Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07604


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Full Text
.
Y
ANNO XXXII H. 238
Por 3 mezcs adiant.idos io'000
Por o uiczcs vencidos 4j)500.
KRTA FEIR1 9 DE OITIBRO DE 1836.
.. i
Por anuo admtado lSOOO.
Porte franco para o Mibscrif.tor
r NCAtlRKl.ADOS DA SllBSCRIPCAO* XO tXORTE
Parahiln, o Sr. Grrsem T. da Natiidadt; Natal, o 8r. Joao
luim 1. Pereira Jnior; Aracaty. o Sr. A. de Lemos Braga;
Cear, ir. J. Jote da Oliveira ; Maranhao, o 8r. Joaquim Mar-
que! Kodngu!; Piauhv, o Sr. Domingol Herculaoo A. Peana
Uraasa i Par, Sr. JusliuiaooJ. fcamot; Amaionas.o 8t. Jer-
nimo da Cotia.
PARTIDA DOS CORREIOS.
O:.i..i., : i,i, ,|ilis, fa .,,. .,.,, |,r.,, ., ,,,,
i-nJt.t>(i. loMRoa e l*araaiba : mi _-iiii las seiias-reir ,-.
~ f"IB*' ""' "" ".....l"-i:..r,i.,r. All.nl.....liaran!* : M r ve ,-' ,.,
''"'i'"..... I-......I llio. .Wir.-Ui, I.,,,,.,,.,,.,, Ilrei, I-,-.,,,.,,,. ;.,
'i". Floros, Villa-IUI*, Hoa-Vuu, Oarfeari a Ki. : ata aoariaa-t .',.
'..,l.. I;,,,,,,,..,, s,.,,;,,,.-,,.,,,. ii..-l",.iiii., I ii... l;.,r,-u..s, Agaa-Prela
i uacnlcw ,. Nautl : qolotad-reiras.
11 .l.* ,,, correaos sanea s 10 liaras da Maulla.)
AUDIENCIAS DOS TIllItll.XAKS DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio .segundasequintal.
Rrlacao : lercas-feirai e aabbadoi.
Pateada : quinas aiabb.idoi aa 10 hora a.
Juno do eommercio: segundas aa lOhoraae quintas aa maio-dia.
JHizo deorphaoi .- aegundaa a quinlaa as loboraa.
Primeira varado civel .- seguaas a aextas ao meio-dia.
Segunda rara da eivel: quenas ssbbadoi ao meio-dia.
EPHEMERIDES |)<> MEZ DE O I IllItO
7 Quartocrescente as 3 horas 19 minuto f e 48seguudos da
13 La cheia as 9 mininos e SO segundoa da tarde.
10 Quartomiuguanteaa 3 horas,47 minutse 48segundos di t.
28 La nova as 8 horas. 21 minutos. 48 segundos da tarde
I* REAMAR DE IH.lt.
Primeira o I hora e 18 minutos da larda.
Segunda a 1 hora 43 mininos da manhaa.
1
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente do da i do outubro.
OllicioAo Exm. haspo diocesano, remetiendo por
copia o ollicio ni ijue a adininialracao dos eslabele-
menlos de candado, comraunica haver sido bapli-
aria d africana livre que se .i i 11 uo aeiviro do gran-
de hospital ile ceridade.
DitoAo Exm. inarcclul commandante das ar-
ma. IrammilUado por copia o aviso circular de II)
de aelembro ultimo, no qual o I. un. Sr. minislro da
Soerra detemiina que os corpr e estafes militares
coustaules da relarao que tambem remulle por copia,
enven) os mappaa respoclivo* a repartirlo do quar-
lel meslrc general, ronroriue se aclia dispostu nos r-
ticos 7, K, '.I. I i e Ib do reglamento da mesma re-
l- a-1ir.ni e no decreto n. 37 j de 3 de agosto de INI .
Igual ao director do arsenal de guerra.
OiloAo inspector da lliesouraria da fa/.euda,
Iraiisimtliudopara o lim conveuiente, o aviso de lel-
Ira sob n. 13 na importancia de 1:7000000, saccada
pela Ihesooraria de fazeuria da provincia do Kia
iiiaiide do Norte sobre a desla, e a Favor de Joaquim
i'erreira Nobre Pclinca.Participuu-se au Exm.
presidente daquella provincia.
DitoAn cliefe de polica, inleirando-o de haver
recomrr.endadn ao inspector da tliesouraria provin-
cial, que mande pagar, estando nos termos Icgaes, a
mua que S. S. remellen das despezas feitas com o
lisenlo dos presos pobre da cadea de Olindd, nos
ni"/ de julho a setembro deste anno.
DitoAo .-111111)1 ni 1,M.i superior da guarda n
gada me dirigido por orden de V. S. com as bom-
bas os operarios o os marinlieiros deste arsenal para
o lugar onde existia um grande incendio, em a casa
de dou andares sita no aterro da Boa-Vista, e alH
chegMKla apresentci-me ao Illm. Sr. r. chele de
polica, o quid mamloii que eu dispuzesse dos ineios
que estivessem ao meu alcance para extinguir o lego;
vendo eu que ja' era impossive salv.r a casa incen-
diada por ja' sachar destroida ale a coberta, que de
todo i. imli i desaliado, restando apenas as paredes
exlcnores, ludo uta ardendo com inlensidade ; nes-
las circuinslancias aconselhando-me com o enje-
nheiro civil o lllm. Sr. I)r. Jos Mamede Alves ler-
reira, tratamos de salvar as casas couliguas, e nesle
iuluito aplicaiam-se todos os meios, ordenando
aos i:arpiuteiros qua me acompanliaraoi a abrirem
luevis ii.i parede que licva do ladu do poeule da
casa incendiada, e tirarern toda a communicarao com
das da semana.
6 Segunda. S. Bauno fnudador : Ss. Castor e Herolhidfs.
7 Terca. S. Augusto presb. : Ss. Sergio e rrho.
K M.i ii i.i. S lln'gidia duquoa \iuva ; S.SImeao.
U Quinta S. Deonisio b. m. ; S. Abraham patriarca.
10 Sesta. S. Francisco de Borja ; Ss. Eulampioe Eulampio.
11 Sabbado. S. Mcacio b. ni.; S. Sainatra m.
12 Domingo. SI Ss. Prisciliauo c Domnina mu.
:!.-liatalli.in da mesma guarda ja' dito<, olliciaes o
praras de outroi corpos tambem prestaran relavan-
tes serviros. Oa chefes de diflercntes repartiroes
que -mu.un na uccasiao como conhecedores de aeui
i:\<:\itHE(;\Dos da m km mr< \,> tmmTL
Alagoas,o 8r. Claudino FalraoDiaa ; Bahiaa 8. u Ks..
Rio deJaneiro,o Sr. Joao Pereira Marliaa. ^^
EU ri:it\\MHiCO.
O propn.iario do DIARIO Maaoal Figooiroa da faraa. aa m
hvraria, praca da ladapoadeocia ni. ( 8.
Ir, cerliilao .le vida de seus respectivos l'Hdores, os
la corte e provincia do Kio de Janeiro, na-lireclo-
ria geral do eooleneinao .lo aaewM thcsnnro, e os
. das demais pro\inci;is, nas secones do conlenrioso
empregados mencionar em duvida os qie por | das competeutes tbesourarias, sob pena, lenao lirc-
ventura me houvessem escapado oeste olli-io. | reto, de proceder-.e ulteriormente contra elles, na I geiro que ha de'pagar as cintribui.V.es para H dea-
Hilo sollre entre nos omits lio graves que nao posta
com esle que as circumslannas exigcm ; e aluda
mesma que sobre pruluccao do pal/, recaia toda
a forca desse imposto, nao lie i.so um argumento
proeedcnle.pois que de cerlo nao ha (|0 ser o cslran-
Deos guarde a V. Exclllm. e Em. Sr. consc- j forma da'lei ; assiin o rommonico a V. Exc.
D,',,wSeMlt|'l'r,lrra '1,e.Mi,ll"Pr'3"le,"f -apro Ueu conl.eciinento c execurao, na parle que Ihc go compele ao coulribn.nte brasileiro.
vincia.O chefa de polica, l)r. Pulicarpo Lopes de toca.
UCanralho, c o dcpulado do Maranhao Braulio i dos funciji'xs parlamentares. qae ao aajajdj
Munw, assim concihaudo. a bem da anidada do I loie um dos aaad roai> admiravcn talentos de ai
imperio, as pretenc/ies e as inltuencias do sul e do regimentar e "orle, | tornarse chefe de otarias. i--ow
Enlretantocomplicavam-saosacooleelmenloscomi Volada a reforma conslilacanal. o pan -tn,
I.eao.
o fojo, fazendo logo empregar as duas maiigueiras
por lodo esse lado, ja' refrescando a referida parede,
ja apagando o fogo nas caberas do travejameulo da
casa, e por ullimo exlinguiino as labaredasda casa
incendiada, fazendo desapparecer todo o fogo que
se poda descubrir, e assim se salvou a dita casa.
Para ser completa esta descripc.ao, devo levar ao
coi.hecimeiito de V. S. que a bomba da polica em-
pregou-se tambem em deitar agua pela frente, na
casa incendiada, o a dos artfices e os marinliciros
dos nossos navios de guef ra com urna pequea bom-
ba se prestaran B'oelra casa de Ires andares do lado
de lesle, impedanle tambem a communicaijaii do
fogn, o quo felizmenle conseguiram, ale que ao a-
manlmcer do dia, vendo eu que so eiistiam as ruinas
e algum brazetro dentro da casa incendiada, trdle
de mandar applicar alli as duas mangueiras rierra-
lllm. e Exm. Sr. Tenlio a honra de remeller a
V. Exc. as ioclusaa demon tentes nas dnTerentes calas a cargo do Ihesooreiro
.'. desla;thesouraria no dia do correle.
Dos guarde a V. Exc. Thesuuraria provincial de
lVrnainiMicu iidossasHijt)Tode1H.).i_ l||m. eExm.
Sr. canselheiro Sergio Teixeira de Macedo, presidente
da provincia.O inspector, Jos' Pedro da Sl/ia.
Demonstrnrao do saldo existente na caixa especial
das apolices em 30 de setembro de ISVi.
Saldo em 30 de setembro
P- findo......l:.'.i:000-sOt)0
de I a 5 do rorr. 3
eional do Rerire, declarando que o guarda nacionai' mando agua qaanlo fosse possivel, e coro prudencia
Flix de Cantalido da Silva Lobo, perleuco ao I ba-1 fez se desapparecer algom perigo que podesse haver
lallifto de arlilharia da mesma guarda nacional. ja' de pedaros de travs ainda suspensos, ja' das va-
randas mal seguras, o qae luda se elfectuou na me-
llior orden), lindo o que pareceu-me 11A0 serem ruis
precisas as bombas, e eiil.io dingi-me ao lllm. Sr.
I)r chefe de polica solicitando as suas ordens, dis-
se-me que poda relirar-ine, a que tambem fez >
forra da armada que alli se achava.
As bombas c todos os seus perlences, dsempenha-
ram inni satisfacloriamenle as funcnies que Ibes sao
destinadas; lendoao principio as ma'ugueiras costado
a desenvolver-ae, em consequencia de vstarem seccas,
porcm pouco depois serviram perfeilainunle bem.
A tina deste arsenal e o servii-o a haldi. foi aja-
dado |>or pessoas do povo qae se preslaram na con-
ducho d'a^oa do chafariz, e nada fallou, o que nos
pode suggerir naquella occasio.
Antes de concluir esta pequena resenta 1I0 occor-
rdo, releva mencionar e fazer scente a V. S. que
loda a gente deste arsenal muito se presin, qoer o-
perarios, quer marinbeiros ; e todos a porfa empre-
garam seus rsforcoa para cxliuci;ao do Incendio, lor-
nando-se por rousequeucia dignos de lodo o elogio
e mu particularmente o subrapalaz da Lingoela!
Andr de Abren Parlta, o palr.io mor interino, os
MWlras de calafate e de carpinteiros, os cootra-mes-
Ires c 01 seas respectivos mandadores, e o mariuhei-
ro Antonio Francisco dos Santos.
O ag-nleda capilania Joaquim Sevcriano Nogaei-
ra muito se d-linguio na boa direrro da conduelo
d agua c em nitros serviros de qneo enrarregiiei,
quando a miiilia presenta era mislcrem mitro lugar.
Arsenal de m 11111I11. de outubro de (.Vi.__|m!
Sr. capilao de fragata Eliziario Antonio Aos Santos!
capilla do porto,Mauoel Antonio Viegas Jnior,
ajudante interino.
DitoAo c.ipiiao do porlo.dizeudoque pude expe-
dir sais ordens uu seulido ileser a serviro da pbarol
da barra do poilo desla culada fado d'ora em dianle
de cooformidade eom o regulameulo.de que remeltea
copia, e bem assim adinitlir ao aenrieo do mesmo
pharol, na qualidaile de eocarregado delle, a Anto-
nio Jos l'cslana, qoe llcara' sojeito aquella capita-
na, conforme dispe o aviso dd repariicao da mari-
nli* de de setembro ultimo.
DitoAo presidenio do eonelba administrativo
do palrimoiiio do-; orphitos, devolveu.lo os papis re-
lativos as despezas que se lzeraut com o casamento
da ediicanda Igncz Amelia Lobo, c declarando que
couvindo eslabelecer regras para o futuro, deve esle
raso ser regalado pelos usosadmillidos al aiora 11a-
quelle esiabelecimeuto, c por issoapprovaa conta do
respectivo thesoureiro, e deve o couselho persistir na
cobranca da mesma.
HiloAo director geral da nslrurcao publica, re-
iiirlleii 10 para a fim conveniente, orto s o ollicio do
i-ommissario geral da iuslrac{Ao primaria do reino
de Portugal, mas ,lainbem alguns exemplares do
prospecto da Revista da Iiistrucraol'ublica para Por-
tugal e Brasil.
HiloAo thesoureiro da companliia da estrada de
lerru, declarando que eulregou ao Sr. C. de *lor-
nay, o ollicio em que ptdia ao Eim. presidenle das
Alagas a expediran das conveiiicules ordena lio sen-
tido de nao ser naquella provincia prohibida a mes-
ma coiiipauhia a extraccao de madeiras para a cons-
Iruccilo da referida e-Irada.
DitoA cmara municipal de S. Anin.Do of-
licio que Vinrs, rae dirigirn) com dala de 30 do cr-
ranle, e dos diversos documentos c pcca olliciaes
que leem eNcxado ao meu conlieciniento.se recouhe-
t:e quo alm de entras irregularidades menos impar-
lanles na formacilo e Irabilhos do ronselho de recur-
so ilesMH municipio, houveram as seguiiles que reca-
liirtdo sobre punios essviiriacs, vici.im radicaliueiitu
lodos s seus aclos.
1. A incnmpelencia do (i stipploute do juiz mull-
ripat para presidir os trabalbos do consclho, visto
que e*la fui-.-rilo compela ao sappleule em txercicio
que nAo poda averbar-se de suspeilo como f-z, a
vista 1I11 argunii'iilo de pandado que se deduz do a-
viso 11. 131 .le 30 de abril de ISiK na resposta a se-
gunda Ihcse.
2. Nao se haver reunido o conselho na poca de-
terminada r.o aviso de 23 de levercilo de IKJ7, Ule
be :2i das pelo menos depois que 1 jaula ultnuou os
seoa Irabalhos ; por qoaolo enlre os trabalbos desla
concluidos no dia 1 de agosto e a reumao do conse-
lho municipal verificada no dia -_N do mesmo mez,
ilerorrcrain somenle 14 das.
3. O in- -mu cnuscllio infringi o art. 3.">da le rc-
gulamentar de 19 de agosto, lendo atlendido recur-
sos, cojo objecto nflo hatla sido previamente apre-
seotado a junta de que trata o art, -w, a qual cele-
Inoii as '.i. .....(. com loda a pulnicidade.
A vista deslas irregularidades, que se acliam con-
venientemente provadas, considero nullos os tralia-
Ihos do consellia municipal de recurso, cnmpnndo
que Vmcs. ex p.-ram as convenientes ordens ao juiz
muni-ipal competenle, para que de conformidade
rom aviso da I de r cao do novo conselho. aonunciada por editaes s das
antes pelo ineno o lugar poblicu de soa reumao, e
declarando logo para conltecimcnto de lodos que es-
se i-oiisciho 11.10 pode lomar conherimento se pao das
reclaiiiaresqiie liverem sido precisamente apreaea-
tadas a junta de reviso de que falla o arl. -2-2.
Nesla dala ollicio ao juiz municipal supplenle, a
qaem compele a piesidencia do referido conselho,
reslaudo-me someu'e recommendar a Vmcs. toda a
urgeucia na expedic.lo das necessarias ordens, afim
d que os irabalhos desse consellio liquem ultimados
antes da primeira doiniuga de novembro em que de-
ve ler logar a eleicjo de eleilorc.
Todas as pessoas que leudo sido desatendidas pela
nula de revisa tivetem inlerposto o seu recurso e
esto 11 ver sido i i"ovido,pode volar na referida elen'ao
primarii.
I'orlana. Oincedendo uin met de licenra, sem
veiicimeulos, ao promotor publico da comarca do
Becifc, hachare' Asteado Lata Caralcaali de Alliu-
querque.t'izeraiu se a:, necessarias commuiia-
cnes.
IlilaConredendo um mez de licenja com venci-
menlnsao ollicial da secretaria da thesouraria pro-
vincial, .Miguel Allouso lerreira, para Iratar de sua
saude.t.ommunicou-se a referida thesuuraria.
lllm. e Exm. Sr. leudo bavido oceurrencia de
fogo em unta casa no alerro da Boa-Vista, na ma-
drugada para amanherer o dia ."1 do crranle, lenho
a participar a V. Exc. que por esta capilania, assim
como pela inspecrao. foram prestadoa-promptamente
lodos os soccorros constantes da parle que em origi-
nal junto a esle inclun ; temi a significar mais a V.
Exc. que alm delles oram dados oulros no dia pos-
terior por duas vezes, como em mandar-so pira a-
quelle lugar as bombas c gente, a ultima a' requisi-
c.io do subdelegado, vollando a's onze horas da imite.
lieos guarde a V. Exc. Capitana do porto de Per-
nambuco, 6 de outubro de 1856 lllm. e Exm. Sr.
i-onselheiro rSereta Teixeira de Macedo, presidenle
da provincia.Eliziario Antonio dos Sanios, inspec-
tor e capiblo da porlo.
lllm. Sr. lendo lioulem as Ires horas da madru-
m:OLLE(.IODE I1HINAS
Po* Madama Antoimette.
Os cspinhos da cor materna.
Emqoaulo se davam estes aconlecimenlos, mada-
ma de Cuartel aguardava cora angustia morlal a
volla do nihu e do marido. A pobre mullirr ajo se
deilara, tinha anida o mesmo vesloario da vespera,
e permaneca em pe dianle de urna j.mella, tendo os
utlios filos sobre a exlremidade da ra, donde Ihe I cabriolel, foi a resposla deste homem.
havia de ebegar a vida 011 a marte. l-'oi elido que o pobre pai cotnerou suas ind-i"a-
Mr, de Coorle! voltaudo da visila nocturna que fi- roes pela cidade. Foi primeiro casa do lente
/.era ao presidenle, a achara na sala que preceda a mas esle sahira desde meia hora, e o criado uilo n-
-; de ou nao quiz dizer se Cora acoinpanhado d'e l'as-
Secrelaria da polica de Pernambiico, b de 011I11-
bro de 1856.Illm. c Exm. Sr.Levo ao' cuulieci-
ineuto de \'. livr. um aeonleeimanlodeploravel, que
leve lugar em a madrugada de buje.
l-.ram pouco inaisde duas horas da manliia, qoan-
do fui dispertado pela noticia de que um prtMid, no
Alerro da Boa-Vista, eslava sendo incendiado, e
para alli me dirigindo logo, ja enrniilre os subdele-
gados da Boa-Visla, de Sanlo-Auloiiio, o comman-
ilanle superior da f/uarda nacional com o baUlaaja
n. : a companhia de artfices do arsenal de guerra
com bombas de apagar fiigo, as do corpo de poli-
ca e do arsenal de marinlia couvenienlemeiile suar-
dadas, a primeira por praeaa do corpo, e as ultimas
pelos respeclivos Umbeiros; e comquautotrabalhas-
sem com a maior aclividade, nao foi possivel con-
segoir a ejliuceo do fogo, que era alimentada por
diversos combusliveis, c eslava muilo adiantado.
.Neslas cirrumstaticias tralou-se de salvar os dous
predios Lonliguos, fazendo-os evacuar pelos mora-
dores, e retirando os trastes. Eram oilo horas da
mantilla quando o incendio pareca acabado, e por
isso ja se haviara retirado as boronas, lic.mdo erj urna
da arsenal de guerra, quando foime necessario
mandar vir outra do arsenal de marulia, porque o
fago realeoo-se, e dobraneo-se entilo os trabalbos
conlinoaram estes al as nove da noile, em que ficoo
o inccudi-i exliucto.
O sobrado que passou por urna tal cataslrnphe he
o de n. 39, propriedade do lenenle-coronel lienri-
qoe Marques Lins. Era habitado o segundo andar
pelo negociante Antonio Jos Leal Reis, que ludo
perdeu no incendio, podendo apenas aalvar-se com
a familia e poocos objeclos de prata : o primeiro an-
dar exista fechado, porque serva para o nbolelo do
proprietario quando vinba do seu engenho, e o an-
dar ierre... onde comecou o fogo, era oceupado por
urna loja de cera e armaees fnebres, perlencentes
a Alexandre Jos da Silva e Marcolino Jos da
Silva.
Anda nao pode conhecer com precisito o que oc-
casionoit um tio lamenlavel aconlecimeuto, a respei-
to do que a polica continua em soaspesquizas, fim
de saber se (oi o resultado de um descuido, como pa-
rece, 011 de um crime.
Concluirei Sata succinta narraran do fado fazeudo
chegar ao conliecimenlo de V. Exc. os nomes das
autoridades e dadnos qoe sedislinguiam por Seus
aerrigaa relevanlcs em urna tilo falal emergencia os
quaessaoo subdelegado Rufino Jos Correa de A|-
meida e l)r. Jos da Costa Dourado, com alguns ins-
pectores de quarleirAu da freguezia de S. Antonio
e os da rregueza da Boa-Vfla, Miguel Ribeiro do
Amaral, Joao Francisco da Silva Mendonra, Juvcli-
no Arminio Corroa de Barros, Gervasio Potasio Si-
mes, Anselmo Ayres Rodrigues de Azevedo, Jiao
Joaquim de Souza Abren e Lima, Pedro Joaquim
de Lima, Fredericoda Costa Ros o oulros mais o
leuente coronel Anlunio Carneirb Machado Itio's, o
director das obras publicas Francisco Raphacl de
Mello Reg, o engenheiro Jos Mamede Alves Fer-
reira, o capitao Jos Francisco Uarneiro Monteiro os
cdadaos Manuel Jos de 8a' e Souza, Jos Francisco
Carneiro, Jos Alloiiso dos Santos, Francisco de Pau-
la Carneiro I.eao, Jos Conralves da Silva, o acad-
mico lio lov, os segundos-leuenles da armada Ma-
noel Martina de Araujo Castro, e Viegas, o piloto da
escona /.ndoya Maia, o commandante do vapor
lijuaraun' Amonio Silveira Maciel, o portu -iiez
Aulonio Pereira da Costa Gama a oatras muilas.cujos
nomes nao pude conservar na memoria.
O delegado Dr. Francisco Bernardo de Carvalho,
foi dos primeiros que comp receram, o commar-
daulesopciior Domingos AITouso Nery Ferreira e o
pelos seos pensamcnlos, licou nimio lempo ipoiada
a varanda lendo os olbos filos sobre essa dbil ela-
lidade como o marinheiro sobre o pbarol, o qual l'he
iudica no horror de urna noilc procellosa a Ierra em
que o espera aquella que elle ama !
_ Elle vela, disse ella comsigo, pois de ordinario
nao lom luz do noile.
Conia o me/, de Tevereiro, e o dia Micava tarde
porcm por mais louga que seja urna nruie'de inver-
n, sempre lean lim. No momento em que a loz da
da esclareceu o paleo dous grilns de angustia dados
pelo pai e pela tna de Gaslao, fizeram matar a casa
I m. inquieto pelo silencio que reinava na alcova"
do lilho, e nao podendo mais dominar sua inquieta-
cao, arrumbara com um poulap a porta fechada a
ferrolbo, depois de ler balido em trio ; a oalra-vira
i claridade do crepsculo doos leemos qae pendan)
da janella do gabinele de esludo de seu lilho,
Mr. ile Courtel.correo logo a informar-se do por-
teiro sobre a hora em que Gasto sahira.
- lima hora depois qoe vossa senhoria saino no
Receila
Dcspcza dem.
Saldo.
I3!I:OIXNJOO
la&oootiooo
Caixa do exercicin de 1836 a 1857.
Saldu em 30 de setembro
P- lindo......5i:902?t23
Receila de I a i do corr. S6:8>T(.|
-----------"- U1:7aH9776
.......15:23l5<)9l
Despeza idem .
Saldo
I ><.: !)3NkS.>
Caixa de depsitos.*
Saldo em 30 de aelembro
, P- r,n<,......2II;346S676
Receila de 1 a i do corr. *,
- .,------------2ll:3i6387 Ocs|>cza dem......B *
Saldo.
811:3169876
Caixa especial do calramcnto das ni is desla cidade.
Saldo em 30 de setembro
l'-mido.....6:i6o Receila de 1 a } do corr. s
---------.-----6n669R9i
Uespeza dem .... .5
Dos guarde a V. Exc.Mrquez do Caxias.__Sr.
presidente da provincia de Pcruambuco.
Jo$ Joaquim Coelho.
Saldo.
i: I Caixa especial da construrrao da ponte de lenle.
Saldo cm 30 de setembro
P- '"'do.....3:7073676
Rercila de 1 a 1 do corr. :>
Despexa dem..... -------------Si 757-7676 9
Saldo..... .... 3: 757-5676
Caixa especial das loteras desla provincia.
Saldo cm 30 de setembro
p. findo. ..... r.:7'.i:te078
Receila de I ai do corr. .-)
Despea dem. .
Saldo.
6:7993078
6:7999078
Quartel
Po.
alean do lilho, e pela qual era precita jiassar para
sabir da casa. Ilepois de ler-lhe dado cotila do xito
de suas passadas, exigi que ella fosse repousar um
punco.
I'ranquillisa-le, Ihc disse elle, vou collocar u.ua
pollrona dianle de sua porta, e, se elle quizer sabir,
aqu me encontraru.
Consinto, re-pondera ella ; mas nao faca ru-
mor ; creio que elle dorme acora, pois ha um quar-
1.1 da hora que nao oiira mais seus ptssos na al-
cova.
Kerolhendn-se ao sen aposento, sen primeiro cui-
dado fo. abrir a janella. dianle da qo.-l ficava a de
t.astio visto qoe elle hahitava o pavilhflo sacado do
corpo do edificio principal, i ma luz brilhava \ -
nena da alcova do mancebo, e a pobre mai absorta
COMMANOO DAS ASMAS,
general do commando das rmas de
bnco, na cidade do Recite, cm 7 de
outnbro de Is'o;
OREM DO DIA N. :'S.
O inareclial de campo, coinmaii lanle das armas,
faz certo, para scienia da guarnirn c convenientes
lins. que o governo de S. M. o Imperador houve por
bem, por aviso do ministerio da guerra de JO de se-
tembro ultimo, conceder possagem para o quinto ba-
talhao de infamara, na qualidade de quarlel-mes-
Ire, ao Sr. alferes do dcimo da mesma arma. Jos
Anastacin de Carvalho, que se acba na corle addidu
ao de engenheiros, segoudo conslou de odcio da
presidencia desla proviucia. de lioulem datado, e
que em virtode de deliberarlo da mesma presiden-
cia, o Rvd. padre Manuel Thomaz da Silva passa
nesta data a servir na qualidade de capellao do quar-
lo balalhao de arlilharia a p, continuando a perce-
be* a gratificaran marcada no aviso da repatliro da
guerra de 11 de jouho do anuo passada.
O mesmo marechal de campo, commandaale das
armas, querendo reguhrisar o trrico dot corpos
nas occasies de incendio, determina que .de ora em
diante se observe o aeguiule :
Aa signa! de Incendio dado pelos sinos das igrejas
dcsta cidade, os corpos se formaran immcdiataracn-
le nos seus respeclivos quarleis, sem precedencia de
toque ; enviaran os seus ajudanles ao quarlel gene-
ral, e mandaraoiem perda de lempo postar no lugar
do incendio, a disposir.1o da respectiva aotoridade
policial, urna forja imposta de um oflicial, um in-
ferior e vinle bayonetas.
A companliia de artfices executara' as ordens e
inslrucres que Ihe houver de dar u Sr. lenenle-co-
ronel director do arsenal de guerra.
Os senhores olliciaes do exercito ufa encorpurados
se apresenlarao no qoartel-general.
Os corpos nao debandarSo em quantn para islo nao
receberem a compleme ordem do mesmo quanel-
ge era I.
Jos Joaquim Coelho.
8
ORDEM DO DIA N. 318.
O marechal de campo commandante das armas,
cm observaucia do arl. I do regolameulo approvadu
pelo decreto n. 998 da 12 de junlm de 1852, poe
os corpos do exercito e companhias lita* sob sua ju-
risdicr.'io, a ilispo-ir.lo do Exm. Sr. general Antonio
Correia Sera, inspector das tropas do qaar'o dis-
Iriclo militar, afim de continuar na inspecrao qoe
ficra interrompida em consequencia de seu embar-
que para a corte, e determina qoe os respeclivos
Srs. commandantes cumpram exactamente suas exi-
gencias em ludo que for relativo ao objecto de sua
misado, na forma expressada no mesmo regulamen-
to. Publica para sciencia da guarnirlo o devdo cf-
felo, o aviso do mimilerio dos negocios da guerra
de 22 de setembro ultimo, abata transcripto, que
por copia Ihe foi transmiltido com oflicio da presi-
dencia, datado de 6 do rorrele.
AVISO.
Rio de Janeiro.Ministerio dos negocios da guerra
em 22 de selemhro de 1856.
lllm. e Exm. Sr.Determina S. M. o Impera-
dor, que em conformidade do qoe requisita o mi-
nislro da fazenda em aviso de 15 do conenle, os em-
pregados subordinados 10 da guerra, afliaurados no
thtsouro nacional 011 em alguma das the'souraras
de fazenda, apresenlem, uo comeen de cada semes
() Vide Diario n. 237.
I.10. Correo a casa do tenbar raeslre, onde soube que
o prnlessor, cojos movimeotos eram regulados como
os de un rclogio, donara a babilarao duas horas
mal cedo que de coslume, e j. sabeaMM como de-
pois de sua Vrnlaae rollcgio, ello arhon cinlim o
lilho.
'.loando a mi de Gaslao tvisloa sua carrna-em
que vollava a passa, seolin borrivcl dr, e precipi-
tou-se na ra no momento em que os eavallos para-
vam diante da porta. .a, quando vio o lilho mon-
dado de saogoe, c sem dar signal de vida, enlrnu a
ollar crilo' Igodoi.
T.it mnrin aa--.snailo F. o enhor, .1ie
ella ao lente querhorava. deixou-o malar sem de-
fenili-a|. F.is-ahi a amizade de que lano ce fal-
lara !
Senbora, disse enlao o dootor, ninguem senao
eu derramno o sangoe de sea lilho ; elle nem com-
baleu. Todava nao Ihe occultarei que o caso be gra-
ve, e que necessilo de loda a tranquillidade de espi-
rito para acudir aos accidentes que podem appare-
cer. Permita, pois, que elle seja transportado i sua
alcova, e hao hija rumor Seus oreaos lem agora
excessiva sensibilidade, e sao necessarias as maiures
attences.
Nao lenlti cuidado, doulor, disse logo a pobre
mai em voz baixa, reprimindo por sopremo ?sforro
de vontade a explosao de soa dAr, nao o perlurba-
re, nao aggravarei o perigo que ja ameara a vida
de meu lilho.
Emqoanlo se Iransporlava o mancebo para a alco-
va, ella perguntou pelo marido.
Elle volla a p com Mr. Dupont, disse o l-
ente, porque o carro nao poda conter a todos, a-
Icra de que era (errivel espectculo para um pai ;
por isso o doulor aconselbou-lhe que lee cedesse seu
logar, afim de sustentar meu pobre amigo emquanlo
elle o tratara. Mr. de Courtel consenlio de bom gra-
do, e seguio em silencio o trille cortejo.
i.iuando Gasto foi deitado sobre o leln, o doulor
pedio moslarda, c linbn para applirar-lhe sinapis-
mo*. Os criados eoottenados corriam sem sabir pa-
ra onde ; mas a mai cuidava em todo. Abri urna
rommoda, lrou urna camisa, rataaa-a, a della fez
ataduras e compreaaat, as qoaea apresentoo ao dou-
lor. Chcgando a moslarda, ella mesma fez sinapis-
mos, ajudon o doulor a applica-los, e depois licon
mmovel ao p do leto como a mai de Crrala ao
pe .a ni/.
0 doutor eslava asaeolado segurando a 111,11 do
doenle, e a alma da mai pa-sra-lhe jiara os olbos ;
ella espreilava no semblanle do homem da sciencia
as mpressOes qoe ahi se refiecliam, e infelizmente
e'.se exame nao era capaz de Iranqollllsa-la ; porque
o doutor lendo o sobrolho carregado, e os heic-s a-
perlados pareca esperar algum simplnma, que n.lo
se manifeslava.
Repenlnamenle sna> feicrajs se deienruijaram, e
elle disse enlre os denles:
rio dj3 jahxihq.
Ca.MAISA dos srs. deputados.
Si:SSAO EM 80 DE JIXIIO DE l;;i.
'residenciado Sr. liscondede Biiependy.
