Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07596


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Full Text
I Armo XXVII
Terga-feira 30
de Selembro de 1851.
N. 220.
DIARIO DE m PERMMBUftO.
purgo da aosoBirglo.
PiOlMMTO ADi.NT.no.
Por trlnteilre............
por ieme!tre.............
Por moo ......
PiGO DKT0 DOTalMIST.
p0I ^.Vo-Wr.ko'. '
Par 'eSelbr. MlBll... 3l de
llaraobio 7 de dito
reir... i de dito,
prahlb.. 2ide Selb
S.Paulo.
R. de 1.
Baha...
3 de
i-idc
18 de
4/000
8/000
1J/U0O
4/500
Aposto
Selbr.
dito
dito.
SUIDA SMAKi,
AUDIINC1AS.
29 Seg. S. Miguel.I tuisndr Orphoi
10 Tcrv.S. Jernimo p. 2. e5. s 10 hora*.
1 Quart. Ss. Verissimo,| i. varado cittl.
Mximo e Julia. 3. e(i. ao mcio-dla.
2 Quint. Os Anjos da! Faienda.
Guaida. 3. e 6. i 10 hora.
3 Sext. S. Gaudino m ; 2- vara do civel.
4 Sab. S. Francisco, A. c sbados ao meio*d.
5 Don). O Saotissimo' Ililacao.
Rozarlo. (Tercas e sab.dos.
BmtKKlDZl.
Creicente 2, aot 10 minutes da man.
Chela a 10, as A horas e 13 minutos da m.
Mingoaute 17, 9 limas e 53 minutos da t.
Nova 21, aos 50 minutos da tarde.
rniAmn de hoji
Primeira s9horif c >8 minutos da ni uili.it.
Segunda as i) horas e 42 minutos da tarde.
PABTIDAS SOI COBBIIOl.
Goianna e Parahlba, s iegundii e lextai-
felraa.
RIo-Crande-do-Norte, toda as quiutil-felri!
ao meio dia.
Garanhunse Bonito, A 8 e 23.
Boa-VIta, c Flores, 13 e 28.
Victoria, s quintai-feirif.
Olinda. lodosos dias.
NOTICIAS VSTUAnrOEaAf.
Portugal.
Ilespanha
Franca ...
Belgiea...
Italia.. ..
Alemanlia.
Prussia ...
IMn un ir i
Russia...
Turqua.
14 de Agosto1
9 de dilo
8 dediio
i de dito
2 de Agusto
:ti Jniii"
2 de Agosto
1 de dito
lo de Jolln
SI de Julho
3deJulho
. 4 de Agosto
30 de Julbo
8 de Agosto
27 de Julho
7 de Junho
15 de Junho
2G de Abril.
. 2 lie Selb.
o (ide dito.
CAMBIOS DE 2* DE SETEMBBO.
Sobre Londres, a 28 '1,29 d. p. IfOOO rs. Firme.
* Pars, 340 por ir.
> Lisboa, sein traosaccOes.
METAS*.
Ouro.Oneatbespanholaa.... a 28/600
Mcelas de 6/400 Telhas. 16/D00 a 16/200
de 61400 oras. 16/000 a 16/200
> de 4/0(0....... 9/000 a 9/100
Prata.Palacfiei braslleiros.. 1/920 a 1/920
Pesos columoarloi... 1/920 a 1/920
Ditos mexicanos..... 1/750 a 1/760
do, se foremadmillidosaosrvico da secreta- Srs. conselhelros Pinto, Pecanha, Perdigao Ma-i Mr. de Coquerel: Agora se me permute Mr, Creio:--Por causa das leis de .exilio;
ria de estado dos negocios cslrangriros, ou de Iheiros, Almeida, Sii|ueira, Serqueira Lima, gque Ibc diga como emendo a re_v,,1,'" 'J,"*, l ,1 J"!S".i n"
qualquer outra reparlco, nao deveudo accu- Vciga, Carneiro, Franca, Poncc de Lean c Cas-
mular este com oulros venciinentos. Se nio Fo- tro Mascarenhas, faltando com cans o Kxnu.
rem chamados a algum dciscs servicos, perec- Srs. conselhelros Nabuco, Campos, Vcrncque,
bero smente metade do ordenado. Os que Brrelo Pedrozo c Mattos.
passarein cinco annoscm disponibilidade, sem Foi lida c approvada a acta da antecedente.
que se tcnhaiu empregado em servico algum, F.XPEDIENTE
AVIS0
(K Sr. asignantes .losto Diarlo que
loto retido o pigimonlo do qiurtel da lubs-
crjpr9o que termina hoje,quei atn manda-lo
pajir a risilo de *,500, conforme tal estipu-
lado no comeco d'ello pina quelle que
n30 pagasem dentro Jeiiuin/.e ias 110 seu ije cont|deraro fura do corpo diplomtico, c O Km. Sr. conselheiro inciiibn ilcste supre
principie Aompreza n3o lem faltado ao 1 perdero o dlreito ao vcnciinento do ordenado, ino tribunal Joo Gomes de campos commu-
nuo promelteu ; justo lie que OS senhores, salvo se estivcrem no caso de sercm aposenta- nicou ao mrsmo tribunal nao poder comparc-
r .--------------_.. -.._-.-~ .1.. ..... ri.. dos, nao se contando o lempo pastado em dis- cer por causado molestia
ciiegaremos a desassombrar-nos, apetar dos Mr. tonuerel: Parece-me, pelo contrario,
alarmas do pcnsamcnlo de Mr. de Tocquevillc,; que. quacs quer que sejiin as consequcucias,
que elle nao soubc disertar debaixo da co-' devem volar pcls revisao.
quencia de seu estjlo, | Mr. C.reton : Restaure as leis de exilio que
justo lie que os senhores,
que estilo por pagar cumpram desua parte
oque deTem.
js^pgpMsaaaaMaMayaassaaaiasaai a^im
PARTE OFFICIAL.
MINISTERIO DA JUSTIQA.
le n, 609, di. 18 be agosto oh 1851.
Declara o tribunal pelo qual devera ser proecs
sadosejulgados os arcebispos e bispos do
imperio, as causas que nao forera puramen-
te espiriluaes.
Dom Pedro, por graca de Deus e unnime
acclaniaco dos povos, imperador constitucio-
nal e defensores perpetuo do Brazll:--Fazemoi
saber a todos os nossos subditos, que a asicin-
sembla geral decrelou e nos queremos a le se-
guinte
pas-
KXI'OSICO'DS.
Kxpostos os pioccssos ns. 43S4 c 4401
sou-sc aos
1ULOAMBNTOS.
N, 414(1.Relator o B to, recurrentes o Dr. Ficderico Theodoro de
ponibilidade semserein empregados em qual
quer reparllcao.
Art. 8. Os que tiverem servido no corpo di-
plomtico pelo espaco de trinla anuos, podero
ser aposentados com o ordenado por inteiro, c
os que nao tiverem servido por tanto lampo,
com o ordenado correspondente ao lempo de Mcmbcrg, ana mulhrr a oulros | recorridos A
servico. toiiio Jos Pcrcira de Miranda, siu inulher 1
Nao se darlporm aposentadoria alguiua aos oulroi negnu-sc a revista.
que nao tiverem completado o lempo de quin N. I380.--Rclalor o Kxm. Sr. conselheiro Pe-
le anuos. canha, rccorrenlc Joaquim Jos4 de Sou/.a Hrc
Art. O ordenado da aposentadoria ser.i o ves, c recorridos Cecilia Mara de Jess c scu
do ultimo lugar, que liver servido o einprega- lilho Manoel: negou-sc a revisl
do, se o tlver servido ao menos por Ires annos. N. 4445Relator o Ksiii. Sr. conselheiro
se nao o ordenado ser o do lugr inmediata- Serqueira Lima, rccorrenlc Ros. Marcelino da
mente inferior. Cnnceiciio, e recorridos Qiiitililiaiinn Memlfs
Art. 10. As disposiedes dos arla, (i, 7 o 8 sao Munlcirn e oulros : negou-se a revista
applicavcisaos cnsules, qnc pcrceliereiii or- Foljulgada improcedente a irclamacao do
publica lao assignalados servicos que a historia
de nossa patria jamis nao esquecer, ne tris-
te querer servi-la perantc vos com theorias
que a refJexo e a experiencia detmcnie de
aecordo.
Que noa disse o Sr. general Cavaignac .'
Primeramente sustentou que uin governo
GmqiUDto a nim, a revlsio he simplesmcntc 1 votaremos pela revisao
o lecouhecimento de faci da soberana naci-1 Mr. Carlos Aljalucci: Isto he um pretexto e nao deve jmala deixar contestar seu principio
eltida, por assiin ditera si nao una rasiio : e que se elle o permitte, perde-se ; podendo-
OSr. Prtiidente; Mr, Crotn, nao interrom- ae de aute-mio predizer o dia de seu lira,
palo senhor nao lem a palavra ueste momento
Art. !. Os arcebispos e bispos do imperio do denado. O ordenado para o caso de disponibili- juiz de direito Jos Joaquim Ociiiiiiiino de Mo-
Crasll, as causas que nao forera puramente
espiriluaes, sero processados e julgados pelo
supremo tribunal de juslica.
Art. 2.* FicSo acm vigor as dlsposlces em
coulrario. ._ .
Mandamos por tanto a todas as autoridades
a quem o cenheclincnto da referida lei penen-
cer, que acumpro e fac amcumprlr, eguardar
tio Intelramente como n'ella se contem.
O secretario de estado dos negoc'os da juslica
a faca imprimir, publicar e correr.
Dada no palacio do Rio de Janeiro, aos de
solio de agosto de 18M, trigsimo da indepen-
dencia c do Imperio. Imperador, com ru-
brica e guarda. Euieblo de fjuciroz Coillnho
Maltozo Cmara.
Carla de lei pela qual V. M. Imperial manda
circular o decreto da assembla geral, que
houve porbein sancionar, declarando o tribu-
nal pelo qual devein ser processados e julgados
os arcebispos e bispos do Imperio, as causas
que nao forem puramente espiriluaes, na for-
ma cima declarada.
Para tosa magestade imperial ver.-- Antonio
Meara de Miranda Varejo, a fez.
MINISTERIolloFEGOCIOS ESTRAN-
CEIROS.
LEI a. lili ne -- DE Ai.(l-l 11 DE 1851.
Oroania o corpo diplomtico braiileiro.
1). PedroII. por graca de Deuse unnime ac-
1 l3iii.ii .10 dos povos, Imperador conslituicional
e defensor perpetuo do Brasil. Fa{o raber a to-
dos os nossos subditos, que a assembla geral
decrelou, epi queremos a le seguinte :
Artigo I. O corpo diplomtico biasilciro,
constar de tres classes de agentes diplomti-
cos, a saber : enviados extraordinarios e minis-
tros pleniuotenciarios, ministros residentes c
encarregados de negocios.
Para os coadjuvar o governo nomear, quan-
dosejain necessarios, empregados subalternos
com os mulos de secretarios c addidos de le
ficto,
Art. 2. O governo determinar, por decreto
conforme exigir o servijo publico, o numero e
calhegoriadas misses que convm manter ac
lualiuenle nos paizes cslrangelros ; e hetnas^
aiin o numero de empregados, de que dever
cada um compor-se. Smente pela mesma mi
ni 11.1 podero ser creadas novas missdes, quan
do sejam necessarlas, ou exmelas aquellas, que
para o diante deveao ser.
Art. 3. Para os lugares de secretarios c ad
didos de legacao sero preferidos os hachareis
formados nos cursos jurdicos do imperio, e os
graduados em academias ou universidades es-
Irangeiras, que inais versados se mostraren! em
linguas. O individuos que nao tiverem aquel-
las graduaedes, habilitar-se-bo por meio de
exame na fdrma que for determinada pelos re-
gulamentos do governo.
Art. 4. Os individuos que tiverem servido
dez annos os lugares dechefe ou secretario de
legacao, tmente podeio ser deinlitidos por
sculenca do tribunal competente, ou decreto
deliberado sobie consulla duconseltio de estado
Art. 5. Tero ordenado liso, em moda do
imperio, e pago nessa moda nos casos de dis-
ponibilidade e aposentadoria, os enviados ex-
traordinarios e ministros plenipo-
tenciario 3:200/000
Os ministros residentes 2:400/000
Os eucarregados de negocioi -.....>.'" "
Os secretarlos de legacao i:200c000
Os addidos 8UO/UO11
Alm desses ordenados receberao inals o>
ebefes de niiiso em exercio, para occorrerem
sdespezasde representaco, urna quanlia an-
nuat paga emquarteis. que o governo determi-
nar por decreto, alenla a cathegoria das mis-
sdes e ai clrcuinstancias do paiz onde ellas se
cstabelecerem. Os secretarlos e addidos perce-
beio urna graliticacoannual pagac Bxada pe*
la incsiua manelra, ltenla a carislla dos paizes
em que tiverem de residir,
Art. 6. Abonar-se-bo alm disso aos empre-
gados diplomticos, a Ululo de a|uda de cuito
para viagein e despezas de priiuelro cslabeleci-
inento, dous quarteis da tolalidade de seus
veucimentos de um anno, quando forem nova-
mente noineados para qualquer misso ; e um
qoartel smenle para viagein, quanpo tiverem
de se retirar para o imperio, nao sendo coin II-
ceuca.
Nos casos de icrno^o de urnas para outias
Irgacoes se abonar un ou dous quaneis, con-
forme as distancias e as despezas provaveis da
viagein. as remococs das legacoes da Ameri-
ca poder o governo elevar a ajuda de custo,
quando ojulgue necessario.
Art. 7. Os empregados no corpo diplomti-
co que forem pelo goveruo mandados retirar
para esta corte, sero considerados em disponi-
bilidade, em quanto nao lornarem a ser em-
pregados, e percebero dous tercos de ordena.
dade e aposentadoria de todos, ser calculado raes Navarro
em 1:200(11 qualquer que seja, alias oque ellcs Fecliou-sc a sessao
perceberem. Utmmmmme'aSmmmm
Art. 11. No caso extraordinario de ser Ho-
rneado algum cmbalxador, o governo Ihc arbi-
trar quanlia para as despezas desua uiissiio, ,1
qual poder aunexarum secretario c os addi-
dos que julgar precisos.
Art. 12. V'icaiu revogadas quaesquer dispo-
siedes em contrario.
Mandamos por tanto a todas as autoridades a
quem o conliecimento c cxccuco da retida lei
pertencer, que a cumpram e facam ciimprlr e
guardar lo iuteiramcntecomoncllasecoiitm.
O secretario de estado dos negocios eslrangci-
ros a faca imprimir publicar c correr
I hora.
EXTERIOR.
REPBLICA FRANGEZA.
ASSKMIi.KA NACIN \L LEGISLATIVA.
Vitcuiso dai prap"tUti relativas revito
d't conslitnica'n,
SBSS.lO km l DE IULIIl) DR 1851.
O Sr. i'retidtnte i Mr. Loijucrcl it'in a |>a-
Invra.
.1/r. dot/uertl : -- senhores iiiu obiUntG os
bada no palacio do Rio de Janeiro, aos 11 de cxeiiiplos de nulire franqueu que houtein l'o-
agostodcl8.il, (rigesimo da independencia e ram dadas do alto dcsta iiibima, ciclo que a
du imperio. grave queslao que nos o ce upa n.o l'ui anda
Impcraeor com rubrica c guarda-Paulino bem descutida sobre o simples terreno dos lac-
Josti Soares de Sou/a. [(' '''' probabilidades, das previdencias. Sir-
carla de lei, pela qual Vossa Magestade im- vo-me de um pensanunto du relalorio de nos-
perial manda eiecular o decreto du assc.:ibk4a o honrado collega Mr. de Tocquevillc, sirvo-
geral que houve por bem saneciouarsobre a or- me dessa parle de scu Irabilho na qual prev
ganisac.io do corpo diplomalico brasileo, ua as ennsequencia da recleicao presidencial, c
turma cima declarado. peco-vos permlSlfto pira condu/.ir meupenM-
Para Vossa Magcsladc Imperial ver.Jlo ment na direcc.iu que acabo de indicar-vus, c
Pcrcira de Andradc Jnior, a lea.Bnzeblo de para principiar laicndo icspcilosamenlc a esla
Qeiro* Coulinho Malloio Cmara. assembla a seguinte pcrguula : Por ventura
Sellada na chancellarla do imperio, em 23 de ,l", ,,a n* diversos parttdoi que a conipociu.
agosto de 18I.Josino do ?iaseiiueiUu Silva. um serlo numero de Miembros, que rceuam
Publicada ua secretaria de eslado dos nego- votar pela revisao, principalmente porque em
cos cklraugciros, em 23 de agostle ISji
JoaquiMiMaria Nascesies de Aiambuja.
Registrada no livrode leisc decretos.--Com-
an vio V-i \ de i .ir v illiu.
IUNISTER10 h.VMAniNIIA.
LEI N. l3 DE 21 DE ADUSTO DE 185!.
''i i i a oi[i naval para o anno financeiro de
1852 a i vi;.
seu entender c em sua previde
nao be se nao mu camiuho inais ou menos des-
viado para chegir recleicao do presidente ac-
tual da repblica ?
I -i quizera procurar mustrar-vos que qur
sejam lacertos, quei ecjam lundados us recelos
(|iie se lem do luitiro a este reqiellu ; qur se
julgilO esla cleico ccrla, qur duvidosa, be
umdevcr, mu dever, quanto a mim de patrio-
FOLHETM.
TRISTAO DE BE4UREGAR0. (*)
(PELOMABQCBZPEFODDBAS.)
XVIII.
(ConclutSo.J
Perto de quatro mezes sao passados; a prl-
rft1TCr* heJaToIud*< U"' luar niagnilco e cla-
. pus um dia ao mesmo tempo hmido e
Sw.nie niuinina a verdura nascente do parque
^Jieauregard. A' luz doce e serena do astro
D. Pedro II. por graca de Dcos c unauime lismo, um dever para com u pai, volar pela re
.iiH-l.iiii.n_.iu djjs povus, Imperador couslilucio- visau da cousinuicao.
nal e deicrsor perpetuo do Hrasil. I'azemos sa- Antes de entrar na materia, seja-mc periuet-
ber a tod09 os nossos subditos, que a assembla lido dizei aiuda duas palavras ; urna sobre a
geral legislativa decrelou c mus queremos a lei lei de 3i de malo, oulia sobre o relalorio de
seguinte : uosso honrado colleja *lr. de Tucqueville.,
Artigo 1. A Torea naval activa, para o annu Senhores, posso fallar livremcnie da lei de
financeiro de 1852 a 1853 ser Igual a que loi 31 de maio, porque votei contra ella; creio
decretada na Icl n.5(ii de 28 de julho de 18U, que esla lei lem um grandsimo deteilu, o
para o annu de 1851 a 1852. qual consiste em ser nimiamente boa e nimia-
Art. 2. O corpo de imperiacs marinhelros mente previdentc ; ella fui frita :om urna ha-
constar de 24 cunipauhias de Ib' pracas cada bilidade profunda e nao he com habilidade so-
uma, c de quatro companhlas de aprcndiics mente que cmi lempos de revuluc-o prineipal-
marlulieiros de 200 pracas cada Mina; tendo! mente, pode-se governar urna naco como a
esla disposicao eaecuco desde j. O curpo! nossa, que em ultima aualjse, he lerapre. ao
de fuzileiros uavaes poder ser elevado ao esla- menos, lao hbil como aqu lies que a gover
do completo
Art. 3. llavera ein MaltoGrosso urna compa-
iilni de linperiocs marinheiroi, igual s da cor
le, quanto as pracas de pret.
Art. i. Para prchencer as forcas decretadas
nos artigos antecedeutes, he o o governo autu
risado a dar gratiticacocs aos voluntarios, que
se aprescutarem para o servido, a contratar ih-
clonaes, ou estrangeiros, mediante a concesso
de premise arecrutar na frmadas leis.
Arl. 0. Ficam revogadas quaesquer dispos
$Cm em coulrario.
Maudamos portautu a todas an autoridades.^a
quem o coiihecimculo c execU(0 da referida
lei pertencer que a cumpram c ii_.ni cum-
plir c guardar lao iuteiramente como nella se
conten
O secretario de esladodos negocios da mari-
nha a i i*, i imprimir, publicare correr.
Palacio do Hio de Janeiro, em 'i\ de agosto di
185i .trigsimo da independencia e do imperio
Imperador com rubrica c guarda.Manoel
Vieira losta.
Carta de lei pela qual Vossa Magestade
perlal manda executar o decreiu da assembla
geral legislativa que huuvc por bem sanceio
nar, para regular a forca naval activa no anuo
fuancelro, que ha de correr do priinciro de ju-
lho de l852ai o ultimo de junho de 1853, na
lrma cima declarada.
Para V. M. Imperial ver.Joaquim Maria de
mu/ i, a fez.Kuzebio de Queiroz Coulinho
Maltoso Cmara
Mellada ua chancellarla do imperio, em 25de
agoslo de 1851.Josino do Nascimento Silva.
Registrada. Foi publicada a presente nesta
secretiria de eslado dos negocios da marinha,
em 2t de agosto de i85i.Francisco Xavier
lom -lempo.
Ilegislrada o folhas 3(j verso do livro prime
rod cartas de leis. Secretaria de estado dos
negocios da marinha, em 2 de setembro de
Sji.Hermenegildo da Cunha Uibciro Feij,
SUPREMO TR1IVUNAL DE JUSTINA.
S#io em 96 de agoito de I8di.
Presidencia do Kxm. Sr. conselheiro Pcrcira
Duarte.
A's 1(2 horas abrio-sc a sessao com os I uni-
dora, todava diaute das casas da aldeia, bem
como nos arredores do cailello, nao se veem
nem grupos alegres e sMsurrantcs, neui ne-
nbum passeador solitario e rccolbldo.
