Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07600


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Full Text


ANNO XWII N. 234
Por 3 meza adiantado 4$000.
Por C> mees vencidos 4J500.
SABBADO \ DE OITIBBO DE 856.
Por auno adiantado ISfOOO.
Porte flanco para o subscriptor.
BUCO
K.VCAItK Ki.AItus DA SCBSCRIPCAO' NO NORTE. __
Parahibt, e 8r. Gervaiio ?. di Natividad*: Natal, o Br. Joa"
uim I. Pereirs Jnior ; Araeatv. o Sr. A. da Lamoa Braga
Ciara. ir. J. Jote daOliveira ; Maranbao, o Br. Joaquim Mar
quw Hodrigues Piaubv, o Sr. Domingoi Harculaoe A. Peaioa
Unan; Pirt,iBr. JutlinianoJ. aXamot; Amaionai.oSt. Jero-
ijma di cuna.
PARTIDA DOS CORREIOS.
Ojiada : lodas ,\\t,,
Igaarassa, GntanBa r l\
S. Ant.i... 11,-,,-rr..-. I!,..,
s- '.....rebru
:.i
i* 0 r lucia tioras ,Im.
mUba : 11.1- wgaail.....nua-fofras,
hlin.il, lliial........ ulnaa : j Meca-T.
1'aVHl Mus, .\.i/.itetli. I.inio.'iru. Rrrju, Pe-pe-ir.,, faura-
rilla-Brlla, r.o.i-Vt-iii. Ourui. .. k.h : nm ajaarlaa-r.
. .|'..jucn, S"finh.ii i wMuirai e Katal: aaiaiaa-feiraa.
Judo,
ein a* III har* da manha
AUDIENCIAS DOS TltlItlIXAES DA CAPITAL.
Tribunal do eommercio segundas e quintal.
Relacio : lercai-feirai e aabbadoa.
Fazenda : quarlaa sabbadns aa 10 horas.
Juizo do eommercio: segundas as 10 horas* quiolas ao m*io-dia.
Juizo de orphos .- segundas a quintas as 10 horas.
Primaira tarado eirel ; segundas i sanas ao roaio-dia.
Segunda Tara di eiral: quarlai a aabbadoa ai meio-dit.
EPIIEMEIUDKS DO MEZ DE OLTL'BRO
7 Quarlocrescente as 3 horas 19 minuto s e 48segundos dam.
13 La cheia as 9 minutos e *0 segundos da tarde.
10 Quarlominguanttas 3 horas. 47 minutla 48fegundoi da I
* La norias 8 horas, 24 minutos, 48 segundos di Urde
PRBAMAR DE IIO.IE.
Frimeira as 9 horas e 18 minuloa da mancas.
Segunda as 9 horas e 13 minutos da larda.
das da semana.
29 Segunda. S. Miguel arrhanjo ; S. Fraterno b.
30 Terca. S. Jernimo presh. rard. c doutor maiinio da Igr
1 Quarta.S. Remigio b. Ss. Virisslmo, Mnima e Julia.
2 Quinta O Alijo C.osindio. S. Leodgario b.
3 Seita. S. Kvaldo presb. S. Candido ni.
4 Sabbado. S. Francisco de Assis.
5 Domingo. O SS. Rosario da SS. Virgem Mai de Dos.
part aryCi&L
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expediente di da 30 da setembro.
i MinoAo Exm. manchal commandante das ar-
mas, recommendando qae remella, afim de ser
Irausmilli 1a .i secretaria do ministerio da guerra,
urna eerlidSo de lodos os asaenlamenlos do ra pilan do
.* balalhao de ofaularid, Antonio Manoel <1e Oli-
veira Bolaa.
DiloAo mesmo, traiismillinrio por copia u aviso
de 16 do correnle, no qnal o Exm. Sr. mini-im da
tierra, mandando proceder i consellio de investi-
garlo para se ennhecer, se os dinheirns extraviados
oelo alteres do 9.' balalhao de inraotaria, Francisco
Jos Joaquim de Barros, estavam legalmeule em
su poder, previne ao mesmn lempo, de qae os
membros desse conselho nao devem ser do balalhao
em que se deu seraellianle falla.
DiloAo mesmo, dizendo que pela leitura do
aviso que remelle por .-pia, expedido pela reparti-
do da 'tierra em 17 do correnle, licar S. Etc. in-
leirado de que se eipedio ordem para vir para esla
proviocia o capellao alfere* da repartidlo ecclesias-
lica do exercilo, padre Joan I", v hilo de Lima, afim
de ser empregadu no 10. balalhao de iofautaria.
Comrnunicoue a lliesoararia de fazenda.
DiloAo Exm. presdeme da relacao, eommu-
nicando qne por decreto de 12 deste me/, se fer roer-
ci- Loiz Kerreira Bandcira de Mello, da serventa
vitalicia dos oflicios de labelliao de notas e escrivao
do erime, civel, capellas e residuos do lermo de
Igoarass.Igual acerca de r'rankliu Alvesde Sou-
za Paiva, para secundo labelliao de notas e escrivao
do crime e privativo das execac,oes do termo de
Nazarelh, fzeram-se as necessarias coromuot
carites.
DiloAo inesmu, declarando que por decreto de
19 desle mez fura nomeado para o cargo de juiz de
robaos desle lermo, o hacliaa Seba-li > do Reso
Barros Laoerda, o qnal nesta data preslo.i juramen-
to, alim de poder entrar em exercicio.Tambero se
communicou lliesouraria de fazenda.
DitoAo mesmo, inleirandoo de haver o juiz
municipal do Cabo, bacl.arel Ernesto d'Aqnino Fon-
seca participado, que no din 2.1 do crrante deixara
a inleriunlaile da vara de direito daquella comarca,
por se ler apresenlado o respuctivo proprietario.
Nesle sentido ollioiuue a Iliesouraria de fa-
zenda.
DitoAo mesmo, coinmunicando que por decrelo
de II do correnle fui removido o juiz de direilo
Mannel Crrela Lima, da comarca da Anadia, na
provincia das Alagoa, para a do Bonito.Fizcram-
se is nutras conimunicaces.
DitoAo commaodantc superior da guarda na-
cional do municipio do Recife, recommendando a
expedirn de suas ordens, para que o coarda Flix
de Canlalicio da Silva Lobo seja dispensado do ser-
vido da roesma guarda nacional, einquai.lo esliver
ernpregado no consulado americano.
DiloAo capil.to de mar e guerra Francisco
Manoel Barroso.Kecehi o otlicio datado de hoo-
tem, cm que V. S. me noticia a posse que tomou
do c mamando da o-t.ico naval desta provincia.
Ceno da promptidao e zelo com que V. S. rem
determinado a coadjuvar-me, anlecipo de seu no-
nhecido merilo e u.bre/.a de seutimenlos a- mais
agradaveis rela<;es em lodos os negocios ollici.ies, as-
sim como as relac,5es particulares.
Receba V. S. os protestos de minlia estima alta
consideracilo.Communicou-se thcsouraria de fa-
zenda essa pose.
DiloAo iuspeclor do Hrspnal de marinha, (raus- '
roillindo por copia o aviso de 18 lo correnle, no >
qual o Exm. Sr. tniuistro da marinha recomruenda
a expedido das coDveoieutea ordens, para que na '<
responsaveis afiaiirados na lliesouraria de fnendl i
desta provincia e ajeiloa a reparlicao da marinha, [
apresenlem a serrao do contencioso da inrsm. the-
souraria, no principio de cada semestre, cerlid.lo de
vida de seus fiadores. Ijoil a lliesouraria de fa-
zenda.
DiloAo inesaio, dizendo qne visto le o conse-
llio de ailininistrarAo naval deisado de rcunir-se
por eslar doenle o ernpregado que exercia as func-
>;6es de secretario, eumpre que Smc. nomeie nm dos
daquelle arsenal, para exerr.rr as referidas funrres
al que o governo imperial designe o ernpregado,
que deve servir de secretario do mesmo consellio.
(Veste sentido ollicioo-se ao commaodanle da estarao
naval.
DitoAo director das obras publicas, aulorisan-
ilo-o nlo s i lavrar o termo de recelumenlo deli-
nilivo da obra do novo lanro da estrada do sul,
mas larobem a passar o competente certificado, afim
de que o respectivo arrematante possa haver da llie-
souraria, para o que licim expedidas as convenientes
urden-, a importancia da ultima preslacdo do seu
contrato.
DitoAo juiz de direilo do Liraoeiro, remetiendo
tima porlaria. que para ler esse destino acompanlinu
ao oflicio do Exm. conselheiro presidente do supre-
mo tribunal de jusiira de 13 do correnle.
DiloAo juiz municipal de Villa-Bella, envian-
do para ser entregue ao Dr. juiz de direilo Jnaqnim
tioni.'ilves Lima, o ol i ci em que se romniunici
arhar-se elle removido da comarca do Bouilo para
aquella, e recommendando qne cerlilique em que
dia leve lugar semellianle entrega.
PililoAo juiz de paz mais volado da Ire-
guezia de Sanio Antonio.Em respo oflicio de 2(> do correnle, em que Vine, pergun-
la qual o numero de eleiloies que deve dar
Btsi freauezia, leulio a dizer-llie que, visla do nu-
mero doi cidadaoa qualilicados oa lisia dos volantes
e do arl. 52 da lei regulamenlar de 19 de agosto de
18f de 18W e de 30 de Janeiro de IH9, deve dar essa
Yesuezia 38 eleilorcs.
PiloAo iuz de paz presidente da jonla de qua-
Mic.ir io da freguezia de Santo AnlAo.O juiz mu-
nicipal presidente do consi-llio de recurso desse mu-
nicipio etiviou-me copia dos trabalhos do mesmo
cnu-ellio, declarando que Vmc. recusara receber a
relac.io nominal das pe-soas, cujos recursos foram
altendidns, pur suppr que devia ella ser remedida
ao prasideule da mesa parocliial.
Em lista da terminante disposiro do arl. 37 da
lei regulamenlar de I'.I de agosto de 18(>, Vmc. lie
quem deve receber a mam ion na retarn, e como
esse recebimenla nao envolve o reconliecimento da
legalidlde dos trabalhos do consellio que devem ser
competentemente avahados, compre que Vmc, exa-
minando-os cuidadosamente, me inturme com ur-
gencia :
1. Se M pessoas que compozeram o eonsei" eiLlo
'tas condires legaes :
2. Se os individuos, cujos recursos foram alleo-
'ii ios. Iiaviam previamenle recorrido a junta de que
traa o arl. 22 .la citada lei :
3. Se se publicaram os edilaes para a convocarlo
do conselliu :
i. Qual o prazo que decorreu da segunda reu-
mao da junla ao comero dos trabalhos do mesmo
consellio :
">. linalmenle, se este fuuccionou .liiranle os L>
dias, como determina o referido arl. 22.(Miciou-
se acerca desle olijecto ao mencionado juiz munici-
pal e cmara daquella cidade.
Mea. e Exm. Sr. Em comprimcnlo do arligo
27 S 11 do regulamenlo desta lliesouraria, tenlioa
lioura de remelter a V. Exc. os balaucetes da receila
e despeza desla mesma Ihesouraria, verificada em o
mez de setembro prximo lindo, menos o do exerci-
cio iludo por se adiar em balanco.
Dos uuarde a V. ifce. Thesuuraria provincial de
Pernambuco I deoutobnde 18'yi. lllm. e Kitn.
Sr. consellieiro Sergio Teiteira de Macedo, presidenle
da provincia.O inspector, Jote' Pedro da tico.
Demonstraco do saldo disiente na raixa e-pecial
das apolices era 30 de teteinbro de 185o.
Saldo imii 31 tle agosto p.
lindo
Rereili
do correnle mez.
Dopcza dem.....
Sabio.....
.iMttmgono
-----------ULtiOIHKXI
. 2:1)005000
139:000>000
Caixa do eicrcicio de 1656
Saldo em 31 de agosto p.
lindo......
Receila de 1 a 30 do cor.
18.17.
Despeza dem .
Saldo
62:7 H> 131
39:181318
--------------- 12I:899>379
.... 66:99K99.Vi
5*:9(BSi23
IMCOLLEGIODE MENINAS
Poi
Madama Antoinette.
./ fril.
Mu baile de meninas deve comec,ar cedo, sob pe-
na de adormecerem o convidados sobre os assenlos
depois de urna hora de prazer. Por isso desde as ele
horas da nnile ina l.tme-ell.i Branca Derhj, rojeada
ito pessnal do estabelecimenlo que diriga, esperava
dehaixo das armas seus convidados fraudes e peque-
nos. Seu vestuario era exactamente o mesmo que no
lia da disiril.iiic.i.i dos premios : nada filiara, neto
mesmo a conia tle mtt brancas, a qual a don/ella
renovara para mostrar aos buipcJes quanlo preaivi
tena oll'ragios.
I aliarnos do (" >.-il .lo rolle;iu ; mas aiuda Ic-
mtrs de fazer ditas present.ic"e ao leitor : primei-
verno francez em seus famosos manireslos de 1806 e
1812 ; porni o uso anligo prevalece.
O curso martimo liavia manlido no mar, em todo
o seo vigor, a aiiltga pralica das guerras dos par-
tirrjlares, e as forrea dos eslados continuaram a
hoslilisar as guerras martimas as propriedades par-
ticulares e os cidadaas alheios aos actos bellicosos.
Tal era o oso quando se levautoii a eampanha do
Oriente ha tres annos, e den lagar a preverem-ae
novas lulas martimas.
Nesle momento recordamos os precedeules e os
principios e pedimos que as poloncias alliadas. para
continuaren a respeitar o direilo no Oriente, se eu-
tendessem afim de resolverem em romnium o pro-
blema estabelecido em 180fi e 1812 nos aclos do nos-
so primeiro imperio ; islo he, tollocar tora dss ope-
rares da guerra, lano no mar como em tetra, o
eommercio licito, os bens particulares e os cnladaos
inoltensivos.
A primeira dcclarar.lo martima de 29 de marro
de Is.'i deu rrjeil s.ilifarao a este voto, pronun-
ciando coutra o corso maritimo a abolirio provi-
soria, que o congresso de Taris na declaradlo da 16
de abril (ornou de unitiva. Mas islo aluda Ufo era
lude ; e por essa razao applaodindo os progressos
verificados apoulavamos o alvo que ruin, n.. allingir
para resolver o problema, cuja solurao devia IraMt
a uuidade a applicarao do direilo de guerra confor-
me os idianlaueulos da civilisarao e os interesses
da bumanidade.
Os Estados-Unidos inlervem e assenlam diplo-
malicameute .a queslao, fazendo da adoprao, dos
principios, que como vimos sao urna especie de dou-
Iriua de estadista para a Franca, a cundido de sua
adborencia a declararlo de 16 de abril. Lemhram
que clles proprios ja recommendarain esses princi-
pios, proclamados com etleilo, da maneira mais tx-
press na meusagem dirigida pelo seu prcsideule
ao congresso em i de dezembro de 185L
.Nao podemos deixar de applaudir a sua iulerveu-
ao, que de cerlo promover em lempo breve e com
a cooperario da Franca a nluc.io do grande pro-
blema, cuja iniciativa honrosa pode esta reivindicar
porque a olTereceu ha cincoenla annos.
A circular do secretario dos negocios eslrangei-
ros, .Mr. Marcv, apoia a propoila desla emenda a
declarado do congresso de l'aris em cousidera-
i.-H's as mais concludenles ; as das Tullas iuglezas
que as combaten) s apresentam argucias fuleis ou
observaces egoislas.
O Post receta que a sua adoprao d em resulladu
eleruisar as guerras marilimas liberlaudo inteira-
menle as inleresses particulares do perigo de que
ellas os aniearam. Em tal caso, e se esse argumen-
to podesse ler algom valor, cumpria reslabelecer
desde ja ni sua integridade o anligo direilo da guer-
ra, e submelter de novo, anda mesmo em as cam-
panhas conlinenlaes, as propriedades particulares e
os subditos iooffensivos aos azares os mais desastro-
sos. Cor Ierra e mar, quanlo mais completo for
o direilo dos belligeranles, mais crueis serio os pa-
decimentos dos subditos, e n'uma palavra, a guerra
sera' mais terrivel e devastadora, por curia que lal-
vez seja. Sera' misler follar a barbarice aBjliga '.'
O direilo da guerra conlineutal civilisou-se, e nem
por isso as campanha por serem menos crueis Su
mais doradouras ; miliguem-se e civiliseai-se igual-
mente por mar, e o resultado sera o mesmo ; gra-
sas a Dos nao lie no excesso do mal que esla' o hem
do genero humano.
O acoll lucillo prestado, mesmo em Inglaterra a
pr.posla do governo do* F^l.idos-lnidos e circular
to amustio que a descnvolve, lie msai swnpalhico
o prava que se pode esperar que n'itni periodo pr-
ximo sera' discutida pausadamente e lomara' lucar
rom as leis iulcriiacionaes. Todava, romo e-la adop-
rao nao he oro arlo consumado, eumpre nao aban-
donar, uo enlanlo, os grandes progressos rS'ali-
sados pelas actas do congresso de l'aris.
Mr. Marcy observa com razo que eile consresso,
prosrrevendo o corso martimo e tleixando as pro-
ORDEM DO DIAN III priedades parliruUre expaslas ao ataque e apreza-
,...,.. V ,' menlo di parte dos navios do estado, paruti a meio
nrlrn ',e"",I", cmm'""''"e das armas, cam.nho. lie verdad.; mas.devc rcconl erer-se que,
laz cerlo, para conhrcimenlo dos rorpos do exerci- -
to aqu existentes, e devida observancia, que o cn-
ENCARREOVDOS DA SITtSCHIPTAO NO M L
Al a goa i, o Sr. i laudino FalcaoDiai ; Babia* Sr DJtWta
lio daJaoeiro,o Sr. Joao Pcreiri Martiaa. *-
EM FERNAMBI CO
O propriltiri* de DIAIIO Manoel rigatir** ea PatN, a* s>a
lirraria, praca di Independencia os. .
Caia de deposilos.
Salda em 31 de agosto p.
lindo.......
Receila de 1 a 30 do corr.
25*9893626
.0:lKKWMK)
Despeza idein
Saldo.
0-2:2895626
90:9115750
11:3175876
Caixa es[.ccial docalramenlo das ras desli cidade.
Saldo em 31 de agosto p.
fittdo......
Receila tic I a 30 do corr.
Despeza dem .
Saldo.....
78:1-21.7
8:0075700
8:7905967
2:2l5073
6:1665891
Caixa esperial da cousirucrao da pouledo Itecife.
Saldo cm 31 de aeoslo p.
'"do......3:7389656
Ruceilade 1 a 30 dornrr. 195020
Despeza idem......
Saldo......
Caixa especial tas lotera
Saldo cm 31 de agoslo p.
lindo.......
Receila de 1 a 30 do corr.
Despeza idem......
Saldo.....
----------- :757976
. ^OOjoeo
. 3:7.->7-567a
desla provinca.
:t39&5rJi
8K572
7:9S>5326
1:189>28
6:7991078
cojuai V.MJO DAS ARMAS.
Qnartel general do conemando das arma* fle
Peraambaco, na cidade do Recite, em 3 di
outnbrode 1S56.
verno de S. M. o Imperador houve por bem decla-
rar, por aviso da ministerio dos negocios da cuerra
de 16 de selembro ultimo, esclarerendo a llovida
suscitada pelo commandante das armas desla pro-
vincia, que as funrees de thesoureiro e senle dos
eonselhos econmicos, eleilos na qualidade de subs-
lilulns, ceasam com a apreenla(ao ou desimpedi-
mento dos eleilos semeslralmenle, nos termos do
arligo a. do regulamenlo'de 6 de outnbro de 1855
O mesmo marechal de campo, em execnefio do
aviso de 10 do referido mez de selembro, determi-
na aosSrs. cnmmandonles decotpos e companluas
fixas, qae remellam com loda a urgencia ao quarlel-
eneral urna relac.io dos olliciaes eflcctivos e addi-
do, com declararlo dos poslos, nomes e condecora-
toes que porvenlura teiiham.
lose Joaquim Cotlhn.
Le-se na I'reite :
Tornar inuleis oa rorsarios para ataque oo
para defeza, pondo a propriedades particulares fo-
ra da aeco des belligeraeles. tal he a pronoata
que o governo dos Estados Unidos conlrapoe i de-
clararilo de 16 de abril ; e pira que se compre-
benda lodo o seu alcance reproduziremoi alguna
principios e tactos.
Desde a origen) do grande coniclo que su ha ires annos todas e.sas alias qoesloes de direilo
martimo, que as acias do congresso de l'aris re-
solveram em grande parte, indicamos por frequen-
les vezes a opposirao e as couliadiccftes mantillas
pelo oso as regias do direilo publico moderno, se-
gundo eram applicatlas no mar on em Ierra.
He sabido queem virtode dos progessos consum-
mados desde a idade media nos principios d0 di-
reilo da guerra, este direilo, allribulo essencial da
soberana, nao perlence senao ao estado, e nio pode
ser exercido senio p-laa forjas regulares, em pro-
ve!., do eslado. e conlra as forras, direilos e bens
de nutro eslado.
Ma:i lambem he nolorio qne estes priucipoi s.. sao
seguidos na pralica as guerras coulinenlaes, e que
no mar .. estados linham at aqai conservado o uso
de abdicar em proveilo de particulares b exercicio
do direilo di gueita, e de submelter os bens parti-
culares e subditos inolfensivos a todas as eventua-
lidades da guerra.
Debalde a opiniao poblica proleyava conlra esla
repugnante antinomia no exercilo de um direilo
que lem em loda a parle os mearnos fundamentos e
deveria ler a mtsroa applicarao e conseqtiencias ;
cora ludo linliaachatlti poderoso apoio as doulri-
nas proclamadas uo principio desle seculo pelo go-
"in indo, gauhou a raaior e mais tlillicil parle do
samiuho. Cura elfeilo, nao be lalvet seiiamente
|ue Mr. Marcy all'ecla as-imilar, quauto a priuci-
| |ios e resultados, a acrao irregular dos corsarios as
metras entre os povos a intervenrao de suas forras
narilimas regulares.
Os navios do eslado, e as forras reculares que
cojduzem olerecem evidentemente garantas de
iinderacao, disciplina e bumanidade que nao apre-
serlam o* corsarios. Nos olliciaes que eommandam
a dguidade, a respnnsabitidade, o predoiniuio d
bri. sobre os agentes vis e cubirosos que auimam
os c uaraitem da sua parte a observancia severa das leis
da gierra ; ao passo qoe n corsario enrrendo os ma-
res jar seu proveilo particular, e s rom o intento
de eiriquecer-se, sem liscalisaru ellicaz as soli-
tloes frcio nais qoe a vaga memoria de loaislaro longiu-
qua e mpotenle, sera' sempre c com fuudaineutu o
terror los neulraes como dos injroigns.
Naj nvoca, pois, Mr. Marcy seriamente neale
poni aexperiencia nem suslenla igualmente que o
eslado lode sempre impedir os abasos. A expe-
riencia .lie-la ao conlrariu qae as legislar,es mais
severas sropre falharam de encontr ao espirito
que anini os corsarios. Em Franja, as numerosas
disposir,t"i4 das nossas leis, da ordenanza de 1681,
do regulaoenln da 1778. comprovara simultanea-
mente i heflicacia do legislador e os excessos qo*
elle em vft. lelava reprimir.
-Nilo acetaremos lambem a assimilar.lo qiic Mr.
Marcy que eitabelecer enlre as carias da marca
pas \olmil.irios onda em uso as guerras conlinenlaes.
Em nosjn e tender, a existencia e o uso dos corpus
francos, post que a opiniao contraria inda lenha
por si auloritidei con-ideraveis. nao sao rotiformes
eos verdadeira principies do direilo das .entes as-
sim como lat >em nao o li a insliluirao dos arma-
dores ou cavarlo*. E quanlo ao armamento dos
voluntarios, me relac.i" pode presuroir-se enlre
elles e os corsa*ios ?
Os voluntaria! enlram naa lileiras do regular ex-
ercilo do estedt. sao subtnellidus a soa disciplina.
comiii mdados pjlos seus chafes, fazem a guerra a
pro do eslado e onlra os iniutigoi pblicos to esla-
do. (fue pode Mhar-se commum enlre elles c os
corsarios, queseirmam a si e para si contra os
subditos particul./es e os bens particulares do mi-
ro i go '.'
He. prtenlo, u i grande projerlo a abol cao dn
corso maritimo ; aj malar passo para a inimuuida-
de que a civilisaci reclama a favor dos beuse dos
cidadaos particular--.
ti resto vira' ; e i proposla dos Estados-luidos
accclerara' sem duvda este ullimo passo que sti falla
para que as leis da gierra se clevem a allura da ci-
vilisarao moderna.
lanles, como ja dissemos. Anligo professor adjunelo
em um dos principar- cellegios de l'aris, esle ho-
rnera excellenle soubern por sua (ciencia ao alcance
das meninas de sele a qualorze anima; leria feilo
anida mais para agradar a Branca.
Tal era o pessoal scieutifico do eslabelecimenlo.
Quanlo ao domestico, se compuuha de urna criada
chamada Joanninha, a qual comparlilhava ta espe-
cia de cullo que o velho professor ronsagrava a ma-
damesella Derbv, e era ludada era seus trabalhos
por oulra serva : mas esla nao dormia no collegio,
romo lambem nao dorma Mr. Duponl, ou anles o
enhor mestre, o qual habilava urna cazinha do
quarleiran.
A joven professorn reservara eiclnsivamente a si a
instruccao religiosa de soas discipulas, e nao con-
senta que ningtiem a supprisse nessas funrrOes. A
ov, conforme Ihe perraittiam seos achaques,'ajuda-
va-a em todos os cuida los domsticos.
Dadas estas explicaces para* integencia do que
vai seguir-sc, vollemos ao baile.
Bem como )a disse, lodos eslavam cm seus Usa-
res, e pouco drpuis chegaram as discipulas com seus
mais bellos vestuarios, trazidas peloi pas, e segui-
das dos irmaos e primos.
Toda* as arvnres genealgicas da provincia Daban
-ido esquadrinhadas pai.i eslahelcccr qualquei pa-
reulcscii com as discipulas de Branca, de s0rtc une I'""."",
., ', ludo :
~ c dos
los lugares tinliam sdo accrcscentados ao numero
previsto das alunina- |ara os joveus irm.ios e primos,
que nao receiassein romprometler soa diguidade
de lioment, parlicipanco de urna cea de meninas, e
asmis agradeceram iiunilamenten joven professo-
ra essa amavel altenrat.
De nada se esqoec dizia o senlior meslrc es-
fregando as maos com stisfacc.io de ouvir a lodos
elogiaren) seu dolo.
Eroquanln a sociedad* recreiava-se com esse es-
pectculo, Branca escapdira, e preparava no sa!3o
o cha para os pas e as in-.
Sobre urna meziuba colocada no meio da sala ele-
vava-se una pyramide debolos, rodeada de om ba-
lalhao de ebiveaa*. (Juanm todas as cadeiras foram
disposlas em lomo da mesa mi.-.io de que se encar-
regou o senlior meslre, o pial a segua como sua
sombra, Branca vullou i saa das meninas no mo-
mento em que a avti escolala por Joanninha Irazia
o cha promellidoera seu noae. tintos de enlhusi-
asmo i ollieram sua chegaJa.e a velha aturdida pe-
lo alarido, leria deixado cahi' o bule, se Joanninha
delle se nao tivesse apoderada.
A iiiitn, Joanninha '. a tnim gritaran) (odas
as meninas elevando as chvelas.
corsarios. .,,,-.. Nenhuma cusa anles de ter rcbenla.lo, e na mes-
O scerelano de eslado de Vaslunglon pede em ma orrasiao da revolut-ao lenta* a suhverso parcial
m governo qoe se enleoiain com este se ou Inlal do relimen preexistente, nem aspirou -
cre o.
Madrid, 2 de selembro de 1856.
Senliora.A. II. I', .le V. M.Leopoldo ODon-
iioll.^Nicnmedes Pastor Daz.Cyrillo Alvarez.
a sua propasla de emenda nao for Malta, a respeilo modihrarocs radicaes 'na organisarao poiilica '.'la mo- I Manoel" OnteV"-."id^o'tar^Ato'so'"dTua
do qoe se ha do guardar para com os seas corsarios | uarclua. ,o- > II sas.-Jose Manoel Collado
e reclama para estes, co mime do direilo da cor-
lezia. a considerarlo que Ihe era concedida anles da
nova lei martima, conforme o direilo das gentes.
Nesla parle ja dissemos que as potencias que assig-
naram a declararao ou adneriram a seus piiuclpios
lem a liberdade de se combinaren) para a execucao
irrevocavel ta abolicjo que pronunciaram contra
todas as potencias que perteudessem m,nter a insti-
tuirao proscripta ; e pata iso bailara um aclo ad-
dicioual a declararao de lli de abril, pelo qual se
obrigassem solidariamente a nunca recouhecer o cor-
so marituno como insliluirao do direilo das gentes,
a recusar de futuro aos cursarios a qualidade e di-
reilos de inimigos legitime*, e Irala-loa em loda a
occasiao como piratas. Esla nova declararao anda
cabe na airada das potencias signatarias" da pri-
meira.
\ntiolwao de Setembro.
E sem embargo, aquella suhverso se consuinmou
em seguida ; e estas modiliearoea, intentadas logo
pela audacia de pnucos.'arolldos pela debilidade de
mullos havcrtaiu-se nlfim rralisado, se a rehelhiao
e a lula de jolln prximo nao houvessem alterado
profundamente as con.lices e invertido as tenden-
cias da situaran passada.
Estes tloos crrns successivos na sua apparirao, pa-
PRESIDENCI.V DOCONSEI.IIO DE MINISTROS.
Expt.sirao a S. 51.
Senliora : Reslabelecida a auloridade real em lotla
a monarchia ; reuascida a confiaDta na acrao lule- .
lar dos poderes pnbliros ; caladas as paixocs que in- """C'', desempenhando o dever sagrado e a mis-
cendiaram o fragor da rcenle fenecida lula ; resul- !"y;l"r",sa tiue a coros e os povos Ihes Iiaviam coti-
la urna das questes mais graves que surgiram dos i lai,-u" ,., ...
ullimosaconlecimenlos : o governo de V. M.,pro-e- .- fcs.Pec,fcol '"I', nico na nossa historia, cons-
guindo a tarefa que Ihe impozeram as imperiosas JU. "'''mporan*, e caso nunca vislo nem
necessidadesda siloarao, ve-se obrigado a deliberar ?",n Da'Pocas obscuras e borrascosas da no,sa
acerca da sorle das corles convocadas por V. M. no i "l*'ona media,
dia 11 de agosto de 18-., e que suipenderam no dia I u "J1"' "ao faz e*U conducta litada pelo
:i de julho prximo o exercicio" legal de suas func- ,1 "C J ,n.",.no ?'la ma"'a d.tde, com a conducta dos deputados consliluiules de
Real decrelo.
Em visla das razes que me expoz o meu conselho
de miulslros, acabo tle declarar fechadas deliniliva-
menlc as sesoes das corles cousliluinlrs convocadas
pelo meu real decreto de It deaunsto de 18.il, e de-
clarar ao mesmo lempo a soa missao terminada.
Dada em palacio aos 2 de selembro de 1856.O
rllelos no seu .leseuvolvimen.o, expDcam"inte?.: ; I^m' ''"DSe,Uo dt ni"< Leopoldo O'-
mente as pretcucOca ambiciosas das cortea, que nao
obstante o patriotismo e espirito monarchico de sua
maioria, impedidas pelo menor numero, desvaneci-
das com o seu poder e exlraviadas acerca da sai
missao. nosouberam escurecer os seus horiantcs e
simplificar seus problemas, para abreviar e concluir
a sua obra e nao naufragar no escolho da impossihi-
dade ou da utopia, escarmentando com o desdilosu
exemplu d'oulros parlamento- chamados nos ltimos
anuos a constituir as revolocnes europeas
Nao Ihes oulorgou o ceo as corles constituimos o
dota ta temperanra e da modestia ; e assim no lar-
go e angustioso esparo de dous annos, nao acerta-
ran! em subsliluir o rgimen poltico destruido pela
Ao penetrarem os votao* ministros no interior des-
la quesian com a prudencia e eireamspecrao que
exigem dellesa dignidade do lugirque necupatu, os
senlimentos que os movem e os lins polilicos a que
a-piram. consideran! iidi opiniao, visivelmente errnea e funesta acerca da o-
ngera, nalureza e cxlensao dos poderes das corte*
eousliluiiles.
lodos os deploraveis extravos em qne sobrevesta
materia se incorreram Macen de nao haver-se apre-
ciado rectamente o decreto pelo qual houve por
bem V. M. convocar os representantes da narao com
o lim de modificar o rgimen preexistente.
Ao expedir a apportuua real convocatoria, lie de
notar que o governo de V. SI. fez uso d'uma facul-
dade que nao confera ao (bruno a lei fundamenlal
de 181o : d'uma Taculdade que admillida como nor-
ma, stihmelleria ao criterio xclusivo do moiiarrha a
consliluiran politira do Balado.
Esla acaldada tal a d'abolir, ao menoi parcial e
implcitamente, as leis fundamentaos e orgnicas,
inaugurando una nrdem de cousas diversa do que
bavia prevalecido conslitucioialineule al eolio, e
lodavia contraria a esla em muilas de suas bases
mais importante.
