Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07587


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Full Text
Auno XXVII
Sexta Teira 19
de Selembrode 1851
N. 211.
DIARIO DE W PEMAMBMO.
fri^o >a sobosu* 9I0.
l'.O.MSnro ADUHTIDO.
,., trimestre............
Por Muestre.........
IW *UO* > ^" "
Pago obhzio botiimictrx.
po. p^L^ji'iiiiii:
, 16 de AgoiloMinas .. 10 de
u.r.nhao lde dito S.Paulo. 6 de
r.., de dllo. IR. de J.. 29 de
tSSm- Se,b- "' 30de
4/000
8/000
l/aoo
Agosto
dllo
Agosto
dllo.
DAS DA SEMINA.
15 Seg. S. Domingo* cus
Soriano;w
IX Tere. S. Corneiio
17 Quart. s Pedro.
18 Quint 8. Jos.
Alft)IENClA1.
JuinoV Orpaos
'2. 66. as 10 horas.
I. vara do ejvel.
3. r ti. ao meio-dia.
Fauniia
|9 >exl S. J.iininrii b .'). c 6. as 10 hor.is.
ni. ; s. Constanza ; | 2* taradoeivel.
20 Sab. S. Kustaquio. 4. c sbados ao lucio-d
21 Dom. Festa de Nona! Rrlaro.
N'nliiir.i das I tures ; Tercas e sabidos.
IPHEMMBlDE.
Creacenle a 2, as 11 horas c 33 minuto da man.
Chela a 10, as II horas e 24 minutos da in.
Mingoante 18, as 11 horas c 9 minutos da ni.
Nova 25, as 3 horas c 52 minutos da inanhaa,
nilsUBBl no je
Prlmeira as II horas e 42 minutos da tiiauliiia.
Segunda as 12 horas e (i minutos da tarde.
VA&TIDA* DOS COBBr.lOS.
Golanna c Parahiba, s srgundaa e scitas-
fciras.
RIo-Crande-do-Norlc, toda as quiutas-lelras
aomeio dia.
Garanhuns c Bonito, i 8 c 23.
Iloa-Vlsta, c Flores, l3e28.
Victoria, s quintas-loiras.
Olinda, lodos os diat.
NOTICIA* BSTBAMOEaAS,
Portugal.
Hcspanba
l-'ra oca ..,
Blgica...
Italia.. ..
Alemnnlta,
Prussia
14 de Agosto
1 de dllo
8 de dito
.' de dito
2de Agi.slo
3 de Julho
2 de Agosti
Dinamarca I de dito
Russla... .ni de Julho
Turqua. :il de Julho
Austria... 3de Julho
Sulssa..... I de Agosto
Suecla... o de Julho
Inglaterra 8 de Agosto
E.-l'nidoi 2>de Julho
MeiiCO... i'.r lllllhll
California 15 de Junho
Chlli. 26 de Abril.
Huenos-A. 2 <;e Selli.
Montevideo 6 de Agosto
CAMBIOS DE IS DE IITIHSBO
Sobre Londres, a 28 '1,29d. p. IfOOO rs. Firme
Paria, 360 por fr.
Lisboa, aein transaccoCs.
METAS*.
Ouro. Oncas hespanholas.... i
lloedas de 6#400 velhas. IB/OOO a IB
. de 6,400 novas. 16/000 a 18.
de 4/000....... 9/000 a 9/100
Prata. Patacoei brasileirof.. I/9M a 1/920
Pesos columnarios... 1/920 a l/WH)
Ditoa mejicano...... 1/750 a 1/760
JPARTE OFFICIAL.
GVEKNODA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DIA 13 DE SbTEMIlUO Dh orph.os. diiendo que senao ha absolutamente
1851. t esperancas de achar-sc quem arremate o con
..Ao cominandante das armas, dlicn- certos a faier-se na lalriua do collrgio dos or
'o o' phos, devem elles ser feitos por adininis
de Iraco. _________
bro do anuo proilino passado para servir no Nada dizem, nada rcvclain finalmente suas o din ostensivo de exterminar os indios, p > -
exerclto mediante a gratificaran de 180/ rs, eternas disputas com os gabinetes europeus c r.n eui realidade chi o tinlcn liui de eonscr-
para cada un, sendo pagas pela forma j esta- as continuas rcclaniacdcs destes cm favor de vara Torca armada a sua dispnsico. Os pu-
belcclda. Coinmuuicou-te ao coi.miando aubdllos, de pactos inrriugidos e de prninessas eos hniuens que mili podein fater-llic algu-
das armas que o traidor ijaucho viola descaradamente apc-( ma sombra gaslain-se no j*overno, as lides
Dito, A admiuislraco do patrimonio dos as os ministros estrangeiros llic voltam
las?
Olficio
EXTERIOR.
anio* 'laW deiU* lnfur'aiio tadlftflo
rciuerimeoo cm que o segundo cirurgiao d
,.omii,issoDr. Miguel Joaquim de Castro Mas
i iiri.h.n pedia ser dispensado da commlsso,
que Ibe foi ordenada de destacar para a villa
d'Agoa PreU.
O,,__a' psgadoria inililar, para mandar
.diint.ir ao commandantc de ptimelra linha
que lew de marchar para Nazareth os veuci-
iiifiilos do crreme mea.Communlcou-se ao
coinmaudo das arpias.
Dito.Ao desembargador chefe de polica
iHirriiiu, iransinitiindo copia da iuformaco
que deu o commandante do destacamento da
rllla d'Agoa-PrcU acerca da lequisicn do de-
legado da mcsina villa, am de que faca ver
jti dito delegado que por ora nao convem des-
ligar praca alguma do destacamento pclosino-
livos expendidos na mencionada informa cao.
UU0.--A0 engcnhelro director das obras pu-
blicas, trausinittindo copia do o fu ci, em que
o administrador do crrelo dcsta cidade requi-
sita as providencias necessarias para dar-sc I eccr'os meos de que elle se ha servido para
principio aos concertos do editiclo em que est ,...,, ao poder c vincular a dictadura cin Ma
tul locad a a administracao, alim de que en ten- pe$boa# >Cu famoso syiomi americano, ao qual
dendn-se como dito adminlstradbr, e proce- penas ignorantes ou Iludidas, vcnat$ ou servil,
deudo aos esames e ercamentos necessarios, (.j0 torpes c imiucrccidof elogios tributan, ap-
propouba o que inais convenirme entender so- parecer em toda sua repugnante desnude;,
brea obra, de que se trata, cum tanto que e rcllectidlo cm atguns de scus proprlo docu-
jicnbuuiiisodo se gaste mais, do que a quautia incnts pblicos, insertos uos peridicos da-
A lluilracion publicou cm um de scus lti-
mos nmeros o seguintc artigo que considera*
mos digno de ser lido por DOMO* lellorcs :
ROSAS R SKU SYSTtMA
Quem he Rosas ? Qim representa ? Que se
propc ?
Seus partidarios da America c da Europa
pinlain-iiu como um genio que doiuiua os .uon-
tecimentns, os bomens c -s cousas i como o
nico poltico eminente, capas de reger a re-
publica argeutina e de fa/er a felicidade da
mesma. Seus inlmigos.quc uao sao poucos.ne*
gam-lhe al as mais instgnilicanlcs fiuali-
I dades.
Ambas estas oplniocs, ao nosso ver, sao er-
rneas, como paisamus a provar, dando a co-
ha servido
quede \u
SU
ulorisada pelo mluisterlo do imperi j.Intci-
lou-seau indino administrador.
Pilo,--Ao mcsiuo, declaraudo que convem
na venda que Smc. propoi das madeiras, va-
undas de ferro, rame c outros objeelos que
IC acbam nos armazens da repsrtico a seu car-
go, devendo ter isto lugar quando se vende-
rcni as madeirai velhas do palacio da presiden-
cia, porta en) lotes separados.~l-ommuoicou-
se a thesouratia da (aleuda provincial.
Dito.Ao director do collegio dos orphao,
dizendo que d'ora em dianlc mande sepultar
no ccmleiio publico desta cidade os oiphos ja I'rata e
que falleccrcm n^aquelle collegio, prcccdcndu Josdc a fl
crt-
I de
ui principalmente na iit
rcantit de Uttcnos-Ayrcs, org.'io ollei
Itouv.
Ainda as^im mcsiuo de coulianios que se d
nleiio crdito a notsal palavras. Tantos e tao
fncriveis sa > os attentados, as aberrtcca e os
tlimes dcsle homem funesto, que em nossos
das tem alcaucado nina triste eclebridade,
porque dolado do genio do mal c favorecido
por circumslaucias especiacs, representando
uuu farra horrivcl, tem sabido imperar des-
licainente por espaco de vintc annos no Rio
ecupar vivamente ha dez anuos,
..... i com a l'rauca, aaticn-
porcm autorlsafo do desembar^ador chefe de ^ do mund0 civilisado.
polica nos termos do artigo 1," do regulamen- nusas a0 he um homem vulgar ; pelo con-
t provincial de 17 de fevereire- deste a ano.-- | lrri0i sua yontade de ferro, sua energa c per-
Inteirou-se a adiuiuislracaodo patrimonio dos 5PVcranca, cncaminhadas ao beta teriam feilo
oiplmos. i a felicidade de sua patria ; pori'm com seus re-
l)ito.Aoadministrador do consulado gcral,ifa|bS ,Jc Ulluch0 mato, (I) com mu pouca ou
dizeudo que para seguir urna marcha cerla c ncnnuma inslrUceSo, com sua ferocidade inau-
mvariavel a respello do desembaraco, que de- l diU( n.io hc ||.ra ,.ousa t{Ut. a Clicai^acu vi-
vcui ter os navios para poderem sabir cm va- | va Jo principio reirogado, estacionario e csle-
gein fai-se uccessario que Smc. declare, cm r| do rgimen colonial em lula como progres-
que termos tem sido prestadas as garantas 5lalJf regenerador c fecundo proclamado pela
recommendadas pela presidencia cm olhciode1 reTolucia de lSl : he a personineac
b do correte
DitoAo Dr..Joaquim de Aquiuo Fonscca.
Pa couforuiidade do que me foj ordenado cm
aviso do ministerio do imperio de do me
passado, que por cpia va junto ; tenho nesta
dala propostoa Vine para o lugar de director
do censo dcsia provincia ; cumprindo que teu
alta da perversidade dessescaudilhos <|ii
surgido da anarchia c que manleiii a Americ
em lula eterna C cm cst*do so comparavel con
o dos povos m us .tu i/ ni is da Asia \ he ci:
summa a oyulliese a mais completa dos odios pa
de r i. i, dos instinctos ceg
dos da selvageyi contra ludo
mes
|HC
lupi-
ahe da es*
Ante a lgica inflexivel dos fados callam se
os sopbisina* da impudencia e a calumnia ; cs-
colha,in os leilores : ou lodos estes povos c bo-
mens Coganam-se c sao uns perversos, ou Ro-
sas he um despota ambicioso, sanguinario c
feroi com quem nao podein ciiteuder-se nem
os proprios. nem os estranhos. Adiante pro-
varemos que esta segunda hj poihese be a nica
verdadeira.
Como couquislou c>tc homem sua posieo,
quaes foram seus antecedentes polilicos '
Filhodc urna familia distmcla, c|uando lo-
daviaoio COnUVA vinte annos, fugio, ou foi
expulsado da casa de seus pais em consequen-
cla de sua m conducta e anduu vagabunda
largo lempo pelas estancias (3) e dcserlos da
repblica argentina c da llanda Oriental. Ret-
a vida errante c vagabunda contrabio cslrei-
las relaccs com os yauc'ioi, c indios, familia-
risou-secom seus usos e costumes eadquerio
certa eclebridade entre clles por sua destreza
cm montar a cavallo o por sua liberalidade.
Logo favorecido por I). I.uiz Ourrego a quem
mais tarde deelarou sclvagem unitario c cun-
llscou lodos os beus em paga iUs beneflcloi
que Ibe litera, o iiicsmo fes ao Dr. D. Vicente
..laza que se cncarrcgira da administracao de
urna de suas estancias eestabelccera nclla una
especie de feudos ou colonias iiiililarcs, pres-
tando n mais deccdtdo apoio a seus autigns
coiiipauheiros de gloria e de fadigas. I al loi a
base de sus Influencia e de sua preponderan-
cia na provincia de Uuenos-Ayres.
Apenas Rosas se vio cmn algum prestigio,
ntrigou pira que se foruiassc um etquadrdo
de milicianos eoillpnslo em sua totilidide dos
gauchos ou peones de seu cstabelceimcnto, c
gracas aos disturbios di poca, sua ideia en-
.autoridades. Creou-sc o esquadran, o qual fui
denomiiiado esquadrao dos Voloraihsdet monte,
c Rosas nao dcscaueou em quanto n"m fui uo-
meatlo couiinaiidantc do uic.ino.
Km 1820 seu iiomc appareee pela primrira
vez ni cena poltica, em presenca dos exerci-
los de Buciios-Ayrcsc Santa Fe elle eoinpro-
mette-sc a entregar cincoenta mil cabecas de
gado asegunda, empobiccida e aniquilada pe-
la guerra civil : fa/. appueccr esta ollera co-
mo um donativo sen, e depols por ineio de um
ard.il i|uc nao carece de engcnlio, arranca ao
goveino fi'rn-f.sna mil pesos, pede auxilio de bo-
nicos c cavallos para facilitar o ajunliiuenlo c
transporte do gado e furca de astucia e ma-
reaba obtem as :'.' mu cabecas de &do a ex-
pensas dos mais cslancieiros e sem sacrilear
urna su re/, de seu estabclecliuentn, sabe airo-
so deste coiiipromisso, ganha duzentos mil pe-
sos ueste escandaloso negocio, c adquirc ami-
gos, Influencia c pupulandadc ni provincia de
5* Fe, una das mais bcllicosas c valculcs da
conlederacao.
As Iretiitentes depredares dos sclvagcns do
ipti to Chico habiiilam-no a propor ponco
p iran,
mil esc
ntares, uos debates da imprensa, nos
Ihos do syslcma republicano ao paisa
que elle constante em seu proposito, sem re-
Dellar-te abertamente contra a autoridade,
suscita-lbc obstculos, cria urna sociedide po-
pular restauradora, intitulada a mtuhnmi, sua
columna mais forte, tica o fogo da distorda,
proiuovc mollns, manda assassinar covarde-
inentc ao nico caudilho federal que o supera
ein valor, em audacia e prestigio, o tcrrivel
Facundo tlueiroga, chamado com raso o Tigre
dos campos, tai a siluicao insustentivel para
lodo o goveroo reguUr c antes de se patsaretn
tres anuos que descera da cadeira governa-
ineoial, os represcnlaules e as pessuas mais
iniluentes* de seu partido rio rogar-lhc una e
outra vez ale que ai
quer, isto he, com la
ou com a totalidade d
a iiovisslnn plirase ii
passaraem 1835.
Sua elcvacfio foi seguida
cxceucocs, de demissrtes C
das cxcpciouaes c despotic;
inens e miilheres traten ci
lo da casaca, ou da jaquel.
ta,
iildadei extraordlnar
podiT publico, 1r-ilti
culada por elle. Istu
serva tao pouco em segredo, que a estira as i selebridade horrivcl, um chefe dos Ismaelitas
longas columnas de sen Diario. 'que tiuha tomado a povoacao da crus do Espi-
lle mullo egosmo do tal meu senhor, prl- [rito Santo para thealro de seus feitos borroro-
var o publico de ler minhas cartas, embora [sos, porque ali con Uva gordas protectores, e
nao sejam importautes, so pelo gosthiho de i patronos. Incancavel elle nao parava em lu-
saher priineiro que qualquer outro quanto Ibe I gar algum por muto lempo, e compresta ea-
digo em minhas mal alinlMvadas linhas. ?pantosa apparecia e dessqparrcla em todos
Sei bem que a eurlosidadc he voraz, c que \ deiando os traeos de seus crfmes, que annun-
n esta provincia ha mais de um curioso, qucjciavam sua assislencia, e retirada,
deseja saber quem Ihe escreve; porm lambein Varias deligenciss foram mandadas para ana
sei que por tao pouco nao vale a pena tal ira-' capfura, e todas foram malogradas, e esa uma
baldo. Tara evitar reincidencias de curiosi- d'cllas os seu* discpulos (pols elle os tem r.
il.iili-, r lacunas na serie de nossa correspon-< de carplna, e de JsinaclMno) resistiram, H-
deneia declaro a todos, que estou prompto a r i rain a escolta, e puieram-se ao fresco.
di/cr, que sou eu quem Ihe escrero; asslinj Como pois era a cru do Espirito Sancto o lu-
comoloinoo expediente de numeral-as para gr de maior assislencia d'aquelle facclnora
de saoguino|entis
u massa, de uiedi-
s ; dc-de eutao lio-
i primeiros no pei-
, e as segundas na
abeca em furnia de laco, una cinta colorada
como um estigma de opprobrio, como o sig-
ii il com que o estancieiro marca o gado '.*)).
um trapo cor de saugue, dessa cor, symbolo
da barbaria, dessa cr que predomina cm to-
da as bandcirai dos povos mais feroxea como
os Japouezcs, os Siameses, etc., e que esco-
Iheui seniprc os homeus vidos de crimes e
destruicAu como temos visto ltimamente em
de prompto conli
Sei que nao val
pequeuo furto ; mas o que quer? >
e rabugento ; e nao goslo que usurpen! uiiuha
proprledade.
"s limaclithit leem suspendido seus thuijgees,
c depois de miitlii ultima ainda me uo ehe-
gou a noticia de que houvesse alguina execu-
, -. capital; porlauto nada ha coutra a segu-
ranca individual.
Trabalhouo jury no Inga, c fui absolvido
o calalangc criminoso pulilico, ou impoliitco,
como quizereiuj; agora leremos Natuba reani-
mada, c com especial mens.o em m nhas
cartas.
binal em ses
|UC nuil > ii
l'assa de a
nados os inn
F.st o inrsino l
pitai, e eonsta-me,
gundo seu OitMl-sJ
qui s sao conideu
rem i ii n.io direi, porque nao ce
cenes. Dizem que os jurados de
io n esla ca-
fulgente, se-
mito, que a-
cenles ; po-
iiiiicco uni-
il.:mi.- mii-
em le
Pars um trapo cor de singue, repeliuu
no qual leem-se as palavras sacrameutics
lamoso tyilem* ama ano : Morraui os elv
gitm unitarios I
Morram os selvagens unitarios
tremendas que se reproduzco!,
doras Hallaaar, frente dos doeumei
nos aniiuncios das esquinas, no;
peridicas, as taboletas das lojas
bclecimenlos pblicos, uas telas
e objectos destinados aos usos os mais eom-
inUUS da vida, nos bilhetes de iheatro c al
tarjas dos cartoes de baile ou de quaes-
diveriimeiitos Palavras que rc-
i as altas b'ins da noile, c que
parles, pronunciadas
di
:. paiavraa
mais aterra-
uo IVsiiin de
los olliciaes,
s artigos dos
c dui csta-
trasles
iti
797 de 18 de juiho dcsle anuo, entre desde
11 un cxerciclo interino das respectivas fuuc-
r,es, propondo tudo o que julgar conveniente (
para a mais prompta e regular execuco do docontinenl
nieimo decrelo, e observando o que se acua |jcreiiics aos
recoininendado no sobredito aviso.
Portarla
produodu e ni
americano os I
guveruos COloi
lido na metad
busos c males la-
ilaes, as ambi<;ocs
i doscaudilbos, a profunda ignorancia das mas-
Aoagcnicdacompanhiadasbsr-s $ rilravios duS pitidos dos inleresses
cas de vapor, para mandar dar passagcni por COIltriirios ue cada |0M|,dadef e a relaxacao dos
-ntado govcrnojjara a ahla a Simphronio viIlcu|lW lociart por meio da guerracivil.
depois ao governo uma especie de lrausacc<:
la neijaei pacifico, { sem duvida por-
. nellc se podia roubar a salvamento le uta
do predominio da forca bruta sobre a intelli- 8C rC(|u/ a ftQ8 in(ll0S um uilUl ailliuai
gcucia, do irasbordainculo de todas as paiiucs j Clll dinheiro, licores, mantas, etc. U arleiro
docm vista tudo quanto c dispoc no decrelo d c ,eus (,at>ito sed c suas prcuccupacocs,' ',.
,. "-i- 4. ,Q .1.. L....K.. .1.1.. ii...< .i.li.. id'.. .., 1 .,. que
francisco, Andre Xavier, Francisco de Boige c
Joaifuun Jos de Soma e para a corte a Joao
iVepoinuceno e l.ui/. Lupe* da Silva, o quacs
tlrerain baita do servlco do exerclto.
Diu.Mandando pdr em liberdade o recru-
ta .l.i.i.|iiui, Jos de Suma Leo por ter pre-
sentado Isencao legal. Coinmunicou-se ao che-
le de polica para l'aicr constara autoridade
que o reefutou.
DEM 1)0 DA 16.
Olticio. .* Ao coinmaudo das armas, trans-
uiillindo copia do ollicid, cm que o delegado
do termo de Flores, couiuiuiiica baver partido
para esla capital o destacamento delinbaquc
all se acbava.
Dito. ~ A tbesouraria da Tazenda, para que
cm vista de sua inl'ormacao c sb a responsabi-
lidade da presidencia, nos termos do decreto
de7 deinaio de 1842, mande supprir a paga-
dor!
..-militar, conforme requlaita o respectivo ,.
SUO?" .,lXA). I, r u-,Pe a me.! .. diversa. rata, para a unidade de ,..
na paeadona lcisccoslumcs.no meio do combate tenaz i
DltoT-Aodesembargador chefe de polica ?"uf?rod '*? "" V VaiouCt,a5'cda ^
uterino.-Transii.moFv.S a inclusa copla \ vi* liberdade com as baionclaa ca u-
du oQiciode l3do corientc, comque oinspec-i rau!l,;i;( n. n
tur da ihesouraria da faicnda informou eer- Limitando-nos por agota ao Rio da lia-
cadoque V.5. me dirigi, aco.npanhado d0 *. pcrgniilaremos : Por ventura a desespt
copia Je outro do primciro supplentc do sub- "aa a* S,}** resistencia de Montevi-
deiegado das Alagoas, dando parte de estar-sc ^eo. que em oito annos de assed.o tem resi:
"jciUndo no mercado a moeda papel, tenho a doheroicamcuie a fadiga, a lome
dizer Ihe em resposta ao seu cilado ullicio, que PWfcl
deve V. S, recommendar as autoridades poli-
ciaes sdb sua juiisdieao nu couslntatu que o
vendedor de qualquer genero dcixc de aceitar
a moeda legal, que apezar de se acbar em mo
estado he trocada na idesouraiis da fazenda,
ordenando ao mesmo lempo, que cssas auto-
ridades dcui a maiorpubiicidade ao offlelo do abdieamale sua nacioualldadc ( 2) c prefer
r. ferido inspector. a mrte as muralbadas de Moulevideo ao re-
Officio di inspector Ja thesourat chefe de polica. I ras perduraveis do Rosas com as provincias da
lllm. e Kxin.' Sr. Bxigindo V. Kxc. por Coufederacao c com os estados visiobos .' C
eu officio da data de houlem, que eu infor- mesmo com r.ntrc-Kiosquc com t.ornenles, i
mcsiuo com a Can Ja Oriental que com o Para-
guay, o mesmo com Uolivia que com o Prasil
f/aue/io condece a lo ios m caciques, respond
com sua cabeca pela ldclidadc delles, e o gu
verno alucinado poi seu poder, poe-ldc na
mos este ltelo poderoso de centuplicar sua
fortuna, sua influencia, sua pnpulandade.