Ue repente o rodar de nina tarruagem, a
qual avanca coin rapidez, se iu ouvir ao louge.
" ruido aproxima-sc, o carro transpe a grade
do castello e dirfge-sc para o pe da escada; um
hemem desee della, he d'lgurnay; una mu-
lher vein ao seu encontr nu vestbulo, he Al-
licite. hUles trocam com urna precipllacao do
nam. Creio pois que a lei de 31 de m uu sera
reformada ; mas uosso honrado colega Mr. de
Falloux quer que a revisao da COOStlUltfao pre-
ceda revisao da le cleiloral. Elle esqueceu,
peruiiua-me dzer-lhc, um elemento essencial
da questo, qual he, que entre estas duas revi- para dar o excuip
nal, he a Franca remetltd, por asslm mtcr a si
mesma, he a tranca chamada de novo para de-
cidir de scu deslino, he a Franca chamada de
novo para diter n que quer. he a Franca excr-
eendoscm inspeceo. exercendo na plcnitude
de scu direito, exercendo com nina liberdadc
absoluta o direito que tem e que a CODslUui-
co Ihe reconhece.dcdizcr como quer ser go-
vernado. He deste modo que 23:. de vossos
collegas entenderam a revisao; este era open.
smenlo da redaco que ellcs vos propoieram,
e comprazo-mc de ajuntar linmedlatamente
que este he sem duvida O pensamentc ao me-
nos da maiorla da enmmissao de revisao, por-
que a redacao i|iie cWa propoem, foldeclarada
por scu proprio delator Ijrnoovma daqtiella
que haviamos proroslo.
Ora, se a revisan he islo, se ella eousisle de-
liiiilivamenie neste reconhecimento da sobe-
rana nacional, ucslclivrc exercicio que a Fran-
ca lar de seu direito, todas a* outras queutrs,
ao iiieu ver, perdem de seu valor ao lado delta,
Pouco import, que devamos ter mal tarde
duas cmaras em ve deuma.que a eloJfdo
dos representantes ca do prcsidcnle da rep-
blica se facim por leis dill'erentes / Deviia
Franca obrar, ella dar asi mciina o gevernfl
pie Ihc couvier debaixo dcste ponto de vista,
volto lliese que no principio me propiu sub-
metteu vos.
I'arece-mc que nenhuin do partidos que di-
videm a ssemMa, que represenlam as inalo-
res e mais illuures recordaccs da hi^luria,
nao pode recusar a revisan da constiluiciio sein
dar um desmentido a seus proprios princi-
pios ; peco pennisio aos amigos da casa d'Ur-
hnii para dirigir-llies em priinciro lu^ar.a
palavra. f AJi! ah Vejamos '. Attenco atleu-
co l )
Senhores, o honrado ir.enbrn que fallou em
penltimo lugar na scssio de hontem,
teui, nao pode respeilar uns Jo que cu a casi
d'Orleaus ; c peco pcrmisso para di<*er sobre
que repousa o.reconliacimento que ha inulto
lempo Itie consagro. lntcrrup(o Murmu-
rios. J
Mr. Ma(heu< fourdon ; -- He perinitlido ex-
primir lenliinentoi de reconhecimento!; isio
honra aquelles que os cxpriineiu.
tr. da Couaerrf: : Senhores, quercra esle
aparte dlaer por ventura que a assembla sus-
peila que cu traga para aqu urna recordaco
pessoal .' f Falle.' falle; ) Fallo, senhores, da
historia da Franca, nao venho fallar da miulia .
8 a historia da Franca nos di* que devenios a
familia d'rlcans uum pagina que laltava ein
nossos aunaes ; ist-i hra pagina das virtudes | oli^1
de familia em derredor do Himno. A familia
d'Orleaus mosirou-noi oque naotinhaiuosalu-
da visto. ( Risadas tronca* a esquerda.--Recia
mace.s em iiiuitos bancos da direia. )
Mr, de Larochof*q*eUm'. E Luis \V1
Mr. Malluus fo'ir ouiro
Mr.de LarocUejiiquclcin :-- K \.\i\i. XVI? Es-
queccis suas virtudes e seu miplicio !
Mr, Dr(4--Slin, e EuizXVI?
Mr. Jnrtoi Xbiineci: E a fusio, que betel-
lo delta? Agliacao. j
O .Sr. Presidente: -- Ser bom que a sessao de
hoje se asscmclhc de hontem. Nao inter-
rouipao '
J/r. de l.oqutret: -Nao venho, Dos tal nao
permita Imivar de um lado para calumniar
do nutro. Po; rendo homenagem s virtudes
do re marlvr...[ Rumores surdos em llgnni
bancos da esquerda. J Pronuncia ram sen neme
etl o proiiuneiare por minha vez. Ueu pen-
samento remontara alm do sua triste histo-
ria, e nos todos s.ibeinos ah i que, com clfeiio,
o que faltou as inals das vetes -. primeira dj-
nastla, desde Francisca le llenrldue IV ate* Lulz
XX, luram essas mesinas virtudes, das i|uics
Lui/. XVI nao leve seuo multo pouco tempo
c das quacs a familia d'r-
A questao he saber-se ac lito he posslvel, a
esla escripio, tcnlio paciencia que logo chegar queslo he saber-se se um governo, qualquer
a sua vez. que elle seja, pode jmai impedir que seu
Mr. CoffNfrel: Ellcs o devem em virlude principio seja entregue discusso. Tentou-
mesmo do principio que applaudiram na boct tou-sc fazer Isso durante a primeira restaura-
do re a quem serviam; devcm-io, ese recusam cao, mas o que foi quesuccedeu? Succedeu
vota pela revisao da cunsliluicu dao um triste que de urna outra eitremidadc da Franca
desmentido a seui principios. perguntava-se se os povos eram feilos paraos
Applico agora, com as mudilicacocs necessa- reis, ou os res para os povos ; oque punha
ras o mesmo raciocinio aos defensores do dog- em questo o direito divino. Tentou-se fazer
ma da lugitimidade. ( Ah ,'ah !Apoiados.) isso lambem debaixo do governo de julho.
Senhores, odircito divino nao muduude nome Fie menco inda ha pouco, de urna lei, cu-
hade alguns anuos paraca, porm adquiriu um jas primeiras palavras eiicerravam a prohibi-
epitheto de mais. Nao chama-se mais smente cao de discutir os direltos do mooarcha que
o direi:o divino, com sabis, chima-sc o di- presidia enio aos deslinos da patria ; mas o
rcilo divino c c direito nacional. Aceito as duas que fui que succedeu? Nao se discutio o di-
ideas reunidas. Peco nicamente aos honrados reito de Luis Filippe, deixou-se de parte m
meiubros partidarios dcsle systema de governo |>cssoa. deixou-se departe oque Ibe pareca
|iie rcenuhecam que se asaceito timbeiu, sao ser, c oque a naco considerava como seu
ubrlgadoi necesstrlamente, segundo me parece,
a dar o mesmo valor m.i i s ao primeiro, seno
ao segundo dcsles epithetos.
Vr, ile Larochejainelcin i Peed a palavra
(Mor i ment,)
Mr. Co-7'icrr: E ctimprc que em seu pen-
samenlo coiisidereui o direito nacional como
sendo sagrado quanto o direito divino.
direito; porm discutiu-sc oque se efeamava
a '' /-. i do reintdo, c todos sabemos o que o go-
verno de Lui Filippe ganhou com islo.
Senhores, he Intil querer procurar cnca-
dear ein la^os chiuiericos o pensamento huma-
no, elle escapa-sc sempre; examina todas as
cousas, comecou a examinar e continuar a
fazc-lo ; nao ha nenhum meio de dar a ho-
ii'" un
aLinii
ses, cutre a lei de 3i de maio c a propria cons- caos soubc lambcm da-lo,*durant
ll tu Icio, vem meller-sc nceess inamenic urna anuos de seu reiuido. f Ruin res ciu
lei que prometteslcs faier, que VOScumpiomet- bancos da esquerda.)
testes a fazer a le municipal e provincial sem Ifr. d aroear/aaw/da: \ familia d'Orkans
mesmo estabelecer a questo da le eleiloral de dcsccndc de Francisco I, desenle de llenrlque
Vi. tereis eulo que decidir, se IV c Mr. Coquerel faz abstraco do Regentee
">i de maio.
baver umanu duas listas clciloiaes cm Fran-
ca ; tereis que decidir se ciu presenca do suf-
fiagto universal, o cortareis, por asslm di/er,
de modo que nao seja dada seno una parle
dclleaalguns dos cuadios;por lauto a espe-
rancaque nutre Mr. de Falloux me parece va.
Importa absolutamente que antes que vos se-
paris que, antes que a cousliluicoseja revista,
a lei de3i de malo o seja primeiro.
Quanto ao relalorio de Mr. de Tocquevillc,
declaro que lendo-o lido varias vcxts com a
tais profunda attenODO ( Oxal.i que cu me le-
do Philippc "IgnaUmtc. ( Murmurios prolun
gados risos Cui mullos baucos da extrema es-
querda. J
Mr. Lebenf: Itto nao adianla a discusso da
revisao i
Mr Coqturel eixemos de parte...
Vozes diversas; Embora
Mr. Coi/nerel:-- eixemos de parle, senho-
res. estas coinparaccs delicadas c defccis.
f Hiso e rumores dtreita.)
Mr. dr LarockejaqiutiiH'. E mal pensadas
Mr. "
nha engaada oxalquceu o terilia mal com- ,,/'';, ^'{'r' "'S"";1" 'l"e":lu I""""
pribeodid......ul iDtrpretado! ,, narcoeu-mo! 0, l'" pu," c"' '""""'"'V 'u*1
Drin simple. : o priiiielrn que a repblica esl
Bllvi ; o seguudu ijiir he <|uasi corlo que a
I i 11-. i. o n,io est. A repblica esta salva por-
que o a republica lie poitlTlI por mu tempo
ao menos inteiranif me iiideteriiiiiiado ; i Fr.in-
Mr. ilc l.aroclirjauuelciii: Nao eremos jamis inciis, Islo lie, a seres pensantes uin governo,
no direilo divino, he absurdo! ctijo priucipiu nao disculam. Hasta que esle
O Sr. VreiidenU: Nao iiiicrrompa! O Sr, governo se faca sentir, basta que mereca o no-
lie obrigado a ouvr o que a assembla escuta: me de governo, Insta que o governo seja go-
tica-ltie u direito de responder depois ( veruo para que nao se queira obedcccr-lhe,
Mr. dr Larohrjaquelcin: Kxiciinos que nao senao depois de o haver ezainiuado, por con-
iiis auiibuam absurdos! seguinte o honrado general Cavaignac nao tem
O Sr. I'rfitrenle : DiicnJo mesinn nos, o ra.o cm querer apolar a eslabilidade da repu-
senhor nao (alia seuao por si. [llilaridade.) blica sobre a prohibi(ao do came do priucipio
.Mr. de Larochtjaqutkin:--Tcmos adqucrldo o republicano { Mgnaes de approvacao cm gran-
direito de di/.cr noi lanos vivos, como morios ; de numero de li.im.u-. i
este direito compramo-lo muito caro. I Porein o general, scuhores, foi mais longe :
Mr. Coaueril: --Etl poda reenviar a exprs- o general quiz que o principio republicauu
sac pouco parlanieniar de que serviu-sc Mr. cslivesse cima de toda a discusso ; o general
de I.arochejiqueleiif ao seu partido pois seuo suslenloit que a soberana nacional nao podia
ha ii.iiIiuiii pensamento nestas duas palavras abdicar c iMiipcnhar o futuro, linalmeiite o
para que severim se della' general susleninu que nao se podia discutir o
Mr. de Ltr^aij'iqHelcin : --Ningiieui se ser- principio republicano assim como nao se p-
vc jamis da palavra direito divino | de discutir, por exemplo. a liberdade de cons-
Slr. Coiaerel: Parece-inc certo -que as duas ciencia, a dille-renca do bem c do mal, a pro-
palavras eslo lloje adinellidas, que eslo hoje priedade c a familia.
unidas no pensamento : nao sei se he no pea- Senhores, he-mc impossivel aceitar nenhu-
sameulo de Mr: de l-arochejaquclcin, porm ma drstas Idelas. Concebo que o direilo divi-
ao incuos he no de um grande numero de seus no uo pctiuttta que o discutan), pois como se
cullr^.is. poder discutir se o co he o eco ? como se po-
Mr. I).im6mu : -- Uc o que negamos'. der discutir se una cousa he ou nao celeste ?
O Sr. PraideU:--0 senhor negar, porm como se poder discutir se a lu he a lu .'
Senhores, ninguem pde em duvida o sol elle
Mr. Coi/ueif' Ora querer por vrntura brilha, todos o veem e quem he pago adu-
diter esle direito disino que ao mesmo lempo ra-o- /llilaridade geral.)
Uin direilo nacional, que nto he outr. cousa l'orm, repito, nao conecbo que a iufalibili-
que mu direilo tradicional, que um direilo his- dade qualquer que ella seja, possa jamis per-
loideo, que mu direilo neredltarlo? Mas eniSo inllllr que se examine se por acaso, ella nao
ama destas palavras, na rerdade, nada acres- pdeenganar-se. He evidente que sofirerexa-
cenia a oulra, a palavra nova nuda augmenta '' ''c simplesiucnlc abdicar ; mas a repblica
paUvra intigl. niotol -rando que se examine o principio repu-
Seuhures,' anda ha mais debaixo dcsle pen- i blicano, pc-se em coiuradifao comsgo mes-
samciito, e nao teccbcrci aqui por certo dea-' m01 nao ha na historia iulrira dis naedes nio
mentido de iieuhuin das iiicuibros que deleu- ha um s cxcmplo de repblica que nao lenha
dem este svslema, porque lia, ao incu ver, pcriiiilliilo, pelo contrario, pleua e inteira dis-
uma cousa que liles faz a malor honra, c que cuiso de sen proprio principio e de lodos os
he Intelraiuentc digna de sua autiga lealdade principios de scu governo. (Humores divcuos.)
islo he, que elles nao qiiercn que o direilo lm mimbro. Nao he exacto, nos Estados-
divino mesmo preraleca, se a Franca o .r.,, Umdss isso he prohibido.
quizer ; que nao querein que aqucllc que re-' J/r. Uioarrr:Desde as repblicas antigs,
presenta para elles o direilo ein ludo oque esta desde a repblica de Alhenas, onde Iralava-se
palavra lem de sagrado, de religioso, de divi- empre de saber-sc quem llalli ou nao o direito
sto he, o rei de tranca, como lem-sc d
lo, seja re de Franca, se a Franca no o quf
cer.
II Si /"miilriite:-Quc remedio tcein elles
seno qiiercicm isso ? ( lUso de ipproYacao.-
Applausos ein iniiiins bancos. )
Mr. de La liochrniac'.in : Ah'. Bravo! mu-
U. d.rife^-.-E.p.r.m.. que SZlSrS^XC
de apparecer noA^ura; desde h repblica de
Roma, que, apezar de sua tyrania do mundo,
passou dealguma sorte, o tempe em suas Ion-
gas contendas eutre o patriciado c o tribunato,
a por c repor ciu questo os proprios principios
de seu governo. ate s repblicas modernas,
at repblica helvtica, por cxcmplo, ondea
i-jucstao do governo cantonal e unitario nao foi
Eranea o querer
Mr. Comtercl: -Senhores, abraco de tal sorte
o sentido do aparte que acabaes de ouvir, ipie
SUSpeitO, sem ltrcver-mc a allirma-lo, jiic loi
ein virlude da ideia que nosso honrado presi-
dente acaba de exprimir com a cspoulancida-
de espirituosa que Ihe he habitual, que a pav
lavra tchnai lora ligada palavra divino. Ri-
i de approvacao em alguna bancos
soueapprov.vao em alguns uancos. j [d Ki.gauo-.ue, ho>
Mas para que esta pa.ava weoM adquira c .^ -
aleum valor, venba a ser um faci poluico, e A"L ,, *ri" n ""
- mIvi nu* iipnriiiiip -i dceja-ia, e sena o priihoio .uhiim;-i i-
seu re neil. ewa uu a "Puc vc*a. e algumas das republi
slu respe lo, i^a qiuc do Ja b repblica de Ve-
la para duer se aceita a .,-........t,., ~... -:-..'. a ,;,.,.,i,..
i longas
coniestacescntreo slalhouderado c o republi-
canismo purn nao eram aiuda seno eslas mes-
illas discusaes, debaixo de oulros ttulos, por
toda a parte a repblica mo tem jamis temido
alus; ella nao tem imposto o silencio, pelo
contrario lem exigido que seus principios se-
jam discutidos.
Jainais nao houve um i su repblica de mu -
Eiigauo-me, houve una; mas cstaoge-
certamcnlc o ultimo a
Seja-I i, c sena o primeiro a combale-la ; ful
saia da pura theoria
iiaeiio o que pensa a s
.ii.ac.>seja convocada pj,-, ,*.:.'--- neza nao pcrmillia que niugueiu disculisse
fusfio das duas palavras. releva que ella WJ | e||. nio COMOfUlo impedir a discuto seno
rouvocadi para responder ao apa.le que ou- c osoccorro de seu abo.ninavel systema de
vistes. Consegulntemente, nao comprebendo, po||fi| Mm c s~CCttlfU dc aUa, llldsmorr,
confesso, como aquelles de meus collegas, que j ,(|| Q 5CCorro de scus 5U|l|lcias com 0 3C_
com tanta lealdade delendein o sj I tema amigo j curf U(t|, onIC du Sus.rS do all0 j, qua,
que por Unto tempo presidio aos destinos de f b|| ,Vi,m.sc ll0 Aril0 coll10 bcm sabis, a-
isa patria, regeitam a revisao da constitu
cao; pois, repilo, rever a COnstitU-cAo, be
perguntar Francn o que quer, e se quer que
o direilo divino venha a ser scu direilo naci
nal.
Imn voz d dinita ; Elles nao regeitam are
SJSLSaV ,C,ndU", l,c ',' "1 "T" """ .bre'oV-r.lo, do, I denuld'.i.
plic mevilavel. porque de qualquer modo que nj, oS ,,, ido cou,all:,^; ,uJavi
se proceda, quer baja ou u;io revisao, quer nos
sobrevenda em golpe de eslado pai lamentar
qur um golpe de eslado popular
quer um
golpe de eslado presidencial, pouco importa,
de qualquer modo que se proceda, a franca
nao evitar una ealasliophe, lato he, sem du-
vida una guerra civil.
Uestes dous pensameutos nos quaes resme-
se, ao que me parece, o relalorio de Mr. de
Tocquevillc, aceito inleiramentc o primeiro ;
eris que com cuello a Repblica est nlrira- .
mciile salva porm nao creio que a Franca
esleja perdida.
Mr. di Toequcvlllc: Nenien lamhcui. ( Ri-
sadas, i
* tacllurnldadc melanclica linham suc-
cedldo aos primeiros transpones de violencia ;
que eulao um pouco de liberdade Ihc lora con-
cedida, mas que mcu desgrncado irmo jpro-
vcilou-se della para fugir levando comsigo o
pouco dinheiro que restava sua disposicao,
Vinlcc quatro horas tinham-sej passado, Sr.,
quando se decidiram a communicar-mc esta
horrorosa noticia, c anda nada se linha podido
descubrir sobre a dirceco que lomara: elle se
lera mono! proseguio Allieuc solucando
em urna cadeira de braros
Sua inagrea be espantosa, um tremor con-
vulsivo agita-lhe todos os membros, sua respi-
racuo he ruidosa e sofreada, seus olhos bri-
,,., lli.nii coin um ardor febril que lanca um el-
llorid apercebcin-sc os cachos dos lilazes plendor siuistro sobre a pallidci de sen rosto,
in..P.aS' c no s'lenclo de urna noile apenas co- E que a dor tem murchado a poulo de apagar al
lorosa algn! palavras enlrecorladas, depoiiiqueAorrorosa'd^iigTa'Va, iVie'oi i" ih'e'li'ver
cnlrain no salaos. Alliette pde sobre anicsa umjrsstituido a raso seno para faic-lo couimet-
caslifal que linha na mao, e cahe aniquilada ter este crime1
ni ad c ao sunelo ae urna noile apenas co- E que a dor tem murchado a poulo de apagar
laiuoh' 0Jv*'*e murmorlo continuo e me-1 a propria lenibraiija de sua bellea.
alimiiiV." ua fonle e o canlo quelxoso e Minha pobre lhat exelamou d'lgori
nliuinliru" l1lucrrol"Pi<,n do rouxinol. Ne- pegando-lhc as inos ; quando tero lim s
dse t, d0 "he d0 "o, o qual se creria desgracia i
'.!.".,n* 'i 'faca nao brilhasse cm una Nunca!
Igornay
uai
' hnsa mais perfumada, a noile mais provoca-
(*) Fideo Diario 2i7.
l)'lgf>nay nada disse.
Se elle nao allenlou contri scui dias, re-
plicouadonzella, ter commeliido algum ou
iro crime : o Sr. sabe que nio fallava seno de
duello, de assassinio e de viogaoca. Talvci
tamhcm que aude vag.bundo noa bosques,
inorlo de l'adiga e de necessidade, chamando
por niiiii em seu desespero. ,vii! meu Deas '.
mcu Dos' que horrivcl desgraca. &r. d'lgor-
nay !
I --Quer que eu volte a Paiis, minha llllu?
interrompeu Ailielle com uins Rem sabe que estou as suas orden*.
Ku quuera que o Sr. livesse a bondade de
acompanhar-me ate1 l por algum lempo quaji-
dn. ...
Ilechegado por ventura o momento fatal?
interrompeu d'Igornay com a mais terna soll-
voz sulTocada
Quando recebcu esta terrivcl noticia
-- Esta maaha.
