Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07584


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Full Text
AnnoJXVI
Terca feira Iti
DIARIO
de Selembrode 1851.
N. 208.
PEMAMBUCO.
ruceo bWIYWbIi/*0-
Pmihikio abuntibo.
|f",lm,-' ;:.'.'..'..'..:
p,r me* *//, ;.....
I Por f,; ^tmnnii.
ro
qnarwl
4/J00
8/000
It^OO
4/500
Mino .. 10 de Ago.to
S.Paulo. 6 de dito
R. de/.. 59 de Agoito
llahla ... 30 de din,.
d., ... i8>Eoto
DlilDA lilil.
15 Seg. S. Domingo en
Sorlano ;
la Tere,. 8. Cornellu
17 Quarl. S Pedro.
IR Quii S. Joi.
IS sen. S. Janearlo b
m. ; i. t.onslanca ;
20 Sab. S. Eustaquio.
II Doni. Feala de Nona
benhora da> Ddrea
acrimcias.
Suiude OrpUi
!. efl. s 10 hora.
I. cura do cicel.
3. e6. o meio-dia.
fairnda.
1. r II. 10 hora.
S' raro do ce/.
I. c sabado'i ao n.clo-d.
Kilacio.
Terca e s.bsdo.
Cre.cente i 5, at n bom e 33 minute Jimin.
thela a 10, II horai e 24 mlnuioi da m.
Mingoanlr 18, ai 11 borla e 9 minutos da ni.
Nova i 5, a 3 boraa e 5J minuto da manta.
riitKiaDi oja
Primelra 9 hora e 18 minuto da manhaa.
Segunda a 9 hora e 42 minlo da Urde.
riRTioai 0 COIO.
Goianna e Parahiba, a legunda e exta-
felra.
Rio-Crande-do-Korte, toda a qdlDtai-feira
ao meloda.
Garanbun e Bonito, 8 e 23.
noa-VIta, e Flore, 13 e28.
Victoria, a quinla-feln.
Olinda, lodo o dial.
motioia imiMU

Portugal. l4 de Agoit
llripanha de dito
Franca ... 8 de dito
Relgica... 5 de dito
Italia.. .. 2 de Aguato
Alemanha. 3 de Jtilho
Prunia ... de Agoito
Dlnamra I de dito
Rutila... 30 de Julho
Turqua. .11 de Julho
nutria ... 3de Julho
Sal. ... 4 de Agoito
Scela... 30 de Julho
CAMBIOS BII1DI HTMiBO
Sobre l.oadrr-. a 28 '1,29 d. p. 1|000 r. riime.
, Paria, 3B0 por fr.
Lliboa, Km traniacccca.
nglaterra 8 de Agoito Ouro.One, he.pinholaa.
B,-l'nldo 27 de Julho |
Noeda de rMOO Iba 18/000 ;
Mxico... 3 de JunhoI

California 15de Junho de WJ-- WgO ?{"
Chlll. Mde Abril. PraU.-PaUcoe.br..llelro... 1/940 a 1/MO
Hueno.-A. de etb. Pe.o. columoa.lo... WJ ag
Montevideo 6deAgo.u> Dllo. mexicano...... 1
MOTE OfTICIAL
"jSTERIO DO IMPERIO
' DECRETO N. 797- de 18 de Junl.rJ -
de 1851.
Manda executaro Regulamento para a orga-
*"***Tdo Cerno geral do Imperio
E rirWde dodbpmO no, 3 do Art
.7 d" N. 5*6 de 6 deSetembro de 18S0 :
1,1 por bem que e proceda organ-Hefl
"" C nao g.r.l do Imperio pela m.noiradi*-
BOitino Regulament que com este ba.i.
ornado pelo Viacoode de lloi.falegre, do
u,u Conselho d Eal.do, Presidente do Cov
r.ih .le Mio.s'ro., Minilro e Secretario
I do C' nao geni
poit
issig"
Heu
Jr Etad do Negocio do Imperio, que s
affl olenha entendido,e faca e.cut.r. Pa-
lacio do Rio de Janeiro em de zoilo de Junho
de ail oitocenlo cineoent e hum, trigsi-
mo da Independencia e do Imperio,
Coma Rubrica de ua Mgelade o I n-
YlicomUii Moni'alegre.
I fryutaminto para a organitarflo do Cinto ge-
\ n\ do Imperio mandado exeettar pelo Decre-
to delta data.
Art. 1. llavera ni Capital do Imperio hum
UireclorCaral do Ceoo, ao qual competir
I. Formar o meppa geral da populacBo do
I Imperio : ,..*.
j. FazeroalUUmento espeei'ldo Mum-
I Osc.ixeirosque i.o'rememcas
' pat-oos fazein parte das lamihas destes,
.deven ser com. relien li los n.ssj
de familia.
Art. II. As listas d. verflo conter :
1. Os nome do todas as pesan da
I i, menos dos escrvo, dos quae
referir o numero por sexo ;
9. O esta lo (casado, solleiro, ou
3. A idade ;
?. A conllco (ingenuo, liberto,
"""'lunar do n.scimenlo; peo dos Commisarioj responsare. com
6. Se he estrangeio.de quo Naao. Sen- aperd da gralificac "MradaAtt
I llrasileiro se far d.cUrarao do Ci ladil > disto mcorrorflo as penas da falsilade, ue
da
ella se derno def-ito erilica lo.
Arl. 29. Para fdc-lidailc e melhor fiscali-
sagUodoalistamento, a Cmaras Municipa-
os mandaro vorificir, reclilicar e comple-
tar a numorac.80 das casas dos seui Munici-
nho de 1851".
!8doJu-
Viscondc de Mont'alegre.
Icipiode Corle ;
I 3. Decidir duvidas queoccorrerem no
lprocessodoalitamento
1. Requerer ao Ministro e Secretario d ts-
I Udo dos Negocios do Impar lo as providen-
cias nerejsiria pr a-formaco do C'nao;
5. Espedir ordens para a boa execuco
deite Regulamento j ....
6. Em geral, regularostrbalnosconcer-
neoles ao Cento, entendendo-e direett-
menlo com os Directores Provincaes ;
7. Propor ao ministro e Secretario d'Es-
tailo dos Negocios do Imperio as modifica-
;oe de que carecer eateRtgulameiito;
Arl. 2. Em cada Provincia do Imperio
biver hum Director do Censo Provincial,
ao qual compei.r ;
1. Formero Censo da Provincia ;
2. Requaier ao l'ioildente da Provincia as
medida necessarla praaprompla orga-
nisacao do Censo Provincial;
3. Ei|odirordens, e execular a que Ihn
forem dirigidas peto Presidntc Ja Provincia
e Director Geral do Censo, na forma deste
llegulamento, segundo as circunstancias es-
pedios das Provincias.
Art. 3. llave. em cada Municipio hum
Director, nomeado pelo Presdante da Pro-
vincia sob proposla do Direc or do Censo
Provincial ; e em cada Fregucsia hum Com-
missatio lambem nonicado polo PresiJen-
te, ouvido o Director do Municipio. Na
Corte serlo esle empregado nomeado pe
lo Ministro do Impetio sob p oposla do Di-
rector Cori.1.
Art. 4. Compete ao Director Municipal :
1. Formar o Censo do Municipio ;
2. Requerer ao respectivo Director Pro-
vincial (ou ao Gerl 00 Municipio da Corle)
s medidas que julgar necessiriis para m-
Jlnr desempenliode seus do ver ;
3 Propor ao reftndos^pireclore Coral
ou Provinciie* as moJilicar;Oi!S de que ca-
recer osle Regulamento segundo as circuns-
tancias locaes do Municipio.
Art. 5. OMinialrodo Imperio no Muni-
cipio de Curte, e os Presidentes lias Provin-
cias poderSo dividir em circuios os Muni-
cipios que forem muj,'o extensos, ou mui-
to populosos. Pancada hum dos circuios
sera nomeado bum Sub-Direclor, lioando
sempre hum circulo a cargo do Director.
Se pu tn paraos trabalhos do alislamento,
'anida quaodosejo creaus os circuios, li >u-
ver Freguezia qu nflo convenha reunir a
outr, nSo se nomear Sub-Direclor para
essa Freguezia.
Art. 6. a mesmas circumstancii de
grande extenso, ou popularan, o Minulio
do Imperio, e os Proslitente de Proviocias
poderSo dividir as Freguezias em bairros,
naturalisado, o do que o no be. Sendo in-
dgena (caboclo) ser feita mencilo da tribua
quo pertence.
7. \ profisso ou vida ;
8. A q'ialiilMtla que representa na fimilia
(caber de familia, mulher, filho, paren- pos
te, aggregadorou outr. qualq.ier qualidade,
por que se repute Taser parte da familia :
tildo na conformidad I do rnO'WB t.
Art. 12. O Director Geni doC3nsi *ar
imprimir listae em numero euflicienlo pra
se dislnbirem pelos Directoras proviuciaes,
os quiesasenviaro ao dos Municipios, e
este aos Commisano da Fregoezias.
Art. 13. O arrolamenlo ser* fnito em tolo
o Imperio 110 da 15 de Julho de 1853.
Arl. 1*. N) primeiro de J.inho de 1852
os Directores Geral e Provlncise farSo an-
nunciar nos Jornaes, e por edilaes artga-
los as portas das Matrizes, que no I. de
Julho do 1852 os cmniii ssaros e Sub-Com-
misstrios lulo deonlregar nascisas da Fre-
levogal a le d 31 de malo,
1 a rcviiio.
Id de 31 de
EXTERIOR.
EPUBLIG4 FRANGEZf.
ASSEMBW?* NACIONAL" LEGISLATIVA.
Uiuauao dai propolat rtltiimu reeiio
da eotulilaipa'o.
IMSAO km It UK IULHO 0E 1851.
O Sr. Pmidmti: Mr. Payer toi a palavra.
Mr. f'ayir : Senhorc, le'futie verdade que
a piopoila que ruc a que a commiaiao apre-
frntoii, nao difl'eriisein senao na forma; e los-
guezia s lillas em branen panseenche- e verdade que tifeuem amba o ineamo fin
rem na forma deste Hegulam.nl>. e de,,em lugar ao mrimoi nerigo, eu me te-
\n 11 v 1,., 1 .lo inltu .lo IB9 na na comcrvado al encloio netc banco, delaan-
Art. 15- No da I. de Jullio de I8W os do-lle oulroi,e enc.rr,g.em d, ,a,efa de
conmus.nos. seguindo, quanto for ro,i- lorn ,|,|vei tudo o que na de .iugular e de
vel, a ordem da nuToraclIo das cisas, co- inaudito oea doulrina prolewada pelo Sr. re-
inecjr.o a entrega das listas a cada cabeca |ator da commisio, isto he, que para que urna
de familia, 011 pessoa que 0 represente, n grande aaacmbla poaaareilmra qualquerten-
Ihes aJvrtirflo que ellas devam ser cheias utiva luconsiituclonal. bau-lbe ter por i a
prociimente lio da 15 de Julho de 1852. Icgalidade ma poder-ie-h aca.o dlzer que
Art. 16. Do da 16 d* Julho de 1852 ate o duaa propoaia. urna da quae admllte^o
1 iib> .m amm i, ,, 1. # ,,i. ri principio c ciucr Oincnte oriraiiisii-lo ao passo
hm do dito mez os cabocas de I .mi la rflo. P~ ,,, 6r ell|
ou mandarflo entregar as lisias, depois de lio prloc,_50 c sua o.ganliaco. le.n o ...c-
cheias, aos Commissaiios, os quae, no aclo mo gn / Ku comidero a repurblica como fun-
de as receber, examinarSo so esto regula- dada em nono palt, eu a considero como acet-
res, o pcrfeilHS ; e procurarSo conigir os la por todos, sejam quacs forem os motivos
rros e dsfeilos que encontraren!, por m>"i') desia aieitacao, rja a all'cicao, ,eja resigna-
da decUracoes, que exigiro do mesmoca- cao, srja a neccssldadc, c quero uniente ine-
beci da familia, ou de outras pessoas da ca- lhora-ia ;a r.nmmlssao pelo contrario, em sen
v ..;'.... ... ... 1___,. __ parecer nronfle que ae torne a por cm queauM
g.,ou da v.siDIl.n;, que para isso lorem J rcpub|pca' ,|e' cl.ro que nao podemos eslar
Idnea. ,. de accordo.
Arl, 17. Os commissanos Ico hum li- Ma jaque se quer levar a diicunao para cs-
vro ou cadeuio, no qual lanc.arno por lem- te terreno, cnirarct uclla sem espirito de parll-
brancaa entrogt)e rrcehlmenlo dai hs'as. Na do, mas com o aeniimento do dever c com a
pagina esquerda escreverflo a entrega da lis- historia namSo, lomando porquantodejeompa-
1. ,i..,.i..,. i,, ,,,,,.,, .i.,n. ,wl u mo n racao o coverno inonirchicoque melhor co-
sou,
scnliores, neii uin snnhadur que "vive 110 mun-
Urdeclar'n lo o numero delta, oda, mez e "cao o governo monircbico que
aonodoSsaact.,o nome di cabeca do la- onecemos, c gorerno de julho poi nao
m 1 ^ ovimiuics, iirm uiiuuiiuauoi iwa- vi m -
mili, aru., numero da casa, o andar ou do da.chlu.e.as. uc.n un menino que se ac.
pavimento em quo mora : na pagina dire- lenta com illuiei. ( Huido econversacScs. )
ta notaiOo a data do recebimenlo da lista, o Porque rasao quer a cominisso que se po-
se far qualquir ol..' vacQo que occorrer, uha outra vci a repblica em queato ? Ser
por ezempln, a mudanfii de habilacSo porque cita lenha necessidade de urna nova
Art. 18. So O cabOa de familia nlo pu- conjagracio, de uinsegundo; baplumo ? oera
dor ou nao souber eneber a I
pessoa de sua c>nlitii(a qua ..Y,, ..-
missirio a chchera coufoime ssdecliracOcs 1 vin.
familia nao pu- oansagracaw, ue umsrgunuo ui|iumiu oc-
Mala nm tivfir Porque debaiio do poni de vina de la orl-
if'r nl'M- Sem lenha alguma coma quclnvejarao go-
1 o raca, o t.oo- do cabeca de familia.
$ I. Tambom encbor a lista, se vindo-ss
das iuformacOes que obliver polas diligcnri-
sdo Ait' 16', se o cabecs do familia rocu-
sar as informafOes.
2. E polc para melhor desompenho
desla incumbencia recorrer s iteparlicis
Fiscaos, eCollecloiias, ao Parodio, Juizes
do Paz, i' mai. Auin i lart s, a lim da conse-
guir is inrormar;Oes, de que carecer, ai qua-
es lliii serHo p omptamenle dadas.
Art. 19 So no 1. de A?oilo nilo tiverem
VeJ
. senhores, a coroa foiarrancada a
un rci vt-llio 2ii deputados...
Air. ilc la Htefujaquelim : 21 :
llr, Payer :... record aqui o fados, no pa-
ra us julgar poi nao sou juu,timito-ine a nrra-
las 221 deputados lomaraiiimaccotlocaram-na
sobre a cabrea do duque de Orlcans ;elltas fi/.e*
mra mal, improvisaran! por si sus urna cons-
tituicao (iii qualro das. Onde eslava o scu
mndalo '
Mr. de la foelujaqiulin': Nao o linliam !
Mr. Vayir : benborcs, em I84S um rei vc-
Iho drlsou lambeincahir sua coroa, para 1er-
vir-ine da expressao de nosso honrado -collcga
o general Giainmonl; o governo eslava aban-
balanco dai sedlcoe do governo de julho du- umacousa, a re.l.ao do artigo 45. to heafa- verdadelr.
rante o auatro primeiro anno.; faca.no. o culdade de reeleger o Sr. prndente actual da ULem-no, :
bali da iilcc" de no.a repblica de.de repblica que conceder-vo.-hemo a revlaio. Ku d go
niorSrm^c ii'iSri'eiii favor deque.nl Occasionar a miaba propo.la o me.mo. A nica manelra de revogar lM de di de
.craldo "re",0,,S" Iperlgos que a da com.ni.lao ? mala, he ter a revlwo. Nao be senao pela
Noespacode qualro anno. houvc debaiso do I Ulna revi.Jo total amata nece..aria.ncntc revino, depol da revIsao que e podera nvo-
coverno di iulho 9 stdlcc.es, c basta-ine Indi- urna divlsio 00 partido da ordem, ao lempo gar a lei de 31 de malo. (Sorrlso. Irnico a
ca-l.s po, u. dalas. das eleicfles para a constlluiote. Haver. lisias esquerda. ) _______-
A de 18 de oulubro de 1830, a de 22 de de- .rlcanlstss, liitai legillmiiU, listas bonapar-. AJr. Wra.ro :-- Nao ha de mu .
embro de 1830, a de 14 de feverelro de 1831, a lila, lilla republina..... | r. di Pallo** :-- Qual a Ida, baile1 de
sedlcao que leve em resollado a pllhagem do I (/ata voz a direila : E de mulla repu- cujo nnperio a le de 3l de malo lol apreic.i-
arceblapadoe deSainl.Germaln-l'Auerrole.n blica lada e vola da / _..ih.
31 de aoveoibro de iKii.a sublevacao de Lyao, Mr. Payer :- Nio era para temerle que no' Nao fol debaKo da Idea de que era a melhor
em 2 de feverelro de 1832, a coniuracao legi- mel dcsta divisao o partido incialisla que he le ponlvel, que era urna lei que nao encon-
limista da ra dos Prouvalres.....(Murmu.io. mai consideravcl que cada um dos outros lra.li objec5 e rlia'aa irnicas em alcuns bancoi da direila) qualro, laca el.ger seu candidato e lenha a te. Jalgou-e que era a nica le poHivrl
Ummtmtm:^ A coouracoGisquetc! Imaioria na conslilulnte ? Pe-contrario para con. o embanco, qnc a con.lltulcaa actual
J/r Penar: Rui 30 de abril de 1832, o de- urna revi.So parcial para o melhoramenio da; Impar, embanco que ao laes que nao ha
.embarque da Sra. dWa,dc Bcrry e o di.- repblica, a eleicde te/lam lugarco.no c.n urna d org.ni.acau do .uffraglo universal que
lurbios do Oeste; a 5 e (i da junbo de 1832, 1 1848, todo o partido da ordem combinarla pa- eja poolvel com ella.
sedlcao tcrrlvel conheclda pelo nome de edi- ra enviar i conllluinte candidato modera-1 Ble oi o pensamenlo primordial, opeaaa-
tilodoclauslrodeSalnt-Merrj;a2:|dereverfi-|do. ""10 nico da le de 3l de malo. O lin-
io del834,di.lurblos c urna verdadclra sublc- | Deo'.tro ladoeu quera habituar o pai a baraeos Imposlo pela conalltuicio acabaran,
vacao por occasio da lei .obre os pregoeiro ver rever a con.lilulcio pacificamente as.l.n con. o uOragio universal, nio mu
publicor, e finalmente a 13 de abril de 1834, como as leis polticas ; quera proceder rrgu-
fju.osa sedlcao conheclda debaiso do nome de lar.nenle e pedia que a a-.embira conilltiiln-
icdicoda ra Tramnonain ( Rumore). le funecionasse narallale.ncnte ao pudere
Sr. rogo-ro. que atienda! que nAo lie s- actualmente eilabelecldo, de tal .nodo que
mente obre o numero da sedicde que quero quando dete podere rxpiranem a nova
chamar a consideracao da assembla, lie lam- conslilulto fosse posla immedlalamente c.n
bem sobre a qualidade da sedlcoe. ( Riladas e pratica. Pelo contrario, a coiiiiulisau propue
apaneadlveno). urna nova revollicSo ; poi urna asieml.iea
Ncsta rpochana filcira dol Iniurgcnle. no conilitulntc soberana he urna assembla revo-
havlasmenteoparlidaanarchlcoihaviaopjr- lucionar.a. F.lla propoe pola que noi collo-
lido que presentemente e enta ao noso lado, quemo oulra vez no ponto em que ealavamos
no grande partido da ordem, o partido leglii- era 1848, ou aniei em urna poiicao mil veie.
inlsia. 'pelor que ade 1848; por quanto em 1848 que-
Dcbalio da repblica pelo contrario, quintas riamos todo fundar a repblica, entretanto
edice. lem herida ha qualro aonos a e.la que em 185? a assembla conslilulnte era
parte, depoii da rcvolucao de feverelro? De- compoila de homeni de todoi 01 parl.Joi,
vcrcl Sr., contar o dial de junho que. sao a querendo lodos um governo difireme sera o
parle aangulnosa c tristemente sanguinosa da chao.
revolucao de feverelro? Dcvcrcl coular cia Finalmente, Sr.'. prevendo a cric commer-
sedicao que se lem chamado a aed9o de iJ cial que vai multar da revliao proposla,
de juuho, na qual nao havia en5o cheles e na- pcnsri que convinha apressar o inaisposiivrl
da de soldados?.....(Mnvimcnlo em sentidos a convocaco da assembla conllluinte. A
divcnoiRuido.; comminio de conatilulcao rctardou o mai
E a par das edicdcs, fallare! do allencados? polvel cita convocao. Se minlia proposla ll-
Debalio do governo de julho bouve allenlados vesse sido adoptada, e a ajsc.nblia conililu-
cm todo otcinpo que durou o reinado de Luii Inte liveue aldo convocada para o^nfei de ou- (
o diz, he um homcm, cuja autorldade o Se-
nhores nao recuarao, he Mr. de Lamartine,
o qual leve parle na promulgaco da lei doiuf-
fragio universal como membro do governo
provisorio.
Ora ces embanco ao laes que lie unta
pura lotera, urna lotera que entrega o suf-
fraglo univerial ao acaio, a cabalas, ao In-
trigantes, aoi faccloios e aos Idiotas, (movi-
nento. )
Ris-aqul as expreudei enfraquecida, poi
ninguen. pode delur de eulraqueccr a Mr. de
Lamartine, quantta nao cita textualmente ;
els-aquf a eapre0es de que elle se servir
em um livro que publicara ante da lei de 31
de malo, e que intilulara solemnemente-- O
frsenle, o panado, o futuro.
Eis-aqul e.n qucleriuos elle falla do oflra-
gio universal tal qual el organUado segando
as condicdei da constiluico. Elle accreicen-
la aluda o srguinte : > O luA'ngio universal
aisim organliado nio he leno urna idea, nao
he lenao he principio ; de dia era da elle
espera aua organf.acao. Esta organliacio ten-
tara.u.fazc-la com a lei de 31 de malo, mai
li/i'ram-iia miii incompletamente ao mea ver.
