Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07601


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Full Text
f
SEGUNDA FEIRV fi DE 01 TI BRO DE 1856.
Por anuo adjuntado 1.'>,s00.
Porte franco para o subscriptor.
BUCO
bN<:.\RKEtiADOS DA SUBSCMPCAO' NO NORTE
Parahlba, o 5r. Gertaiio T. di Naiirididt Halal, o Br. Joto
luim I. Partir Jnior; ArtetiT. e Sr. A. di Lcmoi Braga ;
Srirt, Ir. J. Jote de Olireira ; Maranhio, o Br. Joaquim Mar-
lun Bodriguet; Piaiinv, o Sr. Domingoi Herculaao A. Pexoa
Carota; Par, agr. JuilinianoJ. lamoa; Amaionai,o8r. Jaro-
aja da una.
r *JiT QFFICI Al
PAaRTIDA DOS CORREIOS.
Oliaila ,,i. rt.as. i, o e aaia hars ao .ti.
L-oa..,.,,,. (oiaaaa Parabiba : m ....'uiiia. laa-reirts.
S. Aiii;,.,. l.v.-rr.., I.,ii...l ..ma-ii. \l 8 Loarengo, !...,-,('\n,. .Yi/.n-iii, Liaoatro, Breju, i*e*taeira, fi
"ira, lu,n-, VHIa-IMU, Rva-VMa, Owimrj Bia : aai faartao-hi
l^abo, l|,|it,a, N.Tiiih.'m. Ui'i-K" n)u.d, Ln4. Il.ir'iri,-. Agaa-Pl
Pim.nl, ,, ,. >,.,! ,|i,,i.,-l,-ir.i-.
1 I ,in a. lo liara, 'la mama.
AUDIENCIAS DOS TRIBONAE8 DA CAPITAL.
Tribunal do commercio sri-.uodas e quintas.
Kelacno : lercti-feirn t itbbadoi.
raituda : quariat aaabbadoa aa 10 horas.
Juio do commercio: aeajundaa aa 10 norata quinlaa a* mtio-dia.
Juio dtorpbaoi.- leguoda a quimai aa lOhoraa.
Priraeira arado eirol segundas a taitaa ao mtio-dia.
Sgundt Ttri dt tire I: qu irla, t labbadoi It maio-dit.
EPHEHERIDES Ito Mi:/ DE Ul 11 Hilo
7 Quino creicente ai i lima. iy minuto i a <8ieguudoi dam.
13 La clieii a> 9 mininos o 20 segundoi da larde,
i Quartominguanlaat 3 horas,47 minutoo 48aegundoa da l.
28 La oo'ii. 8 horas, M minutos. 48 segundos da larde.
PRRAUAR DE MOJE.
Primeira as I" horas e 54 minutos da manbaa.
Segunda as 11 huras a 18 minutos da tarda.
DAS DA SEMANA.
ti Segunda. S. Ilauno fnudador ; S. Castor e Hrrotbidr;.
7 Terca. S. Augusto presb. ; Ss. Sergio e Itrcho.
K Quarta. S. Hrfgiia duque/.i ?iu\a ; S. Simeao.
0 Quinta S. eonisio b. ni. : S. Abraham (tatriarca.
10 Sena. S. Francisco re llorja ; Ss. Eulampio e Eulampio.
lf Sabbado. S. Mcar'io I ni. S. Sumatra ni.
12 Domingo. 21 Ss. Pristiliano c Dominua inni.
ENCABUECAaMM DA MKSchiPi.ao NO i.
Alagoas.o Sr. Idaudino Falcao Dita Bahiaa ti Irltruait
Rio de Janeiro,o Sr. Joto Ptreirt Martim. ""
I M PERXAMIU'CO
O prop neta rio do DIARIO Mantel rigneiroi d* Jara, us sut
irrarni, praca da Independencia aa. a 8.
t.igens do premio, c ilaquellas a que lirer direilo, I \ ra,i corre-pon letiri.i de Greylown .San Juan de
era considerad como se fosse rerrulatlo, descontan- Nicaragua nos informa, que nia esquadra ingleza
I ?"7Sea"0 ten,P" do engajamenln o de priso, em vir- de on/.e navios armados com -Jllt peras, cliegou ines-
peradamente em 28 de jullio passado ,i vista da-
OOVERMO DA PROVINCIA Inte de tenlenea, averindose esle descont, e a
Expedienta aUa I.' ato cimbro parda das vanlageus no respectivo Ululo, como he
OllicioAo Esm. presdeme das Alagoas, remet- por lei determinado,
lendo, para Ma dar n conveniente destino, una l ,0! Jaaau"n Coelho.
portara dirigida ao jnit de direilo Sptridiao Eloy j ADICCIONAL A DE N. 3.
de,Barros Pimental, a qital para acreolrague a esae O mareclial de camoe, eominandanla das armas,
magistrado, ful enviada pelo Exm. eooselheiro pre- i em vista da p.irliciparo qo* lionlem Ihe dirigir, o
snlenle do supremo tribunal de juslica. | Sr. rnajor commandanle do 9." batalliAo de infantt-
DitoAo fcvm. coixelheiro presidente da rea- ria, e devida eiecurao do dispolo na lei de DA de
.;io, inleirando-a de haver o bacharel Joao Fran- malo de \KV>. declara aoenle. por lar eicedidn des-
ci-co selembro ultimo entrara un esercicio do cargo de
juii municipal do termo de llsrreiros.Igual com-
municai;Ao se fel tlie'ouran de fazenda.
DitoAo mi'-mu. declarando que o bacharel Se-
bastian do Reg Birrns Lcenla, entrara honttin no
eiercirio do cargo de juic de orpho* desta capi-
lal.Tambem se coromunicou lliesouraria de fa-
tenda.
DitoAo inspector do arsenal de marinha, para
mandar admillir na companliia de apreudizes da-
quelle arsenal, se nao Imuver incuiivenieule, o me- I
nor Adelino Angela dt Porciancsila, uelo de Felicia ,
Maria da Conceico.
DitoAo inspector d.i lliesouraria de fazenda, [
transmilliuda por copia o oflicio do cnsul de Fran-
ra nesta provincia, e em original a peca a que elle
se. refere, na qualos herdeiros do fallecido Nicolao
liadaull cobstituem o mencionado cnsul, por nico
adininislradur e liqoidttariu da successao do referido
Gadaolt.
DitoAo mesmo, duendo qm pareen baiva a
cin,inii,i olferecida por Josc dos Siulos IVunes, sobre
a avaliac,o com que furam i prara as Ierras qae
constituirn, o patrimonio da capela de Santa Knsa
de Lima, no termo de l'o d'Alho, e que suppe nao
liaver pressa em se ahenarein lerrenus nacimaes,
devendo os da que se Ira'a Iretn novamenle a prarja
quando as circunsiancias forem mais favoraveis a
e-la- oprrardes, do que os lempos acluae*, de pre-
occuparOes eleiloraes e de principio de safra, lempo
em que oseapilaes ou se conlraliein ou fin chama-
dos para empregos dillerentes do de compras de
bens de rata.
IlilnAo memii, recommendandn que, iudepen-
ilenle da apreseotacAo da patente de re turma, man-
de pagar ao capitao mlurmadn de primeira linha,
Manuel Claudino de Oliveira Crui, os seus venci-
mentos, a contr de julho ullimu em dianle, rum o
descont do quaiititalivo correspondente aos di-
reilos e emolumentos correspondentes a referida pa-
tente.
DitoAo inspector da Ihesooraria provincial, in-
teirandn-o de haver mandado patear carta de iuhi-
larao ao continuo da reparlico das obras publicas.
Jos Ignacio Hibeiro, com o ordenado proporcional
a J_> anuo, e 10 mezes de seiviro.Igual com-
niunicai;,lo se fez ao director das uhras publi-
cas.
DitoAn presidente da cimmissao de hvgiene pu-
blica, comiiiunicando qne, por dpcrelo de l. de se-
lembrn ultimo, fura numeal'i o l)r. Joao Naponiu-
ceno Dias l-'crn.mde-, para o lugar de coramissariu
vaecinador provincial.
DitoAo raleaste do G)'rBoatio Provincial___
Ommunico i Vine, que nos requerimentns de
Ala noel Slarqucs da Cruz e Antoinu Luiz l'ereira
Palma, laucei em cada pelhjlii o despachotegnlale:
Dirija-te ao Sr. director deGymnatie, a quem li-
cam evpedi Ileceha pois Vine, o lilho de Alanoel Uarqoes, ss
esliver em lemos de ser admillido. e regula a ad-
missau dos lillius du Palma, roma lile parecei de
jostica e eqnidmle, visto depusilar en a maiur con-
fianra lias deci-Ur. de Vmc.
DitoAo presidente da cmara municipal de Na-
zareth.Acenso recehido o oflicio de ti de selem-
hro ollimo, em que Vine, commnnicando-me que
por dims veze lem deiado de liaver Macla da c-
mara municipal, visto como da pnmeira retiraran)'
eos vereadoras allegando acharem-se incommoda-
do-, e da segunda no coinpnrccernin, consuita-me
ao mesmo leni|io sobre a sua competencia para con-
vocar os supplentes que ainda nao eslao juramenta-
d"., alim de supprirem a falta dos impedidus.
Em resposla lenhu a declarar-llie que, segundo
inl'orinaroes que chegaram minha presenta, he
duvidoso se Vine, pode aluda coniiderar-se verea-
dor, visto com' se diz que Vmc. ja se escusou d-s
se cargo e a sna escusa foi aceita. Sobre este t-
pico 11 dirigi a cmara monicipal o nllicio da copia
juula, e da decisito desta questo. depende o conhe-
car-se como deve Vine, obrar nesle negocio, poii
que se Vmc. pode ainda couiiderar.se vereador e
presidente da cmara na forma da lei, he claro que
ae u impedimento dus vereadnres que actualmente
se acliam em ejercicio pistar de 15 dias, ou se a ur-
Mal e importancia dos negocios eligir a reunan
da cmara, devem Vine, e o secretario della convo-
car os immediatus em votos e juramentar os que
cotnpareeerem ate se completar o numero preciso
(ara se formar mesma cmara, na conformidade
dos avisas de I de junliu e de u. I tj de 31 de muio
de 1819.
DiloA jtlininislniran dos estahelccimentns de
chridade, dtclar4ndo que. a cunta que devolve das
dcspeas feita com soccorros prestados a 9 mendi-
gos, que por trtela da polica foram rrcolhidns e
tratados no hospital de caridade deve ser sati-feila
pela verba consignada no S I do art. 19 da lei n.
I'ii de K de mam rio auno prjimo passado.
PortariaConcedendo i mezes de lirenca ao se-
gundo lenlo do primeiro balalb.io de trlilbaria
da goarda nacional do municipio do Keiife, Jos
Antonio da Costa e Silva.Communicou-se ao res-
pectivo commandanle superior.
no para ir provincia do Bio Grande do Norte, o
Sr. en pila n do mesmo liatalhao, Joaquim Francisco
dt Oliveira, o uual he nesta data chamado por
edita!.
Jai Joaquim Coelho.
EIIITAL.
Jos Joaquim Coelho, lidalgo ravalleiro da casa im-
perial, grao-cruz da ordem de S. Benlu de Aviz,
diguilario da do Cruzeiro, condecorado com a me-
riallia do eiercilo cooperador da lina Ordem, ma-
rechal de campo e commandanle das armas de
Pcrnambuco, etc.
Paro Moer ao Sr. capilAo do 9." batalhao de in-
famarla, Joaquim Francisco de Oliveira, e a lodos
aquelle-, que po.lerein e quizerem fazer ehegar aoseu
conhecimento. que nao tendo comparecido no dia i
do correte inez de outubro, em que finalisoit a li-
cenca de ilous mezes que obleve du governo, para ir
provincia do Iti, Grande du Norte, fui declarado
ausente em ordem addirinnal a do dia sub n. 3.5, e
he pelo presente edital chamado, para que ae apie-
sente dentro do prazo de doas mezes, a cr.olar da
data deste, sua falla de compareciroento nos termos da lei de 26
de maio de i83."i.
E para que o referido Ihe conste, fiz lavrar o pre-
sente eililal, que assignei, e fiz sellar com n sigele
das armas imperiaos, c que sera publicado lias ga-
ztas desta cidade.
ijuartel general na cidade do Itecife. em i de
nulobrode l8.
Jos Joaquim Coelho.
ORDEM DO DIA N. 3(6.
I) marci-linl decampo, commandanle da* armas
taz poblico, para couhrcimeoto da guarnirn e fio"
necessanos. que nesta data, nos termos da'iinprial
resolucAo de de novembrode 18,'i, conlralou para
servir na bamla de msica do 9." halalhao de infan-
laria. na qualtitade de msico do !. classe, o paisa-
no Emilio Francisco deSonza Magalhaes, que ja ser-
vio no ejercito, o qoal percebera alcm dos veoci-
menloa que por lei Ihe competirn,, o premio de
-JtN 1*000 rs., pago nos termos do decreto n. | ,01, de
10 de jniilio de 18)1.
Jote Joaquim Coelho.
quella cidade, com grande regosijo dos seus habi-
tantes.
Esta esquadra, algumas fragatas das que vinham
do Bltico, e que levavam a bordo tropas de mari-
oha, segundo parece, lem a missao de por un ter-
mo i iovas.to de Walker, e de fater respeitar a in-
dependencia da America Central.
Os habitantes de Greytonn esperam. alen disso,
qoe ella ha de promover a rtgularisarao da indem-
ni-ac.lu, que Ihe foi promeltida em consequeucia
do bombardeainento de IS, e que intilmente es-
peram ha dou- anuos, apezar das mais |Oslat recia-
matoes.
Jornal do Commercio t Lisboa.)
de lurre, tres novas bateras a fazem inalacavel, e a i
paHgem que esla' mais acuna, para I'
tambem asseleirada.
Sobre os terraplenos ha amas 120 pe{as
das para o mar.
Os reparos das perjas nao eslao em boro
forte deMenschikofl lem urna plata-forma
alacavel, e a i ciliarau dos partidos e Irabalham para ella e a pro- i lio o-lenlou -e arrogante, e a vn(ac..i'i nominal, e a I vem a ser nm obstculo para a accumulafa,, dos ca-
eterko.l he clamam como a de verdadeira regenerarlo poltica i voz da imprensa invocando o correctivo presiden- pitaes, umguem ha de querer coroproiDella-ln, e em
e nos a aceitamos e pugnamos por ella como o un- | cial, e a iiulignacao popular nailt valeram, e o Sr. vez do estimulo lia de apparecer o uarcoliro da pa*-
na central, porque as provincias nao se julgain colo-
leulagem a adormecer o eapirilo de associar.ao. Mas,
para ludo ha remedio, e o arl. I. na rlaasla sepa-
ra lamente e o monupuho do ; 17, e o empreslimo e
as subvences a forja da J 19, e a disp.......i. per-
dularia do -20 acerca dt timpeta do. ruis! h m da
COIIMAjNDQ DAS armas.
Quartel taural do colmando das arnas de
Pemambuco, na cidade de Recite, em 1 de
outnbro de 1856.
ORDEM DO DIA X. 345.
I) marccnal de campo, commandanle das armas,
faz cerlo. pura os lins convenienlc, que nesta dala
conlraliio novo cngajamenlo, por mais seis anuos,
nos termos 'lo decreto e legulamcnlo de I i de de-
zemliro le IH32, precedeudo impervia de saiidc, u
soldaJuda t.-' compaulua do 2." halalhAo de infan-
taria. Dellino l'ereira da Silva, o qual percebera alcm
dos vencimeutus que por lei Ihe coinpelirem, o pre-
mio de 10090'M rs.. pagos na forma do arl. 3,a j0
decreto n. IOI de lOdejunio delKii, e lindo o
eugajamenlo, urna data de Ierras de 22,500 bracas
quadradas. Desertando, incorrera ni perda das van-
*E
l.e-se na t'alrie :
t> \ouretliste Je llambourg pretende saber que
n governo saido enviou a lodos os agentes diplo-
maUcos urna nota, na qual declara que se ha de
oppr a toda inle veneao austraca na pcnin.ula
italiana, em que uflo lomaren) parle as Iropas pie-
monlezas.
Segundo nutras informare', o* Ao-lrucos forli-
licain-se em Ancolia. Fiiialniei.le, -ese der credi-
i" is corrcsjninlencias de LandreA pgoverno Inal-i
|/ieiiccoprt.lo-.- rivaiu.illc cou. a umaula ,ij
soeces..., de ,ir w. Temple em .aples, lena olle-
recido esle posto a lord John Russell ; leudo paren
este persunagem recusado, Mla-se agora de su J.
Ilndtnn, enviado de Inglaterra na corte de Turim.
Acaba de ser levantado o eslado de sitio na Cri-
mea e na Bessarabia.
Estas duas provincias permanecern, at aqoi nes-
ta silnacao excepcional, decretada pelo ukase no I.
de dezembru de 1833.
As relaces regulares entre a administradlo civil e
os habitaoles. furam restablecidas por ara ukase
publicado cin 19 de agosto.
Encontramos n'uma coirespondencia de llerlim
alguns esclarecimenlPt acerca du resollado das ne-
gocia^oes diplomticas a que den lugar a quesiao da
illia das Serpeles.
A Rsala consei.le em renunciar formalmente
po.se da ilha das Serpeles oo a outra qualquer ilha
do Daoubio, o3o mencionada no Iralado de Paris
mas sob a coinlirao que os alliados nato iorluam a
cidade de Delgrad na parle da Bessarabia, que deve
ser cedida a Moldavia.
Muitos jornaes estraogeiroi lallam em ine.acliria.i
das causas da presenta d'Achmel-Pacha, grande al-
mirante da e.quadra nttOmaua, no lillural do mar
Negro. Aclimrt-Pach dirige-se a Trebisnnda, alim
de dirigir os estado! dos trabalhos que bao de ser
eseculadus para melhorar aquelle porlo. Trrbison-
da he o emporio do rommerciu entre a Turqua e a
I'ersia, e a sna importancia depois da coiiclusao da
paz vai adquirir uin novo desenvolvimeulo. A na-
vegaco reclamava dede ha muilo a exeeocla dt
Irabalhos hydraiilieos necessarios para a seguranea
dos navios que eslaa luiioeados no seu porlo.
Escrevtm de Calalz, que a quarenteua de qualro
dis que ha pouco foi novamenle posta em vigor nos
porlos russos, sii sera applicavel as proveniencias do
Bo.phoro. Asseguram alem disso, que a commissilo
das fronleiras da Bessarabia acha-se actualmente
em Arkermaui, onde espera novas inslruc(ct, e
que n.lo se dirigi a Ja'sy, como ja havia annuncia-
do o Jornal de Con 0 Soucelliflc de llambourg publica algumas n-
diracaies icerca do routeudo da nota diplomtica en-
viada pela Porta ans signatarios do Iratado de Paris,
>>lalivaincnle Ojetala* da uniao dos principados
Nesle documento qniz-se demonstrar que a reunan
da Moldavia e da Valachia he contraria ao. inleres-
ses do equilibrio europeo ; mas consta por oulras
informacries recebulas de Conslaoliimpla, que o sul-
13o modificara coiisiilcravelmenle o seu modo' .le ver
a esle respeilo.
At agora a Franca, a Inglaterra e a Itus.ja erim
as nicas potencias que tiiiham eoibaisadores junto
da Dielt germnica em Francfort.
Assevera boje om jornal lleatio, qae a Sardenha
a seu tumo se faro deutro em pouco representar
junto delta assemhlca.
A Inglaterra, que se toostroii Uto conciliadora na
quei.n. dos alisiamentos, d moslras de nao querer
aceitar com tanta longanimidad! preteucao dos
Americanos acerca ria America Central.
A I iiiiw Iranscreve do Morning-.tdcerhner as
segninles olas do almirante Napier, sobre os meios
de defensa, e forra de Cronstadl.
Meios de defensa de Cronsladt.
Da secretaria foroos ao arsenal que esta magnfi-
camente disposlo, e abundantemente prvido de pe-
cas de artilharia de todos os calibres e de ludas as
dimenses. Vi all o ciaban turnado em Od Oa.hu-
ry e urna bandeira que moilo se a>semelha a bandei-
ra do gurupezda I man.
Do arsenal partimos oa carroagem rio governador
para o molhe, e descend) da rarruagem embarcamos
para ver uns selcnla e cinco barcos a vapor que es-
lavam uo porlo armados de duas peetl de 68 e
de urna de 36. Silo na ver'dade muilo bonitos navios
construidos segundo os planos do grao duque, per-
feitamcnle disposlns para a defensa, e lem orna ve-
locidade de 8 a 9 nos. Tamban, vimos oulros tres
navios no dique, coja conslrurcao esla' quasi aca-
bada.
0< Russos lem iiidependentemenlc dos barros a va-
por. 14 bateras flucluanles armedas de I pegas de
68, perfeilaroente dispmlas para a defensa.
Estas baleras sao eonsliodas com grande solidez.
O costado he de ferro fundido de qualro pollegadas
de espes'ora.
A superficie do cuitado rai oblicando riesd.e as
porliuholas at a linha de lluctuacao, de sorle que a
bala que balesse nu costadu da batera nao s nao
penetrara,como encoutraudo urna lupeificie obliqua
rocochelaria.
Na coberla ha urna piala-forma sobro a qual eslao
motiladas as pecas.
Em quanlo a solidez da coherta estou persuadido
que nao he lal para que urna bomba que cahisse uel-
la deiasse de penetrar do painl.
Estas bateras flucluanles sao sustentadas por dez
canas chatas chelas de harris vazios, de sorle que se
urna bala ou bomba penetrasse, a eaixa nao se cu-
chen a, porque a agua adiara pouco espacu onde po-
desse penetrar.
Estas bateras sendo Trincadas tem urna velocida-
de de tres ou qualro n., e po lem ser collocadas on-
de seja neeessario. Desejei ir ao lado do mirle de
Cronstadl, mas i (guando em 1851 me achci all, a passagem eslava
fechada por nma linha de estacas, de Iraz das qaaea
eslavam qualro pesadas najs da linha e qualru fra-
gatas, e em fim, riclraz destas haviam lif) caohonei-
ras de rodizio, de grandes dimensoes, multo pesadas,
armadas de caolines de grnsso calibre, nao pudendo,
em lempo de cima, andar mais de tres leguas por
hora.
Setenta destas canhnneras foram construidas em
marro de 185i, e eslavam pruroplas qunido eu liz a
minha appuricAo. Comtudo aa boinhardeira po-
riiam tancar as suas bembas no lado da norte de
Cronsladt, alcaucar o araeoal e causar muilo daino
como o lenho dilo uo mea relalorio.
Antes qoe o almirante llandas lahiasa, Kussos
tinham disposto oolros obstculos do lado rio norte
para embarazar a ..provmacao das homhardaa, c te-
las fura do alcance ; mas nilu contenles com islo, es-
labeleceram direclameulealravez de Cronstadl, urna
barreira larsa de varios centenares de ps. em cuja
ronstroceao Irahalli ir un 90,000 homens lodo o in-
vern. As estacas estao forteineule rravadas.e os seus
lopos guarnecidos de barras de ferro,fieam assez bal-
xos para qoe se pos roeio de orna serra circula.. Detras das estacas ha
cinco hateras que ainda nao estao termnalas, mas
que o leriam sido proinptameule se a guerra livesse
continuad.!.
Setenta e cinco canhoneiras a vapore cento e vio-
le barcos a vapor de roaizo, e todas as naos de que
se possa dispar, eslao destinadas a proteger estas ba-
leras.
A' vista de ludo islo a Rossia nao he para riespre-
zar. Nao se puilem exceder preparativos tilo formi-
daveis. Contra similhaules meios de defensa, o al-
iniraole Dundas, ten.ln eliegada no meado de julho,
nao leria otda terminado, anda mesmo qu livesse
transportado duas vezes mais morleiros. Como o
lempo era mo, he provavel que a maior parle dos
seus navios livessem encallado.
F"orr;a de Cruii'ladl.
Se cincoenla naos de linha e 50,000 homens trans-
portados em barcos a vapor lenlassem nm ataque,
ulvez -Icaiifassem a victoria, con tanto que se nao
rossem expir os navios cutre MenschikolT o Crous-
lolt. e que os navios nao locassem entrando.
Alm dis,o seria noces.aiio que os n-vios da van-
guarda viessem ancorar em frenle das baleras, e a-
qoelles que o> seguissem lenlassem romper, a porl-
gem
da romo a ponle de mu navio e armado com pecis I para c.ta malfadada provincia.
de 32. que ser,,,,, no invern para evercitar os ma- Desde 1850. depois de urna lula infructfera e nas, nao se lembram da sollados ilotas, e ado- mostrar qu naturalmente l,a de apparecer a camla
rinheiros. lie perfeilamenle ventilado de Iodos os que tmenle produzio males para a maioria do par- ram a liberdade, amam o angosto monarcha brasi- I dos accionistas, assim como ha de raalisar-s. /,u.
popular da Liga, que muilos na Iciro, svmpalhisam com us ministros da coroa, e | pequen porcenlagem concedida au empreurin.
a A disposicaio do : IS ha de con verter a lai dos va
|e|Til_ .....ade, os inleresses, a gloria, o progresso da Do-
lados
Sobre
li 'lo sobreoiodo
a margem da parte de cima de Pedro,! ilesesperanca de melhor orle no futuro, e i i.raude, ha um forle reducto conslruirio de I tieverem reforma alguma na tyttem eleilnral que riignnl
DI abriSliat .las violencias policjaet. abauriouaraio | c;lo.
Km toda a ilha ha re Inrin. ; sobre u seu lado or- o campo verliginoso da poltica : oolros, maisrheios
ridenlal comei;ou-te urna unta forlilicarao, e entre de fe, abracaran, a politied jii-liceira rio finado l>r.
eta e a cidade ha una linha continua la de redoc- Olimpio Machado, e apoiaram a sua administracao.
tol. Assio, (resmallioii-si- e qtias! que desappareceu da
A muralha he construida de pequeas podras, srena o grande) partido liberal, quasi que sera um
qoe podem como Bomarsuud screin fcilmente de- | urgilo que o represente na provincia,
molidas. I Com a reforma eleiloral. pregeda e soslcolada
Ha tambern um fuso rom esplaoada. j pelu Ilustre finado Paula Souza, e boje adoptada
K-quecia-me dizer. que a eqoqagem de urna nao por um gabinete que lem suslentario e posto em
de linha compoc-se de 800 hoiiieus, sem cantar us' pratiea a idea do eonriliacAo, nomcanrio ariversanos
mechanicos. polticos para admiiiislradures de provincia, com
A relarao seguinle dar' urna idea da forca de a idbetAO dos homens emncnlcs da opposiro, e
Cronstadl, pos que faz rouliecer o numero de forles! sendo essa polihea toda de paz e prosperulad para
da prara e o numero de caolines co-n que olao ar- [ o piht, e mais que ludo com a liberdade plena que
I loil
lilhados.
Fortes de Cromladl sobre o mar.
Forle de Mensclukoll, quarenla e seis pecas de ar-
tilhaiia.
Rishank, 190.
Alejandro 130.
Pedro, u Grande, til).
t) molhe lit).
Redacto n. I 20.
Cronslolt 80.
Sobre o iiiulne interior 20.
Talel 688.
Nao exisle provavelmente neulmina lorlaleza mais
forte que a de Crentladl, ejeeptuaudo aquellas que
so quasi ineipuguaveis pela nalurez.
{A Sarao.)
os os polticos dezejam de coracao ver Irausplau-
lada na. eleicoe*. seria al om crime se nos conser-
vassemos no indilereolismo e nao nos empenhasse-
mos em organisarmo-nos de novo, e Iratassemos por
meio da poderosa voz de mpreosa de calar nos ni-
mos da parte Ilustrada, moralisada e honesta da
popularao da provincia as sans ideas de concordia
e e-querimeiito do passaao, que tao proficuos e sa-
zonadas Inicios prometa para o futuro.
O nosso pensamento fundamental he a concilia-
cao sobre as bases das reforma', e sendo esle o nos-
so ponto capital, trataremos de deseDvolvr-lo im-
pamente em suhsequenles arligos.
Declaramos que fazemos oppogic^lo franca e leal
ao actual administrador, o Sr. Croz Machado, por-
que nao o julgamos apio para por em pralica o
magnifico pensamenlo do actual gabinete, porque
fallccem-lhe o tino, o habito administrativo, o es-
ludo, os ronherimenlos e o tlenlo necessarios para
collocar-se a par da siluarilo, como ja o lem cabal-
mente demonstrado pelos seus actos desde o rompi-
LISBOA.
5 de selcinbro.
Tveni apparecido no Porto ullioiamente alguns
casos de urna febre qoe o consellio de saode, depois
de escrupulosas indagaees, qnalilicou de o febre
amarella. a
Torna-se pois indi.pensavel Ido o cuidado, loria
aseverilade da polica .anuaria para que esta mo-
lestia, qoe por ora se diz localisada em un, so ponto, a S '" i J57 -obre os nossps hombros o pesa-
nao asioma o lerrivel carcter de urna epidemia. ?, 7 ""S* ^Conaliamo, calculamos
O conselho dt saude. pelas iuformares minia- i "le"s'? (1a n!,5,a n",silu' e Pq"! odios
mente colligidas, parece ter alcaiu-ado "a convtecao "",* *p<"loa1 e '"clivasque nos seriara talvez lau-
de que as duas barcas.hoje surtas no Douro, a leu- -, 0S pr "|Ku,"llue >,: apregoam como misionarios
los melhorameiilos moraei e maleriaet do paiz. e
ment da quarentena at as recentes elrices muni-
cipaes. onde a compressao e as raedidts policiaes
foram a faila usadas e abusadas sem o menor re-
boro.
ladora e a Duarle IVl sao o foco deste mal im-
proprio do nosso paiz, e quasi nelledescnnhecidn.
Se assim be, como se explica que a conselho nao
tenha ja rielermiuailu as providencias naturalineole
indicadas como argentes '.' Como se explica que o
governo nao tenha ja exigido que sejam adoptada.
sem demora, todas as precauc/ies que a polica me-
dica prescreve em casos de tao recuuheciria gravi-
dado ?
Se aquellas duas barras estao havi as como infec-
cionadas pela tolorldade sanitaria competente, o re-
medio urgente e itnprelerivel he snbmergi las uu fa-
oiii' no enlantn lornam o jornalismo em pelouri
libo onde iiilliugem penas as reputaees de seus
rnnciihlos e reduzem a mera individualidade as mais
alias e unhres questes.