Ao expirar o anuo de 1828, ..avalle, chefe d
urna Uivis.au do exercto que fes a cainpanha di
brasil, sublcva-c contra Dorrcgo ( iruiao di
I). Luis, chefe do partida federal c cntao go
remador de bucnos-Ayres J, balc-u em Na-
varro, la lo presioueiro e comcltc o dcsalini
de manda-lo fulisar imiuedialaiuente. Hosa
que eslivera na batalda e que j. eracommaii-
dantc geral das milicias dacampauba, cm vez
le prolongara resistencia como podia e devia,
covarde ou traidor, foge c va asilar-sc cm
S. Te.
Humen obscuros d<> partido federal levan-
lama baudeira que Rosas dcixara cubera de
. lodo esangue nos campos de ISavano, e luian-
c inexplorado pela sciencia, r (||) COI|l iI1(,oluavc| arroj0 irlumphaut em Gawr-
rfiti del atona e cm YiicuUctas, obrigan Lavallc
a retroceder, o qual marchara victorioso so-
bre d. c, c orgauisaiu a resistencia, em ter-
mos que ao aprescnlar-sc Rosas '.-oin o exer-
cilo daquelfa provincia, domina em q
a d
Nao ha um s facto da vida publica c pr
da de Rosas que nao Icnha sua explicacao sa-
tisfactoria em algum dcites antecedentes.
Os eslreitos limites a que por'forca temos
que sujeitar-nos, nao nos pcrmitlem cuirar pie-
iiameuic cm sua analysc, paraT*A-loa cm re-
velo com lodo o cuidado que inerecem. Kr.lao
provanamos as inultl inexaelidese citos em
que tem cadido c cadem diariameulc os que
prettudeiU explicar uossos pdeuomenos pol-
ticos e sociacs por suas deias c tdeonas euro-
peas.
Por tras do Atlaulico ha outro mundo moral
ampo vastissii
c qual aguarda um observador inielllgenlequc
encirc nellee levele Kuropa altouita o se-
gredo da actual sociedadeMiispano-ainericaua
o desarranjo de sua vida, o eboqne, a assimi-
i i..i > c a absorpciio mutilados elementos bc-
qu<
pele o se
estampad
de mil un
do estado
ainda no i
ino i
escutam,
em todas a:
js distinelos
as Uverm
-io do soinuc
i axioma n.
ystcinat
petuaiU us odios e ra
urna mesma familia
ra, porque nao se e
mente os amigi
ouvidos na
o lar do
abara pi
na memoria d
ni, engrandece
icores entre os irmai
i os demali povos di
ela que os unitarios
ifl couiiiaiiliriros de I
IBclnai
icstico i
r gravar
s que a
i c per
maos di
ler
B que
las li-
mado
a todos
Uli'Un ni
aliruii
davia ; Rosas enteudeu por tac
seus inimigos, sejim orientacs
franceses, ou Ingleaea*
Serias compIlcaeJea com Uoliv
disturbios com as provincias em eonsequ
dos assassinilos de Jmroga, de rallen, dos
Reiiiafcs, ele, ele, entretiveram bastinie a
Rotas al 18*S c iS:iJ cm que leve lugar o blo-
,, i i '-'[-i 11, ihe dase pie iiav
queio da Franca c a ciuzada do general I aval-
le, a cuja roa lerantaraiu-se contra o dictador
quasi todas as provincias argentinas.
A obra do .ero americano apparcceu enl.io
tal qual era, a Franca abandonou vilihcnlc a
seus alijados, e Rosas que linha estado dous
dedos de sua ruina, levantuu-se mais forte C
terrivcl que nunca. O terror, esla mora de
seu governo em todas as uccasirs, exeicido
em urna escala iinmcusa, astegurou em suai
uiaoi reculan tea o sceptro de ferro que urna
victoria fcil podia ter quebrado cm sua ca-
beca maldita f (i).
I Antes davia fuiilado cm Hucnos-A) res cen-
tonares de Indios Indefecoi suas hordas n-
nliam passado i espada os prisioneros Atsa
Pago-Largocm Corrientes, com a pellc de
Reron de Astrada, chefe dealca Infcllaea, Un-
giu-se uma maula para o cavallo de Rusas,
o qual cuspio na cabera de /.clarrajau c pi-
sou-a com os ps, Klle capitaneo!! cm peasoa
a ((uadrilha de masborqueiros que assaaalnra
no recinlu da sala dos represenianies ao dou-
lor D. Vicente Maza presidente da nieema, seu
protector, c manduu l'uzilar ao lilbo deste, I).
lUmou, coronel de infamara..... porem ludo
er o rapto. l para ali mandn S. Kxc. um destacamento de
a pena tanta arenga por um polica ao coinmaudo de um alferes, e Julgo
o que quer? .Son velho, que com oidem de desarmaros que por ali
tranaitaasem. Succedeu que hontem as setto
horas d noite, sahmdo uma escolla de quatre
prac.as para rondar a pavoaco, encontrasse
um iudiviluo que vinta em um combo! de
Meiiuel Thcodoro d'Almcida, o qual tratia um
ota vinote,
Aquellc individuo apenas avistou a escolta
preparuu a escorva do clavioote antes de apro-
xlraar-se,
Log'i que ella chegou prximo a escolta, es
ta Idc pediu que entregasse o clavioote, e uma
lacea de ponta, que tralla mas elle era rea de
o entregar tractou de arma-lo, c lea-lo ao ios-
to. A escolta repettio a iotimaco, e n'esse eu
tretanto edegou a Miuoct Theodoro, que raan-
dou o cargueii o entregar a arma mas este em
ve i de obdecer ao seu amo, desparou a arma
sobre um soldado, i|ue mais prximo eslava, o
qual cabio redoudamente morto : entao os sol-
dados iiesporam tambem, c o assasslno foi vic-
tima de seu arrojo.
He de notar que aquellc individuo sempre
asscveroii'se, segundo consta, que nunca entre-
gara armas forca publica, e que durante o
lempo em que llic intimaran! a entrega das ar-
mas couservuti-sc calado, c em altide de dis-
parar.
Depoll do lUCCCSSO foi recondecido ser um
tal Maunel Hanqticiro, criminlo de duas mor-
tcs em Mamauguapc.
Temos por tanto que lamentar a perda de uni
soldado valeule, e subordinado, segundo sou
informado, emais urna victima de sua Impru-
dencia, ou mana de valcnfao.
Rcvolia mili tal audacia, c ostentacao de mal-
vadez; e uao sei se o funesto excmplo deste
cuutr aos outros, e os lar i respeitar a le, c as
autoridades.
Ksta j vai louga por tanto faco ponto, e breve-
mente Idc escreveret noticiaiido-lde a solemni-
dade da tra.das iSevus, que hora nos oceupa,
c do da 7, que se aproxima,
I tem. l' de setembro de iS.'n .
>o quero esperdicar esla occasio de cor-
rcio para noliciar-ldc as feslas que teem oceu-
pado a attencao do publico desta capital netles
das, c algumaeousa (juc tem occorridu depoii*
da ultiuu, que Ihe cscrcvl.
Soleiunlaamoa com alguma pompa o anu-
versarlo de uossa emansipacau poltica, o sem-
pre popular dia 7de-setrtnt.ro, e assistimos a
mu bem solhivel parada da guarda nacional.
i Com quanto, segundo me informam pessoas
de fjiiiui me nao he licito duvidar, alguein pre-
tendere dalastrar aq
do-se com os ofdciaes
n.io marcharem, o que
dicuto, com tukJo tiv
niolplos d'eata provincia teem muu
branca a passagem da mulher adiilte
por isso ueuliuui ou/.i pegar na pedra
se he una satyra inulto acic, e eslou
a crcr, que elles ames Iciubvam-se da proraes-
sa de Lorate con a mesma medida porque
medirdes, seris medidos
ISenbuiua tnatltuicao por mais santa est li-
vrc da mordacide dos crticos, eu sou apologis-
ta do jiilgamenio pelos pares, porque cm ver-
dade niugueiii esla mais apto para conhecer os
erroi do ollicio, do que um otlicial do mesmo.
llavera couza mais justa, mais constitucin,.1
duque qualquer ser julgado por seus seme-
lliantei ? CertaUientC que Dio. Ku ainda le-
vara a mais a conititucionalidade d'essa ins-
liluicao ; qui/.cra que um ladrao fosse julgado
por um jury compusto de pares, e sic de ceste-
ra su astttn poder-se-hia viver cuusiiluciu-
na I mente tranquilos a sompra das insliluices
do paz.
Um maga nao foi prezopor gosiar de alim-
par as boleas albelaa, e na occasio do aortelo
dos juues, que o deviam sentenciar, siispeilou
piimeiro sorteado por seu iiiiiuigo capi-
tal Ku, disse o recusado, o uio oonbeeo,
como posso ser seu iuiuigo ?
deu o esperto, recuso-o por le
atinge a simples rasao, de qu
Me. o albeio, c eu ta/endo-lh<
enemigos moilaes. 1
e justica.
i ui uma de miubas passadas, creio qu
Eutfl
, respi
i que i
'liando
guerra, soino
rdade lida rasa
loi
cmblc
una opposiciio pessual, e sem signiticacao pol
tica, ao menos q
ida do choque de int
colares ; agora dir-ldc
iiuucioii uliiinainculr n.i
tra o peaaoali que a con
que houvesse empale no
cu pud
-h
del.
dcsgnslo par
pie ella se pr<
o da mesa am
pode l'azcr coi
audidalos para
'.'
slo he nada em comparacao do que fe/, cale
asi toda insigue malvado quando Lavallc se retirou
liucnos-Ayres. a-sc por lim um batallia ca victoria comecou a favorecer suai armas:
campal em Vcenle-Mrquez c a victoria deca- Os assassinatos coinmeltidos em buenos- \y
ra-se em seu favor. res pela inashorea, c a guerra de cxlerinuiu
Lavallc pode lutar ainda ; porcm decide-se as provincias, assigiialaran com travo* sin-
a depor as armas mediante urna convenci de guinosos esta poca ominosa, de sua dictadura'
miseria,
:omo Sa-
giiutoe >'uuiaucia, adobrara cerviz ao opprcs-
sor dos Argentinos, uadadiz, nada revela .' IN'a*
da dix, nada revela o armamento voluntario
desses mudares de estrangeiros, hespaudes,
fraucezes, italianos, iuglescs, coinmerciantei,
artistas e operarios dourados c laboriosos que
que
inclusa do descuidar-
me sobra a representaba
gador edefe de polica, que acompanha por co-
pia a do subdelegado dos Afogados, dando par-
te de eslar-sc rejellaudo uo mercado o papel
moeda em prejuizo da populaco, principal-
mente das elasses menos abastados, com o fun-
damento de praticar-sc o iiiesmo as thesou
raras, euuipre-me informar a V. V. K
(I) OsoaucAoi sao os hab mus da campanha
c o malas os que se tem distinguido por scus
delitos.
(?) Os estrangeiros njio pensaran, cm armar-
que se senao depols que Oribe expedio urna circu
me conste ser verdade existir cssa rejeicao as lar no primero de abril de iSi aos cnsules
lojasc vendas publicas, mas smente quanto residentes cm Montevideo, na qual se mostr-
is notas de pequeos valores, oque se conlir- ra disposto a nao respeitar suas propriedades
ma com o numero de mais de CCn pessoas, nem suas vidas. Quando nos oceuparmos da
(jue diariamente apparecem ncsla thcsourarla defensao da praca sitiada inseriremos este do-
a substitul-ias por outras maiores ou por moc- cumento iniquo. Com este motivo mais de mil
na de prata, mas que nao podendo existir mo- Hespanhcs c seis mil Fraucezes. Inglezes, It.i-
iivo justo para seirielhaulc accoulccimento, lanos, etc., se reuuiram espontneamente e
visto taes notas comiuuarciu a ser recebidas foram pedir armas ao governo, oqualaceedeu
lias cstaces publicas, e substituidas por ou- a esle pedido. O cnsul francez, Mr.TheoJo-
trai, quando em mo estado; desconfo que ro Pichn, vendido a Rosas c o celebrrimo al-
indo procede de exlatlr na clrculacao graudc mirante Mr. Massieu de Clairval Icvautaraui a
quaniidade de notas dilaceradas desses peque- voz otliealuicnte, c dcclararam que or f/nc pe-
nos valores com necessidade de screm substl- gatsem em armar, perder^tim sua naiunalidade e
ndo nertam mais protegidoi por elles nem por seu
re. Os Francczes que por si sos passavam de
4,000 bomens, nao se arredaram por isso. Pi-
i aa rasdes que Idcs cdon e Clairval utrigaram de mil modos, e al
Cin1pressar,arccebc-las cm pagamento, commelteraiii a vilanla de convocar lodos os
-'ssas medidas de se facilitar nesta tde- edefesde eslaccsnavaes, ministros c cnsules
* -rpa o
verno
.vasores.
qusntoas policiaes V. Kxc. deleruii- Todas suas ameacas e tentativas encaldaram
Deoilr'ji!" CUV.fl|,ote a declrfo de seus compitrloias. O almirante
enda d!7, B|Ci Theiourarla da fa- .despachado exigi queoa Franceses nu usas-
- Id.,. F"oambuco, Cide setembru de l&pil. sem para diante nem da baudeira neindas in-
nata, sr. Vctor de hveira, presi- sigoiai de sua n i.- du
'uidas.e como entre ellas apparecein alguma
'usas, c nlnguem quer ter prejutzus ou res
l'oonabilidades, todos fogemde seros ponado-
res, uegando-se asslin comas rases que Idcs
" III---------------- -.- .^_-------- ..-..n^,^ miiyv.. >iijv.| iniuui' n jj
,,, ; '* troco das notas dilaceradas nu em estrangeiros para elfeiluar pjr meio da fm
HiUiTr, Da l*oderein aervir na circulacao, desarmamemosdaslegics c obrigar o goi
ir,r. c*Urc"1 dadas as providencias adminis- legal da repblica a caniulir com os Inras
Ilativas- nuantn .. ,lili___V u_.. A.......I 1*?^.. ^.._l _.... ____t
t sacrilicio ao qual
paz, que seu luiuiigu viola depois com Inil
in f ( 4 )
Km 18*0 Rosas fa-se cleger governador....
manifesia que nao pode governar sem facul
dades extraordinarias, e coiiseguc-as Public,
mu prograuraa do qual lodos se riem
de poticos dias prende c fusil
prucesso a ox, a Moliua, ao major Monlero c
aoulios inultos j suprime a liberdade de Im-
prensa, declara abolidos varios institutos do
eusino avoca a si as causas criminacs, c julga-
asseguuduo seu capricho, inicia a preienc.io
estpida de que os estrangeiros pretiera o ser-
vico militar cuino os liltio do pafl; expede un
decreto sobre estampas e livros prohibidos, o
tl-llic tina eflelto retroactivo mandando despe-
dacar c queimar na praca de liuenos-Ayres
quadros c obras, como o grupo das gracas e as
ruinas de Pal mira ; e por ultimo, tu i.cuta as
divisi's intestinas doj caudilhos das provin-
cias para desfazer-se dos que Idc cram dcsaf-
fectos, para intromcltersc em suas contendas
c estabelecer sen imperio sobre a deaunuiu c
sobre o abatimemo de todos.
Tudas estas arbitrariedades, violencias c in-
trigas contribucm para abalar os nimos, para
derramar o terror; familias inteiras cmlgraiii
de luenos-Ayres, urna agitac;io.surda, precur-
sora da tcinpesladc, deixa-sc sentir nas pr
Os succe>sus se agloineram e creseem de
baixo de uossa pena, tememos exceder as pro
porces reglales de um artigo de peridico
pois, ja lempo de apoiarmos com al^uu
|UC
docuuienios oque deixamoa dito e
i ; dentro que dcixaremos de diier porem
forma do fcilmente suppridu pelo bom scus
mparcialidade de uossos le torea
Coraces de pedra que nos pergunta
le Je c
Ml.t.
c pela
idente porem na segunda votacao foi d
rotada por um voto, c o pessual da meza loi re-
doli.
Este pronunciamento cbocou as succeplibili-
dades dos doslilisados, c d'aq'ii teem partido
mais alguus dagoatosf asedados anida mala
pclapioxuna tleic.o provincial, para a qual
sao Untos candidatos quantos os volantes ; o
que he milito constitucional, urna Vez que ca-
da um dcllc ilnli i o icudimcuto, uuico quexi-
to legal.
O Argos, que deseja ver o mundo rctalhado,
o espera gauhar os despojos funreos, teinse
leito arauto de guerra, e como guerreiru aveu-
lureiro ja ollereceu seu auxilio vthoio a quem
milhor id'o pagar.
A ordera esta calada, c parece que envergo-
nhada da Imprudencia dos scus c lalvez ua
esperance de v-lOI abracados.
Ku Cltou convencido de que ludo isto n.io
passam de ai i tifos, e apenas poder produzr
alguma farquilba rleltoral i porm osopposi-
cionistas dizem que teem fundadas esperan-
cas de Incalxarna prxima legislatura provin-
cial o ih orodordas luihas. Oeus os Olea, para
vermos aquellc lo.eciru no scio da representa-
c.io provincial, e ser empregado na coiniuissao
de obras publicas, pois, alcm domis, he h-
bil arch i teto.
A excepta o d'essc pequeno incidente, e de
uella parada empeohao-
da guarda nacional para
cm verdade he bem ri-
emus o prazer de coatar
guardas cm forma, n.io mcuciuoando quasl
100, que segundo sou informado, voltaram por
falta de correas para completar seu arinameuto.
Dizer que a guarda nacional em sua maloria
se apresentou com aceio e garbo militar de
fallar a verdade purm de justica asaeverar-
se que eslava limpa, muito mais do que poda-
mos esperar, visto o que ella acabou de sollrer
durante a rebelda, ua qual estraguu seu lar-
da me uto.
O primero batalhao dcsta cidade primou em
aceio, apezar do quanto tem sotlrido com o
servico quasi diario e gratuito, do qual S. Lie.
ha pouco cxniierou-'>.
Os otiiciacs anreacntaram-ae com limpcia .
se fosse competente dcdicar-lhcs-dia umaor-
dein do dia laudataria; assim como porta de
iiifuso no Cabcdcllo os que por malandros ou
por accederem a inuueucias malignas, nega-
rau-sc a soleuiuisar o grande dia nacional.
Para aquclles,
i falta de outros ineios, bas-
que combatemus contta Rusas
gonhai-vos. Lcde..... porem n.l
mo-los para o prximo numero.
de documentos acompandados da
convenientes para sua ntelbor i
oceupanio muito lugar, c sabemos
lores, c sobro tudo as leJtoral da
detcstam os artigos ni mi a meu te longos.
A. Mdijarinos Cervantes.
(Herald
i por
nver
empraa
\ multida
nxpHcacdei
lelligeucia,
que os Ici-
I Ilustracin,
INTERIOR.
COHKESI'd.NllK.VCU DO DIARIO HE l'l.l!
NAHBUCO.
Para/iilieGrle itlemhro U I8.il.
A' dijs i|iic tenho suspciu ile uc lura dcs-
rniinni.il ni i urna de inintias cartas, c agora
ratifico, i|lic loi retida, ou derretida no correin,
utro dus c.iiinai's pori|uc
ellas costuiiiain passar, una rpie Ihe di-rigi a
,. 15 ou I ti do passado ; esta-iue porianlo atira-
fcllc-tciiijafeitoscu dcccr a ,a., qucr 1|Uu a Conserva. roBar-
iueias. osasconheceo perigo eda-sepres- ^''"^V ",,',, r
."uls'tu^ rPOS,- 0eMWl "" eMa, "ostuuia1", ,,as
Que lbc importa isso ?
I i/i-inio s.iiin un, ltimos das dcscu E'ivir
nina cipedi(ao Ibruiidavcl para o deserto ei
quclr* eiicaiiiinliar ; aa
que nao necesita ter i
uossa coircspundencia,
mu como Icmbrar-llic
iiicuuuniido por saber
visto irucViuc. acun-
.i) Em dala de 7 de jullio de 181, o gover-
nador de Santa l" escrevera o seguale :
... Vi i >< isi[ii.^. i V. dacoiivcnieucia i ni fa/A-rgcncralisar entre as luulheres c os ho-
mens o uso da divisa federal : os horneas d
H*lon d* Sil*,
Dllo. a
io"i,"J .r,r_0_,lnc'J- -" O inspector," Joao' depoU de uma porliada resistencia se sujeita-
i .un m legloiisrlut. U goveruu em reeoinpen-
uacionaes e concedcu-lhes lo-
! resralias de que gotam os Pi-
do o;"i7,-~""""-,"".!,.a_c contraan. Ihos do paix. Esle ficto id por si demonstra
i guerra que fatem llosas e seus Huenos-Ayrcs, ele
sequaiei. tW7.
(.1; Posscsscs ruraes destinadas paslagcm
e inalanca de gado, etc.
(i O artigo Vil da convenci dii o seguiute :
.V-nliiini individuo de qualquer elasse e cou-
SoftoDorsrcodZL^'"^^"'^^ menso so aau.visa .euera. : o, .....
Wtu!S^T^^LJ!SLSS'.0^SM ve... ira.e-la no peilo esquerd,., as mulhercs
K.dMIota.7l?.^T53B : a""" <**** Jo "do esquerdo..
ii i,i .i i .ni inexoravcis com todos os palavraou por cscripto infungiiciii o estipula- Quando o general Lavallc cntrou victorioso
do neste artigo. em 5. r'c encontrou na caa do governo esta
Rosas assim que subi ao poder publicou o carla c oUlra3 mullas que bram publicadas
srguinlc decreto ;
Aitigo l,u Todo que for considerado publi-
cameme como autor c cumpllce i'o accoutcci-
mento do priineiro de detembro {a sublcvaco
de Lavallc coutra DoiregoJ, ou de algum dos
grandes intentados cummeltidos contra ai leis
pelu governo intruso que se erigi nesta cidade
alguns disgustos por cauta de dlvl
las, nada ha de novo na assemblca.
Temos lido cchenle na casa, como parla-
mentarmente se dls, pelo que ja toem sida re-
cambtados alguna auplentes, e por ilgnal, que
bem trales ; talves que breve jior la cdegucui
! alguns,
Cntrou hoje para o recinto [ tambem parlj-
mentarmenie) um nubre inembro, que ea-
treuu .'. uinii.'iiiienie sua pailamciiticc romn-
liea com um difuso, e eloguefttlssfmo discurso
em que uos descreveu com todas a< negras co-
res, salvo se)& tal lugar) a passada pestfera
febre, que nos privn de mas lases por tanto
lempo.
Temos catado a espera de alguinai leia( que
e discutem, c cutio direi alguma couia, nao
alendo a pena tractar das posturas dos dille-
rentes municipios com que se tem oceupado.
A poltica marcha uo mesmo terreno. Os or-
gaos dos dous partidos lecriminain-sc acrc-
cnte.
A ordciu tem estado forte," c o Argos paiaou
de furioso a gailado. Tem aprcsentado muito
sal, principalmente em uma relacao di- Cuu-
i boas, no qual nao eaqtiecett a patricia do : Albuqueri|U
cm todos os
(t Lavalli
have.rn P'Raaor'* 'nllilar- "ieirando-a de sa declarou-n* nacior
"'Ustro/S''"'1!1? C,aull JoFeruandes dos os direitus e regj
d erL.afe "> de Souscontratan- Idos do paix. Este f*
aeoeea^i^SK'iA bem qual be a guerra
cnovemaro de 1848 e do aviso de 30 de oum
iiaquelleuiciiiio da, e que nao leuda dado o
d dp boje por dame, prove nao quivocas d<
queolhaeom horror taes attentados, ser pu
nido como reo de rcbellio.
