Diario de Pernambuco

MISSING IMAGE

Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07572


This item is only available as the following downloads:


Full Text
Anno-MV
de Selennbro de 1851.
Yll Segunda-fera i Aaffo/rO de *>'elcmhro de 1851. ^ ______ N.lift.
DUEO RE PEMAMBICO,
rnwjo ba i*Wf?o.
Paaaatairro Aatarmoo.
Porirlmetre...........
M meiir.. ,".'."*; *;;
Por anno -^ D"lN"To'otiiii.
i ifi de AgostollHInas ... lOdeJuIho
jtnh'ao 19 de dito S.Paulo. 6deAgoilo
H"i 23 de dito. iR.d./.. 14deAgo.to
Ogfc y9dedl.o jB.hU- .8 de dito.
V>'oo
8/000
15/1)00
4/500
DAS DA XM1KA
1 Seg. S. Fgidlo ab.
3 Tere. S. Estevo.
3 Quart. S. Eufemia
ACDIIUOIAI.
luiodt Oryhiai
l.eb.t 10 horn.
i. vara do cite!.
3. c 6. ao melo-dU.
Fazenda.
4 Qulnt. S. Boza.
5 &. S. Antonio m.; 3. e6.it 10 hora*.
S. Kerlloo ab. 2- tara do civil.
6 Sab. S. Libanla. ,4. e sbado* ao mcio-d.
7 Doiii. Notll Scnhora ttclacSo.
da Pe iha. Tercas e sabidos.
irnruiMBLi.
Cresccnle i 2, as n horas e 33 minuto da man.
Chela a 10, as II horas e 24 minutos da m.
tlingoante a 18. as 11 horas e 9 minutos da ni.
Nova 25, as 3 horas e 52 minutos da manha
mwia di hoji
Primelra s 9 horas e 18 minutos da manha.
Segunda s 9 horas e 42 minutos da tarde.
rABTIDAl DOS COBBUIOe,
Goianna e Parahiba, i segundas e sexta*-
feiras.
Rio-Graode-do-Nort, todas as qulntas-feiras
ao indo da.
Garanhuns e Bonito, 4 8 e 23.
Boa-Vista, e Flores, 13 e 28.
Victoria, s quintaa-fclras.
Olinda, todos os dial.
MOTIOIAS ISTBAKGXIIIAr.
Portugal.
Hcapanba.
Franca .
Blgica...
Italia.. ..
Alenunlia.
Prossla...
Dinamarca
Rutsia....
Turqua..
M de Julln
6 de Julh.
7 do Julhn
4 de Jullii
I de Julh..
3,1c Julh
3 de Julhn
3 de Julh
l 1 ti.- Julh.
Austria... 3 de Julho
Sulua. ... 1 de Julho
Succla... 2 de Julho
Inglaterra 8 de Julho
F..-I1 nidos 26de Junbo
Mjico... 6 de Junbo
California 14 de Malo.
Chill. 26 de Abril.
Kuenos-A. 38 e Julho
Montevideo 6deAgosto
CAMBIO! BE NSIiaOlTC.
Sobre Londres, a 28 '!, a 28 '|, d. p. 1|000 n.
i Pars, 340 por fr. nominal.
Lisboa, sein transacedes.
nraB,
Ouro.Oncas bespanholas.... 281600
Hoedas de 6/400 velbas. 16/000 a 16/100
. de 6/400 novas. 16/000 a 16/200
> de4/0C0...... 9/000 a 9/100
Prata.-P.itacors brasileiros.. 1/920 a 1/920
Pesos columnarlos... 1/920 a 1/920
Ditos mexicanos..... 1/750 a 1/760
PARTE OFFICIAL"
GOVEttiNODA PROVINCIA.
EXPEDIENTE DO DA 87 DE AGOSTO DE 1851
'oftic.io.-Ao ttm. prasldeate das Al.goas.
....sV/iiieoioobHanteiliavcr ja seguido para
o." UpKu <"?"-'he.. Chr .
lilao Pereir di Ateredo Coullnho, onde aona-se
mnresdo, julgai conveniente remetter por
cotila E,c- *'l, ro11""'0 d guerra
de 6 do correla, que delerminou tivesse aquel-
le destino dito ofllclal.
Dito.Ao commando das armaa transmit-
lindo copia do officlo, em que n commandanle
do presidio de Fernando partecipa que a bord
d hilacho ftrapaata deviam regressar para es-
la capital o ex commandanle do destacamento
ill estacionado, um alferes da quarta classe.
Sil nracas do segundo batalho d'artilharla a
P e 7 do eitlocto ollavo de cacado irs-
Dito. A tbetouraria do iatenda recommen-
dando a cipedlcao de suas ordena para que,
de coofonuidade com o dlsposto uo 3 art. 1
do decreto n. 633 de 28 de ogosto de 1849, se-
jao entregues ao almoiarlfc do arsenal de im-
rinba livres dedireito na alfandega ol tenia bar-
ricas de cimento, que para as obras do inesmo
arsenal chegaram de llamburgo na barca A'aii.
segundo declarou o inspector do referido ar-
senal.Communicou-se ao mencionado Ins-
ulto. A tnesraa recommendando a expedl-
tio da competente ordein, nna termos do ^ 14
So artigo 1. do decreto n. 633 de 28 de agosto
dt 1819, para que So paguem direitos n alfan-
deea os objectoa chegados de Franca pelo navio
-nlubrldade pu-
ente do re-
Hnvrt para o conlelbo geral daaMt
bliea conforme requlaltou o prrUd
lerido conselho. Inlelrou-se ao mesmo presi
Dito. Ao dlroitor interino da Initrucco pu-
blica desla provincia aprovando o arbitrio por
SS adoptado de nomear para reger interina-
mente a cadclra de lostrucco elementar da fre-
guciia de 8. Frei Pedro Goocalves a Lula Ci-
raco da Silva, vlato achar-se doente o respec-
tivo professor c estar o competente substituto
no eierciclo da cadelra vaga de Fora da Portas,
cumprindo pormque di parte presidencia
do lempo que lirer durado essa substituirn,
logo que cessar o impedimento do dito profes-
sor, cuja molestia deve ser opporlunaiuente
provada.
Dito.-- A pagatoria militar dlzeudo h ir in-
telrado dehaver o commandanle do presidio de
Fernandoaecusado o receblmcnto da quantla
que le fol enviada para aa despezas do mesmo
residi em o semestre correte, bem como de
aver rcmetlldo aquella pagadoria o aaldo das
contas do semestre ltimamente rindo, eo pro-
ducto dos gneros pertenceotes faienda que all
se vendern; e exlglndo que opportunainente
participe se o referido commandante cou em
alguma falta para com a mesraa pagadoria.
Dito =A' inesma remeltendo, para que man-
de proceder aos devldos eiames a relaco dos
ohjtctoa que o almojarife interiuo do presi-
dio de Fernando Lourenco Jos llouio entre-
gou ao actual Joaquina Alendes da Cunba Aze-
vedo..
Dito__A mesina approvando a providencia
que deu, a fim de que Joaqun) Jos Dlaa Pe-
reira restltua a essa pagadoria a Importancia
doa{oque voltou do presidio de Fernando por
nao ser da qualldade do que ae requisita.
Dito. A inesma remeltendo de novo as con-
tas das despezas fritas com o forneclraeuto
(Tagua as guardas do palacio da presidencia e
di cadeia desla cidade, a hinque faca pagar a
sua importancia ao almojarife, do araenal de
guerra, segundo o despacho de 4 do correte.
Dito. Ao director do arsenal de guerra,
concedeodo a autorlsaco que pedio para des-
pender a quantla de 852/ ra. com a promplifica-
cio e compra dos objeclos que faltain para
completar cen fardainentos para o inelo bata-
II."... An <>rV conforme loi determinado em
aviso da guerra de 6 do correte. commu-
nicou-se a pagadoria militar.
Dito. Ao mesmo, transmitlindo copiado
aviso do ministerio da jusilcade>8 de malo de
1848, am de que declare que destino leve o
corrame vlndo da corte no brigue Sanitario,
depols da dellberaco do governo Imperial
constante do mesmo aviso.
Dito. Ao director das obras publicas, iu-
teirando-o de baver approvado o ornamento
supplemcntar das obras a faser-se no decimo-
ollavolanco da estrada da Victoria, e recom-
mendando que tenha multo em viala o que ob-
servaran), o Inspector e procurador scalda
thcsourarla da facenda provincial na ioforma-
coe parecer que remelle por copia. Remct-
tcn-se copla do orcamento cima a Ihesoura-
ria da fazenda provincial.
Dito, Ao inesmo, para que informe em
que lempo vem ficar proinpto alguns com-
modos do palacio para residencia ellectlva do
presidente da provincia da son que pnssa este
para all passar-se, embora fique mal accom-
inodado declarando ao mesmo lempo quan-
do deve lofaltlvelmcnte ficar proinpa toda a
obra do inesmo palacio.
Dito. A cmara municipal desla cidade,
duendo que nenhuiua giallncacao pode rece-
bero respectivo procurador, que faca exceder
de 1:8001 rs. a totalidadedeaeu venclmento an-
imal, como be evidente vista da disposieo
d., paragraplio 6. artigo 2. da le provincial
u. 284, combinada com a do paragrapho G, ar-
tigo 2.* ila lc ii. 270 ; e qte portanlu deve pa-
gar ao mesmo procurador de forma, que nao
exceda daquella cifra.
DEM DO DA 28
Officlo. Ao.Enn. vlce preaidente das Ala-
goaa.Rccoohecendo eu a grande otilidade,
que esta provincia deve resultar do estabele-
ciinento da colonia militar que se destina o
lugar denominado Plmenleira, na vlstnhanca
da nascenle colonia, Leopoldina, delta provin-
cia, c querendo activar os Indispensavels tra-
iullioi par reallsar aquelle projeito de urna
inanelra prolicua aos Interesscs de ambas as
trovluclas, ltenla a conimunicacio que deve
avor entre as do/u) referidas colonias, rogo a
V. F.xc. que com a maior brevidade posslvel se
digne de remetter-me urna copia de lodos os
regutamcutos. instriirrAet s> uten* nuaesquer.
que tanto pelo govern imperial como por ca-
sa presidencia ae tenham expedido a respeilo
da lobredlia colonia Leopoldina, alim de qne
uas disposIcOes que bouver eu de dar sobre o
estabcleclmeolo da deata provincia nao con-
tralle de^modo alguin, antea favoreca e auxilie
o penaamento que bouver dominado sobre as
medid,, ani tomadas em relacao ao mesmo
"ojelo, que considero de minina Importan-
Dito.Ao comraando das armas, dixendo que
deve ser opportunamente remeltido para a
C?rle! disposlfio do Exm. miulstro da guerra,
alnndetero conveniente desuno, o piline.ro
cadete Aristldcs Duarle Carneiro da Lunha e
""i ue ae oerece para aervir em um doa
d'P' e,la>:lonados na provlucla do Rio Gran-1
.i mesmo, recommendando que man-1
,, ""oceder as precisas Inveatlgacoes acerca (
jo lacio un, d,u, aegundo consta de offlcio '.
ao commandanle do corpo da polica, de nSo'
.i. Du?ePuM* P'rulha que rondou no paleo
ua Kibeira na noite do dia 20 dcste tnez, em a
iual leve lugar o roubo da taverna de llerlar-
'niuo Aires de Arocha, encontrada all a pr.
inetra eomnosu de pracas de primelra llnhi
'. quem tinba de render.
Dito.v thesoararla de fazenda. Tomando
cm cooslderaeio a iolbnnacao presuda por V.
S. em dita de honiem, sobre a repreaentacao,
que este governo dirigi a assocUcao coui-
inercial desta praca, pedindo providencias que
facara cessar os embaracos e prrjuliosquesof-
fre o comnicrclo com a medida tiltlmamente
lomada pelo administrador do consulado de
nao consentir que o assucar beneficiado nos
' rmaseos particulares sejs embarcado nos r-
mateos alfandegados se nao por dlslribuicao,
tenho a respondcr-lhe, qne sendo Inadmlssl-
vels as rasOes allegadas prlo dito administrador
na sua resposla que velo junta menna infor-
maeo, cuinpre que V. mande cessar por II-
legal e infundada a portarla* do referido admi-
' nistrador do consulado de 20 de junbo deste
' anuo, em que tal medida fol adoptada.
j Dito. A pagadoria militar, dcvolveudo a
conta e documentoa da despera fella com o fot-
' neclinenio de medicamentos ao hospital regl-
1 mental desta cidade, deide 5 de abril ate o
i lim de junbo deste anno, aftiu da que mande
! pagar ao thesouro da adminislracao dos esta-
I beleclmentojdecarldadeaquantiade I-.I30.093
' rs. vlslo que do crdito para taes despezas no
I eierciclo prximo ftnda so resta esss quanlia
I como consta de seu officlo de 22 do crreme,
licando na lulelllgencia de que passa esta pre-
sidencia a solicitar do Exm. ministro da guerra
a neceisarla aulorisacao paia o pagamento
dos 371,382 rs, que se Oca devendo a bolles do
hospital de caridade que les o forneclinenlo
Dito.-- Ao brigadeiro Manocl de Souza Pinto
de Magalhica dliendo llcar selente de haver
iS. reinellldo ao ex mlnlslro da guerra um
autographo do relalorlo, mappas e contas
da Inspecco, que passou ao dcimo batalho
de iufaotarla, e oulroao coronel commandanle
das armas para ser traildo aoconhcclmcuto da
presidencia,
Dito ao uapitao do porto transmiltlndo o of-
flcio do cominandanlo do presidio de Fernando
flu deque cntendendo-se com o coinman-
denle do patacho Pirapama, c entrando no ver-
da.lotro conlicci.liento da quanlidade de pedras
que poda ter transportado aquelle navin coin, que conlecm finalmente ou deprimeiii
acargaqueh.iuvcrtrasldo, infrmese algum custo estes viejos inherentes a natureahu
abuso nao se deu, dcliando talvea de vlr maior
porco de pedra pela preferencia dada a iule-
resses reprovados.
Dito. Ao luspeclfir do arsenal de marlnha
remetiendo cot.ia do officlo do coiniii.ndanle
do brigue escuna Olinda a lim de que mande
fazer com a maior brevidade possivel os con-
certos de que uccesslla o mesmo brique es-
cuna.
Dito. Ao primeiro substituto do Juiz muni-
cipal da primeira vara desla cidade para que
mande receber a bordo do patacho firapnma
e reeolher a cadela desta cidade os dessete
iu.tiviilii.il mencionados na retaca, que remel-
le por copia, os quaes vieram do presidio de
Fenandopor terem cuinprido as semencas, a
que l.r.iiii condemnados segundo consta das
gulas que Uinbem remelle. *
Dito. Ao commandante do brigue escuna
Ofiadadlzeiido ficar inleirado de haver manda
do destnbuir por se estar arruinando a bolacha
que exista a bordo d'aqueile brigue, e rctiiet-
teudo por copia oofficio, em que o Inspector
do ars.ni.il de marinha informa que medanle
poucas horas pode o inesmo brigue ser torne-
ado de sessenla arrobas de sementante genero
Dito. Ao commaudanlc do corpo de policia
dizendo que pode mandar soltar as pracas do
corpo sob seu commando que foratn presas
para as averiguaces a cerca do roubo da ta-
verna de IJellartniuo Alvea Arocha, visto que
de taes averiguafea nenliuina culpa rcsultou
as referidas pracas.
Dito. A cmara municipal de Nasarelh pa-
ra que remella urna copia a todas de posturas
da inesma cmara que esli cm vigor.
Portara.=SomeanJo de confortnldade com
as informaces do coronel commandante das
armas e coronel Inspector da pagadoria mili-
tar, o padre .Manoel Florencio d'Albuquerque
para aervir interinamente o lugar de capellb
da fortaleza do ruin Fcserao-se neste sen-
tido as convenientes cominuulcacoes.
Dita. -- Mandando por em liberdade o recru-
ta Domingos Gomes l'edrosa por ter apresen-
lado isenco legal. ominunicou-sc ao ebefe
de pollciainlciino aflm de fazer constar a au-
loridade que o recrutou.
Commando das armas.
Quartet do commando dat armas na cidade do
llecifi, eni de -20 wjoih de 1851.
OXDEH DO OA 131.
O Illui. Sr. coronel commandante das
mas, manda fazer publico para os fins neces-
sarios, que o Euu. Sr. presidente da provlucla
resolveu por portaria de hontein datada, no-
mear o reverendo padre Manoel Florencio de
Albuquerque para servir interinamente o em-
pregode capellaoda fortaleza do Brum, com o
veuclmento de il( rs. mensaes marcado por
le, segundo declarou em officlo de igual data.
Determina porlanto o mesmo llliu. Sr, coro-
nel, que o nomeado se aprsenle ao Sr. len-
te coronel commandante da referida fortaleza,
Acando nesla data exonerado das respectivas
funcedes o reverendo capello da quarta classe
do exercitu Fr. Jos de San Jacintho Mavignier,
ue Interinamente conliuuou a funecionar em
lia capellana.
Leopoldina da Silva Auvtdo,
Primeiro teoente ajudanle d'ordens.
EXTERIOR.
REPBLICA. FKANCEZri-
ASSEMBLEA NACIONAL LEGISLATIVA.
Pieiideneia He Mr. Dupin hin.
Seaso de 8 de julho.
_0 Sr. Prndenle : O Sr. relator da commis-
sao de reviiio tem a palavra (vivo movimcnti
de curlosidade).
Um grande numero reprezentantes se pre-
cipitan! sobre amesa para se fazerem inscre-
ver ; mas o Sr. presidente declara que as
nscripcoes nao serio recebidas seno depols
da lellura do relauuio, e ordena aos portei-
ros que facain dea embaracar os corredores e
as proximidades da tribuna, ( o inais profun-
do silencio reina na assemblea.)
A/r. commis-
sao encarregada de examinar as propostas so-
bre a revisao de conslituicio, tenho a honra
de depor sobre a mesa o relatoro da mesraa
coininlssao sobre as propostas que lhe foram
remettldas.
Di todas ai partei: leia lela!
Mr. de Tocqueville observa que o relalorlo
est dividido ein duas partes, e requer que
para nao lomar multo lempo aasemblea, lhe
seja concedido ler smenle a primelra parle.
Foim nmnron? : Sim slml
Afr. di Tocqutvilli : (lendo ): Um gran-
de numero de cidados peden) que a conslitui-
cio seja revista. Dusentos e irinla e tres de
nassos collegas fazcm conectivamente a mesma
peticio.
Cerlamente Srs., orna queslao maior nio po-
derla regularmente apresentar-se, e nao sel
mesmo se ueste pais que, de sessenta annos
para ca tem visto tantos aconlecimentos singu-
lares e tem passado por to eslranhas visaitu-
des jamis se baja reclamado de um corpo de-
liberante urna deciso de inais Importancia.
Urna constitulcao nova he de ordinario o
producto do urna revolue.ao. Ella resumo, di-
linc, regularlsa as Ideias c oa fados que a re.
os fundamentos das lela para tentar reforma-
las, ou fase-las mudar de posit.io imprimir
este moviinento universal leglshcao de um
povo agitado por paladea e interesses contrari-
os, no qual, ha menos de quatro annos, lorain
transformadas suas instltuices polticas, sen-
do discutidas e postas seriamente em queslao
todas as oulras, he cousa rara, A'ers, e ousada.
Vejamos sa he necessaria.
l'iuiciranif me ser verdade que a consli-
tuicio he defeituoso ? Seus vicios serio por
ventura slc tal natureza que seja urgente re-
forma-la ?
Mnguein da commlssao conlestou qne' a
constitulcao lem defeilos que seria til corri-
glr. A minora limitou-sc a sustentar que es-
tes defeilos, mal inherente a lodasas obraa do
lioincni, nao sao a causa principal da agilacaoj
e da indisposieo de que todos se queixam.l
nem tcmproduzldo a sltuacio penivel cm que
seachaopaiz, Nao he i conslituicio que de-
venios, disse ella, altrlbuir ludo Islo, mas aos
hoiinos polticos que tem sido encarrrgados
de eiecutarciu-na. Nao se falla tanto em cor-
rigir as lela senao porque ntnguem quer cor-
rigir-se a si inesmo. Se os partidos monar-
chlcos nao llveaacm constanteinenle cm vista
aniquilar a repblica, em vci de llinliareni-
se a governa-la, se o poder executivo nio ti-
vesse constantemente procurado com estre-
pito e coin esforco salilr da arbita que lhe fora
tracada, a constitulcao, a pezar de suas imper-
feicOes, teria podido dar seguranza aos ihte
resses, c aos tranquillidade ans espiritos,
A im non pnrcui, Srs., nao be desla opi-
nio ; ella pensa que inilependentemente de
todas as cnusas particulares que podein ser as-
slgnaladas ou allegadas, urna grande parte do
mal deve seraltribuida aos vicios da propria
constitulcao. O desojo de assumir c de con-
servar o poder, os precoiicellos polticos, as
lembrancas, os rancores, as palxdes dos par
d sao, ella o aflriua o objecto ordinario da
historia. As boas consttulfOes sao aquellas
sem
ma-
mis sao aquellasqoe os favorecem e
exclam. A conslituicio de 1848 tem este ultimo
caractcrislico ; ella torna o governo instavol e
tempestuoso ; ella exige de todos aquelles
que goveroaiu una modcracao.uiii ilesinte-
resse e una especie de abnegacao de si-mes-
ino, que he perigoso exigir dos nomens, c que
lalvcs seja pueril esperar delles.
aiuitas criticas lhe tcem sido fcilas limllar-
nos-hemos aexpor aqu cm poucas palavras as
duas prlncipaes, porque se forcm fundadas,
bastaro para fezer desojar a revisao que se
requer.
A primeira ataca o proprio modo pelo qual
se exerec a soberania do povo em um de seus
principacs actos; a cleicao da asseinblca nacio-
nal.
Fazer elogar em um mesmo escrutinio de
lista dez representantes ao mesmo lempo por
Ma mil eleitorcs, he querer, como se lem di-
to, rpe a mimoria iriumplic, ou que a maioria
ubre ao acaso.
Um resultado lalso ou um voto ceg, taes
sao as cousequencias ordinarias de semellian-
le syslcma.
lie impossivel com cll'eito, que a populado
Inteiro de utn departamento tenha tucios segu-
ros de apreciar devidaiucnte o mrito da
qucllcs que se apresenlam como candidatos
aos seus siillragios
A maior parle*dos oleilores apenas urna ou
outra vez tem ouvidn fallar de mu ou de duus
desses candidatos ; o nome mesmo de todos os
outros Ibes he incgnito.
O que resulta d'abi ? que nos distritos agi-
tados ou em lempos de excitacao publica, os
partidos vilenlos iinpoetnno povo, sem o con-
sultar, sua escolba ; que nos doslrictos trau-
quillus c em lempos calinos, a listados repre-
sentantes he formada de ante mao por alguns
agitadores, em vista de interesses particula-
res e para sapllsfazer odios ou amizades pes-
soacs i e esta lista be depois adoptada pelos
eleitorcs, como o nico fio que os pode guiar
no meio das Irevasque os ce rea m. A elefeio
que parecer emanar da totalidade dos cids-
dos, he cm realidade a obra de una minio
Insignificante faccao.