Philippe ; oilolorau. ellos. Al!) de novenibro
de 1832, o Uro de pistola de ponteBoyal; a
28 de julho de 1835, o neniado Flen-hi ...
(Murmurios c signaos de impaciencia.; Nao
enumerare! os outros. visto a impaciencia da
assembla.
lubio.anovaconsliluico citarla fundada an- Eolrarel na particularidades quaudo dUcu-
les do invern, e o coimncrcio podprla reco-
brar sin activldade ( Movimenloi diversos )
Urna vos : Nao he postlvel '.
JUr. Pnyr : Sr ouco di?.er que isto nao lie
possivel entreunto he a unici manelra pela
N.ia he nois.Srs. nornue o enverno da repu- qual se faicm as revises nos governos repu-
- ... -..__ _^. hit_____^ *___.fa.la-A___..._i..anln nua l-'iit-i_
tinnos a lei rlciioial e lomare! parte na
discussao para sustentar as iuodlncac6>sa
que a justica e a cquidade poderem reclamar
mas non por isso deia de ser verdade que
a lei de 31 de malo nio poderi ser fundamen-
talmente modificada, senao quando, tendo
lomarmos toda
.- i;* liiiiieiuiaiiiiiiuiii u uuici 11 w-. w-
Sido entregu todas as listas do seu disln- jonado.algan cldado genewioi e apodera-
do, o Commissirio procirara aupprir essa ramdelle, ( Biclamacacs c risadas direila.)
falta, indo pessoalmente s casas dos oms- Opouco habito que tculio da tribuna fez que
sos, ef.zendoas diligencias do Artigo an- me nao apercebesse que tomava u.na palavra
lecedenle, do mancira que at o fin do dito por outra, Nao ol a coroa que esteve abando-
mei etejHo toda a listas em SOU poder. nada, nao ful dclla que se apodera.am os ...em-
Art. 20. llecolhid enlistas, os Comiss.- br.d governo provi.orlo. Ini do poder.. (No-
rios enlregarflo com o livro ou cad^rno ,,..', ,* apodeiaram da poiet nS come o
do.regislro so Director do municipio,deca- ,|linaill (e|lo 0, jj, aMmbroa da ataemblea de
raudo quae foro as listis por elles orgini is in ,,lr.,,, conaervarem e dareu.-oo a um ou-
apodcra
pr cada hum do autos er nomeado i sadas, ecoinpnhdo-as das iiforma$0>w, o tro sem o conicntimenio da na;ao
hum Sup-Commlssirio fiesndo sempre observacOos necossarias Ns Fregr.eiis ram-se do poder para naoo deisarem cahir as
que form divid las em bairros, oslSub-Com- mi da anarchia, annunclaudo que immed.a-
mhvarios enlregarSo aos Commisstrios as tamenle o paitieria consultado, que urna as-
lista,, e livro,, par. que esles os entreguem ^SZ&%^2*&r "'
com os seu ao Director do municipio. J cou.iltulnte iol elelia e nao w ella procla-
Art, 21. Os Director? de Municipio for- im repblica no dia 4 de malo, ma ua
Suh-f.ommlssirio, Picando sempre
hum biii.ro a cargo do Commissirio.
Art. 7. Os etnprogados nos trbanos do
Censo em quilquer dos seus graos, serSo
nomeado d'cnlre pessoa que mais co-
nhecimenlos tenhSo dos moradores dos
re-pectivos lugares, e que sejflo inlelligen-
tes, honestas a activa quslquer que sej
marSo o mappas por-JYeguezias, conformo cousiiiulco foi discutida durante ir atete
o modelo u. :) o 4, eale o lia 15 du
i Novembro nai ies.de em que a a.iembla eslava dividida
j pronsrtoMHlculir'eYeB^ remetero aos Directores Provincia*, e c.n ir delibencOe uccelva o artigo que
prego publico que exereflo lacomp.nhtndo-osde tolos o, pape. que declara que a Franca ,e con.i.iul. em repu-
Al P8.SeZ:.r.ra, na, ..... res-'servirn rara. ,u. fo-m.caoO m.p.doL. b^r%^^^^
poctiv Freguezia todo os CldadSos natu- nicipio da Corle sera romet i loao Dirortor ue uveraui asiento na assembla conslituin-
rcou naturalisado, e tolas as pessoas de Oral. Nos Municipios que fo-em divid Jos
bhca .cja'uin governo "que ollerecc incno. c- blicano. Com rfleilo preienlementc no EU- de.apparccldo a conlilui{
guranca que os governo moi.arcliicns que a dosllnldos na provincia da Georgia reve-se a a jaiiui
coinmissao prope que se ponlia outra Vea cm coostllulciio e ella c rcv ao mei.no lempo
qucslo a repblica. que o poder eieculivo e o poder legislativo
Ser aoaso porque o governo da repblica nao trabalham. Ue porque com elleilo a revl.ao
lem for{a para reprimir a cdicei? da conslil..9ao em urna repblica nao deve
Conviria, Srs., ser mili esquecido do panado ser un. faci revolucionario, mas siui lmple-
para nao rccouhccer que os dias Je junho a mente nina modificaco s leis poltica c "un-
anarchia nao pode ser vencida semin por um damentacs do pai<.
governo republicano, por um goveruoanonyu.o Terminarel, Sr., friendo urna ultimo consl-
couio se diiia ci.lo. Baslar-me-hia recordar- leraelo : Vl tendes fallado das eventuallda-
vos as palavra de noo honrado presidente de de 1852, tendo feito urna hypolhcc que
Oupin, o qual dille nealacpocia que o governo espero nunca le realizar ; leude lupposlo
da repblica ca para o futuro o nico po- umalula enlre esta auembla que defende a
vel, o nico que loremele organizado, podia conslituico e urna condldatura Inconslitucio-
prcervar-no para o futuro da anarchia c da nal apolado pelo pall I tendel accrescentado
guerra civil, que o resultado da lula por maii perigosa que
Ser porque o governo da repblica he me- eila folie, nao poderla cr duvldoso, poi lor-
nos propiio que o goveruo monarchico para cosamente restarla onde esta o dlre.lo, onde
mantera ordem? est a legalidade. Knganai-vo obre o valor
Srs., aasicmblca constilulnlc e a assembla do dlreilo. A historia que deve ser nossa
Icgiilaliva lizeram lei que debaiio do gover- mcitra, enslna-nos que para urna UNOIDMt
do de julho provocaram as sedi;aes, c que de- poltica a vencer, nao Ihe basta ler por si a le-
baixo de noiso governo, acharara a populacao gallri.de; cumprc que lenha alcmdiMoao-
iranquilia, Prnhlblo-c a venda da gazela plniSo do paiz do qual emana ; para que urna
as estradas; debaixo do governo de julho arvorc possa resistir lempcitade nao basta
una lei sobre os pregoeiros pblicos provocou que soja vigorosa e forte, he preciso tamben*.
una sublevacao; entretanto esta assembla p- que o solo do qual lira a turf a e a vida nao ve-
de fazer impunemente a. Ici .obre a imprcsi, nha a e!golar-e.
a lei de 3i de malo, ella pode declarar cinco de-1 A 24 de feverelro, Sr. a camar do deputa.
partamenloi eui estado de sitio ; nao se pode dos llnha tambera por li o dlreilo. ... _
por lano diter que o governo da repblica he 'mo vos no fundo da talo : He verdade .
u.n governo que nao abe raanler a ordem. | Mr. Payir : ... \ cmara dos deputados
Filialmente ar.. ser porque o governo da no dia 14 de fevereiro linha tambera, por si a
repblica nao nos pode dar essa prosperidade legalidade, e lodavia desappareceu dianle de
que tivrinoi debaiao do governo monarchico? um punhado de sediciosos de Par; cnlre-
Aqui, Sr., peco-"vos a perraisso de entrar tanto havia nella coracSe nobre, grandes lu-
cra alguma particularidades, est delalsorle telligcncia, homen que tomados isolada-
adinltlldo que debaiio de repblica, a indui- mente, erara chelo de cortgem e de energa
tria, o comiiierclo, nao lera prosperado que nenhuui recla.nou, nenhura prolestou, lodo
iuipoil. a quera quer sustentar o contrario en- 'aceitaran! Cita bu.nllhacao. e a queda foi la o
tre pelo menos en. alguns desriivolvimeulo. |repentlnaque lo presidente daquall' cmara
Nao quer, Srs. tomar mlnhas inforraaedes c.n Ieou Ir anno para reconbecer, para per-
dociimenlos pessoaes, elles poderio ser con- ceber que (eria devido permanecer em leu
latados. loina-la-hei poi na acias que sao posto, como llolssy d'Anglas, ou rellrar-.e
publicadiacadaai.no pclominlile.io do cora-I cora cu collcga p.ra deliberar em oui.apar-
iuerclo. Sabis qual he a d.ltercnta anlre a te obre o meio de lomar a. rede, deilt go.
omina da Importado e da exporlawo? ( Cicla- ven:
raaco e.n muito bancoi.'
coodir8o servil; e bem assim lodos os es-
trangeiros naquellasem que se acbram, le-
nhRo ou alio iolenclo de ah pormanece-
rem.
Art. 9. 0 alislamcnto se far por fogos,
i rompOa, quer estejao prsenles, quer a-
nenles ; faiendo-te na columna das obaor-
va^Oe expiis declaracSo das s circuns-
tancia.
Art. 10. Devendo lo las s pessoa. o -
lr*r cas lalas de suas familias, tt aconte-
cer quo nSo as leuhSo os individuos das
cliisee abtiio declmda, serlo elles toma-
dot rol do modo segainle:
S O militaies querosidircm nosquar-
teis dos >eus Corpo, em guarni(Oes ou des-
tacamentos, aera contemplados as listss
das Freguezia! onde eitiverem es-es Cor-
pos, guimicOes ou deslaclmonlos ; na i su
compreliendendo nesta regs o Guarda
Ntcion.es, anda em servico.
% 2. Os emprrgados pblicos as Fre-
guciias em que.ex-rccreui as funcr,0es do
empregos.
S 3. Os estudiiite de Actdemits, Soini-
ntnos, Collegio, e em geral de quilquer
c.si de eductrao; os aptendizes.de officios
mectoicos, retidiudo em ctst de seus mes-
tres oidoentesBosHospitto., ouqutesque
ciaite caridade ; os presos de quslquer
v u !e *m *er*' todo o que vivem em
Eslabalecimeuios, ou em Communidadei
queino sj3u protestas, e de que fazem ptr-
le o lempor.ri.meiitej todos estes ser0o
lomtdos a rol n.tFraguaiiag dos Esiabele-
Kimentos a que elles sttejao ligados, sa-
rao comproheiidi !o nts lalas liesse* F.sta-
elecimenlos.
S*. U. mongas, e em geni lodosos que
i om Commuoidtdet piofessas, o sero
regiMiU em quo esta estivsrem.
verno que
te, elle que o diga., ba un que tlvee
ero circuios, os Sub Directores formarflo os recebido de sem eleltorcs nesta poca o inan-
rnapp de seus circulo, e os remllenlo ao dato de vir fundar ouiro governo que nao o da
Director respectivo, quo o encorponr no repblica.
de todo o Municipio. I *r- Bounitr di l'Eeluie : Sira /ha.
Art. 22. Os irectore Provinci.e, tendo' ^*Tffl2!^,tilTj. nio
effcilu.ndc-se por listas de familia, nasqu.es recebido os mappas dos Municipios, forma- tolmp,\oT "nllal0 n',
seiSo comprctiendidas todas as pessoas quo rilo o de loda Provincia, com allenco s. ir. Payer : A repblica pada tem que in-
observtfOes dos directores dos Municipios, vejar a neuhu.ngoverno debati da rclaco da
eo remellar Jo a' O di 15 de Do'arnbro ao origen.; nao ha na Kuropa ura goveruo que
lirector Caral, c>m as nec.'ss.nas inf irma- leniia Ulna origera l inagcaloaa, to uni-
efles, e copias dos mappas dos Municipios, ver'al>
Sera porque a repblica seja um governo que
aprsenla incoo esubelidade que a mohar-
cbia? Vejamos !
Senho.es, [o governo de julho honrou cons-
tantemente a rcvolucao donde sabio ; elle le-
vaolou sobre a ilastilba unta columna para re-
cordar sua rae.noria ; decorou com o Ululo de
gloriosos os dlai dcjulho^fundou uina deco-
racSo especial para aqucllea que linham cora-
bellido ; deu-mes rccompenias n.clon.es, e
decretou o Ululo de hroes .quelle. que mor-
rerara neslesdias. Nao smenle honrou al.n
tua revolucao, leno tambera leve o cuidado
de prohibir debaino de penas severa, que ae
disemine scu principio, porque como dlssc o
Sr. presidente da cominlsso nena epoca, todo
o governo' que delsa discutir seu principio,
cedo ou tarde perecer. Al.n disso todo o
funcclonarlo que linham alguma sympatfila
o governo decabldo, fora.n excluid/ de auas
funcedes, e todava o governo de julho cabio
con. um. preateu e um rapldes extraordi-
naria.
Pelo contrario, icnhore, a repblica tem
vialo la revolucao calumniada, nao se deraiu
recompenaaa nacionae quelle que le baile-
rain por ella; elle nao I'.rain tranaformadoa
era hroes ; o da de feverelro nao forain de-
corado com o titulo de glorilo.
Mr. Gouryard : Ninguna se balteu. llu-
nire diverso. ;
OSr. Pr'iiidiau : Nio Interrmnpa !
Mr. Payer : Nao te fe do dia de revo-
que devora licar depositado na Secretarias
do (avernos Prorincise com os papels,que
Ibes servirao ile bsse.
. Art. 93. O Diteclor Gersl .do Censo, tendo
presentes os mappt Provioclae, e o do Mu-
nicipio da COrle, e atton.ien lo observa-
(Oes dos Directores Provinciaes, e do do Mu-
nicipio dt C te, formara o mappr geral do
Impeiio, ro n .'.pee. lirc,So do que perlenc
a cada huma das Provincias, e depois de is-
signado o entregan o Minisero do Im-
perio, que o msndai imprimir em numero
sufllciente para se distribuir conveniente-
mente.
Art. 24 Todos os papis que servirlo
ptri a orgaiisac,.1o do mappa geni do I ope-
rio terSo depositados no Archivo Public i.
Ait. 85. 0 Director Gersl e Proinciaes em-
pregtruo no tribelho dt escipturifilo ne-
cesstrii pira a formtcAodo Cen-u,as pesso-
as que mais idneas les ptrccaiom, prco-
dendo approvtcao do tnnlslro do Imperio
nt (.Orle, e dos Presidentes ni provincias.
A't. 26. Os Cominisstnos o Sub-commis-
sirios, Directores eSub-Directores, e mais
pessoas empregadis na organismo do "on
ao, recbenlo em retiibuiclo do seu traba-
Ibo huma gratilic 1(90 prcuniari, que.'. r
arbitrad pelo Ministro do Imperio, ouvi-
do os Presidentes das Provincia pelo que rclro diai'de regozij ; mas aim dlaa de lato,
respel a aos mpregados desl.se tendo aan A repblica te... vito lodos os eu servldo-
contidenco naluiz do trbllio, du- re, lodo o icut pirildirioi excluido da
P
sobre o naiz. oceupai-vo de seus iuteresse,
OSr. Presidente :~ Se e lr.lae de rever ai ,de ua neccidade, luiar debaixo dcsta re-
tarifa embora; ..... irata-.c de rever a cons- aclo con. o poder cxecutivo. J^lmeaU
Huicao icndo conliancaem nossas insilluicoe, pon e
Afr. Payer:- Comprehcndo. Sr., que a a- o borne... poden. er .ceplico, uina natao o
sen.blca, aqual c.perava talvez ouvir a voz da pode cr; pode-ic dlzer della oque S.Paulo
paixo, pa.me de nao aeha la era meud.Kur.o diiicido justo la/tata"'' b -,,w
( Rumore diversos ); mas quaodo c pde era 0 Sr. prndente :->.. de Pallcui lera a pal.-
queiio a repblica, releva be.u que cu de- vra. Moviraento.) ._______-. .
raou.ire que debaixo de todo os respeilos a Afr. de Palloux :- ( Moviraento de attenca: )
repblica nao ten fallado a aoa esperancas. Scnhore, no momento cu. que-comecei a re-
tlsto que a assembla rae parece pouco di.- Ilectlr .obre as palavra. que hojevo. trago,
nosla a cscutor estes dc.covoM.nenlo li.ni- encoolrel era una pagina de no-sa biilona
lar-me-heldl.er.ura...ariamentequedoado- um penaa.nento que fe^nuonU me im-
cumento publicado pelo Sr. ministro do com- presnonou. ro. deba.xo de sua ""P'o ...relo resultar que o co.nputo das ImporU- continu I a preparar-mc pan ,ubir a e.la in-
coe fol e.n 1849 e 1850 multo .mal con dtra- buna .empre tcrrlvel, po.era boje iiiai que
vel que en. l84t e 184, que e dc.cermo. aspar-' nunca, e para ...ira mal. que para nlnguh .
licu.ridade, a p.rte da's materia. Importad. He tamben, deba xo do. PMa^* "*
destinadas ali.nentacao de nossas fabricas,'menlo que upplico-vo rae permlll!. col-
que I6r.de662 mllliSes ern 1811 fol de 721 ...i- loca. minba llnguagein. ,.
- Nao ex por ao acaso nada do que pooe ser
as partlcolarldade, ...ais e "ca convencido de gula. Ylv
ndnirla era gen. em ve.de ,erdepe-;jaepumpen,^^^^^^^^
mentoa diveraoi e prolongado!.)
Tomci-o para mlm, Senhorea, tenbo-o pro-
....... fuodaraenle meditado, ma. replto-o para to-
MT!!fV^?.^.T C b'aC0 idV"~r.';. pe... que nao be a experiencia.
' Bu.iuerl.demoD.trar..o."oeo..oiTrlm.n.|oe e.per.nca, era .eata ""''n""
tos da'.grlculiura no depeudem de nemhun.ape.ioal, qualquer que po..al. .uppor, que
iorte do^tabelecimentod. repblica, ...a. da me lev. a falfar Me. Mui longedl..o, e^ta
.bundancla do gro. de um parte e da oulra reunio .ole.nne no. he proporcionad, rrt
j. concurrencia qu. f.zera .. li.. e.tr.ngei- he imputa pela con.llial5ao. Ella nao fol
raaanoi... la*. Indgenas; quera demons-1 provocada por ncohura de asi, ocm ranino
irar-voaaue au.ato ao banco, eus offrlmeo- en deirjada.
oa soaa conaequencl.. d. revolucao ; que, Uinhaa palavra. repito, nao i.o, poli, dlc.
elle solfrera era 84 e em 1850 como lotlrera i tada por nenhura .entimeato peiioal, por
em 1810e em 1831 ; quera deinoniinr-vonenhura empenho ..,..h
queem i34 esta preocLaco pelo fulurolo-l Outra hora e dlzi. : Todo' o rnaglih .do
bnn .obre o co.nnurcm como obra hoje que nao e u.n hroe de pobb4.de nao he
quena recordar-vo. e.t. palavra que un. nem mesmo um hornera honrado ., hoj" ""
Jo cen.ores do baaco pronnarioa era .8*1 em u elrcu.natauc. '"'nfii'Jic' 1?.,L',1.
um. a...mble. geni do .ce.ool.U. : No P.ent.nte r^e nao for u,n neroe d^ debate
.uno que alaba de correr, a Incer.c.a do fu tu- rese, de abaegafao. vP,u';",m- V, a
,o rol a cauaa principal deata longa eaUgnacao um bo.nera hon,ado (Viva approv.ca
da tran..c5oe. ., para provar-vo que lodo o j banco da dlreiu.~Sen.atio.;
Nao poa.o, poia, .cellar a objeccao moral
e devolvo.a a noaios adversario ; mas ha uina
outra da raes.na ordem que rae lena imprei-
sionado mal profundamente anda. Com el-
l'eiio ae contra toda a raijo cede.ien.oa s
exigencias desla conslituico que colloca o
ludraglo univcrtal en. condices Cao aevea-
raentc car.clcri.das por .eu. amigo o mais
ii re nsaveis ; c teclesemos a. esta aorle de
desafio, ac revogasseraos a le de 31 de malo,
o que learan (julio, Senhores t Nada. Te-
riamos desarmado a socled.de, n.o lerlamoa
adqueridn p.ra a ordem, no teriamo tirado
occaie da guerra civil ura s argumento
netn ura s partidario.
O ufl>aglo universal no tem ildo j.nais
defendido senao por vos; elle nao lem ligado
Jmala a nlnguem aeno a nos. Oeste lado
f eaquerd ) elle nao le.n jmala ligado a nln-
guem al boje, aera ligarla de hoje em dlantc.
c,erlmenle se n sulfragio universal devesie
preservar para sempre esta sociedade ego-
tad. dos eigola.nenio novoi da guerra civil,
nao ba lacrllicio que pela rainl.a parte me
creuc cora o dlreilo de refuiar ; ma. repara!,
Srs., o sullraglo universal tem sido rni todas
(.as i ircuiHsiaiu-i..s atacado pelo lado que dellc
se prevalece boje para ligar-nos ; elle era ata-
cado ante da reunan da conslituinte ; foi ata-
cado neatc recinto no di. 15 de malo ; rol .1.-
c.do a 23 de junho, fol atacado a 13 de |unho!
( Movimenlo ) Finalmente nao julgam bailan-
te tere.n-no atacado em faci, atacam-no hoje
doulriaal.nente, atacam-no fundamentalmen-
te. Mr.de Cirardin, que defcnde actualmente
a theae que por infelcldade miaba nao he a
que austentei contra elle, vio ra.liograr-se aua
eleitao era Parla, porque reftiiou por a rep-
blica cima do .uifraglo universal, e o hon-
rado general Cavalgoac profesiar creio, nesta
iribuua, como prsfessou na co.nmi.aao...
O Sr. general Cavaignac. Peco a palavra.
Mr. de Falloux.,.Que o iuu"ragio universal he
interior idcia liiudamenial e primitiva da re-
pblica.
Quando poli o luRVagio univerial nao liga
eno de ura l.do, quando poii elle nao liga
nem em r.cto, nem era douirlna quelle. que
o reclaman, do modo o mala imperioso, digo
que sumos livres nao ni constitucional, c co-
mo nlnguem o contesta, aeno lambem mo-
ral mente, o que para mira he lio neceaario
como ermo Hvre conlituelon.ltnente, .o-
mo llvre, podcmoi poli rever.