Ambos os documentos eneontram-ic na Re
opUacao de leis c decrete
lomo
eriodicos de Montevideo
vencedor no Vcru, D. Cristo
bal na Tala, chegou at cinco legoasdclluc
iioS'Ayrescom um poderoso exercto. Nao lia
vi i salvacn paia Rosas, elle eslava perdid*
cum pinamente sua equipagem edeia de miro ? armado dcarn
eslava j a buido de um brigue ingle, elle iajda provincia, tractou de lomar algiimas med
embarcar-se, quando n inferno ins|iliou-lhe|da9, que quando nao vedasiem nteltament
Mo reir, que hoje mbstltue a amiga da r
y'ambein mostrou ser muilo amaine da pitada
de bom goslo ] porm do tabaco da Virginia,
ue segundo elle, he milhor que o da princea
de Lisboa. Dciicmos t, Argos com a sua pa-
tricia, o tabacos.
Consta ser sem fundamento a lubstftaicloou
metamorphnsedo Sau.tos L-al no Ccai, c por
isso seremos lalvct privados doalegro de um
l'innc dcstacamciiio.
Dlaem que o tal saiictinhn, que ne de dos
menos iniraculosos, usou da niica da correspon-
dencia insera n'essa provincia, para renegan-
do Como Prcto, rr se escapa a pena de judas.
A ser assim nao de dos mais lulus, se acbar
oetn seja mais do que elle.
Dcsejo, como quem deseja o que he bum, ver
a peripeia d'essc drama.
Depois que eslava diposlo a lindar esta live
molicia de um acoiiteciiueiito importante, que
nao qui/. deixar de couiuiuuicar-lhc, para que
laca urna idea de punto a que se icui elevado
nesta provincia a audacia dos assasslnus, que
tem pundonor em malvadea.
S, Kxc,. conforme o seu programa de repres-
sao aocime, e cunhecendu que mullos atten-
tados eram commetiidos pela mana de afinar
s di l.sas, que Braca no interior
(un estas poucas linbas, c o couccito publico,
c pira estes a indolencia ou mcsquiube de
uma tal aceio.
O Sr leneiile-coronel Antouio Jos Rodri-
gues Chaves, que coiumandou a parada, cm
falta de outroscompeienics, apresentou-se cum
toda a decencia, e direi mais, ricamente para-
mentado, c a seu trabalho he divido o brilbo
da parada; cabem-lhc portanto as honras;
loi elle o leo da lesla : receba ineus louvores.
.Nao querudrizar sem menso o di/fuo com-
mandante da artilharia da guarda nacuCi!. o
capito Jos l'creira Uourado; esse euladoin-
cansavci, honrado c tao mal compensado, ues-
einpenhou com toda a destrcsa.como costums,
as salvas que esiveram excclleulcs, nada iuve-
Jandu a artilharia de hnha,
Ao cortejo assislram as pessoas mais grada
da provincia, multas do Interior, uma eOOV
mlasfio da asscmbla, c mal) pessuas olliciaes.
Notamos pessoas de ambos os credos polticos,
e nuil' nos lesongeou esla vista.
Aflo quero perder urna reileao que uo mo-
mento meoccorre, e perdoem os rigoristas, se
vem fura de proposito.
So o partido actual nesta provincia, tem tido
a fortuna de ter presidentes, que agradem a
oppusico, einerceam seus elogios; e islo Ihe
! he muito airoso, e manifcsla claramente que
i he o nico que cuiiiprebcndc a aduiiuistraco
i constitucional.
I () ir. bexerra agradou e increceu elogios, elo-
gios mereceu o fiuadu Nevcs; cavallelro fui o
Sr. Fredcndo, cm agrado esteve o Sr. coronel
* Francisco Amonio, e agora agrada o L\m. S e
butrelanto a opposirao aluda
mas nao compredendo seu exercicio,
mu estou couveucidu de que ella nao
ttccumprcliciidc.
.Vn podemos ter saru, baile, ideatro ou ou-
Iro qualquer diverliinciito; porque as atteo-
ciics cstavaiu aplicadas a novena da padroelra;
e o uosso refulgeme madamisuio, devoto como
de, nao deixarla de brildar no recinto de um
templo, de ou* ir os sanio .autores, para apre-
seuiar-c cm um baile, e ouvir os'profauo
soiis de um urchesta, as terrenas notas de
urna polka, quadrilda uu uutra qualquer peca
musical, que poe cm agillcoo srsicuia ner-
existe
assiai
l tao uncivo uso, ao inenoi
^irr estas rreommenduii a
que lomasscm as arn
urna ideia diablica e operou quasi um inllagr
em seu lavor. (.avalle, engaado* por um
reio, retroceden orendo que liuha pelaren
goarda as forjas de Lpez, c Rosas emquauti
i promulgados em celebrara seu tratado com a Franca, lulijiiidou
'-" paginas 902 c as populacdes cun suas atrocidades e puz-sedo destacamentos.
cm um pe respcitavel de defema. | Kalstla u'etta provincia um Miguel Perein de
ti i mi o o. .i-mi : e en-
utorldades policue-i
quedes Individuos,
sem licenca coiu ellas fuSsem encontrados.
mesmo rccomuieudou aos commaudautes
yoo.
Tui naudo a parada: vimos alguns saudo-
sos das ceblas do Kgypto diier, que a parada
esteve miugoada, c que cm outros lempos ar-
rumara mu-, gente ; porm esles sao rabu^en-
tos como vs velaos, que nada gostam do lem-
po actual, que tem recordaces dss vicosas ba-
nanas do seu lempo, e fannha de vintein, em,
que o bomemcom urnadelUs,edusw' de I u mili, licava com o bandulbo como um
Ipandciro, e ciubrulhado no seu timo de 6es%-
itw de auer, seu chapeo oleado de clara d'ovo,
< seu chicote e polvilhos la fallar ao capltao-mdr, c
iassisiia a um wm* de clin amela cosi um
: bastardo de Uraganca; por lano defsemos a
1 cada qual em suas convicedes e passeuios a fe-
' vidade d n Wves,
i uni Un- disse rm miaba primrira, uvem.,,
segunda feria da padroeira, que fmdou no dia
S uo correte.
.Nove dias uu noites, viram a igreja malru
cheia de represemames de todas as elasses da
suciedade, desde a mais mlseravel e repuliira
ysarifc* ate a mais linda e lemadora dama


Coinquauto ea aeja muits .rasa" da lfsaldada
do direilua, e nada go*U A .leaunccOes de
cianea, principalmente de tulin par. cima,
inulta autipatlao com os negro. malizcque se
apreseulam.quar fltjas de aievlcbr, nal Igre-
ja entre o briilianu laadamiiii.o, l'oraiaato
un conltaiie rrtvtlniMte lempo. taTtl
Ksiim.rla multo, le a poltica l pela refor-
me* podene eaottrer algum roela de colmar
u inadauiauo d .quelieiDorrde que canean-
do a vala doi ati/tMiUi, (orinan, urna Indecen-
cia palpavel. ^^~
Que irabalho u3o tem un mortal, que au
'be dos mala devoto*, eni cicolhcr urna ou ou
ira flor entre negroi carvdear
ala, tornando ao assiiu.pto, tivemos nove
noitcs de enebente; nove noltei de regalo
dcpols da novenas parafraseando os acconte-
clmenlo,
Ouvlmos alguns serme, pois em todas as
noite houveram pregadores, bein sotlrlveis ;
tuas por descont de nosao peccados tambein
ouvlmoa algomaa inpsodto, e temos robusta f
de que Deo no-la laucar em nossa conla cor-
.' ule.
A niutica calarla loffrivcl fe tlvcsse inclho
res core; asslm como te removesse un des-
humano irombono, que arraubou nossos ou-
vldo.
Houve orna bem lollrlvcl proclssao, c tlvc-
mos o praier de vr nossa padroeira servindo
de ara de um globo terrestre, rodeada perpen-
dlcularmente de urna especie de meridiano so-
bre oqual bavla urna monstruosa coroa louo
este bein concebido emblema eslava assentc
em Obla cbarolla, que por sem duvidarepre-
enlava o espaco; pols era maiorque o mundo
que contlnha. .,
Coufeaso mluha fraqucia, nao pude declfrar
"emblema maa como be de presumir que
elle representse um uiysieno, nao desconfi
por isso de uiinba capaeldade decifradora.
Uccolhida a proclssao, asslsll a um eicel
lente Te Deum, lindo o qual preguu o Revm
vigai lo com o desenvolvhucnto do coslume.
F'indos todo esses aelo, prlnclpiou uin logo
de vistas variadas, que no satislaicndo cabal-
mente a espcclatlva do rcpeitvel, Iludido
pelas grandrs vozes, com ludo foi bem applau
ilido, e melbor seria se menos tumo trouaesse
Els, pois, com que se tein oceupado notes
das a atieniao publica, que no dia 9 leve ou-
tro cntretenimento, quero dier a chuva, que
reappareceu com forja, e tem reanimado aos
agricultores, assim como a lodos.
Nada tem occorrido de novo, depois de mi-
nlia ultima para c sobre a segurauca indivi-
dual ; e os Ismaelitas leem dado iregoas.
Grande sensaco tem causado esle nouic com
que denomino aus assassinos ; c altribuem al-
guns, quecm ludo dcscobrem proposito, esta
recordaco da tcrrivel aociedade do sceulo pas-
tada a motivos particulares ; o que em verda-
de he injusto. Fiquem sabendo quanto lc-
reui estas miuhas mal concbavadas linbas,
que uuicaiucnte queiemos bonrar os Ismaeli-
tas d'agora com o aotnc publico de seus colle-
gas, que,boje eiisleiu oudc Deas he servido.
Cumprc-inc reclilicar uiua noticia, que ibe
disse em uiinba quiuta carta isto be, que o
delegado do lng.i aceitara Ranea de um pro
huir ndo na Ari'a em crime iualiao(avcl, pois
o crime era aliancavel, c por isso tica apena
-ubsisiiudo a incompetencia do juno, que,
como disse, foi sanada pela omnipotencia d,a-
quellc seubor,
U lal pronunciado cbama-sc Francisco Mo-
rolo, e teui carga de outros crimes pelos quacs
nao est processado
O Eini. presidente nao csteve pelos autos,
e inandou capturar o Mr. Morolo, que por
cautela est hoje sob cubera enchuta. Hon-
ra a S. Exc, c )eos Ihe d auxilios para tran-
callar todos os Ismaelitas deste inundo c do
mido e bons executores como o subdelega-
do que caplurou o Morolo, e o segundo sup-
plentc do delegado do Pilar, que laiiibcui nao
be de briocadclras.
A asscmbla val sein novidade, e [rala ago-
ra da lei sobre a inslrucyo primaria e secuu-
daiia ; assim como da lei do orcamcnlo, ainda
com ideas de economa.
Nao Ihe tem sido possivcl acabar com o ta-
mandu de Alagoa Nova, cujas uuhas cada
ea mal cresccm, nao Ihe cabcudo a rolha
da commisso.
Ella se criando omro laiiiandutiiiho, a le
sobre a criacao de gados uu Inga ; c crcio que
esles dous animaes de nnhas leem de levar a
assemblc'a crise ; entretanto que, a meu ver,
sao negocios de inuita justica. mais chncain
certos iuteresses, que nao convem magoar c
que magoados causam cxploso eleitoral.
Nao posso fechar osla sein dizer duas pala-
vras acerca do nosso administrador, que, a
meu ver, val marchando com inulto tino, e
tenbo conviccao de que far ptima adii.iuis-
tracao, assim nao caa sobre elle a lorie que
persegue os bnns administradores, quero di-
acr, ser posto inargem quando melhores ser-
vicos estiver prestando.
P. S. Iloutcm mu curioso eutendeu de lim-
par a cora de uuru de Nossa Scnhora dar. Se-
commenYel pelo seu incontesUMl U- feicosdo Jalo estudo. Jul'mos qu o I|fcfen ArU.ta .Sra. D. SUaoe'-JJ"2J!S-
Ionio drCMtico, e queja nos tem dado boa leu genero, ou pelo Benos-aquelle, em Plor 'g'0',,"iKu .rncfc^Sen-
mor, e que foJeiectivelmenle promelle que |or ora.... l. Jtfon""'^. avlr a ser urna sublime e magislosa Ira- de SOI n-jbre apren lisegeolfosso o ciric- niuiuadosesplritospela naoralld.de.Trdade.
gic, um llro bullanle da scena : at- ter ligeiro o levlnode mema de molo ara- Tehemencia, c sublimidad, com que brllhau-
trahldos por to ponderosos motivos, c do- ni, com (Juanto Iho luconhMiessemos apll- .emente reproduiio com perfclelo cabrel dra-
iiisi.julg.ndo nos adttr.Ctos a um sagrado dSo loconteslivel par o drama, a vista malte.-- o eaforcadae aonltoso carcter da
dever, solemnemente contrahido, dever desbreve amostras, dos raros lampejw, em infelUGabrina... ......
de reconheciroauto ao mrito e do genero- que a esp.cos rws.imbr.va o seu talento Af' ""<> ".'"'*}''ZlTZlT.t
sid.de de procl.m.-loe retribui-lo -pen- "^^"LV^T^TTm^ tfnh mos to^^^^^iN^Z".
S.mosp.gar um. religiosa divida -. to OOfit-i; P"1^^ ,?.lJlTtZl ufaue-.e e ennobreca deque he Inconle.t.vel
graciosa e sublimada Actriz concorrondo a Jvinh.do, o que mesoio ( nunoisi enge um dg| norae| de la onlSo a froote do
.o nosso pobre o bandon.do Ihealro, na nuidada o confeisanios.som porten icronen- |)a,,|ano lnc,,ro.
noite de seu benoclo del-a)julgvamosquasl impossivclenquo He pena que tSo encantadora e esperancosa
Sim era um dever para todo o Bahiano esse joven edelicl. Actriz tivosso torcas, Joven olo tenha lldo anda escola dramtica, pa-
oconc'oirer ues-a noite so nosso osquecido soubesse mesmo remontar so as ereas ro- ra aperfelcoar-se o leu goto, regular e h.r-
gosaro giOes do sublime.... monUar perfeitamente a ui declamacao, que
concoarer oes
o misorsndo theatro ; n8o s
psra
Sed ubi piara
bello e brlih.titeespect.culo.quese.os.n. Sin. aSra. I.. H.noMIa.no papel de C.bri- *^H tlT^i mscuHe.
nunci.vi.souflo, e mai. forlemente. par. na elevou-seaaltura dogon.o, tocou a per- fffiffiS*{ diamante anda mo
apreciar iod um. voz o talento, que dis- roicao drim.ttc. quasi rrobalou a coroa tapidado> que br,|na ^tendidamente, pre-
tinguo o enuobrece a joven Actriz, ISod.g- de glornso dcvida ao verdadero genio. parado por mo de metre--fulgurar radian-
nadas sympalbiase reconheciment deste Pode-se diser, sem ex.ggeraco, que ajo- te,--e alcntara renome ilustre, animo.no
publico Ilustrado, e generoso, e assim pa- ven e feiticoira Actriz he um dos luminares, ragem, linda e tnteressante joven -- proegue
srmos um divida sagrsd. e solemne do quo tem honrado o pal eo b.ltiano.o que.so na coinefada emprea, e a palmas do trlura-
gratidflo-aella que com o Sr. Amodo -- nSo excede, iguala pelo menos ao quo de P">--e a gloria ao cabo te e.perara de certo.
veio mancr estaq velho e c.runcl.oso. e melhortemosouvido do seusexo. K te o no.s, voto.-est. no. sincera home-
abandonadu llieatro, d. monotona insuls, Comeffeilo tudooque consliti.eo ver- _______________
da insipidez habitual, do gelo glacial em dadeiro talento dramtico, foi profusamen- ATTEN(,:iO!
que jasia profundamente immerso, da apa- te revelado, e achou-se reunido na sublime 0-r. Germano e et Sr. oarma.
tilia lethal, em que um etncro dovorador, e o joven Ac.lriz, nienlcva tor pa'el de Ga- Picamos estupefactos leilura do commu-
consutnptivo de suis forOa) vitaes-- "insen;, brini. Veho i.oncia de nlTectos, transportes nicado do Sr. Germano em resposta Sra. Jo-'
sivol, funla e entnnn.d.mente o tnergu- arrebalidores.naturalidaded dilogo-ex- anuai Jar.uarla.
Ihava e .mec.ndo-o cada dia diurna morte presso clara e so.nprc decente e conyca.cn- O 'J^ffl^ZSSSS f-
proxim.,cinov.tavel,-o abandono lyilf te a paixo e seutimcnlos reprodt./.i Jos, va- f" ^''^'Tn' na-s"? parque ha algem
matico indirfercnca condcmnavel,-- re- riabilid.de, flexibiliddo instantnea ue I|UC Csi loidado noi seui tenebrosos myslerl-
provsd. e funesta do Governo e ila s- '. msculos, de gestos, de celo, inllaxao e ,, vaouvindo.
sembl., que o delxtndu quusi entregue ii.toi.ac3o do voz harmonisad. e proposi- i. o Sr. Germano fallou a verdade, quando
si mesmo, piivaJo dos recursos naces..- t.da o assumplo reprcseiit.do,vordade o aflirmou que a Sra. Joaunasetinha deipcdl-
rque o bilhete a companl.ado
nedlco a penas pedia uma*dila-
iitat ella se restabelccesse dos
letra habilitados -- a bodl dir.gl-io com re- tuno, osiet.tou, uesenvoivou, e mosirou um ieua t inc,ummodo5 n,le 0 Sr. Germanj),
oncia e cunscioucia, -do que lie um lee.- grao emulante possu.r a illustro .tisl.. polldo Je liatlc louas a, considerace, aggra-
tro, do que lio soua, do que exigo e do-; l.om clleilo quon* a visse ora infeliz e des-1 Tou Tasendo-a representar quatro veies cin
manda urna sucieJade civilis.d., du gosloe; grac'da churanJo o sou abandono, victima j urna semana. Se no bllhetc e pedisse
discernimenlo ; itidubilavel, iucoutrasta- do cruol illuso, o de pedida, perversa de-
vel o irremedt.velnienta concorre.o, ou sao,; cepillo do,iositarno seio daqucllo.quo dove-
Irancamente fallaudo-a caus necessaria o I ra ser um diao seu esposo, pela Toulade.o se-
immoJiat, por assim oizer, quasi exclusi- i gundo o juramento prestado seu defuncto
va, litio s de seu infallivcl descrdito e pai, morto num campo do batalln; -quem
dosapreciato, como al de sua desastrosa 'a visse assim, pallila, couvulsi, confusa de
fatolisstma ruina. I pejo e de vergonl.a.mais resoluta e resigna-
Sim, o goveruo i.3o poje doscouliccer, da na sua desgrae., porom sempre honrada
tiem a asseuibla, que o llieatro lie o ther-' o 6el,=revlar ao intrpido e leal Conrado,
momelro da civilsimo de um povo que o |ao soldado modello de constincia e devo-
dr.m. he a imagem mais lid d. c.vilisslo (Ba ao sou Itei, e a sua lei,a ualri. e a a-
,ua phrasa doimmoral e mav.oso Lamarline, miside, ao amor, e a rcligiSo do juramon-
do liarmonioso c devino cantor d'Eivira)e lo; quema visse infeliz, mas resigna- ,"n'
despedida o Sr. Germano telo-Ida guardado,
como documento, c nao o teria fei.lo em peda-
os, como fez, possuido do mais ridiculo furor,
.is o modo disliocto porque o Sr. Germano
trata da Sra. Joannn 1 '
Dcsatiamo-lo a que aprsenla ea prova,
nica que aecusa no seu lgico arrazoado.
Segundo ; porque as sua palavrai a Sra.
I.uecl Rita e aos Srs. Orestes e Jubo furau.
frisantes a Joanna est despedida sem que
da parle delta houvesse conheciinento, ou a
mais leve descoma... disto. Tcrceiro cnliui,
porque de seu motil proprio inandou cusa
da mcsn.a Sra. buscar a -chave do seu cama-
COMMERCIO.
ALFANDEGA.
Ilendimeito do dia M,W
lleicarregam hoje 19 ,euilin br*.
Brigtte porlogiez--Ce^Mr*>*M#a rnar-
oadorias. ..tpmf
Hiato Argeltca :- gneros do p.iz,
CONSULADO GERAL.
Rendimento do I 17. 9:853,9*
I leu. do di 18 ...... m 1:793,971
1*1:577,915
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimento do dia 1 a 17 6(0,678
dem do dia 18.....'. 939,671
* 880,349
CONSULADO PROVINCIAL!
Rendimento do dia 18.....1:469,636
RECEBEDORIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Rendimento do da 18......444,653
Movtmento do porto.
A'aio entrado no dia 17.
Mirsnhlo 34 das, briguei escuna brasi-
leiro Graciola, capit.lo Jos Mara da Silva
Porto, oquipagem 14. Conduz urna pss-
sageira. Fioou de qunrentena por 3 di.s
pol. re pai lelo da s.ude do porto.
Navio takido no meimo dia.
S. Mstheus su .inca brasileira /(.//,; Caro-
lina, meslre Joaquim Baplist Piqui, em
last'o.
Navio tullido no dia 18.
Camaragibe hiati brasileiro rVoi'o Desli-
no, mostr Estevao Ribiiro, cirga, baca-
Ih.io o mais gneros. P lino Jos de M 'lio, Agostino Jos, Vi-
cente Kerreira.
EDITAES.
2. O Sr. Germano mente, quando chaina en.
seu appoio a opposlcao que fez a ameaca de
sal.ida da Sra Joanna com admisso da Sra.
Mara Leopoldina, porque foi o Sr. Germano,
quem com toda a corlczia c vivo emprcsscmcnl
otlcrcccu a Sra. Mara Leopoldina a cxpulsao
da Sra.Joanna e de mais aljjucn do theatro de
S. Isabel Regu isto, se be bomein de honra,
Sr. Germano.
'!." O Sr. Gcrmaiiofoialm de ludo isto gros-
seiro rasgando insultuosaincntc o altcstado
prestado pelo medico assislcnte da Sra. Joan-
na, Mostr o altcsiado, Sr. Germano, ou diga
agora alguma cuusa Olbc que o seu silencio
foi ......11 exprcsslvo, e cqulvalcu a tima con-
lissao.
I.' I i.ialio ni-, o m- Germano fo ingrato e
traidor para com a Sra. Joanna'; ella, que tan-
to concorreu para a inslallaco do seu lliea-
tro c para a sua gloria, que lomou nina parle
lo activa na sua vida Ihealral, ella, a quem
Sr. Germatio arraucou da Pabia com palavras .,_
adocicadas, pro.uessas. suppl.cas e ate lagri- ; l'V">*1 Ellgenm da Silva,
mas, porcm lagrimas de crocodilo, porque nao I Juflo "cundo da Silva Guiniariles
s a despediu como al e.inpcnha-se em arrojar
o ridiculo, o odioso, e a deshonra sobre o pro-
ceder c a vida privada da Sra. Joanni. O Sr
pois Ihe romp i.i o rigoroso dever do aui- daconfessar-lho quo nao poda ser sua,
nia-lo o i.rolego-lo, do dola-lo con. os meios porqne ji era do oulro, por u i. vinculo sa-
necessartos a conscu(ao do seu alto Uin. grado e indissoluvel; de oulro quu a novia
Humanitario e social. perversa, cruolmotite engaado;de oulro,
E sem querer COmpOT urna ilissertasiio que a lomara m.li... c a abandonara... oh!
