Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07597


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Full Text


'
I
ir
/
i^
ANNO XXXII N. 'i."..
Por 3 mezes adiantads 400.
Por 3 mezes vencidos 4500-
UUKTA n;iK\ i de oh i uno k \m.
Por armo aJianlado I5|000.
Porte (Vaneo (ara o subteriutor.
t M AIU.II.AIHIS DA SITBSCR1PCAO' NO NORTE
Prhib, o Sr. Gervasio Y. da Ni bridad ; Natal, o Sr. Jai"
qu.m 1. Perairt Jnior ; Artealv. o Sr. A. de L -eara, gr. J. Jos de Olirtira ,- Maranhao, o Sr. Joaquim Mar
que Rodrigues ; iauhj, o Sr. Domingos Herculano A. Pcssoa
Cirana* : Para, Sr. Jsimiano J. alamos; Amaionis,o Sr. Jero-
ym da urna.
PARTIDA DOS COR REOS.
'"BaXSi : Culos os das, j. O < m-i. horas 'Jo .ii.,.
-"""-m. l.oiaaBa p Pankiba : n.n vanadas.....,i.i-f,-ir.i-.
>. Asno, i:,..,,,,., jiomuXjriMr!. Ilifnho t taraahsns : na irrca-felra
s. i.Miirv,..,,. |',,i\ii,, tozan-i, l-oi.....iro, Birjn, PanjMira, n.-i
aira. Florea, l||a-|Mla, l:.,..-\ io... Oari t\ Ks : as ejaarlaa-f<-iraa
' .''i,. Ipuiuca, scrlaMeai, :.t<> r >ou...... 1..... Barralros, Aua-l'r<'U
Natal : etiBlas-feiraS.
(lodos
I III liaran la manhla.;
UDIEXCIAS DOS TRIIU-'XAES DA CAPiTAL.
Tribunal do commercio segundase quimas.
Iteladlo : lergas-feiras esabbado.
Fazends: quarlts siabbadoi ai 10 borai.
Juizodo commercio: segundas aa 10 horas e quintal a o rnsio-dil.
Juixolde orphoi.- legunda quintal ai 10 borai.
Primen vara do eivel I segundas senas ao meio-dia.
Segunda rara do cirel: quartai sabbados a* meio-dia.
DAS DA SEMANA.
29 Segunda. S. .Miguel arrhanjo : S. Fraterno b.
EPIIEHERIDES DI) HEZ DE Ol 11 BISO
7 Quartocrescente ai 3 horas 10 minutos e Miegtiadot dam.
Xt "! c.h,,V" 9 """i 2 segundo! da larde. 30 Terca. S. Jernimo presb. ta'rd. e deutoV mximo dn lr.r
\ La Dora. 8 horas, 24 minutoi,48 segundosda Urde.
PRE.VMAR DE MOJE.
Primeira at fi horas e6 minutoi da manhia.
Segunda as i horas e 30 minutoi da larde.
-.gima e Julia.
Ijuinta o Anjo CostOdlo. S. Leorlgario b.
3 Sena. S. Kvaldo presb. S. Candido m.
4 Sabbado. S. Francisco de Assis.
5 Domingo. O SS. Rosario da SS. Virgen Mai de Dos.
DKARREGADOS DA SlBSUtlPTAO No M I.
Alagos, o Sr. ( laudino FalcaoDiai labias t>r. D. Dums
Rio deJaoeiro.o Sr. Joao Perein Mirlini.
EM PEIINAIIIH (O.
O propriilirie do IIIA RIO Manoel Figneiroi de Viril, aa iyi
niriria, pracada Independencia ni. I a 8.
GC VERXJO OA PROVINCIA
Espediente d> di ->7> da setembro.
Ulliriu Ao Exm. marechal coraraaiidanle das ar-
mss, dizendo que pude mandar por em liberdade o
eerala Domingos lorors de Souzn, que foijulgado
iiicapar do seis50
no, visto como as ele leis de onda rebulla apparen-1 de ordens do pessoa ; e que hontem fizera sua apre- I mesmo servico que os capules de fragata c de mar : Banco da Bra-il nue nomo n nadr i-,h0i;. i., h i. '.'.------------------
leroenle a d.flere,,o., que Vmc. ..o., do posluras de senlaco viudo da corle, o Sr. capilla Tristao Pi c guerra, ele*, e eslo no mcsioo caso. Pareca pois Mor. q P P ,Mn ln'C de .. T'k""' ^ ru" "NoV!l" do ''irro "- I csfri,0 Ma,hi,s' l><"
diversas cmaras muiiicipaes que se acliam registra-! dos Santo-, o qual se reuni ao i. blallio de arti- raioavel resolver primoiramenlo esle immir- Deosgao do rarerer nlira 9 r.rrm, ; *'."* I,d1"ni1"",,ne7,,.<,ue. *-nhai"1" c,,m a """" ?p M>'*> perlcncente
das na secretaria e que deverSo ser impressas." for- ll.ana ap o que pertenre. lano assumplo antes de cuidar de nina lei de pro- cipa mun,- eirao dos tratos da iqamc.ao. e,ercil,i-se em dar fe.io pelo escravo .Nieod
Vlito / ,/,/, 1 lmU'* e,n Ulni' cr,a,,* tom as mitos sobre una me- "
JJ.K f' /;"",^r,,on"1 em pnmeiro losar, sa. linl.amos ouvido dizer que -misame.ite os mes-
.1M,P?Vtu' em conse,10"c.a de se que- Le, de escola pralicav.im des.as barbaridades, ...as
rer por elle eslabelecer unta ma.or cenlralisaco de nao acredilavamos ; agora porein estamos inr a-
mando urna parle supplcmenlar da collecrao do an-
no passado.
Uno10 di.eclor das obras publicas,inleirando-n,
de liavcr upedido orden a Ihesouraria provincial
pura que o respectivo Ihesoureiro fai-a adiaolar ao
testa repartidlo, por meio de
5SfiaSr5rjM-==: =sKcxt,rA,v:
Jote Joni/uin Cotll.
loactiinismo d'aquelle estabelecimei.to.lenlio a dizer
que concordono arbilramenln de urna gralilica^Ao a
esaes presea.
Achaiido porein.dcmasidamenlepequena a que in-
dioou o mencionado administrador, determino que a
Espindola se de, alero da rar,Ao. nina diana de 400
res, e a Manoel a de 320 rs. pela forma marcada
00 meu ollicio de 23 do correte dirigido a direclo-
ria das obras publicas, e de que Ihe remello copia.
Esles presos devem preslar.se a oolro servico
quaudo s.'aquelles nao estejam oceupados com tanto-
quo tejan relativos ao asseio do estabelecimento.
O que cominunico a V. S. para sen conliecimen-
lo o evjedirao das convenienles ordens,prevenindo-
< de que u abono ,testas diarias deve ter principie
do da -_'2 deste mez em dianle.
Dito.Ao soesmo, para mandar fornecs-r ao lo-
neule coronel cominandanle do balalho 39 t!e iu-
1 miaa da guardo nacional do municipio do Cabo,
os litros mencionados na ola quu remelle.Com-
iim.iii!ni- -( ao respectivo commandante superior.
Dilu.Ao tnestno, recommendando que pela ver-
basoccorros pblicos mande abonar ao Dr. Jos
Moni/. Cordeiro Cilahy, a gr.Hilicac.i.i diaria de 203
., pelos serviros que em coiuinissAo do govern
preslou na nreanaiil de Ipojoca desde o da 11 do
jullio al 1 do correnle.
D'lo.Ao mesmo, declarando que o abono da
sraliticaedo e Torragens ao lenle coronel SebeCto
Lopes 1.u 1 ui.ir.i.'i-. pelo ejercicio do chefe de es-
lado mai r da guarda nacional deste municipio de-
ve ser leilo de coulorinidade com a que ic ordenou
aquella tliesouraria em ofliciu de 25 de setembro do
anuo passado, al que o governo imperial resolva o
contrari".
Dito.Ao memo, diiendo que l.aiz de Franca
Sonto, leudo i-i.miiai.i lo a pintura do palacio do go-
verno ja receben por cotila desse (rabalho 1:5003000
rcis, e que os 003 rei quo ltimamente se lite
mandou adtaalar foi sob a rcspoinabilidade do pre-
sidencia ale que acabada a piolara paat) elle ajus-
lar suas conlas.
Dilo.Ao commandanlc da eslarao naval recom-
mendanlo a eipedi;jo de soas ordens para que a
bordo de um tos navios rt'aqoella eilacao seja rece-
Indo e decentemente tratado, at que p"ase para o
Mil o apar que se espera do no-le, o padre Joaquim
d Assumpcio Saldanl.a, que leve a nifeliridadc ele
licar maniaco e andar pela rnas da cidade prali-
Crfiido aclo- improprios de sen estado.
Dito.Ao director do arsenal de guerra iole.ran-
do-o de que acaba do atitorisar o inspector da Ihe-
souraria de la/euda a mandar pagar ao consignata-
rio do brille nacional nliom Jess a importancia
da pa>.asem do 2.* sargento Augusto lose de An-
drade.Olliciou-se a respeilo a mencionada thesou-
rari3.
Dilo.Ao rommandai.le superior da guarda na-
cional do municipio do Kccife, dizendo que para po-
der resolver ai-ercado quo requisiiou o commandan-
lc Interino do 3' aatalli.iu da u.esir.a guardo nacio-
nal coiopre que msjo apre*emadj o (.Tesldeiicia o i-
guriiiu do ii I ;: !!( i que se prtlcode adoptar para
a banda de .uiioca do mesmo bali.ll.Ao, declarando
o relendo coiinnaudanle qual o numero! de rousi-
caa de que *e devera ella compor.
Dilo.Ao
proporcAo quo se lur preci-ando da importancia del-
les.Epeilio-se a ordena de qae se Irala.
DiloAo Dr. I mili 1/ Anluoes de Abreu. em
commissAo mlica ua comarca de Flores, aecusando
recebido o ollicio em que Smc. participa que a e-
pidemia do cholera acba-se complelamenle exlincla
sem ter invadido a comarca da Boa-Vista, oude as
febres intermitentes lem declinado cunsiileravelmen-
le, e declarando que a visla dislo lem resolvidn exo-
nerar a Smc, e o acadmica James Comes Kobm-
son, da commissio de que se acbam incumbidos,
deveudo Smc, entregar as autoridades o que restar
das ambulancias e as presrripcoes para o caso de
reapparecer o mal.Ker.-se
ente.
DitoAo Ihesoureiro das loteras da
RIO DE JANEIRO.
SENADO.
I mocoes.
Por todas eslas raideseala' convencido que con-
j viria nao tratar ia desla lei. e dena-la por mais
! lempo em telado.
O Sr. li'anderleij (ministro da n.arinba' observa
; que o uobre senador mostea desejos de que se es-
I perasse pelo retallado das leformas aulorisadas na
,..... ..HUC rt.,ussjrt viste, coiiucanoo as ca- dos a crer qoe as-iiu en, porques o que nao he bom
niaras uiumcipaes um ageule do esecotivo. |,e que com iac.li.tade be imilado.
, "' ,^C,Td"i- ""rg'S ^"V''" aa di9pu4i" _0 a0 de,"du Pel Sr- Dr- Aiblte lavare na
Cin? do projecto. nao s., em relarSo a orsanisacao masislralura desla cidade, fui di-uaiiienle nr.ei.
reparto da ma.lDba, par, pronialgar-je IH de das cmaras, como s tnee allrib.ir.,... Bollando eludo. OSr. Dr. I icerda .e.mC/na-.tr? ,",
promocoes. Nao sabe que nonio de contacto existe | em materia, divide a qneMIo en? qu.tro paHea. novo. ,.,Tja p^ tnaTi^o HIw"^Sm,"
! "* K."ul" "" 'N\ 1">>*< "a necessid.de da reforma, que I di.ir,l,,,,e> da ju-lua ; q, 1 L "^Z
, Ou relarao, por exemplo, ba eu!,e a reforma | sustenta mo r0ln cpif,0 daquclle, prnptios' Ineiro pratidenle einpreg lodo, os meweMrVn
da conlador.a de marinha c a le que regula as pro- que cunibalem o projeclo. tomo com a exposic.au do i mirar a torta da infeliz orphandadc, a nom'earuo do
estado Irisle a que lem cliegado entre nos a insliiui-[ Sr. Lcenla be mais um garante nara essa classe in-
rao municipal. Va segunda, occopa-se do modo ; feliz.
Ihe ser em- mirado a quanha
ao roubo do suisno Ceriiiann
.- .Nicolao, de qoe fiz menean em
mos era uina crianza com as mAos sobre una me- minha parle de honlem.
Pela sublelezacia da freguezia do llec.le. o
prelo escravo Roberto, a requennieolo do tenhor.
E pela subdelegada da f.egoezia de Santo Anlo-
uio. o prelo escravo Jos, por fgido.
Dos guarde a V. Exclllm. e Exm. Sr. roti-
selheiro Sergio Teiieira de Maculo, presdeme da
o i.ecessario exped-1 Saill0i remeHeiido um exen.|.lar do relalorio
. | com que abri a respectiva assembla proviu-
- P/ovincia, | cia| |lu prsenle ann, e oulro da exposicAo do tice-
allToni !TS e0rr;rHCom *& presiden.c, no acto de passarllie a' adioinislrai-ao
qualqu-r nutra a iQleria couredida a Automo Joa- a. nrovineta V serrelaria
SX*!^ P"ta PUbUCaa0 '" "abalh0S b- ' ii.. ..;;. i -. polacao encarregada de api escolar a sanccAo im-
DHoAo jiiiz de paz presideote da mesa paroclnal i
SESSAO 1)11 DA 2K DE Jl I.IIO DE 1856.
I'rcxidenria lio Sr. Manuel li/iiw.io Caiatranli de
Lcenla.
A's I boros ita maohAa, estando reunido nuniero I mooe* '"' ouUo l",lu **+* 1ae ^*lal>elecimeu-
Icgal de Srs. senadores, abre-so a icario. ,t0 u0 coosclho naval nAo sana os inconveniente! do
l.ida o approvada a acia da anterior, pasa-se ao i ?c,oal s>ilema de promot;oes, e Ele dispensa esla
expediente : oulra reforma anlorisida, lie a dos arligos
Um aviso'do ministerio do imperio, participan- : de ?*"* e reaiinenlo provisional ; mas o nobre se-
do que S. M. o Imperador recebera- no paro da ci- nador "**** Ia' nverno nAo pode po-la em
dade, no dia 39 do correnle mez, pela urna hora da f'"cua0' ha ,le Wljeila-la a approvasao da assem-
larde, a depulaoao do senado que lem de felicitar o to,t 0,a qnandosera'esla maleua Iralada c
memo augusto senhorpelo anniv.rsano natalicio da "s"lvl,i" ,,e d inppor que com demora,
princeza imperial, a Sra. I). Isabel.Fice o senado ^ p014 ,,ue q"c co"vc'm ,ie ,,lc"" queslAo
ioleirado. i l,e' lad0 """' "lUcil : islo he, se he ou nao cou-
L'm oflicio do presidente da provincia do Etpiri- venBte Precito relorm.r o stslema actual de
' i rom. un,.. e qual o nielhor metbodo que cumpre
adoptar.
Passa S. Exc a jusliticar a coudirao de exigir-
se cerlo lempo de einli.iiqiie e cominando, para
cha ultimada.
DitoAojuizde paz presidente da mesa paroclnal
da freguezia da Esca.la. acensando recebidas a do is
copias que Smc, remelleu, sendo ornada lisia .la
qtUtlificacAo dos cidadaos volantes daqoella freguo-
guezia.e a uulra du resullado da eleirAo a que' all
se proceden para jatees de paz e vareadores.
DiloA cmara municipal do Bomlo.Aeeate
receblo o ollicio de (i do correnle. em que Vincs.
me commuuiram haver expedido orden, para que
as leicr.es de jabee de paz e vereadoies prevale-
cesse a qualilicacAodo anuo passado, visto que a den-
le anuo mo ficora completa por ter o conselho no.
nicipal de recurso inlerrompido os seus Iral ilios em
coosequencia de desavengas cnlre seus membro..
Em resposla tenbo a declarar, que procederam
^ mes., mui regularmeule. Devendo porem veri-
licar-se na primeira dumiDga de noveml.ro a ele.cAo
dos eleilores de parochia com a qualilicac,Ao deste
auno, compre que Vmcs. expecain as convenienles
orden! para que o conselho municipal de recurso
complete os seos (rahalbos guardando o prazo mar-
rado no arl. 30 da le regulamentar de I!) de tRotlo
de lSli. No mesmo sentido ollicio ao juiz munici-
pal, a quem compele a presidencia do conselho.
Releva porem prevenir a Vmcs., que ainda mesmo
nAo se reunindo c.se conselho deve a qualilicai-Ao
considerar-se linda para prodnzir os seus efleilos,* se
por ventura a respecliva junla funccionoii de con-
formidad
e com o arl. 22 da citada lei, e de suas de-
W- nao se interno, recurso para o conselho mu- | M. e
O Sr. Prndenle diz que vai mandar junlar ao
processo, em que he reo o depulado Manoel Joa-
quim l'.ulo Pacca, o oflicio do primeiro secretario
na cmara dos depotados ao procurador da coroa,
parlicipando-lbe nAo ter assenlido a mesma c-
mara a requisirao da prisAo do dilo depulado,
OltDEM DO DIA.
Enlram em lerceira discussao, e sAo approvadas
sem debate, para subirema sancrAo imperial,as pro-
posiroes da cmara dos deputailoi. una, creando
no municipio da corle mais urna freguezia. com a
denominado de S. ClirislovAo ; oolra, apprnvaudo
a pensao concedida a viuva du coronel, chefe de
legiao da guarda nacional da proviaeia de S. Pedro,
Cabriel Gomes Lisboa ; e oolra anloiisando n go-
verno a mandar admillir a exame do sesundo uno
do curso pharmaceulico o alumno Pedro Jos de
Araujo Pamplona Corte Real.
Conlinna a segunda djaensrio, adiada na ultima
T--.10, ilo arl. I- da proposiro da cmara dus ile-
potados, regulando o-ccesso aos poslos de ofliciaes
da armada.
OSr. Bar*, de Muriliha julga summamenle dif-
ficil, senAo impossivel, barmouisar o stsiema de
promocoes coinbinaudo a auliguidade e o ..ereci-
raenlo, com a intelligencia que na armada actual-
mente se da a'palavraaniignidade.
O projeclo exige que um ollicial, para s-r pro-
movido, nao s lenha certo lempo de servicu do pos-
tu em que se acha, como que leuba ete.cdo eom-
pu-lo diiranle
que o ollicial possa ser promovid), expondo que
esla ho a doulriua correule em lodas as nacoes que
lem urna marinha de guerra regular, com excep-
tlo dos Eslados-Uuidos. Em sua opini.lo esla con-
provincia._() chele de polica, Dr. /'afirorno (M
O DRAMA
Tentativa de Critica Litterana
/trcducro a una obra indita.
porque jolga. que essa reforma deve ser feila. Nal Nao sabemos porque cerlos irniAos
lerceira, examina a qoeslAo constitucional levantada I de religiosa nao acabam de enlre-ar a
nelo parecer da commissao. Na qoarta. emfim, oc- I que falta entregar : com islo pouc'o nos
upa-so das nlijeccues leilas a cerlas disposicoes do mas como diariamente nos per"unlai
"l'{e,Ctl,iqlen?r, "eAa";u""- ; """' 1e "' tomo, compromissos c... v
umait importante desles ptnlos. oqoeserole goma, e inuilo pouconus cuslo pergunlar o quo rica ";l"s" (sco"i meio maii fcil e natural nara Oe-
slabelecer coma base capital da reforma, he sem dilo. ererer a representar a aceto, por quai.lo be-emme
vida a quetlSa coustilucioual, e foi sobre ella que I Vamos registrar um novo acontecimimto, dig- l *** '''nenio do drama, comoalem dislo Iiiii'ji
mostrar que ii.lti temos compromissos com peoa al- vislo, pois. que o esciiplos dramtico dte
d
mais se estn leu o orador.
A idea do projeclo nao contraria disposic/.o al-
guma ruiiilameutal da conslituirao do estado. Ka
arl. Id desse eolifto e-lao enumerados os poderes
polticos da nacAo. Nos (dolos i., 5. e finidas as allnoices que competen! a cada um del-
les, sendo evidente qoe, onde terminan as retpec-
livasatlribuiciies deste ou daquelie, esla u limite que
a separa dos oolros.
da le, que esse limite fosse marcado clara c evi len-
dicao he a base tatenclal do projeclo, se for prete- tmeme, pois do contrario dar-se-hia a poitibiliila-
rida, o projeclo se tornara' intil. de ou realidadc da averio de un- poderes obre o
Nao liega a diflic.il Jade da execocao dc*te stste-
ma, nem que esteja sujeito a abusos. Uai nenliuin
stslema de promo^Ao, salvo o de anligoidade aleo-
lula, deixa de preslar-se a abusos ; e com o mell.o-
no de alleiicAu.i'ola nperleza do lvenlo. Cario mo- !se 1Dr ,'"r apparecer essa mesma acrao'rodeada de
00 bem coiiheci lo n. ra da dominado pela am- j '"i|d* i,s c"cum.(ancias que inqueslioavelnienla II,
bioAo, enlendan qoe fi/.en lo o e-furro do comprar I P'rlencein, de lodos os Tactos accideulaes que pos-
3 bilheles de lotera, eslava habililadu a tirar a sor-1 <-,:n ler r'''.'o com ella.
le grande. Correan a< rodas, a aaeiedade redobra ,-, Poraalrn lado, amda qoando o seo Bajita** Ihe
elle qur a s re grande, e he quaiuli. Ihe enira pe- I '';'*''' Pal"'leai na accAo. que reproduz .ob as lotau-
la casa dentro a ro la da forluna girando, sim siran- : *' """'or numero llenes incideules parlirala-
doNohre Iros b I. b! O infeliz arranca os cabellos, rH' c '"''mmenle connexos ; anda quando a forcj
fcra da indispeiisavel necessi-. pula romo a mais faminla pii(t;a, e para logo um ,,,v"1''va da iniagioa{ao Iba facilite o apresantarsca
peusamenln paira sobre sua caiieca. n mesmo que Pc*1ineulo doiiiiuanle arompauhado da mamr som-
acode aos ptlotiqueiron, qoan io nos querem illu l.r ,na ,le peinrmanlos pardaes e accetorios de Baan
falsili.-ar uu viciar os bilheles por u peusamenio l-rillc'Pal ; cumpre-lbe de tal mane.ra liga-loa um
pensado foi a taboa de oa salvarlo, porque o am-'*"" "u,roe- encorpora-los e sugeila-los a um lote
bicioso na i upporta um revez do impone de r-al. I ro"1P'"'0 e uniforme, que nAo desapparera nunca a
Os bilheles forom viciados de tal forma, que um ".'"''"'' do Poema ou d'acrao que elle Irado/, uem
rautelisla nniolia a pilla ; quem os leven foi um i''" P"uco *et diflerenlri incidentes possim apre-
prelo, porem como niAi' esl opertum, iiuod non re-' s""l!lr-,e romo oulras tantas arres separadas c dis-
Inicias.
oulros, com evidente pongo da l.berdade do cida-
d.lo. a qual, segundo a doulriua do arl. !., tepousa
ua harmona e equililnio deam poderes.
Ora, nao sendo conslilucioiul scmio aquillo que
r f ......- ---------- .---- ..... ----- -..... v'>,,i,,,, iim,i -eii,o' ,ui1.1.lo (lile
do actual podem dar-se abusos em nioilo mais larga I a conslilui^Ao eslaheleceu como tal, nAo havendo
escala do qoe se pasar a lei que se disrule.
He verdade que o governo poderia iiomcar de pre-
ferencia para cmbaiqoes e rnmma
que quizesse habilitar para promover com preieri-1 politice, nem delineando o limite eslabeecidn',i| leceu e que den em nada sim oimTlhoi".
j aa a. ----- ------- ----- ----- i a ~ r-------..-.-.. >..>> k a uiri 'rusts lliv't H''H /[
e itiscule. | lunile de atlnbuicoes consliliiciouaes sei.Au o mar- a Halar, suube o caulclisla da eslralesia conhece
a iiomear de pre-. calo nesse mesmo cdigo, c nao contrariando a idea I negro, pega o negro, o negro de.rni.ro, e o Deve m\
an ios o. ofliciaes ( do projeclo nenliuma das atiribmcOei dos poderes i U lornou-se canhecido ; dizem aue ludo islo acn-
;tt* /mnt nroioei Un :' ,,_ n^,i ri_l.___i. I- .. a. t I __. .* u"
Por nllimo recommendo a Vmcs.. que me jnfor- i ZiJSS!: n 'Se '"""'"a' nil"l,lro'
tm a cerca dos... divos r.or,,,, .,: ;,", ''nand os offldaee para commandos e embar-
i.i.vos porquese interromperam qoe,- prprcio,.a-ll,es os mei.
efeudo eonsell.u.-IM!,nou-se a rts .,,, U(,,
inem a cerca dos m divos porque
". trabadlos do
Sif-.
Portarte.- .w.sao lo, dr coul ...nidatlr con. a nro-
pusla do ciiefe de policia para o lugar vago de ler-
eeiro snpplcnle 'lo subdelegado do segundo disllicto
da i.e:ii. zia.,1 Maranguape o primeiro tnpplente
do mesmo Jll.delegado i'rancisco Ruliuo de Araujo
Cavalcauli, e nnmeai. :u para o cargo de pnmeiro
supplente ao cidadAo Coime Joaquim da ronseca
do terem promov-
mear para essas com-
as halulilacoe. exigida para a
que o (trazo de tlurncAodas commissoes, para facili-
tar a lodos os ofliciaes o djrello a embarques e com-
mandos.
A argumenlacao do nolire senador parece ser de-
diizula da idea de que hAo de haver promocoes lo-
dos os annos : mas esle projeclo nAo pode dar en
conslituirao.
Nlo baila porem islo : a idea do projeclo nao
alara tambeni disposicAo alguma da con.lilui-
i;Ao, das que pudein ser aderadas por lei ordi-
naria,
() arl. 107 delerminou, que liouvesse as cida les
resudado a creifAo de mais vagas no quadro da r- i e villas enlAo existentes e as que depois se ereat-
mada, do que se din pelo juana aclual ; e mudos ; *"n, cmaras, as qaaet competa o seu governo cco-
olliciaes n?o so se conservariam nos seus postas o | nomieo e municipnl.
lempo mnimo marcado na lei, como o Iriplo on No arl. Ilis apenas se declarou que esla
qoadruplo. embira hbil.lados para seren pro-
movidos, em consequencia de nao exisliiem vagas.
Falln o nobre senadui na difliculdade de aqui-
latar o merecimenln dos ofliciaes, para a eaeollia,
em acto de prninoc/m.
com..andante superior da guarda na-
cional da (ioiaiina, declarando que para se fazer ef-
Icclua a penas Imposta pelo decreto n. jj, de ti | GatvXo
de abril de IH.-1, ofliciaes da guarda nacional, i Dila-Nomeand na mesma conformidade para o
* rio se apr,-srntare.n fardados, cumpre que S. S. |UIar vago de lerreiro supplenle do subdelegado da
freguezia da Boa-Visla, ao lenle Jos A mi i de
avie urna ridacao dus cidadaos que sendo nomcado
"fli iaes dos carpos da mesma guarda nacional, nAo
liraram patentes uem se apresentarain fardados, de-
clarando circ'ii.islaur.iadamenlese ja se acliam lindos
os prazos de que tratam o. arligos 20 to cilado de-
creto e 77 do .le n. 722 de 25 de oulubro de 1850,
< bem asaim se em favor de algum uu alguns dos rc-
feridoscidailos occorreran. circumstanc.ai allei.di-
teis felas quaes merecam elles que se Ihes proro-
uuem Iaes prazus.
l)Ho.Ao eominandantc superior da guarda na-
i.onal do Bomlo. dizendo licar inteirado dse ler
reun lo no da 10 de agosto ultimo o conselho mu-
nicipal do rev i-la da mesma guarda nacional.
DiloAo coimoaudanlc superior da guarda nacio-
nal da comarca do Brejo, auloriando-o a desusar
do li.illli.io n. :!5 de infamara da guarda nacional
daquelie municipio, o capillo Flix Cavalcanli de
Albnquerqoe, mandando passar-lhe a guia de que
Irata o tlerreto a. 1130 de 12 de marco de 185:1, vis-
to estar e-le oflie.al resitiudo em Cimbres.
HiloAi ci.mmaiidanle do presidio de Fernando,
lemeltenilti as relaces dos gneros e mai objuclos
que varios euineairolantes embarcaram no brigue
nacional u Bom J-sus, u rom destino de seren expos-
tos a venda uaqurlle pre-idio, c inteiraudn-o de qoe
an coda una das tilla, relaeoes vai declarado oraaior
nleresse que se nadar tirar de scmelbanle ne-
gocio.
Souia Magalbes. Commi.iiicou-se ludo ao chefe
de polica.
DitaAo agente da compauhi.i das barcas de va-
por, recommendando a expediclo de suasordens pa-
ra que no vapor que se espera do norte, sejao trans-
portados por conla do governo para a provincia das
Alagoas, o desertor do 8 batelblo de Innalaria Ma-
noel Francisco de Jess, e para a corle o di bala-
IhAo 12 da mesma arma, Josc Soare*, sua inull.er e
nina lidia menor, ficandi. sem elleilo as portaras que
a semelhanle r^speiln se expediram em 12 a V.l do
crreme. Igual acerca do desertor do I batallode
arlilbaria a p Manoel l'ideliz de Araujo, que segu
para a corte. l'arlicipou-se ludo ao cominaudanle
das armas.
COMMANDO DAS ARMAS.
Qaartel general do commando daa armas de
clw, en
, em 2g de
Pemambaco, tu cidade do Re
setembro de 185fi.
ORDEM 1)0 DIA X. Mi.
0 marechal de campo commandanlc das armas
declara para conhecimenln da gaarnicfio e lio-con-
venienles,que o Sr. tenenle tle civallariadn corpo da
suarmcao lixa da Babia.Jos Joaquim Coelho Jnior
que por aviso do ministerio da guerra de 24 de ju-
dio ultimo, foi mandado servir n'esla provincia como
Di o-\o iiHperlorda Uieaoaraiia provincial, para ennviesse ao servico, Tez hontem a a. anreMotarJo
mandar pagar a Jlo t.hrisoslomo Ferre.n. dos San-, no quarlel general, e n'esla data paP;, a tercer 'as
los a quanl.a de8,3'00rs.. em que, segundo a conla funec-, do emprego de ajudanle de ordena de nes-
qoereanetteem dnplIcaU Imnortem :l;l evado, e l soa do messno niareclial. que ha por desmiente o
le panno verde comprados para fon,, da. mesas d. so Sr. latanle da roinpanhia lita de cavailaria Fran-
retara da piesidencia, licimlo sem elleilo a orde.n
que se dirigi a Smc. para mandar indeinnisar a ihe-
"ouiana de fazo.la ta impnrlancia do referidu pan-
no. Cominur.icou-se ao direclor l\o arsenal de
guerra.
DiloAo mesmo. ienlio prsenle o ollicio de l!l
crranle, an que Vmc. observa : I. que na lei do
oie linelo cente esl consignada a verba de
2:8009000 rs., para intento e curativo dos presos po-
bre-, qu.md.i devera ser !:01)0eO0O rs. ; 2." que a
nllima lei ta codcc.'tn impresa du anuu pastado he
"te it. :I7< c que a primeira da desle auno he de n.
^'T'.'. dente provm ama dlllerenca de sele leis que
\ me. suppii n" exi-liieu..|
No aoUwgrapba apre-enlado pela assembla a
-inerao da presidencia se acha escripia a verba de
iSOO^MK) rs.. be claro pois que houve um engao
de edaccao. comprimi quo Vmc, indique o meio !
que Ihe parecer mais prapria para remedia-lu.
cisco lleuriques de Nuronha de semelhaute exerci-
cio, declarando que seos serviros 'alislizeram. I)e-
leriuina que aos corpos do exercilo aqu exislenles.
a guarda nacional destacada a as tempnalas litas
se passe reviste de moslra na manhla do dia 1 de
oulubro prximo vindouro pela orde.n seguinle. A
corapanhlade arlilices as li lluras da manilla.o ba-
lalhao da suarda nacional aquarlelida as ( lr> o
balalliAo 10. as 7 l|i. o halalliAo 2. as S, o balalhSo
!l. lodos de infanlaria a. 8 l|2, a companhia lix.i de
cavailaria as !l l|l e analmente a. 10 ao balalhAu
de arlilbaria na cidade de Olinda.
lote. Joaquim Coelho.
:mi
ORDEM DO DIA N. ido
O marechal de campo commandante das armas de-
clara para os lins convenienles, que. honlem man-
dou addir a companhia lixa de cavailaria desla guar-
l.liianlo porem a ultima parle do seu ollicio, devo ".'ao o Sr. lenle da mesma armado corpo da nnar-
.leel.nar-lhe que neiihum equivoco -e deu na nume- nt libada provincia da Baha Jota Joaquim Coc-
r.aflo da legislaeilu piovinrial; promulgada esle an- i Iho Jnior, que serve na qoalidade de seu ajudanle
j9kymrjsk.*M?jmk rr.- ;
POR TllEOPIIII 0 G.VUTI1.P,.
MI
I luanle o lisseete do bosque d llolonha a ra do
Renard, Octavio da Saville disse a Mr. Cherl.on-
nean :
Mea chato doulor, van stlbmeller oulra ve/ sua
-.icncia a jrot a : h precis. remlegrar Beatas almas
cada nina a -en domicilio habitual. N'Ao Ihe ha de
, t musa dilcil : espero que o senliur conde Lauins-
l,i ii.'o dio conservar rencor por l-la fcilo trocar
uu. ,iai't"''" Por orna choupana, e ler alojado algu-
inas horas *"> nennnnli a e brilbanle na miiilui po-
bre ligura. teinats, vosm lenhoria possne umpider
que nAo (eme ttt "''urna vin^auca.
