romos para a
igreja alim de proceder-sc as eleirea ; loga que ebe-
^.uiios lai corrida loda a BMM gente para ver se 1ra-
1 arman, e com pouco enlruu a delles que eslava
rere, nao sendo corridos e accoramellcndo a matriz
de diurre.sendo da lodo ble le-l.-munlia o delegado,
que eslava quedo mudo cuosenliiido lodos esles de-
-acalos. >6 loga prevemos que bavia barulbu, mas
que lazer t Eslavanioe cercados pelas Caifaie, e
cnliegueaa Divina Providencia. O juiz de paz de-
I irou que io proceder a eleicjfio da mesa, fez a cha-
mada dos elcilores e so rompareceram 4, que foram
Antoniu Joaquim, o vigario, i.lu iiquiui c l'acjfcr,
deivaiido de apparecer o uulrus com Uaedd de serem
vielimas. Sabio o vigario c Oiiinquim para a mesa,
lu^u o subdelegado e Juau Brigidu lizeram uro alar-
ma para qac elle uiio loirussem assenlo, mandaudo
chamar a Domingos Prenle, o qual aleui de nao ter
acudido a chamada e estar mudado para as Catingas,
deciaruu que nao poda fazer farle da mesa, por
estar doenle c relirou-sc ; mas os turbulentos acla-
uaram u Pacifer e o lal Domingos para ecielano da
mesa, porem nao lomaram assenlo.
Passou-se a chamada dus supplenles para se divi-
dir as turmas, logo que se chamoo o priuieiro que
era o Nazareno, o Jo3o Brgida grilou qoe elle uSo
poda lazer parle dut eleilores suppljnles, o juiz de
paz fez ver com a lei, que ella o nao prohiba, mas
i subdelegado arrancn a peona da mao do eicnvo,
c apparuceu a periuilMc.lo: u juiz cbamou por mul-
las vejes i urdem, dingio-se ao delegado pe.tindo-
Ibe que cunlivesse os turbulentos, a resposta fui que
eslava uuviudo, e o que bavia de fager seelles seoao
queriam cunler! Nessr caso, disse iTjuiz de paz vou
adiar a eleico para amanhaa, linda* estas palavras
uriluu u subdelegadolome-se o livro da qoalilica-
;auavanraram immedialamenle oa Brrelos au juiz
ile paz para lumarem o livro, o que nao consegui-
rn) poique o vigario ajuduu ao juiz a suslenla-lu,
oo Anluniu Furlado arrebatou-o da uiao delles e
ucu a oulru que o esroudeu.
l.uiivem dizer-lbe que quando islo se passava esla-
va urna forja de cenia e lautos houiem armados poj
delraz da Sania Cruz, por mandado do subdelegado,
o dizem que capitaneada pelo Camello.
Desapparereudo o livro angmenlou inais o boiburi-
ulio, e prupuudu-se uossa gente a sabir, o subilele-
rfadu apresenlou-se em frenle della dizeudo. U'squi
ninguem sai a vigario disse-lbe, porque nao have-
mus de sahir '.' e fui pruseguiudu para a porla prin-
cipal da maliiz. onde so acbava Joao Ungido com a
Iranca da dita poila.ameaeando dar-lhc, e dizendo-
Hi-' pai.ivras illiunl.isa- ; fui desla forma debauo
de improperio que sabio a nussa gente da Igreja.
Na dia S conlinuaram as eleirea em paz, porque
nschiraangos lizeram um.i cuus'a a que deram o sa-
me de den-Oes, na qal o Severiano Kilueiras fez o
papel de juiz de paz, que ja foi ha 12 anuos.
No Oaio nada lizeram uo primeiro dia, mas cons-
eMa os clnmangos da derrota aiandaram no segundo
di sacudir cdulas denlro da urna, e loso o Secun-
do, irinao du K-lisbunna puvou um puuhal para o
delegadu. e ferveu a pancadaria pos soldados, dei-
laudo Ires cabidos por raoilos, 8 os oulros vendo-se
perseguidos de pao deram tre- lnos, do qoe resullou
- inorle de um liomem e a peroa quehra .a de uulro.
tratando da eleicau do Calo, em um oulro arligu,
axpatMiea bel e minuriiisaiucnle os aconlecimeutos,
i|ue all se deram pur eisa occaslao.
hubmellcudu-os assim i prejciacau do publico,
iiu nao prevenimus o seu juiz coiilra este ou aquelle
lado, e se livemos de nomear alsdns individuos como
o .Sr. padre Pompeo, Dr. KatisbiUna. e seu irmao.
' desgranadoSecundobe porkue sao elles, em
verd.ide, os aolores da desordci do Cralo : sao
elle que sacrilicaram os amigos ijicauloa a sua am-
brctt ;ellesque prcg.ramau puvb doulrinas incen-
diarias-, liles que arraslaram-uo ale o -phrenezipoli-
lico ; ellet qoe nao Irepidiram aiite oprojecto sacri-
ano no templo do
tremeram na exe-
lorcs, nao avan-
.. u,einpjraneo piren, pa-.oii mnilo nlom ,|.
roipoH a l..rc,i iiulilira, r.immau.lada em pal- I lods ,.s calcule* e previsoe* poasiveia Elle foi as
clitle o Sr. Pompeo, que espingardeou o | ll>perboles,au drama, ao. etee**u* de bul* ordem.
Qua*i qu- eslivami. pulanlo dispensa.h s de di-
luram aui la os amigos do Sr. Pun- | zer mam algm.i palavra sobre laes ac iiilecinieiilus.
pavo.
No Canindc
peo, o meamosquaaeeilam boje a sua candidatura
|uic o.e rjrcula, que rumpeiam em vivu I gu o coli-
lla us tcua adveraarioa e cuutra a auluridade publi-
ca ; abi nao I.ana forra da guveroo, como aleivusa-
meiil diz u CeorMi, e e-la circumlancia o
ainmoo lecurrerem as armas para vcucerem a
ili'i^Su,
I o pan uin runipiineiil.i dos assassioui e desor-
dena sonlra o povo e coiilia a auluridade publica,
qoe eSo iuilia forja para repelli-la.'ludo islo se
pasaa farn da Igfep.
No Cralo porniu cato he oulr. e n> igoal cun
'eljaj aos ajenies, quo Cmn no Aracaiv a Carnu-
do foram os amigos ilu t'roraina.
Aani ao o.-s.V*rmelbodi a)f. t'ompo, que por
aa* inainMC/oM e por praptie* inslinelus, accom-
mellem a dez pracas, que eslava,ni de guarda as
poiia,da igreja'.... e ah, no reeiain da malrix, der-
r.imaia o seu sangu-, com o qual pagara ocrime de
preien.ierem garanlir a ordem...
Horror honor !
Ualdico elerna, upprobrin e iafamia aquellas,
que ou recu.im ilianle do saugue para salisiazer
suas damnadas ambicoes !
Ei u (rele da nagam do Sr. padre Poiupeu ao
cciilro da provincia ; is 0 fruclo, que colheu u Dr.
Hiilisbuuiia du seu umeenling ; eis o resulla lo das
proelaiua^oes e cai.c-s palrioliea* qoe publicara o
Araript do enercumeulo Joan Bria..... para, insu-
ltar o povo,
.M..I ln_,io sobie cite-.
Cerlameule esses aeabore, nada bao de sollrcr da
jusilla publica, pnrqne assim ja acinlereu no Ara-
caly, c Caunde : poiem a saugue das victimas do
Cralo ser u.n Imnenlo Horno para essas couscien-
cias, se he que ato capazes de ramones.
Desle nimio respondemos ao Cearense com mala-
gata ; mas.perguulamus amia, a discossSo assim be
conveniente '.'
Vamos agora muralisar o artigo do (edreni:
Multa ameara, moilo ranear, milito odio, muiU
mei.iu.i, e nada do laclo, e em summa o que se ve
oo (rafiiie, uo obslanle a simples leilora delle
uos convence de que foram us seus amigus us autores
da dcsordeiu
Com ell'eilo ; uma peca, em que diz que a presi-
dencia emhalou.se com os gemidos das victimas ;
nina peca em qne depon se confessa que o governo
deia allligir-se por semelhaule cala*lropli>' ; uma
pera era que se pin.lama, que nunca ao Brasil se
produzraui (cenas l.ln dulorosas, qoe estas cenas ex-
cedern! inearao as de Cantado, c s de S. Jos dos
Pinhaei ; ama per-a em que e diz. que aquelles lac-
ios nao serflo punidos, porque au ha juslica no paz,
porque a mciedade esla fura de seus el 10, poique a
polica creada para a defea do culadaulie a mesma,
que o governo poe a diipniclo dos parlnlos para s-
pingardear u ciliada ; uma pee lal, dilema*, des-
ciuceiliia la pela forca do proprio excesso, nao lem,
nao pude ler uma reapoala seria possivel, porque na.,
Imn, ou pouco inereciraeulo pude ler aos olhos da
homeiii riiciinsppclo.
Enlrelsnle. a. cabo de ludo ha lagrimas, que
cumnre rniogar, ha uma dor.que eampre respeiiar.
Em visla de nina esposa, que se debrug subte o
lmalo do esposo, poique nao procurou o coulempo-
raneo lraze-la presenca do governo, por cima do
cypreslessim, purm na., pelas ereda lorluos.a dos
odio, e do preeencau do. partida* '.'
I'** que macular as lagrimas da viuvez com as
feses dos partidos'!
Oh lira-* proveilo das colisas mais sanias para
cevar-se a paivo dos hnmeiis !
I' na que jomarse com a inexperiencia dus manes '.'
Perde-nos o cunlempiuaneo ; nao vi- que por
e-le mudo esla iiiceiiciandii a provincia em nina po-
ca nuricada de dillicuMa.les '.'
Nu ve que esla quebrando impriideulomciile a
forra moral da auluridade ; que esla fazendo um
grande dosier Ico aos seus i'onril.id.los 1
()ue lucra o Cearenn era lornai o governo com-
plico pelos desvos .los liomena ?
Nao v que esla lctica nao pode calar no esuirilo
dos bomens illu-tradoa, e que apenas pude pruduzir
um Irifle elleilu sobre a mullidao.
Sera por ventura mullo decente, e muito legitimo
pospor a patria l sugsesles indomilas da inimiza-
de polilica '.'
N3o senle o Cearense que be uma espada de don
gumes essa. cun que pretende feri
nossa o|iiniiio cerca do Sr. Iir. Joaqu{in[dorado a bralal. aipiram tulaasorte de
Cmiralves l.ima. o porlaiilo lie ocio.so diz-ir- \ C's "te* solaiuasdevassos o impos, va<
inos que seiitiinos a mu.l.i 11,7.1 do njau'islrail
Cuja illiislrai;."n mais do lima OM-aMilo s(l
coiiini-nos.iHiiaiuIo neis l'alhuv.i os (nucos 1
cursos a nosso dtitpor
Pessoa ujue nos merece mu i lo coucoito, io
nos informal i"n-s quo nuitj nos agradara
do nosso novo juiz a,-liiifito, ecom taes i
foi nai;es es|n-raiiios une conlinuaremos
inlclligenli' e jusliceiio.
ler juiz probi
l.e io/i rere.
Curta particular,
ii.idera- 1 lis nao deixoo de sr
infeclus, Ion COrlO que a mesilla SI
escndalo de um sociedade de V. S. o enrhera di
Di clirnnic.i raeandalesa do 1 acharo V. S. 0111 mappa
baga- o numero das peasuas al
CIDADi; OEOLINDA.
APURACO (ERAL PK.\ VEREADORES
CMARA MUNICIPAL DE0LLM1A.
Os sriibores : Vol
Caminan tanto superior Joaquim Cavalcanli de
Alhuquerque
DA
W
.,,.... ., a! .i-vpmtu'u- ifsin un *avoriio !.o-
lodoointeressedo Sr. pader Pompeo consiste | uelo, imparcial. e allamenle pronunciado contra a
em .lelender os compmmeilidos, e nesle empenlu, causa do crime, e da selva^ena?
slle foge de tratar da eleicao cala maliciosa.iienle a Ah deponha o conlem|ioraiieo us seus odios no
circumslaucia de ir esta correndo regularmente,com
a mesa loda coinposla de amigos nossos a circums-
lancia de se l-r decidido a nussa victoria de>de a
primen,1 chamada ; a de lerem os chimangos inlru-
duzulo cdulas falsas na orna ; a de ler o irmao do
Dr, Italisbanua lenlado assassir.ar o delegado, cun-
t quein parlio com uma laca de pona ; a de le-
rem sidu lernlos eom .acetadas e Tacadas alguns sol-
daJna ; e finalmente nao indaga de que lado parti
a pruvuracao, que be o que importa.
Maa o Ccarinte naoquer saber disto ; nao quer
saber si a mesa paroclnal era uossa ; porque se des-
mentira a si proprio em lodns as vezes, que lem
diln, que coslumamoa vencer eleires s coro a me-
sa, embora os volas recebidos llie deem Iriumpliu ;
porque a .ol da uulro resultado.
Nao quer saber se a eleicao la correado pacihea-
menle, e se o nosso Iriumpbu tora assignalado des-
de o primeiro da por uma inaioria lal,que au po-
dia ser mais supplanlada, vislo eslar sendo a eteiogo
disputada per qualro Iracrao. l-iu seria cunlessar
que o nosso proprio inleie-se rerlamava, que ella
se concluisse em boa ordem e que para o conseguir-
mos enipenliai lano- nussos cloioo-.
Nao qoer saber, si furam os chimangos, que pro-
ciiraram barulhar a eleicao, arremessaudo matsusde
cdulas na urna ; e nun si a mesa resolver eitra-
hir (ata* cdulas da mesma urna no caso de ser pos-
sivel, ou pelu contrario inulilua-las todas, a princi-
piar a chamada de nova.
Islo seria ronfessar as boas dispusicoes da mesa, e
o animo deliberado, em que eslavam o seus amigos,
de iirig.irein em todo o raso.
Nao quer saber si o irmau do Dr. Itatisbonna fo-
ra quem, vendo que a gilarao, que apparecer por
occaslao da miiuuiinu das cdulas, se acalmara pe-
los esbirros do juiz de paz. pela vinda da guarda
por elle requisita.!, for quem, dizemo,promovera
de novo a desurden!, tentando assassinar u delegado
de quem era inimigo, aproveilanuu-se da opponuui-
dade.
NSo quer saber quem ferio aos soldados, nao
quer saber quem fura o provarador, nada dislo que
saber ; o sea argntenlo he c-le : morreu 11 l.audim,
que era rbimaugu, logo o vice-prcsidenle he o seu
assasaiuu.logo sao lambein seus assassinos o Dr. Ju-
guanbe e o delegado Jus ajorreira de Menezts.
Sempra a mesma lgica de cnuveuieucia !
Nflu ve u c. ni. mp naneo, que a propria viuva
l.andira confessa na representaran au governn que
seu esposo rerebera o Uro, nu acto de eslar esbordo-
.10 lo com uma Iranca a um dos soldadus da guarda,
o que prava que eslas furam ubrigados a delende-
rcm-se ".'
Nan saDe o cnnleiuporoueo o que a respailo dis-
pue as leis do paiz*.'
Ol o conleruporaiifo quena que os soldados se
deiassem a-sassinar lie exigir de mais.
A desurdem du Grala au leve a sua origem na
eleicao.
Dissemos com referencia a ollaeis o fruclo da
viagem do Sr, padre Pompeo ao centro da pruviu-
cia : expliqucino-ms.
Aule-, ruuu aules da sabida do Sr. padre Pom-
pea para o nileiior da provincia, nos sabamos que
elle, em demanda de um circulo, que aceilasse a sua
candida tur a assemblea geral, au leudo sua via-
gem, seuau lina eleiluraes.
Conhecendo, a fundo, o seu carcter vilenlo sua
exaltadlo o uilulei/.ucia e os principios perigosos e
subversivos da urdem, e da auloridade publica pro-
vamos, que ludas s comarca du centro se reseuti-
nain de sua passagem.
E de laclo de mullos municipios livemos carias,
que nos conlirinaram ntsla opimau ; pois que nos
con, mu nica v.. m que o redalor du Ceareme ia insu-
flando o seo partido para uma lula de exterminio
as eleic,oes.
O rompimenlo do Cearense com o governo da
provincia de um modo la., injusto virulento, im-
medialamenle que ebegou o Sr. Pompeo, revela que
elle predisponer a- cousas para a lula das armas, e
viera cullocar un seu posto para sustentar a lula da
imprensa.
Pur esse lempo o Cearense, ora em arligos de re-
daccao, ora em commonicados, correspondencias uu
caria improvisada, bem palenteou as suas bellicu-
sas disposicoes.
A romaica do Cralo, a mais loginqua da provin-
cia, para onde o governo uo poderia dar providen-
cia- promplas, foi o oonlo escolludu par a explu-
sao, que aiileci|iadameiile aiinuuciara o Cearenn
fallando da Baibalba, onde as eleices se faziam dis-
ise elle, com as armas na nulo.
O egosmo e nmbirao sullucam no coradlo do lio-
mem o pruprio senliinrnlo do dever : o redactor do
Clrente assim esquece .1 maMiaao, de que be em-
blema as vestes do sacerdule.
Altribuimos lamben! a desorden) do Cralo ao Dr.
IRaiisboum. e dissemos que era ella o nsulladu de
sen meeling.
Na verdade o Dr. Katisbonna he, em conscicncia,
respousavel por todas as uceurreoriasdo Cralo,
No Araripe elle e o energmeno Jarlo Hrigidu in-
allar da jusiica, e venha aules com a sua penna aa-
xiliar o governo noseu empenlin de punir os verda-
deiros criminosos.
H7
l 7
1117
mi:i
.39
."-ll
154
Dr. Manuel Joaquim Canipirn da Cunlia c,l9
i'eneiile-curoiiel Manuel Antonio dos Passos e
Silva
Major Salvador Henriqae de Alhuquerque
Capilao Antonio Joaquim de Almeida liuedcs
Alculorado
1 Coronel Francisco Joaquim Pereira l.obo
! lenle Christnvau Pereira Piulo
Mejor Francisco de Paula Paes Brrelo
'lenle Jos Nunes ,ie Paula
SLPPLENTES.
Os senhores :
i.apd mi ciiurcia .-mor Francisco Jos do Ama-
ra I
Dr. Manuel Antonio dos Pasan e Silva Juuior
Majar Joao Baplisla di Silva Manguinbo
Capilau Francisco Marlins dos Alijos Paula
Itevereudo Ignacio Aulooio Lobo
lenle Manuel Amonio Alves de llrilo
Dr. Joao Carlos Augusto Cavalcanli Vellez
Capilao Francisco das Cbagas Salgueiro
lenle Jos Joaquim de Lima .lu. ir
Vol
I
:tO
III
JSS
76
REPABTigAO DA FOI.ICIA.
Secrelaria da pulicia de Pernambuco !l de ou-
lubro de I8G.
Illtn. e Exm.Mr.Levoao cnnliecimenlo de V.
Etc.,que dasdillerenles parlicipaees boje recebidas
nesla repartilo, consta que se deram as seguui-
lea oceurrencias :
Foram presos : pelo juizo municipal da segn.ia
vara, Manoel Kuniao l'.orrea de Araujo, pur se
achar |ironunciado em crime inaii.ncavcl.
E pela subdelegada da freguezia da Boa-Vista,
Em ultima palavra, inclinemo-nos sobre o lumu- ?,rel scr"vo \';lo'o, por desuniera
o da victima ; maa esperemos as providencias do i!'S 8"ard.e ?v.- ?ic. Illm. e Exm. Sr. con-
governo, que nao est de bracos cruzados dianle des- 8el"iroa*rgio Tenetra de Macedo, presdeme da
las scenas de horror provincia.O chele depolicia, Dr. l'oiicarpo lApet
I'edro II.
lego de fazer correr o sangue bun
Senbor elle linalinenle que nao
i-urrlo do mesmo prujeclo.
Nao somos lejana com esles sen
SnL"!*. P'0I'0,'.5 e respejilo qe naopssa
ludo lal be o
>er comprovuda pelus relo, e com
nuiso propusilo em nao lallarmos as conveniencias
da discussau, em que so nos engajalmus com o lim de
eselarerer as quesles, que nao qulieme pricipilada-
menle respunsabtlisa-los pela mulle e lerimenlos.
que houveram.
O Sr. padre Poinpco.porem.cerloida parte que le-
ve ciu laus desgracas, aturmentadu lem duvida pur
sua cunsciencia, que disto o ecusa,! sobre a epigra-
phchorror I horror Wescreve no| Cearense um
arligu lio virulento, e chelo de odius, qoe o turna
suspeilu c que em vez de ;lbe dar gaiibu de causa o
perde na opiuiao de lodos.
Ein seu libello o t'.earensen nao so encarrega de
eiplicar, como se pawaram as cousas 110 Cralo ; islo
nao 1111)1,11 tai 11 a comlsmnarao proprio e a dos seus
lingos de sobre quem quer elle arredar o crime,
para impula-lo au gnverno, au juiz de direilo Dr.
Jaguanbe, o au delegado Jus I irreira de Menezes.
vssiiu niiu ha discussu possivel cura o o Cea re use: i>
elle lem o .-, tyalami .de que nao prescinde; he o das
ailcgarnes vagas, he de chamar, antea quo o cha-
men., be o de guiar para ler mais raz3o.
fc. he |.or xenlura de lal forma que devera se Ira-
lar quesloes senamenle Imporlanlea, e que lano un
puriam honra e raoralidade du governo, a tambera
a honra, moial.dade c repulacao de Cdraclcies lau
nobres, Mo einiiienlenienle enllocados bl sociedade,
comeo Sr. Dr. Jaguaribe i
No estado, ein que eslaheleceu o Sr. nadie Pom-
pso a qoeslau, no* ll.o rcspuudemos com suas pla-
vias, mais ou menos '
llorrui horror !!!
de Aeiio.
^otre^MtibendaS
PAGINA AVULSA.
lES&i ID)2iu,8
Desde que o llotpitat l'nrlugue: de llenefi-
rencia em l'ernnniliiico festejan o primeiro aiuii-
versario de sua iuslallacao, au so muilna Purlu-
guezes leera procurado assesses d suciedade que u
sostena, e lem aceitado as que se Ins ha mandado
entregar, nao er de esperar oulra rousa como al
lem lidu ocios bemfeilores Bem hajam lodos elles.
Bat-abi, pois, um dos grandes resultados de laes
testas; que Purtuguez, pois, qoerem ver a ralla de
seu nome as lisias dos socios dnqorlle pi estabe-
leciraenlo".' Lisias que lem nurne de .li.tinelos fi-
Ihos do Brasil e ce uulrus paizes 1 Lisias que all
eslavam e eslau nrnandu lau honroso instituto Ne-
nhum Portuguez he de crer deitar.i de concorrer
para minorar os solliimentos de seus irmos infelizes;
neiilium querer.i pa-sar por deshumanu, nenhum
querer ser alvo do analliema de um puvo inleiro.
Consla-nos tambem que ndo n< querein multo*
desdes pagar as mensalulades desde riezembro de
1855, em que eslas liveram principio,; mas mui-
los lem passadn a pagar ilKlll i*., ma vez de IJOOO
rs. Sendo, como be, islo mullo louvavel, nao devia
deilar de ser assim ; pon se o ollicial de ufticio e 11
mesmo eaiteiro de qualqucr pequea taberna, paga
volunlariamciile IjOOU rs. por mez ; o logista, o
ngocianle, o proprielario e o capilalisla lica-lba
bem dar to oa meamos IaUHO? Bem se ve que is-
la seria pouco decoroso: cumpre examinar quem
assim deseja pralicar, que nao esqueca um
Sabemos que a -11.1 junta administrativa cada vez
mais animada da deilicacao dos seus sucios e de lo-
dns os seus compatriotas, e nutras muitis pessoa,
consria du seu dever, vai dar curaei.'n a edilicac/ao
do e-tahi-l ciineiiin pronrio, em lerrno queja po*-
sur. e o qual esla oreado em oOiOOOjOlH; assim
mais provara a sua sensata e poderosa imcialiva, e
o palriutismu dos associa.los, bem como a soa
gralidao paiz, que lano os lem considerado.
Quem assmi se musir enrgico, previdente e
com viva f, j imai deixar de ser auxiliado pela
Piuaidenria ; KMBBea lealisara seus desejos generosos.
Lm salular exemplo nos da esla associau.'io, e
muito esperialmenlo a sua adminislrarao; a sua
memoria sera seiupre respailad*. IJue eli cmple-
le a sua gloriosa obra, sao os vulos de (odas as al-
mas philaulropicas e bemfazejas.
Exisle na roa da Praia um individuo, que
he atacado de vez em quaudo da l.vdmpho-
hiae cniao lemo-lo indemouiado. Eaee liomem
tem levada seus diablicos insliuclos a ponto
de se dirigir a rasa de orna sua victima e
ameaca-la com armas prohibidas, diiigiudo-lbe cora
escndalo publico inslitas de,compusluras, rechei.i-
das de torpezas e obscenidades. Anda uau ha dous
dias que levado de um desses furores satnicos, for-
coa a porla da casa dessa inleliz, a noile, e a leria
decididamente mula.lo a sua ira, a nao ser alguem
que a soccorreu. Chamamos a alleuc.'o do Sr.
Banks para essa casa; Smc. queira indagar deesa
mulher o que hoove, e punir com as penas da lei
esse vampiro audaciuso.
Cuusla-nns que usSrs. inspector Torres, Jos Ci-
cilio, Joaquim de Almeida Lopes Jnior e Joao
Antonio Paes Brrelo, concurreram com seus esfor-
cos para que a casa do Sr. Passos nao fosse lambem
victima das chainmas, na noile em que inceudiou-se
a casa do Aterro; mil louvores e louvores mil a es
ses senhores.