Era que medid, devemn. rever ? Ser a re-
viao parcial ? aera a rrvlao total ? (Conver-
n i 'es A lle n cao a lie (>' )
Se a revisan parcial basiane para a. neces-
idade e exigenciado paiz, eu con.enterla ni I-
la pcomptameote ; ma ao meu ver, a revlio
parcial nao pode produzir icnio ama coma,
urna Humo, e a n.ai. fatal da. Illuaoa. Nao
poaso pnis consentir aeno na revlago total.
Todava por mai. formalmente que eu me
pronuncie contr. a revisti parcial, ha em fa-
vor della don argumento que me Imprento-
naram Instante.
Com a revlio p.rcl.l g.nhr-e-ba lempo,
e ae ref.r a autorldade. Ah g.uh.r lempo
para um p>< que orTre, para um paiz que era
cerlai condlce, e.l piofund.meole dom-
inado, para um paiz que nao pede eoo o re-
pouto, sun ganhar lempo he u.n grande argu-
mento e regelta-lo urna grande lemerid.de.
um grande pretexto para a exprob.ce ;
m. ganhar lempo ser sempre gaahar alguma
cousa?
Peco que a repolla leja dada por algueu.
que lenha a autorldade que nio lenho, pelo
honrada prciidenle da coinmlao, por r. de
Krogllc. ,
El.-aqu a furca que acharla cm mlnh. fren-
te e tivese heilt.do, el-qul Torca que achei
em um rel.torlo que Mr. de .roglie apreaen-
lara cmara do pare. j:^s .,.
. Eiper.r heprudenie com a cond.ccao de
eiperar .Igum. coma ; mai eiperar lomeute.
por espera* por pura negligencia ou por pura
Irreolueio, por lilla de ter bailante bota aeu
lo p.r. decldlr-e e baitane coragem para
por-e a trabalhar ; operar aialin he a pelo.-
de lodo oa partidos e o mais cerlo de todo, o
perlgoi ( Movimenlo)
Eii-aqul, Sr., nao o que deu lugar mi-
nha reolu(o, ma o que a lem lomado irre-
fuUvcl.
O ouiro .rguuiento he este; refaf-te-b* a au.
MUTILADO


toridade. Slm he lamben umi coa mu na
bree mu grande relaiar a autoridade; late
lie certaiuenta uina cousa mu Decessirta, ulo
aerei eu netl et amigos, aisim o cipero,
que nos oprjtreniol jaman a ella ; mu como
ae refa a aulafidadt r Tenlio examinado mul-
las vejecon"aliaocio elle problema, e nio
Unbo adiado que possa reolver-ie nao por
. dous iiiomis que nao sao seno um mesmo
penaa ment.
Eis-aqul oque digo : nio le d llberdade
tudo o que le d repblica, nao le d aulo-
rldade ludo o que ie d ao governo. Sau cou-
sis mu diitlaclai. Ab I nio ae d a llberdade
tudo o que se d repblica nos o vemos ,
nos o trinos vino ueste paiz as dual prova-
edea pelas quaea temoi panado.
Nao Insistirei...trnlio bem presente ao espi-
rito o conielbo, o sabio cor.iellio do Sr. preil-
denle ; mas seja-me permltlldo dlier que nao
se fas repblica com circulares que Dio se
fas repblica com commlssarlos ; mas slm com
cositinies republicanos, com Instituirles repu-
blioanaa con umailtuacao geograpliica repu-
blicana ; que mo so faz repblica senao com
virtudes republicanas. Ou faz-se repblica
dcite modo, ou nao ac a fat, ou faz-se lmente
una, Imitars dctcstavel e inlseravel della.
Voitidirnla. Multo bem! multo bem !
A/r. Hurtar. Ah I multo bem ( Exclama-
coea e risadas Jirel ta. )
repblica, com uina franquesa respeitosi.-pc-
co permliio para applica-lo do menno modo
aa Roverao.
Ah! aio ae fas autorldade eom gorerno,
com adtnlnistracio s. Nao ie Taz autoridade
com compreiiao, ou prosperidade material s-
mente. NSo se fas autoridade e ordem senao
comas coadlcies verdadeiras da ordem e da
autorldade, com os costumes, com as insll-
tuicoes, com os principios, com os bomens,
com as virtudes da autoridade. Nio se laz au-
toridade senao deite modo pelo contrario po-
de fazer-sc governo com babilldade,' com uti-
lldade ; pode-se adquerlr grandes ttulos ao
reconheclmento de um paiz mas tudo ino he
precario e passageiro ; tudo isso nao pode du-
rar senao tanto quanto durara alguinal neces-
aldadrs, algutuai clrcuimtanclai Imperiosas.
Nao he ordem, no be autorldade.
Ku o provarcl com o que se paisa entre nos
mennos,
Ua alguus departamentos cin Franca onde
faz-se o que cbamam ordem, autoridade, mais
do que ero neuhuina nutra parte ; sao os de-
partamentos que estao ein estado de sitio. In-
zeudo Isto estou bem louge de querer lser o
menor ataque moral ao estado de sitio. ( 1,1-
geiros rumores ,1 esquerda ). Eu cominetleria
uin acto de covardia se nao dissesse o que vou
dlier. Pertencoa maioria que votou o estado
de sitio, que votou la renovacao, ou pelo me-
nonua manutenco ein algumas circuuistin-
ciai recentei. eu o quero anda ; se se tralas-
se de refaze-lo, eu o (aria anda ; crcio ter obra-
do bem fazendo-o; creio que o governo c a
maioria nao tein motivos para arrepeuder-se,
nem para envergonhar-sc de o ter decretado ;
mas em m importa examinaras cousas como
elUa sao.
Quando fazemos goveruo com o estado de si-
tio, credes por ventura que fazemos ordem,
autoridade? Nao; fazemos um acto de impe-
riosa necessidade. Com e licito nos departa-
mentos que estao em estado de sitio, a ordem
e a autoridade restahclecem-se atas mais que
nos outros? Nao ; o estado de sitio existe l pa-
ra impedir grandes abalos locaes. grandes drs-
ordens materiaes c nhylca; mas a ordem mo-
ral nao se refat ah; mis o sabemos muibcui;
seriamos mui cegos e raui culpados ic nos I-
ludlssemosa este respeito. Agora multiplica.-
a iiiesma ideia em grande, applicae-a a toda a
Franca, que ebrgareis ao mesmo resultado,
chrgarcis a urna comprcsso que pude ser ne-
ceasarla, saudavel; mas com ella nada tercis
fundado.... nada tereis fundado. (Vloviinciito.
A prosperidade natural tcm voltado a estes
departamentos, mas a ordem moral nao tor-
nou .11 mi i a entrar nelles ; urna das cousas que
maior impresso me fazein, he que ein certas
localidades sao os proprlos operarios que mais
gaiiham, que sao mais dedicados s doutrinas
que nao tememos caracterisar de anarchicas
Assiin nao he l a compresso que tras a or-
dem ; nao he tambera s a miseria que fas
laccioso, nao ; lie a doulrliij, he o espectculo
politico que se tem disntc dos olhos; he o
sino que se nurc de todos os factos c de todas
ascousas que se passam no vrtice do pas e
que se lem sein cessar dlinlc dos ollms.
OSr. general fabiier; E os mus escul-
pios .'
Mr. de Patlou.r : Sim, sao os mos exem-
plos. Se lbssein smente os hoiueuj, cuja vida
material e.cuja condico sao mui maeravels,
que se conseguiste desvaitar, exasperando sua
miseria, e.i onceberi "este argumento -. .. A
.cainr^fefsao trard a seguiauca ; a seguranca
trara a abundancia, e a abundancia far a or-
dem voltar aos espritus.
Se ac podesse alentar estas esperanzas eu nao
resistirla i mas sao os operarios que ganliam 8,
JO francos por dia, que sao, permila-se-mc a
expressao, mais communislas e socialistas que
aquelles que naa ganliam seno vinle sidos.
Porque? porque clies oecupam-se das oon-
* dlcea polticas do gorerno, da constituido
poltica do paiz; poique diiein a si mesmos:
Vivemos boje cm estado de sitio; mas em
Mnima vivemos em repblica, viyeiuos em
una orgauisaco poltica onde tal e tal doutri-
na que domina pode assegurar-nos tal ou tal
esperanca; nao desacorcoemos, cuniiuuemos,
cerremos oossas lilas, esteudamos nosso prose-
1.111,1110, multipliquemos nossa propaganda.s
Bem longe de desanima-los, vos Ibes daris
una arma que nao largaro jamis. Assim ga-
libar lempo be nada, be tratar o mal com pa-
liativos, com expedientes, lie lancar-lbe por ci-
ma um v.mi que impede de sonda-lo cm toda
sua profundesa, c que vos faria callir no laco
110 momento em rjue tivesseis os olbos lecha-
dos, (Approvaco a direita, oloviuienlopio-
longado.J
JU-verpouco, fazer uina reviso parcial lie
uada Tazer. he ,'c- pcior que nada, iie pmdu-
llr uiua illuso funesta "mas rever muilo, re-
ver tudo, he ir mui longe, he um outro incon-
veniente, he ir a inouarebia : ah! sim conve-
lido nisso.
E opais, accrescentain, nao est maduro pa-
ra a monarchia.
Ah! o pais nao-Cilu maduro para a inonar-
< na be possivel; nao sel; mas he extraor-
diuario ; ha apenas dous anuos, cu ouvia os
republicanos mais competentes declararcm-nos
neita tribuna que a Franca nao eslava madura
para a repblica. Ser acaso possivel que nos-
so paiz nao esleja maduro uein para a repbli-
ca nem para a monarchia ? Far-lhe-ho a in-
juria de crer e de dizer que elle nao pode sup-
portar senao um rgimen bastardo, seoao ins-
titulcdes qne se desinentcm a si mesinas, c que
nio repousam sobre nenhuin principio flxo,
lundainenaal, histrico e altamente recoubeci-
do? llavera quein se attreva a dizer isso da
Franca nesla tribuna.' Nao o crcio. (Movi-
inento.J
A Franca sabe om que consisto seu mal,
ella ab onde csl seu s IV 1.neum ; conlie-
ce sai historia, seu p$a lo, logo sabo por-
que raijo nSo esl madura, sabe so quer a
repblica ou se qur a monsrcliia ; cll
aba certamen!- o que quer, o que lhe con-
ven ; a quaodo so filia della como d urna
crhmca, como de um pupillo cuja vontad
se previne ou se evita fazer, irroga-se-llie
una injuria que, por minha parte repillo do
mais profundo do miaba consciencia e de
meu patriotismo.
Vozu direita : Muilo bem !
Mr. de Falloux : O que se quer dizer
Sr. pois em fim esta psltvra tsm tal curso
que importa que repouseem algumacousa,
o que se i|it r dizer quando se diz que a
Fraoca uo esta madura para a monarchia,
he alo: Quer-se diier que os horneas po-
ii ticos nflo eStSo maduros para a concor Jia.
Isto he verdade, he desgrafadameule muito
verdadairo ; mis so esperamos que esta
maturldade venlia pan proceder ao reme-
dio, teremos que esperar demasiado tempo.
Ha nlsso om circulo vicioso do qual so
paiz tem 0 direito 6 a autoridado de nos fa-
zer sal jr.
Asim poiseslss objecfes u3o me emba-
espectro vermelho isle raode slDIrcao ; nao be mala urna faccaoT
lire fie dll-seo futuro inlairodopaii.
10 imperio. O
comelTeito, tasto 1 dixar-vos o qM'sob..
elle penio. Elle isle, tila anda ; tile anda Ele-tqui o prosrestVriot lacios, eis-aqul
stm embargo do estido dt sitio, elle amia o progresso uta ideas, tla-tqui a inclinacao
a i tur de urna almiuialracBo habli|n li-ni aolire a qual se nos vom dizer: oslamos
intencionada ; sim, asaltas ve zea informo- bem aqu, plaatemos urna barraca e len-
me do sua marcha ; masquanlo quero ter mos fundamentos para urna obra solida
noticias delle, nao he para este lado ( o lido para urna obra transitoria,
esquerdo 1 que olho, he para este (o lado Ora, esses fictos tb espantosos para mlm,
direito ) Nossas |divisOes, augmentao as esles Tactos que no esquadrinhel, e que
probibililades em seu favor, olle n.lu tem nSo vos aprsenlo aqu SiiiBo mu snnima-
OUtros. n.imeiile, escorierando,e com urna profun
l'i:n riuw. ramt direita : lio verdade da dr, estes fictos de que modo os espli-
beverdide! caremos? Ao meu ver, por urna theoria
Mr. de lalhum : Nossos velhos resen- mui Implti: he que successivamente cadi
tifcentos, 11-sis reenminacoes, nossoa uma das verdadoirat Torcas do pan, cdi
olios possoaes, ludo garante seu fututo..... uma das verdadeiras potencias da ordem
( He isso.') Nos he que o faiemos: he para uesle P,lz>t8m que'idu, successiva e isola-
sie laJo C o lado direito ) que ae deve olhar | mente encarregar-se de dirigir o paiz por
quando1 sequizer ver o que aqu se passa, e,sl '"' .....
quando debaixo da pressao, debauo do Em 1830, os realistas (jolgo suas faltas,
mandato do paiz chegarmos aqu para con-! Peoque me creais, com tanta imparciali-
siderarmo-iios lodos rociprocimente e para f1*" coaoqualquer nesle recinto;, os roa-
verse queremos obedecer oua nossos pen-|lis,a l">J>ni chegado a esta tituteao de
smenlos possoaes ou a nosso patriotismo,! auBror governar o paiz por si sos; elles suc-
nesse da o patriotismo lera vencido jquan-1cum "n*
ft
do nossas Bfiott nossos corajes ae tivo-
n-iii confundido, nosse dia voltando-uos
para o especiro vermelho, nao o veremos
mais, elle lera desapparecido.
Vozes bem !
Movimento conlido esquerda Algu-
mas vozes deste lado Caluda OllUOtl
silencio.'
Mr. de falloux : 5rs., nSo concedo
ouiis lingoagem da irresolucao. Ella tetn-
se apoderado de uma palavra mui celebre
oertencente a um dos mais filustres mem-
bros da maioria ; ella tem-se apoderado
della o a tem levado, creio, muito mus lon-
go do que era inlencao do seu autor .
Diz-se A repblica he o teneno que nos
divide meuos, por conseguinte liquemos
nelle.
O bonrado .Mr. Thiers sabe a "que ponto
professo para com elle o reconlieci ment
pessoal. N niiuiii homotn politico nao me
accolha no principio de minha carreira
com uma benevolencia nitis inlulgonte do
que elle, e nonhum dos que ello tem anima-
do en sua vida tum sido, nem permantcer
nuucamais rrconhecido do que eu. Cou-
bilcndo este pensamento lenho pois neces-
sidade para minha sttisf combaler muilo mais aquelles que lera fal-
lo delta urna amia para a defensao da per-
petuidado m K lumia da repblica do que ao
proprio Mr. Thiers.
O.a para mitn este pensamento a rep-
blica he o regimeo que menos nos divide,
tal qual lom sido cotnineiitado e acceito
des conquistas, ai .qo habito histrico, dem 7.Riaerdo,
a lingos vulgar chaHain asconqalital1 te 8'J, a 30 annos ttm Itcrs
revohjfio francesa que isMBonia mala longe, peito
porm sobre cuja orluein ba Intil deseell r oes- v ,, 8 r.
te mainentoT'a revolucloitmcafa he adqueri- memo. in
da, laallauavcl, immorUl. Ketorial-vos ao Seramenttt,
' bom senso, ao mais vulgar bom tenso laqucl- dem 8. ^ A
ou 1 les que vos falli, qvalqoar que leja ordem Uncflo, 70Min
a que perlencam, saberels que oinguein nio dem 9. -- Domine
apresentara reqnUltortM contra a parte tan, do, bMfrW, WHtfOl
contra a parle moral e liberal, contra a parle dos os sacramentos, maligna. flB
Invenclvel da revolueio fra.ca.a. (Muito bcml |Jem ,,. .. j0s0 j, Costa pajV forro ,
"c'r.d.T"e hoJ.ml85l. Dio ha nlngueu. CTetrnd,7%^TnTMu\ln.r&r,JDl'
,ue nao estela lo adianlado quanto o eitava-o IJe.m fl" 1'*.a"ll do8 ^"Sfi/J,.
principe de Kaunltt em Vlenna em 1790. da, viuva, com Unjan, 55 anuo, aaaalcslia
Dada eila eaplioacio, permlttl-me que, para de peilo, pobre,
lomar toda a tnlnba llberdade de ame, voi dem Id Vicencia, parda, com 4 annos,
diga que debaizo do ponto de vista material e bezigas, pobre.
poltico, a revolueio nio tem crssado de fazer |jem |j. Gregorio AI ves da Fonseca ,
IW^JWS* edef"' Europa ganhar. crou|0, golteifo, com lodtt os tacramen-
hm poucas palavras, oque ha de meaos apal-
xonadono mundo, a estallitlca, voi pora era ,',.,..!. ...j. ,-.... *nm la
um instante dlaute doa olbos o que elo uue I lem 1. Maris, parda^escraTS, com 10
he imporlanteque consideris. das, eipssmo.
Eis-aqul o resumo das populscda das cinco Uem 14. Mara, parda, cscrava, com I
grandes potencias da Europa em 1789 a era anuos, denles
dem IS. Romana, criula, com 3 ma-
zos, denles.
1 lem 17. alaria, crioula, cscrava, com
lodos os aacramentoa, 90 apuos, ubliaica.
Idoin 18. -- Thereza de Jess Mara, bran-
ca, viuva, 70 anuos, com tolos os sacramen-
milbOes; em los, quoimadura.
dem 18. Narcizo, prelo, escravo, sem
Em 1789 a llusna tiiiha 33 milboea; em 18I8, aacramenloa. 28 autos, queimadura.
,Ct,u UAh?- ("vlmooio.) Ideml9.-Joanni, crioula, ejcrava.com
pon,orenxdtre',,n,o,,e'dlee .e7'89C.n1'814d8e"v5,..e0,qdU0eUa \?t rS "<>*. f "!...
franca ganhou olla mllhOes de habitantes; ao ,, r" '
passoque a Urussia do mesmo periodo subi Wa 20. Paulo, preto estravo com
dc33mlheia70railhr)M. -> n UocBo, 34. annos, pbtisica.. ,
sto vos explica a 'sltuacas dk Europa em 11 Idom 2i. Joaquina Miraisie da Jess,
M^trn
1848.
Em 1789, a Franca tlnha 27 milhOei de ha-
bitantes ; em 1818, tem 35 milboei.
Em 1789, a Prusiia Haba 8 mllhoes; em 1848,
lem 16 mitades.
Em 1789, a Inglaterra tiuha 11 mllhdei; em
1318, tcm 29 uiilliOes.
Em 1789. a Austria liaba 28
1848, lera 39 mllhoes.
Em 1818, os republicanos disseram por
sua vez o que os libanes tinham dito em
1830, e elles disseram nos nos fazomos
fortes com o socialismo ecom o commuuis-
111 1; nao temis nada ; nos republicanos
que nfio somos nem os anligos hotnens mo-
narchistasde 1815, nem o> amigos liberaos
de 1830, nos encarregalhos de governar o
paiz ; sede tranquillos, o socialismo e o
commuoismo, nSo he nada.
Quanto dur.iu isso? Vos o sabis : dous
mezas, tres mezas : os republicanos desap-
paroceram. 0 socialismo, ocommunismo,
nio os subjttituiram immediatameulo, he freoiedecada uma de nossas revoluedes; esta parda, viuva, 60 anuos, molestia Interior.
ROVINCIAS.
11 MlMi
i.n m-, IIENDA8 GEKAKs
INTERNA*.
Rendimento do dia 15. ... 205 aui
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimento db dia 16......943,^3
EDITAL.
verdaJe, o regm m actual veio Inopinada-
mente. Eu o caractorisirej por uma pala-
vra, pois fio uma palma curia, pois he a
palavra que dispensa de muitis periphrasos;
mas espero que ninguem crer que empre-
go esta palavra na iccepcio em quoos par-
tidos e as faccOes soem servir-se della : veio
o que se chama a ora bonipartisti, o gover-
no de um principe, o governo que poJia
apoiar-se sobre o grande nome de Napoleio,
o hoja poJer-sa-hia ver levantar-se no hori-
sonte o mesmo penssmonto que tudo per-
deu lia quarenta annos he esto pousamento
que chamsrei nesle momento o bonapartis-
mo, o qual dira lambem nao temis uada,
respondo pelo paiz sem os socialistas, sem
os republicanos, sem os liberaes, sem os
monarenistas.
Ah leudes visto tu loo quu estas expe-
riencias tcm foilo a Franca perder, ellas
tem-na feito descer cada vez mais para o
abysmo. Ora, esta tomoridade, esta loucu-
ra sena a ultima de todas; o boosparlismo
asjim entendido, assim comprehendido,
dem 22. Fructuoso, preto, escravo, com
UncBo, 50 anuos, molestia interior.
dem 24. Antonio, com 3 mezes, con-
vulaoes.
dem 24.--eolinJa, crioula,escrav, com
pelo publico, he falso. A repblica nao lie
o rgimen que meuos nos divide, be o ^|^^ritTdt^\Sto"'oTru,iia'do"pa7z'
gimonquenospermitte permanecer divid rApprovacao em diversos bancos da maio-
Jos o que lio uiui Jilloientef sol risos de a| n
orovacao em um grande numero de ban- ( M t anJado Je quarenla
m.rU h "FT" q"e rLPm ,in. "tannos "* eis-'J em que vi. temos
manecer dmddos, uns em Trente dos ou-l,na,doh, ^ J f
tros lealmente, nonrosamenle, commoda-, ^ chegtdos ao estado em
mente; comn.odameiite boje, amanbia que ,[0) ,c|lamos 8
ttlre mo. ; Ligcira agitacBo. ) Na aaml,eis pois se nao peco o re-
,?r.M.? Lt". ,VnaU.l"br.e.mh.^n?ele?n meJio P"a ">' qe comprel.cnlo assim,
gozado ha tres annos; he bstanle, njo neln ,'Ml J a f d
abusemos dola. ;Nova approvaco a to Higo, ntmi Afe'm. uaquelle outro ; o
,.,' .... remedio, peco-o a uma revis.lo 13o comple-
Estc rgimen que nos divide menos lio ta e Uo radical qu.nlo he possivel, reco-o
tuuclle que arruina a franca, he tque la.. umi ,UDUtul*ao Jo prjlicipi0 da tndnar-
que anniquilla todas as su.s Torcas, be chia ao principi da repblica (Sensacao-
aquelle que conde.nna o grande part o da Agitacao em inultos bancos.)
