Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07563


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Full Text
Por 3 mezes adiantados 4,000
Por 3 mezes vencidos 4,500
i
SABBADO I8DEFEVE
EXCARREGADOS DA SUBSCR1PCAO'.
Rorifc, o proprietorio M. F. de Faria; Rio do Ja-
neiro, o Sr. Joo Pereira Martins; Baha, o Sr. F.
Duprad ; Macei, o Sr. Joaquim Bernardo do Men-
doza; Parahiba, o Sr. Jos Rodrigues da Cosa; Na-
tal, o Sr.'Joaquim Ignacio fercira; Aracaty, o Sr.
Antonio do Lemos Braga; Cearj, o Sr. Victoriano
AugustoBorges; Maranhao, o Sr. Joacpiim Marques
Rodrigues ; Para, o Sr. Justino Jos Ramos.
CAMBIOS.
Sobre Londres 28 1/4 a 28 3/8 d. por 1500
Paris, 340 a 345 rs. por i f.
, Lisboa, {Japrcenlo.
Rio de Janeiro, a 2 por O/o de rebate.
Accocsdpbanco 10 O/o de premio.
d^ompanlfia de Beberibe ao par.
da companhia de seguros o par.
Discanto de lellras de 11 a 12 de rebate.
METAES.
Ouro. Oncas hospanholas. 283300 a 299000
Moedas do 69400 veibas. 169000
do 69400 novas. 169000
deWfefJO. .,.. 99000
Piala. Pataccs brasileiros..... 19930
Pesos columnarios. ..... 19930
mexicanos1...... 19800
k
PAUTE 0FF1CI1L.
MINISTERIO DA JUST1CA
1. .VeerSo.Ministerio dos negocio! da jusiioa.
^ Rio de Janeiro, era 31 de Janeiro de 183*.
Illm. e Exm. Sr. Foi presente a S. M. o Impe-
rador o oIBoio de V. Ex. datado de 2 de selemhro
.' passado, em o qual expe que ha vendo sido respon-
sabilizado ei-oficio "pelo juiz de direilo da comarra
di Victoria, o joiz municipal doKio Formoso, bacha-
d rcl Gaspar de Menoze* Vascnncello* le Drtunmond,
e sendo este ahsolvidn, rcqticrera a V. Ex. que fizos-
> se as commnnicaoes heeessarias^ o permiltisse qoe
cntrasse em exercicio,; que mandando V#Ex. ouvir
ao conselbeiro presidente da relajo sobre este res-
peilo, opinara rile que tal requerimenlo nao mcre-
^^^>l>WB^<>Wrtil^-vr^iL.8<'\i>flrojig_^essa presidencia
nao perlence execuli
<
r
4
i
nao perlence excciilar as decises dmr/ujzos da di-
reilo, como tambem porque a sentencia q"lu! absol-
ved ao dito juiz anda nao linba passado em /Di-
gado, sendo cerlo que lendo sido a" suspensao un'
elTeilu da pronuncia, e nao proveniente de acln al-
gn) da presidencia, ao juiz competente devia elle
dtrigir-se para requerer o que conviesse e acliasse a
liem de sen direilo, abslcndo-se assim de envolver o
governo em objeclo de competencia do poder ju.li-
ciarin ; que do dito parecer do ronselheiro presiden-
te da relaco coliige-se que elle osl persuadido de
que os presidentes de provincia nada lem que enten-
der com os juizes, qnando responsabilisados e sus-
pensos, nao por acto do governo, mas por deciso do
poder juiliciario ; em consequencia pede V. Ex., pe-
la razio que pondera, qoe o governo imperial u es-
elareea sobre esle objeclo para que possa conduzir-se
com o necessario acert.
Hoovc o mesmo augusto seulio r, lomando em con-
sidcraeao o ollicio de V. Ex., e ouvindo o conselliei-
ro procurador .4a cora, fazenda c soberana nacio-
nal, eom cojo parecer se con formn, mandar decla-
rar a V, Ex. que, poslo nao osse necessaria a aulo-
ridade de V. Ex. para qoe o dilo juiz municipal en-
Irasse em exercicio, porque era este fleilo e con-
seqneneia da senleura do juiz de direilo que o ab-
sslveu, todava lio incoiilestavel o direilo que tiuha
V. E. de ser informado se elTectivamcule eslava
absolvido o mesmojuiz municipal, nao s para ex-
pedir as eommutiicacos uceessarias s autoridades
e estajoes compelentes.sen'o porque, como primeira
auloridade da provincia e excrcendo o direilo de
inspecsao sobre os empregados que nclla se achain,
de qualqaer classe e graduarlo, deve saber quaes os
empregados qoe cstao ou cnlram em exercicio, se
lem residencia ou se ausentam-se, se so acham sus-
pensos e processados, se furam absolvidos ou con-
deraoadus, e finalmente como cumprem seus deve-
raa; sendo jjne alm da uhrigaco que em geral
eorresponde aquella direilo da. parle de lodos os em-
pregados; vista da lei de 3 de outnlirodc 183*, de
informar ao presidente da provincia sobre todas as
occorrencias relativas ao exercicio, suspensao respon-
ubilidadc, absolvirao c coudemnarao dos emprega-
dos pblicos, esla obrigae,ao lie especial e expressa
quinto aos jnite moicipacs, de orplios c prmo-
tores, vista do arl. 37 e segnintes do reculamente
n. 120 de 31 de Janeiro de 18S2 afim de que possam
os presidentes oreeneber o dever que Ibes incumbe no
tooarile i fe
gados; o que tudo V. Ex. comiminicar ao menric-
nado presidente ta relaco para sua inlelligencia.
Dos guarde aV. Ex. Jote Tltomaz Sabuco de
Araujo. Sr. presidente da provincia de Pernam-
buco.
ilila lei, sendo que fdra contrario aos ditos arligos
qoe o novo recurso com prejuizo ou suspensao do
primeirn corresse nos anlos delle, lie iiicurial que
dessesaulos do prmeiro recurso fossem extrabidos
os traslados do segundo. Quanlo i segunda duvida,
que i face do arl. 7* da raesma lei e do citado avi-
so n'. 172, nao be liclo duvidar que pode o juiz a
guo reformar o segundo despacho, como reformou
o rrrameiro, nao sendo admissivcl, por gratuita hv-
polhese,q.M o juiz .le direilo figura, de nao subirero
nunca os auto* ao juiz superior, urna vez qoe juiz
aguo v.i refornVa(ido os seus despachos a propurro
que delles recorrerenT.- c ..
>
I
. Ministerio do* negocio- da juilira.Rio de Ja-
neiro, em 31 d Janeiro de 1831.
Illm. e Ehd. Sr.Foi prsenle a S. M. o Impera-
dor o offlcio da V. Ex; de 14de dezemhro passado.
remetiendo o da juiz de direilo da segunda comarca
dessa provincia, em o qual, ponderando que, por
aviso .'172 de 13 de dezembro de 18*7, esl deci-
dido : 1.*, que urna vez que o juiz a gao reforma o
seu despacho, como Iba faculta o arl. 7* da lei de 3
de dezembro da 18*1, nao deve o recuno subir o
canil aciment do juiz ad quem; 2.", que no raso de
despacho reformado olteuder o direilo da parle *d-
versa, pode esla inlerpor recurso, como de qualqaer
oulro despacho ; propoe o dilo juiz de direilo as du-
y vidas seguinles : 1., o recurso hilerposto da despa-
cho reformado deve continuar em aulo separado ".'
2., ojalt aguo pode no segondo recurso reformar
'o sea despacho, como pode no prmeiro* Eolendc
n me recurso mesma razio que se d no primeiro para
ser proc.essado separadamente e nao ser admillldu no
processo nriginarfo, deve continuar nos aillos do
primerro, sem infraeco do arl. 72 da citada lei,
Lfl|MMBndo-se, quanlo ao mais, slennos c Icrma-
lidades Tgacs. A respeito da segunda quesUlo, pen-
sa a referido juiz que admillindo-se que o juiz a
ino pode reformar o seu segundo despacito, dar-se-
bia o ibsurdo de> nao subir nunca o recurso ao juiz
superior, urna vez que quelle faculle-se o direilo
FOLHETIM.
a
/
r
r
s
0 mlZ'TERRESTRE. (*)
(Pr Merj.)
III
ContinuarSo.) ,
O crepsculo nao fui longo, c h noilc cabio. Den-
sas ouvens cohriam as esplendidas ronslellarOcs da
India, e encheram de relmpagos a solidan do oca-
no. Ouviam-se para o sul esses rumores gurdos e in-
lerniilcntes, que *;lo como os preludios do Irovflo,
quando prepara-sc para desperlar lodos os cebos do
uccano cor sua voz formjdavel.
Todos ea serves eslayam j em casa, e oravam a
Dos na capeliinha, onde aro velho sacerdote da pro-
paganda romana vinba celebrar o ollicio divino lodos
M das de fe>ta pelos pobres viajantes, e pelos po-
bres marinheiros avenlurados nosdescrlos d'A frica
c no Ocano indio.
Elora reuni as orares os de sen servo, p re-
comiiicixlnii solirelmlo a guarda do co esse infeliz
navio, que a borrasca a sorprender no ine, Jus |,r.
rores da uoil* e do mar.
africana, aflsum snmno de Indos os oihns. Elora
'em pi: alr.is da gelosia de seu kiosque, sabnreava
com delicia febril (odas'as em'o$0es dessa noile ; ou-
vja rslrrineicndn de lerror os rumores eslrdeiitea .las
Hrrela* armiladas pela lempcslad, os mugidos do
mar, os rilmiiih. do IrovSo, os gritos sinislios .las fe-
ra, mnriillio das lorreirte e do chiiva, toda essa
rniminnncia de harmonas, que parece a voz do uni-
verso, que expira e*fz duvinar do dia seguinle.
Kepenliuanienle um cslrnndo, que nao viiiba do
c.o, fui clara e dislinclamenle ouvido no meio do
frara<*> da nalini-za. Elora asnrrou vivamente na
miio do marido, c seus ollis dUsrram-lhe : Esculo '.
Mauricio applieou o ouvido, c faz um signal aflir-
malivo. Urna ilelouarao de arma de fogu foi nova-.
meule ouvida, e repetida pelo cebo dn babitarao e
dasrolliiias.
Drpois nao oovio-se mais do que o trbvo, o ven-
to o mar.
Menllcos! men fios! pvclamou a mulber.
Ouvi bem baj ciuliaiio creatinas de Dos, que
sorem !
He preciso sorcorr-las! disse Mapricio ; mas
nao acordemos esses pobres serves, que precisam
lano de repousndepnisdo Iraballio do da... lernar-
din e eu seremos siifflcienles para esse succorru. ,
Mauricio a|n'lou a mo .!a nuilher,- e correu ao
qnarlode Beruardino, o qual nflo responden ns tres
primeirot rbaniadas, e .le.voii-se suppor profuula-
iiienli' adnrmeciilo. Elle appareceu emlim com nina
illilud' de sonambulo, encarando Mauricio com
idliut vidra.los e Inlerrugando-o eom ar estpido.
Vide fiarlo if. 39.
de ir reformando seus despachos i pr.iporr.ao que
elles recorrercm. Ilouve por bem S. M. o Impe-
rador, ouvindo o consellieirol procurador da coroa,
fazenda c soberana nacional, decidir, quanlo pri-
meira duvida, que sendo reformado em virlude do
arl. 7* da lei de 3 de dezembro de 18*1 pelo juiz a
guo o despacho do qual se recorren, devem os aulos
do recurso ajunlar-se aos anlos orginaes, para que o
despacho de reforma surta seu eOeilo, procedendo-sc
a respeito do recurso que desle oolro despacho se
inlcrpozer do mesmo modo e como se procedeu a
respeito do primeiro. ,flrdadas epKJpe,tVB n
nulidades cstabelccritas peto arl. 72 eseguinlel
Dos guarde a V. Ex. Jos Thomaz Sabuco de
Arauja. Sr. presidente da provincia da Parahiba.
urtcnat------
GOVERNO SA PROVINCIA.
Expediente de da 10 de Janeiro de 1854.
PortaraDesonerando, de conformidade com a
proposla do desembargador chefe do polica Merino,
a Antonio Tcixera de Macedo do eargo de delegado
do Icrino de I aranhuns c Horneando em seu lugar ao
ca>ilno Carlos de Moraes CamisSo.Communicou-se
ao mencionado desembargador.
Dita Exonerando na mesma conformidade a
Benlo Jos Alvcs de Olivera do cargo de subdelega-
do da freguezia de S. Benlo em aranhuns.Fcz-se
igual coiiiniiinicacao.
24
Porlaria.O prcsidcnlc da provincia, conforman-
do-sc com o que propoz o desembargador chore de
polica em oflcq desta dala, resolve desoncrar do
cargo de subdelegado do primeiro dislriclo da fre-
guezia da Esadaa Candido Jos Lopes de Miranda,
e Bornear para o referido cargo a Hcnrque Marques
l.ins c para o do segundo dislralo da mesma fregue-
zia a Fraiiciscr^Antonio de Barro c Silva.Commu-
nicoo-se ao mencionado desembargador.
7 de fevereiro
Prtaf ia -O presidenio da provincia lendo em vista
a proposla.dn lente coronel command.inte do 1. ba-
lalhao de infamara da guarda nacional do municipio
de Olndac Iguarass de 3 do correnle, e a informa-
c.lo do respectivo commandaiilc superior da mesma
dala, resolve.nos lermo do artigo *8da lei n. 602 de
i'J de selemhro de 1830, nomear para ofliciaes do re-
ferido balalbao os ci.la.lai.s seguinles :
Estado tiiaiar do balalltao
Attcrcs secretarioJoaquim Pedro Brrelo de Mel-
lo Reg.
1." compendia.
Commandantc>lajor Jo3o Baplisla da Silva Man-
guinliu.
Alfcres Manoel Norberlo da Costa.
2. companhia. '
Capito Francisco Luiz Viriles,
lenle Christovilo l'ereira Piulo.
3.* companhia.
Capilao Jo3o (i.inca I ves Rodrigues Franca.
TencntcManoel da Porrunciila Ferrera.
4." companhia. s
Capilao Manoel Estoves d'Abreu.
TenentcManoel Pinlo da Silva.
Alteres Pedro Antonio de Mello.
5,*. companhia.
Capilao Jos Xavier Cavaleanli da Rocha Wan-
derley.
Tenante Joaquim Estanislao Cavaleanli d'Albu-
querque.
Alteres Francisco Muniz das (".hagas Pacheco.
6.> companhia.
Capilao Joao da Cruz Fernandes de Suu/.a.
/ 7. companhia.
Capilao Francisco Muniz dos Alijos Paula.
TenenleAntonio Pinlo da Molla.
8." companhia.
AlfocesAntonio Lobo de Albertina de Miranda
llenriqucs.
Francisco Pereira Marques.
' Commiiucou-sc ao mencionad" commandanle su-
perior.
Porlaria O presidente da provincia ronfor-
mando-se com a proposla do lenenle-coronel com-
mandanle do segundo balalhiio de infautaria da
guarda nacional dos municipios de Olnda e Igua-
rass datada de 2* de nnvembro do anno prximo
lindo, e lendo em vista a informacao do comman-
. Ve.iiha comigo, em nome do co, disse-lhe Mau-
ricio. Fizeram signal de pedir soccorro do lado do
mar.
Alt! disse Bernardino ainda adormecido poslo
que em p, o seiihor ouviu alguma consa ?
Sim, venha depressa, nao ha um instanlo a
perder.
Vamos, vamos, lornou o falso mercador desper-
lamlo inteiramente. Eu eslava dunnindo lio bem
acresccntuii elle dando um suspiro.
Os dous hom'ens desceram com precipitarlo a es-
cada, e lomaram o camnlio do mar ;.;i claridade dos
relmpagos continuos elles procuraran! na praia,
chamaram rom grandes gritos, visitaran) os rochedos,
e Bernardinu repeta a cada lisiante : Nao achare-
mos nada, o senbor ouvo mal, a sent engana-so
sempre nas borrascas... Eu eslavadormindo IHo bert!
Emlim Mauricio deu um grito, e moslrouum bo-
te encalhado na arria c quasi lodo quebrado. Perlo
dellc nm corpo humano eslava estendido como um
cadver.
Sim, o senhor nao linha-seengaado, disse Ber-
nardino rom nm tutu de arrepcudiuienlo.
.Mauricio all'aslnu os cabellos do rosto do naufra-
go, c punua-lhe a miio no peilo para cerlifiear-se de
que a vida eslava anda ah.
Sim, o cornca'i anula bale disse elle com ale-
aria ; este Lumen) nao cslu tiiorlo. Beruardino, espe-
ic-uio aqu um niiniilo... A perluihariio fez-me es-
qiiecer .le tra/er o cssencial... Corro a casa.
F. Mauricio desappareceo de nin sallo.
Eiiluo o uaufrago lev.itilou-se como um defunlo
que i essuscila, e disse a Bernardinu: Sou eu !
Eu o c=pernva, respundeu Bernardino inclinau-
du-sernm respeiln.
O falsu naufrago lornou a lomar sua primeira po-
sicao.
Mauricio chegou rom as maos cheas de frascos e
'e cordiaes, |irodisalisou cuidados, fez respirar sacs,
esfre!iu as fonles cum agurdenle, e julgou resli-
lutr a vida a um infeliz.
Lentamente o com muilos esbirros apparenlcs o
nnufiagu levanlou-se sustentado por Bernardina e
Alauiicio, e foi condimdo vagarosamente al i liabi-
l.ie:i.i_ niiile os serves e os amos preslaram-llic lodos
os cuidados da mais aueclnosa bspitaldade.
IV
Todos empenharam-se em dar soccorrns. ao joven
naufr.iBo ; mas leudo Bernardino feto r obscrvarfio
mu natural de que elle careca antes de ludo de rc-
pmiso, todos reliraram-se para esperar em urna vi-
gilia commnm a rcmltado esse repouso, remedio
semprc liflietico quando' nenbuma ferida exige o
soccorro tmmediato da orle.
Bernardino (fedcoa-ie, liem como lodos reconhe-
ceruo, a passar a noite inleira junto do leilo do nau-
llagu.
y.lando esses dou bomens, ou esses dous demo-
nios arharain-se s, de portas fechadas, e longc dos
..vidos e dos nllios, l.ielor levantoii-se, e aprrlou a
inaos de sen complico eom urna energa de reconhe-
cimento ntui rara entre os individuos de um genio
perverso,
danto superior da mesma gaaifla naeitttmV 9de
dezembro ultimo reaelve, iios termos dowrKao 48 da
le n. 602 de 19 ileykd'enfbro de 1c\$A)WM9r para
ofiiciaes do referida(j>ab)lhao aos cidados seguinles:
'lado-mator.
Tenenle-quarlel-meslre Francisco Joo do Pillar.
Crurgao (com a graduado do tenenle) Manoel
Lins de Albuqnerque.
Alteres secretario Delmino Gomes Pereira.
1." companhia.
Capilao Pedro Jos MoiR Negro Villarim.
itonin Jos
2
TenenleLuzlgnncio Teixeira de Araujo.
AlfaresJoaquim dos Sabios Teixeira Cavaleanli.
3." companhia.
Capilao Francisco Joaquim Cavaleanli Galvo.
Tehene Francisco Cortiles Teixeira de Araujo.
Alteres Joo Baplisla Cavalcanti.
Andrc Cavaleanli de Albuquerque.
4.^ companhia.
Capilao Manoel Joaquim da Fonseca Galvo.
Tenenle Francisco Jos Cavaleanli Galvo.
Alfcre Antonio de Araujo Pnbeiro.
edro Antonio Alves Machado.
nmpanhia.
Commandanle *"*"" """iiii'rigrj frrrrin de Al
cantara Miranda.
Tenenle Guilherme Fereir de Alcntara.
A lloros Joo llenriqucs de Miranda.
Candido Lopes de Albuquerque.
6.; companhia.
Tenenle Rumao da Cunha .\ niara I.
Com mu n icou-se ao commandanle superior.
Hila O presidente da provincia, lendo cm visla
proposta do teen le-coronel commaudanle do ler-
ceiro batathSo de infanlaria da guarda nacional dos
municipios de Olir.da e Iguarass datada de 7 de
dezembro ultimo e a nformarao do respectivo com-
mandanle superior de 9 do mesmo mez, resolve nos
lermos do artigo 48 da lei n. 602 de 19 de selemhro
de 1850, nomear pira ofliciaes do referido batalhao
aos cidad.los abano declarados.
Etlado maior.
Tenenlc-qoarlcl-meslrc Francisco Xavier Das
*ie Albuquerque.
Alfcrcs-porla-bandeira Estevao Francisco Pessoa
1. companhia.
lapilSo Hermano Jos da Silva.
Tenenle Antonio Gomes Ferrera de ACreu.
3." companhia.
Tenenle Jo3o Luiz Antonio da Silva.
." companhia.
Capilao Francisco Xavier Soars de Albuquerque
Jnior.
6. companhia.
Capitn Jos Rufino Coelhn Catanho.
Communicou-so ao commandanle superior.
PARTIDAS DOS COUREIOS.
Olinda, todos os dias.
Caruar,' Bonito e Garanhuns nos dias lelo.
Villa Bella, Boa-Visja, Ex Oricury, a 13 e 28.
Goianna e Parahiba, segunda o sextas feiras.
Victoria, c Nial, nas ouintai feiras.
. PREAMAR DE nOJE.
Primeira as 9 eras e 18 minutos da manhaa.
Segunda as 9 horas a.42 miiutos da larde.
=
AUDIENCL\S.
Tribunal do Commercio, segundas e qtiiniasfciras.
Relaco, tercas feiras e sabbados.
Fazenda, tercas e sextos feiras s 10 horas.
Juizo de Orphos, segundas c quintes s 10 horas,
l.'vara docivel, segundas o sextos aoraeiodia.
2." vara do civel, quartos e sabbados ao meio dia.
Fevereiro 4 Quarto crescenie as8 hora, ?8 min*
tos e 48 segundos da tordo.
13^ Lua ebria as 4 horas, 14- minutos e
48 segundos da manbaa.
20 Quarto minguanto as 8 lloras 25
minntos e 48 segundos da manhia.
27 Lua nova a,-; 2 horas, 20 minutos e
48 segundos da tarde.
13 Segund,
14 "terca. S. Valentim m. .encio eEf-
15 Quarto. Trasladado de S : 8. Jovita.
16 Quinta.
17 Sexta. Se
18 Sabbado.l. Tbeotoi
19 Domingo, da Sexac
S. Conrado f. ; S. G.
Dito Ao commandanle d) presidio de Fernan-
do, dizendo que, com a inforrruflo que remelle por
copia do presidente do
ponde ao ollicio em que
remirada na faritilia uluj
le presidio, e recomm
esla capital,afim de ser,
medida por que se cos
destinada para forue
sidio. ^
Dito*- Aodi
Iho administrativo, res-
e. aVi parle da falla cn-
leile enviada para aqncl-
ind que faca enviar para
tejida opportunameulo a
a all examinar a farinhi
tilo do mencionado Pre-
Sotierra, para
a. "
r
cial.
Dito Ao mwmo', recommendando que mande la-
vrar o termo de*recebmcnto provisorio da obra do
4. lanco da estrada do Norte, .lo que be arrema-
10 ,Bn,e Manuel Antonio dos Passos e Silva, afim de
AoExm. marechal commandanle das que menci(>na ^j_______ snumra nrnvinoiil -i ..-,- r_. __* .
Aotxm. marecbSl commandanle das """'"""^"u" ""='*" possa xccener na Ibe-
lizendo que miilc aulorisar a descarga da *.un,rfa Provincial, a quemjica expedida a conve-
com baiiilta, talabarte e chapa que perdeu niCD" ordem' a mP<",tane'a da 3.- prestaq3o a qoe
wai'.u .Ir. ..,, ,r! k.l.lU;. ,1___,:,,__!____ elle lem drCtu,--- OfllciOU-se nesla SPIlli.ln .-. ..i..;
Officio
armas, d
bavonela
urna das prarus do quarto balalbao de arl ilharia a pe.
na ocrasiao de virar-se a balsa cm que ellas vieram
de Femando por ordem do xetoariiva ..)-.
fo^tnnoour ,iu urrcxior uo arsenal de guerra para
salisfazer o pedido que S.Exc. rcmetteu, sendo os
arligos de fardamenlo deque elle trata, lirados dos
que o mesmo balalbao recolhcu ao dito arsenal. "
l'ez-se o nllicin de nue. sn Irala. heranj
l-'e/.-se o ollicio de que se trata
de
iras, lenham sido principiados naquelle lermo.
Dilo Ao mesmo, recommendando a expedido c esl'!>m parado9 Por falla leBligcncia de quem os
suas ordens"para que seja eliminado do numero 'leV* ProB10ver' aBm d1e e ordene ao ajudanle
*,...i, ...,...----------._____.. i____t._ "o mesmo procurador fiscal d'alli a sua eonclusao,
Informando Sroc. ao mesmo^cropo quaes os tesla-
pelo crme porque esl pronunciado na subdcegacia men,eJr05 e '"vcntorianles que bao deixado de fazer
dos Afogidos o remita Joo Jacinta de Santa ,nv9n,arios' Para se ordenar que os facam no
AnnaCommucicou-se ao mencionado desembar- *"Z d" 1?'' n* as P""15 neja eo-mencionidas.-
~w esle sentido olliciou-se aos demais joizes municipaes
gador.
Dito Ao mesmo, para mandar destocar na vil-
la de Iguarass. a disposic^o do respectivo delegado,
seis pracas de primeira linha, as quaes podem ser ti-
radas da forja que S. Exc. para all fez seguir, em
consequencia de ordem da presidencia, recomend-
se as demais ao corpo a que pertencem.
Dito Ao inspector do arsenal demarinha, re-
commendando a exped rao de snas ordens para que
o pillo escrivo da"escuna Lindoia, Francisco Jos
de Araujo Vianna e Almeida, que se acha recolhido
a enfermara daquelle arsenal se aprsenle ao mare-
chal commandanle das armas, para ser inspecciona-
do pelos cirurgiOes de primeira linha.Ofliciou-se
ao referido marocha! ueste sentido.
Dilo Ao mesmo, recommendando que expssa
suas ordens ao commandanle do patacho Pirapama,
para fazer aprescnlar boje mesmo ao presidente do
consclho administrativo urna pessoa de sua confian-
ca para assistir a mediro da farinha de mandioca
que se lem de remoller prximamente para o presi-
dio de Fernando, devendo a mencionada farinha ser
recolbida ao mesmo patacho, arf passo que se for
medindo.Inteirou-se ao supradito presidente. '
Depois desatando do cinlo urna carleirinha de tu-
lla de Flandres. abrto-a, lirou qualro bilheles ingle-
zes de mil libras, e den-os a Bernardino, dizendo :
Toma, islo vale mais para li do que o meu re-
conhecmentn. A gencrosidade de um crioulo nao
chegou jamis a lano por um servico prestado. Con-
tina, que eu nao pararei.
Hei de continuar, respondeu Bernardino met-
iendo em um bolso secreto sua riqueza improvisada,
e sem lestemunliar exteriormente a menor alegra.
Comtigo, lornou l.ielor, as explicacoes devem
ser curias. Toa inlelligencia j coroprehendeu o que
voo dizer-le...
Perfeitamcnte, interrompeu Bernardino. O se-
nhor parlio de Porlo-Xalal em nm bote depois do
sol poslo. deu dous tiros de carabina, encalhou e afo-
gou-se. Descmpciihou muilo bem o seu papel!
lie isso, disse l.ielor... mas parece-me que fal-
las lvremente; enlao nao gagoejas mais'.'
Nao, respundeu Bernardino com um sorriso
maligno, a gaguez incommodava-me muilo, e sua
generosMa'de acaba de curar-me desse defeilo, do
.pial ii.'iu l.'iiliu mais necessidade. '
Ah queras enlo engaar a mim toniliem? '
Sim, senhor; mas paraenganaraos outros em
seu proveilo... hei de gaguejar atnanha.
ijn^ dciriuiiio de liti iianliuu !
Deixcmos tiossos litlos, meu amo, e tratemos
deadiaular mais seus negocios antes de dnnnirmos;
porque lenbo neressidade de dormir... Permilli que
dcie-O um ilislanlo.
E spm esperar a rosposla de l.ielor, Bernardino
desceit ,i sala bitixa cum o seu projeclo. Elle toin.ui
um semblante fingido, que loria finio honra a um
pitilor. A' sua entrada, os amos e 09 servo levanta -
ram-se espoiitaneamenlc, e inlerrrogararo-oo sem
fallar.
Bernardino eslendeu para elles as maos. c seu
nlhar impoz um silencio rigoroso, o qual ninguem
Interrumpa.
Depois iuclinou-sc ao ouvido de Mauricio, e dis-
se-lhe :
Es' dormindo ; mas a respiracaq he m;i. Re-
celo uma losiio no peilo ; ha um poliao aneciado.
A tez esl lvida, mo signal. Amauliaa veremos.
Mas, disse Mauricio, temos excellenles mdi-
cos em Porlo-Nalal. Vine, deve partir anlos de ama-
rillecer, e Irazer aqu aquello que lbe for indicado
como o mais perito, e...
Boa idea I interrompeu ingenuamente Bernar-
dino, sim, cont comigo. Irei i hospedara do Cap;
ludo ah be mnito raro, aluga-se um' nio quarto a
Ires tclUllings por dia ; mas nao importa, nao e de-
ve procurar economa quando Irata-sc de fazer urna
boa obra. He a hospedara mais respeitavel da colo-
nia, o sen medico deve ser u nietliur de ludo. Esse
he n que hei de Irazer.
O li.mi Mauricio aperton ;rs maos de Bernardino,
e derrainou algumas lagrimasdc enlernecimeiito.
Bernardino enchugnu lambem' duas lagrimas au-
sentes, e saudan.lo sem fallar mulher de Mauri-
cio, relirou-se lentamente com a froule inclinada cu-
le ser empregado o servf^i daquelle arsfenal o afri-
cano livre de nome Aurel,cujosservicos haviam si-
do arremalados pelo lenente-corone! Rodolpho Joao
Barata de Almeida.Inlarou-seau referido juiz.
DitoAo inspector da liiesouraria provincial, para
que, a visla do compelent certificado, mande pagar
ao arrematante dos eonerjos da cadea de Camar,
JosJzidro Goncalves da Crnz, a importancia da
primeira prestajao que lie lem direilo.Commu-
nicou-se ao director das oVras publicas.
DitoAo mesmo, recommendando qoe mande en'
IregaraJosc Fernandes Monleiro. arrematante do
-2t. lanco da eslradada Viejona, a quanlia de 250
rs., importancia de 10 braflu cubicas de pedra que
cx-ahio das excavares do mencionado lan^o a 25JSrs.
a brac_JSf*7orTn^l||Hj|/idi6es do seu conlralo de
*Teroataao, devendo esla espezc ser fela por con-
la da verlia de eventuaes da dislrihuiro do arl. li
da lei provincial n. 300ommanicou-se ao direc-
tor das obras publicas. JL^
DiloAomesmo, devolvemro octrtrTca'do que veio
annexo aooflcio com queSm. impugnen o pagamen-
to da ultima prestacao a que tein direilo o arrem-
tenle los reparos da estrada da Victoria, desde o hr-
gar da greja deN. S. da Paz al o marco de 7:000
bracas, e recommendando que mande cfTecluar esse
pagamento, conforme so Ihe ordenou, visto conslar
de informar,*) do director das obras pnblicas, que
essa obra loria aidorecebida antes do prazo marcado
seo mencionado arrematante naolivesse telo cubrir
com urna carnada de barro o empcdrameiito da
areias do Gqui, servir^ este a aqaelle nao era abri-
gado pelo conlralo.
DilaAo mesmo, dizendo ficir inleirado de ha-
ver Alejandre Bezcrra de Albuquerque Barro; ar-
o dizimo do gado ca-
1-Visla e Ex, sendo
^lej', e declarando em
lalarao.
publicas, dizendo
lares de qne precisa a
poderao iniporrar em
thesourarla provin-
remalado po r 19g ra. ailn
vallar dos municipios d
fiador \ cente Mendes W
resposta que approva essa
Dito Ao director das
que pode mandar fazer os
ponte dos Carvalhos, os qoi,
005000 rs. Cornmunicou-
elle lem direHo Olliciou-se nesle sentido referi-
da liiesouraria.