Mas eiiili>n que Ihe dizem?
(iue elle, ha dias, eslava melhor; que co
mecava-ie mesuio a nutrir esperanzas de que citudc
ticaria bom, i>ois que breadura e una espe- | -- Noeonlamoi mais por dias, comamos por
Todos vos o sabis, foi o que sem unlgol e
elle mesmo chauavam, com juillea, ao meu
ii i. o conseniiuicnlo nacional.
Sein duvida, cxprob.tram Ihe se nao me en-
gallo que -;sle couseiilimento nao ee apoiava v'is.io.
que a^ "r- Ci/Htre/:Resla-mc agora fallar dos re-
(u. piiblicaoos. ( Movimenlo. )
ilos vos estaei Icuibrados que elle prbprio, seus I Deploro, senhores, aqui com respeilosa siu-
lilhos e seus amigos deelararau. que nio go- ceridade a larcfa que a nrdeni desia discusso
remanin a Franca seno cm virlude do voto (me chama I prehencher : deploro encontrar
da Franca. Por isso una lei se fez que prohiba cnlre meus adversarios o honrado general (Ja-
a discusso dos direilos que foram ouiorgados vaignae, que fallou honlcui cm ultimo lugar,
ao re pelo voto da uac.n. i c que devo rcluta-lo.
Assim pois, se he verdade que a revisao nao' OutI seu discurso, seja-mc peunillido di/c-
he oulra cousa que a soberana da meo reco- lo com verdadeira dor. ( Moviinrntos diver-
nhecida, e o exercicio da soberana nacional sos. i Quando algucm tem escriplo, comoo
paia que a Franca diga de que modo quer ser illuslre general, seu nome de um modo lo
governada, como he que os amigos, os servido- glorioso, com a pona da espada na historia da
res de um rei que, cm lempo algum, nao Jir- Franca; quando lem dado, em nome da repu-
mouseu direilo seuo sobre o conscnliiiienlo blica, da verdadeira liberdade e da ordem,
nacional, podem recusar boje volar pela revi-
sao il i i nu- I : MI. .1
urna balalha anarchla tal q;al nci.huma mo-
narchia podia dar, quando tem prestado a re-
horas, e logo seremos reducidos a contar poe sorrir; pois eremos que ignora anda toda a
minutos. Isto he tanto verdade que entretanto gravidade de seu eslado.
que Ihc csiou fallando de meu desespero, escu- Quem nao teria coragem, contemplando-a,
lo para ouvir se luc ihaiiiam pala icveber scu minha liiia reipoudeu o baro, litando so-
ultimo suspiro. bre Alliette um olhar no qual se pintara a mus
Porque provaco vai anda passar, minha lerna c a mais dolorosa admirafo.
lilha l i Subamos, disse Ailielle lev.mi.iiiJo-sc re -
rerrivcl, Sr.! seus pais contem-sc diante "o'ba'.s" guio-a
della, mas apenas tiver dado o ultimo suspiro, .. Corina, he nosso amigo, oSr. d-lgomay,
sua dor, seu olhar, suas paUvras mesmo me disse ella alguns segundos depois, abrindo a
lembrarao que foi meu innao que a matou ; ror, da cmara oceupada pela doente.
siolo que _nao podere lupporlar to grande ac- 0 aspecto dcsta cmara era de urna tristcia
cusacao. tao hornvel letnbrinca. profunda, bem que nada nella annunciasse pre-
l,oriua sabe que seu innao rata privado cisalcntc a morle e o desespero A Sri. Hnanl
irah iili iva junto de urna mesa sobre a qual
Klla Ignora ludo, c espera semp re : quan- urna lampada eslava posta; o doulor c o Sr.
do falla delle, Sr., he como se crava isc uin pu* Ragonneau convcrsavain cm voz baixa junio do
nal no pello. ^ chainln, cujo interior eslava guarnecido de
-- Quem esta com ella neste mome nto ? um cesto grande ebeio das inais bellas (lores da
--Scu pal e sua mi, o nosso bo in cura, o estae:lo o abbadc de Vialard estava ein p
Sr. Vlalard, e finalmente, continuuu Ailielle junto do leilo e fillava doente, a qual escu-
com um accrescimo de altcraco na voz, esse tava-o sorrindo.
pobre, Sr. Ragonneau que veio ensl liar a seu O rosto de Coriua nao parece lo profunda-
velho amigo, como se suporta a desgr aja irre- mente alterado quanto o de Alliette; o brilho
paravel de perder um lilho nico. Nao quer de seus olhos he encuberto por una doce lau-
subir tambein? Anda ha pouco, disendo eu a guidez que annunciaria antes a fadiga que a
Corina que o esperava, ella respoudeu inc que doenca, se nao se soubesse que a pobre meui- --
cumiarla niuilo ve-lo. Klle foi lio boan para na esl moribunda. Sua fronte, o contorno de quauto se passava em seua enrafes
com aou innao!. dsc-iuc ella hm baixa sua bocea, e suas maos eslendidas para danle Meu pai disse Colina em voz baixa.
de modo que su por mim fosseouvida. tem a alvura lustrosa e transparanie do alabas- i Quequeres, minha imada niliif respon-
Eslou prompto para scgul-la. tro nolido, mas suas Taces, desde as orelhas al! deu o doulor inclinaudo-ae lobre a doente pi-
Esforce-se por nao iolu;ar, quando ella Ihe as Tomes, eslo cobcrlas de um vcrinclUidio j raimpcdi-la de fallar Uc
quedes que luuriiiuravaui
de uiimcro de bancos )
(Riso em um grau-
L'm mtmbro: U Arno lanca-sc uo mar.
il/r. Coourrrl: Pouco importa, iris lagoas.
O orador aoqual respondo, suslenlou lambem
qnc a soberana nacional nao pode ler delega-
da, c tirou a coiequeucia de que ella tainbcui
nao pude dl!por do futuro. Elle nao noi per-
mute, a nos que hoje vivemos, tornarino-nos
inoiiarcliicos c foruiarinos urna mouarchla, o
muito menos ainda fazermos urna para lega-la a
nossos descendentes.
Scuhores, peco perdo ao nosso illustre col
lega, mas he me impossivei uo ver nislo, con-
tra sua iulcnco sem duvida, um ataque au-
toridade paterna (sensafn), porque emliin, se
os pais de familia, se os uhefci de caa cstivc-
rem pcrfciamenlcpersuadidos deque nao Ihes
vai bem cun a repblica, e que he melhor que
trausmittaiii urna inouarchia a seus lhos. nao
tero por ventura, como pais de familia, co-
mo chefes de casa, o direito de dizer a seus li-
Ihos: Eoganamo-noi outr'ora consiiluindo-
ardente, cuja signilicaco he bem coubecida do
pobre doulor. Tildo ein torno di dueule reve-
la os cuidados ternoie delicado! daquelle! que
vigiam sobie seus das; a roupa da Lama he de
una alvura deslumbradora e de urna nnura
elegante c maravilhosa ; urna ligeira touca de
rendas est posta sobre seus bellos cabellos
louros, dispostos ein laxas como uina aureola
de ouro em torno da figura de Nosia Senhora;
uina enheiii/.. uli.i de inri .una branca, presente
de Ailielle, est lancada sobre seus ps, e mu
ramilhete de margaritas repousa debaixo de
urna de suas in.ius: aulin ornada, qualquer lo-
ma-la-hia por uina noiva, se lodoso olhares
3ue a coiitciiiplam nao eitiveiicm tao profuo-
amenic trines, !cm embargo da lerenldade
corajo!a que atrctam.
.Muito obrigada pelo encoinmodo que to-
ma de vlr var-me.- oSr. hcliobom! disie Co-
rina, ealeodendo a mo ao baro.
Nao filies, minha lilha, respondeu logo o
doulor levaniando-se par ir ao euconlro de
d'lguruay,
Corina sorno-se coin una doce resignacao e
fez ligual ao pal para que Acuse junto della.
D'Igornay foi lomar o lugar do doutor junio do
Sr. Ragoaneau: ns dous reinos irocarain em
silencio um apeno de mo, que revelava\ludo
_7
u


2
no fm repblica, i para vossa fellcidade que*
remos que nrineii uiua monarcbla. (Hile i e.-
querda.)
Senhorea, un argumento mal fro de no-
10 honrado collega, he o que (lie liroudeque
ccrtos principios iSoantciiores a loda I. ti
c nao pndein iit pollos ein dlicusiiio elle el
lou-nos a> principios de moral, a llberdade de
conscicncla, a propriedadl, ramilla.
$enhore., elle tein mulla raan, estes prin
ciplos nao podein ser discutidos. Porque? Por-
que sao principios. Mal a repblica lera acaso
um|prlociploP A repblica he uinarorma.de
goveno. A repblica he urna rorma, e as for-
nai poder ser sempre dlsculidai.
Pela ininba parte declaro, e aecessito dii4-
lo anti'i de ir mal longe e de levar mloha dli-
cussio a un terreno aloda mal dellcad-, que
crelo que a forma republicana he a melbor,
que crelo que o futuro Ihe esta reservado as-
ifm cm Franca como por toda a parte. (Rumo-
re! e denegaces em inultos baocoidadireita.)
Crclo-o rellgiosauente e com cousciencla;
fol em 1847, limito antei que eu podesse peo-
sar que leria algum da a honra de rallar pean-
te vos, que eicrevi em un litro religioso estas
palavras que ido para tntin uina prolisao de fe!
* A melhor forma de governo be dada pelo
Kvangelho; he evidente que o Erangelbo be
profundamente republicano.- ;Esclatuaces a
dlrelta )
O Sr. Presidente, ( dlrlgindo-se ao orador ):
Jess Christo diise : Meu reino nao he des-
te mundo ; olo disse : Minba repblica nao
he desle mundo 1
J/r, Coquerel : lie precisamente, senhores,
porque lenbo estafo no priocipio republicano,
que quero que elle srja discutido, c nao com-
prehendo como republicanos sinceros, segu-
ros, como eu eslou, do futuro do principio,
potiam refurar a rerlso da cnosiilulcao, a
qual seria para ella, nao o duvldcis, uina no-
va coniagracao. Entre inim e Mr. de Tocque-
vllle, ha ealadltTeren(a que Mr. de Tocquevil-
e quer, ao menos assiin me parece, a consa-
gracao da coostiluico, e eu quero antes de
O Sr. Presidente : O senhor violt a su- homem que Un um defeito do qual nSo se ciallamo he fizar o bom. ( Movimentos di- ca de alguna leltores, que i ie oceupam Jde
qUO? dada. 15 Ia* m ,n,inu na hl,lorla d,lTSn >.do a .cena no theatro'de S. Fr.ncl.eo, po-
Somont porque, justa ou injustamente *>. Coqutrel: Repito quehi nisso urna Fraoea abandonou-saume vez. mis nao se rm s0prehencbeu aiua e.ecucloaxpreta-
r- contradictj.lo, utna contradlecSo das man abandonar outra. Ella abandonou se urna ; tSo publica i nein mes
( nQo he lito oque quero examinar, conser
to-me no terreno restricto dos faolos, eore- perigosas, e dn mais deploraveis, una con-
de quoprocuro conscienoiosamente parante tradirt^Soque lie o verdideiro pengo que
vos, conjurar o perlgo de que nossa Infeliz nos ameit}a.
patria esta amaleada procuro evitar-lhe o A Franca he democrtica. A Franca quer
comprmanlo das previsoes funestas que o ser urna repblica : a Franca ser urna re-
relitorio do honrado Mr. de Tocq.ieville publica ; e pela forca da cousa, por
3iii lid \ lauii) iiviituiu janii j tm* mm **** i------------------------------------------------------
adede seus viciospara passar ao esolendor af *r,e nMU parle, gr.casaosesrorcosdo go-
de seos enmes. ( l.igciros rumores. Quan- g&JJ&&SnSttBA
contorne que a voz inspirada, tao eloquen- concurso de circumstanclas que nSo fize- do alguns homens apupados nos theatros ~
tea 18o cea de franqueza Mr de Filloux tnosequenSo podemos desrazer, por esto' retraes das provincias vieram rszer-se exe-
descreve honlam com tanta energii ; sim- arraslamento que parece-secom o plano in- erados na grande acea da historia ; quando
_ a* .^%I_.- 1-- .1____________ f 11___ i____a__ i Jtf .- I .. *& ^ >. 1 f_ I a -. t. jkAmi uln hnri *** nnnnl arvt finia
plrsmcnte porquo, se regeitirdes a reviejo, | diado de que nos fallou honlem ISo elo-
rosnllaria que o coracSo humano,sendo o quentemente o nosso honrado collega Mr.
corsean humano... ser injusto alada urna : de Falloux, plano iuclinado no qual nin-
vez porem islo succeder.... se s'presenlar camo martyr. ( Risadas es- cousa, nem mesmo em urna monarchia.( lli-
trondosas 1 sos e movimentos diversos), por um arras-
OSr Presidente: He UM nova candi-, lamento irressistivel, corremos o rissode
daturas.' ter afrento de urna repblica necessaria-
Nr. Emilio Girar din : Como faccioso mente democntici, a quom, senhores ? A
Mr. d> Coquerel :-.Na sesslo de 9 de on-! um homem que he principe.' Esta he para
lubro do 18*8, aprosenlou-se urna emenda nos e para ellea situag.lo a mais seria ea
que propunha excluir da elegibilidade pro- mais uificil : Permita Dcus que nao seja a
sidencial lodos os moinbros das familias (mal perigosao a mais triste! Dii a tudo
que linham reinado em Franca
A commisso de constituyo combiteu
eila emenda, um do seus membros foi on
___mo poda : a companhia
vez nos todos a salvamoi.e alguns denlre nos que ento all irabalhava era inteirainantc m,
foram testemunhis oculares disso,ella aban-je i servia para celebrar o funeral daa mala
donou-se urna vez^ha qoasi sessenta annos jbellai e sublimes prodceles dos genios dra-
quano alguns homens sabiram da obscuri- 'malicos. Felizmente temos melhorado multo
do alguns homens. apupados noi.lbaalro. {WSXSn^wESESSl ,. coin!
panhia de artistas escojhidoa entre aquelle. de
o cadafalso for erguido permanentemente
em todas as cidades, quando as mais uniros
e as mais santas victimas perecern) ajos
milhares, quando a Franca via passarem as
carretas falaes eabaixiva a cb> <;i ao rui-
do que faziim; sim a Franca entilo abando-
nou-se. Ilumilhemo-nos ao recorda esta
lembranca deploravel, mas estej irnos cer-
los de que he bastante que a Franca tenlia
esta pgina tSo triste na sua historia para
que nao queira dar occasiao a que se escro-
ve segunda. N3o, a Frsn;a nSo se abando-
nar jamais,ella sabara resistir as duas es
que se poda lan(ar mao, a qual tem agradado
ao publico, e chamado aoi expectaculoi ulna
concurrencia, que le ii.io deu o anuo passado,
c que bem inostra a verdade do qui avan-
camos.
O drama--7'rinfa orino., oua vida de umfoga
dorolferece uina llco importantisalma a to-
dos aquelles que doinluados pela funeita pai-
lo do Jogo, podem ier anda auceptivela de
correccrio. AH se v o vicio querendoerguer
o aeu throno hediondo sobre o da virtude, que
elle pretende aulquillar : all por in ae man i-
l'cst o triumpho glorloio desta, e a terrlvel
punicao daquelle. .
Porque raan essas intelllgenclas acanhad
e mesquinhas, que doj.lnadaa por um fanatla-
carregado de sustentar sua opiniSo persnte
a assenibla. O argumento de quo serva-
se o que creto, pareceu prodjzir mais elToi-
to na assemlilca constiluinlo, foi simples-
mente este: que com um povo como o nos-
so, em presouca do espirito Iraucez bem
conhecido e bom julgado, sem nimia se-.
vendado e sem nimia lisonja, etn preMDO | cainponeies que nao sabem
do um povo como o nosso. eicluir be de-
signar; urna exclusao vjm a sor urna desig-
-,,* .!_ i j i i, v. c HiLaiiuniiMi, uuc uu > i iinucs mu un, in 11.1115-
tsto o nome que qutzeries, o dai-llie um pecies de despotismo das quaes urna nao he lno ,e,Dpre injurioso aos sentlmentoi de pura
D nome materialista, e dizei que he fatalida*melhor que a outra ; ella jbo' resistir ao [religio, bode condemnar os theatros, como
- 1I1' ; dai-lhe um niimo religioso, e dizei quo mesmo lempo a todo o despotismo imporisl,: incentivo de vicios? cnndemn.ico tanto mais
' ge providencia ; dai-lhe um nooie mais co.n- sa acaso tentarem alguem9e a lodo o despo-injusta, quanto elle. Ignorantes ; poli que se
tild a consagraco da repblica ; a qual se 11 a i, Ti i : he nina ospecie do desafio indirec
achara de novo uo suragio universal. toque se faz a nac,u( equo cllaacoils. (Ui-
Permittam-ine agora o rcpublicanoi que, versas iuterrupcOas)
rel'usam volar pela rcvisilo, que Ibes pergun
te ; o que be que noi aconteciuientos que vie-
ram una aps os outros drpois de votada a rc-
vlao, os detem e oa inquieta ?
rJatou convencido pela minlia parle que, de
qualquer modo ou ae proceda a respeito, i ni
O Sr. presidenlt :E OS exilados '
tlr. millo de Girardin : lia designacoos
legaes.
Vm ilembro Excluir lio perseguir:
Mr. Voyucrcl Agora, senhores, preciso
qualquer profndela que se queira reformar declarar duas cousis as quaes acrescenlarao
.< consiuiih'jo. quaesquer que acjam as crili- i,|Vdi alguma forca as mullas sinceras pa-
?Alue." "!?.1." "'"." ^"''"J".1!"' Ivras : a priincira be que estou de tal sorto
deciiido, pela niiulia paite, a quo a revisao
aiedes, eitru convencido que ha alguna arti-
go no.quac. nao se locar e que eslam escrip ,
tos para sempre. Nao se loca jamis no a.l. ,la Cllalltuicito alo Saja outra COUsd quo a
I. Quando aoa olhos de una naco, como a liberdado plena e luletra restituida a hran-
francezi, una iinha semelbante tem sido es- ca do exercer sua soberana nacional, que
cripta uina ve/, as laboas de sua Ici, licii inlu su volarei no priineiro de seloinbro viu-.
certus, senhores, de que esta linba au se dobro, pela proposta de Mr. Creton, S8iiao!a1ul n0 rclatono de Mr. do Tocquiville, e so
apaga jamis. laiubeiii dado o caso quo elle a retiro, cu iVos l"";0 om movimenlo do alteucao.
r. fliCouiin :--lsto le tinha fcito cm 1793. ____i. .....a...i... u.Inii .< Mr. de locquiville disse-vos, llolai
inum na liiigoag.ini dos negocios e da poli- tismo anarcliico e demaggico; ella -nflo
tica e dizei que sao fictos, ikIo importa, .querer nem o rgimen tyranico do inipe-
Estes faclos ah estilo diante de vos, irresis- rio.
tiveis, inaegaveis, oao o podareis coates-, tlr. de la Moskowa : Glorioso !
tar. A Franca he, repito, e quer ser una re- Mr. de Coquerel: -Terminando estis bre-
pubiica; tendes em Franca 5 millioes de ves observaces; cumpre-me senhores agra-
Icr.... (Recia- decer-vos o me terdes escutado con tanta
Ibondado
Aii: senhores desejara muito que o aparte' l'ela minha parte nSo conheco sonSo urna "> sua lnjustl5a.^
desmentido, porem esto des-'personagem que possa violar impu 10',e D.
mentido nao nosso
frequentassem os theatros, talvez, ae conven-
cessem do coutrario: case dh-'rlimento honeato
he hoje, como em todos oa lempos, uina escol
de moralidades, que multo tem coocorrido pa-
ra aperfeicoara civlliaaco dos povos, por laso
lodo9 tlvcrain sempre os tbeatroa como uina
neceisidade vital para a socledade. Ueliem
pols o aeu ranclsmo, venham boje ao thealro
de Sauta Izabel, e se conveucero do seu erro,
tememos mesmo amancur
micocs em diversos bancos )
An : senhores desejara mu..
valesso um desmentido, porem esto des-'personagem q-.. r-......... .-,-.-......
mentido nao pOSSO aceitlo. Infelizmenle.. conslituicSo Fssa p.rwn.gom.he a Eran- ffi,'tt^\Z^%*g
he yerdadn o que digo, nao temos feito ain- ca ; ^olo por lauto pela revisao I (Jlovimeu- nu(. fo| publicado neste jornal, a dcairlbuico
Coninuar-ie-o)
da bstanle em prol di iust'UCv'ao primaria, los diversos. }
por isso achamo-iio neste esndo ; mas dado t
ni-s n i que o iiiini 'i i ii ni Bt]< ex ci, meu '
raciocinio na la perde de sua forca.
Estaos em presunt;* do um corpo eleitoral'
que quer votar s, sem consultara nin-
guoni, sem ter que diiigir-se qurlles que
PERNAMBUCO
CAMaua municipal.
tem sidoul ao proselo seus cnsclliciros "' SEUSA'O ORDINARU, DE 8 DE SETEM-
hab'tuacs o quo pelo prazer do votir s, nao
conliocendosH nao um nome, votara, polo-
so prever islo ao menos, por esto nom i.
Oa, nesia mu 11; in, que devemos prever
do futuro de nossa patria ." Tomo a ent'ar
lili o DE 1831,
Preiideneia do Sr. Oliveira.
Presente, os ara. Harros, Mamcde, Carnei-
ro Monteiro, e Figueircdo, abriu-sc a ses-
sao, c fui lile e approvada a acia da antece-
dente.
