Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07558


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Full Text
SEGUNDA FEIRA 13 DE FEVEREIRO DE
v


da suscrip:ao\
lde Faria; Rio de Ja-
o Pereira Marti ns; Balita, o Sr. F.
hiprad ; Marai, o Sr. Joaquim Bernardo do Men-
; Paraniba, o Sr. Jos Rodrigues da Cosa; Na-
Sr. Joaquim Ignacio Poreira; Aracaty, o Sr.
Amonio de Lemos Braga; Ccar, o Sr. Victoriano
AugustoBorgas; Maranhao, o Sr. Joaquim Marques
Rodrigues; Par, o Sr. Justino Jos Ramos.
CAMBIOS.
Sobre Londres 28 1/4 a 28 3/8 d. por 1900
. Pars, 340 a 345 rs. por 1 f.
Lisboa, 95 por cento.
Rio de Janeiro, a 2 por O/o de rebate.
Accocs do banco 10 O/o de premio.
da companhia de Beberibe ao par.
da companliia de seguros ao par.
Dtscont dcletjras do 11 a 12 do rebato.
METAES.
- Oncas hespanholas. 289500 a 299000
Mocdas de 69400 velhas. 169000
de 69400 novas. 169000
de 49000. .'. ... 99000
Prala.Patacocs brasileiroa..... 19930
Tesos colunmarios...... 19930
mexicanos...... 19800
PARTIDAS DOS COBRE10S.
Olinda, todos os das.
Caruar, Bonito e Garanhuhs nosdias 1 e 15-
Villa Bella, Boa-Vista, Ex e Oricury, a 13 c 28.
Goianna e Parahiba, segundas o sextas feiras.
Victoria, c Natal, as quintas feiras.-
I'HEAMAl! t)E IIOJE.
Primeira s 5 horas e 18 minutos da manhaa.
Segunda s 5 horas e 42 minutos da, tarde.
AUDIENCIAS.
Tribunal ~do Commcrcio, segundas c qnintasfeiras.
Relacao, tercas feiras e sabbados.
Fazcnda, tercas c sextas feirss 10 horas.
Juizo de Orphaos, segundas e quintas s 10 horas.
1." vara do civel, segundase sextas ao meio dia.
2." vara do civel, quartas e sabbados ao meio dia.
f.piiEmerides.
Fevereiro 4 Qnartn crescente as8 hora, 18 minu-
tos c 48 segundos da tardo.
13 I.na oheia as 4 horas, 14 minutse
48 segundos da manliaa.
20 Quarto minguante as 8 horas 25
niinntos e 48 segundos da manhaa.
27 Iwa nova as 2 horas, 20 minutos e
48 segundos da tarde.
13 Segunda. S.' H
14 TerC.a. S.
15 Quarta. T
10 Quinta. Ss. Porlj
17 Sexta. Ss. Polyr-r|
18 Sabhdo.S. The^
19 Domingo, da. Sel
S. Conrado f. ; I
PARTE 0FF1CIAL.
GOVERNO DA PROVINCIA.
CaaUaaa* *o Knoslleate de a 6 do feverairo
e 1855.
PortaraO presidente ita provincia adedenlo ao
que llie requerruM.inoel LuizMonlcro.que j servio
no ewrcilo o lempo por que era ohrigado, resolvcque
neje ello admellido novamenle ao servrco como vo-
lautario, pnr lempo de 6 anuos, contado* do dia ein
qne se realisar o seo aiislnmenln, visto ler sido jul-
gado apio pra esse tim em ruspecc/io de sade, de-
vendo por so. abonar-se-llic alm dos vencmenlos
que por tei llie oorapelirem o premio de 10OS00O rs.,
pago* no termos do art. 30 do regnlamento quedai-
\ fVri.Neste cutido iizeram-se as necessarias com-
niunicarei. ...
r7-
tlllicifio Ao Eim. presidente da Paraiba, ac-
cusando recebidos dous exemptaire
por "sT^ieTinreserttaJo assembla legislati-
va aquella provincia, na abertura de na sessilo
extraordinaria, que tevelug.tr em 13 do dezembrodo
anno prximoTitjilo, e liem assirn duas cullcees dos
cloi da mesroaSsserobla, promulgados no niesmo
anno.
DitoAo Exm. director geral d psiruccao pu-
blica.communiciindobaver mandarivpassar cariado
jubilac.no ao professor de desenlio do lyceu desla c-
dade, J.inuariu Alexandrino da Silva Rabello Cane-
ca, dependendo porm esta jubilacn de npprovarao
da assembla legislativa provincial.Fizeram-se as
oulras communieacocs.
Ditoao Exm. marechnl comniandanle das armas,
recoinmandaudo que faca embarcar rom lempo no
patacho Pirapmma, o que tiver de mandar para o pre-
ndi de Fernando, visto ter o mencionado patacho de
lir para alli no dia 11 do corrente. Neste senti-
do Ozeraur-se as necessarias communieacocs.
,l)iloA presidente do consedio administrativo,
para promover a comprados medicamentos,utensilios
e mais objeetns requisados peto commaudanlc do
presidio de Fernando, c os fazer embarcar no pata-
ebu l'irapagi, que para alli segu no dia 11 de cor-
feriente.
DitoAo inspector da ihesouraria defazenda.rc-
endo.a relacao nominal das praras que uliima-
menle regressaram da colonia mililarde Pimenleirns.
por nao poderem.servr como colonos, emeonsequen"
- molestias que solTrcm.
0 mesmn, recommemiarido a expedirno de
suas ordens para qne eja pasa a I). Anna Mara Pei-
xoto, nos termos do oflicio que remelle por copia do
Exny. presidente do Maranhao, a preslacuo mensal
que o capelln do corpo ecclesiastico dp exordio, pa-
dre Manuel da Vera Cruz, havia consignado de seu
sold nesla provincia, para ser entregue a sua mai 1).
Auna- Mara da Conceicao Peixolo.Participou-sc
ao mesmo Em. presidente.
hloAo mesmo, para mandar.adiantar ao alenle
do hospital rogimental, no caso de estar nos termos
legaes, o pedido que remelle em duplcala, aqoanlia
de 309000 rs., para occorrer a5 despezas da botica do
mermo hospital no prsenle mezFarlicipou-se ao
marecbat commandanle das armas.
DiloAo mesmo, recommciidaudn qne exija do
procurador fiscal d'aquella tliesouraria.o seu parecer
acerca da ajuda de cusi que se deve marcar ao juiz
de direilo Caelnno Vicente de Almeida Jnior, que
lora removido da comarca do Bonito para a da Estan-
cia em Sergpe.lendo em vista queda l. 2a. comar-
ca dislam 112 leguas.
Dile-t-An director das obras publicas, injeirando-o
de haver opprovado o remenlo que Smc. remellen
os reparos deque precisam os muros depleoslo da
iwnte' sobre o rio Pirapama, e declarando queappro.
va a medida por Smc. prdposla, do serem o* racucio-
nadus reparos execulados por adminislracao, devendn
|K>rra aquella directora tomar todas as cautelas,
para que eltes nao incurran! no mesmo vicio que se
leu ua Construcco primitiva da obra, e proceder a
utn exame conveniente, para e couliocer quem foi o
culpado da m edificaejio, afim de ser coagido a com-
petente indemnisarAo.Couuuunicoti-se a Ihesoura-
ria provincial rcmelledo-se copia do orcamenlo de
que se traa.
DiloAo director doarsenalde suerra.remellendu
em nolucSonoseuolUcio n.24, copiado aviso da re-
parlicao gucrralde I8de Janeiro ultimo.do qual consta
haver-se expedido nrdeinjao director interino do arse-
nal de guerra da corte, aiiin de remellcr para esta
provincia metade da plvora mencionada no pedido
a que se refere o lado ajoflicial.
HELA CAO DOS INDIVIDUOS QUE TEM SIDO
KECRUTADOS PARA O SERVK.-.O DO EJ-
ERCITO DURANTE A ADMIMSTKACVO 1)0
EXM. SIS. CONSEU1EIRO JOS BENTO DA
CUNHA E FICEIKEDO.
1. Caudillo Jos Ferrera. Rcmeltido pelo chele
de polica. Vindo de Santo Antilo.Remellido para
"'""' a c'rle por ter sido julgado capaz Jdo servico em
10 napeceo de saude.
2. Manoel Flippe de Mello. dem, idem, dem.
3. Manoel Tliomaz do Nascimenlo. dem, idem.
idem.
dos Sanios. Iilem, idem,
trasmiltindo para os fin convenientes, a relaco dos
objeclos comprados para o^xpediente da repartirlo
das obras publicas no corrente mez.
DitoA junta qualificadora da Treguezia de Pao
d'Alh'o, acensando recebida a copia da acia da quali-
licarao dos volantes d'aquella Creguezia.
PortaraAo agente da companhia das barcas de
vapor, para dar transporte para a corlo, no primeiro
vapor que seguir paraosul, ao a llores do 7. halalliao
de infanlaria. Jos Cosme Damio, que ser remelli-
do preso para bordo do mesmo vapor, por orden) do
marecli.il niinnniidanle das armas. Participnu-se a
esle.
i. Manoel Rodrigues
idem.
5. Joo Flix do Monlc. dem, idem, idem.
6. Anlonio Jos Rufino. dem, do Recite.Sollo
por ler .ipreseulad'o isenco legal.Provou ser filho
nico, e srvir de arrimo istia mai e a urna irina.
7. Solero Candido do Ca no. "dem, idem. .Re-
mellido para a ci'irl por ler sido julg.ido capaz do
ervco em nspeccao de saude.
8. Jos Antonio deSouza. dem, idem, idem.
9. Joaquim Fraucisco. dem, de Iguarass. I-
dem.
10. Manoel Trancisco de Oliveira. dem, de San-
io Anlfin. Idem. v
" 11. Izidro Baplisla do Rosario. dem, do Cabo.
Sollo por ler apresenlado isenco legal. Provoa
er oflleial.de crpina, ler boa conducta, e viver eii
companhia ilc seu pai, a quem ajudava a manler.
ajl-2. Severino Francisco Cojlio. dem, de Goian-
na.Remellido para a corte por ter sido julgado ca-
paz do servico em inspeceno de saude.
13. Jos FHippe Daoiasceno. dem, dem.Sollo
por lerjjdo-julgaJfoTncapaz do servido em inspec-
co de saude. /
11. Serefino Jos eje Sanl'Auna. dem, idem.
Sollo por ler apresenlado isenco legal. Provou ser
o arrimo de seus pas ja vellios c de suas irmas sol-
leiras.
13. Jos de AlmeidaOiedes. dem.-. Sollo por
ler sido julgado incapaz do servir em nspeccao de
saude. \mr:
10. Ricardo Manoel do Home. dem.Sollo por
ler provado isenco legal.Provou ser o arrimo.de
seus pas ja vcllios e de sote irmas c tres maos me-
nores.
17. Antonio Jos do Monte. dem.dem.Pro-
vou ser pedestre do correio de Uliuda.
18. Chudino Marques da Silva. Remellido para
acorte por ler sido julgado capaz do servico em
nspeccao de saude.
19. Manoel Ferrera. Mein.Sollo por ler sido
julzado incapaz d servico em inspec 20. Sabino Jos tos Sanios. dem.Remellido
para a corle por ler sido julgado capaz do servico
ern inspecrip de saude.
21. Joaquim Jos de Sanl'Anna. Idem. dem.
22. Manoel Jos Joaquim. dem.dem.
23. Antonio Gmesela Silva. dem.dem.
24. Manodl Soares dii Silva. dem, de Santo An-
tilo.dem. 1
2>. Manoel Anlonioi do Nascimenlo. dem, dos
A fugados.dem. I
26. Jojo da Silva Hralcanji, dem, de Florea,
dem.
i dem, do Bonito.Idem.
1, de Flores.dem,
lem, idem. dem.
Aomesmd^rWuminendando que nos termos -% 37. JosTeixeira de l'.err.
^do riso da repartirn da guerra iltfel
anffl^proximo (iodo, mando Smc. aprese
nenie (corone! eominandante do liatalhode arlilhara
da suarda nacional deste municipio,os menores apren-
diz que elle houver de requisilar, para coiupor a
banda de msica do referido halalho.
DiloAo mesmo, rulorisando-o. vista de sua
inuKmaco. a alistar na companhia de aprendizes
|uellc arsenal, o menor (briol, lilho de Mara
Jos Pacheco da Parilicaro, urna vez que ella salis-
l'a a disposo no art. 4. do regtilamento n. 113 de 3
de Janeiro de 1852.
lo Ao inspector da Ihesouraria provincial,
27. JiaoJosdc Li|
28. Amaro Jos. U
29. Joo dos Saulos.
30. Jacob Jos de S
dcin.
' 31. Jos l.ourcneo di
-dem. I
32. Umbclino Jos R.
31. Francisco Jos P
dem.
31. Manoel Machado C
relli.dem.
3">. Jos Firmno do Ito:
' 36. Alexandrino Fcrrei
Caruar..Remellido par
gado capaz para o servir.
WJorpo ile polica, do Reci")
Anna. Mem, dem.I-
ascimcnlo. dem, idem.
ro. dem, dem.dem,
icio. dem, do Bonilo.
alcanli. dem, ,de Naza-
irio. dem, idem.dem.
Machado. dem, de
\ *i Hispecco de saude.
Pelo commandanle
Sollo pnr ler sido
imsipaz do servico enlj, speccao de saude.
Wolo Manoel de Jeis!, dem, idem. Sol-
lo por ter apresenlado
casado.
:)!). Jos da Molla Cabral.
Silo l jgal. Provou ser
\!
l\lcm, idem. Sollo
por ler sido julgado incapaz doWrvico em inspec-
Code saude,. ti
- 40. Andr Francisco Teiieir dem, idem.__
^Sollo por ler apresenlado sen.C*b legal Provou
enm cerlidao do parodio ser ca do, e sua roiilher
apresenlou-sc requrrendo sua so' lrj.
41. Anlonio Francisco da Ci a. Pelo chefe de
W)LHETIM.
(*)
(Por Octavio Feillet.)
PEBSOSAGKNS I'KINOIPAES.
ndri ftosuein, compositor e poeta.
O cavalleiro Carnioti, rico melmano.
Irrforfw, rahequisla e profcisor de tonlra-ponlo.
Mmriha, sua filha. K
Ignora, prineeza Fakonieri.
PERSON.VGENS Sni.M.TEr.WS.
Maritita, eamiristaw
4Uulia^ niarqueza Wrni.
Jjd} iViUon.
O principe Aaiitrh.
O ma rquez de Sora. _.
Muiieo, criado. jf
(A scena passa-se em aples.)
ROSWEIN, CARNIOI.I.
(Elle tahe da iaranda logo que Ijonora reli-
rase, i
,Cormoi: Andr!
ovrefn (levanland-sc): Carnioli !
o/i(pcganilii-lhedo braco) : Vcm cniniao.
l'.oino? porque?... Para onde quer
Sainmo daqui, j l dintel. Nao
) que fiques mais um iniuUlo ueste inferno.
Jjgttwehis Ouem me lancou nelle, Carnioli ?
Carnioli (balendn com o p, : Fui eu com mil
o repitas ; lenho-o dito comisa lias-
ntpa-o.) Esls bem mudado,
^^^Hno... (Abrhr.a-u.)Vamos, vamos!
-so. Ali! Carnioli, para que
rjnr uesles afijamos'.'
golf: Anda'.' J le disse que ealnu arre-
ihal (Jne mais queres Para qno me lizesle rece-
nu sova dos capuchinlios? Pareee-me qne lo-
s neste mundo... En pelo menos
i servico... Sun,
nlia alma, que o juleava sincer ,cn|e... Em Iheso
seral en uilia nizilo; mas teu le. ramen|o iikIv-
dual maHosrou meus clculos.... poda ru prever,
hora Dos! que tomaras em um sv o trgico a me-
nor aventura galante que tenlasse (na pliantasa *
l'inha en idea de um enamorado do tua especie *
Era verosmil que um liomem ile leu mcrecimento
eslivesse de humor para representar entre as maos
da primeira mulher, quecnconlrasse, o papel de urna
ficnriiiha de papelao' Nao.rjara cre-lo foi-me pre-
ciso assislir pessoalnienle a cssa scena Imrlesca e l-
gubre, na qual v-lc exerutar dcilmente lodos os
ejercicios de um oven dan^arino de corda debaixo
do aroole de una seria dcsapiedada. Sansue de nii-
nlias veias! de que leserve cnISo esle chicle? (Ti-
ra um chicntr, que rilara penurudn nnparr.de, da
rom rllr tfuns rhirytadas no* moris, r larga-o no
r/ii'i.) Vamos-nos!