J^VuAtWWsffll^yai mezesTrerSeTla ao pTo^
curador fiscal da tbesoarara provincial urna rcla-
caodoj iuvenlarios, em que sando interessada a fa-
zenda para a percepeao do aposto de decima das
municando haver o juiz municipal do termo de Ca-
ruar, partecipado que no dia 5 do correnle, entra-
ra no exercicio interino da vara de juiz de direilo
da comarca de Bonito. Igual commnncaraose fez
ao ronsellieiro presidente da relaco.
DitoAd mesmo,' inleirando-o de haver o juiz de
direilo Luiz Carlos de Paiva Teixeira prestado jnra-
mento e turnado posse do cargo de.chefc de polica
desta proviuca, para o qual fdra nomeado por decre-
te de 16 do Janeiro ultimo.Tambem se communi-
coo ao conselbeiro presidente da relaco.
1 \o,Bmmatt.latite da eslaro naval, dizendo
que o vapor Paraente, pode seguir para o eu desti-
no logo que o respectivo commandanle Jjver recebi-
do o carvao e mais objectos que rcquisilou.
Dile^Ao inspector do arsenal de mantilla, recom-
mendando a cxpedeo de snas ordens, para que se-
jam transportadas para o presidio do Fernando no
patacho I'irapam, 2 pracas de pretque o marechal
commandanle das armas- lem de enviar para all.
Perlecipou-se ao referido marechal.
DilaAo .mesmo, para mandar fornecer com bre-
vidade ao commandanle do vapor de guerra Para-
eme lO toneladas de carvao do pedra, 48 parafu-
zos para os raios das rodas, 2i ditos para as corren-
tes das chamins, e urna peca de cairo ou cabo de
inanillia. l'i/cram-seas uceessarias commnnicares.
DitoAo commandanle do presidio"deJFernan-
do, remetiendo as guias dos sentenciados Manoel
Joao do fascimenl'o, Honorio Jos das Neves, Pau-
lo Francisco de Araujo, Jos Soares da Miranda e
Ignacio Caliste que pelo juiz municipal da 1. vara
desf^chlado vao ser remedidos para aquello ptes-
d'"' alflll lfHlu#j^iJJgm as penas a que eslao con-
demnados.Expedrapizo as convenientes ordens a
respeito.
Dilo = Ao commandanleSda colonia militar de
Pimenteiras, dizendo que pdo\mandar aprcsenlar
ao marechal commaudanle das armfc para screm re-
colbidosao balalbao a qne perlencemCos dous colo-
nos Gabriel Jos da Silva e JoaquimSbs'de San-
l'Anna 2., vislo que por incapacidades physica
nenhiim servico podem prestar naquella Vilonia.
OlTiciou-se a respeito ao referido marechal. -
Porlaria Ao agente da companhia dos paquc.v
de vapor, para mandar dar passagem para a Babia!
por corita do governo, no vapor que.se espera do
norte, ao 2. cadete 2." sargento, Antonio da Vera
Cruz Doria, caos soldados Jos Joaquim dosSautos
e Joo Soares dos Prazeres, sendo este desertor do
2." batalhao de artilharia a p. Parlicipou-se ao
marechal commandantc das armas.
DitoAo mesmo, recommendando a expedirao de
suas ordens, para que sejam Iransporiados para as
Atogoas no primeiro vapor que passar dar o sul,
um caixo e um fecho com i I armas do batalhao
8. do infantera.Parlicipou-se ao marechal com-
mandanle das armas.
DitaNomendo o pralicante da liiesouraria pro-
vincial Antonio Manoel Alvcs Vianna Jnior, para o
lugar vago de guardado consulado provincial, e bem
assim o pralicante desta repartirlo Beliniro Augrfstn
de Almeida, para o lugar que na referida liiesoura-
ria oceupava o mencionado Vanna.-Communicou-
se ao inspector (te sWpradita liiesouraria.
do desembargador chefe de j^icia nSjrTnu, a Aillo-"
nio de Uornes Gomes Ferrera, -para o cargo de sub-
delegado da freguezia da Boa-Vista.Communicou-
se ao referido desembargador.
da provincia e.respondeu-se ao supradito procura-
dor fiscal.
Dilo A adrninisIracSo dos eslabelecimentos de
carida.de, recommendando a .oxpedirao de suas or-,
den, afim do que com urgencia ejam remetlidosao
presidente da commssao de hygiene publica os map-
pas eslalslicos das pessoas tratadas nas enfermaras
de medicina e critrgia do hospilal de caridado,
durante o 1. e 2. semestre 401 annos de 1832 e
1833, .devendo declarar os facullativos dess? eslabe-
leeimento, quaes as alTecQoesI das peasoas que trata-
ran).Communicou-se ao mencionado presidente.
-11-
OflicioAo Exm. presidente do Rio Grande do
Norte, partecipando que pelo mostr da harcara Apol-
linea, serao entregues a S. Exc- duas grades de fer-
ro, qua fez aprompter para a cadeia daquella capitel,
em consequencia de rcquisirjto do aaleccssor de S.
Exc, e rogando que se digne de maudar pagar o fre-
le dessa conduco, o qual importe em IGJtrs., como
se v doconhecimento quo remelle. Commuuicou-
se ao inspector do arsenal de niarinha. *
DitoAo inspector da liiesouraria de fezenda.com-
INTERIOR.
RIO DE JANEIRO.
27 de Janeiro de 1854.
Para a reparlieao da lei das Ierras furam no-
meados : ,
Director geral, o Sr. conselbeiro Manoel Felizar-
do de Smiza e Mello.
Fiscal, o Sr. Dr. Antonio da Cosa Pinlo c Sil-
va.
'Ofllcial, o coronel Antonio Joaquim de Souza.
O .Sr. Dr. Jos Carlos de Almeida Atoas foi no-
meado ajudaute do procurador fiscal do Ihesouro
publico.
O Sr. conscllteiro Jos de Araujo Ribeiro foi
aposentado no lugar de enviado extraordinario e
minislro plenipotenciario.
mo um homem carregado de orna responsabilidade
grave para o dia seguinle. .
Depois de ter aborto e" fechado a porra do qnarlo
com procaucSo. Bernardino referi o que acabava
de fazer na sala baixa, e Lielor approvando com um
signal de cabera, disse:
Meu charo Bernardino, nao te recompensei
bastante!...
Nunca se ifeompensa bastante, disse Bernar-
dino, essa he minha opinio.
Nao, lornoo Lielor com um lom penetrado, nao
sabes quanlo bem se lem operado em mim de alguiu
das para e, e nesl momento posso dizer que assis-
tos a uniiha ressurrecao. Eu rulo viva, eslava es-
magado, andando, tinlia o peso do sol sobre a cabe-
a. Oh 1 o enfado! o enado! que flagello morlal !
He o cholera rnorbus do rico na India! Meu Dos !
quanto he perigoso nascer rico ueste paiz Esgote-se
tudo antes da dade, que da 04 prazeres 1 e depois,
que vacuo s acha-se ourol o nada amarcllo 1 o na-
da amnedado! O aborrerimento do rico he a vingan-
ra do pobre; mas o pobre vinga-ae muilo 1 he desa-
piedadn O abnrrecimenlo obr2a-me a roubar a 011-
Irem a felici.lade ; se nao resisto, elle mala-me ; es-
toii no caso de legitima dclza ; qrrero viver! hei de
viverl \ '
Es-ahi um Raciocinio soherbo disse Bernar-
dino eslendendo nina esleir ao lado doj/ilo dn fal-
so naufrago ; mas como temos lempo para racioci-
nar, durmamos, pois be mullo tarde, e lenho ama-
nlia urna rude larefa. He preciso que eu obricue
um homem a ser medico romo nas comedias, e que o
eusine como um enalto de manejo.
Presumo, pergunlou l.ielor, que tena j esse
boinein & mo ?
Oh Iranquillise-se, o senhor nunca me acha-
r desapercehido. Tenhn um snbrecariia provcncal,
que parecer lao medico como llippocrales logo que
cu o liver vestido de prelo da caliera aos pos. Saiba
que nesla casa lodos sao de urna candura primitiva,
de urna ingenuidade da idade d'ouro. Nao he pre-
ciso fazer grandes liugimenlos para engaar essa gen-
te. Um s individuo espanla-me a mim que nao co-
nbeco o medo senau por ouvir dizer...
Ah! interrompeu Lielor, ha aqui um homem
perigoso"?
Nao Jie um homem, he Nabab, o elephanle prc-
to, o saliujo da bella Elora. ,
Que conlo de elephanle esls referindo-me
ah:.' disse Lielor.
O'senhor vera, o senhor ver, lornoo Bernar-
dino. Cotillero esses damnaJos animaos; lenlio-os
esludado, nao na Europa, onde elles perdem ludas
as suas facilidades, mas aquj em.seu clima, em seu
pniz, na sombra, nos bosques e ao sol, que sao lel-
les. Desconfiemos de Nabab ; s digo-lhe islo, e boa
noile, durmamos. s
Bernardino deilou-se na esleir, e 'adormecen logo
"sem ser aguado um inflante pela sua nova riqueza
non) por seus projectos do dia seguinle.
O homem justo nio leria feiio melhor.
Essa voz roysleridsa que nos acorde, na hora obri
29
O Sr. Dr. Fausto Augusto de Aguiar, dcpuladaa
assenibla geral pola provincia do Para, foi noiuca-
do oflicial-maior da secretaria do oslado dosv-nego-
cios do imperio.
Complclou-sc hontem o pessoa 1 da reparlieao
geral das torras publicas, sendo Horneados:
Oflicial-maior, o Dr. Bernardo Augusto Nasccn-
les de Azambuja.
(inicial, oDr. Joao Jos de Andrade Pinto.
Amanuenses, o Dr. Luiz Joaquim de Oliveira e
Castro, Carlos Eugenio Contreiras de Figueiredo
Nabuco de Araujo, Jos Pereira de S Jnnor, o
Francisco Joaquim Alves.
Porleiro, Firmo Jos Soares da Nobrega.
Continuo, Jos Joaquim da Silva.
- Por decretos de 23 de Janeiro correnle :
Forao nomeados :
Chefe de polica da provincia das Alagdas, o juiz
de direilo Manuel Jos da Silva Ne.va.
Juiz de direilo da comarra do Brcjo da Madre
de Dos, da provincia de Pernambuco.'o bacharel
Joaquim Jorge dos Santos.
Juiz Municipal e orphaos-do termo de S, Gabri-
el, na provincia de S.Pedro, o luchare! Joaquim
Pires Goncalves da Silva.
dem dem do de Tamandu, em Minas, o ba-
charel Jos de Almeida Martins Costa'
dem dem dos de Sautarem, Franca e Monte-
Alegre, no Para, o bacharel Jos Pereira da Silva.
dem idem dos de Camela e BairSo, na mesma
provincia, o bacharel Lourenro Jos de Figuei-
redo.
Forao removidos:
O juiz de direilo Francisco da Serra Carneiro,
da Comarra deBraganra.no Par, pura a do Brejo,
110 Maranhao.
Ojuiz municipal e dcorphans Jos Martins Alves
do termo de L beraba para o da Conceicao, em Mi-
nas Geraes, por o haver pedido.
Foi reconduzido o baeliarcl Vicente Ferreira da
Silva Bueno, no lugar de juiz municipal c orphaos
dos termos da Constituirlo, Limeira e S. Joao do
Rio Claro, cm S. Paulo.
Foi aprescnlado o dicono Antonio Manoel Pi-
nheiro, na freguezia de S. Braz da villa do Porto
deMoz, do bispado do Para.
Foi aceite a desistencia que fez Fclicio Virialo
Braudap do officio de 2. tebellio do publico, ju-
dicial o notes, e cscrivao de orphaos da villa de
Itaboraby, da provincia do Rio de Janeiro.
Por decretos de 27 do mesmo mez forao nomea-
dos.
Tenenle coronel commandanle do Balalbao de
reserva da cuanto nacional do municipio da Purifi-
ca$ao, na Babia, Antonio Dantos'Cantoso.
Majorcs ajudantes d'ordens do commando supe-
nor>teuajila -wcToTvJ^dos municipios do Rosario,
e Irat, 1,0 Maranhao, osNwpj^es Joao Candido
Pereira de Castro, e RajmundodcTrWiiL GomesT
Souza.
Capitao-swrclario geral do mesmo comr,
superior, o tenenle Aseante Julio Gomes Belfnrf;
Capilao quarlel-meslre dito .lito, Ravmundo de
Assis Rocha.
Foi conservado o posto de major, que oceupava
no l.o batahSo do infanlaria da exlncto legia do
municipiode Santo Luzia, ao commandanle dalv
rompanhia do 3. balalbao de ioteuteria da suarda
nacional de Sabara e Curvello, em Minas, Luiz An-
tonio Barbosa da Silva Nogueira.
Foi reformado 110 mefino posto o lenle coronel
do extinclo 2." balalha* de infanlaria da cuanta
nacional da capital de Pernambuco, Manoel Flo-
rencio Alvcs de Moraes.
a-m un ipirnf}& de S. Paulo:
Foi assassinadn na cda.le do Bananal, dentro de
sua casa, p fazeiideiro J0A0 Braz de Oliveira Ami-
da ; acabava de cear com sua familia c Iras hopc-
des, c passando com elles para urna sala, de outra
Ihe dispararan! um liro na cabera, deque cabio ins-
tantneamente morto. Alais nina victima '. Era um
fazendeiro senhor de mais de 200 escravos. At o
presente ainda nada doseobrio a policia sobre as
causas desta morte, c quem seja o assassioo.'
-------------H------------
Por decretos do primeiro do correnle mez foraro
nomeados:
Chefe de policia da provincia de San Pedro do Rio
Grande do sul, o juiz de direilo Bernardo Machado
da Cosa Doria.
dem da proviuca de Minas Geraes, o jote de di-
reilo Firmino Rodrigues Silva.
Juiz de direilo da comarca da villa Nova, em Ser-,
cipe, o juiz municipal Manoel Jos. Pinto de Vas-
concelos.
dem idem de Bragan;a, 00 Para, o bacharel Tris-
lo de .Menear Araripc. .
Segundo delegado o chefe de policia da corte, o
Dr. Antonio Rodrigues da Cunha.
Sexto supplenie do subdelegado do primeiro dele-
gado dilo, o Dr. Jos Mariano da Silva.
Primeiro supplenie do subdelegado de policia da
freguezia do Sacramento dcsla corte, Miguel Joaquim
Ribeiro de Carvalho.
Foram aprtsentados:
No canonical vago na calhedral do Maranhao, o
beneficiado Joaquim Pereira Serva.'
Na freguezia de Sai:l'Anna de Cavalcanti, do bis-
pado de Goyaz, o padre Benicio Thomaz de Bastos.
Foi concedida a demisso que pedio o bacharel l'i-
gada para os negocios graves* arrancn Bernardino
ao somno um pouco antes do romper d'alva.
Elle levanlou-se, parti para a colonia de Porlo-
Nalal, c chegou hospedara do Cap.pouco depois do
nascer do sol._ '
Na habitarlo o medico era pacientemente espera-
do,, e esse aconlecimento perturbara lodo os costu-
mesdo Paraizo-Xatal.
Ninguem ah dorma. A bella Elora al este mo-
mento adormecida na somnolente monotona de sua
felicidadeconjugal, despertara rom um encanto fe-
bril na embriaguez do urna cmoefiu inteiramente
nova.
N3o era mal urna aventura de mar inventada por
um livrn, ella linha assislido a um verdadeiro nau-
fragio, linha ouvi.lo signaos de pedir soccorro, linha
visto transportar um mancebo desmatado para a sua
hahilacao hospilaleira.
Ouanlas cousas enteroecedoras passadas em pou-
cas horas! e com que alegra a moca contarte essa
historia se live.se um oiivnle Um incidente ia ain-
da dr-se brevemente, a chegada do medico.
O sul acliuu lodos levantados; mas nenbum rumor
aiinunciava a presenra do homem ao ouvido de Lie-
lor, o qual lainbeiu nflo dera um minuto ao somno.
Em p, atrs da iielosia de seu kiosque, elle ad-
mirava cun exlases desconheridns 3 divina paiugcm
esclarecida pela dore e tranquilla luz do sol, que
n-jscia, e udeviuhava a animacilo, a graca e 11 en-
caiilainenln que a joven < adora v el rrioula podia
acrcscenlar a esse psraizo africano.
A seus olhas nenhum ente vito moslrava-se ainda,
o todava esse deserto nao linba nada de triste. Pa-
reca que essas arv ores, essas llores, essas aguas, tan-
tas vezes honradas com o olhar de urna mulher ce-
leste, tinham conservado seus sorrisos, sua graca,
seus perfumes, e estavnm ainda mai alegres disso ao
nascer do sol.
l.ielor esperava sempre outeolaaseer do sol muilo
mais esplendido, e seus olhos alravessavam ludas as
avenidas, todas as pracas, lodos os lal>\ 1 intlios para
apanhar ao \ o u primeiro raio de Elora debaiio das
sombras deseos jardius.
Ella appareceu emlim, c Lielor lirou deslumhra-
do, como se urna irradiaran Ihe livesse Perillo re-
pentinamente os olhofdepois das trevas.
Elora vinha pelo camiiibo do mar, e preceda o
marido alcuns passos; trajava um vestido de risca-
dinbo, eseus longos cabellos, a i oda hmidos do ha-
tillo matinal, onvolviam-na como ama mantillia de
miro ; sua belleza resplandeca pura e fresca sobre o
fondo vente das folhas de patmeiras.
Ella raminhava ligeiramenle sobre o velludo da
relva, e todava um runidr tmperceplivcl de passos
foi ouvido. lima massa informe, que pareca um
montan de cranito prelo rolou do alto rio casal na
direcoao de Elora: esa Nabab, o elephanle favorijo
Elle lomou delicadamente com nina leve dobra da
tromba qro idiapo de pidinba pendtirado a urna fo-
Iha de atoe, e veio ofierec-to bella senbora, a
'qual agradeceu-lbe essa ailencao aflag.tndn-lhe as
largas orelbas com a pona de seus lindos dedos.
Nabab leuda desempenhado um dever, collocou-
se atrs dos senhorCs, e segui-os lenlamenle al ao
paleo da hahilacao explorando com umnlhar ohliqun
o kiosque onde Lielor julgava-se ao abrigo do lodo o
olhar desconfiado.
Pouco lempo depois, dous homens appareceram na
grade; cram Bernardino e o doutor.
Mauricio sabio a recebdos, e fez o aeolhmente
mais bospilaleir.) ao liomea vestido de prelo, cujo
ar grave annunciava sua austera prolissao.
Apresento-lho o doutor ltellissen, cx-medteo
do rei da Sicilia, disse Bernardino a Mauricio.
Seja bem viudo, respondeu o dono da casa.
O lalso doutor Bcllissen ibclinou-se pomposamen-
te; e disse cora um acceuto que poda passar por si-
ciliano :
O senhor Mauricio lem urna bella fazenda ;
na ver.lado he muilo bella.
E recuou vivamente como se orna cobra houves-
se-lhc mordido no p.
Nabab viera cnllocar-se diante do doulor, e euca-
rava-o lixameule.
Oh disseslauriciorindo, n3o lenha medo des-
se bom Nabab; elle he manso romo um cao.
E dirigiiido-se ao animal, Mauricio acresceulou :
Eia Nabab, nlira-te ; vai fulgir com os hieni-
nos. >ao lia necessida.le de ti aqui.
A ordem era formal, cumpria obedecer. Nabab
v.ilion lenlamenle para Irs e lanzando dous oihnres
niii cvpiessivos.tini rbeio de desronlianca ao doutor,
iiiilro cbei.i de conipaivo a Mauricio, dirigio-se para
a rasa deslrumdo com a tromba as altas hervas do
camnho.
Sim, prefiro ve-lo distante, disse Bernardino
rom um sorriso serio ; nao gosto desles ani-
maos.
Vamos lev a-lo ao quarto du doenle, disse Mau-
ricio ao doutor.
Eu o sigo, respondeu o doulor.
Vamos! disse .Bernardino sempre com olhar
filo em Nabab, o qual enlraiihava-se no lahyrio.-
tho.
l.ielor linha deixado o kiosque, e esperava na ca-
ma a visita do doulor.
Vamos dar-lhe claridade, disse Mauricio en-
trando.
Nao, respondeu 9 doutor relcndo-o,'vejo aqui
perfeitamcnte, nao mude nada.
E chocando ao leilo,, lomou o pulso a Lielor, es-
culou-lhe a respiraejao. tocou-llie levemente o peito
n e a fronte, evollando-se para'Mauricio o Bernar-
dino, fez essa cnnlraccao de semblante que quer di-
zer : ha perigo, este homem "nao esta bcro.
Depois incliuando-se para l.ielor disse-lhe :
Como passnu a noile!... Muilo mal... Onde'
9o>e?..i No peilo... Respira fcilmente ?... Nao...
Elle nao Vespira fcilmente... A lsso be interior....
Hoa maisperigosa... A epiderme est intacta... lan-
o peior !... Temo um abeesso... A felice he aguda...
NAo.piide-sedizer liada boje anda... Veremosaina-
nl.a... De-me orna penna, tinta e papel... Tenlia a
bond.idc.leescrever o que voh diclar-lhe... Tenho
urna tercedura na mao direila... Escreva... Diela
bsolaia... Repoosq absoluto.,, Mnguem Ihe falle...
ppe Correa Pacheco
orphaos do termo .da Crc.
Pedro do Rio Grande do Sul.
Teve'mereeJa serventa vital'
belido e escrivo de orphaos da villa de
provincia da Bahia, Constantino Ferrei
drade.
Por decretas de 3 do mesmo mez:
Foi perdoado a Chrisliano Pedro Saar n reste do
lempo qoe Ihe falto paracumprtr a penada prisao a
que foi eoudernnado por seoteoca "do juiz de direilo
da comarca d Vassonras, da proviBa do Rio de Ja-
neiro, com a condteo porm de assignar termo pelo
qualjse obrigoe expressamenle a nao ir aos mnnici-
piosonde hajam colonias.
Foi commuteda a pena de morte a que foi condem-
nado oreo Manoel Domingues de Araujo, por sen-
tenca do jury da cidade de Sanlarm, 110 '
priso perpetua comtrabalho na caso de cotia)
Foram nomeados:
Tenenle-coronel chefe do eslado-maior da .
naejo'nal dos municipios de Beapewly,
Aj uruoca, da provincia de Minas Gcrac
Jos Pinto Dias.
Major do quarto batelliaov de infanton
nacional dos municipios das Alago, :iel e
Atalaja, o capiulo reformado de ex
Pimenlel.
Majoresajodanles d'ordens do cnmmai
da goarda nocional dos municipios de Itapicuni-me-
rim e Ignara, da provincia do Mar Kran-
cisco Cardoso Gnimaraes e joaquim Jos
Capitn secretorio giralda mesma cuanto nacional.
Mariano Zeferino do La?
Capilao qnartel-meslre dito dilc,
ra Gomes.
Majores ajudates,d'ordens do commando su
da guarda nacional de Alcntara, da mesma pr
cia, Ignacio Antonio Mondes e Jos Mariano Gome
Ras.
Capilao secretario-geral da mesma guarda nacio-
nal, Manoel Antonio Pires Mini
Capilao quarlel-meslre dilo dito, JSo Ga
Araojo e Silva.
Majores ajudantes d'ordens de da guarda .nacional des mom^ j.Cmp
Tury-assu, da mesmsuWRjci,,, A
Carvalho eOJjelfa e Francisco Jos B
secretorio geral da mesma guard,
Marcclliiro-da Silveira.
Capilao quarlel-meslre dilo dilo, Joaquim da Silva
Res.
Cirurgio-mor dilo dilo, Dr. Lzaro Jos Pires
Lima.
Majr do balalbao de arlllharia da guarda nacio-
nal da villa de San Jos de Moeap, no Para, o alte-
res reformado do exercilo Joao Marlns de Monra.
Foram reformados nos meamos posto:
Ocaptoo promotor da goarda nacional- do extinelo
commando superior de Campos, rfa provincia do Rio
de Jaoeiro, Jos Fernandes da Costa Pereira.
O major da exlincla primeira leciSo da goarda na-
cional do Sabara, era Minas Geraes, Candido Jos
dos Santos Macli
cipio de CaxM, n provincia do Ma-
ranhao, Agostinho da Silva Braga.
O major da exlincla segunda legin da guarda na-
cional do mesmo municipio, Joaquim Jos das"
Neves.
Foram declarados esneciaes os lagares de eliefe de
policia das provincias do Goyaz, Malo-Grosso e Ama-
zonas.
Foram creados juizes mnnicipas e orphaos panos
termos da Pomba, de Christina, do Grao-Mogor e Ila-
jub, em Minas, de Itebaianinha, em'Sergipe, e de
Tacaral, em Pernambuco.
Foi nomeado addido secretoria de estado dos ne-
gocios da juslica, para eoadjuvar os trbateos da es-
toiistica criminal, obachsjeLJos Mauricio Fernan-
des de Barros.
Pelo ministerio dos negocios eslrangeiros foj expe-
dida ao corpo diplomtico residente nesla cortea se-
guinle circular, relativamente i poltica do governo
imperial na queslo do estado oriental:
Rio de Janeiro. Ministerio dos negocios eslran-
geiros, em 19 de Janeiro de 18."
A abaixo assignado, minislro e secretorio de esta-
do dos negocios eslrangeiros, receben ordem de S.
M. o Imperador, sen augusto soberano, para fazer ao
corpo diplomtico a seguinle eommanicac^o:
Quando pela convensSo preliminar de paz cele-
brada enlre. o imperio do Brasil e a repblica argen-
tina em 27 de agosto de 1828 se creou o novo estado,
que lomou o nome de repblica oriental do Uruguay,
foi reconhecida pelas duas altas portes coulratonles
e pela Graa-Bretanha, que assistio aquellos ajustes,
a necessidade de inteivencjo e proleecio estranha
para poder consoldar-se a pax, e estobelecer-se e
suslenlar-se um governo regular nadjaetle paiz.
Diversas eslipolacoes se adoptaran) naquella con-

Appliquem-lhe de tres em tres horas sobreo peito
pannos delinhn ensopados em azeite alcanforado...
Fac,am-no beber de hora Cm hora non infusao de ga-
liana, e de flores de golfan... Uc um remedio eicet-
lente para as lesoes interiores... Curei desla maneira
o principe. de Catana, o qual offendera o peito ca-
hindo do cavallo.
E vollaudo-se para Lielor, contmuou assim :
Eia, meu amigo coragem isso' Dio sera
nada.
Mauricio 'encantado desse -toutor acompanhou-o
al a grade da hahilacao, e despedio-se delle dizen-
do-lhe : al amanhaa. y^-/~"
Depois que Mauricio Bellisen sahiram Lielor
assentou-se no leilo, e cruzaudo os bracos sobre o pei-
lo, disse a Bernardino :
Na verdade, he roncara lua (razeres-me aqu
um doulor, que ensillaste como um periquito, e que
vai pregar-me quiozo dias em urna cama eom diela
e porcO.es de golfao!
Ah disse Bernardino, se quer seguiros con-
selbosde sua oabeca louc, peco minha demisso de
ronselheiro. Nao sabe que o bom soccesso compra-
se caro, e i rosta do,sacrificio de '"dos os jiabi-
tos? Nao sabe que fica-se sempre mallngrade pela
milita pressa te querer conseguir Seosenborsa-
hisse boje do qnarlo para comec.ar o cerco da bella
Elora, seu naufragio se assenierharia aum inio ardil
de guerra ; no passo que o senhor parecer um nau-
frago natural, sesouber esperar oito o^^^^Halior
diz que lem passado loda a vida no oborTecimenlo.
pois l>e'm, passe.mais utna semana, e meu plano
infallivel. O senhor teme, a dieta e as poci.-
fo, e lem razio ; porm.previ ludo, fiz pr
lenho al debaixo de chave viob de Constonea. ^>
O senhor,nao passani mal, Iranquillisc-se, cra-
tas.i essa pallidez nervosa qu. o seu rosto,
ter sempre oar de um convalescenle depois de oito
boas noites de feslins secirelos. Deixe-se guiar cega-
menle.e respondo por tudo.
Lielor respondeu por um sorriso de approvacao, e
eslendeu a mo a seu Mentor, qual nao a apertoo ;
porque o escravo lornra-se senhor, o dominio mu-
dara de lugar.
O plano de Bernardino fui seguido at ao fim.e
mu minuciosamente em todas as suas menores" par-
ticularidades.'
A consa verdadeira nao leria eaminhado de outro
modo, o os mais expertos observadores dos actos da
vida humana nao terinm podido suspeitar o dolo nes-
sa marcha regular, onde nao se via nenhum vestigio
de precipitarlo estouvada.
Mas,cousa admirayel para n Europeos positivos,
o engenhoso autor desse plano, o conselbeiro Bernar-
dinu tomava lodo esse lnxo de precaucijes muito rilis
para defender-se contra a inlelligencia do elefante
Nabab, qne contra os donos da casa. Assim Bernare
dio queoblivera de Lielor urna reclosao forrada de
oilo das, obleve delle ainda Torra de lgica trans-
cendente urna semana snpplemeutaria. o qne era o
cumulo da arle.
('Cotilmiar-a-na.J
pojpip
.'.->- s* _*


.
DIARIO DE PEMAMBUCO SUMADO 18 DE FEVEREIRO DE 1854.

*~
m
****Cjto, as uiaes tinham por objeclo satitfazer a ne-
reMMi que se h*via reconhecido.
Pe!.
eleic,* de represenWllll^ tff elles
feito de u governo prvIeOTior^eVarligoTl^i*!
Ihes irapoz a obrigafSe de formar urna constituidas
poltica que. antes de ser jurada, devia atr examina-
da por comanissarios dos governoe contratante* r pelo
artigo 9. saBccionou-se o abaclulo e perpetuo esque-
ciment do* netos e opiuioW anteriores; e ltima-
mente peto artigo 10 estipulou-se a interan soverno* contratantes, dorante cinco annos, em Fa-
vor do sotera legal, urna vea qoe a truuquillidade e
a (egurtnc*. publica fossem perturbadas pela guerra
civil.
A guerra civil que se receiava appareceu ; porm
deTeodo a tolervencSo ser acto colleelivo dos dous
governos contratantes, nao celando previstos nem
definidos os metes d leva-la a efleito, e teto se har-
monisandoat vista* dosqne daviam execute-1* pelos
notorios projectoa do dictador Rosas desde que ssu-
mio o governo de Buenos Ayrea, a inlervencao nao
serealteso, e a guerra civil tomoo s proporoes e
produjo as complicacf.es que motivaran a mediado
la. Franca a da Inglaterra em 184, ea inlervenc,to
testos duas potentias desde 1845.
Os suffrimentos qoe 18o Ismentavel estado de cou-
sas iropuolia as Brasil chegaram a ser insuportaveis.
A constante agitaeSo em que estiveram as suas
frunteiras do sul obrigoo o governo a conservar ahi
em pe de guerra, com enormes despezas e sacrificios,
forras ceosideraveis.
Os Brasilcros estahelccdos em grande numero no
Estado Oriental forera vezados c opprimidns em suas
petsoas, e arruinados ero suas prupriedades.
O inleresse poltico'que o Brasil linlia, e contina
a ter, na conservaco da independencia do estado
oriental, compromettido durante lodo esse lempo,
eslava j a ponite perecer.
Para cmalo de Untos males a consummaco da
absorpcjlo do estado oriental pelo dictador Rosas col-
locava o imperio no perigo de, uan guerra immedia-
la, de urna guerra que j se nnunciava e que era
absolutamente inevitavel.
Nesta situacSo o governo do Brasil resolveu preca-
verle, e organison para esse Qm a coaliso de 1851,
que liberton o estado oriental, e poz termo tyran-
nia de D. Joao Manuel de Rosas no Rio da Prata.
O estado oriental, comtudo, ao entrar no gozo de
sua liberdade, aehou-se em ama siluaco deplo-
ra vel. v
A campanba liavia sido devastada, e a cidade.de
Montevideo havia sacrificado tudo quanlo um povo
podo sacrificar durante ana tonga heroica defensa.