Nao desceremos a e.e campo, e nem apaubaie-
mos a luva, quando individualmente nos for lanoa
ria ; porque a base da Beata poltica he a concordia
rie lories os caracteres li.me.iin, moralisados e rec-
ios, he o accordo das opinioes pelo olvido do passa-
ilo e pela necessiuade coromom de melhorar a si-
tuacin. ; e assim nos maniremos oesies principios,
afast.indn para longe rie nos as
ze-las ja sahir para uude flCam nina rigorosa "qua- .""i""! '""' '""'' "," "'" a' Personalidades tanto
rentena. quanlo or compaltvel com a ordem e successao dos
Nao dnvidamos. nem por om o-lanle, de que os i ,lc1?*'
donos e intere-sa los oestes navios hesileiu em se so-1 '-------------------
geitar sem resisleoc a a urna medida, que, e-nbora ^ NAVEGACAO FLUVIAL A VAPOR,
seja rigorosa, se torna imlispenstvel.e uigcnlr. .N.io O profsrcuai rie um povo someute porie existir
suppuuios qoe ninguem auleponha os seus inters- "."'""'o > riao as niaos, quau.lo se desenvolvem si-
set, oa falle em nome delle-, para comhaler ou con-' ""'Uaue:' e harreonicamenle a agricultura, a indas- I
Irariar nma medida, quo deven,.' reputar de salva- !r^*.f '""n'mercio com as esplendidas coiiqiiislns da '
C.ao publica. A cidade do Porlo, que lautos teste-
muiihos lem dado de generoso amor pelo paiz, nao
sollieria de cerlu que all te Icvanlatsem resistencias
ac?;ao policial, quaodoella quizesse proceder com
razao tao fundamentada.
Em uome da bumauidade vivameule interessada
nesle assumpto, pedimos a > cootelho de saode toda
a soa atienca.i e severidade, e ao Koverno toda i
forja e imparcialidade que us circumstaucias no-san,
leclamar.
Confiamos snbejamcule na rii.rrir.in e deiinte-
resse da classe commercial da segunda cidade do rei-
no, para termos j,, por cerlo, que nunca de lase le-
vai.larao clamores conlra n rigor que se tornar in-
dispensavel. Se, o que Dio he de esperar, nesqui-
nhos inleresses iodiviiuaes se insurgireui cootra a
severidade de urna polica discreta, nao deve o go-
verno vaeillar ; emp:egur lodosos meios contra
qualquer opposiro insensata.
O paiz nao pode Iranquillisar-se teslemunhando
tamaita iuaccao em presenra de caso tao grave.
aa
Jornal do Commercio de Lisboa.;
Emuma-azeta de Washington, II de agosto de
1856, le-se o seguinle :
A nnmrarici de Amos II. Camine, cuno consol
do Panam, foisubmellida honle.n ao senado ; igual-
mente, a de Mr. Clemeuls, de Georgecown, I). C.
como cnsul de Periiainhuco ; tice William Lillv.
removido por causa de extorr,es, obrerarregadj"e
einpenhado em negocios particulares, sob o uoine rie
seo irm.i'i, o que lie contrario a lei.
Os negocios no congresso se achain em om eslado
exlraordioariu rieeicitaineutu. Em ca-e de uecessi-
,.'.a(l', t propor amanhla um adiainenlo. I.ew.t
ORIGINAL DO DIARIO DE PERNAMBUCO-
j DE OUTUBIIO DE 1S56.
Em om dos naMM lolhelius passados demos ao.,
leitores tima milicia relativa aos lelegraphus eleclri- re*,'**do1 nao de lucro algum para a empre/a, e o
eos, a esla maravillia dos lempos modernos, cuja 2",er"" 'os'eubriiario a salisfazcr a iinportanrja to-
micialiva perteuce ao illuslre I ranklin, ,: cuja ap- '*' rt" R^ranlia du juro, o que Hato he crivel, a des-
plicaro lie una das alorias desle socolo ; nas eiil.ln pela '"O"!1! "3o exceder de qualrocenlos contos de
o nosso Irabalho linba por objeclo esla grande des- *
robera sob o aspecto meramente abstracto e espe-
culativo.
terno urna proputll feila por orna casa ingleza, que
goza do mais alio crdito. Esla casa ja lem cons-
truido telegraplu elctricos em varios pontos da Eu-
ropa, e encarregou este negocio a ama casi portu-
gueza, estabelccida na capital do Kiode Janeiro, que
inspira a mais elevada conanc,a commercial.
O .'remenlo aprescolidosiia proposta he de oilo
mil cootos ; a obra sera feila por empre/a, e os pro-
ponenles se limilam a pedir ao governo a garanta do
mnimo do juro de 5 por cento sobre o capital de
oilo mil cotilos de ris.
Ora, anula quando esse melboramenlo, depois de
Se esla tentativa livesse bom resollado, n alcan-
zaramos provavelmenle vanlagcm sobre a esquadra Campbell merece grande crdito pelo seu lino em
rcariam as suas tropas pr?m,".v'r.
e os barcos a vapor desembarraran! as sua;
na muralha do lado do mar.
Se nao se conseguase romper a porlagem, haveria
nina grande confosao, e ninguem
acontecera.
Seria tambem neeessario ter urna forle reserva pa-
ra substituir os navios que cassem a Iravez das ba-
leras, no caso qoe estas livessem feilo calar o seu
fugo, o que seria mais que provavel.
Se ludo fosse hem succedido. Crooslarit poderia
ser lomada ; c se ludo se malograsse, e esquadra fi-
caria perdida.
Ninsuem, excepto o Times, se lem oceupado de
Cronsladl. Disse-sc que nao era neeessario exami-
nar como se poderia sahir de Cronsladt e que bastiva
somenle uceupar-se rie como se harta de entrar.
Tenho frito ver qbe a passagem do norte esta' for-
tificada com tres orden, de selleiras, c qualro bale-
ras construidas novamenle, de orle que fechan, a
passagem.
Na muraHia do norte nao lia artilharia, mas
lem por ubras exteriores tres reductos tiero anuba-
dos.
os bilis iie apropriac
0 bil do senado para a prole, rao das desroberlas
a ameriranai de ilha- de guano lem a eordeal appro-
"de dizer o que va5il0 do Mr*lrio de eslado, e de luda a comini-ao
I sobre as relaces eatraugeira. Pastar immediala-
menle na cmara, se os memhros se oceuparem com
elle, como devem sem demora.
1 m novo b II para a paciliracao de Kansas fui pro-
posto pelus republicanos, routendo a anuullncao ab-
soluta de loilas as leis .le Kansas, e a eleicao le urna
nova legislatura. Tem por si o mus arrente apoio
do governo.
MARANIlAo.
lima nova era diera de fecundos resultados para
o nosso paiz, urna era toda de esqaecimento das lu-
las esteris c rodes ri-. passado. e prende de espe-
rances uo luluro, se nos antolha.
Todos os homens omneme, do paiz, o marquez
de Paran', os Souza Franco, os I liorna/ tjomes, os
Sobre arlado meridional, enlre Bisbank e a gran- Torres Homem, e oulros, abrararam idea de con-
latatHajamchi. da juslioa, e da verddr. Uesligai assa
uniao linrmonica, eslabelecei .> desequilibrio e ve-
ris que n povo permanece estacionario, e vegeta, e
nao vive. alfasta-se do ciiminhar, humanitario. O
que siicc.ile au individuo, que uao se pode alnnen-
lar onieamenle do pao material, mas lambem do
pao do espirito, saccede as naques, humaiiiriadc in-
teira, e niin be que vemos diariameule a polilica
rio venlre, os mellioratnenlos maleriaes, a ancora
Miradera dos estadistas lilipulianos ser apreguaria,
encareci'la, feslejada. e em parle uesciamenle reali-
saria cusa da in-liuccin, ria mural, e dos desper-
dicios pnlilic.iia. (I melhorametilos material desa-
coinpanhario do melboramenlo moral e inlellectual
he um absurdo, e esla poca de transiccao porque
vamos p i-.'n lo claramente o demonsl'ra. Nao lia
adininisiradores, exreptaaiido-se honrosas excep-
ces, que n.lo leiiham nos labios, que n.i i gesiiro-
lem, que na hr.ideni com a funja impetuosa dos pul-
in-s em melhorameutns maleriaes. em vias de com-
munkacao, om ferros carris.em colonisarao europea,
em navegar,, a vapor, em soberboscanacs, em aper-
feroaineulos agrcolas, e nao ha poder humano que
os obligue a visitar urna escola, a desenv Iver as ln-
lilialheras. a derramar a inslrucco, a despertar N
biins estmulos, e em querer vao assim realisando a
fbula do animal fascinado pela somhra. pulilica
: de qualquer presidente nesle pobre Marimba i he or-
dinariamente um supplicin de Tautalo, e o povo he
quem sollre, geme, e delinha. Se o assumpto nao
Tora batanle grave, por cerlo que poderamos di-
zer que minias adininistraces presidenciaes podem
ser compararias com o.lrabalhar incerlo e vagaroso e
impotente do caraugueijo, o assim deve ser porque a
inlellisencja lacanlia e microscpica de certos admi-
nistradores por mais que se esforc, nao sabe cunee-
ber os elementos cmlisadores, e Iraduzi-lus a prol
da liumaiiidade.
Cala um intenta um novo melboramenlo que ah-
sorve as rendas provinriaes, e nao rcalisa qualquer
idea grandiosa dos seus anlccessores, porque seme-
Ihanle proceder seria um labeu, urna vergunha id-
miul-lrativa, e o resultado he coovencer-se o povo
qoe a hihilidade a nsen-alez, a ignorancia, e o or-
gulbo sao qualnL.de. exticas que ainda enraizam-se
e prospralo e frurlilicam nesle muu lo sublunar. E
quando seappella para os fados, It tvem a historia
que nos apunta para os operarios do Arapapahy ora,
larcando as obras incompletas, ora alirindo o canal,
ora (rabalhando na estiva, e assim hade lalvez acon-
tecer a respeilo,de ontros que taes melhoramenlos,
que han de ser acabados pruvavelmeule la' para as
kalcndas gregas.
O desprazer que lemoj em coulemplar ,is obras
provinriaes incompletas, he o mesmo que temos ao
ver certos projeclos que bao de ser ainda realisados
a cusa da pessima applicara'i do imposto, a' rusta
dos eshanjainenlos administrativos. A Ici dos vapo-
merciaes nessas paragens se
nadas.
acham mni traosfor-
Csm etTeilo, boje o navios procedenles das diver-
sas partes do mundo, tendo de seitoir para o norte
da Europa, locam pela mor parle em um dos por-
los do canal da Inglaterra, para ahi receberem or-
desse melboramenlo de qoe me lenho oceupado, e
nao s em vista da ruiiveuiencia de rectennos mais
cedo urna carimba e una noliciazinlia, como se ero
geralnicnle. o
Semelbanle melboramenlo nao interessa nica-
mente provincia de Pemambuco, masas do llio de
dent, e depois seguirem viagem para um dos porlo, Janeiro e da Babia, assim como a todo o imp
sma Inglaterra, oa do continente da Eu- i mas ainda quando asstm fosse, nao h.veria exagera-
reis.
Segundo a eslalislica do rendimcnlo dos telegra-
phus elctricos construidos em varios pontos do mun-
fcntretanto, como o espirito publico enlre nos se i do. v se que por toda a parle o rendimenlo dos te-
necupa h"| vivamenlt com esta idea, e pede con, ar- legraphot atocneos ha sido sullicienle, nao id para
dor a respectiva realisacao, vamos anda dizer algumas ""'brir lorias as despezas, como para dar lucro as res-
,',alavr as acerca do objeclo. Irasla.laurio p.ra aqui tu- peclivaa empre/a-.
.,., quanlo sol,,,, esle assumpto refrri., o Sr. Augusto | Nao fallando nicamente no
ropa, onde possam vender os seus carregamentos.
Assim que se inlroduzir esse grande inelhorainen-
lo de nina va elctrica da cidade do Rio rie Janei-
ro a do Recife, os navios que vieren, do norte da
Eoropa ou do norte da America, em procura dos
mercados do Brasil, tocanlo geralmcnle no porlo de
c.ao em pedir-se a rcalisacao de qualquer melhora-
mento que directa e exclu-iv.enle interessa a pro-
vincia de Pemambuco, alleiirienrio-se grande ren-
da com que esta picrnela conlribue para a receila
rio Eslado.
Devo ponderar aos nobrea riepulados, accresceu-
Nts soric.Lides anligat assim coinu as snciedade
iiioiternas, o monopolio lem sido verdadeira lepra.
Aonde exisle o monopolio ce.sou u coiuuiarcio a
Itberdnde, na industria oe.timulo, eu salariodimi-
nue, e o capiltl desloca-sa, e a concurrencia mal
enlendidt aniquila falalmenle a producrao. O mo-
nopolio be para o commercio o que t lyranuia he
para a liberdade, e prospera a indoslria ficticia em
vez ria opulencia publica, e o pauperismo vai encra-
var-se no detgrieada consumidor, esoffreo capital,
o Irabalho, a economa, a agricultura, o commercio,
a industria, as fonles da riqueza social. Islo qae suc-
cerie no monopolio geral, no systema reslritivo, por
exemplo, amia he mais horrendo no monopolio in-
dividual.e nessa hypolhese o monopolisador be como
a sanguesuga cerienta engornilaodo-se no sangue do
raortbondo.
O que a experiencia nos musir, o que nos apre-
goi a -ciencia, a economa poltica, o Sr. Cruz Ma-
chado mostrou ignorar, e a desmedida inlelligenca
de Kossi leve de sollrer um formal desmentido no
5 1" da lei. que concede empre/a o privilegio ex-
clusivo da navegacao por unle anuos, po leudo ser
espacado o privilegio medanle novacao e contra-
to Mas, podem responder-nos, o espirito de asso-
ciacao be mu limitado na provincia, o capital nao
se accumula, nao lecuuda, ou de.euvolve a pro-
duccao e sem o estimlo as tmprezas nao viAgam,
n.i.i leremos vapores.
Segando a nalarvza das cousas a objeceao ha de
nenhum peso, nao tem signilicacao alguma. Aonde
o capital prometter lucro, para" ah elle lia de cor-
rer, ha de accumolar-se, ha de svrar, ha de enri-
quecer o capitalista, ha de fecundar, ha de estimu-
lar a proiluccao, e quando apparecem no mundo
econmico semelhanies prodigios, a i.i/.n he obvia,
hoiive esperauca de ganho. o capital accumulou-se,
fecundou, fruclicuu, e essa accumnlaca i de capital
symholisa o poderoso elemento da associacao. Se
a i'inpt i'/1 dos vapores, sem o auxilio do governo,
siquer nao promelte o juro do capital empregado,
nenliuma empreza por cerlo poder vingar na pro-
vincia. Mas, a lei he previdcule, cou.loeu-se do
infeliz emprezario, e bo S l!l roucede quarenla e
oito contos de ris de subvencao, e, como cem uu
duzenlos contos sao apenas sullicientes para urna
boa fundica, cincerie Isinbeu, u empreslimo de
viole e qualro conloa, sem juros pur espnca de cin-
co anuos, para moular nesta capital urna pequea
funilicio. ou para melhor dizer urna forja soflrivel.
Calculando- empieza durante cinco anuos o beneficio de seis eon-
los e seiscenlos mil ris, alem dos quarenla c oilo
contos rie sobveocao annual.
Se admiltirmos a hypolhese rie ser necesario um
auxilio para semellianles emprezas, que nao podem
medrar e florecer por nao existir derramado o espi-
rito de associacao, parece-nos que recebendn o em-
prezario os beneficios designados no S 10 devia sei
desnecessario o monopolio, devia re.peitar-se a boa
concurrencia, que sempre acrrela em favor do pu-
blico a diminuirlo dos Iretes e das pas que rereio poderla ler una empre/a subvencionada
te appaiecrs-e outra que o nao lossc'.' I) terreno
era desigual : una linha a subvencao e a outra nao
a linha. Mas. pmlern responder-nos, se u.io houver
estimulo nao (eremos emprezas, nao leremos vapo-
res. \ Imitlamos esse luminoso raciocinio, yata*
inde Pois, se urna empreza nao pode vingar com
orna subvencao cxcellcnle, como po lera vingar ou-
tra qualquer sem a -ulivcm. 'm e muilos o'itrus ex-
tremosos favores'.' O que devenios concluir? A
coactoiao he o aburso, a conclusao be u upprobrio.
Ningoem arrisca o seu capital sem a esperanza do
lucro, e daln nasce a concurrencia, u fenmeno vul-
gar da baralezado preco, u. omino I js para o pas-
sageiru na diminuir.io das pasiagens, e para o com-
mcrciantr, p.ra oagiicullor, e para o publica na
dimiuuirao dos freles. Assim beque deve ser, po-
rem uoS I" enraiza-se, e nao ha quem o po-sa ar-
rancar, o tremendo, o pertinaz, o inflexivel mono-
polio sacrificando o interesse geral ao tnleresse in-
dividual, rehilan.lo o principio iuvariavel que regu-
la o preco conforme a procura e a ollera. As li-
nhas rio Itapucurn crio Mearinl sao as qua aclual-
nieiile prumellem maiores intereses, e la esli o arl.
I" aulorisando o inlegerrimo, o Ilustrado, o beoc-
menlo Sr. Cruz Marhado a contratar junta ou se-
paradamente as linhas da navegacAo fluvial por va-
por. He muito diflicil apparecer um emprezario que
iullamme em amor ardente ria patria ; as virtudes
estoicas de Cali i no corrompido seculo de hoje en-
Ihesouram mais escarneo que louvor : o. melbora-
iii'.ii i. materia;*,a pulilica do venlre e o individua-
lismo lavram, gangrenam, Iruci.lam o corpo social,
e nao havera que estraohar se for celebrado o con-
Iralo uniraine.nl; pira as duas lindas do llapuconi e
Mearini
Ha nu S 18 oulra dispotirilu qoe dcsmenle os prin-
cipias econmicos, dlsposicao qoe faz segunda vez
correr de vergonha, o venerando vullo de Ros-i. Os
emprc/.arios hiu de receher, em remunerara de seu
Iraballio, 7 por cento em acc,0es beneficiaras, corres-
pondente ao valor total das ac;e<. Ceralmenle
quaudo o emprezario mienta uma empreza, mne-
se com don. ou mais capitalistas, e (omam as aeces,
e ganham se ellas sobem de valor, veudendo-l, e
per l-in se descem, guardando-as. Batallada o agio,
as IC(e< devem sohir ou riescer, lia rie liaver pie-
jui/ooii lucio, e empresario! enriquecem-se oo
arroinam-se, c riesle modo nunca podem estabelecer
urna colai.'i lixa, nao podem .inferir um lucro
cerlo.
A lotlra, o espirito da le dos vapores concede ao
emprezario al 7 por cento em arenes beneficiaras,
e he natural que o emprezario pretira ot 7 por cento
em vez de loo 5. O emprezario ha de receber do
accionista os 7 por cento, e para que se realise "eme-
Ma ule operaran he neeessario qne o accionista se in-
demuise dessa porcenlagem, e que lire o joro do ca-
pital, e a empreza deve dar pelo maiios 15 por ceu-
lo, islo lie, 7 para o emprezario e 8 para o accionis-
ta, se o juro do capital for 8 por cenlo, e, sendo o
(lores n'uma lei pessoal, e a nu.a itccontianea in-
da mais se confirma com a nilegr do >) 1. Alu de
lermim-se que os einprezanos de mais I. nula ee-
C/ics nao beneciinas, lerao a gerencia da rnsnpa-
nliia durante os cinco priroeiroa anuo-, >.,,. pHle
haver dtapniell Mata anle-eonomica, mal. nu.,.,..
mais absurda. O que determina o i |8, o qne termine o ; 1! au he da cnmpelencii do poilei le-
gislativo, e nao pudia ser -ato clonado pelo poder ad-
ministrativo. Arabos es.es poderes nao devem iiik-a-
rir-se em cousas que Bato da competencia do acciaiiiis-
ta e do emprezario os aicos habilitados paira eleee-
rem os directores, o designaren! o numero, a por-
cenlagem e o lempo, lis estalalos de uma emprea
commercial nao se podem considerar como svuoiuins
de nina delermina^ao legislativa, e em materia de
eonfiauca uinguein melhor que o interessadu saliera
deliberar.
Embora nao quena o accionista, a lei ordena-lne
que d uma porcenlagem aos emprezario-, e qae ot
nomeie procurador pelo espacu de cinco aliase,
ainda ine-mo qoe nao lenham as halulilac-.e. n.rr--
sanas. Suppondu o administrador inepto, descuida-
ilo, inhbil, iniiaelivo, cuno queris que a emprera
llrese 1 Siip,ionde-o desacreditado, como queris
a coufiaiica, a arcumul.n;,io do capital, o espiritarle
associacao ? Al lran.arroescoinnierci.ir. n.io -e pren-
dero ii'uiii circulo dt ferro, e o zelo e t aclividade e
a inlelligenca e o crdito mercantis nao te adqai-
rein, nao se eslabeteremeom a mesma facilidaM qae
pode liaver na sanre.i,, de uma lei tbturda.
A illustiaia reilace.io ,lo Observador > ja mos-
trou evidenleinenle que semelbanle lei nao devia ser
aanccioiiada. e o Sr. Cruz .Machado|..incriafjaa-a. A
dispo-iro do 5 -JO he por de mili exlraordmaria, a
qualquer presidencia ineileclida pode sepaltar taril-
menle os recursos da provinefa na limpezi dna rio..
se u poder legislativo nat leit do nrramenlo n.io Ina
pozeram cobro. O arl. I." aalorisai presidencia a
contratar a empreza, precedeudo o concurso que jol-
gar neeessario. Nao insistiremos na necessidade do
concurso, nem a demonstraremos, porque a existen-
cia do sol lulo se demonstra, e assim mesmo no.
consta que o contrato sera celebrado a poilat recita-
das. Nao o acreditamos, e se o acreditaaimr-> mili-
to foliaramos ter a sorle du falso prophela.
{.I CoHciliaro.
I itJtMAMJIBCa.
res confeccionada na se'sao legislativa provincial des- I capital da compaulua qualrocenlos contos, ha de an-
te anuo, e sancciooala pelo Sr. Cruz Machado he um I ferir de ma.i heijaria o emprezario a quanlia de vin-
exemplo adiniravei. Nessa lei cerecaram-se os inte- I le e oilo cotilos de res. Se a empreza nao promel-
resses pblicos e u espirito de associacao: o mutiopo- ler muilos lucros essa porcenlagem do emprezario
Asia ; de sorle que, sem altender-se ao alcance que
elle lem como medida de poltica, qoe na realidad
he immcuso, e que a intelligeiicia mais curia reco-
nheccra, purin nicamente nb a relacao commer-
cial, corno nm verdadeirn melboramenlo que leude
a dar a nosso commercio a direccao que deve ler, a
cnn-trocc.io de ntn lelegrapho be'medida que. por
assim dizer, inlcressa o commercio rio mundo inlei-
com o Brasil.
meen na Veneza Americana, ella be boje uma ne-
cessiilarie luanle, que preoecupa a torios os espri-
tus do paiz, e he promovida com grande aendamen-
I na praca de Londres, essa bolsa do mundo inlei-
ro, cujos capitaes apenas desejam uma possibilidade
de sabida para (ransporem os limites da patria, e se
tranformaren) em fados nos paizes estrangciro.
lm orna poca j um pouco afaslada deste traba-
Ibo, nnliciamus aos no.sos leitores que se projectava
inaugurar em nnssa provincia uma industria que
rea-
I rrnamhuco. o qual, em consequencia ,1a sua mag- ta o Sr. Oliveira, que a provincia de Pemambuco,
apezar de nao ter recelado rio g>
nina c vantajnsa po.ii_.in, siluadu na parte mais sa-
liente e oriental da costa, olfertce-lhes Tacil rumo
para depois se dirigirem a qualquer mercado, ao
norte ou ao sul, onde se rinla a falla dos producios
que tragam.
Enraminliado o commercio por esla forma, ha de
lomar enlre mis uma nova face, pudendo deat'arta
ser mais prumptamente satUfeila. as aecessidadet
commerciaes rie qualquer Incal la.le, nao so com
d.Hlliveira, n** da caroara do. depulados. de pulaeao lem lirio erando desenvolvimeulo.'
s paizes cm que a po.; proveito nico rio commerrio rie importado, n
<;> de julho, prox.rrlo passado. "r""..... "" 'V""^0 ,em '!" *'Z '"vlimenlo. e se a-
,-- i,,i,1JL-. Zliarfa. i1 i c,lam Pm rondiroes mullo mais avoravcis do qoe o
Iriliremos mais da idea sob asperlo scien- I nosso. v-se qu. na propria India, onde dvilisa-
|,|,a nao fallaremos na sua ongem, nem as ,i,ver- cao moderna Im fcita pouco progresso. o re lia lo
m lel.l.VM que precede.am a sua deliniva rea- | ,ls primeiros ...MO. de vias elec.ncas. nrriu,-,-
lisafai. ,,. anj pflj primea, ve/, be mu Itsongeiro o ren-
A sc< na rie Agamemnon em que Kschvlo figura o 'limento lem excedido a todos os clculos mais exa- eo a que algumas vezes lem chegadn na corle
.igual qce sobre O monte Ida devia aniiumiar a -erario, feilos anteriormente is cons!rucc,ocs. 1 "iilros pontos ot gneros alimenticios
Cl> lemue dra ,. laclo da lomada de Troya, ,, ils f. | |.,|e ,ron|errr um lelegrapho elctrico nue i ^ Europa, comprelienderemos fcil
ainda rom rumenles vanlageus para os consumido-
res em tanto pal _, vanlageus que. no que respriti
aos gneros alimenticios que nos ven, du estrangei-
ro. han de influir necesariamente na sorle das cla-
ses menos favorecidas da noss.i soeieriarie.
Se considerarmos por um s momento o alio pre- j respeilo.
verno geral todos os
auxilios que ella lem todo o direilo de esperar, he
boje a segunda provincia em rendiinenlo ; a sua
renda geral, segundo vem calculado na tabella au-
nen ao "remenlo, ja p-ssa de seis mil cotilos ; por*
tanto, bem v a cantara que uma provincia que lem
tirio tao grande incremento em sua renda, que be
hoje superior a da provincia da Babia, que em an-
uos anteriores era muilu mais elevada, he suscep-
livel rie muilo maior incremento, logo que se ulli-
me a obra rio melboramenlo rio seu importante por-
lo, e que se emprebcuris a ronslrucran rie um lele-
grapho elctrico.
nanlo as vantagens nalur.ies do porto de Per-
! nambuco, nada de novo se piJe dizer a semelbanle
gueira, acf sas MO) que os aiiligo Callos participa- parla do Btu rie Janeiro, pas-e pela Babia e
raiii ti i no vi metilo dM excrciUM tle .,pi,ir, j n,i, fjj_
fH parle da1 ttots p^HlaUUtf. iipm a* haii leir.is de
lr.mcrhm^kH'1. nem iao pouco um l.noes, eom qne
*<> i uiiirMu l.in '*- I* esijjOrtdMs nticas nniiuniic,.-
v.iin a* orli'u- UMa coinplicttt.is h i n. ii -- os vimm i\it>.
MI esqaadrtt. Fallaremos da idea smente sol, o ,., eja .la governo a somina lolal ria garanta de I rica., o preco de uma barrica la
aspecto de su. prxima real.sar.io en re nos. :,._ ,,,, nMle ,..,.., sacriliri- seri n,...... pe- I coenla mil res, ao pass,, ,,Ue seis
-.mando na cmara temporaria e lisrulia o orea-1 queno, -, oomparacio das immemai vinlaatns quo
inepto da manaba, o Sr. Augusto de Oliveira apr- i bao de resollar Oc*e aovo melrnramcnlo.
...o-- da orres.; o para ol,citr do govnrno ir- | |'ndo .leparle as vantagen-, politieaa e -icines
i.irn.ic.-es arerra du estahelecimento de um lelegra- '
venlia
a e.la cidade, nao do nos primeiros anuos uma ren-
da sullicienle para cubrir lorias as desperas rie eos-
lijo rios juros ,1o capital empregado ; ma., almit-
lindo-te a hv pul hese menos favoravel, islu be, que
i este lelegrapliu nao renda um real, e que a cuipre-
deque o commercio liver essa faciltdade de cotn-
inuiiicacau, llavera por toda a parte ccrla igualdade
us precos.
. Muando n auno passado, riiz o Sr. Oliveira. eo
cnibarcuva-me para e.U corle, o riepo.ito rie fari-
nlla de trigo era em l'ernamhiico apenas rie JH) bar-
ubido a ciu-
.s depois. che-
em i A llivina l'rovriencia, dotando esle porlo com
que nos vem I uma tao vanlajosa e excellente poticjlo geograpbira,
mente que, des- collucanrio-u uo ponto mais salicnleeorient.il da
costa do Brasil, parece que em seus altos de.lnos
indicou dever ser elle u ponto donde devem partir
as primeira. cummiinicaces, alim de que o commer-
cio de rerlas parles minio Importante! do mundo
com o Brasil se faca pelos novo, -yslemas adoptados
nos paizes mais uivilisados, e de mancira que pro-
du/.a a maior -omina de beueliriot, nao s para o cs-
Iraugeiro, como para o no-." proprio paii.
Banda en a tela r.irte. toube que o prero 'dee ^e- I Compre accre-rrnlar que pan-ce que a Prnviden-
nero era nqiii apenas de melade. cia des!non este porto para-er o pool., rie escala e
F. para que nilo e .le esa, grande designal.la- i a eslac.o natural onde, nao i por interesse proprio.
Assim, i.'iid.--' em ron-iderarj,, a magnilude da ,
empreza, nao ha razao para que recueanle urna des- realisaria um grande melboramenlo ;ias oossa
peza de quatrocentos contos de reis annuaes, que he ','es polticas, sociaes e linanceiras.
o mais em que ella poder! importar para o Estado, KntAo a i lea ainda n.iu se achava sullicienle nia-
na hypolhtse mato desfavoravel. dura, e por isso nos abslivemos de Tallar oulra vez
Embora a nossa situaran linanceira nao seja mu sobre esle assumpto ; mas como as cooriiroes de rea-
li.oiigeira, romtud" a despeza proveniente du esta- lisa^.lo se vHo tornando cada rita mais possiveis, jul-
hclecimenlo rie um lelegrapho elctrico da cute pa- gimot o momento opporlano para sermos mais fran-
ra esla cidade iiAo be 1,1o exagerada, qoe nao eslea eos para enm os nossos benigoos leitores.
ao alcance das furcas rio. nossos cofres pblicos. Otieremos fallai em orna empreza qoe lem por
Eisem resumo as ideal do Sr. Aoguslo de Olivei- objeclo estabelecer oesta provincia ama fabrica cen- I cadeza nu a complicac.lo dos novos apparclho-.
I.ECIFE DE OUTUBRO DE 1866.
AS 6 HORAS llAMAMItl.
RETROSPECTO SEN.ML.