Iloapcin ; Nao, Carnioli, enlre en. um uni ra-
minho ; mas quero amlar nelle reclmenle. Minha
vida eslii firmada para sempre neste amor, que foi
minha falla .ineu pmprio desprezn rae siillbcaria, se
Cu nOn livesse o animo de permanecer fiel minha
Irairao. (Jue me importa o sufirimento t Eu nao sof-
fro bastante... mcu rime nao ser jntais Iflo cruel
para miui quanln o foi para outros... ('ricamente.)
jo falle-mil lelles... nao quero saberlo. Mas ao
menos nao foi um alir.-.riivo passafieiro; um capri-
cho fuiii que me fez commelleresla vil ac j-o, que sa-
be: foi una paUa crande e irrepnravel,
bebere ate as. phezes..... ati morlel....
nico dever que me res!?.... enmprn-o;
xirliidu que me salva do extremo desefli
xe-in a :
nS*Z"J2':., l'en", '"wnar-me com issalingo-
S.n^3K? topen* engaa! a li me^mc ? Que'lem
de commum o dever e a virtude com, a vula abjecta
ZZl nZZ?,D:Z 0U5f,?">">a verdadel amas
essa mulher que le lem debaixo dos pos, qhe volve-
p Jso^7 '' r'" ",1 i"KtS e "" lodo de seus
floe9n : Si.m, amo-a Nao poderla viver Ion-
ge delta : nao ha no mundo um sentimenlo', um es-
peclaeuln, um Irnniip..... de que eu possa uozar, se
ella ouo o comparlilha. sesua preenca nao o escla-
rece. Onde ella n.'io esla, nao haceos nem sol... O
da nnscc em sons olhos.-.. meu eorarao nAo he mais
duque^ o ocho do seu...,. minha vida asombrada
sua... bu amo-a!
Ctirntnlii Pobre rapaz! perdeste a
o mais? Esperas que ella le lance pela ..
aflu-mo pela mi-fNao oomprcfiendes que leu lunar nao he mais junio
'dewa mulher, logo que nao a mais delta amado'* '
Honttm : Vossf couhece-n mal, Caruioli; ella
eujo calix
He esle o
le a nica
ro.....dei-
lionra com
porla fira?
polica, do RecfeEm vista da requisieao do com-
mandanle das armas, mandou-se alistar na cavalln-
ria por ser capaz para o servico.
42. uillierme da llora Professor. dem, de Igua-
rass.Remellido para a corle por ter sido julgado
capaz do servico em inspecefio de saude.
43. Ignacio Francisco. Id.em, de Nazarelh. Sol-
lo por ler sido julgado incapaz para o servico em
nspeccao de saude.
44. Agostnho Alves do Carvalho. dem, idm.
Remellido para a corle por ler sido julgado capaz
para o servico era nspeccao de saude.
45. Severino francisco da Cruz. dem, dem.
dem.
46. Jeronyno Jos dos Sanios. dem, do Recife.
dem.
47. Justino Jos dos Sanios. dem, ile Garanhuns.
dem.
48. Custodio Jos de Lyra. dem, idem.dem.
49. Jos Pcreira de Barreiros. dem", idem.
dem.
50. Manoel Francisco de Araujo. dem, idem.
dem.
51. Manoel Anlonio da Cruz. dem, do Recife.
Sollo por ler apresenlado isenco legal.Provou ja
ler servido- no exrcilo o lempo por que era obri-
gado.
52. Jos Alexandre Fcrrcira. dem, de Cimbres.
Remellido para a corlo por ter sido julgado capaz
para o servico em i nspeccao de saude.
53. f.uiz Perera. dem, idem.dem.
54. Joao Baplisla. dem, idem. Sollo por ter
apresenlado iseuco legal. Provou ser o nico ar-
rimo de pas valetudinarios, e ja ter oulro irmao ser-
vindo voluntariamente no exercito.
55. Antonio Jos da Silva. dem, do Bonito.
Solt por ler sido julgado incapaz para o servico
em nspeccao de saude. ,
56. Francisco Mendes da Silva.dem, de Pao
d'Alho.Mandou-se alistar no 2." balalhao de iu-
fanlaria requsiro do commandanle das armas.
57. Urbano Paes, Brrelo. dem. idem. dem.
58. Jo3o Bernardino. Mem, do Recife.dem.
59. Galdino Joaquim Cordeiro. dem, de Gara-
nhons. Remcttidn para a corte por ter sido julga-
do pela nspeccao do saude capaz para o servico.
60. Valerio Colbo da Silva. dem, dem.__I-
Idem.
61. Agosliiiho Donlor de Sanio Amor. dem, i-
dem.dem.
62. Francisco Alves. dem, idem. Mandou-se
alistar no 2." batalho de infanlaria i requisijao
do commandanle das armas.
63. Antonio d'Almcida Braga. dem, idem.
dem.
64. Manoel do Nascimenlo Ribeiro. Remedido
pelo juiz de direilo da I .a vara, tindo do Rocife.-
Remetlido para a corte por ler sido julgado capaz
para o servico em nspeccao tle saude.
63. lunocencio Pinto Rodrigues. dem. dem.
dem.
66. Manoel Pcreira Ramos. dem, de Itamarac.
Sollo por ter sido julgado incapaz para o servico
em inspeecdo de saude.
67. Joo Francisco. Remellido pelo chefede po-
lica, viudo do Recife.Remedido para a prie por
ler sido julgado capaz para o servico era nspeccao de
saude.
68. Anlonio Francisco da Rocha. Remellido pelo
commandanle do corpo de polica do Recife.dem.
69. Manoel Anlonio da Silva. Remellido pelo
chefe de polica, de Nazarelh.dem.
70. Silverio Gomes da Silva. Remellido pelo jo iz
de direilo da l. vara Sanio Antonio, do Recife.
Mandou-se por em liberdads por ler apresenlado
escusa legal.Provou ser creado e feitor de Luiz Pi-
rra Ferreira, c ler boa conduela.
71. Domingos Ramos. dem,.idem. Remedido
para a corle por ler sido julgado capaz do serv.;
em nspeccao de saude.
72. Dalvino Jos das Chasas Mcrces. Remedido
lelo Juiz de direilo da 1." vara do Recife.-Remel-
lido para a corte, por ler sido julgado capaz pela
nspeccao de saude.
73. I.aurentinoJos de Sanl'Anna. dem, dcni.
Sollo por ler sido julgado incapaz do servico em
nspeccao de saude.
74. Jno Alves Percha. Remellido pelo juiz de
direilo do Cabo.=Jdcm.
"">. Jorge de Jess Nazareno. dem. Fugio do
hospital rcgimeulal, oude se eslava tratando.
76. Antonio Manoel da Rocha. Ditodo Bonito.
Remellido para a corle por ler sido julgado capaz
para o servico em inspcclo de saude.
77. Andr Pfreira, dos Sanios. dem.dem.
78. Miguel dos Anjos. Mem.'dem.
79. Theulonio Jos I.aurenlino. dem. dem.
80. Antonio Marques Vianna. Mein. dem.
, 81. Manoel Francisco. dem. Sollo por ler do
julgado incapaz do sen ico em in-peeao de saude.
82. Antonio Jos de Araujo. dem. Remellido
para a corte por ter sido julgado capaz do servico.
em nspeccao de saude.
83. Jos Canario da Silva. dem__Sollo porter
ido julgado incapaz do servico em inspeceo de
saud:.
84. Manoel Correa da Silva. dem, de Sanio Au-
taoRemedido para a corle por ler sido julgado ca-
paz do servico em iuspeccao de saude.-
85. Jos Antonio dos Santos. dem, da 1.a vara.
Sollo por ler sido julgado incapaz do servico em
inspeceo de saude.Mandou-se entregar aojuiz
municipal de Olinda por ser processado.
86. Jos Joaquim Francisco. dem, de Nazarelh.
Rcmeltido para a corte por ler sido julgado capaz
do servico er inspeceo de saude.
87. Filippe Jos dos Santos. dem, idem.Existe
em deposito, e foi julgado capaz do servico.
88. Jos do Monte. dem, da l. vara. Sollo
por ler sido julgado incapaz do servico em inspeceo
de saude.
89. Manoel Feliciano. Mem. Remedido para a
corle por ter sido julgado capaz do servico em inspec-
eo de saude.
90. Ignacio Xavier do Nascimenlo. Mem,Sollo
por ler sido julgado incapaz do servico.
91. Anlonio Joaquim de Almeida Freilas dem.
Remellido para a forte, por ler sido julgado ca-
paz do servico era nspeccao de saude.
92. Jos Machado de Campos Cocido. dem, de
Santo Anln. Sollo por ler sido julgado incapaz
do servico em inspeceo de saude.
93.. Jos Rodrigues da Gisla Jnior. dem.Mem
por ter apresenlado isenco legal.Provou ser
proprictario e viver de agricultura.
94. Ijaulo Filippe de Santiago. dem, do Rio
Formoso. Remedido para a corte por ter sido july
gado capaz do servico em nspeccao de saude.
95. Jos Francisco de Barros. dem.dem.
96. Francisco Jos do Lima. dem.Mem.
97. Cannelino Agnslinho Jo3o. dem.Solio por
ter apresenlado isenco legal.
98. Roberto Gonealves do Nascimenlo. dem.
Mandou-se alistar no 2. balalhao de infanlaria
requisicao do commandanle das armas.
99. Jos Manoel. dem, do Cabo. Sollo por ter
sido julgado incapaz do servico em insneJlo de
saude.
' 100. Francisco Rernardo. Mem. Rer,
ra a corte por ter sido julgado capaz do
nspeccao de saude.
101..Manoel Antonio. dem.Sollo pTTer sido
julgado incapaz do servico em inspeceo de saude.
102. Manoel Alves Pcreira. dem. dem, por
ler apresenlado sencal legal.
103. Anlonio Percira do Monle. Remellido pelo
commandanle do destacamento da Boa-Vista.Re-
medido para, a corle por ler sido julgado capaz lo
servico em inspeceo de sao.de.
104. Manoel Gomes. dem. Mandou-se alistar
no 2. balalban de infanlaria requisicao dotcom-
maudante das armas.
105. Jos da Costa Lima. dem. Remellido pa-
ra a corle por ter sido julgado capaz do servico era
inspeceo do saude.
106. Anselmo Jos dos Sanios. dem.Eiisle em
deposito.
07. Antonio Jos de Sanl'Anna. dem, juiz de
direilo de Nazarelh. Remedido para a corle por
ter sido julgado capaz do servico em inspeceo de
saude.
108. Joaquim Alves de Almeida. Mem, de Naza-
relh.Existe em deposito.
109. Manoel Francisco Baplista. dem, do Li-
mociro. Mandou-se alistar uo-2. balalhao de infan-
laria a requisicao do commandanle das armas.
110. Trajano Jos de Oliveira. dem, dem.Rc-
meltido para a corle por ler sido julgado ca paz do ser-
vico em inspeceo de saude.
111. Jos Francisco Gomes. Meto, idem.Existe
em deposito.
112. Ignacio de Brilo. dem, idem.dem.
113. Jos Gomes da Silva. Mem, idemMan-
dou-se alistar no 2 balalhao de infanlaria a requi-
sicao do comaandante das armas.
114. Policiano Pereira.Leiie. dem, de Pao d'A-
lho.dem.
,. 115. JuslinoXnnes da Silva. dem, idem.Re-
mettidopara corte por ter sido julgado capaz o ser-
vico em inspeceo de saude.
' 116. Alexandre Jos da Silva. Mem, de Flores.
Mandou-se alislar no 2. balalhao de infanlaria a re-
quisicao do commandanle das armas.
117/Joaquim Antonio da Foiiscca. dem, idem.
Idenj.
118. Anselmo dos Santos. dem? de Santo Anto..
Mem.
119. Jo3o Jos de Santa Anna. Mem, idem.
Existe em deposito, foi julgado capaz do servico em
inspeceo de saude.
120. Anlonio Urbano Bispp. Mem, idem.dem.
121. Feliciano Poreira da Silva. Mem', de Naza-
relh.dem, mandou-se alislar no 2. balalhao de
infanlaria requisicao do commandfente das armas.
122. IzidoroGomes Hezerra. dem, idem.dem,
123. Joaquim Severino Barbosa. dem, idem.
dem.
121. Silvano Jos de Barros. dem, de Pao d'Alho.
Remedido para a corte por ter sido julgado capaz
para o servico em inspeceo de saude.
125. Manuel Malinas Teivcira dos Sanios. dem,
do Rio Formoso.Existe em deposito, julgado capaz
do servico pela nspeccao de saude.
126. Manoel Antonio da Silva. dem, idem.
dem.
127. Zacaras dos Sanios. Idem, idem.Mem.
. 128. Anlonio Francisco. Mem, idem.dem.
129. Joo Jos. dem, idem.dem.
he urna alma tempestuosa e perturbada; mas leal.
Quando nao amar-me mais, ella m'o dii. Nao llie
lenho qflerecidu cem vezes deixa-la ? Para quere-
lem-me ella, se nao me ama ?
Carnioli: Porque? palavra de honra, cis-.ihi
urna ingenuidade. que farla rir un defuitu!... Por-
que tem o ticre rosiumes de tigre? Poraue folga el-
le com sua victima antes de dar-lhe a suprema den-
lada? Dize-me, rapaz?... E demais nao lio nada ler
quem Ihe repita Iodos os dias em linguagem potica,
que he formo-a, e qoa he adorada? E n3o he nada
tamhcm para estes palacios enervado' o sabor refina-
do de um amor em parle duplo'* Nao he nada para
essns coiiscieneias moras o prazer de engaar? Nao
lia um igual diverlimenlo para o espirito e para o co-
raco as Violentas emoces, o na sabia cstralesia da
IraicaO? Aflirinn-le qne'clla aun esse Panlo Mara.
e esiou pruipio para jura-lo, se queres.
foswtln : Torno a dizer-lhe, l'.arniuli, voss eo-
nliece-a mal; ella seria lalvez capaz de um chine ;
mas nao de urna infamia.
Catnioli: Meo amigo, ella be capaz deludo,
como luda a mulher, que nao tem oulro principio le
conduela seiiiio a paixn. J a viste algum dia por
i>s pos na i-reja ".' Nao. Pois bem. desconfa, igual-
mente das mulheres que nao sahem.das igrejas, e
das que nao entrara nunca uellas:. sao duas especies
venenosas. Fura do circulo chrislau, Andr. conhe-
(o liomens honrados; mas nem urna s mulher ho-
nesta. Alera de que as paixues de um hoinem nao
sao sujeilas a regras lio severas, sao menos violentas
e cnfraqueeem despresando-se : a honra humana po-
de bastar para doma-las. Mas as paixes de nina mu-
lher ao mesmo lempo mais fogosas e mais exclusivas
querem o freio religioso. S ha 1>eo. contra r9sa
trrenle. Tua amante he incrdula, c n'ocaroco d-
aer mais. Vou conlar-le Sua historia : ella leve, lem
e ter amantes. Eis a que se icdnz na pralica toda
a plnlosphia do seclo: toda a mulher que nao he
-le Chrislo he de Venus.
Rorwein: Nao sahirei daqui, Carnioli; Sao
porlanlo perdidos seos trabadlos e suas calumnias.
Carnioli (apiando o colovelo no encost de urna
poltrona, e fallando com o tora de una ronia amar-
ga, nas conlido): Miabas calumnias, rapaz!.....
Ali I j vejo oquo lie...' Depois -le ler-te apandado
com man de prostituta, convinha fortificar tua eslima
abalada... A inania dessas mulheres he qnererem ser
estimadas... Convinha pintar-te o passado para me-
Ihor regar-te sobre o presente c o futuro... Enlao el-
la embucou-ae no manto da innocencia... tomo a
tem ps altitudes virginaes...' a ave de rapia mo-
dulou suspiros de ponida. A lea haln eemquau-
lo palpitavs debaixo de suas uuhas, persuadiu-te tle
que eras seu vencedor. Pediste perdao ao eco de te-
res maltratado urna victima lao pura, e juraste con-
sagrar a vida a reparar esse enorme crime!
fosirein : Basta !
Carnioli: Rem vs que a ronhecu. Por urna
justa volla depois de ter-te movido a compaixo so-
bre sna sorfe; essa generosa pessoa enlcrncceu-se sem
duvida sobre a tua. Como es ci anca disse-te ella
emquanto sua alva mo revirava-le a cada, foge !