Asegunda critica fella constitulcao, c que
queremos darvos a conhccer,Srs.,lem mais im-
portaocia aiuda, pois refere-sc origem.
natureza, e as relaedes dos dous grandes po-
deres que fazem as leia e as appiicain,
Urna scamara cnoarregada s de fazer a lei;
uins hoiucm encarregado de presidir a ese-
cucao de todas as leis e a dlrecao dos negocios
polticos ; ambos eleitos pelo misino modo,
dircctementepela iiniversalidade dos cidados ;
aassemblca omnipotente d'ontro do circulo
da conslituieo, o presidente ebrigado a obc-
decer-lbe dentro do mesmo limite, mas lendo
por sua e(ei(ao urna forca moral que lhe per-
miti pensar om resistir eque torna a subinis-
sn delicil ; gozando alcm disto de todos as
prerogativas que possue o chefe do poder exe-
cutivo em um palz onde a adiuisjtMracao pu-
blica, esiendida por toda a parle e com ludo
misturada, fra feita pela monarchfa c para a
monarchia, cates dous grandes poderes igua-
es quaulo orlgem, e deslguscs quanlo ao
direilo, condemoados pela ici a tormentos,
provocados de alguma sorlc por olla suspei-
los, ciumes, conftelos obrlgadado*. entre-
tanto a vlverem cstrcilamenie ligados um com
o oulro, em una conferencia eterna, sem ha-
ver um intermediarlo ou um arbitro que pos-
concilia-los ou conle-los; nao sao certa-
menlc as condices de um governo regular c
forte.
Em quanto as cousas permaneccrem Betts
estado poder-ae-ha dlzer que a repblica nao
achuu aluda sua ostabilidade, que seu governo
he precario, e que aprova bona fid que se de-
via desejar nao he completa.
A conslituieo he pois defeituosa; todaviasc-
nhores, se nao tivossemos considerado seuao os
vicios da conslituicio om si mcsina, teamos
hesitado em propor-vos que facais passar im-
nediatamente o palz pela crisc de uina rcvlsac,
crise seiuprc teirlrcl porcm particularmente
mais tcrrfvel, anda no lempo presente. Te-
rlamos esperado por lempos mais tranquillos
e por circunstancias mais favoravels, sub-
meltendo-nos ate enlio ao botn sonso do pu-
blico, que tem sido sufficlcnle ba tres annos,
e poderla s-lo aiuda para corregir na pralica
os defeilos das leis, se a situaco geral dos ne-
gocios polticos, o estado dos espiritos, os peri-
cos particulrres do momento, a totalidade em
ni das circunstancias no mel dos quaes nos
acharaos nos permellisse adiar o vol.
Estas dlllcrentes raides, aenhores, sao deli-
cadas, difAcelse talvez meaiiio debaixo de cer-
tos pontos de vista, perlgosas se eiprimirem
perante a assembla e perauleopaiz. us as
diremos todavia sein obscitridade e sem clr.
cuinloquios.
Aculando-nos, dlgnai-vos ser presente que o
pais nao esquecer que nao fouius nos que fiza-
mol com que a queslao de revisao fosse suscita-
da. Quaodo quesldes lio temlveisse apresentio,
ha mais perigo em o acuitar aua gravldade ou
cm desslmular os verdadelros motivos que se
dio para rezolve-la, do que em Tallar clara-
mente e cora resoluco. A proxlmacaoda orlse
que atneaca a naco, ludo torua-se secundario
4 necessldado de esclarecer os cidados e de
convencer-nos a nos inesmos.
A opporluoldadc da revisao tem sido atacado
por mtiitos lados dliterentcs. Os inembrus da
coramisso que uo obstante perlencerem
voluco que a preceder, fez nascer,' ou im-; maioria dasta assembla, coinbtcn a medida
poz ; mas examinar afoutaincntc de um modo' proposta, nao sSo os menos jardeles entre os
perfcilamente legal, sem que appareca A pri- seus oppposllores, e nio difieran dos outros
utelra vina ncnbuma necessldade Absoluta, f senao em seus pontos de vista.
Propondes que se apelle de novo para o voto
universal, dlzem uns, mas vos o lindes des-
truido. Pode-se acaso fazer rever por urna
parte da nacao urna conslituieo que ful obra
da naci inteira? Os membros que votaram
contra a le de 31 de malo, porque a seus ollios
csia Ici nn puriflcava smente, mas mutilava
o corpo eleltoral, poderao por ventura honro-
samente votar pela revisao, ein quanto a lei de
31 de malo nao lor modificada?
Engana-se pola, quem pensa que se chegara
jamis a obter na assnuhlca a maioria consti-
tucional dos tros quartos. Assliu, v tando-se
pela revsiao, nao se oblor que olla tenha lu-
gar, sdmente se enfraqurcer a forca moral da
constitulcao, e lomar-se-ha sua vlolajao mais
fcil.
A consumirn tem, sem duvida, defeilos, di-
zem outros; porm o linimento he mal esco-
Ihldo para corrgi-los. Nadivlsao aclual doi
pariidoi e no mcio da confusas dos espiritos que
hesua consequencla, que idea commiiui po-
der ser representada por una coostiluinte?--
- O paiz nilo quor reconhucor quo o iml
existe anda inais em si niesttio do quo nas
leis ; reconhetja, pois ello primeiramenle
aquillo tle que precisa rara so poder depois
tontar reformar o quo exisle, mas cmi|uan
elle esttver dividido como o votnos. reunir
urna coruliluinle, hcagila-lo sem provoito,
he perturbar o enfermo sem cura-lo, he
augmentar o cahos sem errar a 'uz.
Nesta excitafSo ostcril.romo a chaman), a
iiiiii'ii i- .ii-i'i .i.l ira quo nos ton) salvado,
corre gran le perigo do ser dissolvi la : ella
pode-so apresentar unila dianle dos elei o-
res em quanlo se n9u t'alar nenSo do modo
de dirigir os negocios pblicos debaixo do
goveipo ciislent.); mas desde o momonto
em que a forma desse governo for posta em
questlo, as diversas fraccOes que compOem
esta mesma maioria so dividirSo necossaria-
mcnlo perante o collegioi, e abrirn) as-
in passagom a sous alv rsirioi com-
inuns.
Accresce que, minios daquelles que no
paiz, pedom a rivigilo, leem outros projoo.
tos ; em realidade no li a rivts.lo que clles
tlesnjam : tnuitos dos quo a podein com
um-. instancia se ifligiriam gran emento
de obte-la o se absteriam do s WOiUr a
ipie-i i, que nos oceupa, se nSo estiyessem
eerlos de que ella nao podo sit resolvida. u
que clles querem em summa, he agitar a
ti je ;o,r c oinpr iimeiif r e grup ir ctm anteco-
deocta os eleitores no inleressc tto urna can-
didatura inconslilucianal, pra cujo su-
cesso a administracln tem trabalhido com
um ardor e urna audacia que oxcedem ludo
0 que se tem vtslo em oulras occasies. O
que querem anda, lie prpararcn para si
mesnios ou para seus amigos forls probabi-
lidades de succosso das elcifcs vtndouras,
tomando paite de agora nos males c nas
paixOes do povo, e lisonjeando com a clii-
merica esperanca de que urna constiluinte
sanara as miserias quo olio solTio.
A maioria da commissao, srnhores, nSo
cedeu a estas rast3;s. Ella nao nega que a
rtvisSo sej pongosa, porem julga-a muito
necessaria.
ll' m.ni, ton .luvida, c>der-so mui facil-
rrroiito correnteda opinilo publica, porem
n3o he setnprn prudente nem patritico re-
sislir-lhe. A. regras de conducta dos ho-
mons de estado nesta mat.Tia, vatiam so-
gundo o espirito dos lempos ea forma das
insliluices. Nos paizes livres, o principal -
mente nos paizes democrticos, ou le o bem
como o mal n.lo podein ser consumados si-
n. cnni o socorro das uiassis, convern,
anlrs de tudo, conservar sua gffeicao e sua
cuniiaiiea. Logo quo ollas estilo inquietas
c perturbadas, logo que soffrem c reclatnam
um riMii.-ii .i, recusar-Ibes este romedio por
que ee lhe suppem monos elTicacta do que
ellas imaginam,ha fazo-las desesperar he rn-
pelli-lasa tomar, com outros conductores,
outra direccSo, e oulras mximas polticas.
Demais o que ellas dizeo qui por um o-
tinelo vago, um oxame prol'unlo dasitui-
sejar.
NSo esquet;mos, Senhofes, a situaco em
que estamos, situadlo bem estranliie bem
uova.
Se a cleigrt do presidente ta repblica
hotivessotido lugar no periodo natural mar-
cado pela ruiisiiliiir.oi, sto he em 12 do
iii.no de 1849 os poderes presi lonciaes tu-
nan) sobrevivido um anno ao9 desta IMBID-
1 Im, o nSoseiia scno em 1861, depots de
dose annos de experiencia o de esUbilnlade
que se vera o chefe do poder oxecutivo o a
assembli legislativa, cessarem ao mesmo
lempo suas fungOes.
Mas pelo i lleno accidental da lcl de 28 de
oulubro de 1848, Ici esigida pelo artigo 110
da conslituieo, o presidente foi elcilo em 10
dezembro de 1818, c todava chegar ao termo
de sua magistralqra no correr de maio vin-
douro. Assim, nosse incsmO inez, esmente
com alguns dias de intervalo, o poder execu-
tivo c o poder lotatalatlvo mudarain de mao).
Cerlamente, Senfrorcs, jamis um grande po-
vo, anda mal proparado para o uso da liber-
dade republicana, nio foi lanzado repentina-
mente pela propria loi em tal contingencia ;
jmala nenhuina conslituieo nasecnte nio fui
Mil.ni.nula i una to dura prova. E ein que
paiz da trra, Setihoros, devora ler lugar este
eclipse previsto e total do poder? Em aquelle
de todos os povos quo, bem que teoha mais
vezes que nenhum oulro, derribado seu go-
verno, tem talvez mais quo nenhum outro a
necessidade de ser governado.
As nagdea que teeui urna existencia federa-
tiva, aquellas mesmo que sem terem dividido
a soberania. possuem uina aristocracia, ou
:.,,,.,,. de raaqucias proviuclaca profunda-
mente arraigadas em seus costumes, podein
existir por muito lempo com um governo tri-
co, c mesmo podem supportar durante certo
periodo a ausencia completa de um governo.
Cada porco do povo tem uina existencia pro-
pria que permute socledade conservar-se
anida algum lempo em pe, quando a corren-
te geral da vida he embarazada ou suspensa ;
mas seremos nos urna desls naedes 7 Nao
temos ccntralisado lodos os poderes polticos,
c creado deste modo aquelle de todas os no-
vemos que he em verdade o mais fcil de der-
rlbar-se ; mas que he ao incsmcfjeinpo o mais
diflicll de despensar-se por um s momento?
E em que lempo val tuna seinelbante prova
ser feita?
No dia Immedlato ao de urna grande revo-
lucao, no meio das palxdes e dos apetites irre-
gulares que toda revoluco delxa apot al, e
que sao sempre mal coudos por Instlluicdes
nascentes. Ser por ventura um perigo ima-
ginarlo, ser um dos accidentes ordinarios que
se encontrara na historia de todos os povos
livres, ou ser antes um desies perlgos raros
a que nao be permittldo expor o paiz, quando
de tal pode preserva-lo?
O nico malo regular e legal qua temos para
conseguir islo, o nico que nos resta lalvca
pira Impedir que todos os poderes caiam em
nios luaonalituclonaesou se tarncm de nenhu-
ina aulorldade, he conrla-los todos por algum ioteressadas e vilenlas, ou alguns principes
lempo a urna assembla conslltuinte, a qual J que seu nasclinento faz que solio vistos de lon-
ter por si a autorldade da naco e a forca da ge, qual be o personagrm, cujo nome posaafa-
inocidade. Icllmente ebegar ao conhecimento e flxar-aeso-
Pdese dizer, he verdade, que o perigo quo 9 lldaineote na memoria desses inllhdea deelei-
I acabamos de assignalar he mais app.i rente que I torca ruraes que cobren) a superficie da Fran-
jreal, mas formldarel cm apparencla do que lea, seno o do homem por quem o poder pu-
. verdade i ramente digno de terror. Com eRei-l bllco lem sido exercldo duranie annos, o do ho-
to, o poder governalivo nao estar jmaa va-juiein que tora personificado, por muilo terapo,
11(0, pola que no momento em que um dos go- aos olbos de cada cidadao, esta adminislracao
vernos expirar, o autro J ser nascido. central, que entre nos v-sc por (oda a parte.
Era tbcorla, senhores, isto he verdade; mas
na pratica a transmissio do direilo de gover-
nar de um para outro nio delxar nunca de
ser, por mais que se faca, urna grande crlse;
pois se passar, de necessidade, um tcinp'i
asss lougo, durante o qual o govoruo que ac
e cuja influencia sente-se em todas as cousaa?
Esse era consequencla desta anxledade publi-
ca, na ausencia de outro candidato conhecido,
talvez mesmo que em consegueocia da accao
ilegitimados partidos ou do proprio governo
uina eleioo inconstitucional, vlesae a ter lo-
ba nao termals nenhuma autoridades aqtiol-lgar, oque he que succederia? Peosa-seacaso
le que cotneca nao lera aioda mullo o poder. que a nica consequeocia de um tal laclo, se-
Alm disso ainda que o perigo nio desistisse ra a abolico de um'artigo da conslituieo?
sono na Imaginarn dos cidados, estamos Por ventura, quaudo un povo tem rasgado
i.....i. o. os cidados, estamos
acaso seguros de que seria menor? Ainda que
nio tivesse por elfoito seno reanimar as espe-
ranzas criminosas de alguns e levar ao extre-
mo as aprehensdes do maior numero, nem por
i-so o perigo seria menor, elle seria talvez o
maior de lodos os que temos corrido.
Se nao nos dennos pressa era vir em auxilio
do povo, em una occorrencia que lhe parece,
com raso lio extraordinaria e lo critica,
quem nos assogtira que este povo no excesso
de sua anxledade, nao lenlar salvar-se recor-
lemlo a algum procedimonto Irregular, .mais
perigoso que oa outros? Examinemos o estado
dos espiritos e estudenios os Tactos :
A naco foi sorprehondWa pelos aconleci-
mentos de fevereiro; niuguem contestar isso.
N'aquclle dia ella eslava descontente, mas nao
era anda revolucionaria. Sessenta anuos de
novidades, de aguardes e de trabadlos polticos
iinli.io-na fatigado; ella nao tinha tldo ainda
lempo de descancar intelramenle, quando a
queda inesperada da innnarcbia de julho a
preclpitou em uina das crises mais singulares
sono das mais violentas de sua longa revoluco
Fol-lbe necessario, inau grado seu, vollar
arena, violentar seus novos hbitos, despresar
os negocios coslrabalbos aos quaes havia da.
do toda sua altenco, entrar contra aua vonta
de no campo das revoluedes c combalcr nclle
Ella o fci coin urna coragetn c urna resigoaco
admiraveis, com uina energia moderada e uina
sabedoria pratica deque seus deiratoros a nao
julgavamcapaz, c que lhe far eterna bolfra
entre os hoinens.
Ella iriumphou, ella debellou porenloa
facedes, venecu a anarchia ; mas no o conse-
guio sono depois de mullos sacrificios, de
militas lulas e de perdas consideraveis. Iloje
a nacao esl caneada ; he verdade, mais ella
est ao mesmo lempo abalada e inquieta.
Ella se recorda de que cm fevereiro nao se
ileriili.iraui smente as instlluicdes polillos*
do paiz, porcm que abaixaodo-sc inais o pon-
to de mira, procurou-sc acabar tambera cora
suas instiiuirdes civis. cssas institui;des lo
necessariaa aos Interesses do paiz, e lo cha-
ras aos costumes, eque ate cnlo tinho aer-
vldo como base coinuium c rcspeiluda para
todos os governos civilisados. Esta lenibran-
9a que se aprsenla frequentcinenlc sua lina-
glnaco no meio mesmo do ropouso momen-
tneo de que goza, a faz tremer c a per-
turba.
lie noste estado de espirito publico que olla
se sentc arrastada a seu pesar, pelo poder ir-
resistivel da propria le, para una nova crisc
mas terrivcl talvez que todas as oulras.
Ella percebe de louge os dous graodos po'
deres que dirigem c maniera a sociedade, en-
fraquccercui juntamente, e quasl ponto de
desapparccercui ao mesmo tcuipo, sem quo
possa ainda dcicobrir distiuctainentc o que vi
ra em seu lugar; porque a composico e o
espirito da assembla futura dependen) dos
riscos da eleico. e o presidente nn be rccle-
givcl. Imagine qualqucr a auxiedade e o ter-
ror que se devem apoderar de todos os espiritos
i ideia de que um dia vira no qual este lugar
immonso que o governo oceupa enlre nos se
achara vago ? Nao ser acaso para letner-se que
nesta peruirli 1, .10 e nesta agona os eleitores
. quando 1101 pov
coin suas proprlas raaos nona parle de sua le
fundamental, nao tem vlrtualmente abolido
tudo o inais nao tem reduaido a pd a fabrica
nleiradoseu governo?
Sim, a constituirn toda inteira seria derri-
bada e deatrutda por um Impulso repentino,
por mu esforco irrcflectido, sem que restasse
em p nenhum poder legitimo, que tivesse o
di reno de nada edificar em seu lugar. E oque
he a consiluico, senhores, por mais Impcr-
feilaquc a siippouhamos. he a legalidade, he o,
direilo sondo ella nao legal mente transformada
mas violada e destruida, tudo serla permeiiido'
tudo poderia ser lenlado. tudo serla possivel'
Os direitos pullilcos nao exlstlriam em ne-
nhuma parte: oa unicoa, e ltimos vestigios
delies imam desapparecido.
A Franca seria de novo entregue aos capri-
chos da u.ulitdao c vontade do mais forte.
1 hieni pode,,.1 pensar e quem ouaaria dlzer
que a assembla nacional, guarda doa dlieltos
du palzsolt'rcria Iranquillainenle que debaixo
de seus proprlos olhos se impellisse de novo a
naco para cata carreira de revolucio e de .1-
vcutura, ella que tira todo o aeu poder Ja cns-
ul 111;. 10, pela qual he o primeiro poder do Es-
tado, e sem aqual nada he? Seu dever, o sen-
liinenio de sua responsabilidade, seu Inleresse,
sua propria honra obilgo-na a defende-la.
Poderia ella tolerar que os agentes do poder
executivo, etupregando as toreas que a cons-
lituieo porem era suas mos para um outro
uso, preparaisem e favorecoasem candidaturas
incoustilucionaes? E se por infelieldade, cl-
les o leniassem, nao produzlrla isto inevita-
veln me nina lula aberi i o violenta entre os
dous grandes poderes?
Nessa lula,que nao serla legitima, salvo so
fosse provocada c necessaria, e que cm todo o
caso, seria sempre para doplorar-se a assein-
bla nacional encontrarla seguramente por ai
a forca e o direilo. Ella Iriumpbaria sein du-
vida, mas perqu proco? Estaremos por ven-
tura 1.10 firmes ein nossa posico que uo nos
seja pormeilido temer que no meio desta guer-
ra inlealiiia do governo, o partido que be ioi-
inigo natural e cominuiii de todo o governo,
deaperte c fique vencedor?
Ainda que salvasseuios a ordein, poderlamos
acaso contar coin preaervar a legalidade que
defendemos? Qual he o hornera que confie,
nastaule eni seu juizo para ousar predizerqual
seria o p u adoro de uina tal lula eem que mo-
mentos de que modoa assembici, forrada em
defeza das leis a tomar sobri si todos os pode-
res, poderla renuncia-Ios, e entregar o governo
ao concurso, antes que a sociedade estivesic
tranquilla.' lalvcs nio se zesse com isso senu
chegar por oulro caraoho ao mesmo campa
da forca c doacazo, a que conduziia necessa-
riamente una cloico Inconstitucional.
Set que lio fcil dtzer-so que, a dospeito
dos terrores do momento, 1 despeilo do mo-
do polo qual os eleitorcs sSo consultados,
ellos li.Mt'.lu senhores de si, que ssberSo re-
conhocere apreciar os diiTeonttn candida-
tos, comprehender a constilui^So e obode-
cor-lhe, que o poder executivo platicara
a abnegacao, que sou's agente* sorao t,' los, que nenhum de nos -nSo ceder ao ex-
tern a si mesmos com calms e sinceridade,
so oulra couss que nJo una grande criso
pido resultar do ilalus gao actual, e se esta
chegados ao ultimo momento, sintam-sc im- citamenlo do momento e que as facetesse-
pcllldos, nao por cnthuslasmo para cora um f3o contidasem respeilo. Todas estas cou-
noino ou para com um hornera ; mas pelo ler-' SM sao facels do rjiier.gei i0 D1,s0 uo g
zai&,!^:,\>^- p^m zMm ""r""8?10 rcspon,lid,si
acto popular de violencia, o poder executivo por laso aUsternoshomos Je o faier.
nas inios cm que se acha actualmente ? I .m llamos nem a rhotoricos.oetTJ mo-
Exaininc-sc o modo de eleico presidencial nios, mas a homeus polticos que teem
eslabelecido pela constituirio, e ver-sc-ha uso das cousas humanas, e nio se limitara a
que facilita, tanto quanto a Ici o pode fazer, palavras; appellamos porlanto para sua in-
cale resultado revolucionario c funesto. telligencia, para sua experiencia, par* sus
Una grande naco derramada sobre um vasto cOOaCienCa
espaco, uina afio na qual a esphera do poder
executivo he quasl sem limites, c onde ore- Admittidas estas CircumsUncias e confie-
presentante nico deaie poder he elelto pela culo a situaco, o carcter o os interesses
universalidade dos cidados que votara direc- os nomens, comprehendidl lgica dos
ta c separadamente, sera terem tido nenhum factos e das paixOas, pedimos que pergun
mcio de csclareceiem-se e de cnlciideieni-sc,
he cousa, senhores, uo temo di/c-lo, que
nunca foi vista em ncnliura unvo'da torra. O
nico palz do mundo que aprescuta alguma I P""o rt.aui.ar '-. 1" ;-' "'-
cousa de anlogo, he a America; poiin que crise nSo deve terminar quasi necessana-
prodigiosa dillereoca.' Na America o suilragiolmente, ou na usurpaco, OU na anirchll, e,
directo c universal he a Ici coiniiiuin, umajem todo10 caso, na ruina da repblica o tal-
s excepeo soli'rc este grande principio, e. voz J( liberdade!
esta exepfo lena lugar precisa.nc..te na elei- horneDS rJe boa que propozerem sin-
610 do nrcsiiieiUP. O pres lente o"^ r.stauos-, ^ *
nldoa da America cmSna tambera de utn vo-| ceramente a si mesmos estas questOes es-
to universal, mas nao directamente. E toda-( pautosas, que pensaren) sobre tudo o que
via o papel do poder executivo na Unio, com- teos dido, cliegaro sem duvda cnnveu-
parado cora o que elle reprsenla e represen- ccr-se que entru todos os perigos formida-
1 o 1 sempre, por mais que se faca, em 1 m- veis que encerra o futuro, a renniSo de urna
o.a, he multo insignificante; apesar disso n'a-! consttuinte be certameaile o menor,
uueltc paiz onde a repblica existe, por assim ,_,. _, __.
dizor, desde sua origen, mesmo debaixo da Esta ho opiniSo da maior.a da commis-
monarclila, nos costumes, nas ideias c nos sSo. COOVncida da necessi lado de um* ro-
usos nao scjulgou prudente confiar a eleico vis.lo, ella indigoii qual a que se devia
dos representantes da naco* a da poder exc- adoptar, o depois do um exame profundo
culivo ao acaso do voto directo e universal dectdio-se a proj'r a esta assembla que a
I A naco americana nao faz seno oscollicr ConstilulcSoseja revista om sua totalidade.
