Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07598


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Full Text
ANNU XXXII R. m
QlilNTA FEIRV i DE 01 TIBRO DE I8:i(.
Por 5 meses adiantados 4;>'000.
Por 3 mezes vencidos 45500.

Por auno adiantado ISfOOO.
Porte franco para o subscriptor.
EXCARREGADOS DA SURSCRIPCAO' NO NORTE
prhib, s Sr. Qerviiio y. da Natividad! Natal, o Br. Joa
quim 1. Partin Jnior ; Arara l J. e Sr. A. da Lemol Braga
Caira, Br. J. Joi de Olirtira ; Marinbeo, o Br. Joiquim Mar
oum Bodriguel; Piuhy, o Sr. Domingo! Hereula no A. Peiioa
uraota ; Para, o Sr. JuiliniaDoJ. tamoa; Amaionai,o Br. Jaro-
arma da Caita.
PARTIDA DOS CORREIOS.
"tiuirjs e Kaial: datas-irins.
I rtiooa o- eorraloi partea u-111 hsra. da
Agua-I
nhla.l
AUDIENCIAS DOS TRIBUNAES DA CAPITAL.
Tribunal do coromercio segundase quintal.
Relacao : lercau-feira eiabbadoi.
Fazendi: quartai e sabbadoi 10 horai.
Juio do commercio: legundu ailOborsie quimas a miio-di
June, da orphaoi: legundaa quintal ai 10 taorai.
Pnmtira arado eivel I aegunda leitai ao meio-dia.
Segunda rara do eirel: quartai i Mbbadoi a* meio-dia.
EPIIEMERIDES IX MEZ DE UI'TITIRi
7 Quicio ereicente as 3 horas u> mlnutoi c 48ieguudoi dam.
13 La riieia as 9 minutos e 20 atgundoa da tarde.
'0 Quario mingeme ai 3 horas, 47 minutle 48iegundoi di i
28 La norias 8 horas. 21 minutos.48 itgundoidl tarde.
I'l'.i: \\1 \l III. Ilu.lh.
Primeira ai 7 horas e 42 minuloi da manhai.
Segunda ai 6 horas e 8 minutos di tarde.
DAS da semana.
29 Segunda. S. Miguel archanjo ; S. Frtterno b.
30 Terca. S. Jernimo prest, card. e doutor ma-xmo d.t Igr.
1 Quarta. S. Remigio b. Si. Vinssimo, Matima e Julia.
2 Quinta O Anjn Coslodio. S. Leodgarin b.
3 Sexta. S. Evahlo presb. S. Candido m.
4 Sabbado. S. Francisco de Assis.
5 Domingo. O SS. Rosario da SS. Virgem Mii de Dos.
i:\c\ititt:G.\uos da m its<:itip<;\i ajo si i
Alagoai.o Sr. Claudico FalcaoDiai | Baha Sr. D. Ih>f>ri
Bio deJaneiro,o 8r. Joao Perein Marlini.
EM Pi.ftXAMItl IO.
O propriitirb) do DIAB10 Minoel Figneiroa ate raria. Bt .
Iitrana, prici da Independencia ni.l.H.
PAMT1 gFyiQItVL
GOVERNO DA PROVINCIA.
Expealernte 4> Ola 'ti de miembro
OffieioAo Exn. hispo diocesano, rogando e
digne de dar a* providencias que Ibe ditar o seu ze-
lo apostlico em favor dos Africanos que se acliam
empregados no hospital regimenlal, pois que, se-
gundo declara o rnarechal cummandante das armas
no ollicio, que remetle por copia, nao teem edes
sido conveoientemente instruidos ha doulrina cliri*
i.h. n.Vi hu all quem se eucarregue de semelhanle
instraccao.
DitoAo Etna, manchal cummandante das ar-
mas, para mandar passar esrasa, visto ler apre-
euladu i-cncio .legal, o reclua Jos K omito de
Barros.
DitoAo inspector da theouraria de fazenda,
declarando que ao (cnente reformada de primeira
liutia, Joao Bernardino de Vascnncella*, e ao ulfere
do cstado-miior de segunda classe do exercilo, Ale-
xandre Augusto de Fria Villar, se deve abonar pe-
lo exercicio do posto de majnr, que ambos occopam
na guarda nacional desle municipio, a mesnia gra-
lili mi;.io, qoe em virl4.de do aviso da reparlicao da
u.lica de 22 dr novembro do'IS-V, percebe ac-
tualmente o inajor Antonio Jos de Olivcira Fra-
gata.
DitoAo intimo, transmiliindo para os cnuve-
nienlt- examen, copias das acias do consellio admi-
nistrativo dtalas do 1. c 1:1 do correte.
DitoAo eliefe de policia, dizenjo que nao s
ipprova todas as alteraces por S. S. proposlas acer-
ca do sustento dos presos pobres da casa de de-
tenerlo, mas tambem marca is gralificacots se-
guintei :
Ao asente daquelle estaheleeimento |S>.
Ao cozinheiro, alem da relo, a diaria de 500 rs.
A cada un dos srvenles a diaria de 3211 rs.Com-
municon-se ludo Ihesouraria provincial.
DitoAo coininiiidanle superior da guarda na-
cional de Oltnda, devolvendo o pedido de azeile t
pavio para o quartel do destacamento daquella ci-
dade, relalivamente nos mezes de julho e agosto l-
timos, alim de que mande organisar urna conla do-
cumentada do que despendeu c un a eompra de taes
objectos.
DitoAo inspector da Ihesouraria provincial, pa-
ra que, i visla do Strcamioli que remelle por co-
pia, mande por eio arrematarlo os reparos de qut
precisa a ponto sobre o riacho de Pirauhyra, junio i
villa do Limoeiro.Cominuiucuu-se ao director das
obras publicas.
DitoAo mesmo, recoramendando, em visto de
requisicAo do llr. eliefe de policia. que mande adi-
ntar ao administrador da tasa de delenrao a quan-
tia de I: 2S-. para manufactura da roupa qoe se faz
precisa para os presos daquelle estnhelecimento, a
qual consta da demonstrado, que remelle por copia.
Comrannicoii se ao referido cliefe.
DitoAo teiienle-coronel director das obras mi-
litares, inleirando-o de haver expedido ordein
Ihesouraria proviucial para pagar a importancia da
conta que Sin?, remelteu de tinta e oleo, compra-
dos para a pintura du quartel do corpo de po-
licia.
DitoAo director das obras publicas.Pareeen-
do-me liaver no desenlio e oreamenlo que Vmc. me
remelteu com o seu ollicio de honlein sob n. 300,
relativos a cape!la-mnr da igreja matriz da fregue-
zia da Luz, muito ornamento intil, ejolgando con-
veniente que d'ora em diantc se adopte na Coos-
(rncrao dos lemplot a maior simplicidade e seteri-
dade possivel, diininuindo-se obras de lalha e lloa-
rados, visto como as decorarate* e ornatos, muitas
Vetes*'* qilisi s"mpre de mao goi0. lorn.im dis-
pendiosas ifi t lilieacGes dos templos, donde resulla
iWo haver fra da eidade o numero I "lies, que se faz
ini-ler, devolva os mencionados desenlio e orcamen-
lo, alim de serem alterados lieile sentido.
He melhor '.er mais teinploa, mas simples, do que
poneos cheioi de dourade e ornlos dispen-
diosos.
CircularAos mdicos incumbidos de commisoes
na provincia lurante a epidemia.Maja Vmc. de
minis|rar-me lodos osesclarecimenlos que pole ob-
lar no iral.imi nlo das ptssoas accomineludas do cho-
lera, que foran ronliidas aos seos cuidados, tanto
nos liospitaes como fura delles. I'ara isso Vmc. me
informara circuinslanciadanienle e com toda a exac-
tidao qne for possivel :
1. 'Par me o de um muppa. O numero das pes-
soas caradas ott fallecidas, addicionaudo observares
i|ui [rara convenientes, principalmente as que
isserem respeito as localidades e individuos mais
iuteusameute atacados pela epidemia :
2. yoe ntcioi llnrapculicos Imam vantajisa on
improlicoamente applicados :
3. Finalmenie, a dala dos primeiros casos observa-
dos, coro indicaran da freguezia, ra, hospital, nu-
mero da caa, sexo, idade e cnndic.o.
OllicioA' mesa paroclii.il de Camin.Kecebi
0 ollicio de II do crrente, em qae Vmcs. me com-
iiiiiiiuMn liaverem suspendido os Irabalhos da elei-
'j io, vislo que, alem de se ler encontrado um exces-
so no numero das cdulas, comparado o se j numero
com o dos volantes, nolou-se mais urna dilferenca
entre o numero das cdulas de vareadores e o das
de juizes de paz. A' vista dislo Vmcs. pedera, que
eu resalva, se a eleiejlo assim viciada deve comi-
near, oo est iiKinile-lmenle unlIaT
ComquanU Vmcs. nao lenham declarado, como
conv tilia, o motivo ao menos provavrl dtsst exces-
o ou diflerenc, cuiopre-m lodavia declarar, que
uo caso em quesUo deviam Vmcs., em vez de sus-
pender a procesa eleiloral, liraiUr-M 13o so-
rnente a representarla este governo acerca das irre-
gularidades que appirecessem na marcha do mesmo
processo.
1 amipre. que no caso de se Icrcm ale boje con-
servado sem alleracao as cdulas recolhidas na ur-
na, Vmc. prnsigam nos Irabalhos inlerrompidos, e
1 rocedam a apiracau das memas cdulas. Se es-
tas porem foram motiladas, cnnvem que Vmcs., na
coufornudade do arl. (itl da le regolamentar de 19
de agosto de 1816, desi^nem novo dia para a elei-
i;Oi prefera! o domiiii-o mais prximo que for
possivel, eonlaiiln que a noticia da convocai;.1o che-
;:ue a todoso pontos da freguezia.
Em lodo o caso devem Vmcs. infnrmar-me cir-
cumslanciadamenlc sobre quaesquer occorrencias
que se derem, fazeudo especial nienrao dos moti-
vos do excesso e diflerenca nu uumern das cdu-
las, e de outras irregularidades que purvenlura ti-
verem apparecido, alim de seren submellidas ao
r.onliccimeuto do governo imperial para decidir como
for justo; pois que a decisao sobre semelh.inle nb-
eco s compele a presidencia no caso previsto na
segunda parle do arl. IIS >la citada le.Kemel-
leu-se por copia a respectiva cmara BtMictpal.
Dito-A cmara municipal de Nazjrelh.Com o
seu ollicio de 2i du cnenle ins fei eolreue a ru-
pia authentica da acta da sessa extraordinaria, em
queessa cmara proredtu a aparadlo dos vo|ol para
xcreadores t jiii/-, de paz desee municipio. Em
seguida Vmcs. me communicaoi 0 uceurreocia que
se dera na quid la occasio : O vereadnr' roais vo-
tado Joao Fernandes Vieira, tendo deixado de com-
paracer M caraira desde III de junho prximo pas-
eado, apresenluB-sc na ses-ao da apuiaco com o
intuito de aisumir as funrces de presidente ; ao
que se oppoz a cmara pilas sesuintes raides : I--
achar-se com assento na cmara desde o principio da
sessao o vereador Patricio Jos Kibeiro Jnior, que
sendo cunhadn de l'crnandes Vicita impedio a este
III COLLEGIO DE 1ENIN4S
EM
Por Madama Antoinette.
./ tittrihuinio dos premios.
lie meio-dia em ama sala vasta esclarecida por
(res lanellascnm visla para um jardini, achase nina
reun.io ciegan e. da qual M mulhcres Iorm.un a
inaioria. Abi eouWHa-ie, uraceja-st, espera-,o. lie
o grande dia da ili.slribuic.io dos proniioia
Na verdade. ininha rica, di/.ia urna mullier mo-
ra a s.'ia llrtBI, lo lo o que ajo aqni me decide, c
: madamesella l'erbx Bao desmentir o liom cofleei-
lo que vos-1- i,\t. ilella, arinar-ine-ii< i de coragein uo
lim da ferias, e llie coiifiaroi iniuia lillia.
He o melhor que vussi* pode fazer, respondeu
a oulra molher, a qual chamava-se madama de
Courtel. e era casada cun u rollerlor do dislriclo ;
fiii a Providencia que aqu envin esta exrelleute
toca, e que nos permille conservar nossas lilhas
parlo de mis, d.indo-lhes ao ine-mo lempo nina uta-
r.ic.'ni perfaila parisiense ; pois a senhora Kranca
he Parisiense na mais bella accepcao da palavra.
E accrescentou abiixaudo a voz
de tomar a presidencia ou mesmo de fdzer parle da
cmara como simples vereador ->. porque quando
se apresenlou \ ieira ja eslava concluido lodo o pro-
cesso da apuracao, esgolado o expediente do dia,
faltando someule lavrar.se o encerramento e fazer-
se a assignatura na acta :! porque leudo a cma-
ra durante a referida sessao ordenado ao leu pro-
curador o emprego dos meios judiciaes para haver
*. ,l"r?I. ll,r" noeelle subtrahira a mesa paro-
clnal de lracunhaem, nao devia permiltir qoe elle
lomasseo lugar de juiz, quando era parte ou anles
reo : i. hiialmente porque constando a cmara que
leira .inda se achava envolvido em negocios de
novas eleicoea em sua freguezia, eslava por tal mo-
tivo inhibido de accumuUr ai funeces de ve-
reador.
Nao pode prevalecer a primeira r.iOo que Vmcs.
allegara ; porquanlo. ainoa que o art. 23 da le do
1- de oulubro de 1828, no permita qoe os cuoha-
dos sirvain conjunclamenle o cargo de vereadores,
he cerlo que na hxpolhese de qoe se trati quem de-
veria dcixar o excrcicio he Patricio Josc Ribeiro de
\ascoucellos Jnior, por ser o vereador menos vo-
lado.
A segunda razo porm he valiosa, pois que nao
devia remandes Vieira assignar urna acia de tra-
bnos em que nao tomn parle, lendo-se apresen-
lado ja no lun da sessao.
Quanlo a lerceira razao, ua i era com elfeito con-
veniente nem decente que Vieira se apresenlasse
pura presidir a urna sessao, em que se IraUva de
negocio grave que Ihe dizia respeilo, aluda que por
esse fado nao lenlia sido pronunciado, caso em que
de corlo ficaria inhibido do eiercio.
Sobre a quarta razao devo declarar, que nao ha-
veudo lei que prohiba torear parle na apuracao co-
mo vereador o individuo que uilerveio ou esta' iu-
lervindo as eleicoes parochiaes, nao podia Vieira
por este fado ser excluido dos Irabalhos da c-
mara.
Onista-me que este individuo pedir dispimsa do
cargo de vereador, allegando esensa legal e que essa
dispensa fura aceila. Tiesta hypolhese nao pode
elle er adinittido, senao em virlude de nova elei-
cao, a exerrer as funcijes de um cargo que volun-
tariamente renunciou, sendo aceita essa renuncia.
No case de nao ler fcito essa renuncia, nem es-
lar pronunciado, deve assumir o seo lugar as ses-
ses futuras embota na deque se trata lenha sido
milito acertada a deliberadlo dessa cmara, ex-
cliiinda-o de lomar parle na acta c assigna-la.
ParlaraConcedeiido vinle das de licenca com
ordenado ao juiz municipal do lerroo da vea la.
bacharel Sergio Diniz de .Maura Mallos.Fizeram-
se as necessarias coininuoicacOcs.
DitaNomeando a Joaquim Galleno Coelho, para
om doslugares vagos de aj simite de enzenheiros da
repartido das obras publicas.Expediram-se as
necessarias commoiiicac.oes.
DitaDemiltindn. de conformidade rom a pro-
posia do chefe de policia, a Antonio Joaquim de
Mello Pacheco, do cargo de quarlo supplenle do
subdelegado da freguezia de Sanio Antonio.Com-
muuicuu-sc ao referido chefe.
DilaAo agente da companhia das barcas de va-
por.recominendan lo qae mande dar transpone para
a corle a djsposic,ao do Em. Sr. ministro da jusli-
i.a, em um dos lugares vagos para passageiio do
eslado no vapor que se espera do norte, ao padre
Joaquim de Assumpi;3o Saldanha, que sera' man-
dado apresenlar pelo commandanle da cslncau na-
val. .ouiniuiiirnu-.-e a esle.
Ollicio .\o Etm. marechal rnmmandante das
armas, dilendo licar scicnle de haver S. Exc. exone-
rado o capililo reformado Pompen llomanri do Cr-
vallio. do efourivrn ce aind.nic u orlaJt/t ,iu lirmn,
e unineando o alfares Jorge UodrignesWdreira pa-
ra exercer iulerinamcnle o referido emprego.
Cnininunicnu-se a Ihesouraria de fazenda.
Dilo Ao mesmo, dizendo que tendo viudo preso
di comarca de Coianna oalferea do segundo bala-
lIlBo de infamara, Feliciano Caltopa U mleiro de
Mello, pelo faci relatado n parle que remelle por
copia, urden ni a cs-e olcial que se apresenlasse ,i
9. Exc. afim de ler o deslino eonvenieiile.
Dilo Ao inspector da Ihesouraria de f.izeoda,
devolvendo os requerimentos em qae Jos Jurme
Tomo Jnior, Antonio Moreira Reis, Jos Verissimo
dos Alijos. Flix Soarea de Carvalho e Francisco An-
tonio das Chagas pedem por agrmenlo os terrenos
e alagados demsrinha, que ficam nos fundos de suas
propriedades e em seguimeulo da roa de Saola Ri-
la, e no areial da fortaleza das Cinco-Ponas, lim
de que julgandn de nenhum efleito os oflicins da
presidencia de 2"i de julho e 10 de agoslo do anuo p.,
pelos quaei se mandou passar lilulos dos menciona-
dos terrenos e alagados ao referido Jos Jacome Tas-
so Jnior, proceda a respeilo de taes pretencOes de
conformidade com as infarmacots, qoe remelle por
copia, dosesnndo-tenenle Antonio Egidio da Silva
e da cmara municipal desla eidade.
DitoAo mesmo, dizendo que pan dar cumpri-
m-ni..... aviso do ministerio da justica de II de
agosto ultimo, convem que S. S. examinando e fa-
zeudo examinar o mappa qae remelle, extrahido dos
quadros annexos ao rea lorio apreseutado esle anuo
ao corpo legislativo, e confrontando o referido
raappa com os registros e documentos eiistcnles nu-
quella Ihesouraria, o devotva com toda a possivel bre-
vidarte depois de corrigidas as inexictides ou omis-
sOes que nelle forem encontradas, devendo S. S. ad-
dicionar-llie quaeiquer observai;Ges que tenham por
fim completadle e*raelhora-lo.Igual h' Ihesouraria
proxincial.
DiloAo mesmo, devolvendo os prets das praras
do sexlo balalhao de infantaria da guarda nacional
desle municipio, afim de que sob a responsabilidade
da presidencia mande pagar a importancia de laes
prels, correndo essa despeza por conta da repartirlo
da guerra, pois que foram as referidas pravas aqur-
teladas para auxiliarcm a tropa de primeira linha.
DiloAo mesmo, recommrndando a expcdic.no
de snas ordena, para qoe na alfaudcga detla eidade
se couainta nodespacholivrede direitiis.de urna caita
que veio de Londres no vapor lauarassiiii, contundo
objectos nara asecrelaria da presidencia.
D lo-Ao mesmo.Devolvendo a V. S. o preldos
vencimeutos da escolla de guardas nacionaes do
Brejn, a que se refere o leu oll'rio n. (i7 de 21 do
correle, o aulnriso a mandar pagar a' respectiva
importancia a Simplicio Jos de Mello, visto que
es|*' sanada com a guia que aqu junio, a' se-unda
duvida apresenlada pur V. S.
A primeira duvida acerca do excesso de dous das,
que se nota no pret, nao deve previlecer, porquanto
podendo acontecer que a escolla relardas viagem por motivo de forra maior. aceresce no caso
em queslJo, a yrcumstancia de se haver a escolla de-
morado usa capital, a' espera de ser despachada,
ara etpeee de lempo superior a d u- das.
Nao procede finalmente a 3. davida, visto como
a escolla fura deslioada .i. condiirao de recrnlas de
marinha apurados naqaella comarca, ese trouxepre-
sos de juslice foi por querer o delegado aproveitar a
opporlunidade para remelle-tos.
DiloAo inspector do arsenal de marinha, aulo-
risaiido-n, em visla de soa informacao, a conceder a
Jos Antonio de Araojo, mediante indemnisacao ra
oavel, urna das 3 curvas de sicopira que exislm nos
rmazeni daquelle arsenal para ser rmpregada no
fabrico da galera franceza llaoul, que naufragou no
porlo deita eidade ; devendo no marrar do preco ter
em visla qoe ella foi victima de ama desgraca que
n3o foi alheio o pratico.
DiloAo director das obras mililarrs, para man-
Voase sabe qae lia muilas especies de Pari-
sienses.
Por exemplo, madama llonlemps, disse a ou-
lra no mesmo lom.
Silencio ah vem o marido della.
E as duas amiga* trocaran) um sorriso de maledi-
cencia.
Bom dia, Mr. Bontemps, disse madama de
Courtel a um homem haixoe gordo, que se appro-
ximava para sauda-la, como est J como est sua a-
mavcl consorte'!
Com euxaquera, respondea Mr. Boulemps in-
clinindo-sc profundamenle diaute das duas mu-
lhcres.
Que pena I exclamou madama de Courlel em
lom compungido ; ilesla surte a pobre madama Bon-
tempi nao noler.i assislir ao Iriiunpho de sua lilha.
l'erdoe-me. senhora, tomou o marido, pelo
contrario ella deelarnn-me, que, ernbora depois mor-
resse, pori cem suas proprias maos a eonii sobre a
cabeea da lilha, c miolia aulondado de marido leve
de ceder.
Collada 1 ilis-c madama de Courlel cun ar bj-
poerita, he 19o boa m.ii.'
I'ereinos pelo menos um ataque de ervos,
murmorou a oatn mulher.
t'.lnro Mr. Ilonli-mps, tornou madama de tloar-
tel, Vmc. qae he quasi da rasa, diga-me fr.iiirainen-
le se rninparlillia do enlhiisiasnio que inspira no-sa
joven prol'essora a qiianlos a commaniesin.
Sim, e nao, senhora ; pori|oe, como diz mada-
ma Konlemps, ainda he mniln cedo para julgar-se,
respondea o meslre de msica ( pois taes eram as
luuccues de Mr. Boutempt na casa de educado fun-
dar fornecer ao commnndante do corpo de polica os
vidros qae se fazem precisos para alguns caixilhos
dasjaoellas do quartel daquelle corpo.Communi-
cnu-se ao supradito commandanle.
DiloAo presidente do conselho adminitrativo do
patrimonio dos nrphaos, dizendo qae pode deferir
fivoravelmenle o reqaerimeolo quedevolve, no qual
Joao Paulo < ende- de Barros pede em casamento a
orptia Emilia l-'elismina de Barros l.eite.
PortaraNomeando de conformidade com a pro-
posta do marechal commandanle das armas a Fran-
cisco Pereira Vianna, para occopar interinamente o
lugar de escrivao da botica do hospital regimental.
Fizeraro-se as necessarias communica;oes.
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE PER-
NAMBLCO.
Ilamburgo, de selemhro de 1S.V.
Esla vez nao he fcil adiar cousa de notavel a re-
ferir desla parle do mundo, nunca houve tanta fal-
la de materia para urna correspondencia como as
tilintas semanas. O mais interessanle s lem o in-
leresse de ancdotas. De oceurreucias, mais ou me-
nos de consequencia, nao be queslao.
As ulhin.i- tropas dos alliados abandonaram o ter-
ritorio turco em 18 de agoslo. Desse lado com promp-
lidao se salisfez a estipuladlo da paz de Pars res-
peilo da evacuaban das tropas eslrangeiras : o mes-
mo nao.acontecen com a Rusta e com a Austria.
A commissao para regulamenlo das fionteiras en-
tre a Moldavia e a llessarabia tambem uada adian-
tou em agoslo, e Indo licou como se achava no
principio. Na mesma posicao de nao-solu^o ficon a
queslao respeo das ilhas das Cobras. Os alliados
insisten) que ellas perlencem ao lilloral d un,luana,
cedido pela Rassia em consequencia da paz, ao mes-
mo lempo que a Russia cmbale essa inlerprela-
r,ao, e para sustentar os seas direilos sobre essas
ilhas, all eslaheleceu um pequeo posto militar.
Em consequencia dessa demora de decisao acham-
se, como anligamente, tropas ruisas as margeos do
Danubio, e do oulro a Austria acha nisso um moti-
vo para continuar a occiipar.lo dos principados da-
nubianos. Ainda nao he de prever quanlo lempo ha
de durar esle eslado anormal. Para influir sobre a
prorapla execucan da paz, licou por ora orna esqua-
dra ingiera no Bosphoro. ao mesmo lempo que dif-
ferenles navios cruzam nu Mar-Negro ; mas, com-
iedo isso os negocios nao teem sido accelerados. Em
consequencia do alrazo do regulamenlo das fron-
teiras, a reorganis.irn dos principados danubianos
tambem se acha parada.
A ti ii i Ti o ou mo uniao desses paizes he ama ques-
lao ainda nao decidida, e a coinmis-.Vi que tratar
dos Irabalhos preparatorios dessa rerganisarao an-
da nao se reuoio. O mesmo, finalmente, acontece
com a commissao que ha de regular a liberdade da
navegaran do Danubio. I ma companhia franceza,
que nao leve paciencia para esperar mais lempo pe-
la decisao dos diplmalas, mandou ltimamente um
dos seus vapores, o Lyonnait, seguir o Danubio da
embocadura na Sulin at Belgrad para examinar a
navegacao nesse rio. Encontrn bastantes diflicul-
dades e impedimento., e a companhia aualriaca que
at agora linha o monopolio no Danubio, nao dei-
xuu de augmentar essas diflicqldndes para o eslran-
geiro nao querido ; nao foi perroitlido ao ditu barco
a navegacao na parle austraca do Danubio.
Em meiadns de azoslo recebemos da Grecia a no-
ticia qoe as tropas d'occupacao, francezas e inglezas,
e-davam para partir. As ga/.-las da Inglaterra e da
Franca conhrniaram essa noticia. Mas, desde euiao
se soscilaram novas difiicoldades entre os gabinetes
dos ainados e da Grecia), As potencias occidente*
exigem urna (BOdanre ilo ministerio, e a rainha que
he regente da Grecia .luanlo a viagem d'el rei na
Atlemanha, Rio quiz acceder a isso. Por.isso lodo
licou como eslava, e a< tropas de occapacBo se a-
cham anda no Pyreo.
Os netzocios da tlalit se eslao complicando. As
grandes dilliculd des qne se apreseiilam sao o moti-
vo que, nem as potencias nccnleulaes, nem a Aus-
tria Iratam seriamente del regala-las, Lina nota da
Inglaterra e da Franja, cerca de reformas na ad-
ministraraodo reino das DaasSicilias, foi respondida
pelo gabinete napolitano Do urna niuneira singular-
mente spera. O boato de urna amnista em ap-
les se moslruu ao me-mo lempo infundado, e tudu
tica na anliga poic,ao.
I 'aliae ltimamente rifa ama nova ola de ap-
les em termos menos fortes e dando esperanzas de
lima cerla ce lencia. Tambem nos Eslados Pontifi-
cios ludo se conservooj no stalu quo ante, lia
pnuros din. se falla enm mais ou menos veracidade
ii'uma mudanca na marcha do gabinete do Papa, e
se diz, lambem que o aulor do preseute syileraa, o
cardeal Antoiielli deixara o seu posto de ministro de
eslado, e ser substituido pelo nuncio na corte de
Vienua, o cardeal Vale Pela, que negociara a con-
crdala austraca.
Mas a parte mais difficit da queslao italiana, he em
lodo o caso a relacao entre a Austria e o Pie-
inonle.
O desaccordn entre os dous governns he maior de
que nanea,desde a paz de Pars, e em lugar demo-
dera-Io,o lempo o ten) azedado ainda mais.
Ainda esses doos estados se acliam tranquillos e
em paz exleriormente, mas lie isso uina paz armada
al aos denles, e ambos eslao reforcando quanlo po-
dera os seas armamentos. A Austria cliamou lodos
os licenciados pertencenlesaos regimenlos na Italia,e
do seu lado o Piemonle est com toda a energa aug-
mentando e engrandecendo as loitilic.ico- de Ale-
xaudria, e na Austria nao se descouhete a importan-
cia de um convite feilo pela impreiis'a'sarla a toda a'
llalia para subscripces para comprar 100 pecas de
artilliana para armar Aletandria, lazendo assim .,
demonslrarao contra a Austria por esse armamento,
propriedade de toiU a nacionalidade italiana. Di-
remos ao mesino lempo que essa sobscripcao he
muito apoada na Inglaterra. A'isso aceresce orna
nota que ha poucoo gabinete de Tarn dirigi a' suas
legaces europeas, declarando estar deciduo a'nao
admillir neohama interveucao da Austria na llalla
por s s, e que qualquer oceuparao d'um estado ita-
liano por tropas au.-lnacas, seria segaida por uina
immediata inlervencu de tropa- sardas.
Como parece, essa declaracao foi dictada ao gabi-
nete da Sardenha pelo recelo, que a Auslriaseap-
proveitasse de qualquer levanlamenlo em um dos
dill'errnles eslados italianos, para c litar em toda a
llala. Nao he de suppor que a dila inda da Sar-
denha lenha sido redigida sem previo aviso em Pa-
rs e Londres, e lalvez mesmo em Berln e Peters-
hurgo.
Em todo o caso a poltica austraca na .Italia nao
goza de grande favor da parte das outras grandes
poiencias.
Enlrelanlo, na Allemanha, ainda se espera pela
resposla dinamarqueza as olas qoa a Prnssia e a
Austria dirisiram para Copenhague a respeilo da
queslao dos duiuame- de llulsfeiii e Lanemburgo e
da constituic,ao geral. Como parece, em Copenha-
gue se quiz esperar o resallado do proceseo atTectado
por oaeixa das cmaras do llolsirin contra o minis-
tro de llolstein, o Sr. de Sebele, de liaver elle vio
lado a coiistluic.ao.
Esse processo foi decidido em 2 do torrente, e de
maneira que ojribanal superior ri'appelladloeio Kiel
se declarou no competente. Niagoem esperava urna
con iL'iniiac.io, porque, o Sr. de Sebele he o homem
omnipotente, e o tribunal de Kiel Ihe he inteira-
menle des otado, mas a declaiacao de incompetencia
sorprenda geralmenle, porque lem cara de ser-:
vil. Provavelmenle nao lardara' agora a res
posta do gabinete dinamarqoez aos da Austria e da
Prussia, e bem poders'ser que ella seja redigida no
sentido da dita nota napolitana.
A Diela alleraaa continua em ferias. Talvez que
logo que cumecarein suas esses lenha bastantes
afazeres, e de novo se oceupe dos uegocioi do llano-
ver. Segondo as amearas com que o ministerio hano-
xerianotraa de intimidara segunda cmara, que
nao qoer ceder a's proposlas do governo. se pude ao
menos esperar urna ingerencia da Dieta, que sempre
lem sido prompta para corresponder com os desejos
dos goveroos da Atlemanha. Nesle momento ehega
un despacho lelegrapbico dando < noticia do adia-
menlo das cmaras, em cuja occaaiAo o presidente
exprimi o sen senlimenlo de nin se haver oblulo
urna couciliaciVi na queslao da conslilui^ao.
Finalmente fallaremos de um acontecimenlo que
dorante as ultimas semanas preocopou, especial-
mente na Prussia a alinelo geral. I'ma crvela a
vapor prussiana, debaixo do commando do almi-
rante da marinha prussiana, o principe Adalberto,
leve era 3 de agosto, na cosa africana do Mediter-
rneo, perlo de Malilla, um combate infeliz com os
piratas all estabellecdos, chamados Rf-pralas. Em
)X>2os pira la- nesse lugai linbain lomado um navio
prussiauo, e o principe que ta fazer umaexcursono
Mediterrneo, tencionava ao mesmo lempo rec.onhe-
cer essas localidades.
A corveta Danzig, chegada a esie ponto, o assim
chamado Rif, armou dous escalares para fazer um
desembarque. Aproximando-se esles da ierra furam
recebidos com tiros. () principe logo deu ordem para
desembarque a uns|70;hoinensjda guarnirao do Dan-
zig, a' testa dos quaes atacou os piratas colloca-
dos na praia, os quaes respoudendo vivamente o fogo
prussiano se reliraram, provavelmenle na intencilo de
allrahi-lo n'uma emboscada. O principe Adalberto
sem rellectir foi sempre para a liante, al que final-
mente, depois de haver soflridu urna parda de 7
morios e 17 feridos, vio a impossibilidade de sus-
tentar a soa po-ic o, e apenas leve lempo de fazer
a sea retirada para ganhar os escaleres. Ao lado do
principe cabio o sen ajodanle, o lenle Niesemann,
e o principe foi feriJo por urna bala na perna. Esse
primeiro combale da joven mariolis prussiana cau-
suu immensa seusacan na Prussia. Se de um lado se
devia reconhecer cura prazer a prova de valor da
mtsma, do oulro lado nao se podia negar a extrava-
gancia da empresa. Todava esse aeoulecimeiiio nao
dexara' de ser de alguma importancia, perqu es-
pera-sequeas arailes potencias martimas em pre-
gara o finalmente medidas enrgicas para dar cabo da
piralana as costas da frica.
As subscripces para os dous Bancos de Ilambur-
go, o Banco da Associaro, e o Banco do Norte da
Allcmauha, foram realmente collossies. Para o pri-
meiro (se deviam subscrever 15 mi.hoes de mu cu-
li meo, e foram assiguados filio milhes, e para o se-
gundo se sobscreveram 1,000 milhes em lugar dos
8 milhes requeridos. O novo Banco do llanover
peda 2 e \\2 milhaes de tbalers, e a especulac.lo se
apressuu de assignar nao menos de 1.167 inilhdes de
tbalers Que sommas iialuralmeule ellas uao ex-
islm, e io -ao illusorias, na pertuaelo que sn se re-
cebe a dcima, vigsima, ou centesima parle de ac-
eites qae se quer realmente ; assigua-se sommas fa-
bulosas, e ludo isso nao faz senao incendiar cada vez
mais o espirito de especularao.
Talvez que Ihe inereca aluum inlercise o seguinle
aconleciinenlo um tanto escandaloso. Ha algum
lempo nos fallamos do processo contra o Dr. Velise,
por causa de calumnias contra o dutpe Guilherme de
Mecklemliurvo. Desde enlau o mesmo duque, que
romo se sal, he irmao do grlo duque reinante de
Mceklemnurso Schwario, e majar da 'guarda real da
Prussn, dea nevo .iliuienlu '-nrsaiica cstanda'.asa.
Elle acliuu por bem ausenlar-se de Berlim u'uma
bella manliaa, achando-se iucapaz para pagar as la-
Iros que sobre elle Miriam pela somraa de 110,000
tbalers, e depois dos seos augu-los prenles have-
rem recusado de o tirar de novo dos seus emharacos.
S depois de que o negocio se lornou uro escndalo
publico pela fuga do duqoe os procuradores da sua
familia trataran) de fazer um ajuste com os credores.
Oflereeeram ."tO por cenlo. Ao mesmo lempo a po-
licia de Berlim procedeu de um modo particular con-
tra o principal credor do principe, um negociante
chamado E. Meter. Sabia-se que elle hava empres-