Sm.?mn SSSSS' T V0BMb!M'Jeh ue Vozes divena, : -Muito bem I He claro I
urna impotencia radical e i.iveiicivel, he o ,i/r. de fallen*; Eis-aqui o que quero
SS5S!.1!S "odjmna noMop.11 nio so t p,r os Tactos. (Juanto aos bomens, nflo
situafo he uraaprofuudaanciedadeeuma du-
pla deliberacao entre dous ioteresses cooira-
rios. Debaixo do ponto de vista mouarcbico,
a Europa est profundamente abalada, profun-
damente assuilada; nao ha revolueio que nao
lenha seu relio cm todas as capitaes e na mes-
illa proporcao que acabo de fazer ver; de >8i4 6 annos, caimbra de sangue
a 1848, 01 factos fallara. A Europa cita pon dem 25. -- l.ourenco Paes do Espirito
proluudameute abalada debaixo do ponto de Santo, pardo, solteiro, com todos OS sacra-
vista raonarchico mas debaixo do ponto de metilos, 80 annos, molestia interior.
!n,U.d,P. r",eie aa,CI)ocurre1n,:inacion". Idom 24. Manuel de Oiveira llamos,
elO,.rXTbr..rrt?d.b...u,. branco, casado, com Uncao, 90 anuos, os-
cm heslUcao, e de lluctuaco era fluctuaco, ba lui'or-
quareola annos a esta parte, he que ha sem- 'dom 2o. Manocl i.aelano da fjllva, Dran-
pre o lentlinento inonarehlco, que di/.: sO ai- co, viuvo, comilos os sacramentos, 90
flicta, c o sentlincoto nacional, que diz: se la- annos, molestia inicuo .
lisfeita: tu sollres una criie, mas tu saldrs dem 27. Manoel, prelo, escravo, sem
della, cahi ddxari muito menos que a Fran- sacramento, 35annos, idropezia.
S^fiSSEJ?"'' era '0 c?!n '- dem 27. Vicenct. Ferreira do Sacra-
SJPm "?" nc""' for ment, viuva, com OCflo, 98 annos, moles-
cessarm ( iMovimento. )
El. oqui o duplo scutiracnto da Europa, ella
lem sido levada longe por esta poltica.....ella
he hoje chegada a seus ultimo, limite..
Ein 18i4, em 1830 e em 1848, a Paussla e a
Austria tiuhao polticas, tinhao conductas per-
feitamentedlsiinctas e Independentes; hojea viuva, com todo OS sacramentos, 70 an-
Hussia, qu. o honrado Mr. Thiers chamava nn, nbUaina
lao eloqueotemente, haalgun. dia., ura Hercu- Vi.!, i?
les no berco, hoje a Russia as domina; a Rus-
lia inlerior.
dem 28. Antonio de Souza Teixeira,
branco, viuvo, com todos os sacramentos,
75 annos, molestia interior.
dem 39. Mara Neta Uenevidos, branta,
O lllui. 8r. olcial-inalor servlndo de m
pector da tbe.ouraria da fazeuda provincial
em cumprlmento da resolucao do tribunal ad-
ministrativo, manda fazer publico, que no di
.18 |o correte val uovaiucau: a praca pUa ser
arrematado perante o mesmo tribunal a quru,
mais dar seis morada, de caaaa qu, cabera,
a fazenda provlorlal am pagamente to Milu de
herauca no inventario de JoaquimLuis de el
lo Car oca, e que na conformidad* dala fantn
adjuaicada. a inesml fazeoda, sendo 4 na p0-
voacao dos Alegado, ai. S4, ib, 28 3o, av,|U.
das cm Ktf.OOO rs., e duas na ra dos Poco. n.
15 e 17, avallada, em 280,00i> r.. f
Os concorrentes comparecam Do da cima
indicado pelo mel dia na sala do mesmo Iri-
DUD.I.
E para constar se nsandou alhxar o DKaente
e publicar pelo Diario. '
Secretaria da theaouraria da fazeoda provla-
ci.H dePeraambuco, 10de seteoibro de 1801.
0 secretarlo,
___________^Antonio Perrein d'AnnuMiacte.
Declurajoes,
IJeiii 30. Joaquim, preto, oscravo, com
l'm,'ao, 30 anuos, molestia de peilo.
Ao todo 39.
radie JoaoJos da Coila Rlbeiro ,
Coadjutor po -parodio.
lia as protege, a Russia as defende. De sorlc
que quando forraos chegados entre nos a este
termo que be o ultimo que nos espere, aquel-
le que uos segu irainedlatararnte, o ultimo
grau da aoarchia e da demagogia, a Europa qur
era ao mesmo tempo lodos os seus Ibronos
abalados, ic refugira nos bracos da Russia.
is enlaoessa lula sanguinosa e suprema en-
tre a ultima aoarchia e de ultima compresso; *---------------------------_____
tereis entao a luta entre duas barbarias, a bar- Sr. Redactores. Deparando, ao ler o seu
nana da demaggica c a barbaria das povoacoes jornal de hontein, com una correspondencia
que ao sao amda civllsada- assignada pela Sra. Joanna Januarla de Souta
r.niao tambera exclamareis: A Insurrelfio llitencourl, em que, depois de uma compri-
mo mais santo doideveret, c farcis correr es- da historia, afirma ter sido por inlm ejpelida
tt ^rito de uraaextreinldadc da Europa outra do ihcatro de Santa Isabel
Correspondencia.
mmobi idade, Mnflo ao leititrgo, a e.lt sor- V08 au(nirels Umb rein8. "
le de estadu e.n o qual uma pessoa conser- dio nom aos meus amigos realistas ss.nem Sjfe no
a amda bstanle percepcao ara ver que se aus tneus amigos liberaes sos, nem aos re- tamas 1
1 II > .-! VI -I ,-iLi'. 11 .i- ,-.,... a I1.111 .1 1 .1, .- ._
-r------- ..*..,.,# .......... ...ni, cumpre-ine algu-
' 1 u emi.i.uie, o que nao ser dlllicil; mas logo na cousa dizer, scutiudo nao poder fazer
ii.is mitro grito cm resposta: A losurrcnciio publico pela Imprensa toda esta escanda-
ne o mais santo dos deveres, mas a allianca be losa cbronlca cm que se acha envolvida a
^ o mais legitimo dos interesses! Guerra por Sra. Joanna, por nella se achar comprouiet-
n f"""l 2anBy5 por sangue Mofle por mor- tida pessoa dequem sou amigo.
.Vi" desmentirei a Sra. Joanna, porque j-
o fim do secuto tereis cnsangueiitado
uias c tanta
llienivaa cova e sr ffia a tunrtalha' mas --"-<" nuoiaos au, uiui.> io- ....... mu. c iintii balalhas que neuhumde m.ls cnstumo desmentir p.srolf.. j-cipcll-vcl.,
*..?: .?!C-C<"eM"0rrUI"_' maS Publcanos, nem aos bonapartistas; nao vos nao pode prever qual o.cu xito, nem .cu salinnoquc na sa CBrrupondciicia.Kra
desiecho linal. (HovImeotM diversos ) Joanna d uma fitova do descouceito em que
fcis-aqui o quevos conjuro desaber, o que ainda se achara auas ideas. Nao se despedio
vos conjuro de diaera vos mestnos. e lie dei- do tbeatro a Sra. Joanna, c aim fui eu que a
sarque se diga allaineute nesla tribuna, o "Ptli\ o principal ponto da quesillo ; in-
velmenle. que vos conjuro de pezar esobro Indo de dKare,no oqueoccorreu a lal respeito.
Temos sido perdidos uns pelos outros; prevenir, aosinlo inquietado pola honra '...*' pri,!!!;ro,f """le ",Ch T^' u,n b"
uns eoulrostels contribuido par. pefde;--'arde ^
o paiz, ouao menos para compromette-lo f\ so" lonoso esstan Jarte, mas sin'o-a, e va encarregada no drama Gatrina, que devia
enormemente, para conduz-lo a esta silua- j lou0!> devenios senti-la pela responsabilida- ser levado a cena do dia 7. O atlestado pro-
co na qual se delibera sobre sua vida, e s ae ta formiJaveis e entretanto tflu cer- vava ter a Sra. Joanna acabado de soflrer uma
sobre sua morle lodos us o temos condu- '*8 eventualidades. Conjuro-vos om nome molestia .1311 Ja o rjue nao era por mira des-
de nosso patiiotismo. jcoohecido, o bllbeie aunuockva-ine nao po-
Senliores, tenho-vos i cilaJo anedoetas IderaSra. Joanna cbnliaur no thealro, porque
i.... .___i., ,__ w""*i a ana Imhiuii t *
Ora este estado nao pode durar para ura
povo se lornar-se mortal lu u lelbargo, e
para o lelliargo, bem se sabe, cumpre o des-
ptrtamenlo ou a morte (Movimento) Assim
pois importa franca e corajosnneule por
maos obra ; importa Tazo-lo sondando o
mal ein toda sua profundidad^, e procuran-
do applicar n.lo um palliatiyo, roas um re-
medio a csle mal.
Para sondar este mal, para procurar este
remello, perguntemos bem a nos mesmos
zido a este extremo. Nio fagamos aspar-
tos, nflo os procuremos, tenhamos oda um
em frente de nos mesmos, cm Trente de nos- luitera repelli-las, mas emlim lia uina que
,,. ii^n...l----...- -______..____.- j____________ '. llUSSn Un 1 I ir .1.. ii.w. mam _.-... fi____;.
sas coosciencias, o senlnnenlo de nosso er-' ,u.usao apartar da meo pensamento. Porm'it- prte d'daina
so estamos sentados solidariamente em der- ro, de nosso eng.no, por mais generoso que l'-mo uue vus d'ga uma palavra do general perllnada da Sra.
redor de unta mesa plana, podendo fazer elle lenlia sido; nao comprehendamosse- "uc"e, a qual vos commovera (Alteucaol
em paz e seguranca nossa obra, ou so esta- nflo este sentimento, nflo obedecamos senao i """""o ';
mos antes sobre um plano inclinado, cada a este senlimento: s elle pode salvar-nos. O general lloclio.cha-se frente de sen
Vt\1 11. 1 ...... .^,..1.... .11.. ................ ...... ... l_ I ...'. 11 ._ r ---------- >
lom os individuos.
Ora nJo estamos hoje sentados sobre uma Nao abusare!, senbores, por mais tempo da
rocha solida para nella eslabelecer os fuu- j'ndulgeucia da assemblca (.Nao! n.io Falle :
pnrova^a
reila luterrupcao prolongada.)
1 medico : Amigo, d-me um remedio con-
tra a fadiga, mas que nao seja o rapouso. >
Ora, esle capitao que senta quo liuha
O estado de nosso paiz assim encarregado, necessidade de refrescar, de vivilicar suas
ideas.
Tomemos por oxemplo como ficto a guar-
nieflo de Parll em 1815. em 1830, em 1818-
islo corresponJc s preciucOes da ordon
material que pr -ocupa rouila gente o a
mim primeiro que todos.
Em 1814, em 1815, os mais furmidaveis
acontecimentos lem lugar, cnTetanto nm-
.'ii-tii salic se Mavia uma gu irnioflO de Pa-
rs. Em 1830, enormes lonlccimentos tm
lugar, liavia em Pars uma guarnirlo de 8 a
10,000 bomens. Em 1848, onormes aconle-
ciincutos tem lugar anda, havia uina guar-
nicao de 40, a 50,000 homons, e hoje apoz
Ion ; annos de repblica nflo se diz a guar-
nido de Paria, diz-se o nzercilo de Pars
o qual consta de0 a 80,000 bomens !
Eis-aqui pelos Tactos os graos descidos so-
bre o plano inclinado. Vejamos agora pe-
las idees.
Eml8!4eem 1815 ninguem ouve Tallar
Je uma theoria social, de uma theoria re-
pnblicana, de urna ttieoria poltica qual-
quer ; cada qual n3o preoecupa-se senao do
saher onde sera collucado o governo. Em
1830 no m dequinzi annos, os republica-
nos mostram-sc, os republicanos estao e n
estado de ser contad* e apartidse em
1848, os republicanos vencem ; ossocialit-
tas mostrflo-se por tras dos republicanos.
Em 1830. os clubs abrem-se ; mas se uma
patrulha da guarda uacioual possa, elles
Techo-se. Em 1848 os clubs cobrem a Frau-
i,a e no momento presente nflo esto senao
temporariamente interditos.
Em 1830, ossaln-simonianos abrem uma
escola, uma cadeira, uma Iribuna ; Paris
abi concorre, vi i se ahi, peco pcrdflo
aquelles a quem estas lembrancas podessem
ofrendar, val-se ah por curiusidsde, por
enlretenimenlo e passado algiun tempo o
que resta dos sain-simonianos r Alguna ho-
inens de talento e que toman parle as Tu-
llas conservadoras, na administrar;,1o. no
exercito, alguns dos quaes achflo-se tjada
hoje, mis ja aem este nome, nesla alMm-
blea.
Eis-aqui todo o movimento intelectual o
( i Torcas escaparem-se-llie, esle capitflo, se-
por factos, por 1 mas o estado" de mi'ahas forcas oppoe-se a iss | "'}?'?iJ 1! A._r*nt? !" Hoa Fr-">CS que
damonlos dos lempos anligos ou dos lem-
pos novos ; estamos s
do, ose quizerdes si
corregado, se qnizer
que Leinos foilo sobre
tomemos datas ; fennos em poucas pala- j (eu icria querido, tdo-hia
vas uma revista por pocha, por factos, por 1 "'as o estadu de minhas forca. ,
absolutamentej: he considerar nosso pait alean I nos -!z WBHtmt a vosque sois seus medi-
das Irouteiras, e examinar o estado da Europa. coi eseus amigos: Uai-me um remedio
Uma palavra smentc e i presta. contra a marcha, mas este remedio 11.I0 seja
Oque toca a l'rauca em seu interesse, era sua-o despotismo; dai-nie 11111 remedio, mas
I.-5f/l? "ao l,c' puf '5i'" d',cr' "ada.inaosejaapiostraccao de todas as minbas
pzrjss. itss^st^:^ l^ssr"de mluhi ,"ue-
do como os bomens de intelligenciac valor- .. 1
ella lem vivido multo mais para o exterior oue'* "inca quaudo emprega esta lingoa-
paraointcrlur; ella tcm vivido multo mais por B8u1i euliores, diz a verdade ; ellacslu bis
sua ac(o que por seu egosmo. 1 lauta doeuta para ter a necessidade de tu
Ora ae eu ti vene podido (renuncio a n !"'.v* e"* ne bastante forte para recobrar
' toda iua energa ; ella oo-lo pede; he a vos
e n|sta hora suprema, pertence, bcra o
.^'cnca" sibefs, salvara Hoche e a Franca : ehe pira
:jue se tem/lelto entre nos, verleis q\ se a I isso que digo-vos: Apressurai-vos e uni-
ffrer aluda mais mise, do vos. (Viva approvacflo em muilos bancos
da direita. .
bem contra minha vontade) mostrar-ros a que 'ol
poulo o trabalho que se faz i RurSpa contra | Ia
nos he paraHtlo a este trabalho de decajlcncl"''
racaram ; eu nflo quiz escular nem o niedo radical de 1830. Em 1848 nao sao mais s-
aem a irretoluco ; um e_oulro empreg3of mente os des-nTados ou as distraccesda
una lingoigoaa am que fiflo creio ; o medo capital que levam seus habitantes aos clubs
queze-se do espectro vermelho! Elle re- socialistas, communistas, palavras todas
clama as docuns e os esplendores do bii-, que no repito uesti iribuna senao com
citerior do que loll're do inlerior, deve uo
peider lempo em acaulelar-se. Vds ides ver
como coraprchendo este perlgoe que nosso or-
gullio nacional nao pcide seiilir-ae ferido em
uada. (Movimento esquerda.)
Permitti-mc mesmo que vi i ao encontr
de uina objeceo que nao he ccrtaincnic ma-
nifestada por ninguem, pois nao pos.o agrade-
cer bastante aquelles, cuja, opinioes combato,
a tolerancia que se tem dignado couceder-mc -
periuitii-iue, digo, que v ao encontr de uma
objeceo que, repito, nao he feilapor ninguem,
mai que sei existe no pensamento de alguus
de ineui bonradui collegas.
Dliem : Quer-se seiupre aecusar a revolucao;
lie uma requisitoria contra a revolucao inieira*
vo agora dlzer-nos o que a revolucao nos lem
feito perder e tem feito a Europa gaobar.
Slm, he o que vou dizer ; mas primeiro que
ludo, permltli-me que vos declare que quando
digo, debaixo dcste ponto de vista, a revolu-
Jo n^o quero* fallar do que se enteodc in-
ultamente, mas sim do que se entende habl-
1 Jim-nte por esla palavra consagrada; as
conquistas de 89. l'crmiiti-uic qiie ros diga
que nenbuma pessoa sensata, de b0 annos pa-
ra c nao preteode nada contestar do que a re-
volucao pode produzlr no aentido das grandes
garantas, das grandes conquistas para a ver-
dadelra llberdade.
lenle o comee o, desde 90, desde 91 a imii-
llicr de um emigrado entrara em Vienua em
casado principe do Kaunlts, o qual governava
entao a Austria, elbcdizia; 'Principe, pode-
rels dlzer-ine se voltareJ breve para a Franca r
Durar a revolucao fraoceza aiajda muilo lem-
po? O principe de Kaunitz responden lhe com
utn profundo suspiro (a elle isio era mui per-
iiiiiudo): Ah.' lenhora, a revolueio frauceza
durar mullo tempo, lalvez seuipre.
N,, senhore, temos apagado o Infries. A
rcvolucSo fraoceza dorar aeiupre ; a revolu-
cao frauceza couiprehendida em tuas gran-
O orador ao Jescer da tribuna, recebe nu
morosas e vivas lilicilafes. Depois da aeu
discurso reina naassembla uma caria agi-
1,11,111, pelo que, a sessao lica suspensa du-
rante um quario de hora.
.Continuarse ha.)
PERNAMBUCQ
Mappa dos bitos da freguezia de S. Antonio
do Recife, no mez de unho de 1851.
Junho 1. -- tienta, branc, com 6 annos,
molestia inlerior.
dem 2. -Joaquina Mirgirida de Miran-
da L'ssa, pardr, casada, com Uricflo, com 23
anuos, parto.
dem 2. Jos, brinco, com 3 mezes, den-
tes, pobre.
com nc.lo, 25 annos, ataque cerebral.
dem 3 Francisco, preto, escravo, sem
sacramentos, 45 innos, gistre hepatite.
dem 3. Alina, branes, com anuos,
frialdede.
dem 4. Luiza, preta, forra, sem sacra-
mentos.
dem 6. Manoel, branco, com 1 anno,
coovulsOes.
dem fi. Luiz, crioulo, escravo, com 16
annos, so ai s.cramentos, nacideta.
dem 7. llypolito, branco, com 10 me-
zes, denles.
dem 7. Fnnclsca Maria da Conceicflo,
parda, casada, com 18 annos, com lodos os
sic.menlos, molestia interior.
sua fraqueza, debllidade, c creio que "at
perlurbaco de ideas, nao lhe permitliam; e a
parte do drama coruHrmava a pertinacia da Sra.
Joanna em pretender sabir do theatro, ao que
eu j me havia orspostu por varias veies.
Depois deste Inconsiderado passo dado pela
Sra. Jo mu i, a quem sem pie Iratei cjm dis-
lincciio, pela Sr Joanna, que, cumpre cou-
fessar, nunoa cnconlrou em mlin seno um
colega dedicado, prouipto aempre a sallsfazer
1,1seus menores caprichos, entend qne devia
nao mais supplicar Sra. Joanna, delxando-a
praticar o que lhe dlctasse o seu acalorado
ein i. Nem uina l palavra dirig Sra.
oanna ; c como ousa esta Senhora afirmar
que fol por mitn expelida do theatro de Sania
Isabel ? Como dizer que se nao despedio ella,
depois de seu bilhete, em o qual me commu-
ini ava nao poder continuar no thralro por .ua
fraqueza, debllidade, e ele..... Nao he lito
querer illudir o publico desconceiluando-me
para com elle ? Nao be Isto pretender a Sra.
Joanna Invulver cm suas queitdes particula-
res a causa do theatro ? que o digain aqucjles
que estlrerein ao faci do proccdluienlo da
Sra Joanna.
Lembrada estar esla Senhora (islo lie, se
o seus occullos padecimentos lhe nao liier.nu
perder de todo a memoria ), .que quando pre-
tend contratar a Sra. Mara Leopoldina, e
que Iheafirmci que os interesses do thealro,
e por consequcncla os Interesses de todos os
arlislas, exigiam a adraisso d'aquella atiii,
oque me respondeu a Sra. Joanna? que se
tal se eflectuasse, nao contasse mais com ella,
qne infalliveliiifnte se Irla embora ; ao que
eu, btisoaodo acalma-la. meoppuz com todas
ai minhas forcas, assegurando-lhe que ainda
mesmo quando no quitesie a Sra. Joanna
representar com a Sra. Maria Leopoldina, nao
comenleria eu cm a iua despedida, que lhe
conservarla o sen ordenado apesar de se nao
prestar ao servico do tbeatro. Nao fol isto
assim, Sra. Joanna? E porvenlura este pro-
ccdiinenlo de minha parle nao prova exube-
raniemenle, Sra. Joanna, que eu nao a quera
ver lora do theatro de Sania Isabel ? que eu
pretenda a todo custo concerva-la ?
Basta : muito mais poderla eu diier para
provar a sera-rasao da Sra. Joanna Januarla,
pon-iii creio que minha conducta para com
todoa os meus collegas e ai listas de difierentes
gneros por mim contra lodos me pde acober-
lo de toda c qualquer oplnio desfaroraTcl
que prctcndam anacar contra mim, contra
mim em quem ic nao enconlra um s acto
que prejudique os interesses, ou oS/enda o
melindre e dignidade de artista qualquer que
elle seja. Appello para seus tcstemuabos.
A sabida da Sra. Joanna do theatro de San-
la Isabel, nao fol por mim occaslonada; esla
Senhora o sabe multo bem, e desculpo-a
coinomulhcr cXragll, mas o que nio descul-
po he pretender encobrlr seus desvarios, in-
crcpando-uie de haver
O vapor b'asileiro 5. Sebta.