[delegados, os quaes elcgcm o presidente. Es- Tcm-se Visio que as ohloccOes asaaisar-
1 tes delegados representara sera duvida10 osp- d t fndalas que se tem feilo
?^^^p%o\SS,i .con.iiU.c.0 versan, sobrio modo sjgui,
I porcm sao prvidos ao.nenos do conboclmen- do o qual se oxerco Iloje, na eleicSp da as-
tos que o povo era geral nao pode ter. Elles sembla. e sobre tudo ni do presidente*
nao p.drin fazer por ai mesmos uina ideia exac soberana do povo, e sobre a origem, nurao-
ta das necessidadea gerars do paiz, e de seus ro e exlenso dos grandes poderes. Estas
males rcacs, podem conhecer os candidatos, s-|0i genhor'S, as pe;es principacs da rra-
corapara-los uns com os outros, pezar auas ha- c||ina j0 goverao ; ollas nSo podem pois ser
biliucdes eescolbor entre1 elles, o fl'ic .cada reform!1d,s, sem que se toque necessaria-
' cidadao no centro de aua casa e mullas vezes m .' .,,., ^
de sua ignorancia, no meio dosirabalbos c das monto onl Wd M OUlrss.
1 preocuparais da vida privada, he Incapaz de A obra toda deve sor retocada mais 00
fazer. Por esla rasao temos visto, ha sessen- menos profundamente, e a revisao nSo podo
ta annos, os Americanos affastareui multas s,.r parcial.
vejes da primeira magistratura d^a repblica, em deye CJnsiglir ref ii30 lol,,?
SM%rXS& S.S ^ r"?" Pro.crp5o ,.!.
vamente obscuros, mas que corresponden, sobre osle ponto a constituale futura, ou
molhors necesidades polticas do momento, quando meaos urna opioiao que exprimir
Se os perlgos do voto universal e directo, ao paiz ? Qual he a exlenso de nosso direi-
em um tal caso fizeram impressio no animo to nosta materia ? Qual he nosso dever ? De-
dos legisladores dos Estados-Unidos, qdanto vera a revisan da conslituit;ao ler lugar fra
nao devem elles excitar nossa attencao, pois Qu entro a quesillo da repblica T Al-
vlvcmoa etnuin pala.no qual a maior parle dos dos membros da commisJO susteu-
cldadaos nao esla anda ""'"<> n"0; tarim qUe, sendo a forma ropublicana, a
cunar-sc dos necocios imlitcos. ou nao pfiuar s^t : __. *.
nejes seno Jof acaso, e nao conhecer, nem tnica exprcsso do principio da soberana
mesmo pelo nome, a maior parte dos Indlvi- do povo, a nica compaltvel com seu coru-
duoa que os dirigem; em um paiz no qual pelo exercicio, o principio republicano se
alcm disso elles j tem contrahldo as palxdes confunda com o propiio principio da soba-
que a democracia suggerc, pjiia nio quere- riDa j0 poya, ne como ello iualtenavel.iin-
rera collocar frente do governo aenoumdc nroscriplivel e que nioguoai podo tirar aos
aeuslguacs, e nJo tem anda adquirido aslu- cidados o diroilo DaluraldesOBoveraarem
%\ViZ&S.irt,%re''- porsimejmos.nem e.cr.vls#?s ger.cOes
excepto talvea alguns demagogos famosos futuras, fundando um syslem* do govaroo
que se tem feilo conhecldos por suas palxdes que tirasse sua nzuo de ser de Si mesmo, *
Jll
n i\/
7T.


A (irme vontndo di assemblea nacional
dore ser pois,nao m ii otile rospeitar por si
tnesmaa constliuicAo, sonao lamben viiiiar
que ella sej respeilida. lio pin melhor
exprimir esta Idi e proporrionar-vos, srs
i oc'a-i lo daassociar-vos a el 1 i.que a rom-
rniasSo Toa propOe introducir no dispositivo
da resolucao, que voa lubmette a reprodu-
ca textual do artigo ^11 da consliluicSo.
afim do fazor bem coniprehender a to los,
que nao he sendo em virtude daconslituic,3o
o em vi -l i daa con Jigdea qua ella mesma es-
tabellocra, qun julgamos que deve aer re-
Tiala. Contamos que administracSo e mes-
ino tolos se conformnro ruin este peosa-
iniMiin, e que ae recordarflo que toda a ten-
tativa que liver por objeclo impelir o povo
para candidaturas nconsliiurlonaas, des le
o momento om quo o c >iislluii;Bo nSo po-
der aer legalmento revista, nilo Sira somen-
ta inconveniente e irrigular, senSo tam-
bero criminosa. ( ilavimenlo )
Vamos cfingan lo, senhores ao termo da
gran io l ii i'i que nos imposesle eque para
sur 1 '.'ni doscmponbadn, demandara mais
A i.iii'i.i da comuiissSo vai
rilo a diieita.)
; Journal du Havre)
PERNAMBUCO
JLUY 1>IJ KECIFE.
que por aua natjreza, fosse ou pretndese
sor i nmotlal.
Catas idai, aenhorrs, foram repelllas
jr urna grande maioria da cpmniisiSo. Nos
lo podemos admitlir uro"* momento que
afora o mundo moral, queno he mala sub-
ini'Uido ao imperio da maioria, que ao dos
res, baja alguna couia que poasa escapar
soberana do povo, em um paz principal-
mente onde esta soberana be o principio
das leis e sua sancefio; que urna oacSo pos-
an ser eternamente retida c como forjada a
seu petar as formas polticas que julgassa
contrarias o seuscoslumcs, o seu esuirito,
sua grandeza, a sua prosperidade.
Sem discutirmos por muito tempo esla
theoria, indagamos secom effoito convinha
sujeitar decisllo a questSo do repblica ou
ile monarcha. ( Sensac,3o -- Movimento ge-
ral do attenefio.}
Concordamos tolos que nSo tinhamoso
direito, quanlo tnesmo livessemos o desojo.
de propnr a nac,So que dcxasse a repblica
Somos urna assemblea legislativa cleita em
virtude de urna constituidlo republicana, <
tiramos iodos os nosos poderes Josta c ms lempo o Torta. .
lituifSi. A repblica he o goveruo legal | prestes lindar, a vossa principi
le nosao paz nos pois que fizemos parte Veperlenceisa urna dessisi
deale governo ; uflo temos o direito de ala-
car seu principio.
A maioria da commissSo lio lamliem do
opimao que nSo temos o ilireitode impora
forma republicana como f ir nula goral du
goverooa prxima censlituinto.
De feito, liavcna alguma cousado pueril
em querer tncadear de ante nulo as venta-
jes de urna ess-mb'asoberana queabsorve
em si todos os poderes e os excrce todos ;
porquoa constituirlo, prevendo qun dua-
assemblas nacionaes riSo podiitn funcio-
nar ao mesmo tempo, leve a previ! ocia de
determinar que a constituinte iiiJepeulon
lenicnle de si'us Iraballios uaturaes, leria a
faculdade de f-zerasleis urgentes. Como
lio que urna asssemblca que lulo foi origi-
niriarjienlo eleil para aecupar-se da cons-
liluico, e que alm disto ja lem dous an-
uos de existencia, poden pretender limi-
tar a assemblea que sahe do povo e que
acaba do recolhero pensamento nacional!
Mas seguir-selia por ventura d'aln que
depois de termo declarado nossa opinilo de
que a constiluico seja revista, lenliamos
vsgotado nosso direito e comprido comple-
tamente nosao dever f
NSo teremos por Tintura algum esforc
que lazer entre e sobre nos meamos, alguin
sac ificioquc reclamar unsdosoulros, para
chogarmos na assemblea, a maioria consti-
tucional, sem a qual a petclo da revisii i
nao sera so nao urna agitarlo estril e pe-
rigosa .' NSo sarS necesano in licar un pen
smenlo coumun que posta reunir honro-
samente todos aquellas que o perigo das
circumiiancias induz a de>ejar um i revjsffo.
No temos cortamente na la quo presare
vera cunstituinte lutura; porm nao ere-
mos acaso nenhums tecomnien co que
lazer a nacSo para ajuda-la a atravesar
esla crise ao mesmo tompo salutar p porigo-
sa em que a loriga das Creumalanclaa nos
constrauge a lanr'i-la? iNcnbum conselhu
que i'ossa guia-la no caminno sombro pata
o qual a iuipeilimus .'
E quo somos nos pois, scnSo seus cmse
Jlieiros naturaes '! OS tnicos homeni polti-
cos collocauos em posicflo do po.'er julgar
dos negocios pblicos, das necessidat] 'S ac-
tuaesdo pat, o estado dos part tos, do
quo p le e do que nao polo fazer-se. Niio
se ia Srs nem prudente nem limesto. re-
cusara iuie,uo, em um instanlo lo criuco,
nossa rx lerlencia e nossas luxos, c aban lu-
nar os eloilores, no momento em quo vilo
ascoliier esta agsembla soberana, tgita>
i'iloc incericza do s us pensamenios.
Tcm-sodiliie ninguem se ha allrovidoa
nega-lo, quo o maior perigo quo pode apre-
sentara eleicfio de urna constituinte ha a
anarchia que i:e>la occaaiao, pode produ-
zir-se no molo da grande maioria consu vi -
dora do paz, anaicliii de que po le i i resul-
tar o iriumpiio uas minoras demaggicas
nos collo(ius eleitoraes. Is'.o lie vcr.lado c
pode-se dizerque lalvez nao t. tilia bavilo
jamis, depoi de feTereiro, urna SO occa-
aiona qul foss II) lis ni ceSSSrO q u I tojas
as fraccOesquecmii Ocm osse grande parti-
do, que se chama o partido da o detn, pu-
ilessem riten ler-se c achas-jom um terreno
roiiiiiiuiii para ah se reunirem nionicttt>-
leamunte; mis ond | achar um tal terreno?
Rada be 18o v ao mundo e a ns'mesmns, co do eonfessar
queo paizea ass-mbli-i esto profunda-
roenle divididos relativamente t forma di-
linitiva quo con m dar-so ao governo, o
que osle n'o lie o ponto sobre quo se pode
presentemeiit't cIT luir urna un i i; mas se
mo se pode concord.r sobre o fuuio. po-
de-se ao menos concordar sobre o presente,
Qual he o partido fura da repblica qu
possacterque lio chegado o mo nenio e
seu Inumplio; que mo recooheca qua ni
ausencia dasolut,ao que elle piel' re, o mais
prudeutee o mais ulh he inanter, quanlo ,o
presente, as in.sttlui(os actuaos qu-i, por
mais defetuosasque so suppou'nm. leem
ao menos a vanlag-m de preservara libar
dade do futuro ; que a po lera deis-.r Je r-
oouhecer que, se ellas forem prese vadis,
deverao tornar-so monos pericosas?
Esto he, Srs. o terreno commum sobo
o qual temos podido Cuiiservar-nos, ha tres
anuos, com verdade, e coiiscguintcineiilo
com uignidade, sem lazer violencia a nos-
sas cooviccOes, semsaciificar n isa honra
o que oingoem d ve, nem mesmo a seu Daiz Pr',lc"(le ineuiioqtie se r no luterrosaionn,
. ;_ e lenas as allrgaira pro e contra, sao interro-
balha. grao minino do arl. '205 do co LfTanta-te testaoiiO horas da tarde.
Dlil) DE PEBNANBKJCOT
2
Correspondencia.
icirs, 31 D AGOSTO de tan.
Kalrou hontem das portos do norle o vapor
Imperador, e por elle recebemos gaznas do Pa-
r at 16 do mu/ lindo, do Maranho at 19, do
Crariit 23, e da Parahlba al 29.
O Para goia de Iranquillldade. No da i.'t do
refrrido mci leve lugar a abertura da respec-
tiva as O contagio das bexigas continua all de-
clinar notavelincnte. depois da ter feito nao
pequeo uuinero de victimas, poli que s em
o incz de julho prximo nassado fallecerain
d'ellas 108 pessoa, endo 113 adultas e 56 me-
nores.
No di.i 29 do Himno mex falleceu em Bclem
o cnsul loglez Danier Miller, que excrcia com
honradex o comincrcfo de grossn Iralo.
Repulido lemos no Trezi de Mato est a con-
cluir-se o farol das Salinas, cujo npparellio j
coininecou ser assrntado.
Do nlaranhao uada nos cnnslou delta vez
acerca do progresso ou declinaciio da febre ania-
rclla, que parece j pouco eocoininodar a po-
pulafo, vislu que as gazetas, Involvldas na po
tilica provincial, nada dicen) a respeito. silen-
cio, que so deveinns altiibuir ausencia ou
pocas solem-
nos o falistuente beai raras na vida das na-
1,0 vi. emque urna assemblii, quo aproxima-
se do i a..'no de seu poder, mas quo anda!
he senhora de si mesma, e do fuluro, temlB'ande miuoracaodomal
em suas mSos os deslinos de todo um povo, No Observador de 9 do inez que findo Ic-se o
epodecom urna palavra fate-lOI Mdlm Klaci dos aconteclu.entos conl.a a segu-
talvoz irrcvocavclmcnte, do um lado ou e ran?a lndvldua| ,,,. vicrllll ao conheelmen-
lo da policia, dinaiitc o mez de julho prxi-
mo lindo.
Da ollicio do subdelegado de policia sup-
uutro.
yualquer que seja vossa resoluoBO pode-
mos estar cortos des lo ja que urna grando
parto dos luns ou dos males que sobrevie- pente do Uani, do 1 de agosto, iccebido om
rom durante longo tempo, a oslo paz, Uso consta, que no dia 24 de julho f.i assassina-
SerSo justaueille allrih.ldos. J"" u"'1 facaJl n lugar-Bara.a-l.uiz Ar-
N6s seremos ouvado, jeoliore, ou cen- cu i|(, c ^^ dc,llc,KObTr as.
suraJos, nSu so por aq lelles quo esporam_sasslnos
hoja cotnauxiodaJC o quo vamos lazer, se-- l)o ollicio do clicfe depolicia doPiauliy de
n seguir. que uo da lli de leverriro, Andrde tal, c seu
. |-s. >... ......' .i. i.i .i i. ii i- .i. iiiGrciu
Uis, s\i*s amisaJes meamo, para uao cui- rcram ainboSt l)iz u mesni0 ,.lu.fe dt. polica
dar senSo no paz e na ulStOrit. Approva- ,iUv 0 delegado do PbIj so proceden corpo de
[delicio.
I v Do oLTiclo do delegado do Orejo, de 3 de
junho, consta, (juc foram rccolhidos na cadeia
i t iii 11 i villa u preto Mauoel, cscravode .Ma-
Doel Kidrigiies ralcao, por ter assaasinado no
(erino das Harras, provincia do Piauby, a um
Tltlfiodo dito Fnlcio, c Juaquim Jos Parciano,
por ter dado urna lacada naquellc termo em
I.u
Perreira de Sainpaio. lam ser remeltidos
3.a SESS.iO, OI\ui.NAUI\ KM 29 DE AGOS- utorldide respectiva
Tu l)K 1851. Dj ollicio do subdelegado do Icat, de 9 de
Vretidencia do Sr. i)r. Manuel Clementino. J""10 consta ter &ido muri pelos capitiies do
Promotor interino, o -Sr. Botn Garca. matto. a quein resisti por estar lugido, o cafui
Adcvgado do rio, o Sr. I)r. All'ouso de Almcida J.oroui'"' escravo de Antonio Jos Fernandes
Albuqtiertiue, cjpuao do i|narto batalli.'io de
tilliarii,
OuInaraTeSi
Ou ntido du subdelega'o de policia da
A' oniC boras da manilla, felta a chamada, jfS*' de l- deJulno- consta que us Indios
aclum-sc preseutcs4 Srs. jurados. Ua t"bti-(.avia'tatacaram a lasenda Buriii-
OSr. /'rndenle: Aorc a sesso raiu f* Mlllllo San de Ira ttarros, c assassjna-
Bo :
Jvil :
Reo :
Juxz :
Rro :
.1 ais
r.im Manoei RtbelroFlorlano de tal, c una
iniillit-r, levando aquellos 8clva{ens para a
sua babitacao una crianca.
(i DoofflciO do df legado do Uozario, de lodo
julho, consta que no dia l Jos Mara, as-
iBisloou Ue/.lderio Antunio da Silva--O assassi-
nii evadio-so.
n Do ofBclo do deleitado de polica da Tutoya
de 29 de juitho, consta que no da 2! francisco
|o Antunio Pereiradeu um tiro em Luureuco
o da Silva. Antunio Manins IU- A"'0"'0 >'artins, que SC acava em perigo de
Vida. (J criminoso lol preso.
Do mesmo olficfo consta, que uo dia 29 de
junho, em casi do JuU de paz Victorino Fer-
reira de Vcr.is, foi assassnado por tres indivi-
duos f|ue sO nao couhecem o lenenlo-coroncl
Joaquiui Ignacio Pessoa, da proviucii do Cea-
ra, lia pouco all chegado ; deram-llic dous
tiros, li/.eram-lhe grandes golpes, c cortaram-
Ihe a nido dlreta; procedeu*sed corpo de
delicio, c lraia-se de capturar-sc os ciim-
Procede-SC ao surteiu que tein de julgar o
reo Autonio Rodrigues Chaves, cabo de esqu-
dra do (juarto batalhao% acensado pelo ciimc
de tentativa de morte, na pessoa desua mulher
Mana Roca du Amor Divino. Sahciu sorteados
Antuuiu ,Nobre de Almcida Jnior, Joao Joa-
quim de rigueiredo, Dr. Angelo llenriijues da
Silva, Frauollvo Lndgero da Pat, Dr. Autuno
d'Asiumpcao Cabral, Amonio Rodrigues de
Albut|nerque, Custodio Jos Alves, Antonio
Carlos r'ranc'
beiro Ur. I'edro Doruellis Fcssoa, Emilio
Xavier Sobreira de Mello c JoAo Morcira Mar-
ques.
Tiestado o juramento do esi\io.
Sr, PrtiidtnU fea ao reo o seguale
MKRI.OATUIO.
Como so chama ?
Antonio Rodrigues Chavea.
','uc i dado tem i1
.'ii anuos.
-- Sabe 1er c cscrcvcr ?
-- Sel) slma senhor,
Sabe porque he acctisado i
Uro : -- Sel, siui, senhor : sou aecusado pe-
lo que cu li/.
.Iks K o que* foi que fe/, o senhor/*
Hcu : Pelos ferimentoi que flz na mfuha
mulher
Snhortt redaetore: A lelturs do seu bem
coneeltuado Mario de 97 de agosto lindo, de
n. IW, em que vem transcripta a acta da ses-
so extraordinaria da cmara municipal dcsla
cldadedet2do referido mez, me impoz a ri-
goroza obrigsciio de alguma cousa dezer a-
cerca da fnformacSo que u Sr. Helio, fiscal da
freguesia dos .Mugados deu a mesma cmara
sobre a .inulta que Imposera ao Sr. Jacinto
Elisbo por ter este sem liceora c sobre um
antlgo alicoree edelicadu um muro em seu si-
llo na travesa do remedio. Eu nada derla a
respeito do mudo porque se houve o Sv. fiscal
neste assumpto e no desempenbo de seus de-
veres, se nao descbrisse nessa suainformacao,
oquerqueseja de cuexactides, quede certo
modo ofTendem a verdade com que em todos
os actos da mlnha vida cosiumo proceder ; c
como a estas rasos accresoe a de ter aldu cu,
quem orlgem desse aieferlda Informacao, por
haver requerido a cmara municipal a neces-
sarla cordeaco para legalmento cercar o fun-
do do sitio de mlnha proprledade, contiguo ao
dodito Sr. Jaclulho,rorcoso he que alguma cou-
sa diga, embura o 5r. (ello se moleste um
tanto, porque neste caso Ihe direl com o mul-
to sabido rifao quem nao quer ser lobo u3o
Ihe tuina a pelle,
Dlsse o Sr. fiscal que mullou o Sr. Jacintbo
por ter elle com enfilo levantado mura no
fundo de seu sillo na estrada do Remedio, so-
bre utu caes ba muito all exislente, dlzendo
alnde, ser aquella estrada particular, e mo
ter o noine que se Ihe quer dar, de traveu*
do Itemedio, pois que nao consta a existencia
della ua planta.
Nao sel a que planta alludeo Sr. fieal, e de
que pela sua phrasc se mostra tanto a par, e
por isso me limitare! nesta parte a pedir-lhe
que se digne declarar que planta seja csa, se
bem que pelo simples enunciado do Sr. Helio,
salla aos nlhos urna contradico palmar, i
vem a ser de duas, urna ; ou o Sr. Jaclnlho tem
ou nao tem o fundo de seu sitio na estrada do
Remedio : se pela adirmaliva ( o que nao he
exacto ) necessariamente a estrada deve de es-
tar uessa planta, porque a estrada do Remedio
he utna estrada publica; se pela negativa, eulo
foi o Sr fiscal ruciado, por que alnrmou que
o fundo do sitio de que se irala era na ettrada
do Remedio, quaudo realmente o nao he, lau-
to mais quanlo de pois d aperceber, que existe
uini outra estrada que chama particular, c a
qual nega a dciiominaco de irada do Reme-
dia.
Se o Sr. Bello, que tio irascivo se mostrou
quanio teve noticia que cu liaviarequerido a
cordeacao no tundo de meu sitio, livesse antes
sido mais prudente; se fosse como deve
fiscal de toda a freguesu dos Afogados, e se
nao circunscrevesse a ser, como parece somon-
te das ras da respectiva povoaco, se cnsul-
tasse documentos sobre que bascasieasua in-
furmacao ; c se em fim procuraste com empe-
nho, e como Ihe cumpria investigar c conhe-
cer a verdade ; nao se vera exposto a pexa de
levlaudo de que senu pude livrar.
Recorra o Sr. Relio a reparticao d Meza das
Reudas pruvinclacs e ah achara ttulos que
evldoutcinenlc o convenceraode que essa es-
Irada pul tul.i lem a drnomnaco de -- ira-
vessa do Romediu sob cujo titulo foram o
mi i sitio, o do Sr. Jacinlho, c outios mais
devidaincnte numerados, denomlnacu lalvez
mais vtlha do queoSr. Bello no empregu de
fiscal
Voltando agora a primeira parle da infur
inacao do Sr. fiscal dlr-lhc-hol que em meu
poder i nuil documeuius extrados do archivo
da cmara municipal pelos quaes se prova que
0 Sr. Jacinlho Bllabo consii uio o muro do sou
sliu sem licenca e cordeacao, licenca e cordia-
eio que laubtm nao teve u seu antecessor o
'adre l.cssa para construir o caes, o que por
osle faeto o mesuio Sr. Jacintho incorrou as
ilisposiijfs do ai ligo Iu do til. 7U daa posturas
mumvl|>aes om vigor ; que o Sr. Helio nao po-
da a seu bel prazer dexar de applicar-lhc cs-
sas mcsuias dispus9es, para limitar-sera iui-
por-lhe asduarl. 2" do mesmo tit., e que fi-
ualinenle assiui platicando o Sr, fiscal, faltou
ao cuiuprimento de seus deveres, c lem pur
isso chamado sobre si a sanceo do artigo 8
da le do Io de oulubro do 1828, c de oulros do
Cdigo j'Ciul
Couteuto-me por ora como que tenho dito,
Rcposifio felta por um
particular
Rii.
%m ferro-------------O Ugle, ,^5 '&
---------------- | OfftOO rs. por quintal, V?-*
30t617:9tB irlmcM ^- Oao
JSas teguintts qutoies.
Dnhelro ?lt3:088.M4
Assignados 179:629,72i
Depoiitot.