Aberta a....., eapprovada a acta da anteceden-
te, o Sr. secretario leu o secuinte expediente :
Cm oflicio do Sr. ministro do imperio, datado de
21 do correte, tcansmittindo a cmara copia do of
lirio do director do cimsrrvalorio de rcusica, dando
com elle as informagoes requisiladas pela cmara
sobre o requerimeiilo em que F. Kosklak pede urna
lotera em favor de sua fabrica de pianos.A quem
fez a requisirdlo.
OulrodoSr. ministrada fazenda, transmiltin-
do as informar/ies pedidas sobre o reqiterimeulo de
D. Brles Mara Piulo (Jaras).A qucio fez a re-
qoiaicJtoa
Oulro do mesma minislro, dando o seu parecer
sobre a pelirao da cmara muoicipal de l'orto-Ale-
gre.A quem fez a requisicao.
Oulro do Sr. minislro da marinba, mandando a
cmara um des aulographos do decreto que lixa a
furcia naval.Ao archivo.
Oulro do I.- secretario do senado, remetiendo
a cmara a propusn-ao do senado que crea o conse-
lho naval, e participando que consta ao tenada as-
seulir S. M. I. na resolocao relativa aos falseadores
dos terrenos diamantinos.A imprimir-se quanlo a
primeira parle, e ioleirada quanlo a segunda.
I m reqiierimenlo do capillo Joo Evangelisla
Nery da F'onseca, pediudo que se Ihe conle anligui-
dade no poslo de I." lenle da data de 21 do julho
de IXit, poca cm que foi preterido com injuslira.
A' corumiasao de mariulia e guerra.
Le-ae, jalga-se objecto de deliberarlo, o val a
imprimir a segaiule
/.'esoluco.
A assemblea etc.
Art. nico. Fiea apprnvado o decreto de 25
de jaueiro de 18.56, pelo qual, para enrn as pensio-
nistns lilhaslegiliinss do tallecido ollicial-maior da
secretaria do imperio Jo.c de Paita Magalhies Cal-
vet, em quanlo se conservaren) no eslado Ja solle-
ras, he declarada sem vigor a claasula etpressa uo
decreto do I.* de agosto de 1853, de dever cessar nas
partes respectivas a paneta animal de SOO? que aos
orphaos do mesmo ollicial-maior foi concedido re-
parlidameiile, a medida que completaren! a idade
de 2 anuos, licando para esle lim revogalas as dis-
posires em contrario.
Pac.o da cmara ele.Evangelisla Lobato. D.
Fraucisco. n
Approvam-sc as redaccoes de varios projectos.
O Sr.Candido]llorii$<,uMeuio apaavra pela ordem
da mu.1 da eommioutu da dapaita^o da cmara que
oi felicitar a S. M. 1.. e diz que'ell como orador
da co.nmissao leu pranla o mesmo augusto tenhor
o spguinle discurso :
1 O principio monarchico contlitaelonal estabeie-
cido pela conslituiro como base do governo que
rege o Imperio lem nicoiileslavelinente silo a fon-
te inexgolavel de lodos os elementas de grandeza c
prospen lade nacional; mas se a simples aatoreza e
existencia desla principio fosse dado realizar lijo
grandes obras, muitos pavos nao leiiam retrograda-
do em sua carrea, e nem a civilisarao em teoi tn-
uinplio- (cria de registrar pocas calamitosas.
Alm pois do principio goveniamcnlal, ha sem-
pre urna condicie necessana, sem a qual teriam
.1 iiiiull 1 Jas, (odas as suas naluraes consequencias ; e
essa cundir lean ama existencia real, quanlo na
cupola do edificio poltico imperar a labedoria, que
reconbece os direilos e a missao do mouarrba e a
juslira que firma na constituirlo os direilos do povo,
.1 A ventura, senhor, que o paiz desfrucla na
poste real dolos heus nao seria completa se o prin-
cipio hereditario Ihe nao assegurasse essa continua-
cilo nao hilerrompida, e se a Providencia nao real 1-
zasse lio consoladora esperatira com o r.ascimenlo
de urna priiiceza, que um dia no foluiu recordando
as pocas passadas, ser o centro da anido de lodos
os lirasileiros, o amparo de suas liberdades, e o ma-
is seguro penhor .le seu rngraiiilecimemo, porque
sera exemplo vivo das virtudes de seus progenitores
He, seubar, possuido desles senlimenlos que a c-
mara dos deputados. exprimindu fielmente os volos
do Imperio no anniversario natalicio de S. A. Im-
perial, nos enva ao throno em solemne deputa^ao
com o fim de depositar nelle os seuliinentos de ju-
bilo que a domiuam.por Uto fauslo motivo, e os vo-
los qoe faz pela conservacilo do justo e glorio,o rei-
nado da V. M. Imperial.
Ao que S. M. o Imperador digoou-se responder
do segunde modo :
Podis mamre.-lar a cmara dos Srs. depulados
o qoai.lo ron-ralo aos sentimentos de amor, a llde-
lidade que consagra a mira e a miuha familia, u
O Sr. presdanle declara que a resposla de Sua
Mageslade he recebda com muito especial agrada
ORDEM DO DIA.
Cnnlinoa a discussao dos artigos addilivos ao or-
namento.
O Sr. Ilenr'iqucs faz luogas observarles em res-
posla ao Sr. /.dunas, em sustentaran das medi-
das aceitas e proposla pelo governo.
O Sr. Mrquez de Paran oenipoa lodo o res-
to Da tettao, expondo as raines que liulia para a re-
jeirao de certas artigos addilivas. para aceitadlo de
- rJfc d7dSit.:-p:L ffi ^. \ rsSaUs^asStti S*
:.......--------.....dem. nas raat, nos cenvenliculo,-, e se elega o regente do acto 'adlirmna
Igodae, esl. acloalmenle em decaden- na impreoaa. achara na camar. om pona de an... rm qoe a reforma comeroo a ser p^anriroeX '
cia ; os mais lodos progridem supporlando a concur-
rencia eslrangeira, e nunca a prodcela esteve ci-
ma da demanda.
Mu ha enlre mis nem a conlriboiraa territorial
nem a conlribuicJlo pes.oalquo opprimem a gncal-
lura cm oulros paizes.
Nao ha pois penosa para ella a medida proposla,
a que alias ja eslava acostuma.la.
Se entretanto a cmara, esquecendo-se dos empe-
nhos que o Estado lem conlraludo com aeu apoto,
com seus applausus, e al sob sua premio, nao
querer dar ao governo os meios de occorrer a elles,
riimpre-llie na 3. discussao rio orramenlo indicar
quaes sao as despea ai que se bao de cortar.
A discussao licou adiada pela llora.
O Sr. presidente suspende a Mao, e marca para
ORDEM 1)0 DIA 31.
Conlinuar.io la discussao dos artigos addilivos ao
orramenlo, e, se houver lempo 2.a discus-ao do
projeclo n. 35 dcsle anno, que autonsa o governu
a gastar em Ires annos ale 6,0tKI conlos de reis
com a importarlo de rolnos e seu estaheicennento,
0 3.' discussao do projeclo n. 17.
No dia 29 u.lo Irabalbaram cmaras legislativas.
O MRQUEZ DE PARAN-.
terminando a biograplua de Agrcola, qae lam-
ben) falleceu aos 56 anuos de idade, no bdlis.imo
quadro que Irara da sua murte, di/. Tacita as se-
gumtes palavras: Potetl Hderi eliam lientus, in-
columi diqnitile, flormlt fama, tato affinilatbiu
et amiatits, utura effugitie. Eslas palavras nao
oos recordam a eximio estadista qoe acaba de des-
ear ao (unalo no meto da publico conslernacao ;
quem sabo se algum da o historiador nAo ter de
repula-lo feliz-/"u?nr iffugiu ".'
Nia pretendemos llagar o quadro minucioso da
vida poltica do marquez de Paran ; excede elle os
limites de artigos de jornaes, toma as proporr.6es de
nina venia.leu-a historia nacional, lia prominente toi
0 papel que desempeubou a iliuslre liuado em to-
dos os acoulecmentos da patria, 13o grande quinina
Ihe cabe na gloria desse panado, objecto dos desdea
de urna gnelo que, ingrata e inapplicada, nem ao
menos quer saber a qnein deve essa patria de que
goza, quem rom a sua vigilancia, com a sua sabe-
dona, cou a sua iudefeza energa a salvou nos
raaos das por que leve de passar, quando tantas ou-
Iras nacoes, nelles perdidas, ah jazem lamenlaveis
ruinas.
Sao apenas alguns apnntamenlosbiograrrliicos que
escr'vetnos ; escrevemo-lo<, como lestemuuba pre-
sencial da mxima parle do que narramos, com to-
da a sinceridade de que he capaz o nosso espiri-
to ; se de nossas pbrases resollar o engraodecimen-
lo do estadista, be por que grande e bello foi o seu
papel ; pois a nossa penna nao be inspirada pelo
espinlo de panegyrico, come o nao he pelo da de-
IraclarAo.
Nada diromos do nasrimcnlo, da familia, di edu-
carla de Honorio lirmelo Carneiro I.eao; sole-
mos que enleuder com o liomem poltico, e o ho-
mem politice n.iseeu era 1830. Magistrado em S. Se-
liasiiao, o joven Carneiro I.eao foi um dos numero-
sos remitas com que as eleinles de 182S fortificaran!
1 pbalauge liberal da cmara dos depulados. Eolio
as eleicoes se fa/iain 110 (crce)r,, anuo da legislatu-
ra ; os recem-eleilos 10 tomavam assenlo auno e
mcio depois de liaverera recebidoos volus dus seus
concidadAos.
IVessa epaca o poder, iuexperienle, ab.indonava-
se a si profiri e a so.-ie.laJe ; o paiz. igualmente
inexperto, ceda aa fasciuares de um liberalismo
rlenle ; as eletfSet corriam facis, com um poder
qud nao romprehendia que no regim"ii representa-
tivo a eleir.lo be a sorte do eslado.
A escola liberal franceza, essa qne ao depois se
vaugloriou dos seus quin/.e anno- da conspiraran,
dominava as intelligeucias : o resultado era do pre-
ver : deu-o o 7 re abril de 1811 ; e pode-se assevu-
rar, sera receio de um desmentido histrico, que a
mxima parle dos que promoveram esse successo, e
dos que lo applaudiram, linha tanta couscieucia
do que razia quanta previsao linha o governo d
que inerte deixava azer. O arraslainenlo, a irrefle-
xao ludo dominavam.
As eleires de 1828 mandaram um grande nume-
ro de joveus alhlelas escolhidos para esgrimir contra
o poder. Enlre elles, o primeiro dos nossos jorna-
lstas de enlao. Evaristo Ferreira da Veiga, os dous
irmaos liegos Barros, e muitos oulros, lio meio dos
quaes esse que devia id.....r com u titulo de mar-
quez de Paran. Reunida em 1830, a cmara leve
para incilainenlo do seu espirito de aegressao a no-
ticia da ruina dos llourbons em Franca, e logo con-
tra eftenade onde dominava urna manira, favoravel
ao governo, apresontou a famosa quesUo dus emen-
das ao orcamento a da fusao.
Nesse primeiro periodo, os faslos parlamentares
n3o musirm o uoine d> joveu Carneiro I.eao ; lu-
lava elle cora o seu genio, media a altara dessa Iri-
buua, de que ao depois devia 1,1.1 hbilmente asse-
nh.irear-se, calculava as dilliculdades de elocuco
que o embaraeaTam, e acobardava-seante esses gi-
ganles de etitao, gigantes de lalenlo e de populari-
dade, os Vasconceilos, os Linos Covlinlios, os l.uiz
Cavalcauls, os l'aola Sou/os, e lautos que capila-
neavam immenso partido popular.
A siluacao eslava em demasa tensa ; Dia poda
durar.
A cmara liberal era acxprcs.ao do paiz : ou an-
tes o pai/, mais adianla lo em liberalismo do que a
cmara, pois eslava entregue aecio de associares
sempre contraslado pelas dimtuees vehementes de nhecida e dudada, anda no fin d7aa
urna minora composla de illostradissimos oradores ; avent.va-se, sob o patrocinio do depatado___---
eaea minora era maioiia, era qnasi unanimidade no bucano l.uiz 1*1 lllniall. a idea da regencia comli-
Cedendo impaciencia que Ihe causavam lanUs ova o'pDotiro*' """"' m Pr4'"P"a a
lulas, o poder quiz. da arc.rde. eom a .oa roaiori, lasmecou esta na sessao de 1836 ; arredada ate~s,
dar um golpe de oslado, quo salsfazendo do promp- logo a quedan da r.cenc.a da Pr nceza mstn^I
lo os volos populares pela reforma da conslitut- foi basteada a grande bandeira coiNrxa<
r;lo, applacasse as exigencias da roa. e ao mesmo
lempo o hvrasse do senado, e refreiasse a minara
da cmara.
Os depulados minisleriaes ajuslam-se nas enlao
ramosas reunioes da Floresta ; Carneiro I.eao sepa-
ra-so dos seus companlieiro., declara-Ibes que lia *o,e embnra molliplieaaaa'protestos
de oppor-se a loda medida extra-legal. Os seus '--------
----------coneerv adora, tW-
nardo Pereirajde \ ascoocellos apresentou-a na rama.
ra : a imprensa secandara seos e-rorros 1 em lomo
della vinham saccesaivamenle agrurir-so tod o
restos do antigo partido Caramaarn' ; Bernardo Pa-
reira de \ asconrellos dava-lhe o lilulo de
ou.ro, e lerminou oseu discurso" vollando a'que,: I odi^on.ra S"1'"'0'"'""0 ',0' mil I
'ao do reslabelecimenlo dos dous por ecnlo sobre os
gneros de exportarlo, para responder aos diverses
oradores que contrariara essa medida.
A este respeito S. Exc. repele alguns argumen-
tos ja apresentados anleredentemenle, 01 quaes re-
forca com novas considerares. Recorda anda a
cmara que, independenle da diflereuc.a que vai an.
parecer na renda publica, em consequencia das a!te-
raees da tarifa, deve-se contar com ura dficit, em
virlade das despezas extraordinarias, que tecm sido
ullimameule volados e de oulras qne agora vao ter
cornejo, avullando enlre eslas os juros dss estradas
de Ierro.
A cmara deve ser conseqoenle, e ama vez que
adoptoo ella mesma laes despezas, nao deve negar
os meios iodispensaveis para occorrer a ellas, tanto
mais quanlo essas medidas lio de reconliecida ulili -
dade, e moilasas estradas de Ierro, por exemplo__
redondtm em beneficio do productor, cuja causa
advogam aquellcs que contraran) o reslabeleci-
metilo dos dous por cenia sobre a exportarao.
A agricoltura, nosso primeiro ramo ,le prodcelo
O polso lerna-te regular.
Ilouve om momento de silencio, durante o qual
madama de Courtel, que calma de joelhos, orara
cotrt fervor. De repente, pegando da mao da pobre
mai, o doutor disse-lhc com om sorriso de ani-
magao:
Teulia esperanra !
Aquella que pouco antea lora tito forte contra a
dor, nao pode npparlar a alegra que llio causaiam
eslas palavras, e levando convulsivamente o lenco a
burea, sabio da alcova sufocando os soluros.
Lin quarto de hora depois, Mr. de Courtel che-
gou sustentado pelo senhor meslro e pelo irmao de
Eslella, o qual nao o linha deludo. Eslava paludo
como um espectro, c mal poda camiuhar ajudado
por elles.
Est salvo '. grilou-lhc o lenle avistando-o
pela janella.
Eslas palavras pareceratn dar-lhe nova vida, e ar-
rancando-sc dos braros que o sustenlavain, sabio
correndo 1 escada i|ue con lozia alcova do lilho.
EsteUa.
I lepis qne o senhor meslro ccrlificou-sc do mcllio-
rament ,que houvcra no estado re Gasl.io, sii leve
um pcnsamculo, o de ir contar a Branca, que lio
anctoaameiile n etperava, os acoolecimenloi dessa
manhaa lerrivel, O exrelleulc liomem nao ignorava
a alleirao que linba a don/ell
lo, csua ingenua admiraran
a irte, o paiz sorria-secom applauso ..
palavrafederar;;!;inventada para autorisar a ini-
aifetlaejto dos votos pela repblica.
n poder no 1 linha recurso ; um. lula contra a
cmara era-lhe impussivcl, porque o paiz mandar-
llie-hia urna cmara anda mais hostil ; urna lula
de compressao conlra o paiz era-lhe impossive, por-
que pexordio, antea torea para tal compressao, es-
lava eivado dosaodtos populares contra a corle : o
poder ahdicou.
Nasocrurreucias cujo desfecho foi essa abdicaco,
senao a cmara, ao menos os deputados exi-ien-
les na curie representaran) urna parte activa ; o
deputado Carneiro l.co nao se distingui entre
os promotores, nem entre os que se trredaram des-
sa demonstradlo ; a sua hora aiuda nao era che-
gada.
Posteriormente, quando a cunara leve de eleger
a regencia trina, j o depuladu mineiro exercia in-
fluencia anie as seus collegas foi pois ura dos
que fizeram (riumpliar essa combinarlo que ao ge-
neral da revolujao de abril, aceito para salisfezer
aa exercito, associou o deputado de S. Paulo Cos-
queres ininha vida, recebe o sacrificio de minha
honra
Cabio '.' Vine, diz que elle cabio '.' Enlao com-
bateu I exrlamou Branca, a qual nao comprchen-
dia as palavras do velho.
Entilo esle Ihe referi o duello inlerrompido, e as
conscqueiicias foncslas de que Gastau escapara de
ser viclirna.
Mas, lem certeza de que elle cst.i salvo ".' per-
ganlou a moca.
Porvenfura cu ousara a presen lar-me aqui em
sua casa, se anda hvesse recelo da vida delle .Nao
sei que Vme. o ama ?
Pois bem '. amo-o disso Branca laocando-ie
nos brarjos da velho ; porcm elle nao o saliera nunca.
Porque callo '.' disse o bom velho, o qoal nao
suspeiiava que os obstculos p ulessem vir do lado de
Gaslao. Se lia um s homem digno de poami-la, lie
elle.
Mas nao lenho nada, e Gaslao he rico...
Vme. nao lem nada .' cvelamoo o professor
rom (al espanto que fez sorrir as duas novas amigas.
Nesse momento deram duas horas.
; Duas horas! disse o excrllenle homem, e a l-
elo de gc.grapliia !...
_ Espere um momento, senhor meslre, diste
Branca delendo-o ; ja alninrou V
Creio
amigos instam para que pelo menos prometa abs-
ler-se, nao ir sessao ; Carneiro Leilo retala -
llexivel ; ha de ir, ha de corobaler o golpe de es-
lado.
Com ei|.v1 1 em 30 da julho, j torio assentario, o
minislro da juslira, a quem a mantenga da ordem
nas ras havia dado a maior popularidade daquel-
les das, em pcraule a cmara nadir em nomo de
qualro rail cdadaos pacficos, obrigados aos conti-
nuos sacrificios de um serviro militar activo, medi-
das salvadoras.
A' minora da cmara junla-se enlao o depuladu
mineiro ; unem-se-lbe oulros, a qoem a prnximl-
dado do penga mostr a 1 inmensa roponsatiilldeda
que assumem auxiliando o golpe no estado ; a mi-
nora transforma-te em materia. O minislro da jus-
lira demitte-so ; acompanba-00 resto do minis-
terio ; quer acompanha-lo a propria regencia a
cmara nao aceita a resignarlo dos regeules,' e
mostra-lhes a possibilidade de organisar um gal -
neto que satisfar as' ueecssidades imperiosas do
paiz.
O motor de lodos esses aconlecimenlos, o glorioso
eenrgico representante, que as-im salva a constilui-
ru do Estado, ecom ella o paiz, he Honorio Her-
rarlo Csrueiro I.eao.
Mas pira enlao atanmir o poder, Carneiro Lea 1
romprehende que ainda be ce-lo ; a Inumphu foi
oblido por meto delle, mas fe da minora da c-
mara, e Carueirc l.ao Ihe na pnrtenea ; be ho-
mem da maioria. Fonna-se pon um ministerio
com os mais conspicuos memhros da miunria be
elle conhecido pelo titulo de m'HtVerrodos oitnrc,,.
la das.
Comelleilo mi leve nem po lia ler mais launa.
linaria ; o io poda subsistir se nao emquanlo %
manira vollava a si da ronfusau e da desorden) em
que a laucara a malla dad < tentativa Ue 30 de julho.
Logo que cessott essa confusa.), a maioria quiz um
ministerio seu, e Carneiro Lea.i era de direilo o mi-
nislro que ella .fevia apresentar.
Os que tiuhain um nome feilo, apoiado no grande
prestigio do passado, estavam postas .1 margein pelo
mo successo do golpe de eslado ; calavam-se, abs-
(inhara-se : o joven vencedor era o ministerio.
O primeiro minilerio do marquez de J'arana
nao fot bnlhanle, nem o poda ser ; as cireums-
Uncias Ih'o erabargavain, e para aggrava-las tlnha
elle de haver-se cora a malquereuca, m.-ns ou me-
nos disfarcada, daquelles cuj planea havia aui-
quilado.
Ainda mais se complicou a posicio do minislro
com a revolta qoe enioo appareean eaa llinaa; li-
nhara-se uella comproniellido amigos e prenles
delle ; a calumnia aproveitou e-s^ Incidente para
dirigir conlra o miniilro ama tuspeiiosa de-conlian-
r;a, inseparavel dos partidos nos das ardentes das
suas lulas.
A revolar-te de Minas foi o prelexto e a causa da
retirada do minislro Carneiro Ledo ; succedeu-lhe o
minislro Aureliano, o o dominio omnipotente da la-
mosa sociedade Defensora.
Nos das em que vivemos, mal apreciamos os a-
conteciraentos de pocas aiuda lia prximas nas suas
datas, e ja UJo remotas pelo mundo de ideas que de
permeio lem surgido. Para avaliarmos o espirito
desse lempa, a forra da indspasirao secreta conlra
oja Iver-ano de 30 de julho, c o poder da calumnia,
ciimpre fembrar que o jujv de lluro Plato, lendj
de julgar os miseros Caramurus coraprorarllidos na-
quella revolta, invenlou uraa borrivcl jurispruden-
cia, pela qual os condemoou a sceulos de pnsiio, a
milhes de mulla ; compre lembrar que havendo o
poder moderador concedida perdao e rommulac.io
de penas a esses reos, vio os seus artos repellirins pe-
lo presidente da provincia ; enlao coinprehendrr-
sc-ha que os elelures mineires, que tinham reeleilo
o depatado Carneiro l.e.lo, se reunittem para pro-
testar contra a ni elcirao, para Ibe casar os volos
que Ibe havam dado, e trazer cmara, que se
reuni em 1831, essa singularsima quesiau cons-
titucional da revogacao dos poderes dados pela elei-
53o !
Seb a pressao dessa calumnia e detsas animosi-
dades, a depuladu Carneiro Lata leve de eclipsar-
se ; saber esperar he um bello dote do poltico ;
Carneiro Lelo soube esperar ; deu lempo a que a
onda passasse. A cmara reformadora de 1834 de-
via de novo faze- lo surgir.
Com efleito nessa cmara, sera toraarmos conta
das opnioos individuaes, como, por exemplo, a de
deputado novo Rodrigues Torres ,hoje visconde da
llaborahv avesso a loda dea de reforma, havia
dous partidos corres|>oudidos pela opniao exterior,
um que, m.is numeroso, tinha pur .heles os lbe-
me- da .lepulam.) das provincias do sul, outru, a
minora, em queucrupavara a primeira plana os de-
pulados de Peruamburo, a cuja trente eslava o Sr.
Hollanda Ciivalcanli hoje visconde de Albuquer-
que Os depulados Carneiro Leao, Araujo Vjan-
na, hoje visconde de >.ipucah\ o oulros forma-
rain um ncleo, que enl.to recebeu o nome de 1/1-
romu.
Os qoe pensam, como mis, que a existencia do im-
perio, uo meio do abalo de lanlaa revollas, he da-
vida a permanencia da cousliluira.i, devem preslar
0 \nlu da mais rompila gralidao" aos depulados qun
enlao compunham a Maroma. No mato dos arre-
li llmenlo- irrelleclidos da maioria e da minora,
eivadas ambas do espirito de reforma, quando alo
havia quem quizesse que as provincias 1,10 ilesanne-
xarias vivessem, qae elegessem os seus pre>idemes,t-
prelcndiam que baslava ao governo ceulral que pu-
dasse mandar-Ibesespinesque o inleirassem do
que nellas ia, a Maroma, inclinaiidu-se sempre pa-
ra as opinies menos desregradas, arbitra das vola-
rles, nao consenlio golpes moito fondos, incu-
raves na conslituiro do Estado. Salvoo-a pois
da foria democratica-federalista que a amea;ava,
bem uno das mil utopias da inexperiencia consli-
Ininte.
Nessas queslocs do actoaddicional o depuladu Car-
neiro Leao adestrou-se naquella t.lo aranosa parle
Kecr es-
lava so deque era urna Iijlll, J. JSmZ
depulados Carneiro I.eao, Torres e oalro. comba-
tan! pelas mesmas ideas, embora ainda nao na, aac-
mas h nba-. pois ainda eram mai rcenle* t reswis-
limenln. que os dlvidiam.
A bandeira conservadora foi lar. opporlanamento
basteada, que leudo de eleger mais dous d>pul.-.lo*
pois havia sido augmentada a sua rrprrsenlarao
a llin de Janeiro nomear o Sr. Paulino Jane Soa-
resde Nouza boj* viacouda de Iroguax .Na toi
cao geral, com Paulino, rem Torres e oulro. reelei-
los. inclua o Rio de Janeiro mullos notos rriic
sentantes das mesmas ideas. Em S. I'.ulo ,-,Mr
Inumpbo tinha sido obtido, igual em Pernambca
por loda a parte oa elementos reunidoa em oppe->i-'
cao a regencia, acensada de querer -..temar dirla-
lori,lmenle, havam vencido.
Ilouve callo essa bnlhanle srsaio de 1837, au
das mais gloriosas para a Iribuna braaileira a pa-
lavra reoroanisoc.io subsliluida.a da reare', masi-
to mais nolire e moito mais exacla. velo moidrar a
missao da nova opiniao e delioir o modo porque ea-
ea rata as rousas do paiz.
Para irregimentar, disciplinar todas essa* inrii-
vidualiria.les. dar-Ibes a simullaneidade em qua
consisle a forra, a que promelle o Iriumpho, ah i-
tava o deputado Honorio Hermelo Carneiro I.eao
que ao mesmo lempo Imnava parle em lodos o,
debates com a mais eonsommaria dialctica
O partido rejjencial oa cmara era mal represen-
lado pelo lado da eloquencia da tribuna, tudn
havia ahsnrvido os seus maia di.lmclos cjimpees -
sobre o ministro Limpo de A brea boje viaonda re
Abaele recada lodo n peso at discn*** a pe
delle. tango sed pro., 1la.r mlerra/to, anparecia
Sr. Alvares Machado.
Extenso vai este o artiga ; para encarla-to nada
diremos das queslocs qua se azilaraaa 1.0 purta-
menlo a do predominio das maioria, a da aadida-
nedade ministerial, a da obrigarau que corre ao en-
verno de paopor as leis que enlende ueeesearue
quesloes que ludas se rifravam no mnherimenlu da'
ndole do rgimen parlamentar rrpreaenlalivo.
Afadigado dessa lula, nao querendo ceder-lhe a
pretendo a recrudescencia della na cmara ame li-
nha de reunir-se era 18:18, o regento resueno* ,
poder. "
O rcenle senador peroambaeano Araujo I Han
hoje marquez de 1 Huida cujas id.as iaaa de conloe-
mulada com as da cmara em ..pposirio. foi por
elle chamado a pasta do imperio ricvia pois san-
io ir a sua falla, ser regente interino.
Aqu comer par, Caineiro launa urna das pocas
mais afanosas, e se twm que poue.....tensiva a amr
isso pouro brilbaole, una das mais glrrtos> de lu-
da a sua longa exlsltncla polllica. Dedicada cuan
oda a energa de que era rapaz a regencia Ara.-.
una, f..i elle quera Ihc organisoii a famoso cabasie-
le de l.l de aelembro, quem prnrurnu veajcer re-
pugnanrias.applarar animo-idades. congrasaur anti-
gos adversarios ; nao quiz ler pasta ne,.e galnue*
sua missilo era maior 5 o gabinete ti vivia istia .1.'
esforco constante nessa Irabalho de Danaido a rai
nistanle lodispensavel. para maoler harmona rn-r,
minisiros secretamente dissidenles. Essa parle ,m
hislona de nossa trra ficara' sempre serreta mi
publico, o ministerio de l'.t de seleabro, ..m;. .
"Marea, como se |>roclamava, nao data ao eu de-
dicado amigo Carneiro Leao oulru Irabalho. .,.,
nao o de arregimentar a maioria, rio manto-la lirrue
110 voto, c de ajoda-lo nas discustaies enlao renhi-
dis.ima, ; p,.is a opposirao, embora ponro numen.
ja, ennquecia-se com os tlenlos dos Andradas, d~s
lampos, dos Moulczumas, dos Alvares Marha.
dos, ele.
Carneiro I.0.10 nunca esmoreeeu cm lanta liria, p
quando as dhiimnjll intestinas que o ahalavam le-
vedocederomiuMenode lde selemhro, tim-
lo incansavel procurar concentrar em torno dna no-
tos mniislros, e dos seos successoro, em aiioio a re-
gencia Araujo Lima, todos os volos, toda apparen-
eta de forra e de cohesAo dos humen canter va-
dores.
Emlim eslava prxima a hora
que nao, n-spondeu o velho pondo a.
-.i seu antiee discipu- mos sobre o estomago como para consolta-lo.
pela joven professort Isso quet dizer que eal em iejom, lornou
Ma duvidar um momento, que a fa- | Branca agitando a campainha, 1 qual fez apparecer
- logo Joaouiulia.
milia de Courtel se julga-se feliz e hornada com sua
all.inei. Apenas Rrauca tvisloa-o, corrcu-lh: ao
enconlrn com Eslella, a qual nao a dcixara.
Entilo '.' perguntou 1 don/ella con) voz quebra-
da pela emor.lo.
Elle vive i e ha de vivar, senbora Oh lem
rnrar,,o nobre o meo Gasto Pe Vme. n liresse \ i-
lo quando elle recebeu a 10a rarla, que cmbele,
que victoria sobre l mesr.io Como era bello qu in-
do pronunriava a'i' o lenle as escusas que l-
menle sua caria o decidi a dar K quando cabio
disse com voz euirecotlada : 1 l'.rauca, j que nao
Vo fim de alguns dias a joven viuva loruara-se
o dolo daqucllas que ella chama va rindo suas com -
panheiras ; lomava parle era seus brincos, tocava
conlradansds de qualro raaos com as graudes, vesta
as bpnecat das pequeas, c dansava com todas. S
llcnriqueta Ibe linha algum odio pela alfei^ao que
Branca Ibe lestemuubava, pois ella lomara em seno
o titulo de pensionista que Ihe dava a mora. Porcm
I*>tella era lio amavcl, que a meoina nao pote rc-
sslir aos adiamntenles que Ihe fazid sua Liando
eompauheira. Estcl'a que adrate os meninos, 10-
mou logo grande alTeirao a essa formosa miniatura,
que linba 0 nome de Delnquela, e cujo carcter li-
nha mais de urna relarao com o seu, e dcclamu sua
inlcnr.lo de residir na provincia junio de sua amiga
e de sua boiicra, pois era assim que ella c'.amata
llenriquela. Uecdio-se que depois do casamento do
irmao ella ira a Pars, e que terminados seus ne-
gocios, voltaria definitivamente para o collego.
Mas, dis-e-lbc o irmao, ja reuunciasle anoto
ca-amento'.'
Eu smenle cuidava cm adquirir novas allci-
rOes ; agora possuo urna amiga, leiibo qnasi urna li-
lho, e brevemente me dars urna irma ; he quanlo
baila para orcupar-mc a vida.
E se tua amiga casar-te 1
Se rasar-se'.' terci grande prazer ; pon ella nata
casara tenia eom aquello I quem ama.
Mas, que sera de ti '.'
larri totora o mesmo.
Minio bem assim he que [alia
- Fnlrctiitilo uro
falal daq.ella re-
.encia ; a opposirao conlra ella diriga aa golpe nV
raeslre ; a maiondarie. Desde novembro de 18fi
essa idea eslata sendo incubada. A algum que
mvidado cntao para suslenta-la, for consultar rnj
Bernardo Pereira de Vasconcellos, respondea este
A idea da maioridade be daquellas que, nana ver
aventada, Iriumpba necessariamenle. V. puretn aera
eu a devemos sustentar, porque... detemos lealda-
de ao regente.*
Os festejos estrondissimos'do dia 2 de detetubo
deste anno annunciavam para os rrlleclidos, para as
que em laminarias e roguetea vem mais alsanaa
cousa do que um dispendio de plvora o de velas
que grande aconteriinento >e preparava ; romo Va**
concellos, Carneiro Lea bata de ler lido noticia
do que se planejava.
O prum.iiinoiiin am cheles do partido conserva-
dor e cima de tastos elles, o de Carneiro leao, nes-
sa lula contra a propria bandeira, u-urpa.l. rel,..
seus a Iversanos, eoceno arandes lir de firmeza, de fealdad.
Aberta a tetMe de |8|0, o senador Hollanda Ca-
valcanli propoe que seja proclamada la maioridade
ardinaria a idade marrada na constituir* ; a rm-
elo cabe sem debate no senado ; na rasura propya
logo o depulado Carneiro Lelo a reforma do arlir
constilactonal que lixa aos dezoilo anuos a maiori-
dade imperial
Trava-se reohida disenssio acerca da conslrioilu-
nalidade desse artigo : Carneiro LeJo. metbor rto
que qualquer oulro, leva a evidencia a sua luana
fot tafee! esse nm daa mais bellos discursos do mar
hbil argumentador da nossa tribuna,
porm nao se havia de decidir
por volos.