Deiinis de fazer u|n lignal de acqnieaceiicia, o
louior Balthazai t...arJ"""1'-'HU 'njwndaa :
- A o|ierae..n .e... mu.''" '"*'s lar.l siesta vez quo
M oulra ; os iinpe: cepillis laiuenlos que prendem
.i alma ao eorp lora... iiui-lua.'l.is .'."ccnlcnicnl.. nos
sei.i.ii.i,, nao liveram atada icoi|." de raator-sc, e
o..,, vonlade nao farao oobstecuKV que a*)<*f}f ao
inagio'iis.iilor a resistencia insUnelrva da nagnelisa-
do. I) s-'iili ir con le nerdoara sen. ilon.'a a um te-
dio sabio, come eu, nAo ter podido resisi.T ao pra-
eersle praticaruma esperenela, qual nao se acha
malina que se nreatem ; lente mais porque es*a len-
laliva sniin-ir.f servia da confirmar nina virloile que
lava a delira le/a al adevinhaelo, e o Iriui.ipho
hu circu...Inicias, ua. qu.es qualquer oulra l.-ria
-ai-r.imhido. Voscm eseellearias considerarlo rotlo
uu. soiibo esla Iransfoin.ae.o passuge.ta. e lalvz
....o Ibes peora ler experimentado a ssi.s.ii,, cvir.i-
oidiuaiia, qi.M l,em pnareni b-unens le... ru.il.ei-olo,
i .ir lo. tinbllndo loas i'crpos. .v melampe^eose iin
i"- doulriua nova ; masanles de transmigrar para oo-
Vida Diaria n. i i"
misioee, pnva-o
-'* promoclo.
Esta acbitrio poda dar em resalte la promoclo
dos msis modei nos, com preteridlo dos mais anlijos
e a oulros abusos; era porliulo mcll.or declarar lo-
go que. pata a promocao, nunca se lera' em vista a
antisuidade, e to smente sera' feila por meieci-
meiilo ou esrolha.
Observa mais que a nona marinha ha lio limi-
tada, que nao pode dar commandos a ludes os ofli-
ciaes que, pelo projeclo, nao poderao ser promovi-
dos .em contar cerlo lempo de rommando.
lia no quadro da armada 120 ofliciaes superiores,
que (icario sem direilo a promogao, se deiiarem
de ler rommamlado por cerlo prazo ; e como so
lemos cerca de '|0 navio, armados, nao labe romo
proceda o ministro para oo privar a es-es ofliciaes
das babililart.es exigidas para que possam ser pro-
movidos.
NAo sabe lambem porque razAo em cerlos poslos
se exige mais lempo de commando para a promo-
clo do que em nulros nem porque sendo prohibido
uo exercilo preencher-se o posto de marechal do
exercilo, nAo se ha de vedar na armada que seja
prvido o poslode almirante.
Sabe perfe.lamenle qoe alsumas das ideas do
projeclo eslao tle accordo cotn opinif.es jjue o ora-
dor emillio no relalorio que apresenluo como mi-
uislro desla reparticao : mas lie preciso que se al-
lende qoe. com quanlo ollerere essas ideas, nAo
foi para inflar pelaadapcfjo de urna lei de pro-
morf.es, mas, romo que simple.mente, para sujeila-
las ao e-lulo das pessnas compcleulcs e a ronside-
racao da assembla geral. E quando posteriormen-
le propoz um projeclo sobre esla materia, pedio lo-
go qOe fosse a respectiva com-nisslo, lio cerlo he
que nao linha loda a conlianca na sua eflicacia.
A nossa marinha nlo-vopall.isa como o syslema
de promocoes por esculla, parece querer aales pre-
ferir a idea de anliguidade rigorosa. Dorador nAo
julga que se deva ja acabar rom esle piecon-
ceilo.
lie diflicil dar regras para conl.ecer-se bem do
merecimento dos ofliciaes e convm nao e-qoecer
que o exercilo nAo inellioroo com a uova le. de pro-
mocoes, nem esla' sali.feilo com ella, anles sAo
moilas as queixas a que (em dado lugar. Enlre-
lanlo no exercilo nao se dilo as menas! dilliculdades
que exislem na armada para a adopcao do syslema
do projeclo, porqoe nu exercilo he impossivel ao go-
verno deixar de ler empregados lodos os ofliciaes
que lem direilo a serem promovidos ; o que rio
acontece na marinha, como ja moslrou.
Acredila que a execuciu desle sv.lema ha de Ira-
zer deolro em pouco a convicclo de qoe nao apro-
veiln, anles he prejudicial o servido : e pensa que
seria prudente aguardar o resultado de Indas as
importantes reformas que o governo esla' aotorisado
a fazer no ministerio da marinha.
Pondera mais qoe o svslerjia de promocao esla'
libado ao quadro da armada ; e qoe anda se nao
a-senlt.u se ronvom conservar lodos os poslos que
temos ou reduzi-los.
Os segundos e primeiros lenles fazem o mesmo
servico, e nao se pude dar rallo da -lifTerenra de
.. cmaras
eriam elecnvas c composlas do numero de verea-
doresqne se delerminasse. A' visla deslos arligos,
he claro, que a consliluiclo nan eslaheleceu as bases
da organillo mnoicipal, uem quaes uas allribui-
?1 as pelo i rojeclo .ligninas-] efles, ruidado que entretanto leve, quando traten
de lodos os poderes policos. E nAo se pense qoe
be islo urna omisslo da couslilai^o : o arl. |ii;i,
que he a chave de lo.lo o rgimen municipal, esla-
heleceu. que n exercicio das funeces municipaes, a
formaclo das respeclivas postaras policiaca, a appli-
caelu das rendas e todas a. sius parlirul.re ailri-
buiees, seriam decreladas em lei regulamentar.
He lado islo eonrlue o orador, que a canuta eU
na pleno exercicio de n. fuicrs rniislitaeioiiae.
orcinitentlo as caaras municipaes, definlndo a for-
Hospital de carid,id-
enles.
2973.
-28 de selembro71 te-
Ati amauhaa.
CMARA MLXiCIPAl.DO RECtFE.
!.' SESSAO'ORDINARIA DE Ib DESETE.MBRO
DE I85(.
Presidencia do Sr. liaran de Capilianbe.
Prsenles os Sr. Vianna, Franca. Olivrira, e
ameiro, rallando sem cansa participada os mais se- i descreve-los de modo qoe toas cireomslanei
Vista vai incluido iodo a mleresse e dignilade
do drama, e pode-se dizer que lode a vz qoe aa
eoiireprao e na organi-a^ao de um Irabalho desle
llenero se lila preenrherem etas condiee-. reque-
ridas pela r.izao e pela propria crilica plulosopbica
a con.posicAo lera de reseiilir-se dos roaiores defei-
li.s. e traquear, por cerlo, na sua mesma base.
.loando assim nos exprimimos, nAo he nn-w pro-
posito referir-nos nicamente aquellas arces, que
leem urna exi.lencia real propriametilc d"ua, p.. -
sabemos e sorooi o primeiro a reronhecer que mol-
las vezes sao Irazidas scena composirots dramtica,
representativas d'nm fado ou acr.Ao puraiuenle ide-
al, romo slo a ma.or parle dos dramas denominadas
muiaiiil/ioso, fructo exclusivo da creac.io fanla-li-
ca, da faculdade imaginativa.
Mas anda n'esses ei.os, orna vez qoe se -opi ,
-- aconlecimentos reaes, he misler desenha-los e
bases se dan |.ara essa escolha, e serlo mt'lhor des-
envolvidas no respectivo reonlaroento. F; mesmo
das olervaces feilas pelo nobre senador hia, que o nico expediente a adaptar era lomar pa-
ra a promoclo lio smenle a anliguidade absoluta,
o que nAo he a Imissivel, nem o nobre senador pode
querer.
Seo principio de anligoidade absolola preva'cers-
sc, seria um golpe .norial pan a nossa armad... por-
que acabara rom a Amuleco e eliniul., do inore-
c.u.fiiio : e i.uio islo he reeonheelda pela nona
propria marinha, que o projeclo M elabrra.!.. de
accordo con. a opiniAo de muitos olliciaajesui ": lo-
res da arinada, que nenliuma iinpugofJra ofl. r.ec-
raiu a esla idea.
Nos Esiados-I. nidos mesmo, ha o direilo de eseo- nslar -,ses '"lereesee eomprehendldos no projeclo,
Iba ; lem cahido em desusa, he verdade. mas lotos e como represeiilaule do povo au poda colloea-los
li alguna conveniencia de .o-in em vi- mcll.or do que sol. os auspicios dos representantes
do povo.
nhore., ahrio-se a ses-Ao foi lid i e approvada a acia
da 'i.lecedenle.
Fu. lido o seguinle :
EXPEDIENTE.
1 m ollicio do snlic.lador responden.lo ao que ihe
fui dirigido no dia |."i do crrenle, acerca da queslao
do I! i.oli i Al ves de Miranda Varejlo, o te embargo
lilo na obra da eslra i.i do ccmile.io p?|o herdei-
ros de Manoel l.uiz la Veiga.On^ fosse remelli le
a' commissao .le polica com o do advocado suhre o
ii.'.uioubjeeio.para emilllr o .eu parecer a' raspeilo.
l'nia pelirilo .la Mesquila v\ Dalra. vinda da pre-
icia da niovtncia, loform.da pelo segundo le-
gor. Na. mais nacoes que leem boa marinha de
rnerra, como a Inglaterra, Franca, Dinamarca,
Molienda, ele, o syslema observado para as pro.
macoca (em por base a e-colha e o mereciineuio, co-
mo o projeclo que se discute.
Tendo assim justificlo o projeclo em geral, rei
serva-se para em nutra sessAo re'spondei a oulras
objeeres oflerecidas pelo nobre senador.
A I hora e 20 minulos nao haveudo casa, lica
adiada a dlseusrto.
0 Sr. pre-idenle di para ordem do dia: ronlinua-
t1o da discussao adiada o mais malerias dadas;
acrescendo primeira discussAo da emenda a resolu-
to que aulorisa o governo a mandar matricular al-
guns alumnos das escolas maiores do impeli, c da
resolucSo sobre o lugar de auditor de guerra da pro-
vincia de S. Pedro.
I.evanla-se a essAo.
ma e o lumia de s(u governo e marcindo-lhes a. oe,|te encarregado da meilc.aa de Irrense do ntari-
respectivas .- iiribuieoe. : ''''. peloioapeclor da Ihesoorari i i fazenda, re-
Assim, depois ainda de nimias onlrae Consldna- 10*ren'10 pelicionarioa o aforamento do mes.no
cfiei, termina declarando eaiar convencida, da qne I '"reno, qoe lambem requereu Braz Antonio da Co-
pugn.i pelos inlcresses da nacao, que Ihe parecen. "'|;I e All.uqucrque.silo na ra do Brom, 0alegando
preferencia por lereni beneliciado, e licar prximo
a sea fundirlo.Oue se informaste a' S. Exc qoe
nada maN ilnha a ornara a aerascealar a* .na in-
formadlo de 27 de ajusto prximo li:.do, concernen-
A discussao lica adiada.
Segunda parle du nrdem do dia.
Seinodi diseasia dos arligos idditivos aoorca-
menlo.
O Si: Correa das Aeres ora suslenlando dous ar-
ligos additivos, que augmenlam os veewimenloa de
cerlus empregados ecclesiaslicns ; faz a defeza do
Fica
essao.
a sossao adiada pela hora e levanla-se a
le a prelencao do dilo Rraz,pelo que caba o S. Exc.
esolver sobre o d:reilo de [ -, laclo.
1 ir.uu approvados ;l pareceres da commissao de
ed.licacAo : o primeiro diada que se devia infor-
mar ao Exm. presidente da provincia que o lerrno
requerido por aforainei.lo por Jos Dias da Silva, na
praia de Sania Rila, rio Ihe pode ser roncnlido,
esl
CAMAi.A DOS SUS. DEPUTADOS.
SIOSSAO EM tl DE .HLIIO DE l.Ui.
Preienadn Sr. titcondtde lluependy.
Aberla a se I, n Sr. secrelario leu o legainle expediente :
Lm oflicio do presidente da provincia do Espirito,
Sanio Dr. .lose Mauricio Fernandes l'ereira de Berros,
remoliendo un. exemplar do r-laimio com qu.; abri
a ultima seisAo. da a-.eml.loa provincial da mes-
ma provincia, e oulro do relalorio com que o lee-
presidenta Ihe enlregou a adminisIracAo.Ao ar-
chvo.
I'ma repreienlacao da Associarln Nacional dos
Aili-tas Brasileiros, pedinda isencAo do Irabalho for-
(ade nos domingos edias sanlilic.-.ds.A' commis-
sao de cmaras municipaes.
I'ma policio da irmandada da Sania Can da Mi-
nowo clero, pedindo para elle a inslrucclo que Ihe ',or e,Ur reservado para servenlia publica ; o scsnn
falla, e Irrmina com algum.is observares sobre co- '!" "i1" *e PPonte a que sejam coucedides a Jos
loni.arlo. Soares Piulo Correa Manoel.Coelho'Onlra e Dr. l.uiz
evanla-se
PAGINA AVULSA
Honlem s II horas e um quarloda niaiih.a. o
Sr. Dr. Carotino, leudo por ajudanteo Sr. Dr. Ro-
zendo, ampulou o meml.ro genual de nm erioulo,
escravo rio Sr. acadmico Julio Aceloly de llri-
lo ; he e-le inaila vez o resultado de um cancro
venreo desprezado por muilo lempo.
Xas Cinro-I'onlas ha um Sr., que lomou por
goslo on ilevocAo insudar mais ou menos quem Ihe
de CorvaDlo I'aes de Andrade, oslerreuosde marinha
que reqoereram ao Ex.n. prcsiJenle da prov.uria,
na prai.i de Sania Rita, com tanto que se faca ahs-
IrajAo da que Ma eservado para servenlia "publica
no fundo da igreja de Sania Rila, e se deive o que
for necessano para a conlinuacao da roa do Nngueira;
o lerceiro dizendo, que para poder a oo.i.m.-sao dar
seu parecer sobre aprclenclo de Uinoel Eleulerin do
llego Barros, era preciso que se pediss ao Exm.
presidente da provincia se digne de resolver sobre
a planta da freguezia dos Afogados, que r..i submtt-
lida a sua approvacfio.
Fi/.eram-se o prrg-s na segunda praca para ar-
remalaio das rendas manicipaes e nlo houve lici-
tanlcs.
A commissao incumbida de examinar as obras qne
se eslo fazendo no cemilerio, declarou que achou-
as ccnslruidas com solidez e economia, leudo sido
.'ellas empregados os malcriact que licaram de ou-
irapsrtalanto.faxnaeemsna.qae no domingo rio vai Deepaebaram-ea aa pellcoea de Antonio Joc da
a mista, e -e Smc for airea de quem diz que o poli, aosa, delDonrlngos Rodrigues de Andrade -r ca de S.iJose he indolenle. esbarra-se. pnrque, de- Honorato Joseph de Oliveira Figueiredo, de JoAo
n ,. i S"' PT v"l,,nsil?" P ai1- ""*' le,1nbr;,r ''aqnelle anncxim popular, calado |.,i de l.euios Jnior c oulros, d.reclores da rom-
2Zi ,e 25 ,U vlor lle ",:001^*' le,n s"" l,ora : l""-">nio corr.ja-.ee ni,, provoque a paiii.i. Pernambncana, de Joaquim jori de Sean
nZrt^VT^'- tas .I"- sem o ollender lr-,,s,l- por sua casa. I.ima. de Jos Ignacio Soares de llacedo. de Joao
0 porluguez Domingos Franeitco da Silva pede Na mesma ra l.a un. peixc que Ihe chamara...! ValenUm Viltela, de Manoel Joaqun, c.rneiro l.eal.
para naluralisar-se.A "nao nos lembramos que lem posto o sen maior I e lvanlou-se a sess.lo.
dispensa de dous
cuidado en ad.nneular a visn.hanca com agodii- | Eu Manuel Ferreira Accioli, secrelario
a escrevi.
commissao de consliluirao.
V Assodacao Nacional dos ArtislM rerlamajpe- mol grita, aos quaes Ihe chama-canl,g,s-e que -Sarao <> Capibaribe. presidente.I ianna-'ia-
ame a cmara muir a ilt.-aal inlracclo do arl. 7. cantigas:.. Inlaoera hlho de Nepluno a da S^- [meiro.Ottctiro.Franca.
si. e 2. do cdigo criminal, pralirada peh. juiz mu- lacia. Servia da corneta a Neplano, serviudo-se i
nieinal da lerceira vara crime tiesta corte, que con- para es.e lin. de um bniio nu de urna concha em '
forma de Iromhela. Era h niie.Ti e peile, ma. como ; HEPARTItJAO DA FOtalCIA.
mem e corneta na perlurbava lano o reponso dos Setrelaria da policia de roruamhi.ro :0 de sc-
Ira exislenria, as almas bebem a Uea do esqueci-
menlo, e lodos nAo podem como Pvlhagoras lem-
brar-ee de ler assi-lido guerra de trova.
O beneficio de reslal.elecer me l minha indi-
viilualidade, diste o conde poli lamente, equivale ao
1 desagrado de ler sido desapossado dalla ; digo islo
Isemnenbnroa inlcncao ma conlra osinl.or Octavia
: de Saville, qne anda ana, e que voadixardeser.
Oclaviu surrio com os labios do conde i.abinsk a|
esla phrase qoe Ihe chegava alravez de um envollo- |
na aslranlio, e o silencio eslabelecia-se cnlre es.es
; Ires perssmagana. os quaes sua siluaelo anormal lor-
nava dillicil toda a conversacAo.
O pobre Oclavio cuiiava na sua esneranra perdi-
da, e seus pen.amenlos de cerlo nAo eram' alegres.
Uem como lodos os amantes despresado', pergiinla-
va a si mesmo, porqoe nlo era amado, como se ao
amor se pndesse altribuir urna ratSe. Po.cm reco
nhecia-se vencido, e senlia de novo quebrada a mo-
a da vida que (ma retida um inslanle p-lo doulor
l.herhonueau. Octavio nao desej iva affligir a mAi
rom o seu suicidio, e prorurava um lugar onde fos-
seconsumido am silencio pelo na petar desconhe-
c.do sol. o iiomc sc.enlif.cn de una branda doenra.
Je liveasesido pintor, pools, msico (eria crislali-'a-
du sua dur em obras primorosas, c Pratcovia vesiida
de l.raiico. rorada ,le cslrellas, semell.anle a Bea-
Iri/ de Dante, tena pairado sobre sua nspiraclo,
como anjo luminoso ; mas disemos no comeen des-
la historia, qoe romqnanla fos.e ....ruido e dijllnc- j
lo, Octavia nao era um dos espirites escolhidos que I
ileivj.n nesie mundo -ligios de -ua paseacem. Al-
ma nbscoramtnle sublime stmenie -.ale... amare
moirer.
A carraagem entran no palco do velba palacio da
rtfs do Regar.I. onde a relia eres- ia ,. vnntede, dei-
von.io siimenlo ama vereda para passageiu dotvi-
.iiador. s e onde ... paredes cimentas da. comtme-
ees lauca>ain sombias iri-les romo as que caliem
das arcadas ..'." um clau-lro : o silencio e a immoln-
lidade vicinvam sobre o lumiar, romo doas estelaos
invisiveis, para p.-.lo'-'erem a lued.laclo do sabio.
Octavio e o coiit,* desearan, e o douiot nltoa do
estribe rom ma.. liseireta do que era de espetar de
sua idade, -en. apniai -se su braco que Iba1 nileie-
ria o paaem cotn a poli.le/ que alleeiaii. os rrlado*
das cai.-.s ora.ule. pata con. as pclsoas Iracas ou
ido-a-,
!.ug> que -e fecbarain s- porte., nial e Octavia
senlir.nm-se envollo pela quenle almospl.cra que
lemhrava ao doulor a da India, onde elle poda -l-
mente respirar a goslo ; mas que suflocava quasi as
pesoas qne nao linham estado como elle exposlas ao
s d doi trpicos. As encamreles de Wi-I.iia apre-
seiilavam-se ainda em seus qusdros man extrava-
gantes de dia, que i claridade das luze<.
0 doulor Ballhazar Cherbonneau comluzio os dous
liomeiiss sala, em que fura reda a primeira trans-
formacilo, fez g>rar o disco de vidro da machina
eleclrica, agilou as ha-leas^de ferro'do graiftte vaso
de cobre, abri as boceas do calor de maiieira que
elevasse rpidamente a temperatura, leu duas uu
tres linhai em papiros lioaatigof, que asseinelha-
vam-se a cascas de amores prestes a deslazer-se cm
po, e depois de algunb minulos disse e Octavio e ao
coudo :
Eslou s snas orden., senhores, querem que
comeremos".'
rniregava-se Iaes prepara-
cabera do conde relenles in-
demnnu o proprielario da lypographia GnaaMIOO-
reme.A' commissAo de juslica criminal.
O Sr. tlepuladn Antonio Carlos de Alenla e ,\[-
buquerque rommunica, que se relira para sua pro-
vincia ln' i! ...
Os depuladus l'ereira Jorge e l'adua Planrj par-
lieipara, que nlo podem comparecer s ses.-es por
doentes.
Primeira parle da ordem do dia.
I'.issa para a segn la discus.ao a projecto n. 61
graduarlo. Os capilAes-lenenles fazem lambem o que aulorisa o governo a trocar as nota do extineto
Emquanlo o doulo
livos, p.ssavam pelo
quietadoras.
( blando cu esl
minha alma esle red
qne bem poderia ser
ha ao meu corpo, on
ver adormecido, que lar de
ceim enm figura de macaco,
. diabo em peana Re-lilui-la-
a levar com-igo para o infer-
no .' Esaa (roca que (em de resiahelecer-me na pos-
se de minha forma sir novo loco, algu.na comhina-
rlo machiavelica. cu|o lim me escapa t Enttetanlo,
minha posirao nao pode teraar-ee prior. Octavie
p.i-.ue meu corpo. i como elle disse, -e eu n recla-
m i-e dehaixo de m uha boina aclual seria lulo por
deudo. Se elle quizeue livrar-se de mu... baalava-
l!ie impedir a pona da npada ; eo eslava desarma-
do, li sua merco ; as lorinali.lados do duello rstavam
prceuebidet, e ludo e paasara segundo o cosame.
Ei-a pensemos eai Praeeovla, e deive.no-nos de
(error infantil Teidnos o nico meio que me res-
la de recobra-la !
E lom.iu como Octavio a haslta de ferro que Ihe
apresenlava o doulor llallhaxar Cherbonneaa.
Fulminados pelos cuuduciores de melal carrega-
di>. de lltiidu ii.auietico, o. don. h.uiieus cahiram
em lar. profundo aniqnlamem, quo p.iecena a
mol., a lodnsna qne au rHtivssxem prevenidos, ii
tloiiiui fea gestos., eiecolnn os rito*, pronunriou as
avilabas rnmo da primeira t.-/, e po.ico depuis ap-
[ parecern) duas renlell.as aeinia lie Octavio e do
i conde rom iremor luminosa : doulor recoudatie ii
sua primeira habitarlo a alma do conde Olaf l.a-
binski, a qual seguio rapid.meuie o geslo do mag-
nclisador.
Enlrelanlo a alna de Octavio afaslava-se (enl-
menle do corpo de Ola!, e cm vez de vollar para o
sen elevava-se com prazer de ver-.e livre da pri-3n.
O doulor leve piedade dessa l'svchr que voave, p
pergunloa a si mesmo, se era beneficio faz-la lor-
nar a esle valle de miseiia. Durante esse minlo de
l.i'ilac,lo, a alma conlini.ava a subir. I.cinhrando-se
de seo papel, .Mr. Cheri minean repeli com o ac-
cenlo mais imperioso o irresislivcl monosyllabn, c
fez um gesto decisivo ; ma a alma, que achiva-se
i fora do circulo de allrarrlo alravessou a vidrara
superior da janella, e desapparereu.
O doulor cessou de fazer e-tercos, que sabia sercm
superlltius, e ditperloa o cuide, o qual vendo-se a
um e-pclho com sua. reicoes habiluaes sollou um
grio de alesna, laneoa un. odiar sobie n corpo alu-
da immevel de Octavio como para cerlflear-te de
que eslava definitivamente livre desse envoltorio, e
sabio logo depois de saudar com a mSo a .Mr. !'.,,-
Ihazar Cherbonneau.
Algans segundos depois onvio-sc rodar uira cir-
roagem, e o doulcr licou losinho dianle do cadver
de Oclavio de S.ivillp.
Pela tromba de tiaiiesa exelamnn o discpu-
lo do brahmane de Elepbanu, man foi o resallado
da tentativa ; ibii a parla da Balla, o pass.no fu-
gio, e ci-lo j i f.ira da esphera desle mundo, i., Ion-
ge que nem o 'annva.i Brahuia laignm poderia al-
canra-lo ; lie. con. um corpo a. mM. Ilem posto
d.ssnlto-lo en. lio furle benito corrosivo, que au
restara um alomo apreciavel, ou a/cr ilrlle e:n pou-
ras horas nma muniia de Filaran, scmelbanle as que
encerram aquellas caivas mallsadas de bierogl} piras ;
mas a jusilla comecaria dovatsss, varejaria minlia
casa, me furia soltcr loda a sorle de interrogatorios
cnfadoiihos. .
I'ma idea luminosa alravessou o eepirilo do dou-
lor : elle lomou urna peni.... e Iracou rapidaiuonle
algumas. linbos em nma folha de papel, a qual fecho.,
e u.elleu e... un... gaveta da mesa.
O papel roi.lmli.i e-las palstcis ;
i Nlo leudo p:'is nem prenles roll.iloiae., dexo
lodo- as rae..-. I.on- ao senhoi Octevio de Saville, ao
qual ronsegro tiarlieutir aiteicu, lcando alttieido
a pagar um logado de eem fatal francos o., ho.pilal
l.i ihminiro del-evllu para >. ai.imae. velhos, lali-
deoses, nlo
Dtiem que li para cerlos hairros ha um ba-
nheiro. que a ltalo de se refresoarem cerlo. men-
cehos iuevp.?rliii, vAojoger o 21. o 31, os :7, vis-
poras o fin Un, e o Sr. inspector que nAo Ihe sa-
bemos do nome' ouve., ve e calla, se qoer pnssar
lembro de Islti.
lllin. e Exm.r. l.cvo an conhetimeulo de V.
F^xc.quc das d.Ucreules parlicipaes boje rercbid.is
nesla repartirlo, consta que ?c deram as seguin-
le. oceurreucias :
! oram presos : pelo juizo municipal da primeira
vida folgada ; f...-. muilo bem, porque cerlos lugares vara, o porluguez Rozendo Alves da Silva, por se
de insperlores nao servem seoao para isenlar os i adiar pronunciado.
queridos da sorle da guarda naciqnal. I'ela tlelesacia do primeiro^dislriclo desle lermo,
gados ou doenles, a dar mil e duzenlos trancos de
renda vitalicia ao meu servo indio, c ao meu surto
inglez, e a entregar bibliotheca Mazarine o mauos-
criplo das leis de Manon. ..
Esle talamante feitn a um morlo pm um vivo
nlo he urna das cousas menos extravagantes desle
COHte inverosimil, e alias real ; mas esla sii.gular-
lade brevemente se explicar.
O doutor lo'ou o corpo de Oclavio de Saville, que
o calor ainda tilo abandonara, coutemplnu ao espe-
Iho seu semblante enrugado, como urna pede de
matroqu.m iiixu, rom ar singolarmenle desdenl.nso,
e fazendo sobre si o "eslo com que deixainot urna
casaca velba, qoando o alfaiale nos Iraz oulra nova,
murmnrnii a formula do sanuvasi llral.ma l,n"iim.
Immedialainenle o corpo do doulor Ballba/.ar
Cherbonneau cabio sobre o (apele, e o de Octavio
de Saville levanlou-se forle e li^eiro.
Oriavio-Cberbonneau licou alguns mnalos em p
dianle desse despojo de.rarnariu e lvido, o qaal nlo
sendo mais sustentado pela alma, qne pouco antes o
vivilicava. apresei.lou logo os signaes de extrema ve-
Ihice. e lomou rpidamente apparencia cadavrica,
Adeos, pobre andrajo banano com qne per-
corr durante setenta annoe as cinco parles do mun-
do lu me serviste bem, c nao le dcixo sem algum
pe/ar. Estovamos lio habituados a vivar ionios !
M s rom este inven envoltorio, que minba scieu-
nu lomara brevemente robusto, poderei eslndar,
Irabalhar, ler amia algumas palavras do gtande li-
vre sem qne a morte ofeehe no parasraplra mais
inleressanle iliaende : i. Basta ..
Dirigida i si me moesla orar.e. tonebre, Oelavio-
i.i.er. inneaa sabio Iranquillamcnte para li temar
posse de su., nova eiisleucia.
I) ronde Olal l.alun-ki vallara para o -cu palacio,
o mandara logo pergunlar, se a eondessa pedia re-
ccbfi lo.
Aciion-a assenlada .ubre um hinco 'lo musga na
eslua, cujas vidr.ii; i- meio Icvauladas deixavam pa-
sar un. ar 1. pido e luminoso, no meio de urna verda-
deira llore-la de plantos etotieas e Iropicaes ; ella
lis Notad., mu dus aul.uo. mais sablis e ma.. im-
u.alertaos .pie lem prodaiHiii ti ...piriluali-u... alle-
ii.i... A rondessn naogoslava dos livrosqne piulan.
.. M,l.. cora eo.e- re.i.-s e fules, e a verdad.- Har-
* .a li.e mu lano grttsseiia poi ir. rivido em um
mu.ni,, de elegan ia, de amoi e de poesa.
Ella alundonon u livro e crgoeti leulaneulc'os
MUTOI5C7
olhos para o conde. Tcmia enconlrar ainda as pu-
pillas negras do maride oolhar ardente, carregado
de pens.melos mv-leriosos. que lio penivelmenle
a linha perlurl.ado. e que parecia-lhe apprebeusAo
limen, i le. exlravaeanle | o ciliar de oulro !
Nos olhos de Olaf brilhava urna alegra serena,
um amor caslo c poro; a alma estanta que mudara
a eapresrio de suas leices, ralirra-se para sempre :
l'rascovia reroulieceu logo o seo Olaf adorado, e a
alegra corou-lhe rpidamente as faces. Posto qae
ignorasse as transformacoes feilas pelo doulor Cher-
bonneau, soa delicadeza de sensiliva presentir to-
das essas mud-jiicas sem compreheod-i.is.
Qoeliavosse, querida l'rascov ia'.' disse Olaf
apanhai.do o livro foirado de marroquim azul. Al. !
he a historia de llenrique ri'Otterdingen, he o mes-
mo volme que fui buscar-lhe em Moluler um .lia
que van linha maniteslsdo mesa o desejo de le-
lo. A' meia-Doitc elle eslava sobre soa ineznha, ao
lado .la lampada ; mas lambem Ralph licou doenle
de polmoeira.
E eu disse-lhe que nunca mais manile-iaria
em sua presenca o menor desejo. Voss he do ca-
lacler daquelie li algo l.espanhol, que regata a
amante que riookiatse para as estrellas, porque el-
le nao Ib'as poda dar.
Se lu olliasses para orna, rc-pomleu o con le,
en tentflia subirn eco para Emquanlo ouvia o marido, a eondessa repellin uns '
cabellos, qne llialinham rbido dos bandos -obre o1
rosto. Este movimenlu rer. ecorrccar a manga, e
i,-'..Srio-lhe o bello breen or...do a.. pun.* polo I
legarlo matizado do terquezas, que elli Irazia no
-ln do .ua appitric.io cm Casenas, teo fatal a Oc-I
lavio.
I loo -n-lo. dista O ron le. o.e e-iT.aou OUlr'stra
esse pobre lagarto, o qual m .le rom nma etikofada
a primeira vez que vo-t descee anjardira a pe lido
mea Msndei-o moldear enmuro, eomai com al-
gumas pedras ; porm inesii.o nu estada tle ).",. elle
Ihe pareca ainda issomlador, e -.menle no lim de
reib. lempo foi que ileci lioe a Ira/e-loan braco.
DI.! agora e-lou nileirameulo hibiluala, e he
de minbas joias a que preliro ; pnrqae reenrda-me
lima boubranca mu. chara.
s.m. Ionio, o cuido, ne -a ... .o e.ui.-
inu. qne no dia seguinle eu mandara pe'
almenle a lu ta. ...i
...i-ie olici
mesmos innidenles lidelos como o rondo do poema
s? revistam da i.i.is exarta verosimilbaiir;a. e no an-
d.uneulo da composirAo ni coas caniinhem rumo -c
ver.ladeir-s fosiem.
I anlo mu- evid'oie I," e-te piioripio quanln l.r
fu .le duvida que a iinag.nacAo do escripia em
awhsMM .iiua.;.io dramalira lic inlciramenle priva-
da de correr com loda a lihrrda.le pelos seos atjata
dominios, ja dando mais ampliltide e desenvulvi-
me.nlo aos lacios principaes, ja em usando-os e re-
presenlaitdo-os por um lado diverso quando teja
po-.iv.l e convenirme, m-mo na. arco- bislorica-,
a. finalmente, creando aovas inri danta lint-m!.,
noval rit. um.lanrias que lesjam plau-iicis, dignas de
jilcnclo e cotide-ceule. ao lim prirripal. Um tira-
na nao be urna dirimir, lie algn. rousa mais d.>
qns ...na simples Malaria : e n'elle te declara um
sueceeeo, ouoe piula um atnnlecirarnl* real, ou se
reproduz urna acclo que leve sus e-peclal cxi.lenria.
nlo se espere do narrador, fielmente adelriclo a' veroridade em ludo
e por ludo, sem poder inventar nada. Essa mista..
de ehmnisfa, ou, porvrnlura, cora mais acerle, .1.-
historiador, de mero expositor das occurrei.r.a.
na vida dos humen- e das sociedades, nAo Ihe cabe,
por que nos seus planos de iuora!iar...< publica elle
prnp.'.--se inlerrs-ar pelo elemenln d'arrao, qur |>
en. ranviinenlo, e pelo poder do rngenbo qae ptnle
lirar d'esseeleineulo as maiores e mai lelizcsvan-
Uigens.