A cor
va extraordinaria, que no m
rhamava os delegados da naco., para tecoti-liluila,
sobtrahia ao domoniu de leu leliuerariiet dous pon-
tos que, resolv-idot por ella de anfema'o, cirru.oscre-
viam notavelmenle a esphera d'acrfto das corles, im-
primiain um carcter iiidelevel a seos accordos ulte-
riores c determiiiavanj por sua mera existencia aa
propriedades essenciaes da constituirao que la lor-
mar-se.
I'era ti ie um faci desla magniluile, parante nina
declararan tao franca e calheguricamente pronuncia -
da, e conlra a qual natise elevou, nem fora dos col-
legios eleiloraes. ncnhuiii protesto daquelles qoe por
sua universalidade e *spontaneiddade impie uina
formal e decidida opposirao, s3o impotentes os mais
jactanciosos paralogismos das seilas polticas.
To insigne reslricrao imposta pelo governo tle V.
M. a revolurao de IH.">i at nos pruneiros momentos
de seu definitivo Iriumpho, foi consequencia natural
do progressn veloz das scencias polticas, devido as-
sim as severas liroes subministradas por ama formi-
davel experieuria romo as novas e especiosas vas
berta* H especularan pelo genio dos lempos moder-
nos. Porque assim olgtuna vez poderam os povos
ler fe na bondade de certas formulas ocas, e tam-
bera doladas d'uma negaliva ellicaz ; se houve um
lempo ni que os publicistas acredilaram na sua su-
bsrha que a dbil tn.io d'uma -.eraran era bstanle
para crear saciedades e r.aroas. acoinraodadas a !v-
pos imaginarios e convencioiiaes, a razao envergo-
nhada boje de seus extravos, comer a recouhecer
e rc-pcdar os limites que unto mumculaiica vertigera
Ihe lucra acreditar em in hora.
As entidades individuaes oo colleclivas recbenla
sua con-lituicao, ou srjam as leis primordiaes de sua
xisteucia e desenvollmenlo, d'um poder incondi-
cional, creador e legislador, f pelo mesmo superior
a ellas. E ludo o man que Ihes he pennetlido'quan-
do sao dntatlas de iulelligenria e liberdade, he Iraba-
Ihar sobre o fundarneuto que se Mies deu ; lie
modificar, porem nao detiruir nem tirar do nada se-
us elemento* constitutivos. Assim um pavo incmis-
liluido he nina clniner.i, um c.ontraseuso, nm agre-
gado de duas uares que se contradizein e repellen).
Porem o deplo.avel desenvolvimento que por um
iufaulc concurso de pretenroe* e cirrom-taucias que
nao he do caso classilicar agora, foi lomando pro-
gressivameule em lK.il o movimento revolucionario,
deu lugar a que se proclamassem e ate chegassem a
prevalecer, depois de juntas as corles, cerla* esira-
nhas (heorias dirigidas a desnaluralisar complela-
mente o primitivo espirito daquella .ituacao, c a in-
Iroduzir profundas e arreigadas perlurbaroesnosvs-
lema dos elemento que acoo-puiiham.
I'.ni.io foi quando sorgo a singular idea ta om-
iiipnlencia das corles, a que dera vida um aclo tle
V. M., e qoando se professou a absurda doulrina de
que o suicidio era o nico meio de por lermo a seus
das.
Qae as corles consliluiules eslavam mais longe de
pode-lo fazer completamente, e que o circulo de
suas atlriboiroes linlia limites determinados, que de
iienhuma maneira Ihes era dado Iraspassar, palpa-
velmenle se demonstra em observar l;lo lmenle que
nem hoaveram podido, por *x*mplo, prohibir o
exercicio de nossa sania religin, nem acabar com o
Ihrono, nem ealahelecer a autocracia, nem despojar
a seguranza individual de suas lilimilada e indisnen-
aveis garantas, nem lobmeller a imprensa a pre-
inlluentes da cidade, ella dirigio-se dianle de lodos
para o salan.
Ahi, ajudada pela avti e pelo velho professor, ser-
vio com grara a coll-rao preparada, da qual lodos
os convidados participaran! alegremente. Depois de
ler servido a todos, ella peiguntou ao seo velho ca-
valleiro :
Que Ihe olTerecerci, mea charo senlior meslre '.'
Nida, sem que primeiro lenha lomado alguma
cousa para si, seuhnra.
Mas, ron lomar um pao-de-lti e orna chaven,i
de cha.
Enlao accilarci urna chaven de cha e um pao-
de-l, disse o velho inclinando-se.
A donzella sorro ; depois poudo sobre nm prato
os objeclos designados accrescenlou-Ihes urna enor-
me lalhada de bolo sovado, e apreseulou ludo ao
professor.
Meu corarao, pergunlou a mulher do notario,
a qoal liuha a inadainesella llerhv affeiroo quasi ma-
ternal, donde llic veio lio excellenle pao-de-b. '.'
Sem duvida da casa do pasleleiro Lerny *
Nao, senliora, disse Branca, fui" feilo aqu
mesmn.
De veras'.' Onde aprenden .luaniiinh* a la/cr
fcsperem, senliora* dial a rapariga sem rom-1 massa Uta fina .'
1S37, que no meio dos horrores da guerra civil, ao
fragor da viva lula dos partidos jovens e robusto',
nao se disiraem nem se fatigam, e proseguem rpi-
damente a sua tarefa,invocara e sollicilam elles mes-
mos o uso da regia prerngativa. que ha de terminar-
lhc a sua existencia, olferecem a seus ennridadao o
exeroplode obediencia e de abnesarao, o reudem
homenagem de sua Icaldade peranle a aua joven rai-
nlia.cujo throuo acalam como subdilos.forlilicam co-
mo legisladeres e defeiidem como soldados.
Demonstrada, senhora. a falsidade da doulrina que
atlrihuem as carie* ronstiluinles um poder omnmo-
do, e manifestad* com a eloquente experiencia dos
faci, sua impotencia para levar a cabo a empreza
que Ihes eslava confiada, nao he duvidoso o romo
que deve seguir a nao do Eslado para salva-lo de
urna interinidad* sempre ominosa, e ja de Indis as
formas insupportavel.
Nunca se nllereceu tima conjuntura que mais ne-
cessariamenle requrira o a*o da real prerngativa, e-
xercida na sua maior amplilude a respeilo do Par-
lamento,
Depois do abalo geral que soflren a nacao ha dous
annos ; depois dos Irn-tornos parriaes que succes-
siva, on simultneamente eslalaram durante e-te
periodo em villa* cidade* a zonas da monarchia ;
I'nr lauto a reara dos rorsaiios he censurada de
u de si a situaran imagnradi de lea ; depoia ?'iv'"' os ''"'" s"n m"'",'J rt"s seos m-i... de de-
le niuilissi.nas quesloe* nao poltica*, porem grave- "'" ',,,e "'va a ulna
O Timas de 28 de agoslo publica o seguinte ar-
tigo :
A conferencia de Pars lerminou os seus Irahalhos,
recommendando aos governos a abolir/io do rorso e
o eslahelecimento da inviulabilidade das embarca-
c.oe, e bens dos neutros cm lempo de guerra. Re-
commendando ao mundo eslas duas novas regras, a
conferencia dcrlaio.1 ao mesmo lempo que ellas de-
viam cousiderar-se como ligadas urna i oulra, islo
he, que aquelle governo que concorda-so coro as
qualro potencias em ama deslas regras devia accei-
la-las ambas ; que a abolido do corso e o recoone-
cimcnln dos direilos dos neutros eram no pensar da
conferencia igualmente necessarius para o melliora-
menlo da guerra e para a pr em harmonia com as
idease principios da civilisacao moderna, e que por
conseguiule as oulras poleocias deviam adoptar es-
tes dous principios oa rejeila-los completamente.
O governo dos Estados-Unidos, lal qoal o repre-
senta o despacho de M. Marcy, faz objecres a so-
li.lanedade das duas regras. O governo americano
diz qoe esla promplo a accoilar a regra da invioli-
bilidade da baudeira e bens neulros, regra que elle
prupriu recoiumendoo ha dous aunos, porem sus-
lenla qae esta regra e a dos corsarios repousam em
bases inleirameiile disliuctas, que acceitando urna,
nao esla disposloa acceilar a outra.
Os corsarios, diz M. Marcy, lazem parle di
marinha nacional; sao para os navios de goerra o
mesmo qae os voluntarios para as Iropas de liuha ;
combaten] com o mime e sub a autorijade do gover-
no. A' vista disto, que teodei a tlizer conlra os cor-
sarios que nao possa lambem dizer-se conlra urna
marinha regalar '.' llcmai, accrescenta elle, vede a
Injoalica desla re-ra para as nares sem marinha.
Nos os americanos sumos contrarios ao priocipio das
grandes forras permanente', asim militare* como
navaes : em lempo de guerra nao temos por couse-
-uiiiie -ran le marinha ; precisamos dos nosso* cor-
sarios qu sao para mis o que as mariohas regulares
sao para as potencias navaes, e por conseguinte pri-
var-nos dos ii issos corsarios he privar-nos dos nos-
sos meios n"luaos de defeza. E linalmenle qvem ha
de decidir o que distingue um cursario de um navio
de guerra ".' 11 avernos de deixar este ponto as po-
tencia* estraogeiras que nos dictar,m assim a natu-
re/.a e limites das nossas lorias navaes'.' "
usou com (al amplilude desl orerugati- ,,
,o documento em que ?*P?'" *" PhnO"><'"nllrM que conslanlem n-
mover-se ; todas ajeniadas, do contrario bcl.rrei
ramala be am* velhi de ar' nobre e dbtiae'to ivo 1uas lo'los V ra|2 '"'," nascill".11 0 , p,ven professora ; depois una nlS^lZ\'mKmm*rm^mm^'mtmni^m-
problemtica, de andar lirtne c allerl.idn, alias boa '"'-'" 1ac bouve nuinrro nOieienla, Mr. Bon-
pessoa, e anln-1 mesira de inslez de Branca, a qual lemp* assenlnu-se ao piano, e as meninas pozeram-
no momenln de deixar Paris Ihe propozera trocar a "e a dansar com seus cavalleirof, uome que tantas
existencia precaria, que Ihe grangeavain anas lircs i delicias lem para ella. Ahi eslavam urnas tlozc ir-
pelo liluliJ de professora adjunela no eslahelecimenln I maas maiores, que nao linham viudo smente para
que pretend.i fundar na piuvinria. As fonrees d[T*r, c o peqoeno baile Fai lago igauisado. Branca
senhora Miss, como a chaniavan as discipulas. por i dan-ava com l.aslao de l.oiirlel, irni.ln da peqiiena
nao piiderem pronunciar seu nnme cheio de cania- Henriquela ; mas, depois da primeira cnnlradaiisa,
antes, eonsisliam principalmente em ensinar o in-
glez, em falla-lo, ein mostrar :n raparigninhas min-
ina Irahalhos deazulba, t|ue ella exerulava rom ner-
leir.io. romo a m..r parle de suas compatriotas.
As .le Mr. D.iponl, ee qual lodos rh.iuavain .le
ordinario o Senlior Mestre, eram inuiln mais impt.r-
Vide Diario n. 2 12.
reriison lodos os runviles que Ihe foram fritos, afim
de appliear-fe inleiraaieale io sen papel de dona
de rasa.
A's nove horas as aliiinnas f.irain eliminadas para
a famosa en, que as esperava -obre as mesa- de
Irahalhn reunidas e roberas rom loalhas nuil alvas.
Cada pnto eslava cheio de huliuhos, fruidos e rnn-
leilos, leudo a sen lado urna chaveua para cha. Mui-
A e-la anjeara todas calaram-se, e licaram itnitio-
vei- em seos lagares, como rirMos cm patada.
Joanninha ufana de seu iniiiipho roden a mesa
o passo magistral, elidiendo as jiavcnas sem derra-
mar urna gola sol.re a toalha.
Bravo, Joanninha '. dhne-ke a ama quan lo a
rapariga vollou ao seu ponto do prlida, es digna de
ser copeira de um rei : \
Perdoe-me, senliora, resphdcu esla, anles
quero ser sua serva.
Bem respondido exclamara minios moco*
l.alendo palmas, bravo, Jeaaaiahfl
K a rapariga saln coreado de lonfn-oi .le
pr.izer. i
Senhoras, diere anISo lli.iiira a hosso turno
agora !
E lomando o lineo le una velM sua vitinha,
cojo tu ni lo. anligo uolari'i, era timu>sliuineiis mais
N.lo fui Joaaoinha, disse Branca sorriu.lt
Ouem fui enliio .' evrlamoii a velha.
A rapariga sorrio anda.
Fui v oss .'
I e artlujs. snsciladi* con luuvavel zelo! e resulvidas
I em geral c*m leerlo |ielas ultimas roetes; natural
! he c forros., que na opiniao tos povos e uo saio do
jcorpo eleiloral.se liajiio operado mudanras transcen-
danles, e que aquellas sejam tanlo mis estranllas,
quanlo mus inaeeesaiveis permanecern), preoenpa-
ilas e embebida* no ardor de seus vario* rtraballios,
e no peqneini circulo ile sua peculiar almosphera,
I augmento exterior, rpido, vario, incesante dos ho-
I mens, tos partidos e dos aconlecimenlos.
K quando as condicoes da nova ordem de coo'as a
que deu vida a conflagrarao, de que por Tortuna es-
t ja livre a sociedade, nao demandassem e eucerra-
mento das corles, esla providencia seria irremedia-
velmeute eligida pela seutenca que, digamo-lo as-
sim, ellas mesinas pronunciaram.
Nao poda ser oulro, senliora, o xito assim da a-
liasi influencia que nos sngrenlos conllictosde que
foram Ibealro, alem de Madrid e Barcelona, dille-
rentes capilaes c pnvoace exereeu a illegal allilu-
de em que se rnllocou cm 1 i de julho urna conside-
rayel minora de rirpuladoa consliluintes, como da
iniciativa que lomaran), ou adhesao qae prestaran!
oulros individuos revestidos do mesmo caiacler as
insurreirocs occorridas em muilas provincias.
Nesla iluar.i" senhora os nossos comelheiros res-
pousaveis, nao julgaui ja prudente nem posslvel di-
latar por mais lempo a terminacho linal das curtes
consliluintes se pela tlerrota que emprehentleram,
desvanecendo duvidas, Iranquillisando inleresses a-
planando ohslarolos, Ii.m de proseguir a obra da res-
lauracao do rgimen munarchico constilocional, as
suas condirei mais genuioas e leaes.
Por fortuna, senhora, para justificar na esphera
da lesalidatle como antes temos justificado aos olhos
da razan a providencia que aconselhamos a V. M.,
nao he necesario encarecer com os leslemunhos da
poiilica e da historia os perigos e n despotismo de
lodo a assembla que sti depende de si mesma, e a
quem nenhuma forra exterior enfreia ; nao he ne-
ressario invocar auloridade moderadora, que assim
em lempos hoiiaurnsos, como em pocas criticas, per-
lence ao rei em loda a monarchia ; nao, be necessa-
rtu appellar ao exercicio daquella mesma dictadura,
que por conselho e dehaixo de responsabilidade de
seus ministros usou V. M.. para convocar as aclaaes
corles consliluiules ; nao he necessario em summa
deduzir do imperio tas circunstancias, da salvaran
do eslado, da iniciativa e aclividade essencial a tolo
o poder constituido o direilo iucoocusso de que V.
M., se acba revestida.
Sem recorrer a esses movis e fundamentos algons
dos quaes na sua inconstancia e claslicidade coho-
nesi,n.,m -einpre, assim os violencias mais Ivrtmi-
cas, como abonado as soIuqm mais justas, legitimas
e salvadoras, basta patcnlear aos olhos da narao o e-
xemplo' legal, constitucional, memoravel, rcenle,
solemne, de 1837 em que usando da prerogaliva de
V. M., por meio do real decrelo, a rainha gover-
nadara houve por bem encerrar as sesses e decla-
rar Terminada a missao daquella* corles qonsliluiu-
tes.
Por lano os ministros respnosaveis de V. M., de-
pois de madura deliberarlo com qae esladao e se
prope resolver todas as quesles hoje pendentes,
animados do espirita de imparcialidade e de lempe-
que sullocoa lodos os rumores do sabio. Eram gri-
tos, cantos e sapaleadas alma.loras.
One he aquillo '.' Mr. Boniemps".' pergenia-
ran de ludas as parles ao meslre de msica, o qual
voltava tapando os otividos.
Misericordia diste esle, be para fazer cahi-
rem as muralhas da.lericn. Imaginem, senhoras, que
no momento cm que a Inglrza vendo o fundo to
hule tleti o sianal de deitar-se, as meninas pozeram-
se a dansar em Ionio della cantando cada orna a
primeira aria que Ihe veio i cabera ; dahi vem a
msica que Vinca, ouvem. A pobre" Miss lascinada
por essa densa infernal, leve de asseolar-se no meio
do circulo para n.lo cahir.
Vasoccorre-la, meu charo senlior mestre, disse
a joven professora ao velho.
E o bom hornera atravesando o salao era Ir* per-
pnsira-t formida-
vel as grandes potencias navees, qne tem i sua dis-
positjao Indo o i-rcano e pudem fazer nrlle 'odo
que qiiizerem.
A esle argomenln coulru lbe4i{ie do corso, li-
rado da injuslir.1. ajuntamBes eulro, lirado da in-
conseqoencio. Porque r,i/ll, diz M. Marcy, vos op-
pondes ao corso '.' He porque os corsarios "capturara
os vossos navios mercantes c se apnderam da vnsaa
propriedade particular. E impeds vos a captura da
propriedade particular du mar ".' Nao por cerlo. Vos
a nao prohibs aos vossos navios de gurrr3. (Jiien-
consequencia pois abolir o corso por esle raolivo,
quando a propriedade particular tica eiposla a ser
lomada pelos navios de liuha'.'
Parece-nos que ha erros consideraveis na argu-
mentarlo do governo americauo. O coiso nao he
reprehensivel nicamente porque ataca a proprie-
dade particular ; esle argamenlo nnuem, que nos
saihamos, o empregou, porque ninguein ignora que
o navios de gueira capturam as embarcac.des mer-
cantes e a propriedade particular, quando pod*m. O
que se censura nocorso.he a irre-ulaudada e barba-
11 la le que ha em que simples particulares se apode-
ren!, su por especulara.), dos navios e issassinem as
equipagans.
Peda conv.r ao governo americano qualilic.tr as
embarcares dos corsarios de navios de guma. por
isao qae silo aulorisados pelo eslado cuja bandcira
Irazem. Nos admiramos a seriedade com qne M.
Marcv cila Valla, descrevendo .. corso como n um
nodo de fazer a guerra legal e honrada, e as equi-
paren- cornil homens qoe expOem generosamente os
seus bens c a loa vida : u assim como cita o prolex-
lo do anligo publicista contra nos mos cidadaos, que
com a mascara de urna falsa prudencia ou de escr-
pulo- exagerados, engioam o putdico e outam aflir-
mar que esle nao he o meio de servir o eslado e o
soberano, e que os lucros que do corso posaam li-
rar-se sao lucilos uu pelo menos pouco honroso-.
ludo islo podia ser muilo bom em nma obra pu-
blicada no reinado de Luiz XIV ; porem M. Marcv
ha de saber muMo bem como se faz o cono.
Em (heoria, be o governo que combale por inlcr-
inedio do corsario ; mas na pralica o corso he urna
especularlo que reude uns tantos por cenlo do capi-
tal qus nella se emprega, e vcrdadciramenle s um
linea lo de papel distingue 0 corsario do pirata, por-
que as suas tendencias sao exactamente idnticas. A
conferencia quiz pois com loda a razao abolir esle
modo deshonroso e mercenario de curabaler, e a re-
gra conlra o corso leve em villa um lim mural,e nao
s a pioterrao da propriedade particular.
Com ludo o argumento americano parece ler al-
guma forra, quando falla da difieren.;a dos elfeilo*
da regra para os paizes que lem ama marinha rega-
lar < para oa que a nao lem, c talvez se possa admil-
lir que a regra, lal qual Foi proposla pela conferen-
cia, sem alguma addicrao para conlrabalanrar os
seus elleitos, seria injusta para ama narao como os
Lslados I nidos, cujas embarcares mercantes lee-
ran expostss em (oda a parle "aos canhe* dos nos-
sos navios, sem ler u.na marinha para nos pagar na
inesina moeda.
E quando M. Marcy prope urna addicao a esla
regra sol a forma de ama prolbicao de lodo e qonl-
quer ataque propriedade pariicuar, devenios con-
lessar que nao estamos longe de nos enleoder com
Disse-lhes que fossem deilar-se, responden el-
la simplesmente.
Ora mas que laz para ser temida assim '.'
Ellas nao me lemem.
Enlao que faz para ser obedecida '.'
Nao sei bem.
Eu o sei, disse n stuhtir meslre, o qual enlra-
va cnxugando a fronte ; a senhora faz-se amada.
Deve ser tao doce obedccer-lhe disse urna
voz comraovida junio de Branca.
Esta volluu-se, e coroa encontrando o olbar de
liaslio de Cnuilcl. Depois serenando-se logo, disse
s moras :
As senhoras lambem nao querera dansar um
[nuco"!
Oh I com moilo eoslo respondenm as rapa-
_ rigas e al juma- mais. Mas, primeiramenle, senho-
nadas desappareceu do corredor. Ao cabo de um mo- ra' d ,sse am? ?S T^"' ,en,,a a """dade de cantar-
, I nos alguns do* lindos ro
e de que minha irmaziuha
elle. M. Marcv propne qu* se acerewceale a prapaMia
couliJa na declarac,ao do Congresso di Par* contra
o curso o segunde : E que a propriedade pertica-
lir do* belligeranles) no mar nao licar exporta a
captura d. parte da marinha dos seos adversario!
Assim emendado, os E'lados-1 nidos cilio proap
tos a acceilar o principio qae acaba ca a casn*. a
o seu oflerecimeulo merece sem duvida urna eru
cou-iderarao. Como principio, he inronteslavel asra
a propriedade particular tem laoto direilo de ser
protegida no mar como em larri, linda qae pade
haver algomas difliculdades a rsapeilo da eie-ce$*>
de.la prolerc.io, porqu* a propriedade do govarno
nao he tao fcil di distinguir por mar com.. ior
Ierra.
Lm regimenlo nao pode duvidar que am campe,
ou urna casa he pmprieda le perlenrenle a partini-
lares, em quinto que merradorias publica* ado ps>-
dem dislinsuir-se (Ao fcilmente da propriedade
particular. Com lodo, exceptuando certas diflleal-
dades, o principio he sem duvida alguma o arau
em ambos os casos.
Urna tal regra seria redmenle nma grana* inno-
vara.., e pode-se diier que a guerra 'icaria privada
do seo rigor legitimo e que seria eafraqaerida can*.
meio de jusiira iulernacional. Porem a-im am
ainda resiavam grandes meios, e nao se pade davi-
dar qoe, por exemplo, o imples bloqoeio do* pria-
cipaes porlos dos Estados-Unido* cria de grande
etleilo. Por tanlo o uflereciroeulo da M. Marcv ma-
nee serii a Henean, e esperamos qne oblera da parle
des quatru potencias.
ment redobrou o J.umullo, e o mitrada cidade que i 5SJS2. dM r',"1oS romancc' 1e "ouxe de Pi-
seguira o senlior meslre com alsumas oulras pessoas,' durante as lenas,
,1 roh.hl.ml.. ,tc .;,. IIIIOI1-
Jiilgimos que os nossos leilores lurao im aiis-
faro seguala desrriprio que hontom faz a garc-
a, do aclo dos esponsaes da infanta D. Amalia e
o principe Adalberto.
Diz assim
Nada enconlramos mais edilicaiivoe suUirae que
a visla de urna muher formosa ede viriude pros-
trada [lerante o aliar Je Dos, Creador da saa bel-
leze.e objeclo de sua religiosidade ; nada ba mais
signiiicalivo i|ue oculto rendido pelos res e pode-
rosos da (erra ao Eme Supremo. Somenle os que
lenham poslo a sua allencao tiestas grandes idees
podenio comprehender a impresao que lionlem ex -
periroen(amos ao vermos da capclla real do palacio a SS. MU. os rei* Ca-
tliolicos de Hespanha 0 SS. A A. os principe da
lia viera.
Mas nao a nieci paremos os lacios, ao traUrnvK,
dereferir o dos esponsaes de SS. AA. RR.,aem em
ariigos meramente narrativos, como leaos publica-
do acerca das ceremonias do enlace dos augusm-
prmeipes, desviar-nos-hemos da simples narrarau
dos Jilos actos.
Ilontein foi declarada por S. M. como capetla
publica, e o real palacio se acbava preparado com
cadeiras e bancos destinados as classesqae assistem
i Jila fiim-cao : tolas as oulras pessoas nuc Iiaviam
concorrido s cscripiuras mairimoniaes c despos-
nos dos principe;-,era natural que presenceassan os
osponsorios, que para esse fim se lia.iam |irepara-
d Ao lado ,1o Kvangelho e por delraz das cadeiras de
SS. MM. arhavain-so as iribonas Jas damas da
rainha, grandes .le Hespanha, que nao se nitrera,
cavalleiros do Toso Jo Oaro, rapiOes gunarae'
Jo exorcitn e armada, capiuVo general de Castalia a
Nova, dir3c10res.de lodas as armas, intendenta p-
nela!, governador miliiar, sovemadorcivil ovarios
oniros personagens : ao lado da Epstola e em fren-
te Je SS. MM. acliavaro-se as trbnaes dos mi-
ntslros, cor|K) diplomtico e-rtrarrgeiro, os que lera
sido embaixadores de S. M. calholica, e os prasi-
dento dos iriliunacs supremos etc.
Ao p da capella eslavam oulras duas tribunas
destinadas aos gems homens do palacio e ajadan-
les du rei. Todas eslas localidades se achavam ac-
cupaJas.i urna da larde, hora ilesignada porS M.
para o aclo dos esponsorios. e as rtaaases que ronrwr-
rem s capellas publicas se "achavam a mesma liara
na cmara esprame de S. M. a rainha n.,-
sa senhora. Veslia S. M. uns inagaibcos
blondes tecidos rom ouro e tambera mantelete bran-
co e um mamo de lustrim cor de rosa. S A. II.
veslia riquissimos blondos tecidos com ouro e tam-
bera mantelete branco: o rei e principe Adalberto
eslavam com os grandes uniformes mililares.eom as
condecorat.ijes de Hespanha e Bariere. As qualro
pessoas c serenissimo infame D. Francisco sahi-
ram da cmara e nesta occasiao se pii em marclia
a commetliva, coinposia de gentis homens do pali-
co, morJomos Je semana, grandes de Hespanha
cok-rlos, SS. MM. c AA. RR. acomrianhaiido-os
os chefes do palacio, damas, ommandanie general
tlalabardeiros, e plana maior desle corpo.
Ao chegarem SS. MM. c AA. RR. capclla,
cm cujo centro eslava urna mesa com liqui-sim..
tpele e bandejas que conlinham arras, anneis e la-
ro conjugal comecaram os responsorios sugundo o
ceremonial ccclefiaslit-o, sendo celebrante o cardeal
arcebispo de Toledo. Benzeu o prelado as arras *
anneis, cccllocou um destes no Je Jo anular da
iii.ia direita o principe AJalberto entregando oulro a
S. A. R. para que lizesse a mesma ceremonia a soa
esposa, recebendo da mo do principe as arras dadas
em signal de matrimonio, c ligadas as nao. dos as-
posos seguiram al ao I-. degrao do |vresbit*rio.
onde eslavam collocadas 4 luxosss alanofadas, e ca-
deiras para os augustos esp<>sados, e para SS. MM.
como pajrinhos.
Desde aquelle momento comecaram nos ronc.r-
renies as nspiraQes que nos ditavam a principio
desle artigo ; tornamos a repetir que nada ha
maior no mundo que os reis e formosas rreaturas.
roganJo ao Creador de lodas as coosas : assim
o fizeram os augustos senhores, ajoelhadas pc-
canlado com urna voz (orle e sympalhiea, qae Irn
porlou a assembla. ,.)uaoto ao senlior molre eho-
rava atrs de urna cortina.
Oulro oulro I gritavam de todas a* parles.
.Ma-, llranca adiando qne bailiva de occapar a al-
lencao dos que a rodeavam, responden locando ma
quadrtlha. A chamada era irresistivel, a a contra
dan-a foi logo organisada.
Pense como qaizer, Mr. Bootemps, d.tta ....
professor urna mulherinha, cajo* cabello* eslavam
dispostt.s em anneis cabidos como rimen de aalgaei-
ro choro, es-a senhora llranca Derbv he ama rha-
pada casquilha.
Batid como, molher '.'
Ora, como toinou alta ergaendo o* homlsr-
nao v qoe ella faz indar a roda loda* a* diera* ?
Tilvez ; mas nJo he por sua culpa.
Nao he por soa culpa | .\h Mr. Koalesnpsm
-rile 1 .Nao he por sua colpa que por urna roe* dr
iliallo- "' Y&a ka ___aa> .a_________ai_____
rotM nos cabellos ? Nao he por hu ruina auc (ti or
vallan au salao rebenlando de ro. | ou ,he Jr pdldo nrn roBince7 Si0 KmJ=
As meninas metleraiii o profesor no seu cir- I lo'")? ilPProvara'0 o pedido, c Branca sem lazer- | que tocou omaquadrilha afim de qne naa ** peca .
culo mgico, dis,e elle lomando remirarlo, c Lal- r1" r"-"",i''",e"lou"se "? I"al10' em torno do qual oulras para ronlar *
" lha es- -r0P1"HII,-,e as moras, hila cscolheu om romance Ilisscsle quando i
liados sao os clamores e 's gestos do i.om velho ; es-
'pl''
He horrivcl coulessarme assim mu 1.111110
llranca corando de pejo.
Bem digo que ella tem lodo* os talentos diste
em voz baixa o senlior mesle a Mr. de Coarte!.
Em um instante o prato tinha percorrid
lo, e quando a vaina estcudVu a mao para sahorc
anula seu bolo predilecto su arhou migallias.
Nao se alllija, Ihe di,se Branca, farei auia-
1.1 > -. .le pro|.osito para Vine.
Se en fnsse ministro da inslrurrao publira, ev-
rl.'imnu o seibo notario ,'raveuieule, pebliearia nm
derieto assirn rnnrel.id.1 : > li'ora em dianle o pan-
de-la faro parte do enaino. a
Esle chiste fez rir a lodos : mas ouvio-se loco um
alarido infernal, que Tinha da sala das meninas, eiratn-lhe de lodas as ,,ar|,
l pri-ioneiro 1..1111 a Inglrza.
(Ib! disse Branca, loram seus meninos
evrilaram miuhas pobres lilhas !
Kdas sao cera vetes mais indiabrada Jeque
elles, disse o maire, e como humara a manira, dan
a Iri.
Vejo que se Ut neccssaria la minha presenra,
disse Branca levanlando-se.
E fazendo as mtilheres um gestudo exruaa, desap-
0 circu- i pareceu a spn turno pela porta de communiracan.
^. lainhein vamo>. dliseram 19 irmas maio-
ressahindo apos ella.
I in minuto depois o mais prufundo silencio sur-
reden ao alando, e onvi.j--e cima do safio o. pas-
sus das intiiiuas no dormitoiio.
.I., eraboa se, disse Itranra voHando com sua
lur e de
obra primorosa
cantora a avor da
inlilitlado : la Coiiroime de blucl
de -"iilimcnto e de poesa.
Pero Ihe- penl.io para
ranean, .lis-e rila.
1. preludiando ligelramanle canlnu rom uOilj ex-
preno, unida a grande simplici lade.
i.'ue lindo rouiauct '. e\i laniaiain as rat.aiigas,
aromo he cantado! disseram os rapazes haiciido
patinas,
E como Branca dispnana-aa a deixar o f.iiuo, to-
da a assembla profesin gritando :
Mais um mais nm !
Bale, disse uim moca pondo sobre a eslai.tr
un romance de M.is.iiu,
quando rhega-te. que eslavas endellu-
vada.
Me tallo tic mim, Man 1 malherzohacom itn-
parienria.
lie oiieni fall.11 cuta .' Patanal me que (a
caulas ai.ui.
"h Mr. Il.uleinps, deue-mr bem te que
1 adero dos ervos, e Vmr. contradir-me da prap-
ilo para itrltar-mr, disse a iniilhit/iolia lavando ao
nariz um Irasco.
Como te ve madama Bnutemps eslava longe dr
Coiiiparlilhar do entliusiasmo geral, e devesno* can-
c 1 dar que linha suflicienles rar.">e par* ru : pais a
apparirao de llranca Ihe tiran a especie o> prraliriii
eseolu, e stguida do- meninos rnbrtlm de si
pflp.
^ j.iarahou-se! masque fez \ me. .' pe
ram-lhe de lodas as parles.
MUTILADO
petganta-
eajo titulo era : Dri.rai- que Ih dav sen titulo de l'an.ien**, qnal ella f
me 'ii'i-f.i..i qualea enlao minio applaudido nos ferlav.
saines .le i'aii
He minio apaitonado, objarloit llranca.
lano iiielhor '
E Branca redeu.