Nao podemos Tazer pergunta alguma a esse Sr.
alferes, por prender um guaida por oilo dias, por-
que au sabemos se esla presu a soa urden uu a or-
dem superior, ijuem quer saber que orieule-se
primeiro, e dcpois nos inhume.
Concluio-se finalmente a obra do cano do es-
golo da ra do Capibarideanda bem. ..
Consta-nos que transila pelas nussas mas um
gentil mancebo, que ti pede fugo para o charuto
em cas onde v senheras na* JaneMas, e be eniao
nessa occasao que elle ousa dirigir finezas a quem
se presta a ouvi-las.
Ha senboras, cujas lingoas cortam mais, que a
mais aliada navalha da China : em uma das lardes
passadas, umaseuhuia que pareca honesta, dirigi
a um mat ito por nao querer vender rerlos ge-
nerus.que ella precisou.lautas palavradas injuriosas,
que u pobre liomem raliio-lhe o queixo, e sahiu
dizeudo a r|uem quizesse ouvir :
Aquella dona, que mora naquellcs sobrados, la'
lia
eiro
1 de
ara
re-
1 us
co-
nao
lara
un-
Hinram o povo ardenlemeule em escripias incen-|em rida, tem a bocea mudo suja "...
diario e ido salisreilos anda, lizeram um meeling Os vizmhos ouviram us improperiu qm
11.1 Barbulla e oulro nu Craiu, onde se pregaram os I minou contra o pobre malulo:miseric.
principios luais anarchicos e anlipalhicos Iquelles da
ordem e auloridade publica, e canlaram-ee hvmuus
liberdade.
No povo, em dia de eleicao, reside a soberana,
elle feufte em si a auloridaue.ludo: nao haciime em
acto* algum seu : assim pregou o Dr. Katisbonna,
em carcter de Iribtwo, e leve a salisfacau de sabo-
rear o rruclo de suas imprudencias.
O modo porque se prucedeu a eleicao da Barba-
Iba, explica bem us negocios do Crdlo.
Prximos muilu um du oulru municipio.a direceao
do partidu be a mesma, as cumbinares eleitore
as mesmas ; porUBle, assim como u Barbalha. o
proj.cto era vencer nu Cratu a viva forca, o que
Wu lar lmenle au pudia acouceter pur ser o quar-
lel do coramandu geral dus destacamentos da co-
marca.
O Cejrcnse applaude o modo enrgico porque na
Barbalha os seus amgos expelliram da igrea a mesa
paroclnal.
Itegislramos esle Irecbo de uma caria dalll que
publira o Cearense. '
Houveram alguna canelles e arruebus, mas os
homens cedvram .ugindo. A tropa de linbt ao alar-
ma, corren a igreja, e nos que eslavamos de sobre
aviso eslendemos na ra cen atiradores, visla dos
quaes reruuu e volluu sera dar um tiro ao sea
qu.ulel
ue ella ful-
nrdia...
Pedimos ,1 ccrlos cavalleiros. que mu de pro-
posito nao corram por junto das prelas quitaudei-
ras, a para ter u guslinho de v-las nu chao, e a
sua venda loda inulilisadahe multa maldade .'
Para que deixam certds mais seus lilbinhos,
ainda |l3o lenros, passear loxinbo*? Seguramente
be para nao rumarem e nem audarem vagando pe-
las ruas.parandu a's portas das tabernas i! assougues,
e para nao oovirem as bellas |.releccocs de moral,
islo mesmo he progreaso...
Pur parlicipac.io ollicial da secretatia de esta-
do dos negocios du imperio de I de Miembro ulti-
mo, torain 11.lineado, agentes dos enrreios de Naza-
relh o Sr. Jos Fauslini Mariuho Falrao, do Brejo
Joao Jos Velho, do Cabo Julin Pereira Matoso, e
de Barreiros A11 r <. 1.. Alves da Silva F'reire.
Hospital de caridade S de seletnbro.-7:l do-
eules.
tli- umanhaa.
COMARCA DO BONITO.
Caruin'i 2 de outubto.
A morte do Exm. marque/ de Paran as
ciiciimslancias actuaes do paiz, he o maior
mal que nos puderia vir ; mas ,t Providencia
Calle 10 de selembro
Em lodos os lempos a lugares a religio fui si m-
pre, e ser a instituidora das'socieda es.
Caminhando a pardos progressosdo espirito,
luz benelica e fecunda purifica os costumes, ,. i.re
largas vas leliculade. He ella quem lumand
pe mao u mancebo, em cuju corac.1o tem
desabrochar, com o seolimento do justo, e do 1 .m.
u santa amor du dever, inicia-ucum passo lirme nos
escabrosos carreiros da vida, dola-o de torras e co-
ragem, dilata-lhe os borisonles, enlre-saiando-os
de mais risuubas perspectivas, quando u fanal das
iliusn.-s terrenas se amortece a seus olhos.
Abracando o curso inleiro da nossa existencia, s
ella lem o poder de preparar-nos, por urna tonga
educarlo, a penetrar os prticos de uma vida ine-
llior. Sera o seu suci-orru, na pbrase eluqucnlt de
um moralista, a rrealura inlelligenle e livra|nao
passa de ser um aborlu, um frulu peco, e incapaz de
naturidade desprendido da arvore universa da
creacao. O sen maravilboso senlimeiilugloriada
bumauidade, Dos no-lu outorguu como o pmn
caracterislicu da nussa personalidade, e loog
quere-lo abandonar aos caprichos da razo
llorescer e rrucllicar, conQua-o a solicilude da
veUcao, essa locha resplaudecenle que illumin
nussos caminhos c guia os nussos passus
mo diz o poeta inspirado.
Pur meio da religiao a humamdade lorna-sq1 um
bien de lamilla, uiuacumiuuuh.il de futuro :
pude haver mais descuuheci.luuemeslrangeiro
quem 10 na Tronle de seu irmao os caracleres
presaos pela mao de Dos.
Lalpiet o'une exlremil dla Ierran l'auliede
vienl la-ainte t-t magnifiquesympathie des cieiirs,
diz um profunda philnsnpho cbrisiao.
A religia.) sem luinislros seria incumpreheosivel.
Deus iiistilui-os como os depositarios dos seus atjgus*
lus prereitos, us apostlos do seu ensino, >*s mipsiu-
narius de sua sania palavra. Missau augusto su-
blime < irgaos. e agentes de uma reluian de fra-
leruidade e dorura, destinados a ser a luz, e o
sal do muudo, curan sa exprime o sagrado texto, os
destinos sociaes estaosob a 1 inmediata pressao de sua
omuipotenle uillueocia. ,
No cominercio das retoques, o houiem. er frgil e
impressionavel. gauha em perfeicao ou degenera,ele
va-se ou decahe sub a ac^au das bas uu mas inllur 11-
cias, dos flxemplovbuueslus ou viciosos. O iustinc-
lu da inillai-o suppre a iellux.10 e a vonla.le, Ion,a
a forca de urna necessidade que us solicita, dje um
muvimenlo que us arraslra, cumu que iiiacniual-
ueiitc, c a nosso pezar.
Cumpre haver pois mdelos, Ivpos moraes, expos-
tos a todas as vistas, em rujo espelho o individuu
pussa lobrigar as aspirantes da sua nalureza, adiado
sublime que pude decidir de tuda a sua vida. De-
clarar os preceitos, aponlar o lim a que devenios
tender, nao be u mais diilicil ; as nucOes primitivas
do juslo lerem o espirito, e o esclarcelo, bem que
seu brilbo seja passageiro e etemero. como o do re-
lmpago, que rasga es bevas de uma nuile sombra :
sobre lembrar o lim, cumpre ensillar o caminhu que
ah cunduz ; mslu reside importancia, a summa
11I1I1 lado dos caracteres elevados, que brilbam a luz
iinuiorial da virlude, e cujos exemplus sin como
uma fonlc pura e abundante de saudavel in-trurca.i.
de ensillos superiores e fecundos; laes deveram ser
os bomens que Dos qoiz cullivassem a sua sania
viuba.
O clero bratileiro conla em sen seio luzei-
ros de -ciencias, cora;es heroicos qoe nao des-
lustrara as IradicrOes gloriosas dos Nubregas, Ancbie-
las e Vieiras ;o que nao obstante talvez nao erras-
semos, ou l'ossemus acuimados de parcialidade, re-
peliodo com o poeta Kart liantes in aurijite
casto !
Dalo derivara sem duvida a trrenle da desmora-
lisarau, que enle: m.i u paiz, a decadencia moral do
nosso carcter nacional, e lo lo. os Iruclos amargos,
qu sem pruduzir u fro eguismo, e a impiedade ;
purquaiitu o eguismo sensual, e a irreligiao marcha
de maos dadas.
Urna lgica lerrivcl os torna a consequencia um
du oulru. Nao r.os permilliriamos essas liradas as-
cepticas lau lm -a,uo do uosso goslu, mas da uossa ca-
pacidade, se uau buuvessemus de registrar o que de
iminorai. estupendamente immoral, vai cu par cette
vtllaae.
t.'ue a carencia de um clrigo esclarecido e bo-
ueslu, compenelradu do verdadeiro esfirilo evang-
lico, be urna das mometilosas uecessidades raoraes
que pude experiiueular orna sociedade, qualqucr
1 .uau culta menos o comprehende, cuino sentir o
dever irresistivel de evocar contra os escndalos
dos padres devassos e impos a lOimadversSa sucial
uanatkema sil desle mundo, cmilra o qual elles
parecem haver perdido u direilo de inrringi-lu, em
consequencia de uma vida dissuluta, e meada de
aboraina^es.
A quinzeua ia em calmara, n burisonle avollava
lmpido, el binncn como diz o pocla ) de novida-
de. : restolegavamos descuidosus ao sum amato
uielismoisenlo da massada de llie rabiscarmus
inepcias, quando a 13o doces cuidados veio ruubar-
nosel nostro forzuto bisognoJe correspondente
noliciadur.
Na aurora da vida expandindo o corado dos at-
tralivos'mxstenosos e santos da virtude, innocente
joven que de vezes 11 in lia enconliado em seo ca-
minhu o demonio da perdirau !
Fatalidad dos destinos humanos Nao ha muito
que ver nissu o bein e o mal, dualidade necessaria
da cundieran bumrna, a invulvem e domiuam cumu
su mesma natuceza.
Ah Que empanue u brilbo a pureza virginal,
que manche e cresle ao togo impuro da sensualida-
de, u Ivfiu, as graras, a casia moca a quem guarda-
va 111 o thoro da esposa, e as delicias du hymioo,
nao un punen, un delmuche. sendo que ess
harpa esqualidadu pu.lor, esse abulre hediondo do
I verdadeiraa pedias de
niorallsada e chn.l.ia
I hom cura -e r('..illa..eui smenle qaeijanda
1 lelas, Ih'u revelramos de hum hiimur.
.\.ii iiio es mis,.....o.turne, ,| algum nimio tole-
ra du .is ilesordros desle genero, a barreguice clerical,
em lim'.'
Oueni os prolliga mais por nu sereracautos'.'Esse
Mu au inquina boje aus olhos do publico u seo
I minio carcter, e lao pouco rumpromelieria u con-
1 eouceilo do DON Immme ; nem desceremos a' chro-
nica iuimoralissima e burlesca de seus lugos. M 116a
j re, Bolean ou oldonc siis poderao dar cabal idea
I de um semelhaule linio, com honras de Don Juan
.de Macana. Dir-lhe-heinos que, como sempre, uu
reine a velha Circe de Chin, ou a joven ui, Are-
ense, atormenta boje o escaldado rebauliu a apreben-
s,1o .la tosquia...
E como haveriam alislacao os capricho, as dou-
radas pbantanzias da bella Odalisca, sem aparara mi-
ado, o vir greijis, o vello as tosquiadas ovelbinlias.
Oiii.lnam fuluriim eril, si prn.'rraiinl liberes ? !
Os benesses sao magros, a dolacao mesquinha, a
banca-rola abrira as Unces hediondas, se nao fosse
causa licita au pjrucliu adiaular as propinas de mi-
Iheiros de mi****, e enviar de anle-mao ao holcinho
'u/u qnilnis, procedente* dos oIBcioa pro defunctie,
que nao prumplu 1 us ao l'urgenl, sem a reciproca 0-
brigacao de reza-las.
Oh! quando depararemos com um I. ur.i.a.. .].,.
nos informe, se Messieurs curas pndem chuciiaar I9u/
de -H/'/c os cohriuhos pela verbaoflicios parochiaes,
cuja evecucao alias omiltem, ine-ino assim pur um
lapsu de 10 011 \-> annus, sendo como por ca'. esla a-
mavel pralle, segundo lestemuubos aulurisadus, e
irrefragavei, vai enraizada, saneeiouada e semcousa
que duvida faca ".' Parece. ;iri;n facie, que' deVe
haver ahi dirallo* que se chocara ou violara : sim,
mat a* alma* passam como os mais cavalleiros dus
credures, e au ordinario nao hsvera' jamis quem
diga, mesmoen nmfideiueles fri ponitenes de
mniitieur le ticatre.
Nao sumo. DOa, que o diremos, siynorc cora, sao
os cullegas de V. Kvm., cora elles se avenba, sao
braucos. la se eulendain... bem sabe que elles sao
nleressados. que lem jus a l-la, e que olharau com
ciunres, que a exbaura o cura, sem que Ibes caiba
sua 1 uii.i mil.-,.
Foram os laes, que nos informaram (menos o ho-
mem do luiteto), que desde que rege V. Itvin. a Trc-
guezia onze a doze anuos), apenas se rezaram ahi
cinco uu sei ulllcios, ollicialineiiie, calculando elle-
era trezenlos, ipto ou moins), os inditos, cujo im-
porte alia s nao deixa de ter rarefeilo o patrimonio
do iirphso e da viuva, em nome do bem da alma,
mas ero sua pura perda.
Entretanto la' pela igreja tambera deve ler uma
qualquer applicarao a mxima de direilo, que ouvi-
mos proferir a um compadre rbula :
Nemiuem ii'quum esl cun allerius damno locu-
pletari.
Dizem mais elles gli amati eolXegat), que V. Kvm.
espera ver consignada u'um jubileo, com que o S. P.
Po l\ pretende agraciar o orbe calholico pela ex-
linccao da guerra.dispensa formal d*massadadeisa
parca i/umititas de rezara fnebre.
(luaiidu assim nto seja, se nao incummode] ou
vexe, porque os reclamanies eslao em regiao que nao
commcrcia com a nussa, e de mais V. Kvm. he ad-
voaado, como ja' o provou na queslaoCaladu, e
consolado ; e es- ,
tibor pursem-lhaiite nbi.u
su.i anca. Juni., ;, esla
numrica, que rlemonalra
nadas ,|a epidemia,
- (te ofli.-ial. na q .al ene.....,-,. .,.. U._,*.. ...
WEiiaU* |ie|o ev-cnminis-aiiu vjrcinad.K nulo .a
o oojetliH remiMida* a .......n,..;,,, aaaaara afeaUa
da lh-..an. provincial c.,11 mearnn ludir.....
Ii.la numinal.que prova 9U.es ella, foram 1 .'nZ 'Z.'.l 5! "..... "fU"'-'*"- ?** '"-
se.nlo necessano levar ao r.........imn" o7,?,m n r.' r.-1.1 1 .".' "'"' '"" """" "*
da provincia, e da camaia rnunuip,' qu-nl .e ,'.- '" '"'* "-** >......" "
nir. Aproveilo u enseju para aovameala pur 1 .lis-
r 'MallliC r^d- SHIrlIlC 'Il .T' \ -, 1 i.jfj lirilVfT lili *>_ I -_ ^_
acao, caso ^1, precisu Z^^J^^l^J^^^^^t^^
so e-loo c-ilo q,e, bb er
.ue imperio Uau 1,1 oulra
res uma igual reparliro ta.i bem muiilada.
lunccioii a rep.rlira,. da v.r. 111a nesle Ierre-
be m. a lacalllade, e ha falu nntra aai, ai
pnada ; linha muito rm vi-la melhnrM* rt iav.
reule aun. |,ara as duas repartirues vaeriuir o kx-
uiene publira. a ...bretudo i.tn inihn aulun....,,.
----- ............ -----i"' 'Su"" 'MinrM" rep.iriirne.,
-;us. por s-r e-.e um dos InH que ,.,,, ,., ,,, ,,.' #
eoraffn, e que o liomem ph,la,lltll,co |R1,|e rirla tffina,40 ^ *
sei vicos, por
meii
dasejar
Dos guarde a V. S. Villa de Tararalu' II de ia- i
neiro de 1850.IUm. Sr. Dr. MaresCrrea da t-
mara Tamarindo digno juiz municipal .. qr ,',r.
pln'nis, e delegadu desle IcrmoAnluniu llavmun-
Silva, cirorgilo eucariegado dolraUmeol*
do da
pouca lera sido a roucurrenria, o q alIritiMu ana
di-arranjo. e ao-e-lragos quc lia canudo clule-
I ra : jjrve-lbe fumo conl nao um -irgenlo de i.
.Sr.-. redactores.- -Provocado pelo Sr. Pedro An- i '"f'a "'''"''u Anlonin Kames, qu* ale bote |rm aiitn
lano Ternura liinmaraes era sua Coirespundeucia i Pon'l,;1' em sua- abfjajafiaa ; nan urgcut* a
de 1; do crrenle, vou declarar ao reapetlavel publ-'1'"" aclualmente lem. tuto lemuu-ran.lo 4T naaaa
ro u que deu Ingir aos buatcs espalhados de lenta-'1'1" Pre-tani servicos. vacunando peto anltin-i
se conseguir pmpsga-l devi.lain.ule |'-
estado da repartirao de vaerma n,--ta m.,-
vii.ria.
Desejo, Sr. c*mmiss*ria vac. maloi. uae seuis
feliz no exerciciu du vusau nuvu cncaigH, u -Mr
virdes que vos )>--<> ser uhl, BaaMl di-fxir ron,
Iranqu-ra : esloa au(uri.|o pastea meu cuIIccm la
coinmi-ao a diter-vue. que u ..inniis-.o de hvgte-
ne publica acloal encontrare u aaaai vivo mie-.-
em propagar a vacua e oaerecer-Vm qu.dqu. 1
auxilio que da mesma exigirles.
Sila das ser< da r...........j de haaajaaaj aajaaaao
S-Tfi "<"rdio.ria un dia de ualotoo de
kMi.Dr. Cosme de Sa Pereua. |s-e.i*me ,1.
Sr. reda>-ior.--Offercceiidu
liva de assassinalo colilla mina. Hoga-lha* queiram :Ji"n*"
inserir em seu eonceiloado Otario a laclo seguale :! e*,e "
Estando eu em meo e-labeleci'oenlo de rinazeiii
de materiaes, all appareceu no da do corrale
mez um huinein e disse-me. que conversando rom
certa pessoa da casa do Sr. Pedro Antonio Tt-ixeira
Gnimaraas, u raesrao Ihe eamainnieara que a muiha
vida corra risco, purqoaulu u Sr.Leixeira(uimarAes
bavia Ihe falla lo para tentar coutra a nimba existen-
cia, danJu-lbc ale um puuhal para exerular esse H-
lenlo, e que a mesma pessoa me linha esperada (res
vezes de muir, e que quando tenlava commeller o
delicia fallavani-llic as forras, porquedizia elle, que
nao sabia como havia malar um ti uneiu que nunca
o ollendeu, e de quem lo ios bllaeaaa bem ; e que commissao de hvgitne publica
islu luiba acoolecido ha tres semanas pouco inais uu ___
menos. MO\s;miv
As.u-lado com Io horrorosa nulici, liz logo disto' -
participante a mioha familia, aos meus amigus e au
Illm. Sr. subdelegado desla freguezia, para que. se
por ventura se realisasse lal tentativa, suubesi-m a
quem haviaui peiseguir. ?'ao quiz tentar aajeln ju-
dicial cuutra o Sr. Pedro para melhor por a'guarda a
mi nba existencia, nao so por esl ir em duvida sobre
a denuncia que me deram. |como porque as ubriga-
coes que lenbu a mea cargo au me dau lempu pera
nada, mas se u Sr. Pedro duvida do que acabo de
expor, chmeme ao juizo cumpelente.que eu u con-
veucerei.
NAo me posso capacitar, he verddde, qoe o Sr.
Pedru ebegasse a pralicar ou a mandar pralicar seine-
llianle allculadu, nu su porque o cunsidero acuna
de aeces lau vis e baixas, cumu porque u Sr. Pedru
bavia lembrar-se. que quando islo acontecesse, toda-
as autoridades deviam cablr sobre elle, porque be
noloriuser elle meu ligadal inimigo ha annus, e 11,1,
consta que uu leuha uulrus, e pur isso nao su havia
achar prumpla panietlonasleise autoridades du paiz,
reino per-e ,111c io da familia a que me nrho ligado, a
qual havia de procorar a vindicta legal. Mas, ulban-
do para as fragilidades humanas deque todos os das
temos exemplos, a miuha prevencao se n.lo era
muilo honrosa para o Sr. Pedro, era para mim justo
e necessaria. Tetilla ami respondido a correspon-
dencia uilen.iva du Sr. Pedro Antonio T inaraes. Quanlo a alguns sarcasraus e doeslos exa-
ve-no cala op
sabe que tem eo seu ravor una excepc/io prescrip-
liva, exlincliva. Va' assim, que vai bem Nao do
ouvidnsans maldizentes e invenciooeiros, elles sao
por demaia importunos, oBo altendem se quer, que
\ossignoria mu digno cura do Catle do Rocha!,
alera do enorme tsr.lo de suas obrigices, iucombe-
Ihe velar no bom andamento dos negocios polilicos
e privados dos Ireguezes '.'
Ouerem que llie sobre t-mpo para dar vasao a nii-
Iberos de minas, que Ihe accumulam os carolas,
retar Oleios fu que se pule lazer em qualquer lem-
po), alien ler a neces-idade de publicar proclamas,
(u que he possivel dispensarri CargcnXdu complane,
e nutras pueris e masiaules formalidades do oflicio,
qaando v. g., urge ir a capital representar ao Cheto
cuutra os desmandos de um delegado de polica i'm-
pol ; correr a Souza a' ageilar as disposires de um
agente publico, encarregadn de relatar ao governo a
-iluac ni Uos nimos, que os amigos a guraram pres-
tes a cunflagrarem-se. tozer de dandi/, cuidados ISu
penosos e molestos.' Ver" bogiar quera quizer, que
nm parodio da estofa de Vossignoria seja lmenle__
rea ab seja ludo o que qaiterem, e |iarocho,
[emende: cous 1 ) Smenle.
Par le col du cumplan!.
C'en esl assez pour le momenl.
A polica se nao tem illnstradn de ultimo, bem que
mostr desejos de eugajar para o hotelCostaem
Pombal, buspedes, pruvavelmenle guiada por umseu-
limenlo generuso, querendu assim cumpensar com a
acquisicao de freguezes a aquelle bospedeiru, pelos
maos tratos com que o brindaran! {um icpiuicadiuliu
de supapos dizem osrapa/.es du hulel.
Parece que nao toi la' coina de maior aggrivo,
por quantn disseram-nos, que um amigo significan-
ilo-lhe portantu os seus pesares, Ihe responder elle,
queja' ia um lano acostumadn aquelle Iralamenlo.
Que Ihe fara bom pruveiln Foi um acto mallogra-
00 que emprehenderam os hospedes bnlic,..,. do
Cusa, a bem de sua liberdade, e que cnnlra sua es-
peclaliva, a nossa, e a da respeilavcl licou em de-
sejos.
Desejos sempre vaos. como diz o Caslilio.
Veiu-nos a phanlazia olferecor aos seus leilores ca'
da lerrinlia o derifnr u seguinte logugripbo :
Ouinque placent ori :
Oualuur per nubila currnnl :
Tres portan! boraines :
Sed do dulce souanl.
1. i:itinii,mus a desojar a Vine, torrentes de incla-
veis venturas, aperrebido para alo atirar uu niunlau
dos papis sujus as nossas pobres rabiscas, cuja pu-
hlicicao enliel.inli, impurla.e he do gusto tlcste seo
criado ires oblijc. o Camponez.
Taearal, de selembro de l&'iB.
Ainda que a virlude acoberlad pelo manto da
modestia e do silencio, realce o seo valor e mereci-
ineiiiu, com ludo be lal o uosso reconbecmenln e
gralidao, ao ve mus retirarse deste termo o Illm.
Sr. Dr. Maro.,. Crrela da Cmara Tamarindo, que
por espacu de dous anuos xerceu os impoilnnles
cargas de juiz municipal e delegado, que nao cabe
era nanaia torcas o cnnler silenciosamente um gemi
do de pezar e 111 leliuivel saudade, que nos resta na
sos ausencia.
Se ao magistrado zeloso e probo deve-se uma pa-
lavra de encomio e acatameulo.se ao magistrado que
sabe cemprebeuder a bunra de soa iiolire uiissu,
c .lluc.111.io.se cima dos partidos e das potxOas, de-
1 vc-se um elogiu, niuguem por cerlo acha-se com
' mais direilo a recebc-lo do que o Sr. Dr. Tamariu-
| do ; a ele somente devrmos a garana de nossas
vidas e propriedades, c emlim a moralidade deste in-
| feliz le mo.