A populaco liavia diminuido tanto que a feptiblica
' centava apenas 130,000 habitantes.
A criacao, que lie a ana nica industria, eslava.
quasi completamente arruinada peto- anniquilamen-
fodo gado.
Os capitaes haviam desapparecido. Os hbitos do
trabalho estavam esqueeidns. As propriedades e as
rendas publicas tinham sido alienadas por tongo lem-
po, pesava sobre ellas urna divida relativamente enor-
me, a qual verilicou-se depois qoe montava a mais
da 40,000,000 de pesos fortes, e urna grande parle
da popolacao reclaman do governo subsistencia, re-
compensas ou indemnisaces.
O enviado extraordinario e ministro plenipotencia-
rio da repblica nesta corte, apresenlando este lugii-
-4e ajoadro, e manifestando com elle os perigos que
correiu a mesma nacionalidade de seu paiz se nao
foase fofVfre_Sonerosamcnle auxiliada, solicitou do
governo do Brasil","*, nome do seu governo, o auxi-
lia do que este careca. -_.
0 mesmo ministro p-opoz o aprtSEMpo os projec-
lof dos tratados que se concluiram em li'iuluhru
de 1851.
Estes tratados, que removeram as questes penden-
tes entre os dous paizes como meio de chegar a ama
allianea solida, fundaran) esta allianea sobre as mes-
mas bases da convenci de 1828, desenvolvendo-as
melhor, e completando-as.
Corrigio-se pelos arta. 5 o 6o V> tratado de allian-
ea de 1831 a causa que impossibililra a inlervencao
estipulada no art. 10 da convenido de 1828. A ai rao
do governo do Brasil nao ficou dependente da von-
lade do governo argentino; porm ao mesmo lempo
o governo argentino nao ficou excluido, nem fui al-
terada a posicSo quelhc da a coovene.no de 1828.
O arl. lido tratado de allianea de 12 de oulubro
de 18.51 diz textualmente que as duas; altas partes
parte da alliaora os
naedes amigas como um acoolecimenlo feliz para a
humanidade, aflligida por tao prolongadas guerras
civis, e par* o commcrcio e emigrarlo, 18o directa c
continuadamente contraria elle flagelk?.
quaesquer
ciara as circura* ,um predominio
m$mi 4 Estado Oriental, e deixari ao mesmo
estado na posieo que lhe assignalara a convencSo de
1828 a o* tratados .de 1851.
O governo do Brasil limilar-se-ha, por tanto ares-
labelecer e consolidar a paz. e a solicitar, garantir e
auxiliar o eslabelecimento de orna ordem e de um
governo regular e duravel, que d garantas a todos
os habitantes, e bases para que possam desenvolver-
se os elementos de prosperidade que o paiz eocerra,
adquirindo assim condteoes de solida e completa In-
dependencia.
O governo do Brasil nao aspira a nenhum aug-
mento territorial, e considera e declara solemnemen-
te como limites definitivos entr o Imperio e o Esta-
do Oriental os que se acham fixados
12 de outubro de 1851.
Diurnamente o governo do Brasil, lendo smenle
por objeclo, na poltica que se lem prescriplo, salvar
o Estado Oriental e fortalecer e firmar a sua inde-
pendencia, nao recusar o concurso de qualquer po-
tencia que com elle queiraenlender-se sobre os meios
dse conseguirem os indicados fins*
O abaixo assignadu espera que o Sr.... Iraiumllir
esta cammunicaco ao sen governo como um tesle-
munho da considerado e deferencia do governo im-
perial, e aproveita-se da occasi.lo para reiterar ao
Sr.... as expressoes de sua eslima e consideraeao.
Antonio Paulino Limpo de Abreu.
vernador de Tucuman, fura batido e se refugiara em
Calamarra.
no-tratado de
Enlrou honlcm tardo o paquete inglcz Bratilei-
ra, procedente do Rio da Prata. Traz dadas de Mon-
tevideo al 31, e de Buenos Avres al 29 do mez
passado. I- icaxao em iierfcto socego ambas as re-
pblicas.
O Sr. Dr. Amaral, ministro plenipotenciario do
Brasil, chegou a Montevideo nodia 21. ?io dia 22
foi S. Exc. visitar o Sr. coronel Flores, governador
provisorio da repblica, e desde logo ficou na me-
lhor inlelligcncia com o governo oriental. As re-
rlauaccs do governo imperial relativamente de-1
runa cito das molidas violentas tomadas pelo delega-
do do coronel Flores durante a ausencia desle na
campanha, foram allendidas sem a menor hesitaran.
Todas essas medidas, incluindo um decreto que man-
dava risrar o nome do genera) Oribe da lista dos of-
liriaes generaes da Repblica, decreto de que aqui
nao tnhamos anda conhecimcnlo, foram revogadas.
Salisfcitos assim as reclamarnos do governo im-
perial, apresenlou-se o Sr. r. Jos Mara do Ama-
ral no dia 30, no seu carcter de env iado extraor-
dinario e ministro plenipotenciario do Brasil, c foi
rerehMo rom todas as honras dev idas sua elevada
calhegoria.
S. Exc. pronunciou nessa occasiao o scguinle lis-
curso:
o Exm. Sr. governador provisorio. Tcnho a hon-
ra de apresentar a V. Exc. esta carta pela qual S.
M. o imperador, meu augusto soberano, ha por bem
dar-mc crenra do seu enviado extraordinario e mir
nislro plenipotenciario jnnto ao Estado Oriental do
Uruguay.
c A inissiln que S. M. Imperial dignou-sc com-
meller-me tem por fim prestar nobre na^ilo orien-
tal a cooperario do Brasil, dcsinteressada mas enr-
gica, para o estaliclecimento da ordem, da paz e das
instit lenos couslitucinaes, |iorquc silo estas as ni-
cas bases da prosperidade e da independencia dcsla
bella repblica. \^~
Execulando com lealdadp, g firrr^wi-lar*5cne-
rosa e cflicaz ]'ullica i'.v. imperador, creio que hci
de satisfazer a avTciosa esperanra desla briosa nacSo,
e mereces- a confianza e benevolencia do Sr. gover-
nadrjv provisorio.
O Sr. coronel Flores respondeu :
Sr. ministro. Reccboronio maior prazer c hon-
ra esta pela caria qual S. M. o Imperador do Brasil
acreilila a V. Exc. rom o carcter de seu enviado
extraordinario c ministro plenipotenciario junto a
este estado.
Os nielos da importante iniss.ni conliaila a
10
Montevideo, 4 de fevereiro.
As priucipaes vendas depois da saluda do Brati-
leira sao as seguintas :
A carga da Delicia, de Barcellona e Malaga, von-
dida a bordo, a saber ; 200 pipas de vinho tinto,
a 101; 41 qiiarlolas de vinho neceo a 995; 500
caixas de passas a % 2 reales ; 450 botijas de a-
zeile a ,3; 400 ennhetes de azeite a 1, 30.
Ein productos do Brasil nada se tem feito.
Cambio sobre Londres sem alterarlo a 41 d. So-,
bre o Rio sacaram-se quttntias de importancia a i%
de premio.
De Buenos-Ay res escrevem que o mercado se
achava sem sortimento, principalmente dos pro-
ductos do Mediterrneo, os quaes experimenta-
ra m urna subida nolavel. Os precos dos gneros
dos Estados Unidos runsenavam-se altos, com ex-
cepcao do arroz e da farinha, que conlinuavam pa-
ralysados. Dos productos do Brasil havia assucar,
arroz, fumo e mate, sendo procurados a aguarden-
te e a farinha.
Dos gneros de Hamburgn havia grande falla,
cm excepran da genebra. .
Os priucipaes gneros do Brasil colavam-sc da
maneira seguintc:
Assucar. Do Rio, o branco, 9-31 a 35; o mas-
cavado, > 23 a 25, frouxo e com tendencia para bai-
xar. Santos, branco, 35 }i ; mascavadn. 26.
Pernambuo, a 25 a 37, conforme a qualidade.
Agnardeute.-^S 1,300 a 1,320 ; muito procura-
da c subindo.
Male.8 26 a 27. Ha abundancia.
Dos productos do paiz liavia falla : as xarquea-
das nao (rabalhavain. As existencias, qno monta-
vatn a 18,000 quintaos, foram vendidaii de 4 a
76. A estes precos liavia "compradores* mas nao
havia carne, nem os xarqueadores queriam con-
tratar por fausa do alto preco do gado.
Cambio.Londres de 65 l|2a 6G|. Pars 82 fr.
a 82 fr. 50. Rio de Janeiro 3(4 a ti .
Olivas.Ficavam a 8 270 }4.
F'rctes.Para Inglaterra 4 para couros seceos.
mi
conduzindo as alribeiras o passaportc de tres bem-
aventurados cidaaoa que querem abancar-e nos
saines da caducidacc.
Mo gosto nflo ton elles. > O senado lie o porto
do salvamento, a a|oscntadoria do viver atribulado
sob a atmosphera dis cousas publicas, que fazcm
hoje o labyrinllio le Creta. Lase cscondem as
paixOes ms e os odos; erige-se um aliar patria,
dianlc do qual secuvnin lodos esses sacerdotes Si-
beranoi, e cada Umpor seu turno enlr a antipho-
na da vilaliciedmle.
Sobeja razSo tem os nossos candidatos quando
buscam fugir do buli.io mundano, das intemperies
da estacan poltica, pira o claiutro do campo de
Santa Auna, trocaud os mares emcapellados que
fazem dar nos recifes pela calmara daquelle lago
de prndencia. ,
Attenuemos, neis, etsas cousas que por ahi vao ;
qual de ns recusara, aps a pcreiirinacao desle vi-
ver aturdido, descaiga' as mol los poltronas daquel-
lcs pacos, longe do va-vcm que nos opprime f...
Que importa pois a procella qtic por ahi vai nos
? Deix.-los a uns clamar que a cha-
lados Argentinos a
- 1
dade e reciprocidade.
Fil assim com escrupulosa religiosidade i poltica
da convenci de 1828, dispensou o Brasil com mao
larga a prolecro que (he rol permidido dar ao Es-
tado Oriental.
Infelizmente as suas intencAes nao foram bem
apreciadas pelos que torearam a direccao dos nego-
cios pblicos daquelle paiz, nem a propria situaran
do paiz foi por elles bem eomprehendida.
As msmas cslpulasOes dos tratados que garauliam
os direilos de todos os habitantes nacionaes e eslran-
geiros, as qoe eslabeteciam bases para o renascimen-
to do crdito publico, garantas a paz e confianca no
futuro dii paiz, foram menos bem apreciadas.
Foi ueste estado de cousas qoe se operon urna mu-
danza poltica naquelle paiz.
O paiz parecen aceitar esta mudanta, o nenhum
eeforro fez para sustentar a causa da presidencia-do
Sr. D. Joan Francisco Gir.
O Brasil nao te julgou obrigado a fazer-sc parte
principal para eeaprelwoder ama guerra injuslilca-
vel com o fim de rcstabelccer aquella presidencia.
Assim o maiidou declarar o governo imperial ao
Sr. Gir quando elle requisitou auxilio de forras ao
ministro residente do Brasil em Montevideo.
Depois desla dedaracao appareeeram alguns che-
fe ea armas e lancaram-se as correras da guerra
civil.
As armas do governo -provisorio truimpliaram em
lodos os pontos em que se mediram com as dos seus
contrarios, c desta dulorosa prova resnltou smente a
perda d moitas vida e nenhama. vautagem para a
causa do Sr. Gir.
Porm no* tres mazas qoe durou a lula a siluarao
da repblica tem empeorado consideravelnienle.
A popalacio j Uo diminuta lea soflrido urna per-
da que excede a quinze mil pessoas uteis.
s emigrados que vinham para a repblica tem lo-
mado oulro destino.
Os capitaes jm prneiniavam a spparecer lem-se
outra vez racolhido.
O commereo acha-se paralysado.
As renda* alias B*c**as esUc-sc consumindu por
antieipacoe* onerosas.'
A divida publica au^menta-se cada vez mais.
Os credore* do todo, m cojo amar o s* encon-
Iram estrangeiros de diversas nacoes, veem adiar-se a
esperaina de erem.pagos.
E, o que he latvez peior do que ludo, as paixOes
e as odie* eivf cada vez mais se enfurecen) pela pros-
cripeao de Imidmu, peto seqoestre de bens, e per
violencias da toda a especie.
Neste estado de cousas que compromelte visiva-
mente i existencia nacional daquella repblica, por-
que aniquila todos os elementos da vida poltica e al
da vidawcial, o auxilio do Brasil, reclamado primei-
raesen* peta presidencia do Sr. Gir, foi reclamado
depon pelo governo provisorio, e he invocado por
lodo* os habitantes parifico sem dislocrao de par-
tidos.
Estas reclamarles fimdam-.se no texto dos tratados
de 1851, e governo do Brasil tem ampenhad* a sua
htfura na xecueio da poltica dettes tratados.
A sua honra* o Seu inleresse liarmonhum-se fe-
ente neste caso noscom os senlimenlos de hu-
manidad*, mas larabem com os-iolcres*es Bagues que tan subditos e retornes de comniercoi na
Repblica Orienta
O govwno do-Brasil, prtenlo, vita das graves
considerac m exposlo, foi induzido a in-
lervir na* negocio*do Estado Oriental.
Ogoverno do Brasila-onlia qao neo lera d*e empre-
gar as sum forjas seoao reqoisico do governo do
Estado Oriento!; mas sm qualquer caso que o faca,
o seu fim usos***tro senoamgurar a existen-
cia do mesmo esl*do,-o exercicio do* direilos de lo-
do sseu..h*Wtanle*,-a paz e o socego publico, e
v eslabelecimento de Um governo regalar e duravel,
dando assim execucao a poltica continuada n. Ira-
lado 1* alliai^a de 12 de onlnbro de 1851.
Ogoverno Imperial er que esta inlervencao, cu-
jos titulas te enconlram na convencSo de 27 de agos-
to de 1828, nos tratado* de 12 de oulubro de 1851, e
no essenciaes inleresse* do imperio, prejodicados pe-
V. Exc sao urna nova e cxpleudida prova dos no-
bres senlimenlos queanimam a S. M. o Imperador
do Brasil. .
O governo dc|K>sila inlaira confianca no procc-
diinento de V. Exc, porque as relevantes qualida-
dcs que o ornam ve nm leal c dignissimo represen-
(anle da pnlilira generosa c magnnima de S. M. o
**~w*ailpr .'..
MINAS GERAES,
Onro-Preto 36 de Janeiro de 1SM.
Acaba de se organisar nesta captol nm collesio
de instruccao secundaria, aonde se devem ensinar as
materias secundes : grammalica e philologia da ln-
gua nacional, lalim, francez, inglez, phlosophia,
rhetorica, malliemaliras elementares, historia e gco-
graphia. Fica reunido ao mesmo collegio on lyceu o
curso de pharmacia existente nesta capital, para o fim
de ser inspeccionado pela directora do mesmo esla-
belecimento.
O lyceu nao he ainda hoje o qno devia ser, mas o
que era possivcl.
Cumpria que fosse um interiiaj*ttargas propor-
es, que podesse ser frequfentado por alumnos de
varios pontos da provincia*, e entretanto nao passa
presentemente de um simples extrnalo.
Mis nao poda ser/por menos. Todas ou quasi to-
das as aulas de instruccao secundaria creadas nesta
capital nao se acliavam providas, por fallec ment ou
niudanra de. seus antigos professores ; os esludos da
mocidade .anda mesmo os de grammalica.lalina, in-
lerrompidos ha muito lempo; a organisacao de um
inlornalo modelo, tal como o exige a illuslraco des-
laijrovincin, necessitava de vasto edificio com as pre-
cisas accommodares, o que nesta cidade nao poda
ser levado a effelo em pouco lempo ; ncslas cir-
cunstancias entendeu o digno presidente mais acer-
tado, e quanto a mim muito bem, fazer um ensato,
reunindo em nm s edificio as cadeiras dispersas,
dando-lhes a unidade la direccao. Com o lempo
avahar as forras do pessoal que escolheu, superar
os obstculos que hoje diflicultam a rrearao de um
intrnalo, e eniao ser a provincia dolada com um
eslabelecimento, n9o s de instruccao, como lamliem
de cducarSo, onde se forme a inlelligcncia e o cosa-
rao de nossos comprovincianos.
O lyceu do Muro l'rcto veio assim augmentar o nu-
mero dos collegios de instruccao secundaria que pos-
suinios na provincia, quasi todos creados ha dous ou
tres annos a esta parte.
Ao todo da rrcario do lyceu desla capital avulla o
rcgulamento da instruccao publica que o governo foi
mares amicos
^a he gcnuiua do governo, e que a discrepancia he
peccado mortal; a mitos a dernonslracao do con-
trario, pedindo suffragns para um pro/ano que nSo
leve a dita (le ser inrliidn na felieittima'Jrindade.
A esto hora em toda a provincia se lauca o dado, e
amanliaa Gregos e Trox anos, no Icrmo do combale
laucaran um ven sobre o passado, visto como era
inevitavel a ecleuma ; ni ni lo eidadao havia na Pau-
lica com igual dreilo ao ao-de-l em questao e
ao embarque para a S4>cri; mas pequea era a
canoa, c diz l o vulgo Buila gente nao cabe na
canoa.
Besta o appello s urna s que, a esta hora, estao
resolvcndo ajtoinandiia. Emquanto nao o azem,
vejam os desllteressadog ya touros de palanque, e
eu aguardo a lardinha pafa rcaistar aapuracaodo
collegio da cidade que esli rrabalhando Deixcrris
pois as mineos (la asscmUa c o montono recita-
tivo dos uomes que a ceduli indica, para lhe dizer
ainda alguma cousa que pr aqui vai. Faco assim
lempo para esperar a apuricao.
Vai finalmente procclcr-se abertura da ra
que dev i: coniinuiiiear o Piques com o Acu. Vi
urna porlaria do soverno mandando autorisar o pa-
gamento da quanlia de WM)->, que j foram entre-
gues cmara municipal.
Vou agarrar-me a algn santo para que a aber-
tura nao fique iwra as calendas gregas. O povo re-
clama a realisaean desla-medida; a lei que atien-
den esta iieccssidadc lat palpitante j he do anuo
passado. Cumpre-mc paranlo que essa abertura
nao se eternise, como ja scismi-fr |rUr-Hue hoje,
com razao on sem ella, d*sf7c(lc todos os fallin-
rios relativos a melhoram^ntos malcriaes da provin-
cia. Isto he urna verdad!; umversalmente reconhe-
cida ; nao me arreccio dlf di/.o-la.
::^TIIairv*lre4u>ae"iTj5e nunca. Vai-se afinal fa-
zer alguma cousa qae revele, o senlimenlo que na
roalidado dominou na proxinria pelo fallecimenlo
S. M. Fidelissima a rainha de Portugal.
O presidente ordonou que se exlraliisso das ex en-
tunes a quanlia de 4008 l>ara se fazer um funeral.
Foi entregue essa quanlia ao padre Molina : vere-
mos que a solemnidade se aprsenla.
Vairse inslallar o novo eslabeleeimcnlo Ti-
vol Paulistano j annunciado pelo corresponden-
te do Mercantil. Bcporto-me ao que l vem no-
ticiado, mas relevar que eu pergunte ao illustrc
collega porque meios se Iransportou aquelle casa-
rao a 12 leguas distante da cidade. Conta-se-me
que o proprielario do eslabelecimento vai reclamar
e protestar contra o clasterio que o correspondente
deu a distancia da rdaric, n igreja da Luz, em cuje
frente se acha o estobeecimento de que fallamos.
O correspondente nao se informa como cumpre pa-
sa-c pela sua poltica, l os seus jornaes, e entre-
tanto para negocios provinciaeS he ohrigada rece-
lar a direcrao do Ouro Prelo. Os-empregados p-
blicos l v3o cobrar seus ordenados ; e, quando se
Irala de negocios urgentes, nao liavendo relaeftes en-
tre Jaguar) e sua capital, fazem os interessados des-
pezas enormes, enviando crrelos particulares sua
cusa.
Esta duas questes vflo dcbaler-sc' na assembla
gcral e eja qual fr a sua solnrao, o que assevera-se
he que os povos da comarca de Sapcahy abracam
scralmente a idea de perteueerero a S. Paulo,, por
Ibes ser evidentemente ventajoso.
Bem lhe dizia eu que o correspondente lo
Mercantil era copista dos periodiqueiros da opposi-
Co. So oslo juizo era meu, agora he de lodos,
visto da maneira por que se exprime sobre o Dr.
Hippolylo. i
Sejamos venladeiros; a oppsieao Iremcu de rai-
xa ao xer a aseonsao do Dr. Bippol) to s altas rc-
gides polticas. Eleilo depujado asscmbla geral,
uomeado vice-presidente desla provincia, cumpria
fcri-lo a lodo o Insto, aproveitando a vinda do Sr.
J. Cactano 'Uiesouraria para dar lesafogo a uses
odios. Foi eniao que vimos o Ypiranga baratear-
Ihe insultos, que aaora o correspondente copia. Pa-
ra mei>tlei)rimii o Dr. Hippolylo, na qualidade
de inspector de Uiesouraria, cudoii-se de elevar o
Sr. J. (Jftano cima de acu merecimento, porque
o elociodc iWimportavao vituperio do outro. O
correspoii vem urna noticia artificiosa soM% a Ihcsourajia de
S. Paulo cerno urna alavanca para deprimir seu
chefe.
Falsa como he essa noticia corre-me o dever de
dizer duas Hnhas.
Nao sou desairelo ao Sr. JoBo Cactano ; reconhe-
ce-seque alguns servloos prestou quando ins|>cclor,
e ucm poilia dcixar de o fazer enllocado na inspecto-
ria, scrvios 'pie outro i|i**ll|lli i prfisfirriajarstsram
nesta auloridade. Nao toram serviros extraordina-
rios; se tacs pareccram, foi i l tusan figurada pelo
ypiranga, porque assim lhe cumpria para dcscon-
reiluar o actual inspector.
Esto he a verdade rcconhccida por todos. O Sr.
Jo3o Cactano fez alguma cousa, e islo mesmo ja djs-
semos em correspondencia anterior. Servicos gran-
diosos, relevantes, que imporiem dizer-se que o
aclual inspector era omisso, nao existem.
Esta Ihesc cu lescnvolvcria amplamcnle se o
pcrmillisse o quadro desla correspondencia. Mas
nao devo Iranspi'ir a sua rbita; limilo-mc a algu-
sabema conveniencia de manter aqui urna* Teixeira, chefe de polica da provincia,
digna de respeito c prompta para algumas O Illm, Sr. Dr. jniz de dreilo chefa de poln
a riiamrtoicvolcTciaTo^^
lavam a inlervencao dcsinlcressada e nobre do Bra-
autorisado arefoimar, c o qual j se acha publicado,
/nmn Vm vnr,'i fin R/in, fi*DM *\ presidencia prO-
como Vm. ver do Bom Sent.
curou conservar n unijHrr^il riilirilfUni i\\lS',
la agilacao permanente das sua* fronteirai do sul. i
por oulrm uusas, ser rocebida pelo* goveroos das
sil como a nica ancora do salvaran para aquella re-
pblica.
A circular dirigida pelo Sr. Limpo de Abreu ao
corpo diplomtico, documento que hontcm publica-
mos, produzio em Montevideo o melhor efleito. O
Commcrcio del Piala, Iranscrevendo-a, accrescen-
la:
: Era natural que no governo da repblica a-
chasse esta poltica um acolhimenlo amigavel; e o
estado |iarifico do paiz preslava-se felizmente ao
desvio de tudo quanlo podesse retardar os elTeilns
desla allianea honrosa, sendo boje um fado positivo
sua benfica influencia no espirito publico e que lo-
mara incremento logo que fr acreditado, como j
esto, o novo ministro plenipotenciario do Brasil.
( Todas as medidas adoptadas pelo governo pro-
visorio da Repblica para facilitar as ulterioridadcs
da allianea enlse os dous paizes tem merecido a ap-
proxacao publica, e sao consideradas de feliz agouro
para a concordia los Orieutoes. Podem eollocar-se
entre ellas a medida que siispendeu o embargo dos
beus le alanos rid.-idaos e a revocaran do decreloide
lianimonln dictado nos lias de alarma.
Sob a impressao agradavel destaa disposroes,
que apagam os vestigios de medidas excepciona'cs c
leploradas, que restitucm ao seio de suas familias
alciiiisckladaose que collora a todo sob a prolecro
la lei, inicia o plenipotenciario de S. M. I. a sua
missAo.
< Ella naturalmente ha de comecar por traba-
Uios conduccnlcs ao fim que se busca de ambos os
lados, entrclanto nao podemos manlcr-nos senao no
que esto na circular que transcrevemos..
Os diasque esperam a repblica sao das serios,
lias le reconstruc.ao, de graves qucslocs de princi-
pios, de Ilustrados trabalhos econmicos e adminis-
trativos.' Porm no meio de ludo isso lia nma con-
fianca nascente na estabelidade da ordem publica, c
no bem senso nacional.
Oniesmo peridico, ao pintar a siluarao larncola-
vel da Repblica durante a luto que receutcmenle
ciisanguentou alguns pellos la campanha, e ao tra-
car o quadro das suas iiece*si < Apresentou-sc a oonporaean cslrangcira, o tal
qual jn he boje condecida, vem depurada at la
sombra de pretences llegaos. He offerecda leal c
generosamente por una narfto ja ligada Repbli-
ca por urna estreita allianea : he dada com vistas
de inleresse commun c prestada pela maneira a
mais fianca.
O Brasil vcmilc novo auxiliar a repblica em
seos graves apuros finaneiros ; veto ajuda-la afim
de que se lomen, pralicos os principios constilucio-
naes que devem rcg-la; vem contribuir, e nislo so-
bretudo tem o assenlimento pubtiro a poltica do
imperio, para que se eslreilotn os tocos de ronfralei-
nidade entre todos os filhos leste* solo ; vem em
siimma dar elementos naeionalidade oriental, pa-
ra <)iie ella se lesenvolxa piospen-, para scasse-
ciirareiii seus destinos, para tornar lougcii'oo sen
l'uliu-o. E islo faz o Brasil, abracando previdente-
inonlo o futuro, e roni(irehendondn que quanlo faz
agora pela joven repblica cujos elementos de pros-
peridade estao hoje aniquilados, por ter tido a des-
arara de soffrer as calamidades iniciadas em 1843,
lalvez Ibe possn sel- retribuido pelo Estado'Oriental
no correr do tonino, piando elle fruir dessa niesina
IN-nsperidodo era que o seu visnhs se acha hoje,
eraras serie de anuos paeiliros que lemaozado.
Nao lio partir meramente de fugazes e le
equivocas declaraeoos diplomticas o tirar dedneoes
favoraveis a poltica sao e dcsinteressada niamente
iniriada na repblica vinda de um minislro diplo-
mtico do Brasil. Conjuntamente com as inslruc-
coes dlhia a seu laioislro, dirig o Brasil a todas as
potencias amigas trma circatoj-nue lhe far sempre
malta honra, c que Iranquillisarue-Jorlale era o pa-
Iriotsmo Iqs filhos do Estado Oriento!.
O governo oriental convocou asserabla geral
para o dia I." de mitreo prximo futuro. As eleicoes
deviam ter lugar hontem.
Ko dia 13 do mez passado fallecen o general D.
Fructuoso Rivera, em Cerro Largo. Os seus tespo-,
jos murtaes foram conduzidos para Montevideo; on-
de o governo lhe maudou fazer pomposas exequias.
De Buenos Ayrcs nada ha do inleresse. Da* pro-
vincias to interior annuacia-se que Gutierres, go-
"TrlHryWJuc foi talvez a primeira le de instruccao
que decretaran) as assemblas provinciaes do-im-
perio.
NSo cabe nos limites de "urna caria particular ana-
lysar o syslema de um regulamenlo de lana magni-
lude; eu pois o remello para o n. 196 do Bom Sen-
so, onde elle se acha publicado.
A secretoria da presidencia havia sido organisada
em 1834 ou 1835 ; nao era prtenlo possivel que po-
desse funecionar bem hoje em dia com o augmento
progressivo do expediente reclamado pelas necesida-
des doserxico sempre em'augmento. Era preciso
^lar-lhe nova organisacao, e he o que acaba de fazer
o Sr. Vasconcellos com o regulamento ltimamente
publicado em o n. 19?do Bom Sent.
Ao lado desses trabalhos da reorganisaciio cami-
nham acceleradas as cxplorac,oes necessarias para a
abertura das vas de communcacao qrfS se pro-
jectom.
Hoje l parti o presidente para examinar pica-
da da estrada da Itiliaia, que tem por fim encartar a
que se dirige dsta capital para essa corle ; e segun-
do lenho ouvido a algumas pessoas de Qucluz, a dis-
tancia ainda mais se encartar se a estrada que se
projeela deixar em sua prolongarlo a um todo o ar-
raial do Ouro Branco.
Po-jDorteria de 21 do correnle o pralico Francisco
de Paula Faria, indicado pelo Sr. Monlevade, foi in-
cumbido da abertura da nova picada para a cons-1
Iruccao da estrada em directo i provincia do Espiri-
to Sanio, a qual picada deve seguir do Sacramento
Grande em rumo do corrego do Bananal na antiga
aldea de Paulo Caraiba, desla do Tevao as cabe-
ceras do riberao do Qaeiroga, d'alli ao rio Cuielhc
em rumo s suas verlento para os ribeiroes Jao
Pinto e Ilatiaia, seguinds a encontrar a picada que
xai sabir no rio Mauhuass.
O" pralico promelle que estes Iraballios estao con-
cluidos deulru de tres mezes.
Perpelroo-se no municipio da Pomba nm ho-
micidio atroz, revestido de gravissimas circumstari-
cias.
Antonio Jos do Carmo assassinou a sen lio, Ma-
noel Pires do Carmo, fazendeiro abastado e maito es-
limado petos suas boas qualidade, o qual havia cha-
mado para sua companha, casando-o com urna sua
atildada a quem eslimava como filha, e pretenda fos-
se sua herdeira. Sobriobo e lio viviam sob o mesmo
tecto, e erara socios nos lucros da fazenda.
Estando Pires do Carmo em companha de alguns
amigos que se haviam hospedado em sua asa, cabio
victima de um tiro que lhe fra disparado pcloassas-
sino, o qual lhe corren em cima e acabou de o malar
com a coronha da espingarda.
Depois desle alleutodn prucurou a viuva, sem du-
vida tambem para assassioa-la, e como a nao encon-
Irasse, nveslo contra a propria mulher, disparando-
lite um tiro que por feliridade nao acertou.
Eu vi este homem na prara desla cidaile na ucca-
siao em que ia ser rccolhido cadeia. Vinha a ca-
vallo, e pareceu-me insensivel como unta estatua.
Nao diva f de cousa alaunia ; a par* onde o cou-
duziam.como um aulomalo.
Pergunlei por elle ao cali la escolla, e disse-me
que fura preso depois do allantado, em sua propria
cama, brincando cohi um filhn ; que durante a jor-
nada nao dissera palavra, que pouco o nada coma,
a sollra por vezes ataques de*rnvnl-oos que o deixa-
vam quasi morlo.
Dev.i dizer-lhe que se allribue o hointeidin perpe-
trado ao nlenlo de impedir que Pires lo Carmo re-
vogasse o testamento em que o deixava por herdeiro.
sendo que elle ia reformar o testamento por lhe.ler
fallecido o pa'. Mas para que commclter o attenla-
do i visla do prnprio escrivao e mais pessoas qae se
acliavam conversando com o assassinado ? Para qu*
disparar um tiro na mulher ?
Nosei : o tribunal competente decidir como lhe
parecer de juslica. (Carta partatlar.)
ra transmitlir suas milicias a empreza, e involunla-
riamenle compromclteii o pobre cslabclccimenlo
doTivoli. Ocorrespondcnte eslava talvez peusaudono
madamismo santisla, di que se mostra tao afliroa-
do cm suas rartos. Dou-lhe razHo.
Continaam as diligencias do Dr. Furtado para
acabar com as Irapacas que ahi se veni [diariamente
na gencralidadc das hibernas. Varias revistas se
tem passado em diversos gneros de algumas rasas ;
aquellos que o dclecado enconlra cm estado cor-
rupto vai initilsando. Eu que nao me arreccio
de censurar o Dr. Furtado, quando pens fazc-lo
en ni j ustin, i In u-lhe n, embolas pelos aturados ser-
vicos que ltimamente tem feito ao povo da capital.
