Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07588


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Full Text
Anuo
XXV11
Sabbado 20
de Seiembro de 1851.
N. 212.
MARIO DE m PERMBMO.
raspo da eonoaurc/lo.
Pjsamkto Asurado.
0r trluiealre .
Por eruetre
por noo j
4/1'00
8/000
itpo
P00 DlUtlO BOratHUTai.
poi 1*"1,,So'lwno
. i* IB de Aoto'Mimi 10 de Agoito
L'/rtoMo 91 "* |S.Piolo. 6 de dito
".,,*. de dito.
parahlba
6 Je Selb.
4/500
a. de i.. J de Agoito
Habla ... 30 de dito.
BID IIN1N1. AUDICNCllS.
15 Seg.S.Domlagoscii.l Juiiodr OrpAoa
Suriano; 2. e5. as lOhorn.
Ifi Tere. S. Cornelia l. varaiocitcl.
17 Qu.irt. S. Pedro. 3. c<. ao melo-dia.
18 Quiot S. Jos. Faltada.
(0 Sext. 5. Jaouario b. 3. e6.it 10 hora.
ni t. tonatanca ; 2-rara do eir*f. .
20 Sab. S. Eustaquio. 4. e labadoi ao iuclo-d
SI Doiu. Festa de Nona Rilarn.
Senbora das Ddre* JTercaa e sab.dos.
inuiIBIDEI.
rllTIDU DO COBBtlOl,
Cretccnte i 2. ai 11 horas e 33 inlnulc da roao.' Golanna e Parahlba, s legunda e seitas-
Cheia a 10, aa 11 horaa c 24 minuto da m.
Mlngoanle 18, as II horas e 9 minutos da m.
Nova 25, as 3 horas e 52 minutos da manhaa.
*
FBMAMAB DI HOJI
Prmclra 0 e 30 minutos da tarde.
Segunda Oe 54 minutos da inanha.
feiras.
RIo-Crande-do-Norte, todaa ai quinla-fira
aomeio dia.
Garanbuos e Bonito, 8 c 23.
Roa-Vista, e Flores, i 13 e 28.
Victoria, s qulntaa-felras.
Olinda, lodos os das.
BTOTIOIAS IITnlKOEIllil.
Portugal. |4 de Agoito'Auitrla... 3de Julho
Hespanha. de dito Suissa.....t de Agosto
Franca... 8 de dito SueclaA. 30 de Julho
Blgica... 5 de dito Inglaterra 8 de Agosto
llalla.. .. Sde Agosto
Alem.nha. 3 de Julho
Prustia ... 2 de Agosto
Dinamarca I de dito
Ruaila... 30 de /ulM
Turqua. lili-Julho
E.-l'nldoa 27 de Julho
Mxico... 7 de Junho
California !.'> de Junho
CHIli. 26 de Abril.
Kuenoa-A. 2 Ce Selb.
Montevideo deAgosto
CABaBIOS DE lt SI IITUIUO
Sobre Londres, a 28 '1,29 d. p. lfOOO r*. Firne.
Paria, 360 por fr.
w Lisboa, sem Iraoaaccoe.
MKTACa,
Ouro.Oocas h.apanholaa.... a
Moedas de 5/400 velbas. lli/000 a
de 8/400 uovaa. Irjjooo a
de 4/000....... 9/000 a
Prata.Patacfle brasilelros.. 1/920 a IjMO
Peaos coluinnarios... 1/920 a 1/920
Ditos mejicanos..... 1/750 a 1/760
PARTE OFFICIAL.
GOYEKNODA PKOV.NCIA.
EXPEDIENTE DO DIA 16 DE SliTEMBRO DE
..,,. ..AoEim. P'esldentc da provincia de
E, ransmlttindo copla do rnelo, em que
coronel cominandante das armas Informa
",e .Ifercs da companhia fixa d.quellapro-
'Cei. Jos da Cruz Vlelra Scipiao Castro Quei-
lie acedo, vlndo servir nesta por ordein
governo Imperial aqui se acba de.de o da
?? de abril do auno prximo passado. sendo
ltimamente addido ao pritneiro batalbao de
lofantaria.
nito.Ao commando das armas, communt-
rindo que. segundo c ibstou de informaran do
L.neclorda pagadoria militar, abonou-se por
armella reparticio aoteoente do declino bala-
ihao de lofantaria Manoel de Campos Lene
Pcnteadoo qnarenta e olto mil reis, deque
trata o requerlmento que acompanbnu ao seu
rnelo de lo de j 11 nli" ultimo, afim de seren
descontados na occaalao de verificar-se o pa-
gamento de igual quantia que o meimo ohV
cial allega ler despendido com alugueit de ca-
vallos quando regresin do destacamento da
comarca do Brejo em 5 do referido mea.
Dito,Ao mesmo, declarando ter sido com
melo sold a llcenca concedida ao alferca1 do
declino batalhSo d lofantaria Manoel d As-
sumpeSo S. Tlago, e que nenhuma se pode con-
secrar com sold por Imelro, vlsu do aviso
de 25 de novembro de 1850.
niti> --Ao mesmo, Inteirandn-o do diaposlo
no aviso do ministerio da guerra de 30dcju-
ho ultimo no qual se communlca havrr-sc
concedido trea. metes de llcenca com sold iiin-
,,le. ao segundo lente do quirlo baialhao
Se artllharla a p Feliciano de Souia e/guiar
wr'ir a H,hia tratar de negochs de familia.
.-Coinmunicou-se a pagador 1 a militar.
Dilo-Ao commandante superior da guarda
nacional do municipio do Recife, declarando,
aue segundo constou de'officio do desembar-
adorchere de polica Interino, o guarda na-
cional do tercelro batalho Bcrnarpo Clemeii-
llnode Aragoj fol posto em liberdade por
ter apresentado isencao legal.
Dito.A pagadorla militar, para mandar pa-
gar, catando nos termos legaes os documentos
que remelle, a quantia de 3| qne o lenle Joa-
uimCorreiadeFara despendeu como enterra-
inento decadaver do recrula Isidro Gomes do
fasclineoto, que falleceu no hospital regimen-
lal desla cldadc. Communicou-sc ao coinmau-
do das armas.
DitoA mesma, remetiendo novameute os
preti de que traa o officlo qne tainbem je-
metle por copla do deseinbargador chec de
polica interino, afim de que, nos lemos de
ana Informaran, mande pagar 4I/7G0 em que
importam os ditos prels, sendo 10/080 das dia-
rlas abonadas a seierecrutas, vlndo da fregu-
la de l'arreiros e 3I/V80 dos vencinicntos das
pracas da guarda nacional, que os escoltaran!
para esta capital.--Communicou-se 00 referido
deiembargidor.
Dilo.Ao commando do corpo de polica
para mandar poalar em frente da Igreja da or-
dem tercelra de S. Francisco, no da 17 do cor-
rente, i o horas da manhaa urna guarda de
honra do corposob seu commando para assis-
lira feata das" hagas do mesmo Santo, deven-
do a referidattuarda permanecer ali al que se
fioaliicn o Te-Deum i noite.
. Dito. A adminiatrayio do patrimonio dos
orphos, dizendo que, visto achar-sedoente o
vice director capelln do cnlleglo dos orphos,
e por consequencia impossibilitado de dizer as
mssas nos domingos e dias santos autnrisa a
despeza de 2/ rs. que em casos idnticos se
leni pago por cada urna tnissa, devendo eon-
tralar-ae com a maior economa poaslvel utn
sacerdote para essenm, se o impedimento do
i.......... vlcc director se prolongar.
Dito. A administrarn dos cslabelecimcn-
tosde carldade, disendo que, logo que chegue
a cantarla mandada vir para o prtico do hos-
pital Pedro II, deve apresentar a presidencia a
respectiva nota, afim de ler lugar o despacho
llvre de direitos, conforme- requisita em seu
ofticio de 12 do crreme.
Dito.Aocapitao do porto, dizendo que de-
veinser depositadas no arsenal de marinhaas
madeiras de amarello, que cnlraiam no porto
desla cldadc, cortadas por particulares, em
virlude de liceucas obtidas em dfterenles po-
cas, nao consenlindo que sejatn vendidas urna
ves que nSosubiistam aa re^eridaa llccncaa, e
naoapresentem os portadores novas ordens do
governo Imperial a respeito, corfimiinicadas
pelspiesidencla.
Purtaria. Ao agente da companhia das
barcas de vapor, para mandar dar passagem
Caraacnrle por conta do governo a Anlouio
orreia Pinto que leve bslxa do servico do cx-
ercilo.
FOLHET1M.
EXTERIOR.
HEPUBLICA FRANCEZA.
ASSEMBLEA NACIONAL I.ECISLATIVA.
DiiciusSo iat propotlat relativa! re vis fui
da consfitaipa'o.
sessaO KM 14 DE JULHO iik 1851.
(Conliauara'o don. 210.)
OSr. J'reiulenic: -: O Sr. general Cavaiguac
tein a palavra.
Vozes .1 esqiurda'. = Para a manhaa. -
A'dirsila:-. F.lle / falle .'
O&r, antral Cavaignae : Fallo tambem con- violento prolongado.) adversarios; elles sabein muito bein que em
iraarevi.au. I C Sr. jenrra Caoaiaue : Sim. ao noiso ver. Franca em facto de poltica ao menos, as cou-
OSr. PreiiiiMi: Nao Importa nada, todos a existencia da inouarchia no paiz nao he mal sas de direilo divino lem pouen favor, e he por
abemque o senhor nao hade discr as mesmas possivel. A inonarcliia, repeli, c Iraz em si islo se.in duvida que inui hbilmente inniaram>
couias. ;iucsmao gcruiem
O Sr. general Cavaiguac: -- A assembla hade gueza c de sua deal
A" eaouerda: Sim | si...! esta entendido, Qu7ntViCpbic."de dre"^ divino da' qoa | "d he Jalo o que eu chamo.urna victoria
USr general de CaUignae: Sabis porque declaram-m oauctor e o inventor, lenho que comaqual nao coutava. i-oufr
ao nosso ver a monarchia nao he urna cousa pos- dlzer assembla alguuias palavras a este res-
eivel ? Bu vo-lo direl em poucas palavras : he peito.
porque ella trazem si mesma o gcrineiu e o Em primeiro lugar direl logo urna cousa, a
principia de sua destruico. palavra repblica de direilo divino, nao be de
Mr. I.m 'o./. Lalmrde: Pefo a palavra (Mo- ininha inivenjao, ella fui inventada poi nossos
coniprehender a raso porque obedeco, sem
observaeo, chamada que o Sr. presidente se
digoou fazer deineunome; teiihoquasi que
isso
A'.liml.i Qual?
'chio., repeli, c tr*z em si Islo iein duvida que mu i hbilmente inmar.iiu atr- ae Larvchria
\ e o principio ds nua fra- o cuidado de applicar a urna idea justa, funda- P unaniinu>!ade ;
ratelo* da, toda humana, a dciioiu!iac;o de|{epuhli-l U >r. general I^vo
mente que nao eiperava ver urna commiatao
nomeada pela asieinbla em urna circuUn-
ca to grave, Uo aolemne, para examinar
uns Tactos que se liga to directo, tao immedia-
1111-11 ( a csseprincipio,confessoque nao espera-
va v-la declarar que a assembla oo lioha o di*
relio de por cin questo a substituic-'io da luo-
oarchia a repblica.
lr- de Larvcheiaquelin : Ella o declarou
o rotatorio ass.modts.
aignae -- Nao me demora-
Sr. ofncvaJ Cavaignae : Vou diier-volo. nesta tribuna, na poca em que foi me di-
bslegcrmem, elle principio, hcaqclle mes- rgida essa exprobaco ? sse urna cousa
agradecer-lhe isso poli experimento, e todos moque durante seculo fez sua forca, seu po- qual repito, he que todo o governo que per-
ns experimentamos, um tentimento de ardor .der. U que torna a monarchia impossivel hoje ineltir que se discuta seu priucipio, he nm gn-
por servimos a esta coftslUuica niio smente em Franca, he uaoa separardes jamis 1 priu- verno perdido. ( Diversas interrupces. )
de defensores, scoo tambem de teslemunha. cipio e do Intercssc dyiiastico. Nao be miuha Mr. ligael [ite Uourgei) : Menos a Kcpu-
Se a asseinbli digna-se eacutar-me eslou iutenfao calumniar este principio, calumniar blica.
prouiplo para fallar, |aeu poder, calumniar os elle i los que elle pode O Sr. genenal Cavaignae ; Notal, scnlinren,
Algumai voten Para manhia (N.io!nao') produnr ; porm digo-o aiuda, o que lurna lio- que nao he um principio, lie um facto isso que
O Sr. general Cavaignae: Ped a palavra na je a monarchia impossivel, he que nao taris digo.
occasio em que o honrado Mr. de Falloux. jamis una monarclita que ni traga comsigo Principiemos por examiua-lo. Todos rrvol-
leiubiandouma ideiaemillida por mim.annuu- esse principio, este seiilimento dyuaslicoquc taiu^-se contra esta dcclaracao, Pcrguutarei
eiara com raso que sem duvida alguma, eu a fe uutr'ora ua forca e que fu hoje sua fra-
bavla de reproduair nesta tribuna, lie oque guea. (Murmurios e rumores diversos.)
venho faicr. t O Sr. 'residente: -- Si leucio meus senhores;
Rcspondcr-lhe-hei primeiramente em pou- quandoa Repblica foi aqui atacada, a esquer-
cas palavii, se o puder. da prtslon ailenco (He verdade!)
U liuiir.nl i Mr. de Falloux pede a revsao, el- Kscutai-vos uus aos ouiros, (Risadas.)
le no-lo dlssc de urna maneira explicita, em O Sr. general Cavaignae: tsle sentiiiicnto
nomc do principio monarchicn. Para apuiar dyuastico lem ccrUnitnte, senhores, elementos
sua opiniao. trouxe-nos memoria a historia de poder- Sabemos muito bem t>so, estamos
dos grandes facto que se lem passado, ha ses- longo de o descoubecer, foi esse scnlimenio que
senlaaunos ; inostrou-uos; c fol a isso, se bem .fUMOOlou os reis, mesmo aqucllrs que reco-
o comprehendi, que llmilou-sc todo seu argu-jubecemos cjiiio os mol Ilustres da Franca:
meato, inostrou-uos as monarchias succeden- fui este seniuuciito dyuatico que sustentou a
do-se urnas s nutias, mnstrou-nog os par(i-(Luis XI cm sua presenca indomavcl: fui e.tic
dos alternativamente vencidos e vencedores, seutimcuio que levou Francisco 1 a exageraces
F.sta historia be verdadeira, couhecemo-la cavalbeirescas; foi este sentimento <|uel'e*dier
como elle ; porm devo dixcr ihc que applicou a llemique IV que Pars valia bem urna missa.
seu espirito estudioso ao examc dos faclos de Sabcmus bem islo. Nao cunbrfo scuao um re
nossa historia ; que qui julga-ta com sua bel- que nao preuci|>jsie do poder desse sentimento
la Intelligeuca; e eis-ah ludo oque ella Ihe tl Luis XlV.
ca'dedireito divino. O que hava cu dilof'c- senhores, sobre a estranha coutradlco
primeiramente a mrus adversarios'se tecm o
direilo de mostrarcm-sc tao severos para co-
inigo, se esta cxprobac..o, eofuo acaba de suc-
ceder partisic do alio desle bancos (da es-
querdi) em acomprehenderia. porem dos ban-
cos da direta parecc-me islo estranho.
Tein Ir.vi lo govemos que correspondan! ao
sctiiiiiy.lodas dillerenles fracedes desta maio-
rii ; por ventura oio dcclararam elles cnloes-
te faci que hoje declaro ?
Comecemos pelo mais anlgo. Kxamiiiarri
cala* particularidades para provar que n.o
quero escapar ancnh.uma das censuras que uie
foram feilas.
Oeste modo, antes de chegar ao priucipio,
discuto o que foi dcduido dapbrse que recor-
d.
Por ventura o governo o mais autigo. o da
reslauraca'j permettiu nunca que discutissem
seu principio? LVao sei qift o luesse ; elle
uioslrou-se mesmo mais severo, porque naos
naj permittio que coniesusscm, que disculis-
sem um priucipio, seno at uo qui que Ih
Porm he porque Hulla graude
Insinou! tile nos diz que dcUainos o rochedo te em si mesmo...
sobre o qualestavamos, sobre o qual podamos j *' Sr. general t'aboicr: lie na franca,
busear e construir alguma cousa, c que esta-! O Ha. generai Cavaignae:....Um graude amor <
mol agora lobre o declive ; que nada de cstavel de si mesmo : porcm os egostas desla tempera lucssem a man* lgeira, a menor censura ; elle
e de solido poderemos fazer uclle, cumpre sem sao raros. uo queria nnu mesmo que Ihe lembrassem
duvida voltar para o roebedo, mas para lazer o Vou mais longc.no dia em que este sent- i simples lacios da historia, c recinto visinho
que? para tornar a passar pelas mesmas lulas; ment uo existi mais, uesse da, a monarchia pode dier-nos deque modo eram tratados os
pelas mesmas revoluces, pelos mesmoi facto! cessou de existir, csse da he aquelle uo qual', incmbroa da assembla que, nao cunlestavam
A' esguirdi : --a/uuu bciul muito bem? Luis XV pode dizer : Islo durar em quanlo o princip|o da legllimidade.
Saben porque nao temos podido evitar esses durarmos.
periodos de agitaco, de lulas de revoluedes ,|c dcS(je dja nuc*dala cm Fronoa a impo.
teucia e a perda da monarchia. O Sr. general Cavainac : ... Porem apena
A que se llgava a monarchia em t78, sobre tomavam a liberdade de dcscrever as circuns-
que apoiava-ie ella? Sobre si mesma; he uin Uncas uas quaes ella tiuha tornado a oppare-
priucipio ella Itrava seu direilo n si mesma. cer. O que he que Ihes aconteca .' eram
Por cousequiute ella nao pedia sua forca s- pulsos do da assembla nacional
em Franca? lie "precisamente porqne os par-
tidos ir ni tldo alternativamente a prelcuco de
vencer de manter-sc cm sua victoria; o que
vos dizemos, o que sabemos, he que nao ha ue-
ubum partido cm Franca ao qual seja permet-
tido, nao direi, alcancar urna victoria, porm
Mr. de Treveneuc :-- Foi por isso que elle ca-
hio.
coiuerva-la duravcl.
mente ao presente, porque islo nao Ihe bastava.
tendel que se iciihaui desenvolvido ha .es- ,., eUmea polXcf no ,Cntliiicnl de
>enu anuos par. ca dcsaparefanr dai a violo- n|i 'potente qne leiuos de
ia. todos c nao a deisi a uuipirlldo. ( Viva ap- lrailVjlllr a noHUJ lhi. harto, que rece-
provacao aesquerda.) bemos. de Iranmilli-la augnieniada se po-
Csaquipo.so que vosdizau.os : Nao que- dcr,s, ou c|, ,, "us coosefvada.
remos victoria para os partido na da em que E ah, o sentimento, o inlc-
nos liverdes demou.lrado, cu. .jue "'',. dyoialleo, Imponvel da forca monar-
obrigado noasa con.cienaa a recouliccer que chi ,*, duranle ,eu|ot 0 |10er ua ,llonar.
nao formamos scmio un. parudo na acceptao da c|lJa ^, f0, 0 dja em que cesaou
palavra, quero duer que represeniamo. nao nMolll? Fol o dia cm que,
o. in cres.es do palz, poren un. principio ^ prescoca do .cnueuto c do imeressedy-
e.lreito. uin tnteres.c de familia, no da eu'{ lanlou se ". grande principio da
que nos liverdes p ovado luto, no. rucaremos sobcra'ia lncloi,a|f ..".ed.a a monarch a dei-
poi. repito, nao Uavera mal victoria poss.vcl, !, dcsr cJi3 poa)ivcl cm ,,ranca K5o
podis admiiti-li mais.
.xou de mt iiinj cousa i'Uitivcl cm l'rauca.
uao s para nos acnao tambem para vos.
Anda urna vez o digo, a victoria pertence
ao paiz, nacao. Todo aquelle que a quizer
arrebatar-lhe, nao o conseguir e ser vencido.
{Approvaco esquerda.)
A7r. de Falloux:-- bu nao disse outra cousa.
O O*, general de Cavaignae: K julgaes que
Oeste modo linhamos de um I ido a iiumu-
cha e abaudonara sem a qual tendo perdido e
abandonado, sem o querer urna parle de suas
prcrogativas, eslava sempre prompta para tor-
nar a cxlgi-las e apuderar-se dcllas, c do oulro
em noo colimcuio de dedican Repblica aJo' P""eipio da soberana nacioual, islo
TRISTAO DE BEAUREGARD. (')
(PELOMARQOCZDEFOUDBAS.) .
nao haja sendo um tntimeulo estreto de theo-
ria?pcnsaes que queremos que a Repblica
viva, porque ella be nossa idea? Nao, abso-
lutamente nao, j o limbo dilo. Ni vos dize-
mos que nenhuma oulra cousa he possivel; \6i
nos dizcis! INo: Ah cu perguntar-vos-hia a-
Inda o queja vos tenho pergunlado.
Se tivesseis a monarchia, nao quero demo-
rar>me sobre esta idea, ja vo-la submetti, es-
pero a respoita ; le tivesseis a monarchia, per-
guoto-vos eurnomedeDeos, que faricisatim de
conserva-la, alim deque ella vlvcssc?
Kls-ahi o que importa dizer, cis-ahl o mys-
terlo que convm revelar nos. Eiuquauto uo
liverdes fcito, em quanlo uo-lo nao liverdes
mostrado, dir-vus-hemos que temos por n* a
historia, os grandes faclos. os grandes resulta-
dos, esforcos dos paU, repilo a monarchia he
XlV.
rerentcs das que ha oito dias, Ihe mandei di-
zer. INo emprehenderei justllicar-mc desta
mudanca ; nloguemhe senhor de seu deslino,
ecada umhc o uucojuiz de sua postean. Fis
ludo o que pude para resignar-me a urna vida
modesta e paciAca etu sua compauhla, a expe-
riencia inostrou-me que cite genero de felici-
dade nao era fcito para mlm. INo me vanglorio
iie ni me alegro disso, pelo contrario aecusu-mc
c aflijo-ue. As facilidades que Dcos me deu
nao sodessas que te pode usar livremente na
esphera eslreita de urna existencia regular.
