Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07603


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Full Text
>


,\NNO XXXII N. 237
01 ARTA FFIRA IS DE 01 TIMO DE 1856.
Por o metes adiantadot 4*000.
Por 3 mezes vencidos 4.$-500-
Por aune adianlado 15000.
Poi te frauco para o tubtcriptoi
K\t: \lllll(. ADOS UA SUBSCRIPCAO' NO NORTK
Parahiba, o Sr. Qervuo T. da Natividad! ; Natal, o 8r. )oao
luim I. Pereiri Jnior; Araeiiy. o Sr. A. di Lemot Braga;
Cear, ir. J. Jos de Oliveira ; Maranhao, o 8r. Joaquim Mar-
ques Rodrigues; Piauhv, a Sr. Domingo! II ere ulano A. Peaioa
Carile ; Par, o Si. juimiano J. amos; Amazonas, o 8r. Jero-
ym da Coala.
PARTIDA DOS CORREIOS.
llimla : ln.los os .lias, a. e niela l.or... d.
Imanus, KoiaaBa < hraHba : aas .enoaai
S. .lati, u./.-rm.. BoaJCotCaniart, Altfaaa
S. I.....,,,. i-......I lili", nataratk, l.imo.-,
iir, Flor, Villa-Bella, lloa-Vi-ia, Ouicarj
.:.,i>.,. Ipviao, serialilat, Uhi-e'ormosu, ti
'iawaiolras c Kalal: quiniaa-ieira..
I ius 09 cocalos pallen as 10 liara, ta m.i.li",.,.
< .' ."Ill.-Clf.t..
(..ranluin- : m terea-fei
1, Rreju, l'f.ipn'irj, rnga-
B Km : 11.1- ouartaa-fell
1, B.irnlro*, &gaa-t*n
AUDIENCIAS DOS TRIBUNALES DA CAPITAL.
Tribunal do coromercio segundas e quintal.
Relafao : lercai-feiras etabbados.
Fazeuda : quartii aabbadoi as 10 horas.
Juizo do coromercio: segundas as 10 horas o quimas a maio-dia
Juizo da orphaot ; aegundas quintas as 10 horaa.
Primeira arado eivel .- segundas leitai ao meio-di.
Segunda ara do civil: quarus a sabbados ao meio-dia.
BPHEMERIOES DO \1!)Z DE (Mil tillo
7 Qu.i rio erraren le as 3 llora 1J minuto i e 48 seguudos dam.
13 La cheia as 9 minutos e '2(1 segundos da larde.
VI Quartominguante as 3 horas, 17 minutse 48 segundos da l
28 La ora as 8 horas, 24 minutos. 48 segundos da larde
I'IIEWIAH DE IID.IE.
Primeira il e 30 minutos da tarda.
Segunda 0 a 54 minutos da manhaa.
DAS da semana.
6 Segunda. S. Bauno fnuii.nl.>r ; Ss. Ca.ilor e llernlhides.
7 Terca. S. Augusto presb. : Ss. Sergio e llrcho.
S Quarta. S Hr'gidia duqueza viuva ; S. Simeao.
V Ouiiii.i S. eiinisio b. ni. : S. Abraliam patriarca.
10 Sella. S. Francisco de Ilorj.. ; >s. Kulampioe Kullinpio.
11 Subbado. S. Mcacio b. m. S. Samalra m.
12 Domingo. 21 Ss. Piisciliano c Domuma mm.
ENCAIIIIEGADOS DA S ItSS.HItl \0 Misil
Alagoit.o Sr. Claudine FileaoDiis Baha* ta, B. burra
Bio deJaneiro,o Sr. Joe Pereira Manila.
E.\l PERNAkllll III
O proprlaiario do DIABIO Manoel Fiueiroa di Farsa, ra >.e
linaria, prafa da Independencia m.itS.
F
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expedanle 4 da i ala o a labro.
IHliiioAo Rita, ce-presidente do Ceara', ae-
cusaudo recibida a rula do soldado desertor do I*.
balalhao de ufanlaria, Jamarlo .losu Junqueira,
que S. Eic. enviou para esla provincia no vapor
ulmperadorii.Transmitlio-se a guia ao marechal
comraandanto das armas e niandoa-se por o deser-
tor a dispn.MC.ao riestet
DitoAo Exm. bispo diocesano, traiisinitlindo
por copia o otlicio etn que o inspector do arsenal
de marinha convui tu na hora indicada por S. Ene.
para o ensiiio a lioulrin;, hn-lna aos Africanos li-
vres exilenles naqueile arsenal, pondera a conve-
niencia de serrn os mesmos Ariicauos in-lruidos
ein lumia-.
DitoAo Eit. coiiselhciru presidente di relajo,
iiiteirando-o da baver o bacliarel Francisco de
Assis Oliveira Maciel, entrado no dia I- do corre-
le no tiercicio da segn la vara municipal desla
cidade.Igual a Ihesouraria de fazenda.
DitoAo mesmo, declarando que o bacliarcl Ser-
gio Diniz de Moura Mallos, juiz municipal do ler
ido da Escada, estirara no dia :l de selembro ulti-
mo, no go/.u da licenca quo Ihe l.i concedida. lam-
ben! se coinmunicou a Ihesouraria de fazenda.
DitoAo Exm. marechal cummaiidante das ar-
mas, enviando por copia o aviso ciirular de lOde
selembro ultimo, oo qual o Exm. Sr. ministro da
.uarra ex'ue cun iirg-ncia urna retacan de todos os
individuos ofliciaes eil.rii.... e reformados ou paisa-
nos qoe se acharem etopregadoa em qualqocr esia-
belecimenlo uu eommissau perteucente a reparlIcAo
da guerra, eom declanrao do emprrgn ou commis-
^ao, e das ceimlecoraroes que por ventura leuhain.
Iguaes ao director do arsenal de guerra, ao pre-
sidente do consellio administrativo, e ao director
das obras militares.
DitoAo mesiiiu, para mandar passar escusa ao
remita Luix (Joiuaga de Lima, vislo ter em sen fa-
vor a disposicao do arl. 108 da lei n. 387 de 19 de
agoslo de 181b'.
DitoAo aietmn, remelteiido por copia o aviso
de 12 de selembro ultimo, com que o Exm. Sr. mi-
nistro da guerra enviou o exemplara, que tambem
remelle, da ordenaura porque se devem regular uo
xercito os tuques de clarn] e corneta.
DitoAo mesiiiu, ii'iommendando que mande
apreseular ao joii miinicipal da segunda vara desla
eidade, um sol la lo de cavallaria para coudutir os
ollicios e editaes relativos a convocar^ao do jary des-
la termo.Communicou-se ao referido juiz.
DitoAo inspector da Ihesouraria de fazenda,
transmittindo os avisos de letras -o! n. 11 e 14 na
tmporlaocia de |ii-siis.-iii res aecadas pela Ihe-
souraria da provincia do Kio trande do Norte sobre
a drsta, e a favor de Joao Ohrisostomo de Oliveira
Jnior eCanuto Ildefonso Emereuciano.Partiri-
pon-se ao Em. presidente daquella provincia.
DitoAo juiz relator da junia de jtntica, irans-
loiltindo para serem relatados em sessn la mesina
junla, os processos verbaea dos soldados Joaquim
l'ereira ilns Sanios e Jos Francisco de Oliveira,
este do meio balalhao do Ceara', e aquello perteo-
cente ao da l'arahiba.Kizoram-se as neoessarias
COIlllllolllcaroe-.
DitoAo inspector do arsenal de marinha, para
mandar fazercum urgencia os concerlos de que ne>
ceisita o ma*>tro do telesraplin da torrado col!.m.
-Parlicipou-se ao marechal rommaudanle das
armas.
DitoAo mcs:iin, ri'coinmeuilando que man.le ie-
celier do director do arsenal re patarra, qoalro Afri-
canos lires para seren empresada no sarviro rles-
se arsenal, chIoi me for conveniente.Ofliciou-sc
ueste sentido ao referido director.
DitoAo capil.io Jos Anlouio de Carvallm Dan-
tas, ron.ni ai, la ni.' do destacamento e dblegado de
'.aillo Aniao. roncodendo a liceiica que peoio para
vir a esla capital, devendo passar a delegara ao
seu supplente e cuinpnr as eroens que Ihe farem
expedidas pelo marechal roinni-iulanle das armas
acerca do deslacameuto.Communicou-se ao referido
tnareclial.
DitoAo capitn rommaiidaiile do deslacamenln
de Isuarassu', dizeudo que por existir apenas ucsla
capital lies dos cornetas do curpo de polica nao po-
de ser enviado para aquello lermo o qoe Smc. re-
quisitoo para aerxir uo respectivo destacamento.
DitoAo juiz de paz do Kio Formoso, pediudo
os seguinte csclareciuieutos.
I. Qoe numero de volsutes deu ein 1KYJ a poro.'io
do (erritorio queja perleuceu aquella freguezia, ese
a :ln azora aunexada a de l'na em virlude da lei
provincial n. ll de 110 de marco de Islr,.
2. (.iiiaiiios vulaiiles luram inscrlplos na ultima
lista da qualificacao da mesina freguezia do Kiu
Formoso, antes da desiiiemliracno da parte do terri-
torio que boje prrleuce a Una.
Dito^Ao jai/, de paz mais volado da freguezia de
Una.Tenho preseulc a ollicio datado de 25 de se-
lembro ultimo, em que Vme. propoudo o aiigmeulu
do numero de eleitoresque ltimamente da' a Ire-
cueia de lina, em virlude da tabella organisoda
pela presidencia em data do 18 de selembro de 1832,
allega as seguinles razes :
Que i-, numero sendo de de/ ate ao referidn an-
uo de 18.V2. fora naquella poca elevado a 12 em
eousequencia do cre-cimenlo da populando ; que
posteriormente, por acto legislativo, una boa parle
da fresuezia do Rio I-'ormoso se auuexou a de l'na,
que boje cnnla mais de dous mil fogos e uitoceolos e
oilenta e oitu votantes, segundo a ultima qunlilica-
rao, c que a vista do acriscimo de terrilono e de
pi-polaeao oAo pode a freguezia de la sel bem re-
presentada dando snmcnle 12 eleilures, entretanto
qoe a do Rio Formoso, nao obstante a desmembra-
dlo que aoll'reu, continua a dar o ini'sni'i numero
de eleitore qne d'aul--.
Silo me leudo Vine, ministrado os necessarios es-
i'.larecimenlos por onde se podesse com segnranca
conhecer qual o numero de volantes que correspon-
de a parle de territorio animado a freguezia de
La, lalla-ine a base para poder determinar o aug-
mento de conlormi'lade rom o aviso de 8 de janlio
de 18(9, pois que s com o auxilio da lista geral da
qualilicao.io, rm que os votantes se acham clarifi-
cados por quaneires nao se pode saber quaes den-
tre estes comprelieudem a parle de territorio an-
nexada a freguezia de Cna.
Cnmpre, pois, qoe me remella as seguinles infor-
mac/ies. que -ervu.io de fundamento a miulia de-
cisao sobra o objeclo de qoe se trata :
1.a Dos qoarteirues que eslo classilicados por n-
meros na lisia geral da qualilicagao desle anuo.
venios, ; e fnalmenle de grande numero de peMOM l do o estado, exhausto de ftieioa, precisava de allra-
do povo, qoe se moslraram incansaveis. I hir a coucorrencia dos capilaes para grandes empre-
pasta reparlirilo all ae acliaram comiso o ajudaule i zas, o soverno dando golpes arriscados com o liin de
l'eixoto, o administrador da obra do Gymnasio cora liaver recursos precarios, atemorisava o capital na-
dous serventes, que foram os nicos que poda en- cnm.il e acabava de malquistarse com urna das pra-
conlrar, o mestre carapina Mailius e o administrador
da ponte provisoria. Estes dous ullimos muilo me
ajodaram.
Aproveilando a occasi.io devo prevenir i V. Exc.
quaes sao os que lompreheudera o lerrilorio que I de que o local da casa incendiada se acha designado
leixou de perlencer a freguezia do Rio Formoso, | na planta desta cidade para una ra de travessa,
e fui aunexado a de Una.
2. Qual o numero de votantes que deram e-'cs
quarleires em 18V2, a que Homero deram no cor-
rete iiuo. Se porm os esclarecimenlus que ora
pero nao poderem chegar a rninha presenra antes
do dia f."i do correle, am de qoe a minha respos-
U possa ir a lempo de regular o aaosaro de eleilo-
resaia prxima eleicao de novembro, cumpre que
Vmc. ueste caso observe o que a scmelhaule respei-
to se acha determinado na tabella a cima indicada.
Kemetleu -e cnpia do ollicio cima a cmara mu-
nicipal do Kio Formoso, pedindo-se iguaes lufor-
maroes.
PortaraMandando admittir ao servido do ex-
ercilo como voluntario, por lempo de seis anuos, o
paisano Pedro Cesar Paes Brrelo.Fizeram-se as
necessarias enmmunicare'.
DitaAo agente da compauhia das barcas de va-
por, mandando dar passagein para a Baha por cun-
ta do governn no vapor ulmperadur ao capito do
7" balalhao de infamara Francisco Antonio da Fon-
seca Calvan.
3
Ollicio Ao Exm. presidente das Alagoas, di-
zeudo que, pela leitura das informares da directo-
ra do arsenal de guerra, constantes das copias que
remelle,ticara' S. Exc. inteirado de liaver sido des-
feito o engao que deu-se uo Homero das calcas de
p..uno verde e inanias enviadas para o oilavo bala-
lhao de intentarla.
Dito -- Ao Exm. marechal commandanle das ar-
mas, rcconimeiidaiido a expedirlo de suas ordens pa-
ra quo Maula, as II horas do dia.eslejam a dispo-
sicao do Ihesoureiro da enmpanhia da estrada de fer-
ro.dous soldados de cavallaria para escultarem o coni-
boy que lem de cmiduzir dinheiros para pagamento
dos operarios da referida estrada.
Dito Ao cliefe de polica, nleiraudo-o de ha-
ver expedido ordem as thesourarias geral e provin-
cial, a primciia. para pagar a gralificaro que ven-
ecu o regeule da casa dos meudigos no inez de se-
lembro ultimo, e a' segunda, para -ialisfazer a impor-
tancia do aluguel da casa que serve de quarlel ao
deslacaiueulo da Cspunga, vencido nos mezes deju-
Iho a selembro desle auno.
ilo Ao commaodaule soperior da guarda na-
cional da comarca do Kio Formoso, recomrneudan-
do a expediriio das contenientes ordeus, para que
os coinmjndantes do cornos da mesma guarda na-
cional mo reunam os referidos corpos nrm mesmo
asjiisiiectivas compauhias a pretexto algum, sem qoe
slejain "lesignados os lugares em que devem cites
ler as >uas paradas.
Diln Ao director das obras publica, appro-
ando a deliberaran que lomou de reinove o admi-
lillrador da ubra da ponle provisoria do Kecife, pa-
a dos reparos da ponte do Cachanga. Communi-
cop-se a Ihesouraria provincial.
)ilo Ao cummissano varcinador provincial,
zeudo, que |ior se terein dado alguns casos de v-
ida na l'regup/ia de Santo Aimro de Jaboalo, faz-
e piecisn qoe Smc. indique um medico que siga pa-
a all, d as neeessanas instrucres, e proponha a
gratineacn que .leve elle ptrceber por cssa coin-
mioaajo.
Dito Ao eapleto delegada do letnso ,in Seri-
nliaj-m, eoncedeadn per-musan qne pedio para vu
a esta eapltal. Fizeram-se as necessarias enm-
uiuuica^ues.
lito A' raimara municipal do Kecife, dixendo,
que por nao eslar bem oxpressado na pnsiuraque de-
volve, o pensamenlo que levuu a cmara a ronfec-
cona-la ; por quanlo a maneira porque se sella re-
digida parere excluir toda e qualquer edilirar.io qoe
nao esleja as proporroes por ella determinadas,
convcni ijue ueste sentido seja modificada a redac-
rilo da supradila postura, cujo pensamenlo a presi-
dencia adopta.
Dito A' mesma, recunimendaudo a expediru
de suas ordens para qoe nos termos do artigo 12!i"do
regulamenlo da casa de delenrao seja felo pela
mesma cmara o fornecimeolo lie luz para o quarlo
do rommaudanle da guarda daquelle cstabelecimen-
lo, cerla de que oesla data se olcia ao director do
arsenal de guerra no sentido de fazer cessar eom
Smc. (ornecimeiiio.Fez-se semeiliante a respeiloo
ueressario expedienle.
Dito A cmara muucipal de Na/.arelh, ap-
provaudo a arremalarAo das rendas daqoella c-
mara.
que communique o aterro da Boa-Vista com o caes
do Capibaribe, e que por tanto a desaprnpriar.io por
ulilidade municipal presentemente sera' inoilo mais
fcil, do que se te eousenlir na roedificarao do predio.
Esse negocio, porm, corre por coula da cmara mu-
uicipat.
- feaaau guiiidu a V. DirerlnTla das ubra pu-
blicas, ti de oulubru de 18">6.--Illm. e Exm. Sr
conselheiro l)r. Sergio Teixeira de Macedo. dgnisti-
mo presidente da provincia.O director interino,
F. Kaphael de Mello Reg.
COMMANDO DAS ARMAS.
Quartel general do commando das irmas de
Pernambuco, aa cidade do Recite, em G de
oninbro de 1856.
ORDEM DO DA N. 3*7.
Determina o marerha! de campo, commaudante
das armas, que o toque de rerolher, a conlar de bo-
je, visto que estamos no tero, seja dado as 9 horas
da noite ; que pela rallo dita a parada diaria da
goarnicdo lenha logar as 8 horas da raanhaa, e final-
mente que o arrien da prara se fara com un'forme
lira neo.
lose Joaquim Oiellto.
que parecen adoptado por meia ostentaran pelo go- da socicda le. Approrera a Providencia experi- i exrliiso arinlo-a eom que foram ental.alida. sjajta -
verno paasado ; sua marcha eeonoaiea dcsincuiio menlar-noa rom o llagello da pesie, e com a ruina daturas respeiteveis: a iiomear.,., de i-mpregadm imi-
cm srende parle esla douliiua, e aa dalla se quiz das nos-as principies culturas. Populan.es intuirs blicos par as cadeira do prlanienm' em ou.n-r .
servir u nina queslao grave, a opiuiao vio ah soineii- irn desunidas ai -earas pelo rigor ialaaM de im que exceda a maioria dos seo metnbros etn lim
leo pretexto para urna metida que pareca seisir invern prulnngado ;.. mal das vinhas contiouava a o predominio roi.slaute e re.olmo. qu- .. "a n. m .
recurso- mus abmdanS. O l ver.2 SeriaSSa ."'"'" '"rl,cV,''"'- <'?> e impopular, arruinar muilos d,r,cls, cuja pr.nripal riquez. sempre se arrogara era tolas ShC CW Z
n0ef7zT.^ulrrer.,o1allem SSS^TSS Z\V P T T" '" ,MS* "**-. c'""isle "' --11"" >"' eonimeirio dos'seus' deu.es t.es nao admira que ... sarna p.bl.c. a ,-
VM^mMJ7!SSSZwr^^ prolon-! .ecea. ,1 a.ndiguarAo geral. producios. Tolos anleviam a car.slia das suhs.s- mar.. enc,.ntraea sua aolorUaa!, moni Hll I f
,aado o seu dominio esler.li.ador. ,) f^i de reformar ou o deMjO e a neces.nlade inicias, a fume acrrescenland.. e a-..r,,vando rain ns e desvirtuada.
tilulou regenerador, em vez de inaugurar em propi-
cias eneniii-1.un i,i- urna nova era, por um prucedi-
meulo contrario camiuhou. talvez sem querer, na
mesma estrada, reincidi nos mesmos erros, aggra-
vou-os. e cheguu por consequencia a resultados an-
logos, que foram o ver, depois de cinco anuos de paz
e longe do rer.ein de guerras cvis, o crdito publico
estacionar qua< no mesmo desfallecimeulo.
lnutilisado este meio, o governo pedia ler pedido
a boa economa o augmeulu de recursos paraempre-
gar as obras de viarao e de foinenlo. F>ta indica-
ro andou sempre escripia nos prnsrainuias do par-
tido progresista. O governo nao a seguio. Nao
fallemos na economa estril, que prejodlcaria as
despezas nccessariis e productivas, fallemos da boa
aria'a lac.io dos iinposlos e da sua prudente appl-
'"" "" *""* oa dci.ninisirardo pasta m. i .s cu- mcdiaiameiile a poura turra, a falla de con viernes lempo acudixe a. neces inores dos povos levaularam-se do lula a parle e|ea i.npopularidadc do ministerio. Apparccerarn asUf srai.de, obras qoe e diz...... praiert.d,, tac, .,
v.eraiu mar dentro do parlamenlo em repetidas re- m inifeslaroes publicas, que depoil se mulliplicaram | ram os motivoappannles da viag-ni de mim.l... da
presenlaroe. Mas os gemidos populares foram ou- ; c sanecionaram cora railhares de assignaturas. Ogo-! fazenda.
vitos eom a in apoiada por homens que se dilian demcratas, ros- ; cm.sciencia da sua propr.. Iraqueza. Nao se --- --------.....-----------f Ulia.ai.u_ .ror.r-'deH.e
tumava ouvir a voz do povo e os conselhos da opl-l ven.lo a a.....llar f. anca mente um priuripio a que se Rra manifest que se o estado da fa/la oler.... a -
publica. A allerayao das c.rcu.nscripres mu- | segurasse. irrlon os nimos de lodos sem contentar ministerio a enva, om dos aeu. nsembr... a't arara.
aeshe inevilavel n una boa relnrma a.lmiuis- n.uguem. I.ogo fo. voto dos que saben, ler no livro 'Irangeiras, depoisdelerippellad-. ii,ul.l...r.te pa.a
'a ; mas ha mil circumslanc.as a que cumpre dos prn.nuslicos pol.l.co-. que o governo nao leria : palrioliMiio e inlore dos r..(.itaes do i.a.z L.
der .... nrgausaraodos conselhos em relarao aos forra para fazer passar ana lei. nolavel pela auli- I simas aran as circumstai.ru-. da fortuna MHtaa -
1S
ai
IM I iHIrl.ii: U\\\[S
EM
B']BVI,(DUa
Por Madama Anioinette.
lllm. c Exm. Sr.Levo ao conliecinieulo de V.
Exc. que na madrugada de hontcm leve lugar om
incendio uu aterro da Boa-Vista, que deslruio in-
icuamente urna Casa de sobrado de dous andares,
pro,riedade do coronel llenrique Marques Lii, em
que habilava o negociante Antonio I.ral Res.
Apenas advertido pelo loque dos sinos, corr aquel-
la lugar, onde e.live constantemente desde as tres
horas da madrugada ale a's ss c meia da maullas.
Ja' encuulrei all os soccorros precisos rm laes
occasioes, remellidos pelo arsenal de goerra e corpo
de polica. Posteriormente chegaran. os enviados
pelo arsenal de marinha.
Sendo notis lodosos esforeo para salvar o pre-
dio etn que se l.avia aleado o incendio, ledas a> pro-
videncias precisas foram tomadas para se salvar os
doqi contiguos, e. graras ao Irahalho activo que se
empregou, conseguiu-se tal lim.
Dando cania a V.Exc. desla lamenlavelricrurrcn-
cia, julgo-me na ubrigaela de consigu.r os esforros
di polica, a' cuja Trente esteve constantemente' o
seu mui digna ebefe ; bem cuino do contingente de
rtices, dirigidos pelo respectivo commandanle. da
Torra de marinha dirigida por dous e.forrados oflici-
aes, da guarda nacional, especialmente do lerceiro
balilhao, pracM d esquadr,lo de cavallaria, as
quaes ate carregavam agua em cauecos como sar.
'li.nar.i i a deploravel scena de qoe Vmr. fot hroe,
ou aules indigno actor, uo salao do seuhnr colleclor
do distnetn. Abslenl.o-n.e de qoalilicar, como ella
merece, a conduela de Vine, uessa circumslaucia em
atlenrao ao espeilavel enrpo a que tem a honra de
perlencer ; mas rousiilere bem nislo :
Se Vmc. dr o menor andamento a esse nego-
POKTUI'.AI..
MANIFEST DA COMMISSAO ELEITOKAI,
PROCRESSISTA DE LISBOA.
A cminis-aii prnzressisla da capital vai boje pela
primeira vez dirigir-se ao pa.z e em parl.cular aus
cidadHos que teera militado constantemente as lilei-
ras do progresso.
Consria do melindre da sua posiro, ohserrando a
evolorao dos partidos .Turna nova epoc poltica, e
rellectindo alm disto que as c.rruinstancias nao ur-
giam por estar anda distante a epoc. em que o paiz
devia intervir da urna maneira directa nos deslinos
pblicos pelo direilo eleitoral, a commissao cnleu-
deu que nao devia aventurar prematuramente a sua
iniciativa nos e.forcos para a reorganizaran do parti-
do, antes de ler visto bem determinados certos fac-
i', e confirmadas pela observarjao publica certas
consequencias, que moitos auiraos poderium nao ac-
ceitar anlecipadamente como previsao raiotvel.
Agora porem que ponen espayo nos separa da elei-
Bte dos novos represenlaules, a commissao julgou
que Ihe cu.npria centralizar o movunenlu eleitoral,
chamando ao seu gremio alguns dos cidadaos que a
podessem auxiliar ueste cmpeiiho. e appellaudo por
este manifest paca o esforros e patriotismo de to-
dos quinto, discordaran! do syslema adnptado pela
adminislracao pastada, neste supremo instante em
quo vai decidir-se o futuro da paz c prosperidade
desta Ierra.
Obrando desle moto, a commissao nao enlende
arrojar a si urna autondade, que perleuce aos comi-
nos populares ; a elles cabe om definitiva a ultima
decalo.
As desbragadas lulas, em que o paiz so aei.ou en-
volvido por farros anuos, ti/eram con. que nina ma
aerenca, e errado*principios Eaiauceiroi presidiasen
a goveruarao eeononnea de.t* Ierra, ern lempos ein
que a iniciativa do poder era mais necesaria para
tncaminhar a actividad! e avorecer o drscnvolvi-
niento da riqueza publica.
O programma de 18-l pareceu inaugurar mellio-
rea tendencias na regan governaiiva : proclamoo
cerlos piincipos da opposiclo progressi-ta que com
a'moralidade coiisliluem urna dos parles ...ais impor-
tantes, das suas doutrinas, istn he, as refirmas eco-
nmicas, o l'iuiriiln da riqueza publica pela inslroc-
rao, pelas vas de communica;no, e lela exlinccao
dos monopolios e dos embarazosa liberdaile e de-u-
volvimenlo industrial de toda a ordem.
Promessas de relatorio e algumas medidas menos
coherentes, e que s na apparencia teudiam i e-te
desidertum, foram o signal de uina KMa uo parti-
do progressista entendend alguns que deviam apoiar
com todas as Torgas da sua influencia aquella inicia-
tiva, ootros couservaudu-ae Orines na afoslenran po-
ltica, ou na opposicao declarado, porque nao viara
sinceridade ou verdadeiro alcance no coujunclu de
providencias eom que o governo inculcou inaugural
a regeneraran econmica.
A cnmn.isso congratula-se com o paiz, porque
este pensamenlo de progresso material, de reforma
econmica, de empregu da receita publica no Torne-
lo da riqueza nacional, Totso adoptado como diviso
de urna a Imini-lrara.
A commissao enlende que nao he mais pussivel
entre nos um soverno, que un iuscreva este princi-
pio entre os do seu programma administrativo. Pro-
clamar una verdade, he camu.lia. para a sua exe-
curao.
'.lun.lu se presta l.omcnagem a un. principio be
porque os lempos se aproximara de ser levado a
realidde. A commissao expora' os motivos porque
persisti em uao ver realisada a proinessa de una
Torma econmica, quinto alias as circum.tancias Ta-
voreciam a soa execu^ao.
respectivos peiimelros. e essas circu.nslaiicias ecoun-
miras, jurdicas, administrativas e curographicas au
se improvisan) n'uma comnlb-ao ou n'uma secretaria :
estulam-se loana e alintame..te as localidades. A
soblUl0C<0 dos grendes ou pequeos eanselhos pode
carao ; Tallaran, da exliaeelo de todas as pumpas e j ser ..... progresso material, e ale um poderoso meio
inutilidades administrativas, que servem de pasto de restaurar a vida poltica da naci e de crear no-
perpetuo ao nepotismo. Debaixo .leste ponto de va-e iudesiruclive.s garantas de liber.lade, ina. nao
vsla sempre o nosto partido fez guerra aos reamen- pode separar-se de un reforma simultanea e r.. II-
loa pasudos. Os i|ue o governo apre.culou em lo
das as ses-es legislativas, nao dlllerem ues cular dos antecedente1, sei.ao no cous.leravel agora-
re desle mal.
Sem crdito, nem eronomia, que mcios poderi.im
sobrar ao governo para fazer face seriamente as em-
prezas de ulilidade e progresso material que o paiz
reclama Restavam os tributos. O ministerio tran-
sado vio que eram o nico recurso, de que puder.a
l.uieii ma,i, e avanrou nos seos relatnos que o paiz
poda e devia pagar mais. O governo enganuo-se.
Celebram-sc anda boje as maravilh.i- do imposto ;
cal do codiso adminislrativo e das les e providenci
que o completara e modifican.. Sem isso, a sup-
prtatu de uu. grande numero de cotisell.os nao poda
ser tenlo um llagello para os povos.
A adminislracao decal.ida creon alguns estabeleci-
menlos de inslrncclo professiunal. Disse-se entilo
i|ue nao era o intuito de promover melhorameutos
nos varios ramos do Iraliallte nacional que m lu/i.i o
governo a crear esses institutos, mas sim a necessida-
de de suscitar hcuevulencias pesoaes, rie salislozer
conveniencias |)arliculares, e de empanar a vista dus
menospei'spica/.es|com appirenrias illusorias. Eram
iinmia das suas d.sp.s.roes. e pelas bises falsas mi mal arouselharia... a benevolenria aoaanaaaea \|..tl
que a-sentava. O ...luistcrio desisti de a fa/.er ron- di que allrndendo a irritara.. pr,1u/ida p'ela rm-
hrmar pela sancrao parlamentar. Naj se alrcveu a lali-arjo e unnvers.v..,. misterio era |ulgad a ptai
arrollar cora a oppMe||* i\m se levantara ; e nao menos pmpri i para levar a bon. Pitea o'negoc.a que
quereu le sjj&itar-s a n. ililicar o '.. Brujelo pre- e projectava.
erio expor o pa.z as madonnasceuseqaen ias da cri-' Todas as ippreiMaMues r recen... lodw os po.-tt
se que eslava domnente. Pactaran metes se... que i lieos e julgamei.los, foram ...nlirmadns pelo con.pi>.
urna so pruvi lenri. fo.se decreta la. e foi necessar.o 1 xo de projrctoa, que rl.ainaraui da la/e..da. Na.,
que nutro* homens subissein ao poJet para que si I cumpre a' roninussao entrar na sua r.goro.a anal.
anrisseni os no.so, porto- aos eereaei eslraogeiros. se ; apuntara' nicamente us motivos que a levaiatn.
O rorertte proeuroo salvar a sua precaria situar!0 I ja como gremio poltico, ja no parlamento pela- ana
no complexo de medidas sobre fazenda puhl.cs.a uc,n'>r< ^ue ;>'''ll,ll,*ln" "''"'''iV'nd.vidoalnien-
preteada ao parlamenlo. lluvia muilu que a im-' '* a eumb.ler aquelles projeclo., |...r lodos o> oa-i...
prensa livre denunciara as inlenroes do mini-leiio, e '? ('e 1"* P"de ervir-.e.
era geral o temor ie que perseverasse nos vclliua gol- iuinrensa iudependente deludo o reino ajn-
pes de estado, que Ihe liaran alienado a confianza i,,nu ;l '**"** '"',,e eo'Penho, e-elaiernl a
do pai/. Diz-se que o secretario da fazenda, peste Pai*a e pondo a lun.e aa eenseqoencias lalar. da
em apuro extremo, nao achaado aoi cofres do Ihe- "1oPC80 daqoelles proj-elos.
sooro rom quo.irer.rrer a despezas ordinarias, haril! .** representaroes do pa.z inleiro. lirmada- can
dislral.id i es fundos e.pecia-s, desiguados por lei m'"'ares de assisnatoras, vieram demon-trar Ihe ana
com appliracau a uulros servir >s. Dizia se que se S_L'"j*0 l'avia engaado sobre a profunla irniue... .
augmento de tributo directo Iraria a sua decaden-
cia.
O imposto indirecto, que tambem indirectamente
vai pesar sobre a agricultura, acta ao me-inn lem-
po sobre todas as classes com um rigor, que seria
perigoso augmentar n'um pa.z Tallo de capilaes em
que nem o commerc.o, nem a iudustna esto com-
pletamente desenvolvidos.
XZo fallamos especialmente ae cerlos iuiposlos in-
directos, que iulluiido sobre o prero dos gneros de
primeira oecetsidade, sin ...na injutlici Tlagrante
cadeiras de primeiras lellras. .Nesla parte a novida-
de da courepr.i i mo foi graude. Era o que fa/iam,
lijvia vinle anoos, quasi todas as admiuistrares, sem
que B'alli se houve.sem litado resultados pralicos de
alguraa importancia. A experieoc.a do pasta lo de-
via tornar a regeneraro circuraspseta ar Iralar de
urna das mais graves quesles das sociedades moder-
nas. De que serven, novas cadeiras primarias, ojalan-
do nlo se acham profesares sollicienles para preen-
cher as que exislem, faltando ate um seminario, uina
escola normal, que eduque esses professores, e qoan-
pela desigualdade do sacr.licins que inipe aos cu.-u-1 do o que se dedica ao il.llicil e santo sacerdocio d-
m.dores, e que alleclsn lo principaline.ilc a subsis- ensinsr os lillms do povo, nao lem um incentivo para
tencia das cianea menos afortunadas liiau. forcas ao I ieauir essa carreira de abnegaeao e sacr.lic.u, e he
Irahalho, o pnmeiru e o mais forte eiWeato da n- iJ'.juslamenle desconidetado, al pela lei, ao lado da
queza nacional. aristocracia do magisterio Aos ronselheiros do go-
O paiz ha de pagar mais. quaudo liver estradas, crno devia pesar sobre a cousrieuria essa injuriosa
iii'lrucra > e capital manos caro. A receita publica dc.cui.sidernr.i., e loiavia a sua influencia nunca se