Fol lido o 9eguinte
EXPEDIENTE
Tin oflicio do E.in. presidente da provincia
das parles lie perfeita, e faz honra, como sem
ipre, ao Sr. Germano. Artista, que rene ao ta-
iento natural, nao vulgares coobecimentoi ice.
nicos, elle que mui lirio conhece o carcter
especial de cada um dos artistaa da sua com-
panbia, nao era possivel l'aier uina destrlbul-
cao, que nao fosse digna delle, e capaz de aa-
tisfazera expeclaco publica.
Aguardamo-nos para dar uina exacta Infor-
marlo aquelles, que nopoderem irhoje ao
thealro por falla de e.pas.o, depoisque virmoi
o espectculo, e temos Intel conviccao que
nao nos arrependeremos ento do que agora
ayancamos.
if. y. k
Mr.rfCoH/n:.-isto se tinha fcito cm 179:1. nrnnrin r..nrn,lo7rerneranl vos Mr. de Tociiui villa disse-vos. iiolai bem Im onicio do Eain. presidente da provincia,
fMovimento.) proprio a reprouuzre peraiiio vus. r i ,.,,' sl, comiiiumcando ter expedido ordem ao com-
3l,.CooucJ:-Mo se elimluar tamben o %to",TMo SC "">U,el6 8brC 6Sle : K s he o prono wlil or da commiSl l"a"ua"": ""'erior da e"""'1 nacio"al,dcs"
art. .31 o art. ,3 nao produ.iu .inda indo, os P"'<\ 'V?'1'5 ...i_________^CTMlvJ!^3taS^.Jt2: ?S*lMPWKj'JSPi_?!I!."
Correspondencia.
Sri. Redactores Em o seu rctrospecto se-
manal, 'em yii.'do successivamente ao pu
Sun Falle
urna populacSo de mais de 60 mil >im
S.ibat.mbernque ,e lu. conlln.!1,!-
com inltnigon do contracto, e que este.
todos aquollei que erflo empregadna
tranco, desde o pass.lor, c.mpin, .a"8'"8
dor, cirnlcelro e oobradnr, manante e ,<
vassador; alguns dos quaes a pezar d8 '
I
virem no contracto proouram
. a er-
mal qoe podem polo que tem i. sldode0
didos alguns ; o que se nSo pode fazer
lodos, porque nao ha quem os substitna ln
o A, do retrosperto se quizesse dar o tS
blho de eolher informacOes verdica.
fumn .la mnmairs mi. an. _.. '
fundo da maneira por que praiicarneni'
tratam os contractadores de satisfazer
empenho, muito folgariamos eser-lne-hi","
mos gratos, mormante se com perfilo ,
nhecimenio de causa, nos orientasseem,'
retrospecto, demonstrando-nos o melhn
caminho, o qual seguiramos de boa vom,
de, porque o nossd desejo be stisf.z,r,"
bemfazejas vistas do governo. Concord.'
mos com a opiniflo do A, do rotrospectn t"
que ao atravessador, pezar da multa de s.
ra. que paga para malar, nao eleve ser cn
cedido veuder por mais que o preco doenn
tracto, porque dusU forma fleariamos Im-.
dasensuia que drzo A, do retrospocio*
assacam, de que esses talhos que armar,..
ram vendendo a 3,8*0 ra., sao pertencent..
ao contracto ; Ulizmeate quasi todos sahim
como as ceusas se tem passado, e os esfnr
Cos que navemos feito para que nosso c,"
illl.i nXi* mitin mu.'.. ... ,....!... '-"
dito n3u lenba a mesma mancha
8 que nao
serla pelo ridiculo ganho de matar m h
gordo para o vender por mais 64o rs em u
roba, que os contracUdores maciilasse.
suas reputacoosque alias o publico saberi
apreciar, assim como entendemos que o*
do relrospecto nSo desejara inanoiiar-u,
infundadamente: o que at aqu temos ili
lo he mais que sulliciente para esclarecer ti
pnbhco sensato acerca da injuslica, que 0,
fez o autor do relrospecto; resta-nos pr
como pedimos aos Srs. redactores que i.'
K-m a bondade de publicar estas reflejos
em sua justa defeza fazemos '
Conlraetcuhres.
COMMERCIO?
uba
que
unslltuicilo, disse Mr. Saint Mure Girar- pa do gado morto para consumo no maiailou- capital solicilou da assenibla provincial, o
desta cidade do 1.' a 7 do crrente ( 4S0 re- i oslo concedeu, no interesse do mesmo po-
j vo, o qual vai gozando do bem que resulta
de- da barateza da carne, deixindo do ser vic- A
"*jtima como por mais do dous annos foi da .,"',, ;'
K^avarezadosatravessadores, que vendame on.l
i de i carne Polo Pf'SO que queriam, sem liu-s im- H ''
de votos em dezembro de I88 ?
Sim NapoleSo lem duas rases do reeb i-
r;3o, ambas consideraveis, porem a sogumla
principal-nente he mais impoitante quo a
piimeira :a primeira l.enstar ja no poder e
nao ter mais que licar nelle I ExclamacOcj
o murmurios)
Mr de Panal : Ficar he evidente.
Mr. Coquerel :__Sim Senhores doooi-l C8"ios que elle achou-so em urna situac1n, rac>, ilc que no o mesmo corpo
desesseiu annos derevolucao he certamen- ^'U" ",, 'e'" ''avi Jo neiilioiiia no mundo, que, de um lado, couimelleiia esta incoiisli-1 acordeaco
ALFANDEGA.
lieni]monto do da 29. 9:898977
flesearregam hoje 30 de telembro. '
Galera ingleza Umita mercaduras
Briguo brasileiro Vencedor varios g-
neros.
Escona norueguense Ventas bacilhio
1111 ii iiiuc 11 o.
Patacho hambiirguez Alexandera, vindo
de Londres, consignado t Desne Youle&
Companhia, manifestou o seguinte :
50 barricas cerveja ; aos consignatarios.
00 barrls plvora ; a Jones Paln t Com-
panhia.
lOOcaixas garrafas de cerraja, *dtises.
pecies medicinaes, t dita miudezas ; 1
ordem.
2 barris vinho ; a rtothe & Bidoulic.
10 barrica! salitre ; a James Grabtree t
Companhia.
400 barris plvora; a Me. Calmont & Com-
panhia.
t ciixa instrumentos de msica; a Jos
Antonio Basto.
1 dita pertences pira esciiptorio ; a J. k.
papal; a Luiz Antonio de Si-
Veras ]i 11 direccau indi- bam informado da maneira por que os mes-
6,000 arrobas de carne, 183 ditas sebo em
rama: aos consignatarios.
vindo do
Aniurim
Todava, creio que o presidente tom por
si urna razflo anda melhor; esta razio lie
osaunome. Pela primeira vez na hisloria
de nossa patria aehamo-nus em presenea de
um facto completamente novo, e no talvez
por isio, senhores, que nao o temos em bas-
tante consi IcracSo, quero dizer que ha um
homem, um homem s na nagan francuza,
do qual todos os camponeses sabem o no
me. Quantos membros ha nata atgembla,
sonhores que gozem desta vantagem? ,lli-
laridade go>al e prolongada ).
Muitas 00x1: Muito bom '. muito bem
.1/r. Coqutre:Cede porntumoln.... .; Hui-
do. (
NSo querem quo pronuncie nomes pro-
prios, pois nao os 1 ronuncmrci. ( Bem .');
mas perguntarci sii.i. nte so so pona quo
basta a maior gloria .1 que p idc chegar bo-
je umcidaclo l'rancez.que basiamvinte.iriii-
ta, quareuta annos de eloquencia c de
triumphos parlamentaiei, nflo para serum
dos homens illuslres da Franca c para ter
sua pagina, sua Iinha, sua biogiafia mas po-
ra ser conbecido dos nnlbOes de campo-
nezes que s3o ebilores e nao sabem ler i'
( Agitacao c risadas.
Vi. Emiiiode Girardin : l.amartino levo
J milnes do votos e Ledru-Uolin oulro
lano.
Afr. rrancisro Btuvel \ Quem tem cul-
ade que alies nloMibaa ler
guei animal ne uc luu.uuo rs., emanaou a obrigacao matar numero certo de rezes por
I remellar ao procurador, aulorisaudo-o a pa-jj, pri,ci p3r, 0ICCU[lir rsle nrec,ilQ iQ. I
uar a iinnorianciada nianjaduura ou cochia am ..... ,:___' m F"=l-E''>' 'jr.
existente, e a despender odinl.elo p, eci.o pa- ""a diSpoaicSo gado sufiCiente, afim de '
ra moiiiar-sc dito csubcleciiuenio. nao cahir em ralla, o por Isso a custa de J
melle-lis ..... CreiO quo o presidente da *3 "inda a si mesma. | Esliveram a praca os objectus annunciados: u inlerosses conserva um deposito de
tanto creio E no entreunto o quo lomos a fazer? Aojpor editaes, e foram so arrematados, os alu- | gado tal, i|iie_om qualquer OCOIIlao de ha-
guranca, sua paz, seu trabalho. he impos- 8m 1.8lj' reconciliou-se coma I-1 anca prln-jler ao nnsmo tiuipo a ordem o a liberdaje
aivel a menos quo se renuncie o ululo do c|P"lal!,>b) por urna eoDUsafio chcia do urna KAgitacSo.)
homem poltico, nao prever que osla consi- "'br.'5 sinceridade 1 Meu.governo tem com-
deracao hade pesar muito na balanca do es-
crutrino nacional.
metlido faltas, e nao poda dcixar do com- i
Creio quo o
repblica pillera dizcr outro
Isto quer dizcr sonboivs quo a Franca se
560,465
738.97J
17:299.438
DIVERSAS PROVINCIAS,
endimenlo do dia I a 27 1:687,660
dem do da 29....... 11,723
ujiu t,i I_l* |I"IVIIB -lli/i UUVIW IUIII.J| s-lIflU I
mais perniitli quevo-lo di^i que aroslu m'"u v''r' ""'fousu*
tJ!|so esto fazendo a 3 840 rs., o retrospecto
:699.383
ItuaoO
especialiva, om quo hojo t-sta, a so aeliasso
om urna siluaco na qual julgassi ver mais
seguraiica p.ra si iiiesmo o para o paz,
creio, espero, quero ere-, quero esperar que
adiaramos nelle, e que a Franca adiara
nelle muilo m.is vezeso Visitador da prisau
de llam, do que o orador do bam|ucto de
Dinjoa ( AgitacSo e murmurios)
/ m" voz : IC diz que D.80 he elys ano !
,j/r. Coquerel : Todava, senhores, pela
min'11 parte, deplorara sua rcelciclo...
(fllilarida lo geral), o vou dlzer-vos porque
Vou explicar meu pensanicnlo da manei-
ra a m'is simples e poco-vos que acreditis,
qualquer q 10 seja a appareucia quo eu d
llovamos concurvar-; gucis das lojasus. 18 e SO da praca da ludepcn- vor falla as feras lem supprimento para o
lado
pela con
podemas sairdella. A cima
!il?.!.Y?!a.d_e-**JFi,?*'-'.^??e??' Poi?'u-!da"si!va .ara que
s de a- sadoros a faculdado de 111alir ga lo pagando ms^BBB^t^^'''*^**t*t*t**mtmi'tfttmggB^S
quo algum administrador do segunda oidem Maudou-ic remeuer commisso dos Srs. 8,000 rs. do multa, c sombra dessa per- sTIT A R1^
Manicdec Barros, 3_policio dos contraiadores' missSo alguem houve que sa lembrou de ___________mVMJI M. A.E< procurando algum bui m.is gordo e _, ,"
rn.bac.lo para malar, n picar or --O lllm. Sr. offle al-malor servlndo de iai-
.' masque fazer nesle caso? iiTn Pcclor oa tbeonrarla da fazenda provincial,
, iwiuuu r.. pelo [ '''.* "J'^lli em cumpriinento da reaoltico do tribunal ad-
arinaieineiuquccsiiio os talhos da boa Vista, c:vco re,'"ct"r u, relrospecio que isso '
poder.profcrio urna ualava.uma palavraque lecer-'"B na devenios laucarnos e Un- cuntinuassea annunciar pracas para arr
dovedaresporauca a tojos nos ; sennores i5" a0S"\ P, Z I'" J0"004 embiracos da cauda alerieao c do impuito de medidas
esta palma foi pijferi la quando elle visi- *u'na el*"S "ao devemos admirar-los 1I0 rinba, 110 dia lli do correle,
lou segunda vez a pnsSo de llim quo algum administrador do segunda oidem .Mandou-sc remeuer a commisso di
II1 uesta nal-ivra alrriima enua',la nrr.r.. esi|uei;i o conselbu do Talleyran.l, o mostr Mamcde e barros, a pefio dos contratadores' inis-.'io al.
denle I 1 a 1! ,X I 'lMl'' 'l"1""10 f"fi" mcllior em guardar aU ""' verde, olfe.ecendo medanle certas andar pro
dS Po udameim, m, ra Ir?, i l<'iu "'" ovemos procurar laucar di.n- ". a Milla aaiual de 500 UUO rs. pelo de mar
sa tic |'i o un i.jiiiriii-' iii'.idl : e s rula es-l, ,* ,. v alucurl du numr.ra a tibeira ti.i ri< ii.v i .
COlba da naca,,, elle salusse na UlUaoOo d.i | '', "Zf V?. .^?"ln"l*,."l|' '|U9! le i Jos, do lado do norte, w.twu'? pel I U} *'";C,0''
RECEBEDORIA DE RENDAS CEKAES
INTERNAS.
Bendimento do dia 29..... 56,11
CONSULADO PROVINCIAL
. 758,762
uo 0 dotcem, e nao lazein genio exrita-lo ;
devenios apoar-DOS na soberana da ri.1..',.
encirrar-nos sinceramente na propria cons-
tituir. ; ella he a niosa fortalluza, nin-
guon nos poder ah atacar, ninguem nos
pode fazer sar dola. ( Siguaes de adlic-
slo em diversos bancos.)
A segunda cousa quedevemosfasar.s 'nlio-
res.ao meu vcr,liotratarjios menos de poli-
lcsemiiiioniaisde assislonciapublica. (Ex-
damaces a direita.) Nao temos a este
resp uto, cumprido llOSiOSdjvefes ; estamos raei.--/Jarros
no Hu da sesso, e anda nao lizemos |ei
sobro a orgamsaco da assisten.ia publica
no paiz. ( .Novas esclaiiiacoas. )
-... -...primelo da resolueij
''O ministrallvo, manda fazer publico, que no da
150,000 rs. pelo das Cinco-Pomas, tudo por 6in P"ra POrda Uo Contracto que esta obri- 2jileoulubro prximo vlndouro, val noramen-
leinpo de SJmezei, a findar-sc no ultimo de | gado a malar sempre o mesmo numero de te a praca para ter arrematado peraoteo meu
juniio de 183I. rezes quando haja, ou n.lo pessoas de fra mo tribunal, a quem mais der.ael. morada, de
L)espacbaram-sc as pelicocs de Antonio Gon-
palve de Moraes, de Cactauo Francisco de liar-
los \\ anderley, Cactauo Pinto de Veras, (2)
Francisco Augusto da Costa Gulmaraes, Jacin-
tbo tlisb.'io, e Icvantou-se a scssa'o.
Eu Mauoel Ferreira Accioli, secretarlo inte- '"'T-----1........---------**'" "'", """..w ns. 'ZS, TO, in e au, avallada, em avu.uuv 1.,
rilo, a escrevi. Uliveira, |m -1 i, m,.. i;,- cas:n tem o coiilraclo. mandado vender duas na ra doa Pocos ns. 15 e i7, avalladas era
mide.-t'tneia. Cmaro Monteiro.Dr. Mo. 'carne do l.rdo a seis patacas, O que prova 234,000 ra.
i quo o povo tom si lo abastecido com aoun- O* concorrentes comparecam no dia cima
! dancia ? Como pois tantas, e t3o infundadas lnr"cado pelo inelo dia na sala do meamo Iri-
Communicado.
Sobe hoje a .cena 110 tbeatio de Sanla-lia-
bel o muito inlercssanlc Irania em tres actos,
Em vez de conlonlar-nos com um rolato-
s minhas palavras, que elle he profund 1- rio que nada conclue de nos um desmontido
mentoserio. ao discurso do llijon ; continuemos o queje leis'quariros de MHr. Vctor Ducange e Di-
Eu deplorara osla reeleiijlo por amor ra elle esqueceu que tomos feito, e facamos nauxlVi.iia annoi, ou a irdii de um jogadir
Mr. ae boquerel : yuereis ajuntar a cstis lgica. [ Nova e mais ruidosa hilarda le) identiiso que ueveramos ja ter feito ; con- ;compoiicao sublime pelas llcdcs de moral que
'. !l.rB?:"e!?_u-nl"_ erce,r"'. rF,.6e|la' revisao, Conheceis alguma cousa quo seja mais piolemos estas iiistituieOes de
queixassem razaoplausivel? NSo duvida- bunal. _------
mos que lenh.m havdo abusos da parte fc SSf c<"'''J1 e maudou affixar opreieole
dos lalbadores o cobradores na distribuyo L^reu"^0. So"rarl. da axend. previa
da cirne; mas como veda-Ios i laeslamos cial dePernambuco, 22deaetembro de 1851.
Ilscaes do governo quo tem a sou cargo ea- 1 o aeoretarlo,
oas e oulras diligencias, e que alus tem si- alnlonio Pirreira fAnnmciatio.
do zelosas no seu cumprimento. Como pois .. o lllm. Sr, priroeiro escripturrio, ser-
quer o A. do retrospecto s faier carga aos vindo de inspector da tbeiouraria da fazen-
eontractadoros?.. Saiba enliclanto que es- da provincial, em cumprimento da ordem
tes tem dado todas as providencias ao seu do Exrn. Sr. presidente da provincia de 22
aicauco, para se corlaiom os abusos, que do correte, manda fazer publico que nos
tam chegado ao seu conhecimenlo, mas nflo das 7,8 e 9 de oalubro prximo vindooro,
ira a praca para ser arrematado parante o
Que mande abrir a janella.
iiiguiu inconveniente.
le oao v nisso cmara, esperando que o movimenio a ajuda- 1 peclaculo
ria a dissiinular a lnquletacau que a devora.
~ .Viu Ii c iii-iilni.....ninhalilha.pois parree- Corina volve alternativamente os olhos para o
me ler ouvido diier que odia tiuha sido quen- pai encostado achemin, para os cachos de li-
te, e que a uolle eslava muito bella. Tendo lates que tremein na janella, para a ni.ii que
dito Uso, o doulor fol peasoalmenie correr a passeia na cmara, e depoli volta-os para Al-
corlina e abrir a janella. Melle qual di. aoouvido esl.s palavras : He
ik' ",-,e.eBUo a claridad* da la tremer a fo- como ein meu sonho !
lliagein dos mais altos ramos de um bosque de Apeni. a ultima deltas palavras rol pronun-
lllases, aopasso que o vento Irania al cama- ciada, urna chlcotada oou ao looge. Allielle
ra o perlume embriagador de suas flores. Bri- entio-se estremecer de.de a cabeea alaos
auliomou o pulso a Iilha, e depols foi neos- pi; Corina, seniouse como uina pessoa que
ir-se cbeinindc modo que occullaaae o ros- nadaioflre. Ouvio-se segunda chicowda, ac-
to angustiado a sua chara doenle. 111.1.1 Immediatainente de um bruido de cas-
Poaso fallar aAlliette.' perguutou doce- cavis e do rodar de uina carruigem.
mente Corma! ._ Allielle! AlHette! be ellefdiue Corina.
-- Podei, mulla iilba, reipondcu o doutor: A cabe;a da pobre menina tornou a cahir so-
sem volur a cabeaa. l,re 0 (ravesselro pallida de emocao, porm
Allielle que eslava junio da Sra. Hrianl, diri- mais com o abandono do praxer que com a op-
gio-se para o lello. pressan do saffrlinento. A carruagein enlrou
Cheguc uina cadeira e sente-ie, minha no paleo todos levaatarain-se como IVridns
boa amiga, minha Irma, inurmurou Corina por uina coinmocao elctrica, mas cada um li-
ci voz balsa. cou Immovel. A carruagein tinha parado, ej
Allielle pegou-lhe ein Ulna das maos ; ambas alguem lubla a escada com passu rpido,
flearam imiuovel c sileucioiaa, conloa olho -- Sr. Hrianl, esclamou Alliette cahlndo de
Utos uiua na ouira. As brisas lepidaa da pri- joelhoa, he elle! em noine demen pai, perdoe-
mav/raj acariciavam uiolleinenle a fronte da Ihe, nao o amaldi;Ae I
duas don/illas, e on troca eloquente e muda A porta abrio-ie, e l'riilao appareceu no II-
de aeua mais inino. pensamenios prolongou- miar. Vendo reunido todos os entes aos quaes
por milito lempo. A Sra. Ilriaut, a qual com- tanto tinha arfllgldo, ao pasao que eiperara
preheoderaqueo estupor em que o marido es- echar a Irma s, elle creo que a raso o nui-
tava abismado, annunciava a aggravacao do es- don a va outra ves, c poz a mo sobre os olhos
lado da hlba, levantou-ie e pot-.c|a passear na para procurar lubtrabir-sc a este lerrlvel e.-
roslo, e para que nao cahisic, loi-lbc preciso nlhar .upplice sobre opa
i|ue se encosusse porta da entrada. O Sr. Via- | Oxal que elle possa perdoar-se a si mes-
lard correu para elle c envolveu-o noa bracos. 'mo bem como eu ihe perdo, di.se eulao o
aspecto do desgrajado Trist.io era ao mes- doutor com um vagar solemne. Sr. conde
mu tcoipo lao cstroiiho e lo doloroso que o de Meauregard, d a mao sua esposa aiim de
in.iv 1 do S'. iiiiiiu lev miado pira am.iidi'iar o que, abcn9oando-a, eu possa tainbcm aben-
verdugo da iillii, cabio-llic sem forca ao longo coa-lo.
do corpo. USr. Ragonueau, cuju rosto tinha-! Tristao ergueu-.e
se por um momento desviado do assassino in-
voluntario do llltio, nao pode refusar-lhe um
olbardeprofundapled.de, Trlslo iininuvel,
com os olhos lixos e auiuiados de um fogo som-
bro, com os cabellos em desordem cahiudo-lbc
sobre as faces cinmagrccldas, considerava com
uina cooicinplacao silencila c desesperada a
palllda 1111.1- -ni de sua esposa, a qual Ibe
sorria.