II romance apionado loi aiuda mais applaudido
que.o romance stnlimeulal. He verdada que foi
por toda a parle, lis provinrianna aaprli
maior parle gente -en-al.1, e apenas ,iran aVaara,
reeonhereram a or nial e daadraharan a rnpi.
Minha vinnhi, disse a miilhei do notara a ve-
lha 1 qoal adormeca dir mu poltrona, > mr. .a-
he de somoo ; v.. re(ioasar.
lie inipos-ivel. resnondeu a villui, na |


DiAMO DE PERMRBUCO S B:0 4 DE OUTUBRO un it*b
rhnte o altar da apella real, adornado rom os |te-
liparios c acras nais ricas em valor reli;ioso e
material.
Nao levanta va os ollios do rliao a augusta do.s-
p uada, nem mesmo na momento de ser esposada,
e tanto que depois de ler-llie posto o ven a raina-
n ira mor do palacio Uiubem o collucou o moido-
no mor nos hombros do principe, a sua devota
a ton nem ldavia reparn que o rnesmo veu oc-
ciitavaosaa bello rosto; e foi necessario que a
rainha como maior carinho o polide/. desviasse a
tu a do rosto anglico da prinec/.a. Para maior
fo lo liveram os principes,como lie do ritual, duas
pieciosas velas douradas que, segundo o cosame
di palacio.rematam con oncas de ouro como olTe-
re ida,ou prenda da capaila. Por ultimo concluio-se
a nissa com as palavras de a companheira dada a
Vossa Alteza ; o nao serva ama-la V. A. como
C.l risto ama a sua Igreja.
Augusto principe Adalberto da Itaviera, islo
W nda Dos a V. A. ; e islo mesmo pedem a V.
A os llespanhoes.
Aqu concluiramos esta resenta se nao tivesse-
mi i que dar coat aos dossm loiiores de ouiro
ac o de rcligiosidade da rainha nossa senhora.
H. via ordenado S. M. que as 5 da tarde do mes-
mi s dia de hontein se cantasse n.i real igreja de
Ni ssa Senhora d'Alhocha urna solemne salve
em acrao de grabas pelos faustos successos destes
ili s, e a hora designada sahiram S. M. e A. rea-
es mu dreccao daquelle sanctuario, aonde o nu-
il roso povo, amante de seus res, os acompa-
nli ni as oracoes dirigidas ao co pelo objecto %e\-
pri ssado,
Preencbido este primeiro dever, regrassaram
SS MM. e AA, lili, a palacio, aonde eslava pre-
pa ida, nmognilico salodas columnas, urna me-
sa Testado, a qual liveram a honra de ser convi-
da; as pessoas que diremos, que por ordem occu-
p'i' am a mesma mesa.
K direita de S. M. a rainha o priuipe Adalber-
to, a infanta I). Christina Jordao, o hispo demis-
sio lario d'Avila, (escusado por falta de saude) du-
quiza de Bailen, ministro da graca ejustica, limo.
Ol vvay, ministro residente de Dinamarca, Sr. de
11" deOlano, encarregado de negocios da Succia,
eni irregado de negocios da (iraa-Bretanha, conde
do Alcolea, gentil-homem da cmara ao rervicrj
ile 5. M., presidente do tribunal supremo de jus-
lica, vigario ecclcsiastico de Madrid, director geral
de Invlidos, capito general de Cstella-nova, ge-
neral e primeiro ajudante deS. M. el-rei, regente
da audiencia de Madrid, conde de Rimen Velasi,
jalale de S. ftl. el-rei, D. Ignacio Artcaga,
gcultil-homem do interior ao servico de S. 31. a
rail ha, capito de infantera da guarda D. Fran-
i'iso Zorrilla. A esquerda de S. Al., o Sr. in-
fla e D. Francisco, condessa de Halen, ministro
pici ipotenciario de Baviera, condessa de Humanes,
daa da guarda ao servico deS. M. a rainha,
ministro de estado, rnarqueza do Douro fescosada
por estar ausente) ministro plenipotenciario de
Portugal, Sr D'Onis, ministro do Fomento, Sra.
de D. Santos Sam Miguel, duque d'Alba, cncarre-
-'iilo de negocios do Brasil, duque de S. Miguel,
presidente do tribunal supremo da guerra e man-
tilla, director geral da infantera, general Queiroz,
invernador civil de Madrid, director de Cirabinei-
ros. Caballero Hugo Sehroder, D. Jos Carrizosa,
genfil-homem da cmara ao servico do infante 1).
Francisco, c D. Domingo Algarra, capito ca-
pillo de cavallaria da guarda ; a direita de S. M.
el-ijei a Sra. infanta I). Amalia, ronde de Luce-
lia, camareira mor de palacio, ministro plenipoten-
ciario da Prussia, viscondessa da Armera, dama
da lainha ao servico da infanta D. Amalia, mar-
que: de Miradores, marque/ deS, .Ylarten, m-
uislro residente da Blgica, Sra. do general Qui-
ros, ministro da fazenda, encarregado dos negocios
da Austria, director geral do carpo de estado-
iii.il ir, intendente geral da real casa, director ge-
nor.il de engenheiros, inspector geral da guarda
civi, intendente geral militar, cavalleiro do Mol-
son j introductor de embaixadoros, I). Seralim Ca-
no,; geniil-liotueni do interior ao servido de SS.
AAL RR., chefe de parada t. Joatjuim Ruizdo
P. ID. Marianno Sierra, chefe da escolla de
S. M. a rainha ; aesqnerdo: a condessa de Lu-
cen, ministro plenipotenciario das Duas Sicilias,
duijiie d Alba, ministro da governacao, condessa
de Comminges, ministro plenipotenciario da Sar-
donha, Sra. de l'ierrad. marquez do Douro, en-
carregado dos negocios de Franca, ministro da
ruaiinha, director geral de arlilharia, conde de
Altamira, presidente do tribunal contcncioso-admi-
nistraiivo, O. Mauricio Carlos d'Onis governa-
dor militar de Madrid, capellao mor de S. M., Mr.
Crebert, haro de Itibra, I). lioavcntura Puig, of-
licial maior d'alabardeiros da guarda, e capito de
infantera da guarda D. Jos Navarra. Os lados
da mesa se achavam oceupados, sogundo lie d c-
liquiiia, pelo mordomo mor de S. M a rainha, o
inordomo mor de S. A. R a serenissima senhora
princeza de Asturias eos quairo mordomos de se-
mana que se acham ao servico das pessoas reaes,
c r;ue eram D. Pedro Aparici, 1). Pedro Prez, de
Castro, D. Luiz Onese D. JoaquiniGallarza.
O banquete foi verdadeiratnente regio, e conclui-
do as onze horas da noile, dirigiram-se os convida
dos >a ante cmara de S. M. el-rci, onde eslava o
fie, e onde receberam as ultimas manifestarjr.es da
alfabilidade e liencvolencia do SS. MM. e dos au-
gustos principes da Bviura.
peridico dos pobres ao Porto.
MANIFEST DA COMMISSAO'EI.EI TORAL
CARTISTA.
A prosperidade do pali depende da acertada es-
eolha dos tena representantes. Se a adroinislracao,
tomada no sentido mais lato, nao entrar por urna
vi Bo camjolio das reformas, concillando a econo-
ma com o necessario desenvoh miento da fortuna
publica, a base sobre que se edifica pooco solida ha
da licar, e a ruina castora' depressa a temerdade
do plano e a imperl'cir.io da obra.
a O prngresso duravel de urna naco lirma-e no
e-.aclo couhecimento das suas funja-,e na sua mellior
applicarao.
(.luerer mais do qoe he possivel, equivale a ar-
riscar lodo, desfallecendn e eorpo social : fazer me-
nos do que se deve signiica incopacidade e incuria,
oque Dio he menos fatal. Mas entre M doos ex-
tremos, como sempre, acha-se verdade, e s a ella
conten seguir com perseveran, mas sera precipi-
lacao.
i Levantando urna bandeira auiiliada por coco-
enla mil combatentes, que lanlof foram os signata-
rios la- representacoes coutra os projectos fnancei-
ros d administraran transada, o nosso empenlio foi
cencorrer para se deiviarem os males que desdeja,
e de futuro ameac,avain a nacao.a irocode prnmessats
tantas veies feitas, e sempre desmentidas pelo resol-
tiido.
Fiis a" opinino gem, e, seja-nos licilo dize-lo,
instituidos por ella, em sen nome, e uo da experien-
cia rcente, pedimos a cooperado dos eleilores, pa-
dmvHi aseim minha pobre lilha sem prolecc,ao ; Vmr.
sabe se ella precisa He tal cousa, mas a deceucia !
Pois bem, conlie-me seos poderes, e va dormir
em paz ; prometto-lbe sabir por ultimo.
Nesse caso lico-lhe obrigada, minha boa vizinha.
Irei deilar-me com muilo goslo; pois faco aqui orna
lipura tola.
Hilando isto a velha apeTlou a m.lo da mulher do
untarlo, o deixou o shIo.
lOnde est minha av '.' perguntoo Branca le-
vantalido-se do piano.
Ueitada 1 minha pequea. Ella conliou-me
todos os mu poderes, e vise porle-se bem : pois
sou mu severa.
)li nao a temo, dissea rapariga abracando a;
temo aqnella i quero amo.
-. aquelles que amum-na .' perauntoo a velha
imlicando-llie com a vista todos rapazes que eslavam
UO -lili-.
Talvez, dise Branca corando.
lem raza.) roeu anjo, niiu confie nelles '
Miia-iid,. ella acabara estas palavras um mancebo
*BL" a ". Traji-v com estremo esmero,
e disumulava debaixo da apparancia de homem bem
educado urna fatuidad.-que chc-ava ns vezes ale a
insolencia ; era o subslilulo do procurador do rei.
Senhora, ilisse elle a Branca apresenlando-ilie
a mnJnau rerogan Vine, um decreto que faz deses-
perar i nos lodoi, e nao lera a bondaiie de conce-
iler-me urna cunlradaiisa, agora que diminuio um
pouco b lumullo '!
I uitn obrigada, senhor, dis^e a rapariga : mas
eslou : qui sozinha |ra fazer as honras, c smente
n.orar'i na quadrillia.se fallar urna pessoa.
(Ih quem me di'ra poder despedir a (odas !
disse o mancebo com foao.
liso he muilo amavel par.i eaaas senhora*, di-"-c
Branca rindo.
liu elle em voz baila.
-^** 'rapurla-ine niuito nao eahir em nma fal-
ta quelenlio cen.uradn inle ve/e* a nutras donas de
cusa, a| quaes dausam em cuidar em sms cooti-
didai.
Bailai n senhora quer muilo mal a Mr. Galao
aeLoirtel. diise o mancebo com astucia.
ra, na cmara dos ili-puliilo <* oppdl n velo le una
nteloria sisada, inileiieiinnuie e decidida a' falal len-
dcncia de alisorvcr nulo pelo iaipoalo.
FJxisem as iiccetaidades publica*, e roufurmes
com t'li.is ilest'j iinns ludus nos, o* niellioramniloa a
que a- irnoi o* reinos riviliaadofl. Querenius aeoio-
panliar a poca nea loas coniiuifla* iiacllicaa, nt.is co-
ino os potoc callos a acoaipanlian, nao oneraado
o capital productivo, e nao ron-li nimio >ubre as mi-
nas das industrias.
. Carecemos de progredit em ludo, porm de um
unido sciiuro, prnveiluso e seusalu, sem csliincar as
liinlcs mais importantes da riqueza,a pretexto de as
abrir novas.
Fallando em neme da onleni, da juslira e da e-
couoinia, be claioque seria bem viudos qu'anlos de-
fenlereiii a mesma ilnuirina, e que ao reputaremos
nocivos a perigosos os que, prelerinriu a nalural suc-
cessao da* coasas, requercrein fruclot sa'onados sem
esperar pela eslar,au.
Nflo fazemus excepres. U paiz he pequeno, e
o esforco de lodos os talentos reuuidos nao sobeja
para a .ur.ui le empreza que se ufl'erece. Quem livrr
prntado independencia e firmeza de caracler nos
graves assumplos, buje pendentes da decis.lo da or-
na, merece os votos dos eleilores imparciaes. As
maiorias, lilhas do arbitrio, e sujeilas a' vara demis-
in, apenas representan! quem as monea, e s es-
preilam os leanoi imperiosos de seus protectores,
surilas e indilferenles a' voz da nirao que ii.'m co-
iilierein, e que tambem as no conliecem a ellas.
i Tein sido ssa a origcm de grandei ilesuracas. c
s o escrulinio hvre as podera' remediar. Ko* mo-
mento em que estamos, a independeneia, necessaria
sempre, torua-se indispensavel.
0 Sem ella a causa do paiz, e da propriedade, e
das industria*, ira" cornado a' revelia ; os contrac-
tos e tributos adiados voltaro victorioso, c os
conlribuinles, ligados n'uma rede de imposto) ag-
gravados, succumbirOu dentro em pouco, taogrados
pelo fisco, pagando, sem culpa, as prodigalidades dis-
far;adas com o pumposo rotulo do /omento '.
a Evitemos, pois, a ultima ruma, roailjuveino-nos
reciprocamente.
3 Compenetrem-se os eleilores do sen dever ; ac-
cudam a' urna, e nomriem depulados probos, escla-
recidos, e por lodos os rcspeilos dignos do scu man-
dato.
a Para salvar boje o paiz he essencial unir ao li-
mar d> estahilidade e da ordem.o zelo das economas
possvei', e da rearada admimstrac.ao. Oqueseaas-
la de mais em um estado pobre, tira-se a' fortuna
de todos, e sobre ludo a' dolarao dos progressos bem
entendidos e sensatos.
Em favor deslas ideas, qoe s excluem o sacri-
ficios inuleis e os arrojos esteris, be que us nos a-
presentamos au paiz e aos collegios eleiloraes, invo-
cando o seu apoio.
1 Confiamos que expondo com inleira sinecridade
os nossos principios e os no*so votos, obteremosa
decidida ailhesao de V. e dos seus amigos, com a
sua illostrada coadiovac,ao esperamos prevalecer no
honroso empenho que aceitamos, e que nos servir'
de divisa na arande lula que vai abrir-se. (Is nos-
sol candidatos sao os horneas honrados e firmes nr
les pnucipios.
Antonio Jos de Avilla. Mrquez de Valla-
da. Francisco Tavares de Almeida Provoca.
Bario de Chancllenos. l-'elix Pereira de Masa-
Mea. Antonio de Azevedo Mello e Carvalho.
Jos Matil da Silva.Conde da Silvaa.I). Josc de
Lacerda. I lumia/ de Magalhaes Coulinho.
Visconde de Laborim. 'Jos da Silva Carvalho.
Visconde de Villa Nova de Ourem. Cumie de
l eren i. Baro de Porto de Moz. Conde de
Paral)'. Visconde de Benagasii. Bario da
Vargem da Ordem. Baro de Bezende. Con-
de de Peniche. Conde do Casal. Visconde da
Praia. Joaquim Jos Dias Lopes de Vasconce-
los. Antonio Correia Caldeira. Paulo de A-
zevedo C. de Campos. Luiz An&uslo Kebello da
Silva. Jos da Silva Mendes Leal Jnior.
Amonio Emydio (raldes Qnelhas. Antonio
Theophilo de Aranjo. Caetano Francisco Pereira
tiatcez. Jos de Mello Couveia. Francisco
de Paula Castro e Lemos.Jos Marcellino de Sa'
Vargas, secretario.
Imprenta e|ei.)
unc
corres? ondkxcia do mario de'per'
\.\Mii:<:o.
MOBET
5 de setembro.
Buljelin Poltico.As Financas francezas,a qoes-
lao italiana.o principe Adalberto da Prossia.
A que-l.lo de financas he a grande e importante
queslao do momento em I-'raoca ; depois de ler hri-
Ihado em (odas as estradas qoe o senio Ihe abrir, a
Franca foi a primeira que fez o que toda a Enropa
fez depois delta : tnmou a Inslalerra o seu consti-
tucionalismo, que imo Ihe deu o resultado desejado,
e o seu indoslnalismo que exceden a sua expectati-
va, e, Bella nova estrada, assim como as outras,
encomrou em si elementos iromensos de forra e de
propasacao.
Tratialhnu pois moilo para o cosmopolitismo do
pensamciilo, Irahalhou denodadamente tambem
durante alium lempo para o cosmopolitismo do ca-
lillan, Irabalha boje para o cosmopolitismo do capi-
tal, e esla lendenea, (que he ja a de toda a uropa,
alada nao he mais que o ten primeiro periodo em
que ludo he ardor, paix.lo. exageradlo.
Durante o periodo da guerra, snbreludo durante
o iim, apezar .lo* eo^Vgos que esta guerra Impu-
nha e dos numerosos rmllm- que era mister enviar
ao exterior para snppnr o dficit dos cereaes, cau-
sados pela mis cnlheiias, e apezar dos reiterados
pedidos de fondos pelas companhias linanceiras, for-
madas antes da guerra, a Franca se tem laucado
em urna mullidio de uovos nesorins com um ardor
qa parece um desali raz.lo.
Vio formar-se e desenvolver as companhias in-
da'triaes e linanceiras mais poderosas, executou os
eus trabalhos mais grandio dos seos capilaes a una mollidAo de industrias bel-
gas e allemaas, se inleressoo nns caminhos de ferro
auslriaeos por duzenlos milhes ; emlim respomteo
pela oflerla de varios milhares de milhes ao pedido
de algumas centenas de milhfies que Ihe fizera o seu
soverno.
i.luando cheguu a paz, a crearao successiva de lo-
dos estes valores minio mal casiificados lornoo-se
um perico, e o sovernn vio-se obrizado a oppr-se
provisoriamente u emlssao de novas valores, quando
exigiram o seu concorsn, e prohibir qoe se neao-
' as.pin os valores eslrangeiros suscepliveis de fazer
aos valores francezes urna concurrencia juslificavel,
a a final diciar a lei s sociedades em commandita :
apezar deslas medidas, o equilibrio eoire os valores
emiltidos e os capilaes disponiveis se estabeleceu
mu vagarosamente.
Assim o governo pensou, que devia accarreta-lo,
por oulros meios, e o elodo desles meios he boje
a mais arliva preoccopac,ao dos seus consellieiros.
Nada nesle momento parece mais digno de fixar-
llies toda a silencio, e nem solicita urna solurio
mais prompls, porque a honra nacional se acha cin-
penbada nesla qoestao de orna mancira eminenle-
mcnle directa e formal.
O mundo hoie considera o crdito publico de urna
nc,io como um dos primeiros dados que se devem
tomar para apreciar esta narilo sob os aspectos que
tocam mais directamente ao seu poder e i sua du-
rajio. lie evidente que o valor deste dado nao he
absoluto, pois que o da- rendas, coolando-se a curso
excestlvameole baixo, "ao passo que os valores in-
dustria se contam a cursos excessivamente eleva-
dos, demonstra que, a fraqneza da renda ndo pode
ser atlribuiila a causa alguma poltica : com elleilo,
qaalquer causa poltica que obra sobre a renda, obra
da mesma sorle e iicccssari.-imenle sobre os valores
linanceiros de todas as orden.
Mas como esta lgica de distincc.ao nao esta ao al-
cance de todos quelles que, ou no presente, ou
no faturo, crendo poder lomar o curso actual
da renda por indicios de urna siluacan linan-
ceira e poltica, importa no mais alto gro qoe o
governo nao deixe a renda ficar fura do estado de
prosperidade apparente a que chegaram todos os
onlros valores induslriaes.
lie o deeejo de tirar a renda do estado de infe-
rioridade, em que a maulen, usurpacocs de influ-
encia de diversas sortes, qucexislem presentemen-
te, mas qoe he o objecto das solicitudes mais vivas
dos conselheirns da coroa. Estas solicitudes anda
lem outro objecto muilo mais grave, he o desejo de
deslocar do meio das fehris aspecelarfiea, em que se
acha toda actividade do paiz.
Ea eiclamou Branca com viveza que equi-
vala a protesto.
Sem duvida, senhora, pois a nica eontradan-
sa qae Ihe concedeu Ihe arangaara tantos mimisos
quanlos arlmiradores tem Vmc.
Se he assim, disse ella com leve accento de iro-
na dando a mi ao rapaz, aceito seu convite ; seiio
dous ao menos para defender-se.
O elegante substituto mnrdeu os heic,os, e condu-
ziosua dama i quadrilha sem accrescenlar una na-
lavra. '
Como he espirituosa '. disse a vallia ao ex-no-
lano, o qual apoiado atraz de sua pollroaa as-i.tira
bem como ella a discus-o de Branca e de sen caval-
leiro.
Com ludo, respondeu este meneando a eabeea.
nio estou salisfeilo deslc serio ; ella teme mostra-
do moi superior as mediocridades que a rodeiam
para que jamis Ih'os perdoem.
He verdade, njas nos a defenderemos, e aqoi
ha algumas pessoas do espirito que farao o mesmo.
Os tolos atrio sempre em maioria, e como diz
o senhor maire he a maioria que d a lei.
Eulretanto a joven dona de casa advenida pela
mu iusimiacao do substituto roucedera algumas con-
tra Janeas .ios rapazes da cidade.Oo.nida foi recondu-
zida ao seu lusar, ella vio a (iaslaa, o qual apoiado i
parede acontemplava com tristeza. O rapaz nao ilan-
sara depois da primeira contradausa.
A senhora linha-me promctlidn nao dansar
mais, disse-lhe elle em lom de reprelieiisio.
Prnmettiilo repeli a rapariga litando sobra
elle seus bellos albos azues.
I'crdoc-me, senhora, lornou o ra|iaz perlur-
banilo-se, expressome mal ; porm llalla pen-
sad......
Com elleilo, dlaae Branca compadccenda-sc
delle, minha iolene.io era alo dansar mais esla noile :
mas live de eeiler a jiiliiinilaeo, accrescenlou ella
sorrindo.
A' inlimilaeao, senhora c qual foi n ins-
lenle qnn ousoii ; ... su nomo, senhora, seu
come i
Hasisso he inquisie.lo, disc Banca em lom
rio.
A e-piiulae.iiisobre os valoreada Bolsa prodozic
grandes males a aRrirnllura, ja mu experimentada
pelas difliculdailrs ile eaperulacdo resullanle da
igoaiilade das paitilhas em materia de uceexio, e
dadivisibilidade do solo, lodos concebem que se nAo I
consgrame propriedade Iinovel importantes capt-
uras, ruja renda couquisladi rom o uor do rosto, I
apenas se levara a :| por eenln ao linio, ao passo
qoe, comprando iccei de caminbo de ferro, ou
oulros ltalos movis, cada um pode dar u tea di-
nheirn a (i, 7, e 10 por cenlo, e ale mais.
As empiezas industiiaes, em razio do alrativu de
l^rges beneficio, pelo exempl de lorlunas enormes
deque bao sido .i origem, por todas as seoucioes,
com que ceream os capilaes particulares, deaviam
din campos para o terreno da especularao inovel os
grandes capilaes, assim como os capilaes de econo-
ma dahi grande penuria para a propriedade imo-
vel que, romo nao lem recurso, deve recorrer as
lerriveit extremidades ilos emprestimot usurarios.
Assim o governo se assosloii cora islo, e dizeui que
piusa audaciosamente cm reiirar loilas as aces,
Lolas as obrigares de caniinlio de ferio da ririula-
r.lo : lomara' Indas as liabas, e dar' em cambio ti-
Hilos, inscripfoes, no grande livro, de urna impor-
tancia prnporciunada ao producto possivel desles va-
lores, que bao sido estipulados, reembolsaveis em
I ra/us dcterniiiiadns.
A retirada desla enorme quanlidade de valores
lira a agiotagein os seus maiores recursos, os oulros
valores coiiseguiriam classilicar-se,e a agrcullma ve-
ra os capitaes correr para ella. Alm diaso crearse-
lua um banco-rural, e se procedera na ciMlslitoirao
de grandes associajoes, que couslituiriam o crdito
agrcola, e dara s propriedade territorial o meio de
lolar coutra a industria, lomaudo-lhe emprestado as
>ua armas, os seus processos, e meios de ace.lo.
O imperador deixuu Plumbieres, e a sua aolhliOi
pela residencia inleiramente mundana de Baritz :
para ahi inndiizio a imperatriz e o scu fillio.
Fe do marechal Pelissier tiuque de Malakofl .
nao quiz fazer duque de Sebastopol : he a eoDSU-
gra^ao de una victoria ganhada com o concurso de
soldados eslrangeiros, e da recordaeao .da conclusSo
de urna longa guerra, em que a prpria Russia bri-
Ihoo pela sua coragem, he pelo contrario a evocatjo
deum iucidente glorioso para o exercito francez, e
para o seu chefe.
A eyacuacaodo exercilo do Oriento para a Fran-
ca rsia itiieirainento terminada. O navio.em que os
ullimos soldados lom.iraui passagem, parti a 16 de
agosto do llosphoro, e, depois desla longa guerra,
eis anda quaes sao as lonas martimas da Franca :
os de/, marechaes, Keill. Vaillanl, Maguan, de Cas-
lellnne, Uaraguay d'llilliers, t'rlissier, Kandou,
Canroberl e Bosque!, e o principe Jeionvmo apo-
li'o, '.!_' generac- de divisan, 1117 generes de bri-
gada, ires grandes comiuandos, ; cxercilos, 2 em
oslado activo. I em pe de guerra : !. exercilo de
Pars, commandado pelo.marechal Maguau, com-
posto de 1 divisos de mi miaa com \l brigadas.
e orna de cavallaria ; >. o exercilo de Lvoa as or-
dens do marechal de Caslelloue, composli) de duas
divies de infamara e urna de cavallaria com
a respectiva arlilharia ; 3.' o exercito d'Africa sob
0 commando do governador geral, o marechal Ran-
doo, formado de tres elementos, os regimentos fran-
cezes que oceupam os guariiieOes. os acampamentos
na tres divisOes de Argel, d'Oran e de Cuiistantiiia,
as tropas Indgenas volladas da Crimea para onde ll-
alli sido enviada grande parle, a divisio activa do
general Renault, sabida de Lvon, a divisao de oc-
eupar.io ,|j general Monte real em Roma, a divisan
do general de Gayn em Luneville, emlim duas
divises enviadas is frunteiras da Ilespanha.
A sessilo dos consellios geraes dos departamentos
se abri a 25 de agosto.
M. Forloul, morlo, ministro da instruccilo publi-
ca, foi substituido por M. Rouland, magistrado mui
firme, e mu esclarecido. Dizem que esta escolha
foi fela com o intuito do nao abandonar a direccAo
do ensino e dos cultos as exigencias, cada vez m'ais
pronunciadas, do episcopado, as quaes se manifes-
laram no momento da reunido dos hispos na sagra-
eio do principe imperial. Assim o ministerio se acha
completo.
I.m laclo, que leude a perpeluar-se e generali-
sar-se em Franca, he que o jornalismo, e especial-
mente o jorualismo governameutal, entra em um ca-
minho errado ; indurado pelas bices da lei relati-
vamente a liberdade de impransa, exigera-se a tal
ponto que acontece nao oceupar-se desorle alguma
com as verdadeiras ques|6es polticas, e deixa aos
jornaes eslrangeiros o monopolio dos artigos sobre
qucsloes, que poderoem um da dado perturbar a
Iranquillidade geral ; com eslas dispusieres ha urna
prndente neulralidade, o jornal desapparece para
dar lugar a ltenila. e coletudo aluda o silencio da
Irihuua llovera engrandecer a imprensa. Se o jor-
nalismo s fosse um echo, hoja soria um represen-
tante da opiuiAo, om represeutanle do paiz.
Ka Inglaterra oexcesso he contrario: ao passo
que a Europa esla em paz, que o tratado de Pars se
acha ern va de execueao, que os exercilos e os ge-
neres ilenarain os campes de balalha, e depozeram
as armas, so a imprema inglea anda nao desarmou
a sua acrimonia, sempre a mesma, o seu ardor sem-
pre tao grande, fulmina anida contra a Russia por
occasian do negocio da cidade do Kars e da ilha das
Serpeles. Esta sempre igualmente violenta acerca
do reino de aples.
A exceptan desles aconlecimenlos do jorualismo,
nadase passou em Inglaterra ; o parlamento foi pro-
rogado at oulabro prximo ; a rainha passo j al-
gum lempo cm Osbornc, parti para Balmoral.
_Ao passo que o espirito inglez confunde as ques-
loesde principios, e os inlcresses ao passo que se
anima contra el-rei Fernando, sobre ludo porque es-
ta preoecupado com a carta do Mediterrneo, de
que pretenda fazer umlagn-inglez, porque reconhe-
ceuqueCapri est defronle de Malla, esobre a es-
trada das ilhasJonias, Sinvrna, e de lodo o Hlenle,
el-rei Femando deu as potencias occidrnlaes urna
respnsla mui clara, que se dirige principalmente
'raa-BrcianliH. Se dermos crdito a poblicacao in-
cerula nos dillcrentes orgos da imprensa eu'ropea,
repelle qualquer ingerencia estrangeira nos negocios
do seu rei-io como contraria a todas as regras do di-
reito iiileriicioiial, e dirige ao gabinete *e Londres
esla queslao ; o que dina Lord Palmerslon, se o go-
verno napolitano pretendesse erigir-se como iuiz
da admiuistracao britnica, e propor-lhe urna modi-
hcaeao na sua poltica inleroa, ou adop^aodos prin-
cipios mais liberaesno sea comportameolo para com
a infeliz Irlanda, ou um cnmporiamenlo mais hu-
mano acerca dos scu ssubdilus da India'.' O que dira,
oque respondera as represcnlaees de urna poten-
cia, que tambem se ingensse na marcha do guverno
da rainha '.' Repelle qualquer pressilo estrangeira,
manlem a aatoridade das suas prerogativa, e reser-
va para si ser o nico juiz do que se deve fazer den-
tro dos limites do seu reino, e da opporlunidade do
momento, e este momento, os ataqoea violentos e
svmpuhicos da imprensa ingleza o afaslaram.
Accrescenta que a Franca e a Inglaterra se recor
dam, de qoe comecaram a guerra do Oriente preci
smente com o intuito de impedir que urna potencia
esirangeira interviesse nos negocios interiores da
lorquia. Qualquer intervengo anloga no reino
das UuasSicilias lurmaria urna anomala extraordi-
naria e difficil de qoalilicar.
El-rei Fernando uo pode a nao quer acreditar
insto. POe toda a confianza no principio recnuhe-
cido de urna maneira I.m clara pelas corles de Pa-
rs e de Londres, segundo a qoal. qualquer estado
Hvre, embora muilo mais fraco. do que a potencia
que Ihe quer impor os seusconsellios, tem o direilo
inconteslavel de rcpelli-los.quando elles eontem urna
ameaca ou um ataque dirigido contra a sua inde-
pendencia. El-rei persiste em sustentar o que ha sido
dito, se todava contra toda a especlativa, quizerem
passar alem, el-rei confiando na josliei d> sus cau-
sa, appellara para os senlimenlos patriticos do seu
exercito para repellir a Torea, pela forja.
Dizein que o governo napolitano conliou a guarda
do paco e dos fortes da cidade aos Suissos. As in-
formaces da imprensa ingleza silo mui contradic-
torias : segundo ellai, a fermenlaeao he geral, e el-
rei consentio na convocaco de um congresso euro-
peu note o qual se prope deduzir as razoes do sea
comporlamento.
A entrevista de TeapUlz entre os Ires soberanos da
Austria, de Saxonia, e da Prussia, em que lauto
se Tallara, nao he um acontecimento poltico,he mui
simplesmenlc nma reuniao de ramilla, e nao he ver-
dade, como prelenderam cerlos jornaes que o conde
de Persigny, embaixador da Franca em Londres,
lem sido encarregado pelo imperador NaaoMo ll
de r cumpriiaenlar o imperador Francisco Jos.
Perdoe-mc perdoe-mc, senhora, sou um mi-
zeravel doudo '.
K -ni lam.i precipitadamente a donzella elle des-
apparece em om grupo do rapazes, que conversa-
vam no meio do alan.
A noile adianlava-se, e asmis linham linio ja
multas vezes o signa! da partida ; parara as mocas
animadas por Branca, i qual represenlava seu papel
de dona de casa com coragem de Spartona, tinham
sempre felo oavidos de merendar. A mulher do
labelliao, cujas doas lilhas prometidas em casamen-
to a dous mancebos da cidade lestemunhavam a
Branca sincera amizade, disse-lbes :
Na verdade, senhorilas, Vmcs.'somais do
indiscretas, e vou leva-las n vontade ou a forea.
Porque, senhora .' disse Branca conlendn
para nao bocejar ; apenas (res horas.
Ires horas : exclamou a m3i ; nao dansarao
irais nma quadrilha.
Pois bem '. a Houlaiigerc somcnle, disse a
: mngemia dos duas irnalH.
A lUnmtgert '. grilaram do todas as partes
1 lloulaiigcre, Mr. Bontemps !
O pobre homem que comeeavn o sexto somuo ton
as venias ohre o leelado, acordou sobresaltado, e co
mecou urna quadrilha.
He a Houlmijere que se pede, Mr. Bontemps,
.li-..rain algumas pessoas.
Uniera-no, disteram outras, elle a tocar de-
pois.
E danson-se anda melhor.