A quadra he estril de aconlecimenlos para o jor-
nalismo em todas as pangeus. lis iiutsos correspon-
i denles europeos, e as rummaoican'ies qae recabe-
mos ria capital do imperio e da* oalra* provincias, se
queixam mu.linele deste eslado, mas tem embarga
o publico rus- noticias, e he l.nea sal.fazer ot ca-
prichos .leste lyranno, cuja curiosidtde he insaciavrl.
I.' m a seule -abe que a grande prem upae.io ,!<
momeulo, e que alisorve a allencan geral, de ama
mancira exclusiva,sao as clein.es" de de navembra;
I como nao M lenba dado incidenla algum uolavel.
julgtmos ex cu-a do fallar sobre esle tssumplo.
A semana foi inaugura-la com uma extraordinaria
partida campestre da su.-iclade llerrno famuHmr,
qae esleve mni inleressanlt e animada : intere-.e e
animar.lo qoe eram augmenlados pelo pilloresco da
apprasivel silie onde leve logar e pelo perfume de
harmona que reioava enlre os convivas. O tterrrv
familiar, coma indica o seo ltalo modesto, era an
principio om passalempo em qae tomavam pasln
otln ou dez familias, mas ja h../e conla Irinla em sea
gremio, e i poreimoma e simplicidade qoe> astenia-
va em soa infancia ja vao sendo sutnlitaidas pelos
esplendores das grandes reumues de.ta ordem. A
reunies lem lugar lodts as segundas-feirts, sendo
divididas segando a ordem chronologica enlre o.
dillerenles socios, e ale o presente a mor-parte ha
sido dada no grande sabio do silio dn Cajaeirn, etn
rouseqaencia das proporres qoe oHerece. Se w.
nao engaamos u llecreio familiar acabara por lo-
mar om carcter publico. Cunto quer que seja, ka
um passalempu mu honesto qoe proporciona alga.
mas horas de agradaveis dislracc.ua*.
(I vapor inglez que eslava annunciado para o l-
timos diai domei, so cliegou -io primeiro dn corren
le. Embora a estrrilidadeem qoe irima rail.un,
la Ihe permittisse Irazer a noticia de conlecimen-
los importantes, comtudo a aua chegada, qae era
esperada com anciedade, foi bastante consoladora
para milita gente, porque veiu dttmealir u boalo
que corril acerca do estado de suppotla demencia
de l.utt Mapoleao ; de sorle que podem. concluir
que na nossa revista pas.adt.ao .tarn* etta noticia.
nao lizeraos mais que repelir um cnHar deste* qoe
abundam na Europa,nestas pocas de penuria em
que se acham lodos os jornalitlas. At lentativa. da
ni ler venen,, da parlada Inglaterra para com o raino
das linas Sicilia*, no intuito dequeel-rei de ap-
les modifique osen despotismo brutal, era o inci-
dente mais nolavel qoe havia na potilica europea.
Na despalilla continuara a obra da mais exagerada
reace.to absoluta.
(I vapor do sul que entrn no principio da scuia-
ut, trouxe a seu burdo n Sr. Jos de Vase. nrell..
que linha ido ao Bio de Janeiro rom a nn-.m de
contratar uma companhia para o nowo thealro. e
contla-nos que ohlivera que o Sr. Jo.,. (. let.ao do.
Sinlos assiguasse um contracto para vir a esta pro-
vincia no principio du anuo fuluro, trazando rom.i-
M os artistas uece pre.eni.ir.iie., duraule o periodo de Ires mete*, a
contar do I.- de fevereiro ao ollimo de abril. Este
contrato foi approvado pela directora do Ihealro, e
no vapor qoe lambem na semana parti para
o sul, eremos que fura enviada a respectiva partici-
paran.
Consta-nos igualmente que o mesmo Sr. \ascon-
cellos foi portador de ama proposla do actor I tonu-
do Joaquim di Silva e Joaquim Augu-ln da i.o.t..
os quaes se prupiiem a turnar a empreti do lliealra,
no caso de ser rescendido o contrato l.ucci ; o pri-
meiro destes artistas dirige nm dat theatrot da adata,
e o teguodo esla' na capital de S. Pedro do Sal, ca-
jo thealro isla' sob a sua direc.Ao.
A cultura da caima enlre n.Vs linda eta snjeila
o* velhos principios dos colonos primitivo*, quando
o Brasil era uine dependencia porlusaea.
Sob o imperio da ejrravidao tem limite., a gran-
de quantidade 'le bracos soppria pela oa supera-
bundancia a imperiolc.io do modo de cultura e dea
instrumentos aratorios.
ti labrico anida mais atrazado, apena* conh
machinas e os apparelhos imperfeilu*, qae |
tiam pouro com muila* fadigas e lempo.
Ilepois de Ires serulos esle eslado de censa* *e lr
nou estacionario, e se alguns cnsaios de progresa
bao sido tentad... pela expe leticia e habilidale de
pequeo numero de senhores de engenbo*. a appli-
cac.lo pralira lirou solada entre elles.
A generaliriade, por amalradiccln tao falal quan-
lo ignorante. *e ha conservado de sentinella contra a>
ideas de acceleracao, exagerando falsamente a deli-
ra acerca di possibiliriade rie prxima exeruro de
um lelegrapho elctrico enlre mis. Agitando esta
quesl.lo no recinto ria represeutacao nacional, fez
elle um servieo ao toluro do paiz, demonslrou
as roiidices de pralicabilidade ria idea, e reve-
lou ao publico em geral a historia das tentativas que
a esle respeilo se lem feilo.
Os lelegraplios elctricos, es|p fios mgicos qoe
ligam villa*, cita.les, reinos, pavos, continentes,
mondos entre *i. he boje uma cousa comiuum na
I. ir..[ ,, nos Fasiailns-ruidos e ate na India, e as
inmensas e fabulosa vanlagens que elles preprelo-
ni ni socedade e civlsarao be um laclo evdeti-
le e universaltneule rernnhecido.
1 .racas a iulliiencia dos capitaes e a omnipotencia
Iral para o fabrico dn assucar, a qual se acha mol I lina nova tentativa se esla preparando. .Nada
prximo da -na reailta$lo. Sob lodo* os aspectos mais exige do que o livre excrricn rio sen Irablb",
iduslha : qoer a prolrcrlo legal do aovrr-
devemns npplaudir a idea creadora desta bella em-
pre/a.
II Brasil agrcola, depois da stippresao absoluta
do trafico da escr.ividao se acha nece-sariamrnli na
impussiludadc rie renovar os seus bracos proriuc-
lures.
As lenlalivasale colonisacao sera.i tongas e dispen-
diosas, e o resultado para ser aprecia 'a exigir mul-
to lempo de experiencias e um futuro lougin-
quo
e da sua iii
no, a garanta pacifica da sua existencia, e n tr.uiu-
pho que ella deve colher aniquilara -em do.ida os
velhos preronceilos. desenvolver., o* progresso. 4a
industria do assucar. e coadjuvandu a experiencia,
encontrara muitos imitadores.
Al vantagens que tola a provincia ln de tirar des-
te eslahelecimenlo san ncaleulavei* : os agricollore.
a nao lata necessu. le de ama moenda, nem de
apparelhos
A acclimacao,los colonos ser s.mpre para as p,o-i:;';:;';''7, E2!Art*! ***"*?" : '/' !****
vincias do no',,, dn imperio o obstculo quas, inven- ',"," TZ2?'2l rxr,am'n*,"
lodo o auno e lorio, o. bracos rie que disp.
prni.ha cullura da calina.
uat loica e toda
'nm na
civel a emigracJIa em grande eaeala, a cultura da
da industria da t.r.io-llrelaitha. lord l'almcrslon an- | auno, a mal ardua rie tolas, praticade rab a lem- K*pecali- im I rie-l'arte I
muri., Me amia ., cmara dea eammaaame, peratura ardj|ie dos Iropic he pouco po.s.vel pan a ,aa ,ir|lvl(lilrt#- che-arto a nm producto mu.i.,
m;n-i roiiMilpratvel muiln melh<*r. que veiitter^u
nii*>cr|uenci:t *1h r.i[ile/. coro que >e elit everultii- i colonos iu
I qu> noco^;iriiinenln li.lo de resuiUr -\* idnprilo t\* de de preco*. em nhjer|o rmnmerriaes e rara nue o como iwr necevi l.ide prer.-a lorar lo(h
,,li eleclrico em M(N porlo. melhoMinenlo que *- .tid, e ronsider.n.lo-a .implesm^nie Mb a re-, :
wdentemente lia >le accclerar a nima grande/a e j ;a0 commercial, leMillmln ser prodisioso.
prosperidad,*. ^ hepni*. ila inlrodiiccio dos lele^raphos elctricos
Segunlo elle, sabemos quo foi sal*mel(id3 ao yo-1 na Europa e ein oulis paixei, as especularles coru-
- commercio poMaeotre utilero dwenvolfiflMBto que a ii.ivpcnc.aa de I..112
nr"i que e f.i/ do norlp da
em oulros paites tem elle lerehidn dessa* novas e I Europa 0 dM listado*-! nidos, nao sopara lixlo o
miiravilhosasiovencr.es da rivihsacao moderna, he sul da America, como ainda para ooatro lado da
que euuao tere duvida de pugnar pela realisarQo' cusa do mar Pacifico, e lambem para os mures da
lo o* irabalhos relativos ai lete^rHplio plcrin^o de
1 ninii,!'. m, esper.i\a que etn hreve o governo de S.
II. Itntauc.i tena em Londres noticias diiquclla
pirle do ntnn lo dentro de seis minutos e meio.
I ni lelearnphn oleclrir, litTando i'ernamhuco rum
a eapilal i.i torra da SunU-CrDf. e desenvolvemlo e
lobre todas as repnhlicn. d America do il, l'-rna-
ria a im-.i ridade do Itenfc n primeiro centro de
ciMhsar.'iii d<> conlnonte apjwreflDa, e urna di*- pri-
RDeiraacidadevdo rnunilo
.N um palaTra. ou e*ta >a tle coasmunieacJo par-
ta da ciddUe Uo Hio de Janeito, ou tenha o seu co-
pp' -
\ e\ceprao da rar.i africana c dn asitica talvez >
re*te a cultura do asMicar os bfroj indgenas. ,\*_
sim, lemo* para ow que he sobre e^la porran i,\., q.
lere^nfe da popularao qoe deveni"* fundar a p r ,11 t ila conaervc4o e do deaenvolvinieol 1 fainro
da cultura da canna.
rom toda r l.icilidddc, C o mellior produrlo *.-*a ven-
dido mais caro.
\ Ira da fiea'.-m de-ta fatojpl kf nitenainenla
trncela ; a tintina chegon <,\, m romo nm < h .
a i|i('!i.',n i aera igualmente ii.n"i/i, e o bom evi-
to da empre/a he Garantido plenamente peU e\,-t
.Nao nos l;e dad desenvolver aqu os meio* prati- j rn?::eia dos homens que se collocaram i Ma frent
eos p^ra checarmos a e^ta legitima esperauca. .\ i dipnlfl de muilos minm de residencia entre **.
snlisiiiuica. dos bracos livres aos brabas e*cra\os, he i Youtra nrtaiiaa voltaremos aobre e- ta
o alvo a que en lem toda** as DOS*.- aspiracAefl cena- com (odas Mtaaa particularidades : ho
rosas, e se nos na. engaamos, toda a Beata riqueza lie a inicorio clara c franca da idea,
territorial rfpoatl nesle resullado. i t lOiiatttVtlhrai.f
-umpto
je o principal

MUTlLSDa
1

ILEGIVEL



li O Si ?U rUd SEGN A FIUI 6 OUTU Rfl II 1856
0 priOMiro nl.-l.-iculii <|iie privitu Sr. Vasctin-
rellus de rcalis^r lim tl sna minim-O.. fui ralla
de arlisl s, c esperi .lu. nir da .lamas. P-'i- I'1'' nu
Rio alem d> tiabrietla e da Montan!, fue *mlt se
atliam contratadas, > nwu >"io enttdaSet.qoe nunca
I o.it-iHiit representar ppen iie forra. Tamliem
concorreu multo par* Mwurlliiiuie resollado o ron-
Inla l.ucri ; ntogaem se quer inetnmod.r para -
i|ui vir pof lio pouco lempo, e -obre ludo leudo el-
los urna excelleule paga.
tio da I leve lugr uuia esplendida partida no
palacio do oterno. Puncas reuntors desle '"ero
loni-se viitu aqni tilo brilhanles e ido concorrida<.
alculam o numeio il convha em m,ti> de qui-
linudas ptssoas : profusa?, elrpauria, Iranqoe/a, a-
inaliilidadr, dislince., orum o* rarrmerrs assignala-
do de-la fcsla mens.il, com qui> o Sr. i-onsellieiro
Sersio lem obsequiado os eos misos, e Mala m-
nriiMi concurso naturalmente composto de opinie',
de eraacat, de ealimeales, de desejos e Idea* di-
versas so ha presidido, ,10 menos apparenl'iiienle,
a liarmonia e concordia de lodos os espililus.
lloje pe- \ >M,i das tres horas da madrugada de
rain o sinos -iiuhI de incendio no bairro da Boa-
Visla, mas quando la cliegaram os mei ro ja nn havia esperan;., de salvar o predio incen-
diado, por que a violencia das chainmas era supe-
rior aos i -1 ir<;r- dos liemens. Comla-noa que ape-
nas a milicia do smislro cliesou ao coiilicciinenlo do
Sr. director do arsenal de goetta, ellefei parlir im-
inediatainenle a coinpauhia de numbeirus oh n eom-
manda do Sr. rapilAo Trajino Aliplo de Caivalbo
Meuilonra e dirigida pelo Sr. Jodi francisco da Sil-
va, mcslrc dos niesmos bmbenos.
Sendo esles ot pnmeiroa qoe rl.rgaram ao lliealro
das chaminas, eom ludo nada podeiam lazer para
salvar o pre.lio incendiado. Ento, coidjuvado* pe-
lus Iralulbadores do arseual de inarinlia o pur urna
forca ilu corpo de polica, que chc&aram logo ilc-
|Hiis, ir.il.ir.un de prevenir qoe o logo se comrouin-
c.i--e com os predios vitinlios. Nenie iuluilo (tra-
ram-se as lelbas de don sobrados contiguos, dopre-
Ki*ram-se as lalKia dos assoaliios, enipregaram-se os
saceos de salvando, 01 quaes deram excedente resul-
tado, hvraudo-se das clianunas os objectos das casas
vmullas, amparado! de lerriveit couseqoenctas.
111 predio incendiado, que perteoce ao Sr. Ilcnri-
que larques l.ius, proprielano do eugenlio Mata-
piruma, so tacaran) a ruinas cobrmdo lodos os ben
dos miiradores dos tres pavimentos ; mas consla-nos
que se toin salvado algxns valores de ouro, avahados
em mais de dous coutos de reis, e Celiamenle nao te-
mos de lamentar-perda alguma de vida humana;
apeaas alsuus soldados liombeiros receberam leves
enulusoes.
i.'ii.mln ao motivo do incendio, dizem un-que lora
causado de proposito, e oulros que lora urna vela
que tirara accesa sobre o balcao do eslabelecimento
que evislia no pavimento terreo, o qual era ocrupa-
ito por urna loja de cera e de objectos destinados ..
annacues fnebres, pertenceute os Sr. Alejandre
Jos da Silva. Marcolino Joaquim da Silva, que
un.lmenle perderaru (udo quanto possuiam.
tlonsta-nos que entre as diversas pessnns que acu-
diram ao logar da calastrophe, e cojos noroes nao
seria po9sivel mencionar aqui, achar:un--eVpresentes
os Eims. Sr-. presidente, commandanle das armas,
ciiefe de polica e seus subalternos,dislineuindo-M <>-
Srt. capitao Carvalho Mendonca, Juno Francisco da
Silva, Kulino Jos Correia de Almeida, subdelegado
do distncto, a companhia de bombeiros, trabalbado-
res do arsenal de mariolia e soldados do corpo de
polica,
1 allecer.im durante a semana .'IS pessoas, sendo :
> liiiinen-, !l molherese 18 prvulos, livres ; I ho-
rnero e -2 prvulos escravos.
Forana preao
tu desle ten
reofo, tsie poi fugldu e aquelle pur haver e-panca-
woa : pela delegacii do primtiro di.trir- iqoeii.i coalla a negligencia e connivencia do presi-
lla, OM-reos eerravn Bonifacio e Loo- | denle da provincia, que nao ... nao permillio que a
polica obalasoo ao deaemharqoe, mas al nao eon-
senlto que te Oxease inquirirn no lugar do dtliclo,
ulule fcilmente appnrecerlam leslemoohan ocula-
res, e removen-a para um lagar distante aria legiins.
.II dos advogsdol que por capricho ru por dtnhti-
ro dtfendeu o roronel Dtommand, ou dos vtrda-
leiro. delinquentrs, poderiain partir Kdqoelxai de
lo a um menor.
E pela subdelegada da fregiiezla da Boa-Vi-l.i,
o poituguez Jos.'; Bibeiru, pur ser ireusado de le
raila.lu nin.i menor lilba de lleniclerio Jo-c dos
Sanio*.
Deas guaide a V. Etc.IPm. E\m. Sr. con-
selliciro Sergio ieiveira de Uacedo, presidente dalqne falla lord Uueiidnii, .i.as'nunca po'lerin vir
provincia.O cuefe de policia, Df. PoUearpo Lopes \ de ponte limpa. Ursina nao me animu a allriliui-
las a Mr. Cowper, que, ape/ar de ser a intimo ami-
(f< Leo.
^ommitucotiOa
(I contrabando da Africano- que leve lugar er.i
Seiiuliaem uu principio deele auno, aecupaa pnrol-
aniii lempo a alleucrtn do pai?, e como eri natural
fui igualmente apreciado no reuni da represenla-
c'in nacional ; mas eslninos convencidos iiuc alu o
ueguriii fora perfcilamenle esclareciilu pela Sr. ron-
seltieiru Jo-e Benlo tl-i l.nnli.i e Flgoaredu, o qual
prevetlando-seda occa-i.io,def'iiil.'ii-c (riiiniphan- do Sr. ministro d
go. dos Drummond-, nao ingnori que son assa/. eo-
nlierido em Pernamburo, e al compatriota-, para oaquaes 111 appellana se me fu...
necessario ; a Sr. Cowprr,em urna de (OH commuui-
cacoes eflieiaea, loando apenas na negligencia das
autoridades soballernas. declamo que a honrado go-
verno e do ei-pre-inrr.te nunca liuliam sido ponas
em diiMda.ii Ncm eu me ahaixariu agora a respon-
der a lo indignas insinuacots. pi rque Iridio cons-
cciici.i de iniulia dignidade ; hc-nie batanle alirai
ao olhos dos ineu- delrarlorrs as sccuinles palavrai
egocioa e-lraiisciros :
teniente das argui.i'ics que injostamenle llic foran n O governo in.pei'ial e seu delegado em Peruam-
feilas, e hojo cuno sempre, o pal/. Me (lia a devida buco settigmatitaranjii o ailenlado. e nadapou-
ju-lica.
! param para eattiaa-fa eveniplarmeiite.
Os eolios desle sucrrsso Iranspozcram o Atlntico j Nao Obtlanle poiem Indas e-las considerauies, a
e foram repercutir no mein do parlamento ingle/., leaayao de S. al. Biil.iuuica, impressinnada po"r in'e-
e ahi leve lugar urna dttroMfte a e-te respeito. e radas in'nnnacc- da cnsul hrilannico em i'eruan.-
accrca da qoestSo do Iraliro no Brasil, entre o conde | buco, apreciou aquelle- fados de um mudo desfavo-
Malme-buij, e l'.r.l t;iarendon, a qual disi-u-silo ja ravel ao paiz, ato bailando em dirigir ao governo
foi publicaba ueste Diario. Sobreest assumplo o imperial a nota de 7 de inaito ultimo, i.
Enn. Sr. conselhciro Jos Benlo publcala an Itio | fl Evm. Sr. I'araii|n.s na su* nota de (i de abril,
de Janeiro uina correspondencia, em que responde ; dirigida au Sr. Jei niu.li.im.li.iM.i ja dito que cni Mr-
a lord Qarendnn, a que boje tiernos dar publicla- lude .las providenciak da governo impenal, e ja pe-
de oas columnas desle Diario : las quemoi solirilamenle dera aquelle delegado
O TRAFICO DE F.SC.itAVOS. '''. *' *' '"'perador, desrobrira-se lodo o fio do
.linda o negocio de Serinhaem a'rorreipon -Uncial c'!me" furi,m P'onjincia.los como autores ecom-
de l/mrcs I I"10'*--'unos individuos, entre os quaes alguns de
Sr. redactor.-Son aidn obrigado a vr,||ar ao ne- inp""'"lcia '!a P'o*uoa. e consegoio-se a appre-
goco do palh.bote de Serinhaem ; porque na., con- ,le"sil0 "c mais i.v* dos Africanos extraviados.
tenlirei iosaais que, derois dos sacrificio, que ti* B f"", '",lda ,,".BIS S'""*"" abio lord Uaren-
para servir ao governo do meu pair, linue no lim ao" I".1"1" acredil >u que o ex-presidenle .. nao
das contas exporta a duvidas a unr..-a riquesa eom f."1.'^""." " mquiricao no lugar .10 de-
que enlrei e sahi da gnveruani-aa ininlia honra.
Na correspondencia de Londres, inserta no Jor-
nal do Commerao de boje, vein o resumo, bem
ou mal apanhado, de discurso com que, em i de
jullio, lord CUircudon respondeu as inlerpellaces
do conde Malmesburi sobre o trafico do Brasil, e-
peeialmente acerca do facto de Serinhaem.
Se o discurso que profer na cmara dos deputa-
li tu,..mi' lacilm- ule appareceriarii lestemunlii s cu
lares, e remnvro-a para um lugar .distante, etc.
Estas iiilu! mam-- sein duvida foram sugeeridas |i--
los llruminouils,...i4igos ntimos do Sr. Con per.
Entretanto seria neccs'ario que lor.l CUrcndoo
les-e o discurso do lx-preitdenta, depulado por l'er-
iiainbuco, para revllar-se c talver. eavergouhar-ae
de haver sido tilo torpemente engaado, lie lalso
'do'<"ommeirio ,0''" 1uanl" aveiituVou o il u>lre lord ;o ex-presi-
denle, anda que o qui/.e-e. nao Me era permillido
obrigar o chele de policia a .1 inquirir tct< inundas
MBIO 11 logar endf a le o cbamsse,c em que pu-
dese oble-las dentro dos limites de soa jurisdicc,3o ;
o amigo 11.limo do, Sr. Cowper, o Sr. Urummoud,
foi quem n.'ni qui/. prestar, c antes uccultuii as que
do<, e que fui pohlicadu no Jurnul
de 1<> de julho, merecesse a honra de ser lido por
lord Clarendon, como sem duvido 1 --in-h 1 sitio pe-
lo Sr. Jei iiiigliam, nellc encontrara o Ilustre ora-
dor cabal resposla a todas as a-serroes com que pre-
tendeu altenuar as justas arguiroVs que Ihe lizera o
digno cavalleiro conde Malinesborv, reprovaudo a .
maueira niniiainente altiva e desearle, com que ?.?"* "'lerlaml lurfr -o' 'at'", lnforine-se luid
acerca do assumplo fora tratado o governo brasi- 'l"do" ">ell.orJ para ei.Llo poder fallar com ver-
leiro. I dadeno coiilirciinenlu de causa, e responder ao cou-
Como porem nao posso contar com tamanha ven- de Mal>"!?bur> 8f>fd"""-'-. 'em compromclter
PAGINA AVULSA.
3SB)S5 miLsl
Como deiiarmos de censurar, ecen lemenle o escndalo com que cerlos dandvs, janotas,
ou pelintras-ritores, trajam por entre urna popula-
'.'.. civilisada, nao aco>lumada ainda a exagerares
iiumoraes, de uina maneira lio vergonhosa, qoe faz
curara uina torpe mes-atina Ullrajem-no< ambo-
i-i. mas nao cessaremus de hradar contra oque nos
parece currnpcjin, e iinmoralidade. Pas-eiam por
iiossas ras incia danta de rapazes com certo
Mo tilo deshonesto, que bem nio sabemos, como po-
llero ser tolerados.
Os ligurinos fraucezes nio recommendam esse es-
eaatd ; tilo elles at que recomiiieudam aos alfaia-
l.s essa sulilranio ero certo falo, que us pe a par
dos irraciouaes.
I'ara lauto seria preciso que uito houvesse geral-
menie pudor na maioria dos habilaiiles, e que nflo
eoreaaaaa ao miraren esses loaeaa arrematados, que
lazem de nossas ras doimitorios de bordis. A
moda pode ser mesiiio exagerada e al ittfructatli,
mas nunca alem das raiaa do podar e boneslidade ;
11.i vivemos s par.1 os RMMtoa inlcrcixe* e os nnssos
clculos ; lemos de dar coillas ao poblicu al do
orle dat nossas pantalonas. Se um tal trajar no
ommj he ceusuraveK o que diremos em um velbo,
que por si lio o espelho do desensao t Os puvi.s
mais sclvaaens sabem, no seu ligehw trajar. res|>eilar
essa hnne-tidade mesiim seha^ein ; us homens civi-
lisados r chrislus sito os primeirus qoe querem in-
ventar modas, cpie accarrelam coinsigo a desnndor.
Oucm i|ii:/it ajoslar a eartptjea que ajuste.' Elles
ah andain sem a menor ceremunin. arrustando a o-
pmiiio publica. Seuhures artista-,di/ei a esseslecs,
que uto be no escndalo que esta' a moda. Seria
decente em iiiim senbnra, que se presa, um veslido
demasiadamente corlo, escandalosamente decntado ".'
I ic.iin a apphca^o devida...
Sera encoinroenda ? Anda mercando la-
ranjas um prela. que leui por costume rapiar .. que
vai encontrando pelas casas, onde vai vender as tuas
fruclas ; em um desses dias bifnu de uina casa um
rico anuel, que vio tm cima de urna mesa. IHzem
que be eiicu.iimendada ; urna escrava assim valle c
que pesa !
Se formos a dar crdito ao que te lem propalla-
do pelas massas a respeito das futuras eleicrs de
uovembro, ha mn verdadeiro terremoto ; aeteu cri-
ses nao fallan ui reos trtaros, ou agoureiros de
tristes prediques.At elri^et te ho de fazer, sem
que soja precito a nenliuma das parcialidades pul
lias o empregu de meios violentos. Nao valle a
pena cousas serias para se estar fora da familia, en-
lo.ii-se a bordo, la/.ere despezas, e oulros inconve-
iiicnles, que nao compensan! o menor sacrificio. Ha-
b larAo o que entenderem.
A partida do Exm.Sr. conselbeiro esleve mag-
nifica e brilluntemcnle cancorrida. H% muilo que
o palacio presidencial de Pernambuco n.lo alire atoa
saloes de urna maneira tno explendida. O Exm.
cuuselheiro e tua Exro." filha, como sempre, procu-
raram quanto Ibes foi possivel. que os seus hospedes
sahissem penhorados de um Iralamenlo 1,1o singular.
O notso leilor lenba a bondade de desculpar-
nos, te nao reservamos um p-riodozinho di nosta l'a
gtnu predilecta, para as suas erratas : sau tantos os
erriw que urna errata faria uina nova Pagina ;
tcoleitor quizer ir subitituindo o direilo pelo lor-
io, faz negi..-ni, por que : nos nos exprimimos em
quanto nos iwrcebain. e nec omina omnibut... :
temos o nosso dialerlo especial, qoe empreamos.
para que a polireta da nossa lingua, nao fique l.m
descoberto); o que quei '.' liada um da o que lem :
rl ticr. omne omnibut.
-- Ha dous dias um carro na ra Nova maltraten
una pobre prela. Enfilo vendo t A Pagina ha
diasque talln sobre as correras dos carros ; anida
n.1 o tica ahi.
I'obre cano de esgolo do Capibaribe Ojiando
os guardas municipacs te arbanlo, de compor.e
aptrleicear a toa toilette ? Emquauto o homon-
culo nao for denlro.
O caes boior precisa ser noite policiado. ap-
parecam nellealla noileas almas dos bemaventu-
r .ni".-, do lim.
Aalesde honlemdepriis dat;'.l horas di noile.iiuan-
dndevena reinar o silencio, eslavam dous prelos can-
tando em desalio no centro de uina roda de mnle-
ques, c i-lu em urna das nossas ruat mais publi-
cas r
Incendio. Ao amanliecer de lionlem. "1 do
crrenle. 111ce11dmu.se de urna maneira terrivrl e vio-
lenli. o sobrado de doosandarea e toto do aterro da
Boa-\ isla n.... a- -> horas punco mais ou menos, ma-
nileslon-sc a inceodh. na loja de cera do andar ter-
reo, e com tal rapidez, e com lal furia, que mal ti-
verara os moradores lempo de relirar-ne abando-
naudo ludo. A loja de cera ardeo toda, o preiuizo
fui extraordinario relativamente aos paaMMaa dos
moradores. Em dt-M horas eslava ludo consumado !
O Sr. l)r. chela de polica, subdelegado, inoiiosofli-
eites da guarda naciunal. um grande numero de ei-
dadaos acudram em lempo, e rmprcgurain lodos us
meios para salvar o que havia de precioso, mas
ludo fui baldado. Com mais lempo iremos dando
noticia circomslanciada dcase siinslro.
lia dias nao faz o lelcgrapho ot tiioaei de nor-
ia e tal, por estar desarranjada a verga ,1o rna-lro,
o que causa bstanle Iransluruo aos negociantes.
41c iiii.anli~ni.
COMARCA DE liOIANNA.
AI'tRACAO (.EIUI. DAS I Klltil E/.IAS DE
vJ.l^.1, ,IJ,;(ri'AI'"- E ITAMBK l'ABA
VERhADOKES DO MIMCII'IO DE OIANNA.
Os senlu.rrs :
Coronel Antoiii., Francisco l'ereira
Padre Jat Paonoa da Silva Munlciro
Alferes Joan Alvet Praganna
Dr. I.niz lionealves da Silva
CapiMe Birlholomen les de Albuquerque
Olio Raunundode Araujo l.ima
Dr Viriato Amelio da Confia t.ouvcia
Alferes Manuel JoaFiou l.ima
lenle Manoel Morena da Coala
SI 'PPI.E.MES.
Os -1 I1I11 re- :
Dr. lote Ignacio da Cnnha Habtlle
Dr. Duiniugns i.oureuco Val Curailn
1: .lonel Manoel Velbo Brrelo
leneiKe-coroucl Joso de.So de Mello C.idelh..
I'adre l.ui/ Joso de Figueiredo
Major lianninin Americu la va es da Cunta e
Mello
Fihppo IranciscnCavalcanli
lenle Manoel Dias da Costa
Dito Joaqoim Manuel Aranlia da Fonceca
Carla particular.