Sr. de Beaurcgard, eu o esperava, disse en- morrer
tan Corina, cnin nina lerna e excellcnte bonda- j Ella fechou
Meu pobre irinao, murmurou Alliette le-
vantando os olhos ao cu.
Vossc nao o abandonar jamis, nao he ?
disse Corina.
alliette nada re.pondeu, mas lancou-se ao
pescoco de Tristao.
Minha iilha exclamnu o doulor.
Vmc. tem perdoado, meu pal, respondeu
Corina com uina voz expirante ; porlanto pos-
os olhos. Sua mao arripiada
de e agradecolhc oao ter tardado inail lempo! pela ultima convulao da agona, apertou a
cm vir. Chegue-se para aqu! Tristao arras- de Tristao-, um doce a
sorriso pouaou-lhe no
labios: sua iinmorulidade acabava de come-
car.
Um anjo e.l no co. dls.e o abbade Via-
lard, com os olho. chelos de lagrima..
Bem que a preoocupacao do. habitante, do
candi folie lacerante em um tal momento,
ua attencao de.vlou-.e da defuota para appll-
t Sr. Brlanl ncoll lunuovel ; mas pdde-se car-sc sobre o dcigr.cado Trislo, llcsde que
seguir sobre seu rosto as diU'erentes piases da elle ergueu-.e, mudo e con.Iernado, aegnio
tuca vilenla que austentava no intimo do co- na attitude de urna Hxldade devorante, os pro-
raf ao. Corina quasi que nao iiuba mal forca gressos da agona sobre a fronte deicorada de
tou-se de joelbos at junto do lelto, ao p do
qual licou prosudo ao lado da irma. O alin-
elo que reina ni cmara nu he lnlerrompido
seno por gemidos sutTocados.
Muu bom pai, perdoe-Ihe! dase Corina,
He ma Iilha moribunda quem Ihe pede iaso;
nein Un; refii.e este ultimopraser
be possivel salisfazer 10 las as exigencias de
na victima, iiuando o instante fatal loi che-
gado, as leicoes do desgranado mancebo, j
desfiguradas, parccein inteiramente descom-
postas, depols uin tremor convulsivo agita-lhe
os labios os quaes murmuram aurdamente
palavras que rcvclam a terrlvel agila(ao de
sua alma.
Morta! morta tambem.....por inim. Ah '
meu pai, estou amaldicoado !
Pronunciando estas palavras, Tristao aperta
a fronle com ambas as mos como para arran-
car d'ahi uin pensameoto que o Importuna.
O bom padre, tcslemunha desle funesto com-
bate, lanfa-se novamente sobre o discpulo,
pega-loe naa mos e procura calma-lo com
palavras ternas ; mas este repelle-o. Estra-
nbo j a tudo qnanto o cerca, o pobre insen-
sato em ponto de perder oa ltimos relelos
da raso. eeiiue com o gesto e com a voz as
pilases diversas de um acootecimento cstranho
cuja lembranca iovade c absorve lodo seu aer.
Ob I hoje he 23 de marco, exclamon
elle..... aim teuho vinte annos..... bellos so-
nhos de minha solldo, nao seris mais urna
Oc(ao. Vou, poli, ver Paria, esta morada
de todas as gloilas, de todos 01 prazeres ....
Meu pai, Vmc. consenle nisso, sem duvida.
Coin o que me toca da beranca de uiioha rai,
sou bstanle rico..... vmc, rae entregar aeu
dote, nffo be? Rerusa!..... frfio me falle de
fellcidade tranquilla, da vida de familia!.....
Abafo aqu morro, oao o v ?-... Sempre infle-
xlve:.,.. OL quero a vida..... aqui abafo,
morra..... Que falalidade tudo darme en
Ueauregard..... Quao longo fui e.te da !.....
Debalde meu pro|ecto espaota-me, elle se um-
prlr I..... Meu. passos reioam sobre eilcs
degraut de pedra..... Gente I gente deste la-
do I..... Nao, engano-me..... Vlnte mil fran-
cos no armario deste quarto... apressemo-ooi.
Este punhal metlido na fechadura grita... Ob.
a verligem apodera-se de inim, eslarel acaso
louuo, meu Dos!..... A porta cede emfim.....
Ene ouro he meu, be aeu I..... Coi urna
mo na lombra me agarra e me derriba.....
Infame .' infame (
Meu pai! oh : largue-ine, largue-me..-.'
Eita lula he horrlvel..... tcnba do" de si, tenia
d de inim, meu pai!
Miieravel I abl vem gente, grasa ""!*
para poupar-te o maia borroroio doi crluiei.
Sim, bem me lembro..... nina mnlocr,
com uina lu na mo..... lanca-ae lobre muo,
arranca-me csse ferro, instrumento de niln*
vergonha..... Meu pai I perdoe-me, leona p'
daoe de mim I..... Elle eit deiinalado..... J'
mao I Corina Leclerc I AlUelte 1 piedad,
eslou amaldicoado I..... ,,.
A esias palavrai o desgracado da um '""
urdo e cabe lobre o aoalho sujeilo a nerrive.
convullOei: a iotelllgencla do priineiro n
pede preierva-lo de nada ; a dedicaca0
outras reiislio a tudo. ... ..1
( TraituUt do franca. I
gm.
5r


/
3
hni! administrativo, quero por menos
Ulb o. hincos da honra par ai tulas de
Euu&o publica .Tallido c.d. uro em
feremattao; seri felU |na ttrw Jo
,rligo3* da l8i D" 286"e dB '
'' pessoit que se propozerem a Ui '*
Jucio, compirecyn na aila dae "'e<
ffKamo iribunillloi diis """
dSTp' meio dit. onde acharao o mo-
*i".iri ooiisUr se inmdou Oiur o pre-
. ', pernambuco, 86 de selecnbrode
^"J-O secretario. Kntonio F.rreira da An-
-----Tfinnovamenteapracaos concertos, de
'1 recial a latrina do collegio dos or-
fflSJSn Olindi :osliciUntos deverflo com-
Bi* dissessoesdi admini.tra-
rp,I"os dias S5 do corrente,-e 2 de Outubro
'.?. nuitio e meii horas di larde; poden-
So enieoder-se sotes coro o cobrador, JoSo
Francisco Teixeira, o respeito do orcamento
d*iSSratllll di sdminlstraijao do Patrimo-
nios OrphSoa 19 deselembro de 1851.
010 d0S "" Kntonio Josa de Oliveira.
O sr doiembirgidor chefe de pglicia
(Trino da provincia, manda fazer publico
l.ra conhecimento dos inieressados, que
l. Heleeacii do termo de porto da folha da
IvincT. das Alagois foi entregne um es-
LrafO de nacao Angola por nome Mmoel,
mi. diz pertencera liomigoa Martina, mo-
rlor no engenho Minhoci. do termo de
Sinto Antlo desti Provincia, segundo cons-
ta d. olllcio do chefe de polica daquella di-
rigido a esta repartirlo aob a data de 13 do
Secretaria da polica de Pernambuco, 2* de
Miembro de 1851. AntonioJosde Freitas,
primeiro amanoense.
-- O fiscal do Recito, faz publico, que-ho-
i, 30 do corren le, llavera arrematacao de
poroos, que foraai apprehendidos : na ro
da Cruz, as 3 para horas da larde, em
presenca do juiz de paz do primoiro dis-
tricto. ___^_.
Theatro de S. Izabel.
RECITA EXTRAORDINa.LIVRE DA ASSIG-
NATURA.
Tirea-feira 3l) dt ultmbro de 1851.
L'roadaamelhoreiouverluras.eaecutadapela
orchcitra, aervlr de preludio prlmelra repre-
atntacao do excellente drama de grande eapec-
taculo dividido em 3 actoa e O quadros.
TR1RTA ANNUS
ou
A vida de um .logatlor,
Penonagint do acto.
Mr. de Germany, velho decrepito. O Sr.
Golmbra. _
Jorge de Germany, aeu fllho e jogador. V
Sr. Germano.
Warner, cavalhelro de ioduatria. O Sr.
Res.
Dermont, negociante.- -O Sr. Pinto.
Rodolfo, amigo do dito.OSr. Ilezerra.
Um Magiurado. OSr. Raj mundo.
Um officiil. O Sr. Dlaa.
Fmulo da cafa do Jogo. O Sr. Rosendo.
Valenlim, criado de Germany. O Sr. Mon-
telro,
Banqueirodo Jogo. OSr. Cabral.
Amelia, orfa rica prometida esposa de Jor-
ge. A Sra. II. Maooella.
Luda, creada grave da dita.A Sra. D. Ama-
lla.
Creadoa, Jogadorea. soldados etc.
A AOCa.0* DO 1." Ai-TO EM 1700.
Personogens do 7. acto.
Jorge de Germany, 40annos.=OSr. Germano
Warner, 41 auno!,-O Sr. Rea.
Dermont, B0 annoa. O Sr. Pinto.
Rodolfo,37annoa.O Sr. Bezerra.
Valenlim, 45 loos.-- O Sr. Monteiro.
Amelia, 31 annoa.A Sra. D. Manoella,
Luda, 50 annoa, a, Sra. D. Amalia.
Carloa, Jakc de Warner__O Sr. Rosendo.
do corrento, aa 10 horas da mantisa em pon-
to, no seu arniazem, na ra da cruz.
- Henrique Ralltmann tendo ara Breve de
rellrar-se para a Europa, tara leilao, por m-
tervencao do Corrector Oliveira de toda a
mobilia da sus casa de campo ( outr'ora do
l)r. Peitoto ) sita na estrada dos afilelos, a
mor parto nova, e parte com pouco uao.con-
sistindo om um excellente piano do Jacaran-
da novo, secretarii.sofaz, mirquozs.cadei-
ras e meza de Jacaranda, mezas de meio de
sala, para jogo e para llores, cade-iras do ba-
taneo o usuaes de diltorenles madeiras, a-
parador, meza dejanlar, commodas, guar-
da vestidos, guarda louca, lavatorios, espe-
Ihos de paredo, quadtos muito ricos com
molduras do Jacaranda, toucadores, banhei-
ro de choque, castigaes, candieiros novo,
um aparelho de louca branca de sevr'S para
meza, aparelhos de christal, urnas de mar-
more, vasos para Qoies, facas e garfas com
cabos de marfim, aparehos para refrescos,
pan cbe pira ilmoco, umaoptiuii espin-
garda para caca muio fina dedons cannos
sendo um para baila, tres pares de plstolis,
trem pata cosinhi, e muitos ouUos arligos
para adornos, e indisdonsaveis em um sitio.
Sexta feira, 3d'outubro prximo, as 10 oras
da mant>3 m r-f-rnla cus w Mlm.
Avisos diversos.
British Clerks l'rovident Associa-
licm
The Quarterly Moeting of the share-hol-
dors will be held at the British Library lloo-
mson Wednesday the llst of Oclober at
6 P. N. Byrrdor..
Thomas Dlaktley llony S'crctiry.
-- Precisa-se de um pequono, porluguoz
de 14 a le aonos de idade, para caixeiro do
venda ainda que n3o lenha pratica : na ra
de Santo Amaro n. 28.
- Clemente da Silva Lima, faz publico
que n3o vende agoas-ardenlesde producto
brasilcira em sua taberna : na ra da Madre
Deusn. 5, onde outr'ora exista a (.averna
do Joaquim Jos de Faria & Companlua. hojo
mudada por os ditos Faria & Companlua,
para a roa do Rangol como se ye em o an-
nuncio desles senhores no 0ine n. 21.8, o
219
~ NapoleSo Gabriel lez, embarca para o
Rio de Janeiro, o seu escravo pardo do nome
Joaquim. .
-- Antonio Ricardo do Reg, embarc
para o Rio do Janeiro', o seu escravo pardo
de nome Felippe.
- NapoleSo Gabriel Bez, embarca para o
Rio de Janeiro, os escravos seguintes : o
prolo Feliciano com sua lilha de nomeSe-
nhorinh, parda Betuna, Antonia parda,
Anlonio pardo, Anglica crioula, Crospin
pardo, e loanna crioula.
NOVIDADE EM FORA DE PORTAS.
Avisa-sa aos bons frequezes, principal-
menloaos habilatncsem Fora deportas, o
pessoas martimas, que se acha estabelecida
urna loja na ra do Pillar n. 116, a onde se
acha um completo sortmento do fazendas
de todas as qualidades, roupas prclas, e
miudezas. ludo de ullimogosto, visto que
sSo fazendas novas, eoscolhidas; o que se
promete vender por menos do quo outro
qualquor, visto que se quer lomar freque-
sia, e quem duvidar aparee* com o dinhei-
ropari se verificar da verdade.
- Offerece-se urna mulherpira ama seca
de qualquor casa, que sabe emgommtr, on-
saboar, cozinhar; qiiemdcseuspreslimoss'!-
quizer utilisar dirija-so a ra do l.ivraincn-
lon.33.
.- O abaixo ass'gnado lendo no Diario do
hontem, um annunciofirmado pelo Sr Fran-
cis Jos Floreocio,' sau ex-caxeirj, cm o
qual ameacava o annuncianto de lancar
mJo do meios judlciaes p^ra cobrar a quan-
lia da 30,000 rs., saldo de seus ordnalos
devidos de Ires meies e oilo dias, declara ao
publico, eao Sr. Florencio, que nanea se
ngou ao pagamento deste soldo.de 30,000
rs., exigindo smenlo do dito Florencio,
que lherestiluis9eo objecloque levou da
Lotera de N. S. do Livramento
aos 5:ooo,ooo
Hojo corre a lotera de S. S. do
Livramento infallivelmente, o res-
tante dos meios bilhetes, quartos,
quintos, decimos e vig-esimos, s
estarSo expostos a vend na loja de
miudeza da pra9a da Independen-
cia n. 4 at ahora que princi-
piar a andar as rodas da mesma
lotera.
Meios bilhetes 5,5oo
Quartos a,Goo
Quintos a,0
Decimos ''00
"Vigsimos Go
.. Precisa-so de um toilor, que entenda
de horta e de Jardim, a quem se pagara bom
ordenado: q'uem estiver nestas circum,-
tancias. diri)a-se a casa do Lun Gomes Fer-
reira, no Mondego.
- Na ra do Collegio, no terceiro andar,
da casa n. 18, que tom urna botica na loja,
precisa-se de um cozinheiro, ou cozmliei-
ra : quem quise* prestar-se a esse sorvito.
na mesma casa achara com quem tratar.
Precisi-sede um caixeiro, que emen-
da de venda o escrita, dando-so um bom or-
denado: na ra Direita n. 53.
Milita altencSo.
Porlendendo os donos da fabrica do cha-
rutos, sita no paleo de N. S. do Torco ni,
acabare com a dita fabrica, c como tenhuo
um erando aorti nonio das myUsorje quali-
dades, tanto da Ierra, como da Babia por
IHO avisam aos freguezes do bom ,
hai.m de comparecer na mosma' >
pois promelte-so dar por monos melado do
que
pe
O cautesta Salustiano de
Aquino Ferreira, avisa ao respei-
tavel publico que ai rodas da lote-
ra de Nossa Senhora do Livra-
mento andam impreterivelmente
no dia 3o do correte mex, e paga
no da primeiro de outubro as cau-
telas premiadas, e bilhetes vendi-
dos na praca da Independencia n.
4, e na ra da Gadeia do Kecfe n.
46, loja de miudezas. Meios bi-
lhetes 5.5oo.
-- precisa-se de um feitor para um sitio
pertoda prarja, que enleuda de plantacOes,
e saiba tratar de baixa de capim, e que all
anco sua conducta : na ra da Cruz no Re-
cito, armazem n. 13.
nacional e franeezi.tudo com zelo e desvelo.
A mosma ppssos tambem se propo>, durante
a eatacSo calmosa. dar es referidas licc,oes
pelos suburbios deata cidade. Quero do seu
prostimo quizer utilisar-sa anouneie par
ser procurado, ou dirlja-se ao Atierro da
Boa-Vista, sobrado n. 5, quo abl se loe dir
quemsejaessa pessoa.
Ahrat-em a moderna.
Na antiga fabrica de chapeos deso, se
encontrara um novo o moderno aprtimento
de chapeos tanto para meninos como para
homens, e juntamente amantamos a boa
- Cosapra-se ou aluRa-se um preto, que
saiba tratar de catados, e urna preta quo
entenda do servico interno de urna casa: na
ra da Cruz do Recito n. 38.
- Comnram-se escravos part dentro a to-
ra desli provincia, pagSo-se muito bem.ten-
do bonitas figuras : na rus das Larangeiras
n. 14, segundo andar. ___________
MBjBjsa
Vendas.
Ricos espelhos.
Vende-se em cisa de Avrial Frere & Com-
para serem vendidos por conta dos leus se-
nhores com a maior brovidade possivel-
0 INTERVALO DO > A 2. ACTO, PASSA'O-' asa do annuciante no dia do sua reliraKa,
SE 16 ANNOS EM 1805. i objecto quo muito em proco tem o annun-
i*aiaaiui9nMalo3.*aeln. leante. Adverle outro sira ao publico, quo
Jorge de Germany, 55 annoa. O Sr. Ger-
mano.
seu dito excaxeiro Francisco Jos Floren-
1 to, tendo sahido da casa do annunciante a
1 o oVjfv"r.i.7r%S2.nRu:: -OSr.Sil- bom 15 di, leve o ^^'''""{"r.a
vesire ir posiiivamente a roinna toja, pelas 7 lloras
Amelia, 46 annoa.-ASra. D: Manoela. el|2da noite, do combinacSo com um seu
Jorgeta, filha de Jorge c Amelia. A Sra. amino, abrindo as portas e penetrando no
W. N. estabelecimento, para o que ignora o annun-
m Viajante.O Sr Cabral. Ciante, ebem v o publico e o S Floren-
Birmanu.-O Sr. Alvea. ci, que se o anuuncianle disso so quizesse
Madaml Hirmaon. -A Sra. D. Rita. nrevlocer, bem poda eslar boje o Sr. Flo-
Cre.do.d.e.t.lagcm, C.mpone.ea, aoldado, ^^ 4 aPli1o arrojantes,, appresen-
ierminar o espectculo com a grande acea t", sendo processado por st [acloque em
iniuiica e daoca, executada pelos Srs, Finarte nada o abona, e bem saboosr. Florencio,
Trabatoni. que isto poda o annunciante provar. F.m
DELIRIO DE PYGMALION. fimtornaaropetiroannuncianloqueoSr.
Os senhores asignantes que quiaerem ficar Florencio podo ir reccoer quando quizer os
coiuoaaeuacamroteaecadelraapoderaoinan- 30,000 que so lhc deve do seus orenaUos,
da-loabuacar at terca-felra ao meloda, deasa nao esqueendo tovar o objecto quo com
hora em diante ae dlspor doa que reslarem
Comesaars 8 horas.
omoutra qualquer paite, e BOaoo
muiloboa qualidade.o para maiscom-
nodo dos compradores estar a fabrica a-
berta at as 10 horas da noite.
A quem convior dar um cont do res a
premio, de um por cento, com liypolheca
em um proJio livre : annuncio, para ser
procurado.
-- Engomma-sc peil'eitamente, lano para
bomcm, como paia senhorn, e tambem la-
va-se, por preQO commodo : na eslrada no-
va da Solcdade, om urna casa cor de chum-
bo, a tratar com Anna Joaquina do Sacra-
mento. ,
-- Precisa-so do um caixeiro que entenas
debilhar: na ra da Cadeia dofronte do
tbeatro velho n. 10.
-- Precisa-se do um pequeo, para cai-
xeiro do venda! no boccj Largo do Reci-
to n. 1.
O abaixo assignado declara, que itei-
xou de ser caixeiro do caf da ra Nova,
dos Srs. Paiva & Rapozo, desde odia 21 do
crrante, o por este agradece o bom trata-
mento quo dos mesmos recebeu.
Jos Lourenco dos Santos.
Dosr-ja-se Callar, na ra da Cadeia Ve-
Iba n. 15, com o Sr. Ilcitor, quo tuvo bilbar
em i iliinla.
Manuel Joaquim Flix da Costa, em-
barca para o Rio de Janeiro, ossous escra-
vos pardos, de nomes Vctor e Uertoldo.
Precisa se alugar urna preta, para ven-
der fazenda com urna mulher : quem a li-
vor, o quizer singar, dinji-se a ra do Li-
vramento, leja do sapatos n. 5.
~ Precisa-se alugar urna cscrava, que
saiba cnuommar e cozinhar: na ra das
Cruzes n. 22, so dir quem quer.
__Precisa-so do un caixeiro, com prati-
ca, ou sen ella : na ra Nova n. 33.
-- O abaixo Bssignado, previne ao Sr. Jo-
s Dias SimOes, quo no praso de 3 dias, lhe
mando pagar a quanlia de 30,000 rs que
he deve, restante do seu ordena lo de 3 me-
zes e 8 dias, que o servio na qualidadede
caixeiro, adverliinlo que lindo esto praso, o
abaixo assignado osla resolvido a procurar
os meios quo a lei lhe faculta, a lim deco-
brar esta quantia, pois desde 28 dejulho
tom tido o Sr. SimOes lempo mais quo su-
ficiente pira pagar o quo se tem negado a
fazer, nao obstante ter sido exigido conti-
nuamente pelo abaixo assignado.