Tenbo necessldadc do contacto dos homeus, do
tumulto de suas paixes, do espectculo de
suas fraqneas; quero ludo couhecer para
he o sentimento de que esta monarchia nao
exista seno porque a naco a quena, e de que
ella nao tinha poder seuo aquelle que a na^o
Ihe havla cedido.
11'.ilu a lula c nessa luta a monarchia scocuni-
biu.
i'., nao vos engais, nao he outra coma se -
nao este facto que explica todos os grandes
acontccimcntos que tem tido lu,: u entre nos,
ha iciscnta annos ; agosto de 17'J, julho de
1830, fevercico de i818, sao trez grandes b|la-
Ihas dadas pelo intercssc dvnaslico,c tre vic-
torias alcancadas pela sobcrauia nacional ; uo
he outra cousa. ( Approvaco a esquerda.Ru-
mores dlreila.
He por isto, pols, que quando enterrogamos
a historia n.o tiramos della a mesma conclu-
sao que li i\ ,'is tirado desses aconteclmcntos;
Vii peco que se cxpulscm dcste recinto a a-
quelles que fueren, alguma cousa semelhanlr,
OH mesmo mais forte, mas snmente digo, que
nao reconhecnos partidistas da monarchia le-
gitima com o direilo de se alerr.irem, de re-
pcllirem como audaciosa a doctrina que sus-
i lenlo ; que ludo o governo bastante impui-
deute para permettir que discutan seu prin-
cipio, he um govuruo que mo sabe, que nao
quer viver. ( Rumores diversos. )
O governo, senhores, que llic succedeu uo
se mostrou mais toleraute. (juaudo lembro
esses factos, nao he para ceder a van satlsfa-
co de recordar factos da historia, he pan de-
fender minhas ideas para justificar as palavras
que proliro nesta tribuna. Quero provar a
meiis adversarios que ao menos elles nolecm
o direilo de ceusurar-mc isto.
que resulla desta declaraco da commisso
deslr'outra de claraco de que somente a uuia
constiiuinte pertence o direilo de subslitu-
r a repblica pela monarchia,
Devo lodavla fazer-vos notar que ha muito
utna '.'ontradico cslranha ; uu sel de que
nodo se hade reunir esta constituinte cm que
s reconheccis o direilo de resolver a ques-
to de repblica ou de monarchia. Scrcis
caso vos que a convocareii?
Como! eslreilais a ponto esta questo im-
incnsa da forma do governo de um grande pas
como a Franca, esla questo de saberse o go-
verno hade ser iiiouarchlco ou republicano ; e
queris restring-la as proporcoes de um acca
/.o (Rumores a direla )
Nao me demorarci, senhores, muito tempo
sobre esla idea, todava ella la ni sua impur-
taucia. ( l'ale}
Uisvis que, como assembla legislativa, as-
sembla republicana, nomeada cm virlude de
urna oonstituico ^republicana nao podis pro-
pora questo de repblica ou de monarchia !
Para que tim pois convocareis urna conliluii-
tc ? Ser para isso mesmo ? Ento obrareis
vergouhosa c hipcritamente ; mas nao Isso
nao he possivel, esse nao he o vouo pensa-
iiieuto' Desde que uo vos reconheccis com o
direilo de tratara questo da forma di gover
no, refusai-vos o direilo de convocar nina cons-
tituiute pira rcsolv-la. Reclamaccs da di-
rei{a ;
Mi . O Sr. general Cacaigriac ; Deste modo, re-
pito, esta questo seria entregue ao acaso
cumpriria que accidentalmente quliesscis re-
foruur um anigo qualquer, u mais obscuro
mais insignificante, lalvez, da constiiuico
do paii, alim deque o paiz podesse fazer co-
nhecer sua vontade. Pcco-vos perdo ; ha uin
oulro modo de fazer couhecc-la, de faze-la
prevalecer : he por urna revoluco. INuuca
vos dissemos oulra cousa. Nao negamos as
revoluedes, porm o que vos dizemos he, que
no momento cm que recouheceis a Impossi-
bilidadc legal, legislativa de discutir a ques-
to de repblica ou (de monarchia, tendes j
creado contra vs um argumento de contra-
dico ao qual espero que vos digneis de res-
ponder. (Rumores diversos.'
-Wr. ionhter de l'Eelusc : Por muha parle
propu estabelecer a quesio
O Sr. Presidente : Mr. Bonhier de l'tclusc,
o Sr. est uscripto no trigesimo-tereciro lu-
gar, f Risadas
Air. lionhier de t'Kctutc : Nao faz mal; fallo
agora para responder a un faci.
O Sr. general Cavaignae:Seja como for isto
pro-a uin i cousa, he que lodos Dos recouhe-
cemos que ha alguma cousa cima da cousli-
tuico dopaic ; a esta alguma cousa, vos cha-
mis omnipotencia nacional, nos damos-lbe
i um nouie mais verdadeiro, mais real, cbama-
mo-la soberana nacional.....
i Mr. de Lt ftochejaqueti : NtJS tambem.
I O Sr. ijtncral Cavaignae : 0 que ti3o he
u muirou mais tolerante, u que he que elle OmnipOlencia IVacn
la*ia, ouao menos o que queria fazer ares- lencva QUorom filiar i
peitodaqucllcsdescus adversarios, posloquc f.clo d0 n0 er >p\
muito tmbiuissoa seu principio, lam lodava !\Zn Lr"
zei nasagitaedes de urna vida em que nada uao
m'adesperla. Adcus minha pobre c amada ir-
ma. Eu a abraco com lauta dor quanta ter-
nura.
TritUio. a
<( /'. S. Daqn a poucos das mandare ao no-
tario de Autum urna procuraco regular alim
dequi possa proceder nossapartilha. Acon-
governo que succedeu resiauraeo nao a me8ma cousa.
se mostrou mais tolerante. O que he que elle Omnipotencia Nacional. De que otnnipo-
*ir ? Da omnipotencia de
"irtea! .-\_nm;ao de fazer
noexterior prestar nina l.o.enagein, que eu l"d > qe quizer? ^-----
crea, e anda creio muito innocente, aquelle Mais llus "^ lt,m0;i janiis negado islo T
que representava seu principio; Nao digo Mheinos inuilo bem que o paiz far Uni.i-,
que elle os infamava, porem queria infama- rcvulucOes quantas quizer fazer: sabemos
l3' muito bem que elle desiruira esta noite o
Ora quando todos se mostraram tilo punco que fez esta manliSa se Ihe parecer bem;
lacis, tao pouco tolerantes; quando por ac- sabemos muito bej que elle he poieroso. e
?&tt2SS: l&X23t ffl .^^"Z prichos; .beuios
seu principio, ningucm ten. o direilo de dirl. "W .Porem sera por ventura sobre una
gir exprobaces a ([ucm reiu por sua ve duer doutnna semi'lliante i|ue soquerera estaba-
a mesma cousa. lecer as bases da soriedaile poltica france-
Mas querer isso dizer que nao apoio minha za, sulnv a omnipoletlcia du fuclo / Mnvi-
iipini.i seno sobre um laclo material, sobre menlol.
este insiincto da conservacao ? Nos, acollo- Pois bnin, se assim he, supponhanius.se-
r.tlr'.V,"'",'""' ""s u,r" """"* lc,"os por nos nhores, que com o favor desle principio, ou
mosia'-v-lo'" "" P""01'"0' c vou anles com o f.vor doste Tacto, tauh.es chc-
K.n una igual circunstancia cu disse Uto ; f"'10, ">. V0S:0 l"."' 1u0 a monarchia seja es-
le porque a comiiiuicao nao inventara, ncm laotlecida no paiz, em virlude deste paincir
a inbeania nacional ncm o sultragio universal, po de que a n n,--i> lem o direilo de fazer
e conclu ainda que. Uto posto, a Repblica ludo, permitlir-nos-lieis acaso que venha-
nodevia ser discutida Dcpois qucprouun- inos S'islenta-Io por no*M vez? porinoltir-

No dia immediato a esc em que Allielte com
es pes pelados pela nev e o rosto cortado pelo tudo analraar junto de vosi eu n.io leria
Aquilao fora vcrCorlna, achamos nutra vea a aprendido seno eicepcOes da virlude, c
Trlslao sentado na parle de seu aposento que nao terla visto o mundo seuo alian/ do
Sauvagnv baptizara com o nome de oratorio, prisma engaador que teria deitado minha
ConvinhaqueTiistJo tiveisc um oratorio, por- iutelligcncia incompleta. Allielte, he por isso
que todo o mancebo da moda o llnham. O que me separel de volt e que mais tarde reco-
lugar era lombiio por umitas rases : primo nbeci tambem a imposslbilidadc de tirar parli-
porque o da eslava nebuloso : lencundo por- do desle sacrificio, maior do que voi! or, de
11 i ii. ni provocar nem repcllir a conliauca de tima que Ihe cousagro assim o eaigc ; tndavia
Trislao. iiicu amigo, voisc merecera dcsculpa de re-
O de mandar discr a Allicttc que eu me ouuciar a ele casamento, se dcpois de te-lo
lixava delinitiv.iucnie em Pars, el-lhc mi- desejado, livesse sabido cousas que fossciu de
ubas ras... -. e pens que nao devia dcia-la uaturesa propria a deleriuiua-lo a rouipe-lo.
por irais lempo na incerteza a este respeito. Nao me farci calumniador para desculpar.
Approvo seu procediuicnto, posto que sci me ; eu nada soubc.
queesta nolicia allliglr vivamente a Sra sua Ah .' Jnilao, cxclamou Simao, porque ra-
irinJa. o com Io boas qualidades...
seino-a que consulte sobre esle objecto ao Sr. Nao seria assim, Slino, se ella me conhe- lenho um carcter lio voluvcl, nao he
nagonneau. Seu filho assegou-u.c que elle ceisc nielhor ; nao sou fcito para a. flicidade Talvez vossa tenha rasan todava nesta cir-
loigaria mullo dcajuda-la comscus conaclhis. pacifica que teria achado junto della. Para cuinslancia Uve motivos de alguma pondera-
r.siou inorando ua ra de Houssaien.o. ineui gostos, para mcu espirito, Pars lie que {So: eu nao teria podido facr iiiina irinaa
Trlslao leu mullas vce esla carta, pcou pa- me convci. eli*.
!."" ?.- S-V* e onclulo que nada havia | Cada um he jui de sua posicao... Sempre o mesmo temor Pcrinila-mc
He justamente o que mandei dizer A mi- que Ihe diga que nao participo dclle com vos-
nha iruia, interioinpcii vivamcnle Trlstlo. se, c que se livesse obrado de oulra sorle, ella
Dcmais, mcu amigo, para dizcr-lhe ludo, eu nao o desceparla, porque vosse o teria devido
liuha cm Keauregard ccrios ciupcnhos que nao ler inuiln ...ais cedo,
podia romper senao aparlando-nic de la, e- (Jucni Ihe astegura que o nao tive ?
nao para sempre, ao menos poi longo tem- Trlslao, disse Mmaa com un.
nclla quedevesse ser mudado.' Ella continha,
ao seu ver, a caprcsso de todas as suas vonta-
dcs e a coolissao de todas as suas faltas. Parc-
ceu-lhe sufficicnicmcote franca, purquanlo era
rude, c bstame digna porque era prodigiosa-
mente orgulhosa. Elle mosirava nclla lodas as
suas fraquezas e cria mostrar lodas aa uas
forca ; o coracao humano cala chelo de suas
que ete mysierloso retiro llnha apenas urna vlver no retiro aqui, como cu llnba decidido, illuioe, c he o ultimo grau da rectldao achar
j un lia, a qual dava para um paleo pequeo : ha oito dia. Boinpi pois mcus eiupeuho com [mativoi nobres para aeces criminosas
lodos
crelo, porque a paredeeslavam cuberas de Simo, o qual continua sempre mcu amigo, e os homen tem alguma virlude fraca, doui
una lapecaria de Veludo carmes!n ; quarto fi- arranjel uiiuha vida de um modo conforuie s funesto, pola se ellas n:io foram, scus dcfcllu
nalmenie, porque em vea de vidro ordinario, necessid.des de minha alma, e s ditpoaice serian. Importantes.
o calsllho tlnha recebido paineis antigo mu de meu carcter, tvio.eutro hoje em nenhuma I Trlslao eslava abysmado em profundas re-
artistimente reunido, mas cuja reunan nao particularidade, mas nao qulz dlM'erir por mais lleacs, quindo acu amigo Simo, Bel ao habi-
df ixava de er eitiavaginle, pola que olTcrecla lempo dar-lhc aconhecer toda a verdade. Con-
de om lado a visita de Nossa Scuhora abanta to comua esprobaco, porque a merejo : e-
(-hrlsin dianle de l'ilaios, servindo de parellia pol nao eslcvc cm mcu poder garanlir-me de
lo que lioha conservada de Ir todas as ma-
nhaa a casa dellc, chegou. Elle eslava profun-
damente triste, porm sempre atlcctuoio e cal-
mo. Triito recebeu o com uin desvello dis
'iniituicaodaordcmdo Tozo de Ouro por tal. Se voss mepcrgunlasse c siuto-me feli | trahido Albo ao ineaino lempo daaR'ei[o que
"iu duque de Borgonba mu enamorado. Ore- com o partida que tomel, cu Ihe respondera i Ihe liuha c da preoecupaede de seu amor.
da inoblliaera urna mistura confusa deea- com a mesma sinceridade que lem dictado to-1 Nlo se Incommode, amigo, disse-Ihe Si-
oer, incomuoda, de mesa sobre a quae da ela carta, que nada sel ainda a este ropei-jino ante de icnlar-ie.
"aa se poda por, de bahus dentro dos qitaes to. Tenbo grandes-amblcea e alguma cape-! Vo nao me iocominoda jamis; jlcm
nada se podia inetter, e de tapecaria de qOe raneas : s o lempo poder decidir se urnas e [disto hoje na i faco nada i couiagm a mauba
"'"' "a potaivel fazcr-ie uao : de lodo o ladoi tratvas sao os tonhos debis de um menino ou a escrever minha irina.
pendan, ou eslavam pretoa na narede feiche, a vigorosas iuspirace deum bomem. Noiei ] Simao nada disse.
e arma, espaf
e, arcabuze
isso nao he um principio, nflo he urna idea,
um partido : que he um expediente e nSo
oulra cousa.
Senhores, no seio ds propria eomtnissao,
ja tivemos occasiSo do ver elevar de oom-
bater este principio ds omnipotencia do lac-
lo. Com esso principio de que serven) ss
leis P Por ventora a le de hoje seri lei da
minia ? Kieilos hoje pelo povo, coro a om -
uipoteucia do fado, representando o povo,
ropresontando o pensa m nto nacional, esla -
reis seguros de represenla-lo ainda ana-
nlia f V. se vierem diior-vos que nto ; se a
15 de malo vio.em dizer-vos queo povo nao
vos quer mai-, o que he que taris / Recor-
reris resistencia, ao fusil, ao combale .-
mis entilo se nSo furtle os mais fortes, se-
ris criminosos I Km v.trdade nSo compre-
hondo peosamentos desta natureaa, o por
isso nao os atlribuo a nious honrados colle-
gas ; mas elles foram sustentados, susten-
tados contra nos, forca era que ou Ibes res-
pondesse.
Assim, senhores, o que invoco, nao be a
omnipotencia do laclo, he odireiro.
Ora, niio ftdmaltitnos niaiso direilo que
omnipotencia do laclo ; nos dizemos reso-
lulaoieulo oafao que ella nao lem o direi-
lo do lazar lulo, no que concordis com
hosco. Mo i re procurar o principio na cons-
iiiuir.in ; ella eta em quesillo, ella est cm
processo, vos nSo a querereis por testeaiu-
nii.i ; mas todos os homens eminentes de
r.i la partido dosta assembla tero rocunhn-
cido esta graudo verdade ; que ba princi-
pios, diaeitos anteriores e superiores is leis
humanas. Vos o reconheceis como nos ; to-
dava iiiin i les i.iu louge como nos, nlo sois
tilo logic.is como nos isto he que vos 01-
probo. Vos o reconheceis cotn'nosco na or-
dem das ideas religiosas : a liberdade da
cousciencia lio para vos um principio supe-
rior omnipotencia nacional; vos nlo con-
cederieis iia;3o o direito de privar-vos de
vossa liberdade de consciencia.
Vust ti direila : Nao, sem duvida I.
OSr. general Cuvuignac : II outras or-
dens de ideas em que somos ainda da mes-
ma opinilo : ua orden) das verdades mo-
raes por ese npin, ha verdades que nSo re-
conhecereis a nac,So com o direito de apa-
gar.
Na ordem das ideas sociaes, somos ainda
todos concordes : reconhecemos como su-
perior omnipotencia nacional o respeito
dcslas santas alVeicoi.'s, destes santos larjos
da familia,
E pira continuar ainJa, na ordeti das
ideas .ii.iuii. i-, se assim me possoexpri-
mir, ao mo he pjrmitti lo apouqueotar a tal
poni questis l.. grandes, nao seremos
l.unli 'ni concordes ? NSo consideramos o
gran le principio da proprielada como su-
perior o ti tu ,i llenen nacional.' Islo pare-
ce-mo incoutastaiel.
Um dia houve quom dissesso : i A pro-
priedado he um rouho, NSo conheco o nu-
mera que isso disse ; mais estou mui con-
vencido que so este homem livesse entre as
mos a carta da propriedaJe franceza, olha-
ria para ella Cuas vozes antes de a-rasgar.
Suppouhamos que esle principio prevalec
em Francia ( nos dizemos qua nao ; mas vos
dizeisquasnn, poisemlim leo Jes dado as
leis que tendes feito como o nico reateJiu
que polo iju lar-nos a resistir a este princi-
pio ), supponhamos que esto piincipio tri-
ii.nplia. reconhecereis acaso este poder na
potencia nacional ? Ileconhecreis acaso em
utna assetulila clcls l"'i" suffragio univei-
sal o direilo de rouh .r-vos-v.ssa proprieda-
dc i' N3o o creio.
Assim, bem veles que estamos de aceo-
do sobre mullas cousas. Si tilo o estamos
sobre todas, he porque em minias queteis
parar no camiuho. os dizemos que na or-
dem das cousas polticas, ha verJades Uo
incontestaveis, Io eternas quanlo na ordem
das ideas que acabo de lembrar-vos ; nos
dizemos quo a sociedsde religiosa,que aso-
cie 'ad moral, que a sociedade econmica,
que todas estas sociedades nin viven) seno
OjBaixo da proiocc.io e os abrigo da socie-
dade poltica ; nos vos dizemos que uo he
verdale, quo nao he possivel que lieos que
sabia o qui fazia, t'ivosso llenado a ordem
ste interesse uo he por cltca, Tcisto,
lie por voase.
Dispcoso-o disso, se elle deve manifestar-
se com lo pouca delicadeza.
VoJ me perguntou a verdade, eu Ih'a
disse ; deuiai quando viui a Paria, a Sra. aua
irina diguou-ac de dizer-me que oonlava com
a alien .!<> que Ihe lenho, Tristo.
Bem eu descunHava I eaclamou Tintan
levantando-se. com colera. Cria ler um ami-
go e lioha um espio. Sr. Ilagounaau, esle pa-
pal lie indigno de Vine, e se cooseole ein des-
cmpcnha-lo, pela ininba parle, declaro que
uo me convem aceitar a aujeicao. Quero acr
indepeudente de meus amigo como o lu de
minha irma, pois gracas a Dco, nao aou mai
menino para ser guiado por mioguem.
Trislao, esqnece vosse acaso qual tem si-
do o mcu proccdiinento dcpois que o encon-
tr! dr mivn ?
. ao iiicno poi longo tem- 'l'rislo, disse 5un.> com utna voz suppli-
po ; cu devia casar-mc com a lilha do donlor ce, uo talle assim de i!
Unan i. Importa que aquelle que me .imam, co-
Uuvi dlzer isso vagamente, mas nao cri nhccaiu-uic.
que loase verdade. Calumniar-se, nao he iuatrui-los.
E porque duvidou, perguntou Trlslao com Nao me calumnio, Simo. Minha existen-
nina proiuptidao, ua q^uai c poda entrever cia cm Ucauregard me era Imupportavel; peo-
um pouco de pcriurbaciio aci que a alleicao de Corina mea lomarla mais Simo com brandura llmitei-me a >p
iorque, meu amigo nao exija que eu Ihe doce c procure oble la. Uisseram-mc colo los, porque me loroavain feli. Hoje voss pu-
que era de meu dever casar com ella *-------
Ircl de novo
S;o queco nada, mal leinbro-rne, ob-
servo.
Kii-lhe acaso a menor exprobaco, quan-
do vosse roinpcu os empenhos que tinha con
Habido comigo?
Estes projpctos de retiro eram absurdo.
Elle nao partlram de iuui, respondeu
imai, espada de Toledo, punhae de Ve- e a taroarel a ver ; um auccesso medeteriaj Se vosse livesse vindo mais cedo, conli-
de espoleta, rosarlo turco, aqui, um revea me dciporia mal a voltar para jnuou Triilo, eu Ihe lena communicado nil-
juntu de voss. fla'o o dina ainda, mai dtiic-u j preielir afim i na' engaar giellri fue ranlam ] bo de manda-la para o crrelo
--------- ~ -|'-n 1-| auimiUZI lllbU,| "4*""I .... jj.u.iu ... .. .. ._>__ (. .... ....-----------------------,-------------------------------------riHi..<.WHH lili
una caiholira e mu outros ubicaos orillo- iuntu de voss. iVa'o o diga ainda, ina det.ie-o i inha carta i mas agora he in.poasivel, pol aca-
doxo, e heterodoxo
Trlaiao
ao acabava de eurever a Allielte; tua
Kiiinle-qU* "* co"ceblda nc" termos c-
Ulve: cent mulla prosima volm,' \ Simo inclinou a cabe;a sem proferir urna au
Adeus Allielte, nao me julgoe com nimia palavra que podesse mostrar o que se paasava
evcrldade, pois mere(0 um pouco de indul-lem sua alma,
vci li ]'"'' 'Inha Irmaa, eipanta-la tal- geucia. lima lembranca cruel pea sobre ini-i Tomel um grande partido disse l'rlslo dc-
, pois lenho que rcferir-lbe cousas mu dll- uha vida. Em Beauregard ella me eslava cni-jpois de ter esperado durante alguna segundos
, j,.. pre prsenle ao espirito como um phanUstnala respoita de seu amigo.