BEVABTIQAG DA POLICA
Secretara da polica de Pernamburo i de ou-
.,, lul.ro de 1836.
illm. e bxiii.hr._|.ev.. ., c..i.liec..... ,|P \.
mfEt2?*l P".'ip.c,.es boje recebiri...
tura, assim como nao me coube a dita de dignar-se
o correspondente de .ondres transcrever a parte do
discurso do conde Malmesbury, em que elle desrre-
veu os acoulecimeulos de Serinliaem, e esti^matisou
a nota do Sr. Jeruinghain, cnnleniar-me-hei ao me-
nos, para o meu dessggravo, em tarar salientes as
proposlret complelameule inexactas, senao ca-
lumniosas, com que o nubre ministro sem du-
vida tlludt.io, agoredlo o ex-presidetile de l'eru iin-
buco.
o ...... No decurso do anno passado, diz lurd
Clareudou, commuicou o governo brasileirn ao
presidente de Pernanibuco, que um navio negrei-
'i ro devia lenlar mu desembarque iiaquella costa.
a A eiuliarcac/ui rl.egou, e, exactamente ao ponto
que litiha lido indicado ; mas a polica etlava lo-
r da longe dalli, e foi s algum lempo dopois que
'i um cavalleiro da vi*inlianci. tomsndo sobre si
o encargo da polica, appreliendeu 100 Afrt-
.' canos.
O e\-presidcnle de l'eruambuco nio fui avisado
pelo governo hrasilciro, de que em Serinhaem um
navio negrriro devia tentar om desembarque. A
noticia mu vaga que leve o ex-presidenlc de pre-
lender-se dar um desembarque de Africanos pelo
lado do Jlio Formnso, foni-lhe commuuicada por
um individuo de Pernambuco, cujo iiome nio oc-
cultou ao seu governo ; e foi em cnnsequeiiria dea-
se aviso vago que elle inmediatamente dera as mais
enrgicas providencias, que He cerlo nao foram inu-
teit. Olivamos ao Sr. minislro dos negocios eslran-
geiros no seu relalorio a as-emblca geral na crren-
le essSo :
1' Em 5 de julho do anuo prximo passado cuns-
lou ao presidente de Pernambuco, que na comarca
do Rio Formoso se fallava de um desembarque de
Africanos, que por all devia ler lugar. Apenas
recebeu elle esU noticia, posto qoe moi inceria c
vaga, ordeno ao chefe de policia e ao commandan-
le da etltcAo naval, que dirtgssein sua atlenrao es
perialmenle para aquelle panto.
. Em a nota que o mesmo Sr. ministro dirigs ao
Sr. Jerninuham a \ de dezemhro se Ir a mesinissi-
ma narrscao do faci.
A comarca do Rio Formoso tem mnitos punios :
nenhum ponto da costa fura de molo algum indi-
cado pelo indvidoo que referir o boato, e muilo
menos pelo gnvernu ; c nem a polica poda e-lar
espalhada por todos os pontos ; todava ella lian se
ai-hava mu longe do poni em que casualmente veis
ler o palhabole, tanto am qoe o cap.(lo negreiro
fui e-barrar-se com o delegado de policia Un m-
mou.l, quo den ordem par.i a ippreheMSe. O ca-
valleiro da vi'inli.inca que, segundu lurd Clareudou
tomou o encargo da policia, se nao he o proprio dele-
gado, ser seu filho o bacharel Drummund, que an-
dou inlrrvindo. O discurso do deputado Conha e
Figueiredo explica esla circumslancu. ; lie necessa-
rio le-lo para eonhrrimenlo da verdadeira historia
do palhabole :
O btreo, continua lord Clarendon, era urna es-
cuna de l:ill toneladas, apenas com 350 escravos a
bordo.Tao pooca vigilancia hnuve, l.u. poucot de-
tejos de impedir o desembarque, que dous das de-
rmis da chegada do navio desceu uina pessna praia,
e levon iO negros, e pastados qualro dias veto ou-
a reputarlo de urna pettoa que nao conhece, mas
de quem llie pode llar fiel uoliria o actual ministro
brasileirn em l.ooores.
O Sr. Carvalho Moreira, alm de n.lo ignorar'os
principios e tendencias do ex-presidenle de Per-
nambuco desde o lempo em que com elle ruuvivera
na academia de Qlioita, nAo estar esipieri 10 dos
precedentes que, a respeito da repressAo du trafico,
deixou elle na prdvinciadas Alaguas, quando a go-
vernou por qualru annos.
a Alm disso, continua lorl ClarenJon. pan que
oapprelico'ledordos 160 Africanos nao podesse
depor em juizo, ilncloio-o o presidenle 110 rol dos
culpados, obstando assim a que fu-so ouvido como
testemunha. 11 1
Bem v lord C)arendnn, que se viesse dizer no
liras.I, como disse na casa dos romniuus, que o ex-
presidenle de Perna.nbuco, para qoe oapprclieu-
dedordos IfiO Africanosnao pudes-e. depor em
joizo, o havia mandado incluir uu rul dos culpados,
ubslando asttm a que fusse uuvdo como lestemu-
nha, penarla lugo, nao pelo grande etladisla que
he, mas por om desasisado. Se oappreheudedur
a que se refere o illuslre lord he o coronel Drum-
mund, nao fui este incluido no rol dos culpados no
lempo .do ex-presidenle. Se falla do bacl.arel An-
tonio i>rnizirin 111. deve saber que quem o uicluio
no rol dos culpados como co-rco do delirio, e nao
comoapprehendoi, foi o auditor de mariuha em
razSo do en 1IIicio, e nao por mandado do presi-
denle. que nao pode iogerir-to no poder judiciariu.
Aceresce que o niesmu auditur 11A0 pudi* admillir
cumo leslemuolia a quem eslava sendo tratado como
cmplice.
Nao seria pois necessario ao ex-presidenle exhibir
proyat para obler conlra lord Clarendon urna sen-
lenca de lujuria, 011 de libellu famoso, se o levastt
barra dos Iribudaes do paiz. Em iualalerr, |io-
rcm, poda ser que ai cuusas corram de oulro
modo.
Ora, como esla arguic.ao de lord Clarendon, sao
as outras coudas uu seu discurso, e firmadas no
despacho do Sr. Jeriiiiichom, asseverando por exein-
po : quo cada crrelo Ihe tralla iiiformac,e de
novos desembarques de escravos na cosa de Per-
nambuco, e queixas contra a falla absoluta de ot-
forros para descubrir os prelus ruubados.... fitum
teucalis '.....
O cnsul britnico cm Pernambuco pareca que-
rer zumbar du Sr. Jerniugliam para encarecer ot
seu serviros, e apadrinhar o seuintimoamigo ;
talvez a lOu bas diligencias devesse elle 1. accesso
que nblrvo de cnsul geral. Mas procart-lo con-
seguir com nulavel detrimento du creriilo alheio,
be abominavel.... Bom be ser prenle de lurd Pal-
merslon.
E pensu lord Clarendon que o governo imperial
recunhecera alin.il a juslica das represenltces, pois
queja .lomillo.i o presidente de Pernambuco, dan-
do uina prova de sua sinceridade com a numeacAo
de seu antigo miuislro na corle de Londres para *a-
quelle lugar, humem ruja honradez e inteireza por
ningoem he excedida'.'
Pode ser moi bem que e o ex-prasidente de Per-
nambuco je conveocetsede que lord Cltreodon pro-
cora um pretexto para fazer pazes sinceras com o
i governo brasileiro, pondo de urna ve/, termo as
hiidar-se a seo, c nn leudo ru mais esperancas
de que (.iis-a haver caa, sirvu-mo du mein de que
pean ditporpara protestar contra essa especie de
allrnnta.
Mnilo me iifiin rnm o hcin'riiici ilu que o Sr.
Sergio Teixrira de Maredu merece a i. ni Claren don;
em verdade esliinri sobremaueira iniher nm ruc-
COMOI lan ill^iin, e lie por issu quo conseno a
matar esperai.ra de que rile ha de descortinar o la-
iivriiill;.. em que s ineus gialuilns iiinuigi.s, aju-
dadot pelo eontol inglet o poloi romplieet do de-
licio, lem piiieiiiii.iu enredar I \eidadr conhecida
pur lodos os i > mil- de Seiiuhaem. E permita
Dens que lurd Qniendnn, ciniu ja o cnsul ingler,
nan se veja obrigado a laucar inflo do aililicio, de
pur lamn in em duvida o credilo dr meu honrado
uccessnr. Mas istegnro I lord Clarendon que he
de sempre aeompanbar cu raosa, e leva-la, na
phrase expressva do Sr. ministro da jusilla, a pa-
los limpos. Agora esioii deiando que 11 advogado
do Sr. Drummond e Cowper,em l'eriialnbuco rabe
de escrever orna serie de ailiiis barulbadoies e vi-
riilenlos. para ao depnis en rollar ao assomplo ; nao
u qoeru iiiterrnmper pur 01a nes-e rhonilho de fal-
tidadea e eontradiceoet em que esla' cahiudu. Acan-
lele-se porm lurd Clarendon de fazer uso ilellas -em
muiln criterio. Ficare aqui.
Josc liento da Cnnha e Figueiredo.
" Rio, :l de seteinbm de IS.t.
A juslica, a gravidade do objeclo.e a gralidao pu-
blica para rom n humem a quem a nossa provincia
deve os servicus que receben durante nina adminis-
(rarao de Ires anuos, exigem lamben) que Iranscre-
vamos o resumo da discosso havida no senado por
occhAu da inlerpellacao. que o Sr. senador Dantas
diricira au gahiuete imperial, persuutando ta a
exoneacn do Sr. conselbeiro Jos Benlo litera por
luiidamenlo .. negocio de Sninhaein. Ei-lu :
O Sr. Dantas para um reqiierimeulo cume^a
declarando por incidente, que concorda cun u uobre
senador pela Baha, em que he indecoroso que o se-
nado lenba demorado o julgamento du Sr. deputado
Pacca, e que be preciso urna decisao qualqurr a es-
te respeito. Apoiados.) Pedio, porn, a palavra pa-
ra fazer um requerimenlo, que todava nao apre-
senlara se obtiver explicac,cs de algum dos Srs. mi-
nistros.
Ha talvez cinco annos que as filhis publicarain
1 um di-corso de lurd Pahnerslun. em qoe se dizia
que 01 principies individuos da governan;a no Bra-
sil recean) itinhejro do Irafirautes de escravos.
Esta injuria foi enrgica e brilhanlemenle respondi-
da pelo nobre senador por Pernambuco, o Sr. roar-
quez de Olinda.
lia puucos dias publiroii o Jornal do Coininercia
em sua correspondencia de l.undres um discurso de
lord Clarendon, em que se dizia que o ex-presiden-
le de Pernambuco linha sido demillid.. por falla de
cunfianca, qnc nelle linha u governo, por pouco zelu
lias medidas de repressao do trafico.
Desejara saber se estas paUvras de lord Clareudon
sao aulonsadas por algum laclo ptssado enlre o go-
verno brasileiro e o miuislro inglez. Nao ci qoe as-
sim tajt, e he por isso que provoca alguma explica-
Cao do governo, para que nao pesem sobre u Sr. Jo-
te Benlo da Cunta e Figueiredo as palavras que tao
injustamente Ihe dirige lord Clarendon.
O Sr. Barrio da Boa-lista e oulros Srs. senado-
res : A pinado.
O Sr. Mrquez de Ca.rias .presidente do con-
selhu; diz que, em salisfacao ao pedido do nobre se-
nador qoe o precedeu, deve declarar que o digno
ex-presidenle da provincia de Pernambuco, o Sr.
Jos Bento da Cunha e Figueiredu, merecen sempre
ao governo a maior conliauca, e so Ihe oi concedida
a dtmissao depois de suas reiteradas instancias para
que ella Ihe fosse dad..
O Sr. Ferraz pergunla se boove solicilar.6es da
parle do governo inglez para que Ihe fnsse dada a de-
mis-ao.
O Sr. Presidente do Conselho responde nao Ihe
constar, qoe houvesse laes solicilares.
O Sr. Dantas, d.uido-se por salisl'eito com as ex-
plicacues do Sr. presidente do conselho, desiste da
apresentacAo do requerimenlo.
CONSULADO
lte-idiiiienlo do .lia la
lien, do da i .
PROVINCIA I
f>:7.).1c020
0903991
7:1533911
FKACA Do RECIFE i DE o| II 1:11.1 HE |s.,(,
AS :l HORAS HA TARDE.
Heii.ta semanal.
Cambios------------ Nao consta se lizes-em lransac(6et |
durante a semana, repotando-tt
11r11.111.il os prreos de S i\2 a i"
l|i d. por If.
Alg.iilan Antes da chegada do vapor .tcm
prucedenle da Europa mu pouco
se havia felo. poten depois de
sua entrada u mercado esleve ani-
mado e um sci comprador decla-
ren tirar cum lodo o que rxistisse
a ISSM\ alto e mo, e deleito com-
prnu, licand.i com lodo o que en-
trn pelo referidu prrc,o tem es-
culla.
Assucar Eutraram .">,-">8S saceos, sendo a
manir paite bruto, do qual se ven-
deu afium paraexporlacn a j^iiisi
por arroba, e o pouco braoco que
entrou negociou-se para ronsumo
de irOtl a -IjftitlO pur arroba : as
noticias Minias da Europa fmam
menos favuraveis. As casas expor-
tadoras qoeixaro-se de serem obri-
gados pela necessidade de fazer
remeta a romprarem atle genero
do qoalidade inferior por precos
altos : de qoe alm da perda re-
solta descredilo para os WMtot as-
sucares; purlanlo aconseihamos
aos agrirullures que pmcurem
melhurar -eus producios,nao s fa-
zendn correr o melaco de que elle
vem ebeio, como de o seccar an-
tes de remetterem para o mercado.
Foram muilo procurados a 250 rs.
por libra dos seceos salgados, e
falla-se de vendas t preco inaioi
oceullo.
- O mercado eslava inlciramenle
Manato quando huuteui rhegnu o
hrigne inglez Dante, procedente
de San JoAo com 2,410 barricas
do novo, que foram vendidas accr-
eaoo I", e se estao relalliando a
09000.
Batatas- Vendem-se a 2*&00 por arroba.
Carne -erra- Nao ha uenhoma no mercado.
1 ar mli.i de trigo- NAo bouve entrada, e o mercado
esta icduzidu a 1,900 barricas de
Pluladelpliia e 200 de Kichmond ;
lendo-N tendido aquella de 209
a 2ij, eesta a 2>.
Hanlelaa Vendeu-se de 500 a 5:10 rs. por
libra da franceza.
Descont- Sem allerarao.
I retes- ----- Estao mais firmes, fiavendo ofertas
para o Canal de .0 a 45.
Tocaran) no porto : vapores e 1 baleeira.
Entraran): 10 de chola-.em, 1 com bacalbo, 9
com fazendas e 1 em lastro.
Sahiram : 7 de cabolagem, I em lastro, 1 para
acabar de carregar na l'arahba, e uina cum gneros
do paiz para Lisboa.
I o.ir.un no porto 5 embrcenos a saber : I a-
manraua, 7 brasileiras. 1 franceza, I hamborgueza,
2 hespauholas, '1 ingle/ >- e 7 porlogueits.
Couio.------------
! Rae illi.io
"Motmmic o potte
^i>4fe.?ri?
Ira pessoa, e etcolheu mais 00.
Prmeiramente observarei que o Sr. Jerniugliam Prele,loes desarrazoadas do gabinete inglez, talvez
em sua nota de l:t de dezembro ao Sr. ministro dos' ** 1u? s5e ex-presidente, que al agora leliz-
neaocics estrangeiros, diz'que a carga primitiva do I men,e "a0 ,ern *'ao ambicioso, se ofl'erecesse em
palhabole consista de duzentos escravos; e que, ''"'"C80510 como victima da leaklade e desinleiesse
segundo informaces de Mr. Cowper, s um indivi-
duo snblrahio .10 negros, e depois inait 40.
Se .10 e mais 40 e mais 102 apprehendidoi'pela
policia, sommam S3S, falla o calculo de lord Cla-
rendon a respeito da carga do palhabole. Mas dei-
xemos isso.
O que verificou o chele de policia quando pes-
-n.lmenle se dirigi a Serinhaem foi : Oue o p-
lliabote aportara ilha de Stnto Aleixo no da 11,
e qoe u respectivo capita.i, saltando eniao nn porto
do Anjo, fora 'condumio por quem o trouxera de
bordo i preaenca do coronel Meuezes de Drum-
mond, o qoal, declarando ser delegado de polica,
o entrelivera, at qoe nn da 12 o palhabole, avis-
tando urna barrara que se dirigia ilha, e recelan-
do perseguido, levanlou auror.i 'e varou precipita-
damente a barra de Serinhaem, e nesta oeotUo
percebeu-se que Irazia Afriranos hucaes ; soceesso
qoe fez com que o coronel Drummond ordenaste
nesse mesmo da ao inspector de quarteirao que
apresasse o barco, e mandn avisar o cummaudanle
do destacamento volante do Rio Formoso. Frita a
apprehensAo pelo inspector 110 da 12.foram extravia-
dos na madrugada do dia |:l, alguns Africanos, que
furam_ levados ao lugar Sarrambi, quando a lina I pela
mtnliaa do mesmu dia chrgou o commandanle do
deslacamento, e adiando simiente 102 Africanos
apprebende-os, e nao se den mais extravio.
Debaiio desle poni de vista, quer se considere a
diligencia feila pela policia do coronel Drummond,
quer pelo commandanle do deslacamento volante,
nao pode lord Clarendon clamar por falla de pres-
teza. Se da parte porem do coronel Druminoud
existi mi f oa negligencia, em nao r fazer por
si mesmo a diligencia, apresenlando-se no lugar
della somenle nn dia 1:1, ja as doat horas da larde,
quai'do o commandanle do deslaramentu se achara
ja da posre da presa, he quesillo que e'l sendo ven-
tilada, c que os Iribunaes decidirn. Em lodo o
cato porem he falso, que dous dias depois du che-
gaJa do navio deseen una pessoa i praia e levou
40 negros, e veio oulra pessoa e escolbeu mais tj.
Sobre esta especie diz o relalorio do Sr. miuistru du<
negocios estrangeiros o requinte :
CAMBIOS.
gobre Londres, 27 1|2 a 90d. e27 :liS a 00.
a Parta, 350 a 355 rs. por fr.
Lisboa, 98 a 100 por de premio.
a Rio de Janeiro, ||S a I por 0|n a 15 e 30 dias.
AcQes do Banco, 00 a 70 0|0 de premio.
a companhia de B.heribe .54JSO00.
11 ir companhia Peroumbucaua ao par.
o lilildade Publica, 30 purcentodt premio.
b lndemnisadora. 52 dem.
11 da eslrada de ferro 20 por Otn 'le premio.
Dsconlo de ledras, de 7 a 7 1|2 por 0|o.
Dito do banco7 a 8 por 0|Q.
(juro.Oncas hespanliulas. 28J 28*500
Moeda de 05.00 vellias .... IO3000
o o 4000.......95000
Praia.Patacoes brasileiros......ojoOO
Pesos colomnarios......25OOO
mexicanos...... I986O
LFANDEOA.
Reii.'.imenlo do dia t a 3. .
Idm do dia 4......
50:5744458
ntSMnus
81:1085773
com que servio ao governo, e drixasse assim passar
sem (ib-rieaeao as invectivas de lord Clarendod e
seus ageirU'S ; ina. como pelo contrario esta' certo
de que o orgulbo de um ministro ioglez costuma fa-
zer de urna conccssAo a base de outras muilas e con-
secutivas ; e como tambein por oulro reconheca que
a chapeo com que o illuslre lord quer fazer'a sua
coi lezia ao governo brasileiro nao fura lirado com
a mao espunlanca de quem rer.onhece ingenua-
mente e respeita a juslica de oulrera, mas que foia
arremessado pelo braco gentil do conde Malmesbu-
r\, lulo me prestare) de modo algum ao sacrificio;
liei de recalcitrar emquaulu poder.
o Sim, nao be em aliene,,!., a juslica da causa qoe
lord Clarendon se musir iurlinado a melhor accor-
do, pois que elle da' como motivo de tua recente
benevolencia uma causa simulada, que degrada me-
nos a mim do que au governo imperiala deinissao
du presidenle por ter-sc reconliecido a juslica das
quena-11 1 Sr. Jeruitigham.
i' Causa simulada,di-r eu,porque he falso 1.1 s-
do demillido o presidente de Pernambuco por causa
da queslAo de Serinhaem. O ex-presidente foi para
Peruaniboco chamado pela inaguanimidade do go-
verno imperial. Constantemente solicilou a sua exo-
nerara.), que nunca pode obler. Como membro da
cmara dos depotados pretenden vir lomar assenlo
no priroeiro e segoudo da correle legislatura cun
lencoes de loraar a presidencia ; au se Ihe conce-
den essa permisrAn.
.1 No terreno anuo repeli oseo pedido, inslou
por tuccessor ; inlimou-se-lhe em nome do Impera-
dor que nao deixassc a provincia ; obedecen por
exresso de dedicarlo e profundo respeito. Decla-
rou logo depois que uo,Ihe era possivel continuar
por ler-se de apresenlar candidato as prximas elei-
ces ; o presidente do couselho, o Sr. marqurz de
Paran', promelleu ao ex-presidenle de ser-I lie
aceita a demistao quando este livesse concluido os
(rabaltios da divisAo dos circulus.
O ex-presidente cuncluio lugo csse trahalho.que
remellen acoiupanhado du ullicio solicitando a exo-
nerojao, gue ainda assim someute fora realisada
I quando o ex-presidente mnnifeslou que infallivel-
No decurso de mais Ires motea nada e pode 'lne,,,e deixaria a pruvincia para vir
alo, apezar da i na m;,r"- E ra imiwnal que
lomar assenlo
descubrir que confirmaste o dito boato, apezar da na "ro"- fc a caria imperial que o exunerou le-
vigilancia da prime ira autoridade da provincia, das ,ou 3 tlau,u|aseu pedido,
autoridades locaes e ds nossos cruzadres. a Mas quando lord Clarendon recilava o seu ds- I
O vapor de guerra brilacico Billcman fez eurso na cmara dos communs, ja devera provavel-'
DM a lempo varios cruzeiros aosul d-i purlu do 'nenie ler lido, nflo ni as olas do Sr. ministril dos
(ecile, prov.iveluieiile com as mesmas vistas, e lam- 1 "egocios estrangeiros ao Sr. Jerniugliam. como Um- I
bem nada descobrio que niduzsse suspeila. bem o relalorio a que me le,lea referido ; a neslas '
Date M buje crcr, que a tigili ncia das aolori- pecas imporlanlissimss rsmva coiiseiiado o letle-
dades acobardou os ci.mproinelli.los na fallada tape- 1 munho mais honroso de se haver o ai-preaideilla de
cu.acAo, e que por .so licou inlciramenle oecullu Pernamburo portado rom diligencia louvave' ni
ale au ultimo momento aquelle criminoso intento. I queslAo de Serinhaem ; e o olUms discurso do Sr
'i No da II de ouluhro appareceu um palhabole I mioJttlO da jattira aceica do mesmo objeclo rorr'u-
Viitus.
1180
1110
1128
1127
1107
1107
10'JI
IINM)
922
Volea,
781
70 i
717
091
007
581
127
1-17
:tso
I Hja rircumslancia fortuita descubri o lim illci- A's,m P01"' ,c lo"1 Clarendon nAu arrediiava as
to daquel c navio, e enlreaou-o u polica local. Ven- i P"'""edoeniBeoloadoi dignos ministirs do ilu-
do approximar-sc um barco du c-ummerciu do cabo-! "elc """'eiru. 11A0 devra euleiner. sem i'rogar-
lagem, a gente di. palhabnle suppoz-se perseguida ""' noVi' '"juna, que elles se desmentiam como
por um navio de guerra, e preripilailarnenle levan- "lllc" ",inP' lacto da dem-s.io du presidente
lou ferro e enlrou pela barra de Serinliaem, onde i evl"""lo->e POt c-te modo a reprovanflo publica por
enralhou o 1I1I0 palhabole, e foi aprehendido rom > *""'" c"":" '|IK' ""asladot a runfessar a iattica das
162 Alricanot a tea bordo. repretenlacBe.
A appreh.n-Ao fui ellecluada na dia 1,1 de ou- \nn'c'lu'"l(,"enle fui o gentrnso discurso do in-
labro pela madrugada, sendo o apprebensor o com- '!' T. "'V1'.'0, ?'!mo >" l,i',<'. Ievaninu a cha-
maudanle du dcsla.anieiiln policial do municipio,
que para esse lim leve de fazer uma marcha tifen-
la de mais de 5 leguas, por arbar-se a esla .Infan-
cia .piando no dia 12 11 roeia noile recebeu o atrae da
aoluridade policial do dislriclo.
Qoem der-se ao Irabalho de ler e Vmbiiii.r dncu-
mentos que fnram iusemlos un discurro do depulado
peo da cabrea de lord Claieudt.n para fazer a cur-
lexiamatqot cailetla : I... eorlexia <,ue. lneu
ver. importa o mesmo que um cumprmento de
tara aus pellos. anda amearadnr, anda msullanle. Por esl.-, puJ
neira, repito, n.lo me olIVrererei em liu|.,cans|0 ,1,-
mo um curdeiro ; poderei ser levado a rotea, e as-
sim o nprouver a lord Clareudou.
Descarregam ho,e 6 de oulubro.
Barca ingle/aLindaIerro.
Barca inglcza(iardijnr.Iril lio- de ferro.
Brigue inglezLaIerro.
Brigue dioam.irque/-- lloomcrauy fa/emls- t lom ,1.
Rrigue inglezDantebacaibui-.
Palacbo inglez Brigue hamburgaezOsearlaboat de pinho.
Sumaca brasilea .Voca Minerafumu e cha-
rutos.
IMPORTACAO
Patacho inglez Etiope, vindo de Liverpool, con-
signado a C. i. Astley A; C., manifettoo o se-
guinte :
II caixat e 33 firdos fazendas de algodilo ; a Rus-
tron Rooker.
14 ditas e 20 dlos fazendas de algodo, 4 caixas
dilat de 1:1a, 50 barris manteiga ; a Isiac Curio A
Companhia.
29 canas e 5 fardos fazendas de algodAo ; a J. Rv-
der A; C.
52 dilas e 18 dilot ditas de "Jilo ; a N. O. Bieber.
194 ditas e 12 ditos ditas de dito, 4 ditos dita de
dito e Lia. 3 ditos dilas de 13a, 5 dilos e 2 caixat di-
tas de lila o seda, 7 .lilas ditas de la e algodAo. 18
dilas dilas de lioho e algodju, 2 dilas dilas de teda e
algodAo, 1 dita dita de lia. seda e algodao, 9 dilas
dita chapeos de sol, 1 Tardo tpeles, 1 caia amostras;
a Soothall Melloi.
caixas o 2 barricas drogas ; a Burle A San.
8 caixas fazendas de algodAo ; a Patou Natk & C
1 dila e 1 fardodilas de lia. 3 dilas e 8 dilos fa-
zendas diversas ; A. C. de Abreu.
9 caixas la/eudat de algodao, I dila dita de linho.
3 ditas miuile/a-, i ftrdu lonas ; a Adainson llowie.
10 caixas fazendas de algodAo, 3 lardos dilas de
laa_; a James Crablrec.
5 toneladas de carvo quen.ado, 20 dilas de ferro;
a Slarr.
51 dilas de ferro, objectos para o camnho de
ferro ; a Geo T.
11 caixas e 0 tumis mantimentos, 0 dilas cba, 0
dilas e 2 dilot vinbo, 20 ditos manteiga, 2 gigos vi-
dros ; a Ceo Nesbell.
50 barra minleiga, 1 dito c 8 caixat melal e pre-
gos de dilo, 100 dilas e 87 cestos queiius ; a Suon-
ders B. & C.
50 barrls manteiga, 0 fardos fa/.eudts de algodao,
1 caita liutn- e drusas : a Johiistun Palera C.
i caixas obras de selle ro, 2 dilas eouro de lustre,
1 dita chapeos de seuhora, 1 banica ferragens ; S.
P. Jolinston A; C.
5 caixas fazendas de algodAo, 0 ditas cha ; a Luiz
Antonio de Siqueira.
5 ditas qiteijos, 4 ditas bolacha, 1 barril presuuto,
1 dilo conservas ; a 1 unte- A, IrmAo.
9 fardus e 10 caixas fazendas de algodAo, 2 dlos
lonas, 20 caixas tulla de flandres, 5 dilas dila de
cobre, 5 ditas metal, 7 dilas dilo e lerragem, 1 dita
ganaras de graxa, 1 dita roa ;u C. J. Asllev & C.
18 lardo- e 41 calas fazendas de alguda: a Fox
Brulhers.
10 dilose 1 dila Uto de dilo, 1 pacoledlat de l.la;
a Rabe Schammellau & C. -
1 caixa nicias e lencos de algodao : a Feidel
Pinto.
1 dita peilos de camisa, 5 fardos fazendas de linlio,
1 pncolc relogios de ouio e praia ; a James llalli
d>.
31 caixas e 9 lardos fazeudat de algodAo, 2 dilas di-
tas de Ua ; a II. t'.ibson.
22 Tardos la/emia- de algodao, 2 barricas cslanbu:
a ordem.
2 caixas cha, 1 dila manleiga, 5 dilas cognac ; a
John D.
50 barris manleiga ; a Barroca 61 Castro.
50 ditos dita, 50 raixas queijos ; a J. Comes de
Ohveira.
3 dilas amostras ; a diverso.
Bri-ue inglez Dante, vqdo de Terra Nova, mu-
signado a J. P.ier & C. mauifestou o tegoinle :
2.110 barricas bar.-iliian ; a ordem.
\apor brasileiro nlguaras-, viudo de l.undres
consignado a agencia, in..nil-slou o seguinlc :
1 raxa rgaora-M : ao Exm. prndenle da pro-
vincia.
I dita e I barril iguoi.i-se ; ao Dr. Max.
6 dilas e 21 per-s u, .chinas pertencenles ... cia-
leiro palele ; a R. Ruoker c\- C.
CONSULADO UKRAL.
Rendimento do da I a 3..... 1 ujjnii
dem do da ....... !;l7VfS8
5733988
Aacio entrado no Ha 4.
Baha8 dias, palacho brasileo Esperanza, de
103 tonelada-, meslre Manuel Jos da Rocha,
cqnipagem 8, carga ferro ; a Anlunio Lu/, de
Oliveia Azevedo. Perlence a Babia.
Sacio* entrados no dia 5.
Rio de Janeiro10 das, brigue brasileiro LeAo. de
219 toneladas, capitao Joaquim Antonio de Pa-
rias e Silva, equip.gem 12, carga barricas vasias e
lastro de rea ; a Isaac & Curio. Perlence a Per-
nambuco. Passageiro, Antonio Carlos da Cosa
e Sa'.