He verdadenislo concordamos de lmm grado
que o esrriplor dramalico, ao pedir e recrlicr da
nal.irrza e da realidade a base de peosamenlo que
! rolen.le estampar sob as formas esplendidas e aire-
vidas darle, islo he, ao apossar-se do tecle nu se-
rlo que p. orura manifestar uns quadro- de sua
cumpusirAo, esla' re-lrirlameiile obrigado a segair-
Ihe a marcha, a nbservar-lhe a direerao respecliva
a esloda-lo por lo los os seus dilteienles lados e pila-
ses : ha verdadeainda cuntimosque, sem Ihe as
sislir o podrr de aderar profunda e radicalmente
faci mi aceio, cumpre Ihe apresrnla-lo cora lodos
aquellas tecessorios que realmente Ihe perlencem
e atiende-lo com (odas as cirram>lancias|.i.herrule-
e colinetas a idea capital. Mas lamlsrm he cerlo
que nao ... elle pode lanlaziar cirrumslancias, que
nAo sendo verdade.ras, parrram Iaes e conven.enle-
mente se abr.guem sob o manto da verosimillianra,
como al d'enlrc as reaes alargar, augmrnlar on mo-
dificar aquellas que a islo -e prestaren), nao haven-
do, poicm, infraccAo daqoelle emioenle principio
iheoricoa approx.marao do verdadeno.aasim a
celo com lodos os seas incidentes, necessanas, m
di.pensaveis, re.,linele existentes ou prnvave.-,
verdaderos ou verosimeis, inlirosmenle ligados en-
tre si, de inaneira que se augrete como condire*
nalaraea e aaaniaraai immedialos della : cncaaat-
nhada enm loda a re^ularidadc e I.armona de sua-
parlcs para lormar um todo, complexo, d.-linclo
(tela suiuni.lade, de lodos os oolro, e anida
mais de lodos es.es mesmos .nenenles ; assim, a
aceto enriquecida de inlercsse, de importancia e
dignidade, successivamenle su-lcnlada e menuda
desde o seu romeco ale o seu linal complemento :
crescendo sempre em terca, em moralidade, leuden
do sempre ao aperfeicoainento da natoreta e d. -
emliimes, por meio de bem dirigidas o enrgicas
descripres ; augmentando em niuviniento, era vida
ni iulere.se ; eis ..que na sua u*neralidade. e r.uie
siderado sob o aspecto crilico e da arle, coiililw-
e--i ne:, Imenle o drama.
A imaglnacao essa creadora sublime de lodas as
grandea obras, que unida a intellKeucia, lem rsleei-
dido lano a esphera das invenees humanas, c-
lam i-de nmni|..iii.i.., que derivada sem duvida.
do seio de Den., lem enebido o univerwi de lano e
lio assembrosos prodigms ; essa torja m\-leosa da
nalureza, que auxiliada e uaiada em seos leu id..-
A eondessa que loma va a adiar oolhar. o arenlo
do verdadeiro Ola!, i.\anlou--e Iranquillisa la lam-
bem por essas rirrurastsocias intimas, sorrm lh^, le-
mon Ihe o braco, e poz-se a passrar prla estufa ar-
rancando com a mlu que Ihe ficava l;vre alce ma-
dores, rujas pealas morda com os labi.H coma
\ eiius do Sclnavouc que com rosa*.
Visto que vos.e lem boje lAo boa ine'nji i...
dis-e-lhe ella Isncando a flor que curlax.i rom -ru-
deulcs de perola, deve ler recobrado o uso da lingua
materna.-, que nlo sabia hoje.
Oh! re.poudeu o conde em pnlonez, be a lui-
:ua que minha alma fallara no eco para direr-leque
le amo, se as almas conservarein no paiairo un.a
linuuagera humana.
I'ra.cnvia pas^iando inrlinou brandamenle a ca-
lera sobre o hombro de Olaf, c murmoron :
Ouerido corarlo, ei-lo como o amo. Honlem
"-' me liria nada, e eu lugi como denme-
Iraulio.
No dia segoinle-Oclavio de Saville animado pata
e-pitilo do velho dnnlor receben urna caria que ..
convtdava para assisiir as exequias e eo colern dr
'.ir. Ballbazar Cherbunneati.
O doulor reveslidu de sua nova apparencia art.m-
pinl.ou .eu andan despojj ao cemilc.o. \io-se M
ar de conipuncao bem Ii.l'i lo o discurso que se .u-
nuncion -obre su., sepoll.ua. a no qual se de,. r.iv.i
.. perda rrenoiavel que a. abasa de icr a -ciencia .
il 'poi volloa par.i a ma de haenl I a/.ire. e a-nar
tea aberiuiado I estamento qu txievataa asm
favor.
oe-- .ha Un ni- i ;.. di i ....a ion.a"
la lai le
i Honlem loi ai hado morlo no -eu ^al.u.rie -I-
Iralialltoo Di. lUlll.a/>. I.lierlwiiiwau. ciii.rs ..lo
I".la sua I.m -a leso lene, a as India-, i' do- sru >
nliecimenlos plt.l..|o.'ice.-. e peta soa- cisma man-
Ihnsas. o exentarnintK.......la corpo .!' -
.'i.....l crime. S-m du.vda Mr. < u"*'
riirabi i a exre-iva- fadiua--- .ctbontiea
em alguma experiestc*" ,,e|\ecluae-, ou peiersu
l.uirnio aulo/r- aO'tel. lnnx que um e-
lut lega lH, ,,,.|.nl.. ua raileita d ''..
,~&=' a*.....'*
i. .'.
UM
.i tGlVEL


1*0 i rt*w*Bie ouT fut. uutu ro & iss
I na* suas iiece,
Lo vis: Inda
idades, he incapaz de pralica acc,6*i
as pessoas que o conhecem pruleslam
contra vossas propoaicoe*.
Nao he de ravslleiro, Sr. Vinario, leiir por esle
modo; llevis inumir a responsabilidad* de votrai
cid ; a te n,i,> tendea eoragem pata lauto, recos
ni tempo.
Se qnuesiemos iiniar-vos, Coolar-vos-hianioi
impulsos pelea dietanies 'lo cosi e de nina illo*tra- (cilea un versaes rom o ieeilimo precetlof da 'Tilica e
ila crilica.se Irm revestido ile luila- as Mimas apra- lio gusto, di lerillinoo cun Condico inilcrliiiavel pa-
zivois e encantadora,para implaiilai u seu vulto Boa ; ra o .irania a necroaidailo .,- rpitodin.', que nao sao
iniiuumenlns gigantescos ile nina prngrcssiva rivili- j mitra cnusa inais do que essa. inesmas rirrumstan-
sarno ; a imaginarn, que se apodera com lana ef-1 eias e i nenenles diverso*, u nulos a ncro. 011 a ni es
lic'icia He lodo ajrmbol*, de todos o lypoa reprp-1 o rieunvolvimeulo natural e proertuivo deila, por
scntalivos la lingiiagem, para ilivul jar us segredul incio il"s seos especues BCCe*orto*.
de una nrigem superior e alema ; laniliem avulla SBiie-se i|iie esses episodios, pira que posMDi
as obra dramticas, lamlioin alu la/, apparecer a I verdaderamente corresponder ao mu lim, naneando I omt'historil .le uin vigrin, qiie'coiipurrai,do e pul-
sos mirarulosa influencia, desenlindose com todas a cores e atavio* proprio*, nesses ampios qua'lrcs proporciunalinenle recehemlo, em sua riintinuaco, vo fallaria de um celchre proeeaao qoe em 1852 of-
da vida que pelo tropel dos senlimenlo, c nilo raras vezes man- i soile. qoe nao haja a menor violencia em percorre- | publica o acensa, ludo diria e com niellmr fonda-
rhada pelo fatal contacto dos vicio. Por mala que I los, antea apparecaxm unirs linla escalas, pelas I ment do qoe u que livesles para vossas insiuua-
o espirito 10 reunir e combinar os maleriaes para quaes se possa correr alo ullinio desenlace ita pii- ees.
uin drama, se queira concentrar mis estrellas limi-| mcira e luiulaineulal ula. A IravaeSo intima des-I Dizeis que so a bravata* do 8r. lenle rmoiiel
les da teste, como realmente se llie matute-la por |aei episodios, 19oreeommendada pela arle, anda he Lope* vos movern) a lomar parte na elenjn. He
mais que encorporando as circumstancias a accilo
principel, os incidentes ao primeiro fado, ptdeuda
ringir-se a simples exposicao desse niesmu fado,
sem addicionar-lhe coasa alguma, ver -te-ha sem-
pre na rigorosa necessidade de pedir a imaginadlo
que Ihe abra o cofre ilis seus recorto!, e a tirar
d'alii novos molivos que sirvam paia a completa
i'vpaiisan e interesse desse mesmo drama.
Isto pelo qoe diz respeiloas composirirs dramti-
cas, coja base sseuta na realidade; poisaiuda n'esses
urna 'las clausulas iinli-pens.veis para a lina ordeni e ] ulna inexarlidan, Sr. vigario ; de lia niuilo que sa-
regularidade do drama ; se proveiilura, ella del- bemol que vos preparis para a cleiran ; de lia mui-
xase de apparecer alguma vez 'orna eompOBleo I lo que lonheiemiis o trono genis lu'rbuienlo ealra-
ilramalica, nem esa composiciu poderla ler coiai- biliario ; de ha muilo que sabemos do quanlo he
ilcraila perfeila. porque a arc.auque ella houvesse de capaz o vosso frirenhn e me-.|iniilio espirito pnlili-
repiesrnlar, llenara ile manileslar so com as con- co; foram Mlea motivos, e nao as bravatas do Sr.
diccOes propria-, de. sua existencia, rom os seos ac- lenle coronel Lupes, e lo pouco o vo-so an.nr na
ctssorios ; nem o inteiesse puramente dramalim se povo, que vos liz-rain -alur da loca em que vivis
sustentara um so momento. [quasi e.qi.c.ido de
.Ne-le ponto aindS, a arle nao lar inai do que lallais, e de qumi mu
povo, em cujo nome empre
malar sanguesuga, como
, --#----------------------- ---- -------------> ,------------- --------. ---------- r ------------------ -i----i ---------- -w-mvh > i. i.. ... .. vi'- u_.' .......
'-". lomada como nonio de partida, urna accao obedecer aos impulsos da aalnrexa ; e por muilo que pnilei dizer tiuoin runbecer a historia do cholera no
verdadeira, e comprcheu<1idns e abracados n'ella lu-
do* us seos cseiiciaes accessonos e roinedno, a'
imauioa^o resla colori-la, avivar-lhc os cunlornos,
dar-lhe mais largas dimenees, suppiir anida pela
ficc.au o que pode ser supprido sern prejuito da
verdarte, c rodear o fado de todas as Ciindiee* que
tendam a fze-lo mais hjtereeaanle e mais suscep-
tivcl de grantfaa resultados scenico-. tjoaulo, po-
rem, aos dramas enencialmente imaginarios, a' que
urna braseologia classica lem dado o til uin pomposo
ilemaravilhosos,se hun que nao relalem nem
traduzaui urna accao real, e menos circumstancias
positivas e edtente*, deve assi'tir-lhes urna base de
verosimiibanra lal, que pnssa mesmn parecer prova-
vel, oo, por ventura, evidente o que nilo passa de
fantstico ; e a razlo beqoe em nenboma corapo-
sicao de mi Ira ordem, o homem apparece, desen-
volve-se e obra como n'enla: o -cu substancial ele-
mento be a .it';iii.
Mas como se podera' conseguir este|*grnde de.i-
(leralum. da uniSo da imaginac.to com o finido real
do facto'.'
Como, escolbida urna achilo, eoncebida n seocia, ligada naturalmente com Indos os movis *jc-
cidentaes que Ihe sao congenitos, com todas as cir-
cumstancias que Ihe pertencem, podera' ser eneami-
nhada, sustentada e eflicazmente dirigida, Tirando
ao poder inventivo da phantazia o arbitrio de am-
plia-la ou reslriogi-la, desenvolver ou encur-
ta-la ?
Como goardir a unidadede acc,ao, enradear, alcm
dillo, a suecesao continua dos acressorios, de ma-
ueira qoe, nem parecum fados a' parte, nem se des-
liKuem do nevo immcdialo que os deve prender si-
multneamente pela base, fleando livre a ima^macn
''ummuiii'ar-lhes urna nova existencia,imprimir-llics
urna forma lalvex diversa, revesli-las de cores novas,
dar-lhes oolro* earactere*. aagmentar-lbes a esphera
em qoe tenham de gvrar'.'
Ei* o importante segrado d'arle, e be nislo justa-
mente que esla' a maior eicellencia do drama.
Sigamos com a reflexo o plano de um escriptor
dramtico.
Assim como qualqner oulro artista, elle lem dian-
le de si um tdral qoe o preoccopa : esse ideal he a
conces<3o de orna obra que possa preslar-se por si e
por suas conseqoencias a produzir os resollados mo-
raea que elle aspira : essa concepcAo, porm, nAo
be nem pode ser outra senao a representaran viva
de um facto, de urna aci.au. de um acontecimenlo
ou successo qualqner, atravez do qual, e debaino de
cujas formas, te revele a vida humana, eiposla ao
imperio dos senlimenlo- e das paitoes.
Ki'soll.ni in. pois, da mesma rpncepc,r dramtica
em si esse elemento de aelividade indispensavel, de
muvimeolo e espansao cuulinua, oo antes, sendo es-
a imagioaeiodo Merlplor procuraste deivlar-ie do*. RioFormoto,
principios e resrss clauiea*, para entrevar-u de lo- Ticamns a espera da re-posla que nos prometles-
lo aos livres iiifluxns ,io >eu impe io discririnnario I les na parle qua rcspeila a* eleiroes.
docm lugar de aupplenle Julio Antonio < .ournl-
ves l.inia, que nao romparcreraf e coniposia mais
cora o irniao dele llermogenes Gongalves Lima
que nao he eleilore nem aupplenle, >isin que nao
ion-la da acta u > nomo, cuinpomlo-'e assim a
mesa de 3 eleitore a um que nao lie nem sup-
pleule.
Dissa mais que ottvira dizer ao mesmn presiden-
te da mesa na orcasio em que reclainava o l)r.
Pedro Keliro, que essa mesa fura furmoda om urna
casa particular o que ja linlia parl;eipado ao Kxm.
presidente da provincia e paatou a fazer a chama-
da dos volantes.
Sendo mia perguiilado a rei|neriinenlo
palavrasin patienta re-ro poMdaoW* algodao, Vi tonelada*carvio de pedra; ao consigna- Mulla por inlrare> do re-ulainenlo.
i i'f seu lillm para rniulemnar o mundo, e sim para Mi-
va-lo como se v de S. Joan rap. :1" v. 17 no
iittnt misil t)rus, ele, etc.,assim lambem, divo
en, Jess t.lirislo nao manduii os seus discpulos pa-
ra rmidemnar, nem para anarchi'ar a ordem. e a
paz, e suii para salvtr. .Nada ha oais contrario a
religigo do que ta perturbado da paz. Prtanla,
'"i0"- I Sello lito e proporcional .
:l s.nens amo-Iras ; a diversos. i We,0 dos dposilo. publtcnV
Male nacional bergipano, viudo do t>ara, con-1 Emolumenlos. .
signado a lia-ios g i.emos ; inauifestdu o se-
goinle :
., meios de sola, (Sil rourinlios, ||<| barricas com
IKHi arrobas de tobo, (i raiiotes com l.Hi libra ne
queijos, ~>1 sacra coa -Mil aonase II libras de
Sr. padre I*., nao he decente que o ministro de Je- I arroz pilado, .' ditas enm > \f> alqneires de dito
us l.hristo Abra o Kvangelbu e receba a lirao que Ihe d Job i com ItHi dilos de inilho, M ditas e l. barrica* com
sua humildade. e|37tr2 alqneires de gomma de
com sua paciencia, E-ihei com
Josias com sua piedade ; sao eslas a* virtudes que
deve S. S. pralicar e pieaar c nao apresenlar-se em
mandioca, I MR
, publico deprimiii'ln do carcter e dinidade do Sr.
i j Ib. Salusliano. Quandu Jess Chrislo mandou os
0 I seos discipolos, por eslas celebres palavrasliantes
piuanit. Se sabia, qual a razao porque: nao SO'trgo, dnr-te ommu gentes, ImpUsaiiles eos. etc.,
"avia consentido, que elle estivesse ao p da mesa, I ele., S. Math. cap. x, v. 19 e Ol nilo os mandn
picseiiciando os seus trabalhos. anarchwar nem odiar, mandou pregar, expor os
rtisso nu^ o..i .- ,.....,. i;. i______ I mvslerios da f, e a doulrina dos coslume. Com
uis.c que sabe por ver, que no da r o prest- I etas rellex,-,c<, Sr. pd(1re ,.., fu ,l(l0 leMU mo5.
denle da mesa dissera, que o l)r. Pedro Bellrao llrar ao publico senao qoe principiando S. S. por
nao poda fazer reclamaran alguma, poique nao es- i defender-se, mando o texto do EvaiiEelho.v-se que
lava qualilioado volante, mas que O mesmo Sr. IJr.: me>"10 Evanselho repelle o seu procedimenlo e o
penliua e I carapoca de c-laoho pesando i arrobas;
a "nlem.
Hiato nacional ..Invenciveln, vindo do Aracatv,
conrignado a Martin & Irmaos; nianifestou o se-
gtiinle :
l,78 meios desolla, 5.-.ti:l coiirinhos, -.ti couros
salvados, 13 saceos cum (l arrobas de cera de car- i
naiiba, I bltica rom :i arrobas de sebo, I dila enm
1110 pares de calrados, I fardo com liOO chapeos de
palha, I ca.vao coas I. qaeijue, n uiolhoscom dHO |5*f
Impu.iu sobre lujas, e casasdedes-
enntos ........
Diln sobre casas de movis, rnupj..
etc. fabrica In- em puz eslian-
aeiro.......
Dito tabre barcos do interior \
Taxa de escravoa. ....
Inileiiiiii-.i'_"i-. .....',
Keceita evrnlual ....."*"
Cobranra da divida .Uva. .
I.1KI
'i*ntm
I7rm
iriThjli/.
Iiniii
-'^ai
-Miisvaai
Hr>iiii
>^|ii
viftjL-ai
Kecebedoria de'Pernambiiro *l de
IMB. < esi-riv.ui.
Manuel lnli,
esleirs, ll saceos com 15 alquetres de gomma.
dem do da ni
VtaM "'i .tmurnl
coNSLLAtHi rnovi.\i;iAi..
*:tl7t7l-
t:7lKftK7:
iruenln do da I a Jl
-'7:Hiu?.ai,
e maniplente, nlirando-se para 0 campo vaslo c I-
limilado das innovacoes e do romanli-uio, nao con-
scauria jamis imprimir a sua abra fallamos d prndticces dramticas} uiu Carcter de iinilurmiUa-
ile, harmona e perfeieAo elevada, se neaRenciaaM,
no encadear dns elemenlus subsioiarios d'arcao ca-
pital, Irava-los bem, reuui-lns, relaciona-los com a
maior delicadeza.
O* episodio* assim roncebidos e ur lenailns, sao os
meios essenciaes de que se serve o escriptor na or-
ganisarao de um 'llama, para faier ramiiihar na sua
verdadeira direreao o peusamenlo dominanle, cuja
real's.ie.io prepara.
ConUmta.
.1. II. de Torre* llaialeiro.
l'relendiamos issignar o nossn neme, visto que nos
peds ; mas una vez que dizeis que nos runheceis,
julaamu-lo escusado.
Al outra vez.
Seiiltnre* redactores.Tendo en ha anims adnait-
lido ao servieu de minha casa na qoalidade de ama,
una mulher j.i de seus io anuos, pieslaiulo-ini-
ella seus servicns com ii.lelMade e iledcaco pas-ado-
mezes, vim no eonhecimento de que ella solfria urna
molestia sobre o pe direilo, que a i im|io-sibilitando
de cumprir com os deveres a qn6 se linha ubrivadn.
Ora, em allencao aos seus bous servir p por um
dever de humanidade consuliei a vario* medicus, por
quem fui tratada, e estes senhures asseularam que s
poderla obter nlgum resollado por meio de ampota-
{3o o po, visto ser alcm de nutras denoininares
que Ihe davam uin tumor braricu cancrato, villa
desla cireumstancia, a paciente resn|vea-se anle6 a
mnrrer do que sujeitar-se a collar o |ie, e foi nesle
estado de cousas que, por feliiidade d.i paciente, em
selcmbro do anuo passado alauem indigilou um cu-
rioso de seo eonhecimento, que tendo andado pelos
serldes, adqueiira dos Indeginas o conbecimenlo de
algumas plantas e a mancia de as empregar em al-
iiumas molestias anlogas, as que os Indios as veres
toflrem, c que se curam. Avista deslas informaces
nao exlulci um mi momento, e fui cm procura da
pessoa indigilada, achei, Iralei com ella, lomou
conla da cura no referido mez de selembro, e por
seus Irabalhos, soccede queem julhodestc anno deu-
se a cura por feita, com tanta febcidailc que nao
aprsenla defeito alvum no pe, senao urna leve cica-
triz proveuirntedo mal : e qaerendo por esse meio
dar-lhe orna prova de minha grarJdlo, a e>sa pcaaoa,
que se prestou rom lama dedicacau a essa pobre
mulher, livrando-a pullnra, e que lautos tormento! -ollreu : por nao
rogo-Hits, senhures redartores, a inrercao de-te meo
ao sen assigoante
lenlo Alves da Cru,z.
Recite 23 de selembro de ISli.
-e principio substancial de aeran que pradal a mi- commuuicadn sen Diario, cm que muito obrigarSo
infestacao escripia e sensivcl, a realisacao eslerior c
palpavel do ideal he iuqueitionavl que a |ar-
le, ao apnderar-se delle ; apoderar-se ao mesmo
lempo de todas ai condires accessurias, a que aimla
llamaremoscircumstanciasou incidentes, pois
que sao clausulas elementares e constitutivas da ac-
r*o ; e livaiido-as urnas cain oulras, formula esse to-
do compacto, unido c homogneo, a que na linsua-
yem vulgar se da' o nomo de composiran dram-
tica.
He claro, porcm, que, se o escriptor em laes casos
recebesse o fado em iua lulaliilade e lias sua de-
pendencias oo occorrencias cumcomilanle, e repro-
duzindu-o, nao Ihe imprimis-c o carcter de una
' reacio, pela inflnenria da raculdade iraaginaliva,
lio levatae ao manir erao de movimenlo essa mes-
ma accao com todas as suas relcete diversas, a sua
larefa nao estara lonve da do historiador, que ac-
ceda osfactos, estuda-os, passa a expo-los, e con-
lem-se nos limites do que se Ihe aprsenla aos
ulbos.
i Os quadros da vida humana, desenliados nos dra-
mas, pedem urna expansao mais larsa : he do im-
pulsu de palxoes e movimenlo fortes que alu se
trata : o homem ah apparece, como no seu pro-
\ oja o publico como os camaristas de Sanio
Anto Iramaram para que a eleico se lzesse por
outra qualilicacao, como provocaran) o povo a des-
orden!, comoalixaram as listas, para o dia !4,co-
mo reeorreiam a fraude c a violencia, alini de
reelcger-se todos os juizes de paz e camaristas.
I*. Testemunlia.Jo;io Eugenio da Trindade,
branco, casado, de idado de vinte e oilo anno?,
morador nesta cidade, e nella vive de negocio e de
ser sacristao da igreja matriz de Sanio Anto,
leslemunba jurada aos Sanios Evangellios, em um
livro del les onde puz sua mo direila, a prometteu
dizer a verdade do que soiibossc, e llio fosse per-
guntado, c do costume disse nada. E sendo-llie
|iergunlado pelo conletido na petjao do l)r. Pedro
Bezerra l'creira de Aranjo Beltro. e porpergunlas
que a requerimento do supplicanle llie fez ojuiz,
disse que nao se lemlirava do dia em que cessara
a pesie; nijis, queso rerordava que ateste linha
Masado no D WZ do marco (I).
Foi-lhe jergunlailo se sabia onde tirilla a jimia
revisora desje anno celebrado suas priineitas ses-
Saa por 2( dias.
Respond it que n.io sabia onde linha irabalhado
stia priineira reunan, sim sabia que
le sua reuniao irabalbara no consisto-
rio de igret i matriz, de que elle testemunlia he sa-
cristao.
Foi-lhe i tais pergunlado se vira quando se reu-
ni o consc lio municipal de recurso;o presidente da
cmara Feraz, vir irazer ao presidente do conselho
utna lista le eleitorcs c vereadores.
Responden que no dia 28 de agosto em que es-
lava reunido o ronselbo municipal no consistorio
da igreja njatriz.fui que o presidente do conselho
recaben do presdeme da cmara as listas dos eleito-
re, e ver idorcs(2).
perguntado pelo juiz a requerimento do
b, se sabia porque qualilicacao so est fa-
licao o se as listas fiesta qualilicacao To-
las antes de 7 de selembro na matriz-
leu que sabe que a eleigao de juizes de
a junta cm
nos 5 dia
Foi-lhe
Bupplicanl
/eiiiln a el
rain allixa
lxcspor
l-enetrados dPanJ.^dflonisaCXre;';a,.. participa- Paz vo.ejadores se est fazendo pela qualificacao
mos que nu dia "i do coirenle as S horas da ma-
uiz de
querque.
de Goe?,
ionio 1.
nli.i i, fui assassinadn de emboscada na estrada que
coiiduz para a villa do Cabo.em temado engenno ii-
limb.Juaquim Aulnniu de Vasriinrellns.ailiiiiiijslia-
dur do enaenbo l'abalin^a de-la nTPguazia, Elle nao
expirou emcoulinenle,anula enegou vivo aquella villa
para onde foi condolido, enm o crneo ludo estra-
gado por arma contundente c varia* bridas de faca
pelo corpo. II seu cadver foi rouduzdo para o en-
aeuho que oott'ora adnainiilrav.i,e s-puliadoem sua
eapella no ha (i, deixaiulo un.a viuva a mais fa- '
milla incoiiiolavel, na qual le ronlan cinco orphaas
de qualro a nove anuos de idade.
O* carniceiros e inarchaiiles daqui, Iralieam com
urna especuladlo que redundando em proveilo de
mesa duzia ilesses espcrlalhoes, podom-se seguir
cousequencias bem funestas paro centenas de pessoas.
I A rez que o marcbaule consitiera atacada de moles-
I lia, entre o mais gado, venae-a ao carnireiro por
I?,m..fi i "' l-{"* i"1" t,nc,,,,ri","" menos do seo valur. par. que Mo parea todo; o ear-
uln as l Jrl a" r' CI'"AC-M'h\ ,rava" f i nierfA, mala-a e relalh a*Carne a' pavo como boa
unidas e porfladas : o fado principal que o artista '
prucurou delinear, deteneadea-te com todos us seus
lances diversos, com todas as suas condieoes acci-
denlaes e uecessarias ; ai commocAes intimas lu-
i e por bom preco. c se Ihe nao be posaivel occnllar a
molestia, vende a carne por men- alguma cousa ao
mais ioexperieulrs, que assim vui metiendo a peste
multuam e lervem : um persuiiigem eminente,
principal agente oessa marcha successiva de factos
e de ideas, de ptnsamenlos e> ile obras, occopa o
primeiro lugar ; oolros persouagens, secondanos,
mai* ou menos ligados, relacionados com o primei-
ro, gropam-se em torno delle, obram lambem,
puem-se em movimento, concorrem para que o des-
puvolvimeuto d'accu. caminhc cada vez com mais
lor^a. uno raras vezes ou quasi sempre os euli-
inenlos, o pensar, os allrdos, os desejos, as pro-
prias paixoes de todos es-es persomgens se acham
em perleita opposieao, em completo embale; os in-
cidentes amonloam-se, o interesse duplica, a accao
se prolonga, os embaraeos cresccm, enredam-'se,
i'uiilendem a aspiraeoes' diversas, a inlelligencia
luta cum a inlelligencia, as vonlades se guerream, a
violcucia dos meios augmenta a difliculdade do lins;
* vida uas dillercnles phases que a rnmposi^ao des-
creve revcsle-se de todas as cundirles de mbibda-
de e aelividade extremas, um pensamento dominan-
te afrouxa ou forlilica-se : e alinal, depnis des choque successivo, em que as circumslancias e es.
lendem e ale se multipiicain na maior escala, uin
desentrecbo, urna soturno oecessaria, que he quasi
o immedialn resultado daquelle movimenios diver-
sos, vem piir o complemento ao quadru varad-si-
mo que a accao dramaliM representara alo aqoelle
momento.
No meio de lodas essa eventualidades, qoe sAo a
necestana consequencia das paixoes, reagindo com
lodo o seu natural imperio, no meio desse porfia-
dos embale em que os incidentes se arciimulam,
arompaiihando lempre a accao capital, como os.
eliomis acompanham sempre as cautas qoe os produ- I
zem ; a imagiuarao do artista dramtico engendra,'
crea, phanlasia e debuxa quadros, que propriamcn-
le Ihe pertencem, anima de novas cores a pintura,
que Ihe offerece a realidade do facto, communica-
llia maiores e mais convenientes pruporc,e*; e apoia-
da na energa do seu poder maravllhoso. corre li-
vremenle por cima do* quadros que Ihe palenlca a
realidade.
do anno ajnteiior, c que cssas listas da referida qua-
lificacao ijio (orara aflixadas antes de 7 de setem-
luo, sin: io .lia 11 do mesmo me/, correnle no
dia quint; feira ao meio ilia, sendo aflixadas pelo
paz JosSeverino Cavalcanti de Albu-
pelo forouel Ferraz, por Jotio Florenlino
Alexandre Bezerra de Albuqtieique, An-
mrenco de Albuquerqae Coellio (3) e o
e paz Lucia Prudente ;que estas listas es-
lavain toi as ,sem ordem.
Foi-1
que o po
bro e n
- mais perguntado se sabia o motivo por-
ro arrojara-se a mesa no dia 7 dcsclcm-
ira os livros.
Raspo ideu que o povo eslava desesperado por
quem eslava ou nao qualificado para dar
o seu voto, e que muitas jiossoa assignaram urna
nao sabe
represen
a cleico
ordenada
aco ao presidente da mesa paia espassar
piililicando-se antes as listas na forma
pelo Exm. presidente da provincia, (4)
O drama, porlanlo, considerado na sua verdadei-
n acenpe ni, nAo he outra cousa mais qua um qua- '
dro, em ponto grande e cemprehensivo, do viver hu-
mano c soci.l ; poi que a represeulacao directa das
paixoes, dos senlimeulos e dos interesse diversos,
Iransparceendo vigorosa e completa atiavez do ele-
mento vivo iTai-nio, assigna-la em lodos os seui dif-
lerenle* periodos, em todas as suas phase, a marcha
e o gradual andamento da humanidade.
'.'iialquer que seja o molde em que le (eolia de
vazar a coueepc.ao, o ideal do artista, na amplissima
esphera dosobjectos sujeilo ao desciivolvimeolo dra-
mtico ; seja qoal for o soccesso, acmilecimento ou
relo, que por seas proporcoes se preste i manifesta-
ndo solemne da hoaginarfio c de eneeiiho ; sempre
ah om grande escala se revella esse inovimeulo ex-
pansivo da aelividade humaua, cuja Iraducro fiel
Ma mais ou menos implantada, como caraclerislico
indispensavel nos costumes, as tcmlcuetas particu-
larc, no psos, nos pensamenlos, nos arrojos da pai-
xAo, na ndole propria, n'uma palavra, em todos os
pheliomeno* da existencia moral.
Ao ahrir-sf-nos dianle dos olhus o espectculo de
um drama, qualqner que seja a sua base, o seu pon-
to de apoto, idea que o lundainenlou e sugaerio, a
Primera impressaoque experimentamos, o primeiro
abalo que em ni. se disperta, resulla da boa aila
pieah houver das paites para formar um lodo com-
pacto e pe le..... di harmona de ludas as condieiies
inherentes, como ecccs*orioe a accOo principal,'pa-
ra romplelar em loda sUa evtcuso essa mesma ac-
ao, que leude a' ser por meiu deltas inlesralmcntc
uesenvolvida.
Seguc-se desles principios que, ou se considere o
urania na sua areepeao natural,debaixodo aspecto
da concepcdo ideal que Ihe serve de Ivpo. ou ja rea-
lisado suh as forma d
em si.
do liver cabal eonhecimento de carnes em taes cir-
cumslanrias para se relalhar ao povo, satisfar o
que exiae as posturas muuirpaes, Smc. nao he libio
para cumprir seu deveres, deixe esbravejar quem
quizer, porque be melhor prevenir o mal do qoe cu-
ra-lo ; logo qoe liverem o prrjaiao de urna rez,lam-
bem nan han de querer perder o mais pelo menos.
Ja urna ver chamamos a alte'ieao do Sr. fiscal para
os peso e medida qoe aqu se usam, por acaso ha-
vera urna libia que nan cuiilenha :; qnartasou menos
somenle ale peso ; estes san feilosa arbitiio e de lo-
das s materias, nos arrugues v. g. os ha, de peda-
eos de pao, de pert.-n, de osso e cuinpauhia ; qu- uin
as medida seguem o mesmo plano e desigualdades,
ha falta de seeros e por tata lem o povo de o com-
prar cros; e carissimo porque os tiesos e medidas
sao incumpetcoles e lalcilicados. E-que>:iamos dizer
que sabbado p. p. 211 do correnle se consentio re-
lalhar ao povo carne verde de iluas rezes doenles.
I'ara conliuuareui laes abusos que tanto compromet-
lem a saode publica, escusamus... .
fio dia _n> do correnle pelas 1 horas da larde, na
ra desla puvoacao Iravaram-sc dous rixosns de for-
ma que foram as facas, para provarem a quem de-
ve saber que as usam; felizmeule nao olivemos que
lamentar sinistru aigum, a polica e o inspeclur da-
qui foram ao luar do conflicto, pnrem o valentes
ja linbira dado as gambias. Consta que ti inspector
parliripara o occorrioo a auloridaile competente,
bom he isso, carece que nao se esqueca delles, que
sao bem couhecidos, um fio quacs he eamplice uos
lros de plvora irera que dispararam na ronda o
anno passado para a fazerem correr e dispersar.
Agora mesmo nos inlormam nut lambem uo dia
'2~> do correnle, em Ierras fio enuenho Cahitc desla
freaaezia, foi assassinado Manuel tialego all niora-
dor, por um senvisiubo cujo nome nos nilo snubt-
ram dar, c nem os promenure: de scmelhaute al-
lentado.
Segundo as noticias que (cubo podido rolher, pa-
rece-nos que a leira de que Ihe tenhu fallado, esla
nos paroxismos da morte.
A carne de aeougue lem apparecido alguma a dea
patacas a arroba, a farinbade -li a :1J patacas o al-
aueirc.
Ilnje resa a iareja do Santo Drago desla freauezia
donde era lo festejado, porem lem deixado ile ser
ha qiiareula e dous anuos para ca', depois que em
ISli foi a iareja matriz incendiada, cujas ruinas all
se ohseivam. Baldados lem sido alguns esforros
tenlados em diversas pocas para a sua reediliraro.