; riaeourarto n. 2t. amcacador, aqu poiioesquece-la algumas vc-| Qual? perguutou Simo, que nSo que-
C
do, de .orteque nao pode.se mal vollar a loro.amcnle. Quer dar-me a eolende, com l..o que nao
Pl. h.,n ...___a., ci -~ Tc,u lao,ac"oma",le*l'rePl'eouTr"-,l<:veu>oml tornar a ver-no?
InrTaaB^^ "" C?'" ,,",Pfcienc"' m a lilha I De que serve ver-no, ae nao fallamos a
iJesw ?..!.! Hmfl 1 quc "lc c",'"eu- Parafcla desgracada e acabar por abando- mesma liugoa ? Eotreiauto minha porta calara
to livesse sido jamis urna cousa coovenciona- ua-la ? einnre abena nara voaai
da quando^,1 ,,ue vo.a parta par. P.ri. Convlnba que e reliras.e, desde que per- Que me importa. Tristao, que sua porta
- C a; J^ ? i' ebe" ?"c ella mav : "l0 T'isl''. qoe eneja abena para mim, se seu coraco e.u
ca um I e lu, ,p !.!? >** PUC' q"e ",e otu^;n,* delicadeza que be a honra pa- fechado ? Adeua. meu amigo. Se algn, da
e^U^rri.!-1^- "" homem eoino vo.a. deaejar ve.-me, una ,l.vr? llar ba.ur para
,iT. tJIVr !.,'. n,de, lera. i.rf, ^ ''*'* *> olhoa do Sr. H rla.il e da lilha voas Nao chamo aquelle* que ae aprtalo.
poo-eascm cumprlr, pon quanlo mais llvre uu.i dcveealar comproinetlido. I ala aquelle que vo.a aparta?
! Vi.V.. 6,C0 ,nCD0S uev "r re- Seria vos encarregado por elle de vir di- TrUlio nada apandeu, Simo dcpois de
irdcur-se, nina vcx que tem cacolhido. zer-mc Uso? perguntou Irlalo com altivei. ler operado alguna Instante por sua respnaU.
cniao ao seu ver, pratiqucl urna aeco Depois de sua parlida nunca mal pro- relirou-e com o coracao extremamente ainar-
inu cuipavci, nao be ? nunclaram eu nome em ininha preienca. gurado.
Jim, irlatao; visto que voasi! me nter- Enlo poraaaaraaao cte inierraae. iii.r. lo- Conlinuarjj.A. \
iog, nao pono delxar de dizer-lne Uo, a e- ra por eUes ? I '


o liice, com tudo tal foiM occwlo que Ihe que tras o lie tu aquel le amigo quebrou urna
. j.. .MMifU mi'4>a aKmi j* mi. 2
B-
Correspondencias.
,n,r, a em.u.,.0 d. seu peotamenlo or- "^^a^o^ieKXVo"'?., coo.u.ta-
demdss coutes polllicas. aquella mesmo rttoDr.cht>c de polica tobre eice c.o de
em que COllOOava aconalcjo indispeoitrel c9m,ce0cla, e que elle reipondera, que nio
do toda sociedade. tendo ajurlidlccao d'aquelle pontlnce teinpo-
Vusai grande falta, lie nSo querordes rf- ral,a pritfn era uulla ; mal que aa pancada ea- Sr#. Redactorii.Lendo a ftaptinia, n.*SOI,
ciiiecer quo oaordem das Cousas polticas Caraui bem dada; pol era Deo a poda Clrar, nao poiao delxir panar en Julgado a enrret-
htrverdtdet t8o ioconteslavelmente immu- tegundo metrao prometiera quod cumque i- rrandencla que vem alatonada pelo Sr. YtdmU
. .___i om in,l. nnirx nr.lon .la oamrii upr (rrom, rfl (igatum in calo. Em da Muribiea. Se be verdade ou nio que o pro-
tavcis quinto em lod.s as outras ordens de U|i do r ^ ^ ^i^ tMoi n fej(or pub(|co iem frgue, ,em ,b.ndonado
i'ousas. enalnadoa, a aua eacola, nSo sel; maa a aer exacto, deve
Talvez me pecis agors i nomenclatura Mullo Um aproveitado o exeniplo do liical elle tar chamado ao cumprimento deieusde-
deslss verdades, a3o me eocaregare .Je de Mamanguapc. ver pela autorldade competente ; nem he a
apieientar-TO la mas O que posso dixer- Appareceu multo proialcameute a coro de prlmrira ve que uin empregado publico com-
voshequeelli esta inscripta DO olimoda Nosta Senhora daa Nev; e nio valla apena melle falla dea naluteza : porm o que nao
consciencia liumana, e que achrela ves- compor um drama para lr um deifelaa lao pono conceder he o Sr. Vidente da Munbeea
liaioidelll na historU da rata liumana e pouco palelhico. Fol achada detr. do dtono UrardVbl argumento contra o regulamento
iiaiosuena na matn aa rac,a uuniaua, o i umdearo; mala de urna de 12 de malo dele anno, ao qual attrlbue
nio ero oulia parte ; he ah que ae conserva "j,^11?,,""Jloum ".ii.gre. o que nao con- di.po,icocs que nelle M nio encontram.
n sou deposito. Mullo cima de tolas estas (r9Urc principalmente* poique etou conten- O regulamento novo nio qulide certo coate-
verdades, intes dellas, se eu oustsse dizc- Cid0 qu fol all deiuda por algum dos ralo da tar a ninguem o direitn do ensino particular,
lo, se colloca o principio da soberaoia na- igreia. quc be urna industria, e como tal garantida
conaI Mal romntico, e te nao tlvette recele de um pelaconsiituicao. O que qulz o regulamento,
Ort pergduto, podor urna geracSo pre- aactilcglo ditla mlraculojo, fol o furto feito a e qulz com mullo acerco fol, que o governo
Rendi meato do 1
dem do da 19 .
CONSULADO GERAL.
1%.
M:S77,9IS
44,006
11:621,921
tZjfc.1
DIVERSAS PROVINCIAS
Itendimento do dia I a 18 .
lJom dodia 19.......
8B0.349
3,116
883,465
CONSULADO PROVINCIAL.
Reodimentododia 19.....630,141
RECEBEDORIA DE RENDAS CERAES
INTERNAS
Kenriimento dodia 1.9
510,412
como certldao de idade, ou
amina da escola,
a dcspea que
s ve, he lao ;
i.n lr i h i, h rn,iri. burdo Se um navio a prancha neste porto, de nao estivesse privado de aaber, como al ago-
lender que t soberana nacional he propne >ura'ait, barrica, dpe c,rnce balalaa; feito ra, quaes o. individuo, que se enc.r.egan. da
dade sua 1 Nao, a soberana nacional nao ^ ag<>u e um ur JtnUdo mul imporuott ennecio de instruir e educar
lie propried.de de nenhuma geraciio ; vos T>| caDe||eir, tiham tomado os godtmei que a mneidade, e de que natureta be o progrm-
alo sois senfio urna gerscSo ; vos sois B0 ,i,.r,,,, pe|a r, j qUe tal furto devia pro- ina do seu ensino. A quautos tem requerido
aprimogenila viva das gcracOes sucessi- dulr eos ladrdetno condutlrain os mesmos cssas licencas a nenlium se ha negad, urna
vas : vos lendes o goso desta soberana ingleici, aein duvida por scrcm objectos de ve que prehencba certas condlce, alias mul
nacional- mas esto grande principio he O neuhum valor; mas consta que principlaram facis e justas, como certldao -*
morgado'da raca humana ; vos podis go- a conduzir o navio, deiaando-o pui nao caber cou.a que o ralba, o ProgratM
...S.ii. ./..i... i r.liaiur moro- "a ra. aCtsaCadoa Je conduela, ele. ; e I
zar delle, podis fm-lo t,u;U*c'r""*'?, A assembla marcha econmicamente no vi- laso cusa, que se fa por urna s
ga-lo sabia, e utilmcnto para o proveilo ue
vosso
ra
de.
mas dispor della,nSo, vos n3o 0 podis. to, e quer reduiir lambein os do algodao. Se couiinuain a requercr-se. Alm disto o dlrec- Porlo 28 das, barca porlugueza Flor da
Ora este principio da noberama nscional passar um tal rasgo de fioaocas, digoo de um tor geral dos csiudos est auturisado a conce- Naiafde 220 tonelladas, capil.lo Jos de
OUIT dixer alamma cousa Apresentem-me Pili, teremos ncce5ariomrnle acconomia, c com der gratis esias licencas niulheres honestas, <
mna forma de Kovcrnomonsrchico que nao dou. annos de licao principalmente seceos, por.n que por mullo pobres nao poden, faaer
i. ... .; .J ,.n,w .luhf.rSn iln teremos lodos reentrado na economa antl-de- a mesma pequea despeza da liccnca da presi-
bejaanegatao,ouaomi.nos,aaouicacaouo luyiana Ksera iindissi.no ver esta cldade, que dencia. Se alguns desses, que por ah searvo-
principio da soberana nacional. .. cn|a-u 1|ra a prjllic|ra du mundo, chela de in- ravam em meslrcs de insiruccao primaria,
Mr. di a Rochtjaquelcn : l)elega;ao. pregados com os venclmenios em debito, por drixaram-se disso, he porque sao da classe
O Sr. general Cavaignac... No dia em quo ccouomia, visiido com suas familias, a Adao ; o dos que ensinavam a Icr, escrever c contar
mol verdes mostrado uia monarchia con-'que em vetdade deve dar grande incremento sem saber nenhuma desias cousas.
i:ebida de Isl sorioorganisada.de tal nianei-:aocommcrcio, e com elle a agricultura. O Se he do espirito da constlcuicao, que todos
a-lo sabia, e utilmcnto para o proveiio d, eipreio. e ara obrigat aindamis a diminuta que he espantoso o numero das II- | mesire cuas uo iio.ano, equipa
osso bem estar, de vossa prospendade, p- ccooolllia trala de economisar a receita, mln- cencas que j se tem tirado, nao s para esta ca-ga, loros de mangue: a Pau
i O desenvolvimonto das condices de po- g0ad0 as rendas. capital, como nata lodo rsse centro. Essas Itaplisla. Passagniros, Hanoel C
or e riqueza da sociedade a que porlenCMS; ja reduziuo ditcitodoassucar a tres porern- licencas j andao para mals de cem, e anda Oliveira, Silverio Jos Madoira.
. .*!_______a a i a> A. .^- n muais _____________A..^l iinlli na A ., > I .. A ,., 4>i r,,,,,!-,, na m Mimaos, na 1L i nnal itmi ni i I
Movimenlo do porto.
Navios cu I nulos no dia 19.
Assi --16 dias, hiate brasileiro Exaltacio,
de 37 tonelladas, mestre Antonio Msnoel
Alfonso, equipasen) S, carga, sal e cou-
ros; a Jos da Silva Wendonc,a Visnna.
Parahyba -- 3 dias, liiale brasileiro Tres lr-
mioi, de 31 1|4 tonelladas, mestre Jos
Duarto de Souza, equipagem 4, csrga, to-
ros de mangue; a Joaquim Duarte de
Azevedo.
Parahyba--3 dias, hiate brasileiro Con-
fio flor das Xirtudu, de' 26 tonelladas,
mestre Elias do Rosario, equipagem 5,
ulo Jos
Cruz de
REAL COMPANHU DE PAQUETES INCLEZE8
A VAPOR.
Espera-te o vapor Tay dol
portos do sul no da 90 do fr-
rente nioz, e seguir para Eu-
ropa no dia aeguiote, para pas-
sagem dinjam-se I agencia na ra do Tra-
picho Novo n. 43.________.
Theatro de 8.' Izabel.
9.'-RECITA DA ASSIGNATUTA-
Sotado 2ll de tetembro.
Espectculo variado dramacico, canco e
danta.
Urna eacolhlda ouverlura, pela orchetCra, ser-
vir de preludio a tepreseulacio do novo dra-
ma em 3 actos intitulado
O NEGOCIANTE HONKADO.
Psrionaotiu.
Emery, negociante.O Sr. Germano.
Lulza Emery,sua tnulher.A Sra D. M.nocla.
Uidant, cala. O Sr. Res.
SUredo Meuard, .caixelro.-- O Sr. Sllsjfllre.
Prspero Dubreull, idcm.-o r. Dizerra.
Pedro, jardlneiro, O Sr. Hontelro.
U Durand. creado de Emery.-- 0 Sr. Alvcs.
Io cobrador de letras. O Sr. Das.
2* dito dito, N ar. Rosendo.
Creados, cobradores ele.
ra que u3o sejs, por inais que digars, ou a
negactioda soberana nacional bem como a
monarchia legitima.....
,/r. de la Rochejaquetein : A delegacSo !
a delegacSo!
t'otei esquerda : N3o imterrompa !
O St, general Caoaignac... Ou a abdi-
i ,ir,,iu desta soberana, b m como a monar-
chia que Ihe succedeo; neslc dia concoJcr.
vos-hci quo se pode pola a par da forma rep-
blica ua,e de.-cutl-lns junta cuente collocando
cima ue todas o priucipio da soberana
nacional.
Mr. de a Rochejaquetein : Pe^o a pala-
vra>
O Sr. general Cavaignac : Cumpro esc -
llier, seohores de um lado, lendes a nega-
i..'in desle priucipio, quo he a monarchia ;
do outro UnJes o principio cora a nica for-
ma que be sua expressao ;pois enHini oque
he a soberana nacional ? nao sera acaso o
direito imprescriptivel de constituir por si
mesma os grandes poderes que a regem i'
( Adeslo 'esquerda : Reclamacdes a di-
re ta. )
Ab I bem ose' ou;o ji do antemSo os ar-
gumentos quo nos apresenrareis. I'allar-
iios-heis da soberana nacional da caita de
1830, espeio i-mi...
Huilai vosee : [Uo nflo '
O Sr. general Cavuiynoc... Desla sobera-
na nacional que se reconhece um dia, que
se reconhece urna hora, jusiame ile o tom-
po necessario para que ella se suicide.
A' esquerda ; Hallo bem muilo
bem .'
O Sr; general Cavaignac : ... Esta so-
berana devo di/i-Ki, bem que os que a pro-
clamaram lulo tivessein disso conhecinento
segundo eslou convencido, nao ho seno u-
ma soberana mentirosa, n.i.i he a Verdtdel-
ra subcrauia : a verJadcira soberana hea-
quo n.i i pudo nem negar-se, nem abdicar-
se. (Asscntimeiili u esquerda] Esta he a de
que fallamos esta lie a do que vos dizeinus
que a repblica lio a nica cxpross5o.
Atteodei bem, se ao vosso ver, a sobera-
na nacional he um Tacto,
entilo podis dizer que
forma ; mas no dia em
a soberana nacional he
dia terei rasSo de dizer-vos que a repblica I monicmo, liiivou-nos logo as trevas', c tai-
he um direilo e n3o OUlra cousa. jVC a esta hura csteja em Cabaceiras, ou n'ou-
A esquerda : MuitO b?m !Iru ,uar idntico deslumhrando os pobres ina-
OSr. general Cava,gn-jc: Uto he o que lu,0,f M""o havemoa senlido Ul ausencia;
.;i,, i__. ..- at- !._ i iius relizmcute licamoa com as iimnicas do
ou tinha a dizer-vos. Coulinuar-se-lia, bao Sr, Spllior, quc asss nos consoUln
o Mi, coliocar este principioo debmo da ja cousia que o Manoel dos Santos Leal, ne-
etiqueta de repblica de direit, divino. A- co, que, como Ihe disse em urna das .......,-,
quolleS que oisso acharem al^uma vjnU-'procurav.i por-sc ao fresco com recurso da
gemqueofacam,pela minlia parle tenhores- prouuncla pelo assassinaio do llr. Trajano, nao
Azevodo Canario, equipagem 34, carga,
vinhos; sal e mais gneros ; a Manoel
Joaquim Ramosa Silva. Conduz para esta
provincia 22passageiroscom pasta portes,
o 6 sem clles. por vir contemplado na
matricula da mesma barca. Tendo lar-
gado os passageiros, e recebiJo ordens,
seguio para o Rio de Janeiro seu deslino.
O6.vertiiicdo.
I'uii li.m na entrada da h ir i.. o brigue es-
..odcrnismo Cem discobetCo cousas? Grandes recebam a insiruccao palmaria, alguina aulo-
maiavilhas rcsetvou Dos para oseculo XIX. ridade leve haver que inspeccione o modo
Marchando assiin acconomia tainbem dispen- por que esla be distribuida : e nem me agrada hrslprn ,
saremus obras publica., estradas, pontea, Ion- o principio absoluto deque a nstrucco prl- un Legalldade brasileiro e^de guerrt),yiii-
les,polica, eeiitraremos no econmico, e poe- maria corre loda por coma dos pais ; porque do da couimissao, coinmaudanle o capiiao
lleoeatndo natural e este paiz tao chciodc muitos dcstes ha que, com quamo desejem o lente Lourert(o da Silva Araujo Amazona.
belleas fruir sem trabalho lodas quantas bem de seus iilhos, todavia por ignorantes en- mmmmmmmmmmmam^^^s^m^mm^mmm
Dos Ihe qulz dar, Abeocoada economa cu te iregam-nos multas vezes a homens Indianos, !<'Itl 1'4 1'S
-.1,1,1.,. c coiuligo a quem le inveolou.' viudo a verilicar-sc a respeilo dcll?s o prover- UKJM. M. AaJKI,
O tamandu de Campia est quasi com as bio d'um ceg guiando a outro ceg. Final- -------------------------------------------------
unhas de lora, ej tem produzldo seus desgos- mente que as escolas de instruecao primaria O llr. Francisco de Assis Oliveira Macel, de
los, c uo pequcuos. Mal lim hajain lodosos Ceem melhorado considcravelmcnle com o no- delegado de polica do pnmeiro districto
tamandas do inundo, c com cllcs quem os vo regulamento, c com a creaco dos inspec-
pario. i lores dos circuios lilterarios he cousa j reco-
0 do Inga, de que Ihe fallei, merecen a alten-' nhecida por malla tente. Com tudo ainda ha
cao do nosso Napoleao de capote, e dizem que muilo que emendar ; porque erros envetera-
por mu sua mlssiva fui aarolliado com um dos nao se eincndam de repente.
informe a cmara mas o Iraeawo e seus Is- bou c. &c.
maelltas uo eslo pelos autos, c nao sel qual O KiJeiKe do Recife.
'epas,5Uo'*annudua^7nhoa0do compromisso _S. r*^~Al!K,l2?!l!.0J?!0J!!!L0I: trasmittidas pelo lllm. Sr. desembargadnr
desie termo, ejuiz municipal suppleulc
da primeira vara, e em exercicio do mes-
no termo por S. II I. e C. que Dos guar-
de, etc. ele.
Fago saber aos habitantes desto districto,
que em conformidade das ordens do Exm.
presidente da provincia, quo me foram
l.iarha'baTos da greja de Nossa Se- "' >'. 211 um encapotado lomando a defesa da chefe do p0|icia nJo he pcrmittido a pessoa
nbor. Mal dos Homens. Os pardos liverain a Sra. Joanna Januana. e pretende, sem duvida J d ^^f, moedi f,^^
,,ab,lidadede,.,cradiicordiaen.^^^^
les c.emplares esposos, de sortc que i,^ ,,',, tiaro de l8 du 'cor. do sou mao estado he trocada na thesoura-
rencemez. Coitado he lao miscravel que es- ra da fazeuda, o para que chegue ao conho-
condendo-se derxou ficar um dedo de fra da cimento de'todos, mandou lavrar o presea
negra capa em que se envolveu, pelo qual lo- le, quesera publicado pela imprensa, dado
go descobri o advogado da lionrn da Sra. Joan- e p,SSa 10 nesta Cdado do Racife aOS 17 dias
na : he di/ino da sua Olanle, por mi ni bem co- do mez de selembro de 1851 Eu. Jo3o Sa-
nheeldo, e com o qual nada quero, salvse riliva de Araujo CalvSp, escrivilo o es'revi
...mplare esp
Srndora oppoz-sc formalmente aos in'cresses
de San Jos, e por Isso desde o anuo passado
que anda o tamandu iulalado.
Fol arrnlhado oulro tamandu, que desde o
anno plisado llcou atravessado, islo he a lei
das aposcotadarias provincias, que fol adiada
para o futuro anno. Eu, com quanto nao seja
empregado, c nem queira sc-lo, principal-
mente depois que ouvi appelida-los de gafanho-
loi, enteudo que deve-sc tornar menos preca-
for lao alrevido que se anime a metter a mao
no santuario sagrado da vida privada do meu
go, entilo Ihe darei urna resposla terminan*
sso reprovo allainenlc o proceder daassem-,
ble
i' *,.
lea. Sel bem que as aposenladorias, poden. us''P' aprend.s de theologia que diste
buslvamence erempregada em proteccao de i oSr.Gcrmano arc.pcitodo ..nprudenie. lev.a-
lilhado., ,. sobra1;,, 8o, ,n.,Pdc prrenlr 2LS22tf2 ,S iSaH!**'^
alilhados mus sobram
scmclhanlc mal, c a assembla
dcsconhecer.
Francisco de Assis Oliveira Mwcic
Francisco Baptisla d'Alnieidt, ctvalhoiro da
imperial ordern da Rosa, o subdelegado
da fregueziailc S. Jos do Ilecife, por S.