O Sr. Dr. Tamarindo nunca coubeceu embararos,
logo que se Iralava de prumuvera prosperidade desle
lermo, e islo quer como empregado publico, quer
como particular, pois sabemos que por vezes escre-
veu aos seus dwslinclos prenles na cidade do Recite
e Kiu de Janeiro, para iniervr na creacao da col-
lectoria, agencia de correiu, factura de cidria, ele,
ele, que n .da exista.
t.li.anta. nuiles de viga uau passuu elle lia. dili-
gencias pelleja**, visitando os escondrijos, onde Ihe
cuns ova existir os criminosos, ludu por rumpriraen-
to de deveres, ludo por beueliciar os habitantes de
Taearalii !
poriunidadapara essa cidaie. i
dentar de levar pelo S,u .tt,^c2!T
f publ,? ao coiiheeMnento 1 Mm
des superiores respectiv.-.u n dos r "~i~
actos do padre Antonio Augusto de Malos
SSSrWT*por -v *! *
Omitlimos ,'ora a precisaanalyse do docu
ment que o letecen.os para mumaiilo d
moial.dade do Sr. padre Mallos, poniuc i-n-
loein nossa ten;io pubcarmos a rf)t,reun.
laC3o que levamos a piimeira autaridade d
provincia, e atoje para as antea Kvm -r
vigario geral o govem.i lor do bispadu se-
gundo noticias, para aatUo nos rescrvrn,o>
pela concurrencia de inuilos outras faci-,
devassos e lascivos.que desavergonhaJmen-
le este tito digno c sanio narocbo pralira >
barbas Je seus Ireguezes !...
Motis.ar.ts < de agosto de 1856.
Os Moraaaraer.s.--.
DOCUMENTO.
.No dia 18 lo correte ouvi dizer pagara
por aqu o Itvra. Sr vigario interino de Mou
rados na mesma, eu nao respondo nem respundere, I ?*ras' acompanhadii do seu di-scipuln J ,.,
elles sfto s proprius de seu aulor. Mana l.eile-e do Sr. Joiio llem-11111c Jr traillo
idos para a casa do Sr. Dr. Neves. e chfga lo'
a casa do Sr. CaflUm Josc de Jestis, o di lo
Jess vio o dito Sr. padre cora uma pistola
na cintura, presa por um lenco, que a perla**
a chamarra ; o dito Sr. Caetano Ihe date
Sr. padre, por aqu de pistola resaondo-lln:
-lie verdade,porque ando 110 meio de inimi-
gos; e chegaudn em casa do Sr. Jote Kibei-
ro Guimaraes, c estn lo la o morador deste
lugar Custodio Carlos da Silva.virarn o ntes-
tno Sr. padre, como supra daa>: a d'ah
o dito Sr. pastara a casa de Benedicta de tal*
conlessou a lilha da dita t'.cncdicla, aom -o
menos o Sr. padre lirar a pistola da cintura
Ora isto lie amargo em um sacerdote !....
Coadeixa 18 de julho de 185fi. O iiispcr
lor de Cu 11.le xa,
Simplicio Jos I'edro dn Santos
(Do Diario do GrSo Para.
Queiram, aenhores redactores, dar publicidad a
estos toscas e mal ir.1cad.1- IiiiIi.is, que muilu ubriga-
r.lo au seu a litigo u constante leilur.
Manoel h'inniuo l'erreira.
Kecifc, s deoutubrode ISol.
*Pt>cac0ci> a pedido.
jbleremnm .............. .,
saasinin ., auluridade pul I ca. accnncllem aa poucas
.iracas que rana. a polica d. igreja, e ian-iie
lo soldado, que a le creou para a deleu .i,, u ,.
proprledade do cid/dao, be dcriainado coui canibi-
lisnio.
Ouil-li/. Josc r.oncalves l.andim, que pralicaia a
iimiiuialida le de airemrsiar Iraudulenlamaule 111.,,.
su de n-ias na nrna, encarnizado te pricipila 1
nina senlinelto, c au lempo, que a prosto cun
Iremendo so;p de tranca, recebe um luo de um,,
nutra dassenlincllas, que se dehaliara, em detozal
piupria. cnnlra us aggies-ores.
.N'em 11 e-ping.irdatiienlo policial do Araralv e'
i.eui .. murtecinto elrilural do Canindc se comparan!
con" u horror do Cralo.
Ko.tracal] fu, o delegada rto polica e um du*'
enere*do partido eaiao no poder, que tormaram o
," leriuiiiiin.sc.nn e.la .e..., a publicarlo do'
retama dus Irabilhoi legislalivo-, put lemos publi-
emlo lago qoe ebegaram os vapores Jusulu extracto
dus uieMiius Ir.ibalhos.
Divina, que vela 1,0 .ost tos dos povos cura- [amiliat, do enilmenlo Intimo dn bem,
... ,, ,' BMuxra uu iHiYus, tuid seJll minislrn du culto publico, aquelle mismo a
b-l cunlissan he a prova 'liis valenle que se po- ... I cuinelo loi conliida
de dar conira os chimangos do Culo. _Sirva in estas poucas pnlavras como .le nu- : passos a lodos lias
nifestariio a dor quo experimentamos com a dicta
lerrivcl nova do passa nclito do liomem ne-
cessario, que tantos e superiores servidos de'
prestou ao nosso paiz.
Finalmente a divisiio dos circuios da nossa
provincia lie ja urna lealidade, o como eape-
ravamos osla comarca compoc un circulo
Sei.eniloii, ameacador.ecal, ; I dVs3o n5o desagradoil J mas a rcuniao do
-!colleio na matriz da ireguezia do Bonito o esses preiemiido. success0s omooi por ama
....don muito, e se altendcr-sc que1" venladeira nueldadc". O que em a spr essa
ibonni tra KEPAKTlt-lO DA VACCINA.
Sr. Cominissanu vaccinadur.Cougralulo-m cora
a boa esculla que de V. S. fuera o gjvernu impe-
rial, encarregaulu-u dos Irabalhos da vaccina nesla
provincia. Ha sele mezes que a repsrli^au da vr-
enla resenle a falta, ou a ausencia de seu eftoetivu
funecionario ; porem o seu servico udo lem si-
du inlerrompido, porque a commissao de hvge-
ne publica tjenla da utilidad que o povo lira des-
la insliluicao, nao tero cessado um s da de 111110-
cutor a vaccina nos qoe aqu comparecern! para
esse lim. e de da-la aus que a tem viodu pelir.
He superltuo dizer-vos quaes os embaalos em que
se achara a commissao, quandu no primeiro da que
leve de dar vaccina ao povo, se vio sem ludu, que
era indispensvvel para esse servir., ; uesla contin-
gencia, e para uau despedir a niuguem, vira-se tor-
tada a laucar 111,1.1 dellguraas laminas de seu uso
particular, que por velbas nenlium Inicio deram ;
os nussus collegas desla capital nu a linham, pois
a pe.liara lambem, e pur isso recorrer a commis.au
pararo"rVse-^ Kahia, e h de uma pstula vacciniea,
producto das laminas viudas desla ultima cidade,
que lem resu liado a porc.o de ptima vaccina,
que vos entrego, pur mim culbida e bem acondicio-
nada.
O Exm. Sr. presidenle da provincia sciente des-
ses embararos. dera suas orden, alim de que ludo
qoe io-rteiirc.se a eat reparlicau tone entregue ao
presidente da commis-o de byg*euu publica, e foi
eulao que receto a maior parle dos ubjeclus, que
leudes sob xussus ulbus; e a Sr. Jos Francisco Cai-
neiro, portador delles, depois de couviil*r-ine para
conferi-los e receher d mim a resposta, de que
muito cunliaraj na sua probidato e nado ex-coin-
mssario vacciuador, para suppor qoe laes ubjeclus
nao eslivessem exactos, pedio-uie um reciba era no-
me desle, qoe neguei-me a passar ; porem fui logu
promplo era oiTerece-lo, passando era seu tiume, e
pur forma alguma quiz dilu conductor aceito-lo ;
segunda exigencia e ja fura desla repartirn, me to-
ra toila, que foi seguida de igual recusacau, e 11,10
ntenle com istu o ex-commissario vacciuador, rc-
curreu 10 governo da provincia, dizendu que me ha-
vendo entregue ditos ubjeclus, recusara eu passar-
llie recibo, quandu devia dizerlendu inaudadu
entregar laes ubjeclus, ordene! que o portador nao
recebesse reciba senao passadu em meo nomee
lugo no dia Maniate, da commonicar.ao que nesle
sentido me lzera o Exm. Sr. presdeme da provin-
cia, adoecendo gravemente e leudo poucos das le
pois entrado em exercicio o ex-vacciuadur, nao pu-
de fazer a conferencia e participar ao governo, que
nenhum objecto me bavia eulregue dito ex-comims-
sario ; a se recusei. passar o recibo em seu nome,
fui purque, alem disto, na qoalidade de presidente
desta commissao, a cujo cargu eslava eulao a vacci-
na, e a quem o mesmo Exm. meiidou-os eulrrgar,
recusara sempre receher recados de qoalquer cliefe
de reparliro, sobre negocios ue mutuas obriga-
Coes : reslabelecendo-me lia dias, Uve anda a in-
feliz surto de toca-Ios, porem boje apraz-me en-
Irega-lus ; miuha cuiitianca me lornoo respousavel
por qoalquer tolla que por ventola nelles encou-
trardes.
Duranle esles sele mezes, estando dous no exer-
cicio de depul.ido provincial, e dous doenle, so pude
exercer a vaccina gratuitamente pur.tres mezes in-
completos e interrumpidos: nos mappas correspun-
denles encalillareis o numero dos vaccina.la-, e fra
dus braco* que limitan, o seu quadro, adiareis algu-
nias ub-ei vacoe, escripias por miuha lellra, cun u
lira de conhecar que terapu pude conservar-se vigo-
rosa em nosso clima, a vacciua conlida em tubos ou
lamina) ; em que seto e em que idade uma mesma
vaccina inais se desenvolve, e porquanlos indivi-
duos, o producto de uma mesma vacciua ia passan-
du. e Tazia lem; 10 dar uma aualvse desle Irabalho,
embora nflu eslivesse esle cumprehendido na lei
A represenlacau da viuva l.andim ao Exm. vi
presidenle lie notavel pelo modo parque se preva-
lere de seu estado desgracado para em seu nome i
calumniaren) a seus desairelos.
Collada : ella ignora ludo ; mas o Dr. Kalisbonna.
em seu nome ledige essa lepresenlacao, em que su '
respira a calumnia e a raiva, que 11,10 se compade- :
cem com a dasarara.
por uccasiao da epidemia do cbulera, mauifeslou
quauln era ebeiu de caridade, compadecido da des-
grara, abriu inau generosa em favor dos iufelizes ac-
c111.molh lo-, ja os procurando nos seus alvergues, e
ja mandando por inlcrposlas pessuas a' aquelles que
se achavan em maior distancia da villa, e a prova
desta verdade, que deixamus cima dilu, se cha au-
tbenlicad.i petos oflicios e alleslado da enmara muni-
cipal e do cirurgino Antonio Kaymun.lu, que ibaixo
vo transcripto-, cujas copias nos foram confiadas,
para que o publico reconher;* a imparcialidade que
presidio a' esle uusso elugiu ao Dr. Tamarindo, que
ja buje respira luuge de nos,* que ja mais (urnaremus
a ver.
Rogamos aos ecos para que o leve a salvamento
para o lugar unde se ada removido, e resignerao-
uus ao nu...i pezar.
Illm, Sr.Esto cmara remelle a V. S. o alies-
lado, e asta* penburada pelus relevanles serviros
pur V. S. prestados, que sem puupar sacrificios le-
gn a seus muniripes, cordeal e sinceramente agra-
dece por si e era nome delles esses mesmus serv-
ros. Esla cmara faz votos aos ecos para prolongar
a necessaria existencia de V. S para que continu
a derramar era qualquer parle que se adiar os be-
nelcius de que Imam penbarado.
Deus guarde a V. S. por moilo* anuo. Paca da
3 missao augusta de guiar os i cmara municipal em .11 de agoslo de IS.fi.Illm.
mvias devezas fforriW Sr. Dr. y .reo Corre da Cama, a Tamarindo, dig-
nissiino juiz municipal e d'onihaos dos lermos de
0 nosso espanto se levanta em moiitoulia atando ; Pasto de Camaragibc e Porto de I'edras.Serapbiin
1 uma expres..lo allemaa d. su/ |.ert. presidenle.-l.uiz Jusc Correa de
lie conlraas fra.juezas desla especie, que 11a ve- Sa. David Barbota de Soiiu lerraz. l'raucisco
Os seus serviros presladus a pobreza desvallida, L"ni desses mappas lora lirado pelo cx-commissariu
Pata poder abrir os 1 |>ectivo astcnlos,
reclama o vicario da Iretjue/.ia de nn-
to Antonio desta cidade, as si';;tnni. -
notlas de .'.rmenlos e li.itilitadoK.
CASAMENTOS.
IN'i t. .Novembro.
aHl.icenra para o Kvd. Jos* Dioniin, capelln da
Ciquia' caar Antonio de Olivtira com Mana da
Espirito-Santo.
IS..I.Julho.
Hi.Para o Rvl. a.....mu Manoel da aaaaaaaaak*
car Alexdii.lre Caanlo. Cuelho, com Mana Aaie-
I1.1 Mam da Cuiiln.
Agosto,
diPara o Rvd. Agllllall* de Cuna Cavalcanli ca
sar Manoel Amonto de Unto rom Ansia Mana
Je linio.
' Noveiubrn.
ti.Para o Kvd. Custodio Iraun-co de Melto. aa
s_ar Jo-c Coslodio de Alhuquerque com B-.ll.ii..
rencira Diniz.
I i.Para o Rvd. Agostinho d* l.ima Cavalcanli sar l.uiz de Alboqueique Marli> Pereira rom l>.
/ulmtra I'orruhoa de Ca,no INiveira.
18-V.Selembro.
14.Para o Rvd. Jos de Je-u. Mari, caar J...
Jaciulbo l'ivau como Mari Eftigenia da .snr<
Araujo. ,
Oulubru.
i.Para u Kvd. D. Leonardo Aulvaacs da atatM
Henriques, c.sar Jo-c Joaqaim Kirrelu com An-
ua Man das ve.
dem.Para o Kvd. Claudino Aulooio dos Sanio..
rasar Mauoel Antonia Rodrigues SaatK* rom Ida
lina Elias Ferreira Rocha.
Drzembro.
".Para o Rvd. Francisco Joaquim Pereira, caaan
I .aiirui lo de Paula Alves Cima com Flemuda J-
zepbiua dus Santos.
IKjliAbril.
I&1'ara o Rvd. Francisco Jiwqaim Pereira, caui
Jus Marlins da Silva c m Joaquina Gectiudc d.
Cuiieeirao.
Jonlw.
-1-I'ara o Rvd. Fraiici Francisco Antonio da Silv* com Riajena Mar de
Araujo.
Selembro.
6.Para o Rvd. I'iimo Feliciano, casar Jactnllm
Ferreira dos Santos com Mana Joaojama do Bt-
pirilo-Sauto.
"^-Pra o Rvd. vigario do Poco, casar Candido
I heoluuiu Rodrigues l'inlu eom Iraacdma Vi
eir.
O sangue corre 11,1 bella drade du Cralo.
A m do Senbor. o Santuario du Deot vivo he i dadet locaea que dea nu v.uva pdiVisiiV 1
1 por sacrilegos, qoe aeodo era minora para Mnl o primeiro magistrado da provincia'' "''0 a8ra,,ou ""lo, o se allendor-sc que
inuiunhn aleiloral, investem para a,-1 Al na representa, ao o Dr. Kalisbonna Ira'.i da I""""
soberana do povo. o coliego, que uo puticus pretenden tea se
As providencias lomada* pelu Eim. Sr. presiden : :ll"l'o','iCn:'io,a foru os 1 rotectoros ofllciosos u
le lem sidu luibjs aconselhadas pela prudemia. "''" "Hiciosos. leromos que seria mais conve-
l. Esc. demillio mmediatovnle o delegado, au n'cll,e lossi; 1 reuil io do collegio na matriz I que o'przer
beraencia de sua 111 lignacilo, exclama um phllnso-
pbo raoralisla :
o IJue prdzeres lo esses cninpiados a cusa da fe-
11 licidade de uulrein, da toliculade de umsexo, que
- Providencia eonflra a nussa proteerlo '.' O que
Baplisla Correa.Jos Xavier de S
A caara municipal da villa de Taearal e seu
termo de cnul 1 mi t.n!.. com a lei ele.
Alleslamos que u Illm. Sr. Dr. Marcus Correa da procedimenlo
Cmara Tamarindo exerceu as (iiuccoes dus empre- | urna luucura,
gil. de juiz municipal e delegado desle termo desde
sua posse al bu|P, cora ora zlo e recluan dignos
de tolos os elogios, nao se pnupau lo durante e-se
varrinadur, nos ltimos dias do seu exercicio, que
deixoa uma copia em seu lugar : achou elle, e dis-
se, que o guardava, por servir-lhe de gloria ; po-
rem manir gloria lenho eu com esta subsliluicilo ;
contera dito mapp. algem detoilo, que me dcslus-
lie Talvez ; mas era|elle um documento aulbenti-
co de urna repartido publica, e por isso jamis devia
passar para mao particulartodava devo lembrar.
que 11A0 eslava ainda limpo. c pur isso nflu podara
ser lomado como um Irabalho concluido, e que me
lorne respousavel.
\ agando o lugar de commissaro vacciuador, per-
guiilei aos meus rollegas da commissao, se o prelen-
diain, e respondern), com tranque/a que nao : eu
lambem nunca o preleud, e por issu nenhum pas-
so dei a esse respeito ; as relaces que ides incelar
eom u Exm. Sr. ministro du imperio, cum o Exm.
Sr. conselbeiru presidenle da provincia, cem o Sr.
inspector do instituto vacciniea e cum us memhros
desla commissau cunlirmarao a verdade que vos re-
tiro ; e enl.lo admirareis que naquelles das em que
trala e um rollegas nossos, nlre os quaes vos cun-
to, cada qual mais desvelado cm prc-lar-me seus
favores, pelos quaes serei elernainciile agradecido,
julg.ir.uii a muiha vida era erainenle perign, tosse
quando se lerobrts** o ez-eomautsaria vacciuador,
Menle da meu l*Umavel otado, e cerlo de que
cosi de imitar *ecue* de piulndade, de mandar pu-
blicar nu Mirra! l'ernambunano 11. I lu, u que
havia e-cnplo |iara a corto ao Sr. inspector do ins-
uma vaccinieo, lacliando-me de desleal e inslru-
menlu de perseguicao cnulia elle, alim de ver te
pur esse un 10 lorpe conseguira eu a Bimiar.ll de-
h'iiliva do lu
KAITISAOOS.
I8-:I. Oulubro.
.).l.icenra para o Rvd. Fianciso* Josc dr Oliven
Muun, baplis.ir na matriz de San-Juw, una Id',.
de Antonia Mara de Mello.
MMaJaneiro.
17.Pera o Rvd. vigario do Poco lupli/ar w*M < n
anca de Antonio Francisco de Sum Xavier.
Abnl.
I..Para o Rvd. AuUnio deOliveir Anlonea l..(.
tizar na maliitda Boa-VisU urna lilli Irglluu M
Mauoel l'uliorpo Mnreira.
1KV.Malo.
11.Para o Rvd. Fr. Maooel de S. t ilippe l>|diir
uma lilha de Felisbioo de Caivlhu Rapo-..
Jullw.
ti.Par o Rvd. ronero Bernardo RaxmuMju Je
Souza llaadeu a baptizar em (Huida .u n.ha de
l.eunardo Augoslo Ferre*r l.ima.
Novembro.
\E-t.i nula lo que o Rvd. Clmslivao de Motan .la
baptizar uma chanca aa|a padiinbo ***** l*r.
Francisco de Aaaii d* llliveua Maci-I, km derla-
iar pal nem m.n.
Detembrn.
til -Para qualqoer sacerdote baplizar em eVieaB 4
Manguind, nina lilha de I lamisco de Sen/a
Reg.
:lt.Para qualqoer sacerdote baplirai na Iresaeria
do Recito uma lilha legitimad* Manuel Redi'. .
da Silva.
I v-Vi. Fevereirn.
t-Para u Rvd. vinario de Jabualao haptirar aun
liiho Icgiliiuo de Joan lirmino Crrela de Ara
ujo.
13. Pala qoaiqner -acerdule bapti/ai orna hlha I
gitlina de l-'inuu Candido da >ilveira.
33.Para qualquer sacerdule baptizar nm* lilha !..
Dr. Sabino Olegario l.odgrr l'nlu..
'27. l'ara 11 Rvd. Leonardo Joan l,ieio ia,r 1, -aul,.
Oleo era Pedro, lilho legilirao de Manoel do II' Ro-
drigues de Azevcdo.
Marro,
c'r' "lo se-Tcsie' .". ""'"S 'l".,,Ue, '** '"" i < pene ,a de-cri. 1,*'. ?" ''" 1"'l*'S "' "V" "" '-'-" "'""' Marcol,.* Mar. d. R.,
pecie, ja ucscnpio por esle ex-cuminissaiio ; se um ..i,,
procedimenlu detla ordem nflu he o reullado de Abnl.
poique n considere implicado na dcsnrdem mas
para dar Ulna demniisIracAu de que nao tolerar au-
lir l'"",;",e bjnma, que a despulo de snasinslrucres,
nm '"ll''' c"v"lv',lu ""s eleices, seja un Calo,'soja
1 em qualquer oulro municipio.
Alem disto y,| seguir para all uma Inca, e cons- mandante d
desta locelidade, ilin de ser ponto quasi
central.
Foidemillido de subdelesado do primei-
ro di-triclo dcsia freguezia o tcnenle Igna-
cio Gomes
mistura de Voluptaosidade e de barbaria, esse
Imito egosmo oreaJlo em va* demomlroeoes de I lempo em em pregar todus mi aeriaeiot para o me-
senlimeuios oal he essa vaulade nconcbvel. i Ibnrainenlo desle municipio, sendo su conducta
endiosa, que cuma coran Irinmphot at maii ne-I Unto civil corno moral sera a mal* peonen......I-.
Irairet MO coromercio dos cor*eiJe Oh Paco da cmara municipal :ll de agoste de 1856.
eja soinpre innoceule. e || p; Francisco Jos da Rocha, secrelaria o escrevi.
11 luda a pena cau-ada a oulieni EnlSo tomen- 1 Seraphim de Soura Ferraz. presidente da cmara.
a le era legitimo e puro. EntlQ lmenle sera s- l.uiz Jusu Corn-a de SiDavid Barbota de Souza
.i hilar a quem o cxpeilmcnlar. lena/.Francisco Baplisla Correa.Jos, Xavier
Bradem embora os moralitla* ; nao ha poder im- \ de Sa.
Illm. Sr.--l'n-suido da maior satisfazlo a regozi-
o, lenho a honra de levar ao cnhecrneulu de V
de-la ordem n.lo he o ra*nlaV de
ha de cerlo uma baisaza e pala cas-
llliar enli.lades em toes cuiidu.nes, uu l.to inesqui-
nlias. co nao tenhu ouira tinanea que a comise-
rac.lo.
X.Para o Rvd. Albino de i.arvailu. !.-. hapi./.i
nina lilba de Manoel Maiiuh-i .le Siui Vi
menlel- ,
Jiiuho.
A reparln.i, da vaccina lem ludo quauln be jire- II.-l'ara u Rvd. Miguel \ ,-ira de Baaaaj Mairr. .
ciso para o sen peifcitn andamento, nada llie falla baptizar um nlbo de Eluvn-.r. Mana d,. I ,a
desde aqmiio que he abtalalamenle aecemarm ala ment.
aquilln qne lem nina ulilidade secundaria, r iiaqncl- I Jl.-I'ar u Kv!. Joaquim de I an, baaBBBa ,
lilliu de l.udgirii \nlonio de Albanun
Sa Queiroz, e nomoado com- Pedir, quefe proprrt prtlre* ou mevwier le
forcaa v.iloiitea da comarca dn l'ra<'" t",,rm oeiedBde. cumu se o lencnl do
le lado encuiilrare-.
Ouarenla e qualro Mbr. ,|e rbumlio e zinc em
laminas, seis mil ,a...... la0M ttpMmm e |,mma.
ele vidro, ..'.I lncelas novas propiai para a ianoea-
lac.i., da pu vareiiitco e mais \2 ia servidas. Mil
ili-sla.lnsaherlns, pur serem dalos aos vacemado-.
'SO mappas para ** mscrevrr
li|le
Julho.
19.Para o Rv '. lata d- Je-us Mari aaaajtaai um
lilha legitima de Jo-e P.reiia le vena.
xV.Para qnataaer r,,i. .,,-er.Me hajaaaa* iw R.-
med,. um lilh.. ItgMitM de Juiu I emanar. Ha-
le rihvcia
Agn.lO.
a qualquer sirei.hde kaaMaaf orna inha 1
lima de Aninuio Jnrg- Caera.
I vigaiio.
1 enaarsa rataarifaca ttoaaaaaaaV.