Pul>|ir^-j(e a seatonra do collegio da capitel
mas palavras para destruir o que ha de inexacto em do_ac-c a Prcj"^ qu-c-soll
notieias que o correspondente Irans^WeT i
O Sr. Joao Cactano veiivrixaminar a Uiesouraria,
e^swit-ou'rastirndofornialiiladcs que lhe deram
uomeada cm urna cidade pequea como de- S.
Paulo. Onlonou que os continuos da Uiesouraria es-
livessem alerto n entrada 1c sous clicfcs, para Ihes
corrercm os reposteiros, formalidade a que os chefes
al cntao nao altendiam. Ordcnou que cada chefe
de seccao tivesse rampainha para chamada dos con-
tinuos, fez marcar o papel do expediente, o expedio
certas ordens rcgulamcntores. I^mbrou, he verda-
de, a disposirao de algumas lcis relativas entrada
de di nbeiros; islo dizemos, para que se conven;am
que nao esqucccmosalgunsscrvicos que elle prestou.
Fez aimla mais: aclvou a entrada de dinheiros
que existiam cm posse de um on outro collcctor, e
proxiilenriou em onlcm para qae se execulasse al-
guns collectores. Mas desde qne tomou posse da
inspectora, quando Dr. Hippolylo se relirou para
o parlamento, morreu toda a actividade do Sr. J.
Caelano; ja nao era o mesmo homem. Desafia-se
a lodosa apresentar um s collecter e'xcculado nes-
te iMira.j nm s serv^co extraordinario leste se-
lior. Uni cm cstognarao ; nao freqneolava a
esouraria murria a activ;idade; mas ganhou fa-
B
I. "
rana, mot
deitou-te a dormir.
reccram eleilorcs, ofierocendo o seguintc rcsultodo:
Commendador Silva '....... 46
Consrlhciro C de Campos.......45
Dr. Nebias f........jg
Dr. Jos Mauoel. ....... 9
Brigadciro Tobas. ......... g
Juaquim Floriano.......... 6
Dr. Ramalho............ (
Cunean Joaqui 111.......... 2
Deu-se questao de separarlo de votos. Foram con-
demnados a desterro vol de tres .eleilorcs de S.
Bernardo, que volaram assim :
Dr: J. Manoel........... 3
Brigadero Tuinas.......... 3
Dr. Pacheco.......'.... 1
J. I'lnriai 10 .... ....... \
Dr. Ramalho.......... \
Deu-se o faci de inn pleonasmo engracado, ap-
parecendo o excesso de nm clelor de Santo Amaro,
cujo voto nos Srs. Caruciro, Nebias e Silva tambem
leve a sortc dos de S. Bernardo.
Caiisou grande expecla;ao a votacao do Sr. Jos
Manoel, pois contova-se que leria 20 votos.
J alguns vaticinara mal sobre sua entrada; mas
eu que sou um tonto pvrrbonico digo que esperemos
pelo resto. Nao gosto le logmatisar: he por isso
que devo dzer-lhc que as potencias cleiloraes eslao
conlrahalanradas e de quasi lodos" 03 pontos da pro-
xinoia chegam declaracocs de adliesito ao candidato
avulso. Me pareco pois que nao erro quando digo
que s concebo um caso em que seja impossivel a
entrada do Dr. J. Manoel, se o governo geral decla-
rar expressa e formalmente que a chapa tal qual se
v orgaujsada he sua protegida ; eniao as cousas
mudante lalvez de fcirao, pois bem sabemos ns o
alcance dessa influencia: a experiencia o confirma.
Est de volia da provincia de Minas Gcraes o
Dr. J. A. Pinto Jnior, para onde fra afim de ac-
cusar os assassinos lo senador Jos Benlo. Ainda
leste vez ficou o negocio adiado, erri consequencia
de nao ter sido o processo preparado em lempo pelo
juiz municipal supplenlc, fulano Maxer.
He nolavel que, leudo sido assassinado ha 9 annos
mais ou menos um homem de tilla importancia,
sendo que os assassinos, segundo se diz, sao tao co-
uhecdos, cnlrctoulo esteja este crime ainda impu-
ne. Convni que esto questao tenha urna solucao
qualquer, para que nos convengamos que asegu-
ranca individual he urna realjdadc cutre ns.
Fallando cm negocios do Pouso-Alcgrc, uolicio-
lhc que tem sido publicadas nesta cidaile varias re-
presoniaoe.es los povos da cmara le Sapcahy, di-
rigidas assemblca desla provincia, afim le que es-
ta impclrc dos poderes gcraes urna lei annexando
aquella comarca provincia de S. Paulo.
Esta annexacao, segando ouco dizer, he urna ne-
cessdade indecluavcl daquelle lugar. Aquella co-
marca dista pouco mais le 20 leguas desla capitel
11 entretanto que de Ouro Prelo dista para mais le
TodosV sens producios sao exportados pelos
fEso epitome ilaadinnistraoSo do Sr. J. Caelano;
appellamos para o lestcmunho de todos os emprega-
dosda theseuraria quede sciencia propria podem
jurar. Masconvinlia opposra elevar o Sr. J. Cae-
lano, c oSr. Dr. Ilippnlvto foi victima das arguicites
as mais revoltontes que a consciencia pode sentir.
Oulrosim nao he exacto que a Uiesouraria seja a
morada da madracaria e preguica. Dcsculpamos a
censura do correspondenlc, visto que lhe umpre
dizer isso para atacar o inspector.
A thcsQuraria de S. Paulo marcha sob loda a re-
aularidade. Tenho hons fundamentos para dizer,
que seria para desojar que as Ihcsourarias de todas
as proxiucas marchassem no mesrao p da le S.
"Tl'fa nlUdl1 uslH VITO
\ n.isis juvuimi ji
S. PAULO.
4 de feeereieo.
O sino la eathedral este chamando os fieit ao Te-
Deum que vai Iluminar os soberauos eleitos de
povn. i
Ahi vao corlando as praoas era todas as drecce*
para abordar o templo, os soberanos de um dia,
80.
pollos desla provincia, com quem nutre estrellas re-
laefies. Pertence a >ste liispado; se todas estas ra-
zesuao fossem bastante*. er%de ubejo o gen atrasa
para justificar um lal medida. Os povos quo estao
alm de Sapcahy aventara agora a dea de urna
nova provincia ao sul lade-Minas; porcm que van-
toaons se podeni colher to urna provincia pequea
balda de recursos, c subrecarregada le necessidades?
A idea da annexacao, nao obstante, tem um apote
coral, e al mesmo os (impugnadores da nova pro-
vincia rcconheccni a ulilidado lesla niedida.
De una memoria sobre a diviso da provincia de
Minas e crearan de nina nova, ha |iouco impressa
ueste cidade, extractamos o seguinte trecho : l'o-
rem os males que em ceral soflre a nossa provincia
(a de Minas) de sua m administraran mais se fazem
sentir no sul. O norte e o occidente estao o vados do
mesmo mal, mas consolara-so ou resignam-se vendo
que nenhum modo tem de livrar-se dclle. Mas o
sul, que por sua vizinhanca com S. Paulo muito
mais vantegeus colheria de estar reunido a este pro-
vincia, jalga-se com mais dircilo de acabar suas
desgracas. A administraran do sul de Minas seria
mais bem organisada se fosse osse l'eila pelo gover-
no de S. Paulo., A villa de Jaguary esto a 20 le-
cuas da capital de S. Paulo e 1 quasi 80 de Ouro
Prelo; com a primeira faz o sen conimercio interes-
sao seus empregados. O Dr. Hippolyto he superior
ao Sr. J. Caelano, que he sem duvda hbil conta-
dor ; mas, nao conheceudo a jurisprudencia, nao era
apto para a decisao das materias em que se faz jnis-
ter eonhecer o direito patrio c as rearas da herme-
nutica para applica-Io aos casos omissos, tao fre-
quenles em nossa locislario. mrmenlc na especial.
Ora, seo Sr. J. Cactano era hbil inspector, ci-
ma ilrlh; rstno aclual, que tem um, pergamiuho, e
dispensa inlervencao assessorial, sendo-lhe inferior
apenas em materia de con lbil 1 lado, em que, todos
rccouhcccm, o Sr. J. Caelano falla de cadeir.'
Encare-sc os uniros empregados de primeira pla-
na. Temos habis contadores, ru exerecra suas
fincres satisfactoriamente. Os Srs. Jos Xavier c
Jaime nao cncoiilram um s homem que note desvio
em suas reparti;Ocs, cujo mecanismo marcha de-
baixo la maior rcgularidade. Em todo sse cortejo
le presidentes que lio governado este provinciaj
um s nao houve que desconhecesse o telcnlo destes
contadores. Os seus livros ahi csiao para quem
quizer ver.
Os chefes de seccao sao homens experimentados
cm louca Carreira de fazcnila ; empregados como os
Srs. Porlilhc, Varclla c Val honram a Uiesouraria,
bem romo seus subalternos, culre os quaes mcre-
cem especial menean os Srs. Lourciro, Hygiuoc
Manoel Euphrazo, cujo comporlamento na contado-
ra he al tostado pelo Sr. Joao Caelano.
Se olharmos para a Uiesouraria gcral, ahi vemos
os empregados Saulos, Cruz, Carvalho, c Egydio.
A aplidao de lodos esles senhores he atlestada pelos
seus trabalhos l mesmo as reparticoes la corte.
Ai v o correspondente que foi menos exacto cm
seu juio quanlo Uiesouraria de S. Paulo. Eu, que
tomhcm noticio para a corte, era obrigado a desfa-
zer as imprcsses que por ventura fizessem falsas
noticias.
E Vm., Sr. Redactor, tolere a dicressu, que era
inevitavel, viste que lhe devo dar cenia de lilo
aquillo que por aqui vai de alguma uota, quando se
qiter desfigurar os toctos.
y Foi nomcado substituto do juiz de lireilo o Dr.
Bernardo Avelino Gaviao Peixolo. Sem querer les-
couheccr o mrito do Dr. Franca, applaudo esta 110-
nieaoao, cm que o Sr. Josino at leuden o saber c pro-
hidade. altrihulos que lodos reronhecem no Dr. Ga-
viao. Eslc scnhor, filho de una das priucipaes fa-
milias le S. Paulo, ajudado pelo sen talento, tem
feito urna bonita carreira na magistratura. Damos
os emhoras ao nosso patricio.
Acalio de receber a apuraran da cidade de San-
tos. Ei-la:
Dr. Nebias c. ........* 14
t'.onselbeirn Carneiro t....... .13
Coinmeodador Silva.........9
Dr. Jos .Mauoel............ 7
Collegio de ,S. /loque.
Dr. Nebias..............21
Comntouitodur Silva.........21
Consellieiro Oiriiciro ......... 13
Dr. Josa- Manoel...........8
Al breve. (dem.)
m
providencias deu elle tambem afim de fazer-sc por
adraiuislracao a ponte do rio Coxip, cuja cnnslruc-
cao, sempre mal acabada c defeituosa, linha cusa-'
do grandes sommas provincia.
NSo posso deixar le insistir urna e mil vezes pela
necessidade de muito seria altencao la parte do go-
verno imperial para sobre este provincia. So taese
too clamorosas as suas preciscs, e lal a falla em
seos recursos, queso a solicilude do gavarno supre-
mo nos pode valer. Nao temos por ora um chafariz
ou fonte, ou cousa quito va Iba, que nos tornera a
agua de que necessitamns, nem too pouco meios pa-
ra o conseguir,
A nossa guarda nacional nao se acha armada, e
lodos
forc,a
emergencias. O nosso presidente se ha entendido
(ifllcialmeiilc com o governo, mas eu temo que tudo
fique em informaces e esctorcciincnlos. F'az-se um
pedido, e all vao tres mezes para que chegue a essa
corle: dahi pedem-se nformacOcs c ahi vao tres
mezes para que aqui chegue a ordem; responde-sc
a exigencia do governo, c ahi vao uniros tres me-
zes ; comecam cntao as inforraar,es e consultas, no
que vao mais Iros nie/.es; iniida-se o rniahterio, c
ludo someca de novo, sem que afinal apjtsrrea al-
gn) resultado! Este estado de cousas he inlole-
ravel 1"
Os ofiiciaes da guarda nacional rcuniram-se, c fi-
zcram' urna subscripcao, que produzio 3:0004000,
para organisar urna banda le msica que dover
servir em lentes os corpos te capitel. O negociante
SouzaNcvcs, queja seguo para- essa corte, levou a
maior parte do diuheiro, afim te rcalisar as acqui-
sicOes conveniente. A nica msica que aqui lo-
mos he a do corpo fixo de caradores, que serve cm
ludo e para ludo; isto he, excrcicios, paradas, guar-
das, recolher, acompanhar o SS., etc. O mellmr
inslrumcnto que temos he urna clarinete que serve
desde 1835. Veja que lal ser ella! Fa<;a idea do
mais!
O servido ds rlrjjps he mal satisfeiui ncsla pro-
vincia, c as actuaes circumslancas do paiz os in-
dios d que lano ella abunda c que se acham dis-
persos por toda a sua superficie, sem se acharem al-
dcados, devem merecer lo governo prolecro e
lercssc. Elles conslitucm urna terca respctavcl de
populacho com a qual se poderte contar cm mais de
um caso. Para que servem 3:0093 consignados para
semelhanlc ramo de servico" Nao sera isto digno
da mais seria atlencao
He indispensavel que o Sr. minislro da
atienda aos serviros prestados pelos inferieres e ca-
detes dos divirsos corpos leste prov rcia, p'romo-
vendo-os segundo elles merecem. liada mais duro
sonrejujrinferior que tem
servidos, com bom com-
porlamento civil c militar, quando mu i tos sao pro-
movidos apenas contara os seus dous anuos de ser-
vidos, doce e suavemente prestados nessa corle, ou
cm mitras,capitaes! Posso citer-lhes como exem-
plo os honrados 1 sargento Filippe Mondes, rom-
mandante do destacamento do imprtente poni
chamado l'iqiii i, que conte mais de 30 annos de
servidos.
O sargento-brigada, Joaquim Duarle Ribeiro, com
mais de 18 annos de servicos, o vazo-mestre Vidal,
o 1" cadete Nuno Anastocio M. de Mendonoa, lodos
de caradores; o cadete sargento-brigada Ma'.beiros,
o I" sargento Jos Joaquim Rodrigues Pntente, de
arlilbaria ; c finalmente os cadetes Mosquita c Joao
Chrxsnslumo Moreira, sargento-brigada I sargen-
to de i-avallara lodos com mais de 17 annos de
servicos prestados, j como eommandantes de les-
tacamenlos de diversos pontos importantes desta
provincia, c quasi todos rasados ( excepto do sar-
gento Vidal e do cadete Malheiros com numerosa
familia, e gozando a estima dos seus superiores e
dos seus patricios.
Para que os filhos desla provincia sejam promovi-
dos he necessario que vao corle, com o fim ou
pretexto de estudar. Os qne l n|o vSo, c qne se
acham aqui onerados de familia e ntftcssidadcs, na-
da conseguem. Cilc os que. cima mencionci como
os mais conhecdos, pois que existem mudos as cir-
cumslancas de ser 111 promovidos.
0 honrado tencnle-coronel Benlo Jos Leitc de
Faria, que dignamente inspecconou os corpos testa
provincia, encontrn faltas superiores a 3:0003000
nos cofres de arlilharia, c isso provavclmcnte se de-
ver adiar mencionado em seu rclatorio. Nao consta
que.se tenha dado a semelhanlc respeito a menor
providencia. Tenho ouvido dizer'que se ogoverno
prestar atlencao aos relatnos lo dito tenentc-co-
ronel, limites lerao de responder a consellio de
guerra, c outros ao de iiiquiricao. O pie hevenla-
de, c nao se pole negar, he que o corpo de carado-
res lem muito uccessidade de limpeza.
Paro aqui por este vez, conclaindo esto minha no-
ticia rom parlicipar-lheque os actuaw vereadores|da
nrtiaucipni.......-|ui.nsanslwzcm Trraran-
ctora;.1o do motivo, Lourenr* Jusliniano Pereira dos
Santos, por insultes, e os marujos Jbhn Smlk, Hen-
ry Jansen, John Hansctte, lodos por desordem ;
ordem do subdelegado da freauezte de S. Antonio, o
prelo Joao, escravo de Joao Hcnriqoes da Silva, por
liavcr quebrado a cabera a nm menor ; e i ordem
do subdelegado da freguezi* de S. Jos, Joaquim
Jos da Silva, por djtordem, c a pretaCandida, es-
crava de H. Lins de Barros, por andar fagida.
Dos guarde a V. Exc. Secretaria da polica de
Perntmbuce 17 de fevereiro de 1854.Illm.e Exm.
Sr. conselhciro Jos Benlo da Cunha e Figueiredo,
presidente da provincia. Cuiz Cario de Plica
ira da
provincia manda fazer publico para conliecimento d
quem possa interessar, que cadeia desla cidade se
acha recolhido o prelo Caelano, que fui preso pela
subdelegara da freguszia la Muribeca, na supposi-
cilo de ser escravn e fgido; c devendo a pessoa qqe
se julgar com dirailo ao mesmo prelo solicitar a su*
entrega por esto repaiiirao mediante documentos
comprobatorios de seu dominio.
Secretoria da polica de Pernambuco 17 de feve-
reiro-de 1854.
COMMUNICADO.

!
tilosamente a seus deveres, esmerndose por sup-
prirem com sua solicilude c patriotismo a deficien-
cia de recursos para odesempenho de suas melindro-
sas funrres.
A provincia esto em paz, e nao me desruidarei
de lhe referir minuciosamente quanlo sobre este ob-
jeclo lhe possa interessar. (dem.)
(Jornal do Comtnercio.)
PERMITO.
MATO-GBOSSO.
(uiqb, 23)fe oulubro de 1853.
A1 lupiaiidn o costme que vejo pratirado pelo seu
eslniaxel jornal em rofereiicia a nutras provincias,
cu ouso recorrer sua hondaile afim te dosiin.u mi.
alguniiis do suas linhas para fazer chegar ao ronliori-
menlo do paiz alciiinasoccuririieiiis desla provincia,
cuja verdadeira siluarao sobroinaneira deve interes-
sar ao publico.
Procurarci encarar sempre oestoitedeslaproviuria
peto que respeito a suas renes necessidades e conve-
niencias, sera resjieilo a intoresses iudividuaes ou a
partidos, que a fallar a verdade neste provincia a
a cerlos respeito naa existem.
He cscusado dizer-lhe que a provincia continua sa-
lisfcila com o Sr. Levcrser, que sua illuslraco c
independencia rene o mais decidido empenho cm
bem servir os povos, que d mesma sortc era nada
lhe ficam dcvwlnres, porque o aniam e respeilrm
com inenulestovel reeonhecnienlo. Acaba elle ago-
ra de chegar da freguezia d Livrameuto, distancia
le sol teguas tiesta capital, onde foi examinar a
conclusao das obras da wreja matriz. Enrgicas
COMARCA DO BREJO.
Brejo da Madre de Baos 19 de Janeiro de 1864.
Hoje aqui chegou. com destino i comarca da Boa-
Viste, o capitn Manoel de Campos Leite Venteado:
este digno militar que tantos servicos tem prestado i
esla comarca, e a Garuar. Quando aqui estove com-
mandando o destacamento em 1850, foi um model-
lo de prudencia, e zelo pelo servico. publico. No
Bonito e Caruar lornou-se ama forte columna, a
cuja sombra marchou sembr intrpidamente a *.-
jo policial. Finalmente no Allinho onde ltima-
mente exerceu proveitosameole a subdelegara, cons-
tituio-se a imacera viva da lei na represso do crime.
Nao contente com as diligencias que pessoalmenle
faza, deprecava para toda parle ; desorleque expur-
gou aquella freguezia dequantos facciuorascoslu-
mavam laurear por atli a Iritle vida. Muilo acer-
tou S. Exc. em approveitar aquella espada circuns-
pecta e honrada para aquella delicada commssaa.
No dia 7 no lugar Sapatos desle lermo.um guidam
de nome Deodato de tal, espancou cruelmente a urna
pobre mulher Manella Mara. Consto-me que esto
sendo prucessado por denuncia do Dr. promotor.
As chufas, se bem que parcialmente,nao nos fal-
taram no infallicel Janeiro.
Dou-lhe tambem noticias de Pesqucira, onde ha
poucosdias andei ( nao na villa, bem'Entendido):
Esse termo 11'este mez que corre, tem gozado de
completa paz ; grabas ndole pacifica dos seus habi-
tantes ; he a actividade do Dr. Miguel Archanjo
Monleiro de Andraie, juiz municipal e delegado
daquelle lugar.
No da 7, fugiram 3 recrulas que eslavam de con-
serva na casa para islo destinada. Ja me disseram que
o promotor denunciou o Bom-Fim,{carcereiro interi-
no) que este em maos leneflet.
Em principios do correnle, na occasiao em queo
carcerero abra a porto da cadeia, fugia um dos presos;
approYeitando-se do pasmo do Bom-Fim, outro deu
as gambias ; aqui temos o nosso Irancador, exbafo-
rido gritando por soccorro que nao encontrou
visto como fcilmente ninguem se enconlra por aquel-
as ras elegantes, porm desertas. Eis se ao quan-
do chega o primeiro passaro agarrado pelo segundo,
que s satura para aquella diligencia. Se este faci
nao he original, he pelo menos exlraordjnario. Que
lhe parece Vmr.
Antes de ultimar esla, v mais uina nal iria-uha
que acabo de ouvir.
Ha das chegou esta villa (do llrej*', < lente
coronel Joao Gomes da Silva Cumar, delegado do
l.imoeiro ; vnha recorrer de urna pronuncia sobre
crime de daino que soffreuum lal sicrano, quecon-
inava com Ierras d'elle Cumar. L vai a historia
como me eonluu pessoa sizuda :Tendo o Cmarii exa-
minado o rumo da dixisao dassnas Ierras, cindieceu
qne estas abrangam urn casebio e cnrral de seu vizi-
nho; toleron al que este abusn do favor que se lhe
faza ; o Cumar entao kepois de instar para que elle
levantaste barracas, mandn arrancar-lhe a cerca do
curral, par* ver se esporando-o assim, osojeito dava
de si : disto constova o processo, queja havia cadu-
cado por pao ter o queixoso offerecdo o libello no
tolal das 24 horas; de sorle que houve baix na cul-
pa sem precisar do Sr. recurso.
^leoe. (Carla particular.)
HEPAHTICAO' SA POLICA
Parta do da 17 da f***rro.
Iltm. e Exm. Sr.Parlicipo a V. Exc. quedas
parles hoje recebidas nesta reparli^ao, consta terem
sida presos:* ordem lo subdelegado da freguezia
de S. Fre Pedro Goneatves, 11 parda Vicencia Joa-
quina do Sacramento e Rozalina Catharua de Sce-
ua, ambas par correccao, o pretq Antonio, sem de-
O contrato fias carnes verdes.
No artigo anterior respondemos aos argumentos
pessoas, com que o Liberal se havia dignado, em
seus numero de 31 de Janeiro, 1 e 3 de fevereiro cor-
renle, mimosear-nos. tratando-nos um pouco desa-
bridamente ; todava respondemos.com a moderacao
e respeito, que tributemos asesen mui illuslre redac-
tor, e Dos permita que nunca se rompa essa cadeia
de mutua urhanidade, que por ora nos preude, ao
menos por nosso propro decoro, quando nao seja pe-
to decencia publica. Agora trataremos das outras
objecres acerca do nosso primeiro artigo, e respon-
deremos um por um a todos os argumentos de que
se servio o Liberal no exame da queslo das modi-
licariies de 13 de dezembro ultimo. Entremos cm
materia.
No Libera^t^\ de Janeiro,"aTem dos argumentos
pessoaesyaqueja demos cabal resposto, apenas se di-
urna ohjeccaoi que para nao reprodazi-la por
tenso, lomaremos o trabalho de recapitular. Fo-
ram as mullas, pergunla o Liberal, justase legitimas'.'
Diz que nao emtle o seu juizo, porque a questao fu-
ra decidida pelos julgadores, qae a apreciaram, islo
lie, pelo arbitro do governo, pelo proprio governo, c
pela commisso nomeada ; e neste caso nao pode ad-
mittir o nosso juizo, porque elle encerra grave censu-
ra a todos quantos foram encarresados da .respectiva
decisao, e consla-lhe que o Dr. juiz dos frtos d fa-
zenda proferir a este respeito urna senteqca, cojos
fundamentes eram inabalaveis.
Continuando no mesmo assumplo, diz mais o Libe-
ral, que a questao das multas he cas decidido, e qoe
nao pode a este respeito admiltir di.<
Este modo de argumentar tm seus viso tismo oriental, porque o Liberal nSo adm
sao alguma, islo he, da nossa parle, mas elle conti-
nua a discutir, fundamentando esta sua negativa ab-
soluto, cm que o presidente se hada conformado com
o julgamenlo do Sr. Dr. Vicente Pereira do Reg.
Depois acrescenta, que a. absolvilo das maltas he
inexplicavel ensuslenlavel, sendo ellas justas e le-
gitima (morreu o Neves !) tonto que nos ratate a
deduzimos da illegitimidade e injutlica delta ; cu-
ja argumentacao nao podo proceder, porque se as
maltas eram justas e legitimas nao poda o presiden-
te consignar no novo contrato a absolvilo deltas
(veremos.)
Mas, que tem a illegitimidade das multes, pergun-
la ainda o Liberal, com as modificarOesdo contrato '.'
O que se segu, responde elle, he qoe sendo as inul-
tos legitimas e justos, as modificarles reclamadas pe-
las necessidades publicas se deviim fazer no sentido
de garantir a popalacao contra novas infracefies, e
nao no sentido de ser anda mais protegidos os con-
iraladores.. Ento, diz inas o Libtra\, que o pre-
sidente amnistiara os conlratadores caro a modifica-
cao do contrate, mas que esse acto, todo pessoal a S.
Exc, em nada po lia offender a commssao, que opina'
ra cm sentido contrario ; e jae quando os conlrata-
dores exigiram Como condicao essencial do novo con-
trato a absolvieiio das mullas, foi eertemente com o
intuito de allegar a injusli(a e illegitimidade deltas,
mostrando que o presidente fura precipitado quando
aellas os condemnou. ,
Neste ponto exclama o Liberal com lodo o enlhu-
-iinino dn lijtti^g^t cntn-**' f. f,r4ialU.^.H.
imaginadoa S. Exc. cabio na rateeira, ene com
todo o direito, que o Jaitas hoja allega a juslica das
moilificacoes pela injilica das multas. Bem feito !
mais mereca o Sr. presidente, u Aqui s ha urna pe-
quea diuerenca, peguenissima, e he que allegamos
justamente o contrario, isto he, provamos ate a evi-
dencia a injuslija das multas pela juslica das modi-
licaces, juslija recouhecida pelos tlous pareceres da
commisso de inquirilo, e pela lei del3demaio,que
autorisou ao presideute da provincia a faze-las como
juteasse mais conveniente.
Eis ahi tudo quanlo contera o ura,eu| seu nu-
mero de 31 de Janeiro ultimo, acerca do contrate das
carnes verdes. Alaqui o Liberal, agora he nossa
tarefa. Juramos por lado quanlo ha do mais sagra-
do que, se ha sacrificio alem de lmto% encarc-eimento,
qo mais nos pese neste momento, he a continuaran
desla polmica, tao fastidiosa pelo seo enlrecho, co-
.mn intil pela suas multiplicadas repetirles.
Felizmente aproxima-se a qaaresmn, ser toh*z
para naSs levado em confa de penitencia todo esse in-
menso Irabalho, se fizermos, como esperamos em
Dos, um bom acto de verdadeira conlrcco. '
Vctor serio, e raaos ,1 obra. O Liberal- nao ad-
mita mais discossao sobre a injusticia das mullas,
porque este caso j fiira decidido pelos julgadores que
o apreciaram, islo he, pelo arbitrario governo, pelo
propro governo, e pete commisso lomeada. Muito
bem ; mas quem he o arbitro do soverno :' 3m*da^**aMi
vogado nnraeado Ou escolhido pelo mesma^tTverno
para dar o seu parecer favor do fisco ; este juiro es-
t con Irahalanrado pelo que enjilli o arbitro dos
fornecedores. tambem oulro ad vogado para dar o sea
parecer a favor do contrate ; qiianlidades guaes,
urna positiva c a outra negativa, que mutuamente
se dcstrem. Quem he o governo ? he o presidente
da provincia, juiz arbitro, creado pelo mesmo con-
trato, de quem s recebcu jurisdicrito para isto, pe-
lo proprio contrato dizemos, cm quo'foi parte con-
trtenle cm nome da lei, isto he, era juiz parte ao
mesmo lempo. Pois bem, lai a esse juiz loda pro-
bidade, loda a honesldade e inte,reza qu qui-
zerdcs,o sonso commum sempre o averbar de suspei-
lo sem oltensa de sua honra : entendis ?
Em quanto committuo esB o liberal perfecta-
mente enganado.porque cm nenhum de seas dous pa-
receres diz urna s palavra sobre malte*, oem devia j.
faze-lo,porqae era questao pendente sobre a Joal sc
ria imprudencia aventurar juizo nterpado. Pelo
contrario, reconliecendo a mesma commisso a ne-
cessidade de modficac.Oes o contrate pela escassez do
gado em vlrtude do vento prolongado, que hacia
concorrido nena e em outras provincias para ac'
retlia desle e de outro gneros alimenliciat, havia
reconhecido igualmente a erislcncia de um caso for-
tuito, e por eonseqaenca de terca raator. Se hoove
forra maior, e se 1 falla dos fornecednresdeu-se de-
pois de suas repetidas reclamac.es em lempo ao pre-
sidente da provincia, he tao claro romo a luz meri-
diana, que elles foram ujuslamente multados prlo
mesmo governo, que liavia fallado So sen rompromis-'
so. Lede com reflexo Se. Redactor, o ultimo
periodo do arl. 4." do contrato de ti Icjunlip, e al-
l acharis a defeza dos fornecedores mais bem for-
mulada do que ns podaramos faze-lo.
Desta sorte nao lem oulro remedio o nobre redac-
tor do Liberal senao levantar oseo interdicto, e dei-
xar-nos discutir ou responder-lhe, ao menos que se
nao torn surdo, e por tal maneira que lhe raiba a
regrade que nao ha pipr surdo que aquella qoe nao
quer onvfr. Mas acrescente o lislnolo redactor, que
o nosso juizo acarretarii grave censura a todo* cuan-
tos foram eocarregadosa decisao das mullas, e por
isso elle nao o pude admillr ; e islo foi dito por um
advogado, que lodos os das emilte a sua opinao,
susteoto-a e prova-a contra joizes* jurados, cm ca-
sos mullas vezes jalgados, em embargos i senlenca e
ehancellarj qae nova jurisprudencia que bella
Iheori* de anil, a bocea para mim e o bieo pa-
V
H
- .,'
I
>*
tal das palavras jirelija
illegitimidade das multa
ra ti !