tado dinheiro ao principe por juros exorbitantes,mas
elle linha feilo o negocio com lana h-bilidade, que
nao era possivel proceder judicialmente contra elle.
Para o fim de fazer o Sr. Meter mais inclinado para
aceitar a propaila de por cenlo em no-oe do prin-
cipe, a policia se lembrou de um mtio original. Col-
locou-se i pona do usuraria um homem da polica
com a ordem de inquirir cada pessoa que enlrava e
sahia pelos negocio, que Iralara com Meter, e ene
policial s abandonan o seu posto depois da se liaver
concluido o ajuste com o principe. L'm oulro prin-
cipe allem.o, o principe de Reuss, que tambera ser-
via na guarda prussiana, achou igualmente pur bem
de deixar Berlim de repente, por dividas, importan-
do em 10,0011 lltalera.
Em Copenhague fallecen em filis de agoslo o con-
lul geral c encarregado de uegocios do Brasil, u Sr.
Alfonso de Carvalho. All e em Stockolmu elle go-
zava da eslima geral e sua unirte causo j muilosenli-
monte.
roi, disse a menina, ainda he
dada desde seis mezes na eidade de... pela joven e
bella Parisiense de quem se fallava nesse momento. )
I. ma bella menina de sele a olio anuos correa nes-
le momento para madama de Courlel, e suspendea-
se-lhe ao pescoco.
Ilom dia, llenriquela, bom dia, meu anjo, dis-
se esla relribuindo-lhe os afagoa. Pretendes fazer-
me bem ufana boje 1 Has de ollreccr-me muilas co-
rdal -'
Oh minlia
cedo !
Entao nao lenis premio '.'
Nao digo isso, minha mai ; a prolessnra he (lo
boa !
Eis nm elogio que nao he suspeilo, disse ma-
dama de Courlel o amiga. Na verdade nao ario que
faz essa moca ; mas (em o raro doni de ser adorada
pelas suas dlicipulas, sem oITcnsa de sua autori-
dade.
(,)ne idadp lem '.' peraantoa a nutra mulber.
Apenas tinte e duus aunos.
Me fonuuM .'
Adoravcl! mas, eis all utna peMM cun quem
I vamos conversar.
Mr. Do pon I .'
Sim, > anligo profe-sorde itipii fiilio, anual-
mente prolessur de historia, de geoRrapbia, de a-
: rilliinelica, ele. ele. iioeslabeleciiiiento de mada-
l meselli Branca Derlit.
Mr. Dnpoiil era velho de alia estatura, vestido de
prelo dos pes a cabeta, exceptas) de nina grtala
branca, cojo uso neuhuma muda Ihe Bzera ahando-
loar. Teria consideradu grave iudecencia apresentar-
PARIS.
/[desetembro.
O imperador, a imperatriz, e o principe imperi-
al se acliam instalados, depois de 15 das, em Bia-
nl/., mililitro-., diplmalas, senadores, debutados,
magistrados!, se acliam pela mor parle nos banlios
d agua-dow, nos d'agua-salgada, ou nos seus cas-
lellos ; cmlim Itidoquanto consiitue o mundo po-
ltico parece, cuino os esludanlos, tomar ferias.
Porque razo osjjobres jontalislas nio podem fazer
oulro tamo 1 Asseguro que os leitores nao per-
deriam muilo com isto. Como a irnia Atina
des contos de Perrault, conlemplain cm vao do
alio da torre, lanram o nu oculo na diroccio dos
qualro poni- earrieaes, c os infeli/.es nada veetn
cliegar. Mas o publico assemellia-so ao lerrivcl
sullao dos Mil e utna noiies ; amua-se romo
um velho despota aborrecido, e he inisier que o
entrelenliamos, ?ob pena de morle. Assim procu-
remos enireter, ou ao menos adormecer este nevo-
rovul lyranno.
Lma cousa, de que a imprensa e a diplomacia
bastante se preoecupuram nestes uliimos das, lie
sem contradice jo, a resposla piesumida de el-ret de
.aples as notas da Franca e da Inglaterra, em-
penliandoesle amavel monarclia a moderar o em-
prego das masmorras odas bastonadas, como meios
de governo etc.
lim texto desla resposla foi publicado na Allema-
nha. A maneira altiva, e quasi impertinente, rnm
que esta resposla he redigida, permille considera-
la por alguns jornaes como apocrypha ; oulros,
por causa dislo mesmo, e considerando o carcter
du el-rei de aples, a consideraran) como devendo
ser othcial.
Com ludo algumas pessoas iiao entendido que
se em qualquer reunido sem essa insignia da^profis-
s.ln universitaria.
Ilom dia, Mr. Ilnponl, como vai de sai'ide ?
pergunlou madama do Gonrtel eslentendo a mao ao
velho, a qual elle heijou cun respeilo.
ptimamente, senhora. E Mr. de Courtel'.' e
o mea ti 1-1 : '
Tambem oplimamcnlc, Mr. Dtipont.
Senao meinionnei primciramenle de sua saii-
de, senhora, cnulinuoo o velho, foi porque nao pode
eslar doenle qaem lem ama tez tan fresca e rosada.
Sempre galante, disse madama de Courtel
rindo.
Sempre verdadeiro, respondeu Mr. Duponl in-
clinandose.
Ainda replicn ella antearan lo-o com o de-
do ; eu cuilav.i qne Vmc. reaervava lotos os -cus
camprimenlos delicados para a -enliora Branca,
Alt disse o velho vivamente animando-M a
esle tiomc ; nunca Ihe liz um so '
Enlo porque'.' pergunlou a sen tumo a ami-
ga de madama de Couitel.
Porque'.' tornuu n vcllm, o ranal parecen e
Iranhar a pergunla ; que rumprrneuto llie podia eu
fazer, nao he ella perfeila ?
Eu bem o dizia I eiclamoe madama de Cour-
lel ; Mr. e madama Bonlenips repiesenlan a iadif-
fereura e a inxeja, Mr. Ilnponl u enlliii-iasmo. lie
o cavalleiro servente de iiiadamesella llerlit ; lem-
Ihe a afleicao do -elvagem pelo sen dolo.
Diga aules, senhora, o respelto de um homem
a urn aojo, e dro a verdade.
Elle concorda, observou a mais inora das duas
inullieres rindo.
a resposla de el-rei de aples ao gabinete de Pa- i
risera menos acre, que a enviada ao gabinete I
de Londres; outros, reputando-se melhor informa- I
dos, asse;uravam que resposla aosdous gabinetes!
era completamente idntica. Nao sabendo o Pie |
motile o que devia pensar no meio desias narracoes
contradictorias, mostroti-se muito ingenuo, e o
seu embaixador em Paris, o marqnez de Villama-
rina, fez ao conde Waletvski, nosso ministro dos
negocios eslrangeiros, as perguntas seguintes :
! Dar-s-ha que V. Exc. lenha recebido
resposla de el-rei de aples, diferir ella da que
foi dirigida i Inglaterra ?
Rcsposta. Recebemos urna resposla de el-rei
de aples, e he idntica do gabinete inglez.
2.* Ser verdade que esla resposla seja incon-
veniente !
Rcsposta. Dirigimos a el-rei de aples con-
selhos de amigo, e com efleito a sua resposla ha
sido mu inconveniente.
3.' lieplicar V. lixe. a cl-rci de aples ?
Resposla. Nem nos, nem a Inglaterra, nao
(levemos responder. Os nossos conselhos foram
repellidos ; ir mais adiantc fora traospir o limite
nos nossos direilos.
A.- Enlo, que pretende fazer V. Exc?
Resposla. Na la por agora ; mas cessare-
mos as nossas rclac5es deplomalicas com el-rei de
aples, eaproveiiaremos todas as occasies para
Ihe suscitar diilicnldades.
Al o presente, posto que lenha corrido boato
na ISoIsa, ha poucos .lias, o nosso embaixador ain-
da nao foi chamado, se;undouma gazett de Vien-
na; nunca as inimisades dos governos esliveram
mais remotas. Conforme este jornal, cl-rei de a-
ples dirigir urna segunda ola concebida em
melliores termos, a qual apagara a mi impresso
da primeira.
Porm, nada dislo lid autentico. Comtudo he
ceno que a Austria incotnmodada com o carcter,
que tomam as cousas, usa de Inda a sua iufluencia
peante el-rei de aples para o persuadir a algn-
aias eoncessoes, dando-lh a entender que, se elle
atrahir a si, per sua culpa, a cholera da Franja e
da Inglaterra, a Auslria, apezar de todo o sen de-
sojo, nao poder sjccorre-lo.
Mas el-rei de aples he nm cerebro escandeci-
do, urna especie de louco coroado, que s ceder,
quando ja nao for lempo.. Scmelbanics circums-
tancias -sao favoravois ao Piemonte: assim os par-
tidarios do principe Mural fazem nesle momento a
propagan-la mais activa. O principe Mural veio
instalar-se em Ai\', na Saboia, sob pretexto de to-
mar banhos, mas na rcalidado para esptcilar o mo-
vimenlo. e aprossa-lo, se for possivel. A peque-
a eidade de Aix he o ponto de reunio de lodos
os agentes, que forem receber as ordens do fuluro
rei de aples. Asseveram que urna proclama-
cao muralista (ora redigida em Aix para ser espa-
Ihada nos Estados-.Napolitano-. O governo do
Pie-monte v com desprazer as manobras a que d
lugar a prcsBBCa em Aix do principe Murat. O
imperador u?m pouca coosideraco para coro o pri-
mo ; mas nem por islo deixa de ser cerlo que el-
lo permeiii-lhe fazer o que quer, com a condico
de desapprova-lo, se naufragar, ou de aproveitar
da revolueao, se for btVi snecedida.
Deve ler observado o papel duplice, e mtii ex-
traordinario que Napoleao representa nesle momen-
to. Por una paite quer obligar a el-rei de a-
ples a dar mais liberdade a seu poto, e impelle
esse poto aexpellir o lyranno.e por oulra parle ex-
cita o governo hespanhol a roubar naco todas
as sitas libertades.
Como Ihe disse, na minha ultima carta, a mo
que impelli.VIsabel c O'Donnell ao golpe de eslado,
he a mo de Napoleao, e he ainda a inestr.a mo
que continua a obrar as consequsncias desle golpe
de eslado. Como deve,julgar houveram gravesdif-
liciildadcs entre os gabinetes de Londres e de Paris
sobre a questoda Hespanha, mas parece que boje
todos se acham de accordo. Napoloo prometteu
a Lord palmersion que nao poria mos nos privi-
legios da? cortes, cem compens3t;o,|Napoleo dei-
xara que Lord Palmersion dirija como entender
os negocios de aples.
O aniversario de 15 de agosto se passou sem
incidentes, nem accidentes de nalureza alguma
contra o esiyllo, nao houveram recepces olrlciacs ;
a corte ficou em S. Cloud ; mas para que pc-
dese gozar do fo^o de artificio tradicional, este te-
ve lugar sobre o vrtice do arco de triumpho da Ks-
trella. Na vespera da partida para Biarilz S>.
Mil. passearam nos campos Elizeos em calecbe
discoberto r observava-se que elles saudavam mais
que ordinariamente, sem duvida pra dizer ot seus
adeoses populacao que, n'uma palavra, respondeu
mui framente a estes obsequiosos atancos. Cria-!
se geralmenle que o imperador ii ia apenas instalar
a imperairiz em larilz, so daria pressa em ollar
para 5. Cloud. Kmlim parece que tal era a sua
intencao, mas elle nao coolara com a imperatriz.
Kallei-lhe n'oulra occasio em urna bella italiana
a condessa Casliglione, qae fura a raioha das felas
inlim.is das Tulherias, e que o imperador galenlea-
va com grande ardor, a ponto de excitar o ciume da
Impernlriz. Pois bem, asseveram que no dia di soa
chegada em Pinmbieres, o imperador emviara am
despacho a coodes em casa de l.ady-llull ,n 1, convidando-a a ir imme-
diaUmente a S. Clon l com sea marido. Apenas che-
gado o cnede foi obrigado a partir para MilAo, onde
o charpim negocios de familia, a herancat do pai de
sua primeira mulher, heranc.acompromeltida porliv-
potheeas, mas que o conde vai desembararar por
meio de urna somma de20l mil fr. que elle ganhou
por intermedio do banco l'oul & C.\ II, como a
corle deitasse S. Cloud, afim de ir para Biarilz, a
condena Cartlgjioae nao poda li ficar, assim alu-
gou ua eidade de Avrax ama elegite casa de cam-
po, que por aeuo cominunica com a parque reser-
vado de S. Cloud, e ahi se abolelara, guardando a
volla do man lo. A imperatnz conhecia lodos esle
promenores ; assim, quando em Biarilz, o impera-
dor, ao cabo de alguns dias, manife-lou a ioteucSo
de vollar para Pars ; urna scena bstanle desagra-
davel leve lugar entre os augustos esposos, secna em
que u nome da bella condessa foi mais de urna vez
i pronunciado. E-ta scena terroinou-se por urna de-
jclaracao formal leila pela impcralriz, de nao deixar
E porque nao concordara '.' redarguio o velho.
I'.oma pode oliendo-la a respeilosa admiraran de om
liomemde minlia idade, que nao deseja man do que
v-la lodos os dias, e que de bom grado sacrifica-
ra o resto de sua vida para poupar-lhe orna la-
grima !
o imperador vollar sozinho para Pars. Sera duvida
Napoleao ceder com medo do escndalo. N'oma pa-
lavra, parece que elle ja tomou a soa resulocao ; pois
que os jornaes de Bayonna s fallan) era feslas, d-
verlraeiilos, e espenalmenle na formosura de ma-
dama Serrano, mnlher do marechal Serrano, o novo
etniHivadur da Hespanha em Paris, e como sabe, o
anligo valido da ranilla Isabel.
Mas, como conciliar esles accessos de garanleria,
com os boatos persistentes de molestia phisica e ale
moral'1 Vi o imperador no du de sua chegada de
Plombieres, procurei culher iiiformacaies dos perso-
nagens, que o cercara ha pouco lempo, e qae con-
versaran) com elle, e todas as inforoiace* qaecolhi
confirman) a opmi.lo qae eunanciei a esle respeilo
na minha ultima cana, isto he, que o imperador se
acha com o corpo laligado, lalvez gaslo, mas a cabe-
ja perfeilamenle s1a.
Os baulins de Plombieres, o repouso e o ar das
montanhas Ihe fizeram grande bem : aa pernal es-
pecialmente se fortalecern!, mas, se devemos acre-
ditar o relatarle de um njadante da cam|>o do mare-
chal Bosque!, rei.enlemcnle chesado de Bayonna, o
imperador perder cm Biarilz o melhor que'gauhira
em Plombieres ; Ihe reapparecera a fraqueza das
pernas, e o rnslo recobrara a cor pallida, que se oh-
servava depois de algura lempo. .N'uma palavra,
nao admira que o publico se preoecape com a saude
de um homem, que decide ale cerlo poni nesle mo-
raenlo do repouso da Europa : se am accidente, se
ama enlermidade o roubar. ludo licara perturbado.
.Nirrgiiem, nem mes^no aquelles que o cercam, e o
su-tentam, acredilam na dxmna-lia napolionina, as-
sim, tnifos os partidos, realistas, republicano-, se
acliam na especlaliva, para apoderar-se do poder no
momento em que callir das maos de Napoleao III.
yo mez passadoa opiniae publica oceupou-se mui-
to com os Orleinislas e Kusiouista-. Correr o boa-
to, de que o conde de Paris ia pabkear om manifes-
t a 1 de agosto, dia da sua mirioi idade. A presen-
ta em Ilamburgo do conde de Pars, de Thiers. e de
alguns oujros personagens importantes do partido
Urleanista, deu ao principio cerlo crdito a este boa-
10 ; mas as pessoas bem informadas souheram em
breve que o alvo da viatiem de Thiers fra, pelo con-
trario, fazer que a duqaeza de Orieam e o conde
de Paris renanciassem a idea da publicado de um
rainifeslo, que as circumstanrias actuaes, nao pio-
duziha absolutamente efleito algum.
Im jornal russo que se imprime em Broiellas. o
\orle, falln igualmenle por varias veze-emum ma-
nifest que devia publicar o conde de Chambord,
para persuadir os principes de Orlcnns a aceilar a
fusao. I'osso certificar Ihe qoe se nao Iralava de aclo
semellianle ; oslegilimisla.s, que chegam neme mo-
melo de Erolsdorfl", pira onde liiiham ido alim de
Testejar o auniversario do naseimenlo do conde
Chambord, do a esla noticia o desmentido mais for-
mal. Durante a sua residencia em l-'ro|.dorff, o con-
de de Chambord receben carta do duque de Nemuurs
renuvando-llie os protwloidl matscomplela adhesao.
Mas o que he a fusilo sem o conde de Pari* :
He anida o partido republicano que da' mais dig-
nidade ao governo de Napoleao, poli que he esle o
partido do maior uumero, o partido d'arrao que sabe
para a ra e faz a revolucilo, embora raras vezea se
aproveite della. Todos receiam os relalorios dos
prefeilos e dos procuradores imperiaes sobre o des-
envolvimento das sociedades secrelas, para embargar
o mal reorgnnisa-se a gendernieria sobre novas ba-
se-, alargam-se os quadros e se llie dito allribuirs
mais extensas sobre a relacao da policia. Mas de que
servir' lodo bao Para desenvolver anda mais o
remado do arbitrarlo, e par con-equencia irritar a
popnlaciln c prepara-ia para levantar-se ao piuneiro
signal.
A Clcolha de M. Roullaml, como ininisfro da ins-
Iruci^.to publica e dos cultos, he considerada como
hostil ao irlido ulirmiiii'.nuo. Ai- tuancipio propo-
zeram M. de l'-rrieua Napoleao,que responden gros-
eiramettte, N3a quero eomprominoa com os his-
po-. EntSo M. Ahalucci, nimislro da josjliea, pro-
poz M. Itoullaud. He devoto ".' peigonloii Napo-
leao. o Mas, respondeu M. Abalncei, elle (em prin-
cipios religiosos; ignoro se ello Vai ao conlission.irlo.
Se he devolo, nao o quero.o Como M. Koulland
-foi Humeado, alguns dias depois desla conversae.io *
He porque Napoleao se coiivencuii de qne n3o era
devolo. Os bispos se inquietaran) muito com esta
escollia, e aguardan) medidas que Ibes nao serao a-
gradaveis. Napoleiiu sejulgi liaslanle forlc presen-
temente para dispensa-Ios, mas e-pereinos pelo re-
sultado.
O principe Napoleao uao continua a su viagem
cientfica nos mares do .Norte. Segundo diz o Mo-
niteur, elle foi incommodado pelel venios. Com ef-
felu, esle pobre principe be bastante infeliz, na
Crimea achava mullo calor, e no Norte acha que faz
muilo fro. Dizeni que o imperador nao esta' con-
tente enm esta volta precipitada: nAo gusta de dei-
xar o pi iiiiu -ozitiln cm Paris, ,- he provavel que
elle o fa^a vollar o mais breve possivel.
Desde algum lempo achamo-nos em um periodo
de escndalos de luda especie ; a imprensa espe-
cialmente ministra o maior contingente. A gaerra
civil esta' no campo dos jornallas ; a penara de
noticias os lem irriladu e se acliam reduzidos a se
devorar reciprocamente, como a equipagein do Me-
doza, e isto, devo dize-lo, com graude satisfecao do
publico, e especialmente dos ertatlai, de quem bao
sido mais, ou menos as victimas. Verdade he que
ha na imprensa homens que se servein do ponhal
como salteadores irlaudezes, que pedem esmolas
com urna espiugarda. Naturalmente ha de conhteer
a Ilulepenitencia Belga, ura do jornaes melhor re-
digido e melhor informado da imprensa eslraugein.
Pois bem, esle jornal linha por piiucipal accionista
e por nu. dos seus correspondentes em Paris um
cerlo Julio l.ccomle. Este homem de um talento
mediocre soubera fazer para si em Paris, por meio
de sen fulhelira hebdomadario certa postean. Tinha
eolia ia em lodos os theatros e em lodos ossaloes.an-
dava com i caliera levantada,Irazendo au pcilu di ca-
saca una lila esmalta a cun as cuuJecuraroes didas
pelos priucipaes aiuigos^e que elle dispunlia.de ma-
neira que lana crer que era coudecoiadu cun a or-
dem da legiSn de honra.
Pois bein.um pequenujornal desconhecilo, o l'e-
neloue, deu um golpe nesle colos-o de pes de argila,
e esle colosso roluu na lama. Como couleccu is-
lo '.' A l'eiielnpc narrou mu siinplesinenlo a histo-
ria de um falsificador de urinas, que le lornou joma-
lista : Julio Lecomle naturalmente se recmihecea
ni.'-1 e retrato, e leve a loacora de chamar a l'enelope
a responsabilidade. A Penelope que era protegida
por hoiueiis mui elevados, tomr pur defen-or a M.
Desmarels, oro dos advogados mois cloqueles, eao
mesmo lempo mais espituoso de Pars. Esle (oi
procurar no passado lodos os accidentes da vida roui
romanesca de Julio i.ecointe,c o aecusadur fui arras-
lado na lama pelo advogado, pelo presdeme, e pelo
proprio procurador geral.
Depais deele processo, o consellio de vigilancia da
liutependenee-llelge obrigou a Julio l.ecoinle a ven-
der a palle que linha nu jornal ; he esensado dizer
que elle ja nao he correspondente, dizem que ha
neta piinieo merecida ulna pequea viugenc.a da
illa regiio. (Juando em ISiS. se propof a candida-
lura de I,uz Napoleao i presidencia da repblica,
Julio l.ecoinle cscreveu na Inependeiire Uelge urna
diatribe tilo vilenla, de que os bonapartislas que-
11 -i ni tirar urna vinganea. Como l.uiz Napoleao nao
podesse vingar-se desle insulto, jToi o conde Baccio-
clii, boje grao-meslre de ceremonias, que foi encar-
regado de provocar Julio l.ecoinle. L'm rcconlro
tete lugar, e o conde llicciuchi receben um golpe
de espada, que nunca perdoou,especialmente quando
que
depoil soube que fora um falsificador de tuina
Ihe havia dado.
Outro processo, que tambem fez rerla bulla, ful
intentado ao Teteqrapha por M. tVilleme-aut. re-
dactor em chefe do fgaro. O TelegmpKo. juma I
que io tiuha alguns du de existencia, fura creado
evidentemente para -uli-lazer,,,rencores do- uanee-
rosos inimigos do Fgaro ; pois que esle iornal n.,
poupa niiigaem, e he escripto com Unte ,-piru
e malicia, que loda a gente o Ir e se enlretem, e-
ceplo ai victimas : M. tVillemesonl leve urna ronci-
dade um pouco lempestoona, roas.gra^aa -,u es
pirilo, e a" alias proleefoes. sahio-se melhor da qae
Jolio l.ecoinle. (| imperador gosta do Figuro, he o
nico jorml que o tarar.
Nao Ihe fallare* nos prncesjWH intentados peto
Interno ao Amigo da fettgiao. em cousequencia do
om pimphli'io mai curioso, intitulado o l ajearaa
julgado por proprio. Sao ai mximas demo-
cradieas-,ocialista< do Fnitert, depois ar Bjaajaajre
de Isls, maximiss, que mal se hariiiuuissim rom ax
aovasopinioei do jornal. Esle negocio causa aja*
leemoeio no mundorilholiro ; mas eremque bjaa
pouco llieinlere-ara'. A Bolsa arha-se aoilo ma',
depois de dous mezes : lodos os valores lelo sa.fln-
dn urna depreciacao con-ideravel. Crat-Ot qur
imperador prnduzua' a alia, ao ehegar cm Pan-.
aueifjo espontanea que todas, sera excepto, Ihe
haviam Icslemunhado.
lia nos senlimenlos verdadeiros urna forja liio ir-
re-islivel, que as duas mulheres senliram-se com-
moyidaa ouvindo esla calorosa conlissao de fe.
Nesse momelo houve na reunido grande movi-
menlo. O sub-prefeilo c muilas pessoas nolaveis da
eidade entraram na sala ; no mesmo instante a cor-
lina do fundo pareceu abrir-te por si mesma, e a
joven professora appareceu sobre un) estrado uo
meio de suas discipulas. Nada a distingua dasrapa-
riguinlias que a rudeavam. Vestida de ca-sa branca,
e leudo una lila azul de ponas fluctuau.es i cintu-
ra, qualquer pessua a lena lomado por urna pensio-
nista um lauto maior do que suas rompanlieiras.
Ouviram -e enlio os sons de um piano invisivel.
o ores inquinas e puras rntu.iram cm mro nina es- '
perie de liMiinn ai. Iralialho, obra de Mr. Duponl,
posta em msica por Mr. Bonlenips.
I) canto ees-na, lodos ainda c-culavem. c foi pre-
ciso um ilumnenlo de madamesella Derbt para
romper o encanta que dominaxa j asscmbla.
A Joven professora edlantou-se mioha : Irenle do
-Irado, agradecen as autoridades rom voz riiiiiiiio-
Ida ii apoto que lio genero-ament Ihe liiihain pres-;
lado, e aos pas a prova de eslima que Ihe haviam '
dada, confiando a nina desconhecida seu mus pre
ciii.u ihesoaro, Mn tilliaa !
Dirigindo-se depois as disci|iulas agradiceu-lhes a 1
l.began lo enlao a ama mesa carregada de litros,
ella proceden i distribuicn dos premios, a E-te mi-
no, disse as discipulas, iio>tino aludas um premio
para animar-vos, ,i excepcilo de algumas que se dis-
tinguirn) pela sua boa conduela c pela sua applica-
C,3o. Os seis mezes que aeabam de decorrer sao a-
penai o preludio dos estudos serios que liatemos de
empreheoder.
" N1o se desalentem as mais joven, ou s que
carecen) de ficilidade ; mas appliquem-sc perlicu-
larmenle a_um genero especial, de maneira que no
faca cunfusao em seu pequeo cerebro.
Meu programma talvez vos issuita um pouco,
minlias filhas, e lodavia lenho a esnranca daVOl tur
ollar de boje a um mez rom grandiatlma -alis-
laccaii.
" Assim, vos convido para eear aqu na noile do
primeiro de uotobro, dia nefailo, qae quero reha-
bilitar aos vu.......Hus. Mioha ato mi. ha de propa-
lar nm elia, e Mr. Bontemp vos locara eontradatt-
sas. Se queris ler ravalleirns. trazei-me VOBMI ir-
maos a primos, r eu fnrel por provar-llies que o po-
bre primeiro de oululirn nao merece,! reputarle que
lem. o
A estas pal.ivras a as-eniblra den '.Tilos de alegra,
misturados de applatnoss, e logo que i,.-i ,i,..|r,,.,, ,e
a Iraiiqiiillidaile, as disripnlia de-lilarain com ar-
dem 'liante da prolessnra para receUrem o livro e a
cortil piiimeitulas a rada urna. Vieram depois as seis
privilegiadas, em rujo numero se achata Heurique-
I.ISBOA
II de -etinbrn.
f rholera f'liimenie vai em relinda. aVanaa
mesmo, calrui-se em (.mu o numero das tictim-
que fe/, na capital e"suhurbios. Ilonlrm hoate *
I casos e ,'i fallccimenlns.
A frondosa Cintra, o glorioso Edeu de Bxrun.
nao escipou ao fligello epidmico. Maila aaaaa
que procurava alli um abriso contra a molestia rei-
nante, levada pela lembranea de qoe aquelle poni
fora eui lsl:t preservado do mal, leve de recolher
,i eidade. Alguns casos all foram falles.
A capital e provincias gozam de completo sore-
g. Chagou aqu, logo era egoida ao- lainullo .
u casro do regiment II de infantina, que r-ljia
em branles, e o regiment de ravalliria i, qoe es-
lava em Sanlarem.
Nu quartel de Belem. onde se acham algnmas ha-
tera montadas de artilhana houve, ha Ir -ema-
nas, um irlo de insubordinarlo da parle de um sol-
dado rootr.i o seu rummandanle o Icnciile-coronel
Pina, como creio que Ihe disse na minha al-
iona. O insubordinado chegou a pisar o oflirial
ios pes e arranrsr-llie as rharlaleiraM. Alcuma-,
pr.iea. tomaram o partido do amotinado. Cosa
a auxilio das nutras hateras e icom a presentan do
regiment de lanceir.is 1. e catadores, I fei -mo -,
da a detordem, sendo os delinquemos preso- e e-
Iregues i arcao das lei-.
A coincidencia desle iconteeimenlo com os dis-
turbios que puzeram a ridasle em sobresalto, deaj-
Ihe mais importancia emqaanlo se oao soohr, qo
nada (taquillo linha rrlaro rom os precedentes rito-
luis ds plebe. Dos \< sollados, sele foram ab-ol -
vidos, don, c.....lemna 10- a Irabalhos |.utilico- lem -
porarios e tres a seren luzlado- ; reeomineadama-
porera n ronsellib clemencia do poder moedrador.
em consequencia de ler prosado, qoe o enm rom-
meltido fon de algora modo provoridn por alga-
mas imprudencias e asperezas dos saperiore. Soja
como for. o rame nem por isso deixa de o ser
dos maiores, que um soldado pode perpetrar ; rom-
ludo he provavel, que nm rabe om tragedia, vi.l,,
as rireiimstancias alternantes.
fallecen no du .1 pelas 7 horas da mnima, o
couselheiro de estado Josc da Silva Carvalho, mi-
1 lustro de e-ta.lo liuuorarin.
E-'e veterano da lih-rdid* deseen 1 scpaltora
' rom Ti anuos, nao deix.iu lo riqueraa, .rgajaato di
, /.em. Cr.i pre-i i-o- l -cipremo tribunal de jtMi-
r,i o tice-pre-idenle d.. cansara dos pires ; era
ultimo fundador do sx-lema rne-l.iucional entra
no-, (-ua ainda tivn. Morrru rom o seu nome
baplismal, leudo referrndado varo diplomas di t-
tulos.
Kaeeera eaa l'.i de daaaaaaara de ITsj m ana lii-
anleira, dislnrlo de Vizeu.
Seguioo curso scienlilico da l'niversidide de Ca-
imbra na Kaculdade JariJici, onde se lormou ere
180.').
Comernu a sua carreira na qaalidad* de jair. o>
fon de Kirardoes, nesle losar presloa vatio.-i.
ervicos na poca di invisao franceza : passou de-
pois a ser jui/ de orphAos do Porto.
Foi o principal colliboridor jonlo Minorl I ci-
naudes ibasana e Jeati Kerreiri II irg... ,|n srano>
1 movilnenlo naeiona I c dos regeneradores de ItW.
I em que foi Humeado secretario do goterno prssi~,
I rio, installido em tartude dese me-mo movi-
mcnlo. Depois fm tirito depotado as corte extra-
ordinarias e ronsliluinles.
Em 7 de etenibro de I Hit el-rei I. Joae VI .,
nomeou secretario de eslado dos negocios |ecete-i.--
licos e da juslira, servindu inlerinameiitc outn-
paslas.
Em IKit, pela qoja da constituir Jo, vio-se ofari-
gadoa emigrar pan a loglitern, donde rearessosi
em IHi, quando o libertador, el-rei I. Pedro M
oolorgou a caria constitucional. Enlrrgosi-se tala,
i advogacia na 111 Ierra nalal, donde em IttBs, par
motivos de las crenca- liberaes, sendo persegaido
pelo covernn de I). Miguel, lornoa a emigrar para
a Inglaterra.
.'soldado liel da liberdade, foi, lego qoe pode, jon-
lar-se em Belle-I-I- com o libertador, pascado rom
S. M-, i illta lerceira, innde esereeu altos aaaaatv,
ler. pirle dos 7,.VIII bravos, qae desembarcaran-, na-
pr.ua. do Mind- lio. Depois, por derrete de Ki da
Janeiro de Hs-i-'t, lu nomeado mmi-lro di la/e.id.,
do Porto. Huraa o ees re fez relevantes aBNBpa,
Pardo do Porlo e acompanhoo a S. M. I. asi sea
desembarque em l.isboi, no da aK de pille, de
1)333.
Em l."i de selembro dc-se anuo foi nomrado |sre-
idenle do supremo tribunal de jastifi, e em o I.
de oulubro de Htll fui condecorad com a ttiaa-
Craz di orJem de Carlos III de Hespanha. |-.|,.
-.ervicoa que preslou 1 liberdade da l'enin-iila.
Em IKIi linha sido agnriado rom 1 drai-Crac
porlugucza de S. Thiago da Espida.
Pelos acnnlecimeolos poltico, de |sn>, denou
pela lerceira vez a psiria. Voltaa em fKM 1 pres-
tar juramento 1 nova rolistitaicao. enlao proml(a-
da em .1 de m.iio de ISI2 foi elevado ao parulo.
Era socio da Academia real das ciencias. e em
IS SO recebeu a nomeacao de vice-nresidente da c-
mara do pares.
as nana ultimas disposirne-, declarou nao querer
pompa nem cantiles esperiars.
Os seas lmalo, o c m I11r.1r.11n de casa .1 mao pi-
ra o cemileno dos Piazeres.
0 seo coracao 11.10 sabia o qae eram odio-, nem
vingancas.
Aperar de se nao terem feilo convites nem aa-
nunriu', cerca de i(Xl peseois o arompiiiliaram
sepultura e a-sisliram aos ollicios lunehres, qae so
lizcram na rapella do cemileno. Ontavamai ar-
le meme teauila os Sn. Kodngo da t-onsera.
Visronde Algos, Jos E-letau, So da Bindeira, Ju-
lio lime, Jorge l.uiireiio, Mrquez de P uile de
Luna, ronde de Peana Nov, semete de Laberim.
Itebello da Silva, ele. ele, a roiior parte dos ate-
tes di repartices de fazenda c inultos oulros lunc-
cionarins e amigos do finado.
1 "i aceda pelo governo a exoncra.'.n do vi-rnndr
de Francos do cargo de commandanle di gila mu-
nicipal. Tonina pos-c do coiumaodo da guirda 1
brigadeiro Braxo. Depcis do que se tinha dilo a
escnplo da (urea municipal e sobre lado drpoi- da
ti de Courlel, a qual receben um premio de raemn-
iii, cora aeclainarao de soa- companheira.
Icrminou-se a eeraaBaaaa com sali-facrn geral, a
excepcao de madama Rea lempa, a qual "nao triid
cora para depdf sobre a fronte da lilha, i,., p..le
representar a scena de tcriim.i que prexumenle air-
ditara. Madama Bonlemp, n.io perdoava a madame-
sella Derhx ici-lhe baldado ocITcilo que e-pn.ia
pruduzir.
-No memcnlo em que esta de-ria do eslrado. 1, -ul
prefeilo saino da iniillidao. c dirigindo-se a ella rom
uina ronia de rosa- brancas, lalluii-lhe a-iru
Prrmilla-me. senhora, que repare ama inja--
lC. que sua moleslia no- le/ cnmmettrr, injo.lir.,
contra 1 qual prulrstsm lo las as que asjas eslao, '
coii-inla que ihe nITerera e-l.i ron.i em le-lemunlm
da alleie.iode -ui. discipuia-, do recoiiliecimenlo ja
pas, e da e-lima da lo lo-.
Dizendo e-las palatra- a ministrada dsjfM a cora
sobra a Iroiite de llrau'a, que -e nirlin.ira, r au
dando-a prnramdamrole tellaa .1 a-tudda, a qual
ap'dail ta eabiro-ameiil,'.
I sandn dn noo privilegio de bi-loriadora, i,>ina
remos a levar aoasss Miares aa Badas d......Dren, ,m
noile Jo piiiueiin de outubm, di. II,, impaciente
lente es|ierado. lalte/ .nuda menos .-| di-sripnla.
iue pelos iruiaos priiiu-, giainlr- e BaajBJBM*, as
qoaes 1 on-ideravam verda leira f-hrida.le es-a .-rra-
sijo, lalve unir, que Ihe. abra nulas de uiua
ra'.a ale entao bei meto-iiiieuie lechada pan elle- a
desptilo de ludas as suas teiitaliva-.
(\iiitii"iar-se-l.t.i
ILEGIVEL
T