'fin escriplo
vamos lud
Crrela Cima
con, ...uune ; em urna palavia. s. era-I SCI"'0 Substituido pelo Dr
mas rerljuienle e.-livamus bem loogt!ju'Z de dlieitO lie Anadia. t
le prewr que chegaiH a n.jusiira do conie.....ora-1 Temos por mais tle urna vez manifestado a

a casa da iiiiqui la.le desjbaia porque nao lera, cu- 1 da Saude, a quem toda a popular.,., anaoimemeu- cree phusph ro. I i,,.,i, 1 eomnelent.
mo diz a Biblia, a riuz no roebedn. te recorren, com -un oraeSe. e peni.enr.as. e de- baca e jarro. S*., olllu para 1
E dnpai* detMl scenas ditJOlnta*. dem datoratat pois a, energiras. sainas e ac.iva. provideaei, pr Do, m*a con. r,wU. chave. Ima resma de '
afJroDlata mor-hdaie publica, desle cyiu-mu imuio-! V. S. dadas, em virlude das quaes um s dus .toen-I papel, peinas dar e lu.ii, Vui 1 a'coi .mu
iXx:lmkntc>:\. i
ms. Srs. pirsil.nlr p nvmbro-^ dn naaaai.
a-J municipal He^la ir marca. Di/ a barhaH fama


LEGIVEL





UeO 81 PfftUintl StXTA FII5I 15 OTUUI a* I8S6
Francisca Duarle Junior, juiz municipal e interino
de direilu desla comarca, que Ihe lia mistar que
YV. 8S.1 cm atienco a \erdade c just.ca, digam
qual lem sido o comporlatnenlo civil c moral ilo
supplicante, como lia comprido os deveres >lo seu
cargo ; e, finalmente, se pelo decurso da diflicil a
arriscada crise, poique est passanio esla provin-
cia elle, umdo a loila a populacao grada desta co-
marca de Garanhuns, nica uo eivada das inspi-
racoes anacliicase subversivas dos nossos partidos
pollinos, lem-se dedicado defensa c manutencio
da ordem pulilica em loda parle alierada, a guarda
das inslituicijes publicas, isto mediante o concurso
u auxilio reunido de servicos pessoaes c relevantes,
providencias adequadas, e mesino preslaces pecu-
niarias.E I! 1. J
J'o Frtmdtco IhiarleJun'or. *
Comarca de Garanhuns em I'eroambut, ."Si de
janeiro ^le 185U.
Alleslamos que o supplicanle juta de direilo in-
lerino do termo,durante o lempo que exerce o cy-
o do juiz,tem ostentado a mais illibada conducta
tanto civil como moi al,assim como, que na exerct-
tado os cargos que menciona, cora honra, c probi-
dad a finalmente que M ha distinguido de urna
maneira digna de louvores preslando-se nao s
pessualmente, como com meios pecuniarios para a
manulencao.e suslentaco da ordem publica,o dando
anloga providencias todas as vezes que ella lem
ido alterada, (como m 22 de dezembro de l8ilJ)
on aroearada de o sor,1; he quanto em hoora da ver-
dado se nos Merece a altestar.
Paco da cmara municipal na villa de Gara-
nhuns em sessao ordiiiasta de 31 de Janeiro de
1850.
Teixeira. Brrelo, Coila, Rocha, Silva Pinto.
N. '2.JMin. Sr. Dr. juiz de direito.Diz o
bacharel Joo Francisco Duarte Junior, que se Ihe
faz necessario, nao havendo inconveniente, que V.
S. por seu respeilavel despacho sirva-so determi-
nar ao escrivao, queofliciou ltimamente na car-
reicao com V. S.,quoJcertilique aqui junto o theor,
porque om provimento geral digoou-se V. S. de
e\pressar-se om relaro ao exercicio do cargo de
juiz municipal deslc termo, que o supplicante ac-
tualmente oceupa ; equetambem se Ihe dea data
do referido piovimento e a assignatura de V. S.
IV'Je ao lllm. Sr. Dr. juiz de direito destaco-
marca, Ihe defira como pede. E R. M.
Villa de Garanhuns S de agjstode lS5i>.
Joao Francisco aarle Junior.
Como requer.
Garanhuns 8 de agosto de 18;>6.
Bandeira.
Manoel Joa<[uim Pereira Nello, escrivao interino
do jury nesta vil a de Garanhuns, termo do nies-
mo nome, provincia de Pernambuco, nomeado
comqieicnlemenle na forma da lei etc.
Corlilico que o provimenlo eral com que o Si'.
Ilr. juiz de direilo desta comarca encerrou a correi-
cao, a |iarte que nello se v, e que pede o Sr. Dr,
juiz municipal em sua pelicao relio, ho da forma,
llicore maneira seguinte:
Kao concorriam menos para o estado melindro-
so, a que chegou esla cumarca. os indiscretos re-
cursos, que cnlao se barateavam, fossem quaes fos-
sem as provas do processo, ja nao digos para a
sustentado de urna pronnncia, porem para a niais
conscieuciosa c indispensavel cajidemnacao I O Sr.
Dr. juiz municipal arroslando a esses prejuizos de
enlo, inutilisando. como vai, esse meio aristocr-
tico de (Meza, que muitas vezes fazia, que mu sce-
lerato nem mesnio na cadeia permanecesse por 24
horas, o Sr. Dr. juiz municipal caminhando imp-
vido no meio do odio dos protectores do orine, que
ja veem abaladado o seu prestigio,a sua amiga pre
uonderancia sobre|aacciao da autoridad', e fazendo
assim que lodos os criminosos vao responder ao
jury, quaudo as suaspronuncias se arham bein fun-
dainentadas, vai fazendo um grande servico- esla
rumarca, e llio trbulo lamban com mu i la salisfa-
i;o os meus elogios, e os agradecinentos de que he
digno pela sua boa serventa.
Garanhuns '25 de julbo de IS55.
/ose Bandeira de Mello.
I', mais se n.io continha em dito provimenlo, na
parlo que diz respedo a dita pelicao relro, que eu
escrivao no principio desta declarado, e abaixo
assignailo, bein e fielmente copiei do proprio ori-
ginal que lica em meu poder o carlorio, ao qual
me reporto, e vai a prsenlo na verdade seni cousa
que dovida faei, pur ruini sobredito escrivao con-
ferida e coucerlada, escripia e assignada na forma do
eslvlo, nesta villa de Garanhuns aos 8 das do mez
le agosto do auno do nascimenlo de Nosso Senbor
lesusChrisio de 1855.
I'.m f: de verdade O escrivao interino,
Manoel Jo i'fiin l'eretrn Sello.
N.3.lllm. Sr.Tendo a presidencia da pro-
vincia desonerado-mu do cargo de delegadode polica
desletermo,communico aV. S.queiiesladata lenho
entregado a mesma delegada ao respeclivo novo
delegado, o capito Francisco Antonio de Carva-
tho.
Prevaleco-me.da occasiao para agradecer a V .
'S. a coadjuvaco que .sumare me preslou durante o
pejuenoopenodo de miuhafraca administraco po-
licial, om a qual se deram faltas, ou errosile mi-
aba parte, espero que V. S. os atribuir antes a
uurtez de minha inteligencia, do que a vontade
deliberada de os pralicar : pois aflirmo a* V. S.
ub minha honra, que sempre nulri os melhores
desejos de acertar.
Keilero a V. S. os meus protestos de respelo e
estima a sua Ilustre pessoa.
Deos^arde a V. S.Villa de Garanhuns 13
de oulubro da 1855.lllm Sr. Dr. Joo Fran-
cisco Duarlc,dignsimo juiz municipal ode orphos
desla comarca. 0 espilao, Manoel Claudino de
Olivcira e Cruz.
N. 4.lllm. Sr.Tendo nesla dala entregado
a delegada ao suppleHte o cidadn Luiz Jos da
Silva Burgos, por ler en sido exonerado do cargo
que exercia, pelo Exm. presdeme da provincia.
.i=sim o communico a V. S. para sua scicncia.
Nao posso deixar de na prsenle occasiao patenlear-
llie minha graiido, pela coidjuvacao que me pres-
tou na minha ardua coinmisso.
Approveilo o ensejo para reiterar-llie os proles-
tos da maissubidaeuima e considerarlo.
Dos guarde a V. SiDelegada de Garanhuns
27 de julho de 1855--lllm. Sr. Dr. Joo Fran-
cisco Duarte Jnior, dignisaimo juiz municipal da
comarca.
Carlos de Moraes Caniiso, major.
N. J.lllm. Sr.Accuso lor recebido Je V.
S. nesle monienlo a quanlia de 4000O rs., pro-
ducto das esmollas por V. S. arrecadadas, para soc-
corro dos miseraveis affeciados da epidemia, que
assolou esta comarca.
Muito a^rdeco o luvo a V. S. os scus esfor-
cos e a coadjuvaco, que me deu na larefa de que
eslava encarregado pelo Exm. presidcnle da pro-
vincia de ser til aos miseraveis, que fossem ac-
cuiumetlidos.
Dos guarde a V. S. (iaranhun> 22 de mai
de 1850.lllm. Sr. Dr. juiz municipal Joo
l'rancisco Duarte Junior, ex-membro da coinmisso
desoccorfos pblicos desla villa. O juiz de di-
reilo, Jos Bandeira de Mello.
APl-REIlENSAO' DE AFRICANOS-
' 1*.Lomos na correspondencia do Diario
do Pcriiaiibuco vinda de Garanhuns, a noticia de
ifue o Sr. Dr. Joao Francisco Ouarle junior, ac-
iiialjuiz munidpal e de orphos daquelle lugar,
havia af.prehendido duas africanas bu^acs. Poslo
que oconliecimenioque tomo da moralidadu desso
magistrado, e bom conceilo qncdclle fazemos, nao
nos-autorisassem aduvidar do laclo, todava como
a noticia poderla ser fundada n'alguma nformaco
de momento, nao quizemos dizer nada a respeilo.
Mojo j nao he possivel duvidar-so do faci. No
expediente do governo do dia 13 do correnle pu
elieado no referido nDiario n. 23o do dia 18
lo precita.lo mez, 16-40 o seguinte __Ollicio ao
JMZ municipal do leinio de Garanhuns, dizendo
em resposla ao seu oflicio de 2 desetembro ultimo
n. que remeileu as.duas africanas bujaes, de
que traa o citado ollicio, do Cxm. prcsidcnle da
provincia das Alagas, onde suppOe-se ler sido o
desembarque ilas mennas, e conseguintemente ser
n lu^ar do delicio ; accrescendo terem all residen-
cia as pessoas que se dizem donos dellas, cumprin-
do, portante, que Smc, mande, quanio ames,
alim de ter o mesmo deslino, o processo que a tal
respeilo se deveria ler ahi comecado.
Sonilo, |wis, inconlcslavelmcnle verdadeiro o
Jacto, julgamos de nosso dever r nas desla folha, porque em eral he mais urna pro-
va da disposco enrgica do goterno e autoridades
do pab. contra os africanistas,e pariicularnipn-
le. da piobidide e iiileiie/a do Sr. Dr. Du3rle.
que apezar de estar 60 leguas distante da capital,
nao leve o minino escrpulo em cuuiprir rigorosa-
menie a lei.
N. 7.lllm SrTendo sido V. S. propos-
to por sta directora ao Bxm. Sr. presidente da
provincia para o honroso carjjo de delegado de
disiricio Iliterario dessa freguezia, e lendo sido ap-
provada a minha proposla, foi V. S. nomeado
para o dito cargo, nos termos do art. "da lei pro-
vincial u. 309 de 14 de maio ultimo.
Oque communico aV. S. para que entre logo
em om exercicio, e espero das lu/.es de V. S e
seria dedicaco nu cumpriinento de seus deveres
pblicos, a mais ampia coadjuvaco no intuito de
dar a iestrucco publica desse dislriclo o maior de-
senvolvimento.
Epara bem regular-se \ S. no desompenho de
suas funecoos achara incluso um exemplar da dia-
da lei, tuja recepeo se dignar aecusar.
Dos guarde a V. S. Directora eral de Ja-
neiro de 1856.O vicario Venancio Henriques
N. 13.O presidente da provincia de Pernam-
buco, Hienden lo as quali lades que concorrem na
pessoa dobacharel Jo.io Francisco Duarte, e leudo
em vista a proposla feila polo (befe de pulic a com
data de 10 do crrente resolveu, em virlnde do atl
1 da le n. 161 de 3 de dezeuibro de 18'I, o do
art. 85doregillamenio n. 120 de 31 do Janeiro
de 1842, nomea-lo para o cargo de delegado de
polica do termo de Nazarelh, comarca do mesmo
nome.
E para constar se expede o presente Ululo, que
ser registrado na secrelaria do governo, na Ja po-
lica, e na da cmara municipal respectiva ; deven-
do o nomeado entrar em exercicio luso qne lenlia
presta.lo juramento perante a auloridade com-
petente, do que se far nota no mesmo titulo.
Palacio do governo da provincia de Pernambuco
na cidade do Recite, cm 17 de abril de 1852, 31
da independencia e do imperio.
Francisco Amonio Ribeiro.
Titulo pelo qual he nomeado o badiarel Joo
Francisco Duarie para o cargo de dejado da poli-
de Rezende, director geral interino.lllm. Sr. 1 cia do termo de Nazarelh comarca do mesmo nome.
Dr. Joo Francisco Duarte, delegado do dislriclo
lilterario da freguezia de ('.aranhuns.
N. 8.Joo Quirino Rodrigues da Silva, juiz
de direilo criminal nesta comarca de Garanhuns,
da provincia de Pernambuco por lei etc.
Atlesloque.o Sr. Dr. Joo Francisco Duarle
Jnior, actual juiz municipal, c orphos deslc ler
mo, he de urna conduela civil irreprehensivel, do-
lado de muita nlelligencia, e versado as llieorias
da sciencia do direito patrio, o que o constitue
mui apto para qualquer emprego da magistratura,
de cuja capaciJade lenho exacto conhecimenlo,
nao s pelas relacoes de pralica familiar, mas pelo
que o dito Sr. lem appreseniado no ddenvolvimen-
to, c exercicio das suas funecoes publicas.
I'sia passei espontneamente, esomente por a-
raor da juslica, e da verdade.
Garanhuns 24 de novembro de 1819.
Joo Quirino Rodrigues da Silva.
N. 0.lllm. Sr. Dr. Diz o bacharel Joo
Francisco Duarle Junior, juiz municipal e de or-
phos desle lermo de Garanhuns, que Ihe he mis-
ler se ceriilique pelo jui/.u de direilo desta comarca
se durante a serventa do supplicante, que data de
1848, tem elle respondido a algurn processode res-
ponsabilidade e se lem silo -- n dli.-iui- procedi-
menlo mandado instaurar contra o mesmo suppli-
cante. Oulro si 111 precisa o supplicante que se
certifique, se durante o seu exercicio de juiz de
direilo interino nesla comarca lem sido instaura-
dos processos de responsahilidade contra alguns
einpregados da mesma comarca : pede a V. S.,
merilisso Sr. Dr. juiz de direilo da comarca, se
digno deferir-lhe como requer.E R. VI.
O que a supplicani requer deve ser informado
oucorliheado pelos esvrives respectivos; assim man-
do que os escrives respondan!.
Garanhuns 4 de agosis do 1856.
Bandeira.
Manoel Joaquim Pereira Nllo, escrivao interino
do jury desle lermo da Garanhuns, provincia de
Pernambuco, nomeado competentemente na for-
ma da lei ele.
Em observancia do despacho retro do Sr. Dr.
juiz de direilo supra, cumpre-me certificar, que o
Sr. Dr. juiz muicipal desle termo Joo Francisco
Duarte Junior, desde o anuo de 1848 al hoje,
que lem, ora exercido o lugar de juiz municipal, e
ora o de juiz do direilo interino desla comarca (a
excepto d'um pequeo lapso de lempo em que foi
oceupar o lugar de juiz municipal do lermo de Na-
zarelh) nunca respondeu, o mesmo, crime algum de
responsahilidade, e nem mesmo consta que sollrcs-
sea menor censura em seus actos como juiz; sen-
do que durante o lempo que o sobredilo Dr. juiz
municipal exerceu o lugar de juiz de direilo desta
comarca; insiaurou seis processo de responsahilida-
de centraos seguinies empregados, a saber : con-
tra o subdelegado da Crreme. Joao da Silva Mel-
lo ; contra o sobdelegado de S. Benlo, Benlo Jos
Alvos de Oliveira : contra o escrivao da subdele-
gada de Correnle, Amonio Thomaz de Brilo, con-
tra o escrivao da subJelegacia de Papcaca, Luiz
Prolo Villela contra o inspector de quarteiro
Francisco da lioclu W'audoiley, e contra o cesio-
nario de rentas provinciaes, Cauruuiino di; Uarros
W anderlev.
He pois o que me cumprc certificar, e do que
dou f.
\ illa de Garanhuns 4 de agosto de 1856.Em
f de verdade,O escrivao do jury, Manoel Joa-
quim Pereira Nello.
Encumpriment ojrespeilavel despacho de N S.
exarado na pelQo supra, lenho a informar que
durante o meu exercicio de escrivao do crime, e
civel dcslo ternio, nao transiloii pelo ineu carlorio
processo algum de responsahilidade conlra o Sr.
Dr. juiz municipal Joao Francisco Duarle Junior.
Entretanto refiro-me aos pintos da informaco do
meu companheiro escrivao do jury. He o quan-
to ten lio a dizer.
Villa de Garanhuns 4 de agosto de 1856.Em
f de verdade.O escrivao, Francisco Jos Cor-
deiro dos Santos.
Certifico que a vista do meucartorio nada consta
sobre o conteudo na petieo do Sr. r. juiz mu-
nicipal Joao Francisco Duarle.
\ illadeGaraiihuns 5 deagosl) dcl856.Em f
deverdade.O escrivao,Luiz Francisco deArroxel-
las Galvo Carapeba.
N. 19. presidenta da provincia, deconfor-
midade com o artigo 3 do regulamento annexo ao
decreto n 797 de 18 de junho ultimo, resolve
nomear o bacharel Joo Francisco Duarle para o
cargo de director do censo do municipio de Naza-
relh.
Palacio do governo de Pernambuco 25 de no-
vembro de l851.
l'iclor n'OUteira.
Por portara do Exm. Sr. presidente da provin-
civ de 15 de novembro de 1851.
Honorio Pereira de Azeredo Coulinbo.
N. 11.lllm. Sr.-Tenho prsenle oollicio.que V-
mc. me inderessouein dala de 28 de fevereiroultimo,
dando-me parle do assalto da povoaco de S. Ben-
lo pelas lonjas rebeldes ao mando docabecilha Pe
dro Paes de Souza ; assim como da sua disperso
mediante os esforcos do valenle major Joo Al ves
e requisitan lo finalmente a remessa de al-
clilna para detcarogar algodio e pcrletices; ao
gnalario.
CONSULADO UERAL.
Kendiineulo d<> da I a K. .
Mein Jo dia 9 .
O senle Burja far leil.Vi |pm seo ariii.tzem,
na ra do tiMeeio u. 15, amboi os lexoa, h'iii como opUmai prei.i. rociuhei-
2:2'li^"jii ra*. eucoinrofldeiras, estarcirs, de lioiiitai fisuras,
89j92ll mulatas com van,. Iiabilid.dea, ne;rinli de Illa 12
------------anuos, niiilrques, v.irin* Mcravos com oflirioi, ditos
2:.'12ioilO| mo{os pr.iprios para loda o lervico, dilot de mela
No -iti'i-i'o ili
i-'IVEllAS l'UOVINCIA.
nciidiiiieiil do ,im J a 8.....
dem do dil II .
--------------1 idade
lio-I si;i
11. 5 1, precisa-te de ofliriaea de marcineiro, pagndo-
se bem.
Aluga-M orna casa pira passar a ela. curo
commodiit para gran le familia e coebein para car-
io, eelnbaria nimio boa e fretea, na Caponga uov.
. 5739331
. 183*483
7i;7l
DESPACHOS DE EM'OKIACA' l'f.i.A MES\
Di) CONSLI.*|)U DESTA CIDADE NO DIA
,S DKOUTIJUIto DE 1836.
OilirallarBnuoe porlueoex ulloni SUCCCSSO, TIlo-
maz de Aquino Fonteca, 10 pranchata de ama-
relio.
I.i.lin.ia,,,-., porlosuna Flor do S. Simio, No-
aas Coinpanlua, ,11 bans niel.
KbCEBElilIHIA l>B KBNDAS INTEHNAS i.K-
hAES DE PERNAMBUCO.
Hen.lmenlo do dia I 1 8 .... 6:6144360
dem do dial)........ 1139616
prnprios para silio, c uulro* mullos escravos ra dai Peroarobucan, por preco conioao lo : a Ira-
pecas, que se arlurio plenle* 110 mcMiio arinazein, I lar com Jal Antonio M irque'," 110 sillo do Chora
aonde poilerao er r\ uuiiu'! pelos senhorfll pre- "
lendcntes : sabliado II 1I0 crrenle ai II lluras em
punto.
Leudo
ierren
veira.
buen
7dl2li^s7l
-Para V. Exc. ver.
I".m virtudc da portara de S. Exc, o Sr. presi-
dente da provincia, de 17 de abril de 1S52.
Honorio Pereira do A. Coulinbo.
Begistrado a folhas do livro 1 dos ttulos da
reparlajao da polica.
Secretaria do governo de Pernambuco, 17 de a-
brilde 1852.
O offiralMaubcl Jos Uartins Ribeiro.
Cumpra-se e rei{slre-se, Secrelaria da polica do
Pernambuco 1!) de abril de 1852
Regueira Cosa.
Registrado a folha 13 verso do livro competente.
Secrelaria da polica de Pernambuco 19 de abril
de 1852.
Amonio Jos de Frailas.I*. Amanuense.
N. 14.O presdeme da provincia allendendo ao
merecmento c mais parles que concorrem na pessoa
do bacharel formado Joo Francisco Duarle, ha por
liem nomea-lo interinamente juiz municipal e de
orphos do lermo de,Garanhuns,vencendo o ordena-
do e emolumentos, que Ihe compelircm.
Palacio di Pernambuco 15 de junho de 1848,
Vicente Pires da Moita.
Preslou o urimcnio, e loinou poise nesta dala.
Secretara la u'ovincia do Pernambuco 15 de
junho de IS48.
Silveira da Motta.
Registrada a folh* *36 do livro 30 de provises
Jo governo.
Secretaria da provincia de Pernambuco 15 de
junho de 1S48.
Joo Domines da Silva.
Registrada no livro de registro desta comarca a
folha 93 verso do livro n. 3.
Sdcrelaria da cmara municipal da villa je Ga-
ranhnns 16 de onlubro de 1848.
Luiz Jos da Silva Burgos.
(Eslo reconhecidos c sellados.)
QUESTAO SOBRE PHOTOGRAPUIA.
Segundo artigo.
Os retractos lira los pela phol ,graphit cm papel
nao sao lisos, alleram-se, decoinpein-sa e Jeappa-
recem com o leinpu. O principio d pholagraphia
em papel repoou na propriedada de que guzain os
"e* 'le prala de seren deeompaslM pela luz, e ene-
i?recercm com o cunUKlo .1o rain luminosos. Se
enlloca!-se em onu cmara obscura urna folha de
papel impreguada da di*olac.lo da a destes saat,
acontecer' qne al partea esclarecida ennegrecer,
que as oulras conervarao sin cor branca primitiva.
lima vez que o papel tenlia sollrido n influencia d s
raios lominosos, quer na cmara obscura, <|iir na
chassis potilvo, a i'iiaiiem que se liver tentado Co-
piar, ahi lica imprean de urna maneira. por assim
dlier virtual, he pon necessario Tazer com que ella
appareca, e esla operarAo >on-iiio o que se chama
em pholoaraphia o desenvolviioenlo da imai-em ou
a passagem ao acido salliru. A imagem que s ap-
parece sobre o papel, sol a iofld-neia .!< reaci-ao
Chimiea, que se eslab-lcp eolrc a yodure le pral e
o acido i(allio, ele, sz/"abandnnada a si mesma nao
lardara desapparecrr; h- pois necessario por urna
nova uperacao rhiinica livar essa imaaein sobre o pa-
pel, resullado que al boje mu imperlcitameiite se
lem eootegaiJo, apezar dos reiterados esforcos dos
liJinens da sciencia e dos pholoaraphm man dislinc-
*.os e mais esclarecidos de loda a Kur.ipa, de sorle
qua ale boje anida esla' na maa*a dos iinpoaiiveia a
maneira de lomar livo o rtlralu de pliolovrapllia so-
br* papel. Km pone ebamarcmoi muapoio do qur
acabamos de diter alguna trecho de urna caria do
disuurlo plioti^raplio inulez o Sr. l'liomaz Sullon, o
qual propoz um novo meio para obierein-se relr^los
de pboloraphia em papel, caria que tai publicada o
auno prximo paseado, em um doa nmeros do Jor-
nal dasodedatfe pbotographica de Londrea,
M A prova pode ser sulpliureUda : lie a prata me-
tlica que forma as sombras, a qual pode ser conver-
lida cm sulphurc negro por um dos meUtodos sesmo-
te,: imergir o papel em um bauhu solphvdralo
d'ainomaco ou um bando de livpusulpliito, ai) qual
se ajunla um aculo yodo, acetato de chambo, chlo-
rurc de ferro ou nitrato de prat.
11 O' retratos de phulographla em papel que sao -111-
furelados en/raqucceni-xe/re ila dillicublaUe de levanlar-e por lavagens as nia-
lerias tuperabondanlea. As experiencias rcenles de
M.M. Uavanue e Girard leu lem a Catar rrer, que
ellas se eufraquecem em cousequencia de urna oxl-
da^Ao em uin almosphcra humila, porm os fados
anida esl.10 envolvidos em obscuridade... Urna prova
pode ser colorida por um processo de nlphoMcao
marchando simullaneamenle com a depusi(Ao du
ouro. Cne^a-se a este retallado immeigindo a pro-
va em um haoho de hyposdlphilo addiccioiiado coin
clorure de miro. O dure poem em berdade o en-
xofre necessario para sulphurelar a prova, e o ouro
sobslilue urna parle la prala. Em resumo lie una
serie de composices complicadissiina*. .Nos retratos
preparados por es[- melliodo parle colorida que lie
devida a sulplinracao enfraquecer a rr... (I re-
Irato se eufraquece, os ntLTos lornaui se paludos e
1. eofraquecnnenlo da lima] Ranha lodo o relralo.