Mcu amor be fatal! Fjz voto de n3o amar mais To-
do o que amo sollree mn- # E enlao falln no ma-
rido, o qual ella amr ymnmit, em suas flores
preferidas que sao m m%, no seu sabujo favsrito
que he nibrtu, c depi^j&sa enumeraran fnebre n-
duzio-te mais aiuda^nlacando-le era seus braco*
magnifico, a fuairda mahlico que pesava sobro lila
calwcji... Ab! essas horas sao'doces na vida, nao o
nego !... E emfim depois que dobroii e Iriplicou sli-
damente sobre leus olhos a venda classka, (piando
vio-lc ben convencido de que eras sen primeiro
amante, e que serias o ultimo, tomou corajosamente
un sexto 1
Hostera : Vn's mente !
Carnioli : NOo eres no sexto? Pois bem rieras
ao menos no quarto... Pois fui eu !
fotwcin (violentamente jigarramln-lho no braco):
Mentes! (sonora precipita-re na tala.!
OSMESMOS. LEONORA.
Leonora (tomando ambas as m3oa de Roswein) :
Obrigad.i, Andr, ohrieada. meu amor !..... Mas
nao devias desponder-Ihe nao ha termos de desprc-
zo, que faeam impresso em sua fronte. Senhor Car-
nioli, nao lenho nada que dizer-lhe. Saia de minha
casa.
Carnioli (uraVe): Senhora, sinlo muilo v-la.
^;1o goslo das cenas deste genern ; mas emfim a se-
ihora aqui est. Pois berU, se jamis soube qnanlo
custa perders mais charas illuses, nao prolongue a
auonia deste mancebo ; j que me vi toreado a que-
brar-llie o corac.lo para nrranca-lo daqui, faca-lhe o
ultimo *erve. atieste que eu disse- a veidade.
sonora : Allesto que o senhor mente.
Carnioli: Prineeza, na verdajle nao sei qual
he seu intento. Concordo que tem a cadeea forte ;
mas mo ignora que a lenho na mo, e que lenho a
mao firme. Nao comprehendo porque sabida prelen-
de escapadme, isso me confunde.
Leonora : Como omizeravel nao quer sabir?...
Andr, creio que elle necusou-o de nao saber mane-
jar este chicote.,, d-m'o!
Carnioli fura de si) : Ali! mil cobras de cas-
cavel! ella quer que nos matemos o rapaz e en eis-
ahi seu plano! Devia Ifi-lo adevnhado desde que en-
Irou... Nem urna pila\ra, nem um gesto, Andr; do
130. Anselmo Percira da Silva. Pelo comman-
danle do corpo de polica.Mandou-se alislar no
2. batalho de infanlaria i requisicao do comman-
danle das armas.
131. Jos Antonio DoUrado. Peto juiz de direito
do Bonito.Existe em deposito, julgado apto para o
servico em inspeceo de saude.
132. Manoel Antonio Dourado. dem, idem.
Mero.
133. Anlonio Luiz de Franca. Mem, idem.
dem.
131. Theodozio Ferreira dos Santos. dem, idem.
Existe na marinha para ser observado de saude.
135. Anlonio Feliciano da Cruz. dem de Pao
d'Alho.Existe em deposito julgado apto para o ser-
vii;o em inspeceo de saude.
136. Relarmino Firminoda Costa Villar. Mem.
de Nazarelh.dem.
137. Si mo Anlonip Francisco. dem de Pao d'A-
lho.dem.
Assenlaram prara.
Na corle para onde foram remedidos por
tercm sido jnlgados capazes do servico em
inspeceo de saude....... ... 68
Nos corpos exislanles na capital. ..... 1886
Foram solios.
Por serem julgados incapazes em inspeceo
Cao de saude. ..'...,.........
Por terem apresenlado isenco legal. .
Evado-se do hospital...........
Existen) em deposito............
19
1231
1
19
Total dos recrutados.
137
Dos 12 recrutas sollos, por terem apresenlado isen-
co legal:
O 1. Sob n." 6, foi sollo porque sua raai Isabel
Maria do Esprilo Sanio provou ser viuva honesta,
e ser elle o seu nico filho.
O 2. Sol n. 11, porque seu pai Bernardino de
Sena Baplisla, provou ser elle 6mcial de carapina de
boa conduela, e que o ajudava a adquerirosmeios
de subsistencia.}
O 3. Sob n. 14, porque .sen pai provou com urna
jusllflcaeao de 3 Icsleniunhas, "ser hornera aclosena-
rio. ora fillias mocas, sem oolra proleccjlo mais do
a do recriilado er. nico filho varo.
O 4. Sob n. 16, rrorque lambem eu pai com do-
cnmentns valiosos provou ser elle o seu nico arri-
mo e de 11 irmSoj, sendo 7 mocas e 4 menir.os.
O 5. Sob n. 17, aposento em publica forma o
seu Ululo de pedestre do correio de Olinda.
O 6. Sob n. 38, provou ser casado e viver com
sua mulher.
O 7.o Sob n. 40, iuual isenco.
O- 8. Soh n. 51, provou j ter servido no e\er-
cilo o lempo porque era nbngado, e estar presente-
mente Irabalhaudo na obra da casa de delincan.
O 9. Sob n. .1, porque seu pai provou ser vale-
tudinario, e s ler o recrutado de quem recebia pro-
teceao, por hrfver" em 1V>0 dado voluntariamente ao
estado o litro filho que linda.
O 10. Sobn. 70, foi sollo porque Luiz Pires Fer-
ro, que vive de agricultura, provou ser o recrutado
seu feitor e boleirn o de boa conducta.
.0 11. Sub n. 93. provou com documentos', que
ra proprielario e viva de agricultura.
O 12. Sob n. 97, provou ser suarda nacional de
boa conduela, sempre prompto para o servico.
INTERIOR..
AMAZONAS.
Barra do Rio Negro U de Janeiro de 18.'>5.
Sendo esta a primeira que Ihe esrrcvo depois da
ondada solemne do respeitavclSr.de 183i,consralu-
lo-me com o Sr. editor do provecto Treze de Maio
por nao termos feilo viagem para a Ierra dos sizu-
dos com o Sr. de 1853, que, apezar de ludo, dcixou-
inc mudas samlosdos; mas desojo ai eslar sem elle por
miiitns anuos. Nao Ira mal que me culre por mcu
goslo, nem bem que se acabe larde; cointiido," an-
tes andar assirn do que ver-me nos aperlos cin que
a Turqua estar boje com a Sra. Russia. Quera
antes papar ura bolo de S. Joao, molbado em bello
chainpanha, do que ser Turco ou Russo nesla po-
rha; ccreio que rauilo espadachn bonilo ser da
minha npini.o. Nao posso.achar maca ueste brin-
quedo chamadoguerra ; nao porque nao dezeje
de vez em quando fazer a minha conquistazinhti;
mas porque o cheiro da plvora d-me dores de ce-
rebro, o.o eslanipido (que uniros chamara reinar)
do oanhan forc-nie os ouvidos : prefiro ouvir una
bella gucllar urna aria italiana. Comliidn. se esta
minha nao for da sua opiniao, como mu bem pode
siicoeirer, qucir.i dcsculpar o meu mo voslo.
A respeilo das colisas desla (erra pouco ou nada
poderci acresrontar ao que se sabe ; mas por amor
de cumprir o meu dever l vai o que tem havido.
As feslas do natal al aos res estiveram molda-
das, mas nem pdr isso dcixoii o bnm povo devoto
de S. Thom, N. S. da Conceicao, ele., etc., de ron-
correr capital, c de fazer suas fualaucas. Para
dcscrever urna dessas feslas seria preciso dizer-lhe,
que alm de nina missa muilas vezes rezada, o
cantada n 6 por 8, oulras 12 por 8, conforme a
pachorra c goslo do exccllenlevigario-quc possuimns
por nossa felicidade, o mais consista em urna la-
ilaiulm cantada ou gucllada, depois da qual segua-
se o iudispcusivcl nore com dansas mancha da
Ierra, an som de um lamborele, una gaita, as vozes
ac ni pan hada de urna rabeca, e oulras mui raras de
"~^-
coiilrarin has de arepender-le por lodo o resto de
leus dias'.... Tenho em casa um maro de cartas del-
ia, daqui a vinle minutos t'o Irarei i
llostccin : Leonora, que diz elle?
Leonora : Mente. ,
Carnioli: -r- Espera-me vinle minutos se es lio-
mem. fSahe.)
ROSWEIN, LEONORA.
(Apenas Carnioli salte, Leonora cahe no assna-
Iho com a cabera entre as mitos, ero'mpe em so~
lucos.)
toswtn : Leonora !..... para que cssas lagri-
mas?... nao o creio!
Leonora (cum voz sufiocada): .Male-me! mte-
me anles que elle votie I
fosteein : Co poderoso enlao he verdad!
(Lionnra folttra sem responder ; o. cabellos iiittn-
dtim-lhc otftombros.) Oh Dona justo I'asseia pela
sala. Momento tic silencio, follando para junio
delltt continua rom ro: surda. Para que enganou-
mo? Para que? Nao llie lea eu perdoado ludo.
/sonora: E ler-me-ni.i ainado?... amado com
essa pura ternura... com esse nobre amor de rapaz,
do qu.il eu era lo indigna. Andr; mas que me ra-
ziadlo feliz?... Ah qilanlas vezes a confissao de
minha infamia esleve a ponto de escapar involunta-
riamente de um coraran, que Iranshordava !... por-
quantn era una felicidade bem perturbada a minha.
Andr... eu o liiiha engaado!... a amar&nra dese
pensamento misturava-se em tonas as ininlus ale-
arias... enveiieuava-me a vida... as palavras... o hu-
mor... era essa aauuicn fonle de meus mos capri-
chos, com os quaes euoatormentava, pobre rapaz!...
Olanlas vezes curvei debaixo do fardo guantas ve-
fes esllve a ponto de dizer-lhe : Nao loque em mi-
nha fac-... ella mancha-lhe os labios!... mas falla-
va-me a coracero.....eu nao poda... nao poda !.....
(Chora.) Eu amava-o... voss me arredilar lalvez
agora que ludo est acabado, Koswain..... ame-o
muilo!
fosteein : NSo a creio.'
Jjonora : Nao... nao posso queixar-me... ma-
lei a coulianea... bem ei, ludo est acabado... Le-
ranl-se e caheesgolada sobre 0diia.)tiKo pecu-
Ihe nada... nada... Ah eu seria a primeira. a des-
preza-lo, se voss.ficasse... mas supplico-lhe ao me-
nos, que nao julEiie-me mais severamente do que
merejo... Nfo crea emlu.lo o que disse Carnioli...
fin tudn o que Ihe dir*.'.. Eu nao vallio nada; mas
elle vale meiios-tinda... Fui sua amante... eis o que
ho vordade... e isso hasta para vergonha de toda a
minha vida...'porm ludo, o mais lio falso, e elle
bem u sabe... essas carias niesnto de que elle galla-
se, essns cartas lh'q provatSo H
nm violan. Tildo que perlcnceu ao culto foi feilo i
n capella ja. As praias da cidade esliveram, durante urna se-
mana, enalbadas de ranoazinhas, em que o bom po-
vo se Iransporlou : o curioso das feslas aqui he ver-
se que os habitantes de fura muilam-sc temporaria-
mente para a cidade, poistrazem romsigoos chirim-
liahos, caes, porcos, galinhas, papasaios. galos, ma-
caros, etc., etc. A's feslas vlesle anuo vieran! 183
canoinhas com mil e duzenlas pessoas, das quaes
dons tercos pcrlenciam ao sexo productivo. Nolei
.lignina frieza, e pessoas veteranas da Ierra me dis-
seram, que com a supressao dos dia sanios, j o po-
vo nao musir o fervor qne d'anles apresentavapor
ncrasiao das feslas. Na minha opiniao nao sci que
bem resulla, especialmente a esla provincia, da ex-
linccao de una iluzia de dias santos, em que o povo
eslava acuslumado a Tazer as festividades de sua de-
voe.o. Nao ha de ser isso que os fani trabalhar.
quando nao quizercm.ou mais do que ora Irabalhaml
1 Appareeeu na vespera do Natal a suspirada, o j
parodiada proposta dos officiacs do batalho de caejt-
doresda guarda nacional, a escblhaesl boa, mas...
mas...,
A insliuceAo publica aqui nimia esl no seu der-
50, mas vai sendo amamentada pelo actual prest-
denle, que se lera dedicado an bem da provincia,
que o levou ao apogeo da represeiiir,ao nacional.
A asscrabla provincial dominada pelo espirito de
fazer propagar as luzca por lodos os ngulos da pro-
vincia, creou, como iiz mensao na anterior, algumas
radeiras de primeiras ledras cm diversos lugares :
he urna medida qne no provir pode concorrer
muilo para o progresso, e. civilsacilo desl pro-
vincia ; mas, por ora, n3o he dado esperar mclho-
ramentn algum nesse ramo, pela absoluta falta qu
ha de pessoas idneas a quem se entregue a pre-
cepcao da mondado. Ora, em hons mesures, sem
nnia inspeceo reaiilar.c proficua,nao se pode colhcr
bom Inicio de instiliiicoes laca ; coinludo, mil lou-
voaes merecen] us escolliidos da provincia.
A cadeira de primeiras ledras da capital aclrando-
seiu sede eaeantt, (o\ intrnameulc encarregana ao
reverendo vigario gerl, que se prestou gratuilamen-
le a regc-la cm qnanlo nao for provida.
Falla-sc por c bstanle, que o Alexandrino es-
l vexando ao prelado para pagar-lite o restante da
importancia do predio, que foi iprailo para ser-
vir de seminario. Nao sci al que .poni se pode
dar crdito a Uo rov olanle lioalo ; mas'sc tem al-
guma rousa de (cmo dizem) verdadoiro, he um
|)icarismo inqunliiiravel.
ro din 28 do passado a mcslra de meninas dou
a esamo argumas, quo moslraram nmia viveza ,
romtndo disseram alguniaspesso.-is, que nada per
doain, que reseule-se de metliodo o enano, e que a
meslra hrilliaria sescdedicasse um pouco mais ao es-
ludo d'aritlimelica e geographia. S. Exc", que
presidio a esse exame, disIribViio algumas obrmhas
pelas mollinas que mais se distiiiiruiram.
A fabrica de chapos de palda, chamados do Chi-
le, vai lomando incremento ; est sol a ftceefa do
alferes Machado, e a sua reccila faz face despea :
ja lera cinco ou seis aprendizes.
Desabou, na noilc do mesmo dia 28, parle da pon-
te, que d passagem do bairro da matriz para o da
repblica, na occasljlo de paasar um erando prestito,
qu!> arnmpaiihava a juiza de N. S. do Rosario,, que
se rccolhia das vesperas ; felizmente nao hoiivc s-
nislro algum ; apenas urna, podre iiiulder j idos
andou rolando, mas, porj loros nen os rijos, na-
da Ihe aconleceu.
Ha dias chegaram aqu unsquatro Yantees refu-
giados, ov adidos ou como quer que soja, de Nauta,
faziam parte de um grupo de colonos, que o Sr. D.
Monleza havia ltimamente transportado para ran-
la ; e disseram que se rcliraram d'alli, por nao po-
derera viver aondeo alimento diario consista de ba-
nanas astadas, aipim, e uns birhinhox. Cusa a
crer que' em um paiz (ao abundante de pescado e
cara se morra fomc Alem dLslo, o ffium llagel-
la tanto ao vvente, que era pouco lempo lem os
pos, as maos c rosto cm mizero estado. Eu nao vi-
via em tal Ierra, era que soubesse de encontrarla
o Kldouradol 'Sao sci como o govcnio peruano,
que se lem mostrado lao animado nos melhoramen-
los das regules banhailas pelo Maranon, c sens Iri-
hutarios-, ii.to proV meos de subsistencia para os
colonos, que tanto desoja adquirir. O estabelcci-
mcnlo de colonias depende de boa cscolha do local,
lo provimento de moios para a siilisislencui dos co-
lonos durante os primeiros lempos, cmqueo (raba-
llio consiste em preliminares para a fundaran da co-
lonia, e de boa drecfao. Eslou persuadido que a
companhia do Amazonas ha de sor mais providqn-
le quando comecar a fundac-lo de suas colonias.
A encheute do rio romnrou codo, mas,, como lie
costume, Ir-z pausa, c relrocedeu. Si continuar a
vazanle por mais uns 15 dias, Icremos bastante pci-
se (pirar'ieii : | mas, si pelo contrario reapparcrer
logo a enclicnle, cnUlo o Sr. Rafael andar pnr c
fiagellando a pobreza ; porque lem estado a capital
muilo desprovida dos primeiros gneros do aliineii-
lo. As tartarugasapparerern poucas vezes, ej veem
amarradas laia de negro fajan. A farinha lem si-
do vendida ( e ha mui ponen a 39000 rs. rada pa-
neiro de tresquarlosde alqucirc dessa provincia.