O Liberal faz um jogo lal das |
injustica, legitimidade e illegitimidade 4
qu nessa rede nao ha possivel apanhar-se o fio de
um s argumente, a que se possa responder; ha lu-
gares em qoe he mister alevinhar um peosamenloa-
fogado em um ocano de palavras. Urna vezes diz
que a absolvicao das maltas, sendo estas justase le-"
ttiMIiiaMMiMI ll'll'rl!.' PIIIBII'TBWWBi



DIARIO DE PERNAMBUCO, SABBADO 18 DE FEVEREIRO DE 1854.
gitim.s, he inexplicavel s insosteolavel, cousa que
ni oguw Iba pode contestar; onlras vezas que, sen-
ada jtulas e legitimas, nao podia o presidente
TS '"Bsi*!oar "o contrato a absolvi dellas lie
M seringa com diflerente batoqae. E todava
i a qaestao. Para que essa balburdia de
/P ras, qaando se trata de um negocio muito sim-
| / I O que ronvm saber, o que convoi provar he,
p/ ^ M ve ou nSo o caso fortuito de ucea, se houve ou
[ "Bator ; no caso aflirmalivo as multasibram
I injustas comoillegitimas o absurdas; no caso
contrario foram justas, ju-tissimas, legitimas c razoa-
vois ; anda assim, Sr. Hedaclor, o presidente d
provincia, em virlude do arl. I. da lei de 13 de maio
>lo anuo prximo passado, podia absulve-las fomo
" medida conveniente a obier os (ios da mesma lei ;
entendis i
O que sustentis vos : houve ou nao secca ? Nao
houve, diris vos, pois bem dirieis um absurdo.* um
contra senso, de qne todo u inundo seririn. Nao hou-
ve secta, mas .houve ora terao prolongado ; pois
bem verso prolongado be a periphrase, lecca be o
non proprio ;'assim he que secca he um teruo pro-
longio, entendis ? Ora, vos persislis em susten-
tar que nao hoifve secca, em quanlo todos os presi-
dentes ilas provincias do norte, desde o Pai at a
llahia, pediam ao governo medidas contra a secca, e
o governo os autor isa va para toma-las afim de preve-
nir seus funestos efleilo*. Todos os peridicos dessas
provincias se qtieixavam da secca, o Diario de Per-
namtmco em todas as suris correspondencias do inle-
riort daParahibp, do Rio Crande do Norte, ele, nao
Csllava de oulra cousa ;emfim asecca era o Ibema ne-
cessario, o prembulo de-loda e qualquer correspon-
dencia, a rooOna de todo o mundo, e persists em di-
xer que nao houve tecca c oque vos hd\cmos de
tezer T Wo cerlo be que nao ha peiorsurdo,. que
aqbetleque nao qoer riuvir !
Mas que tenia illcgilimidadc das mullas, pergun-
la anda o Liberal, com as modilicacoes do conlralo 1
t) que se segu, responde elle mesmo, he que sendo
as multas, legitimase justas (e a 'dar-lhe !) as njjodifi-
^catoes, reclamadas petas necessidades publicas, se
Wevam fazer no sentido de garantir populacho con-
tra novas nlraccoes, e nao no sentido de ser ainda
mait protegidos os conlrafadores. Mnito bem ; mas
o que lem a illegilimidade das multas com as modili-
cacoes do contrato ? lem ludo, por que o conlralo
nao podia ser modificado seno nos casos apontados,
mareados, e especialmente mencionados no artigo 4.
do termo do mesmo conlralo, islo he, guerra napro-
tfincia, tecca ou pesie, ou altcraro do impostas
procinciaesou municipac* sobre esle objecto ,- fura
iscasosopresidenleda provincia nao'podia mo-
dificar o contrato, nem os fornecedores exigi-lo sem
grande escndalo.
I evitar que o presidente da provincia fizesse
qualqaer alterarn no conlralo de sua propria aulo-
ridtde, foi que a lei de 13 de maio sabiamente pre-
vente, faiendo depender qualquer medida do concur-
so da entra parte conlratante,pelascondicOes, absolu-
tas que Ihe impoz, obrigando os fornecedores a re-
nunciaren) o direilo loda c qualquer iodemnisa-
rao. Por lano a onica illajao, que se pode tirar, he
que as modificasSes nao podiam ser feilas senao den-
tro dos limites marcados no mesmo contrato, e que
para fre-las o prcsidenle devia basear-s'e em um dos
casos fortuitos mencionados, fosse elle pesie ou guer-
ra u secca. Ora, que bouvo secca, nao reala a me-
nor dovida, salvo se lodo o mondo eslava dundo, t
beralem seu perfeilo juizo ; logo as modilica-
coes doconlralu, baseadas em forca maior, devim
amollar as mullas, ou a sua legilitnidadc desappare-
cia dianle das riladas modificarnos.
Para garantir a populaco contra novas infracrles,
diz o iftral,*nao se precisava de modificad-Oes
trato ; baslava neste caso a vigilancia do fiscal
is agentes ; ese estes nao cumpriam o seu de-
lasse-os o governo e nomeasse outros, prin-
cipatmnle estando o presidente aulorisado pele 3."
{o 4." do contrato de*6 de jnnlio a lomar to-
das aa providencias, qur na parle relativa as obri
gar,oet dos fornecedores, qiicr as medidas tendente/! .
i liel execucao do rucsnio conlralo. Emquantoa que ''
os conlraladorcs eiigiram, comocondirao cssenciil do
novo conlralo. a absolvicao das mulls com o intuito
de allegarem a injnsiica c illegilimidade dellas, mos-
trando qu o presidente lora precipilado quandonel-
las os ondemnou ; so temSs a dzer ao Liberal, que
foi justamente o contrario o que fizeram os contrata-
dore; islo he, exigiram as modficacesem virlude
do meMo conlralo cdjrtti novissima, dcixando o niw
goet'o das maltas para contrabata m.-ar as exigencias do
governo?
E credes qne-n presidente da provincia, vendo-se
na necessidade de fazer as modificardes, fosse to im-
bcil, que absolvesse antes os conlraladorcs das mul-
las, despindo-se dessa vartlagem para negociar ? Em
que Ibfb presidente precipitado"? julgoU como juiz
arbitro, e nao como presidente, e tratou como presi-
dente e nao como juiz arbitro ; e se reno ambas as
cundirles de joiz a de parle, a culpa foi dos que con-
trataran* primeiro,- (lano peior para elles) e o presi-
dente fez muilo bem de tirar partido da sua quali-
dade de Juiz. Temos pois' respondido cabalmente
ao Liberal de 31 de Janeiro ; agora iremos ao do pii-
meiro do correnlc e veremos se he possivel meller
um prego nessa roda do diabo. Paciencia e bara-
Ihar, dizra 1). Quixolc na cova de Mouteziuos.


i
Juslus.
PUBLICADO A PEDIDO.
A Illa. Sr. Sr. Hemeterlo Jos Velloso da
SifeaJra, difno Job municipal de Fa'o-d'-
Alho.
m nobre coracSo jamis trepida
Em nutrir da juslica egregio impulso.]
}

De Themis a batanea equilibrando
lis arcano* da lei'sa'bio revolves,
E na magistratura desenvolv-*
Um espirito egregio e venerando :
Na equitb-dc assiis le exercitaudo
A obrar quantn he justo le resolves,
Por despachos legaes, com que dissolves
l)e vil chicana o trafico execrando.
Tal he. la conducta, grao Vellozo, .
l)o dircilo, na pratica eminente,
Com que brilhis, fazcndn-Le famoso :
Assim a ediiearontais excedente
Da patria fez-te um lillio preslimoso,
Ilustrado c liel jurisprudente.
Joaquim Ferreira da Cwiha Souto Motor.
A LA.
Salve, luamageslosa
Percorrendo\agarosa
Esscs sparossem lini;
Como formosa princeza.
Qu slenla gracae belleza
Assenlada em sen coxim. ,
Tu caminlias indolente,
Como a lilha do oriente
Com seu meigo devnelo ;
Como viruem morusa
Arfando loda anciosa
Seu nevado c casto sein. .
Tu nao .abesque influencia
Tenfi cssa la indolencia
Sobre mim, que amo scismar;.
Quandoa Ierra adormecida,
Parece que t lem,vida
Em leu risonho luar. ,
Eolo me lembro saudoso_
l)esse lugar venturoso.
Onde os ineus din* pnssei :
Do tranquillo Beberibe
Do claro Capibaribe,
ndeem pequeuo brinquei.
lleste formoso Reeife,
Como um elegante esquife
Sobre as acuaa a boiar ;
Dessa moderna Veneza '
Do Atlntico priuceza
Toda franjada de mar !
i gente, qu eu mais atnava
Dos prenles, que prezava
Uue lu sentido dixei;
De ludo rae lembro agora
"a taoaa.veliora
Cora saudade, que eu s6 sei!...
Salve, loa magestosa,
fercorrendo vagarosa
Esses espatos em (lm!
Eo lamben* l suspirava,
Ooandooim* nuv' occullava
Tua face de selim I
Melanclica tristeza
Dequem ve a natureza
Em profunda solidan 1
Salve, la mageslosa,
Percorrendo vagarosa
Esses espatos sepa fin'. ,
Amo sempre tu viuda,
Porque julgo que he iiiui linda
Tua face de selim!...
Surque me lembra essa Ierra,
Que nao so minh'alma cncerra,
Como as cinzas de mcu l'ae ;
Onde passei venluroso 4
lim lempo to precioso,
Que louge de mim vae'
"Kiode Janeiro1853.
Philadelpho A. Ferreira Lima.
COMMERCIO.
PKACA DO IIECIFE 17 DE FEVEKEIKO AS 3
IldltAS DA TARDE.
C0U5CCS ofllciaes.
Assucar branco 3.sorle superior2*>5O por arroba.
Dilo dito regular2$i50 idem.
Krete do assucar em saceos daqui para o Canal80|
e 5 % por tonelada.
Cambio sobre Londres a 28 1|l d. 60div.
"AI.FANDEGA.
Rcndimcnlo do dia 1 a 16. ... 206:5089468
dem do dia 17........13:435*8I0
2I9:9U278
Descarregam hoje 18 de ferereiro.
Brigiieporlnguez Tarujol-. mercadorias.
Brigue americano '. Prince Tarinha de trigo.
Importacao
Brigue nacional Camacuan, vindo do Rio tirande
do Sul, consignado a Amorim Irmao & Companbia,
manifestou o seguile: ,
10,509 arrobas de carne, 45 couros'seceos ;. aos
mesmos ennsighatarios.
Brigue nacional Pallas, vindo do Rio Grande do
Sul pelo Rio de Janeiro, consignado a Amorim Ir-
m3o & Companbia, manifestou o seguile :
9,531 arrobas de carne, 40 couros seceos; aos
mesmos.
CONSULADO CEItAI..
Rendimento do dia 1 a 16.....350829395
dem do dia t".........1:1579580
36:2:19*!975
DIVERSAS PROVINCIAS.
IVendimenlododial a 16......3:297268
dem do dia 17........5029916
3*8009181
RECEBEDORIA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO. .
Rendimenlo do dia 17.......4279836
CONSULADO PROVINCIAL.
Rendimenlo do dia 1 a 16.....37:5269013
dem ao dia 17.........1:2209052
28:746*065
MOVDVIENTO DO PORTO.
Navios- entrados no da 17.
Rio de Janeiro15 dias, barca americana Rising
Sun, do 254 toneladas, capilo Daviil Mors, equi-
pagem 12, era lastro; a James Crablrce& Compa-
nbia. Passageiro, Barlholomeu da Cosa Haj den.
Cellc83 dias, barca sarda Neptuno, de 241 tonela-
das, capilo J. Devole, equipagem 12,. carga sal;
a N. O. Bielier&Companhia. Vcio receber ordens
e seguio para os porlos dosul.
Bio de Janeiro14 dias, brigue americano Penna-
maauon, de209 toneladas, capilo Gaey, equipa-
gem 10, em tnslro ; a IVanc Vonle & Companbia.
dem15 dias, brigue portuguez najante, de 258
toneladas, capitao Manocl dos Santos, equipagem
14, em lastro ; a Tbomaz de Aquiuo Fouseca &
Filho.
Sanios saltldos no mesmo dia.
IricslePatacho hamburguez Fduard, capilo Me-
rkunburgo, carga assucar.
CanalBrigue nglez Teazer, capilo John J. Co-
. zen, carga assucar.
Em commissaoBrigue de guerra hrasilciro Cearen-
te, commandanle o capilo-leojnle -Moruno.
encjil
EDITAES.
Tu linhasli maisalvura,
Inspiravas mais ternura.
Parecas mesorrir :
Teus raio se relralavam
as aguas, que circundavam
Toda a cidade a dormir!
Aqui lens a luz mais baca,
Muita vezes lito escassa,
Que plantas no coracSo

O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial,
cm cnmprimenlo da ordem do Exm. Sr. presideule
provincia, manda fazer publico, que no dia 16
de marco prximo vindouro, vai liosamente a praca
para ser arrematada a quem por me no Ozer, a obra
do acude da Villa Bella da comarca de Paje de Flo-
res, avaliada em 4:0049000 rs.
A arrematarn ser feita na forma dos artigo* 24 e
27 da lei provincial n. 286 do 17 de maio de 1851, e
sob as clausules especiaos abaixo copiadas;-)*--
As pessoas que se propozercm a esta arremalaro
comparecam na sala das sessOes da junta da fazenda
da mesma Ihesouraria, no dia cima declarado pelo
meio dia, competentemente habilitadas.
E para constar se mandou adixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaiia da Ihesouraria provincial de Pcrnam-
buco 16 de fevereiro de 1854.O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arre mal aran.
1. As obres desle atude sero feilas de cpnfur-
midade com as plantas e ornamento apresentados
nesta dala approvacao do Exm. presidente da pro-
vincia na imporlancia de 4:0048600.
i 2. Estas obras deverflo principiar no p(azo de
2mczcs, e serflo concluidas no de dez inezes a con-
tar conforme a lei provincial n. 286.
3. A importancia desla arremataro ser paga
em 3 preslaoies, da maoeira seguile : a prmeira
doip quintos do valor tolal, quando tiver concluido
a melade da obra ; a segunda, igual a primeira.de-
pois de lavrado o termo do recebimenlo provisorio ;
e a terceira, finalmenle de um quinto depois do're-
cebimento delinilivo.
4. O arrematante ser obrigado a communicr a
repartido das obras publicas, com antecedencia de
(rinta dias, o dia fixo eraque lem de dar principio a.
eecii(-ao das obras, assim como Irabalhar seguida-
mente dorante 15 dias.lim de que possa o engenhei-
ro encarregado da obra, assistir aos primeiros Ira
balhos.
5. Para ludo o mais que nao esliver especificado
as presentes clausulas, seguir-se-ha o que determi-
na a lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1851.
Conforme. O secretario,
- Antonio Ferreira rfAnnunciacao.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provincia
cm rjimpriinen toda ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia, manda fazer publico, que no dia 23de
fevereiro prximo vindouro, vai novamenle a praca
para sr arrematada, a quem por menos fizer, a obra
dos concerlos da cadeia da villa de Gtranbuns, ava-
hada em 2:2499240 rs. A arrematarlo ser feila na
forma dos artigoT24 e 27 da lei provincial n. 286
de 17 de maio de 1851, e sob as clausulas especiaes
abaiio copiadas.
As pessoas que se propozercm a esla arrematarlo,
comparecam na sala das sessoes da junta da fazenda
da mesma ihesouraria, no dia cima declarado, pe-
lo meio dia, competentemente habilitadas.
E para constarse mnduii allixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pcrnam-
buco 30 de dezembro de 1853. O secretario,
., Antonio Ferreira da Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arremalacSo. -
1. Os concerlos da cadeia da villa de Garanhons,
far-se-hSo de conlbrraidade com o orrarpento appro-
vado pela directora cm conselho, e aprescolado a
approvacao do Exm. Sr. presidente, na importancia
de 2:2199280 rs.
2.a O arrematante dar principio as obras no pra-
zo-de dous mezes, e dever couclui-las un de seis
inezes, ambos contados na forma do artigo 31 da lei
n.286. -.
3.a O arrematante seguir nos seus trahalhos ludo
o que Ihe for determinado pelo- respeclivo e,ngenhei-
ro, uu s para boa exerucfio das obras, como em
ordem de nao inulilisar ao mesmo ,lem|io para o ser-
vido publico todas as partes da edificio.
4.a O pagamento da importancia da arremalacSo
lera lugar cm tres prestaces iguaes ; a 1.a, depois,
de feila a melade da obra ; a 2.a, depois da entrega
provisoria ; e a 3.a, na entrega definitiva.
5.a Oprazode responsabilidade ser de seis me-
zes. .
6. Para lude o que nao esliver delcrminado.nBS
prsenles clausulas nem no orraroenlo, sesuir-se-ha
o que dispOe arespeiloa lei provincial n.286.
Conforme. O secretario, 3
Antonio Ferreira da Annncia^o.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial,
em curnprimento da ordem do Exm. Sr. presidenta
da provincia, manda fazer publico, que no dia 2 de
marro pMjiimo vindouro, vai novamenlo a praca
paraaerllrremalado a quem por menos lizcr peraole
a junta da fazenda da mesma Ihesouraria, a obra do
melboramenlo do rio Goianna, avaliada em res
50:6009000.
A arremalero ser feila na forma dos artigo* 24
-itaHk,, ...
e 27 da lei provincial n.o286 de 17 de maio de 1851,
e sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
Aa pessoas que se propozercm a esta arremataran,
comparecam na sala das sessoes da mesma junta no
dia cima declarado, pelo meio dia.compelcnlemen-
le habilitadas.
E para constar se mandou alfixtr o prsenle, e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernambu-
co 1. de fevereiro de 1854. O secretario,
Antonio Ferreira d"Annunciacao.-
Clausulas especiaes para arremataban.
1.a As obras do melhoramcnlo do rio Goianna,
far-se-hao de conformidade com o orcamcnto.plaiitas
perfis, approvadns pela directora e em conselho, e
apresentados a approvacao do Exm. Sr. presidente
da provincia, na importancia de 50:6009 rs.
2.a O arrematante dar principio as obras no pra-
zo dg 3 mezes, e as concluir no de" 3 annos, ambos
contados pela forma do arligo 31 da lei n." 286.
3.a Durante a eiecncao dos Irabalhos o arrema-
tante ser obrigado a proporcionar Iransilo as canoas
e burearas, ou pelo canal novo, ou pelo lcilo aclual
do rio.
4.a O arrematante seguir na execufo das obras
a ordem do trabalbo que 'lbe for determinado pelo
enaen beiro. -
5.a O arrematante ser obrigado a apresenlar no
fim do 1." anno, ao menos, a quarla parle das obras
prompla, e oulro tanto no fim do 2. anno, e faltan-
do a qualquer,dessas condicOes pagar urna* mulla
de 1 cont de rs.
Conforme. O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciacao,
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em cnmprimenlo da ordem do Exm. Sr. pre-
sidenta da provincia, de 6 do correle, manda Cagar
publico, que nos dias 7, 8 e 9 de marco prximo
vindouro, peranle a junta da fazenda da mesma Ihe-
souraria, se ha de arrematar a quem por monos fizer
a obra do 4- laen da ramificar,1o da estrada do Sul
para o Cabo, avaliada em 29:268.
A arrematarn ser feila na forma dos arls. 24 e 27
da lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1851, esob
as clausulas especiaes abaixo copiada).
As pessoas que se propozerem a esla arrematarlo
comparecam na sala das sessoes da mesma junta uos
dias cima declarados, pelo meio dia, competente-
mente habilitadas.
E para constar se mandou afihar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 8 de fevereiro de 1854O secretario,
Antonio Ferreira d"Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arremataelo.
1.a Asobrasdo4* lanco da ramificacao da estrada
do Cabo, far-se-ho de conformidade com a planta,
perfis e mais riscos approvadns pela direetbria cm
conselho e apresentados a approvacao do Exm. pre-
sidente, na importancia de 29:2689.
2.a O arrematan I e dar principio as obras no prazo
de ummez, edever concluidas no de dezeseis me-
zes, ambos contados na forma do arl. 31 da lei proj
vincial n. 286.
3.a O pagamento da imporlancia da arrematado
realisar-sc-ba cm qualro prestaces iguaes '. a M
depois de feiloo primeiro torco das obras ; a 2.a de-
pois de concluido o segundo terco ; a 3.a na occa-
sio da entrega provisoria ;ea4.a depois do recebi-
menlo definitivo o qual dever verificarle um anno
depois do recebimenlo provisorio.
4.a Seis mezes depois de principiadas as obras de-
veri o arrematante proporcionar transito ao publico
em toda exlenrao do lanco.
5.a Para ludo o que nao se achar determinado
as presentes clausulas nem no orramcnlo, seguir-
se-ha o que dispo a respeito a lei provincial n. 286.
Conforme.O secretario, Antonio Ferreira nunciacao.
O Illni. Sr/iuspcctor da Ihesouraria provin-
cial, em cumprimento da ordem da. Exm- Sr. pre-
sidente da provincia, mauda fazer publico, que rio
dia 8 de marro prximo .vindouro, peranle a junta
da fazenda da mesma Ihesouraria, vai nnvamcnle a
praca para ser arrematada a quem por menos lizcr,
a obra do acude na povoac.lo do Buiqui, avaliada'
em 3:3009000 rs.
A arrematacao ser feila na forma dos arts. 24 e
27 da lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1851,
c sob as clausulas especiaes aGaiso copiadas.
As pessoas qne se propozerem a esta arremalacSo
comparecam na sala das sessoes da mesma junta ni.
dia cima declarado, pelo meio dia, i-ompelente-
mcule habilitadas.
E para constar se mandn allixar o presente e
publicar pelo Diario Secretarla da 'ihesouraria
provincial de Pernambuco 3 de fevereiro de 1854.
O secretario, Antonio Ferreira da Annunciacao.
Clausulas especiaes para arremalarao.
1- As obras do acude do Buique serao feilas de
conformidade com a planta c orcahienlo approva-
dos pela directora em conselho c apresentados
approvaaao do Exm. presidente na imporlancia de
3:3009000 rs.
2" Estas otras deverao principiar no prazo de
scssciiladias, e serao concluidas no de dez mezes,
contar da data da arrematacao.
3a A imporlancia desla arrematacao sera paga
em tres preslacoes da maneira seguile :. a prima-
ra de dous quintos do valor total, quando tiver
metde da obra, a segunda igual
feilo
a pr-
meira depois do lavrado o termo de recebimenlo
provisorio ; a terceira fiialincnle de um quinto de-
pois do recebimenlo definitivo. '
4a O arrematante ser obrigado a communicr a
rcparlieao das obras publicas com antecedencia de
trinla dias o dia fixo, cm que. lem de dar principio-
a cxccucao das obras, assim como Irabalhar segui-
'Lmenlo quinze lias, afim de que possa o engenbei-
ro encarregado da obra assistir aos priineiroslrabaJ^Frapiche Novo 42.
Ilios.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernambu-
co 1. de fevereiro de 1854. O secretario.-
Antonio Ferreira Clausulas especiaes para a arrematacao.
1.a As obras desle acude serao lejas de conformi-
dade com a planta e oroamenlu approvados pela di-
rectora em conselho, c apresentados a approvacao
do Exm. Sr. presidente da provincia, importando cm
3:8449500 rs.
2.a O arrematante dar cometo as obras no prazo
de 30 dias, c terminar no de'6 mezes, contados se-
gundo o arligo 31 da lei n. 286.
3.a O pagamento da imporlancia da arrematacao
ser dividido em 3 partes, sendo urna do valor de
dous quinlos, quando houvcr feilomelade da obra,
onlra iguala.l.a quando a entregar provisoriamente,
e a 3.-' de um quinto depois deumanno na orcasio
da entrega definitiva.
4.a Para ludo o mais que nao esliver especificad"
nas prsenles clausulas, seguir-se-ha o que determi
na a lei n. 286.
Conforme. O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciacao.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria de fazen-
da, manda fazer publico, que da dala desle a 30 dias
serlo arrematados peranle ajnesma ihesouraria. e
a quem mais dr nos termos do alvar d 14 de Ja-
neiro de 1807 as Ierras maleriaes e mais pertcnces
da capella vaga de Nossa.Seuhora do Socorro, cita no
engenho Soccorro da freaueziade S. Amaro de Ja-
boaiao : pelo que as pessoas que quizerem licitar, de-
verao comparecer na sala das sessoes da referida Ihe-
souraria, ai 11 % horas do dia 21 de fevereiro pr-
ximo futuro ; adverliudo que a arrematacao ser fei-
la a dinlieiro de contado.
Secretaria da thesouraria.de faranda de Peruara-
buco' 16 de Janeiro de 1854.O ofiicial maior,
Emilio Xacier Sobreira de Mello.
Nos dias 20, 21 e 22 do corrente, eslai ao em
praca no pcn da cmara municipal do Reeife, os re-
paros da pontezinha da estrada dos Remedios, orea-
dos cm 969000 rs. Os que se propozerem a arrema-
tados, comparecam nos indicados dias no paco da
mesma cmara. ^_^
Paco da cmara municipal do Reeife, em sessao
de 15 de fevereiro de 1854.Bario de Capibaribe,
presidente.yoiio Jos Ferreira de Aguiar, secre-
tario.
O Dr. Custodio Manocl da Silca Guimaracs, juiz
de direito da primeira cara do cicel nesta cidade
do llecife de Pernambuco, por S. M. I. e Cons-
titucional o Sr. />. Peifro //, que Dos guarde,
ele.
Fuco saber aosque o prsenle edital virem, e delle
noticia tiverem, que no dia 27 de marco prximo
seguile se bao de arrematar por venda,a qnem mais
dr, em praca publica desle jnizJ que lera lugar na
casa das audiencias, depois de meio dia, com assis-
lencia do Dr. promotor publico riesteMermn, as pro-
priedades denominadas Pitonga e Tabatinga, sitas
na freguezia da villa de Ignaraia, perlencenles ao
patrimonio das rccolhidas do convento do Sanlissimo
CoracSo de Jess daquella villa, cuja arrematacao foi
requerida pelas mesms recolbidas era virlude da li-
cenja que obtiveram de S. M. por aviso de 10 de
novcrnbro de 1853,do Exm. ministro da juslic; para
o produelo da arrematacao ser depositado na Ihesou-
raria desla provincia al ser convertido cm apolices
da divida publica. A propriedaePitangaem alten-
cao as destruicoes q-e lem soiTrido suas matas, c a
qualidadc da maior parle das trras, avaliadas por
10:0009000 de rs.; e a propriedade Tabatinga por
serem urna estrada que offerece muila vanlagem.com
um riacho permaticnle, e urna casa de taipa cubera
de taina*, ainda nova, avaliada por 1:0009000 ; sen-
do a siza paga a cusa do arrematante.
- E para qnechegue a noticia de todos, mandei pau-
sar editaes que serao publicados por 30 dias no jornal
de maior circulacao, e aflixados nos lugares pbli-
cos.
Dado e passado nesta cidade-do Reeife de Pernam-
buco, aos 13 de fevereiro de 1854.Eu Manoel Joa-
quim Baplista, escrivao interino-o subscrevi.
Custodio Manuel da Silca Guimaracs.
O Dr. Custodio Manoel da Silca Guimaraes, juiz
de direito da primeira tara e commercio desta
cidade do Reeife, pe- S. M. I. c constitucional
etc. etc.
Fajo saber que pelo presento edital, se chama e
cita aos credores incerlosdos execulados herdeiros do
Francisco Carnciro, para que no prazo de 10 dias ve-
nhm por si onseus procuradores bastantes, com o
que tiverem a allegar a peobara taita m dinheiro,
por execucao de FarM & Lopes, contra os mesmos
execulados com a jiena de revelia.
E para que chegue a nolicia de lodos, mandei
passaredtoJfcque serao publicados pelos jornaes.e
aflixados nos lugares do cosame.
Didoe passado nesta cidade doRcifc, aos 15 de
fevereiro de 1854.En Manoel Jos da Molla, eseri-
vSn o subscrevi.
Custodio Slanoeld SilcatJuimares.
DECLARADO ES.
& FA1IILIA 10REL
com a mesma dislribuicao de papis com que foi a
ultima vez a scena.
No fim do primeiro acto ser dansado o lindo quar-
telo lirado da ouverlura de Guilbermc Tal I, compo-
sico do Sr. De-Vccchy que muilo agradou ao publi-
co quando foi execulado : dislinguindo-se a Sr.a Ba-
dernae Ribeiro.
No fim do segundo acto ser cantada pela Sr.a De-
perini a excellenlc aria, a primeira de Safio do mes-
tre Pachiny.
Dar fim o diverlimenlo com o hdete cmico em
1 acto, que tanto agradou au publico
. MALVINA OU OS MOLEIROS,
em o qual toma parte o Sr. Ribeiro e a Sra. Baderni
e loda a companbia de baile.
Os bilbeles esto venda no cscriplorio desle
theatro.
Principiar s 8 horas.
TERCA-FE1RA, 21 DE FEVEREIRO DE 1854,
RECITA EXTRAORDINARIA LIVRE DA
ASSIGNATURA.
Terminada a execucao de urna das melhores ou-
verturas, subir scena pela primeira vez neste tbe-
alro o drama original portuguez em 2 actos
Findo o drama a Sr.aBaderna eoSr. Ribeiro dan-
saro o lindo passo a dous
1 BEDOWA POLKA
e cm seguida a Sr.a Deperini cantar urna aria de
sua r-colha.
Seguir-se-ha pelo Sr. Ribeiro a inlereswnle aria
de I). Bazilio da opera
0 BARBEIRO DE SEVILHA.
Dando fim ao espectculo, a muilo applaudida co-
media em > actos
QUEM PORFA MATA CACA.
O resto dos bilbeles acbam-se a disposicao do res-
peilayel publico no escriptorio do theatro.
Principiar as horas do coslumc.
4bUINTA-FEIRA 23 DE FEVEREIRO
DE 185*.
GRANDE ESPECTCULO EXTRAORDINARIO
EM BENEFICIO DO ACTOR
Dionizio Francisco das Chagas Soa-
res.
Terminada a execucao da brilhanle ouverlura. da
operaFavorito abrir a scena a repiesentacao da
linda comedia em 8 qaadros ornada de msica, in-
titulada
A MORENINH A
OU
OS AMORES DE UM ESTIDANTE.
Tirada do romance do mesmo titulo doSr. Dr.
Macdo, autor do Plianlasma Branco, Ceg, e dos
romances Mo.ro Louro, Rosa, ele.
DENOMINACO DOS QUADROS.
1." Filippee Augustofazem urna aposta.
2. O esludanle c a velha.
3." O jaular conversado.
4. A balada no rochedo e as calcas de Augusto.
5." Augusto debaixo da cama.
6.9 Os qualro em conferencia.
7." O jury e depois o sarao. -
8. A esmeralda e o camapho. ,
Personagens. Dcslribuirao,
Filippe J Srs. Amodo.
Aususlo t Esludanles Dionizio.
Fabricio i de medi- Bezerrn.
Leopoldo/ cia Mendes.
D. Anua, rica propri-
alaria e av de. Sr.a d. Joanna Januaria.
D. Carolina, a Morc-
ninha
D. Violante, velha
presumida e nanm-
radeira.....
I). Gabriella ( joven
de 12 annos). .
D. Joaquina. .
D. Clemenlina. .
Kelbercb velho allc-
mao. ....
O capilao-mor. .
Maphacl, moleque de
w Augusto ....
Pauta, velha ama de
I). Carolina.
Uabriella-De-VcccJiy.
Mara Amalia.
o Luiza Monleiro.
Leonor Orsal.
Jcuina,
Sr.
Costa.
Santa. Rosa.
Ribeiro..
Alvilre.
qua-
Convidados de ambos os sexos, criados, etc.
A scena lem losar no Rio do Janeiro. I) I." ,,
dro no morro do castalio em casa de Augusto e os
outros na ilha de Paquela.
Aorcbeslra na occasio do baile locara linda
quadrilha
-MAEECHAL FERRADO.
Finda a comedia o actor Costa (por obsequio ao
beneficiado) cantar a bella e jocosa aria inundada
OS APUROS DE UM BENEFICIADO.
Terminar espectculo com o lindo duelo canta-
do pelo Srs. Ribeiro e .Mondes, intitulado
Real companhia d paquetes a vapor.
No dia' 20
deste roez c;-
pera-se do sul
o vapor Greal
ll'estern, com-
mandanle Be-
vis, o qual de-
pois da demora
do cosime se-
guir para a
Europa: para
passageiros ira.
ta-se com os agentes AilmiMo ito*vie& C. roa (to-
da opera cmica do mesmo titulo, coraposirao do Sr.
Miro. .
O beneficiado de anlemo agradece a todas s pes-
soas que o quizerem obsequiar, aceitando bilbeles pa-
ra o seu beneficio, os quaeseslao disposicao do pu-
blico na ra Bella n. 36.
Principiar as horas do coslume.
5a Para ludo o maisf que nao esliver especifica-
do nas prsenles clausulas seguir-sc-ha o que dc-
lermina a lei provincial u. 286 de 17 de maio de
1851.Conforme.O secretario, Antonio Ferreira
da AnnunciuriUi.