hadecrescer cnnsideraveli.iente ci.iu os uielhoramen-! "lanifeslou em lo ...oiuenluso negocio. Queso fez
tos inateriaes de que temo-, neceo-idaile ; ..oren, o I Pifa tornar urna realijade as un eadeirai de-ansiuo
contribu.ii? mal p..de papar aii>ci|wdoiiiente as j elemenlar eapalnada pele pala"! OnJeeincKamen-
despezas da sua ex-curilo. He ao crdito, he a eco- 1,0 ao profesior para ruinprr os seus deveres .' Onde
nom. que se recorre. as delicadas ruuib naees para que a escula en i|iie
Antes de esgotados estes mcios lie perigoso para : Hllto do pobre agricultor, do pobre operario, rce-
os governos e muitas enes fatal para os povos e\a- ', be o baplismo da dviliMCjla, se nao rouvert,. n'um
gerar o augmento irrellerlido dos Ilibatos. grvame para os seus progenitura i Onde uui s\s-
Pari juslilicar us nossos reparos acerca
presumo rDon-lrnuso as pra- i "'" '"sn.enio na juro reno c man om por i ...
ras estraugeiras. depois de intilmente liaver tentado v",aal ,le cr,u poca em diante ; mas .rparando a
captar a benevolencia dos capilaes do paiz. Fustes e- i ''lv'',i, em duas parle., iiacmual e e-iran;cira, allri-
ram os recelos, estas as graves aprol.euses, que ani-' 0I"" '" u,n" d.reilnsque nrgava a' nal.a. e eMU-
lava.ii ladee us espirilos sobre o estado da nssa fa-
zenda. Era claro que depois da capilalisa.ilo, que
tantos murmurios levanlou, se depois da ronversao
forrada, que nos l.avia lomado mais adversos os ca- "W'
plalislat s.ia patarra, as suss ntencuea e o seu svstema lo-. Prer" diOicil relrugi.dar.
cando, seguudo a upiuiao du pruprio niin.-lro i.
ciador. u governo di. paiz sol. a li.eali.ara sapersar
a ..nuir.lia.a dos portadores do novo lando. Tttsta
deanloradoa pelodelcitsempre creaceud e ac-
cumulamlo-se pingosamente de auno para auno, nao
era de esperar melliur laeteise, e mais prospera for-
tuna da appliraca,. dos mesmos meos, da pruserurlo
dos mesmos expedienlts.
En. quanlo se tallara nesse empre.limu fabuloso,
que havia de operar prodigio!, ohservav.i-sa com las-
tima, que o governo nlo cuidara de economas n^s
serviros improductivos ; qi- de.presava rscaudaln-
*smente a liacalisar,ao na cobraora dosinpaaloa, cx-
acarbsado anda o mal con 's noralorial mronveni
entes e Injuslifloareh que se eenee tiam aos grande.
ronlribiiinles ; que se n... rohihia .. contrabnnlo ex-
ereido impnnemenle em larga escala em muitns dis-
lucios do reino ; que nalmenle so ao carava eorn
ellicacia de organiur de um modo racioual e equi-
tativo a repartirn dos Imposto! geraes, ronservan-
Castaegaara o ...mislro a prn.ness.. de om em
pre.limo grandioso : mas conredendn preferencia-
delusivas, rnarrlando a l.vre acr!o de lodtw n. BM-
\ernos futuros, anuullan.ln Imlas'as giraalias cur-o publico, e estalnslercn lo clausulas -err. la-.
que pertinazmente se afana a revellar ao parame.,
lo, reco!l.cndo-sr de urna maneira formal no volado
ronlianra que exiga.
Can.eguira a Ipromc-.i da rou.lrarrn u> al
ruinas liabas frreas ; ir.as r.u.re.irndn a*' rmupa-
nliia o catado ..., .. dallaa. r paVaisdo vi-la linla-
aa.les,.e/a. pela renta a/aa ll.e UM a,we-enlal.,.
rnnredendo-lhe meio an.m ura na litara. r tne-
lindo-a rom i. munnpoli.. ,!a prn- i ..nria'.ain.la quar.
ajarle ll.e nao pareces. vamajo-o, un ,, g.
de
ra juslilicar os nossos reparos acerca de aeren- lema lanlo e econmico de vigilancia e InipoecSe do-se os anti-.,s" .l..wos li,d'!. .'
da admiuislrarao p.issada, basta comparar, o. que desea at a paroch.a e va verilicar en. ca la S- ^^8**'^WaiianiaHItna eOSV
ayiiltadissimo. recursns. de que ella dispoz, con. as
obras que levou a elleilo. Com o primeiro rasgode
peuna, con. tres arliuos do decreto d.clalorial de II
le dezemhro, o governo. capilalisar.dn qualro se-
cla que u ensillo he urna realidada '-' OnJe i lixaran
de mell.odos racionaes e das materias de eus.uu m
haruii.i.ia com as ideas e necessidades da nos.a po-
ca '.' Onde os arr.ilr.os justos para turnar m.iis vau-
meslres de juros aos portadores de fundo., e lo la a | lajosa pecuniariamente a s.tuarao do professor, era
divida aos funcriounrios publicus, habilitou-se para
poder disporduranle um anuo de mais tres mil eoli-
tos que os govem.s antecedente., liberlando-se ao
mesmo lempo do atraa de lodos os pagamentos.
Que palmo de estrada, que arco de ponle, que me-
tro de via frrea foram levados a effeilo com econumia de mais de sele mill.es em ln lavoraveis
circunstancias'.' Que barra se concertou Que dca
foi mandada fazer '.' Ficou a menos equilibrado o
nrramrnin, preenchido o delicil, livre de angustias
o th'souro nacional
Um auno mais larde, era tal o estado das liuaiir.as,
que Tai nece-s.no recorrer i outr medida nao me-
uos violenta, a da conversan forrada. Daqui lirou o
minislerio novos recursos, dimiiiuindo no momento
o algarismo das despezas com a minera.. du juro.
Arrecadou o fondo de amortiea^no, cujo capital Brol-
lada se acha boje em grande parle consumido. Du-
rante muilos mezes dispz da prestaran Bienal, qoe
o ronlratc do tabaco devia paaar ao banco de Portu-
gal. Por um accor-io con. esle estabel'cimento re-
duzio tambem us juros da divida de que elle en cre-
dor, pelos emprestimos de 33 e 14. Impiiz um tri-
buto de .i por cenlo addieionaea sobre as classes ac-
tivas e inactivas de constderacao. Dispz da verba
de qiiatrorer.los e triu.a e dous coritos aiiuuaes, qne
m destinado para a a.norlisarao das nulas. O
O paiz
O governo tiulia a escolher entre tres ramiul.us,
para anprafceader os melhoramenlos dispendiosos, j Io* ee ,ee "'" Ma exlraordinarios recursos'
de qoe o caricia, e carece ainda para o mais rpi-
do desenvolrimenlo da sua riqueza ; o crdito, a e-
conomia, ou o acresceulameulo da receila pelo aug-
mento dos imposto*.
O governo despretnu uu nao soube airoveitaro
primeiro e n inait eOicaz desles meins. Subordi-
iian lo as consiharaces mais pondenmas as cunve-
niencias da sua con-ervarao, lanrou ma de exped-
anle!, que dando-lhe recursos para o momento. Ihe
Techaram por alguns lanns as pollas da regenerarlo
econmica pelo crdito ..'ama larga escala. Quao-
bora -ni augmentar os encargos du thesouru
Un Tacto relativo e.la gravissima questao do en-
sillo ordinario, sen. cuja solucao racional e ellicaz lo-
do o progresan he meul.dn, confirma o nos.o pensa-
menlo. Lina a.linini.trarao anterior, cujas tenden-
cias e syslema mo importa qualilicar aqui, liulia-se
convencido de urna verdade bem simples ; de quo uao
pode lnver quem ensine, sem ser ensinado: Creou
por (anlo urna escola normal primaria ; fez leis e
regulamenlos, construid um edilicio i expensas de
muilos ionios do rcis, e nomeou professores e empre-
ados para a nova inslHuiro. Sao fallaxa lenao
pr em movimento a machiua. A regenerarlo achou
as cousas n'aquelle slado. Era apenas ecessaria
urna patarra, um leve esforro. Nem a palana, nem
o esl'orro lembraram pore.n duranle cien a..n..s.
As leis e regulamenlos rege.n no Diaria d<> 'Joctr-
no, a edilielo esli du-linado a oulros usos, e a exis-
tencia dos professores consta do orramenlo. A re-
forma soltara os ves pelas espberas da scencia, e
,n.1o podia envergar das alturas os pequeas necesi-
dades inlellecluaes du povo.
As reformas anuui.ciada', promeltidas com tanta
oslenla.;ao lic.ir.un por esta forma, amas apenas es-
horadas, oulras sem elleiln, frustrado asim o resul-
tado s ilutar que a impaciencia du publico esperava
do programan de 1851.
Odesconlenlamenlo crescia mm o desengao, o
pu- I "luiciilar'o governo delcrmiuoii laucar m.iu de me.
I didas por lal modo auda/.es, que impressiuna-scm os
A guerra a essegrande absurdo econmico chama-1 nimos e ll.e des-e... a anpareucia da fon-a que 'he
do monopolio, guerra que era e he ainda um dos i '* fallando.
mndamelos do partido progressista, foi um molo O anuo corria fatal, e trisle para todas as classes
la cusla-me taltal neste momento a vida de me..
falli.
_ Gastan que la/, eniao rana Moliorii aqui ?
Um homem de corafo nohre.
Mil Trincos para li, difiera Mr. de Coorlel ao
cocheiro, se ... chegnr a lempo ao baluarte do
permita raan senhoria dsse andamento a lao de-
ploravel negocio.
Acoutera o qoe acontecer, segoirci seus cuuse-
Ihus Direi mesmo a vossa enhoria o que ella pen- Corra, senhor, corra '. exclamou Uranra arraslando-o I Oeste.
sa a seu respeilo no cas que deseje saber sua opi- para a por'a. Nada estimula lano o ardor dos cavallos cuino e-
niao : ella nao ll.e d.i rszao, senhor, razio nenliu- | Depois, eomo locada de urna idea repintina, uielhanle prnmessa leila a quem os dirige. Ha romo
ma ; e se vossa senl.ur.a presa minha eslima, minha tomn : | n sabe, grande svnipathii eulre o cavallo e o bo-
cio, escreverc uoieuhor clianceller para reclamar |mizade mesmo, renunciara a umi repararan a que Espeie-me um minuto. inem, da qual < chcale parece sero couductur elec-
n,lo smente suu deu.iss.io, como lamben, sua cxclu- nao lera nenhum direilu ; porquanln he o olTeusor. l.ancoo-se < escada, o quasi no mesmo inslanle trelo. O cerlo he que nesla circumstincia olio-
san da magistratura, a qual semethante conducta, se Assim adquirir para sempre urna e oulra, senhor | reappareceu com a caria que escrevera. | mem e o cavalhi lizeram t!o Imm eu dever que
seqoenc.a
Eran de opinilo os homens avisados c prudentes,
que felo um inquerilo escrupuloso no eslado da
nossa propiiedade, e emendados os erros e ii.justi-
Qas da distribuirlo dos tributos, dados os cortes cir-
cunspectos, mas impiedosos em lodos os servicns es-
teris, reprimido o contrabando com rigor e iflexi-
bilidade, casliga.los severamente os prevaricadores,
exercida orna Bacaliattejo austera, a curaudo-.e da
arrecadarao Jo impostn que o governo, pelo seo fatal
sistema de deleixo e de menos jqstilicavcis condei-
cendeneiaa, linhi deixada atrasar en. araltada som-
mat, o thesouro podia lalvcz prescindir desses meios
extraordinarios e pesados, que alinal se linham de
converler em novas iniposires.
Era primeiro aticenarle mostrar enm toda a evi-
dencia ao povo, qoe nao havia um ceilil da sua for-
tuna mal gaslo. ou dislrahidn, aules de Ihe fazer ou-
lras exigencias, ou de prupor novos sacrilicios. A
economa no eslado, urna gerencia honesta dos fun-
dos da fa/.enda sao os documentos com que lodo .> go-
verno se deve apresenlar an povo. quando jolaue ne-
cesario o augmento do imposto ; ao, digamo-lo
i-mi, o nico diploma com que |M.de deaculpar o
maior rigor das colas,. o abran.I u o reseolimenlo
uatural dos contribu.ules.
>a situaran penosa em que se via, se o goveruo
appellaase para a eleirao como Ihe foi aconselhadn e
como recommendavam todas as indicares constlo-
cinuaes, houvcra mostrado tino governalivo e hnnes-
lo desprendimeiilo. A cmara ja na quarta esttacSe
da prestigio que a urna eleitoral confere, quando' livre
c indepcodcnlemenle consultada. .Ninguem de certo
negava ae parlamenlo o direilo de terminar a sua
missan dentro da esphera legal, mas enlendia-te que
necessitava de relemperar a sua auloridade nos co-
micios, qu.'.iidu era vuz publica que o governo pre-
medilava medidas transcendentes c extraordinarias.
I ."u.l.i i\ in por esa occasiao os mo.ivos inloli/e
em que o miuisleriu rundou a ultima dissolurSo da
ramara : o prote.lu enrgico assiguado conlr esse
acto dictatorial e injustilicavel ; os rumores que se
le\ ..litaran, sobre a inlluencia directa e immediata
que o governo exercera as eleirr. pnsleriores ; a
af.s fre carta>.
O presidente sorprtxo de ser acordado a laes ho-
ras, recebPU lodavia a Mr. de Courtel, o qual cun-
tou-llie ciicijin.t.iieiailaint'iile a seena que liouveri
em soa casa puncas horas antes. O presidente era
un. magi.lradn da lempera aul.ga, que eniisiderava
a magistratura um sacerdocio, a exiga de lodos os
seos membros oma regularidad!, de conducta, cujo
juai seus subordinados suppnrlavam com paciencia ;
porquanlo sabiam que elle era capaz de pedir a de-
rossode un funecinuariu, se sua conduela publica
mi privai'.a Ihe parecesse ofleuder a mageslade da
|U>llS.
Que faino que nu.rravcl exclamava elle a
cada inslanle con. indignaran. lagar '.
Depois qne Mr. de Coarte! lerminou sua uarrarao, j Vossa excellencia he o modelo dos magistrados
elle disse-lhe : contnuou Mr. de Courlel aperlando-ll.e a ni
'ja, me,, charo senhor, Taro disto | Suu Bnnilda seivo de Themis, dis,e
\ me. iii'lla persi.lisse, a tornarii para sempre iudig- i pira isso baila um bom movimento, peto qual meu
no de perlencer. corarlo Ihe licar agradecido.
.. O presidente do liibunsl, e Kstrtla de lloisrobert.
o Daucourt. A lerceira caria foi escupa por Branca de ma-
Palacio da pre.idencia, s Ires horas da manhaa. nhaa. e era dirigida a Hastio. Ei-id
Dos que chegue Jqumilo o carro dobrou o ngulo do baluarte do
Jola, dis.e o presidente ao ofl'.cial rie j.islira,
o qual apreseulou-se vestido de sen uniforme, leve
asura mesmo esla caria an senhor subslilnlu do pro-
curador do re, e se elle e.livtr ausente o que nao
he provavel; va da minha parte casa do senhor
commissario de polica, e diga-lhe nue fara que ella
seja entregue nal proprias mos doseuhor substitu-
to antes de amai.l.ecer.
O ollicinl uielinou-e, e sabio.
Mil vezes iibr.gado. seuhnr presidente excla-
uioii Mr. de Cuurlel, e mil perdes subreludo pela
ma noite que liz vussa excellencia passar.
O -rubor nao me deve uenhuma desculpa ; he
negocio de servico, e o earring Bata em primeiro
io.
o presi-
neu negocio particular, e se o seuhor substituto li- j dellle roiedo um hocejo, o qual Maraa n ,,.,
ver i desgr.. de baler-.e caro Ibe cuslara '. |,. momento elle era tamben, humilde servo ,1
AL senhor presdeme, se elle malar meu h- I x|rpheo.
Ilio, de que me servir sua punir.io
De que t vossa senhoria he' tao pouco zeloso da
honra da juslira ?
Sou sohreludo /.closo da boma e da vida de
meu lilhn.
i'em razan, meu charo : demiis vossa senhoria
nlo he magistrado. Que posan fiaer para servido
pheo
Mr. de Courlel sorprendeu o de pas'agcm, e deu-
Senhor.
Acabo de saber por llenriquela, ou antes ade-
viuhn pelo qoe ella me disse, o que l.uuve tioutem
a noite nu salao da senl.ora sua mi.
Nao baslava ter-me comprometlido, e era pre-
Lere-lhe esla caria, e praza
a lempo. Talvez qoe ella lenha algoma 'inlluencia I Oeste, Mr. de Cjortel avislou os padrinhos que ca-
sobre sui determinaran ; pois vossa senhoria sabe regavam as pi-lolas.
que elle ama-me, eccrescsailru moca com nobre I l.uuvado seja Dos! exclamou elle; diego a
franqueza, emquauto seu rosto pallido corava subi- ] lempo !...
lamenta. ... Ordenou ao cocheiro que parasse e allou Tura do
Mr. de Courlel sorprezo quiz abrir a caria mas i carro.
ella arraslou-o para o lado da porta dizeodo-lhe :
Nao perca um inslanle ; leia na carroag
corra !
da Quem deu a vossa scnhuiia o direilo de defeu-
der-me ? Seu louco amor, que nunca aulorisei, e que
he para mim cem vezes mafs funesto do qoe seria
seo oiiio'.' Nao Ihe falta mala agora rio qae expor
una vida lio preciosa a Inda a soa familia, uu ma-
lar seu setnelhinte faado recahir sobre mim a tes-
punsabilidade do saiigue derramadu. Poii allirmo-
II.e, senhor, que nao sobrev.veria a lal desgrara.
o Se alguem lem direilo a urna repararan, suu cu
smente, e espero-a de sua honra, de sua humani-
dade, de seu amor mesmo Elle tem-me feito tanto
mal, que eu lenho o dir*lo de exiair islo ; mas pre-
' Oro implorar de joelbae, pois couheco su,, gener-
se pressa ein desped.r-se para deixa-lo acabar Irn-1 lldade.
quillamenlea nnile. Nao combata : deixeesl cidade ate qoe me le-
0 presidente do tribunal nlio era o nico que na I "'la esquecido, ou que eu daqui me baja retirado, e
pequea cidade se urcupava em escrever a es.as lio- sobretodo nunca pronuncie o'meu .tome. Tal he a
ras, A joven viuva, causa inuiirenie de todo esse ru- repararao que espera de sua honra aquel a a quem
Senhor. disse dirigindo-se an substituto, o qual
conservava-se parte, amo a meu lili,., mais rio que
uiinlia prnnria vida ; porm sua honra me he mais
eso anda peider-me para sempre consl.luindo-te Para onde repliena elle com angustia. Cas-, chara do que su i vida ; nao crea, pois, que eu ve-
meu defensor de urna inane.ra lia intempestiva Di- tao n!o esta em casa do lenle, nem na do senhor ola pr obslacnlos ios seus projeclos con. urna see-
zem que a iiiolher de Cesar nflo deve ser suspeilada. I me-tre ; oode o prncurarei, meu Dos J na de de'espero. Se vossa senhoria malar meu lilho
Saiba que a lilba de meu pai nao qoer ser defemli- i Quando dizia estas palarraa, vio apparscer por- \ eu morrere taire!, e a mil morrer cerlamcnie. To-
la nina raulher que reron luzia a lilba ao collegio. davia nao perm lia Dos que eu mira nlrar-liie a
O leilor deve lembrar-se de que era segunda- i v'Ia cusa da sua honra. Son aqui mensageiru de
fe'ra- oolra pessoa ; hei de ibtler-me de dar-lhe qualqoer
h-lon destinada a ver boje loda a familia, dis- consellio, e convenhu anlecipadamente no que rieci-
se ella aaudando a Mr. de Courlel, eurnntrci agora I direm os padrinl.os de um e nutro lado.
ae baluarte do Oeste ao senhor sen lilho em com-! Animo farei. senhor, responleu o substituto
panhiii do in-eperavel amigo, e pretendo larde vi-! saodando-n com Tria polidez.
[U lie lligni'liiiilU i eiarr iiiry^ai i / i i ,. ( ,a ,., r. n ... ------" .-j^ u
_ Impedir esse duelln us.,,,,! desu aulurularie mor'.Pa" de '"-," "ivo>wno no leilo sen. poder *'" Perilcu-
maiiii'.iudu rliainar o suh-tilutn e amearando-o rom
u chanct.1'er, e elle der ladanealo a este negocio.
Astim .f''rei a1oro niesmo, disse o presidrule
agitando vrame.?1* campainha da alcova.
No ine-ino in-lan* pr.seulou-sc mu criad...
Andr, di-mc rnn? I"' srrever, e depoi- va
acordar a Joao, o ollicial q..'e de enren, e Ira-
ya-o aqui.
O criado Tez o que o amo Ihe o.'denava. e sal.io
para nxerular as ordena. Depoil o pre'idenle assen-
lod-se obre o leilo, lomou a peona, e po7-e a es-
crarer riirlando a si mesmo ein voz alia, Pfi inTnr-
i.nr de ludo ao p:;i de Casino, gen ser nbr.k31'0 '' ler
lovamenle :
.i Senhor sul.slil.ito.
a Acabo de saber com lauta sorpreza quanl.i;in-
concitiar o soinno, leve tambem o pensamenlo rie es- Segunda-leira, niln horas da manhaa.
crever urna carta ; arenden nma vela, bnscoo o qoe Quando Branca acabava esla carta, a criada ralo
era preciso para escrever, vollou ao leilo, relleclio i dizer-lhe que Mr. de Courlel a esperava no sal.io.
um minuto, e cmliin escreveu rpidamente o que se Ella desceu precipitadamente, c estremecen vendo a
seaue : : alle.aro do semblante do pai de C istoo.
.. Senl.nr. Senl.ora, onde esla meu lilho '.' exelamou esle
.. Tudo a que lenho praegneiade desde honlem correudn-llie an encnnlro.
esta lau lur.i da vida habitual, que espero que vossa lie a mim que enna scnlnuia
senhoria ala >e indignar pelo que agora faco. Ad- responden llranca ferida no rnrar.i. ;
virlo-n de qne rne nflo rielen, a mao ronreiln que | faz eallo rie mim .'
slava js
sitar soa senlinra.
P.irm n pai rie Gastan a nuvia mais
na carruaaem e gritara ao corheiro :
Mil franco, para ti, se eu chegar a lempo ao
baluarte do Oeste !
Mr. de Courlel deixon-o para correr a (julio,
qual s> achava ua outra evlremid.ide rio baluarte.
i. esla caria, meu lilho, dise ello dando-lhe
a carta de llranca, e se leu amar deixou-ta no cora-
rni um sentimenlo que Ihe seja Mirando, cuida em
la pobre mi.
tiasiao lomou a rarla tremendo, e pnz-se a l-la
llalla qoe faria '.' perguntou Gastas sorprezo.
Darla excusas a esse Kob.n, a quem o co con-
funda !
Escusas ; esla dolido 7
Nao, meu amigo ; consulte a Mr. Dupont, elle
dir-lhc-ba o mesmo.
Charo lilho, ili.se o professor, creio que nao
me he preciso allirmar que eu jaman Ihe acon.e-
Ihsria urna bailen. Preterira mala-lo cun mi iba.
apropnas maos. Alera disto vosse sabe quaes sao m-
nhas ideas sobre o duello piis bem, aconselho-lhe
as escusas.
Gasiao erapalliileceu, pois seu antigo professor ll.e
dsseta cem vezes:
o O duello he mu assassioilo prcmediladn, de
que o. padriiihos alo cmplices. Fara quinto puder
para evita-lo : mas, depois que esiiver no terreno
nao reme nanea ; parque he lal a torea do precon-
ceito, que, sem embargo das melhores'razes, lodos
0 aospeilarian de ler lido medo no ultimo mo-
mentos.
Casino eslava allunilo, e repela :
Escusas escusas aquelle miseravcl uina re-
pararao a elle !
Nao a elle '. disse o reino ; ms a ella, a qual
bem corno Ihe escreve, tem .. direilo de exigi-la.
Meu Dos meu Dos exclamou o pobre mo-
ro, nao poderei jamis '.
Gastan, cuida em la mni, disse pela^terceira
vez Mr. de Courlel, cuida em teu pobre pai que te
roga de jnelhos '
Que tem Mr. de Courlel'.' prrgnntoa a molher
a llranca. esl.i con. um ar lao agitado !
E como esta parecia nao Ir-la ouvirio, ella deu-se I emqunnto n pai conrersava em voz baila co
prcssaemsal.il para lomara o carro, lloautn a Itranc*, apena! ficou s,
a forca facticia, que ido enllo a suslenlira, ahando-
nou-a suhilanientp, e fui segurado a prele que ella
vollou ao salao. Al.i tancon-ae sobre n pri.neiio as-
F: o vellin quiz reunir a acrao a palavra.
Meu pai : que faz exclamou o mane
o peraunta '.'
que rnneeitu
,; Vide Diario o. 216.
vnsa senhoria lar de mim ; pnis minha eonieien-
cia falla neste momento milito alio p.ri deixar-me
ouvir os protestos do inleresse pessoal.
o Esla fiel rnnselheira grita-me que rep.nre qirui-
to poder a fallaibem involuntaria que commeilt. pro-
vorandn pela minha curin.ilade a scena de honlem,
""'"' I alim de descarregar minha ronsciencia da responsa-
Ibilidade que pesara sobre ella se [o que Heos nao
F^ os olhos ria pol.ie mor se oit.'i iran de la-
^lilna',.
perdoe-me. MBhora ma. ednu I < inquieto,
lio afnelo !
Ilunlem. na igreja. vi o senhor Gastan pela
primeira ve/, depoil da fatal aile rio primeiro de coraran amigo, qoe a Providanciri Ihe enviava un
unlnl.ro, disse Branca enm dignidade. momento em que sen mo nlo poda mais rentar as
Fatal, mu fatal, com elleilo, senbora, pois el-1 lacrimas e os suspiros que o oppriiniam.
seulo que eiicontrnu, c oerultandn o ro.ro eulre as
maos, liciiu muilu leuipo iuiiinnel coran e-tatua. In...
voz branda, que a chamara pelo seu nome, fe-llie
abrir os olllos : ina>, qaal foi soa snipreza vendo
dianle de si una miillier desrnnhecida, que eslen-
dia-lhe os traeos !
Branca, dicta r-la mutilar, a qual era mora o
bella, sem querer eausei .os desarara ; vendo cho-
rar rom vn.-v !
Mas, quem Im ;. -enhiira pergualou llranea
sorpr*za.
Saa melhor amiga, esnondea i mora, cajos
olhos eilavam hnmidoa.
\ pnbre rinnzell.i la.ir o. snlur.ll.li. snl.re e.se
quaes Ihe serviam de padrnhot. Pouco depois Ti-
zaran! um signal aos do substituto, e po/.eram-se a
c inferir com ellos eniquanln Mr. de Courlel guarda-
va o .nais |ir..lmi.|n silencio. Quando Gailio acal.ou
verno rrjeilasse as suas propos.rnes
Cunseauira a prnmessa de terminar n pru-
dencias do caminho de ferro de le-te ; nu.ps.aaiM>.,
iiilegralmenle ans empreiteiru., qo, a rninpaithia au--
cnsava de haverem rallado as copulante- dr. aaaa
contratos ; suhsliluindo a sua anlordrie aa |,der
parlamenlar, pissanlo Irllras rie raub rm rnmpri
menlo de um nn.ve.iin, ,,.,,- dependa da BtBBnaaana
puster.ur das duas camans ;.......lian lu a aanaa que
us eslatulus allrihuiam ao guicruu |-rein|.l.ianM ..-
te, quando se dessem rerias e determinadas rircun.-
lancias ; comprando a' compaiihii lodas a- arcwe
passarias c por pissar, pelo eu vahir nominal, r'ad-
pi ir indo por lao doros ...i-i .1. 'i. ponen mala qita
o direilo de fazer o caminho de ferro p.u ..na p.
eslado.
Emlim, e como cou.equencia fatal de Indas eta
operarnes, e minislerio exiga aogmenla 4n taapo--
tu, phai.lasiindo as obras prodigiosas qae a empre.
limo faria sorgir como por cocilo aos olhu- d
povo extasiado e agradecido.
O povo mi qoer pagar a que chamal am mi| n- -
Indi barb.indade e .eliajana. A enri.n.i...., |o,.
(esta em nome delle, em nome de I., los quanlo* a-.
signaram as representaras contra a medida- de fa-
zenda, qoe considera calamninsat Iradas a* mdun <.
que se lirarem das suas palavr.i-, sobre a sna vaaiila-
dc ou lru.ua de Hcae.lo a respeilo dos melltnrainen
los de torio o genero, de qae o paiz precisa e qsn
pertende alcanzar irrrmissivrlmenle.
Bem pelo contrario te Ib' futar pemillidn acen-
sar, a .inuii-.in nao seria mai. do que erlia da
"Pimo publica, quando rnademn.. ininnteri-.
Irausaclii pela froiixdlo, peti indolenrii con qne
deivon de promover muilos desses prnarrssaas pav-
que o paiz anecia, e de que depende a toa pr-i>e-
ndade.
Nao qoer o povo pagar o imposto di barbar, d.dr
e da telvajaria, mas laml.em nao qarr pagar o tr-
bulo oneroso dos disperdieios, das licrues e das im-
prudencias. Su os teus iinmigna Ihe'podra alari-
buir o pensamenlo absurdo de oppoviras) a \tn-
gresto.
Quando milhares da contribainies repreteataran
contra as medirlas de fazenda, nem qnizeram impe-
dir nenhom grande mellioramenlo, nem anlepair
direilo de pelirao asatlribu.rea pailainenl.re-. m
protestos signilicivim, qoe a 'povo la-tim.iv.. a aaW-
tinaco com que o governo ia sacrificando a dirntda-
pai : mas apenas deu tres pas-ns pronanciinda algu-
niis palavr.is entrecortadas, cabio anlcs qut os aw-
goi podessem rcte-lo.
Meu lilho meu pobre lilho elle matoa-na '
eirlam.u Mr. de Cnulel acudindo.
Nan, disse um medico qoe o Icnenlr Iroaxera,
e que era justamente o da familia de I ouilrl I,
urna eungeslan cerebral cansada pela violencia que
elle fez a si mesmo.
Eo btm dizia qu* aquelle miseravel matn
meu lilho exclamava Mr. de C.uurlel fara de i.
Nao desespere liada, (ornoa n medico ; as
he preciso fazcr-lhe i inmrita lamente nma sanana .
E tirando do bolso o qoe era nereano | n.rr.le.i
tem demora a operario. O substilal riman. o
grupo no momento, em qae ae paiiha a ala.lura.
para interrogar seus padrinhos, n quaes n : nhart.
dado pressa em oilerecer seus irrviras. e d quae.
om que en justamente o irm.ln de Estalla -u-lenla-
va nos bracos a Mr. de Courlel mem desuna lo.
Que amularen peraunlou alie em voz liana.
VI para ninferno exclamou o rtnular onsiud..-,.,
para qoe o pobre rapaz nan Ihe naja man a rara, ai
tornar a abrir n ollnis.
Enfilo elle esla em 13o grande perigo .' Baanaa-
tou o substituto.
Basta, senhor, |repl.eon o mlico em Inm
vero, al i fura peior que rmsa taanVattl Iba tivr~-
mcllido urna bala no corpo... com laulu ana nan.
fosse no enraeo. accre-cenloo elle rm forma de re-
Tlexao. Ah o sanhor v>* a am Imitem I. ....al-
na necesaidade de dar Ibe escasa.
pa-ar.i como uina requisitoria !
a 'cuida que lana
. -----~- .-........_ a -i van
a subst.lutn. c arrancando-se dos bracos qne a ttf-
ln.liam exclamou :
de ler reuuio-se ,i elles, e disse eslciidcndo-lhcs .
caria :
Ueiain. m.i amigos, e ariinsell.em-ine ; pnis
vejn-me entra duas dwhonraa, e nan lenho a com-
gem de si r.ll.er. Oh se basla.se .mulla vida !
Meu lilho, d.-.e branJamente Mr. de Courlel.
cuida em tua m.ii.
E Vine. meu pai, que me aeomelhi die n
mancebo enternecido.
..le patoja! pe- de.i.io de I
''.""'i me he lio peasoal que n.'..
meu pruprio piizo.
Pois lp:r.. dividan! elles '
Meu amia ditse i. lenci.
.uno. sa przo sna honra ; pois juro ll.e que pela mi-
nha honra de soldado, qoe em sen Ingai en i..... un
balera.
eu. amigos
"ll-a. C ...
\0S<..- -.ll.a o
......cebo re-
lenrio-o nos bracos.
Depois roltaade-M para os padrinhns disse eslen-
de.i'lu-ll.e as n.los :
Eia. u.ens amigos ; lencote \o-s me dictara a
formula '.'
.... a;___ii AssasMiio rie man lilho, f,2e ria minha i.|a
Vondixer-lha, reM-onrlen o lenle. Al, \ ousa alronlar o pai de la v.rtima Se ticare-
i 7a n" V"S"'< m" dMf1e'neo ",=","- '"* un. iu.lanla far-lc-he. .altar o. minios .
k xVvn.V;'0."" m" 'S .T"^*!!; 'n"" -E ***** um...... p,s...i q. mh
badiantoo-se pira.oadveraarioantreoadonipa- Ocadaaa chao, quando a Sr. nestra Ihe nieve a
arlllllos, os quaes s-nliain -as proprias maoa Ir.-me-1 lirado
rem entre as delle. Chegando a Ires pas.os de riis- _1 Senhor. dis.e enlao o lenle, n q| d.B.r.l
lauca o rapai parou, e d.sse ao lente : mrnlr r,ln|M ,., C0|,,. ,,,,, ntanj ten.
De presa : limite-, e advirlu-n deque ni., leu i \~h man de
Senhor. ilicin e-le em mei.i voz en.q.ia iln cinco minutos.
Caitao repeta mas palmas em lom firme e um Muilo aaaa, enhor, dina nsuUliluio ron al
pou-o elevado, encarando o adversario,'em eonse-I "re, reiim-ma em atienea.....mm de um pai, n.a
qnenea do consetho de meus padrinliw, arrepemlu- I c-larei empre a. .oas urden-.
me de lar nlerrinde linnlem de noila era nina ron- E eu eslou aa sua-, anal o lente dando-lhc
versaran estr.inha para uu.... e de liaver, rm que a ro-la..
..aria a i-o meautorisasse, lomado defen de nma Senl. u labrtilnla rnli.n -il.-tilutn ev,-|,
|.e na que nao precisava de ser del.....liria. Kerei- i.iar.in ..e.la ...omenl.. .loas humana quarbagatam
ando ufiender esa i peeso, se lerasso avile ai rnu : em riirer.r..- nppn.u Ira/endu .una caiu i.a man
-i lomei a renduri rie nio romi.aler, o rug i a | i m era einiadn do cummissario da polina o entre
vos.i senl.nr.. que aceite uiiiili.is e.cusa. gon-lhe a caria ri pre.iriente ; o onlro *u pre
II nli.l.tolo aulou rom grande |ohde/ sen, po-I piio rriadn que procurara dedr a manir i i .i
noneiar urna patarra. Gastn reanuadea-lba a san enlragar-lhe a da Ma fiara '
ilaela, e eapois \oltou-.-e vivamente para correr ao I CUmm -la
ILEGVEL