Era anno de eleiroes ; lalvez por rasa mil teora
climatrica fosse determinarlo o proceriimeuln da
opposir.an. r'otte-o ou nao, ha cerlo qoe ella mui-
to concorreo para os aconlecimenlos posterior-.
A ajaesla
por riiarursos nem
nao leudo raio para pensar de
rarla
.....---------.....nocoltogio, e nao sem motivo :
I m caldo para o sendnr raeslre, que nao al- porquaulo depois que condec Branca, loaba repara.
111 '-"" 1 do que minha edncaeia eslava tmenle esbot-ada.
Nio almocoa exetamoa Joanninlii, a qual Minha rica,stu percebesle isso.
linio correndo, a vollon ieuatmanle Iraxendo o cal- Els oque be mu ualaule da
do e urna i.-arrara de vinbo obre una bandeja. I irmao.
parle ile nm
1 m quarto de hora depoito professor reconlo. la-
do iitrava na aula para .1 lirio de geograpliia.
Nesa me=ma noile nina caminba de pamionista
fui posta ni alcova .le Branca para urna nova ditrl-
pula. (pie linha tinte a riuro anuos, e rdamata-se
Eslella de Bois Roben.
Cjnhero rniis de nrn JD! competente
rin .fe minha opinJo.
Qoem '
Primeiramrnle o lobltitoto.
-- Oh nao pronuncies jamis dianla de mira o
nomedesss lalsario !
O presidente do tribonal.
lera cincoenla annos !
O teoenle de gendarmes.
Mais quem disse Eslella corando.
liuardei esle para ullimo, porque pirare-me
bello rapai, e tu. minha innaa, como o aehas !
O senhor l.aslioo lem na mais alia eslima.
.Nao se traa aqui do tenhor 1,1.i...., norr-m
di ti.
Meu Dos
oulro modo.
Pois bem, minha rica, se la amiga casar um
Orcsles, recninmmcn.lo-lc Pilarles.
Aquclle que era chamado reles, arhava-se ne-e
momento no camin,o de Paria. Apena- se rr-stal*-
lecra da lerrivel cuse, que por penco Ihc nao cus-
1.11.1 a vida, apreseulara-se urna manhaa no gabine-
te do pai, lento na mo a caria de Rraiira.
Meu pai, riissara elle moslranoo-lhe a
sem pronunciar o nome da mor;a, -..mele ni 1
de do que ella me prescrete, 1 tenha pedir-llie o,
meios de cumpnr inicuamente >hu vontade.
Deixe esta cidade, me diz ella, al que me le-
uda esquecido. a He o exilio qae BM anujanj; hci de
soflre-lo sera murmurar.
EnlAo nos druas aam saadades .' drsaa
em lom de rcprelirn-iu.
Sem saudades, mea pai oh \ me. nao
iil eoasa : Mas, ata lia eVeaimeada nta .lorie,
ulule lulo me falla della, e mide me he vcdidn pro-
nunciar su nome !
De Lirio, leus aLuma raio. Ili ,| dar-fe
i urna uta para n ministro, c neatnraa alguno aanoi
, na su* ic|iarlic.io.
AlgdM aune. di-s. I,at.,0 dando um sus-
piro.
Sa t;ainam teanl a :.:.-na carreira r.ce cu,
he precia 1 que orcupr-s -nmeita um ompreg- no
ministerio das finanr..
lu-ldii.enl.-, meu pn ma-, \ me. .|oi-e~e
lal-.ez i'la aeeilasse a nica repararlo qne po*.,. ol
le.leer liie. e enlao eu una lena ma! nerridido
di ifeslcrrar-me, ou enl.la ella pirlini comiso.
o pai
ILEGIVEL




I3 R PtlIMBKI QUiKTA fV >l 9 OUTSB e:: 1856
Um debutado que suppunha iidispeiieavel para
a sua lecleiro a Numeu .le presidenlr, pedioa
o ministerio quem api.n.t., e seado-lbe ella no-
gada, entrn ein ver.ladeiro fuior, dirizu. lo-o espe-
cialmente contra Cameira l.tlo, n quem aceusavs
di. iDallugra da tus esperanra. Desde enlato, lan-
can lo e ci-iii luda a loria nul lirajos da oppn.icio.
let ton na tribuna nacional as vuaeriai a* maia vto-
lenlee, os intallot os maia airones : as tribuna* api-
ubadaa .! puvo, allraludo poi laca escndalo*, 111-
il.iinar.iin-se ; io i. a telo iin presidente di cmara
estova tolluda... at se u.zia que o depul.do ia ar-
mado as tesses, e promallil eutangueular a cma-
ra sacrificando s suas iras u drpulado Carneiro
Lea.
Nessa emergencia, ua impossibilidade de qualquer
discussAo, de qu.lquer voto, revi.luc.Au eslava leita.
Ornen o l.eilo relira a sua inocu para reforma* du
arli (Nada estova propuslo a niiiinria i,",o leve animo
ilc apruveilar a situadlo. Cumpiu-llie propor, fa-
zer volar com urgencia a di-p-nsa da ijada do Im-
perador, mandar a le ao senado, esurdar o pou-
eos dias necetsarlus para o preenchimeiito de-sas for-
malidades. A minora, porm, licou desnorlesda
como a m&inria : nada fez,
Nessas cirrumslaucias o regente e seus amigo re-
corren! a Icaldadede VuconccHoj, cojo nome etpo-
ram sera' urna forra para dirigir es deslinos do Es-
lado. Vatcnucellos acede. (I grsiii1e|embaraco da
actualidad he a falla de liberdnde dos depulados ein
suas deliberaroes, falta de liberdade provenirme da
azilar.lu das galera, e Has etplosi.es do deputado
que furioso a alimenlava ; a idea porcm da maiori-
dade eslava ganha ; compria aceila-la despmdo-a
da cores revolucionarias com que a queriam pro-
fanar.
I ministerio assim coinprcheudru a siluacAo ; o
adiainento da cmara para nuvembro dara lempo
ao resUbelecimeulo da urden) ; om uovciiibro o po-
der legislativo votara solemne c livremenle a dis-
pensa da idade do Imperador, e em ~2 de dezembro
poderia ser proclamada a maioridade. Odecrelode
adiamenlo fui assiguado, levado a cmara, lido...
A matoridado te fe/ em urna rruniAo de depulados
de senadores, de povo no campo de Santa Anua.
Contra o ministerio, que sabido das eulranlias do
muvimento enlAo c organisou, e que uo deu ai fa-
mosas eleirOes coiihecida pelo titulo ireleicet do
ccete,batlou a oppoti(Ao da imprensa. i juau-io
em maio a cmara de novo se reuni, ja o partido
conservador eslava no poder, ja Carneiro Lelo pode
continuar a sua inir-.u de chefe da raaiona.
No preparo, na adoptas das leis com qoa se hon-
rou esta tessAo, e que continuaran! o programma de
reorganisarAo adoptado pelos conservadores, coa-
be parle cuusideravel ao hbil orador.
Masoseu talento na tribuna, a sua capacidade
parlamentar, ja por ninguem contestada, nao era o
nico dote que o devia recommendar. Elle anda
nao linha lido occasiAo de revelar essat qoalidades
solidas de actividade, de firmeza, de perspicacia
eligidas pela adminislracao ; cumpria que fo.se
posto em contacto immedialo com o positivo dos ne-
gocios, para que mostrarse o lado pratico do seu t-
lenlo, e assim ganhssse os foros de cousuminado es-
tadista. Essa ocotiao Ihc foi dada.
Tudo aniiuncuiva que a opposicao pretenda lo
mar de assallo o poder lineando o paiz em urna vas-
ta conllasracAo. loleirado dos planos dola, o go-
veruo Jispoz-se vigilante para frustra-los.
Para a provincia do Kio de Janeiro, quo a sua
visinhanca das deS. Paulo e de Minas devia ex-
traordinaria importancia, foi chamado o Sr. Caruei-
ro LeAo. E bem inspirado foi o goveruo : o hbil
parlamentar mostrou-se administrador de pulso, de
alilamenlo, de actividade, e tanto que, quau lo em
S. Paulo, e loso a pus em llar Lacena, rompeuosi-
nnlro movimeniu. ja o presidente do Kio de Janeiro
tmha conseguido nollificir us germens revoluciona-
rios que a coimpiraro havia lancado pnuUini. mu-
nicipios dessa provincia, da modo que a revolla de
llarbaccna, em vez de confluir para a corle, como
rsperavam os seus rhefes, leve de seguir direc}
opposta. Internarse pela provincia de Minas, e as-
sini renunciar a esperanza ilo triumplio. Anda en-
1,10 o infatigavol zeto do presidente do Itio de Ja-
neiro nao deu por linda a sua missao ; cumpria au-
xiliar com a guarda nacional flominense os Rusten
i.-, lores da ordem na provincia de Miua. Com ef-
leito urna brilhanle eipedicAo fui ijudar o Irium-
plio da legalidade nos campo de Sania l.uzia.
A po.iroo parlamentar de Carnciro LeAo, e a par-
te activissima por elle lomada na rcpressAo dos mo-
vinienlos revolucionarios de I8i, cbamavam-o a
succeder ao ministerio, se por qualquer eventualidade
livesse de relirar-se. Essa evenuialidade se deu :
fnnou-se entilo o segundo miuislerio do insigne
Mmeiro.
O principio e dissidencia que Irouxera a disso-
lu{Sq do gabinete, devia, no meio da apparente for-
'.) do aovo miniiterio, ilo assenlimenlo do paiz e
das cmaras cuntinuar a hostilisar a nova adminis-
trarlo ate faze-la sucrumbir.
Na elenjao de senador pelo Kio de Janeiro a que
*e ia proceder, o inspector da airaodcga, Saturnino
de Souza e Oliveira, se apresentava, e seus ind s-
cielos amigos faziam detsa caulidalura om desalo
ao ministerio. Salornino nao enlrou na lista tr-
plice, mas Carneiro I.eflo mo era liomem que con-
servas.e o poder deimoralisadn e enfraquecido pela
arrogancia desse desafio ; cumpria aceila-lo, res-
ponder-lbe e mostrar ao paiz que nada nem de leve
enfraqueoia a eonlianga da curoa no galiinete. A
destituirlo Jo inspector da alfandega oi pedida ; o
u ministerio foi dissolvido.
Seguio-se urna completa mu lanja, una farda-
dar reaceo no goveruo do Eslqdo ; leve ella to-
da a exogeracao das reacrf.es polticas. Muitas ve-
.es, einquanlo persesuidos por um poder que liles
nlcipal, alerrou e contlernou a parifica e
-o capital do Imperio com oapparatu, r
toe. e as violencias di demagogia, Iroaxe .1 ola
do. eonaervadorea ao poder.
Carneiro Lefio nao entrn ne**e ministerio re-
parador ; em breve porein livemil os novos mi-
nistros de pedir-lhe maia um deae servidos que
importara o acnlirio ile lod> s os seui coinmodor.
n lu-ino- i leve roalor numero de ailaos devolados, nanea nio-
VoClfera- guem lano os .oulie cnn.eiv r.
A patria uunes foi ingrata para o estadista que .
suii a servia, nunca he uesou tis ealardAesa que li-
nba direilo ; relixmenle a poslcrriada nao lem ah
que reparar. Km lud, rliegou elle as mainres po-
sicesa que poda aspirar ; na magistratura, fui
runielheiro aposentado ilo supremo Iribi nal de jus.
A prorincia re 1 ernan.l.uco acal.,iva de ser ag- lie.i ; na poltica, depuladn, senador, presidente de
lada pela rul.ell.au, que, rome;ada pelos praleir.M, provincia, mlnialro plenipotenciario, ni iselbeiro de
liona eanido sobre 1 JlrecrJlo das idea demorrail-1 Estado, 3 rezea miontro na nossa nol.iliarcliia li-
Caaal mail exageradas. A revolta havia sido doma- (..lar, era marquez, e ale boje o imperio anda 11A0
da pela energa, fallava restal.elecer a calma e o tem lido duques.
tocegonos espirito, encabar cm os ltimos reslos Cma Iriste r.llexAo sobre a brevidade dessa vida
dessj ,| ferineiilac-,o. dos bomens deflinados a carreira poltica DOa'preoC-
Era liecessano um grande nome, grato aos orJei-
ros e coiueivad.ires de l'ernambuco pela recorda-
seus serviros, e ao mes.no (culpo um ho-
cAo dos
nao
cupa, qoando nos per2..niamos o que lie feilo, no
cairipn dos lilicraes.dus Paolas Souza, dos Koljs, dos
Alves llrane dos Aiirelianos. O que be feilo, no
campo dos conservadores, dos Vaseoncello*, dos lio-
era ne invocou debalde em nome do servido publico o seu por entre lodos os erro da inrxpeiieucia e os arras-
palnolismo. lamentos das lulas, salvaram o paiz na limentavel
Kio cabe no quadro que no propozemos acom- ; quadra da minoridad*, e o puzeram no caminbo e-
panhar o presidente de l'ern.iiiibuco na sua missao peranceso c de boiiaiiea. que boje lAo Silgadamente
somente diremos que a provincia ficou paeili-' vamos trilhando.
cada ; I sua administrarlo foi regiilarisada, e os es- i Oxal que nunca mais carera a patria de liomeus
pinto., qber dos coiiservadorea, resent los por lan- 1 desses, que nunca mail n-ja di'as lAo tristes como os
tos annos do oppressao implaravel, quer dos libe- I que Consegua lranapor|eom o auxilio de lanas intel-
raes, magoados pela penla de mu duiniuio, que jul-1 ligencias, de lautos patriotismos.
gavain inaufeiivel e exaltados ao grao da maior
incandescencia, vollaram promplameule -s inesmas
disposices em que se achavam as mais provincias I
du imperio.
A 1,11--,10 do hbil estadista eslava concluida ; re-
colbcu-se elle i corte. Mas puuro lempo aqu
amigos
(Cnrreio Mercantil do Kio.i
I'AHAIIIIIA.
No vapor Impertlri: reroo-ae para Pcmam-
liuco o lllm.Sr. I)r. Joao Antonio de I reilas llen-
descan^oo ; os seu amigos (iverain de pedir-lhe rl1uc,i' V* 'endo oceupado aqui o lugar de chefe de
um novo serrino, e de ordem muilo diversa dos qoe i Pol'cia. (o' nomeado juiz de direito da comarca de
eslava acostumndo a prestar-Ibes. Nao era mais o (j0'.i,ni,a daqoella provincia.
Iin.iei.i da tribuna, nem o hoinem de admiiiistrarao [ .. t"*ie ,"'nra|1" c distincto magistrado, que exis-
oque se queria, queria-se 1. diplmala vigil-n'le. "" enlre ""* cuino chefe de polica desde 18'.!, fui
perspicaz, que fosse ao Kio da Prata, onde se ia I "en,Pre eslimdo or todos, e no desempenbo das
desenvolver a pol.tjua exterior do gabinete impe- ["f** *? C1'TI1"- ol,r"" sempre com imparcial
rial, onde em allian;as e em guerras ia ella envol- I0,,,c.a, servindo em lugar (alo espinho.so, em qoe
ver-sc. Carneiro de l.eao leve de novo de sacrili .emp.rer'" d,llcl1 8"' t";'"; ellesoube portarse
car-sc aos incommodos de tonga viagem, de mu- ,a' 'orm:|. <|oc nao deixa iniraigoe, nem ao menos
dancasjde climas, de interrupro de hbitos, lo! ,,cl0*-
allliclivoi para o homem sedentario, para o lio- .'"""" "' *ml,or5* aos PW
mem de gabinete, sobretodo cm certas idades. "n po.,a" *! 6I""S Nessa missAo delicadissima houve-se (elle como
sempre, c quaesqurr que lenham sido 01 resultados
posteriores, he certo que urna das mais bellas pagi-
as de iius.a historia lie a que contem os acontec-]
Menlo, do Prata, en. que se arl.aram envollos us
uomes de Paulino Jote Soares de Souza e de lio- I
norio Mrmelo Carneiro l.eao ; ambos com os ttu-
los com qoe foram galardoados (iveram de conservar
a leiiil.ranca de seut gloriosos serviros. De volta da
sua missAo diplomtica, o viscoudc de Paran pude
eiiilnn gozar de algum socego ; us trabaihos do cou-
selho de eslado, os debates do senado, em que sem-
pre em primeira buba acuda pela defeza dos minis-
tros a quein suslentava, entreliubam a sua activi-
dade.
Entretanto o aspecto do paiz se inodilicava ; as
paixoe's polilicas nrrefeciam ; os principios 11A0 eram
cooleslados ; a industria, que surga, concentrava
toda a alteurAo. A iiiijiiie(ar;io do parlamento pe-
dio um ministerio novo ; o monarcha cliamou para
organisa-lo o visronde de Paran.
Aqui entramos na nova phase da vida poltica
desse estadista ; estamos chegados aos nosses das :
o que. poderamos dizer nao he hisloria do passaJo,
seria apreciadlo da aclualidade; ora o iuteresse, a es-
peranca, a malquerenca podem inlluir tanto no nos-
so espirito como no dos qae nos lerein. Se al aqui
escreviamos com toda a seguranca de opiuies que
nao s a razAo a iinori, senAo lambem os factos
eonii uiax .un, agora progredimos a medo, seremos
iiuilo breves. U leilor l.a de ter colligido que to-
mos taquareinat, que ionios, somos, e p.ovavelmen-
te seremos sempre conservadores, ovamos fallar do
periodo da conciliario,
A qoadra em que o viscoude de Paran comrrava
o seu 'novo ministerio era diversissima de ludas
quanlas haviam sido por elle alravessadas. Na at-
mospbera nao havia esse peso de electricidade, pre-
sagio de mais ou menos prximas tempestades ;
nenhom dos dogmas fuidameutaes dasociedade bra-
silea era poslu em duvida; a autoridade, reorgani-
sada pelo partido conservador, havia desarmado to-
das as paixesardenles, posto cobro a todas as cri-
minosas temeridades ; a pacificarao dos espritus ja
ia lAo completa, que a palavra coi.cilaeao eslava em
todas as boceas, o seu desejo em lodos coraces t ero
todas as iiilellgencias.
Em que porem consistira, comn se conseguira
essa coodliafae ".' lie 1. que ninguem anda linha
procurado explicar, era o que constitua o problema
da acluaUdade ; u novo ministerio o comprelieudeu
e promeltrii satisfazer-lhe. Para o desempriibo
dessa mitaao o seu chefe linha, alein du favur das
circomslancas sociaes, nina grande forra, a do seu
nome, a do prestigio que em tantos anuos de dedi-
cacao e de firmeza havia conseguido ; com oulra
anda poda contar, nao menos consideravel : de lo-
dos os bomens que Uos servicos do passado assenla-
vam sua fama, e que por sso gozavam do respeilo
da aeraban actual, de todos us homens de nome feilo
entre os nossos estadistas, s elle se apresentava ;
uns linlia-os a morle levado, outros, anda viva*,
anda cheios de vigor, aposentavam-se, e ilo porto
em que estavam ancorados pouca .iiieue.o davam
as agilaces procellosas da poltica ; o viscoude de
Paran oblinha de lodos riles um assenlimenlo mais
ou menos inerle ; em neohain encoiilrava embarace
o seu iiiini.tono.
Cun essas duas forra, e com .1 justa conlianra em
si, com a pureza das suas loleiicoes, caminhoaelle ;
depois de ter dado i conciliario a garanta das pes-
soas chamando para altas posir/>es de lucro e de lo
nao perdoava o |iassado, os bomens devolados i eau- fluencia aquelles dos auligos adversarios do seu par-
I ,'iili.nri; 1 loe i \ ?. i -i > a> m i *_ .. t I____J -___1_ "
m conservadora levantavibi o faturo do paiz ; mui-
tas \eiti, dizemos, a irreflexao Ibes arrancou conlra
seo chefe Carneiro l.eAo urna dessas aceusac,oes
soberanainenle injustas, que por denuiiciarem a iu-
gralidao poltica, doeslam e allligem mais profunda-
mente aot homoiis dedicados ao servico poltico :
o culpado de ludo he Honorio, diziain com amar-
gura os impacieutes ; para qoe abandouou o poder,
para que suscitoo esse conflicto'.'
Por mais que em sua consciencia o hbil estadista
livesse a conlirmasAo de que havia procedido em
ronformidaile com o seu dever, rom os sAos princi-
pios do rgimen representativo e com a publicas
conveniencias, essa queixa indiscreta do sollrimenlo
dos seus alliados polticos devia amargurar as suas
uiediiaee-, e nao poda deixar de profundamente
lufluir no seu ulterior prucedimenlo.
Seja como or, eslava em opposirAn o partido con-
servador ; na cmara, se a eleicAo.'sem embargo do
toda a ingerencia do poder, dava mente a algum
dos seus chele-, maiurias impiacaveis, admiltindo
..I..utas o principio da depuraeAo, cassavam os di-
plomas eleitoraes. As ideas cooservadores nem por
isso deixaram de ter algum representante ; injus-
lipj seria a de quem esquecesse os serviros eminen-
tes prestadoi eulAo pela patrulha.
.No senado porem tnharn os conservadores a ua
lorca ; | estavam, alem dos branles, dos Olindas, "a <")'ad0 *
dot Clementes Pereiras, os Torres, os Vascuncellos prompJ '
c o infaligavel Carneiro i.eAo.
Para inuilos boje csqaecidot, essa poca foi urna
das mais beilas, nunca lula do parlamento e da
imprensa (su do parlamento e da impreusa conlra
us desmandos do goveruo, as funestas doutrinas dos
seus sustentadores, as terriveis aspirares dos seus
ardenles, foi mais enrgica e gloriosa not faslos bra-
sileros.
i.aineiro l.eo foi incaiuavel ; na tribuna, as
commissues, em toda a parte onde o seu zelo, teos
esforsos podiam ser uleis .1 causa conservadora, elle
se achava.
Ninguem entilo diriga o jornalismo opposicio-
iiisla, entregue inspiraeftes do bom senso e do pa-
Iriolisino dus rrdaclores effectivus ou accideulaes
.las diversas folbas ; Carneiro i.eAoquiz tambero
unir-se aot aaiartjet da impiensa do seu partido ;
approximavam-sc uovas eleicOes, era necetsario
mais algum fervor do que o que podiam alimentar
os dous grandes] orgAos desse partido ; um chuveiro
de pequeos peridicos cleiloraes apparecou, e en-
tres elle- urna poblicacao de maior vulto, um pam-
plilet, que causou extraordinaria sensajAo. Devido
a po.ina de um dos mais devolados escriptores da
i.pimao conservadora, esse pampblet foi inspirncAo
de Carueiro LeAo.
Essa hbil opposi;Ao, que tirava proveito de lo-
dos os erros dos seos contrarios, c comelles joslili-
eava os seus principios, nao podia deixar de irium-
phar.
O 7 de sclembro de I81S, em que a extrema exal-
laeAo dos ministeriaes, 1. pretexto da elei^ao mu-
tido que para elle se approxiinavam, qoiz dar-lhe a
garanta das ideas, e a le da reforma eleiloral foi
por ello alcanzada da dedicada confianza dos seus
amigos.
Eutrava essa le em exeenro : era pos a qoadra
mais delirada para o miuislerio, pelo grande nu-
mero de preleures que o aolicitavam a apadrinha-
las, pelo grande numero de allianeas pessuaes a que
cumpria acudir, ou contra quem lena da lutar....
A demora da publicaco dos circulo cleiloraes de-
nunciaba estes embaraces. No meio delles, mais I lomado,'do zeloTiviro,""qTe'liade8euvorvdVese
lo que e pensa, 110 meio da preyi6e de I senhor, que soubera juutar aot seus trricos era
imbucanoi-tinian-
desejamos ao litro.
Sr. Or. r reilas llenrique prospera viagem, e que
tosa innumeraveis venturas ein companbia de sua
Exm.n familin.
Consta-no-' que loma sonta do cargo de chefe
de polica inleriiiamenie, o mu ntegro juiz de di
reilo desla capital, o lllm. Sr. I)r. I'rjncsco de As-
sis Pereira Kocba.
Ovala' que elle fosse efleclivo e nao Interino.
Anda nao lia certeza de quem sera' nomeado para
esie cargo. [Commeercial ParaMbano.)
CORRESPONDENCIA J)0 DIARIO DE
I'ERNAMDUCO.
PARAHUSA.
Catle l.i de agosto.
A polica vai seu caminho animada liejuslo di-
r.a-lo; dat melbores lencf.es c fortalecida pelo apoio
sincero da opiniao da parte lia da populacho. O
Sr. lenle Castro, de da ein da vai se recommen-
dando a estima publica por seo zelo infaligavel a
prol do servico publico, pela pureza das suas vistas,
como pelo denodo e independencia com que aliena
de si o jngo das influencias de qualquer ordem. Ao
Tazer desta acabamos de saber que S. S. em pesua
capturara o criminoso de morle Elias, residente lia
largo lempo oeste termo, sob a pujante protec^Ao do
inclyto Sr. major Jos l.obo dos santos Maia, fama
rolut em urna de cujas fazendas morava e onde foi
scqiieslrado.
Temo-IA travada : porque o dito Sr. major nao po-
de engulir suavemente esla ofitusa publica, dirigida
aos seus foro e iinmunidades. Vagou, logo aps a
pri preso, caminho da radeia; mas a prudencia desle se-
nhor agoreulou os brios goerreiros dos seut homens
de armas.
O preso foi de prnmplo requsilado pela autorida-
de do termo visinlio, Apudi, para responder ao ju-
ry, que entao trbalhava, mas na leve successo a
requisico por cliegar fora de lempo.
Mao fado dalle, porqua a prolecnao que coola no
lorrAodo nascimenlo Ibc prometlia'a amnista plena,
he sempre assim por r. Por mais de urna vez tem
diligenciado pessoalmenta a captura do celebrrimo
Jos Hrilhanlc de .Menear, mas a lebre malreira tem
tbido esrapar as garras dos maslins da polica.
Esse ama lo faringhea o tem amearado, como 1 to-
dos quaiit.issuspeila auxiliarcm a pulira as redes,
que lite arma.
Atlnbue-se o mallogro da primera diligencia ao
Cajueiro, azvlu du bandido, a indiscriroes de algu-
ma auloridade, com quem o lenle delegado linn
concertado a medida : jire bene, atea ma!e, tem-se
derramado qoe es.a pessoa nao s Iludir a conliau-
ca de seu eollega da polica como assignara com os
patronos de Brilhanle, compromissu de o deixarem
livre e immune.
NAo o allinir,.amos : negocios delta ordem conem
sempre sobo veo impeuelravel do misterio; e al
esta data para mal no'so hemos peimanecdo entre-
gue aos proprios recursos sem o coucurto tao con-
veniente de um riceioiie,que nos ponha a pardos ne-
gocios capilaes. Aqui ha um Sr. Maueqom, que
poderia preslar-nosopliinosservicos: tememos po-
rem tazer-llie qualquer proposta, porque be um
tanto ,1-...ni...i,. ; c com ludo lalvez o tentemos sem
desesperadnos du successu. O Sr. lenle, dizem,
acliar-se mal contente c cncio de humor pelo mao
exilo das suas fadigai e excursf.es, atlriboindo cm
grande parte esse resultado a pruteCQao enftica, que
aqui encontram os malfeitures e especialmente Bri-
lhanleo favorito.
Com sua conhecida energa compenetrado dos de-
veres da tua commissao, parece-nos que lhe nao ar-
refeceram os bous desejos, contidera^es que taet;
eque pelo coutrario terao um incentivo a mais em-
penha-lo na obra eminentemente civilisadora e
moral de expurgar o dislricto da sua jucisdic^o dos
bandidos, que o infesum c manchara alem, de que
deve elle saber, que he fraqueza,
Ii.'-i-iir da empreza comeeada.
lie o que nos agrada suppor da altitude que ha
difTicoldades ainda mait graves com a inevitavel or-
ganitajao de novos partido, e rom o tem numero
de decepces que os circuios devem causar, o Mr-
quez de Paran foi por Dos chamado ao desean-,
eterno.
Dizem que ainda as ultimas horas, no delirio
da sua inlelligencia, preoecupando-se com oa de-
bates oltimos do senado, o dislineto orador tup-
punha-se na Iribuua, e responda I aecusacau de
cepiicismo com que fora raraclerisada a acluali-
dade.
O Mrquez de Paran, (marquez, pois em de-
zembro de 1834, S. M. I. cuncedera 10 seu .minis-
tro o visconde de Paran esse titulo mais elevado
alado de urna memoria prodigiosa, e sempre
orna agudeza e perspicacia eitraoriti-
naria ; de umita resolu;Ao e firmeza ; sua palavra
era incorrecta, tua diccAo diflicil ; logo porcm que
a ronlrariedade o aquecia, 011 que o arraslava a for-
ca da sua argumentado, esses defeilos, essas besita-
rf.es desappareciam, o grande orador parlamentar
captivava os seus ouvintes, pulveriiva ot teus ad-
versarios.
De genio irascivel, fcil ceda a precipjtares in.
justas ; nem os debates de no'so parlamento eram
a escola maia propria para corrigir-lhe ese defeito
do seu carcter ; mas, como sabia esquecer a ag-
gressAo que lhe era feila, era o primeiro a vollar da
asgressao .que fizera, logo que a reflexao Ih'o im-
punha.
De nma lealdadc a toda prova, lervia a cus ami-
gos com rarissimo zelo, ainda maior do que elle
proprios podiam ter pelos seus iotereues. Na tribuna
arrniava-se impvido adiante dos insultos, dos con-
vicios, para desvia-tos dos seus amigos, ainda mes-
mo cbamando-os tobre si. e oliVrecendo-se at irat
que contra ellos se dirigan!, atsim, em toda a oeca-
siAo, pela lei da amizade affronlava as maiores difli-
culdades.
Franco a toda .1 prova, nunca iza um sim para
disforrar um nao ; a amizade porem nao raras vezes
fazia trocar o nao por sim. IHtiara us seus inmigos
qoe tu.ha elle genio dominador, absoluto, que nao
sahla supporlar conlradic(;Ao ; descontando o que lia
naturalmente de exagerado nessas !i2gres>fies, cum-
pre reconhecer que o nohre Marquez linha os defei-
los das suas boas qualidades, e lodos tanto o reco-
oheciam, lauto lh'o relevavam, que nonra ninguem
Casar com ella nAo cuides nisso, meo lillio.
I'ens apenas vinle e dous anuos, e essa mora 11A0
possue nada senAo seus allrnclivns, dos qoaes procu-
ra hbilmente lirar proveito.
ni.! ineu pai, nao hlasplieme! disse o mance-
bo empaili lerendo ; pailirci, mas nem urna palav.a
de censura seja pronunciada a respeilo desse anjo, ao
qual \ me. deve talvez a vida de seu lilho.
lie ventado, eu era injusto ; mas be tilo triste
para um pai ver um lonco amor eslorvar a carreira
brilhanle que suubara para o lilbo !
E na fclicidade dclle, mcu pai, tem cuidado
lambem
Na miha idade nao se comprehende a felici-
.lade romo na tua ; mas deitemos obrar o lempo.
I arillo.a-emana futura, e talvez que acheeM exis-
tencia parisiense BaaHoa mulivos para esqueccresuma
paivan iiilanlil. >
Heos as.im o permita disse o mancebo com
tristeza.
-Na semana seguintc aitlo parlio para Paris en-
carraxado de urna missilo especial junto do miuislro
das linancas.
A ai-nina.
Havia olio das que o irmAo de Batalla ae eaaora
qoando urna maiihaa as cinco lloras nina ten de pos-
p.roii aporta do rollegio : Bateta parta para
oulra. partes commissues prestadas ao paiz e'ao go
verno a gluria de chamar a melhor caminho os int-
linctos safar... da prepotencia, que fatalmente cor-
rompe a opiuiAo netla Incalida Je, largo lempo es-
quecida do goveroo.
Trabalbe elle, que o Calle abenc,oara' seus esfor-
50 ; e neuhuma causa mais digoa de sacrificios do
qoe asta da civilisa^Ao, a melhor das causas, depois
da do Chrislianismo. Seus cosanles e sob o punho
cerrado da violencia e do podero individual, a lei
nunca germinara' oeste solo ; sao elementos iucom-
pativeis estes, e se o g.verno pretende fazer real sua
accAo, onde a lei esta' lilteralinenle substituida pe-
loa caprichos dos mandiles, se empenhara' antes de
tudo a apagar essas influencias vcrgoohosas e que
lauto depoe contra o grao de civilitacAo a qoe o paiz
te suppOe ter che gado ; sem sua enrgica accAo ja
mais se regenerar.! > os costomes e sem coslumes, o
qne valem as leis'.' Ja o senta lm o ljrico latino
quando dissa -.ijuid legei tine moribns'cainr pro-
/! -iuiii ? Etaiuos tobre a pres-ao do ftritl apus
eleiloral. Os partidos se arregimeultni e levaulam
OS/icOHOCS.
Ainda o,lo se sabe a que lado se inclinara' o dele-
gado, que at aqu parece querer licar ueutro na lu-
la garanliiidoa tudos a livre expressAo do sulfragiu.
0 elogiamos ainda por esla bella altitude, tem
deixar de eulender que >em abusar da sua posir,Ao
ofllcial mostrara' tendencias mais benvolas aquel-
la dot partidos, mide euconlra os verdadeiros ele-
mentos de ordem, de repressao do crime, de mora-
lidade ele, etc.
1 usa o portador por ctla, e porlanto lite pouho
termo, desejando-lbe o qoe be para desejar-se, co-
mo seu mutto ofl'eicuadu e obrigadissimo criado.
O C ampone:.
na., pnilem ter, me-mu durante o dia, a portal aher-
las de aas catas. (> ditlurbio .'... Ireqoentes, ...
pugodti peiei.ne-, as cou\i'rsar.'.is. e altercares oh-
cena, a eda ii.staule, e as luull.eres lexain de pon-
to taet excessos, que mullas apparecem as portas do
tem curlicin perfeilaineilte despidas. Oque d.i-se
com taes meqernt he o iiiesin >, que IV/.eni os total'
leiroi ; sem a menor ceremonia inaollam as fami-
lias, que infelizmente alli residem, e ninguem se
atreve a dizer-lhei coosa alaiiiua, que at muirrIr,
porque receam-te de om attallo nocturno. Algons
palada lamiliaavivem prevenido", rrceioao) a cada
momento .ie um in.ullo pliy-im cu. sua- prttoa.