Branca datura de eontradansar ; mas aaiodo se
tocn a nonlangere, dispertaram-se-lhe os iniliiiclos
de donzella. e levantando-se de toa poltrona met-
teu-sc no circulo entre as duas lilhas do tabelliao ap-
plaudida de todo o alegre bando. Depon, que eve-
! culn as cvolueoes desUdansa franceza acboa no cir-
culo rio logar que oceupava enlrc asilu-i irioas, o
bello sub-iiiuto, o ,|ua| W|(,ndea_||W a m50 eMa
ah depoz a sua sem aneclai .. nao qnerendo dar a
J"e ineidciile mais importancia do que ludia, en
!'""" Ral.....-se no da eaoinle por toda a cilade de
Uave* amado .luas ve.-- com a bella professorjj.
i m qiiarlo de hora depois Branca eslava -n Wm
o venia notario c sua mulher, a qaal bem como pro-
metiera, lieara para sabir depois de lodos.
Preslam a el-rei da Prania a inlea(io de consli-
inir o. -eus lerrltorios polacos em viee-realeza, que
sena administrada por um membro da lamilla real,
e erse que um imlicio, de i,ue a Polonia rotsa tam-
bem (era om vlce-re da familia imperial.
II principe Adalberto, grande almirante da frota
pros-ima, a bordo ila fragata o Danlzis.ii foi atacado
pelos piratas de Un nal cosas de M.irroeo-, e sabio
Iriumplianle emum comhale.em que foi lerido.O seu
ollicial de bandeira c ele homena de equipagem lo-
ram mu ios, ; Teridos. e :tabanilonailo sobre o ihe-
alro ila areao. Prete que o governo prussiano, que
sereeorda deque ja em ISVJ navios de commercio
prussiano foram sorprendidos e roubado obre as
mearoai costas, nao quer deixar impune este novo
acto de aguress,io. A rerrespondencia de Berlim an-
iiuncia que elle acaba de enviar um despacho a l.on-
'-es para peilir ao governo inglez,que eoadjuve urna
pcdieAo que a frotilha prussana pretende fazer
iquellas paragens. Al dizem que a Russia se o-
ferece a concorrer para a expedirao com as outras po-
'-ncias niirilimas, que juntaria o seo coulingeule de
ivins de guerra a divisan prossiaua, reunida nesle
i que
o-5e
pri-
i com
eip
gu
Berliin.
momento no porto de Slralsund. A ferida no prin-
" 5e, embora grave, mo he perigosa a depois de al-
ns dias de cuidados em t'nbrallar, pude vollar para
'.. M.
I INSULTO FEITO AO BRASIL.
A discosso lia\ na na cmara dos lords relativa-
mente ao Brcsil juslilca as observaecs que lizemos
em nossa oliima publicacao, nnliciamlo as imperti-
nencias de Mr. Jermingiiam, nosso encarregado de
negocios no Rio de Janeiro, junto ao governo brasi-
leiro. Poucas occasmes temos tido de applaudir
ronscicnciosamente ao conde de Malmesbarv, lem-
bramns que quando elle era secretario de legacio de
lord Derby nos eis roezes de exercicio do seu cargo
tornara-se o escarneo da Bario, e impresses desfa-
voraveis como etaaf difficilmenle se desvanecem ;
podemos porm declarar sinceramenle,que este lidal-
go lem grangeado consideravelmente nossa eslima
pela habidade qoe desenvolveu levando ao conhe-
cimeoto da cmara alia nossas relaees com o Bra-
sil. Sen discurso nessa occasiiu fni calmo e digno, e
elle locou em lo le- os pontos com urna concisAo que
nao se pode assas louvar, e depois da leitura deste
discurso lodo o Inglez pode mui bem propor a si
mesmo a seguinte queslio : os inleresses da afio
no exterior podem sem perigo ser confiados i pessoas
que dirigem deliberadamente aom estado indepen-
dente um lihello de grosseria e insolencia tal como
a ola de Mr. Jermingiiam ao governo hrasileiro'.'
Nao sabemos quaes possam ser as relaees de paren-
tesco de Mr. Jermingiiam ; por sem duvida que sua
familia deve ser mui antiga, em vista da facilidade
com que insulta um de nossos melhnres freguezes,
e do escarnen e desprezo rom que elle se expressa
acerca das leis e ministros da corte, peranle a qual
est acreditado, em sua nota totalmente original.
Porm se nada podemos dizer acerca da familia de
Mr. Jermingham, ao menns sabemos alguma eastaa
relativamente ao cnsul inglez em Per nam buco, o le-
mivel Mr. Cowper, cujo nome apparece mui diverti-
damente nesta correspondencia extremamente esqui
sita. O nome de Mr. Cowper excilnu grande inle-
resse na Inglaterra, ha um auno, pelo facto de ha
ver elle dirigido um memorial ao tribunal do com-
mercio, pedindo que um capito empregado no com-
mercio da Australia fosse reprehendido ou demilti-
do, porque esse capito em vez de conservar-se no
porto de Pernnmbuco para fazer em seu navio al-
guna insignificantes concedes quedariam de lucro a
Mr. Cowper 10,000 ou 13,000 libras sobre o casco e
carregamenlo da embarcado resolveu-se a' conti-
nuar sua viagem e ironxe seu navio em seguranca
a' Mersey, apezar das amoaea. de Mr. Cowper ; por
esse acto de coragem e valeulia os subscriptores mi-
mosearam aqui ao capito com um magnifico prsen-
le, ao qual os dono do navio addiciooaram sua quo-
ta. Esle pequeno incidente lornou famoso a Mr.
Cowper nos circuios commerciaes, e quando se per-
gunlava como *ealrecia um representante do gover-
no brilannico n'obrar por tal maneira responda-
se : oh elle be prenle de lord Palmers-
lon n Eta respnsla concluio o negocio. Mr.
Cowper por causa do sju parentesco com um grande
homem, linha privilegio para obrar a seu talante, e
naturalmente nao poz limites a' sua indignacio con-
tra o capito que zelava os iuleresses de seus com-
millentes e nAo os desejos de Mr. Cowper. Fcil-
mente eoucebemos. pois, que Mr. Jermingham he
igualmente protegido de qualquer maneira,e autori-
sado a injuriar, quando nao haveria mais alguma
corlezia ou menos alguma fanfarriceem sua corres-
pondencia com o gnverno hrasileiro.
Devenios coufessar que dous dos oradores que lo-
maram parte nesla dinussio nao foram favoraveis, o
que he modificante, porque um foi, e outro he, se-
cretario do* uegocios eslrangeiros. Foi quando lord
Aberdeen exercia o cargo que agora exerce o conde
de t.larendon, que se lomou a medida tao olTensiva
para o Brasil : medida que habilitou os cruzeiros
britnicos a percorrercm o lilloral do Brasil ea apri-
sionaren] seus navios al debauo dos cauhes de
suas fortalezas.
A ahoiic.io do teafico de escravos, operada pela boa
fe e energa do governo brasilerro, fez abandonar
esle inclnelo summario de proceder, ao qual nen-
liuma Baria se sujelariasetivesse poder derepeli-lo:
e as eousas iam de urna maneira bastante satisfae
lona, quando o vigilante Mr Cowper descobrio em
urna bella manhla que urna porcia de escravos li-
nha sido desembarcada em Seiinhaem : elle cora-
mumcou logo a noticia a Mr. Jermingham, e esle
bravo inglez csquenlado pelas desgracas dos negros
e sem mesmo inquirir se o governo hrasileiro eslava
de algum modo implicado nislo, lendo antes os me-
thores fundamentos moraes para julgar o contrario,
deu com i penna mais profundos golpes que com a
espada pela seguinte maneira summaria : aO a-
baixo assignado ntima ao governo hrasileiro que, se
nao hzer os maiores estoicos para deicobrir os verda-
deros culpados ueste ou em idnticos actos de trafico
de escravos, e para persegui-los com lodo o rigor da
lei, o governo hrilauico vei-se-ba obrigado a por de
novo m vigor as provises do aclo uo parlamento
de 18i">, e em quaulo os cruzeiros britnicos exer-
cerem no lilloral, nos e porlosdo Brasil a vigilancia e
actividade que os agentes do goveroo biasileiro ne-
gligenciam, os tribunaes britnicos pronunciarao as
-cnieiiess de eondeimiai'.io de que us tribunaes hra-
sileiro se esquivam
Para bem avaliar esla pecada fanfarrice suppo-
nhamos que Mr. Jermingham livesse dirigido esla
nota a' Franca, Russia, Estados I nidos ou qualquer
oulra potencia da primeira ordem que se resenlissc
da iudlgnidade, enviando immedi.ilamente os passa-
portes ao nosso represenlaule, teria elle a razio e
jusliea de scu lado como no caso actual '.' Por ven-
tura lord Clarendon teria vindo a' cmara dos pares
juslihcar, seo delegado ino-mo de ama maneira mo-
dificada como o fez no oolro dia'.' Suspeitamos que
nao. Julgamos mais indecoroso e indigno da parle de
urna grande nacAo.eomoa Inglaterra, usar para com
um estado mais fraco de urna linguagem que ella nao
usara para com os mais fortes, da mesma sorle que
lie improprio de um -Hlela opprimir vituperar a
urna pessoa mu fraca para combater com elle phvsi-
camenle. Lord Clarendon inlroduzio em seu discur-
ro alguma pnrc.io ile mel, porem nao rrpudiou a in-
solencia de Mr. Jermingham ; pelo conlrario en-
ilonou-a, e o resultado .!.--, ,era um virulento odio
contra o povo de Inglaterra da parte de om eslado,
com o qual he do nosso inlercsse cultivar as mais es-
trellas e amigveis relaroes.
{I-Atropcan Timei.)
O \ottdador.)
Nio saltemos que simpalliii lem eeitos aeou-,
gues p,,ra os dcbocliea e dlisolUCOes que liellel IC
pralicam diariamente, sem o menor resneilo as fa- |
millas, que inor.un delr.uite ou junto, lia um em .
ceda ra da Boa-Vista, que parece uiais_uin bordel
dissoloto, ilo que um estabelecimeiiia ; constante-
mente se pralica all os maiores esraiidalos possi-
vel*: agelomeram-se negros e negras, ditcolem,
gritan), espaucam, e alinal nao contentes, sahein
para a ra, e dio expausio ao arrieirismo, si, pro- '
piio desla cannlha l> gerente, dono, lalhador ou
seja la quem for, que mora nessa casa, be o primei-
ro a promover Indos esses desacatos, que os mora-
dores observan).
Us moradores da cidado-Nova de Sanio Ama-
ro acham-se quasi morrendo a sede; reduzidos a
comprar um balde d'agua por 80 ris e mais, quan-
do acham, nem sempre podem dar es-e dioheiro,
principalmente o- moradores pobres. I roa so ca-
noa nao pode conducir agua suflieienle para o con-
sumo daquelles habitantes, e quando depois de ven-
der-se toda que ha, volla para condnzir mais. suc-
cede que muitos moradores licam como peise cm
Ierra, hatendoo papinbo. F. qnaado dao gracas a
Dos beberem agua salobral Islo he ptimo, no eu-
lretanto que cada balde he o mais salgado possivel.
Parece inerivel, qoe as podas da cidade, junto a
lanos chafsrizes, estejam quelles habitantes aof-
, fronde a pena de Tntalo! Nao sao oiiicamenle os
Olindenses, que soflrem esse mal: lalvez quens Srs.
da companhia suppoiihnm, que ha all poucoshabi-
lantes ; parece-nos que mo.
lie falsa a noticia que lem corrido por esta cida-
de, de lerem fallecido em Lisboa, os dous lilhos do
Sr. Mr. Moscoso, que all se acham educando, um
do cholera e oulro de pesar.
Os carros parece-nos que esli resolvidos a nao
deixar mais ninguem com pernas iatelrai.
He-roliria-.earm.il o xarope dn bosque! O
cano de esgnlo do caes ao Capibaribe esla sendo
desobstruido, resta agora que leudamos obra de
Sania Engracia ; pelo menos n. o ser por falla da
asistencia dos dous diligentissimos guardas muni-
cipacs, que a obra ira vagarosa ; e esses buracos ou
vallas licarao ahertas a imite Fm cavalleiro nio
se precipitara .' Nem todos os cavallos tenia ollios de
canos de esgolo.
Ooe prazer acham certos rapazes de zombarem de
um homem ebrio, que alucinado pelo vinho enun-
cia Icrriveis parsdoxos a respeilo de ludo quanlo
Ihe pergonlam '.' Tenham antes compaixao das fra-
quezas alheias, e nao excilem a um homem que tem
perdido a raziiohodie mibi, eras tib! Tnmem
bem senlido As orgias, os banquetes redu/iram es-
se pobre homem, que vos ludihriais, ao eslado mi-
zerando. em qoe o vedes.
S. Exc. o Sr. conselhciro da boje em palacio,
urna partida.
Hospital de caridade -2 He ouluhro.7-J do-
enles.
Al amanhaa.
PtitJUMQ
PAGINA AVULSA.
Acaba de obter o Sr. I)r. Carolino Francisco de
Lima Santos mais nm curativo que Ihe faz honra.
O Sr. Francisco Ferreira de Mello, pai de onerosa
familia, qoe ha quatorze anuos vivia mar I Misado
por urna lerrivel apertacAa da uretra, esta boje res-
tablecido, mediante os cuidados eirurgicos desse
dislincto facultativo; nao he o primeiro curativo
dessa ordem, que tem elle conseguido nesta ci-
dade.
i .inanias conquistas fizemos I disse a velha
aperlaudn as roaos da donzella.
Quem? perguntou esla com arzinho hypo-
Ninguem, respondeu o notario. Mocos c ve-
Ihos lodo ficamm captivos. Mas he muilo*nio in-
cendiar assim uma eidade inteira.
NAo he minha a colpa I e Vine, refere-me con-
los capazes de fazer-me dormir em p.
A proposito ile dormir, mea marido, disse a
velha, parece-me que he lempo de cuidar nisso eis
aqui deas lindos olhos que pedem misericordia.'
Para os desgrac;..dos que fiteram, disse o nota-
rio sem deixar sai idea ; pela minha parte vei nel-
les mais malicia do qae soinno.
Oae calumnia exclamen Brauca ; como se
podesse haver a nenor malicia em pebres olhos
De veras .' replicn o notario moairando-lhe
sen gracioso semblante relleclido no espilbu entre
dous vasos de fiores ; e que ha entAo nesles''
Ha dous pequeos circuios azues, responden
a don/ella coulemplando se allenlarnenle ao espe-
llio'.' '
Que mais *
Era campo braiico.
Qae mais 1 perguntou anda o notario, o qual
recreiava esse gracejo. '
Com um ponto preto no meio, dista ella re-
benlanio de riso.
' Vamo-nos. disse a velha ao notara dispondo-
se a sabir. Adeos, minha rica, accrescenlou ella,
poupe ao menos roen marido, e nao se esnuee, (|0
meu p.lo de lo.
Boa noile, minha viznha. ilissc Branca, le-
vantaado-se pare rcrnintuci-los, liea isto aomeu cu-
da.lo.
Ealrando no reatibulo chegaram-lheans ouvidos
nns roneos s.....ros. Fia a pobre .loanainha, a qual
fainada iiessc serio laborioso adormecer sobre a ca-
deira, e lom-ivs par coala ama parle da saa noile,
que ..nieaeiva ser Ha curia, graeas a vigilia proteo*
gada da ama e dos hospedes.
Oh Joaiuiinha I .iuanninha I disse o notario
aecudind i-lhe o braca, venha alluiniar-nos, minha
pequea, e depois dormir vontade.
CMARA MUNICIPAL DO RECIPE.
3." SESSAO' ORDINARIA DE I8DBSETEMBRO
DE IS.,6.
Presidencia do Sr. batao de Capibaribe.
Prsenles os Srs. Vianna, Franca, Oliveira, a Gl-
meiro, fallando sem causa participada os mais se-
nhores ahrio-se a sessAo e foi lida e approvada a acta
da antecedente.
I.eu-se uma informarao do engenheirocordeador,
dlzeudo ser exacto o que disse em sua peticao Jos
Ignacio ."loares de Macedo, de passar a planta da
Caponga pelo seu sitio, obrigando o recuameulo da
respectiva cerca do lado deteste na xlenc,o de fiO
palmos para a largura da ra projectada ; assim co-
mo que achava conveniente e vanlajosa a proposla
do peticionario, de ceder o seu terreno para execu-
cio da planta, ennstruindo a cmara a sua cusa
muro em toda a sua cxleuc,ao.A commissAo deedi-
licac/ies.
I"eve lugar a terceira praca para arrematarlo das
rendas municipaes, e foram arrematadas as seguin-
les. detoriudn a cmara a pelic.io que Ihe fizeram
antes de piiucipiarem os pregues, diversos cnmmer-
cianles de carnes verdes, para serem por um trien-
ino as arremalaeoes dos (albos dosa;ougues publicus.
Aerii;ao por l.>:.i(X)300, arrematada por Jos
Custodio Peixoto Soares, sendo seus fiadores Manoel
Pires Ferreira, e Antonio da Silva liu-mao Jnior :
imposto de .> rs. por eabeea de gado por I(i:00l3
arrematado por Antonio Pereira de Faria, sendo seus
fiadores Justino Pereira ile Ferias e Antonio llole-
Iho Pinto de Mesquita ; imposto sobre mscales e
hoceleiras, por 2549300, sendo ai rematante e fiado-
res o inesmus da alerieao ; imposto sobre cargas de
farinha e de leguroes, vendido) los mercados p-
blicos, por I::HV>5UUU, arrematado por Manoel Joa-
quim Feruandes de Azevedo, sob liauca de Claudio
Dubeaux e Flix Ferreira de Lima ; casinbas da ri-
beira do pene da fregueziade S. Jos, por ,
sendo arrematante e fiadores os mesmns : ditas oa
ribeira da Boa-Vista, por 1:1203000, sendo arrema-
tante Benlo dos Sanios Bamos, e fiadores Anaclelo
Jos de .Meiuioiie.1 e Jos Joaquim Botelho ; alu-
gneres das tojas, alias das casas da praca da Inde-
pendencia, por i:%l;iu(l, sendo arrematantes os
aetuaes inquilinos : alugueres da casa da ra da Flo-
rentina, por 3339500, sendo arrematante Antonio da
Silva tiusiiiAo Jnior, e fiador tjr. Ignaeii Nery da
Fonseca ; talhos dos acalugues pblicos da Boa-Visla
de ns. t2a 22, por '.Hc-miii. sendo arrematantes e
fiadores diversos ; ditos do acougue do largo da Bi-
beira da Iregoexia de S, Jos, por 6:630*1)00, arre-
matados por diversos.
Nao appaicceu quem licilassena casa da Soledadcd
na da ra Imperial, e nos talhos de ns. I a 11 de
aeoiigue da Boa-Visla, resolvendo a cmara que con
linuassem a ir em prac,s. Sao por um trienuio so-
menle as arrematarjoes das casas da praca da Inde-
pendencia, das ribeiras das duas freguezias, dos li-
lhos dos arrugues e as quanlias porque foram esls
e as oulras rendas arrematadas sao annuaes.
Uespacharam-se as aelieOaa de Aniniim Jo Magalhaes Bastos, de Joaquina Mana da Conceido,
de Jo,lo Moreira Marques, ile Manoel de Jess Jbn-
teiro, de Manoel Joaquim Carneiro Leal, Je Pdro
Antonio Teixeira (iuimaraes, e levaulou-ae a sesao.
Eu Manoel Ferreira Aeeioli,secretario a escre i.
Declaro em lempo que os Srs. vereadores presiente
e Cameiro volaram contra a resolueSo da mioria
da cmara, de serem arrematados por um Irinnio
os talhos dos acooguea pblicos.Accioli o .eda-
rei.Ilaro de Capibaribe, presidente.l'lfina
Cameiro.-OU-ieira.Franca.
dem. Manoel, pardo, nascido a -_'l de marra
iId corr-lite anuo Santo Olsto,
Idcm. l.ui/a, crioula, escrava, naacfda n 12
do junlio do curente,
2J. Francklin, pardo, nascidoa 7 di: feverei-
ro do auno prximo passado.
dem. Francisco, pardo, nascido liaumanno.
dem. Candida, simi branca, nascida ha 20
anuos. Sanio Oleo,
-i. Maiia, |iarda, escrava, nasriila I 7 de
aliri! do rorrente.
dem. Joo, branco, nascido a 13 de abril do
corrate anuo.
i". Alfonso, branco, nascido ha ."> mozes.
28. L'mtielina, branca, nascida a 25de mar-
<;o de 1831.
XI. Rita, crioula, escrava, nascida ha dous
anuos.
30. Pedro, crionlo, cscravo, nascido a 23 de
jullio do crrante anuo.
Ao todo -J'J.
Frcgue/.ia de .Santo Antonio do Recife, 30
de setembro do 1836.O ronego vigario,
Venancio lleuriques de Besende.
RELACAo DAS PESSOAS QUE FAI.I.ECKR\M
NO MEZ df: SETEMKKO. Na fkeol'ezia
UE S. AMONIO DO kecife:
Mara, branca, lilha de Jola Athanaiio Dias 5
dias.
Joscpba, Africana,escrava de Silvino Guilhermino
de Barros ; 20 aunos.
Joo, Africano, escravo de Jos Joaquim da t>ta
Lcite ; 5(1 anuos.
Marean la. crioula, escrava de liento Carvalho Bas-
tos ; 3 annos.
Irancclina Marques, crioula, solleira ; 12 annos.
Cosroa Maria, crioula, solleira ; 13 annos.
Jo.lo Anicelo (iomes de Azevedo, hranco,cas^do ; 2(i
anuos.
Uaroiao Candido Pereira, pardo, casado : >' annos,
pobre.
Francisco, crioulo, escravo de Alexandre Norberto
dos Santos ; 8 dias.
Pedro de Santa Clara, pardo, solleira ; 311 ennos,
pobre.
Lela, branca, lilha de Manoel Gotvcalvea Agr ; 2
mezes.
Manoel, crioulo, liberto, 11 lio da escrava de Sebas-
tio Luiz Ferreira ; t tono.
Americo, braoco, filbo da capito Candido Lcat Fer-
reira ; 2 annos.
Anua, branca, filha de Francisco Piulo de Carvalho;
5 annos.
Maria Alejandrina Stares de Carvalho, branca, ca-
sada ; 23 anuos.
Ssbasliao, pardo, lilao de Adriana Mara da Concei-
(30 ; ', annos.
Maria, branca, lilha de Avelina da Costa ; dous
mezes.
Mana, brauca, filia de llaroiaua Landelina ; um
dia.
Theodora Maria Ja ConceicSo, parda, solleira; 19
annos.
Silveria da Cosa Piolo, branca, solleira ; 2i an-
nos.
Hilaria GoncaNcs, parda, casada ; :t0 annos.
Joan, crioulo,escravo de rsula Maria Rodrigues da
Silva ; 13 lias.
Pedro, bramo, filho de Isidoro dos Anjos da Porci-
uncula ; '. annos.
Benedicto, ifricano, cscravo de Francisco Jos Mar-
lins Penia ; 311 anuos.
Silvestre llamingos Martins, pardo, viovo ; 35 an-
nos.
Firmioo, tranco, filho do l)r. Pedro de Alhavde Lo-
bo Moscozo ; 9 mezes.
Magdalea, crioula, escrava de Pedro Julio Bou-
thier 18 mezes.
Manoel branco, lilho de Joao Luir. Bedas ; 5 me-
zes.
Felicia hranra, fillia de Jos Martins (ionio Vian-
oa ; 3 annos.
tierlrcdes Labra de Almeida Catando, Africana, li-
bera ; 103 annos.
Frrsuezii de Santo Antonio do Uecife, I- de ou-
luhro de 1S36.
O prioste.
Padre Leonardo Joao Creso.
e mamo'/i. l-.u pedera, Sr. Olasan., nao n af-
'n.ler. raai vos enver-onl.ar.se vos pedie qae 11-
la-eis es.es alti-sonos poela-. ,,ue embotando re.
MMe os loaros des a, b^,,,, ,.,,, Iiinla, roriM>
reme, para u.is.a patria ; porque e,tu r,,, ,, ..
, .'. .. ""'atl a escala sha |h.ci do ,-, ,.
I" lonlr," '' ""' '" "a" ''""" ""Mr, q.e
a di "m "">">> '<* > Maaa. ; na...
n....' '" 'lu''J0,pn5 "i"":os qu.d, h., r.,o
">" J j. u. ue :souia, a quem muilo ..precio. s, Cavba.
acerca de a 'un '"Uc""'- romo "nd- """
acerca de aliuns ,.>,en, promellenores. mas lM.oe-io
e rasoavel sobre s o,.a, p,..rtCc.>,. <,,. (..laJi.V
lonvencei-vos de om. ,e,ua.ie. nunca re- aT"..
reformador da poesa *.*,,,, >'0ZHZ,
nao leudes pro|,orc..e P, ,,,,,,!
Ibes, que estao multo alcm de q.nlp> 1".
ra deilar a vossa |iobre patria i"^>" l"
0 Sr. (,. ias he om crdito reconhecdo. he eeaa
repiilaca i consumada, nao sou eu qaem I
publico Instruto e imparci.l se|lou.llle unXf
e deu-lhe uma cadena na assemblea 00, ..L.I
sois bastante injosto. eonlinuai, qae serei umda'
nao longe, nao o azorracue dos poetas mas .. nr
loorinho delles. Orzulheceis t.uilo laaMaeaMi aaai
os foros ineoneebiveis que usurpis, e nao aaSa o..e
a poesa nasce com o sosto, que Seriipe, aaaaaate
como vive no lodo de sua vida inslruclita. pulilira
e social, nao pode apresenlar-se romo reforma.ior de
uma poesia que o seeulo abraca, e qoe o m...|erm.
mo adopta : sois muilo enlhusiatta, moderai-vos,
pe.sai um pouco, e vos convencereis que na* aa>
uma imamuac.i... modelo-prismatira e lxenle, qoe
nao sois um sol, que dardeja Seas ratos no reo da pue-
sta brasilea, que nao sms um .-mo imp..,M.a,l-.
pela natureza par. abrir as portas ao proreso po-
tico e Iliterariochaves d. tanto primor nio vos
roram aioda conbadas : conveucei-vos qae nao tan
uro goslo e nem um pbarol. na lingaa e aa phr..-
na harmona e belle/., nos pensameatos e aa paca
convsncei-vos qoe nao sois ama asoia, osas ama o-
cacao promeltedora, eumu qualquer vocario espe-
ra ncu,a ,le minlia provincia, inda no her'ro de sea
Jleilamento, e,| se mais acora pretendis vos, assesuro que sois antes uma impostara requin-
tada, uma h\ poerisia mentirosa.
Sr. C sois joven, e muilo presumido, e norlaato
se o meu escripto evcitar vossa irascihilmarle i-or tal
loriin, que lorne-vo. man.co. eu vos advino .,# om
accedo ,le loucura cede com a applier,an n> om cl-
mame. >e adiis que muilo vos digo, cimai-m* m
vosso escriplo,. vossas prodoerrie,, qne rom n
escalpelloda imparcialidade analhomrsarn todas*,
phr.ses, todas as ideas, lodos o. pens.menlos ,-
preseiilar-vos-hei o esqueleto da verdade : maaaa-
m os, e veris que um dos devoLdos aos Rtrdinlm
do 2 dejulho, melhor rc-po-ta vos dar' ; comate
remos frente a frente, e depois do combate veremos
de que lado pende a victoria. Seja a laielligenri. ..
nossas armas e a imprensa o campo da b.talha Selle
os nossos escupios o nosso nome, e nanea o oaoa
rao. qu* por mim desprezo. Confia qae deste bjcsi
me mandareis resposla. Ale mais.
. Or.F. J.DTiu.
1 i Imperatriz 2, de jolho de IK'iS,
ommttmea&o.
RELACAO' DOS BAITISADOS DEST FRE-
GDEZIA DE SANTO A.NTOMO DO IECIFE
DO MEZ DF. SETEMBRO DE 1856.
1. Caetano, branco, nascido a 23 dc'lho do
corrente atino.
2. Francisco, pardo, nascido lia novj mezes.
4. Maria, branca, nascida ha nm m\J!.
5. Laudilino, branco, nascido a 2|de maio
de 1853.
dem. Ulsirino, branco, nascidr a 23 de
maio de 1851.
7. Caetano, branco, nascido, a 25le feverci-
ro ilo anno prximo passado.
dem. Maria, branca, nascida a :3 de maio
de 1853.
8. Morir, branca, nascida hauro mez
Santo Oleo.
9 Luiza, branca, nascida a 3de jullio do
corrente anno.
12. Feliciano, pardo, escravo, taacido a 9de
jullio do corrente anno.
dem. Amia, branca, nascida a.15 de abril do
corrente anno.
14. Domingos, branco, nascid) ha 6 mezes.
15. Manoel, pardo, nascido a? do corrente.
1. Maria, branca, nascida 119 de abril do
corrente anno.
19. l.uiza, crioula, escrava nascida ha 13
dias.
Bl. Justina, crioula, escrava nascida a 19 de
dezembrodo anno proxi'.io passado.
dem. Arcelino, branco, ascido ha dous
mezes. ,
dem. Joaquim, branco, nscido no primei-
ro de junho do correntcanno.
---------------------------------,-----------------------
Deiie-a,disse Branca, a r^breraparigaesl mui-
lo enfadada, o alm disto, otilo adormecida, para
que eu Ihe confie o cuida.' de fechar as por-
tas, 'i
Depois tocando levemente) hombro da criada el-
la disse com voz branda :
Joanuinha, acorde, e *ti deitar-lr.
Est qoe nao lizera caso di abalo do notario, levan-
lou- Aqui estou, senhora, Jisse ella esfnrcando-se
por abriros olhos, que obslnavam-se i lica'r fecha-
dos.
Vai deitar-tc, repqio Branca ; vou recondn-
zir nossos vizinhns. '
Oh 1 nao senhora. brnnu Joanninlia disper-
tando cuifin, nao a datare! fazer oque me com-
pele.
E lomando o castiol dasmaos da ama. clin en-
Irou pela porla da ozinha em vez da do pa-
leo.
Bem vis que ama dormes, disse Branca. Va-
mos juulas ; poiseslounelhor do que lu, nao.
Como quizer, seiiora, porm nio lenho mais
somno.
iluamlo Branca vofui ao seu sabio para apear as
bogias, depois .le terassi-iiil,, fecharem-se as por-
tas, deu um ;rilo deiorpreza misturada de susto ven-
do a Uasllo em pe d'iite da chamin.
O senhor aqai,a laes horas, e quando lodos ja
se reliraram Euta. quer perder-me eselainou el-
la rom inilicnacao.
Amo-e! dissfo rapaz c.-iliindo de joelhos.
E eu nao am. o mais respondeu Branca mui
commovida para |vsar suas palavras.
Enlao amavr-me '.' eielaraeaa mancebo apo-
derando-sedesea plavra eom a horrivel presema de
espirito que nafta Talla aos namorados para tirar
proveiln das ni..-,- lolices.
-- Nao sei, ripondeu a dootella rom uma dig-
nidailc que o le parar no imnnenlo em que ia lan-
i:ar-se ella, nao sei ; mas hai de delesta-lo, se
\ me. ficar aquimais um instante.
.Nesse momeilo Joanninha .illraiiida pelo ;rilo da
ama apparecer 4 porta do aaloo.
-- Rerondr/ao senhor, drase-llieesta moslrandn-
ilgnmtS patarras ao inguali/icarel e intuito or-
gulhodo Sr. P. Calasans.
Do neio das Irevas da isnorancia, e do rodar fre-
queiili, dos lempos, homenstha que, se desconhe-
cendolevanlam-se como visionarios, ou perdidos lit-
leralis, para pretenderem destruir pelos alicerces os
edifnios da Inleralora e da poesia. que oulrosganha-
rampela natureza e aperfeigoaram com o lidar cou-
tinuj das noites : e, porque difficil e arduo he es-
tabdecer-se ou adquirir-sc am diploma de Iliterato,
ou im crdito ile poeta, desesper.uc.ados uns.oupela
cereza de sua inlelligencia ridicola e pequea, ou
p.o sua eslenlidade ; oulros, ou pela fraqneza de
ana imaeinarao fri. como o manme, ou porque
cid.> inculta, ou caloora, be por lano incapaz de
harmonisar o romaulismo da Uagul com o encanto
fa poesia, de abracar o sublime dos pensamenlos
com a beileza das phrases, prelendem entorpecer o
estro n.scenteque comeea, comoama flor a desabro-
char na maiih.ia da vida e detl'arle invejosos pelo
demerito em que se reverberan) no espelhu da cons-
ciencia allicliva e dcvuranle, ou alacam com o ri-
gor de ama satyra insulsa e desench.blda, ao joven
estro, ou aculados, como caes damnados ladram e
mordein reputarles illibadaa, como os Pedras-
Brancs, os Baldoinos, os Alves Brancos, os Paulos
J. de Mello, os Muniz, os Bonifacios de Abren, os
Alves dos Santos, os Passos, es Pessoas, os Acrarios,
os Mendoncas, os Santos Reis, os Alenlas I-reila-,
os Bodrigaes Serpas, os Bolvares, os-Sinfronios e
oulros, nos quaes elles desconhecem pela ignorancia
em que viverra da lilteral ura e ooesia h i luanas; nesse
numero, porm, nao fica inclusa a capacidade tcho-
lastica e maracilhota do Sr. Pedro Calasans: mas
me permiltireis, senhor, que vos lache de injusto e e-
goisla, quando queris derramar entre duas provin-
cias irm.as, e tao ligadas uma pelos tac.os da mi-
sarte,quanto|oulra pelas leis da conveniencia necessa-
ria, o germen da discordia provinciana, que ja se
tinba perdida eom o correr estragador dos lempos ; e
perianto me permiltireis qae vos diya, que sois
pouco pensador, chamando a discosso para um ter-
reno, em que desconheceis profundamente os pro-
ductos diuruos de poesia e da lilleratara ; se assim
procedei', porque o vosso egosmo vos inspira tao re-
pulsivas, quem criminosas ideas, nao serei ea qae
lendo os vosio injustos artigos publicados no Diario
de Pernaiubrco (bem que nao seja poela e nem pre-
tenda tao sublimes fo(M), nao ..cudis-c ao rebate
que locastes na imprensa. para orgulhoso sustentar,
defender, queimar a ultima escorva pelas glorias,
pelos loaros de minha chara patria, pela vossa penna
oflendida.