,M. I c C. fi.
Far;o saber i todos os habitantes desla fre-
gueza, que em virtudc tas terminantes or-
dens do Exm. St. presidonlc da provincia,
que Ihe foram hojo Iranstnitlidas pala de-
-- Etla fgido desde 36 de Agosto n -.
mulequ Domingos, bolieiro, e ud.U
orioulo, ilsde 92 a 34 tnnos, nouca hir0'
falla manio.nmct fumo.quandoanda na."
ce puchar boj urna perni. e gost, de \\'
be fllho do lugar-Ugo.-to,:LT
o Limo.lro, foi do finado Vio,,,,
OI
I,
Villa do
do ntlguma tenda de tapatelro, ou or i"
gum csllugi de negro, por aer inuin ,i 1"
I ,, ,. I ..... II.... aa. Ina.. -_ .. -*0 DI.
uo aiierro aa nna-vista n.io ou nos AITn '
dot cilio pegtdo i igrejt de S. Miguel,
-- Do engenho Juanra, rreguexia de l_
nnhaem, desappareceu no dia 14 do corr
te tetembro, duat escravat dot nomes e
naetteguintet: Mara Therexa, que rerr8"
arntt ler 48 annos de idide, de median -
tatura, cftr fula, olbot grandes eaboload,
tendo o dedo mnimo de urna dat oig0
feituoso : Feliciana, quer presenta ler n
co mais de 40 annos do idade, de ettaln
regular, corpo seco, cor prett, denles |K
No flu do drama a Sra. Landa e o Sr. Vasco' raados, o beico de bano um pouco ienJ
caniaro um bello duetto del Due foseando ma- rado, e com um defeito noa dedos doponr
ealro Verdi, aeguindo-ae pela Sra. Carmela Lu- causa de fcrimenlo ; vieram para esl nr
cci a excellcute cavatina da opera Lucia de Ca : quem as pegar leve-as ao segundo "
Lamermoor depois da qual a Sra. Landa exe- ar do sobrado n. 33, atrax do tbeatro rio
cutara urna cavatina da opera Etnanl. 'Francisco, que se griliflcart crenor
Os Sr. Finan e TrabaltonUgualmenle exe- meate H 8 eenorosa.
cularao agrande .cena inimlca e d.nc. io d fe ,
A bylfltlt!. I p0ll0 Borges, tendo de seguir pari 1
Terminara o espectculo com a multo gra- dispede-te por esta folht An uui-------- '
ciosa e aplandida comedia em um acto, ornada d.nl0 0 II1HS 0f
de msica
O Beijo.
Comecar as 8 horaa. Jos Borges de MagalhCes, portuirii,
enda no lugar do reiira-te para a cidade do Porlo. '
Presepio.
do leucoma.!-.'
otllciaet, agradecendo-lhatda
I trata me uto qi
nono batalhaode iofantaria.
coracaoobom tralamento que recebeunj
THEATH de apollo.
Estando a approximar-ae o tempo dedica-
do s representarlos pastoris, olTerece-w
iwir m,l,.. I.,n..nl ....... ... 1.___ '
nio ndei tcncindo-se sem forjas para trabalhar no Uica- legaca desle termo, quo nenhuma din; la
I tro de Sania Isabel, e precisando de 30 dias de ha em receber-su
a mooda papel legal, que
ni.i
Os tamandas tceui
causado suas deserc
I lar a parle de 1) Leonor de Catiro, no Captivo ra da fuzen la desta provincia. E dando por
yOes ( de Fez.' Se nJo eslava doente, porque motivo'esta forma a maior publicidade s mesmas
na casa, c o deputado febril, que lio brilban-t se soccorreu a ese expediente? nao seria para ordens, man.le lavrar O proSCIlte, (|U0 SOr
(nano In nt trun, a >u. -nl-i nn.l.inanlar /llia I -._.. a._____._______ ->.. __ *
i do Rocife, 19 de
JoSo Soares da l'on-
i cscrevi.
francisco liaptiita d'Mmcida
iguaes,
mpo I
pude multo
bem ser que a vistoria '
se declare em meu favor. ~ Quem tem telhado' O cidado Rulno Jos Correia do Almeida,
de vidro uo alira podras lia tanta neci-l Cavilleiro da Imperial Ordcm da'Rosa, of-
dade no que dit o irmuo noiiamenle iniciado.'; |cj,| maior da secretari da assembla
que nao merece as honras de urna resposta em!
lime do ineu amigo o Sr. Germano ; condem-
no ao desprtso tantos ameacos, como ao que
Ct luz : todavia nao deixarei passar dcsaperce-
lezislaliva provincial, e subdelegado d
freguezia da Boa-Vista, etc.
i .ii.ii saber aos ha luanles desla fregnezia,
bldamentc o impreslimo que se fazao Sr Ger- quo em conformidad!! das ordens'do Exm.
nano, de ingralido para com a Sra. Joanna;Sr. presidente da provincia, que me foram
pondtdo oque liuhaa responder. Impruvi-,conse6,!io ludir a justica como pretenda' que tamas sjmpathias pode ganharaomeu ca- transmitira, pelo delegado do pnmeiro
so algumssvezesminhasphrases muilo aal, |6racaas medidas adoptadas pelo governo. I valltiro que de lauca em ristre contra o Sr. Ger- districto do termo do Itecifo, om Ollicio de
"-c?-r' ?*f,.fl' d" corrente, n3o he pormittido a pessoa
xtr de aceitara moeda papgl le-
penas da lei, por quanlo apezar
- il----- |ii.it~| imiu u nuit iiiviiJi uub iuiiiuii mu a -, .. T r r
I ,m_____________o______,..-...._______... ,,,,!,. itn ,,,... ... ..." ..,.i. Ti,,...i .ii. de seu mao estado, he trocada na thesoura-
ii i da la /en la. l para que chegue ao co-
nliaaimento de loJos, mandei fazer o pre-
. sent, quo ser ahitado nos lugares publi-
tai ao que tal injuslica pralicasse ; e assiml porque nao s a dcspedlo. como se einpeuha eos deslt freguezia, C publicado pela im-
foi, como eslou convencido pelo juin-mm do em arrojar o ildiculo, o odioso e a deshonra' prensa.
so algumas vezes minhasphrases muilo s,al "'sas medidas adoptadas pelo governo. valltiro que de Une a em ristre contra o Sr. Ger-1 districto de
mas nao improvise minhas ideias. 0 quaodo i a tc''l"enlc n',u "miamos mais este milagre niauo Ihe Rea vis a til. O Sr. Hermano fol 17 d correl
dizoaliiuma cousa, ho ponjue o sinlo ec-l ,'i"' '""" I1"-' <">'" nu >'" man | ingrato c iraidor para com a Sra. Joauna : ella a|ums dcis
mesma.
Foies diversas : Para amanilla -
Falle/
OSr, generalCavaignnc : Pesso assem-
bla a permissSo de continuir.
fe todos as parles .Falle falle .'
'^Continuarse ha. 1
INTERIOR.
CORRESPONDENCIA DO DIARIO DE PEK-
NANBUCO.
Ptrohiba i5 rfe ttttmbro de 1851.
Os successos vo apparecendo, e cu, que le-
nho lomado a mim a misso dechronisla, nao
querodeixa-los em silencio; portanlo no ha
remedio seno aproveilar todos os crrelos, j
que oo temo um telegraplio elctrico pata
nossa coinmunicaco ; o que cm verdade he
multo sentir!.
Km minhas noticias nao teuho podido deixar
de calnr em alguns anachromsmos ; pnrquanto
as gcnlilezas-Jos Isinaelilaido centro ouns fac-
i all occorridos, seuiprc chegam a meu co-
iihccimenlo em data alraiada, quandu j Ihe
Iridio noticiado outros inaia receutes; porcm
disculpando esta falla involuntaria, contenie-
se com saber o que val occorrendo, sem Ihe
importar a ordein chronologlca.
O Ismaelitas nao dormeui, e todos os mezes
dao copla de si; e quando eu o julgava em
rmltllcio, elles fazlam suas pille:
Km Gorablra .'Independencia; Luiz de Merel-
les, no da i9do pastado, deu um formidavel
bacamartada em Pedro de Arago, que imme-
dialaineule seguio pata o trino da gloria; e a
[olida (una das mais activasj apenas sabe do
su.a. lu.i, que esgueitou-ae para'o Rio Grande,
ftao sel e naquella provincia existe o imn dos
Ismaelitas, ou se all existe a casa capitular da
eonlratia.oquc sel he que pata all clles con-
vergen!, e grsvilam, como pedra para o centro,
como tgulha para o polos.
Detfiaem uinapi., a policia poe-sc em ac-
lividade, iiiovem-se as prclorianas, ptocura-
ae o ufollador, e em tesultado sabe-se que elle
cita ou vai Pata o Rio Gtandc. Infeliz provin-
cia, que tantas symnalhla lein dos Ismaelitas?
guem dera que elle fottein todos crear alli
miii colonia.
Corre tambem como ceno, que em Camplua
lora aasaaassiuadu uin individuo, por uina es-
culla, que o lra prender para rcerula, e di-
zem que cal consequencia proveio de iuctigas e
vellos enere o morco e o iuspeelor de quar-
leitao,
Moposso aisevcrar-lhc a exaclidio desleac-
i.oiiteeimenio; e por liso nao quero ukh-jIi-
a-|o.
curlifo, nunca da a il>, i a S. Exe, e Dos
Ihe de um ovo d'ouro.
Dizem alguns que aquellc acto choca a inde-
pendecia judiclaria. lie bem lembradu. la
nio meentendo cn,:i esta maquina de patente
de nova furnia administrativa, a que chamam
mista, ou temperada ; porcui com meus bo-
les julgo que a independencia do iudleiarlo
nao deve ser para fazer quanto desaforo quei-
c que o execulivo pode c deve faze-lo en-
trar na oibita de seus deveres, inoslraudo-lh'a,
quando della se transviar.
Ilaveria oll'ensa da tal Independencia, quan-
lo a ni I ni, se o execulivo dissessefars isto
mas quando Ihe di'.se lzercs islo, iocortes
n'aquillotem aconsrlhado, tem, como Ihe
eumpte, velado na cxccuco das Iris, tem de-
fendido o sanio paladio da conslituico.
O que me parece he que a cousa cheirnu-
Ihes mal, porque eberou a homcm, que mos-
trou n.o set de gracas. la, Porffcni, eslou
satisleitissiir.0 com estas e outras mostras
de vigor contra o ismaelismo; porque sou
essencialmente amante do ineu numero um,
c quero andat desassombtado dos taes mar-
recos.
Se o governo tivesse a feliz lembranca de
fazer dancar em curda bamba quantoa Isiuacli-
tas ha nesta ptovincia, ainda preteindindo
das formulas conslitucionacs, eu applaudiria
um lal acto, e cartegaria s costas material
para erigir-lhc urna columna.
Parece-me estar ouvindo a alguem; que
principios sanguinarios, meu Dos i Slm,
senhotcs, eu c me cntendo. Cm miseto ci-
dado, paciiieo, iotetcsiinte ao paiz, onetadu
de familia, he victima, sem formulas jurdi-
cas, sem appeilo, nciti aggravo, de um sica-
rio que por urna vindicta, capricho ou paga,
brbaramente Ibe rouba a vida mas a socie-
dade, a justica, ou o quer que for. ha de ler
todas aialternacdes com aquellc malvado, fazd-
lo passar por urna Inliuidade de formulas, que
s tem por flu demorar a punico e facilitar
a impunidade. Ha de ser maisallcnciosa pata
com um malvado, do que elle foi para com
um bonetlo eldado, ha de ler mais escrpu-
los de fazer justica, punir um oriuic, do que
elle Ceve em comecie-lo. Nao posso combinar
com isso, e fleo montado na burra, etubora
me chamein quanto quizerem.
Parece-me que lenho estado hojo um pouco
tabugeulo p.>rm se assim he, nao deve fa-
zer caso, potquanlo a la val em mlnguanle,
e breve ficarei mals conversavel, como o eCe-
VC anee honlcm o ineu amigo Arjot.
Por fallar em lal amigo dir-lbe-hei que. se-
gundo as ptopheciat sybcllatlcaa d'aquelle au-
guro, o ministerio esc cm crise, pelo que, se
sobte o procedete vida ptivada da Sra. Joanoa.
O Sr. Germana ueste negocio foi grosseiro. In-
grato e traidor!..' (a) Siiu; sim foi ingrato,
traidor c ludo o mais que qulier o iniciad), ar-
rancn a Sra Joanna da Itahla. u .O termo ar-
rancar foi bom ,in .ni i I,, .' Com lagrimas,
etc., etc. e esia dama deixou todos os seus in-
leresses, ledas as suas grandes vanlagens s
para aeompauhar generosamente ao Sr. Ger-
mano, afluida sustenta-lo na impresa do thea-
tro: veja-sc agora que saciificio fez a Sra.
Joanna dos seus iuteresses, deixando cssa Ierra
onde eslava plantada, e da qual foi arrancada
pelo ingrato Germano. Na liahia ganhava a
Sra. Joanna 80/ rs.; velo para Pctnainbuco
gaubando
Subdolegacia da freguezia da Roa-Vial.,
is de .-ele. nlini de 18SI Eu, J/rancisco d
.if i os Corroa, escriv&o o escrevi,
Rufino Jos orreia de Klmeida.
B. iv t_ <1 uo '"preseuicues vasiuns, ollereen...
ecita extraordinaria em beneficio por mdico aluguel para eate innoceoieu'
do actor francisco de SALLES vertimento, o theatro da ra da Praia, CMI'
marella da esquina. He a melhor c.sa a
gcimaraes e il'.mia. com siaioresproporedes que para tal fim'l
Quinta-feira, 25 de selembro de 1851. I oode encontrar : trtla-ae com Cuilherm
Depol de uina btllhance ouverlura tocada Sette no ate"o d Boa-Vista n. 10.
em gtandc otcbeslta, subir a cena o bellissi- ~ No ceuiiteriu publico, precisa-so di
moeapparatoio drama em qualro acto cun sor ventos de pe Jreiro, paga-sea 640 rs. da-
prologo nos, preferndo-so escravos, isto atteeun
O SJNEIRO DE S. PAULO. ** n
Poney Dmosse & Companhit, a.isam
que, natutencia do tocio gerente liemcs.se,
tem pistado procuracHo bastante pin gy.
rara mesma casa, com todos os poderes
C. I. B. Leclre.
Quem precisar de um rapaz portuguet,
para caixeiro de venda, de que tem DiiUa,
le pratica, dirija-te ra de llorn, venj,
de Domingos Azevedo Pires, ou na rui dit
Cinco Ponas o. 67, que achara com quem
tratar, que aa mesoris pessoas illiancirao
sua conducta.
Pede-te ao insigne artista dramitco
Germano Francisco de Olivein, de repetir
om scena o muilo applaudido drama
A Grata de Dos.
Kazondo a parte de Ltosfilot, o Sr. Reis, dt
que be inimitavel; esperamos que o Sr.
Germano leve em considerarlo este pedido.
Pedrlnho.
OITeroce-se ama portugueza para crii-
' ftiimina*' d e c,s e homem aolteiro, etlrangeiro
Senhorc de corle, soldados e dou medico.' ou br'sllero, ou de pouca familia, sabe ei-
No inlcrvallo do prologo ao drama o Sr. eoularoi serviCOS que 86 precisan! : quem
Ftaucilino, director da otchestra, em obsequio della precisar dirijt-te ao pateo do paraizo
ao beneficiado tocar urnas n. 14.
VARiacoes Arrenda-seou vende-so urna proprit-
narahecadciuacoinposcoiobreomotlvodo Jade de trras, dittanto desta pra^t dun
drama lyrico I.ICUKi |.\ i'OHGIA, leguas, com propor(0es pira qualquer esla-
A Sra. O. Carolina da Silva tambemem obse- belecimento, oom rio correle o navegare!,
i|iii'i ao beneficiado canear o modlnha brasl- coberlo de mapaa, e um cercado eopsstido
leira, que tanta aceitacio tem merecido do pu- para animaes : a tratar ua rila da Cruzo.
. 66, no escriptorio da viuva Gaudlno & Kilho.
AD0UK1 LM.\ ALMA IMPURA. --NaruadoQueimadoroja n. 16, se dir
O Smeiro de S. Paalo.drama que tanta revolu- 1Uem di m*m "', a JUr?s a 2 Pr cflI"
cao causn nos thcatrosHa Kuropa, por causa o mez, esobre penhoret de onro ou prtti.
nao s do seu complicado c bem desenvolvido Antonio Luizdos Santos, declara qua
eiiredo.comotainbempelapartedoSineiro.que ninguem contrate ou ftfa nagoein ilgum
Versonagens. AclorM.
PROLOGO.
os -i: .a un.-.
Lord Ricbniond Scbastlao.
Jhon Guhnare.
Yotlak Jorge.
William Smiih Cotia.
a simio...
Clary D. Leopoldina.
Sara D. Soledade.
DRAMA.
OS SENB0IES.
Carlos II..... . Sebailio.
Lord edl.irt . . Costa.
Lor Wesion .... . Flgueitcdo.
Lord llenriquc Ucdfort , Mello.
Alblnu..... . Tclles.
Ludlow...... . Jorge.
Lotd llroghill . . Caetano.
0 Sinero ..... . Gulmaraes.
Ricardo..... . Canuto.
Samuel. , . Conrado.
.S SINII0F.19.
Ladj Pcdlbrl , ... D. Leipoldina.
Mana....... . D. Fcliiuina.
ta cidade, de quem espera protecjo,
(.'omecar s 8hoias.
nit ti-u i/cuciiciu, m lu til HlWnllll CDUUlIlcl IQ- _^ i *. Uai.
do applauso merecer do publico generoso de.- comu "p,rUs "ypothecidot ao tnnuncunte,
o para que nio se ignore em tempo tlgum,
faz publico.
Joo da Silva Boa Vista, parlioipi l
quem convier, que do 1. de oulubro em di-
anto, n3o vende em sua taberna bebidas es-
piriluostsde producrjSo brasileira.
Na ra Nova n. 35, loja dealftitte da
J. S. de Menezet, tlm do grande sorlimea-
Avisos martimos.
-- Ptra o Rio de Janeiro, segu no prin-
cipio da semana a mu veleira escuna ame- lo de obns folias que continuadamente
ricana '
para pa
zorem ir
Fleot, com excellentes commodos tom, tanto para'bomum, cojio para meoi-
ssigeiros; as pesfoas que rt. lia qui- nos, tem um vtriado torlimonto de ptnnoa,
e passagem, dinjam-se a cata merino, cisimiras, bros, tetins pira cole-
Declaragoes.
Pola delegada do prmeiro districto se
faz publico quo foi aprehendido um cavallo
castanho em m3o do um porluguez, que de-
clarnu have-lo furtado do engenho saguim,
na comarca de Nazarotli : quem se julgar
a11,-!... c uui beneficio. Quanlo, com diroilo, dirija-se a mesma delegada
oh! quanlo perdeu em e deiiar arrancar da Como quer que u EXO, Sr. presidente
Habla pata vir tepiautar-sc no Becifc I he este da provincia, hja dalo as suas ordens para
na verdade um grande sacriiicio, tevoltanie quo as despesas u'tgua, de Iluta, e da limpo-
iiigratidao doSr. Cemiano. a Sta. Joanna aln- das escolas publicas da provincia seja ftl-
liT-T^lXWfta^
digno empresario se uppotesie, ella o nu al- ?" ?*r- aireOlor Oeral da Insiruccao pu-
catit;tria : lie anda mais uina prova da ingra-
lido do Sr. ('irru.un> csse benelcio teve lugar
no dia -i de maio, esse me foi todo de bene-
ficios para a companhia lynca, a empresa nada
fcjE, c o r. Germano por ser Ingrato a Sra.
Joinna coucorduu nesse beneficio perdendo
urna noilc, que podia muiloajudar a impresa.
Se o liluiiic campeao' novamente iniciado conbe
ce os misterios tenebrosos doSr. Germano, ii-
qucsibcndo que cu abaito assignado sou o
depositarici dos mysterlos honrosos da sua Dul-
cinea; marchemos ao campo, cruseinos as nos-
sas ''ii.iii- sangue por sangue, vida por yida.
Adcos irmao iniciad'o, at quando quser en-
conlrar-se com
0 Rvbim.
COMMERCIO.
Ul'ein-me queem Alagoaora, S. Sanlidade qulxcr, por tua cooca e riico, pude ptopalar
,scm tbiara iirra un sup.ii.us em dous indivi-lrsla nodcia, que Cem de causar movimenlo
dusa em audiencia do Julto de pa, e que osluos fundo publico.
prendera de otdem de S. Kxc. para o recrula-1 S ba uin inconveniente na noticia, e he,.-------
ment. Comqtunto este proceditnenco nio e que pode serum pouco attasada, e talvea do | (a) Confesso que este pedaclnho he bello,
compadefa com o carcter de um tutnuio pon-|anno de 1849; pois consta-me que o vapor-eloqucntc e romntico...,.
ALFANI1KCA.
Itendimento do dia 19. 18:192,013
fescarregam hoje 20 de selembro.
lirigue porluguezConceicio de Haria--mer-
cadura!.
Hiato brasileiro fixatl-iriio -- gneros do
paiz.
i ni i>< Hiate brazileiro IxhaUca'o, vindo do Araca-
ly com escala pelo Ass, consignado a Jos da
Silva Mendonca, manifesfoit osegulnte:
i paeote peonas de ema, i'.)\ molhos couros
miudos, 201 meios de sola, 15 aacca cera de
carnauba, 90 coutos salgados, tcaixas velat de
carnauba, 4 molhos astelras, 2 barricas ealca-
do 1 em btulho ceta, 4 courot cortidos, 126 al-
queires sal; a Ordcm.
noticia, e he ]
blica lago saber aos pais, ou tutores dos me-
ninos de ambos ossfxos dessis escolas, que
estilo desonerados dessa especie de imposto,
abusivamente exigido de seus discpulos
pela maior parle doj professores. Directo-
ra geral 12 de selembro do 1851. O ama-
nuense archivista, Candido l'ustaquio Celar
di Helio.
lJagador3 militar.