Nao he exageradlo nossa ; a pessoa, que no infor-
moii de-tes lacios all mua, he lisoda, e vr-se na
Inste alternativa, uu de mudar-se, ou de rspertl a
eada momento ter eucbovalhano |.or urna rale des-
prezlvel. Costumam construir casiuholaa de madeira,
especie de barraca., nos fundos doa quinlae? das ca-
sas hone-tas, de sorle que nem as tenhnraa podem
ler o desafago de pastearen! por elle-, porque
nao querem lestemiiiihar scenat de icvollaiilrs
obscenidades. tem sahem. a dillicul.lade que
lem a polica de faer remover d'alli aquella co-
lonia, tanta un. quauln ninguem, que pude, e
esla as circunstancias de ser, quer o lugar de ins-
pector de lal localidade, por qnanlo ja se lem dado,
logando no. consta, ..ccasif.es em que u. rhuT'maiitis
de lal Hle chegain a armar-sc contra nsque preudein
os seus cninliossns. Nn eiitrelanto o Sr. subdelegado,
qoe lAo bous e relevaiiles servicos lem prestado aos
habitantes da Koa-Visla.pode entregar aquellc qnar-
teirAu aos cuidados de um inspector,como oSr. Pedro,
ao menos para que o visite de vez em quando, e fa-
ca reprimir tantos escndalos, que all se dea cns-
Unlemenie.
Essa mulher resa, que mora, acn.lo nos engaa-
mos, na ra de Sania Cecilia, e que os meninos ch-
maloAvonao he urna velha caduca, nem urna
pobren innlher : he urna furia encarnada, sempre
diposla e resoluta a dar bordoadas, a insultar a to-
dos iiidistinctameiile. Tem teus quarenla e tantos
annos. de formas atleliras, de genio diablicamente
iracundo, e por varias ve/.es tem ido a presenija, se-
gundo nos dizem, da polica, anda sem o menor res-
peilo. lem al se embravecido contra a auloridade.
1.011.la-no. que indo um empregado encarregado de
saber dos presos dos altigucis da casa, a casa della
para este li.n, ella o receben, tao desabridamente,
que ainda chegon amearar-lo com um rcete Ora
essa uviuva mar dalo nao he nem urna velha idiola,
nem urna mora alucinada ; he orna dessas feras des-
garradas dos serlf.es de Minas, que pelo que faz, pf.e
o seu maior prazer em judiar., com um pobre es-
cravo, que a acompanha, e a maltratar com panca-
dat.e palavra obscenas a quem a procura: de laes ce-
gas liyre-nos Dos !
Koi-sc a companbia Koberl, o licamos com o
iiosso tiiealru, nica distracAo publica, que temos,
fechado, al que eslree a enmpanhia nacional, que o
Sr. Santa Kosa traa de organisar : como gostamns
muito do que he nosso, parece-nos que ella ha de
agradar.
lia urna queixa geral contra certo moro, que
dizem ser empregado, mas que nao se o v, senAo
n.i ra a todas as horas do da. e da nuite; um pobre
homem morador la para at Cincos Ponas enntou-
nos bem alllicto, que vc-se na triste necessidade de
ler as janellas de sua casa sempre fechauas a noile
principalmente, porque esse mojo lem o arrojo de
querer quasi-quero porque queroaproxiinar-se de
tas familias.
Dizem que na ra do Calde.eiio ha :> depsitos
de garapa picadas!t por junto t Bem bom....
Hospital de caridade ,"> Je oululiro71 doenles.
li;>.
7'>.
(41c umanhaa.i
RX.PABTI9AO DA POLICA
Secretaria da polica de Pernamhuco 8 de ou-
lubro de ta".l.
lllm. e Exm.Sr.I.evo .10 conhecimenlo de V.
fcxc.quc das differenles parlicipai;es boje recebida
Reata reparlicao, consta que se deram at seguin-
le oceurrencias:
_ Foram presos: pela subdelegara da freguezia da
Santo Antonio, Manuel Be/erra, por tentar redozir
a escraviilao pessoa livre.
E pela subdelegada da freguezia da Boa-Vista,
o prelo escravo Elias, por insultos.
Dos guarde a V. Exc. lllm. e Exm. Sr. con-
selheiro Sergio leixeira de Macedo, presdeme da
provincia.O chefe de polica, Dr. 1'oUcarpo Loa*
ae Imio. '
Secretaria da polica de Pernambuco 8 de ou-
lubro de 1856.
lllm. e Esm. Sr.Em additamento a parte dia-
na de bontem, sinlo ter de levar ao rnnhecimeiito
de V. Exc. que acabo do receber um ollicio do sub-
delegado da freguezia da Marineen com data de bon-
tem, participando qae no da anterior festejando-se
all o Drago da freguezia, declarou-se um incenuio
as ."1 horas da tarde ua igreja matriz, o qual des-
truindo toda a armacao da capella-mnr e cumecandu
a invadir e ledo da igreja, foram dadas de promp-
to por aquelle subdelegado as providencias precisas,
resultando dellas a immediala extincrao do logo,
que nenhum estrago fez mais do que o" da referida
armacao.
Dos guarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. con-
selheiro Sergio Tcixeira de Macedo, presidente da
provincia.O chele de polica, Dr. Policarpo Lope*
de /.e.7. r '
&ott&p0nbtuei0.
sorrindo, e depois voltarei logo. Que queres que en
le Iraga de Pars ?
tiaslAo disse a menina vivamente.
Sera talvez cousa diflicil, demais se elle vollar,
ala ser preciso que ninguem o Iraga.
Posbem.quero orna lomera de iruux com seu
cnxoval ein urna bocelinha como a de Heloisa.
Eu l'a promello.
E \ me. voltar brevemente ?
Ouem me dra ja ler voltado !
De veras ?
Sim.
EnlAo vii logo para vollar mais de pretta.
Bella suspendea-se au pescoeo da moca.
Senhora, o potUUcfo esta' impaciente, disse a
camarista de Eslella eiilraulo netse momento no
dormitorio.
Adeos adeos j al logo, d-se esla arrancan-
do-se dos bracos de Delnquela, que chorava, e sa-
hni lo precipitadamente.
Ilenriqueta voltava para o sen leiln mu ronster-
nida quando ouvio um solado na alcuva de llranca
enlrou de leve, e vendo a esla com o lenco sobre 01
oll.os disse pondo a cabeca sobre o (rave-seiro :
Ah! niinlia professora^ estou muilo aillicla
quer consolar-mc um
PAGINA AVULSA.
O Campo Verde.Esla reduzido esse lugar a nm
arraial de mulheres dissolulas, e de bomens aaapei-
los, que reuuem-se para fazer nocturnVmenta ile-
pravadas saturuaet. Algumas familia, honestas, que
por all retidem, e que 11A0 passara de eis ou tete,
vivem de tal forma coactas, e envergonliadas, que
Ipujuca 5 de selembro.
Balda a prsenle semana de nolicias para lhe dar-
mos, apresentamos para enlretcr aot leilores, como
variedade o segui.-ile :
CONT.
I
O vale da aldeia de S. I.ourenco he um dos sitios
romnticos, que cerca pelo lado do levante a cidade
de Nitherohy, seivindu-lhe qaasi como de fundo :
parece que nelle se reuniramtodas as natoraes bel-
lezas para temultaneamenle rcalisarem o ideal do
pola e do pintor.
Vegetado vigorosa e aromtica, floresta virgens,
ordenadas sobre amphi-lhealro de rochas variegada;
algumas espumusat trrenles, que desde o rimo dat
moutauhas se precipitara como artiliciaet cscalas ,
jardins que a naloreza creou' espontneos, pensis e
fora do alcance da mao dos boment; eaminhus de
phantaziosas formas que remedara as sodas assesla-
das para as nuveiis, frequentadas t pela cutia sel-
vtica ou pelu indio qae conseguio ser o ten inlre-
piio corapanheiro; no fundo o ao sepleulriAo asa-
zuladas serrat dos orgAos, cujas eminencias quasi
sempre estilo escondidas as nuvens : nada falla a-
quella paizagem, para fazer um dos quadrot mais
grandiosos que podem imaginar-se.
No centro deste espectculo admira wl dAo ot o-
llios com o lago, graciosamente collocado uo meio
do painel que o circunda, osteolando sobre aquelle
ameno clima, a graciosa Ponta d'Areia pa-
lela boje com os eslaleiros que all foram cons-
truidos.
N'uma serena tarde do mezde agosto de 181.., de-
visava-se um cavalleiro que a passo muido suba pe-
la escarpada ladeira, que flndava na relvosa cima,
sobre a qual o campanario de urna ermda campea-
va : era esta consagrada a' San-Loureoro, padroei-
ro de muita veneracau, e a sua fetlivid'ade animal
linha nesse da concluido, comu annunciavaiu os re-
piques de um pequeo siuo, e os magotes de indios e
outros moradores, que se recolhiam as suas casas,
cantando loovores ao Dio.
O homem ou cavalleiro que suba o serr era.......
donatario de um dos maiores silius que havia naquel-
la aldeia : mor ador naquelle torran desde que nas-
cera, no sitio que, para assim dizermos, teu pai fuo-
dara, linha crescido, prosperado, e vivido sem co-
uliccer iirainslanlcdc desgraca ou melancola, e a
donzella que pozera reale a ventura delle, por ven-
lora, qoe nAo leria na corle rival na belleza, como
na graca e ternura de esposa.
Havia, porm, quinza diasque pela vez primera,
depois de cinco annos de matrimonio, a formosa es-
posa se achava menle de seu nobre esposo.
No momento em que o cavalleiro rhegava a co-
ma do oileiro, atlrahirani-lhe a altenrau os clamo-
res que sahiam da ermda, e vio om Uaee de campo-
mos eneoleriados, e no meio delles agitada e li-
vrando-se orna mulher bastante moca com urna
creanca nos bracos.
tora, fraa maldita.,., ino etl aberla a igreja
para taes escommungadns, brartava a chusma em-
palando a misera para fora da capella.
Nao son maldita, nem eiCOinmangada, ineos ir-
inAos ronleslava a rapariga com ademanes de
tupplicante, t aelo >1e abandonar a ca-a pater-
na para ca-ar. nao me fa/ perder o ser de caih.dira,
romo \os ...i. ; ,. nao [o.d.'.cia |.nvar-ine que se-
nb- requerer para ineu lilho o beptisino, que mere-
ce I..ni., romo x.'.s uirrerestes....
Nao ha l.apl.sino para o. mol tilos..... rej.lira-
vam -em caridade os fanticos, val para a Cova dos
leilii'eir.'s ; Salanaz qoe le lienza o lilbv,
A desventurada tii.it linha de ceder a fore, e re-
Iroeediaaj banhando com lagrimal a enanca, que
via reproba ; nesle passo, um sacerdote anci.l.., como
pela* mulas cas denion-lrava, appareceu esestido
de sohie-pelli/. no hlenle .la porta, chamado all
pelo alando dos ru lieos: a mii expulsa curreu a
elle animada de e.per.inri. O cavallaro, suslido
por este incidente que rnmplirava a trena, reprimi
0 seu primeiro impulso, que o levava a aquietare
tumulto : e chegou-se a lugar da alga/.arra |para
melhor indagar a causa e presenciar o desenlace.
1 111 minlo de alteurAo pos o reelesiaslico pastor ao
correle do que se pa.sava, e roniecendo sua obri-
gac.lo melhor do que o tropel de amotinados, re-
prehendeodo-i.s de sua dureza sem motivo para rnm
a infeliz mulher. ItestabrleciJo o silencio, p inleirogar a mal, que para tea lilho requera bap-
lismn.
(luein s'.' E donde veus, miuba lilha '.'. .
lhe perguntou cora voz meiga.
Sou e venho olleiecer a Dos, esle fruclo
que dei a luz qiiinzc dias ha.
Anda que chrisMa nAu furas, leo lilho linha
js a ae-lo, que assim o pedes ; porque as f.-nles
sarrosantas do baplisino esl.lu patentes a lodas as
humanos creatina-,
Ein seguida luido ailmoesladn de novo os indios
e mais campouezes. expoz-lhes qoe o meio de espia-
rem sen erro e cegueira era ahencoarem elles pro-
prios 11 menino, que acabaran de amaldiroar.
Esculhei do meio de vs proseguio ) padruho
C madrinha...
Apenas o ministro do evangclho pronunciara estas
palavras. leve do inlcrromper com eor uscu discor-
su conciliador, vendo que aquella gente recobrando
deshumanos seotimeutos, lhe davam as cusas, lodos
a um lempo, ao relirarem-se murmurando oulras
pragas conlra a presuppnsta cxcommnngada.
Ooe he islo ? ( lira lou indignado u sacerdole ) lo-
dos abalam l Nenhum licarn para envergouhar
os mais'.' Nao haver urna mulher, urna mAi,
que tenha piedade de sua irmAa em Jess Chrs-
lo'.'..
E 110 instante em que este caritativo cliamaineuto
era pronuuciado, sem prnduzir o elleito de que una
s cabeca por aquella banda se voltasse. rhegava
una senhora pela parle opposta a essa por onde
viera o cavalleiro : prestes descavalgou ante o pastor,
di/endo : Serei eu a madhoha desse menino.
E en o padrinho. 1accodiu o cavalleiro imi-
tando a desconhecida. j
Fura de duvida que leve milita partea humanidade
nu rapidu impulso da \ ornado do cavalleiro,qae ape-
na, por minutos foi preveuido pela propositan da sua
falura comadle : porm ontro sentimeuto mui hu-
mano lambem o lizera approximar a furmusa dama,
pois que vira enlre as pregas da mantilha elegante
brilharem dous pelo, ulhus, como estrelles veladas
por 11 me 11 rara.
I.nlraram logo na capella : toou o sino, e o me-
nino ... fui devisa, e solemnemente baplitado,
inscripto seu nome no registro parochial de S.
I.ourenco d..s indios, a par do nobre cavalleiro e da
senhora Nada mas pude atrancar o nosso ca-
valleiro naquella occasio a respeilo da sua linda e
quasi un -tono.a comadre, e se quiz obler permissAo
de vizita-la leve de usar do seguinle estratagema.
Ao ilesccr presurosamente da eminencia, acompa-
1.han.lo a seiilinra e a mai du recembaptisado, en-
coolrou o magotes do povo que se recolhia, e lem-
brando-se de pr a pruva o rigorismo delle, convi-
dou-os para no dia seguinle assistirem an banquete
pelo haptisme, do novo afilhado : tao glotf.es como
fanticos, sera reparo da se conlradizerem, acceila-
rain proraptos o grato olferecimento ; e depois de
por entre denles tollar um epilhelo que car irlerisa
a turba, o cavalleiro passou a convidar a juvenil ma-
drinha, que au poda recusar-se a urna fesla, dada
em obsequio della.
Separaram-se, iilicaudo-se a reunan para o dia
immedialo ua casa do cavalleiro, e este e relirou
sua pousade. Vinte e quatro horas depois leve lo-
gar banquete ; a linda madrinha fora obseqoiada
com honras quasi reaes na casa do cavalleiro, o qual
fez dnus descobriineuios que cousignaiemos nesle
lugar: o primeiro, cuncerneule a enmadre, da
qual ..libera quanlo rol.ir.na saber: era urna senho-
ra perlenceule a urca das primeiras familias da ci-
dade do Kio de Janeiro, e viuva : o segundo desco-
l.riiuenin dizia inmediatamente respeilo ao prnprio
cavalleirn ; advertir que se achava perdido de amo-
res pela soa nova comadre. Continuar-se-ba.
A saude publica continua sem alterarao.
Os gneros de primeiro necessidade conservam o
mesmos precos da semana pastada.
Huuve um ciitcrrameiilo esta semana, d'um ra-
paz que suecumhio de hvdropesia ; e nada mais por
ora.
At breve. Sooseu rrspeitador.
1111 I'atsarinhn.
por una duzla de homens .em re-
ral, sem lei, e qoe fazem a d.-gi.na
.'.'!'e-.U'" '"'''"le.ile quenAo ha aqui
o que nenhom .1... chamado
oppotirao, quer vulos para si.
t rem mas-a rad,
ligiao. sem m
da con.atea. 1
, oppo.ica......gavera
por elle chefe da
S" trabalhan, com .. I, .. v,r ,llVejln, u|.
e 'I, n .' i """""''< POsler de semelhan-
te- harpa, e dar., seo vulos a qemi ,|ul/l.r coad-
ju\ar nesse emprnho |uir.troau
/'. S. Todos saben, q.,c df| ,
resume em urna nova bureta de Pandora e e-
rrel.no e advagada d'eaaa ioi.i,, ..
bem. acaba elle de arren,,,^ ,^ira
por interposta pessoa, o cnlrato ..'u, p'7e" ,ngue
em qoe acamara poderla obler rento e tanto, mi
uis todas a semanas, maten. .., j
do, .lireitosda cmara, he ^Jfft^SSl
bata para se dizer con. o poela P ""izante e
a Prucurador.nsu me engaas,
Tu procura. pa | s
!\e|a-seo(lepoimentodalestemunh. a 'I
pn.-.o Mermes Plinio de II,.,b, Cavalcai .' i a
no Diario Je Pernambuco. ; M"*"ui publicado
Com esla publicaco. (enhorca rtidaui ..
abrigarla aa aeoconstant. leilor,'0"5' mu"
pela partida de Estella
pouro
vamenic cm o, olho. hmidos i llranca lomou a menina nos bracos, e attr iliin lo i "x*?* ?''''"!*' ch,mu" Ju'"",i"lia-
ea, e alraves-ou o dormitorio an_ | lbre Cl,,)ri,,. rte |)(ljj; ,;',';'" >0 l\m dc meiu '"""'lo esla chago.
o veslnlo, voltou-se, e vio llenri- re,. bracos da amiga, c Branca licu cn,n ,ZZ, Z M **. K^0n Jj,s,: Mt W
......soh.e sen semblante. cuide, que a degolavam.
Pars. Sabio fiirlivamenic e com os olho hmidos
la alcova de llraiu
dando sobre a punta
menle retida pe
quela.
Maligna dis-c-lhe a menina ein lom de ot- i-V." -7. "' ,.
pioln.u,,. par,, ;, abra,,, -me | Va, a Kr '- Z^S^Z^S^T "" "^
te .e e.quccer.i de sua pequea Heoriqoeta, como ....
Iia.l.ioqne nm n.e cscreveu anda nina-o ,cz de- n................
poi. que parala Ini. iasaaram-e ires me/.e, E.lclia demorava-se era
Hei deesrreverte, dis.e E.lclla ahracamlu a ina ';*'" M1* jvena amigas sem le-la etquecido K
deia-me partir, a rarruagem me espera linhain aro.tun.ado u sua ausencia ; Ilenriqueta 1.1-
- 1 u, .lisiante, disse Ilenriqueta sen.....lar ,e,- !" *mEE?!!ZF,*, """ ~ P^en-
-li,! SS^rjSA a mo5a IeS Wthm,3? LWmtS
sob o dominio de um pensamenlo. Pouco depois
seu somno allerou-ie,e ella nAo dorma mait do qoe
urna ou duas horas depois de um vigilia devo-
radora.
I'ma noile, que fazia extremo calor, ella fahira
da alcova para procurar algum ar no dormilorio.
Passeiava em silencio vestida de roupAo quando nina
voz cliamou-a pelo nome :
Qae faz Vine, ahi, professora ".' dizia a voz ;
lomei-a por um phanlasina braaeo !
Qaam me falla aatia parganlea Branca sor-
pre/a es tu, llenriqoela 1 nAo reeonhero tua voz.
lie porque doe-me muilo a gargauta, disse a
menina.
Mcu Dos! exclamon Br.nea assuslada c cor-
rendo ao Icilo ; e desde quando'.'
Acordei agora, disse Ilenriqueta, coja voz al-
lerava-te cada vez mais, vi a Vine, quiz fallar-lhe,
e depois... e depoi... acuda-rac, acuda-me, eslou
sufl'ocada, estou suf...
E sua voz exliuguio-se em um eslerlnr afogado.
Meu Dos disse Branca a si mema, he a an-
gina !
( Depois sem perder lempo, tomou a menina nos
i brai;os, ronduziu-a ao sen proprio leito, fechou a por-
ta I. .1 ...v O ^K_____ r-_!_
?ou descalca, e
..-b,i(oii:la, eu
aaaguetugaa I agua quenle o medico t grl-
lOU-llte Branca sem responder a .oa pergunla.
nuera he que esta .lenle diste a raparisi
vestida ilo sala.
Ilenriqueta esta rom angina !
Sanliagtma Virgen '. exclamon Joaniiiuha, a
qual deaappareeea romo relmpago.
lina llora depois o medie que morava na oulra
extremla le da ridade, rbegou meio vestido. Acliutt
a pobre menina meio aspbyxiadt, e ten lo j. no ros-
lo algumas marca rxa.
Doutor, disse Branca de mSos posla, fiz bem
administrando o emtico, sem esperar por vossa se-
nhoria 7
Se fez bem fez ama accAo de mestre e se ha
algn cousa que posta salva-la, be ilo. Deu agua
0111! II i 7
I maTs. TfeS *"*'' ; mas i,Sra c,la "-"> Passa
Ah He preciso esfregar-lhe o epigatlro.
E o doutor pex.ee a esfregar vigorosamente rom
ora pedaro de llanella n peito da menina, o qual fi-
cou mni vermelbo, einquanlo Branca leudo um leoe
na mao, procarava eiiviar-lhe algumaraospolmf.es
Hepenliuanienle a menina deu umgnlo rouco.lan-
cando se para diante.
O emtico opera! cxchmou o doutor. Vine,
salvou-a '
Obrigada, mcu Dos disse Branca fura de si,
elle nuera que me deve a vida da irmAa.
Ileariqucla eslava aalva : com elfeitu o' ealbrcodos
vmitos rasgara a especie de membrana que a uffo-
cava ; pouco depois ella respirou livremenlc, c ces-
sou n estertor.
lie preciso mudar-lhe a roupa, disse o doutor,
eeis aqu justamente nm leito que est promplo,
coniinuoii mostrando o leito de Estella mas be mis-
ter uiih ramiza aquecida au ejlor do corpo.
Vou dar-lhe a nimba, disse Branca.
E entrn no seu loacador, donde sabio logo Ira-
zendo a carniza na mo, e vermeJha de pudor
Vmc. he ama moca exccllenle di,se a dnutor
c.oiiiteinplando-a com ar enternecido ; belleza reso-
lucao, coracao nobre Oh se elle fosse' meu
lilho...
Parou compadecido da confusa., da ilnu/.rll.. e
poz-se a mudar a roupa da menina rom urna destre-
za que annaadava grande habita dessa operara, a
qual os medies deuam de ordinario aos enfefmei-
ros. Enlrelaiilo, llanca preparara o leito. Ouaudo
ludo esleve promplo o doutor lomou nos bracos a jo-
ven dnente, e deitou-a com prtcaurJu nu 'ledo de
Estella.
Muilo bem, disse entilo a menina, a qual reco-
ATTENDA O PUBLICO.
Vicloria 7 de oelubru de I85li.
."'%>. redocfores-Ile inqualilicavcloinlame mane-
jo, que vai pondo em pratica o delegado unido com
om seu prente, alim de intimidar o povo com vio-
gangas, e conseguir do goveruo forc,a para violen-
lar as eleicf.es de -1 de novembro, como fizeram com
a de juizes de paz e vereaderes '. Esses liomeus ge-
ralmente aborrecidos por teas escandalosos feitos,
sabem que sem violencia e intriga uada consegui-
rlo ; e por itlo recorren! a violencia e ao embuste
da manen,! seguinle :
Exista morando nesla ridade ha umanno ou dous,
o oflicial de olelro e msico Pedro Crrela da Luz
Vellame, c elle era volante, e Ferraz pedindo-lhe
para votar rom elle, Vellame respondeu, segundo
consta, que nAo votara com elle, e o que maia he
assignou a representado dirigida au Exm. presidente
ronlra os escndalo pralieados por elle na eleicAo
de I i de selembro !
He encarregado da fesla de S. Miguel o Sr. Ale-
xandre Jos de Hollaoda Cavalcanti, que sendo go-
vernitta decidido, separou-te de Ferraz, e dos qae
com elle fazm coro nos negocios da cmara, de que
era o Sr. Hollanda CavalcanM digno membro ; e
quaudo ha qualro dias acahava Vellame de locar
na festa, foi preso por ordem do delegado e se
acha retido oa cadeia ha qualro dias, dizendo o de-
legado que o prendera por urna requisir,Ao do sub-
delegado de Afogados, por ler este ferido a propria
mulher, que li esla com oulras prostituida. Pois
be islo razio para se prender jm votante quando
o governoem circulares reconimenda calma e roode-
raeilo na poca eleiloral I Se o crime, ( dado que
elle exisla ) he aii.meavel, se nao foi preso cm fla-
grante, se nao ha pronuncia, nAo sera um crime es-
ta reqiii.ic.io e rrisAo em lempo de eleicf.es'!! Se
houye requisi;ao,para que he que se retem o homem
aqui na cadeia ha qualro diat ? Ser para obter
queliranlar-llie os brios, e promeller volar com o
delegado .' !
Quem nao ve que he este om manejo infame para
exercer vingancat conlra o volante e conlra o Sr.
Hollanda Cavalcanti. director da fetla, e intimidar o
povo que vio a Vellame morando aqui lia tanto lem-
po, t ter preso depois de taes oceurrencias t !
Homens desalmados, homens perversos, homens
sem t, sem Dos, sem religiao, sem lei nao ve-
das que atsim vos descobrit, provando que nao leu-
des acceilaeAo na comarca, e qae para vencerdes
eleicAo recorris n violencia e a' intriga para obter
lorr.a armada ? Prova-se esla proposito.
Tiburlino de tal, anidado e escrevenle do delega-
do declarou na loja deManoel ComesSllverio Jnior,
peranle este,peranle mais Jos Joaquim Alves Jonior,
Homem Bom Santiago, Bellarmiuo de lal conhecido
porBelloe oulrot, que seu padrinho o delegado,
olliciara ao goveruo, dizendo conitar-ltie que do Re-
cife tinha sabido mnito armameolo e municao paia
es chefes da opposir;,lo veocerem a todo trans'e a elei-
cao de i de novembro a poder de forra Vbora
dolosa, quem nao \ qae recorres a tle embuste
como duplicado lim de inculcar ao governo que aqu
se Ihc Taz upposirAo, e blenle, torea Pca proteger
tuas fraudes, nico meio que le re-l para venceres
a eleicAo de 2 de uovembiu".' Nao conseguirs leus
sordidot lu. por esla roaueira.
Proletla-se pois peranle o co e a Ierra conlra
semelhanle calumnia c ardil Prolesta-se contra
qualquer medida violenta contra cidadAos pacifico-
c inermes, que > dispulamseus direilos, por se ve-
brava a malicia ao mesmo lempo qae a vida ; dor-
mirei nesla alcova, o doutor attim o quer .'
Eram as primeiras palavrat que pronunciava des-
de Ires lloras,e estas pinlavam-uii hileiramente. Ma-
licia e delicadeza dc seiilimentos, itto he, Ilenrique-
ta inleira ; eslava de certo salva !
Nesse momento deram seis hora uo relogio do
collegio. A primera bailalada acordava invariavel-
i.lente a Inglesa, a ultima achava-* em p.
I p I tjfj up .' chitaren | l.-vanlem-se meni-
nas: dizia ella percorreudo o e-naco qoe separava
as duasordeosde leito. em lodo o comphmculo da
sala. I.hegando ao de Ilenriqueta ella leve um so-
bresalto, vendu que eslava vatio, e disse com es-
pauto :
Cariet mide esla (ariel '.'
No mesmo instante a porta de Branca abrio-se
! lenlamente, e o doutor appareceu no liminar. Bran-
ca o segua vestida de roupAo, e lendo os ps nusem
cbinellas de velludo prelo.
Una significa isso ? exclamou a Ingleza no au-
ge do espanto. Oh shocking '. >ltmking '.
E levantando a coberta do boto de Ilenrique-
ta, ella ahi agarlinu-se como lebre assuslada.
Velha aneciada '. mormurou u doulor entre ot
denles, de certo ella |nAu me lena dado sua ca-
rniza '.
E sabio erguendo os hombres.
Ilenriqueta esla cora angina E-tas palavras
circularam logo pelo dormitorio, e ah pniduziram
verdadeira conslenucl... pola a menina linha o dom
de razer-se amada dc todas.
llranca, oliendo .. sua alcova achara a deente
adormecida ; assenlara-aa a cabeealra esperando qu
ella acordaste para dar lhe a beber a pocAo receili-
da pelo doulor : mas ,i menina eslava lio tranquilla,
lal silencio reinara na casa, que a donzella quebrada
de envres e deladiga. iiicliuon a cabera sobre o
trave-eiro de llenriquela, c adormeceu lambem.
I m leve rumor aeordou-a no lim de duas hora.
Ella abri os olho., e vio a madama de Coiirlel e ao
doutor. que a cnnlemplavam com ternura.
Oh senhora, disse madama de Courlel aper-
t$ublitacoc2 ptbfoo.'
^aiuli.i, povuaiau, ,|itavaga.
Caliacuiras, villa, dito llrnar.linu fnj d, |.
ineira.
Aiariina, posvam, iltio .1,.... Maniata Ai Mea.
ftloe, |.i,voa.;o, .litu asjtjre AaiaaM FsmanmV
Totvcira.
S. Juan, villa, .lila vaga.
roml.,,1, \||a, Jjp, Francisco Jus-:da Coca Pe*.
miga.
Sou/a- cidade, dito Antonio de llollaii.la Casal -
canli.
Palos, villa, ditujua^uim Tliemluru .Vrjx .
Calle do Racha, vi||,, dito Jos Ton|iiat ao I
Cavalcanti.
Cajazeiras, povaefaa, dita vaga.
I'ianc, villa, diu vaga.
Instruccao primaria para o sexo fciuiniii .
Arcia, ridade, profesor, vaga.
Petaba!, villa, ditaCordula Florentino N.l.ie.
Souza, cidade, dita Maris Francisca de Sa llarr
cSarmento.
Para que bem se possa fazer juizo sobre os |.
limos presidentes que tem lido Sergipe. publicamos
osegiitnte parajtapno de urna caria dalli escrip-
ia por pessoa de muilo criterio, e que nos dizem he
a opinio de lodos .
Sorgipo vai apresentando um futuro brilhanle
desde que leve a sorle de ser governado polo sem-
pre lembrado Dr. Barl.o/.a, Lomera ncancavel om
promover o bem dcsle lorrio do Imperio da anta
Cruz. Felizmente le.e de subsltlui-lo interna-
le o nosso patricio baro de Maroim at fez un a
bella presidencia no curto espaco de lempo e de
pois o Exm. Sr. Dr. Benevides tomando a direc-
cao dos negocios pblicos vai lornando-se incanca-
vel em promover o bem da provincia, honra e glo-
ria ao sabio gal.ineie que enaugurou a poltica.
Dos o illumine em tao nobre o justa mkac
IUKKE1R0S.
Consla qoe alguem aproveitando-se do eaafia da
prclencues cleiluraes lera procurado incutir no ani-
mo dos nilluenles que o Sr. aleres Antouio dos San-
tos tana nutre incliuares para urna certa candida-
tura ; e por esta forma arrrdar deste lugar aquelle
de quem se receia por causa de certas eivas, que ne-
sam sobre seus hombros. He urna formal iniottira
qoe safa ao metraoSr. .Iteres; porque a tua neu-
irahdade na eleicAo parochial de 7 de selembro pr-
ximo passado he urna prova de que as lem elle
compromissos com afTeicAo atguma. O Sr. alTeres
Antonio dos Santos Caria he soidado, e sendo o sol-
dado avuoiiimo do suslenlaculo do goveroo, como
empraslar-se-lbe esso senlimenlo inleirameote avet-
so a soa cunvicrgo "
Convenca-se esse alguem que o governo deposita
muila conlianca no Sr. alferet Caria, e o districlo de
Barrenos, onde o Sr. alferes goza d-multas affei-
SOes, tem a infama de dizer que a seguranca indi-
vidual descansa nos teus etfor;oi.
<3*.!t tX%\9.
HONROSA APRECIADO.
L<*-8enaCivilisncao.. de Lisboa, o $e-
guinte :
Pelo ultimo paquete Viada dos porlos do Brasil
recebemos cartas a jornaes, por onde com satisracao
vemos, que a epidemia te acha ezlincla naqaelle i'm-
Havia paz e tranquillidade, as emprezat de cami-
nho de ferro multipl.cavam-se e prosperavam, pro-
tenc a m aa6plci'"0 fuluro N"S grande po-
li Em Pernambuco era esperado com anciedade o
novo cnsul porloguez para all nomeado, a quem
pedimos instantemente nao demore a tua partida,
porque assim o pede o bem do servico, e pacificacAo
dos nossos patricio! all residentes.
Uo Diario daquella cidade Iranscrevemot o se-
guintes trechos do excellente relalorio d. directora
do Gattarta Porluguez de Miara, por tahermos
quanlo Ibes sera aprasivel a divulgado do esl.do n0-
to.ene "" qUe S* *C'" tS,e amamal insti-
Segu o relalorio da directora do Gabinete Por-
luguezde IMura, de fidejulho de 1)456, publicado
no n. 1bt,desle Diario do dia t do mesmo mez.
PARAIHBA.
Instrucro primaria.
Cidade liarro-Alto, la. cadeira professor padre
Joaquim Vctor Pereira.
dem dem 2a.;dila dito Joaquim Casado do Al-
enla Nobre.
dem dem medio dito Estovo Coelho de Mello.
dem idem.baixo dito Joaquim da Silva Guiruaraes
Ferrera.
Sexo feminino.
Cidade Beirro-AIto, professor Alexandrina Caro-
lina de Vasconcelos Chaves,
dem dem baixo dita Mara das Naves Manuela de
Mello.