> IMO II PtlUIBttl QUINTA FII31 t OUTU RO AK 1856
irmixiiliio que aquello corpo moslroa mi presenca
'"s ultimo, nlhnrolos, ii.i" era possivel ao visronde
OMMervar-IlM o eomnundo. Fez bem mi se exo-
nerar, a o governo anda me'hur eni i lie acallara
drmkilo.
(> ouvo cainmaniiaiile lie ollical dislinclo e dis-
cipliuadoi.
1ambem o conde da l'onle receben a exonera-
S*o que soihrilara de znvernador civil de Lisboa.
1 conde lie un liomem prnho em loda a eitoiic.ao
da palavra, mas allavam-llie o dales necrssanus
para o liuin desempenbo de um carao lao impor-
tante,
O ai-goTarnador civil, duianle os tumulto-, diz-
se que se esforrara por cumprir o seu dever ; mas
i> que he verdade lie qoea opiniilo publica uilo dei-
>oii de coiidemiiar a sua pouca resolucSo.
Se houvesse manifestado mai* encrsia, as coasas
nao ekegartan ao pona a que chegaram. I'ersui-
s3o, emprega-seeom um povo que se pronuncia
por urna causa definida mas para lidre e incen-
diarios lie que etlsle a forra e o conde linha-a
a sua disposirao.
O governo le?, bem igualmente em o exonerar ;
ramludo a sua adminslrar.io foi toleraule e illus-
Irada.
Foi escnlhido pelo governo para invernador civil
de Lisboa o conde de Sobral. He um nome res-
pt'ilavcl e qne inspira cnnlianra. Ja lora governa-
dor civil de Lisboa em 1851.
Mas quera foraui os amotinadores V l)e\e sabe-
loa polica. O novo governador civil deve apurar a
veidade. Eolrelaolo a ex-oposi{Ju teima em at-
inbuir ao partido regenerador a causa dan desor-
den*. E-te, defiende-se com tlenlo, e com joslica
ao que parece. A um dos mais virolentos ataques,
que llie dirigi o orgao disidente, o Portugue:,
espondeo a Iteeolurao e cora elle a CivlisacAo.am-
bos esles peridicos representantes c campeoes do
niuislerio tramado com um convite formal
aquella n dacrau, como bem informada nos se-
-redot da conspirarlo, a ir depor perante os Irbu-
naes ande corre processo sobre as ultimas desor-
dens, quanto sabe a respeilo diqoella conspirado,
seus los, e as pessoas que nella figuraran), 10b pe-
ua, se a lal diamntenlo nao comparecer, deque se
licara' entendendo que nada sabe.e que inventara
laes palr.inbas para ler maiscom que fabricar arti-
go e agenciar os seos negocios eleitoraes. O Por-
tugoez illudio a questao.
A prxima conleuda eleiloral lie ludo; estilo todos
a poslos, minas contraminas, etc. falla dar-io o ig-
ual do assalto.
O presidente do centro clcilnral carlista be o
ronsellieiro de estado Antonio Joao de Avila ;
presideules honorarios, matquez de Hroulciras con-
de de Terena e visconde de Villa Nova de Ourem ;
vici-presidentes marquez de Vallada] conde de I'e-
mchee bariio de Porto de Moz. Secretarios Jos
c*l solfrendo petn
Maiceliuo de Sa Vargas, Anlonio Co
Jone de Mello ouvea, Luiz Aogusth
rea Caldeira,
Kabello da
Silva, U Coelho de Campos. Incluso encontrara' o sen ma-
nifest.
O ceolro progresista leve urna nnv. reunan, em
que Tez segunda leilura do sen mauilrslo eleitoral a
deu a commissao geral urna organisafao definitiva.
A mesa licou .i--im constituida : presidente, barSo
de Villa .Nova de Foseoa ; vice-presidentes, conde
ile Km Maiot, Faustino da (iama, Joaqoim Filippe
le Soure, Jos Ferreira Pestaa, Mauoei Antonio
Vellez dldeira Caslello Bronco, visconde de Fonte
Arcada. Secretarios Thoraaz de Carvalho, Jacinlho
Auguslo Sania Auna e Va-coucellos.
O presdeme da commissao permanente eleiloral
nrogressisla he Antonio Cabral de Sa' Nugueira ; os
vogaesto : Anselmo Jos Uraamcamp, Anlonio de
Serpa, Anlonio Mara Bibeiro da Costa liollremau.
Manoel de JessCoelho. Alcm desla, conslluiram-
se nutras daascommisses de redsrcale e de ndmi-
nisIracAo, fazendo parte da primeira : Alejandre
llerculano, Antonio de Serpa, Thomaz de Carva-
lho e da segunda : Francisco da Cimba Menezcs.
Jos Mara onr.alves, Loiz da Caslro (mimarar-s.
O seu maoifeslo publicou-sc tarobem ; remel-
lo-lh'o. He um capitulo que abrange cinco anuos
la nossa historia poltica, salvo erro e ommiss6es.
I >s regeneradora cslao agora replicando as accusa;oes
que Me move quelle documento. Cada um que
0 julgue por si.
A commissao eleiloral provisoria do partido rege-
nerador eleila em 6 de julno ultimo para promover
urna reoniao de lodos os eleilores, alim de ser no-
near unta commissao delioittva que dirija a eleicAo
dos depulados, celebra amanhaa urna reuuiao no sa-
Mo do Ihealro de S. Carlos pelas 11 horas da ma-
nha, para o qua ha oilo (tila faz conviles 009 9eos
jomaos.
Os convidantes sao: Joaqnim Amonio de Aguiar,
A. Kodrigoes Sampaio, Josc Estovan Coelho de Sla-
galhes Cazal Kibeiro, Alberto Antonio de Moraes
Carvalho, Fonles Pereira de Mello, A. J. Pereira
Sorzedello IJunior, A. Vieira Caldas, visconde de
A Ihoguia, Anselmo Ferreira, Pinto Bastos e ) isconde
de Fornos de Algodres.
O partido legilimisla lambem acordon desla vez.
Fax a na reuniAo solemne e decidi.
1. Ira' a urna as prximas eleires.
3. Elrger depulados scus, podenda colligar-se com
as parcialidades liberaes.
3. Eleger desde ja ama commissao central elei-
loral.
(. No caso de elsger depulados scus, recusaren)-
se estes a prestar o juramento poltico.
';.Fot mular programma de part o.
<.^o caso de votar s em depulados liberaes ou
le haver colligac,ao, hade isso depender de um ac-
rordo.
7. No caso de eleger urna commissao central, de-
ver esta commissao estabelecer ou promover a
niMc.m de rommissfies liliaes que a aoxiliem.
*>A mesma eommis-an dever consultar os le-
gilimiatas dasoutras provincia-.
''A commissao ccotral devera Itcar incumbida
de lavar execur,ao a deliberarlo do partido ueste
asan suplo.
II.Deveni para este limter em vista, qne a de-
cisao da Ettreroadora, qualquer que ella sea, lica
depeudeute da decisau da maioria do partido as
nutras, provincias, comec.ando ja os Irabalhos de
Lisboa.
11.>o caso de se dever fazer o programma a ac-
cordo a que se relerem os quesilos elaitoraes, ha-
de o encargo e direcraodesses trabalbos ser confia-
do commissao central.
Lis 0 plano de cmipanha :
Como os depulados legilimislas bao de ler asssn-
lo na cmara sem presrarem o joramento poltico,
he que ningoem sabe. Entretanto, assim decidi-
rn).
Allirraa-se que o governador civil de Caslello-
Branco fora insinuado e pedir a sua demissao e fal-
la-e em que o vai substituir o actual secrelario do
goveruo civil de l.isboa.Sanla Rila, sendo uomeado
para esle logar o Ur. Luiz de Almeida e Albuquer-
que que, ja servir esle lugir leodo por chefe o
conde de Sobral. Esle cavalleiro he lente substituto
le eronomia poltica na escola polvlechnica de
l.i-lioa, e o redactor principal do -Jornal do Com-
luercio.
A crse das subsistencias parece tocar finalmente
u seo termo.
0 pao tende a assumir os preros normaes ; os ce-
eaes vaoallluindn dos paites exportadores. A an-
oedade publica vai diminoindo. A Iranquillidade e
alordem reivindicam > seu lugar.
Nos principaes mercados de Inglaterra o preco dos
i-ereaes haiioo de J a "( pur cento, lano em con-
seqoeiicia dojuizoque>e formava da colheila do
mesmo reino, como em virlude das noticias do con-
tinente da Europa e da America ingleza, onde a
colheila he abundante.
1 inli.un chegado a Londres e Liverpool avoltados
-uppn ncnius de trigo do Mar Negro e do Bltico.
1 ,-lavani- Carrcgando para Lisboa o para o Porto
liigos e larinhas. Esta declarara!) se fez ollicial
mente pelo Dilate doCovernooem meiado de agos-
to, edeuiao paraca tem entrado importantes carra-
gares decereaes, anda qoe nos primeiros das do-
pois dos tumultos, nao hoove qnem a quizesse man-
dar vir para Ierra por temer falla de seguranca
sua propriedade.
A as-omhla qoe se reuni nos paros do conselbo
A lllia de S. Miguel lambem
caresta dos cerears.
<> governartor civil envin expreasirnenle um na-
vio i|ne Ihe ful nitrrecido pera vir pedir provWcnei
ao goveruo. I.rvanloii-se all nina valiosa subs-
rriprao. qnr> na dala das ultimas noticia* jl passava
d'aluuns conloa de rs.
A siluarao da ilha de Madeira tem sido horrorosa.
Os quatro joruae que all havia, suspendern) lo-
dos a sua pulilirarao.
liuliam morrillo do cholera os editores e os redac-
tores Miaran) doenles. Por cartas particulares, sa-
be-se que a epitemia esla' em declinaran no l'un-
clial, mas que fazia numerosas victimas lias fregue-
zas ruaes.
Corrieron ja a trabalhar o lelegraplio elctrico de
Coimbra para a corle. Andavam trabalhandn as
obras publicas do dislricto de Coimbra 7!l( jurualei-
ros.
As obras do caminho de ferro do sul progridem
com aclividade. Os Irabalhos ueste caminho entre
o Barreiro e a Molla (eiu-se adianlado, indo bre-
vemer.le correr a locomotiva em lodo aquelle espa-
to. a Moitaemdireilura as iinniediaces de Pl-
mela jacomerarama Iraballur alguns partidos de
operarios e o governo em DilTerenlcs portaras man-
da activaa os tralialhos efaz saber a companhia que
a linlia do Barreiro as|Vndas Novas, com o ramal
para Setubal, ha-de estar concluida dentro do prazo
a que a mesma companhia se ohrigou.
O lelegrapho elctrico comrnerrial entre o [edifi-
cio da Bolsa (no Porlo ) e do pharol da Loz, na Foz,
lomeoo a Irabalhar. Os Irabalhos do lelegrapho c-
leclricos entre aquella ciclado e a capital, ja se acham
muilo adianiados, e dentro em poucos das eslarAo
concluidos.
Fez-se a experiencia da ponte sobra que passa o
caminho de ferro desle em Sacavem, a qual moslrou
a sollidez com que a mesma esl construida, assim
como os aterres eroximose mais obras do mesmo
caminho, qoe conduzein al aquelle sitio, e dalli ao
Carregado.
Os jornaes ja publicaran) a tabella dos precos pa-
ra os viajadtes no caminho de ferro de Leste". Elrei
os Hilantes, os raembros do ministerio e vanos ca-
valleiros lzeram por esla linha urna viagem de ex-
periencia.
Hoove um pequeo desarranjo n'uma das locomo
tiva>. Em poucos das abre-se definitivamente a cir-
cularao, qoe nao leve consequecia atr ao Csrregado.
F'oi prorogado o prazo para a cooclusao do cami-
nho de ferro de Lisboa a Santarem, al o lint de se-
terabro de IS.">7, excopluando-sc a ei,ir;e> principal
de Lisboa, para ruja ins(rucr,ao se nao lixa prazo.
Publicoit o Diario o decrelo que aulurisa o gover-
no a adianlar a companhia desle caminho de ferro
1V.I conloa de rs., sobre as 5104, acues qoe reslam
por passar anda, as quaes ficarao servindo de hy-
polheca, ou serao tomadas pelo governo se elle assim
o julgar mais conveniente.
Publicuu-se o decrelo pelo qual he o governo au-
lorisado a adjudicar em concursop ublico a qualquer
individuo oo companhia nacional ou eslrangeira a
coinlrncc.io de um porlo artificial na cidade da Pon-
a Delgada oa ilha de S. Miguel ; obrigando-se a
empreza a execular o projeclo que fur approvado
pelo governo.
Para pagamcnlo das despezas em qne importar a
referida obra sera' establecido o dirciro de tonnel-
lagem uas embarcares qne se aproveilarem do por-
lo arlilicae, e o imposlo sobre a importaran eex-
porlarao dos gneros transportados as mesma
embarcarse*.
Findo o prazo do contrato, passara' o dito posto a
ser propriedade do estado ; devendo considerar-se
revagada em todas as suas disposiroes a caria de
le relativa a conslrurrao de urna doca no areal de
S. I'ranciis-o Di cidade de Pouta Delgada, logo qoe
se haja verificado a adjudicado das obras para o
porto artificial.
A ilirece.e da a-,ociarlo industrial portuense aca-
ba de dizer urna representaro do banco de Portu-
gal, afimde lite conceder a Croacia d'uma coila eco-
nmica, sem que prejudique a que existe em S. Do-
mingos d'aquella cidade, e que perlcnce aquelle es-
tabelecimeulo. A directo da associarao industrial
recorren) a este meio, porque s ao banco de Portu-
gal foi concedida a fndanlo de caixas econmicas
nrsle paiz. He de crer qoe o anco annua aos de-
sejos de urna associarao que tanto tem feiio pela nos-
>a ni lu-lri.i.
Fundoa-so em Lisboa a Aisociac;ao promolora da
dvlisacao d'.A frica, lica n lo eleilo paia seo presi-
dente provisorio o consrlheiro Joao Hebello da Cos-
ta Cabral, e vice-presideula o Dr. Alberto Antonio
de Moraes Carvalho. Os lias desla associarao sao
anlogos aos do Institu d'Afrique i> eslabelecido
em Pars e a que lano desenvolv menlo deve a civi-
li-iceo daquella parle do i......lo.
Sahio na follia ollicial o decrelo regulamenlar
para as obras do encaoamenlo do Mondego, seos a-
MuanlL's e vallas desde a ponte de Coimbra ale a foz
do dito rio.
Tem aquellas obras por objeclo o mellior rgimen
dasagoas trrenles couipreheudidas naquelle ler-
rilorio, tanto com j lim de evitar ou remediar os
damoos que ellas podem produzir, como de promo-
ver os beneficios que dellas pndera resultar, em re-
laco a' navegarao, a' agricultura, a' industria e a'
-aluliri.la-lr publica.
Todos os proprietarios dos terrenos compreliendi-
dos nos limites designados no referido decrelo. for-
man), em virlude desla Ici, urna associarao, com os
direilos e obrigaries nella estabelecidos; ilenomi-
nar-se-ha : Associarao Agrcola dos Campos de
Coimbra e tem por"objeclo a cnnslrnc^ao, con-
servarlo, polica e administrarlo das obras e aguas
correles uesignadas no mesmo decrelo, sob a supe-
rintendencia do governo.
Podera' a mesma associarao funcrionar mediante
a approvarao do governo e dos regnlameutos ne-
cessarios, comosoriedade de seguro motuudas
propriedade.dos associados contra os sinislros e ava-
rias provenientes das agoas correntes.
Logo depois da publicarn da Ici mencionada, o
governo mandara proceder :
1 Ao le .lulamente da planta, nivelamentos e
mais operanies necessarias, alim de se projeclar
um s\slema geral e completo de obras e orrar-se a
despeza, tanto das que de novo se devem construir,
como da conservarao das existentes a das proyec-
tadas.
2? A demarcaro do permetro ou dos limites do
territorio, que, aproveitando das vanlagens das so-
breditas obras, deve contribuir para os Irabalhos,
tanlo da sua execurao, como do seo reparo e con-
servarlo.
A escola real de inslrucrao primaria do paro das
Necessidades, abre-se no dia dos aunes de S. M. el-
rei, seu fandador.
A sala construida expressamente para esla aula,
sobre ser mni ampia e bem allumiada, reuoe to-
das as condices para o ensillo a qoe se desl'oa.
Sao professores osSrs. NapoleAo Silva e Wirlh,
inlelligentes estodiosos e mu bem morigerados.
Cousla que S. M. Ira pessoalmcnle a abertura da
soa aula, o que mandou cunhar ama medalha de
prata eqoatrode cobre, para premiar os discpulos
mais nolaveis da nutra sua escola de Mafra. El-
rei gasta j urna boa somma do seu bolsinho para a
manutenerlo destas esrolas.
Vai publicar-se brevemente urna Revista de
Inslrarro Publica para Portugal e Brasil, redi-
gida pelos Sn. Aulouio Feliciano de Caslilho e Luiz
Filippe, Leile, director da escola normal primaria
do Lisboa.
O fim desla publicado he o scguinle:
n Pesar na balance do senso cummum e a luz da
sciencia actual, o que existe, bato oo mao, ptimo
t ou pessimo as doas legislac.es | Brasileira c Por-
" togueza) ; inquirir o que falla e devia existir.
(i examinar com a mesma conaciencia o que se faz e
o que se lem feito, nos paizes onde mais adian-
ii tada se acha a organisarAo da inslrucrao publica,
i considerada, qaer administrativamente, quer nos
seus promenores pedaggicos edidaclicos.
" He da meditada confrontaran de lo diversos
elementos ir propondo o que em boa razao se
< nao pode deixar de propor, para o aperfeiroame-
a to, oo antes radical reforma da instroc;ao pu-
l blici, em cada om doos paizes. Do sea pro-
gramma, lexloalmenle Ihe copici esla parle.
Prometle alero disso a redarrao occopar-se de as-
paia aar o seo parecer sobre a presente crise, deci- I sumptos que pela sua ainenidade c.iplivem e sedu-
iio-se pela estiva, bsla medida, anda qne lem par- zam para a boa caosa que x.lo dellendcr os amigos
uoarios anda, a onde meaos se deviam esperar, da formosa liller.tura. He urna empreza que deve
cunta por antagonistas lodos as que creen) na efli-
cacia do principio de liberdade de commercio em
loda a sua plenitude. Esta questao lem aqui sido
debatida al a saciedade.
A beneficencia publica tem concorrido muilo a
minorar as privac,es das classes pnbres.
As sabscripres promovidos pela Associarao Com-
mercial de Lisboa, alim de se allcnuarem os elimo
la crise alimenticia, montam j a urna somma im-
porlanle. 9.1o muitos os subscriptores.
Reuniram-se a direcjlo e mesa da Associarao
l.ommerrial para delibrrarcm sobre a applirarao'do
producto rerollu lo da sub-criprao. Apresentram-
se Ires proposlas : una do Sr. Fradesso da Silveira,
para se distribnirem racoes coziubadas, que fossem
vendidas muilo.baratas aos que as podessem com-
prar, i dadas aos indigentes. Oulrado Sr. Chamico
pan que as raroea fo.sem cruas. A lerceira do Sr.
Laidas Aulele, para que se vendessem diariamente
uns tantos mil pae, muilo mais b.ralo qaa o preco
do morcado, para auxiliar os necesitados, dando-se
lima pirrio aos completamente pobres.
lo, esta ultima proposla que se approvou, enrar-
regaiHo-se a mesa da direcro de dar execurao im-
mediala a esle arbitrio. %
lia .lias queja se dislnbuio pelas freguezias de
Lisboa pao aos pobres.
o mtr-
M) o
Continua a bailar muilo o prero do milho nc
ado de Coimbra. Est a IK1 rs. o branco el
.im.iirilo, anda de.,-.,., mab.
A baixa no feijAo becxliaordinari
encontrar sympalhias no Brasil.
Chegoo no vapor de RooAo Normandie a, Mr.
I.axmam, novo consol de imperio da Rusia oesla
capital.
Levanlou-se um confiado enlre o corpo commer-
cial portueuse e as autoridades administrativas sa-
nitarias daqoella cidade, por mandarem sabir a bar-
ra no espado de :>( horas, L"> embarcarles, surtas
naquelle porlo, em consequencia de suspeilas de
haverem communicado para a Ierra a febre ama-
relia. Destas embarcarles sao brasileiras : os bri-
Enes .llamaos, oPombinha, Fluminense >$
Joscn :Porluguezasos brigues Auguslo, ,a-
fredo, S. Manoel l.,o Santa Clara, Duarte
l\ > Lima I e as galeras Flor do Porlo e Bra-
charense.
A associarAo commercial reunin-se e resalveo
apresentar um requerimenln ao governador civil
convidando a reunir-se lambem as assuciaces ooe-
rinas e induslriaes, para irem em prestito apresen-
lar o mesmo requerunenlo. A idea do prestito foi
mal recebida, e deridio-sc que Ifcsse apenas urna
i|cplll,.r i.
Realmente as medidas do corpo de saude ir-
ritaram subremaneira os animo, principalmente na
classe commercial, a queiu mais directamente pre-
jadicam.
Os l.i naxiosachavam-se ha tres mezes e meio
.Tundeados naquelle porlo, sem MpoUeao nem
' inaiitimcnlos, c al em concert.
alquc.re de feijAo frade a e"h "Z^'", "" r i** '*"*, T 'ee'" S! "" Porto' ,em sido
.,ri,,s.-,> ...i.. ">" e ni. lao gratule a falaes, mas juga-se que forain proveniente, de m
S? ?.U.?^.C-SpC."'"-a5 ese * i Assenlou piara de aspirante a guarda in.irinlia em |
! I7!ili, temi 10 anuos de nl.ide ; c erubairoii na fra-
| gala Activa-ero 2) de Jolhe de 1797 e eommia-
dnu IS navios de guerra. Era dteUnelo pela sua ton-
ga prabea c cunliecimeulo de cusas martimas ; de
sobda honradez, caritativo p beinlazejo. Servia o
I cargo de major general da armada desde o. lempo
; da re-laurarAo do Ihronn de I). Maria II. Tinlu en-
I irado em cmbales novaos e assislira a bordo de um
I navio de guerra ingle?, onde milllara para aprender
o serviCO da inarinha britnica, ao ataque de Co-
penhague.
S. A. o infante I). Luiz [parece que lem sido
aconselhado por liguen a assumir o encarno do fal-
lecido barAo. A iinprensa lem acera.lamente feito
ver os inconveniente de envolver os iiieinl.ro- da
familia real em lugares de responsabilidade, e em
que se pode inlroroeller a inlric.is politicas de que
devem estar alheio-. He bom conselbo.
A corveta Nova Ga vai render n biigue Serra
do Pilara no cruzeiro da Cosa d'Africa orcidenlal.
Por officio do governador geral da provincia de
Cabo Verde de 7 de abril desle anuo, co-nla que na
madrosada de 17 de fevereiro naufragara a barra
sarda Pace do lote de -M) toneladas, capilao Ni-
colao Faci, que sahira de Malaga para o Rio de
Janeiro com carga geral. A tripolaco qoe eram
1.1 peanas, abonlou a ilha da Roa-Vista.
! Afirma-se que foram desprouunciados na rolarn
do Porto os maiores Taccinoras da Beira, que se
| acham presos as cadeias de Coimbra. A Revolu-
rao, transcrevendo esla noticia da poca de
Coimbra, accrescenta : Esle resultado era ha mui-
lo annunciado ; mas ninguem o quera acreditar.
Convinha para cerlosfins soltar os assassinos. La-
mentamos estas miserias.
A polica lem andado activsima na aprehensao
dos fabricadores de moeda falsa. No Minho e Beira
: parece orna praga. Todos os das se fazem novas
| prista. Bom he que assim andera.
Ja funeciona o lelegrapho elctrico de Lisboa al
ao Porlo. A estarlo ainda he provisoria, mas den-
tro de pdeos dias, sera' definitivamente eslabeleci-
; di. A primeira noticia Irausmittida foi particular :
i Um aviso i casa Souza & Campos, anuunciando-lhes
i a entrada no porlo de Lisboa, de dous navios car-
| regados por sua conta : o Kmily com farinha de
Nova York em 'Jt> dias e o Johannes Hermano-.
com trigo em 16 dias.
I Teve lugar a por lanas vezes adiada, regala em
j Paco de Arcos.
El-rei assislio ; nao 'nceza Prinre .lerome
escoltava o vapor Mindcl.oD onde lant SS. MM.
, a AA.
Temos esle anuo a exposiro triennal de pinlu-
; ras na academia das bellas artes de Lisboa. Dizem
| que ha algumas obras dos alumnos de bastante mc-
recimenlo e dos proTessures, nina billa copia de um
qundro que el-rei comprou em Paris.
L'ma commissao composta de oroalislas e escrip-
lores dramticos elaborou um projeclo de reforma a
. lei dos Iheatros. Tem havido algumas reonies em
que juntamente com a discussAo das Iheorias, se lem
, discorrido atnplametite sobre os Tactos qoe justificara
as providencias que a commissAo propO.
Chegoo a Lisboa o maestro Porto com a compa-
nhia de canlo e baile para o Ihealro de S, Carlos ;
enlre as damas e bailarinas, ha nlguma de extrema-
da Tormosura. A prim dona de Cartello he a De
tiioli-Rorsi. e as absolutas sao ; EuTrozina Parepa,
e Margarida Bernardi. O primeiro tenor lie o Nsri
Baraldi. Veio lambem o barxlono Benevenlann que
canlon em Londres o invern passado, e o barxlono
Mouari. A abertura do Ihealro Ixrico he no dia 1(i
com o Asicdio de Leide.
Parlio para o Brasil um empregado do contrato do
lbaro,que se diz ser herdeiro de 1,600 conlos de rs.
lano mellior para elle !
COMMERCIO.
Praca de Lisboa em 12.
Tre por cento Assenlamento56 1|J-17 1|*.
1 fLoupoi il>}t> :||.
Divida dillerida i' ;)|46 ,||j.
olas do banco de Lisboa J780i790.
Praca de Madrid 8.Os tilmos de divida publica
hespanhola consolidada subiam durante a semana
.'(- ceotimos. No da 7 nao houve cotaco por ser
domingo.
Prara de Paris em 8 as da larde.Os Tundos
Trancezes de :l por cento 7070os de i e meio por
cento 91 a ~~>.
L.
HESPANHA.
lemos Tolhas do reino vizinho al 9 de setera-
bro :
Celebnram-se os desposorios da infanta D. Maria
Amalia com o principe Adalberto da Baviera. Esla'
o paiz em perfeila Iranqoiilidade.
Foi destituido e declarado em disponibilidade o
governador da provincia de Corona, exhonerado de
governador em commissao na de Tarragona, D. Jos
Malteu Urrolia.
Depois das medidas adoptadas pelo governo, a des-
amorlisacao dos bens ecclesiasliros, marcha as pro-
vincias vascongadas com a mesma regularidade e
aclividade que no restante das provincias de Hes-
panha.
L'-se oseguiile na Bpoea, o qne nAo delxa de ser
siguiliralivn
Estranham alguns peridicos qoe nao se tenha
poblicado o decreto dissolvendo as corle consliloin-
tes.
Nao eremos que haja fundamentado motivo para
esta estranheza.
Oaalquer que seja a constituiro poltica que ve-
nha a reger a Hespanha, estabelecera'naluratmenle,
como eslabeleciam as de 18:17 c 18x5. que dissolvido
o parlamento, sejam convocadas novas corles no pra-
zo de Ires mezes ; c he possivel e at provavel, que
o governo de S. M., qaerendo que antes das elei-
res de depulados i- corles se verifiquein as das mu-
nicipalidades ejontai provinciaes, tenha calculado
qoe as ultima- nAo poderao ter lugar no4principio
de novembro, se para cumprir o preceito ronslilu-
cional as novas cortes livessem de reuoir-se n'um pe-
riodo mu breve.
Alcm de que, estamos persuadidos de que o conse-
lbo de ministros lera' resolvido diTlinitivaraenle a es-
las horas as grandes quesles Tondamentaes o politi-
cas e nao ha duvida que levara' a cabo as sua deli-
berarnos com a ciinfi.mra e approvarao da co-
ros.
Poblicou a (.aceta o i eal decrelo dissolvendo i mi-
licil nacional.
Dizem vanos peridicos de Madrid, que ao decre-
to de dissolurao da milicia e as oomeares de go-
remadores das provincias que, vao pubicar-se, se-
gnir-sp-iio brevemente :
A di-olor io das corles conslilointes ;
A publicaro da lei Tundamenlal ;
As Icis sobare as municipalidades e as juntas de
dislricto ;
As medidas relativas a' imprensa ;
0 e-ialielerimenio do conselho de estado ;
1 udo islo se assegura, mas como a reserva do ga-
binete he grande, icnora-se o que sera' ver-
dade.
Parece qoeise trali deveras da reunido ou aggre-
garao do innsiei ni da inarinha ao da gnerra ; com
todo alguns jornaes acham este boato destituido de
fundamente, j
O general Serrano sabio com destino a Paris ; be
o actual embaixador de Hespanha na capital da
Franra.
Parece qoe o ministro do Tomento e ultramar, de
arcordo com o conselbo de ministros, tenciooa adop-
tar ai medidas necessarias alim de estabelecer urna
carrcir.i de vapores enlre a Hespanha e as suas pos-
sesses na America.
OcaptlAo general de Csslella a Nova publieoo
um bando, em que se declara disposto a exterminar
os partidos ficciosos que vagoeiam nos districtos de
Burgos e Vilnadalid.
Segundo o mesmo bando, assim os individuos da
partida de Villalain como os qoe Ihe presUrem au-
xilio, serao Tuzlados passadas Ires horas depois de
capturados.
Chegaram a Saragora presos -2H sargentos pertcn-
centes aos corpos que tumaram parte na ultima su-
blevado.
Lord Howden, ministro da Inglaterra em Madrid,
iclta-sa anida em Pars; e assegura-se que prolon-
gara a sua estada all, porque o gabinete inglez quer
pi.r-se de accordo com o de Franja, quanto a alli-
lude que bao de manter os seus representantes pa-
ra eom o governo de Madrid, respectivamente a'
nova poltica inaugurada em Hespanha.
por preco insiguiliraule.
As colheitas dos ntilhos no dislriclo de Vizeu tim-
beo) promcllem muilo.
Em \ ianna do Minho est j a cruzado.
Em Braga a dexvils vinleu o branco. O trigo a
onr.e lusles.
Km Valenra baixoo de prero igualmente.
No mercado do Porlo, regola o melhor feijAo
cruzado novo e a i'l o mais inferior.
Os valores lem sido demasiados, mas nslavradores
eslao mais ronlriiles.
O mal las vinlias lem-se desenvolvido
lade, que desemboca em M\ragaia. Veremos n re-
solorao que o governo loma.
A nolicia de que, por lerem apparerido alguns
casos de cholera em Viseo, pensavam as aoloridade
em suspender a fcir, linha augmenlado rnnsidera-
velmente a indisposiro contra as anteriores provi-
dencias do conselho de saude.
Os represntame! das varias Mdododei de
i soccorrot da ridado do Poeto, lencionam reunir se
i DO da dos anuos de el-rei l>. Pedro V para fa/erein
i urna tederarode todas as associarnes operaras evis-
isso a rolbeiu r""" p"r ,en"'s n:l1"ella cidade. Esta lederarao lem por lim
Mr rf. *" s0 **P*T,W fo-e "'-' I PSriirial por em ro
i.*:*.Ti" ., """"ni......-or a do anuo panado- estrenando o mais ,,
Nao ohsiar.ie Psr,evP,n de algim ponlos do relooI p.n mellior .IrscoliVen
a1* wt^ociaciei oppr.iri.i<
ctt* iiileress^.
f na" mS.'" m""e,la'"1" a,"",a' rth- ~ f-* ? >' ser da armada, harAu de
om coaasj, l.azanni. linha .0 inno= deidads eM de serviro.
PAGINA AVULSA.
IS22 ffi)1JA\8
Raro he o disturbio em que nelle n.io esleiam
negros captivos, principalmente os que dao-e a"
itoile. Se he pelo paleo do Carmo, ajuulam-se em
deredor das qoinlaudeiras, I ei-los com pooco en-
volvido em assuadas; se pelas ras, encontrara se
aos bandos de paloteada, e quasi sempre reunidos
as portas das ras allercndo, esbofeteando-se ele
Antes de honlem, na i ua.Nova, hoove nina assuada
nao pequea ; eram qualro e mais timo, e quandu
, ha desla fazenda, ha d'outra, que he pao : com
| elTeito, os quatro negros, levados de zelos pela qui-
. ur. desaharain-se, e mutuamente espancaram-se !
| eram mais de U da noite, o s com a chegada de al-
guns eMldioi e insp-clore, foi que se vadiram
] deixanrto a rainha da festa enlregue aos seus proprios
recursos : era urna prela lambem captiva. Enten-
damos que era de conveniencia publica, que dadas
s 9 horas, nenlium Mcravo deveria mais transitar e
nenhuma quilandeira vender pelas praras, ras e
i portas de casa, sendo perraitliilo nicamente s ri-
I beiras conlinuarem com o seu trafico ; la medida
vira acabar com immensas desorden-, que se per-
petrara noclurnarneule, succedendo, que algumas ve-
zes as palrulhas dormitan) tranquillas bem juntas aos
logares dos diriorbio. como no ll.ode Janeiro, se-
na bom que dadas s !) huras, os sinos grandes da
malri/.es dolirasscm por espaco de 10 minutos, como
que IvuaOdO, que BMiado o dobre o repouso noctur-
no deveria ser rigorasamenln respeilado. Ale rerlo
lempo, na capital da Parahiba do Norte, era admit-
ila esla pralica.
Por mil, que lei.hamns censurando o deslaci-
menlodi cerlos rapa/ola., que se banhaiu em dive'r-
kL/ZS P-'l'l''-', Dio ha nada que os ronlenha.
Nos < orlAoscnsluma bauhsr-se una sucia de crian
cas de 15 anuos para cima, que uAosatisfeilos de h
1i niliaiem mi, levam todo o lempo rorrer pe-
los bancos da maro, e rhegam al ir conTronle a rasa
de delenrAo, sem a menor attenrAo, sem o menor
respeilo e lemlii anca, de que de urna hura para nutra,
pdachegir nsjioellss da li.il.itar'.o do Sr. aduiiuis-
Irador alguem de soa familia. Quem assim pralica
nao sao moloques prelos, nAo, seuhor ; ao moleques
de onda rr ; ora, Dos permuta qne nAo uos veja-
mos torrados a declarar seus nomes !
Consta-nns que no domingo, cncontrando-se
um religioso rom alguna rapazes de goslo, Toi quasi
apupado ; eram II horas do dia, em urna das roas
do hairro de Sanio Antonio: boje he lom. Se um
religioso passa por qualquer casa, onde h.ja lign)
dessa rara de macaquinhoi, chamada de lom, e e
principalmente alguns desses nicos e.iao acostados
algnma rAaz.nha-coquelie, pobre do padre Tor-
na-se logo o disfarce da rAazinha.a gracinha do ni-
quinho, e oo meio de ludo islo reinando a estupidez
e a insensalcz.Peralvilhos.que no delirio de soa ma-
terialidade, ludo qoe para elles nao servir de escar-
neo, de nada mais serve... Dos os ajude.
Conhcccmos urna especie de oegocianle de Ta-
zendas, morador em ccrlo aterro, que lem por lou-
vavel coslume, depois que vende a Tazendas boas,
troca-las pelas ordioarias. e islo depois de ler em-
bolsado : em om desses dias, urna dessat viclimas se
nos queixou de tal tiaficincii. A cspeculacao nao
esla ma !
Garanhuns >:, deselembro.O Sr. alTeres Fer-
raz parlira para Buiqne rom 13 pravas de linha e 90
da guarda nacional, conduziudo uns presos que leem
de responder ao jury. Foram capturados deserto-
res, sendo um do 2.a de infantina e outro de caval-
laria. Heinava perfeila Iranquillidade; o Sr. Dr.
juiz de direito se ochava no Boique. O delegado de
polica conlinuiva merecer a confianca dos habi-
lanlcs : por or nao havia quem delle tivesse a me-
nor quena, no entretanto, que com pessoa alguma
lera contrahido compromissos. A auloridade digna
s eonlrabe um cumproraisso, que lie com a__lei.
Antes de honlem houve ama partida extraor-
dinaria na sociedade Kecreio Familiar. Teve
lugar no Cajaeiro : esleve brilhanle e modesta ; con-
conciliar-se-ho modestia com brilhanlismo'! Ora
se !...
Existe no caes do Apollo urna mendiga redozi-
da ao maior gra'o de miseria possivel. Causa lasti-
ma, que ainda entre nos semelhantes aceas se
deem Ao poMO que o rico repoosa reclinado em
fofos colxf.es, desfroctando os go,os da vida, o pobre
se ve redu/.ido a' esmolar as proras, na roas e al
sob o terlo das igrejas. Expostos ao rigor da esla-
rao, cobertosde andrajos e faltos dos mais mesqai-
nhos necessarios da vida, elles se julgaro felizes
qoando ao raiar da aornra, enronlram um eMslia
que os soccorre com um pequeo bolo, que mal
Ihes sacia a fame devorante que soffrem. E sera' es-
sa a dnatrina aoe o Redemptor nos ensinoo Por
cerlo que nao. Pedimos a quem compele. Tara re-
mover dalli aquelle trisle qnadro da desvc'nlura.
/.es miierabtet tonl digne* de la nolre comva<-
ston. r
Hospital da caridadeMIde siembro73 doen-
les.
416 amanhaa.
COMARCA DEGARANHUS.
'21 de seiembro.
JUIZES DE PAZ.
Aguas-Bellas.
I'. Tcnenb!-coronel Jos Afro de Albuquerrinc
Maranho.
2-. Jos de Mello Cavalcantl.
3-. Apolinario Florn-lino do Albuqucrque Mara-
nho.
i-. Sebastiao Paos Rarrcto.
Santa Maria.
I*. Francisco Rodrigues Lim.
2*. Theotonio Pereira Pitia.
o*. Jos P.-ids Brrelo Cavalcanli.
i: FeJix Alves Machado.
S. Rento.
l'.Joaoda Porciuncula Valonea.
2-. I.uiz Paulino do Hollanda Valonea.
i-. Christovo de Hollanda Valenra.
4'. Francisco Alves de Oliveira. *
Jupy.
I*. Francisco Saturnino de Aievcdo.
2-. Antonio Vital dos Sanios.
3-. Antonio Lopes de Araujo. *
4". Joaquim Pedro Alexandrino.
Papacara.
I*. Manoel Pinto de Miranda.
2\ Joaquim Pinto Teixeira.
3*. Jos de Rarros Corroa.
4#. Jos Peixoto Soares.
Ainda ignoro quaes sejam os juizes de paz clei-
tos para os dous districtos da freguezia de Ruique.
eos camaristas daquelle municipio.
A proposito, ea bem da hurnantdade a perio
a Vmc. transcrera em o seu jornal o aviso !se-
guinlc :
Directora hydrographica de Garanhuns.
Aviso.
Faz-se saber aos ofliciaes de marinlia de guerra,
aos capitaes de marinha mrcame do universo, ar-
madores, carregadores, sobrecargas, e geralmentc
a todos os futuros e prsenles navegamos por este
mar de Garanhuns ou lago circular ; a todos mais
ou menos inlcressados cin a navegaco cosleira ou
de longo curso no dito mar ; e mesmo a aquelles
quetenbam obtido c carta do corso, embora es-
tejamos em plena paz com as nacionalidades do
mundo inteiro : c particularmente aos homens de
mar e pilotos nao exercitalos; o seguinle :
Que em Ruique correm as guas a E. NO c
em cerlos lempos correm mais, islo he ; desde
marco al oulubro correm com mais furia,he presu-
roivel que em novembro proximo,dezembro,nao te-
nha comparaco a velocidade das referidas aguas :
nessa paragem evitcm os navegantes ceos baixas
conhecidos pelo nome hebraico de novus-mundus
e procurem a brilhanle estrella lixa, a do linda
cor de braza, qne se menciona as carias sob a de-
nominaeao de Carvalho & Aquino : a nao
seguir-se esla derrota ser inevitavel o sinistro, s
mais lrdese nao soccorram ao sedico escapaiorio
de a forca maior.
Que se tiverem ie demandar o pequeo golpho
de S. Remo. andando em a embocadura !
Se nao quizerem pr-a moslra a quilha, se nao po-
derem soffrer o mar ahi sempre agitado pela vio-
lencia dos ventos que sopram pelos quadrantes SE.
e NE., apezar de ser S. Renlo tima enseada,
lie prudente ir ancorar aos Valencas; e guar-
dar a amarraran !
Em Aguas-Relias a domorem-se a SO. do
cabo Afrp, se os venios forem esrassos, fi-
quem ahi mesmo, que Ihes nao vejo outro re-
curso :
Que se nao poderem ir de l por Papacara,
amainem as velas : existe nessas tormentosas
paragens um s pharol, o pharol T.,'estabelecido
sobre a grande ilha dos < Papacaceiros, situada
as proximidades da provincia das Alagoas. Seu
machinismo lie catadioptrico, da selima ordeto, de
uzfixac natural, elevado 40 m. 1140 sobre o
nivel do mar, e visivcl em boas circunstancias a
64 leguas de distancia. Estar aceso todos os dias
sem iniei ruprio desde o primeiro de novembro pr-
ximo futuro.
Latltide 38" 48' e 86" norte.
Longiiude 7" 4l'e 25" da serra das Rus-
S3S.
Perdido de vista esle santelmo, i point de sa-
lut 1 !
O objeclo principal do pharol T. he marrar o
passo fregu -i. de Garai mns, que he o mais
limpoepraticavel para toda a qualidade de embar-
cacoes al as barcacas : tem o tal passo pouoo mais
de urna legua de largura, com um fundo de 000
bracas a meio canal : para embocar a noite a pas-
sagem da referida freguezia existe um auxiliar,que
lem corta importancia propria, que os navegantes
nio devem perder de vista : este auxiliar he o pha-
rolele V. C, que esl em distancia igual entro os
rumos E. SE. e S. SE. da ilha do Crreme e da
referida enseada de S. Renlo, onde existetn
os bellos ancouradoros Valencas, como lita
dito.
Os venios sao magnticos.
Setembro, domingo 21 de 1856.
Assignado.Vicente do tlamengo.
Se nao me roneederem por este asaignalado serv
(O um ofOclalalo pelo menos, ficaroi certo que inor-
rcreu sem criizcs.
Humos em paz e tainbcm o nosso governador.
A^ uuira vez.
{Carta particular).
COMARCA DE COIANNA.
ELEICAO' i'ARAJI l/.ESDE PA/.NAFREl,
ZIA DE liOIANXA.
Os senhores. y
Maj ,r .inaquim Itaphael do Mello Jnior
Prnptielarin Joso Francisco de Paula Caxal-
canli
Secrf tarn Antonio Hufino da Silva Barbosa
Francisco de Paola Korborlo de Andrade
Supplenles.
llt senhores.
C.orunel Antonio Alves Vianna
Major Jos Jnaquim Bocha Faria
Dr. |inin,ii.'j-. I.onrenrn \ ar lanado
Ajudanie Jos GoacaJvM da Silva Sobriuhd
JLI7.ES DE PAZ Di) DISTRICTO DE OOIAN-
NIKA.
Ol senhnrrs. Votos.
Maj.ir Antonio Marlinsdn Valle t Capillo Andr Ferreira de Mallos tus
Manuel Paulino da Cimba liouveta 1!I7
Mino l Bezerra d'Assuinpcno la
Supplenles.
Os senhores. Votas,
I'ilippe Francisco Cavalranli
I.uiz Francisco de Albnquerqoe
Dr. Jns Ignacio da Cnoha Kabello
Jos I avaras Vieira de Mello
JUIZES DE PAZ DO DISTRICTO DE N. SENIIO
KA DO O'.
Os senhores.
Professor Vicente Ferreira Coelho da Silva
Francisco Ignacio de Andrade
Padre Manoel Paulino de Souza
Joan da Cosa Kibeiro
Supplenles.
Os senhores.
Manoel Crrela de Menezes
Anlonio Mannel Kibeiro
Francisco Pereira Muniz
Bernardo Jnaquim Pereira Multa
JLI7.ES DE PAZ DA LAPA.
Os senhores.
Joao Dias Bezerra de Araujo
Joaqoim Cavalcanli da Caoba Vasconcellos
Lodgero Cavalcanli da Cuuhi Vasconcellos
Franciscn \ cente de Vasconcellos
Supplenles.
O senhores.
Jos Maria de Andrade
Joaqoim de Mallos Barbosa
JLIZES DE PAZ DO DISTRICTO DB CABAL".
Os senhores. Votos.
7li
61
Votos.
se
56
40
39
Votos.
30
J7
98
2\
Votos.
J6
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2K
91
Votos.
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10
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Votos.
3
Votos.
2
540
536
,":15
530
599
1'JI
491
*>i
424
va
'22
.22
118
Major JoSo Dourado Pereira de A/evedn.
I.uiz Ignacio de Andrade Lima
Loiz da Andrade de Albuqnerque Maranho
Miguel Pessoa de Araujo
- Soppleutes.
Os senhores.
Antonio Jos de Souza
Jos Ignacio Pereira Torres
DEM PARA VEREADORES.
Os senhores.
Dr. Loiz Gonralves da Silva
Coronel Antonio Francisco Pereira
i .apilan Rarlholomeo tlomes de Albuquerque
AHeres Joao Alves Pragana
Padre Jos Paulino da Silva Monteiro
Capilao Raymoiido de Araojo Lima
i.; ir,a, Aurelio da Cunha Guoveia
Aireres Manoel Jos Finia Lima
Dr. Domingos Loorenro Vaz Carado
Major Arminio Americo lavares da Cunha
Millo
Curoiil Manoel Velho Brrelo
r Josc Ignacio da Conha Rabello
I adre Loiz Jos de Figueiredo
Capilao Filippe Francisco Cavalcanli
Ienenle-coronel Jos de S Albuquerque Mello
tiadelha gan
Manoel Dias da Cosa ;r78
Manoel Moreira da Cosa Passos 329
Manoel Joaquim Arauha da Fonceca 20
I ade Manoel Marques Barbosa 20:2
Tencnle Egidio Fraucisco de Paula 175
Capilao Luiz Cavalcanli de Albuquerque Souza 49
Francisco de Paola Cabral
Andr Ferreira de Mallos
Majnr Antonio Marlios do Valle
Francisco de Paula Rodrigoes
Jos Francisco de Paula Civileinli.
Commendador Joao Joaquim da Cunha Reg
Barros
Major Jos Joaquim da Rocha Faria
Jeio xieolao Gomes da Molla
Coronel Anlonio Alves Vianna
Dr. Jos Joaqoim Firmino
I adre Manoel Paulino de Sooza
ladre Ricardo Jo Machado
Major Simplicio Tavares de Mello
Major Joaqoim Raphael de Mello Jnior
Josc lonr;alve da Silva Sobrinho
Joao domes de Souza
Manoel Correia de Oliveira Andrade
Joaquim Jos da Cosa Jnior
Dr. Joao Florines Dias Brrelo
Hellarnino Reg Barros
l-ranciseo de Paula Norberlo de Andrade
i |,'anc,co lavares da Cuubi Mello
Joao Baptisla \>,e, B.rrelo
lose Benlo de Moura
Vigario Domingos Alves Vieira
ladre Francisco Gon.alve. Ferrein Simes
Dr. Honorio Fiel de Sigmaringa Vaz Corado
Malinas Gomes de Souza
Manoel Baplista Rodrigues
Antonio Pinheiro de Mendooca
Advogado Bernardo Jos Fernandts de S
Anlonio Rufino da Silva Barbosa
Jos Tngueiro Caslello Branco
Antonio Andr Cavalcanli
Francisco Antonio de Caslro
Filippe Rodrigues de Santiago
ruSSASmt' Aib-ii- *kti
Cosme liami.ir, da Silva
Euslaqoio Constantino Redivivo
Honorato Olimpio da Cunha R(go
Antonio Guades Gondim
Joaqoim de Mallos Alcantillado Rochedo
Joaouim Cameiro de Mesqoila Mello
Josc Filippe Bezerra de Menezes
Gamillo Henrique da Silveira Tavora
Major Joao Dourado Pereira de Azevido
Coronel Benlo Jos Ferreira Rabello
letienle-corouel Marianno Ramos de Men-
donja
Manoel Paulino da Conha Gouveia
Manoel da Cosa Alecrim
Dr. Manoel Vicente Kibeiro de Souzi
Paulo Francisco do Reg
(M
CMARA MUNICIPAL DO RECIFE.
.' SESSAO- ORDINARIA DE 17 DESETEMBRO
DE 1856.
Presidencia do Sr. haro de Capiharibe.
Prsenles os Srs. Vianni. Franca. Oliveira e Ga-
meiro, fallando sem causa participada os mais se-
nhores, brio-se a sessao, e foi lida e approvidi a
acia da antecedente.
e-s* om odicio do fiscal da Iregoezia de S. Jo-
ti SSr "1C manaf,s" cmara pagar a qoantia
ue igiiio rs.. que despender com o euterramento
de um cavallo, na Cabanga, o qual apparecera mer-
lo juulo a fortaleza das Cinoo Ponas. Mandou-se
passar mandado. Nao havendo roiis eipidieole. le-
vanloa-se a sessao.
Eu Manoal Ferreira Accioli, secrelario a escrevi.
ueclaro em lempo que foram despachadas as po-
Nr,ne. de Domingos Jos Machado, e Jos Ignacio
Soares de Macedo. Accioli o decl.roi.Barao de
cainoaribc, presidente.Vianna Oameiro.-OU-
cetra.tranca.
HEPAKTigAO DA POLICA.
Secretaria da polica de Pernamboco l.a de ou-
lubro de 1856.
lllm. e F.xm. Sr.Cnmpre-me levar ao cooheci-
mento de \. Ec, que liz recolfter ao eelado maior
do corpo de polica o teneule coronel da suarda na-
cmnal Joaqnim Manoel do Reg Brrelo, como in-
Oiciado aulor da morte feita oo termo do Cabo, na
pessoa do portoguez Joaquim Antonio de Viscon-
cellns.
Das dilTereoles parlicpa<;oes hoie recebidas nesla
rcparicao consta o seguiote :
Foram presos : pela delegacit do primeiro dislric-
lo desle termo, o prelo escravo Luiz, a reqoerimeu-
to do senhor.
Pela obJclegacia da fregaezia da Boa-Vila,
prela escrava Juanna. pot lucida
E pela subJelegacia da Irrguezia do Poco da Pa-
neia, Domingos Gomes de Souza. por desobedien-
cia.
IJeoj goarde a V. Ejc.-lllm. e Eim. Sr. con-
seineiro Sergio leueira de Macedo, presidente da
provinciaO chile de polica, Dr. Palicarpo Lopes
dt l.eiiQ,
MAPPA dos tfoenU tratado* no hospital re-
gimeiUal a cargo do segundo balalho de infan-
tarta no mez c setembro de 18.56.
Ilospilal regmental de =
Pernainl'iicn |u de oulu- =
bro de 1856.
[i]
> niero de doenles.
61