Em balanco no ultimo
de julho
Kntradoi no correte
mez
17| ra. aa lnK'e.as psiret,,.lf
Sabidos
Sa.m piDe,. d-o
, Louas- Veaemn-M) de 7#. \,,
l*JL!?' '~ e de i
Manielga dem 370 a 400 ra'oMih,'".
Ingina de vacca, c por libra Ja de porco "'
UM M"------------ltm a 3/400 ra. por .,,
g.lSuem .eos de',ade]<
a I/9M ra. em bolita,. ''
Pliede Suecla- dem a l/500 ri'por birm
P"8.....dem de 4/a 4/400 ,. ^
Ihelro dus ralbraea.
i une, de Santos- dem de
roba.
Alfandcga de Pernambuco. 30 de agosto de Vrlaa deeaprlm-Nao li>.
1851.OescrlvSo Inlerluo, francisco de Paula Ficaram no porto 46 embarcacdei, ,,..
toBfaltiMJrJaSilrja. i 2 aincrlcaDas.Sl brailleiraa, 2 dlnainarquc,.
I Vancczai, j iottle7.as, c I portusuezai '
I ni 11 or in .mi. asa------------ __
Brigua dinamarquei fiare, Tindo de MovimPIlIn Hfi nra>te\~
Aaleaund, coiisignado a R O. BiaW & Com- __ pUriO.
panhia, manifest!! o soguinle
3:240,610
179,982
Rea
Existentes
Has ituinle cipeclei.
Illnhelro 670,420
Lettraa 2:993.610
140,562
3:270,030
a 4/ rs por,t
2135 raisas e 123 barricas bacalho, 800
lijoloa ; aos consignatarios.
CONSULADO CERAL.
Rendimonlo do 1 a 29. 30:443 267
dem do dia 30 t>....... 406,264
30:819,531
DIVERSAS PROVINCIAS
Reo lmenlo do dia 1 a 30 1:706,652
RENDIWEN i O DO MEZ DE AGOSTO DE 1851. ;
Onnsulado de7porccoto 24:208,832
Dito de 2 por cen lo
Dito de t por cento
Dito de l|2 pur cento
Ancoragem para (orado
imperio
Dita para dentro dn dilo
Dirrilosdc i5 por cento
Ditos de 5 por cento
Expediente das capataiias
Multas
Selos
Emolumentos de certlddcs 17,240
-----------24:208,832]
3:538,800
1:006,466
685.000
671,975
11,463
709.750
Restlluicdes fcitas como do livro
respectivo a II. 2
Diversas provincias.
Dizimo do algodao do
Ceara 16,200
Dito dito do Rio Grande
do norte 11,483
nito duo da I- ii ..lu, i 553.403
Dito doassucar de ditu 1,294
Dito de dito das Alagoas 1:124,272
6:610,699
30:849,531
3,000
30:846,531
nosus. jcconcluo, allirm.iido ao Sr. Bello, que estou
" o ollicio do inosiiin delegado, de 10 deju-; niuiio dispusto a levar este negocio ao infinito,
Um, consta que Da parochia de S. Bernardo, I einquaoto UTereoorlceSo da justica que me
appareceu no dia :i dejuubo, noiio deste no- j asiisteeemquanto no pali eaiatirem autorida-
o cadver de /.canas de tal alli morador,
com 9 lacadas.
i. Du ollicio do delegado do Brrjo, de 18 de
jtitilo, cuusta (jue Tora preso e recolliido a ca-
deia Uaooel Antonio por ter assasslnado no
O reo conta largamente que pretendendo cha-|d.'l \ "u "' de s. iicrnardo-Autonio
ir sua mulher anciiinpiimeuto de seus deve-' ',, ,,
s. esta o desantendia, quereudo adulterar, ou', ,)a '""'"" n,C10; consta que fdra preso
adulterando com um sargento chamado haba, |?"?UL"" '"' "' """a,,'r ", "r'i" : Joaquim
pertencenleao qaailo balalbao de cacmlons, ,"" "c Ul" dos as5a,s"",i ua tciienlc-coroncl
que ultimamrnle leudo aua mulher adorcido, "','? n- ...
se fora iratar em ca,a de sua mil e que depois' r "" l,cl ll0 J""- municipal supplcutc da
de rcsUbelecida, querendo rile n-o leva-la no-1, v}J; ac *? dc iul0' O0",1* 'l" "m
valente para sua companhla, esta Ihe taalsll- noI,"*?M *"' B"""*W. e J nestas meucio-
ra, passaudo sua sogra c ella a IniUlU-lo lies-' ",a, s' *" dlstricto dc S. Ilcrnardi.
ia occasiio i ontao o reo aiiucinado pela pal- i0 "'""los. sem ao menos se InsUurar un,
xaoe persuadido .le que, a igrrla lile dar di-ia" l,rccsso, c nem se proceder em oulros a
rollo de Ida e mortc sobre uaiiiulhcr, fcs-lhe 'co'i'a uo "''lelo. Este juiz municipal duque
a ndela daquclla villa est .ni total ruina,
que os presos s:io guardados por paisanos ai-
luadoi de cceles, c que nada pide fazer por
des e trlbunaes a quem recorra. Nao me ame
drouliio, nem aprotecc'.o que o Sr. Helio quer
despender com o Sr. Jacinlho r.lisbo, nem as
estrateglaa e subterfugios deque stese pro-
cura socorrer.
Hogo-lnes Srs. .c.laciores se sirvam de dar
publicidadc em seu cxcellenlc jornal ao que
leva cxposlo o seu obrigadissimo au.igo e
assiguantc.
Ciifrino Pinto riuieutos constantes do corpo d.' delicio.
O ir. PrrridVnli liniiij que fcriiiicnlos fez
o senhor ?
It<*: Eu no estou certo.
Jais : Nunca ouvio di/.cr quaes os fe Injl i,-
tos resultantes dessa luta 1
Iteo :- Ouvi dlzcr r|uc tinha sido un9 tres
Lilbos no fio do un.I, parece que dous ou
tres ,,. cabera, porm lodos leves.
Jais : -. .-.oud achoii o scnlior a arma com
que ferio sua mulher?
Reo : Era um f-icao do nicu servico,
I
i :76,652
32:553,183
Depsitos sabidos
Ditos eaislcntcs
157,457
1:893,051
Publicayo a pedido.
Al.t i s, a' anoclita locci.
o
nao ter soldado* ; ijue nao vale o dliCr se--
cli,inc_sc aguarda naeion.il, ponjue qu.indo
ella ua capital nao tem tal carcter, (juaut<>
mais all i|ue ueiu aiiuaniculo t in.
O che fe de policia icin-ac mostrado muito.
activo e enrgico eiu perseguir os criminosos i
de Uixias descubri elle, que na comarca da j
capital exista um criminoso, c olilciando ao i
respeotlro delegado, este dando as necessarias
Jai : Ii quaudo fui buscar SUS mulher i l,ro''-nci.s consigui fazci capturar na ilha
evava a arma ? --Janbucuao criminoso que he hernardo Jo- I
s Ribeiro, que coiuinclleu um assassiuato na
v,l.t do Coronta, para onde vai ser rcuietti-j
lo. Este individuo he Portugue/., cuosen-'
Uto : ,\lo, senhor, nao levara inda.
Jais : Bnto lu busca-la depois.'
Reo : Sim, senhor, eu traballiava com ella
no uiru servico.
Jiii: : Para que fun foi buscar OSI8 arma ?
neo : --Fui busca-la, purem sem segunda
Icncao.
Sao lillas as peras do processo donde se de
Trata-se sme>,le de no o abnidoiMinus
no momento om q.e he lalvez mus n e,".-
aario q.-e perma,.eramos Dalle lir uemenle,
l.'martduccti foi propoita.ruio ohjeclo era
eipres>ar estes peiuameii'.os no diiporilico de
vossa resolucao Ella dizia qua a rcvis.lo Wfa
pedida, afim de mclhorar ai insliluicOes da
repblica.
A maioria da comn,iss3o rejeilo esla re-
ilaccao, pur lem r que pareoase indicara
/irelenco de determinar os votos da futura
constituinte e bem aisim encidear sua libada -
do ; ella prtferiu que us ideal que acabamos de
expor foisem txartias no relulirin
Uro potilu rmaloii'iite sobro o qual a com-
1MSS0O foi un mili,' he o seguile :
das tics tcsieuiuiihas, que .irroboran
ru dlsscra, isto he, que o sargento Habla
treiinlia relares iUicilas com a mulher do ae-
cusado, e que esic reprovav.i esse facto.
O Ar. IVMiiirnie lindos o debate, fai o rala'
torio da causa c entrega ao cousellio os >e-
guiutes
QCBSITOS.
Priinciro, o reo Antonio odrigues Chaves,
rio padre, disse por ve/.es no interior da prorlo
ca missa.
O mesmo chefe quaudo desccu dc Caxias
para esta capital, os que deixou pronunciad,is
loi capturando, c remetiendo s autoridades do
ugar do delicio..
Segundo o mesiiio jornal cima, consta que
0 se apreseotarain oandldttoi a senatoria pelo
(>||. Plauhy os ."srs. Joaquiui Francisco Vianm, Julio
Se a salnia dc*ssc um beijo,
Nao Ihe dara um vintcni,...
Seuta la-hia no ihrouo
(lu'i'iu meu peilo erguido lem .
llar- Ihe-hia meus altelos,
Dir-the-hia: Se meu I,, ni-
Mas a saloia he experta,
Nio d beijos a ninguem.
O beijo ,1 ii mi saloia
Vale mais do que um vintcui,
E sef salla he l'ormosa
Mu subido valor lem...
M is a salla be experta,
Nao d beijos a ninguem .
Guarda-os todos he fiel,
i'..-1 is-ha so a seu bem.
A.
Recite, 31 dc agosto de iS'ii.
,'*) Depois dc ve-la figurar na farcaO fly'o.
Mesa do consulado dc Pernambuco, 30 de
agosto de 1851. O escrlviio, Jacom Gerardo
liara Lumachi de Mello.
K.xportnc;io.
Ass, brigui Ih.imI'hii Paquete de Ver-
II n ,1 i', i 3|l lonllailas, CODduzio O
soguinle : I sirca com I arroba de caf,
83 taboas de louro, 1 embrulho com 1 ar-
roba de asi, 5 barras do ferro, 1 caixs fer-
ragens, 20 narris plvora, 12 tubo relio. 1 cndelo ferragens, 1 dito cora, I
embrulho 8 paz de ferro, 2 barricas farinlia
de trigo, Sbairis chumbo.
Barcelona, pilucho hrspanhol Rengo, de
192 i.iii il'n i i-, conluzio oseguinte : 608
suecas com 3299 arrobas e 6 libras de al-
go.13o, 30 eourus seceos,
dem, polaca liespanhnla Joven Dolores,
do 189totiella la*, ......In/ n oseguinte :
557 saccas com 3070 arrobas e 7 libras de
algoililo, 30 couros soeeo.
Iliode J.neiro brigue brasiloiro Animo ,
de 198tonelladas, cunduzio oseguinte.-
96 volumea fazctilas, 408 remos, 51 barris
carne salgada, 1 caixa miudezas, 50 di'aa
." han, 940 duzias de ccus para beber agoa,
I7quarlulas e 63 barris azeite de rarrapato,
47 pedras para rebolo, 2caisas movois, 410
rolos do salsa parrilha, 66 cocos Com Casca,
1000 esleirs de carnauba, 250 uvioi deso-
a, 25 velas de carnauba 120 molbos de
couros miudos, 113 barris duendo calda, 180 pector da lliesouraria da fozeuda provincial-
molbos ,i.h i de Carnauba, 125 saccas de al-|em cumpriiueoto da resolucao do tribunal ad-
gOlSo, 100 saceos, 123 barricast 50 meias|ln'"'"ral'voi manda faier publico,que no dia
ditas assucar, 1 caixotiiiho e 1 embrulho I4 ,,e elembro prximo vlodouro val nova-
Navio entrado no da 30.
Para pelos portos Intermedios l.1dSch
boras, vapor brasileiro Imp radar, co-
mandante o I." lente Tav.res. p,ss,
geiros, para esta provincia, Manol josI
Antunes, Altino Lellia de Horaes Reg ju.
nior, Amonio Thom Rodrigues, Tertul
lino da Costa Pn.li, iro, Manuel Jos Fer-
nandos Itarros, Jo3o Bornsrdino Botelho
fre Divid da Natividade de Nossa Sanho!
ra, Manoel Marques Carrucho, Hanosl ,|a
Costa Lima, Antonio Rufino Aranha, .
duardo Borle, Rluardo Throchon, F. II
Worthinglon e 6 escravos a entreizar: p,!
ra o Sul, o capitSo de fragata Martina]
Aiiniii.il Boldt com sua familia, fre An-
dr de Santa Mina, 3t rccrulas para amia-
da e ex iv i i.i e 8 escravo8 a entregar.
Naviot sahiios no mesmo dia,
Parahiba mate brasileiro Fra /rntaoi
mestre Jos Duane de Souza, carga varios'
genens Passageiros, Tarquino Theolo-
iiio de Abreu GuimarSes, Antonio Gomes
do Sobral, Domingos So-ien. le Aznvolo
Lisboa brigue pottuguez Laya capito
Manoel Jos Antunes, carga assucar p,,,-.
sageiros Manoel Jos Lopes Zeferino
Francisco da Silva.
fiavio entrado no dia 31.
Cbristiansunw 56 dias, brigue noruegue:
dina, de III tonclladas, capilSo o. o,
Marstnen, equipagem 8, carga bacalbu '
a ordem. Fundeou no lamen lo.
Navios lahidoi no mesmo da.
Santos pelo Ass -polaca brasileira N. S.'ifo
Cnrmo, opitao Joaquim Jos Marlins, em
lastro,
dem pelo Ass brigue brasileiro Paqueu
de Pernambuco, capitSo Jeronyino Jos
Tulles, carga varios gneros.
Barcelona ~ brigue escuna he'panhol Ren-
go, aieslre Antonio Coloncer, carga algo-
dito e couros,
dem polaca hespantvola Joven Dolores
mestre Salvador Coll, carga algo.iao. '
Rio de Janotroe portos intermelios va-
por brasileiro Imp-xidor, commmlanle
o primeiro tenent T^vares. Paasageiros,
desla provincia o coronel Jos Antonio de
Mendonc, o padre Joo Soares de Albu-
que quee I escravo pardo, major Paulo
Joaquim Teiles Jnior e I criado, Jos An-
tooio Maximiaoo das Noves, desembar-
gador Joaquim T.'ixeira Peixolo Abrctls
Lima e I escravo, Francisco Ribeiro Peres
com 2 escravos o 5 ditos a entregar, 82
pracas do ezercito, 3 recrutaa, 4 ox-sol-
ddos, e 7 mtilheres com 12 filbos.
ED1TAES. "
O lllni Sr. inspector da theaouraria de fa-
zcuda, em cumpriiuento das ordena do tita.
Sr. ministro e secretario de estado dos nego-
cios da fazenda, e do Rxm. Sr. presidente del-
ta proviocia, manda luc publico que no da
30 de setembro prximo vindouro leri lojar
peraule a mesma thesourarla o ouncurso para
o lugar vago de ajudanle do slere.imetra d'al-
fandega, deven,l,, os pretenden!.-s apresenla-
rem os seus requcriinenioi com as habilita-
edes que a lei elige.
Secretaria da theaouraria de l'azcnda de Per-
nambuco, 39 de agosto de 1851.
O umcial-imior,
Igntcio dos Sanfoj da Fonscea.
O lllm. Sr. omcial-malor servindo de un,
Antonio de .Miranda c Jos Ildefonso dc Souza ,
Ramos ; ponhn accrescenta o dito jornal que, i
pelai nollolai recebidas, aaada niio loi desam-
parada pelos Piaiihyenses a sua primeira cha-
pa, compnsta dos ars. Sonta Hirllni, Souza
Mcudes c Cunta t astello-branco, e que pelo
contrario resolvern! elles em una reunio
Seapesarde lodosos cslorr,os l.'.almenleou"so da conliauca nclle posta
leilos rara chegar a um aceordo, Issend .
mutustnr-nle lodos os lacrificios compali-
Tois coma stnceri la le das npinil-s e da
dignidade dcada um, a tentativa actual
vieramallograr-so, se no se encontrar na
asscmbii o numero do votos requ rilo
para que a reviso legal possaterlugar.su
em urna pilavra.a conslitiiico for preser-
vada, tal qual be, devera ser invanavel o
universal i.ente obedreida. Kisto, a cotn-
missSo, devi lida sobro tantos pontos, foi
uuanim, e temos a fi me conflanca do que
a mesma unauimidado apparecer ni as-
semblea.
Importa que todos conprehendo que li-
ma tentativa legal para reformar urna cons-
tituirlo, d a esla quando olla se bal la, u-
nia nova consagracao fc'm qoantose ple
legalmente pensar que a constituirlo seria
revista, era licito cuidar em muda-la ou
mesmo proparar-se para fazor o que elle no
permetlia anda. Desde o diaem que esta
esperanca uno lio mais permeCida.nSo resla
senSo que to los se submettSo as suas pres-
pratlc.m o Tacto dc que be aecusado, dc fazer 0l'Pr deccdidainente os seus comprovincianos
em sua mulher os fcrimcntos conslautcs do aus oulros, sendo que al vai incluido Da cha-
corpo dc delicio a 11. ? > Pa "* Gastello-itraoco, pariidario luzia,
Segundo, o reo tiuha intcocao tirara vida a c0"> liln Jc reuniremos esrorcos dc ambos
de sua mulher? p os partidos e cinprega-los contra a chapa op-
Terceiro, a mortc deixou de se verificar por l,0^.la',
circunstancias indcpeudenlcs da vonladc do' KaLeara continua a febre ainareila a atta-
rco'.' | car com luror os babilaiaes : grande numero
Quarlo, o reo pralicou o referido facto com Uc l'cssoas estiinada tem snccuinbido ao lla-
gello, que segundo o Cearense diuiinue no nu-
CQMMERCIQ.
ALFAKDIXA.
Rendimontododia30.....10:190,708
Descarregam hoje 1 .* de setembro.
Barca frattc-iza Havre o reslo.
Pitadlo inglez ilaij mercadorias.
Brigue portuguez -- Mara l'elit idom.
Brigue dinamarquez lloren bacalho.
putinas do !li;.
REGEBIDORIA DE RENDAS GERAES
INTERNAS.
Hendimenlo do dia 30......1:638,742
CONSULADO PROVINCIAL.
Hendimenlo do da 30 326,808
nE.MllMEKTO.NO MEZ DE AGOSTO DE 1851
Dirritos dc 3 por cenlo 9:595,183
Dirritos de 5 por. culo 3:701,663
Capataiia de 320 rs, por sacca dc al-
godao 430.720
Decima urbana 7:211,973
Mcia sisa dos escravos 1:475,620
Novos e velhos dirritos Si 1,917
Cinco mil rs. por escravos despacha-
dos 200,000
Imposto dc 20 por ceulo do consumo
de agoardentc 240,530
Impoaio de 3 por cenlo sobre diver-
sos cstabelecimentos 1:440,280
Sello deherancas c legados 1:213,113
Matriculas 20,100
Emolumentos dc paisaportea dc po
licia
Multas
Juros
0.600
45,46i
2,685
25:837,780
Mesado consulado provincial, 30 de agosto
dc 185l. O escrivao da primeira seceo,
Joa'o Ignacio do R'go-
mente a praca para ser arrematado em bast
publea perante o mesmo tribunal a quem
mais der aels inoradas de caaaa que couberim
ii /1 n 11 provinciil em pagameuto do sello dc
beranca no inventarlo de Joaquim Luii de Hel-
io Carioca, e que ua coufonnldade da le furaai
adjudicadas a mesma faaeuda provincial, sen-
do 4 na povoaco dos Afogados ns. 24, 26, 2S c
30, avalladas em 728,000 rs., e duas na ra do)
Pocos os. 15 e i?, avalladas en 2811,00" ra.
Os coucorrentes couiparecain no dia cima
indicado pelo nielo dia na sala do mesmo tri-
bunal.
K para constar se maodou allixar o presente
c publicar pelo Diario.
Se. i cuna da lliesouraria da fazenda provin-
cial de Pernambuco, 23 de agosto de iS.'il.
O secretaria,
amonio firreira (CAnnuneiaro
Dcflarayots.
r '.luni,., os fcrimenlus feiloseui Mara Roza ""'ru do casos, porqnc ja poucos reslain. que
do AmorDIvIno.produsIramgrave encommodo pao'enham sido accounneilid.u, vendo-se por i
de saudc ? ">0 goveruo da provincia na nreessidade dc |
Sexto, Esses ferimenl-is prodiulram inhabi- adiar a ""eriura da assemblea p ovi.ucial para
lilaces de servifis por mais dc um inca ? o i de oulubro.
Scllmo, o reo commetteu o crime iuipcllido ,..A "lorlalidade da febre ful ale 31 de julho dc
por motivo frivolo ? M i1""" c al 15 dc agosto de 49.
Oitavo, o rocommellcu o crime tendo su- '. Em Aracaty c no quiri tem ella lavrado
periorldade em forjas dc inanclra que a oll'cn- 'ntcmainculc, ceifando lo bem grande iiume-
dida nao podcise defender-se, ele. |ri * Nono, o ico commetteu o crime sendo supe- Lc-sc no Cearense de 12 do mez lindo :
rior em sexo de manelra que a ll intua, ele. rdimfcm das de jullio alguns lndivi-
Decimo, o reo era superior cm armas, a of- Icnlaraui assasslnar o Hvd. padre Cosme
__ll .1. ata 1 I..111111111 iln I lii.iiU i t il k X .. aailrilaivi
RENDIME.NTO NO MEZ DE AGOSTO DE 1851.
Rendiinculo total 302:830,106
Resliluioes 214,590
Ris 302.615,516
Tendida, ele
Dcimo primclro, o reo commetteu o crime
couiaiiurpreza ?
Declino segundo, existem circumstancias al-
tcnuar.ses a favor do reo ?
O jury responde, ao priiiieiroquesiton'm, por
uuauiiiidade ; aos segundo, lercelro e quarlo
nao. por unanimidade ao quinto c sexto m, I
Joaquim dc AJineida i. ,; ..Ii.., -, por motivos,
e com circumsiauclas que anda ignoramos.
Comuiunicam-uus :
Appareceu entre urna familia do lugar
Brejo urna intriga que vai tomando mu aspec-
to iiicdonuo, e prometiendo secnas de a.'ou-
rdcs.
No Cajociroos crimes se reproduicm cm
por 10 voios ; ao stimo nao', por unanimidade; u,na cicala eipanlosa, e para cumulo um qui-
lo oitavo o, por 7 votos ; ao nono no'o, por (i ,oln,,D caba de aer descoberto onde se asila
votos; ao dcimo lina, por unanimidade ; I nalfeitores de todaaas partes,
ao dcimo primeirona'o por unanimidade e ao I N? "uncury o issaiiiuo major Castro a-
deciino segunda im, por unauiniidade. Eils-1caD* dc.'"atar em resistencia 2 soldados. O
lem as circumstancias altenuantes de nao ter'P,,1,re rr,ncl,0 Antonio corre o maior rls-
cripcoese Ibes obedecSo porque co J"* reo pleno conhe.iment. do mal ej"0//."". porque aquell. seu gedro o quer
ItiicHo bem Aimn i lamno .ri i 'directa Introcao de o prallcar ; o ter commet- m*"r ,t ,
lesralnla p rTpn ,17."^,' "" I tldo o crime em desafronta da deshonra, que D. Paralilba nada no. consta dc Interesie.
i?. ~. k?. ? direltor, POIH'CO que I |he felta e de ter sido o ro provocado. I
couhrcemos boje em Franca, fon della nao U Sr. Pre.id.niei vista da delio do lurv,
ll* sent revolteos uu aventuras. Icoudcmua u reo al anuo de prisu com tra-
Direitos de consumo
Dito dc I por cento dc reexporta-
cao para os porlos estrangeiros
Ditodilo para os port >s do imperio
Dito dito dc baldcacao
Expcdienlc de 5 por cento dos g-
neros com carta de guia
Dilo de 1/2 por cenlo dos gneros
do paiz
Dito de I 1/2 por cento dos gne-
ros livres
a un i/eu lu-ciii de 1 por cento das
mercaduras
Dlia dilo da plvora
Premio de 1,2 p. c. d.os assignadoa
Mullas calculadas nos despachos
Ditas diversas
Patentes dos despachantes geraea
Ditos ditos especiaes
Feltio dos ttulos dos mesinos. dos
caixeiros despachantes e ajudantes
dos despachantes
Sello dos ditos ttulos
Emolumentos de cerlldcs
28,771
(3,585
73,6b!