Em Cumplimento da ordem do Exm. Sr.
presidenlo da provincia em ollicio datado
de h Miiem, ao lllm. Sr. coronel inspecto',
se faz publico, que nos das 20, 22 e 23 des-
lu mez se ho de arrematar peranteesla pa-
gadura 16 cavallos quo esttvam a cargo d >
Sr. majar graduado commanJanto da com-
panhia lxa de cavallari, os quaes serSo in-
dicados na covia em que se acham, e pode-
rlo ser vistos o examinados pelas pessoas
que os pretenderen!, para cujo lim se pedio
a competente ordem ao lllm. Sr. cotnman-
danle das armas, cumprindo declarar que
a arromatacao sei feita depois das 11 hons
no dii 23.
Pagad, ra militar de Pernambuco, 19 de
selembro do 1831.-No impelmenlo do et-
crivilo, o olllcial, Joaquim Pereira Bastos.
- De ordem do lllm. Sr, director geni da
instrucclio publica, faco tabor a quem con-
vier, que por delibertgSo de S. Exe. o Sr.
presidente da provincia o prato do coacurso
i cadeira de primeiat letras do lugar de
Corrente foi eapacado para o dia 15 do pr-
ximo outubro.
nirecleria goral, 20 de setemb.o de 1851.
O amanuense archivista,
Candido Eustaquio Cesar de Vello.
dos consignatarios Doane Youle & Compa-
nhia, na ra da Cadeia do Itecife.
Para a Faraliyba.
Em pouens dias pretende subir o hiate
brasileiro Espadarle, por ji ter parle da car-
ga prompta, para o resto trata-te com A. da
C. Kerteira Estrella : na ra da Csdeia do
Recife n. 23, ou com o meatre Victorino Jote
Pereira, no Trapicho do Algodao.
Ptra o Ass seguir com brevidade o
brigue Destino recebe carga por frelos inuito
baratos quem quiser carregr dirija-se a
ra da Moela n. 7.
Para a Bahitseguiri cim multa brevida-
de a bem conheciila rscum Galante Mara
por ler j grande parte da carga engajada,
pura o restante e passigeiros," triti-se com
Silva otCrilo. na roa do Vigano n ?.
i
Avisos diversos.
Engomma-se com perfeicao, e por
commodo preco : na ra do Arag.lo n 28.
-- O cautelista Salustiano de
Aquino Ferreira, (az sciente ao
respeitavel publico, que hoje, ao,
deve chegar o vapor do sul, con-
ductor da lista da segunda lotera
da santa casa da misericordia de
S. Joao de El-rei, e silo pagos
sem descont nlgum, logo que se
receberem as lisias, todos os pre-
mios que sahirem nos biliiet.es,
meios, quartos, oitavos, e vigsi-
mos, vendidos na praca da Inde-
pendencia ns. 13 e 15, luja, de
calcado do Arantes, e na ra da
Cadeia do Recife n. .'f<>, loja de
miudezas de Jos Fortunato dos
Santos Porto.
0 Sr. Domiogot Concalves de lloraos,
doixou de ser caixeiro de llenry Gibaon dea,-
il; o dia 17 do curente mez de tetembro.
- Pela aegunda vez te pede aot devedo-
ret da loja decalcado da ra da Cadeia do
Recife o. 9, o favor de mtndarem pagar seus
dbitos, do contrario ter.lo do ver teut no-
mes por esta folba.
Furlou-te da ra do Trapiche n. i t,
segundo andar, urna colher de prta com a
marca do um mullio de etpigas de arroz e a<
letras S. A., soppelta-te de um mulato quo
ahi appareceu, e rogt-se a quem for ofTere-
cido de o aprehender e avisar ao dono, na
casa cima.
tes, que tudo vender por mdico proco,
apparecendo dinhuiro.
-- A pessoa que aonunciou querer 600,000
rs. a premio, de um o uieio por cento lo
mez, sobre penbores de ouro e prata : di-
rija-se a ra Nova, loja n. 37, que se dir
quem d.
Jos Mureira Ferreira, subdito porlu-
guez, retira-so para Tora do imperio.
Ua-se pedacaria de lijlos e eolulbo
na ra do Rangel, a fallar com o mestre pe-
dreiro Ignacio francisco dos Sanios.
Precisa-sede urna ama, para o sorvico
de urna casa, escrava ou forra : na ra No*
va, loja n. 8.
lieseja-te fallir com o Sr. Joaquim Ctr-
va I no de lluura e Beato Ctrvalho Uittos, i
negocios de seus iuteresses : na ra da Ci-
di 11 do Recife n. 2.
Na rui Augutla n. 7, preparam-se jtn-
tares para lora, com atseio e promptidto,!
tambem cose-so roupa.
-- Preeisa-se por aluguel, para servico in'
Icrno de urna casa mu capaz, de urna escri'
va: quema tiver, dirija-te a ra Direit,
sobra lo n. 32, d-se a seguranca precisa.
Tratpassa-se um sobrado de um andtr,
na ra Imperial n.87, que paga 14,000rs.
menaaes, alto e baixo : a tratar no niesrno
sobrado.
-- A direcc.lo da sssocIacSo commeroill
dos logistas, convida aos tocios para atsem-
ble geral, no dia SI do corrente (domingo)
as 10 horas da manhSa : na casa da mesnw
astociacio, na ra da Cadeia de Santo Aa-
lonio.
A ELLES.
Sao cliegados os superiores quei-
jos de prea^a doGear : na venda
da ra do Livramento n. ao.
O Sr. Joaquim Ignacio Clemente
ti'Almeida Sarinho,
Queira vir, ou mandar pagar na rut Non
n. 35, o restante da coota que llcou emconi-
bi Jo pagar por seu mano o alferes iot at
Negreiro d'Almeda Sarinno, qutndo dio."1
alhio para o Sul em 1849, e emquanto e nao
lzcr ter secopre de ver o seu nomo nosta
Diarlo.
Precita-se do um homem, que soja boj"
telao, eintenda de planlaclo, o imanbo ai
arvores ; preferindo-te o que for natural *
llhis, para ser inoarregado na plantacao do
um poqueno tillo naa immediacOea da cida-
de de imda : dirija-se a foras ue Porttt ru
dos Cutriripet n. 84.
- JotRIblro Pontos, despidi seu ct-
xeiro ChristovBo di Silva Araujo, no di >/
desetembro, por motivo de roubo que la-
va fazendo na casa.
MUTILADO


"5
uu- 1\(\
'fnoo*n. a Serr d'Ago'i"6o;oo6 ri, do
boa oonduta se offerece para ser ama da" -- Precisa-se de urna pasioa que anteada te conseguir cm maior escala espaldar os
queni estiver nes- beneficios que tem om vistas o seu director.
- i Aimla urna voz, quem abi suppoter exagera-
Co e hyparbole, pode desilludir-sc por aeua
proprios nlbos.
FiiiHltco il'Aurora.
Aviso de importancia. inda tendo poucos commodos, porm quer- C. Slarr & Companhia, rospeitosamente
_, i i i se que saja no bairro de Santo Antonio:
Tendo 08 abaixo assignados de qUem tiver, annjncie, para ser procurado.
annunciam ao publico, que o seu eetabele-
ciroentopara manufactura de toda aespe-
'i^ndoeeuestabelecimento de fazendas ja favoravel e ultima occasio, das
costiou" ra Nova n. __ ,_ ,. __ ,_ _..
, para a praca e serlSo, na ra ...
onde podo ser procurado todos odlas
' .iuite Antonio Gomet Villar
P,r*. ciatano Silverlo da Silva tem urna
e.rii de 'importancia, na loja de Joaquim
wheiro Ponte, vinda do Mace.o : na ra
'iSeiadoRecf..o.M.
os herdeiros de CaeUno Pereira Con-
Q u
S 3:2 e
m f- a
9
.= t =
retirar-se tmpreterivelmente para O bacharel Pedro Gaudiano de Itatia ci de marhiniamo tendo desde o seu pnn-
, i | i i fih e Silva, mudou a sua residencia e escripto-(cipio em 1839 ido constantemente augmen-
iejai iro, no un rjodeadvogocia, para a ra da Larangeira tando, tem hoja chegado a um estado de
perfeicSo tal, que nSo he inferior aos me-
lliore.s quo exislem em todo o imperio, tan-
to pelo que diz respeito a capacidade do
edificio, como pela excellencia dos mate-
riass e pericia dos seus empregados; o que
os habilita a ofTerecer-se com conflanca pa-
ra a pontual execucSo de toda a especie do
machinas de vapor, de qualquer lamanho
ou descripcSo que sejam, lizas, para na-
vios, ou locomotivas. Igualmente caldei-
raa para vapor de todas as dimensoes, engo-
nhos para cannas movidos por vapor, por
agoa, ou por animaes, ni n todas as varie-
dades^de moderna invenco. Tachas do to-
dos os tamanhos, alambiques de ferro ue
todas as capacidades, instrumentos de agri-
cultura, rodas d agoa e moinhus de vento
de todas as qualidades. Alvarengas e em-
barcares de ferro de qualquer porto ou for-
ma que se desejem. Puntes de ferro de lo-
dos as dimensoes, gradaras, vaiandas, por-
tOes, columnas, sinos hydraulicos, boias de
ferro, e n'umn palavra todas as obras do
ferro e bronze, de quo o paiz possa precisar1
Gracasa energa do guverno, existe ja urna
excellsnte estrada feila em linlia recta da
ponte da Uoo Vista para o eslabelecimento
a maior
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u -o
A pessoa que qmzer consultar ou Ira-
tar-se do uiulcstias agudas ou chronicas, pode
dirigir-se a ra larga do Itosario o. 30, aon-
deesl rezilinloo Orugi3o Bernardo l'e-
7 horas da inanhaa as 4 da tarde ^
Carlos D. Fredricks & C
f $
mo Vepomuceoo Diaa Fornandes, u
f I)r. em mediwna pela faculdade do $) J"0
H llio de Janeiro, pode ser procurado J
fe todos os das das 7 da manha as 5 (4
lvesdaCunha, annunejaram mal, Uizen- ^ horas da tarde, pelas pessoas de sua #
3n oue ninguem compre terreno algum, ^ in,izade, a por todas aquellas queo#
r;. nanlo nada devo a esses herdeiros lie ^ quizerem honrar com a soa confian- *
iardade qe eu lumei Sr B,rbos 60u ou fe ca : na ra larga do Rozario n. 50. 9
rno 000 ris sendo indosanle o Sr.taetano, ^ Aos pbreg d consultas e so presta 4
'.,Inoiudo o rencment a ostsndo eu do m aoaseua chamadograluamente. 4
.nasuDO, o Caetaoo pagou e me a visou, 9#99i#4> #$#
o eu vim logo e trouce urna Icltra da mes- .. nflerece-se um pequeo de 12 annos de
m quanlia passada pelo Sr. Antonio Pore- idade para caixeiro de loja de fazendas, ou
ra pinto de Faiia, ea entregueiao Sr. Bar- miudezas, chogdo agora do Porlo: quem
hoja par entregar ao Sr. Caelano, a elle precisar dirija-se a ma Direila n. 113, ou
inlregou de que tem recibo, que se pOde annuncie.
ver: por tanto nSo posso dever. Aluga-se um preto para padaria ou
Joao d kllemao Limtiro outro qUa|qUer servico : na ra do Rozaiio
Casa de comtnissao de escravos. daua-Vistan 41.
Na ra larga do Rozario u. 33, segundo fe###0fe#ft*9a>#ffi#
aodir, recebem-se escravos porcommissao, fe paulo Galgnotix, dentista 9
uraserem vendidos por conia dos aeus se- fe francez, offerece seu prest-
ores com a maior brovidade possivel- 9 ,no ao publico para todos os V
Permula-se por urna caaa terrea, no o mlsteres de sua proflsso : fe
biirro da Boa Vista, em boa ra, que te- 4 pude ser procurado a qual- fe
nha bastante commodos, para grande fa- 9 qner hora em sua casa, na i
milia, com bom quiutal murado a cacimba, ^ ra Iarg;a do Rozarlo, n. *
por um sobrado de dois andares e sotilo 9 seg-undo andar. ^^^^?
com trapeira, bonita vista, loja repartida ^^j^^ja)^********","*
para morada de familia com boa cacimba .. um rapaz tolteiro de boa conducta se
no xagSo da mesma loja, em chos pro- propoem.aensinar primoiras lellras, grau-
nrios dentro do bairro do Recife, o qual nrnjca, e geometra, em algum eiigenho ou
rende mensalmenta 30,000 ra. : na ra da mesmo fazenda ; emquunto sua conduela
Senzalla Nova do bairro do Recife, venda n. d conhecimonlo quo agrade a quem M 7,w dir quem faz este negocio, e tamDem ZBr utilizar de seu presumo: na praca da ln-!seC0iarejgdOou ventoso, sujeiloa febrosou
vende-se por 3:500,000 rs. dependencia n. 12, loja de oncadernacao so 1 outra inlermiaJe. Tercoiro se na ramilla
aaAftBftafta*eSalafeafejAfeftMaM#js9#. dir com I"6"1 se d9,e lr,lar- tem apparecido casos de molestias por dcs-
LT^_.T.T.TjT7r^;^TTk:-r m Va Pra por venda, pell ultima vez ( p08ja bercditaria ou adquenda. yuarlo
a casada Solidada pertencente a Muva, e | so lente do syphilis pela primeira, segun-
herdeiros do finado Joaquim Xavier da Man da ou mais vozes, cm que lempo o fui pela
no da 23 do corrente, peranlea I* Vare do prmeira Vt7> 0 lempo ou intervallo que mo-
civcl.escvoa Santos, para_pagamento di i(]jou no sollrimcnto de,( urna s oulras,
Vendas.
reir do (armo, que esl "promplo e exercer om sn' Amaro, o que -oflerece
sua faculdadeem qualquer hora. Par.com commod.dade as pessoas que o qu.
as pessoas pobres so prestara gratos, a pes- "sitar.
soa que o queira consultar por escripto de
qualquer uso a que pnenla, devera em ter-
mos clarps e precisos declarar as seguinles
prinoipaes circainslancias. Primeiro sua
dado, temperamento, constituicSo, dbil ou
valetudinaria,se vigorosa ou sadia, hbitos,
occupacj3o, accrescenJu, se fr de sexo fe-
minino, a declaracSo do estado do suas re-
gras, numero do lillins que tiver tido, se llios
dra de mamar; incommodos mais nota-
veis nos seus partos; se grvida, do quau-
tos niivr.. qual o padecimonto ou mal quo
mais a aflligia por seincllianto motivo. -- Se-
gundo o lugBr de sua hbitac3o, se hmido,
Elementos de homopathia
fe Sahioa luz a primiera parle dests
fe obra composla pelo professor horneo- w
potha Gosset Bimont ; dividiJa em *
fe tres partes. Esta primeira compre- J
hende, o discurso preliminar, a inlrb-
duccJo, o exame do doenle, a esco- JJ
Iha do remedio, o emprego dos reme-
fe dios, o regimon a osconselhosclini-
V eos, com a explicarlo dos nomos gre- *
fe gose anatmicos empregados em me-
O dicina, e a indica(9o dosmedicamen- fe
execuso deAntouio da Silva Gusmo;
quem quizer comprela a hora docuslume.
Quem liver paraalugar urna preta es-
quaesos principaos symplomas que uutflo
experimentara, remedios &. do que usu,
effeitos do imUc/lo ou inr 111111111 o do uso
crava, que saiba Halar de urna criansaefa-, de mercurio, ou outro qualquer remedio,
zer o servico interno de urna casa de pouca de que se lembre llio fOra sub.ninisIrHdo, e
familia, sendo de boa conducta : dirija-se cm qUe dose. Quinto se o mal de que pro-
ao porteiro da Allandega desta ci iade, ua cedttnUiente se trata, lOr precedido, acom-
mcjma repartic.ao das8 as. horas da larde. panhado ou seguido de algum oulru acci-
- Arrenda-se urna casa no cachanga, a dent ou enferniidade, quer de origem di-
_ los apropnado para cada caso de en- fe
V fermidada. Esta obra he til, tanto fe para os mdicos que se dedicarem a w a0 po da ponte, e com os commodos seguin- .. Sexlo om rin,, quaes os symptomas quer
fe experimentara nova medecina, como les seis quarlos, duas grandes salas, co- naefectivo nadoei ment de oul venereuou
9 para todas as pessoas de boa vontade W llnilt ec0iredor lavaJo, com banlio no fun- oulro qUa|qUor desappareeeram, modelica-
4 que se quizerem convencer por expe- W do do quintal, esliiliina para seis cavallos, ram.>e uu existom sem alteracaoapreciavel,
V noticias da verdade desla doutrina, sendo a enlrada da mesma pela Irenle, e e quo llaa menos importa quo a declara-
fe por ser ella muito clara o a intelli- B com portao, leudo no quintal commodos sao do lempo da molestia, sua es,.ecio ou
fe gencia de todos. Recebem-sa assig- fe naturas para a obra mlcira a 5/000 no tendentes derijao se a cambiado Carino ta.comolicacos sobro vmdas o metos de
fe consulto!o homopatnicoda ra das fe ,,. 33,
fe Cruzas n. 28. Depois da publicasao fe g{-)0<>0 du queso Icin l'eilo usu.
fe das segunda e terceira parles. O fe prefosera elevado a 8/000 para aquel- fe
fe les que nao tiverem assignado. No fe
fe mesmo consultorio oncarrega-se do fe
fe man nir fornecer qualquer encom- fe
menda de meaicamenlos homopa- fe
fe Ihcos. Noprelo: Palingenesia dos fe Q Cosst'Bimt"continuara cun os medicameolohomoopalhicos brasi- g uabalhosdo mesmo consultorio, on- V ridade tal, que nao pode doixar de merecer
> iint-os. O de podar ser procurado a qualquer a aprovacHo daquelldsquesabem dar o vfer-
9999fe9fewfefefefefefefe Q hora. O dadeiro apreco estabelecimentos desla or-
Oabaxoassignado faz publico que n3o QO^CJOOOOCOvOOQOOOO jdem. O direclor tem feto particular estu-
respoude pofiqualquer cousa quo liem.a es- Aluga-se no sitio do Caiueiro casas t, afespeitodo mellioramcnlo do collegio,
cravos seus. sem levarem ordem sua por com muifu commodos para sepssara festa ,e > consoguiJo recunliocida vaulagem do
ripio. |ou por anno com b.nbo junto as casas:quem l>n-l"odo qno tem empregado. pelo qual os
Manotl Mves Guerra. Ias prelender dirija-se ao mesmo sitio para alumnos, .sem a menor infracto da mais
Aos de i tes.
J. A. S. Jane, dentista, tem a honra de a-
visar 10 rcspciUvol publico, que so ada
resulindo na ra nova, primeito imdar, u.
19 onde estar sempre prompto qualquer
chantado das 9 huras da manlnl utu as 4 da
tarde ; o annuncianto encheita do uui a tu-
dus us dentes, que pira Uso lem um cum-
pletu sorlimcnto de denles aitilieiaes de
porcelana, sendo esta cotupusicau mcurri-
givel mu dajicados u du ultiniu gostu, e tu-
dos os mais accessurios letidenles a sua
profissao : o aiiiiunciaiito assovera a todas
as pessoas que se quizerem utilisar do seu
prestitno, que n5o exigo paga alguma llio
licando os dente; bem postus ; que no so
pussatu diferencar dos proirus denles na--
lunes, o podendo-se mastigar com os mes-
mus toda e qualquer comida, sem senlir
a menor dr, sem ter recelo de os quebrar.
Tambem chumbaos denles natura? fura-
dos dacarie, com ouroou prata, prevcniido
asslm a conlinua53o da caiio' e duros, e
mesmo evitando pur essa frma d.) passar
a carie dos denles Turados para os outros
saos : tambom tira pedra ou carie dos den-
les em gerai, que tanlu damnifica e coope-
ra para u man hlito da bocea, n.1o sendo
tirado : o annunciante lia 12 annos que
excrec a sua prolisao nesta pra;a, e esse
longo lempo o devo garantir.
Ricos espelhos.
Vomle-se em caaa de Avrial Frere & Com-
panliia, na ra da Cruz n. 90, espelhos de
vidro franceze, com ricas molduras donra-
das a sem ellas, de 3 at 5 ps de altura, por
presos muito em cunta.
Descoberta econmica.
Na rna da cadeia do Recife,
loj n. 50.
Chegaram ullimamente do Aracaty, caixi-
nbis com velas de carnauba pura, t-11 lo ca-
da urna pouco mais de arrota, pelo dimi-
uuto prejo de 9,500 rs. arroba, tomndo-
se mais recommendaveis, pela sua excel-
ente luz, durado e limpeza, havendo no
mesmo lugar, do mesmo genero, com urna
poquena composicBo de sebo por 8,500 rs a
arroba, sendo preferiveis tanto ornas como
oulras, as que aqu se fabrican; a ollas an-
tos que se aesbetb.
Vende-se um preto bom marinheiro,
creoulo, de idade26 annos, tem oulras ha-
bilidades, acha-se na cadaia, |n3o que seja
fujao, se dir o motivo: a tratar na ra da
Cruz n. 32, nu na ra das l.aranjeiras n. 14,
segundo andar.
Vende-se urna preta mor;a, propria pa-
ra todo o servico, tanto do campo como de
casa, por estara ludo acoslumada, sem vi-
cio neo achaque : no largo do Livrameolo
II. 20
No aterro da Boa-VMa, loja n. 18, de-
frouledo tribunal doCommercio, vendem-
se ricos cortes de cassa a 2,000 rs., ditos da
casemira a t,000 rs casinetas mondadas,
ptima fazenda para pnlitores a 500 rs., a
um grande e variado sorlimento de fazen-
das Inglexai e francezas que so venderSo ba-
ratissimas.
Vende-se urna boa canoa, quo pega em
A dinheiro avista.