Francisco Josa Florencio.
0 r siodua bilhetes acba-se venda no lugar
do eos turne.
Avisos martimos.
Para o Rio de Janeiro, tenciona sahir
sigo conduziu. Recito, 28 de seternbro de
1851. Jos Das Simis.
A pessoa que deseja saber, se nesta
praca exisle o lr. Firmo Jos do Mattos, ou
familia que lhe pertenca : podo dirigir-se a
ra Imperial n. 79.
Itoua-se a pessoa, que por engao tro
cou o chapeo na occnS'3o om que sereco-
Iheu a irmandade do Divino Espirito San-
no decurso da prxima semana, o pancho (0l j0 enterro que teve no domingo, 28 do
asilrbeiro Princeza Imperial, por ter a maio- crrante mez, o favor do o ir trocar pelo seu
ria do aeu oarregamentn, o qual ainda pote na rua do Cabuga, loja o. 1 D, que muito so
raceber mais aiguma a frete razoavel: quem |he agradecer.
no mesmo quizer carregar, pode entender- .. Antonia Maria da Conceico, embarca
se na praca com o capilSo Domingos Fer- pira o Rio de Janeiro, a sua escrava crioula,
reir dos Sanios, ou com os cousignalarios j0 nomo Maria.
Amorim IrmSos, amada Cadeia do Recito Joaquim Ferroira Mondes Guimaraos ,
n- 39. embarca para o Rio do Janeiro, a escrava
REAL COMPANHIA DE PAQUETES INCLEZEZ Florinda, crioula, a entregar a Jo3o Pereira
AVAPOtt? Martins.
Espora-seoconhecido vapor .. r>ami3o Antonio Mendes, ombarca pa-
Soeern dos portos da Europa no r, 0 Rio de Janeiro, a sua escrava crioula,
primeiro de outubro, e depois ue noa0 Domingas, a entregar a sua ordem.
Aos 5ooo,ooo.
Hoje corre a lotera da igreja de
da demora docoslume, segui-
r para o sul; osprecosdas passagens sBo
as seguintes, at a Bahia 25 patacOes, at o
Rio de Janeiro 50 ditos, at Montevideo no ^ Senhora do Livramento, e
dltok. al Bueuos-Ayres 120 ditos, sejam
brtaiieiros, espinhes ou mexicanos: os o resto dos bilhetes, meios, quar-
pietendenles dirijam-se na agencia, na rua t0S) quintos, decimos e vigsimos,
'-Pmttsbbawguecombrevidadeobri- estao venda no aterro da Boa
KUe portognn? Cimmiedo de Marn, pira car- V9ta, loja de r:i\i\i\\ti n. 58.
ga e passigeiros Irati-se com Thorhaz d'A- ___ Ac raiitplaa vendidas non.
quino Fonseca e Qlbo, : na rua do Vigario n. ^s cautela venuious no a-
19 pnmeiroindar ou com o capitao, no pra- Ierro da Boa Vista, loja de clca-
te do commercio do n. 58, do cautesta Salustiano
(-ear, Naranhaoe rara .__ p__;ro 3n naca n>
O novo brigue escuna BrasUeira Graciosa, de Aqa no Perrera, aio pagas na
destina-se a aquellos portos, quem no mes- mesma loja, do ia I de outubro
moquizer carregar, ou ir de passagem, di- em diante
&;unr!lrgnn.i,d,orVi6J.0rt JTS. d ^ff^XX^^
uo andar, ouiocapitSo na praca desempedida, para ama de tisa de pouei
PUsumca brasileira f/or do ^4<"rV.,for- deleite: ni rua Augusta n. 1, primeiro
rada e pregada de cobre, mes ti e Bernardo ,nd" _,, ,.,Him riir..r.
de Souz. quem 01 mBsrni qlmer c,rreg,r Francisco Augusto Jardim reura-se
ou irde paM.gem, pode enlender-se com P"a o K'o de Janeiro. ___
o mesmo mestre. ou com Luiz Jos de S ". D"n,,, Anlonl0 Mend"' b"ct P"'
Araujo.oi ruada Cruz n 33 R, de J,eiro, a sua escrava de nome
Cliudina, crioula, a entregar a sua ordem
Aluga-se o primeiro a segundo andar,
da rua do Crespo n. 21 ; advarte-se que so
serve para rapazes solteiros, por no ter cu-
t#rv.rw>a ,n lrmao, onlinuirSo por in- zinha.
da ini,-<.C0rPelr O1'**1.0 eu leilSo JoSo Manoel de Barros, deixou de ser
waiarZi..^,0,l'n,eo.to d? '"'aa as cilxeiro doa Srs. Cirvalbo & ataii, desde o
waiaproprlM do mercado: terca-faira, SO dia* do corrente.
Aos Senhores de engenho.
Um hrasileiro competentemente
habilitado para proceder a qual
quer demarcacSo de terreno c le-
vantamento de plaa de engenho,
oleiece seu prstamo a quem del-
le se quizer utilisar, mediante a
diaria de G,ooo rs., para as dentar-
cacoes, e para o levantamento das
plantas, pelo queseconvencionar:
quem pretender dirija-Be a rua
da Cadeia do rlecife n. 9, a tratar
com oSr. Antonio Baptista Bibei-
ro de Faria, que se acha autorisa-
do pelo annunciante para isto
Precisa-so do um preto : na rua larga
do Rozario n 9.
Aluga-so um sitio na Cruz de Almas,
com casa para grande familia: na rua da
Aurora n. 44.
-- Carlos llicco, relira-so desta ciJade.
1)111' 11 precisar do um caixeiro, para
qualquer ostabelecimonto, tanto para a pra-
r;a, como para o mallo : anuuncie.
Aluga-se um preto, quo surve para pa-
gem e tambem cozinba o diario de una ca-
sa, he muito fiel, o que se afliinca : na pra-
ca da Boa Visla 11. 7.
Da-so roupa a lavar, com tanlo que
s> so torne a entregar na mesma sema- *
s> na. Annuucie por esta folha para ser i
f procurado. 9
-- Quem liverpara alugar urna prota es-
crava, sem vicio, e quo saiba fazer o servi-
co interno de urna casa de pouca familia,
annucin por esto Diario para ser procurada,
ou dirija-se ao porteiro da Alfandega dest a
ciliado, na mesma roparlicao, das 8 ale 4
horas da larde.
Precis3o-so de alguns ofliciaes do atraa-
te : na rua da Madre Deus n. 36, primeiro
andar.
Precisa-se do urna pessoa que intcn la
de planteos do silio, dando Fiadora sua
co'iducla : quem eslivcr nestas circunstan-
cias entenda-se com o porteiro d'alfandoga
desta cidade, na mesma roparlicao das 8 as
4 horas da (arde.
Passaporles.
Tiram-so passaporles para dentro c fura
do Imperio, dospacbani-so escravos, cor-
rem-se folhas, e tiram-se ttulos de residen-
cia: para osle lim, procura-se na ruada
Cadeia do Recife n. 52, loja do fazendas do
Sr. Luiz de Oiiveira Lima, e em Santo An-
lonio : na rua doQueimalo n. 25, lujado
miudezas do Sr. Joaquim Monteiro da Ciuz.
-- Aluga-se urna preta captiva, paga-so
bem : na rua da Calcada, defroute do um
suhrado amanillo da um andar.
******^
s> Dr. om medicina, pela faculdade 1I0 4
Rio de Janeiro, pode sor procurado 4
$ lodos os dias das 7 da manhSa, as 5 $
O lloras da tarde, pelas pessoas de sua
t amizado.epor lodas aquellas que o
fr, quizerem honrar com a sua conlian- 9
, ca: na rua larga do Rozario 11. 50. 4
> Aos pobres d consulta c so presta (9
> aos seus chamados grnluitamenlo. JJ
Dam-se 10,000 rs. d-alvicaras a quem
descobrir na rua do Collegio n. 13, primei-
ro andar, onde so acham, o quem vendeu
duas coi rentes do ferro doaObracas de
compridocada urna, furladas na noite da 19
a 20 do crranle. Na mesma casa so precisa
do um feitor para silio, o trabalhadoresdo
encbada.
No dia 30 do corrente, linda a au iien-
cia do l;lni Sr. Dr. Juiz do civcl, so ha do
a'remtarduas parles do sobrado di ruado
Livramento n. 16, lio valor do 1:796,939,pe-
nhoradas a loto Francisco Ferreira e sua
mulher, por execucSo'quo move Jos de M-
diums lavaros, esTi3o Santos.
-- Precisa-sede urna ama de leite: quom
estiver neslas circumslancias, diriji-se ao
silio da Estancia, casa 11. 17, junio d> por-
Uodo Sr. Jos Baptis'.a Itibcu de Farias,
a tralar com Antonio Jos de Freitas.
te!-''*** *'*-)
*> Paulo Galgnonx, Aentlsta, 1
* raneex ? mono publico para todosos *
m iiiisleres de sua iirollssuo :
piio ser procurado a qual* *
f> quer liorn em sua casa, na o
s roa larga do Rozarlo, 11. -o, #
si .'lindo anilar. 9
*#-*< 4 ?*'*? .>'?-9-^^-P**'^*!
--Os abaixo issignailos, deciarsm, que
lem mudado a sua taberna, da rua da Madre
Deus n. 5, para a rua do llanitcl n. 43.
Jouquim ot de Faria & Compinhia.
OSr. JoSode AllemSo da Cmara Sis-
neiro maulo pagar a cor.ta que deve desde
agosto do 1850, na rua do Crespo 11, 12, ser-
lo do que em quanto nSo o lizer tora de ver
o seu nomo nesla folha.
A familia a quem na rua lo Sol so em-
prcitou um chapeo do sol, de seda verde
oscuro, o cabu preto, em urna noite depois
.lo theatro do Santa Isabel, polo-o maular
entregar no palco do l armo, 11. 9, primeiro
andar.
- Dfio-se 400 rs. a premo sobre bypolhe-
ca ou boas firmas : na rua do Santa-Uila, do
ladodircito, passando a venda da esquina,
a priuieira casa.
Manoel do AlmeiJa Lopes, com cisa
de consignado para comprar c vender es-
cravos, tanto para esla provincia, como pa-
ra fura dalla, mudou a sua residencia da
rua da Cadeia do Recife, n. 31, para a rua
da Cacimba, n. II, aonde morou o finado
Exm. vigario. Brrelo, onde continua, ollo-
nualidade ogosto por serem os primeiros panbii, na rua da Cruz n. 20, espelhos do
viudo a este mercado; emquintoo preco v'dro francezes, com ricismolduriadoura-
he o mais commouo possivel. das e sem ellas, de 3 al 5 ps de altura, por
Gasa de commissao de escravos. P'!S'VeSe^ TlS.. m.nso.. b..unte
Na rua larga do Rozario o. 22, segundo toraos e bonitos: defronte da capellinha do
indar, recebem:se escravos por commiisBo, |(emedio dos AITogados se dir quem vende.
- Vende-se um braco de batanea grande,
com conchas, e 5 arrobas.de pezos : na rua
da Cruz n. 43.
Vende-se na comarca do Brejo di Ma-
dre deDeua, 3 parles di fazenda denomi-
nada S- Paulo, pintoneemos a tres bardei-
ros, com boa casa de vivendi : a tratar no
largo da Assembla n. 18, ou na comarc do
Brejo com Genuino Coriolino Activle Mon-
tezuma. *
__ Ka rua do Queimado, loja
18, vende-se Lisia Potica em
LNU.'ADURlKJS AUOKDUS
PARA #N
7IOLA
Torua-se esto mctniuo, lauto mais reco-
mondav. I, quanto elle he til, pois que foi
publicado om proveito daquellas pessoas
que deaejfio saber as regris de acompanha
ment sem que lenham o trabalhodespren-
der a msica: vende-se na ruadol.ivra-
mcnlo loja do calcado, 11. 27, a 5 mil rois
i i;..
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O O 1 ,
9 3 S u 2 I C o
j :-S5 8 S-S'S-
Faz publico o abaixo assignado qua
comprou ltimamente paM seu pagamento,
o dominio de urnas trras cita na freguezia
de Una, o comarca do Itio Fo'moso, as
quaesest.to cituados os engenhos Cindiahy
que paga 300,000 ris de foro ; Queimadas,
200,000 ri'is, e Sorra d'Agoa 60,000 ris, do
qual o abaixo assignado s possiie metade :
esto pequeo patrimonio de 530,000 ris
por auno, o pagos em da, p le interessar a
qualquer familia quedesejoum rendimeiito
cerlo, e quo nflo snffra quebra de decimas e
concertos e alRumas vezes de metterem a
chaves por debaixo da porla ; por isso o
abaixo assignado quer vende-lo de prompto
a dinheiro visla por precuar delle para o
COtteio do sen estabelecimento do fazenlas
linas para a pra;a o sertSo, na rua Nova n.
23, aonde podo ser pro"urado lodos os dias
para o ajuste. dntonio (jomes I i'far
a)tMM>WtM>Mf i>l|
lilcmcnlos di: liomopithia.
Saino a luz a primiera parto desta *
obra composta pelo profossor humeo- 9
palha Cossel llimont ; dividida em 9
tres partes. Bita primeira comprc-
bende, o discurso preliminar, ainlro- te
duc(3of ocame do doentc, a esco-
Iba do remedio, o emprego dos reme- 9
dios, o rgimen e os conselhos clini- 9
eos, com a explicarlo dos nomes gre- 9
gos o anatmicos emoregados em me
dicioa, e a indicacSo dos medicamen-
tos apropriados para cada caso de en-
fermidado. Esla obra he til, tanto
9 para os mdicos quo se dedicaren! a 9
9 experimentara nova medecina.como
Jf para todas as pessoas do boa vontade 9
9 que se quiorcm convencer por eipe- 9 riendas da verdade desla doutrina, 9
9 por sor ella muito clara o a inlelli- *
9 gencia de todos. Hecebem-S'! assig- 9
9 naturas para a obra inteira a 5000 no
9 con.-ultorio honiopatnicoda rua das *
# Cruzes n. 18. Dopois da publicacSo a
9 das segunda e terceira paites, o 0
9 preco sera elevado a 8/000 para aquel- *
9 les quo nao livervui assignado. So
4) mesmo conulloiio cncairega-so do 9
r man lar fornecer qualquer cncom- 9
S monda de nioilicamenlos homeopa- 9
4, tilicos. No prolo : l'athogcnesia dos
4) medicamentos bomcopalhicos brasi-
4, leiroi. ? ***ttit
Pugio, a 6 mezes, do engeubo anta
Roza, c ja. se tem aiinuuciado por este Dia
r/0,0 escravo Matheos.cirreiro, alio, corpo
sCCO, falta de um dente na frente do quciio
superior, pernas finas, o com forida, ou tal
voz boje so elisia ; a cicatriz em urna das
pomas : n3o se annuncia o trajo, porque o
ha do ler mudado: eslo escravo foi do Ara-
recaiidu-se toda a seguranca precisa para os 1 ralv, e comprado ao Sr. Manuel da Fouseca
mesmos o bom iralamento. silva: quem o pegar, ou uelle der noticia,
AbilioJos Tavaresda Silva, promolorcora genorosamenle recompensado no mes-
nublico .lot-rmo do ftcci fe, reside acta I- I mo engenho cima, o nela praca em casa do
mente na rua Nova, n.4, primeiro anlar. Sr. capilSo Cruz, na rua Direita, ou 110 pateo
-- JoSo Fredenco Schulz faz publico quo
vendeu o seu billiar estabelecido no lugar
;la Cruz de Almas, ao senhor Francisco Ca-
valcanle c Mello, desde o da 23 do cor-
rete.
A pracaanunciada por pulo da l.i/eu 11
'neo
pracaanunciada por pirto da fazen
cial em os Diarlos Ue l'crnambu
da Penha. cm casa do Sr. Ilaptista do Sa.
Consultorio humeo-
pathico. llua do Colegio n. 25pn***
M
- :
Moscoso, **
.rualo- hoTasd lano na poita do respetivo juiz em. d consultas gratis aos po- 'm
y.,.n:w_'.Paralr"r.d'"''"o.cio.1emui- o di. j^Mnunc.ado; ^ pon{gueM ^J^ bres, todos os dias_ das 8 as O
entende do todo o servio do urna casa, pre- ^ 11 horas da manhaa. ^
fere hornera solleiro, ou seja na praga ou lo- J l'ratca qualtiuer operaco
ra della : quem precisar uinja-se ao paleo j
do Paraizo, n. 14. l
Precisa-se do um pequeno purluguez de
14 a lliaiiuos para caiieiro do venda, com
la urgencia, oque llio diz muito e muito
resuello.
-- Precisa-se de urna deleite forra ou ca-
tiva paga-se bem e da se bom tralamenlo
na rua da soledad confronte a padaria.vol-
tando para a rua doManguioho.
O Senhor Francisco JoSo Alvesqueira
m
de cirurgia, ou de partos.
Recebe escravos doentes
para tratar de suas enfermi-
n.
5 voluntes encadernados com
peuco uso; obras completas de
Laf intaine, em francer, tudo por
prcro co nmodo.
Vcndem-se queijos londrinos, prezun-
tos par hambre, litas e frascos com min-
leigi fresca, conservas inglezas, ditas fran-
cezas, latas com bolicbinha lina: na rua da
Cadeia do Kecife n. 3.
Vende-se um escravo, proprio para
qualquor servico, por ser posante e por
pn-co commodo : na rua da Praia n. 30.
Tapetes.
Vendem-so tpeles do melhor gosto pos-
sivel, para lanternas e candieiros da meio
desala, o igualmente pan frascos de chei-
ros, ou outros quaesquer objecto : na rua
dos Quarteis n. 2t, toja de Jos Dias Si-
mOes.
31eias de laa, para padre.
Vendem-se superiores meias de laia, pa-
ra padre, pelo baratissimo preco do 2,000 ra.
o par: na rua doQueitnido o. 16, loja de
miudezas.
Superiores leques.
Vendem-se superiores leques, com ospe-
Iho e plumas, pelo baratissimo proco de
2,800 rs. : na rua do Queimado n. 16, loja
da miudezas.
Ligas de borracha.
Vendem-se ligas de borricha, a 200 ra. o
par: na rua do Queimado n. 16, loja do
miudezas.
Micos caixosde flores.
Vendem-se ricos caixos de llores, a 1,500
rs.; ditos a 800 rs. : na rua do Queimado n.
16, loja de miutezas.
Vende-se a taberna sita na rua da Cit-
Cada em s. Jos n 1, com cmodos para fa-
milia pequea, bom afroguezada, quem a
pretender dirija-se a mesma ou i rua da
Madre de Dos n. 36, e ao comprador se dir
o motivo porque se vende.
-- Vende-se um exceltento escravo criou-
lo, deiJade de 16 annos, muito fiel, nSo lio
lu i'' e sem molestia alguma, oplimo para
qualquer serviso, por preco couimodo :
a tralar na pra;a da Independencia, toja de
chapeos n. 22.
Veodom-so superiores lingois de lu-
meiro, do Rio Grande : na rua da Praii, ar-
mazem n 43.
Vende-se aro/, brinco, a 2,000 rs. a
arroba : ni rua da Ctdeia de S. Antonio n.
13, armazem de farinha.
-- Vende-se a taverna n. 10, da roa do Co-
dorniz, com poucos fundos e muito ifregue-
zada : na rua da Madre de Deus n. 36.
Vende-se um cavallo de ptimos an-
dares, por preco commodo : na Pissageni
da Magdalena, primeiro sobrado passando a
ponte pequcua, ou na rua do Livramento
n. 14
-- Vende-se a laverna, sita na rua das
Cruzes n. 28, ou smente a armac3o della : a
Iralar na mesma.
Vende-se tabaco para fumar, do Cons-
tantinopla, em libras : ni loja do Kourgard.
+&+9MGW99VQ99999&9&9
? Na loja do sobrado amirelio, nos
? qualro Cantos da rua do Queimado 9
? n. 29, vende-- : cortes de calca de
f) nteia casemira, pidrOes modernos
S pelo biratissimo preco do 1:600, o
9 corle;ditos de casemira,as maismo-
9, des a 5,500. ^^^
Aviso ao madamismo.
Na loja de fasendas na rua do Queimado n.
57 vende-sericoscortesdecambraia decores
transparentes de bom gosto a 3,000 rs.,
de6 1/2 e 8 varase de 1 jarda de largura,a
elles antes que se acanem a pecnincha.
gfk Vendem-se seis parelhas de cava!-'
JjrT los do carro, grandes, bonitos o
riiiT -irrr mancos: ha dozo pirelhas
para escolhcra vontado ; dous cavallos do
cabrioletbonso grandes; um carro muito
ommodo para familia, tudo por preco com-
modo : na rua Nova, n. 61.
Oh 11ue barateza !
Na rua Nova, n. 8, loja de Jos Joaquim
Moreira & compinhia, vendem-se luvis de
pellica muito ficscaos e novas, brancas a do
cor, para homcu e senhora pelo diminuto
preco do 900 rs. o par; ditas do fio de Escu-
ela com um toquesinho de mofo por 320 rs.
o par ; espartilhos para senhora, o que tem
apparccido de melhor neste genero, por
6/000 ; um resto de sapatos de marroquitn
preto, ps pequeos, a 1000 rs. ; lencmhos
de rededo melhor gosto possivel, a .1800,
rs; ditos de seda, a 720 ; golinhas de cam-
braia, a 1000 rs ; luvas de lorcal.a 1000 rs.
plumas brancas que muito servem pin lout
css e chipcoszinhos de menino.a 500 rs; a-
outns mullas fazendas de gosto e qualida-
do que na mesma loja ae veuderSo por ba-
ratsimos precos.
datles.ou fizer qualquer ope-
% racao, por preco commodo. y,
t -'- c ".: fv;- ; m -:.