Ballimore14 das, Male amerimno i.Rosamond,
de LO tunela.las. capitao A. M. Reynolds, equi-
pasen) 0, carga 802 barricas rorr farinha de Irigo;
I llenrv Fursler c\ Companhia. Perlence a New-
Bedford.
Terra Nora31 dias, barca ingleza Netherlon, de
250 toneladas, capilAu I liorna/ Eales, equipagem
14, cirga 2,990 harnee- com bacalhao ; a James
Crablree & Companhia. Perlence a Livcrpuol.
Seg-.-,io para a Babia.
Rio de Janeiro20 das, brigue brasileiro ePrajt,
de 281 toneladas, capdAu Antonio Jos dos Santos
l'ereira, equipagem 1 i, em lastro ; a Isaac f Cu-
rio. Perlence a Babia. Veio -leceber pratico e
segu para o Assuii.
Babiai dias, Male brasileiro Dona Amigos, de
110 toneladas, meslre Jo- Antonio de Azevedo,
equipagem 7, carga fazendas e mait gneros ; a
Antonio Luiz de Oliveira Azevedo. Perlence a
Baha. Pawagciros, Francisca Humana e Anto-
nio Juaquim Teir.eira Barbosa.
MarM nahMot no mesmn ra.
Babia Somaca brasileira llorlenciau, meslre Joa-
quim de Souza Couto, carga milbo e mais gne-
ros. Passageiros, Joaquim Antonio, Jos Mara,
Domingos de Souza Azevedo Pires.
Rio de Janeiro Patacho brasileiro oAmazonas,
meslre Manoel tion;alvet de Araujo, carga milbu,
algodAo e mais gneros. Couduz 2 eteravos do ca-
pitao.
titees.
Manoel Joaqoim da Silva Ribeiro, fiscal da fregoe-
zia de S. Antonio do termo desta cidade do He-
r Te elc. elc.
Faz -denle a todos os donos de estabecimenlos de
portas abortas e de qualquer naturexa qoe sejam, ar-
lislas de qoaesquer oflicios, tacrislAes de igreja, etc.
que as postoras addicionaes de 20 de uovembro do
anuo p. p. estao em seu perfeito vigor, e que na for-
ma do arl. 5. 1* e 2- das referidas postura!, dte-
rao todas as|manhas, al ,1- 7 botas, mandar varrer
as lesladat de seut eslabelecimentos e oflicinas. at o
meio da ra, se do lado opposto bouver igual obriga-
e.in, alias toda a largura della, fazendo coiidutir o
lixo, e varrendu-us para os lugares designados, e ir-
rigar nos dias de sol at mesmas testadas, immediala-
menlc que forem van id.n : ludo sob peua de -01-
frerem a molla de .Xkjo rs., e o doplo ua reinci-
dencia.
E para que sejam dilas posturas fielmente observa-
das, lavrei anda por osla vez, o presente, para assim
dianiar 1 attenro de todos a quem ella se refere.
Fiscalisarao da freguezia de S. Antonio I." de 00-
tubro de 1850.O fiscal,
Manoel Juaquim da Silva Riheiro.
O lllni. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimenlo da ordem do Exm.
Sr. presidenle ta provincia de 26 de setem-
liro prximo Ando, manda fazer publico que
no dia 23 do correnlc, permite a junta da
lazenda da incsni.i thesouraria. se lia de ar-
rematar, a quem por menos lizer, os repa-
ros da ponte de Pirauvra, avallados em
1:801/.
A arrematar;iiosera'fcita na forma da Iei
provincial n. 343 de 15 de maio de 1854, e
sol as clausulas especiaes abaJxo copiadas.
As pessoas que se propozeretn a esta arre-
matarlo comparecam na sala das sessesda
mesma junia no dia cima declarado pelo
muio-dia, compelentemen i habilitadas.
E para constar se mandou aflixar o pre-
sente c publicar pelo ubiario
Secretaria da lliesouraiia prpvinc.al de
Pernambuco, 3 de oulubro de 1856. -0 se-
cretario, A, F. d'Annunciacno.
Clausulas especiaes pata a arretnatacao.
1. Os trabalhos da ponte de i'irauvra se-
ro feitos di; contormidadu Cum o ornamen-
to approvado pela directora cm conselho e
apresentao ao l-.xm. Sr presidente da pro-
vincia na importancia de 1:804/.
!. As obras pt'iDcipiaiao 110 prazo de um
niez, e Dadarito no de tres mi-zes, ambos
contados de conformidadu com o artigo 31
da Iei provincial n. 280.
3. O pagamento da importancia da arre-
malai;;"io realisar-se-ba oa forma do artigo
i'J da mesma Iei ptovincial n. 280.
4. O arremalanlc durante a eXeeocSo das
obras proporcionara transito ao publico.
5. I'ara ludo o mais que nao e.-tiver de-
lerminado as presentes clausulas uem uo
oicatnento, seguir-se-ha o que dispOe a res-
ciLu a Iei provincial n 280.
Conforme. O secretario, A I'. d'Annnn-
ciac.to.
Sfe L-'IVEKSAS PROVINCIAS.
Rendimento .lo .lia 1 a :t..... 3919600
....... 2*700
J-iiSMUt
dem do dii
RKCKBEDORIA DE RENDAS INTERNAS tiE-
RAKS DE PKKMAMRUM),
ttendimnilo do dia 1 a 3 .... r>.:!s>-') i;
dem do da 1........ 1.T87a,7
en. i: 1.:, 1.1 porm
4.177;8'M
Olllm. Sr capitao do porto, oumprindo
a ordem do Exm. Sr. presidente da provin-
cia datada de 22 do corrente, reteriado-so a
contida na circular do minisictio da mari-
nha de 5, tambem do corrento, manda fa-
zer publico os tratados abaixo, de amisade,;
coinnicicio e tiavegaco. celebrados ultima-
mente com a confederacao argentina e a re- I
publica do Paraguay.
Capitana do porto de Pernambuco, 27 del
sciemhro de 1850.o secotario, Alexandre
Rodrigues dos Aojos.
DECRETO N. 17SI DE 14 DE JUI.IIO DE 18.56 j
Promulga o tratado de amisade, commorno
e navegacSo entre o imperio do Brasil c a
cunrederaCoSo Argentina.
Tendo-se concluido e assiguado na cidade I
do Paran, a.-s 7 dias do niez de marco do
presente anno, um tratado de amisade, com-
mercio e naveRacfr entre o imperio e a con-
rederar;iio Argentina; c ichant!o-se este ac-
to ninliiamcDtc melificado, c trocadas as la-
lilicacoes em 23 dejunho prximo passado;
liri |ior bem que o dilo tratado seja observa-
do ccumplido tao inteiramente como'nelle
se contm.
Jos liarla da Silva Prannos, do ii)i".i con-
selho, miuislro e secretario de estado dos
negocios estrangeiros, o lenha assim en lan -
dido e expeca para este lim os despachos
necessarios. Palacio do Rio de lanefo aos
14 dias do moz de julho de 1850, tricsimo
quinto da independencia e do mpprio.
(om a rublica de s. M. o Imperador'.
Jos Maria da Silva Prannos
Tratado di' amisade, eoinmercin c iiave-arao
enlre o Brasil e a rotifcdcrac3o Argentina
" que se terete o decreto supra.
^s o Imperador constitucional e defensor
perpetuo do Brasil, etc.; laxemos saber i
tonos es que aprsente carta de conflrma-
?ao, .-pprovar.10 e raltlicaro virem, ,u,e aos
sete das .lo mez de marco do coi rente anno
de 1836, se concluid e assignou na cidade do
Paran, capt-al da confederar,ao Argentina
pelos respectivos plcnipolciiciarios, que se
achavam munidos dos competentes pode-
res, um tratado de amisade, coniinen-io e
navegac3o entre o imperio do Brasil e aquel
la confederacKo, cujo theorc orma he como
se segu:
Em nome da Sanlissima c indivisivel Trin-
dade.
Sua Magestadc o Imperador do Brasil c o
presidenle da confederacao Argentina, dese-
jando lirmarem bases solidas e duradouras
as relagoes de paz e amisade que subsisten)
enlre as duas nacoes, e promover os inte-
rvsses communs do seu eominercio o nave-
gacSo por meio de um tratado que regule as
ditas relaces e interesaos sobre as bases es-
labe lecidas na conveneflo pieliminar de paz
de 27 de agosto de 1828, o nos convenios de
2!) de maio e 21 de novembro do 1851, Ho-
rnea ram para este lim por seos plenipotencia-
rios, a saber:
Sua Mageslade o Imperador do Brasil ao
lllm. eExm. Sr. visconde de Abaetc, do seu
conselho de estado, genlilhomem da sua
imperial cmara, senador do imperio,digni-
tatioda ordem imperial do Cruzeiro, c grao
cruz das ordena de Christo do Brasil e .Nossa
Scnhora da ConceiQSo de Villa Virosa de Por-
tugal.
E o Sr. presidente da confederarlo Argen-
tina ao lllm. e Exc. Sr. Dr. I) Joao Mana
Culierrcz, ministroc secretario de estado do
governo da coufederacflo na rcpartico de
relac/Ses exteriores, os quaes depois de te-
re m trocado os seus plenos poderes respec-
tivos, que foram adiados em boa e devida
forma, convieram nos artigos seguintes :
Arl. 1. Hacera perfeila paz, e firme e sin-
cera amisade entre S. M. o Imperador do
Brasil e seus successores e subditos, e a
confederarlo argentina c seus cidaios, em
todas as suas possesscs e territorios res-
pectivos.
Arl. 2. Cada uma das altas partes contra-
tantes se compromelte a nao a,miar directa
nem indirectamente a segregado de porr.'io
alguma dos lerriroriosda outra, nema crea-
c8o nelles de governos independentes cm
desconhecimento da autoridade soberana e
legitima respectiva.
Arl 3. As duas altas partes contratantes
conlirmam e ratificam a declarac/10 conlida
no artigo I" da convenco pre!iminarde paz
celebrada entre o Brasil ea repblica argen-
tina aos 7 dias do mez de agosto de 1828,
assim como confirman) e ratificam a obriga-
?3o de defender a independencia e integri-
dade da repblica oriental do Uruguay, de
conformidadecom o artigo 3 da mesma con-
venco preliminar, c segundo esttpularem
ltimamente com o governo da dita rep-
blica.
Arl. 4. Considerat-se-ha atacada a inde-
pendencia c integridade do estado oriental
do Uruguay, nos casos que ltimamente se
acordatetn cm concurrencia com o seu go-
verno, e desde logo e designadamente, no
caso de conquista declarada, e quando algu-
ma nacSo estrangeira pretender mudar a
forma do seu governo, ou designar ou im-
por a pessoa ou pessoas quehaiam de eo-
verna-lo.
Art. 5. As duas altas partes contratantes
confirmam c ratificam a declaraciio e reco-
nhecimento da independencia da rupublica
Paraguay, no* termos cm que o fiv.cram
o encarregiido das relac,0es exteriores e de-
creto provisorio dji confederaQao argentina,
por meio do seu cncirregadode negocios em
tiiissao especial junto ao governo de Para-
guay aos 17 de julho de 1852, e S. M. o Im-
perador do Brasil por acto de 14 de setembro
de 1844, reito e assiguado pelo encarregado
de negocios imperial junto ao governo da-
quclla repblica.
Art. 6. As duas altas partes contratantes,
desejando poro commercio e navegaco du
seus respectivos patzes sobro a base de urna
perfeila igualdade c benvola reciprocidade,
convem mutuamente em que os agentes di-
plomticos e consularas, os subditos e cida-
d3os de cada uma deltas, seus navios e os
productos naturaes ou manufacturados dos
dous estados, gozem reciprocamente no ou-
lro dos mesmoi dircitos, franquezas e i inmu-
nidades ja concedidas ou que forem no u-
turo concedidas a nacao mais favorecida ;
graluitamente se a coucessiio cm favor da
oulra nacao for gratuita, e com a mesma
compensarlo, se a concessao for condi-
cional.
Art. 7. Para melhor intelligencia do arti-
go precedente, convem arabas ai altas par-
tes contratantes em considerar como navios
brasileiros ou argentinos, aquelles que fo-
rem possuidos, tripulados e navegado se-
gundo as leis dos respectivos paizes.
Art. 8. Os Brasileiros eslabelecidos ou residen-
tes no territorio argentino, e reciprocamente os Ar-
gentinos eslabelecidos ou residentes no lerrilorio
brasileiro, eslarao isenlos de todo o servir militar
obrigalorio, de qualquer genero que seja, e de todo
o cmprcsliiDO forrado, imposto 011 rcqiiisitao mi-
litar.
Art. '). Cada urna das altas parles contratan-
tes se dirija igualmente a nao receber sciente e vo-
luntariamente nos seus estados, c a nao empregar
cm servico seu aos cidadaos e subditos da outra
qucUvereoj desertado do servico militar de mar ou
de terr3, devendo sr aprehend Jos c devolvidos os
soldados e os marinuuiros de guerra desoriora se
forem reclamados pelos cnsules c vice-consules res-
pectivos.
Arl. 10. So succeder que uma dos altas parles
contraanles estoja em guerra com uma lerceira,
nesse caso oliscar vario ambas enlre si os seguintes
principios :
l'rimeiro. Que a bandeira neutra cobre o na-
vio e as pessotis, com a cxcepco dos ufiiciacs e sol-
dodos em servico effeciivo doinimigo.
Segundo. Que a bandeira neulr cobre a carga,
com e*oBpeaj dos artigos decontrebando deguerra.
tica entendido c ajustado.que este principio doo
sera applicavel s potencias que 0 nao reconbece-
retn e observaren), coiRcquenlcmcnle que a propri-
edade de iimigos que perlenram a esses governos
nao ser livre pela bandeira ilaquella das duas al-
ias parles contratantes que se conservar neutra.
Tciceiro. Que a bandeira inimiga faz inimiga a
carga do neutro, a menos que lenlia sido embar-
cada antes da declararan de guerra, ou atiles que se
titean noticia da deelaraeo do porlo donde sabio
o navio.
Fica entendido igualmeule, que se a bandeira
neutra nao proteger a prnpriudade do inimigo, por
adiar-se esle comprehendido na clausula do prin-
cipio segundo, serao livres os gneros ou mercadu-
ras dos neutros i|ue estiverem embarcados em na-
vio da bandeira daquelle initnigo, com cxivp^.-io do
contrabando de g)ierra.
Quario Que os cidadaos do paiz neutro poden)
navegar livrcineiilc rom seus uSvios, sahindo de
qualquer ponto para oulro perlencenle ao ininiign
de urna 011 do oulra parte, ficando ex'pressamente
prohibido molejia-los de qualquer modo nessa na-
vegado.
Quinto. Que qualquer navio de uma das altas
partes contraanles que se enconlre navegando para
um pono bloqueado pela oulra, nao sera dolido
nem conliscaJo senao depois de natilicac-io espe-
cia do Moque, intimada e re;istraa pelos cho-
re das funjas bloqueadoras, ou por algum olli-
ctal sob o sen commando. 110 passaporte do dilo
navio.
Sexto. Que nem uma nem mura das parles con-
latentes parmiuira qae permaneetm su s,- leoda*
em sr>us |,ort(w K pre^, marilim.-.s fcitas i, outra,
por algumestade com quem esiiver em guerra.
Art. II. Para nao baver duviJa tobrequaes
MUTILADO
sejam os objectos ou artigos cliamado- de contra-
liando de guerra, se declarara romo tr-: prj.
metro, a artilbaria, morleiros, obuses, |lreiro-
mosqueles, rolles, liacamartes, carabinas, espin-
gardas, pittolat, piques, espadas, sahres, lm. .
venablos, alabarda*, granadas, fogucles iucendia-
rtos, bombas, poli ora. mechas. Ulas a todas ai
demais coum pertencenles ao uso deslas arma-
segundo eaeodoi, capacetes, peilosdeaco. diasde
malha, bojdria, uniformes e roupa militai leila
lerceiro lwldris de cavallaria e caallo< .,-iim-
sellas, lombilU e qu.l.n.er outra cou-, mm.
cent a arma dewa.lari, ; quat.n, ,od. a q,l,-
dade de insiri.mentos de ferro, aeo. biao d.
quaesquer outros ,liaU!ri.1cs m,nuric,urido;
parados ou formados expressa.nenn, m oso de
guerra, por roar ou por ierra
Art 12 Quando algumi das alta, parte- con-
traanles csltvcr em guerra con, omro ^
nliiiin cidadao da outra acihi-, -,,_ -
, """ara rommissc. r.u
cartas de marca para o tira de ,jud,r ln>0
hostilmente com o inimtgo daipi.-H,, s,,^
ser tratado por arabas como pirata. '
Art. 13. Nmbuma das alt.,s p,,^ ron|liUjI).
tes admitlira em seus jiortos pirata ou ladras d,
mar, obrigando-se a persegui-los por todos oa rneo-
a seu alcance e com lodo o rigor das leis, ;,
como ismbem aos cmplices do mesmo cri'm, e a
todos aquelles que occullarern os les mim ^^
dos, ea devolver navios e cargas a seus duoot In*
timos, cidadaos de qualquer das altas partes c.
tratantes, 011 a seus procuradores, e. era Uu de-
les aos seus respectivos anenles consolare
An. 14. As embarcacues braviaras e ar.
linas, tanto mercantes como de inerra nod-
navegaros rios Paran. IJru,uaVi \ Ss-Jlfc|
[.arte era que estes rios Wlf ,0 Brt^, ^
fe.leraVao Argenlina. com 5uieica0 utellBel||,
ragilamen.es fiscaete de policia. nos <|nHS T
asaltas parles contratantes se obrig.ro a adoniar
como bases aquellas disposicias que mais ^tT^
mente contt ibuam para o descpvolvimento da na
vegacoem favor ,1a qual se estabelecem os di,,,'
rogulamentos.
Art. 15. Consequeniemeniaasdiuserabtrr
oes |>odero entrar, permanecer, carregar e do-
carregar nos lugares e portos do Brasil da confe-
deracao Argentina, que para esse 6rn forem haia
litados nos sobredifos rios.
Art ib. Ambas as aitas parles contraUn-
les, desejando proporcionar todo o ov*..
de facilidades a riayett.-So fluvial commum
compromeltem-se reciprocamente coILH-a
e manter as bausas e signaes que fnrem ore-
ctsos para essa mesma navegado na anaa
que a cada uma corresponder.
Art 17. Estabelecer-se-ha nos sobre-Jilos
nos, tanlo por parte do Brasil, como da con
fe loracA-it1 Argentina, um aystema uniforma
de arrecadacao dos respectivos dircitos de al
fandega, porto, piloUgem, policia e pharol
Art. 18. Reconheceiidoas altas WrtWw-
tratantes que a ilha do M.rtim Garca ivHh.
por sua postcao embaracar e impedir ',,__
nategaQSo dos affluentea do rio da Prau em
que s1o tnteressadns todos os rbeirinho r
os signatarios dos tr.Udos de III de ji.lbo de
I8SJ, reconhecem igualmente a convenien-
cia da neutralid^de da mencionada ilha em
lempo de guerra, quer entre os estado, do
1 rata, quer entre um desles e qualquer ou-
tra potencia, em utilidade commum, e como
garanta da navegacSo dos mesmos rios c
portanto concordara : '
1- Era o.por-se por todos os meios a que
a posse da ilha .le MarUm Garcia deixc de
perlencer a um dos estados do Prita.intri-
sados na sua livre navegado.
2- Em procurar obler daquelle a qoem
pcrlenca a posse da mencionada ilha, que se
obr.guoa n3oservir-se della para impedir
livre navegar-3o dos oulros ribeirinhos e sig-
natarios dos tratados de 10 de julho de 185.1
c que constnu na neutralidade da mesma
ilha em tempo de guerra ; assim como em
que se lormem os eslabelecimentos necesa-
rios para seguranza da navegacSo inte ior
de todos os estados ribeirinhos e toa nacoes
comprehendidas nos tratados de 10 de julho
Art 19. Se succedosse (o que Dos n*.
permitu)que a guerra rebenUsse entre -lual
quer dos estados do no da ProU, ou doi Vn,
coiiu,.a.a.9 .ic p,rtes contrata-
tesobrigam-sc a manter livre a aatiai.ill
dos nos Paran, Uruguay e l'ara'uv a
outra excepcao a esle principio senSo a re,
petto dos artigos de contrabando de gu0^.
folmPhtrt0S C Ug'rW ds mMn"* nos ZM
ri,!'ie,OS conforme os pr,ucipi.,Sqd,
dtre.todas gentes; licando sempre salvo
meo trattst.o geral com sujeic3o aos reg-
lamentos de que falla o artigo 1* ^
Art. 20 Ambas asaltas parles contratan
les se pbrigam a conv.dar sa empreg. SL
os meios ase,, alcance para que mSSZ
do Paraguay adhir. as esltoolacoes qu" re-
cedem concernentes a livre navegaVao flu-
ml, de conformid.de com o.rfgrf,^icio-
nal aconvencSo preliminar de paidnird,-
agosto de 1828, e com o artigo 14 do cobre-
uto de 21 de novembro de ll, celebr.T.
entre o Brasil e os governos de Entre Rios
..rnenles. "
._** -\- lrca das ratilicaciies do pre-
sente tratado ser, reit, n. cid.de do Paran.
dentro do prazo de seis meres, coudos da
su. uata, ou antes se for possivel.
hm lesiemnnuo do que nos abaixo sate
nados plenipotenciarios de S. M. o Imne-
rador do Brasil c do presidenUd. confeie
racao Argentina, etn virtudc dos nosso ple-
nos poderes, assignomos o presento tratado
com os nossos punhos c Ih, fizemos por ..
sello de nossas armas.
Keito na cidade do Paran, os aeU dia-
do mes atoan reo do anno do nascimenlo d,
Mosso benhor Jess Christo de 1856.
il.. do S.) Visconde de Abaet.
L. do S. Jos Mari. Gutirrez.
E seudo-uos preseute o mesmo tratad..
cujo Iheor fica aciraa transcripto e bem ti'
lo, considerado e examinado por nos ludo
o que ndle se conten, o .ppronaios ra-
lilicamos e conlirm.mos assim no todo como
em cada um dos seus artigos e esUpulace-
e pelo presente o damos por firme e taii
para haver oa produzir o seu devidoeffeilo
promeitendo em T e palavra imperial 1.-
scrya-lo e cumprilo inviolavelmenU, e r-
ze-lo cumpnr e observar por qualquer no-
do que possa ser. H
Em tcslcrauuho o firmeza do que lizeuin-
passar a preaenle cari, por n 6 .asignad.,
sellada com o sello grande das armas do
imperto, referendada pelo nosso ministro
e secretario de esUdo abaixo ass gn.do.
nada no palacio do Rio de Janeiro aos 29
das do mez de abril do auno do ti.se. rento
uc v,usso Senhor Jess Guristo de 18a*
I-. .)PEDRO, Imperador com guarda
,.- Josc Mal' da hataa Paranhos.
(i.to de Janeiro. .\a typographi. nacional.)
Kulino Jos Correia d<- lnjsnm,
J1112 de paz do segundo dislricto da ln-
guezia da Boa-\ uta, pelo presente an-
niincio En pulilieo, otng a* audiencias Jo
jtti/.o (team teilii/.idas a tima soincntc, to-
das as semanas, sendo tatas nas sjnnan-
eitas, as V horas da tarde impi-eteri.el-
mente.
O lllm. Sr. rpitas do porlo, enraprindu .
aviso circular da reparlicao da mariaaa dol.
c a ordem do Exm. Sr. presidente da pro%inria de
, ludo do corrente rtiez. manda dar puMicida.k
as tradiirces juntas aesla.de varios avisos, re.
qnacs .-inniim-ia.se aos nareganles o oMabrlerimrn-
llode novos pharoes nas ilhas Baleares, no Med
errneo, no Mar Negro, Bados-Lnidos, tet-
aba de Alhenas, e na entrada do Tnsfn.
ClpMina do porto de Pernamburo 16 de soirai-
bro de I83ti. O secretario Alexandre Rodrigue-
dos Anjos.
TUDQOQaVO.
AvtSd O* liaVCfilltt'S.
N. 17. B
INGLATERRA. ENTRADA I'ARA O I A
MISA.
I'harol (riinlleel East Sin.
\ corporac.io do Trinilv llouscem l.on.lrc- aca-
lla de fazer pul.lico, que n pbarol .le Estar M
centcmenlc levantado ansfnS a Iwrda do S I.
ilu baixo de (iinflc-ct, em fenle rosta V |n -
no Soria de leste prximo mitrada du Thaunsa
aaha n aanahaniai pmmpto.
lien In.' rcvi.lvente d<- cor encarnada ser., ai.
rolliH-.nla depois da tarde do primtiro dia V man
-



DM.0 OE PRRAHUCO S GUN M FElM 6 DE flUTUBhO ik it56
prximo, mostrando urna face escarale cada meio
minuto. Estar collocada em unna altura de 48
pes cima do nivel medio do mar, e deve ver-se
do convs de um navio no estado ordinario da at-
raosphera, em distancia de seta a oito milhas.
A casa do pharol he de urna construcQo de fer-
ro com seis lados uu faces, sustentada sobre pilares
ou pornas, que se acharo bracadas diagonalmente.
Tudo se acha pintado de escarate. Est collocada
com asseguinles demarcaces : Igreja deClackton
N. O. li-2 0.: torre de Naze em VValion N. IriN.
K.; casa de pharol alto de HarwichN. 4.*JV. E.,;
pharol na ombarcaeio a pique E. 3i< S. E. 4 1|2
inilhas.
No mesmo dia sero extinclas as luzes, que
presentemente apparecem de bordo da embarcado
pharol nodunfleet ; as balas no tope dos mastros
sero arreadas, e a embarcado brevemente sera
removida. Igualmente a balisa que ica um pon-
co para o oeste da-nova casa do pharol ser|reli-
rada.
Roga-se aos capitaes de navios, pilotos e^eoutros
navegantes, que tenham todo o cuidado m nao
se approximarea casa do pharol mais de um
quarlo ile inilha, nem em circunstancia alguma
tentar passar para o norte delle.
Todas as deraarca(des sao magnticas Va-
ricao 21o la" O. em 1856, diminuindo 6' an-
nualtneoie.
Por ordem de Ss. senhorias.
Assignado, John Washington, hydrographo.
Repartic.ao hydrographica do almirantado. Lon-
dres 17 de abril de 1S56.
Este aviso affecta os seguintes mappas do al-
mirantado.Canal de Inglaterra fl. 1, n. 1598 ;
proximidades de Harwich n. 2052 geral do mar
do Norte e folha 1, ns. 2339, 1406; costa de les-
te de Inglaterra, follia 2, n. ltlO; Tamisa fo-
lha i, n. 1075, e igualmente a lista dospbatoes
britnicos (ed. 1856J u. 69.
TRADUCOO".
Aviso aos naveantes,
N. K.
GOLPHO DE ATHENAS.
Pharol tixo sobre Lipso-kutala.
saa IhIo os enhores doaos le carros de alosuel, car-
rocas e uniros veliiculos de Condueo, que o orno
marrada para o pagamento do impoMo dos taoacio-
na.los vehculos linda-se M ollimo do correle mez
ile oulubro ; incorrendo un mulla de SO por ceiiln
aquellas que deixerem do vir no .tilo pra/.o.
O conselho da administrado naval resol vendo ,
cm teasao de boje contratar o fornecimento ho dia I
7 do corrunto de gneros precisos para os navios
de guerra, barcada Escavarao, e arsenal, assim
como Africanos hvres neste existentes ; manda
convidar aos que se propozerem afaze-lo, aapresen-
larem assuas propostasem cartas fechadas no dito
dia al as dez horas da manhaa, nao admitlindo-
senellas maisdo que a declarado do prego fixo e
menor pelo qual poderao ser fornecidos os gne-
ros, hcando assim abolida a pratica de alguns Srs.
as mesmas propostas mencionarem abales com re-
ferencia aos das de mais ; sendo o indicado fomo-
cimento.efleciuado pelo lempo que se convencionar,
e mediante melhores vantagens para a fazenda, com-
posto dos seguimos gneros, da mellior qualidade .
arroz, agurdente, assucar, azeite-doce de Lisboa,
bacalho, carne secca, caf em grao, farinha, fei-
jo, sal, toucinho, vinagre de Lisboa, azeite de
carrapato, vellas slearinas, pao, bolacha, e carne
verde. E como, em cumprimento das ordens do
Exm. Sr. presidente da provincia, ten ha o dilo
conselho de contratar tambera o fomecimentodeme-
dicaienlos para os navios da armada eenferma-
ra de marinha, visto como o anteriormente effec-
tuado fica denenhum elleito ; manda elle convidar
igualmente as pessoas.convindo faze-lo,a apresenla-
rem as suas propostas naquelle mesmo dia e al a
mencionada hora ; sendo que os uedicamentos
para a enfermarla de marinha constan) do formu-
lario em mi do respectivo facultativo para ser
consultado por quem convier.
Sala do conselho da administrado naval em 3
de outubro de 1856O secretario interino Ale-
xandro Rodrigues dos Alijos.
Machinas
&&000 $^ittf8t0&
Para Lisboa pretende sabir com bre-
v idade a barca portuguesaFlor de S.
Sima ; para carpa e passa;ejros tra-
dJdeoInd^rr80^! ,^iaZerPKbhCOqUe *"" C0,n CarvalhoAlrLo, naruada
desde o da 13 de marco de 1856 se achara este- Brnm n .->_____ .- j
bele-idoumparol na exlremidade de leste da Ilha L.'.0" t0m CaI,,lu0' na I*"* do
de Ltpso-Ktitala, (ane Psyttaleia) em frente a
entrada do Porto Drako, ou Peirmus no golpbo
de Alhenas.
A luz be brilhante c fxa
pretende seguir al o lim da prsenle enuna o ve-
tsia collocada em leiro patacho nacional cmuoaat, lem a bordo
para o rento e es-
etcelleules coro-
- com o sea consignatario Antonio
iz de Uliveira Azevedo, iua daCrai n. 1.
I'ARA A BAHA
patacho nacional Alhenas chegtdo do Mara-
_ -------_. .,,. ^ wuuuuii em >eiro paiacnu nacional Amaionas
urna altura de 184 pes cima do termo medio do ,crcos d eu carregamento :
mvel domar, e deva ser visivel em lempos ordi- cr"*os a frcle. P os quaes tem
narios em urna distancia de 10 inilhas. A ma- J ':
china illumiuadora he urna lente da sexta ordem.
A torre do pharol he circular, de pedra, e de____..
46 JS dealtura da .base igT-i-l. &ttSZgtABt
na altura summa idimhn >ini..j. mu< r.i..i..........______. .... >
pretende seguir com moii.i brevidade: para o reilo
tratae cmn o >eu consignatario, Antonio I.uiz de
Oliveira Azevedo, na da Cruz n. 1.