A administraran provincial passou para a sala das
sessoes da assembln, sendo esta mudada para a ca-
sa da cmara, c passando a servir de armazein de
artigo bellicos o sobra
trac3o.
Espera-ser lodos os dia
reparlicao: urna di
ciaes he um chefe mais aelh
persnado-mc que S. xc. ali
dado.
O padfo Domingos, vigario sus;
zia de CanuraS, foi ultiman
eleicjio provincial ) restituido :\~
1er rov erendissimo vigario oeral.
sado pouco lempo depi
passado.
O liespaiilml Seto, que ilao
sao elciloral a Ega, voltou e
si : o pobre'do homem mal podi
A obra da olaria vai man
de bracos', que de dia em dia diminuem
lialhadores, anda que btfm'pa.
em obra algunia, e por
sua pcrsislcuria. Creio qi
cao nas compaiihias.pois o maj>
nos sabe quanlas rompanhias n iifaan
merece bem .ser destitu'
servido para seu interesse
AirmniuladeMosprc
reno, em que preleude
lo Rosario : he muilo Ion
sos irmaos, que, nao oh
inspira o rcverendissiin
em.
O conde Rozwadowki i
niissao, ej ouvi dizer qu
presente vageindolfctraj.
a eleicn^^^^^^^^H
futura legislatura de lf
mas appareccram cm ca
Wilkcns e seus amigos,
sons amigos ; inf
que levou forquilha, po
riade votos nos Ir-
Maus, cuja votarlo
de 1920 em favor da rl:
mes dos mais volados :
Os Sr*.
Leonardo Ferreira Mai
l)r. Manoel Gon.
l)r. Flix-Gomes
Padre Torquato
Manoel Tbomaz I
Capilao Hilario >
l)r. Antonio Jos
Joacpiiui Jos'da
J^| Bcrnardes Slichii
n?iel Antonio Ri
Antonio'.
Jos Coclho de Miranda I
Joao da Cunha Correia
Clehientino Jos Perer.
Alvaro Bolelho ihi-C
Manoel Joaquim
Joao Cardozo de Arauj
; Lino Pcreira Brasil. ....
(*) Coneao Joaqqim Gonralv
Cslulann- Alves Carneiro. .
Falla a votaclo de Bai
pode alterar a ordem dos
A perda do Rio-Segro
Ionio nal." liuha, e^iuterrompeo
Esl-se priv mq'uantc
exploraciics e recnheciraeulos, t
risos fazercm-se uos ri -
alHucntcs. A comm
parece ler dado um resii
faclorio, nao porque elle
minar ludo quaulo lite
que a presteza da viagei
inora nos pontos, cm qn
midi que fossem rolh
|H)rtaulndepois de urna se
quo so poder eouhecer mol,
tem de lutar a nav
que dola poijera resu!
onni|.anliia lem porlanlo de li
les ditliruldades, porque no i
sempre appareccm odslacutos a superar,
vegacodo Amazonas nao lem. eneonlrai
que vai lentamenle removendn.
Nccessidadcs ha que anda n
vem a ser a rcgdlarisaeao dos f<
nha para combustivel cm cestos
servico, posto que bom pag
sido, o continuar a ser feito
autoridades locaes por ordem
ment de alvarcngas para onili
das cargas uns priawipaos pon i
rem e Barra) aonde o vapor na<
em Obdos e Serpa; deposito
romo ponto central da 1. liuha, c ni
de partida da 2.", ele.Estas sao ai
j reconhecidas, c que rerlamam pn
promplas, que se esperara da gerenc}
libia liciu de seus inleresss,
merrin das duas pruv iucins.
Ouvi dizer que se traa de i
de fretes e passagens. Nao sci qi
era que se pinto, por ora, jndiei
medanle providencia, que me pare

Roswein : Nao a creio. Cale-se.
Leonora (suppticanle) : Ah para que Irala-me
13o duramente,"Roswein ?... Anda quando ou fosse
como elle, Idedisso urna prostituta^ tudo o que lia de
mais vil... nao amei-o, nAo amei-o fielmente? (Jue
Uias lera podido fazer por voss o coraco mais pu-
ro ?... Eslou aos seus ps... poupe-me... [Chora.) Se
voss livesse a paciencia de ouvir-me, eu Ido conla-
ra toda a miulia vida... mas voss nao me acredita-
ra... c lodavia'a mais mizeravel das mulheres lem
lambem seus momentos de siuceridade ede virtude...
o Misse bem pode v.'-r que eslou em um desses mo-
mentos. Andr!... Sm... s ha urna falla em minha
vida... he Carnioli!... At enlao eu eslava ao nivel
das mais irreprebensves,"seiiSo das metliores... esse
mundo, no meio do qual linda sido abandonada mul-
lo joven...quasi menina... nem mesio linda-me lo-
cado com sua corrupcao.... Eu amav.-i ardenlemen-
(u seu raoviineiilo, seus prazeres. sua vida feclreia e
drilhanle... Elle prndigalisava-me lamdem duja-
ces, que meemhriagavain... meu pensamento absor-
via-se lodo na espelunca ou na lembranca ds suas
testas e de meus frivod Iriumphos. Foi esla toda a
paixflo de minha'mocidade !... Pode crer-me. An-
dr; nao espero, nao quero mais nada de voss se-
uao um pouco de juslica e de piedade... Ad 1 se eu
o livesse encontrado enlao... cu tera podido ama-lo
em repouso, grande Dos!... Emfim... chegaram os
anuos... meu espirilo eslava caneado de tanta fulili-
dade... meu coraeao agilava-se no vacilo... eu esla-
va sosinha... infeliz... loria dado para apoin'r-me em
urna mao amiga meu ni.me, minha riqueza o meo
sangue!... Iiz rois... Dei-mo loda!...
Roswein : A Carnioli l... Qualquer oulro... o
romprelicnderia talvez... Mas Carnioli!... Estranho
principio para una mulher honesta !
sonora (amargamente) : Sim... nao he ?....
Pcnsei como voss, quando pude conliec-lo, quando
debaixo dessas firinas ciivall^sSas, debaixo dessa
liiguagem rulhtmasliea, que me s'eduzira...B'achci
o fri egosmo de mfatun... a seceura e a decrepi-
lude de lima airan de libertino vulgar... Ah he el-
le quera me aecusade t-lo encanado, Andr... de
ler sorprendido sen amor... de tpr-me feilo melhor
do que era... Elle ho nlTouto !... Masao menos linda
espirito, e Dos sabe como usou delle Cortamente,
elle he a causa nica de me ler lomado tal qual me
piutavaa vujbinda agora, tal qunl me julgavn tal-
vez... posSlJRiao poupava iienhum cuidado para
sublrabir sfS insolente irona lodos os son nos de
mocidade e ile virtude... que suas lices... seu con-
tacto Imliam pisado... mas no salTorado no fundo
de meu.coraran !... Eu gulhlnva pora voss, Andr,
diga ella o que Uisser, cjib humilde, esse puro Ihe-
souro de minha alma... >
hia elle maculado, se nao a c.
quera m'a revelou, s a devo a voss)
lou ao seu sopro... V, mru amigo, e
vivir para vinga-lo!... [Esconde a ca
xins ao dican; Rostoein em p conten\
Unci, lilla leranta-se rrpentinanwnll
para elle.l Saia !... para que ell
lo aqu..... e eu oto leuda decora
Ca... Mais esle favor... saia .' (Pe
beija-a inclinndose, e coniiflj^^^H
cortada de lagrimas.) Eu nao
que voss -nao quer crer-me...
adorava-o... Isso he verdade...
mais que, um amante querido.,
muida ornco... meu lacncom o
fallnr-me em Dos!... eu%Sn ousa
mas compreliendia-o... Tudo o
e dedom..: ludo o que me con>-
ludu voss leva... Indo
seu charo olhar..... Andr, n
'Cahe dejoetno* beijandfl-lhe as
por ler-me amado!...
fosteein: Leonora, voss lie mais ci
qae palavras podem diz-lo, se-gasta lanl
e lanos juramentos para engaar um en
Como eu... Levntense: en amo-a.
.Leonora (levantando- y _u^
lia): Nao... An.
esla alegra entrada em meu c
le... joro-llie que o c
fosteein : bando. Amo-te (Aper-
la-a nos bracos, i (ecida para o dii
(ira ("brindo os olhos e encar.in.loo : Ha
eu o que son o que sou ?... meu]Deos!
(Esconde o rosto.)
fosteein : Nao pense ma
rao eu esqoeco. O soflrimento
se.) Mas nao quero que esse hornee
aqui. Vou preveni-lo. Vou a Nap
quebrada de fadign. V repousar. Dnrma
Ale an:
Leonora^'(levanlandn-se e interrogando
Andr... nao tornan
Jtoneetn:Amanhaa, ao desperlar do dia, so
nao estiver muilo fatigada... iremos como outr'ora,
como na'pTimnvera de nosso amor, correr sobre os
rochedos, esquadrinhar as ruinas, e cegar no orva-
Iho, Acredte-mc.
f.conora : Acredilo-o, acredilo-o. Ella htija-
Ihe as mitas, e Andr lera-a al porla da esquer-
da.) At logo!,.. (Enxia-llte vm beijo com dmio e
sahe.)
(CnnttHHar-tc-ha.j


f
I
y-

.
tres aunes, nao podo liavcr bas-
prosida i lxacso dos freles
ipntos que a%ompanhia le-
exportado* dea ||plal nos
.taz meze-
prximo paawdo moutaram
duindo-se ueste mima 202:700 de podes il
rommemtes; o que d, termo medio, t4U}638 rT
para cada viagem. Prcsumem militas, poroni, aera
examinaren- a conga, que a coiuMiilila Um lido
lucros enormes. Nio lie men proposito, por ora,
r as qnnla do freies, e passagem que se
liam eslaliiidas as tabellas ; mas tarcoso he ro-
ar que, h pardo grande melhoramenlo introdu-
zi.lo no pata coma iinvegncflo a vapor, a rninpanhta
-anisaras tabellas de dczcmbro de 1859 pro-
curo ronaer.ar os preco que at eiiUo eram lasa-
dos pelos donos dos barcos, en qic se razia exclu-
sivamente transporte dos gneros e mercadorias.
Ora, lie precito nao querer tonliecer as cousas para
naorouvir, que esse acto foi mullo protector do com-
mercio; porque Iransporla-se-llie os efteitos que o
alimentan! em a derima parte do lempo, pelo men-
ino proco que anteriormente pagava; liavia Uto a
grande economa do lempo, que na plirase maleza
i be moeda e que muil favorece as uperaroes
.omroerciaes. Qnamlo me propozer a discutir as
tabella* Jos freles e passagens, aponlarei algumas
desproportes, que reconheeo em algumas lasas,
nao por amor de censurar, senao pelo desejo de es-
elareeer a quedan, c extirpar alguns preconcetos
que se tem inoculado nos animo menos reflectidos
a MI respeilo. A subvcnso he vantajosa, e ninguem
desroiibece isso; mas os rcn.liuicnlos do freles e
passagens mo corresponden) aiiula ao medio da ex-
pectativa. He roister baver da parle de quem go-
venlura de possuir a navegado a vapor, que
la rVova de clvltaarao, algum sacrificio: por
ora ser urna iiijoatit;a dize-lo, que o ha! A com-
panhia tem sido judicioea no seu comportamenlo, c
ima vez ha neceado, como Intatlivelnicule o
trtivo ser ineoulestavelmeulc a falla de
conbccinienlos locaes, e. de experiencia que sil com
lempo se ailquirc: be ser mnito exigente c inlote-
raule querer que urna empreza por cuja realiaacao
utos annos snspiravamos, de que depcmlc o fu-
grandioso que aguarda esta provincia, c que
apenas ha um anuo que romecou- suas operaeocs,
seja completamente isenla de algum 'vicio, que se
nao po*w dissimular, em atlenco ao grande bem
que o paiz. colbe illla Quem silo os queixososf....
ueMieide logo discutir, porque preciso ve-
WM se mostram mais queixosos sao com
m recetado, ou feito mais (ou mc-
arregamentee |k'Ios vapores.
laraj est milito puntual, chegou a esta ca-
pital a I horada manliita de I>.
i noticia do fallecimento de S. M. a rainlia de
al tem sensibilisadn a muita gente,
talvez repulido difluso desta vez; reconlie-
co que o sou; mas como rclalar-llie as noticias da-
qui em pouco espaco?
Vapor deve sabir a meia %\lc, e sao horas de
terUar-sc a malla. Concluo, portauto, esta segun-
da carta rcilcrando-lhe os meus protestos de estima
e desejos de boa saude, e boa chelpa para nos am-
ia. (Treze de Maio.J
PARA .
N. 2)1).
M**lnmiln>, 1863.
M h Reg Barros, do conseth-> de Sua Ma-
tarte o Imperador, mador de Sua Magestade a
tralfiz, hachare! n mathemalicas, cammen-
dador daordem de S. Beato de Aciz, lenle co-
ronel reformado, depuiado d atsembica geral le-
pncinciq de Pernambuco, e presi-
dente du da jira-Par.
Faro saber a todos os seus habitantes, que a as-
seinbta legislal'va provincial resolveu, e cu sanc-
cionei a seguiul resnlnrao.
Artigo 1. Fica autorisado o governo da provincia
para contratar coa qualquer emprezario ou tm-
pauhia, a conducao em barcos prnprios, neSridns
lo gado da Iba ilc Maraj para o abas-
teciineulo da capital, e bem assim o transporte iros, cueros e mercadorias entre o porlo
desta cidade, o os da de Camela, e villa da Mua.
governo da provincia estipular os
pontos para enibanitie 4o ga res, suasdimensoes e forras ; o numero de via>-
ens ; o ]ireco mxima dos freles e das psssazcus ;
e o numero, d iiaHsaceiros, e a quanlidade da arraa
eutes ao goyeruo, que devara ser condolidas
Meato em cada \ iagem, bem como as multas,
, e encargos que Becessarios polica c fa-
rUidade desta navegacao.
Wo governo poder conceder pe-
los o proviuciaes, por.lres anuos, a sub\ cncao
i trinta coulos de ris, ao emprezario ou
a que se propozer ao Om indicado no ar-
tigo
am revegadas qoaesquer disposicoes
/ todas as aoloriilades, a quem o
renlo execucAo da referida resolurao per-
KVqeA cnmprain e faeam cumprir lao ilci-
to como nella se contm. O secretario desla
a a faca imprimir, publicar e correr. Dada
tark do coverno da provincia do(irao-Pani aos
lezembro de mil oiloreulose
oeula e Ires, triaesimo segundo da indcpcndeii-
ria e do imperio. I.. S. ScbattiAn.do Reg Bar-
ro;fa Bate* do nmtrato perra a nacegacn vapor, au-
toritaria pela Ui protintial n. 230 de 20 de de-
tembro do auno futi.
l'ondirt*.
ihia obrisa-se a Icr um fundo capital
nunca menor de OtWWJSOOO rs. para eslabelecer c
suslenlar a navegacSo por barcos de vapor as tres
lionas indicadas na supradita le.
m navegacao ter por poni de partide
aso porto da capital, devendo lo-
* inlcrmedios, que forcm designados
reculamente, eque poderao ser alterailos se
lo c experiencia ssim o jalear convenien-
te o governo da provincia.
etmo rcgulameuto se marrar o lempo de
ss vapores deverflo Icr em cada um dos
pon' utas linhas, podendo ser tamliem oes-
te I como fica eslabelecido na coudi-
co pi-i'i-.
0. hora marcados para a sahida dos va-
pores do ponto de partida, nao poderao ser anlicipa-
i sem previa acquiesccncia do
governo da pro
5. A rompanbia fera tres vapores pelo menos, e
amette a principiar a navegacao com o pri-
* seis mezes da data do conlralo;
ineiroe scsuiido dentro de oilo, e com os
Ires denlrodedez.
quanlo so liver um vapor ser a niesma
ada a fater com elle tres viageus
|ior snaana na lioha de Maraj,
7. Dentro dos seis mezes, adatar da rliegnda do
vapor, se obriga alm disso.a nampanhia a
i duas viagensmensaes Camela.^
s (res primeiros mezes, e, nos tres
Camela etres Vigia, e d'ahi em
perneada orna deltas, sendo urna por
nomo lanihcm iucorrer- por cada urna dellas^a
multa .le 2009 a 400 rs. Esta mesma mulla lhc
ser imposta no caso de que traa a coinlicao 4.