274,802
93,000
6,240
16,240
Recolta ixlraordinari:
Novos e velboa direitos
recebldos dt um
guarda 2,000
_____ sW
301:615,516
Administrar-do do patrimonio dos orphtos.
Perante a administracHo do patrimonio
dos orphSos se lio de arrematar a quem por
menos fizer os raparos de que precisa a
latrina do collegio dos orpb9os em 0-
linJa, oreados em 599,360 ra., is pessuis
quo quizeretn licitar podero comparecer
na casida sesillo da mesma administricao
nos das 30 do presente mez, 4 e 11 do fu-
turo as e meia boras da tarde com seus
Ii.(Iuro-, podendo entendern -se com o res-
pectivo cobrador das rends do mesmo pa-
trimonio Joa'o Francisco Teixetra, acerca do
orcameuto da dita obra.
.Secretaria da admiDistraelo do patrimo-
nio doa orphSos, 29 de agosto de 1851.
Antonio Jos de OUveira, secretario.
O segundo tenle, abano assignido,
encirregilo dis mediedes, e demarec-'*
dos terrenos do mirimas, convida aos Sis-
Antonio Pereira Rocha, e Manoel Airo)
Guerra ; para que comparecam na casi do
sua residencia, na ra Dimita, sobrado n.
78; afim deselhes marcar o da,, em leem de sssisiir a med cao, e deoiarcasflo,
de seus terrenos. Igualmante avisa a se-
nhora D. Maria Jos LinsSonano. pin m,D"
dar receber o termo de medico do sea
terreno, alto ni rui da Pran, e issUmr po-
los resaeclivos empregidos ; aflu de sir re-
manido a theaouraria da fazenda com o seu
requerimenlo, para se Ina paaaar o Ululo J0
aforamento. Recife, 2 d'igosto de 1851-
Antonio Egio det Silva.
De ordem do llim. Sr. director gerai
da insiiuccHo publica faco saber a que
convier, que por delilioraco (Jo Uxai. sr-
presidente da provincia o concurso a cade"
vaga do segundo grao de lora de Ponas, de-
Par, de trigo- Os prefoa continuaran) da li/ ver comee a 82 de setembro prximo n
a 18/ rs. por barrica, confor- casa do Lycou- Ol oppositores, alm fl,s
me a qualidade e condicoea da miterilS dlS escolis do prlmelrO grao, t"
\ta iL h"'^..e'n '" cer" ri"> desereximinidosem nocOes de gao-
a......?**- i::avatt^r--s- ;
Folhi de Flind.-Idem de 18/a 20/a. porcii- < nacional dos peo, majaJiaJ,-
m. elementos de geomeini rectilinei. vi'0
PRACA DO RECIFE, 30 DE AGOSTO DE
1851, AS 3 HORAS DA TARDE.
Revista semanal.
Cambios Fizeram-se transaccoes a 28 1(2
c 28 l|4d.por l# rs,
Algodao Vlcrain ao mercado 473 saccas;
foi mcuos procurado, e apcuas
oblevc o preco de 4/800 rs. por
arroba de primeira sorle.
Assucar- Os pr. .us sao noiuiuaes, por
estar a safra fioda.
Ai;,,,,..,-------Veudeu-.cde 1/600 a 2/500 rs,
por arroba.
294:500,598 rame---------dem de 600 a 700 rs. por libra
do de labio.
Arroz-----------dem a9#604 rs. por quintal do
pi lado a vapor.
Bacalho-------Retalhou-se dc 0/ a 9/500 rs.
por quintal. e ficaram em ser
4,000 quintaes,
Breu-------------Vendeu-ae a 5/ ra. por barrica.
398,432 ii, ,,_________O da Rusaia oDteve i3J ra. por
eca, eoque o Imita a )2/ra.
enderaiu-ie de 22/ a 24/ rs.
por quintal dos do Cairo.
2:601,362 Carnesecca Veudeu-sc de 2,300a 2,700 ri.
110,812 por arroba, e ficaram em ser
3:520.186 30 mil arrobaa.
198,614 Lbumbo- O de munlco vendeu-sc de
224,661 14/ a 15| rs. por quintil e o
325.000 de barra de 13 a 14/n.
12,500 Cobre ----- Vendeu-se a540 ra. do de for-
ro e presos.
Erva-doce dem av/ri por arroba.



lorl, fe,.| 28 de igo.to da 1851. C-Ama-
putDW fi,tolEu,,agtio Citar di Millo.
O trienal da guerra prerUa comprar
*o aiul entrefino para r.rdelaa, holanda
P'C bro branco l.ao. e.teiresde pa-
'.de wrnauta.ecordlo de ISa preta com
1?, ? S" Uer for.cer. pode dirtgfr-se a
' .i.di directora do memo arsenal uodta
"ilirode selembro prximo vmdouro ao
^Tdf., munido das amostra, e compe-
W,W% de Pern.mbuco.asde
.inrtK85l.-Oeoiiplurario.
80Sl da .Sirafico di Ks Caroalho.
Theatrode mta liabcl.
OIIINTA RECITA D ASSIGNATURA.
Gwdiupectaculo variado de canto dramali-
co e dttnsa.
Ouirta-leira, 3 de setembro.
n .dmioialrador empreiario tem a honra
rur:rdr{.r.r.8lr..s,.D.
%?Pt d*e u' .,pnula com-
panhia nacional reprcaentaro lenle dra-
O Jlma'nsor, Aben-Afan ultimo
re do Algarve.
Personasen*.
Alben-Afan, Almausor e ro do Algarve
D Pero Esteves de Carperetos Germano.
Il'liranca, infante portuguaza D Manoela
II. Paio Crrela, mestre de S Ttiiago Dias.
D Mam Soares, embaixedor Uves.
Aben Tallula principe de Estombar Bi-
zerra- Y.
jlusUfa, escravo de el-re Coimbre.
llussem, valido de el-rei Silvestre.
Cavalleiros portuguezes soldados turcos,
eunucos, eacravos, ele.
0 vestuario he intetramonte novo e a ca-
rcter, bem como a decorado do segundo
acto. ,
No lim do drama a Sr.1 D. Carmela Lucci,
aculara a cena o cavatina da opera
Belizario do maestro Donizolti
Sin la tombt i am tgala.
Na qual o 8r. Silvestre fara a parle de
Eolropio. ,
Em seguida os Srs. Vasco e Landa, carna-
rio um bello duetlo de sus esculla
DopoisdoquoosSrs. Finarle Trabittont,
CleCUlarau um lindo
PASSO A DOUS.
Terminar o espectculo com a mullo ap-
plaudlda comedia em i acto ornada de inuzica;
U Beijo.
Combar as 8 horas.
Os bilheles scliam-ee a vanda no lugar do
costuoie.__________^_
Thealro de Apollo.
6.'RECITA DA ASSIGNATUTA-
Quarta-f'ira, 3 de utembro.
Subir cena pela primeira vri neata cida-
de, c-com toda a pompa eligida, o apparaiosoe
brilhanle drama em 5 acloi. inlilulado
0 ULTIMO DA DE VENEZA.
Acto I. Acabaa de Angela.
Acio II A praca de S. Marcos em Venca.
Acto III. A gruta de S. Marcos.
Acto IV. A sala do coosrlhn dos tres.
Acto V. Mapoleao Ponaparte.
rrionageni e acierta.
Lutdgluianino, duge de Vneta.O Sr. Mi-
randa
Gabiiell, presidente do consclbo dos tres.
O Sr. Coala.
Cuolrarlni, ineml.ro do mesmo consclbo. --
O Sr. Flguelrcdo.
Malipierl, uiembro do mesino conselbo.
OSr. Conrado,
Maicelini de Ciccc, francet. O Sr. Guima-
rra.
Lasaro, gondoleiro.- OSr. Jorge.
Um ajudanle le campo do general de Bona-
lurir. o Sr. 'lellea.
Messe> grande. O Sr. Mello.
Um gandoleiro. O Sr. t.aetano.
u oYuoral ttonaparte. O Sr. 1-. I.
Paula, guarda das reliquias de S. Marcos.
A Sra. Leopoldina.
Angela aua lilha adoptiva. A Sra. Soledade.
Famillarea, Eablrros, povo e aoldadus fiauce-
i do exerclto de PoDaparte,
He este o eapeciaculo <|ue o director tem a
boura de apreaenlarao generobo publico deaia
cidade, a quem ae confeasa eternamenie gralo.
Da til Hieles de camarote e platea, eatao desde
ja diapostcu do publico no lugardo coatume.
Comecar a 8 boras.
Quem annunriou por eata folhi, que-
rer laber a residencia de Francisco Jos C-
valcanie GelvoJ ou eus herdeiros: p le
dirigir-ae a ra da Cadeia do Recite, oscrip-
torlo de Jos Antonio Basto, que Ihe poda-
r dar noticia.
Perdeu-ae no da 30 do plisado, do
corredo; da relaclo, al a mecniriqueira,
urna folha corrida do primeiro sargento do
nono batalhlo de infanlaria, Manoel Joa-
qui m da Cosa : a pessoa que a achar, quei -
ra entrega-la, na ra da Madre de Daos n.
1, onda ser recomnoniado.
Tendo a iimandade do Divi-
no Eapirilo Sinto, de mandar construir, por
quem por menor preso fi/.er, as suas cata-
cumbas no ciroilorio publico convWa a
quem queira lomar esta obra, por empre-
lada, a dtrigir-ae a ra do Crespo, segunda
loja n. +, a lim de examinar a planta a con-
dieOes do cunUeclo, e de conformidade com
ellas fazer a sua p o posta.
Aluga-seo sobradoe litio, em que mo-
rou o Sr A. S. Corbelt, na ra do Hospicio :
os pretendeotes, dirijam-se au armazem de
Miguel Oh n 'iio, na ra do Trapiche n. 40,
que acharo com quom tratar.
Precisa-se de duas amas, urna para co-
zinhir e outra para engommar e faier o
muis servicu de portas a dentro : na traves-
a do Coruo Santo, luja de c.lsado n 29.
- Itoga-se ao Sr. V. A. C S., haj de vir
pagar a quantia de 9,200 rs., importe de fci-
tio de roupa, quednve ao meu finado ma'i-
do, Bento Jos da Guala Guimaiaes, do con-
trario vera oseu BOOM pur estenio ; Maria
Julia GuimarSes.
Precisa-sede um criado, paraoservi-
(o externo de urna casa de muilo pouca ft-
milla : na Ponte Velha n. I
Precisa-se de urna 'prola captiva que
.nlia bem ongommar econsinliar, e pare
todo osorvii;o de urna casa de pouc fami-
lia : alra7 de S. Jo-, casa n. 6.
-- JoSo Carlos Bustos e Oliveira, avisa as
pessoas que Ihe esto anda devendo do bt-
inetes das loteras do Itio do Janeiro desdo
1849, que Um vam pagar no praso de 15 das,
do contrario teram de ver seus nomes por
extenso nesie jornal.
Ueriiar Jo Rodrigues Gramoso e Costa,
previne ao publico que nfio f"S< transacr;lo
algumi com seu sogro Manoel Jos do Ma-
g lililes Pinto, porque o annunciante elt
em juito dosorph3us annulanJo o iiiveuU-
rio e parltlha a que o refertuo seu sogro
procedeu.
3
Avisos martimos.
PARA O PORTO.
O brigue portuguez ; Mura Feli capitSo
Lourenco Fernandos do Carmo salina breve
por ler parte da carga prompta quem nu
mesmo quizer carreijar ou Mr de passgoin
pan o que tem bons commo los tralem com
"di loca pililo na praca, ou com seu consig-
natario, Antento joaquin da Silva Ribeiro,
na ra da Cadeia, caa n. 18.
Para o Rio de Janeiro sahe, domingo
31 do correte o brigoe Novo Lobo, tem
commodos para passageiroa e escravus : In-
trata-so com Oliveira P.nvi & Gompanhia,
Da ra do Trapiche u. 5, eaciiplorio.
Pura oRioGrindedoSul, seguir via-
gem uestes dias o liiirfue Social, pur ler par-
te ds carga pro un ta : quem no mesmo qui-
zer carregar, ou ir Je pastiagm, dirijam-se
a ra da Cadeia do Recite n. 39, escrplorio
de Amorim intuios.
Para o Geara,
segu viagem com brevidlUe por ter ferio
do carregamenlo promplo o ltate Novo 0-
linda, para carga ou pasaageirosa entender-
se com Manuel Dias, roa de Seuzalla caza
dunde morou B. Lsssere.
Para o Rio de Janeiro segu com bre-
vidade por ter parle a carga prompta o ve-
leiro brigue braatleiro Golfinho; para o res-
to da carga e passageirm trata-se com o
consijtn.tai lo Mauo I Al -es Guerra Jnior :
na ra da Cruz n. 40, ou com o capitao Jos
Gregorio Peretra.
-- Vende-se a barcada Solinda, vapor de
una pur prec.o cuinuiuuo : a tratar no tra-
P'Cbe do Baruoza defrunte do Gorpo Sauto
n.it.
Leiloes.
Simuel Havres Jnior capitn da bar-
ca americana .Su.i. da qual so consigna-
tarios oa Srs. Heury Farster & Compan ia,
'ara leilSo por intei vi-uc>> do corrector Oli-
veira, e por conta e risco de quem porten-
cer, da porcao de caf quauto baste para
accorrer ao cosleio, e mais gastos da dita
"sica neste porto, onde arribou na sua re-
centa viagem proce lenle do Rio de Janeiro
coro destino a Charleitoo na Carolina do
"ldus Estajos Unidos; e assim mais de
"saccas de dita genero avarlado: quarta-
eira,3deselembro pruximo, as 10 horas
na tnaohru, no trapiche do Augelo.
Avisos diversos.
. .~.Qnem perdeu um oitavo de bilhete da
r,.-6.1"" "? Rl da Janeiro, dcima terceira
parte, a beneficio daa casal de Caridade: di-
nia-ae ao armazem demolfladoaD.11, da
ra do EncanUmento do Rccfe.
~~ ^ende-aeotialuga-ae um eacnvo ido-
so, proprto pira um sitio, ou servio de urna
essa ; ni ra da Cadeie de S. Antojiio u. 14.
. Precisa-se alugar urna prela wi ra ou
? capti, para todo o setvico de urna
9 casa de pouca fimilia : na ra das *J
(runi-s, n 28segn lo andar. S*
f # ?t -PW* i t
Nu di'a 29 de adusto so apresentuu ao
abaixo assigtiado, e tiffereccudo-se pira
que o comprasse para fia la Ierra, um es-
cravo, que diz ser crioulo, e de nomo Joilo,
que reprsenla ler vinte e cuco aun is, pou-
co mais ou menos, sem barba, o b-rli prelo,
o alio diz que noceu cu po lo- da ainhora
I). Leonor, do lugar de Tanquim, deslelo
d Goienna, e depois foi escravo do sr. Cus-
xeBizerra.doluiiar do Pill.r.e depois do Sr.
Manoel JooXaviar do Souza, do'tnesmo lu-
gar do Pillar por tanto quem se julgar se-
nliord" dil" escravo, mande lomar conta
pagando as despesas, e coito de que se n.1o
responsabtllsa por qualq 1er s lustro que
possa acontecer de murte "U fuga, ou quil-
quer oulro incidente Rec fe, 29 de agesto
is 8 horas da QDUt*, do auno de 1851.
Manotl de /ilmeida Lopes.
~ Antonio Fram-isco dos Santos, faz pu-
blico que desde o d'a 10 do lanciro de 1810
em diaule cijssuao 01 poiieres da procura-
53o bastante, que passou ao Sr. Miguel Jos
da Silva Marques, e por isso lica sem effeito,
qualquer aclo que o mesmo Sr Marques
pralique, em vtrlude da mestna procurasSo.
Chapeo francez a (i,ooo rs
Finissimos chapeos prolo fr-ncoz, de for-
ma muilo mu lernas, a 0,000 rs. dilos de
castor para meninoso meninas, a 4,000 rs.
na ra do Crespo, loja amirella n. 4.
Roga-so ao Sr. JoSo Germano do Paula,
o obsequio de mandar pagar a sua li-ttre,
da quantia de 42,000 principal, vencida a 7
de reverciro de 1849, na Boa-Villa venda
Adveile-seao mesmo Sr. que este negocio
se affectuar no praso de 8 dias, do contra-
rio so fara publico mais a lospeilo.
Cu llicrmc Augusto Rodrigues Sette,
respon le ao Sr. Aulonin Ito iribes liaracho,
perguntando-lhe, sequanlo fot em sua lo-
ja buscar as fazendas que Ine deve, levou
comsigo o jutz de paz, a que quer ser chi-
mado agora ; liando-so nicamente em ser
a divida conta de livro, que mu fcilmente
se pode n- g u': se na minlia loj i liouvesse a
ini'sma dilllculdadii em fiar do tal Sr llara-
cno, como elle tem do pagar o que levou,
por cerlo eu tillo seria agora nnoommoddO
I)eseja-se fallar com o Sr. Jos Teixei-
re de Mello, deGarauhuns, a negucio de seu
interesse : na iua do Crespo n. 19.
Aluga-se annualmcnle um sitio, que
lenha casa soffrivel, baixa para capim, cam-
po para qualru vaccas, e que oto diste dos-
la cidade, man. que tres quartos de legua,
paga-se bem : trata-se na botica de Jua-
quim Jus Morena, defronle da matriz da
Boa Vala n. 86
Contracto.
Para intolliscncia do publico, declaram
os contratadores das carnes verdes, om vir-
tud do contracto, que o preco do 75 is
por libra, passa a sor de 100 rs. de boj em
diante, al o ultimo de Tcvoreiro do 1852, u
que alm dos talhos estibelecidus, na ra
da Guia do fiecifi-, pateo do Para izo, ribei-
ra deS Jos, Cinco Puntas. Iloa Vista, Cruz
de Almas e Case Forte ; cxtslem mais na
Passagein da Magdaleua, Capunga e Mau-
guinho.
MilitSo Borgej Ucha, tendo de tratar
de seus negocios fra da cidade, di iia do
ser caixeiru do Sr. Manuel Juaquitn Silvoi-
ra, e penhorado pulo excellente iratainenio
que du mesmo Sr. recebeu e deseucompa-
nheiro, Ihe ufferece os seus diminutos pi es-
timo, emqu.lquer parte que acnar-se.
-- Aluga-se urna crioula de meia idade
pata ama de casa ue portas a dentro, a qual
sabe lavar, enzornmar e cozinhar : no bec-
co dos lo. i' i n. 6.
Contini liaver caf todos o.s
dias, no billiar da rua Nova, as pes-
soas sero serviuas com aceio e
proniplido.
Precisa-ss trocar urna ima-
gen, da Conceicao, de um e meio
palmo de altura, perfeita, de ma-
deira, ou pedra : quem a tiver ,
annuncie.
-- O Sr. teen te Joo Bernar-
dino de Vasconcelos, queira vir
do praso de tres dias na i ua Nov
n. 35, concluir o negocio que nao
ignora.
Agencia de passaportes e titulo de
residencia.
Claudino do Reg Lime tiri paiiiportei
para dentro o fra do imperio, e titulo de
residencia porcommodo prero, ecom enui-
ta presteza: na rua da praia, primeiro an-
dar n. 43.
i_...|. Murlrnv Curvalhn Quem precisar de urna ama para todo
Antonio Uartn i-arvalho oiWf,fodeMpoftof, dentro de urna casa de
embarca para o Kio de J.ineiro o bomem solleiro, dirija-e i rua do Marico,
sen escravo Antonio,pardo.
-. O abaixo assignado obteve tentenca
que passou em julgalo contra Jeronymo
Sebaslio de Alencaairo, no juizo do civel
da primeira vara desta cidade escrivSo San-
tos porqne o dito AlenrasUo apenas possue
urna pequea casa na Cabmga previne-se ^ coin"urjas"o outrosobj crS'que de-
que ninguem a compre por estar ella sujei- mandSo pracoitos calligr.
m
Hiliiete.s de visita.
Abrem-see imarimem-se com todo J
oasseioem ptimo papel porcellana*
liilltotes de visita, csrUfef, rolulos
Ci ao julgado onjlra o nnsmi). Manoel oa-
quim Pinto Machado Guimarani.
Precisa-se lo u caixeiro de 14 anuos
de dade: noaterroB dam oa-Viala O. .
-. Na rua da Gloria n. 108 precisa-se de
urna criada pacfica, para o servco de urna
senhora sem familia.
OScnhores que t^-n promet lo aoaba
precoitos calligraphicoa o da 9
ai tu de desenlio. As pessoas que, isso#
t? prclen lerem di>ij3o-se a rua do Brum,
casa contigua a nutras que oslilo arre- *
? dadas do alinhamenlo ou a rua da
Cruz luja de livrns n. 56. *
fj-rf>rf>ajr* *>*>?
Francisco deFreitas Gambua tendo de
retirar-se para o Interior dcsla prjvntci
xo assignado o pagar-llieiBineao lim iicste, VBnde as suas propriedados sitas nesta cida-
que ja tem fallido por moiUs vezes.t nuua je do Itecife, e nu lugar da Capunga : quem
bondade de cumprir ;du contraro, o attnua- as pretender rJe dlriglr-se ao mesmo no
ciauta publcala s-os nomes por esta n esmi seu slllu lia (;apunga.
i'oiha, nao mi i, estes ornos oulros sen Jo precisa-se alugar uma oscrava para lo-
seus dbitos antigos. doo s-rvir;o exiertiu d urna casa de pouca
1.1. II. taborda familia : na rua Irnpeiial n II.
OSr. Marcelino II nrquesPereiraquei- ^9lm;*,%1lt9.%.%%.%.%m,%%%%9>
ra dtrigir-se a ruado viganon. 1J primeiro ^ Aluga-se o grande armazem da rua a
andar, aliin de pagarofrete dus gneros ^ jc s |.-rancisco n 7, pur baixo do Sr. 4
que receben pelo hrguo Noto Vencedir. ^ Hnrala : a tratar na rua do Crespo
O curador da berenga do Maioz, avisa ^ |0
as pessoas quo linham objoctos ein pu ler do ^ + ^^++0++++ + + ^+ -,- a>e
Meroz, e que ja os procuran), *hajam do ..
os lirar, do contrario iram a praca no da 4 : """ h '
de solombro. Aluga-so o terceiro andar do sobrado
iNaTienpe, casa n. 70, aluga-se o bem I do largo da Assombla n.8, cum_ inulos
i'onhivi lo muleque Joas; acostuma io a cummodos e l'ro-cj : a fallar no Forte du
servir a estrangeiros, cosinlia, sabe com- Millo com Juaq .i;n Francisco de Alain.
prar, he muitu diligente e lol, o nan le n Alugaui->c e vetidem-so tanto aos centus
vicios- tambom se von le u n bom ollicial couiu a retallio mu lo boas bichas o mullo
de alfa'iate o shji vicios. | grandes choga las uliiuiamenie de llambur-
~ Precisa-si de urna ama do leite : na gu, as nclito es que ha no murcido por prc-
rua do Padre Florianun. 2>. |cu commodu, o vatn se appltcar pata mais
-- No da 3 de setembro so ha de arroma- coturno n iade dus pieten lentes : na rua
Vendas.