Cientfica, philosjpliica -econmico -dra- quem querquea vissesom.duvida se sen-
malica.b.stari dis.rtr.os: quo o theatro ten- '"i repassa.lode le-nura.de pio.lado ecora-
do poi ubjeclo a cullur. da imagiuaflo o paixSo inresislivel-por aquella mao -des-
sfiilimeiiio-- coucorte ellicaznieule para gratada victima de urna perlida sedu-
complelaro bello ideal da humatiidadc-- cao, do um mor mal suecodido.
quesecompoeni tanlo de goslo, de eleg.n-, ASra. I). M.noellarepresentou ao vivo
cia.de i>aix3o, Ja exall.caO-- quanto do na s a ternura, e alllic.-ao desesperada de
bcllesa phvsica e de intelligcncia, alem do urna mle.como a lilelidado he urna honra-
muitasouiras vanlagens, e innmeros, uti- da esposa. Quem n3o admirara a ronstan-
lissimos elleilos dessi cultura derivados, ci. ofidelidadodaquella esposa abou lom-
Sm, porquo a cultura da imaginiclo o do da,corajosa no supportar a su. dor-e su-
senumeuto realisados no dram, preserva o Mime uo revolas ao quo devta ser seu espo-
espirtlo de urna desreneracao o recusa inevi- so, a ver.laJe que mais Ihe dcvia pesar e a-
lavis. Ntnguem lia que ignore que--a cul- madurar a ambos i'! E depois quom nao
tura exclusiva da raalo, com despreso do' licirn maravilhndj de ver aquella mao des-
sontitnenlop imaginscao, he fatal ao de- consolod. c alllcti-do reponte tomar urna
senvolvimcnlodo estonio, que se enerva e expressSo t.o diversa, passar darcs.gna-
abastardea-nuandoltea cultura daquellas CO lan.entavel -a onor^ia e furor da indi*
outns faculJades desprenda A imagina- nc3o-ao reconliccer quo o seu su .posto
c3o e o sentimenlo coucorrem para dar esposoen o proprio duque remante, e o
forca, vigor, penetracao, sag.cidade a ra- sen amigo o porlldo, detestavel, e ambicioso
s.lo ousamos maisdizor, -smellas o es- couJestavel !...
pirilo n.lo poden., ser cmplelo ; ellas sao Quc'" Po'lc pintar a rcaccao enrgica c u-
essencta.mente in ttspct.save.s a integra ^+^+mU~^
co..slilu.C3o do cntendttnento porquo (pa- ^ |a 8ubslilm{o do !CU iiho vivo.'ao .1-
raphrasanloodtto de um escriptur col- |no moudo duque c da duqueza.'_guc no-
bre)--i genio oulra cousa n3o he--senao bre altivez, que orgulhn maternal, que poder
a unitlo de urna im.ginaclo e depaixes na- irrcsisiivel da materuidadequaudo magcito-
luralmente vivas a urna rasao forte. aa di/, ao soldado bel, que guardava o posto de
Alom de quea cultura da imagina- honra o bcr9o do herdeiro da coroa ducal
Co e do senlimenlo, que tem p' objeetu r*".'.?*"!?' s"ldad"- 1uecslc ""nio he Uin-
o drama, eHicacissi.na.nenle concorre par. t^*g~EZZ 'ffiffl fSZ
o Jescnvolviniento dos encieles para lo.'- illl|uxo*d', llia,ernidadej o soldado inconuptl- .
nal-osniis lories e constamos ; poderosa- yel o modelo de ridelidade religiosa, que ni- da calumnia lauto leu. de breve, como a aua
ment inlliie e conlribuo pata oaperfeiQoa- 'pcnl.cn dever da honra militar, n utrepido, derrota de completa eduradoura.
ment das bellas arles : em urna palavra o e leal Conrado scolc-sc iiivcucivclincuic aub-1 Muiacousaboa anda teme.. Guardaino-nos
llieatroo dramacomplets a intelligen- jugado, ca dcixa consummar o sen arrojado
ca, roaitia o beiio.denuncia a rivilisaciio l,iwJ''cto.
ve., que he de ouro, c pesa quaii mcla libra "" nias lez sem dar parte ao vicario, de sorlc que p ,. 'rele, de rsilin e nroscrincao. de aucustias c
teta causado seria, .u.pelu* e graves clicas. Assn causa do o ver o .Im. lono ternvol, f2** '0 i^Ti^l) rio daB"aud,dc
se por ahi appareccr, pa.a limpar, a dita cu- que se ton.lctlo dota instituirlo sublime e i,lconsoUvei 'dc fillio quasi sen. espe-
roa, ser bom que as autoridades a poi.ha.n iiobtc-quc allia o gos .com o til,o pra- 'Janca perdido parasempre, a quem nao s Ihe
""guir. (zcr com o dever .' Condcmu.cjlo sobre os era dado abracar, sentir eu'pello palpitar dc 4'rs. redacores : Estando cu intimamente
<- liegcu .fjm tamliem Mr. dc lal, qu0 IHo mal coiuprelicndcm su. augu>ta encontr ao seu, gosar seus all'ago e caricias, convencido dc que inulto melindrosa be a re-
Lhlmico prolundo, niissSo, o vol e o carcter do seculo, que que Ihe eraiu cicinainenlc vedados, mas ainda 'palacio do empregado publico, e'de que a esto
Tem srgredo especial, corre, e a tendencia irresiStivel de lodas as at Ihe era prohibido vi ; quando nemao me-]cumpre desvanecer qualqucr sombra, por mais
V. os nenies a todo o inundo. socjeH.de rivilisaila I i "os lhe e dada a cousolaciin dc sabc-lo sua ligeira que aeja, com que alguem, ou de in le,
Irouxc o tal Mr., ou Judeu, limito boas ,v,n,im,' ,' ., ,.... : mi esse idolatrado lillio a> quando apsou mal informado, quizera annuviar-lbe a boa
obra de metal amarcllo, que vende por ouro, .."a<-"'na'-0 e.lJ rna sobre tao lana in- |3o q m,rl 0i c,u vcm j, a|qUebrada pe- fama nao pos^o del.iar de desfazer qualquer
c lambeui troca, por todo o preco, assim baja Ullierenca, sobre tuo prolundd letlurgia |a dur e prlvaccs, com os cabellos grisalbos, impressao que meu respeilo lenliau. causado
quera Ih'a quelra comprar. .....Accord.l o regedores do poyo, represen- contemplar os sitios afortunados em que hab- as palavras do Di'qrio dt /"ernamiuru em seu Re-
0 Dr. Jos Raymundo da Costa M.'iiezes, juiz
municipal suplente da segunda vara em
exerciclo ueste termo, porSuaM.gest.de
o Imper.dor que Deu guarde, etc.
Eaco saber, quo pelo Dr. juiz dedireito
interino da pnmei.a vara crimo da comar-
ca do llecife, trie foi participado tor convo-
cado, para o dia !. de Outobro prximo
Tudouro, a quatt. sessao ordin.ria deste
termo, cujo sorteamenlo lev lu.-.-if, boje
17 do crtente, o para a qual sal.iram aor-
teados os 48 juizes de fado que se segu n:
Miguel Allonso l'erreira.
Christovam Santiago de Oliveira.
M...colino Jeronymo Goncalvos.
Jos Lourenr;o llgstos.
Carlos Jos Gomes de Oliveira.
Dr. Candido C.ssdo Lima.
Jos Francisco de Souza LeSo.
Jos t:u'i.iii'i Cavalcante.
J -7. e Feruandes Monteiro.
Antonio Jos Gomes do Corroio.
Candido Jos Lisboa.
Jos Filippe Ner'y da Silva.
Antonio do S o Albuquerque.
Jos A ws Guerra.
Januario Alexandrino Rabello Caneca.
Manool Corris Gomes de Almoida.
na contare
con. direitS
slanhoem mo da uin porluguez, qu9 .
larot. ave-lo furWo do"eogenho' '"
d Nnaroth : quem9.. ^U,10'.
airatte, dirit^n mesm. deVul8r
- Como qgir qutu Exm. Sr nri g.,cia
da provincia, hija dado as su orP,,*"l'l
que a dtapesM U't^Ba, je tl0, uon P.r,
z. da* escolas publica* da uonil., 'mPe-
ta pela thesourari. ProvtnciaT de ''f"
lllm. Sr. director Geral da ln.PJ?(?,n d
blic. f.o saber aos p.is, ou tutW10 Pu"
n.nos do ambos os sexos' de.s, ",0.8 >-
ejlUo desoneraJos des*, eapeele da ln!'qua
.bu.,v.mento exigido de ,eu,d "P0'}.
pela m.tor parto dos profeajore* > pu -(
na geral 19 de aetembro de 183 n ct-
oo^.rchlTlat., Candido F,a\vi0
-ll.vendo.o.Exc. oSr. Preaidente a
doem vi. lude da lei um,'1'
cc8o elementar oo .i?'"'
grao no burro de s. Antonio --" lndu
ordem do lllm. 8r. director l
.rucoao publ.c. feco saber, qmSuf^
proT.ncia, cre.do em vil lude d. 5f52 dl
deir. de tnstruccao elementar do"J.?
grao no burro de S. Antonio do nwPai10
ordem do lllm. Sr. director ge?.| d. de
.ruc,ao publ.c. taco Mb8r> g* m..
ad.acadeira com o priod,
--------contados da dita dual* rv *-
ri. geral 12 de aetembro de Ul n?'0'
ta. Candido Eustaquio c7,a'r
e Mello.
Gcimano, poriatilo, nesle negocio foi grossei-
ro, ingrato e traidor !! I Sr. Germano, isto he
dc actor, de empresario, dc humen, dc honra ?
Porque nao hade S. S. conservar no seu ca-
rcter un lado de defesa c iuvulncravel
Aiueacc Sra. Joanna com a sua chronica,
que S. S. chama escandalosa ; nao se esqueca
porui, que esse alguem iniciado nos seus
tenebrosos injslerios abe deludo di sua
chronica da cidade da hahia, da C.cli.ena,
do Rio dc Jaueiro, de 1'ernamu.ico, ecoui es-
pccialldadc de um fado romntico multo
ntereiianle que se passou com S. S. agora
pela ultima vez, que foi acorte I...
Quem clin Jarra [ere, com ferro he lerido.
Lcinbrc-sc igualmente de que o triuiiipho
porcm para oulra carga, ac o Sr. Gcamano nao
vollar as costas.
fin iniciad) nos tenebrosos mijslcrios
Correspondencia.
Cora quanto mullo crcia na probidade dc tes
l.io leal cavalleiro, quizera que a policia exa- dos
do
poder social I.... Vutos perd- lava o seu querido fllho. aspirar o arque elle
. dozojoa vaos .... real s funda, cosiumava respirar, pisar o solo por elle cal-
miuasse o quilate do metal, para nao licarcm desconsoladora indlITercnca c au.tliia .... |cado, embevecer-se nesse g ..o ideiaes -
ern colic.i os pobres negociante, de ferro. Entiel.l.lo. SO O nAo podermoi reergucr a pba.itasiando o que elle poderla fazer, n.agi-
vellio
A poucos das b
delegado de >i ...........,
n liscal par causa de urna saca de farinha, que eeno.e sympsthta nos espirttos esclarec los, suiiiUnc de ternura e dc saudade da mal
u... ,i rai .-._ 4.r ,.i,ima, nando c reproduztndosua existencia no passa-
Drieouumdo Jupp.'enlcs do "'"'" """"!"., .""Zhl'.l o. evocando imagen, que aquellcs sillos Ihe
n.oguape em exerelolo con. vJo nosso clamor, porquo ele achara 'dSprr,avaul.... oh I a Sra I) Manoella eslava
tiuiiouiro queriam alraceisar; e em resulla- palriolicamenle inspirados, quesincerainen-
do o delegado preudeu ao fiscal .. sua ordem, te alun j.lo os progressos desla mimosa pri-
e elc quclle orden, do goveruo. disse elle mosenila do C.bral, desla opulcnla, mages-
por ser o governo superior ao delegado. i,,, |- *rji., I
Eis urna quesillo, que acabou conveniente- ...
inenle, c com seus visos militares. Aprendi ollomos porcm a Cibnna, signiliqucnios
mais e.ta, aprenda tambein, assim como a o l.osso Iraco cottccilo sobre a sua represen-
ta.er um posl-scriptum deile laiuanbo. 11,;.i .. --
""1^' ......" Como en. principio dissemot tamos ao
CommUllICAuOS. ihealro, ja.lrahidos porrurtosidade c ne-
______________________ necessi Isde das emn;tVs fortes e dramali-
A ll.l.M. SEMIOI'.A D MA.XOLLLA CAEIANA cas, que se nos promtli, j inlluencisdos
UJCCI. Por ul" a>u'lvo nobro e get.ernso, o do con-
IVmos ssisti Jo aos expeclacnlos do thea- tribuirn.os mesquinl.a e obscusotnento, co-
Iro de S, Iz.bel : almiramoso lal"nlo nau moso nos ho pcrmetlido. gsl.rdoar-mos o,
vulgar da joven )/oaoe//a,dniramosa n tu- "scente genio, quo comee .va espo.-ancoso
..u,.,u.jo.r -.oc,.,.,. iu.i.. ii iu- "j^;^::^,-," rS_Vi____]lia. I B0" '"'" atroznenic ncoinportav
i,tli i. r riim iiiiiM i'*('!ii M ii'ia tur iN n ii tie_riuructiar lia joven p ciiturc3?-iiio ai na- i _,
laniaac.tum quni*-_:fiip iiiia itrios suhli- uu_ r...u-. i ,.; __.,^ Qic a toriura iuinnn d'anuclla mal attr
religiosa plcilade..., Mas quamlo se v<: acjuella
in.ii eitrcniosa rojar-se aos ps da sobcia du-
']ue.a, que a ame_ca com a irorto, htiiuilhar-
c cuusiernada, debater-sc desolada, em an-
gustiosa (hbulnco, aceeilaudo com corajosa
rcslgnac.io o suppHcio, s implorando por
unicu favor, por derradeira mcrc --agrada
dc ver seu tilliu__ o! enlfio. na piutura des-
(es scDiiineutu sublimes na expresado na-
tural e vehemente daquellc doloroso sacrificio,
a Sra. I). Mauoela csteve arrebatadora di-
vina; -- o amor maternal, profundo, entranlia-
do foi en ni tao natural c verdadeiro extremo
representado, que gurnu-se-iios ouvirapro-
prla Gabilna implorando a graca de ver seu li-
lho...
Mas o que ha de mais sublime, de uns divi-
el, do
n bulada,
tro*pcclo Semanal, publicado no da ) do corra-
te, relativas a ttie.ouraria provincial e moro-
sidade com que ah se l_zem os pagameotos dos
empregados provinciaes.
Vcrdadc he, que no Relrmpeclo Semanal do dia
15, o seu autor deelarou que nao se entendia
coimnigo aquella observacao ou censura, pelo
que me conl'esso agradecido ao autor do Hetrot-
pecio i mas para que o publico nao suppunha a
existencia de alguma transaccao secreta entre
tiin c o Sr. do lUtrospecto, como muilas vezes
sc acontecer cm idnticas circum.taucias, nao
me considero desonerado do dever de dar ao
rcspcitavel publico urna explicacaa dc meu
comportamento como thesoureiro da repart-
.i > censurada, e urna garanta dc que o slms-
tro agouradopelo auior do littrotptclo est .....i
louge de vcnllcar-se pelo meu concurso ou
coadjuvacao.
INo sou cortamente a causa de algum re-
tardameuto no pagamento dos empregados pro-
vinciaes, mas he este apenas o resultado da or-
dem uceessaria do expediente, contra a qual
alii ico lio felto alguinas observaces ao lllm.
Sr. Inspector; porque cm verdade nada me
parece menos justo do que a demora anda por
uin dia desse pagamento, com que cada um
me*. Oda mu dillicil execueo : vimo-la ta' "iS"' D" Mni>el* Caelana Lucci, p_- |(3 fpo|iar teu flbo da coroa, que! ni dc occorrr as suas neccsiidadescuja ur-
reiresenUro parcl de D Branca do Cordo- 8ndo-l heasstm urna divida, queisuppaios ,iecra fajada. cque Ibe seria arrancada com o1 gencia nao admite espera.
va nodran.a O homen da mascara neara Pel Pu,,llC0 Para com e'11 C0Q,rdnid* Pe!a | seu recoiiheclmcnioj-rcluia valorosa entreo Exige ocvpedicule, que os pagamcutos se
vimo-la va pnoel de .Mara no Ir fuiz /!/> 8niQa?a viJa, que depois do sua appari- i (,uc havia dc mais grato ao seu coracao, dc mas fagam depois i|c concluido o balanco d.inez
causan lo-nos as ...ias bellas, pnrleitaa, c en- (Ja -'l"ci; po.s Josv.i.eci.o, desipparo-
cantador.s illusOis : a as *oud cotilleen- cldo "lro Por momentos .Ilumina,
moa bom a sonl.ora I). Manuela foi na parlo ""le"" empro fugaz-torna at.ysiii.r-sa
deG.brioa no d'.ma, quolem eUe titulo, "* SJt conslante e lethal monotona,
representado no di. 7. Oh .'nSo temos ex- Fo,n?s P0IS vcr Ju'8ar Pr nu< me*-
presaOea para aignilicar as varia.ln sensa- mos-do desompenho do drama-e mais
coes.queeipertmtnt.mosnessa noite; nos- cerlilicrmo-nos e compenetrarmo-nos do
aa penna he frata para o discrever : conten- Liento da joten Actriz. ..,..
tamo-nos em enllocar sob o dominio do pu-' ,a ""ian" U conceito da babilidade,
blico o artigo que vero em es nmeros CS e 1u0 do.tinguia, da graca, quoa realjava,
69 do peridico A justica que se ..;da harmonaeclara oxprewfio doaeu orgo;
Mica na cid.de da Bania, ocliam.imo. p.r.1-Ja nos mereca avantajada repuiacao pe-
elle a attencSo do pobhco enthusiast.1 do los rasgos de talento, que a espaeos lampe-
nosso tlieiilro : lio um tributo que se palca j*v. c deafena e.sa intoressante Actriz, que
ao mrito da senhora I). Minuella,. esse as- nos f"00 PPeis, que infelizmente Ibe erSo
tro brilhanle, que fulgura ht.ie no Irisonho' aquinlioados na distribuicao, rasgos, se
<:odo tbeatro deS. Iz.bel. L. i bem que passageiros, revelavflo j um nlto
-ABRINA 01' ACOROA DUCAL DE PARMA. merilo, um fundo rico de dotes attislicos. -
Tributo ao mrilo. D. Cesar do B.snja lal noco JustificaTa
Licitados pela curiosidade, e allrahidos Mauqual n.lo foi a nossa a lu.raeo, o nos-
pela expectativa de assiatirmos a represen- so pasmo,quandoa vimos Uo b.iln.nlemen-
ta(ao dum rico e bello drama, que se nos ti aublimae>.e no pathelico, e miserando
promedia, in ella lavado em beneficio d'um. joven Ac-;e m.r.vllha foi completi... O triumpho ,Up ''?^ no lrfciro acto dc.
ir.z, rir. de talento, seduclor. Je gr.c-sj.l. Sra. D. M.noela cicodeu a toda expec-l ^^S^.^'^*^,'t,Sle,
eul.vad.ir de cjndura o meiguice, liarmo-i t.co.-roi utra ovacao compleU o do.emfjl. coln a, IUa alegra e leiuore; e tornada a
niosa, e IViticeir., .tlrartiva e auber.nna- I eolio da joven e inlsressanle Actriz Acre-T,,,;-,,, oapaodio a alegra mal viva, o conim-
mente insinuante pela sua juvenilidadeldii.vamos mis que a Sra. I). Manoella er. lum.iiio mal Indlfinldo, .fellcld.de mal ce-
e mais que ludo pela sua docilidad mo- dolada de hibil.dade dramtica, de talnntn hcstialno reconbecerr abracar leu Hlho,
peslia, que. todos euc.nt. e cipliva, re- la tu la inculto, mal dirigido, anda nSo aper-J Em auinma, |para ludo dc urna vez dlzer, ~
ega-Jo, aq
inenlira doloroia aquella renegafio do sen-
tlnienio mais divino*- a inaternidade--negac.i'o
s coinmettida no interesie de seu lillio,..
c depois... o valor sobrenatural, con. que con
vulsa, aiirilnil na, quasi delirante arrostou as
Injurias, o vituperios suureella vomitado por
seu proprio lilho, sem todava traliir-so
Isso bc'subliineinente patelicq. e divinamente
sublime. K depois a Imprecacao de vlnganga,
a .i. 11.1. v"' contra ella fulminada por seu fillio,
-que Ibe arrancouaquclle grito espedacador;
incisivo fulminante; sem copia, nem soinna
naluresa, senio na rntranhas inaternac,
d'onde foi profundamente arrancado... oh.' sim,
na eiprcssao d'aquclla agona intima e tcrrivel,
d'aquella lorlura Ineiplicavel e horrenda-utna
mal por eu filho ainaidicoadaat|uelle grito,
siihl.iiiri.tr arrancado, foi a pintura a mais elo-
quonle e a mala fiel da verdadeira dr mater-
nal > por elle a ra. D. Manuela valeo urna
completa trgica, provou-sc perfeita actriz.'....
Picsse acto foi onde mal no agradouaS.a.
D. M .....ra, foi oude, (coino bein ae etprciiou
uo ieu arrobo enthulatlco o Vale, que na
ocoaiiaoa decanlouj e eitrvc a joven Actriz
Esla regra invariavel at boje, srguio-sc no
correte mez de aetembro, c como a primeira
qulula-feiradeite mea cahio no dia 4, o sr.
inipeclor ordeoou que oa pagamento dos or-
denados e coinccasaein a fazer do dia < e.n
diaute, visto como o da 8, le^unda-feira sc-
gulnte, era diaaanto de guarda; como se ve
.lo respectivo edital publicado no Diario de Per-
nambuco dodia 5.
I.i,.a aln.plc c verdadeira ciposico v-e
que naosnofui eu a causa nem remota da mo-
roaldade do pagamento dos ordenados no cr-
rente inca dc sctcuibro, visio como me nao ca-
be marcar ou alterar o expediente da repartl-
co, aeno que c acha deavauecida toda a ideia
de slnislro queae me poisa attrlbuir. Fazeudo
o pagamento do illa 9 em dlantc, nada mal
fia do que cumprir reslrltamente ai minina
obrgafc ; sendo verdade, que a ninguem
que se appreientou do diadeiiguado em alan-
te foi por inlm negado ou adiado o respectivo
pagamento.
Fica portanto iocoluuie a miaba reputacao
que le sustentar, eo publico tranquil litado
acerca da confianca que deve depositar na thc-
souraria proT.ncial na parle sobre ludo que me
diz recpelio.
Queiram, Sr. redactor., obicquiaruie com
a iserco deta llnb. uo seu mullo couoel-
luadu Diario ; pelo que mullo agradecido Ihe
.ir 11 o seu venerador atlencloso,
TAomaa los da Si/va Ouma'o Jnior.
Recife, 17 de jeterabro dc HJ&i.
REAL COMPANHIA DE PAQUETES INGLEZKs
A vapor. U1-Mts
Espera-so o vapor Ta a.
portosdosulnoda20do,nr,
rente mez, eaeguir ptn?'-
. rP ,o d" eguiote, p.r, '."'
s.gem dir.j.m-ae a agenda na ra do ti
piche Novo n. 42. "*
Theatro de _. habel.