CO S c

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ua 'Ji M
t> :>l 3
H
56
msercaroes.
Os que fallecerjlm foram I de pneumona aguda.
1 de gaslro miente, e 1 de tubrculos pulmo-
nares.
Dr. I'ra.iedes tornes de Sonsa Pitaiuja,
1 cirureiao encarregado.
MAPPA marinha do I" de jnlho no nMno de setembro
de IKVi.
:(i|
sai
l
iln.
2.W
236
232
191
Joaquim.lose /tires de Mhuquerque,
Cirursi.to da enfermara.
otario He ^nnambuco.
Pelo vapor entrado honlem deSoulampton.porva
de Lisboa, Madeira Tenerife e O. \ icente.reeebemns
at caria^ dos nossos, correspondentes de ilamburgo,
Paris e Lisboa qne licain transcriptas mi entro tu-
sar desle Diario, e lambeiu varias sazelas ingina*.
(rineezaae porlogoexis, ileanrindo aquellas a 8 do
me/ prximo lindo e estas a li.
I) cholera continua a declinar em Partogil, n-
tretanlo era Lisboa ntida davain-se do 12 a I.".casos
diariamente, avaliando-se o numero dos morios s-
menle naquella capital e seus arrabaldes em i'HX),
punco mais ou menos.
Na Madeira, em urna popularlo de 15,000 almas,
3,000 morreram victimas da epedimia.
A Hespanha tirara tranquilla, bem que se rreia
feralmente que o aclual gabinete ola se soslenlara'
por muilo lempo. Julga-se mui provavel a elevaran
de Narvaez.
Eis-aqui como esle respeilo se exprime urna cor-
respondencia de Madrid.
Apezar do decreto eltinguindo definitivamente
a miliria nacional, e por oulro la'dn so haver de-
clarado terminada a missSo descorts cnnsliluintes e
de oulros decretos reaes, cujas expositoes se cslao e-
I .lloran.lo com mesma tendencia polilira, como o
restabelecimeiilu da consliluiran de 18,,", com um
aclo addiccioml, a Ici dai momcipalidades, depola-
rfs provincaes etc. etc., todava esla lleiibilidade
por parle de O'Donnell olo satisfaz os ueneraes
Concha, Ros de (llano e oulros impacientes, enlloca-
dos ja n'oma posirflo desassombrada. Uuerern o
absolutismo revestido de formulas consliiucionaes,
on um estatuto real ou caria onlorgada pelo Ihrono.
He ncsle pensamenlo que se Irabalha sem inlerrnp-
to para o levar ao cabo. O'Donnell nao sa presta
a esles planos, e ua entrevisla que liveram no da
a questao foi acalorada.
" Como resollado detse plano, lo qual, segando
se diz, nao he eslranho o rei, honlem sahio depor-
tado para Valhadolid o infante D. Francisco de Pao- I
la, fazendo escala pela Granja. Falla-se em depor-
larnes de generaes para poulos em que nao possam '
subverlcr a ordem.
a A marcha do gabinete, amphibia em parle e os '
Irabalhos tenebrosos dos chamados conservadores, |
deverio dar em breve cabo da preseule siluarao de i
Hespanha.
n De dia para dia augmentan as probabilidades I
de qne Narvaez volle ao poder.
Esle celebre pertonagem renovoo as suas relaees
rom a rainha Chrislina, e posto que nnnea possam
ser cordeaes, facihlam-Ihe a ana subida a dictadora,
e a rainha o seu regresso a Madrid, que he o sonho
dourado da soa aogusla filha, provocando o seu a-
diamenlo serias qoesliies entre sua magestade e o
presidente do constlho, desde os dias 14, 15 o 16 da
julho, memoraveis por mnitos respailes.
c As fraerfies moderadas, cujo chele remullendo
lie Narvaez, esperar em breve este triompho sobre
os qoe ehamam renegados.
>r O partido democrtico lambem o deseja, pre-
ven lo que a subida ao poder de Narvaez, e a volla
da rainha Chrislina a Madrid, augmentarlo as suas
fileiras e Ihes darn consistencia bastante para fazer
ama demonstrarlo das suas forra extraordinaria-
mente augmentadas desde os successos de julho.
<> A perspectiva na Hespanha he lerrivel, a lem-
pestade ruge ao longe.
Dos se compadeca desla infeliz nardo, e Ibo de
nm governo bom, barato, e permanente, nao plat-
nico mas positivo
Em Franra o imperador continua em Biarilz, e
bem que se diga que tem melhorado alguma consa do
mal de qoe fora atacado, todava ainda nao ojolgam
am estado de poder voltar a Paris.
Os Francezes necessitam de ler o espirito preocu-
pado eom alguma questao de importancia ,para po-
derem permanecer tranquillos. Acabada a guerra
do Oriente, ei-los que se agilam e traman a dis-
Iruirao da aclual ordem de coasas.
Em S. Elienrie foram ltimamente julgad.is 31
pessoas por terem formado urna sociedade secreta,
para o fim de derribar o governo e assassioar o im-
perador.
No primeiro dias do mez passado o tribunal de
polica correccional de Paris oecopou-se lambem
com o j ii Ua menlo de M pessoas aecusadas do mesmo
enrae. Destas apenas foram nbsolvidas 10, sendo as
outras condemnadas I priso de 4 mezes a anuos.
Nao se verificou a nomeacSo do general Pelissier
para o cargo de governador geral Ja Algeri.
Corra que o governo recusara satsfaie-lo nesla
parle por causa da independencia do seo carcter.
Na Inglaterra nada linha occorrido que m.jreca
ser mencionado, alm da quebra do banco real in-
glez (Boyal British Bank) que causan' grandes pre-
JUIZOS. v
A rauha linha partido para a Eseossia.
Na Suissa houve no cantan de Neochatel urna re-
volocao em favor do rei da Prossia, mas em poocos
das foi suppnmida, sendo presos a maior parle do
que para ella cooperaram:
Lc-se no Moniteur a segoinle noticia relativa a
este acontecimento.
0 ministro 'dos negocios cstrangijros
recebeu do ministro de Franca era om, o
seguinte despacho telegraphico:
leme 3 de setembro.
llnjp, asiiua.s horas da maolia, reben-
tou umn^urroicfloiii: (VevrcJjaUcl. Os rnoii-
tannezes Oo vallo de Verrifires apoderaram-
se por sorpreza da cidade e do castello. Pia-
gel e Humbert, e muitos outros Cuncciona-
rios do canto, foram aprisionados. Dtz-se
que o partido realista esta a testa do mri-
inento. Os republicanos de t'.haux de Komis
marchan em columna para libertaren) os
seus chefes e reconquistar a cidade. O con-
selho federal mandou o vice-presidente For-
nerod e o coronel Krei-Herose para o Ihea-
lro destes acontccimentcs na qualidade de
commissarioj federaes, para resiabelccerem
a autoridade do governo. Quatro batalhes
e algumss pegas de artilharia do acampa-
mento de Yvardan foram postos sua dispo-
sic3o. A sua vanguarda devia entrar esta lar-
deas 4 horas, sobre oslo de Meuchatel. He
de esperar que cheguem a tempo para impe-
direm urna collis3o, as ras de Neuchate'
entre os republicanos de Chaux-de-Fonds e
os montanhezes de Verrires que lizeram
barricadas.
A Suissa, jornal de Berne, em 4 de se-
tembro, escreve o seguinte:
Ainda esta manha o castello e a cidade
de Neuchatel se achavam em poder dos in-
surgentes.quando sbitamente correu o boa-
to que a cidade eslava cercada pelas tropas
republicanas. Ao principio julgaram os rea-
listas que tinham simiente que baver-secorn
os voluntarios de Chaux-de-Fonds, porm
ficaram mui sorprendidos -ao, acharem-se
face a lace com os patrioU&do valle de Tra-
vets, 500 homens, comatodoilos pelo coro-
nel Densler, havia ni ayancado durante a noi-
te e a pouca distancia da cidade se ihes reu-
ntram reforcos consideraveis. Depois de al-
guns momentos de descanco travou-se uro
anguinolenlo combate, no qual os realistas
foram batidos, apoderando-se os republica-
nos do castello.
Os realistas tiveram 12 morios, 50 feri-
dos e mais de 100 prisioneros. Ignoramos
ainda as perdas dos republicanos! Alguus
dos cheles da insurreicao, incluindo o coro-
nel de Mearon, conseguirn) evadir-se. Os
conselheiros de estado Piagel, Humbert e
Jeanrenano, foram aprisionados. O governo
restabeleceu a ordem, e o prefeito Malthcv
voltou a Neuchatel.
O conselho federal decidi lioje que as
pessoas comprometidas nestes acouteci-
mentos c culpadas de alia trau/Su, serao
mandadas processar perante os tnbunaes fe-
deraes.
Ainda que se possa considerar como ex-
tinta ainsurreir-dio de Neuchatel, o cantSo
sera todava oceupado por tropas federaes.
Qainto aos mais paizes continuam no mesmo es-
lado em que os deixara o vapor Franct, qoe ullim-
mente nos visitan.
Em Londres os consolidados ficaram a Oi l|K, en-
llj t qQe 'CDC0 por C"ll 0,a,ile'ro' eslavam a
orrc^Donbendt.
napia tenhamos de lastimar appar^.o de padre-,
lile lian rumprem nem aniatri n EvangcHiu '-
Son, Srs. redrlores, sen ronstanle leitnr
Jmqutm l'fdru do ll'qn llarreln.
'.iJade da Vinoria 29 de seUmbrn J.; IS.ili.
0----------------
N. S. DOC DE IPti.il CA.
-Jll de .elein oo.
. rV,"i,r'; r"'a:""-"Prin. ip.o e.1, dan.U-lbr.
rala .,t ,,e qa,, Gr,c rtmiAtn ,.
donho cholera f..,-,,. Mh,. a,|, t%r "
nosso l".raonl,o. x. V1da, que rr,fn. J dlM. lf.
zes qoe nos v.zil.u, nlo ;, p.,,,,. JJ
ttswcaa e certo doro natural do Escola,.., n., ,*
coube em panul.,. qo, qn.l ouir,acare # rhwj
os ovos olhindo, ..--mi eit, ,.., t medirav ~
cholencos U lK!m de |E,. A, tiy 15 qoe se retiraran), e aun I,. ,.,, ,, rm
quinto nos (nchugamo. um oou-o das m.dl..dHi,.
qoe nos de rain.
A polica por r em sen andarrteulo nao postro.
embararos lem encontrado, raza poique a penoa
que a represen!.: pooco Irto podido faj-er, aperar dr
suas boas inlei.res. Ningorm goila ,1 ver a .-.
tira em casi, e eis ludo evptieadn.
Em a noite do dia 17, nm negrorii de um -rnl.rr
deengenhn, lado irdendo em celos pela soa prHintu
escrava a moradora nesta povoacAa, e cu|a lulf lidaii
suppunha violada, ipir*enlon-so do espidarm ponda
e sem ceremonia alsoma fot-lho dando duro alr a
cisa do cirorgiAo do Ingir. onde em segnnawni,, da
cuja ainda entrou oo prelendeo entrar "para aove-la
a' vonlade!
Os dous inspectores corrern a atoosla, c aisaaa-
dos de mais alguem, prenden o naarilo, o p,m-
ram a enlreza-lo a seo senlior. on pela roapeilo e ho-
men-gem que lite tnbotam. on rom reeein do seratn
casirados..., oo norqoe nesM orrisUo m oaqoecesaem
do que Ihes eumpru f,, oo rmlim por eolonao
rem que ao cuntir cima nlo da sabdelegacia to deviam
chegar os casos d- drlli.r.meiit vrrdadeir.K on -
poslos .... Seja la' o que fr. elle mm o fizrrato.
mas quando se aprmlmavam do enzenho. ase (ka
perlinlio da povoacio, sao da improviso circnlatWs
pela rahrica, qoe de prrmplo tomn o sollou o par-
catro, maltratando insoleiilemenle rom polavn obf-
reua ao laes iospeclores, nesaao a visia da senhor,
que eliegaudo na occisiao foi oro mudo riptrlina'
de semelliant- escndalo, deiuodo al imoonai ..
culpado ^
\ ollaram poi os nossos homrn- todas desapMtU-
dos o com a triste consolifao de lerem escpalo oo
boa. Ah rvrlamav.m elle, se lives*emos >ui 9m
dislaramento da polica, enlao a cona >rru oWra
porque ito de guarda nacional, petoi jo.
A proposito de guarda nacional, nolicio-lne o rea-
parenmento da nossa, depois de proloocada a o en-
ca.
Na larde do da -Jl, dividida em dous qninhoes |ol
=nu i cimiento,o puia-encolhe neua posoacao
e tas campias do engenho S. Paulo. Poroaiioloiato
havrndo instructor, oseado a nlticialidaoc anvira.
em algaroa rnu-.i se haviaa de oecopar I,i a..
obstante, consta-nns qoe orden. eti dada pan to-
dos os dominso. a' preleilo de m-iroccaoscoi io-
trurlor se repetir o folgurdinlio, sob pena delprna
aos que nao eomparecerem, alvo por molesl.a pr-
vida com attestado medico E qoe lal 1'. Ora, ea-
purre-se on pobre suarda de casa, e plmete I o I
legos de ida e outro lana de volla, e isto lili
os domingos; e cale-e, nao diga nada, na scahoi
veja qoe ja" sofreo priaan um lenle, porone n*a
eompareceu tal inslrurrao.um capuao, pinointo
gosoo logo da lieenr. que pedio o oMove, e oalr*
capitn fui multado em .VI bago, por nao acudir ao
conselho de administrarlo reooido nesla novaaran
no dia 1 Entao he pona oo caber, Parera-nV.
que lana reslriccAo o disciplina nao o oor: >otram em
parte alguma. >i aqai em N. S. do i>'.
_Concluirci noliciando-ll.es, eom pesar, qna no da
-i, pelas 7 horas d. maohia, fot barbronlo aiinn
nido no engenho Caileum pobre ~ra naim qq -f
anuo, casado e com ires tilliioha- !I O riHalii i
do, honra Ihe seja feita, corroa loso ao lomar do en-
me, o procedendo a corpo de dolida paro Imaem ai la
do compeleole prurOsso, tan sido inriosavolcm em-
pregar lodos os meio ao seo ilrance pan raplorar o
malvado. Fazemos voto pan qno o consiga.
Sou, senhure redaclnre. O V.sptrtro.
tynbcacat a pebibo.
Srs. redaetoret.Munca escrevi para o publico,
nem ambiciono cssa gloria, mas a piedado do
Itym. Sr. Joao Herculano do Reg a isso me o-
bnga, urna vezque quer fazer do juramento nuc
prestei, o seubordo de velho.
Agradcco ao Sr. padre Reg o seu elogio fne-
bre, o lambem a sua sympathi, e he por forra des-
sa sympathi que ||,0 pcco len|la mis io(Iade_ 0
que urna fez ao menoscm sua vida siga os nreceitos
do nosso Divino Mestre, de quem S. Rn. he
Baadignoi ministro. Que culpa lenho cu eos
mais prximos, a quem as miserias do Sr. padre
Rogo tanto lem prejuHicadu, dosorimes deS. Boa !
que culpa lemos que S. livm. esquecendo todos os
leveres dehomem a sarerdole. levado de ciiime, mal-
Iratasse cruelmente a sua escrava 1 queculpa lemos
nsque o Sr. pajre procuras o meio de perse-
guir um honrado nai (|e familia, somente para nao
cumprir seus tratos finalmenic que culpa temos
nos qua o Sr. padre queira fazer experiencias em
sua cabera, tomando mais liquido alroolico lo que
ell.i podo ronter, e em seu slucidos intervalhs in-
sultar a lumiannlail,.
Por tanto. Sr. padre, pojo-lhe queme abandone,
o ileive-me em paz, o procure oulros meios de de-
fender-se, sem olTender nem involver os pnetieoe
em sen proresso. E permita que nao aceite o
estado de loucura. em que me (lassifeou, accres-
centando, que mais digM d.is lilnlo nos parece
o Sr. padre, a quem devolvemos esse upillietu .|ue
SENHOR.He perante Voasa M a (oslada Impe-
rial, que os aliaivo nsigoidns, babilaoloa da cidade
da Victorii o fregoezia de Santa Anta veem etpor
as irregularidades o nulhdades commellida pelo
presidenta e membrrs da mesa parorl.iil da refe-
rida freguezia, por orcasio di dairao, ajo tose
lugar no dil I", do setembro dtsle aano, para jan
ze de paz o venadores, as quaes sao es ano se oo.
guom.
Pelo depoimenlo da primeira Intemiifelii, ame he
o sicrislio da matriz, V. SI. Imperial vori, amo cen-
sando em marro 0 cbolera e apezar das loMuadn
ordeos do governo. a junta revnon, tendo aaaaaao
di qualilirar.io a manira do proprwtonoi di fre-
goezia, si. .r rrunio no eon.ialarm'd osaliix do I"
a 1 i de agosto para ai sesaoo oo .i da ; o orno
ando lora do l.mpn d. u, nto,a r Zmm
reClamaram r foram deaalleodidos !
Nerl V. SI. Imperial, que nao------|-irin anu.
o disposlo oo arl. -JO da le, qoe manda 11 lapa ai as
primeiris icssoai por jn da ; o qnaoa, aa fo-
ram celebradas esa otro logar, sendo aeaor
so <> consistorio qoe servio pira as seaacs V ..
dus, fot em meno|ire*n do disposlo no or. I da
lei de I'.i de agosto do luid o aviso de -'7 de ihnl
de 1817 S IH.
Pelo depoimenlo da prinNira o qnarli leatema
aban, V. SI. conbecera qoe casa demora lai do pre-
psito premeditada, para qoe o conselho neo palai
se concluir qualilicaro antes da 7 do irtimbn .
porque vera, que a cunara devendo otpadw oamir
municipal am lempo a copia aolbealiea di acto alas,
aleilorts e camaristas pan qaa o referido joiz po-
desse convocar os membros do cunselho ni forma di.
aviso do I.* de fevereiro da IHI7 jj l, en a a* de a
gesto foi qoe o presidenta da cmara levan as cot
seibo, j reunido,nao copia aulhrolica, mas urna lr>
la do eleilores o camarista para a duplicado lia
de contestar ao couwlho competencia leseas mem-
bros e dillicullar assim a qualilicaro dos cicloide i'
o que nao conteguioda reonio-ao a ranura, afim de
obter do Eim. prndente do provincia pora a elei-
S3o de 7 de sataabro o recorso a' qaeliMca. a .
do auno aulacedenle como be de le o inonjili
taram.
Pelo documento n. I que he o oAicio do Eim
presdeme, \ II. Imperial vera, qno oa mi mil
da cmara, que sao em maiona os mesma da ma-
la revisura, conseguirn) o qaa plaiejaram, isln
he, fazer a elairalo pela quilificaro paseada,da aaol
ealavam lambem excluidos o signatario.
Por este ulliean., porem, vera, Senhor, qae S, Eir.
mui positivameota Ibes unpunha o devec
meio de edilaes, arem toda fufijaii a< /,./,
da mencionada quatiicario ; moa o prfidonU da
mesa menospreuodo mm ordaaa lis terminme
da primeira auloridade. apreaenlou-se am ana 7
pan proceder I eletrao seo dar publicidade k
listas !
Do depominlos das leslemoohas sob o dacornea
lo n. -2 vera V. SI. Imperial, qoe foi reqaorida ao
juiz dejiaz por e.criplo,assigoida polo povo raaaioo
no dia 7, para que publcame as luden antes 4a clci-
rjo.ciimprisse a le as orden do Eim. prndenle.
mas o juiz de paz deelarou qoe iodefiria i peticAa a
paisoa a fiter a chamada do eleatom para tor-
inar.io da mesa sem mais querer ler o ttulos o ca-
pitolos recommendadus no ait. 95 da le !
Sendo esle procedimeoln do presdanle da no
ama provocacao mui posilivi pin oa preteito re
poder fazer a eleicio debaixo da forca, poiqau saina
que de oulro modo nao seriam reelaioo, o pavo
sempre inexperto a irritado por nao sabor oa ajSrm
tame. arrojoo-o em mama sobro a meo o o qno
mai, be rompeo as lista* Uo neceaearias a rafia mi
das pelos signatario pin se saber quem eotiva ou
nao qualilicado Todo porcm -errnou-se coa mc-
nos de 1 mnalos sem derraaumaalo da saasne. co-
mo jur.iram a primeira o lerceira leslemonha, ape-
zar da provocaran que com uina bengaia centra
povo fe ou subdelegado supplenle, camarista o
juiz de pez Meleilo como vio a nona Intimo
iba.
.-surti assim a traa o seu elleilo, e Unto boslon
para4ovj o juiz do yaz relirando-e com algans dos
ramarnla para orna ci.a particular a 15 braca da
matriz, o com o djoalacemeiilo a perla pon qoo nm-
goem entnaee, dlzendo qoe n ollciir ao Esm. pre-
sidente, inlilulasse \ dos seos mais asidua, mem-
bros da mesa, sem que os mais eleilore e pten-
le fossem dislo sabedores, como coiileseim i pri-
meira. quarla e dcima teslemunhM!
Ollicaram portanln ao Fim. .residente, duend"
qae a mesa eslava formada, denegrindo o inverlen-
do o occorrido, alim de oblerem forra do governo
A respeilo do oceorri'o lambem otlinoo o reveren-
do vigirio ao Eim. presdeme, mas romo o visara
mrr.isse verdade, S. Eic. nao recebeu esle odien.
enviado pelo mesmo portador dos nonata do ja./ da
paz, como coutessa o mesmo vigario, lerrctn lesto-
munha !
A-sim consrguram os improvisado metnbrmdi
mesa, qae S. Evr. os nao conheeendo maodaem um
reforro de praeas, rojo commaodanle a npila* *.
evrrcilo lo-r Anlonio dr Carvallo. Ii-nla- vea na-
in-ado seiUi.do npplentc do dclecado.e logo enlron
em eserciri.i por haver rom islo .. amolinada ..
primeiro su|inlrntr. ienenle-coronel Manoel Unirle
da Costa, e deitado a dtlcsaru.
|)..dncumrnlnn. Jetrstemunha primeira. ver-
\. SI. Imperial, que o mi, de paz marrando eln-
ra.i para o rila I i |c ti. nibr... loram o pruprn. neiz
dr paz e raman.ta. que muilo da proposito aflisa-
ram de tal irnnnra as (Mal, que so as nao lolendw.
e i-to fizerain Ires dias anles da elei. ao, centra ..
disposlo no arl. 'II da Ir, Ver mai. Senhor. qno
orrullaram-sr alKunsquarleirw o lodo contra o
arl. I *l da i.' -ma lei.
Pelo qoe Miraran, a primeira, quarla e derima
le.lemuiii.as. ver.. V. SI. Imperial, qoe no dia I
compareerndo o eleilores r supplenles pan for-
marAo da mea. urgi ella romnoida t .oinreodru
a lodos cssa notiria, direndn o presidente da mea.
que rila elaa approvad.. pelo Eira, presdeme dai
provincia.
Pelos depninirnln- de quasi Indas | levlemonha*
ver. \ o..,i Ma=oslade Imperial, que I mesa rlw
romp.-la de tres elrilore- e ri'nm que nem mpiiprn
le he, o qne se demonstra ainda rom o arpiaiiil
nomern i.-, qoe he o repertivn diploma I
I'..- depoimenlo aiodi se vi'., q,ir ', atina rama-
rutas e que lre|ior.im membros di junta qoalil.c.
H 5
por
unnr
-