4 0 Bf PEIm'E^. OUART fVn S OUT RB a* I8S6
de do pala ao d.-eju de proroftar um* situaran
insleulavel. Siguilicavam agilac/to revolucionaria
ma- pacifica, que a- .nedi lai dr faisn la levanto-
ram por i da a parle.
Signitlc.vam o novimenlo ptdaacHle se nropagou poi toda* canto* >u> reino,
precsdendn sennr* o pavo cun IhI cordura e pru-
lencu, que .1 ornen n.ln l'oi alterada nem lueainu
ande a aotoridade se atrsveu a oppw se a- raanifee- I
lacteado eu iinpraKliplivel direilu.
I i. l i. se presaras de*ron*idera-lo* por meio
le Iss cavilaaM IntorprstacAe*. O* protesto* con-
tra as medidas de foseada er;im ,i exprestlo da
ventada de nina grande parle do paiz, >> por is>o
nao (oran bailante- ^ olajtea da maivria da cma-
ra ilos iie, uladus para dcstiuircn o seu elfcito Pi-
ular.
Km quinto a caar, dos depulados approv.va os
primeiros projeclos. a dos pare fnrtulcrrudo-*B rom
o apoio que cnroiilrava no paiz, reconsli(uia-se po-
derosamente n'uiua ujiposirUa que aobefbava o go-
vcino. A ronsciencia dos seu* menores nao Ihe
cou-onlia aquella aunuciina cesa do que a epinige
aecaaava .i mili a cmara, formada na nsior parle
los emprrgadus publico-. Quandii o pavo elege o*
-en procuradores he para verem, inquinrem, re-
pie.-eulnrcm e teatencMrem. (Juein se nao acha
Can forra- para desempenhar oss niissin dilliril.nao
se aprevena a di-puiar v suffraem- popular,'*.
.\ cmara dos pare eslava decidida a apode nina
lian tira au raminlio lalalinenle segtndu pelo gover-
no. ^ Aquclles dos seos memhros qoe por circums-
lanri.i-, se .chavan ausentes e como retralo* ,1a
vida publica, acuiliram enm a sua proseara e rom a
sua vo/. a insnlcr os direilos coinlilurionaes. a niile-
pendencia da a-scmldea e a vuuiade popular
iN'esIcs lemos o galerna nao quiz dar una
grande ilemonslrac.ao de conlianra nos seus aclos,
as suas eanviccoS*, nos -eos peusaruentos, sojeilan-
do-osao evame nos comicios eleilorae-. Aclioo ma-
is toril e glorioso vencer cauuiarameiile, escolhen-
do elle proprio as vozes que o haxiatn de amparar,e
ale u numero de volos com que liavia de inpor ao
paiz a sua vunlade.
, Arouselhar a coroa uaquellc momculo, que viesse
prsar com o sen vol as deeiaoes parlamenlares.tiao
era smenle uina imprudencia prejudicial, um foiro injuslillcavel,um eiro govemalivo ; era na es-
l'ih'i.i um precedente perigosu e (alai a esl.ibiliilade
das insliluicijas,
>au 11iiha o ministerio formado uuia maioria a
soa yontade com as anteriores nomearoes'.' Que ad-
minislr.irao loi a sua para perder a conlianra depo-
is de cinco aunes de um poiler quasi absoluto c imiii-
a disputado ".
Nao I iir.iii o povo a eoula dos erres humanos e
das fraque/as mmenle, a lodo o partido poltico, o
que ahs poila nao dcsculpar nem perdoar por con
tiario as leis e a raoralidade publica ?
.Nao se contesla a prerogaliva do poder moderador
mas acutiselliar-lhe o seu excrcicio uas elrcuuislan-
cias que descreveroos, en o mesmoque acnnselhar-
Hie una hosldidade aberla com o povo, Accresce,
que no principio de um uovo reinado, lodas ss in~
ilicaeues deteriuiuavam ao governo a abslenr,lo de
Miieili inie comprumeltiiiiento. Com tao irregular
e ousada proposta o ministerio inaugurava radical-
menle o qoverno pensoal.que lauto se finge temer.
Felizmente a coroa com o seu bom seuso, com as
suas luzes, com a consciencia secura dos seus deve-
res, com o seu amor pelas in-tituiees e pela patria.
poi termo a erise amea^adora, recu la prerogaliva e concedeiiilo a ilemissan dn minia-
larra,
O povo receben com prazer esla resolur,Ao, que
. ]iplar,i\,i as sua anciedades : e applaudio a escu-
lla dos caracteres progressislas. que ella rhainuu
iltlimlivamcKte aos seus conselbos.
A commisso pro^ressisla de Lisboa fallara ao
seu dever se nao deelarasse 'raucamente, que lem
conlianra nos ministros actuaos, Hoque os seo* pre-
cedentes de honestidaile e patriotismo .ala podem
ser soapeilcs aniugein.
A commissao progresista alui da s\inpalhia que
Hie inspralo os nornes dos acluaes minislros, e i|ue
llie ppraz manifestar, leve aluda uiilro motivo para
esta declarando soleiniir.
A coinmissAo pretende que o paiz nao confunda
dous rystemas opposlos de adiiiini'liarao, amesqui*
libando o |ii.n- iinuiilu da modanre ruinislerial.A
-iibsliluica das pessuas nao fui um laclo estril ;
imparta urna radical e proluuda Irau.lormarau.
A commissao espera que debailo deste poni de
vista as eleu.oes gerae Ule bau de dar plenamente
lazdo. E'cusa por conseguinle de la/.er program-
iiib. Ai repieseiilarcs onlra a? inedHl.s da lazen-
da lii.im o programma econmico do povo. As h-
eJ ilo paasada, que a earomisala desrreveu a lar-
uua liacos ueste inaiiifeslu, sao o seu programma do
lulero.
A chican li\re be o seu programma constitucio-
nal^ Kstabelccido o governo la opinio, represen-
tados no eorpo legislalivo todos os inleresscs uacio-
uaes, sera' elc progrrsso o fundamento de todos os
progresos, (.um elle c s com ello se resolvern
iinii lacilidade todas asquesles de que depende es-
seilcialmenle a civili-acSo desle paiz.
He por issn que a cnininissno lamenta, que Irisles
e repetidas experiencias liajam desvirtuado o pilnei-
|M0 eieitoral. Na i pode baver inais perigosa c ar-
H-..-1 !,i circMiaiaia, EIU l, i>iiocipaluieule
r..u. Os lu.loa aa males que sol temos.
v^ alteular niatO,
lEvileSMM todas a> lices dessa escola, que jolgan-
ili) neerssana e iuevilavel a rorrupijao, anteada que
-a pode uar lella n.ra o bem ; e concillando ideas
eiilrarias e repugnantes, admilte qoe o deseuvoKi-
iileulo de um paiz livro pode provir do soplilsma da
llberdade ; e que os progressos pbxsicos, coust-
<|oentts e correlativos aos progressos moraes, podem
Jsscutar sulidaroeule na iminoralidade e na illosau
os recios principios politicus.
(ionlie o povo inlcira e segurameule no principio
da liberdade eleitoral, e nao se deixe engaar por
i ~-i. iluiili ni luimoraes da corrupto. Marche tir-
illa e compacto a urna : e persoada-se que iieuiuiu
l'st sa regenera, setiao pelos ptoprius esforfos, e
arreigadasconvicroes.
A commissAo aggregando a si muilos cidadaos
que cum ella assiguaiii o presrnte manifest, aqu
menla a sua bandeara, que eiilcndc ser nesle mo-
mento o da opimao publica, lem fo em queali-
lierdade da urna sera pleuameiil* roanlida ; e nesle
feliz entejo convida lodos o* bous cilailaos a conctr-
tarcm os seus csorra.s para lazer Irioinpbar o
pensainenlopolilico, moral, e ecutioiuicoda ul-
tima inudauea governaliva.
Empenliemo-iios lados em nhter para o paiz as
mais solidas garantas de progresso, em sacrificar
nem urna so das exigencias da moralidadc publica.
Assim vigorara' e se consolidara' a oossa rivilisaeSo,
e rom ella a prosperidade o glora desla Ierra. *
Lisboa 'i de selerabro de I80(i.
liaiao da Villa Nova lo t'oscoa.
Antonio l'.abral de Sa ogueira.
Amonio Maria Kibeiro da Costa llollreman.
Anselmo Jos Braamcamp.
.Manuel de Jess Coelba.
I huma/ de Carvalbo.
Jos da Costo Sooza Pinto llaslu.
Karao de Almeriim.
I'edro Ignacio Lopes.
Vital Jorge da Maia Caulio.
Antonio de Mascarenhas Calhciru,.
Conde da laipa.
I'austino da Gama.
Luiz l'eiieira llomem de Brederode.
I'raueisco da Cunba e Menezes.
A. iierrulauo.
A. de Serpa.
Jaciniho Augusto de Santa Auna e Vasconctllos.
Augusto Cesar da Costa Barbosa.
Jos Marta Chaves.
Luiz de Alenla Albuquerque.
Luiz de Castro Cuimarafs.
Ignacio Lzaro de Si Vianna.
Jnaquim Jos Rodrigues da Cmara.
Augusto l'eircir.i l'iuto Basto.
Joao lelix Itodrigues.
\ i-i un le de Fonle Arcada.
.Manoel Amonio Vellez C.ldeirj Caslello Kranco.
Jos I i ti, ira Pestaa.
Antonio Xiinc-.
Francisco Mara de Sou/.a Brandan.
Vicente l'errer Nelto Taiva.
Iihi le de Um Maior.
Jos Augusto Braamcamp,
I'. Jacome Correa.
Mauoel Alves do Kio.
Joaquim Filppe de Soure.
PoTluguez.
aos espirito- nun veredas. Knlo i-hiio se a poli-
lira de conciliar/i i!oa punido-, c de ulere-ICs malc-
riaes.
.\o era um i pulilira de ensato, eousa -pini i. pe-
i rigosa, segon in disse grave (iiii/ol em seo profliu-
|da inedilar sobre a leMilurilo da Inglalerra ; era
urna poltica sineermenle proclamada, conclusao
i forea-la do da de lioulein.
i.luanila o hamen
ra .....a causa jusia.
inem pa-.quem pza homo qoe a aelnalidada araba de perder latan nu carioso homcnpathi no serla
liara ta/er o rom o M
A taiefa porem era dillicil ; ai po\o-, romo os
ndiviluoa, ii,i, reneiam Cnrilmenle.....u pasudo :
c, pns, a qua ira loi inodilirainln c gastando gabi-
nete*.
Enlan o .Marque/ de Paran, qoe havia avahado
de firmar a orden em Pernanbiieo e firmado a nos-
-a Iranqnillldade alem do Prala, aa menea lanzado
para rila o* mal- ululo- fon lamentos, fui chamada
pira os eonselhoa da corda a pdr-ae a l'.-la da situa-
ran. Me o gabinete inaugurado a 7 de selemhro de
1838.
II.
I)ie Cormenin, i ico de illuclracfio e de expe-
riencia, que n primeiro cuidado de um povo rieve
ser sua orgaiiisaeao polilica, e que a poltica doa m-
lere.-e- male..... he muila vez para os nevemos um
moio ile exploiai paiz em proveilu da prolonga-
can ,le -na vida esolstleil.
Cuino quer que -ej.....gallineto de 7 de selemhro,
iniciando reformas, como ijndiciam, a eleitoral,
ctr., provou que una proceda a seu respailo a
prenceupatlo do pnnlicwla frincez ; o estadis-
ta que se achava a Irsla da noa adminialra-
elo, va os a-soron* de ai:ilacan ein que -e arlia-
va anda o paiz, e taina que as refi
<'..... -Mrquez de Paran, nao pode deixar do trr
bem, qualquei que seja o resulta- pre.weopacOes um pouco mu-regadas, qoaiiio ao da
de amaulia.
III.
I Mrquez de Paran era o linnieui de Tontada
poler i-, de llame pre-liginsn o que inspirava a
maior couliaiu ; o Mrquez de Palana, com lodo
e-ii predicado*, rilando o paiz extenuado de lu-
las esteris, e ambicioso por quein Ihe desea urna
prnfiena Iranqnillidade, linlia dominado a siluac.iu,
e era osen niais poderoso motor.
Mnneii o Mrquez de Paiain : e cum sua Isla
aguda vio -ules ,|<. norrer assin o cierno-, que o
Ii) .le.-a alliauea ba-eada -obre ..
jiisllca, -diie o dtrello e-ubre a
honra, ella sobrevive a derrota, e
lua do proprio de-a-lre novo e--
plendor e nova ulule/.
/."ni 1'iilmeriinu.
Mivain-..... de animaran e-la- pilan.,- ,1,, p.u-
dsla inglez : pois qoe liberaea e conservad, rea en-
rolaram os eslandarlea a proposito da le dos cir-
culo- : e boje, ao que parere, a lendeuria ib,a espl-
ril" he que Indas as opillioes do paiz -jam re-
presentada*. Ale quando durara e-ia harmona .'
Sobreviveri ella multo perda que acabamos de
oflre .'
N;lo oo- pie\inaino< porm
eleiloral.
I.
oblen lucros
excessivos, e como aqu o principal esciilapio be 09
no-n. aandaveia ans, lorna-se fcil ao medico o
galibar riedilo : o padre, qoe na prara ve-'f na
nei "idade de menoscabar o seu estado, no seilao
nada Ihe falta : para a barb.irel he o serbio um el-
dorado ; eniliin o sellan -o nao ajuda aquellos de
iiooo-patricio-, qoe-euiiindo a rutina aaliga, que-
rem viver a cinta la nalure/a, comu fazlam o- an-
ligas Indgenas, e olio como povo civilisado rennindo
as suas forcasem sociedades.
A proposito de sociedades lembra-me de que, se
enlre im-e e-labelere'sem sociedades agrcola-, os
lucros seriam mcalrulavci-, masdeixu laes con-ide-
BALANDO DA MTAAW \. liKSl'K/A DOS ESTABELECIMENTOS DK CARIDADC
M.lill ICADO No.ili:/ DE SETEMBRO DE ls:,fj.
Por saldo cni
Km letras. .
Em recibos.
II de
tttrttla.
ago-ln, a -aber ;
I:'l7-li.-,
. fIMC.iSlib
:'.isil-|'i|
Iralcmos da nova le
paiz ja la seolin lo-se fatigado pela inercia, e como : raroes para oulra vez.
que anlipatlix-ando com a vida aulocralica, ii que i lia penco* diaa, andando en em urna jnnla de
a levando o governo.... | bois na distancia pouco mai- nu menos de :i legua
era vivo o Maiquez de Paran', e a li dos cir- I desla pnvi acao, foi parar em um ca-ebre, onde cn-
tolos |a linba feiln com que se lm as-e a' rebate nos cmilrc um homem ruivo Indo salpicado de polvoia,
" havia inuilos
este lano oil quaulo arripiar c.rrcira. 1 grado, pois se o tal homem de barbas ruivas souber,
a passado a lempo, em que ludo era co/i-1 enviar-ine-ha iiifallivelmenle para a elernidade.
Por ventura, lomando emprestado o qualro de
um puhlicisla ranr.ez, ipeileiroar a ha-e do im-
posto, tornar mais rpida a crrularao no- capitaes,
mais econmico o Irau-porle da- mercaderas, ani-
mar a agricultura, reformando o qn hnuver de iIp-
feitun-o na legisla^ao hypalhecarla, desenvolver o
pasea dos corpo_
gislalivo* sem mnto prononciadi maioria, como que
be recebida c ni tleaconfian^a pelo paiz.
II governo, porm, tranquilla em sua coi -ciencia
e lio iulii la que a diclon. nao desarororonu, nem
fora de civallciro- a roiirada. Kra mi-ler pr em
execucilo a nova le, de sorle que as prevenrea se
am-se.
|.embre--e o governo de que o Mrquez de Para- I
na' ja no existe, e tome cuidado, para que o paiz
nao volle as srenas de honlem.
Todos veem : nao he um grito de guerra, que sol-
amos; pelo contcario he um brado de amigo, e ami-
go desinteressadu, pois grippa com seu nonie ,le
imprensa ou com o seu nome de haplismo he um no-
me sein significacHo para o governo.ao qual alias lem
a felicidadc de qoasi nada dever.
Para que, porem, fique bem patente o desafozo
espirito K-ctinilo do ciedito publico, industrial e ler- ] desvaneressem, que ella sa mo-lrasse em seus elfei-
rllorial, restringir o espirito malfico de urna liscali- los digna de permanecer com proporroes de legene-
sarao ignrame, accolerar as relacoes do cenlrn com i rar o voto.
a circumferencia, mulliplicar o numeio das escolas! Pergunlam agiira lodo-:O que se xai iniciar no
commerciaes, fundar esrulas ruraes gratuitas, repa- psiz he cousa que tcnlia como cmisequeiiria necas-a-
rar as igrejas em ruina-, melhorar o rgimen peni- ria a regeneraejio completa do voto, a liherdade e
lenriario, aecupar-se eflicizmenle da sorte dos me- rehabililacao das urnas ?
nios abandonada*, abrir c conservar as estradas. II.
completar o svslema de navegacau ; em sarama, es-1 Nao no- Iludamos, nito queiramos illu 'ir os ou-
palbar por loda a parle o Irabalbo, a insliurcao e o lm-, que alias sera baldado menlo. O seuso com- re4w*j*darenraw75"M
bem estar,por >enlura, diziamos, n.. impoila lu- i mura, ou antes o serlo sen/ido das massas, da ge- lanas concilce. lictiria- ni i2r? IZJl?
do i-lolraball.ar nos in.ere-ses moraes? A' vista d.s- era lidade de om pavo, essa faculdad. m, s.enosa --- """'.""" l,c"c,d, na ler- ensnras para
lo, quem pastar marcar a linha divisoria cntie os1 que faz da voz do povo voz de lieos, es-a inluieo
inleresses moraes e os materiae- .' i providencial e segura do pen-ar de um poto iuli-
Neslc terreno o que lizeram os gabiiieles da nova i ro. niusuem jamis illudio nem illadiri : das mas-
polilica, especialmente o le 7 de selemhro sas pode-M conseguir o silencio; nunca porem se im-
III. pe a convirrao.
Es-e e-ludos sobre as tarifa, esses bancos, essas i O systema eleitoral que vai enmecar, sendo a di-
estradas de ferro enceladas, es-es meiol de faciliiar \ visao cio circuios como recommenda'a lei, a que re-
os Iransporle- por agua e por Ierra, essas emprezas; sulla naturalmente da exten-ao, populaban visi-
de navegacau a vapor surgidas ao impulsa anima-1 uhauca dos lugares, lera como consequencia ne.es-
dor da administrarao,o que prova a prusperidada i saris, a nao haver iudevida inlerl'erencia do goxer-
dc nema renda-, es.-c prnjeclo de reforma hvpothe- no, a representarlo de todas as opiniSes e coudires
sociaes.
A localidade, o circulo qne fnr compo-lo de lihe-
raes. elegera um liberal ; o de republicano-, um re-
publicano ; o de cou-ervadores, um cuii"-rvador ; o
dislriclo commercial, uui commerciante ; o agrcola
PAGINA AVULSA.
Anles de honlem novamente alesram-se as
cbammas enlre as travs e assoalho dos andares,
que eslavam ainonloadas as ruinas da casa incen-
diada do Aterro ; algum vento, que fez a larde, deu
causa a isso : o Bft subdelegado conparecendo ini-
Iter.ebido da Ihcsmiraria provincial,
importancia do curativo das placa-
do rorpo de poliria ale junho pm-
ximo pas-ado........
I)a Ihrsooraria dr lazenda, mnortan.
ra dada por Vicente Alves de Brilo
aos eslabeleciineiitos de caridade,
proveniente de medicamentos tor-
neados pelo mesmo aos cholericos,
por nr lem do governo.....
He Antonio Jos de Amorim, pelo cu-
rativo de seu escravo de nome
Fraseases..... .
De Antonio Marques de Amorim,
idem do seu escravo de nome fla-
phael..........
Do solicitador por conla do rendimen-
lo dos predios .......
Do procurador, dem dem ....
1:0X19.1110
os que abandonarem o governo, sein um o tropho u
ganho no lempo em que o arompanharam, por cn-
teuderem que elle lazia o bem do paiz.
Somos Toreado a inlerromper-nos ; continuaremos
quando pudermos.
Afrippa.
Carteio Mercantil do Rio.
DE PER.
caria que lano reenmmcnda o benemeiilo Sr. mi-
nislro da juslica, essas tendencias que v.1o brulaudo
de adorar os rigores da fisco, de levantar o culto
divii,a, de fazer efTeclixn o rgimen penitenciario,
essas casa- de savia, esses hospiUe*,,* disperso das
lo/e- o do trahalho fazendo-se naturalmente por es- um agricultor, ele.
ses novo- vehculos de cominunicacao, esse empenho | lila, que era quasi imooaaival no ivatema eleito-
sinrero de extinguir o trafico de escravos e de pro- i ral que caducou, basta para ganhar sympalhias i
mover a coloni-acao, es-a reforma indiciara de tan- I nova lei.
lo alcance salvo un ou entro poni com que anti- Agora. po palbissmos, eisa reforma eleitoral, novo caminhn lar inipe deveres indeclinaveis. Se bao lemos ra-
em que o paiz vai entrar, lodo i-to diz que o erape- zo, melhor para inis, porque -era melhor para o
nhn era serio,
sinceridade.
cokkesi>i)M)k\:l\ no iii.vnu
XA MlHt.O.
PAKAIIIIIA.
Cajazairas 13 de selembro de IS."*.
O que presentemente faz-se objecto das conversa-
Ses, he o resultado das eleicocs para vereadores e
juizes de paz, que liveram lugar no di. 7 ; Miniado
a respeito dellas pouco direi, porque desse lano se
devem oceupar os polticos, priucipalmeute o seu
correspondente de Souza.por ter sido sem duvda les-
lemunha orcular. Entretanto sempre Ihe quero nar-
rar o que me conlou o amigo Tinoco, all habitante.
Ha muitoque aqui appareciam de feira.cm feira
emissanos dosdeno ninsdosgovernistas e ppusicio-
nislas.lazenlo cada um a mais palhelira apologa
IV.
E o Mrquez de Paran, qu
Olio
que os gabinetes Irabalharam com j paiz ; se temo-la, leremns felo o serviro de as-ig- i A* ,aa rommunbao polilica ; e tanto fallaram, per-
suadiram e cabalaram, que por lm confundiram-se,
e o prejuizo recahio sobre os pacientes volantes, por-
que no suspirado da 7 appareceu urna tal confu-.io
.le ames e sobre-nomes na lisia do chamamento,
que bem se assemelhava a autiga con fu-.lo das lla-
gues, de que resa a Biblia ; e por isso o povo que
eslava ancinso por votar, s esperava ouvr pronun-
ciar um nome, que com o seu livesse alguma vaga
semelhanra. para gritarpromploe apresentar a
sua chapa de ferro : porem anda assim muitos desles
e-pertalhoes passamm pelo dissahor de nao serem re-
cunhecidos pelos laes uomes chrnericos.
Al o presente nao se sabe quem teria oblidc. o
triumpha, maso certa he que os da opposirAo esblo
Internando forlemenle para auoollar o que j fo|
felo, 020 nao eslAo com esperanza alguma lisongei-
ra. Com modo deslas e oulras eu 11 nu fui, do que
lano me arrepeudo por me ver aRora na tiecessidade
de participar-lhe o ocrorridn, e para isso valer-mc
das historias doTinoco : mas elle parree-me em
ludo homem de criterio. Do que tei batida em
Planeo anda nada sei, porm supponhn que la se
leria posto cm execucAo a mesma farca de Sooza.
pois as-everam-me que de la partir o tal plauo.
Comtudo a nossa comarca lam-se portado as mil
niara,,tha-, vista do que se lem dado por oulros lo-
gares da provincia do Cear com esla confinante ;
porque onde maior harmona houve fol na villa das
Lavras ; o povo ah foi dispensado de prestar os seus
sufragios, senda o- vereadores e juizes de paz eleilos
vocalmente por ama concrdala feila entre os chefes
dos partidos.
Na Bsrbalha dizem (vaina a verdad*> ler havi.lo
muita bordeada, e que o mesmo vigario na furia do
povo cahira, e qoe servio,lo assim de ponte para o
povo tirara com dual costellas fracturadas.
Nos Milagrea lambem dizem que houvera alguns
empurroes, e alem disto salina um rapaz cora urna
faendinhe, lalvez por ser muilo impertinente.
No Grato dizem ler sido prior, porque hoaveram
l'orem ne-
MSI desde ja os escolho-.
III.
. .e por seu presligio,! No intuito de tornar mais livre e genuino o voto,
vontade enrgica e convicto** firmslmas era a cha- j nao pedia a lgica que com os circuios viesse a
ve da situac.lo. acaba de ser-nos levado inopinada- leirao direcla ? E nao nos venham loga dizer
meule, quando o paiz vai entrar em um ekiCSo que a cnnstiluirao manda que a eleieo seja du-
por um novo tystom*..., | pa....
Sabsmoe que necessario no Brasil s ha o Impera-1 Tambero a constituirlo manda que a eleico de
dur ; mas na siluarAo actual, tmhoia a connnuacau senadores seja como a de depotados, e passamos a
do mesmo ministerio, cinbora a presidencia do con- j 1er deputado- de crculos e senadores de provincia '
selho na pessoa do pre-ngio-o general Mrquez de | lambem a constituirlo manda que as depulares se-
Caxias, a aoseucia do Mrquez de Paran nao au- : |n por provincias, e passamos a le-las por circulo-
lorisa serias prcoccopacoes i A entelo direcla nao he melhor garanda da justa'
fcm um syslcma como o nasas ha ludo a ganhar ,expres'3o do vol? Nao sera argumento aceiluvel
com a analxse c a puhlicidadv ; e, pois, em outro que o legislador cousliluinle decrelou a eleiclo a
artigo continuaremos no Meronlo, conlan lo com a I dona grios, porque pelo systema consag.ado o'o le-
-niceridade do orsao da opiuiAo que tem demonstra- riamos depulados da SC votos *
do o Corneo Uerewtil. Outro ponto :r ica garantida a liberdade do vo-
y. lo '.' Passara a represenlecao a ser escoimada dos li-
xgora .loas palavras s,.|,re a u -sa epigraphe. Ihos das iullueacias locaes, da ellicacia do braco of-
l-oi um desanimo para nos a leilura daquellas pa-' licial f
lavras exaradas em uir. jornal como o (orreio Mer- \ I) que escreve estas linhas, anles de passar adian-
CtMIil. Sao ellas a venia le ; roa-urna verdade que le, deve fazer aqui a protestaran de que poz, ha
punge, Oepois le proferl-las, cuiupie ao Correia lempos, margera essas ab-lracriles de liherdade de
Mercantil, voz de lauto peso, iiaballiar com empe- voto, como se as pregara nos livres ajorases, e co-
na rehabilitaran r)o vol, ua reslauracao dos : mo nunca exisliram na realidad*.
seulimentos palrinticos. Desde esse. chamados lempos "(heroicos al boje,
rvova senda eleitoral esla aberta ; e e ella lies | onde e quando se vio jamis era sesna a vestal cha-
an salva, tula sabemos o que nos salvara '. Que pe- I madavoto livre? Exceptuado (VConnell, e-se mo-
O povo de- n* I" Mrquez de Paran mo arteia ah para por | numenlal aguador da Irlanda, onde e aaaa lo a ci-
einl SMCOCSS a Ma -.bra bala engaosa e vicadora detXOU de Mgerir-M no
X ullaremos ao assumpto. vol ?
-------------- Venha a inllaencia do governo, auna de um po-
loul grand me a licsoin d'oue leuiado local, o qua importa isln a miro, que vejo
grande in-piralion. i opilada a opiuiao que so manifestara em men fa-
l.amartnie.Iliil.de la lies-1 viol"iE. dizei-nos, qual n lugar c qual o canlo do
lauraliuu.
I.
Bra-il oude nao adiareis urna ou oulra destas Influ-
encia* ?
O vol continua, pois, o mesmo, e daqui urna ou-
lra mi face da le dos circuios. Em mbito lito li-
mitado o
Osando foi inaugurado o gabinete de 7 de selem-
bro ja odisemos cm oulra uccasiao o paiz. como
que arquejava pelas lulas de honlem, debalia-se em
aspirarles vagas, pedia que o lira-sein daquelle es-
lado murliieranlo e e-terilissimo.
Os esprilos em geral lerm lendencia para o sta-
Umeil.o/Ur.n,f;5* C "?"' ,q" q" e"S'e l,e ~ P""-P= u.prii,
nu! S- .""""30 {'*r'0 nalarne e a .apuntarnos, resaltada que se lar"
"." !\.i "Unlo. r" "..SC- conforme o governo ,.q.,ouver ..
_ venia levar avante ou repellr mais alsumas morles. e muila genio ferid..
fcilmente um candidato ; e o potentado local cen- I nhuma dulas cousas Ihe aflirmo cotn cerleza, por se-
luplica, passando a fazer um depulado. N3o seria a rem noticias vagas.
eleicito directa a nica cousa que podsria allenuar
estes incoiiveiiientes ?
Ja se v, pois, que alm do primeiro resullado que
oo nao effeclivo,
ra muiu vez a auarchia, no dizer euergico de Cor
nenio.
E neslas quadras que reclamara remedios heroi-
cos, que se ha misler dos caracteres fortes, doa lio
men* resolutos, e para nos o caracler forle, o homem
resoluto, foi o Mrquez de Paran.
Em organisacao poltica como a nossa, era que o
voto he o elemento predominante, be a voto a pau-
ta das mais serias atlencoes. O Mrquez de Para-
n comprehendia-o perlcilainenle, e todos viram o
estoico que elle descnvolveu para fazer viugar a
reforma era que vamos entrar.
O assumplo he grave, e muilo aciraa de nos-a
penna ; mas he nosso dever, urna vez que escreve-
raos, dizer sobre elle o que soubermos, o que p-
dennos.
li.
a divisan dos cir-
cuios, ludo o mus he o nata ijuo, e a cerlos respei-
los peior ; nao nos illuilamos uem queiramos Iludir
os oulros.
lloje temos a pedir, lemos a invocar com a mes-
ma energa com que hentem o raziamos, a morali-
dadc do governo, e que os uossoi concidadios se
compenclrem da dignidade dj voto.
Sao eslas condices, alias alheias de ama lei, que
salvaran o voto.
O assumplo he o mais importante da quadra ; e,
pois. permitlirSo que sobre elle sejamus mais e-
lenso. Continuaremos no prximo artigo.
I.
Venha I inlluencia do governo, venha a de um
potentado local, dissemos nos, o qoe importa islo a
com qoe exprimimos as nossas opinies, aqu consig- I medialamcnle fez retirar algamas travs que s
namos que se at baje temos prestado o no-so fraco nchavam ardenlo, e mandando deilar a baixo uina,
apoio a esle gabinete, nada nos privara' de o goer- 'I.1".,lav'" "cada anda no alto do segando andar.
rearmo* amauhaa com os nosso* fraco- meios, se xir-| '*'i*manto jiarece-nos que nada ha mais que re-
mos que elle nao acera com o caminho, e nao que, cc,i,r"
Agora pode a cantata levar a efleilo o projec-
lo, que havia de se abrir una ra no logar dessa
Casa, em seguimenlodo becen dos l-'eneiros, a qual
ra cerlameute. que tem de muilo embellezar o
Aterro, e poupar passos para a ra ou caes do Ca-
pibaribe.
A Illma. cmara, em presenta de-se sinislro,
deve delerminar que nao bajara esiabelecimeulos de
materia- combusliveis e de lquidos susceptiveis a
inlamarem-se, por baixo dos sobrados. I.'roa pos-
tura nesle sentido, he boje reconhecida como de
muita lilil,lado; bem sabemos que a elfecluar-se
ella, ir, olTender muilos inleresses, purque se eslen-
leria ds boticas, tabernas, tojas de cera, depsitos de
alralrao, bren, ele, arraazens de vinhos e agur-
denles, ele. Nao lenham o Irabalbo da nos descom-
por, porque dizemos islo por grarn, he cousa ahso-
lulainenlc mpossivei. e principalmente boje. Mas
digam-no* : se essa dcfaula luja de cera eslivesse
en Mitra qualquer lugar separado de urna casa, ar-
dera esse helio predio, coii-umir-se-hiam pelo in-
cendio tantos ronlos de res ? E se esse Aterro fosse
mais estreilo nao arriara pasto das chammas as ca-
sa- frnnlelras i que arden, algumas das quaes tero
por baixo lahernas? E nao lia vena um prrjnra ex-
traordinario, e lalvez alguma* viclimas ? He que
Bra-ileiro. como diz o vulgo, so fecha a parto depois
de roubado. A taberna que esta situada confronte
a rasa incendiada correu iinminenle perigo, e pode-
mos dizer, sera medo de errar, que se ha vento na
occeaiao do incendio, ella nao escapara, e como
calcnlar-sea perda que teriam o* do nos dessa ta-
berna, como salvar-seos genera-, bebidas espirituo-
sas entre dous fogos ? MSi de Dos, nem pensar he
bom. Convm agora loda cautela, o maior cuidado
possivel.
Esleve bem importante a festvdade daSenho-
ra do Hosario, em Obnda, feita pelos canoeiros, e
celebrada na igreja de Sao-Sebaillas ; nesses dias a
reina luna urna coito de Hubo, chale de melim en
caniado, calmeas de cassa branca e saia de hanibal,
tira o- octtlos, larga o paoztnho. esperliga-se, e diz
tifo invejar a belleza e mondad* de seu hisnelo Ke-
cife. A fcsla, poi,"eslevc excellenle; a noits bou-
ve Te-Deum e togo ; pela larde subi um balito
azulado ; a msica do i balalhao de arlilharia exe-
cutou sobre um labiado bellas ouverloras, ralla*,
ele. Alguma* familias desla capital forara lambem
participar da alegra dos bous Olindenses, e a noile
grande numero de cavalleiros pradeo*, lambem
lizeram parle da por^ilo de espectadores que la ha-
viaa lua couvidava ao passeio.
O mosteiro de San-Benlo acha-se em concer-
t. A I. (dada da frente *sto a concluir-se, e pde-
se ver a elegancia egosto com que est feila; esl*
um palacio soberna. O- Srs. D. Abbade e Procura-
dor, san dignos de todos os elogios pelo zelo com
que procoram melhorar a sua casa e patrimonio.
Iiizem-nos que os engenbos eslao em um pe de da-
rem lucros extraordinario, ao mosleiro.
Antes de honlem um negro, que corra a toda
bride pela estrada do Manguiulm. lanrou por trra
una pela, qoe e julga ler morrido ; o mesmo
prelo a lineando fura da sella um cavalleiro que
cutan x inli i, se com lempo nao se desvia do demo-
nio, que parecia sahido da casa dePedro Bo-
lelns !
0* incendios teem sido os percursores das elci-
res de novemhro em I'ernambucu, na Baha e no
Riovade retro.
O Sr. lenle Castro, commandanle do Itama-
racn, segoe para o!Maranliao a servir naquella e.
lacao. 0 Sr. Caslro he um nosso patricio muilo
-'b.Ni(l
101909
llOtsjoo
I 13II10
fWsJSnl
iftaontis
Kf'pe.n.
I I asa a regenta do grande ln,-pital nela>
de-|,eza. de agu-to.......
Ao dito da Imspilal dos lzaro-, i lem'
Au dils da rasa dos n|M*tS*, dem i,|,i'
Ao Hr. Jeaqsin ile (Miveera Sonsa, rmmm
procurador do barharrl l.inm, !',,.
ventura Sal***, impot'aiin.i do blro
da .a-a n. .", da roa da Alegra, ale i
de junho prxima passadi.....
A I ranrkiii Climaro Peretra de >o/a
tmporlanria do sea ordenada xenridn
do I' de julho a -1 do corr nle. da an-
lerir r ao em que pedia deinn-.l do la-
gar de narlelrs ds grande ho-ialai.
A M.tnoel Figueiroa de Palia, inipailau-
cia de Inpiaaisii.......
Ao consulado priiritu lal, nn|iorl dcima da casa n. ."o, da ra dn l.ivra-
roenlo vencida no I* e -2' semestre* do
exerriris de ISV'i a 183*2 de ronfor-
niidade rom ,, condirao estipulada na
escriplora de doarao lella por II. Joa-
quina Mana Pereira Vianoa. .
A' nr lem leiceira de San l'rancH-n. im-
portancia dn fi*rs daa casas ns. K da ras
Direila e -> da Inverna d* San Pedro
ale junho prximo passadi.....
A Joao lavares Cordeiro. imporlaMcia
de gneros que forneceu aosetalwle-
cmenio. de caridade em mam e junho
dn crrenle annn........
A' I). Fnrlouala Ceelho da MrSS, impar-
laneia da renda do armazein orrapado
, plo grande hospital ale e.la dala .
I A diversos, importancia de comerlos fri-
tos na casa do irandc ruptUI. .
dem idem com a olira do hospital Pedro
II, como do livro resntcliva.
IVljS.lM
.Vl-Hlll
tXll--_1*l
IK-^.i-i
ll.-S.li,
i.i-sa.
Jnsrsi
VMcjfcjn
Por saldo em caixa, -alier
Em Iclra* ......
o recibos......
':S7l3l-2n
Adminislracao geranios es.ab.leciraent,, de cridad. :.,. de selemhro de I**.
Antonio Jote f.oie lo Correia "lesuufciro.
/o.-c Pin* Frrrr'n
n.nttm:,
I0:J0SM;.
:a.pa
do moriinenio dos estubdeamontos de-
tetembro de I8.i(>
ca
tdad
e. veiilicado no m GRANDE HOSPITAL.
Muilo me cusa a combinar as ideas para Iralar a
respelo de polilica, e por isso passo iinmcdiatamen.
le a oatro assampto.
r -- -. ^ u..u..u m, ... uvaw [,,,,, i,, uiuilU
guando no lim do inverna do prsenle anno vi a honeste, e ollicial dislincto, ha de ser no Maranhao
ubrrima culheila de ludo que os agricultores conlia-
ram a lerra.julgaei que os legumes jamis chegariara
aquelles assusladores presos, que lano e-golam as
bolsas dos alrazados em suas finanzas como esto seu
criado); mas qual, a caresta dos laes dons de Ceres
paree* ir a vapor. E -obre quem deve recahir a col-
pa ? Eis orna questo que lauto da que fazer anos
os sertanejos.
I ns dizem ser causa o rpido augmento da nossa
popularan de. ii a- ."iiiauiis a esta parle ; oulros allri-
buem o mal inconstancias de iuvernos nos sertScs ;
ootros condemnatn pregoira e mandriisse da maior
tan considerado, quanlo foi em Peroambuco esti-
mado.
0 Sr. }'" permita que nao publiquemos a
sua honrosa caria, porque seria artedarmo-nos do
nosso proposito, lua archivada.
Seria muilo para desejar que os Srs. comman-
danl** dos navios de guerra e mercautrs, nao per-
millissera que os homens da Irpolacito dos seos na-
vios viessem com seus trinchetes para Ierra.
A rerlo morjo morador na ra, cojo nome ex-
prime director de urna fregaezia, pedimos que
se detxe de enlabolar conversas, que molestara
Exisliam.........
Iinli .11 .un.........
! Curados......
MelhoradiK.....
Nao curadas.....
Mnticram-<*"* r* l'utas ''?""rada
llepots desla poca. .
Exislcni......
al
21
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5
55
81
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HOSPITAL DOS LA/ARO.
Exisliam......
Enlraram.....
Curados .
OSaliram-j Melhoradns .
\N.iu carados.
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II i Mor era m .
"Exislem.....
CASA DOS EXPOSTOS.
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.Na casa.
Se.raA.
Exisliam,,.
.rora da casa .
Eulraratn.....
S.iliirant.......
Mor erara- lN,as '-' a*aa*i enlrada
Depois desla poca
Exislem
Sotana,
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Admmislraeao geral dos esiabelecimeulos do caridade M de lerabao nj.
--------------------------------------------------___________________O escrivao.Antonio Jote Oaaaas da Comi.
tCtttO de ^CXtltntHitK D'"8^que"a cooTnanlii. too .Hw*m4T
por causa de alguma, medidas tomadas nentTda.I** qUe "**"> ^^ "porttnie mdbor.-
aiS '}""no': 1I alem de uos parecer ,nen, 1'^ nossa provincia, annz nn.a conlrae-
7acZ^T,f^'"a'ta\"n'"'i''i'*r'!'!m da mode- ratjtoque deve a,g,|ar o escriptor publico impar- vez Ma animada, mais .ledicsda. mtn(^o,Z
te Honra Ihe seja feita.
Luiando em seu principio com as rnaores dil-
TZZl ,anTren,r.'" ^JUT^Sl "'T''1'*- ^"^ epe"d0S ^l"'
cedeod
cia falta'ra a's promessas que lzera, acerca d
dade do voto.
O objecto da aecusarao consiste ero ter o Sr. Ser-
lugares, onde haviam graves recelos de oerlurl.a,*,, -
Pr\ib",'- daseu Prime'ro fcnssspnlaj, l*Bja>*a*jni
prtmeira viagem ; essa digna dirercao nao arre-
Bic pa" 1" ,P Hm?T """"" S" feC" ^ S6U Zel8 "0bre en,husi"<' P* <**.. A.
tadameato tom:, FonMMVlV^Zttl^ ^'Tr*TntCOnCeb',*' o commercm e a agricultor*. nr,.
enteque so chama vapor.o enmmo-
seus gsaertr-
sem regularmenle, "islo he, as ".' toTaTao"^^"!.! (liSni'lail8. cotn que,ella,calendo de vms inlasraJ-
pZtitTwTtlrt??0' nemPreK'"los ,,wiMreKa, constante, e dedicada, saltando por pjjn,
raenteoqueogoveroopra.icou.quandoaqu.se e,"-i "P'13685 '"I"1 '' a I"'"? d.
S^ond^to^S^
arden publica, do que haja occasiSo para se punirem T 2 .Um 0Ulr- 1Ue levri P>. eamtmri.,..
les> I d alguma sorle suas vistas patriticas.
..daen*, tomoo, e^-" h'.a? enT^rtol, gT'ZS!!'.' ""****
harmouia com lodos o, arlos que pralca'ra C.'ro "*** ao commercio e
f"f'",'"si.0v,r,,oPrun'etieu inauter a liherdade lo esse podoroso agenieque se clian.. ,
ravaaom^motempo.quesercou^^:^: P,.?f,os : -" e^ a f,
parle do povo; oulros queixam-se do grande norm-ro os vizinho* janella. He melhor que Smc. trate de
de mscales e vaqoeiros; oulros emlim amaldicam arranjar um melhor meio de vida, doque o de patos-
os serles, dizendo qoe elles a uioguem ajudam.e co-1 Irar tao indecentemente como costuma. Mais cni-
io prova accrescenlam que todo o scrlaufjo be dado 11 ] loyei la plice!
K......... ." ... mim,que,vejo opilada a opiuiao que se m?,uifesla-
fcra ,i magna queixa dos partidos que honlem se da em^men favor !
.lebaliani.-a falla de liherdade do voto. Ouer um | Admillida | e acharaos qo nio pode ser contes-
r.l?,',','!.'' -imeniai.ie oiticial i. ama barreira a seus phrene- res una ds* duas iultoencias, pergunlamos :Deve parair sobie estes abenQoados serloes.
is iioiii.cos, bradavam mutto a multo alio, que nao uina deixar o campo lvre a oulra Quanio au augmento da populajao : he esla i
(i n r e.,u,-. r-allemos claro : se he malfica essa influencia ju- i principal motor da nossa piosperidade para o fulur
rar iVluldi rCa f os,llemos brados, ape- debita e violenta do governa, perdera menos o paiz no serlao ; pois que quando ootre* Brasileiros an
pobre.
Enlrelantn eu irei, como permillir a minlu aca-
nhada inlelligeucia, desfazendo laes preconceitos, e
farei por demonstrar que a maior parte delles sao bens,
de que o Omnipotenle se aprouve prodigalisar e es-
zar da mudanca de actores no campo opposicionista, cora a estpida ellicacia desses res de aldea, dan-
acabou por nao dar crdito nem a uns nem a oulros, do em resullado immediato a romeraqe, a cama-
pur altnbuir-lhes m*si,,o ma fe. radarie, mas *em is.gnilicacao Pensis que e-sas
Daqui o iudil.renlis.no em materia de eleirao. i intelligencias de as,ucar ou de cato abrararao o
e quem vence ; o governo nunca homem imporlanle, de serviros re.ies. ron preteri-
IrW ele Ka-
de ser nu-
merosas, al porque a regra linna-se em sentimentos
natnraes, que andan sempre a freule.
O que resta, pois '.' Una fusaS des4ns duas in-
"inenciaa, fasaa que sendo Icita com as vi-las no
aspirarao de
lamsolicilo por angariar colonos em diversos esta-
-- "=.- ne quem vence ; o enverno nunca I nomein importante, de serviros rcie- n
perde a eleicao. E a le de P.l de agosto de ISili,: cao de seu lilho. do Bino de 'seu compad
producto de liheraes, nao salvoo o vol ; quando a remos honrosas excepres, mas nao bao
He um verdadeiro enigma o .anlio lcito da
venda de hilheles da lotera. Nao ha boje local em
que se nao encontr urna casa vendendo es-a especie
de mercadura, qner as mas de primeira classe,
quer as de nfima, j em tojas das roelhores de
qualquer ordem, ja na peior taberna. Poder-*e-ha,
un ica un-n te com :l ou qoalro porcento que se lem de
vendagem, oblrr lano lucro '.'
Na ooite do incendio no aterro da Boa-Vista,
i li .\ : -o de ronda o Sr. capilio Teixeira, do ."
W ---------------------------------------------------- _-..^>U w U 1-|'IIH'' 1 1 I XI. lili. lili .-
dos do velho mundo, nos lemos enlre mis raesmos o balalhao de infaiilaria. Correa pressuroso ao Ihealro
opiniao liheral deixou o poder livemos cmara un-
nime, feila a eleir/io por essa lei.
Em face de semelhanle eslado de cousa-, em face
de nosso regiman repre-enlaiivo. qne de mais pal- ..
i; ante necessidade do qoe regenerar o voto, relia- bem da coiiimuiihao, deve constituir a
1 11 I \ I A i :>ri ni'i ik oloilari.i.. **___.- l- a"___ a *
Millar as urnas eletoracs : Cunvinha fazer desap-
pareeer cmaras unnimes ; em urna machina, coja
mola principal he o sullragio popular, cnnvinha to-
zer cessar o descrdito em que elle havia cabido,
pois que a le de l!l de agosto eslava regenerada por
seos proprios prngewtors*.
Era, poi-, este o primeiro terreno a mondar
em soccor
do voto, a parte mais nobre e impor-
tante do nosso organismo polilico.
lodosos que nao sao apaixonados das utopias.'
Nem o que acabamos de dizer he cousa aova. To-
dos ouviram, ha pouco, um liheral dos mais aulo-
risado-, desses que volaram pela lei dos crculos, de-
clarar na cmara dos depulados que sera candidato !,ra,n qiiam as queira, recolhem-se oolra vez ao seo
pela capital de sua proviucia, por fugir ;is tollosa- I centro,
ir ; cas locaes e a do governo no interior. Nao devo dizer que se r.i,.,nn moustruosos lagos ar-
germen desles recursos ; porque nao ha quasi casal
de sertanejos, do qual nao pruvenha de 10 a JOeifor-
ridos Brasileiros.
Sirva de exeraplo o velho Luiz Gomes, que lendo
vivido lOi annos, morrea em !8i. depois de ler vis-
to os neto* de eos bisnelos; a prole desle palriar-
cha no anno de sua morle calculava-se em mais de
:IUU almas.
Nao me dgam que a inconstancia das chavas he
caua necessaria da pobreza e ruina dos sertanejos,
porque se o Egypto, onde nunca chove n.lo perito o
llribulode torltlissmo, quanlo mais o nosso
serto, onde lodos os annos as .moas da chova andain
olferecendo-se por montes e valles ; e como encon-
desia c ila-lropbc, foi o primeiro a communicar a oo
ticia ao quartel-general, e segando consto, all pres-
lou relevantes serviros, o que nao era de esperar
menos desse dislincto e benemrito ollicial d* nossa
independencia na campanil* da Babia. Louvoresa
esae militar honrado, e brioso por lao louvavel pro-
cedimento, que n3o desmenle ao valeroso balalhao
qoe perlence.
A primeira tort;a que comparecen ao incendio
havido no atorro biram viole prai;as da guarda na-
cional da Boa-Vista, commandadas peloSr. lenle
Decio le Aquino Kouceca : es-a torja presin hons
serviros, e foi elogiada pelo Sr. subdelegado da Boa-
Viila ; compre que n.lo escurecamos a verdad*, lo-
go que dalla estojamos de posse.
Quando demos coota do iocendio do atorro da
Boa-Vista, lamentamos nao ha verem entre nos
bombas portoleis, que em laes casos sendo sob-pos-
Aqui apparece naturalmei'le a queslaoseo go- lilicae- romo o* dos antigo- res do Egxplo.ba'lava -
verno pode legilimamenle inlerfcrir na eleico. Os que cada proprielario no centro de suas "torras li/.e-- las aos tantalio* de qualquer chafariz u
qoe rniitam com o polentado local,jrlam centra essa i sem um acoda, que zomhasse de um aono de secca ; | agua graude altura. Hoje melhor informados
Dillicil Unta x limida, a........ ,"lc.rf.''rerncia i u ah eslava m, ,?, <1 cer,al "* animo* | proleja, fazem o mesmo os que contara com a pro-| o proprielario dono de arude esla'com a fortuna sa- arsenal de inarinha, o se achoa no lugar do iu
ah estova para se oppor a tito momentos* ltemelo; lerao do governo, achara a inlerlerencia desle a cou-' nha, e ....... "'------
2J i T- "",,v",oa" 'aieado, e que iam ser |sa mai- sania do mundo, ludo islo
ciiocados, aiu se apreseutavam cora a feroz anemia ; ne-soalidad : venada el no
las repugnantes \ mo.
os seus fllhos com um seguro palnmo-
a leroz nergia pe-soalidades : a ver oade est no meio; como em > Se o* sertanejos livessem os coslumes e usos do
Ma',"o gabineto eslava adalrids a um program- leto-" mi'"' ,>rocede a(,ui a pr0P0S ii0 de ArWo" I VS!^S^l^!^!lA^i^'2???. !***IS! .*l"r um .s*
cendio, mas que se nao preslau serviros, foi ni-
camente pelas ratos* d* se acharem o's chalarte**
Ionse de mais. e no haver em loda a exlensao d
RIO DE JANEIRO.
POLTICA DO BRASIL.
Ilontem e hftjt.
OMAROUi;/. DE PARAMA'.
laando se l a historia d.iqurlla
poca le-t achamo-nos peqneni-
no- comparando as ideas de eulao
rom as de hoje.
Artigo de fundo do Correia
Mercantil de S de selembro. i
,l.i u.io existo o Mrquez de Paran. Se a lum-
ia loma inxiolavel o homem privado, o homem
publico nao pode escapar a mesa analomica do rhro-
msla e do historiador, e estos leem om dever de
severa imparcialidad* peraute a pn-leridade ; nao
be aqu o raso do eando-o p.irrr MBSifft. A rari-
iladu nr-te punto he verdade a Iransmillir aos
vindouros.
ma : es-e programma havia sido Irarado pelo Mr-
quez de Paran, c pois deria cumprir'-sc : do-archi-
vos do senado foi evocado um antigo projerlo de
bem po le um ser raraclensados de preauiro-os ; | fosse ella applicada.
Onde e quando vistos gaveras* a-sislindo a elei- mas um povo esforrado, aclivo, e que nao sabe sap-
rs de hraros cruzados .' He era verdade, una im-' portar a innarran, e, que para sua cnraplela felicida-
moralidade que o governo impoiiba forra candi- de, s asesadla de quem com vaotagem os dirija un-!
ttr iiiiidnliia.
eieii.au par circulo*, e esse projecto he hoje lei do dalos : ma, uude a inmoralidade era prolecr seus Itahalhos, e com a pralira os anime moslrando- i REPARTIfyAO DA POLICA
im..,,..... ; iiiilircclamenle a raudidaliiia u naluial de-- ; Ihe os mexauriveis (hesourns ds agricultura, Dle* vnlarli da Balala ,i ir..--i ,
ouzde "" 'u;'srM'l'i-da.,xoUeo o Mar-, tono daquelle' P,s so o governo nao pod. pss por cario chamar indolente. ''"Secretor,, a p.lic-a, dn I ernamhuco o de u-
quz ue l'arana para lazer oassar essa nrnieei,, ,i. ini!m-...i i._____ ___-... ..-......- ___I ii....j..,~.i..-u_____<...... .. I ,llr0 "e Injli.
le. iodo* darn laatonnnho
po-
candidato, uina vez que
ii-
dade-
IHoaato* pois qualro palavras sobre o Mrquez de
I arana ; e nao nos deinove a i da camiuha para o ullimu jazigo, porque a* eonrls- Vamos enlrar en raini.ho no>o, e per,tomo-o
a6a de nos-as qualro palaxras sern quasi lutalmen- | snia qoe melhor podia aponlar-nos Sua dirercao :
to cm abono do vullo grandioso que acabamos de' lierdemns o arlilire que linha Iraeado o plano, c que
perder. .melhor poda explicar a* -as divise:
Nao he orna biagrapha qoe intsatoatos; he un
ou daquelle ? Pois
ene projecto de legtimamente ter o seu
le qoe so o Maiquez de n nao imponha para um lugar onde o seu
I arana, pelo pranighi de seu nume, pela turra de seja de-eonhecidu, onde nao tenh i a mnima
enm,' i',.f ''nea'.'" "* '"",' T^ "' """* **> -' ' empieza, lo, o penhor maia vahoso da sinceri.la- eleircs de bracos cruzados. Uto nunca ss vio
de do programla govermsla, foi a conce-ao a maia que" por |.| pro'pugnam nao ton Va
sas |
lei
adbesao. por ler toito urna lenlaliva de reforma Alirar o governo urna rede Mural, he urna m-
eleiloral, ronseque.iria inevilave. do seu program- norahd.de, he an mal para o p ma, "o s a
rar n0,ril"1C"<1'HJ '";rV,U'VCl ,la Vtt """l'e.".m"ral,da,le,i;II1e,rmal, mxime na
"...... ",e"'" '""""r no campo Mtonl das lulas eleicao por circolo*. que ludo corresse ao soberano
improblas no sxslema deleleno das personal!- arbitrio dos potenlsdo' da aldea.
O grande numero de vendellii.es imbuanle*, i-lo
nome I he, de sugeilinhos que, lomando :tll ou (XI.-> rs. de
raz ?! | fazendas liada-, llalli querem comer, veslir, jogar,
gaianlear e passar u la grande, muilo concurre paia
o atrazo da acricullura ; mas assim mesmo eu
acbo desrnlpaveis, parque o bello sexo sempre lem
iaais>a .. i _... .- i [""paguan nao lem noa le. "c" ucn-iiip.iei>, un, o- o neno sexo sempre em lle,i.. X'ir.im i,,i ,, u,..,
<=:\^::\^;r;=^ -. renda Eranaa4^
e-boco ligshra da qadi
i aiinulio o Mrquez de
que enroles e deixuu em
Paran.
I.
< I paiz eslava caucado delatar. A* cunnrejarne
deordenada- do principia democrtico liiibnui-iio
toli-adu, e na pugna desesperada dos caninos do
Pernanbuco a* sacerdote- desse principio cahiram
extenuados, c drixaram o rampa hxre la* teu* ,id-
virr-anos.
c.-les euleiidrram e enlcnderam bem, qoe era
misler nao dar a mo as tendencia* de reacefto ; e
que, depois da lulas lio prsl .ORada* e improllcuas
psra o paiz. o qn. eonvinha era acabar rom a-
prenoeuparoes radicadas do pa-sado, acabar rom a
Ihenria de vencednre- n sencidos em campos de ba-
tallta, dai novo impulso c direcrao s ideas, abrir
Ma iio islo olleu-a ao gabinete que existe : elle
proprio quo dina quanlo deplora ausencia do Mr-
quez de Paran. Os caracteres que eumpoem u ac
lual ulliuot* -,io caladores lirmes. segurse *ym-
patbira* -o paiz; o galmieto lara linio por levar
> u-'Vio ao parto, e temo le deque o conseguir ;
na-, a man ba dn navio sera maisanelirulo-a e pro-
longada, |.....|ue o-piloto experimentada e audaz
lllorreu na viagem.
Sen o Mrquez de Paran, entrando-as na.)*-
lema de eleirio poi circulo*, que futuro se atoe no
paiz".'
Para responder a na quesillo fura da airada de
na***s torcas, runfessaina-lul he mnlrr que lacnmoa
ligaira aoaljnd* lei anual de eleletkei.
Ser o a-iiniplo do ailigo -e ,.,nle.
Dillicil, poi-, e melindrosa he a quadra a respeito
do voto ; dillicil melindrosa he a torefa do gover-
no. Parere que os escollas sao cm maior numero :
c quaes MMo os resultados '.'
II.
A lei dos curlos romo que galvauisou o xelho
partida liberal, n. coneUlodot, que jn causesuiram
sen lm, au trepidan en fazer lar a um governo
queja nada IllSS lera dar : os liheraes sincerse
rnn-eieiiriii-iK. qoe sempre conservaran -eu posto,
aprnvetlam o mmenlo ein qae parece que a caro-
pie-.io rede, e nbent combate, A i-io accresce
que la ulairas dos conservadores i nao teem Hisri-
plina. |.i nao roniierem chele-; viram -ua divwn rom
a de* liheraes sumir-e un golphaS conciliador. A
lula pois que v.n einpenliar-te em Ionio das ninas
be una lula desordenada e baila nao tomos 00-
Irutnmo, em queso combalem a* indivMnilida-
des ; a rnirgaiuaarila dos partidos vira, porem. eo
Irabalbo ruinera hje.
Uuem ronhere unile do nos-o |iovo. quem abe
a ener.-ia qu* elle rosluina a rieipeodar nas lulas
I polticas, quem n ,o esqueccu a> aceas de honltm,
.
hymeueo cada rapaz deve ludo envidar cora lano
que agrade as bellas jovens.
Os serlaneju- parecera ler urna inclinaeao innato
para andaren euconrado-, e mais fcil'he fallar a
cada um a camisa e o pao quolidiano, do que as
perneirase ogibto; e achara nes-e uniforme lana
belleza, qoe em Indas as rconiOes cora elle se apre-
enlan : nao seria mai- conveniente que este*__
Kalmuko* brasileirosdesprtwnem o mesqoinlia
icro de i nu be/.errn* por auno, para emprega-
-se na agricultura, fazendo prodozir o algodo,
lllin. e Exm.Sr.Levo ao conhecimeiilo de V.
Exc.qua das diltereiiles parlicipacoes hoje recebida*
nesla reparlieao, consto queso deram as seguin-
les oceurreucias:
Koram presos : pela Mbdelegad* da fresuezia do
Francisco Jos
que diz cha-
o prelo escravo
p,o Iugue/ Joa-
quim Meudesde Sooza, por ebrio,
Pela subdelegela da fregaezia de Santo Antonio,
Jos Caetano Jnior, por dasorden.
Pela subdelegada da fraguezia de S. Jos, os
marojo* James Carrea, a William Hallan, por bri-
sa, Felicia Mana da Conceiro, por desobediencia,
Manuel Itomcs das Cliagas, e Anselmo Bispo, por
desorden,
Dous individuos do mesmo credo polilico, qoe
professam o mesmo culto de adbesao ao governo d s-
pulavam o Iriumpho eleitoral em Goiaona. Jn del-
Z22ZE1 ? P"*l'*i0 Ia* d*' mmando
supremo da guarda nacional, mas nao esperando um
resultado l.sougairo, prelendi. empregar lodos os
meio* para vencer o adversario, a qual, pela sUa
parle, dispondo da influencia policial, proleslava fa-
"'0.!ueM,,vesse"0 Malenca par* nao ser su-
pi) IlliJUU.
-m.?i!SLa.9 Ij"'am.,lfn<:' qu' *era o resultado de
seraelhanle duelo .- loda agenles.be como de or-
diarlo se decidera toe* pililo* fura dos limite-da ca.
pilal. Os dons campioessao ultra-monarcbislas e sa-
SSS.\S? "'"ia"D dira' i" *0uo< "'-
pregandea torca para prevenir a drserdem e mar-
cha que estovara prestes a se m*uife.t*r em oi.ii-
na, quizesse protegers ideas liberaesem detrimei.lo
das conservadoras, c vice-ver.a, pois que ambos os
Por osse modo, pois, est a companhia ja prvi-
da de um vapor apropriado a navegaco da rom,
nossa cosa : eslao o comroercio e a agricultura
satisfeilas om suas urgentes necessidsdes.
E nem se julgoe que o que too implemento .-
cabamos de expender, constitue \ o roerecinei,
to o serviros queuio allamente reconwndsn .,
direccao da Companhia Pernambocana. a con-
stderaco c agradecimento pnblico ; poii que tan
bem a prudencia e acorto, que a caracterisan au
scolha de seus empregados, Ihe dao novo jos mi
nosso louvor e eterno reconhecimenu.
E se ella soube tao aduiiraveltnenle conquisto
para si o pomposo titulo de patrioiica ebemnetnr
rila, he bem que. em alicario aos esforcos que em-
flm^nti1'86""1" ur""m e conservadores^ I progou, saiba lambem que, assim como sen km-
KgSaBMK.TSab^
cao do administrador da provincia o pode sel la-1 Se,Uimcn.l d" "^ gradio.
Aprovetlainos com satisfago a opportunidailc.
- provincia oao pode ser la
xada de parcialidad* : foi an acto benfico, rassa-
i -i ------. ioi um cio oeneucu, rasoa- i f".""i um sansiaijo Opportunid
uandoUos0meio.nSelha'1'' pela P.rud,nei- EmP'e i Para felicilar a "lesm. direccao pela seartoda
rores da anarchia.
Tanto he verdade
poi
que conheeemos de perto as baMliiaef.es, prestinri
e honradez, de lo zeJoso e aclivo empregado
pan
------------. ,.i., que o governo prnviuciai nao zeos.
p.mTiolheuTmLrdai"^ dbM'*, I ao >m poder desempenhar .s custosas furKttn. d*
nft Watas uss&s r nobrrr;:o; hea rr -s *- tf
aqu na captol, s* nao suggerie o emprego dos mes-! a 8rande somm, de "W-ta qoe deseo-
nios meios, islo he, a inlervenrao da toira armada i volveu mesmo agente, emdezembro nroxima n--
que lalvez viss. que esto alv.tre era o mais raSMVel ,S'ar'l"e'-de Olinda. que all aportara, jn*U-
qoe se poda abrarar para se evitarem eonseqoen- mua n> poca em que 0 cholera lina victimas to-
cias ruuesla-, que devem ser reprlldas por todas os, naquella paraaem e em Macen.
Sd. da pqaU,ri*.P,ri"n S0C'? public e ,'ro,[,e* I ^ik 22 d" 'embro de 1856.'
9JU blkac c i3 a pemo. ~
pal
Bem desejaramos que a civilisado jase acba-.e
too desenvolvida uo solo brasileiru, que dispensare
o recurso a forra publica e a in(erveoc2o governali-
va em nenocios desla ordem ; mas infelizmente aia-
n eitamos muilo longe de semelhanle eslado, e ate!
la ser* rorcoso recorrer aejao energiea da inllaen-
cia eprrsliaio da olorid.de, afim deque o sucego
publ.co nao seja perlurbalo, e nao percamo. algu-
mas conquisto* de progresso qoe temos alcancado!
1 aT" e.n,e ua "'' nao conceden torca u
autoridades subalternas que Ih'a olicilaram, foi lal-1
vez porque anida nao julgasse occ.siao opporlo- !
' m" 5e M'genei. era justo c conselliada pelas
Ih il um I... "
regrasda prudeucia, e elle cerrou osouvidosaos rla-
inores da ordem, o que nao nos parece verosmil,
emao somos obrg.dosa confessar que semelhanle!
procedinienlo nao encunlraria juslilicacae alguna I
possivel no bom senso, c sena a consagrardo da des- ;
orden e do tiaiistomo da ordem.
> unai patona, lambem queremos a liherdade do
voto ero toda a sua pureza, mas queremo-la segund.
o, meios pariheose conforme as prescriproe* da lei,
e nao por meio do ccele, da faca de pona e do bi- -x<" <" hita
,Hros d. ,,?nq"aeS,,Uer ''u' feim Principios poli-
I.cos de um governo. ou se chame monarch.sla o., li-
so D'rimer0"SerVa<,"r "" *""*"' crema, qoe '
enea,, da 7d "'"" "*P"**"> "- <'-
A.NACREOXTIt:.\.
I.o canlav. Irionlase
De \ ieira a grande espada.
I.ilieri.ii,do Patria amada.
^eje l lia. : e a tam gaerreua
Se me perde por encala
Em suave, e teroo canto.
Da \ldal, a mais de lleurique
\leu a indmita br.vara;
K a prodigio mais se pura
I* de enljo, que amor, e I Int.
Primorosa a doce Lira
S prego.. s<> suipir*.
Por A. J. de II.
*nmunUab0.
A CO.MPANIIIA PERNAMBUCANA. ()
emos por noticia que est para Cada dia a
um novo vapor, queja se acha com-
chesada d
E pela subilclegacia da fr*guezdo Poco da Pa-
nella, Manuel Jos de Saul'Auia, para avcrgoares. _
Ueo guarde a V. Exe.lllm. e Bxm. Sr. con- Companhia Pernambucan
a raima, a mandioca e os nall ramo- agrcola-, em I selheiro Sergio Teixeira de Maredo. presideule da ; da," que um ncsnr-nd in.Mm^ll'n,, n h.Vr-,' "" '
que san e.tes series laoproducfvos 1 Se,,, duvida, provine.-3j costo de polica, Dr. fulivarpo Lopes ,]e f.njanna. CSp,'m smMo niqutlou na barra Joaqun Angel.ro
Tao lisongeira nos be essa noticia, iuo nao po- j_T
prado cm Inglaterra, para substituir, no servico da Joaquim Jo-e de Olive,
--,. o Mrquez de Olin- ; J0-o liodri^ies Pereira deu ditas juM.
o\>< 'ldanle, nnr /rci/aenlo, .< >
*H auto.- do .../..,oo.,, l,ernu.bnrHo no me:
de selemhro de IS.MI.
Alumnos exlcrnos que ngmn a- aulas do 1 anno.
I'ranri-co Flaviano de CmisIco, deu 8 falta- lo-
tificadas.
Jos da Silva Loyn Jnior den 1 dila jut.
\ iriaio Scryio de Muera Mallos oVii I dita justib
raja.
Alumnos externos que (requemara di versa aula-.
Americo Nomeriano Antunes \ \\*m deu I f.ll
justificada,
ra deu I dita ju-i.
porem, oauIon ouluuvai ou maneanlie a I mostea marcial ca voz de serei-, que illu,lindo u- __7
nieuipatiicios, osUraiie para o* h.nxos e aojante* llln. eExfc.Sr.Levo a., ronheciniciilu de V.
da niisoiia. s ara.,, a Providencia un- quer pievar Exc. quedas dillerenlc-particpame, hoje rrcehidas
cun um a ,l l.istimo-a menora. nesta reparlieao, consto que se lram a- icguintes
Perianto para que os genero- aliinrnticio. aliuu ; orrurrriirias :
den, faz--e neesnario que o, nawaiet e aquiiro* Paran presos: pela sobJelegacia da fregn!, de
deereacam. Santo Antonio, Estanislao Sinilode Saot'Anna, oo
lie igoaluieute falso o dizer se que os sert.e. a preto escravo rranciscs, por desorden,
ningaem ajudam, perqu *e o negociante qo*hra na E pela-uii.lelegaria da freguetia de S. Jos, o
prara, he sua mira o serlfta, e -e para c em e-t, i prelo e-.-ravo Joaquim, por hriga.
certa de encontrar o necessario para remir a -ua re-1 "".', IWarde a V. Exr. lllui. e Exm. Sr. con- A'a'"3* 3l" osdo Cear.
putarao o arli-la de qualquer genero, que deixa I elheiro Sergio Teixeira de Maredo, presidente d*
a prara eucnntra torta no serlao bastante tlr:iccn I provincia,O chefe de polica, Hr. 1'oWcarpn l.npet
para as suas obrar., e alem dsso om logar dislincto I >''"
ire a melhor aenl* : o medico anda mesmo char-1
lles-oni; ilu AlmeiJa deu Sdi-
demos tunar-nos ao irjvo desujoque 'sentimos', le 1ST."* M,n *" ''' |I|L|-. j"-'-
publica-la, como Din lrji,n,
lomouma horoeoagem a que un imiipalavel
iltrcilo a patritica direcr-ao da Companhia Per-
namhiirana, pela louvavel tunariilado rom que se
dedica a proporcionar-mis a Ininelicio de urna na.e-
gaon regular desde os portas mais impotlantosilc
, M;!","!l tl1**1 *->s
iu-i,ii,
das.
.Sogisiniin,l HaphaJ ,|.i Cmj Mclh. ju-lihcada-.
lo-.- -lacintho iNetto ,|., Silera den 1 |iislihc*J-
7 par ler diegad., defOM do ponto.
Lilianio Jos,; Lope- Morein den I dito ju-t.
.., '-'Iro '-milio lloberl.) dous dias, I iusl.
U Kste commitinraJo esla cm nosso poder ha Manoel de Abren Maredo deu 13 dttax.
iniiiMis diag, |,r fa|ia ,|,. ntpaeo lem deixado de Francisco Elias
'3hir. OjR, K. i f^da.
do Jieijn Ihnrs deu I dila justi-
LEGIVEL