Um desgoslo, senhor, me aeompanha, que he as
distancias em qoe estamos:eu nos desertos inhs-
pitos do Rio Grande do Norte, de atalaia sempre ao
clarim da pugna cholerica, e vos descansado nos re-
gosijos de uma sociedade inspiradoora e bella; mus
inda ssim, a Baha, que vive em meu corarao me
ha de encontrar sempre e sempre, ero quanlo vida
me palpitar no peito, prompto e alerta drOender
M seas furos, a' sustentar os seus brios. Sr. P. de
Calasans, lamento que nesta hora em que vos desc-
lava orgulhosameote responder, nao eneoutre am
escripto vosso, j que a obscuridade dovosso nome,
apesar de vndenles tanta sciencia.nan consentio qoe
n dominio publico inscrevesse-o no livro dos horoens
instruidos ; e com ludo sois, como queris, uma lil-
leratura, como Castilbo, uma poesia, como Maga-
lhaes. Depois de responderem-os meas distintos pa-
tricios os Srs. Barros, e A. F. ti. a' vossa touguice,
sei qae nao devera ea desoer a imprensa para me-
dir armas com um visionario, qoe apenas motivado,
nao pelo egosmo, mas pela inveja, macula a genios
que talvez nanea o Sr. Calasans possa com toda saa
erudicao nos sen \oos aeompanha los. O Sr. Cala-
sans he om estocante atrevido m seos pensamenlos
c orgulhoso em suas ideas, alrevimenlo eorgnlho in-
saportaveis, lano mais qaaolo asna audaridadequali-
li ca a' podas de repulacao solida e abastecida de;re-
penfttat, e de bardinkoi dos palangnet de 2 deju-
lho : mea charo senhor, eslas ideas sflo (rucio de
quaul. lourura soe produzir omacal.eca esguentada
?PnWcacilo a peM&o.
Allendam. leilores. vejam rasgar o vea e etpli-
car-se o enredo da peca tragicmica.que acabara pe-
la catastrophe ou delinhamento da pobre cmara.
Uiiem quiz, nao pode. Quem pode, nio qair.
h-xplirarao.
Nona lestemiinha.-0 capitio Mermes plinie do
Borba Lavalcanli, branco, viovo, de idade de trtirta
e Ires annos, morador nesla cidade da Victoria on-
de viva de negocio, teslemuoha jurada aos Santos
Evangelios, em um livro delles,em qat'poi saa aa*>
ireila e prninetlea dizer a verdade da qae s*e-
besse e I lie fosse pergontado, e do eostuate disn
nada.
E sendo-lhe perguntado pelo rnnlrario aa petarlo
retro do Dr. Pedro Bezerra Pereira de Ara.io B>|-
Irio, qoe Ihe foi lid*, o a reqoeriojealo do mena.
foi pergiint.ulu a te.lemui.ha se sabia qae o pres-
deme da mes. parocbal era camarista, sa ata santo
de novo volado oa presente eleic.to.
Respondeu qoe sim, e um dos 'mais votados. Un-
to na passada, como n. presente eleicle. (I)
Foi mais pergunlado se o mesara Jo.qnm Pedio
do Bego Brrelo era camarista e e presidale aa
juma qualiiicadora. e se linha sido rerleila jaii de
paz e camarista.
Responden que sabia qae era camarista, qae lora
presidente da junta qualilieadura, e qoe lora reeki-
to vereador e juiz de par.
Pergunlou-lhe mais >e o mesario Alejandre Be-
zerra de Albuquerque Barros era oa nao ramari.ia
e se mo linda tomado parle oa mesa da janla re-
vi tura.
Bespondeu que era camarista, que fura neeabr,
d junta revisor* e da mes* parorhial, e aae f.*
reeleito camarista.
Peruuotnu-lhe mais se o mesario Antonio l.oo-
reneo de Albuquerque Coellio er* eamarha*.
Respondeu qoe lem servido siempre croo am-
penle, que f.lra membro da janla revisor* e atcm-
bro da mesa | a.ocio.I. e que aluo reeleito.
Pergunlou-lhe se Josc Cavaieaali Ferrar de Aze-
vedo, que havia all publicamente lomado tanto m
teresse na eleicilo, a poolo de romper voln ano
nao Ihe agradavam. e mandar votar deate Ir* ve-
zes o mesmo iodmduo, como ronfessartm as teste-
munh.s, era ou uo camarista ejaizde paz. e se Bao
sabio reeleito.
Responden que era presidenta da raanra. ove
er. o juiz de p.z. e disse ler sido o ireleii. au*.
volado oa prsenle elegi, qae honiem se let-
minoo.
Perguntou-lhe mais se Joao Klarenliaa de <>e*
Cavalcanli, que ISo inlereasado se nwslron na ele-
cao a poni de estar na igreja ajadaado a I erraz oa*
todo quanlo este praticoo, se era rinnrisia e sa fo-
ra reeleito.
Kcspondeu que era camari-li e qoe f.Vra ree-
leito.
Pergantnu-lhe mais se Geraldo de Barres Caetbo
lomara parte no desaguisada de pavo aa ala 7, aa
igreja matriz, se elle era cam.nst. a jau de pat.
Retpondeo, qae quando o povo agoredlo a ase-,
no dia 7 para romper o livro, per te nao ruajpri-
rem as ordens da presidencia e nao se saber tjaeaa
eslava qualilirado, foi Geraldo de Berros aae aa a
primeira cacelada, provocando asura o drxeetsad*.
que era camarista -upplente, e qae foi agora ree-
leito juiz de paz. .2)
Foi-lhe mais pergeniado perqae sabia de lad<.
islo.
Responden qae sabia, porque tambem era cama-
rista, qae por nao fazer coro coa os eaire* esa Car-
los arranjos dos negocios da cmara se retirara; qae
condeca os membros da janla porque o e\cleiram
da qualilicacao deste anuo, apezar de reclamar, e
qoe conhecia os membros da mesa perqae eram as
nesmos humen*! !
F'oi-lhe mais pergentadn o qae sabia riet.es ar-
ranjos da cmara, que lano o dcsgost.ram a pool..
de su assistir a Ires sessoet, pelo que vira e tam-
bera .'
Bespondeu que antes dissoj sabia qae a preti-
dente d* cmara Ferr.z de Azevedo imita mandato
habilitar n supplenle Antonio Cnereaca 4e Alh i-
querque Coelho para arrematar e contrato do nata-
gue para elle presidente da cmara, segando Ihe af-
lirmaram o proprio fiador, o majar Jote (.ornes da
Silva, dizeodo qae, comqa.nto Antnam l.uureoi..
nada liveste, qaem Ihe respond* pela lianr* era "o
presidente da cmara, o qoal se havia rripaanbiu
sado, e qoe elle fi.dor aataB, que Aatemo l.oareac.
entreva nesse negocio como Plalos no Credo. Itrsoe
'.,' Eserevi este pequeo rtica quaatsa li aae
escripto ; deixou de ser publicado por falla de par-
lador, e pela distancia : boje lamente Ja' espantar
am marta !
1 Allendam. leilores.e ajoi/em o que Bao lariaot
esses homens inlercssadns na propria rao*, par*
reelegtr-se.semapoio pul.lie, e prolecidos pola tor-
ca publica, e feii joizes em c.o ornea delles. e
qualihque o publico essa eteirio d< mes* e des bava-
nela-,
2 Eis aqai de qaem se eoatpeaha e se ceaapt'e a
cmara, '
Ihe o mancebo. Elle linha adormecido sobre a ca-
deira onde arhei-o agora.
Depois diriuindo-se .i Gasln ditse-lhe:
Vmc. pode gab.r-sede ter-me eilo grande
susto.
E sem permillir-lhe que locasse a' pona de seos
rJedei despedia-o com om gesto, e dea as costas. Esle
incidente aftigentou o somno da donzella ; por sso
foi a primeia que levantoa-se no dia secointe de-
pois de ter procurado de balde ero seu leilo virginal
um repouso que nao devia mais adiar, yoanlo i
loa nninlia, approveitiira bem o fim da noile, e esla-
va emseo posto i hora ordinaria.
Vejs, senhora, disse ella ama, que moeda de
vinle sidos me deu o senhor I,asido pelo trabalbn
de reconduz-lo ; parece cobre.
lie orna moda de ouro disse Branca eslre-
meeendo ; sem duvida e senhor (oslan, qae eslava 1
meio adormecido, julgnu dar-te uma moeda de vin-
le sidos.
lie preciso que eu lli'a rcsdlua, disse criada,
adiando mu natural a interpretaran de-ua ama.
pois nao admilti.i que se podesae pasar 13o caro um
servido tao leve.
Eu me encarregarci de re.liluila, minha boa
Joanninha, c ate aqai doos fraacoi j pois nao he
justo que percas tua recompensa.
Mas, replicn a cruda, o Sr. liaslo smenle
jnlgoo dar-me vinle sidos.
Pois ficaio vinte sidos para li.
Obrigada, senhora. disse Joanninha muilo ale-'
pre ; comprare! nm Bjni;0 ^,r |ei,ia-me ha mais de
mo das. I lei de chama-la o lenco de minha ama
e doSr. (-asan.
lie intil, minha lillia. lornon Branca, podes '
compiar o ieneii ; mas mo |bc del nome.
II verdade,seaoora, que lelicara a minha
le quererdar a um leen noines de chrisi.ios |0I
dana, Icmbrar-me-hei sempre que elle me vem de
Venosa, e sera' o meu predilecto.
Durante o dia minias pessoas apresenlaram-se pp.r.
buscar novas das meninas depois .testa noile asilad*
Casino nao perdeu loo bo occasio : ma-. ficou sar-
prezo qnando vio a joven professor* vr ao r tn.
cotilrn, ira/en I lleuriquela pela rr.lo.
Senhor, diste-llie ella apresent.ndo-lhe a moe-
da do ouro. \ me. eslava lio adormecido honiem qua
sem reparar dea minha serva, a importancia 4*
seo alario de nm mer, cm pagamento de am peaue-
no servico. A bo. rapariga comprehendea ea ra
sano, e eslou encarreg.da te entrezar-lhe el* inoe
da de ouro. a qual sem davida \ me. lonoa mm
ama moeda de vinie sidos.
-- Mas, senhor*, respondeu .. mancebo cem em
b.raco, tssa rapariga lem meitn raleaste de miaa
iriiiaa, c eaqaiz recompensar seo zelo.
Ella esla' empregad* no meu seo fea %.oh,
e nao faz a' llcnriquel m.r> do que aS olr*. ai
cada familia a' n-naiii-en- i.se assim, ella vivera
brevemenle de suas rendas, M lic.ru privad* ,io
uma serva -c mra e liel.
Pronuncien estas ultimas pafcaaBj de nm oaami.
ra lie siiulicaliva, que mancebo nao rielo ea-^a
uar-sc sobre mi men, ao.e nao .ch.-.| ,.. *..
ponde-se recebeu a ,,.,|, lit .-,
e saudou-a -em proferir inait 1;,n, ,!.,.
.^"-??!lM i qneti.la Minazinha. di-r ek
nam,," l",,""'*n<'. o mgraln ; porque te
^E relirou-se cum os ollio- arrazade. de la^ri-
~Z.~ ""ff* li"!,e m""n mvea prole... ia.
com qoal ,,., li,,,,,,,,,,, q0f n,nhm4 ,,,
ene misad.. Matar, para que reprehenden ao mm
pobre bsala .' Vmr. o f./ rhnrar I
lonq.....ha, disse Branca prrloih-d*. lea n-
mao n.u dorm bem. e e-I.' rom os ..Iho. terme-
Ih.is re Irr-se d.-ilado mu larde.
~lB 1 Bar. laniboine'-la rom n olh..* sern.Hhns,
lernoa a di-apirdada menina, parece ame rh.^
ron.
F.sla .1..uda \ ai f.dear e deii i m, MBata
toiiilis enu'a" pira arrumar
A menina corren o ,rdm a Jo., eil. i.i. ..
para a > a 1-0 lentos.
( oenVatMi ..
MUTTL





fcMIO 6 PHBf.L'SiEt SABA O 4 OTU 3 BE 1856
mais que liabililaudo elle tetlemuntia e mais o
enla Mimiel dos Anjoi Altares (los Pratere para
arremrtarem a nova obra do assougue, o camarilla
Joao Florentino de ('mes Cavalcanli. interessoii com
elle teslemunlia e mais .1 referido lenle Alvsrea
dos Prazeres para que nao se oppozessem a arrema-
taba > ,la obra, a ponto de mandar a Kilippe Caval-
cauti adrede preparado para fazer a rrrematacflo em
favor do camarista, asi. n.-ir a elle Icslemunha urna
lettra de aesieuta mil res, e au lente l'razeres
onlra de cem mil ruis, que foram endossadas por
elle camarista tioes Cavalcanti, o qual toraoa conta
da obra e a est fazendo !
Pergaiitoa-lhe mais a elle Ip-lemnnlia. se 'te
contrato de sepos, a que elle lestemuoha se referia,
n \o pertencia ao coronel Tiburlino Pinto de Almei-
di, secretario e advogadoda cmara.
Kespandeu, que quando f ilion no Sr. Ferrar, re-
ferio-se a arrematadlo do aupo alrazado, que afinal
foi feita pelo flllio do coronel Tiburlino, e a do pas-
sado pelo irmao do qauro do mesino coronel Tibnr-
tino, que segundo Ihe disse Antonio Muuiz de Al-
roeida, sellara duas lettra de Irescoolose tantos sem
a-stsuatura algoma.
Foi-lhe m.iis pergunlado se sabia para que eram
essas latirs sem asignaturas nem endosses, e que
Mmu/ ira sellar.
Respondeu que ouvira dizer que era para esses
erranjns da arrematado ilo asioogue, que o irmao
de leu ge uro arremata va sern nada possuir !
Foi-lhe nnii perguulado se sabia quando. como,
e onde se tiulia foroiado a mena parocliial.
Kespondeu que..... sabia quaudo, nem como, nem
onde, piirqoe no dia 14 fui que vio apreseotar-tena
isi-eja treseleitorea e om que nem sopplenle lie, o
Sr. Heriuoseues tioncalvrs l,ima, dizeodo o juiz de
paz que a mesa e(ava formada e approvada pelo
Em. prsiJeule da provincia, a cuja aatoridade to-
loi se raluam, sendo p "coi sabido, que nenbum
elailor o supplente, alm dos mesarios,lomou parte
M contrtce des >"a adrede preparada para mw
liu, qila vevaram a efleilo.
Foi-lli* mais pargunlado se a forca ja eslava all
desde odia II, ou se fora reqonilada no dia 15, em
virlode jdo argumento que o supplicante uvera com
jola d pat isni supplicante ditata algum desa-
cato comoja de paz e presidente da mesa nao be
nuda.
Rjpoidru que desde o dia 7 havia forja all do
sobdelegido do segundo disiriclo. a qual forra che-
gara ua tarde daquebe dia 7, que a (oreja do dele-
gado sopetele all eslava desde a manliaa do dia
II, que ol juiz da paz declarara uo dia 15 pela ma-
nliaa qnejl havia fazer a eleirilo forja d'armas, que
nao eslava prseme quando se mandou ao luppli-
caule sabir de junto da mesa, porque nao era vo-
lante, qoe ouvira dizer a lodos que o supplicante dis-
aora quejdjoiz de paz respeilassa a lei, porque sem
a lei ella! nao era presideule da mesa e nem nada.
Dlue inai- que sendo all volante foi-ieaproximan-
do a me a com ootros e della forana empellidos para
nano da lileira doa soldados.
K maii nao dlsse e nem Iho foi pergunlado, e de-
pon de I ka ter lido o aeu depoimento e o achar con-
forme ajo I que llnha jorado, assignou com o juiz, o
suppiicaht Dr. Pedro Bezerra Pereira de Arauio
Belt.au. I
Kn Feln Cavatcaoli de Albaquarque Mello escri-
vJo, o mcrevi.Barros Pimenlel.Mermes Plinio
do Borl>a (Javaleanli.Podro Bezerra Pereira de A-
rnojo Bell lo.
t&ommwo.
CAMBIOS.
gobre Uares, 27 l| a UOd. e27 3f8 a 60.
Pa 'is, 350 a 355 rs. por fr.
Li boa, 98 a 100 por *; de premio.
Kio de Janeiro, 1|2 a I por Otn a 15 e 30 dias.
Accfie* do Banco. 60 a 70 0|0 de premio.
a companhia de Beberibe 5*9000.
.i n rompaakia l'craambucana ao par.
I tilidad Publica, 30 purcentode premio.
lndemnisadora. 52 dem.
da estrada de ferro 20 por Oinde premio,
de lettra,, de 7 a 7 1i2 por Onj.
anco7 a 8 por Ojo.
(>uro. Jocas bespanholas. 28 28S500
Moedat de 6*00 velhas .... 165000
6iO0 novas .... I65OOO
*.......99000
Prala. I alarnes brasileiros......29000
Pesos columnarirs...... -ftOOO
mejicanos......" 15860
llisCHIlUl
Dito do
Keujii
Idtin
do
aLFANI)B(A.
lo do dia 1 a 2. ,
dia 3 .
28:7259707
21 189751
50:571*158
1 ca
I di
L. A.
DESP.vCIIDS DE BXPORTACAO Ptsi.A MESA
DO CON SI I. mo DESTA CID.VDE NO DIA
3 fcOl TUBKO DE 1856.
LisboaBarca porlngueza a Flor de S. Simio, Cnr-
valhu !>c Irmao*, 27 cascos mel.
Exoortacao .
Lisboa, brigne porluguez ((Experiencia, de 219
Meladas, coiiduzio o seguinle : 345 caicos niel
60 pipas agurdente, 3.300 pontas de boi, US saceos
farinha de mandioca, 100 couros salgados, 105 dito,
espichados, I caitg, ,locei 700 mejo, d6 vaque(d .,
barr.qumliase 673 saceos com 32,365 arrobas e 16 lI
bras de assucar.
KBCEBEDOHIA DE RENDAS INTERNAS GE-
KAES DE PERNAMBUCO.
(dem do da .1........ 9*81606
2:389;',) t
... 9?SDLAD0 provincial"
Kendimentododia I a2 .... 1:3989178
dem dn d' 1....... 5:3559112
6:7539920
ZRototmmto 8?> porto*
.Vdtxm entrado' no dia 3.
Ierra Nova10 ds, brigue ingrez Dante, de 176
toneladas. Capillo tf. Breakridge, equipagem 12, [
carga 2,110 barricas com bacalbo ; a Jobnston
Paler & Companhia. Perlcnce a (irenock.
Babia10 dias, sumaca brasileira Nova Minerva,
de 81 tonelada, mestre Felicissimo Corrcia (Joa
dros, equipagem S, carga caf e mais gneros a
Domingos Alves Matbeos. Perlence a Bahia.
Naeito tahidoi no metmo dia.
Philadelpliia pela ColinguibaPatacho americano
Scotia, capilao E. rorsytb, carga assocar e cou-
ros.
Rio Grande do NorteLancha brasileira Feliz das
Ondas, mestre Bernardo Jos da Cosa, aro las-
tro.
Suspenden do lameiran e segnio o seu destinoVa-
por de guerra inglez Virago, comroandanle
llaggard.
Rio de Janeiro e porloa intermediosVapor brasilei-
ro Imperador, commandante o.- lente Jos
Leopoldo de Noronha Torrezao. Passageiros des-
la provincia, Joao Miguel de Oliveira Btzardo e 2
escravo. I). Anna Arcioli Ltns Wanderlev e 2 es-
cravos. Jernimo Jos Vieira de Araujo e"2 ecra-
vos. Joao Jos Salsona e 1 lilha, Diogo Burnel,
JoSo Nepomuceno Ferraira, Fortunato Guedes de
Gouvea, o chefe de divisAo Joao Mara Wandel-
cok, sua senhora e 3 criados, Joao da Rocha San-
tos Jnior, Jos Joaqom de Lima, Antonio Jos
Duarte da Silva Braga, Francisco Maria Bilan-
courl, padre Pedro Jos Caldas da Silva e I escra-
vo, Manoel Joaquim da Silva Leio, Raymundo
Teizeira Belfort Bozo, Agostinho Jos da Costa
Sires, Franciseo de Souza Mello Nelto. Filippe da
Conha Lima Jnior, Manoel Pereira Camello,
Joao Xavier Faustino Ramos, Girardot, Madama
(iirarl.it, Antonio Francisco, padre Joaquim de
Assumpr.ao Saldanha, o escravo Joo.remetlido ao
chefe de policia da Bahia.
de
m(tt&.
Descarreiam boje i de onlubro.
Brigue Inglezlidferro e carvao.
Brigue dinamarquezBoomeranygigoa de louca.
Barca 1 gle/.iGardynemercadorias.
Barca i iglezaLindaierro e carvao.
Brigue inglezDantebacalhn.
Brigue icudj inglezhuopem.rr.rilori.i..
IMfORTA.gAO
Vapir ingle/. Avon, viodo dos porlos da Eu-
ropa consignado a aganoia manifestou o seguinle :
xa joias ; a F. Souvage 4 C.
a ditas, 2 dilas fn/.endas, 1 dita amostras ;
deSiqueira.
1 dia ditas, Sdilas amostras ; Southall Mullor
&c
2 di as dila.'l dita relogios.Je dita amostras ; a
Rabo i chamiliait & C.
1 dita relogios ; a FranciscoJGomes de Uliveira
f.olio.
1 ei ibrullio amostras ; Joaquim Cardozo Ay-
res.
2 d tos dita ; N. O. Bieber.
3 d los ilna ; a Fox KrThers 0. C.
2 ni xas amostras; aviuva Amorim & C.
1 ei nbrullio peridicos; a Bastos c Lctnos.
1 d lo dito ; a Russell Mollor & C.
1 d todito, 1 embrullio amostras ; Patn Nash
C
2 ciixas amostras, 1 ombiulho dita?. 10 barris ;
a Ada mesn Howic & 0.
1 dilas biclias, 2 embrullios amostras; C. J.
Asilei & C.
I e obrullio amostras ; a.l. Crabtree &. C.
10 cixas e 1 cmbruDio peridicos, 1 cmbrullio
ainosl -as ; a J. keller A C.
II mlirullioamosira>; a Roslron Rookcr & C.
1 1 aixa amostras ; aFeidel Pinto &. C.
.'> (ilasc 1 cmbrulho ditas ; aTimiti Momsen Vi-
uassa .V C.
1 (11.1 amostras ; aClirisliani.
1 (iti ditas ; a French Cnsul.
I ita ditas; a J.R. Coelbo.
1 ila ditas ; Scbapheillin A. C.
i < ila diias ; a Burle Sou^a & C.
1 lita dita; emesse #C-
1 laixa amostras ; aj. P. Adour& C.
3< tas dita ; a l^eronte Faron & C.
1 1 ita dita ; aM. da B, Brrelo.
4 dilas e 1 embrulho amostras;a H. lirunn
&C.
1 a nbrullio amostras a Manoel'Goncalves da
Silva.
t (ilodilas ; a Ferreira & Matlicus.
2 di ios ditas ; a Henry Gibson.
2 cimas biriai; aordtm.
ejmbnilho amostras ; alsaac. Curio.
fRriguo ifglez Pnomeranyn, viudo de.I,i-
rPJj[>.^85nad(> a Satiidars Brothers &
Manoel Joaquim da Silva Ribeiro, fiscal da fregue-
zia de S. Antonio do lermo desla cidade do Re-
cita ele. ele.
Faz scionle a lodos os donos de eslabecimenlos de
portas aberlas e de qualquer nalureza que sejam, ar-
tistas de qoaesquer oflicios, acristAes de igreja, etc.
qne as posturas addicionaes de 20 de novembro do
anuo p. p. eniao em seu perfeito vigor, e que na for-
ma do art. 5. S 1 c 2- das referidas posturas, deve-
rao todas as|maohaas, ale s 7 horas, mandar varrer
as (estadas de seus eslahelecimenlos e oicinas, alo o
mcio da ra, se do lado opposto houver igual obriga-
gto, alias toda a largora della, Tazando conduzir o
lixo, e varrendu-os p^ra os lugares designados, e ir-
rigar nos dias de sol as mesmas testadas, immediala-
raenle que forem varridas : ludo sob pena de sof-
frerem a mulla de 5gll00 rs., e o duplo na reinci-
dencia.
E para que sejam dilas posturas fielmente observa-
das, lavrei ainda por esta vez, o prsenle, para assim
chamar a altcnrao de lodos a quem ella se refere.
Fisralisarao da rreguezia de S. Antonio i.- de ou-
lubro de 1856.0 fiscal,
Manoel Joaquim da Silva Ribeiro.
Olllm. Sr. inspector da thesouraria pro-
vincial, em cumprimento da ordem do Exm.
Sr. presidente da provincia de 26 de setem-
bro prximo lindo, manda fazer publico que
no dia 23 do corrente, perante a junta da
lazenda Ua mesan thesouraria. se ha de ar-
rematar, a quem por menos fizer, os repa-
ros da ponte de Piauvra, avahados em
1:804/.
A arrematarlo sera' foila na forma da lei
provincial n. 3i3 de l"> de maio do 1851, e
sb as clausulas especiaos baixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arre-
maUcao compareqam na sala das sesses da
mesma junta no dia cima declarado pelo
meio-dia, competentemente habilitadas.
F, para constar se mandou alsar o pre-
sente c publicar pelo Diario
Secretaria du thesouraria provincial de
Pernamhuco, 3 deoutubro de 1856. Ose-
cretario. A, F. d'Annuuciar;ao.
Clausulas especiaos para a arrematarlo.
1. Os trahalhos da ponte de Pirauyra se-
rio feitos do couformidade com o ornamen-
to approvado pela directora em consclho o
apresentado ao l.xm. Sr. presidente da pro-
vincia na importancia de i:80iy.
!. As obras priDcipiaro no prazo de um
mez, e findarSo no de tres mezes, ambos
contados do conl'ormidade com o artigo 31
da lei provincial n. 286.
3. O pagamento da importancia da arre-
matarlo realisar-se-ha na forma do artigo
39 da mesma lei provincial n. 286.
4. O arrematante durante a execugo das
obras proporcionar transito ao publico.
5. Para tudo o miis que nao estiver de-
terminado nas presentes clausulas nem no
ornamento, seguir-se ha o que dispde a res-
peito a lei provincial n 286.
Conforme. O secretario, A. F. d'Annnn-
cia^So.
de
do

171
(1.1o,
i a n i festn
fardos.
'> dita
barril :a %ihrr
gigoa louca
ga i 09 COII8
30 i ai xas 6 2 fa
a Bar oca & Castro.
10 larricas ferragens, 10 pecas de ierro ;
I Halliday.
SV < aixas e 20 fardos lazendas de algodau
""ell ditos ditas de linho, 2 ditas dita=
10 o algodo, 1 caixa rendas. 3 ditas
, 1 fardo l'a/ci das de laa, 1 dito objoc-
cscriptorio ; a Southall Mellor < C.
I larris manteiga ; a Tasso & Irmo.
isa ohjeclos de escriplorio ; ao cnsul
'Inidos.
ndaMaValgodSo;
""'
Idit
de lin
lengo
tos de
50
i a
dos I.
15,
a Ada
15 ckM nfzendiis "ra algodSo ; I dita e
9 gibos lotiga ; a N. O. Bieber & t:.
1 l|. tonelada Je arcos de Ierro; a liur
lo & S tusa
gps garrafas a II. Gibson.
xbs lazendas do linho, 17 caixas c 19
ditas dealgodfla, 2 caixas linhas a
tAlircu.
i pa ole livros, 1 arado ; a C. J. Astley &
ICO la lis harrilha, 1 caixa e 20 fardos la-
zendas dt al^odao ; a ordem.
ji celin Iros com > rodas; a S. P. Johnston
60 g
2ca
lardos
A-Cd
Rendim mi
dem d > d
Rend
dem
d
OUBLAIKJ GKRAL.
do da 1 a 2.....
I.......
3(99080
STriO
1168500
CIVERSAS PROVINCIAS.
o do dia 1 a 2..... 1119180
'........ 1089191
219*671
Tribunal do commercio.
Pela secretaria do Tribunal do Commercio o.
Pernamhuco se faz publico, que em data de hon
lem foi de novo matriculado no racimo tribunal, n
qualidade de corrector geral' desla orara, o Sr. Johi
Ciatis, cida.lio brasileiro naturalisadu. Secretari
3 de ouluhro de 1858.Dinamerico Augusto *
Reg Rangel, oflicial-maior interino.
O fiscal da freguezia de Sanio Antonio scienli-
lica aos senhores donos de obras em etercicio na mes-
ma freguezia, que de conformidad* com o que dis-
poe o art. 5 do ni. 7 das pastoras mooicipaes de :I0
de junho de 1819, averio ter luz que alumie sulli-
cientemenle o lugar nas noiles de escuro, sob pena
de soffrerem a multa estabelecida pelo cilado arti-
go.O fiscal, Manoel Joaquim da Silva Ribeiro
ADVERTENCIA.
O procurador da cmara municipal do Recite, avi-
sa a lodos os seohores donos de carros de aloguel, car-
rocas e nulros vehculos de cutiluro, que o prazo
marcado para o pagaroenlo do imposto dos mencio-
nados vehicnlos linda-se no ultimo do corrente mez
de onlubro ; incorrendo na molta de 50 por ceulo
quelles que deiterem de vir uo dito prazo.
O Illm. Sr. rapite do porto, cumprindo
aviso circular da reparlirao da marinba do 1
do Exm. Sr. presidente da provincia v.
do corrente mez, manda dar publicidade
""es juntas a esta, de varios avisos, nos
incia-seaos navegantes o eslabelecimcn-
ros pliames nas ilhas Baleares, no Medi-
no Mar Negro, Estados-Unidos, Gol-
8 na entrada do Tamisa.
torio de Pernambuco 26 de selem-
secrelario Alexandre Rodrigues
TRADDCCA'O.
Aviso aos navegantes
N. 17.
, ENTRADA PARA OTA-
MISA.
lunllcei Easi Swin.
________ Trinity Houseem Landres
lia (eaVaflPnlico, que o pliarol de Estaca
'memento levantado prximo a borda do S. r
do baixo do Gunlleet, em frente cosa de Essos
no Swin de leste prximo a cidrada do Diamisa,
acba-se actualmente promplo.
Urna luz revolvenie de cor encarnada ser
collncada depois da larde do primeiro dia de
prximo, mostrando nina face escarale cada
minuto. Estar rollocada em urna altura de ,
ps cima do nivel medio do mar, e deve ver-sc
doconvs de um navio no estado ordinario da at-
mosphera, om distancia do sele a oilo militas.
A rasa do pliarol lio do una conslrucc.o de fer-
ro om seis lados ou faces, sustentada sobre pilares
ou pernas, que se at liam bragadas diagonalmciitc.
Tudo se arlia pintado de eseariaie. Esi enllocada
com as soguiules demaraages : Igreja deClackton
N. U. 1|2 O.; torre de Naze om VVallon N. 1|1N.
E : casa de pharol alto de Harwich N. 4.a V. E.l;
pharol na ambarcafao a pique E. 3|1 S. F. 4 I|2
millias.
No mesino dia serio etlinclas as lu/.es, que
presen teniente apparercm de bordo da embarcaco
pliarol no l.unlleet ; as balas no tope dos maslrus
sero arreadas, c a embarcarlo brevemenle sera
removida. Igualmenie a balisa que lica um pou-
co para o oeste da nova casa do pharol sei|re-
rada.
Roga-se aos capilaes de navios, pilotos e'eoutros
navegantes, que tenliam todo o cuidado ni nao
se approximareio casa do pliarol mais de um
quarto de milha, nem em circunislancia alguma
leniar passar para o norte delle.
Todos as demarcacocs sao magnticas Va-
riasao 21o 15' O. cm 1856, diminuindo 6' an-
nualmenle.
Por ordem de Ss. senhorias.
Assignado. John Washington, ttydrographo.
Reparlirao hydrographica do altuiranlado. Lon-
dres 17 de abril do 1856.
Kste aviso affecia os seguiutes mappas do al-
miraniado.Cana' de Inglaterra II. 1, n. 1598 ;
proximidades de Harwich n. 2052 ; geral do mar
do Norte e folha 1, ns. 2339, H06; cosa de les-
ic de Inglaterra, folha 2, n. 1610; Tamisa fo-
lha I, n. 1975, e igualmente alista dospharoos
britnicos (ed. 1856; n. 69.