dora, sendo aro delles a seu presidente, contra os
avisos de 5 de ilezeml.ro de 186 j 2. de 18 de Ja-
neiro de t817 8 l.\ e O de Janeiro do mesmo anno
5 6." E da eleicAo procedida e submellid;! a appro-
vacio de Voua Magestade Imperial ven, que lodos
essea rfiesarios sahlram camaristas Sendo juizes em
causa propria, e os lugarea de camaristas objeclo de
especulado e a nica fortuna da maior parle dos
reeletos. como se deprehende do depoirneoto da 9.
lesleinunhi.
Da testemunh.-i K.n e do documento numero ."i."
vera Vossa Magestade Imperial,qoe formada assim i
mesa e guardada pela Corcha, pretendeu loco no dia
14 contra o disposto nei arligos 12, 1 i. e 17 5 .- da
le arredar de ao p de si os assislenles, que a pro-
curavam Incautar.
Tamben) vera, senhor, que depois de algn* ar-
gumentos, consenlindu a mesa, qoe algn dos sig-
natarios assislissem ao< ella colhida em multas irregularidades ai at fraudes,
hem como em receber sem eiarae tres votos por
dous, sustentar qoe poda votar para jaizes de pat
do I.-, sendo'o votante do 2." districtu, receber vo-
tos mandados por oulro contra o dispo.to no rtico
- >i > da lei, receber votos de pessoas qoe toraavam us
nomes dos fallecidos, o que deu lucar a continuas
reclamaco*s, que apezar do sempre indeferidas Ibes
M descobrndo as fraudes e diflicultava o vencimen-
lo por taes meios, nicos que Ibes poda dar a vic-
toria.
Pelos dr poimentos da III.' leslemonha e uulras,
veri, seiibor, que nao se pennillio que cidadAns
mermes guardassem a urna na uoile de 14 para 15,
contra o disposto no rtico 61 da lei.
Ver Vosa. Mageatadetlmperal ainda que os mein-
bros da mesa.prevendo que apezar das violencias na i
conseguiran) sero^Jraude reeleger-sa, assentaram
n'aquella noite delazer reviver no dia seguinte a
quettao de nao consentir, que nenhum dos signata-
rios se aprsiimasse da mesa.
E Jomar do esta assenlo no dia 15, nao t prohibi
coro revollante arbitrio ao na o qualilictdos, como
at aos qualificados, que nt ja promettiam nada re-
clamar e nem fallar sobre o que vissem !
Nao obstante a lellra da lei gritou o juiz de paz
que o delegado Uzease retirar para bmo das alas dos
sollados algn!dos Dignatarios que all eslivam.
.Pelo depoimenlo da 6. e 8.a lestemanhas;entre-
tanto Vos,. Magestade Imperial vera',que all se con-
senta que eslivejsem o presidente da cmara o
camarista ijoes arrebatando irapondo a cada vo-
tante dous e tres votos ao p da mesa, onde um dos
roembrns substitua com votos tirados por elle mea-
mo il" j ni chapeo, os volos arrebatados das mos dos
volantes !
Eis-aqui, imperial senhor, para qoe fui, que a
mesa ordeuoo, que o delegado eipellisse d'alli para
lora os signatarios qoe nao poderum ver em silencio
corameller-ie tantos cri-nese ser calcada com tanto
escndalo a lei por algons homens interesados em
e Tazar a todo transa reeleger, sop a prolecco da
Corsa, por falta de mrito para o conseguir licitamen-
te do votante !
E tanto foi assim que declarando o delegado que
tiuha ordem do Eim. presidente para eiecolar todo
qaaoto Ihe fotse ordenado pelo presidente da mera e
por coniequeucia,quesahiisemm, relirando-se ossig-
ualarios da igreja licaram aomeule nella os membrosda
mesa e a Iropa, como juraran) le vista as testerau-
nhas i." e 8.-' !
Perdidas assim as nossas esperanzas, visto as vio-
lencias da mesa e do delegado, querendo os signata-
rios evitar qualquer desorden, e especialmente em
respeilo a pnmeira autoridade, com cujo nome e--
pecolavam, reliraram-se e procuraram inquerir !<-
temunhas com que provassem o occorrido afim de
leva-lo a imperial preseura de Vosea Magettade.
Pelo 6. e ullimo documento vera', seuhor, que al-
guns dos signatarios protestaran), para ser o seu
protesto lomado m acta ; mas foi desprezado peles
Miembros da mesa com as parvoices imite eiaradas,
em que bem prnvam qual a sua inslrucr.v. e mora-
Inlade e qu.isi tu.lo quanlo temos allegado !
Oulros inultos escndalo* levaram a eUeilu esse
ineinbros da cmara, da junta, da mesa reeletos ;
como darem20(1 e inais votos a Joaqaim Manoel da
Silva, que nem esta' quatifcado. Darem volacAo e
l./.er juizes de pat e tupplenlea a quem nao leve
um su voto, ludo com o liin de nao sahirem sup-
pleotes nenhom dos signatarios e oulrasvnuitas cou
vas, qoe deixa-ae de enumerar n sar ainda mais da pacieucia, como por indignas de
de subireio a alta presenta de Vossa Magestade Im-
perial.
I'ui por lano assim, imperial senhor, que contra
a comeiencia publica e desprezo total da lei e da
moral, conseguirn) lodos esses homens ser reeletos
jnizes de paz, vareadores e supplenles!
E porque esta eleicAo eslejg evidentemente nulla,
como se demonstra com os ti documentos junio*, e
porque deva havsr un etempto, para que taes abu-
sos senao reproduzam em prejuizo da religiao, da
moral e de direitos 13o sagrados.nao hesilam os abal-
lo' assignados em implorar a vossa magestade imp-
rtala grasa qoe supplicam, confiados no amor para
i'om seus subditos, c juslica com que sao sempre sel-
lados os arios de Voisa Magestade Imperial a Quem
recorren), e
Pedem a Vosia Magestade Jmporial llies delira l.e-
nlgnameule.julgando de neulium etrelto a mencioan-
ria*Uirjan; a r*c&bmta nutrgiL-^Coni l-27assignala.ras.
Victoria de selembro de 185b.
J)'.0 DE PERN&IBUCO QUINTA FtiM 2 DE CUTUBKO IS5G
Segunda i> .
Escolhido. .
dem da Babia pnmeira sorle.
Segunda i
Escolhido. .
Caslanha por 1| do Para. .
Sapuc;.ia. .
Sebo por 112 ,1 do Rio Gruida:
Bom e duro .
Mediano .
Escuro ....
Cera de carnauba, por 11 i g .
Chifles, por 12:1 | oe vacca. .
ordinarios. .
Cima por i, de cavallo. .
de vacca. .
Cobre velho por .....
Couros por do Kio, '
Seceos de :lt) a 33 .
dn 2(1 a 21 i.
de Toaros, 33 a 1(f
dem do Rio l.rande, por i :
Salgados, de 65 a 70 -
de 15 a 50 I
de vacca 10 a 18
t)vallo cocos, io |3
% ... um.
dem salgados, 123 30
dem idem 16 a 20 8
dem de Pernambuco, Baha, Manaba* e Para por
Seceos alg., 26 a 30 i 8 1 |J d a !) 11 d
espichados 16 a 20 i 9 1|2 d 10 l|2 d
.unidos 7 a 9 5 10 d a 11 1,2 d
Molhadns salgados, 40
, a (6 (id a"d
Mam de Ceari, Paralnba e Macei por g.
Seceos *,|g. ;jo a 32 s. 8 1(2 d a 9 |i-> d
Molhados a 15 a 50 i. 6 d a 7 d
Cumaru por libra bom. .
Ordinario (invendavel,
rarinha de maud. boa por 112
Jacaranda por tonelada, do Rio.
Babia......
Jerzelim, por 112..... [
Piassava. por 2240 g do Para !
Babia. .....
Piaurim, por Il2bum. .
Salsa parrilha por libra boa .
Inferior invendavel.
ipioca. por 112 i Rio superior
Ordinaria.....
Irue por % do Para bom. '.
Fundo/ e Cambios.
d j i Fundos inglezes.
Bancode Inglaterra ^acrOes) 219 a 220
Consolidados.....
Reduzidos .
Fundos de .
4|0 i"l.|6
52|0 (i(|0
4116 II ii|ll
,I8|6 I0|0
48|(l ii 5:i|0
22|0 i 3f0
56f0
54|6
0|tt 53|0
70|0
21|6 40|0
1llU28|0
7 d 1,6
S.| l|l
10 l Id
lo d a lili
111 d o 1i0
8 1|2 da 10 d
1|4 d a 7 :l|4 d
6 1| d 7 li d
6d a 7 1|2d
5|6 7|6
7|0 ll|0
i|6 ii j|0
Suipcndeu do lamei-
. a mesma carga que Irnuxe.
rao.
demBarra brasileira nimperalrizi., rapilao Joiio
Damaseano de Araajo, com a mema carca une
trouxo. Passageiros, Manoel Antonio Rodrigues
e 2 esrravos, Manoel Antonio Machado e 2escra-
vos, Manoel Francisco l.uiz da Silva e 2 escravos
Silverio uellosnio e Barrse 2escravos.
@Mtac0.
I|3l|4-
25|0
i lia 15
i 7a13
">0|0 a 5i|0
s as128
12 13 10|0
7|0 a 8|0
lid -> i|l
6710 a 70|0
.55|6 65(0
5d
Belgas. .
Brasileiros .
I
Dinamarquezes
llcspanli.ii-.
Hill'eridos
l'assivoa .
3 0|094 7|Sa95
95 1|8a95 3,8
3 1|4 95 5|8 95 7|8
Eslraogciro*.
-41|297 a 99
5101 a 103
1|296 a 98
383 a 87
344 t-|2 a 45 1|2
:i25 a 25 I|i
36 1|2a7
2 1|2(Ka 6
i98 a 99
3321ra 23
355 57
451 52
345 1|2 a 461|2
3108 a 109 l|2
4 l|298 a 100
Fr.4150 fs.
111'290 6.
. :1 0(070 f. 80
Melaes preciosos.
Ouro em barra.....p3r 0nca 77|9
" Porluguez em raouda.
Brasil.....
Oncas hespanholas .
" americanas.
Prata em barra ....
Patacas brasileiras ." \
Pesos columoarios heipaii.
Carolas.
Hollandezes