Jos Nicolao Tolentino de Carvalho dou
justificada.
Carlos de I'inho Borges deu 3 ditas justificadas.
Joao Manoel .Uendes da Cunlia]AzevcJo deu dilas
justificadas.
Adelino Mximo de Souza Lima deu 4 ditas,
.lose Francisco Correia de Araujo deu 1 dita.
Paulino Dias Fernandes deu 13 ditas.
Antonio Rodrigues Lima deu 2 ditas.
DIARIO DE PERMIBUCO DDttTI FEi3i 8 DE CUTU3R0 l-S
1 dita I me ao que tinha jurado assigoou cora ojuizeosun-
plicante Dr. l'edro Bezerra 1'ereiia de Araujo Bel-
irlo.
Eu Flix Cavalcanti de Albaquerque Mello, cs-
[ envi o eserevi.Barros Pimental.Alexandre
.los de Ilollanda Cavalcanti.Pedro ltezcrra l'e-
: reir d3 Araujo Beltrao.
Lis aqui romo conseguirn! reeleger-se a si pro-
I prios estes homens, que animados continuaro em
Bernardo Rabello da Silva Pereira Jnior deu 3 j suas depredares cm prejuizo da religiao.da lei e da
_(,i,as- moral, se S. M. 1. se nao amerciar dalla infeliz
Joo Francisco de S deu 6 ditas. comarca.
Antonio Caetano de Moraes Navarro deu 2 di-1 ----------
las.
Francisco Benedicto de Souza Barltoza deu 1 dita |----------
just.
jumo licam reduzidas a tima som<
das as semanas, sendo estas as iiuiitas-
teiras, a's i horas da tardeimpreterivel-l
&t7M:; tVsi&-
CAMBIOS.
Henri.me do Bego Barros deu 3 ditas justificadas. I Snrc Londres, >- | v> god. e T, ;t|S a 60.
u 4 ditas jusli-1 | h i .....
Camerino Filippe Nery Collado deu 4 ditas justi-
ficadas.
Heradito Fiock Romano deu 2 ditas just.
Manoel Pereira de Castro deu i ditas.
Joo Baptisla Accioli Lins deu 4 litas.
Gyronasio 5 de oulubro de 1 85(i. U secreta-
rio, Antonio d'Assumpjao Cabra!.
He o depoimonto de un camarista eleitor e vo-
tante. A elle,leitores,qu nao perdero seu lem-
po.
1.- Testemunha. Alexandre Jos de Hollanda
Cavalcanti, branca, casado, de idade de 26 annos.
morador nesta cidade, onde vive de negocio, teste-
munha jurada aas Santos Evangelhos em um livro
dalles em que poz sua mao direita.e prometieu di-
zer a verdade, do que soubesse, e lhe fosse pergun-
tado, e do costnme respondeu nada.
E sendo-lhe pergunlado pelo conteudo na petieao
relro do Dr. Pedro Bezerra Pereira de Araujo
Beltrao, que llie fo lida ea requeremento do mes-
mo, foi perguntado a testcmnuln, se ero eleitor vo-
lante, e camarista : respoudeu que sim.
Foi mais perguntado em que dia foi citado para
como elaitor assisiir formado da mesa : respon-
deu que no dia 3 ou 4 do crreme mez,(!) foino-
lilieada pelo oflicial do juiz de paz para as eleices
do dia 7 do crreme, e cliegando o mencionado dia
elle teslemunba indo a matriz, ah vio ser appre-
sentado ao presidente da mesa ames da formaco
desu ; urna petir.io assignada por muitos cidados,
pedindo para espacar-se a eleicao, visio uao se te-
rem aftixado as lisias, o que sendo indeferido elle
testemunha voltou a sua casa, que fica 15 passos de
distancia da matriz, ouvio urna vozeria, e chegando
a porta lhe disseram, que o povo tinha rasgado o
livro por nao saber, em quem votasse, e essa
vozeria durou 2 minutos, ou menos, e lhe consta
nao ter havido sangue.
: Foi-lhe mais perguntado se fora como eleitor
convidado para se formar a mesa em oulro lugar :
respondeu que nao foi convidado para a formaran
da mesa em outro lugar. Disse mais que'depois de
retirado o povo vio passar urna forca de polica di-
rigindo-so para urna casa na ra da mesma matriz,
o que soubera que o presidente da mesa eslava alli
officiando ao goveroo, e que alli se achava Geraldo
de Barros Coelho, (2) coronol Jos Covalcanti
. Ferraz de Azevedo, Alejandre Bezerra de Albu-
*"\ querque Barros, e Joo Florentino de Goes Caval-
canti, e alguns outros individuos de que se nao re-
corda.
Foi-lhe mais pergunlado se a matriz eslava fe-
chada, esealemdas pessoas mencionadas,algum e-
leilor ou sup[ilenlo estivera naquella casa sien, dos
referidos : respondeu que a porta da matriz esteve
abarla at a larde..sendo que nao lhe consta, que
algum outro eleitor en supplente, alli eslava, mas
que se recordando de Iheshavercm dito que o sub-
delegado do segundo districto, e juiz de paz Joa-
quini Pedro do Reg Brrelo, tambera alli esla-
4 (3).
Perguntou-lhe mais se a testemunha fora con-
vidada para a confeccao de mesa no dia 7 : respon-
den que tanto nao foi convidada para a casa parti-
cular, que no dia 14 compareceu para a formaco
da mesa, e que cheg3ndo na igreja vio a mesa for-
mada, e que ouvio o presidente dizer queja seha-
via partecipado ao E\m. presidente da provincia.
Foi-lhe mais perguntado quem eram as pessoas
que compunham a mesa, que parle linham na c-
mara, a na junta revisora, e o resultado da elei-
eo (4) : respondeu que o presidente da mesa he
camarista e foi recleilo segundo lhe consta ; que
Joaquini Pedro do Reg Barreto he camarista, e
fot presidente da junta qualificadora, era membro
da mesa, e foi reeleilo juiz de paz e vereador segn
gundo tambera lhe consta, que Alexandre Bezerra
de Albuquerque Barros era vereador, membro
da junta revisora, membro da mesa parocliial, e
foi reeleilo vereador, que Antonio I.ourenco de Al-
buquerque Coelho era vereadorj supplente, foi
memheo da mesa revisora e da parochial, e foi ree-
leilo supplentj de vereador.
Foi-lhe mais perguntado se o coronel Ferraz, e
looo Florentino Goes Cavalcanti,eram lambem ve-
readores : respondeu que ambos eram vereadores,
sendo o primeiro presidente da cmara e juiz de
paz, e ambos foram reeleilos.
, Pcrguulou-llie mais se os 4 membros da mesa
eram dous cleitores, e dous supplentes : respondeu
que a mesa era composta de 3 eleilores e um que
noeranem eleitor e nem supplente, o cidado
Hermogenes Gongalves Lima.
Foi-lhe mais perguntado se no dia 7 nao compa-
recern! outros muitos eleilores e supplentes que po-
dessem lomar parte na mesa, que se diz orga-
nisada em casa particular: respondeu une na i-
,, greja vio grande parte de eleilores e supplentes.
' Foi-lhe mais pergunlado o que sabia de mais
notavel ter occorrido no dia 14: respondeu que
quando se eslava recebendo as sedulas, chegando
elle testemunha a' igreja vio o supplicante com um
argumento com um membro da mesa, reclamando
de tor a mesa aceitado tres votos de um so volante,a
saber 2 de vereadores, um de juiz de paz, sendo o
volante de segundo districto, e o membro da masa
Alexandre Bezerra sustentando, que o votante do
segundo districto podia votar em juiz de paz do pri -
meiro districto (5) que vio mais um votante do se-
gundo distrito entiegar uma'sedula, e declarar que
votava por seu mano que ficava doente, e cuja se-
(IuIj boiou-se na urna.
|Foi mais perguntado se vio o supplicante recla-
mar a mesa contrasemelhanie llegalidade : respon-
de! que vio o supplicante reclamar muitas razas, e
oiaembro Antonio I .ou renco de Albuquerque Coe-
lho arrebatar um voto e tancar na urna,c dizer que
n.io tinha sasfacu a dar ;(;.
foi mais perguntado se no dia 15 pela manha
se+chsva presente, eo que vio a respeilo dellesup-
plicanle, edos mais assislentes praticado,e linalmeii-
le se aquella forca fora tequisitada no dia 15 por
cssas occorrencias : respondeu que vio o suppli-
cante argumentando com os -membros da mesa,
mcjslrando a lei que lhe permita estar alli, c depois
de jmuitos argumentos vio o delegado,commandanle
da [orea,que ja alli eslava com ella desde o dia an-
tecdeme, manjar qne o supplicante com outros
volantes que alli eslavain relirarem-se de [jumo da
tneia,dzendo que naoconsenlia pessoa alguma.iuda
que! fosse votante alli junto, lano que elle leslemu-
nha querendo subir da grade para cima, para lam-
ben) observar os trabalhosda mesa, foi repellido pe-
los soldados, dizendo-llie estes que linham receido
iirdeni para assim o fazer.
Disse mais que a forca tamo ja e-lava alli desde
___ o dia antecedente, que a noile do mesmo dia indo
alguiis cidados entrar na igreja, foram repellidos
pela tropa que alli se achava e isso com ameasco
sendo uns desses repellidos a mesma lastanranba.
Lisboa, US a loo por de premio.
Kio de Janeiro, 1(21 I por |0 a 1") e 30 das.
Aceces do Banco, lio a 7U 0|0 de premio.
companhia de Beberibe 545000.
companhia Peruamhueana ao par.
l.'tilidadc l'uhlica, :I0 porceuloda premio.
o lndemnisadora. h2 idein.
da c.ir.i.j.i de ferro 20 por 0|o de premio.
Jisconto de leltras, de 7 a 7 1|2 por 0|0.
Dito do banco7 a 8 por 0|f).
(juro.Oneas hespanhulas. .
-Muela de i.-r Iiiii vellias
6MW novas
48000. .
Prala.falacoes brasileiros. .
Pesos coluuinarios. .
o mexicano--. .
jm/. de paz do segundo districto da lie-; O objecto principal iesie pharol l para marcar'
guezta da Boa-Vista, pelo presente an-opasso ou Freo < randa, que he omaislimpoe
nuncio faz publico, ddas a tima smente, to- J'eiB poneo menos de ama milht de largara, com
um fundo de nove bracas a rucio canal, quedi-
miuue para seis em distancia de nina amarra da ,
mente. ,l0nla sel"e||lrinal da Jlha do Espalmador, e a 4,1
A1" c ... em distancia igual do meridional da liba dos En-
0 Illm. Sr. oap.ua do porto, enn.pr.nda o forcados. ,,ar em|l0car a d ^ v|n.
v.so circular da rcpart.cao da niar.nha do 12,',,,, du ,,!Sle> se prcilran, levaVoffl ao O. des-
e. orden, do E.. Sr. presidente di provincia de, de o momento que se aviste ; e quando se esteja a
n, indo do corrale mez, manda dar publ.c.dade oroM lres ou (,ualI(1 nli,as da ,u^ QJ
as traduces juntas aesla.de vanos avisos, nos mo mais para o sul, alim do o lomar pela amura
Je prolongar o Freo, e '
O Di.
continua a
quaes anniinna-se aos navegantes o estabelecinicu-
ttode novos pharoes as Ibas Baleares, no Mcdi-
erranoo, no Mar Negro, Estados-Unidos, Gol-
pho de Alhenas, e na entrada do Tamisa.
Capitana do porto de Pernambuco 26 de selem-
brodel8ofi. O secretario Alexandre Rodrigues nc
de
28 a 2S5.VKI
. ItiOOOO
. lbOO
. 95000
. 25OO0
. 25OOO
. I58O
CAIXA FILIAL DO BANCO DO BRASIL.
b de oulubro >le 1856.
Directores da semana os senhores Joo Pinto de
l.einns e Or. AuruIo Frederico de Olive.ra.
Taxa do descont para a crrenle semana : 7 %
por letlras com venciineuto al noverobro, e 8 \ com
veucimeolo do I. de deiembro em diante.
ALKANDBUA.
Kendimenlo do da I a 6. .
Ida,n do dia 7 ,
H0:4G772b
32:19ljl7.-.
142:58J90I
Deicarregam hoje S de oulubro.
Barca ingleaGardijnr.mercadorias.
Briuue dinamarquezHoomeranyidem.
Palacbo iuglezt'iopemercadorias.
liruue hamburuezOsearferro e alcalrAo.
Patacho americanofosamondfar.ol.a e bolachi-
uha.
Brigue brasileiroElvirafarioha de trigo e sabo.
JO.NSULAUU UEKAL.
Kendimenlo do da I a (i..... 84J83
dem do dia 7....... 169>355
1:0113838
ItlVBRSAS PROVINCIAS.
Kendimenlo do dia 1 a (i.....
dem do dii 7 ,
3778981
133*907
511|89l
dos Anjos.
TRADCCA'O.
Aviso ao* navegantes.
N. 17. &
INGLATERRA. ENTRADA PARA O TA-
MISA.
Pharol Gunfleet.Essl Svio.
A corporaro de Trinity Housc em Londres aca-
ba de fazer publico, que o pharol de Eslaca re- sa
cernemente levantado prximo a borda do S. E. ro
no Swin de leste prximo a entrada do Thamisa,
*Um.80& %bmititiw&.
acha-se actualmente nrompto.
Urna luz revolvent de cor encarnada ser alli
collocada depois da larde do primeiro dia de maio
prximo, mostrando urna face escarate cada meio
minuto. Estar collocada em urna altura de 48
ps cima do nivel medio domar, e deve ver-se em bom estado," e que carregue'300 sac-
doconves de um navio no estado ordinario da al- ros mm ,..,,. -l,^
mosphera, em distancia de sete a oito milhas. '" **"'** I1?1100 ma'S 11 ,nen0S :
A casa do pharol he de urna conslruc?ao de fer-
ro com seis lados ou faces, sustentada sobre pilares
uem tiver annunce.
u wiu tea iuuoa uu laces, susientada sobre pilares Para Lisboa
ou pernas, que se acbam bracadas diagonalmente. com toda b.evidade pretende sabir o
ludo se acha pintado de escarate. Est collocada brigue portuguez LAIA III, por ter a"
N. O. l|2 O.; torre de Naze cm W aitn N. 14N. zer carrear o i ir de nassL
E : casa de pharol alio de Harwich N. 4.N. E.; mlP ," i P u
-i..i________-. w, .;_ '."' que tem excellentes romo
pharol na embarcaco a pique E.3,.'s.*E 4 1 r f|Ue tem """entes comtnodt, trate
milhas. com os seils consignatarios Francisco Se-
a: \iiii ii.ii IJ ,l.,,ll. V. I." I I .. 1. la
Exportacao'.
Babia, sumaca brasileira Hortaneia, de 91 tone-
ladas, couduzio o esuinte : 10 caixas papel, 4
ditas typos, 1 dita casemiras, 2 diia fazeuda*, 1 dita
colcbeles, 2 diUs Unta, 2 ditas bich;is, 1,331 sacej-s
millio. 13 ditas feijo, i pipas e 9 bairis aeite de
carra pato.
l'liiladelpliia por Cotinsaiba. patacho americano
ScolH, de 197 loueladas, ennduzio o tegninle :
150 barricas com 1.313 arrobas e 8 libras de assucar,
1,000 coaros raleado*. 8 cascos azeite de baleia.
Araeaty, Mata brasileira DuvidosoB, de 42 tone-
ladas, couduzio o -e-uiuic 16b volumes caeros
eslrangciros, I caixao com 8 canas de cbarutos e 8
libras da rap, II harris assucar.
Rio de Janeiro, patacho hrasileiro Amazonas, d
lil toneladas, conduzio o sesomte :32 volumes
mercadorias estraugeir.s, 3,736 dilos diversos gene-
ros nacionae<(.
Porta, briue porluguei uTrovarioru. de 315 tone-
ladas, conduzio o seauinte :20 pranclioes de ama-
rello. canas, 721 saceos, barricas, 2 1|2 ditas e 1
barriqmulius assucar. 212 cascos mel, 2.258 couros
salgados, 6,130 puntas de boi, .">,000 unlias, 228 co-
cos com ratea, 12 caixinl.asdoce de goiaba, 31 quin-
laes cabos de linho velho, 1,061 saceos larinlia de
pao, 1 sacco muellu, I caixa com um falo usado.
RECISBEDORIA DE RUMIAS IMKR.NAS GE-
RAES DE FERNAMBL'CO.
Kendimenlo do dia 1
dem do dia 7 .
CONSULADO
Itendimenm do dia I a 6
dm do da 7 ,
i:69lb!l7
979S17I
milhas.
fto mesmo dia sero extinctas as luzes, que
presentemente apparecem de bordo da embarcado
pharol no (iunlleet ; as balas no tope dos mastros
sero arreadas, e a embarcado brevemente sera C0|J1 torja .
removida. Igualmente a bausa que fica um pon-
eo para o oeste da nova casa do pharol ser reti-
rada.
Roga-se aos capiacs de navios, pilotos e eoutros
navegantes, que lenham todo o cuidado ni nao
se approximaren a casa do pharol mais de um
quarlo de milha, nem cm circtimslancia al.'uma
tentar passar para o norte delle.
Todas as demarcages sao magnticas Va-
riaro 21o 15" O. em 1856, diminuindo 6' an-
nunlmente.
Por ordem de Ss. senhorias.
J.67634
'KOVINCIAI
S:02-5i33
3449371
8:"i69<:80
fa>*immte &$> v$r&:
Sartot entrados no dia ~.
Rio de JaneiroI i das, brigue brasileiro impe-
rador do Brasil, de 229 toneladas, capilAo Lean-
dro Eugenio de Olfveira, equipagem 12, carga 120
toneladas de rea ; a .Manoel Alves Guerra, l'er-
lence ao porto do Rio de Janeiro. Veio teceber
praticn e segu para o Asu".
dem18 dias, brigue brasileiro Adolpho, de 212
toneladas, c.ipillu Mauoel Florencio Correia da
Silveira, eqaipagem 13, carga cafe e mais gene-
rus ; a Anlouio Padre das Neves. l'erleucc a
Pernambuco.
MaceiU Loras, barca ingleza Rhonda, de 186
toneladas, capitao Tltomaz Beley, equipagem 7,
carga algod.lo e assucar j a James Rvder 4 Com-
panhia. Pertence a Liverpool. Veto receber or-
dos esegu para Liverpool.
Navio* tafUdos no mesmo dia.
Rio de JaneiroBarca americana Marv Sowver
caplIAo W. N. Barllctt, em lastro.
Par.i e por tos intermediosVapor brasileiro S. Sal-
vador, commandanle o l. lenle Saota Barba-
ra. Passageiros desla provincia, Exm. presidente
do Cearn Frsnciseo Xavier Paes Brrelo e 2 cria-
dos, Joo Pedro Ribeiro, r. Jos Henriques de
Oliveira, Domingos Henriques de Oliveira Jnior
t I escravo, Francisco JorgeMarlins Botelho, Dr.
Antonio Manoel de Aragao Mello, Jos da Silva
ell.o, Vrancisco Ferreira de Kovaes, Eugenio
irque de Airrarim, Pedro Ferreira da Silva (lui-
m.ir.ie- Jnior, Joo Roberto, sna mulher e lilha.
Mr. eveaux e sua mulher, o Peruambucano e
parda livre Laurianna.
MifatZ.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Lsm.
Sr. presidente da provincia de 26 de sclem-
bro prximo lindo, manda tazer publico qne
no dia 23 do corrente, petante a junta da
(aseada da n.csma thesouraria, se lia de ar-
rematar, a quem por menos fizer, os repa-
ros da ponte de Pirauvra, avahados em
1:801/.
A arrematarlo sera' feita na forma da lei
provincial n. 313 de 15 de maio do 1851, e
sdb as clausulas especiaos abaixo copiadas
As pessoas que se propozereu. a esla irre-
tiiatar.'in compare?am na sala das sessOes da
mesma junta no dia cima declarado pelo
meio-dia, competentemente habilitadas.
E para constar se mandou allixar o pre
seule e publicar pelo Diario
Secretaria da Ihesouraiia provincial de
Pernambuco, 3 de oulubro de 1856. O se-
cretario, A, V. d'Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arremalaco.
1. Os traballios da ponte de l'irauyia se-
ruo feitos de conl'orinidade e un o ornamen-
to approvado pela directora en. conseibo e
apresentado ao Kx. Sr. presidente da pro-
vincia na importancia de 1:804/.
.'i. As obras priocipiaro no pra/.o de un.
mez, e linda rao no de tres mezes, ambos
contados do coul'orniidade coin o artigo 31
da lei provincial n. 286.
3. O pagamento da importancia da arre-
malaco realisar-se-l.a na forma do artigo
39 da mesma lei provincial n.286.
4. O arrematante durante a oxecuco das
obras proporcionara transita? ao publico.
5. Para Indo 0 mais que nao estiver de-
Assignado, John Washington, hydrographo.
Repartido hydrographica do almirantado. Lon-
dres 17 de abril de 1856.
Este aviso affecta os seguintes raappas do al-
mirantado.Canal de Inglaterra n. 1, n. 1598 ;
proximidades de Harwich n. 2<>2 ; geral do mar
do Norle e folha 1, ns. 2339, 1406; costa de les-
te de Inglaterra, lblha 2, n. 1610; Tamisa fo-
lha 1, n. 1975, e igualmente a lista dos pharoes
britnicos (cd. 1856; n. 69.
TRADUCCAO'.
Aviso aos navegantes.
N. 14.
GOLPHO DE ATHENAS.
I'harol tixo sobreLipso-Kulala.
O governo da Grecia acaba de fazer publico que
desde o dia 13 de marco de 1856 se achata esla-
belecido um pharol na oxlremidade de leste da llha
de Lipso-Kutala, (anc Psytialeia ) em frente a
entrada do Porto Drako, ou Peirceus nogolpho
de Alhenas.
A luz he brilhanie e fixa. Est collocada em
urna altura de 184 ps cima do termo medio do
nivel do mar, e deve ser visiiel em lempos ordi-
narios cm urna distancia de 10 milhas. A ma-
china Iluminadora he urna lenlo da sexta ordem.
A lorre do pharol he circular, de pedra, e de
40 pos de altura da sua base ; acha-se collocada
na altura summa do cabo, na latiude 37 56'
23" N. longilude 23 35' 56" a leste de Gre-
wich. approximadamenle.
Este pharol serve de guia para o ancoradouro
de balarais, ou Koluri, e igualmente para a ba-
ha de Peiroms.
O pharol ou luz temporaria que at hoje tem
estado collocada na lorre lirme prximo ao tmulo
de Temislocles, nao appareccr mais.
Por ordem de Ss, senhorias.
Assignado, John Washington, hydrographo.
Reparlicao hydrographica do almirantado.
Londres 7 de marco de 1856.
Este aviso affecta os seguintes mappas do almi-
rantado : Mediterrneo n. 2i58 Arcliipelago ge-
ral n. 1650 folha 1 n. 1651 folha 2, n 1652;
Bahia de Salamis n. 1513, ou Peiroeus, n.
1520 ; e igualmente a lista dos pharoes do
Mediterrneo ns. 154 e 157.
TRADLCCA'O.
Aviso aos navegante?.
N. 15.
MAR .NEGRO.
Pharol de luz fixa em Cabo Shablah.
O governo turco acaba de fazer publico, que,
terminado as presentes clausulas uem uo
E mais nao disse e nem lhe foi peguntado, e oteamento, se(,ruir-seha o que dispOc a res-
depj)is de lido o seu depoimenlo e oach'ar confor- Pell a ,ci provincial n 286.
Conforme. O secretario, A. K. d'Aniitin-
Ciac3o.
Dr. Francisco de Assis de Oliveira Maciel. juiz
municipal e provedor dos residuos e capellas nesta
cidade que Dos guarde ele.
'ar.o saber aos que o presente edital viren), que
linda a audiencia desla jalao no dia 8do correle; e
em praca publica Se proceder a arrematarlo das
rendas d> casas do patrimonio das irmandades di
bairro de S. Ir. Pedro UoBcalve, coniinuando a ar-
rematara) nos legalale* dlai de audieucia, quandu
nao se eonclaa oaqaelle dia oito.
I- para (|ue cliepue ao conheciineulo de ludos se
pa>sou o presente que aera' publicado |>ela im-
prenta.
Dado c panado nesla cidade do Recife cm (i de
onliilirode 1856.Eu Galdmo Temislocles Clbral
de Vaaconei H* o escrevi.
l'rancisco de Aisii Oliveira Maciel.
(l) O arl. 14 da le manda nolilicar um mez
anlis !
fc ,2) 'Jue funecinnando como subdelegado na ves-
pera de cloirao, requisilando 25 homens armados,
foi jilcilo pela mesa juiz de paz contra a lei das
incotnpatibilidades.seja esl em execugao todos ;es-
iej m reelegeram.
() Ambos camaristas anbos reeleilos! Ineora-
paiivclinriiie cambo llrenles ctalibus arcades am-
bo 1
( ) Altcnda-sebem aislo qne se scgue.|e ver-se-
haqhe foram juizes em causa pronria.sob a prote-
tcijar da forga.
(i) E o que responde-e a isto '.' Responder-se
seriamente a quem diz : eu sou um ze-sandeu, eu
souuma pedra He urna flaqueza.
(0) Eisaqui o que se chama um homem dispos-
lo |Ou.ilidadeqt.nbam cararterisava sos honrados
sabias, digno; da fon;a que O ptote-.'ia.
> ------------- --------------1------------
enwich approximadamenle.
Fique scienle o navegante, que, no mez de dt
zembro de 1852 ireze embarcaces destinadas'
de estibordo, com o lim
deixa-lo por aquella banda, continuando ao O. S.
O., at completar duas ou tres milhas, em cojo
o se poder.i fazer a derrota que sa quizar.
Para embocar do O., se proceder de urna nia-
ra totalmente inversa, uu contraria, com o lim
deixar o pharol por bomhordo.
Nao se deve lenlar esla passagem de noile com I
ventos escassos ou variaveis, para se nao ver na
contingencia de lerqne fondear nella, visto adiar-)
e cheia de pedias. Os rumos sao magnticos.
Madrid 29 de marr;o de 1856.
Assignado.Joaquim ("titierrez de Rubalcava.!
ADVERTENCIA.
O procurador de cmara municipal do Iteeile, avi-
a lodos os seuliores douos de carros de alujo.-1, car- '
;as e oi.iros vebiculus de condurao, que o prazo \
do baixo de Gunfleet, em frente costa de Esses marra,1 I'."" pasamento do impasto dos meaeio-
lo>u|i.im de Aqui no Fonseca
vi.ccinar gratuitamente, na
casa de sua residencia, na ra Nova n.
I i lo,las aquellas pessoas que nella
comparecerem, no saubados de cada se-
mana, das 7 a's 9 horas la manhfm, e Terceira parle
declara que o la/, indistiuctauente, cque
tem com abundancia excedente semen-
te, podendo fo.nece-la a's autoridades
(nic a requ.sitarcm.
Aclmm-se dusoecupadas para serera
alujadas, duas rasas terreas pertenceu-
lesa veneravel O dein-Tcncira de San-
Francisco, n. 'i no largo do Paraizo e n.
50, ua ra de San-Francisco: os preten
denles dirijam-se ) irmfio inesario IV-
li\ Francisco de Souza Hagalhaes, nussoa
liabilitada.
Precisa-e de duas eacraras para o .civicde
quilandeira: quem a* livor e quim l-i.ar. (uei-
ii uiriuu-s' ;, ra da Crua, subiadu n. '-j.i
achara' con (|ueiu tralar.
X PiYSIOLOGIi D4S PAIXES.
'i'" B.1.................. ___1 ...-. i..... .
Bala inipoil.inle producr.i.. Iilt-r.'ri.i :.. >r. |*t.
aleilii Uoraes, tU> !i ...:. .I..I, ; i,i.m, nataa :i e *,..
sraphla ... Imperta do llra-il e h Uca.l.r d.i Han.
dada Bia:leu.i. r.ir.lin.iln. pelo nic acham se .i ten i...... ras dn Qaaal Bada i>. .
COXSI LTOKIO OMI.OPATHICO
ds. mm horus
III)
RIO DE lA\EIRO.
I airo deposito riiamlian. raja ) OacMBM-
do n. 27, arm.i7.eni de l.fen.lj. .le l.natr.a ,\ Mtr.
. aonde se enconlra um roii.ple.u ......m,-i,l., ,lr Imti-
luosujeitotao descontadas 8 por cento eaiaeasctqMrttiieaa 12at*Mhm. e c.
do imposto geral, que Sera'pago loto I ''I0 sasvlada IJ fio Iraaeas. raajbeai
L TEMA DA PROVINCIA.
ila quarta lotera do Gua-
dalupe de Olinda.
Corre sabbado II deuutubra de 1830.
O abaivo assignado avisa ao respeita-i
vel publico, que se aclinm a' venda, tas I
lojas ja' aiinuuciadas, os seus Icli/.es bi-
Iheles, meios equarlos, os quaes uo es-.
!'
hairrt
uno i
| no saia a
c.le n. 5").
Bilhetes
Meios
Ounrtos
isla, na iia da Cadeia do u...
dos vehculo; linda-se no ultimo do crrenle mez
oolubro ; incorreudo na mulla de .VI por ceulo
uelles que dcixerem de vir no dilo prazo.
Compra-sc umabarcaca queesleja
Apollo
getn, para o
tem excellentes comtnodos, trate
veriano Rabello & Filho, uo largo da As-
scmblea n. (i.
Para Lisboa
brevidude pretende sabir o
brigue portugus SOBERANO, por ter
ja'parte da carga prompta: quem nelle
quizer carregar ou ir de passagem, trate
com os seus consignatarios FranciscoSe-
veriano Rabello l Filho, no largo da As-
semblea n. (i.
Para o Aracalv segu com brevidade o bem
condecido hiale idiivencivel, ja tem parle da carsa:
para o resto Irata-se com M.irlius & lrmo, na ra
da Madre de Dos n. 2.
PARA A BAHA
egue impreterivelmenle no dia IK do corrente a ve-
leira sumaca irNova Mnicrvaii, por ja' ler a maior
parle da carga prompla : para o reto, Irala-se com
seu consignatario Domingos Alves Maiheos. na ra
de Apollo n. 33.
Para o Maranbao sesue no dia II do mez cr-
reme o paiacliu ((Santa Cruz: para o resto da carsa
e passaseiros, Irala-se com Caetano Cvnaco da C.
M-. uarua da Cadeia do Kecife n. 2.
Paia t Itio de laueiro
pretende sabir al o dia 12 do corrente o veleiro e
bem condecida paladn uacional E-peranca : lem
|..pUi3p!o I!rela4*_lbeu carro,;.miento : para o resto
e escravo a frele, p?r5*;(li>^luacs tem excellentes
commodos, Irata-.e com -" Ujfcj o*'*"" Antonio
l.uiz de Oliveira Azevedo, roa (laCruz*r>>.l
Para a Baha, ^-N
o veleiro palhaboleoDous Amigos, pretende sesuir
com multa brevidade ; lena p.omplo metade de seo
carregamenlo : para o resto Irala-se con. o seu con-
signatario Anlouio Lula de Oliveira Azevcdo.rua .'a
Cruz u. I.
PARA 0 Kio DE JANEIRO
sesue impreterivelmenle no dia 10 do crranle o
bem condecido br.sue nacional Mar,auna, e por ja'
ler (oda a caiga prompla, recebe ornela e.cravos a
rrele : irala-w eo, .Manoel Ignacio de Oliveira. na
praca do cunmercio a. S, ou con. o capilao Jo. da
Cuuha Jomor.
O brigue Trovador sahir para o Por lo
uo dia 8 do correiue impreterivelmenle.
Paka ?> Bio
de Janeiro.
Va seguir com toda brevidade o liti-
gue nacional ELVIBA, oquaJ tem una
grande parte do seu ca regamento promp-
to: pata o resto, passageirose escravos,
para o (|ue tem evellentes commodos,
trata-se com o consignatario Jos Joa-
quim Dias Fernandes, ua da Cadeia do
Kecife.
PARA A BAHA.
Segu impreterivelmenle sabbado. 11 do corren-
te, o hiale ((Serjripano. inda admille carga a fete,
quem pretender dirija-sa a ra do Trapiche n. 17,
ou ao mestre abordo.
A irmaiulado de X. S. da Soledi.dc do
da l(M-Yisla arrcn.la craudc predio Ciil
igrej.i ,1a mesma irm-mdade, cujo predio be o neis
sulllcienle para qualquer estalielecimenlo e morada,
por ser ittobradado, alem de un. sran le quintal que
lem para qoilqaer lim applicado : quem o preten-
der diriji-se a praca da l!o-Vista n. 7, a fallir com
Pedro U-i.acio liaplista. e-crivao da mesma iinnn-
dade.
Preciaa-se de nina ama de Icile para acabar de
criar unta crianca, o qual he a mais mensa poHivel:
a Iraiar na prar;'da Independencia n I, uu na ra
do Qoeimado o. I .
l'rcisa-se de um menino de 12 a IS anuos de
id-de, que tciilia praljca le lalierua, e que de- dador
a sua conduela, que sera pa:o conforme o seu Ira-
baldo : ua ra do Rtnsel n. 10.
Avita- se a.is seahores ersignanle do jornal
Athenea t'ernambocanoi, para que nao pcoem
sua a>sijnaloi.is, em evigireni do ro irador o recibo
correspondente ao pimiento dellas.O Iheaonreira
I". J. I*, '.i.lirana.
Arren.ia-sc um silio prximo a capella dos
A Lelos, con. excellenle casa de corninndos siillici-
cnles para craude familia, roz.inl.a fura, edenso ver-
gel de leraaseirai, e nutras anona de fruclo. baixa
de capim. cacimba com agua n.uilo pura, todo em
mullo hura eslado : quera o pretender, dinja-sc a
ra do Mndese n. ."18
Precisa-se de oiriaes de Inda obra : na loja
de alfaiale da ra Nova n. 60.
No" abaixo assignados, moradores no aterro da
Bna-\ ista, no sohr.ido junto ao que foi consumido
pelas chamas em a noile dejl para 5, n;1o podemos
deixar de reamante agradecer as autoridades, que
tilo de prnmpln comparecern) ao lugar do incendio
a soccorrer os moradores, e que com .uas incausaveis
diligencias souberam evitar maior damno e calami-
dade.Fred. BobilliardDr. Charles Gordea.
O abaixo eotigOiida, com loja de lartarugueirn
na ra das l'rincdnras n. H, avisa as pessuasque lem
concerlos de tartaruga em seo eslabalccimenio, que
os venham pagar no prazo de :W> di.i, quando nka "
dispora' a venda para seu pasamento, e nao terao
direilna reclamacao alguma. Kecife I. donnlul.ro
de 1856.Jos Joaquina da Cunba liuinares.
Oscredoresda masa fallida de Deane Voule
v\ Companhia podem vir receber o lerceiro dividen-
do de lres por cento uo escriplorio da adn.inislracao,
na ra do Trapiche, casa n. I-i, das 9 horas as t da
larde, boje Sde outubro de IS.
Rolde Ov Bidoulac.
Precisa-se de urna ama para casa de milito
pones familia, pode ser escrava sendo de meia i lade:
na ra da Maogoeira n. 7.
Precisase de urna ama para lomar conla de
um menino e desinama-lo: na praca da Independen-
cia n. Mi c :is.
SHOO recel.i- ..ilXKI.slinu
r.<(000 .i 2:500.?00n
I.S00 .. I:250j000
Por Salustiano de Aipiino Ferreira.
Jos Fortunato dos Sanios Pollo.
Precisa-te aluaat una preta, que seiba em-
1 aon.in.ir. CDSlnhar c lavar, pagt-te deni :TM na lli-
reila n. N.
I)-e dinlieiro a juros mdicos, com penhares:
na iim ila l'raia n. i.t, .egue l.i andar.
Precu-te de uu. ca^xeiro para, urna taberna,
e mi re duviila dar interent : a fallar ua Ira.essa
da ra das Ou/.es n. (i.
Preciae-M de mu ama que uiba miar do ar-
ranje de nina casa, bem cernocoziuhti c eiison.inar:
qoeio esliver nc-la circomilancla, dirija se a ra de
>. .lose n. H>.
Alnaa-ee
contra a nova prel.ea elemenlar d. tiniiipiqi-illu.. .
ci repertorio do medien lioineo|..ilhic.>, bm rnntn ua-
llritobm inlaieeiinSii *! wmm Dr. Mein. M..-
! raes. Os ircdicainenlns sao Inlns iiiim.-iiii... c i i
prec.u ii.nilii harah leudo fclinea de s- eje MI-, c
canas com lid medici-in*nlu> nu liuluias a i^-^lii".
dilas con. \2 dilo. a ISSflOA.
Na na Nova n. IJ se dir.i qu. in prer >a dr
i um caixeirn de boa conducta, leude akuuia |alu a
de escripia.
A |>ess(ia que neta eidnan da Iteeile ua i pal-.
> annos, neaeo .....um menos, compren a Anloni..
Kndrisues de Fisue.rrdn, da comarca de l'.io ..' Vlli..
nina muala de noatS L'rinll, senla em Sanio An-
d)o, daja de declarar a su. mora la para necncia de
argeswte e a mui;o seu pa-hmlar inl-ic^.
A viuva do finado II niiqie llorn-. |wr e
por seus lildos, 'obremanen a pei.lmrada pela gme-
rosidade que pra com ella litpram eu crednres 4e
ll.e perdoarcio suas .liviu.i.. mol crle-dm. ule lhe-
agradece l.io alio benrlicin, e l-i fervoraras rolo
a Dos pela prosperi.lade da se Ireiiifcilore..
Na IJoa-Visia, mida Concuicio.n. i~, pie-
cisa-se alugar urna ama
un. grande arroazem e con. grande osa-as aiugar tima ama de leite forra ou captiva.
quintal lod > morado, e l-in parlo de embarque, silo Na dia i do crranla, na estrada de Joan ter-
cnlre a ftiii.iir.1o ,|0 Sr. D. \V. Bowin.n, e a l.ihrua mudes Vieira, per.leu-- um lenco de arade cm lu-
de velas, ua ra do Itrum : quem o preten '" en- i c" em vnlla. e dous .ledo; de eainbraia de lindo etn
Oda-ee com Josa Aniones Goimarea ua ra de olla <: quadro do meio, em rujo qaadro lem lem
na casa do Sr. Antonio Alves llarbosa. do lahvri.ilhu as iuuiaes I.. II. S. I'., leilo* na me~
'''-'.....*- ............... .-.-s^ I asa arnele, e meta deaa eeracflee aealdeaeaai orna
roroa em cima|: qo>m o liver arhad.i. querendo re
pomiiceno Das ,; Uloir, leve o a praca da Independencia n. :|7 e :ff.
{ remandes, tendo sido nomeado Zj qoe "q*"*' :>r*m de stliede.
I rerisa-so de una ama para casa de poma
familia: na ra du Livramenio n. 4.
'3 "r. Joao Nepomuceno Dias O
:;.- Fernandes, tendo sido nomeado Q
O i'ommissariovaccinadordesta jiro- Q
9 vincia, por decreto imperial de -*."
i.,- ISdo prximo pastado, avisa ao 4'*
Os abaixo assignado*, com loja de nurives na ra
da Cabusa ... II. coufronlc eo paleo da matriz e ra
ova, talen poMieo, qoe estao recbenlo continua-
damente as mais novas obras de ouro, tanto para
seuhori como para bonieiis e meninos: os preces
coolmuam rezoeveis, e passam-se conlas com r"s-
po.xabilidade, npecJGeando a qualidade du ouro de
II ou |S quiUles, licuudo assim sujeitos os meamos
po( qualquer duvida.Seraphim & Irmao.
teitot.
(J agente Vieira da Silva,na ra da Madre de
Dos n. 32 ,far leilao quarta-feira 8 do trrenle
ao meio dia cm ponto, de ricas obras de marcinei-
o"*" i""-" auaua uo lazer puniico, que, "" ",olu "la em pomo, ue ricas obras de marcinei-
no dia 1. de fevereiro de 1S56 eslabeleceu-se urna ria ,lovas 8 usadas, e de ricos objeclos que se aclia-
luz na lorre de Bausa do Cabo Shablah, na cosa rem presentes no dito armazem.que ludo ser ven-
-- a0 dido a voniade dos compradores.
ou menos. A lorre do pharol esl na lat. de 43 agente Borja far leilao em seu arma/.em
3,3' 30" N. longil. 28 38' 40"' a E. de Gre- na r,la do C0"^'" '>'&. de um grande e comple-
te sortimento de obras de macineiria, consisiindo
_ em sofas, caderas, consollos, mesas redondas,
us de commodas> marquez3s, secretarias.guarda louca.la-
Odessa para Vaina encalharam'prximo ao Cabo yalorlos aparadores e oulras muilas obras tanto de
Shablah, e em marco de 1855 mais seis emboca- Jacaian,lacnmo de amarello, diversos panos, obras
cocs deram cosa entre Shablah e Mngale, (pe- de l1^a,^ relooios para algibeira, objeclos de por-
quena cidade que Qca 1G milhas ao norte ) quan- ceana e (le xiJros Para eufeiles de salla, ricos jo-
gos de pistollas para algibeira, de um e de cinco
do seguiam da Crimea para Varna.
Como estes naufragios lalvez tivesscm lido lugar
por causa de alguma corrente que houvessc para
a -----o --* ~ -|-. ..-_-1. ._>. \, nuil
o oeste ou noroeste, os capitaes de embarcacOes de-
ven, navegar com cuidado por motivo de tal oc
currencia.
Devem lembnr-sa igualmente que os pharoes
na cosa da Turquia nao sao cerios, c nao nave-
garen com demasiada conlianca, na esperanca de
ver o pharol no Cabo Shablah.
Variagao 7 O. cm 1856.
Por ordem de Ss. senhorias.
Assignado, .lohn Washington, livdrographo.
Reparlicao hydrographica do almirantado. Lon-
dres 10 de marco de 1830.
Este aviso aflecta os seguinlee mappas do Al-
miranlado : Mediterrneo n. 2158; Mar Negro
geral n. 2214, e folhas 1 e 2 ns. -2230 e 2231.
Igualmente a lista dos pharoes do Mediterrneo n.
172 A.
TKAUCCAO.
DIRECTORA HYDROGRAPHICA.
A. iso ao- iiave: nttw
Pharoes das cosas de Hespanlia, Mar Mediterr-
neo (Ilhas Baleares.)
O ministerio da marinha remellen a esla direc-
tora o seguinte aviso recelado do de < Fomento.
Pharol da llha dos Enfotcados, entre lhiza e For-
meniera.
O corno dos engenuetros de curadas, canses c
.ortos ataba de dulurar concluido
canos, optinas espingardas de 2 canos p,ra caca,
caixas e bancas de costura, lanlernas, candelabros
_ e mais objeclos de vidro, e urna iuGnidade de ob-
_ jectosdedifTerentes qualidades, que se acharo cx-
poslos no dia do leilao no referido armazem, assim
como 2 parelhas de canarios de imperio, os mel llo-
res cantadores que se lem visto : quinia-feira 9 do
corrente as 11 horas da manliaa.
Leiloes.
Rostion Kooker &C.,contiuuarao,por
intcrvent-ao do agente Oliven a, o seu
leilao de fazeodas iofdezas: iiuarta-feira
8 do corrente, a's 10 horas da manliSa,
n seu arma/.em, no largo do Corno-
Santo.
Paln Ndsli (S C, fatuo leilao, por
intervencaodo agente Oliveira, do mais
esplendido sortimento de fazendas ingle-
sas, as mais proprias do mercado : qotn-
ta-feira 9 do corrente, a's 10 horas da
manl.aa, no seu armazem, na doTrapi-
che-Novo.
Leilao.
O ageute Oliveira (ara' Lilao de 51
sai cas rom ario/. C >"> dilas rom feijaO
7bttetc&&.
Rulitm Jo*: Correia de Almeida,
i i *. i2 y r- i i
le declarar concluido o dito pharol, ...... ^y-^
isiabelecido na pequea llha dos Enforeados, si- quinta-fiara t do con-ente, ao meio-d
luada na proMinidade dos Freos de Ibiza e For- "
montera. Seu madiinismo lio caladiopirico, da
sexta ordem, de luz li\a e natural, elevado 22 m.
778 (81*77 psi sobro o nivel do mar, c visivel
em boas circunstancias, a des milhas de distan-
cia. Eslar seeso todas as noiles sem inlerrupcao
desde o I. do maio prximo futuro.
Lallitude 38" 48' H" norte.
I.ongitude / U*2" K. dn observatorio de ma-
rinha d>- S. Fernando.
em ponto, no armazem do Sr. Cazuza,
delionto da alfandega.
8fi^0g >tv0.
Alusa-sea caa ria Passagem da Macdalena,
piulada de uuvo. junlu a casa do Illm Sr. Dr. Fon-
seca : a (rular na roa do Brum. fabrica de vela.
.Na ra da Cadeia de Sanio Antonio u. IK, pre-
cisa-se de alguna menino-, para aprender o nllicio de
marcineirn, cuinendo e dormindo na leuda.
iJUnandade de si
i\\;i' ti os
I) secretario da irmaiidauC ,|e S. Jusc d'Asioia,
, respeitavel publico desta cidade, ^
Q que a reparlicao a seu cargo con- -
?j tinua a funceonar as c|uartas c c}
-^ sallados de cada semana, das S }
$$ -i"s 9 horas da manhfia, na sala j
v[2 das sesses da coinmissao de hv-
i? giene publica, em um dos tor
da alian.Ic",i :