9.' RECITA DA A8SIGNATUTA
SabadnW dc letembro.
Eipeolaeula variado dratnallco, canio
.laura. *
Urna eicolhlda ouvertura, pela orcheslra ...
vlr de preludio a renre.entajo do non__
na em 3 acto Intitulado "ovodra-
0 INKGOClAiNTE HONRADO
Personagens.
Einery, negociante.O Sr. Germano
Lulta Emery.aua mull.er.-A Sra D j_n_i.
Bldant, calta. OSr. Re. "noeli.
Alfredo Menard, c*lelro.-0 Sr Sll.,.c.
Prospero Dubrenil, Ide.n.-O ar. B lerr. "'
Pedro, jarttinelro,- O Sr. Monteiro
,n j.ns. --U Sr. Colmbra.
Durand. creado de Einery. OSr. Airea
I* cobrador de letras. Sr. Dlai
2* dito dito, -N ar. Roiendo.
Creado, cobradores etc.
No Um do drama a Sra. Landa e o Sr Va
caiitarao um bello Ductlo- egulndo-e nela
Sr.. i.a. iiiel.i Lucci. a excellenie cavailua j!
opera Lucia de Lamermoor--depois da .mal
a Sra' Landa executar unta nova cavatina
O Sr. Flnart e Trabaltooi Igualincatc ere.
cularao a grande .cena mmica c danca
A Sylfidc.
Terminar o capcctaculo com a mullo era
coia c aplaudida comedia em um acto, ornada
de msica .__
O fieijo.
Comecar as 8 horas.
O blindes cham-.e a venda no lugar !
coitume. ug
liaran de Capibariba.
Antonio Jos Vttil.
Antonio llenriques Mafra Jnior.
Manoel I',.irii.ui de Carvalho.
Antonio Marquos do Au.oi i n
Bruno Antonio de Serpa ii .uilo.
Arcenin Fortunato da Silva. "
Coronel liento Jos Lemenh. Lins.
Gustavo Jos do llego.
Ilcmeterio Maciel da Silva.
Francisco Carneiro Machado dios,
Jos Correia Leal.
Goncalo Lopos Lima.
M.noel Joaquim Anlunes Corraia.
Antonio dos Santos Siquoira.
Jos do Barros Corroia Setle.
Manuel Jos Correia.
Tltomaz Antonio Maciel Monteiro.
Virissitno Antonio de Mallos.
Mariano de S> o Albuquerque.
Manuel Tliom.z de Barros Campello.
i,uiliioiu.e dusSaulos Sascs.
Joaquim Correia do Araujo.
Francisco Bredorode de Amlrado.
Thomaz de Aquino Fonseca Jnior.
Jn.i.i Pinto de Lemos Jnior.
Alesaodre Rodrigues dos Anjos. .
Manoel Elias de sloura.
Jos Brasilino da Silva.
Gabriel AITonso Rigueira.
Os quaes lia do servir na dita sessSo, pa-
ra o que sao pelo presento edital oonTid.-
dos, assim como todos os inleressidos.
E para qua cheguoa noticia tolos man-
dei passar o present, que sert publicado
pela imprensa, ea(1xado nos lugares mnis "~
publtcoi d-st. cidade esnu termo. En Joa- ~ s"muelllvre. Jnior, capiao d.bir-
casitian, da qual sao consignalanus osSrs.
Ilenry Forater & Comp.nhta, far leilSo, por
Avisos martimos.
-- Para a Baha sshe o hiato Novo Olinda,
c inere hojo o sshe amanhSa, 20 do concil-
le : os Srs. cirregadores que ainda nao
mandaran, os conhecimeolos, queirao tra-
ze-loshojo, em casa do. consignatario J.J
lasso Jnior, na ra do Amorim n. 35.
1 ara a Bahi. seguir com multa braviJi-
do a bo,n Mohecida escun Caanle Mara
por ter ja grande parte da carga encajada,
para o restante e passageiros, trata-se com
silva i Grtlo, ns ra do Vigariq u. *.
-- Freta-se para Havre ou qalquor oulro
porto da Europa a b.rca franceza Edilh.u-
pil.to Poulet de loto 258 tooellas, em casi da
bchsphitlin & Tobler, n. ru da Cruz n. 38.
-- Frot.-sa um. barcac de 30 c.ixis pin
o Aracaty : a tratar com Manoel Di.s, ni bo-
tica do Vicente Jos de Rrito no Recife.
-- O brigue Marta telt, sai para oPotto
no da H do corrento, por se achar promptn
de carga, o s recebe passageiros pan o
quo tem bons commodos : os pretnda-
los Iralom com ocapido, ou com o cou-
signjt.no Antonio Joaquim de Souza Ri-
uoiro.
.Parj a Parahyba.
Em poucos das pretende sabir o biale
brasileiro Espadarle, por j. ter parte da car-
ga prompla, par. o rosto tr.ts-so com A. da
C. Oerreira Estrella : na ra da Cideia do
Recife n. 23, oucom o mestre Victorino Jos
i'ereira, no Trapicho do Algodao.
-- Para o Ass seguir com brevid.de o
brigue Destino recebe carga por fretes mudo
baratos quem quser carregr dirij.-se i
ra da Moeia n. 7.
Leiloes.
quim francisco de Paula Esteces Clemente, es-
ctivao o escrevi,
Jos Raymundo da Costa Uenezes.
-- Porania a cmara municipal contiuuSoi-
ainda a estar em praca, no dia 23 do corren- 9ual,lo baste para occorrr ao cosalo
to o imposto das medidas de farinha. cszi- 5 ls 8,slos di dita barca ueste porto, on-
lll> :il'l lllam n< >..._______- *________
inlervengOo do correlor Ullveir, e por con
e risco de quem perlencer, de porco do
do.rnbou na su. recente vigem, proce-
dente do lito de Janeiro, com desuno .
Clurleston, ... Carolina doSul dos Estidos
Jnidos: sexta i'jira, 19 do corrente, asII
nhas da ribeira da freguezia de S. Jos, o os
Ulli.>s dos acougues pblicos.
Pago da cmara municipal do Recite em
16 da seteml.ro do 1851. Francisco Anlo- h
nio de Oliveira, presidento Manoel Ferreira "of*3 m ponto, no trapiche do Angelo
Acole, secretario intirino. ^_Ba^^i!i^__Himia____________
O lir. Francisco de Assis Oliveira Maciel, de AvSOS til VerSOS.
delegado dc polica do primen-j districto i .
deste termo, ejuiz municipal supplenlo ] -- Arrenda-aeou vende-so urna proprie
da primeira vara, e em ozercicio do mes-1 da de de terns, distanto desta pr.ci dui"
mo termo por S. M I. o C. qua Djos gu.r- legoas, con proporcOes para qualquer esli-
de, etc. ele. belecimento, com no corrente e naregavel.
Fa;o saber aos habitantes deste districto, coberto de mapas, e um cercado enpastado
que em conformidade das ordens do Exm.' para animaes : a tralir na ra da Cruzo-
presidenta da provincia, quo mo foram 66, no escriptorio da viuva Caudlno&Filbo.
transmittiJas pelo lllm. Sr. desembargidnr i -- Na ra do Queimado loja n. 16, ae dir
chefe de polica nllo lio permiltido aTpessoa quem d 400/JOO rs. a juros a 2 por cenlo
alguini deixar de aceitar a moeda papel le-ao mez, esobre penhores de ouro ou pr.U.
gal, sobas penas da lei, por quanto a pozar! Antonio Lulzdos Santos, declara qus
do seu mo estajo he trocada na lhi'soura-| ninguem contrate ou faca negocio algum
ra da fazeuJa, o para que chaguo ao conhe-1 com Jos Ribeiro da Cruz, sobra um sitio
cimento de todos, mandou lavrar o presen j as Curcurams, denominado Salgadinbo,
le, quesera publicado pela imprensa, dado I assim como em urna parle de oulro sitio
c passalo nesta cidade do Recife aos 17 das .contiguo a este; pois estilo tanto o sitio
do mez de setembro de 1851 Eu, JoSoSa-
raiva do Araujo CalvSo, escrivilo o escrevi.
Francisco de Kssit (Jliccira Maciel.
--ihvcimara municipal desta cidade faz
publico aos eleitores das paroebias deste
municipio, que no dia 3 de dezembro deste
auno tem da proceJor-se a eleifSo dos mem-
brosda assembla legislativa de.t. provin-
cia par. nova legislatura, que deve come-
car no anno vindouro, segundo foi determi-
nado pelo Exm. Sr. presidente da provincia
em 5 lo corrente de conformidade com a lei
de 19 de agosto de 1816 ; em vrtudedoque
convida a mesma cmara aos mencionados
eleitores oomp.recerom no indicado da,
as 9 horas da inanhSa, na igrej matriz do
biirro de Sanio Antonio. E para que che-
gue ao conbecimonto de todos, so mandou
publicar o presente.
Paco da cimara municipal do Recife, em
l6desstem_io de 1851.Francisco Antonio
d,i Oliveira, presidenle Manoel Ferreira Ac-
cinly, secretario interino.
ITecI
eclarajoes.
Pela delegacia do piimeiro districto ae
fu publico que fui aprebeudido uu cavallo
como apartoliypolhecados ao anoonci.it".
c para que n0ose Ignore em lempo algum,
faz publico.
- Na confeiloria da ra estreita do lio'
rio n. 43, precisa-se alugir um pretop'
oservicode sor ve tes, paga-se 15,000 r.>
d-se o sustento.
- AITonso S. Martin, subdito francei, va.
ao Rio de Janeiro.
- Juan da Silva Boa Vista, participa'
quem convier, que do 1. de outubro aoi di-
ante, nSo vende em sos taberna bebidas t>~
piiili.os.sde produccSo br.sileir.. .
- N. ra Nova n. 35, loja de alfaiate t>
J. S. deMcnczes, alm do gnndesortiaicii-
to de obrss feilas que conlinuidameolc
tem, tanto pira bomem, como para sai-
nos, tem um variado sortimonto de pinno--,
merm, cisimir.s, brins, aetina para colo-
tes, que ludo vender por mdico preco.
app.rccenJo dinheiro. ,
-- A pessoa qus annunciou querer 000,00"
rs. a premio, de qm o meio por cento1^
mez, sobre penhores de Juro e pr.t: "'"
riji-se a ru. Nova, loja n. 37, que se -
quem d. ..
- Jos Moreir. Ferrelr., subdito porm
guez, relira-se p.r fura do imperio.


ni-iepedicirude lijlo* eelulbo :
n,7u do Ringal, a fallir com o muir pe-
irairo Ignacio Frmciioo do S.ntoi.
d preclia-ie de urna ama, para 0 servioo
d/ima c.M.eicrav oo forra : na ra No-
'"' ue'aeja-ie fallar con oSr. Joiqaim Car-
.ino de Honra e Beato Camino Bastos *
negocio de eu iotereiaes : o
,if, do Hecife d. 2
'. Na ru Augusta n. 7, preparam-se jan-
tire para ln, oom aaaeio e promptldlo, e
uoibem cose-B rouna.
.preca-se por afuguel, para lervico in-
inrno de urna Ca mui capaz, do urna escra
,, quem a tiver, dirija-se a ra Di re la,
sobrado n. S, da-ae a segurenca precisa.
- Traipn'-9 um o0"'10 "9 um andar,
',, Imperial n. 87, que paga 1,000rs.
mioiies, alto e baixo : a tratar no memo
.- A direccao da issociicio commeivial
ria loRistas, convida aos socios pira assom-
hli geni, no dia al do correte (domingo)
s 10 hora da nianha : na casa da mesma
isociao, da ra daCadeia de Santo An-
,0B0' A ELLES.
Sao clicgadus os superiores quei-
o de prenca do Cear : na venda
da na do Livramento n. ao.
-Noda ndocorrenteauzontarSo-iedous
pretos com os slgnaes iegintes Jos de na-
,:m bmgella,idade de 35 annoa, estatura
medianna,corporegular, cara redonla, bei-
coiuffl pouco gronos, pouca barba, e mes-!
di Jo para a aua captura, auim como ilgu-
nia pessoa do povo ou capiUea do campo,
que erflo [generdaimcnte recompensados
do soq Iraballio : na ra da Senzaila Vellia,
lerceiro aodar da eaaa n. 112.
-- Um estrangciro que pode dar contasde
si edoieu traballio, oH'ercce seus servicos
como criado de casa, para qualquersenhor,
ou brasileiro, Ingle/, ou ontro estringeiro :
quem o quizer dirija-se o ra d% Tanoeros
no Hecife, casa de Ceorge Fisher n. 1.
Fico ver ao publico que n3o podero
tratar negocio algum com o Sr. Alexindri-
no Ignacio da Conccicao sobre emproste de
diirciro, nem hypotheca, nem venda sobre
um terreno na estrada de l'.elem, e tambem
urna parte do urna casa, sem queeuabaixo
assignada nao seja ouvida.
gnes das Vlrgens.
Casa de modas IV ncezas
Buessard Millochau,
Pelo ultimo navio recebeu-se de I-rang
asfazendas seguiutes as maisem moda em
Pariz: manteletes e espolinos, cbaposde
seda, de palha e de montara, ricos corles
de garfa e bico para baile, cabecees do bico
de liulin o de Ilion Je, ricos oufeites para cu-
neen em llores, turbantes e toucadoa, luvas
de pelica, bico de bloude, dito do liuhodo
todas aa largura, al cabadas, flores finas
em cala, ramos e capailas, i luiras, meia
de seda branca abenas, bordadas e lechu-
das, fita, romeira de bico e de cambraia
bordada, etc. etc., faz-so vestidos de baile,
e casa momo, O qualquer enfcuo para senho-
ra por proco commodo.
Na ra Nov n. 18, loja de M. A. Caj'
ino essa silJida.sobrancelha groca e um!ha aempre um granle sorlitneulo do obras
pouco bezonho; he bastante ladino, padeiro feilas de aliando, lano superior como oais
o ennooiro, babe al cahir, levou vestido inferior, ino bem follas cuino de encom-
cilca comprida dealgudSo americano, ca- monda, chapeos de soja, ditos lie sol, us-,
Iza do mosmo panoo ecbapeu de palha pensnos, moiasciuas, linas e uiais ordina-
Hi'iilo, denacllo Benguella, idade45 a 50 an- rias, pannos finus do ludas as qualidades o
nos, alto ececo do corpo, cara pequea e cores, casemiras prelas eJe cores, valencia
barba serrada principiando a plntar.cor bas- de sedamento levo para paul fazenda mul-
tante pret, mi endicando a fulla; mo so lo liuJa, brins braocoa e de cores, bonels
esplica muito bem on falla,toma muito taba- para bonicos, ditos para montara de sc-
codec*colevoucatcaecamisadealgud3o,da nliora, e faz-se vestido de montanai muito
baha, mas cottuma andar com duas calcas moderno ; emm ha nm sorlimento de lu lo
fendoa debaixo mais liunpa ; este tambem para' quem estiver desprovenido; sera
he padeiro, roga-se a autoridades poficiaea promplamenle servido al de camisas brau-
e capilSes de campo ou pessoas particulares cas e de cores, trszeudo sompre prata, ouro,
us inaudem aprehender e entregar na ra ou papel inoeJa.
larga do Rozarlo padaria n. 18 que se grati- Vo dia 20 do corrale, se deve arrema-
ficar com generosidade. tar em hasta publica, peraoto o l)r. juiz niu-
Faz publico o abaixo assignado que nicipal da seguirda vara, una casa dnso-
comprou ltimamente para seu pagamento, brado de lies andaros, sila na ra do Viga-
o dominio de urnas trras cita na freguezia lio, por execucSo do I.mu. conde de Farro-
de Una, o comarca do Itio Fu-muso, as bo, cunta 1). Lauriana Hoza Candida lli-
quaes eslo citoadoa os engenhos Gindiahy gueira.
que paga 300,000 ris de foro ; Queimadas, No dia la do coi rente, se ha de arre-
200,000 re, e Serra d'Agoa 60,000 ris, do matar em hasta publica, perante oUr. juiz
qual o abaixo assignado s possue metade : do cve| ,|a n-iineira vara, a parta de um li-
este pequeo patrimonio de 530,000 ris ij0 na estrada dos Afilelos, por execuco
poranoo, e pago em di, ple interessara de Antonio de Sa Loilo.
qualquer familia que deseje um rendi ment .. Aluga-se umsoiao com alguns com-
certo, e que no soffra quebra de decimas e modos e muito fresco, para um, 8u duus
concert e algumii vezes de metterem a npizessolleiros: na ra da Florentina nu-
chaves por debaixo da porta ; por isso o ,,.,. D, 30.
abiixo assignado quer vende-Io de prompto _. Acha-so em nogocio por compra, a ca-
adioheiro I vista por precizar delle para o sa da Capunga, junio aoSr. Onofre, c per-
cosleio do seu estabeloeimento de fazendas tenecnto ao Sr. Sotero quem sejulgar com
linas para a praca e serillo, na rua Nova n. ,iiri[r, a ella por qualquer titulo: an
23, sonde pode ser procurado todos os dia nuncio.
para o ajuite. Antonio Gomes Villar o abaixo assignado, procurador da ca-
O Sr. Joiquim Ignacio Clemente mar municipal do Oliuda, autorisado pela
d Almeida aanniio, acliam defonJo loros lBUjemios, tanto
Queiravir, ou mandar pagar na ru Nova do, ierronosda cidado delinda, cmodos
n. 35, o restanto da conta que flcou emeom- larren03 da5 ruas d0 D,irr0 ja rroguezia do
bldo pagar por seu mano o alferes Jos do Recjr0| dita do S. Antonio, (lila dusAfoga-
Negreiro d Almeida Sarinho, quanJo daqui dos mais llnenos o sitios da freguezia
sabio para o Sul em 1849, e emquanto o n5o da v'ma do Cau llo dos oarvallios, Mu-
flzertersempredever o seu nome nesle rn)ec,( polUe de Hugusipe e Cuicuiana ,
f' u I quo do contrario a mesma cmara usar dos
-- Precisa-sc do um homom, que soja hor. IJ, M ,e concede a |ej Vislo que nao
teao, o mlenda de plantacao, e amanho do querem jr s.nsfazer os eu debito, Tin-
arvore ; prefenndo-e o que for natural das J0 |ambem todos aquelles que tein compra-
llhas, para ser inearregado na planlacJo de do as posses dos terrenos a outros, se reco-
um pequeo sitio, ni imrnediacOes da cida- DhecBem novoi rurel0s, a mencionada ca-
de deuimda : dirija-se a foias de Portas ra marai -que pt d|l0 |im pJem procurar o
abaixo assignado em Olinda, na casa da es-
" quina confronte ad collegio dos orphos,
3
-OSr. Jlo Ferreira Tvares, tenba bon
dide de se dirigir aottlerro da Boa-Vis-
ta n. u alim de concluir o negocio |ue no
i.'iinfa, flcando certo que se o n.lo fizer nes-
les tres ilias tora de ver publicado o negocio
a que he chamado.
Quem liver para lugar urna preta es-
crava, quesaiha tratar de urna enanca o fi-
zer o servico Interno de urna casa de pouca
familia, sendo de boa conducta : dirija-se
an porte 1 ro daAllandega delta cilade, na
inclina repart ;;'i 1 das8 as4 horas da tarde.
Arrenda-se urna casa no cachang, ^
melhor que existe na quelle lugar por licar
ao pe da ponte, e com os commodos seguin-
tes : seis quarlos, duas grandes salas, co-
zinha e corredor lavado, com banho no fun-
do do quintal, estribara para seis cavallos,
sendo a entrada da mesma pela frente, e
com pnrto, tendo no quintal commodos
para pretos, independenle da casa : os pre-
tondentes ilerijo e a camb do ('armo
n. 33.
<> Una ilu~ i.rii/.c- 11. -s. 0
0 Consultorio homceopathico dofacullati- Q
Q voJ. li. Casanova. 0
n Gratis para os pobre. ,-v>
Na ausencia do facultativo J, B. Ca-
sanova, o professor homecopatha JJ
O Gosset Bimont continuar com os ^
9 li abalhus do mesmo consultorio, 011- O
O de podera ser procurado a qualquer -y
<:" hora. O
Aluga-so no sitio do Cajueiro casas
com muito commodos para so pasear a festa
ou por anuo com banho junto as casasiqueni
as pretender dirija-so ao mesmo silio para
ajustar.ou enlenda-se com Beruardiuo Maia
da Silva na ra do Crespo.
Na anliga tabrica de chapeos deso, se
encontrara um novo o moderno sorlimento
do chpeos lanto para meninos como para
homens, e junlamenle alliincamos a boa
1 qualidade egoslo por sereui os primeiros
viudo a osle mercado; emquanto o preco
lio o mais cuminouo possivel.
No l'asseio Publico 11. 5.
Na mosma fabrica concertam-se o cobr-
se qualquer arinaclo servida tanto do panno
Os Srs. Jos Francisco Rodrigue di
Costa, Jos l'ereira, Miguel Jos Rodrigue
da Costa, Jos Alvaa Horeira do Couto, Joflo
Raptista Seleane, Antonio Jos do Azev.do,
teem cartas viudas do Porto: na ra do
Crespo n. 16.; I
Aluga-se um sobrado de um andar, a-
indi tendo poucos commodos, porm quer-
se que soja no bairro de Santo Antonio :
quem liver, annjncie, para ser procurado.
Pela prlmeira vara docivel, no dia 18
do correnle mez, depois da auJlencia do
lllni. Sr. Dr. juiz de direilo do civel Custo-
dio da Silva GuimarSes, lera lugar a ultima
praca, para sor arrematada a loja do sobra-
do n. 11, da ra da Penha, por execucao de
Jos Moreira da Silva, contra Dellina Boza
da Fonseca, escrivo Cunha.
O coronel Bento Jos Lemenlia Lins,
tendo de se retirar desta praca com sua fa-
milia at o dia 20 do prximo moz de outu
bro do crrente, o tendo de pagar algumas
dividas proveuienles do urna desgranada fi-
anza que assignou, faz publico que elle ven-
de qualqnor das suas propriodades bem co-
nhecidas, esitas na comarca do Cabo, assiui
ctfmo das que possue na comarca do Kio For-
mlo: quem ai pretender podoia vir tratar
com o anuunciante ua casa do sua residen-
cia na Soledade at o dia 8 do meucionaJo
mez, e desto dia em diaote na ra do Hos-
picio ou no engenho Caramur no Cabo,
oudo o achara prompto a fazer qualquer ne-
gocio vaulajoso ao comprador, alim do re-
mir seu crdito.
Em Mac.'lo precisa-se do um caixeiro
que tenh.i pralica do venda, que cscreva
bom. edo boa conducta; quem estiver nes-
lascircumsUncias dirija se Jua da Madre
de lieos no armazom do Vicente Ferreira da
givel mui delicados o do ultimo'goito, e to-
do 01 mais aoeessorioi tendentes iui
proflsiSo; o annunciauto assevera a todas
as pesio que se qui/ rem utilisar do seu
presumo, que nSo exige paga alguma oto
licando o denles bem posto ; que nSo se
possam dlferencar dos proprios denles na-
turacs, e podeudo-se masllgir com os mes-
moi, toda e qualqnor comida, lem lentir
Jos Ribeiro Pontos, despidi seu ca
xeiro i.hn-tovo da Silva Araujo, no dia la
desetembro, por motivo de roubo que esti-
va fazendo na casa.
- O Sr. Cietino Silverio di Silva tem urna
carta de importancia, na loja de Joaquim
Ribeiro Pontea, vinda de Macei : na ra
da Cadeia do Hecife n. l.
na ra denominada Sonzalla do Desterro.