Mexicanos .
Portuguezes.
Russo ex dividendo. .
.
Baoco de Franca (accoes .
Fundos fraucezes.
Ferdiuand .
Ditos das repblicas
Moeda de 5 francos ,
Lisboa.....
Porto. .
Rio de Janeiro .
Babia e Peroembuco
Amsterdam .
Hamborgo. .
Paris. ,
Cambios.
n|6 a78|0
74|3 746
3 11(9
5|0
6,2
6|7a6iU
i) 5|4 5|5
i) 5|1
o 4 115|8
mmtw>.
CAMBIOS.
Sobre Londres, 27 1|2 a 90d.mg7 3|8 a 60.
a Pars, 350 a 335 r. por .
Lisboa. 98 a 100 por ; de premio.
Kio de Janeiro, 1,2 a 1 por 0|o a 13 e 30 dias.
Ar.c&es do Banco, 60 a 70 0|0 de premio.
o o companhia de Beberibe 54g000.
ir u companhia Peruambucaua ao par.
< Ulilidade Publica, 30 por ceotu de premio.
Inderaoisadora. 52 idea.
da estrada de ferro 20 por Oinde premio,
de leltras, de 7 a 7 l|2 por Oin.
Hisconto
Dito do banco7 a 8 por 0|().
()uro.Ooc,as liespanholas. .
Moeda de 60OO vellias
/ < 64O0 aovas
49000. .
Prata.Palacoes braaileiros, ,
Pesos roliimnarios. .
a luezicano. ,
por 0|o.
28i
28}500
16SOO0
ItijOOO
99000
290O0
29000
1086(1
8:1155283
HLFANDBliA.
Kendiioe no do dia 1 .... ,
l.'firarrufiam hoje 2 de oulubro.
Brigue bamburgnezOsearbotijas valias.
Barca inglezaGardynemercadorias.
Barca inglezaLindacar van.
Brigae iugUadmercadorias.
Patacho brasileiroAlhenasdiversos gneros.
IMPORTAC/VO
lliate nacional Feliz das Ondas, viudo do Rio
(iraude do KorMfconsiguad a Jos Jorge Pinto,
manifestou o sejuole :
300 saceos iiiillin.; lo mesm i.
Hiala naciaaal Correio do Norte, >> vindo do
Araealy e Asii, contlgoado a C. C.da C. Moreira,
manifestou o seguute :
17 meios de sola ; a Manoel Florencio Alves de
Moraes.
141 couros curtidos de cabra, 100 alqiieires de sal;
a ordem.
Uiale nacional a Aurora, vindo do Araealy,
consignado a Marlinf & Irmitos, manifestou o se-
guinle :
231 couros algados, 1.745 meios de sola, 6i mo-
1 lio. eom 1,600 couriuhos de cabra curtidos, 116 es-
leirs de palli.i de carnauba, 16 saceos com 12 al-
queirea de gommi, 1 barrica com 6 arrobas e 18 li-
bras de sebo ; a ordem.
CONSULADO tiERAL.
Kendimento do da 1 ... 2099965
lVKItSAS PROVINCIAS.
Kandimenlo do da 1...... 729000
DESPACHOS DE EXPORTACAO PULA MESA
DO CNSUL*DO DESTA C1DAE NO DIA
1. DE OLTBRO DE 1836.
lio, Car-
Barroca i
LisboaBarca portugueza Flor de
valho rS: Irmaos, 29 cascos asuardi
PortoBrigue porluguez uTrara.
Castro, 60 coaros salgados
HECEBKUOKIA DE RENDS INTElfaNM (E-
RAES DE PERNAMBDCO.
Ilendimtnlo do dia 1. S JH-"ili
CONSULADO PROVINCIAL. *^
Hendirnenlo do da 1. # 617flll9
LIVEtl>(N)L 8 DE SETEMBKO.
ImportarSv.
Livres de direitus para o vendedor.
(leaos.
Algodo por lib. de l'ernnmbucn:
Bom.....
Mediano .
Ordinario
dem dem da Bahia bom. .
Mediano .
Ordinario. .
Mein ilo MaranbA, libra longa :
Alcntara. .
Itapicur. .
Calas. .
dem de machina bom ....
Mediano. .
Ordinario .
Ai luz, por 112 libs., Rio bom .
Para .
Axucar idein du Rio, bramo. .
Louro .
Mascavado .
dem de Pernamliaco branca. .
I.oaro. .
Mascavado .
ldciu da Biihia e Maceiu brauco.
Louro .
Mascavado .
Balsamo de cupaiba por .. claro.
Tarro. .
Borracha por H fina.....
.Mediana .
Ordinaria .
Cabera de Negro.
Sernainby .
Do Cear, pellea......
Sernamby. .
Carao, por 112 libras:
Para bom nenhum
Bahia. .....
Caf, por 112 i Kio 1.sorte .
Preros.
7 I lid a 7.Iiid
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Oda 1)0
5 d a 6 d
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48.0 a 49.0
i0|0 o 47|C
90dd.52l|4a52l|2
52 5|8 a 52 7i8
t!0dv. 26a261|4
a .. ,,
3m.d. 11.49 a 11.19 U
13.8 a 13.8 1|2
25.0
Algodo.Nao obilanle' ler' ha'vido "urna' a'bon-
nanncia de algodao de todas as qoalidadei no mer-
cado, os presos lem subido om poueo. Nesla ultima
semana as Irausaccoes foram avulladas, pois lano os
labricanles como ns -pecoladares operaram com
bastante animarn.
O total do algodao vendido este anno al 5 do cr-
rante, he de 2,057,360: lacea, inclulndo 120.0.50
VC^',inB-^.^"', Aseniradaa al a mesma dala silo
oa l..)27,tu.i accas, incluindo 81.818 do Brasil
Vii-iiilida.Ie. mnosi,uad. em er. 7J:l.2U0 saccae, iii-
cluiudo I9.:i30jaccas de Pernambuco. rabtba.Cea-
rj etc.; 9850 da Bahia e Macei, e 12,800 saccas do
>iaraobao.
Assucar.Tein havido pouca animaran no merca-
do este mez, e o< presos tem declinado alguma cou-
a. A falla .le procura para exportarao tem anecia-
do principalmente o do Brasil. As vendas este mez
jo, 1300 saceos de Pernambuco e Macei a 29|0 e
29|b hvre do direitos; 42,30 saceos de Pernambuco e
I arahiba a 2816, (parte desle lote ainda esta- em via-
gem 1 e 560 da Baha em viagem a 2!l|0.
O loial das entradas de todas as quabdades da as-
0 Dr. Ilulion AugustodeAlmeida, supplenle dojui-
zo municipal e provedor dos rezuluos e mmIIm
neata cidade do Recife e seu termo, por S. M. I.
o C., que Dos guarde ele.
Faso saber aos que o presente edltal virem, que
na terceira praja desle juizo se proceder a arrema-
tacao das rendas das casas que conatiluem o patrimo-
nio das irmandades do SS. SS., do Senhor Bom Je-
ss dos Passos, de N. S. do Rozarlo, do Sr. Bom Je-
ss das Portas, da Senhora Santa Anna, e da capella
',, JI" !i:',i, Conceisao, todas da fregueza deS. Frei
1 edro I.nnralve-, coja arremalarao ser por tres
nonos, e os arrematantes e sens fiadores responderao
como depositarios dos alugueis, uicorrendo as mes-
roa penas da falta de pagamento, achaudo-se o es-
criplo em poder do respectivo porteiro.
E mandei passar o presente, que aera publicado
pela linprensa. Recite 95 de selembro de 1856.
Eu (.laldino Temislodcs Cabral de Vasconcellos o es-
crevi.Rulino Auguto de Almeida.
O lllm. Sr. iospeclor da Ihesouraria provin-
cial manda fazer publico, uue no dia 3 do correle
em dianle pagan) se os ordenados e mais despezas
provinciaes vencidas at o ultimo de selembro pr-
ximo lindo. Secretaria da Ihesouraria provincial de
Pernambuco I. de ootubro da 1856. O secretario,
Autoaio Ferreira d'Annunciaro.
Mauocl Jos Teixeira Bastos, cavalleiro, da imperial
ordem da Kosa, e juiz de paz do primeiro anno
desia fregaezia de San-Josc do Keeife, em virlu-
de da le, etc.
Faso saber, em conformidade com o di-po-lo dos
arligos 39, 40 e 41 da lei numero 387 de 19 de a-
goslo de 1846, e em execurSo das circulares expedi-
das pela presidencia, qoe uo dia 2 de novembro pr-
ximo luluro, se tem de proceder a el.ir.io dos elei-
lores que devein eleger, nao so os depulados u as-
sembla geral legislativa para a prxima legislatura,
se nao tambera os membros da assemblea legislativa
provincial, em sea devido lempo : pelo que convoco
os eleitores e supplenles residentes na Iregaezla a-
baixo designados, para que no dia apracado compa-
resam do corpo da igreja da Senhora do Terco, pe-
las 9 horas da manhaa, afim de qae leulia lugar a
in-.tallar.io da mesa paroclual, Ocando un senhores e-
leilorese supplenles na intelligencia de que a mesa
parocbial sera' organisada seguudo o d>po*(o oo ,5
I.' do arl. !. do decreto numero 812 de 19 de se'-
tembro de 1855, combinado com o arl. 4.* e segua-
les do decreto numero 1812 de 23 de agoslo deste
anuo, assim como licara sugeilos a' mulla commina-
da no artigo 126 S 3.. numero 2 da mesma lei, os
qoe sem impedimeuto legitimo deixarem da compa-
recer.
Eleitores.
Os senhores.:
Francisco Baplisla de Almeida.
Joaquim Lucio Monleiro da Franca.
Jos liygno de Sooza Peixe.
Manoel de Almeida Luna.
Joaquim Pedro dos Sautos Beicrra.
Amaro Benedicto de Souza.
Jato Moreira de Mcndunca.
Manoel Joaquim Ferreira Esleves.
Joaqaim Antonio de Castro Nanea.
Joo Jos de Moraes.
Joaquim Clemente dos Santos.
Jos Carlos de Souza Lobo.
Joaquim Jos 'lavares.
Supplenles.
Os senhores :
Manoel Ferreira Acciolv.
Juan de Brito Correia.
Antonio da Silva Gusmao.
Francisco de Oliveira Mello e Silva.
Joaquim Francisco de Paula Esteves Clemente.
Francisco de Paula Meira Luna.
Jusliniano Antonio Alvas Soares.
Joao Francisco Bastos de Oliveira.
.Ino Soares da Fonseca Velloso.
Domingos dos Passos Miranda.
Manoel Fonseca de Medeiros.
Joaqaim Jos dos Santos.
Joao das Virgen. Mola.
Oulro sira, convoco aa cidadaos qualificados vo-
lantes nesla freguezia, para que compareram no dia
cima indicado, afim de volaren), e advirn que ten-
do de dir a freguezia l eleitores, devem as suas
listas conter os uomes de 23 cidadaos nella domici-
liarios, com declararlo de sens empregos, profissOes
ou cili -i..- ; assim como que nao serao apuradas as
que contiverem nomes riscados ou substituidos por
oulros, svcuudo o disposlo nos arligos 50 e 31 da lei
ja citada.
E para constar mandei fazer o presente para ser
publicado pela imprensa e afiixailo doj lugares mais
pblicos.
Freguezia de San-Jos do Recife, |, de oulubro
de 1856.
so npprotimareta :< rasa do pliarol mais tic um
qoarto de milha, nem em rirruinstancia alguma
lent.ir p.issar para o norte dclle.
Todis as deinarrares san magnticas Va-
riasao 21 15'O. en 1856, dininuindo 6" an-
nualniente.
Por ordem de Ss. senliorias.
Assignado. Jolin Washington, liydrosrapho.
Hepartito hydrograpbica do almiraniado. Lon-
dres 17 de abril de 1850.
Este aviso affecia os seguimos mappas do al-
miranlado.Canal de Inglaterra fl. 1, n. 1598 ;
proximidades de BarWeeh n. 2052 ; geral do mar
do Norte efolha 1, ns. 2339, HOG; cosa de les-
le de Inglaterra, Ibllia 2, n. 1610; Tamisa fo-
ha 1, n. 1975, e igualmente a lisia dos pharoes
brilanicos (ed. 1856; n. 69.
redantes.
Madrasta, 1,038.7.30 cairas das Mauricia : 393,28.'
de Java etc. ; 97,315 cai.va da Hnvana ; 4970 caixas
e 266,120 saceos, etc. do Brasil, e 40,825 barricas,
etc. de oulros purtos, dando ludo um pso approxi-
mado de 3fj,794 toneladas incluiudo 13,603 tonela-
da, do Brasil. As entradas do assucar do Brasil em
Liverpool, al 30 do mez prximo pastado, sao de
2333'caixas. e 199,420 saceos. Em ser na metma
data nos ditTerentes portos da Graa-Brelanha 59,565
barricas etc. ; 403,225 saccoa ; 296,480 ceiras etc.
e >1,385 caitas, a saber ::I8,720 barricas etc., daa
West Indias ; 177,020 saceos de Bengala e Madras-
ta ; 296,480 ceiras daa Mauricias ; 123,910 saceos de
Java etc.; 50,060 eaixas da Havana ; 1525 calas e
102,295 saceos do Brasil, e 20.845 barricas etc., de
oalros porlos. Em Liverpool no fim da aco.to de.le
auno ficavam em ser 21,103 toneladas entrando nes-
la quanlidade 6074 toneladas do Brasil.
As entradas em Londres durante o mesmo perio-
do sao de 127,400 barricas ele. ; 560,200 saceos ele;
110, ilJO ceirasaatef. e 67,645 caixat a saber :94 030
barricas ele. das WeaTIndiaa ; 323,000 saceos etc.
de Bengala e Mkdrasl; 710,700 ceiras etc. das Mau-
ricias; 180,000 saceos etc. de Java ; 65,100 caixas
da Havana; 2545 caixas e 35,200 saceos etc. do Bra-
sil, e 33,330 barricas ele de oulros porlos. Em ser
saceos, etc. de Bengala e Madrasta ; 229,600 ceiras
das Mauricias; ,38,700 scensele, de Java etc.; 43,150
caixas da Havana ; 850 caixas, e 21,950 saceos, ele
do Brasil, e 18,700 barricas, etc. de oulros portos.
*xeiladdoce. lem continuado firme. Exislcm
em ser 2WKl toneladas de 252 gal!r>e< cada urna.
Azeite de palma.He muilo procurado, e os pro-
cos tem subido bstanle. Desde a nossa oltima, as
vendas montao a .3500 toneladas de peso aos precos
de 41, 42 I0|0, i 13 5|0 e 45. Da quanlidade
vendida que cima notamos, 2130 toneladas estao
anda em viagem.
BorrachaDesde a musa ultima tem se vendido
cerca de 100 toneladas, principalmente da lina a 1|7.
Hoje existem algumas ordeos para comprara I16,
mas nf-o ha vendedores por menos de l|7 fina. Em
6 do correnle entroa o Isabella Scotl com 85 tone-
ladas. 1
Caf.O mercado lem continuado animado, prin-
cipalmente para asqualidades proprias para expor-
lasao As vendas este mez sao, 960saccos da Ba-
ha, de 4l|0 a 42(0 : e 4250 saceos do Rio, de 42|0 a
50|0.
O total das entradas este auno al 30 de agoslo de
lodas as qualidades de caf na Graa Bretsnha, he de
27,785 barricas etc., e 155,270 saceos. Em ser na
mesma dala 13,620 barricas etc., e 114,800 saceos
etc. Em ser, em Liverpool, ficavam 1260 tonela-
das de todas as qualidades.
Coaros.Continan) a ser procurados,
uenhuns em primeiras maos.
C 15 poi
La.Ha falta das qualidades superiores.
Marlim.He muito procurado.
Piassava.Mercado pouco activo. Ilontem ven-
deram-se 1500 fexes da Bahia, a l'| e t 13 10 s
OoPara' tem-se vendido urna ou duas toneladas a
Sarro de vinbo.Tem sido procurado, e as pe-
queas partidas que lem vindos lem encontrado
prompla venda.
Uraella.Tem prompla venda
Uri.cu'.-Continoa sem ter a mais pjquena prr>
N3o ha
Jacaranda.--Tem se vendido um pequeo lote a
. 1.5 por tonelada.
gggjgtgrto bopotio.
Ne-B..irorJ-i meze, barca ameritan, ihomaz
1 ope, de 3.J toneladas, capilao R. p. Revnord,
eqop.gem 29. carga azeite de peixe ; ao capilao.
Veio refrescar e segu. para a pesca. I'erlence a
New-Bedfonl.
Soulhamplon e porlos intermelios22 dias vapor
inglez Avoim. coinm.nd.nte Richard Reved.
I assageir. para esla provincia, C. Charles Johns-
on, sua senhora, 1 filha e 1 criada, Jns Marqoe
Bnga, Joao Pedro Ribeiro, Huyuer Bchal, Be-
ker. Prudencio Marques de Amorim. Amonio Vc-
tor Marques de Amor.m, Vctor Heuriques (ion-
Calves, Ma.giicnteAlbcrline Relter, Alfredo de
iaauzsnr. sua enhora e 1 filha, Ra\ mundo Tei-
xeira Belford Roxo.
"?j* orle-Vapor de enerra inglez ..Verago,
commandanle Haggard. Fundeou no lameirio.
A'ari'os /ahldns no mesmo dia.
Rio de Janeiro--Rarea br.ileira nlmperalriz dn
Brasilo, cap.tio Narciso lote de SanlAnna, com
Eu JnscGonoalves de Sa', escrivao o escrevi.O
juiz de paz,
Manoel Jos Teixeira Bastos.
$etf$fattfc&.
ARSENAL DE MARNIIA.
Resumo do rjuantose fez as obras do me-
Iliotar etito do porto, no trimestre de-
con-ido de jullio a setembro ultima-
mente (indo.
Caes do norle.
Factura de oilo brasas de estacada entaboadas, e
de 1:620 palmos cubicoa, ou 4 e 1(2 oraras corre-
les de caes guarnecido de cantara.
lllia de Nogneira.
Faclura de 21:000 palmos cbicos, ou 35 brasas
correales de muralha secca revestida, assim como 30
brasas de estacada com os competentes tirantes, fal-
lando apenas o eotaboamento.
Arrecife.
Faclura de 39:971 palmos cbicos 011 29 e 112 bra-
sas correales de muralha de alveuaria argamassada
de cernete.
Escavacao.
Exlracsao nos lugares denominados Forte do Mal-
los e Coroa dos Passarinhos na qaanlidade de 12:433
tonelladas de areia, conduzidas por 829 canoa*, sen-
do que 11:490 tonelladas foram para aterro. ,. 915
para lastros de navios.
Rendimenlo a favor da f.izcnda das mullas im-
postas pela capitana do porlo em consequencia de
lufracroes do respectivo regulamehlu, r de sello de
documentos que exhibi a mesma capitana, ludo no
trimestre da julho a setembro do correte anno.
.Mulla*. ..,,,,.,, ss^'kVl
Sello de documento-............ 303X760
Rs. 397a760
CVIXA FILIAL.
A directora da cana filial do banco do' Brasil em
leroambuco faz pudlico que continua a laxa dos
descont* a 7 por cenlo ao anno para as leltras a
vencer ate fius de novembro e a 8 para as do 1 de
dezembro em diante. Pernambuco 30 de selembro
de 1856Anlauio Marques de Amoriro, secretario
da directora.
O Irlra. Sr. capilao do porlo, enmprindo o
aviso circular da rcparlirao da marinha de 12,
eaordemdoExm. Sr. presid-nte da provincia de
22, ludo ,do correnle mez, manda dar publicidade
as tradceles juntas a esta, de varios avisos, nos
quacs anmtnc.ia-se aos navegamos ocsiabelecimcn-
ttode novos pharoes as ilhas Baleares, no Medi-
erraneo, no Mar Negro, Estados-Unidos, Gol-
plio de Alhenas, e na entrada do Tamisa.
Capitana do porto de Pernambuco 26 de setem-
bro de 1850. O secretarioAlexandre Rodrigues
dos Anjos.
traduo;ao.
Aviso aos navegantes.
N. 17.
INGLATERRA. ENTRADA PARA O T V-
MISA.
Pliarol (.unlleet East Swin.
A corporaro do Trinity House cnt Londres aca-
ba de fazer publico, que o pliarol de Estaca rc-
centemente levantado prximo a horda do S. E.
do baixo de Gunfleel, cm frente costa de Esses
no Swin do leste prximo a enirada do Thamisa,
acha-se actualmente prompto.
Urna luz revolvente de cor encarnada ser all
collneada depois da tarde do primViro dia de maio
prximo, mostrando una face escarale cada meio
miouto. Estar rollocada em urna altura de 48
s cima do nivel medio do mar, e deve ver-se
doconvs de um navio no estado ordinario da at-
mosphera, cm distancia de sete a oito milhas.
A casa 1I0 pliarol he de urna conslrucciio de fer-
ro coro seis lado ou faces, sustentada sobre pilares
ou pernas, que se acham bracadas diagonalmcntc.
Tudo se ai-ha pintado de escarate. Esta enllocada
com asseguintes demarcarles : l-rreja deClackion
N. O. 1|2 O.; torre de Naze em Walton N. 1|4N.
E : casa de pharol alto de Harwich N. .'JN. E."
pliarol na cmbar'ar;ao a pique E. 3|4 S. E. 4 lia
milhas.
^o m es 1 no
dia
serao exmelas as luzes, que
presentemente apparecem de bordo da embarencuo
pharol no f'.unflcct ; as balas no tope dos masi'ros
serao arreadas, e a embarcaroo brevemente ser
removida. Igualmente 3 balisa que iica um pon-
co para o oeste da nova casa do pharol ser reti-
rada.
Roga-st) aos opiata de navios, pilotos e oulros
Davagairles, que lenham lodo o cuidado em nao
TRADUC17.AU.
Aviso aosiiv
'N. 14.
GOLPHO DE ATHENAS.
Pharol lixo sobre Lipso-kutala.
O governo da Grecia acaba de fazer publico que
desde o dia 13 de mar?o de 1856 s achara esla-
belecido um pharol na exlremidade de lsto da Ilha
de Lipso-Rulala, (ane Psyttaleia ) em frente a
enirada do Porto Drako, ou Peirams nogolpho
de Alhenas.
A luz he brilhanle c fixa. Est collocada em
urna altura de 18i ps cima do termo medio do
nivel do mar, e deve ser visivel em lempos ordi-
narios em unta distancia de 10 milhas. A ma-
china Iluminadora he urna lento da sexta ordem.
A torre do pliarol he circular, de pedra, e de
t ps de altura da sua base ; acha-se collocada
na altura summa do cabo, na ialit'tude 37" 56'
23" N. longiiude 23 35' 56" a leste de Gre-
nwich. approximadaineatc.
Este pharol serve de guia para o ancoradouro
de Salarais, ou Kolitri, e igualmente para a ba-
hia dePeirceus.
O pharol ou luz temporaria que at boje tem
estado collocada na lorre firme prximo ao tmulo
de Temistocles, nao apparecer mais.
Por ordem de Ss. senliorias.
Assignado, John Washington, hydrographo.
Iteparlicao hydrographica do almiranlado.
Londres 7 de marco de 1856.
Este aviso alTecta os seguintes mappas do almi-
ranlado : Mediterrneo n. 2158 5 Archipelago ge-
ral n. 1650 folha 1 n 1651 folha 2, n. 1652;
liahia de Salamis n. 1513, ou Pciroeus, n.
1520 ; e igualmente a lisia dos pharoes do
Mediterrneo ns. 154 e 157.
TRADUCCA'O."
Aviso aos navegantes,
N. 15.
MAR NEGRO.
Pharol de luz fixa em Cabo Shablah.
O governo turco acaba de fazer publico, que,
no dia 1, de fovereiro de 1856 eslabeleceu-sc urna
luz na torre de Balisa do Cabo Shablah, na costa
da Bulgaria, pouco mais 011 menos 36 milhas ao
nordeste de Varna no Mar Negro.
Diz-se que a luz he fixa e brilhanle. Est col-
locada em urna altura de 120 ps cima do nivel
do mar, c em lempo claro deve-se ver do conves
de um navio na distancia de 16 milhas pouco mais
ou menos. A torre do pliarol est na lat. de 43
33 30" N. longii. 28 38' 40" a E. de Gre-
enwich approximadamente.
Fique sciente o navegante, que, no mez de do-
zembrodel852 treze embarcacoes destinadas de
Odessa para Varna encalharam prximo ao Cabo
Shablah, e em marro de 1855 mais seis embace
cees deram costa entre Shablah e Mngale, (pe-
quena cidade que fica 16 milhas ao norte ) quan-
do seguiam da Crimea para Varna.
Como estes naufragios lalvcz livessem lido lugar
por causa do alguma correnle que houvcssc para
o oeste ou noroesle, os capiles de embarcacoes de-
vem navegar com cuidado por motivo de tal oc-
currencia.
J)evem lemlirar-se igualmente que os pharoes
na costa da Turqua nao sao certos, e nao nave-
garen) com demasiada conhanca, na eeraetanea de
ver o pharol no Cal* Shablah.
Variaco7 O. em 1856.
Por ordem de Ss. senliorias.
Assignado, John Washington, hydrographo.
Repanicao hydrograpbica do almiranlado. Lon-
dres 10 de marco de 1856.
Este aviso alTecta os seguinlee mappas do Al-
miranlado : Mediterrneo n. 2158; Mar Negro
geral n. 2214, e folhas I e 2 ns. 2230 e 2231.
Igualmente a lista dos pharoes do Mediterrneo n.
172 A.
TRADUC'.AO.
DIRECTORA ItYlKORAPIlICA.
Aviso aos uaveg**lites.
Pharoes das cosas de Hespanha, Mar Mediterr-
neo (Ilhas Baleares.)
O ministerio da marinha remetteu a esta direc-
tora o seguinte aviso recebido do de Fomento.
Pharol da Ilha dos Enforcados, entre lbiza e For-
mentera.
O corpo dos engenheiros de estradas, canaese
porlos acaba de declarar concluido o dilo pharol,
estabelecido na pequea liba dos Enforcados, si-
tuada na proximidade dos Freos de lbiza e For-
menlera. Seu machinismo he catadioptrico, da
sexta ordem. de luz fixa e natural, elevado 22 m.
778 (81*77 ps) sobra o nivel do mar, e visivel
em boas circumslancas, a dez milhas de distan-
cia. Estar aceso lodas as noiles sem nterrupcao
desde o 1. de maio prximo futuro.
Lattitude 38" 48' 42" norte.
Longitude 7 41* 2" E. do observatorio de ma-
rinha deS. Femando.
O objecto principal desle pliarol he para marcar
o passo ou Freo Grande, que he o mais lirapo e
praticarel para toda a qualidade de embarcacoes.
Tem pouco menos de urna milha de largura, com
umfundo de nove bracas a meio canal, que di-
minue para seis em distancia de urna amarra da
penta septentrional da Ilha do Espalmador, e a 4,
om distancia igual do meridional da Ilha dos En-
forcados. Para embocar a passagem de noite vin-
do da leste, se procurar levar o pharol ao O. des-
de o momento que se ansie ; e quando se esteja a
urnas tres ou quairo mimas da luz, se tomar o ru-
mo mais para o sal, afim de o tomar pela amura
de eslibordo, com o fim de prolongar o Freo, e
deixa-lo por aquella banda, continuando ao O. S.
,0., al completar dmnr ou tres milhas, era cujo
ca3o se poder fazer a derrota que sequizer.
Para embocar do O., se proceder de urna roa-
neira totalmenta.inveriia, 011 contraria; com o fim
de deixar o pharol por bombordo.
Nao se dere tentar esta passagem de noite com
ventos escassos ou nraveis, para se nao ver na
contingencia de ler que fundear nella, visto adiar-
se rheia de pedras. Os rumos sao magnticos.
Madrid 29 de marco de 1856.
Assignado.-Joaquim Gutierre! de Rubalcava.
Aracatv.
aV
O liinle sEalacaon sepile nenes dias para n res-
to iia carga e paataaeiroa, irau-se rom Octano C\-
naco da (.. M., na ra da Ca.leia 1I11 llerife n. -_>. '
PARA O RIO DE JANEIRO.
Pretende seguir dentro de poneos dias o bem
conhecido brigue nacional Mananta, por ler gran-
de parte do seu carregamenio promplo : quem 110
mesmo qtiizer carrejar enlenda-se com Manoel Ig-
nacio de Oliveira ; na praca ,]0 Comniercio escri,,-
lorio n. 6, ou com o capilao Jos da Cunha
nior.
* PEORAS
P
Ju-
gtflOtft.
.7 i"- '"J1"3" em sco .'rmazem,
na ra do Colleaio n. I.,, de, varios escravoa de am-
bos oa setos, con.ielmdo em duas ptimas esclavas
Kir.,,:!,',ra'e &~~**rZ, mu,: 4;
iba de II annoa um bonito molecolc, com princi-
pios da carpin.ema, vanos escravos ocos propio,
para lodo o serv.co, urna prela de meia dade. op.i-
ru.2r l ,'"'," '""r"' ,nui""'- ""e se acl'"^ P-
br U arma",n : la-reira 3 de outu-
bro, as 11 boras em ponto.
O agente Borja, de ordem do Exm. Sr Mr
miz especial do coinmercio, Iranitaria o leila'o das
dividas perlencenle, a maaaa fallida d. Cruz A, G0-
TSlTS'SS^}*' 0"l"b'a Mti ""
rudo?0Nrntna"'D,-0Tn,e ""anle. silo na
ra do (.ollesm n. I,,. ,esa mesma necasiao ira'
tambera a lei.jlr.nni reloi para aUibeira.perleocen-
tombma'8a 6 M",0el Jo",ui,n A'ves Pi-
fanT.l0'" aolorii'SSo d0 "Im- Sr. inspector da al-
a e ri^"Veq"er""enl0 dw i"IW'ssa"os. por con-
Ur.ua f^f/'-'"^ Perlenc- -"lenle Oliveira con-
as>r.; H J' "'"''"''' avar.adas. .nclua.ve
fnncT deS"DO "' ** ""*" da S'l
mT^inr1"^"""1-"1"' S a oulubro pro-
fade'ga! "w3"' Pr'a 'la ""'""
Leiloes.
IIi'iiiv (bsoii fnra' leiliio, por intcr-
venn.o do agente Oliveira, de grande e
variado sortimento de fazeodat uiglezas,
tadas proprias do mercado: lexta-feira
3 do correnle, as 10 horas da manhaa,
no seu arma/.em, ra da Cadeia do Re-
cite.
,,."" ?=enl,e VWra'da Silva, na ra da Madre de
"os n. 32, faz leilao sabbado, do correnle, ao
r^ m ponto, de diversa* obras de marcineria
nova, e usadas, ,| pianos, sendo um em mao u*o, 3
saccas com fe.jao, e mais objeclos que se acharen no
ano armazem, que ludo sera' vendido a vontade do
comprador.
~ "..''"ni'lradores da massa fallida de Joa-
quim M.l.tao Amaral arilo leilao, por intervenr-ao
do agente Oliveira, de porcao de fazendas e miude-
^li'." -mpJor!.ancia . valiacoesdella no respectivo inventario em poder
oossrs. Isaac, Curio \ Compaubia, m cujo arma-
zem m pretendenlas ludo poderJo ciamiuar com
antecedeiicia : sabbado, i do correnle, ao meio dia
em ponto, no referido armizem dos Srs. Isaac, Cu-
rio & Companhia, ra da Cruz.
PRECIOSAS- *
m
~ m
2 Aderecos de brilbanles. *
diamantes aperlas, pul- *'
ceiras, alfincles, brincos V
* e rozelas, l.otoes e aunis '*;
; t diversas pedral de valor.
I
* Compran), vendem ou *
g Irocain prata, ouro. bri- *J
k Ihantes.dian.anlpsepero- .
las, e oulras quaesquer ,*
| joias de valor, a dinlieiro
V U por obras. I
MOREIRA k DAR7E.
Uii d mim
Ra do Cabuga' n. 7.
Ke|el)eiu por to-
dos os vapores da Eu-
ropa ms obras do mais
moderno g-osto, tan-
to de Franca como

orno y. rnti \.
Aderecos rnii.|ifii.. de
ouro, meiosdilns, pultci
ras, allinetes. bnanaa e *
rozelas. cordoes, trame- *
lins, mcdalliai.rnriri.lr> .
c enfeiics para Mtaejaa, a
inlro-iniiilo-nbjei l"> de .
ouro. *
Apparrlhos cnmplelo.
de prala. para chu. han-
dejas, salvas, clirae,
rolherfs de sopa e derha.
e mailos ouir..< nl>)i-ci-
de prala.
' I
.;*?
de Lisboa, asquaes se vendem por
pre^o commodo como eostumam.
. Agencia dos vapores da companhia
Franco Americana, Iica Ir.nsl'ei'idr para
a casa de Laseerre A Tissct Freres. ra do
Trapiche n 11, desde o- do con ente.
No da-Ido correte, na sala das audiencias,
luida a do lllm. hr. Dr. juiz de orpl.os, se lia de
arrematar por venda o silio de Ierras proprias. deno-
minado Lude do Canto, no lunar da Embiribeira, i
com grandes proporees para se fazerem dmu silios I c"P'n"t 1ue '" d* arrendamenlo, vhrisadn a da.
avahado por I^OOSOOf), o qual vai praca a rcoue- l^", PrornPto em maio de 18..7, e en. estado rte |m
rmenlo dos berdeiros doi finados Joan" Munu de r r"",c'r0 ''r,r *uis fra, caso o nao l*a.
ia c sua mulher, para pagamento destes e dos ". renJei'0 Para ser descontado na renda da e
Tendo o abais.0 ass.snado arrendada, an rM
Joao Cliaaaea Kernandes Cavalcanl. .. mu rnsrah..
Iclha.em maio do correte anuo, e conatanJo-lhe
agOM que o mesmo Sr. I.limar se acba c.r. aaajajetai
.ara vender dito engenho, que por ciar lodo dr-
baralado e cm termos de deeahar a iiinmrnl, e
machinismo em estado de nao poder moer, merme-
le a roda d'agua, qae m. nova, pois a qoe e\ilta nai
admitlia mais concerlo ; Ite o Sr. Climaro.peU es
;?f'),0t50 ^.^crso-j.
it>ti5o0 W>tmti>&,
Para Lisboa pretende sabir rom bre-
vidade a barca porfugue/.aFlor de S.
Stmao ; para carga e pauageitos tr.i-
ta-se com Carvalho & Irmfio, na ra da
Bru, ou com o capitn*, na praca do
Commercio- '
P
captto,
ara a Baha
pretende seguir ale o lira Ja prsenle semana a ve-
e.ra e bem conhec.da sumaca nacional Horteacia,
tem a bordo dons tercos dn *u carresamento prom-
pio iraia se com o sen consignatario Antonio l.oiz
de Oliveira Aievedo, ra da Cruz n. I.
Para o Rio de .Janeiro
pretende fRuir al o fim da presente semana o ve-
leiro patacho nacional Amazonas, lem a bordo
dous tercos de seu carregameuto : para o resto e es-
cravos a frele, para os qnaes leal excelleules com-
mooos, trala-se rom o seu consignatario Antonio
Luiz de Oliveira Azevedo, ra da Cruz n. 1
machinas
sarjar ventosas.
Na roa eslreita do Rosario n. >, loja de l.arbeiro,
veudem-se os mell.ores esc.rnificadores que lem vi-
nl?Iff,,1,c'>'".i.nci e,le "0, moMl "Sa DEN-
llhKICr.dolr. P.erre para conservacao dos den-
les, e o moilo elllcaz remedio para dores dos mea-
mos, tudo por barato preco.
-Srs. redactores.Bem'desejava que sal.isse a to-
rneo assignante.que qniz ridicnlarisar amen ami
go o escrivao de orpl.os do Brejo, Mathias Soares
ae Almeida, em sua correspondencia cm o Diario
de o do correnle mez, para que se lemhrame da sua
FalranJaha, de defeilos que o dco Jupiler ll.e de-
pos.too para o lado da Irazeira. e que bem vexada
estar. I.embrar-llie mais que nao lio proprio de sua
aaiipa.aemto, eons.. trabar do negnrioa serios
e urgentes, naa como oulr'ara a intitulada papa-
sebo, toda cl.e.a de pasquina aos desairelos : por-
lanio se o A. conlinuar, r,r,o pode ler sena., o mes-
rao Ululo de heranca do seu rompanl.eiro. Ha trin-
ta e seis aonos que conhero no meu amigo o Sr. es-
crivao Almeida. oao be ralachado, e uem se importa
com a vida de Pedro e de Paulo, e dando a devida
educacao a seus Cilios. Finalmente, o deseio do
A, bem coulieci.lo esl, pela prevengo de presa-
gios em correicao ; porm, sempre ouvi dizer que
quem os males albeios deseja, a si se Ihe eheaaaa.
Setembro 30 de 18o.
O amigo.
Irmadade do Sr. Bom-
.Jess dos i-assosdama-
trizdo Corpo-Santo.
A mesa regedora da irmandade do Sr.
Bom-Jestts dos Passos, erecta na matriz
do Corpo Saoto, participa a lodos os seus
irmaos e devotos, que no dia de otttu-
bro comeca o septenario, e que no dia
12 sera'a esta do mesmo Senhor, sendo
o prgador da festa o Kvm. padre-mes-
tre prgador da capella imperial Joao
Capistrano de Mendonra, e do Te-Ueum,
o Kvm. prgador da capella imperial Fr.
Joaquim do E pinto-San I oDomingos
Jos da Costa GuimarSea, escrivao.
Irmandade das Almas
Keeife.
Por deliberacao da mesa regedora da
irmandade da almas, erecta na matriz
do Corpo Santo, convido a
maos da
credores do casal, lie a ultima praca.
Pede -se ao Sr. Jos Joaquim "do lleeo Barros
que publique as senlcnras que oblivera contra a fa-
zenda, reivindicando os terrenos de marinha de Kra
ue i orla ; fara cora que na ll.esuuraria se note e>sa
c.rcuinslancia, e mamle intimar competentemenle
aos lore.ros as ditas senlencas, alim de que os mes-
los nao tenfiam de pagar foros a dous seohorios
he assim que deve proceder, o mais he cantiga, por-
que ninguem se deitara' levar.
-- Maria| Carneiro de Sooza I.acerda Villa.ecca,
professora particular, faz ccrloaos pais de suas alum-
aaaa a quem cuovier, que se ocha reaid
suudo anno, por do primero ler Sr. (.limero re
cebido no pastar da escriptura ; assirn o abana. i-
s.gnado avisa em lempo a qoem quer que qn.ni
fazer dito uezor.i., que caso o Sr. Cl.n.arn n.< canal
pra com case Iralo, que lem de furrt ditas e-bra-
concertos paro po.ler colher saa .afra, e que a e.-
cr.plurada-lheitirciloa.naisumai.no para Ma-
menlo densas obras, etc. Herir ds de -..i,,| rtr
leob.rhom Joaquim de Oliveira.
0 Sr. major Jos Antonio Barbosa lem una
caria vinda da Babia, na ra da Crnz do Kecile
n. GS.
lodos OS
mesma irmandade, pata com-
parecerem no dia 2 de outubio, pelas
4 e meia horas da tarde, no consistorio
da mesma irmandade, alim de reunidos
em mesa geral,- ddiberarem definitiva-
mente sobre o rnitierimento do nosso
trmao, o Sr. commendador Manoel Gon-
calves da Silva. Consistorio da irmanda-
de 2!) de setembro de 1856Joao Licio
Marques, escrivao.
Irmandade do Saotssimo
Sacramento da fre*
g-utzia de S. .los do Re-
cife.
Convida-se a todos os irmaos da irman-
dade do Santissimo Sacramento da fre-
guezia de San-Jos do Keeife, para urna
reunan de mesa geral, domingo ." do
crrante, pelas 10 horas da manhaa, no
consistorio da igreja de Nossa Senhora do
Terco, que serve de matriz, alim de se
proceder a eleicao da nova mesa rege-
dora .
O Gitirana que assignou apergun-
ta (pie nao enfastia, qoe vem no lA-
ttlOde hontem, 1- de outuliro, nao he O
esembargador Gitirana, e nem nenhum
de seus lilhos.
direiloa reclamacu, alguma. Recife I. da onlubro
ae lis-*.Jos Joaquim da Cunha Guirnaraes.
-- Precisa-sealugar urna ama secca para o servi-
?o de porta a dentro, para casa da pequei.a familia:
na ra larga do llosario n. 2li, segundo andar.
1 recisa-se de um homem para horlel.lo : a fallar
na ra da .Moeda n. 11, segundo andar.
~ A arrematacao dos escravos do casal do Tinado
Joaquim loso de Miranda, requerida pelo ivenlan-
nte e lestamcnleiro Bernardo Antonio de Miranda,
"cou transferida para o dia 3 do corren!.., e lera' lu-
gar na sala das audiencias, linda a do llllm. Sr. I)r.
juiz de orphAoi.
Precisa-se alugar urna preta para fazer o ser-
vico de urna casa, e lambem para vender na roa :
quem esliver nestas circumstancias, diriia-se a ra
do Hospicio, utlima casa nova de I'homaz de Aquino
ronieca, oa annoneie sua morada para ser procu-
rado. r
Aluga-se >im sitio no principio da estrada do
Arraial, com asa de vivenda para familia, boa auua,
nacho correnle no ru.ido, a diversos arvoredos : a
tralar na rua da Alegri. com Marcelino Josc Lopes.
A casa terrea n. 30 da rua da Aurora ata po-
(lia aer vendida por se adiar penliora.la : o proprie-
lario que a vendeu a deu cm jnizo em penhora por
sen proprio pai : queremos o resto da necurao e
seua jaros pagos: por ora nos limitaremos a islo'. lie
agenda vez que annunciamo*.O pltbeo.
Aluga-se um armazem na rua da Moeda, mui-
to proprio para qunlquer estaUelecimcnlo : a Iratar
na rua da Gloria n. 87. segundo andar.
Precisa-se de urna pessoa que leuha as babili-
laci.es para ser feilor de um engeul.o na comarca de
"Jasaren : quem estiver nestas circiimstaucias, diri-
ia-se ao esciplorio de Antonio Aureliano Lenca
i-outinho, na do Queimado o. S, leguodo andar,
que achara- com quem tratar.
Preci'a-se de urna ama de leite, foi ra ou cap-
tiva : na rua Direila n. 3i.
Aln- ,-., um segundo andar e solao silo na roa
lar^a do .osario : quem qoizer, dirijase a inesma
rua n. 82. #
_. Adriano v\ Castro ,l.:r ,.., q. jot(. |,pt
It.as delxou de ser seu caixeiro desde :10 do prximo
paasado.
Precisa-se de urna prela rscrava para ajudaro
servico de urna casa de punca familia : no pateo do
Carmo n n.
Os credores do fallido licrnnrdn Jos da Caaha
sij convida os para compareccrem no dia 3 do cr-
reme, pelas 1(1 horas do da, ein casa do Em. juiz
do commercio. no paleo da Sania Cruz, ni Boa-Vis-
ta, afim de serem verificados o< crditos o tralar da
concordata ou contracto de uniio.O curador fiscal,
Antonio l.uiz de Oliveira Azevedo.
Hospital Portu-
gus de Benefi-
cencia.
Por ordem do lPm. Sr. presidente interino, con
voca-se a jonta administrativa do mesmo hospital,
para a sessto ordinaria, no domingo, do correule,
as 10 horas da manhaa.O secretario,
M. E. da Souza Barbosa.
Precisa-se de urna ama para o sen ico de urna
casa de pouca familia : na rua de Horlas n. 138.
No dia 3 de oulubro se ha de arrematar pelo
jnizo na primeira vara do civcl, na sala das aodien-
cias, Seda a audiencia do mesmo, urna morada de
casa terrea na rua das Aguas Verde n. ii, avaliada
em 2:0009000, por eiecurtlo de Manoel Claudio de
Queiroz contra lanado Joaquim Kernandes c outros
HOSPITAL PORTGUEZ DE
BENEFICENCIA.
'Juera tiver cuntas activas com o hospital, queira
aprsenla-las al o da 3 de oulubro.O secretario,
M. F. de Souza Barbosa.
I)a-e 3:0003000 a premio sob boas firmas, pe-
nhore de prala c ouro, uu hjpolheca em bei.s de
raiz : qoem precisar dirija-se a rua do Collegio o.
10, segundo andar, que se dir' quem d...
PEKSKtiClCaO' !!!
Ca da Bes-yiHa, sobadoqu; r;7e;V'r.dp0ar,a'aPrru ^7^"'^" ""1 "*? P"P" |m ra^.-i.,
oa Conceicfio, onde continua receber meninas pen "Wrna, ou oulro qualquer cslabclerimcnlo par.,
sion.slas, meio pensionislos e externas. lomar conla por balamouu sem ello, para .. que leu.
^C^^X^^Z00^^"- 2anteP^; 1 m presura., JZm
- O abaixo assignado, cora loja de larlarusueiro ,' dir,J-* > na rln Pilar, Ubcuia .,. I4.t,
na rua das Trincheiras n. S, avisa as pesnoa. que lem <,u0 acl,ara cm quem Iratar.
"""'^^'"'"""''"'labelccirneiiiu, que Precisa-se alugar uraa rasa Je campo o.
asrar srs tSA tsm: sar?Ar a n"s ^ i
^apunga, dolodadeou Mangiiiiilio,|uia um e-tr;.n-
geiro casado, c com pouca familia : quem live.,
queira rlirijir-seacasa de Rostn.n l'.ooker A C
praca do Corpo Santo n. 48.
Aluga-se para alguma casa putinilar r.in-n-
clieira publica, um bom boleeiro, eseravn, de e\rl-
lente conduela ; a tratar na rita Direiu ti. 9l
primeiro andar.
CHESTAO SOBRE niOTO(iRAPHI\.
Mullas pessoas se persuaden) que a pholograplua
sobre papel he inallerrvel. suslenla-se contrario a
asevera-se que al boje no esla- descobertu ul -
vez nanea o seja o meio dse tornaren) os m re-
Iralos de pholograpl.ia sobre o papel, e que este re-
tratos por maiores qoe sejam o cuidados que e Ihe
deem, em um espato de lempo mais ou menos ton-
go desapparecem completamente, acuntecendo mm-
las veze, que a alierar.... das corea a...0. relralix.
assim como o completo deupparecimenlo das meia
linlas e Irac.is mais delicados, principia a ralir-se
bem puuco dias depoia do retrato lirado. Kslam.
prompliM a provar o que iljzeinos. Ouanto anda
Kuerreolypo eremos que ninsuem -e lemhrara' h|>-
de suppur que os rclr.lo feilos por este -v -lei.M nao
dararn quasi inlinitamenle, ou que sao infer' re a-
relratos de pholograplua sobre papel, quando esl*
bem provado qoe o retrato de daguerrentjpn |,.
mu.lu superior e lem mullas vanlagens sabr u re-
trato de phutographia em papel.
O aluno assignado declara ao publico desla cap-
tol e da cidade da Victoria, que, segundo Ihe consta
pretende a polica desla ultima cidade embagar urna
casa, quo o mesmo ahaiio assignado all possue,
alem de oulros bens, como sejam,a meiaco do erigen
nho Pirapama Nova, escravo, etc. : por'tanln o mes-
mo abaiio aegnado protesta contra o pagamente
deisas custat, provenientes do processo gr.iluitn que
Ihe lizeram Alem du que existe urna dispusicao le-
gislativa que prohibe pagarem se cusas de algjm
processo, senilo depois da senlenca doiurv. Itcrife
30 de setembro de 1856.
Padre, JoAo llcrrulauo do llego.
Desappareceu na setta-feira, -i\ do correnle
um mulatinho por nome l.ourenr;o, idade de 9 para
10 annos, ollia de banda e lem uraa ponta de orell.a
tirada ; levoo camisa de madapolao e calr;a de risca-
do : a pesioa que o levar a casa da Camuoa do Car-
mo, primeiro andar, onde mora l.uiz Ciomes Silverio
que he seu senhor, gratificara' com geuerosidade.
Precisa-se de um ou dous canoeiros, forros ou
i- iplivos,para empregarem-se em duas canoas de con-
duzir lijlos ila (..i.ul.i... do Kel.ro, que sabe na ponte
da Passagem para o Keeife : aquelles que se acl.a
rem nestas circumslancas e se quizerem emprear
neslc servifo.por viagem ou por mezipdem dirigir-
se a rua larga do Ko-ann, padaria n. 18, que acharo
com quem tratar.
Perdea-se no dia 30 de selembro do correnle
anno, no acougae da Boa-Vista, u.na carleira com
11 quarlos de hilhetcs da loleria que lem de correr
no dia i de ontubro, da matriz da Boa-Visla, os
quaes b.lhetea. silo garantidos pelo caulelista Antonio
da Silva Cuimaraes, tendo em frente dos rJilee as
iniciaes J. J. S. G., sendo a numeraran dos referi-
dos quarlos a seguinte: 1275, 1531, IS'JI. mu
:I808, 3089, 3S88. 3893, 3950, 39.V.1, 3960, e ansies
estando ja'o cauelista (denle da perda. rogase a
pessoa que os acl.ou os queira resliluir no e-.ripto-
no do Dr. lonseca, no pateo do Colleaio, a Manoel
Cavalcar.ti Coeltio, que gratificara' a pessoa que os
entregar.
Traepaaw.se al 36 de selembro de WS7,a ar.-t.
rMiaeele da casa e sitio perlencenle ao Sr. I ranri-
co Martios .le l.crnos. na Paaaase.n da Ma I .Im .
quera o pretender dirija- 7T, "n^SV-
raazens na. 9 e II.
Precis;i-sc de um bom raiieiro para BSBBjra
cnn. pralica uu sem ella, e que de fiador -oa eaaj.
duela, a-M.ii corno se precisa de um bom intuir .
dor de maceira qoe saiba fazer sua obriga. ao : a Ira
tar no paleo da Saula Crnz n. (i.
:, S' J- M- ue v- an,ei d* 5* '"I'"' pata
o Kio de Janeiro, faca favor de vn aju-lar roi.ia-
easse abano assignado, na roa larsa do Kosarin i..
38, do contrario lera' de ver sea nome por eeaiMa
nesla folha.
Precisa-se de urna ama para o serv.ro miem
a externo de urna casa de Majes tamil.a : i.a rua dn
Caboga n. 2 C.
Precisa-se para uma casa cslr.ingo-
ra de um (opeiro c um <-C7Jnhciio, |iie
sejam peritos cm seu ollicio, pa;;.-se mili-
to bem, pi-eci-indo-se se lar escravo; a
Iratar na rua do Torres n. 08, anda.
Por detraz da na do Kagondes, toja du ...
lirado que Iica derroule do eslaleirn. onde aa ***
fazendo um brigue. cozinha-se para f.Vra com lodo
aceto, e lambem se lava e engmala : tudo rmr pie
(o commodo.
fO Dr. Joo Honorio Bc/.erra sP
de Mene/es, formado ein medici- aj)
na, acha-se residindo na cidade t
<0f do Rio-Forraoso, e ah se ol ere- t$
^) ce as |>essoas (jue de seu pr-s- ejk
A timo se (ini/.i rem ntilisai.
No dls 18 a tarde, fusio do quintal do lar.
Pedro Auir.iu um cavallo ala-ilo. r.dcado de maos e
ps, ab.iito de meio, dina e cauda rapada, asnal
branco na lesla, procurando o eaminho dn llospirm
e Santo Amaro, e desappareceu : quem o titcr le-
ve-o a casa do mesmo senhor, quesera' reeomper.
ado.
Candida lialbina da Pai\i.o lio. I...,
antiga professora paiticulai de primo-
ras letras ccostura do Iwirro do Kccile,
rua do Vijjario, tem transferido sua aula
para a ruado Kanjjel n. .VJ, onde conti-
nua a exercer osen marrislerin, ens.n.iii-
Jo ludo (panto tu parle da educa......
primaria de urna senhora : assim cm'mi
nao dttvida recebar pensionistas e meio-
nensionistas, por pt ecos razoaveis.
C. STARR A COMPANHIA
respeitosamente annunciam que nn seu c\-
lensoestahelccimenloem Santo Amaro, eon-
lunuam a fabricar com ajmaior |wrfcir3o e
promptido, toda a qualidad.: de niaihiiiis-
mo para o usu da agricultura, navegaran. t>
manufactura, e que para maior coinm.i..
Je seus numerosos freguecs e do pulilx..
cm geral, tem aberlo cm um dos grando
armazens do Sr. Mesquita na rus do Brum
atraz do arsenal de marinli* um
DEPOSITO DE MACHN AS,
construidas no dito seu cstalicl^eimctit.i.
All arliar.N) os compradores um coniplcl->
sortimento de mocmlas de caima com todn.
os melhoramcntos sljjtMS delles nov. .
originaes) quea experiencia de muit.aiiii.
tem mostrado a raSWe asi Jada. Machinas de
vapor de baila c alta areasflo, taixas de t<>
.o tamanho, tanto halidas como fundtdas
carros de mSo c d.tos para condu/ir trWsjM
de assucar, machinas
s para moer iiiaiiilnn ..
prensas para dito, Linios de Ierro balido ae-
ra larinha, arado.-, de Ierro da asis saamn.
~ rusto do ciigenholiargau, provincia da Para-i da cotistrucrrio, fundos Dar alambique
loje, as ni horas ra manlma, no
convenio de San-lVancsco, os irmaos
desta confraria.
Nodia de oulubro lem de ser arre-
matada em piara publicado lllm. Si.
juiz municipal da primeira vara, uma
PARA A BAHA pande casa abarracada, no lugar do Cal-
!r''! "a,0"lna! AU,8nM d,do do Mar- deii eiro, freguezia do Poco da Panella
nh.to com melado do seu carregamenlo nsra a Bahia .11 ,- ...... ,. uricna,
pretendes-guir com muilabrevidade:' para rr,"toaVi'lla(la P01' OOOOOO, tem .puntal
trala-se com o seo consiznalario, Antonio l.uiz de grande, murado, cun arvoredos, e O mal
Oliveira Aievedo, rua da (.ruz n. I.
IRMANDADE DE NOSSA SS-
NHORi.DO BOM CONSELHO.IP-^"*^^=zI$SsSSii'"'vr,''
<-^,l n .i W'I Va>r. l>aixo, de idade :) annos. com penca bar- ... ,,""" "e kl r0 '!" ser.....ifa,|.,.,li,,
s.ioae novo convidados para urna leu-I ba, e islo i., por baixo do queiv,. (en. falla de dents <-""",tr',r- >'> nicsm.. deposito existe un
"essna latelligeateahabiliUda para roccbei
odas as eticommcndas, ole., i le que os an
10 h
ILEGIVEL
Cear e Ac raen'.
O hiale nCoria-io do Norle.. recebe carga e psn-
geiros : trats-SS com Cnetano Cvriaro da f M na
roa da Cadeia do Recife n. 2. "
que consta do csciiplo
na frente, e em um dos hombros urna cicnlriz que :
vem quasi ao peilo, e he sganla censa (alo ; consta i
andar com o nnie de Manuel Alejandre : portan!,., nilliciantes Contando om a caKcidaM
mMme ?ual'l"1er outoridaae policial a captara de suas ollicinas a macliimsmo, c pericia e
n. *. seeondo andar, e a-sera-se genero. | ZSXUAttmVSSgte
Ollerece-se um rapaz para esixeire dequalnucr
engeul.o, da lianca de sea Ondacla ; quem preten-
der, dirija-se a rua do Cabnga' n. 16, que achara'
com quem Iralar.
Alnsa-se par pa.ar a fesla um silio no lug.ir
do de llenriqne (iibsou, hem
da Torre, nos fundos
e acba cm -a?-+og***sB* ^S'sisZ -^33a3SSS^aJL*
sentios, e instrueces que Hte Fotaai iarsM-
cidos.
liua .Nosa n. Is loja de M. A. (.aj.i ,\ I. cok-
liniia sempre a ter um grande aatasasaans de ntoas
lenas de aira.ale, lano superior, como nin. ,,,
""' <" iceaaa. branca .A. tmm ..
jnru, do poi-leu-o pel'tencente ao casa, do &-&* n^Ss^aa^^r
fallecido coronel Francisco Jacintho Pe- brada anda atareo a cnsul p.ricu., u'Z ," """,'" '""""u>- *atadaaaara hmZm
credoret do dito casal.
zer annuucie.
raiz ou lirmas a coulenlo : quen
*\
PT^
T
-----, |-e**..a ou.-
qni- i ier a esta loja, tirara um fact cmpielo e por p.r
! co man commodo do qua em oulra qulqucr parte.