Havendo-se finalmente arrematado em
hasta publica aa fazendas da encantada loja
da ra do Crespo n. 9, acham-sa xposlas a
venda as mesmas fazendas pelo* preQossa-
i o covado, cbita franceza larga a 2(0 rs. o co-
vado, fust3o muito fino amarello a 1,280 rs.
o corte, corles de cassa chita de ricos pa-
drees a 3,000 rs, chita de diversas coreas
120 rs. o covado, corleada casemira a 3,000
a 5,000 rs., merino verde, azul a preto mul-
to fino a 3,000 rs. o covado, cortada cam-
braiadnseda, fazenda de gosto a 10,000 e
12,000 rs., chale de 13a grandea a 1,000 rs.,
pannos de mes de diversos tamanhos a 9/a
3,000 rs., lindos cortes de gurgurSo da seda
para colele a 1,280 rs., ditos de Ma para
dito a 330 rs., cortes de colete de voludo
com mofo a 500 e 1,000 rs., manteletes de
gros de aples pretos a 10.000 rs., cortes
de veludo para [colete a 3,000 rs.. cortes de
cambraia de babados a 4,500 rs., cbales de
13a e seda de ricos padroe a 5.000 rs, len-
cos de seda com franja para senbora a 610
rs., manas de seda para gravata a 1,000 rs ,
bonels de veludo para hornea) a 1,000 rs.,
sarjelin para forros a 160 rs. o covado, man-
tas de fil de linbo para senbora a 640 rs.,
ditas para menina a 340 rs., pescocinhos de
fil de linho a 1,380 rs meios chales de fil
de linho 440 rs., corlas da vestido de seda
de liados padrOes a 30,000 rs., cortes de
vestido de cambraia de seda brancos a to/
rs., sedas de diversas cores a 1,000 rs. o co-
vado, chales de cambraia adamascados
brancos a 480 e 1,280 rs., cortes de cambraia
de 6 varas a 1,280 rs., tafett de diversas co-
res a 400 rs., chales de cambraia bordados
a 500 rs., fuslSo com toque de mofo a 120
rs. o envaso, lencos de cassa de cores para
gravata, a 210 rs., chales do 13a muito Anos
a 3,000 rs., cortes de colete de 13a a 400 rs.,
loncos de cambraia de linho para mo, finos
1500 lijlos de alvenana grossa, com upii- a 5,000 rs. a duzia, 13a lavrada para coleto
mos incolamenlns, pnncipaes madeiras no- 480 rs. o covado, sana hospanhola muito
vas, prompta para qualquer servido; lam-|lia a 2,000 o covado, bico relo e branco
bem se truca por ouira, que sirva para con- largo a 320 rs. a vara, dilo branco de seda a
duzr familias: as pessoas que pretende- 100 rs. a vara, chapeos para hornera rapados
rem, entendam-se com o capitao Firmino, brancos a 1,000 rs., ditos p-elos francezes
no corpo do polica. 1 |,los a Mod rs. Alm dos diverso objectos
--.. A|iiT( 'lavcl .solide clenlamudo ,annunciados, existe na mesma loja variado
abacaxi. ,surlimenlod> fazen lasque sor3o vondi los
,_ _u*. '. Por P'ecos un rdacSo aos indicados.
Amanhaa 21 do corrento, das II horas do
da as 9 da noito, llavera na confcitoria da
No ai nimem da ra da moda n 15 ven-
de-so continuadamente superior cal de l.is-
i 'S.-Si V' Cm *? 'T """'"I" b,,a' nova' da melhor posiivel a por menos
ciuJu u apreciavel abacaxi a lverte-se a al-
guns senhures, qneiram trazer suas fami-
precu que em qualquer parle.
Vende-se uo sruiazem de kalkmaun&
Has que nao de encontrar toda a commodi- ,rmBoi| na rua d Cruz n. 10. um gr.ndo
dade, como requer o amigavel sexo. gurUmcm e cop03 e Cthx e todas as qua-
.1 ^enJ-f "mcavallo ruc.b, com todos lilades, apparelhos completos do vi lio, ap-
os andares, de bonita figura, e esta emboas p.rellios para poucho, fruteiras, comptei-
carnes: quem o quizer comprar, dirija-se a ras e garrafas linas "*"
rua do Livramenlu n, 14, luja do fazendas. vi 1 1 1 1
Deposito de cal virgem. lUoItluras cloiiradas
NoarmazemdeDiaslerreira, no caes da de tudas os larguras : vendem-se no arma-
alfandega, vendem-sa barris com cal vir- m de Kailkmannlrmaos, rueda Cruz, n. 10
gem, por preeo com modo, vindos do Lisboa Vendem-se colieerOcs cota
no brigue Conceltio r/e Mara, entrado em _.. J_ |n(laa vistas renre
12 do crreme : Uata-se no mesma srma-,mB1S a 8eis lindas vistas, repre-
zem, ou com Nnvaes & Companhia, na rua,8entando a ponle do Hecie com a
alandega, a ponte da Boa-Vista,
a cidade de ((linda,a ponte do Ca-
BOVVMAN & MC. CM.I.HM, engenhei-
ros macliinislas e fundidores de ferro mu
O ltn las Crnzes 11. 'S. O LolleglO,L9piritO-OantO. respcilosamente annunciam aos Scnhores
Q Consultorio homaopalhico do[acultali-Q Director PrjQClSCO de Salles de proprietanosdeongonhos, fazendeiros, mi-
voJ. B. Casanova. 0 .i| neiros, negociantes, fabricantes o ao res-
a Gratis para os pobres. y I .tlutiquerque. peilavel publico, quo o seu cslahclccimento
q Na ausencia do facultativo J, B. Ca- ,. : O Collegio bspirilo-Saulo, sito na rui do | de ferro movido por machina do vapor con-
sanova, o professor homcoopalha g Mondego, .do bairro da Boa-Vista, acliaso, tina em efiectivoexercirio, escacha com-
A Revista,
Peridico litlirario o recreativo.
Sihioo segundo numero, a acha-se ven-
ajustar,ou enterTda-se com Beruardiuo Maia
da Silva na rua do Crespo.
Na antiga fabiica de chapeos deso, so
restricta disciplina, alcan;ao rpido pro-
gresso as materias que se Ihes ensinam.
As primoiras lellras, de cujo ensino soen-
^jju carregaia o direclor, olTerecem o mais con-
,1. ... ..: ". lna.nend.ni.1, lula lia fin- eilCII Irn a IIIII tlOVO 0 HllMcMIU Mil I lili ,,.
da na praca da Independencia, luja de n-,decha e03lanlo para meninos como para veniente desenvolvimento; porque o melho
mancamos a ba 'd0.Sl,.Su."1? "h"S os meninos a apphcar ao
ciderna(3o n. 12, e no pateo do Collegio,
liviana do Sr liourado.
Um estrangeiro que pode dar contasde
liedoaeu trabalho, offerece seus ser vicos
como criado de casa, para qualquer senhor,
ou brasilelro, Inglez, ou ontro estrangeiro :
quem o quizer dirija-se a rua dos Tanoeiros
uo Hecife, casa de George I-'ishor n. 1.
r'aco ver ao publico que nSo poderSo
tratar negocio algum cum o Sr. Alexandri-
no Ignacio da Conceic.no sobre empreste de
dini eiru, nem hypotneca, nem venda sobre
um terreno na estrada de llelem, s tambem
urna parte de urna casa, sem queeuabsixo
auignada naosejaouvida.
I (juez da$ Vlrgent.
Casa de modas francezas
Buessard Millochau,
I'elo ultimo navio recebeu-se de Franca
s Uzeadas seguales as mais em moda om
Pariz: manteletes e capotinhos, cbapos de
seda, de pallia a de montana, ricos cortes
de gar^a a bico para baile, cabecoes de bico
de liuhoB de blonde, ricos eufeiles para ca-
bera em Dores, turbantes a toucados, luvas
depelica, bico de bloode, dilo de linho de
todaa as larguras, at caadas, flores finas
cm calas, ramos e capellas, plumas, meias
de seda branca abenas, bordadas e fecha-
das, filas, romeira da bico a de cambraia
bordada, ele. etc., faz-so vestidos de bailo,
e casamento, e qualquer eofeilo para aenho-
ra por prect] commodo.
~ No da 20 do corrate, se deve arrema-
lar em hasta publica, perante o Dr. juiz mu-
nicipal da segunda vara, urna casa de so-
brado de Ires andares, sita na rua do Viga-
lio, por execucSo do Exm. conde de farru-
to, conlra D. Lauhana Roza Candida Ri-
gueira.
" Acba-sa em negocio por compra, a ca-
-aa da Capunga, junto aoSr. Ooofre, e per-
tencente ao Sr. Sutero, quem se julgar com
aireito a ella, por qualquer titulo : an-
nuncie. '
-- O abaxoassignado, procurador da c-
mara municipal de Olinda, aulorisado pela
mesma, torna a chamar os foreiros que se
acbam devendo foros e laudemios, tanto
uos terrenos da cidade de Olinda, como dos
lenos das ras do bairro da fioguezia do
Recite, dita de S. Antonio, dita dusAfoga-
uos, e mais terrenos e sitios da freguezia
u villa do Cabo, ponte dos Carvalhos, Mu-
noeca, ponte de Muguaipe e Curcurana ,
quedo contrario a mesma cmara usara dos
nieos que Ihe concede a lei, visto que mo
Mueren, vir satisfazer os seus dbitos, vin-
uu lamber todos squelles que tentcompra-
uo as posses dos terrenos a outros, se reco-
uiiecerem novos foreir0gi mencionada ca-
ah,i,'nqU8t'ar dUo nm P6dem procurar o
"D'* assignado em Olinda, na casa da es-
i. ,,. V on^ ao col'sgio dos orphos,
C?dad .w?.m'?ad" Senz" du Uestcrro!
idide de lind.-, 17desetembro de 1851
-p t Jd' *'"oCetar de Andrade.
Pra'EuroCp.OD'Cl,,adno fraJ,CM' relira-se
-\Uma ominar branca, de mela id.de, de
huiii.n-, e juntamente -
qualidadoegoslo por seremos primeiros :f9luJu lo,,os os '"omenlus quo est3u na au-
vindo a esie mercado; emquanto o preco ,'? e a muluamenlo concorrerem para o a-
diautamenlu uus dos utios, as operaces
|antbemelicas, a leiluia a c-cupta ,
a doulrina chrislSa a grammetica por-
Na mesma fabriatKconcertam-se a cobre-! tugueza em fim todas as materias que
se qnalquer armarJW servida tauto de panno consliluom a insliucf3o primaria, s3o
como de seda, a tudo isso com o maior jensinadas com tal melbodo que a teura in-
asseio e promplidSo; desejamos quo os uo- telligencia dos meninos as nao repelle e ao
he o mais cominouo possivel.
Xu Fasseio l'ublicon. 5.
i'res habitantes coucorram para este esla-
belecimeoto.
Estebenete
Cutilelro e armeiro francez, tem a honra de
prevenir o respeifavel publico que toudo
contrario recebe-as fcilmente, a do msdo
que nema iulelligencia prejudica a memo-
ria, nem esta aquella, as oulras materias,
como sejam : grammatica latina, lingua
franceza e msica vocal e instrumental, o-
aberlo sua tonda na roa larga do Rozario, 'erecem o mesmo feliz desonvolvimeulo,
... .*. .. I., i. .... .. .. ............ ...... I. \ I ..... na
amigamente dus quarleis n. 10, se acha ha-
bilitado a satisfazer as pessoas que quize-
rem honra-lo com sua freguezia para qual-
quer concert pertencente a sua arte, e que
licarSo satisfeitas tanto na prompla e boa
execu(3o das obras como nos prefos que se-
r3o os mais razoaveis possiveia. tile fabrica
tambem isporas, bridas o picadeirasao gos-
lo das peasoas que se diguarem Ihe fazer
alguma encommenda. Elle faz sempre as
.inulac,es, s lerc;,s, quartas-fetras, e os
sabba-os de cada semana.
mmtummwmMmmWmm^m
s Consultorio horneo- ||
pathico.
mltuu do Colegio n. 2,'>>ri- .
metro andar. "j
O Dr. I. A.Lobo 31oscoso,
sendo patente o prugresso que h3u feilu os
alumnes no pequeo <-.. i; > de.lempo que
cunta de vida o collegio ; e oulra cousa se-
n3o devera osperar, alenla a escrupulosa
escolha que pnsidiu designacSo dos res-
pectivos professores, que todus, alom de
pe i los nas materias de seu ensino, s3o ga-
mites de muralidado por seus bonscnslu-
mes. O numero deslas materias uu disci-
plinas sera augmentado o prupunjao das ue-
piel Hlenle montado com apparelhos da pri-
meira qualidade para a porfeila confeco
das maiores pe?as do macliiuismo.
Habilitados para emprehender quaesquer
obras da sua arte, liowman & Me. i al I un
desojam mais particularmente chamar a
ttencto publica para a ssoguintes, por
erem dolas grande sorlimcnto j prompla,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
competir com as fabricadas em paiz es-
trangeiro, tanto em preQO como em qua-
lidade da materias primas e m3o d'obra,
a saber:
Machinas de vapor da melhorconstruco.
Moendas de canna para engenhus do to-
dos os tamanhos, movidas a vapor por agua
ou animaes.
Rodas d'agoa,moinhos de vento eserraas.
Manejos independente para cavallos.
Rodas denladas-
AguilhOes, Ilion/.'s echumaceiras.
Cavilhoos oparafusos de todps os tama-
nhos.
Taixas,pares,crivos e boceas defornalha.
Moinhos de mandioca, movidos a mo ou
por animaos, e prensas para a dita.
Chapas de foglo e Turnos do farinha.
Canos de ferro, torneras de ferro e de
bronze.
Bombas para cacimba e de repucho, mo-
vidas a m3o, por animaes ou vento.
Guindastes, guinchos o macacos.
Prensas hydraulicas c de paraluso.
Ferragons para navios, carros o obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grdese portes.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carrus de m3o e arados de ferros,
etc., etc.
Alm da superioridade das suas obras, j
do Trapiche n. 84,
Marmelada branca e vcrmelha
Vendo-so na confeiloria da rua do Roza-
rio n. 43, de superior qualidade por preeo changa, l'oco-da-1'anella, e a rua
commodo. |da Cruzcom o arco do Bom-Jesus;
Vende-se uem como duas grandes vistas de
Superior alvaiade em barricas de 4 arrobas: u.___i j n
na rua do Trapicho Novo .,, io. i rnambuco : na rua da Cruz, n.
Vendem-se sapalOos do couro do lus- I O. casn I Ralkmann Innio.s.
Iro, fcito na trra a 3,200 o 3,500 rs., sapa- i>fc<3 -j.'<'-m<:
lOe de canreira do lustro a 1,200 rs.: na ^ n*;# *TX
xara desejar aos paes do familia que se di-
d consultas gratis aos po-
m bres, todos os dias da 8 as
19 horas da manhaa.
i'ratica qualquer operacao
de ciiurgia, ou de partos.
Recebe escravos doentes
para tratar de suas eniermi- -;
1 dades,ou f. zer qualquer ope-
m racao, por preco commodo. qp
Precisa-se de urna prola escrava, que
eogomme e cozinhe bom na ruada Cal-
sada, casa defronte de um sobrado ama-
rello.
Aluga-se para pessoa solteira, o pri-
meiro andar do sobrado n. 65, da rua No\a,
com bons commodos e por prego conveni-
ente, com a condicSo de ter-se banca de aJ-
vogar na sala da qual precisa-se diaria-
mente das 9 horas da inanlifla as 3 da tar-
de : quom quizer, dirija-se a rua do Quei-
mado n. 19, ou a esta typographia.
Sorvetes e petiscos.
Nas noiles que liouver expectaculo no
theatro deS. lzabel, na esquina da rua da
Florentina, bavendo salas reservadas para
as pessoas que se qulzerom servir de urna ou
outra cousa.
:...: i ... ... [ nnui K SUU mi IUIHIU uos ibj vumJ|
cessidades do eslabelec,nenio, presumi [gera|menle r;con|iecida, Uow.nan S Me.
siiiMca nomeacSo dos professores a inais (:a||um garanlem a mais exacta conformi-
escrupulosa eaculna, dovendo outro sim ser
previamenle approvada pela authuridaile
compotonte. Pelo que respeta oluca(3o
inrale religiosa,he em verdade a parle quo
maisjtem meiecido os disvellos do director
e noste ponto eile se ufana de que nada uei-
dade com os moldes e dezenhos remetlidos
pelus senhores que se dignarem de fazero
ihes encommendas, aproveitando a occasiile
para agradecerem ana seus numerosos ami-
gos e freguezes a preferencia com que leen)
sido por elles honrados, o asseguram-lhes
que mo pouparSo esforcos e diligencia
rua da Cadeia do Itecife n. 9, loja.
Vendein-ie
Amarras de forro, e ancoras de diversos ta-
manhos: na rua do Trapiche Novo n. 10.
Ven lo-se graxa om bexigas vinda do
Rio Grande do Sul 0,000 rs. a arroba.e se-
bo cm barricas a 7,000 rs. na praca da Uua-
Visla n. II, uu em Santo Amaro venda jun-
io a lundic3o.
SapalSea de lustro a 3,5oo, 3,ooo
e 3,5oo, o par.
"No atierro da liea-Vista loja decalca lo.n.
58, junto ao soloiro vendo-se sipaldc de
lustro obra boa por 2.50O, 3,000, rs. a 3,500
o par, sapalOes du aracali para menino a|
800 rs. o par, sapalns de marroquim para
seuhora, foilo no paiz obra bem taita, assim
eniiMi de lustro, e marruquini para meninas
ate 10 iiiiio-, o mais soi tiiiiento do calcado
por prer,uciiimodo.
-Vendem-se Utas com holachinha choga-
da recciitemcnle de llamburgo, bSSimcon.o
sag fino e do superior qualidade em baru-
cas de 80 e ICO Ib. na rua da Cruz armasem
i. 48.
Vende-sc urna propriedade do Ierras
na provincia da Caraiba, termo de Villa de
cabaceirasa marg-in do rio Paraiba, a qual
lem casa de vi venda, armasem para recu-
lher algodSo, prensa do mosmo, aviamen-
tos de farinha, estribarla, engeohos do des-
eai je ai o &, A;, ludo proprio para o IraO-
co de plantar; a propriedade lem 1010 bra-
cas de frente, e Ires leguas de fundo com
mattas, e as Ierras nelliores quo existem
tanlu para criar, como pa a plantar ; quisur
comprar dirija-se a rua do sobo n. 15.
Vende-se um pelo boro cauouire, <:
moco, na ruadu Cnspo n. 17.
jVanda-te um lindo malente desoan-
oos do idade, sem nenhum defeito, pruprio
para pagem, e de excelicnte conducta ; ao
comprador se dir o mulivu da venda: na
rua da l'raia n. 43, primeiro andar.
Vende-se urna morada de casa sita na
rua Diroita dus Affjfadus em cli.los pro-
prios e por pre(o cummodo : a tratar nas
Cinco Ponas, n. St
(Jompeudios do rozario.
<3
Deposito de tecidos da l'abri-
ca de Todos os Santos,
C na Baha.
;> Vende-se em casa de Domingos Al-
-> ves .Malheus, na rua da Cruz do Re- *
W cife n.52, primeiro andar, algodSo 2
J*" transado daquella fabrica, muilopro- *
j*" priu para saceos e roupa de escra- 2j
? vos, assim como lio proprio para re- ^
2 desdepescar e pavios_para vellas, ^
>_ por preco muito commodo. <;
t>*,t A 4 ^.ftliA********* ?
A CID.\DE DE PAR 15.
YetteCW\tcuta .S^V,
, I III. Mili' puupaiuv bJIVI VVJ w **it'^v*M*ii*m
gnarem do conllar-lhe seus hlhos ; porque, paraContinuarema merecer sua cunlianca.
conscio do que sem religiao e inrala in-l!-^^.^.^. ^.^. >--^-^.^^. ^.^^
telligencia lio antes um instiumenlo pen- CS***""*'" l*f
a r a i .-. i i. i i \ : i i 11.. m i' 11 i i .i 11 i Uan
goso do que ulil, o director nada lem pou-
pado paradirgir a vonUde dos meninos de
accordo cum us priucipios de oterua verda-
de. Urna das dilliculdades com que soem
IN lar us collogios he a silua(3u da caza, as-
sim como suas accommodagoea, disvellos
notratamentu, e mascoudic.0es higieuicas:
mas anda no.te poni, o director ha coiiso-
guido satisfazer plena memo aos paes do fa-
milia, e como em laes materias o melhor
meio do verificar quantose diz, he a ius-
pecc.io occular, o director convida a quom
quer quo se queira convencer por si mesmo
ue visitar o collegio 9 qualquer hora do dia,
e entao tudo Ihe sera patente, a lllms.
Srs. Padre ir.estra Miguel do Sacramento
Lopes Gama, director geral, e Dr. Lourenco
Trigo de l.oureiro inspector do quarto cir-
culo, j visitaran! o collegio Espirito-Santo,
e nada ahi acbaram que Ihes parecesse dig-
no da menor censura. NBo he o seutimeu-
todo lucro quem dirige o annunciante, mas
o desejo de ser ulil so seu paiz.oUorecendu-
Ihe um estabolecimenlo pruprio educif&o
da muci dade,o encargo que sobra seus hom-
bros lomou o direclor, he para elle um ver-
dadoiro sacerdocio, a por isso nada poupa-
ra para o religiuso desempenho de suas 0-
briga(0es. A vista do exposto, espera o di-
rector, que os homens sensatos o davotados
pela sorte de seus Qlhos, n;1o trepidaro em
coadjuva-lo, para que alargando-so mais a
rbita do collegio Espirito-Santo, possa es-
d- COKSULTORIO CKNTKAL IIC1M030P4THICO
4 DK PERSAMBUCV.
9 Dcriijiaopelo Dr. Sabino Olegario l.ud-
> yero l'inho.