Ricos espelhos.
Vende-se em case de Av.'ial Frere & Com-
oantiia, na rua da Cruz n. 20. espoliaos de
vidro francezes, com ricas molduras doura-
daa e lem elles, de 3 at 5 ps de altura, por
progos muilo em cunta.
Bilhetes do Kio de Janeiro.
Aos 20:000,000 de rs.
Na loja de miudezaa da praiji da Indepen-
dencia o. 4 vendem-ae moios' bilhetes ,
qu irlos e vigsimos da terceira lotera a be-
neficio da fabrica de t teidos na mesma lo-
ja recebeu-se bilhetes premiadosdelodasas
Intei ias em troca dos que tem a venda.
Cortes de casemira de pura ISa a
5,000 r o
Vemlem-se corles de casemira de pura la
degosto muili linios e modernos a 5,11,11)
ra.: n< rua do Crespo, loja amarella n. 4.
lti-i- ilinli is de lilil-i a 200 ra. o
covado.
Rscadnho de linlio de linios padrOes,
com 2(i polagadas de la gura a 200 rs. o co-
vado, luvas de fio da escocia a -.'. i rs.|a
duzia : na rua du Cespo, loj amarella n 4,
Cortes de chitas francezas a 1280.
Corles de chitas franczas de Mores mlu-
d nii 1- a 1,280 rs., chitas francezas dn cores
(xas a 200 rs. o covado: na rui do Crespo,
Pentes atartarugados para coco a
12o rs.
Vendem-SB pentes que imitan e tartaruga
para coco a 120 rs. cada om, ditos de bfa-
lo pare alisar a aso rs. cada om. fazaodi iu-
porior, ditos para mar'afe e 340 rs. o par,
ditos de tartaruga a 1.000 re. O par : na nova
luja de miudezas da la boleta em frentedo
Ltvramento.
Escovas para cabello a 56o rs.
Vnndem-se muilo finas escovas pan cabello
e 560 rs. cada urna, ditas para lato a 640 rs.,
ditas pare calcado a 320 rs., ditas mullo fi-
nas para denles a 160 is : na nova luja de
miudezas de taboleta em frente do Livra-
mento.
Acna-se um completo lorti ment de lu-
vas do lo las as qualidades, tatito para ho-
mo in como i-i r,i senhora, as mais novas que
ha presentemente, assim como bengalli-
nnas, baudejas muilo finas, lapes finas, bo-
netes francezea para mooinos, peonas de ac,o
lin.s em Carlas, po iras para meninos escre-
verem, aboluaduras superiores para casaca,
e outras minias fazendas mais barata* do
3ue em outra qualquer parte : na nova loja
e miudezas da taboleta em frente do l.ivra-
mento.
Vende-se um mualo de i lado 18a 2"
annos, bom esltvador, e ptimo remedor ;
no paleo da matriz de Santo Autouio o. 18,
loja de ii'Ii,] iioro.
Vendem-se as obras de Ovidio ad usura
ellint 4 volumea, Tltesaurus linguas latn
4 voluntes ni ful., Direito natural, e des
luja ..tnaiclla n 4.
Vendo-so urna prela de muito bonita genles portoiiio : ra rua da Cadeia de Sio-
ligura da 19 a 20 annos de idado, entomma- \_0 Antonio n. 14
dir, e cosinheira, e oulras habilidades; Vet'de-se um piano pequeo em bom
avista do comprador so dir o motivo por esUj ma{{0 eiu cotila, e proprio para se
quo se vende: na rua Dtreita n 20, primci- aprender a tocar : no pateo do Tarto o. 139.
ro au lar. I ... Wiule-sa um terreno com 50 palaios
Vetido-so una canoa que carrega dons Je rrelll0 e f|)111() g, bl)SJ mtf) sjtj Qa rua
mil lijlos : quem a pretender d'rija-se a mi,,rla| ,(, pe da fabrica Je sabio: a tratar
rbe'iro n 19 casa ,,e Antonio Hartins Saldanha, na rua uo [eu uo TorC() 139
la Costa Mi- d" c",ov"11". "" "" Direila. souun loan-i .. Ven lem-se duas cas
casas terreas, urna na
lar em praca publica pe auto o Sr. Or.jutz estrella do Rozarlo, loj i de ba
iutiicinal da seffun ia vara um sittu no lu-i A S a. Joiuiiina Icuacta da k.
ir d KflO da P.oeil. que tem um sobrado,1 taa, laz setenio au publico quo u.nguem *"*nb?? "S.'? ?" S ""rdS d" <">,'* du Pilar com Ires senz.ll.s uo fundo,
e urna casa terrea, lem estribara, cuxeira, o laca negocio com Jusc Cleuiunle Pe eir dus l,aa. das 4 fc u l,r'lc- mMm separadas ,1o quintal, a qual rende 29.000
qu.ri.ie per" pret.. um galinieno, dU,s Santos sobre a veud. do sito da Capuua, V?nde-se uma negrperfeita engom- f|. meniel, ouir. ..a rua o. Cuta que rende
cacimbas con lauques, e varios arvoreJos,
avallado por qu.tio Cotilos do tis, purvxo-
ciigao de Jos Fraticiscj Biletn contra Fran-
cisco de Paula Lopes Iteis, o he a ultima
praca.
madeira e COlnheiri -para casa de qual- lo.OOO rs iiiettsal, a primeira o. 7 a segun-
tioiu liypolequ, tem dinlioiro a juru em
con
son
nena
dU-C-lAliirfa-so urna caM no lugar do Cachan- lru\'10 '"ogo" n. 23,'que se dir quem a egJoVndar, "sVdi're qilem vende". _
g. le.td. una salla de frente,! dita do |au-iTeulJe- -Voule-seum inieressante sillo mu
lar, seis quai tos, urna graode COlinha, es-1 Louca vidrada. Iperloda pratja, tem ba osa de sobrado,
lubina, e Commodos pan. pelos, com ba- Vendem-se algui lares panells, caga- senzala, eslnharta, grande e*l8U*o_de wr-
t.ho no Iuud i, o do la lo da sombra:
un, ||. lii,t':,liie. lie ni ,,i iiiiiiiuiii ini.',,i p .. : --.--------------1 r------- ,
u.uadouilu, poisuuo lulo sera nullo, nao uuit lunilla c o ti mais Igualas h.....- 0a n. II, como t.mbem um sttiu u. estrada
tilo a sua mulber sabedora, poiiueie a le. e do boa con lucia, pronrii para casa l)e Jo,1u leu,rros que fui do finado ctrurgtSo
coa separada dcllo, por sua pessima con- deqielquer lemilie,lentaeitringe-raC0J1O >|allUe| Beruardmu Munteiro, d.m-semutto
uctj- K > k r brastloira : quem a qui/.er ver dirqa-se a e.ii conle : a fallar na rua do Rahgel n. 38,
Na nono do quinla-feira 28 du cor-
? renlo mez, roubaiam dnsubrado (i. 1/ Dina, u couimoJos pan. fetos, com ua-, -- >enilem-se algut lares paneus, caga- k"i ., .- --------
m in rua d Aifaiidoga vellla onde mura nhi) |1(J |ilI|U u Ua S|I,bra : uS rolas de cabo de lo los oSr. cpiiaolUyinundoumcslijode pil,leiiae(,,es jirllam-sc a pracada lloa-Vis- -'os ulliuiammite do Pnrlo 00 brigue Mara de fruclo, ba'xa do campim, viveiro S, no
Jacaranda de tatiiauho regular; a pes-t u { 6 1)oU(;a \Fiiii, jarree finos do todos o lmannos da atierro da lloa-Ntsta, veuda n. 78 se aira
sua qu i o aprehender levar na casa .. Al'|VCll.S0 ,0 Sr. itc.rnardo de Albu- Parahyne, OUirlinhll, monngues, tullas quem a-. negocio.
m a O IM lora tO.OUU i,, de graiihcat;ir). i)>?%>#>* v *-s>4>**** r .. ,.,.,,,,. ,, .^.., i i ,,.,, nao toui pago a sobscri- re r-.sfriiregoi, bilai >s, condcgn de lo los Cimbren fr.nceza oom um pequeao to-
-- No da 8 de Setombro ae ua do arrema- ^ujo Diario. os Umauhos paraco-lura. bailes de pinho, que u va'ias,a240 rs o covado ; dita sem
lar om praga publica peanle o sr. u.juiz __ ijueiii quizer consultar ou tralar-sode tuestes, baleios com lamoa para comuras, B,,loa 3G0 rs, cortes de ditas com 7 varas
i vata, ui a moleetlas egudei ou ohronicas, poiomdi- vasos pere llores de todos os timanhoide de edr 0xas e4,000 rs. e ouires mutas f-
gosto, ua rua do Crespo
sita no \ aradora da cidade ue Ollnda co.u rjgir.w4 ,5e lerge do Rozeno n. 30, on- diflVrenloi goiloi, figuras para erdim ou MDllM Jo ,, ,in
todo seu quintal e lio.nleitorias, oub.as.ava- d u Tmdial0 Bernardo Porei a do Car-, sitio, comosejain as quatro parles do tiiuti- |0, amarolla n. 4
liado todo por 3 rs-, por execticflo mrfSelljur) UUl.esla prUmplo a exercersua do, e as qualru ost-ces doanno, e cnnO- .. ,Na rua dotjueimido, loja n. 19, eu-
nczes do inelbor gusto quo nqui t m appa- deui-se esleirs da ludia, proprias pare as
reido : na roa da C.|ea do llecifo n. 8. seiinoras se assentar em sallas a 3,100 rs.,
-- Vende-seo palacio braatleiro Boa Sor- C|,,|as francezas a 280 rs. o covado, corles
lado lotu de I1U lonelUdas, fo rado le co- j0Calsa de bnm de un lio a 1,28) rs .Cdrtes
bre, e promplo do lodo pera navegar, o Ub iusti)0 a s00 rs., lenfus de seda para me-
lambem so vendemos escravus mariiiheiros |Hosa5oo rs., ditus para sennoi a a 1,600
perlenceoieseomesmomvio; quemopre r8 > metas para so.iiio>a a 280 ra o par;
dOS herdeiros de Jos Maria de Jess Muinz, f,Cuidad ein qualquer hora do da ou da
cotilla llicrdo Gursuslho.no Koariguei e H ,, m a,'pessoas pobiOI se pres-
sua mulber, e he a ultima praca. v
- Coiislandoquoomoslrepelroiro|.ou- ,.^..V-..*<>*!*
Paulo i GbIooux, lUiiilsiii -
Hrmiccz. aVrcvr mu pi-esll-|
moao publico pr toosos i
auaixu assiguaoo pieviuu uo icpUna.ei -^ ......... ,,..-....,. ," l-nder pode exaintua-lo no anooradouro,
ublico, quo subte o meiiciunado terreno e Ullsterea Oe >" ,\[ .[ 1,,,ll 5 'defronle do trapicne do aizodao, o trata-so
asasonoplo fazer trato algu.u de com- 9 putlc r prm-lirml .;'"'" eou, ,\-no.ini ex Irinaos na na da Cadeia do
ra, hyputlieca, ou qualquer untio negucio, Hli-r llura Clll n. i < "* r necr8 39
isto eslaretnsujeilos ao pagamento do quo & Oa larga ll ROaMTlO, 11. '1 VonJi-m-ie 3 gnitos mulercs de 18
que o mosire pe
ronr;o ue elU Marta procura vender a posse
de um lio 10110. e casiuha que lem na Ca-
punga, ierras forciras ao Sr. I)r. Jacobina, ~
o abano assignauo previne ao respeitavc
P
ca
pra
vist. .
o dito mostr pedreiro devo ao ab.ixu assig- ?* segundo millar. ___-"? unnos de ida le, um dos quaos he muilo bom
"*d#9fc^^^^^^'1 atraate, um prelo bem robusto pare preco
AttCIK.'lO !l Itllllll t pruyl barato, um mulatinhode 8-annos de idade
-Nodiao'ieseloiiihroproximopassadode- bom pere 0offl:io, Ires preUI que engoin-
poisdaaudtencia do Sr. Dr. Juiz de 1" vera.meo soffrivel a venden na rua e cons.-
docivel.temdeierveniilaaquennieiider nhem, duas eabroonas bea robu-ias que
a casa do sobrado do sillo Araca, a requen-
mento de Mmoel Luiz da Veige, para paga-
mento dea di villas do c zalde seu relleoido
pai. A caza lem 50 palmos I, l.ent' o lun-
dos de 95 palmo, com as lojas limbem re-
part US, em poni anula mais alio do que
toaica hojeas posturas inuilici.a's, lia'' l-
menlo e asso illio em perfeitu estada o a cu-
nado, quo para esso lim passa a deui .nda-lo.
I icloriano trancisco dos Sanios.
Piocis i-so a.u_,ii urna ama fo.ra ou
captiva que Imilla bom leile : quem livor
dirija-se a rua du Alucnm 11. C, que achara
cotu quciu ti atar,
I). Marta Candida de MagalhSes embar-
ca para o Itio do Janeiro a sua escrava par-
da, de uome Francisca.
Prcci/a-se ue um menino de 12 a 11
annos, pn lo. 111 lo um dostes 11.li.m05 cnega-
dos uo l'orlo, para caxetro de veuda : na
rua do Aiagilo. 11. 14
-- Aiilonio Fraucisco^torreia Cerdoso, --- .- m lP,ru-tiiie o
compiouporcoitadubr*. Antonio Fernn' berta helodade sicnpira, e con
des da Suva, o meto bnhele ua lolerta de N,
S. du Livraueiilo n. 1181.
As pessuas quo quizet'om arrematar
a pusso de terrenos ctios na fregnozia
do Poco da Paticlle, co jpaiefain hoje na
lerreoo de 170 palmos do fente com uiais
de 700 palmos do fundo allte a camboa pu-
blica, o tem neste terreno dous vtvetros dj
potxe.
O Sr. Francisco Antonio da Silva, da
tua do flaogel, queira man lar pagar a s-
signalura desle Diario, e em quattlo nao o
fizer veta o seu nomo publicado oui lelra
10 liinda.
liollcgio de edttcacito par a
meninas.
Fundado o dirigido por 1). Candida S
T llosa Me. Dertnotl da Cosa, na rua da l
;| Cadeia de Santo Antonio 11 23, pn-
:? meiro andar, declara ao respeilevel 1
'I publico, e particularmente aos Sis. :u
i pas de familia, qu' continua a ler ''
aborto o seu dito collogio, por se a- '
I citar habtltt-di com a licoitQa do 1
Exm. sr. presidente da provincia, 5
i conferida de conformidade com odie* *
I posto no art. 3Sdo rogulamento pro- 9
I vincial de 12 do maio do correte, a*
Ja fui visitado pelo lllm Sr. inspec- ai
lor do primeiro circulo l)r. Cypriatto i
Feuilon Cuedes Alcanfralo. F.S- p
< pora pois continuar a merecer o con- L
J ceito, que Ihe loan graugeado 0 seu i.
f zelo. o ie licacao, e na educafSo das
mollinas, coufiadei a seus cuidados, aj
,| Assim como declara que se cnsinara y
i iotas as prendes propries para urna ae
senhiira.assnn cumocalhecismo, ler, y
( eiorever, aritomelioa, grammattea y
j. nacional, go.igiapnta, historia un- i);
-| vorsal, dita porlugue/.a, e dita breei- j
I letra, mylholugia, inglez, Itancoz, p
f ler, oscrever, e fallar, aoalj se hilera- y
'| ra, o grainmalical d i pro iuccos es- ^
testa proceder com lodo o rigor da le con-i -> coltii las dos tnellloreS proza O'OS
tra quem lito tenha acoulado o seu umleque I ja po luguezes. iniji e piano. CjjU ji
Domingos, bolieiro, e capateiro, que Ine fu- i g raS| uvaniitos, o borda loa de todas ,
giu sexla feira 22 docorrente. e cousta eslar i vs |1S qUa|id,,des. Admiitom-se ftencio- ',*
uo Limooiro, tondo passado em pau sallas das audiencias do juizo da segn la
vara, cujas posses vflo a piaga por exuCueao
do Jo i,,01 o Teixeire Peixoto, contra Fran-
cisco do Paula Lipes Iteis, ISi'iu.'fi Cuttlia.
preciza-se de uma multier p ra cust-
iiii.it o enigoniinar a um rapaz solioiro, Issj
coui pe loie.io, o dando li idor a sua condue-
la : puga-su bem ua rua das l'riucuei-
ras u. 5U segundo andar.
~ A pessoa que auuunciou querer ven-1
dor iitni cattOa gran lo de carrena, pude tlt-
rij^tr-se a rua do Livrainenlo n. 33.
Na rua da Hurtas, casa lerrea n. 4t),
eugotniua-se e lav-se com lodo assvio e
piomptidao, o le.." coturno lo.
D Anua Avelina Vtanna, retira-se pira I
fura da provincia, levando om sua cunija-
.....,i so,i man i l). Mina Uaztlissa do Carmo :
Viatina e seu lilbo uieuor de nonie Lle-
ineule.
~ Manoel Jos da Silva Cuinmr3es, faz
scienle ao respcilavel publico que desle o
lia 19 .10 crreme, deixou de ser caixeiro
Je Victorino <\ Goimanies.
Na rua ds Agoas Verdes D. 100, so-
pulido andar, precisi-se de umaania, para
servir em casa de um humem sulletro
Contr.it.i-s um porluguez, quo en-
tenda do servido do cauttio, paia S'tvir do
leiloretu um engeuho, na provincia das A-
'agoas : na tua das Aguas Verdes n. 100, se-
gundo andar.
Precisa-se comprar 18 travetas de boa
madeira : na rua do Rozarlo, padaria ti. 48. .
Cu i llterme Augusto flodiigiies Selle, ino-
engommam e c timban, duas p etas de
mi'a idade, uma coainha, oiuo :t na o o,i-
z", a outra conubi, o lio perfeita lavadei-
ra de sabiio e varrella : na rua da Cadeia do
Becifo n 51, primeiro andar.
Vio leve ou cuacas.
i en caixinlias o niazos pro .mas pata cha,
e excellenles para tomar os superiores vi-
nhos do i; i -no e cnampagiie, que ludo so
ven le ti i iua da Ca'doil ti. 23.
-- Veude-sa una maquina defazer vellas,
com quatro cenias e rtenle c sote formas,
o mais os .-.eus pertences, a dita maquina,
quem quizer com .rar dtnja-se ao armazem
da ida da Praia u, 17.
.-- Veadciii-se botijas com oleo
de liohaca ; birricas e
tas com cimento, etambeui em ti-
,n-1,1.-, om grande soi'ltmeulo de fazendas
por pre<;o commoJo.
- Vende-so urna excellente taberna com
poucus lunios, o motivo porque se veude
se dir a e -so i : a Halar na rua do Cres-
po u. 12.
Principios geraes de economa pu-
lilic i e industrial.
Vm lo-se este compon lio, approvado para
as aulas de priinoiras letras, a 480 rs. : na
prai;a da ludepen leticia, lvraria n 6 o 8.
-,.. *>> ?????* JA*^.
j Veude-ae rtsoado do 4 pal nos de m
%i largura a 120 rs. o covado a di di-i o 4
a*... a vista : na rua do Crespo h. 10. A
a>o*ayyee ***>$#
a> \ en ii'-.-o um eseravo aluda mogo, e
4) de boa conducta : na rua do Crespo
t) 11.10.
*** # aa *
l'.it.i liouieui.
Vendem-se bunets Irancezm, de piuno,
iiniHo lino e de cabello, a 1,800 rs.; suspen-
sorios do seda, bons e feries, a 500 rs. o par:
na rua do (Juetmado,
na loja do baraletro,
meias di- Juntos luja de cera n. 33.
Charutos de llavana
De supetior uualidade : vendem-se no ar-
nas para conirnodidadc dos com- ,,,., ilB K,\kattu &irmSos, na ruada
piadores: atrs do tlicalro, arma- Cruzn.io.
zem de taboaa de pinho. UKVERES DOS HOUENS,
Ven lent-se 12 escravus, sondo un mu- a 5oo rs.
leque creoulo de idade de 12 anuos, 3 os- Vonde-so este compondio iprovido pira
cravas mocas de bonitas lisuras, outenden- as au|SSf elI1 meia eucadenia^lo, e 500 rs ,
do deservico decampo, 3 nolalos de bom- CJj, um na ||Vreria u. 6 e8, da pracii da
tas figuras e I inolatinito do ida lo 15 a 20 Independencia.
anuos, proprto para pagem, 3 oscravas par-
das sendo urna etigoinuiadeira, e coze chilo,
2escravas de ludo o servido : na rua Huel-
la n. S.
Vende-se um negro de bonita figura,
proprio para qualquer servico, o um mule-
quo : na rua das Cruzes n 30.
Vende-so una tierra, qoc cose, en-
gomma, cozinlia o nSo lem vicios : na rua
da Clona n. 33.
H-tfic Pauto Cordciro.
Vende-sn este rape, no a mazetn tic mo-
Veinle-se cera da carnauba em casa
de J. Taseo Jnior, oa rua do Arnorim,
n. 85.
A :500 o par
de sapsttVs de lustro, obra boa : no ater-
ro da boa-vista loja le calcados, n. 58, junto
roieileiro.
A is iO.000,000 de rs.
Na rua ,\\,va n. 6, venli>m-ae os mui afor-
tunados bi,hotos, meios, quartos, oitavos o
no s>bbado23. U aiinuncia.nic roga as
auloii lados respectivas ofavor de opren lo-
0 o, quo com aviso das aiosmas, satisfar
qualquer despesi : o muleque he alto, ma-
gro, idade 21 annos, crioulo do mueiro
aun lo lem a mi, puuca barba o parece pu-
xar pur uma perna.
Precisa se de um prelo por alegue!,
dasse dozo mil res por mes, e o sustento,
para o servico i ud i ua i w de padaria, na san-
ta cius debati do sobrado n. 106.
~ Olferece-se uma ama para a casa do um
homem solleiro ou viuvo,lem todas as abili-
lades precisas e boa coudula quem della
precisar dirjase ao pateo do buspilal do
paraisun t.:. I. andar.
-- DeSappatrceu do hospicio sitio onde
iiim av.i o Sr. AuguSloS. Corbi't, seis collie-
res grandes.de praia com a leltra A,na occa-
siilo em que se eiitregavllo os trastos, e s i-
pOe-se ler sidoa Igum prelojpor tanto a pos -
soa a quem for olieron las,ou livor empenha-
do,ou mesmo coinpradu.quurendo realituir,
recebere o importe dolas, e ae guardar ae-
gredo,derigindo-se i rua da cadeia eacriplo-
rio do Sr.Augusto S.Corbel. h 45.
Aluga-so attnual, OU iiiciisaltneulo um
repaz para servico ordinario de mesa, e
conduzir meninos, sendo forro ou captivo :
na rua do Crespo, loja n. 3, ao pe do erco.