IUIUO i P8*B5tO QSIT4 FliM 2 OUTURbO *. Itffi
Massa adamau-
ia.
Francisco Pinto Ozorio chumba denle* com a
verdadeir* mana adamantina, o pple* %<,n l*s
A '29 de aunslo prximo p*s*ado auspnnu.sp ta
rasa da ra rio Hauuel n. liI, a prela rriuula Pulque-
ra, idade illi annos. punco in.iis nu menn. fra, as
ma<;.Vis rio i.islu alias e amnielladas, nao leni denles
na bocea da palle de cima, aillos fui.acados, alluia
reaul.r, barrica |.....loda para ora, aue parece peje-
da, levou vestido rie chita azul com llores amarillas
cor de foso, pi.....ma (Ji-i.i. lurio nudo, lio Fcil i<-r
modado lo milpa porque lamlipm lava roana do Ka*
pela alrarc,lo do ar : pode ser procurado conlronle j litio, di/eui ella andar polos Afosados, S. Cosmo, S.
ao Kosano de Sanio Antonio n 2.
l'recisa-se alagar una caern que aaibf coser,
^ar e eogommsr, paran s.mvico maleza : na rus do Trapiche Novo n. 10, em casa
de taln Nash iV Cumpanhia.
,.-...--..;. '-.: 3 -.- .-.,.....,. .,..?.*
| mista mmi: i
. i Paulo GaigMOX, de vello de sna viacr-m 2
'.'.'.' a Europa, cala morando ua ra Nova n. $
- i ------------------------,.._ .;
SWW- . a Europa, cali morando na ra Nova
"-." I, primeiro ailar, onde pode ser procura- r do a qualquer llora.
-- l'rccisa-.c alujar (i pelos para armazein rio
.t-ucir : iiein livor o quitar alagar, dirija-se a ra
do Apollo, armasen n. 10, que adiar* com quem
tratar.
Pedc-scao lllm.Sr. Ilr. Aulonio BorRM l.eal,
que quamlo \ier a esta praca liaja de apparecer na
ra ria Croa no arma/em frailee/ n. -", a negocia de
>cu inleresse e de urgencia.
ESTRADA D FERRO
do Recife (lo S. Francisco.
SEGUNDA CHAMADA.
O* dirrcloras da coiupanhia da entrada do ferro
lo liento ao San francisco, lem feln a segunda
fltrwiadti ou lerceira preslaeaoi de duas libras es-
le luas ou rs. 17-."/1 sobre cada accao na dila com-
panbia, a qual deve ser paga ale o dia 7 de culubro
le IS.Hi. na Baha, na caa do senliorcs S. Ilaven-
pml \ (',., na corle, na casa dos senhores Maua' M.
(resor i\ C, o em l'ernanihuro, no esrripforin da
eonipanhia, ra do Crespo.
O accionisla que n.io realisar o pagamento dentro
do lermo indicado, podea' perder lodo direilo s
acroes sobre as quaes o dilo pagamento nao liver ef-
tecluailo, e em lodo caso, lera' de pauar juros na
raido de cinco por cenlo ao anuo, e de ntn receber
juros bu dividendo da coinpanhia, pelo lempo que
doeorrer enlre o da indicado para u pagamenla c a
sua u-aii-ac i...
.Nenlium aulo de transferencia pude ser resislrado
lepois do dia 8 do correte, antes do '^acmenlo da
chanada*
Por orden dos directores,
.'. I>. VBRBKBR, lliesoure.ro.
Hecifo i de selciuhro de tUJ-li.
3 J. JANE, DENTISTA. 2
f9 conliiiua a residir ua ra Nova n. 19, priroei- *)
mandar. gn
Madama Routier, modista
francesa, ra Nova
ti. 58,
ii'in a honra de annuDciar ao publico que acaba de
receber um rico sortimenlo de chapeos de seria e
.le palhn para senhoras, ditos para meninas, noni-
l'aolo, pois tem ronheciinenlH uestes enseubos : 1
Ka-sc as pntoal c-iicarreuarias ria pulida, rapilaes ce
rampo, 011 nutra qualquer pessoa a apprclieii-n da
dita escrava, e levein a casa acuna, que se gratificar
generosa iiieule.
l'recisa-sn de urna ama livre. prela ou parda:
que saiba cozinhar, para una raa de pouca familia ,
na ra de Apollo, arm.izem n. (i A.
l'recisa-se de un liomein lorro 011 escravo para
o servico interno de cara : qnem esliver neslas cir-
cunstancias, dirija se a iralar na ra Nova 11. .VI.
Rogn-M ao Sr. Joaquim Jos de Sonta Luna
de vir a bolica da ra Nova 11. 53, a negocio que nao
ignora.
-- ltosa-se ao Sr. Sinieao Ignaoio PraacMCO Ma-
chado,que se acha cid Macein, ric mandar cnlregar
ao abano asignado as duas lellras que Ihe deu para
cobrar, e elle as 11.10 eulreuou na soa retirada, saben-
do o mesruu que receheu algum dinheiro por cunla.
Jos da Cruz Santos.
Mclnl amarello pura torro
' Cabos ela Kussia e de Manillia.
':' Lonas, briozao brim de vela.
O Pixe da Suecia.
;] Cemento amaieVo.
;J; Vinhode Champagne e do Rlieno.
v[j Pianos de anuario (lo modelos no-
A vos.
Q Armamento de iodas as qual ida S
m des. A
fainos Irancezes.
Venilcin-se palils franrezesde linhn a :)S. de al-
paca a 7? 8$, ric panno fino pretu e de cores a -JI-:
:'A I "* rua Nova luja n. i.
^Superior farinha de inan-
cliuca.

&0mptt*&.
Coinprain-se apolicesda divida provincial ; na
roa das Mores n. !t~, primeiru andar.
Compran-M os livroa segoinles : l'hilosopliia
e canuda historia peloSr. Couiin dosfcculu XVIII,
riiilosiiphia pelo Sr. Darbe, e l.icoes rte Lgica pelo
Sr. Cliarm.i: aira/ da matriz da Roa-Vista 11. Iri.
Comprase elleclivameiilc, latan, brouze cobra
velho : 110 deposito da fnndiCAO da Aurora, na ru-
do 141 um, lou na entrada n. JS,e na mesni.i fundid
(do, em Sanio Amaro.
Compra-se moa cscrava que lenha al-^umas ha-
bilidades : na prara da I miope 11.1 enca n. 37 e 39.
Compram-se, sendo de boa qualidade, 47 en-
cliameis de 90 reforcado, 30 ditos de 31) reforja-
do, 8 dilo de 20, 17 'raves de 30 com palmo refor-
jado, !> frechaes de ;M>, 7 mos Iravcssas de :10, 200
caibrns de :M), :M) dilos de 23 : alraz da matriz da
Itoa-Yisla, ao volUr para a rua da Gloria n. 33, se-
gundo aiidar, das > horas da larde em dianle.
o

#
V Alvaiadelino em p, oca e tintas
.'3 em oleo.
^S Pedias de mar more para mesase
^5 consolos.
-vj PajM'l de peso ingle/..
Q Chicotes para carros.
0 Bataneas niglezas de patente.
O Copse ealices de vidrooidinano.
$f Vendem-se no armazem de
^ C. J. Asllev iVC.
Atteneo.
Na aterro da Boa-Vista loja n. ")(i,
existe um sortimenlo de l'a/.endas ran-
eezas de lindo goslo, por baratos p recos
por terem sido salvadas da barca l'ran-
cez RAt'L.
Chalv de seda.
Venrie Antonio l.uizde Oliveira Azevedo, no seo
armazem na Iraveua da Madre de Oeos n. 3 a ."1:
para Iralar 110 sen escritorio rua d.i Cruz n. I.
Superiores charatas
em raizas de 50, 100 e (MI: vende Anlonio I.uiz de
Oliveira Azeredo, no seu escriplorio, rua da Cruz 11.
I, supcrinies pela sua qualidade-
Bosii
4OStO.
SettHido
Xa loja das seis
portas.
Em frente do Livrameulo.
Mate loja tem sortimenlo de fazendas para lodoi
os precos, e por isso approveilem esta oeeaatta para
seeurnuparem para a lesla. com pouco diuheiro, e
azenda de goslo. A loja e.lu abcrla da seis horas
ria manhaa as nove ria noilc.
Veode-se chaly de seda de listras e de quadrinhos
pruprio par* vestidos de meninos, pelo barato prc;o
de tiiO o covado, daudo-se amostras com penhor : ua
rua Nova, loja n. 4.
Pechincha.
Fundas fraucc/.as do lado diieito e es-
querdo. pelo barato preco de l000 rs.
cada urna : na rua larga do ltosarin.
">, loja de miude/.as.
RIA DA UN. 51.
Anlonio Uarbosa de Barros Ui. (denla ao publico
que muriou a sua sala de barbear da cana 11. (i2 da
rua da Cruz para a de 11. ."il da mesma rua ; na mes-
ma sala e acham as mais modernas bichas de Ham-
burco, que se vendem aos ceios e a relalho, ealu-
Ram-se, ludo mais barato do que em oolra parte.
Camisas franeezas.
Vcndem-sc camisas francezas brancas e pintadas!
a 2i, 26?. e 283 a duzia : na rua Nova, loja n. 4.
Vendein-se aboluadnras moito linas para colleles
pelo diminuto preco rte 320 r.. chicles a 100 rs. :
na rua larga do Rotarlo 11. 38.
GVra de carnauba.
Vende-te superior cera de carnauba, em taccas
na rua da Cadeia do itecife u. 57.
Velas de carnauba.
Coolinua-sc a vender mais barato do que em 011-
Ira qualquer parle, velas de carnauba do Aracalv :
na rua da Cadeia do Kecife 11. 37.
G'ouros ce cabra.
Venden-as superiores couros de cabra :
da f ;adeia do Kecife n. .">".
AVISO
iiao
600
1>
\ endem-se vetes de seis em libra, de carnauba Vende-se vellos de rrnaoba pura da melhor
qualidade que ha no mercado, sendo de 6, 0 e 13 em
libra, por prerocommodo : na rua do Vi-ario n. 12.
pura, e brancas confeccionadas, muito bem felas,
sendo em caizas de M libras, a doze mil e quinlien-
los para acabar orna faclura vinda do Aracalv : na
loja 11. ."). na rua do (Jueimado, de l"rancisco'liua-
co herreira Das.
- Vende-se nina laberua com pinicos fuudos, tm
minio boa loclidade, e lem bstanle concurrencia
para a Ierra e mar : quem a pretender, dinja-se a
rua do Vlgaria n. 12, que achara' com qaem Iralar.
Altuiicu.
Vendem-se muilo superiores vaquetas ittgwZM pa-
ra carro, tola de lustre a ISJOOO o Ineio : no aterro
da lina-Vista, loja n. 78.
AlTKNCAty AO BARATO.
e muilo superior marioquim a 800 r
Vende-se um mulalinho de dez 011 doze annos.
muito boa lisura : na rua iarsa do Rosario n. 38,
loja de miudezas.
20
Vendem-se duas prelas com habilidades, lendo
a 22 auno*, e um moleque com 5 para 6 anuos.
|. .... ,,,. ,p,..li uvill 1.(1,1 ----------- w|w.*. nuil ivuyiiii ,1 i-t>i> 1 ^,,
(ai canil.inlias. eipartilhos, bicos de linho, man- | '"'""' c 1^280 a pelle para acabar, mei.s cruas para
quilos, ri:as luvas de pellica cnfeiladas para casa- ""nenl ''O rs. ojiar, dozia a 1.-*O0 : no alerro da
ment, nm grande sorlimcnlo de bico de blonde, toa-\ isla, loja n. 78.
dilos de seda larj-os e eslreitos, lindos veos para' \ende-se um escravo de nacao, ida.le quaren-
nuivas, ricos enfeilcs de caneca, um rico sortimenlo ',a e tanlo unos, poucu mais ou menos, propno pa-
ri saias de dina, ditas de algodao, ricos chapeos de "
lulo.
LOTERA da froyingia.
O abaixo assignado avisa ao respeita-
vel publico, jue vende a dinheiro a vista,
os seus bilheies, meios c rjuartos, sendo
da <|uanlia de lOftfOOO para cima, pelos
puros abaixo declarados, na rua da Ca-
deia do Kecife n. io, loja de miudc7.as
de lose Fortuiiflo dos Santos Porto-
____Hilln tej ."i.s'.MH) reo'bc 5j0O0gO00
Meios 2$800 >, 2:500|000
Qarlos l.siOO .1 l:250$000
l'or Salusliano d(- A(|uino Ferrera'
.lose Fortunato dos Sanios Porto.
I.niz do Moraes (jomes Kerreira, lilho do coin-
mendadot I.uiz Comet Kerreira, declara que se nAu
responsahdisa por contas (iradas em nonie de l.oiz
dame Kerreira Jiinior, o quo publirn paia evitar
cimauos e duvidas que teem oceorrido.
Lotera da pro-
vincia.
Ruarla parte da sexta n-
ter i a da matriz da Boa-
Vista.
Corre sabbado \ de outubrodc I8.
<> abaiM assignado avisa ao respeilavel publico
que venueu as secuinles sortea :
I ineio n. 22032:000*
i dilo > 2S87900
II mesiiiu lem cxposlo ;i venda seus muilo feliics
Inllieles, meios e qu;irlns, as lojai ja aniinnciadas ;
os quaes lulo eslao sujeilot ao descont dos oilo por
cenlo do unpuslu paral, qae sera' paio logo que
s.iiam as lisias, na loja de Jos Fortnalo dot Sanios
Parto, rua da Cadeia do Recite n. V>, sendo ot pre-
;os os sepiintes:
Bilhelet 5o800 recebe 5:000
Meios :i8000 u :.-)00
(Juartos 13500 1:250
Pernanbnea 96 de selemhro de 185(i. l'or Sa-
liisiiaiiu de Aquiuo l'erreira Jos Forluualu dos
Sanias l'orio.
\os senhores so-
cerdotes.
Na ijjrcja da Madre de Dos, lia cons-
!-intrnenle mistas com a esmola de (iVO
n.t mandadas celebrar pela innandade
da Senbora Santa Anua.
Aluua-se um silio na Torro, a beira do rio, com
artoredot, murado, e com os couunodos uecessarios:
ua rua dos l'ires junio a catea d'agaa.
Atteac:'.
I urlaram do boleeiro do Sr. Schramm, na I'assa-
gam da Magdalena, um relate de saboneie de prate
liorsoulal, com um Iraucel m de ooro pesando 5 1|2
oilavas, o relosio lem a caixa rio machinismo de co-
bre, o atearismo do mostrador ja um pouco apagado,
estando a rn 11 da coberla alguma cousa fraca : ro-
aa-se a quem o apprehender de enlrega-lo ao dilo
boleeiro, que sera' generosamente recompensado.
I'recisa-se desuna ama secca. forra ou captiva:
na Iravessa do Queimado n. 7, primeiro andar.
l'recisa-se de um raiveirn para escripia para
liqa de fatendat, casariu 011 svlleiro, com lano que
teja de boa cunducla, e (culta milita pralica : quem
esliver nesse caso, dirija-se a rua da Cadeia n. 51,;
que achara' con quem Iralar.
No dia 1 de ouliibrn tem de ser arremalada I
em pr.ica pabllea do lllm. Sr.juiz municipal da pri-
inciva vara, urna grande casa abarracada no lugar
i- i.aldeireiro, f-eguezia do I'ocu da l'anella. ava-
hada por l.-.MXWK),., (cu. quuual 2,,le murado
com ai vnrerios, c o mais Me coma do escriplo que
se acha em mando po^eiro. perlenccnle ao casal do
tallecido coronel I-ranrir.cn Jacinlho I'ereira, e vai a
prara por eueneSs dos credorts do dilo casal.
-- Practea-aealraar um prel para o servico de
..... : na ">* u ntete do Recife, loja n. 18
DMERREOTVPO E ELECTRO-
TYPO.
a enliga gr.leria e oflicina do aterro da B
ra o servico de campo, c tambem eulende do servido
de Mdeirn : a tratar ua rua de Apollo, ariuacm
n. 13.
Vende-c uro carro de i rodas, novo, de muilo
non goslo, que ainda nao fui servido ; a (ra(ar ua
roa do Canno 11. M, corheira.
Vende-se nina parelha muilo nova de estal-
los rucos, para carro, os m.iores e mais iguaes que
esle auno enlraram na praca, e sem o menor acha-
que: quem os pretender dinja-sea rua rio Colovcllo,
nadarte n. 31, das 9 da manhaa as (i da (arde.
Vende-se
a hiberna da e do bairrode S. Jos, com 01 Tundes a volitada do
comprador, 011 t a armaran : a (ralar na mesma.
IVa loja
das seis
portas
Livi'aiuento
do
Km (Vento
Ne-la loja eslSoa venda Iods as fazendas salvadas
da barca trancen que afuurinu em Fra de Punas ;
lem fazendas de algodao, seda e lila, e o dono riesle
csl.1belec1111e.no garaotc o bom estado c duracau das
nemuo razenda. por estarem anda molhada.
CHARUTOS E RAPE'.
>a rua da Cadeia do Recie n. 15, loja de Bour-
gard, chegaram ot apreciaveis charutos varetas do
Brandan, aisim como ootras marcas para 2, 3| e i?
o cenlo, alianrando-se a qualidade, e rap de Lisboa
a 30 rs. a oilava.
Vende-tc utna prela de mcia idade para lodo o
erviro : as Cinco Ponas n. 33.
~Z .VeI"te-se nasa casa lerrea n. 5, sita no becco
do 1 (iieirj, no bairro de Fura de l'orlat, bem como
tres parles do sobrado n. 127 de;um andar,| silo na
rua do Pilar do mesmo bairro: quem as quizer com-
prar, dinja-se ao Forle do Mallos, sobrado n. 1, que
achara com quem Iralar.
Vendem-se bom passaros, que cutan bem :
na rua Direita n. 00, seguudo an lar.
Vendemic leudos de tebvriulliu assenlado em
boa cainbraia de liuho na n* da Cruz 11. 18.
Na rua po l.ivramenlo, loja de calcado n. 33,
veiide-e calcado com borracha, e mais sorlimeiilos
de estando para trafico de orna casa.
Veodem-se saccas cora feijao mulalinho muilo
novo : 110 caes da alfaudega, ;armazem n. 7.
Vende-se a loja de calcado da rua da
Cadeia do Becifen. 9, livre de alcaides : a
tratar na mesma.
IVa loja da boa f
_ vende-sc o mais barato que lie possivcl.
Cortes ilp Bonitas casemiras de algo-
dao para calcas a
fiitos de fustSo para rolletes a
Brim trancado blanco tic puro linlio
vara a
Dito dito de cor dito dito vara a
Dito dito pardo dito dito, vara a
ito de quadrinhos mimlos de bo-
nitos padrocs, covado a
Canga amarella mi;ito fina, lisa ede
quadros, covado a
ICambraia lisa muito lina com ama
vara de largura, vara a
, Lencos brannps muilo linos c ditos
cora barra e cor, um
Unas; brancas para scnli.ira pelo ba-
ratissimoprcQO, o par de 240a
Ditas brancas para meninos e meni-
nas, o par
l'il de linho liso muito fino, vara a
Dito dito com llores, vara a
assim como oulras militas fazendas que se
vendem por menos do que em outra qual-
quer parle, na rua do Queima.lo, nos quatro
cantos, 11. 22, na loja da boa le, defroiite da
loja da boa fama.
\ endem-sc passas muilo novas a IVSO rs. a ti
bia, figos (ambem muilo nuvot a 300 rs.. luucinho
carne, queijos, e lingaic;6s, talo do scrto, moito
em conla, sement de cueulro nova a 320 a garrafa :
na rua dos Marlyrios, taberna n. 36.
Palitos milito bem feitose
muito baratos.
\. endem-se palitos prclos multo hem feilos a '15 rs.
Jilos rie brim pardo de puro linbo a :\>2M : na rua
do Oucimado u. 22, na bem ronheciria loja ria boa
f.
Vende-te o silio com cata de sohradodo falle-
cido Georse Kenworlhy, Doluiarjde S. Jos rio .Man-
guiuho. com arvorerios de fruclo e mais liemfeilorias
que nelle se acham, sendo as Ierras rio referido tilio
proprias : quem o pretender procure em casa de Sa-
muel P. Johnslon \ Coinpanhia, rua da Senzala No-
va n. S2.
AGENCIA
Da fundicao Low-.Moor, rua daScnzala-No-
va n. 42.
Nesteesiabelecimentoconiina ahaver um com-
pleto sorlimenlo de moendas e neias moendas
para cn;enho, machinas de vapor e laixas de
ferro balido e coado de lodos os lmannos para
dito.
I.ABVRINTIIOS.
Vendem-se lencos e (oalhas de lab] rinlhn. asien-
lado em lina cmbrala de linho : ua rua da Cruz n.
3, primeiro audar.
Em casa de M. Calmoil de C, praca do
Corpo Santo n. If, lia para vendero
seguinte:
Taboado de pinho, lcali o e pixe da
Suecia.
Alcatrode carvo.
Lonas de algodao.
Ditas de linho.
Esponjas desuperior qualidade.
Drogas.
Tildo militoeommodo.
Lopes
1'rua da
Pe eir
Cadeia
io
800
560
220
320
500
340
320
210
880
19280
RARIDADE.
;>ss&@-@@@@-s&@