Do que foi niili'nra esse templo, ainda hoje existem
lembrarifas indelevris, du que vira' a ser isso sti a
Dos pertence.
At para a semana se Dos quizer. Soo etc.
I m passarinho.
I VpCM'lllia! I tt^rittt llll.ilnw w j .-1 i r
O Sr. fiscal nao deve consentir insto, e quan- mas Pe'ar de algumas instancias quo fez O suppli-
oz ao presidente da mesa, este dccla-
ndeferia a peiico para o que linha 2i
horas : tvisla do que retirou-sc o supplicanle Dr.
Heltrao, c com pouco mais passou o juiz a fazer
a chamai a dos eleilores : tenilo feilo algumas recla-
macoes i tais o tenento-coronel Jos astada Car-
neiro Li ao c o coronel Jos Clancuino Leite, e nao
sendo al enjidos o povo arrojou-se aos livros e
os romp u, e que elle lestemunha correndo para
Cora nao luvio-'o que mais ocorreu, ottvindo enlao
dizer quj hotiveram cadeiradas c facetadas,c queum
morador do coronel Jos Claudiuo u lora ferido
(5) mas, que elle leslemunba entrando com o viga-
rio da fr igue/.ia a ohservarem so bata sangue no
chao da igreja, nao viran sangue algum. e ja o
povo se I avia retirado pacificamente sera que hou-
vesse desde enlao mais desordem.
Sendo perguntado se ouvio ojuiz de paz Icr
algum a ligo ou capitulo de lei antes da chamada
dos eleiu res.
Respendett que nao (6).
Perguntado em que dia elle leslemiinha, que he
eleitor siipplentc fora citado para formacJjo da
mesa no dia 7.
Respe ndeu que foi participado no dia quarta-
feira 3 ilo mesmo mez, tanto elle lestemunha como
os Srs. Alexandre .los de Hollanda Cavalcanti e
Joaqun) MauricioW anderley, lambemeleilores, fo-
ram a sai vista notificados no mesmo dia 3 pelo official-
dajusticiManocl Justino daSilvcira. Sendo mais
pergunlado se elle leslemunba romo eleitor supplente
linha sido de novo convidado naqtielle dia depois do
barullio pata lormaeao da mesa.
Rcspondeu que nao : que s soulicra no da I i
cm que se fui proceder de novo a eleii;ao, e que elle
leslemiinha opresentando-sc na igreja, viocomsoi-
pre/.a sua, apresontar-se a mesa ja completa, com-
posta do Sr. juiz de paz Jos Severino Cavalcanti
de Albuqucrque dos eleitorcs Alexandre Rczerra,
Antonio Lourenco de Albuqucrque Coelho, Joa-
quint Pedro do Reg llarreto (7) que fora chama-
barri pene Hgado, i volumei. com 1,233pailas
sececs ; a ordem.
mostrando a lei""alinal 'rnvniin mnn "atZ'i'\c"'","n0!''r,,"e Sr- r- Salusliano mo merece Patacho nacional a Santa Cruz viudo do Vra-
alliosiovo ,' consentio como de a. tu 09 scu, irn,,r0|Wrio., a ,*,#. Em ultimo rt,, wn,igaadoa Caelaoo CvriatTd^Calto mS- aWBIIIBMtJ DA mwa ihi U(NsI
allitstcvo reclamando quanlo algumas irregulan-,'lugar eo dirc ao Sr. padre I', que a razilo popular ; rei,"a, memlesinu a sesuinle:" PROVI.NCIAL NO ME/ HE sETEMHHi'i "s
dades, ate a lardo do dia \\ em que ludo se reli- bp o bom senso pralico da vida, ella salva o homem, | io barricas cmn 60 arrobas e 1} libra de cera de iK'*-
1 ireilos de :l por cenln to assurar
exportado
Ml.xA lu
rou em paz (8). Disse mais que' sabe por ouviri e"1' Sillv" ll"man'uau> ; o Sr. Dr. Salusliano se carnauba ; a Sebastian Jos da Silva,
dizer anana rli i t n SP n' u li.s. CL ** escudado nella. lodosos homeiis sensatos qoe ;i| alqueiress.il; a ordem.
oizcrqiieno ,i,a 14 o Mr. Dr. Bellrao mostrara eontweeai sabem apreciar as suas excellenlesqua- '
qne se eslava dando ires votos por dous, a saber > \ lidadva, e a melhor vinsanea que elle pode lirar des-
de camaristas e 1 de juiz de paz ; que lambem elle
reclamara por ler um irmao nao qualificado, votado
por outro qualificado que Reara era casa doente,
como o proprio votante declarara em alias vozes, to-
dava u votosedeitou na urna.
Disse mais que a respeilo das oceurrenrias do
ses dneslos, ihtos picantes, insulluoso, cmfim desse
verdadeiro libello difamalorio lillio do capricho do
Sr. padre I', he entrenar ludo ao maior desprezo.
Receba asora de minha parle n presidente de Ser-
sipe a mais sincera demonstrando do senlimenlos de
adhesito ao teu soverno juslireiro. por saber despie-
zar os n.i-i rave- iuiuiigos do Dr. salusliano Orlan-
do tle Araojo Gasta, o quae tanlu Irabalharam pa-
ca 13 nao eslava na igreja, c que soobora por ser i ra elle ser demiltidr. S. Exe. saiba que esse pre-
geralmenle, que assim que os mesarlos loinaram lendcnles qoe o rodeiam silo os seus maiores inimi-
assento, o presdeme da mesa dedaiara queo sup-j'08: Por'l"e aduladores nunca foram amigos,
plicanle mo poda fallar por nao ser volante, c que j _________________________ Ju*""'
; que <
mostrando de novo o supplicanle a lei, dizendo que
a autoridadedevia ser a priineira a respeitara lei,
dissora o juiz de paz.queo supplicanle eslava per-
turbndoos trabalhos da mesa, o o Sr. delegado sup-
plente c commandantc do deslacamenlo Jos An-
tonio de Carvalho Dantas mandando callar bayone-
tas de um a outro lado da igreja em duas fieiras,
nma para dentro e outra pasa lora dissera ao sup-
plicanle que tinha ordem do juiz de paz para o
fazer sabir, ccom eleilo sabio, assim cdiiO por or-
dem do juizde paz fez sabir de n p da mesa aos
votantes Antonio Muniz do Almeida e oulros mais
(9) e mais nao disse c nem lite foi pergunlado, e
depois da Ihe ser lido o seu juramento o o adiar
conforme, assignou com ojuiz c o stipplieanio Dr.
Reltro.
E en Feli\ Cavalcanti de Albuqnerque Mello
cscrivoo escrevi.Rorros Pmeniel.Joo Eu-
genio da Tradade.Pedro Rezerrs Cercha de A-
raujo leltro.
L'MA KESPOSTA AOSB. PADRE l'ITANGLEIUA
EM SEKGIPE.
Na variedade e na inconstancia em que involun-
tariamente o homem se senle envolvido, em urna se-
rie nan interrumpida de contrariedades em que lodos
activa oo passivamenie lem maior ou menor parle,
em urna revolucao diaria e irremediavel de suecessos
quasi sempre imprevistas, em ludo isso, dizemos us,
consiste por dessraca da bumanidade, a verdadeira
orden) das cousas mundanas.
Assim, Sr. padre ., toreado .1 entrar boje no
finido de urna queslao em que S. S. representa um
papel indieno do carcter sacerdotal, eu me quizera
iinpor a reserva ; mas existe de minha parte um
direilo, seno om dever sagrado, qual o de amigo
do Dr. Orlando, de dizer alguma cousa a esse res-
peilo.
Nao he, Srs., sem algum escropuluque lomo palle
ero urna quesillo, cujo assompto he somenle o odioso,
mas como justo apieciadur das qualidade que or-
nam pessoa do Sr. Dr. Salii-liauo, promotor na
villa do Lagarto, onde mora o padre P., e a vista da
preveueao cesa e obstinada com que sobre aquelle
se dirige este, cu nao pi.ssn furlar-me de patentear,
peraule o publico, a sem razao do padre P., assim
como o merecimeiito do Dr. Salusliano, pela razao
que Ihe assisle. A nreveiieo que se deixa ver das
invectivas que preenchcm os escripias do padre P.,
be sem cunlestaeAo alguma nina prova sullicienle de
que elle seja ; em sua marcha seguida nao se pode
descoubecer o ell'eilo da prevencao, essa cruel e in-
vencivel inimiga da verdade.
Sr. padre P., eu dexo de parle o passado, e eom
efleilo, nao pretendo de modo algum examina-ln :
nilo ilesejo alarar os homeus, procuro raciocinar
com'orine a lapposir.lo a mtis favnravel, mesmn por-
que o ridiculo lie a arma do cobarde, eu o repillo,
eu o detesto : nilo me quero enndemnar a' este as-
"enlimenlo,ceg que be a abnegacao vergonhusa fie
loda liisca ede loda dignidade. A' arsumenlaces
fundadas sobre a poltica e sobre a prudencia se
vem juntar oulras tantas que se apoiarao sobre o
senlimenlo, o qual, como disse alguem, he a razao e
a sciencia do puvo. Assim, Sr. padre P., eu renun-
cio as vanlagens do terreno, sobre o qnal me podena
enllocar para desillronlar a olfensa feita por S. S. ao
Sr. Di. Salusliano em su reputarlo.
Desbragadamente, meus Srs., he um i realidade
que o homem que entra na vida publica, se quer con-
varvar om carcter independente, imparcial no cum-
primei.iii do eu dever, como o Ur. Salosliano, en-
coutra em sua marcha obstculos, al certo pouln io-
superaveis : porque a intriga, companheira do orgu-
Iho. he o resultado das almas pequeas, fracas e vi-
ciosas por isso coro muda razao dizia l.uiz XIV,
que entre os cortezaus drscobria muilus inlrigaules,
e mui poucos amigos.
O pdre P. em sua segunda correspondencia tfoi a
que pude ler; como sopplemenlo ao pobre Correio
Sergipeme. diz que livera a iofelicidade de eahir no
desagrado doSr. Dr.Salusliauo.eveodo-se exposto ao
que o mesmo Dr. Salusliano ha jurado azer-lhe, re-
i'KACA DO RECIPE lII l)E|SETEMBKO AS 3
HORAS datahuk.
Cotacfies otliri.il'-.
Descont de ledrasli \\1:, ao anno.
30
Cambio sobre a BabiaI de descont a 311 d|v.
'rederico llobUliard, presidente.
/'. Borges, secretario.
5 saceos gomma de mandioca; aocapjlao. Dilo de :l |>r renlo do algodao. .
JillT r.iurinhos. M meios de ,ola. -J couru* sal- "!'" d' "' Pur c'"10 Jc ,'", eneiu,
eados, :l saceos cum 12 arrobas e II 11l,r.,-, de cera '?''" ***. '- Pr cnto do cafe. .
de carnauba : a Jos Anlooio da Cuuhii^ IrmAos. Capatazia de llai rs. por sacca de
lla,ca iugleza a liardvne viuda de Liverpool, l ,. *,.sodi,<\.........
consignada a Patn Naah v\ C, m.niresloa o se- [>.ee1,ma "rb-"'.......
guinle : Mulla..........
lili caixaseT.' fardos fazendas de algodao, pa-! Sel!u,!e beranras e legados .
cotes dita de laa, barricas trein de cnzinlia, I lo- I \'e'a '''-a ''os 'avo .....
nelladas, lllquiulaese -2 arrobase T, libras de ferro, I E*cravos despichados.....
I embrulhu objeelos deescriplorio ; a Paln Nadi '^ovo* e xelhos direilo.....
Companhia. Imposto de i por eeolo do anuo lio
2 fardos lecidosde algodao ; a Htbe Scbameltau. | d" e dlvida **<'
."> pacotes traques. I dito rido sulphurico, H pe-
cas pao campeche. 1 cana e I barrica
CAMBIOS.
Sobre Londres. -Si \\-> a !XM. eS7 :t|K a 60,
ff Paris, 3."hi a 353 rs. por fr.
Lisboa, !18 a 100 por de premio.
Kio fie Janeiio, \\i a I por ti) alar ill) dias.
Acces do Banco. O a 70 OtO de premio,
o if companhia de Beberibe 4aOO0.
h companhia Pernamhucana ao par.
a Llilidade Publica, :I0 purceDlode premio.
n Indemuisadora. 5:2 idem.
da estrada de ferro por 0|() de premio.
Disronto de ledras, de 7 a 7 1|2 por Ouj.
Dito do banco7 a 8 por Oiq.
OuroOncas he*panhulas. '28 a 289500
Moeda de ftMOO velbas .... 18)060
a 600 novas .... I69OOO
a < 49000.......OJOOO
Prata.Palacocs brasileiros......2500O
Pesos columnarii-s......-29000
mexicano*...... I98HO
LFANDEGA.
Rendimenm do dia t a 29 .
Idtm do dia 30......
230352J66J
28:7ti!ljO-2
25'.):0-22JO(>7
Detcarrefam ho/c I. ,dc 'iiiinbro.
Barca incle/a--Lindamercaduras.
Itrigue inglelididem.
Brigue hamburgaezOtearidem.
ItENDIMENTO DO MEZ DE SETEMBKO.
Rendimenlo loial
Restiluiroes
259:th2-Hi7
1:1109780
Its.
"7:'Jtlc>287
Importaran.
Direiiiw itocomtimo, ,~........
Dito* de I por renlo de reexportarlo
paraos porto* do imperio......
Expediento de 5 por rento dos gneros
cslrangeiros navegados por cabota-
gem.................
Hilo ile l|/2 |K>r e. do gneros fin paiz.
Dito (le I l|2 por e. dos genero livre.
-\rmazcnagein das mcrratlorias.....
Dita da plvora.............
Premio do |(2 parenlo dos aseiajtados
-Mullas ealenhulas noadfparbi>s. .
Interior.
Sollo liso................
Patentes des despachantoa geracs. .
Dilas ditas especiaes..........
Emolumentos de cerlidoe.......
23t:387|B06
2I3.-5378
.Vtti>l2
1899836
7:to>790
2:^389008
1249312
1:7799333
211*278
193920
150900o
I2>00
eaoe
257:11119287
So* seguales expende.
Diiihciro .... 167:1659051
Assignados 90:7it;-2:(!i
Depsitos.
Enilbalaneii no ullinin de
agosto.........
Entrados 1111 crrenle mez
i30999l
6-888.-02
Siihiilns
Existentes...........
NVt) srqitiiilcs rsprries.
Diiihciro..... 3059000
l-ctnis......9:026-5371
ll:ll!NI33
1:5879662
'.1:5319371
^nbUcac5Ci5 npc&t&i).
ULASPAI.AVKAS AO SR. VIGARIO DO RIO-
FORMOSO.
Lemos, Sr. vigario, a correspendenria que fizestei
iuseiir no Libero! n. 1191, em reepoata ao osts
primeiro commonicado, e vimos osbaldesque nos
laneais, e as iiisinuares que. sem o mrito da fran-
queza, faicis ao digno Sr. lenle coronel -lose An-
tonio Lopes. Nao vos icsponderemos no mesmo
loro ; tanto por nao termos como tos cooheciineutu
e platica da linguagem de que vos servis, e licaria
assim em posieilo desvantajnsa, como por sermos
mais 1I0 que vii!, dolados de espirito evangelice.
Podis dizer de 111'n oque quizerdes, ludo vos per-
iloaremos.
l'rateuios de vossa deteza em rel.i^lo aos fctus que
. vos imputamos.
Dizeis calumniosa a nossa proposieao relalivamen-
le ao cadver que negarte* sepultura ; e para pre-
ferente* e m S? '\' "" lai" "S d'r" n P""11'* ama cerlidao pastada por gente tosa,
> appheaeoea, he sempre um o ele- em que se diz que Menezes murrera elnie.
. 1 est concebida deiuiuciam que ella fura arr>nail>
J^'^oil^r^'-'T^ d"ve,,,lo adrede, c a r,oo.,,/,doen; qne fo, exig la st
inversas""^ im "r1 ^ :r,:Xst,,:l;rs: v^.^t o,"",",c,," a ,,e si"e,ni""'
nnel'ie n^nnl "'""ancia cvteiiorrs cadver sido cnlerrailo a 10, no propriu da 'I aiian-
do. sen, depende,,, ia-, desiitu,.,^ l^T^^- 1- 5?-'iHi*,L!JiJlt!i!." ^ '"' '"ra "-** '
nos. que uus a oulro a liguciii por certo llevo
de
isnla-' de cerlidio
cerosa- ] de meu cominunica lo
t.lue o homem fura volar, podemos aliirmar, ,is-
-im romo, queso fora considerado impio pela s,. vi-
gatio, poique cm sua chapa nao qmz votai.
A vo.s.i allorucan. mermo alterada como i tela
no Liberal, pin mi evidencia quanlo a tal respetts
distemos, e nao pepleienius lempo em demonstrar
I a- que nao he aquella a liuguaci'in de que se deve ser-
vir na Irihona sagrada o mimilru du Stnlioi.
Sede evplieiin, Sr. vigario, neclarai Irancamenle
a quem -e dirigen! as
Afriranns livre-, e
bies. Se -e refer ni
leu.le a corneen! de
(I) l'ediaram-sc os hospitaes a 9 de marco,eso
se vio a junta reunida no consistorio, nos i das
de 10 a 14 Je agosto, c nao se rumprio o art. 20
da lei. Tinbam excluido os propietarios e seus
moradores ta i|uali(caco, e trabalhavam poroccul-
lar a reuniao fora i!o lempo da lei e para consumir
o lempo, para que se nao concluissem os trabalhos
1I0 ronselho al 7 de selembro, para se recorresse i
qualilicacao do anuo antecdeme, em que os nossos
nao eslavam lamliem qualilicados, isto, receiando
elles que o conselho nos qualilicasse e lizes>e-se a
chamada pela fiualilicacao desle anno.
[i) 0 Av. de 1 de fevereiro diz que a cmara
municipal expeca aojuiz municipal copia aulentiea
das artas dos eleilores, para que osle possa convocar
os memhros da conselho, mas o presidente da cma-
ra, que nao quera que o conselho se reunase
quando sotibe que o juiz municipal o tinha reunidos
por se linar da responsabilidade elle proprio foi le-
var tuna lista arranjada a dedo para contestar ao
conselho a competencia de seus memhros !
.. Veja-se que o proprio juiz de paz, o presi-
dente da cmara e mais tres camaristas tomatam
lauto interesse em occullar a qualificacao, que sen-
do obrigados a aflixa-las s o Bzeramlres dias ames
e lodos ensatados (oran arranjar as lisias de ma-
ncira que seas nao enlendia como confessaram os
peritos no examequa nelles se proceden !
I lestes, i sao camarisias, tres foram membros da
junla, Ires foram memhros da mesa parochia| e to-
dos foram recleitos camaristas pela fraude c for-
corria aa prelo para dar publicidade a resposla'que Kfiiilimcnlo nesle mez.........
deu (o padre IV, por occasiAo de ser inscripto pelo -'"andega del'criiambiirn 90de selen
Dr Salosliano. como leslemiinha de um processo
criine. Permilla-me, Sr. padre I'., que Ihe diga que
nAo he isso moilu exacto, porque o. Dr. Orlando pro- 1
curando cumprir seus deveres, elle sim, leve a infe-'
licidade de incorrer no seu desagrado e ioimisade,'
a poni de S. S. pretender, mas em vSo, dar-lhe a
queda. 8. S. acostumado a exercer urna iollueucia
tal oo qnal que Ihe nao contesto, na villa do le-
garlo, onde infelizmente em algum lempo, por meio
de sua rabulire, a auioiidade Ihe ouvia, irritou-se
certamcntenle com o modo de obrar do Dr. Salusli-
ano, que exacto e zelnso de seos deveres, etleudeti
essa inlluencia de S. S. Tenha paciencia, meu padre
meslre, tontease verdade : ludo parle desle ponto
canleal de lodo sen barulho.
O Dr. Salusliano, Sr. padre P., esse moro lalen-
lo-o e sempre applicado aos seus esludos, sabe di-
reilo para Ihe dar, ex calhedra, urna lieio, e nao
precisa de mendigar^arellos, sugeilando-s a rbula
de sua esleir. Vejamos, Sr. pudre 1'., como S. S.
em seu supplemenlu mencionado principia umoflicio
em resposla ao delegado fio termo. Ei-lo :
o (Juamlu o principe dos apostlos foi conslran-
gido a comparecer na presenca doSv nede, rei dos ju-
deos, e o intimaiam a que mo cuulinoasse na cul-
tura da viuha que conliara-lhe o 1 lele iuvisivel da
igreja, o aposioln oao deu-lhe mitra resposla, nem
disse-Ihe sendo que TOportel magis obedlre Deo,
quam hominibus
NAo pretendo entrar em urna queslao de direilo.
.Mas dirc que esle principio, Sr. padre P. no caso
sugeilo, prova de mas e conseguinlemenle inda
prova, porlanlo foi mal applicado. Quando Jess
Chrialo puz o limite alem do qual a auluridade civil
mo lem algum poder, urdenou que -e desse a Cesar
o qoe he de Cesar,0 a Dcns o que he de Deos.quaB-
do disse ao* llerodianosIteddite ergo quir ntfll
t'nsoris, Cdsari : et i/uo: nuil Dei, eo'S. Malb.
cap. 22, v. di, e be justamente nelc sentido que
os apostlos pozeram por mximaque he melhor
obedecer a Dos do que aos hmeosOportel magis
ele. Pur occaiiao das perseguicoes que oltria a
igreja de lieos no primeiros tlias de seu nascimenlo
e das que por ventura possa suflrcr boje, he que se
pode applicar o principio em que se baseia S. :.,
Si. padre l\, para sahir-se aoi olhos do publico da
condemnaran e do erro em qoe lem incorrido. K
ja qoe he lias le da nossa santa religiAo que busca
sua defeza, eu Ihe digo que engaiiou-se inicuamen-
te, visto como he nelas inesmas que eu Ihe
mostrar a -na cundcmnar.io. O que poilo, eo
guillo : porque razan, Sr. padre P. quando fez seu
reqtieiiinenlo ao delegado, allegando lora de propo-
sito, aquella pasiagcm da cscriptura, porque razao
digo nao atienden ao que diz .s. Alatli, un cap. Is,
v. 15.si (iiiteni peraneril in le fraler tan, raile
el eorripe enm nter te et ip$um soium, ele._ie leu
iiroau necear eonlra li, vai e corrigeo entre ti e elle
s, etc.: E porque S. S. vendo que os seus motivos
de defeza nao eram mais do que sonhos de gigante n'"a.
mu
per-
!
II
a: or
5
'l'B
[n)\n
jai/
eaci
co-exisleiicia 011 aoccessao mutua.
Segnc-'e. que. c por um lado lotos quadros
da roniposicao flfinalica 'Ievem partir d..... pon|i,
principal, e relenr-ae elle ; -c toda a linha do
iidinel que se ilescievc, devem -ei trae uta de ma-
nen.?'"" ,e "elida ao peiisaiiiciiln ilomiuanle
,a... e-e-,., ve.. ea,n,nlm,n se.....,e ,, ,, *. J^mi^^^^SSS^TLSSr '"' \^ T ^^
racier t ,,.- P'"" """ '"o tttaa me.,,,,,. Sede explcito, Sr. vigario. neclarai francamente '" nioleni '''""'o urna s bengalada,
traeos particulares, e-.*' '"'""' Mnaaaa devem a quem ce dirigen, as insinuaron de haim-ailo de ''"'"'ll'1'1 pd"s ile tuisso lado.
rauihrar. e ic,|or pr,.|,.^;r- 1'"! *-"""\- Africano* livres, e e*p.nramei.....del.....e ,,. ; ,< Fui asaim calradi, l,|., ., arli-o 93 .la
dad! esteneial eileia reunida a .**" '"'''."' bren. Se .e referen, ao Sr. enle rwr.nel LunVi l"l Estes >,.Uin,, r 1 j
ei*tooqiiaartode i'frif. m, da m,ls ......., aoasaid.Ue para .. '-i ,""' tomado por l po de prubidade e han- \unuf naenbos foram ; iiIm aQixadOres das listas,
r ..'leiiria e re.unlade d., drama e. proenrandocon- rute 2 S'lepaodtnle por -.,* creteida lortnna, onde mamj.ros .la mn',i clandestina
..im. atnai neia piri., uatoreaa em nti inspira o poro du i:r> i nnoo tempre eneonlra recursos I ieu pela maneira qne a
I-o
01 asim que tilles -i, cuniprirsm
ens do Exm. prasidenie !
no lia
ConMbttieSo de caridadr.
6199909
lembrn de 1856.
O cscrivao,
Faustino Joscdus Santos.
IMPORTACAO
Patache uacional 1 Alhenas, viudo do Maranhilo,
consignado a Antonio Luiz tic Olivcira Azevedo,
manifestou o seguinlc :
10 barril vinho, 2caixas com 200 librai de rape ;
ao consignatario.
200 saccas com 9 Silva Regada.
8 barricas lindara em gi.1,1 ; a Manuel Duarle Ro-
drigues.
__207 saccas com l0t>8 arrobas e 17 libras de arroz,
57 ditas com 223 arrobas e 1 libra de cera de car-
nauba. 1511 ditos com 280 alqueiresdi feij.ii, 15 en-
capados ci ni 15 alqneires de tapioca, I caixAo pentes
de chifre ; a ordem
Vapor nacional Paran, vindo do sul, consigna-
do a agencia, manifestou o seguinte :
1 barrica ; a Joao Jos de Carvalho Morier.
1 pacole e I volume ; a Novaei & C.
1 caixa ; a Companhia Providencia.
I dita ;a Jos (ermann.
I dita ; a Juaquim de Olivcira Maia.
I dila ; a Carlos Saonier.
I dila; a Antonio Pcreira de Oliveira Ramos.
ti dila ; a N. O. Bieber & C.
I dita e I volume ; a caixa lilial do Banco.
I dila ; a Joao dos Sanios Porlo.
1 dila ; a Joao Lopes Pereira de Mello.
2 dilas ; a ordem.
I dila : a Jos Pereira Meode Cuirnares,
I barrica ; so Dr. Auguslu de Uliveira.
I volume ; a Francisco de Paula F. de Sabnia.
I dito : a Krno-i" .1. Cardim.
1 dito ; a Domingo* Monteiro Peixolo.
I dito ; a Joo Lupes de Almeida.
1 dito ; a 1. Antonio da 2 dilo ; a C. W. Aslley.
I dilo ; a Timm, M. A Vinassa.
1 dilo ; a J. A. A. Kibeiro.
I dito ; ao desemhargador S. Amorim do Valle.
1 dilo ; a Amonio do Naaeimento Feloza.
t dito : a Retaron Rooker ,\ C.
3 raixas plantas a Antonio Jos de Siqoeira.
Itrigue iuglez Ed'o, vindo de Liverpool, consig-
nado a Jame Crablree A; Companhia, manifestou o
-egiimie :
51 fardos, 17 raixas lecidos de algodilo ; ., Ros-
Irnn Itooker.
15 ditos, 35 artas, dito de dito ; a Adamson lla-
ie i\ Companhia.
i dilo, 31 dilas, dilos de dilo ; a Patn Nash.
23 ditos, 22 ditas, ditos de dito a Isaac, Cario Aj
Companhia.
til ditos. 16 ditas, ditos leiga, ti caixas cortes de vestidos, 32 gigos, li bar-
ricas e 2 cestos loara ; a Johnslon Paler |ue se ilissipam ao ile-|itrlar da realidade,' Iralvu
como pondo de occnllar a sua sem razao.
Lgica e verdaderamente conclue-sc : logo o Sr.
padre I", errou. e errou gravemente, iusullamlo |iu-
blicamenlc a nina autundade, anarchisaudo, e pro-
corando disarieditar ao promotor publico fia villa
do Lasarlo, quando esle procera cumprir religiosa-
mente os -cu deveres. Coate ministro de Jess
Chrllto, Sr. padre I'., piocure cumprir o. prtceilo*
de sen divino roeilre, nao -eja colrico, seja pru-
dente, seja o que sahiamenle recommeuda o Etan-
gclholuje mundisiga a preceito ou antes o cou-
selho que Ihe da S. Lucas no cap. 21, v. 10 as se- r*S'n
I' 'lav
2 caitaa o 3 fardos, lio diversos de algodao : a S.
P. Johnstou.
loo barril bairilba. 50 gigos e 1 caixa loeea, I
rardo leeido de linlw, li dilose II caixas dilo de al-
gudao ; a Fot llrotbers.
50 barris manleiga ; a I). F. da Cunda tioet.
.10 caixas 1 anella, II, dilas c 20 lardos lecidos de
Igodao, 2 fardos esleirs; a C. J. 'Attlev.
2 barricas ferragens, 8(i panellas do ferro. 13 lei-
xes chapas para fogau ; a llreniter a Brandis A
Companhia.
550 panellas de ierro, 22 barriras e i caixa fer-
2 caixas lecnln de algod.lo j a James llal-
7 raivas lecidosde algedan. 7 ditas, dilos de laa
algodao; a J. heller ,\ Companhia.
18 1 Se lodos se retiraran cm paz, qnal a r,
a mesa, nu- '" l,',:l* de Ierro, I volume objectet deeseriplo- I
rio, f-ixes ac, 0 fcivcs e 5811 barras de ferro : a
Ferido palo subdelegado supplenie Gemido
ros Loellio, que deu a priineira eacetada no poique no oolro ilia anta de reunir-se
e por i-i., sal.if, eleo juiz de paz! Bom blieou-se que nnguem mais ebegara ao p da me>,
A na- ser essa provo- j sa V .Nao esla claro que reconlieceram, que eslavam j afcToarrts
foi I perdidos, o que era preciso provocar um pretexto | nbia.
i. leiilos (ccido..
son.
25 |barri maalmga ; a Soalhal
Ideo, de3 po, fiiin da divida ac-
tiva...........
Mullas do imposto de 3 e i pnr
cenlo ........
Imposto d* casa de (taja de hilhar. '.
Passaporle*.........
Jams......
Cusa.........".'.
Melade da divida activa coral. .' "
l.ettr-ci
**U$H3
i.lW,lj
"SOtVJ
laatCan
H.-NI H0S9I2
2i.,,i;
.l::ltMii
..:JltXai
I277t.l
>t?i-jn
WV-IKI
eip7.lt
isJnii
llr-llt.
HI7J**..
-MH.VI
Saatntjam
. .c ;Jo cons.Udo pratincul M de sttetnhr., de
I8.H).f> csrnplurarario.
Jos-' tavalcanli de AM
MoDimmc iopQtt*.
,- --------objertns de
botica : a J. C. de Barros.
1 caixa hijouteria : a M. J. I',, e S.
i ditas lindas. 1 barrica calillara, li dilas dro-
gas ; a S. P. Jnhnslou.
2 caixa e 1 Tardos lecidos de algodao ; a Isaac,
Curio ix C.
27 fardos e 05 caixas fazendas de algodao, 13 di-
las ditas de lindo. 10 fardus lio, 3 dilos lona I bar-
rica lanuda d'aveia ; a Adamson Mowie \ C.
2 caixas lencos de seda, 3 dita fazendas de lila e
algodao,! dila* e I fardo dila de algodao, 2 caixas
chapeos de sol de seda, I dila dilos de algodao ; a
J. Keller & C:
15 caixas e 2 fardos fazenda de algodao, li caixas
dilas diversa* ; a A. C. de Abrea.
.50 barris manleiga, 2 caixa* cobre, 15 dilas fa-
zendas de algodao, 600 fogareiros, | barrica trem de
tozinha, 30 dila* enxada; a Barroca & Castro.
20 caixas e 35 fardos lecidos de algodao : a >.
O. Rieber.
120 pesos de ferro ; a E. II. Wvatle.
123 gigos e 8 barricas lenca, 7 caixas cobre, 1 dita
ferragens, 2 barris agurdente; a ordem.
i caixa igiinra-se ; a J. V. dt Miranda.
150 lonellada, 18 quinlaes, 3 arrobas e 21 libras
de ferro ; a companhia do caminho de ferro.
3 fardos e 5 caixa fazendas de algodao, 8 ditas
meia de seda ; a Roslron Rooker.
Tardos fazendas de laa. 11 dito* e 10 caixas di-
tas de algodao ; a ll.Gibson.
2 caixas azenda de algodao ; a L. Antonio de
Sequeira.
ti dilai e li fardos fazendas de lindo, 110 gigns
21 barrica e I ceslo louea, 1 barrica lerrageus,
7 caivas chitas, I i dilas c 7 fardos fazendas de al-
godao ; a Johnslon Paler & C.
8 fardos fazendas de algoda ; a James Crab-
lree cV C.
ti caixas e 8 molduras, nma machina completa, 5
barricas carv.m em p, 1 embrulho escalas de n,a-
deira ; 'a W Bovvman.
.50 barril manleiga ; a Siundr Brothers & C.
Brigue escuna hamburgaez t Osear, d viudo de
Ilamhiirgo, consignado a H. Bruno & C-, uanifesluu
0 seguinle :
3 caixas bezerros enveroitados, 2 ditas objecloi de
folha de Flandrcs, 3 dilas utencilio* para escrever, 2
dilas couros enverpizados, 2 dila* marcearas, 16 di-
las fazendas de algodao, 12 ditas e 17 Tardos dias da
laa, 3 caixas dilas de seda, I dila dila* de lioho, I
dila brinquedos, 1 dita quinquillera. 3 dilas pianos,
1 dita 1 espelho de pare.le, II dila lila* de algodao,
2 ditas dila de seda, I dila dila de laa, 1 dita gra-
varas em caixilhos, I dita urna mesa pira costura ;
a 11 mu Momscu & Vinassa.
150 dilas velas estearinas, 1 dila amostras ; a Ma-
noel Joaquim Ramos e Silva.
I dila correnle* e relogios de ouro, I dila rclo-
gios de prata, 2 ditas 2 pianos; a Rabe Schainet-
lan.
10 barris pregos ; a J. ilallidav.
lOOcixa velas eslerainas, I pacolinho amostra" ;
aj. Keller & C. t
i fardos e 3 caixas fazendas de laa, 1 dila ohjec-
los de ooro, I pacolinhu e 1 fardo amostras : a Scba-
feitlinA. C.
1 barril prego, 2 ditos agurdenle, tVito salame,
2 caixas fazendas de algodao, 1 pacole amostras ; a
ordem.
2 caixas instrumentos de pin sica, chinana e livros ;
a A. 11. Wilmer.
3 ditas encerados; a Christiani.