Os retratos podeni ser inleiramenle coloridos pelo
ouro .. urna prova assim colorida sea,segundo cielo,
permaiienlc.
11 Sr. lliumaz Sullon eoganavt- quando escre-
veu estas ultimas palavras ; o que elle suppunha ha-
ver conseguido depon de multa despeas o arduoi
Irabalho; anda esla por descubrir, como moslraie-
mo5 brevemente com a transcriptas ueste Diario de
u:m carta do Sr. I.. .Minan de l'lorenca, um dos
melhores pholographos da Europa, e que foi a Lon-
dres estudar com o Sr. 1. Sullon > seu meihode, c
que na pralica adquiri a certeza de que anda nao
e.lava deseoberlo o meio de lomar permanente os
CONSULADO PROVINCIAL.
Keiidiincnlo do dia I S
dem do da ;i .
'.I:(ill5i:ti
952B640
HliJGijOT
ot>o*ceitf) 00 porto.
Savtot entrados no dia i).
Kio Grande do Sul20dias,brigoa brasileiro Cuu-
ceiroii, de |!I2 toneladas, capilo Joaquim Por-1 I |
reir dos Santos, equipasem II), caraa 2,(Kl arro-
bas de carne secea e ebo : 1 Manuel A Ivs liuer- '
ra. Perleuce a l'crnambuc j.
Maranhfto7 dias. vapor de Ruerra brasileiro -llebe-
rib.'ii, conimandanla o capilAo-teucnle Jos Mu-
ra Kodr'Cues.
Sidnej53 ,iias, salera hanoveriana Adele, de
170 toneladas, capilu L'bdelohde, equipagem 2:1.
caraa laa e sebo Vela refrescar e sesue para
Londres. Pertence a Uanover. Coodu.-. 10 pasan-
geiros.
Acaracu'17 dias, hiale brasileiro Sobralense. ne
97 Inneladas, mesire Francisco Jos da Silva Ba-
ts, equipu&em 8, corsa carne secea e mais ^eue-
ros ; a Cselano C.yriaco da Cosa Moreira. Per-
leuce a Pernambuco.
Sacio* saludos no atataae dia.
ColinsoibaHiale americano Kosamondu, capilao
A. M. Keynold. em laslro.
Trra NovaBrisue iuglez Uanlen, capilAo M.
Breakridc, em laslro.
Assu'Itrisue brasileiro Imperador do Brasil,
com a mesma ra sa que traui*. Suspcndeu do
lamcirAo.
Haunders Brotiier &
, farao leilao, >or n-
9o do agente Oli-
e cont. e rii co de
liertemer, de cerca
de lOOcaixas de 24 quei-
ijos damen^os cada una,
recnteme 11 te desembar-
cados, com toque dea va-
ria, de bordo do navio
GTHIO.'E: h-je, sexta-
ue
d
(Vira 10
loras
porta (ia
cid
aoe.
a I tandeara
Leiloes.
outubro, as
manliaa '
desta
Lotera.
Quarta parte da sexta le-
ti na da .natn/da ioa
Vista.
Meio bilhele u. M ,:l>Ni-
O alisi\o a-sisoado declara ao le.peilaw-i
publico que veudeu a orle grande em meio lo
Ihete, e o puouidor pida vir receber o S da le
na ra larga do Kotario n. -Jx, ajnala andar.
I'recos rtos bilbel*'.
Illlllrle* ,>sii
Meio :i-(iuo
ijuartos i-,. 11
Monocl Marlins I lU/a.
Piacia sa da nrn artatat a> a lia.......dr
idade. qne trnha pralica de taberna, e que tt liad
a ua conduela, que sera paso roiilorine o -en Ira
, balbo : na ra do Hansel II).
O nllicial do fallecida ni"lie Joao l'a. be o. I-
I i liiiola. laa rapas, baln.:-, chamarras, rapa, Ualo
;o asSigDado \.i:. saber ao res- I "as brreles, luilj cun a maior peilen.ao : Ha roa
ico;que lendo'sdu roubado no Vclba n. IM.
Na roa das llore-, cochalra n..., i|ua do U>
lin i lo fajed Mana, traa as ravallv e suarda-
canos a conleolodo freauet.
PHYSIOLOGU D1S PIXDES.
Esla imporlanle producto nter,.n i .1.. sr. ir
&e Imxoeo'tS.
.\3o apresentando-se na sessode hoje
do conselbo de adminisirar;ao naval concur-
rentes no lorneciment de assucar, agur-
dente, carne secca, sal, loucnho, a/eile d
carrapatn e carne verde, estes gneros da
inelhor qualidade, incluidos nos que ultinia-
menle loran annunciados como precisos
para os navios de guerra, barca de escava-
r;.7o, pravas do arsenal de inarinha e Africa-
nos ah existentes manda o dito conselho
lazer publico que o contratara no dia 15 do
correnle mez, avista de propostas a presen-
tadas pelos respectivos inleressados ueste
mesmo dia al as 10 horas da uianlia,
Sala do conselho de admimslracTio naval
em 7 de oulubro de 18j<. O secretario in-
terino. Alesandie Rodrigues dos Anjos.
ADVEIUEINCIA.
O procurador da cmara municipal do Kecife, avi-
sa a lodos os seobores douos de carros de aluguel, car-
rucas e oTiiros vehculos de conducab, que o prazo
marrado para o pagamento do impuslo dos uieucio-
nados vehculos liadase no ulliino do correnle mez
de oulubro ; lucoireiiuo na mulla de ol por ceuto
aquelles que deixcrein de vir no dito prazo.
Barroca & Castro, Farao leilo, por in-
lei\cn<;o do agente Oliveitn, do mais
completo sortimeirto de tazendas ingle-
/.as, todas propriat do meros do.
C. J. Astlev AClaio leilo, por in-
teivenrao do agente Oliveira, de grande
sorlimenlo de espingardas para cara, la-
Baruaa e clavinotes muito superiores:
terr.i-i'eira 1 i do correte, as 10 doras
da manhaa, no seu armazem, ruadaCa-
deij do Recite.
O eocenheiro civil John Scolt Tucker, tendo
de relirar-se com sua familia para Europa no proli-
mo vapor, faro leilao, por inlerveiicao do asente O-
liveira, de loda a mobilia da sua casa, consislindo
em bellos sofs, mesas, consolof, cadeiras, mpsa de
janlar, toticadores, Iremos, kilos, uiua pe^a nova de
lindo tapete de laa, apparelhos de poreellaas para
janlar e sobremesa, alrooco e caf, crylaes, pintu-
ras, faca, garfos e colberes, lano de casquinha co-
mo de prata, e minios oulros objectos, como srjam,
sellins, livros de grande prejo. e urna machina pho-
lographica, etc., ele. : quurla-feira, lo do correnle,
as 10 horai da manhaa, no silio continuo, e antes de
ebesar ao do Sr. coiii.nendador Joo l'.nlo de Lo-
mos, na l'assagem da Magdalena.
Menino
Na ra da Cadeia de Sanio Antonia n. IS, pre-
Cisa-Se de ligos meninos para apremiar o ollicio de
marcineiro, romendo e dorrnindo na lenla.
O* direeioras dfl coinpaubia da eslrada de Ier-
ro fazein publico, para evitar duvidas, ou conle.la-
ces futuras. qin> logo queesliver roncluido qualquar
dos leos Ua refer a eslrada. somanta sera pennil-
iiri.i a passagem nos logares para esle lim deainaadm
pelo Sr. ensenheiro em chele da compaiibia, smun-
du a commodidade dos preprielarios, c do pabhto
em geral, e aieem qiialqocr oulro puni da eslrada.
l'or ordem,
S. P. Wereker, Ihesoureiro.
Ilecife 7 de outubro de ISJli.
Alusa-sea ca-a da l'assasem da Masdalena,
pintada da novo, junio a casa do lllm Sr. Ilr. Fon-
seca : a Iralar na na do Brum, fabrica de velas.
O abaixo
petavel pul!
da 17 de selembro do Isb, em dnheiro
30?, um valle de Jos Jacnllio .Monteiro
de Oll. urna letra de Jos Lopes ilu Silva da
quanlia .le UjUO, una dita de Mauricio
Jos de Oliveira da quanlia de 57*540, urna
dita de Antonio Joaquim da Silva Ribeiro de ,
27^880, um valle de Jos Lopes da Silva di? Mello Moraes, do Kio de Jaueiro, bem como ., c *
3WI3U, ii in lilliete de Benlo Jos A. Mar- : ara pina do Imperio do llratil e o Educador di Moc
nliao de ilsS, um papel da compra da ta- ds'le aVaailaira, r laslaand saja memo aoi
berna vendida por Manoel Aze*edo ktmeida |"^S*.Tftjf.V? %!!!%i\ .;,.
a Manoel Perreira da Silva, lodos etes objec-
tos dentro de una carteira de algibeira do
marroquim encarnado ja usada; laz-se saber
a lodosos senliores q'je licara isto cima de-
claredo sem vigor al^um, c ao manara lempo
da-se200/da gralili,-a;3o a qualquer pessoa
que apresentar c:-tes objectos na ra das A-
guas Verde. n. 8
CONSULTORIO HOMEOPATIIICO
un
IIU. ELLO IIOlUrN
ni *
RIO DK JA \ El HO.
iti)i000 M;mUto90.
Leile
WH&o &t>tr0*.
brigue brasileiro aLaioa precisa engajar ma-
rinheiros uaciouaea para sua viaitem desle porto para
o Kio de Janeiro pela Paradina : a iralar no escrip-
lorio de Isaac, Curio y CompanhU ra da Cruz u.
i'.l, nu com o capililo a bordo.
l'ara Lisboa
com toda brevidade pretende sabir o
brigueportuguez LAIA III, por ter ja'
parle da carga prompta : quem nelle qtu-
zer carregai ou ir de passagem, para o
<[ue tem excedentes commodos, trate
com os seus consignatarios Francisco Se-
veriano Rabello v Filho, no largo da As-
sembiea n. .
Para Lisboa
coin toda a brevidade pretende sabir o
brigue portuguez SOBERANO, por ter
ja'parte da carga prompta: <|uem nelle
quizer carregar ou ir de passagem, trate
com os seus consignatarios Francisco Se-
veriano Rabello cv Filho, no largo da As-
semblea n. (i.
I'ara o Araeal) segu coin brevidade o bem
condecido hiale Invencivel, ja lem parle da carga:
para o reslo Irala-se com Marlins A; lrin.lo, na ra
da Madre de lieos n. 2.
l'.VKA A CAIMA
segu iinprelerivelmenle no dia ll> do correnle a ve-
leira somaca uNova Mincivao, por ja' ler a maior
parle da carsa prompta : para o resto, tiala-se com
seu consignatario Uoiniugos Alvet Maibeus, na ra
de Apollo ii. 21.
I'ara o Maranhao sejue no dia II du mei cor-
rele o paiacbo oSanta Cruu: para o reslo da carga
e passageiros, Irala-se com Cantono Cvnaco da C.
M., na ra da Cadeia do Kecife n. .
Para o Rio de .Janeiro
pretende sabir ate o dia VI do rorrele o velciro c
bem cotilleado patacho nacional lEsperancas ; tem
promptu melada de seu earregamanto : para o resto
e escravos a frete, para os quaes tem encllente
comicodos, Irala-se com seu sonsignatorlo Antonio
Luis de Oliveira Azevedo, roa da Crui n. I.
*" a Baha,
O Di. Joaquim de Aquino Fonseca
continua a vaccinar gratuitamente, na
casa de sua residencia, na ra Nova n.
I V tocias aquellas pessoas que nella
comparecerem, nos sabbados de cada se-
mana, das 7 as !) horas da maullan, e
declara queola/. inelistinctainente, eque
tem com abundancia excedente semen-
te, podendo fbrnece-la a's autoridades
que a requJiitarem.
Nova livraria fraaccia e portngneza : no ater-
ro da Boa-Vista loja n. 12.
na do iiio
(le Janeiro.
Acliam-se a venda, na praca da In-
dependencia n. iO, os novos bilbetes da
lotera n benelicio do hospital da villa
das Caldas, que devia correr de (i a Si do
presente; as listas esperamos pelo pr-
meiro vapor que de la' partir depois
desta data : os premios serao pagos a re-
ce pcao das mesmas listas, conforme os
ositos anutincios.
Ileie 10 do correule, na sala das audiencias,
Ii ni la a do lllm. Sr. Dr. jui/. de urpliaos, se bao de
arrematar alguns escravus do casal do liuado loa-
quim Joso de Miranda, a requerimenlo do inventa-
rame e lestainenleiro Bernardo Antonio de Mi-
randa.
tjuem precisar de algum sacerdote para cele-
brar nos domingos e dias santos, dirija-se a ra da
riorenlina u. 12.
A pessoa que annuuciou ter orna cabra boa le -
leira. propria para criar meninos, queira apparecer
na ra Augusta n. >. Na mesma casa lia para ven-
der um bode muito novo, bonito, e de rara da I li-
dia.
. Atintalo
l'recisa-se de um rapas portuguez;, de 12 alian-
no de idade, para eaiteiro de um eslabelecimeulo de
moldados fura desla praca ; paga-se bom ordenado,
anda mesmo nao leudo pralica : a tratar na ra M-
rala n. TU.
Quem precisar de un,a ama : diriia-se a roa
Bella n. 5.
Arraada-se pelo lempo da fesla, ou vende-sa
um silio em Beberibe debai\o, com casa de vivenda,
com bastantes commodos para nina grande familia,
por ter 2 salas, 7 quarlus, eosinlu, estribara, lia-
ara
Manuel Fcrreira da Silva.
SEGU3DADE.
Oompanhta de seguros ata-ir** osrreiirainenur**Mo
. *^ pretil? muitu lirirriln, leu-Ja
r limos, estaoelecida no
Jiio de Janeiro.
CAPITAL 1,1)00 C0.NT0S DE RLIS.
Ofleram ao commercio vanlagen. que nenhuma
oulra compandia lem felo al aaora : acceilam-se
proposlas Ue seguro no escriplorio de Isaac. Curio \
C, agentes da compandia, ra da Cru n. -111.
BILHETES DE LO fERIi DO
m de Janeiro.
Os bilbetes da 2V- lotera Ja casa de
correeeao da corte, e da I lotera do
hospital das aguas das caldas, acham-se
expostos a venda junto ao arco de Santo
Antonio, loja n. I : as listas devem vir
pelovapoi CDIZ, que ebegara'aqui ale
15 do correnle me/..Jos Etuebio Al-
ves da Silva.
Precisa-se de um rapa/Julio para
cai\eiro : na ra Imperial, taberna n.
i junto ao clmi.it i/..
Precisa-e de una ama para caa eslrangeia
a tratar no hotel ingle/.
Hospital Portu-
guezde Benei-
eeneia.
I'recisa-se de um srvenle para (ale uslalifleri.
mciilo, a qual tem o ordenado de I5&0M) por mez,
casa c comida, prefere-se o que liver melbores abo-
naces : a Iralar rom o provedor.
'Marcionihr Fraucisca Salles de l.ims, \iuva do
linado Custodio d.i Silva Lima, rosa a bulas as pes-
soas que se juluarem credorss de *eu casal, para
apretaularem suas contal na ra da Cadeia \ eiha du
Kecife u. ">fi. loja de ferraaena do Sr. Pranci*co Cu
lodio Ue Sainpaio, alim meio desert-in embolsadas, e os que o nao RiaiHn
dentro ilo mencionado yuto, deitara de ser allcu-
dida qualquer reclamarao. Kecife fl de outubro de
ISli.A rugo da aiinunciaiile, Francisco Eilqves
-Vives.
Conslaiido-me qoe minha mullier I). Auna
Joaquina do Mello coiilimia a couiralur dividas o a
assignar lellras e ppela, ignorando ale o ronleudo
de alguus so com o lim no obanjar o casal, e po<
ubslaculos fin minha adoolnialracSJo : cumprc-ine
arlilicar a declararan e pruleslo que por esla mesnio
jornal publiquei em novembro de ISo, o que agora
l'.i'.i ; preveniudo o novo a qualquer pussuidur dr
quaesquer desse* documealoa, que nem o meu casal
esla por forma alguna obrigadu a ellos, nem eu del
lare de opprme por ludas as formas, a lodoso
contratos feto- por minha mullier (por sua nalureza
illc ir- que cumpr.mielUm ou o casal ou a mim. ou
mesmo a ella pela ina ignorancia c leviandade. Ke-
cife Ii de oulubro de 1856.
uillierma Augusio Kodrigues Selle.
rraucisco Jos da Silva, subdito purluguez,
retira-se para o Kio de Janeiro.
I'recisa-se de um caiietra para laberna, da-se
bom ordenado : a Iralar na roa do Amorim, no se-
gn io andar do subrado u. -js.
Aluga-se para se passar a fesla uin silio com
irucleiras. rio perl i, c casa coin commodos sullirien-
le para familia, no lugar denominado Peres : a Ira-
lar na Iravcssa do Uiqoe, segundo andar.
i aixeiro.
I'recisa-se de um moco de illibada conducta e pro-
bidade, e com muila habilidade para balcao de urna
loja de f.izendus. Ullerece-se antojosa salario nos
primeiros Ires anuos, e depois sociedade por oulr
relralos de pliotograpbia
boje nesle poulo.
em papel. Terminamos
ID?.
OA.M IIUIS.
r-HACA UO KBCIFE U OEOl II IIKO AS 3
UOKAS DATAKUB.
Colaccs ollicaes.
0uma lorca e municoes, pelas quaas se possam Cambio sobre Londies >! 3| 0 d|v.
contar e perseguir os rebeldes, si por ahi continua- I "ll" sobre Pars:to' por fr. bu d|\.
rom apparecer: e em resposla tenho de signiO- i'''"""""," tlur W dasi ao anuo.
carVmc.iqueo.F.m prnsidenle da provincia a- ~ 5^^t^rt puente
esba de dar todas as providencias necessanas i ,". Boroes, ecrelario.
consegur-se o indicado lim, aulorsando o destaca-
mento de tima porcao de guarda nacional des^a co-
marca, e remetiendo algum dnheiro por interme-
dio do cdado Jos Basilio de Frailas Pcixolo, c
cetn armas pelo da presidencia das Alagoas
Com estes meios, e com os que devmn emprear
as autoridades polciaes e judlciarias dessa lermo,
coadjuvadas pela guarda nacional, e pelos hons ci-
dadaos do lugar, he de suppor, que a rebellio nao
possa progredir, e que a tranquillidad
lirmc de um modo ustavcl.
E porque o referido cabecilha nao deve liear
impune, cumpre que Vine, faca loda a diligen-
cia paracaplura-lo, e que o remella para esla cida-
de, quando seja preso, visto nao ler a cadeia dessa
villa a precisa aasuranea.
Dos guarde a V me.Secrelaria da polica de
Pernambuco 18 de manjo de 1849. Jerunymo
Martinano l'igiieira de Mello.lllm. Sr Joao ai.FANHKIa.
Francisco Duarte Junior, jui municipal u'deor- ?**,** "" N'
* i i <' i l'lf .11 (10 O l u a
phaos do lermo do baranliuns.
N. 11,Acenso a rocepcao do ollicio de V. S,
de 1\ de dezembro prximo passado e sobre o su !
comeudo lonho a duer-lhe e que leve, Indo qp.nto | ,,,rM JXZ^ZjnZul^TZ
me relatoii em dito ollicio ao conhecimenlo do
publica so
gobre Londres, -11 ||j a Mil. tTl 3|8 I 60.
o Parts, 351) a 353 rs. por fr.
Lisboa, '.18 a 100 por de premio.
Kio de Janeiro, I ni a I por ll|n a 15 e 30 das.
Ac;es do Banco, 60 a 70 0|U de premio.
o compandia de Beberibe JOOO.
ir compaiihia Per oimliucana ao par.
u OUhdade Publica, 30 pur canto da premio.
11 Indcminsadora. 5 idem.
k da eslrada de ferro 00 por 0|nda premio.
Iliaconto de lellras, de 7 a 7 [\ por ()|o.
Dito do banco7 a 8 por Orn.
ijuro.Olivas hespanliiilas. .
Mondas de loioo velhas .
c 65OO novas .
S DlH)U. .
Prala.Palaces brasileos. .
Pesos columoarios. .
u meiicanos. .
:!H3 a SSVK)
. ia5(mo
. 16.T0U0
. SOOO
. -^m
. i?000
119660
he
:597II
:5"j833
JOI:s:l.->;.-i;ii
ras grandes e pequeas, Trucla-pao, sapolis, c oulras
arvjrrs de dilTerenles fruclos, cercado todo de limao,
o qual sitio lira no le-eer da laaieira para a povoa-
co, com relogio de sol na froule da casa : quem o
pretender, dirjase ao seu proprielario. no mesmo
silio, ou ao Sr. Manuel Elias de Moura com botica
na (ira^a da Boa-Vista.
-- Ofleroce-se urna ama secca : quem precisar,
queira dirigir-so a ra Augusta n. I, loja.
Precisa-te de uc caiseiro pura piulara 011 de-
posito da mesma, qae tenha pralica : a Iralar na
ra das Cruza n. 30. Paga-te bem, leudo mereci-
oieuto.
Aluga-se urna casa no Poco da l'analla, con-
fronte a do Sr. (juibson, com os seguiites commo-
dos, 3 salas, 6 quarlos, copiar 1 conidia separada :
quem a pretender, dirija-se a Manoel da Silva Peres,
em Fiira de Partos.
A pessoa que precisar da quanlia de 5009000
com o premio de duus por renfo ao mez, tanda por
hvpolheca da casas ou firmas valiosas, queira an-
i.unciar por este jornal para ser procurado.
Na padaria da ra Direilo 11. 70, precisase de
om boin forneiro, e que seja perito no corle de mas.
sas : quem neslas circumstancias esliver, dirija-se a
referida padaria para contratar.
I'nscill.i Senhorinha Mendes de Alhuquerqiie,
com aula de in-irueen primaria e de ludo quanto
faz parle da educarlo de urna senliora, ollercce-se
vi- senhores pas de familias qne queiram confiar
suas lildas aos seus cuidados, na ra do Vinaria n.
5, lerceiro andar ; assim como recebe pensionistas e
meio pensionistas, afianzando desde j o melhor Ira-
Uuieiil> possivel.
I'recisa-se de urna ama forra ou captiva, qoe
aiha lavar, cozinhar e eugoinmar, para casa de pou-
ca ramilla : na ra Nova n. 39, primeiro andar.
.Na ra Nova 11. VI, se dir' quem precisa de
um calseiro de boa conduela, lendo alguma pralica
I'ARA A BAHA. de escripia.
Snnna iinnroi<.rivJmo.,io ild.nd., ii 1 I'recna-se de um mulatinlio forro 00 captivo.
Segu imprelerivelme.ile>abbado. 11 do corren- Mrt wneiro ou boleairo, preferiodo-se o que liver
te, o Inalo uSergipano,)) nula adinilte carga a fele, 1 del* a 16 anuos de idade : 11a ra da Cadeia do Ite-
quem pretender dirija-sa a ra do Trapiche n. 17, rilen. I.
ou ao nieslie abordo. Precisa-e de um eaiteiro para a cidade de
Pj i Mcela, da l anuos de idade, que leuda pralica de
ill'l 1 tSrlIlIct. toja de fazeudas o pretndeme diriia-se a ra do
,, .... Craspo, loja a. 3, prolimo ao arco da Sanio Antonio
O patacho ..anona Alhenas, cdogado do Mar- Queill precis.r comprar um lerr-no com ab-
ulia0' romnieladede sen carrr-gamento para alia- cerces i promplos para fazer duas casas, ua ra
nheiro de telba a margem dorio, pomar de larangei- Ilre anuos : a quem convier csla proposirilo queira
' entender, se com o Sr. Jos (ioBCalvet Malveira, na
o veleiro palliabole nlJous Amigos, pretende seguir
co.n muila brevidade ; tan promplo mcLide ile seu
earregamenlo : para o reslo Irala-se com o seu cuu-
lignatorio Aolonio l.uiz dc.Uliveira Azevedo.rua da
Ciuz o. 1.
PARA < RIO DE JANEIRO
segu impreleriveluienle no d.a 10 do crrenle o
bem conhecidu briuue naciunal Mnrianna, e por ja'
ter tuda a carga prumpta, recebe smente escravos a
fretc : Irala-se com Manoel Ignacio de Olivara, ua
prara do commercio u. 6, uu cum o capilao Jos da
Cuuha Ji-uor.
Paiia > Iiio
de Janeiro.
\"ii seguir com toda brevidade o bri-
gue nacional ELVIRA, 0 <|unl tem nina
;rande parte do seu ca rejamento promp-
lo : pai a o resto, p.issajjeiros e escravos,
para o (|ue tem excedentes commodos,
trata-te coin o consignatario Jos Joa-
quim Dias Fernandes, t na da Cadeia do
Kecife.
ra du Crespu : islo antes da rhegada do vapor que
(em de passar para o sul, lalvez no dia IS do correule
ou antes. Macelo I. de outubro de Itt6.
Precisase de lilHXfeOOO a premio com b\ polni-
ca em uin molequee u.na negra moga, islo para mais
segurenca : quem quizer aunuucie para ser procu-
rado.
Precisa se de um caiseiro para laberna, que
lenlia pralica de negocio, da-se bom ordenado
quem quizer dirija-se ao Campo-Verde, junio ao
bospil.it portiigue/.