Cear e Acarad.'.
O hiale Corrio do Norle recebe carga e pissa-
gearos : Irala-se com Ceiano Cyriaco da C. M., na
"eni do Kecire n. 2.
Aracaty.
ay
O liiale oExalacao segu ne.tes das ; para o rei-
> da carga e pisiageiroi, IraU-se com Caetano Cv-
iaco daC. M., na ra da Cadeia do Kecife ti. 2. "
na altura summa do cabo, na lattitude 37- 56'
23" N. longitude 23 35' 56" a leste de Gre-
tiwich. ipproximadamenlo.
Este pharol servo de guia para o ancoradouro
de Salamis, ou Koliiri, c igualmente para a ba-
ha dePeirceus
O ph.ro. ou luz temporaria que ate boje tem TV&SSZTESST
estado collocada na torre Grme prximo ao tmulo
de Temistoclas, nao apparecer mais.
Por ordem de Ss, senhorias.
Assignado, Jobo Washington, hydrographo.
Repanicao hydrographica do almirantado.
Londres 7 de marco de 1856.
Este aviso aflecia os seguintes mappas do almi- Compra-se tima barcaca que esteja
n .R-.w i'iter?ne0 2-'58,\ArchiPela8 em bom estado, e que carre(jue sac-
ral n. 16o0 folha 1 n ltr.i rnlh *> n Un. rn< ,.nr_ "
eos com assucar, pouco mais ou menos
luem tiver annuncie.
Para Lisboa
com toda bvevidade pretende sabir o
brigueportugus LAIA III, por ter ja'
parte da carga prompta : quem nelle qui-
zer.carregar ou ir de passagem, para o
que tem excdlentet commodos, trate
com os seus consignatarios Francisco Se-
veriano Rabello & Fillio, no largo da As-
emblea n. (i.
Para Lisboa
com toda a breridade pretende
ral n. 1650 folha I n 1651 folha 2, n 1652;
Bahia de Salarais n. 1513, ou Peiroeus, n.
1520 ; e igualmente a lisia dos phatoes do
Mediterrneo ns. 154 e 157.
TRADUCCAO.
Aviso aos navegantes.
N. 15.
MAR \EGRO.
Pharol de luz xa era Cabo Shablah.
Ogoverno turco acaba de fazer publico, que,
no da 1. de fevereiro de 1856 eslabeleceu-se urna
luz na lorre de Balisa do Cabo Shablah, na cosa
Ja Bulgaria, pouco mais ou menos 36 milbas ao
nordeste do \ aro no Mar Ne,'ro.
Biz-se que a luz he lixa e brilhante. Est col- brigue portasueE SOBERANO
locada em uina altura de 120 pes cima do nivel i
do mar, e em lempo claro deve-se ver do couves
de um navio na distancia de 16 millits pouco mais
ou menos. A torre do pharol est na lat.de 43*
33" 30" N. longit. 28* 38' 4o" a E. de Gre-
enwich approximadamente.
Pique scienle o navegante, que, no mez dejde-
zombro de 1852 Ireze embarcaces destinadas de
Odessa para Varna encalharam prximo ao Cabo
Shablb, e em marco de 1855 mais seis euibuca-
cocs deram cosa entre Shablah e Mngale, (pe-
quea cidade que ca 16 inilhas ao norte ) quan-
do i seguiam da Crimea para Varna.
Como estes naufragios tal vez tivessem tido lugar
por causa do alguma crrante que houvessc para
o oeste ou noroeste, os capitaes de embarcacijes de-
vem navegar com cuidado por motivo de tal oc-
currencia.
Devom lembrar-se igualmente que os pharoes
na eosta da Turqua nao sao conos, e nao nave-
garem com demasiada contianga, na espranos de
ver o pharol no Cabo Shablah.
Variajao 7 O. em 1856.
Por ordem de Ss. senhorias.
AssignatTo, John AVashingion, hydrographo.
Boparihjo hydrographica do almirantado. Lon-
dres 10 de marco de 1856.
Esle aviso affecta os seguinlee mappas do Al-
mirantado : Mediterrneo n. 2168; Alar Negro
geral n. 2214, e folhas 1 c 2 ns. 2230 e 2231.
Igualmente a lista dos pharoes do Mediterrneo n.
172 A.
TRADUCCiO.
DIRECTORA HVRORAPIUCA.
I Aviso aos nuve^ ntes
Pharoes das costas de Hespanha, Mar Mediterr-
neo (lias Baloares.)
O ministerio da marinha remellen a esta direc-
tora o seguinie aviso recebido do de Fomento.
Pharol da llha dos Enforcados, entre Ibiza e Tor-
mentera.
I corpo dos engenbeiros de estradas, canaes
portes acaba de declarar concluido o dito pharol
cstaheleeido na pequea liba dos Enforcados, si
luada na proximidade dos Freos de Ibiza e Por-
mentara. Seu machinismo he catadiopuico, d
sexta ordem. de luz lisa e nMural, elevado 22 m
778 (8T77 ps) sobre o nivel do mar, e vista
em boas circamstancias, a dez militas de distan-
cia. Estar aceso todas as noites sem inlerrupcao
disde o 1. de tnaio prximo futuro.
Lallitude 38* 48' 42" norte.
Longiuido 41' 2" E. do observatorio de ma
ruma deS. Fernando.
ndo de nove bracas a meio canal, que d
ininile para seis em distancia de urna amarra
ponti septentrional da Ilha do Espalmador, e a
em distancia igual do meridional da Ilha dos E
Toreados.
i u.j w uuidi pea jiiiu
dpixa.lo por aquella banda, continuando ao O."
O., ale completar duas ou tres milhas, em i
caso se poder;i fazer a derrote que w quizar.
venios escassos ou variaveis, para se nao ver
contingencia de Icr que funduar nella, visto adiar-
se chela de pedras. Os rumos sao magnticos.
Madrid 29 de marco da 1856.
Assignado.Joaquim Gutirrez de I\ubalca
iva.
O fecal da freeuezia de Sanio Antonio scienli-
lica aoi senhores doims de obcaa em eiercteiu na me,
m rre:uezii, que ile <-.in..r m.i.i.l- rom o que dis-
poaobrl. 5d*)UI. 7 das paatoraa inuuicipaei de :ill
djunliode 1819, deveran lerluz que lumie laffl.
ceiilemeiiic u tacar n*> Milaa de escuro, sed nena
MBuercio.
*ar'a
I
(> Rio dtj .laneiro
-------......-, por ter
ja parte da carga prompta: quem nelle
quieer carregar ou ir de passagem, trate
com os seus consignatarios Francisco Se-
vetiano Rabello & Fillio, no largo da As-
Sl'lllllli-,1 II. ().
Para o Aracatv segaa com lirevidade o bem
couhecido IhhIh nluvenrivel, ja lem parl da carga:
pr o reslo Irala-se com Marlins & Irmio, na ra
da Madre de Uros n. 2.
PARA A BARIA
MgM imprelerivelnienle no dia 16 do correnle a ve-
leira sumara Nova Minerva, por ja' ter a Bator
parle da carga prompta pra 0 reto, lrala.se com
de Apollo ii. 23.
PARA O RIO DE JANEIRO.
Pretende seguir dentro de poucos dias o bem
conbecido brigue nacionai Marianna, por ter gran-
de parte do seu carregamento promplo : quem no
mesmo quizer carregar enlenda-se com Manoel Ig-
nacio de Oliveira ; na praca do Gommercio escrip-
torio n. 6, ou com o capitao Jos da Cunha J-
nior.
- Para o Itaraabao segu no dia II do rtez cor-
rente o patacho ..Mnla Cruz: para o rento da carca
e passagelros, lala- com Caetano Cviiaco da C.
M., uirua ra Cadeia do Recite n. -1. '
sarjar ventosas.
Na roa eslreila do Rosario n. 2, loja de lurbeiro,
vcudein-s* t melliores escrnifieadores que lem vin-
i? r*':' l'ro'inci e de novo modello ; agua DEX-
IIFHICK do Di. fierre para conservacao dos den-
les, e o muilo eUlcaz remedio para dores dos mes-
mo. ludo por Ijaralo precn.
l'recisa-se aluear urna ama forra <>u captiva :
a Halar na ruada Moeila, trapiche do CunhaA.
Precisa-se de urna ama para o servuo interno
ecuerno de urna casa de I, ,.., viuvo, com pouca
familia ; na ra do Sebo n. 8.
-- I'recisa-sc .le urna criada p'ara o servi-
co interno : externo du urna casa lamida ; trala-se na na de Aguas Verdes n.
22, segundo andar.
Praeiu-n de um perito Irabalhtdor de pada-
na : na roa Direita n. Ji.
l)a-c fazenda a lavar e engommar, com conbe-
cimenlo ou fiador : ne loja das ti norias, ra do Ouei-
mado n. 52.
Desappareceu no dia 7 de ctembro de IS"*
um prelo por uome Lula, crioulo, cozinheirn, com
idade penco mais ou rneno 2> anuos, estatura regu-
lar, hem parecido, cr relima, ps e mais liem fei-
lo. he bstenle aperallado, falla alguma cousa o
idioma ingle/, lem dous denle* da frente do lado es-
querdo parlidus, e o dedo index da man esqnerda
machucado, e conta andar acoulado pelos arrabalde
desla cidede: roga-se as pesioas qucoapprehendeiem
leven-a a ra de Apollo n. :)(), armazem de Anlo-
niolAlves Barbc-ia, aonde se pagario lodas as d-<-
pezas.
: V>Sf | DENTISTA pUMOB.
S$ Paulo (iaignnux, de volta d si-.a viagem .'.
,-y' a Kurop, esta morando na ra Nova n. 2?
^ *'' Primp'rn andar, onde pode ser procura- ',"
^ do a qualquer hora. A
e-osos o ooooooi
l'recisa-se alugar O prelos para armazem de
linear quem tiver e qui/er alugar. dirjase ma
do Apollo, armazem n. 10. que achara com quem
tralar.
Pede-seao lllin.Sr. I ir. Antonio Rorrea Leal,
qoe quanclo vier a esla praca haja de ippareeer na
ra da Cruz no armazem trance/, a.87, a negocio de
seu interesse e de urgenria.
BILHETES D LOfSRU DO
l!0 DE JiN!RO.
Aos 20 000-000, 10:000>000,
4:000.s000 e 2:900 000
Hoje deve ebegar o vapor brasileiro do
tul, trazendo as listas da lotera do
Monte-Po, e 21- da casa de correccao,
de ambas existem poneos bi I beles, os
(luaesestoexpostos a' venda na ruado
Crespo, loja n. 1, junto ao arco de Santo
Antonio : os premios sao pagos conforme
se tem annunciado.Jos En/.ebio Alves
LOTERA da provincia.
4a parte di 6" I o ter i ti da
matriz da Boa-Vista.
Forain vendido* p loa-
baixo assiofnado, os pre-
mios albdixo Meta-Ios; es
pcssuid(res de ditos uu-
meros podeui vir reoeber
no esiM'ipto io do mesmo,
fifto sol a garanta dos 8
por een o, como todo o
premio por i ote ir o, ou na
[iraca da Independencia
loja n. 40.
90.1 2:i)0().s -l quartos.
i 900.? 1 dito.
VOO.s meio bilhete.
200.S- dem.
200.S I uuarto.
lOO.s' 2 ditos.
lOO.v 1 dito.
IO0.S 2 ditos.
60fl 1 dito.
50.S- 1 dito.
")l).V 2 ditos.
I. .1
$ttli>t&
O agente Vie.ra da Silva faz leilao,
de.)2saccas com cevada e 100 ditas com
Jeijao : terra-ieira 7 do corrente, a's 11
horas da manhaa, na travesa da Madre
de Dos, armazem do Sr. Joao Martins
de Barros.
Leiloes.
llciirv libson fara' leilao, por nter-
vencao do agente Oliveira, de grande e
variado sortimento de fazendas inglezas,
0 corpo dosenceniimrm d ..i..i.i Udapropria*domercado:seeunda-feira
0 do corrente, a's 10 horas da manhaa,
no seu armazem, ra da Cadeia do He-
cil'e.
T. de Aquinu lonseca 4 |."iii,0 rarao leilao,
por uii-im.ii ;,,; do agento Oliveira, de li-'j barricas
de 'amiba de Iriga e \1 pipis de vinho de Lisboa,
awim como s venderfl" porconla diversa, 37 barrn
de vinho do Porto, de i, .> e 8 em pipa : lerra-teira
7 do correte, a 10 horas Ha manhaa, no arinazcii'i
do Sr. Annei Jacoine, detrunle da purla da alfaa-
dega.
O agente Vieira ila Silva.na ra da Madre do
Dos n. 32 ,ar luiho quarta feira 8 do corrente
O ohieclo tirinciin Jan. ',, i i a0 meio ,lia '"' l"""- dc rMS obras de marciuei-
naU, ,, i.w'^ P Para ",arcar ria "ovas e us;'d-1Sl e d0 riccs ob* 'le acha-
,i, ?lo '.I I3 l "1*"**- <*> voniade dos compradores.
O agente \ ieira da Silva far leilao de -200
- libras de mercurio, em papis de 2 libras : ijuar-
d* ta-feira 8 do correnle ao meio diaemponto, na na
4, Ua Madre de Dos n. ol, no arma/emde leiloes.
'"- O agente Borja tara leilao em seu arma/e
luido
la-
u ------------ / ageuiB 'na iai.i icnao em sen arni.ven
Para embocar a passagem de noile vin- na rua do Collegio ... I de um grande e COmple-
o^L^Tnt^t9lkm'00'U- le sortimento de obras da macineiria, censis. i
"o 1 ak w oZ T" t M: lmr rU" co,umoda- ",1"''Ue'a'' ^^"as.vdarda louca.l;
.." 3Mf -Lu1, afim d" lomar P5'9 a""'" ntoriOS aparadores e OU.ras muitas obras lano d,
e jacarando como de ainarello, diversos pianos, obras
f- de prata, relogios para algibeira, olijeclos de por-
'jo celana e de \idros para .Mifeiles desala, risos jo-
gosde pislollas para algibeira, de um e de cinco
nos escassos ou variaveis, para se nao ver na .,,..,i;.. .i,> i.,ll-, ,. r*iL ________. ...:_.
"a poslos no dia do leilao no raferido anna/.em, assim
- como 2 parelhas decanaiios de imperio, os melho-
res cantadores que se tem visto : quinla-leira 9 do
corrente as II horas da manhaa.
fCt)3i> ^..oerJd.
Alnaa-M o silio denominado aOileiro e do Ke-
I sarja, em -la-nhc, no qual all encravadn o en^c-
..,-.,,rnienie u lusar na Mita* de escuro sol pena l "** l-"l"'e'^'"- rl"" '"> da viven la. estribarla
demilirerrm a inulta estabelecida pilo miado arll ?a,i"'ou. .avallos hoin banb junio de casa, varia.
gO Mal, M,,,,..- Joaquin da Silva Bibeiro. I l"lc,'lr'"i """' ,"l,," "" ro'modos para bem se pas
go.O rural, Man.i- Joaqun da Silva RibeiraT
ADVEK1ENC.IA.
< procurador di cmara municipal do Recite, avi-
sara reala : quem preteiHlcr, dinj.i-e a praca -1
Boa-Villa, casa u. 2S, a Iralar com Manoel Elias de
ara.
ILEGIVEL
151
1070
700
27.11
.1074
211.1
2400
1569
3370
Hospital Portu-
guezde Benefi-
cencia.
Precia-se de um srvenle para esle eilabelecimen-
to, o qual lem o ordnalo de 1550iW por mez, casa
e comida, prefere-sc o que tiver melhores abonares:
a tratar din o provedor.
AVISO.
No dia 2 do outubro. as (i horas da manhaa, rugi
>i pnlai cnnula de liorna feaepba, que repcenla Ter
.10 ou .12 anuos, altura regular, rheia -lo corpo, com
ralla de denles na frente, leve Batanle* besigks no
roilo e em lodo o corpo, e linda eeasorva muitas
marcas de bexiiza ; levuu vesii.u, de eambraia de
barra cor de rosa e panno da Coila, com lislras en-
carn.da: quema pegar leve ,ua do Queimado,
toja da quina do becco da Ceor.reKaeae n. i I, ou no
paleo da sania Cruz, sobra lo da um'audar n. 2, que
sera bem paao o seu Irabalhn.
-~ rAigio no dia 27 do mez pasudo, de bordo do
patacho Valcnle, o escravo J.nuario, n icAo Ben-
gnalla, Idede 10 anuo., cor preta, msio cimprido,
au, chalo, olhos prelos, barba serrada, e pi in-
chados : roga-ae a* autoridades poljeiaei e capitaes
de campo le o prender e levar a rua oa Cideia n.
2, que serlo ranuspansadot.
Precisa-ie 4e doii cszravas para o ervico de
quilandeira: qoem as livor c quizer .lur, (iaei
ra dingir-se a rua da Cruz, sobrado u. 1, que
achara com quem tralar.
Leubraii$;i nos esque-
citlos.
O abainr. aniunado, leodotollada de iuv viagem
que fez a Europa, roga a bnlaa aquell.i p3!soas qne
anda 1 lie Ullo deveod.i, de gneros rom|.radot em
seo eslahelerimciiln da rua da Cadeia .lo Recife n.
-), defronle do berco l.aryo. qua queira.n realisar
acus d.hiiui.aie ,, .Ha Jt da correnle.e nao ofazend.
se vera obngad,. a osar dos n.eios juliciaes.
Manoel Joe d > Kaselmealo Silva.
Na rua .Nova n. 12 se dir'quem precisa de
deVitot.0 ct""luc'- le.-du alguma pratiea
b I he le perdido he de o. SOSz e alo 2060 como s-
BIO l.oic no Diario. Recife i de ..ulul.ro de 1836.
A pessoa que ne-li eadlde do Kecif,; ha para
..anuos, pouco nl ou menos, comprou a Antonio
RodnRoeadoFiRooiredo, da co.narc. de Pao d'.Mho,
u,.,a nula a de nonie Lrsula, nasci la e.n Sanio An-
;!e.! 1 i ,r''su' mor-,la P" MSoeiode
urscncia e de malta >cu parlleular Inlereew.
LOTERA DA FROVINCA.
O Sr. Ilieiooreire manda fazer publico, que eslao
expotlos veoda na rua da Aorora ... Jii, das 9 n
,. j.- u1,l!",.e\""'" quarlos da lerreir par-
le da quarta olera de N. J. de .ua.lelu, da cilia-
do de .Huida, riijai rod.. andam a 11 do corrale, e
K-n que se publiquem a. |,,| se pas,'lo os pre-
mios, a eieeptlo .ios dous premloi ura......,, qae sle
pasos Ioo en, conl.nenlc no ala,, da evlraccao, no
c.nvcu.ode.N.s. doCarmo.-Oe-mvao,
JosoJanuariu Alve? da Maia.
A viuv. do finado llnriq,, llorrrs por i e
por seus i.ii.os. sobremaneira penlmrada pela cene-
rosi.lade que p.ra com ella liveram seus oradores de
llie perdoarem raes divida., mu rnrdealmenie Ibes
agradece no alio benefleio, e faz fervorosos votoi
a ueosprli reoperi tade di seus bemeiiores.
IM-s JIKJ? a premio snb boas lirm;.t, penhares
de prala c ouio, ou hjrpVllMcs em bem de raiz
quem preciar dirija-ae a rua do Co sundo andar, que se .lira' quem da*.
Marceonilla I'rai.risra Soarn 'llran.lao, viuva
do linado Cuslod... da Silva Urna, convida c ro:a
a... credoresdo mes ... linado para que comparecen
em su. casa, rua do Amorim ... 31, cjinido andar,
no da ..di. c.irenle, viudo munida, de par que .. villa de seus rredilM e .l f.polio deixa-
dn pelo maine, deliberare! Ja uielhor forma como
se devem embolsar.
Lotera.
Quarta parte da sexta lo*
t, lia da matriz da Bou
Vista.
Meio bilhete n. 199 5:0009
O canlelisia abiiu atsignado deelara ao respeila-
vcl publico que venden a orle Brande em meio In- I
Ihele, e o poMuidor pa'e vir .ecel.er os 8 J da lei
na rua larga do Rosana ". 28. esuudo andar.
Creeos dos bilheles.
Bilheies ~<-WX>
Meios 38000
Osarles 19300
Manoel Marlins l'iuza.
Afericau.
O al.aixo signado, arremalanle das alerii.es do
muuicipio do Kecife, scienlilica u quem convir, que
lem e.dabelec.do o seu esenptorio no paleo do 'terco
n. t(, aonde dan' expediente das X da manhaa as
:t da larde.Jos Custodio Ptatelo Snares.
O abaixo assignado, como aceitante de urna I
Icltra da qaaalis de 250/. sacada por Virlorino Jo-'
s Corren, de S., e endossada por Joo Uaplisla da
Rocha, vencida no da do correnle e nao aprese..-
lada por pessoa alguma, nem ao aceilanlc nem ao
eudossante, como era de dever da pc^soa em cojo
poder ella esliver, previne por essa raiau de falla de
seus deveres a au pagar o proleslo, pois essa mgica
fui lora da lei, para fazer a vonlade a um Laran^ei-
ra, que assim Ihe pedir. Recile i de oulubro de
tr.".fi.ot Antonio Au.eliu:. Moreira.
Nn dia i do crrenle, na e.Irada de Joio Fer-
nandes Vieira, per.leu-se um lenjo de grade com bi-
co em valla, e dous dedo; de eambraia de liuho em
volta do quadro do meio, em cujo quadro tem alero
do labvrinlbo as niciaes I,. B. S. I'., feitos na mes-
ma grande, p mais dous coraees unidos com urna
coroa em cimai: quem o liver arhado, qurrendo res-
liluir, leve o a prora da Independencia n. 37 e :l!l, '
que recebera' .V^hW de adiado.
Dos que te mascaron, alguma cousa le a- i
'bou. Certa gaga, nova mente dragada nesle bair-
ro de S- A., acha-se apta para fazer qualqner lem-
brar-se de boticas.....
Precisa-se de urna ama para casa de pouca
familia: Da rua do Livramenlo n. 4.
Na Boa-Vista, ruada Coticeic.aon. 27, pre-
cisa-se alugar urna ama deleite forra ou captiva, i
PBHCACifl LETTERARIi.
ulnas.
DE
LL'IZ D CAMOES
Precedidas de um ensaiobiogrophico, no qual se
relalam aljjuns fados nao conhecidos da vida do
primeiro pica portuguez, augmentadas com al-
gumas compusimos inedicias ao poeta, entre estas
traduccaesdos iriumihos de Petrarclia, onde o tra-
ductor rivalisacom o poota llaliano.seu valido : com
um catalogo dos traductores, escriptores nacionaes
e estrangeiros que escreveram sobre a vida e astri-
ios de Cainoes, e outro das dilfercnles odicoes das
suas obras pelo visconde de Juromenha.
As obras constaro de a 7 volumes, em 8.
franca e liom pepel. Esla nova edicao acompa-
nhada do retrato do poeta, do sganlas estampas he
consideravelmente melhorada c com a preferencia
da versao mais correcta e com a reslimicac dos lu-
gares corlados ou esquecidos das obras lyricas do
poeta.
Assigna-sc e dislribiiem-se os prospectos na li-
vraria de.Tos Nogueira de Souza, junto do |arco
de Santo Antonio, onde esta patente para quern
quizer 1er um artigo aserilo no jornal >A NaeSo*
pelo bem conbecido poeta portuguez Joo de Le-
mos acerca desla nova edicao.
LSTIDOS -IIISTORMOS SOBRE \S
HiREJASDl.\(.i:.l PORTO
I.IIEZV.
Jos Barbozt Canaes de bigueiredo Caslello
Hranco coiupreliendendo as cinco provincias ocelo -
siasticasdeque sao melropolr-s, llraga, Lisboa, E-
vora, (loa e Babia e as suas sufragneas e compro-
vinciaes, esiendendo-se desde a Europa pela A-
merica, frica, Asia e Ocesnt.
A primeir parte conten.lo os esludos bislori-
cos da igreja de llraga, vai j^. onlrar no prelo.
Rceebeni-se assignaluras na Linaria de Jos
Nogueira de Souza, junio no arco da Sanio Anto-
nio.
No dia lOas 11 horas na sala das audiencias,
depois do finda a drTSr. I)r. juizde orphaos o au-
sentes, se lia de arrematar urna grande extensao de
terreno n rua Inpcrial do lado da mar pequea,
dividido em lotes, como do cscripto em mao do
porieiro, o qual pericnce a heranga jacentc de
Antonio da Trindade, a vai a praja a requerimen-
todo Dr. procurador liscal da fazenda geral.
No dia 7 do correnle na sala das audienci-
as, linda a do Illm. Sr. Dr. juizile orphaos, se
bao de arrematar alguns escravos do casal do fina-
do Joaquim Jos do Miranda, a raquerimento do
testamenteiro a inventariante Dirnardo Antonio de
Miranda.
lassa adaman-
'rtca
tina.
Francisco Pinto Ozorio chumba denles com a
ver.ladeira masas adamaolina, e applica ven losa
pela airan;in do ar : pode ser procurado confronte
ao Rosario de Santo Antonio n. >.
l'recisa-se alagar urna eserava que saine coser,
lavar e engommar, para o serviro de orna familia
iogleza : na rui do Trapiche Novo n. 10, em casa
de Paln Nash r\ Companl.ia.
.~ esiippreceu no da 2 do corrente, do largo da
Ribeira, um quarlao rodado rom cangalna e um par
de caruss, e tem um mal de besta na auca : que,
delle souber. queira apparecef na roa do Cabana n.
14, que se gratificara'.
Arrenda-e ou vende->e una otaria erando
com dous ionios de lijlo e um de lelha e loo.a, case
de vivenda, armazem e tres viveiros, lud.i'a mar-
gem do rio, assim como vende-se una canoa de car-
reir para uito pessuas, e muilo segura : quem qui-
zer dirija-se ao aterro da Boa- Vista, casa n. s.
Publieacao Ilite-
raria.
Na Iterarla de Jos Nogueira de Souza, fronleia
ao arco de Sanio Antonio, se acha n venda a segun-
da ediccAu do cumpendio de geograpbia do Illm. Sr.
Ur. Iboiuaz Pompeo de Sooza Bra.il, publicada e>le
auuo, coiisideravelmeiile ausineulada. O compendio
doSr. l)r. Pompeo he ja' muito rnnhecido ; e a au.i-
PQao delle no cullegio de Pedro II, e em alguns se-
minarias e Ivceos do imperio he orna prova ir.efra-
gavel de sua importancia, e a maior recuinn.-.i I. .-..,.
que delle se piale fazer ao publieo.
Prec.sa-se de una ama de leite, forra ou capti-
va : na rua das Trinehelras n. 7. seguodo andar.
Precisa-se de um caixeira que lenha pratiea de
taberna, e qued fiador de sua conducta : a tralar
na Boa-Vista, rua da Sol'dade n. II,
Alaga-te uina esrrava para o serviro .lome-li-
co : quem precisar duijase a rua das Crozes o. !
segundo andar.
l'rcci-a-i. de um pequeo portuguez, de 12 a
lli anuos, que lenha boa con lucia, para caixeiro'de
rua ou cub.aura : na rua da Cadeia do Recic n. Sli.
No dia .) de eteoibro do correnle ani... rogi
da casa de Antn.a leroi.jino l.ope Vianna osen
muldlinho de nome Scveriuo, dade de 13 para I i
anuo, cor clara, cabello car.piuho, nariz alilado,
olhos e bocea regulares, lem principio de Icitura t
le .,m.io de alfaiale, i..lula-se forro, saino com
cal^a e camisa .le algodiounno branco ; roga-se a
todas as autoridades policiaes e pessoaa pailicolare-
a captura delle, e o levem a casa de sen senbor, nos
Cotillos junio ao hospital de c.rida.le, ou defronle da
porta da llfandega, armsxa de I.uiz Antonio Au-
nes Jacoine, que sera' bem recompensado : e pro-
le cm sua casa.
l'recisa-se alujar urna casa de campo ou um
silm noria da [.rara, i.,., logares da Caponga, Sole-
dade, Manguinho ou Passagem da .Magdalena, para
um eslrangei.o com familia: quem liver queira di-
riir-se a casa de Ja mea Crablree i Companhia. na
ua t.ruz ii. i.:.
Na rua do Queimado n. 51, precisa-sc alagas
um prelo que possa carregar agoa.
Pesappareeen da porta da taberna da rua Im-
pperial n. :l.,, uin civallo alado caboelo, pequeo,
aliado eMl>otado : quem delle der noticia em for-
ma que se polea haver, ou leva-lo a dila taberna, re-
cebera de gratificarlo Iiinkw.
Aluga-se um ...lirado de um andar e soblo com
muilo. nona commodos : na rua Imperial n. 31 >
enlender-se cun Manuel Joaquim lerreir. Estoves!
Para nina ca-a de poura familia, na I'as.agem
da Magdalena, e que con-la uniainenlc de dual lies}
soa>, se precisa de urna criada parda ou prela, forra
ou captiva : dirija-se a rua de Apollo, armazem de
assucar n. 13, .. Iralir.
llaie qualquer quanlia a premio sobre penhu-
res de ouro e prala : na rua Velba n. K.',.
FUNDICA DE COBRE. BRON-
ZE FEHRO TUBOS DE CHUM-
BO INTERCOS
B
Arma/cus dos ditos metrics
DE
Jos Pedro Collares Jnior
.y 1 nnaos.
LARGO DOCO\DEBARAO
N. 5 A .
KM I.ISliOA.
Este eslabdecimento leve o seu principio cm
1809, fabricando sir.iplesmente apparelhos para
distillacao. sendo o seu fundador o Sr. Jos Pedro
Collares, que o comecoii com um s operario. Em
1SI9 ja as suas obras eram conhecidas c aprecia-
das no paiz e fora delle ; c para poder satisfazer
s encommendas que se Iba faziam, foi mister ao
SMI proprielaiio cleva-lo a maior escala, de sorle
que em 1S->| ja ampregava S operarios. Na pro-
por^ao que o crdito das suas manufacturas aug-
meoiava ronsideravelmenie o seu consumo, l'oi-
Ihe inJispcnsavnl augmcnlar o pessoal do eslabe-
lecimento ; de maneira que cm 1827 contara 18
operarios. De 1834 a 1840, o numero desics
subi a 30. Com ludo em 1842 ja o local de
que dispunha era asss escasso para comer os ar-
tistas indispensaveis para salisfazer i allluencia das
encommendas, o por esta razo caneaban a idea de
adquirir um outro leal apropriado s exigencias,
o que conseguio no la'go do Conde Baro, n. 3
A, fundando talvez o maior eslabolecimenlo deste
enero no nosso paiz. Foi entao que comecou a
fabricar machinas a vapor, o muitas oulras que
at aquella lempo so nao faziam entre n.'.s, e era-
mos ol.rigados a importar do eslrangeiro. Em
18 i.) deu sociedade a seus dous primeiros lillios,
confiando a diree;ao do seu estabelecimento ao
primeiro, o a administracao dos tralmlhos de ma-
chinas a vapor ao segundo. Em 1848 deu igual-
mente sociedade ao seu lerceiro filho. Assim per-
manece", gyrando con a firma de Jos Pedro
Cotlaits & Ftlliuspor espaco de seis annos, no
fin dos quaes esteeslabelccimenlo so achava elevado
ao dobfo do que era em 1845, sendo aquellc pro-
gresso devido ; perfeicao c solidez de suas manu-
facturas, o maneira por que tratam e lerminam
os seus negocios, tendo fabricado, nesle periodo,
grande numero de machinas da dslill3e.io, bom-
bas, machinas a vapor, rodas hydraulicas, tan-
ques, machinas para agricultura, e muilas outras
obras de reconhecida ulilidade.