Interior da provincia.
Jnstrucco secundaria.
Citlade de Areia, latiin, professora Joaquim Jos
Henriquesda Silva.
Villa dc Pombal, lalm, dito Manoel Lu/, dos
Santos.
Cidade de Sou/.a, lalm dito Amaro Gomes dos
Santos.
ln$trucrao primaria das cidade, tilla/ e potoa-
C'iei da produca.
Cabedcllo, povoacao, professor Manoel Garcial do
Amaral.
Lucena povoacao, dito padre Augusto Cyrillo de
Oliveira Mello.
Santo Rita povoacao, dito Feliciano Qunleiro La-
dislao Heorques.
Cruz do Espirito Santo povoacao, dito padre Fir-
minoHerculano de Fguieredo.
Jacoca povoacao, dito Francisco Jos de Mena-
zes.
Alhandra villa, dito Manoel Jeronymo do Sacra-
mento.
Maranguape cidade, dlo'Francsco Pulquerio Con-
calves de Andrade.
Balita da Traico, povoacao, dito Manrique Ag-
nello Braner.
Aracag povoacao, dita vaga.
Pitimbu' povoacao, dito Angelo Miguel de Souza.
Pilar villa, dito Targino Augusto de Paula Freir-
Inga villa, dito Joode Almeida Costa.
Itabatanna povoacao, dito Jos Luiz Pereira.
Pedras de Fogo, povoacao, dito Cvro Dioclaciano
Rbero Pessoa.
Areia, cidade, dito Antonio Francisco Pereira da
Silva.
Alagoa Grande, povoacao, dito Antonio llieodoro
Serpa.
Alagoa-Nova villa, dito Jos Soares Alves de Al-
meida.
Campia Grande villa, dilo Antonio dc Salles e
Souza Ponas.
Independencia, villa, dito Joaquim Ignacio de Lima
Moura.
Bananeiras, vilb, dito Gregorio Magno Borges da
tonseca.
Serra da liaiz,, povoacao, dilo Justino Rodrigues de
Pana Machado.
Cuit, villa, dito Hazilio Antonio da Costa.
tando-a nos bracos, quanlo lhe devo I O dooto1"
coiitou-me tudo. Keceba meus agradecimenlos e a'
DencAos de urna mi.
A senhora nada rae deve, respoudeu liraoca
coraudo ; te toubesse quaulo amo a Ilenriqueta !....
t. eu : toriinu madama de Con riel, fora mister
saticr quanloj|mo_, para comprehender quauto amo
a v me. lamem, por me te-la conservado Ah se
Me rosse sua sabia previdencia, sua corajosa mida-
Uva, miaba hlha estara perdida I
.. i """"'a "Au lem como eu, disse Branra sor-
rindo braiidainenle, a responsabilidade de quarenla
-argantas incessanlemente .meacadas pela angina.
ale riaCr,';'a qUe,S "^'""' C0U" ""'* -=<"e"'ar -
a^.t... S"' pur ltr c^'"'l'aidu para mi.
abo Z?V>Ber,,li'.'. certaraenle u les.emu-
utio de seu reconherimenlo.
de (onri'ii ?t ''. um a"J "*! madama
oa t-ourtel abracando-a iidNamente.
ig^jygg?,Mnn **Wsl na alcova Ira-
zendo iima cha|cira ua uiAu.
lleTrin.'f.i""3 '""l ,"Parig d' o medico i mAi de
or t? id ;.q"e """ "ire" a uraa mto** ''-">"'
em cui lar i,rme "" ""a. da m.drogada
sem cuidar ao menos em calcar os .apata*.
l.mr.eVTn.r,' HhC ba "P"'*. "" >* -le
l.ourlel aperlandu cordialmenle a mAo de Joanui-
nha na qual deixou urna moeda de ouro.
I otlo que tudo ist fs,e do cm masa voz. a con-
versacao accordou por lim a llenriquela.
,n~.J*.H." mM, : 'li,se "' co"< sorpreza, u,]e c-
ou cnlao .' ,,o leito de Estrella! MI am, In,
lembru, accresccnluu levandn asm.ios a' y.rganla
pbantasma branco, a, .auijuesuga., o doulo.. \],
minha mai, quanlo lem sollridu sua llenriquela.
>ao falles, minha lillu. dis-c a mAi com la-ri-
mas nos olhns, tu me contaras i.,o depoi?. Bebe es-
la boa tisana, e conserva-te tranquilla.
1 orcm nAo toara mais, di.se a menina, e alen,
disto acbo-me bem nesle te,|u, acciesceulou otilando
orraleiramenle para Branca.
dorn^rio."^' d""''"' eu tDVi,rei par
"HACA DO REEIFE S HE OlTI BRtl ,\> l
HORAS UA TARIIK.
,. Eolasf.es oi|,-,.,,...
l^ambir. .|,re Londres l|-.ndiv. ,
. o sobre dilo-T M M e 911 da. a dt.liea,.
Dilo sobre PerieMI r.. a ,,.
frterieo /r.bhar. presdeme
/'. Bortet, -ecrelar...
Sobre Londres b?.V'fl :is t w.
Par., .laj a :iv, r. por fr.
Dito du banco7 8 pur Ih,,
Ouro.-Onas hespanhol,,. .
Moedat de 68IK) |ha,
BatU novas
n 9000. ,
Prala.I'alares hra.ileiros. .
Pesos culumoarie.
a mejicano. .
- Iica.i
- If "
^satai
i^rta,
i^ii
ALPANDKt.A.
Rendiroento do dia I a 7.
Idam do dia 8 .
ittmmmaiH
. JI:tafK|i>
167dJt7M
Barra inglezar.arrfyiMmerradeTias.
Brigue dim,rn,rq0ez--0.er.t,y_tM, ,,,,.
BriRue inulea Hdcarvao.
Patacho iuslez-AioneBiercadoria.
Hrmue hambursoezOsearearvito
Hale brasileiro-Oans tmtn fmmi a ctaarm..
IMPORTAtjAO
Hiate nacional "DonsAmizasavinda da. Hah..
consianado .' Antonio Lo de Oliveira Aieveda'
raan.feslou o seaninte : aamnaisne.
50 barrica, genebra ; a Manoel TavarCarteK..
I fardo velbulina ; a Manoel J,..q0im da RM,
- Pf"'' cordat de piassava ; a Manoel Aai.-
nio da Costa e Silva. mmmmmmm
O barricas genebra, tu fardos panno de alzad*.
a A. O. Itieber.
I ramio chales de alcodo ; a Srhapbeillia
oto ramuhas charutos; a Anloaio da Altneida
6 saccat com 11 arrobas de colla ; > Lima Jhhm
5".
,W7 e meia caiiinhat charutos ; ao cet-stasutario
I caitole e I barrica rosarios missanza- a .-
Ionio Lopes Pereira de Melle.
Icasmj de Jacaranda' ; .o l)r Pjlicarp l.r,pe,|,
:l tarcas com M arrobas de colla ; a TirenU iHa
de Brili.
81 volumes chapeos de pello e Irllro, s| earrafoes.
eix frasqueiras cenebra. 10 barr, vatios para estile
WJO mollina dc piassava. tX.100 charuto em ,
nhas, JO fardos panno da atendi, t sacras roaa M
arrobas de colla, :| duza. a meia de loras V uhm-
rsnd. l.ot, qu.rtinhas, um signa om. barri. ,
com ditas, t cadeira de arruar; a ordem.
Brigue nacional Elvira* viada ia m> a> Jattett..
contisnado a Josv Joaquim Illas Kernatsdet, tnatx-
feslou o tegninle :
1 caiide. chapeo ; a B. e Sania & E.
2 dilo. ditos ; a A. L. P. de Mella.
"i cu ..i. azeite, .10 ditas velle, iOtai dita. *,
2 .lilas papelAo. I VI ditas, .1 cali.*, e 3 volantes d
. r.i\es chapeo*. :l dita* medcame.!*., | *<.,
tM barra bren, :t-" pipa valia, :W0 barr.ra. farintaa
de irigo. I, picotes lio, 30 taccat cafe, i dilat rU
a ordem.
Brigue nacional Lelo., vindodo Ra de Jaaeir.
consiznado a Itaac, Enri & :.. iBMMfeaaati a se-
guinle :
2 camas ; a J. J. I de Asolar.
1 ciixa rap ; a J. J B. de Castro.
(. catines chapeos ; a J. O. Maia.
2 dito cha'; a \nlonio Lu de Oliveira \/e. e I
1 dito chapeos ; a M. F. M. Mai..
3W barricas varias, IJ cana vedas, I lila raa-e
I eauao chapeos, latas fama nwtda, 100 tarca-.'
caf ; a ordem.
UO.NSUI.A0O liKRAL.
Keudimentn do da I a 7..... Iu||-s
dem da dia 8....... tmam^tml
2M*rJi
Ul VERSAS PROVINCIAS.
Rendiraento do dia 1 a 7 .
dem do dis 8 .
. .ll.*wi
-wataBl
DESPACHOS DE EXPORTACAO PuLa MlV\
DEOI TIBRO UE ix.it..
LiverpoolCalera ingleza Linda, diversas catre
g.idore, 1,7.ii secos atracar maseavassa.
LisboaBarra portuaurza Flor ata S. iimlt Ear-
valho & IrmSot, li cascos mrl.
REEEBEBORIA HK KEMias INTERNA liC-
RAES DE l'l-.KNAMIH (.(i.
Kendimenlo do dia I a 7 .... ". tiTi,-i ,
dem do di* 8........ mS
fclt-rjhi.
CONSULAOO PROVINCIAL.
Haudiinento dodia I a 7 8 dam do da 8 ...... i*tta.
wiiatti
Wotyimao 00 potto.
.vacio entrado no alta 8
Rio de Janeiro1:1 dias, brigue hepanhai .Rata
rilo, de H.. toneladas. c.pHJo Cailbernte lir-
dell, equipasen! II, carja 118 tonelada, da tmara:
a Aranaga A Brvan. Veio receber oraetK e teae*-
para a Parahiba. Pertenre aa parla ae Maleta.
-Varia lahUoi no steitio ttta.
AracalvIlute bratileiro ..llovidos, mestre E-
lacio Mendes da Silva, carga fazenaat a mait g-
neros, l'a.ssciros. Salvador da Loria Cansa,
Francisco da Astis Corrido, .aa vahara a I aten
vo, l.utgards Aurel.ano Kigonreoe a I aaerava.
PortoBrizne portngnez I 'rotador, rapeta* Anta
nio I ireodoro da Silva, carga entro, ataacar e
mais gneros.
I.icrpoolBtrca inglesa uRhonda, ctm a u.
carga que trouve. Suspenden do larueirae
O lllm. Sr. inspector da thesouraria pr.>.
Vou dormir, tornoa a menina v.dtand*-e pa-
ra a parede, a imitando a respirarle de unta pe-oa:
mas pou'o dt|>oi< raliinde cm tea prnprio lace ador-
meceu profundamente.
Deiiemo-la, diste e doutor : eit tlu a meiei-i
das lisan.s.
E lodos sahiram sobre a pona do |*..
Cliegando a' porta do dormitorio Madama a>
Eoartel fez parar Branca, a qual disparaba e < tr-
conduzi-la.
Volle. i.nnlia chara litha. di-st ella ..bra. a.
da-a pela ultima vez. votsemece rslt' quebrada de
rediga. Toruarci a mi esta aoife rom o mea ma-
rido.
I; sabio com o -loul r.
Ilisa-me. senhora, prrsunlrn Jnanninba i.e--
(rando a Branra a mor-da de otro qae recebara, pe-
so zuardar esla. n.i* lie !
Sem duvida, retpondeo Branra. ella fot bem
ajeaba,
Vine, beque lera nm Mo prsenle, loino..
Joanninha. pnrqat os pas de Ilenriqueta lhe deten
urna boa vella
Oh ea eiclamou Branca, ja e-loa l.en,
paza!
Porque aquella mnlher alearon-a Ir verrs *
Yin .ou nca : mas de rerln ainda qoe e faoae dara
de bom asada aquelle moro p.ira abraca-la ao me. -
ulna ter.
I'oi bem, minha chara Joanninha, di>-a> Rrai.
ca, he um prazrr qne quero dar-te zraluil;,mnl.
Eu tambera le devo um. rerum|.ensa pela maner,
porque me ajodasle.
E oiierercu rapariga sen pallido e brando *
litante.
Esta applirnn-lbe es labios com tanto rerrar r tm>
peno, rom qoe lena b-iiad.-o pe. de Cbritlo teita
lena da PauAo. e depon fogio com at oih- arrait-
dos de lAgrimat.
(Cofi>irar-av>Jtfl.
ILEGIVEL




DICHO OE PEUimCO 0?lWI FEa 9 DE CUTUBQ 18
vincial, em cumpriinento da ordem do Ksm.
Sr. presidente da provincia de G de setc.n-
bro prximo Ando, manda lazer publico que
no dia J.i do correlo, permite a junta da
l'azcnda da mesilla Uiesouraria. se ha do ar-
rematar, a quem por menos fizer, os repa-
ros da ponte do l'irauyra, avallados em
1:80 i/.
A arrematarlo sera' feita un forma da lei
provincial n. 3S de 15 de inaio de 185, e
sb as clausulas especiaos abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arrr-
malacfio comparceam na sala das sessesda
mesma junta no dia cima declarado pelo
mcio-dia, compelen'iemente habilitadas.
t; para constar sa maudou aftxar o pre-
sente e publicar pelo cDiario
Secretaria da thcsouraiia provine al de
l'ernambuco, 3 deoulubro de 185G. Oso-
cretario, A, F. d'Annunciaco.
Clausulas especiaos para a arremalacao.
1. Os trabalhos da ponte de l'irauyra se-
do fettos do conformiJade ciin o ornamen-
to approvado pela directora em conselho c
presentado ao Exm. Sr. presidente da pro-
vincia na importancia de 1:804/.
-{. As obras principiarSo no prazo de um
mez, e (Indanlo no de tres meses, ambos
contados de couformidade com o artigo 31
da lei provincial n. 28tt.
B. O pagamento da importancia da arre-
malacao realisar-se-ha na forma do artigo
3!) da mesma le provincial n. 286.
4. O arrematante durante a execuco das
obras proporcionar transito ao publico.
5. Para Indo o mais que nao estiver de-
terminado as presentes clausulas nem do
orcamento, scguir-se-lia o que dispe a res-
peito a lei provincial n. 286.
Conforme. secretario, A. F. d'Annnn-
ciac3o.
O Dr. Francisco de Assis de Oliveira Maciel, juiz
municipal e provedor dos residuos e capellas nesla
cidade >iu RcciTe e seu lermo, por S. Al, 1. c C.
que Ueos guarde ele.
l'ica saber aos que o picsenlc edilal virem, que
lida a audiencia deste jui/.o no dia 8 do crrenle ; e
em praca publica se proceder a arrematarlo das
renda* das casas do patrimonio das irmanladea do
bairro de S. Fr. Pedro tioucalves, continuando a ar-
remalacao nos segundes das de audiencia,.quando
nao se conclua naqueile dia oito.
E para que cliegue ao conliecimenlo de (odas se
patsou u presente que sera' publicado pela im-
prensa.
Dado c passado ncsla cidade do Itecife em 6 da
ouIuJmo de 1836.Eu Caldiuo Temislocles Cabral
de \ejcnnf-iiin u escrev.
Francisco de Aisis Oliveira Maciel.
O Dr. Anselmo Francisco Peretti, commen-
dador da imperial ordem da Hosa e juiz de
direito especial do commercio, nesta cida-
de do Rcci le e provincia de Pernambuco,
por S. M. o,Imperador que Dos guarde,
etc.
Fago saber aos que o presento edita! vi-
rein e delie noticia liverem, om como no dia
30 do crreme mez de outubro se ha de ar-
rematar por venda, a quein mais der, em
praea publica deste juizo, a porta da sala das
audiencias, um sitio com casa de vivenda, e
arvores de fructo, na estrada dos Afilelos,
avahado em 10:000*, pertencente ao com -
mendador Francisco de Carralho Paes de
Andrade, (.minorado por execucao do exe-
quonto o reverendo reilor do seminario de
Olinda : e para que chegue noticia aos lici-
tantes na ti Jo i passir editaos que serSo alu-
jados nos lugares do costume e publicado
pela imprensa.
Dado o passado nesta cidade do Recite aos
7 de outubro de 1856. Ii eu Francisco Igna-
cio de Torres Baudeira, escrivio a subscre-
vi.Anselmo francisco Peretti.
navegantes.
'tottUamvt*.
CONSELHO ADMIMSTRATIVO.
O conselho ndminislractivo, em virlude
da aotorisacSodo Exm. Sr. presidente da pro-
vincia tein de eonlraUr "
Para is obras militares,
lijlo de alvenaria grossa at o Um do cor-
rento auno. \
300 palmos qriadrados do podra prota de-
nominada de Genova, sb a condicao de ser
iscnta de direitos de importarlo no caso de
ainda nao tor sido despachada.
(jiicm quizer contratar estes objeclos, a-
presente suas propoStas em carta lechada na
secretaria do conselho pelas 10 horas do dia
ti do correte mez. \
Sala das sessoes do conselho administra-
tivo para fornecimento do arsenal de guerra
8 de outubro de 1856.V-Kenlo Jos I.amenha
Lins, coronel presidente. Antonio Comes
Leal, tenente-coronel vogal servindo do se-
cretario,
O conselho do adimnistraeao naval na
sosso de boje aceitn asyropostas dos Srs.
Manoel Antonio de Jess, JqM Marcellino da
Rosa, c Francisco Xavier daNF'onseca Couli-
nho, para forneceirem at o lira de dezembro
prximo; oprimeiro pao e bolacha; o se-
gundo,azeite-dncc, rariiiha,feij5c\miiteinlio,
vinagre de Lisboa, arroz, bacalhis e rale em
grao ; e o terceiro, velas stearinasKtodos es-
tes objeclos da melhor qualidade para os na-
vios de guerra, barca de cscavacao,\pracas
do arsenal de maniiha c Africanos livr&s ues-
te existentes ; sendo as ditas propostas\jce-
tas depois do mesmn conselho haver pWo
em prlica as diligencias e mais formalioa-
des consignadas no seu respectivo regul\-
mento.
Sala do conselho de administracao naval 7
de outubro de 1836. O secretario interino,
Alexandre Rodrigues dos Anjus,
.\io apresentando-se na sessao de hoje
do conselho de adminisiraco naval concur-
rentes'ao fornecimento de assucar, agur-
dente, carne secca, sal, toucinho, azeite de
carrapato e carne verde, estes gneros da
melhor qualidade, incluidos nos que ultima-
mente foram annuuciados como precisos
para os-navios de guerra, barca de escava-
no, pracas do arsenal de manaba o Africa-
nos ah existentes ; manda o dito conselho
fazer publico que o contratar no dia 13 do
correle mez, avista deproposlas aposen-
tadas pelos respectivos inleressados ueste
ruoAp dia at as 10 horas da manha,
SW do conselho de administracao naval
om 7 de outubro do 1856. --- O secretario in-
terino. Alexandre Rodrigues dos Aojos.
Na couforrnidadrt das ordeus impenaes, trans-
mit 1 >- pelo Exm. Sr. presidente da provincia,
manda o Sr. capil.m do porto fazer publico o viso
dos navegante, da opiajunta, relativamente aopor-
lo de .Macei"
Capilania do Porto de l'ernambuco 8 de oulubro
de 1836.O secretario, AlexaoJre Rodrigues dui
Anjos.
PHAROL AS COSTAS DO BRASIL.
A. ist) aos navegantes.
Faz-se publico para cotilleamenlo dos navegan-
tes, quede 1 de jnllio do correle anno em diante
su acender no porto de Macei, capital da provin-
cia das Alagoas. um pliarol, cuja turre, ltimamente
concluida, aclia-se collocada na pona O. da moti-
lando sobraneeira :i cidade, distante do ancoradou-
ro dos navios cerca de 1 milita, no inesmo lugar
em que existia a amiga casa da plvora, na laiitudc
de9 39' 1S" long. 854l' 24'" 0. do meridia-
no deG.
0 aparclh'j Iluminador lie caladoptrico 3.- or-
dem, dos chamados de curtos Vclypses, fogo fixo
variado por brillios.
A luz da cor natural est elevada 182,7 ps
poruiguwes sobre o nivel do prcamar, e pode sor
vista na distancia de 22 millias,lempo claro.
1 m observador, enllocado om qualqucr punto
do hOfisooto martimo, ver mi intervallo do dous
minutos as phases seguimos :
Una bella luz de cor natural iliiianlu '()"
Um eclipse durante 16"
lima luz muilo brillianlc, auginenlando de
inlensidade durante 12"
Uiu eclipse diante 22"
120"
A pona mais saliente do recile, que forma o
aucoradouro do porto, demora por 5'. iM; mag-
ntico do pliarol.
Mani S de abril de lS.'iti.
Clirisliano de Azarado Oiutinlio,
Major de engeoliei ros,
niilorme.O secretario,
Alexandre Rodrigues dos Alijos.
O lllm. Sr. capitn do porto, curupnndo o
anso circular da repartir io da marnba de 12,
a ordem do Exm. Sr. presidente da provincia de
22, ludo do crrante mez, manda dar publicidade
as traducQoes juntas a esta, da varios avisos, nos
quaM anminna-se aos navAganie1) oestabelecimcn-
llode novos pharoes as ilhas Baleares, no Medi-
erraneo, no Mar Negro, Estados-Unidos, Col-
pho de Alhenas, e na entrada do Tamisa.
Capitana do porto de Pernambuco 26 de selern-
bro de 1856. 0 secretario Alexandre Rodrigues
dos Anjos.
TRADCCA'O.
Aviso i o
N. 1
INGLATERRA.ENTRADA PARA OTA-
MISA.
Pliarol (lunlleei East Swin.
A corporaro do Triniv IIousc em Londres aca-
lla de fazer publico, que o pliarol de Estaca re-
renicmontc levantado prximo a borda do S. E.
do bai\o de Gunllcet, ern frente costa de Esses
no Swin de leste prximo a cnlrlrla do Tliamisa
aclia-se actualmente promplo.
Urna luz revulvente de cor encarnada ser alli
collocada depois di lardo do primejro dia de maio
prximo, mostrando urna face escarate cada meo
minuto. Estar collocada om uma altura de 48
ps cima do nivel medio do mar, c deve ver-se
doconves do um navio no estado-ordinario da at-
mosphera, em distancia de sele a oito millias.
A casa do pharol he de uma conslrucco de fer-
ro com seis lados ou faces, sustentada sobre pilares
oti pernas, que se acliam bracadas diagonalmente.
Tudo se acha pintado de escarale. Est collocada
com as seguimos demarcaces : Igreja deClackton
N. O. 1|2 0.; torre de Naze om Walion N. lpiN.
E.; casa de pliarol alio de Harwich N. -i.'IN. E.;
pharol na embarcaco a pique E. 3|l S. E. A l|2
millias.
No mesnio dia sero cxtinclas as luzes, que
presenlcmcnto apparcccm do bordo da embarcaco
pliarol no (unlleet ; as balas no lope dos mastros
sera o arreadas, e a embarcaco brevemente sera
removida. Igualmente a balisa que fca um pon-
co para o oeste da nova eass do pharol ser reti-
rada .
Roga-se aos capitaes de navios, pilotos e eoulros
navegantes, que tcnliam lodo o cuidado m *no
se approxiinarcm casa do pharol mais de um
(|iiaru> de milha, nem em circumslancia alguma
tentar passar para o norte delle.
Todas as demarcacoes sao magnticas Va-
riaco 21 15" O. em 1856, diminuindo 6' an-
nualmentc.
Por ordem de Ss. sen haras.
Assignado. John Washington, hydrograplio.
Rcpariico hydrograpbica do almiranlado. Lon-
dres 17 de abril de 1S56.
Esle aviso affeela os seguirnos mappas do al-
miranlado.Canal de Inglaterra 0. 1, n. 1598 ;
proximidades de Harwich n. 2052 ; geral do mar
do Norte e folha 1, ns. 2339, 1406 ; costa de les-
te de Inglaterra, lollia 2, n. 1610; Tamisa fo-
lha I, n. 1975, e igualmente alista dos pharoes
britnicos (ed. 1856; n. 69.
TRADUCCAO'.
Aviso aos navegantes.
n. n.
GOLPHO DE ATHENAS.
Pharol lxo sobre Lipso-Kulala.
O governo da Grecia acaba de fazer publico que
desde o dia 13 de marco de 1856 se achara esla-
belecido um pliarol na cxiremidade de leste da Ilha
de Lipso-Kutala, (ane I'syllaleia ) em frente a
entrada do Porto Urako, ou Pcrceus nogolpho
de Alhenas.
A luz he brilhante e lixa. Esl collocada em
urna altura de 184 ps cima do lermo medio do
nivel domar, e deve ser visivel em lempos ordi-
narios em uma distancia de 10 milhas. A ma-
china Iluminadora he uma lente da soxia ordem.
A torre do pharol he circular, de pedra, e de
10 ps de alinra da sua base aclia-se collocada
na altura sumira do cabo, na lalliiude 37" 56'
23" N. longitude 23 35" 56" a leste de Grie-
wich. approximadamente.
Este pharol serve de guia para o ancoradouro
de Salamis, ou koluri, e igualmente para a ba-
ha de l'eiro'ii-.
O pliarol ou luz temporaria que al boje lem
oslado collocada na torre Crme prximo ao tmulo
da Tomislocles, nao pparaoBf mais.
Por ordem do Ss. r Ass;/nado, Julin Washingtou, hydrographo.
Ropariieo hydrograpbica do almiranlado.
Londres 7 de marco de 1866.
, Este aviso|alTecta os seguinles mappas do almi-
ranlado : Mediterrneo n. 2(58 j Archipelago ge-
ral n. 1650 folha 1 n. 1651 folha 2, n. 1652;
Rabia de Salamis n. 1513, ou Peiroeus, n.
1520 ; e igualmente a lista dos phaioes do
Mediterrneo ns. 154 e 137.
TRADCCA'O.
Aviso ios navegantes.
N. 1S.
MAR NEGRO.
Pliarol de luz lixa em Cabo Sbablah.
O governo turco acaba de fazer publico, que,
no dia 1. de fevereiro de lS56eslabeleceu-se una
luz na torre de Balisa do Cabo Shablah, na cosa
da Bulgaria, pouco mais ou menos 36 milhas ao
nordeste de Varna no Mar Negro.
Diz-se que a luz he fixa e brilhante. Esl col-
locada em urna altura de 120 ps cima do nivel
do mar, e em lempo claro deve-se ver do convs
\ie um navio na distancia de 16 milhas pouco mais
wi menos. A lorre do pliarol est na lai. de 43
3T 30" N. longil. 28" 38' 40" a E. de Gre-
enwich approximadamenlc.
Fique scienlo o navegante, que, no mez de de-
zembro de 1852 treze embariaccs destinadas de
Odessa para Varna enealharam prximo ao Cabo
Shablh, e em marco de 1855 mais seis embaca-
ces darn cosa entre Shablah c Mngale, (pe-
quena cidade que Gca 16 milhas ao norte ) quan-
do seguiam da Crimea para Varna.
Como estes naufragios talvez livessem tido lugar
por causa de alguma correte que houvesse para
o oeste ou noroeste, os capitaes de embarcacoes de-
vem navegar com cuidado por motivo do tal oc-
currencia.
Devoin lembrar-se igualmente que os pharoes
na cosa da Turqua nao sao cortos, e nao nave-
garem com demasiada coniianca, na esperanca de
ver o pharol no Cabo Shablah.
Variaco 7 O. em 1856.
Por ordom de Ss. senhoras.
Assgnado, John Washington, hydrographo.
Reparlico hydrograpbica do almiranlado. Lon-
dres 10 de marco de 18S6.
Este aviso airela os seguinlee mappas do Al-
miranlado : Mediterrneo n. 2158 ; Mar Negro
geral n. 22*4, o folhas I e 2 ns. 2230 e 2231.
Igualmente a lista dos pharoes do Mediterrneo n.
172 A.
TRADUCCAO.
DIRECTORA YOROGKAPHICA.
Aviso aos navegantes
Pharoes das rostas do Hcspanha, Mar Mediterr-
neo (Ilhas Baleares.)
O ministerio da marinha remelleu a esla direc-
tora o seguinto aviso receido do do Fomcnio.
Pharol da Ilha dos Enforcados, entre Ibza c For-
meniera.
O corpu dos engenheiros de estradas, carnes c
portes acaba de declarar concluido o dito pharol,
cslabclccido na pequea Ilha dos Enforcados, si-
tuada na proximidad! dos Freos de Ibiza e For-
meniera. Sen niacliinismo he caladoptrico, da
sexta ordom. de luz lixa e natural, elevado 22 m.
778 (81*77 ps) sobro o nivel do mar, e visivel
em boas circumstancias, a dez milhas de distan-
cia. Estera aceso todas as noites sem interruprao
desde o 1. de maio prximo futuro.
Latlilude 38" 48' 42" norle.
Longitude 7 41' 2" E. do observatorio de ma-
rinha de S. Fernando.
O objeclo principal deste. pliarol he para marcar
o pmo ou Freo tirando, que he o mais limpoe
praticavol para loda a qualidade de embarcacoes.
Tom pouco menos de una milha de largura, com
um fundo de novo bracas a mcio canal, que di-
minu Jiara sois em distancia do uma amarra da
ponta septentrional da Ilha do Espalmador, c a 4,
em distancia igual do meridional da Ilha dos En-
forcados. Para emliocar a passagom denoiic via-
jo do leste, so procurar levar o pharol ao O. des-
de o momento que se aviste ; e quando se esteja a
urnas tres ou quatro milhas da luz, se tomar o ru-
mo mais para o sul, alim de o tomar pela amura
de estiborJo, com o lim de prolongar o Freo, e
lexa-lo por aquella banda, continuando ao O. S.
O., at completar duas ou tres milhas, em rujo
raso se podar fazer a derrota que se quizer.
Para embocar do O., se proceder de uma ma-
ncha totalmente inversa, ou contraria, cun o lim
de deixar o pliarol por bombordo.
Nao se deve tentar esla passagam de noite com
ventos escassos ou variaveis, para se nao ver na
contingencia de Icr que tundear nella, visto adiar-
se rhoia de pedias. Os rumos sao magnticos.
Madrid 2!) de marco de lS.'ili.
Assagnado.Joaquim (iulierrez de Rubalcava.
ADVEHTBNCIA.
O procurador de cmara municipal do lio fe, avi-
sa a todos os sculiures duoui decarrMOtC aluRUfl, car-
rocaa e uniros veliirulus de cunducao, que o prisa
marrado para o pagamento do Impuslo dos mencio-
nados vehicnloa liadase no ulliuici do enfrente mez
de oululirn ; incorreniia n.i multa de 50 por ecuto
aquellos que dolieren) de lir no dilo prazo.
O Di. Joaquim de Aquino Ponsecn
continua a vaccinar gratuitamente, na
casa de sua residencia, na ra Nova .
I todas aquellos pessoas que nella
comparecerem, nos sabbados de rada se-
mana, das 7 a's '.) horas da manlia, e
declara que o luz indisfinctamente, eriue
tem com abundancia excellente semen-
te, podendo foniece-la a's autoridades
que a rcquisitarem-
Oesapparecea ou lirarnm da lili i dos Halos, lia
_j&9t009 -4ftifi0
Para Lisboa
com toda brevidade pretendo sabir <>
brigueportugus I.AIA III, por ler ja'
paite da carga prorapta : quem nelle qui-
zer carregar ou ir de passagem, para o
que tem excellentes commodos, trate
com ossens consignatarios Francisco Se-
veriano Rabello \ Filho, no largo da As-
semblea n. (i.
Para Lisboa
com toda a brevidade pretende sabir o
brigue portuguez SOBERANO, por ter
ja parte da carga prompta: quem nelle
quizer carregar ou ir du passagem, trate
com osseui consignatarios Francisco Se-
veriauo Rabello & Filho, no largo da As-
sembla n. Para o Ararais sc^ue com brevidade o bem
conlieci.li> liiale idnvencivel, ja lem parle da carsa:
para o resto trata-se com Mariius & Irmao, na ra
da Madre de Dos n. 2.
PARA A BAHA
>egue imprclerivelmente no da l( do eorrenle a ve-
leira sumaca Nova Minerva).-, por ja' ler a inaior
parle da carga prompla : para o resto, (rala-se com
seu consignatario Domingos Alves Malheos, na ra
de Apollo n. 23.
Para o Maranhao sesue no dia II do mez cor-
rete o patacho "Santa Cruz: para o reslo da carsa
* passaseiros, trata-se com Caclaao Ciraco da C.
M., na ra da Cadeia do Recite n. >.
'ara o Rio de Janeiro
pretende sabir ale o dia \i do eorrenle o veleiro e
bem condecido patacho nacional "E-peraiira ; lem
promplo melada de seu rarregamenlo : para o resto
e escravos a frele, para os quacs lem e\cellenlea
commodos, Irata-se com seo consignatario Antonio
Lab de Oliveira Azevedo, raa da Cruz n. 1.
Para t Babia,
o veleiro palhabole Uous Amigos", pretende seguir
com muil.i brevidade ; lem piomplo mctide de seu
carregamento : para o resto trala-se com o seu con-
signatario Antonio I.uiz de.Oliveira Azevedo.rua da
Cruz u. 1.
PARA O RIO DE JANEIRO
segu imprelerivelmente no dia 10 do correle
bem condecido brigoe nacional Muriaunu, e por ja'
ler loda a carga prompla, recebe soinenlc. e frele : Irala-se com Manoel Ignacio de Oliveira. na
praca do cominercio o. (i, ou com o capilao Joso da
Cuoha Jnior.
Para o Rio
de Janeiro.
V'ai seguir com toda brevidade o bri-
gue nacional ELVIRA, O pial lem uma
grande parte do seu carregamento promp-
to: paiaoresto, passageirose escravos,
para o que tem excellentes commodos,
trata-se com o consignatario Jos Joa-
quim Dias Fenandes, ra da Cadeia do
Recife.