6 caixas ferragens, qoinquilbaria e merecaria. 1
dila barbante, 22 ditas fazendas de algodao, I dila
encerado, I dila bolOes de madreperola, 9 ditas leci-
dos diversos, 81 dilas vilualhai, 4 barris vinho e
agurdenle, 2 caixas bezerros envernizados, 68 pre-
suntos, 5 pacotes amostras ; a O. Bieber Sl Com-
panhia.
% barricas genebra, 10 caixas mercearia*, 25 cai-
xas queijos, 50 barris alcatrao.50 caixas vinho, I dita
el fardo fazendas de laa, 30 saceos farello. 1,06!) leiloresque bao de elegernao li, a dendo "7 '
S'a' -n^ S" papel ti emnre|ho. 5 '" *'.- asaaMna geral para a prxima legislaltra m anror-
.1'anatM entrant no di 30.
Aracatv11 dias. hiele brasileiro .,Aarora, At J-,
tonelada, meslre Joaqaiaa Jne da Silveira. *-
pagem 4, carga ola e muro ; a Martin Irma*-
Perlcnce a Pernamboco. Pa*Mgr,. Fra*c.
1 llimpio Rodrigoe. sua senhnra o 1 criada, Mara
da Coneeicao e Silva, Jo.e Caelaoo. Jereava,
Mariano Lobo.
Liverpool( dia*, brigoa escuna ingler ElhiMie.
de 153 toneladas, eapilio l.eerg Sidaex ktnntl
eqoipagem 10, carea fazendas e *am cenen* a
Aslley ex Companhia. Ptrtenee ao ptrlilel
verpool. ""
Beiius-Av res.11 dias, polaca hespanhola Calala-
nian, de 151 tonelada, capitio Pablo Konel, eaae-
pagem ti. carea 100 toneladas de pedra t arca : a
Amorim Aj Irmaos. Pertence a Trniinn.
Macan 2 meze e 21 di, barca brasilea -Imp,
ralrir do Krasil, de 550 toneladas, eanila* fiti-
o Jos de Sanl'Anna, equipasen 15. carga al : a
Amorim & Irruios. Pertence aa parta 4 Ki.. ,ie
Janeiro.
Liverpool3:1 dias. iiri.-ue inclez Booreerang... >
211 toneladas, rapito t'.eoie Vanas, eanipagrm
10, carga fazendas e mai* genera: a Stand-t-
Rrolhers r) Companhia. Perleaee a llanda*.
bu*t*.
O Dr. Itulmn A ugoslo de Almeida, sonplenle eo |in-
zo mamcipal e provedor do* rettdaa* e iap,'n-
nesta eidade do Reeife e seu Ierran, par S. M. I.
e (.., que Dos guarde ele.
Vio aber aos qne o prsenle edllal ttttan, que
na lereeira praca desle joiae se proceder a arre**
taras da renda da* casa* que ronilituem a p.iirmo.
uio da irmandade da SS. SS.. da Senbnr |t..m Jr
sos do Passos, de N. S. do Knrano. do Sr. rWaa Je-
ss das Portas, da Scnhor* Santa Ann.,. e da capel!a
de N. S. da tineeieao. todas da fresaezia de S. Ire
Pedro (.oor.lves. caja arremat.ca. ra par Ir
anno, e o* arrematante* e seus dadores attnnatntttni
como depositara* do* alucaei, incarrend* na- ates-
mas pena* da falta de pagamento, arhanda-se to-
rtela em poder da respeeliw parleira.
Il mandei pa.Mr e presente, que .era pad-h. .,!,.
pela impreux.Recite 4 de selembro ele lK.a,
bu I ...l.lini, I f mi.|rle. Ladral de Va-, o,11 rl|... ., i
crtvi.Itulino Augn.m.io Almeida.
RISPADO E PEItNAMIII i.<>.
>o edllal para o canear** as fresaetia. vag*<
impresso do Diario de Peraamtwa-.., n., 4u mT
correnle n. 228 rom dala de 26 do correnle, fallo,, a
rreguezia de Itamaraca, e por ha* alli1.r.M,. mn,^
ed.laes uo da 29 do correnle. induind., a r.f,,i,
Ireguezia. Palacio da Soledade, : de selewhe. oV
I8.y>../oo, bi>po diiwcsann.
O Icuenle-coronel Joao Valentn Villela. jair. ,1c aa*
do |,riiuein, anno do primeiro di-lnri,. da Ir ae
zia do Sanlifimo Sacramento da hairra de sW.,
Antonio da cidade do Reeife, tic.
lajo saber que tendo de proceder-* nota Iregae-
zia, no dia 2 de novembro rolan., a detrae ato* e-
dres, 0,790 botijas vasias, 50 presuntos, 5 caixas pe
les preparadas, 2 dilas conserva, 1 dita sabao, 50
ditas cognac, 5 ditas fazendas de lindo, 2 dilas dilas
de seda, 63dilas e 1 fardu dilas de algodao, t caixa
linha, I barril feijao em sal, I dilo couve em dilo, 2
caixas agulhas, I dila chapeos de sol de seda, I dita
bolas para jogar, 200 Larras de ferro, 32 toneladas
car v.'m ; a II. Ilruiin j C
1 eaixa, erragens ; a Jos Velloso Soares.
2 fardos*lBzendas de algodao, 7 caixas carloaagcm,
1 dita mercaduras, 3 dilas phoiphoros, I dita papel,
2 dita beze rros de lastre, 226 caixinhas cha ; a Isaac
Curio & C.
5 caixas limas, i dilas serrai, 1 dila espeletas ; a
Brender i Brandis.
2 caixas sanguesogas; a T. D. Tenecheerd.
1 dita om piano ; a C. l'ember.
3 dilas papel; a I). A. Malheas.
21 ditas fazendas de algodao, 3 ditas fazendas de
laa, 3 dilas fazendas de linho, 2 dita fazendas de
seda, 5 caixas espingardas, 15 dilas sapalos de bor-
racha, 2 pacole* amostra ; a C. J. Astlev.
2 caixas vidrios ; a B. r. de Sooia.
CONSULADO (ERAL.
Rendimenlo do da 1 a 20 13:866.t23
dem do dia 30....... 775022
IMVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlo do dia 1 a 20. ....
Idem da dii :I0. ,
1;t:9i3s26.5
1:SI>3J8I>6
119*687
1:583*553
IIENDIMEMI) DA MES* DO CONSULADO DE
PLRNAMBUCO MIME/, DE SETEMBRO DE
1856.
Consulado de 5} por cenlo. 11:650921*;
Dilo de 2 por qento. I25.1OO
Dilo de 1 por cenlo do ou-
ro em barra.,* .... 1s320
Ancorasen. L......
Direilo de 5 por cenlo na
compra e venda das em-
barcacoes ...
Expediente da capalar.ia. "
Sollo lixo e proporcional. .
Emolumenlos dcccrlides.
737*100
3709VM1
tmm
50973r>
69390
ll.ti 2:2799419
Oirrrsas procia-ia-.
Dizuno do aigoilao e outro*
gneros do Rio Crande do
erle....... )-,|;xi
Dito dilo dito dito da Para-
, )"b*........1:357-11".i
Dito do assncar, ,. oulros
gneros da ,|j|a.
Dito dilo das Alagos, '.
13:0i3-r265
76>2I>0
1113040
----------------1:.5s:V,,3
1.5:5269818
Depsitos sabidos
Ditos existentes .
1:613-001
2:106.-361
Mesa do consulado de Pernambnro 30 ile se-
lembro de I.*.O eserivo, Jacomc Ucranio Ma-
na Lumarhi de Mello.
"mmn&i*! EX|,'A<.AO PI--LA MESA
oi,ccc..;!lm OBSTA CIDADE NO DIA
aOUE SETBHBRODE I8S6.
LisboaBrigue |,i,,logiiez ..Experiencia.., Amorim
i\ Irmaos .,, arros aattjear mascavado, c Mantel
l'erreira larro.o. 13 saceos idem dem.
RBCKBEUORIA dk RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE l'Ll'.N.vMlll 1 i..
Kendimenlo ,|n ,|ia t -jr, 20:745*030
Idem do dia
">........ 315-112
|.ul.lic.i.|o pela inipreiisa
de I8.i7 a 1860, como o* memhros da atataMea
gislaliva provincial do anuo* de anal a 1859. e .1*
1860 a 1861. lado de conformidad* cata d'i.p*-!..
no. arligo. 39 e 10. da lei namero JK7 de 19 de a
goslo de 1810, e em virlude da orden* circala.e*
pedida pela presidencia em dala de 15 da met pr-
ximo postado, que me foram romroanieada pela ca
mar municipal, em ollicia de 21 doto mea atlima
mente dilo, devem os eleilores e sapplralr. *Vl.
fregaezta, em namero de 12 nella rntente.
parecer, em camprimenlo do* artigo* ti a 45 da pre-
citada lei, ai 9 horas do sapradilo dia, eta a rara
da igreja matriz do Saniinimo Sarraatento da haiim
de Sanio Antonio da eidade da Recie, abm de e
organiar a mesa parocliial, ficaado c* que deiv.r.m
de comparecer, sem motivo iesiliraa, sasrilos a mal-
la comminada 00 ai ligo 120 paragrapha .'.- name-
ro 2, da citada lei, cojos nome* te segaeta :
ELEITORES.
Ot similores.
Tenenle-roronel Rndnlpho Joo Barata de Alnerrta.
Vigario Venancio llenrique* de fluuati.
Coronel Domingo* A nomo Xerv Kerraira.
Dr. Joaquim Pires Marhado Porlella.
Commercianle Antonio l.uiz do* Sanie.
Dr. Antonio Epaminonda* de Mello.
Majar Claudum Benirio Machado.
Empregado publico Caetano Pinto da Veta.
' apil." Joao Antonio .le Paula Rnalricae.
Padre-mcslr* Joao Capnlraao de Mendanea.
Alteres Caelano Jo*o Meudes.
Empregado publica Joto Mannel dt t.**tr*
Alteres Joao Baptista ile Araaio.
CapiMo Joao Alhanazin Bnlelho.
Tenenle I rancisi n de Paula Machado.
Alferes Barlhnlomea Cnedes de Mello.
Commercianle Mannel Goncalve* Ar.
Empregado publico Joo Pernea da Mlvrua
Major Benlo Jos Fernando* Barros.
Capullo l-'irmiiio Jos de Oliveira.
Dr. Angelo llenriqoe da Silva.
I enenle-cni onel Seba.lla.-i Lope* .lliniaf ar .
Dr. Amonio Rangcl de torre Bandtiia.
SI PPI.ENTES.
O* scnhor*.
Mapir Jos Esvdio I en eir.
Dr. Ignacio Kirmo Xavier.
Empregado publico Joau (jrneun Iih- j ti tan 1.
Tenenle Joaquim Bernardo da Res.
Altere J0A0 llenriqne* da Silva.
Empregado publico Theadaro Joe lavare-.
Dilo Antonio Jaaj Monleir*.
Arlisla Dinniio Biberrod* Vascnncoltos.
I. iinineii-lauto Joaquim tranci.co de lorie t,^l
lindo.
Cmpregado publiru Antonia Manoel.Peieiia VtaatM
Jnior.
Cnmincncianle Joaquim \ ilal Machado.
Arlisla Luiz l,o.i| Agr Jaitinr.
Commercianle Mclchiale Anlniea de Almeida.
Tenenle Joaquim llenrique. da Silva.
Empregado poi.lic, Agoslinhn Jos de Oliveira
Cnrcmcrrianle Manoel Jos de Oliveira.
Dilo Francisco lime Castellao.
Alteres Antonio Mannel na Silva f.uimai.i. .
Capitn Jote Narciso Camello.
Ilotro sim. convoco a lodo o ci.ladaoaqa.ile,.'..
volantes nesta freguriia,, ojo Home foram atarse*.
los na lista allivada na refrrtda malrii, pera Bao,...
almenlc eoruparererem a dar eu* veto* : nle^rv..,i
da Ibes que a fregnezia dar .18 elci'.ores. avi-ia ala
numero d... ridadans qualilicados, do art. 52 da le,
de 10 de agosto de I8li. combinad rom i. ^\,-m
de 3 .'e novemlirn 1I0 nie-iu-: auno, dr .'10 de |ai.-iro
de ISi'.l, Oflttttaa do E?m. |e-ideole da piovino
cm olliciu de bonlem daladn. devem ,*a< cdula*
conler os nemes de 38 culada" nella domicilian -. .-
especilicandii-se oa resperlivasocropa^oes.
K para retala* man.le la/er o pre-eeile. qne -er..
atlixadn no Itigare mais pnl.li.- da Iregor.-u. ,-
21.070.;! 32
r-aliiram lodos rea
para que a mesa pinles.se, sem lestemiinlias,
eer as fraudes peles quaes sahiram roeieitos
he mais claro d .pie n nlmeriilianf, !
(9) Esies lambem nao eslavam tiiialifieado
niion ei-'
N. B. Todi 1 i,..t,- j, ;w .lociimeni'.
trnnbi aos reda oros i\o-v ., Diario. >
ever-
' Islo,
ferro para estrada
I i dilos e i, caixas
1 compa-
II. I.ib-
'1 fardos lio ,le vela
I panbia.
I t.ives luida de fe,
iturle A finir,
30 barr* manleiga; Saaadera Cotapardiia
2., dilos dedil::, 20 fardo- e 12 rana lecidos de
REMMMEMO HA RECEBE DORIA
HAS INTERNAS liERAES DE
III O DO ME/ DE SETEMBRO CORENTE, \i
SABER :
. E-ros (le lerronos de marinh*. .
vlellor A I .om- 1 Lauriemn.........
Sita du bens de raa.....
Direilo novo e velho iIp rnancel
liria...... .
Hitos de palemes .ios nin.-iae di
ruarla nacional
LEGIVEL
algod.lo, Sfardinho dilo* delia.J dito diln de Ha e 1 Dieima de chanctlla'iia*.
Rerile t.' de naluhrn de 1856. En Joaquim la
Silva llego, e-rii\an ccrcvi. O |ui> le pa/, lata
DE RE\> I ***lenaTaa Vt^atta,
PER.NA M-IO lenle da calinda gualda nacional Ins.- I aoclie
do R*fo Barr, jui/ de paz mai- volado da. I
ili-lncl" da li. gue/ia do roen da Pantlla. en .
75'8li2 i tacosalei qup l^nibi-se de proceder a eteia<> fia
I8-4KI eleilme-, no da 2 .le unveint.rn. em virtqde a* aat-
pi,-,cai, do tal. II-' da le 11. 387 d* 19 do aoslo 4*
Init,, e piint. eiiniiM da ciada la,, cantara pan o indotado da pela t
i bocas dt manh-la, 110 cnn;lorin da .-,re,i m .(.
I2ii-'ii lar, t ao Sr. :
i7-ir,
'.*;*. kii
MUTTLl^"
^aT
*


i-
V
Kleilores.
Mjnr Jos Theotora de Sana.
r. Alvaro liarbalho L'choa Cavalcanli.
Maior Joto Francisco do Reg Maia.
Major Flon'ncio Jos Carneiro Monleirn.
Capillo Jos Ignacio Pereira da Rocha.
I(r. Francisco l.ins Caldas.
Jos Lopes ...inicuo da Confia.
Supplenles.
Oa senhores.
lenle JoAo Francisco Caroeiro Munleiro.
Tenante Jos Francisco Carneiro Monteiro.
Alteres Si-Ih \lferes Jos Fraucisco do Reg Barros.
Jo iquim Jnse Cavalcanli.
Joo Severino Reg Barros.
Anin > Flix Maciel.
V. para conslar mandei faer n prsenle que ser*'
allivado nos lugares mais pblicos ic-la fregu e pu-
blicar pelo jornal.
I.' dMlriclo do l'oco da l'auella 29 de Miembro
de I856.
Jos Camello do Reg Barros.
totttotmM*
Acliando-se vtga o ollicio de segundo label-
liaoe escrivAo das eiecuces civeis do termo de Ca-
ruaru', S. Exc. o Sr. presidente da provincia assim
<> manda fazer publico para conhecimenlo das par-
les iuleresandas, e afm de que os prelendente ao
dilo ofllciu, liabililando-se ua forma do decreto n.
817 de 31) de agosto de 1851, e aviso n. ',0 ,|e :l() de
detembro de 1854 gpresenlem os seus rcquerimenlns
au jiii/ municipal do mi.-mo lermo, no prazo de 60
das, que coinecou a correr do dia 8 de agosto ultima
ora diante, para sesuirem-se os tramites marcado!
no artigos 12 e 1:1 do citado decreto. Jos Benlo
iU Cimba Fihoeiredo Jnior, ofcial m.uor, servindo
de secretario.
Nao lendo o consellio econmico do balalhao
decimo de inraularia procedido no dia 27 desetem-
bro a arrematarlo dos gneros pira as praras arran-
chadas do inesino baUlhlo, confarme os nnunrios
publicados no Diario de l'crnamboco de 2>. 26 e
27, por Talla de concurrentes e precos elevados dos
que se apreseoUraui; de novo sao convidadas as
pessoas que queiram fomecer laes gneros para a-
p.esentareni suas proposlas no dia 1 de onlubro
pelas 10 horas da mandas, ua secretaria do halolhu
110 Paraizo. Jos Caelaoo da Silva, alteres agente.
CUY4 FILIAL.
A directora da caixa lilial do banco do Brasil em
l'eiiiainbuco faz pudlico que conlinua a lata dos
descunlos a 7 por cenlo ao anuo para as leltras a
vencer at us de novembro o a 8 para as do 1 de
'lezembro em dianle. Pernambuco :I0 de setembro
de 1836.Aiilanii Marques de Amorim, secretario
da direcluria.
O Illm. Sr. rpita* do porto, cumprinde o
aviso circular da repartido da marinha de 12,
e a ordem do Exm. Sr. presidenlo di provincia de
22, ludo do crrante mez, manda dar publicidade
as tradceles juntas aesia.de varios avisos, nos
quaes aununcia-se aos navegantes o estabetecimen-
to de novos pliaroes as Ibas Balearos, no Medi-
terrneo, no Mar Negro, Estedos-Unidos, Gol-
plio de Alhenas, e na entrada do Tamisa.
Capitana do porto de Pernambuco 26 de selcm-
liro de 1806. U secretario Alexandre Rodrigues
dos Anjos.
TRADL'CCA'O.
Avis ao-* ua vedantes.
N. 17.
INGLATERRA. ENTRADA PARA O TA-
MISA.
Pliarol Criinfleel East Swin.
A corporacao de Trinity House em Londres aca-
ba de fazer publico, que o pbarol de Estaca re-
i'cntemente levantado prximo a borda do S. E.
do baixo de Gujilleel. em frente costa de Esses
110 Swin de leste prximo a entrada do Thamisa,
aclia-se actualmente promplo.
L'ma luz revolvente de cor encarnada ser alli
rollncaih depois da larde do prinniro dia de maio
prximo, mostrando urna face escarale cada meio
minuto. Estar enllocada em urna altura de 48
pos cima do nivel medio do mar, e deve ver-se
loconvs de um navio no estado ordinario da at-
mosphera, em distancia de sale a oilp milhas.
A casa do pbarol be de nina eonslruccao de fer-
ro com seis lados ou faces, sustentada sobre pilares
011 pernas, que se acham bragadas diagonalmente.
ludo so acba pintado de escarate. Est collocada
com asseguintes demrcameos : Ls'reja deClackton
N. O. 1|2 O.: torre de Naze em Walion N. t|4N.
E. : casa de pliarol alto de Harwicb N. 4.a N. E.;
pbarol 11a embarcaeo a pique E. 3|4 S. E. 4 \\i
milbas.
No inesinu dia sero exlinctas as luzes, que
preseniemente apparecem da bordo da embarcago
pbarol noliuneet ; as balas 110 tope dos maslros
serao arreadas, e a embarcaco brevemente ser
removida. Igualmente a balita que fica um pon-
cu para o oeste da nova casa do pliarol ser reti-
rada.
Roga-se aos capitacs de navios pilotos e outros
navegantes, que icnbam lodo o cuidado em nao
so approxiinarea i osa do pharol mais de um
quarto ilo tnilha, nem em circumslancia alguma
tentar passar para o norte dcllc.
Todas as dvmarcagcs sao magnticas. Va-
riucao 21o I.VO. cui ISoB, diminuindo ti' an-
iiualmento.
Porordcui de Ss. scnborias.
Assignado. Jolin Wsbinglon, hydrographo.
Ueparticuo bydrograpbica do almiranlado. Lon-
dres 17 de abril de 1856.
Este aviso affecla os seguimos mappas do al-
miranlado.Canal de Inglaterra fl. I, n. 1398 ;
proximidades de Harwic.h n. 2052 ; geral do mar
do Norte e folba I, ns. 2339, 1406; costa de les-
te de Inglaterra, l'ollta 2, n. 1610; Tamisa fo-
lba I, n. 1976, e igualmente a lista dos pliaroes
britnicos (ed. 1856) n. 69.
TRADUCCA'O.
Aviso aos navegantes.
1N. 16.
ESTADOS UNIDOS DA AMERICA.
Pliaroes de a Cape Elisabelb e Wxtod Is-
land Mame
A direcioria dos pliaroes dos Estados Unidos a-
caba de fa/.ar os seguimos avisos :
A contar do 1 de abril do 1856 a luz que ac-
tualmente existe sobro Cape Elisabelb, seis mi-
litas ao sul da entrada do I'orlland, Maine, ser
mudada, e'dahi em dianle se collocarj urna luz li-
\a brilbanle na lorre da luz ora em uso, c urna
luz revolvente clara e brilbante ua torre da amiga
luz revolvente.
Approximando-se do mar a luz revolvente ser
condecida e vista antes da luz fixa. Por tanto
para diminuir o perigo de en^anar-se com o plia-
rol de Cape Elisabelb, e o de Wood Island, que
que lainbcm be de luz revolvente, somente dez mi-
lliasaoS. O., esta ultima ser mudada para uina
luz revolvente encarna"
I monte com a confederac/to argentina e a ru-
! publica do Paraguay.
Capitana do porto de Pernambuco. 27 .le
] setemnro de 1836.o secretario, Alexandre
, Itodrigues dos Anjos.
DECRETO N. 1782 DE II DE JULHO DE 1856.
Promulga o tratado deamisade, navegacao e
commerco entro o imperio do Brasil c a
repblica .lo Uruguay.
Tendo-se concluido e assignado nesta cor-
t aW Hseii tratado de amisade, navegaran e commereio
entre o imperio e a repblica do Paraguay ;
e acliando-se este acto mutuamente melifi-
cado, c trocadas as ratificarles em 13 de ju-
nho prximo passado; hei por bem ordenar
que o dito tratado seja observado e cumpri-
uo tao inteirameiite como nolle se contm.
Jos Hara da Silva Prannos, de estado do
meu consclho, ministro e secretario dos ne-
gocios estran jeiros, o tenha assim entendido
e expega para este lim os despachos neces-
sanos Palacio do Rio de Janeiro aos 14 do
mez dejulho de 1856, trigsimo quarto da
independencia e do imperio.
Com a rublica de S. M. o Imperador.
Jos Mara da Silva Prannos
c amisade, navegag.30 e commcrcio jor.-
celebrado entre BrasTl e a repblica do der'' "*"" co
Paraguay, n que se refere o decreto supra.
Ms o lniierador constitucional e defensor
perpetuo .lo Brasil, etc.; fazemos saber a
todos os que a presente carta de conlirma-
go, ftpprovago e ratilicago vircm, que aos
seis das lo mez de abril do corrente anno,
se concluio e assignou nesta corta do Rio de
Janeiro, entre nos e o presidente da rep-
blica do Paraguay, pelos respectivos pleni-j
potencanos, munidos dos necessarios pie-
nos poderes, um tratado de amisade, nave-
gacjio e commereio do tbeor scguinle:
Em nomo da santissima c indivisivel Trio-
dado.
Sua Magestadc o Imperador do Brasil o S.
Exc. oSr. presidente da repblica do Para-
lis d.)
ment.
Art. 1



DiAttO OE PEKmiBUCO QUIRJ. FE|M i OE OTBRO M. 1*56
MIZ em que liv.'r lugar o fal
As duas altas
Para a Balita
S partes contratantes, i pretende seguir or o fin da presente semana a ve-
desejaii.Ip assenlar as rulagoes dn amisade, '"'ra bem conhaeida amaca nacional vllorlencia,
comm-rnoc Davegaco de seos respectivos
paizes sobre a base de una perfeita gualda-
de o benvola rcciprocula.lc, convieram em
que os agentes diplomticos e consulares, os
subditos ou cidadilos .le cada
lem a lurdo deus tercos do seu eamgaiMMo prom-
plo : trata se com o seu consimialarm Antonio l.uiz
de Olivcira Azevcdo. roa ua Cruz n, I.
Para o llio de Janeiro
oro lucio, ni- i P""""1; ",-"" M ,m la ^m.na o ve-
tnrapsoii rnani.fal...,.i < ."'"'"'V' !,J-|leiro palarh.. nacmoal Amaionaan, lem a bordo
turaesoq maniiiaottirados dos dotis estados, .lous tercos de seu carre^a.iento ; pan o rtsi0 .,
SOMrao reciprocamente no outro, dos mes- |cravos a'frcle. para os quaes tem c.vcclleiites com-
iii > lo-, (rala-se rom o seu consignatario Anlonio
idos dir
naeao mi
cossao se
e licando
tos, franquezas c imm.iuidades ja
concadid, ou que o forern para o futuro, a
is favorecida, sendo gratuita a eon-
0 lor ou liver si.lo para cssa ingo,
estipulada a mesma coinpensag.So,
se a condesado lor condicional.
Art. \1 Para mellinr intelligencia do arti-
go precedente, as duas altas parles contra-
tantes convem em coiisideaar navios brasi-
leros ou paraguayos os que forern possui-
dos, tripclados c navegados segundo as leis
dos respetivos paizes.
Art. 13. Se acontecer que urna das altas
partes co (tratantes se aclie em guerra com
una tere ira potencia, os subditos ou ci.la-
Tratadodn
I daos da outra q
ue
se conso var neutra, po-
u commp.rcio e navega-
cao com sse Citado, exceptuados os porios
ou cidades que Se acharem bloqueados ou
sitiados |>pr mar ou por trra ; mas em ue-
nhum casa sera permitlido o commerco dos
arligos reputados de contrabando de guerra.
Art. 14 para que nao baja duvida sobre
qnaes sej m os objectos ou artgos chamados
de contra jando de guerra se declara m taes :
V cantojs, morteiros, obuses, pedreros,
mosquete, relies, carabinas, espingardas,
pistolas, piques, espadas, sabres, laucas,
dardos, alabardas, granadas,;ioguetes, bom-
l)as, plvora, mechas, balas e loda* as Ou-
tras cousas petlencentesao uso dcstas armas;
2.-escudos, capacetes, peilos de ago, saias
de mallia. boldrUs e roupa feita de unifor-
l.ui/. de Oliveira Azevedo, roa da Cruz n. I.
HOSPITAL PORTGEZ DE
BENEFICENCIA.
t.luem tiver cuntan aetnas ci.m o bonpil.tl. q.ieira
apresenta-las al o da 3 de onlubro.n -ecrelario.
M. 1". de Sania Barbosa.
[RMANDADE HE SANTA TUERE/.A DE JE-
ZIS l)t)S ESTDASTES.
Convida-sc a Indos os ir.naos da niesma irmanda-
de a comparecerem no dia 2 de nutobro, as i horas
da larde, na icreja matriz do Corpo Sanio, alini de
t.
?
Wt* ~.\
'ta man.
? PEDRAS PRECIOSAS- ?
n |
* Adere^oi de brillianlea, $
$g diamantes e perolas. pul- 5
* cciras, alfineles, brinena ?:
e rnzelas, boles e annei> *
de difl'ercnles gostos ede gg
MOREIRA k HUIRTE.
I..IA DI OIRIVE&
Ra do Cabuga n. 7.
se fazer a elei.;..i dejuiz, mordomos, ele. [ sj diversas podras de valor, ni
_uay, desejando lirmar em bases solidas e e Para us? m,,lf.r a uoMrics d ca-
duradouras as rolaces de paz e amisade que vanr",> cavallos, selhns. sellas, lombilbos e
existem entre as duas nacOes, e regular a (lUi,CS(iuel' perlences desta arma ; V, e ge-
sua navegado e commereio reciproco por i rnenle to meio de um tratado adapUdo as suas cir- uc elro- a?- lH.lil" c *9 qnaesquer outros
cumslancias de paizes limitrophes, e ribei- I ?'" !?es ,mnr5Uirdos, preparados ou
lormados designada mete para fazer a guer-
ra por mar ou por trra.
nnhos, no.nearam para esse (ira por seus
plenipotenciarios, a saber:
Sua Magestade o Imperador do Brasil a S.
Exc. oSr. |)r Jos Mara da Silva Prannos,
do conselliode S. fct. o Imperador do Brasil,
commeii.iador da imperial ordem da Rosa, .
ministro e secretario de estado dos negocios ''< 1,arca para '"" lle ilJ",,ai' ou co""
estrangeiros. | perar Hostilmente com o seu inimigo, sob
E S. Exc. o Sr. presidente da repblica do P"?!t"!i,ffvlra,ta,l co,mo ',i^at,,
Paraguay a S. Exc. oSr. Jos Berges I, ; lNeuiluma ,las >Hs parles contra-
Os quaes depois de terem trocado os seus l", a'jinilllra em seus Porlos P'ratas ou
^ E^pera-se do Havre o vapor francez Cadi.r ca-
pitn Berimloase, cu|a saluda foi transferida para o
da II) ; para pass;iieiros para Bahia c Kio de Ja-
neiro, em casa de l.ssserre ii l'mel I-reres, ra do
Irapicbe.
PARA A baha
O patacuo nacional aAtheOU eliegado do Mara-
nh ni cun o,ei nii' do seu carresamento para a Babia,
prelenle seguir com malla brevidade : para o resto
Irata-se cora o seo cotisijualario, Aotonio l.uiz de
Oliveira Atevedo, ra da Cruz a. 1.
Maranho.
Segae com luevidade o paladn Sania Cruze : re-
cebe carga e passageiros : a tratar com Caelaoo Cv-
riaco da C. M., na ra da Cadeia do Kecile n. -J. "
C'earc &caracu'.
O 'lale uConeio do Norte recete carga e pita
geiros : trata-se com C lelano Cvriaco di C M., ua
ra da Cadeia do Kecile n.
Aracatv.
y
(I Dale nEvalarao sesue nesles das ; para o res-
to da carga e peatigeirof, trats-se com Cietano C\-
naeodaC. M., na ra da Cadeia do Recife n. J. "
PARAOUIO DE JANEIRO.
Pretende seguir dentro de poucos dias o bem
ada.
r"n
Art. |3. iN'o referido oslado de guerra en-
tre .ligninas das alias parles contratantes el
urna tetceira potencia, nenlium subdito ou I"onliccido brigue na.ionai Marianna, por ter gran-
cidadHo da outra acuitara COmmssSo ou de parte do seu carregamenio promplo: quem no
mesnio quizerjearregar enlenda-se com Manoel Ig-
nacio de Oliveira ; na praca do Commereio escrip-
lorio n. 6, ou com o capitio Jos da Cunha J-
nior.
As embarcacjoes uwMuto que vieren) do O. .ics-
cobrinio pritneiro Woold Island apresentando uina
luz revolvente cm-arnaJa, c depois os pliaroes de
Cape Elisabelb, mostrando duas luzes de cor na-
tural, urna li\a, onfra revolvente.
Embarcagao pbarol em frente a .Marnn lnduslry,
(Carolina do Sul.
Lina cnibarcacio pliarol nova acaba de col-
loear-so um frente ao baixo Martin's lnduslry
na cntiada de Porl Royal na Carolina do Sul, na
incsma posic^O que a anliga. A cmbarcaeao lie
armada a escuna, com um signal encarnado para
de da em cada tope da mastro. O casco bepin-
i.nlii de encarnado com as palavras Marlin's Jn-
ditstrj, em leltras branejs grandes dcada lado.
Do dia la de marea do is.">t> em dianle a cin-
broag&o apaaseatar duai luzes brilbanies, una
em cada topo de masirn. na altura do 10 ps a-
i ima do nivol medio do mar, que etn lempo or-
ibnaiio dove ver-se do coins de um navio em urna
distancia de 10 milbas. A ambareacae csti na
1.11. 31' & SO", e Ion;;. 80 84" O" 6. de Groa-
nwieh apprnxima.lamciile.
Por ordem de Ss. senborias.
Assi-nado, Jolm Wsbinglon, bydrograplio.
lcpar.>ao bydrograpliica do almiranlado em
Londres, 12 a marco do 18>.
Estes avisos alTeciam os seguinles mappas do
almiranlado : costa de leste da America dn Norte
fainas 5e" ns. 268 c270 assim como lista de
pharoesdos Estados Unidos d*. 30, 32 e 210, o
" piloto da Coste do Bluut |i. 243.
plenos poderes respectivos, que foram adia-
dos em boa e devida forma, convieram nos
artigos seguinles :
Art. l. Harera paz perfeita, firme e since-
ra amisade entre S. M. o Imperador do Bra-
sille seus successores e subditos, ca rep-
blica do Paraguay e sous cidados, em todas
as suas possesses e territorios respectivos.
As altas partes contractantes velarao em
que esta amisade e boa intelligencia sejam
mentidas constante e perpetuamente.
Art 2. O Brasil concede aos navios mer-
cantes da repblica do Paraguay a livre na-
vegado dos ros l'aran e Pa'raguav, na-
quellas parles em que lie ribeirinho; e" a re-
publica do Paraguay concede nos meamos
teimos ao Brasil o direito de navegado
livre na parte daquellcsdous rios em que lie
ribeirinha; de modo que a navegacao dos
ditos rios, na parte em que cada uina das
duas naofies be ribeirinha, lica sendo cim-
tiilni a ambas.
Art. 3. Os subditos e os cidadaosdas altas
parles contratantes padero entrar esahir
livre e seguramente com seus navios e car-
regamenlos em todos os portos c lugircs
que se acharem habilitados para o commer-
eio estrangeiro nos territorios pctenceiites
a cada urna das partes contratantes, podero
permanecer e residir em qualquer parle dos
ditos territorios, alugar casas e armazens,
commerciar em toda a ciaste de productos,
manufacturas o mercadorias que sejam de
legitimo trafleo, sujeitando-sea* lc:.s, usos e
cosl.iiincs slaljclccidos tu paiz.