9 Rua do Trapiche Novo n. 15.
I> Todos os dias uleis se dar3o consultas
43 e remedios de gra^a aos pobres.dosdo
0 pela 111.1 nli 1, ate as duas horas da tar-
a> de. As correspondencias e imforma-
aj (fies poder3o ser dirigidas verbal-
menle, ou por escripto, devendo o
( doente indicar primeiro : o nome, a
t idade, estado, prulisaau, o constitui-
%,, c3o ; segundo: as molestias, que lem
-, tido, e os remedios tomados; tercei-
9 ro a poca do appareci ment Ja mo-
Sloslia actual, e descripcSo minuciosa,
dos signaes ou symptomas que soffrer
* ***^**av***.- 4 4
*

UII11 (lo (Jolleslo 11. 4.
Novo sorlimcnto 4 chapeos de sol, para
homem e senhnra, a salier :--chapeos da
sol de se la, armacu de baleia, de 4,500 rs.
para cima; ditos ditos para senhora, de 4,000
rs. para cima ; ditos do panno lino, de ar-
maran de baloia e de ferro, de 1,600 a 3,200
rs. ; ditos ditos de armacSo de junco, de
1,200 a 1,800 rs., lotosliropos 1 grande sor-
timento de sodas e panno, em pocas para
cobrir os mesmos, baleias para vestidos e
espartilhos desenhoras. Concertam-sa to-
das as aualidades do chapeos deso, tudo
com perfeic3o e por meaos prego do que om
outra qualquer parte.
Vende-se urna escrava ainda
mol;, 1, i'in vicio algum, cozinha ,
cose bem, liva, tanto de varela ,
como de sabo, e he ptima para
laboleiro : a tratar na rua do Ga-
bug, loja de mijidezas de Jos
Alvss da Silva Guimsr3es.
Charutos de Havana
Compras.
Compram-se escravas crioulas.de boni-
tas figuras, bem como mulatos, a mulatas
para mucambas, que saibSo engomar a co-
ser : na rua da Apollo casa n.B. 1
-- Comprao-se carrosas coniasrumpetcii-
tes pipas para carregar agoa : a tratar na
ruadas l.aranjeiras n. 18, primeiro andar.
Compra-se um par de bancas com pe
de galo, e um sof, tudo de Jacaranda e em
bom uso: quem liver annuncie.
Vende-se um livrinho que conlm a no-
vena daS.nliora do Rozario, com a noticia
das indulgencias etc., dos davotos aconta- l>8 superior qualidade : vendem-se lio ar-
des da uirsma Senbora, por 320 rs. cada
um: na praca da ludependencia, liviana
n.Coa.
-- Vende-se urna escrava propria para
todo o sorvigo: na rua da ladro de Daos
n. 18.
Vende-se farinha de Santa
C'atbarina a sete pitacos cada urna
sacca : no armazem de Antonia
\ mi es, no caes da alandega.
nua do Crespo n. a3.
mazom da Kalkinann IrmSos, na rua da
Cruz n. 10.
Vendem-se na loja de Jos Joa-
quim Morena &c Companhia na
rua nova n. 8.
Rico sinl'iros de gu'rguro para Sra. e
tambem Imillas lloaradas para os mesmos,
luvas de pelica muito frescas para meninas,
lindas pulceiras de fita com seus bordados
nas ponas, quo servem para srs. e meiuuas,
requissioaos bicos Iranios de blonde, pro-
Vcnde-so coitos de bnm da linho escuro pnos para talbos do vestido de noiva; tudo
de .i 1 versas cores, fazenda muilo superior, a por preco o mais emconla possivel
1,000 res.
-- Vendem-se chumbo em barra, cabos
de linho, e de manilha do todas as grossu-
ras, e de cxcellenle qualidade, a gigos com
Cadeiras.
Vendem-se cadeiras para meninas; no ar-
mazem de Kalkmann IrmSos, na rua da
superior champangue, em casa de J. R. Los-,Cruz "10- ... j.
ser & Companhia, na mi do Traniche1 --Vende-se um grande sitio no logar ao
n. 11. Manguinhe, que (ica defronte dos sillos nos
Srs. Carneiros, com grande casa de viven-
da, de quatro agoas, grande senzalla, co-
cheira, estribara, baixa de caplm que sus-
tenta S a 4 cavallos, grande cacimba.com
DEVERES D.OS HOMENS,
a 500 rs.
Vendo-so este compendio aprovado para;*
as aulas, em meia eocadernacao, a 500 rs.p bomba a tanque cuborlo para banho bas-
cada um : na livraria n. 6 08, da praca o, tantos arvoredos de fructo: na rua do Col-
Independencia. >" v .
- Vende-sa vinho de caj, muito supe-
vor, a 320 rs. a garrafa ; na rua da Praia ,
rienda n. 27.
Cobertores.
Vendem-se cobeilores de encerado muito
liuos, para cobrir mosas a bancas : no ar-
legio n. 1S, segundo andar.
Tinta em oleo
branca e verde : vende-se no armazem de
Kalkmann irmaos, rua da Crnz n. 10
Espellio de purede
mazom de kalkmann Irmlos, na rua da com ricas moldurus: vendem-se no arma-
Cruz n. iq, zem de Klkmann lrmaos,] rua da Cruz o. 10


Vendem-se relogios de ou-
roenrata, patente inglez : na rus
da Senzalla Nova n. la.
MoeiKlas Miprrioi'c-.
Na fundigo de C. Stirr & Companhia,
tiin S.-Amaro, acbam-sa Venda moendas
de eanna, todas de ferro, de un modelo e
construcgBo muito superior
Anda mais peehlncha.
Cortee de casimira preta, (na, por 5,000
ra. : ditoa de cores, a 6,400 rs. ; brim bran-
co trancado deliaho, a 1.8O0 rs., o corte de
calca; dito escuro, a 1,600 rs.; dito de lis-
tras, a 3,000 rs. : na ra do Crespo n. 6.
S Algodo para saceos.
Vjnde-so muito bom algodSo para tfc
saceos de assucar, por prego comino- ?>
4) do : etn casa de llicardo ltuyle, na m ra da Cadeia n. 37.
*? t
Talxas para eiigcnlio.
Na fundigo de ferro da ra do lirum,
acaba-se de receber um completo sortlmen
to de Uixai de 3 a 8 palmos de bocea, as
quaas acham-se a venda por prego com-
modo, e com promptido ombarcam-se, ou
carregam-se om carros sem despezas ao
comprador.
Vende-se
Arroz de casca,
Farello novo,
Gh preto,
Chumbo de municio,
Cimento,
vende-se ludo por pregos commodos : no
armaiemdeJ. J. Tasso Junioriana ra do
Amorim n. 35.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra monttV Couipanhia, acha-se couilanlenienle
bom lorlimeDlos de Uixa de ferro coado c
batido, uni rasa como fundas, moendas in-
eirai todas de ferro para aulmaei, agoa, ele,
ditas para armar em madeira de todos os ta-
in julios e ni.odlos o mala moderno, machina
horisooCal para vapor, com forca de 4 caval-
ios, coucos, passadeiras de ferro estanhado
para caa de pulgar, por menos preco que o
de cobre, escovens para navios, ferro ingles
tanto em barras como em arcos folbas, e ludo
por barato preco.
Arados de ferro.
Na fundico da Aurora, em S. Amaro,
vende cu-so arados de ferro de diversos mo-
delos.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedra,
chegada ltimamente de Lisboa
na barca Liseira.
Gantois Pailhet & Companlna.||
S Continua-se a vendor no deposito **
'- geral da ra da Cruz n. 52, o excel- &
inte o bem conceituado rap arcia 1
preta da fabrica de Gantois Pailhet & }:
:l Companlna da Bahia, em grandes e U
pequelas porgOos pelo prego cstabe- j
M lecido. js
tmm-i--r -:-': --,-
Vende-se saccas com leijo
molatinho, de superior qualidades
e prximamente chegado do liio
de Janeiro : no caes da Aiande-
ga, armazem grande defronlc da
rampa.
Deposito de cal c potassa.
Cunha 61 Amorim, vendem barris com cal
'ni pedra, chegada pelo ultimo navio de
Lisboa ; ditos com potassa de boa qualida-
de; e sem exageracSo declaram,que ven-
dem por menos prego do que em outra qual-
quer parle 1 na ra da Cadeia do Itecifo n.
50, ou no beceo do Monteiro, oito da loj
dos mesmos 11. 2.
l'az a dmiraro vender fazendas por
tSo barato preco.
Cortes de cassa chitas com ."> varas por)600
rs., ditos com 6 varas por 2,000 rs., pegas de
chita com 38 rovados por 5,000, 5,500,
6,000,6,400 rs, lentos de cainbraia de li-
nho para m3o de senhora c bolso do homem
por 360, *00, e 480 rois ditos do cenv
braia de algodo com letrero mu lo engran-
dado por 280 rs cada um, e muilas mais la-
zendas por prego commodo : na luja da ra
Jo Crespo n. 6.
Antigo deposito to cal
vi'gcrn.
Na ra dos Torres, armazem n.
a, ha muito superior cal nova em
pedras ebegada, ltimamente de
Lisboa.
Vende-sen mor parte de um grande
predio de tres andares, e sotocom t'apei-
ras, com duas frentes guamecidas de varan-
das de ierro novas, c edilicado a moderna
com toda a solidez e pcrfeico, cito na me-
Ihor ra do bairro de S. Antonio desta cida-
dc, o rojos rendimentos produsem avultado
juro : os prelendontes dinjam-se ao Corrc-
torOlivoira.
Vende-se no Marunhfto, a fabrica
fronte da Conceigo, assim como um ooni-
Vtto sortimento de obras do fullia de II Hi-
dras, laUo, cadinlios do lapes, areia de mol-
dar, vidros para vi Iraca de lodos os tama-
nhos, verniz do copal, ludo muito baralo
bom.
Farinha de mandioca.
A mais nova e mais barata farinha de
mandioca que ba no mercado, vende-se na
ra da Cruz do Recite, armazem n. 13, de
Jo3o darlos Augusto da Silva.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vnnde-se eale compendio, approvado para
as aulas de primeiras letras, a 480 rs. : na
praga da Independencia, livraria n. 6 e 8.
Farinha de mandioca.
No armazem de Antonio Anees Jacome
Pires, no caes da Alfandega vende-se fari-
nha de mandioca em saccas, sendo de pti-
ma qualidade e por prego o mais commodo
do morcado.
PAPEL FIRMADO.
-- Vende-se gelo : no armazem da rtt
da Senzalla Velha, junto a riheira, ilas9 ho-
ras da inanhSa ato ao mnio dia, o das 8 di
lardale as 6, a razfio de 160 rs. a libra, e
4,000 rs. cada arroba.
-- Vende-se um ornamento| novo, e urna
estola rica: na ra da Praia o. 12.
Vendem-se velas de espermscote, em
eaixas, de superior qualidade : em casa dp
J. Keller & Companhia : na ra da Cruz nu-
mero 55.
Vcndem-sc cera em velas ,
I fabricadas em Lisboa c no Rio de
Janeiro, em eaixas de 100 libras
sin lillas, de I a 16 em libr.i, c tain-
bem de um tamaito, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se no escripto-
rio de Machado & Pinheiro, na
ra do Vigario n. 19, segundo
andar.
Tetado de algodo trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na ra da Cadeia n. :>.,
vondem-so por alacado duas qualidades
proprias para saceos de assucar e roupa de
escravos.
4
no pateo do Collcgio casa do li-
vro azul.
Vende-se papel tino de peso e
a I muro, marcado com a firma, ou
nome da pessoa que o comprar ,
segundo o uso da Europa pelo
mesmo prec> do papel, sem que
se leve alguma cousa pela marca : tiiu casa le .1. Keller & com-
1 panilla, na ruada Cruz n. 55, acha-se a ven-
da o xcclleulo e superior rililio re 1111
r.vtltu, em barris de 5.*, ho muito recom-
mendavel as casas eslrangeiras, como ex-
cedente vinho para paslo.
Arados de ferro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambio de sicupira e bracos
na ra do Cres- !. ., .r ',
I de Ierro i na tundirn da ra do
lirum iis. 6, 8 e 10.
Vcndem-so amarras do ferro : na ra
da senzalla nova 11. 42.
Bombas de Ierro.
Chapeos do Chile. f
Vendem-se chapeos dochi-L
le pequeos a 4,00c rs., e >
tambetn ha muito finos a 6, e ]
8,000 rs.
5,ooo rs. o corte.
Na ra do Oueimado defronto do beco do
Vendem-se bombas de repuxo,
peixc frito luja n, 3. vende-so cortas de cam-
braia de burra broncos o de cores de muito
lindos e agradaveis deseiihos pelo baratis- pndulas e picota para cacimba :
simo prego de cinco mil es., dar-sj-bflo a- '., ~.
mostra com penhor. na ra do rum ns. (J 8 e 10,
i.oti'ii.i de N. S. do Livramento. fundico de Ierro.
>o aterro da Boa Vista, loja docalsadon. Moinhos de vento
mciosqu. tos.quinto, decimos evigcsi- do UuwlM ^ Cillunl rua do Bruai
mos, da lotera de N. S. do l.ivranicnto, ns .. ..
cujas rodas iiJam no lia 31 du correle 11-
fallivelmeulo : os amadores da lotera mu-
nani-se de bilheles al odia 20, pois ha uina
pessoa que lica com o reslo para vender
com gaubo, por sua conta.
Ven Je-so superior cognac volho, em
liareis du 12 a 24 caadas : na rus da Cruz
2,400 o corle.
11. 55, casa de Keller o; Cocnpauhja
-- Vcndc-sc gesso em barricas, vnido no
ullimo navio chegado deKrang], lendo ca-
da barrica 20 arrobas pouco mais ou me-
nos : na rua Ja Cruz n. 55, casa do J. Kel-
ler & CuUlpailllia.
AGEtNCIA
da fundicSo Low-flloor.
llt'A DA SENZALLA NOVA N. 42.
Nesle estabeleeimeuto conli-
Hicos sinteiros para senhora.
He chegada ha pouco de Pariz um com-
Clelo sortimento do ricos ainloiroi pira o
silo sezo, o qul se vende pelo baratsi-
mo prego de 2,000 rs. eom competente II-
vella : na rua do Queimado n. 16, loja de
miudezas; as amostras ato francas.
Vende-se
Fio de diversas cores, para sa-
pateiro.
Linhas brancas e de diversas
cores.
Tinta de oleo de varias cores.
Cha pretj e verde, de Inglater-
ra, superior.
Velas de espermacete.
l'*no de Igodao, para saceos.
Tudo da nielhor qualidade e
muito em conta : em casa de A-
damson Howie 5c Companhia, na
rua do Trapiche Novo 11. 4.
Vcndo-se sement de coentro, muilo
nova, allianga-se a qualidade, a 200 rs. a
gairafa : 110 aterro da Boa Vista, loja n. 14.
-- Vende-se mel de furo, lano em pipas,
como a retalho, por prego mais commodo,
que em outra qualquer parte : na rua da
l'raia n. 22.
Vende-se farinha de mandio-
ca de muito boa qnalidade, e re-
centemente chegada de Santa Ca-
lila rina no patacho Nova Lnz: tra-
ta-se a bordo do mesmo em frente
do caes do Hamos, ou na rua do
Trapiche 11. 5.
) Hozado n. 22, e na de alfaiate 1 do e mulher, com um filho de oiin
ouia Monteiro, na rutdasCru-luma uiba de cinco mojos mmir,(i no,>'
__> do Lima barbeiro, vende-seo como urna negra de 17annos fa, t "s'm
Santo Milagro, em que ae manlfeaU ao pu-jvarinlo.cose, engowma, a czinh '""
blico 11 hoiroioso allentailo ezecuUdu por 1 ho rccolhida, muito sadia o sem Puco,
um lecelfio no reino de Valenca, contra a na rua das Cruzeaa 16. vicio,.
somolliang do Nosso Senlior Jesns Christo,
e o castigo que Deus Ihe dtu, como verBo
os I ai toras.
neironic ao uceo do peixe Inlo n.3 vende-
j corles douambraias francesas dill'eiiites das para engenho, ni
sdres polo luralo prego do 4,000 rs., sflo vanor e la;xas ,le feri
s seus desenhos om quadro e porisso ro- vaPor B ue itri
aiia a haver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
achinas de
rro* batido e
Defronlc de beco do poixe frilo loja 11. 3
vendem-se cortes dd cassa xiU lilas, lixas
polo barat'ssimo preco dj Seta patacas e
iii-i 1 esta fazcuda loma-s rocomineiiduvcl
no s por t r cada um 6 3|i varas como
tamben] por ser de ir.culos ricos desenhos
dar-se-h3o amostra cjtn o conpelcnt pe-
nhor.
4,ooo rs. o corle.
Defronlc do beco do peixe frilo n.3 vnde-
se
pa
os seus desenhos cni quadio o p-- .
commenJavei. coado, Ue todos os tamaitos, pa-
Vendem-se vinhos, muscalcl de Setubal, ra dito.
e de outras qualidades recentemonte chega- .', .
dos, do LisbOa.c assim Flanella de superior Cal VirgClll em pedra
qualidade para fono de s;tim na rua do Chegada ncentomenlo de Lisboa, em anco-
Vigario piimoiro andar do sobrado n. 10 ras muilo bem accondicionadas, o por prego
Veudem-se.dous arados americanos pe- commodo; no anna/cni do Silva Barroca,
quenos, com os competentes apparellios pa- :uu rua do Trapiche n. 10.
ra sercm puchados por cvallo,proprio para a loja das seis portas, vende-se muito
plaulages de capim, tamben) duas grades 'em cunta luda a qualidade defazcudas, e
americanas proprias para algu.n eiigeniio : iccebo sodulas vclhas, nao sendo falsas,
na rua do Trapichen. 8 VllIlO (tf Cllilllipa 110,
de superior qualidade: vende-so 110 arrua-
oiii Kalkinaiiu Iranios Hua da Cruz, n. 10
Os Santos Evangelio? a 1,000
Os Sanios Evangelios de Jezus Chiislo,
traduzdos em poituguez, e illustrados de
preacocsc notas por Aulouio l'creira del'i
Atten^o.
Vende-se urna machina completa, nova o
muito suporior, da Torga de qualro cavallos,
alta preslo, com a sua compelente inoan-
da de assucar, por prego barato. Advoile-sc
que vende-se a machina junto ou sem a
11.....mili : dirija-se cm casa do Admsou Ho-
wie & Compauhia : 110 trapiche novo no lie- |guerdo : nova impresso para uso das es-
cita 11. 42. Icollas desta provincia, a dez toslOes cuca-
Deposito de cal e potassa. Sados:",,alc JC1|0b0"" d
No armazem da rua da Cadeia A 4,000 rs. o corte,
do KeCJfe n. I a, ha muito supe- >a rua do Queimado n. 17, loja ao p da
._ i j 1 l j Ibolica, vendem-so corles de casemiras es-
nor Cal de Lisboa, cm pedra, as- curas de supariur qualidade a I c 5,000 rs.,
perior qualidade muilo em conta, queijos completo sVii nenio de fazendas do loda
londrinos fresesos ditos de prato pnzun- as qualidades por prego mais barato do que
tos para Iiambra, ditos hamburguezes, di- eniolia qualquer paite.
los porluguezcs melgaso para panclla. lalas I.IVHOS.
com bolacha de Lisboa, ditas com chocolate Vcudcm-so as seguiuls obras, iuteira-
de canclla de Lisboa, frascos com conservas monte nuvas, e por progos commodos. mis-
nglezas.bocela e caixuilias muilo asseiadas colanas poticas, conludu a tnonircliia so-
com massas linas para sopa, garrafas de vi- gundoa carta, por Chateaubriand, 2 volu-
nbo muscatel.de silubal, ditas coin dito fei- mes 4,000 rs., ensaios histricos e polticos
loria do porto, ditas com dito de carcavcl- sobro as ravolugocs, pelo mesmo, 2 voluntes
los brancc.ditss com dito de colares: na rua 3,000 i curso de direilo civil l'rauccz, pur
da Cruz numero 46 delronte doSr. I)r. Cos- jacharas, 3 volumes 8.000 rs., tratado das
me de Sa Pereira. 'acgOese dos julgainentos por l'oncet, 1 vo-
Para as escolas. ilutno 4.000 rs.,ensaiopliiiosopbico sobre as
Vende-se no palco do Collegio, loja do [probabilidades por Laplace, 7.'id.; 1 volu-
livro azul a synopsis do general Abreu e Li- me 3.000 rs., Coblcn e a liga, ou agitagao
ma, ultimameuto adoptada pelo Lxm. presi- '"gleza para a libordada do commercio por
dente da provincia como compendio de lei- T. Hastial, 1 voluoio 4,000 is.: 11a rui do
tura e historia do Hrasil as escolas prima- Oueimado, loja 11. i.
nas da provincia. Fazendas de gosto para senhoras.
Prego em brochura 2,560 j Cvtimosortimeulode lengos decambraii
Encadernada 3,200 I de linho do molhor goslo; lilos para vosli-
(Jasa de COmmissao de escravos. dos de todas as cores ; dulas linas liauce-
Vendem-se enrravas p rnrpl.pm- sas ClD Padr0lS Jd Cassas a 280 rs. o cova-
y enaem se escravos e recebem- j0/ dllus MlwlM de cureb ti%ai I80 .m
ta ciade ( porto dos remedios; se de commissao, tanto para a pro- rs. o covado, supeiiur chamaiote preio, a
a saber : casa em que est moii-l vincia como para fra della, nara 3i0 n: u co'"io- gradnopie pioprio para
tada a fabrica, com ao bracas de
frente e i5 de fundo ; a prensas
hidrulicas, orisontaes de torca de
600,000 libras, cadi urna 1 dita
vertical de forra de 400,000 libras;
3 grandes caldeiras montadas, pa-|n
ra o fabrico do sabao ; 4 ditas pa- 1
ra derreter sebo; lodos os pe (en-
ees necessarios para o fabrico do
stearina e s-bao ; y esemvos en-
tendedores do servico geral da fa-
de bugias stiarinas e sabilo.