PARA A BARIA.
Segu impreterivelmeiitesabhado. II do crren-
le, ohialo S'orgipano, inda aihnillc carga a frele,
quem pretender dirija-sa a ra do Trapiche n. 17,
ou ao mesiic a hordo.
Para a Baha.
O palaclio nacional uAlhenas, ehegado ds Mara-
nhao, com melado de seu carregamento para a Ba-
ha, pretende eguir com muita brevidade ; para o
reslo Irala-se com o seo consignatario Antonio I.uiz
de i Uncir Azevedo, tua da Cruz n. 1.
Para a Parahiba
egae o brigue hrasilciro teao. no .lia tido eor-
renle: quem nelle quizer carregar, dirija-se aos con-
signatarior Isaac, Curio & Companhia, ruadaCruz
u. 9.
Para o Rio de Janeiro
segu em poneos das o brigue brasileiro aAilolpho,
de que he capilSo Manoel Pereira de Sa; par o
reslo da carga, passageiros e escravos a frele, Irala-
se na ra da Cadeia do Recife n. 6o", ou com o ca-
pullo na praca.
gau*$.
O agent Rorja fara loilao em seu armazem
na ra do Colleyo n. la, da um grande ccomple-
te sortniento de obras de macineiria, consistindo
em sofas, cadeiras, consollos, mesas redondas,
commodas, maquezas, socrelarias.guarda louca,la-
vatorios aparadores e ouiras muilas obras lano de
Jacaranda como de amarello, diverso? pianos, obras
de praia, relogios para algibeira, ohjectos de por-
celana e de vidros para enfeites de salla, ricos jo-
gos de pistollis para algibeira, de um e de cinco
canos, opti-as espingardas de S canos para caca,
caixas c bancas de costura, lanlernas, candelabros
e mais objeclos de vdro, e uma iufinidede de ob-
jeclos de dilTorentes qualidades, que se acharan ex-
(Kislos no dia do loilao no referido armazn, assim
como 2 parelhas de canarios de imperio, os tnelho-
res cantadores quo se tara visto : quinta-feira 9 do
eorrenle as 11 horas da n.anha.
Patn Njsb St C, lano leilao, por
inlervenriodo agente Oliveira, do mais
esplendida sortimento de 'a/.endas ingle-
/.as, as mais proprias do mercado : quin-
ta-eira 9 do crtente, as 10 botas da
manliaa, no seuarma/.em, ra do Trapi-
che-Novo.
Leudo.
O agente Vieira da Silva fara' leilao de
"V saccas com arroz e ditas com feijio :
quinta-feira do eorrenle, ao meio-dia
em ponto, no armazein do Sr. Ca/.tiza,
defronte da alfandega.
O agente Borja fara leilao |em sru armazem
na ra do Collegio n. 15, de diversos escravos de
ambos os sexos, bem corno oplimns prelas coznhti-
ras, engommadeTas, co mualas com varias dalnldsdes, negrinlias de II) a 12
anuos, moleques, vario escravos com ollicios, ditos
moco proprios para lodo o serviro, ditos de meia
idade proprios para sitio, e outro's minios escravos
pecas, que se achar.lo ptenles no mcsino armarern,
aoude poderao ser eiaininados pelos similores pre-
lendcntes : sabbado 11 do eorrenle as 11 lloras om
poni.
d?&$0d &t>tt$.
Pn
ecisa-sc de um distribuidor para
este DIARIO : na livraria ns. (i e 8, da
praca da Independencia.
Podemos dizer que esla creada a soctedade po-
pnlar dos soccorro mutuo. Priucipiou a discossao
dos estatuios no dia "> do eorrenle, e liniou no da
S as II lloras da noile, ludo na mcllior ordem possi-
vel, sendo diicalides artigo por arligo. Ot estatu-
ios eilSo se pawaudo a limpo, para no dia 9 ser
lido geralincnic oeranlc todos os social prsenles.
Depois ato i polfcia. para serem impressos. Roga-
mos a todos aa sociei que comparecam em nossa ca-
U, logar da leuniies, no dia 10, "devendn princi-
piar os Irabalho! das l> doras da lanle cm dianle.
I'oi creada com :!i socios. Os estalnM kCrtojpn-
blicados por ele Diario, alim de lodos condecerem
os agrados lins da aociedadeO creador da socie-
dade, Rornualilo Alvc dellliveira.
Recife H de outubro de IS1I1.
Na ra da Cadeia de Hanto Antonio n. IR, pre-
cisa- de algun manios para aprender o ollicio de
marciuciro, comeado e dormindo na leuda.
8 dias para 9,
de condu/
rampa do liyninazio, nina canoa o mondo, para que se
AO PUBLICO.
(i abada animado lem vividosempre do que de
sen, e mo costoma, como certa genle da Vctorij, ,
iinpingir galo por lebre, a viver de fpi.iul.irn;'*, de
esprtelas e nnumerosaa Iraficanrias: porlanlo o
alian > signado cientfica a lodo o l'ernainburo.
que nada dere a ninguem, que dolosamente deue
de querer pagar. He poi itifun lado o boa lo que se
lem espalliado, de que ommirio abaiie aulsnaig
nao qoiS pagar ao Sr. J.iao Dias Terrena. Os leilo-
resivjam o recibo que lai abaixu impresso, e verfln
qu desde o dia (S de telembro se sella pago o Sr.
! Joao Dias l'erreirn de -JOll?DIK> que exigi pelo Ira-
lamento de roioha oaerav durante um mez. Se
pois o Si. Joao Das e-la pago o o pode di/er a lodo
Afericao.
(l alniio (signado, rremtlaule daa aferi.....lo
municipio do Recife, (cientfica ,i quem limil (| .
ten estabeleciao o. seu escrlpiorlo no p leo do I 'ten
o. Hi, sonde dar' expediente das s di mandila as
3 da lano.Jos Custodio Peiiolu s are*,
uinaoai-
Iral i
inuuuu, i'u.,, 4<,c ii.i de propalar a idoa de que
/ir capul, rom os Biguaes sega Hiles : meia en a .....gnem quero pagar .'Pelas snas obras os co-
rla, com banco de por vela, rom a matricula da i nhecereiidisse Jcus aos l'liari-eos.Vejam por-
lanlo ns leilorca que Ues sao ,is pes.oai da cldtde da
\ irloria gente infame, rom honrosas, porm pou-
c.is exceptes. A Sra. D. Alaria lera publicado a
quem Tueira ouvir, que cu Id- devo IK1-. Ksa e-
nliora qocira declarar de que de que eu Id- devo,
aliin de ser indemn sada. Ku o quero o que de
meu, o aldeio RAO apeleco. Si'i juslira quero, Livor
nao pero. Recite 8 de oulubro de 1836.
Joao llcrculaiio do Reno.
Rerelii ilo Sr. Antonio Raimundo a qiianlia de
aoUatWO. Vielorii 8 de skterabro de in">ii.
Jiulo Dis Kerreira.
Declaro que os -JOOSKK) cima refer loe, ik recebi
do reverendo padre Joto Herealino do llego, para
os enlrcgar ao Sr. JoAo Dias. Victoria. Eral ul su-
pra.Amonio flaymundo ele Mella.
_ Km raa defimm Morasen .V \ inassa,praca do
Carpo Santo n 13, ha Ires pianos fortes do melhor
aolor, um completo snrliineuto de livros em branco,
ludo chrlado pelo ultimo navio de llamburgo.
apilailiado (orlo, com o n. II i, o qoal esla' collo-
rado na laica anterior junto a poopa, a' proa lem um
ferro postado, rom dui irgolas urna na proa cou-
Ira na poopa, nova : quem apprehende-la ou velo
em algum lugar, qncira mandar conduzir a lilla dos
Rales no ni-Mno lugar da rain i a e participar na
mesma llda a'casa desoan de varanda, qoe sera
bem recompensado, ou na roa da Cadeia do Recife
casa n. .VI, tocando andar.
Os directores da companhia da estrada de ier-
ro lazein pudlico, para evitar duvidas, ou Conlestl-
ees futura, que lugo que estiver concluido qualquar
dos leos da refer la estrada, smente sera per Mul-
lida passagem nos lugares para esle lim designados
pelo Sr. eiigendoiro em edefe da eompaobia, segun-
do a cominoili.lade dos proprielarios. c do publico
em geral, c nSoem qualqucr onlro ponto da estrada.
I'or ordern,
S. P. Wereker, Uiesonreiro.
Recife 7 de oulubro de ISli.
Aluga-se a caa da PaSfageni da Masdalena,
piolada da novo, junio a casa do lllm Sr. Dr. Fon-
seca : a Iralar na roa do Rruin, fabrica de velas.
-O a ha ixo sssignsdo faz saber aores-
peitavel publico;qae tnmlo sido riiobado no
da 17 do setemnro de ts.ii, em dinheiro
230?, i:m valle de Jos Jacintho Montciro
de 2011/. urna Intra do Jos Lopes da Silva da
quantia de 135^410, uma dita de Mauricio
los de Oliveira da quaalia deS7#5t0, urna
lita de Antonio Joaquim da Silva Ribeiro de
27/880, um valle de Jos Lopes da Silva de
3(i130, um bilhete de Bento Jos A. Mara-
nhao do 29?830, un papel da compra da ta-
berna vendida por Manoel Azevedo Almeida
a Manoel Ferreir da Silva, todos ostes objec-
los dentro do una carteira do algibeira de
marroquim encarnado ja usada ; faz-se saber
a todos os senbores que Qcara slo cima de-
claredo sem vigor algum, e ao mesino lempo
da-so 200/de gralilioacno n qualquer pessoa
que apresentar estes objcctis na ra das A-
guas Verdes n. 48.
Manoel Ferreira da Silva.
SEGURIDAQE.
Companhia de seguro ma-
rtimos, esiabelecida no
liio de Janeiro.
CAPITAL 1,000 C0.NT0S DE RKIS.
OITcrece ao commercio vanla^ens que nenduma
oulra eompanhtl lem feilo al agora: acceitam-se
propostas oe eauro no escriptorio de Isaac. Curio &
C, agenles dacompandia, ra da Ou/. n. i'J.
BILHETES DE LOfERIi DO
lO DE JiHEIRO.
Os brietes da ->l- lotera da casa de
correcco Ja corte, e da I lotera to
hospital das aguas das caldas, acliam-se
evpostos a venda junto ao arco de Santo
Antonio, loja n. I : as listas devem vir
pelovapo> CDIZ, que chegara' aqui at
lodo coi rente me/..Jos Euzebio Al-
ves da Silva.
Precisa-se de um rapazinlio para
caixeiro : na ra Imperial, taberna n.
15 junto ao chafari/..
Precisa-sede urna ama para casa eslrangeira :
a Iralar un liolel ingles.
Precisa-se de uma ama para casa ;
Ponte-Velha n. 1.
na ra da
Hospita
guezcle
cenca.
Portu-
Itcnei-
MACHiNAS 1MPERIAES DE
DESCAMAR ALGODAO.
Oabaiso nssignado, socio gerente reaponsavel da
compaiidia em commandita, que son a ratao Goovoia
iV C impaohia c leba etabelecida nesta praea, para
aconstruccaojdo machinas inipcriaes de descarorar
asgo lao, faz iciente ao seiitioree socios cominandia-
rios que, leudo sido publicado na mirle o decreto que
concede ao socio de Industria o privilegio evrlusivo
por lannos, passa a fa/.er recoldcr, de couformida-
de com o disposto no S, 3." do arl. 1 dos estilo tos
da mesma sociedade. a primeira preslacao de 20 por
cenlo do capital subscripto para levanlar-se a pri-
meira de ditas machinas na villa de Bananeiras da
provincia da Paralaba, que por concessAo do socio
de lodu-lria enlra tamban}, como a de Pernambuco,
no dominio da companbia. l'ernambuco (> de oulu-
bro de I8.">(i.Joao Jos detlouveia,.
-- llypoteca-se por (iOJ.^ U'oa esrrava rom idade
de Ireze annos, para servir em ca-.i de ramilla :
quem a pretender dirija-se ao paleo do Terco n. III,
que achira' com (fuera tratar.
~ Eipera-ie que o Sr. Honorato Jnseplide Olivei-
oeiredo, provedor da irmandade de S. Jos
ia.coinpareca boje pelas:'.doras da larde, pu-
ntosa ronjuncta que lem de reuuir-se, alim
de responder a's graves aecusacoes, nue consta 1 lie
lerao feilas pelo procurador geral.Ira que deseja
ver o feitiro contra o fciticeiro. .
O abaivo assignado declara ao publico e a
quem mais inicrcisar. que tem juslo e ronlralado a
compra da taberna sila na ra Aususla n. Oi, com
o Sr. l'irraino Jos Polis da Kosa, Picando ao cargo
do mesmo vendedor a liquidacao do activo e passivo.
l'ernambuco 8 de oulubro de 18515. Jos I'inheiro
Nogueira.
Os Srs. I. | A. V. M. a. I. M. R. I'., por
obsequio dinjam-se a ra do Ungl n. 2, a negocio
que os Srs. u.lo ignorara ; do contrario veriio seos
liornas por etlenso.
~ O ollicial do fallecido meslrcjoao Pacheco, de
Olinda, (,t capas, batinas, cbamarras, capas beato-
nas e barretes, ludo com a inaior perfeioAo : M ra
Velha n. 8.
Ns roa das I-lores, cocheira n..., que fui do
hilado Joso liara, trata-se cavallos e guarda-se
canos a conteni do fregu/..
'rspni
rame a
l'recisa-se de um srvenlo para ele esladeleci-
meolo, o qual tem o ordenado de LigOLO por mez,
casa c comida, prefere-se o que tiver melhores abo-
uacoes : a Iralar com o provedor.
Marcionila l-'raucisca Salles de Lima, vmva do
hilado Custodio da Silva Lima, roga a todas as pes-
snas que se julgarem credoras de seu casal, para
apreseotarem suas cuntas na ra da Cadeia Velha do
Kecife n. ">fi, loja de ferrasen do Sr. Francitco Cu<-
lodio de Sampaio, afuu de deliberar-se o melhor
meio de serem embolsadas, e os que o nao filaron
dentro do mencionado prazo, llenara de ser altcn-
dida qu-lquei reclamacao. Recie 9 de oulodro de
186.A rogo da annunciaule, Francisco Esleves
Alves.
Constandn-me que mloha mullier I). Ano
Joaquina de Mello contina a contralor dividas e a
assignar lejlras e papis, (ignorando alo o conteudo
de alguus) s com o lim de esbaujar o casal, e por
obstculos em minda adminislrac.to : cumpre-me
artificar a dec'ararao e proleslo que por esle mesmo
jornal pubquei em novembro de ISi, o que agora
faco ; preveniudo do novo a qualquer posiuidor de
quaesquer desses documento!, que nem o meu ca esla por frroa alguma obrigado a elle, nem eu dei-
xarei de npprme p ir loda as fornids, a lodos os
contratos feilo por inhiba mutilar (por sua nalureza
illegaes, qua compromeltam ou o casal ou a misa, ou
inesmo a ella pela sua ignorancia c leviandade. Re-
cite (i de outubro de |s">i..
iniiiii ni.c Aueusio Rodrigues Selle.
rnocisco Jos da Silva, subdita portuguez,
relira-se para o Rio de Janeiro.
l'recisa-se de um caiseiro para taberna, da-se
bom ordenado : a Iralar na ra dj Amorim, no se-
gundo andar du sobrado n. '2$.
Aluga-se pira se pstMr a fesla um litio com
fructeiras, rio per! >, e casa com commodos sullicien-
les para familia, uo lugar denominado Peres : a Ira-
lar na lravea do Dique, segando andar.
Aluga-se uma escrava parda, de boa conduela
para o trrica) interno de uma ca, como neja, cn-
gominar, coser e cozindar, e mais arranjos de casa :
i tratar na ruado Crespo n. 10, segando andar.
Caixero.
I'recisa-se de um moco de illibida condocla'e prn-
hidade, e com niuila dadilidade para balco de urna
loja de lazendas. Ollerece-se vanlajoso salario nos
pnmeiros Ires anuos, e depois sociedade por oulros
Ires anuos : a quem ronvier e-la proposicao queira
enteuder-se com o Sr. Jo tionoilves Malvera, na
ra do Crespo : islo anles da rhegada do vapor rjue
tem de passar para o sul, talvez nodia 1S do correle
ou anles. Macelo I. de ontnbro de 1Nj6.
Precisa-se de 1:0003000 a premio com ln polhe-
ca em um moleqoee uma negra ataja, isto para mais
segrenla : quem quizer aonuncie para ser procu-
ndo.
Precisa se de um caixero para taberna, que
lenha pralica de negocio, da-se bom ordenado
quem quizer dirija-se ao Campo- Verde, junio ao
hospital portuguez.
Para se passar a fesla aluga-se uma boa casa no
Cachanga, com cocheira, estribara e bastantes com-
modos: na ru.i Nova n. fi:t.
Precisa-se de uma ama para empregar-se no
servico de cozinha, para casa de pouca familia :
quom pretender, dirija-se a roa Augusta n. ;|, sobra-
do, que paga-se bem.
No dia III do eorrenle, na sala das audiencias,
linda a do lllm. Sr. juiz do orphao, se ha de arre-
matar por venda o ilio de Ierra
nadu l.agna do Calilo, no lugar da
grandes proporres para dous
V.tOOtOOO, o qual \.ii a'praca a requcrimcnlo dos
henleiros dos uados Joao Mojil de Somi e na
mullier, para pegamento desles e dos credore-. lie a
illlima praca.
ATTE.NCA'O.
No dia j.l do prximo passado mez fugiram do
piinlal do obrado io p da nnlem lerceira do Car-
ino :l aniraaes, sendo doni carvallos a orna egoa, o>
dous cavallos appareceram no sitio do (^dora-menino,
faltando a egoa, que de ruca e ferrada de pouco
lempo, no lado esquerdo e direito dos qnarlos, e dar-
se da mais outros signaos : quem a tiver adiado di-
rija-se a mesma casa, que sera' bum pago do sen Ira-
baldo.
I VISO.
Hoje a's doras da larde lera' logar eleicao de
Santa iherozi de Jesii-. dos esludautes, no Lorpo
Santo ; rosamos os irmilos a comparecerera.
Ouein precisar de um escriplurario brasileiro
para cscriplorio de qualquer estabelecimenlo, que
lera oplima letra, (nbegrammallca nacional, arilh- p
mlica, e faz letras igoaea a's iinprcssaj das dillcreii-
tes qoaliHades, annuncic.
II agenle Visir* da Silva na ra da Madre de
DeOB n. :IJ. faz Icil.io sabbado II do eorrenle aomeio
diaein ponlo.de diversas obras df> mereinerla, novas
e usadas, diversos candieiros, candelabros, relogios
pora cima de mesa, diverstl perfumaras e mais ob-
jeclos que se diarera no dito maten), que ludo
ira' a leilao.
Precisa-se de -J ofiriaei de charuleiro
ra da Moeda n. II lercciro andar.
REMEDIO IHCOMPARAVEL.
PILULAS HOLi.OWAY.
Esta inestirnavol especllico, composto iti-
teiramniile de hervas medicinaos, nao con-
ten mercurio, nem alguma outra substancia
deleeierea. Benigno a mais tenra inl'ancia e
a COmpleicSo mais delicada he igualmente
promplo c seguro para desarreigar o mal ns
compleicSo mais robusta ; lie intoiramente
innocente cm suas operacOese effeitos: pois
busca c remove as doenrjas de qualquer es-
pecie e grao, por mais antigs e lena/.es que
sejam.
Entre mudares de pessoas curadas com es-
te remedio, muilas queja estavam as portas
da unirle, preseverando em seu uso, conse-
guirn! recobrar a sude e Torcas, depois de
haver tentado intilmente todos os outros
remedios.
As mais alllictas nao devem eotregar-se n
desesperagao ; lacam um competente ensaio
dos ellicazes effeitosdesta assombrnsa medi-
cina, e prestes recuperarfio j benelicio da
saudc.
N8o se perca tem-o ern tomar este reme-
dio para qualquer das seguintes enfermida-
des :
'. '.' u> -.'
BEMIST4 mSXEL
;-
pessoas j
i Anu'elloCi.stoili.i dos Santos, tem
ta na na da Senzala Havs n. 4.
Pnaejaso Jos Aira ('isssiias i.:,
encommends : na. ra da Senzala A oa n. 4,
Aluga-se um prista junprio para tnumm Js
assucar; na ra da Senzala .Nova n. -I.
PreciiS-Se alugar aatl prela forra MSS SOS
para todo u sen ico de uma css* do j osm familia
na roa do Monas n. 10.
~ Aluga-se uma escraia (ue HSssl ettUkm
o diario rJeoms iaa c en.'oinmar, promeit...,.
hora iratam. nio t tambera di-so alpM m /-
adiantado, se a pessoa qui/or quem pret'-ndci di-
rija-se a rua do Emaiiuniento n. 3, arm.i/cm, a
sele horas da manla as :i ,1a lardo, que M lu i i
quem iralar.
Peste-seas pessoas a*Js tneram a Ikhi.UIo ,1
a.iuilar a rerc-lher ostras do sbralo jsMS ao I,
incendio, primeiro andar ,quo acharam Saj^JssMsV
oujectos ssguiaM ; 1 rsruosssl pi-iola, i as-
pada, lamcrnas, cisiir.ies, ajabas, ledins. i-mio.
ecscovas, que lenlism a bondad.! avisar sa 11 n
na raido Torres, escriplono n. 20, de Kferlcriro
li'diilliard.
Precisa-se da uma ama de leile. e pagase
bem : na rua da llrn n. ;l(, egundn andar.
Por delraz da na do I atonde, lujado .,.-
. lirado que loa defroote do eHelsilS, onde se f.la
seii.os, abrem-se hrmas, sineles, lauto a talho doce fazendo um brigue, nirtatl n P, f rom Ind.,
coino em relevo, ornamentos em objeclos de ogro e are'- c rabera se lava e enjamina : tudo por pre
oraia, lazem-se riscos liados e originaes para borda- S commodo.
dosdelahvrintho ; idmiile-sc a rerus de nuae- n.
quer des.es objeclos no caso de alo fioarcm a conten- ..,7, 'V'fSi '"1 *"""""-; <-le..o c oV. R.-
tu das pessoas que os enconiraendarein : quem pre- 1,1, cT "">er,1,c- "" Ia1 SlSiaiSSls < ge-
lender dirija-se a qualquer desle, lugares no b.i.ro T.9!^^*i.mm*m S. SSSISSSSSI
Jn Recife. rua da Madre de Dos n I" ^ZSlIg"*.*eSWlts, bom baoh. uo... de cas.,. r.a.
andar ; era Santo Antonio, na livrariaiclassici do I.U.r"? Cm *" "" ''ommo,"' I'-" '"" r-
Pileo do Colleg...... 2; Cinco Ponas, sobrad EL'g. *!!!***!**' ** '-"'''-
o
.;' Paulo (iaignouv. de volla de sua liagcm ::-.
.-.j a Europa, est morando na rua Kov n. ;,'.'
'.'" '' primeiro andar, onde pode ser prorura- "."
fj do i qualquer dora. ;-;
* *V.sS. *.' '. '* .' -. '>, i". '> r*. i*-. -^ ... -^ ,
- .... s-j:,;:.: '..: ^&i
O Dr. Joaquim de Aquino Fonseca
tendo sempre excellente sement vacci-
niea, roga indistinctamente a's
que ainda nao se adan vaccina
comparecam cm sita casa, na rua Nova
n. I i, DOS sabbados de cada semana, das
i as !) horas da manha; assim como
pode (ornecer sement a (
ridade que a rer|uisitar.
Bilhetes de visita.
qualqucr anto-
tiraiam-sc e
iraprimem-seom pefoic.io bilheles
a visita, leltras de commercio c lodos mobjeclos da
arle caligraplilea, regislros, vindetase quaesquar de-
le

Bes-VisU, casa u. a, j iralar com Manoel KIms V
liara.
LITERIA DA PROVIHCIA.
Terceira parte da onsarta lotci ia do Gasa-
dalnpede Olinda.
Corre sabbado II de outubro de 18-Vi.
0 abai\o assignado avisa an ssasMfcB-
! :' ron i confroile a malriz nova.
A H0IE0PATHI4 E 0
CHOLERA. |
g nico tratamento preservativo e |[
w curativo do cbolera-morbus, w
(H PEI.O DUCTOR (^
^SabinoOlegarioLudgeroPinho., vel publico, que w: acliam a' enda,
lojas ja'annunciadas, os seus Mines Im-
Segunda tdicrao.
k hniievolencia com que foi Stalhids pe-
lo publico a primeira edicc.lo deste ops-
culo, csgolada ao curio esparo de dous me-
zes nos induzio a reimpressao-
Cnlo de cada everaplar......19000
Carieiras romplelas para o trata-
ment do cholera e de muilas ou-
Iras molestias, a..........IlliyMKI
lalas carlearas..........n v Os medicamculos sao os melhores possiveis.
Consultorio cenlral homcopalhico, roa
de Santo Amaro Mundo-Novo n. (i.
Hieles, meios c qnarlos, os quac* nio cs-
lao sujeitos ao descont das S por reir.
cpic sera' p-i(Jo Injjo
na da Cadeia do R<-
i
Accidentes epilpticos
Alporcas.
Am polas.
Areas mal de).
Asth ma.
Clicas.
Convulsfios.
Uebilidade ou c\le-
nuacno.
Dchili.iade ou falta de
forcas para qual-
quer cousa.
Desintetia.
or de garganta.
de barriga.
~ nos rins.
Dureza no veutre.
Kulermidades no ven-
tre
Enferinidailes no liga-
do.
Ditas venreas.
Enxaqueca.
Ilerysipcla.
Pebres biliosas.
Pebres intermitientes.
rebrota da especie.
Cotia.
Ilcnorrhoidiis.
Hydropisia
Ictericia.
Indigestles.
InllainiiiarOes.
Irrogo la ri da des da
nienslruacao.
Lombrigas de toda es-
pecie.
Mal de pe ira.
Manchas n,, culis.
Ohstruccao do venlre.
Phtisica ou consump-
cao pulmonar.
ilelencao de ourina.
llheumalismo.
Symptomas secunda-
rios.
Tumores.
Tico doloroso.
Cceras.
Venreo 'mal.)
Acbam-sc desoecupadas para serem
alujadas, duas casas terreas pertencen-
les a veneravel Ordem-Terceira de San-
Francisco, n. G no largo do Paraizo c n.
50, na rua de San-Francisco : os preten-
denles dirijam-se ao irmao ministro "F-
lix Francisco de Souza Marjalbaes, pessoa
habilitada.
*T A irmandade de N. S. da Soledade do bairro
da ltoa-\ isla arrenda o grande predio contiguo *
igreja da raesma irmandade, cojo predio he o'm.is
sulllcienle para qualquer eslabeleciinenlo e morada,
por ser assobradado, alera de um grande quintal que
lem para qualquer lim applicado : quem o prelcu-
der dinji-sc a praca da lio.-Visla n. 7, a Tallar cora
I edro Ignacio Baptisla, c.rriv.io da mesma irnitu-
dade.
Precisa-se de uma ama de leile para acabar de
criar uma crianca, a qual he a mais mansa possivcl:
a Iralar na prora da Independencia n. I, uu na rua
doljueiinado o. I i.
~ -Vrrenda-se um sitio prximo a apata dos
A .lelos, com escellenla casa de comnimlos sullici-
entes para grande familia, cozinha fra.eilcnso ver-
gel de laranseiras, e oulras arvores de fruclo, baixa
decapim, cacimba com agua muilo pura, ludo em
muilo bur estado : quem o pretender, diriia-se a
rua do Mnniego n. .18.
Precisa-se de olliciaes de loda obra : na loja
do alfaiate da roa Nova u. (il).
O abaixo ssigoado, com loja de lartaruguriro
na rua das l'rinrlmras n. 8, avisa as prs-nas que lem
| concert de tartaruga em seu eslabalccuneiiio, que
> os venhain pagar no prazo de 30 dins, quando oci
dispota a venda para seu pagamento, e nao (enlo
direito reclamacJo algoma. Ilecire I. deoolobro
de 1850.Jos Joai|oim da Cunba Cuimarilcs.
Os credores da ma-sa fallida de Deane Voulc
Ou Companhia podem vir receber o terceiro dividen-
do de Ires por cento no escriptorio da administracao.
na rua do Irapicbe, caa n. ij, das !1 doras as j da
tarde. iKothejW Bidoulac. /,
Precisa-se de uma ama para casa de muilo
pouca familia, pode ser esrrava sendo de meia ilute:
na rua da Mangueira n. 7.
Precisa-se de urna ama para lomar conla de
um menino e desmama-lo: na praca da Independen-
i" AO PUBLICO.
jgjl INo armazem de fazendas baralas, rua do gg
t'.ollcgio n. 2,
| vende-se um complet sonimento de fa-
*| zendas linas a ;ross, por mais barat M
g precos do que em outra qualquer parte, H
H tanto em porres como a relalho, aflian- S
Vendein-se estas piluias no estabelecimen-
t geral de Londres n, -2M. strand, o na
loja de lodos os boticarios, droguistas e ou-
lras pessoas eucarregadas de sua venda em
tola a America do Sul, llavana ettespanlia.
Vcndem-se ss boeetinhas aSOOrs. Cada
nina deltas conten una inslrucQo em por-
tuguez para explicar o modo de se usar des-
las piluias.
O deposito geral he em casa do Sr. Soum
pharmaceutico, na rua da Cruz u. yj, om
Pernambuco.
PHYSIOLOGli DiS PIXOES.
Esta importante produccilo Iliteraria do Sr. Dr.
Mello Moraes, do Rio de Janeiro, bem como a coro-
graphia do Imperio do llra-il e o Educador da Mon-
dada Brasileiro, coordenados pelo mesmo aulor :
icham-se a venda na rua do Queimido n. '".
CONSILTOKIO HOMEOPATHICO
DO
lt. MELLO MORAES
DO
RIO DE JANEIRO.
I uiro deposito em Pernambuco, rua de QaaiaM
cando-se aos compradores um s prero
SjJ para todos: esle estabelecimenlo abrio-se
gg de combinar;o com a maior parle das ca-
B sas commcrciacs inglezas,, francezas, alle-
|g raaos e suissas, para vender fazendas mais
em eonta do que se lem vendido, e por isio H
ollerecem elle maiores vanlagcns do que %
outro qualqucr; o proprietario deste im- |
porlanlo eslabeleciraento convida lodos I
os seus patricios, e ao publico cm geral, M
para que venham (a bem dos seus inle-
resses) comprar fazendas baralas: no ar-
mazem da rita do Collegio n. 2, deAn-
tonio Luiz dos Santos & Rolim.
do imposto geni,
|iie saia a lista, na
cile n. i">.
BHielos
Meios
Quartos
Po
5|80d recebe 5:MtfsaM
~>.SO0(I ., -2:.~iUO.sn(KI
IjjOO ., 1:2.">()rOiMl
r Salnslinno de A(|iiino Fcn-eira.
Joso Fortunato dos Santos Porto.
Precisa-so algar orna prela, qn- saiha -
gommar, enzinhar e lavar, pigi-se bem : na roa lh-
reila n. i.
Precisa-se de umi ama qoe suba Iralir do n-
ranio de uma casa, bem como enzinhar e eugotnsnar:
quem ec|vfr nesla circumslancia, diriji-se i roa d
f>. Jos n. 82.
Alyga-se om grande arma/era com grinde
quinlal todo muia.lo. l-m porto de emborna, tir-
en I ro fundicilo do Sr. I). \V. Bowmn, i iibrin
de velas, na rua do Brom : qaera o pretender e-
tenda-se com Jos Aniones Goimaraes na roa de
Apollo, na casi do Sr. Antonio Aire Barbosa.
^ ^ O Dr. Joao Nepomitccnn Dias ':
Si Fcinandcs, leudo sido nomcado
" ominissaiiovacrinador desta jiro-
y inicia, por Ut-rvto imperial de (
fi 18 do prximo passado. avisa ao
rcspcitavcl publico disla cidade, i',)
f que a reparlicaoa sen cargo eon-
0 tintia a l'unceionar as piarlas e
$$ sabbados de cada semana, das K
gi us !l horas da manhaa, na sala
.
Q das sessoes da corntniss.io de b>-
...

o
o
o
Tt
do n. -2~, armazem de fazendas de Couvea (\ Leile,
aooie se encontra um cumplelo sortimento ile boti-
cas homcopatliicasde 12 a I2i lobos, e caitas com
im .... o..- i tinturas, tildo de 12 e (10 frascos. Tambcm se en-
proprias, deuomi- coulra a nova pralica clcmpular da liomeopaldia, c
a Embirideira, coma) repertorio do medico domeopatdico,bem como ou-
uos, avallado por" Iras obras inleres-anles pelo me-mo Dr. Mello Mo-
raes. Os rredicamcnlos sSo lodos oovisaimos e por
precos muilo barslos, tendo boticu de S7 al ()?, e
canas com (ifl medicnenlos 011 linluias a H-tuO,
ditas cora 12 ditos lSOOO.
xfa rua .Nova n. 12 -.e
um caixero de boa conduela,
de escripia.
Os abaiio sssigMdos, com loja de nurives na rua
do Cabug n. II, coufronle ao palco da nutriz e rua
>ova, razem publico, que eslao recebendo conlinoa-
dameole as mais novas obras de 011ro, lano para
seohon como para bomeus e meninos : os precos
i'.iuliiiiiara raznaveis, e passara-se coalas cora re's-
poniabilidide, espcrilirando a qualidade do ooro de
I i ou IK quilates, licando assim sujeitos os mesmos
por qualquer duvida.Seraphim j Irmao.
Irmandade de S.Jos
* Afona,
O secretario da irmandade de S. Jos d'Aeonia,
de ordem da mesa regadora convida aos seus chiris-
simos irraajs.ex-mesarios.para reunido de mesa con-
juncta, no dia '.) do eorrenle, as :l bous da larde ; e
pede encarecidamente qoe hajam de comparecer,
P'us lem-c a tratar negocios de grande inleresse da
irmandade.