O Illm. S. inspector da tliesouria provincial,
em cumprimcnlo da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia, manila fazer publico, que no dia 9
de marco prximo vindouro, vai novamente a praca
para ser arrematado a quem por menos fizcr.pcran-
le a junta da fazenda da mesma Ihesouraria a nbiii
do acude dcPaje de Flores, avaliada em 3:1909000
rs.'
A arremalacSo ser feila na ferina dos arls. 2i e
27 da lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1851,
e soh as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozercm a esla arrematacao
comparcram na sala das sesscs da mesma junta no
dia cima declarado, pelo meio dia, competentemen-
te habilitadas.
E para constar se mandou aflixar o presente c pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria 'provincial de Pernam-
buco, 3 de fevereiro de 185*. p secretario, Anto-
nio Ferreira da Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arremataro.
l.*'As obras do acude de Paje de Flores serao
feilas de conformidade com as plantas e un-anienhi
apresentados a approvacao do E\m. Sr. presidente
da provincia na importancia de 3:HHINMXI ris.
2. Estas obras deverfio principiar, no prazo de
dous mezes, e serao concluidas no de dez mezes
contar conforme a lei provincial n. 286.
3." A importancia desla arrematacao ser paga
cm Ires prestaces da maneira sesninlr: a primeira
livor concluido a melade da obra: a segunda igual
a primeira, depois de lavrado o termo de recnlli-
nieulo provisorio; a terceira finalmente de um quin-
to di'poi do n-c ehiiiii'uto delinilivo.
i." O arrematante "sera obligado a communicr
a ii-pailicau das obras publicas com antecedencia*
do trinla dias, o dia fifi* em que lem de dar prin-
cipio a execucan das obras, assim como Irabalhar
seguidamente durante quinze dias* alim de que pos-
sa o engeiibeiro encarregado da obra assistir aos
primeiros Iraballioa.
5. Para ludo o mais qne nao esliver especificado
nas prsenles clausulas sesuir-se-ba o que deenui-
na a lei provincial n. 286 de 17 de maio de 853.
O secretario, Antonio Ferreira da Anitunciaiao.
O. Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provinci-
al, em cumprimento da ordem doExm.Sr. presiden-
te da provincia, manda fazer publico, que no dia 2
de marco prximo vindouro? vai novamenle a praca
para ser arrematado a quem por menos fizer, peranle
a junta da fazenda da mesma Ibesoiirariu, a obra do
acude da povoacao da Bezerros, avahada cm reis
3-84S500.
A arrematacao ser feita na forma dos orligos 2i
e 27 da lei provincial n." 286 de 17 de maio de 1851,
e sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arremataran,
comparecam na sala dassesse* da mesma junta no
dia cima declarado, pelo meio dia, competentemen-
te habilitadas.
E para constar se mandn allixar o presente, e pu-
blicar pelo Diario.
'**/> im~.
BANGO DE PERNAMBUCO.
O conselho de direccao convida aos se-
nliores accionistas do banco de Pernam-
birco a realisarem de 1 o a 51 de marco do
coiiente anno, mais 20 por 100 sobre o
numero de accoes com que tem de icar,
para levara e'eito ocomplemento aocav
pital do banco de dous milqontosderis,
conforme a resoEucao .tomada pela assem-
ble'a fjeral de :26 .de setembro ultimo.
Banco de Pernaanbuco 11 de fevereiro de
18^.-0 secretario do conselho de direc-
cao. Joao Ignacio de Medeiros Bgo. .
Pela contadora i da cmara municipal desta ci-
dade, se faz publico que do primeiro ao ultimo de
marco, prximo futu ro, se far a arrecadacao, boc-
ea do cofre, do imposto municipal sobre slabeleci-
menlos, licandosujei losa mulla de 3 \ os que o nao
fizerem no mencin: ido prazo.No impedimento do
contador.O ainann ense.rancico Canuto da Boa-
viagem.
O commandanl-- do corno depolicia faz de- no
vo sciente, que nao tendo ellecluado o conlralo das
pecas de tardamente abaixo declaradas, cm conse-
quencia dos inleressa dos noterem*prescntado suas
proposlasem forma, tem marcado o dia 18 do cr-
reme os 10 horas da manhaa para essa fim : adver-
lindo qiie.pelo corpo se forneccr o panno azol para
lardas capqlese calcas, e os mais objectos e aviamen-
(os serao proposlos, o apresenla-das as amostras pelos
concurrentes, declarar ido o menor preco da factura de
rada urna pera ::
Fardas de panno azul. .... vn
Calcas do dito.....' '* *' 52
Ditas da hrim........' Zv\
Capoles..........**!
Botiies amarellos (abaluaduras). '. 3-|
Quarlel do corno ib! polica nas Cinco-Ponas, 14
do levere.ro de iKkU-Kpifmh Borges de Mello
Dona, lenle secreLario, *
l>e ordem do 'xm. Sr. director geral da ins-
ruccao publica fac.o saber quem ronvier q eo
Exm. Sr. presidenta da provincia, em propala d"V
do correnlc, creara Urna cadena oViKerio ele-
mentar do primc.ro r,,', na frtgueza de Algda de
Baixo; a qual esla cm concurso com o prazde70
das coulados da dala deste. Directora eral 17 de
fevere.ro do l8.i.T-0 amanuense archivista
*Candtdo Eustaquio Cezar de Mello.
^^4Bf/
BRILHAKTE ESPECTCULO.
SABBADO 18 DE FEVEREIRO DE 1854.
23. RECITA DA ASSIGNATURA.
Execulada pela orcheslra una bella ouverlura su-
bjrascenao empre desejdo e applaudido draina
AVISOS MARITIftlOS.
Ceara' e. Acaract.
Secue no tija 15 do correule o hiato Sbrateme,
(outr ora Flor df Cururipc), recebe car) :a c passa-
geiros ; trata-so com Caelano Ciraco da C. Moreira,
aolado do Corpo Sanio, loja demassames n. 2-j, ou
com o capitao.
Para aBahia segu com presteza o
veleiro hiate nacional Fortuna, capitao
Jos Severo Moreira Bios*, para o restada
carga ou passageiros, trata-se com os con-
signatarios A. de Almeida Gomes & Com-
panhia, na ra da Cadeia do Beci'e n. 47,
primeiro andar.
Tara a Baha segu ero poucos dia* a veleira
sumaca Ilorlencia, por ler parle desuacinRa promp-
la : para o reste Irala-seemcasa de seu consignata-
rio Domingos Alves Matheos, na ra da C. -u n. 54.
Para a Bahia segu cm poneos das .% eleira
garopeira Licracao : para o resto da carga IraU-se
em casa de seu consignalario Domnaos Alv<-s Ma-
tbeus, na ra da Cruz n. 51. '
Para' pelo Ceara' .
a escuna nacional Emilia, capitao A-- S*
Maciel Jtinior, "segu para o Para' plo
Ceara', ate ao dia 24 do corrente, rece be
carga e passageiros para os dous portas :
a tratar na ra da Cruz, n. 15, com f.'(.'<
Augusto da Silva, ou com ,o capitao m i
praca. ,
y<'m,em-se dous ''ales bem acreditados na car-
reir da I arahiba, de muilo boa conslruccSo, um he
forrado de cobre,- c ambos prbinplos a navegar ; a
tratar com Manoel Jos Dantas.
O Cosmopoli la.
Sahio hojeo !). numero, e ncha-se a venda na ra
do Crespo, loja de livros do Sr. Antonio Domingues.
Que he isso senhor Dend!
PojsVmc, caixeiro ou socio ou oquerqueseja
dos senhores Tasso & Irmao, julga-sc aulorisado pa-
ra em publico e com arrogancia, exigir do abaixo
assignado, hoja 17 do corrente, d aceite de urna le-
Ira proveniente de gneros na importancia de9?i70,
tendo receblo ndia 11 do correule mais-de ame-
lade do dilo importe dos ditos gneros, comprados
al 26 de novembro prximo passado 1 Vejam que
tal he o menino.
Rcrnardino Francisco de Azecedo Campos..
Em consequencia de um annnncio no Diario
de 17 do corrente mez, declaramos qne mo existe
lellra slguma da quanlia de 7008000 rs., sacada pelo
Sr. Joao Jos Moreira, e aceita por nos; mas sim um
recibo noss de 700S000 rs., cuja somma foi deposi-
tada nas nossas mitos pcld allino Sr. J. Jnseph
Moor, que uos tem participado de 1er perdido o dilo
recibo..V. O. Rieber $ Companhia.
Domingo, 19 do corrente, lera lugar afesla de
N. S. da'Paz, nos Afogados.
Ofierere-so nma mulher para cozinhar em sna
casa para varias pessoas; quem quizer fazer negocio,
dirija-se ra do Fagundes n. 28, casa terrea.
GRANDE MASCARADA A CAYALLO.
Viva o carnaval !
Bapaziada !!! o lempo insta, o carnaval principia
no da 26 do.corrente, apronlai-vos para divertir,
pois qnem sabe se para o anuo o podereis /azer, sao
admitilos lodos, e com qualquer vestuario ; a asig-
natura se ada aborta nos lugares annunciados, e o
progrmala ser brevemente publicado.
Precisa-se de urna mulher para tomar etiota e
governar urna casa le boroem solleiro, em um enge-
nho distante dpsta,prara : quem esliver nesta cir-
cunstancias, dirija-se ao paleo do Carmo n. 17.
Desapparecen um prelo de nome Pedro, de ida-
de 30 a 35 aunas, de naco Angola, c canoeiro, com
barba, olbos pequeos, com urna cicalrz na mar.ia
do braco dircilo, e cosluma andar pelos arrabaldes ;
quem o pegar, leve-o ra da Praia de Sania Bita n.
43, casa do Manocl Jos .Dantas.
-r- O abaixo-assignadu responde o annuncin do Sr.
Jenente Jos Joaquim de Souza, publicado no Diario
de honlem : be falso c calumnia do Sr. Souza, que o
abaixo assiznadu nunca escreveu. cartas a ningucm
em nome do Sr. Souza, be urna calumnia alrozissima;
e quanlo o appetlido que me chama o Sr. Souza, ahi
mesmo moslra o mal eodio que elle me lem, e'jun-
lamenle se eu quizesse o injuriar lamben* o chama-
ra de palo chouco, appellido de que elle he conheci-
do, e declaro mais ao StOSouza, que a miuha cons-
cicncia est tranquilla, e osmeus olhos filos em Daos
o na juslea dos homens.
Domingos' Adolpho f'ieira de Mello. .
Jos Bonifacio Bodrigucs Chaves faz publico,
que o Sr. Domingos Barreros deixou de sfcr sen pro-
curador, e que nao lem oulorgado poderes a alguem
para inlervir em seu negocio.
O mnibus Pernambucana todos os
sabbados regrissa de Apipcos gara o Re-
eife, bem como nos domingos e dias san-
ios parle para AppurosasiS horas da ma-
nba, e volta para o Recite as 7 horas da. larde ;
quem quizer bilbeto de entrada, dirija-se ra das
l.iu-angeiras n. 18.
Desapparecen. indo vender fruas cm um la-
bolero, no dia lado corrente, a preta, crioula, de no-
me Anna, altura regular, magra, com grande falla
de denles, pelo que tem us labios abatidos, o venlre
um pouco cresc>do, sem oslar prenh'e, os dedos mni-
mos dos ps virados para Iraz, lem marcas de foveiro
em urna on ambas as pernas, representa miis idade
do que lem pela falla dos dentes ; levou vestido de
chita e panno da Costa, cosa muilo de agurdente,
e por isso pode ser pegada, em alguma taberna a nao
estar arniada por alguem, contra quera se proceder.-i
com toda forca da lei: quem a pegar ou der nolicia
certa delta, receber 10800 rs. do seu lecilimn se-
nhor, no sen sitio na estrada nova, c dianle da Mag-
dalena, primeira casa azul. '
Aluga-se nma sala, una alcova o um quarlo:
no aterro da Boa-Visla n. 5.
Aluga-se o segando andar do sobrado n. 14 da
ra Nova ; ni primeiro andar do mesmo.
Pede-se ao Sr. Ignacio Bcnlo de '.ojota liaja de
declarar pela imprens se o artigo publicado no Echo
Pernambucano de 17 desle mez, que trata de um ba-
rharel engurjado, se se enlende rom Jos Maria Ra-
mos Gurjflo, para se Ihe poder dar cabal resposla.
x OITerece-se urna ama para casa dehomm sol-
leiro, ou de pouca familia: no becco do Porto n. 3.
Constando aos abaixo assignados que o Sr.' Pe-
dro Alexandrino Orliz de t'.amargo, morador na fre-
guezia de Serinbaein, liipotliecario lodos os seus bens
ao Sr. Francisco da Rocha Barros Wanderley mora-
dor na mesma comarca, a Sr. do engenho "Sibir ;
por isso os abario assignados protesta conlram tolbipo-
tbeca. visto o^nesmo Sr. Camargo Ihe ser devi-dnr
al !) de novembrode 1853 de;2:0063228 rs. e mais os
juros que lem decorrido daquella data em diante, im-
porlancia de urna lellra sacada porMiguel Jos Bar-
bosa Guimaracs & C, em 9 de agosto de 18*2, e^
vencida cm 9 de fevereiro de 1843, de cuja exliucla
firma sito os abaixo assignados liquidalarios ; e no
caso de ser verdade tal bipolhera, est claro que le
para nao pagar a quem deve ha 11 para 12 annos.
Recite 16 de fevereiro de 1854.
Guimaraes & Hemiaria.
. Precsa-se de orna ama para todo o servico de
urna casa de pouca familia : no aterro da Boa-Visla
n. 78.
Precisa-se alagar um moleque de 10 a 12annos:
na casa do pasto Cova da Onca.
No dia 20 do corrente, segunda-lpra, as 11 ho-
ras da manhaa, na ra do Vicario n.20, se hade pro-
ceder, por parte do juizo de ausentes, e peranle o Sr.
cnsul de Portugal nesta provincia, a arrematacao
publica dos bens deixados nelo subdito portuguez
Domingos Jos de Olivara, fallecido abintestado, os
quaes constara de saccas com feijao, caxas com san-
guesugas, viveiros com canarios, saccas com cevada,
Mor de sabugo, linhaca, ronpa de uso,ele. Os prelen-
denlcs podem dirigir-se para examinar estes obje-
ctos antes da arremataran a labernan. 3, da ra do
Vigario, que Ihe serao paleles pela pessoa para cssa
fim encarregada..
Prerisa-se aliigar.um moleque de la 16 an-
nos, para o servico de urna casa de pouca familia :
na ra Nova n. 36, loja de culilciro.
Quem precisar de urna molhcr para ama do in-
lerior da casa de moco solleiro on pouca familia : di-
rija-se a ra das Aguas-Verde n. 92.
Por mdico ajuste ha urna pessoa inlelligenle a
habilitada para escrever com accio e perleirio em al-
guna estabelecimenlos commerciaes; a. Iralar-se na
roa do Crespo, loja do Sr. Antonio Domingues Fer-
reira.
Precisa-se de urna mulher parda oo prela for-
ra, que saiba bem cozinhar o diario de nma casa de
pouca familia, porm quer-sc perfeita eozinhira, e
sobre Indo que seja muilo acciada, sadia e.robusla,
ele. ; he smenle para cozinhar, c nao para servico
algum de portas para tora ; na ra do Vigario n. 25,
arma/em de assucar de Miranda & Companhia.
Ultimo gosto.
Os abaixo assignados, donos da nova loja de ourives
da ru- do Cabug n. II, confronta ao paleo da ma-
triz c ra Nova, franqueiam ao publico em geral um
bello e variado sortimenlo de obras de ouro de mui-
lo bons gostoj, t>recs que nao desagradarlo a quem
queira comprar, os mesmos se obrigam por qualquer
obra que venderem a passar urna con la com respon-
sahilidadc, especificando a qualidade do ouro de1
ou 18 quilates, licando assim aujeilos por qualquer
duvida que appurccer.Serafim& Irmao.
Na ra Direila, 111, rebatem-se ordena-
dos.
Pela subdelegacia da fregnezia dosAfogados.se
faz publico, que se achara depositados 6 cavallos,
que foram hoje apprehei.didos no lugar da Imbiri-
eira, por denuncia de serem furlados, assim como
foi preso e se acha na cadeia a pessoa que os liaba
em seu poder, o qual be Vicente Francisco Xavier
Machado, companheiro'de um Flix Jos do Sacra-
mento, qne ha pouco conduzindo um cavado gran-
de mellado para enlregauo dilo Vicente, foi preso
com elle, e j esta subdwgacia o enlregou a sea le-
gitimo dono, que era o Sr. coronel I.cmenha, portan-
te, quem se julgar com direito aos dilos cavallos,com-
pareoa, que provando nesle juizo legalmente, Ihe
serio entregues. ,
-- Precisa-se de nma ama que compre e rozinhe,
ou mesmo de um moco para isso habilitado, para ca-
sa de solleiro-: na ra das Carangeiras, segundo an-
dar do sobrado n. 5.
Roga-se ao Sr. Titete! Jos de I.eroos de pagar
a conta que lem na praca da Independencia n. 13 e
15.Joaquim Pereira Arantes.
Dr. Carolint Francrsco de Lima, depois de
v-5 sua viagem ao seriao do Ceari para onde foi
?i chamado aqu do-novo se acha no exercicio 3}
y de sua profisso de medico, e residindo como
esleffeclivamenlc, na roa Nova, n. 69, con- @
53 linaa prcslar-seiio publico e a pobreza, no
& quanlo estoja ao seu alcance, nao s no que
@ respeila'as molestias do interior, como na ar-
:-.; le de parlejar, e mais operaces, com especia-
lidade as que reclamam as enfermidades da Si
vas nurinarias. (^
Precisa-se comprar nma carroca que ieja bem
construida, e por commodo preeo ; quem a tiver, di-
rija-se casa de pasto, cova da onca, que achara com
quem tratar.
Na roa Novan. 60, precisa-se de ofllciaes de l-
tetele para toda a obra.
- Precisa-sa de urna ama idosa para servico de
urna casa de muilo pouca familia; na roa das 1.a-
rangeirasn. 5, primeiro andar.
Frederico Chaves vende nm dos seos sitios na
-estrada de Belem e Hnsarinho, com casa, arvoredos de
fruclos, trra para planlarao, e pasto para vareas, por
preco commodo ; no aterro da Boa-Visla n. 17.
Precisa-se da um fornciro que enlenda de lodas
as qualidades de massas, e leri'hprefcrencia; na ra
da*Senzala Nova n. 30.
OSr. Manoel Lopes Rodrigues Guimaraes quei-
ra apparecerna loja de cera da ra da Cruz n. 60-
Fortunato Cardaso de Gouceia.
Eu abaixo assignado declaro, que o Sr. Barlho-
lomeu Rodrigues Machado, subdelegado de ftabaia-
na linl.a-rae alunado o seu cscravo de nome Andr, e
que o dito escravo, depois da lar ficado doos inezes
cm minha casa servindo-me, foi ellemBoalugar-se
em casa do Sr. Pumaleaii; saliendo aHk qne o dilo
escravo foi preso pela polica, ,e ignorando eu o moti-
vo, teco o presente annuncio para prevenir o sepbor
do dito escravo.lebrard.
Na rna Formosa 5," casa' torrea vindo pela rna
da.Aurora, faz-so de cncommenda.bolos", podins, pas-
tis de nata, pao-dc-l. doce d'ovos de todas as quali-
dades e bolinhos proprioa para cha, ludo com muito
aceio e perfeicao, e por preco razavel.
Aoarmarinho do Careal!
Mascaras de rame e de panno
Com cera e de papelito ;
.Militas nao Icem niacliinisnio,
i luirs leem mola e cordao.
Urnas siio teias, e ou Iras
Sao gestos de serapbim,
l'recne/.es chegai depressa
Viuda v-las, eia, a mim !
No numero trinla e oito
Do Rosario larga a ra,
Achara quem desejar
Ontra cara para a sua.
Homeopaljiia
O Dr. Sabino Olegario l.udgero Pinho mu-
dou-se para o palacete da ra de S. Francisco
mundo novo) n. 68, A.
LEILOES
SABBADO. 8 DO C0RREXTE.
RA DO COLLEGIO N. 14.
LEILAO EXTRAORDINARIO
De urna grande porreo de livros. cootndo di-
versas obras religiosas, de direito, lilleratura e va-
rios romances recreativos, tanto em francez como
em portuguez, e algun-as obras tambem em lalim.
0 AliEMK I...IU. GEBALDES.
Far o leiio das obras cima mencionadas as 10
horas em ponto, sem recusa de qualquer preco.
LEILAO' DE EMENDAS.
O agente Rorja Gcrahles, de ordem dos credores
de Joao Baplista da Silva Lobo, (erca-taira 21 do cor-
rente as 10 'i horas da manhaa, far ieilo das fa-
zendas e dividas existentes na loja da ra do Passi-io
Publico u. 5, pelo maior preco que for ollerecido.
Vctor Lasnc transferio, |ior causa da chegada
do vapor, o seu leliio do esplendido sortimenlo de
lazendas, para segunda-feira, 20 do correle, as 10
horas da manhaa emponlii.com qualquer numero de
seus freguezes ; no seu arma/em, ra da Cruz.
Leilao sem limife.
Sexta-feira 21 do corrente, as 11 horas da manhaa
em ponte, haver leilao no armazem de M. Carneiro,
na ra do Trapiche ti. 38, por nlervenr.o do azenle
J. Galis do seguinte : cadeiras brasileiras, inglezas,
americanas c hamburzaezas, todas do boas madeiras,
assim como nlgumas de ferro o outros objectos lodos
euvernisados a imilarao de broiize,'guardas louras
de amarello, mesas redondas ea elsticas para janlar,
lavatorios, sotes, marquezas, camas franeczas, um
bali-an d'amarello, um rico jogo de vollarele, e urna
caixa para costura, ambos os objectos de rharao, um
bom piano inglez, proprio para quem livor de apren-
der.
AVISOS DIVERSOS.
Precisa-se alugaruraa ama forra ou captiva: na inbamqueixa, faz a presente
irii>> J ___. J_ ii,.uinl /I..
ra larga do Rosariu n, 33, seguyBdo andar
Precisa-se alusar urna escrava para o servico
i le urna casa de pouca familia: na ra do Padre Flo-
r taimo n. 5.
Perdcn-se ou foi furlada na noile do fogo (dia
1i) na povoacao do Monleiro, urna carleira contando
duntro urna lellra da quanlia de 7003000 rs. sicada
fnr Joao Jos Moreira, c aceita pelos Srs. Nicolao
O. Bieber & Companhia, do que j eslo prevenidos,
e enro mais a quanlia de vinle e tantos mil rs. em
sed'olas mi mi as ; a pessoa que achno, querendo res-
lilu ira carleira ea dita leltra, dando-se-lhe de gri*-
tific;'c3o o dinheiro, pode eulrega-la na padaria do
paleo da Sania Cruz u. 6.
__ O abaixo assignado faz Reante ao respcilavel
publict >, que ninguein faca negocio nem Iransai-rao
alguma com una lellra da quanlia de 7009000 rs. sa-
cada poi' mim e aceita pelos Srs. Nicolao O. Bieber
J Com). arihia, os quaes j se acham prevenidos
para n3o _oagar seno a mim, pois qie esla letlra
foi perdii-'a no dia H do corrente na noile do fogo
do Monleii o, ua mesma povoarao.'
JoSo Jos Moreira.
I Ma psso.aiiuc lem_ a precisa Iheoria c pralica
de escripliirac commercial, e que alm disso sabe
um meio de arran iar a escripia de modo que se possa
dar balances diarii.-s: se offerece-se para escriplurar
os livros de qu;ilqui*r negociante desla praca, poden-
do-a fazer em sua propria casa, ou nos escriplorios
respectivos": a tratar na roa do Qucimado, nume-
ro 36, ou no pateo do Collegion. 2.
Na loja da ra Ao Crespo n. 10, deseja-so fallar
com os Srs, Jos Cipriano A Mimes, Antonia Vicente
da Cruz, Ignacio Nevis de Araujn, e Antonio Muniz
Pereira. J. G. Malceira.
Os herdeiros do S'r. coronel Francisco Jacintina
Pereira, lem caria do n orle, na livraria ns. 6 e 8, do
praca da Independencia.
Muita attenro.
Novamenle se faz ver a:' pesa-s ojue eslao devendo
na loja n. 59 da ra do (Ju'mUo>qua foi de Manoel
Joaquim da Silva Ferraz, (.'-jVvefTham satistezer seus
debites, pois o abaixo assignado, dono da mesma, es-
t dando principio a cobranza amigavel ou judicial-
mente sem excepcao de penso us, e para que nao te-
1
Mtnotl lioiiigm da .icta*
!
Q HOMEOPATHIA. (
9 RA DAS CRIZES N. 28.
W No consultorio do professor homopalha
& Gosset Bimoul, acham-se venda por I
i 15,000 RS.
'>) Algumas carle.rascom 24 roadicamenlose I
S os competentes livros.
W Grande sortimenlo de carteiras e caxas
^ ilc lodos os tainanhos por precos commo-
,Jt. dtssimos.
W 1 lobo de glbulos avulsos 500 j
(A i frasco de ,' j' onca do tintura a
X escoma.........lj)000
BOB LAFFECTEUR.
O nico aulorisado por deciso do conselho rea
e decreto imperial.
Os mdicos dos hospilaes recommendam o arrobe
Laflccteuv, como sendo o unicb aulorisado pelo go-
verno c pela Real Sociedade de Medicina. Este me-
dicamento d'um goslo agradavel, a fcil a tomar
cm secreto, esl em uso na marinha real desrje mais
de 60 anns; curauatlicalmenle. em pouco lempo, _
cora pouca'despeza^'l^n mercurio, as afleccOj% da-
pelle, impingcqs, as consequencias das saroa^pl-
ceras, e os accidentes dos parios, da idadfe ermcae
da acrimonia hereditaria dos humores; conven* aos
calbarros, da bexiga, as ronlraccdes, e fraqueza
dos orgaos, precedida do abuso das ngeccOcs ou de
sondas. Como anti-syphllitico, o arrobe cura cm
pouco lempo os fiuxos rcenles ou rebeldes, que vol-
vem incessanles sem consequencia do empresto da co-
padla, da cubeba, ou das injeccOes que represen-
tamo virus sera neutralisa-lo. O arrobe l-auecleuv
he especialmente recommendado contra as doencas
inveteradas on rebeldes ao mercurio e ao iodnreto
de potasio. Vende-sc ero Lisboa, na botica de Bar-
ral, e de Antonio Feliciano Alves de Azevedo, pra-
ca de D. Pedro n. 88, onde acaba de chegar urna
grande porcao de garrafas grandes e pequeas, viu-
das directamente de Pars, de casa do Sr. Boyveau-
l.afiecteuv 12, ru Rchev Pars. Os formularios
dam-se gratis em casa do agente Silva, na praca de
D. Pedro n. 82. No Porto, em casa de Joaquim
Araujo; na Babia, Lima & Irmos; em Pernam-
bqfo, Soum; Bio de Janeiro, Bocha & Filhos, el '
Moreira, loja de drogas; Villa-Nova. Joo Pereira
de Magales Lcilc; Bio-Grande, Francisco de Pan-
la Coalo & C.
AVISOAO COMA1ERC10.
Os abaixo assignados conttnuam
a franquear a todas as. classes em
geral os seus sortimentos defazen-.
aas por baixos presos, nao''me-
nos de urna pec,a, ou urna duzia,
a dinheiro, ou a prazo, conformes
se ajusfar : no seu armazem da
praca do Corpo Santo, esquina da
ra do Trapiche n. 48. R0S7
tron llooker & Companhia, nego-
ciantes inglezes. Os mesmos avt-
sao &0 respeitavel publico que abri- J
ram no dia 5 do corrente mez a
sua loja defazendas da rnado Col-
legio e Passeio Publico n. 15, di-
rigida pelos senhores Jos' Victori-
no de Paiva e Myioel Jos de Si-
queira Pitanga, para venderem
3or atacado e a retalho.
NO GOKSDLTORIO HOMOPATHICO
DR. P.A.LOBO H0SC0Z0.
Vende-se a melhor de todas as obras de medicina
Tiomopatbica \zr O NOVO -MANUAL DO DB.
JAHK .3 Iraduzido cm poptugaoz pelo Dr.P.
A. Lobo Moscozo, contendo nm accreschno de im-
porlanlesexplicaces sobre a applicarae das dses, a
dieta, etc., etc. pelo Iraduclor : qualro volomes an-
cadernados cm douS 208000
Diccionario dos termos de medicina, cirurgia, ana-
toma, pharniacia, ele. pelo Dr.'Moscozo: encader-
nado 4000
Urna carleira de 21 medicamentos com dbu fras-
cos de linduras indispensaveis 409000
Dito de 36...........45S0O0
Dita, de 48.........509000
Urna de UOluboscom 6 frasc/*s delincturae. 60000
Dita de 144 com 6 dilos......1009000
Cada carleira be acouipaubada de um exenplai"
das duas obras cima mencionadas.
l'.arleiras de 2i tubos pciiiicnos para algi-
beira ..-.-. 89000
Ditas de 8 ditos'......; 168000
Tubos avulsos de glbulos..... 19000
Frascos de icia onca de lindura 2WKX)
Ha tambem para Xeuder grande quanlidade de.
lubos de cryslal muito lino, vastos e de diversos ta-
maitos.
A superioridade dcsles medicamentos est boje por
lodos reconbecida, e por isso dispensa elogios.
N. B. Os senhores que asslgnaram oncomprarama
obra do JAHK, anles de publicado o 4' volume, p-
dem mandar receber este, que ser entregu sem
augmento de preco.
FUNDICAO' D AURORA.
Na fundico d'Aurora acba-se conslanlemenle nm
completo sortimenlo de machinas de vapor, tanto
(falta como de baixa pressao de modellos os mais
approvados. Tambera se apromplam de cocommen-
da de quajquer forma que se possam desejar com a
maior presteza. Habis ofnciaes serilo mandltos
para as ir assentar, e os fabricantes como tem de
coslunie-iriaijran o perfeilo Irabalho dellas, e se res-
ponsabilisam por qualquer defeito que possa aellas
apparecer duraule a primeira salra. Mullas machi-
nas de vaiwr construidas ueste ostabelecimento tem
estado em constante servico nesta provincia 10, 12,
eal 16 annos, e apenas lem exigido mu insignifi-
cantes reparos, e algumas al ucnbuns absolulaman-
le, accrescendo que o consummo do conbuslivel be
mui inconsideravel. Os senhores de engenho, pois,
eoulrasquaesquer pessoas que precisarem de ma-
chinismo sao respeilosamente convidados a visitar o
estaJjelecimeuto eru Sanio Ajusto,

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01 ARIO DE PERMMBUCO SABBAOO 18 DE FEVEREIRO DE 1854.
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i- No aterro da Boa-Vista, loja de miijczas do
Sr. Manuel Cahral de Medciros u. 72, so dir quem
d de 500 al 1:000000 rs. coni hypollieca eai casas
terreas.
J. Jane,Dentista,
contina residir na ra Nova, primeiro'ahdar n. 19,
Joao Pedio Vogeley,
fabricante de pianos, afina e roncera cora toda a per-
feico, (endo chocado recentemenlc dos porlos da
F.nropa, de visitar as 'mclhores fabricas de pianos, e
leudo gauho nellas lodos os eonheimenlos e pralica
de conslrucees de modernos pianos, oflerece o seu
presuma ao respeilavel publico para qualquer con-
cert e annacOe coro lodo o esmero, leudo toda a cer-
teza que nada licar a desejar as pessoas que o in-
cumban) de qualquer Irahalho, tanto era hrevidade
romo em mdico preco ; na ra Nova n. 41, priihoi-
ro andar.
ao pdiilico.
No armazem de razendas bara-
tas, ra do CoUegio n. 2,
vende-s um completo sortimento \
de fazendas, linas e grossas, por
presos mais baixos do que em ou-
tra qualquer parte, tanto em por-
coes, como a retallio, afiiancandor
se aos compradores um- s preco
para todos : este estabelecimento
ahricse de cotnbinacao com a
maior parte das casas commerciaes
inglezas, francezas, allemaas e suis-
sas, para vender fazendas mais em
conta do que se tem \endido, e por
isto oflerecendo elle maiores van-
tagens do que outro qualquer ; o
proprietano deste importante es-
tabelecimento convida todos os
seus patricios, e ao publico em ge-
ral, para que venham (a' bem dos
seus interesses) comprar fazendas
baratas, no armazem da ra do
CoUegio n. 2V de
Antonio Luiz dos Santos & Rolim.