Cidade delindi, 17 de setembro de 1851.
Jase do Mello Cesar de Andrade.
E. Truchon, cidadao francez, retira-se
para a Europa.
- Urna mulbor branca, do meia idade, do
boa conduta se oforece para ser ama do
Aviso de importancia.
Tendo os abaixo assignados de
retirar-se iinpreterivelnienle para
a cidade do Kio. de Janeiro, no im
deste mez avisam as pessoas que
Jesejam retratos perfeitos pelo sys-
lema electrotypo, de aproveitar es-
ta favoravcl c ultima occasiao, das
7 horas da nianhaa as 4 da tarde.
Carlos D. Fredricks & 7."
*j
. t te* r\ n t *JKta tUIIUUia OO Ulii;irjl .. 01iherdeiros de Caet.no Percira Con- uma CJM du homem solleiro, ou de pouca
salves da Cunha, annunciaram mal, dijen- Um\\\i, somonte pari servico interno ;
do quo nlnguem compre terreno .algurru qcmdesou preslimose quizer uulilisardi-
pnr quinto nada deyo't enes herdeiros He r a rua de A 01S ^orde3 Q casa
verdade aue eu lumei ao Sr. Barbosa 600 ou .'-.-.
700,000 reii tendo indounle o Sr. Caelano,
a chegindo ovencimento e estando eu no
engenho, o Sr. Caetmo pagou e me a visou,
e eu vim logo e trouen uma lelfra da mes-
mi qaanlia nassada pelo Sr. Antonio l'erei-
ra Pinto de Feria, e entregnei ao Sr. Bar-
bosa para entregar 10 Sr. Caetano, e elle
inlregou de que tem recibo, que.se pode
ver; por tanto nfio psso dever.
Joao dt MlemBo Cmara.
Desippircceu da fabrica de Joaquim
Lobato Ferreira, no dia 17 de setembro do
correte auno 1110 horaa do dia, de detraz
dos Martyrio9, o preto de nome Manoel,fulo,
baixo, ebeio do corpo, pi cheios de bichos,
e com os dedos roaos dos meemos bichos,
rosto redondo, beigos gruesos com falta de
cabello ni coroi da cabeca de carregar pe-
so, de afio rebolo, representa ter 20 a 25
nnos de idade, com barba, lovan lo vestido
ceroulas de albino da trra,camisa de nu-
la encarnada, com botei de osso branco na
abertura, chapeo de palba usado, levou fer-
ro no pescoco, o foi encontrado por uma
prela conbecida, ao meiodia, no Chora-me-
ninos, em dtreccao para a passagen da
Magdalena, conduzido por um prelo, alto,
perguntando-lhea dita preta, aonde la, res-
pondeu-lhe que la receber urna divida que
seu senhor mandava, e o dito preto, alto,
disae para o dito Manuel, que indaaie para
diante de pressa, e j ia sem ferro no pesco-
co; tambem podera mudar de trajo, pira
melhor poder escapar, vino islo, recom-
menda->e a autoridades pollciaes e a ca pi-
llea de campo, ou outra qualquer pesso
qutfsoulSer do dito prelo, manda-lo apren-
der, e ntanda-lo entregar a sen senhor, na
ru da Senzaila Velba n. 110, que se recom-
pensar.
tiasa de comtnissSo de escravs.
Na rua larga do Hozario 11. 2, segundo
andar, recebem-se escravos por comnissilo,
para serem vendidos por conla dos leus se-
nliores oom a maior brovidade possivel-
O abaixo assigoado faz publico quo mo
responde por qualquer couu que liem 1 es-
cravos seus, sem levarera ordem aua por
"oriplo. r
Manotl Klves Queiroz.
A Revista,
Perioitto lilltnrlo e recreativo.
biVno o aegundo numero, eicha-ae ven-
da na prac,a da Independencia, luja de en-
cadernaclo n. 12, e no paleo do ColleKio,
RvririaooSr liourado.
Quarla-feira, 17 do correnle, deiipra-
I1CiHJUeJl"lberibe'el()0,0U destino para
a cidade de lmda pela eslradi do forno da
i"B!iPl0,n,,r,,Jode nonie Antonio, de
'cao, de id.de pouco ra.is ou menos de 10
!^p,Ci?0llebe,'8,.he bm hilante,
ff0,0.l?ros rnaruj.es. levou camisa
umlff A ,l18odSesinho americano azul, e
idi u! Ol*l0' cop' b,ix'- 'b n
nlourg,. Pede-se ios Sis. di polica e
?o^VD'rr,?8i'lM de niatrlculHe n.!
noi toda 1 vigilmci ifim de nao seren illu-
como do seda, e ludo Isso com o maior
asseioe promptidSo; desejamos quo os 110-
bres habitantes concorram pan este esla-
biilecimenlo.
_Estebenete
Cutilclro c armeiro francez, lem a honra do
prevenir o respeil'avel publica quo tendo
aborto sua tend na raa larga do Rozario,
antigamcnle dos quarteis 11. 10, se acha ha-
bilitado a salisfazer as pessoas que quize-
rem honra-lo com sua freguezia para qual-
quer concert perteiicento a sua ai te, e que
licanlo satlsfeitas tanto na prompla o boa
execucao das obras como nos pregos que se-
r.iu os mais razoaveis possiveis. Elle fabrica
tambem esporas, bridase picadeirasao gos-
lo das pessoas quo se dignarem Ihe fazer
alguma cucommenJa. Ello faz sempre as
amolacoes, s lerdas, quartas-feiras, c os
sabbados de cada s;mana.
^ Consultorio horneo-
pathico.
mRua do Colegie n. 25pri-m
metro andar,
O Dr. P. A. Lolio Hoscoso, I
il consultas gratis aos po- *
bres, todos os das da o' as j
^ 1 a horas da manlia.
I Crauca qualquer operacao
^ de ciiurga, ou de partos.
Kecebe escravos doentcs
e?l para tratar de suas enl'ermi- ?
jj dades,ou f zer qualquer ope-
l'racao, por preco commodo. |
CS-.--S (g; -,^^-;*sff je--;
Precisa-se de uma prota escrava, que
eDgommo e co/inhe bom : na rua da Cal-
sada, casa defrontc de um sobrado ama-
relio.
-- Aluga-si para pessoa solteira, o pri-
ni-ii .1 andar do sobradu 11. 65, da rua Nova,
com bous commodos e por preco conveni-
ente, com a condicSo de ler-sc'banca de a 1-
vogar na sala da qutl piccisa-se diana-
ment'i das 9 horas da manha as 3 da tar-
de : quem quizer, dirjase a rua do Quei-
mado 11. 19, ou a esti typographia.
Precisa-so de uma pessoa quo entend
Costa. ,
O bacharel Podro Gludiano do Ralis
c Silva, mudou a sua resi lonria n escrlpto-
rio de adTOglCil, para a rua da l.irangcira
n. 5, onde o poderao procurar das 6 horas
da maiili.ia as 8 o meia, e das i da larde por
diinte.
Faz publico que a Sra. I). Mara da Con-
ceicao da Silveira Maciel Monleiro, residen-
te em Lisboa, ea.-.-o 1 os poderes quo por
procui aciio liaba oulborgado ao seu marido
o Sr. JooOzono de (astro Maciel Mouteiro,

1
un
ecoiislituio nesla cilade por seu bastante
procurador ao lu. Joai|uim tlaptista Morei-
ra, cnsul poitugue/, u nssiiu se publica
para quo niiiguem contrete com o dito Sr.
JoitoKorio da Castro Maciel Monlciro, so-
hic os bens do seu casal.
-3 drS
te-o
1 tfl
3 -h h *
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S '2 g 3 5
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CO U CO
1/1 .0
s4 -~
w o i
Z%
t hft0,-s4 I 5Z% 1 =
i, Permuta-sc por urna casa lerrea, no
bairro da II ia Vista, em boa rua, quo lo-
nba liailiule commodos, para granio fa-
milia, com bom quintal lirado e cacimba
por um sobrado de dois andares e sol*
a menor dr, sem ter recelo de o quebrar.
Tambem chumb os dentea natunei tura-
dos d crie, com ouro ou prat., preveniodo
.sslm conliuuacSo d. cae e dores, e
mesmo evitando por essa forma do passar
a carie dos dente fundo par o outros
s8os : tarubom tira pedra ou carie dos den-
lea em geni, que tanto damnidea e coope-
ra para o mau hlito da bocea, nSo sendo
tirado : o annunciante ha ti huios que
exerce a sua proQiao oesti praca, e osse
longo lempo o deve garantir.
<-?! ttV
BOWMA.N & MC. CAI.UIM, engenhei-
ros machinistas e fundidores de ferro mui
respeitosamente innunciim ios Senhore
proprietanos do engenhos, fazendeiros, mi-
neiros, negociantes, fabricante e ao res-
peilavel publico, que o seu estabelecimento
de ferro movido por machina de vapor con-
tina em effectivo exercicio, e se acha com-
pletamente montado com apparelhos da pri-
meira qualidade para a perfeita confocrao
das mninres pecas de machinismo.
Habilitados para emprehender quaesquer
obras da sua arte, Bowman & Me. Callum
lesejam mais particularmente chamar a
altencao publica para a sseguintcs, por
o rem dolas grande sorlimento ja prompla,
as quaes construidas na sua fabrica pdeni
competir rom as fabricadas em paiz es-
trangeiro, tanto em preco como em qua-
lidade da materias primas e no d'obra,
a saber :
Machinas de vapor da melhorconstruccao.
Moendas de caima para engenhos de lo-
dos os tamanhos, movidas a vapor por agoa
ou anmaes.
lindas d'agoa.moinbosde vento eserraau.
Manejos indepeudeutos para cavallos.
Iludas dentadas.
AguilhOc, bromes e chumaceiras.
CavilhOes eparafusos de todos os taa-
nlos.
Taixas,paros,cr i vos e boceas de fontal ha.
Moinhos de mandioca, movidos a m3o ou
por animaes, c prensas para a dita.
Chapas de fogao c fuios do farinha.
Canoa do ferro, lorueiras do forro e de
brome.
liouihas para cacimba o do repuebo, mo-
vidas a m3o, por animaes 011 vento.
Cuindastcs, guinchos e macacos.
Prensas livdriulica e do parafuso.
Ferragens para navios, carros c obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grados o porlOes.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros de nio c arados de ferros,
etc., etc.
Alm da superioridade das suas obras, j
geralmente recunhecida, llowmn & Me.
Callum garanten) a mais exacta conformi-
dadu com os moldes c dezcuhos remellidos
pelos scnliorcs que se dignaren) de fazero
, llies encommendas, aproveilandoa occasiile
',.. I para agradecercm aos seus numerosos am-
la 1 .., .. .________.. .______c______:_ ^. .-..., ...nn^
com irapoira 1. .nila visla, loj. roparli.. fre|,,1B2es a preferencia com que teem
para murada de familia com boa eaeimb, ^ b o. rados, easseguram-ll.es
np xaguo da mesma loja, en chaos pru-{
prios dentro do harro do llecifo, o qual
rende mensilntenle 30,000 rs. : na rua da
Senzaila Nova do bairro do llecifo, ven la n.
7, se dir quem faz este neijocio, e larnbcm
vcude-se por 3:500,000 rs.
1 iiiuliimi il*Aurora.
C. Slarr A; Companliia, rcspeitosamento
annunciam ao publico, que o seu eslabele-
cimento para manui.ieiur.i deluda a espe-
cie de machinismo lendo desde o seu prin-
cipio um 1829 1 lo coiHiauirnenle augmen-
tando, lem hoje chegado a um estado de
lieneic lo tal, que nao he inferior aos me-
lhores queexislem em todo o imperio, tan-
to pelo que diz respeilo a capacidado do
edificio, como pula excedencia dos mate-
riiei o pericia dos seus empichados; o que
os habilita a ollerccer-se com coiilianca pa-
ra a puntual execuc,ao de toda a especie do
machinas de vapor, do qualquer tamatiho
ou descripcSo quo sejam, lixas, para na-
vios, ou locomotivas. Igualmeiitu caldei-
ras para vapor de lodas as dimenses, engo-
de plantacfles de sitio : quem estiver nes- nhos para cannas movidos por vapor, por
tas circunstancias, entenda-so com o por-j^goa, ou por animaes, con lodas os varie-
teiroda Alfandega deslacidade, na mesma idades.de moderna invencao. Tachas do to-
1 puriic.io, das S as 1 lloras da larde. dos os tamaulios, alambiques (lo ferro de
| No dia 14 do corrento, fugio do so- todas as capacidades, instrumentos do agri-
. brado n. 65, da rua Nova, um carnciro man- cullura, rodas d'agoa emo-nhos do venlo
so, de menino, lie ludo branco, mocho, nem, de todas as qualidades. Alvarengas e em
lua Vepomucono Ilias Fornandes, Dr. em medicine pola faculdado do a)
Dio de Janeiro, pode ser procurado a)
lodosos dias das 7 da maiiliai a-, a)
horas da larde, pelas pessoas de sua a)
_ aini/a le, e por lodas aquellas que o -)
% quizerem honrar o un a sua contian- tB
0 ca : na rua larga do Rozarlo n. 50. 9
t Aos pobres d consultas o se presta )
M aos leui chamados gratuitamente. *
- (lfferece-se para caxeiro do armazem
de assucar, ou para caxeiro do rua.um ra-
paz portuguez': quem do sen preslimose
quizer ulilisar, dirija-se a rua da Sauzalla
Velba n. 46.
-- OB'erece-seum pequeo do lannos de
idade pan caixeiro de loja do fazendas, ou
ladinas, chegado igora do Porto: quem;
precisar dirija-se a rna Direiti n. 113, ou I
annuncie.
Aluga-se um preto para padaria ou
outro qualquer servic.0 : na rua do Rozaiio
di Uoa-Vista n. 41.
Precisa-se de seis ceios mil reis a ju-
ros de um e meio porcenlo sobre hypoteca
em predio livre e desembarazados ou pl-
nhores do ouro e piala quem quiser aunun-
ce para ser procurado.
OITerece-so nma mulhorde dade media
pira determinar qualquer casa de lio-
ni o ni solleiro a qual emende de coziuhar,
doces,ina-s, is,coser :quem do sen preslimo SO
quizer autliorisar dirija-se a rua da guia ca-
za lerria n. 37.
- lloga-se ao Sr. Jos de Souza Moreira.
morador em Sergipe, que linha abandonado
de le dirigir io atierro da Boa-Vista n. 14,
alim do pagar sua letra de86,300 vencida
em 37 de Fevereiro do 1844.
l'recisa-so,de um feitor, para um silio
que calenda de otaria : a tratar na rua da
Assumpcao n. 36.
Paulo Galgn'oux, dentista 9
fi-nncr/.. offerece seu prest-
9 um ao publico para todos os (9
inisteres de sua protlssuo : 9
pode ser procurado a qual-
qner hora eui sua casa, na av
rua larga do Rozarlo, u. 3(>, aj
Meguitdo andar. i
muito grande o nem pequeo, tem uma o-
relha inteira una outra sinal : quem o a-
cliar leve-o a dita casa, ou a rua do Queima-
do n. 19, que sor gratificado; o carnoiro
fugio com urna corda do embira no pescoco.
Aluga-so um silio na Cruz de Almas,
por anuo, ou pela lesla, com boa casa para
grande familia o bailantes commodos para
escravos : na rua da Aurora n. 44
Precisa-se de uma ama que tonda bom
leite, e quo n3o teniu menino: na rua .No-
va u. 58, loja da modista frauceza.
* Os abaixo assignados decla-
ram que^dissolveram atnigavel-
mente a sociedjdo que tinham e
gira va sob a firma de Azevedo &
rm5o, icando desde boje em di-
ante o estabelecimento e dividas
que fallam receber-se, por conta e
risco do socio Joaquim de Azeve-2
do Pereira, por assim terem con-
cordado, e por consequencia o so-
cio Antonio de Azevedo Pereira ,
ica desonerado de toda e qualquer
responsabilidade tendente socie-
dade dissolvida ; continuando o
socio Joaquim de Aievedo Pcrei-
barcacoes do ferro de qualquer porte ou for-
ma que se desejem. Puntes do ferro doto-
dos as dimenses, gradaras, vaiandas, nor-
ines, columnas, sinos hydraulicos, boias do
Ierro, e u'uma palavra lodas as obras de
ferro e bronze, de que o paiz possa precisar-
Crazas a energa do govenio, existe ja uma
excelleute estrada feila em linha recia da
ponte da Uoa Vista para o estabelecimento
em Santo Amaro, o que ollerece a inaor
commodidade s pessoas que o quizerem
visitar.
**w>*av*******a>*******
a* Elementos de bomopathia. *
2 Sabio a luz a primicra parte desta
" obra composla pelo professor bonico- ?
* potha Cosset Bimont ; dividiJa cm w
tres partes, lista primein compic-
* liendc, o discurso preliminar, a iiilrto- 4
S due^ao, o examo do doente, a osco-
Iha do remedio, o emprego dos rome- *
dios, o regimon e os conselhos clini- eos, com a explicacao dos nomos gre- *
gos e anatmicos cmnregados om me *-
dicina, o a in licsc.ao dos modicameii- tos api o fiados para cada caso di en- &
fermidado. Esta obra lie ulil,-tanto <#
para os me lieos que so dedicaren) a ?
expeiimentir a nov niedecna.como W
para ludas as pessoas de boa vontade +>
que se quizerem convencer por expo-
riencias da verdade desta doutrina, at
por sor ella muito clara o a intelli- av
ra, com o mesmo estabelecimen- << gencia do todos. Recebem-se assg- *
to j na rua do Queimado n. 40 ,
Joaquim de Azevedo Pe-
> naturas para a obra inlein a 5/000 no av
ai) consultorio homopatnicoda rua das aV
por sua conta, e sob sua nica lir- Cruzes n. 28. Depois da publicifao #
m. ecife, ,6 de setembro de |f das
iSji. Antonio de Azevedo Pe-
reira.
reir.
prego ser elevado a 8/0O0 para aquel- #
les que mo tiveretn assignado. No W
0 mesmo consultorio encarrega-se de a>
Aos (lentes.
J. A. S. Jane, dentiita, tem honra de a-
man lar fornecer qualquer enc.om-
_ menda de medicamentos homopa-
-Aluga-se um criado, quer branco, quor thcoa. No prelo : Pathogenesia dos
decn para sorvico de casa de pouca fami- 9 niedicamentosbomcopalhicoi brisi-
lia : a tritir no aterro da Uoa Vista, caa n.' # leiroi.
26, segundo andar.
Frederick Thompion o mi mulher, in-
glezes, reliram-so do imperio.
Precisa-so de um caixeiro, pan uma
cisa de bilhir: quem se adiar neitai cir- visar ao respitavol publico, que se acha
cumslincias, dirija-se a rua di Cideia nu- reaidindo ni rua nov, primeiro andir, o.
moro 10, defrontc do llicatro voltio. 119 onde estira sempre prompto qualquer
-- a rua Imperial n. 167, le dir quem chimado das 9 horas di minha ate as 4 daj
precisi de um menino do 10 a 14 innoi de Urde ; o anauoclinle enctierU do um a to-
ldado para caixeiro de venia, dos os denles, que para isso tem um com-
Aluga-se um escravo de 20 annos, opli- pleto sorlimento de dentes artillciaes de
mo coziiheiio : na rua do liangel a. 44. porcelana, sendo esti composcJo inoorri-
_/
que uo pouparao esforcos e diligencia
para continuarein a merecer sua cunliaiica.
t C'JKSULTOBIO CENTRAL UOMa'OPATIIICO af>
^ oe pcitv.vnBi.es.
ertgiaopelo Dr.Sahino Olegario Lud- 9>
fe yero l'inho. *
^ Itua do Tiapiche Novo n. 15.
4- Todos os dias uteis se darao consultas #
? o remedios de grac.i aos pubres.desde ,#
? pela uianli.l, ate as duas horas da tar- T
? de. As correspondencias o iniforma- fe
' ces poder.lo ser dirigidas verbal- a>
9) mente, ou por escripto, devendo o av
T- doente iudicar primeiro: o nome, a *
i idade, estado, prolissao, e constitu- fe
co ; eqar.io: as molestias, que lem fe
i/., lido, o os remedios lmalos; Icrcei- fe
fe ro : a poca do apparccimenlo Ja mo- fe
ti lostia actual, e desenpeao ininuciosa, <)
0 dos signaes ou symptouias que solT.cr fe>
*#*#****a>*aj*#g**aa*** 4 ?
No aterro da Boa-Yuta, loja de 4
portas n. 6o.
Vendem-se algodSoslobo oMlto incorpa-
do a 3,400, 2,000, 1,600 e 1,440 ra, peca,
cortea de casa. chit. de 7 Viril a 2,240, o
2 000 r ebit.s fin. de core segur 1240,
200, tso, 120 rs. o covado, rlsoadnhoi miu-
dinhoi de core fio a 180,10, e 140 r. o
covado, pecas de chita de bonitos padrOoi a
6,000, 5,500, e 4,800 ri. i peca, chales de
13a o seui 3,000, 2,500 rs., ditos de 13. a
2,000 rs., ditos de chita a 1,000 rs., camias
de meia a 1,000 rs., riscadoa monstros a
00 rs. o covado,algodSosinhu americano de
listr, proprio p.ra escravos a 160 ra. oeo-
vado, casemiras de algodlo, muito encor-
padas a 1,000 rs. o corte, lenco de seda a
1,440 rs.. ditos de chita a 160 e 180 rs., e
ouiras militas fazenda maia barata do que
em outra qualquer parte.
--. Vende-se um casal de escravo, alari-
do e mu hor, com um li I to de oito .unos, e
uma liiha de cinco mezes mamando, assim
como uma negra de 17 annos, fiz bem la-
varinto, cose, engommi, e coiinhi pouco,
he recolhid, muito sadi, e sem vicio* ;
na i na das Cruzea o. 16.
Batatas novas francezas.
Vendem-se gigoi com 16 ais libras de
hlalas francezas superiores i 610 n.wo 4r-
mazem deJouvier& Din, defronte dues-
cadinhas.
* Para pagens. 0
fe Vendem-se chapeos envernindoi, <>
r galOes de ouioe prata. e botdei de M
fe melal branco e amirello, ludo da 0
^ melhor qualidade : na loja de sir- fe
gueira, no pateo da matriz de Santo -+
aj Aiilnnio. a>
liiMIIIIMNfINtit
A dinbeiro a vista.