Para se passar a fe-la alogt-te urna boa cusa no
Cachanga, com cachara, estribarla e bastantes cent-
mudas : na ra Nova n. 63.
I'recisa-se de urna ana para empcegar-se ne
serviro de eozinda, para cata de pouca familia :
quem pretender, dirija-se a ra Analista n. 3, sobra-
do, que paca-se bem.
No dia II) do crrenle, na sala das audiencias,
Boda a do lllm. Sr. juiz de urphjos, se lia de arre-
malar pur venda o sitio de Ierras propnas, denomi-
nado I. i i do Calilo, no lugar da Embiribeira, com
grandes proporces para dous silio, avallado por
1:60090110, o qual val a'prara a requerimenlo dos
berdeiros dos liudos JuAo Munt de Souza e sua
.mullier, para pagamento le-'..-- e dos credores. 11c a
ultima prara.
ATTENCA'O.
N'o dia !) do prximo passado mez fugiram do
quintal do sobrado ao pe da ordem lerceira do Car-
ino 3 animacs, sendo dous cavados e nina esoa, os
dous cavallosappareceram no sitio doCoora-mcuino,
fallando a egoa, que de ruca e ferrada de pouco
lempo, lio lado esquerdo e direilo dos quarlos. e dar-
se lia mais oulros signad : quem a liver ard ido di-
rija-as a mesma casa, que sera' bem pago do ten Ira-
baldo.
I uico deposito cm l'crnamburo. ra da ','aeima
do ii. 27, armazem de fazeudas de tniuvea ,\ l.eiU
aoode se enconlia um cnu.plclo sortuncnlo de bol
cas liomuopatllicas de lia taN tutus, e calvas Csiln
tinturas, srndo de U e 60 frasco.. I ..nib-ni se aa-
Conlra a nova pralica elementar da lionieopalhia. ;
o reperluno do medico bomeopilliim. bem rnaio aa>
Iras obras interes-anle pelo mesmo Dr. Mello Mu
lodos iiovrsims e pu
boticas da N. ale 6U-. r
anas coin M medlstatraas ou lialoias a l|-^ai
ditas com IJ dilo< a U-mn.
Na ra Nova n. 12 se dir' qoem prensa de
um raixeiro de boa conducta, laido algami piad-
de escripia.
Acliuui-se desoecupadas para scriiu
alujadas, duas casas terreas pertciicei'-
les a veneravel Oidem-Teireira de San-
Francisco, n. (i no Largo Ja Par.ii/.o < ii
50, na ra de San Francisco : os pi vten -
denles dirijam-sc ao u indo ministro IV-
li\ Francisco de Souza Magallines, pmaua
Ibiliilitada.
A irmsndade da N. S. da Soledade do b.nrio
da Bot-Visla arrenda o grande predio caelluro *
igreja da mesma irmandade, rujo predio he o m-i
sulllcieule para qualquer eslabelrrimenla e morada,
por ser assobrada lo, alern de um grande qiinlal qne
tem para qualquer lim appltcado : quem o preten-
der dirija-se a prara da Bos-Visla n. 7, fallar om
Pedro I .'naci Ilaplisla, escrivao da mesma iranaa-
dade.
I'recisa-se de urna ama de leile para trabar d>.
criar una criauca, a qual be a mais manta punivrl;
a Iralar ua praca da Independencia n I. ou na raa
do Queimadn o. II.
Angello Custodio dos Sanios, tem una mi
la na ra da Senzala Nova n. 4.
Francisco Jos Alves duimaraes lem nina
enrommenda : na ra da Senzala .Nova n. 4.
Aluga-sc um prolo proprio para arina/cn u
assucar ; na ra da Senzala Aova n. i.
I'rccisa-se alugar urna prela forra uu ccraa
pata todo o serviro de urna casa de pouca familia
na ra de (lorias n. 10.
Aluga-se urna escrava que saiba rozmlur
o diario de urna osa c engoramar, prumeit-.->
bom Iralamento c tambein da-se alguus lueaes
a liantado, se a pessoa quizer quem pretender di-
rija-se a ra do Encantamento n. 3, armazem, d-
sete horas da manliaa as 3 da tarde, que achara asna
quem tniar.
Pede-se as pessoas que liveram a bond le d<-
ajudar a recolheros trastes do sobrado junio ao do
incendio, primeirn andar ,que scharain algum, Jo-
objcclus seguimos ; 1 caixa com I o tula, I as-
pada, lanlernas, cascaes, glolms, boln-, ponu.--
eescovas, que tenham a boudade avisar uu Insat
na ru do Torres, escriptorio n. 20, a AasMra
liobilliard.
I'rccisa-se de urna ama de leile, e paga-sc
bem : lia roa da Crut n. 31, segando andar.
l'or delraz da ma do Fagundes, lujada aa
lirado que lica defroule >to estoleiro, mide m esta'
fazendo um brigue, cozinlia-se para fina rom lodw
aceio, e tmbelo se lava eengoiiinia : ludo por pra-
ea i .......o lo.
LITRIA Di PR0YINCI1
Tcrceira parte da quarta lotera do Iuij-
d.ilupedc linda.
Corre sahbado II de outubro de I8>'>
O abai\o assignado avisa ao resiivita-
vel publico, (|ue se acliam a" venda, as
lojas ja' annunciadas, os seus i'eli/es I as
Hieles, meios e (piarlos, os rpiaes nao sn>
to sujeitos ao descont das H por eeuti
do imposto geral, i|ue sera' pago lo;;o
que sala a lista, na ra da Cadeia do I.
cile n. 4.
Bilhetes ."j.sSO receln- ~>:00000 Meios .SO00 :."itM.sOMI
Ouarlos IsoOO n I :."iO.0Hi
Por Salustiano de Aipnuo Ferien.',
Jos Fortunato dos Santos Porto.
slguko coNmv fogo.
Compandia Alliancr.
Estabelecida cm Londres, em man;., de I-i I
Capital cinco milltes de libras esterlinas.
Saunders Brolhcrs .x C, lem a honra de in-
lormar aos Srs. nugocianics, pnq iclanos la casa .
ea quem mais convier que astas filcnamenlc aii-
lorisados pela dita rompanha para clTcctuar Baja.
ros sobre od lucios de lijlo a pdra, cuberas Y
Mu c Igualmente sobre os objerlos quceunliteicui
at mesmos edilirius quer ronsisla cm iiulaia aa
em fazendas de qualipier qualidade.
I'recisa-se de olliciae- de loda olira i na l< is
de alfaiale da rut Nova o. 60.
O abaixo a-sisn.ido, com loja de lailarugii'iio
ua ra das Trinclteiras n. H, avisa as |.r......~ que i u-
roncerlos de tartaruga em seu r-labalcriaaruin, i|ir
os veuhtni pagar no piazo de i.i dio-, quamlo ua
dispora' a venda para sen pi>gaiueit(o. e n-** lanaa
direito a reclamaco alauma. Herilv I. deoutubio
de IsiVi.Jos Joaquim da Cunba linimaties.
Os credores da m.i-s.i fallida de lie.me \ onli
\ Companhia podem vir rereber o lerreiio dixiden-
do de (res por rento no escripiorio da a in.....-lu-...
na ra do Trapiche, ca-a n. il, das II liara as .1 da
larde. Kolhe]i\ Itidoolac.
I'recia-se de urna ama para casa da ataste
puuca familia, pode ser escrava sendo de meia i Ja bv
na ra da Maiigueira n. 7.
I'recisa-se de urua ama para (omai coala le
um maniata desmama-I.>: na lirada da Indrpeti Ii u
Cia i.. :Mi r .IX.
1) abaixo assicnado, fz scienie ao publico a
quem mais inleressar, que lem jnio e roniialado a
Ouem precisar de um rscriplurario brasileiro i venda de sua loja de miudfzai. sila M toa ll-reil.i
para etcrlptono de qualquer e-labelecimenlo, qoe n. S:[, ao Sr.'Inugo da Co-la I erri-ir.i l''.%irella. R.
lem ptima letra, sabe gramiiislira nacional, anlh- < cando o meaiuo comprador .1.....m i s 11 da bqai.l... >,.
Exm. presi lenle da provincia.que lem dado todas
s providencias ade piadas a que o socego publico
se mi alien, edevo acreditar que com esses auxi-
lise com a prestante o decidida cooperacao dos
bons cidadaos, c das auioridades desse lugar se con-
siga o fim iles.'jado,que he o restobeteeimenlo do
mesnio soreg, e ausencia du sustos, e desennGan-
cas. K V. S. pondo em pralica, e em vigorosa
observancia a po'ria adminisiralivee iudieiaria en-
'llura bons fruetOS e a moralidade do povo,pois que
em a ptinjaodos delirios dillicil bo ohler-
lo condado no z-lo e energa de V. S., devo espe-
rar boas f lisongeiras noticias desse lugar
lieos guarde a \ S.Secretaria da polica de
1'einamliL'co. S de Janeiro de I8'i<>___Firmino ;
Antonio da Souza, chefo de polica.lllm. Sr.
Dr. Joao Francisco Duarte, juiz municipal or-
phos do termo de Garanhuns.
atocho ingleslitiopcmercad orn
llriguc dinamarqnezHnoieriti/~dem.
Iliate brasileiro Don Aatigottumo e charutos,
3r>n.TJI}\Q:
Brigue nacional Adoi!..... viodo do Uu Je Jn-
oeiro, consignado t Antonio Pedro das .Veves, ms-
nileslou o segiiinle :
*JO0 lisrris bren. .',11 ditos e 5 pipas vinho, IS vo-
liiincs barricas abatidas, Km latas bitcootoa, :l(l rolos
rumo, OD Cailai tsbSa, I d;la merco lorias. -J (.m_
briilbos cama c cairo, i cadeiras e I sof' fi cailoea
livro e loara, 9 volumes cha c sag, l sacco can-
i dil.-
ii. 9.
Imperial, com 130 palmos de fundo, da parle d i Sul,
e ";0 de fraile para a ra Imperial, dirija-se a ra
da Prala da Sania Rita, serrara de Vicente Alve.
Machada, a Tallar cum Jola Antonio Baplisla Muniz.
Acha-se justa e contratada a compra da cata
sila no principio 'U eslrada dos Atllictos quem v-1
lua, pretende seguir com muila mreYdad'c -, para o
reslu trata-se cun o seu consiirnalario Antonio l.uiz
de Olivara Azevedo, ra da Cruz n. 1.
Para ;i l'arajiiba
segu o brigue brasileiro Leo,., no di | do cor-
rente : quem nelle quizer carregar, dirija-se aos ron- i '''"'' Msnguinbo, perlencenle no Sr. Juse Antonio
signaUrior Isaac, Curio & Companhia, ra da Cruz ,1i|r1ui"' e sua mullier I). Josephina Scbasliana Ca-
valcanli de Alhoquerquc ; porlanlo, quem liaer di-
I reilo sobre a dita casa annuncte per esle lliario no
ii Sil O S.IO Avisa-se aos socios da luciedadeIntlrucria
pencos da-o brigue brasileiro aAdolphos, Francesaqu najan de comparecer boje as | n ,r.is
para o ,|a t-iril no luuir designado.--O I. secretario,
J. I'. Tavora.
I igue em
lo que he eapIlAo Manoel Pereira de S.i
reslo da carga, paatageiroa e escravos a frele. iral.i-
se n ni. da Cadeia do Kecilc n. 66, ou com o ca-
[ pillo tu praca.
glca, 3 caitos*cha, ditos chapeos, 1 b lrica? fa- '.........' '"
, ,. | MlMn
iiic.dves III-i-------- _
i) senle Vieira da Silva na roa da Madre de
Guerra. Dos u. \>, faz leil.lo sabbado II ila correnle aomein
he ohler-se. Mui- nnlw, 6 m saceos rafe ; a ordem.
:ui caitas vinho ; a Ssuvaie 4 '
i rolomei mercaduras ; a I'. J.
beiro.
I caisfiachapeoa; a Manoel AIv
-- Ouem iiiiiiiinciou no Diario il- Ierra-leira 7 do
correnle, ler urna cabra de leile pora ven ler, tendo
que ainda a tenlia, dirija se a eslrada dos Allliclo-,
casa cintenla, fronieirn a igreja, que achara' rom
qaem negociar.
O abaixo asssiguado declara ao publico c a
quem mais lnleretar( qoe lem utlo e contralado a
cumpra d.i taberna sila na rus Ansnsla n. Di, tum
Brigue nacional ConreirAoa viudo do Kio Grande \ diaem |.....lo.de diversas ultras de msrciiifr
di Sul. consigna lo a ManuelI Alvet Geerra propri- e;uada. diversos eandialrm, candel-brns, reloaloslo 5r^ FirminoJoui Peluda Ro, cando ao'eargo
etario manilesloo o seguinte : j pnr rima de ina. diversas perfumarias e mais oh- do mesmo vendedor a liquidac.'m do aclive e naasivo.
i 0 f "r o mi .^r"' V!^m te'"'- f d~ I j"'",, ?Ur *rt,utm "" "1" arma7em' *l"e ludo i Pernambuco de ootabro de 1856. Jos Pi.iheiro rio d,'.mino"da'co'mpani.'i.''.'' PernamrmcTftda^nT
lase 9 fardes dito am rama,-2 conraa seceos, i ma -I ira a le.ian. iNogueir. I bro de 1856.-JeaTjas da Gouwia.
mlica, e fsz letras uu e- a's impres?as das dinereu<
les quididades, aiiuuncie.
Pre:i'a-se de 2 ollicaes de charuleiro ; na
roa da Mneda n. II lerceiro andar.
Keceb do Sr. Anloiiio Ka\ mundo a quanlia de
aWUaODO. Victoria 8 de selembro de 1856,
Joiio Di.s Perreira.
Declaro que os Od-'IDO cima refer lo*, os recelii
do reverenda padra Judo Herealano do Reau, para
os enlresar ao Sr. Jallo Dias. Victoria. Eral ui su-
pra.Antonio Raymnndo de Mello.
Em rusa de Timm Homten ce Vinaat.praca do
Corpa Santo n 13, ha ires piano* fortes do melher
ouir, uin completo sorlimenlo da livros em branca,
lulo chegtdo pelo ullimo navio de Ifomburgo.
IACHIIAS 1IPIRUES DE
DESCARO?^ ALGOOAO.
O absixo assigaada, tocio arente respnnwvel da
companhia em eommaodila, que so ia rallo Uodveia
iV C 'inpanhia c scha estabelecida nesla praca, para
a eonsirucefio] ie machinas imperiaet de deaetroear
alaodao, I sciente ao senhores socios eommandila-
rios que, lano sido publicado na corle o decreto que
concede ao socio de industria o privilegio exclusivo
por IJ.iiino., pstsa a tazerreeolher, de eonlormida-
de com adispoaln no S 'i.' do mi. I des i.,'alu!o<
dn mesma sociedade, a prlmeira prestacSo de Jn por
cenio do capital Subscripto para levantar-se a pri-
m< Ira dediles machinas na villa da Uananeirai da
provincia da Parabiba, que por ronces..-..i ti,, sacia
de .mliKtria enlra lambem, como a de IVrnamburo,
u-
do activen naaatva da mesma i ja. Rtrise < dnan
lubro de |K">6. 1! ii;aunm Iraiikliu da Cauba lea-
reate.
iiaba-xo ataignadn, derlara .m corpo da en
mrrcn e a quem mais inlrrc.ssr, que lem haaas
coulralado a compra da loja da indinas. aW >
ra Dircita n. s::, rom a Sr. Kenjiinim pfajaaVJsa
d Cunta i'nrrezao. tiran n ao cir. do mr-mn \ei-
dedor a liquidarn do aclixn e pas-ivo da dil i lana.
Pernambuco 6 de oulubro de |n"i6.-Tkanaja do < as
la IVrreira EstreMa.
-': .*<;',.",T..**i > *..............*
-.- | NENTISTV m\(IL
:'. Paulo ij.iigiioux. la valla da eaa sanana .
... o Europa, eslu minando na ma ,\n\a a. ';
6 II, priaaairo andar, aade pndetet precava-
:.J ''" qualquer hora. :'\
>&ur-J ILEGIVEL
<- ftbalM ai-:i.i.!m-. mm I >n i*> ourive. ui mu
!' GllMIg ii. 1 *, mu' ion I f |mIin. ti.i iiMlf/ r r*m
.N<\h, I.i/pih pablim, 'i'i" vI.mi rreticiitit imiIih.,-
'l.inipiiir m in,h ni\,i- i.lir.i- o<* oan. Utiln W0m
ulii.i-i cMnop*n httmnft e inriuus ; .t- |re;<'
i-uiihiMMiii rrir-Mx-i r |..f,..,iui-*.e BtnlM r.-i* tr--
i> ni*!ii|iiUdv, f |)"riltrrtn<,<. a quhiUilr I......m il
I i 06 tS i]iiil-ilt--, lir.iiiiln a^vuii sii|.*iU>- u- u.triiix -
I urinaltjaer d-iM l.t. >ti.i :,;ni v{ lru.
-..


-No da lOo depois de linda a do Sr. I)r. ni/, de orphaos can- I"'"'' lodo mandn, din porto rio embarque, sito
senies, se lia dearrcmai.ir um ramio eU.Miso le ,"'"Y' '"'",,r-:" ''"' w- Koyvbi.b, e a labrica
terreno rua laperisl dolad, da ntar pc.ueua, ^^'ZIZ^Z: VZ^T^/t
(Undulo em lotos, c. mo do usen po cm man do Apollo, na -..-a do Sr. Amonio Alvo Barbn.
porteiro, o qual perience a ueranea jaccnle de ;-
Anionin da Trindadc, e vaia prora
eiSRIO ;E KBMIlBiitQ SMTI FMU Q'OUTUR.O i% 18.6
Vondc-ieoma porfo do caiiOei vasiosde To-
rios tamandoa, de plnho, que fervora para mailai
obra, e se d.lo por barato preco, se vrn.le a pur-
ea* que o comprador nm/nr; aproveilem a orea no praca da loa Vala n. 7.
S;s*.
a reo, neri mu-
a fazeiula "eral.
iiVio Dr. procurador lisca
PBLICAO LETTERARIA.
Obras.
DE
LU1Z HE CAUES
l'rorodida- de un ensaiohiogropliico, no (pial se
inlalam alguas faelos nao conhecidos da vida do
pilmciro pico portnguez, augmentadas com al-
guOH HHnpaskjOos inediclas ao poeta, entre estas
iraduccaesdos iiiuinplios do l'etrarclia, uuJe o tra-
ductor rival:s3coin o poula Italiano,seu valido: com
mu catalogo dos traductores, esrripiorcs nacionacs
i oMnnKoiros que oscreveram sobre a vida e astri-
ios do Camiies, e outro das diferentes edices das
-uas obras pelo viscondo de Juromenha.
As obras cunstaro de > a 7 volumes, cm 8.
ram-cz o bom patH>l. Esta nova ediro acompa-
ubada do reirulo do poeta, de algumas estampas he
cousideraveliuenle mclliorada e com a preferencia
da versao mais correcta e com a resliiuiciic dos lu-
gares corlados ou esquecidos das obras lyricas do
poeta.
Assigna-se c disiribuem-se os prospectos na li-
vraria de Jos Nogueira de Souza, junto do arco
de Santo Antonio, onde ustfi patente para quem
quizo! ler um artigo escripto no jornal A Naci*
iielo bem conheeido pocla portugue/. Joao de Le-
inos acerca desta nova edirao.
ESTOS HISTRICOS SOBRE AS
IGREiVSlHLIMilA poitTE-
Jos Barboza Canaes de I'iguciredo Caslcllo
brailco comprohendendo as cinco provincias ecle-
sisticas de que sao ruetropoles, Braga, Lisboa, E-
vora, Ga o Babia c as suas sufragneas e compro-
vinciaes, eslendcndo-se desde a Europa pela A-
inerica, frica, Asia e Oceania.
A primeir parle contendo os esludos histri-
cos da igreja de Braga, vai ja entrar no prelo.
Rcccbeiii-se assignaluras na l.ivraria de Jos
Noguoira de Sou/.a, junto ao arco de Sanio Amo-
nio.
Massa adaman-
ia
-...-
A 411
US. O
6
O
vi?
O Dr. Joo Nepomuceno Das
Fernandos, tendo sido nomeado
commitsariovaccinador desta pro-
viuda, por decreto imperial de
ISdo prximo passado, avisa ao
respeitavel publico desta cidade,
que a reparticfioa seu careo con- l ~ Vendein-aa calcada
mua a iincei'onar '- < b"rri,rha fr""cc"," 1>v,r
A** 1

MiireuliU)
1
COVADO.
Na roa do Qoeimado 11. 21 A, vei.de-M mnrculi-
na branca com puna .le boto, de Iludo* itosloa :
riaj-e as amostras com pe.bar.
de ciiuro de lustre rom
ililus de In-lre viudo do
na ro do l.ivramenlo
Veiideai-se arca* rom leijii
novo IfcJUOO A -,,rr.i no cae*da Alfaudega, arma-
iiinUliiilio mnilo ,
Vi'nib'-M
lion
ua ile

loja d 1
i ama
vende-se um palanquim
construcroeem bom uso: 1
~------- [ Aguas-Verdes n. Hi.
AO, BARATO.
Na 111a Nova loja n. S de Jos Joaqun]
Moreira.
boa
Pianos,
TOAI HAS PARA ROSTO
1e mes rte puro 1.1.1.0 venden.-. M ^ ^
loja Oa equina, que *, ,^ri r-a -4 itti^T*
tilKl
as c|tiartas c <%} AracMi pelo pre.o .le J.->
sabbados de rada semana, das fc fl*|oJadoealsadot o. 33.
i's 9 horas da manlia, na sala &\ -.?ndem-w dow eolebaaric
das sessffes da coinmissAo de I
;ene publica, em nrr. dos
reOes da allandega: as pessoas Al
que particularmente o deseianon ?".
procurar, dirijam-se ao SE? 1I..!? *?-^"*!*.-- ^ -*-..-
. la ludia, aiada
l\- & noaorTida, propriM para cama denoivoi: na roa
<.* ; tlri Lruzrs 11. I .
tor- ij
AiciKao no barateiro.
a,
francisco l'inlo Ozorio chumba denles com a
M'nl.i leir.i massa adamanliiia, c applica ven tusa
pela alrarrlo do nr : pode ser procurado confronte
ao Rosario de Srinlo Antonio n. >.
Tiiblicacao Htle-
raria,
,\a livraria de Jos Nogueira de Soiua, fronleira
ao arco de Sanio Autonio, se acha a veuda a segun-
da ediccao 0o compendio oe Eeorapliia do lllin. Sr.
Jr. IIioiim? Pompeo de Soua Brasil, publicada esle
auno, cousideravelmeniv aoanwalada. O compendio
ooSr. Ur. l'oiupeo he ja' mallo ronliecidv ; e a ailo-
peta delle no collesio de Pedro II, c em Isons se-
iiimanos e lyceos do imperio he urna prava irrelra-
savcl de -u.i iniporlaucia, e a iiuior reconnuendarAo
iue delle se pode fa/er ao publien.
Prerisa-s" de orna ama de leile, forra oo capti-
va : na ra das Trineliriraa n. 7. sesundo andar.
Preeiaa-aa alagar ama c i>;i de campo ou um
itio perlo da pracj, nos lugares da Caponaa, Sole-
dade, Mangoinho ou l'a.ssasem da MoRdalona, para
um eslrangeiro rom familia: quem livor queira di-
riinr-se 3 casa de James Crablrce & Companhia. rtia
da (.ru n. J.
-~ V"* un'a casa de naca familia, na l'assagem
da Magdalena, e que consl uiiicaineiile de dual |>es-
MaO) se precim de urna criada parda on prela, forra
ou captiva : dirijo-oe a roa de Apollo, armazem de
assucar n. i:(, ;, Iraler.
Da-se qualquor quanliaa premio sobre penho-
ics de ouro e prata : na ra Vcllia n. 85.
Irocam-se notas do Banro do Brasil por moe-
la crrente nota provincia, rom descont: na ra
do Trapiche u. 10, sesuudo andar.
- andar do sobrado da ra Nov
3 esquina da do Sol n. BO.
AVISA-SB.
Quem precisir de roupa engommada rom perfei-
tao e preros cominodo, assim romo vellidos ledos
de qnalquer moda a moderna e presos lamhem de
agrado podero lirigir-se a tratar a na larga do
Hosario n. 33, loja ; assim como na mema casa prc-
cisa-se de um miilher de idado o bous co-lines
para ama, mas nao sii pre.isa-se para servieo de
casa co o lambmo para compras e alguna recados
de portas para tora : quei precisar ou se julgar
nesles easos pode vir Iralar na mesma casa ou loja.
l)csejs-e fallar ao Sr. Francisco Joe da Costa
<.uimara>s, a negocio de seo inicresse : na ra do
Crespo n. 19.
Precisa se de um amassador para urna padaria .
em Ulinda. agradando paga-se bem : a tratar na ra
do Amorim n. W.escriplorio dr Paula & Sanios.
Aluga-se om sobrado com excelleutes comind-
dos, bonita vista e fresco, grande quintal pora plan-
(acilo por ser para o lado do pantano, no lunar rio
Arrumbado n. I : quem o pretender enlenda-se rom
Jase Aniones tinimarie*, na ra de Apollo, arma-
zem n. :). do Sr. Antonio Alves Barbosa.