O abaixo assignado, faz sciente ao publico 1
quem mais inleressar, que lem juslo e contialado a
vend de sua loja de miudezas, sila na roa llireila
n. 83, ao Sr. Tliiago da Cosa lerreira Eslrella, (i-
cando o mesmo comprador desonerado da lii|uidacj)o
_ I do activo e passivo da mesma loja. Itecife ti de ou-
>*) giene publica, em me dns lor- I
0 refies da airandc{ja : as pessoas "J
O (l,,(' pnrliculai iiiente o desejarern f|-
procurar, dirijam-se ao primeiin Q
andar do sobrado da rua Nova, r"''
esquinada do Sol m. lili. .'
^SvSOvOv O OXQQQCJ
AVISA-SE.
(.Inem precisar de roupa engommad* rom perfpi-
tao e precos commodos, assim romo vestidos leitn-
de qualquer moda a iii.nl .roa e precos lambern de
agrado podero dirigir-se a tratar a roa larga do
(tosario n. .'15, loja ; assim romo na mesma rasa p, -
cisa-se de uns mullier de idade c Imns co-l.
para ama, mas sao su preri<*-* pira prvno nV
casa como lambein pan compras e algons rerada-
de portis para fon : quem precisar no se |*l-i
nesles easos pode vir Iralar na mesan casa uu loja.
Deseji-se fallir 10 Sr. Joaquim lose A|K>-
linario, vindo ullimamente de Lisboa, .1 nrgnrin :
na rua do Apollo, escriptorio de Domingos Ahe-
Maiheus.
SEGURO CONTRA FOGO.
I. iiiilMiilna Allianie.
Cslalielecida cm Londres, em marn de lattf.
Capital cinco milhous de libras csleiiinas.
Saunders Brolhcrs & C lem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes, prnprielarios de casi-,
ea quem mais ronvier que eslo plenamenic sa
lorisados pela din companhii para enceluir esn-
ros sobre edilieios de lijlo c pedra, ruberios de
llha c igualmonie sobre os objectos que eontiverem
os mesmos edilitios quer consista em mtbilia mi
em fazendas de qualquer qualidade.
No cscriplorio de Domingos Alies Mnbeu-
doja-se fallir ao lllm. Sr. Dr. Antonio da Su-
va llaliro, a negocio, na rua do Apollo n. S-t.
I'ren-a-sc de uma molher de meia idade, que
saiba cozindar e ensaboar para ei-a de pouca fami-
lia : no Forte do Matos, largo da Asamblea n. K.
Os credores do fallido Manoel .lo- 11 de 1 o -
valdo. hajSo de apresentar Is oisronlas 1 JoS* Ta-
lare- (air.leiro, para serem conferidas ; 1 -t. 00 espi-
to de oito das di dala do prsenle .mnum-io, findos
osquies nao serio mais Hendidos. Renta T de oa-
lubro de IH-Vi.
I>eseji-ie fallar ao Sr. Francisco Jote di Lala
("uimaraes, 1 negocio de seo inleresse : aa raido
Crespo n. lil.
Precisa-se de om imassidor pin uma pidaria
em Olinda. igradando paga-se bem : 1 Iralar aa rao
do Amorim a. (8, escnplerio de Piola A. Sanie-.
Aluia-se um -obrada com evcellentcs coawnn.
dos, bonita visla c fresco, srande quinlal para pUn-
tiCao por ser para o lado do pantano, no logar 4n
Arrumbado n. I : quem o pretender bbbbbbMS rom
Jas Anluoes (101111ar.ii'-. na ro de Apollo, inao-
zem 11. 30, do Sr. Anlonin Alves Birbnaa.
Convida-se 1 lodos os enbores que possuireni
escravos Corles nos serviros de sondar im rao aas
carretos de usurar o ootros genems, pan qoe lien-
deudo 1 circomslancii de ser miis comrnieole aae
os mesmos estejam sob a direccau de pessoa ssaaoa.
qae meldor os encaminhe cm*ui ocropiroea. too
olTerece loda 1 garanlia e bmn Inlo, sntire ludo ano
paga e Iribalho miis brando, romo eji ilivu-lns
do pernicioso cosime de carregarem o enorme pos->
de seis irrobis ni cabeca, contri n qne propoe-so n
aniiuiicianle 1 fazer estes sen iros obre \ clorlo.
adaptados 1' esse lim : quem. porlanlo. romprelten-
der o srande vantazem aaSrl |riposiran, o da pre-
ferencia do contrato de enhor para rum -enbor.
que dirija-se a roa da Senzala, segunda andar Jo
sobrado n. 70, para lUarem o ajaste, que sera' bom
LoiiiliraiiC/i -tos esqiic-
tubro de li)6. Bsujainira l'raiiklin da Cunta Tor- I I
resto. CIUOK.
- O abaixo assiguado. declara ao carpo do com- j ,biixn ,,,nado, ,.,, Je -.
m.rc.o e a quem raais ...leressar, que lera jot e qoe fez a Europa, rog, a I .da, aqueU.. IsiiSall^SS
contratado a compra da loja de mm leas, sita na lida Ihe e..ao deveo'do, de =,0^0., ,?,Z Vm
rua llireila n. SI, cora o Sr. Benji.nr.n Irmklin caheleeimenlo rao 4. l',*, *'(, .
_ d. Canta rorreiao.ne.ndo ao cargo do me-mo ve,.- -,-,. .,,,. ,, ,)(.rro ,., t^SJL
por i p',:" "1""'"> d," J2 US** f '"'" '.UJ'- Woa.at .. d.a do ,,.,2'"?." Z
.lubro do IS^..-Th.ago da Ce*. M v,a' ob.igad a m te. ...e.....u.l ".ae,
Manoel Jos, di Aasrimenlu mIm.
dir1 i|iicm precisa de
leudo algiiui.1 pralica
LOleria.
o-
Quarta parte da sexta
t ria da in:tti*i/(la Boa
Vista.
Mcio l.ilbele n. 109 ."i:lillll-
" sbsiio saslgasdo declara ao respeilavel
i|ue lendeu a so.le grande em mcio bi-
na
de lu lo
Hiele, c o pouidnr pode vir leccbcross da lei
na roa laraa do llosario .1. "JS, segaate andar.
I'reciis din bilheles.
It.lhelcs .i*IOO
Meios :i-iiixi
Ouartos laSOO
Monocl Marlins l-itiza.
Prcisa-se de um menino de I-Ja I i anuos de1 l'recisa-se do uma ama para cozinha r : na
idade, que lenha pralica de taberna, e que di fiador rila larga do Kosario n. 21, fbrica de cigarro-,
a sua conduela, quo ser paao conlorme n seu Ira-
baldo : na rua do Kangel n. lo.
ta Fcrrcira fcslrclla.
Koga-seao induiduo que leve a dadilidade de
lunar da primeira casa das do Sr. Antonio .loso lio-
mes do Correio, cm Sanio Amaro, .1.11 opl.rle.de, de
ir ou mandar rc.lilui-lo ; do contraria o dono leu.
de o processar, porquanlosabe e per le 1 menlo qncm
ha o Individuo, por ter ido por ires vsses a laja te
Sr. Doraoud ollerecer dito opl.cleide era venda : ro- I
ga-se igualmente aos se..dores msicos deots cidade
se por acaso for-lhes ollercrido dito opheole.de de o
lomar e mandar levar na relerida casa ; tem os sig-
ues seguinles : he dedo, leudo a chivo de re be-
mol soldada, urna machucadella no lodcl, e oulra na
beira da bocea, he novo e esla um pouco sujo.
Exlravioo-se a 1. va de um saque da Ihesnn-
raria do Kiolirande do Norte,contri a desta provin-
cia, da quantia de l:7OTJ80O0 r--. ,-. favor do Sr. Joa-
quim Fcrrcira Nobra Polines, leudo as cosas o pa-
gue-se dale sendor a Jos Ko irigocs de Ara.ijn
Porto : i|uein o aeliar lera a bondade de rcslilt.t -lo 1
c-tc ulli.no sendor, no Itec.le rua da Caica \ ellia
n. a, visto que a ningoera podara sci uiil, por j 1 os.
lar prevenida a Ihesonrsris e di
Iti. Uado a 1. via do mesmo.
Precisa-se de uma ama
da Alegra n. II.
Precisa-se de uma
Xaropc (o Bos-
que verriadero
RI A LAMA lio KOSARIO N. a,.
Conliuua a vender-se e-l nrnpe lo qaalsan
agentes 00 Kio de Janeiro os >r. \ales A laimpa-
nhii, rua do Hospicio .1. M na bastas te aasfesa as-
signado, .ue pranle ser ver.ladi.ro.
itarlholomco Francisco de Maza.
Navalhaa a conteiilo.
Cinlinua-se 1 icnder S8SSJM par prero liso ;
.. bem con decidas navalba- de aoiSia.lolloo fate h-
bil latineante <|ue ha site prrnuadnrm mirita- >-
posirno-: vindein-se mm n laadpLSo de nao acra-
oarsris a hiver-os podido para o ate podar a eaaaprater di nliii las *M '" d""
depois Jo casipri,ret4ilaiadi-M a importanru: sai
casadeAuvusloC.de Abr. u, na rua da Cldcia llec.fe n. :::..
Vmlio do fui i", superior < haasw <
Km canas de 1 daSMS e em barris do iia. re-
cr.ilemenle olaajaaapalo bnaue Tratadw* ; ea*>-
lli-ie diulieiro a |oros mdicos, rom penhare- se iin.ranisnle no ar.na/em di Karrora A l"*dro, 11
1 ral da I raa n. 13, segundo andar. rus da Cadeia do Recite 11. k.
ILEGIVEL


eiO ti PIUMIKQ QUt.fi, RIRA 9 OTRtO H lS
No dia lOas 11 linras na sala das audiencias,
dcpois de linda a do Sr. I)r. iuizdfl orbaos ca-
senles, se ha de arrematar urna grande exlensao de
terreno ni ra Inpcrial dolado da maro pequea,
dividido en toles, cerno do ecripio em mo do
porleiro, o qual pertence a heranra jacenle do
Antonio da Trindade, e vaia praea a requerimen-
todo l)r. procurador liscal da fazenda geral.
PBLICACAO LETTERARIA.
Obras.
DE
LUIZ DECAMOES
PrecedidM de un onsaiobiogtopl.irojio qual se
roblan al;uns [actos nao ronhecidos da vida do
primeiro pico porluguez, augmentada.' eon al-
intiuas coinposieOes indicias ao poeta, entre estas
traduce, es dos iriiiinplios do l'elrarrha, onde o ira-
daclor rivalisaroiu o |ioc(a llaliano,scu valido: rom
mu catalogo dos traductores, esrriptorcs nacionaes
d estraDgeiros que oeereveran sobre a vida e escop-
los de Candes e mitro das difTerenlcs edir6es das
^uas oliras pelo visronde de Juromenlia.
As obras ronslaro de .r> a 7 voluntes, em 8.
Irancez e boni papel. Esta nova edicto acompa-
nliada do retrato do poeta, de algumas estampas lie
roiisidcraveiiuente mulborada e eon a preferencia
da versao mais correcta e com a restituirle dos lu-
gares cortados ou esquecidos das obras lyricas do
[lela.
Astigna-se c dislribucm-se os prospectos na li-
vraria de Jos Nogueira do Souza, junio do arco
de Santo Antonio, onde ost patente para quem
quizar ler um artigo cscriplo no jornal A Nacao
pelo bem condecido poeta portuguez Joao de Le-
ntos acerca desla nova edifo.
m\m histricos sobre as
HiKEJASDUIMilA POKU-
am.
.lose liarboza l'.aoaes de Plguailedo Castello
Branca comprebendendo as cinco provincias ecle-
sisticas deque sao melropoles, Braga, Lisboa, E-
vora, vinciaes, cstundendo-sc desdo a Europa pela A-
nierira, Afrii-a, Asia e (lecania.
A primeir parte contendo os estudos histri-
cos da igreja de Braga, va i ja entrar no prelo.
Iloccboni-se assignaluras na Linaria de Jos
Nogutira de Sou/.a, junio ao arco do Sanio Amo-
Illa
ssa adaman-
tina,
Francisca Pinto Ozoriu cliun.lia denle com a
verdadeira nm adamanliua, c appHca ven tosa
pela atraerlo du ar : pode ser procurado coiilronle
au Kosariu de Santo Antonio n. 2.
Publica cao lie-
raria.
Na livraria de Jos Nosueira de Snuza, fronleira
ao arco de Sanio Antonio, se acha .i venda a segun-
da edicrau do compendio de gcographia do lllm. Sr.
De. Mioma* Pompeo de Soma Brasil, publicada este
(uno, cousideravelmeiile auumeulada. O compendio
doSr. I)r. Pompeo he ja' multo ronhecido ; e a adn-
pgla delle no collesio de Pedro II. e em algn se-
minarios e lyeeos do imperio lie urna prova irrefra-
gavcl de sua importancia, e a maior recommendaro
que delle so pode fazer ao puhlieo.
I*recisa-e de ulna ama de leile, forra ou capti-
va : na ra Jas Trincheims n. 7, segundo andar.
Precisa-se atusar urna casa de campo ou um
sitio perlo da praea, nos logares da Capanga, Sole-
dade, Haflgoinha ou l'assagcm da Magdalena, para
umleslrangalro con familia: quem tiver queira di-
ns.r-se a casa de James Cralilrec & Coiupanhia. ra
da Cruz. n. <2.
Para urna casa de pouca familia, na l'assagcm
da Magdalena, e que consta nicamente de duas Des-
loas, se precisa de urna criada punta ou prela, forra
ou captiva : dirija-se a ra de Apollo, armazcm de
assucar n. 13, Iraler.
Ua-e qualquer quantiaa premio sobre penho-
res de ouro e peala : na ros Velha n. s.">.
trocam-se untas do Banco do Itrasil por moe-
da rorrele nesta provincia, com descont : na ra
do Trapiche n. 40, segundo andar.
O aballo assignsdo, morador na Soledade, na
ra de Joao remandes Vieira n. 42, cura morphc
radicalmente, areslins, hervsipcllas, dores rheumati-
cas, asiliina, glndula* e alporcas, c compra eseravos
que lenlia esees meamas molestias oque ejm mocos.
Manuel Uorges de Mcudonca.
ESTRADA DE FERRO
do Kecife ao S. Francisco.
SECUNDA CHAMADA.
Os directores da coiupanhia da estrada de ferro
do Kecife ao San Francisco, lem feilo a teguna
i Itamada <>u lerceira prcstacilo; de duas libras es-
leilinas ou rs. 1 --^77. sobre cada acro Da dita com-
naanta, a qual de\e er paca at o dia 7 de culubio
de IMti. ua llabia, na casa dos senhores S. Daven-
port i.V C, na corte, na casa do senhores Maua' M.
lregor&C, e em Pernainbuco, no esnipiorio da
coinpanhia, ra do Crespo.
O accionista que nao realisar o pagamento dentro
lo lerroo indicado, podra' perder todo direito -
aerees sobre as quacs o dito pagamento nao liver cf-
Iccluddo, e em lodo caso, lera'de pasar juros na
raaio de cinco por cenlo ao auno, c de nao receber
juros ou dividendo da eompaiihia, pelo lempo que
derorrer entre o da indicado para o pagamenla e a
mi > realisacan.
N'enliuiii auto de transferencia pude ser resislrado
depon do dia 8 do correte, antes do pagamento da
< llamada.
Por nnlem dos directores,
S. /'. I"KIIKKHH, Ibesourciro.
Itecifo i de sclcmhro de IS."(>.
TtttHUdMM HM*
| J. JANE, EHISTA,
te coulinua a residir ua ra Nova n. 19, primei-
'ifc lo andar.
<*S9'S'9st0W39e9er3'C''9
DMERKEOTVPO E ELECTRO-
TVPO.
Na anliga calea e oflicina do aterro datlloa-Vis-
ta n. i terceiro andar cnnlinua-se a l irir rclralos
oin a maiur perfeicilo lauto pe- svsleina francei,
coni) pelo norte americano. Evisle ua mesma cas,
e para a collocacio dos retratos, um rico eabundante
sorlimcutu de objectos lacs como lindissimos alline-
les c mcd.dhas de ouro, mui lindas caiiinhai ame-
ricanas e iran-,7.-, de papel, marroquim e velado
de seda, desdo o tainanho de orna poleside al um
palmo ; passe-par-louls de todas as ipialidadcs, mol-
duras de lodos os lamanhnsc de mullos e difieren-
te Icilios, tanto proles como douradas, e nao s pa-
ra a collocar^o de um relralo on grupo de dilfereu-
les pessoas, como para n collocarao de dous ou Ires
relalos separados : lodos este oijcclos silo novns e
rhagadas ti. ponco as de Franca e oulros do
Uslados-I'nidos. Das S bor.s da manhaa al as .")
ila larde a galera e ofliciiia estilo a disposicao do
publico.
O Dr. Joo Honorio Btoerra
<&j de Menezcs, (orinado cm medici-
#) na, aclia-se reaidindo na cidade @
) <)o Bio-Eormoso, e alii ge olii-rc- @}
(^ t.-c a's pesaoaa ejue ,|c seu p,._.s. ^
A timo se qni/.creru utilisai 5
Candida Balbina da Paivio Rocha,
antiga profenora particular de primei-
ras letras ccostura do Ikiito do Rccilc
ni.i do Vijjario, tern transferido sua aula
para a ruado l!.ni;;cl n. 59, onde conti-
nua a cercer osen magisterio, entinan-
do lud) |uanlo la/, parte da educariio
primaria de urna senhora : assiin romo
nao duvida rcccbcr pensionistas e mcio-
pensionistas, por prncos razoaveis.
Preeisa-se alagar (> preloa para armaxem de
aanear : quem tiver e qni/cr alagar, dirija-sa a ra
d Apollo, armazeni n. 10, que achar com quem
tratar.
Pedc-seao lllm.Sr. Ilr. Antonio Bnrges Leal,
qne qiiiindo vier a esta prara baja de apparecer na
ra da Croa no armasen Iraacei o. 27, a negocio de
seu iateresse c de urgencia.
Conpram-se apolices da divida provincial;
na ra das Floros n. :17 I.- andar.
Compra-so una osera va de meia dado, nao
e\cedi-ndo de l) annos, que seiba rozinhar o dia-
rio de una tasa, lavar, e emenda Je vender na
ra, que nao te lia vicios nem achaques : a tratar
no paleo do Carino, sobrado a. 3, porcina da
botica.
Compra-se um prelo de dado que sirva para
traballiar em um sitio ; a tratar no pateo do Carino
sobrado n. 3 por cima do botica.
Compra-se nina canoa que carreguede um
nitllieiro do lijlos para cima, cm meio uso: a Ira-
lar no pateo do Carino, sobrado n. 3, por cima da
botica.
Compra-se una casa em Olinda que sijj de
pedra e cal e em liisir perlo da Varadouru: a
tratar na ra da Cadeia do Kecife n. 51.
Compra-se clTeclivamcnlc,lalao, hron/e e cobra
vellio : no deposito ila lundicao da Aurora, na ru-
do Hruru. logo na entrada u. 28,0 na mesma funda
cao, em Sanio Amaro.
&ttt$a.
Manual eleitoral
Vende-so o manual eleitoral, contendo
a lei regulamentar das eleicoes, e os de-
cretos edeciaoes dogo verno ; accrescenta-
do com a lei das incompatibilidades, lei
dos circuios, com instriiccoes novissimas,
por 1.S00 : na livraria ns. tic 8, da pra-
ea da Inncpeiidcncia.
Vendem-ae saccas com leijo mulalinlio muilo
novu a ticjOO a lacea uo caes da Alfaudega, arma-
aeca n. 7.
Vi-ndc-se ama cmoda guarda roupa, de aina-
rcllo, com pouco uso, por preCO muilo commodo :
quem pictender, dirija-se au paleo do Terco, luja de
uiarcuieiro n. 9.
Yeiidc-se una mulata de lli anuos de idade,
cose, eaetnba e eogoama, be sadia e robusta: na
roa ila Cadeia n. 17, pnmciru andar, se dir' quem
vende.
Atienda'.
Vende-se urna ptima negra crioula, mora, saben-
do runnhar o diario de urna casa, engomiuar e lavar
de s^bao, muilo liel e sem vicios : quem o preten-
der dirija-se a ra dos Marlyrios n. 14.
\ ende-se a cobranza do subsidio municipal de
iOM rs. por cabera de ga 10, que se malar uas fre-
guesas de Jaboalao e Muribeca : a tratar com Jus-
tino l'ereira de Farias, na ra il.isCror.es n. 30.
Veudem-se saccas de familia de mandioca a
1*800 a sacca : na ra da Cruz n. W, primeiro an-
dar.
Lur/ Jos de Sa' Aiaujo, na ra do
Atiene ao ao barateiro.
Ka un ilos A-s aciiinlios n. -J.\, lia um sorlimen-
lo de rharolqs lino fabricados na ierra, de muilo
bom fumo da Buliia, pelo diminua |>reco de l;(K)()
o cenlo : a elles, antes que se acabem.
AVlMi AOS MESTRES E OOXOS DE OBItAS
SA BOA-VISTA.
Xu porto do Hosp'du tende-se loria eqoalqaer
poican da ares, quer por canoas, qoer por Cillrocas,
isio eunslanlemenla ; lambem e btila as obras : a
tratar nu vampo Verde, casa ein frente a taberna de
una su porla.
Vende-se una rerrainenta completa para ofli-
cina de ourivcs. eomposla com as principan machi-
nas, e ludo em peifnln e-lado, e parle sen anda ser
servida ; vein!e-c romo convier ao comprador, a
dinhriro c a piano : a tratar no paleo ila Santa Cruz
n. S ao pe da taberna, ou na da Cadeia do Kecife,
loja de ourives, ua quina do heceo lairgo.
COM PEQUEO TOQUE DE
AYARIA.
Pe^as de madapoln ino.
Venden se na ra do Crespo, loja di esquina que
volla par a ra da Cadeia.
'-."'.' **'.." .-*'. y* .*'. ,.*'. ..' *. ,
ua do
Atteiic.
Brum ii. i, lem para vender pipas novas abatidas
ou levautadas, se convier, arcos de pao para pipas,
(besados ltimamente, ditos para barril e barricas,
reros de priiueira sorle de urna das mclhores
lubricas da eidade no Porto, de ludas as qualidades,
o qual s se vende em porro de 10 libras para
cima.
No palco do Paraso na refinar.io n. >, ha
para vender-se :l saccas com teijao por mullo barato
prejo ; a elle, freyuezes que slOSS olmas sacc,,.
VARANDAS E GRADES.
Um lindo c variado sortimento do niodol-
los para varandas e gradsriaa de gosto mo-
dermssinio : na rundicao da Aurora um San-
to Amaro, e no deposito da mesma na ra
do Brum.
ROB I.AF1 ECTELIt.
O nico aulorisadu por decixUo do consclho real e
, decreto imperial.
Os mdicos dos bospilaes recommcudam o
arrollo de Lall'ecleur, como sendo o nico
autorisado pelo governo e pela real socieda-
do de medicina. Este medicamento de um
gosto agradavel e fcil a tomar em secreto,
esla em uso na marinha real desde mais de
60 anuos ; cura radicalmente em pouco lem-
po com pouca despeza, sem mercurio, as af-
Icccoes da pelle, impingaros, as consequen-
cias das sainas, ulceras e os accidentes dos
partos, da idade critica o da acrimonia he-
reditaria dos humores; convin uos catai-
rhos, a bexiga, as conlraccjOes e a fraqueza
dos orgSos, procedida do abuso las iniec-
coes ou de sondas. Como anU-sypbilico,
"'robe cura cm pouco lempo os fluxos re-
centes ou rebeldes, que.volrem incessanles
u,n consi-qucncia do eniprego da copahiba,
da cu beba ou das injeccoes que reprcsenicm
o viniasein neutralisa-lo. arrobe l.alToc-
leur be especialmente rocommendado con-
tra as duendas iuvcleradas ou rebeldes ao
mercurio eao iodorcto de potassio.--Ltsboa.
Vende-se na botica de liarral e de Antonio
Feliciano Alves de A/.evedo, prar;a de I). Pe-
dro n. 88, onde araba de chegar urna gran-
de porcao de garrafas grandes e pequeas
viudas di ectamentc de Pars, de casa do dito
Boyveau-Lau*ecteur|l2,rua vichelicu Taris.
Os formularios dfio-se gratis em casa do a-
gentc Silva, na praea dp I). I'edro n. 82.
l'orlo, Joaquim Arauj^ Babia, Lima cv Ir-
maos; l'ernainbuco, Soum ; lo de Janeiro,
Rocha c Pulios; c Moreira, loja de drogas ;
Villa Nova, Joo I'oreira de llgales Leite ;
Rio Craude, Francisco de Paula Coulo c C.
POTASSA E CAL flRGEl.
No antigo ej bem conhecido deposito da ra da
Cadeia do Kecife, escriptorio n. 12, ha para ven-
der muito superior potassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, ludo
a procos muito flvoraveis, com os quaes ficaro
dos comadores satisfeitos.
Vendem-se os seguinles livros para o primeiro
anuo, por menos do seo valor, e quasi lodos no.os,
na roa do Padre Horiann. n. :l, como sejam os
ires compendios de direito natural, publico e roma-
no, Ahrens direilo natural, Ferrer, /eller. Belline,
Benjamim Conslanl, obra iateira em S volumes, Ser-
ngny uircilo publico, l.aferrire riireilo pnblieo.
Uurroy direito romano, Ugrange direilo'romano
em pergunlas e resposlas, RohI direito penal : quem
pretender d.rija-se a dila casa, pois comprara' por
mono menos do seu valor, o lodos uovos.
l,n77,c\.V'rICm"Se calf'?i de o le luslre com
ir c ,.rr",,ce'es a ',5J'J0. <"' de lustre viudo do
WS5din!sl's,:Mn,'doUm-M,to
Vendem-se duas colchas ricas da India, ainda
ZSSVS?"pmtun denoivo*: naroa
Em casa de w. O. Bielier
<$' C., rtiH da Cruz n.
4, vende-so
Pianos fortes das mcllioics labrica da
Allcmanlia o de moderna consli ucao.
Attcnco.
o
Na ra do Crespo
Es<|uina a voltar
Para a na da Cadeia
Muito lia que admirar.
^endem-se colchas brancas adamascadas a 39000
2toi!Z?* ("""J*0 "" e Jeeora lOoeovado,
cotes He calca de casemira de cor a 1> e >. dilos de
de brim
Vende-se urna taberna sita na ra do I-orle n. ,
que serve para um priiiripiaule, se fa?, lodo negocio
rom firmas a conteni : quem precisar dirija-se a
roa Augusta, taberna do l.araugcira, que se dir'
quem faz esle negocio.
Attencao.
Vende-se um sitio muilo grande na Cruz de Al-
mas, com boa casa de morada, o qual sitio he tojo
murado e lem urna grande haixa de cantea, assim
como grande por(ao de todas as qoalidades de fruc-
teiras, lem grande cacimba com dous tanques, o qut
faz cauto coro o a^ougue da Cruz de Almas, canlo
com a estrada que sabe para Beberihe ; foi do liua-
do IIjpotito Jos Elias; os pretendenles dirijam-se
a Boa-Vista, ra da Conceicao, casa n. 10. nu no
Forte do Mallos, casa do Sr. Joaqoim Francisco de
A lem.
Vende se um negro crionlo, idoao, proprin pa-
ra sillo, ou para i| -alquer servir : na ra do Kao-
gel n. 1.
Na ra Direila n.j3, taberna, vende-se urna
porcao de lijlo partido, I brajo srande de batanea
com conchas e 2 pesos de ama arroba cada um, "l
balance pequea para taberna com pesas de oito li-
bras a meia qoarla, 1 caivilo srande para amostras,
e lernas de medidas de folha ateridas, e orna porteo
de latas que foram de cha, surtidas, de urna ale,
libras.
['., mado o. I!'.
." Iliras sedas brancas lavradafl para vesli-
'..5 *loa de nojv.t, iiHas de- qoadros escoaeres
:; para acabar, a ISOO o eovado; gendrebna
1-1;* brillianle com ."> palmos de largara, a IjjjOO
-...-! o eovado; diales de merm eslampados de
.-i lindos dezenhos e moitu grandes, a 7>'KK|
_:."._ rs.; ditos burilados a matiz a89000; hn-
'.','. ''"'' [""''' Pa'a calca, far.enda multo moder-
-; ;- nae'de pnroliuho ; chapeos de mansa fran-
g&ceies de forma elssanle, a Tc(H)i): corles de
;4^ casemira de rr, a 15000 ; eambraia fran-
sw cera a :,im) eovado, -;_,-
_.-._.....,...._...... ...^ ...... ,,v .. ,^;:;
i.- wai tfWi .. ... ... :.. ..,......".,...."....".,-
; V ;; L POTASSA
rl/>5i Vendese potassa da Rossia e americana, checada
*M^/M '.,.*: uestes dias e ,n' superior qoalidade ; cnl de Lisboa
.;'' da mais nova que ha no mercado : ios seus depsi-
tos na ra de Apollo u. 1 A, c J II.

Pi
ja. ft<
.
rateiro.
da Cadeia do Kecife i
:. :
te^Uo
Smo
- ^mvi ....os muito superiores a 8>.
Am diHi,"" :"n'"}u' e |,i,ri1" '"-- li"h"
, ditos escure, de nuadr... > l;!w. rtilo, ae
Zenobinas.
Fazcudas de laa de lindas cores, lisas e lavradas,
para vestidos, enslando as lisas cinco luslOes o eova-
do, e as lanadas a sello c qualro viulens : na ra
do Uueimado u. 39, loja piulada de amarello, na
esquina da Congregarflo.
commodo. .....":"u" por precos
TOALBAS PARA ROSTO
e mesa de puro lindo'; vendem-ie na ra do Crcsno
|0ja da esquina, que volla para a ra da Cadeia. '
Miirculina
o
A 00 RS. O COVADO.
%a na da Qoeinado o. Jl A. veude-se mareali-
na branca c..... piolas ,le coro, de lindo, gosloj
dao-se as amorras rom pculior.
Vendse om silio meia lr;oa distante desla
prses, comease de vivemla agranda baita de ea-
pim, vveirns a bstanles arrorea de fiarlos, e um i
casal de eseravos de idade. que tr.il.alti un no mesmo nalla coiiciiircnci.: de compradores i ni
sitio ; quem o pr. tender d.rija-sc a ra do Qaeima- [ '"""'" llc-";'i'- Umiliaa sa acanham em
Vende-se a taberna da roa da Cadeia de _.
Antonio n. Ii, bem afresoezada para a Ierra e mal-
lo ; vende-sc para pagamento dos credores, e por
seu dono ler de reiirar-se para fura : a Iralar na
mesma.
i Vende-se urna cabra preta bicho muilo boa
leitetra, para criar alguna crianca : quem preten-
der annuncie.
Vende-se na antiga loja da ra larsa do lto rio n. !tj, bem perlo da isreja, um bonio sortimen-
lo de miiide/.as e quinquilliarias a relalho e por ata-
cado, as novas folliinhas de reporlorio com linda es-
lampa, relosios de sol, lilas "te selim largas c eslrei-
tas, dilas lavradas muito finas, biros e rendas de
linho e algodilo, lilas de seda com ovara a 40, (iO
80 rs. a peca, boles de louca, madrepernla e vidiu
proprios para vestidos e colleles, ditos para camisas
e palitos, dilos para casaca e sobre-casara, clcheles
francezes e oulras qnalidades, linhas boas e novas,
de novellos, earretais, meadas e de peso, bolocs de
abertura de cores e prelos, dilos de osso e louc.a para
calca, carias francezas linas e ordinarias, papel de
peso azul e branro, e paulado, dilo alm.ico bom e
ordinario, dilo deaigomas cores, pennasde ac boas,
canela, para as ira-......, coracs azues e encarnados,
conlas de varias cores c aljofares, rosarios de osso
bem feilos, ditos de conlas dourados e cores de p de
pedra com cruz, de maifitn, escovas de roupa e de
cabello, dilas finas e ordinarias para limpar os den-
les, trancas de l.ia e algodilo, lisa, e de caracol, t'an-
celins de relroz preto o de cures, dilos inleiros de
borracha e relroz para relosio, correhtes, relogio de
ouro Trance?, espelhos de gaveta e capa por presos
baratos, relroz prelo n de cares, atacadores de borze-
ROina prelos a 80 c 100 rs., luvas de pellica a 100 rs.,
190 e 160 o par, por estar com a costura fraca, dilas
brancas de algodlo e de coresjpara bomem, luvas
prelas de relroz a 8O0 rs. o par. cuntas de leile grao-
dea O peojOOOM para jogo dediverlimenlo, brincse
rselas dooradns e esmaltados para mulher, dilos la-
pidados prelos de loto, lesouras para costura finas e
ordinanas.medidas de .ilfaiale al com avana a 20.il),
hO, 8(1 c 120 rs., lapes, creoes, pautas para meuinos,
Chaves para 'elogios a 80 e 120 rs., agolhaa surtidas
a'JO rs. o papel, ditas france/as a tO, 60 o BOr*.,
oculos can-allia para mulher velha.diloside arniacilu
de ac e metal lino, pomada de cheiro franceza'de
cores, penles para alar cabello de bonitos padres,
rmuiido lartarnga, caiiinhai de agalhas com fundo
azul, proles para alar cabello ordinarios a -JtO, 2M
e 320 cada nm, dilos de bfalo para alisar, linos, e
dilos ordinarios, millo branco c amarello. e cauoli-
lhpara llores, cruzes, vernicas e rosarios de todo
o proco, boiies de lila prela lina a 100 rs. e 110,
liuli.is de marca, linas, azul e encarnadas, grampas
pera cabello, dilas em caiiinhas, ludo cima decla-
rado, vende-se por piecos baratos como j' he de
costume.
Oleado.