Finalmente, no lim de 1850 dcixott o Sr. Jos
Pedro Collares lodo o seu estabelecimento, em que
empregava 50 operarios, aos seus primeiros qua-
tro filbos, que so consliluiram em sociedade, que
gyra actualmente com a firma do Jos Pedro
Collares Jwur & Irmos os quaes, em no-
vembro de 1854, davam trabalho a mais de 140
operarios. Este ultimo e sensivel augmento que se
nota do principio de i 51 a novembro de 1854,
foi devido nao so aos imperiosos motivos cima
oxpendidos, mas lambem grande baixa que ti-
nham podido fazer nos precos das suas manufactu-
ras, em consecuencia dos aperfeicoamentos que ha-
viam inlroduzido no syslema dos trabalhns, por
meio das milhores machinas o forramenlas at -
qualla poca conb.i.las, que tinham mandado vir
de paizes estrangeiros. Infelizmente, era 4 de no-
vembro de 1854. foi csie estabelecimento incendia-
do ; porin gracas a algum auxilio do guverno d-
sua Mageslade Fidclissima, o ao dos amigos dos
propietarios, acha-se hoje ja reconstruido, e mon-
tado com taes machinas, que se pode segurar ser
igual aos melhores da Franca e Inglaterra, posto
que relativamente em menores dimensoes ; mas
serapre para empregar 500 operarios; podando cm
tal estado conseguir-se, a par da baixa dos presos
um augmento de perfeigo e crdito as ohras.
As suas machinas para distillar vinhos sao tao per-
fcilas no seu fabrico c na combinacao de todas as
suas pegas, que podem garantir o obier com ellas
maiorquantidade da alcool do que se extrahe com a
maior parte das machinas de qualquer outro fa-
bricante; chegando as suas a produzir mais I til
caada da agurdente de 30 graos de Carlier, por
pipa de vinho, comparativamente aquellas ; o que
podem prervar con atleslados.
As Jilas machinas de dislilla^ao continua, de
qualquer dos seus sysleroas, produzem em urna s
operajo a agurdenle de 29 a 3 graos de Car-
tier. As machinas compostas, refrigerando cora
agua, podem distillar as fezes do vinho e oulras
materias crassas; nenbuma das oulras o pode con-
venientemente fazer.
Alm daquellas machinas, fabricam-se lodas as
obras que secostumam fazer de cobre ; bombas pa-
ra acudir a incendios; machinas a vapor ; caldeiras
para as ditas; prensas de parafuso j ditas hydrau-
licas ; ditas para copiar cartas ; tanques para agua
da de navios ; moinhos para azeitona-, ditos para
trigo e descascar arroz; ditos para canna de assucar
machinas para cortar palha : .lilas para relracar ;
rarao de cavalgaduras; dilas de debulhar milho: di-
tas para nevar;charras de ferro : sachadores-, gra-
des para jancllas, varandas e jardins, por urna in-
finidade de variados modelos, canaps para dilo ;
aparadores para chapeos de chuva, e da cabeca pro.
prios para ornamento de salas d'enlrada ; lindos
fogoesde sala ; dilos de cozinba ; bonito e variado
orlimcnlo de leitos a franceza, tudo de ferro ; e fi-
salmente lodos os nbjeclos que se desejem d'a
quello artigo tanto de fundido como forjado. Tubos
de chumbo inieiricos sem solJadura, proprios pa-
ra canalizaco de lquidos ou gaz ; cujos precos he
impossivel determinar, nao t pela mulliplicidade
comp principalmenle pela variedade com que sao
exigidos segundo o gosto e necessidade do com-
prador. Os propietarios d'este estabelecimento li-
songeam-se que os sacrificios a esforcos que tem
feilo, para conservar e augmentar no paiz um esta-
belecimento d'esla ordem. serao compensados com
a allluencia no consumo das suas manufacturas u-
nico meio de se poder sustentar e engrandecer.
O nomedos propriclarios, a maneira porquoexe-
cutam as spas obras, c cumprein os seus ajustes
n.io sao estranhos maior parto dos Portuguezes,
mesmo dos residentes fura do paiz. Por tanto,
esperara continuar a merecer a mesma conlianca
com que at boje tem sido honrados, e protegidos
com o favor das suas ordens, as quaes se esforca-
rao por executar o inclhor possivel, oflerecendo o
| seu coinportamcnlo passado como g.iraulia do fta-
ita ro.
As pessoas que desojaran ver e examinar os
difiranles modelos, em eslampas, d3s machinas.
apparelhos o mais ol.jeclos cima mencionados, e
rfazer qualquer enrommenda ao dilo eslabelecimen-
lo em Lisboa, podem dirigir-es nota cidade, ao
consulado portuguez. rua do Trapiche n. t, 1..
.andar, onde tudo sera patente, para mellior c
i mais fcil esclarecile!)lo.
Necrssila-sc de um boni professor para en-inar
parlirularmcnle o portuguez c Iranccz : a tralar na
rua do \ igario o. 23 A.
Claudio Dubeui roga aos Sis. assignanles dos
mnibus, que qu.iido ngo qoizerea eontinuar com
as ...si-i.aloras, e d.guein de o participar antecipa-
, .lamente e por escriplo no esenptorio, ali.n de saber-
se quaes .. losares vagos ou a vagar, c poder-se
a linillir ..ulr.i.i assigaanles ; e previne desde j as
I.IMIAS DE MNIBUS.
O abaixo assignado faz srienle que d'nra emdianle
llavera' em lodo os .1 as olis um mnibus par Ca- j
chanca', dous para Dln.da e seis para Apipucos, cu- I
jai saludas e vollas se dir' no respectivo eieripterie. :
Meclara igiialmenle que nao bu p.riinlii lo fumaiem '
dentro do, mnibus, q..e ,.s boleciros teem ordem
para nao andar, lo la vez que algsem aenaoia-
jeilar a es.a eondicio. K outro um participa, que
nao he mais permltlido andar alguem no lugar de
oulreni, em consrquencia dos abusos que a lal re>-
peilo alguns senhores leero commellido. Recife I.
de oulubrodet8>i..Claudio Dubeux.
i > al.aixo aiiignado, morador na Soledada, na
rua de Joao remandes Vieira n. 12, cura morphe.
radicalmente, areslins, hervsipellas, dores rheuinati-
cas, aalnma, glandola* e alporeaa, e compra escravos
que lenha essas mesmas mololiaseque sejain mocus.
Manoel llorges de Mendonca."
Preclsa-ea de nlciaes de'alfaialc, assim como
de urna pev.na que lenha hahililacr para corlar :
na rua do Crespo n. ti, casa do Flix.
I reelia.ee de uina ama que cozinhe o diario de
un.a casa de pouca familia : na rua do Crespo n.-jl.
8 A nOMEOPATHI.4 E 0 9
| n CHOLERA. |
r Cinco tratamento preaervativo e 3?
curativo do cliolera-morbus,
0 PELO Im 11 11 k (^
^Sabino OlegarioLudgero Pinho. as
Segunda tiierio.
k benevolencia com qu foi aeolhida pe-
Por delraz da rua do I agunde., Inja do co-
brado que fica drfroule do eslalriro. unde > e-i.
I ./i'iiilu um brigue, cozinha-se para tiara rasa i-a..
areiu, c uml.cn. te lava cengomma : lodo per pre
ea cmmodo.
ompt?i9.
e
i
lo publico primeir ediccSo dcste opui-
culo, escotada 1.0 curto espaco de dous me-
tes nos induzio a reimpressa.i*
Casio de cada exemplar......I-mihi
Carleiras complelas para o Irala-
menlo do cholera e de mollas ou- IA
Iras moleslias, a.......... 3OS0Q0
Meias carleiras......... |6a000
Os medicamenloi sao os melhores possiveis.
Consultorio central liomcopalhieo, roa
de Santo Amaro M im.l,,->,. \ n. (i.
Compra-se urna ceso, seudoem boa roa qoei
a l.vcr para vender dirija-se o rua da I riurheira-
n. SI, loja de uroci'o, que se dir' quem oaer.
(a.mpra-sc urna prela moca, bem pare. id...
sem ajnluitii n,,m vicio algum, eque se lenda por
alguma nutra circumsuncia, de habilidades '
parlicularidade, .oser c engommar, c ifa par.,
cas., crua, prclermdo-se com cria ; na rua da Cm,
n. 3o.
Coinnra--.' -arralas va/ias a SO res *1
uina. em qualquer Ba|la : na roa .-streiu .lo Ho-
rario 11. I, taberna de Antonio Domingiies de Al-
meida Pagas.
Compra-se a obra intitulada, ArK.num -ni..-
sobre o proecso .ivil, por PinK-nla Rtiano. aa
livraria de .1. Nojueira .le Souza, defronle doar.-..
de Santo Antonio.
Compram-seapoliresda divida |*ovMcial ; na
roa das l-'Ures n. :IT, primeiro andar.
19WHM*

ESTRADA D FERRO
do Uecife ao S. Francisco.
SEGUNDA CHAMADA.
Os directores da companhia da .Irada de ferro
do Recife ao San Francisco, lem feilo a segunda
Chamad* [oa terceira pie-lac.lo de d.i... libras e.-
terlinas ou rs. 17.5, /, sobre cada acoto na dila com-
panl.ia, a qual deve ser pasa ale o dia 7 de c-olubro
de 1S5U, na Babia, na casa dos senbores S. Daven-
poiUVC narorle, na casa doi senbores Maua'M.
tiregor 4 C, e em l'ernambuco, no esc.ipforro da
companhia, rua du Crespo.
O accionista que nao realisar o pagamento dentro
do lermo indicado, podera' perder ludo direilo as
iei-e* sobre as quaes o dito pagamento nao liver ef-
fectuado, e cm lodo caso, lera'de pasar juros na
razilo de cinco por cenlo ao anno, e de na receber
joros ou dividendo da companhia, pelo lempo que
decorrer entre o dia indicado para o pagameola e a
sua ieahac,au.
.Neiihum aulo de transferencia pude ser registrado
depois do dia 8 do correle, antes do pagameulo da
chamada.
Por ordem dos directores,
.". /'. / ERBKBR, lliesourciro.
Recife i de selembro de lK5t>.
6 dOo8PJlS.'5 a !:
i. mi demista, :
contina a residir na rua Nova u. 19, primej- %
tro andar. aja
**-a*i5#asJe*.o>aj
DMERREOTYPO E ELECTRO-
TVIM).
Na amiga galera e ollicina do alerr da Boa-Vis-
ta n. i lerceiro andar couliuua-sc a l irar relraloi
com a maior perfeic.no lanto pe- svslema francez,
como pelo norle americano. Existe aa mesma case,
e para a collocac.io dos rclralos, um ricoabundante
sorlimenlo de objeclos laes como lindissimos alfine-
tes c med.dhas de ouro, mui lindas caitiulias ame-
ricanas e francesas, de papel, mairoquim e eludo
de seda, desde o lamanho de urna pulegada al um
palmo ; passe-par-loiits de lodas as qualida.lcs, mol-
duras re lodos os lmannos e de mullos e difieren-
es (cilios, lano prclas como douradas, e n. ... pa-
ra a enllocaran de 0m retrato ou grupo de oillereii-
les p .--..a-, coi... para a cilocacao de doui uu Ires
relralos separados : lodos estes objeclos sao aoves e
ebegados ha pouco uns de 1'raiic.a e oulros dos
Estados-Unidos. Das 8 horas da manhaa al ai .",
da larde a galera e olliciiia eslAo a dispoiicao do
publico.
lilil IIW If .flOIMatUKOaBM
1 VO PUBLICO.
$ No armazem de fazendas baratos, rua do
1 Collegio n. 2,
M vende-se um completo sortimento de fa-
g zendas finas e grossas, por mais barato !-'*
g preros do qua em outra qualquer parte, 3
B tanto em porjoes como a retamo, affian- Q
B cando-se aos compradores um s prer;(. 3
j^ para todos: esle esiabelecimenio abrio-se 2
gg de combinaro com a maior parte das ea- 3
g sas commerciaes inglezas, francezss, alie- !
maos e suissas, para vender fazendas mais I
em eonta do que se lem vendido, e por isto 1*|
oflerecem elle maiores vantagens do que &
outro qualquer; o proprietario deste im- S
portante estabelecimento convida todos i?
3 os seus patricios, e ao publico em geral,
SI para que venham (a bem dos seus inte-
S resses) comprar fazendas baratas: no ar-
% mazem da rua do Collegio n. 2, deAn-
tonio Luiz dos Santos & Rolim.
Lotera do Rio
de Janeiro.
Esperamos lioje o vapor dosul, conduc-
tor das listas da Lotera62 do M. Pio-Geral.
Anda existe um pequeo numero de bi-
Ihetes delta lotera, na loja da praca aa
Independencia n. \0. Os premios sero
immediatamente pagos a' recepcio das
mesmas listas, de conlbrinidade aos nos-
sos annuncios.
Fazem-se capas, balinas,'chamarra>, o ollirial
do linado Joao Pacheco : cm Olin la na roa Vclha
n. 81.
I'recisa-'c de urna prela escrava para ajudar o
oservico de urna casa de pouca familia: no pairo do
Carmo n. !).
la loja
das seis portas
KM FRENTE DO LIVRAME-MO.
O administrador deste e.i>llecimenlo vendo a
inulta concuirei.ri.: de compradores a ma loja. COJO*
multa- pe-soas e familias se aranb.m em entrar pola
adjunlo, ullrr. ce sua sala par cima da Uj- loara
vender as fazendas rom a ais commada e a MiiaaV
dos compradores, anude encontrara lado o agraaSr.
possivel para serem bem servidos, e por preces ran-
modes. a dinheiro a .isla, pois es mana, aflatare,
nao dito lu^ar a mandar receber: islo leso logar de-
sele horas da manha.. as ) da noile nos du- otis.
Rua do Quei-
mado n. I.
S Kicas sedas brancas lavradas para Tesis- '
...- dos de noiva, dilas de qoidros i reaiaan v<
t para acabar, a ISOUO o corado ; gendreln..
... brilhinla cum 3 palmos de Israora, a laJOB)
-.. o covado ; chales de merim- iilirnaaiii do
:". lindos dezenlu.s e moila grande*, Tgoaja #;
Ji. rs.; dilos bordados a mana a SaOtm ; Ins- X
.- dos bros para caifa, rasamala roa.lo inlii- -..-."
jj na e de poro linho ; chapeos e mena fren- (
.rjcezes de frma elegante, a 79000 ; cortes do X
l^ casemira de cr, a tWOO ; eambraia frao- W
s ceza a JOU o covado. -".;
Na roa das Croles n. !. Tende-to em BMlela
de 2 annos, que enlen.le de boreeiro, epropiae para
lodo o ervico.
-- Vendem-se 3 pipes rom agaardeolo, ooa cae-
caria, e ftreduacio a vonlade du cmpreioW a e ota-
zo, pelu preco qoe oulro quilqurr vende a i~
na roa da Praia de Sania Hita n. 17.
Veodem-te 116 pipas prosapia aera
agurdenle, ptima easearia, por preco casan
prazo ou a dinheiro : na ru da Praia do Sania Rila
o. 17.
Vende-se na roa INreila o. 27. inaoleia* io
leza a KKil, dila a SOtl r... dita fr.ncea o I* >..
dila a HJO, doce em caitas standes do aiiiln a
19900, quaijos muilo norn. a 13700, dilas a laotoi,
mo. a 1 t*K. lava, a Ctiia Ul rs., lincaira do Bar-
ata a -js.i, vinho- a carrafa Im' rs.. Mal e SeO. Soo-
cinho de cabera de porro a oTso, esleir de Pari a
ihi rs.. aba ama libra -JOII rs., asMlsa de earvaMa a
t, 110 e IKO, btalas a libra 120. Iioroaae do l.i-
Iwa a Iil.r.. :ibO. boi.Ws da raita inslei.. a '-'i r...
milho alpirla a libra -J00 rs., a oulros aoilos caera
que ir venderSo por preces commieai.
Vende-se un. reslo de milho, borato pora te-
char rsnlas : no cas da alfandeca, ereaanm o. 7.
Vende-se orna armar..,, de boa de fearaSo .
assim como urnas pialeleiras proprias para aeaaa-
zem de f .zendas, ludo em hom estada : oa plateo
denles dirijam se a rua de Cadeia V,lha o. HO, leja
de chapeo* do Sr. Amonio Aklaae* Lobo.
S Kua do Quei- S
;'-a *
X mado n. 19, loja de Sanios Coellio. yZ
*& I loi.simas cambraias francesas malm- '
si das e as mais moderas* oee he no meen- **?
do, a I9OU) a vara ; aussoline hn. a Mi .v-
u covado, corle* de cassa .1 pinlnsbas do T
cores, a 29200.
i.y'JUO o par le luvas
de pellica,
muilo nova* o moilo fresejaioha*. Hsegsaias aa sal, -
mo vapor francez : na roa de Oo'iroa la. aa hceB co-
nhecida loja de roiudeza* da boa teeae n. 33.
As bellas iiiH^iniilla'.
Chegon ao mercado desla cidade, cota este lando
nome, ame encantadora fatenda, qae renaiono o
apurado, e eiqoisilo soslo a -ua baraleza. caav.ta
aos chele- de familia a iopprirem-oa* 4e oom eInt-
rato vellidos, proprios para a ere-eele tsieri doi
passeio* do campo : cosa rada cavado a inaiaoh-
cante qaeotia de urna pataca : na roa do QaaamOsta
n. 39, loja pintada de amarrllo, esquine da Carajre-
gacao.
A
;t& v*>i>SSt?#^v4;
i
O Dr. Joao Honorio Becerra
B de Ueoezes, formado em medici-
^ na, acha-se residindo na cidade
^ do Rio-Formoso, e ah se ollcrc-
& ce a's pessoas que de sen pr,-*s-
sajk timo se quizerem utilisar. Candida Ralbina da Paixo Rocha,
antijja prolcssor.! particular de primei-
ras letras c costura to lia i rio do Recile,
rua do Vigario, tem transferido sua aula
para a ruado Rangel n. 5!), onde conti-
nua a e\ercer osen magisterio, ensillan-
do ludo quanto faz parte da educarlo
primaria de urna senhora : assim como
nao duvida rccelier pensionistas e meio-
pensioniftas, por piceos razoaveis.
Trasna*sa-se al :l() de selembro .le 1N..7, o attrn-
pesaoas que dexarem de fazer a eonveaienle parli- ; dameuln da ..asa e sitio pertenrenle ao Sr. I'ra .cis-
cipa.;.1o, que Bcarlo sajeitas ao pasamento re.pecti- | en Marlins de l.emt.i, na l'as-asem da Mas'lalcna :
VO, pois em c.nsequenci.i de laes fallas monas veres quem o pretender dirija-se a rua do trapiche, sr-
aconlece nao se dar lusar a novos paangairos. | mazens a*. II e II.
Irocain-se olas do Banco do Brasil por moe-1 ... ,.
da correnle nesla provincia, rom desconlo : na rua I, rMI,i,-s" ",e "ma *m* ''" ''lie. e paca-se
segoade andar.
de hilheles da t> lole.
i Cendal o primeirr. \a-
por do sul que deve chpsar ale i do correnle ; o.
premios io pagos r.informp se ha aoniinciada, e
lambem j esl.lo Cipostoii venda novos hillirlcs da
21 lotera da ca-a de correccao, recebido- pelo vapor
brasileiro Psrann ; os nmeros rio de palpltet ;
a elle, que se tilo acabando.
Jos Euzebio Alves di Silva.
l'recisa-se de urna ai
do Trapiche n. 10. segando'andar. ,iem ; "* "" ,u ,:riu "
Preci-a-se de uina ama para casa de ponen fa Anda exisle um real.
miha : na rua das Irincheiras n. loja de larlaru- ri do Moni Po, rujas lisia
gueir.
Preciaa-se de dous ama-sdores que irjam pe-
rilo-, e paga-te bem agradando : na padaria do I-or-
le do atollo*, roa do llurzos n. di.
l'recisa-se de um liomem forro na escravo para
o servir inte.no de raa : quem esliver tiestas cir-
cum.lancias, dirija se a Iralar ua rua Nova n. .">3.
ZeiiobiiiHS.
Fazendat de Ua de lindas core*. Irma e leadas,
para vestidos, costeado as lisa* cinco la0*0* o cava-
do, e a* lavradas a sello o qealro viotene : na roa
do Queimado o. 311, leja pintada de emorolla, aa
esquina da Congrcgrao.
ol El JOS no CEARA' E I E 8 LIMA.
Ataban, de r lujar a roa de Ooa n. Ja, o es ven-
I dem por preco- ennm ..los, lano relalh* cooao em
porcao.
Vende-se na roa de* Croles n. t)0, om criaalo
perfeilo, com ". auno* de idade. hebil e dta na
para qoalqoer -ervico, enlende de lavoora, pri ic-
p.iln.enlc de ei.EenlKi, nao tem vicio do qnalieede
alguma, liel, e alianra se toa roedacla o noe.
A loja d boa
fama
Vende muito bar..lo :
Kico* pentes de tartaruga para alar cabello i;.a .
I.enciuhos de relrot de loda* as coree HW
Toacas de las para seohoras e meninas "
Camisas de meia pare crian-a ."401
Mein de seds prela para senbor a 2slt*l
Kiciii caixat pera guardar joia* H.
Kicos estojo* pero costura 29300 e .:y m
Travessas de tartaruga para cabello Ijjo*
I lita de verdideiro bfalo |.'asorl
Kirus leques com plomas e rspelho 29 e ..'*
I'eules de bofalo par* l.rar piulhes i
Kicas boneca* lia nenas bem vestidas IgcStV e I :.
Itesmas de papel de peso moilissiOM bem fcti
t)iio mais iuferior pooca cousa .190*11
Hllu al maro mallo hom le?".
(juaderno* de papel paqoele moilo lino sai
'rozas de peona de aru l..c. de I....... If-Ju
litas moito l.o.s tem ser bico de lenca .ao
l.u/.a de lapis muilo lin.n :ljO)
Dilos para ilesenho muilo Inios >o*1
Bandejas moilo Unas a ;i.;, i < .-. .
Oculoi de arinncio de ce ton)
l.uncio com armare doorada I -<*>-,
Hilas com armacau de i.niaruj l-.n
Ollas cum armaran de bofalo .'ai i
Hicus chicles para cavallu wi
Hicas grvalas de seda l-tws.
Atacadores de cornalina para ca-a.a ?.
I'ei.ie- muitu linos para suissa. ...
Escovas muilu linas para cabella ...
C.pachus piulado- rom| i ido- e redondos le e Mi
Canelas de aro para prnna de nc |-jt,
Escovas linas para uiiha- :20. SH ajaj
Hilas muilo iaao para ruopa le e I-.VI'
Pincel- lino- para barbs aei
Duzii de larai c gatfus linos :yi>i
Dilas cabo de balanco muilo linas Vsnti
l)il.*caho de niaili.i. muilo boas trajum
Camilas de mi.. niiuli. lina. I"i
Kic.s al.oioadui.- para collete ">Oll c tatri
lilas para palitos MI p iaei
K.tojos de i.ivill.as linas par., bar 1^ *ii
K-pelb..- para paredr, ."ala. (Mil o Irreal
Calla* liiiij-imas para rape ~'tii
Dilis redondas de lirtaroza lv! l'ael de core- em 1|'. de re-ma 7 i
I'eules de lartarusa para n.anata t*Kt|i
Hilo, para alar cabello minando a larlaroga 2^111
l.uva- brancas e de cnre para muiilaru rim
jTepetoanora lanlernas, par l-l
1 e outras m.iiti-im... consas, qae > ni bem conhen-
di luja de iniudc/.a- da boa lama -e enranlram e se
vende muilo biralo : na rua do (Jueinsade n. ti.
POTASSA E CAL ?IRGEI.
No amigo e j bem conhecido depone ds roa da
Cadeia do liecife, esrriptorio n. 12, ha para ven-
der muilo superior polassa da I! us-ia, dita lo IIi-
de Janeiro e cal virgem de Lisiara em podra, ludo
! a precos milito favoraveis, com os quaes tirar*.
I dos contadores satisfettos.


Bl>"'0 tt PIIMIBCCQ S GH>| FMM 6 OUTUrVO I I8&6
'reziii toa de Weslphalia.
J. Praegr & C.na ra da Cruz arma-
zem n. II, avisara ios seus fregueses e
jo publico em geral, que pelo navio
SCAR, chegado ltimamente de liara-
liurgo, receperam de novo nin.i porcao
de pre/.uiitos de Westplwlia, <|tie se po-
dem recomijneii lar a'vista da excedente
<|ualidade dos mc&icos.
I\a loja lias seis
portas
Km frente do Livranieuta,
Vendem--e as fazeudas molhailas por precos que
id/ i'uiil.i enroupar-.e qualquer familia com pouco
dmlieiru : ehlt.l largas escura que nao desbolim a
don lu-liic-, c.-sas piuladas a ilute (lateas o cova-
do, rucado Irancc/ a meia pataca, estrcilo a seis
vinlcii-, curies ilf eaM ile Ires bailados a dnu- mil
res, saia* brauraoe horda la* a 29001 >, lencos para
in.io bordados e cun bieu a dore vinleus, e loda a
mais fateuda, pin precos que conndim a Iroear as
adula*.
-- Vende-se um deposito de HITII, n ra lli-
reila n. 32, dclronte do becco da l'enha. com pon-
en mudos : tratar no mesmo.
Vende-se urna cabra : lucho) minio boa Iciteira
para cnar alguma enanca: quema pretender an-
nui.cir.
Vende-se mu rabrio-
IcteOIll cavilo e uncios
coi honi estado: na ni i d
( aiieia de Santo Antonio,
eoclieir[II. 1, a Halar
com Augusto Fisclier.
Vendc-sc um palanquim de boa
construeco e em bom uso : na ra de
Afilas-Verdes n. lu\
Na loja das seis
portas.
Em /'rente do Licrawenlo.
Nesla loja lam sorlimenlo de hiendas para lodon
os presos, e por isso approveilem e-la oeoiSn para
*eenrouparein para a festa. com pouco diulieiru, e
fa/euda ile ro-Iu. A luja ea aberla das seis horas
da manada as nove da noilc.
Vende-se urna Liberna com puucos luirlo-, im
minio boa lucalidade, lem baslanle concurrencia
pira a Ierra e mar : quem a pretender, dirija-- a
ra do Vfgario n. 12, que achara' cun quem Iralar.
Vende-se urna escrava de idade de 28 auno,
boa engommadcir, cozinfca o diario de orna casa, he
minio charinliu-a para meninos, adverte se qoe se
vende pura fura, ou para o mallo : quem prelender
dirjale a y. a rio Briim pass-ndn o chafan, do lado
direilo defronle da fabrica de velas.
\a loja das seis
portas
Eni frente d L va ment
vendem-sc chapos de \ernii para pasem a tres mil
res, nscadoa trancados lardos para IMH de escra-
vos a sei vinlens o covado.
\ eude-se urna neerinba de 8 anno, muito lin-
da, um molequinho de 10 anuos, urna escrava moca
com alaunias habilidades e de boa couducla, u que
se aliauca. um ue(jro robusto pruprio para eiua.la,
p>r estara isso coMumado : na ra larca do Bou-
rio n. 22, segunuu audar.
Va loja das seis
portas
Km lenle doLivraioeiito
Ne.la laja estilo venda todas as fazendas salvadas
da barca franceza quo aruudou em iiira de l'urlas ;
lem fazendas de algudao, seda e laa, e n dono desle
eatabelecimenlo garaule o boro estado e dura, o das
nic-nia- fatendas, por Miaren anula moldadas*.
Vendero-se lencos de labxrintho assenlado em
boa cmbrala de lnho na ra da Cruz u. 18.
Attencao.

Ni aterro da Boa-Vista loja n. 5 e\iste um sortimento de fazendas Iran
cezaj de lindo gosto, por baratos preco s
por terem sido salvadas da barca frn-
ceza RAOUL.
Cal de Lisboa e potassa.
Na ra do Trapiche armazens ns. e
II, vende-se superior potassa da Russia
e americana, cal virgen de Lisboa, da
mais nova que lia no mercado.
Aioda esta a' venda a eieeellente taberna da
rna Augusta n. 91, que lic.i confronte ao chalan/
de oulro lado o y.veiro, lem muiius commodos, co-
/..iiha, ele. lambemse vendem 6 bois mansos que
sabem bem conduzir qualquercarga,3 carrocas.assim
mais orna porcao de formas com bico de chumbo
que la/cn opliuias velas de carnauba imitando o fei-
lio das de espermacele ; assim como lambem lem
das de .1 em libra, e una carleira grande de duas fa-
ces, da madeira deamarello, em que pderu franca-
mente escrever qu.lro pessoas: Irala-se na ra do
Vlgario n. 19, lerceiro audar.
Vende-se urna armado envidrarada, prnpria
para loja de cera, e juntamente lodos os perlences
de fabricar dita cera, ou a armacn so sem os per-
lences propria para qualquar oulro eslabelecimen-
lo : a Iralar na mesma luja na ra do Queimado n.
i,, ou defronle com os proprielanos, os Srs. Bernar-
diuo Jos Monleiro & Irm.ia.
Sem avaiia ou deleito algum, e muito
mais barato do que asavariadas.
loja de
cemento a
Cinco mil res,
Vende-se no rmatela de Cachero, no caes do
Ramos, ou no escriplnrio de 1-aac, Cario c\ Compa-
nhia, ra da Crol n. 19, desembarrado da galera
l-'raiic-Raoul a 59000 a barrica. No mesmo arma-
zem vende-se ceineulo indo pelo ultimo navio de
ilamburgo a McOOO a barrica.
AO BARATO.
Na rita Nova loja n. 8 de Jos Joaquina
Morei ra
\endem-se luva das mais frescas e nu>as que lia no mercado, pelo
har.ilissimu prei;ude 19280 o par.