TRADUCCAO'.
Aviso aos navegantes.
N. J4.
GOLPHO DE ATHENAS.
Pliarol lixo sobre Lipso-Kulala.
O governo da Grecia acaba de fazer publico que
desde o dia 13 de marro de 1856 se ochar csla-
belecido um pharol na extremidad de leste da Ilha
Ji Lipso-Kulala, (anc Psytialoia ) em frenle a
irada do Pono rako, ou Peincus nogolpho
Alhenas.
A luz be brilhanle c fixa. Est rollo, a da cm
urna altura de ISi pes cima do termo medio do
nivel do mar, e deve ser visivel em lempos ordi-
narios em urna distancia de 10 milhas. A ma-
china Iluminadora he una lente da sexta ordem.
A lorre do pharol he circular, de podra, e de
10 ps de altura da sua base ; acba-se collonada
-a altara summa do cabo, na laiutude 37 56'
3" N. longitudc 23 35' 56" a lesio de Gre-
nwich. approximadamentc.
BJsle pharol serve de guia para o ancoradouro
e Salamis, ou Koltiri, e igualmente para a ba-
ia dePeira'us.
O pharol ou luz temporaria que al boje tera
estado rollocada na lorre lirme prximo ao tmulo
Tcmisiocles, nao apparecer mais.
Por ordem de Ss. senhorias.
Assignado, John Washington, hydrographo.
Reparlicao hydrographica do almiranlado.
Londres 7 do marco de 1856.
Este aviso anecia os seguinies mappas do almi-
rantado : Mediterrneo n. 2158 ; Archipelago ge-
ral n. 1650 folha I n. 1651 folha 2, n. 1652;
Bahia de Salamis n. 1513, ou Peiroeus, n.
1520; e igualmente a lisia dos pharocs do
Mediterrneo ns. 154 c 157.
TRADCCA'O.
Aviso aos navegantes,
N. 15.
MAR SEGRO.
Pharol de luz fixa em Cabo Shablah.
O governo turco acaba de fazer publico, que,
no dia I. de fevereiro de lS56cstabeleceu-3e una
luz na torre de Ralisa do Cabo Shablah, na rosta
da Bulgaria, pouco mais ou menos 30 milhas ao
nordeste de Varna no Mar Negro.
Diz-se que a luz he fixa e brilhanle. Est col-
locada em urna altura de 120 ps cima do nivel
do mar, e em lempo claro deve-se ver do convs
de um navio na distancia de 16 milhas pouco mais
ou menos. A lorre do pharol esl na lal. do 43
33' 30" N. longil. 28 3S' 4o" a E. de Gre-
enwich approximadamenic.
Fique scienie o navegante, que, no mez de de-
zombro de 185-2 Ireze emuarcacoes destinadas de
Odessa para Varna encalharam prximo oo Cabo
Shablah, e em marco de 1858 mais seis euibaoa-
ces deram costa entro Shablah e .Mngale, (pe-
quea cidade que lira 16 milhas ao nono ) quan-
do seguiam da Crimea para Varna.
Como estes naufragios talvcz tivesscm tido lugar
por causa de alguma corrente que houvessc para
o oeste ou noroeste, oscapitaa de otobarcaces de-
vem navegar com cuidado por motivo de tal oc-
currencia.
Devein lembrar-se igualmente que os pharoes
na costa da Turqua nao sao ceos, e naa nave-
garan com demasiada conbanca, na esperanca de
ver o pharol no Cabo Shablah.
Variac.ao 7 O. em 1856.
Por ordem de Ss. senhorias.
Assignado, John Washington, hydrographo.
RepaniQo hydrographica do almirantado. Lon-
dres 10 de marco de 1856.
Este aviso affecta os seguinlee mappas do Al-
mirantado : Mediterrneo n. 2158 ; Mar Negro
geral n. 2214, e folhas I c 2 ns. 2230 e 2231.
Igualmente a lista dos pharoes do Mediterrneo n.
172 A.
TRADUCCAO.
DIRECTORA HY'UROGRAPIIICA.
Aviso aos navegnutes
Pharoes das costas de Hespanha, Mar .Wditerra-
neo (Ilhas Baleares.)
O ministerio da marinha remotteu a esla direc-
tora o seguinle aviso recebido do de Fomento.
Pharol da Ilha dos Entornados, entre Ibiza e For-
mentera.
O corpa dos engenbeiros de estradas, carnes e
porlos acaba de declarar concluido o dilo pharol,
eslabelecido na pequea Ilha dos En forrados, si-
tuada na proximidad.- dos Freos de Ibiza e For-
mentera. Seu machinismo he catadioptrico, da
sexta ordem, do luz fixa e natural, elevado 22 m.
778 (81'77ps) sobre o nivel do mar, o visivel
em boas circunstancias, a dez milhas de distan-
cia. Estar aceso lodas as noiles sem interrupcao
desdo o 1. de maio prximo futuro.
Lattlude 38 48' 42" norte.
Longitude 7" 41' 2" E. do observatorio de ma-
rinha de S. Fernando.
0 objecto principal desle pliarol be para manar
o passo ou Freo Grande, que he o mais limpo c
praticavel para toda i qualidade dc-emi-j:cacoes.
Tcm pouco menos de una aX&r de largura, com
um fundo de nove brajas a moio canal, que di-
minue para seis em distancia de una amarra da
pona septentrional da Ilha do Espalmador, e a 4,
em distancia igual do meridional da Ilha dos En-
forcados. Para emliocar a passagem de noite vin-
do de leste, se procurar levar o pharol ao O. des-
de o momento que se aviste ; o quando se esteja a
unas tres ou quairo milhas da luz, se tomar o ru-
mo mais para o sul, alia de o tomar pela amura
de eslibordo, com o lim de prolongar o Freo, e
deixa-lo por aquella banda, continuando ao O. S.
O., al completar duas ou tres milhas, cm orno
caso se poder fazer a derrota que se quizar.
Para embocar do ()., se proceder de urna ma-
neira totalmente inversa, ou contraria, com o fim
de deixar o pharol por bombordo.
Nao se deve temar esla passagem de noite com
venios cscassos ou variaveis, para se nao ver na
(ntingenria de ter que fundoar nella, visto adiar-
se rheia de pedias. Os rumos sao magnticos.
Madrid 29 de marco da 1856.
Assignado.Joaquim 'ttiierrcz de Rubalcava.
. aca-
rc-
, E.
all
maio
meio
8
ILEGIVEL
3RAND
BAILE POPULAR
DE
menearas c phanlasia,
NO
PALACETE I)A RA l>A. PHAIA.
SIMADO \ M 01TIBR0.
Temi so logado o salao para .lillrreiitc- diveT-
tlmentos parlinilareii, nao he posaival dar-te mai.
baile-- elr anuo, pm- |>en lo ente o ulliroo, deve-
raei o mala concorrido, nimplamo e brilhanle;
os directora aproveilam a occatlio para OMolfeala-
rero son reconhecimento aos concurrentes, pelo
exemplar cnmporlamf nlo que letal apresen'.ado em
em diverlimenloa, o que sem duvida muilo cun-
correu para nelles reinar sempre a boa ordem e
harmona ; os billieles i-l.u..n a venda no edificio
do ilivi-rlimcnlo, o qual (lever principiar as9 ho-
ras, e lindar aa 1 da manliaa.
Vt>$4>0 %$Mlikt,V.
Para Lisboa pretende sabir com bre-
vidade a barca portuguezaFlor de S.
SimSo ; para carga e passageiros tra-
ta-se com Carvalho iv Irmao, na ra da
Briirrj, ou com o capitio, na piara do
Commercio.
Para a Bahia
pretende sesuir at o fim da presente semana a ve-
leira e bem conhecida sumaca oaeionil Hofleociaa,
lem a bordo doaa tercos do seu carre plo : (rala se com o seu con.iciialario Antonio |,oiz
oetliiveira Aievedo. roa da Cruz n. I.
Para u llio de Janeiro
pretende seguir at o lim da presente semina o ve-
leiro patacho nacional Amatonas, lem a bordo
dous lerdos de seu carrecamento : para o reslo e e-
cravos a frele, p^ra os quaf tem eiccllentes com-
modos, trala-se rom o seo ronsianalario Antonio
Luiz de Ohveira Aievedo, roa da Cruz n. 1.
*
I PEORAS PRECIOSAS. !
n
jjj Aderezo de brilhaalee, i
jr diamantes e perolas. pal- a
reiras, IflnaleS, brincos '~
* e rozelas, bolosi e aunis *'
t^ de differente soslos ede *
. diversas pedrat de valor. *
i i
9 Compram, vendem ou *
v Irocain prala, ouro, bri- *-
S Ibantes.diamanteaaparo- "
* las, e oulras quae.quer H
S joias de valor, a dinlieiro *
* ou por obras. a
?i'.* ? < .; ? -f ? ;?. *?; *
HOREIR DD1RTE.
I.6J4 DI (IUK1VE8
Ra do Cabuga' n. 7.
Recebera por to-
dos os vapores da Eu-
ropa ;is obras do mais
moderno rosto, tan-
to de Franca como
*.
.?.
.i
T
ai
*
*
i
:
*,
o;
-
a
OURO E PRATA- ,*
Aderemos completos de ?
ouro, meionditos, pulcei- .-ti
ras, allineles, brinco a *
rozelas, cordoe, trance- J
lins. rnedallias.correnlea ?
e eufeites para reloaio, e *
oulros minio objerlos de #
ouro. '^
Apparelhos completos, ?
de prata, para cha, lian- *
dejas, salvas, caslicacs, if,'
colheres de sopa edecba, *
a muitos un ir ns objeclos ^
de prala.
:*.< :#?*?**:: :;?;';
de Lisboa, asqu.aes se vendem por
pre^o eommodo como eostumam.
Ilesapparereu no da docftlrenip, do largo da
Itibcira, um quarlan rodado rom canaalha e um par
de cacuss, c lem um mal de bcsla na anca : quem
l'AKA A BAHA
rStfS "H,ci<"a! "Atl.enas chegado do liara-1 dalla soabar, oaira apparecer na roa"d,i'cabi.'!Tn"
"liao com metade do seu carregamenln para a Babia. 14, que se gralifiearaV n
pretende seguir com mulla brevidade : para o realo
trala-se com o seu consignatario, Antonio Luiz de
Oliveira Aievedo, rua da Crin n. I.
Cear e Acaracu'.
O biale Correja do Norte recebe carga p passa-
geiros : Irata-sc com I. .el mu Cjriaco da C. M., na
rua da Cadeia do rtecife n. .
Aracatv.
t/
O biale aEalacfloa segu nestes dias; para o res-
to da carga e passngciro., Irata-se com Caelano Cv-
riico daC M., na rua da Cadeia do Recife n. 2.
PARAOUIO DE JANEIRO.
Prolcnde seguir dentro de poucos dias o bem
conhecido brigue nacionai Marianna, por ter gran-
de pane do seu carrogamento promplo : quem no
niesnio quier carregar enlcnda-se com Manoel Ig-
nacio de Oliveira ; na prar,a do Commercio escrip-
lorio ii. 6, ou com o capitao Jos da Cunha J-
nior.
Para o Uaranhflo segu no dia II do mez cor-
rele o patacho Sania Cra! para o reslo da caria
e passageiros, Irata-se com Caelano Cvriaco da C.
M., na rua da Cadeia do Kecife n. 2.
tdldti.
Leudes.
Henry Gibson fcra' leilao, por inter-
venrao do agente Oliveira, de grande e
variado sortimento de fazendas inglezas,
tadas proprias do mercado : segunda'-l'eira
(i do corrente, a's 10 horas da manliaa,
no seu armazem, rua da Cadeia do Ke-
ciie.
O agente Vieira da Silva, na rua da Madre de
leos n. 32, fai leihlo sabbedo, i do crranle, ao
meio da em ponto, de diversas obras de marcioeria
novas e usadas,:) pianos, sendo um em mao uso, 3
saccas com feijao, e mai objeclos que se acharem no
dilo armazem, que ludo sera' vendido a voutade do
comprador.
Os adn-inislradores da massa fallida de Joa-
quim Hililao Amaral farSo leilao, por inlervencjo
do agente Oliveira, do porcia de fazendas e miuie-
las na importancia de cerca rs. 1:6009, segundo as
avahacesdellas no res|. dosSrs. Isaac, Curio ^ Compauhia, em cujo arma-
zem os pretndanles ludo podero etamioar com
antecedencia : sabbado, 1 do corrente, ao meio dia
em ponto, no referido armazem dos Srs. Isaac, Cu-
rio ; Companhia, rua da Cruz.
T. de Aquino l'onscca Si Filho farao Icilo,
por inlervenrao do aSente Oliveira, de 145 barricas
de (amiba de trigo e 12 pipas de vinhode Lisboa,
assim como se vender.) por conta divena. :|7 barris
le vinho do l'orlo, de 1..". e 8 em pipa lerra-feira,
/ do correte, as 11 horas da manhaa, no armazem
do Sr. Aunes Jacome, defronle da porla da alfan-
dega.
O agente Itoija lora leilao, em sen armazem.
na rua do Collegio n. |.,, de varios escravos de am-
bos os sexos, consulindo em duas oplimas e.cravas,
mocas, coznheiras e eng.imujadelras, duai mualas
uebonilas luuras, peritas coslureiras e lahvrinlei-
T* Jffa""* mola''"''- < la annos, urna" negri-
nba de II annus, um iiiulecolc com principio de car-
pintera, varios scravuj mucos, propnos para todo
o servico, urna preta de meia idade, oplima quilan-
deira. a oulros minios que se acharau paleles no
rerendo armazem : boje, sabbado I de oulubro, as
II lloras cm poni.
O senle Borja, de ordem du Em. Sr. |)r. juiz
especial do commercio. Iranserio o leilo das di-
vidas penalcenles a massa fallida de Cruz A Go-
mes, para boje, 1 de onlubro, as II horas em pon-
to, no armazem do agente annuncianle. silo na rua
(lo Collegio n. 15. Nesssa mesma occa.iao ira' lam-
hem a lailla um relugio pra algiheira. perlenccnle
a iiias-a fallida de Manoel Joaquim Alves I'ilomba.
M>&0$ ;s?ir3>d.
Aluga-se o sitio denominado oOiteiro e do Re-
gada, cm Beberibe, no qual esta encravado o enge-
nho Coiiccirio, com boa casa de vivenda, estribarla
para dous cavallos, bom banho junto de casa, varias
frocleiras com lodos os commodos para bem se pas-
sar a Testa : quem o pretender, dina-se a prara da
Boa-Viila, casa u. 28, a tratar com .Manoel Elias de
Maura.
Machinas
sarjar ventosas
Na roa eslreita do Rosario n. 2, luja de harbeiro,
vendem-se os melhores ecsrnilicadores que lem vin-
5 Sata pwaiocl e de novo modcllo ; a"oa DEN-
I IMtlt.K do Dr. Fierra para conservacao dos deii-
les, eo mailo ellicaz remedio para dores dos mes-
mos, ludo por barato prero.
rvetes
lloje havera' sorveles no aterro da Boa-Vista D. 3,
das 6 horas as H, te nao ebuver.
l'recisa-se alugar urna ama forra uu captiva
a tralar na rua da Mocda, trapiche do CunhaA.
l'recisa-se de urna ama para o servico interno
eeiterno de uina casa de liomem viuvo, com pouca
familia ; na roa do Sebo n, 8.
Oabaixo assignado tendo de mandar
celebrar tima missa cantada a Nossa Senhora
do osario do niso da rua das Crazas, no
convento de San Francisco, domingo do
corrente pelas t horas da madrugada, con-
vida aos devotos da mesma Senhora que iiui-
zerem assistir a mesma missa, o podem fa-
zer.Francisco Maciel de Souza
Sabbado 1 do corrente surao arremata-
das, por ser a ultima praea, depois da au-
diencia da segunda vara do civel, e na sala
respectiva, as casas de ns. 54, .">, 58 o (8, si-
tas na rua de Motocolomb da pcvoaco dos
Afogados, a requerimeoto de PruseJcs da
Silva GusmSo, contra Manoel Coticalves Ser-
vina.
Precisa-so de urna criada para o servi-
co interno n estenio do urna casa de pouca
ramilla ; trala-se na rua de Aguas Verdes n.
2, segundo andar.
Previne se ao Illm. Sr. Iliesourclro das loteras
da provincia, que nao pague, endo que saiapremia-
do.o lullicte iiitciro numero 2060 da quarla parle da
6. lolena a favor da matriz da Boa-Vila,por ler si-
do perdido pelo seu legitimo dono abaiw assig-
uado.
Manorl Itodrigoes da Silva.
I'rerisa-se de um perito Iraballiador de nada-
ra : na rua Direita o. J'i.
SOCIEOADE THEAThAL RECREATIVA.
O secretario da coriimissao de convite-, lem a honra
de avisar.aos senhores socios, que dcveni al o dia 8
do corrente presentar s-ias propostas em caria Te-
chada : no aterro da Boa Vista o. :|K.
lla-se fazenda a lavar c enzommar, com conlie-
.ini-iilo ou fiador : na loja das portas, rua do Ooei-
mado n. ,')2.
Desappareceu no dia 7 de setemhro de 1856
om prelo por nome l.uiz, rrioalo, cozioheiro, com
idade peuco mais ou menos 2') aunos, estatura regu-
lar, bem parecido, eihr retinta, pos e mos bem fei-
tos, he bastante aperallado, e falla alcama conta o
idioma ingle/., Irm dous denles da frente do lado es-
qoerdo partidos, e o dedo iadei daaaao oaqaerda
inarliiir.nl.), e COQSla andar acoulado pelos arrali.ildes
Ir.tH cldede. roga-se as peanas qaeoapprehende em
lrvem-o a rua de Apollo n. :H>, arina/cm de Anto-
nio Alves Barbosa, aondo e paglrSo lo.|ns as ds-
peta*.
I ira m poder do Anlonio dos Santos Vieira o
hilhele n. 2:>l da loleril de matriz da Boa-Vista, o
qual perlence a Joaquim Kerreira da Silva Jnior.
AVISO AO Pl BUCO.
-No da 20 de lelembro fizamos orna reuniao em
nossa casa para tratar da crearao de urna sociedade
de soccorros. Comparecern! muilos cidadaos e con-
cordamos em crear a sociedade, que se denominasse
Sociedade popular de soccorros mutuos. .Na so-
ciedade nao se trata de politica, para o que se fez
um artigo que prohibe ejpressamcnle o lratar-e de
poltica, qualquer que seja a crenca. Moslraram lo-
dos buns desejos pois reconliercram de palpitante
necessidade urna lal medida. Foi pela maioria da
reaoiSu o..meada nina commlnSo para orgaolsar os
estatuios, que serao apre-enlados DO domingo, .'ido
oulubro, para entrar em davcuaaSo. a eominMSo
composla dos seguinle* Srs. : o acadmico Piulo
Pessoa, Dr. Barros, Romualdo Alves de Oliveira.
A reoniao esl autorisada pelo chefe de polica. Ka
rua da Peulia, segundo andar, casa do abaixoassig-
nado, das 8 horas do da domingo em dianle princi-
piara' a discussiln dan eslaluloi. Rogamos a quem
ella soriedade utili-ar, que comprela na raferida
casa. Esperamos em lodos os no-sos amigos em geral
e coohecidos. que nao dciiem de comparecer. Reci-
te 3 de oulubro de 1856.
Romualdo Alves de Oliveira.
lica enVpoder de Jos Anlonio de Paula Ma-
di;reira o bilhela n. 3965 da lotera da matriz da
Boa-Vista, perlencenleao Sr. Antonio de Paula Ma-
durara.
. O abaixo assignado, lendo perdido um meio
Lidete e um quarlo da quarla parle da setla lotera
a beneficio da malriz da Boa-Vista, sendo o meio bi-
Ihele de n. 3788, e o quarlo de n. 31188 : rnga
aos Srs. Ihesooreiro e cintelislas de nao pasarem se-
nao ao annuncianle qoalquer premio que saia em di-
tos l.ilhcies. Recife 3 de oulubro de 1856.
Manoel da Silva Villarinho.
Arrenda-se ou vende-se urna olaria grande
com dous Ionios de jolo e um de lellia e louca, casa
de vivenda, armazem e Ires viveiros, ludo "a mar-
gem do rio, assim como vende-se urna canoa de car-
rer para oilo pessoas, e mailo segara : qocm qui-
zcr dirija-se ao aterro da Boa- Vista, casa n. 8.
Pergunla-se ao Sr. Pimenlel & Companhia,
com loja de ourives na rua do Cabug n. 2 C. se o
seu annuncio chamando a negocio I liorna/ Garca
Montenegro se refere com o abaiio assignado, o mes-
mo apres.a-sc a derlarar que nada deve a pessoa al-
guma.Thomaz -arccz da Bocha Vaiconcellos Mon-
tenegro.
Publieacao litte-
rara.
Na linaria de Jos Hagoairi de Souza, fronlera
ao arco de Sanio Aiiloino. se acha a veuda a segun-
da edicrao do compendio de geographia do Illm. Sr.
l)r. I homaz Pompeo de Souza Braiil, publicada este
auno, consideravrlmenle augmentada. O compendio
doSr. Ilr. Pompeo hej' muilo conhecido: e a ado-
PCAo dclle no collegio do Pedro II, e em Iguos se-
minarios e Ivceos do imperio he urna prova irrefra-
gavel de sua importancia, c a malar recommeiidarao
que dclle se pode fazer ao piihlieo.
Prccisa-se d una ama de Inte, forra ou capti-
va : na rua das Trindietraa n. 7. segundo andar.
I recisa-se de um caixeira que lenha platica de
taberna, e quedo fiador de sua conducta : a tralar
na Boa-VlSU, roa da Solrdade n. II.
Alnga-sc urna esrrava para o servico domesti-
co : quem precisar dirija-se a rua das Croles n. 21,
segundo andar.
Precisa-sa de um peqoeno porluguez, do 19 a
l(i anuos, que lonha ba conduela, para caixeiro de
rua mi r,il,,;-.nr,i: na rua .la Cadeia do Kecife u. 16.
Ha dia 211 de setemhro do correte am,o fugio
da casa de Antonio Icronymo Lopes Vianoa o seu
mu iliu'i'i de nome Scverino, idade de 13 para I i
annos, cor clara, cabello carapinbo, nariz afilado,
olhose bocea regulares, lem principio de leilura
de ofllcio de alfaiale, inlilula-se Torro, sahio com
cal$a e camisa de algodozinho branco ; roga-se a
lodas as autoridades policiaes e pesso.s pnrlicalares
a captura delle, e o levein a casa de seu senhor, nos
Coelhos junio ao hospital de caridade, Ou defronte da
porla da allandega, armazem de l.oiz Anlonio Au-
nes Jacome, que sera' bem recompensado ; e pro-
lcsta-se contra qualquer pessoa que o liver acoulado
em sua casa.
. Precisa-se alugar urna casa de campo ou um
sitio perto da praca, nos lugares da Capunga, Sole-
dade. Manguinho ou Passagem da Magdalena, para
um estrangeiro com familia : quem liver queira di-
rigr-se a casa de James Crabtree & Companhia. roa
da Cruz n. 12.
Na rua do Oueimado n. 51, precisa-sc alagar
om prelo que possa carregar agua.
Desappareceu da porla.da taberna da rua Im-
ppcrial n. 3"), um c.ivallo alasilo caboclo, pequeo
sellado eenfreado : quem delle der noliria em for-
ma que se possa haver, ou leva-lo a dila taberna, re-
cebera de gralilicacao 10)000.
Aluga-se um sobrado de um andar e solao com
mullos bous commodos : na rua Imperial u. 31 a
enlender-se com Manoel Joaquim l-erreira Esleves-
-- Para urna casa de pooca familia, na Passagem
da Magdalena, e que consta nicamente de duas pes-
soas, se precisa de una criada parda ou prela, forra
ou captiva : dirija-se a rua de Apollo, armazem de
assucar n. 13, a tratar.
Neeeaaila-ta de um bom professor para ensinar
particularmente o portoguez c francez : a tralar na
rua do Vigario n. 23 A.
LOTERA da provincia.
ahilado \ do corren-
te, pelas 10 lloras da ma-
nila;., he a extraeco da
qiiart* ptrte da sexta lo-
tera da matriz da Boa-
Pista
P. 'i. hfnjmc.
I A HOMEOPATilA E 0
l CHOLERA.
? nico ti-atnmento preservativo c )?
' curativo do cliolera-morbus, W
f w PEM) DOUTOR 0
^SabinoOlegarioLudgeio Pinho. 5
Segunda edicrao. J
A benevolencia com qu foi aeolhda pe-
| lo publico a primeira ediecao desle opm- *
7 culo, csgolada no curto espacode dous me- J
ff ze- nos induzio a reimpressao' (#
K Cusi de c.da exemplar......lyitlil k
f Carleiras completas para o trala-
9 metilo do cholera e de muilas ou- 69)
Iras molestias, a..........80(000 S
Meias carleiras..........lhyHH) v?9
IQ Os me.lir.incnlossSo os melhores possiveis. (A
f. Consultorio central homcopalhico, roa S
W de Santo Amaro Mundo-Novo n. 6. (0
Claudio Dobeax raga aos Srs. tnignaole dos
omnibos, quequ.indo nao qoizercm continuar com
asassignatuias, se dignein de o parlicipar anlccipa-
(lmenle e por escri,Uo no escriplorio, alim de saber-
se quaes os tusares vagos ou a vagar, c poder-se
admillir oulros aigaaatei; e previne desde ja as
peatOM que deiiarem de fazer a conveniente parli-
iipanio, que lirarao sojeilas ao pasamento re.pecli-
vo, pois em conseqiicnci.i de lacs fallas muilas vezes
acontece nao se dar lagar a novos passageiros.
I.I.MMS DE MNIBUS.
OabaiXO assignado faz srienle que d'ora em dianle
llavera'em lodos os dial uleis um omoibol para Ca-
ehaaga', dous para Ohnda e seis para Apipucoi, cu-
jas .ahilas e vollaa se dir' no retpeclivo escriplorio.
Declaro igualmenlc que nao be permiltido rumareni
dentro dos mnibus, c que ns bnleeiros teem ordem
para mo andar, (oda cc ojoe alguem se uiio m-
jeitar a cssa coadl$So. E ouiro im participa, qn
nio bo man permillido andar alguem no lugar de
oulrcm, em ronsrquencia dos abosos que a tal res-
peilo algons lenhore n>e rommcltidu. Kecife I
de oulubro de IK'ili.Claudio |iolio\.
O aballo a-signado, morador na Soledadc na
rua de JoSo Kernindea Vieira n. 2. cura morphe,
radicalmente, areslins, herysipellas, dores rheumali-
cai, asthma, glndulas e alpereae, p compra eseravos
que lenha eisas mesmas moleliaseque ejam mocos.
Manoel llorges de Mtndonra.*
FUNDICA DE COBRE, BRON-
ZEFERRO^ TUBOS DE CHUM-
BO INTEIRICOS
E
Arma/ens dos ditos metaes
I1E
Josa Pedro Collares Jniiior
Sf Irinaos.
LARGO DO CONDE BAR AO
N. 5 A.
EM LISBOA.
Esle eslabelecimcnto leve o seu principio em
1809, fabricando simplesmente apparelhos para
distllacoo, sendo o sen fundador o Sr. Jos Pedro
Cellares, que o comecou com um so operario. En
1819 a as suas obras eram conhecidas e aprecia-
das no paiz e fora delle; e para poder satisfaz
as cncommendas que se Ihe faziam, foi mister ao
seu proprieiario eleva-lo a maior escala, de son
queem 1821 ja empregava 8 operarios. Na prc-
porjao que o crdito das suas manufacturas aut;-
meniava consideravelmenle o sen consumo, loi-
llio inJispcnsavel augmentar o pessoa I do cstabe-
lecimento ; de maneira queem 1827 contara 18
operarios. De 1834 a 1840, o numero desles
subi a AO. Com ludo em 1842 ja o local aje
que disptinha era asss escasso para conter os ar-
lislas indispensaveis para salisfazer aflluencia das
encommondas, e por esla razao concebeu a idea de
adquirir um oulro local apropriado s exigoncias,
o que conseguio no largo do Conde Barao, n. 3
A, fundando larvas o maior csiabelecimenio desle
genero no nosso paiz. Foi eniao que comecou a
fabricar machinas a vapor, c muilas oulras que
al aquella lempo se nao faziam entre mis, c era-
mos obrigados a importar do eslrangciro. Em
18i5 deu sociedade a seus dous prirneiros lilhos,
confiando a dreceo do seu cslalielecimenlo so
primeiro, o a admiuislrarao dos trahalhos de Da-
chinas a vapor ao segundo'. Em 1848 deu igual-
menlc sociedade ao seu lerceiro filho. A*sim per-
maneceu gyrando com a Brota de Jos Pedro
Collares & Filhospor espaco de seis annos, i o
fim dos quaes esleesiabelccimento se acbava elevado
ao dobro do-queera em 18**, sendo aquella prr-
gresso devido i perfeicao Solidez de suas niatui-
facturas, e maneira por q^c Iraiam e terminara
os seus negocios, tendo fabricado, nesle periodo,
grande numero de machinas de distillaco, bom-
bas, machinas a vapor, rodas hvdratilicas, tan-
ques, machinas para agricultura, e muilas oulras
obras de reconhecida ulldade.
Finalmente, no lim de 1850 deixou o Sr. Jos
Pedro Collares lodo o seu eslabelecimcnto, em que
empregava 50 operarios, aos seus prirneiros qua-
iro lilhos, que se constituirn! em sociedade, que
gyra actualmente com a firma de Jos Pedro
Col/ares Jnior & Irmaos os quaes, em no-
vembro de 1854, davam trabalho a mais de 140
operarios. Este ultimo e sensivel augmento que se
nota do principio de 1851 a novembro de 1854,
foi devido nao so aos imperiosos motivos cima
| expendidos, mas lambem grande baixa que li-
nliam podido fazer nos precos das suas manufactu-
ras, em consequencia dos aperfeicoamentos que ha-
viam inlroduzid.) no sjslema dos trabadlos, por
meio das milhores machinas o ferramcnlas al ;-
qualla poca conlicidas, que tinbam mandado' vir
de paizes eslrangeiros. Infelizmente, em 4 de no-
vembro de 1854. foi este eslabelecimcnto incendia-
do ; porcm gracas a algum auxilio do governo de
sua Magoslade Fidelissima, |e ao dos amigos dos
propietarios, acba-se hojeja reconstruido, e mon-
tado com taus machinas, que se pode assegurar ser
igual aos melliorcs de Franca e Inglaterra, posto
que relativamente em menores dimenscs ; mas
sempre para ampregar 500 operarios : podando cm
tal estado conseguir-se, a par da baixa dos precos
um augmento de perfoirao e crdito nas obras.
As suas machinas pa>a dislillar vinlios sao tan per-
fclas no seu fabrico c na combnacao de todas as
suas pecas, que podem garantir o obier com ellas
maorquantidade de alcooldo que se extrae com a
maior parte das machinas de qualquer oulro fa-
bricante ; chegando as suas a produzir mais 1 1|2
caada de agurdenle de 30 graos de Cartier, por
pipa de vinho, comparativamente aquellas ; o que
podem prevar com atleslados.
As ditas machinas de dislillacan continua, de
qualquer dos seus svstemas, produzem em urna s
operacao a agurdenle do 29 a 34 graos de Car-
tier. As machinas compostas, refrigerando "com
agua, podem dislillar as fezes do vinho e oulr.is
materias crassas; nenbuma das otaras o pode con-
ven ien le men le fazer.
Alm daqucllas machinas, fabricam-se todas as
obras que sccosiumam fazer de cobre bomlias pi-
ra acudir a incendios; machinas a vapor; ealdeiras
para as ditas ; prensas de parafuso ; dilas hidru-
licas ; dilas pata copiar cartas; tanques para agua-
da de navios : monlios para azeilona: dilos para
Irigo c descascar arroz; dilos para canna de assuor
machinas para corlar palha ; dilas para rctracar ;
racao de cavalgaduras; ditas de debulhar milho; i i-
tas para nevar; charras de ferro : sachadores; gra-
des para jancllas, varandas ejardns, por urna in-
finidade de variados modelos, canaps para dilo ;
aparadores para chapeus dechuva, e da cabera pro.
Mos para ornamento de salas d'enlrada ; lindas
foges de sala : ditos de cozinha ; bonito e variado
oriimcnio do Icilos a franceza, ludo de ferro ; e fi-
salmeolc lodosos objeclos (|ue se desejem d'a
(|iielle anigo lano de faoJicao como forjado. Tubos
de chumbo inleirir-os sem soldadura, proprios pa-
ra canalizacao de lquidos ou gaz ; cojos procos lie
impossivcl determinar, nao so pela mulliplieidada
como principalmente pela variedade com que sao
exigidos segundo o ^-osto e raaeassidade do com-
prador. Os proprielaros d'este estabcleciincnlo li-
songeain-se que os san ilicios e esfomos que ten
foito, para conservar e augmentar no paiz um estl -
beleciniento d'esij ordem. serao compensados com
a alllucncia no consumo das sua* manufacturas t-
nico meio de so poder sustentar u engrandecer.