II i vendo-se lu lmenle arrematado em
hasta publica as I./.ondas di encantada loja
da rua do Crespo n. 9, ichim-ie expostas
venda as mesmas fazendas pelos precoisc-
guintes : cassas francezas de cores a 280|M.
o covado, cinta franceza larga a 240 rs. o co-
vado, fustao mudo lino imirello a 1,280 n.
o corto, cortes de casia chita de ricoa pa-
drees a 2,000 rs, chita de diveraas cores a
120 rs. o covado, corles do cas'injra a 3,000
e 5,ouo rs., merino verde, azul o preto mui-
l.i lino a 3,000 rs. o covado, corte de cam-
ina ia de sed/, fazenda de goslo a 10,000 a
I2,ii00 i., chales do 13a grandes a 1,000 rs.,
pannos de mesa de diversos tamauhos a 3/ a
1,000 rs,, lindos cortes de gurgurlo de seda
paia coleto a 1,280 rs., ditos de 13a para
dito a 320 rs., cortos de colete de veludo
com molo a 500 e 1,000 rs., manteletes de
gros de aples pretos a 10.000 rs., cortes
de veludo para colete a 9,000 rs.. cortes da
e.mi.raia de babados a 4,500 rs., chale*de
3a e seda de ricos padre** 5.000 ra., len-
tos de soda com franja para senhoraa640
rs., mantas de seda para grvala a 1,000 rs ,
bunoU do veludo para homem a I.OOOrs.,
sarjelin para forros a 160 rs. o covado, man-
as do fil de linbo para senhor a 810 rs.,
ditas para monina a 240 rs., pescocinbos da
fil de 11 n ho a 1,280 rs., meios chiles de fil
de linbo 440 rs., cortes de vestido de seda
do lindos padrOcs a 20,000 rs., cortes da
vestido do o no loa i, do seda lu ancos a 10/
rs., sedas de diversas cores a 1,000 ra. o co-
vado, chales da cambraia adamascados
hrancos a 480 e 1,280 rs cortes de cimbrara
6 varas a 1,280 rs., 11 lela de diversas co-
i-iOinpias.
pa
Comprain-so cscravas ciioulas
tas lisuras, bem cuino mulatos, e mulatas
para mucainhas, que saih3o engomar e co-
ser ii i rua do Apollo casa n 11. 1
Compra-so urna purc3ii de lellia j usa-
da, poiem que esteja em bom estado, e mes-
mo caibros o ciicliamois, quom liver, an-
nuncie.
-- Compro-secarracascomascompouu-
tes pipas para cirrogar agoa : a tratar na
rui das Liranjeirus n. 18, prmoiro andar.
-----HB
res a 400 is.t chales de cambraia bordados
1800 rs., fustn com toque de mofo a 120
rs. o covado, lenrjos de cassa de cores para
grvala, a 240 rs., chales do 1.11 mullo finos
a 3,000 is., curtes de coleto de 18a a 100 rs.,
cucos do cambraia de linho para m3o, Unos
a 5,000 rs. a duzia, 1.1a lavrada para coleto
a 480 rs. o covado, sar|a hespanhola muito
lina a 2,000 o covado, bico prelo e branco
lirgoa 320 rs. a vara, dito branco do seda a
loo rs. a vara, chapeos para homem rapados
brancos a 1,000 rs., ditos p-elos francezes
linos a 6,000 rs. Alcm dos divorsos objectos
annunciados, existe na mesma loja variado
soriiin mo) d fazendas que serSo voudiJos
por procos om ivlac.ri aos indicados.
O Expectador,
Achi-se venda o primeiro numero na
rua do Collegio, livnria n. 9, pateo do mes-
mo, casa do Sr. Honrado, praca da Indepen-
dencia n. 12, a 60 rs. o exeuiplar.
-- .Na rua das Cruzes n. 22, segundo an-
dar, vendem-se duas cr muas de 32 annos
do idade, de bonitas figuras, que engom-
iiimi bem, cu-em cuo, cozinham o lavam.
de sab3o, cuma dita de 36 annos de idado,
quecozinha o lava de sabSo, e he quitan-
deira, o urna dita do meia idade para todo o
servico, o i ara fura da provincia uma linda
r jcreoula de 26 annos de dalle, engommadei-
1 1*4 CASO hni Olvi.t I'ot lou-irliile. a mir/"i
Vendas.
Bicos espelltos.
Vende-se em casa de Av.'ial Frcre k Com-
panina, na rua da Cruz n. 20, cspolhos de
vidro francezes, com ricas molduras doura-
das e sem ellas, de 3 al 5 pes de altura, por
procos muito om conta.
-- Vende-se uma escrava propria para
lodo o servico: na rua da Madre do Daos
n. 18.
-- Vende-se um ornamento novo, e uma
estola rica: na r.ia da Praia a. 12.
Vcnde-sc farinln de Santa
C'Atliarina a sete pitucas cada urna
sacca : no armazem de
Nniics, no caes da alfindega.
Vendem-se as obras comple-
tas de Uii'iIk'.iu em 8 voluntes de
rica inc iilcn u'.ui.i- por preco com-
modo : na livraria da rua do Col-
legio. n. t).
Vende-se gelo : no armazom da rua
da Senzaila Vclha, junto a ribeira, das 9 ho-
ras da uianha alo ao meio dia, e das 3 da
tardo al a 6, a ra'/.io de 160 ri. a libra, e
4,000 rs. ca la arroba.
Vende-se uma preta mbci e do boa fi-
gura, a qual cozinha, eogomma soffrivel:
na rua da Praia n. 32.
Ven lem-se chumbo em birr, cabo
de linho, 0 de manilha de lodas as grossu-
m, e de excelleute qualidade, e gigos com
superior chimpangue, em casi de J. R. Los-
ser & Compauhii, na rua do Trapiche
n. II.
Vende-se um. negrfnha do 14 a 15 annos,
na rua do Crespo loja da esquina que volta
para a cadeia, se dirl quem voude.
No armazem da rua da moSda n. 15 ven-
de-se conlinuidamente superior cal de Lis-
boa, nov, di melhor possivel epor menos
preco queem quilquer parto.
Ba do Crespo n. a3.
Vende-se coi tes de brira de linbo escuro
de diversas cores, fizeodu muito superior, a
1,000 ris.
ra, cose bem chao, faz la varilo, n marca,
faz rend I, cozinha, e lava do sabao o mo-
tivo da venda se dir ao compriJor.
Vende-se uma cazihha, ni rut di lian-
gueira da Uoa Vista n. 30, por 350,000 rs., e
urna negra : a tratar na rua Direita n. 14.
Licores linos.
Qu comprar uma vez, dea freguez.
No pateo do Careno, venia o. I, vendara-
se licores do rozas, il iros de lanngeira, a
outros mi or,Hlenlo novos, muito laboro-
sos e da melhor qualidado que le ple fa-
zer, os quaes sao nctar das damas, mi-
i a v. I -luso, princoza e pcrola; om garrafas
gran les, a 900 rs:
A 5,ooo rs. o corte, d-' casimiras
de cores, de pura lSa.
Na ruado Crespo, lojaamarella, lado do
norte n. 4.
A 6,ooo rs (inissimos chapeos
pretos de seda franceza.
Chegados ltimamente : ni rua do Cres-
po, loja amarolla n. 4.
Vende-se um elegante moleque, cnou
.o, .le u anuos de idade, com principio do
\ iiiiuiii-i ollieio de sapateiro: a tratar ni rua da Cruz
" ,do Recifo vonda n. 32, le dir.
A 3,6oo rs. o covado de panno
niescludo, cores modernas.
Para palitos, ecasacis: ni rua do Crespo,
loja ama" II i n 4.
Vendo-se ura escravo ptimo para
quilquer servico da praca, ou do campo :
na rua Bella n. 16.
Vende-se uma escrava de bonita figu-
ra, com uma galante cria da dous mezes :
a tratar na BoaVistt, ni rua da Gloria nu-
mero 22.
Vende-ae uma (averna, muito afregue-
zidi e tem poucos fundo, so faz todo ne-
gocio : na rua do Codorniz, veuda n. 10, *o
dir aonde he.
Na loja de Victorino & Gulmires, na
rua larga do Hozario n. 32, e na de alfaiale
de Jos de Soma Monteiro, o. rua dai Cru-
zes defroute do Lima barbeiro, vende-seo
Santo Milagro, em que ae manifesta ao pu-
blico o horroroso .neniado executadu por
um lecelao no reino de Valenca, contra a
semolhauc de Nosso Senhor Jesns Christo,
e o castigo que Deus Ihe deu, como verlo
osleitoroi.
DEVERES DOS HO.Y1ENS,
a 5oo rs.
Vende-se este compendio .provado fiara
as aulaa, em meia eocaderniclo, a 500 r*.p
cada um : na livnrii n. 6 e 8, di pt*f* *V
Independencia.



Aindamis pceliiiiclta.
Corte de casimira preta, lint, por 5,000
rs. ; ditos de core, a ,400 r. ; brim bran-
co Irangado de linbo, a 1,800 rs., o corte de
calce; dito escuro, a 1,600 rs.; dito de lia-
tras, a 2,000 rs. : na ra do Crespo n. 6.
*
Alsjoaao para sacros.
Vende-se niuito bom algodflo para *>
m seceos de aaauear, por prego commo- fe
do : em easa de Iticardo Hoy le, na #
m ra da Cadeii n. 37. fe
*9CCfc
Vendem-se relogios de ou-
ro e pata, patente inglez : na ra
da Senzalla Nova n. 4a.
Moeiidns superiores.
Na fundicSo de C. Starr & Companhia,
em S.-Amero, acham-se venda moendas
de canoa, todas de Trro, de um modelo e
construcglo muilo suoerior
Tai xas para cngcnlio.
Na fundigSo de ferro da roa do Hrum,
acaba-se de receber um completo sortimon-
to de taias de 3 a 8 palmos de bocea, as
quas acham-se a renda por prego com-
modo, e com promptido ombarcam-se, ou
carregam-se em carros sem despezas so
comprador.
Vende-se
Arroz de casca,
Farello novo,
Cli preto,
Chumbo de municSo,
Cimento,
vende-se ludo por pregos comuiodos : no
armazem de J. t Tisso Jnior, na ra do
Amorim n. 35.
Agencia de l.ilwm Maw.
fia ra de Apollo n. 6, armazem de Me. Cal-
i & Companhia, acha-se conilanlcincnlc
bom aortinicntos de taixa de ferro coado c
batido, tanto rasa como fundas, moendas lu-
cirs todas de ferro para animaes, agoa, ele ,
ditas para armar em madeira de todos os ta-
asanhin e modellos o inais moderno, machina
norisonlal para vapor, com forca de 4 caval-
los, coucos, passadeiras de ferro cstanhado
para casa de pulgar, por menos preco que oz
de cobre, escovens para navios. Ierro ingles
tanto em barras como em arcos folhas, c ludo
por barato preco.
Arados de ferro.
Na fundigSo da Aurora, em S. Amaro,
fronte da.Conceigao, assim couio um com-
pleto sortnento de obras de folbidellan
dres, ltSo, cadinhos de lapes, areia de mol-
dar, vidros para vi iraca de todos os lima-
nhos, verniz de copal, tuda muito barato
'o bom.
Farinha de mandioca.
A mais nova e mais barata farinha de
mandioca que ha no mercado, vende-se na
ra da Cruz do Recife, armazem n. 13, de
Jlo Carlos Augusto da Silva.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vcnde-se este compendio, approvado para
as aulas do prime-iras letras, a 480 rs. : na
Praga da Independencia, lirraria n. 6 e 8.
Farinha de mandioca.
No armazem do Antonio Annes Jacome
Pires, no caes da Alfandega vende-se fari-
nha de mandioca em siccas, sendo de pti-
ma qualidade e por preco o mais commodo
do mercado.
PAPEL FIRMADO.
Vende-se papel fino de peso e
alinaco, marcado com a firma, ou
nome da pessoa que o comprar ,
segundo o. uso da Europa pelo
mesmo preco do papel, sem que
se leve alguma cousa pela marca :
4
novos padrOas a 300 rs. o covado, brim tran- Qgg |etor; na ra das C ruses, lo- o servigo, urna preta perfeiti quilaodeir|o' para compra do diario de um
gado de puro linho cor de chumbo eama-.. ., ., i de todo o servigo, e de bonita figura, sem para se arrugar ou. baldear so... i 0"
relio a 1,600 o cortej prelos muilo gran- i ae auaiate n. og, peio pr^yo ae ic0i 2 dJU qu, C(ui0h,m lazam tojo o quer lugar para outro, parlioularm, qu""
i 9,000, riacadofrancezaitors. ocoia-jgo rs. cada um
des_.
do, e chitss escura a 160 r.s. o covado,
assim como oulras muilai azondas pelo
barato preco.
Vendem-se velas de espermaecte, em
calas, de superior qualidade : em easa de
J. Koller & Companhia : na ra da Cruz nu-
mero 55.
Vendem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa e no Rio de,
Janeiro, em caixas de too libras
sortidas, de i a 16 em libra, etam-
bem de um > tamaito, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se no escripto-
rio de Machado & Pinheiro, na
ra do Vigario n. 19, segundo
andar.
Tecido de algodo trancado na lu-
brica de Todos os Santos.
Na ra da Cadeia n. 5i,
vendom-se por atacado duas qualidados
proprias para saceos de assucar e roupa de
scravos.
Km casa de
.1. Ivcllrr &.COIH-
1 f 11 j 1: nanlii. na ruada Cruz n. 55, acha-se a ven-
no pateo do Lollcgio casa do h- JJ^ceiieolo e superior cinhofe Un
celia, cm barris de 5.*, he muilo recom-
mendavel as casas cslrangeiras, como ex-
cellcnle vinho para pasto.
Arados de ferro.
vro azuL
*V Chapeos do Chile. ?
Vendcm-se chapeos do chi-~
^ viauv v-r~. Vendem-se arados de diversos
, e pequeos a 4,000 rs c g ^ como amclicanos
tamben, ha multo finos a 6, e '^ de sicupira e bracos
g 8,000 rs : na ra do Cres- t d< fcrr(j .
i p0 "' "" liruin ns
5,000 rs o corle.
Na ra do Queimado defronto do boro do
peixe frito toja n. 3 vende-so cortas de cam-
bala de Ii'ii.i hraiicos c de cores de muilo
lindos
simo p
na lundicao da ra do
G, 8 e 10.
da .Scnzalla nova 11. 42.
Hornijas Uc ferro.
Vcndem-se bombas de rcpuxo,
o egradaveis desenhos pelo baratis- pclHlu|as e picota para cacimba
prego do cinco mil rs., dar-se-hito a- 1 j u r
mostra com penhor. na ra do Brumos. 6, 8 e 10
Lotcria de N. S. do Livraincnto. lundicao de Ierro.
No aterro da Hoa Vista, loja decalsadon. MoinllOS de vento
vendem-seVrados de ferro'de diversos rao- 58, e na ra llireita, loja deourives n. 124, bombas do repudio para regar borlas
vendem-se os inultos afortunados bilhetea fc decapinl': ve..dcni-so ni fundigfio
meios.quarlos, qu.nlos, decimos ovigcsi- de BowmlD &lc Callum, M ra do llrum
mos, da lotera de N. S. do I.mmenlo )0
cujas rodas andam no dia 31 do corrente in-
os amadores iIj lotera.....-
Papel de poso pautado ecunhadocvm
o nomo do comprador: 00 pateo dooollegio
casa do livro azul.
Pechincba para os alfaiates que
quizerem ganhar dinheiro, e
pessoas particulares, que gostam
do bom c barato.
Vendem-se na ra do Crespo, loja d es-
311111a que volta para a Cadeia, pannos linos
e todas as cores da melhor qualidade pos-
mvi'I, e muito baratos por4erem um peque-
o toque desvara.
s Evangelios
De Jess Christo ; segundo Matbcus,
com >s competentes notas, para uso das es-
collas, vende-se na livraria do pate do Col-
legio n. 6. de Jofiu da Costa Dourado.
Lindos anneis de cornalina para
senhora.
Vendem-se lindos anneis do cornolina
verdadeira, pelo baratissimo prego de 1,000
rs. : na rna do Uucimado n. 16, loja de
miudezas.
Ricos sinteicos para senhora.
He chegada ha pouco de Cariz um com-
pleto sorlimcnto de ricos sinteiros para o
bello sexo, o qual se vende pelo baratissi-
mo prego de 2,000 rs. com competente II-
vella : na ra do Queimado n. 16, loja de
miudezas as.amoslras s2o francas.
Vendem-se relogios de ouro,
patente inglez, de muito acredita-
do autor, de saboncte e vidro, mili-
to cm conta : na ra da Cadeia do
Kccife n. Co.
Venilc-sc
Fio de diversas cores, para sa-
pateiro.
Linhas brancas e de diversas
(servigo, 9 nham e
ra da
andar.
. bordea ,ol,"ZZ7
cad. um^eb,nt
Prove.
goinmSo e venden na ra: na prego deduaa p
ia do lleeife n. 51, primeiro de quatro para cima, a 500 n
: tem-sn, que se esto acobardo,
Vende-se superior panno de Amcudo.N confitadas.
algodSo. para saceos: em casa de] VeBdem-se amendoa confeitada eci
Kenworlhy & Companhia, na ra %$ VmSSS. f**-"**
da Cruz n. a.
Vendem-se selins inglezcs,
Caixinhas de vidro,
Vendem-se ciixinhts de vidro muitn i,
(a karatas n. *,.. 1. r..ll__ '"'"
elsticos, e ditos com borraneas : i "t,s rLbir,,,,8: n'rua d0 Co"8B' lo.
em casa de Geo Kenworthy &
Companhia, na ra da Cruz n. a.
Vcndem-se relogios de ou-
ro e prata, de vidro e sabonete ,
patente inglez : em casa de Geo
Kenworthy & Companhia, na ra
da Cruz n. a.
Na ra do Sol, loja n. 23,vcndc-se alm
ja do miudezas.
Traocinha de cores.
Vende-se trancinha de 13a e seda* pro
pria para enfeite de vestipo e polil de m"
runo: ni ru do Collegio n. I, loja de n,,,."
dezas. ""
Cera de carnauba e cebo de
Hollando.
Vonde-secer de carnauba doAractivd*.
primoira sorle a 5,800 rs. a arroba ,.
dlos.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na ra do Trapiche, n. 17, ha
muito superior cal nova em pedia,
chegada ltimamente de Lisboa
na barca Lieeira.
tGantois Pailhet& Companhia.^
v Conlinua-se a vender no deposito *
it? geral da ra da Cruz n. 52, o excel- &
J lente e bem conceituado rape arcia i-
4 preta da fabrica de Caotois l'ailhct 01 Vi
i.; Companhia da Rabia, em grandes e '$;
fj pequetas porgOes pelo prego eslabe- %}
i lecido. ..
Vende-se saccas com leijao
tnolatinho, de superior qualidades
e prximamente chegado do Rio
de Janeiro : no caes da Allande-
ga, armazem grande defronlc da
rampa.
Deposito de cal c potassa.
Cunha i\ Amorim, vendem barris com cal
em podra, chegada pelo ullimo navio de
Lisboa ; ditos com polassa de boa qualida-
de; e sem exageragSo declaran], que ven-
dem por monos prego do que em oulra qual-
quer parte : na ra da Cadeia do lleeife n.
50, ou no beceo do Monteiro, oit3o da loja
dos mesmos D. 2.
l'az admiratao vender fazendaspor
to barato prero.
Cortes de cassa chitas com 5 varas por!600
rs., ditos com 6 varas por 2,000 rs-, pegas de
chita com 38 covado* pur 5,000, 5,500,
6,000,6,100 rs., longos de cambraia de le
nho para mS de senhora e bolso d<: honicm
por 360,400, e 480 rois ditos de cam-
braia de algodo com letrero muilo engran-
dado por 280 rs. cada um, e multas mais fa-
zeodas por prego commudo : na loja da ra
do Crespo n. 6.
Antigo deposito de cal
virgem.
Na rna dos Torres, armazem n.
ia, ha muito superior cal nova cm
pedras chegada, ltimamente de
Lisboa.
Vende-se mor parle de um grande
predio de tres andares, o sotSocom tnipei-
rss, cois duas frentes gus::;?ci Jas de vaian-
da de ferro nova?, c edificado a moderna
com toda a solidez e perfeigSo, cilo na me-
lhor ra do liairro de 8. Antonio desta cida-
de, e cujos rendimentos produsem avultado
juro : os pretendentes dirijam-se ao Corre-
torOliveira.
Pende-se noMaranho, a fabrica
de bugias sliarinas e sal/So.
s administradores da liquida-
cao de Theodoro Cliavanes, ven-
dem a fabrica denominada Mara-
nhensc, na ra do Pioponto, des-
ta cidade ( porto dos remedios) ,
a saber: casa em que est mon-
tada a fabrica, com ao bracas de
frente e i5 de fundo ; a prensas
hidrulicas, orisontaes de torca de
(100,000 libras, cail-i tuna 1 dita
vertical de forca de 400,000 libras;
3 grandes caldeiras montadas, pa-
Vende-so superior jrognac velho, em
barris de 12 a 24 ranadas : na ra da Cruz
n. 55, casa de J. kcller 6 Companhia.
Vende-se gesso em barricas, viudo 110
ullimo navio chegado de Franca, leudo ca-
da bairica 20 arrobas pouco mais ou me-
nos : na ra da Cruz D. 55, casa de i. Kel-
ler& Companhia.
AGElNCIA
da fundico Low-Moor.
HOA DA SENZlXA NOVA N. 42.
Nesle eslabcleeinicnlo conti-
na a haver um completo sorti-
MIC. 7 .
Defronle do beco do peixe rrito n.3 vende- "'cnto de moendas o mcias moen-
se curtes de cambraias francesas dilleriites das para engcnllO, machinas de
padroes pelo barato prego de .ooo rs., sDo vapor c laxas jc ferro batido e
os scus desenhos cmqiiadioe por isso rj- "T"' '1'"'1
commcnJavel. coado, ue todos os tamanhos, pa-
Vendem-se vinlms, muscalcl de Sctubal, ra dito. *
o de oulras qualidades rcceiilemoiilo chega- 1 .
dos, de sbOa, e assim Flanclla desuponor tjal Virgetll CIII p:.Uta
qualidade para fono de selim : na ra do Chegada recenteaieiile de Lisboa, em anco-
Vigario piimeiro andar do sobraJo n. 1 ras muilo bem accundicionadas, e por prego
-- Vcndem-so doi's arados americanos pe- commodo; 110 armacm de Silva ilarroca,
quenos, com os competentes apparelhos pa- (na ra do Trapiche n. 19.
ra seren puchados por cavallo.proprio para Na loja das seis portas, vende-se muito
plautagdes de capiui, tambeni duas grades'em conta toda a qualidade de fazeudas, e
americanas proprias para alguin etigciiho : recebe scdulas velhas, iio sendo falsas.
fallivelmeiitn
nam-se de bilhetea ate o da 20, pois ha urna
pessoa que lica com o resto para vender
com ganho, por sua cunta.
a,4oo o corte.
Defronlc de beco do peixe frito loja 11. 3
vendem-se cortes do cassa xiU tintas lixas
pelo baratsimo preco do seto patacas o
meia esla fuzenda loria-so rrcommendavcl
l)9o s por 1 1 cada um 6 3|4 varas como
tambem por ser de muitos ricos desenhos
dar-se-liSo amostra cjm o conpetcnte pe-
nhor.
4,000 rs. o corle.
na ra do Trapicho n. 8.
Allcnfo.
Vende-so urna machina completa, nova o
muito superior, da torga de quatro cavallos,
alta prcssSo, com a sua competente moon-
da do assucar, por prego barato. Adverte-so
que vende-se a machina junto ou sem a
Vinho de Champagne
de superior qualidade : vende-se no arma-
zem kalkmauu IrmSos Hua da Cruz, n. 10
Trczenario de S. Francisco de
Paula
Vcnde-se a 320 rs. n livraria do do patoo
moenda : dirija-se cm casa de Admson lo- d(J c d Jo]o cU Cosla Uuuraj0
wie & Companhia 110 trapiche novo no lle-
eife 11. 42.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da roa da Cadeia
do Recife n. ia, ha muito supe-
Os Santos Evangelios a 1,000
Os Sanios evangelios de Jezus Christo,
traduzidos cm poiluguuz, o illuslrados de
profaedes e notas por Antonio Pereira de l'i-
gueredo : nova impressiio para uso das es-
collas desla provincia, a dez lostOes enca-
,,...' cunas uesia provincia, a uez losiues en
rior cal de Lisboa, cm pedia, as- dernados no palco do Collegio casa do li
sim como potassa ebegada ltima-
mente, a precos muito rasoave.s.