Alugi-ie um escravo ollicial de pedrei-
ro : na bolica da pnce da Boa-Vista u. 6,

uas, ludo por preces commodos ^
Furiiiha de mandioca
A mais nova e mais b.rata farinha da
mandioca que ha no mercado, vende-se na
rua da Crin nu llecf-, armazem n. 13, do
J. C. Augusto da Silva.
Compras.
C hil'lio.
Vendem-se lencos decambriii mu lin-
dos, para rnfio do senhora e do menina, a
prer;o de 200 rs. ca la um, e em duzia a 2,200
rs.; cuiuuretn autos qun.se acabein: ti > pas-
soio Publico, luja do biraleiro Firmiano
0.11.
Correntes de ato a 3io rs.
Vetidem-so anda um rcslo de correntes
de too para relogio, para acabar a 320 rs.
cada um : na nova loja da tibeleta em fren-
te do l.ivrainenlo.
Aleias e suspensorios para me-
ninos.
Acha-se um completo sorlmento do
tu ,o para moninos a 200 rs. cada par, ea
240 rs. sus. cosorios para dilos a 100 rs., di-
los para Itouiem a 160 as. o par: na nuvi
Compra-se na rua Imperial n. 7 huma loja de miudezas da taboleta em frenle do
negra de 20 a 25 anuos que satba costnliar Livramento.
e cmgom nar bem.
Cun pra-se uma preta que seiba en-
gommar e cositihar, e que no soja velha :
na rua do AragSo, n. 26
lados o. II, da rua do Encantamento, em vigsimos oa terceira lotera a.beneficio da
porcOes e e retalho, a I, UO s. a libra fabricados leci los do Molla, do KtodeJa-
Vonde-so uma hteira, obra muilo bem neiro, cuja lista chega no primeiro vapor;
falta oainlanova: ua l'unle Velhe n. 14. mosliam-e as lis as das que ja correram, o
Quem nao comprar o que he bom E^."^ P"" "<
Keiiuilil'es c franjas para mante-
letes.
Vcodem-so requififos e franjas para man
- Compram-se20a2 patmos ues.cca- preco do quo en
das, WndO^pedreJ^e fra._ Win c_omo2 0{U (j'.,quer parle na ",; |ojl ^ miu.
dezas da taboleta em frente do Livramento.
-- Vondem-se no aterro da Boa-Vista n.
pares de hombreiras de pedrs:
Kozaiio, padaria n. 48. .
Compra se um par d-'canteirus usa-
dos, para pipas : ni rua do fWngel, loja n. 5.
L'ompiuin-se dous aderecos
de ouro com atacas, allineite e o
mais : quera tiver, annuncie.
Conafre-ie taboido velho, ou mesmo'gocio.
do ca ias demucar: annuncie. Vende-se chile de bonitos padrees, a
Compram-sa 3 portas em meio oso: na 120 n. o covado, dinhelro a villa : na rua
rua do Kucautamento n. II. > do Crespo o. 10 loja de J. L. li. Taborda.
2, saccaa com umalqneire d-arroz de cas-
ca pelo diminuto proco de 2,400 rs.
Vende-se o deposito de assucar do ater-
ro da Boa-Vista n. 43; adverte-se que se
vende por o dono nSo poder estar no mes-
mo : e intar no mesmo, fiz-se tqdo o ne-
Loteria do Kio de Janeiro,
aos 30:000,000 de rs.
Na praca da Independencia, loja n. 3, con-
fronto a rua do Uuennado o Crespo, ven-
dem-se buhles, uioioi. quinos, oitivose
vigsimos da terceira lotera a beneficio da
fabrica du lecidos; na mesma ae muatrem
as listas das que ja correram.
Aiit'iirao.
Vende-se farinha de ingo, propria pire
chpetenos e hvreiros, pelo barato preco de
1 ..siiii rs. a arroba, e por libra 60 rs. : ua pe-
dera da rua larga do Hozarlo 11. 18.
-- Vende n-se os Daraltssiinos litros, his-
toria sagrada, lelemaco, e o pastor e a ovo-
lna 1 na rua estrella do Rozarlo o. 35,
Calcado a 2,5oo e 3,ooo rs., oo
aterro da Boa-Visla, defronte
da boneca.
Chegou novo sorlmento de sipitool de
courodelus.ro pire bomem dos memores
que lem viu lo doVaCaiy a 2,500 n., ditos
da II ihia a 3,000 rs., ditos de oouro branco
a 800 o 1,000 rs., dilos de orelua e 1,120
rs., assim como um completo sorumanlo do
calcado Irancez de tojas as qualtdades, Mu-
lo para bomem como para ineuiuos, o quo
tudo ia vende barato, afin de se apurar di-
nbetro.
Ricas litas lavradas.
Vendem-ee litas lavradas, de varias lar-
guras, ai mais linas que se podem-encon-
trar, e de muilo bonitos pidrOes, aonde os
fregueies pdem escolher e vonlade, tim-
bera se d.lo amostras : ni rua do ueima-
do, loja de miudezas, junio a de cera u. 33.
s


familia fontana no armazem
do barateiro Joaquim da Silva
Lopes, na porta da alfandega.
Altencio.
Vunde-se umi machina completa, nova c
muilo superior, da forc.a de quatro cavallos,
alta prsalo, com a sua competente moen-
da de assucar, por preco barato. Adverte-so
ajue vendq-se a machina junto ou sem a
raoeoda: dirija-ge em casa de Admson llo-
"ie & Companhia : no trapiche novo no Re-
cife n. 42.
Nova fabrica de chocolate homoeo-
pathico.
Na nova fabrica de chocolate homccopa-
thico, se encontr o seguinte: chocolate ho-
rocoopatdico approvado e applicado pelos
Sra. l)rs. da homccopathia : na ra das Trin-
cbeiras n. 8, lia mais o seguinle : o grande
chocolate lino amargo hespanhol pura re-
4
core?, a 1,410 rs.; ditos de brim amarcllo, a i ra preta, a 5,000, 6,000 e 8,000 rs.; ditos de
1,500 rs. ; ditos hrancos de puro linho, pro-'cor, a 6,100 rs., e outrss fszendas o mala
prio para militares, u 1,800 rs.; eagoiOes de
algodo com 10 l|2 varas, a 2,500 rs., a pe-
ta ; chales de 18a de bonitos padrOes, pro-
prios para andar em caaa, a 3,200 e 3,600 rs.:
na ra do Crespo, loja da esquina que vira
para a Cadeia.
Novo sortimento de cobertores, a
8oo e i,q8o rs.
Na ra do Crespo, loja da esquina que vi-
ra para a Cadeia vendem-se cobertores
brancos do algodSo, com barras, de crese
n.uilo grandes, a 1,280 rs.; ditos oscuros de
tapate, para escravos, a 800 rs.; gangas de
quadnnhos, para roupa de escravos, a 120
rs.,o covado e outras multas fazendas, por
preco commodo.
Pecbincba Econmica.
He chugado ullimaroenle um novo sorti-
mento do brins pardos, de linho, escurse
Das.
ACIDADEDEPARIS.
YcM A$,CWmik\c lid,
galo, dito entre lino temperado lambern fiaros pello barato preco de 1600 rs. o cor-
para regalo,dita para o diario ; cha prelo, el.e; ditosde linho e algodao p,drOes mo-
hisson, superior caf muido puro, cafc puro den,os c d uom f.s ua ifs0,IS ?rle :
deoevada.canella muida,;assucarrefinadoe ra locrespo n. 14 loja de Jos Irancu
>le caroco de toda qualidade, ludo mu tu
bom; c vende-se por i .; > commodo caro
em carolo, cevada, e puxuin.
Casa de commisso_ de escravos.
Vendem-se escravos e recebem-
sc de commissao, tanto paro a pro-
vincia como para fra delta, para
o que se ofl'erece muilas garantas
a seus donos na ra da Cndeia do
Recilen. 51, primeiro andar.
Para as escolas.
Vende-se no pateo do Collegio, loja do
livro azul a synopsis do general Abreu e Li-
ma, ltimamente adoptada pelo I mu. presi-
dente da provincia como compendio de le -
tura c historia do Brasil as escolas prima-
rias da provincia.
Preco em brochuia 2,560
lincadeinada 3,200
| ARADOS AMERICANOS.
Vendem-se arados ameri-
canos verdadeiros chegados
dos Estados Luidos : na ra
a, do Trapiche n. 8.
*+*+*++**+*w*+*
.Deposito de cal e potassa.
No armazem da ra da Cadcia
Itllll (lo < (ll I f U ii> II. 1.
Novo sorlimento de chapeos do sol, para
homcn e sciiliora, a saber :--chapeos do
sol do soda, arnincilo de baleia, do 4,500 rs.
para cima; ditos ditos para senhora, de 4,000
rs. para cima ; ditos Je panno lino, de ar-
mado de baleia ede Ierro, do 1,600 a 3,900
rs. ; ditos ditos do armacn de junco, do
1,200 a 1,800 rs., todos limpos : grande sor-
limento de sedas e pannos, em pecas para
cobrjr os mesmos, baleas para veslidos e
csparlilhos desenboras. (.'oncprtnni-so to-
das as qualidades de chapeos do sol, tudo
com perfcicilo o por monos p'eco do quo coi
outra qualquer parte.
Attenco a pecbincba.
.1 20 rs., na nui do Crespo n. 14, loja ile Itoi
FraiuUco Das.
Vendem-se linissimas chitas franeczas co-
ros muilu lisas, padrOes lindos o de novos
deaeuhos, lingindo cassa, pelo barato preco
t de. 210 e 300 rs. o envido, ditasesl'eis de
doUecifeil. 12, lia milito Slipe- novnspadresa200rs. o covado, lirini tran-
nm naitro ni_[ Cado tie puro lindo cor de chumbo c ama-
relio a 1,600 o corte, los pretos muito gran-
barato possivcl.
Cera de carnauba.
O mals superior que lia neate genero, ven
de-ae em porfo e a retalho : oa ra da Cadeia
do Recite, loja n. 60 de Cunba a< Aniorlm.
Anda ninis fieebincha.
Corles de casimira preta, lina, por 5,000
rs. ; ditos dejaros, a 6,400 rs. ; brim bran-
co ii.ii:i;.nlii iPlinlio, a 1,800 rs., ocorto do
calca; dito escuro, a 1,600 rs.; dito de lis-
tras, a 2,000 rs. : na ra do Crespo n. 6.
Nova |ncliiiirliii.
Cortis ile casia cliila, a 2,000 rs.; Jilos de chi-
ta inteiros com Mi cavados, a 1,600, 1,800 a
2,000 r.
Na loja da esquina da ra do Crospo, que
volla para a Cadcia, vendem-se cortes do
cassas chita, a 2,000 rs.; ditos de chita, a
1,600, 1,800c 2,000 rs. ; ditos de cambraia
branca com I istias decores, a 3,000 rs.; di-
tos de salpico, a 3,000 rs.; corles Jo colele
do inslfio do ultimo gosCo, a 1,600 rs., e ou-
tras limitas fazeudas por preco corpmodo.
#' .a-i. :*./*** 9
f AIkocIiio pnrn saceos. *>
6/ Vende-se muilo bom algodSo para
{ saceos do assucar, por preco comino- a>-
0 do: em casa do llicardo lloyle, na Ir
19) ra da Cadcia n. 37.
99999m--989 999&9999$69
Teites de vestidos, ditas para chpeos e ou-
tras mais fazendas do gosto e,qualidade ,
na mosma loja se vendern |por preco com-
modo.
Na ra do Crespo n. i3.
Vendem-so as seguintes fazendas baratas:
Chitas finas a 120, 1(0 e 160 ra. o covado.
Ditas modernas a 5.000 rs. a paca.
l.uvas de reda bordadas de seda a 120 rs.
Meios chales de tarlatana a 320 rs.
Meias de algodSo pretas para senhora a
480 rs.
Lencos de soda para grvala de humera a
480 rs.
lutos de cassa o seda para dito a 320 rs.
Meiarfinas para meninas a 320 rs.
Lencos de cambraia com bico a 320 rs.
Itiscado francez muilo fino a 160 rs.
Cortes do casomiras finas c modernas a
5,000 rs.
Cassas chitas largas e finas a 320 rs. o co-
vado.
Paincoza prela com vara de largura a 800
rs. o covado. E outras muitas fazendas
por prego commodo para acabar.
N0 aterro da Roa-Vista, loja 11. 18,
defrontc do tribunal do
commercio
Vendem-se fazendas muito baratas, men-
w ciona-so aqui o prefe de algumas para ani-
- Vendem-se IcIoiMOS"de OU- mar nuis os compradores ; como sujam
*> chitas linas do cores fitas e .escuras a 5,000
ro e piala, patente inglcz : na ra rs. cada urna peca do 38 corados, algodOos
trancados escuros e nimio encorpado*, fa-
zenda ptima para o uso domestico a 160
rs. o covado, isto he em porces, meias para
meninos d lous annos a 40 rs. o par, brins
de puro linho a 240 e 280 rs. o covauo, cas-
sas francezas a 500 rs. a vara, c ditas osea ra-
piadas do 10 jardas a 1,920 rs. cada urna
da Scnzalla Nova n. i\i.
Moondna superiores.
Ifl fandtCO do ('.. Starr t Companhia,
em S.-Ainnro, acham-so a venda moondas
de caima, todas de ferro, de um modelo o
construcco muito superior
Arados de ferro.
Vinho de Cliapagne,
de superior qualidade : vende-so no arma-
zem Kallkmanu IrmSoa Rui da Cruz, n. 10
Tinta em oleo
branca e vardo: vndese no armazn) de
Kallkmunn irmAos, ra da Grnz n. 10
Kspelho de nmede
com ricas moldurus : ven lem-se" no arma- .
zem deKllkmannlrmHos,|rua da Cruz o. 10
Livros em branco
vendom-se no armazem de Kallkmann Ir*
loaos, ra da Cruz, n. 10
ftmmmm *mBQ99*>9>i>9i9&, **
vendem-se riscados largos a 160 rs. 9
ocovado, sarjlo largo de4 palmos e ?
mcio fazenda para escravos a 320 rs., *
e mais ostreilo a 260 rs., mais abiixo y
9 a -':!<) rs cu 111 lira las,sudas, manteletes 9
> de lil, pannos finos, e odlras muilas 4
fazendas modornas e multo baratas :
4 na ma do Crespo n. 10, loja de J. l.. '
$ 13, Tahoi da.
Aos 20:000,000, 10:000,000, 4:000 Ooo
2:000,000 e 1:000,000 de rs, '
Na casa da Viuva Vicira & Filhos, ra di
Cadem do Recite n. 24, receberam p|a v.
por Pernambtcana, entrado em 19 do cor*
rente, a lista da decima sexta lotera da
airo de S Pedro o docima terceira do
peca
*
i
-
or cal de Lisboa, em ped a, as-
sim como potassa ebegada ltima-
mente, a precos muilo rasoaveis.
Vendem-se'dous arados americanos pe-
queos, com os competentes apparclhos pa-
ra seren puchados por cavallo.propno para
planlaces de capini, lamben! duas grades
americanas proprias para algum engolillo :
na ra do Trapiche o. 8.
A nica o .'
Casemira de algodao c la a 1,000 rs., clia-
lieos, deso de pauiulio proprio para o campo, a
1,000 rs., dilos de seda de cor, inglcics a 7,000
is.; corles de fustao para eolleics a 500 rs.;
novos panos finos a prova de liimio de 1 ur ver-
de caiul a 4,500 rs,; dilos prelo de 3,500, a
10,0000 rs. : chapeos francotes dos inillioics
que lemapparccido a ,5O0,T,'in0 e 7,500 rs.;
liriin de linho branco lino corle 2,j00 rs.; al-
paca dr linho e seda mu propria para roupa
de meninos por ser cocorpada e escura a iu
rs., o covado; no arinazem e faccnilai deou-
veia S I.cile oa ra do 1 .lucimado n. 27.
Vendem-sc os seguintes gneros de SO-
perior qual^lade muito em conta, queijos
I "mi 1 un).- frescaos ditos de prato pnzun-
tospara liamlira. ditos hamburguezes,di-
tos portuguezes melgaso para panella. latas
com bolacha ue Lisboa, ditas enm chucolatu
de canclla de Lisboa, frascos com conservas
uglezas.liocela ecaixinlias muilo asseadas
com massai linas para sopa, garrafas de vi-
nho muscatel.de situbal, ditas com dilo lei-
toria do porto, ditas com dito de carcavel-
los branco.dilas com dito do colares: na ra
da Cruz numero 46 delronto do Sr. Dr. Cos-
me de Sa Pereira.
Deposito da fbrica
-linio, na Ualiia.
Vondc-se.crncasa de.N. Bicheros 1.. ,
na ra da Cruz n. 4, algodSo transado da-
quella rabrica, muito proprio para saceos de
assucar c roupa de escravos, por prc^o coru-
des a 2,000, riscado francez a 160 rs. o cova-
do, e cintas escuras a 160 rs. o covado,
assim como oulras muilas Ludidas pelo
barato prego.
Vendem-so velas do espermaccle, cm
caixas, de superior qualidade : em casa de
J. Keller a. Conipanlna: na ra da Cruz nu-
mero 55.
- Vcndcm-se cera em velas ,
fabricadas em Lisboa c no Rio de
Janeiro, cm caixas de 100 libras
sortidas, de 1 a iGem libra,etam-
bem de um s lamanbo, por me-
nos prec,o do que em outra iiual-
Na fundicno da Aurora, em s. Amaro, pai admiracao vender fazendas por
vendem-so arados de Ierro de diversos mo- ..1
,lClos. tao barato preco.
A,- 1 1 Cortes de cassa chitas com 5 varas porl 600
IllliJO UCpOSIlO deca rs., ditos com 6 varas por 2,000 rs., pecas de
..:.,. chita com 38 covados por 5,000, 5,500,
^ '* ti 6,000,6,400 r, lencos de cambraia de h-
Na ra do Trapicbe; n. I7, lia abo para mlo de senhnra e bolso de homem
mnilA .....:.- .! 1 por 320, 360, 40O, o 560 rs, ditos de canv
muito superior cal nova em pedia, Braia d algodao Mmleiw muito ongran-
clicgada ltimamente de Lisboa cado por 280rs. cada um, e muitas mais fa-
zendas por preco commodo : na loja da ra
do Crospo n. 6.
Ch,i brasileiro.
Cha brasileiro cm latas de urna libra a
2,000 rs. cada una. Quem,considerando que
coado c ornada india he preparado com o ail, o
amo rasa como fundas, mueodas iu- secc0 dentro de vasilhasdc cobre, o por con-
"c...".r..pa.".,-!'",',?fs.':.??a .c'.c sequencia impregnado do materias veneno-
segundo
molo.
^r'SB0*x
para curar da phlysica em iodos os seus
differentcs graos ou motivada por consli-
pacOos, tosse, asthma, pleuriz, cscarros de
sangue, dr de costas e peitos', pnlpitaQ.lo
nocoracilo, coqueluche, bronchitea dor
de garganta e Indas as molestias dos or-
gaos pulmonares.
ipicr parte : trata-sc 110 esciipto-
rio de .Machado ck l'inlieiro, na
ra do Vigario n. nj
andar.
Tccido de algodo trancado na fa-
brica de Todos os Santos.
Na ra da Cadeia n. 52,
vendem-Se por atacado duas qualidades
proprias para saceos de assucar c roupa de
escravos.
Arados de ierro.
Vendem-se arados de diversos
modelo.1', assim como americano
com cambao de sicupira e bracos
de ierro : na lundicao da ra do
lil'iim ns. (i, o c 10.
Vendem-se amarras do ferro: n;
da Scnzalla nova n, 42.
1:111 casa de J. Keller & Com>
panhia, na ruada Cruz n. 55, aclia-se a ven-
da o escolenlo e superior rhilio tic Oh-
i filan, cm barris de 5.', he muito recoin-
niendavcl as casas eslrangeiras, como cx-
cellenti: vinho para pasto.
Moinbos de vento
eom bombas do repudio para regar hortas
d baixas decapim : vendom-se na fundic.lu
do llowman os Me. Callum, na ra do lirurn
ns. 6. 8 e 10.
Rombas de Ierro.
Vendem-se bombas de repuxo,
pndulas e picota para cacimba:
na roa do Rrtim ns. 0, 8 e 10,
undico de (erro.
Ven le-sc superior cognac velho, cm
barril dfl li U ranadas : na ra da Cruz
11. 55, casa de J. Keller os Companhia.
-- Vende-se geSBO cm barricas, viudo no
ullimo navio cliegado de tranca, leudo ca-
da barrica 20 arrobas pouco mais nu me-
nos : na ra da Cruz 11. 55, casa de J. Kel-
ler os Companhia.
l'aixa- para engcnlio.
fumlico de ferro da ra do lirum,
1111 barca Ligeira.
Agencia de Edwin Maw.
Na ra do Apollo 11. U, armazem de Me. Cal-
noiiis Companhia, aolia-se conilanleinrulc
bous sorlimonlos de uixa de ferro
balido
oirs lod
ditas para ........ cm madcira de lodos os ta-
inaiilios e niodoilos o mais moderno, machina
hoiisonlal para vapor, eom torca de 4 caval-
los, coueos, passadeiras de ferro cslauliado
para easa de pulgar, por menos proco quoo
de cobro, escoveos para navios, ferro infles
lauto 010 barras como cm arcos lollias, c ludo
por baralo preoo.
* w v s VVVWVWf ??fffl
*j Deposito de tecidos da fabri**
ca de Todos os Sontos, 5
na Babia. ^
Vende-se em casa de Domingos AI- S
ves Matheus, na ra da Cruz do lie- " cifen. 52, primeiro andjr, algodo Jj
-> transadodaquella fabrica, muitopro- *;
g* prio para sacros e roupa de cscra- i,
;-* vos, assim como fio proprio para re- ^:,
, des de pescar o pavios para veilas, 3
8b I""' proco muito comino
>
sas, quo iill'eclain a saude, nBO prefirir de
certo o cha brasileiro, quo he preparado do
um modo muitosimples, o secco sbrela
millas de ferro, tornando-so por isso met-
alo muilo mais saudavcli' Vende-se no pa-
lco do Collegio, casa do livro azul.
Cada um 3ao rs.
.Na ra do Queimado delronto do eco do
peixo frito loja n. 3 vende-se bonets de pan-
no l'rancoz pello baratissimo preco de urna
pataca cada um cate bonets silo recomen-
daveis no so pela barsleza de seu preco co-
mo tambem pelos seus agradaveis padroos.
Vende-se um cavallo caslanho novo:
na ra do Collegio n. 18, segundo andar.
Paginas de juveniude.
Por Lamartine.
Vcndc-se pelo mdico preco de 2,000 rs
.>'".' rAAAAaldAAA(W encadernagao lulcira: no pateo do collegio,
Vende-se saccas com leijiio casa do livro azul. Esta excellouto obia
uiolatinbo, de superior qualidades bm portoguez, o precedida do
' 11 i, "m "iteressanto prologo
c prximamente ebegadj do Rio;urna das mais bellas
de Janeiro : no caes da A laude- dUtjr- .
ande defrontc da I Vende-se plvora fina
do traductor, he
inspirares do seu
ga, armazem g
rampa.
Cha bisson.
Vende-se rh hisson de boa quahdadoa
500 rs. a libra : na ra ilo Crespo 11. 23.
Deposito de cal e potassa.
Cunlia o. Ainoriin, vendein barris com cal
am pe ira, chegada pelo ullimo na
Lisboa ; dilos com potassa do boa qualida-
de; o sem exagerando declarani.que ven-
dem por menos prec do que em outra qual-
quer parle : na ra da Cadcia do llecilo n.
50, mi 110 her -o do .Monteiro, oilo da loja
dos mesmos 11. 2.