O nomedes proprielarios, a maneira porque exe-
culam as suas obras, c cumprem os seus atustis
nao sao cstranhos maior parte dos Porluguezcii,
mesmo dos residentes fura ilo paiz. Por Unto,
esperen, continuar a merecer a mesma mnlianc
com que at boje tero sido honrados, e protegidos
com o favor das suas ordens, as quaes se esforea-
rao por executar o melhoi possival, oherecendo o
seu coniportamcnlo paasado como garanta do fu-
turo.
I As pessoas que desejaran ver a examinar os
idillorenies modelos, em estampa ,hs machin.v.
i apparelhos o mais objeclos cima mencionados, e
I fazer qualquer encominenda ao dito eniabeledmon-
to em Lisboa, podeni dirigir-ec neia cidada, a.
consejado porluguez, rila do Trapiche n. i, i..
andar, onde ludo ser patente, para mclhor .
ni ii- fanl escJareetBMMo.
r \i> niuci.
J* .'i armazem de fazendas baratas, rua do 5
Collegio n. S,
i g vende-se um complelo sortimento de fa- 1
* zendas linas e grossas, por mais barato K
Pres do 1"9 em ouira qualquer parte, K
tanto em porces como a retamo, aman- I
tando-se aos compradores um so proco fi
m para todos: esle esubelecimonio abrio-se 5
jf| de combinado com a maior parle das ra- 5
* sas commerciaes nglezas, franceza, alie- g
maos e suissas, para vender fazendas mais fi
em conta do que se tem vendido, e por isto |
ollerecem elle maiores vantagens do que f
_ outro qualquer; o proprieiario desie im- S
g porlante estabelecimento convida iodo. S
os seus patricios, e ao publico cm geral,
para que venham (a bem dos seus inte-
resses) comprar lazendas baratas: no ar -
mazem da rua do Collegio n. 2, deAn-
, Ionio Luiz dos Santos & Rolim.
Agradecimento.
Esta* cima de toda a expicssao a arar*
tidao que .levemos ao povo pernambiica-
iio, pela fjenei-osidadc com que nos lia
acolhido, sempre que havemos aporta-
do nesta bella c marjnilica cidade; sao
inundas as saudades que sentimos, sem-
pic que Icmos de dei\a-la. He preci-
so, porcm, nao abusar da sua nobre lios-
pitalidadc, e por isso vamos |>artr den-
tro em poucos dias, para a provincia do
Maranlio. Receba, pois, o povo pei-
na mbucano, as nossas saudosas despedi-
das, certo de que da nossa memoria ja-
mis se riscara' a lembranca dos lieneli-
cios pie Ihe devemos. Acredite na al-
ei;ao especial que liie volamos, e que
sera' para nos um dia de fclicidadr,
aquelle cm que de novo liouvermos de
pisar o lorrao que deixantos. Recife I
deoutubro de 1856.J. Robert.Dc-
veau\.
I uiio a 27 do corrente, Joaqoioa. qoa repre-
enta t anuo, iiar.m Cafance, siatura raaaiUr,
ilieia do corno, cor fula, feicaa groswa, lem urna
empinsem no rosto, peiloa paqueos e murch., .,1-
omas cieatrize nas coilas, lem um pe e peraa ra-.is
grniios de heryaipela ; levoo camisa de algoaaeti-
(ilin. om vestido de chita encarnada, oulro de aia-
ISo, panno prelo, lem sido oeeapada em servico da
enzinha, levo., urna caneca, e he de stippiW qoe m
oceupe em vender asna, qoaodo fose lem de caata-
me andar pelos arrabaldes deala praea : qealqarr
pessoa a podera" pecar e levar ao aeu senhor l).|S-
Campos, na roa da. Crazes n. 10, qoe recompensara.
C. STARR & COMPANHIA
respetosamente annuneiam que no seu ex-
tenso estabelecimento em Santo Amaro, con-
luiiuam a fabricar com a|maior pcrfctcSo r.
promptido, toda a qualidade de machinis-
mo para o uso da agricultura, navegaran v.
manufactura, e que para maior eoinmedo
de seus numerosos frcgue7es e do publico
em geral, tem aborto cm um dos grandes
armazens do Sr. Mosquita na rua do Bruna,
alraz do arsenal de marinli* um
DEPOSITO DE MACHINAS,
construidas no dito seu estabelecimento.
All acharao os comprodores um completo
sortimento de moendas do canna, com todo
os mellioramentos alguns dclles novos n
orginaes que a experiencia de muitos annos
lem mostrado a necessidade. Machinas de
vapor de baixa o alta pressao. USM do to-
do tamanlio, tanto batidas coaaM fundida,
carros de mo c ditos para conduzir formas
de assucar, machinas para moer mandioca,
piensas para dito, Tornos de ferro balido pa-
ra familia, arados de ferro da mais approva-
da construccao, fundos para alambiques,
crivos e portas para fornalhas, e urna inlini-
dade de obras de ferro, que sera cufadouli
enumerar. No mesmo deposito existe urna
pessoa intclligente e habilitada para receba
todas as cucommendas, etc., etc., que os n-
nunciantcs contando aom a capsridade de
suas ollicinas e machinismo, e pericia de
seus ofliciacs, se comprme ttem a Taier exe-
cutar com a maior presteza o perfetei., e
exacta conrormidade com os modellosou d.i-
senhos, c ingt.rucc.oas que Ihe forem Torne-
ados.
Rua Nova n. 18 lojaMe M. A. Caj fj t. con.
tinua sempre a ler um grande sortimento da abras
felai de alfaiale, lano superior, como mais infe-
rior, camisas francezai, brancas oda cores, da-
valas, colarinhoa.chapos francezes, dilas d* sol, de
seda c pannmho,suspensorios de borracha.meias para
senhoras, homens, meninos, fazendas para fazer -se
qualquer obra de cncommeoda com a maior presle-
z|e bom daaempenho, em lim qualquer pasma eme
vier a esla loja, tirar um fado completo e par pit-
eo mais eommodo do qoa em ouira qulqoer parle.
XAROPE
DO
BOSQUE
I .o Iraoiferido o deposito deste tarop para a bo-
tica de Jos da Cruz Sanios, na rua .Nova n. .'.;!'
garrafaa 59500, a meias 39000, senda farae loan
aquelle que nao for vendido nesle deposito, pato
que se faz o prsenle aviso.
IMPRTAME PARA 0 PIBLICO.
Para curade phlvsica em todnsosseus difiran-
les eraos, quer motivada por consliparAas, lasw,
asthma, pleuriz.escarros de sansoe, d'.'.r deeos-
ladosepeilo, palpilarSono eoracSn, coqaetecke-
hrnncbiie, dr ua (rcenla, e lodas aaaaaieslia:
dosorgos pulmonares.
IECHIISIO PARA EIM
IHO.
NA FUNDICAO DE FERRO DO BMC
NHEIRO DAVID W. BOVVMAN. *A
RUA DO BRUM, PASSANDO O llA
FARIZ,
ha sempre om grande snriimenlo dos seeainle* nh
jeelos de mechanismos proprios para enuenho-, a a-
ber : moendas e meias moendas da mais moderna
constroccao ; lai\as de ferro fundida e halid, da
superior qualidade e de lodosas lmannos; roda,
dentadas para agua ou animaes, de Indas as propor-
eoei; crivos e boceas de fornalliae regialras de kn-
eiro, acuilliocs.bronzes,paraluso-, ec.-ivilhOaa.aaoi-
nhos de mandioca, ele. ele
NA MESMA Fl'NDICA'O.
ic'c vcculam lodas as encommemlas rom a superior
ridade j conhecida ecom a devida presterae caan-
modidade em preco.
iAttenco!
v3
. m -i
^
<& Na rua do Trapiclic n. ."I, I,,,
O supeiioi rape l'nnce/.a do llrasil, $j6
S cliegado reeentem.nle do Rio de
i.:- Janeiro, em qualidade pouco dil- Q
:.; lere do de Lisboa, ao passo que t'3
...- I lista apenas I.SiOtl a l,l, ; a elle Q
X "lis que MSbe, pois nmis-.i O
ajp he pequea.
I rccisa-se de ofliciac. rte'alfaiale, a-im ron
(le urna pesana que Icol.., habilitar.*- para rollar :
na rua ,lo t.re|>o n. (i, ra.a do Keliv.
oca-se aoSr. acadmico ihomazl.arcia Sl.m-
e Rearo, de apparecer na rua do Catata! n. at t,
loja de ourives, a negocio.
I'rerit.i-se de orna ama que raziara diario de
una casa de pooca familia : na rua do Crespo o. ala
1 raneas H bolas do Banco do Brasil por m
ua correle nesta provincia, com deaeoolo : na roa
do Irapiche o. 10, secundo andar.
. I*rensa-sp de ama ama para casa (lo pouca fa-
milia : na rua das Irincbeir.is n. h, l.ja de larleru-
Riieiro.
l'recisa-se de don-, ama-adores qoe sejam Ba>
lito, e paga-ae bem aaraslaoala na nadara da lor-
ie do Mallos, i ii.i da llorn- n. 31.
Agencia los vapora (h umivaiilu.,
Franco Americana, lira liansUnili pan
a casa de l.a Trapielie n. M, desde o I- do rori Ha-ie qualquer quauliaa premio sobre penas,-
ii- de ouro piala : na ru. Vclha u. ,.
-



BiMIO SE PI|II1BC0 SiMiO OUTURBO fii IS&6
Massa adaman-
tina.
l'ran :sco Piolo Otario cliun.ba denles com a
\ .-t.l.i 1 \ta massa adamaoliua. e applica ven losa
pela ali ac;ao do ar : pode ser procurado confronte
ao Ros iri de Sanio Antonio n. 2.
__ p ecfsa-se alugar uma escrava que saib? coser,
lavar e etigoininar, para o servico de uma familia
ingleza : na rui do Trapiche Novo n. 10, em casa
de Palio tyMh & Companhia.
I DENTISTA FMCEZ.
*j5 I aulo Gaigooux, de volia de soa viigem ja
2 i I uropi, esta morando na ra Nova n.
?i? ti, pnmciro andar, uude pude ser procura- '
ejjj do i qualqurr hora. !
--P ecisa-se alugar (i prelos para armazem de
assucar : quem livor e quizer alugar, dirija-se ra
do .Veo lo, armazem n. ,10, que achara com quem
(ralar.
P de-seao lllm.Sr. I)r. Antonio Horges Leal,
qne qui ndo vier a esta prara haja de apparecer n.i
ruada >uz uo armazem francez n.27, a negocio de
sou iuti re-e e de urgencia.

i
ESTRADA D FERRO
do tfevife uo S. Francisco.
SEGUNDA CHAMADA.
Os i ireelures da cotnpanhia da estrada de ferro
ilu Rer le ao Sao Francisco, lem feito a segunda
chamai a (oo lereeira prestadlo) de duas libras es-
le Da* ou rs. 170777 sobre cada'accao na dila com-
I '.nina a qual deve ser paga al o dia 7 de ootubro
do 1851 oa Babia, na casa dos genitores S. Kaven-
porl (iregor i C., e em Pernamboco, uo escripiorio da
companhia, roa do Crespo.
O aceiouisla que nao roalisar o pagamento dentro
do termo indicado, podera' perder lodo direito s
accde.jsobre as quaes o dilo pagamento nao tiver ef-
l'ecluaio, c em lodo caso, lera" de pagar juros na
lazao fie cinco por cenlo ao auno, e de nao receber
loros ou dividendo da companhia, pelo lempo que
decorrer entre o dia indicado para o pagimenta e a
soa realisac,o.
Nenium anlo de transferencia pude ser registrado
depoiajdo da 8 do correle, antes do pagamento da
rhamide.
Por ordem dos directore,
N. /. "ERBKKR, Ihesoureiro.
Kecife i de selembro de 1856.
J. JANE, DENTISTA, S
eo itina a residir na roa Nova n. 19, primei- t)
rolaodar. at
Madama Routier, modista
franceza, ra Nova
ii. 58,
lem aj lioura da aunuociar ao publico que acaba de
receber um rico sin lmenlo de chapeos de seda e
He pa Iba para seohoras, ditos para meninas, boni-
tas (amisiuhas, tspaililhos, lucos de linhu, mao-
guilu >, ricas luvas de pellica e afeitad as para casa-
mento, um grande sortimenlo de bico de blonde,
ditos de seda largos e eslreilos, lindos veos para
noivas, ricos enfeiles de caber,-), um rico sortimenlo
desatas declina, ditas de algodao, ricos chapeos de
lulo)
ospital Porlu-
guez de Benefi-
cencia.
P r ordem do ll'm. Sr. presidente inleiino, con-
c. -se a junta administrativa do tnesoio bospial,
pan a sessto ordinaria, no domiogo, 5 do correnle,
as ) huras da mauhaa.O secretario,
M. E. de Souza Barbosa.
Precisa-se de um ou dous canoeiros, forros ou
i'.ipl vos para imprcgarem->e cm duas canoa de con-
llM r lijlos da Gamboa do Keliro, que sabe na ponle
da l*issagem |iara o Kecife : aquelles que se acha-
ren) nestas circouistaocias e se quizerem empreg.r
nes e servico.pur viigem ou por mez.pdem dirigir-
se ra larga do Horario, padaria n. 18, que achara
con i quem tratar.
l'recisa-se de um homem forro ou escravo pora
o si rvico iulerno de caa : quem esliver nestas cir-
cu i.-iam :as, dirija se a tratar na ra Nova u. 53.
A.os senhores so-
cerdotes.
Na igreja da Madre de Dos, lia conn-
lantemenle missas cora a cxmola de 640
rs., mandadas celebrar pela rmandade
da Senhora Santa Anna.
Aluga-se um sitio na Torre, a boira do rio, coro
arvoredos, murado, e com os commodos necetsarios:
ua ra dos Pires junto a caita d'agoa.
DAGLERREOTVrO E ELECTRO-
TYPO.
Na anliga galera e oflicina do alerro da Uoa-Vis-
la n. i lerceiro andar conliooa-sc a l irar retratos
.'oni a maior perfcicao tanto pel> sxstema francez,
como pelo narle americano. Eiisleni mesma casa,
e para a conocadlo dos retratos, um rico e abundante
sortimenlo de objectos lacs como lindissimoi alfine-
'c- e medalhas de ouru, mui lindas caiiinhas ame-
rcanas e fraocezas, de papel, marroquim e veludo
de seda, desde o tamaito de uma polegada al um
palmo ; passe-par-louls de todas as qualidades, mol-
duras de lodos os (amndose de minio, e difieren-
tes feilios. lano prelas como douradas, e nAo so pa-
ra a colloearo de um retrato un grupo de dilleren-
les namu, como para a cnllu.-acAo de dous ou tres
retratos separados : lodos este objectos sao novos e
Hiegados ha pouco uns de l-ianca e oulros dos
l-.-l.iilnI un ... Das 8 hor da manha at as 5
da larde a galera e oflicina eslSo a disposicao do
publico.
Lotera do Rio
de Janeiro.
Esperamos hoje o vapor dostil, conduc-
tor das listas da loteria 2 do M- Pio-Geral.
Ainda existe um pequeo numero de bi-
Ihetes delta loteria, na loja da prara da
Independencia n.40. Os premios serao
immediatamente pagos a' receprao das
mesmas listas, de conl'ormidadc aos nos-
sos aHiitincios.
Aluga-se um armazem Si ra da Moeda, mal-
la proprio para qualquer eslalieiecimenlo : a tratar
ua ra da Gloria n. 87, segundo andar.
Prccisa-sc de orna pessoa que fenha as habili-
laces para ser feilor de um engeuho n.? comarca de
Nazareth : quem esliver uestas circumstai'cias, diri-
ia-se ao escripiorio de Antonio Aureliano Lopes
i .niiinho, roa do Queimado n. 8, icgundo aodar,
que achara' com quem tratar.
. Adriano i\ Calro declaram que Jos Lopes
Das deixou de ser sen caiteiro dede :10 do prximo
passado.
Fazem-se capas balinas/ch.imarra, o oflicial
do finado Joo Pacheco : em Olinda na ra Vellia
II. 81.
Precisa-se de uma preta escrava para ajudaro
o|servn;o de urna casa de pouca familia: no palto do
Carino u. !.
O abaito assignado, com loja de lartarugneiro
ua ra das Tnncheiras n. S, a,isa as pessoas que lem
conferios de tartaruga em ..en e m veL'ham pagar no prazu de MI dlM, dundo nao
dispora' a venda para sen pagamento, c nao (eran
direitua reclamado algnma. Kecife I. de ootubro
de I8bli.Of Joaquim da Cunlia GiiimarAcs.
I*recisa-se alugar una ama lecci para o aervi-
o de |'orl,n a deni.'o, para casa de pequea familia:
ua ra larga do Kusari.? I. 36, segundo andar.
Precisa-se alugar nM preta para fazer o scr-
mco de un. piem esliver nestas eircumsIanc.V". dirija-se a ra
louseca, oa annuncie sua morada para rado.
.Mari ,1 Carneiro de Son Lacerda VillaieCc?
profesora par ml.r, faz rcrloaospais de suas alum-
nas e a quem convicr, que ,e ttttt re.idin.1o na pra-
ra da Bw-1 mu, Morado que faz esquina para a mi
da Conceicso, onde contina receber meninas pen-
sionistas, meio pensionistas e etiernas
Na padaria do Saraiva, na ra do ColoTClItl n.
95, precisa-se de um rorneiro i eiito.
O Dr. Joan Honorio Be/erra
de Menezet, formado em medici-
na, aclia-se residindo na cidade
do Rio-Formoso, e ahi se oH'erc-
ce a's pessoas que de sen pres-
umo se quizerem utilisai.
Candida lialbina da Paixo Koclia, Vcnde-se um palanijiiim de boa
antifja professora particulai de primei- constrttecao e em bom uso: na ra de
ras letra Tostura do bairro do Heciie, Aguas-Verdes n. 10.
ra do Vigario, tein transferido sua aula
para a ruado Kangel n.".")!(, onde conti-
nua a exercer o seu magisterio, ensinan-
do ludo quanto faz parte da educacao
primaria de uma senhora ; attim como
nao duvida receber pensionistas e meio-
|>ensionistas, por^jreros razoaveis.
____Vi> lli l<>_k.'0 iiiii <*-ilii-! vcii(ic-se um,( a ni io-[,i;ira ,oj,, deeerilt 0 JUMla\lieille yffm'fJSS^
let com (-avallo e arreos,
em bom estado: ua ru di
Cadeia de Santo Antonio,
cocheira n. li, a tratar
eom AnguMo Fischer.
I raspassa-se at 30 de selembro de I8."i7, o arren-
damento da can e sitio pertcncente ao. Sr. francis-
co .M.iilin. de l.emos, na Passagem da Magdalena :
quem n pretender dirija-se a ra do Trapiche, ar-
mazeos ns, 0 e II.
Por delraz da rua do I abunde-, loja do so-
brado que tica de fronte do eslaleiro, onde se esta'
lazendo umiirigue, cozinha-se para fura cora lodo
aceio, e tambem se lava eeugomma : ludo por pre-
jo commodo.
Bilbetes de visita.
liravam-sc e imprimem-secom perfeir3n ln I heles
de visita, letlras de commercio e lodos os ohjeclos da
arle caligraphica, registros, vinhetase quaesquar de-
senhos, abrem-se tirinas, sineles, tanto a th I lio doce
como em relevo, ornamentos em objectos de ouro e
prata, fazem-se riscos lindos e origiuaes para borda-
dos de labyrintho ; idmille-se a recusa de quaes-
quer destesobjectos no caso de nAo ficarem a conten-
to das pessoas que os encommeudarem : qoem pre-
tender dirija-se a qualquer destes lagares : no bairro
do Kecife, rua da Madre de Dos n. :)2, primeiro
andar ; em Sanio Antonio, na linaria classica do
pateo doCollegio u. 2 ; nai Cinco Ponas, sobrado
da quina confronte a matriz nova.
0 Dr. Joaquim de Aquino Fonseca
tendo sempre excellente sement vacci-
niea, roga indistinctamente a's pessoas
que ainda nio se acbatn vaccinadas, que
coinpareram em sua casa, na rua Nova
n. 14, nos sabliados de cada semana, das
7 a s 9 horas da manhfia ; assirn como
pode fornecer sement a qualquer auto-
ridade queaieijuisitar.
lrmaudade do Santissimo
Sacramento da fre-
u zia de S. .Jof- do Re-
cite.
Convidarse a todos os irmaos da iriuan-
(fcde do Santissimo Sacramento da fre-
guezia de San-Jote do Recite, para urna
reuniiio de mesa geral. domingo 5 do
crrante, pelas 10 horas da manbaa, no
consistorio da igreja de Nossa Senhora do
Terco, que serve de matriz, alim de se
proceder a eleicao da nova mesa
dora.
Attenc&o.
rege-
Precisa-se de uma ama de leile, e paga-se
bem : na rua da Cruz n. :t, segundo andar.
Ainda existe um resto de bilheles da 62 lote-
rii do Monte Pi, cujas listas condiiz o primeiro va-
por do sul que deve chegar al i do correnle ; os
premios sao pagos conforme se ha anminciado, e
lambem j e-lo expostvs venda novos bilheles da
I loteria da ca'a de correccao, recebidos pelo vapor
brasileito Paran ; os nmeros sao de palpites ;
a elle.-, que se eshlo acabando.
Jos Kozebio Alves da Silva.
mojpvmz.
Compram-se os livros seguales : Menina emo-
ca por B. Kiheiro, o Eremita de Jalla pelo Dr. T.
Baudeira, Canc.e< amorosas por J. da C. Monteiro,
e lodo os nmeros do f.iberal que liverem as pro-
duccoes poticas de l.uiz. Carlos de Araujo l'ereira
al hoje publicadas: quem tiver, querendo vender,
annuncie por este jornal para ser procurado.
Compram-se apolices da divida provincial; na
rua das Flores 11. 37, primeiro andar.
Coropra-se uma escrava que lenba algumas ha-
bilidades : na praca da Independencia o. 37 e 39.
Cumpra-se um bui para carrora.
Compram-se. sendn de boa qaldad*, 57 en-
chameis de a> reforcados, 30 ditos de 30 reforja-
dos, 8 ditos de 90, 17 travs de 30 com palmo retar
cado, 9 frechaes de 98, 7 loo travessas de :, 900
caibros de 30, 30 dilos de 33 : alraz da matriz da
Boa-Vista, ao vollar para a roa da Clori n. 33, se-
gando andar, das -J horas da tarde em diaite.
fSentag.
Prez untos dewestphalia.
J. Pnieger & C. na rua da Cruz arma-
zem n. II, avisam aos seus freguezes e
-io publico em geral, que pelo navio
SCAR, chegado ltimamente de Ham-
burgo, receberam de novo uma porcao
de pre/.untos de Westphslia, que se po-
dem recommendar a'vista da excellente
qualidade dos mesmos.
\a loja das seis
portas
Em frente do Liv na ment

\endem-se as fazendas molhstlas por pregos qne
faz cotila euroupar-se qualquer familia com puuco
diubeiro : chitos largas escoras que nao desbolam a
dous tusloes, cassas piuladas a doze vileos o cava-
do, ri>cado francez a meia pataca, e eslreito a seis
vnicos, corles de cassa de tres babadas a doas mil
reis, saias brancase bordadas a 9000, lencos para
mao bordados e com bico a doze vintn., "c toda a
mais fazenda, por precos que convidam a trocar as
sedlas.
\ ende-se um deposito de assocar na roa Di-
rela n. 39, deronte do becco da Pcnha, com poa-
cos fundos : a tratar no mesmo.
Vende-se uma preta quitandein, de meia ida-
de : na rua do Rosario da Boa-Vista n. 5|,
Vende-se ama cabra bicho) muilo boa leilcira
para criar algnma crianra : quem a pretender an-
nuncie.
VINHO DO PORTO GENUINO.
Vende-se ptimo vinho do Porto em barril de
quarlo e oilavo, por prero razoavel: na rua da Ca-
deia do Recifc D. 13, escripiorio de Bailar vara.
Moetidas superiore.
Na undiraodeC. Starr&C, cm San-
to Amaro, acha-se para vender nioeudas
de canna lodas de ierro, de um modelo'e
construcrao milito superiores.
POTASSA E CAL YIR6EI.
No amigo e j bem conhecido deposito da rua da
Cadoia do fiecife, escripiorio n. 12, ha para ven-
der muilo superior potassa da Russia, dita do Rio
de Janeiro e cal virgem de Lisboa em pedra, ludo
a procos muito favoraveis, com os quaes ficaro
dos comadores satisfeilos.
Em casa de
Venden)-.e muito superiores vaquetas io;le/as pa-
r carro, sola de lustre a l.'igWMl o meio : no aterro
da Boa-Vista, loja u. 78.
ATTENCAO' Al) BARAIO.
\ ende-se muito superior marroqaiin .i 800 rs..
1.-000 c Ij-JSO a pelle para acabar, meiascruas para
homem a I 0 rs. o par, doza a Irliixi : no alerro da
Boa-Visla, loja ti. 78.
Xa loja das seis
portas.
Em frente do Livramento.
Nesta loja lem sortimenlo de fazendas para lodos
os precos, c por isso approveilem esta oeosian para
seeurouparein para a fesla. com pouco diubeiro, e
lazeuda tle gusto. A laja est aberla das seis horas
da manhaa as nove da noile.
^endem-se velas de seis em libra, de carnauba
pura, e brancas confeccionadas, muilo bem feilas,
seiidn em eainas de 30 libras, a doze mil e quinhen-
os para acabar uma factura vinda do Aracalv : na
loja n. o, na rua do Ooelmado, de traaciscolcua-
co l-erreira Das.
Veude-se uma (aberna com puncos fundos, em
muito boa localidade, e lem bastante concurrencia
para a Ierra e mar : quem a pretender, dirija-se a
rua do \ig.rio n. 12, que achara' com qoem tratar.
\endc-se um escrava de mu-io, idade quaren-
la e lanas anuos, pouco raaisou u'.eno., pioprio pa-
ra o servir de campo, e lambem entende do servico
de padciro : a tratar na rua de Apollo, armazem
\ ende-se um carro de i rodas, novo, de muito
bom gosto, que ainda nao foi servido ; a tratar ua
rua doCanuo n. M, cocheira.
Vende-se tima escrava de idade de 28 aunos,
boa engornmadera, cozinha o diario de urna casa, he
muito charinliosa para meniuos, adverte se que so se
vende para lora, ou para u mallo : quem pretender
dirija-se a roa do Brum passmido o chafarla do lado
direito defronte du fabrica de velas.
J\a loja das seis
portas
Em frente d Livramento
veudem-se chapeos de verniz para pagem a tres mil
res, ripeados trancados largos pura roupa de cscra-
vos a seis vnicas o covado.
Vende-se urna nesrinba de 8 anuos, muilo lia-
da, um moleqoinbo de 10 anuos, uma escrava moca
com afumas habilidades e de boa conduela, o que
>e alianra, um negro robusto proprio para euxada,
por estar a isso costomado : na rua larga do Rosa-
rlo n. 22, seguudo andar. ,
l\a loja das seis
portas
Km frente do Livramento
Ne-la loja estilo a venda (odas as Tazendas salvadas
da barca franceza que afundou era Fura de Portas ;
lera fazendas de algodao, seda e 1.1a, e o dono desle
eslabelecimenlo garaote o bom estado e durarao das
mc'inas fazendas, por estarem ainda moldadas.
CHARUTOS F; RAPE".
Na rua da Cadeia do Recife n. I.j, laja de Bour-
sard, cheEaram os aprecaveii charutos varetas do
Brandao, assim como oolras marcas para 28, 3a e is
o cenlo, afianrando-se a qualidade, e rape de Lisboa
a 30 rs. a oitava.
Vende-se uma preta de meia idade para lodo o
ervico : uas Cinco Ponas n. 93.
. ~ Vende-se uma casa terrea n. ."., sita no becco
do leueia. no bairro de Fura de Porlas. bem como
Ires parles do sobrado n. 127 de umaodar.l silo na
rua do Pilar do mesmo bairro: quem as quizer com-
prar, dirija-se ao lorie do Mallos, sobrado n. 4, que
achara' com quem tratar.
Vendcm-se hons passaros, que canram bem :
na rua Direita n. 60, segundo andar.
~ Vendem-se lencos de labyrialho assenlado em
boa camliraia de linho ua rua da Cruz n. 18.
Attenco.

No aterro da Boa-Vista loja n. 5li,
e\iste um sortimento de a/.cudas ran-
cezas de lindo gosto, por baratos p reeos
por terem sillo salvadas da barca ftan-
cezc KAOL'L.
Clialv de seda.
Vende-se chaly de seda de listras e de qnadritiho
proprio para resuda* de mcoinos, pelo barato preco
de (iiO o covado, dando-se amostras com peuhor : ua
rua Nova, loja n. 4.
de fabricar dita cera, ou a armaeflo su sem os per-
lences, propria para qualquer oolro estabelecmeu-
to : a tralar na mesma loja ua rua do Oueiinado n.
i7, ou dofronle com os proprietarios, os Srs. Ueruar-
diuo Jos .Monteiro >\ Irinao.
Sem avai-ia ou defeito algum, e muilo
mais haratodoque asavariadas.
Conliuua-se a vender as fazeudas da loja de i
portas n. 10 na rua do (Jueimado, por precos muito
baivos:
Chitas de cores, a pera U500, ."i?, Jj.iOO e
Dilas em covadoi a lijo. 120, i iO e
Madapoln, peca a 2500, :t. ilj.tOO e
Aleodao, pefi a 25, 25(00, e americano
Dilo de cores, o covado
Brim hi .ni. Irancado de linho, a vara
Dito sopenor, a vara
(ansa amarella, o covado
Brim de linho de quadrot, o ovado
Chally de seda para vestidos, o covado
Barege de cores para velido, o covado
Lencos de seda brancos linos com pinturas
Brirn trancado de cores, puro linho, vara
Chita larga franceza, o covado
Vende-se
i^OOO
100
I9O00
35000
|i;n
(M)
I5OOO
210
21K)
Palitos muito bem feitose
milito baratos.
Vendem-se palitos prelos muito bem felos a i$ rs.
ditos de brim pardo de puro Imito a 35200 : na rua
,lo ijuciinado n. 22, na bem couhecida loja da boa
fe.
Veude-se o sitio com casa de sobrado do falle-
cido Georse Kenworlhy, noluaar|de S. Jos do Man-
Rainho, com arvoredos de fruclo e mais bemletorias
que nelle se achain, sendo as Ierras do referido sitio
[o nt.ri.: qurm o (iretender procure em casa de Sa-
muel P. Johnstou ,\ Companhia,rua da Seuzala No-
l-'MKM)
(10
200
uma parelha muilo nova de caval-
los rucos, para carro, os maiore e mais iguaes que
esle auno entraran) na praca. e sem o menor acha-
que: aera os pretender dirija-se a roa do Cotovcllo
padaria n. 31, das :> da mauhaa as l> da larde.
Palitos francezes.
Vendem-se palitos francezes de linho a 35, de al-
paca a 75 e 85, de panno lino preto ede cores a *0-
na rua Nova loja n. i.
Superior farinlia de man-
dioca.
Vende Antonio l.uizde Oliveira Azevedo, no seo
armazem na travessa da Madre de Dos 11. 3 a :
para tratar no seu escritorio rua da Cruz n. I.{
Superiores eliarntas
em caias de .VI, 100 e 200: vende Antonio l.uiz de
Oliveira Azevedo, no seu escripiorio. roa da Crol n.
I, superiores pela sua qualidade.
AGENCIA
Da funrlicao Low-Moor, rua daScnzala-No-
va n. 42.
Nesteestabelacimenloconlina a ha ver un com-
pleto sortimenlo de moendas e netas moendas
(un para enfermo, machinas de vapor e taixas de
300ferro balidoe coado de lodos os tamanhos para
dilo.
Bom
gosto.
\ endem-se ahottiaduras muito finas para clleles
pelo diminuto preco de 320 rs., chicotes 100 rs. :
na rua larga do Rosaiio 11. 38.
Ra loja da boa f
vende-sc o mais barato que lio possivol.
Corles de bonitas casemiras de algo-
dito para raleas a
Ditos de rustan para col lelos a
llriin trancado blanco de puro linho
vara a
Dilo dito de cor dito dilo vara a
Dito dito pardo dito dito, vara a
Dilo de quadrinhos rniudos de. bo-
nitos padrtics, covado a
Canga amarella muito lina, lisa ede
quadros, covado a
Cambraia lisa muito una com uma
vara de largura, vara a
Lencos brancos muilo finos c ditos
com barra de cor, um
Meias brancas para senhora pelo ba-
ratissimo preco, o par do 240 a
Dilas brancas para meninos e meni-
nas, o par
Fil de linho liso milito fino, vara a
Dito dito com llores, vara a
assim como outras muitas fazendas que se
vendem por menos do que cm outra qual-
quer parte, na rua do QueimaJo, nos qualro
cantos, n. 22, na loja da boa l, defronte da
loja da boa fama.
Vendem-sc pas-as muilo novas 1 (MO rs. a li
bra. ligos tambem muito uovos a 300 rs., loucinho
carne, queijos, e liugoicts, lodo do serlo, muilo
em conla, sement de cuenlro nova a 3J0 a garrafa :
na rua dos Itarlj ros, taberna n. 3(1.