M Aluga-se o' sobrado grande'da Magdalena,
que tica em frente da estrada nova, o qual
se ha de desoecupar al o dia t. de marco : a Ira lar
no aterro da Boa-Vista n. 45, ou na ra do CoUegio
n. 9, com Adriano Xavier Pereira de Brlto.
Bichas.
Alugam-see vendem-se bichas: na praca da In-
dependencia confronte a ra das Cruzcs n. 10.
l'recisa-sc alagar urna ama forra ou captiva
para urna casa estrangeira ; na ruS da Senzala Vc-
llia n. 60, primeiro andar, ou na Capunga velha, si
lio do Sr. Brilo^
Traspassa-sc o arrenda ni en lo de um engenho de
beslas, moenle e corren te, dislan le do liedle o leguas,
e da estrada publica menos de meia de bom caminho,
a ponto de cJMJhrem os carros de cavallos al a casa
de vivenda, MR boas e snflicienles Ierras de caima,
mandioca, mllho, feijo, arroz, caf, etc. etc., muito
perloM! em roda do engenho, dous bons cercados de
vallados, boa, bem feita e nova casa de vivenda (le
sobrado toda envidraba, com alpemlre de columnas
de madeira e grades do ferro, muilo fresca, e com ale-
gue e eicelleule visla ; casas de engenho, caldeira,
encaixamenlo, eslufa e estribara, ludo ele pedra e
cal, com todos os seus perlcnces, o em muito bom es-
tado, siiflcienles senzalas para os pelos, casa de fari-
nha provida de todo o necessario ; excellente hanho
em urna bella casinha apropriada-, mallas virgens
muito perto, borla com arvoras fructferas, inclusive
urna boa norrio de coqueiros ; bons sitios de lavrado-
res, etc. etc, As cannas sao do muilo bom assucar, e
de muito rendimeulo. Vendem-sc as canoas novas,
o gado vacum ecavallar : os prelendonles dirijam-sc
ao engeuhn Floresta de S. Amaro de Jaboatao a*tratar
com o proprielario.
Alluga-se o primeiro andar da casa ca ra da
(luia n. 46, e Irata-se no aterro da Boa-Visla .
60, foja.
Precisa-sc de um bom rozinlieiio, forro ou cap>
livo, para casa eslrangeira, paga-se bsin: na ra da
Cruz n. 40.
Gabinete portuguez de leitura.
O Illm. Sr. presfdenle da directora convoca os
Srs. accionistas para assemhla geral, no dia 19 do
rurrente, as 11 horas da man lula.Jodo (Juerino de
Aguilar, primeiro secrelario.
ATTENCAO, DNICO DEPOSITO NESTA
CIDADE.
PaBlo Gaignou, dentista receben agua denti-
frice do Dr. Fierre, esta agua conbecida como a me-
lhor que tem apparecido, (e tem muitos elogios o
seu autor,) tem a propriedade de conservar a bocea
cheirosa e preservar das dog& de denles: tira o
goslo desagradavel que d cmSeral o diaruln, al-
cumas golas desla a um copo d'acua sao suflicien-
tes; lanibem se achara p dcniifrice excellente para
a conservacao dos denles : na ra larga do Rosario
n. 36, segundo andar.
. -!- O Sr. Ricardo Dias Ferreira tem urna carta na
praca da Independencia n'. (i tS,
Indo dcsta cidade para a de Gojanna .Manoel
(uncaives de Albuqucrque e Silva, perdeu entre
Itabatingae a taboleiro da Hangu'cira, urna carteira
contendo nella 7-2003000 rs.; e porque todo esse di-
nheiro eslava em sedulas de .500, 200 e 1009 rs.,
he fcil descobrir-se quem o acbou, no caso de appa-
recer alguem destrocando sedulas desles valores, sem
ler proporroes de as possuir : pelo que oflerece o re-
ferido a quautia de 1:0009000 rs. a quem lhe resti-
tuir aquella quanlia ; e a de 3009000 rs. a quem de-
nunciar a pessoa que achou-a, e se possa rehaver o
dinheiro, prometiendo igualmente segredo inviolavel
quando assiui o exigirem : quem, pois, tiver noticia
deste adiado, dirija-se naquella cidade, ra do Am-
paro n. 44, e nesta, ao aterro da Ba-Vista n. 47, se-
gundo andar, e n. 60.
'Aluga-se a loja do sobrado da ra CoUegio do
n. 18, com armrrao nova, propria para taberna : a
Iralar na loja do sobrado amarello da ra do Qu'ei-
inado n. 29. '
O Sr. Manoel Louremjo Machado da Rocha, en-
cadernador, que assignou este Diario para o Sr. vi-
gario Manoel .Vicente de Araujo, venda a esta typo-
praphia para solver mesma assignalura, visto que o
Sr. vigario diz que nada tem com isso.
HOMEOPATHIA.
O Dr. Casanova contina a dar cunsullas lodos os
i das no seu consultorio, ra do Trapichen. 14.
Aluga-se o segundo andar do sobrado n. 14 da
ra Nova; no primeiro anda do mesmo sobrado.
Aluga-se urna pretal crionla, que sabe bem en-
gommar, ensaboar, czinhar e fazer lodo o servir; d
urna casa rom limpeza c aceio ; lambeni se aluga um
moleque de honila figura, qiie sabe fazer lodo o ser-
vico de casi, e serve |>ara mandados por ser muito
inielligenlc c liel :,a tratar na ra Real (chora me-
ninos) casa n. 3, que leropurlaoao lado.
----------------------------------------------------i-------------------__
COMPRAS.
Compram-se esoravos de ambos os sexos de 12 a
20 annos : na ra Direita n. i.
no ar-
do Ra-
Coinpram-se ossos a peso ;
iriazem da illuminacao, no caes
mos, travessa do Carioca.
Compra-seolhos de annannzcs da Ierra para
plaas, al 1,000 ps: na taberna da ra do aterro
da Boa-Vista, n. 80 ahi se pode dirigir os prelcnden-
les a'qualquer hora.
Compram-se escravos de ambos os fcxos, lano
para a provincia como para fra delta : na_ ra da
doria n. 7. Nesta mesma casa se receben! escravos
de commissao.
Compra-se para o Rio de Janeiro urna raulali-
nha propria para urna criada ; a Iralar ua ra do
Amorim g. 35.
Compra-se um prelo holieiro c sopaleiro, que
seja moooe sem achaques, o sirva paro lodo e qual-
quer Irabalhq d'uma casa, quem tiver, dirija-se ao
sobrado de um andar, n. 15) no paleo -da ribeira de
San Jos, que ahi se dir quem precise.
Compra-se urna parda ou prcla de mciaidade,
que tenha bom proccdimenlo e saiba com perfeico
czinhar c engommar; na praca da Independencia,
loja n"3.
VENDAS.
Novo tclegrapho.*
Vende-se o roteiro do novo telegrapho que prinri-
piou a ler nndamenlo no dia 29 do corrente, a 240 rs.
cada um: na livraria n. 6 e 8 da prac,a da Indepen-
dencia.
Para a quaresma.
Vende-se superior sarja prela hespanhola a i
2&00 e 29600 covado, setim preto maco >
superior a 29100, 29800, 39200, 39500e">
rs. o coVado, panno fino preto muilo superior
a 29800, is. ">9, 69 e 790(10 rs. o covado, ca-
semira prcta franceza muito elstica a 29000,
29200, 29500,3g e 49000 rs. o covado, ilpa- j
cas finas a 600,700, 800, 900. 1*000 e 19200 i
i o covado, merino preto muito finoa'39000 rs. i
o covado, e oulras mullas fazendas proprias :
pira a quaresma. quesevendem Imralas, dan- ;
do-se de ludo amostras com penhor ; na ra
Nova, loja nova n. 16, de Jus l.uiz Pereira
& I-'ilho.
aaBBKa
Ol que pecniicha!
Na ra do Cabuga', loja .de quatro por-
tas, tem os mais bonitos ell'eitospara mas-
qu ; como lacos, fivelas, botoes, colares,
comendas, tudo lingindo bullante.'
Na ra do Queimado n. 46, loja de Bezerra &
Moreira, ha para vender um esplendido sortimento
de pannos prelos e casemiras de varios preros e qua-
lidades, e lambem corles de colletes decase'mira pre-
la bordados, ditos de gurgurao prelo de seda borda-
dos, fazenda muilo moderna, chapeos a carij, ditos
com aba eslrcita, dos mrlhorcs aue ha no mercado,
e promctlrm vender por presos mnilocommodos.
Vende-se urna prcla de n.irao que sabe czinhar
engommar, he quilandira de ra : na ra da
Guia n. 29.
Vendem-sc pentes de larlaruga de diversa mo-
da, de marrafa, e faz-sc qualquer obra desle genero;
lambem concerla qur seja liso ou aberlo : na loja de
tartarugueiro, no paleo do Carino, loja do sobrado da
squina qne volla para a ra das Triiicheiras n.'2.
Kl
n.4,
Tl'O.
tercelro
TRATOS FFro~ET
aterro da Boa-Vista
. andar.
A. Lellarle, tendo de. se demorar pouco
lempo nesta cidade, avisa ao respeilavel pu- I
^lico que quizer ulilisar-se do seu-presli- i
mo, de aproveilar os poucos dias que lem I
de residir aqui ; os retratos serao lirados com I
toda a rajjidez e perfeitao que se pode dse- I
jar. No ejlabelecimento ha retratos mostra
para as pessoas que quizerem examinar, e es-
la aberto das 9 horas da manilla at as 4 da
larde.
SBtmKSsaBgzSSESSISBSS'i-.
Arrematac;ao de propriedades do recolhi-
mento de Iguaraim.
O abaixo assignado, corau procurador e adminis-
trador do patrimonio do recolhimeuto das freirs do
S. Corarao de Jess da villa de guarass ,
que no dia 37 ue. marco prximo
faz
Vende-se um grande leilo de Jacaranda, mui-
lo forte com armacan e grado de palhinlia, qaasi no-
voe feito por umarlisla Fnglcx neta cidade : na ra
eslrcita do Rosario, loja de marciucria, n. 41.
Chapeos pretos francezes
a carij, os mclhores e do forma mais elegante que
tem viudo, e oulros do diversas qnalid.ules por me-
nos prec que em oulra parte : ua ra da Cadein do
Recife, n. 17.
FAZENDAS BARATAS PARA A QUA-
RESMA.
Na nova loja de fazendas linas, na ra do
I.ivrftmento, n. 8,ao p.i op nnazcm de
louca, com o portas,
ende-se sarja prela de seda hespanhola, primeara
alidade, o covado a 29200, 29400, 29500, 28000 e
OO ; setim prelo-superior, o covado a 39200.
38600, i y ki e 49800 ? manas de fil de linho prc-
la- bordadas de seda, goslo moderno, pannos prelos
linos ile prova de limao, e casemiras prelas, chapeo;
de inassa prelos, forma moderna, sedas de cores mui-
to ricos roslos, e sorlimcnln para poder escolher, e
oulras mnitas fazendas por menos prcc.o do que em
oulra parle. .
C--0 Legitima sarja hespanhola da melhor quah- .Q
}:} dadeque aqui tem viudo, dita um pouco mais ;:"
a baixo, selimprelo paraveslidos.ciirles dse- o;
da prela lavrada para vestidos fazenda supe- .g
_ rior, veludo prelo, chales e mantas de fil de
2 seda bordados, romeiras de relroz prelo lam- *j
bem bordadas, meias de seda prela de peso,
lano para homem como para senhura, e ou-
Iras muitas fazendas proprias para o lempo da
quaresma ; na na do Oueimado n. 45, loja
de Bezerra & Moreira. $
@@S@:g@Sg
' Vende-se a taberna da ra do CoUegio n. 16,
rom poucos lundes, o faz-sc todo o negocio ; a Iralar
na ra do Oueimado, loja "e fazendas n. 42.
Vende-se urna prela, crioula, de idade 40 an-
uos, que cnlende alguma cousa de cozinha ; na ra
da Madre de Peo* n. 7, loja.
Vende-se nm morada de casa lerrea feila de
pedra ecal, em chao proprio, na povoaro dos Afo-
gados, ra de S.Miguel n. 13 ; lambem se veudem
carrinhos de mao: na roa da Praia de Sania Rila, dc-
froute da ribeira n. 10 e 12.
Quem qnizer comprar um deposito com poucos
fundos'em muito bom loca), e muito bons caixes pa-
ra assucar, dirija-se ao mesmo, defronle do largo Ja
Santa Cruz, ra do Rosario n. 50, ou no Corredor do
Bispo n. 20.
Mascaras de rame
a 29 c 29500, muito perfeitas ; na loja do mjudezas
da ra do Queimado n. 71, entrada da do Itangel.
Vende-se urna escrava crionla, de 28 annos de
idade, de bonita figura, peritima coziuhcira, lava e
eingomnia, c faz todo o servido de urna casa de fami-
lia, vende-so por sen dono se querer retirar ; adver-
le-se que nao lera vicios : na ra do Livramento
n. 5. ,
Vendcm-se sarcas com muito boa farioha : no
lien fe loja de cambio do Vieira.
Alerta amantes do carnaval.
Na ra do Queimado loja n. 17 vende-se nm ex-
cellente e rico vestuario para qualquer rapaz do
grande lom, que queira chibar nos bailes do carna-
val ; o seu preco he mdico. .
Vendem-se pom pouco uso, os livros seguinles :
Histora- Sacra?, Fbula; de Phar-dri, Saluslius, Virgi-
lii Rrrdi, Epstola Ciceronis, Ord. Verbornm Salus-
lii, History.of Rome (por Coldsmilhs), dita dita (por
Thomaz Morell), Vicar of Wakelield, Jonhson Paels
Milln, Historia Sagrada (por Bernardino), collec-
Ses de problemas, diccionario geographiro com 59
corlas (por Perol); no aterro da Boa-Vista, loja de
ourives d.68..
Vende-se a taberna sila na ruada I.ingnela n.
4, com poucos fundos c em bom local ; a tratar na
mesma.
Casemiras francezas.' .,
Vendem-se casemiras francezas muilo cls-
ticas, de padro.is claros e escuros, tendo pnr-
cao para escolher. pelo barato pre^o de48500
o corle ; na ra Nova n. 16, loja nova de Jo-
s l.uiz Pereira & Filho.
Vende-*e um Ierrenom 100 palmos de frente
e mais de 600 de fundo, no melhor lugar da Ponte de
Cchoa, por ser do lado do rio, com cae* j feito:
quemo prelcnder, queira enteuder-seua ra do Quei-
mado n. 10, loja.
ATTENjCAO'.
No aterro da Boa-Visla O."66, vendem-sc dnas ca-
sas terreas, sitas em urna 'das novas roas dos subur-
bios desla cidade, as quaes rendem mcnsalmenle89
rs. cada urna.
Velas de carnauba.
Vendem-sc caixiohas com superior velas de cera de
carnauba pura, fabricadas n Aracaly, e por commo-
do preco ; ua ra da Cruz, armazem de couros e sola
n. 15. W .
t Cera decarnariba.
Vende-se em^porrao e a retalho : na ra da Cruz,
armazem de conros c sola n. 15,
A 4500a peca,
yendem-se cliilas rxas sem defeilo algum,
pelo baralo preco de -49000 a peca ; na ra
Nova n. 16, loja de Jos Luiz Pereira & Fi-
lho.
..@@@@:88@g
@ Vendc-se um .cavallo ruru bom andador e
por preco commodo; na entrada dos Reme-
}9 dios, sitio n. 2. No mesmo lugar lambem se
vende um cscravn mui versado no serviro de
9 campo, mui principalmente no Iralameno de i
vaccas de leiie.
Vendo-se um carro de 4 rodas, um cabriolel e
un jogde bilhar: a fallar no armazem de iU Cw-
neiro na ra do Trapiche n. 38.
Vende-se urna iinda escrava prela de 20 anuos,
com todas as habilidades para mcamba r na ra da
Praia n. 43, primeiro andar.
Vinho de Collares
em barris de 7 em pijia : vende-se em casa d Aiir
gusto C. de Abreu, na ra da Cadeia do Recife
n. 48.
Attencao.
Her.liegada a excellente'pitada do,mulo acredi-
tado rap de Lisboa, pelo brigun Tar.ujo I, c adia-
se a disposirao do publico no deposito da ra da Ca-
deia do Recife, loja de fazendas de qualro porlos n.
51. Adverle-se que o preco he 39200 rs. a moeda
vista.
Chapeos francezes. .
Vendem-se chapeos francezes linos da ultima mo-
da, sendo de aba eslreila e larga : na loja do sobrado
amarello nos qualro cantos da ra do Queimado nu-
mero 29.
Vestidos de seda preta a 18^000 rs.
Vendem-se corles do vestidos prelos de sedo la-
vrada, bons goslos, pelo barato preso de 189000 ris
cada corle : na loja. do sobrado amarello da ra do
Queimado n. 29.
lem de er arrematados por venda em praja do ji-
zo do civel da primeira vara da cidade do Recife, 2
sitios de Ierras, silos na freguezia daquella villa sen-
do o primeiro denominado Pilanga, da extensau de*.,,,,- .
legua em quadro, como se mostrara da escriptu'ra T **>
com urna 'pequea casa nova de taipa e lelha, cujo
terreno enserra ptimas qualidadese oflerece a vanta-
Semdesepoder levantar engenho era alto pois que
lem banas extensas para cannas, rio de excellente
agua, grande cercado para animaes, bons altos para
noca, lambem mallas para o fabrico do engenho cal
para ae vender madeira constantemente, e serrar la-
boas, edemais est na distancia de 2 leguas de villa
onde ha ptimo porlo de embarque, alem das de-
maiscommodidades da vida. O segundo sitio, cotihe-
cido por Tabalinga das freirs, hesito cima da po-
vuaeao de I abatinga.innia legua distante da villa; lem
rasa de vivenda na beira da estrada real para tioiau-
na, corlada pelo rio Tabalinga de uissiina agua,
com ptimas baixas para canna c capim.^s allos fer-
tilissimos para roca, railho, feijao, lambem com bel-
lo cercado para criar vaccas para veoder-se leile na
villa como se costnma. O.primeiro foi avahado judi-
cialmente em 10:000j000, e o segundo 1:0009000,
pelos avaliadores os Illms. Srs. coronel Manuel Tho-
maz Rodrigues Campello, e capito Manoel Caval-
ranli de Albuqucrque Lins proprielarios dos.enge-
nhos Cunda e Mussupinliu, pira coja venda obti-
veram as recolhidas, licenca, imperial. Quem pois os
quizer arrematar compareia por si ou seui procura-
dores no indicado dia: se antecedentemente os
quiziuem Ver e percorrer dirijam-se a villa de Igua-
rassu a fallar com o abaixo assignado, ou o capito
Francisco das Chagas l'erreira Duro, e o escrivo
Adolpho Manoel Camello de Mello c Araujo que
apresenlarao as escripluras e com ellas mosIrarSo os
sitio. O padre Florencio Xacier Oias de Albu-
guergue.
J. Chardon, bacharel em bgllas letlras, Dr. em
direito formado nauniversidade de Paris, ensina em
sua casa, ra das Flores n. 37, primeiro andar do so-
brado que faz a quina da ruadas Mores com ama da
Concordia, a ler, escrever, Iraduzir e fallar correcla-
menle a liugua franceza, e lambem d lices particu-
lares em casa de familia. *
Sapotis grandes. .
Conlinua-sc a vender os grandes sapotis, tanto ma-
duros para a mesa, como ochados para embarque :
no sitio da Trompe, sobrado p. 1 que tem labernapor
baixo ; e ahi mesmo ha para, plantar, urna boa'por-
ciio-de ps dos mesmos, para o que est o lempo lin-
do, lano pela chuva que appareceu cumo por ser
quarlo de la minguant, em cujo lempo nao morre
ii m p.
Vendem-sc luvas' de pellica para homem e se-'
nhora, pelo baralissimo preco de 160 rs. o par, assim
como hallado de linho aberlo, eslreilo, a 60 e 80 rs.
avara: na na do Queimado, loja de mindezas da
boa fama n. 33.
' Vendem-se saccas com farinlia boa
e nova: na i\ia 'da Cadeia do Recile, lo-
ja de fazendas n. 51, de Joao da Cunlia
Magalhaes.
Vestidos baratos.
Tendem-se vestidos braneo de barra a 39000 rs.,
difesde 2 babados a495O0, ditos de 3 e 5 habados a
59000 rs., cassas e cambraias francezas a 560 rs. a
vara, corles de chita de barra a 2>400 e 39OOO rs.,
corles de cassa de barra a 29200 e 29500 ; na ra
Nova n. 16, loja de Jos Luiz Pereira & Fillni.
Palitos francezes a s,. i< e 9$000 rs.
Vendem-se palitos francezes de brim de linho e
tirela n ha a 39 e 49000 rs., ditos de alpacas de cores,
mullo bem feilos, e da ultima moda de Paris a 98000
rs.: na ra Nova n. 16, loja de Jos Luiz Pereira &
Filho.
Couro de lustre
de boa qualidade; vende-se por menos do que em
oulra qualquer parle para liquidar conlas : na ra da
Cruz n. 10.
TAIXAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora em Santo
Amaro, e tambem no DEPOSITO na
ra do Brum logo na entrada, e defron-
te do Arsenal de Marinha lia' sempre
um grande sortimento de, taiebas tanto
de fabrica nacional como estrangeira,
fundidas, grandes, pequeas,
razas, e fundas ; e em ambos os logan
existem quindastes, para carregar ca-
noas, ou carros livres de despeza. Os
precios sao' os mais commodos.
NAVALHAS A CONTENTO,
Cliegaram ltimamente navallias
de barba, superiores a todas quan-
tasat_ agora se ten? fabricado, por
seren de ac tao lino e de tal tem-
pera que alm de durarem extraor-
dinariamente, nao se sentem.no
rosto na acrao de cortar ; sao feitas
pelo hbil fabricante de cutjleria
(pie m ereceu o premio na exposi-
cio de Londres, e nao agr-lando
pdem os compradores devolve-las
at 15 dias-depois da compra, e se
Ibes restituir^ o importe.
Vende-se cada estojo ded'uas na-
vaIdas por 8 no escriptorio de Augusto C. de
Abreu, na ra da Cadeia do Recife
n. 48.
Pianos.
Os amadores da msica acham continuadamente
em casa de Bronii PraegaConipaiihia, rua da Cruz
n. 10, um grande sorlirmnlto de pianos fortes e fortes
pianos.de diflerenlcs modellus, hoa ronslruceao c bel-
las vozes, que vendem por mdicos presos; assim co-
mo luda a qualidade de instrumentos para msica.
Rua do Queimado n. 1.
Na anliga loja do Mcia-Palara, vende-se para aca-
Iwrpor menos do seu valor, as seguinles lazeudas :
tilo de cor aberlo para cortinados a 320 rs. avara,
liegas de hrelanha de puro linho com 6 varas, a
29.1OO, corles de calca de caomirr'preta a 49500,
peni, para atar cabellos a 600 rs, a duzia, lencos
hrancos cercados de ciir para meninos a 100 rs. cada
11 m. pecas de cambraia lisa, linas, com 6C varas a
19000 rs.,alpaca escosseza de seda, propria para obras
de meninos ou meninas a I9000 o covado, hrelanha
de linho superior a 100 rs. a vara, rasemira prela
elstica a 12S0 rs. o covado ; c oulras muilas fazen-
dos, que a visla se dir o preco.
Vendem-se meios hilheles da lotera de N..S.
do Rosario a 232OO ; na rua do Livramento, loja de
calcado n.35.
Vendc-se cera de carnauba ; no armazem de
1 asso Irmlos.
Vende-se urna casa cu hipolhcca-se, as Cinco
I onlas ; a Iralar na rua de Sania Cecilia n. 8.
Vende-se doce de caj secco a 400 rs. a libra,
lilo de mangaba dito 320, dito do limito dilo a 320,
asan como ps de sapotis bons de Se mudarem. pois
ja estilo em caixcs, e juntamenle ps de uvas musca-
lels; em Olinda, na rua do Rninfim, em casa do
abaixo assignado.Manoel Xuni de Mello.
FAMA.
No aterro da Hoa-Visla, defronte da
. boneca n. 8,
em novo sorlimenlo de lodosos gneros demolhados
le superior qualidade, e preros muilo commodos:
inanteiga inglezajl .480, .560, 600.720, 800 e 900 rs
franceza a 560 efJIO, passas a 320 c 480, amei.as a
illO rs., peras ceceas a 480 a libra, marmclada de Lis-
boa a 19-200 a lata, bnlacliiulia ile ararula a 29500 a
lala, caf moido"oJRio a 240 a libra, presuntos do
Porlo, iinguicas j paios. superior champagne, fari-
nha de mandiocf m sacras a 69OOO rs.,qucijos do rei-
no, tudo de supe/ior qualidnde.
Na loja de portas, em frente da igreja do I i-
vramentc, vendem,-se clrilas francezas de cores esco-
ras a 210 rs. o co'jiado, cortes de cambraia com barra
a 29400 e 29800. dilos de cassa chita com 6 t|2 varas
a 19880, lencos de cambraia hrancos, dilos com barra
de cores a 160, chitas com muito bom panno a 160 e
140 o covado, ganga amaiella de quadros milito fina
a 380 rs. o covado, corles de casomira escura a 59000
rs., alpaca Me cores a 210 o covado.
Vende-se urna taberna em Fora de Porlas, rua
do Pilar, confrontando o becco Largo, mui bem cal-
culada e boas proporc,0es para ler familia ; no se
duvida dar prazo, urna vezque sejaa'pcssoaconliecida
de crdito, ou aprsente garanda'; osle negocio ap-
presenla grandes vanlagens nflo s por estar bem
conhocida como por que sem dinheiro a visla o prc-
lendentc se pode eslabeleoer : Irala-se com Firmino
J. F. da Rosa, na roa da Senzala Velha n. 112, ou
no aterro da Boa-Visla, taberna 11. 80.
CALCADO A 720, 800, 29000, 38000 rs.
No aterro da Boa-Visla loja defrontc da
boneca.
Troca-so por sedulas anda mesmo vclhas, um no-
vo e completo sorlimenlo dos bem conhecidos
sapntes do Aracaly a 720, 800 e botn 29OOO
rs., sajialiies de festre da Babia n 39000 rs., assim
como um rompido sorlimenlo de calcados france-
zas de. lodas as qualidades, lano para homem uno
para seuhnra, meninos c meninas um completo
sorlimenlo de perfumaras : ludo por preco muilo
commodo, alini de se apurar dinheiro.
TUDO SA& PECHINCBAS.
Corles de cambraias brancas com babados de ri-
quissimos goslos, pelo diminuto proco de 4.5:100, dilos
com barra de lindos desenhos a 39600 rs., dilos de
chita com urna barra larga ao lado, fazendas france-
zas com \> cuvados, e do ultimo goslo a 25500 -o cor-
te, dilos com urna lisia ao lado, fazenda muilo fina
de lodas as cores a 29400, dilos com 13 covados, miu-
dinhas de urna s cor a 29300, chitas escuras cores
muilo fixas de dilTercnles padroes a 160 rs. o covado,
ditas de novps padroes, fingindo cassas francezas a
180rs.,dilascabociasmiudinliasa200rs., sarja de
lila prela da primeira qualidade por ser muilo encor-
dada a 560 rs. o covado, alpaca prela c de cor muilo
fina a800 rs. o covado, e afamado nnnno couro en-
Irancado de urna s cora 180 rs. .0 covado, os milito
acreditados cobertores de algodo blancos da fabrica
de lodos os Sanios da Babia a 610 rs. rada um, case-
mira prela muilo fina 29.OO e 39200 rs. o covado,
sarja prela de seda muilo lina do superior qualidade
a 29500, merinos prelos por 19800, 29-500, :tJ000., e
39500 rs. o covado, assim como um'vrdadeiro sorli-
menlo de oulras qualidades de fazendas que se ven-
derao por rueos preco do que era oulra qualquer
parle:, na rua do Crespo, loja n. 14, de Dias &
Lcmos.
&@@@S@ @@@
Q> Os mais ricose uuis mode/nos chapeos de
@ seda e de palha para senhoras, se enconlram @
{$ sempre na loja de modas da madainc Millo- -
@ chau,,no alerro da Boa-Visla n. 1, por um ',i
preco mais razoavel de qqe em quabuer ou- *
k* Ira parle.
: Vende-se ha rua da Cadeia Velha do
Recile, loj'a de ferragens n. 55, rap de
Paulo Cordeiro muito fresco, vindo pelo
vapor Imperatriz, a 1,500 a libra, e quera
comprar de 5 libras para cima a 1,250
DEPOSITO DE CAL EPOTASSA.
Na rua de Apollo, armazem de Leal
Res, tem superior potassa da Russia, cites
gada ltimamente, e da fabrica 110 Rio de
Janeiro, de qundade bem conbecida, as-
sim como cal em pedra, chegada no ul-
timo navio.
Vende-se urna escrava, cimila, de idade 30an-
nos, cozi:iha, lava de sabo, lambem serve para tabo-
leiro ou mesmo para engenho : defronle do Trapiche
Novo n.4. ,
Agenciado Edvln Maw.
Na rua de Apollo n. 6, armazem de Me. Calmon
V Companhia, acha-se consUinlemcntc bous sorli-
menlos de laxas de ferro coado e balido, lano ra-
sa como fundas, moendas ineliras lodas de ferro pa-
ra animaes, agoa^ etc., dilas para a rmar em- madei-
ra de lodos os lainanhos e modelos os mais modernos,
machina horsonlal para vapor com forca de
i cavallos, cocos, passadeiras de ferro eslanhado
Sara casa de purgar, por menos preco que os de co-
re, esen vens para navios, ferro da anecia, e fo-
llias de (landres ; ludo por baralo preco.
Na rua da Cadeia do Recife n. 60, arma-
zem deHenrique Gibson,
yendem-se relogios de onro de sabonele, de palele
inglez,da melhor qualidade, e fabricados em Lon-
d res, por preco commodo.
POTASSA.
No anligo deposifn da rua da Cadeia do Recife,
armazem n. 12, ha para vender muilo nova pojassa
da Hussia. americana e hrasileira, em ,pequeos bar-
ris de 4 arrobas; a hoa qualidade e preros mais ba-
ratos do que co oulra qualquer parle, se affianram
aoS que precisaren! comprar. ISo mesmo deposito
lambem ha barris rom cal de Lisboa em .pedra, pr-
ximamente chollados.
Vende-se a verdadeira salsa parri-
llia de Sands: na botica franceza, da rua
da Cruz, em frente ao cbafariz.'
VINHO CHAMPAGNE.
Superior vinlio de Bordeaux engarra-
fado ; vende-se em casa de Scbaflieitlin
& Companbia, rua da Cruz 11. 58.
Veudem-se na rua da Cruz n. 15, segundo
andar, boas obras de labyrinlho feilas no Aracaly,
constando de loa I has, loncos, coc ros, rodas de
saia, etc.
FARIXHA DE TRIESTE.
Primeira qualidade.
Tasso Irmaos avisam aos seus freguezer, qne tem
para vender rarinha de Irgo chegada ltimamente
de Trieste, sendo a nica nova que daquella proce-
dencia existe no mercado.
Depoiilo da fabrica de Todos oa Santos na Baha.
vende-se, em casa deN. O. Bieber &C., na rua
da Cruz n. 4, algoda trancado d*aquclla fabrica,
muitc proprio para saceos de assucar e roupa de es-
cravos, por preco commodo,'
Na-rua do Vigario n. 19, primeiro andar, ha
para vender, chegado de Lisboa presentemente pela
barca Olimpia, o secuinle: saccas de farello muilo
novo, cera em grume e em velas com bom sorti-
mento de superior qualidade, mercurio doce e cal
do Lisboa em pedra, novrssima.