-Na ra Nava n. 14, loja e fabrica de chapeos de
Chrisliaui & Irrogo, acaba de receber pelo| ultimo
navio chegadode llambargo, nm completo e varia-
do soi lmenlo de oleados de lodas as cores e prelo,,
o qual vende-se mais barato que em outra qualquer
parle.
Na roa Nova n. i I, loja e fabrica de chapeos,
chesoram os muilo conhecido, e afamado, chapeos
de casemira mesclada, dilos de caslor preto,, copa
baita, sem pello, dilos de feU.ro finos prelos e de co-
res, e mili os muilos ubjeclos chegados ltimamente,
que se veodem mais barato que em oulra qualquer
parle.
Vendem-se 32 pipas com agoardcnle, boa cas-
caria, a graduaban a vunlade do comprador e a pra-
zo, pelo preco qne oulro qualquer vende a dinheiro:
na na da Praia de Sania Bita n. 17.
Vendem-se lili pipas prnmplas para receber
agurdenle, ptima cascara, por preco commodo,
prazoou a dinheiro : oa ra da l'raia de Santa itila
o. 17.
Vende-sc na roa Direila n. 27, manleiga in-
gleca a 880, dila a simi rs., dita Irancete a son rs.,
dila a S20, doce em caivas cramles de guiaba
IJ2110, qumjos muilo novos a IjpOO, dilos a I.3WO,
ditos a l;300, latM cuia 100 rs., linauicas do ser-
tilo 1 280, vinlio- a garraa iliO rs., iSO e bM), lou-
cinho de cabera de porco a 2S0, esleir de Paris a
itK) rs.. sabio urna libra 200 r,., postas de cavada a
1211, 110 e 160, balalasa libra 120, loucinho de Lis-
boa a libra 360, boioes de graia insleza a 21X1 r
milho alpisla a libra 200 r.., e oolros muilos gneros
que ae vendero por precos commodos.
I ttua do Quei-
jstveIo>ios
de ouro patente
inglez, cobertos
e dcscobertos,
do methor fabricante de Londres ven-
dem-se por preros razoaveia, na escrip-
torio do agente Oliveira, ra da Cadeia
do Becifen. (i8, primeiro andar.
En casa de Saltadera Brulhers c C., praea
do Corpo Santo n. 11, ha para vender o seguale:
Ferro inglez.
Fi\e da Saeta.
Alcalraode Carvo.
Lonas de linho.
Esponjas.
Drogas.
Algodao lizo para saccas.
Dilo entranrado igual ao da Babia.
F. um completo sortimento de (aseadas pmprias
para este mercado ludo por preco commodo.
J\a loja das seis
portas
Em frente do Livrameoto
Vendem-se as fazendas molhadas por presos que
faz conla enroupar-,e qualquer familia com pouco
dinheiro : chiba larga escuras que nao desbolain a
dos lusloes, cassas pintadas a duze vintens o eova-
do, r 1.cid Irancez a meia pataca, e estrello a sei,
vinlens, corles de cassa de tres babados a dous mil
res, saias brancase bordadas a 29IKM1, lencos para
mao bordados e com bico a dozo vinlens, e loda a
mais lazenda, |ior precos que convidam a trocar as
sedulas.
Vende-se um palanquim de DOa
construcrio e em bom uso : na ra de
Aguas-Verdes 11. l(i.
\a loja das seis
portas.
Em fenlo do Lirranienio.
Reata loja lem sortimento de fazendas para lodos
os precos, e por isso approveilcm esla occasiflo para
seenruuparem para a festa. com pouco dinheiro, e
lazenda de gasta. A loja esla aherla das seis horas
aa mantilla as nove da noilc.
loja das seis
E
ni
portas
rente d Livi
ra ment
vendem-se chapeos de vemiz para pagan a Ires mil
res, rucado, Irancados largos para roupa de esera-
vos a seis vinlens o eovado.
l\a loja das seis
portas
Em
Ne.la
^y
V mado n. 19, loja de Santos Coellio. I
W Kiuitsimas cambraias francezas matiza- ^*
---
-------------- .......eza, matiza- ','
r'-f das e as mais modernas que ha 110 mere- @
(lo, a 19OOO a vara ; inussuluias linas a :U0 -,'.5
fe
de piuliuhas de
a no, a tan
" o eovado, cortes de cassa
W cores, a 3200.
A 1.yi80 o par de luvas
de pellica,
muilo novas e muilo fresquinhas, ebegadas no ulti-
mo vapor francez : na ra do Oueimado, na bem co-
nhecida loja de miudczas da boa fama 11. 3.1.
As bellas ni ^iimlla.s.
Giegou ao mercado desla cidade, com esle lindo
nome, urna eucanuaora'fazenda, que reuninlo o
apurado, e exquisito sosto a sua baraleza. convida
aos cheles de familia a supprirem-nas de bous e ba-'
ralos vestidos, proprios para a presente quadra dos
passeios do campo : cusa cada eovado a insignifi-
cante quanlia de una pataca : na ra do (Joeimado
11. 39, loja piulada de amarello, esquina da Co:ure-
gacao.
frente a loja esOto venda lodas as fazendas salvadas
ua barca Iraneeaa que afundou em lora de Portas ;
lem lazenda, de algodlo, seda c laa, e o dono .leste
e.iauetecimealo garaule o bom estado e dura.au das
mesmas fazendas, pur eslarem anda molhadas'.
Attencao.
No aterro da Boa-Vista loja n. 30,
existe um sortimento de fazendas lian-
cezas de lindo gosto, por baratos [eros
II' llH'lUll cu! .-..1....J__J I P
por terem sido salvadas
ceze KAOL'L.
da barca fran-
Cal de Lisboa e potassa.
Na ra do Trapiche armazens ns. 9 c
11, vende-se superior potassa da Russia
e americana, cal virgem de Lisboa, da
mais nova que ha no mercado.
Sem avaria ou deleito algum, e muito
Ntrat do ([tie as avalladas.
fazendas da loja de 4
por precos muilo
mais
Conlinua-sc a vender
portas n. 10 na ru do Oueimado,
i'-nvi. :
Chita* de cores, a peca 4SW00, .".?, 5*500
Ditas cm covados a 100,120,110 e
Madapolao, pee 2,100, 35, 35300 e
Alaodao, peQa a 2o,29OO, e americano
Hilo de cores, o cuvado
Brim branco trancado de linho, a vara
Dilo superior, a vara
Ganga amarclla, o eovado
Brim de linho de quadros, o ovado
Chali] de seda para veslidos, o eovado
Barege de core para vaslido, o eovado
.euros de seda brancos fios com pinturas
Brim trancado de cores, puro linho, vara
Unta larga franceza, o eovado
O5OOO
160
'15OOO
astuto
IIM)
(00
IjOOO
so
900
oso
.100
irooo
(O
200
l\a loja da boa f
1-120
600
iiiO
800
5(i0
a-20
3->0
560
240
320
216
880
15280
do o. II, que se dir' quem vende.
Vende-se nina porcln de eaises vatio* de va-
rios Umaohos, de pinho, que servciu para mullas
obras, e se dan por baralo preco, < se vende a por-
tan que o comprador quizer; a'provtiteiu a occasio:
na praea da lioa- Vista n. 7.
das seis portas
IM FRENTE DO [LIVRAMENTO.
administrador de-te estabclecimenlo vendo a
loja, c q.ie
................. entrar nelo
adjuuio, oflerree a sua ala (por cima da leja Ipara
vender as bi/eudas com mai< commodo c a vontade
dos compradoref, aonde enciuitram todo o agrado
posuvel para .eIeI11 1)em scrNidnSi e por.,ircn>s com-
modos. a dinheiro ;i vista, pois os muilos iiirazeres
nao .,, |U!;ar a mandar receber: islo tem lunar das
sete horas da mannaa as 'J da uoile uos'dias uteis.
.
vende-sc o mais barato que lio possivel.
Cortes de bonitas casennras de algo-
dao para calcas a
Ditos de lustSo para colletes a
Brim trancado branco de puro linho
vara a
Dito dito de cor dito dilo vara a
Dito dilo pardo dito dito, vara a
Dito de quadrinhos miudos de bo-
nitos padroes, eovado a
Canga amarella miiito lina, lisa c de
quadros, eovado a
Cambraia lisa muito fina com una
vara de largura, vara a
lencos brancos muito finos c ditos
com barra de cor, um
Meias brancas para senhora pelo ba-
ralissimo preco, o par do 240a
Ditas brancas pira meninos e meni-
nas, o par
Fil de linho liso muilo fino, vara a
Dilo dito com llores, vara a
assim como oulras militas fazendas que se
kenden por menos do que cm outra qual-
quer parle, na ruado QueimaJo, nos qualro
cantos, 11. 22, na loja da boa T, dcfronlo da
loja da boa fama.
ceblas.
Vende-se omellior que lanosle genero, lano de
-isboa como he.p.nholl do .".00 rs. par. cima o cen-
lo a ravessa, d.i Madre de Dos, primeir arma.
zem n. 18, de 1 ramisco Alves Honleira Jnior.
cemento a
Cinto mil rois.
armazcm de Pacheco, no raes du
unos, ou no escriplorio de Isaac, Curio ^ ('empa-
na, roa da Un/. n.l:i, desembarcado da calera
M a barrica. No mesmo irma-
1 ulhmo navio de
Atteiiyoito l>
Na loja do barateiro, na ro
n. 30, efroale da ra da Madre de Dos, lia t>;ia'
vender llem de mullas fazendas que em ponan a a
relalho se venden poi baratos preeoa, hamborge ou |
brim liso lino de puro linho proprio para calcas, ti a-
thas, eeronlaa lencoea, cm pecas de 2 !l?l>0 e lOf. dilo mais clieio de boa qualidade, pe-
cas de ;lll varas a 12; e 139300, panno de linho lino
a (lo a vara 011 8? a peca de 12 1(2 varas, estndo-
se a acabar, panno de lindo lino para lercnes com 2
varas de largara a 'l?iOO a vara, cortes de hrim de
linho de cores pare calca, padres novos a 39200,
dilos de fusiiio de cores c brancos para colleles a 8110
e I-, casemira preta lina a 2?, 2?G00 e 33000 o eo-
vado, panno azul groesO a l-SIIII o eovado, panno
lino prelo e azul de boas qualldades a 3J00, l~l 00,
^.'itill, .5 e (i?, camisas france/as brancas a 1.?',iiii
cada uina, e 203 a du/ia, dilas mallo tinas coni pel-
los e collarinhos de cores c brancos a 2>jOO 00 a :!H>
a duzia, madapolao fino para camisas a 19600,39o
59600 a peca,e mais balsa para 3SJ00, 39500, 39600,
3&K00 e 18, es;uiao bom para pellos a 19400, e mui-
lo lino .1 IS800 e 2-> a vara, e a peca por ItJ. 185 o
20;, peilos para camisa brancos o de cores com pu-
nhos e collarinhos, por baralo preco, assim como
oulros mullos objeclos indispensavels.
Lencos de cam-
braia de linho
A 3!0, 400, 1500, e 640
cada ti ni.
Vendem-se ua ra do Crespo, loja da esquina que
volla para a ra da Cadeia.
Pais muito bem feitose
muito baratos.
Vendem-se palito prelos muito bem feilos a i^ra.
dilos de brim pardo de puro linho a 3-3200 : na ra
do Oiicunado u. 22, na bem conhecida loia da boa
le. '
Vende-se o sitio comcasa de sobradodo falle-
cido Georse henwurlhv, no luj.irjde S.Jos do Man-
suiuhu.com arvoredos'de fructo e mais bemfeilorias
que neI le se acham, sendo as terrea do referido sitio
proprias : quem o pretender procure em casa de ia-
niuel P. Johnslou \- t'.umpaulua,rua da Scnzala No-
va u. 42.
AGENCIA
Da fundico Low-.Moor, ra daSenzala-flo-
va n. 42.
Ncsteestabelccimcntocontinijaahaver uu com-
pleto sortimenio de moendas e saeias moendas
para eiifjenho, machinas de vapor o Uixas de
ferro batido o coado de todos os tamanhos para
dilo.
I.ABVRIMIIOS.
Vendem-se lencos e loalhas de labv rinlho, assen-
ladoeni lina cambraia de linho : na ra da Cruz u.
3, primeiro andar.
Attencao
A' ru do Queimado n. 33 A, loja de fazendas ao
pe da boa fama, chegaram ultimamcnle lindas sedas
de quadros, das mais modernas que ha no meicado
para 19200, assim como grosdenaple e velludo prelo,
c pannos uc diversas qualidade, e mnilas mais fa-
zendas, por precos que se nao enconlram em oulras
lujas.
\ ende-se um lindo garrote de raca : no sitio
de Dubourrq, na Cap unga. Da-se mull em conla.
elogios de patente
nglc/.csdeouro, desabnete c de vicho :
vendem-se a precorazoavel,em casa de
AugUStoC.de Abren, na ra da Cadeia
do Kecife, armazem n. oG.
bazeudas boas e baratas.
-Na loja do barateiro da ra da Cadeia do Kecife
n. jO, definnleda ra da Madre de ticos, adiarlo os
rcciieze bom sorlimenlo de fazendas de boas qoa-
lidades, que a din'.i
Vendeni-s
modell
mal-,
l.ondre
I
A boa fama
Vende burnt :
.,i,os,.rlca..i,,n|(,,CS- dfele2anles,,
MiZo.nlSZ'Z^!.*?" >'"'"' *- S?W9ja. *~tm cosiura a
na expostcao de | Unas muiiu linas a glandes a
ulores, premiada
noermaiem de |,1Sirol,
panhia, praea do Corpo Santo.
Farii
ha de San-
ta Calliarina
muilo nova, vinda em direil
sea bordo do patacho ,.pelii
(.aciano i.m .,,!., (;, \| .
n. 25.
a este porto, vcude-
no. ou trala-se com
lado do Corpo Saulo
Venden-* dous pianos fortes de Jacaranda
cons,n,,-,,,o vertical ccom todos o melhoramen,'
man, modernos, tundo vindo no ultimo navio de
Hamburgo: na ra da Cadeia armazem n. 8.
J'asscio publico.
LOJA N. 9.
\cnde-se um rompleln sorlimenlo de chitas de
lindo, padres, escuras, a 110, IliO e 200 rs o cova-
- oKJOOes; aellas, que'i,1(.
do, e a peca a
chincha. '
Na loja da boaft
VEROE-SE POR MENOS QOE EH OUTRA
PARTE:
I ceas de algodaozinho trancado com
O jardas a
Ditas de dilo liso com 20 jardas a
Dilas de dito muilo encornado com
20 jardas a
pilas de madapolao muito lino n. 6 a
intas do dito entre fino a
Ditas de dito a
Ditas de brim liso fino com 20 varas
Untas escuras c de cores lisas, eo-
vado a
Chales de algodao
padres a
Peitoa
Koakei & Com- j IV,d,a, ,,lco> mmtm f
Caixinhaa com agulhas Irancezas a
Caixas com linhas dt maicar a
Bui-elelcs encarnados pan senioras a
Mam brancM kosM pn se,,ho,a a
Meadas de linhas fakM p, borj,,,
Gratas de beaba madrc^rolalinos a
Oro/as de bo.e? linos de osso par. gafan ,
I'iveJasdouradas paia calcas ecllelesa
IViilcs lint s para alizar cabellos a
i'ceas de fitas de linho rom vara a
Caxinhas ,m clcheles francacs a
Carriteis de liaba lina de 20 jardas a
Macinhos de tO grampas muilo Iwas a
Suspensorios paia buineni cmeniDoa
L'uzas de torcidas para randieiro a
Urieiras linas para algilieita a
Canelas para jiennas de ac a
-Meias brancas e cruas para bomem a
1 rannnlias de laa de caraces poca a
Uuz.as de penU;s de cbifre para alizar a
Jtoza de boioes de louca pinudo,,
I ocas debas de cor com 10 varas ,
Moadmbas elinha preU minio b,,,
Ca. tas de alhnetes ,,._,;
Meias brancas e de cores
nos a
pe-
3/S00
2/2*0
2/880
l#Mri
:t#600
24700
6#800
160
para camisas, brancos
cores a
800
00
160
de muilo bonitos
e de
Algodao de listras o eovado a
e alm dcslas fazendas ha oulras mnilas que
m: vendem muito barato, na ra doQueima-
oo n. 22, nos qualro cantos, na loja da boa
te, dcfronlo da loja da boa lama, e seallian-
Saacs senlmres compradores que nesla loja
nao ha fazenda nenhuma avariada.
Cambraia adamascada propria para corlinados.
\ endeiq-se pecas de cambraia adamascada com
, *'"'"' P'opna para cortinados a TjOUO : na ra
do Queimado n. 22, na loja da boa fe.
Ngo ha nada lAo baralo.
\ ende-se chile lina para cubera a 200 rs. o OMa-
do : na ra do Oueimado ...22 na bem conhec.d.
laja da boa le, defronle da loja de miudeza da boa
10 JIM a
Vende-se superior liulia de algodao branca e
Soethall Hollar A; Canpanhia, ra do Turres n. :!8.
Moinhos de vento
com bombas derepuxopara resar borlas ebai-
decap.m:na fondicaode D. W. Bowman
na roa no Brum ns. 6, 8el0.
KeiofifiOLS
uglczes de pa-
tente,
osmellioresfabricado em lnglalerr;.: m casada
Ilourv (ubsoii : ra da Cadeia do Recilen.52.
Loja da boa f.
Vende-se panno azul fino a 3; a corado, dilo pre-
to c azul, fazenda muilo superior 33500 o eovado,
a' visla se vendem porbara- """'Oii muilo huo a 29 o eovado, alpaca muilo lina
tissimo preco, lano em atacado como a relalho, ne-
vando entre muito var.edade boas chita de cores fi-
>:as de diverso padres. o eovado a 160 ISO e 200, e
a peca (S, 09300, ,->S0O e 73, corle de cassa de co-
res bonitos padres, que ola desbotona, com 7 varas,
uelndiminoto preco de 1X600, riscados e chitas lar-
das francezas modernas, o eovado a 250, 280. 300,
320 c 100, castas francezas de cores .1 .'iNla vara,
lilas em corles de 12 e 13 varas muilo linas com
fazeuda para vestido e para folho, desenhos difieren-
tes, pclq barato preco de 83, corles de andelina de
seda cor de rosa e azul com fazenda para refeco e
folho a I ie l.ijj, cines de sedas escocezas largas de
botillos uoslos a 2X3, srosdcnaple prelo superior pa-
ra vestido a 29 e 23200 o eovado, chales de merino
lino sem barra com franja de relroz a 3SS00, dilos de
chaly com barra asselinadtt a 63J00,!dilos de merino
bordados de core a 83, dilos muilo linos bordado de
urna su cora 9S, e alem dcslas oulras mu Ha. fazen-
das, que como cima fica dilo, se vendem baratas;
do-se amostras, e aloja est aberla de noile.
Fkriuha de maiidioca.
Vende-se superior farinlia de Santa
Catbanna. em saccasquetem um alquei-
ie (medida vellia) por preco commodo:
no armazem de Novaes& C, na ra da
Madre de Dcos 11. 12.
A 3$500 a duza.
Lencos de cambraia de linho para alsibcira na
ra do Crespo, loja de Adriano & Castro n. 16.
de dua
a l.iO o eovado, casemira prela muilo lina
larguras a 3)500 o eovado, dita
la. -nr.i s.,; 23 o covad
lo lina e propria para
do, liointi.i/iiia muilo
padres a I3OO u evado, aiusdcuaple prelo muiT
superior a 23OOO o eovado. selim pelo maco, fa-
zenda superior a 336000 eovado, o assiin oulras
muilissimas fazendas, que ocioso seria mencinalas,
porem que a visla dos senhores compradoies se vn-
denlo por menos que em oulra parle: na ra do
(Jueimado, n. 22, uns qualro cantos, na loja da boa
l, delroule da loja de miudezts da boa Tama.
...- 1Va Nova ... J2, loja do relojoeiro, f>
.-. ha para vender bico de blond de se- b
' da branco e prelo, por preco muito em ($
'..,- con>- 2
Loja da boa f.
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2II
320 e .TOO
40
20
HO
l^ra iihiiii-
Orozasdelivellas,K,rasa,10l,a
Caixnilias de pao com pillos de I0-0 a
Uslocs para bengalas a
Sapatinbos de laa para criancas a
Trancclins prelos para rclogios a
liscoviiMias linas paia denles a
Caixiubas com graropos a
Balado alerto de indio veras a
Dilo bordado muilo bonito vara a
Caixinhas para guardar phospboros a
Carieiras com agulhas a
Caxinhas com obreias de colla a
Escovinhas para limpar nenies a
Agulbeiios muilo bonitos a
Petas de lilas largas lavradas rom 11
varas a
210 e MI
00

10
.HiO
iffi
I2tl
lajj
1-iOeHo
200
JMI
aa
1 fin
f)320
200
ir-iu
~Vi
10
miiilissinus iniuikvj.
Inkis
l|IM
l
a$5oo
Vende-seca I de l.isboaultimamenteeheRada.as-
M.n.:omoi.otassadaKussiaverdadsira : na praea
doCorpo Sanio n.ll.
TAI XAS PAKA ENGENHO.
Ra fundipao de ferro de D. W. Bowmann ua
ra do Brum, passando o chafariz, contina ha-
ver um completo sorlimenlo de laixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-se a venda, por preco commodo e coro
proroptido: eiobarcam-se oucarregam-se em acr-
ro sera despeza ao comprador.
Deposito de cal e potassa.
"la ra da Cadeia do Recife, loja n. ,0, nafrante
da ra da Madre de lieos, coulinua-e a vender su-
perior cal de Lisboa em pedra, recentemenlochcsa-
da, e polassa rusuana nova, de superior qualidade,
or proco commodo.
Velas de
Carnauba.
Vendem-se velas
VI)M)ESE MUITO BARATO.
Uiales de merino lisos, de lindas core, com
ricas franjas de seda
l.uvas de seda para homens e lenhoras
neiai prelas de seda para senhora, o par
lillas de cores muilo finas para bomem, o par
l.uvas de lio de Escocia para meninos, o par
l.cncus de cambraia de liobo com bico, um
Hitos de relroz, um
l.uvas de lio de Escocia para homem, o par
Meias de laia para padres, o par
Grvalas de seda prelas e decores
Meios lencos de seda prela
1 Ditos dilos de dila oe cor
Cassas prela muilo finas para luto, a vara
e alem te ludo isto oulras moita fazendas.
Libras de linda prela e de cor a
Libras de linda lina n. 100 e 120 a
Duzias de caixas de diifre para rap a
Majos de palitos para deulesa
Alm de ludo islo outras
que se venden muilo mais barato do n.w mvui
qualquer parle : na ra doQtieimade na bem co-
nhecida loja de miudeza, da boa loma a. 33.
Em1 casa de Kabe Schmcttau A C., saja
da Cadeia n. 37, v-nde-se :
Um grande sortimento de vidros Je c>-
pellio.
Kelogios linos de Miente inglei.
Ditox ditos de patente suitso.
Couros de gra\a.
Ervilhas seecas em garralcs.
Vinho do Klicno su|>erior.
Conservas alimentarias de
dades.
Tudo poi preco commodo.
Moendas supe. iorr.
Na fundicfiodi-C. SlarrAC, ,-m N,.
to Amaro, aclia-sc para vender mo.-i.da
de canna lodas de l.-rro, de um nodclot-
construcrao rnuito Mipenorcs.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundico da Aurora em Santo Amaro .
tambera no DEPOSITO na ra do Brum, loco
na entrada, e defronte do arsenal re marinea ha
sempreum grande sortimento de taixas. unto de
tz sa^-tSat* SKS
vet.dos de lulo a '.IliO o cova- / "randes. pequeas, razas efundas o em
lina propria para batiras de mWs lugares exislem guindastes para earre
gar canoas ou carros, livr,s ne despeas (K
SaTBM sao os mais com modos.
ARADOS DE FERRO.
JNa fundico de C. Narr & C. en Sanv.
Amaro, acham-so para vender arados de ferro >.
pe wr qualidade.
XAROPE
DO
BOSQUE
h'oi transferido o deposilo ricsle xarone nata a l_
tica de J,e d, Crui San...,. ,..^'n 'S
garrafas JaTiOO, o meias :tMKI0. senda ,ul
."iJOUO
15000
29000
100
:12o
l?:*0
19000
00
1SK00
1CO00
19000
(.mi
400
que se
vendem o mais baralo que he possivel : na roa do
Uueimado, nos qualro caoto n. 22, na loja da boa
le, defronle da loja da boa fama.
Luvas de pellica muito novas para ho-
mem esenhora, o par a Ls280
na roa do l.lueimado na bem conhecida lojo de miu-
dczas da boa fama n. 33,
A BOA FAMA NAO* VENDE NADA VA-
RIADO, TUDO HE ROM E BARATO.
.uva prelas de lorcal muilo bas a laOOO
Ollas de lio da Escocia brarcas e de cores OO e 500
Superiores metas prelas de laia a ltiiiO
Cartas limssimai fraurezas, o baralho 500
lillas porluuiii-.tj, muilo linas .'('O
Ueiai prelas de algodilo para padres" o par 900
Ollas ditas pura seuhoras ',11.1
Ricas caixinhaa para presentes a 25OOO, 3.-C00 iMHKI
llicas henalas pelo barato prero de 1, ISJOO e 2;
Meias de cores muilo linas para inmem a :2I) e tQn
Riqmssima canelas para namorados a 500 e 80n
Uculos com armacao de larlaruga a ajOOO
t-nniveles muilu lino para pennas a 25. Q500 e 3j
Unos grandes muilo linos de 2, II e i folhas a 4?0IK)
Kiquissimas chai uleiras a 2>. 8f e
Carteiras muito linas p;lra d'inh'e.ro a t e
.arleiras proprias paraviagema
Estojas proprios para barba a 25 e
aquelle
tmm, sendo tarso l(,.
que nao for vendido ne.te deposito, mj
que se faz o prsenle aviso. '
IMPRTAME PARA 0 PIHJCI
Para cura de phtysiea em lodososscoi. dMtorei.-
ies grao, qoer motivada por conslipacAe,, (..,
aslboia, p euru.escarros de saogoe, dr ec
adoa e pe le, palpilaco no cor.cjo, eooaerocltr-
bronch.le, dnr n, g.rganl., e lodas lUaTl,
dosorgaos pulmonares.
^arBti> T>4r0.
que ha no mercado^ S &&& \ &&* ==2. 39 .
pallia da mesma carnanba, grandes e menores : na
ra do Oueimado n. 6'.), loja de fsrragens.
He preciso ver
gosto de urna gaiolla
ra da Alegra n. 2(.
paca
que
avaliar-se o
se vende na
ordinario a 720 e
Aparclhos completos para lulo de senhora a
\ ollas pelas ordinarias para lulo a
Ricas .rautaspara corlinados, pecaide 13 va-
na "
45tMMI
39500
2Bj0
25-iOO
bbooo
1SJ0II
400
ticas pulceiras pretas de vidro a
ilas de velluda bordadas estrella*, o ara
- Vende-se orna bonita mol.llnn. com aburn E.eov^Vom^Me'e^^f "'"^ "? '
MrTu ZT'de y a !0 a""O de 'darfe:" i bk gS snSgR
- \ ende-se um armario de pinho sem ser enver-' ISTSaS mmt u?'"" qe P'")e haver
nnado, em hom estado: M travessa da Irempe .,. 9. tSStt^&ZllfiL, m
Vende-se em casa de S. P. Johnston & C,
Iticas
19500
151100
320
240
800
15J00
15IHKI
.120
19 e 1-1100
lila de seda lavradas de toda
ra da Senzala-iS'ova n. Ai, sellins inzlezes chi- tarura "a '\:' '"" "e toda as cores
cotes de carro e de montara, candieirc e Z*! -.versa, la'gu'ra^e ISSSSSlSSSSS:
broiizeados. relogios patente inglez, barris de gra- ^"i' ^> = e l.oa, Calidades, ",o ptto
xa n. 9-, vinho Cherry em barris, camas de ferro, I L^'L",? vJec- ""i" *c vende causa admir-ao
fio de vela, chumbo de munico, arreiospara car- VmSSSEttk toS '? rua do 0uc'""-'.'>'a
,o, lorias in3lezas. F conhecida loja de m.udezas da boa fama n. 33.
Ojee sera gn.erosamei.le -rani^.j"
tubro de I.'*. rrao,..
Veude-se
lia
ni:
lianc-llaiiiil.
cem vemle-se cemento vindo pe.
Hamburgo a s>(Kit) a barrica.
IOS
rERHlVIUAS MIJITO FINS.
I roos frascos
rahcrlos e dcsroberlos, pequenos e grandes, de ouro | -' c 29500, jarros
e prela, patente ingles, de un. dos mclhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
gle/.: em casa de Soiilhall McllurCV Cuiaipanhia, rua
do t'o.rus n. :1S.
'ohei toros
AO B\RAT0.
Na rua Nova loja 11. 8 de Jos Jonquim
.Moreira.
Vendem-se Inrasde pellica para bomem e senhora
das mais Trescas e novas que ha no mercado, pe|n
baralissimo preco de 15280 o par.
.'
lines
tios e grandes.
de lila hespa-
muito fencorpa-
Vendem-se na rua doCrespodoja da esqeina que
vo.'ia para a rua da Cadeia.
o
B< finara dt> JVfonteiro.
No deposito da rua da Senzaln-Ve-
Iha n. ll(i, vende-se assucar reflnado de
superior qualidade, de arroba para cima.
uc, ralo mu,10 lino a tsoo, l>.5on,
Ihor qualidade que r|c
baratos do que cm oulra
inr-
haver, e por precos BUrii
^!imaduabemco,;hcnd':rde,:;:ude;a:da^a
ama 11. 33.
Vende-se um
minos de idade,
a tratar na 1 ua do
Kosio l.oiiiein as 7 horas da noile am (.ci,,
mulato, de nome Thomaz, alio, refwrad. > r ,
con. marcas de bejigos, ,K-rnas gr^.V,ltai mil
cas de c.calriaes as canellas, falla coas mora -
cidao ; le.u camisa de panooaiol arre*. aootiXT
da de ourello branco n.s Iwmbieiru e aaastW
aberta na trente em l.irma de palito ele V^.V."
he natural da Par.hiba, e foi escravo .1., Sjt 1",
l.oelho que o houve por heranra de sen ,,." '
Joiquim de Snuza 1*
P "
V
fre
leve-
tiuimares,
Kecife 1, de ou
I'edro Antonio Teiseira l.om.ara*-.
AVSO.
UNCOE>TA Mil. RES.
Ao da 23 da jando do corrale, faci do l,i
do br.gue .Slar.a l.nzia. o preto crio.to. H,^'i
de idade i a 2.. anuos, pouco mais eo menos, e le
o. signae. segointcs : ro-lo conjpndc. e .le--.rsad
cor fula, cabello cercilhado, olho. um pean. -,.lir
e amortecidos, beicosgrosso, odo de cima ma.<
gro.so que encobre a falla que leas de denles ,m
cima, [alia um pouco alrapalhado .levido a falta n>
denle, pouca barda e rala, e hiendes, lem oa m..
(squerda junio ao dedo mnimo anu e.pec.e te er-
vo sabido, as nadegas.um ponco en.pinada, oo ,.,
dar teo am geffb para o lado, cadenas larsa, reo-
(ura fina, ps apalheladns e um pouco largos ; tr\
ealja de algodao a/al desbolado e camisa de aLml.
riscado,chapeo de palha, lem oflicin de eozinne;re
e costuma rml.riagar- innj mu \ ih-lla c du >r. I>r. promotor de I dioda
Queiroz Fonseca, e iillimamenle doSr. .Mhert Kor>-
ler llamen : o abaivo assisuado. sendor do dte >
lo, gralifira genrrosanienle a quem o api rebcndr e
leva-lo em sua casa, no aterro da Boa.Yisi,, n v,
secondu andar, ou i.oKecile, rua do Traptche n fV
a Antonio de Almeida liomr< ; co,9 tnojfaiai rir-
lesla cnnlra qualquer paasea que o ocroltar em >r
poder; assim como gratifica e -..aga inda, *, a>~.
zas.Joaquim l.opcs de lm< 1(|.
Ilesa 1 parecen no .lia ',] selrmbro 00 BJBJ
om pelo p..r nome l.niz, criosle, c/inl.e.ro. rom
idade |x uco mais ou mr>,, r, annus, e-tal ora reta-
lar, L.m parecido, n.r relinla. ps e mis beta fei-
los de bastante a per..liado, e falla nlsum.. no .
idioma inclez, lem d.., deessn da frenle do lado es-
qoerdo parlirics, c ., dedo ndex da rna e-aoerda
iiiarhucadn, e consla ardr acoul.depetos arntulde.
desla ridede: rog?.se ., (,e,.oas queoapprel.eiid.-ieR.
levem-o a rua de Apollo n. :m, armaxesK de Anl.~
nio|.\lves ll.'il'cj, aonde >e pagarao lod.s as d--
pezas.
mito mualo de 18
proprio pira kolceiro:
Vifai io n. 51.
- >ende-se orna par.da de Ierra roberas de
mallas de muilo boa madeiras,e opnma de pian-
'?n' ? l^a!a^1l", >lanttoinli... sitio que volla para
U fio de,SDac'o l'ranciscode Albuqaerquce
Itegvel
AVISO.
No da do notnliro. a. 1, hora- da maiilua. I..;...
*u!'""',I"""1'' *lr "<<>' looopha. qoe ropseseala ler
u. j ** i'"a,* "-<" "' ao rwpo, con,
lana de denle, ua Irenle. leve bastante, besigas m
Iro*1" e en. lodo o corno, e anda conserva limita-
I marcas ... keiifla; le.ou ve.l.do de cambraia de
narra c..r de rosa e panno da Cosa, com iKlra. e-
ainadas: quema pesar leve a roa do Uueimade
toja da quina do berco da l-oneregaVao n. II .. m.
paleo da Sania Oor. sobrado de um andar n I oe
sera I-..,. ,,. ttaMho m *"
sera" bem
l'EHN.: TYP D2 M. F. B FAMA
SIC
**


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