12. As penas impostas na condicao precedente, c
na quarta, nao (erAo limar quanlo as faltas nellas in-
,i:._.i______:____.<.!. r___ _..:._ _'
=
DIARO DE PERNAMBUCO, SEGUNDA FE1RA 13 DE FEVEREiRO DE 1854.
meiilotnie acompaiili.ini para com o corresponden-
iedo/.iiero/, lambem desla provincia. Esse collega
poslo no combine comign no modo com que encara,
aeralniente rallando, a poltica do governo central;
.todava nao podedeixardemcrecerelogios pela ma-
dicadasprovierem:l.de rorta maior, smislro, ou neira de leal adversario com qne-lral*'a icloal ad-
qualquer. oulro accidente que niopossa ser impffla- minslraco provincial, a qoal na verdado I
culpa ou negligencia da conipanliia, e le seu
a^Hes i %y dataKlataum dos vapores, durauto
a viagem, em soccorro de navio naufragado, ou em
pergo ; 3." de lersldo empregado pelo governo de
aecrdo com a companliia, ou por virlude do con-
lralo em algiima iiiiiniiiain de iuleressc publico.
1.1. Os vapores da compaubia lrans[irlarflo gra-
tuitamente as malas do crrelo, e a correspondencia
ofllcial, sendo os respectivos commaudanlcs obliga-
do ao sen recebimeulo e entrega as estacos com.
potentes, dando os convenientes recibos, ou exigin-
do-os das agencias ou pessoas por estas devidamenle
aulorisadas.
.14. Ser lambem Jraluilo o transporte em cada
viagem dos dilos vapores: i.-dcquatro passageiros
d'eslado sem comedorias : 2." quaesquer sommas de
diuheiros pertencentes aos cofres pblicos: 3. de
una carga ir cnnla do governo, que nao exceda de
duas toneladas; 4." de doz pracas de prel. que paga-
rao somonte as comedorias que forein con> enchina-
das. Por ludo o mais que o governo liver de man-
dar rouduzir pagar dez porcenlo menos do que o
pre^o eslabclecido qara os particulares.
15. No caso" de transporte, por conla do governo,
de plvora ou oulros quaesquer gneros sujeitos
explosao poiler ser elle realisado em. barros pro-
prios rebocados pelos vapores, pagando o mesmo go-
verno por este servico o freteqe fr ajustado, rom
lano porem que a lolacao desles barcos nao exceda
de cinroeula toneladas.
16. A compaubia organisar e submetter aap-
provacao do governo, a tabella de prego de passa-
gens e de frele que deverao pagar os particulares,
nUD Ibes sendo permillido allera-Ia sem que preceda
atilorisarilo do mesmo governo.
17. Se dentro dos prazos designados na condicao
5. nao liver a compaubia comecado a navegacao as
respectivas linhas. paear iir cada mez de demora
em cada urna a mulla de 5009000 rs.; c se denlro
de um auno da data do contrato nao estiver a mes
ma navegacSo definilivamenle estabelccida as IresJ
Orar o conlralo de ncnlium efleito, e pagar alm
dsoa companhia a multa de cinco contos de ris,
sem dirpilo a qualquer quola da subvengao que es-
leja aluda por receber.
18. Os vapores da companhia deverao ser naciona-
lisados brasileiros seja qual lor o lugar da sua rons-
Irurgao ; e a respeilo das suas IripolarOcs se observar
r o mesmo que se pralica com as das emliarccocs
nacionaes.
18. Todas as multas de que tratam as presentes
eondices. bem como as demais que houverem de
ser estipuladas no conlralo com a companhia. Ibes
serao impostas administrativamente pelo governo da
provincia, o cobradas execulivamenie pelo thesourp
provincial.Palacio do governo da provincia do
Para, 16 de Janeiro de 183i. Sebattitio do Reg
Barros.
As pessoas que livefem de aprescular proposla8
pmlem as enviar ao Sr. Doiniugos Alfonso Nery
Ferreira, na na da Cadcia de Santo Antonio da
ridade do Recite.
M
apures de>erSu tor pelo meos a forra ,1c
.olenla cavarlos, a marcha termo me calamcnlo ri'agua lal que possan
ennimiidaiuenle approximar-se aos pontos de eiukirr
que nos yor escalas, e |>ene.lrar faeilftnl
tepel arap. cuja oavegacao conveuha
"^5** enr"Pr ** *"!. e J>ara mais
^ftffcora deverao ler -o governo do [eme proa.
vapores destusados especialmente
linba de Marino deverao ser aliii disso de conslrnc-
3o apropria.la e ler os ciunniodos uecessarios para
portarein conveuientemcnle arorulicidtados o
ulaihado. i|ue livor de ser |mr ellos
c.nduzido. i^L M
W. A companhia pereebor annuaimeule, durante
tres annos a contar da primeira via
sutafencao marcada pela Ici citada, que correspon-
der a cada una das lindas queja esliver eslabeleei-
devendo mancira segninlo: 5:n00800o rs. pela lin!,* da ca-
pital ilha do M^pp. 10:0003000 rs. peta da ca-
pital Vigta,e 5:0005001) ra. pela da capital.
mol, e serio todas estas qnanlias'p.iaasem presla-
rfies iguaes Ipnsalineiile, se de oulra forma nSo
fr estipulado em conlralo.
II. Se a compaiiliia deivar de eltecluar o nume-
ro de viageus espula.lo para cada mez, nao s per-
der as quantias correspoudenliliei que nao Uzeo
CORRESPONDENCIAS DO DIARIO DE
PERNAMBUCO.
Para' 1.- de fevarelra do 1844.
Apenas oilo das sao decorridos depois qoe Ibe "es-
crevi a minha ultima, e nenbum acnnlccinienlono-
lavel digno de coinnemoracao selem realisado entre
nos, a nao ser o salramento do vapor Rio Negro,
que se acha recolbido ao porlo de Santarm. A'cerca
desle iao desejado successo referir-me-hei ao que li
no TreSS No domingo 29 pelas 11 horas da manhn, re-
gressou a esle porlo o vapor Maraj, da sua viagem
barra do Kio Negro. Trouxe passageiros, e veio
abarrotado de carga, quas toda da provincia do ^fnia-
zonas. Iiaveudo ficado muila por embarcar em Obi-
dos,, Sanlarem, e ouUvs lugares, visto ser impossi-
vel recebe-la a bordo por falla de espaco. {Juando o
Maraj na ida para cima passou por Sarapapa, aio-
.la o vapor Rio Segro seacliava preso pelas pedras,
aoode havfa encalhado ; c pareca segundo os mellio-
res clculos, que lalvcz all se cooservaria por cinco
ou seis das mais. porque o ro crescia lentamente, e a
einbarcaco pouco boiava enlo.
No dia 14, porem, desencaibon, e veio de bu-
buia, (i tona d'agua) al cosl'a do Taboeal, e all
fundeou. Na volta da Barra j o Maraj nao oen-
eoolrou n logar do desastre, nem delle leve noti-
cia! pelos diversos pontos, 'que lorou at Sanlarem.
Aqu recebeu carvao de bordo da escuna Leoa, e' a
20 parti de novo, rio a cima, em procura do vapor,
que logo foi encontrado no lugar j aponlado, e dao-
do-llie reboque nenndiizio para Sanlaram.aoude am-
bos chegaramno dia 25, e la o deixou, fim de sof-
frer o reparos, e concerlos mais indispensa,veis para
depois ser com to.la a seguranca transportado para
esta capital.
0 Sr. piimeiro lenle Pedro Thom de Caslro
Araujo,comman.lante do liriguc escuna de guerra.tn-
doriuha, estacionado em Sanlarem, lie digno da gra-
tidiio da companhia pela boa vnnlade com que pres-
lou lodos os aoxilios, que Be ibe pediram. 0 Sr. pri-
meiro lenle Branco, capilo do porto daquella ci-
tada lambem poz lodos os seus serviros i dispos r,lu
do Sr. Adelo Elziario da Silva, ajodante do Sr.
gerente da compaubia.
A met ver, quer aquella embarcacao se concert
em Sanlarem, queraqui, nunca poder ficac em esta-
do de lomar a servir seuao l para agosto ou sclcm-
bro.e por muilo feliz sedeve considerar a companhia
em a baver salvado, cousa que muilas pessoas acrc-
dilaram nao seria mais possivel.
O vapor Maraj vai supprindo, ainda que mal,
a lilla daqneU'oulro, e esle eslado assim durara al
que a empreza da navegacao do Amazonu se tam-
bre de nos enviar algum reforen, de mais um, ou
dons vapores.
Consta-me, queja lao ellesem conslrac^o, um
na Pona da Areia e oulro em Inglaterra. Dizem-
me, que esle ser de 800 toneladas e de (orea do 250
cavallos. A ser (saeta semelhanle noricia. muilo me
alegro, porque to embarcaces desta ordem, be que
conrem, para com seguran;* aflrontarem a enorme
c violenta correntaza do maior'rio do mando, e me-
lliorsalisfazerem s necesstdades do commercio do
interior desla provincia, que lodos os dias so resenle
da pequenez do Maraj, o qual na ultima viagem
apenas pode lomar carga de dous pontos smente,
urrn e Seipa, licando em Villa-Bella, Obidos, San-
larem, Gurupa e oulros lugarcs.av ulladas porcOes de
carga, capaz deabarrolar oulro igyal vapor, Nao he
esta a primeira vez que iilo acontece.
Ta penltima viagem para baixo levo lugar igual
occurcncia, Picando em Gurupa, e nos Breves, grao-
de quanlidade de borraja por embarrar por falta de
.espaco a bordo.
as idas para cima quas sempre s lem rejeitado
carga desla capital, por nao caber mais no possivel,
accummoda-la no seio da embarcacao.
Aguardemo-nos para a pora de vapores de maiores
dimensoes, l'nn de serem salsfeilas enlo todas es-
sas necessi.fadej. O que dzera estar em constrac-
co nalnglalerra por cunta da companhia correspon-
der especlaliva, norm seguram'enle lia de ler
o grande inconveniente de nao ser de fundo
.balo, sysleina esle mnito a pr ..priado para os nossos
rio, e emgeral para lodos os ros.
Os Americanos dos Estados-ruidos, mellior .loque
ninguem.leem reconhecido essa vanlagein, e por se-
melhanle razio nu falirica.ni de oulra furnia os seos'
vapores para a navegacSo fluvial.
Dons exemplos (vemos vsla, nSo ha muilo lem-
po, foram os vapores americanos Sealar e Para-
guay, que esfiveram ancorados neslc porlu, e que de-
pois seguiram para seus deslinoj.
O l)r. Arnaud est restabelecido de seus feri-
mentos, e conservare preso na cadei al ser sub-
mettido ao jlcamenlu do jury.
Por boje nada mais lenhua cnmmunicar-llie.
Adeos.
n3o podia
ser mais imparcial para rom os partidos que legal-
menle dispnUmadirecodoesladp. Com umse-
mellianle proceder S. Exc. lorna-se om verdadeiro
delegado do gabinete aclual, e o partido liberal nes-
la provincia, urna reutrlab de individuos que conbe-
cendo a sua posicio, sabem fazera devlda juslica aos
seus adversarios.Advino Iba que no numero de
parlldr.s, nflo admillo a iistrella : essa parcialidad*
propiamente fallando j n,ln existe, e os bomens que
nella anda boje se apresentam, nao leudo ideas al-
gumas pnlilicas tanto que nao indicam fora d'aqui
um nnco individuo, que a represente, senao oinsig-
ne Jos Pajo, apenas se conhece ser ellaa poltica de
om s bomcm, o palpitar do coraran, ou anles o la-
Tejo do ampio venlre do 1. Mariani, desse homem
caja presenca no Ro Grande do Sul, no Para, e fi-
nalmente aqu nesla provincia sempre foi de bem fu-
nesios resultados!
Estou qiie nao me engao, a retirada d'enlre nos
dessa agoureira ave, doria infallivelmentetrazer-nos
a completa fralernisaco da familia marahense.
Passemos ao mais.
No da 2 do correnle, em as casas do presidente
da sociedadeAarcullura e Industria Kural Mara-
nbense, o Exm. Sr. conselbeiro Joaquim Vicra da
Silva e Souza, leve lugar urna reuniao da mesma so-
ciedade para o fim de se proceder a eleicAo da nova
directora. Sabio presidenta o mesmo Exm. Sr. con-
selbeiro ; vce-presidenle o Sr. i. Francisco Lisboa ;
secretario o l)r. Jorge Jnior ; tbesourciro o lenle
coronel J. Joaquim Bertord ; adjuntos os Srs. Jos
>ieira, Dr. Vilbena e major (iuimnracs.
Acha-se Horneado director parcial dos Indios Ca-
raclegs, quedevem ser situados duas leguas ao cen-
tro do Mcarjm, no lugar denominado Jussaral, o ci-
dada.) I.nurei.ru Antonio da Silva.
O lenenle-coroiiel Jnnqtieira acaba de parlir pa-
ra a nova colonia do Gurupy, como seu director. ~A
tal respeilo o Constitucional de bontem diz o se-
guinle..
< No dia 29 de Janeiro parlio para o Tnry-assi'i
com 40 pracas o Sr. lenenle-coronel reformado Joao
Raymundo Carnero Junqueira, director da colonia
militar, que lem de ser fundada naquellc dislriclo,
afim de dar corneeo de desemponho a sua commis-
sao. Este militar vai vencendo 0O3OOO rs. de grali-
ricacio mensal, alm de sold de sua, patente o leva
1:0099000 r*. para as primeiras despeas, que exige
om (al csiabelecimcnto. Heve principiar por esplo-
rar o rio.Gorpy e suas adjacencias, penetrando por
elle quanlo poder, para escolher local aproprtado a
fundacao da colonia na margem esquerda do mesmo
rio, ou em lerriloro da provincia ; c adiando silio
conveniente parascmelhanlo fim ilar ordem a prepa-
rarlo do lerreno, e fabrico das primeiras babitaci.es.
A creacao desla colonia lem por lim proteger a
lavoura e facilitar a lvra das ricas minas de ouro de
Maracassnm, garanlindo urna seguranca permanen-
te aos habitantes do Tury, al aqui incommodados
pela existencia dos inocanibos de pretos fgidos, que
acibam de ser deslruidos, mas que podem formar-se
de novo, a no sera presenca de urna forca que o
evita. O rio Guropy, em cujas margem se vai. ella
eslabelecer, he segundo as informaees- que temos,
abundante de cravo, de oleo de cupahyba, c dsal-
sa parrillia, ou de drogas mu procuradas, cuja fcil
exlraccao ha de concorrer para a futura prosperida-
de do eslabelccimcnlo. Um dos primeiros Irabalbos
dos colonos, depois dos que requerem a sustentado
da vida, .leve ser abrir comniunicaeao com o ponto
cuque (em de terminar a estrada que actualmente
se esl fazendo do l'arii para o rio .Maracassum,
que medeia enlre os Tury-ass, e o Gurupy, e que
nos separa da provincia do Para,
o Assim o dsstrictodo Tury-ass, quecontcm em
si tantos demonios do riqueza perdidos para o commercio, comecar a ser explora-
do, povoado, cullivado ; e ser isso.devido aos esfor-
os do aclual presidente, que lo solicito se lem mos-
trado em promover o bem da provincia, que foi con-
fiada aos seus cuida'dos, e aozelo do ministerio qoe
Ibe proporciona os meios de o fazer, approvando a
crearan do eslabelecimenlo sobredito. >>
Allm de facilitar o commercio do gado da comarca
.fe Vienna, com a provincia do Para, S. Exc. projec-
la a aoerlnra de urna estrada que co'mece do ponto
mais conveniente da mesma comarca margem da
algum ro flavegavel. Para esse fim, acaba elle, co-
mo se vi do expfdienle do govorno no' Publicado)-
MaraheMen. 1495, de exigir du l)r. Manoel Cer-
queira Piulo, juiz de direito d'aquella comarca, va-
rios esclarec.imenlos entre os quaos figurara os se-
gundes :
Ha certeza ou tradico de ler havido urna es-
trada, aberla pelos padres jesutas, a qual parlindo
de comarca de Vienna, conduzia a povoacao de Ou-
rem da provincia do Para, situada margem do rio
Guama? He conbecido ainda boje o ponto, d'onde
parlia a estrada e a sua direceo ?
Segundo a opino d'alguns pralicos daquella local
lidade, a estrada prjectada pode-se fazer, visto a
sua auliga existencia, com mu pequeoeslipeodio, o
qual ter immediatamente de desapparecer em face
da grande ulliade, que temos tirar d'uma via de
communicacSo por Icira para a provincia do Par.