Uto commandante o primeiru
lenle Antonio Xavier de Nu-
fonha Torrezflo, deve chasar
a osle porlo, viudo dos do norte al 18 do
correte mez de setembro; e seguir par
Macci, Bthii e Rio do Jinoiro. no dili se-
gointe.
-- Como quer que o Eira. Sr. presidente
da provincia, baja dado as suas ordens pan
que as despesas u'agua, de lu la, e da limpa-
za dis escolas publicas da provincii saja le-
la pela tbesourarii provincial, de ordem do
lllm. Sr. director Ceral da Inslruccflo pu-
blica fago saber aos pais, ou tutores dos na-
nios de ambos os sexos dessis escolia, qui
eslflo desooerados dessa especie da imposto
abusivamente exigido de seus discpulos
pela maior parte doj professores. Directo-
na geral 12 de setembro de 1851. O ama-
nense archivista, Candido fustaquio Cesar
de Mello.
- Ilayendo sua Exc. oSr. Presidente di
provincia, credo em virtude da le umi ci-
deira de inslruccflo elementar do segando
grao no bairro des. Antonio do Recife, de
ordem do lllm. Sr. director geral da ins-
iruccao publica fago saber, que esla posta i
concurso a dita cadeira com o prazo de sin-
co mezes contados da dita deste. Directo-
ra geral 12 de setembro de 1851. 0 ama-
nuense archivista, Candido Eustaquio Cesar
de Mello.
REAL COMPANHIA DE PAQUETES INGLEZES
A VAPOR.
Espera-se o vapor Tan dos
portos do sul no dia 20 do cr-
tente mez, e seguir para Eu-
ropa no da seguiule, para pas-
sagem dirijam-se agencia na ra do Tra-
picho Novo o. 43.
Perante o conselho da administraeflo
naval tem docontr.ctar por arremalaclo, o
pelo tempo que conyenciooar-se o forneci-
mento dos seguintes gneros pin Torneci-
menlo dos navios anardoa e bpspital do
mantilla ; azeite doce d-i l.isfio.i, arroz bran-
co do Maranhao, assucar branco de primei-
ra e segunda sorte, bolacha, bacalhlo, ciT
em grflo, caruo secca, carno verde, pflo
touciuho de Santos ou de l.isboi, vinagre
de Lisboa, velas de carnauba e de espern-
cete ameiicano ; convida-se portaoto a
quem cnii vier dito fornecimento a compa-
recer na sal da ses-es do mesmo conse-
luo as 12 horas do dii 17 do crrante com
suas propostas, declarando os ultnos pro-
cos, e quem os fiadores.
Sala das sessOes do conselho da adminis-
traeflo naval, 13 .do setembro de 1851.Se-
cretario do Conselho,
C/tristoro Santiago de Oiveira.
l_dem2.-Agostinho, prelo de.Angola, B^3STE X*YqtsZ?l!tLg&
15 de setembro de 1851.
Csrmano ^roncsco d'liveira
COMMERCIO.
MUTH Ann
ALFANDEGA.
Rendimento do dia 15. ... 9:429,989
Dtscarregatn hoje 16 Ue setembro.
Barca ingUza ~ fory Qutm cfscol mer-
Cldunas.
Barca frabceza fdeth dem.
Bngue prtugiiez ConcticOe le Maria -
dem e soblas.
Sumaca brasileira Flor do Knyelim- dem
Theatro de S. habel.
'). RECITA DA ASSICNATUTA.
Quarla-feira 17 de setembro.
Expectaculo viriado dramtico, caito e
danta.
Urna escolhlda ouverlura, pela orcbeslra, scr-
vlri de preludio a representacao do novo dra-
ma era 3 actos Intitulado
U NKGOGIAINTE HNHAD.
PsrioMjn.
Einerj, negociante.o Sr. Germaao.
I.ni/a l'.mery, sur uiuIhrr.-A Sra D. Mauocla.
Oldant, cala. OSr. Rcis.
Uredo Menird, ciixelro.-- O Sr. Silvestre.
Prospero Dubreuil, idem.-O ir. Uizerra.
Pedro, jai Jiueiro, O Sr. Moutetro.
I .iijins. --OSr. Coimbra.
Durand. creado de Baaery. OSr. A Ivs.
I'cobrador ale letras. OSr. Das.
P dito dito, --> sr. Ilo.eudo.
Creados, cobradores ele.
No Sin do drama a Sra. Linda e o Sr. Vaico
canlarao um bello Duello srguindo-se pcli
Sra. i.anuda Luccl. a'cxcellente cavatina da
opera Lucia de Larnermoor --depois da qual
a Sra- Lauda executar uma nova cavatina.T
O Sra. Finarte Trabattoni IgualinMe Xe-
cutarao agrande sceua miinica e daifa-
A yllitli!. m
Terminar o espectculo com a mallo gra-
ciosa e aplandida Farca:
0 RECRUTAMEiNTO N'ALUE'A.
Comecar ai 8 horas. y
O bilhetei acbam-se a venta Dt lagar do
coituiuc.
Thealro de Apollo.
QUINTA-rElllA 18 DESETEdBRODE 1851.
Nona recita da asignatura.
D.'pois de uma bella uuvuitura, subir
u s novo a scena com todo o aparato o mui-
lo a.iplaudido drama de Mr. Vctor Hugo
Lucrecia Bergia.
Finalisar o espetaculo eomos doosjoco-
zos doctos O Camli\l e o Msstre de Msica,
cuitado em caricato pelo Sr. Guimaraes.
O director empresario qua tanto dtaeja ti-
lisTazerao illustrailo publico pernimbuca-
no,espera toda a proloccflo e igualmente faz
sciente que se esto ensiiaodo doit aparada-
sos e mui dilliceis dramas ptra snbirem i
sccni com brevidide, O Sineiro de S. Pernio,
c o m.ranilhoso D- Joto de Morana, oom tu-
do quanto txigt o seu eximio autlior Mr. a-
lexindrt Damas.
H ni i i .1
Avisos martimos.
O brigue Maria Feliz, sai para o Porto
ao dia 2t do correle, por se .otar promplo
da carga, e s recebe passigairoe para o
qut ttm Uons,cotmodai : ot pfotMdto-
lea trilom com o cipilo, ou com o con-
signatario Antonio Joiquim da 8*bxi Ri-
baito.
- Para o Acarac taha ala Hada pre-
sente semana o hiato S. Jos por lar matada
da carga i bordo.pira o rttttt pattittirta,
trata-te na ra Ja Cadeia do Kacit a. 2t
com alanoal Jos de SI Araujo.


. .1
!!
Para a Parthyba.
En poucos da* pretenda sshir o hlale
braailelro Eipmdmru, por j ter parte da car-
ga prompta, pan o reato Ira ti-se oom A. da
C Ferrairt Estrella : ai ra da Gadeia do
Recife n. 23, ou cora o mal tro Victorino Jos
Perein, no Trapicho do AlgodSo.
Para o Aracily uha il o lim di pre-
senta semana o biate Santa Crui por ter
mais de meia carga i bordo, e pira o resto
e passigelroi, trata-se na ro di Cruz no
llccifo n. 9a cotn Minoel Jos deSa Araujo.
Para o Hio de Janeiro.
O brlgu* brasilelro Golfinko, transferios
aibida para o dia 18 do crrante: ainda po-
de recebar pequea quau tidadn de carga, e
passageiros. para tratar, no eacriplorio do
consignatario Uanoel Aires Guerra Jnior,
na roa da Cruz n: 40.
-- Para o Ass seguir com brevidide o
brigue Oeilino recebo carga por frotes mullo
baratos queui quiser carregar dirija-so a
ra da Moola n. 7.
Leiloes.
JoSo Tarares ICordairo faz leilo de
cento rite rolos de romo, por conta e r-
en de quem pertencar, para eixo de uma
conta quarta-feiri, 17 do correte pelas 10
horas da manhSa, na port do irmazem
grande, defronte da escadinha.
Scbfnelllin 4t Tobler farSoleilSo, por
iiitervon?3o do corrotor Uliveira, de grande
sortimento de fazeodas as mais propiias do
mercido: terca-reir, 16 do crrente, as 10
horas di mantilla em ponto, no scu arnia-
lem ni ra da Cruz.
Avisos diversos.
Senhore redactores : Ainda no appareceu
neata cldade, um caso to eaeaodalozo, como
do Sr. Joaquim, que tero botica na ra do Ara-
gio, na Hoa VUta, por ter illudido ao poro e
ao fiscal, que o Sr. Pogge, he administrador
deua botica, esocio, quandoo dito Sr., eilite
na cldade do Rio Formozo, ettabelecido com
botica, e prora tanto ser homem de m fque
jVr '*s primeiro admlniirador que teve,
uo quli adroialatrar-lhe a botica, por que a-
cho destilando agoa de cordura, com uiagi-
ric.io e magerona, dizendo que ludo quanto
bera erria aromticas que linda botado dentro
do alambique, como i un1 pin, por ter lerado
aofogo, um pouco de rlnagre, com lW.es d'ou.
ro asshu que ferreu, tlrou fora, sein deliar as
eies correr para urna perfeita aaluraco. pai-
soua filtrar, diiendo que-era estrato de Sa-
turno.
Itepreliendendo ao adinlnistrador dizeadb
que aquillo que nao estara capa para vender-
se, passou a dlzer que assim mcsmo havla em-
porrar ao poro, que nao botara Tora ; e nem
tornara a lerar ao fago, para faacr como o ad-
ministrador Hie mandara, do que passara Ir
logo a caaa do liscal, dlier-lhe que d'eade ja
deizara de ser administrador d'aquella botica,
do que resultara o dito fiscal, ir logo media-
tamente ficbar-lhe abotica, cm coinprimenlo
dale! porque ni realidade era exacto nu seu
cmprego : por cujo rootiro nao se dere concen
tir o dito Sr. huma so hora com botica abena
sem administrador. O inimiao dos velhaeot,
amante da verdade.
-- Precisa-so do seis ceios mil reis a Ju-
ros de ume meio por cento sobre hypoteca
em predio livre e desembarazados ou pl-
nhores do ouro c prata quem quiser auoun-
cie para aer procundo.
Domingo 14 do crrante das noveas dz
horas di noute perdeu-se urna cadelinhi
branca felpuda com duas marcas rermelhas
as costas, assim como um pouco as ore-
Ihas, u foucinho bsrbeado; ella responde ao
nonio de Blsnclielte. Di-se boas alvicaras
para i pessoa que i trouxer ni ra non o.
36 casi do cutilciro-
Offoreco-se ara, mullier de idade medn
pira determinar qualquer casa do ho-
mem solleiro a quil enteudo de coziohar,
doces,mass>scoser:quein do seu prest mo se
quizer authorisar dirija-se a ra di guia ca-
za lerria n. 37.
Roga-se io Sr. Jos de Souza Moreira.
morador em Sergipe, que tinha abandonado
de se dirigir ao atterro da lina-Vista n. 14,
alim de pagar a sua letra do 86,300 voncida
em 37 de Fevereiro de 1844.
.Ni ra di praia n, 3-2. ron Je-se cera de
carnauba gruta do Rio Grande.
OSr. Jlo Forreira Tavares, (enha ilion-
dide de se dirigir ao atterro di Boi-Vis-
la n. 14 alim de concluir o negociu iue nao
ignota, fie indo evito que se o nSo fizer nes-
tfs tres das ter de rer publicado o negocio
a que he chamado.
Quem tirer para alugar urna preta es-
crav, que lliba tratar de uma manga e l'i-
zer o servido interno de uma casa de pouca
familia, sendo de boa conducta : dirija-se
ao porteiro daAllandega desta cilaJe, na
inestna repartido das 8 as 4 hars da tarde'
r Que he isto? Que he isto, _*>
NSo he nada rapaziadi, be sorrete.
O proprietirio da confeitoria da ra es-
trella do Roiario n. 4t, faz vor ao respr-i-
lavel publico, que do dia 81 do crrante
mez em diante hatera sorrele ni mesmi
confeitorii, t-ndo duassalas, uma pira-no-
menseoutris para senhoras, ambas com
entradas in Jo, endent, u uiesmo prometi
ao publico promptldao no serrino e asseio
da casi, benfeitoria nos sorvetes, variedade
defruclas, o preco de cada cix he de
210 rs.
O bichare! Pedro Giudiano de Ralis
e Silva, mudou a sua residencia e eacriplo-
rio de advogacis, panam da Larangeira
n. 5, onda o poderSo procurar das 6 horas
da minbSa as 8 e meia, edas4 da tarde por
dianle.
Ventora Antonio de 01 i eir rellra-se
Pira fon do imperio a tratar de sus siuJe.
.- J. Chardon retira para fora da provin-
- Oflerece-se para caxeird de armszem
de issbcir, ou pan caxeiro de rui.um ra-
paz portuguez : quem do son prestio se
quizer otllisar, dirija-so a na da Sanzalla
Velhi m 4.
, Diz-se io mariola muilo capas da Im-
prima de hontoui, 15, qno ella confundi
completamente o innuncio desli folha, pu-
blicado a 11 do correle, em que chama it-
leucilo deja autoridades policiaca Jo bilrro
iia i!ou4%ts, etc etc., etc., pois dito in-
nuncio o pouco que diz respailo io mora-
dor, pa so derido io deleixamento do mes-
mo. Maja otal mariola respondeute, vom ISo
ousado, o por um mo lo atacante ? ah s
morala voss lera parto na crianza!... Sis.
da pelicia, nao deixem em olvido o nosso
primeiro annuncio, que se faz muito til
ao liem publico; que nos retiramo-nos.por
sennas commodislas, que a cousa nfloest
para grecas! ja o mariola quer siber do nos-
so nome.'!...
O abaixo aasignado, fiscal supplente em
eiercicio da fregueiia de Santo Antonio,
declara, que coiislando-llic que ilguom lau-
cando rolo do seu nomo, e lalvez do crdi-
to que possat imperar o cargo que exerce,
tem feito exigencias a pessoas eslibelecidn
na supradila freguezia ; declara pelo pre-
sento annuncio que nunca teve,e nem lera
a menor parle coi 13o estraulio procedime li-
to,o quo assim o declara para conhecimeuto
e prevenefio do publico.
Hanoil Joaquim ,1a Sil mi libe ir o.
-- Jofio Antonio Alves de Brito embarca
para o Rio da Janeiro os seus escravos cre-
oulos de uomes Romo. Paulo, Jos, e Nor-
berlo.
OSr. Antonio Maaimimo da Costa te-
nba a hondada cntender-se com Jo Morei-
ra Lopes o mais breve que Ihe sej possivel
Gratilicacao de 20,000 rs.
Quem pegar o muleque Manuel, escravo
de Sebaatiao Marques uu Nascimento, leudo
sido captivo de Gabriel Alfonso Regueira, a
quem io i comprado, e sendo o dito escravo
ullicial de fuoileiro de nafSo Angola, de
idade 28 innos, pouco miis ou menos,u lem
os signies seguidles : cor fula, dous denles
de menos na lente, fallo de cabillos do la-
do esquerdo, olbos pequeos, belfos gros-
sos, soui barba, grosso do curpoebaixo;
levuu vestido jaquata de riscado azul, caifa
briuca, camisa de Madapolao, lovou orna
trouxa doioupa com caifas e uma aqueta,
lendo lugar a fuga no dia 8 do correnle
mez, ejulgi-se ter sidoseduzdo : porlanlo
desde ja se protesta contra quem o livor em
seu poder : quem o pegar leve-o ra da
Aurora, loja do funiloiro e. 62.
Uesaja-sc saber quem lie nesta cidade
o con esponjeo le do Sr. Joaquim m I veno
da I mua io para se Ihe fazer uma participa-
do de inleresse para o mesmo senhor.
Da -se dinheiro a premio sobre hypo-
tbecas do casas terreas, sobrados ou sinos:
3
Aluga-se o primeiro e segundo inda /
do sobrado da ruado Apollo n. 16, ton Jo o
segundo andirsolio e triptira, tambera se
alug os dous grandes armizens juntos ou
cda um por ai, o segundo armazem tem
solo, e a sui serrentii he pela nova rui que
ji est aterrada, os pretendoutes dirijam-'ae
a ra Direita n. 24.
Na antigs fabrica de chapeos deso, se
encontrara um novo o moderno sortimento
de chapeos tanto para meninos como para
homeos, e juntameole iQlancamos a boa
qualidide ogosto por seren os primeiros
viudo a este mercado; emquanto o prec,o
he o mais commouo possivel.
No Fasseio 'ublico n. 5.
Na mesma fabrica concertim-se e cbre-
se qnilquer armacSo servida tanto de panno
como de seda, e ludo isso com o maior
asseio e promptido; desrjamos que os no-
brea habitamos concorram para este esta-
belecim,ento.
-- Precisa-so de um feitor, para um sitio
que enlenda de olirii: a tratar na ra da
Assumpfilo n. 36.
. Ka fu da Senzalla Nov, casa n. 42,
segundo andar, cose-so e borda-so a brao-
co, matiz e ouro, mifiuga e tapetarla ,
couforme os gostos ou dezeohos dos pre-
tendentea, a presos mui resolvis : os pre-
tendemos glli se pdem dirigir a qualquer
hora.
Precisa-sa de um homem que tenha co-
nhecimenlos de plantafOes, pua tratar e
administrar um sitio ; issim como traba-
Ihir o quanto e-nver e fOr possivel ao seu
alean l trata-se na ra da Senzalla Nova como sejam : graminatica latina, lingu
n. 42, segundo andar, sobre condifOes ri-^franceza e msica vocal e instrumental, of-
soaveis. fereei-m o mesmo feliz desenvolvimenlo,
Acha-se justa o c.intratad, a compra senJo patente o progresso que h3o feito os
da casa larria da ra das Anuas Verdes n. alumnos no pequeo espafo do,lempo que
3. quem a mesma se julgar com direito un- ..conta de vida o collegio ; o'oulr cousa se-
nuncie da prosonle data, a 8 dias limos, niio devera esperar, alienta a escrupulosa
os quaes o3o se atienden, a qualquer recia- escolha que presidiu i designado dos res -
mifSo. [peclivos professores. que loJos, alm de
Arrenda-se umi casino cschiug, a, peritos as materias de seu ensino, sao ga-
melhor que existe na quelle lugar por licirIranes de muralidade por saus lionscoatu-
ao p da ponte, e com os commodos segua-j mes. 0 numero destas materias ou disci-
tes: seis quartos, duas grandes salas, co- pliuassora augmentado o proporfio das ue-
zinha u co'redor lavaJo, com banho no fun-cessidades do estabelccimenlo^ (.resiJin Jo
do do quintal, esliibana para seis cavallos, seni;rea nomeac,3o dos professores a mais
sendo a entrada da mesma pela frente, e escrupulosa escolni, devendo outro um ser
ou. portan, lendo no quintal commodos previamente approvada |.ela authurida le
para pretos, independenle da casa : os pre- Cmpctcnte. Pulo que respecta e lucafilu
temientes derijSo Se a cambOado Carino moral e religiosa,he em verdade a pallo que
n. 33. mais tem meieeido os disvellos do director
IllJa se precisa de um estrangeiro ou oneste ponto elle se ufana de que nadadei-
mcional : na padaria da ra larga do Ro- xara a desejar aos paesde familia queso di-
vanlagens a quem a comprar, o que se pede
provar ios pretendentes : trita-te na rui do
Gres, o n. 12.
Collego,Espirito-Santo.
Director, Francisco de Salles de
Albaquerque.
O Collegio Esplrito-Siulo, sito na ru do
ODdego, do bairro da Boa-Vista, adiase
MI cfffctividade e IrabalhanJo com rigula-
ndade tal, que n3o pode deixarde merecer
a aprovacao daquellas que sibem dar o ver-
uadeiro apreco estabelecimentos desta or-
uem. o director lem feito particular estu-
do a respeito do melliorameulo do collegio,
e ha consoguiJo recouliecida vantsgem do
methodo qne tem empregsdo, pelo quil os
alumnos," som a menor infracto da mais
resnela disciplina, alcanfSo rpido' pro-
gresso as mil oas que se Ihes ensinam.
As primeiras letlras, de cujo ensino so en-
carregra o director, offeiecem o mais con-
venirme desenvolvimenlo; porque o metho-
do Seguido obriga os meninos applicar ao
estudo todos os momentos quo estilo na au-
la o mu nao.....le concorrerem para o a-
diantamenlo unsdos outros. AsoperatOes
anthemeticas, a leitura ; a escripia ,
doutrina cbristSa a grammelica por-
tugueza em fim todas as materias que
constituem a instruccSo primaria, sfio
ensilladas com tal metboJo que a leura in-
telligenria dos meninos as nao repelle e ao
contrario recebe-as fcilmente, e de modo
que nem i imelligencia prrjuJica a memo-
ria, nem esta aquella. Asoulras materias,
DmdoJoaquim Xavier da fuaia, a qual he
pan pagamento da execucio de Antonio da
SUva Cuseiili): quem quizer linear com-
prela no lugar e horas do costumo perante
a primeira vara do civel esarivSo Santos.
Aos dei tes.
J. A. S. Jane, dentista, tem bonra de a-
visar ao respeitivol publico, que se scha
residindo ni ra nova, primeiro andar, n.
19 onde estar sempre prompto qualquer
chama lo das 9 horas da manhu at as 4da
tarde ; o annunclante encheiti de um a lo-
dosos denles, que para isso lem um com-
pleto sortimento de denles artiflciaea de
porcelana, sendo esla composicSo incorri-
givel mui delicados o do ultimo gosto, e to-
dos os -mais iccessorios tendentes sui
prollssao : o innunciante assevera a todas
as pessoas que se quizerem utilisir do seu
presumo, que n&o exige paga alguma nao
ficando os denles bem postos ; que nio se
possam difereocar dos proprios denles na-
luracs, e podendo-se mastigar coro os mos-
mos toda e qualquer comida, sem sentir
a menor dr. sem ter rece.o do os quebrar. PP'aJ" dfl *>'* ouru'do ",,,,r' -
Tambora cluimb. os denles natur.es fura- r*"J" "e.ns!lm.ento !'000- ouln n
^ Mirmeladi peiloral ^_
Na ra estreiti do Rozarlo n. 43 confeitl-
rii ha marmelada, ranea, e vennelho de
superior qualidide pira ser veodidada por
prefo commodo por isso qualquer pea-
sos, que queira saboriar o paito coro urna
quartinha d'agua fresca ( cipibaribe ) de
ve pricipalmenle doitar, para parte do
avesso urna boi talhada da apreciada mar-
in 11 la poia h i ii resultado liado tirar.