Atteneo!
ia n. lereeiroandar eonlinoa-w a 1 rar
oa-Vis-
relraloj
x?
1 Q
S Na rua do Trapiche n. ."V, lia fi
@ superior rape Princeza do Brasil, ^
%l cncg?tl rccenteinente do Rio de 0
r) Janeiro, em qualidade jtoucodil- fi
g Tere do de Lisboa, ao passo que /S
p custa apenas t 400 a libra; a elle (g
Q antes que acabe, pois a remesjsa gj
lie pequea. .;;:.
Em casa de Rabe Scbmetta u & C., mu
da Cadeia n. 37, vende-sc :
Um grande sortimento de vidros de cs-
pellio.
Kelogios linos de patente ingle?..
Dilos ditos de patente suisso.
Couros de grasa.
Ervillias seccas em garra loes.
Vinlio do Rlieno superior.
Conservas alimentarias d
dades.
ludo por preco eommodo.
N a loja da boa le
vende-se por menos que em outra
PARTE:
Pecas de algodSozinho transado com
20 jardas a
Ditas de dilo liso com 20 jardas a
Ditas do dilo muito cncorpado com
20 jardas a
Ditas de madapoln muilo lino n. 6 a
Ditas de dilo entre lino a
Dilas de dito a
Ditas de brim liso lino com 20 varas
Chitas escuras e de cores lixas, co-
vado a ^.
Chales de algodao
padrocs a
Peitos para camisas, brancos
cores a
Algodao de listras o covado a
boas
quali-
3.4500
W*9
de muilo bonitos
o de
1/600
3#600
2#700
#800
IfiO
SI 10
\ eiiham ver u que nanea viram, c nem jamis ve-
rao ; corles de cambala de seda para vestidos, de
muilo bom puAo e sem avaria a dez patacas cada
um corle : na rua do Qocimado, loja piolada de
amarello u. :li), esquina do becco da Consresaro.
ceblas.
\ ende-e o melhor que ha nesle genero, (anlo de
Lisboa como hespanhola de .'>00 rs. "para cima o cen-
lo : na Iravessa da Madre de Dos, primeiro arma-
zem 11. IS, de francisco Alves Monleiro Jnior.
cemento a
Cinco mil res.
Vende-se no armazem de Pacheco, no caes do
Kainus, ou 110 escriplorio de Isaac, Curio A; Coiupa-
nhia, rua da Cruz 11. SO, Icsembarcadn d.i salera
nl'ranc-Raoul a 53000 a barrica. No mesmo arma-
zem vende-sc cernelo viudo pelo ultimo navio de
Hamlturgo a 83000 a barrica.
AO MATO.
Na rua Nova loja 11. 8 de Jos Joaquim
Moreira.
Veodem-se luvas de pellica para horoeru e senhora
das mais frescas e novas que ha no mercado, pela
baralissimn preco de i?2N0 o par.
Mi II10.
lodos bonitas pecas : na rua da Senzala Velha n. 70
eaundo andar se dir' qoem vende.
Na rua do Queimado, loja de miodezas n. 57,
na para vender um grande sorlimento de meias bran-
cas e de cor, laolo para homem como pura menino,
pelo diminuto preco de ineia pataca o par.
Na rua Direita n. 27 vende-se inanleiga in-
sleza a 800, di(a a !0, dila franc.za a 40. 720 e
00 rs., Tavas vindas da illi de S. Misucl a 100 rs.
a cma. farinha de Ararula a 200 rs., queijos a l."(0
e Idilio e 1.1700. farinha em saccas grandes a 39000,
:i>500e laVOO, sahao muilo duro a 200 rs. a libra,
e oulros mullos gneros que se vendem por muilo
eommodo pre^o, assim como desapparrceu 110 dia 27
do 1 urente um escravo cabra, de neme Verissimo.
idadc punco mais ou menos 40 annos, U calvo, mar-
ca balsa, barba rapada e muilo fallante : roga-se as
autoridades competente* e capules de campo que o
prendamem qualquer parlaqueocncontrarem, e rc-
melam-noa rua Direita n. 27.
POSTAS DE CANALLA,
\ endem-se postas de canalla salprezas a 120 o a
160 rs. : na rua Uireila n. 27.
Vende-se ou Iroca-se por urna prela de mcia
idade. urna mnlalinha de 5 sanea, moilo esperta,
sem deleito : nr.s Afogadus, rua de S. Miguel 11. (i!
Vende-se urna prela de nafSn Nag, anda
mofa. 11 qual he muilo ladina, boa compradora a
vende na rua, lamhem lem algoiua pratica de.co-
unnar, faz pa mnln e faz aceite; quem a preten -
der, dirija-sc a rua da Concordia junio a loja do
marcineiro francez llorhy, coufronlc o Sr. J0S0 Ma-
nuel de Siqueira, casa de Aolouia de Medeiros.
Vende-se orna vcca, um novilho e nina bezer-
ra louiinos, chegadnsha pouco de (ioiainia, eacham-
se muilo gordos : quem desejar dirija-se a rua da
l-lorenliua o. que achara' com quem Iralar.
Passeio publioOn
LOJA N. 9.
\ cudc-se um completo sortimenlo decidlas de
lindo padnies, escura, a 1 SO, Iri e 200 rs. o cova-
do, e peca a 59, 59500 e 3 ; a ellas, que silo pe-
chiucha.
Vendem-se 5 escravas, sendo 2 de idade II a
18 anuos, criolitas, 1 de idade 20 anuos, da Costa,
outra dila de idade 25 anuos, de nacao, I prelo d
idade :M) annos, crioulo, ollicial de carpioteiru : na
rua Direita n. .'I.
ha icos para Seiihoras.
Vendem-se chapeos de seda e blond para sentaras
pelo barato preco Je 10 e li"): na roa Nova, loja
n. I.
Cal (le Lisboa e polassa.
Na rua do Trapiche arraazens ns. 9 e
11, vende-se superior potassa da Russia
e americana, cal virgem de Lisboa, da
mais nova (pie Ua no mercado.
Charutos da Ba-
bia.
I.oiucnco Augusto da Silva Santa Bar-
liara, lia poucochegado da Balita, tema
honra de l'a/.cr scienie a esta praca, que
elle lrou\e urna grande porcaodc charu-
tos de superior qualidade, fabricados em
sen estahelecimento da B&liia, os quaes
pode vender"por commodos precos por
nao pagarem cornmissi'io : quem qui/.er
honra-lo com encnmmcndas dirija-se :i
praca da Independencia 11. ,ondee\is-
tem as iimostr.is. N. B.As denomina-
("es sao as seguiutes : Bahianos, Trabu-
cos, Lanceiros e Qaem fumar sabera'.
Ainda est a' venda a evccellenle taberna da
rna Angostan. 94, que Rea confronte ao chafariz,
de oulro lado o vveiro, lem muilos commodos, co-
zinha, ele. Tamhem se vendem bois mansos'que
sabem bem couduzir qualquer carga,:| carrocas.assim
mais urna poreflo de formas com bico de chumbo,
que fazem oplimas velas de carnauba imitando o fei-
lio das de espermacele ; assim como lainbem lem
das de 9 em libra, e urna carteira grande de duas id-
ees, de madeira de amarello, em que poden franca- !
mente escrever quatro pessoas : tratac na rua do freguezes bom sorlimento de fuzenda* de boas qaa-
\ igar) n. 10, lereeiro andar. Iidadcs. que a dioaeiro a' visla se vendem por bara-
Heloios de patente
uglc7.esdeouro, desabnete edevidio :
vendem-se a preco razoavcl, em casa de
AiigustoC. de Abren, na rua da Cadeia
do Kecife, armazem n. 56.
Farinha de mandioca.
Vende-sc superior farinha de Santa
Latharmu, em saceasquetcm um alquci-
ie (medida velha) por preco eommodo:
no armazem de VovaesA C., na rua da
.Madre de Dos n. 12.
A 5$500 a duzia.
Lencos de eanbraia de linho para alsibcira : na
roa do Crespo, loja de Adriano & Caslro n. IH.
A3$500
Vende-seca 1 de Lisboa ul ti mamen techeeada.as-
simcomooolassadaKassiaverdadtira : na praca
doCorpn Sanio o.11.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ra fundido de ferro de D. W. Bowmann ua
rua do Brum, passando o chafariz, conlina ha-
ver um completo sorlimento de taixes de ferro fun-
dido e batido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
actaam-se a venda, por preso eommodo e com
promptido: embarcam-se oucarregam-.se emacr-
ro sem despeza ao comprador.
g ejiosito de vmho de champag- %
$ nfe Cliateau-Aj,\, primeira qua- @
:' lidade, de propriedade do conde -;:';
& de Mareuil.rua da Cruz do Becifen S
?$ 20: este vinho, o melhor de toda a %
vp Champagne, vende-se a 36$ cada
-;.; caixa ; acha-se nicamente em ca-
;; *a (le L. Leconte Fcron & C. N.
9 8.As cai\as sao marcadas a fo-
9 goConde de Mareuilc os rotu-
t los las garraTas sio azueS.

Na loja de Anlonio
de .Mello Si Companhia, n
Jo Recife n. 7, vendem-se as ja bem co-
nhecidas velas de carnauba do Aracatv,
pelo diminuto preco de 12(000 rs. cada
arroba.
Camhraia adamascada propria para cortinado*.
\ endem-se pecas de cambraia adamascada com
n^li l""nrla P cortinados a "5000 : na rua
00 (.lueimailo n. 22, na loja da boa fe.
Nto nada lio haralo.
\ ende-se rhit.i lina para cubera a 200 r. 0 cova-
do : na roa do (Jueimadu n. 22 ua bem conhecida
fama dcrr'">'e <'a loja de m.udez. da boa
\ ende-se snperior linha de almila branca e
J"?'^'1" novello, para costura : em cas. de
Southall Mellor & Companhia. rua do Torres n. :I8.
Moinhos de vento
comhombas derepuzopara regar horlas ebai-
* erapim: na fundiraode I). W. Bnwman
na rua doBrum ns.,8e10.
Bichas de Ham
burgo,
iSParV1?, de bieh" d* Hamburia, o.
rua drenado Rosario n. 1, recebeu-se pelo ulli-
Z,Z0,\rrt*EatP*- Um rlimenl
oas releridas bichas, e por isso se conlina a vender
elogios
nglezes de pa-
tente,
u.n.e"!?r,e>rnbrijLad,0,-em 'HSsterr*: .m casa d<
ltenr> Oibson :ru\da Cadciado Reciho. 52.
-Em casa de Eduardo U. Wyall.roa do Trapiche
-Novo n. 18, vendem-se bael.s, reloKios de ouro, c-
benos e descoberlos, sellins iufjlfzes, chicotes de
carro, arreos para dilu, cabos da Kussia. lio d vela
Unas de (odas as cores, caudieiros ecaslicaes bron-
ceados, conservas de fruclas inglezas, charuto-de
llavana.
Loja da boa f.
Vende-nnajVanM azul fino a : lo c azul, lazenda minio supenur a 31600 o cevado,
merino muilo lino a 25 o covado, alpaca muilo lina
a biO o covado, casemira prela muilo fina de dua>
arguras a 35O0 o covado, dila muilo lina de urna
largura sua 2; o covado, canlao, lazenda preu mui-
to lina e propria para vestidos de lulo a !I(J o cova-
do, bomba/.ina moilo lina propria para Botina* de
padres a IjlOO o covado, crnsdenaple prelo muilo
uperior a 2cKl o covado, aelim prelo inacao, fa-
zenda superior a 2*600 o covado, o assim oulr.s
mailissimas fazendas, que ucioso seria mencinalas,
porein que a vista do senhores compradores M ven-
dern por meuos que em oulra parte : na rua do
Queimado, n. 22, nos quatro cantos, na loja da ba
le, delronte da loja de miudezas da boa fama.
f f @$ %&m%
Vi> "" ,ua Nov'1 loJ* rto relojoeiro, e%
g ha para vender bico de blond de se- JS
^? da branco e prelo, por preco mu.lo em v>
conla. .--
IStKKI
9#
Loja da boa fe.
VDMIK-SE Millo BARAl'U.
Chales de merino lisos, de lindas cores, coro
ricas franjas de seda
l.uvas de seda para humen, e senhoras
Mein prelas de seda para senhora, o par
lilas de cores muilo linas para homem, o par
l.nvas de lio de Escoria para meninos, o par
Vendem-se saccas com milito novo : na roa da
Cadeia do Recite n. 23. loja junio ao becco Largo.
Vende-sc um bonito mualo de 18
annos de idade, propno para boleeiro:
a tratar na 1 ua do Vinario n. 31.
AtteiiyOriG barateiro.
Ka luja do barateiro, na roa da Cadeia do Kecife
n. 50, defronle da rua da Madro de Dos, lia para
vender alem de murtas fazendas que em porro e a
relalho ae vendem por baratos presos, hamburgo ou
brim liso fino de puro linho proprio para cillas, loa-
Ihas, ceroulas c lencoes, em pecas de 20 varas a
OjOO e I0#. dilo mais clieio de boa qualidade, pe-
as de :t0 varas a 129 c 138300, panno de linho lino
a 610 a vara ou 8-5 a peca de 12 1|2 varas, estndo-
se a acabar, panno de linh fino para lencoes com 2
vara* de largara a 39IOO a vara, corles de brim de
ludio de cores para calca, padres oovos a 3.;200,
dilos de fuslo de crese brancos para colleles 800
e I, easemira prela fina a 28, 250OO e :0M) o co-
vado, panno azul zrosso a 1,-800 o covado, panno
fino prelo e azul de boas qualidades a ;l;500, iaOOO,
19500, 39 e 6c, camis'as francezas brancas :i IgTliO
cada urna, e 203 duzia, dilas muito finas com pe- dependencia.
Xarope do Bos-
que verdadeiro
RLA LARGA DO ROSARIO N. 30.
Conliua a vender-se esle sarnpe (do qual sao
asentes no Rio de Janeiro os Srs. Vales & Compa-
nhia, rua do Hospicio n. 10 na bolica do abaivo as-
signado, que garante ser verdadeiro.
Barlholomco Francisco de Souza.
NdVttlhHsa contento.
Conliniia-se a vender a8000 o par(preco fizo) as
ja bem conhecidas navalhas de barba,feil's pelo h-
bil fabricante que ha sido premiado em diversas e
posices: vendem-se com acondicilo de nao acra-
dando poder o comprador dcvolvc-las at 90 dias
depois da compra, restiluindo-se a importancia :em
casadeAucusloC.de Abrcu, na rua da Cadeia do
Kecife n. 36.
Vende-se urna parlida |dc Ierras roberas de
maltas de muilo boas roadeiras, e oplima de plan-
lates: a Iralar 110 Mansoinlio, sitio que \olla para
os AOliclos, de Ignacio Francisco de Albuquerque e
Mello.
Velas e
Carnauba.
\ endem-se velas de carnauba pura, as melhores
que ha no mercado a 123000 a arroba, esleirs de
pallia da mema carnaoha, grandes c menores : na
rua do Qoeimado n. 69, loja de farragens.
Manual eleitoraa
Vende-se o manual eleitoral, contendo
a lei regulamentar das eleicoes, e os de-
cretos e decisoes do {jovern por 1 $280 :
na livraria ns. 0 c 8, da praca da In-
los e eollarinhos de cores c braocos a 29500 00 a 30c
a duzia, madapoln lino para camisas a 48600, 59 e
5M00 a peca, o 111.11. baixo para 3-5200, 39.500, 396OO,
Deposito de cal e potasa.
Na rua da Cadeia do Kecife, loja n. 50, defronle
39800 e 49. esauiau bom para paitos a' Isioo.'e mu- ; da [* d! Malrcile ,)eos> coulinua-e a vender su-
lo fino a I98OO e 29 a vara, e a peca por 11$, |8s c
205, peilos para camisa brancos e de cores com pu-
nhos e eollarinhos, por baralo preco, assim como
oulros mullos objeelos indiapensavels.
Vendem-so velas do earnaiilia simples e de
composicao da lucillo' faBrara de Aracatv, cera de
carnauba, feijao mulalinho muilo novo em saccas a
H9.arroz de casca a 39200 a sacca c a granel a
:l9500 oalqucire, medida velha, oleo de ricino da
melhor fabrica do l'enedo em latas a 360 rs. a libra,
e ludo maispor precos eommodo.: na ruado Vlgaria
C\L E POTASSA
Vende-se polassa da Kussia e americana, chrgada
neile* dias e de superior qualidade; cal de Lisboa
da mais nova que ha no mercado : nos seus depsi-
tos na rua de Apollo n. t A, e2 B.
Fazendas bous e baratas.
Na loja do barateiro da rua da Cadeia do Kecife
n. 50, defronle da rua da Madre de Heos, acharan os
400
160
0111 a maior perfeicflo lano pelo svslema francer* I c ;'lcm dcstas fazendas lia OUtras militas t
como pelo norle americano. Elista na mesma casa! se vendem muilo baralo, na rua do Oucima-
SXtea? l '! ? uatro. cantos, a ,oj.Q da
le c med.dlia. de ouro, mu lindas eniainhai
Vende-se urna porcao de lahoas de louro, que
loram do forro das catacumbas da irmandade do S.
8. da malriz da Itua-Visla : para ver na mema ma-
triz, c para o ajuste na lloa-Vta, rua do Sebn. 2.
Rua do Quetuaclo n. 21 A
Vendem-se as segaintes fazendas, muilo en conla,
e dao-se as amostras com penhor.
Sedas de quadros miudinhos, furia-core-, o
covado l50()
dem dem maiore. o covado 12IK)
Chalos de merin bordados a velludo IftjlHKI
(.hilas fiancezas, padres miudinhos, o covado 260
Cssemira de cores para coeiros de menino,
o covado 1"5O0
Chai] de llores ollas, o covado ""800
dem de duas larguras, o covado 1>i(io
Sem avaria ou deeito algum, c muito
mais barato do que asalariadas.
Conllnaa-se a vender as fazendas da loja de i
ponas n. 10 na rua do Oueimado, por precos muilo
r, ilefiotilc da' loja da boa lama, o tic allian-
ca nos .senhores compradores quo ucsta loia
nao lia azenda nciibiuiia avariada.
POTASSA E CA fIRGEi.
'canas e francez*, de papel, marroqaim e viudo
f^cd.i.de.. I o lonjonha de ama neteaada ale um
palno pa.-e-par-toul, de loda* as qoalidades, mol-
duras de ludo* os laiuailhos e de muilos e difteren-
l.'s leilios, lauto prelas como donrada*, e nao .. ns- i
ra eoHecacio de um relralo ou grupo de dlITeren- 1>0 "Mi e.la "" i'uulieciilo deposito da rua da
tSEXSZKL' c"""r-,'1'1" ,l,,"< "> Ca,leia d" **. "seriptorio .1.12, ha para ven-
F.slados-I nidos. |),s 8 hor.s da manhaa ale as 5 e ,a"elr0 e cal v"gem du Lisboa em pclra, ludo
i gileria e ollicina eslo a disposito do I a Preos ",U|0 favotveis, com os quaes licaro
I dos comadores salisfeilos.
publico.
perior cal de Lisboa em ped*, recenlemenlo chcRa-
d. e polassa rossiana nova, de superior qualidade.
por preco eommodo.
Vende-se em casa de S. P. Johnston & C,
rua da Senzala-Nova n. -2, sellins inglezes, chi-
cotes de carro e de montara, candieires e casucaes
bronzeados, relogios patente inglez, barris de gra-
xa n. 97, vinho Cherry em barris, camas de ferro,
fio ds vola, chumbo de monicio, arreiospara csr-
, lonas inglezas.
5)000
19000
4000
ion
320
19280
19000
100
19800
1;000
19000
600
100
qe re
rua do
l.eucos de cambraia de linho com bico, um
Dilos de relroz, un,
Luvas de fio de Escocia para homem, o par
Meias de laia paia padres, o par
Grvalas de seda prelas e decores
Meios lencos de seda prela
Dilos dilos d* dila de cor
Cassas prelas muilo finas para lulo, a vara
o alem da ludo ts(n oulr.a muilaa 4aaenda,
vendem o mais barato que he possivel : na
Oueimado, nos qoalro cantos n. 22, na loja da boa
le, defronle da loja da boa fama.
VINHO DO PORTO GENUINO.
Vende-se ptimo vinho do l'orlo em barris de
quarlo c oilavo, por preco raznavel: na rua da Ca-
deia do Kecire n. 13, escriplorio de Hallar A Oli-
veira.
Luvas de |>ellica muito novas para ho-
mem esenliora, o par a IsKO
na rua do Oueimado na bem couhecida lojo de miu-
dezas da hua fama n. 33.
Em (rasa do
O. Bieiicr
la Cruz n.
N.
g* V., rua <
4, vende-se
Pianos lortcs das nelliorcs lab icas da
Allemanlia ede moderna coiislruccao.
Km casa ce n. O. iiic-
ber & C, rua da Cruz
lio 4, vende-se
Algodao para saceos de assuear.
Dito trancado para ditos, a iinilaco do
da Baha.
Lonas.
Brinzo.
Ferro da Suecia.
Arcano para puiiiicar o ssucar venqao do Dr. Slolle, com o methodo em
lingua portugaeza.
Em casa-de n. o. Bieber
C, rua da Cruz n. 4
vende-se
Cemento romano.
Fardo.
Vinho deMadeira e ultramar.
*
Helo;
nos
lissimn preco, tanto em atacado como a relalho, ha-
vedvio entre muito variedade boas chilat de cores fi-
>,is de diversos padres, o covado a 160, 180 e 200 e
a pec,a 69, 69300,6-800 e "9, corles de cassa de Jo-
res bonitos padres, que nao desbotam, com 7 varas
pelo diminuto prego de 1-600. riscados echilas lar-
das francezas modernas, o covado a 2(0, 280, 300
320 e 400, casas francezas de cores a i(0 a vara'
ditas em corles de 12 c 13 varas muilo linas com
fazenda paraveslidoe para folln, desenlies difieren-
es, pelo barato prero de 8--), curtes de andelina de
seda cor de rosa c azul com fazenda para releen e
follio a 149e 154, corles de sedas escocezas largas de
bonitos soslos a 289. grosdenjple prelo superior pa-
ra vestido a 29 e 9200 o covado, chales de merino
lino sem barra com ranja de relrnz a 53500, dilos de
chaly com barra asselmadz a ti?500,'dilos de merino
bordados de cores a 88, dilos muilo linos bordados de
urna s cor a '.I-, e alem delas oulras rouitas fazen-
das, que como cima fica dilo, -e vendem barata-:
do-se amostras, e aloja esl aborta de nuile.
ILEGIVEL
baivo
Chitas de cores, a pea 13500, ."o, 33500
Dilas em rov.idns a 10(1. 120, lili e
Madapoln, |-e-;a a 23100, 3.5. SgAun e
Alzodio, peca a 2J, 23100, e amcricaiiu
Dilo de cores, o covado
Ilr 110 Illanco n aneado de linho, a vara
Dilo superior, a vara
Ganga amarella, o covado
linm de linho de quadros, u cavado
Ctially de seda para veslidu-, oro vado
Barege de core para vestido, o rovadu
Leen* de seda brancos finos com pinturas
Brim trancado de cores, puro linho, vara
Chita Iarsa frauceza, o covado
9iim
Din
i.-.-11 o
3*000
160
IH)
tjllllO
20
2IHI
dill
:K
610
200
coberlos e descoberlos, pequeos e crandes, le onro
e prala, patente inslez, de um dos melhores fabri-
cantes de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
glez: em casa de Southall Mellor & Companhia, rua
do Torres n. 38.
Cobeitores de Uta hespa-
nhes muito eneorpa-
dose raudes.
Vendem-se na rua do CrtspoJoja da esquina que
vo'la para a roa da Cadeia.
Befinaria do Monteiro.
No deposito da rua da Senzala-Vc-
ha n. lili, vendse assuear relinado de
superior qualidade, de arroba para cima.
Pianos.
Vendcm-sepiaiiosvcrlicaesingleies, deeleganles
modellnseezrellcolesvozes, fabricados por um dos
maisacrediladosaulores, preciado na etposicode
Londres: noarmazera de Roslron Kookeri\ Com-
panhia, pracado Corpo Sanio.
Lencos de cam-jFarinha de San
braia de linho la Calharina.
A BA 1 AMA NAO VEiNUK AUA AVA-
IUA0, TUDO 1IE BOME BARATO.
Lovas prelas de torr;a| muilo boas a 19000
Dilas de lio da Escocia braceas e de cores 100 e .700
Superiores meias prelas de laia a 1/800
Carlas finissimas fraLceza*. o baralho 500
Dilas portugueza muilu linas 320
-Meias pretas de algodao para padre; o par um
Dilas dilas para senhoras 100
llicas caivinh.s para prsenles a 29OOO, 39000 4.9OOO
Rica* bengalas pelo baralo prejo de 19. 19500 e 2s
Meias decores muilo finas para homem a 320 e 40rj
Kiquissimas canelas para Minorados a 500 e 8(()
(lalos com armacao de tartaruga f 39000
(.aniveles muilo linas para penpas a 29, 23500 o .1.3
Dilos grandes moilo finos de 3, 3 e i folhas a I9000
Kiquissimas charu(eiras a 29.39 13000
Carleiras muilu linas para dinheiro a 33 e
Carteira* pruprias para viagem a
Estojes proprios para barba a 29 e
Duzas de colhercsric metal principe a 39 c
Dilas de metal ordinario a 720 e
Aparelhss completos para lulo de senhora a
\ ollas prelas ordinarias para lulo a
Ricas franjas para cortinados, pecaide 15 va-
ras
Ricas pulceiras prelas de vidroa
lilas de velludo bordadas eslreilas, vara
Dila lisa estreila prela e de core*a 160 e
Lscovas com peule e espelho par* nissas
lesouras Tintsimas para unhas .'i00, 800 e
Dita, para costura, o melhor que pode haver
Spselas prelas muilo linas, o par
cordionsde muilo boa qualidad*800, lo e la60
Ricas (raneas de seda de Iodas as larguras e co-
res, ricas lilas deseda lavradas de Indas as crese
larguras, bicos de linho linissimos de lindos padres
diversas largura, e oulras muiti'.-imas miudezas, aen-
do de muilo bous aostos e boas qoalidades, qu p.|n
haMlissntO preco porque se vende causa admiracao
ans proprios compradores na rua do (Jucimado/na
hem ennhecida loj.i de miudezas da boa fama o. 33.
A loja da boa
fama
Vende muito barato :
ticos penles de loriaros* p*r alar cabello 1?M
I enenhus de rottaja d, .oo*,. a, core? ,,
1uuca, de la tata aeuhoia* e nenina*
Umtsjs de ineia para crian, a.
Meia. de seda prel* para senhora ^i,ZL
Ricas coila* para guardar jola*
Ricus e.lojo. para costura 29500 o m> ,
Travesaas de larlaroga para cabello
Dilas de verdadeiro blalo
Rico, leqaes com plumos o eipelho 29 o lo
l'eules ae bfalo para lirr piolbo*
Ric* boneus francezas bem vestida* 1e*0 e tjS
Resmas de papel de peso niuiii.simo bum ianai
Dilo mais interior pouca cousa :!,- ai
Dilo alinacu mullo boaa
Juaderuus de papel paquete moilo lino Mi
1 mid. do peona de aru luco do laora l.-2H'i
lilas muito boas srm ser bico do lonco ']tm
Duzia de lapis muilo lino.
Hilo, para desenlio muito Irnos ,,
Bandejas moilo linas a .le, 4; 5ao*M
l iculo do arin.icao de ajo mu
I.nelos cum armacao durada 1-!tm>i
Hilas com armario de larlaroga IW*M
DiUs coniainiai.au do bfalo jan
Ricos chicles para ca va Un ssja.
Ricas grvalas de seda tsa*W
AUcadore. de cvroalioo para cauca
l/.nles muilo lino* para auusa* .>.,
fcscovas mu,tu lina. pJr, hO^oj, hH
Capachos pintado* comprido. o redondo 700 o Mi.
Lanelas de acu para peonas do ac 111
tscuvas Unas para uno*. 320, S e hn
Hilas muilo n.- para roapa la o l ooi
l'nicei linos para barba -,.
Uazi* de lacas c garlos lios ajS
Hilas cabo de bolaora muilo lia mZ
I tilt. cabo de iii.iilii muilo boas toa*
Camisas de mei.i muilu liua* iVj
Ric. aboloadora* paro cullele 500 o
Ditas para palilos 900 e
Eslojus de uiv.lha* lina, p,ra ^^ "
bspelho* par* paredr, 600, 600 ,"-,.,
Canas lilil-unas para rape .JL-t
Dilas redoudas de larlaruga i,
l'apel de cores em 1,1 de resma
eiile de tartaruga para marrara 1,-,",,
Dilos para alar cabello imitando a larlaroga 2..
Luvas broncos de core. por. moatarw l!
I apeles para lanlernas, o par .JZ,
c uulra, Minas cuus... qa, .,*. ev.k..
d. loja de m.udez.. d. boa Ion *!*tlZTL
vende ...u.lu bor.lo : ua rua do uZm*. Z?
A boa fama
Vende barato :
uzias do lezouras jiara costura a
Dilas muito linas c grandes a
l'erinlias de bicos estrenos a
CaixinhDscom agulhas francezas a
Caixas com linbas de marcar a
Braceletes encarnados para senhoras a
Meias brancas linas para senhora a
Meadas de linhas finas para bordar a
Grozas de boti.es madreperola linos a
Grozas de boioes Tinos de osso para cairas a
rivelasdouradas para calcas e releles a
l'eules linos para alizar cabellos a
Pocas de litas de linho com 6 varas a
Ca*ulias coro clcheles frenases a
Carriieis de linha fina de 200 jardas a
Macinhos de -10 grampas muilo boas a
Syspensorios paia borneai c menino a
Uuzias de torcidas para candieiro a
Carleiras linas para algibeira a
Canelas para pennas de ac a
Meias brancas e cruas para boiaeai a
I latir 1 nha, de la de caracoes peca a
Duzas de pontea de chifro para alizar a
t jroza de lioies de louea pintados a
Pagas de lilas de cor com 10 raras a
Carrileis de linha amor Alevandre a
Meadinlias de Imita preu muilo boa
Cartas de allineics coro 25 penies a
Duzias de penlcs abetlos para alar ca-
bellos a
Meias brancas e de cores pan meni-
nos a
Grozas do Indias para snalos a
Camodas de pao com palitos do logo a
Castes para Iwngalas a
Sapatinhos de la para eriancas a
Trancelins prelospara relogios a
l.siiniiiiias finas para denles a
f.aixinbas com grampjat a
Ba liado aberio do liHo varas a
Dilu bordado muilo bonito vara a
Caixinhas para guardar phoapborus a
Carleiras com agulhas a
Caxinhas com obreias de colla a
Escovinhas para limpar penies a
Agulbeiros muilo bonilos a
Tecas do lilas largas lavradas com 11
varas a
Libras de linba prela e do cor a
Libras de linha lina n. 100 e 120 a
Duzias de caixas de dtire para rape a
Macos de palitos para denles
Al.'-111 de ludo islo o airas muitissinn
que se veoJem muilo mais baralo do quo ara aalra
qualquer parle: na rua do Queimado na beta co-
ndecida loja de miudezas da boa loma a. 33.
Moenaa superiuve.
Na lundirodeC. SUrr&C., em San-
to Amaro, acha-se para vender znoendas
de carina todas de Ierro, de um modeloc
construcr;omuito siipenore-t.
ARADOS DE FERJAO.
Na fundicao de C. SUrr *. C, em Sanio
Amaro, achani-se para vender arados de ferro ata
perior qualidade.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao da Aurora nm Sanio Amaro, e
lambem no DEPOSITO na rna do Bram, lao
na entrada, e defronle do arsenal de marinha. lia
sempre um grande sorlimento da laixas, unto do
fabrica nacional como usinngeira, batidas, (andi-
das, grandes, pequeas, razas a fondas; o am
ambos os lugares exisiem guindaste* para carre-
gar canoas ou carros, livres de dsaaezas. Os
percos sao os mais com modos.
Vinho do Porto, superior rhamiro
Em caixa* de 2 dozoe *. em barris do .iU.. rt-
cenlemenle ihegadopelol/origne trotador*; vende-
se nicamente 110 armazem do Barroca ,V Caotro. na
ru. da C.dei. do Kecife n. 4. ^^
3 10
100
hOO
280
120
o*|
O
H
40
49
2tlc-lO
IU0e2oO
80
800
24
320a36O
40
20
140
29200
240 a 320
ifiO
a
140
I
1 o
I20e 140
200
Mi
320
um
320
200
2*l>0
19200
200
720
100
milldeza:
~**et*9p l>lfri>0*.
(.oi.linamm > estar foSid* o* fveravo* ecornt,
Anlonio, do no^ao Cacante, qae rrmuT,
nos de id.de d, ..ra regula?, emJLX."^
cor paria, rosto redondo, sem barbo r,| l*Z
rheio do corno, converso nnn<-,. r-j
herdeic
o oulro
cheio do corpo, converso pouco, e' foi r*r
-iro* do finad. Caelano **de nome Terissimo, de nacSo, bosian* .lio"
algnn, l.nt.e,pad...do. roslo regalar, SnWam,
us lados du rosto marras de albo* de sua naca. m.~~
na- finas, alcum (ai.(o cangariro, pe. grande. iT-
urnas marcas rte cliicoleainda n.vm na* casia.
les escravos fugiram junios no dia :| de ao*io'L
crrenle aono : quem o* apprehender eolo*7sa,
engenbo A|;uo-|ri. da Iregoez.a de .. l.o.r*.r. ,
alta, -a nesta praca na roa da l.uia n.B. rrn...
ru anCar, que ser.' ^cnorosamenle recompensod
A>
CINCOEMA all. res.
A 5*20,
400, SOO,
cada nni.
la
esquina que
Vendcn-** na rua du Crespo, loja
valla para a roa da Cadeia.
Vendem-se duas colchas da ludia, ubra de bom
goslo, ainda n.lo servidas, proprias para noivos : na
roa das Cruzes o. l.
6 G-40 I m"',n Mova' vinda em direilura a este porto, vnde-
se a bordo do patacho nl'elicaouu, ou trata--e com
Caelano Cvriaro da C. II., ao lado do Corpo Santo
u. r>.
Vendem-se dons pianos fortes de Jacaranda,
perfumaras uto finas,
Na loja da boa fama cnconlra-se sempre um rico
oilimenlu de perfumarlas de (odss as qualidade..,
.elido seu (olor o melhor que ha rn> Para, riquissi-
ioos rrasens com cilralo muito lino Is^OO, IjOll,
2.? e 28.VK), jarros de porcrllana delicados e de mo-
dernns coslos com hanha frauceza muilissimo fina o
Jr;e 5.VHI, Irascos com esseuria de ros* i320r*.,
Pos de pomada fraiire/:i mnilo lioa a US) rs.. rra._
eos pequeos e grandes rom ezcellenle u.i de Cu-
tstle l r caira, mnila* perfumaras da rao-
construcr^o verlical ecoro lodos o mellioramenlos; "l0r toalidade que pude haver, e por precos nia.s
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio de
Hamburgo: na rua da Cadeia armazem n. 8.
baratos do que em oulra quelquer parle: na* rua do
Qaoimado na bem couhecida loja de miudezas da boa
ama n. 33.
2S300
i;500
29300
l*M)0
1>i(KI
19300
IH)
i5l>
320
240
NHI
n a "'".d'*-: de J"l'<"o crreme, r. O de idade 24 a anuos, pouco mais ao menos, a irrn
! os siunae, seaumle. : rosto comprido e detraraadti
i enr rula, caben.. cercilUdo, olho. um po.ro pron.^
[ < amo.lecid.-s. beico, grossos, sendo o de rimo mais
Kru.su que encobre a Talla quo iem de denles ,,
nina, falla un. pouco alrapalh.de devuln a falla de
denles pouc. barba e ral*, e bigodes, tem n* mSo
esquerda junio a o.do minim* ama mecie de oer-
vo saludo, as nadesa. um pooco err.piioda*. ao an-
dar lem um ;eilo par* o lado. eaoV..iri larcas, re.
lura lina, pe, apoll.elado* e um | .aro lar** : le*,...
calca de alcodto a/ol desbolado o comiso do alsoda
riscado, chapee cie palha, lem otlicin do rottnneirc,
e ruaiuma briaftar-oa ; r,,i oscravo do Sr. Ilr. Je-
uiiiMuo \1lcllaed0Sr. Ilr. promotor do USnda.
i.iueiroi Ion-e,.., nlliiuauonte doSr. Alberl lors
ler llainnii : o l.aivu assiei.ado, srnbor do dito ,**-
lo. sral.fica uenermimente a qoem apineliruder e
leva-lo em suo cosa, 110 alcirrn da Itos-Vn4a m. M,
-c'-uiiiln andar, ou no Rerile rua do Trairhe n. If,.
a Anlonio de Alroeida lime. ; rom. lama*** pro-
le-la muir qualquer |.e..i. ,v ..cellar va*
poder ; as O*.Joaquim Lopes do lineida.
MUTIC^C^
-..
l'EKN.: TYP 118 M. F. M PAR* lo.*

s


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