Vende-se um bonito mulato de 18
unios de idade, proprio para boleeiro:
a tratar na na do Vicario n. 31.
I Hilas de cores niuitu lina para liomeui.
j l.n% as i|e lio de Escocia para menin
I.encu .le rambraia de linho com bico
j Hilos de retruz, um
l.uvas Je lio de Escocia para liomein, o par
i Mein- de laia pata padres, o par
, (jravatai de seda pretas e de cores
i Meius luiros he seda prela
Hitos alio* dt dita ne cor
,U, a no mercado a ISSOOliV Z"* ,",S U <""*'.""",0 """ <" !*."
palha ha mesma carnauba. Brande* c menores : na
ra do yoeimada n. li'.l, loj^ de ferragens.
Velas de
Carnauba.
Vendem-se velas de carnauba
<;onlinoa-se a vender as fazendas da ..
ponas n. 10 ua ra do Queimado, por preco muito
hai\os: "
(9IMI0
160
1000
:1500o
leo
too
I3000
2WI
200
(O
300
I9OOO
lili)
200
(hila de cures, a peca .ISJOO. .0, JJOOe
Ditas em covados a 100, 120, lid e
Madapolao, peca a 2ji00, 3j, 3|S00 e
AlgodSo, pei;a a 2o, 23IX1, e americano
Dito do cores, o covado
Brim branco trancado de linho, a vara
Dito superior, 3 v*ra
liansa amarella, o covado
llrim de linho de quadros, o covado
l.hally de seda para vestidos, o covado
Bare^e de cores para veslido, o covado
rene de seda l.rancos linos com pinturas
l.nm trancado de cores, puro linho, vara
1.lula lar^a franceza, o covado
Bom
gosto.
Vendem-se aboluaduras muito linas para rlleles
pelo diminuto preco de 320 rt., chicotes a 100 rs
na ra larga do Kosario n. 38.
IValojadaboaf
vende-se o mais barato que lie possivcl.
Curtes do bonitas caseiniras de algo-
dao para calcas a
iito.1 de luslao para col leles a
Briol trancado branco de puro linho
vara a
Hito dito de cor dito dito vara a
Dito dito pardo dito dito, vara a
Hilo de quadrinhos miudos de bo-
nitos padres, covado a
Langa amarella muito lina, |is;, c de
i|ii,nlru-, rovadn a
Cambraia lisa multo lina com urna
vara de largura, vara a
Lencos brancos muito linos e ditos
com barra de cor, um
Meias brancas para senhora pelo bs-
ratissimo prei;o, o par di 210 a
Ditas brancas para meninos c meni-
nas, o par
t il de liulio liso muito lino, vara a
Dito dito com lloros, vara a
asis como mitras muilas la/cndas
Atteiicaoao l> rateiro.
Na loja do barateiro, na ra da Cadeia do Kccife
n. 50, defronle da ra da Madre de Dos, ha para
vender alein de mullas la/endas que em porcu e a
relalho se vendem por baratos presos, hanbargn ou IO, lonas inglezas.
brim liso lino de para linho pruprio para caifas, toa- '
Ibas, remlas lencoes, em pecas de 20 varas a
996OO e 101, dito mais clieio ile bo'a qualidade, pe-
tas de 30 varas a 123 c 139500, panno de linho lino
a 610 a vara ou 83 a paga de 12 l|S varas, estndo-
se a acabar, panno de linho lino para lencoes com 2
varas de largura a :i;i00 a vara, cortes de hrnn de
linho de cores para calca, padroes novos a 3-5200,
ditos de foslio de cores e brancas para colletes a 800
e la, easemira preta lina a 2, 25600 e 35600 o co-
vado, panuo azul (rosno a ls800 o covado. panno
lino prelo e azul de boas quahdades a 39500, 43000,
300, 3 e 63, camisas franceza- brancas a 13760
cada urna, e 205 a duzia, ditas muito finas com pel-
los e collarinhos de cores e hrancus a 23500 on a 303
a duzia,madapohlo lino para camisas a 43600,.">3e
S9OOO a peca.emais bailo para 33200, 33500. 39600,
'33800 e 13. esgoiao bom para pellos a 1-lO, t mui-
to Bao a 19000 e23 avara, e a peca por 149, 183 e
203, peilos para camisa brancos e de cores com pu-
nhos e collarinhos, por baralo preco, assim como
oulros mullos ohjectos indispensavels.
Vendem-sc velas de carnauba simples c de
coni|m-irao da melhor fabrica do Aracaly, cera de
carnauba. 1'oij.io mulalinho muito novo em saccas a
113, arroz de casca a 33200 a sacca e a granel a
39500 oalqueire, medida veiha. oleo de ricino da
melhor fabricado I'enedo em latas a 360 rs. a libra,
e ludo maii por presos commodos: na ra do Vigario
CAL E POTASSA
Vende-se potassa da Rnssia e americana, ebegada
oeste* dias e de superior qualidade ; cal de Lisboa
da mais nova que ha no mercado : us scus depsi-
tos na ra da A pullo n. 1 A, e 2 II.
Fazendas bo;ns e baratas.
Na loja do barateiro da ra da Cadeia do Recife
n. 50, defrnnteda ra da Madre de lieos, acharan o
fre,iiezes bom surlimenln de fazendas de boas qua-
hdades, que a din'.ieiro a' vista se vendem porbara-
lissimo prec,o, tanto em atacado como a relalho. ha-
vendo eutre muito variedad*' boas chitas de cures li-
las de diversos padroes, o covado a 160,180 e 200. e
a peca 63, 63:1011, 65800 e "3, corles de eaaw de :o-
res bonito) nadjroea, que nao aeshntam, com 7 varas,
aelo diminuto preco de 13600, riscados e chitas lar-
das francezas modernas, o cuvado a 2S0, 280. 300,
320 e IDO, cas-a franrezas de cores a 560 a vara,
ditas em corles de 12 e 13 varas moilo linas cora
fazenda ciara veslido e para folho, de-enhos difleren-
les, pelo baralo preco de 83, curies de andelina de
seda cor de rosa e azul cjm fazenda para releen e
folho a Use 153, rrtes de sedas escocezas largas de
bonilos rimIos a 285, grosdenaple prelo superior pa-
ra vestido a 2 e 23200 o covado, chales de merino
lino sem barra com franja de relrnz a 53500, ditos de
chaly com barr- asselinade a 63500,'dilos de merino
bordados de cores a 85, ditos muito linos bordados de
urna so cor a 03, e alem de-las oulras nimia- fazen-
das, que como cima lira dito, se vendem baratas ;
do-se amostras, e aloja est aberla de noile.
Lencos de cam-
braia de linho
A 320, 400, 500, e 640
cada um.
Vendem-se na ra do Crespo, loja da esquina que
volla para a ra da Cadeia.
Palitos milito bem feit^se
milito baratos
Vendem-se palitos pretos muito bem feilos a i-3 rs.
ditos de brim pardo de puro linho a 33200 : na ra
do Qucimido n. 22, na bem couhecida luja da boa
f.
Vende-se o silio comcasa de sobradodo falle-
cido George Keawortfay, no lugar|de S.Jos do Man-
goiuho, com arvoredos de fruclo e mais bemeiloria
que nelle se acham, seudo as Ierras do referido silio
proprias : quem o pretender procure em casa de Sa-
muel V. Johiistoii C.umpanhia.rua da Scnzala No-
va u. 12.
AGENCIA
Da fundicio Low-Moor, ra daSenzala-No-
va n. 42.
Nesleeslabelecimemocontina a ha ver um com-
pleto sorlimenlo de moendas e meias moendas
para en;enlio, machinas de vapor e tainas de
ferro balido e coado de lodos os tamanhos para
diio.
I.ABVRINTHOS.
Vendem-se lencos e toalhas de labvrinlho. assen-
lado era lina cambraia de linho : na "roa da Cruz n.
o. primeiro andar.
Em casa de M. Calmoit S C, piai^a do
CorpoSanto n. II, ha para vendero
seguinte :
cao c pixe da
Taboado de pinlio, alcat
Snecia.
AlcatrSode carvao.
Lonas de aljjodao.
Ditas de linlio.
Esponjas desuperior qualidade.
Drogas.
Tudo niuitocoinmodo.
?elogios de jm lente
ingleses de ouro, desabnete edevidto :
vendem-se a preco razoavel, cm casa de
AiigustoC. de Abren, na ra da Cadeia
do Recie, armazem n. .
Faiinlia e mandioca.
Vende-se superior farinba de Santa
Catharina, em saccasquetem um alquei-
ie (medida velliaj por preco commodo:
no armazem de Novaes&C., na ruada
.Madre de Dos n. 12.
i duzia.
na
Manual eleitora.
Vende-se o manual eleitoral, coiilendo
a le regulamentar das eleicfles, e os de-
cretos e decisoes do governo por i 280 :
na livraria ns. (i e 8, da piara da In-
dependencia.
Vende-se em casa de S. P. Johnston & C
ra da Senzala-Nova n. 42, sellins inglezes, chi-
cotes de narro e de montara, candieires e casticaes
bronzeados.relogios patent inglez, barris degra-
da n. 97, vinho Cherry cm barris, camas de ferro,
fio de vela, chumbo da munic.o, arreios para car-
enas inglezas.
Coberlos e descobertos, pequeos e grandes, de ooro
e prala, patente inglez. de um dos melhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez : em casa de SoulhaH Mellor i Companhia. ra
do Torros n. 38.
Cobeiores de laa hespa*
nhes muito encorpa-
dose grandes.
Vendem-se na ra doCrespo.loja da esquina qoe
volla para a ra da Cadeia.
IjlHKI
ion
19800
isoio
13000
(00
ion
e alein de ludo isto oulras muilas fazendas. que se
veiiilem o mais haialoque he possivel : na ra do
Queimado. nosqualro eanlos n. 22, na luja da boa
fe, defronle da loja da boa fama.
Luvas de pellica muito novas para ho-
mem esenhora, o par a LsSO
na ra do Queimado na bem couhecida lujo d miu-
dezas da boa lama n. 33.
A BOA FAMA NAO" VENDE AUA AVA-
RI.VO, TUDO 1IE BOM E BARATO.
l.uvas pretas de lorcal muio boas a I3OOO
Ollas de lio .la Escocia brar cas e de cores 400 e ."MI
tuperiores meias pretas de laia a I Mil)
Carlas liuissimas li .,1.1 r /.,-. o baralho .">IM1
linas portuguezas muilu linas
Meias prelas de algodo para padres; o par
Ditas ditas para senhoras loo
Kicascaixinb.s para prsenles a 39000,99000 UOOO
llicns bengalas pelo baralo preco de 13, 13500 e 23
Meias decores mullo linas para bouiem a 320 e 40,
Kiquissimas canelas para namoradus a 500 e 80o
Ocaloa com armarlo de tartaruga a :|;imki
(.aniveles muilo linos para pennas a 23, S9500 e 39
Hilos graudes muilo Tinos de 2. 3 e i folhaai
Kiquissimas rharuteiras a 23. 33
Carleira- muilo linas para dinheiro a 2a e
i.aileiras proprias para viagem a
Eslojos proprios para barba a 23 e
limas de colheresde melal principe a 33 c
Ditas de melal ordinario a 720 e
ApareU! completos para lulo de senhora a
\ ollas prelas ordinaria- para lulo a
Kicas franjas para cortinados, pecaide 15 va-
ico, um I3380 w Metal ama re lo para tono. ;;;.
de todas as

m
MO
(KMI: ...
:
-"
!
ualida A'
r;<
B fina ria do Moiiteiro.
No deposito da ra da Senzala-Ve-
|han. Il(i, vende-seassucar refinado de
(uperior qualidade, de arroba para cima.
Piauos,
Vendem-sepiauosvcrlicaesinglezes, deelegaales
modelloseezcellenlesvozes, fabricados por um dos
maisaerediladosaulores, premiado na ezposicaode
Londres: no armazem de Kostron Kooke r & Com-
panhia, pracado Corpo Santo.
Farinha de San-
ta Catharina
muilo nova, vinda em direilnra a este porto, vende- bmlsd' que
se a bordo do patacho Pelicano... on Irala-se eom Queimado nal
Caelano Cvr.aco da C. M., ao lado do Corpo Sanio ama n. 33.
e de
3J680
2/240
2/880
f#B00
3/600
9*700
6/800
1G0
800
400
160
A 5r>oo
Lencos de cambraia de linho para aUibeira :
ra do Crespo, loja de Adriano c\ Castro n. 1(1.
13$500
Vendem-se dous pianos fortes de Jacaranda,
construeco vertical ecom todos o melhoramenios
mais modernos, tendo vindo no ullimo navio de
Hamburgo: na ra da Cadeia armazem n. 8.
Passeio publico,
LOJA N. 9.
\cudc-se um completo sorlimenlo dechilasde
lindos padroes, escuras,a 110, 160 e 200 rs. o cova-
do e a peca a 5, 59500 e 63 ; a ellas, que sAo pe-
chincha. '
J\ a loja da boaf
VENDE-SE PC MENOS QUE EM ULTRA
PARTE:
Pegas de algodaozinho trancado eom
.20 jardas a
Jlitas de dito liso com 20 jardas a
Ditas do dito muito encorpado com
20 jardas a
Hitas de madapolao moito lino 11. 6 a
itas de dito entre fino a
Ditas de dito a
Ditas de brim liso lino com 20 varas
Chitas escuras e de cores fixa.s, co-
vado a
Chales de algodo de muilo bonitos
padroes a
Peitos para camisas, brancos
cores a
AlgodSo de listras o covado a
e alem destas fazendas ha outras muitas que
se vendem muito barato, na ra do Queima-
do 11. 22, nos quatro cantos, na loja da boa
le, defronle da loja da boa fama, e seallian-
calaca senhores compraderes que nesta loja
nao ha fazenda nenliuma avariada.
Na loja de Antonio Lopes Pe eir
de Mello A Companhia, nrruada Cadeia
ioBecifeo.7, vendem-se as ja bem co-
ndecidas velas de carnauba do Aracatv,
pelo diminuto preco de 12.S000 rs. cada
arroba.
Cambraia adamascada propria para cortinados.
>endem-se pecas de cambraia adamascada com
M varas, propria para cortinados a 70000 : lia roa
do Queimado n. 22, na loja da boa f.
Nao ha nada 1.10 baralo.
Vende-ie chila fina para coberla a 200 rs. o cova-
do : na ra do Jueim.do o. 22 ua bem eonl.ecida
loja da boa fe, defronle da loja de miudezas da boa
Tama.
Veode-ie superior Haba de liradas branca a
S! 'o'^'.t"!, ,"\,e"0' P"ra cos,or : *"> casa de
Soalhall Mellor A; Cumpanhia, ra do Torres n. 38.
Moinhos de vento
com bombas derepuxopara regar borlas e bat-
a de cap m : na fondi^ande I). W. Bonman
na ra doBrum ns.6,8e10.
indias de Ham-
burgo,
Ricas polceiras prelas de vidro a
fitas de velludo bordadas eslreitas, a vara
Dila lisa estrena prela'e de enres a 160 e
Escova com penle e espelho para sonsas
1 e-ouras Rnitsianu para un has 500, 800 e
Ditas para costura, u melhor que pode haver
Koselas prelas rnuilo fina, o par
Acordioiisde muilo ba qualidada 800, 1? e 19600
Kica- trancas de seda de todas as larguras e co-
res, ricas lilas de seda lavradas de todas as cores e
lar-uras, bieus de linho linissiraos de lindos padres
diversas lar jura- e oulras muiti-Mmas miudezas, sen-
do de muilo bons goslos e boas qualidades, que plo
baralissimo prer;o porque se vende causa admiradlo
aospropnos compradores na ra do Qneimado.'na
I bem conbecida loja de miudezas da boa fama n. 33.
PERMIIRIAS UTO FINAS.
Ni loja da boa faina encontra-se sempre um rico
ortimeulo de perfumaras de lodas as qualidades
sendo seu aulor o melhor que ha cm I'aris. riquissi-
roos frascos rom evlrtlo muilo liuo a 18200, 11500
2a e 25500, jarros de porcellana delicados e de mo-
dernos gostos com banha franceza moilissimo fina a
25 e 293OO, frascos com usencia de rosa a 320 rs.
paos de pomada franceza mullo boa a 100 rs., fraa'-
cus pequeos e (fraudes com eicellente aeua de di-
rima a S80 e 1-3 e cutras muilas perfumaras da me-
lhor qualidade que pode haver, e por precns mais
e em oulra queIquer parle: na ra do
bem couhecida loja de miudezas da boa
-< Cabos da Kussta c de Manilha.
i Lonas, brinuio brim de vela
$j Pi\e da Snecia.
: Cemento amar ello.
,3 Yinliode Champagne e do Itheno.
jj Pianos de armario de modelos no- ^
vos.
$5 Armamento
des.
Alvaiadelino cm p, oca c tintas
cm oleo.
Pedias de marmore para mesase (fc
consolos. ^.
Papel de peso ingle/.. g
7.J Chicotes para carros. 5
I!.ilaiM-.is inglezas de patente. ^
Copse clices de vidro ordinario- gf
N'cndem-se no armazem de ^
C J. Astlev &C. S
RLV DA CRIZ Di. 5!.
Antonio Barbosa de Barros faz scienle ao publico
qoe mudou a sua sala de barbear da casa n. 62 da
-iiiio 1 ra da Cruz para a de 11. l da mesma ra ; na mes-
-~i 'Dit ma sala se acham as mais modernas bichas de llarn-
29.5001 bureo, que se vendem aos ceios e a relalho, e alu-
2-SiOO i gam-se, ludo mais barato do que em oulra parle.
aViOO
S Pechincha.
ii'i
4001 Fundas l'raucezas do lado direilo ees-
1*3001querdo. pelo barato preco de I $000 rs.
19000
320
240
800!
IS500
1.NKMI
320 I
Vendem-sc selli
V^HO IM PORTO CE.M IMl.
Iinscom |?rleni*s, \ende-se upiun,. vinlw no Torio can
| alent inylez e da melhor qualida- 1u,rl<" ilavo, por preco razoavel: na ruda Ca-
de que lem vindo a este merca.loj: 1* Hec,fe ,:1, "*' Bailar A Hi-
o armazem de Adamson llowiol-------'__________________
4 C, ra do Trapicho n. t.
*0cr*t>051$i o.
XAROPE
1)0
BOSQUE
A 2! d
casa da ra
e atoslo i roiimo pascado au,!,^,. d,
do Kaugel n. 21. > prela *! ^2!
maadoi roslo al,., r .m.rellada. nao 1*?
na bucea da nati. a. ,,..,. -ii ____ "l'-
loi transferido o deposito desle sarope par
tica de Jnsc da Cruz Santos, ua ra Nova i
garrafas JaoOO.
aquelle qoe nao
que se faz o prsenle aviso.
a a bo-
n. St
.... 'os. panno a. Lo.|,. ,ad M0 -- -~-
modado deroupa porque ta.bern laJTrouna > .
nho, dizem ella andar pelo, Afosados, S. KSm V
Paulo, pois lem conhecimenlo nesles esweiAZ
e meias -WOW, sendo falso lodu i campo, ou oulra qaalq
aquelle qne nao for vendido leal, deposito, pelo dita escrava, laven, a
na iiiin
Kosa lin.
Bie-
Cruv.
IMPRTAME PARA 0 PLBLKO
Para cura de phtysica era lodososseus dineienl
es graos, quer motivada por conslipace tosse
aslhma.pleuriz.escarros desanaue, Mr deeoa-
(adosepeilo, palpilaro no coracSo, coqueluche-
bronchite, dr na jarjania. e todas asmolestias
dosoreos pulmouares.
lECUIISIO PIRA EI6B
no.
NA FUNDICAO DE FERRO DO FNCE-
NHEIRO* DAVID W. BOWMAN. sA
RA DO BRUM, PASSANDO O ol A
FARIZ,
ha sempre um grandesormenlo dos seguiules ob
jeclos de mee ha ni snio- pr oprios para em,enhos,a sa-
ber : moendas e meias moendas da mais moderna
rmi-lriicrao ; taitas de ferro fundido e batido, de
superior qualidade e de lodosos tamanhos rodas
| deutadas para agua ou nuimaes, de todas as propor-
' coes; crivos e boceas de fornalhae registros- de bo-
eiro, asuilln'u'-.bron/.es. parafusi.s c r.iv ilhi.es,moi-
nhos de mandioca, ele. ele
ga-e as pessoa gril||| |M da mmSTSS^ll
"""P! iipprelaWa,
. MarMi|i*.,
geuerosa menta.
Fattl bonlem as 7 horas da naii
mulato, de non I homar, alio, rfu,c>d
com marcas de bevi.a, pinmmmSl tJHJ^2l
"m eiH-Tav
cas de cicalrues as cae
as. falla cota mn.la
NA MESMA FUNDICAO.
e eiccutam todas as encommendas con* a superior
ridaile ja ennhecida e com a devida presteza* con.-
modidade em preco.
cada urna : na ra larga do
15, loja de miude/.as.
Bill casa de n. O.
ber & C, na iiti
ri. 4, vi ntie-se
uBt^^SS^Zv^ do, f TO-TOM@
da Babia. i "&
Lonas. '
Briozao.
Perro da Snecia. \9
Arcano para purificar o assucar d in-1 Na lua ll Trapiche n. ."ii, l,a
vencaodo Dr. Stolle, com o metliodo em peiioi rape Princeza do Brasil,
lingua portuguesa. @ ebegado recentemente do Kio de
,, _. 19 Janeiro, em qualidade pouco dil-
Lm casa cidlo ; levnu camisa de paunoaaul uro... -.
da da oor.ll. branco '., mlSXZ'JZSS:
iberia na fente em firma de pa|1(o ^ ^L
. naiural da P.r.l.iba. a fi crav. do il,T!^"
l.oellio qne o liouve pnr heraara de sea LiL.'i'
Joaquirn de Sour. daqnella cMad. hi^JZ.
f*l" abai... rtgoado ao Sr. HaWk, d.^nC
V.sconcello, j0Ulor, mottdol **>*
reRuez,, do P,l.r da dila prnviaciaTW,; **.
eve-o ra da Concordia a Pedro tafcWAi^
iUimaraes, !* ,,- .^.^' Mira
Hecf.l.deourobrortemr *"***
fmm Antonio Teiieira GiaS>.
Continalo a eslar foKido a, aaiaBaa.
Antomo. denacaaCacana,, Z. ~'f2r.*rT.,w*
nos de idade. de altor. S^122!!5 m~
eor prela. roslo redonda, t h,,t '",, "I "*-
cheo do corno, conversa Z2*S fif" '*^*-
herdeiros do finado C^)elan^l"V,u', r*?*-**
o oulro de i.ome Veriajimo. de Sal fc ,mm :
algn, lanto eapadaudo. rosto mmSZ* "*"' ?
os lados do roslo marcas de lalha. ri. 1 TTS ****"
na. linaa ,1. -..--------- Ba aacae, |^v-
Attencao!
l_ "I -|----------------I^UVUUI.-
C N. C). Iilchci -;:;- fere do de Lisljoa, ao passo que
Malla, ob nesla praea n. raa da Gaa ,
ro andar, que aera' generaMaeeal. irrp;Z"'
AVSO.
CINCOKMA IIIL RE|s
No da-i de jonlH.dc torrente, fU. da fc-au
do brigoe .Mari. I.u.ia. 0 prei ,21 a .'
de id.de 21 a 25 a.aos. Poocm^.^ J^r
*P o. signa seguinles : roslo rewnridn 7IEZ' 2?
* cr fu.,, cabello eerclhailo. !SS&53t
C, na da Cruz n. A
19130
800
IS4M
800
560
220
320
560
2M)
320
2i0
880
I--280
.No ltigo deposito de bichas de Ilamburgo, na
ra estrena do Botarlo n. l, recebeu-se pelo ulli-
mo vapor viudo da Europa, um grande sorlimenlo
das ralertda bichas, e por isso se continua a vender
o cento a 205000. e por menos desse dinheiro se o
comprador comprar mais de cem, e a 320 cada orna
por alugucl.
telogios
Daglezes de pa-
tente,
os melliore-tabricadoi em lnglalerr;: ra casa de
Vendc-Secaldel.i,baullimamen.ecl.egada,a.- *"" Gib** :ra"a Cadei'"Jo Recifen. 52.
irncomonotassdaKussiaverdadsira : na praca Em casa de Eduardo H. Wvalt.rua de Trapiche
ouLorpo anio n.ll. Novo n. 1S, vendem-se bailas, relogios de ouro, co-
TAIV4S Ptlli FVrKVIIi bertos e deseoberlos, sellins iuglezes, chicotes de
irti.Y.ia i-A HA B,.>ULi>llU. carro, arreios para dito, cabos da Kussia, liu devela,
Wa fundip-ao de ferro de D. W. Bowmann ua i,ln,,sde '"d""8 a" com. candieiros ecasticaes bron-
ruadoBrum, passando o chafariz, conlin ha- "ltn'a """"" de fruc,as ,n8|M' liiraio.de
ver um completo sorlimenlo de taixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes '
acham-se a venda, por prec,o commodo e com
roTemtLzlt^rtr Carre8am-Se em acr' I, *^ -J Tmo a 3> a covado, di.o pie-
ro sem despera ao comprador. lo e azul, fazenda muitosuperiur a 39500 o covado,
&-f---'----Mf^f.fSt&.*'- ^v.-v.r,.,......,^ mermo minio lino a 29 o covado, alpaca muilo Tina
-..y.......... fr.-v.V39-..,--,:.-..-.-...- ivS-.-.-.f.t; a bitl o covado, easemira prela muilo lina de dita.
i?3 UepOSItO (le vinlio de champag- tt I5"ra" WOO o covado, dita mullo fina de orna
O ne Clialeau-Av\, piimeiiu n.ia- &'> I !i"-u,a 5"-" covado, canijo, laienda prela taui-
Si liihdp ,1,, n,',.-,, a II I -f I Hnae propria para vestidos de luto a !l60o cova-
ae, (le pi opriedade do conde ^ do, hombazina mallo lina propria para balinas de
Loja da boa f.
Nriv;iih>is a coiienlo.
Continua-se a vender a880OO o par(preco fixo) as
ja bem conhecidas navalhasde barba,feilas pelo h-
bil fabricante que ha sido premiado em diversas ei
pnsicoes: vandem-secom a condic.ln de nao agra-
dando poder o comprador devolve-las al 30 dias
depuisda compra.resliluindo-sea importancia :em
cas.de AugustoC.de Abren, ua ra da Cadeia do
Recife .i. 36.
vende-se
Cemento romano.
Fardo.
Vinlio deHadeira e uitrumar.
Em casa le n. O. Uici
* \-., na 4, vemle-sr
Pianos fortes das melhores fabricas d
uccao.
custa apenas I $400 a libra ; a elle {?
; antes que acabe, pois a reraessa ?.
fi be pequea. ^
er
ii.
Xarope do Bos-
que verdadeiro
RA LARCA DO ROSARIO N. 36.
Conliua a vender-se esla tarop (do qualsilo
agentes no Rinde Janeiro os rs. Vales A Compa-
., nhia, ra do Hospicio n. n na botica do abaim as-
I signado, que pranle ser verdadeiro.
Barthnlnmeo Francisco de Souza.
e amortecidos, beicoteros., ,! ,
grosso qne encobre a falla qM lem de d
cima, falla un. pouco alrap.ln.do devnl. a r
denles penca barba rala, L,g,Hfe^ Ja aTa
esquerda junto ao dedo mnimo una canaeia >
vo sahido. as nadegas um paaca rmoiZim aL^T"
dar lem am Keila pa>a o lado, eadcira, lmtm\LvZL~
tora fina, pes apilhelados e am l#-c, 'Z*'
ealc.a de akodao azal desalad, o r.-t.. 7J.T.?'
| rucado, chapeo da palha, lena oBicio de Tllala"'"
e cosloroa embriagar-sa ; fai aarr,, sT^m''
ronymo Vifella a da Sr. Ih-. praiaalaV da IhJiV
Queiroi Konseea, e uliimameate doSr. AlaartTlZw
ler Damon : o aba,vo essigaado. .eaUr ZZZi
lo, gratifica generosamente a qaem a -rt-rliial
lev.-lo em tul casa, no aterro da Bw-ViaU a 11
segundo andar, ou no Recife, raa do Traiaca a' l'
a Antonio de Almeida t.ornes ; roma l.aWo* ,tl
testa contra qaalqaer pessaa que a malm ami Lr
poder ; assim como gratifica e paga laas MOaatt
a...Joaqun. Lopes da Umrim.
'os premios (la qitarta parte da sella lotera a beneficio 1a Matriz da Boi-visi i
'__________txtrahida a /| de Outubro de 1856
caisa ; acba-se nicamente em ca-
@ sa de L. Leconte Geron i C. N.
@ B.As caivas sarj^narcadas a Ii>-
@ goConde de Uareuile os rotu-
^ los las ;at rafas sao a/.ttes.
vuiidein por menos do que em ou
lucr parte, ua ra rio Queimado, nos quatro
tatitos, ii. 22, na loja da boa IV-, .lelroiil.; da
loja da boa fania.
ceblas.
Vende-se n melhor que ha ueste genero, tanto de
Lisboa como heipanhola ,|c :,oil rs. para cima o ren-
to : na iravessa da Madre de Dos, pnmeiro arma-
zem i. 18, de Friadaco Afees Monleiro Jnior.
@
as .pie se ;i;;-;..-'-...J.-;i.-.gb.&t S^V-i".<<.- ;,
t'a nual- ," W V "b-s*>Si?;...... .'.;
pnrem que a vlatl dos senhores comprador?* se ven-
derlo por menos que em oulra parle: na ra do
Oueimado, n. 22, uos qoalrocanlos, na loja da boa
fe, defronle da loja de miudezas da boa faina.
22, loja do
I
pur preco muilo
- Vende-se ama partida de Ierra, roberas de
maltas de mallo boa' madeira, e ptima de plau-
la.;oeH: a Iralar no Mansoinliu, silio que Valla para
os Alilicti.., ,ie Ignacio l'iaiici-i .1 de .\lhii'iin-i.;i,i-.
Mello. '
Deposito de cal e potassa.
"a ra da Cadeia do Recife, luja n. ."i0, defronle
di rna da Madre re lle.is. eonlinoa-se a vender u-
perior cal de Lisboa em pedia, rcrenlemenie eliega-
ca, e potassa ru-oana nova,
por prero cummodu.
3Sr*9jW S-Jeg'S-C
.\a ra Nova i
Ar. ha |.ara vender
*Vv da branco c prelo,
i- ronla.
Loja da boa f.
lo relojiieiro, f'
bien de blond ule se-
em Si?
.--
VIIM1F.-SE UI'ito BARATO.
Chale de mefinllsos, de lindas core--, com
ricas Iranjas de seda
le superior qualidade, j l.uvas de seda para homeus e enboras
I Meiss pretal de seda para senliora, o par
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