Vendem-se seis lindos moloques de 8 a
18 innos sendo um ptimo sapateiroe ou-
Iroque trabalhi de padreiro, oito pretos de
251 30 anuos proprios pan todo o servico,
ires rar ios de 16 a 25 annos, tres pardas
de 16 a 25 annos, com habilidades, seis pre-
tas de 14 a 25 anuos, slgumis com habili-
dades, e outras oroprias para todo o aerriep
na ruido Collegio n. 3.
Ven-Vm-se duas casas terreas, sendo
una, em fon de portas, com rima meia a-
gua, foreira ao morgido de Sinto Amare,
com soUo, quintal e terreno pira puxar ao
llintiameuto da ra dos gararapes, e frente
qual
gnarem do conliar-lhe seus lillios ; por que
consejo de que sem religiao c mrala in-
telligencia he antes um instiumenlo peri-
(J dencia para^A ra do Vigtrio
V n. ij segundo andar, aonde
se prestar a qualquer hora s
ajt do dia ou imite. E
$mmtiss^mm^mi mwm- hmho
Aluga-so um bom sitio psssando a
poni de Uchoa no lugar do Parnameirim
com uma grande casa, e um sobradinuo por
cima da cocheira, muilo fresco, tem grande
cacimba, e dous tiuques com coberta, de 4
agoas, e: trilana para 6 carillos : quem
pretender dinja-se a travessa do Veras n.
peceo occular, o director convida a quem
quer que se queira convencer por si mesmo
uc visitar o collegio a qualquer hora Jo dia,
o cni.io ludo Ihe sera patento. O lllms.
Srs. Padro mostr Miguel do Sacramento
n. 48.
Agencia de passaportes.
Com multa promptidao e commodo preco ^S""" ",Tes ""' '",u",-- pe""
lin-se passaportes para dentro e forado 6^0 Jo que util.o d.ree or nada lem pou-
imperio.e ttulos de residencia, ecorre-se g* Pf'" d,rglr ".volitado dos men.nosdo
folhas, e despacham-se escravos: na ra do S?01?,* 2. P! ^""i'f f de olerDa verda-
Queimado, sobrado n. 40, segundo andar. fe.."!" ,f s "il iculdades coni que soem
, -Perdeu-se uma lella da duantia d lular ^ collegios he a sIlUicSo da caza, as-
na roa estrena do Rozarlo n. 30, segundo 3,5330,, VOncer 001 20'do crrente mez, *'m.c1t"no 8uas accommodales, d.svcllos
andar, se dir quem da; lambem se compra SlCCada pelos Srs. edier Aine & Compa- no '"{""Wi, e ms coudifOes higinicas:
um pilileiro de prata sem feitio e moderno. Iul(a e accoita
O KXPECTADOR. trisp'assad
Peridico thealral, critico e Iliterario. Joaquim S
Saino, hoje o primeiro numero e acha-se it0gi-se por
vend ni ra do Crespo n. 9, pateo do pagarero, caso Ihes seja aprsenla Ja no
mesmo, casa do Sr. Dourado, e nis 111,.os vencimento, se nlo a seu legitimo dono,
Jos distribu lores. I Jus CuilhermeGuimaraes.
'(MMMltMpRffilM^ff^MliNiniMr^ u abaixo assignado antigo agente do
U medico JoSo Fedro 31a- 3 uOr. Brandretn, acha-se prvido das verda-
duro da Fonscca participa
% publico que muJou sua inj'si
Aluga-se a casi de dous andares, da
ra do*lturgos n. 7 : trala-se no Horro da
Boa Visla 11. 63, segundo andir.
Parlicipa-se as pessoas quo lem feilo
encommendas do burros, quo chegaro al-
guns desies aninaes mansos e gordos, e por
isso quanto antes JeverSo eulenJer-sea res-
peito : na roa doUueiinado 11. 14, uu no
lugar aonJe se poJeruo ver, uo principio da
ra da Concordia, 10 p da ponte da Ba
Vista.
Aluga-so uma cisi no lugar do Cachan-
g, leudo urna salla de lenle,l dita de jan-
lar, seis quaitus, uma grande cosinha, es-
15 ; e na mesma casa aluga-se lambein uma '"baria, e commodos para prelos, com ba-
casa terrea di povoasao do Monteiro com Dllu no fondo, o do lado da sombra: os
duas grandes salas e quatro quartos, cozi- Prndenles dirijam-se a prafa da Boi-Vis-
nhi fra, cacimba, estribara para dousca- la D- 6> botica.
rallos, e dous quintaes murados cum por- 09Q<>00?{?QOQQ-'>"
13o com sabida para o lio. O Ituii dM Crnzex n. 2S. Q
No oa 11 do correnle perdeu-se 25,000 Q Consultorio homaopalhico dofacutlali- 9
^uMM^^ZV^2n^^ Lopm ireeturgeril, e l)r. Loumico
ao I ja! ruaPda C.deU sclha 61 ,0nd,!rTri;" ,lB Loureiro "'rector do quarto c,r-
- I m ra d. C.de.a ^Iha n. 61 j ^ q o g fa^nto,
7 *.............. 1.... ,.,"'... le nada ah acharara que Ihes parecesse dig-
que I
no da menor censura. .\ >
i
i
i
i
po-
Sas
VIHHOS PUROS EESPIRITOSGENUINOS
HOTEL FAMILIAR
DI
aCJOtUa'Sr.Ca.
EH
noQueensTerrice, em frente disdocase
junto di estacan dos ciminboS de/erro.
tncontram-se sempre promptos primei-
" roz, nanbos quenius, fros B de choque.
Elle hotel excelleetemeiite preparado, he
mais apropriido ean.receber os passa-
geirojcondozidos do Brasil pelos vapores
mglezes, Unto mais ser dirigido por um
I orluguez muito pratico as cousas deste
m"iJ "* ocha, como tesU-
oelo ilTri" ,"7nl,r>''> os bens deixadea
uu T8 ADt0D""<"AWes Lopes, con-
dm .iP1s"teaos credores do mesmo
riwi? JSS'J"" 9 d0b"08 Pr 8lle con"
na n.i??i'iiflm *" qoe ?0M,n l<" pagamento
munic&U.8 M ''adeP'eeder'pelo juizo
Grati6ca5aodeao,ooors.
.llT"e ,estrad da Ponte
Jo chd., ao p do sitio do Sr.
Amorim,ummolho de chaves pe-
quenas -
l1>T-i.?ucms trouxer n
'oTftyucl.eii.3, receLer
20,000
rs. em notas miudasda ra da Cadeia Velha
n. 45, 1 do Trapiche Nuvo : a pessoa que
achou.e por sua consciencia quizer restituir,
dinja-se a mosma casa acuna qjo seii re-
compensado com generosidade.
Quem precisar de uma ama j de meia
iJade para o servido de uma casa, dirija-so
1 ra do Fogo casa n. 47: be muilo diligente
nos sous servidos.
^,.miMiismm>tmmmmmm asta*
Consultorio horneo- j
pathco.
mRua do Colegio n. 25 priZ
meiro.andar. 8
O Dr. 1'. A.Lobo iMoscoso, 3
d consultas gratis aos -
bres, todos os dias da
taboras da nianbaa.
Itlica qualquer operacao *
M de ciiurgia, ou re partos, m
ltecebe escravos doentes i
i$ para tratar de suas enfermi- tfli
* dades,ou f zer qualquer ope- g
a racao, por preco commodo.
Estebenete
Culilelro e armen o francez, tem a boma de
prevenir o respeifavel publico qua tendo
iberio sua tanda na roa larga do Kozario,
inligamente dos quarteis n. 10, se icha hi-
bllitado a satisfazer as pessoas que quize-
rem bonra-lo com sjj.-i freguezia para qual-
quer concert perteucente a sua ai te, e que
ficarfio sitisfeitas lano na prompla e ba
execu(3o das obras como uos presos que se-
rio os mais razoaveis possiveis. Elle fabrici
timbom esporas, bridas o picadeirasao gos-
to das pessoas que se dignarem Ihe fazor
alguma eiicoramenda. Elle faz sempre as
amolaQdes, s tercas, quirtas-feiras, e os
sibbaJos de cada Siimina.
Precisi-sc alugar uma preta escnvi de
boa conduela, que saibi lavar e engommar,
para sor onlreguo do arranjo de uma casa
estrangeira : dinja-se a Henry Cibson. -
Precisa-so alugar uma preta que sirva
para fazer o servico de una casa do pouca
ramilla : quera liver dirija-se i ra do Hor-
tas n. 120 das 6 horas da manbSa at as 8, e
das 3 as 6 da tarde.
-- OSr. A.#. da C, haj de mandar pa-
gar a quintil de 170,000 rs. e-juros, a a-
quolla pesso, que depositou confianza em
S. S., o que S. S. to escandalosamente tem
abusado, e n3o o fazenJo no praso de 3
dias, lera de se publicar o seu nome por
extenso, a ver se assim S. S. d alguma
cousa de ai.
Aluga-so no sitio do Cajueiro caas
com muilo commodos pira se passir i Tests
ou por anno com binbo junto as casas:quem
as pretender dirija-se ao mesmo sitio para
ijustir.ou enten Ja-se com BernarJino Maia
da silva na ra do Crespo.
q Gratis para os pobres. aj
q Na ausencia do facultativo J, B. Ca- ".
sinova, o professor homceopatha
V Gossel Biinonl continuara com os '-J
9 tiabalhos do mesmo consultorio, on- O
O de poden ser procurado a qualquer O
0 hora. f->
OO0-vSQ09<>
Aluga-se um escravo ullicial de pedroi
ro : na botica da pi ac da Boa-Vista o. 6
OSr. Franciscu Aulo.no da Silva da
ra do Bangui,queira mandar pagar a assig
u.luia deste iaiio, e em quanto nao o li-
zer ora o seu nome publicado em letlra
reJonla.
- Adverte-se ao Sr. Bernardo de Albu-
que Fernandos Cama, que o seu correspon-
dente nesta pra;a, n.io lem pagua subscri-
bi do Diario.
Dletuentos de liomoputliia
S,,lno i luz a piioiiura parte desta
obra composla pelo prui'essor lioruo-
potha Cossot Uimont ; dividiJa em
ires parles. Esla primeira.couipie-
heude, o discurso preliminar, aiutro-
diici;an, o exaue do doeule, a esco-
I ha uo remedio, o emprego dos reme- *
* dios, o regiinou e os conselbos clni-
cos, com a explicarlo dos nomes gre-
gos e anatmicos empregados em me-
dicina, ea indicar;ao dos medicamen-
tos apropriados pata cada caso do en-
feruuJudc. l.iia obra he ulil, tanto
para os mdicos que se dedicarem a
experimentar a nova medecina, como
para todas as pessoisdeboi voutade
que su quuorem convencer por expe-
riencias da verdade deaia doulrina, *
por sor ella muilo clara u a intelli- 9
gencia do todos. Itccobem-se issig- #
naturas para a obra intuir a 5/U00 uo *
Cruzes n, 28. Depois da publicado *
das segunda e lerceira parles. O
preco sen elevado a 8/000 para aquel- #
les que nao liverem assigmdo. o
mesmo consultorio encurega-se do *
mandar fornecer qualquer encom- a>
monda do medicamentos homopa- #
tilicos. No prelo : Patbogenesia dos
medicamontos homcopalhicos brisi- +
leiroi.
f
i
*
Permuta-se por uma casa terrea, no
bairro di Boi Vista, em boa ra, que te-
nha bastante commodos, pira grande la-
milla, com bom quintal murado e cacimba,
por um sobrado de dois andares e sotilo
com trapeiri, bonita vista, loja repartida
pira murada de familia com boa cacimba
no lagilo di mesiiu loja, em chos pro-
prios dentro do bairro do llecifo, o quil
rende mensilmente 30,000 rs. : na ra di
Senzalla Nova do bairro do Itecife, venda n.
7, se dir quem faz este negocio, e timbeo)
vende-se por 3:500,000 rs, ,
Na rui do Collegio, lia uma taverm,
quo por seu dono ler da ir fazer cobranzas
no interior da provincia, eiti resolvido a
vendo-la, tem poucoa fundos, e prometi
parecesse dig
e o seutimen-
lodo lucro quem dirigo oaniiunriaute, mas
o desojo de ser ulil ao seu paiz.oll'erecendo-
llie um estabeleeirnento vroprio educafo
da non i i,i Je,o eucsrgo que sobre seus houi-
bros louiou o director, ha para elle un ver-
Ja Jen i. sacerdocio, e por isso nada poupa-
r para o religioso desempeulio de suas u-
bii_'ac)rs. a' visla do exposto, espera o di-
rector, que os huinens seusatus e devolados
pela surte de seus llllios, nao trepidarao em
cuadjuvd-lo, pira qua alargan Jo-se mais i
orDila do collegio Espirito-Santo, posss es-
te conseguir em maior escala espalnar os
beuelicios que lem em vislis o sau director.
Anua uma vez, quem ani supposer exagera-
S3o e hyperbole, pode dosdludir-so por seus
proprios olhos.
-- A pessoa que quizer consultar ou tra-
tar-so Je molestias agudas o c.irunicas, pJe
Jingir-se i ra larga du Itosano u. 30, anu-
de esta reziJindo o CirugiSo Bernardo Pe-
rein do Carmo, que esla prompto e exercer
sua l'aculdade em qualquer hora. Para com
as pessoas pobres se prestara gratos, a pes-
soa que o queira cousullar por eacrlplo de
qualquer uso a que perieuca, devora em ter-
mos claros e precisos declarar as seguidles
priucipaes circuraeiaucias. Primeiro sua
i Ja Je, temperimeulo, conslituicSo, debil ou
v.iietu linaria,se vigorosa ou sadia, hbitos,
occupaco, accrescenJo, se fr de sexo fe-
ii.....an, a Jerlaiacao Jo estsdo de suas re-
gras, numero de lilhos que li ver ti Jo, se Ihes
dir de mamar ; incommodos mais nola-
veisnosseus partos; se grvida, de quau-
los mezes. qual o padecimouto ou mal que
mais a aliligia por semelliaute molivo. Se-
gundo o lugar do sua habilacSo, se hmido,
eeeo,arelado ou ventoso, sujeito a febres ou
outra i ( I i-i un la le. Tercuuo se na familia
lem apparecldo casos de molestias por des-
posivSu hereditaria ou adquenda. -- Uuarto
sedoenle desypbilis pola primeira, sogun-
Ja uu mais vezes, em que lempo o fui pela
primeira vez, o lompo uu nitor vallo que ine-
Jiou no sollrimenlo do uma as outras,
quaesos priucipaes symplomas que eutio
experimeutara, remedios &. de que usu,
elleitos do irntico ou incommoJo do uso
de mercurio, ou outio qualquer remedio,
do quo se lembrelhe Tora subministrado, e
em que dose. Quiutu so o mal de que pre-
ci'deiiteuicuto se traa, fr precedido, acom-
I .uha ii> ou seguido de algum outru acci-
Jentd i |i cnfermiJade, quor da ongeui di-
versa, quer procedente da mesma syphilis.
Sexto ora lim, quaes os symplomas quer
neelfoctivo padec monto do mal venreo oj.
outro qualquer desapparoceram, modlica-
ram-se uu existom sem alterac..o apreciavel,
e que aua menos importa que a doclira-
cilo do lempo da molestia, sua es, eeio ou
qualidade e curso al o memeulo da consul-
ta, complicifos sobre viudas e meios da
Je que se tem feilo uso.
S Paulo Galgnoiix, dentista 9
* fraucez, otTercee sen prest- *
* mo ao publico para todos os 9
-* nii-i iiis de sua proflsso : 9
* pode ser procurado a qual- 9
9 qner iiora nu sua casa, na >
* i mi larga do Rozarlo, n. 36, 9
segundo andar. 9
Aviso de importancia.
Tendo os abaixo assignados de
relirar-se impreterivelmente para
a cidade do Rio de Janeiro, no fin
dos da carie, com ouro ou prata, prevenindo
assim a coulinuac,3o da cae e doros, e
mesmo evitando por essi lumia do passar
a carie dos denles Turados para os outros
saus : tambom tira pedra ou carie dos den-
tes em geral, que tanto damnilica e coope-
ra para o mau hlito da bocea, n3o sendo
tirado : o annuncianle ha 12 annos que
exerce a sua profUSo nesta prac.a; e esso
longo lempo o deve garantir.

BOWMAM di MC. CALI .UM, engenhei-
ros machihislas e fundidores de ferro mui
respetosamente annunciam aos Senhoros
proprielarios deengenhos, fazendeiros, nn-
neiros, negociantes, fabricantes e ao res-
peitarel publico, quo o seu estabeleeirnento
de ferro movido por machina do vapor con-
tina em efleclivo xercicio, o so acha com-
l'let.i iiicn le montado cora apparelhos da pri-
meira qualidade para a perfeita confcccSo
pas miinres per;as de macliiuismo.
Habilitados para craprehender quaesquor
ojiras da sua arte, Bowman & Me. Callum
dosejam mais particularmente chamar a
alinelo publica para a sseguintcs, por
e rom dellas grande sortimento j prompta,
as quaes construidas na sua fabrica pdem
competir com as fabricadas, em paiz es-
trangeiro, tanto em pre;o como em qua-
lidade da materias primas e mo d'obra,
a saber:
Machinas de vapor da mellioreunslruccilo.
Moendas de caima para engenhos de lo-
dos os tamanhos, movidas a vapor por agoa
ou animaes.
Rodas d'agoa,moinhos de ven toe semas.
Manejos independentes para cavallos.
Rodas dentadas.
Aguilhes, bronzes e chumacciras.
Cavilhcs e parafusos de todos os tama-
nhos.
la ncas, pames, en vos eboccas defornalha
Moinhos de mandioca, movidos a m.lo ou
por animaes, c prensas para a dita.
Chapas de fogilo c frnos de familia.
Canos do ferro, torneiras de ferro e de
bronze.
Bombas para cacimba e de repuebo, mo-
vidas a m3o, por animaes ou vento.
Cuindasles, guinchos e macacos.
Prensas liydraulicas e de parafuso.
l'erragens para navios, carros c obras pu-
blicas.
Columnas, varandas, grades eportes.
Prensas de copiar carias e sellar.
Camas, carros do m3o e arados de ferros,
etc ,etc.
Alm da superior i Ja Je das suas obras, j
geralmente reconhecida, Bowman & Me.
Callum garantera a mais exacta conformi-
dade com os moldes e dezenhos remeltidos
pelos senliorcs que se dignarem de fazero
lies enoommendas, aproveilanJoa occasie
para agradecerem aos seus numerosos ami-
gos e freguezes a preferencia com quo leem
sido por elles honrados, e asseguram-lues
que mo pouparo esfor<;os o diligencia
para continuaren] a merecer sua eoiili inca.
rui dis Trimelris n. 14 com quintal cacim-
ba, e fundos co n saluda para {a camboi do
carm oa qual rende mensal 16,666, fallar
com o corretor M. Cirneiro.
Ven Jo-se na loja de Victorino & Cui-
marSes na ra larga do Hozarlo n. 29 e oa
dd alfaiate de Jos de Souza Monteiron|i roa
das cruses defronte do Lima Barbelre, veo-
de-se n sinto milagre em que se minifeata
ao publico, o horroroso atienta do exeeatav
do por um TecelSono reino de Valencia oU-
1' a seruelhanca de nosso senhor Jesuts
ciiri-.ii). e o castigo que Dos lbe deo cono
ver 3o os le teres.
en lern-s 2 balangas decimal propna
para pesar couros por prerjo commodo que
pega uma 2,300 Ib. e outra 500 Ib. ata ru*
do Apollo armasem. u,2.
Atterro da Boa-Vista loja de qua-
tro portas 6o.
Vende-so chita de cores seguras a t60,
180 200 rs o covado, riscado de chita 180
rs., dnos muilo linos bonitos padroei a 180
rs., cortes Je cassas 2,210 rs., lenoioboa
le chita com figuras 160, 120 rs, chapeos
deso a I200rs.,riscadoaazu s laraiscra-
vos muilo fortes a 160,180 rs.,riscados de.li-
nho280 rs.,o covado.
Lolcria de N. S. do I.i vi amento
BOS 5.000,000
Na loja do miudezas da pnc>a da in le-
pen leiiea n. 4 vendcm-ie bilhetes inteiros,
meios, quarios, quintos, decimos ovigeal-
raos a beneficio da Igreja de N. 8. do LWra-
mento que corre no fim do mez.
Bilbet sinteiros 10.000
meios 5,000
quailos 2,900
quintos 2,100
decimos 1,100
vigsimos 600
Vende-se um solim inglez com todos
os pertences, en bom eslado : uo aterro da
Boa Vista, loja de iiiniien o, que vira para a
ra da Aurora.
.Vende-se uma nogra moca, de bonita
figura, com cria de dous annos, ou sem el-
la: na ra du Pires n. 17.
-- Vende se uma taveraa, na ra Direila
n. H: Irata-se do ajuste na mesma.
Vende-se uma esenva crioula, moca,
do boa ligura, saliendo engommar, coser,
coiinliar, amarrar cabello de sennora o fa-
zer todo o mais arranjo de casa de familia:
no pateo da Penha o. 8.
- Vende-se o Santo Milagre,
em que se manifesta ao publico o
"lorroroso alternado executado
por nin tecelo no reino de Va-
enca, contra a semellianca de i\.
Sr. Jess Ghristo, o castigo que
Deus lite deu, como ver o curi-
oso Ifiitor.- na ra das Cruses, lo-
ja de alfaiate n. 3^, pelo-preco de
8o rs. cada um, ---- -
y consultorio ci>ivai uomccopathico 9
? Df l'KIIWMIl l.s. fJB
9 Dcvjiao pelo Dr. Sabino Olegario Luel-
9 1 ijtro l'inho. 9
Ra do Trapiche Novo n. 15.
Q Tojos os dias uteis se Jaran consultas 9
5? o remodins de pi .c i ios pobrcs.desde ?
9 pola manhu, at as duas horas da lar-
9 de. As correspondencias e imforma- a)
0 (Oes pdenlo ser dirigidas verbal- 4)
9 mente, ou por escripto, devendo o 9
9 Joeni indicar primeiro: onome, a a-
9 iJade, estado, prolissSo, o constitu- e>
9 Cao ; segundo: as molestias, que tem >
) lido, e os remedios tomados; lercci- ',
lt i a poca do apparecimento da mo- e>
9 leslia actual, c descripi;Su minuciosa, 9
9 dos signaes ou symplomas que sofTrer 9
Compras.