Ilonlem abrio-se nesla capital a sess^ao do jury,
sendo logo depois encerrada por nao baver processo
algum i julgar. Isso lambem succede I., por essa ca-
pital t
Por este vapor segiw com deslino i Palamos, na
I Icspanba, para otado foi removido, Sr. Itocber, que
oxercia entre nos o cargo de vice-consul de Franca.
Essa remorad penalisou-nos bastante, porque o Sr.
Kocher he um dislinclo cavalleiro, que exislindo ha
quasi dous anuos ne.-la provincia, como -represen-
tante de sua naci, sempre soube grangear a estima
e amizadede innmeras pessoas.edesempeiiliar.com-
met faul, todas as obrigaroes do sen emprego. Ha
muilo que a Franja nunca foi lao bem representada
enlre ni. Vejamos agora quem o vira substituir.
De nossa parte fazemos volos para que o Sr. Ro-
clier seja sempre, e em toda a parte, bem quisto e (c-
liz, como isso Ihe do direilo as suas bellas quidi-
dades e inlcllgciicia nao vulgar.
Naantevesperirde sua partida, den elle aos seos
amigos um esplendido janlar, aonde, enlre varias
pessoas de dislincco, conlava-se o Exm. presidente
da provincia, o Sr. commendador Porlo, e o cnsul
de S. M. B. ele.
raonslra haver em saldo favor af aquella data a
qoanla de 1:5759394.
No mez ultimo de Janeiro, renden a alfandega
9l:0249TOeoconBulido6:38511530: oqufefzao lo-
do: 97:1 l>i 60.
Nesle momcnlo acaba de fondear no nosso porlo o
vapor brasilelro.Vo/iarcAa, destinado a navegacao do
Amazonas, Dos Ihe d urna vida mais tanga do que
qut a qoe leve o seu antecessor aRio Negro.
Natal 10 da feerelro 4a 18*.
Aqu j corre de m'ao era mo o sen Diario ero
que vem transcripta a minha primeira missiva desle
annn, 8 por ella multas almas ja se esli preparando
para o inferno, poisqueo meu n. 2j cairega com a
maldico por haver en Iba faltado em novos illuslris-
simos I E qoe mo be ler en sempre quem carregue
com minhas culpasl Podesse eu ler a mesma felici-
dade no outro mundo e mangava desle.
Como previa loram absolvidos lodos os verrnmei-
ros, que responderam ao jury nesla eidad'e, sendo
mais que todas nulav el a absolvteau do monslro de
Pona Negra; que desvirginon a sua propria filba .
dessa appellou o Dr. juiz de direilo interino, por-
que o crime eslava mais que provado, a absolvirao
foi revollanle. Fazia pasmar o ver amaneira porque
pessoas alias de conaideracao nesla cidade, promo-
viam a absulvicao desse individuo, reo de lao hedion-
do crime ; parece que nessa orcasiao o homem se
dearada, slenla.ido urna prolecco.dessa naloreza
em prl de um individuo sobre o qual cahlndo a
maldcao dos cos, a dos bomens devia acompanha-
lo! Oulro individuo, lambem aecusado pelo crime
deeslupro em urna menina filha de um pobre solda-
do, aleijado dos dons bracos, foi.absolvido 1 Nao
valeram aoseu pobre pai, os servicos prestados a sua
patria, o achar-se por amor delta inulilisado, privado
mesmo de, como homem lomar urna v nganca 1 Ap-
pareceram os prolectorcs, ludo envidaran) e o verru-
meiro foi livrel He crime que parece nSo fazer ms-
sa enlre nos. Assim terminun o jury deSla cidade s
bavendo urna coudemnaejo em um individuo, que
dera urnas tacadas em sua sogra.
Maisindulgenle, porm, ainda foi o de S.Goncalo,
que se reuni no dia 3 do correnle, e me consta que
j foram absolvidos qualro criminosos de morir, en-
lre elles o bem conbecido Bernardo Pinbeiro do
quem o auno passado j Ihe tallei. Aquella villa
sempre foi o foco das intrigas polticas : era all aon-
de se forjavam os processos pur vingancas polticas,
fzendo-se responsavel porquaotos criuies appare-
ciam, individuos que mullas vezes eslavam dez e
doze leguas distantes, nesso caso eslavam algonsdos
processos que fora agora julgados, mas no creio
que lodos elles fossem lao innocentes como os julgou
o jury, creio que all andoo nma prova de esqueci-
inenlo desses inveterados odios, que j vao se arrefe-
cendo. e Dos qneira se exlingam: porque forcoso
be coDvencer-nosde que s com a paz, cornos mutuos
escosfor dos bomens probse honestos he que podere-
mos nos engrandecer a nos roesmos, civilisar o paiz e
caminhar para sua verdadeira prosperidade ; islo be
que he urna verdado sm ron (osla rao e de que nos deve-
nios possuir-nos, no enlaiil guerra e guerra de esler-
minicjAs verdadeiros criminosos : eis qual deve ser
o pr/ Via do verdadeiro cidadao.
/ 'nesmo ouro alirar a fortaleza e sem duvi-
da fUanaba ra, e como esse senhor nao uos
honrt. i sua enlrada na barra, voo concluir esta
para alcanzar ainda aberla a malta.
As tabres parece quej nos vao deixando, pelo me-
nos vo sendo mais benignas, porque poucas victi-
mas suecubem.
Estamos com mais um medico vndo do Cear, o
que pretende por aqui ficar; Dos o conserve se fr
perito em sua arte.
O diere de polica, me consla.quc ja est em Goian-
nnhaj,e talvez de volta para a capital, porm creio
que nada fez, porque ainda nao sube que livesse
vndo ninguem preso de la. Muilo prevenidos an-
dam os Mauofinas para se dcixarem pilhar.
J tamos noticias de algumas chuvas pelo serian.
Amanha lenciono parlir para a povoacao de fun-
ga, distante daqui 5 leguas e ver a feira que all ha,
e que me dizem progredir espantosamente; dar-Ibe-
bei parte do que v ir.
Saude e dinheiro he quanlo Ibe desej. etc., etc.
Parahll II de fevereiro de 1854.
Proposito1 tailo,proposita quebrado ,dizia a boa ve-
Ibinha de minha av.e em verdade o mellior raclo
de nunca se fallar ptavra "be jamis compromet-
a. Eu solemnemente, e he o que mais sioln, linba,
em minha ultima promeltido urna pontualidade de
soldado velho em minhas missiva?, e entretanto fui
obrigado a cumpq-la como devedor caloleiro, que
sempre lem um motivo, urna razo, urgentes j sabe,
de recusar-se ao pagamento, ainda que o credorseja
teimoso como esmoler Franciscano. Nao me le-
nba por desapreciador de minha patavra e sai-
ba que andei depois que cheguci de Maman-
guape, em lula com nma senbora parca que sa-
n mi., de oceunaees mais serias, pegou-me peta gar-
aanta, e deu-me meia duzia do tombos, deixando-
me seoo quizer repetir a brincadeira, exanslo de
tareas, comeara de detento, corpo de esqueleto, o a
tarjara em mo eslado de conservacjlo, Apre An-
tes luclar com oira gala assanhada, e com duas Me-
geras de cabellos desgrenhados, e espetas em pu-
nlio.
Agora que sabe o mizero eslado a que me redozio,
em poucos ilias a lal inslenle, lera sem dovida com-
paixao de mim,. bem como os meus devotos*, aos
quaes euvio muilo saudar, se para lano eslou aulo-
risado;
PERMMBl'CO.
Mareaban* 4 de fevereiro.
Antes decotnecar a narrarle os poucos fados,
que se'deram durante esta qunzqna, permita que
d'aqui dirija ao cotrespondento da Unio d'essa
provincia, as minhas felicilaeoes pela maneira
ainda que resumida, porm verdJB'ra, coni que
cvpe elle os tactos, entre u.'.s Veerridov "He
elle pela que parece mais om campeflo da a.Iua-
lidade e que sabendo-a comprehender, nao deixara
de certa de etpor aos sfts U-ilores a verdade ma c
crua como de ordinario eu o faro, Iguaes senli-
Sube ueste momento, que o Estandarte de bon-
tem, tere bstanle a este seu criado, ainda que em
errada mira. Gomo j Ibe lenho dita, aquella fulha
nao passa de ser o representante de meia duzia de in-
dividuos, c ile ser um verdadeiro almocreve de pelas,
ou anles de calumnias; o'como lal, nunca lendo-a en,
entregarei como sempre ao merecido desprezo ludo
quanlo elle lem encerrado c hade encerrar.
A curia d R. da ettrella, dea agora em tazer sa-
hir i luz as suas producroes, poroccasio lao smen-
le da sahida do vapor para o sulalgumas vezes, al
siicceilc ser na mesma horaafim de que ninguem
as posta ler, e nm lempo teiiha de as desmentir,
Elles bem sabem que no escrevem para aqui, mas
sim para fora da provincia, aonde jnlgam, qoe nao
sao anda bastantemente condecidos... Quanlo se en-
gaan !
No dia 2C. do correnle leve, lugar, no nosso lliealro
o benelido da aclrz Carolina,. Nunca livemos a occa-
io de presenciar tomando cnlhiisiasmo. Represcn-
tou-seA Mournea farra ornada do dama e canto,
denominadaO diabinbo no meo qnarlo de dormir
da penna do nosso comprovinciano o Dr. Ijibalo.
Tudo corren exrcllcnleincule, mormeiite a taro,a que
em seu genero, lie nina verdadeira especialidade.
Em lodos os enlre actos, cboveram sonetos e uulras
varias poesas, de mislura com urna prodigiosa quan-
lida de flores. Xo lim do drama a beneficiada foi
solemnemente coreada com urna rica grinalda de ite-
res de prala, ornada de pedras. Alem do sen mri-
to de artista, a Sr. 1). Carolina possue nao sei que
variaba mgica, cun a qual lem sabido acarrelar
um imincnso cortejo de proscryloj.
O banco rommercial detla provincia aprescutou
no ullimo dia do auno que fimlou, o seu bataneo:
por. elle se v, que existo em moeda correnle por
saldo, a quantia de 112:0768922 0 o fundo de reser-
va 7*h103#l0o. O crdito desse eslabelecimento he
>U1, que ou dia i .do correnle segundo creio, veo-
deii elle om leilo mercanlrt, pe(o de-500 ac.jocs
272 e 27'1$*00, c|o lucio corresponde 30 e US
3(4 {'sobre of"te '*''
A sania casa da raiseriourdia, em dala de 17 de Ja-
neiro,'apprtsenluu e se balasto, pelo qoal sde-
se en fora um desses maganos, que passam gros-
sa vida regatada, comanda bons bocados, saborean-
do bous tragos, cerlamerite soflrera com mais resig-
naco desses e oulros. tejandos desaforos, para ao de-
pois poder apreciar bem a boa*vhta, lomara csses bo-
cadinboscomo mostarda, ou oulro qualquer excitan-
te da vida, maAarregar como eu, a pesada cruz de
urna existencia amarga, e ler desses eclypses,he Iris-
le, he intoleravel, he o supra-summum da injuslica.
Tcnho dito.
Os thaggt vao bem comportados ; nesles das nao
nos (eem dado noticias suas; polo menos nada tem
ebegado aomeuconliecimento.cm lo boahoraodiga.
Amen.
Ascalharracs conlnuam, assim como a morlalida-
de. Parece que o Sr. fevereiro nAo quer ficar a res-
lar nada a seu mao, porlcirodo anno que fez soflri-
vel ceifa.
As rbuvas tein-se suspendido nestes dous dias, e o
calor vai en crescimenlo com o rai>s do senhor
Pbebo, dos ques estou privado, lao corrobora ules
que sao aos velbos. f Nos serles lem chuvdo, ser
gmido aimnnetou o intallivel correio rio Parahiba,
que me dizem ter, ebegado em sua' peregrinaran an-
nual. Nao veio rico, porque gaslou suas aguas em
caminho retazendo os pocos, e saciando seu taita.
A farinba e carne conlinuam carissimos, e naosei
quando molhorareroos de sorle.
Na primeira dar-lhe-bei novas do nosso mercado-
oque nao faro sempre para evitar escasadas repet-
cues.
A nossa illuslrissimam /dpaldade tem-se des-
hancado na apurarao datC '' plicas provincaes.
A mais importante frarfMdos liomens ordeiros
coiisliluo urna malaria n'aqiella corporcSo, mas o
Sr. presidenta da illustrissm lem cassnado solemne-
mente com a tal materia de peccados para elle.
C.hoga na casa ao meto dia em ponto, quando os
eoinpanberos o esperam desde as 9 horas. Panlea
seu boceado na sala do uleror, larga meia dnzide
pillenas,e repimpa-se no Ihrono. D'ahi Ai suas prc-
leccesofaz comentos le do 1. de ouluhro.en-
snando nos illuslrissmos innmeros ouvinle. que a
elle, como senhor pros.h;nlc da cmara, competa di-
rigir os Irabalbos, itl est deaprezar as ndicaces dos
illuslrissmos, negar-lhesdiscussao, passar-lhes elogios
fnebres, ele, ele.
Dizom os meninos da Candinha.que toda essa moe-
deira he para que uns Ires malulos, que constluem
maioria, so mudem, e elle enlp possa organisar sua
manilla o fazer urna conscieiciusa e legal apura-
cSo : He pena que se percam 13o bous desejos.
Sempre o homem que deseja moralisar o mundo, en-
conlra torpeos e ombareos-!
Alguns dossenhres lluslrissirrtos lambem tem (er-
rado o denle no cachaco dos companbeiros com toda
a terca muscular, e lem miniado muilo prosai-
camente o caracler d'aquelle lugar assim para visos
de......iilo sei como de pejo o diga.
O bomens lem capricba.loem desacreditar as mai*
sanias insliluires, em desnioralisar os mais nobres
cargos. Andar assim que be bom andjr, o teluro
he nosso.
Saode o orosso caroca para sua pejsoa, que para
mm s desejo daorclicos e calumnianles, adocanlese
corroboranles tercas para leva-Ios, e vida para soflre-
los por dilatados annos.
'-! Itl- -----
RECIPE 11 K FEVEREIRO DE 1854.
A'S 6 HORAS DA TARDE.
BETROSPEGTO SEMANAL.
Teve lugar no dis 5 a fesla do veneravel Sanio
Amaro das Salinas, que altrabio inmenso concurso
de povo, como em lodos os annos acontece. A pro-
ximidade do lugar em que est situada a capelta, o
caminho fcil e ameno que a ella condiiz, e o prosc-
'ytiimo devoto, grangeado pelos roilagres do Santo,
tornam esta fesliv idade sem rival, quanlo atinen-
cia da popnljco. Muilas familias para all se di-
rigrm, logo peta manha, a pasear o dia ; oulras
em maior numero, esperam a noile e o claro da
la para cumprirem as suas promessas, ou dosfrucla-
rem simplemente o bello passeio que Ibes offerece
o caes da ra da Aurora. Todo se passou nesse da
sem a menor pertorbaejio da ordem publica, encm
lao pouro appareceu offonsa alguma feila segnran-
?a individual ; apenas um oulro gatuno approvei-
tou o ensejo para exerclar suas habilidades a ligei-
rezas de mSo, mas nisso mesmo hada houve de con-
sicteravel. A fesla terminou no iuesmn dia 5,- sendo
somenle annunciado o fogo de vista para a noite se-
grale, por assim convir a crrlos inleresses ; e co-
mo se isso nao lora bstanle, conlinuaram alguns
especuladores que por all armara seus bolcquins, a
entreler e Iludir o povo com falsos avisos de um
phaniastiro bvmba-meu-boi, afim de prolongaren)
sua proveilosa freguezia. Tres ou qualro noles
concorreram os amantas d tal diverlimcnlo, assim
como aquellos que sempre csISo promplos c dispos-
tos para aproveilarem qualquer distraer o capaz de
malar o lempo ; e nada de apparecer ,o tal bumba...
A polica, enlao, tomando a cousa ao serio, como
devia, mandou calcar na cadeia um dos laessugei-
los, principal motor dos rebales falsos com que cha-
mava o povo a esgolar os bolcquins. E assim aca-
bou a tarca.
No dia 8 deram-se sepultura os restos morlaes
do Sr.. coronel Antonio Maria de Souza, comman-
danle do 9."balalhao de intairtaria, sendo condu-
zides do convenio de S. Francisco para o cemilerio
publico em Santo Amaro. Por essa occasiSo livemos
de presenciar um acto vVdodeiramenle tarante e
digno da nossa religiao, aclo que a lodos compungi.