Noquerespeila a polica dos portos, car-
ga e descarga dos navios, armazenagem e
seguranza das mercadorias, go/.aro dos
mesmos direitos, franquezas e privilegios
de que gozam ou gozaren os nacionaes.
Art. 4. Fie entendido que se nao com-
prebende nasdisposicOes precedentes a na-
vegagao dos rios interiores, que desaguara
no Paran c no Paraguay, quo em ambas as
niargens pertencam a soberana de urna das
duasnacOes; rcservatido-se as duas altas
parles contratantes seu peno einteiro di-
reito de exceptuar essa navegagao para a
bandeira nacional.
Ontro sim, lica exceptuado o commereio
de porto a porto da mcsina naeSo, consislin-
^o em gneros do paiz ou estrangeiros ja
despachados para consumo, cujo commerco
nao se podet a fazer senao em embarcaces
nacionaes, sendo com ludo livre aos cida-
daos e subditos de ambas as altas parles
contraanles carregar suas mercadorias as
ditas embarcaces, pagando nnse outros os
mesmos uireitos.
Art 5. Nenhuma das altas partes contrac-
lantes minora direitos ao transito, nem ou-
tros sb qualquer deuominacao que seja, so-
bre as embarcaces da outra que navega-
ren pelos nos Paran e Paraguay, com des-
tino de um porto da naciio a que pertencam
para outro da mestna nago, ou de um por-
to de naco a que perlencem para outro de
terceira e vice versa.
Art. 6. Kica entendido que cada urna da*
altas parles contratantes se reserva o direito
de adoptar por meio de regulamcntos lscaes
e polictaes as medidas convenientes para
evitar o contrabando c prover a sua seg-
ranos, obrigaudo-se ambas a sustentar co-
mo bases de taes regulamentos as que forera
oais lavoravcis ao mellior e mais ampio des-
envolvimento da navegacao para a itual fo-
rern eslabelecidos.
Art. 7. As embarcac,oes de cada urna das
anas altas partes contratantes, quando se
airijam de um porto da Dacao a que perten-
cem para outro da mesma naca. ou de ter-
ceira pdenlo tocar com o seu carrega-
mento em um porto da outra parte contra-
ante, ah permanecer, descirrogar evonder
todo ou parte do seu carregamento, receber
nova carga ou seguir com o resto da que
trouxe para o porto do sett.Jestino, sera que
paguem pelas mercadorias aue tenhamdes-
carregado, outros nem maisalios direitos do *'\\rf.\ ,A troca ^.a.s, nutiM do pre-
que os que se cobrara ou cobrarcm pelas *?. ?J.f ?" fr? le,la n" ** da As"
mercadorias introdiizidas oa exportadas di- i ??J2r? de"tro.,lo1 Prazo d 80 ''",s. ou an-
ructameiil.! pela nagao favorecida. \1PV"0 ''"' Posstvel, contados do da da sua
Art. 8. Nos portos da repblica do Para-I ",V* ,as,nm., ,
guay, onde chegarem navios brasileiros pa I P. lmJL'?, emn' ho ,' ''"" "?s .s P empoten-
ra co.nmerciar, nao sero estes obri-ados a c '??d .Sl M" '"'l'erad .r do Brasil e da
* I repblica do Paraguavs em vi. tule dos nos-
ladrOes de mar, obrigau io-se a persegui-
los por todos os meios ao seu alcance ecom
todo o rigor das leis, assim como aos que
torera convencidos de complicidade desse
crime, ou occullarem os baos assim rouba
dos e a devolver navios e cargas n seus leg-
timos donos, subditos ou cidadaos de qual-
quer las alus parles contrata mes, ou a seus
procuradores, e em falta destes aos respec-
tivos ageles consulares.
Art. 17 Se houver alguma desintolligen-
ca. quebra de amisade oj rompimento entre
as duas altas partes contratantes ;o que Dos
nao permita; os subditos ou cidadaos de
Cada urna das mesmas altas partes contra-
tantes, residenles dentro dos territorios da
outra, poierao ahi licar para arranjo de seus
negocios, e para cuuliuuar no seu commer-
eio ouoc;upagao no pleno gozo de sua li-
berdade e proprtodade, emquanto se com-
portaren! pacilicamente c nao commetterem
oll'ensas Contra as leis. Seus bens de qual-
quer clasjse que sejam, quer eslejam debai-
lo de sua proaria guarda, ou confiados a
particulares ou ao estado, no seta sujeilos
aembaros ou sequeslro, nem a uenhuma
OUtra cai-ga ou exaccao, senao aquellas que
posanm i ecabir em propriodades scmellian-
les perte iceutes aos subditos ou cidadaos
nacionaes.
No caso, porm, de que o seu comporta-
ment de motivos de suspeila, poderto ser
mandados sabir do paiz, cuiccdendo-se-lhes
lempo sitlficiente para seua arranjos e a fa-
i'uidaiie .le levarem aeua bens c proprioda-
des e de disporutu dollcs por qualquer meio
legal. Oairo aun, recbenlo um salvocon-
ducto para que possam livremeule e com
seguranca embarcar no porto que ellos mes-
mos escollierem.
Art. 18. As duas altas parles contratantes
convm em regular o transito dos sens na-
vios de guerra as aguas dos rios Paran' :
Paraguay que Ibes perlencem nos seguinles
termos :
S. Exc. oSr. presidente da repblica, em
altencdoa que o Brasil lie um estado ribei-
rinho, concede que indepcndcntcmenle de
previo aviso e cousentimeiilo, ale dous na-
vios de guerra brasileiros, de vela ou vapor,
junios ou separadamente, possam subir e
descer livrcmenle, Sempra que assim con-
venha ao governo imperial, peios rios Para-
guay e Paran, na parle perteticeule a rep-
blica, lien como entrar em todos os porto-
desta abertia as bandearas esirangeiras!;
com tanto, porm,que nenlium dos ditos as
vios tetilla maior arquearan que as de seis-
cenias toneladas, nem maior armamento
que o do oito boceas de fogo.
E reciprocamente. S. M. o Imperador do
Brasil concede, sb as mesmas cuudiQes
que at dous navios de guerra paraguayos
possam chegar aos porlos do Brasil abortos
as bandeiras estrangeiras nos rios Paraguay
c Paran.
Fica entendido : 1\ que na sobredita res-
tricQilo se nao comprehendeo os navios de
guerra brasileiros que forern como paquetes
aos portos da repblica, conforme o pode-
rem fazer os de qualquer outra nacSo; 2.-,
que os navios de guerr.-, brasileiros e os pa-
raguayos go/.arao respectivamente, nos so-
bredilos porlos lluviaes, das honras,franque-
zas e iseuces quo sao de uso gcral; 3.-, que
os navios de guerra paraguayos pdenlo
entrar em lodos os p irtos martimos do im-
perio, abertos ao commereio eslrangeiro, e
nelles gozarao das mesmas honras, franque-
zas e iaencOea que se concederem aos de
qualquer outra nacao.
Art. 19. O simples c livre transito pelas
aguas dos rios Paragua) e Paran, de que
tratam os artigos 1 e 18 do presente tratado,
sera permanente, todas as outras estipnla-
c;fles smcnlc serio vigentes por seis anuos,
contados do dia da noca dasratilicacAes,
em que o mesmo tratado comecar a ter ple-
no c inteiroeffeito.
BAILE POPULAR
DE
mnscaras e phanastias,
.\0
PALACETE l)A RA DA. P{ VI ^.
SVBBADO \ DE OITLBRO.
-Nio havenlii lli-atro nena mitro diverlimeoto, os
directores resolveram-se dar este baile, que ser o
ultimo desle mez. em razAo de estar o saldo alagado
para divertiinenlus particulares.
Seili53.
igar. a titulo de tonolagem. aiicoradouro P U,> 'aruass_cm virtude dos nos-
lotngem ou salvainenlo en. caso de avara bp,LP ?noS P0*??8' '" U datado
i de naufragio, outros nem mais lt.,s i C "ile ,lzemos Por sel1 l "^as armas.
tOS do uue sao ou lo, !! SS f-!*2L .. Feto na cidade do Rio de Janeiro aos seis
pa
I'
ou
rcitos do que sao ou rorcm no faturoimpos-
los sobre as embarces paraguayas ; c rec-
procamente nos port )S do Bflasii, as embar-
cacOes paraguayas nao serSolobrigaJas a pa-
gar, sob as mesmos ttulos ohaiores direitos
loque os que pagara ou paglf-sms embar-
caces brasileas.
Art. 9. Os Brasileiros no Paraguay e os
Paraguayos no Brasil tero inteira liberda-
O agente Borga farj leil.io .los movis aballo
declarados, perlcucenles a nm illuslre persoiia^em,
que rcl.ra-se com sua familia para a Europa, a s..-
ber : um solierbu puno de Jacaranda da fabrica de
ana que estivera.n ua eiposiro universal de Paris
em 855, rujo autor foi premiado ; urna riquissima
nobilia de j.,rarauila, coro pedra do oslo mais bella
que actualmente lia, nina dita da mesma madaira,
lambem de gosln moderno, um lindo toilette de mog-
no, urna ptima secretaria da mesma madeira. nma
caanle para livros dous ricos suarda louca. dous
guarda vestidos, urna excelente cama fraceza de
insto nao vulgar nesta cidade, varios leilos para me-
ninos, una grande meaa ejaslica uova, aparadores
e lavalnrios rom lampos de marmore, commodas e
mais objecien propriM panaali Miaar, quanosetc
multas e variadas pecaa .le prala, enlre as quaes so-
bresanen! ninrico laqueiro obra prima o umappare-
llm para cli.i, em bello lustre, vario candelabros de
vidro de duas a cinco lozes, delicados enfeites de
porcellana do Sevrez e de crjslal, bem como caln -
gas sobre caixas de msica, garrauhas cliinezas, jar-
ros, ele. dous grande! apparelhos de linitsima por-
cellana ede crj.lal para mesa, do mais apurado gos-
lo, um dilo de metal principe, camas de ferro, lou-
cas, fiares, trena de cozinha e varios uteucilios para
o diario da rasa, etc.. um ptimo cabnolet corn lo-
do, os seus perlences, nm excellenle carro dn
qualro rodas, com todos os seus arrcios, cujoe en-
gastes .-lo de prala, e urna iuiinid.uk' de objeclos
de diversos geueros e especie, que fora impossivel
enumerar, os quaes eos ja mencionados achar-se-
lio expostos no armazi'iu do agente ooonciante, si-
lo na ra do Collegio u 15, .ion le lera lugar o le
lao, quarla-feira 1 de outub.o, as 10 horas em
poulo.
O agente Uorji fara' leilao em seu armazeni,
na ra do Collegio n. 13, de varios escravos de am-
bos os senos, cousisliiido em duas ptimas escravas,
moras, coz.nlieiras engommadeiras, doas mualas
de bonitas lisuras, perilaa cosloreiras e lajrililhei-
ras, uina linda mulatinlia de \l aunos, urna negri-
oha de II anuos, um bonito molecote, com princi-
pios de carpinleiria, varios escravos mocos proprios
para lodo o servir, uina prela de rueia idade, pti-
ma quitandeira, e outros mullos, que se achara i pa-
tente no referido armazein : seita-feira 3 de oulu-
bro, as 11 horas em ponto.
Fo\ Brothers lano leilao, por nter-
venqSo fio agente Oliveira, do mais com-
pleto sortiniento de tazendas ingle/.as,
as mais piopilas do mercado, denomi-
nada canic de vacca : quarta-feira 1-de
outuliro, a's 10 horas da manhaa, no seu
aiina/.em, ra da Cadeia do Recife.
O senle Borja, de ordem do Exm. Sr. r.
juiz especial do commerco, tiansferio o leilao das
dividas perlcncenlfs a matsa fallida de Cruz (io-
mes, para sexia-feira :l de onlubro as 11 hars em
ponto, no armazem do senle annunciante, silo na
roa do Collegio n. 15. Nessa mesma nccasiAo ira
lambem a leilan um relosio para alibeira,perlencen-
le a massa fallida de .Mauoel Joaquim Alve l'i-
lomba.
Por aiilnrisaco do Illm. Sr. inspector da al-
fandesa, a reqnerimenlo dos inleressados, e por ron-
ta e risco de quem perlencer, o aueiile Oliveira con-
tinuara o leilao das mercadnrusavariadas, inclusive
as'com primitivo deslino a' Babia, salvadas da galera
[raneen aRaoalu : quinta-eira, -i de quiobro pro
imo, as 10 lioras da manbaa,a' porla da rnaama al-
fandeaa.
.. seis
das do raez de abril do anno do tiascimen-
to de Nosso Senhor Jess Chrislo de 1836.
L. do S.) Jos liara da Silva Paranlios.
(L. do S.;Jos Berges,
V. sondo-nos presente o mesmo tratado,
cujo tbeor lica cima transcripto e bem vis-
to, considerado e examinado por nos ludo
quaulo nclle se coutom, o approvamos, ra-
! lilicamos e confirmamos assim no todo como
de para maneja.- .seus proprios negocios, po- em cada um dos seus artigos e c-tinulacoes,
deudo fa/c-io por si ou por saus agentes c e pelo presente o damos por l mee valioso
caixeiros, como melbor ontenderem. | para produzir o seu devido olTeto, promet-
Art. 10. Os subditos ou cidadaos de cada I tendoem fe e palavra imperial observa-lo c
urna das altas parles contratantes gozarSo I cuinpn-lo iiiviolavelineule, e fa/.e-lo cum-
cm todos os territorios da outra de completa i prir c observar por qualquer modo que pos-
c perfeita prol-H-cSo quanto as suas pessoas M ser.
e propriedades. Em tcstcmuulio c firmeza do que fizamos
a presento carta por ns assignada,
Bllea terOo livre c lacil aceesso aos tribu- i P,Mar
aes para reclamarem e defonilerem seus di-' PaaSiUa l-
pedimento algiim.
gozando a este respeito dos mesmos direitos
e privilegios que lem ou tivercm os pro-
prios subditos ou cidadaos do paiz em que se
acharem.
hnsto de I8S6.
L. B. PEDRO, Imperador com guarda .
Jos Hara la Silva Prannos.
(Ro de Janeiro. .Na lypographia nacional.)
Berso isentos do lodo o servico militar
obrigatorio, de qualquer genero que seja, e
do todo o cnpiestira. rorcado, imposlos 00
Olliin. Sr capitao do porto, cumpriudo requisicties militares.
a ordem do Exm Sr. presidente ds provin- No caso de fallecmcnto aab intesUlo.
na datada de 11 do correnlp, referindo se a respectivo cjnsul geral. cnsul ou vice-con-
.oiitida na circular do ministerio da mari- sul excerciUra o direito de administrar a
nna deR, tambera do corrente, manda b- propriedade que o fallecido tiver deixado a
crpumicoos tratados abaixn, dn amisade, benefi. io dns'le-itimos lierdci.os e dos rre-
.-ommcrcio e navegara.., celebrados ultima-1 dores a haronea, tanto quaulo admillirem as I
ea>*.
ZW:$OZ m i?
Para Lisboa pretendo sahir rom
Machinas,
sarjar ventosas.
Na ra eslreila do Rosario n. -_>, leja de barheiro,
VCndam-H os inelliores esrsrnilicadores qoe lem viu-
do a esta provincia e de novo mndcllo ; a"ua |)EN-
riPRICE do llr. Pierre para conservacao dos den-
les, e o mailo ellic^z remedio para dores dos mes-
mos, lodo por barato proco.
Pergunta que nao enfastia.
Perzunla-H' ao Sr. I.aurenlino Jos de Miranda
se aiuda c conserva no exercieio da Hlbdeleaaeia
de polica do Rio-Formoao, depois de ter sido de-
mitlido a pedida seu, como se ve do Diario de Per
tumbara d 1 deseteinhm; e bem assim seja re-
oebeu o aflelo de de.nis'lii ou nao; \\JKm que
\ me. conserva anda nesse esercicin. p-,r;, aulo-
rlaar rennioe qoe leem por lim perturbar a urden.
publica, como a que leve tusar na caa do l)r
(aspar no da (i do corrente mez de Miembro!
pelas :l horas tt imite, di/cm lambem que is.o he
plano do l)r. Me.1all.ilo, que de proposiri.es simples
e lila las tira corolarios de corolarios pero que
responda agora a seu amigo
o (tirana.
Oaem precisar de urna ama para casa de pouca
ramilla, para lo.I., o servir de portas a deutro. m- I (ll"'l< ,p I '"s os tamanhoi e d
nos coznha, aiveninln que ella tem urna lillia de
2mezes: a tratar na ra llireila n. !ll, primeiro
andar.
Preciso-s de nma .una para o servico de una
rasa de pouca familia : na ra de Hurtas n. |:|S.
SOCIEDADE NOVA I KATEIIMNAr
consequeoeia SenAoler comparecido nomer sulti-
cieute no lia J'l .1 passado. o presidente da sorieda-
Ila-se .'1:000.~ nitores de prala e onro, ou h\polheca em bens de
raiz: quem precisar dirija-se a ra do ..ulkjio n.
1(1, secundo andar, qne e dir' quem da.
pERSEi'.t ii.:*o':::
U aliaim alfignado declara ao publico desla i -api-
la! e da cidade la Victoria, que, secundo llio consta,
prelendca polica desla ultima cidade embagar urna
rasa, quo o mesmo abai\o assinnado alli possue,
.ili'in .le oulros beus, como sejam,a meiaco do enge-
ulio l'irapama Nova, escravos, ole. : portante o mes-
mo abaiio aStiunado protesla contra o paTzamentr
de.sas cosls, provenientes do processo (zraluitn que
Ihe lizeram A lem do que existe urna disposicio le-
gislativa qoe prohibe pagaremse cusas de algam
processo, senao depois da senlenca do jnrv. Recite
:10 de setembro de I8.1.
, Padre, Joo llerculann do Keso.
Desappareceu na se.ta-leira, ti do corrente,
um iniilalinlio por nome l.ourenco, idade de !l para
10 anuos, olha de banda e tem nma pona de orelba
lirada ; levou camisa de madapolao e calca de risca-
do : a pessoa que o lavar a casa ta (Gamboa do Car-
ino, primeiro andar, onde mora l.uiz (ornes Silverio
quo be seu senhor, gratificara' com eenerosidade.
l'recisa-se de um ou dous ranoeiros, forros ou
captivos.para empregarem-seem duas canoas de ron-
duzir lijlos da Gamboa do Retiro, que sabe na ponte
da Pssa3em para o R*cie : aqurlles que se tcl.a
rem nestas circomstancias e se quizerem emprear
nesle servido,por viauem ou por mez.pdem dirigir- j
se a ra larga do Rosario, padaria n. |K, que achara
com quem tratar.
O abalso awignado, Mcretarioda irmandade de
S. Jos d'Agona, decUra qoe o annunc.o publicado
honlem sobre nao liavcr meaa gural da irmandade,
nao foi feilo pelo ahaiShrassisnado, pois nilo leve pa-
ra isso parlicipac,io alsuma, ale mesmo ignora a
existencia de semelliante annuncio, e pede a quem
quer que sevsleu de seo nomo para semetheole elTei-
lo. que nao continu a pralicar desta maneira, pois
quem assim procede ato !ie inuilo honroso.
Manoel do Nascimenlo Rodrisues Franja.
I'erde.i-se no dia 110 de selembro do corrente
anuo, no acnocue da Boa-Vista, urna carleira com
11 quartos de lo Hieles da loleria que tem de correr
no dia de onlubro, da matriz da Iloa-Vista, os
quae bilheles ogarantidoe pelo caotelista Antonio
da Silva Guimaraes, lendo em frente dos ditos a
iniciie* .1. J. S. G., sendo a numeraran dos referi-
dos quartos a sesiiinle : 1275, 1534, IS'.li, :0I,
3808, 3089, 3888, 3893, 3950, 3939, 398(1, c assim
estando ja'o cauelista scienle da perda. roqa-se a
pessoa que os echn os queira restituir no esrriplo-
rio do I)r. I'onseca, no paleo do Gollenio, a Manoel
Cavalranli Coellio, qoe gralifleara' a pessoa que os
entregar.
l''ugio do ensenho tiamaiii, provincia da Para-
hiba, pertencenlc ao rommandaule superior Joa-
quim Gomes da Silveira. o.n cabra de nome Manoel
Vculura, baixo, de idade 30 annns, com pouca bar-
ba, e islo so por baixo do queixo, lem falta de denles
na frente, e em ura dos hombros urna cicatriz que
vem quasi ao peilo, e he alsuma coosa (alo : consta
andar com o n.ne de Manoel Alrxandra : portento,
rosase a qoalqucr autoridad policial a captura do
mesmo cabra, e bem assim a alsuem que dclle sou-
ber o faca conduzr ao aterro da Boa-Vista, sobrado
n. 2(, segundo audar, e assesnra-se uina generosa
gradlicacao.
A iniciaes M. F. S. pedem ao Sr. I'errabraz,
?BS declare o debito que so Iho de\e. de qo manei-
a te slenla credor, e assiane seu nome para mellior
o potilics conhecer o Ferrabraz.
Olfcrece-se um rapaz para caixein. de qualquer
ensenlio. d lianca de sua conduela ; quem preten-
der, dirija-se a ra do Gabuga' u. 1(1, que achara'
com quem (ralar.
A pessoa que annuncion tUiObS a premio,pude
dirigir-ee a roa da Concordia n. tu.
lendo o aliaixo assignado arrendado ao Sr.
Joo Glimaco Fernandrs Gaxalcanli n seu engeuhn
lelha. om malo do coirenle auno, e conslainto-llie
agora que o mesmo Sr. Glimaco se aclia eo. negocio
para vender dilo engenho, que por estar todo des-
baratado e em termos de desaliar a momento, e o
machiriismn em estado d nao poder moer, mrmen-
te a roda d'agna,'qne su nova, pois a que exista nao
dimita mais roncerlos ; he o Sr. Glimaco.pcla es-
criptnra que fez de arrendameutn, obrlgado a dar
ludo promplo em maio de 18">7, c em rslado de po-
der o rendeiro tirar Mas safras, e caso o nao faca,
fazer o rendeiro para ser descontado na renda do se-
gando anno, por a do primeiro ter o Sr. Cli.naco re-
cebido no passar da esrriplura ; assim o aba.xo aa-
algnado avisa em lempo a qocm quer que queira
fazer dito negocio, que cseo Sr. Cli.naco nao cum-
pra rom csse Iralo, que tem de fazer ditas obras e
colicortos para poder culhcr sua safra, e que a es-
criplura da-lne direilo a mais um auno para paga-
mento dessas obras, ele. Recife J8 de solembro de
I85(.Thom Joaquim de Oliveira.
O Sr. major Jos Anlonio Barbosa lem urna
caria vinda da Babia, na ra da Cruz do Recife
n. M.
TRIBITO DE RECOMIECHIENTO.
r altaramos a um rigoroso dever, se deixassemos
de fazer patente o nosso profundo rfconherimenlo ao
digno Sr. Roberl e a sua Ilustre companhia, pela
promplidao, bo vonlade e solicilode. com quo se
lire~i.ii.iin representar em nosso beneficio na noite
de-7 do correte. Este voto da nissa ,;rat.do, nos
o exprimimos com a maior singeleza, e tanto mais
he elle sincero, quanto vimos com muilo prazer, que
o mesmo Sr. e loda a sua companhia, se esmeraran)
o mais possivel nessa noite, para oltereccr aos espec-
tadores un. qusdro digna de allenran c applauso.
Kecebam, pois.esles seuhores, a expressAo ingenua do
nos Naa podemos taml.e.n e\imir-nos, de rendar ao
illustrado publico, os mais enlranhaveis a^radeci-
menlns, pela hondada e eonsideracSo que nos quiz
libcralisar, dando na grande coucurruaiia de--e es-
pectculo, mas urna prava do seu proverbial patrio-
tismo.
Recife 30 de setembro de 1856. -- /.diedro Cesar.
Antonio dn Cunha.
Evtraviou-so um avallo da ribeira do S.
Jos no dia 2!) do corrente, com ossignaes se..;iin-
tes : ruco pedrez. capado, com urna marca nacii-
b3a procedida de fogo, tem una cruz na p.i :
qnem o achou ou delle liver noticia dirija-se a Ira-
vessa doSeriga.lo n. 1.
UHerecc-se um rapaz portugnei para caixeiro
de taberna, ou ouiroqualipioreslalielecimenlo para
lomar conta por bataneo ou scmellc, para o que tero
bastante pratica; quem de sen presumo se (raizal
utilizar, dirija-se a rita do Pilar, lancina n. 143,
que achara rom quem tratar.
Precisa-se alugar urna casa de campo ou
um pequeo sitio porto da praca, nos lugares da
Capunga, SoleJadeou Mangiiinlio.para um estran-
geiro casado, e com pouca familia : quem liver,
queira dirijir-sea casa do Rostron Itookcr & C.
prsca do Corpo Santo n. 48.
Aluga-se para alguma casa particular onco-
clicira publici, um bom bolecro, esoravo, de excel-
ionte conducta : a tratar na ra Direita n. 91
primeiro andar.
(JIESTAO SOBRE PH0T6(.R4PHU.
Mudas pesuas se persuadem que a pboti.graphia
sobre papel lie inalterrvel, sUslenta-se o contrario e
assevera-se que at hoje nao e^ta' descoberto e lal-
vez nunca o seja a meio deea tornarem lixos os re-
tratos de photngrapliia sobre o papel, e que esles re-
tratos por maiores que sejam os cuidados que se Ihe
deem, em um espaco de lempo mais ou menos lon-
go desapparerem completamente, aeonterendo mili-
tas vezes, que a alteraran das cores desses retratos,
assim como o completo dsapparciineuto das meias
fintas e traco~ mais delicados, principia a sonlir-se
bem p meo', dias depois do retrato lirado. Estamos
promptos a prnvar o que di/.ein >s. Quanto ao da-
guerrotipo i-remos que aingaem se lembrara' buje
de suppor que os retratos feios por este sxslema nSo
duram quasi inlinilamenle, ou que sAo infirimes aos
retratos de pliitographia sobre papel, quando esta'
bem provado que o retrato de dagnerreotvpo he
mnito superior e lem multas v.inlagens sobre* o re-
trato de photographia em papel.
DAI.lERREOTYI-0 E ELECTRO-
TYPO.
Na anliga galena e ofliclna di aterro da I! ia-\ is-
la n. 1 lerceiro an lar conlinoa-sc a I irar retrato
con. a maior perfeirao tanto pe sxslema f.anrez,
como pelo norte americano. F.xi-te na mema casa,
e para a collocacSo das retratos, um riroeabundante
sortimenlo de objeclos laes r um. linditeimos alfine-
ti-s e medalhas de onro, mui linda, raixinhas ame-
ricanas e franeczas, de papel, marrnquim e velodo
de seda, desdo o lamanho de orna polegsila al um
palmo passe-p.ir-io.ils o todas a qualidadc--. mol-
duras de lo los os tanianlios e da mullos e dilL-ren-
les reilios, tanto prelas como dooradas, e nao Mi pa-
ra a eolloeacao de om reiraln oa grupo de rtifferen-
les penosa, como para .. eolloeacao de dous 0u tres
rc.ralos separados todos estes objeclos Mu novos e
.llegados h. poaco un. de Franca e ontro, ,|o~
h-lados-1 nidos, lias s boraj da manhaa al
da larde a g.lena e oflirina eslo a d
publico.
itefcel>eni por t nu I dos os vapores da Bu- !
*
? Compram, vendem
| jiSltaUSp l rr> s obras moderi
*' las, e outras quaesquer 9
% joias do valor, a dinheiro *
! ou por obras. i
i'. ?**:?:*!,;.;.?? ?-?4-,= ??
l(> OSlO, 1.1 li-
to ilj Franca como
srs>t"i -
o no E riiAi \-
Adereros em1.1 lelos de
our...inr.osdilo~. pulrri
ras, alliiictes, l.rn.r..~ e *
rzalas, aerales, Iranre-
lins, medallias.coiiei.ir -
c enfeites para MtSeSa, r *
oulrosiiiuiloobjecl... de
ooro.
Apparelhos completo-, -
'ie prata, para Oka, han- A
ajaa, -alxas. eaaajease.
calham de ...pa ede. h. *
e muilo. oulri.s nb^-rle.- *
de prata.
de Lisboa, as quaes se vendem por
pre^o eommodo comoeostiimain.
v*ca
FNDICaO DE COBRE. BRON-
ZL FERRO. TOBOS DE CHUM-
BO INTEIRICOS
. E
Armazens dos ditos metaes
ntc
Joad Pedro Collares Jnior
IrnuiOH.
LARGO DO CONDE BARO
N. 5 A.
EM LISBOA.
Este estabelecimento leve o seu principio em
'. .9' 'abr'clndo simplesmente apparelhos para
dislillacao, sendo o seu fundador o Sr. Jos Pedro
Collares, que o coniecou com un s operario. Em
1819 ja as suas obras eram conhecidas c aprecia-
das no paiz e fora delle ; c para poder satislazcr
as encommendas que se Ihe faziam, foi mister so
seu propietario eleva-lo a maior escala, de sorte
queem 1821 ja empregava 8 operarios. Na pro-
porcao que o crdito das suas manufacturas ang-
mentava considoravelmenle o seu consumo, fo-
llie inJispensavel augmentar o pessoal do estabe-
lecimento ; de maneira queem 18-27 r-ontava 1S
operarios. De 1834 a 1840, o r
subi a 30. Com ludo em 1842 ja o local .le
que dispnnba era asss escasso para conler os ar-
lislas indispensaveis para salisazer alliuencia das
encommendas, e por esta razao concebeu a .lea de
adquirir um oulro local aptopriado as exigencias,
o que conseguio no largo do Conde Bariio, n. 3
jtoem Lisboa, po.lem dirigir-.* nsSH .idade. ..
ronsulail'i porlugiiez, na do Trapirlie n. I.
, andar, onda ludo sera palctilc, pata incln.i
mais fcil usclarcimeni...
Alus-t-se urna caa de taip.i rail. SaMM ~la- .'
. quartos. com seu quintal cerrado ra do Ouiabo em (eguimeido ao Krinedio na Ir-
1 cuezia dos Alocados por coininodo prec : a lral.tr
na ra larsa do Knurio n. II, primeiro andar.
Alusa-se um escrnvo pardo, bstanle r..l..i~li
propriu para arroaiem de a-~urar : a tratar .. r>...
da Cadeia do Keeife n. 15, toja.
-- l'reci-a-M' de om bom caixeiro para padaria
con. pralica uu se.n ella, e que de liador a sua coi...
duela, a-sim como se prnctaa de um l.i.m trahall.a
dor de maccira que -ail.a fater >iu obriza.jao : a Ira-
lar no paleo da Santa One n....
-- O Sr. 1. M. de O. V. ante, de se retirar pala
a Kio de Janeiro, faca favor de vii api-lar raa*u
com o abaiio assignado. na raa lar :a da Katarin >.
i 3H, do contrario lera' de ver seu nome por eitn....
nesta folha.
| l*recisa-e de urna ama para o servico mlerii<>
e externo de urna cata de pouca familia : na na .1..
, I!.l u-tV n. 2 C.
genero no nosso paiz. Foi ento que coniecou
fabricar machinas
TraipaSM-aa alo St de setembro .le IS.,7. re.
damento da asa e sitio pertoncenle ao Sr. tijnrt-
co Marlins de l.emos, na Panegem da Macdalrn..
quemo pretender dirija-se a rna do trapiche, ai-
m.i/eii- ns. '.I e II.
Na audiencia do l)r. jnii muniaipal da ->:in
di vara do da I. de outubro. tem de er arrematad'.
Com o aliaiiinculo da lei, am Icrrenn dr maiinl...
aterrado, tito era lora de 1'orU da parle da m.i.
grande, penhorado a Joaqaim Isnario de lmalli
Mendonca, porexecurAo de Joao Cle.nei.lino OaaSBa
Cataahe.
Escohi de meninas, mctlicxlo Golillin
l'i i-.-ila Si-nhiii mili Mendos Albuqoerqae. havrn
do estudado Iheorica e pralicmente o melbod pw -
Iujiii' na encola cotral e-tahelecida i.a raa Kan a
1834 a 1840, o numero desle dcsl," ci,l"de' e jlgda habilitada pe re-pmi...
prolessor, em exame do referido melliodu. ua or
senca do Illm, Sr. director ce.al,sai q^iarta-ie!.*. I
de outubro, instalar a -ua escola na ra .'o Visar..
na casa que f.u da finad Silva Coiiip.inl.'a, a q -I
lem excedentes coiumodos para rrcelur mrntn.t-
pensionistas. Alli en~inar.i rn-lur.i ch.io. laf.xrii.llio-.
bordados de susto, de linha, de rn\o. de nulir. aa
Troco, de relroz, de miro. Ce leiil'joohis. de li". I.*
A, fundando lalvez o maior eslabeleciniento rl.;-rts: i l'iot^a e raiiolltio, ate braaa1o> */*inn\ rjciind*-. mn.i.i.
_,nl~ n' de vestidos, llores, \elir anjos, etc.. ....un cae
msica, puno, francez edesenlio. Ciim.laa- illm.'-.
vapor, c mullas outras que i amormados lillerarias, aos i'lustres pal. de ana
ale aquello lempo se nao faziam cnlrc n.is, e era- I aluinnas, e bem a-.im a lodas s sciilwra- qne -
inos obrigados a importar do eslrangeiro Em I""saatwn amarar cala iaalalaca, na eaat aataiaa -
18'i.Sdeusociedade a seus dous primeiro< lillios ,1""e^1 vl<,il -mo.iras do- p.inr,,,..,- Inaananf. .
... ,s I ""K'"U3'"""-i dignem-se comparecer a dita iii-lalarao, que le.
conliando a directo do seu estaladecimento ao Inga* ao meio da em ponto,
primeiro, e a adtninislrarao dos Irabalhos .le ma-: Alnga-se par* pa-sar a festa um silm n Moa
chinas a vapor ao segundo'. Em 1848 den igual- ,la Torre' nns fad< do de llennqiie (.ile-on, :.....
m-n). i- iB __ _.. .____ ru rf margem do rio (.apibaiihe, cm boa COM de visen
mente sociedade ao seu lerceiro filho. Assim per- ; dJ> ^nbin, c haixa par, ,,,, ,, r,,
majieccu gyrando com a firma de Jos Pedia I los : a fallar na 1 lita dos Kalo>, ou ru do >e\.