Hvtraviou-se a I." via de um saque da Ihesou-
rana do Kio (ronde do Norte, contra a rirsla provin-
cia, da quaulia rte 1:7(T00O rs. a avor rio Sr.Joa-
quim Ferreira Robre Peliaea, leudo as costas o na.
sue-sa dtste senhor a Jos Kodrigue de Araoio
I orto : quem o adiar lera a hondada de restitu-lo a
este ultimo senhor, no llecie ra da Cadeia Velha
n. 3:t, visto que a nini>uein poder.i er til, por ja es-
tar prevenida a Ihesouraria ehaver-se pedido para o
Kio Grande a !. via do meemo.
l'recisa-scde urna ama deleite : na ra
da Alegra n. 11.
Prccisa-se de urna ama para cozinhar : na
na larga do Rosario n. 21, fabrica de cigarros.
D-e dinheiro a juros modios, com penhorei-
na ra da Praia n. 1;), segundo andar.
ptlineiro Aj$ I lo de charolo! linos fabricado- na lena, re
muito
bom fumo Ha Baha, pelo diminuto preco de INliio
o cuito ; a ellea, aules qoe se aeabem.
AVISO AOS MKSTKKS E DONOS DE OBRAS
No porto do Hosp.cio vende-M toda e qoalquer
por.;,... de arca. qer por cano.,, qu pnr ,,ro\,fi
me conaianlcmeala : lambem N bola as obras"-
tratar no Campo \>,de, casa en. frente a taberna de
urna so porla.
Vinde-se urna lerramenia completa para olli-
cma de oiinves, composla con. a prineipaea machi-
na-, e ludo em peifeito estado. parte sen. anda ser
servida ; vende-se como convier ao comprador a
dinhe.ro e a piazo : a Iralar BO paleo da Sania Cruz
n. h ao pe da lahorna, ou rua da Cadeia do Recife
toja de oorives, na quina do becru Cargo.
COM PEQUEO TOQUE DE
AYARIA.
Pe9s do madapol&o (no.
Vandem se na roa do Crespo, loja di esquina que
volla pan a ra da Cideia.
AttencAo.
iiiuiio Bar. fu
Rico (icnles de larlaroea pira alar cabello
l.enriiili.is de relroz dr todas a-cores
Toucas de la para suhuras e meniuaa
Camisas de meia para enancas
da -ca prela para teobera
\ endem-f l.iaiiosviTlicaesiiialezes. de eleaanle
modelloseexeellenletvozea, fabricados por um dos
inaisacrediladosaolores.prcn.iado na erosicaode
Nende,n.se iuva-de peUicap.ra hornea, e senhora ^Z^T^XnU^ Knk' *'Com-
. das man Ire-cas e novas que lia no mercado, pelo
haraliss.n.n preco.1* \ySM) ,,ar.
Mci
Vende-ae urna taberna sita na rua do Forle u. >,
qoe serve para um principiante, se faz todo negocio
lento : quem precisar dirija-se a
que se dir'
com tirinas
roa Aususla, taberna do l.arangeira,
quem faz este necocio.
Alien jilo.
XABOPE
DO
7%

Vndese um sitio muito grande na Cruz de Al-
mas, com boa casa de n.orada, o qoal sitio he lodo
murado e lem urna srande baila de capim, assim
como grande porcia de todas as qoalidades de fruc-
teiras, ten. grande cacimba coro dona lanques, o qoal
faz caolo com o acousue da Cruz de Alma., canto
com a estrada que sabe para Beberibe ; fui do Boa-
do II y poliln Jos Elias ; os pretndeme, dirijam-se
Boa-Vista, ruada Conceica... casa n. 10, ou no
Forte do .Mallos, casa do Sr. Joaquim Francisco de
Alem.
Vende-se a taberna da rua da Cadeia de Santo
Antn.o n. -JC, bem afrecuezada para a Ierra e mal-
lo : vende-sc para pasamento do credores, e por
seu dono ler de reiirar-ae para fura : a tratar na
mesilla.
Foi transferido o deposito Heste jarope para a bo- Vende-se orna cabra prela bicho
lil"i* (la I fian it le.ii h i > 1 *. ., n^_____ > a..^. -' ____
licadejos da Cruz Sanios, na rua Nova n. 53
garrafa. 5*500, e meias 3000, sendo falso lodo"
aquelle que nAo for vendido nesle deposito, palo
que se faz o presente aviso.
IMPUTANTE PARA O PUBLICO.
Para cura de pl.lysicaem todosnsseusdilleren-
lesgro, quer motivada por conslipacftes, losse,
aslhma, pleuriz. e-carros de langae, d'r de eos
(adose pcito. p.:lpilaco no coracao, coqueluche-
bronchite, dor na garganta, e lo'das aimolerliai
dosorgos pulmonares.
&0mpm$.
ESTRADA D FERRO
do Recife no S. Francisco.
SEGUNDA CHAMADA.
Os directoras da couipanhia da estrada de ferro
do Kecile ao San Francisco, tein feilo a segunda
\ imada ou lerceira prestac.lo de duas libras es-
le. linas oo rs. 17ST77 sobre caila accilo na dita com-
panhia, a qoal deve ser pasa al o da 7 de uutuhro
de Is'.ii, na Baha, na casa .los seuhores S. llave...
poil oi C, na corte, na casa dos similores Maua' M.
'regoro; C. e em Pernaiuhuco, no esriiptolio da
rompanhia, rua do Crespo.
O accionista que alo realisar o pagamento drulro
do termo indicado, podera' perder lodo direilo -
acedes sobre as quaes o dilo pagainenlo inm liver ef-
lectuado, e em lodo caso, lera'de pagar juros na
razo de cinco por cenlo ao auno, e de nao receber
juros ou d.videudn da rompanhia, pelo lempo que
decorrer entre o da indicado para o pagameula e a
sua realisa^ao.
Nenhom aolo de transferencia pude ser resislra.lo
lepiiis do da K do corrate, nales do 'pagamento da
chamada.
Por nr.lem dos directores,
_ -- '' I i;illKi:il, Ihesoureiro.
Kecifc i de selemhro de 1856.
I J. JANE, DENTISTA, %
continua a residir o* roa Nova n. 19, primei- *
9 ro andar. Z
99Sa999999999ft9e9
DAlitERREOTArO E ELECTRO-
TYPO.
NS antisa galcr.a e olucina do aterro da|Boa-\"is-
la n. i lerceiro andar eontinoa-ae a l irr retrato
......a maior perfeic1o lauto pcl sxstc.na francez
como pelo norte americano. Existe 'na mesilla cas,
e para a collocacao dos retratos, om ricoeabundanle
sortiniento de objeclos tacs emo Iindissimns alfine-
lc-c mertalhas de ouro, mui lindas caisinbaa
ri. anas e Irancezas, de papel, marroquim
aoaeda,dde o tamanho de orna pulcs-d
palme ,- pane-aar-toala da todas ss
duras de todos os tamanho
tes Mijos, lano prelas ron... pa_
ra a collocacao de um retrato oo rupj do differeii-
tc pssoas. como para :. collocacao de dous ou Ires
retratos separados : todos estes objeclos rilo novos
iiesados h, pouen uos de Fra
K-ta.los-Cuidos. Das S hnr., da manl.aa ale a
da larda a galena e ullicma e-lao
publico.
. ,--------- ......... muito boa
leiteira, para cnar alguuia CriaOca : quem preten-
der anuoncie.
. Vende-se na anlsa loja da rna larga do Bosa-
no n. :ij, bem perlo d. srea. um bonito sorlimeu-
lo de miudezas e quinquilleras a relalho e por ata-
cado, as novas folliinhas de reporlorio o.m linda Ci-
lampa, relosios de sol, litas de selim largas e eilrei-
jas, ditas lavradas muito finas, bicos e rendas de
linho e algodlo, fitas de sed i com ovarla a 40, f0
e cSO rs. a peca, boics de loura, madreperola c vidro
proprios para veslidos e colleles, ditos para camisa,
e palitos, ditos para casaca esohre-casaca, clcheles
Irancezese ooirasqnalidades, l.nhas hoas e novas,
de novellos, carrelei, meadas e de peso, bolflcs de
abertura de core e pretos, ditos de osso e louc,a para
l caifa, cartas francezas linas e ordinaria-, papel de
compram-se apolices da divida provincial ; i Po azul e branca, e pautado, dito almajo bom e
' od.nano, dito deaicomas cores, pennasde ajo boas<
nica calvas para suar.lar jolas
tucos eslujoi paia costura *.">tKi e
Iravessas de larlaroga liara iahello
l'Hasde verdadero hualo
Rico loques com plumas e rspelho A? e
I enles de batato para l.rar piolhos
jira, lionera, fran.-ezas bem vestida- IJ-iSOe
tesinas de papel de peso moiliaaimo bom
lo mais inferior pnuca cuo-a
Jilo alinaco muito boio
Qua.lernosde papel paquete imito lino
Crozas .le penna de ac bico de lauca
lilas muito ho.s uru ser bico de lauca
Ouza de lapi- inulto fin.
Ditos para desenlio mullo bous
Bandejas ruuilo lioas a 3S, > c
Oealaa de armaco de aro
Cnelos com annacao dourada
Ditas com armajao de tartaruga
Ditas com armaca'o de bfalo
Reos chicotes para cavallo
Ricas sravalas de seda
Alaradoies de cornalina para casaca
Fentes minio linos para suissas
Escotas muito tinas para cabello
Capachos pintado ohi.i riu.i- e redondos 7IK.I e
Canelas de ac para peonas de ac
Escovas linas" para unha.- 320, 500 c
Dilas muito linas para roupa 19 e
Pinceis finos para harb<
Duzia de lacas e garba finos
Dilaa cabo de l... lauco muito filias
Diltscabo de mailiui muilu boas
Camisas de meia limito linas
Kicas aboloadoras para collete 50(1 c
Hilas para palito- MHI e
Eslojos de aavallias liuas para barba
Espelhos para parede, 500, (i) e
Cai\as finissimas para rap
Dilas redondas de tartaruga
Papel de cores em 1|i de resma ,
l'enles de lartarusa para inarrala
Dito para alar cabello imilaudo a tartaruga
l.uva brancas e de cores para montarla
Tapete para Linterna-, o par
e nutra- muitissiiuas cousas, que s.i na bem conhecj-
da loja de miudezas da boa lama -c uncoiiliam e 9
vende muito barato: na rua do Quemad., n. 33,
elogios
de ouro patente
ingles, cobertosPa
e descobertos,
cemento a
Cinco mil icis
Vende-se 110 armazem de Pacheco, no caes do
Ramos, ou no escriplnrio de Isaac, Curio i\ Compa-
nhia, rua da Ciuz 11. 19, desembarcado da calera
"Franc-Kaoulu a 5S000 a barrica. No mesmo arnia-
zem vende-re cemento vindo pelo ol.010 navio de
liaml.ursoa SlHMI a harnea.
CAL
E POTASSA
Vende-se potaua da Russia c americana, checada
ne-le-das e de superiur qu.ilidade : cal de l.i-boa
da mai- nova que ha no mercado : nos scus deposi-
los na rua de Apollo n. I A, e-2 B.
Atfei
lyHOno i> liitfiro.
I>-.(KI
800
5001
.'HKI
38000
8001
38000;
:l;.'.(Ki
laooo
:i5.">oo I
:m
lc0(l
63060
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80
I-;:.1KI
500
:ia>
HUO
900U
800
l;tKI((! Na l..ja do barateiro, na roa da (.., eia do Recife
I-1 mu 11. ">ll, J.fronie da rua da Madre de Dos, ha para
.'ilHI j vender alem de muilas la/enda que em porcao e a
lili relalho se vendem por baratos procos, l.amburgo ou
I50UU '
:iuo
:.IH)
liU
00
1^0
1)40
iOJO
500
3M00
bSOUO
ItrjOO
lOOO
600
600
000
I9OOO
39500
trillo
7d0
iifo,,
^OII
loo
100
Farinha de San-
ta Calharina
h.im li-o lino de puro linho proprio para caira-, loa-
Ibas, reroulas e leneoea, em pecas de 20 varas a
3WH) e N>4>. dito mais chelo de boa qualidade, pe-
Qa- de .1(1 varas a t; e 139500. panno de linho lino
a (ilO a vara ou 8? a peca de 1:2 l| varas, estndo-
se a acabar, panno de linho lino para leucoes com -J
varas de largura a 3*400 a vara, cortes de hrim de
linho de cores para calca, padrees novos a 39*200,
ditos de fosiao decrese hrauco para collele a 800
e I5, casemira prela lina a -2s, -600 3b600 o co-
vado, panno azul srosso a I38OO o covado, panno
lino prelo e azul de boa qualidade a 39500, -19000,
49500, 59 O 69, camisas fraocezas brancas .1 IsTIiO
cada urna, e 09 a duzia, ditas muito linas con. pe-
los c collarinho- de cores e branca a -295041 00 a 309
a duzia,madapohlo fino para camisas a iSfiOO, 59 e
69600 a peca,e mais balso para 39300, 39500, Il-JIKKI,
39800 e 9. essoiao bom para putos a 19400, e moi-
lo fino a I98OO e -2 a vara, e a pera por U9. 189e
209, peilos para camisa blancos e de cores com pu-
nhos e collarinhos, por barato preco assim como
nutro- mullos objeclos indlSpOBSIITCli.
Lencos de cam-
braia de linho
A 5!0, 400, 500, e 640
400, 500,
c;t que
ven-
do inelhor fabricante ile Londres
clem-se por prec/H razoaveis, na escrip-
torio do iigcnle liveira, rua da Cadeia
do Becifen. (>S, primeiro andar.
Veodem-se na rua do Crespo, loja da esquina
volta para a rua da Cadeia.
iros muito bem feitnse
muito baratos.
Ven.l<'in-c palitos pretos muito bem feilos a 4a rs.
dito! de lnun pardo de puro lini.o a 39200 : lia rua
i lo Queimario n. 22, na bem condecida loja da boa
Vende-se o sitio conicasade sobradodo falle-
cido C.vr.M Kenworlhv, no lusaiplc S. Jos do Man-
guinho, com arvoredosde fruclo e mais bemfeitoria
que nelle e acham, sendo as Ierras rio referioo sitio
Em rasa do Saiinrlan Rrnihara a, l,roPri"s : 1utm pretender procure em caa de Sa-
Brolhers O C.. praca muel P. .lohnslon \ Companhia,rua da Senzala No-
do Lorpo Ssanto n. 11, ha para vender o sefjuinle:' va n. 42.
erro inglez. AGENCIA
Da fundico Low-Moor, rua daSenzala-No-
na rua das Flores n. 37 i.- andar.
Compra-se urna cscrava de meia idade, nao
excedendo de 40 annos, que saiba cozinhar o dia-
rio de una casa, lavar, o enlenda de vender na
rua, que nao Icnha vicios nem achaques : a tratar
no pateo do Carino, sobrado n. 3, por cima da
botica.
Gaupn-se am praioda idade que sirva para
Irabalhar em um sitio ; a tratar no paleo do Carino
sobrado n. 3 por cima do botica.
Compra-so urna canoa que carregueile um
millieiro do lijlos para cima, em meio uso: a Ira-
lamo pateo do Carmo, sobrado n. 3, por cima da
botica.
Compra-se orna casa em (Miada que seja de
podra e cal e em lugar perlo de Varadouro: a
iralar na rua da C. lea do Recife n. 51.
Compra-se efectivamente,laUo, bronze e colira
auSL! no do Brum. logo naenlrada n. i'8,e na mesma fuudia
..ao, em Sanio Amaro.
i ~u ye""ivcr ura da medicina domeslica do
Dr. Bucban. Iraduzida pelo Dr. Manocl Joaquim
lieuriqucsde l'aiva, e quizer vender annuncir.
- Compra-se urna armaran de loja : no aterro
da lloa-Visian. I i.
Compia-se um sellim e mais arrcio-'. sendo lu-
do em bom estado : quem liver aiiuuncie.
^calig.
Manual eleitora 1
Vende-sc o manual eleitoral, conlendo
a le regulamentar das eleires, e os de-
cretos e decisesdorovetno ; accrescenta-
do com a le das imompatibilidades, lei
dos circuios, com nstrueces novissimas,
por ISOO : na livraria ns. (i e 8, da pra-
t;a da Innependencia.
Vinbo do Porto.
Na rua do Queimado n. 25, loja de
miudezas de Joaquim Monteiroda Cruz,
vende-sc vinbo do Porto muito superior
em barra denuinto e oilavo, por proco
muito commodo.
&m
ame-
veludo
ate um
luali.lailcs, mol-
e de mullo, e dineren-
coin.i dourada, e nao '
oulros dos
la ale a
.1 disposicao do
0 Dr. Joan Honorio Bezerra t
de Menezes, formado cm media-
na, aclia-sc residindo na cidade ,
do Bkt-Formoso, c ahi se ollero- ($)
ce i"s pessoas que de sen pr-s- feft
Chapeos brancos de castor de ^
boa qualidade, bonitas
baratos:
-:::-
r!) tuno se quizerem utilisai
Candida albina da PaixSo Roe
.inttga professora particulai d
ras letnA ecostura
formas
^; t muito baratos: vendem-se no
A estabelecimento de Maia Irmaos,
na rua do Crespo, esquina da
O ruada Cadeia.
Veode-M urna carroca de Irabalhar com dous
ho.s, muito boa para servieo de ensenho, e tre car-
neiros para carro ou sella, para meninos, capados e
manso : no sitio da Chora-Menino.
N>. paleo do Carato n. 2, vende-se estamenha
lesilima para lerceiro franciscanos e pencira de
rame para os seuhores refinadores e padeiros
\ ende.se urna mulatinha de idade de II para
.i' anuos, sen. vicio |.>om: a tratar na rua da Cruz
n. -S, sesuudo andar.
Velas de
Carnauba.
Vendem-!
rancias pora as mes.as, coraes zoes e encarnados,
contas de varias cores e aljofares, rosario de osso
hem feilos, ditos de cuitas douradns e cores de po de
pe.lra com cruz de marfiu. escovas de roupa e de
cabello, dilas linas e ordinarias para limpar os den-
tes, trancas de 1,1a e algodao, lisas e de caracol, l'an-
celu.s de. relroz prelo e de core, ditos inleiros de
borracha e relroz para relosio, correle,, relogio de
ouro francez, eapelhoi de naveta e capa por presos
baratos, relroz prelo e de cares, atacadores de borze-
KtiiiH pretos a 81) e 100 rs., Inva de pellica a 100 rs.,
lio e IliO o par, por estar com a co-lura fraca, ditas
brancas de elgfldSfl e de core.gpara homem, luvas
prelas de relroz 800 rs. o par, conlas de leile gran-
des e pequeuas para jo^o de dive lmenlo, brincse
rselas douiados e esmaltados pata inulher, ditos la-
pidados pretos de lulo, lesouras para costura finase
Tilmaria-,medida- de Hlala ale com avaria a 0.40,
fiO, 80 e 1JO rs., lape, creoes. pautas para meninos,
chave para relogins a 80 e 120 rs., agulhas sorlidas
a'JO rr. O papel, dita Irancezas a 40, 641 c 80 rs.,
ocolo catii-allia para mulhcr velha,dilos;de armadlo
de ac0 e metal lino, pomada de cheiro ranceza de
cores, pcnles para atar cabello de bonito padre,
liocindo lartaruaa. camodas de agolha com fundo
azul, ponte para atar cabello ordinarios a 240, 280
| 0 330 cada om, ditos de bfalo para alisar, lino, e
' ditos ordinario, miljo branro c amarello. e canoti-
iii vi a... llores, cruzo, vernicas e rosarios de todo
0 preco, bo.es de tinta prela lina a 100 rs. e 110,
lindas de marca, fina, azul e encarnadas, grampas
par., cabello, dilas em carnudas, todo cima decla-
rado, vende-ae por precos baratos como j' he de
coslume.
Oleado.
n2SJ5?'',M "" ''' io,i e r'll)riea nc chapeos de
Cliristiaui j) Irma.., acaba de receber pelo| ultimo
navio chegado de llamburgo, om completo e varia-
do soitimenlo de oleados de lodas as cores e prelo,
o qual vende-se mais barato que em oulra qualquer
parle. 7 '
Na roa Nova ti. i, loja e fabrica de chapeos,
chegaram os muito conhecidos e afamado chapeos
de casemira mesclada, dilos de castor pretos, copa
baia, sem pello, ditos de fellro finos pretos e de co-
's, e outros muilos objeclos chega.los ltimamente,
que se vendem mais barato que em oulra oualauer
parle.
\ende-se na rua llireila n. 27, manleigS in-
gleza a 880, dila a 800 rs., dita fr.nceza a 800 rs.,
dila a x-JO, doce em caisas siau.les de Rolaba a
l200, quaijos muito novo, a *V700, dilos a IjlOO,
dito a 1(300, ruva a cuia i00 rs., linsuicas do ser-
13o a 80, Vinbo a aarrafa 100 rs., 480 e O, tou-
ciiiho de cabera de porco a 2JW, esleir de Pars a
1O0 rs.. sabao una libra 200 rs., postas de cavalla a
1:20, ISO e 100, hlalas a libra l0, toocmho de l.is-
doa ,1 libra 360, bolM de uraisa maleza a QOOn.,
milho alpista a titira J00 rs., e oulros muito gneros
que ,e venderlo por precos commodos.
A l#>80 o par de lavas
muito novas e muito fresquinhas, cliegada no ulli-
mo vapor francez : na na d. Queima.lo.ua bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama 11. 33,
As bellas m MiniHas.
Chego.i ao mercado desta cidade, com esle lindo
lime, urna euca.'ilanora'fazeuda, que reuuindo o
apurado, e exquisito gusto a sua bartela, convida
aos chelea de familia a upprirem-nas de bous e ba-
rato ve-lido, proprios para a prsenle quadra dos
passeio do campo : cusa cada covado a insiunili-
canla .patilla de nina pataca : na rua do Queimado
n. 39, loja piulada de amarello, esquina da Congre-
BMjJw,
Pise da Saeta.
Alcatrao de carvo.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Dito entrancado igual ao da Babia.
E um cmplelo sortimento de [azeudas proprias
para este mercado ludo por proco commodo.
\a loja tas seis
portas
Em lVe::i> do aivraiiiento,
V endem-.se as fazendas molhadas por presos que
faz coala enrni;pai-se qualquer familia com pouco
dinheiro : chlti largas escuras que nao deshotam a
daos lusl.es, casa* piuladas a doze viulens o cova-
do, riacado francez a meia pataca, e estrello a seis
vintn*, corle de casa de tres babadas a dous mil
rei, saias hrancase bordadas a SfOOO, lencos para
mao bordados e com hicu a doze mi.leu-, e toda a
mais fazeoda, por precos que convidam a trocar as
sdalas.
muito nova, viuda em direilora aloporla, vendo
se a bordo do patacho Pelicano. 00 trata-se com
Caelano C> riaco da C. M., ao lado do Corpo Sonta
n. 25. 1
Vendem -se dous pianos iones de Jacaranda,
construccao vertical ecom todos o mellioramemos
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio de
Hamburgo: na rua da Cadeia armazem n. H.
Passefo publico,
LOJA N. 9.
\cudc-se um completo sortimento de chitas de
lindos pa.lri.es, escuras,a 110, 160 e MO rs. o cova-
do, e a peca a ."is, JHOO e (i; ; a ellas, que lio pe-
chinclia.
J\aIoja da boa T
VERDE-SE POR MENOS QUE EM OUTRA
PARTE:
Pecas de algodioziuho trancado com
20 jardas a
Ditas de dito liso com 20 jardas a
Ditas do dito muito cticorpado com
20 jardas a
Ditas de mailapolilo muito lino n. 6 a
Ditas de dilo cotre fino a
Ditas de dito a
Ditas de brim liso lino com 20 varas
vdS fSCUras e derores fizas, co-
Chales de algodSo. de muito bonitos
padroes 1
Peitos para camisas, brancos e de
cores a
Algodao de listras o covado a
e aletn deslas laren.las ha outras muitas que
e vendem muito batato, na rua doQueima-
ap n 22, nos quatro cantos, na loja da boa
le, defronte da loja da boa lama, e soallian-
5a asa senhores compradores que nesla loja
nao na razenda neiiliuiua avariada.
C-mbraia adamascada propria para cortinado..
*i """* |,e-1,s (le caml"-aa adamascada com
fatu.'L'",0'"'*,':* "rl'ndos a 73000: na roa
do Queimado n. >, ua loja da boa fe.
NAo ha nada lao baralo.
\ ende-se chita fina para cherta a -200 r. cova-
do na rua do Quem-do n.22 bem conh.c.d.
loja de boa fe, defrootc da loja de miudezaa da boa
Id 111(1 a
\ eude-se superior liuha de aleodao branca o
'"nu"!, ".Ve.''"- p"* cos,ur : 'm '^
Soulhall Mellor A Companhia, rua do Torres n. 38.
Moinbos de vento
combombas derepuxopara regar borlas ebai-
la'iecapim: na lundiSaode O. W. Bowman
na rua do Brum ns.6,8e10.
AUenco.
ral
Na i-itii tloCi^po
RatfMssa av,n;
Para 1 111a da C..I11..
Muito ha qucadmimi.
V*i.den...e colcha bancas aO.,^,,.,,, .
cada una, paniiinho prelo e *4ii)tflll.
dlln. i
cries de cal;a de can-mir* de ctar a |ji
casemira pela entelada a tarSIO, dito. o ii, ,7.1;
ceza superior a bMH. dito- moilo .or-noi. w
Hilo- de bnm amarello e pardo de ,,afp |mk<,
ISfiOO, dito- oconv de quadros a l/MHi, ajj.
sanca ainarella a IfJJO, ciarte de ijmm chita ro "
varas a 19500, rabertnres ,., um, e branca*^ Win ,.
riKarin escuru lar_ r mullo eocrpado t Hu.. ,,
vado, laaziiiha dr quad..,. pr,p,u Z ,^IhW.
a o covado, e outras cuita- fazeoda.
commodo.
pnr pfan
E
JftOO
2/2*0
2S880
4/600
3/600
2j700
SOO
160
800
*on
160
a loja das seis
portas.
ioglezes de pa-
! tente,
os me||,ore3(abricado em lnglaler;: cm casad*
llcnrv Uibsoi. : rua da Cadeia do Reciten. 52.