O cadver do fallecido coronel foi conduzido mao
pelos militares mais grados desla capital; o restan-
te da oflicialida.le l'ormav a, com alguns religiosos, o
prestito do enterro ; dous balalhoes o acompanha-
ram, tocando as respeclivas msicas marchas fne-
bres alternadamente. Assim formado, c sempre diri-
gido na mellior ordem possivel, seguio o enterro al
o lugar do seu destino, a passos lalos, e fazendo
de quando em qoaado as necesarias estacos. Que
contrasta 13o sensivol entre este e os nossos enlerros
coslumados!... Ccsso o abuso de serem conduzi-
dos os cadveres para o cemilerio em carro* de alu-
guel destinados a passeios, mas nio cessou, nem
provavclmenle cessar o de serem tirados por caval-
los, mesmo oas carroeas fnebres, a trote largo, e
algumas vezes al a galops Haver, porm, nada
mais repugnante e mais indecente ou mais contrario
a religiao dos vivos e dos morios, do que formar-se
e dirigir-so um enterro como se se tralasse de roudu-
zir um novo, no meio de um comboy de carros oc-
cupados por alegres convivas, ao sumptuoso aposen-
te que Ihe esl preparado, e onde deve gozar as do-
raras do bv minen ? Entretanto he o que lodos os
dias, com dor, observamos ; e be o que a illuslris-
sima- niuni.-ipalida.le devera lomar em consideraran,
para fazer cessar lao revollanle pralica, do mesmo
modo que a oulra de que faltamos. He urna medida
de polica civil e ao mesmo lempo sanitaria, pois
que bem se pode avahar do estado em que ebega
ao cemilerio um cadver ja rombal ido pela enfermi-
dade, sendo acceleradameiile pinado, sobre urna
carroca pelas ras da cidade.
No dia 5 chegou de Fernando de Noronba urna
jangada, trazendo-nus a noticia de urna tentativa de
sblevaro que all se descobrira e que felizmente foi
frustrada : Os criminosos projeclavam a malanea das
autoridades do presidio, a violaeao dosanctuario das
familias, c oulros horrores desla ordem. No dia se-
guinle d'aqui parti o vapor do guerra Paraeme, le-
vaDdo 40 pracas para reforjar o desta camento do
presidio, e n iiccessiaria munico. Hoje pela
maubaa enlrou elle de volta em nosso portas
tend, dcixadn a ill.a era 4ranqulldade, e lvre dos
sustos de uraa nova tentativa de desordera.
Tivcnxps igualmente noticias das comarcas de San-
to-Auto e Nazarelh, por intermedio dos nossos cor-
respondenles, cujas cartas publicamos. Dous assassi-
nalos na primeira, e oulros tantos ua segunda, fo
desgracadanfente o que de mais nolavel nos comrr.u-
niearara elles, sendo singular que em Nazarelh hou-
vessem sillo duas mulheres as victima* do furor dos as-
sastinos. '-.
Foi desonerado do commando do corpo de polica
o Sf. inijor de engenheiro Clirisliano Percira de Aze-
reilo Coalinho, e nnmeado para o substituir o Sr. l-
ente'coronel reformado da guarda nacional. Pedro
Jos Carnero Monleiro, que tomou posse do lugar
no dia 9. O Sr. zeredo Coalinho recebeu da pre-
sidencia urna nova eommissilo, sendo nomeado para
ir concluir a demarcacao da colonia militar de l'i-
menteiras.
O Sr. juiz de direilo. Dr. Luiz Carlos de Palva
Teixcira, ltimamente despachado dieta de polica,
d'esta provincia, tomou hoje (11) conla do importan-
te cargo que Ihe foi confiado. Julgaraos pagar o de-
vido Iributo justc e imparcialidade, consignan-
do aqui a maneira honrosa porque se comporlou o
Sr. desembargador Caetano Jos da Silva Santiago.no
desempenho das finicces daquclle emprego.qus inte-
rinamcnleeierceu duran le alguns mezes. S.S. mos-
Irou-sescmpre circnmspecto e moderado; e jamis u-
soudasua auloridade de maneira que oltendesse os di-
reilos de alguem,ou deixasse'de qualquer modo com-
promellido o nomo honroso de um nagislrado reco-
ulieci.laiiicule probo e integro.
Enlr.iram durante a sema na I embarcaroes e salii-
ram l(i.
Rendeu a alfandega 86:0723987 rs.
Folleceram 34 pessoas: li liomens, 8 mulheres e
15 prvulos, livres ; 4 bomens e 1 inulher, escravas.
XII.
Au reroir a:n, qae lenba
Bem saude, boro pataco,
Mas be muilo dous proveilos
Nao podem caber h'um sacco.
(Carla pa)ticular.)
(lOHAufJlDEPAODUliO
de jaaasre.de 1854.
Ja devo ler incurrido sem duvida na sua justa
censura, peta falla de noticias qoe desle lugar me
obriguei a transmillr-lhc, e lambem deve o meu -
tancio.caosar inquielacao sos cariosos, que nunca tal
lam e sao sempre os que maste udinnlam nos sen!
juizos temerarios.
He preguira do Y dirao uns, he receto de vira ser
descuberto, dirao oulros, he falla de materia ou esl
d musa csgolada. Mas nada disso he, nem foi cau-
sa do meu silencio ; porm se pesarmos lodos esses
juizos em orna batanea aprumada, parece-me que os
ltimos ajaizadnres (eriam sobeja razo ; porquanlo
a falta de repetidos aconlecimentos notaveis de vida a-
pequenez do lugar, sao motivos sfiicienles para me
fazer catar tanto lempo, quanlo bastaste para arran-
jar urna chronica, quinzena, ou cousa que o valha.
Ainda assim, nada disso concorreo para a talla de
minhas carias ; pois que urna Ibe ezerevi ha poucos
dias e foi extraviada em caminho, e continha o que
agora reproduzo. A proposito drei, que se esla co-
marca fosse Uto grande, rica populosa echcia.de no-
vidades como Nazarelh, eo.moslrar-lhe-hia que nao
era o Sr. X. ou Xico d'allib mais assiduo correspon-
dente do Diario ; porm eslou bem longe de dispu-
tar rivalidades com aquelle cantarada.
Devia comecarpordar-Iheasboas restas e felicita-
lo pela enlrada d novo anno; porm como sei que
ludo Ihe foi propicio, s me cabe dizer que muilo es-
limo.
Aqui se passaram os dias na maior insipidez, ex-
cepeo da noile de natal, que foi bastante concorrida,
e mais ainda pela misa cantada, ondea sociedade mu-
sical tez sua eslrea. Nem urna oulra crcumslancia dis-
pertan a apalhica alleneao dos tni disant politiqum,
senao a mudanza do caplo Wauderley.do comman-
do do destacamento volante, c,em verdade.depois ilos
relevantes servicos prestados por aquelle ofllcial, c
quo Ihe grangearam lanas affeices que baslaram pa-
ra, durante alguns mezes, se generalisarem os bai-
les, saraos e pagodes ; como lao depressa desgosla-
ram-no a ponto de sabir daqui e instar qaanto pode
peta sua muda "'
Dicant Paduani.
Circularam por aqui boatos acerca de urna sedieao
novaem cons.quencia da celebre invencao do papel
do capticeiro.e com quanlo nao Imtivesscmuilus fun-
damentes para se acredilarem taes boatos, com ludo
se toraaram as precisas cautelas, porque sempre nos
vemos embarazados com a talla de um destaca-
mento.
No dia 13 do correnle, foi encerrada a correcao
que em fins do annn passado abri o Dr. juiz de di-
reilo, e desla vez nao experimentaran! certos empre-
gados aquella ausleridade com qoe os tratou o Dr.
Joao Paulo de Miranda. O Dr. Peixolo vendo pela
experiencia de seus antecessores, quo injiteis foram
os processos de reponsallilidade que ero taes occa-
'iOsse instauraran), cotenlou-se com reprehnde-
los de tal forma, que mjlhor seria urna pena disci-
plinar mais rigorosa. I
Appareceu ha poucos das um phsico vndo de
Nazarelh, onde disse ler tailo seisimputaroeide pei-
nas e bracos, e que nd Rio de Janeiro era um gran-
de medico. De parceria com o Ferrer e o Manoel
Malheus 15o sabios como .lie nao sei que sorle a-
guarde os habitantes desta lugar. *>
Nao admira que a polica os deixe ir fassando;
mas sim, que autoridades alias Ilustradas, mandem-
os notificar para corpos de delirios exames e vello-
rias, fazendo escrever palos escrivaos ama enriada de
termos novos, queja baslam para compor um dic-
cionario mais volumoso que qualquer dos qoe em
medicinase (cubara publicado, ""v
Falla-sena vindade.S. Exc. o Sr> villa, d'onde seguir al Nazarelh, e niio sei se acre-
dita, quando isso he um caso novo e ainda nao suc-
ceilido, desde que Pao d'Alho exisle ; e se isso acon-
tecer e S. Exc. quizer uraa casa para fazer o seu pa-
lacio provisorio, nao sei qual Ihe agrade. Seja como
for, venha o Exm., que ser em lodo o caso um in-
centivo para os melluramentos que carecemos e de
quelralarci naseguinte.
As chuvas.tem abundado, e os vveres decres'cido
em seus valores.
Saude e os cum quibus. >.
(Iden.)
81
No dia 28 desle j lindo mez chegou a esta villa* o
Exm. presidente da provincia acompanbado de seu
aju.laute d'ordens, dos engeaherosMamede e I.ieu-
thier e major Florencio, sendo hospedados pelo Dr.
juiz de direilo que os lu redeber i enlrada da malla
de S. Joo com orna comitiva de cavalleiros.
Depois de alguns momentos de descanco S. Exc.
sabio a visitar casa da cmara municipal e cadeia,
as igrejaseo palco da feira 'ne nesse dia estove bem
concorrido e abastecido de veres.
Conbecedor em poiicas
de suas necessdade mais
sabir d'aqui o facultativo quo nos veio de Nazarelh
e levar eemho imercaloria ambulancia.
Por cartas v indas de I/iabua, soubemos que all fal-
tecra em oro dos hospitaes o major Francisco Ca-
valcanti deAlbuquerqo.o senhor do Eugenho No-
vo desla comarca, onde deixorf sus coiislernada fa-
milia. O desastroso lim daquelle respeilavel Pao-
doalhense lem compungido a todos quanlo* foram
S*os amigos, e maioria dos nonos comatcSos ad-
miradores de auas grande* virlodcs. Saiide o di-
nheiro.
DIABIO DE PERMIBICO.
Chegon iontem dos porlos dWnorte o vapor G'im-
nabara, e por elle recebemos gazetas doAmaz
com dtasele 14 do passado, do Para al 3
nhflo al 4 dororrentia du Cear at 7.
Todaseslas provucnrcontinuavam a gozar de i
taita Iranquillidadr.
A carta do nosso correspendeole do l*ara, que dei-
xnraos transcripta m lugar proprio, e bem assim a
correspondencia parlicolar do 7'rsse de Maio, es-
cripia da Barra do Rio Negro, capital do Amazonas,
que lambem trasladamos paranossas columnas, dis-
pensara de faltar aqui acerca d*essas duas*pro-
vincias.
Outro Unto diriamos acerca do MaranliSn, se ao
que nos couimunica o nosso correspondente d'alli,
iiSojulgassemosdever acrescentar o seguinle, tacto,
que ex tratemos do Clobo :
i Siiic/io Havia dous para (res meze* que -de
urna casa que seconservava fechada na ra de San-
ta Rita, se presenta sabir muilo mocheiro. A poli-
ca j liavia udagado, e parece que revistado a casa.
Mas como havia perlo om cba.i.vazo, onde ordioa-
riamenle seJanra toda a qoalidad* de immundicie,
julgava-so que seria dahi. Um visiuho, (alvez por
iucommodadu, animon-se a revistar a casa, e en-
controo em um qnarlosinlio na varanda o cadver
ja dilacerado, de um prelo, de estatura alta, pernio-
rado em um laco,.e com os joelhos c|rvados, o que "
se julga elle Szera para effecluar o suicidio.
l)eu-se parte a polica, que proceden aoWpo
de delicio, e maiiaveriguaces do estilo. Aporto
eslava fechada por denlro; o suicida harta despido
a jaquela, e a poz sobre um balui.
Por ora nao se sabe se era escravo on forro, mas
he provavel que venha descbrir-se vista dos ob-
jeclos encontrados na mesma caa.
No Cear linha*seegondo parece, conjeea+ta o in-
vern decedidamenle.
As cliuvasque na capital c lugares circumvizinnos
haviam cabido oos tres primeiros dias do corre
lornaram-se geraes cora mais ou qzenos abunda-
segundoasoolicias recebdas de varios ponto*da pro-
vincia.
Em Sobralj,oodia 31 do passado chu vera linio,
que os riM Aearar., Jaibora eoSabonellcaramde
nado.
Quanlo ao Ro Grande do Norte e Parahiba refe-
nmo-nos as cartas do nosso correspondente que vio
impressas em oulra parle.
CORRESPONDENCIAS.
COMARCA DO BONITO.
Bonito 23 de Janeiro de 1854.
I.
Como a varelas quercm,
He cousa que nos deleita,
. i' ente porvi a prnza
Ir.wsla em versos.
II.
Sei que para a poesa
Nao fui l muilo lalha.te.
Mas entre os mullos que lia
Y mais esle seu criado.
III.
Titulum melior, quanlo esta
J nao he primem invento,
E resteiro, o rilan diz,
Quando taz um, faz um rento.
IV
Nesla Ierra as novidade*
Nao eslao mu volumosas;
Em mar vamos d'ou tras flores.
Se nao cabe em mar deroias.
V.
<
Nenhura tiro, nem tacada
Aqu lem appareciita.
Cada om em sua cama,
leos inusado, lem morrillo.
VI.
Assim s'e\prme dom xulgo,
A quem cbamain soberano
Os nu-sos bons pas da patria.
Sendo lilbo o mais magano.
Vil.
O tal mistar do Lalu,
Que se lem industria dado,
A (li .man que na Victoria
Tambeni esla pronunciado.
vin.
Ha dous dial seguraran.!
A di.us socios do menino
E enlr'clles um finoiio
CMii vocdlur / Rufino.
IX.
Pelo que exposlo lenho,
Meu charo, deve saber,
Que por c dona polica
Continua em seu dever.
X.
Madama fai inha'ainda
He paca por vinle e qualro,'
Por .ilbo se pede a dez,
O teijao nao est barato.
XI.
A rbuva j nos visita,
E o faz, nao com frequeacia,
Par lal molivn sofTramos
Os rigores de raiMejicia,
concorrer por certa para
facis de execular. Ord
thier tirasse a planta da v
casa da cmara c por ella
alnhamente e regular di
na edificarlo das casas.
Recolhendu-se da sua r
passou o resto do dia re
los de ludas as pessoas n
assumplos de conversar,.1
'as da sitoacao do lugar
entes Sr. presidente
taqnelles beneficios mais
ii ao engenheiro l.iea-
i para ser guardada na
uisse rclriclamcuto o
al hoje nao observados
mciosa iuspccc.no, S. Exc,
leudo visitas ecompriuieu-
aveis, enlre os differenles
foi o mais nolavel o aug-
mento do termo e comar a.
E na verdade quando mos de um lado a ea mar-
ca de Nazarelh que ver limilar-se a menos de urna
legua distante desta vil" contando perlo de 200 en-
gentan e muilas o< s proprie.tades, popula
quadrupta em relac a osla, e de oulro lado
idnticas senao mel es circumstancias-a
de S. Anlao e o ler > do Recite, cujos UrTirtf
esle s3o al hoje ui problema insoluvel, nada ha
mais justo do qu augmento de urna comarca, que
nao podendo serei neta e encorporada a nem urna
das que a limitan, e lodavia to pequea que por
muilo que ajusli a Irabalhe passar sempre urna
vida ociosa, em iaoto que as nutras dizem o*en-
tendidos nao se pide vencer o Irabalho. ,
Nao queremos, (!>Mu desejamos, que as oulras nos
diera seus ricos o luu.lanles terrenos ; mas "ao me-
nos essa fregueziaj kS. I.ourenco que at hoje vive
em queslo conlir Ji com as duas nicas parochias
desla comarca, e 1 bem no aso de restituir-nos a I
anliga.frcuezia Ja l.uz, e os terrenos que nos fo-
ram tirados. Teir f qae a asscrobla provincial,
nos d a respeibrlima resoleo tavoravel, o S. Ex.
reconhecendo ajtislica que nos assste nos favoreca
com a sua saneco. Ja Ihe devenios muilo com as
terminantes providencias que deu para o acaba-
menlo da estrada at o fim desle anno, o o extraor-
dinario beneficio que vai soflrer a cadeia do que lia
de participar a cmara municipal, mas a ludo isso
quizeramas fosse unido o augmento do territorio,
que carecemos, c a que temos indispulavel direilo.