Collares & Filhospor espago de seis annos, no bra.lo onde atacan a cnsul portosue*.
lim dos quaes esieeslabeleciniemo se acliava elevad.. "" ",a",e urns T'.,,,' ,:l!""/ hx ('""''
,,, i a, ~ _IA,, ,, ca em bens de raz ou lirinss a conten.. : quem i^i
ao dobro do que ora em 184.r>, sendo aquelle pro-,cr ,illnce. ,
gresso devido perfeicao c solidez de suas manu- \ ftacha.se de o.n ama livre. anana o pardo.
faotuias, o maneira por que Iralam e terminan! 1>" 'b rnziohar, para .. e< de pouca i.m.ii..
os seus negocios, lendo fabricado, nesle periodo, "iade_Apn|lo, armaaem n. K A.
..nn^ n.. a_____k:_.. a, a:......- ~ recisa-se de om hnmem forro oa orravo pata
o servico inferno de casa : quem esiner nestas u -
i-uic-i un ia. dirija se a tratar na ra Ranal n. VI.
Kosa-se ao Sr. Joaquim leni de Sonza l.m.a
de vir a botica da raa >ova n. -VI, a negocio que na*
ignora.
-- Rosa-se ao Sr. Simeao Isnanio PanaaSnaa Ma-
Chado.que se cha em Macei... de manda! rnlirsar
o abaixo assignado a duas lellras qa Ihe dea MtS
cobrar, e elleas n.lo enlresou na so retirada, salien-
do o mesmo que receben ak'uiii dinheiro p..r cinta.
Jnse da i.ru/ Sanios.
A 211 de azoslo prximo p~~a casa da ra do Haii-rl u. al, a prcla r non la Tolqua
ria. idade :M> auuos. poaco mus ou menos, lela, as
mac-lis do roslo alias c amarellada-, nao lem d*nlc~
na bocea da parte de cima, olhos l'uiua.-a.l.. altu.j
grande numero de machinas de distillajao, bom-
bas, machinas a vapor, rodas bvdraulicas, lan-
ques, machinas para agricultura, c militas ouiras
obras de reconhecida utilidade.
Finalnienie, no fim de 1850 deixou o Sr. Jos
Pedro Hollares todo o seu estabelecimento, etn que
ompregava 50 operarios, aos seus primeiros qua-
lro lilhos, que se consliluiram em sociedade, que'
gyra actualmente com a firma de Jos Pedro
Collares Jnior c< I raos os quaes, cm no-
vembro de 1S54, davara traballio a mais de 140
operarios. Ksie uliimo e sensivel augmento que se
nota do principio de 1851 a novembrn de 1854,
foi devido nao so aos imperiosos motivos .u una recular, barrica ponluda |iara fora, qaa*|>rccr pris-
te as
-posicao
dn
lremont\ Lame, pedem ao Si. lanado de
de lm novamenle marcado o dia 3 do corrente, pe- *'> Lco, morador no Remedio, <> livor de anpa-
D11. ; 'a~ lloras da larde, para sc-ao extraordinaria, na i '*' *c" armazom. na ra da Croa n. Si, '|,ara
meio das milliorcs machinas o fcrramcnlas ate ;i-
qualla epoca conhridas, que linhain mandado vf
de paizes estrangeiros. Infelizmciite, em 4 de nn-
x'embro de 1854. foi este estabelecimento incendia-
do ; porm gfacss a algum auxilio do governo de
sua AJageslade Fidelissima, c ao dos amigos dos
proprielorios, acha-sa hoje ja reconstruido, o mon-
tado com taes machinas, que se pode sssagnrar ser
igual aos melhores de Franca e Inglaterra, posio
que relativamente em menores dimensoes : mas
sempre para empregar 500 operarios podendu em
tal estado cunseguir-se, a par da baixa dos precos
um augmento de perteirao e crdito as obras.
As suas machinas para distillar vinhos sao U'.o per-
feias no seu fabrico e na combinacao de todas as
suas pecas, que podem garantir o obter com ellas
maior qunnlidade de alcool do que se ex ira he com a
maior parle das machinas de qualquer outro fa-
bricante ; chegando as suas a produzir mais 1 liS
caada de agurdenle de 30 graos de Carlier, por
pipa de vinho, comparativamente aquellas ; o que
podem provar com alleslados.
As ditas machinas de dislillacao continua, de
qualquer dos seus systmas, produzcm em urna su
opemejm a agurdenle de 29 a 34 graos de Car-
lier. As machinas composlas, refrigerando com
agua, podem distillar as fezes do vinho e oulras
materias crassas; nenbuma das outra,. o pode con-
venientemente fazer.
Alm daqucll.is machinas, fabricam-se lodas as
obras que se costumam fazer de cobre; bombas pa-
ra acudir a incendios; machinas a vapor; ca.deiras
para as ditas ; prensas de parafuso j ditas hidru-
licas ; ditas para copiar cartas; tanques para agua-
da de navios : moinhos para azeilona: dims para
trigo e descascar arroz; ditos para canna de assucar
machinas para collar pallia : dilas para relracar ;
ragao de cabalgaduras; ditas de dehulhar mina; .li-
las para nevar charras de ferro : sachadores; gra-
des para janeHes, varandas ejardins, por uina in-
tini.lade de variados modelos, canaps para dilo ;
aparadores para chapeus de chura, c da cabera pro-
prios para ornamento de salas d'enlrada ; lindos <
logues de sala : ditos de cozinha ; bonito e xariado "
ortimento de leilos a franceza, ludo de ferro ; e fi-
salmcntc lodos os objeclos que se desejem d'a
quelle artigo tamo de fundii.ao como forjado. Tubos
de chumbo intciricos sem soldadura, propriot pa-
ra canalizacao de liquidos ou paz ; cujos presos he
impossivel determinar, nao su pela multiplicdsela
como principalmente pela va.-iedado com que sao
exigidos segundo o gosto e necessidade do com-
prador. Os proprielarios d'cste estabelecimento li-
songeam-se que os sa. lilicios e esforcos que tem
feito, para conservar e augmentar no paiz um esta-
Itelecimento d'esta ordem, serio compensados com
a alliuencia no consumo das suas manufacturas t-
nico meio de se poder sustentar e engrandecer.
0 nomedos proprielarios, a maneira porque e\c-
cutam as suas obras, e rumprem os seus ; pistes
no sao cslranhns :i maior parte dos Portugueses,
mesmo dos residentes lora .lo paiz. Pot tanto,
esperara continuar a merecer a misma ronOanca
com .pie al hoje lem sido honrados, c protegidos
com n favor das suas ordens, asquees se esloies-
rio por executar n melbor pusxivcl, oflererendo ..
sen ruuipurlamuiito jiassado como garanta .lo fu-
turo.
As po=soas que deaejarem ver e examinar os
dinerentes modelo?, om estampa^, das machinas.
apparelhos a mais objectos cima mencionados, c
fazer qualquer encommenda ao dito e-labele.'iliieii-
ga-se as pessoas enrrre^adas da polica, capilar* de
campo, ou outra qualquer pessoa a apprrlieii-.lo dn
dita escrava, e leveni a casa acuna, qoe -e paHnaasa
generosamente.
Aluua-se om sitio na Torre. lieira dorio, rtn
arvoredos, murado, e com os eommodo* SHeseaetM
na ra dos l'ires junto a ralxa d'agoa.
Aciicr.i.
i
CHOLERA.
ILEGIVEL
MUTIL
I ni laram do beleeirn do ir. Schra.nni. na l'aa-
ge.n da Magdalena, um re sio de sabonele de prala
horisoulal, com om Iranrel. a de ooro pe*ando i l|j
oilivas, o reloeio lem a ca a do macbinin de ro-
bre, o alizarismo do mostrar or ja um poaco apagad,
estando a mola da robera ilauma ron-si Iraca : i.-
zae a quem o apprchen.tr de rntrr:a-ln a dtl
boleeiro, qne sera' generosa nenie recompensado.
I'recisa-se alnzar um escrava qne lca lodo ..
servico interno de um cas: de pouca lamilla, <......-
pre na m ; paca-se l.ifOW men~aes : quem lixrr
para aluzar, dinja-.e a ru i do llospic.o n. 17. ci
annuncie por esle jornal.
Precita-se de urna an a *evc*. forr o caplis..
oa travessa do Oueiinailo n 7, primeiro andai.
I*recisa-e de um ca xeiro para escripia pal a
loja de la/en las, casad ou s-.llello. rain lai.l.. que
>.'l de boa conducta, a tei ia mulla pialira : q....
eslivcr nesse caso, dirija-se a raa da (j*es n. .'.
que achara' com quem Ir.tar.
Bitrrisii r.i.EHks riiovniEM asmm.i\iiii>
'Ihe (Juarlerlx meetins of lhi~ a~~..cMi..r. ** sil h.
hel'l al Ihe Krilish and loreisn l.ibrarx, ra do lia
.iche, ou Wednesdax Ihe ll. Ortoiiei IH'J.. al
o'rlock p. ra. Bx order lienrx I. Ililrh. Don. Se.
@&~$$ ifMtifftn^^f
4 1101E0PATBU E 0
m
(A
i Lnico li-atamcnto pauauiintivo c W
W curativo do cliolcra-moi luis, *&
(^ PELO l)()l 1(111 (5
U&Sabino Olegario Ludgoi o Pinito T.
Segunda edtrrii.,. ,.
pa) A benevolencia com que foi a-ndiida p' si. I
lo publico a pruneira edicra dcste p.is- iA
culo, czlada no eurl cpai;o,le dous me- J
^) es nos indu/.io a rennpreso- tj.1
iA fausto de rada exemplar......I-shiii pgk
xav Cirteiras completas pala (lala-
menlo.to cholera e de moitas <>u- lO?;
Iras moleslias, *..........."ai-saui ,a
Meias rarleiras.........I.,-iii m*.
(Is medicamento* so osmclhore~ pos^ive... tc\
(".i.ns.iliorio central li..ni.-o|...ll.ir.., roa *2
le Santo Amaro Miindn.,>nxo n. ... W^
I>etapparecq na dia -J i* s tem -ti Mi .1-
caM de se>i rnhor m na 4a Gaatai <. Iimir n,
.1 o pirravo ]lcnri(|uf*. rtlira. itlirt^l dr Mfafcnrv,
rom i annn* de Ma4e, allnra rraulfr. Nata o* l,
[maca D-MM| lem ha^Mule rra\m ni plina .l.t Mtn
iljreila qnindo fj|U i*as>icij-i alpMM MMB, ieii
fttlMa caifa ile rlnU rlacida, foi romp flu ha poiiri-s ;i-* .i<> >i
KeiHn Joaqun, lreckeiilir-ld, o qnal l*>tiil>t*ni n paaap-
prou au Sr. llr, FreactaM l."[io- M s.~?n-j. mi i..im
pina Granila; para mul *e |uUa l*r aaaaNalj |"r
Irr all Rdiairatfaa: rujia-" *< .enh.'r*'- -
pregados la poliria e a *jial pueril o i-oiiiluri-lo a taja .inma im-nriona-la qc le
r.i srilifiear.lv> generosa.
Ni da .i ile oulultru lem em praea piihhra d rneira \ar.i. urna siinl- raai al< rtrara4a m lu.ai
da l.-ildeireiro. f^ga-eti Ja Pa*ea> <\l Paiiella. ^\a-
h'i-la por l.it'HrHHM, I-m i|iiini.il ctamlr rtmi | I-
rtirn aewacada*, >a aaan i** **'i*-ia -r aelia cm man do parleito. perleriernle a<> < -*.il )
Fallecido citmnel France* Jannlho IVrnra, r ai 4
prara par eiecac^odr* eraalafaa do 4itn ra>.il.
-1 K"ja-r. Wnxato Baaajaa AKaa, faaMrarta
11a cidach da Vlelaria, Unm de dar -<-iii. .o qu-
0.10 ianora, na laja d* mi d> Craaam a. Vi.
-- llaataH BelaSitwiH)da kajaaaa dataaa m-
rignar ae ha par Manee) tntswi* deOtivetra Rrasa
-- Preeiaa aBalayc aaaptato paca aarmate
uuia caa : ua ra da Cadeia do Itecii.-, It>jj u. ib.
i
w*






ItftStO ? RBIHttICQ OliA'Ts FUM 0UTUR,;C II 1856
nJm u* i* B 811l *"''" deumeopeiro e um ccfflnheiro, nue
na.
Paulos i'raKcc/s.
Vendein-ae pnlilt'i-i rranreze's do linho a !.:,, de al-!
tejam peritos em scu oflicio, baga-*e mui-l para "9e K?. de |>anno liao prelu ede cores a ft;: I
lo he, preferindo-se se for eseravo: al
Francisco PhM Ororio chumba denles cun 11
lerdadeira mana adamantina, c applica ventosa
I' I* alrarr.lo do ar : pude ser procurada conlronle
.10 Raaario de Sanio Anlonio n 2.
Precisa-** alagar una eserava una aaibr coser,
lavar o engommar, para o servir de urna familia
ingina : na roa 1I0 Trapiche Nvo n. 10, cm rasa
le Paln Nash A Compaabia.
dentista mita I
Paulo laignnox, de volla de saa viagero A
llur. p .. e-la morando na ra Nova n. J'T
I, prlaaeiro andar, mide podeaerproeara- W
:'A do a qualquer hora.
Precisa-te alujar ( prelos para annazem da
autocar : quera liver e qaizer alagar, dirija-se na
lo Apullu, armaieaa n. U, que achara rom quem
Iralar.
I'ede-se ao lllm.Sr. Dr. Anlonio Borges I .cal,
i|iie quaudo Mal a aala praca haja de apparecer na
ma da Cruz, no armazeni (Vanee/. u.-T, a negocio de
tea Merene e de urgencia.
:-.3
lA
ESTRADA D FERRO
do Recife ao 8. Francisco.
SEGUNDA CHAMADA.
Os directores da rouipanhia da elrada de ferro
do Recil'e ao San Francisco, lem feiln a /tguna
/amada ou lerceira preslarao. de duas liliras es-
le linas oo rs. 17>777 solire cada aeran oa dita com-
pnsala, a qaal deve ser paja al o da 7 de ootabro
de iSJo. na Baha, na casa dos senhores S. lleven-
poil & O., na corle, na casa dos senhores Maua' M.
lireger&C., e cm Pernamhuco, no esniporio da
coiupanhia. ra do Crespo.
O accionisla que au realisai o pagamento dentro
do lamo indicado, podera' perder lodo direilo as
arroes sobre as quats o dilo pagale nao liver ef-
fecloado, c cm lulo caso, lera'de pasar juros na
rata* de cinco por cenlo ao anuo, e de nao receber
lurwoa d videndo da coiupanhia, pelo lempo que
.i uircf entre o dia udicado paia o pagameula e a
sua reali>ac,ao.
Neulium aulo de transferencia pode ser resislrado
depois do da 8 do crrenle, utes do '.ligamento da
chamada.
Por onlem dos directores,
.. /'. VEREKER, Ihesuurciro.
Itecife i de M'lcmhro de ISli.
,:.-.'e-*ri*ji.--s3:'*>
I l JANE. DENTISTA, S
Jp continua a residir narua.Ncva n. 19, primei- a)
t.', ro amlar. aaj
fadauta J^oiitier, modista
raiiceza, rua Nova
ii. as,
cm a honra de anuunciar ao publico que acaba de
receber mu rico mu lmenlo de il.apeos de seda e
He palha para senhoras, dilos para meniuas. boni-
tas camisiuhas, espartilhos, bicot de linho, man-
guitos, mas luvas de pellica enredadas para casa-
mento, um grande sorlimcnto de hico de hlonde,
dilos" de seda largo* c estratos, lindos veos para
nativa*, rii os cufcilcs de cabera, um rico soilimenlo
desatas declina, dilas de algudao, ricos chapeos de
LOTERA da provincia.
O ;il>nj\o assignado avisa an rcspeila-
vel publico, f|tic vende a dinliciro a vista,
os seus bilhetcs, meios c quartos, sendo
da quantia de I0()$000 para cima, pelos
precos abaxo declarados, na rita da Ca-
deia do Itecife n. 45, loja de miudezas
de Jos Foituni-to dos Santos Porto.
Bilhetcs. 5$500 recebe 5:OO0J0O0
Meios 2J800 *> 2:500^000
Quartos 1 .s 400 .. I :2.">0.s000
Por Salusliano de Aipiino Ferrera'
Jos Fortunato dos Santos Porto.
I.oii de Mono* (ornes Penetra, fdho do com-
meudador Luiz ionies r'orrcira, ilcclara que -o nao
responsahilisa por cenias liradas em Dome de l.olz
GeaaetFerreira Jnior; o que publica para evitar
engaos e duvidas que tcem occorrido.
I AO PUBLICO.
1S No armazein He fazendas baratas, rua di
' Collegio n. 2,
>< vende-se um completo sortimento de fa-
l zendas linas e prossas, por mais barato
'_'; presos do que em outra qualquer parte,
~| tanto cm porgues como a relalho, affian-
V.J rando-se aos compradores um s precu
:; para todos: esle estabeleciment abrio-se
>o de combina^o rom a maior parte 'Jas ca-
^g sas commerciaes inglezas, francezas, alle-
3 mos e suissas, para vender fazendas mais
5g em eonta do que se tem vendido, e por isto
^ oHcrecem elle maiores vanlagcns do que
outro qualquer; o proprietario deste im-
porlantu esiabelecimento convida todos
os seus patricios, e ao publico em geral,
para que venham (a bem dos seus inte-
>j? resses) comprar fazendas baraias: no ar -
9 mazem da rua do Collegio n. 2, deAn-
3 ionio Luiz dos Santos & Rolim.
MmnmmmmmmmBmmMM
Billietes de visita.
iravant-sc c imprimem-secnm perfeico bilbetes
de visita, letlras de cmnmercio e todos os objeclos da
arle calisraphica, resislros, vinhelase quaesquar de-
sonhos, ahrem-se tirinas, sinetes, tanto a taiho doce
tratar na rita do torres n. ."v, > andar.
Por detrai da ma do t'agoiidef, loja do
lirado que lira defroulc do eslalein.....ide
la/.en.in um hrisne. Cozmlia se para fura con
icaio, c lainhcm salava
ro eoaiBDodo.
J O Dr. JoSo
W de -Mene/.es, for
(& na, aclia-se res
t^ do Itio-Formoso,
A ce a's pessoas
^ timo se qui/.erem utilisai.
fto da 18 a larde, fusio do quintal do Dr.
Pedro Autran um cavado ala-ao. calcado ile roaos e
ps, ali.nv" de mcio, elina e cauda "rapada, sisnal
brauco na testa, procurando o caraiuho do llo-picio
e Santo Amaro, e drsappareceu : quem o livcr le-
ve-o a casa do mesmo seuhor, quesera' recompen-
sado.
Candida lialbina da l'aivio Rocha,
antijja prolessora particular de primei-
ras letras e costura do barro do Recite,
rua do Vigaro, tem transferido sua aula
para a ruado Rangcl n. 59, onde conti-
nua a exercer osen magisterio, entinan-
do ludo quanto faz paite da educacao
primaria de lima seutiora ; assim como
nao duvida receljer pensionistas e meio-
pensionistas, por procos raxoaveis.
Aviso aos senhores arma-
zeuarios de assucar.
A loja de ferrageos de Tbomai l'crnandcs da Cu
nha, ua rua da Cadeil do Itecife n. 'i ollerece-lhes
barricas com os mal bem acreditados presos i-.nieri-
canos, para beneliciar baruets com anacer, por pro-
co comroodo.
Kosa-sc ao Sr. .Marcelino Daniel de Carvalho,
morador ua Parahiba, que se digna responder a car-
la que ja ha muilo e Ihe escreveu lohre negocio que
nao ignora, podendo enleuder-se a reipeilo com o
Sr. Jos de Azevedo Haia, cstahclccido uessa mes-
in-i cidade.
Em praca publica do lllm. Sr. Ir. juiz dos
feilos da fa/.enda, se bao de arremalar oa bous se-
guiules :
Lua casa lerrea de laipa uaCapaog n. 17. leudo
.10 palmos de frente e o de fundo, co/.inha deuiru,
quintal em abarlo, cacimba propria e chaos forells,
avahada em Irezeutos mil rls, de Bcnlo da Kocha
Waoderlev.
Lina casa de sobrado de dous andares e alia, na
rua ile Aguas Verdes n.22, por :i:l.">0"?.
I.ma coclu-ira uos fundos do sobrado cima, por
--'". de Joaquim Coelho Cintra.
A seita parle do sobrado ua rna de Dorias n. -JH.
o qual tem cozmlia lora, pequeo qoinlal murado
com puilao para o beceo lapado e com sabida para
0 largo de Sania Uberosa, o qual sobrado he de um
andar, avahado a dita parte cm I6G9666 rs.
I na casa lerrea com piula c janeila. na ruado1
Aii'al em Pora de Portas n. 10 enm 7. palmos de
cumprimenio e > de largara, leudo :t quartos, 2
salas, co/.inha denlro e quintal murado em chaos
loreims e cm bom estado, avahada cm H00>. de Jo-
aquim;Josc de Sanl'Anna.
I m opelbo grande sem mesa sobre columnas, em
bom estado, avahado em h> ; mais orna mesa do au-
gico de mcio de rala cm bom estado, avahada em
1 S.T, de M ue. Mauvernay por Anccll Port.
I ma armacilo com lialcAo e callao de
moslrador por KII;HHM)
Lm par de conchas com braco de fer-
ro e correle, avahado cm .XI Kl
SO barias brancas c piuladas, avalladas
em 9U i-, cala anta 195000
70 harins avahadas em IBjtlO
Jii ligellas pintadas a 10 rs- 1000O
io garrafas com licores a 2u<) rs. SJOOO
90 ditas vazias a it) rs. ;i-"HiO0
110 botijas va/.ias a iO rs. H.-OOO
'M ditas chelas a Itl) rs. l.-sim
SO liqellcs francezas a 100 rs. jaUM
SO ni.cos de palitos para denles a 10 is. :>2M)
.". pipas vazias a "ijOOO rs. 25JO0
sarrafes a lillO rs. 25S00
12 libras de vellasdeespermacelc a 500 69000
1 barril para azeile ile carrapalo por I^KNI
lOOligcliase panellas deharroaSO rs. i"HMHI
:l resniasde papel de einbiulho aOOrs. I900
I candeeiro de latan com vidrrs por 39000
I me-'a de inao
60 mtias garrafas a 200 rs. 19200
10 meias botijas a 20 rs. _.)'.
ua rua .Nova h'ja n. i.
ii.peOs )
ji
i
Sen oi-is.
Vendem-te chapeos de seta p hloiid para senhoras
pelo baialo prefo de IOS e li^ : na rua iNova, loja
II. 'i.
Ycpile-sc a loja de calcado da rua
Cadeiii do Recife n. 0, livie de alcaides
tratar na inesma.
iPais milito bem feitosel
milito baratos.
\eudem-se palihis prelos inuitohem feilos a i-r rs.
dilo* de hrim pardo de puro linho a kjOO : na rua
| do l.lucimado n. ll', na bem conhecida loja da boa
fe.
Veode-se o sitio rom casa de sobrado do falle-I
rido Oeorse Kenworlhv, nolauarjde S. Jos do Man-1
Na loja de Antonio Lopes Pe eir
de Mello A Coinpanliia, nrruada Cadeia
Jo Recilie n. 7, vendem-te a ja hem co-
nhecida* velas de carnauba do Aracatv,
pelo diminuto pi-ero de ISgOOO rs. cada
:::
.*''"*".:''.;"*_;*-'* *- -
A Uenco!!
Na rua do Trapiche n. .">i, lia p
superior rape l'rince/a do llrasil, C>
dos mesmos.
Oil)
I Dilo de quailrinhos rrriuiln
iiuil.ol)a-;',"toSf,a""',es,rova"oa
e
rato.
Corles de casemira de cr com alguma humidade,
o que ole damnifica as fazendas de laa, pelo bara-
lissimo preco de 2,>)00o corle, corles de rasemira
prela superior com lisln bordada a relroz. curtes de
casemira de Cor lambem com h-lra, por precos moilo
em conta, chita Irsneeia larga muilo lina a 200 rs. \
o cavado, lencos de ganca franceza muilo linos para
rap a 240, e nulras moilas fazendas por baralisirnos |
presos : na rua do Queimado, loja n. 18 A, esquina assim
Ganga amarclla muito fina, lisa c
quadros, novado a
Cambraia lisa muito Bna com nnu;
vara do largura, vara a
Lencos lirnncos muito finos c ditos
cora barra de cor, um
Meias brancas para senh ra pelo ba-
ratissimopreep, o par d*. 3Ua
Ditas brancas para meninos e meni-
nas, o par
Fil de linho liso muilo lino, vara a
! Dito dito com llores, vara a
220
320
HO
240
320
2W
880
1'280
1
1
ao vollar para a rua do losario.
No Ierro da Boa-Visla n. 80, vende-so supe-
rior vinbo do Porto enuarrafado a 19280. dilo mu-
catel a 1280. dito madeira secca a 1000, lats de
sardinbas grandes a 700 rs., pequeas a 140, ditas
coro ervilhas a 560, conservas ingUzas a 900 rs., di-
tas de Lisboa a (iO, griio de bico a 80 rs., chocolate
a 100 rs. a libra, zite fino da Franca engarrafado
a 19000, sag'e cevadinha a 390 a libra, latas com
biscoilo inglez a 19800, ludojjMimaraento chogado.
Na anlisa loja da rua la'r^a do Kosario n. 35,
veudem-se lilas de seda da largara de um dedo e dous
dedos e meio. lisas, avahadas, mili propriss para
amarrar catitea de charutos por seren muilo fortes,
a peca a 60, 80 e 100 rs., asdm como oulras muitas
miudezas c quinquillera de diversas qualidades,
ludo se vende por milito barato preco ; assim como
os mnilo fclizes buhles .le lotera da provincia para
quem os comprar ; porlanto devero vir loso com-
prar o resto porque a lotera corre impretcrivelmen-
te no dia sahbado, ."> de outubro prximo viudooro.
Estes bilheles devem ser mais felizes qoc iodos por-
que cslAo sempre na vista da imagem N. S. do 15o-
sario.
Cal de l^sboH e potaasa.
Na ma do Trapiche armazens ns, 0 e
11, vende-sc superior polassa da Rusta
e americana, cal virgem de Lisboa, da
mais nova que na no mercado.
Charutos da Ba-
a.
forro balido e road de lodos os lamanhos para
dilo.
LABYK.iC.THOS.
Vendem-se lencosj loalbaa de labyriolho. asen-
la lo em lina cainhraia de linho : na rua da Croa n.
:i, primeiro andar.
Em casa de M. Gabnont A C. praca do
CorpoSanto n. II, ha para vendero
seguinte:
Taboado de
Suecia.
Alcatrao de carvao.
Lonas de algodao.
Ditas de linbo.
pinlio, alcatrao c pixe da
como oulras muitas Fazendas que se
vendem por menos do que cm outra qual-
quer paite, na rua do Queimado, nos quatrol
cantos, n. 22, na loja da boa fe, ik-froiii da, Esponjas desuperior aualidade
loja da boa rama. |)10.ms.
\endem-se pansas muilo novas a 600 rs. a li .... P ., ,
linio muitocommodo.
ielogios dt; patente
bra, figos tamlicm muilo novo a 300 rs.. tourinlio
carne, queijns, e linsoici-s, lodo do serlao, moilo i
em conla, s-nienle de c.oenlro nova a 320 a garrafa :
na rua dos Mariyrios, taberna n. 36.
;'*..'*..'_;'..*'.;'\;,*'.?'; Kiqxsimos leques decharao '.'':.
de novo gusto, com a partcula- -';
ridade dse poderarmai em cha- '.'-
peos de sol, muito linos e or pre- $g j
Moinhos de vento
com bombas de rcpuxo para regar horla*e Imi-
adecapim:iia fundiciode II. W. Bonnian
na rua do Brum ns. 6, 8 e 10.
B(khavS ele llain-
hurgo.
No antigo deposito de bichas de llainhur"n, na
rua eslreia da Rosario n. M, recebeu-sc pelo ulli-
roo vapor vinio da Kuropa. um graude snrlimenlo
das referidas bichas, e por isso se contina a vender
0 ccnln a 209000, e pe menos desse diuhciioseo
comprador comprar mais de cen, e a 320 cada urna
por alugnel. t
w, vi-ndc-sc
sortimento de
xidiOsHc r -
ba
i
#
8
ros muito diminutos.
Callas de jogar muilo supe-
rieres e douradas.
Clucoles finse cli'.os para car-
ro, linos" ordinarios: no esta he-
lecimentode chapeos de Haia li-
maos, na rua do Crespo.
2ig'i%s-,4fis ft ."'....''..;...*:.-'..">. i: ,,,',
y ...- -..-. .J .vi '.? ..:..:., .j. ... .. .:.;* rua
V'-

ingleses de 011ro, desabllete edevidro :
vendem-se a preco razoafel, cm asa de
Aug11sloC.de Abren, na rna da Cadeia
do Recito, arma/.cm n. 56.
Farinha le maiidiocae
Vende-se superior farinha de Sania
Catht
1
ingleses de pa-
tente,
os melhore.-'-'biicados em Inglatcn;: im casa de
Ucnrv tjibson : rua da Cadeia do Recifen.52.
Em casa de Eduardo U. Wvalt.rua do trapiche
:
RARIDADE.
Catbarina, em saccasqtictem um aliinci- ^ovo '*> veudem-se bailas, relogios de ouro, co-
11' im>,i'iH-> .li... .___J iberios e descebarles, scllins inglezes, chicotes de
k medida vellia) por preco commodo : |Cdrr(), lrreiot par, ,,, cabos da Kosiia. iiodcvia,
no arma/em de Novaes&C, na i'iri dalntasde lodasaa coies.caudieiios aeaelieaeabroa*
zeados, conservas de fruclas ioglezas, charutos d<
llavana.
Loja da boa f.
Madre de lieos 11. \i.
A 5$500 a du/.ia.
I.eiiros de ramhraia de linho para akiheira : na
Crespo, ln|a de Adriauo i\ Castio 11. Iti.
a ..'-.'
2IH-I00
Os prcleiidciilesc.omparccam 110 da I de ouluhro
pi.'viinn futuro na sala -las audiencias, depois de 10
horas da inanh.ia, que he a ullima praca.
&cmpw&.
r.omprain-seapolicesda divida proviucial ; na
roa das flores 11. 37, primeiro andar.
Compram-se os livros segoinles : Philosophia
e curso de historia pelo Sr. Cooaiu doseculo XVIII,
Philosophia pelo Sr. Barbe, e Ueoes de Lgica pelo
Sr. Charata: alraz da matriz da Bna-Vista o. 16.
fi
j;:ii>
Attencao.
Loureiico Augusto da Silva Santa Bar-
bara, lia poucoebegado da Babia, lema
boma de fzerscicnte a esta praca, pie
elle trouxe urna grande porcaode cbaru-
tos de superior (|ualidadc, fabricados qm
scu estabelecimento da Bslua, os qaaes
pode vender por commodos preros por
n;io pagarem comm'issao : ipiem quizer
bnnra-lo com cncommendas dirija-se a
I praca da Independencia n. V.oinlce\is-
lem .is amostras. N. B.As denomina-
rles sao as seguintes : Babianos, Trabu-
cos, Lanceiros e Quem fumar sabera'.
Ainda est a' venda a excediente taberna da
rua Augusta 11. 91. que lien confronte ao chalariz,
de nutro lado o v vr.irn, tem muitos commodos, co-
zmlia, ele. lambem se vendem 6 bois mansos^que
sabana bem conduzir qualquer carga,3 carrocas,assim
mais urna pnr^ao de formas com bico de chombo,
loe fazem ptimas volas de carnauba imitando o fat-
uo das de espermacele ; assim como lambem lem
das de II em libra, e nina corleira zraode de duas fa-
ces, de madeira de amarello. em que pdero franca-
mente escrever qotrn pessops : trala-se na rua do
Vigario 11. 19. lerreirn andar.
Vnd-sc nma porcio de lahoas de louro. que
foram do forro das catacumbas da irmandade do S.
S. da matriz da Boa-Visla : para ver na mesma ma-
triz, e para o ajuste na Boa-Visla, ruado Seho n. 21.
Km c!o Q11 ini ido n. 21 A
Vendem-se as sesuinles fazendas, muilocm conla,
e dio-s as amostras enm penhor.
Sedas de quadros mindinhos, lurta-rnrcs, o
covado lalOO
dem idero maiores, o covado 19200
Chales de merino bordados a velludo t6->000
Chiles francezas, padroes miudinlms, o covado 2(30
Casemira de cores para cociros de menino,
o covado I9.1OO
Chalj de llores solas, o covado 800
dem de duas larguras, o covado IViOO
Vende-se um encllenle escravo crinulo, de p-
tima figuia, moco e sem defcilo algum : Irala-se no
aterro da Boa-Vista 11. 6-~>, primeiro andar.
Sem avaiia 011 deleito algum, e muito
mais barato do que asavaradas.
Conlinaa-se a vender ss fazendas da loja de 'i
ponas n. 10 na rua do Queimado, por precos muito
\ enham ver o que nunca vir.ini, c nem jamis ve- 1
rao; corles de ramhraia de seda para vestido*, del
muito hom rosIo e sem avaria a ile patacas cada I
um corle : na rua do Queimnito. loja pintada de ;
amarello n. 39, esquina do hecra da Congregaran.
ce
s.
\eiide-se u inclbor que ha nesle genera, lano 'lo
Lisboa como hc-*paiihida de "iOO rs. para cima o cau-
la : na iravassa da Madre de Meo*, primeiro arma-
zein n. ls, de franciscoAlvea Honleiro Janior.
No paleo do Carino, quina da rua de Moras
n. 2, conlinaa-se a vender inauleiga maleza a 180,
560, O.XOO r-.. e muilo superior a 1;I20, cha' a
2o, 2;2iOe 2S5G0, e muilo lino a 2g880, farinha de
trigo a I ln, cafe a ISO, moido puro a 320, cavada
100 rs., raoda a 2t0, gomma bem alva a liO. alpis-! i
la a lid, banha bem alva a 300 rs., sabio de moca 1 '
bem duro a 20, toucinho de Lisboa a 360, sagii'
mullo superior a 32C, azeile doce a 610, oleo de ri-
cino era meias Barretas 4 300 rs. ; ahi tambrin ha
para se vender eslamenha legitima para lerceiios
Franciscanos, e penetra* de rame para refinadores
e padeiros.

cemeiilo a
Cinco mi!
yeiidc-iecaldcl.isboa'iltim.'imenltcbegada.as-
siincomo.iotassadalVussiaverdadsira : na praca
dol.orpo Santo n.li.
TAIXAS PARA ENGENHO.