Compras.
annunciar sua morada para ser procurado.' pratica ou sem ella, anda mesmo dos
--Os senhores que teem levado por em-cnegados ullimamenlo ; em b. Amaro atrs
preslimo desta Typographia : alguns volu- d fund^So doSHrr,jeuda nova. ,
mes dco\\ec<;3o aos Diarios de Pernambuco,'LiOlerib de N. S. do Livramento.'
queiram manda-Ios restituir I y0 Aterrada Boa Vista lujado calcado, n.
-- Offerece-se um rapaz porluguez de 18 58 vende-se os muitos afortunados, bilhe-
annos de idade, chegado ltimamente, para tes meios, quartos, quintos, decimos, e vi-
caixeiro de venda, pidiria ou armazom de aeajmosda lotera de N. S. do Livramento;
carniisecoa: quem precisar dirija-se ao au0 COrro impreterivelmente no dia 30 do
aterro da Boa-V.sti n 14. oriente mez.
Francisco Antonio da Silva Thenorio, Nn Pnn Piililirn n *
tem absrto a sua cocheira ni rui di Pal- 1>0 rfstse"> l at>HCD n. J.
mi, onde tem bons cavallos e arreios de a-1 Na mesma fabnca coneartam-se e cobre-
luguel, assim como recebe cavallos pan se- se qnilquer armar;ao servida lano de panno
rem tratados por mez ou dias, prometiendo como de ,9I"> e tuuo l88 com n,alor:da, e tambem servo o segundo volume:
bom iralamento. lasseioe promptidao; desojamos quu os no- i quem liver e a quizer vender, pode iraoiy-
Pede-se 10 Sr. Jos Joaquim Barrozo bres hibitintea concorram para este esta- 'CBU, a tratar com Jo3o Urbino do Oliveira.
caso exisla nesla prici, ou quem souber belecimento. i Compra-se um correntio grosso, de
da sua residencia, que o declare que por| Inetrneeln ourodele., que tenha v'n,eol!a"srl"unmials
esta folha, porque ni rui da Cadeia n. 39,! IDSlTUCaO. [sem fetio : na praca da independencia ,
selnodesej fallir seu negocio. r Urna pessoa que aobre ter o corso com- loj n^l*.
Precisi-so ilugar umi cisa no bairro piolo de preparalorios possue urna condula
da Boa-Vista, que seja em umi das pnn- civil e moral isempta de meada, propOe-sa
cipiesruas; quema tiverdirija-se a rua da a darliccOeapor oasis particulares de ler,
Cruz, ao Recite, casa de Crocco &. C. escrever e contar correctamente, de lingoa
Conrpra-se em segunda m3o Signops
pelo general Abreu o Lima na livraria do
pateo do collegio n. 6,
Compra-se urna obra de historia Eccle-
siastica, traduzida por Borli, quo seja usa-
) ii. i*. .
-- Compnm-se escrivos e vendem-se ue
oommisaao, pin deutro a fri di provio-
na rua da Cacimba, sobrado o. II, 00-
orotro Sr. vigario do Recife.
Novos corles de chita
9 Na loja do sobrado amarollo, nos
9 quitro Cintos da ruido Queimado n. V
A 2, tem pin vonder um novo sorti- 0
9 ment do cortes de cinta com 12 co- 9
O vados (em um s pedaco) de padrOes
? escuros muito modernos deseohos, i
0 2/ o corle, assim como se vendo por
% lodo o prego, o asante dos cortos de
m pedicos que se vendiim a 1:800es/,
1 tendo aindi porcSo par seoscolhe^
mitisos de cirro e um moleque crioulo de
14 a 15 innus. .
_ Vende-se um piano ja usado, por m-
dico preco : a Intar na rua da Cadeia Ve-
-- a r'ui do Hospicio n. 14, vende-se um
civallo de boas carnes e muito bom es-
quipador,
Vende-so urna porjao de aebolis d
trra, proprlis para soinoute ; no Caos do
Rimos n. 2.
i


y
Casi de comruissao de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
se de commissao, tanto para a pro-
vincia como para fra della, para
o tjue st olferece muitas garantas
a sena dorios; na ra da Cacimba
n. li, primeiro andar.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
doKecife n. ia, ha muito supe-
rior cal de Lisboa, empedra, as-
sim como potassa chegada ultima-
mente, a precos muilo rasoaveis.
Deposito da fabrica, de Todos os
Santos na Babia;
ca de muito boa qualidade, e re-
centemente chegada de Santa Ca-
tharina no patacho NovaLnz: tra-
ta-se a bordo do mesmo em frente
do caes do Ramo,', ou na ra do
Trapiche n. 5.
AGENCIA
da fundicSo Low-Moor.
RL'AaJPA SENZALLA NOVA N. 42.
Neste estabeleeimento conti-
na a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias nioen-
das para engenho, machinas de
vapor, e taixas de ferro batido e
coado, de todos os tamanhos, pa-
ra dito.
Vende-se
4
12 do corrente : trata-se no mesmt arma-, mesmo
zem, ou com Novaes de Companhia, naruajda Cruz
/
Vende-se, em caga dsN. O. Bieber&C.,
na ra da Cruz n. A, algodSo transado da-
qoetla fabrica, muito propno para saceos da
assucir e roupa de escravos. porprecocom-l Fio de diversas cores, para sa-
pateiro.
Linhas
Para as escolas.
Vende-se no pateo do Collegio, loja do
litro azul t lynopsis do general Abreu e Li-
ma, ltimamente adoptada peloKxm. presi-
ileaten provincia como compendio de lei-
tura e historia do Brasil as escolas prima-
rias da provincia.
Preco em brochura 2,560
Kncadernada 3,200
Vendem-se os seguintes gneros de su-
perior qualidade muito em cont, queijos
londrinos frescaes ditos de prato prizun-
toapara fiambre, ditos baoiborguezes, di-
tos portuguezes melgaso para panella. latas
cosa bolacha de Lisboa, ditas com chocolate
ds caoella de Lisboa, frascos com conservas
nglstis,hcela e caizinhas muilo asseiadas
com massas linas para sopa, (erraras de vi-
nbo muscatei,de situbal, ditas com dito fei-
toria do porto, ditas com dito de carcavel-
los branco,ditas com dito de colares: oa ra
da Cruz numero 46 defronte do Sr. Dr. Cos-
me de S Pereira.
Atiene to.
Vende-se orna machina completa, nova e
muito superior, da forca de quatro cavailos,
alta prselo, com a sus competente moen-
dadeassucar, por preco barato. Adverte-se
que veode-se a machina junto ou sem a
inoenda : dirija-so em casa de Admson 11o-
wle & Companbia : no trapiche novo no Re-
cito n. 43.
Vende-se cola do ttio Gran-
de, em barricas e por preco com-
modo : na ra do Vigario n. 19,
segundo andar, escriptorio de Ma-
chado & Pinheiro.
Cimento superior, o melhor que tem
vindoa este mercado, vendo-se no arma-
zem de Vicente Ferreira da Costa, ra da
aladre Deas, por prego mais barato que em
outra qualquer parte, tendo-se em atteoco
s porcOes.
Vendem-se velas de espermscete, em
caizas, de superior qualidade : em casa de
J. Keller & Companbia: na roa da Cruz nu-
mero 55.
-- Vendem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa c no Rio de
100 libras
do Trapiche n. 31.
. Vendem-se barris com breu
em lotes a vontade do comprador.-
na ra do Trapiche n. 36, cm ca-
sa de Matheus Austin & Compa-
nliia. ,
CertOes de visitas.
Vendem-se car toes de visi'as
com o nome do comprador em le-
tras brancas em alto relevo pelo
ultimo gosto de Pariz, a 1,000 rs.
a duzia : no pateo do Collegio,
casa do livro azul.
Batatas novas rancezas.
Vendem-se gigos com 16 a 18 libras de
batatas novas e de superior qualidade a'
610 rs.: no caes da alfandega, defronte das
escadinhas, armazem deGoveia & Dias
DKVEHES DOS HOMENS,
""" a 5oo rs.
__ .. B,. ,., ,,,,,, loa, ricas imsgens vinuas uo Lisboa bemco-
lorna .quaui pretender ambos, oufmoseja S-loioBaptisle, S.Antonlo.S. Fran-
um s, denja-so ao Reeife, na ra cisco,*. Dealo.S. Benodito, 8. Margatida,
H..______......,_,........ E(lgeflt.,S.Aguid.,8 LuziaeN.S.. Coa-
-- Continuase a vander a admiravel agoa,
ara fazor os cabello* e sulsfas prelos: na
roa doQueimado n. 31.
- Vende-se caixis de chifre para rap
viodas do Aracaty multo bom feitas, e por
commodo preco na ra larga do Rozarlo a.
aoWojajto miudesas
W=HVWtMMNMI I
Gantois Pailhet & Companhia
' Conlinua-se a vender no deposito -
geral da ra da Cruz n. 59, o ezcel-
'- *
I
Vende-se este compendio aprovado para
as aulas, em meia encadernaflo, a 500 rs.p
cada um : na livraria n. 6 e 8, da praca n,
Independencia.
Vcndc-se hum escravo ptimo para quel-
brancas e de diversas
cores.
Tinta de oleo de varias cores.
Cha preto e verde, de Inglater-
ra, superior.
Velas de esperinacete.
Panno de algodao, para saceos. 'g;Srtn^d,,6P^'t,, d C'mP:" '"
Todo da melhor qualidade e No armazem da ra da Moda n. 15. ven-
muito em conta : em casa de A- le-" continuadamente superior cal de Lis-
j vi o f l- D0* D0V* j* Ihor possivel e por menos
dainson llowic ce Companhia, na Ipreoqae om qualquer parte.
ra do Trapiche Novo n. !\i. A a$5oo
#090999909990S9O9A94 i Na ra doQueimado defronte do beco
# Vendem-se boticas homceopathicas, >.< do Peixe Frito, loja n. 3 vendem-se chapeos
m grandes e pequonas.com os seus com- 4 de massa francezes fines pelo baralissimo
m ptenles livros: na ra do Crespo, preco de 2^500 res cada um, sio rocoui-
9 loja amarella o. 4. 9 meudaveis nos por serem aherios a la-
t99199#lf4i$$$9<*jl ere como por seren do forma igrad.iv.-i.
Deposito de cal e potassa. Vende-se oleo em botijas,
Cunhe&Amorim, vendem barris com cal chegado prximo da Hollanda da
em podra, chegada polo ultimo navio de J, ,' .
Lisboa ; ditos com potassa de boa qualida- P,lra Unnaca : atraz do llieatro,
de: e sem exageracao deciaram, que ven- armazem de taboas de pinho as
e
Antigo deposito de cal
Janeiro, em caixas de
sortidas, de 1 a 16 em libra, e tam-
bem de um s tama 11 lio, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se no escripto-
rio de Machado & Pinheiro, na
ra do Vigario n. 19, segundo
andar.
Tecido de algodao trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na ra da Cadeia n. 5a,
vendem-se por atacado duas qualidade*
proprias para saceos de assucar e roupa de I
escravos.
Din casa de J. Keller S Com-1
panliia, na ruada Cruz n. 55, scha-se a ven-
da oexcelleolo e superior rin/io tle Bu-
tullan, om barris de 5.', he muito recom-
mendavel as casas estraogeiras, como en-
cllenlo vinho para pasto.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambo de sicupira e bracos
de ferro ; na fundicSo da ra do
Brum ns. 6, 8 e io.
Vendem-se amarras de ferro: na ra
de Senzaiia nova n. 43.
Moinios de vento
oom bombas de repuebo para regar hortas
d baixas decapim : vendem-se na fundifSo
de Bowman & Me. Callum, na ra do Brum
os. 6.8 e 10.
Vende-so gesso em barricas, vindu no
ultimo navio chegado de Franca, tendo ca-
da barrica 20 arrobas pouco mais ou me-
nos : na ra da Cruz n. 55, casa de 1. Kel-
ler & Companhia.
Bombas de ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do firum ns. 6, 8 e io,
fundicSo de (erro.
Vende-se superior cognac velho, em
barris de 13 a 34 caadas : na ra da Cruz
n. 55, casa de J. Keller & Companhia.
Vinho de Champagne,
e superior qualidade : veode-se no arma-
era Kalkmanu Irmios Ra da Cruz, n. 10
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra dos Torres, armazem n.
ia, ha muito superior cal nova em
pedias chegada, ltimamente de
Liboa.
Vonde-ae a mor parle de um grande
predio de tre* andares, e sotSo com trapei-
ras, com duas frentes guarnecidas de varan-
daa de ferro novas, o edificado moderna
com toda a solidez eperfeifSo, cito na me-
lhor ra do bairrode S. Antonio desta cida-
de, e cujos rendimenlos produsem avullado
joro : os pretendentes dirijam-se ao Corre-
tor Oliveira.
Cal virgem em pedra
Chegada recentemente de Lisboa, em anco-
ras muito bem accondtfb^nadas, e porprefo
commodo ; no armazem de Silva Barroca,
na ra do Trapiche n. 19.
Pechincba para os alfuiates que
dinheiro.
dem por menos preco do quoem outra qual-
quer parte: na ra da Cadeia do Reeife n. ,Mm como amcas com Cimento
50, ou no boceo do Monteiro, mij.i .la t>. tamljcm se vende as tinas.
Por 800,7000
Vende-se um terreno com 53 palmos
Vltpcill. ido frente, e fundos desde a ra d'Aurora
Kt j t i i ate ra do Hospicio; na praca da Iodepen-
Na ra do. .trapiche, n. 17, ha dencia, n. 17.
muito superior cal nova cm pedra, l'or SOOtfOOO
chegada ltimamente de Lisboa; vende-se um bom escravo robusto, ain-
na barca Lieeira. ,d* "Ovo. sem vicios; na ra larga do Roza-
., ... .rio, padaria n. 48, sedir com quen sedeve
Vende-se saccas com leijSo jtratar.
molatinbo, de superior qualidades Feclliliclia a 160 l'S.
e prximamente chegado do lo \a na do Crespo n. 14, loja de
de Janeiro: no caes da Alfande- jos Francisco Dias.
ga, armazem grande defronle da 1 Vendem-se finissimas chitos pelas de
rampa. Ilustro a 160 rs. o covado, ditas francezas
' ... ., largas de novos padrOes, imitando cassss a
Agencia tle EidWlH JUaw. 240rs. o covado, ditos superiores, pannos
Na ra De Apollo n. (i, armazem de Me Cal- cor de vinho e de caf de miudinhos pa-
inniiiv Companhia, acha-se consianlememe Idrdes, lindos desenhos a 200 rs. o covado,
cortes de cambraia pintados de cores com
6 varas e nioia a 2,2(0 rs. o corte, cassas
! pretas a 210 rs. o covado, riquissimos cortos
jdeveslidos de barra com riquissimos pa-
drcVs a 5,5C0 rs. o corle, brim trancado cor
bons aortimentos de taina de fer balido, lanto rasa como fundas, moendas lu-
stras lodaa de ferro para animaea, agoa, ele ,
dilas para armar cm madeira de todos os ta-
manhos e modellos o mais moderno, machina
hurisuni.il para vapor, com forjado 4 cavai-
los, coucos, passadeiras de ferro cslanhado
para casa de pulgar, por menos preco que oz
de cobre, escovens para navios, ferro ingles
tanto cm barras como cm arcos folhas, e tudo
por barain;|.r.-.;o.
Vende-se
Arroz de casca,
Farello novo,
Cha preto,
Chumbo de municSo,
Cimento,
vende-se tudo por presos commodos : no
armazem de J. J. Tasso Jnior, na ra do
Amorim n. 35.
Farinha de mandioca.
A mais nova e mais barata farinha de
mandioca que ha no mercado, vende-so na
de ganga e escuro com urna lisia miudinha
a 1,000 rs. o corte, superiores lenco-s de se-
da de cores de ricos gostos a 2,000, biim de
linho amarello muito incorpado que parece
lona com lisias miu las a 1,800 rs. o corte,
assim como nutras muitas fazendas pelo ba-
rato preco de agradarem aos Srs. compra-
dores.
Acudaofregueses ao barato. !
Na ra do Cabug n. 12 loja de Francisco
lintee bem conceituado rapo arela
preta da fabrica de Gantois Pailhet &
Companhia da Babia, em grandes e
pequelas porcOes pelo preco eslabe-
lecido. m
'1mmmmm:mmwmmmmmwm
-- Continua-se a vender diversas pecas de
ouro e prala sem feitio ; assim como um re-
logio de ouro, patente inglez, novo ; eoutro
suisao para senhora, por menos de seu valor:
na ra da Cadeia, loja de fazondas, n. 41
Kap Paulo Coideiro
vende-se na loja de Cunha & Amorim, oa
ra da Cadeia do Recife.n. 30, este superior
rape, em boles e meios ditos, recentemente
negado, por proco commomdo.
Verdadeira pechincba!
a 6^ rs. o corte.
Na ra do Queimado loja n. 17,'aop da
botica, vendem-se corles de cazimira preta
fina pelo baralissimo prego de 6,000 rs. cada
um.
No aterro da Boa-Vista loja n. 18,
defronte do tribunal do cora-
mercio,
Vcodem-se cortes de brim de puro linho,
de cores de ganga, amarello, rocho, preto, e
azul, pelo baralissimo p/eco de qualro pa-
tacas o corte, e urna porcSo de veludo de di-
versas cores, muito barata fazenda, propria
para vistuarios theatraes.
A 1,000 res o par.
Vendem-ie sapatdes do Aracaty, com
orelhas, obra boa, a 1,000 reis o par: no
Aterro da Boa Vista, loja de calcados, n. 58
junto ao selleiro.
Novellas a 500 rs., o vo-
lunte encadernado.
Na livraria do pateo do Collegio
n. G de .1. da Costi Dourado,
vendem-se Viagens de Culliver a varios pai-
zes rcmotos,'4volumes;l). Baymundode A-
guiar, ou frades l'erloguSHi), 2 voluntes ;
Novellas Scletas de i. Boccscio, 2 voluntes
D. Queizoto, 8 volumes ; Novellas e contos ,
2 volumes : historia de GusmSod'Alfarache,
2 volumes ; KodSo Amoroso, ou aventuras
deste famoso paladino, Cabana da India,
1 volume ; Joaquina e Rosa, i volume;0
Renegado, 3 volumes, Marco Aurelio, 1 vo-
lume ; Barbarinsks, ou os Bandoleiros do
Castello de Wissegrado, 3 volumes ; Cons-
tancia 1 volume ; Os recreios de Eugenia, I
volume, O Bandoleiro dos Apeninos, I volu-
me ; Viagem do TrislSo da Cunha 1 volu-
me ; O Pacaro azul.l volume; Aventuras de
Robinson Cruso, 6 volumes : OSepulchro,
novella escrita em ingleza por Anna Rade-
liffe, iraduc;lo Portugueza, 3 volumes : vida
e aventuras facecias, pachuchadas e traves-
suras, 2 volumes; Oote de Suzaninha ou
a historia de Madama deSonneterre.contada
pela a mesma 2 volumes; I). Joo da Falper-
ra.ouas venturas de um calibre e personagem
escrita por elle mesmo, 1 volume ; Contos
das fadas. IraduccSo l'ortugueza, adornada
com lOestampas finas, 1 volume ; Aventuras
e astucias de Lazarinho de Tomnez, 2 volu-
mes ; Itanoko, ou o negro, como poucos
brancos,3 volumes ; A Mirquesa de Ganges,
2 volumes, historia jocosa do Celebrado
pae-pie cognominado o Garganta l'ortu-
gueza, 1 volume : Audelina e Mauricio ou o
franjas do bolotas brancas o de cores de
muilo Ii.i.ii ;:u-in,i.rn|ii nis para cortinados,
a 5,000 rs.. a peca, luvas de pelica para se-
nhora muito novas a i.nuti rs., o par, ditas
de dilas bordadas, e com requilifes a 2,000
rs., ditas de dita pretas para homem a 1,440
ra da"c7uzdoRocife,"a7mazcm"n7l3~ de >s.|,o par, meias de linho a 3,500 rs., a du-
Antonio SimOcs. vende-se papel de pezo |c*sameoto e o amoravonlura contompora-
2/000 rs. a resma; cartas francesas muitoj"6 2 volumos ; Loonel Lincoln, ou cerco
linai a 7,20i) rs. a duzia e 640 rs. o baralho ; da ttoton, 4 volumos ; Chrislina do Staivil-
____l__ L_l ... L. :... .... ntT........ .1. Ii... ... __i ~ 1-_____M- n
Joo Carlos Augusto da Silva.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vcndc-se este compendio, approvado para
as aulas de primeiras luirs, a 480 rs.: na
praca da Independencia, livraria n. 6 e8.
fa^'lA itl % S <'' S SB WS ^ Algotlo pitra Haceos. #,
H Vende-se muilo bom algodSo para Q
tS saceos de assucar, por preco commo- ?
4 do: em casa de Ricardo Royle, na
; ruada Cadeian. 37. fc'
999tt#9:t(t#C9M:9t9C9O0
Farinha de mandioca.
No armazem do Antonio Aunes Jacome
Ciros, no caes da Alfandega vende-se fari-
nha de mandioca em saccas, sendo de opti- i
ma qualidade e por preco o mais commodo
do mercado.
Vendem-se relogios de ou-
ro eprata, patente inglez : na ra
da Senzaiia Nova n. 42-
Moentlax superiores.
Na fundic.u de C. Starr & Companhia,
em s.-Amaro, acham-se venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
construccSo muito superior
Taixas para engenlio.