Vendem-so dous negros de nicSo, de
bonitas figuras, roprcscnlam ter a idade do
35 annos quaoi pretender dinja-se a ra
do Anionin ns. 56 c 5s : a tratar com Ma-
nuel da Silva Sanios.
- \ciidcm-sc microscopios para se verilTcar
iravessa da Madre Dos n. 5,
na
ar-
mazem.
jEl Vetulem-s-e superiores c
JSa^modernos chapeo.- de castor
franco, por mais barato preco que
v'o "c em 0,Itra qnaijtier parte : na pra-
ca da Independencia, fabrica de
chapeos de Joaquim de liveira
iSlaia.
Com dinlieiro avista-
Quem quizer pouparvenha ver comprar,
pois o ganho do quem vende fica as
miios dos compradores, o sempre licam lo-
grados o mal servidos, os amos ou sonho-
res : vende-so mauteiga ingle/. muito boa
a 000, 560, o 520 rs., Iianha a 320 rs., cha do
.ululas, o rcr-iequalquer obleclo por mal ""-'lllor --00 n> M" 'i',00l) rs- ^itu
pequeo que soja, calas lonetas sao indispon- prelo do mellior que ha neste mercado a
aveii tanto ao couuncrclo, como a cirurgla 1050 a libra, lom Ires embrulhos chinezcs
0 da urna libra ; um embriilho por 650 rs ,
nspermicete de i> e 7 em libra a 640 rs., dila
1 carnauba a 280 rs, paloa a 210 rs., ciirui-
JLencos de Cambraia de
Lindo,
a 3ao, 4oo, 5oo, 600 rs. e novas
cambraias de cores, a 3ooo, e 35oo
rs. o corte com 8 varas e meia.
Na llua do Crespo, na esquina, que volta
para a cadeia, vendem-se lencos brancos de
cambraia de linhoa 320, 400 e 600 rs-nada um
cortesdecamtiraiasde cores,a3000, c3500rs.
o corle com 8 varas, e meia e outras multas
fazendas por precos commodos.
Livros venda
Vende-so Tratado de imflammacOej prece-
dido de Phisiologia e Paidologa, por Antonio
dcAlmeida, 4Tomos em2volumea Tratado
completo do ledecim operatoria com huma
disserla cao sobre o melhodo mais simples e
soguro do trntanento d*s feridas de armas
defogo, com estampas, tudo por Antonio
deAlmeida, em 5 volumes ; .Novo elemento
de Paidologa Medico Cirugic ou tratado
llieorico o pralicodeMedecina, e cirurgia, por
L. Cb. Iloclio oL. J. S nson, em 2 volumes ;
Llemenlosde analomia compostos por fran-
cisco Soaics Praneo, em 2 volumes Tratado
ellementardo analomia, ou descripco sus-
sinla dos orgaos, edos ellomcnlos orgnicos
do que se cmnpOo o corpo humano, por A.
L. J. lia y le. volumo ; Pdormacopca univer-
sal, por A. S. L. Jourdan, em 2 volumes ;
Uicionaiiodos lermos domedecioa, Cirurgia
Antonomia, Pharnecia, Historia natural,
l'dizica, por Jourdan, Sansn llegin eoutros
em I vulume toda a historia da conquista
Franceza desdo 17s2 atho 1815, em 27 volu-
os ordenares do reino com o seu ro-
a ra larya do Uoario rj, 35, lojadu Lud.
Vende-se no MaranhHo a fnbuca
de buias stiarinas e sublo.
Os administradores da liquida-
ricas a 320 rs., presuntos a loa rs., alc-tna
a 20 rs., ervilhas a 120 rs., sevadinha a 160
rs., farinha de araruta a 120 rs dita do Ma-
Na
acaba-sc de receber um completo sorlimen-
to de taixas de 3 a 8 palmos do bocea, as
no todas as molestias que por lieranca (i- quaas acham-sc a venda por preco com-
j modo, c com promplidfio embarcam-se, ou
carrogam-so em carros sem despozas ao
comprador.
AGENCIA
da fundicSo Low-Moor.
IIIA DA St.NZALI.A NOVA M. 49.
Meste estabeleeimento conti-
na a baver um completo sorli-
mento de moendas o meias moen-
das para cngenbo, machinas de
vapor, e taixas de ferro balido e
coado, de todos os tamanbos, pa
ra dito.
Vende-se
Arroz de casca,
Farcllo novo,
Cha preto,
Chumbo de muir 5o,
Cimento,
vende-se tudo por precos commodos : no
aunazem de J. J. Tasso Jnior, na ra do
Amorim n. 35.
Pinino- finos de toda* n- i|ii.i-
lidade
cainao corpo humano nenlitiina baque
mais dcstruitiva leuda sido, ou quo leona
zomliado dos esforcos dos honiens mais
eminentes cm medicina do que aquella
que he gcralmcntc condecida por moles-
tia no bofe. Em varias pocas do se-
culo passado, tendo-sc olTerecido ao publi-
co diirerentes remedios com altoslados das
extraordinarias curas que elle tein feito :
porem quasi que coi lodos os casos a ilusoo
tcm sido apenas passageira e o doento
torna a recabir em peor estado do que se
icliava antes de appltcar o remedio 15o re-
commendado outro tanto nao acontece
com este extraordinario
Xarope de bosque.
Novaes & Companhia, os nicos agentes
nesta cidade provincia, o nomoados pelos
Snra. R. C. Vates A; Companhia agentes
geraes no Itio-de-Janoiro mudaram o de-
posito des te xarope para a botica do Snr.
Jos MariaG. llamos, na ra dos Quartcis,
n. 12, junio ao quartel de polica, onde
sempre acharSo o nico, "e verdadeiro, a
5,500 rs. a garrafa, o a 3,000 rs. meias gar-
rafas.
Vende-se cola do tfio Gran-
de, em barricas c por preco com-j
cao de Thcodoro Chvanos, ven- ranbao aso rs., arroz pilado do Maranli.loa
rUm a fil.rira rliMuiminail.i Alnrn- <00 rs., bolacliinlia ingleza a 200 rs dita de
dem a latinea acnominaua Jiara- ararut( a ,Jtu M#> ceva(la ,0 ri( dncolaio
nhenC, na 1 na do l'ioponlao, des- I de Lisboa do mellior aulor 320 rs. a libra,
la ridade ( n irlo dos remedios "1 tou-inho Je Lisboa a 280 rs dito dbanlos
ia cuduc ^ pino uusi.mitiiosj a l;i0 ls ^ ofl.ducaruC ,6 rs.,painaoa
a saber : casa cm que esta mon io rs. a ouia, milho alpisla a 800 rs., arroz
(ada a fabrica, com ao bracas de de cases alSO rs., milho alto rs., qoeijoa
.. r 1 c j 1 dos mais novos a 1200rs., vinho de Lisboa
lente c i:> de lunuo ; 2 prcnsiis a 040 ra., dito da (lgueira multo bom a800
hidrulicas, oiisontacs de forra de rs., dito muscatel a 400 rs, azeito doce a
n 1, j;, 480 rs., vinagro boma 80 rs. a garrala, dilo
1)00,000 libros, Cdilllima, 1 dita ,)0 |.lsbo a 140 rs., serveja preta o branca,
vertical de forra de 4oo,000 libras; cm garrafas intelras a H0 rs ditas meias a
3 -raudos cald'eiras montadas, pa- rs- lambom ra,,Je su"'me"10 0
modo: na ra do Vigario n. 19,
segundo andar, escriplorio de M.-J^ '.- ^Z'&tllt^ 8
chatio & l'inlieiro. prelo, a 3,000, 3,500, 4,000, 4,500 e 5,0
11c
no
000
Corteje brins de listras, para cal-, j^^^^lSS',
sas, a l,44j I,600 e 1,800 rs. |dilo muilo clero, a 4,000 rs. ; dilo cor de
Vendem-se corles debiim de listras de rap, a 3,000 e 3,500 rs.; corles do casimi-
S55.J
ra o fabrico do sabao ; 4 ditas pa-
ra derreter sebo; todos os perlen-
ces necessarios para o fabrico do
stearina e ssibBo ; 9 esclavos en-
tendedores do servico geral da fa-
brica ; 1 terreno anuexoa fabrica,
com 7 bracas de frente c i5 de
fundo ; 1 dito fronteiro a inesma
fabrica, com 18 bracas de Irenle e
j8 de fundo : as pessoas quepre-
tenderem comprar, pdem nesta
praea dirigirem-se a J. Keller f*
Companhia.
Ao inadainisino do bom gosto.
Kcaba de chegar para a loja de J. loar/uim
Moreini & Campanilla na ma Nota n. 8.
icos turbantes de lilct ou rctroz do mui
lindas cores o do muilo boa qualidade, lio
ubjec'o do gosto, o conforme os ltimos li-
gurinos, bem se ve que lio um dos mais bel-
los adornos com que o amavel sezo de-
ve enfeitar seus penteados, grinaldas de flor
do laranjeira, romeiras do fil de linho,
golinhas para senhora de muito bom gosto,
Invas do pelica' guarnecidas de trancas o
borlas propria para noivas, meias de seda
de peso hiaucis e pretas, lencindos de seda
pequeos a 720 rs., lencos de seda sem fran-
ja, padrOes novos e proprios para hombro
de senhora, sapatos do setim branco bem
alvo, ditos de cooro da lustro, Iu vas de seda
de todas as qualidades, assim coOPo urnas
do trocal vindas de lisboa quo so vendem
por 1,000 rs. o par, llores brancas para en-1 muilo bom para os passeos do fasta.
charutos de muito bous marcas, c muilo em
iconla, isto tudo se vende DO alerro da lioa-
Vista n. 54, venda junio a loja do Sr. lisli-
ma, e na ra .Nova n. 71, veuda pintada do
verde ao p da ponto.
lentigo deposito de cal
virgem.
iNa ra dos Torres, armazem n.
la, ha muito superior cal nova em
pedras chegada, ltimamente de
Lisboa.
Para acabarse.
Vcndem-sc na ra do Livraincnlo, loja n.
11, esleirs muilo boas, por sorem grandes
o dobradas, oplimas para se eslender em
urna salla, podnndo servir para dormida do
4 ou 5 pessoas ; assim coaio sapalusdedu-
raque prelo para senhora a 900 rs. o par.
Vende-se sacca do superior farinha de
| Sania Calharina o muito boa medida por
| monos do quo em outra qualqucr parlo :
na ra do Collegio ns. 21 o 25, venda da
quina que fui do Sobral,
Cobertores.
Vendem-se cobeilores de encerado muito
finos, para cobrir mesas e bancas: no ar-
mazem do K 11 k ma ii ii & IrmSos, na ruada
Cruz n. 10,
Vende-se no armazem de Kalkmaun*
Irmaos, na ra da Cruz n. 10, um grande
sor I iiminio de copos e calix de todas as qua-
lidades, apparelhos completos do vidro, ap-
pareldos para noueho, fruteiras, compotei-
ras e garrafas Unas.
Na ruado Hospicio, n. 14, vende-seum,
cavallo alasSo, gordo.com bons andares
pertoiio; tudo por pr.-ro commodo, na fa-
brica de chapeos de seda, noPasseio Publi-
co, n 23.
-Vendo-so dois novilhos, oroprios para
ranchos de Navios pela sua nvidade o gor-
dura : a tratar rom Manoel Luiz da Veiga,
em Sauto Amarinho.
99^9999999999B999999
tj .Na ra do Crespo n. 10, loja de J. L. &
i> B. Taborda se vendem anda alguna f
} Chalos do soJa de bonitos padrOes J>
?3 polo diminuto preco do 4,500, 5,000, 4
J e 6,000 rs. #
"?????**a**#4,*#
Vcnde-sc una inorada de casa terrea n.
12, alta DO pateo desama Tbereza ciuOlluda
junto casa do Sr. Catiio, a qual lem 30 pal-
mos de l'rcnle c 00 de fundo, com duas jancllas
cuma porta na dila frente, duas sallas, quatro
grandea quartot, uoiloba fra, quiutal murado
a mais de .'dd palmos de terreno sem muro,
perteuccnlc inesma casa : a quem convier,
dirija-sc a ra da Cadeia do Recite loja n. 7.
>?*****. l3f**ff!S,.a
%3 iluluiinas. 4j
99 Vende-se esta czcrllenlo fazenda : 9
0 na ra do Crespo n, 10, na loja de J. %
L. 11. Taborda. 4
--Cazacas do brim de linho liuo, a 6000 e
palito a 3000 : ua ra do Crespo, n. 10,
loja de J L. B. Taborda.
- Vende-so um escravo de bonita figura
e perito ollicial de podreiro; um bonito mo-
locte do 18 annos muito robusto ; 2 pre-
tas com habilidades j 2 nogros bons iraba-
Ihodores de enedada, el mulatiiido de 12
annos, muilo esporlo : na ra larga do Ho-
zarlo 11. 22, segundo andar.
Para enancas.
Vendem-so touquindas do seda preta, pa-
r enancas, fazenda muito superior, a 320
rs.; maracas muilo bonitos, com tres lo-
ques, lodos dill'erenles, a 240 c 120 M. cada
um : na ra do Queima lo, loja de miutle-
zas, junto a de cera 11. 33.
Garlas linas para voltarcte.
Vendem-se superiores carias, para volta-
rcte, pelo diminuto prci;o do640is. oba-
ralho : na ra do (Jueimado, loja de iniu-
dezas. junto a de cora 11 33.
Tudo muito bom e barato.
Vendom-se carteirinhas com sorlimento
do agulhaa, para todas as qualidades de cos-
turas, a 300 rs.; caizindas com seis papis
deegullias francozas, a 240 rs. lindas de
peso linas, a 60 rs. a miada ; ditas de car-
retel do 200 jardas, a 60 rs.; ditas muilo li-
nas al o numero 150, de carretel encarna-
do o branco, dos melhores autores que ha
em lindas, de 200 jardas, a 100 rs., estas li-
ndas s3o muito fortes e a qualidade de mui-
lo fina ; agulhciros de vidro, a 200 rs ; cal-
suidas com clcheles francezes, a 60 rs.;
massinbos do grampas, a 50 rs. ; tesouri-
nhas da cutillaria, o mais lino que pode ha-
ver, a 400, 600 o 800 rs ; bicos largos mui-
lo linos, proprios para luidos de veslidos e
roquete de padre, al.OOOrs. avara; ditos
estreilinhos, finos e bonitos padrOes, por
preco que ninguem vendo; luvas le trocal,
sem dedos, para senhorus o meninas ; a 210
rs.; ditas de seda do cores, a 500 rs. ; ditas
prelas, com palmas de coros, a 500 rs. ; li-
ndas linas de miada, para bordar, a 160 rs.;
meias linas, para meninas, de varios tama-
itos, a 210,280 o 320 rs; didaos finos, a 40
rs. ; trancinha de i.ia, para guarnico de
palitos du menino, a 60 rs. a pecinda ; agu-
llias canlofas, a 40 rs. o papel; froco de to-
das es cores, a 160 rs a vara, e outras mui-
iscousbs que se vendem mais barato do
que em ootra qualquer paite: na loja do
barateiro, na ra do Queimado, junto a loja
de cera n. 33.
Ricas franjas para cortinados.
Vondcm-so franjas para cortinados de
varias larguras o padrOes, as mais bonitas
que lem apparecido, por preco muito com-
modo : na ra do Queimado, loja do bara-
teiro junto a loja do cera n. 33, aonde ao do
s amostras.
Vindos da exposicio de Londres.
Vendem-se ricas abotoaduras para cole-
les, da mellior invncao quo apparoceu na
exposicao de Londres, pelo diminuto pre-
eo de 2,500 rs. cada abotoadura : na loja do
barateiro, ra do Queimado, junto a loja de
cera n. 33.
Cadeiras.
Vendem-se cadeiras para meninas; 00 ar-
mazem do K iil.inaiiii os irmSos, na ruada
Cruz n. 10.
VenJc-se urna escrara, com muitas ha-
bilidades; urna dita para fra da provin-
cia, ou para ornato : na ra do Queimado
11.40, segundo andar, se dir quem ven le.
hospital da Misericordia, e pelo mesmo vd
por chegaram os mui afortunado! bilheles
cautellaa da toreeira lotera a beneficio d
rabrica de leeidos de Fructuoao Luiz di
Molla, doa quaes vom a lista no primeiro
vapor, e trocam-se por bilhelea premiados
das loteras do Itio e desta provincia.
Capachos baratos.
Vondem-se capachos superiores, a son
1,000 rs: na loja do barateiro, na ra j0
Queimado, junto a loja de cera n. 33.
Vende-se urna morada de casa nos Afo
gados no largo da Paz no correr da igveia
n. 13: quema pretender dirjase ra hj.
reila, casa 11. 105.
Escravos fgidos.
Ilccommenda-se as auloridades pidi
ciaes desta praca e de fra, assim como aos
capnfles de campo a captura de um escra-
vo com os signaos seguintes: alto, mero
rosto comprido, bem barbado, denles que-
brados, marca pouco visivel de urna fstula
110 queixo, pomas finas, um dedo tarado
em urna das mos, cos ima andar da olea
o camisa por cima, ou collete, representa
ter 40 annos de idade oouco mais ou menos
bem condecido aquinoltecife por Manoel
Sertanejo, e por conduzir para o cemilerio
publico carros fnebres; consta, qU8 ij a
elle se actiam associadoa outros com qun
contracta ir para o anrllo pela estrada de
Sauto Antao: paga-sa bem a quem o levar a
ra Bella n 16.
Uesapparoceu no dia 15 do corrale
um muleque crioolo por nome Paulino '
de idade de 10 anno9, pouco mais ou me-
nos, cor a 111 a reliada por ter vicio, nariz cha-
lo, levou camisa de algodaozinho suja a
calca de riscado, sem cnapo, esle escr.'vo
he do Sr. Antonio Jacintho da Siivcira da
l'nna : quom o pegar leve-o na ra da Cn-
deia do Itecifen. 51, ou na ra do Lirrj."
monto n. 26 segundo andar que ser recom.
pensado. .
-- Desapparcceu no dia 12 do correle 0
cabra Romualdo, porem he do suppor que
troque o nome, representa ter 45 annos
com alguus cabellos brancos, o o resto mui-
lo pietos e estirados, falla descancada, rol
de barba feita, reprosenta ser corpulento
levou camisa de algodilosinho o calcas d
brim branco sajas, chapeo do couroeuma
troxinha de loupa: este cabra veio doCeara
quemo pegar love-o na ra da Cadeia do"
llecife o. 51, que sor recompensado.
Desapparcceu no dia 12 docorrcnleo
mulato acabralhado de nome Francisco ; he
seco do corpo, altura regular,rnpresen(a ter
18 annos do idade, cor de canalla, bocea pe-
quea, heicos roxos, cabellos estirados e
bem pretos, ps bastantes Chalos, e os dedos
abortos, qoanlo falla afela querer ser in-
glezada, o he muito pronostico, levou cami-
sa do algodSo do riscado americano, e calca
de casemira azol com listra aojado, chapea
do pallunlia do Aracaly com lita prela:
uem o pegar leve-o na ra da Cadeia" do
ccifen. 51, que ser bom recompensado.
Desappareceu no dia 20 do oarrenlo
urna preta de nomo Antonia, de nacila Au-
gola, representa ter 28 annos d>< idade, es-
tatura regular, choia do corpo, ll.'lll I lie li-
to, o uno he feia, tom urna cicatriz de relbo
na pa, lovou vestido de edita rocn, saia
preta, panno da costa; consta quo foi vista
om Santo Amaro. Esta escrava cosluma
inlittilar-se forra : qualquer pessoa a poda-
ra prender e levar ao seu seohor Antonio
Maia Cortes, na padaria da ra das Liran-
jetras, que sor generosamente recompeo-
sedo.
-- Desappareceu no da 27 do crrante,
pelas 8 doras da noito o escravo Jos de ida.
do pouco mais ou monos de 32 annos, alto,
o edeio do corpo, odos grandes e muito
abotoados, rosto regular, barba por baixo
do queixo, semblante Iristonho, pomas
Compridas, e roprcsenla ter encime mi, lem
um dos dedos mnimos dos ps bstanle pe-
queo, o quando est assentado costumaa
move-los, levou vestido calca azul o camisa
branca, ambas sujas, e conduzio urna 'ja-
queta branca o urna marimba que nunca
deixa, o suppo-se ter i Jo paia Santo AntSo:
roga-so as autoridados policiaes de o apre-
iii'u erein, e aos capiles du campo de o pre-
gare leva-lo ra dis Larangoiras n. 18,
quesera recompensado.
-- No dia 25 do correnta desapparoccu
um negro de nome Benedicto de uaco, do
idade 20 anuos pouco mais ou menos, cor-
po reforcado, altura regular, raaos e ps
grossos, cor bom preta, soui barba alguma,
levuu calca o camisa de algodSo da terraja
usida, e edapo de palda, lem o andar des-
caucado, lem urna cicatriz na sola do pe es-
quertlu prximo aos dedos, as vezes gaguo-
ja quando falla, principalmente quanlo
lom occasiao do pregar alguma mentira :
quem o pegar leve-o na ra ostreita do Ito-
zario n. 43. segundo andar, que aera pago
de seu li.ni.iluo.
Kugio, lioulem, pelaa8 horas da mantisa
o escravo Joaquim, de naclo Augola, lem
idade d 26 annos, baixo, cor fula, cabeca
muito redonda', cuacada odo tem umi beli-
da por baixo da menina, nariz chato com
barba por baixo do queixo, muito esperto
0 ligo ro, semblante alegre ; tem urna cica-
triz orna perna esquerua do lado de fora;
1 un falta da unlia do dedo graode do p,
e na costa da nio um sigoal que parece um
lobinho moveJico; levou cnuisa branca,
cajsa de riscado roxo vclda ; roga-ae asau-
toridadcspoliciaosdeuaproiiendero auacapi-
tiles de campo do o levaren a ra das Trio-
edeiras, n. 50, a Anselmo Consalves l'ereira
que se recompensara.
No Domingo, 28 de julbo prximo pas-
sado, fogio doaitio de Manoel Jos Machado
CuimarSos, dum sou escravo crioolo, de
nome Nicolau, de idade pouco mala ou meaos
de 25 annos, levou oleas azues e carniza do
riscado lamben azul, chapeo de couro;lio
alto e seco, bonita flgura ; tem as peruasfi-
nas, fala algtim tanto aprecada ; tem na ci-
li.va du ti 11 -n lado buui pequeo crescante
de carne que com o caballo grande fica en-
cuberto. Roga-so a tolas as autoridades
Polociaes, o obsequio de o pegaren, no cazo
deile ter noticias, assim como a todas as pes-
soas o capites do campo a cartura do mes-
mo, podando no c izo deo prender anunciar ou
leva-lo ao mesmo seu Sr, a cima, em seu si-
tio junio ao Cugenho de S. Anna, comarca
do Pan do Alho, ou nasta Praca, a Jos Alves
da Silva Cuimaraes nu ra do Cabog; Ion
ja de miudezas, que em qualquer destes lu-
gares soro generozamenie recompencdos
rato. naTvj'.i; MP.nrrAiMA
m


Full Text
xml version 1.0 encoding UTF-8
REPORT xmlns http:www.fcla.edudlsmddaitss xmlns:xsi http:www.w3.org2001XMLSchema-instance xsi:schemaLocation http:www.fcla.edudlsmddaitssdaitssReport.xsd
INGEST IEID E4F8Q82AZ_DSEBZX INGEST_TIME 2013-04-26T21:28:11Z PACKAGE AA00011611_07572
AGREEMENT_INFO ACCOUNT UF PROJECT UFDC
FILES