Ra fundipao de ferro de l). W. Bowmann ua
ma do Brum, passando o chafariz, contina lia-
ver iim completo soilimenlo de laixts de ferro un-
nido e balido de 3 a 8 palmos de bocea, as quaes
aiham-se a venda, por prego commodo e com
prouipiido: embarcam-se ou carregam -se em aer-
eo sem despeza ao comprador.
Ueposito de vinbo de cbampag- @
ne Clialeau-Ay\, primeira qaa- %$
{[) lidade, de propredade do conde g
?J de Mareuil, rua da Cruz do Recife n. @
'p -" ; este vinbo, o melbor de toda a ^
Champagne, vende-se a fjs cada @
ca va : acba-se nicamente em ca- @
sadeL. Leconte Feron A C. N. i';-
B As caivas sao marcadas a lo- fi
P goConde de Mareuileosrolu- ^
^ livs Lis mi*pi|n
;'
w

Veode-se panno azul lino a 3) a covado, dilo pre-
lo e azul, tazanda moilo superior a 3SJ00 o covado,
merino muilo lino a 20 o covado, alpaca muilo lina
.1 610 o covado, rasemira prela muito lina de duas
larguras a 3?.">00 o covado, dili muilo lina de una
largura sa 29o covado, ranino, lazeuda prela mui-
lo lina e proprta para vestidos de luto a 960 o cova-
do, homhaziua mullo lina propria para balinas de
padres a IS)M0 o covado, grosdenaple prclo muilo
superior a 2-000 o covado, selim pelo macao, fa-
zenda superior a 2^600 o covado, o assim oulras
mailissimas f.izenda-, que ocioso seria mencioualas,
porin que v isla dos srnhores compradores se ven-
dero por menos que em outra parle: ua rua do
Queimado. n. 22, nos qoatru cantos, na loja da boa
f, defronlc a^ loja de miudezas da boa fama.
.'j'r,:''-.:':'':;'^;'-, :'-u ;'itt;"'.''v.-. ; .. .-.
Na rua Nova
.- ha para vender
'* da hianco e prelo
A'3 conla.
1 n. ai, loja do relojoeiro, e
er bico de blond de se- T?f
por preco mudo em
Loja da boa. fe.
res
VHMIE-SE MI lio BARATO.
Chales de merino lisos, de lidas cores, com
ricas franjas de seda
Luvas de seda para hoinens e senhoras
alis* prelas de seda para senhora, o par
Hilas iW cores mullo finas para hoinem, a par
'.uvas de lio de Escocia para meninos, o par

aterro da Boa-Visla loja n. ."ilj,
um sortimento de fazendas lian-i U"",""? CUV"J,,S a n*),J'M: 14S e
Madapolao, peca s 2^100, 3o. S|300
Na
existe
ce/.as de lindo gosto, por baratos preros,
por terem sido salvadas da barca fran-
ce/.c BAOLL.
Chaly de seda.
Vnde-se cbalydeseda de lislrasa de qiiadriuhos
proprio para vestidos de meninos, pelo bernia preco
de 6S0 o covado, dando-se amostras curo penhor : a
rua Nova, loja n. .
( amisiiS fraiii-i 2as.
Vendem-se camisus trancezas brancas e pialadas
a 21 2B5, e 2XS a duzia : na rua Nova, loja n. ",.
Vende-se vcil>s do carnaoba pura da inrlhnr
qualidade que ha no mercado, sendo de 6, 9 e II era
hhra. [mr iireco commodo : na rua do Vivario n h>
ocios ero objeclos de ouro e Ve,.de-,e um mulalinho de dez ou d.M
haixos:
i Chilas de cores, a peca S&iOO, -S, 59500 e
Alsodo, peca a 29, -.7'i'Hi, e americano
Dilo de cores, o covado
Brim branco Iranradu de linho, a vara
Dilo superior, a vara
(ansa amareila, o covado
iW1111 de linho de quadios, o covado
Chali v de seda para vestidos, o covado
Barege de cores para vestido, o covado
Lencos de s*da blancos lios Com pinturas
Brim trancado de coles, puro linho, vara
Chita larga franceza, o covado
olli
6*000
160
ioOOO
39000
160
100
19000
210
200
6W
300
18000
610
200
nrata, la/em-se riscos lindos e origiuaes para borda-
iosde lahvrinllin ; admille-sc a recusa de quaes-
uer deslcsohjectos no raso de nao lirarcm a conlo-
lo das pessoas que os enrommendarcm : quem pro-
Icoder dirjanse a qualquer desteelogarea : no bairro
do Becife, rua da .Madre de Dos o. 32, primeiro
andar; am Sanio Antonio, na livrana classica do
palco do Collegio 11. 2 ; as Cinco Ponas, sobrado
da quina conlronle a matriz nova.
O Dr. Joaquim de Aquino Fonseca
leudo sempre excedente sement vacci-
MllIt'S.
n. 38,
muifV. boa lisura : na rua iargs du Rosario
loja de miiidi'/as.
Veudem-se duas prelas enm habilidades, leudo
20 a 22 aaaos, e um moleque com ,"> para 6 anuos.
lados bonitas peras : ua tus da Senzala Velha n. 70
segundo andar se dir' qocni vende.
Na 111a do Queimado, loja de miudrzas 11. ,">T,
ha para vendei um grande sorllmenlo ,1c meias hran-
cas e de cor, lano para hornero como para menino
pelo diminuto preco de raeia pataca o par.
Na rua Direila
n. 27 vende se uianlei...
eieta a 00. dita a 900, lila franceza a liiu, rH) e
ca. ri),i Unctamente a S pessoas 1800 rs.,_favas viaaaada ilhideS. Miaurl a iiOr-.
pie anida nao se acbam vaccinadas, que
rntnparecam em sua casa, oa rua Nova
ii. 14, nos sabbados de cada semana, das
7 a s !> boras da manbaa; assim como
pode lorpccor sement a qualquer auto-
ridade quearequisitar.
jOtevin da
viuda.
pro-
QuHi'td parte da sexta lt-
'mc da matriz da Bua-
VHtM.
Lonc sabbado i de outubro de 1856.
O abolsa assianado avisa so respeilavel publico
que vendeu as seauinlis sorlcs :
I mcio n. 2203J:IW09
1 dilo n 2SK7900
II mesmo lem exposto ;i venda seus muilo felizes
liillielfs. meios c quartos, as lajas ja amillonadas ;
ns quaes n,-io esliio sajeilOS ao denconlo dos nilo por
lento do imposto geral, qae sera' paco logo que
-aiain -s lisias, na loja de Jas Fortnalo dos Sanios
Corlo, rua da Cadeia do Becife u. i i. sendo os pra-
rim o, -egiun'c: :
Buhles .v-snii recebe j:O0US
Meios 30000 i> 2:300a
Qaarlos 19300 i I:20n
rernainhaco ti de setemhro de 1850. i'or S.i-
bistiann d* Aquino r'erraira Joso borlunalo dos
Sjntos Porto.
AOS
sennores so-
eerdotes.
a cala, farinha de Arar.ila a 200 rs.. queijns a 11(00
e I^.VIO e l.v/00. farinlia em sacras eraodes a 33000,
38500e i-stIOO, sabao muito duro a 200 rs. a liln,
e oolros mullos gneros que se vendem por muito
commodo preco, assim como desapparecen no da 27
do corrale um escravo cabro, de noroe Verissimo,
idade pouco mais ou menos 10 anuos, ji calvo, mar-
ra baixa, barba rapada e muilo-fallaole : rogs-sc -s
autoridades competentes e capilaes de campo que o
piendamem qualquerparlcqueocncoulraiem, e re-
melam-noa rua Direila n. 27.
POSTAS DE CAVALI.A,
\ endem-se puslas de eavalla salprr;,is ., |-jo ... a
160 rs. : na rua IIneil. n. 27.
Vende-se ou treea-se pin nina prela de ateta
idade, urna mulalinha de ."> anuos, moilo esperta,
sem deleito : m.s Afogadus, rua de S Miguel n. 0.
Vende-sn urna prela de Bocao Nago. aiuda
moca, a qual he muilo ladina, boa compradora e
vende na rua, lambem lem alguma pratica ds.ci-
ilaliar. faz pa mnlia a f.iz aceite j quem preleii -
der. dirija-se a ra da Concordia junio a luja do
marcineiro francez Bnchv, coufronle o Sr. Joao Ma-
nuel de Siqoeira, casa de Anlonio de Medeiros.
Vende-se urna vacca, um nnvilho e nma bezer-
ra loariaos, chegados ha pouco de Goiaaas, e achara-
se muilo gordos : quem desrjar dirija-s a rua da
Florealiaa a. 6, que achara' rom quem Iralar.
Ati.'iir".
a
N.i rua os Mariyrios n. I'i se dir' <|iifm ven-
de i- oln.is de oun MgaiolM, r-em fi'ilni ; I vulli mi
lita pura petCOCOi pnres de lifinc, 1 V"eifa de
lli^tlMI encaminada rtnn |a<;o e diamitiilp, j COrdAo
pin -j v^rf|s, -J [rancehiM, ;' medalliM, rortiAo li-
ii". -! aunis, ludo obra boOi <]e C p"de u^ar.
Passeio poblioo.
a (ia jfaiiia.
lem para vender Anlonio Lniz de Oliven a Aze-
vedo, no seo cscriplorio roa da Cruz u. I.
Superior farinha de man
diuca.
Vende Anlonio Luiz de Oliveira Azevedo, no sea
armazn na Iravessa da Madre de Den u. 3 a ."> :
para Iralar no scu escritorio rua da Criu q. I.
Superiores- cha fu tas
em caitas de .VI, 100 e 200: vende Antonio Luiz de
Oliveira Azevedo, no seo cscriplorio, roa da Cruz n.
I.supcrioics pela sua qualidade.
Ven le-sc um -avallo pedrez bastante grande e
forle, proprio para carro, c menino para selim, mui-
lo barato : ua rua da Cruz, nrmazem ti. 27, ou ns
cocheir.i de Lchoa cv Cuinpaiilua.
Vende-se no armazein de Pacheco, no caes do
Ramos, ou no cscriplorio de Isaac, Curio ,\ Compa-
nhia, rua da Cruz n. i'J, desembarcado da galera
tiFranc-Raoiil a .",000 a barrica. No mesmo arma-
zein vende-sc cemento viudo pelo ultimo navio de i
Hamburgo a .s-H'iii a barrica.
Vende-se um catnolel em muilo hom estado,
con un compelemos aircios, c por preco muilo cora-: r'osto: ua loja 'h' riuatro
modo : quem o pretender, dirija-se a rua da Fiaran- | <|a Ca()eia rJo Recf v8_
OS las jrralas sao a/.ucs. M
^Oi\-0^-:0<:>-0^rJ:0^0^^\^'''^"ae cambala de iinlio com bico, um
Dilos de relroz, um
liedes de Luvas -e \w de Escocia para hornero, o par
lialia i'i- *^e'as '''' 'i'a pam padres, o p
tas no Pa-
ra ilcmui-
I o I o m
101 tas, da rua
Redes ce
algo-
cilus no Ma-
lilla, casa n. 'Mi.
AO BARATO.
Na rua Nova lojafri. 8 de Jos Joaquim!
Morcira. '''l0 l*cda* comdous los,
Vendem-se luvasdepellicapara hornera e senhora : ranliao: na loja dei|(iatio pollas da rua
das mais frescas e novas que ha no mercado, pelo da Cadeia do llec'e ll. 48, de N'arci/.O
Mara Carneiro.
Na vidas a conteni.
baralissimo preco de 1;2SO o par.
Milho.
Grvala* de seda pifiase decores
Meios lencos de seda prela
Ditos dilos de dita e cor
Cassas prelasrnu'to fin.s rim lulo, a >.ra
a alin de ludo isto outra* limitas fazendas
vender mais barata que lie possivei : na
jaotn
laooo
251)00
100
320
l?2H0
IjOOtl
100
I5B0O
1-OtHI
l."000
MXI
400
que se
rua do
Queimado, nos o;oalro cantos n. 22, na loja da boa
In, ilefronte da loja da boa fama.
V.NIIO DO PORTO GEMINO.
Vende-se ptimo vinbo ao Porio era berra d
piarlo c etlevo, por preco razoavel: na rua da Ca-
deia do Becife ii. 13, cscriplorio de Bailar \ Oli-
veira.
Luvas d
ras de pellica muilo novas para
inem esenhora, o par a I.S'iSO
Ki-
Gaaliana.se a vender aK^OOO o par'preco liso) as
I j bem conhecidas navallias de barba,feila's pelo ha-
\endem-sc sacras com milho novo : na roa da i bil fabrcame que ha sido premiado em diversas es
Cadeia do Hecife n. 23. loja junio ao becco Largo. : posicoes: vendem-se com i eoodiclo de nao agra-
Vende-Se um bonito mulato de 18 ,nii" P'1"" o comprador devolve-las ale 30 dias
depois ila compra,reslituindo-sc a importancia :em
casa de AnsnsloC.de Abren, na rua da Cadeia do
Recife n. 36.
-se ini bonito ea-
quizer
d4 rija-se a rua do Brum
ii. i'i, porto da fabrica de
velas.
Venc
vulto preto : <|uen
rl
annos de idade. proprio para boleeiro:
a tratar na i ua do Vicario n. 31.
i
Atlonyoao I) irateiro.
Na loja do baraleiro, na rua da Cadeia do Becife
ii. uO, defronlc da rua da Madre de Dos, ha para !
vender alera de muilas la/endas que em porcAo c a
retnlhe se vendem por baratos precos, hamburgo ou i
brim liso fino de puro linho proprio para clc,as, tna-
Ilia-. ceroulas e lenroes, cm peras de 20 varas a '
II5HOO e lOjf, dilo mis elieio de boa qualidade, pe- i
jas de 30 varas a 123 e LIjOO, panno de linho lino
a (i 10 a vara ou 8"> a peca de 12 l|2 varas, eslando-
se a acabar, panno de linho lino para lenroes com 2
varas de largura a 3;100 a vara, corles de brim de
linliu de cores para calca, padres novos a te200,
dilos de fosiao de cores e brancos para colleles a )S00
e I5, casemira prela lina a 2S, 25 vado, panno azul grosso a I58OO o covado. panno !
lino preto > azul de boas qualidades a 3-300, i-^OOO, I
SOO, .5 e Ii5. camisas francezas brancas a I5700 !
cada urna, e 207 duzia, ditas muito finas com pei- i
tos c collarinhos de corea c biancos 8 29.V00 00 a 30?
a duzia, madapolao lino para camisas a 19600, .V- e
~>J!iOO a peca,e mais bailo para 39200, 35.VK), .'I5G00,
3rsol) c ia, esguiao bom para pellos a 19400, e mui-
lo liuo a 1^800 e 21 a vara, e a peca par I \>, |K| e ,
20-, peilos para camisa branros e de cores com pu-
ns** e collarinhos, por barato proco, assim como
nulros mullos objeclos indfspeosaveis.
Vendein-M- velas de carnauba simples e de
compiisico da mcll.nr fabrica de Aracal), cera de
carnauba, f'eijao mulalinho muilo novo em saccas a
1I?J, arroz de casca a 3?00 a sacca e a sranel a
Vende-se urna partida Me Ierras cnberlas de
mallas de muilo boas madeiras, e oplhna de plan-
ta.;oes: a tratar no Mangoinhn, sitio que volla para
ns Aflliclos, de Ignacio francisco de Albuqoerque c
Mello.
Velas de
Carnauba.
Vendem-se velas de carnauba pura, as melliores
que ha no mercado a 12*000 a arroba, esleirs de
palba da mema carnauba, urandes c menores : na
rua doOueiinadn n. 80, loja de ferragens.
Manual elei tora I
Vende-se o manual eleitoral, conlendo
a le rc";ulamenlar las eleii'ocs, e os de-
cretos e decisoes do governo por l.s*28(l:
prai;a da lu-
na rua do Oueimado ua bem couhecida fojo de miu-
I dezas da boa lama 11. 33.
B111 casa de fi. O. Biel.er
-j., rua a Grux n.
4, vende-se
Pianos lories das melbores lab iras da
Allemanha e de moderna construcrao.
Eui casa de .\. O. liie-
l)er & C, rua da Crin.
o. 4, vndense
Algodao para saceos de assucar.
Dito trancado para ditos, a imitacao do
da Bahia.
Lonas.
BrinzSo.
Fero da Suecia.
Arcano para purificar o assucar d in-
vencao do l)r. Slollc, coui o metbodo cm
lingua portuguesa.
Em
easa (
('., run
le n. O. Bic
i4h Cruz 11.

M'.iue-so
Cemento roinano.
Fardo.
Vinbo deMadeira e
,1111.11.
na liviana ns. (i e S, da
dependencia.
Deposito de cal e polassa.
Na rua da Cadeia do Recife, loja n. SO, dcfronle
da rua da Madre de lieos, ronlinua-c a vender su-
perior ral de Lisboa em pedia, leccntemenlc chega-
3-1OO oalqneire, medida velha. oleo de ricino da da, e polassa russiana nova, de superior qualidade,
inelhorajebricado I'enedo em laias a 3I0 rs. a libra. | por preco commodo
e ludo mai. ,-or preco. commodo,: na rua do Vigario -Vende-se em casa de S. P. Johnsion & C, LevM^ dMa7! mnl-'boas
rua da Senzala-Nova n. -12, selltns inglezes, ch- Dia. de lio da Escolia brai.cas e de cores iOO
cotes de carro e de montara, randieires e casticaes 1 Superiores meias pretas de laia a
Vcude-sc polassa .la Rnssia e americana, ehraada bronzeades, relogios patent inglez, barris de gra- I u,,,"as Bn*"ai frai.ee/as, o baraiho
nesle. dias ne superior qualidade ; ral de Lisboa j ia n. 97, vinbo Cherry em barris, camas de ferro, i u-u. Mes"rU^lS" '""""
SaSrTS XA riTSK-seus ,,epSi-0 fvu,a- (,humb0 ^ 1 ?!? V" ^r* ""
C4L i P0T.VSSA
lonas inglezas.
Paze
o<*ios
Bom
gosto.
idas boas e baratas. [
Na hija do baraleiro da rua da Cadeia do Kccifei
n. ai. ilcIVonlcda rna da .Madre de Dos, acharao os 1
rregneies i>.....sorlimenlodc rascada* ao boas qaa-
lidades, que a din'ieiru a' visla se vendem por liara- |eoberlosa desoobCllos, pequeo* e 'grandes, de ouro
1 liHimo piteo, lano em atacado como a relalho, ha- e prala, patente ingle/, de un dos melbores fabri-
vendo enlie mullo variedad* boas chilas de Cores li- \ Cantea de Liverpool, viudos pelo ultimo paquete in-
as de diversos padiOes.o covado a 160, tril) r 200, e lies: era casa de Soulhill.Mellar i\- Coiupanhia, rua
: a peca G9, i;.-iilO, (i-soo e 7?, enres ile caasa de .-o- .lo i ni ros n. 38.
re* boailos padrOes, que nao desbolem, com 7 varas. _.
pelo diminuto precede 19600, riseado* achilas lar- ; (Joi)fcl (l'es de laa ilCSIl--
ES* francezas modernas, o covado a 210, 2H0, .300,
A BA FAMA NAO'VENDE NAA'AN \-
RIADO, TDO HE BOM E BARATO.
laoea
eOO
1/800
500
320
00
da (jailcia 11
L"m grande
jlclllO.
Relogios linos de patente ingle/.
Dilos ditos de paleaste suiso.
Con ros de grasa.
Ervillias seccas cm anal.K'.s.
Vinbo do Rbcno superior.
Conservas alimentarias de
dades.
ludopoi preociiminiKlo.
'POTASSi E GAL TIKGEB
r a *?l'o C J* bera TOnh'do deposito da rua d.
Ladea do Recife, cscriplorio n. 12, ha para v^
der muilo superior ptense da Russia, dita do Be*
de Janeiro c cal virgem de Lisboa em pri"> *
a precos muito favoraveis, cote q^ trar>
dos eomadores salisfeilos.
XAROPE
DO
BOSQIE
I ui Iraoslerido .. deposito deste tarop |wna < ha
lie* de Jos da Cruz Sanios, na rea Nova o. M
garrafa .'leOtl. e meias 3?00. sendo ll-e loa..
aquello qae ata for vendido nesle d. pn-Ho, \ tk-
que se I/ o prsenle aviso.
IMPRTAME PARA 0 PIBLICO.
Para cura de phlvsica em lodososseasdiRere*-
icsgraos, quer inolivada por constipare*^ (nsst
aslhma, pleurit. escirros de sansoe, d'nr *>r-
ladnsrpeito, palpitaran no coraran. ..qurlu.-I.e
bronchile, dr na garganta,* toda, assnolestia
dosorgaos pulmouares.
Xarope do Bos-
que \ erdadeiro
RL'.V UMU IMI ll os a mu N. :%.
(mil nina a vender-se esle tarop o eoals*,
senles no Rio de Janeiro'os Srs. Vales 4 Cosnfa-
nlna, rua du Hospicio n. iO ua bolica do abis* as-
signado, que ".arante ser verdadriro.
Ilailh. lomeo lianrlsco de Soab.
Vendem-se dous pianos fortes de jacarando
eonstruccao verlirjl e com todos o melhoramenhr
mais modernos, tendo vindo no ultimo navio V
Uamburgo: na rua da Cadeia armasem a. 8.
Pecliincha.
Fundas francezas do lado dueilo e *
(|ucrdo. pelo baralo proco de 1.10(10 r*.
cada urna: na rua larga do Rosa un
, loja de miudc/.as.
Vinbo do Poi-lo. superior cliamii^i
Em caivas de 2 dunas e em barris de .nlav -. re -
cernemente chegadupelo}brsaa Trovador; vead>
se nicamente no srmarem de Barroca t\ Cas.ro. na
rua da l^.leia do Recife n. i.
ra da muii.
Anlonio ll.n l.o.a \r Barro tn -ncnl Saslnn
que mudon a sua sala de barbear da cata n. !..
rua da Crut para a de n. ."il da mesma rua ; na sur--
ma sala arham as mais nmrtrri.as bichas do Mam
l.uri'o. que sr v.-nd. ni an< centor e a relalho, ealu-
sam-se, ludo mais barato do que em oalra parle.
|\aloja da boaf
VEiMlIC-SE WTR MKMIS (JLE ESI HJTn*
PARTE:
l'ecas de alKodiiozirilio trancado rom
20 jardas a
Ditas de dito liso com 20 jarda a
Ditas de dilo mu to encuipado com
20 jardas a
Ditas de nKulapol.io muilo lino n. i a
Ditas de dito entre fino a
Ditas de dito a
Hitas de brim liso lino com JO varas
Untas escuras c de nires xas, co-
vado
Chales de algodao de muilo bonitos
padroes a
Peilos para camisas, blancos e le
cores a
Algudao do listra o covado a
e alea dcslas fazendas ha outra mullas in
se vendem muito barato, un rua lo Queim.i
do ii. 22, nos quatro cantos, na loja da Ikw
le, defronlc da loj da boa lama, c sr aman-
ea acs senhores compradores que ncsta loja
nao bu fazcuda ueiibuma avahada.
UCBilISlO PiHl SI8F
2H0.
NA FUNDIDO DE FKRRo IMi IM,t.
NHEITtO DAVID W. BOWHAN, A
RUA DO BRUM, PASSAMM> O ..HA
FARIZ,
U sempre um grande sm iiinenlo dos -e niol. .(.
.ledos de mechani.inos proprins pal a en.enho-. a w-
lir: moenda e meiss moendas da mai-m.Kj.r-.
conslroccao ; (aivas de forro ramudo e balido ii*
superior qu.lidadre de lodo>o> lamanhos i ,!..
deniadas para agua ou ammae-. de todas an u-oum
Soes; envose boceas de rurnalbae resislros dr be
erro, aKuilli6es,bronies,parafuso eravi|n. om,,.
nhos de mandioca, ele. ele
NA MESMA FUNDICAO
c exceulam todas as ciicniniuendas cnB. **a*ao*N
ridade ja conhecida e com a deviaap*e>.leM ron .
modidade em prec<.
3tsm
J#an
ajjTaVI
J#an*>
SaHW
/""
iwt
WOl
ion
tM
l.oiilinuam
a estar lusides n naaia* i*j**s*n**
UN) Anlonio, de n.cflo Ucaiiaa. ou -lili l*Ji_ 1 M
icas caixuib.s para prsenles a 2j000. 33000 i.-tHKI i de Idade. de altura i.l,. cnior -
tica* bengala pelo barato prec,o de 1J. loSOO e cr prela, rosto redonao, Meias de cores muito finas para hornera a 320 e tilu cheio do corpo, conven. poro. c i,
Riquissimu canelas llala namorados
,... --------------- llOerWu
uculos com armarao de larlaruRa a 3-000
(.aniveles muilo fiuospara peonas a 2^v 23300 c 3t
I^SOOO
iSNX)
2.>'^HI
_'>')( 10
2SIJ0
Kilos grandes mullo finos de 2, 3 c i Inllii
Itiquissiraas charuleiras a -i. 3-
ll(S|i
\ endem--e aholuaduras muilo linas para colleles
pelo diminuto preco ,le 320 r'., chirolts a 'l" rs.
na rua larga do Rosara n. ;|s.
Charutos vare-
I 320 e 100, cas.as franceras de cores a IKI a vara,
. dilas cm corles de VI e 13 varas muilo linas com
ii i i oes nimio
i
Veudem-se os verdadeirns charutos varelat e
S. l'ehv da muilo arredilada l.ihrica de Brandad
provincia da Babia na rua do Uucimaih. n. ".
Ora
i<-
SI!>-:-
cania
\ eode-se snperier cera de carnauba, era sacras:
na i ua d.i (Cadeia do Itecife u. .";7.
V
LOJA K. 9.
Vende- liinh padroes, r du. r a prca a .".~, .'.i-J||| r fjg ., (||a4< .,,,^ ., ,,e.
Na igrja da Mtttlrc de lieos, lia i-ou*- """.'udein se .-, ,v.,,. *,,do2daldade1s
intrnente missas com a esniola de liiO 18annos,ciionias, i de idade 9anuo*, da Cosa,
ladas celebrar pela irmandade '.'{':' :!.'.l;"'"idrie J": """.'.' .'""":'". I prelo ds
las de carnauba.
fa/ei'l.i para % csti'ln e parri lolho, (lenenlios diileren-
ts, pelo linriitn prpro de S>, curtes de an seda cor de rus;i e Xbl com rienda para rvU-co e
folln a 1 ?e I.".-*. rnrle< de scJa* escocezti largas de
honilos gofios 2R|, crtidcnaple prelu superior pa-
ra veslido a 9 c JTfM o covado, chales de roerDi
Uno em Imra com franja de retro/, n .*).>iO, dilos de
chaly com barr* Siettlltdt a (cJOO, 'lilosde merino
hordailov de cure* a K-, dilo- muilu linos bordado* de
lima s cor a !lff, e a|i>m de-tas oulra> muilas Irizcn- I gtlpcl'IOr
das, qaa como cima lica dilo, w >endeni baratas::
ddo-se amoslraa* e aloja esl. .iberia de Huile.
Lencos (l braia ir linlio
os c garandes.
Vendem-se narua doOspo,loja da esquina que
volt* para a rua da Cedis.
Re finara do Monteiro.
No deposito la rua da Senzala-Ve-
ba o. I I (i, vende-se assucar refinado de
|ualidade, de arroba para cima.
anos.
Carteirai mnilo Bm para dinheiro a a a
t.aileirat propna para via^em a*
Eitojos proprios para barba a e
! Desissde colluiesde meial principe a 3 c
Ditas de mclal ordinario a720 e
Aparclhas compielos para luTo de senhora a
| \ olla, pelas ordinarias para lulo a
ClICOrOa- K,cas f""jpara corlinados, pecarde 15 va-
1 ras
I Kiras paleeira* prelas de vidro a
Tilas de velludo bordadas estrella*, vara
Dita lisa e-lreila prela e de cores a 1GO e
Eseova* com penld e espeln* para sattsaa
lesooras lini4imas para onhai 300, H00 e
i:l.;- paia coslura. o nielbur i|ue mide llover
Hselas pretaf ramio lina,, ar
Acordloosde mullo boa qualidade WHi. la c laetn
Ilic* trancas de seda ,Ih lodas as largura* e co-
res, ricas lilas de seda lavradas de Indas aserese
larenras, lucos de li!, noissimos de lindos peaaoe*
diversa larguias e oelras moilbjsiasa* aaladeaa, sen-
do de mullo bous Boato* e
.-. tsriite -
herdeiros do rundo Ocian l>nr*|,r> d, lh
o outra de nome Voris.iiuo. le imc*, h>ianir- a||
alsura lano espadando, ru-lo regalar, I. sa de assaan
os lados lo rosto maros |c i.|ho, de ua n. ,.r. (< r
lias linas, albura taulo raiiocir, pe% eraarsr. r icn
unas marcas de chicle anda asjs essseoaaa;
les esrrav.s lusiram junios n da :i ,(! ,~m, .:.,
crrenle anuo : quera os apprrhr-idrr .. ,..!/> ... ...
liSUIHl enseiiho .\Kua-Fria da Iresue/ia de S. Uorra... da
l>i'KI | Malla, < u oes!* piara na roa a < oa a. Si. pn asn
IVitK), ro andar, que ser.' grncro-amrnle rccn.pr-..!,
iOO
AVISO.
UM.Ot.VI A M||. ntlt.
.No dia l de junho do corrale, fac !* boi.i.
:L'o
Ontinaa-se b vender maubanlo do qae ero ou- A XQA /'ll ilO f KAti
Ua qu.lquer pane. Vela* de carnauba do Aracalv A *V' *' '
Vrndcni pianos veri iraes i nale/cs, de elegantes
modcllnse evcellciitesyozcs, fabricados por unidos
mai-acrediladnsaulnres, prcr.iado na ospoticiod*
Londres: uoarma/em de Knslron llookeri\ Coni-
panhia. praendo Corpu Sanio.
.. qualidades, iitic n.\n
larali-s.mo preco porque se ven le causa admiri.-A..
ana prsprtoscoropiailores na ti
bem conhecida loja le miude/a
do Oueimado, na
da boa fama n. 33.
PERF11AIIAS MUTO IHIiS.
iiianil
da Senhora Santa Anua
pela
na rua da Cadeia do Itecife n. 07.
tVoiiroade cabra.
Vendem-sa superiores ponros dorabra
da I .id.n.i ilo Recifr ii. .".7.
I;il>\ riat
t:.idH
mu.
loja
ila esquina que !
idade 30 annos, erioelo, vllicial
rua Direila u. :!.
Lenco
de
IO
de imi| !iilii.i : n,-i \ endein-si' ricos lencos de labvrinlho, por preco
.-'iiiinuin ua rua da Cadeia do'Kecile n.57,
Vemlem-se lia rua do Crespo,
volla paras rua da Cadeia.
Vendem-se .luis colchas da ludia, ubi a da hniu '
rosto, anda n&o sel vidas, pruprlaa pata eoivi : ni
rua das Crozas u. 1 i.
Yeiidem se duas carrocas, uma com caivao e
oulra rom pipa para vender agna, ambas rom bois
ou em elles: na roa da Alecria n. i.
an
la i
ia de San-
alliar.i.a.
Na loja da boa rama encnlra-se sempre um rico
o.lmenlo de perfuman?, de lodss as qualidades,
seodoseu autor o melbor que ha em I'.ns. riquissi-
mis irasro* mu evlralu ramio lino a l200, 1-.VHI
, > c 25J0, jairos ,|t. poreellana delicados e de ma-
d rnos gosios rom banhaf francea mnilissimo lina a
'- p --.iOO, fraseos rom cssoneia de ro-a a :!^u r>..
psirs de pomada franeera
jIK)
1?IKKI
3>TJ
J0
800]
IVfHI
l-^MIO dobrigue.Mana Ladea ., prel.. rrismh.. I
de idade ii a ii anm.s, |iuuco msis oo menn-, o l.m
o* oiajMO* -esuinle- : rosl.i compridp oaaassiaanSj.
cef fula, cabelbi ceirilhailo. olhos proco BjBMuti,
c amorleiM.-. lien.. --i.i-m... >en-.'i le rima,,..
grosso *jue encobra a lolla que lesa de Iralr- ?
runa, falla un p..nr. aliapa|r,| devMln a Mu. .
ilciilrs.*p..iir. barba r ral., e UpaSsss, l.m .,, *...-
e-qucr.la ionio ...i .i -lio mi iih.o ama c| roe "le n i
vi. -aludo, as na.lei.i- um ponro osaaonsasoa, -
dar lem um ueilo pa.. o lado, radeira largor, r, n
lura lina, pos apalbosoiaa um (ouro ',ars- : lrvn.
ralea de algodao a/nl r*esir.|adn r r.nr.ivi Se .iI_-m! ,
lisesdo, charco le | alia. lem ndirn. de frnuhri.,
e rnslunia smbriauar-sr i,,t rssrav do Sr. 1%. Jp-
inuvmo v'ilrlla e do Sr. Dr. promoler de tiln,!.
Queiroi l'ou-era. e ulliinaiuenlc dnSr. Albrrl i oi--
lei llamn : o a'baivn i--i^n ido. seabor do dilo ,n -
lo, -i.ihlir.i ui'iierosarienle a quero apnreln-oslef e
h'V.-lo em sua rasa, m* airir,. da ltoa-Vtt| a. *.l
muilu I .na
' 1.0-
muilu nova, un.la em direiluia a osle porlo, i nde-
se a bor I., do palacho Pelicanoa, oo lraia*se cun
Caelano Cviiaen da C. M., ao lado doCoipo Santo
n. --.'"..
rus pequeos e grandes rom eieellenl agaam
'"' Wa i- .'luir,- i.....lasperl.....aria.da me-
lbor qaahdade que pmle havor, e pal preros man
baratos do que ei.....,,ra quelqoer parte ; mi rua du
iiueiinadn na bem.....herida loja de mindea, da boa
ama n. i:.
a tmi i- Iris "e^iiiidn andai. mi Beeiie. rua do I ipirl, ,,. |(,
ana i.ini,,,, i,,
.1 .'.lilonin .le Alllleull i.ulne- ; m
i roiilr.i qilalquei [ -.n q.i. n ii.mli,, en, sen
i ,i an romo la'.ilic .te peajS luda, a ,! i *
--Joaquim l.apea SS* luieidfe.
I'KHN MI- Du V. V, OH t.IKii ojjm
EGIVEL
"MUTILADO


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