RRIDDE.
\ enhatn ver v que nanea viram, e uem jamis vc-
rao ; corles de cambraia de seda para vestidos, de
minio bom goslo e sem averia a dez patacas cada
um corle : a* roa do Qoeim.ido. loja pintada de
amarello 11. 3!, esquina do becco da Congregarlo.
15120
600
IMUM
800
560
220
320
560
2*0
320
2*0
880
15280
ceblas.
N ende-se o mclhor que ha nesle genero, lauto de
Lisboa como hcspanholi de .500 rs. para cima o ceu-
lo : na travessa da Madre de Dos, primeiro arma-
zem n. is, de Francisco Alves Monleiro Jnior.
cemento a
Cinco mil reii.
Vende-se no armazem de Pacheco, no caes do
Hamos, ou no escripiorio de Isaac, Curio A Compa-
nhia, rua da Cruz n. i'.l, desembarcado da galera
l-ranc-Kaoulii a S|000 a barrica. No mesmo arma-
zem vende-se cemento viudo pelo ultimo navio de
llamburgo a 8S000 a barrica.
AO BARATO.
Na tita Nova loja n. 8 de Jos Joa(|iiim
Morara.
Vendem-se luvas de pellica para homem e senhora
das mais frescas e novas que lia no mercado, pelo
baratissimo preco de 152S0 o par.
Vende-se um bonito mulato de 18
annos de idade, proprio para boleeiro:
a tratar na rua do Vigario n. 51.
Attenco ao barateiro.
Na loja do barate tro, na roa da Cadeia do Recife
n. 50, defronte da rua da Madre de Dos, ha para
vender alem de muitas fazendas que em ponan e a
retalho se vendm por baratos presos, liamburgo ou
brim liso fino de puro linho proprio para calcas, toa-
Ihas. ceroulas e lencoes, em peras de 20 varas a
119600 e lOf, dito mais cheio de boa qualidade, pe-
ilita a 960, dita frauceza a liso, 720 e | ?a de 30 varas a 123 c 13B0O, panno de linho lino
a 610 a vara ou 8? a peca de 12 '
.!,!
O. Bit
Cruz
>er
n.
N.
$ C, rua
4, vende-se
l'i.inos lories das melbores labiicas da
Allemanlia ede moderna consliiicro.
Bm casa de KabeScbmcllau& C., rua
da Cadeia 11. 37, vende-se !
m Pjrande sot tmenlo de vidros de c$-
pellio.
.elogio? linos de patente ioglez.
Ditos ditos de patente suisso'.
Cornos de graxa.
Ervillias leceai em Barradles.
Vinho do Rbeno superior.
Conservas alimentarias de boas
da des.
Tudo por preco commodo.
Camisils fra 11 cezas.
Vendem-sc camisas Iranceras brancas e pintadas
a 2*ti 269, e 289 a duzia : na roa Nova, loja n. .
Na rua Direita n. 27 vcnde-se manteiza -
leu a 800. '
800 rs., lavas vinda da ilha de S. Miguel a 100 rs.
a cuia, farinha de Aramia a 200 rs., queijos a I9OO
e 1/.100 e laTOO, farinha em saccas grandes a :WMM),
3>J00c 9OOO, sabio muilo duro a 200 is. a libra,
e oulros mullos gneros que se vendem por muilo
commodo preco, iissim como desappareceu 110 dia 27
do correnle um escravo cabra, de nome Verissimo,
idade pouco mais ou menos M annos, j calvo, mar-
ca baixa, barba rapada e muito Tallante : rotja-se as
autoridades competentes e capilaes de campo que o
prendamern qualquer parliqueo eucoutrarem, e rc-
metam-no a rua Direita n. 27.
POSTAS DE CAVALI.A,
Vendem-se postas de cavalla salprezas a 120 ea
160 rs. : ua rua Direita n. 27.
Vende-se ou troca-se por uma preta de meia
idade, uma mnlalinha de ."> airnos, 11.un,, esperta,
sem defeito : nes A logados, rua de S. M suel 11. (i]
Vende-se uma preta de narao Nago, ainda
moca, a qual he muilo ladilla, boa compradora e
vende na roa, tambem lem alguma pralka de co-
ztoliar. faz pa nanita e Ur. aceite ; queaj a prcle'n -
der, dirija-se a rua da Concordia junio a loia do
marcineiro francez Bocliv, coofroule o Sr. Joao Ma-
nuel de Siqueira, ca,a de Antonia de Medeiros.
Vende-se orna vcca, am novilho e uma hezer"
ra touriiios.chegadosha pouco de ioianna, eacham-
n muilo gordos : quem desejar dirija-se a rua da
llorentiua n. 6, que achara' cora quem tratar.
Veudem-se ."> escravas, sendo 2 de idade 1 a
18 annos, crioulas. 1 de idade 211 amias, da Costa,
outra cha de idade 2o anuos, de nacao, I prelo de
idade.10 annos. enoolo, ullicial de carpiuleiru : oa
roa Direita n. 3.
Cha pe oh para .Sen i. oras.
Vcndem-se chapeos de seda e blond para senkoras
pelo barato preco Je IOS e li} : na rua Nova, loia
11. i. r '
Ch| de Lisboa e potiissa.
Na rita do Trapiche armazens !ns. l e
i I, vende-se superior potassa daj Russia
e americana, cal viigem de Lisboa, da
mais nova que ha no mercado.
Anda tila a' venda a ezccellenle Liberna da
roa Aogusla n. 94, que lica confronte ae chafariz,
de oulro lado o v.yciro, lem muilos commodos, i-o-
ziuha, ele. lambem se vendem 6 bois iriansos que
saliera bem conduzir qualquerrarga,3 carroca-,as-im
mais uma porcao de formas cora bico de chumbo,
|ue fazem ptimas velas de carnauba imitando o fei-
LABYRINTHOS.
Vendem-se lencos e loalhas de labvriulho. assen-
lado em lina cambraia de linho : na roa da Cruz n.
31, primeiro andar.
Bm casa de M. Galmont & C., prara do
CorpoSanto n. 11, ha para vendero
seguinte:
Taboado de pinlio, akatrao e pi.xe 1
Suecia.
Alcatraode carvao.
Lonas de algodao.
Ditas de linho.
Esponjas desuperior qualidade.
Drogas.
Tudo muitocommodo.
Relogios de patente
nglezesdeouro, desabnete ede vid
vendem-se a preco razoavel, em casa
A11gnstoC.de Abren, na rua da Cadeia
do Kecife, armazem n. .16.
Farinha de
o
de
mandioe;i.
Vende-se superior farinha de Santo
Catl
i e
arina, em saccas que tem um alquei-
medida velha; por preco commodo:
no armazem de Novaesd C., na rua da
Madre de Dos n. 12.
A .".s.">00 a du/.ia.
Lencos de cambraia de linho para algibeira : na
roa do Crespo, loja de Adriano & Catiro n. 16.
ia$5oo
Vendc-secaldel.isboaullimamentechegada.a-
Mincomopotassadaltassiaverdadsira : na praca
doCorpo Santo n.11.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ha fundipo de ferro re D. W. Bowmann ua
"ia do Brum, passando o chafariz, contina ha-
ver um completo sortimento de taixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
acham-so a venda, por pre$o commodo e com
promptidao: embarcam-se oucarregam-se em acr-
ro sem despera ao comprador.
?,| UejKWtto de vinho de champag- O
?t? lie Chatcau-Avv, primeira t|ua-
hdade, de prbpriedade do conde @
Q deMaieuil.iuadaCrii/.doRecifen.
20: este vinho, o mellior de toda a ^
j;5 Champagne, vende-se a .Ki.s cada @
v. eai\a ; aeha-se nicamente em ca- j
p sa de L. Leconte l'eron & C. N. @
B B.As caixas sio marcadas a ib- $
goConde de Maieuil-
Ai tenca o.
Vendem-se dous escravos pecas, sendo um mula-
lioho de 1 a 13 annos, c orna negrinha de 9 a 10
unos : n.i na Direita n. 76.
^asscio publioo,
LOJA N. 9.
\cude-se um completo .ortimemo ile chita de
lindos padroes, escura., a 11(1, 1110 e 00 rs o cova-
do, e a peca a .">, 5*500 e 6? ; t. ellas, que' sao
chincha.
pe-
3/500
9#SM
2/880
i/600
3#00
JjTOO
6/800
160
800
100
160
los I,
-e os rotu-
aloja da boa le
VENDE-SE PC1 MENOS QDB ,.:S) (MJTR
PARTE:
Pegas do algodSozinho trancado com
20 jaldas a
Ditas de dito liso eom 20 jardas a
Hilas do dilo muito encorpado cottt
20 jardas a
Ditas de madapoln muilo lino n. 6 a
Ditas de dilo entre lino a
Dilas de dito a
Hitas de brim liso lino com 20 varas
Chitas escuras e de cores fixas, co-
vado a
Chales de algodao de muilo bonitos
padroes a
Peitos para camisas, brancos e de
cores a
Algodao de listras o covado a
e alm destas fazendas ha outras muitas que
se vendem muito barato, na rua doQueima-
do n. 22, us qualro cantos, na loja da boa
le, defronte da loja da boa lama, e snallian-
?a aos senhores compradores que nesta loja
nao ha fazenda iienhuina avariada.
Na loja de Antonio Lopes Pe eir
de Mello A Companhia, nrruada Cadeia
do Recife n. 7, vendem-se as ja bein co-
ndecidas velas de carnauba do Aracatv,
pelo diminuto preco de 1 StyOOO rs. cada
arroba.
Cambraia adamascada propria para cortinados.
Vendem-se pecas de cambraia adamascada com
O varas, propria para cortinados a "3000 : ua rua
do (.lueimado n. 22, na loja da boa f.
Nao ha nada lao barato.
Vende-se ahila fina para coberla a 200 rs. o cova-
do : na rua do Queimadu n. 22 na bem condecida
toja da boa le, defronte da loja de miudezis da boa
fama.
Veude-se superior liaba de aleodao branca c
de cores, em uovello, para coslora : em casa de
Soathall llellor & Companhia, rua do Torres n. 38.
Moinbos de vento
com bombas de repuxo para regar horlas e bai-
la decapim : na fundr,aode I). W. Boman
na roa do Brom ns. 6, 8c 10.
Bichas de llam-
burgo.
No auligo deposito de bichas de llainbuuo, na
rua estrena do Rosario n. l, recebeu-sc pelo tilli-
mo vapor viudo da Europa, um grande sortimenlo
das releriiias bichas, e por isso se contina a vender
o cenlo a 205000. e por menos desse dinheirn se o
comprador comprar mais de cem, e a 320 cada umi
por alugucl.
ingleses de pa-
tente,
nfi.
is jarrafas sio azues.
Xarope do Bos-
que verdadeiro
RUA LARCA DO ROSARIO N. 36.
Conliua a vender-se este jarope (do qual sao
asentes no Rio de Janeiro os Srs. Vales & Compa-
otila, rua do Hospicio n. 10), na botica do abano as-
signado, que garante ser verdadeiro.
Barlholomco Francisco de Souza.
Navalhasa contento.
Coittinua-se a vender a8000 o parfprero fio) as
j bem coohecidas navalhas de barba,feilas pelo h-
bil fabricante que ha sido premiado em diversas e\
posicoes: vendem-se com a condico de nao agra-
dando poder o comprador devolve-las at 30 das
depoi- l., cora [ira, rcsl i tu indo-sea importancia :em
casa de AognstoC.de Abreu, na rua da Cadeia do
liento n. 36.
Vende-se unta partida |dc Ierras cobcrlas de
maltas de muito boa< madeiras, e ptima de plan-
lacoes: a tratar no Mangoinhu, sitio que Talla para
os Atbelos, de Ignacio Francisco dt Alboquerque e
Mello. '
Velas de
Carnauba.
Vendem-se velas de carnauba pura, as melbores
que ha no mercado a 125000 a arroba, esleirs de
palha da mesma carnauba, grandes e menores : ni
rua do IJoeimado n. 69, loja de lerrageos.
Manual elei tora S
.ja os melhore.-fabricados em Inglaterra em casa de
uenryGibson : roa da Cadeia do Recifto.2.
Em casa de Eduardo H. Wvatt.rua do Trapiche
Novo o. IK, vendem-se bacas, "reli.gios de ouru, co-
bertos e dcscoberlos, sellius oglem, chicotes de
carro, arreios para dito, cabos da" Russia, liu de vela
Untas de lodas as cores, candieiros ecaslicaes brorw
zeados, conservas de fructas inglea, charutos de
llavana.
I|2 varas, estndo-
se a acabar, panno ile linho fino para lencoes com '
varas de largura a 35(00 a vara, cortes de brim d
linhu de cores para calca, padroes novos a 3.j200,
dilos de fatuo de cores e brancos para colleles a KOO
e 1, casemira preta lina a 25, 25600 e 35600 o co-
vado, panno azul groara a I58OO o covado, panno
fino prelo e azul de bou qualidades a 3S500, M000,
49500, o? e 65, camisas Trancezas brancas a IsTtiO
cada uma, e 20> a duzia, dilas muilo linas com pei-
tos e collaritihos de cores e biancos 25500 r, uiI """* ,
a duzia,madapoUo fino para camisas a Un i?51 p."1'" cal de l-,sboa Ped
Vende-se o manual eleitoral, contendo
a le regulamentar das eleicocs, e os de-
cretos e decsOes dogOTernopor l|280:
na livraria ns. G c 8, da praca da In-
dependencia.
Deposito de cal e potassa.
Na rua da Cadeia do Recie. laja 11. SO, defronte
da roa da Madre de Dos, conlinoa-sc a vender su-
reeenlcmenle chega-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
fio de vela, chumbo da munico, arreios para car-
, lonas inglezas.
nos
lio das de espermacele : assim como tambem tem 1 bordado de cores a s>, dilo- muilo linos bordados,le
das de l era libra, e nina carteira grande de duas fa- : nina s cor a '.15. c alem dclas oolras muitas fa/eu-
ces, de madeira de amarello, em que podeiu franca- das, que como cima lica dilo, se vendem haralas
mente csrrcvcr qualro pessoas : trat-se oa rua do 1 dao-se amostras, e aloja esta abarla de noile.
Vigario 11. 19, lerceiro andar.
.-?5W00 a peca,e mais baiv'o para 35200, ^S? I Si IJl"^'Z"^'" "y"' *' P"'Mlidade,
lohnoa1?800.2Savara, > a poca por ns, isoe' ~;vnae-se em casa de S. P. Johnston S C
2O5, pcilopara camisa brancos e decores com pn- |rua !'a Senjala-Wova n. 42, sellins inglezes, chi-
nhos e collarinhos, por barato preco, assim como coles e carro e de montara, candieires e easticaes
o.i,M ...la. objecos ind.spensaveis. broniesw.logia., patente inglez, barris de era-
Vendern-st! vela de carnauba simples e de "
ciimposicao da melhor fabrica do Aracalv, cera de
caroaoba, leijao mulalinhn muito novo em saccas a
115. arroz de casca a 35200 a sacca c a granel a
3;.-i00 o slqueire, medida veiha, oleo de ricino da
mellior fabricado Penedo em latas a 360 rs. a libra,
e tudo mais por precos commodos: na roa do Vigario
C\L E POTASSA
\ ende-se potassa da Russia e americana, chegada
nesle dias e de superior qualidade ; cal de Lisboa
da mais nova que ha no mercada : nos seus depsi-
tos na rua de Apollo n. 1 A, e 2 B.
Fazendas boas e baratas.
Na luja do harateiro da rua da Cadeia do Recife
n. 30, delronleda rua da Madre de lieos, acharan o
rre^nezc bom sorliraento de fuzcmlas de boas qoa-
lidades, qoc a dinheirn a' vista se vendem por bara-
tissimo preco, tanto em atacado como a retalho, ha-
vendo entre muilo variedade boas chitas de cores li-
sas de diversos padroes, o covado a 160, ISO 200, e
a peca (.5, 63500, 65XOO e "5, corles de cassa de 0-
res bonitos padroes, qoc D>0 desbolam, com 7 varas
pelo diminuto preco de 19600, riscado e chitas \nr'-
as francezas modernas, o covado a 2'tO, 280 300
320 e 100, casas francezas de cores a 560.'vara'
dilas em orles de 12 e 13 varas muilu tinas con!
fazenda para vestido e para folho, desenlies dilleren-
les, pelo baralo preco de K>, cortes de andelina de
seda cor de rosa c azul com Tazeuda para relego e
folho a I 5 e 150, corles de sedas escocezas laras de
bonitos uoslos a 289, croadeoaple prelo superior pa-
ra vestid a 5 e 282011 o covado, chales de merino
lino sem barra com franja de relroz a 3*300, dilos de
chai) com barra assclinadz a 651OO,Mitos de merino
Loja da boa f.
Vende-se panno azul fino a 33 a covado, dilo pre-
lo c azul, 1,1/eiM. muito superior a 31500 o covado,
mermo muito lino a fl> o covado, alpaca muito fina
a 640 o covado, casemira preta muito lina de dua>
larguras a 3)500 o covado, diti muilu liua de una
largura tola -2o o covado, cantan, lazenda prea mul-
lo lina e propria para vestidos de lulo a 060 o cova-
do, bombazina muito lina propria para balinas de
padres a 1,5i00 o covado, grosdeuaple pelo luuito
superior a 25OOO o covado. selim pelo macao, fa-
zenda superior a 25600 o covado, o assim outras
moitissitnas fazendas, que ocioso seria mencinalas,
porm que a vista dos senhores compradores se ven-
derao por menos que em oolra parle : na roa do
Queimado, n. 22, uos qoatrocaotos, oa loja da boa
l, defronte da loja de miudezas da boa fama.
A loja da boa
fama
Vende muito barato :
Leucmho, de relroz de lodas as core.
louca, de la. pa,, onof e ,
I...IHSJS de meia para crie.c,
Me.as de sed. ptll pafl ',,
Rica, caixas pan go.rd.r mas
Ricos eslujos para costura 2J300 a
travesas de lailaruga p tabello
Hitas de verdadeiru blalo
Rico, l.que. eom pl. t^lh ^
I eules de blalo para tar p^ib,,^
Rica, bonecas fraoceras bem NMMkM MM e
Resmas de papel de peso b.Hi.sioio boro
i'iin mais interior posea causa
filo anual.o multo boro
Vuaderoo de papel paquete muilo lino
'rozas de peona d* aro birode lauca
Lillas mullo boas woi tei bicude lauca
Uuza de lipis mono luios
Olios para desenlio muilo bu.s
Udodejas muito linas a 39, 49 a
Uculu do armario de aro
I une tus cutii aroiarao dourada
Jilas com drnii,ao de Urtaroga
lilla com armaejo da blalo
Ricos chicotes para ca vallo
Rica grvalas de seda
Atacador., de coroaliul para eme.
FralW muito lu, pira S
tsco.as muito tinas par, cabello
tscova. boa. para ouha, 331 Z .
USM mo.lu lio., p,,. tOB *"
l'iuceis buos para barba
lluza de laca e arlo, lios
Uila. cabo de balauco muilo lisat
DiU. cabo ue luarluu muilo boa.
Umiu.de meia muilu ba.
Re. aboloadoras para col lele, 3011
bila para palito, bou e
tailojo. de navalhas uas para barba
bspelhos para paiede, JOu, mi ,
Canas nulsima, para rape
Lilla, redondas de tai taruga
Papal de core em lti de reama
Paules de tartaruga para mariaij
lo. para .lar cabello imitao*. UrUr.
Luvas brancas de cure. par. "T_
lapeles liara lanleruu, a par
oulra. muit.s..n.a.coo,, M ,_
da toja de miudezas da boa I.
veude multo bar.lo;
>3l!l
Nl
3011
3011
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fon
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, *on
SMOO
CVIlIltc,.
cacnlraa u
A boa lama
Vende baruto .
Duzras do lezouras para lostur.. 1
Ditas muilo linas o grande
I Vetulia., de lucos eslreilos a
Caixinbas com agulbas franceas a
Caixas com linha de marcar a
Braceleles encarnados para senhoras a
Mcias brancas linas para senhora 1
Meadas de I i nbas linas para bordara
(..rozas de boles madrcperolalinos a
Grozas de boioes linos de osso para calca*
Fi velas douradas para calcas e r( lete a
IVnlcs linos para alizar caballos ...
r/ecas de lilas do linho com 6 varas a
Caxinhas com clcheles franceses a
Carritos de linba tina de 200 jardas a
Macinbus de 40 grampas muito boas a
Suspensorios pata boniem u menino a
Uuwas do torcidas para candietro a
Cansina finas para algibeira a
Caetas para peonas de ajo a
Meias braucas e cruis pira homem a
1'rani'inliiis de la de
raracoes peca a
ISOOO
m
l0
28*
200
240
100
bOO
280
120
30.
*
0
0
I
40
8
OO
20e40
IWeilKl
80
000
240
320.3WI
40
20
40
fb&i&Q&Z**
rua .>ova n. 22, loja do reloiueiro, fi-
lia para veuder bico de blond
da branco
.Na
M conla.
9B
prelo,
de
por preco muilo
e-
Hii
Sif
Loja da boa f.
_, VDNUE-SE MtIT BARAT.
Chales de merino lisos, de linda, cores, com
ricas franjas de seda
l.uya. de seda pira homens e icuboras
Mei.s prelas de seda para senhora, o par
pilas de cores muito fiuas para homem, o par
j.nva de fio de Escocia para meninos, o par
Lencos de cambraia de linho com bico, um
Hilos de relroz, um
Luyas de fio de Escocia para homem, o par
Meias de laia para padres, o par
Grvalas de seda prelas e decore.
Mcias lencos de seda preta
Hitos ditos de dita ae cor
Cassas prelas multo finas para luto, a vara
e alm de ludo islo outras moila. fazendas, ,
vendem o mais barato que he possivel : na roa do
i.lueiiiiddn. nos qoalro canto- a. 22, na loja da boa
le, del 1 onio da loja da boa lama.
Litvas de pellica tntiito novas para ho-
mem esenhota, o par a I.S280
ua roa do Oeimado na bem coohecida loiode mio-
deza. da boa fama n. 33.
A BOA FAMA NAO VENDE NADA A VA-
RIADO, TUDO 1IE BOM E BARATO.
53000
19000
25000
100
320
lian
irooo
loo
I7H00
15000
15000
KOO
400
que se
Diuias de penlcs de cbifre para aJar a
(-.roza de bornes de louca pintados a
Pecas de tilas de cor com 10 vara* a
Carrilcis de linba autor Alexandre a
vleadiuhas de Itnha prcia muito boa
tartas de alfineles com 25 peniesa
Uuzias de pentes iberios para alar ca-
bellos a
Meias brancas c da cores par. a^,.
nos a
Grozas do livellas para palos a
Cam..hs do pao com ,|ltos de f
Usloes para bengalas a
Sapaiinhos de laa para ctiancas a
Trancclins prelos para relugios a
Escoyinhas linas para denles a
Caixinhas com grampos a
Ba bado aberio du linho varas a
Dilo bordado muilo bonito vara a
Caixiuhis liara guardar pbospboros a
Carteiras cum agollus a
Caxiohas com obreias de colla a
Escovinhas para limpar pentes a
Agulheiros muito bonitos a
Pecas de utas largas lavradas com 11
varas a
Libras de linba preta e de cor a
Libras de litiha fina n. 100 e 120 a
Duzias de caixas de chifr. para rap a
Maces de palitos para deniesa
Alm de tudo sto outras muitissimas 1
que se vendem muito mais baralo do que em outra
qualquer patio : rua do Queimado na bem ce-
nhecida loja de miudezas da boa fon .. 33.
240.320
00
21
40
300
140
M
IriO
120 a 1441
200
16
320
MSJ
320
200
250O
I92XMI
29000
7iO
100
$*Ct*t>0* ,Hf i>03.
CU
Ouei
Ill.lll-
Rua
Vendem-se as .guiles fazennas, ?"*? con,a
e dao-se as amostras eom penhor.
Sedas de quadros miadinhos, furta-corc, o
covado igloo
dem iilem maiores, o covado Ij-JIKI
Chales de merino bordados a velludo Ki;iMKI
(.lillas fianeezas. padroes mitidiohos, o cavado 21.0
C.seinira de cines para coeiros de menino,
o covado
Chai) de llores ollas, o covado
dem de duas larguras, o covado
nado n 21 a Lencos de cain-
de linho
e 640

.
I950Q
SIKI
15IKI
coberlose dcscoberlos, pequeos e grandes, de ouro
e prata, patente l.glez, de um dos melhures fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
lez: em casa de Soulhart alellor^ Companhia, rua
do Torres n. 38.
Cobeitores de laa hespa*
nlios muito encorpa-
dose grandes.
Vendem-se na rua do Crespo,loja da esquina que
vn'ta para a rua da Cadeia.
Befiiaria do Monteiro*.
No deposito da na da Setizala-Vc-
lian. 110, vende-seassucar refinado de
giiperior qualidade, de arroba part cima.
Pianos,
Vcndem-sepianosvcrlicaesinzlezcs, dalegante!
modelloseetcellenlrsvoze.s, fabrteadoa porumdos
roaisaercdiladosa.lore,premiado na exposicSode
Londres: noarniazem de Knslron Kookerl\ Com-
panhia. pracado Corpo Sanio.
Farinha de San-
ta -a I harina.
laooo
e .VKI
1/XtHI
oOO
320
600
100
l.uva prelas de tor<;al muilo boa. 1
Ditas de lio da Escocia brancas e de cores 100
.superiores meias prelas de laia a
Carlas tinissimas frat.cezas, o baralho
Hilas porlusuezas muilo Gnas
Meias prelas de algodao para padre' o par
lillas ditas para senhoras
Ricas caixinhas para presentes a 25000, 3JO00 4,T000
Ricas bensalas pelo barato preco de 13. 1"
Meias decores muilo finas para homem a
Hiquissima canelas para namoradoi
llculos com armacao de tartaruga a
Caivetes muito lino, para peonas' 25,
llilos arandes moilo finos de 2. 3 e i fol
Riquissimas charuteiras a 2>. .tj .
Carlebas minio lina para uiiiheiro
Carteiras proprias para viiaem a
.slojos proprios para barba a 23 e
llanas de eolheresde metal petad
Hilas de metal ordinario a "-ti e
Aparelhai completos p.ra lulo de senhora a
Volts* pretal ordinarias para lulo a
Ricas ranjaspara cortinados, pecaide 1j ra-
ras *^v
Ricas polceiras prelas de vidro a
rtasele velludo bordadas estrellas,
llita lisa estrella preta e de cores
Lscovas com penle e cspelho pin
lesonras lini.simas para unhas 30
lilas para costura. u melhor que
Rosetas prata. muito Tina., o par ,
Acordtons de muilo boa qualidade
Rica, trancas de seda de todas as
res, ricas lilas de .ola lavradas de lodas ...
larguras bicos de li|, fims,imos de lidos padroes
..versas lar;uras e outras lll.itii.iDM miude/a-, .t..
do de muilo b. nortea e boa. qualidades, que p.|0
barattssimo preco porque se vende eau,a admir, ,1
aospropriosco.npradoies na rua do l>eim.do,\,a
bem coiihcc.da loja de miude/as da boa fama n. 33.
PERHM1 AS HUTO HUS.
a
l.VK)
1KXH)
320
0
:20
500
arduras e co-
as core e
-A 29 de agosto proiimo passado narataa^.*.
na, idade 36 iuoos, po.cn mais o. mena. |#i, ,
mac,a1s do rojlo ilti. e amirellidis, nao lem >
n. bocea da parle de cima, albos Umaca4, dl.ii
reaul.r, banis, ponlod. para fra. aaa parece pe.,
da, levo, mudo de chita ./ni eom flareT .rrtu,
cor de fogo, panno da Costa, lado u,ad.. he fcil ler
inodado de roupa parque lambem lava roow a c-
iiho, dizem ella andar pelos Afosados, S. Caima >
l aula, pois lem conheciroeolo nesle ii.|i.|u, '^
sa-.,, as pessoas encirresida* da polica, eanlae. da
campo, ..o oolra q.alquer pesar. 1 apprUwarf. 4,
dil. escr.va, leven, ca ..cima, q M r.liica
aeneroumenle. 5 "-"-
.n,7.,i S0 '"""T hor." dj ""
mualo, de uome I homaz. alio, refrr.ido o corpo
com marcas de Devisas, pero. groMa. e Mil*, af-
eas de acalmes as caoellas, falla rom >.!. m..-
cidao ; levou camisi d. panno azul orowo ttiitwo
da de oorcllo branco n.s booibr.tr e ra.km.
aberla oa frente em f.*m. de palito : esle a*r,%,'
he natural o. P.r.l.iba, foi esenvo do Sr Carv!
Coclho que n hoov. por heraoca de ata 1^.
Jo.quim de Sonza daquella cidade, e foi inaioi.rf.
pelo ahatxn t.s.t-nado 10 Sf. Hilan* de AlCvd,
vascoucellos Jauor, morador no easeaha
rregoezii do Pilar da dita provincia ;
leve-o 1 rua Oa 1;.incordia Pedra 1
Cuimaraes, q.e sera' Beheru.ar.eal.
Recife 1, de oulobro d. IHJ6.
Pedra Antonio I en
ContiB|UB a eitar fopido. M
Antn'
oos da
cor pr
cheio 1
herdeit
o oulro de I
algum lanli
o. lado, do roaSHHrc.s de talbM de SM nari-'
na. linas, algum tanlo cing.eira, pea triada V u
timas marca, de chirote.indi n.au, r*sta.
> escravo. fugir.m junto, a. da 3 de a cosi d.
jrrente auno : quem o. apprehendor coadate- m
engenho Agoi-J-ri, da Iregoeiia de SJ. U,m.
llalla, o. netla praca ni rua da (,.,a a. fcl, ftin*,.
ro mdir, que .en" Reo.romiDK-ol. recoa.pe,M*..
Tapa..
quem. p.^r
refeareaia X, aa-
adar.
r.macraT. d*.
da Caah. ;
baataat, ,||._
lem de aiboa
i
1:0
No dia 2Te junliu HSrTrrenle^
do brigoe Mari. Lorii o prelo crtialo. Minerl.'
ae idade H a i. anuos, pooco mais o. menos, lea,
o. signa seconiles : rosto roaiprido e de*reraaoV
cor lula, cabello cercilludo. oIIhm um rK. graade-
c amortecidos, bei-os iiross.., sendo o de cima aiai-
grata, que encobre a falla qoc lea de .le.lr- en-
cima. Talla um pouco alrapalhado desol a faria denles, pout. barba ral, e luciles, lem na um-
esquerda junto aodedn minimo orna epeti. .te 1 .
vo sabido. a mor-as mu pooco rrr.pinada., ao
lar lem 0111 ceilo pata lado, rideiras StSaBj. era-
ara lina, p.-s apalhclados e um
... |uco Urea. ; levou
I calca de alsodAo a/al desbot.lo e camisa de k-eda..
.>a loja da noa rama enconlra-se sempre nm rico r""o. chapeo de pilhi, lera oflino r> raataheirn.
ortimenio de perfumaras de lodas as qualidades ""'"ma mbriacr-se ; fui escravo da Sr. Itv. Ja-
ba cm Pars. riqus,I,'nu>mo Vilella e do Sr. Ilr. promoior d> tMinda.
A Su, 400,
cada
Vendem-se na rua do Crespo, loja da esquina
volla para a rua da Cadeia.
1500,
UMI .
que
muilo nova, indi em direilura a esle parto, vnde-
se a bordo do patacho Pehcij,.. ou irala-se com -'
Caelano Cjriaco da C. M., ao lado do Corpo Sanl
sendo seu aulor o melhor que ha em Par.;. ricjhaH ; '""V"10 Vilell. edo Sr. .
roos '"""* ro,n c'"ilo minio lino a 19200, l-.KKl \ 0"iaa Fon-eca. e ollimamenle d'.Sr. Albert Nsa-
> e -.lOO, jarros de porc-llana delicados e de rno- "amen : o leera assi&nado, .enl.or do .Iil- ,irr-
deruns goslos com baalu fraoeezi mailimim. lina '" !"" SCneTHaaxal. a r,oem o apprehriidr e
i00, fiarns rom cneneja de rosa a 320 rs.. i lrv-' m na ras, un aler.o da Kna-VH u. .VI,
pn de pomada france/. muilo boa a 100 r* fra'.- | ccundo andar, ou 1,0 Rertle ,'u ilr." I ir o h.. "a". li\
"-',. .inn.fi- U- 4 ?" P'*l,.,*,'n,1*F"dfic..m excellente agua de Co-' Antonio de Almeida l.o.,. ; como l.aibera r-
Vendem-se dous planos fortes de Jacaranda, I loma a isiie I e entra, mult. perwaarnu da me- : ""' contra qualquer |*.., qut orr.n.r em **
consirueciio vertical ecom lodos o melhoramentos !'l0r flawldad. que pode turar, e por neena mah Pw'er5 *"im romo grr.liae. e paga lod 1*
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio de
Hamborgo: na rua da Cadeia aimazem n. 8,
barato! do que em oulra qotlqncr parle : ni roa do
noetmado na bem condecida loj de miudezas da boa
zas.Joaqtiim Lope- de Imeida.
PERN : TYP DR M. f. fig FARIa Mj*
LEGIVEL


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