Os administradores da liquida-
cao de Theodoro Chvanos, ven-
dem a fabrica denominada Mara-
nliciiic, na rua do Pioponlao, des-
P^|.j, .._. 10. ....owj, 1,. u....... |.ii i* 1 > ,.1 ... pata
manleleles e vestidos pelo barato prego de
o que se oiterece mullas garantas 2400 rs. o ourle, s.tim du nucm todo de n-
a seus donos : na rua da Cadeia do Ja a 320 covado,iuvas de tiogola 64o,
brica } 1 terreno annexoa fabrica,
com 7 bracas de frente e i5 de
(lindo ; 1 dilo fronteiro a mesma
fabrica, com 18 bracas de (rente e
a8 de fundo : as pessoas queprc-
tenderem comprar, pdem nesta
piara dirigirem-sc a J. Keller cSt
Companhia.
Aio ha cousa nielhor
l'iecilen. 51, primeiro andar.
Deposito ilii falirU-a ile Todos o.s
SniltO.s na Italiia.
Vendc-se,e"m casa deis. O. Hieber&C. ,
1 na da Cruz 11. 4, algodo transado da-
quella rabrica, muito proprio para saceos do
assucar e roupa de escravos, por prego cun-
modo.
Vende-se cola do Rio Gran-
de, em barricas e por pre$o com- i
modo : na rua do Vicario n. iq, !
1 I vawv*a01 un 1 .m >w '.i.-jio, ivja wo-
segundo andar, escriptorio de DJa- 1 quina que volta para a Cadeia, pannos linos
de todas as cores da molhor qualidaddpos-
sivel, c muito baratos por terem um peque-
no toque de avada.
Lindos anneis de cornalina para
senhora.
Vendem-se lidos anneis de eornolina
verdadeira, pelo baratissimo prego de 1,000
ra. : na tua do (ucunado n. 16, loja de
miudezas.
Vendem-se relogios de ouro,
patente inglez, de muito acredita-
c 1200 is. o par, Ulhos do bico para vestido
de dili'i-ivnie.s pregos.u outras muilas fazen-
das modernas por pregos multo barato ; na
rua du (uciuiado 11. 12,1. andar.
Papel do peso pautado e cunhado cvm
o nomo do com, rador: 110 pateo do collegio
casa do livro azul.
Pechinchi para os alfaiales que
qui/erem ganliar dinheiro., c
pessoas paiticularcs, que gostam
do bom c barato.
Vcndcm-se na rua do Crespo, loja da es-
chado ck Pinheiro.
Pechincha Econmica.
He chegado ltimamente um novo sorti-
mento do brins 1.11 din, il" linho,escurse
claros pello barato prego de 11.011 rs. o cor-
te ; ditos de linho e algodfio padres mo-
dernos o de bom gosto a 1280 rs o corte : na
rua do crespo n. 14 loja de Jos Francisco
4 Vcndem-so boticas homocopathicas, +
? (iran! es e pequcuas,com os seus com- 4
4 peieu.es Iwros: na rua do Crespo, 4
> loja amarella n. 4. a
^^jg^(|i^^j^^^^^^^^^
-- Vendem-se sois lindos moleques do 8 a
18 anuos solido um ptimo sspaleiro o ou-
tro que trabalha de pddreiro, oito prelos de
25 a 30 annos proprios para todo o servico,
tres pardos de 16 a 25 anuos, Ires pardas
de 16 a 25 anuos, coai habilida les, seis pro-
tas de 14 a 25 annos, algumas com habili-
dades, e outras proprins pura todo o servigo
na tua do Collcgio u, 3.
PAPEL DUUHAIin, PRaTIADO E LAVHADO,
o inullior que tem viudo, tanto pela sua qua-
lidade, como pelos dilTerciites padrOcs, de-
vendo servir para llores, oufeiles de igrejas,
caxiuhas para presentes, ornamento de ora-
torios, ote. : vende-se na livraria do pateo
do Collegio o. 6, do J0S0 da Costa ourado.
PAPEL aHARROQDINADO,
a melhor qualidade possivel, conlendo mui-
las variedades de cores, pde-se onfeitar
qualquer objecto de gasto : vende-se na li-
vraria do paleo do Collegio n. 6, de J0D0 da
Costa Honra do.
PAPEL DE CORES COM FLORES,
urna grande variedade de coros, o ditTercn-
tosgostos : vende-sc na livraria do pateo do
Coliegio n. 6, de JoSoda Costa Dourado.
-\ oiide- 1: uina regrinha de 14 annos mul-
lo liui'a, com principios de costura, uina
molaltnba, de 14 annos muilo linda, e es-
puria, 3 negros mogos, lindas Hguras com
habilidades, 3 negras do moia idado, urna
sabe emgommar o coznhar, e fazer doces
do todas as qualidades, qualro moloques de
de lo a 18 anuos, lindas figuras, um molati-
nho de 15 annos proprio para pagem, e dc-
boa conduela o que se .1 li mu na rua lar-
ga do Hosirio n. t segundo andar.
O palacio de vidro.
Vendem-se chitas largas fraircozas com
ramage. e vista da cxposigao pelo baratissi-
mo prego do 5,500 rs. a pega com 32 cova-
dos, e a 200 rs. o covado : na rua do Quei-
mado n. 21.
Veude-se urna preta de meia idade,
conducta exemplar, tem algum is habilida-
des, besadla, e por 270,000 rs., isto para li-
quidar contas : na rua larga do Hozado n.
35, loja.
-- veudo-seunia linda mul.ilinha do ida-
de 11 annos, minio esperta e diligente, que
C0S31 multo sollrivol, e ptima para so aca-
bar do educar, 1 dita de 18 annos do ida le,
grvida do seis mezes, com habilidades 2
luidos mulaiinhos de 8 e 12 anuos do idade
mnilo esper'.os, um bonilo preto de 25 an-
nos de idado, de boa conduela e siim vicio,
oquesonllUnga, 2 ditos bous para lodo o
servigo, ujimuleque de 12 unos para todo
< servigo, una preta perleiti quitandeira o
do todo o servigo, o do bonita" ligura, som
vicio, 2 ditas que cozinhain ofazem todo o
servigo, 2 diUs de incia idade, que coti-
uham e cngnmmSo p vendom na rua
rua da Cadeia do llccife n. 51,
andar.
Vendc-se superior panno de
algodo, para saceos : em casa de
Kehworthy k Companhia, na rua
da Cruz n. a.
Vendem-se solios inglezes,
elsticos, c dilos com borraneas :
em casa de Geo rvenworthy &
Companhia, na rui da Cruz n. a.
Vcndcm-se relogios de ou-
ro e prata, de vidro e saboncte ,
patente inglez : em casa de Geo
Wenwortby &c Companlna, na rua
da Cruz n. a.
Vendem-so vellas de cebo, cm eaixas
de urna orrobu, o fumo para charutos, de
superior qualidado o pregos mui razoavois :
na rua da Cruz n. 40, primeiro andar, no
escriptorio doMinoel Alvos Guerra Jnior.
-- Vendo-so um sitio com casa detaipa,
livre o desembargado, na Soledado, junio
ao fogucteiro : a tratar no mesmo sitio.
Cha preto, superior.
Erva mate, muito nova.
Vende-se na travessa da Madre
de Dcus 11. 5.
Black Tea.
Ola superior quality is sold at
i. 6, travessa da Madre de Deus.
Lotera de N. S. do Livramento
8 os
na
primeiro
CRAX4 ECONMICA EM .MASSA
Do insigne fabricante americano, James
Masnn A sua composigo he feita de pro-
posito para lustrar com agoa e conservar o
lustro, tanto de invern como de verflo ; a
grande vantsgcm que ha nesta gruja he a
conservagSo do calgado, e lustrrern-soos
sapatos ou botinsainda mesmo molhados,
e urna pequea lata aturar mais do que tres
boiOes, ecustar menos do queum. Vend-
se em barricas, ou norgo de duzias, no ar-
mazem de Vicente l'erreira*da Costa, na rua
da aladre de Dos.
Jos Joaquim Moreira & Com-
panhia com loja na Hua Nova
n 8.
AcabSo de receber um novosortimonto do
romeiras e cipinhasdo Pil lizo, guarneci-
das de blondo do linho, o com seus lagos d
fita, tudo do melhor gosto possivel e por
prego o maiscommodo possivel.
Pechincha.
Vendem-so no armazem gran lo defrnnte
da i'm-.tImili da alfandega doGaveia & Dias
muilo elegantes luidos ou tinas do pao pin-
tado do azul e verde com sua competente
za do ferro, muito foites u leves, proptias
para a compra do diario de urna casa, ou
para secarregar ou baldear agoa de qual-
quer lugar para iniiiii, particularmente em
cucheira. e a bordo de navios, pelo barato
prego de duas patacas cada urna, o sendo
de qualro para cima, a 500 rs.; prvei-
tem-so, quo so eslo acobanilu.
A inrii'lii is confeitadas.
Vendem-se amendoas confeitadas e cai-
xinhasparaas mesmas : na rua do Collegio
n. I, loja de miudezas.
. Caixinhis de vidro.
Vendem-se caixinhas do vidro muito bo-
nitas c baratas: na rua do Collegio n. I, lo-
ja do miudezas.
Trancinha de cores.
Vende-se trancinha de 13a e seda, pro-
pria para enfeite de vestipo e polit do me-
nino : na rua do Collogio n. I, lojt de miu-
dezas.
Cera de carnauba e cebo de
Jlollanda.
Vcndo-se cera de carnauba do Aracaly de
primeira sorlc a 5,800 rs. a arroba em sac
cas, cebo de llollanda em pSo cuado e
branquiado proprio para misturar com
cera, om caixinhas de arroba por commodo
prego : na rua dos Tanoeiros n. 5.
Tintas cm o!eo.
Venlcm-se linlal brancas e prclas por
commodo prego : em casa de Hoth 61 Bi
doulac, na la do Tiapichc n. 14.
lirinzdes.
Vendem-se bdnzes, por prego commo-
do : em casa de Holb c Uiduulac na ru
do Trapicho 11. 14.
Pregos de ferro
Em casa do Hoth .\ ItiJoulac, na rua do
Trapiche, existe um grande sortimento de
pregos de ferro, que se vendem muilo em
conta.
Cobre para forro.
Vende-sc em casa de Holh & Bidoulac.
cobre para forro e pregos pgra dito.
Pianos.
Vendem-se dous ptimos pianos : em ca-
sa de Hollt & Bidoulac, na rua do Trapiche
0.14.
Charutos de Iluvana.
Vendom-se charutos de llavana, por com-
modo prego : em casa da Hoth & Bidoulac,
na rua do Trapiche n. 14.
Ac de milSo.
Vondc-scago de un\fjf em c isa do Ho
tli & Bidoulac na rua do Trapiche n, 14.
Oleados de cores.
Vende-se, em casa de Holhe & Bidoulac,
oleados do diffcrenles cores.
Vendem-so mullos palitos, a 5,000 rs.,
e casacas a 6,000 rs., obra muito bem feita :
na rua do Crespo 11. 10.
Vendem-se chulos de seda a 4,500
5,000 o 6,000 rs., e muito bons a 8,000 rs ;
ellos anlos que se acabem : na rua do Cres-
po n. 10.
A 3,Goo rs. o covado de panno
mesclado, cores modernas.
Para palitos, e casacas: na rua do Crespo,
loja amanilla n. 4.
Vende-se um escravo ptimo para
qutlquer servigo da praga, ou do campo :
na rua Bella n. 16
Vende-se umaescrava do bonita figu-
ra, com urna galante cria de dous mozas :
a tratirna BoaVisti, na ruadaGloiia nu-
mero 22
A 5,000 rs. o corle, d
Batatas novas francezas
Vendem-se gigoa com is \b ,'.
batatas francezas superiores a 610 rs k(la
mazem deJouvier & Dias, defrontn'ii ""
cadinhag. uass.
fara pagens
Vendem-se chapeos envernados
galOes de ouioeprati. e botosd
metal branco a atntrello, tudn da
melhor qualidade : na loja de sir-
guelra, no paleo da matriz de Sani
Antonio.
No aterro da Boa-Vista, loja de?
portas n. 60.
Vendem-se algodoalnho muito incom,
do a 8,400. 9,000, 1,600 e 1,440 rs, a pr,"
corlea de cassa ckila de 7 varaa a 2,240
2 000 rs chitas linas do cores seguras'a >iu
200, 160,120 rs. o covado, rlscadinlioa miu
duihos de cores flxas a 180,160, e Ua,t ~a
covado, pegas de chita de bonitos pldroai
6,000,5,500, o 4,800 rs. a peca, chales da
ISa e teda a 3,000, 2,500 rs.,ilosdelai
2,000 rs., ditos do chita a 1,000 ra., camiM(
de meia a 1.00C rs., riscados mnnslros 1
200 rs. o covado,ilgodaosmho americano ,<,
listra, proprio para escravos a 160 rs. o p0-
vado, casemiras de algo 13o, muito encor-
padas a 1,000 rs. o corle, lencos de sedai
1,440 rs.. ditoa de chita a 160 e 120 rs 0
nutras iiinilas fi/.endas mais baratas do ii'ug
em oulra qualquer pai te.
Vend.'-so urna negrinha do 14 a 15 annoi
na rua do Crespo loja da esquina que volu
para a cideia, ae dir queni vende.
Vende-se urna preta moga o de boa II.
gura, a qual cozinha, engoma soiTrivel'
na rua da l'raia n. 32.
Escravos rugidos.
5.000,000
I Dias.
Vendem-se as obras cumple-
Do que as apreciaveisi machinas de,. reg5o u Je Mirabeau em 8 voluntes de
para tomar cuscas, chegada pelo ultimo ,
navio de Franga; estas machinas silo as me- rica encddernacao.e por preco com-
liorosquetem apparecido, tanto pela raci-l modo : na Vldlia da rua du Col-
lidade Ooseu uso.como pela boa coustruc- ,
gao dellas, s tem na rua Nova n. 38, do- 'eg'O O. {)
do autor, de sabonete e vidro, mui-
lo em conta : ua rua da Cadeia do
lieciTe n. 60.
Na loja do miudezas da praga da in le-
pen leiiou n. 4vendcm-te bilholes inleiros,
muios, quarlos, quintos, decimos e vigosl-
mos a beneficio da Igrejt de N. S. do Livra-
menlo que corre no llm do mez
Bilhet's inleiros 10 000
meios 5,000
quarlos 2,600
3 u 1 ii ios 2,100
pcimos 1,100
vigsimos ooo
Na rua da praia 11, 32 vende se cera do
carnauba graxa do Rio Grande.
- Vende-se urna lavorna, muito afregue-
zada e tem poucos fundos, se taz todo ne-
gocio : na rua do Codorniz, venia n. 10, se
dir anude he.
Na loja de Victorino & CuimarSes, na I
casimiras
de coro,"di: pura la.
Na ruado Crespo, Ijjamarella, lado do
norte n. 4.
A 6,000 rs finissimos chapeos
pelos de seda franecza.
COegados ullimamento : na rua do Cres-
po, loja amarella 11 .
Licores finos.
Qucm comprar urna vez, lica freguoz.
No paleo do Carmo, venia n. 1, vendem-
se licores de rozas, fljres de larangoira, e
mili os inteirameute uovos, muito saboro-
sos o da molhor qualidado que so pode fa-
zer, os quaes s3o nctar das damas, ma-
ravilhoso, pdneoza e parola ; em garrafas
grandes, a 900 rs:
Na rua dasCruzesn. 22, segundo an-
dar, vendem-sc duas orinlas de 32 annos
de idade, de bonitas figuras, que engom-
tnam bom, cosein cbSo, cozinbam e lavam
desabSo, o urna dita de 26 annos do idade,
3ue cozinha o Uva de sabio, c he quilan-
eira, e urna dita de meia idade para todo o
Quirla-feira, 17 do corrente, decapri.
recen de Heberibe, o tmou n destino pan
a eidadu de olind 1 pela estrada do forno di
cal, um preto marujo de nomo Anlouio, de
lineo o, de idade pouco mais ou ornos d lo
aniios, picado de bexigia, he bem fallante
segundo os termos marujaea, levou camisa
e caiga de algodSosinho americano azul
n ni .oh 1 .-o oleado de copa baiza, e abas um
tanto largas. Peda-se aos Srs. da poliria o
pessoas eocarrregadas de matricula de na-
vios loda a vigilancia alini denSoserem Ilu-
didos para a sua captura, assim como algu-
ma pessoa do povo ou capilSes de campo
que serilo {generosamente recompenslos
do seu trabalho: na rua da Senzalla Vtlhi,
lerceiru andar da casa n. 112.
Desapparcceu da fabrica de Joaquim
Lobato Ferreira, no dia 17 de setambro do
corrente anno as 10 horas do dii, dedelrai
dos Martyrios, o preto de nome Manoel,fulo,
baixo, cneio do corpo, pes cheios de hichos,
o com os dedos nudos dos mesmos bichot,
rosto redondo, beigos grossos com fall de
cabello na coros da cabega de cirregarpa-
so, de naco rebolo, representa ler 20 a 2}
anuos de idado, sem*barba, levan lo vestido
ceroulas de algO''9o da le ra,camisa de bta-
Irnncarnada, com botos de osso branco ni
abertura, chatco de palba usado, levou far-
ro no prscogo, o foi encontrado pur utni
preta conhecida, ao mcio dia, no Cliora-me-
nios, em direcglo para a pissagen di
Magdalena, conduzido por um preto, alto,
perguntando-lhea dita preta, aonde ia, ras-
pn leu-lhe que ia receber umi divida que
seu senlinr mandava, e o dito prelo, alto,
disso para o dilo Manuel, que andassepin
diantc de pressa, e j ia sem forro 110 prsco-
go; 1.1111 lie ni podora mudar de trajo., para
melhor poder escapar, visto islo, reoom-
menda-so as autoridades pollciaos e a capi-
lSes do campo, ou outra qualquer pesso
3uesouber do dito pelo, manda-lo apren-
er, e manda-lo entregar a mi senhur, na
rua da Senzalla Volha 11.110, que se recom-
pensara.
Da-se jo,000.
A qucm Irouxer na praga da Indepedoncia
n. 17, a preti Mara Joaquina, de idade da
30 a 40 anuos, de nac.an congo, baiza, gor-
da, cor retinta, bezigosa, seio grande, tem
um signal de carne sobre o beigo superior,
e he bstanlo ardilosa ; j foi escrava de
engenho. o ltimamente era quitandeira da
miudezas, desconlia-se que ande para as
parles do sul, por estar acostumada a andar
poi la vendondo, comuma crioula de nomo
I'el icnlade, dequem foi escrava, e consta
ler sil., vista, na povoacSo de S. Amaro Ja-
buatao : esta preta fugio 00 di 1II de abril
de 1851.
(ra lili cacao de 20,000 rs
Quom pegar o muleque klanonl, escravo
de Sebasltao Marques do Nascimniiio, lendo
sido cai'livode Gabriel Afiunso llegueira,
quem fui comprado, c sendo o lito escravo
oflicial de fuoileiro de nago Angola, da
idade 28 annos, pouco maia ou meoos.o lera
os signaes seguintcs: cor fula, dous denle
de menos na frente, fallo de cab dios do la-
do esquerdo, olhos lequenos, beigos gros-
sos, sem barb, grosso do corpoebuzo;
levou vestido jaqueta de 1 i -ra lo azul, caiga
branca, camisa de MadapolTu, levou orna
trouxa de roupa com calcas e urna iquel,
lendo lugar a fuga no dia 8 do correnta
mez, e julga-ae ler sidoseduzido : portaulo
desde ja se protesta contra qucm o liver em
seu poder : quem o pegar leve-o rua da
Aurora, loja de funilciro o. 62.
Deaappareceu do engenho Junquein
do Cabo, nu dia 7 do correlo, um escravo
por nomo patricio, de estatura o grossuri
regular, rosto comprldo.nariz chalo, pern
grossas, res grandes, veste-se de negra e in-
titula-so por MarocM, trazando brinco,
tundo umaorelha Turada, levou roupa della
3 de urna negra a quem urlou ; anda nesla
praga onde tem sido visto : quem o pegar
leve-o to segundo andar do sobrado n. 2-,
atraz do tneatro de 8. Francisco, que sera
gralificido.
-- Desappareceu no dia 8 de setembro um
esciavo cnoulo do nomo Filipio, de idado.
30 annos, cor fula acabocolada, cabelle
grosso mcio crespo, baizo, espadaudo, cier-
nas lina*, rosto redondo, uariz chato, tem
falta de dente na frenle, o beigo de siu" >'"
guoia cousa metilo para dentro, por ser
mais lino quo o outro, pouc barba, lovou
vestido camisa de algoiSo da Ierra e emu-
la, chapeo de palba : quea o pegar leve-o a
rua do Collegio o. 16, lorceiro andar, ano
ser bem recompensado.
Desappareceu oa madrugada do dia la
do crreme mez, do engenho llail, da l'J-
guezia da Bscada, o prelo JoSo, en julo, de
idade pouco mais ou menos 32 anuos; 0-1
servigo, e para fra da provincia urna linda'escravo foi comprado nesta praga no ncl
creoula de 26 aliaos de idade, engommadei- de abril do corrente auno, ao Sr. lUxi-
1 a,cose bem cliu, faz lavar inlo, n marca,
faz renda, cozinha, e lava de sabao ; o mo-
tivo da venda ae dir ao comprador.
-- Vende-se urna cazinha, oa rua da Man-
guoira da Una Vista n. 30, por 350,000 rs., e
urna uegra : a tratar na rua Direita 11, 14.
O Espectador,
Acha-so venda o primeiro num iro na
rua do Collegio, livraria n. 9, pateo do mes-
mo, casa do Sr. Dourado, praga da I idepeu-
dencia n. 13, a u rs. o exemplar.
Vende-se um casal de escravos, miri-l
mlanno A.11I0110 Piuho e Olivis, da co-
maic 1 do Limoeiro ; julga-ae dito escravo
ter vindo para esta praga, por assia) o W
feilo de urna oulra fgida que faz, que fei
causa de ter sido vendido : quem o fe"
leve-o ao mencionado engonho a seu sentior
Antonio Alvos da Silva, ou nesta pra?' 8
llodrigo da Costa Cirvalho, na rua da cruz
n. 25, que ser generosamente recompen-
sado1
MUTILADO


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