Loja da boa f.
Vende-sc panno azul lino a 3> a covado, dilo pre-
. lo c azul, razenda innil.i superior a Sjjoo o covado,
merino mullo lino a 23 o cuvado, alpaca multo lina
.1 MO o covado, casemira prela mullo fina da du
Queimado n. 33 A, loja de fazendas ao JarRuras a .lo.">00 o covado, dita multo lina de urna
pe da ha fama, rliciirin ollim.imcntc linHa- seda I larBra o a3 o envado. canlao, I.,/,. 1., ,.,,.,, mui-
dequa.lro, das mais moderna qoe ha no mercado \lo ,l"a r propria para ve-li.los de lulo a 1160 o cuva-
para l-;20O, assim como cmsdenaple e velluio prelo, bo'ul.azina muito lina piopria para balinas de
a pann-u de diversas qnalidadat, e muilas nula fa- '"'S '>W0 o covado, groeimaple prelo muito
ze"da*, por precoo que se nao enconlram em outras suP"ior a 2j0(' o covadu. selim pelo inacao, fj.
loias. zonda superior a 25600 o covado, o assim outra
- Vende-,e um lind garrote de raca : no .iti<>122l!^Jl22*ft:?!?.**" "'" "'c*onalas,
do Dubourcq, na Gipunga. Da-se mu.tu em cunta-
va n. 42.
Nesteestabelecimentocontina a ha ver um com-
pleto sortimento de moendas e mcias moendas
para enrjenho, machinas de vapor e taixas de
ferro batido e coado de lodos os tamanhos para
dito.
CABVRIMTIOS.
v eudem-se lenco e (naiboa de lab] rinlno, assen-
lado em lina cambraia de lindo : oa "rua da Cruz n.
3i, prin-iro andar.
Aeuco
A'11
do
a
loja
II
111 ras, de n. O. Bit liet
S* C, rus ta Cruz. n.
4, vcinUt-M-
Pianos urles dis wtkmm haW ti
Allemunlia de modeina ajatjafjjajajeta
RIA D.\(1BH.5|.
Antonio Barbosa de Barro- faz ^Mm* ao paUm
qoe mudou a -ua sala da barbear da com n. tf ...
rua da Cru para a de n. pi da oiesn. roa; nao.
ma sala te acham M n.ai in.nl, rna. hirli-- de Han.
borso, que se vendem ao. ceios e a mal, e I,,-
gain-se, ludo mai- barato do qoe em oolta parle.
Pechiucha.
Furnias rnuoraa* do bada direitti, .
querdo. ihIoImihIo pnro il.ls04MI ,
cada uina: na na larga do Rosario n.
35 loja de imiiii.v..-.
Em cana de n. o. r,i, i, i
C, rua vende-se
Cemento totnanti.
Kiu-elo.
Vinlio deMadeita r ultn.mai
Eill C.ISH f\v N. tf.
ber & C-, rua da
n. 4, vende-se
Algodao para aci:ode assuui.
Dito tranrado pata dilos, a in.it...^. ,U,
da Balita.
Lonas.
Bt-inzao.
Fettoda Succia.
rVrcaswpstra inuilicato assucati 4 ,-
veneno do Dr. Mulle, i om o metlioiio n.
ingua pottugue/.a.
Xaro^e do Bos-
que verdadeiro
RLA CARCA IM) RUSAstIO K. ..
Conlioua a vender-se esl tarop do e.al...
senles no Kio de J.i.eiio o. Srs. Vales A 'nr.
nhia.rua do llo.picio u. 10'. na botica do .IsaiMVt-
signado, que -arante srr vciJadriro.
Barlholomee Kranruro de Smu.
Nct\;lhrjsacoilteillu.
Continuare a vender aKaOOO o parlPrec .,
ja bem coohecidas aavalba. de barba.f.ii?. ir, h-
bil rubricante que ha ..do premiado em div,.^ r.
posicoes: vendem-se com rettdieSo di ni. <;,
dando poder o comprador devol>e-la* al 3 .....
depois da compra.relilniudo-e a imoorlaoria ,.
cas.deAosustoC.deAb.ro, na tmmV^SZ
necire n. 36.
ir-
CVuz
Helogiots de patente
'njjlc/.esdeouro, desabnete e de vidro :
| porem que a viall do senhores compradores se ven-
; derlo por menos que em oulra parle : na rua do
Quemado, n. 22, uos qoalrocantus, na loja da boa
fe, defronte da loja de miudezas da boa fama.
venaem-sea precprazoavel.em casa de $ Na rua Nova n. 22, loja do relojueiio,
A11gustoC.de Ahreu, narua da Cadeia
do Recife, armazem n. G.
Fazendas boas e baratas.
Resta loja lem sortimento de fazendas para lodo
os precos, c por iago approveitem esta oMIltla para
u eur.iuparem para a fesia. com pouco diuheiro, e
lazenda de soslo. A loja asta aberta das seis doras
da manbaa a nove da notle.
I'jltl /l'enle d.0 Ll Mmenlo. ^ "Vard0 *>"**<> < rua daCadeia do llccife
n. .0, derramada rua da Madre de Daos, acharao o.
regiieze. bom sortimento de fazenda.de boasqua-
idades, que a dmlieiru a' vi.la e venden, pnr dara-
lusimo preco, tanto em atacado como a relalho, ha-
vendo entre muilu variedade boas chita de cores li-
sas de diverso padrn, o covado a ItjO, 180 e 200, e
a. peca (.5, 6*500, (5800 e 75, curte de cas-a de :o-
Ifllat M*!^ BOICI"!1 "'.'"'oi'PadroivS.qocuaodesbolam, com 7 varas,
,V.|a va i5Il5| aladiminuto preco de l|600, ricado e chitas lar-
das rrancezas modernas, o covado a 210, 280, 300,
3-0 e ido, cas-a francezas de core a 500a vara,
dilas em corles de 12 e 13 varas muilu linas rom
ara vestido e para luido, desenlio-.lilleren-
. de 85, corle de andelina de
seda mr de rosa e azul com fazeuda pararefe2ne
toldo a l?e 13a, rnrles de seda, escoeczas larcas de
bonitos lalos a 289, sro
&
portas
*m frente d LivrMiiientoln'Pe,0'b.",,''".""Viw.
;*, ha para vender bico de" bloDd de
9 da branro e prelo, por preco muilo em con la. fj
Loja da boa f.
VDNDB-SB MUITO BARATO.
Chales de merino ii0, de linda, core-, com
ricas franjas de seda ..yulo
l.uva. de seda para homens e enhora ||UQ
Helas prelas de seda para senhora, o par 25000
Hilas de cores muilo Una para domen., o par (NI
l.nvas de lio de Escocia para menino, o par 320
ass^S *?*! "e V""Z P"" 'ms,m tres mil
res, ri-cado trancados larga*
vos a seis Miilens o covadu.
para roupa de escra-
Leaesi de cambraia de linho com bico, um
ll.los de relroz, um
Cuyas de lio de Escoria para homem, o par
Meia de laia par. padres, o psr
Cravalasde seda prelas e decores
.Mei.-j lenco de seda prela
Ditos dilos de dila de cor
1*280
I^XKI
loo
tjajOQ
15000
15000
'.1111
Na loja das seis
porlas
Km Venu: ti Livrument
Ne(a lojn estilo i Venda todas as fazendas salvadas
da darca trncela que rundou en. l-,ira de Porlas ;
lem fazendas oe aldidao, seda e laa. e o dono desle
e.tabelecimeulo garliule o bom eslado e dorarao das
mesmas lazenda, por tstarem anida molhad.i.
Cal de L&Ihm e potassa.
Na rua do Trapiche armazens ns. 9 e
11, vende-se superior potassa da Russia
e americana, cal virgem.de Lisboa, da
mais nova que ha no mercado.
Sem avaria ou deleito alguno, e muito
mais tarando que asavariadas.
1-se a vender .< fazeuda da loja de 4 !
por precos moilo
das, que como cima Pica dilo, se vendem baratas ;
dlo-c amostra, e aloja est ..derla de noile.
Luvas de pellica muito
mem esenhora
novas para
opa i- a I.S-2S0
lio-
na rua do yueimado na hem conhecida loju de miu-
dezas da boa lama n. 33.
Frii iuliu de maiidiM-.i
Vende-se superior farinha de Santa| A.BOA I AMA NAO' VENDE NADA AVA-
em saccas quetem um alquei-
ECHAR1SI0 FtiRl m*
NA FUNDigAO DE FERRO DO K.M.t-
NHEIRO DAVID W. BOWMAN ,m
^ADOBRLM. PASSANDO O Iiia
hasempreum jrandeson.aaenlodoe osjasjkafa. ^.
C- ^'""T ,,rn,"io' -" 'SSSZC
l*r moendas e meia. moenda. da mar. noadetn^
construccao de (t, mnMn S?*
superior qu.l.dadee d. Il |"t^
dentadas paraaguaoo animar-, de lodo.., ..
%? aCr,.Vm."',0,CC1" de '"">"" r^" "-^
eiro, acu.ll,ocs,bro..zes,paraf..K ee-vill,*,.,,*,..
nhos de mandioca, etc. ele "*.
NA MESMA FL.NDItA'O.
.e evecutam tudaysencommenda rom *,,,
ridade,.,conhecida ecom a devida weeeWre^
roodKladeem pre.o. pwu'"**
VINHO IM) PORTO CEMIM
V rnilc-se uptin, ,illho do ,, ^
qu.rl.eoil.vn, por prreo ,.z..,rl: aTasKacT
d.u d0 Rec0 n. l:ti merptmrM dt ZE$7m.
^CttM)!* jMgejPHi.
Ilia) por prero commodo:
le Novacs & C., na ru 1 ilu
Zt IltlbillliS.
e velas de carnauba pura, as meldorcs
que ha DO ...ercado. a I2WKHI a arroba : .... ...a do
Quemado n. 69, iojaide (erragens.
- Vende-se urna muala de 1t anuos de idade,
cose, cozinha r cncomma. he sadia e robusta: na
primei- rua da Cadeia n. 17, primeiro andar, se dir- quem
00 liaiiio do Recife,' ,,;"ue-
rua do Vigano, tem transferido sua
l-azci.das de Ua de lindas ruies, lisas e lavradas,
para vestidos, custaudo as lisas ciuco tusloe o cova-
do, e a> lavradas a sello e qualro viuteos : na rua
do yueimado ... 3, loja pintada de amarello, na
esquina da Congieg.fau.
i;i.
vender
portas n. III a rua rio Oueimado,
bauos:
Chitas de cores, a peca >:,(Ki, S, SSSOOe
lillas em covad.s a 100, 120, HO e
Uad.pulSo, peca a jtOO. 3j, 39300 e
A BOdJo, pe..a a 2.-5.2900, e americano
IU) de cores, o covado
Brlm blanco iianrado de linho, a var.
Uilo superior, avara
anaa amarelh, o covado
llriiui de linho ,|(. quadros, o evado
t.dallj ,Ih seda para veslidos, o covado
Barege de core para vestido, o covado
l.enco.s de seda brancos Onoi con. pinturas
llrim trancado de cores, puro linho, vara
Unta larga lranrr/a. o covado
6)000
100
5000
.10000
100
100
laooo
240
200
640
300
1.-4100
OD
200
alojada boa fe
Ca tha ria
te (medida v
no armazem
Madre de Dcc
Ski
Vende-seca I de Lisboa illimam-.i I re llegada, a-
simoomniotassadaltussiaverdac'tira : na pracs
doCorpo Sanio n.ll.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Na fundico de ferro de D. W. 3. vmann ua
rua do Brum, passando o chafariz, c lins ha-
ver um completo sonimenlo de taixes 1*1 fe-n fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de boc *, rs quaes
acham-se a venda, por preco OOmm.dc- i com
promptidao: etnbarcam-se oucarregam-se rnacr-
ro sem despera ao comprador.
Deposito de cal e potassa.
Va rua da Cadeia do (fecife, lo;a n. 30, defronle
da rua da .Madre de Dos, cuitinna-.e a vender su-
perior cal de Lisboa cm ped.., recntenteme .-besa-
da, e potas*. roMiana nova, de superior qualidade,
or preco commodo.
Vende-se em casa de S. P. Johnston & C,
rua da Senzala-Nova n. 42, sellins inglezes, chi-
RIADO, TODO HE BOM E BARATO.
l.uva prelas de lorcal muito boas a
lillas de lio da Escocia lira, cas e de cotes OO
"lupenores meia. prelas de laia a
Carlas linissimas fra.cezas, o baralho
Hita portogoeimnilo linas
Meias prelas de algoriio para padres" n par
Hilas .lila para senhura-
jijeas cai.vinhas p.ra prsenles a 2|000,8|000
Ricas benaala peln barato preco de is. 1*600 e -'.-
Alen decores muito linas para homem a 320 e Ma
K.qn.ssima. canelas para namorados a :,00 e HOii
Oculos rom annacao rte lartarupa a :it!00
.aniveles muito linos para peonas a -2. XSSOO e .la
Ditos prendes muilo lino de 2, 3 e i fulha a 4c 19001
eOO
1/800
500
320
... 'i
ii.1
cotes de cirro e de montaria, candieires e casticaes re?, rica fila
bronz
Kiquisimas cl.aniteiras a 2ff. 3j .
Carleias muito (i,,a.. para dmlieiru a 23 e
Carle.ras propria p.ra viasem a
piojos proprios para barbl a 2a e
! lonas de colhere.de nidal principe a 33 c
Dila. de melal ordinario a 720 e
Aprelas.completos para lulo de senhora a
; > ollas prelas ordinarias para lulo a
! Ricas franjas para cortinados, peca.de lova-
Iticas palceira prelaa de vidro a
ilas de velludo bordadas estrellas, a vara
lilla l.sae-lreilap.ela e de cures i 160
| KICOVM com prole e espell.o para ulna.
lesoorat ImHima. para ui.l.as 500, (Ki c
Ollas para costura, o mell.or que pode havrr
l Koselai prelas minio lina, o par
, Ac.irdi.iii de muilo boa qualidade HOII,
'.ras trancas de seda
laooo
mtot
29300
6WO0
1>lOO
19300
loo
laoa
laooo
320
20
Fosio liunlen, M 7 hoto, da noile nm rs.r.%,
mualo, dr nomo Th0, ,|,. ref^r^ d.TLr"
con. marca ce brv.-a, ,*, ro,, ^^ '
cas de c.calnzr. n.s c.orllas, f.N. rom w ;
cidao ; Irvou camisa de panno azul srosm BajoanM
da de ourello branro na l.nn.brrir.. r y.k.
aberla na frente em Kwm. de palito : rlr \!7'
he natural da P.r.hih,, fi escrav. ,| *. ,%
Coelho que o houve por hrranca de ora Man J_
Jo.quim de Souza daqotlla crdadr. Mesaaaaaas.
pelo .idaivo assicnado su M. Il.l. ,r mZ'L
\ asconcrlles Jimiur. nora.lo. no ro&riik. i.,
frroezia do Pila, da dila |HHili -.! .
leve-o a rua da Lcncurdia a Pedro Anl.n i,,,,','.
t.oimaraM, qoe aera' ariro.aunle rntSml,
Recire I. de oulnl.ro rio 18J6. "urn...
I'edro Antonio leiteira t.i.a,a...
AVISO.
19500
19009
320
la e latioo
Ir lodas a laruura e ro-
de seda lavradas de l>.das as cores e
CINCOKMA MU. Rt|v.
Nodie23dejunbodn -.rrrnle. f.c, llr ,_,,,,
do briso .Mara Utton o ,.,ei r.au JZ ,
o s,s,,ae. rsuinle : ...sl con.p,M, ,. ^Tll I
er fula, bello eercilh;...... !,., Mm -T
eamoMrcdo, lricos ,,>.... mwm, ',,.'*
sro.so qur rnrobr. a f.lu qo. Ir fcS.
cima, falla un. pooc, ollapalbad. desnlnTwi. *
denles pc, barba e rala, bajos. M -T
esquerd. junto ao dedo a.i,mc T "
vo salud,,, as n.rirsa. un. pouco rrr ruad,.. m '
dar tem um sello par. lado, r.driras l,Sa., ,rH
lua Bao, pea aaasaaSaana r ,,. ,..,. bsraW: arana
calca rir alsodao azul drtbetado e Mal de l^d .
ncado, chapen de pall.a, Ira. ofticio d> rjriniri,.
ecosliima.mhiias.r-s; f.i ,,,i,, ^ ,H .
.envino \ ilella e do Sr. Ilr. pruamlcr .1 ..1,', 45,
(.liinroz I ensera, r ..llinu-iuenle da V Mln |,,.
ler Dan.,.n : < ahaivo as.tnadr. sri.twr d mm ,,.
to, "ranura srnria-an.. nlr a ourir. ., pi !|,,tt ,
lev-|o rm su. rasa.....al.ii., q, Hr.a-\..|., ,. .:
secundo andar,. o i, Rr. He. r.-.a d>. Tirpiil. a. I'
a Anlnnii .Ir Aln.rida uaMaa. rrnai I. mi. n. .,.
lesla colilla qoalquer nMsaa .,, ,roll.r rm ata
Itangcl
para a rua do
una a exeroer osen
lo ludo quanto lii/.
aula
tt.59, onde eonti-
ma;isterio, ensinan-
parte da edueaeao
l.iimaiia de urna senhora; assim como
nao dttvida reeelwr pensionistos < meio-
|ieiisionislas, pnr preeos raxoaveis.
- PreeiM-se alusar 'i prelo para annatem de
liver e qui/er alusar, dirija-se a rua
quem
Alfolien.-
s
Vendt-M Dina ptima negra crisola, moca, iaben-1
las seis portas
o
do cozinhar o diario de una casa, eouoinmar e lavar
de sal.lo, muito fiel e sem vicios : quem o preten-
der dirija-se a rua do Martirios n. 1|.
Vende-se a cobrn{a do subsidio municipal de
300 rs. por cabeca de nado, qoe se malar na rre-
zias de .ladoal.'o e Harinees : a Iralar com JUs- adjimlo, ullcnce a -ua sala
vender as fa/enda-, rom roai
do Apollo
Iralar.
armazem u. -pie a(-iiai ,um
3,
lino t'ereira de Paria., na rua das Croare ... 30.
\ eu.leiu.se saccas .le Tarinda de mandioca a
Ijsim) a sacra : ua na da Cruz 11. (i, primeiro an-
dar.
. t.
ciiiiranr
II >t s
fifis.
esque- 1
l> teisoaoilsnado, lando vollado de u> viosom
pie fe/ a Enrona, ro. a id. aquella, pissoa.^ne
a,.,d.i Id, c-t.,o d..ve0.i. da iteneroi comprado, em
-.i, eslal.elec.mcnlo da rua da Cadeia do Recife n.
>.dotroota do boceo Carao, que queiram real,
seos dehito.al.di. j ,. ,,r,. ,,, ofmnd,
se vera abrigado. Mr .ej09 Mtleti
Haaoel Jos do Naseimenlo Silva,
.1117. .lose de Sa' Ai a tija, ua ruado
Bruta 11. 22, lem para vender pipa- nova- abatida.
on levantadas. ..i c..vicr arcos de pan para pipa-,
cl1c3.1d.1s ollimamenle,dito, para buril e barricas,
retros .1- primeiro -.,.ie .i,- una da. melliore?
fabrica, da cidade .1, |'rill, ,:,. le.Usas qualidade,
o qoal si. se vende em porcia de o libra
cima.
EM FRENTE DO (LlVRAMENTO.
adminislrador diste e-tadelecimciilo vendo a
multa cencuirenfu- de.oiupradores i su loja, e que
mu.las pe-soas e ..millas se acanham em entrar pelo
por cima da loja |para
. commodo c a vonla.le
dos compradores, a.mrie enciilrain lodo .. larado
pessivel paia -etcm !,., -ervidns, c por preces eoro-
m,.do-. a diul.eiro a vista. ,>,s s mullos ir.,zie
".....'"' iu:" < mandar receber : islo lem lunar ,la-
-ele dora, da inanhaa as !l da noile nos .lias uleis.
1
rom 11 ma
e ditos
Me preciso ver
gosl. de tuna puolln,
. 11a '. Aiejjria n. :>.i\.
para
t|tte
avalla r-te
se rende
para
Ven le-e urna bonita mulatinha com algnm
,, r P"n,'P'o.decotora, deOa 0anuos deidsde: na
Para izo ni retinaran n. :!, ha rua Direil, n. SJ.
i-cas cm leijilo por.....110 darato \ Ven.l-e om armario d,
' preco : a elle, fregueies que "
O1
800.
5(i0'
220
320
560
240
320 ,
240
880
1>20
elooi
ios
cohertose descol.crlos, pe
B prala. palate inglex,
cantes de l.iveipool, Indo
ele/. em cesa de Soulhall Mellor v\ Comanl
do I ,i ios n. 3s.
o
ocios v iirandef', de ouro
11. ,10 melhoras fabri-
pelo ultimo paquete m-
.No palco >;i
para vcii.l.-r-e .1
pinhu cen ser enver-
._ r.,.j I ............- .. .11111 -r.ii p un- wun im ir, la II il.
-..o a- ul,im sacca-, aliado, em hom i,d0! Ba (raS!a dl TreiBpe 9i' "ntt, n. 22, naI loja
vende-se o mais barato que he possivcl.
Cortes de bonitas casemiras de iIko-
iliio para calfjls a
Ditos de ftisir.i) ,ira collt.-lcs a
Briin trancado bronco de puro linho
vara a
Dito dito de p.if .to dito vara a
Dito -lito pardo dito dito, vara a
Dito de quadrinhos miudos de bo-
nitos pnilioc.s, covado a
Ganga amarclla muilo lina, lisa ede
quadros, covado a
Cambraia lisa muito lina
vara de largura, vara a
Uncos brancos muilo finos
rom barra tic >-.'>r, um
Meias branca.-para senhora pea. |.;)-
ralissimoprcco,opar de 210 a
Ditas brancas para meninos e meni-
nas, o par
Fil di", ubo liso muilo fino, vara a
Hilo dilo com florea, vara a
bssoi romo.miras muilas fazendas que se I ARADOS DE FERRO.
venden, por menos .lo que cm oulra ijual-, Ns fundicSo de C. Stirr & C, e:n Santo
le, na rua do Queimado, nes qualro Amaro, acfaam-se para vender arados de ferro lesu
rjll
PERFUMARAS Wlf 0 FINAS.
m s fratco"'"'" """hr "U" > pl ^ SS**!
.. ; 1'""'s .'le Pareellena delicados e ,i,. ,.
obeMores f|r laa
filles muito
!';t Hiles
sp i
encorpa
(IOS V.
Vendem-ae na rua do Crespo loja da e naina que
vn:u para a rua .la Cadeia.
e ru
Francesa mainssiaM fina ., I
es-cncia de rosa a 320 r.
mui.o loa a l"0 i-., ira
rom ev.-ellenle aruadeCo.
multa- pcrfiimaiias da me-
que [u.le havrr, r por ptecos mala
aial..,, oque em ontra qoclq.er parto: na rna do
i.iornna.I., na bem conhecida loja de miadnat .la !.,
I ama n. .13.
dorna cosi- rom benita
2a e 29300 frasco- ron
pi dr pomada hranrez
,;os peqo.....i- e grande:
Ion... a NOe I- e oulra
llior qualidade
_oaia r..a ..
idioma wats*, lem don .'rules da li.nlr do laoo M.
querdo parli.lo, .- o dedo ui.l. v .1.. n oo r aai.___
no. aneada, e con.la andar aruulado pelo, arrbala*,
drria ededr: roaasa a acantas qneapi,rrh*nd*t*ll.
l.vrm-o a rua dr Apolb, ,,. ;m. aimairn. dr Ant..-
nio|Alves llarbca, sonde -r pasaran I...I,a->-
p./as.
AVISO.
>o da j do ..ulubro, a. I. horas da nianbaa ka.
prela ertoala dr r.om J.-epl... qar roprr^ala ',
Ven te-sr? uma
malla de mnilo boa
4.
partida .le Ierras robera
oadeir*., e' ptima !, plan
i..,..c-: a Iralar .. Mancoinho, sil. que volta p,
lenaein Francisco de Alboqu.
de
ll. rqi.e c
ta boa fe, deiroiite da I pe. ior quaUJade.
us Alllirlr.
Mello
A ...-.,(ill i ilu/i.-i.
Lencos de cambraia de linho para aliibeira na
rua do Cre-po, loja de Adriano c\ Castro n. 1.'
a I
l'l ou :I2 -u.., alto.a taasjaii. rl*i, ,t
falla de dem...... frenir. leve ba.iani.-. l^i,.'
rosta e em iodo a carpa, ataa aasjnrsa
marra barra r.r de rosa r ponan .ti Casia
rarn.de : qu.ma praar
Iota .!:
levr
a
P'e-tnl. i(r
O CMIhi, ., |
v
asa
t rambraia a.
com l. 'a no QiiaiBl .o.
paln
sel a'
: quelll a
l''"i.!..li..r,.o;,i;.,n..;,IT, ,,
d una Co/, ubrada t aas n,i .
p/ o -..i Irabaaam,
u ..,
I" I
I'EHN TVP DX M. DlFrVrr!#r"lk

.

LEGIVEL
\v


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