Na fundicllo de ferro da ra do Brum,
acaba-se de receber um completo sortlmcn-
lo de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaas acham-se a venda por proco com-
modo, e com promptido embarcam-se, ou
carregam-se em carros sem despoza* ao
comprador.
Arados de ferro.
N* fundicSo da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
delos.
Vende-se urna negra propria para o ser-
vico de quarquer caza de familia por saber
bem cozinhar na ra de Agas Verdes n. 62
sedir quen vende.
zia, babados de panno de huno com palmo
de largura a 180 rs,, tinta ingleza 1-20 rs o
boio, linhas carritcl brancas 100 jardas 320
'rs a duzia. ditas de dito 200 jardas a 880 rs.,
do melhor autor; novellos de linhas do co-
res 1,280 rs., a Ib.; ditas de dita branca de
.varios ns muito barato ; bicos de varias
largurasede palmo sendo muito finoa 1,000
rs., a vara, meias para homem a 140 rs., o
par, caizas de colzete 800 rs., a duzia ecai-
xa a 80 rs suspensorios lila 140 rs., ditos
de burracha a 300 rs., o par requififes do
cores 160 rs. a vara botOes caiga 200 rs. a
Igrosa ; caixas agulhas francesas a 280 rs e
a papel 60 rs, e outra? mais miudezas, maia
. barato do que om outra parle, pois he para
acabar.
Pra(a da Independencia n. 17. 9
I Vende-so gal3o de ouro eprata de %
) suporior qualidade tanto para devisas ?
1 como para bonete c chapeos do pa- ?
i gcui na mesma loja se vende toda a
qualidade de uniformes militares :tu- 4
do por prego mais commodo do que @
em outra parte. a)
J
Fara pagens
Vendem-se chapeos envernisados, A
galOes de ouioeprata. e bolOes de {
metal branco e amarello, tudo da 0
melhor qualidade : na loja de sir- fc
guelra, no paleo da matriz de Santo M
_ Antonio. 9
#>#?>#
e 3,5oo, o par.
No atierro da Boa-Vista loja de calca )o n.
58, junto ao seleiro vende-so sapates de
lustro obra boa por 2.500, 3,000, rs. e 3,500
o par, sapalOe* do aracati para meninos a
i'soors. o par, sapalosde marroquim para
i
quizerem ganhar diniieiro, e
pessoas particulares, que gostam
do bom e barato. i sepliora, feTto no paiz obra bem feta, assim
Vendem-se na ra do Crespo, loja da es- coW de lustro, o niarroquim para meninas
quina quevolta para a Cadeia, pannos finos at 10 annos, e maissortimcnto de oreado
de lodasas core* da melhor qualidade pos- por preco commodo.
ivel, o multo baratos por terem um peque-[ Deposito de cal virgem.
no toque de averia. | ,\0 armazem de Llis Fo.roira, no cae*^
Vende-se farinha de mandio-'alfaudega, vendem-se barris coB^eaJH^
Luvas de peiiea branca,
frescas para Sra.,dilas para homem esapatos
de selim branco, Icnsos do cambraia de li-
nho bordados sapatdes de lustro para ho-
mem ; toda eBta fazenda he propria para
o baile do dia 1 deoutubro que vende-se a
dinheiro a vista na ra Nova loja n. 2 A Co-
lombiez.
Milita attencao.
ptimos chales escocezes, proprios para o
invern, por serem do dous foitios, rousa
nunca vista, leudo quaturze gustos, de pa-
drees oscuros e claros, pelo preco diminu-
to de 2,000 rs. cada um, bem como um p-
timo sorlioieulu de fazendas de primeira
qualidade, proprias para negocio por serem
u mais baratas possivel : no armazem de
fazendas de Goveia & Leite, na ra do Uuoi-
mado n. 27.
As ultimas modas de Fariz.
Na casa de modas dendame Millochau,
ha para bailes, ticos turbantes e toucados
vestidos de garfa, Dores e luvas, ebegados
pelo ultimo navio.
Vendem-se meios bilhetes da
lotera do livramento, que corre
no dia 3o do corrente, infalivel-
mente : na esquina da ra do Ca-
bug, lojt n. ii junto a botica do
Sr. JoSo Moreira.
Aviso ao publico.
Na botica da ra do Collegio, n. 18, de
i'eizolo & Pinlo, he onde se vandeo as ver-
daderas piiulaa para bobas, cravoi seceos,
e dorts venerias, e gonorrheas crnicas, cu-
jos bons cffeitos confessao todos que tem fei-
to uso dellas : composif&o do pharmacculi-
03, Sebtstifio Jo c de Oliveira Macado.
le ou os effeilos da boa ou m educac3o,2
volumes ; Num Prompillo, segundo Rei do
Roma, 2 volumes ; armas -ns dos mouiuos,
ou principo querido, 2 vnlumes.
Aos 20:000,000 rs.
Acaba de chegar do Rio de Janeiro pelo
vapor Tay loja da ra do Queimado n. 37
A de Antonio Jos Rodrigues de Souza J-
nior, os hillietes, meios, quarlos, oitavos e
vigosimos da segunda loteria do Rio de Ja-
neiro a beneficio do hospital de can lado de
Santa Catharina, cuja lisia chega no primoi-
ro vapor, os quaos se vendem pelos baratis-
simos precos abaiio, e tamex. so trocaoi
por buhlos premiados do Rio e do Livra-
mento.
Bilhetes 22,000
Meios 11,000
Quaitos 5,500
Oilavos 2,800
_ Vigsimos 1,300
- Vendem-se na ra da Ma-
dre de Dos barricas com farinha
SSSF primeira e segunda qualida-
de., ditas de dita fontana tambem
de primeira e terceira qualidade, e
ditas dita galega, todas das melho-
res qualidades que ha no mercado :
a tratar com Joaquim da Silva
Lopes. 1
Vende-so urna taberna com pouco fun-
do nbenialreguczada: na ra de dorias n. 52,
ou no paleo do Carmo n. 13.
Vende-se um sitio na Cruz das Almas
no fim da estrada dos Afilictos que volta pa-
ra a da Agoa-fria, murado por ambos os la-
dos, com poni de ferro, casa sofrivel, ca-
cimba com bomba de farro e dous tanques,
latada de parreiras com forquilhas de ferro
boa baiza para capim, o arvoros novas de
diverass frutas que j produzem : os pre-
tendentes procurem na ra do Mond6go,
casa terrea n. 83.
Cimento novo da melhor qualidade,
vende Jos Antonio de Araujo, por conla de
quem perlencor, por preco muito mdico.
Vende-se urna empalmada com ar-
macSo de ferro para duas portas, muito em
conta em S. Amaro atrs da fundicSo do
Starr, venda nova.
ceicio
Exposico de calugas.
Na ra do Queimado n. 16 loja de miude-
zas tem para se vender por menos prcf o
do que em outra qualquer parle caluogas
para so ter sobre meza e tambem para en-
feitsr presepes;a vista faz t.
Ricas bollas para sustor papel.
Na ra do Queimado n. 16 loja de miude-
zas vende-se ricas bollas de suster papel para
se ornar mesinhas; aliam;a-3e que sio boni-
A REVISTA.
Peridico literario e recreiallvo.
Saino hoje o 3. n. acba-ae a venda na pra-
Ca da independencia loja de encodernaedo n.
18. e na livraria do Sr. Dourado,no Piteo do
Colegio.
Vende-se urna negra crioula de 15 an-
nos, sem vicio, cozioha muito bem, cose
toda a qualidade de custura.ofaz lavarinlo
o marca; ludo com muita perfeiclo: na ra
da Praia, n. 46.
Dinheiro avista.
Vende-se o resto das fazendas da loja da
ra do Crespo, n.9, pelos diminutos precos
seguintes: cortes de fustSo de cor, 320rs;
luvas de seda para senhora, a 80 e 160rs. ;
pecas de ctssa, de quadros, a 3:400 rs,
damasco do laS de diversas cores, a 800 r*.
o covado ; urna peca de fazenda detSa e se-
da par* habito de 3. Franciscano; cazemira
encarnada e verde muito lina, a 1 600 rs. o
covado ; minn branco muilo superior.;
pnnceza preta muito fina, 720 rs o covado;
Iranklim fino preto, a O rs. o covado ;
cortes de casemira de cores finas, a 4.000 ;
casemiras de cores para colletes, a 320 rs o
covado; cortes de gorgurlto de teda para
colletes, a 1,000; chapeos de massa fraoezes
bons, a 5,000 ; brins do linho de cores os
mais superiores quecostumSo haver.a 1,280
rs a vara; tarla branco, cor de roza e rouxo
sem deroilo, a 400 rs. o covado; velludo
preto o verde; panno prelo ecass'mirag di-
las; solim preto fino, e muitas outras fazen-
uas, bem como urna porcio de botOes de
masa, seda, o metal brancos e amarlos,
sen uo os de massa proprios para fardas de
cacadores, o que tudo se vende muito bara-
to para so acabar com o estabeleeimento.
vende-se duas moradas de casas terreas
taipa, com torreno proprio, novas, am-
oas ladrilhadas, urna com um quarlo e duas
salas, outra com Ires quarlos duas salas
ecozmha, sao bastantes frescas para quem
quizar passar a fesla, no caminho novo da
Solidado, por preco commodo: na ra das
Cinco-Puntas, n. 15.
Kicos cor/es de Cambraia
de barra brancos, e de
cor com oqup d'i va-
ria, a 2,560 e 4000
Vendem-se reos cortos de cambraia de
barra, brancas, e de cores, com toque d'a-
vana, a 2,560, e 4,000: na ra do Crespo loja
da esquina que vira para a cadeia.
Vendem-se 11 escravos, sendo um mole-
quo cnoulo, de idade 12 a li annos; 3 es-
cravas mocas, de bonitas figuras, que enten-
dem do servio de campo; 3 mulatos de bo-
nitas figuras; urna cabrinha de idade 15 a 16
nnos; 3 escravos de todo o servico; e um
preto canoeiro, de idade quarenta annos:
na ra ireita, n. 3.
-- Vendem se 400 palmos de frente de ter-
renos com 280de fundo, pertencenle ao si-
tio n. 57 naeslrada doManguinho, anda
mesmo em fraeces de 30 palmos ; assim
lamboin 3 vacas muito boas de leite, sendo
5 sem cria e urna com bozerroja grande: a
Pilar no mesmo sitio, ou no Aterro de Boa
vista n. 17, primeiro anlar. No m?smo so-
Brado aluga-so ata moleque para todo o
sorvico de urna casa por preco commodo.
itna do Crespo n. 5.
* Vendem-se chales de lia grandes e gos-
tos novos, pelos precos de 1,000 e 1,600 rs ;
brins de linho escuros, 1,000 rs. o cor-
le ; chpeos de chile a 4, 6 e 8000 rs. peque-
os; chitas, de i20 a 240 rs. o covido, e 4500
rs. a poca ; lencos de cambraia com bico,
280, lencos de seda para gravita a 480.
Coentro Novo.
Vende-se sement de coentro muito
novo, a garrafa pelo mdico preco de 200 rs:
no lloco-largo, padaria n. 100, de Joaquim
de Souza Pinto.
Meias ernas inglezas
Vendem-se meias d'algodSo Dar homem,
finas e sem costura; na ra do Trapiche No-
vo, n. 18, escriptorio de Eduardo H Wyalt.
Pentcsde marrafa
Vendem-se penlos de chifre, muito bam
polidos, imitando tartaruga; oa ra do Tra-
piche Novo, n. 17 escriptorio de Eduardo H.
Wyatt.
Para baile.
Vende-se modernos chapeos de pasta pi-
ra bailos; por proco commodo : na Praca da
Independencia ns. 24, 26, 28 e 30.
Calcados a 2.S0O e 3,000.
No atearo da Boa-Vista, de-
fronte da boueca.
Chegounovo sortimento de sapates de
couro de lustro para homem dos melhores
que temvmdodoAracity a 2,500 rs., ditos
da Baha a 3,000 rs., ditos de couro brinco
a 800 o 1,000 rs., ditos do orelha a 1,000 rs.,
assim como um complaio sortimento do
calcado francez de lodasas qualidades,Un-
to para homem como para senhora o meni-
nos, cortes de tapete delSa e algo 1.1o, pa-
dres mui lindos a 480 rs., o que tudo ven-
de barato, afim de se apurar dinheiro.
naa, panno lino preto superior Bm^
mOjMtimjr.to bom, e.Vemir&.
;i
curtw de coleto do aelin borffi* K
eotfMde cham.lote p.r, .3.1' "o
braiade seda pin vestidos.
!* ItatVanfinal ana aa _^___
W vestido,
> eam.
" tus 5
cn ^il-
las fazandas pocommodo preco
Aviso aos fufantes de bom entl,
NoUrgodeNo... A-nhor. doTefe?1?'
bnci_do charutos n. u, ,C,D, d'"W. f.
vindoa
um rico sortimento
i qual
isso fazemos selente ao respoit1Vai n!,,'f?0'
para que bijam de comparecer ZiT
o* pois vende-se tanto* relalho comVIL""
mo em porcio de caizas, e Umbem h..'"
muito bom rap meuro, tudo nVr r "
menos preco do que em outra quluul,T!'1111
te, o* quae* lio o que vio abilzo *"i
Sonadores. S. Feliza f.m *
Regalos de llavana. A vista rlz fe, **
Socialistaa. > Quem fuanth..
Depuudos. CaUBor. b,r'
A experiencia provar. Superfino
Regalos. Rcgalia. '
Ullimo gosto. Bom goslo
S3S,uT,T- XX*-"*
Vende-*e tudo isto mais m com. a
queem outra qualquer parte, vistos*
donos quererero acabar. "seus
-- Vende-se urna preta moca som .-.^
algum, propria para o servico de camoo
bonita
n. 30,
figura:" no.argo'do-La^
--' Vende-se cimento preto romano a
muitosuperior quilidado; verdideiro ,
de mili: tudo por preco muito comomodT
ni ra d< Cruz, n. 4. "0:
- Vende-se umi boa propriedide de ciu.
terreas ni rui Velhi do burro da Boa \i
n. 35:itratirniruidoV.gario,o 4 '
- Vendem-se 3 escrm* propriis pm ,.
do o servico, Unto de casi, como de ra T,
catarem a isto acostumadas e sram da GI
conduela : na rui do Fogo n. 23.
Carne de vacca, muito gorda, ni
ra doTrapicbe, casa de A. Si.
colli n. 38.
Dehojeemdi.nie, ichario oa freguez.,
do annunciante, e quem goitar d, 2
gorda, todos os di.*, exceptuando ,?
tas feras, carne de vacca a dose p.utcu.
anoba, e di escolbi e vontade dos com
pradore.

CassasecinbTai^asbaratas ^
Na loja do sobrado imarello, nos S
quatro Cintos di ra do Queimado o Z
29, vende-se coi tes de casta decores Z
de cor aberta* imitando fil a 3u. S
S ditos de fil de core., f.zend. mu S
que ja ae venden 2/a v.r,.., f
vondo-se_a_4:/cada corte com 6 viras. I
I
Vende-se, por preco com-
modo os seguintss movis : i
sof, 18 cadeiras, i mesa de meio
de sala, i jogo de bancas e i con,
moda, tudo de jicarand e com
pouco uso : a tratar no aterro da
Boa Vista n. 63.
-- Nirua das Cruzes n. 32, segundo an-
dar, vendem-se 3 escravo* de naci, sendo
umdelles cozinheiro e ganhador de ra;
I escrava de naci, que engoman, cose, c
zinh. e lava ; i diti de meia idide, muito
forte par* servir urna casa.
Escravos fgidos.
Pezos para por sobre
papis.
Vendem-se lindissimos pezos para por so
bre papis, fazendas que ainda da Franc*
nio tem vindo igual, pelo baralissimo pre-
co de 8,500 rs. .- na ra do Queimado loja
de miudezas do barateiro juulo a loja de
cera n. 33.
:- Vendem-se 17 pares de ancora* de mi- ,,
pciradepip*, a 3,000: na ra da Penha.n. 4i mesmo para outra qualquer cousa a que o*
.Superiores leUlie.S. quelram ppliear :_etesbalius teemchave, e
Luvas de pellica
ba ratas,
Vendem-se luvas de pellica, tanto para
nomem como para senhora, polo baralis-
simo preco de 800 rs. o par; estas luvas
sio muilo novas o de superior qualidade,
vendem-se por este preco, por que ""m-
prou-so urna grande porcio: ni ra do
yueimado, loja do miudezas do bsriteiro,
junio a loja do cera, n. 33.
Flores Francezas.
Vendem-se ramos de flores francezas, fa-
zenda muito superior, pelo baralissimo
preco de 1000 rs : na ra do Queimado, loja
de iiiiudi'/is do barateiro, junto a loja de
Lindos bauszinbos de
madeira pintados.
Vendem-se bauszinhos dj madeira, com
muilo bonitas pinturase devarios tamanhos,
muito proprios para roupa de crisnea
' o preco he o mais biralo,possivcl: na ra do
""' Queimado, loja de miudezas do barateiro
lizenda minio supino-, pelo biraliasirao'flnln .'. d .... n ., ioiru.
preco do 3090 rs. na ra do Qucimid. loja Jual0 ,loj" d"Cer'' "; 33"
de miude zas, junto a loja de ceri, n. 33. m c barato
Vende-se um selim inglez. comtodosj Na ra do Queimado loj n. 18, vendam-
os seus pertences em bom estado : ni ra se rico* lencos de sarji pira grvalas, de
da Aurora n, 62, loja de funileiros. {campo liso, e da una s cor, sendo cor de
Ricas imigens vicias de Lisboa. rosa, azul, verde, eamarello, assim como
N* ra do Queimado n. 16 loje miudezas! cortes de casemir* de cores, as mais mader-
GratlcacSo 50,000 rs.
Quem pegar o muleque Manoel, escravo
de Sebastiio Mirques do Niscimonto, tendo
sido captivo de Cabriel Alfonso Regueira,
a quem foi comprado, sendo o dito escravo
ofiiciil de funileiro, de naci angola, de
idade pouco mais ou mono* 38 annos, tem
os signaes seguintes: cor rula, dousdentes
de menos ns frente di parte de cima do la- *
do esquerdo, filio de cabaflos dotadoes-
querdo, ollios pequeos, beicos grossos,
sem barba, grosso do corpo, claro, levou
vestido camisa de madapolio, jaqueu da
nscado azul, calca branca, levou urna trou-
zi de roupa com calcas e urna jaquel., tan-
do lugar i fuga no dia 8 do corrente mez, *
julga-se ter sido seduzido; porUnto, desds
ja se protesta contra quem a tiver em seu
poder: quem o pegar leve-o k rui da Au-
rora, loja de funileiro n. 63.
No dia 35 deselembro do correnU nno
do engenhoSapucaia, treguara do Jabeatio,
.lesa pparecerio dous escr*vos, Paulo cabra
idade 28 anuos balxo corpulento caballo cara
pinhado.barbado.tem umabelide om um o-
I lio, e algumas lascaduras nos ps, foi do
sertio do Ico : Virgino pardo acabocolado,
idade 18innos,alto emporporc3o,raagro,ca-
bellos sollos, e sem barba tem algumas
marcas de feridaa velhis pelas canellas, a
osU castigado de pouco as nadigas, levi-
rio diversas pessas de roupas quem os a-
preenderpnde levar do dito engenho quo se-
r bem recompeojado ou nesta praca, ni.
ra nova n. 53.
Dsappareceu no dia 20 do corrente, a
mulata Antonia, que represoU 181 SO in-
nos de idade, baix* ereforsada, foi compra-
da ao Sr. Frederico Chaves, a 15 do corren-
te,dizem que foi encontrada com vestido de
chita, e lenco branco no pescoso, e sapatos
de lustro, Um urna orelh* risgtda ao lugar
do brinco, que parece foi corlada : quem a
levar ni casa d* ra das Larangeiras n. 18,
de Claudio Dubeux,ser recompensado; di-
zem que fra vista na ra da Aurora, na
parla do Sr. commondador Oliveira, com o
seu escravo pardMipatelro, com quem di-
zem tem imizade, edepois em Ulinda.
I)a-se DO.ooo.
A quem trouzer ni prica da Indepedencia
n. 17, a preti Mari Joaquina, de idade de
30 a 40 annos, d naci congo, baiza, gor-
da, cor relintaj bexigos, seio grande, Um
um sigual de carne sobre o beico superior,
e he bastante ardilosa ; ja foi escrava de
engenho. e ltimamente era quitandeir* de
miudezas, desconlia-sa que ande para i*
partes do sol, por est.r acostumad* andar
poj l vendendo, romuma crioula da nomo
Kelicidide, dequem foi escrava, e consla
ter sida vista, na povoacio de S. Amaro Ji-
buitio : esta prel fugio no dia II de abril
de 1850.
Dsappareceu no dia 15 do Disido,
um moloqu* crioulo por nome Paulino .
de idado de 10 anima, pouco miisou me-
nos, cor imareladi por ter vicio, narli cha-
lo; levou camisa de algodSoziuho soja, e
calca deriscado, sem chapeo, este escravo
he do Sr. Antonio Jacinlho da Silveira de
Luna : quem o pegar leve-o S rui da Ca-
cimba, o Rucife, n. II, ou a ra do Livra-
mento n. 36, segundo indar, que serl re-
compensado.
Dsappareceu no di* 13 do passado, o
cabra Romualdo, pormhede supporque
troque o nome, representa Ur 45 aneo,
com algn* cabellos brancos, eo resto mu,
to prelos e estirados, falla descancada, (o-
de barba felta, representa ser corpolentoi
levou camisa de algudiosinho e calcas d;
brim branco sujas, chapeo de couro e un
troxinha de roupa: este cabra veio do Coars:
quem o pegar leve-o ra da Cacimba
n. II, que ser* recompensado.


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