-- Compra-se escravos do ambosos sexos
de idaJe do 10 a 25 annos com habiliJaJes
eseui ollas, lano para dentro como para
fora dosta provincia, lenJo bonitas liguras, Barrara : no sierro da Boa Vista, lojan. 1.
paga-so muito bem : na ra das Laranjeiras _:;_Venae .se mel ue furo> ta!l, am pipa.
deste mez, avisam as pessoas que
Jesejam retratos perfeitos pelo sys-
lema electrotypo, de aproveitar es-
ta favoravel e ultima occasio, das
7 boras da manhaa as 4 da tarde
Carlos D. Fredricks & C*
No dia terca-feira 16 do corrente lio
a ultima prici da renda da casi di Sola-
dide, perteqceote a viuva e liordeiros do
n. II, segundo andar.
~ Compri.-so para uma encomnienda,
urna cscrava parda ou ciioula, que seja
moc,a e perfeita coslureira o engomadeira :
na ra da Cruz do Itecife n. 52, primeiro
andar.
Compra-sc um cavallo bis-
tanle grande, novo, sem achaques,
manso, bom andidor, etnbora mi >
c."lej 1 gordo e sendo cap.ubi mc-
Ibor : tra(a-sc com Augusto F-
eber, com cocheira na ra da Ga-
deia de S. Antonio, ao p do tliea
tro velho, que est autorisado pa-
ra pagar bem, agradando.
Compra-sc uma escrava moca, do bo-
nita figura,, que nSo tenha vicios, nem a-
chaques, eseja perita engommadeira, co
zirriaeira ecoslureira: na ra diSenzalla No-
va, vend n. 7, se dir quem compra.
Compram-seescraviscrioulastde boni-
tas 'lemas, bem como mulatos, e mulatas
pira mucambas, que saih.lo engomir e co-
ser i ni ruade Apollo casa n. 1 B.
Compra-se uma porgSo de telha j usi-
da, porm que esteja em bom estado, e mes-
mo caibros e enciumeis, quem liver, an-
Vendem-se relogios de ouro,
patente inglez, de muito acredita-
do autor, de sabonete e vidro, mui-
to em conta : na rua da Gadeia do
Rccife n. 60.
Ventlc-se
Fio de diversas cores, parasa-
pateiro.
Linbas brancas e de diversas
cores.
Tinta de oleo de varias cores;
Cha preto e verde, de Inglater-
ra, superior.
Velas de espermcele.
Panno de algodo, para saceos:
Tudo da melbor qualidade e
muito em conta : em casa de A-
damsoD Ilowie k Companhia, na
rua do Trapiche Novo n. 4a.
Vende-se um moloque crioulo, de 12
innos do idade, pouco mais, ou meaos : oa
rua das Cinco Poutai n. 82.
Vende-se sement de coenlro, muito
nova, allianca-se a qualidide, a 200 rs. a
Vendas.
Ricos espcios.
Vende-se em casi de Avriil Frere 61 Com-
panbia, 111 rua da Cruz n. 20, espelbos de
vidro Trancazos, com ricas molduras doura-
dis e sem ellas, de 3 at i ps de altura, por
presos muito em coala. .
como a relalho, por precu mais commodo,
quo em outra qualquer parte: ni rua da
Praia 11. 22,
l.intlai e bellas cuixinhas.
Ven I.mu -se na rua do ijueimado n. 16, lo-
ja de miudezas, ricas e delicadas caixinhas
matisadas de llores com aspelho, obra de
sublime goslo e de diversos tan|auhos, epor
uienos pre(o do que era outra qualquer
bcnijallinhat de balea.
Vendem-su Uongalliuhas da bilea pelo
barato prer;o de 1,600 1 na rua duQueima-
Jou. 16, loja de miudezas.
^9-9pt99999it99m9999
4 Vendem-se boticas homecopathicas, 9
9 pr ni Jes e peq iieuas.com os seus com- #
plenles livros. ni rua do Crespo, #
9 loja amarella n. 4. 2
999499999999999999*
DEVERES DOS HOMENS,
a 5oo rs.
Vende-se eite compendio iprovido para
as aulas, em meia eociderniglo, a 590 rs.,
cada um : na livraria a. 6 e 8, da praca da
Independencia.
Vende-se farinlia de mandio-
ca de muito boa qnalidade, e re-
centemente chegada de Sinta Ga-
tharina do patacha Sova Lnz: Ira-
ta-se a bordo dn'mesmo em frente
do caes do Ramos, ou na rua do
Traniche n. 5.
Ricas franjas para manteletes
Vendem-se-ni rao doQueimado n. 16, lo-
ja da miudezas, ricas franjas pretil para
manteletes e cipotipbos, pelo barato preso
de 800 rs. a vara; ai amostras so franeas.
r<



de
a) ra da Cadeia n. 37.
--Vendem-se os seguintee genero de su-
perior qualidado muito em conla, queijos
londrinos fresca** ditos de prato prizun-
tospara Hembra, ditos hamburgueses, di-
tos portugueses melgaso pira paoella. latas
com bolacha de Lisboa, ditas com chocolate
de canella 4c Lisboa, fraseos com conservas
nglezas.bocela e caixinhas muito asseiadas
com masaas Anas para sopa, garrafas de vi-
nbo muscalel.de silubal, ditas com dito fei-
tuna do porto, ditas com dito de carcavel-
los branco,ditas com dito de colares: na ra
da Cruz numero 46 defronte do Sr. Dr. Cos-
me de S Pereira.
Para as escolas.
Vende-te no pateo do Collegio, loja do
livro azul a synopsis do general Abreu e Li-
ma, ltimamente adoptada pelo l;xm. presi-
dente da provincia como compendio de Iti-
turae historia do Brasil as escolas prima-
rias da provincia.
Prego em brochura 3,560
tncadernada '3,200
(jasa de commissao de escravus.
Vendem-se escravos e recebem-
>e de commissao, tanto para a pro-
vincia como para lora della, para
o que se oiVcrece muitas garantas
a scus donos na ra da Cadeia do
Hecife n. 61, primeiro andar.
Vendem-se.dous arados americanos pe-
queos, com os competentes apparelhos pa-
la aerem puchados por cavallo,proprio para
plaulages de capim, lambem duas grades
americanas proprias para algum eugenho
na ra do Trapiche n. 8.
Alienado.
Vende-so urna machina completa, nova e
muito superior, da forca de quatro cavados,
alta prsalo, com a sua competente rooen-
da de assucar, por prego barato. Adverte-se
que veode-se a machina junto ou sem a
moenda ; dirjale em casa de Admson lio-
wle& Companhia : no trapiche novo no Ito-
cife n. 42.
Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadeia
do Hecife n. ia, lia muito supe-
rior cal de Lisboa, em pedra, as-
sim como potassa cliegada ultima-[deosT
mente, a precos muito rasoaveis. AntigO deposito (le Cal
Deposito Mu fabrica de Todos os
Santos na Bitlliil.
Vcmli'.-.-i-, em casa deN. O. Biober& C., Na
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da- muito superior ca nova em pedia,
quella fabrica, muito proprio para saceos del j- i :.i.a..
=^4
\
-
to de taixas de 3 a 8 palmos de bocea, as'cose e faz renda : na nova padaria do Man-
queas acham-ae a venda por preco com- gwnho n. 97.
aodo, e com promptidlo ombarcam-se, ou Vende-a cera da carnauba om casa
carregim-se em carrea sem despezas' ao
comprador.
Yende-se
Arroz de casca,
Farello novo,
Cli preto,
Chumbo de municSo,
Cimento,
vende-se tudo por precos commodos : no
armazem de J. J. Tasso Jnior, na ra do
Amorim n. 35.
V i ma mai- |ic ch inilia.
Cortes de casimira preta, lina,'por 5,000
rs. ; ditos de coros, a 6,400 rs. ; brim bran-
co trancado de linho, a 1,800 rs., o corte de
caifa; dito escuro, a 1,600 rs.; dito de lis-
tras, a 2,000 rs. : na ra do Crespo n. 6.
: **#
0 AlgOdO para SUCCOS. #
$ Vende-se muito bom algodo para ?>
Oj) saceos de assucar, por preco comino- %
ti do : em casa de llcardo Itoyle, na
Vendem-se relogios de ou-
ro e prata, patente ingles : na ra
da Senzalla Nova n. \i.
Manida- superiores.
Na fundgUo de C. Starr & Companhia,
em s.-Aniara, aclaiin-se a venda moendas
de canna, todas de ferro, de um modelo e
construcgSo muito suoerior
Agencia de Edwin 31a\v.
Na ra de Apollo n. 8, armazem de Me. Cal-
iiiiini.v Companhia, acha-se cgnalaolemenlc
bon aortimenloa de taixa de ferro 00*00 e
balido, taoto rasa como fundas, moendas in-
ciras todas de ferro para ananaes, agoa, ele ,
ditas para armar en madeira de todos os l-
mannos e modellos o inais moderno, machina
horisonlal para vapor, com forca'de f caval-
los, coucos, passadeiras de ferro eslannado
para casa de pulgar, por menos preco que o
de cobre, cscoveus para navios, ferro ingles
tanto em barras como em arcos folhas, e tudo
por barato preco.
Arados de ferro.
Na fundido da Aurora, em S. Amaro,
vendem-se arados de ferro de diversos mo-
de I. J. Tasso J amor, na ra do Amorim,
n. 85.
Principios geraes de economa pu-
blica e industrial.
Vende-se este compendio, approvado para
as aulas de primeiraa letras, a 480 rs. : na
praca da Independencia, linaria n. 6 e 8.
i\io lia colisa mellioi
Do que as apreciaveis machinas de pregao
para tomar crisleis, chegadas pelo nllimo
navio de Franca; estas machinas sao as me-
Ihores que tem a pparecido, tanto pela faci-
lidade dosou uso.como pela boa conslruc-
c.'io ilcllas, su lein na ra Nuva.ii. 38, do-
liuiilc da ConceigSo, assim como uui com-
pleto sorlimenlo de obras do folha de llan-
dres, latlo, cadinhos de lapes, areia de mol-
dar, vidros para vi Iraca de todos os lma-
nnos, verniz de copal, ludo muito barato
o bom.
I' arinha de mandioca.
No armazem de Antonio Aunes Jacome
Pires, no caes da Alfandega vende-se fan-
dar-se-bSo amostra com o conpeleots pe-
nhor.
Kicaifranja.se trancas para man-
teletes.
Vcndem-se ricas franjas do ultimo gosto
e trancas para manteletes por preco mais
cmodo do que em outra qualquor parte:
na ra dos Quarteis u. 94, loja de miudezas
de Jos Oas Simes.
Jas as cores, propriaa para puleeiras, gra- mas novilha, alguna bezerro, e um bom
vatinhaseainta* de senhoras, ultima moda, garrota de caita boa ; vondem-se juntan ou
chegada de Paria, tatnbem ha um completo mesmo cada urna um separado. Na loi, ,i
Aos 20:000,000, 10:000,000, 4:000,000,
2:000,000 e 1:000,000 de'rs.
Na luja da Viuva Vieira & Filhos ra da
do morcado.
virgem
ra do Trapiche, n
ha
assucar e roupa de escra vos, por prego com-
modo.
Vende-se cola do i(io Gran-
de, em barricas e por preco com-
modo : na ra do Vigario n. 19,
segundo andar, escriptorio de Ma-
chado & Pinheiro.
Pechincha Econmica.
Hechegado ltimamente um novo sorli-
menlo de brins pardos, do linho, escurse
claros pello barato preco de 1600 rs. o cor-
le; ditos de linbo e algodo padres mo-
dernos e de bom gosto a 1280 rs o corte : na
ra do crespo n. 14 loja de Jos Francisco
Dial.
Attencao a pechincha.
A 240 rs., na ra do Crespo n. 14, loja tic loiti
Francisco Das.
Vendem-se (lnissimas chitas francesas co-
res muito lilas, padres lindos e de novas
deseuhos, liogindo cassa, pelo barato prego
de 240 e300 rs. o covado, uitasesleilas de
novos padres a 200 rs. o covado, brim tran-
cado de puro linlio cor do chumbo e ama-
relio a 1,600 o corle, los prelos muito gran-
des a 2,000, riscado francez a 160 rs. o cova-
do, e chitas escuras a 160 rs. o covado,
assim como oulras muitas fazendas pelo
barato prego. .
Vendem-se velas de espermaceti, em
caixa, !i;*;i;,ri'jr qualidade : em casa de
J. Kellcr & Companhia : na ra da Cruz nu-
mero 55.
- Vendem-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa c no RO de
Janeiro, em caixas de 100 libras
surtidas, de 1 a 16 em lilir.i. e t.mi-
hem de um Umanho, por me-
nos preco do que em outra qual-
quer parte : trata-se no escripto-
rio de Alachado ck Pinheiro. na
ra do Vigario n. 19, segundo
andar.
Tecido de algodo trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
'7.
Pe,
de Lisboa
nlia de mandioca em siccas, sendo de opti- Cadei do Hecife n. 24, roceberam pelo va-
ina qualidade e por preco o maiscommodo por 'trnambucana, entrado em 3 do cor-
rente, a lista da terceia lotera a beneficio
da fabrica de tecidos, e pelo mesmo vapor
O) a loja do sobrado amanillo, nos + cliogaram e acham-se a venda os mui afor-
quatro cautos da ra do Queimado n. # tunados bilhetes e cautellas da segunda lo-
%n 29, tem para vender aloaluado de pu- loria a beneficio da Sama Casa da Mizeri-
fay loalha do Porto de 2 e de 3 varas de V 'los quaes vom a lista no primeiro vapor, e
couiprido, guardanapos de puro linho i trocam-se por bilbetes premiados das lote-
fe adamascados grandes, ditos do Porto, rias do Rio e dosta provincia.
>. assim como uui cumlelo sm lmenlo Relacio tloi premios vendidos na mesma loja.
9 de panno de linho de irlanda, esguiSo f Ha decima terceira lotera da Santa
?.; de puro linho, bietanha, e airas Casa da Hizeiicordia.
k multas lazendas, lulo por preco mu- fe 3034, 1:000,000 ; 5942 1:000,000 ; 3214
? to commodo.
fe
Na ra da Cadeia n. 5i,
vendem-se por atacado duas qualidades
pfoprias para saceos de assucar o roupa de
aeraros.
Km casa de .1. Kellcr & Com-
panhia, na ruada Cruz n. 55, acha-se a ven-
da o exccllenloc superior riIIlio tic lii-
rrilan, em barris de 5.*, lia muito recom-
mendavel as casas estrangeiras, cuino ex-
cedente vinho para paslo.
Arados de Ierro.
Vendem-se arados de diversos
modelos, assim como americanos
com cambio de sicupira e bracos
de ferro ; na fundico da ra do
Brum ns. 6, 8 e 10.
Vendem-se amarras do ferro : na ra
da Stonzalla nova n. 42.
Bombas de Ierro.
Vendem-se bombas de repino,
pndulas e picota para cacimba :
na ra do Brum ns. t, 8 e 10,
lundicao de ierro.
Moinhos de vento
com bombas de repuehn para regar borlas
d bailas de capim : vendem-se na lundicao
de Bowman 1 Me. Callum, na ra do in mu
US. 6,8 e 10.
Vende-se superior rognac velho, cm
barra de 12a 24 ranadas : na ra da Cruz
n. 56, casa de J. kellcr 01 Companliia.
Vende-se gesso em barricas, vindo no
ultimo navio chegado de Franca, lendo ca-
da bairica 20 arrobas pouco mais ou me-
nos : na ra da Cruz o. 55, casa de J. Kel-
Jer & Companhia.
AGENCIA
da fundico Low-Moor.
RA DA SENZAI.LA NOVA N. 42.
Neste estabelecimento conti-
na a ha ver um completo sorti-
mento de moendas o meias moen-
das para cngenbo, machinas de
vapor, e laixas de ferro balido e
coado, de todos os tamunhos, pa-
ra dito.
Tu'xiis pura enfenlio.
Na fundico de ferro da ra do Brum,
acaba-se de receber um completo sorlnnen-
chegada ltimamente
na barca Ligeira
f Gantois Pailhet & Companhia.I
9 Continua-se a vender no deposito *
fe geral da ra da Cruz 11. 52, o excel- p
i.li lintee bem conceituado rap areia i.
S preta da fabrica de Cantois Pailhet U U
i; Companhia dj llahia, em grandes e y
tt pequelas porgues pelo prego cstabe-
3 lecido. 3,
.m a* tmmmmwwmwwmww*
Vende-se saccas com leijo
molalinbo, de superior qualidades
e prximamente chegado do llio
de Janeiro : no caes da Allande-
ga, armazem gran le defronle da
rampa.
Deposito de cal e potassa
Cunha Amorim, vendem barris com cal
cm peJra, chegada pelo ultimo navio do
Lisboa; ditos cum polassi de boa qualida-
de; o sitm cxagoragSo declamo, que ven-
dem por monos prego do que em outra qual-
quor parle: na ra da Cadeia do llecio n.
50, ou no beceo do Monteiro, oilo da loja
dos mesmos n. 2.
Faz aJmiracao vender fazendas por
tao barato preco.
Cortes de cassa cbitas com 5 varas por!600
rs., ditos com 6 varas por 2,000 rs., pegas de
chita com 38 covados por 5,000, 5,500,
6,000,6,100 rs.,lengosde cambraia de li-
nho para mSo do senhora e bolso da homem
por, 360, 400, e 480 rois ditos de cam-
braia de algodo com letrero muilo engran-
cado por 280 rs. cada um, e muitas mais la-
zendas por prego commodo : na loja da ra
do Crespo n. 6.
Antigo deposito de cal
virem.
Na ra dos Torres, armazem n.
12, ha muito superior cal nova em
[icdras chegada, ltimamente de
i.i-boa. .
lilil os.
Vendem-se burros mansos e gordos, por
prego commodo, se pode ilo ver 00 princi-
pio da ra da Concordia, ao po da pode da
Boa Vista : irala-se na ra do (ueimadu,
loja de ferrageus n. 14.
Farinha de mandioca.
Venic-se superior fariuha
mandioca, cm saccas grandes c de
muito boa qualidade, por barato
preco : no armazem de Dias Fer-
rara, no caes da Alfandega, ou a
tratar com Novaes & Companhia ,
na ra do Trapiche n. .'l.'i.
Cera em velas.
400,000; 2130,200,000; 3284, 100,000; 4852,
100,000.
lia terceira lotera da fabrica detecidos.
4948, 1:000,000; 5676, 1:000,000 ; 2867 ,
200,000; 1707, 200,000 ; 5220,100,000; 236,
100,000; 2993, 100,000 ; 391, 100,000 ; 430,
100,000; 3586, 100,000.
4,ooo rs. o corle.
Ilefronte do beco do peixe frito n.3 vende-
so corles de (muIn-aias francesas liifXer ntes
,[,. padres pelo barato prego do i,ooo rs., sio
os scus desenlias om quadro e por sso'ro-
mimen lave'l.
A 1,00o rs. o par.
Vcndem-se luvasprotas de torga I a 1.000
rs. o par : na ra dos (Juarlois n. 24, loja de
miudezas de Jos Dias 'nncs.
Cal virgem cm pedra
Chegada receuteioonte de Lisboa, em anco-
ras muito bem accondicionadas, e por prego
commodo; no armazem do Silva Barroca,
Vende-se superior cera em ve- na ra do Trapicho n. 19.
las, fabricada cm urna das ni cilio- Vende-se um lindo moleque,
res fabricas no Rio de Janeiru perito conzinheiro, com 18 annos
muito bom sm tmenlo e por me- ^e idade : na ra do Crespo n. 16,
nos preco do que em outra qu*l- '>j da esquina.
qtier Darte; no caes da Alfande- N".loja j"asseis Portas, vende-se muito
. ,v r icmcouta loda a qualidado de fazendas, e
ga, armazem de Das Tcrrcira, ou rocebesedulas velh.s, nao sendo falsas.
tratar com Novaes & Compa- Vende-se oualuga-se um grande litio
nhia, na ra do Trapiche n. 34. ?&* feAft*.*
Potassa nacional ^Z^Vn^^'cZ^T^X
Vendc-SC muito boa potassa do baixa para capim, achando-se parle della
Kio de Janeiro, por mililO menos Pll<'. com um grande banancirel de di-
versas qualidalos : no armazem da (ua No-
preco do que em outra qualquer va n. 67.
parte : no ces da Alfandega, ar- Moinhos para caf, a 640 rs.
ni i/.cni de Das Ferreira, 011 a Ira- Chcgaram novos moinhos, para cafe, o
iv o i l Iquaos ie vendem na loja da lerrauens, da
tar com Novaes ck Comp*nhia, na
ra do Trapiche n. '.)].
Veiuiem-se superiores car-
rua da Cad lia. de Antonio Joaquim Vidal.
Foles sm liiios.
Foles de lodos os lmannos : vendem-se
neiras de cures, muito bom sorti- KoVo'onrid.f **"*- "'"'"'
Peneiras de rame.
Peneiras do rame, tanto para padarias,
como para cass particulares: vendem-se
Vende-se um cavallo castanho novo
na ra do Collegio n. 18, segundo andar.
Vende-se a mor parte de um grande
predio de tres andar;, c :=!2ocom tiapei-
ras, com duas frentes guarnecidas de varan-
das de ferro novas, o edificado moderna
com toda a solidez e pcrfeigSo, cito na m-
Ihor ra do bairro de S. Antonio desla cida-
de, c cujos leinl iiiieniii- produscm avultado
juro : os pretendentes dirijam-se ao Corre-
lorOliveira.
Rndese no Marunho, a fabrica
de bufias stiarinas e sabilo.
Os administradores da liquida-
cao de Theodoro Chvanos, ven-
dem a fabrica denominada Alara-
ohensc, na ra do Pioponto, des -
ta rulado ( porto dos remedios) ,
a saber : casa em que est mon
tada a fabrica, com ao bracas de
frente e i5 de fundo; a prensas
hidrulicas, orisoniaes de forca de
(100,000 libras, cada urna 1 dita
vertical de torca de 400,000 libras;
3 grandes cahlciras montadas, pa-
ra o fabrico do sabao ; 4 ditas pa-
ra derreter sebo; todos osperten-
ces necesarios para o fabrico do
stearina e sabao ; 9 esclavos en-
tendedores doservico geral da fa-
brica ; 1 terreno anuexoa fabrica,
com 7*brhcas de frente e i5 de
fundo ; 1 dito fronteiro a mesma
fabrica, com 18 bracas de lenle e
38 de fundo : as pessoas que pre-
tenderen! comprar, pdem nesta
praca dirigirem-sc a J. Keller ck
Companhia.