''.'.-
m
.;a : as pessoas $
Mirticularn.ente o desejarein j'
^ procurar, dirijam-se ao primeiro $
ova, &
(lile
@
andar do sobrado da ra
esquinada do Sol u 0.
Lotera.
Quarta paite da sexta lo-
tt lia da matriz da .>,>
Vista.
Meio hilhele n. i; .v !-.
O ab|ilevrl
publico (.ue vendru a .irle rind. em meio bi-
Ihele, c o atewirtnr |mde vir receber K -, Se le.
na ra larca do ltorio u. R, Krcundn inder.
I'rocus m bilhel-.
Hilheles .iim
Meios :i-oilll
(Jsete* la3M
Monocl M.irtni- l-iuu.
(Ao e presos commodos assim como veliilos feos '-!"'""''"' '''*"' '' "" ''**-"'** W*','.
de qualquer moda a moderna e preces lamben.
s
_.\,4 a Eurapa, eat morando na ra Nove n. ;i
'.' I, primeiro andar, onde pnd*>er procera- .*
V,J dn a qualquer bora. .*'
I'recisa-se alusar (i prelus para armaaem dr
a do Apollo, araMWSa n. 10, que adiara rom quem
Iralar.
Pede-seae lllm.Si. Ur, Anlonin ll.irce. I.r.,1.
qne quando ner a .-la praca baja rte auparocrr i
ra da Cruz no armazem Irancrz n.JT, a neuon* ue
sen inleresse e de urgencia.
SYSTEMA MEDICO DE IKMJ.OWW.
AVISA-SE.
Quem precisar de roapa eucoiniuada com perfei-
"s i
asrado |ioderao dincir-se a (ralar na ra larua do
Hosario o. 35, loja ; assim como na mesma casa pre-
cisa-se de urna mulher de idade e bous coslume^
para ama, mas nao eo pre.-isa-se para servico de
casa co.no tamben, para compras e algum recados
de portas para lora : quem precisar ou se jiilspr
uesles easos pode vir tratar na mesma casaou loj..
Precisa-se ue nina ama para rana de punca
familia ; na ra llireila c. >, prime.ro radar.
Deseja-se fallar ao Sr. Joaquim .loso Apo-
linario, viudo iillimamenle de Lisboa, a negocio :
na ra do Apollo, escriplorio do Domingos Alves
Malbeus.
SEGURO CONTRA FOCO.
Cempsahia Alliaace,
Estahelecida cm Londres, cm mar^o de ts-2.
Capital cinco milhocs de libias esterlinas.
Saanders Brothers c C-, tem a honra de in-
formar aos Srs. negociantes propietarios de casas,
e a quem mais convier (|ue esli plenamente au-
lorisados pela dita companhia para ofleclu.ir segu-
ros sobre edificios de lijlo c pidia, cubarlos do
DEMISTA FI1XCEI.
Paulo Gaiznoux, de vnlla de sna xi.uciii
de ordem da mesa reaedor couvilla aos seus c.baiis- \,r,,,a c igualmente sobre os objeclos queeonliverem
irnos irinaos.ev-mesarms.para rcu.'.'1''0 ,le m""a c"n_ niesmos edilicios quer consista em mgbilia OU
juncia, no dia '.) do correle, as :l limas 2 .'arde ; e em fazendas de qualquer qualidade.
P^de encarecidamente que bajita de eompsrSSP
pola tem-e a Iralar negocios de grande inlcresse
irmandade.
Desappairccu mulmi .i, HMdt) tic .^ an-
uos poucurn.is ou menos, con. os ignaes scaumlcs:
/arollio, oamisa e ceroula de algodAntiobo, e chai 4"
depa|bijJMrdo.e paludo da cor, chama-ie Valhe-
iniuo, filho de pai e mai de Jtapis.uma do >orle,de-
sappareceu no 1 de mil ubi o do carrate auno, da
caa du ceg Jos Arnerico dos Sanios Forte, mora-
dor ua ra de Jeto fernandes Vieira, e para cons-
tar fai-se n prsenle aunuucio.
O abaixo assignado, faz scienle an publico e a
quem mais inlcressar, que le... justo contratado a
venda de sua bija de iniudezas, sita na ra Direila
n. 8:1, ao Sr. Tfliags da Costa ferreira Kstrella, li-
cando o mesmo comprador desoueradu da liquidado
"i "dte3*-*-!*"50 a,lar ao Illm- :*r- l)r Anlonio da
...ylialim. a negocio, na r