(p9 Os mais ricos e mais modernos cha- ()
@peos de senhoras so enconlram sempre *
na loja de madama Theard, por nm preco I
fija mais razovel de que em qualquer outra (Gn
ftft i'ar,c- s
^Vende-se o sobrado de dous anda-
res esotao da rua de Apollo n. 9, bem
como o dito de um andar da rua da Guia
n. 44 : a tratar'na rua do CoUegio n. 21,
segundo andar.
Ao barato, reguezes.
Na.rua do Crespo n.-9, vendem-sc chitas
francezas muilo finas e de cores fixas a 240
rs. o covado, corles de di la com barra a 29000
cassas francezas de lindos goslos a 640 rs. a
vara, cortes de brm para calca de puro linho,
a 29OOO ; dilos de casemira, a 39,500, 49000 e
.59OOO; panno preto fino a 29500 o covado ;
vestidos promptos para meninas, do ultimo
goslo, com colleles a 59000; e oulras muilas
fazendas por diminutos precos.
Vendem-se os bem construidos arreios para
carro de um e dous cavados, chegados ltimamente
de Franca, e por preco muito baralo ; na rua daCfuz,
n. 26, primeiro andar.
"No paleo do Carmo, taberna n. 1, vende-se ce-
ra para limas de dieir,- 060 rs. a libra.
ALIjUiAk.
Sahio a', luz a folhinlia de al giben,
contendo alem do kalendaiio. o regula-
menta dos emolumentos parocliiaes, c 6
nlmanak civil, administrativo, commer-
cial, agrcola' e industrial; augmentado
com 300 engenbos, alem de outras noti-
cias estatisticas. O acressimo de traballio
e dispendio nao permittiram ao ediclor
vende-lo pelo Vtntigo prec/), e sim por
400 rs. ; vendendo-se nicamente na li-
vraria n. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia.
Ao barato.
Na rua do Crespo n. 5, ha um completo sortimeuto
de toalhas e guardanapos do Porlo, pelos precos se-
guinles: guardanapos a 29600 a'duzia, loalhas gran-
des a 49500 cada urna, dilas regulares a 396OO, dilas
mais pequeas a 39200. .
Vende-se nm cavallo mellado de bo-
nita figura, carrega baixo, esquipa e he
muilo manso, lem arreios c sellim novo:
a fallar na praca da Independencia n.
18 e 20.
Cbeguem a pecbincba.
Lencos de cambraia de linho, finos, a 400 e 500 rs.,
dilos de seda de cor do tres pontas, muilo grandes e
com franja a 800 rs.: na rua do Crespo, loja da es-
quina que volla para a Cadeia.
PARA AQUARESMA.
Um lindo e variado sortimento de fazen-
das pretas e de todas as qualidades.
Panno fino preto a 39000, 38200, 4500, 59500
69000 rs., dilo azul a 29800. 39200 e 4000 rs., dilo
verde a 29800, 39600, 49500 e. 50000 rs. o covado,
casemira prela enfeslada a 59500 o corle, dilo fran-
ceza muilo fina e elstica a 79500T89000 c 99OOO rs.,
selim preto maco mnilo superior a 39200,49000 c
59500 o covado, merino preto muilo bom a 39200 o
rovado, sarja preta muito boa a 29000 rs. o covado,
dita hespanhola a 29600 o covado, veos pretos de fij
de linho. lavrados, muito grandes, fil prelo lavrada
a 480 a vara, e oulras muilas fazendas de bom gesto;
na rua do Crespo, loja da esquina que volla para a
Ca le .
Deposito de vinho de el)
pagne Cbateau-Ay, primeira qua-
lidade, de propriedade do condi "i
de. Mareuil, rua da Cruz do Re- f
cife n. 20: este vinho, o melhor
de toda a champagne vnde-
se a 56.<000 r. cadacaixa, acha-
inicamente em casa do L. Le-
S(
comte Feron & Companhia. N. B.
W As caixas sao marcada fogo4
$) Conde de Mareuil os rotulo*
^J) das garrafas sao azttes.
Chapeos para senborait.
Vendem-se ricos e modernos chapeos de se-
da e blond para senhoras, muilo bem enfeila-
dos e da ultima moda, pelo baralo preco d.e
10.5. 129. 149 el (9000 rs. : na rua Nova 11.
16, loja de Jos Luiz Pereira iV Filho.
' AVISO JURDICO.
A segunda edieco dos primeiros elementos para
lieos do foro civil, maLs bem corrigida e acrescena-
da, 11O0 s a respeilo do que altern a lei da refor-
ma, como acerca dos despachos, interloculorias e di-
liuilivas dos julgadores ; ol>ra essa lao inleressaule
ao principiantes em pralica que llies servir de fio
conductor: na praja da Independencia n. 6 e 8.
Na botica da rua larga do Uosario
n. 50, de Bartholomett F. de Sou/.a, ven-
dem-se pilulas vegetaes verdadeicis, arro-
be 1'airecteiu' vcrdadcii'6, salsa de Sands
verdadeira, vermfugo inglez (em vidro)
verdadeii-o, vidrosde bocea larga com ro-
Iha de 1 ale 12 libras. O anrn.incianteaf-
fianea a tpiem interessar posa a Veracida-
de dos medicamentos cima, vendidos em
sua botica.
Vende-se o'engenho Limc:irinha, situado a mar-
gem doTracunhaem, com 600, bracas de leslada c
urna legua de fundo, com as obras mais precisas, lo-
das nnvns, eoplima moanda, com bons partidos que
com 2 carros e 4 quarlos podem moer al 2,000 pues
o que he ilegrande vanlagem para um principiante.
He deoplitoio assHcar e de boa prodcelo, lano de
caima comlp de'lcgumes : vende-so com algum di-
nheiro vis. e o mais a pagamento conforme se
poder ronveitcionar:. os pratendenles dirijam-sc ao
ngcnho Tarihatape de Flores.
Vend-saum grande sido na estrada dos Afilie-
tos, quasi defriMile >bi igreja, o qual lem muilas ar-
vores de fruclasL I Jr.is ile planlaces, baila para
capim, e casa d.ei^4v'enda, com bastantes commo-
dos: quem o prelenderdirija-se ao mesmo sitio a
entender-se com o Sr./Antonio Manoel de Moraes
Mesrjuila Pimenlel, ouV> rua do Crespo n. 13, no
ecripiorio do padre AnVouio da Cunlia e Figuei-
redo.
Na rua de Santa Rila sobrado n. 18, vende-se
urna criuuliiihade 11 a12annos,eum negro anda
moco : i) motivo da venda se dir ao comprador.
V ende-se superior sarja de seda hespanhola ;
corles de seda preta lavrada, fazenda superior; selim,
prelo proprio para vestidos ; velludo preto o melhor
que 'na no mercado ;16s prelos bordadosdeseda, mau-
las tirelas bordadas de seda ; meias pretas de seda de
peso o oulras umitas fazudas de seda, ludo por pre-
co muito commodo : na loja do sobrado amarello da
ru.a do Queimado n. 29.
Na loja do sobrado amarello na rua do Queima-
i'lo 11.29, vende-se superior panno prelo fino de pre-
co de 4 a I29OOO rs. p covado; casemira prela els-
tica para lodo o preco; corles de collele prelos de
velludo com palmas bordadas a relroz ; ditos de se-
lim prelo e decasemisa bordados ; velludo prelo su-
perior ; selim de Maco e oulras fazendas, ludo por
precos commodos. ,
Para sen hora
os mais ricos e mais modernos chapeos de senhora
para montara, acabam de chegar a loja c fabrica de
chapeos de Joaqum de Oliveira Maia : na praca da
Independencia ns. 24 a 30, amule se vendem por pre-
co commodo.
Fitas superlinas.
Vendcm-se filas de cores de ns. 12 e 16, de supe-
rior qualidade e padroes inleiramenle nnvns, por
preco commodo : ua praca da Independencia ns. 24
a 30, loja e fabrica de chapeos de Joaquim de Oli-
veira Maia.
Vende-se una casa lerrea na ra Real do Man-
guind 11. 46, e duas carracas com dous Ihis mansos:
a Iralar na padara da mesma rua.
FARINHA BE S. MATIIECS.
No caes da alfandega, armazem de Jos. Joaquim
Pereira de Mello, da para vender muito superior
farinda de S. Malheus, cin saccas,.por preco commo-
do : a datar no escriptorio de Domingos Alves Ma-
lheus, na rua da Cruz n. 51.
Vende-se urna escrava crioula, mo-
ca e de bella figura : na rua do Hospicio,
primeira casa a direita com porta de co-
chetra.
Vendem-se fardos de fumo para charutos da
primeira qualidade, ltimamente chegados da Baha,
c por preco baralissimo : na rua. da Cruz, n. 26, pri-
meiro andar, assim comH um reslo de 2,000 charutos
muilo bons.
No escriplorio de Novaos & Companhia, na "rua
do Trapiche o. 34, tem para vender por' preco muilo
em ronla os seguinles arligus : couros de lustre, mar-
ca caslello, grande quanlidade de miudezas chegadas
de Ilamburgo pelos ltimos navios, chapeos do Chile
de diflerenlcs qualidades, chapeas de redro prelos
pardos, e oulros objeclos que serao presentes aos
compradores.
A 5S000 RS. A PECA.
Na loja de 1.111 maraes & Henriques, rua do Crespo
11. 5, vendem-se chitas de cvres escuras, com nm rs.
queno loque de moro, pelo barato preco de 59000pe-
a peca, com 38 covados.
Vendem-sc camas de ferro de nova itiveneao
franceza, com molas qne as fazem muflo maneiras
e macias, chegadas pelo ultimo navio francez. e por
preco muilo commodo : na rua da Cruz. n. 26, pri-
meiro andar.
Vcnilem-sc licores de ahsynlh e Kirschs em cai-
sas ; assim como chocolate francez da melhor quali-
dade que lem apparecido, tudo chegado ltimamente
de Franca, e por preco baralissimo : na rua da Offaz,
n. 26, primeiro andar.
, Na roa da Cruz n. 15, segundo andar, vendem-
se por preco commodo, saccas grandes com feijo
muilo novo, dilas com gomma, e velas de carnauba,
puras e composlas.
CALCADO.
Vendem-se sapales de lustre para homem a 49000
rs: na praca da Independencia n. 13 e 15, loja do
Arantes.
Vendem-sc em casa de Me. Calmon l 4 Com-
panhia, na praca do Corpo Santn. II, o seguinle:
vinho de Marseillcem caixas de 3 a 6 duzias, linhas
em uovellos eenrreteis. breu em barricas muito
grandes, arrfdc milaosorlido. ferro inglez.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecimento continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coadb, de todos os tamaubs, para
dito.
AOS SEXHORES DE ENGENHO.
O arcano da inyencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias inglezas* e holtandezas, com gran-
de vantagem para o melhoramento do
assucar, acha-se a venda, em latas- de 10
libras, j'unto com o methodo de empre-
ga-lo -no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na rua da
Cruz, n,. 4.
W
Vendem-se velbiilinasde lodas as cores:
s7 na loja do sobrado amarello, da rua do
< Oueimado 11. 29.
&SSSSSSSSSSSS&
CALCADO BARATO,
no aterro da Boa-Vista n. 58, loja de cal-
cado junto ao selleiro,vendem-se osseguin-
tescalcados, francezes, muito bons, a di-
nheiro, e pelos precos seguinles :
Botins de hezerro, par
Sapatfes de lustre para homem
Borzeguins elsticos
Ditos de botoes
Sapatoesda Prussia
Ditos de lustre para meninos
TjjOOjO
i.SbOO
't.S'OOO
li.S.'iQO
04-400
(in'000
r>aooo
ANTIGIDADE E SUPERIORIDAD:
DA
SALSAPARRILHA DE BRISTOL
sobre
A SALSA PARRILIIA DE SANDS.
Attencao'
A SALSA PARRILHA JE BRISTOL dala des-
de .1832, e lem constantemente man I ido a sua re-
putaran seih uecessidade de Tecorrer a pomposos
annuncios, de que as prepararles de merilo podem
dispensar-se. O successo de. Dr. BRISTOL tem
provocado infiatta jnvejas. e, eulre oulras, as dos
Srs. A. R. Sands, de New-York, preparadores
e propriclacios da salsa parrilha conbecida pelo no-
mc de Sands.
Eslcs senlioros solicitaran] a agencia de Salsa par-
rilha deBrislol, ecomo nao opodessem obler, fa-
bric.iram urna imitaran de Brii.lol.
Eis-aqui a caria que os Srs.. A. R. 1). Sands es-
creveram ao-Dr. Brislol no dia 20 de abril de 1842,
e que se aclia em posso poder:
Si: Dr. C. C. Britlol.
Bfalo, cyo.
Nos-o apreeravel senhor. ,
Em lodo o anuo passado lcmos vendido quanti-
dailei rousideraveis do extracte de Salsa, parrilha de
Vmr., e pelo qne ouvinios dizerde suas rirludex
ipielles que il lem usadil, juluanios que a venda da
dita, medicina se augmentar m uidtrimo. Se Vine,
quizer fazer um contento eumnosco, eremos que
nos resultara muda vanlagem, lano a nos como a
Vmc. Temos miln prazer que Vine, nos responda
sobro osle assumpto, e se Vmc. vier a esta cidade
daqui a um mez, 011 cousa scmelhanle, leriamos
muilo prazer em overein hossa bolica, rua de Fui-
Ion, ii.79. %
Ficam s orden, de Vmr. seus seguros servidores.
(Assignados) A. K. I). S,NDS.
COCLUSAO'.
1.c A anliguidadc claramente provada, pois que ella dala desde 1832,
eque a de Sands .su appMeceu em 182, poca na
qual esle droguista niio pode obler a agencia do Dr.
Urislol.
2. a A superinridado da salsa parrilha de Brislol
he incoulestavcl; pois que nao obslanle a concur-
rencia da de Sands, ede nina poioo de oulraspre-
pararfies, ella lem nianlidoasua repularo em qua-
si loda a America.
As numerosas experiencias feilas com o uso da
salsa parrilha em todas as cufermidades uriginadas
pelaimpurcza dosangue, e.o bom exilo oblido nes-
la corle pel Illm. *r. Dr. Sgaud, presidente da
academia imperial de medicina, pelo illuslrado Sr.
Dr. Antonio Jos lVivoto em sua clnica, e em sua
afamada casa de saude na (iambda, pelo Illm. Sr.
Dr. Saturnino de Oliveira, medico do exercilo, e
por varios oulros mdicos, pennillem boje de pro-
clamar altamente as virtudes ollirazes da salsa par-
rilha de Brislol vende-s a 58000 o vidro.
O deposito lisia salsa mudou-se para a botica
franceza da rua da Cruz, em freulc ao cliafam.
SALSA IVHHtlLIIA.
Vicenlc Jos de Brito, onico agente em Pernam-
buco de B. J. D. Sands, chimico americano, faz pu-
blico que tem chegado a esla praij'a urna grande por-
Cao de frascos de salsa parrilha ^ de Sands, que sao
verdaderamenle falsificados, e preparados no Rio
de Janeiro, pelo que se devem acalelar os consu-
midores de lao precioso talismn, de cahir ncslol
engao, tomando as funestas consequencias .que
sempre coslumam Irazcr os medicamentos falsifica-
dos e elaborados pela mao daquelles, que anlepoem
seus inleressesaos males e estragos da humanidade.
Porlanto pede, para que o publico se possa livrar
desla fraude e distingua a verdadeira salsa parrilha
ile Sands da falsificada e recentemenle aqui chega-
da ; o aniiuiiriaule faz ver que a verdadeira se ven-
de nicamente cm sua bolica, na rua da Conceicnp
do Recife n. 61 ; e, alm do receitnario que acom-
panha cada frasco, tem embaixo da primeira pagina
seu nome impresso, e se achar sua firma cm ma-
nuscripto sobre o involtorio impresso do mesmo
traeos.
Vendem-se relogios de ouro, pa'
ten-te inglez, por commodo pre-
co: na rua da'Cruz n. 20, casa de
L. LeconteJ'eron & Companhia.
POTASSA BRASILEIRA.
Vende-se superior potassa, fa-
bricada no Rio de Janeiro, che-
gada recentemente-, recommen-
da-se aos senhores de engenho os
seus bons eileitos ja' experimen-
tados : na rua da Cruz n. 20, ar-
mazem d L. Leconte Feron i
Companhia.*
Na rua do Vigario n, 19, primeiro andar, lem
venda a superior flanella para forro de?
gada'recentemenle da America.
NO ARMAZEM DE C.JJSTLEl
E COMPANHIA; RIA DO TRAPICHE !< 3,
ha,para vender o seguinte :
Balancas decimaef de 000 limas..
Oleo de linhaca em latas de 5 galoes. '
Champagne, marca A. C.
Oleados para mesas.
Tapetes de la para forro desalas.
Copos e calix de vidrq ordinario.
Formas de folha de ferro, pintadas,, para
fabrica de assucar.
Palha da India para empalhar.
Aro d Milao sortido.
Carne devacca em salmoura.
Lonas da Russia.
Espingardas de caca.
Lazarinas e clavihotes.
Papel de paquete, Dglcz.
Latao em folha.
Brint de velai da Russia.
Cabos de linho da RujU*, primeira .qua-
lidade.
Cemento deHamhurgo (novo).
Relogios de ouro, abnete,' patente in-
glez. .
Graxa ingleza de verniz para arreios.
Arreios para um e dous cavallos, guarne-
cidos de prata ede latao
Chicotes e lampeoespara carro e cabriolet.
Couros de viaao de lustre para coberta*.
Cabecadas para montara, para senhora.
Esporas de aro prateado.
Vendem-se coberlores de algodao grandes a 640
rs. e pequeos a 5tK) rs. : na rua do Crespo nume-
ro 12,,
Vendem-se pregos americanos, em[
barris,' p'roprios para barricas de assiH
car, e alvaiade dezinco, superior, quali-
dade, por precos commodos: na rua do
Trapiche Novo n. 10.
Y\fl

pAVTDWItI.TAM BOWMAN, engenheiro ma-
cliinisla e fundidor de ferro, mui respeitosamente
anminca aos senhores proprielarios de engenhos,
fazendeiros, e ao respeilavel publico, queoseu esta-
belecimento de ferro movido por machina de vapor,
na rua do Brum passando o cbafariz, contina em
effeclivo ejercicio, ese acha completamente montado
Hahililadopara emprebender quaesquer obras da
suaarte, David William Bovvman. deseja maispar-
:nte chamar a attencao publica para asse-
por ler dcllas grande sorlimenlo ja' promp-
osilo na mesma fundicao, as quaes cons-
sua fabrica podem competir com as fabri-
cslrangeiro, lano em preco como em
materias primas e maO de obra, a
saber:
Machina* de vapor da melhor rnnstriic.Hi.
Moendas de canna para engenhos de lodos os la-
manhos, movidas a vapor por agua, ou animaes.
Rodas de agua, moinhos de vento eserras.
Manejos independentcs para cavallos.
Rodas dentadas.
Aguilhoes, bronzes c cliiimaceiras.
C.avilhes e parafnsos de todos os lamanlios.
Taixas, pares, crivos ebocas de fornalha.
Moinhos de mandioca, movidos a maO ou po ani-
maes, e prensas para a dita.
Chapas de foga6 e Tornos de farinha.
Canos de ferro, lorneiras de ferro e de bronze.
Bombas para cadmba e de repuxo, movidas a
mafi, por animaes ou vento.
Guindastes, guinchse macacos.
Prensashydraulicas ede parafoso.
ferragens para navios, carros e obras publicas'.
Columnas, varandas, grades e portoes.
Prensas de copiar cartas e sellar.
Camas, carros de ma6 e arados de ferro, etc., etc.
Alm dasuperiorklade das suas obras, ja' geral-
menle reconhecida, David William Bowman garante
a mais exacta conformidade com os moldes e 'dese-
nhos remet idos pelos senhores que se d isuarcm' de
fazcr-lhe encommendas, aproveitando a occasiaO pa-
,ra agradecer aos seus numerosos amigos e freguezes
a preferencia com que tem sido por lies honrado,
e asscgura,-lhes que naopoupara esfbrcose diligen-
cias para continuar a merecer a sua coiilianca.
Na rua da Cruz n. 15, segundo andar, ven
dem-se 179 pares de coturnos de couro de lustre,
400 ditos brancos e 50 ditos de boiras; lodo por
preco commodo.'
Vendem-se pianos fortes de superior qiialida-
de. fabricados pelo melhor aulor hamborgeez na
rua da Cruz n. 4.
Na rua do Trapiche n. 14, primeiro andar,
ve"de-se o seguinle :pasta de I)rio llorenliiio, o
melhor artigo que se conhece para impar os denles,
branquece-os forllicar as gengvas, deixando bom
goslo na bocea e agradavel cheiro; agua de mel
para os cabellos, limpa a caspa, e d-lhe mgico
lustre; agua de perolas, esle mgico cosmtico para
sarar sardas, rugas, e cmbrllezar o reslo, assim co-
mo a untura imperial do Dr. Brotvn, esla prepara-
cao faz os cabellos ruivosnu blancos, completamente.
prelos c macios, sem damno dos mesmos, ludo por
presos commodos.
iinciam qne no sen extenso
labelecimenlo cm Santo Amaro, continua; a fabricar
com a maor perteico e promplidao,toda a qualidade
de machinismo para o uso da agricultura, navega-
cao enianufaclura, e que para maior romroi
seus numerosos freguezes e do publico em [^
aberlo em um dos grandes armazens doSr. I
tana rua do Brum, atraz do arsenal de
m
DEPOSITO DE MACHINAS
construidas no ditosen estabelecimento.
.illi acharao os compradores um completo sorli-
menlo de moendas de .canna, com lodos es melho-
ramenlos (algn' delles novos eoriginaes) de que a
experiencia de muilos annos tem mostrado a ntces-
sidade. Machinas de vapor dejiaixae alta presso,
taixas de todo lamauho, tanto batida* como fundidas,.
carros de mao e.dilos para conduzir formas de assu-
com apparelhns da primeira qualidade para a per-( r, machinas para moer mandioca, prensas para, di-
feita conTeccaD das maiores pecas de machinismo. m, fornos de ferro batido para farinha, arados de
ferro da mais approvada coiislrucco, fundes para
alambiques, crivos e portas para forualkas, e orna
iulinidade de obras de ferro, que seria eufadonhn
enumerar. No mesmo deposito existe urna jtessoa
inielligenlc e habilitada para recelicr todas as en-
rommeudas, etc., ele, que os annunciaules Cumian-
do com a capacidade de suas odiduas e niachimsmii,
e pericia de seus ofliciaes, se comp'romeftem'a. fazer
evecutar, com a maior presteza, perfeico^e exacta
conformidade coni osmodcIi>w>u desechos, e inslruc-
joes que lhe forem fornecidas- ^
Vende-se em casa de S. P.'Johns-
ton c< Companhia, na rua da Senzala J{d-
va n. 42.
Vinho d Porto, superior qualidade,
garrafa do.
Vinho Chery, em barris de'quarlo.
Sellins para montara, de homem
nhora.
Vaquetas de lustre para coberta de carros.
Relogios de uro patente inglez.
Vinho Bordeaux.
Brunn Praeger & Companhia, roa da Cruz rt.10,
receberam ltimamente St. Jolien e M. margo!, em
caixas de urna dazja, que se recoromendam por mas
en-
e se-
MADAPOI.AO' BOM, A 38200. .
Vendem-sc pecas de madapoln de boa qualidade,
com pouca avada : na rua da Cadeia Velha u. 21,
primeiro andar.
Na rua do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas mu-
sicas para niano, violao e flauta, como
cjam, quadrilhas, valsas, redowas, scho-
tickes, modinhas tudo modernissimo ,
chegado do Bio dt; Janeiro.
Charutos ele llavana.
Vendemse vrrdadeiros charutos de llavana por
pre^o muilo commudii: na ruada Cruz, armazem
n.4.
POTASSA E'CAL. v
Vende-se potassa da Russia e America-
na, superiores, e cal virgem de Lisboa,
tudo poi preo mais commodo que em
outra*qualquer parte : na rua do Trapi-
chen. 1 ", armazem de Bastos Irmaos.
Com toque deavaria.
Mijdapolo largo a 39200 a peca": na rua do Cres-
po, loja da esquina que volla para a Cadeia.
(irande sortimento de cDlIeles de fuslao supe-
rior, por diminuto preco ; palitos de brim liso e en-
li.meado de todas as qualidades e precos ; pequeas
malas de couro. propria! para viagem ; deas abutu-
aduras para collele, tudo mais baralo que era. oulra
qualquer parle : na ruido CoUegio n. 4, e rua da
Cadeia do Recife n. 17.
MASCARAS DE RAME.
Vendcm-se superiores mascaras de rame, nrme-
nos prero que em oulra qualquer parte: na rua da
Cadeia do Recife n. 17.
Multa attencao.
Cassas de quadros muilo largas com 12 jardas a
2ilK) a peca, corles de sania amarella de quadros
muilo lindos a 18500, cortes de vestido Ae cambraia
do cor com Ii 1|2 varas, muilo larga, a 2J800, dilos
com8l|2 varas a 3a0U0rs., corles de meia casemira
para calca a :fetKKi i-., e oulras muilas fazendas por
preco commodo : na na do Crespo, loja da esquina
que volla para a Cadeia,
NICO, E O MAIS EFFICAZ REMEDIO
PARA LOMBBIGAS:
F ahnestock's Vermifuge.
lWmrulTdo pelo seu proprio aulor de New-Vork,
iftlo navio americano Korlheu Ligia : vende-se na
bolica e armazem de drogas de Vicente Jos de Brilo,
rua da Cadeia Velha n. 61.
Vendem-se lonas, brinzaO, brinse meias lo-
nas da Hussia : no armazem de N. O. Bieber &
Companhia, na rua da Cruz n. 4.
Taixas para engenhos.
Na fundicao' de ferro de D. W.
Bowmann, na rua do Brum, passan-
do o cbafariz continua haver um
completo sortimento de taixas de ferro
fundido e batido de 3 a 8 palmos de
bocea, as quaes achain-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcain-se ou carregam-se em carro
sem despeja ao comprador.
Moinhos de vento
"nin bombas le repuxo para regar borlase bavas
de capim, na fundicao de D. W. Bowman: iia rua
do Brum ns.'G, 8el0. ,
VINHO 1)0 PORTO MIJITO FINO.
Vendc-sesuperior vinho do Porto, em
barris de 4., 5. e 8.: no armazem da rua
do Azeite de Peixe n. 14, ou a tratar no
escriptorio de Novaes & Companhia, na
rua do Trapichen. 54.
Aos senhores de engenho.
Coberlores escuros de algodao a (jOO rs., dilos mui-
lo grandes e cncorpados a 1$400 : na rua do Crespo,
loja da esquina que volla para a Cadeia.
Vende-se farinha de mandioca mui-
toiipcrior, em saccas, e chegada recente-
mente : no armazem de Machado & Pi-
nheirb, na rua do Amorim n. 54, ou a
tratar no. escriptorio dos mesmos, na rua
do Vigario n. 19, segundo andar.
Vende-te urna escrava engommadeira. e cozi-
nheira : na rua jifAragao n. 35. f\
COM PEQUEO TOQUE AV'HIA.
AlgodSodesarco.csicupira milito encorfcjlo a 100,
120, e 110 janla : na rua do Crespo jeja da esqui-
na que volla para Cadeia.
Padara.
Vende-se urna padara muilo nfrrgueada: a Iralar
com Tasso & Irmaos.
boas qualidades.
No paleo do Carmo, laberna n. 1, vende-sece-
ra para limas de cheiro a 900 rs. a libra, e alelria
muilo boa a 240.
' Vende-sel pardo perito sapateird, 1 segra etm
.algumas habilidades, e 1 parda que engomraa mnilo
bem, faz labyrinlho, penteia bem ama senhora e ves-
te, ludo faz com perfeico, e he de muilo boa con-
ducta; vende-se Umbem 1 parda de meia idade e 1
lmdo moleque proprio para um pai fazer de prsenle
a um lillto-: na rua da Uloria n. 7.
ESCRAVOS FGIDOS.
Deappareceu na manha de-di* !2dotrren-
le fevereiro, o prelo Antonio, de naco Camund,
idade de 26 annos pouco mais ou menos, e, \
falla demorada, cor bem prela, e leni fallad,
denle iia frente no qupixo superior, tem pouca
e conserva suissas, ps regulares, levou calca.'prla e
bonele.ii polka : quera apprehendir dito eccram
poder levar na freguezia da Varzea no sitio denomi-
nado Bebedouro, ou nesla praca no paleo do Carmo
sobrado novo que bola a frente para a rua de Hurlas
u. 2, segundo endar, que ser recompensado.
Na larde do dia 10 do corrente desappareeeu a
nesra llosa, de narao, idade 30 a 40 anuos, boa altu-
ra, bem prela, beico inferior grosso, lem urna cica-
Inr. sobre um peilo, marca da Ierra della.; levou
(ido de melim de cdrj desbotado e ontro de azolao,
e um lenco de chila encarnado ; tem sido encontra-
da com o balde a vender agua pelo paleo do Carmo e
Cinco Punas, e dcsconlia-se ou quasi se leraflrtez*
deeslar occulla por alguem, o que se protesta sobre
quem quer que fcir ; no alerro da Boa-Visla fe,
ou rua do Collcgio n. 9, aonde se gratifica a quem a
Irouxer. .
Desappareeeu no dia 14 do corrente nm mole-
que de 22 annos, pouco mais ou menos, de nacao, de
nome Paulo, por alcunho Calraio, estalra ordina-
ria, ps mu lano cambados, levando camisa e'tlca
de algodao azul: roga-se portento as pessoas que del-
le tiverem noticia, de apprehende-lo e levar rua de
Apollo n. 24, uu ao engenho Calap, que serio re-
compensadas de seu traballio.
Desappareeeu no dia 6 do corrente, um escravo
de hume Severino,crioulo,qoe reprsenla ter de idde
50 annos; altura menos que a regular.corpret, rosto
redondo, cabellos da cabeca eda barba brancos, fa-
vo na frente, tem a lesla bstanle larga, por Vi, da
iiic-ma calva, ps pequeos, cosluma andar com al-
pargatas por ser uso do serian, he bstanle lidiado,
fui escravo de Joao Tavares Tnlentiim \'Harem,'mo-
rador na villa do Pilar. I.adeira Crande ; levou ca-
misa de algodao e calca de riscado do niesnm :-rofn-
se a pessoa que o apprehendcr, de o levar a rua do
Crespo, loja de fazenda'ii. I-, que ser recompensa-
da do seu trabalho.
No dia 13 do correnle, desappareeeu um escra-
vo crioulo, da llahia, de nomo Joao l.uiz, rom 40 an-
nos de idade pouco masou menos, e coraos signaes
seguinles: baixo, muilo barbado, lem a lesla n|a-
de. cor fula, falla baixo, por. bastante mHHK.'
le hedo enaenho Vicente Campello, eslaj a(la
lempo, e suppe-sc andar noganhoi
cife: roi:a-se as auloridades pqliciae*; capil de
campo, ou iiie-uui a qualquer pessoa, a iippreheusan
do dilo escravo e leva-lo ruada Aurora, lerceira
esa depois da punlesinha, queserao gralilicados do
seu Irahalho,
Desappareeeu no dia IfueJaneiro auno a prela Mari.idcnac,ao,cr prela.baiva.rlicia do
corpo, urna marca no.rosto rio lado direito, urna
lirnia de lellra no peilo esquerdo, lem up esquerde
deilailo para deulro, mSos t ps curtos : quem a pe-
sar leve-a a rua do Caldeireiro u. 8t. ou na rua do
(.respo n. 16.
Na madrugada de 13 ,1o correnle desappareeeu
na caa de seu senhor o major Antonio da Silva Go-
inao, a escrava, crioula, Joaquina, baixa, mxa, cor
rula, roslo secco, ps seceos c um pouco feios, pelas
cabecas dos dedos seren grandes ; levou dous vesli-
dos, um de cassa ve^e e ontro de chila azul clara,
sapillos de couro de lustre, lenco de seda azul rom
flores, e urna imagem da Senhora da Couceiro ; ro-
ga-sc as auloridades poliriacs e capilaes de'campo,
que qpprehendam-na o levem a rua Imperial n. (i,
ou no caes do llamo-, becco do Carioca.
Fm.i-Tjf. t M, r, de rr.- W*.
\
k


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