~Vendom-sc os seguintes goneros de su-
perior qualidade muito em conta, queijos
londrinos frrscaas dilosde prato pnzun-
tos para fiambra, ditos hamburguezes, di-
tos portuguezes mclgaso para panclla. talas
com bolacha de Lisboa, ditas com chocolate
de canclla de Lisboa, frascos com conservas
nglozas.boceta e caixinhas muilo assciadas
azu
-- Vende-se um sitio na estrada do
Jo5o de liurroscoin grande casa de sobrado
o qual fui do tinado cirurgiao Manuel li.-r
nardiiio Monteiro lendo camboa no iuuJo
com viveiro principiado, 011 permula-su por
una easa desoldado de un andar ou mes-
mo sitio pequeo :.l tallar na ra do Ilangcl
n 38 segundo andar.
A 4,000 rs. o corte.
Na ra do Queimado n. 17, loja ao p da
com massas linas para sopa, garrafas do vi- botica, vendem-se cortes de cascmiras cs-
nho muscalcl,do situbal, dita com dilo le i curas desuparior qualidade a 4 e 5,000 rs.,
loria do porto, ditas com dito de carcavel- C6Scnnras.de cores mescladas proprias mu
los branco,ditas com dilo do colares: na ra palito a 1,000 rs y covado, panno lino azul
da Cruz numero 46 defronle doSr. I Ir. Cos- idesupenur qualidade a 3,500 c 4,000 rs,, o
me de Sa Pcrcira. Ivcrde a 4,300 rs. o covado; assiincomo um
Para as escolas. 1 completo sorti.nenio de fjzendas de lodas
Vende-so no paleo do Collegio, loja do :as qualidades por prego mais barata duque
livro azul a synopsis do general Abreu e Li- em uul,a quilquej paile.
rna, ltimamente adoptad pelo hxoi. presi- ,. l.llliUS.
denle da provincia como compendio de lei- \cndem-se >s seguintes obras, lutcira-
lura e historia do Krasil as escolas prima- mo"la nuvs- e Por frBs commodos. us-
nas da provincia .colanas poticas, contendo a monarchia se-
Prcco cm brochu'ra 2,560 gundoa carta, por Chaleaubriaud, 2volu-
L'ncadeinada 3 200 mes 4,000 rs., ensaios historeos c polticos
!. 4> -..i... !.,'" sobre as ravolugoes, pelo mesmo, 2 volumes
Lasa de commissao de cscravos. 300 rs curaovd0 dlprell0 C1V1, ,rauci:i ,,,.
Vendem-se escravos e recebem- Izicbariaa, 3 volumes 8.000 rs., tratado das
kp rlp rommisslo tinto mn 1 uro- cgOese dus julgamcnios pur Poncet, 1 vo
se ae commissao, tanto para a pro- |umo ^m ^ ()n.al |lilosopllco S0U18 as
vincia como para fora della, para probabilidades por Liptace, 7/ id.; 1 volu-
o que se offerece muilas Rarantias mea.ooor., Cobde e a liga, ou agltaciiu
1 / 1 hngleza para liberdade du commcrcio por
a seus uonos : na ra da Ladcia do |t. iiasiiat, 1 volumo 4,ooo rs.: na ra do
ra o fabrico do sabao ; 4 ditas pa-
ra derreter sebo; todos os perten-
ces necessarios para o fabrico do
stearina e s-bo ; 9 escravos en-
tendedores do servico geral da fa-
brica ; 1 terreno annexoa fabrica,
com -j bracas de frente c i5 de
fundo ; 1 dito fronteiro a mesma
fabrica, com 18 bracas de frente e
38 de fundo : as pessoas que pre-
tenderem comprar, pdem nesta
praca dirigirem-se a J. Kcller cV
Companhia.
S'mi ba cousa melhoi
Do que as apreciaveis machinas ile prego
para lomar cria'eis, chegadas pelo ultimo
navio de Frtnga; estas mtchiuas s3o as me-i
lleeife n. 51, primeiro andar.
Deposito da falu-ica do Todos os
Sanios na Itallia.
Vende-se, em casa dc.V 0. Uiebor&C. ,
na rna di Cruz n. 4, algod3o transado da-
quclla rabrica, muito propno para steco de
assucar e roupa do escravos, por prego com-
modo.
Vende-se cola do dio Cran-
Quciinado, loja 11. 9.
-- Vende-so um prelo por nomc Ignacio,
crioulo 23 a 30 anuos, muito propno para
cngeiiho por ser lorie, ven Je-so em conta a
dinheiro, ou pra'.o o lado do CorpoSanlo,
11. 25,
l'azcndas de gosto para senhoras.
Oitimosorlimeulodc lengos de cambraia
de linho do inclhor gosto; tilos para vesli-
Pechincha Econmica.
He chegado ltimamente um novo sorli-
meotodebrins pardos, de linho,escurse
claros pello barato prego do 16Q0 rs. o cor-
te ; ditos de linho e algodilo padrdes mo-
lemos e do bom gosto a 1280 rs o corte : na
ra do crespo n. 14 loja de Jos I 1,1 nci-.ru
luas.
Altenco a pecbincha.
A 240 r., na ra do Crespo n. 14, loja ilt Ion1
l'iunciico Dial.
Vendem-se flnissimas chitas francezas ro-
bores que teo apparecido, tanto pela faci-[ res muito fixas, padroes iindos e de novos
lidide doseu uso,como pela boa cuustruc- desenlio, liogindo cassa, pelo barato prego
co della, s tem Da roa Nova n. 38, de- de 240 e 300 rs. o covado, mas est'citas de
dos do todas as core ; cintas tinas fi anee-
de, em barricas e por pre$o com-isas com padreado cassasa 280rs. o cova-
modo : na ra do Vieario n. in, d0' dilas estrellas de cores fixas, a I80e200
, j a Irs- covado, superior chamalute prelo, a
segundo andar, CSCriptOtlO df Da- 3n rs. o covado, gradinople proprio para
diado rk Pinbciro. manteletes c vestidos, pelo barato preco de
2400 is o corle, setim de macau lodo de se-
da a 3200 rs. o covado,luvas de trogola 6*0,
c 1200 rs. o par, lallios de bico para vestido
de dill'ei 1 ntrs pregos.e oulras mudas fazen-
das modornas por pregos muito baratos ; na
ra 1I0 i.Kici mado 11. 12,1. andar.
Vende-se o Santo Milagre,
em (|ue se miinifesta ao publico o
cores.
Tinta de oleo de varias cores
Cha pretj c verde, de Inglater-
ra, supeiior.
Velas de cs|)crmacete.
Panno de algodo, para saceos.
I mo da niclbor qualidade c
muito cm conta : em Casa de A-
damson llowic &c Companhia-, na
ra do Trapiche Novo n. /i.
Vende-so sement de coontro, muito
nova, sflianga-se a qualidade. a 200 rs. a
garrafa : no aterro da Boa Visl, loja 11. II.
Vende-se mel de furo, lauto em pipas,
como a rctalho, por prego mais commodo,
que em oulra qualquer parle: na ruada
l'raia II. 22.
Vende-se firinha de mandio-
ca de muito boa qnalidade, e re-
ccntcmcnte chegada de Santa Ca-
tharina no patacho Nova Luz: tra-
ta-se a bordo'do mesmo em frente
do caes do Hamos, ou na ra do
Trapiche n. 5.
Ricas franjas para manteletes
Vendem-se n 1 ru do Queimado n. 16, lo-
ja de miudezas, ricas franjas prelas para
mantelete c capoliplios, pelo baralo prego
de 800 rs. a vara ; as amostras sao francas.
9&>t&9l99l&j&j&9WbQb9j&>ftl9)&QQQ
4 Vcudem-so boticas humcoopathicas, ;
; grandes e pequcnas,com os seus com- <>
4 ptenles livros: na ra do Crespo, )
f loja amarella n. 4. |
t^" Marmolada peitoral a^J
Na ra estreita do itozario n. 43 confcila-.
ria ha marmelada, branca, c vermelho do
superior qualidade para ser ven li lada por
prego commodo oor isso qualquor pes-
soa, que queira snlion'ar o peito com urna
(|iiarlinlia d'agua fresca ( capibaribe) do
ve principalmente deitar, para parle do
avesso urna lioa lalbada da apreciada mar-
melada pois bom resultado hado lirar.
Vendom-so seis iindos nioleques do 8 a
ISannossoodo um ptimo sapiteiro o ou-
tro que trabalha de pidreiro, oito prelos do
23 a 30 anuos proprios para todo o seri'igo,
Iros pardos de 16 a 25 anuos, Ires pardas
de 16 a 25 anuos, com habilida les, seis pre-
ta de 14 a 2> annos, algumas com habili-
dades, c oulras proprias para todo o servigo
na ra do Collegio n, 3.
PAPLT. IXHIIUnO, PIUTIADO K LAVHADO,
o moltiorque lem viudo, tanto pela sua qua-
lidade, como pelos dilTerentes padroes, de-
vendo servir para llores, eiifeils de igrejas,
caxinhas para presentes, oruainenlo de ora-
torios, ele. : vonde-se na livraria do pateo
do Collegio u. 6, de Jo3o da Costa Dourado.
PAPEL A.MAKIIOIIINADO,
a melhor qualidade possivui, uontendo mui-
las variedades de cores, pdese enfciur
qualquer obj'Clo do gosto : vende-se na li-
vraria do pateo do Collegio n. 6, do Joo da
Costa Dourado.
PAPEL DECORES COM FLORES,
urna grande variedade do ciVes, c difTercn-
tosgestos : vende-so na livraria do pateo do
Coilegiu n. V, de Joffoda Cosla Dourado.
-Vende-se urna negruiha dea l annos mui-
lo linda, com principios de costura, urna
molatintia, dol .1 mus muito linda, e es-
perla^ negros mogos, lindas figuras com
habilidades, 3 uegras de meia idade, urna
sabe emgoinmar e coziuhar, c fazer doces
de todas a qualidades, quatro moleques de
de 16 a 18 anuos, lindas figuras, um mnlati-
nlio de 15 anuos propno pa:a Dagem, e de-
boa conducta o que se aliang : na ra lar-
ga do llosario n. 22 segundo andar.
Veudc-se um uioleque comidadode 16
nnos, muilo bom lulieiro, na imprcisi de
lgod3o, de Jos llibciro de Urito : no furto
do Mallo.
O palacio de vidro.
VenJom-se dulas largas francezas com
ramago, e vista da cxpusigilo pelo baralissi-
mo prego do 5,500 rs. a poga com 32 cova-
dus, o a 200 rs. o covado : na ra do (uei-
ui.ido n. 21.
Compendios do rozrio.
Vende-se um livriulio que coiilm a no-
vena da Su hora do Itozario, com a noticia
das indulgencias etc., dos devotos e confra-
desdamsm Senhora, por 320 rs. cada
praga da Independencia, livraria
de outro calgado para homens e meninos.de "' ceb? de I10!1"1' eni pSo cuido
branquiado propno para misturar com 1
cera, em caixinhas de arroba por comnioJu
prego : na ra do Tanoeiros n. 5.
Tintas cm oleo.
Vendom-e lintts brinca e prelas pot
commodo prego : em casa de Itoth & li
doulac, na la do Trapicho n. U.
BrinzSes.
Vendem-se b'rinzOes, por prego comino-
do : em casa de llolh & llidoulac (1| ru,
do Trapiche u. 14.
Pregos de ferro.
Em casa do Itoth Biioulac, na ruido
Trapicha, existe um grande orlimento de
pregos de ferro, quo se vendem muito oA
conta.
Cobre para forro.
Vende-so em easa de Uoth 61 Bidoulac.
cobre para forro e progos para dito.
Pianos.
Vendem-sn dous ptimos pianos em ca-
sa de, Koth & Bidoulac, na ra do Trapiche
n. 14.
Charutos de Ilayana.
Vendom-so charutos de llavana, por com-
modo prego : em casa de Uotli e Bidoulac,
n ra do Trapiche n. 14.
. Ac de milao.
Vende-se ago do milSo : em cisa de Ko-
th & Bidoulac na ra do Trapiche n. 14.
Oleados de cores.
lustro para senhora a Ij-'oO rs., e pan me-
nina a 1,000 rs., o de marroquim a 720 e a
610 rs.
-- Vende-se superior sement : no arma-
zem de Vicente Ferreira da Costa, na ra
da Madre de Deo n. 22.
Vende-se um escravo de nago cost,
proprio para todo o servigo ou ganhar na
ra : quem n pretender dirija-so a ra do
Cabuga, loja de Joaquina Jos Costa Fajoze.
Vende-se algumas vacas solteiraa e al-
gumaslovellias paridas : no sitio do Sr. Ilor-
culano.
Vendem-so um lavatorio de amarello
com todos o seus perteneos de louga para
barba, urna rsenvania de Jacaranda, um par
ile compotoirns, duas garrafas c castlgaes de
vidro por pregos oemniudos : na ra do Cal-
deroiro n. 6.
-- Vende-so urna ataca do lirilhantrs e
perolas, urnas pequeas o oulras maiores, e
um loque de. filigrana, ludo por prego com-
modo: na loja do funileiro, no aterro da
Boa-Vista, na esquina que volt 1 para a ra
da Aurora.
Vende-se um ptimo quarlo, gordo,
o som defeilos, proprio para cabriolo! ou
mesmo carro de quatro rolas, experimen-
tado em urna e nutra cousa : a tratar junto
do hotel commercio.
Vendem-se vellas de cebo, ern caixas
de urna arroba, o fumo para charutos, de
superior qualidade n pregos mui razoavei :
na ra da Cruz n. 40, primeiro ailar, no
escriptorio de Manoel Alves Cucrra Jnior.
Vende-se urna morada do casa terrea,
sita no melhor lugar dos Affogados, em
chos pro; rio : na Cinco-Pon tas, N. 84.
-- Vonde-se um sillo com casa de tiipa,
livro e dosembaragado, na Soledadu, jauto
ao fogdeloiro : a tratar no mesmo sitio.
Vende-so um molatinho, muito esper-
to, dolo a II annos do idade : na ra do
Livramonto, lo|a de calgado n. 33.
Vendcm-se no cugenhn Tapera, fre-
guezia de JaboatSo, beslas de rodi e bois
mansos deca'ro : quem os pretender, di-
rija-so ao dilo engenho, que achira com
quem tratar.
Cha preto, superior.
Erva mate, muito nova.
Vende-se na travessa da Madre
de I)"" *
leus 11. 'j.
lila k Tea.
Ol a superior quality is sold at
1.
5j travessa da iMadrc de Pcus.
horroroso alternado executado
por um ticcl.iu 110 remo de Va-
Uenca, contra a seinelhmca de N.
Sr. Jess Christo, e o castigo que
Deus Ihe deu, como ver o curi-
um: na
11. 6e 8.
-- Vende-so urna preta do meia i kde,
conducta exemplar, t>-malgumis habilida-
des, besadla, e por270,000 rs., istp para li-
quidar conlas ; na ra larga do llozrio n.
35, loja.
-- Veudc-se urna linda mulatinha de ida-
de 11 annos, muito esperta e diligente, que
costm'uitu aolfrivel, e ptima para so aca-
bar de educar, 1 dita do 18 annos de ida lo,
grvida de seis mezes, com habilidades, 2
lindos mulilinhos de 8 e 12 anuos de idade
mnito esperto, um bonito preto de 251 an-
uos de idade, de boa conduela e sem vicio,
o que su all inga, 2 ditos bous par lodo o
servigo, un muleque de 12 anuos para todoa
Vende-se urna escrava ainda
moca, cose bem, Uva, tanto le varrels ,
como de sabao, e he ptima para
taboleiro : a tratar na ra do Ca-
buga loja de miudezas de Jls
Alves da Silva Guimaries.
Charutos de llavana
Di superior qualidade: vendem-se no ar-
mazom de Kalkmann IrmSos, na ra da
Cruz n. 10.
Vendem-se na loja de Jos Joa-
quim Morcira &c Companhia na
ra nova n. 8.
Iticos sinlHros do guguro para Sra. e
tambem livcllas duurndas para os mesmo,
luvas iie pelica muito fresca para meninas,
lindas pulceir.is de lila com seus bordado
as ponas, quo seivem para srs. e meniua,
requissimos bicoi b an:os de blondo, prn-
prios para talhos do vestido do noiv ; ludo
por prego o mais cm conta possivcl.
Cadciras.
Vondem-sn cadeiras para meninas, no ar-
mazem de Kalk-natin Imiu-, na mi da
Cruz n. 10.
Instrumentos de msica
Vcndcm-sc em caza, de K.al-
kamanu Irinaos, ra da Cruz, n. 1
os seguintes instrumentos de msi-
cas, fiaizos de Harmona, Trombo-
nos, < I,hus de chaves, ditos li/os,
Cornetas de chavo, ditas lizas,
(latinetas, flautas, Planos, Za-
biunbas, Caixas de guerra, Arcos
de Campainhas, Pratos, Violes fi-
nos e ordinarios.
Vendc-se um grando sitio no lugar do
Manguinhe, que lica defronle dos sitios dos
Srs. Caruciros, com grande casa de viven-
da, de quatro agoas, grando scnzalla, co-
choira, eslribaria, baixa de capim que sus-
tenta 3 a 4 cavallos, grando cacimba, com
bomba e-tanque coberlo para hanho bas-
tantes arvoredos do fructo: na ra do Col-
legio n. 16, segundo andar.
Tinta cm oleo
branca o verdo vende sp no armazom do
N ilkm 111 n IrmAos, ra da Crnz n. 10
Espcihu de piredc
com ricas moldurus : venJem-se no arma-
zem de Klkrnann limaos,; ra da Cruz n. 10
Vcndo-sa, em casi de llolhe & Bidoulac,
oleado do dilTcreule9 cores.
~ Vondom-se muitos palitos, a 5,000 rs.,
e casacas 6,000 rs., obra muito bem eiti:
na ra do Crespo n. 10.
Vendem-se chales de seda a 4,500
3,000 e 6,000 rs., o muito bons a 8,000 r 1
elles antos que se acabem : na ra do Cres-
po 11. 10.
Escravos fgidos.
Livros em branco
vendom-so no armazem de Kalkmann Ir-
milos, ru di Cruz, n.10
Cobertores.
Vendem-se cobeitores de encerado muito
finos, para cobrir mesas e bancas: no ar-
mazem de Kilk iiann IrmiOS, na ra da
Cruz n. 10.
Vcnde-se 110 armazem de Kalkmaun &
Irmflos, na ra da Cruz n. 10, um grande
sorti ment de copo e cilix de todas as qua-
li ladea, apparelhos completos de vi Iro, ap-
parelhos para poucho, fruteiras, cimpolei-
ras e garrafas finas.
Pecbincha.
Vendem-se no armazem gran le defronte
da escadinha da alfandega deCoveii & !)iis
muilo elegantes liitdoi ou tinas de pao pin-
tado de azul e verde com sua competente
za de ferro, muilo foites e leves, propiia,
Da-se "10,1100.
A quem trouxer na praga da Indepedencii
n. 17, a preti Mara Joaquina, de idade da
30 a 40 annos, de ngHo congo, baixa, gor-
da, cor relila;bexigoss, seio grando, tem
um signal de crne sobro o beigo superior,
o he bstanle ardilosa ; j fui rscrava de
engenho. e ltimamente era quittndoira di
miudezas, desconlia-se que ande para at
parles do sul, por estar acostumad a andar
polla vendondo, comuma crioula dn nomo
Fclicidade, de quem foi escrava, e consli
ter-sida vista, na povoago deS. Amaro Ji-
buato : esta preta fugio no di 1 II de abril
de 1851.
Gratificacao de 30,000 rs
Quem pegar o muleque Manuel, escrito
de SebastiSo Marques do Nscimenlo, tmi Im
sido captivo de Gabriel Alfonso Regueira,
quem foi comprado, e sendo o dito escravo
oflicial de funileiro de ng3o Angola, de
idade 28 annos, pouco mais ou meuos.o lem
o st'gnacs seguintes : cor futa, dous dent<-
de monos na frcnlo. falto de cab dios do la-
do osquerdu, olhos pequeos, beigos gros-
sos, sem barba, grosso do corpoebeixo;
levou vestido jaque'ta de risca lo azul, caiga
branca, camisa de Madapolilo, levou orna
trdfjxi de roupa com caigas e urna jaquel!,
lendo lugar a fuga uo dia 8 du curenla
mez, e julga-se ter sidoseduzido : portanto
desde ja se protesta contra quem o tiver em
siu poder quem o pegar ieve-u ra di
Aurora, loja de funileiro e. 62.
Gratificacao.
floga-so aos capitaes de campo ou a qual-
quer pessoa que encontr a escrava Aulouia
de nagSo, que perlenceu ao Sr. Joaquim Hil-
arle de A/evedo, cuja rscrava se aclia fugiJa
des le o dia 4 do corronle, levou vestido do
riscado rocho, e panno di cosla: quema
pegar leve-a a rna Bella, casa 11. 9, que sa
pagar toda a despeza, e se gratificara ; as-
sim como qnalquer pessoa que a tenha acol-
lado se usar doi meios da lei.
Desappareceu do engenho Junquein
do Cabo, no dia 7 do correnln, um escravo
por nome patricio, de estatura c grossura
regular, rosto comprldo.nahz clulo, pernis
grussas, 11 < granitos, veste se de negra e in-
litula-se por Mirocas, tnzendo brincoi,
leudo urna orelha turada, levou roupa dalle
o de urna negra a quem furtou; anda nesta
iraga onde tem sido visto : quem o pogar
eve-o ao segundo andar do sobrado n. 22,
aira/, do incalu de S. Francisco, que sera
gratificado. .
Desappareceu no dia 8 de setombro un
escravo crioulo do nome Filipie, de idade
30 ,01 mis, cor fula acibocolada, cabello
grosso meio crespo, baixo, espadaudo, per-
nas finas, rosto redondo, nariz chato, lem
falta de dente na frente, o beigo de sim al-
guma cousa met lo para deulro, por ser
mais lino que o outro, pouc bub, levou
vestido camisa de algo IBo da Ierra e corou-
la, chapo de palha : quem o pegar leve-o 1
ra do Collegio n. 16, lorceiro andar, que
ser bom recompensado.
Desappireceu 1 a madrugada do dia 15
do corronle mez, do engenho rtaiz.difre-
gaezia da Escida, o prelu Joo, eri julo, de
idade pouco mais ou mono 23 anuos; este
escravo foi comprado nesl praga no raez
de abril do crrente uno, ao SV. Maxi-
mlanno Antonio Pinbo e Olivis, da co-
marca do Limoeiro; julga-se dito escravo
tor vindo para esla praga, por assim o ter
feilo de urna outra fgida que I'jz, que foi a
causa de ter aido vendido : quem o pegar
love-o ao mencionado engenho a seu anhor
Antonio Alves da Silva, ou nesta praga a
Rodrigo da Costa Carvalho, na ra da Cruz
n. 25, que sera generosamente recompen-
sado*
Altencao.
Desappareceu .110 dia 15 do correnta ubi
escravo crioulo por nome Marcelipo, de idi-
de de -i annos, pouco mais ou menos, bai-
xo, grosso, tem a barriga bastaute grande,
levou vestido camisa de algndo de li>tr>
e caiga de brim j usada muilo deabolad,
lem o rosto bastante carrancudo, boigos
gross is e grandes, cor amarella : quem <
pegar tenhi a bon lide de o levar a roa d"
Livramonto, loja de fazendas n. 16 qu ,or*
ree un,,, madu.


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