No escriplorio de Domingos Alves
Malbeus
.Sil

I'reci.a-se de una lualbcr de meia idade, que
saiba co/inbar e enaaboar para casa de pouea raim-
lia : no Korle do Halos, largo da Assemblc i n. (i.
Os credores do fallido Manoel Jost llias de Car-
valho. bajo de apreseutar as .ascomas a Jala la-
vares Cordeiro, pera serem coul-rida* ; islo no espi-
co de oito dias da dala do presente unnuncio. lindos
os quaes nao sero mais altendnlus. Kecife 7 de ou-
lubro de I8."i(i.
No dia S do cnrrenle, depois da audiencia do Sr.
Dr. juiz municipal da segunda vara do civcl, se hade
arrematar por venda um terreno silo na ra do Ca-
pibaribe. foreiro a marinha, por ciecucao de Jos
do activo e passivo da meenloja. Recife (i deou- ''""Salves terrena na ra
lobro de 1856. Benjamn. I'ranklin da Cunba Tr-
retelo,
O abaixo Mlgaado, declara ao earpe do com-
mertio e a quem mais inleress conlralado a compra da loj de miudezas, sita na
ra uireita n. 8:1, com o Sr. Ilenjsmim Franktia
di Cunha Torris, (icamlo ao cargo do memo ven-
dedor a liquidar.i to activo e passivo da dila loja.
Pernambuco (i de oulubro de 1856.Thiago da Cos-
ta i .rrcir.i Estrella.
Roga-se a individuo que leve a hebilldade de
furlar da primeira cusa das do Sr. Anlonio Jos Go-
mes do Corrcio, em Sanio Amaro, um opiiele.de, de
ir ou mandar rclilui-lo ; da coulrariu o dono lem
de o processar, porquanlosabe e peritamente quem
he o individuo, por ler ido por lres vezes luja do
Sr. Domond olTereoer dito opbcleide em venda : ro-
ga-se igualmente aos senbores msicos desla cidade
se por acso for-lhes ollerecido dilo opbecleide de o
lomar e mandar levar na referida casa ; lem os sig.
uaes se&uinles : he de d, tendu a chave de r be-
mol soldada, urna machucadella nu (oll, e oolra na
heira da bocea, be novo e esl um pouco sujo.
Exlravino-se a i. via de um saque da ibesou-
raria do Kio (Irande do Norte, contra a desla provin-
cia, da quanlia de 1:700^1)110 rs. a favor do Sr. Joa-
quim Ferreira Nebre Petlnea, lendo nn costas o pa-
gue-se desle scnlior a Jns Ko irigucs de Araujo
Porlo : quem o adiar lera a hondada de reilitul-lo a
etle ultimo senhor, no K-c.fo ra da Cadeia Vellia
n. 33, vislo que a aingaen poder ser til, por ja es-
lar prevenida a llipsonraria e h.ver-sc pedido para o
Ri Gr,nde a -2." via do mesmo.
I'recisa-sc de urna ama de lei le :
da Alejyria n. 11.
I'recisa-se de nina ama para eozinbar: na
rtia larga do Rosario n. 21, fabrica de cigarros.
Angello Custodio dos Santos, lem urna car-
la na ra da Senzala Nova n. 4.
Francisco .fose Abes < ni i maraes leu. urna
encommenda : na ra da Senzala Aova n. 4,
Aluga-se um pelo proprio para armazem de
assucar; na ra da Senzala Nova n. i.
I'recisa-se alugai urna preta forra ou escrava
para todo o servic.o de urna casa denouca familia :
na ra de Borlas n. 10.
Aluga-se urna escrava que saiba co/.inhar
o diario de utna casa e engommar, proraelte-se
bom iratainentu o tambein da-se alguns mezes
achantado, se a pessoa quizer. quem pretender di-
rija-se a ruado Encantamento n. 3, armazem, das
sete horas da manhaa as 3 da lardo, que achara com
quem tratar.
Hoje quarla-foira, Sde oulubro depois da
audiencia do Sr. Dr. juiz municipal da segunda
vara, por ser a ultima praca ss bao de arrematar as
casas penhoradas por JYa\cJes da Silva Gnsmao,
contra Manoel Gonealves Servia, cujas casas sao
na ra do Uotocolombe na freguezia Jos Afuga-
dos, com os ns. ~>, 56. M o US.
Pede-se as pessoas i|ue liveram a bondulede
ajudara recolberoi trastes do sobrado junto ao do
incendio, primeiro andar ,que achararri alguns dos
objeclos seguintes ; I raiva com I pistola, 1 es-
pada, lanlernas, easiieaes, globos, bolins, pentes
eescovas, que lenham a bomlade avisar ou levar
na ru do Torres, escriplorio n. 20, de Fiederico
Robillisrd.
Da-se :lOfl^ a premio sob boas BrnKs, penbores
de prala e ouro. ou bypolheca era lien de ra/.:
quem precisar dirijac a ra do Ci'legio n. 10, se-
giiii.l*,irii|..r, que se dir' quem da'.
Precisase de urna ama de leile. e paga-sel
bem : na ra da Cruz n. :l, afeando andar.
i'or dclr.iz da na do lagundcs. (ajado so-
brado que lie,, defronle do eslaleiro, anda se esta''
fazendo um tingue. ri.zinba--e para boa com lodo i
aieio. c tamben) e lava eengomma : ludo poi pre- i
co coiiimo lo.
Aluga-se o sitio denominado o Oileiro c do He-,
gads, cm Beberibe, no qual eat encravado o enge-
nho Conceicao. con boa casa de vireorla, eatribaria
pare dous cavado*, bom banhu junio de casa, varias
frucleiras e con) tolos .is commodos para bem se pal-
lar afala : quemo pretender, dirija se a praca da
Boa-Villa, casa n. 28, a Iralar com Manuel Elias de
Mjura.
-- Precisa-se alugar urna ama forra ou captiva :
a Iralar na ra da Moeda, trapiche do CunhaA.
lo Pasas, como administrador de seus lilbos, avahado
em 1:00111
-- Deseja-M fallar ao Sr. Iraucisco Jo-e da Cosa
iiuiniar.ie-, a negocio de seu inlcresse : na ra do
Crespo n. li).
Precisa se de um amassador para urna padaria
em Olinda. agradando paga-sebem : a Iralar na ra
do Amorim n. i8, escriplorio de Paula t\ Sanios.
Na ra do Rosara .la Boa-Vista n. Vi, vende-se
urna negra de meia idade.
Aluga-se mu sbralo culi) encllenles commo-
dos, bonita visla e fresco, grande quintal para plan-
lacao por ser para o lado do pantano, no lugar do
Arrumbad n. I : quem o prclenler enlenda-se com
I NC.IENTO UOLLOWAY.
MiHiares de individuos do Indas as naciVs
poden, testemuntaar as virtudes .icstn rcnr.-
il.W(lfRt..|r,rrrs-pfTTJ- ITfJaf Pf e..tr-l,c,v.*s~
no, que, polo usoqucdclle li/eram, lem mu
corpo e membros iiciramenlc sos. depois
de baver cmprcga.io initilmento oulros 1ra-
lamentos. Cada pessoa polcr-si-ha conrcii-
cer dessas curas snaravilbosea pola leilura
dos tpefiotiieos que Idas ralada todos os
dias ha muitos anuos ; o a maior parle del-
las S0 tiio sorpiciule.ltcs que admiran, o,
mdicos tnais celebres, o.unas pessoas M-
robraram rom este soberano remedio o uso
de seus bracos c peinas, depois de ler per-
oanecido longo tinpo nos hospilaes, sMk
dcviains-iil'reraamputacao! Itellas ha rnai-
tas, que havendo deixado esses asvlos de pa-
decinento, para se nao submetlrem a cssa
operacSo dolorosa, foram curadas cnmp|eu-
menle, mediante o uso desse precioso re-
medio. Algumas das tacs pessoas, na cfu>..o
de sen reconl.ecimento, declararam estes re-
sultados benficos diantc do lord correge-
dor. eoutros magistrados, alim de mai au-
tenticaren! sua allirmativa.
.Nr.igaem desesperara do estado de Ma
saude setivessu bastante conlianca para en-
provar incontestavelmentc : Que ludo cura !
O ungento he .ulil, mas parlirnlnrmenie
nos ''ni'ni, < casos.
Inllaiiiiiiai-.'iO da ma
Jas Anlunes Guiuiaiaes, na ra de Apollo, arma- **Ur esle remedio coiisUiileiiieiilo.iscguiii
zem n. 30, doSr. Aulonio Alves Barbosa. "lo algum lempo o tralaincnlo que ncccssi-
IfttFRIA Di PRiVNfli t8SSP a ""titreza do mal, cujo resultado sena
4a parte d t 6a lotera du
matriz da Boa-Vist..
Foram vendidos p loa-
baixo assignado, os pre-
mios abaixo notados; os
pi*ssuidores de ditos Hu-
meros podem vir receber
no eseiiptorio do mesmo,
nao so' a garanta dos 8
por cento, como todo o
premio por inteiro. ou na
pract da Ende
loja n. 40.
!>!).. 2:0003 "2 quatlos.
\
ir.i
1(170
7(1(1
27.71
397 i-
2115
2*60
1.169
7.77 (i
pend
enca
900s 1 dito.
O.s meio Mllielc
200.- idem.
-200.S 1 (litarlo.
1 OO.S 2 ditos.
1 OO.S 1 dito.
I oo.s- 1 ditos.
r.o.v 1 dilo.
50* 1 dito.
70.s- 2 ditos.
P _
Alporcas.
Canutaras.
Callos.
Canceres.
'ortaduras.
Dores de cabera.
das cosas.
dos membros.
Enfermedades da cu-
tis em geral.
Enfermidades doanus
ErupQes escorbticas
Fstulas no abdomen.
Krialdadc ou falla de
calor as extremi-
dades.
Frieiras.
Cengivas escaldadas.
Incliaces.
lull.i mili ni ,(i doluailii
da beziga.
Vende-se esU iiiisjuenlo no c.slabclecinieii-
lo geral de Londres SU, siiaini,, c ua
loja de lodjs os boiicarios, droguistas e ou-
tras'pessoas enrarregadas de sua venda en.
toda a America do Pul, llavana e lltspanlia.
Vende-se a 80o rs. cada bocelinlia.cont.-m
urna inslruocrio em portuguez para explun
0 iodo de fazer usodeste imgajNlo.
O deposito geral he em rasa doSr. Soum.
I'.liarmaceulico, na ra da Cruz. n. 22, c:.i
Pernambuco.
tnz.
Lepra.
Males das pernas.
dos peilus.
de odios.
Mordeduras de rcpli-
l'icailnra de mosqui-
tos.
l'ulmdcs.
Queimadclas.
Sarna.
Supurares ptridas.
Tiulia, em qualquer
parte que teja.
Tremor de ervos.
I'lccras na bocea.
do ligado.
das arliculaccs.
Veas torcidas ou Mo-
dadas nas pernas.
AO PltllCI.
LUlfUlt. ^ Ko am.azcia do fazendas baratas, roa d<. j
Conviila-se a lodos os scnliort, que "po-suirem i i t-olleglO n. 2, Jj
escravos forles noi serviros de gaobar ua ra em *^i vndc-so um completo sor li ment de (4.
canelos de assucar e ouiros genero*:, para que lien-' zondas linas e rosnas, por mais bara'o *
deudo a circuinstaiicia de ser mais conveniente que & precos do que era outra qualquer narte **
os ine'inos esteiam so 1 1 direcrau de ne.-ua si/ula S f V <|iiii|ner pane, ;
qaen,elharosUc,n,inl,e.muasoccupacOes'eq; "nto em norrues como a rcU.11,0, a.lian- I
oir-rcce (oda a Baranda e lioin trato, solire lu.Io boa I cando-e aos compradores um s prero
pagae Irabalho mais brando, como seja alivia-los i| para todos: c'te estabcli-cimenio abrio-se
rio prriiiciow eostanw de earregarem o enorme peso 125 de combinaran com a maior narte das ca-
de seis arrol. s ua cabera, contra o que |ir.pe-se o I g ,m "Mlor Parle das -
aiinuncianle a f-zer esles serviros sobre vehculo* I 3 ^mmerciacs lagtSEta, franetzas, alle-
daptsdos a' esse lim : quem, portanlo, rnmprehen- S mM% e s"'s*as, para vender fazendas mais
der u Brande vantagem desla propotifllv, e da |.re- I M em ronla do que se tem '
tereneia do contrato desenhornara com senhor, if*
que (lir.ja-sp a ra da Sentla, aegoado andar Jo';
sobrado n. 70, para livarcm o ajuslc, que sera' bom.' j