Farinha de mandioca. *
A mais nova e n.ais barata farinha de
mandioca que ha 110 meicaln, vende-su na
11,. da Cruz do Itocile, aiuiazem 11. 13, de
Joio Carlos Augusto da Silva.
-- Veode-se urna escra va crioula, de 17
annos de idade, a quil engomma, cozinba,
ment c muito em conla : no es-
criptorio de Novaes & Companhia,
na na do Trapiche n. .'4.
PAPEL FlTlMADO.
Vende-se papel lino de peso c
almico, marcado com a firma, ou
nome da pessoa que o comprar ,
segundo o uso da Europa pelo
mesmo prec 1 do papel, sem que
se leve alguma cousapcla marca :
no pateo do Collegio casa do h-
vro azul.
Vende-se um moleque, muilo bom bo-
heiro : na nova padaria do Maiiguinlio ,
lambem cntende alguma cousa da incsna,
e vende pflo sem ser preciso ir acompa-
nlialo.
5,000 rs o corle.
Na ra do Queimado defronte do beco do
naruada,Caiieia, loja de forragons do An-
tonio Joaquim Vidal.
I.iilfio em folha e cstanho em
verguinha.
Vendcni-se por mcuos que em outra
qualquer parte : na ra di Cadeia,. loja de
ferrageus de Antonio Joaquim Vidal.
(,0111o de lustro, a 2,000 rs,
Continua-so a vender couro de lustro
superior quali lado : na ra da Cadeia, lo-
ja de ferragens de Antonio Joaquim Vidal.
Viiilio do Champagne,
de superior qualidado : vende-se o arma-
zem Kalkmauu Irmflos Itua da Cruz, n. 10
A O HABATO.
Vcndem-se barricas com seva-
da, muito nova, ul mmente chc-
na ra ao (jueimauo ueironi 00 uecouo___ _._._ J. ai 1 iv.
peixe fr.lo loja n, 3 ven Je-so coi las de cam-gada na ra da Madre de Deus,
braia da barra tiranos c de cores de muilo'n. ao, armazem de Joaquim da Sil
*-!V .upe.
Vendem-se vinhos, muscatel de l.etubal,!
1 de nutras qualidades recontemenle chega-
dos, de Lisboa, c assim Flanella de superior
qualidade ara forro de S'inn : na ra do
Vigario piimeiro andar do sobra lo n. 19
Conlinua-se a vender manteiga ingleza,
a 400, 480, e 640, rs cafe muido a 180 rs.,
lindos c acradaveis duseunos p
simo preco de cinco mil rs., dar-s>)-b3o a-
mostia com penhor.
I ni 1 cosa.
Vonde-se urna morada de casa terrea, do
pedra c cal, bem Construida c com cornija,
junto sos fuudos de S. Pedro, com porlao
para a ra da Virar;.lo : trata-se na ra Di-
?
relia, sogun lo andar do sobra lo n. 40, que em grSo 140i cni nJorl (910 e 2|00 rs
dir quom vende. ,|jlos de siaranhSo a 80 rs., sevadinha de
Franca a 160 rs sevada a 100 rs., bolaxinht
inglza a 180 rs., dilu de araruta a 360 rs *
chniii icas a 400 rs., paios, a 200 rs., touci-
iilio de Lisbi 280 rs., azeilona a 100 a
garrafa, banha de porco a 320 rs,, rap mei-
1011 1010 rs, vell.is de carnauba de 6 e 8a
280 rs., espermacele de 5 6 e 7 a 640 rs ,
gomma de emgommar a 80 rs., chocolate de
Lisboa a 320 rs assucar, queijos novos
ftvscaes a 100 rs : no pateo do (.armo venda
nova n. 2.
.Veade-sa um relogio de sabonote in-
glez, de prata dourado pela quantia de
50,000 rs. : no pateo de S. PeJro n. 3.
Ven le-se um correntio de ouro, com
24 oilavas, por 76,800 rs., a 1 a /.ao de 3,200
rs. a oitava : quom quizer, annuncio.
Vende-se por 6()0,0i)0 rs., um molcquo
crioulo, idado 25 anuos, de exc ra, proiirio para cria lo, ou para qualque*
sei vico limpo, sem vicios, nem acaaquos, a
isla do comprador se dir o motivo dt ven-
da : na ra Vclna 11. 61.
SU-
Chapeos do Chile.
Vende -se chapeos do chi ~
le pequeos a 4>oc rs., e
lambem ha muito linos a (^ c *
9 8,000 rs. : na ra do Cr*.s-
I po n. a3. j
Lotcria de N. S. do liivramento.
No aterro da Boa Vista, loja de calsado n.
58, o na ra Direita, loja deourives n. 124,
vendem-se os muilos afortunidos billietos,
ineios, quartos, quinlos, decimos o vigsi-
mos, da loteria do N. S. do Livramonlo,
cujas rodas anJam no dia 31 docorrenlcin-
rallivelmente : os amadores da lotera mu-
nain -m do bilhetes at o da 20, pois lu urna
pessoa que fica com o reato para vender
com ganho, por sua conla.
Calxa de charutos Unos a 1,500 11.
Est se conchando a .venda de uma pe-
quena per(3o de charutos finos, e por isso
vende-so para acabara 1,500 rs. porcaixa,
alianc i-s a qualidade : na pracintia do Li-
vramenlo ao pe do Kangel n. 69, lujado
miudezas. c
I.uvas de pelica e torcal.
Vendem-se lovas de pelica de muilo su-
perior qualidade taoto pa-a homem como
para senhora, ditas de torzal do soda de co-
res para senhora por proco mais commodo
do que em outra qualqner parte: na ra
dos 110 11 le-, loja de miudezis de Jos Dita
Si alos.
a,/|00 o corle.
Ilefronte de beca do p ixo frilo loja 11. 3,
vondem-s^ corles da cassa xita tintas lixas
pelo li.'oal smiiio preco dj seta pataca* e
meii esta fazenda lorna-se recommendavol
nio s por t lambem por ser de minios ricas desenlio!
sortimeulo do lulos, de bonitas fitas acha-
malotadaa, ja preparadas com flvelas e pas-
s.dores dou'aJos, daos, e allanca-seque
ninguem vender tao barato como o bara-
teiru : na na do Queimado, toja de miude-
zas, junto a loja de cera n. 33.
Ricas franjas pretas, paral man-
teletes.
Vendem-se ricas franjas pretas o largas,
proprias para manteletes e capoijnhos, pelo
baratisslmo proco de 1,000 rs. a vara : na
ra do Queimado, loja de miudezas do ba-
raloiro, junto a loja de cera o. 33.
Ligas para senhora.
Vendem -se superiores ligas de seda, pelo
baratissimo prego de 1,200 rs. o par ; ditas
mais inferiores, a 200 rs. o par : na ra do
Queimado, loja de mfbdezas do barateiro,
junto a loja de cera n. 33.
Luvas para senhoras.
Vendem-se superiores luvas de polica ,
com belotas, para senhorast pelo barato
preco da 1,200 rs.; ditas pretas de trosl,
I a/.en.la muito superior, a 1,000 e 1,200 is :
na ra do Queimado, loja de miudezas do
barateiro, junto a loja de era n. 33.
Trezenario de S. Francisco de
Paula
Vende-se a 320 rs. na livraria do do paleo
do Collegio n. 6., de Joilo da Costa Dourado.
Os Santos Evangelios a 1,00o
Os Santos Evangelios de Jezus Chiislo,
traduzidos em portaguez, e lllustrados de
prelaces e uotas por Anin 1 o Pereira de Fi-
gueredo : nova ionpresslo para uso das es-
collas drsta provincia, a dez tostes enca-
dernados : no palco do Coliogio casa do li
azul.
Quem nunca comprou barato he
agora
Farinha do reino nova a libra 80 rs., caf
de c.....;n a lio rs., cha llison a 1920, e 2400
rs.,'manteiga ioglezaa 720 rs. dilla france-
za a 480 is tapioca a 80 rs. toucinho a 200
rs.; gomma a 80 rs chocolate de Lisho320
rs., vinho do porto engarrafado a 500 rs ,
dito de pipa a 200 c 280-rs. servrja ingleza
a 4(i.i is., graxa em lata a 100 rs., tabaco si-
monte a 400 rs. a libra, e oulros muilos g-
neros por preco em cotila : no pateo do Cue-
rno venda da quina n. 13, e n 1 ra do Moras
n. 52.
Vndese um sitio ni estrada do
Joan de llarros com grande casa do sobrado
o qual fui do linado cirurgiSo Manuel Der-
narduio Monteiro tendu camboa no fundo
com viveiro principindo, ou pprmula-so por
urna casa de sobrado do um andar ou mes
mu sitio pequeo : a fallar na ra do Raogel
n. 38 segundo andar.
~ Vende-se na ra das Cruzes n. 22, se-
gundo andar, para fra da provincia,ou par-
o mato, uma linda creoula de 24 annos de
i lade, qre beengommaaeira, cose bem coja
tura chao, e faz lavarinto, maica e faz ren-
da, cuzinha e lava de sabio.
Vende-se um par de bandas de cais
deamarello, proprias para "bandas de bar-
caigas, ou pira outra qualquer cousa, por
mdico preco : na ra da Cadeia de Santo
Autonio n. 25.
A 45ooo rs. o corte.
Ni ra do Queimado n 17, loja ao p da
botica, vcndem-se crlos de casomiras es-
curas de supuior qualidade a 4 e 5,000 rs.,
casomiras de cures mescladas proprias para
palito a 1,000 rs o covado, panno lino azul
de superior qualidade a 3,500 e 4,009 r., e
verde a 4,500 rs. o covado ; assim como um
completo sorli oenlo de fazendas de todas
as qualidades por prego mais barato do que
em outra qualquer parte.
IJVROS.
Vcndem-se as seguintes obras, iuteira-
monle novas, e por pregos commodos. mis-
colanas poticas, contendo a monarclna so-
gundoa carta, por Chateaubriand, 2volu-
mes 4,000 rs., ensaios historeos e politicos
sobro as r/volugOcs, pelo mesmo, 2 volumea
3,060 rs curso do direito civil francoz, por
/.diarias, :i volamos 8.000 rs., tratado das
aegese dos julgamentos por Poncet, I vo-
lme 4,000 rs., ensaio pbilosophlco sobre as
probabilidades por Laplace, 7.' id.; I volu-
nte 3.000 rs., CobJen e a liga, ou agitacSu
ingleza para a libardade do commercio por
T. i!isimi, I volme 4,000 rs.: na ra do
Queimado, loja n. 9.
Vende-se
(lo de diversas cares para sap8t"iio, linhas
brancas e de diversas cores, tinta de oleo de
varias cures, cha preto, o verde, de Ingla-
terra, superior vellis di esparmaectp, pan-
no de algodilo para saceos ludo da molhor
qualidade e muilo em conla ; em casa do
Adamson llowo& Companhia, ra do trapi-
cho novo n. 42.
16 Escravos,ccndo um niolecilo criou-
lo, de idade 18 anaos, um bom c>sinlioiro,3
dittos c ioulos de idade 12 o 16 anuos.mui-
lo lindos,'.! .-seravos de bonitas ligu-a,2lit-
io* s ip leo ns, senil 1 um Otinio molato, 2
oiululiiiiiea pronrios para paxem, uma es-
crava moga parida da pi 1 mena barriga,com
muito bom leilo,engomma e cozinha bem e
cose cham ; uma molalinha de idade 18
annos com varias habilidades I e-era-
vas mugas propri 13 para to lo servigo de ra
por seren quitand jiras na ruidireita n. 3.
-- Vende-se um preto por nomo Ignacio,
crioulo 23 a 30 anuos, muito proprio para
cmzenho por ser forto, ven lo-se em conla a
il nii-ir.i, ou prazo o lado do Corpo-Sinto,
0.25
^ Ven lem-se Ivpoj baratos ; na ra do
Crespo n. 11, o juntamente o hvmno do Pi
nono, para pianno, cirtts para hachar I, de
pergamiutio do llio de Janeiro, g.n-alis
de lint 1 ingleza para escrever, a 400 is.
Vende-se um relogio de ouro patento
le ingloz,uai dito muito delicado para so-
nhora. 1 aderegn, 1 par do purceiras, 4 pa-
res de brinca, 4 trancelins, 2 colares, 1 cor-
ronle para relogio 5 anclos, um dito de
chapeos junto a arco do. Aptoniosedir
quem mide.
VajBde-ae uma esenava moca bon, n
gura com alguma habilidades, com uma
cria ou sem ella, huma porojlo de tora di
carnauba, que se|vndea relalho niriii a,
Aurora n. 28.
Batatas novas a 1,000 rs. a ar-
roba.
Vende-se no armasem de Diaa Ferreira no
car da alTandega, sendo de superior qu.||.
dado
Pechincha para os alfaiatcs que
qui/crem ganhar dinheiro, e
pessoas particulares, que gostatn
do bom e barato.
Vendem-se na ra do Crespo, loja di n,.
quina que volta para a Cadeia, pannos linos
de todas as cores da molhor qualidade poi-
aivel, e muito baratos por torea um peque-
no toque de a varia.
Para o theatro.
Binculos finos com oicollentes vidros-
no pateo collegio, casa do livro azul
Os Evangelios
Da Jess Chriito ; sozundo S. Halhous,
com as competentes notas, para uso das es-
collas, vende-se na livraria do pato do Col-
legio n. 6. do J0S0 da Costa Dourado.
Vende- ae um cavallo castanho de bom
timanbo, ptimo para urna seuhora ou me-
nino, e bstanlo gordo, e que tem todos os
andares: na ra da Aurora, casa junio iu
collegio das oiyli.las.
Lindos anneis de cornalina para
senhora. #
Vendem-se lindos anneis de eornolim
verdadeira, pelo baratissimo prego de 1,000
rs.: na rna do Queimado n. 16, loj de
miudezas.
-- Vendem-se hons cisaesde pombospor
prego commodo : na Soledade, caufroiile
igreja n. 6.
Ricos sinteiros para senhora.-
He chegada ha pouco doPariz um com-
pleto sorlimenlo de ricos snteiroi para o
bello sexo, o qual so venda pelo baratissi-
mo prego de 2,000 rs. com. competente li-
vella : na ra do Q mimado n. 16, loja do
miudezis; as amostras silo francas
Escravos fgidos.
l)a-se 5o,ooo.
A quem trouxer na praca da InJepeJeocii
n. 17, a preti Mara Joaquina, de idade da
30 a 40 annos, de nagSo congo, baixa, gor-
da, cor relila, bexigosi, aeto grande, tem
um sigoal de carne sobro o beicp superior,
e he bastante ardilosa ; j fui escrava de
engenho. e ltimamente era quitaodeira do
miudezas, descoolia-so que ande para as
parles do sul, por estar acostumada a anJar
poj la vendando, comuma crioula da nomo
Kelicidade, de quom fui escrava, e consta
ter sida vista, na povoacjlo deS. Amaro la-
bualSo : esla preta fugio no dii II de abril
de 1851.
Desapparecou no da; 15 do pissado.
um muleque crioulo por dome Paulino ,
do idado de 10 annos, pouco mais ou me-
nos, cor amarellada por ter vicio, nariz cha-
lo, leviiu camisa do algodSoxinho suja, e
caiga de riscado, sem cnapo, esto escrivu
he do Sr. Antonio Jacinlho da Slvoira do
luna : quem o pegar love-o na ra da Ca-
deia do Hecife n. 51, ou na ra do Livra-
monlo n. 26 segunJo an lar que ser recom-
pensado. "
esappareceu no dia 12 do passado,o
cabra Romualdo, porcm he de suppor que
troque o nome, representa ter 45 aonos,
com alguns cabellos brancos, eo resto mul-
to roetos e estirados, falla descancada, foi
de barba feita, representa ser corpulento,
I -ou e musa de algodflosinho e caifas de
brim branco sajas, chapeo de couro tumi
Iroxinba de roupa: este cabra veio do Ceara,
quemo pegar leve-o na ra da Cadeia do
Becifo u. 51, que, sera recompensado.
Desapparoceu no dia 12 do passadoo
mulato acabralhado de no no Francisco; he
seco do corpo, altura regular,representa ter
18 annos de idade, cor de canella, bocea pi-
quen!, lincas rosos, cabellos estirados o
bem i retos, pes bstanles chatos, e os deJus
abertos, quan lo falla afecta querer ser in-
glesada, e he muilo pronostico, levou enro-
sa do algodlo do riscado americano, e caiga
de casemira azul com listra ao lado, chapeo
de palhiuha do Aracaly com lita preta:
uem o pe,:.o- love-o na ra da Cadeia do
ecifon. 51, que ser lien recompensado.
No Domingo, 28 de julho prosimo pis-
sido, fugio do sitio de Manoel Jos Machado
Canil ira-s, tumi seo escravo crioulo, de
nome Nicolau, de idade pouco mais ou meos
de 25 annos, levou calcas azuese carniza de
riscado tamhem azul, chapeo de couro; lio
alto e seco, boniti ligura ; toa) aa pamas li-
n is,- fila algum tanto apregada ; tem na ci-
beea iie ni o iado iiiin pequeo crescenle
de carne que com o cabello grande lie en-
cabe! to. Itoga-se a tolas as autoridsdei
Poleciaea, o obsequio de o pegirem, no cazo
dello ter noticias, assim como a lo las as pes-
soas e ca pilles de campo ac, tura do mes-
mo, poJondo 110 c zo de o pren ter anunciar ou
le va-I n ao mesmo seu Sr, a cima, em seo si-
tio junto ao Engenho de S. Anna, comarca
do Pau do Albo, ou nesta Praga, a Jos Alvcs
da Silva Cumiarles na ra do Cibug; Ion
ja de miudezas, que em qualquer destes lu-
gares serSo geoerozamente recompeogidos
Desippareceu 110 dia 7 do carrete do
engenho Brejo da fregueiia de Santo a mam
de Jaboatfio, o escravo Alexen Ir, cabra, do
idade 25 a 30 annos, marcado com uma be-
siga om uma das bees, estatura regular,
pouca barba, lem alguna pannos prelos no
hombro direito, foi vast-do com calca de
ganga ja velha, camisa de algodaosinho e
chapeo de palh
junto a loja de cera n. 33.
Fitas largas de veludo.
Vendem-se litis largas de veludo, doto
__
MUTILADO
ordiuaria novo, levou um
brilhanles muito rico, Vmued guirVcidT' cT,l|o com os signaos seguales : castanuo
1 croa, 1 medatln para^enhora, 1 lologi 8"n ,e rr0te aborta, pos dianleiros bran-
dourado, I salva de prata, I palitoiro 2 du-; cos' clmM bastante compridaa, a Uma bexi-
zias de eolherespara sipa,1 duza paracna 8a Provenienle de cangalha, aati eacravo
1 calher para arroz; ni ra estreita do lm prenles em Iguerass, e lalvez ah es-
florario n. 28.2. andir 1 teJa : Qielh o pegar Uve-o muelle engenho
o bom e moderado no preco. ou a 8sl" P"5" Antonio Ignacio do llego
A venia nova no becen do capim tm i0.l'aeiros, na ra do Trapleno, armazom 11.
dojoselToilos hons, e mais baratos d > que 7'1U0 80ra generoiamenU recompensado
em outra qualquer parle assim cumo vinho "" '\ dl* 7 cl co.rreule desappareceu do
para 160rs.a garrafa.e manteiga para 480 rs. en8enho PagSo, freguexia de San'o AolS",
a libra, isto he som nte para aduuirir fro- i u.m e4cr,ro Por nom* Januano, creoulo, Uo
1 idado 32 annos, corpo regular, pernas linas,
e cabelludas, ps seceos e compridos, rosto
l'a/i-nili-i ra ntift ..t___ comprido e barbado, com uma sicatriz no
1 azconas de gosto para senhoras. brag dt.eitodol.do ala for., prowaienio
uptimo sorlimenlo de lengos de cambraia de uma ferela : roga-M a quem o pegar o
de linho do molhor gosto; filos para vest- canduz. ao mesmo eugenho que aera bem
dos de lodas as coros ; chitas linas fiance- recompensado.
sas com pair sdi cassas a 280 rs. o coYa- Uesapparecen no dia 9 do correte
do, ditas estrenas do cores lixay, a 180 e 200 escrava Josepha, preta de Angola, represen-
rs o covalo, supeimr chainalote preto, a u ter 36 annos de idade, pouco ans 00 me-
320 rs. o covad 1, gradinople proario para nos, aliura e corpo regulares, levou vestid"
manteletes a vestidos. polo barato prego do do chita j usado, saia de algodo azule
1 a? CJ"*' S't'mdemaciutododese-j panno da costa lambam j salo, foi sera
,'Lm rS' C0,aJ.|l"s de trogol a 640,' va de Izidoro Congalv'es Feltosi.do Verde de
e I200rs. r, par, l illio de bico para vestido fama, ltimamente de Roberto Fereir dn
de aiirei-antes pregos.e oulras mulls fajen- Mello 8ouza, no Urub, c agora porlenee ao
lave-
_ que sera
Papel de peso pautada e cunha lo com recompensado. 11
o nims do comprador: no pateo do collegio,
casa do livro azul.
I Vem-se 8 ou 10 raccas solteiras, algu- j
- Vcndc-se rotim, muito SU- gueza:no Recite beceo d capim venda pln-
Eenor chegado ltimamente do tida de amarejio n. 6.
orto : a tratar na ra di Cruz
n. 57, com Joaquim Ferreira Hien-
des Ciuimaraes.
-- Vende-se um escravo do nagua, do 30
e tantos annos de idade, robusto e sem vi-
cios, muito humilde e sorvigal, por commo-
do prego 1 na ra de S. Congalo n. 27.
Micos anees de cornalinda, para
Mohoras.
Vendem-si muito bonitos aneis de corna-
linda verdadeira,propnos para senhoras,pe-
lo baratissimo prego do 1,000 rs : na rna do ,ljs modernas por procos muito baratos ; na ahuxo assignado: quem a pegar
Queimado, loja. de miudezas do biraleiro.i ra do Queimado 11.12,1. ,njif. ruada Madre de Dos n 16. loja,
1 Pauel de nesn naui.l. ~ .,,..a... 1.,,.,,,,,.............___a_ .
Antonio t'ernnde$ f"*HM0.
Pr.MV vaTv/' nr Nf p nr ''-


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