yx
Atteiu;a *
,\o dia j't do pastado mez fugiram do ipiinlal do
sobrado ao D da ordem Irrreira do Carino. ; aoi*
mas, sendo 2 cavalloi < I cena : os 2 cavallos ap-
pareceram no sido do Chora-menino, Man lo a
agoa '|ue he rura e ferrada de poaco lempo no ladu
direilo e afldoerdo 'los quailo-, e dar-*e ha mais m..
dos si^naes: qu'-in a Incr adiado, dirija-so a mes
ina cata, que sera' I......pago do seu Irabalho.
Lcmb-raiiCri aos
eidos.
O abaiio asiignado, lendo voltado de Ma via-jem
que le a Europa, roga a loaaj aqaella> pessoaa que
anida lhe (Mil deveodo, de gneros c.uiipra.io. era
s-11 (slahelecuiifiilo da ra da Cadeia do Kecife o.
."i, difroule do becco Largo, que
su dbitos,ali-
a v
l vendida, e por ists
ollerocem ele maiorct vanllrcns do que
outro qualquer; o proprietnio de-te im-
| ponan te eslabelecimcnlo convida a lodos
gf os seus patricios, e ao publico em geral,
* para que. venham (a bem d..s ajaj inte-
resses) comprar fa/endas baratas; no ar-
mazem da rus do Gdlegio n. 2, deAn-
^ ionio l.uiz dos Santos >v Rosa.
Xarope do Hos-
qe verdadeiro
UTA LASCA H'1 KOSAHIO ti. M,. '
Conliuua a vender-se esl* tarop de ..mi.. .
queiram reabsai Isgeoles no Itio de Janeiro ua Sr. \ ales A- .miu-
abano as-
es
que-
1 debilos.alo o dia JO do rorrenle.e nao ofazendo i nhia. rna do llop,r,o n. oT i, kajStaoafsJksS
.n olingad,I,, ....r dos meio,.udniaes. .i,lla,1o, naf ,,raPnlp %?.....^
M.moel lose do Nssclmento ^.l^^. I Barlholomco FraocU.o ds suia.

.
1
-
i *
TT
T



tiifilO E ?tIHflnCO QIMT r mH 8 OuTUR U 4 ISS6
'recisa-so de na preta nimi para ajularo
oservlco ile urna rasa de pnuca familia: no palto uo
Carmo n. 0.
__No da !0as 1! huras na sala .lasaudiencias,
depoia de linda a do Si. Dr. juizde orpliaos cn-
senles, se lia de arrematar urna grande exlensao de
terreno n ra Inperial dolado da mar pequea,
dividida en lotes, cemo do cscripio em mrj do
porleifo, o qual penence a lieranca jacenle de
Amonio da Trindade, e vaia prara a rei|tici'iii>cn-
lo'do Dr. procurador lista 1 da lazenda geral.
PUBLICADO LETTERARIA.
l>riiS.
DE
LU1Z E CAMOES
Precedidas de un ensatobiogroptiieo, no qual so
rebla* alguns factos nao conhecidos da vida do
|u imeiru pico porlugue/., augmentadas com al-
cudias compo.sic.6es medidas ao poeta, entre estas
iraducraesdos triumplios do Petrarclia, onde o tra-
ductor rivalsacom o poeta Ilaliano.seu valido: com
iim catalogo dos traductores, cscriptores nacionaes
ii estrajngeiros que escreveram sobre a vida e eserip-
tos de|Camoes, e oulro das differentes edices das
suas ofiras pelo visconde de Juromenlia.
As obras constaro de a 7 vuliia.es, em S.
frailee? eboin papel. Esta nova edicao acompa-
nliada do retrato do poeta, de algumas estampas lie
i'Oiiaideravelmeiiie mclborada c com a preferencia
da verti mais correcta e com a resliluicc dos hi-
pares cortados ou esquecidos das obras lyricas do
poeta.
Assigna-so e distribuem-se os prospectos na 1-
vraria dclos Nogueira de Souza, junto do arco
de Santo Antonio, onde esta patente para quera
qui/.er ler un artigo escripto no jornal A Nacao
|>elo bem conhecido poeta portuguez Joo de Le-
aos .n-Li;! desta nova edicao.
estios histricos sobre as
i(;i,e.iasi,alima pobtl-
Jos Barboza Uanaes de Figueiredo Castello
Uranio uomprehendendo as cinco provincias ecle-
sisticas de que sao ruelropolcs, ISraga, Lisboa, E-
vora, pos e Babia o as suas sufragneas e corapro-
vinciaes, eslendendo-se desde a Europa pela A-
nierira, frica, Asia e Occania .
A primeir parte contendo os cstudos histri-
cos da igreja de Braga, vai ja entrar no prelo.
Kocebeiii-sa assignaluras na Linaria de Jos
N'ogueira de Souza, junio ao arco de Sar.lo Anto-
nio.
Compra si- una rasa, seminen, lio.i rua : quem
a livor para vender dirija-te a rua das Triuelieirai
ii. SI, toja de torueiro, Compra-se tima [.rota moca, bem parecida,!
sem molestia ncm virio algum, euue bb venda por
alguma outra circuinslaiicia. de labilidades com
particularidad.!, cscr e engommar, e siria para
casa a roa, preferimlo-se com cria : na ra da Cruz
n. 35.
Compra-se garrafas varias a SO reis cada
urna, em qualquer porcao : na ra estreita do Ro-
sario n. 1, taberna de Antonio Domingues de Al-
meida JV.ras.
Compra-se a obra intitulada, Apontanientos
sobre o proeeno civil, uor Pimcnla Bueno, na;
... -- .. jj ffrs, ... .......,;. .,. i
'\
ttenco!
.:
.\a ra do Trapiche n.
superioi rape IVuiccza ilo
cliegado recentcmenle
Ja tu i", em tpualidade
fere do de Lisboa, ao
cusa apenas I .sino i libra ; aelle
ante que acabe, pois a remeta
he
5 i, lu
Brasil,
lio de
punco llll-
passo oni'o patete
% cobertor
pequea.

;.: -'4.

1~2rUZY.-: '.
.'.
D
lllg
e descobertos,
domelhor fabricante de Londres: veu-
(letn-se por precos razoaveis, na escrip-
Vende te um neero crinlo, ilno, proprio pa-
ra litio, ou pira q uaiquer servil o : na na dn Ran-
iivrana de .1. fto;ueita de Souza, defronte doarcojgcl n. '
de Santo Antonio.
C,
torio do agente Otiveira, ra da
do Kccil'e n. (iS, primeiro andar.
- Em casa de Saunders Brothers & C.,
mlea
C\L K POTiSSA
Vendr-se polaaM Ja Rsala e americana, cheuada
nesle* ilias e o' BQperior qualnlade ; cal "le Lisboa
tos na rua da Apollo n. I A, e 2 II.
Aftfnynoa. o rateiro.
Na luja do liarateiro, na rua da (^adeia do Kerife
n. 50, defr.inle da rua da Madre de Dos, lia paia
vender alen de umitas U/eudas que em porcia e a
relalho se venduiu por baratea presos, liamburuo no
ii mi liso lino de |nnn liulio proprlo para clr,.-. (oa-
Ihas, ceroulas c lencoes, em pecas de JO varas a
996U e IO#. dte mais cliem de boa qualidade, pe-
ta* de 90 varas a l3 c 138300, panno de ludio lino
a (O a vaia ou Kj a pera de \2 l|J varas, estndo-
se a acaliar. panno de lindo fino para leiicoes coro 2
varas de largara 38*00 a vara, cortes de lirim d
lindo de cores para calca, padroes novos a 38200,
ililus de rosta de crese braucos para collele* a HIM)
e l8i eaaemira preta lina a -Js, ;w>0e ii^euu o co-
o
excedendo
rio de
rua, que nao leuda vicios nem achaques : a tratar
no paleo do Carmo, sobraden. 3, por cima da
botica.
Compra-sc um preto de idade que sirva para
traballiar em um sitio ; a tratar no paleo do Carmo
sobrado n. 3 por cima do botica.
Compra-se una caoa que niegue de un
milbeiro de lijlos para cima, em meio uso: a tra-
tar no pateo do Carino, sobrado n. 3, por cima da
botica.
Na cocheira da rna do Guio enmpram so 2 bois
para carrera, asim como vende-se orna tarroca.
Compra-se uina caa em Uliuda que seja de
pedra e cal e em lugar parlo do Vaiadouro: a
tratar na rua da Cadeia do Hecife n. 51,
&ettftt3.
nual eleitorai
rogas.
Vnde-se a taberna da rua da Cadeia de Santo Algodo lizo para saccas.
Antonio n. 26, bem ifreautzada para a ierra e mal j Dito entrangado igual ao da Babia,
lo: vende-sc para puameolo dos eredores, por' F um completo sorlimeuto de fzendas proprias
mi'.n "e "'""^ """ ""* : ,ra,i,r ""paraeste mercado tudo por preco commodo.
\ ec.dese ama cabra prela bicho milito boa
Ifileira, paiH crjar alauma criama : quem preten-
der aiiuuucie.
Na na das Cruzes u. 2*2. vende-se um mula-
d 22 anuos, qoe eiiteude de boleeiro, e propriu para
todo o ervico.
Vende-se na anliaa leja da rna larga do Hora-
rio n. 35, bem perto da lareja, nm bonito sortimeo-
lo de miudezas e qoinquilbarias a retadlo e por ata-
cado, as novas folliiulms de reportorio nm linda es-
tampa, relogios de sol, fila 'ie selim largas e estrel-
las, dita* lavradas minio lina, bicos e rendas de
linlio e algodao, filas de cd-i eom avaria a f, tiO
e SO r>. a peca, boluen de lenca, madreperola e vidro
proprios para vestidos c collele-, dito* para camisas
e palitos, ditos para casaca e sobre-casaca, eolebetes
francezes e oolrasqnalidades, liabas boas e novas,
de uovellos, carrete.it, meadas e de peso, bottos de
aben ur.i de cores e pretos, ditos de osso e li"uc.a para
calca, cartas Trancezas finas e ordinarias, papel de
peso azul e brauco, e paulado, dito almaco bom e
ordinario, dito deaigomas cores, penaasde aso boas,
canelas para as mesmas, coraes azues e encarnados,
I\a loja das seis
portas
Em frente do Lforameiito,
V'eiidem-se as Tazendas molhadas por preros que
faz (nula euroupar-ie qualquer Familia com pouco
dinbeiro : cliitos largas escuras que n.iu desbolam a
rios Instiles, cassas pintadas a doze viutens o Cava-
do, riicado Irancez a meia pataca, e estrello a seis
viutens, corles de cassa de tres bailados a dous mil
reis, saias braucase bordados a 9)000, lencos para
bordados e cun bico a doze viutens, e toda a
adaman-
Una.
I i.ii.ciM-.o l'inio Oznrio rhnitsbi rtenlt* com a
vetila<|ira himm adaMBanlns <* ipplic-i wn (>-
pel alracrlu do ar : pode ser procurada confronte
da Rotan > ile Seinta Anluiiiu n. ~J.
FiiSieaeao Ilite-
raria.
Na livraria de Jos Nogueira de Souza, fronteira
ao arco de Santo Autouio, se aclia a veuda a segun-
da ediceao do compendio de geograpbia do lllm. Sr.
!)r. Iliomaz l'ompeo de Souza Brasil, publicada e-tc
auno, coiisideravelmenlc augmentada: O compendio
do Sr. Dr. Pompeo be ya muito conliecide ; e a atio-
l;ao delle no collegio de l'edro II, e em ilsan* sc-
iiiinarjob e Ivceos do impeiio be urna prova inelra-
uavel de sua importancia, e a maior recummeiidacilo
'|ue delle se pode lazer ao puhlieo.
IVecisa-se de urna ama de leite, forra ou capti-
va : na rua das Triucbeiras n. 7, segundo andar.
|lrcci>a-se nlogar urna casa de campo ou um
sitio perto da praca, un. logares da Capuusa, Sole-
dade, Manguinbo uu l'assa'jem da Magdalena, para
um coralgeno com familia : quem tiver queira di-
i igir-sj". a casa de James Crablrec <\ Cumpa nina. la
da Cruz n. i 2.
Para nina casa de pouca familia, na l'assagem
da Magdalena, e que consla nicamente de duas pes-
soas, se prtcisa de urna criada parda ou preta, forra
ou Laptiva alijarse a iu.~uv Apoii", 'ar.^ii?.1. of"
.iucar n. 13, o Irater.
Ha-.-? qualquer quautiaa premio sobre pculio-
roa do ouro e prata : na rua Vellia n. 8->.
Trocam-se notas do Banco do Brasil por moe-
da correnle nesla provincia, com descont : na rua
lo 'trapiche n. 10, spguudo andar.
pra-
ca da Innependencia.
Vendrm-se os segninles livros para o primeiro
auno, por im-no* do seu valor, e quasi todos novos,
na roa do Padre Florianoo n. :, como sejam : os
tres compendios de dircito natural, publico e roma-
no. Abren, direito natural, Ferrer, Zallar, Belline,
Banjauim Conslanl, obra inleira em ,S volumes, Ser-
ngny uireilo publico, Cafen ero direilo publico,
Caurroy direilo romano, l.agrauge direito romano
em perguntas e resposlas, Kos-i direilo penal : quem
pretender dirija-se a dila casa, pois comprara' por
moilo menos dn seu valor, e lodos hoyos.
Vendem-se calcado* de couro de lustre com
borracha francezes a i.jj'X, ditos de lustre vindo do
Aracali pelo prego de 3S : na rua do l.ivramenlo
loja ile calcados n. 33.
\endom-se duas celebas ricas da India, ainda
nao servidas, proprias para cama de noivos: na rua
dasCruzes n. I i,
Bm easade n. O. Bieliei
5" ., na ia Cruz n.
4, vende-se
Pianos (orles das melliores (ahricas da
Allemanlia e de moderna construccao.
Attencao.

Na rtta do Crespo
Esquina a voltar
Para a rua da Cadeia
Muito lia que admirar.
Vendem-se colchas brancas adamascadas a 38000
cada urna, panmulio preto e de cor a 120 o covado,
corles de calca de casemira de cor a || e 58, ditos de
casemira pela enfeslada a 498OI), ditos de'dila rran-
ceza superior a (i>"i00, ditos muito superiores a Sj,
ditos de t.rnn amarello e pardo ile puro liona a
18600, dilos escuro de quadros a 1/IOtl, ditos d*
gauga amsrella a l.-silHI, corle do casta chita coir -
varas a |s>jOJ, cuertores escuros e brauco a bOO rs.,
riscado escuro largo e muito enenrpado a 160 O co-
vado, laaziislia de quadros propria para vestidos a
SO o covado, e oulras muilas fazendas por preros
commodos.
TOVLHAS P4B.V ROSTO
Vende-se o manual eleitorai, contendo
a le rejjulamentar das eleicSes, e os de-
cretos e decsoe.sdo;overno'; accrescenta-
do com a le das incompatibilidades, lei
dos Circuios, COm instruccoes novissimas i '0"las de carias cores e aljofares, rosarios de osso
or I 1 ns. 0 e 8. da pra- pedra com cruz de marlim, escovas de roupa e de
cabello, ditas linas e ordinarias para limpar os den-
les, trancas de l.la e algodao, lisas e de caracal, l'an-
celins de relroz preto e de cores, ditos ioleiros de
borracha e relroz para relogio, correles, relogio de
ouro francez, espellos de gaveta e capa por precos
baratos, relroz preto e de cares, atacadores de borze-
giiins pretos a80e 100 rs lutos de pellica a 100 rs.,
120 a 160 o par, por estar com a costura fraca, ditas
brancas de algodao e de coresgpara homem, luvas
prelas de relroz a 800 rs. o par, contas de leite grau-
des e pequeas para jogo de divertimento, brincos e
rosetas doorados e esmaltados para mulber, ditos la-
pidados pretos de luto, teaouraa para costura linas e
ordinarias.medidas doalfaiala al com avaria a 20,10,
60, SO e 120 rs., lapes, ertOeS, paulas para meninos,
chaves para relogios a 80 e 120 rs., agulhas surtidas
I a 20 rs. o papel, ditas franeczas a O, (I) e 80 rs.,
oculos cangalna para mulber velha,dilos:de armacjlo
de ac e metal lino, pomada de cheiro frauceza de
cores, penles para alar cabello de bonitos padrow,
fiosiudo tartaruga, caiiinhas de agulhas com fundo
azul, pentes para atar cabello ordiuarins a 240, 280
e .120 cada um, dilos de bfalo para alisar, linos, e
ditos ordinario*, miljo branco e amarello. e canoti-
Iho^para dores, crozes, vernicas e rosarios de lodo
o preco, boies de tinta prela lina a 100 rs. e 140,
Imli is de marca, finas, azul e encarnadas, grampas
para cabello, ditas em caixinhas, lodo cima decla-
rado, vende-te por precos baratos como j.' he de
coslume.
sedlas.
S'ende-se
construccao e em bom
Aguas-Verdes n. 10.
um paianquitn de
l)oa
, de
Oleado.
.Na rua .Nova n. loja c fabrica
Chrisliani t\- Irinao, acaba de rece
navio cliegado de llambur.
1 do soilimento de oleados
o qoal vende-se mai
de cha
llimo
omplelo e varia-
as as cores e prelns,
bahais assignado, morador na Soledade, na |.
roa do Joao remandes Viaira ... 12, cura morpha | ?.!"e!a *???0 ""I' r.enJem-'e rna do (.respo,
radicalmente, arestins, hervsi|icllas, dores ilumina[1-
casa atilinta, glndulas e alporcas, e compra eseravos
que teuba essos mesmas molestias e que sejam mocos.
Manoel Borges de Mendouc,a.
ESTRADA D FERRO
do Hecife no S. Francisco.
SEGUNDA CHAMADA.
Os directores da couipanhia da estrada de ferro
do Recite ao San Francisco, lem leilo a segunda
1 liiniada iou terceira presta^ao) de duas libras es-
le lillas ou rs. I7#T 1 sobre cada aceito na dila com-
pai.hia, a qual deve ser paga ale o dia 7 de oolubro
de IKVi. na Babia, na casa dos senliores S. Daven-
poil iV C., na corle, na casa dos senliores ataos' M.
l.regor 1^ C.i e em Fernambuco, no aarriploria da
rompanliia, rua do OeapO.
O accionista que n.Vi realisar o pagamento dentro
dn lermo indicado, podera' perder lodo direito arrofl* sobre as quaes o dilo pagamento nlo livor ef-
lectuado, e em lodo caso, lera'de pagar juros na
razio de cinco por cent) ao auno, e de mo receber
piros ou dividendo da companhia, pelo lempo que
decorrer entre o dia indicado para o pagamenla e a
sua realisaco.
|0ja da esquina, que tolla para a rua da Cadeia.
Miirculina
A 400
RS. O
COVADO.
Na rua da Queimado n. 21 A, ttnde-se murruli-
111 branca com pintas de cores, de lindos gostos :
dao-se as amostras com penhor.
Vende-se um silio meia legoa distante desta
praca, com casa de titenda e granda baixa de ca-
pim, titeiros e bastantes artores de fiados, e um
casal de eseravos de idade. que traba I han. na mesmo
silio ; quem o pretender dirija se a rua do (Racima-
do n. II, que se dir'quem vende.
Vende-se urna porc3o de caiioes vasios de ta-
rios lamanlios, de pinito, que servem para muilaa
obras, e se dito por barato preco, e se vende a por-
c.3o que o comprador quizer; aproveilem a occasulo:
na praca da Itua-Visla a. 7.
Attencao ao barateiro.
Ka iua dos Arsouguinhos n. 23, ha um sorlimen-
lo de charutos finos fabricados na Ierra, de mnilo
bom fumo da Babia, pelo diminuto prec,o de 19000
o cenlo ; a ellcs, antes que se acabem.
AVISO AOS MESTHES E DONOS t
NA BOA-VISTA.
Nu porlo do Hospicio vende-se toda e qualquer
porcao de rea, quer por canoas, quer por carrocas,
iio conslantemenle ; lamben) se bota lias obras": a
Iratar no Campo Verde, Casa em frente a taberna de
urna s porta.
Vende-se urna ferratnenta completa para ofli-
que em outra qualquer
' 11. i i, loja c fabrica de chapeos,
OS mullo conhecidos c afamados chapeos
asemira mesclada, dilos de castor pretos, copa
aisa, sein pello, dilos de feltro linos pretos e de co-
res, e oulros muitus ubjectos chegados ltimamente,
q m hii4m Mt*ia b.rat. ^uo..... ouir.i qoalgucr
parle.
i boa cas-
\endem-se 112 pipas com aguardenli
caria, a graduacao a v. nlade do compraddr-e a pra-
zo, pelo prero que oulro qoalquer vende a dinheiro:
na rua da I'raia de Santa Hita 11. 17.
\a loja das seis
portas.
Em frente do Livramento.
Noria toja lem -.1 lmenlo de fazendas para lodos
os precos, e por isso approveitem esta occasijo para
seem-oupaiem para a fesla. com pouco diuheiro, e
lazeuda da ma 11 h.1 j as nove da noitc.
\ cudc-ie una taberna com poneos fundos, em
minio boa localidad... e jem bastante concurrencia
para a ierra e mar : quem a pretender, dirija-se a
rua do \1gar10 n. 12, que achara' com quem Iratar.
Na loja das seis
portas
Em frente d LivrHinento
vendem-se chapeos de ten../, para pagam a Ires mil
res, rucado, truncados largos para roupa de esera-
vos a seis viutens o covado.
Na loja das seis
portas
frente do Livramento
e- fino 1 l?8tKI e 28 a vara, e a pea por 148. 18 e
20?, peitos para camisa braocos e decores com pu-
nhos e collariiihos, por barato preco, assira como
outros mullos objectosayilispeosavels.
Lencos de eam-
braia de linho
e 640
A 320, 400, 500,
cada um.
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina que
volta para a rua da Cadeia.
Palitos muito bem feitose
limito baratos.
\ endein-se palilns pretos muito bom feitos a 48 rs.
- dilos de brini pardo de puro lini-.o a I5200 : na rua
lll. PUr prCSS qUC con,"J,m a lrocar J r*> Queimado o. 22, na bem couliecida loja da boa
\ ende-se o silio comcasa de sohradodo falle-
cido George Kenworlliy, uolusarple S.Joscdo Mao-
guiuho, com arvoredos de fruclo e mais bemfeitorias
que nelle se acham, sendo as Ierras do referido silio
proprias : quem o pretender procore em casa de Sa-
muel P. Juhoslon \ Companhia,rua da Senzala No-
va n. 42.
AGENCIA
Da fundicao Low-Moor, rua daSenzala-No-
va u. 42.
Nesteestabelecimeiitocontinaahaver um com-
pleto sonimento de moendas e meias moendas
para en(enho, machinas de vapor e tainas de
ferro balido e coado de lodos os tamanhos para
dito.
I.ABVRINTIIOS.
Vciidem-se lanos e loalhas de labvrinlho. assen-
lado em lina cambraia de ltalio : na rua da Craz n.
:lt, primeiro anclar.
Em Cusa de M. Calmoit A. C, pt-aca do
CorpoSanio n. II, lia pura vendero
seguinte:
Pianos, !
Vciidm-sipiaiiiisvi.rlicaeiuglees, deelcanles
modelloseencllenlesvozes, fabricados porumdos
maisacreditadusautores, prerriiado na exposicaode
Londres: nuarmazem da Kostron Kookei & Com-
panhia, praca do Corpo Sanio.
Farinha de San-
1
ta al harina.
n.uilo nova, viuda em direilura a este porlo, vnde-
se a bordo do patacho ..Pelicano. 00 Irala-se com
Caelano Cvriaco da C. M., ao lado do Corno Santo
u. 93. '
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
consiruccao vertical e com todos o melhoramentos
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio de
Hamburgo: na rua da Cadeia armazem n, 8.
Passeiopublieo,
LOJA H. 9.
\ ende-se um completo sorlimeuto de cbilas de
lindos padroes, escuras, a 140, ItiO e 200 rs. o cova-
do, e a peca a &, $500 e 68 ; a ellas, que sito pe-
chincha.
J^ aloja da boa fe
VENDE-SE FOR MENOS QUE EM OUTRA
PAP.TE:
Cecas de algodoziulio trancado com
20 jardas a
Ditas de dito liso coro 20 jardas a
Ditas de dito muito encorpado com
SO jardas a
Ditas de madapolSo muito lino n. 6 a
liitas de dito entre fino a
Hilaste dito a
Ditas de brim liso fino com 20 var*as
Chitas escuras e de cores fixas, co-
vado a
Chales de algodao. de muito bonitos
padroes a
Peitos para camisas, brancos e de
cores a
Algodao de listras o covado a
e alm deslas fazendas ha outras muilas que
se vendem muito barato, na rua do Queima-
do 11. 22, nos quatro cantos, na loja da boa
le, defronlc da loja da boa fama, e seallian-
Qa aos senliores compradores que nesta loja
nao ha fazenda nerihuma avariada.
Cambraia adamascada propria para cortinad
\ endern-se pecas de cambraia adamascada
A loja da boa
fama
Vende miiiio bar.
alo
3JS00
2/240
2/880
4/600
3/600
2j700
160
800
400
160
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jl)
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a
:rrj.
ni
lt.1l
M
1--
I9S%
^ela leja esto venda todas as fazendas salvadas
di. barca Iranceza que afoiidnii em Pora de Portas ;
ten. fazendas de algodao, seda e l.la, e o dono deste
eslablecimento garante o bom estado e duracao das
mesiiia? fazendas, por estarem ainda inolhada.
Vendem-se leudos de labvrinlho assenlado em
boa cambraia de ludio na rua da Cruz 11. 18.
Attencao.
0
-Na aterro da Boa-Vista loja n. .">ij,
I existe um sor ti ment de fazendas ran-
para receber C('zas ^e lindo gosto, por baratos preros
e baratas.
os.
r-. "--Bio o.n.Ui(i>t.turt CHfl)
f )?"? P'xpf'a para cortinados a 73000 : na rua
do Uuciinado 11. 22, na loja da boa f.
Nao ha nada lo barato.
> ende-se chita lina para coberla a 200 rj. o cova-
do : na roa do Queimado n. 22 na bem conhecida
oja da boa fe, defroute da loja de miudeza* da boa
lama.
\ ende-se superior linha de algodao brauca a
2! C.?'!V, uovell<'. I>" costura : em cas de
Southall Mellor & Companhia, rua do Torres n. 38.
Moinhos de vento
combombas derepuxopara regar borlas e hai-
xadecaptni: na fundi,;a.>de O. W. Bowman
na roa do Brum ns. 6, 8e10.
Mea* pentes de larl.roua para alar eabrlk.
l-encdio, d. relio, de .Ja. a, core?
TOMoa de la. para seohora, e meni.at
C.m..a, de meia para crian.,,
Meia. de ,ed. p,ti, ,, 35,,,
Kiraa canas pora guardar joiaa
linos eslujos pora colota 25.500 .
Iravessas de. i.,ia,UM ,., Mbe||-
Hila-de verdadeno blalo
tiros leques com ptaaoa, e eap,,. -Jf .
Peutesdebof.lo p... l.rarpT.IU,
Kicat bonecasfraiicezas bem vestidas Mtfl e
Resines rte papel de peo muili,-0 b.,m
UM. OMia ...lerior puura cuusa
Dito almajo muito bota
Quaderuo. d. papel paqoel. mu.lo |iM
laroaa ae peona de a.;., bico de la ai
tilas muito bo.s>em asi bicoo. la a. a
Ituza de lapis mullo lino.
Ditos 1,11 a deseutio mullo boni
Bandejas mu.lu linas a I?, I- e
Oculos de arm.ieao de ajo
Cnelos com aunaiao dourada
Hilas com arm.((..in de larlar.ca
lillas com aimai.o de bfalo
ticos chicote para catallo
Kicas grvalas de aoo.
Atacadores de cornalina para cauca
Peutes muilo tiuu para sui.wn
Escotas muito lina, para cabello
Capacho,. pintado, com, rido. a rodoodo. 71. e
Canelas de ac para p,u
tscova* lina para anhas :I20 300 r
Ditas muito fina* p^ra roap. 1 .
Pincela finos para barba
Duzia de faca, e caito, finos
Ditat cabo de balam.o n.uilo Ooas
Dilta cabo de marino inuilo boas
Camisas de meia mnilo finas
Ideas alioluador.is para collele VOtl e
Uitas para palitos MI e
Eslojos de navalbas linas pan. barba
fcspelhos para parede, jn, sjo ,
Canas fici-sini,!, para rape
Hila- redonda- 00 larlarufa
Papel de cores em 1)4 de resma
Penles de tartaruga para martela
Ditos para alar cabello imitando lertaroi,
Luvas brancas e de cores para montana
lapeles para lamentas, u par
e oulras muilissimas ruma-, qoe oj M b-_
da luja de miudezas da boa r,m,--------TtoU_
vende multo barato : na tua do QaeaMd. o n.
POTASS CAL flBGEfc
fto aniigo eji bem conhecido deposiio da roa'da
Cadeia do Hecife, escriptorio n. 12, ha para .
der muito superior poussa da Russia, d.u do Rk,
de Janeiro e cal irgem de Lisboa em pedra, lodo
:

HS
I-II
wo
l.v-m
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IC40).
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I9M
os quaes fiearau
lOgflOS
Taboado de pinho, alcatrao c pixe da
Sttecia.
Alcatrao de carvao.
Lonas de algodao.
Ditas de linho.
Esponjas de superior qualidade.
Drogas.
ludo mttitocotumodo.
elogios de patente
nglezesdeourb, desabnete c de vidro :
vendem-se a prero ra/.oavel, em rasa de
AugustoC. de Abren, na rua da Cadeia
do Recite, armazem 11. 56.
fazendas bous
Na loja do barateiro da rua da Cadeia do Recite
n. 50, defroute da rua da Madre de Dos, achara., o .^"'''T V f9 C0"'10' dil pre"
fremiezes bom sorlimeuto de fazendas de boas qoa- l0 ea"'' (i>fe"s muito superior a 3*500 o covado,
l.dades. que a diuheiro a' visla se vendem porl.ara- '"'|"> mullo lino a 2s o covado, alpaca mullo fina
lisimno preco, tanto em atacado como a relalho, ha- > WO o covado, casemira preta mullo lina de dua,
vendo entre muito variedade boas chita'de cores Ii- arguras a .to-XM) o covado, dita mullo iiua de urna
xas de diversos padrees, o covado a 160, 180 200, e !anur s" ? o covado, cantao, fazenda preta mui
.el
iuglezes de pa-
tente,
os melhoresfabricadot em Inglaterra: am casa de
llcurv liilisni) : ruada Cadeia do Recifcn.52.
Loja da boa f.
\endcm-se llti pipas promptas
ag-iardeitle, oplima cascara, por preco'commodo. a por terem sido salvadas
na rua da I'raia de Sauta Hila
praz.i ou a diuheiro
o. 17.
Vende-se na roa Direila n. 27, manleisa in-
sleza a SSO, dila a 00 rs., dili (renceta a 800 rs.,
dita a 820. doce em caitas grandes de goialia a
15200, quaijos muito novos a 13701), ditos a 19400,
ditos a 1S3O0. favas a cuia 400 rs., linjuicas do ser-
bio a 280, violtos a garrafa 400 rs.. 480 e 640, tou-
cinho de cabeea de porco a 280, esleir de Paria a
400 rs.. sabio orna libra 200 rs., postas de cavalla a
120, 140 e 160, batatas? libra 120, loucinho de Lis-
boa a libra 360, bo.es de graixa inglezo a 200 rs.,
milho alpisla a libra 200 rs., e oulros muitos gneros
que se venderao por presos commodos.
Vende-se um resto de milho, barato para fe-
char contas: no caas da alfandega, armazem n. 7.
-*X""" ** .S*, -*- *p .* ..... *>"... *Tk
Rua do Quei-
Nenhum aulo de transferencia pode ser resistrado | cia de oorives, romposla com as pnucipaes machi-
lopola do ida 8 du correnle, antes do pagamento da
.llamada.
Por ordem dos directores,
."'. P. VBRBKBR, Ihesonreiro.
Kecifo i de Miembro de 18)l>.
I J. JA!%E. DENTISTA, S
ib) coutiua a residir ua roa Nova n. 19, primei- S)
Os ro andar. 9
DAttlEIREOTYPO E ELECTRO-
T\P0.
Na antiga galera e ollicina do alerro da lloa-\ is-
la n. i lerceiro andar conlinua-sc a I irar retralut
'un a maior perfeic.lo tanto pel svstcma francez,
cono pelo norte americano. Existe ua mesma casa,
e pa.a a collocaco dos retratos, um rico e abundante
sorlimeuto de objectos tacs cuino lindissimns alfne-
les o medallias de ouro, mui lindas caiiinhas ame-
ricanas e Irancezas, de papel, marroquim e veludo
de s^d:., desde o tamaulio de unta polega.la al um
palmo ; passe-par-louts de todas as qualidades. mol-
duras de todos os (amanhos e de muitos e difleren-
toa fcilios, lauto prelas comn doura.las, e nAo s.'i pa-
ra .. collocaeJo de um retrato ou grupo de dilleren-
les peasoaa, como para n colloca.;fto de dous ou Ires
relalos separados : lodos esles objectos sflo novos e
.llegados ln pouco un- de Franca e uniros dos
Balados-1'..idos. Das 8 horas da mandila al as ."
da larde a galeria e ollicina eslao a dispostcSa doJ
publico.
O O Dr. Joan Honorio Bezerra
g) 1$) ii.i, acbssflb ivsidiudo na "idade 1$)
*A do Rio-Formoo, e alii se ollero- ^)
ce a's pessoas que le sen nret- ^s
timo se iitu/.crem tttilisai. /a
as, o ludo em perreilo estado, c parte sem ainda ser
servida ; vemle-sc como convier ao comprador, a
dinheiro e a plazo : a tratar 110 paleo da Santa Cruz
11. 8 ao p da taberna, ou rua da Cadeia do Kecife,
loja de uurives, na quina .lo becco Largo.
COM PEQUEO TOQUE DE
AVARIA.
Pecas de nadapoi&o lino.
\ endem se na roa do Crespo, loja di esquina que
volla pan a rua da Cadeia.
Atteiit fio.
Vende-se urna taberna sila na rua do lorie 11. 2,
que serve para um prinripianle, se faz todo negocio
com firmas a contento : quem precisar dirija-se a
roa Aususla, taberna do l.arangeira, que se dir'
quem faz este negocio.
Alie
icao
Vende-se um silio muito grande na Cruz de Al-
mas, cum boa casa de aorada, o qual sitio he lado
murado e lem urna grande baila de capim, assim
como giaude porcao de todas as qoalidades de ru. -
te.ras, lem erande cacimba com dous tanques, o qual
faz cauto com o BCjOagM da Cruz de Almas, cauto
com a estrada que sabe para Urber.be ; fei do fina-
do HypolllQ Jos Elias ; os prctendenies dirijam se
a Boa-Vista, ruada Conreieo, casa 0.40, cuno
Pone do Mallos, casa do Sr.'joa.iuim Francisco de
-Mein.
W ruado n. 19, loja de Santos Codito.
2 r"ini V? ^as a' ma's modernas que lia no merca- fij
."Ji do, a 15000 a vara ; mussulinas finas a :M0
X o covado, corles de cassa de pintinhas de V
\ cores, a 25200. &
*@- $WB*&
A l#2tt0 o par de luvas
de peluca,
muito novas e muito fresquinhas, chega.las uo ulti-
mo vapor francez : na rua do IJueimado.na bem co-
nhecida loja de miudezas da boa fama n. 83.
As bellas u. Minillas.
Cbagoa ao mercado desla ci.lade, com esle lindo
nomc, urna eiicanladora^fazenila, que reiinindo o
apurado, e exquisito gusto a sua bartela, convida
aos cheles de familia a supprirem~uas de b.ms e ba-
rato vestidos, proprios para a presente quadra dos
pssse.os do campo : cusa cada covado a insignifi-
cante quant.a de una pataca : na rua do Quemado
n. 39, loja piulada da amarello, esquina da Congre-
gacflo.
ZeuubiiiHS.
Fazenda* de l-a de lindas cores, lisas c lavradaj,
para vestidos, cuslando as lisas ciucn lusle- o cova-
do, e as lavradas a sello e qualro viutens : na rua
do Queimado u. 39, laja pintada de amarello, na
esquina da Coni;regac.ao.
yiEIJOS 110 CEAR.V E 4B8LIBRAS.
Acabam de chagar a rua da Cruz n. 36, e se ven-
dem por precos commodos, lauto a relalho como eco
porcao.
Vende-se na rua das Crazes n. 40, um criuulo
perfeilo, com 20 auno* de idade, hbil e diligente
para qoalquer servico, enleude de lavoura, princi-
palmente de ei.genbo, nao lem vicio da qualidade
al..una, liel, e alianea-se sua con lucia esaudc.
da barra f'ran-
ceze RAOUL.
Cal de Lisboa e potassa.
Na roa do Trapielie rmaseos ns. 9 e
11. vende-se superior potassa da Russia
e americana, cal virgem de Lisboa, da
mais nova que lia no mercado.
Ainda esla a' venda a encllenle taberna da
rna Augusta. 94, que fica confronte ao chafariz,
de oulro lado o v.veiro, tem muitos cnmmodos, co-
ziuha, ele. Tambem se vendem ti bois mansos que
sabein bem conduzir qualquer carga,:! carroas,assim
mais uina purcilo de formas com bico de chumbo,
qoe fazem ptimas velas de carnauba imitando o rei-
tlodas de espermacete ; assim como lambem tem
das de 9 em libra, e urna carteira grande de duas fa-
ces, de madeira de amarello, em que pdeni franca-
mente escrever quatro pessoas : Irala-se na rua do
Vigario 11. 19, lerceiro andar.
Sem avaria 011 defeito algum, e muito
mais barato do que asavariadas.
Contiuua-se a vender as fazeudas da loja de 4
portas n. 10 ua rua do Queimado, por precos muilo
baivos :
liSOO
160
igooo
.19000
1IK)
100
1,4000
240
200
640
300
lOOO
640
200

m
Candida Balbina
.uiti'ia proessora pa
da Pabwo Rocha,
ticiilai de primei-
ras letras ecostura do Ixiirro >lo Recite,
rua do Vigario, tem transferido sua aula
para a ruado Rangel n.59, onde conti-
iiiii' ae\ercer ose magisterio, ensinan-
,|i> tudo iiuanto a parte da educacao
primaria de um
.: odnvida recelier pensionistas e mi-10-
irtisio nistas, por preros ra/,onvrs.
Da -se faienda a lavar e engommar, com eonlte-
cimenlo 1' fiador : na loja das Ii patita, rua dn Uuci-
mado n. ;'"2.
"ICE
MO.
XA FUNDICAO DE FERRO DO KXtJE.
XHEIRO DAVID W. BOWMAN, rtA
RUA DO BRUM, PASSANO O ulIA
FARIZ,
! ha semprc um grande snimculo dos sesuintes ol>
I jeclos de mechanismos proprios para em.ei.hos, a sa-
ber : moendas o meias moendas da mais moderna
construccao ; lakas de ferro fundido e batido, de
superior qualidade e de lodosos tamaito*; rodal
dentadas paraagaa ou auimaes, de (odas as propor-
ees; crivos c boceas.le fornalhae rejillrof de bo-
eiro, aguiliioi'>,bruii/.cs,piirafiifos ec.vilh.ies,moi-
nhos .le mandioca, etc. ele
NA MFSMA TNIHCA O.
se exeeoiam toda* aseocommeni
ahora ; assim como Iridadejconheclda ecom a de vida presteza e com-
modiilide em preco.
Vl.MHi lio PORTO GENI IWO.
Veode-ae opl...... viuho do Porlo em barriada
quarlo e oitavo, por preev tazoavel: na rua da Ca-
deia do Hecife n. 13, escriptorio de Hallar \ Oli-
veira.
das seis portas
KM FRENTE DO LIVRAMENTO.
ti administrador deste estahelecimcnlo vendo a
multa concurrencia de compradores a sua loja, e que
muilas pessoas e familias se acanliam em enlrar pelo
adjunto, otlcnce a sua sala [por cima da loja. |para
vender as fazeodaa com mais commmlo e a vonlade
dos compradores, aonda eiiconlram lodo o aerado
possivel para -Mein bem servidos, e por prego* com-
modos, a dinliein. vista, pois os muitos "afTazeres
nao dao lugar 1 man.lar receber : islo lem lunar das
sele horas da manhila as 9 da noite nos dias alela.
-..' -.- ... O ..; & j ..." :.;:.:.J'-l'--J-fi.
o
o
mado n. 19. *:;
llicas seda* bramas lavradas para vesli- *S
do de ni.iv.i. dilas de quadros esco-sc/es f*'3
pa.a a.abar, a I-01III o covado: gendrelina -;\
brilhaote eom .'> palmos de largara, a 1% o covado ; chales de merina estampado* de "'
a superior tf>* lindes dezenlms e muiln srandea, a 73OOO
Chitas de cores, a peca 4j00, ,r9, 55500 e
Ditas em covado* a 100,120,140 e
Madapolu, peca a 2400. 35. 99500*
Alaodao, peca a 2a. 24O0, e americano
Dito de cores, o covado
Brim branco trancado de linho, a vara
Dilo superior, a vara
Ganga amarella, o covado
Brim de linho de quadrn,, o covado
Chally de seda para vestidos, o covado
Barege de cores para vestido, o covado
Lencos de seda brancos fios com pinturas
Brim trancado de cores, puro linho, vara
Chita larga frauceza, o covado
la loja da boa f
vende-sc o mais barato qoe lie possivel.
Cortes de bonitas casemlras de algo-
dao para calcas a
Ditos de fusto para colletes a
Britn ti aneado branco de puro linho
vara a
Dito dito de co> dito dilo vara a
Dito dito pardo dilo dito, vara a
Dilo de quadrinhos miudos de bo-
nitos padi .'s, covado a
Canga amarella muito fina, lisa e de
quadros, covado a
Cambraia lisa muito fina com una
vara de largura, vara a
Lencos brancos muito finos c ditos
cora barra de cor, um
Meias brancas para senliora pelo ha-
ratissimo proco, o par de 240 a
Ditas brancas para meninos e meni-
nas, o par
Fil de linho liso muito fino, vara a
Dito dito com n0res, vara a
assim como oulras militas fazendas que se
vendem por menos do que em outra qual-
quer parle, na rua do Queimado, nos quatro
cantos, 11. 22, na loja da boa fi, loja da boa fama.
ditas em cortes de 12,e 13 varas moilo linas com
fazenda paro vestido e para folho, desenlio* d.Hercu-
les, pelo barato preco de 8?, cortes de andelu.a de
seda cor de rosa e aml com Utegi
folho a 14?e 15a), corles de sedas eso
bonitos gostos a 2*3, grosdenaple prel
ra veslido a 25 e 25200 o covado, chales de merinn
fino sem barra com franja de retro?, a ;.")00, dilos de
clialy eom barra asaetinada a t3o00,'dilos de merino
bordados de cores a 88, dilos muito linos bordados de
urna so cora !3, e alem destas outras muilas fazen-
das, que como cima fica dilo, se vendem baratas;
do-se amostra*, e aloja est aberla de uoile.
Fh 1 i aba de mandioca.
Vende-se superior farinlia de Santa
Cathaiiita, em saccasquetem um alquei-
ie (medida vellia) por prero commodo:
no armazem de NovaesiSt C., na run da
Madre de Dos 11. 12.
A 3*00 a du/.ia.
I.eoeos de cambraia de linho para algibeira : na
roa do Crespo, loja de Adriano & Castro n. 1(i.
3*500
Vende-seca 1 de Lisboaultimamenteehegada.as-
simcomooota*sadaKu*siaverdadira : na praca
doCorpo Santo o.11.
TAIXAS PARA ENGENIIO.
Ha fundipao de ferro de D. W. Bowmann
muitissima* fazendas, que ocioso seria mencinalas,
pnrem que a vista dos stnhorescompradoies se ven-
derao por menos que em outra parle : na rua do
tina
J.5 a rua Nova n. 22,
t ha para veuder bico
W da branco e prelo,
i^5 conta.
loja do
de bleiid de
por preco muilo
se-
em
Lina do Quei-
IM90
600
1440
800
560
220
320
5G0
240
320
240
880
13880
ceblas.
\ ende-se .. melhor que ha ueste genero, lauto de
Lisboa como hespanhola de ".00 r-, para cima o ceu-
to : na lr..v,s-a da Ma Ir de Dos, primeiro arma-
zem 11. 18, de rincisco Alves Jouteiro Jnior.
a
relojoeiru, ctt
I
Loja da boa fe.
VD.NDESE MUITO BARATO.
Chales de merino|isos,sde lida* cores, com
ricas franjas de seda
Luyas de seda para homeus e senboras
Meias prelas de seda para senliora, o par
Ditas de cores muilo linas para homem. o par
l.nva de fio de Escocia para menino*, o par
Leucu de cambraia de liolio com bico, um
Ditos de relroz, um
Luya* de fio de Escocia para homem, o par .
Meias de laia para padres, o par
tiravalas de seda prelas e decores
Meio* lencos de seda preta
Ditos ditos de dila de cor
Cassas prelas mullo finas para lulo, a vara
e alm de tudo islo outras muilas fazendas, ,
vendem o mais barato que lie possivel : na rna do
Uueimadn, nos quatro cantos n. 22, na loja da boa
le, defroute da loja da boa fama.
Luvas de pellica muito novas para
:ooo
isono
atfDM
400
320
13280
1)000
400
luna
icooo
1-000
600
.400
tt^ese
ho-
mem esenbora, o par a 11280
rua do lirum passando o chafariz, continua ha- I ,, roa do Queimado na bem conhecida loju da miu-
ver um completo sortiraento de taixes de ferro fun- dezas da boa fama o. 33.
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes j A BOA FAMA NAO' VFISDE NADA ANA-
acham-se a venda, por prejo eemmedo e K1AU0) TLD HE BOM E B VIUTO
Luvas prelas de lorcal muito boa* a 1JJO00
Ditas de fio da Escocia brai cas e de cores 400 e ."iO0
Superiores meias prelas de laia a 1/5*10
Carlas finissimas Irai.rezaa, o baralho SM
Ditas puriui;ni-/.i. mnilo linas 320
Meias prelas de algodao para padres; o par '100
Ditas ditas para aenhoras UN
Ricas caixiuhs* para presentes a 2j00ll. 3.SHMJ i.^JO
Etica* bengalas pelo baraio preco de la, 1,V>00 t 23
Meias de cores mullo finas para ho.nem a 320 e iO
Kiqoissimas canelas para namoradus a jOOeSOo
Oculos com armacao de tartaruga a 3JOO0
Caivetes muito finos para peonas a 25, 25J00 e 3
Ditos grandes muilo finos de 2, 3 e i folhas a 49000
43OOO
89500
25--HK1
liCtMMI
promptido: embarcam-se ou carregam-se em aer-
ro sem despea ao comprador.
Deposito de cal e potassa.
'Na rua da Cadeia do Recite, loja' n. 50, defronte
da roa da Madre de Dos, conlinua-se a vender su-
perior cal de Lisboa em pedra, recenlemenle ebega-
da, e polassa rnssiana nova, de naperier qualidade,
or prec,u commodo.
Velas de
Carnauba.
Kiquissimas charuleiras a 2?. 35
j Carleiras muilo linas para dinheiro a 25 e
! Carleiras proprias pa ra \ iagem a
.. Eslojos proprios para barba a 23 e
vendem-se veas de carnauba pura, as melliores, Daifa* de colberes. le metal priocipe a 35 c
que ha uo mercado a 123000 a arroba, esleirs de Dito* de metal ordinario a7-)0e
palha da mesma carnauba, arandet e menores : na : Aparelhos completos para lulo de senhora a
rua do Ooeimadu o. b'.t, loja de fmageus. | Voltas preta* ordinarias para lulo a
Ricas franjas para cortinados, pecasde 15 va-
para
<|ue
avaliar-St'
se vende
o
na
He preciso ver
;oslo de tuna gaiolta
rua da Alegra n. 2li.
Vende-se orna bonita mulalinha com alum
principio de costura, de a 0 auno* de idade : na
roa Direila o. 82.
\ ende-se um armario de pinito sem ser enver-
oitado, em bom estado: na travessa da Trempe n. 9.
Vende-se era casa de S. P. Johnston&C,
rtia da Senzala-.Nova n. 42, sellins inglezes, chi-
cotes de carro a de monlaria. candieires e casticaes
9
Cinco 11 i! res.
110 caes do
rs.: dilos brdanos a malla a K^OOfl: Un
dos brins para caira, fazenda muilo moder-
-_J nae de pmoHiuho ; chapeos de massa l'ran-
.ce/es do r.'irma elegante, a TsOilO corles de
;; casemira de cor, a 3IHNI ; cambraia fran-
5." ce/a a 300 o covado.
-''. "'' 'i '*' ''' "JA '. *X>i*J>j*&>-"*>.."^TX.'.k ""^ '"a" leseas v novas que na
t..- -.. Jr'SriSWiff V..' &&*V<&&-&<&'.& baralissimo preco de 1f280 o par.

Vende-se un rmatela de l'acheci ,
Ramos, ou 110 escriptorio de Isaac, Curio ^ Compa-
nhia, rua da Ciuz n. 4'J, desembarcado da galera
'l'ranc-Haoiiii. a 53000 a barrica. o me.mu arma-
/e.n vende-se ceii.enlo viudo pelo uilirc.i navio de
riamhargna HjiKH) a barrica.
13HKI
1*500
400
43.500
13000
320
210
son
1*500
15000
320
Acor.iionsde muilo boa qualidade 800, 13 e l.-liOO
Ricas trancas de seda de todas as larguras e co-
res, ricas lilas de seda lavradas de toda* as crese
larguras, bicos de linho finissimos de lindos padroes
diversas larguras e outras moitisiimas miudezas, sen-
qoalidades. que pelo
ende causa adn.irac.io
rua do ijueimado. na
zas da boa fama o. 33.
Kicas polceiras pretas de vidro a
litas de velludo bordadas cstreilas, a vara
Dita lisa estrella prela e de cores a ItiO e
Escova* com prole e cspclho para suissas
Tesouras finissimas para un,a- 500. 800 e
Ditas para costura, o melhor que pode liaver
Resala* pretas minio finas, o par
a precos muilo favoraveis,
dos comadores salisfeilos.
Nrtx.iHinf, rt c. ment.
Conlinua-se a vender a 83000 o par.prew toa *.
ja Itera conhecidas navalbas de barba,.etlTi""hI
b.l fabncante qoe l..*j premiado em 7i*l_.
poiroe*: vandem-se com -------]g d, 3 "
dando poder o comprad.,, devolve-las al. ti a.a.
depois da compra.resl.l.imlo-se a ipl..cta ca
VInlio do Porlo, supcrioi' Hianiro.
En. ca.va* de 2 duaias e eos barra de lavo re-
cntenteme chegadopelobrigoe Trovador vnde-
se nicamente no armazem de Barroca A Castra a
rua da Cadeia do Kactrc ... i.
KLA DA CRIZ II 51.
Anlon.o llatbo.-a de Barros la/, .(.rale oa pabltCf
que mudou a sua sala de barbear da eaaa a 6-> da
rua da Croa para a de n. 51 da aofama roa; oa Ho.
ma sala se acham as mais moderna* bichas da Hasa-
burxo, que se vendem aos cenias r a retalla, e ata-
gam-se, ludo mais barato do que esa Ira parte.
Pechiucha.
Fundas liaiicc/as do lado direilo ees-
queido. pelo barato prero de IjOOO rs.
cada urna: na rua larga, do Kosarto n.
to, loja de miudeuts.
Em ca>.a m n. O. BMsvr
C, ru.i da C'n:z n. 4
Cemento lomano.
Farelo.
VillllO dc.Ma.ifii ,1 B
l'viii rasa rte
ber & C-,
hI'.i .1111..1.
>. U.
rua da
Cnia
11. 4, vrmese
Algodao pan sstoeaaj de mmmmt.
Dito trancado para ditos, a iimla. M, du
da Baha.
Lonas.
Brinziio.
Ferro da Suecia.
Arcano para purilica o ainuiai d in-
veitcao do Dr. Slolle, com o methodo rtn
I nigua porlugueza.
'*tti*0b \upH*.
Fasii
Coberlos* descobertoa, pequeos e srandes, de ouro
e prala, patente inslez, de um dos melliores fal.ri-
PERFU.VRIAS MUTO FINAS.
Na loja da boa fama enconlra-se sempre um rico
sortimenlo de perfumaras de Indas a. qualidades,
sendo seo aolor o melhor que ha em Pan, riqnici-
roos frascos com ntralo muilo lino a 13200, 13500,
23 e 2M00, jarros de pnrcellana delicados a de me-
llemos costos com br.nha fraure/a moit.ssimn fina a
o .loi.lem as 7 hora* da noite ni escrava
mualo, de nome Tlu.m.z, alio, reforjada da ci.
com marcas de hevisas, perita eraasa* c aellas ,
cas de cicatrizo* na- candas, falla raen otatia saaa
cidao ; levo., cataba de panno.zul aroaao*a.wc,-
d de ourello branco ns hombreiras e taalu.
aberla na frente em Imina de palito : rale ppaoj
he natural da Paral.iba. a loi e-r.av<. de jj,. t^,|.
Coelbo qne u l.ouve pnr hrraaca de seo aaoro jm
Joaqnim de Sorna daqoella r.rtade. e tai iqq.anfi
pelo abaiv.. assicoado av Sr. Hilaria de AikeyOe
Vasroncellos Jnior, merailm un ensenho lat-i.
freguezia do Pilar da dita p...vinca : quem a pesar
leve-a a rua da Concordia a Pedro Anl.i Teiieioa
Coimarrs. que sera' aeneroiameBle irtaliiradi
Recife 1. de oulabro de 1856. "~.
Pedro Antonia I eiieira liaiabocie-.
AVSO.
CINCUENTA MIL BEI>.
No da 23 de junlm do correnle, faeio da aarsi
do brigue Mara l.uza a prel rrMlo, ataataH
de idade 24 a 25 aonos, pouco man en meo..-, r %tm
os sisnaei secun.les : ro-t rnmpridu e timara**
cor Tola, cabello cercilhado, elln um pean, sraadrs
e amortecidos, beiros l i usaos, seodu a de "ma nm
Srosso que encubre a falla qoe lea de denles cima, falla um pouco alrapalhado dvtdo a (olla o>
denles, pooca barba e rala, e bisedee, lera na Ma
esqoerda junio ao dedo mnima oaaa espe-.ia de aarr-
vo sabido, as nadreas um pouco ra.pina.la.. aa ani-
dar lem nm seilo para o lado, cadena, larsas, tr-
lora fina, prs apall.eia.lns e um potara largas : lena
calca de alsodlo azol desbatada e camisa de ali-arfa
riscado, chapeo de palba, lea oflieio ato miaMiP.
e cosluma < mbriasar e ; foi escravo da Sr. Ilr. Je-
ronymo Vilella cdo Sr. Dr. promotor .le IthmtU.
nucir o Fonseca, ullimantenle doSr. Allmi I nt
ter Damon : o abaiin anignado, s enhor do dila ,rr-
lo, crat.lica geoerosamenle a qnean a ippnhtttrr
leva-lo em soa casa, nn alerro da Uoa-Yisl.. st. .vi,
segondo andar, ou t.o Rerile, roa da 1 isptcbe n. u'.
a Antonio de Almeida Gome ; roano t.mr.r, (r
testa contra qoalquer pessaa que a ocraltar roa aro
poder; assim como sratilira e paaja lata asde'ft-
us.Joaqu.m Lopes de Imeida.
Uesapparrceo no dia 7 de selemliro de |K*
um prelo p.r nome l.uiz, rrioolo, cuziabeiro. coa
idade |h uco mais ou titeaos 25 aliaos, enlatara reo*
lar, bem parecido, rm relima, pe* e aaoohcaa fri-
to*, he bastante aperaltada, filli tiieoa i nant i
idioma insler, tem doos denles da frenle do lado es-
qaerdo partidos, e o riedu indrv da, mao e-qaerda
machacado, e consta andar acontada pe. s **ba1*
levem-o roa de Apnlb. n. ai. armairaa de Anto-
nio Alves Bail i-a, amule se pagarSo ledas os des-
pera-.
AVISO.
No dia 2 do oolubro, as li bors da manhaa. iaEta
a prela crmula de nome Josepha. qoe repreatfil. ler
AO BARATO,
Na rua Nova loja ti. 8 de .los.- Joaquin
Moreira.
Nendem-se lovasde pellica para homem e senliora
das mais frescas e novas que ha no mercado, pelo
Ve
vn'ia p
- corii*.. cuaa
pao de pomada Trance/:, muilo boa a 100 rs.. has- taita de denles na frente, leve bastante* betaze na
eos pequeos e grandes com e.cellenle ogaa de Ce- j rosto e em todo o cnr|M>, e ainda ronsera taita-
Iooii a 80 e l> e outra* mnila. perfumaras da me- | marcas de b\sa ; lev nu vestido da caOBtiraso de
llior qualidade qurpi.de haver, e por precos mais baria r.'.r de rosa e panno da Cosa, roaa tiaras ra
baratos do que rm outra qnelqtier parle: na rua do '"ainadas : quem a pesat leve a toa f*e (jatnaadn.
I.lueima.lo na bem couhecida loja de miudezas da boa '
ama n. 33.
Cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete ni- -~ e 2?o00, frascos com xencia de ros a 320 r., ; :", u 32 annus. allora regalar, cheia do
glez: em casa de Southall Mellor & Companhia, rua
do Turrus o. 38.
Coliei tores de lila hespa
nhes muito encorpa-
dose grandes.
ndera-se na rua do Crespo !..H rli esqnina que
para a rua da adeia
K< linaria fotittiro.
No deposito da m.i da Senuila-Ve-
llian. 1 l(i, vende-se assucar retinado de!la-"es:. a'"'ar no Mancuinli.., siti que voliapara I"'1oe *""'rron,rciiadas.
' o Afllictos, de Ignacio Iranciscode Albuqocrque c ___
Vende-se um bonito mualo de 18
..unos ae idade, proprio para boleeiro:
r tratar i.i iua do Vinario n. SI.
terrat cnbeil;
Veade-*e uma parlida .i
mallas de muilnboas madeir.ls
a* de
..pilma de i
luja da quina do brreo da Limpies. ; ,a a. 41
polen da Santa Cruz, -. I iad de ia anda* a. 2, *
eta' Ih-.ii paso o seu llal.alh.i.
I- ucin uo iba 27 du mtz .ussaoa. da bordo do
f .b.eho .. Vleme.., o toSWlj laaaatta, a.', atea
nuilla, idade 0 anuo., rn. prela. !< lo c-an.|M*..
Miachalo, olhos prel.s b4l!.a retrasla, prs .t,
doa: rstu aa sa io.,.i.de. poi.ri.ios e rp.i rt-
I ti r I -w I a a. i -| i.
.Lili- t'. nmP a' ptem'er elevar a roa

  • ~J.
    superior qualidade, de arroba para cima. 1.Mello.
    ILEGVEL
    l'EBN.: TYP 0% j. F. D1 PABU i^


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