O mais fica a nosso cuidad. ,
No mes-no dia em que S. Ex."aqui se acliava, foi
mimoseada con. urna sorra una pobre velha por um
Francisco das Violas, que se evadi- cuiu a rapidez
de um euriieo, e nao Ihe fui boa a pulira, mas eslao
dadas as providencias, e o processo em andamento.
O Sr. prosi lente no dia seguinle a sua .-bogada re-
lirou-se muilo ceda para a capital, deixando os Na-
zarenos -poje satisteilos, quo por esta vez o espera-
vam com bem atan, e nos apenas sentimos nao se
demoras-, g. Ex. mais lempo enlre nos,
O Dr. ji Iz de direito esl de posse >e inri livro de
pergaminl o, que se remonta :. existencia dos pri-
meiros lia iiulescivilisadores desta villa eseus su-
burbios, i talando a fundacao de todas as capellas
desta freguezia, e a que oulr'ora foi da Luz ; insti-
tuioos religiosas, irmanda.les, confraria*, sendo
aquelle precioso mnuscrplo urna verdadeira memo-
lia contempornea das diOcreutes pocas de Per-
nambuco, desde sua fundacao al o principio do se-
cuta aclual. Por mais diligencias que cfttenha tai-
ta ainda^no pude trafilar essa peca imprtenle : o
malicioso Jos doEgyplo, que est incumbido de o
copiar conforme a calligraphia moderna, e eleva-lo
calhegoria de livro de tombo, vive lo prevenido
comgo que ja nao Ihe falto, *em que elle nao po-
nba o lal pergamnho em hora arrecado, e en que
al boje nao pude empajar o lal cerbero.
Esta manhaa sahio d'aqui o mysleriio intrigan-
te, e se dirigi com escalla para essa capital para
as feriis margena do Ipojuca, onde do ha muilo re-
side. 0 mais nolavel dess mudanca (oi lambem
rs. Redactores.Vor vezes tem-se occup*do eo-
mieo o correspondenle do CorreioMercuuiUiiMr-
te.Emqoanloos insultos que medir H
da vida alheia eram retalivosa.
de polica, eu os deixei entregues au d
reciain, porque sendo condecido o mesqui
menta que os dictava, nao quiz roubar ao t
denle a gloria do seu nobre*proceder : boj,
que elle me ataca na minha proGssao, como
Iranscripcao feila pete Liberal Peruambucaiw i
400, juigo dever dizer-lhequea reputadlo de um o
ficial de engenlleiros. que (em dedicado l
vida ao servicopuWico, nao pode *er mar
calumnias de qualquer mizeravel liberl
creado na senzala de algum eogenlio.
Para destruir as calomm'as desse bi
mo, aprsenlo o lestemunho dos oflic
e dos presidentes do diversas provincias c<
lenho servido, e qoe em aclosoflciaes
rosa mensfio dos meus servicos : ah
vos da corle, onde serv como ajudaola rU-
cao das obras publicas, os de San! ,, R0
Grande do JBul, Alagoas c Para, onde eiislen Iraba-
lbos por mm execulados.
Ouanlo ae. pharol do Para, o que he certa be, que
achaudo-me naquelta provincia em 1849, fui encar-
regado polo Sr. conselbeiro Jeronvm Franciseo
Coelho, emao presidenta, de designara lugar elevan-
lar a plantada obra ; parli para essa cominisao a 9
de maio, e regressei a Mi ou -XI, a'presentandfl plan-
ta rela lorio, quemereceram a approvaeiio daquelle
Exm. presidenta. Quando chegou da Europa o iV
Salesfilhoda provincia, acedamente um dos oossei
mais habis engeliheiros, j achou em andamento.
Irabalhos'preparalorioj, e W6 ,|e at Meeorao ___
hra com as alteraces aconselliadas pelo estudo prali,
co das melhore* conslruccoes desle genero que havia
visitado na Europa*.
Nao he. pois, verdade, o que a este resp;
anonymo correspondente.
Nao posso perdermais lempo com lao ruiroco:
dor: nem mesmo dira o pouco que fica e?
sea isso me nSo mover o respeilo e con
quo devo ao publico, c- ao Exm. St j>
quem indirectamente se dirigem os botas desse n
que recurre a mileslralagemas para te es
lim da mellior poder ferir a seu salvo aquelle
utos de quem se diz amigo. Mizeravel !!
Descanse esse desgraca.to; regsije-*e, eslou exo-
nerado do commando do corp .te polica, e lenho o-
licilado perniissao para me retirar da provincia ;bre-
vemcnle licar mais desassonibrado, e poder conti-
nuar era sania paz no -gozo dos eos heieaventera-
dos graphicos.
Sou, Srs. Redactare, de Vmcs. maite alenlos, ve-
nerador e assignanle.
(hrittiano Pereirade A-eredoCoulinlo
Recita 11 de fevereiro .
y
iacWres: Na quaiidade' .te cni|
co, pouco lempo me sobra de miabas ol
gacoes para lr jornacs, ,lando isso causa a que
liassasjc dosaporcebida urna celebre eorrespon.l
cia, que comgo se entende, anda quo indim
iucule, inserida era sen jornal n: 15 de 19 de jai
ro prximo passado. assiznada pelo Sr. Josj B
lino da Silva. Porlanlo lendo conhccimeiilo de
tal capadocagem apresso-mc a dar-lhe a competente
resposta. Era novcmlN-o do amo passado ao rm*-
gar o vapor do norte, o viudo eu pela ra do fcl
IH., eiiconlrei na porta da toja de Mendos & Leal ao
Sr. Jos,'- Brazilino da Silva ; ahi Ihe pcrguutei que
nov la.les haviam do Cear, respondeu-me que ne-
nhumas, c dizendo-lhc eu que nao era isso o quo
me conlavan : porquanlo existiauaqucita provincia
una guerra desabrida a dmimstraoao do Sr. Dr.
Vitalia em consequencia dns demissoeat,dadas por
aquelle presidente horneas que mata servicos li-
nham presla.U. a provincia, disse-mc eaHo o Sr.
Brazilino que a guerra que o Dr. Vitalia soffria,
era por perseguir aos ladree e assawHos, no que
cu nao pude concordar, por jnlgar impossivei que
loilo um partido fosse composto de tal trente ; .qiie.
poda haver alguna de taes procedciiles (como em
todos os parimos os ha) porem no geral nao. Esla
conversacao leve lugar em preseuca domen coll
Juveocio Augusto deAlhavde, o qual acontan
mesmo da a urna pessoa na aJtaintexa : pausados
ou :l dias fui visitar ao meu atngp o'Exm. Sr.
zoinbariza.lor Fiuuoira. < l livc a honra de eiic.iflt
Irar c coiiheoor ao Si. Dr. Macario, que viera do
Cear, nliando-sc lamben, presente o Sr. Ilrazilino;
nesla necasino o Sr. Dr.. Macario coiitou as arbi-
trariedades pralira.las peta presidenta do C.eari.
quanlo linba soflrido .. parlido da ordohi naqueil
provincia com semelhanle proccdimenlo ; .
com sorpreza e" indignara.., vi o Sr. Brazilino p
imnciar-se a favor do que expenda o Sr. Dr. Ma-
cario, flquci I.'... osbasbacado quo no oulro di
le o censuravel prorediniento do Sr.
meu companheiro Flmenco'lomingues da
oqualrospoiiiloii-me.que j Indo sabia porque Atha-
hvdolhe ha'via contado o occorrid, acresreulaudo'
ou que o mesmo Sr. Jos Brazilino da Silva havia
dito, que se sahisse depulado lelo Cear mais foci
serianiio lomar ostento do que se unir ao Dr. t'i-
lella para guerrear ao seu partido, Ao
lempo me conloa o Sr. Florencio, quo
maneira o Sr. Brazilino se liavia porta,
meu amigo e compadre b Sr. U.'Fraudare
gucs da Silva, que tambera se ada em o
adminislraca.i do Sr. Dr. Vitalia. Agora
me o Sr, Jos Brazilino da Silva quem Ir
doiro infame, se sou eu om conrar o que |>reseuce,
e ouvi de sua propria horra, ou se quem diz urna
coosaemurna parte, e oulra em diversos lugares,
lendo i coraixiii de me desaliar pelo jornal,


me conjurar a que prove, aonde e em que parle
elle dcsapprov ara a administracao do Sr. Dr. Vilel-
la. No enlamo o publlro watalo romo lie, que
ajuizc de tal pmcediniento, e que decida queni lie
o ralumniador, c a quem oabemosepithelosque en-
capoladameiite mu laucn, a Sr. Braziliuo. Com a
publicado ila prsenlo cx|xtscao muilo obrigarao,
Sr*. redactores ao en ele.
Recife H de fevereiro Je .1851.
JoiUh.lt/auia:o Bolelho.
LHTER4TIRA.
. H. AS CHENCAS POPULARES.
Contiiiuariio dn numero antecedente.)
Se a tendencia prnpria ile cada una das raras do
ini|wrio olloinaiio lem podido obrar sobre o dogma
.las diversas trrejas, a poni de imprimir sen cunho
al nos principios da creura, ve se quanlo as Iradi-
cocs histricas tcm devido influir, du seu lado,-su-
l>re o modo |H>rqne as popularas etendein e pra-
liraniochristianismo. Antes de receber o cvainie-
Ibo, cada um dos poyos do imperio lurco, o, sobre
ludo os greuos./slavos, vajachios e armenios alraves-
saram cMlisacs disiinrMs, e as rccordaeOes qiic
lierlenceraa csses lempos passados. mas anda nao
cuquenlos, lem lano mais poilcr, quanlo s-jb o iin-
erln rie nina vida montona e simples, quasi sem-
ine a mesmadepois du sceulos, |>oucas vezes gran-
des aconlecimenlos lem viudo forir taias imagiua-
5*05. Na ausencia do mov miento Iliterario, que
apenas comer em alguna, o que levar Inlvez mni-
I" temp ainda cm produxir-se cm uniros, a Irarii-
<;.u> oral he soberana ; a iuiasem do passado, o qual
(ni alias para a niaor parle una era do gloria ou
pelo menos de indcpcuceiiria, appircoe sempre ra-
dame na distancia dos lempos. Eneontra-se por-
laninrm cada povochrshlo da Turqua, nina inis-
lura por loda a parle scnsivel das trencas primitiva
com as rrenoas religiosas modernas.
Eutroessrs povos, mu ha, cm cujas conceprOcs
essa misturado profano rom o sagnido apresciila'iun
carcter |>arllcular de antiquidade; sao os mohln-
valachins. Por toda a parte, oliservti
DIARIO DE PERHAMBUCO SEGUNDA FEIRA 13 DE FEVEREIRO DE 1854.
anda boje
cm suas legendas os liaros visitis do TaaSustmrTrrr Ttiuifu que-se nao deifava jamis .le os desenterrar,
se Iriumphar delle ? corle-se-lhes as pernos, e segu-
rom o (ronco na sepultura com um prego, que Ihe
atravesse o corajo. <
O llnenos parlilliam com os Slavos essa crenca
bizarra do vampirismo. Entro elles be que o aulor
do Giaour enconlrou os (raros medonhos, com que
pinta o vampiro. Tu sers enviado i Ierra debaxo
da forma de um vampiro, para apparecer i espectro
horrivel em leu paii natal e chupar o sanguo de lo-
da n la laca. ]., a |,or., ,ia mej, noile,viras be-
ber vida de la filha. de la irmSa, de la mu-
Iher, matdzendo o abominavrl allenlo, com quees
cnndemnndn a sustentar teu cadver vivo c lvido.
Com eueln. a falaUriaricho nmdos elcmenlos do vam-
pirismo, lal como os (".rogos o roncebem. Antes de
succiiinbir ao instincln irresislivcl dosanguc, o vam-
piro lula ueste mundo contra seu destino. Este ser
diablico be coubec.lo na (recia com o nome de
cardoalaka. San Ihe fazem all una guerra menos
encaresela que cnlre os Slavos do Danubio. O via-
jante Tournefort referi cm suas carias engenhosas o
Sensatas una scena .leste genero, ao mesmo lempo
dramtica e burlesca, da qual allirma ler ida lesl*-
miiuha, e que agitas pur Ires das urna populacho
inleira. O cadver do desgrarado, aecusado de vam-
pirismo. foi desenterrado, exorcismado de ledos 'os
modos, e seu coraoa.i qiieimario depois ; mas como
os arlos maldices, que lho allrbuia a credulidade
popular nao tivessem cessa.lo, a a aldcia ia licar la-
go deserte deliaiio de um lerror que augmenlava, os
reslos piitridns do cadver faram entregues por sua
vei >s cliammas.
A Acuna superlicao existe mulas vezes na Cre-
ca com os exeommuiiga.tos, c, lodossahem que, sen-
do a excummunhao tima das nuiles do reiidimc'nlo
dos papal, nao he nin fado singular.Malditos em
vida, vilipendiados por toda a parle cm quo se apro-
sonlam, se por ventura nao pmciirnram purificar-se
do niialhcma, que pesa sobre cites, os excommunga-
dossaoUiiTohjeclodepavor.se morrc'm impeniten-
tes. Nao se adiiittc que ellos passam repnu/.ar Iran-
quillamente cm en tmulo. Deixnm-nos para va-
guearen! ; noile ; tem seren impeltidot pola sede
'imaginaria dos vampiros, secomprazeni em atormen-
tara imagiusco daquelles que conlieccram. Nao ha
mano.
lleno parasovalachio, que se refugiaran) de pre-
ferencia as Icmbraucas paguas do paiz. Jpiter,
Venus c Mercurio sao ain.la menos familiares ao
camponez dos principados, e que elle mo tem dei-
xado do eesrar de um sealimenlo supersticioso-
Assim, por evemplo, a partir da quinta fe ira santa
atea Ponteoste, o dia de Jpiter o/o, be fes-
tejado raila semana escrupulosamente. Invoca-sc
.1 boa fe nesso dia o dcos do trovan ; pede-se-nic
que aparte o rani.lo, a borrasca e a lempcslade.
Olanlo a sexta reir, ella lie celebrada rcgularmn-
le e sobretodo pelas muflieres lano quasi como o
domingo, fa sexto feira cvila-w de (rabatlfar
coniinsuunu'iilos cornlcsou mulos, rom a Icson-
WMcom.aaguIha. Ser por venlura rm memoria
dn imniorlal recordarlo chrstila, que esse dia Icm-
bra 1 Sao, lie em honra do thiirc islo he, dia de
# Venus.
Alaumas vezes as Iradicocs do paganismo se lem
confundido ruma maiicira locante com as pralicas
ciiriidies. He o que atlcsla a fesla, a que chamam
nScmt ou aunivcrsariii do sanio. Cada lar lem
seu patrono, seu dos domcslico, em honra do qual
celebran! cada anuo una poelica solemnidade. A
ramilla loda he convidada para ella ; os amigos, os
viihaioJ lambcm, c os anlepassados morios abi
esUodealsuma sorle prsenles. Um lucar que fira
vago, che distinelo |ior una robera em que estilo o
vinlio, o sal c o |iilo symbolico, Ibes be reservado, c
. sua sombra se torna, por assim dizer, vsivcl a to-
dlK 08 ollos.
Eslaudo a cada momento em contacto os deveres
ilo pasaiiismo com os santos do paraso valachio,
era impossi\ el que os hvspc.lps cbrslaos das mora-
das divinas nao se vissem uesse contsrlo despojados
desoa pbvsionoina rudeo severa, l'or issosclem
dadoas hilcrprelacoes as oais Icvianas s cousas,quc
cerram do mais profundo respeilo. Nao ha nenbiim
preceito que os moldo-valachio oliscrvem do inesnio
modo como o das qualro quarosmas.
Por ventura quer-t1 saber a orgem de urna des-
sai quaresmas, a de S. Pedro ? O apostlo amava
nm donzella, pescadora de profissiio. Um dia que
ella nao (inha achulo venda para urna pesca mais
abnndaole que de cusame, volla para casa banbada
em lagrimas, e para a consolar, S. Pedro ordenen
no dia segninte urna quaresma. a qual assegura urna
rvlraccio certa a donzella. A i-iaor parle de to-
das estas legendas profanas se enconlram na Ans ra.
c colre/X ^tB^cl^ilLdo banal de Temesvar eda Ti an-
vlvania; na? exislc^li principlmenle iia^cqiie-
na Valachii e cm aluims lugares daj monlanhas
moldavas, anda boje frcquenladas pelo simi-deos
daquelles paizes, o Traja no, conquistador da Dacia.
Eulre os Serbas, que nilo tcm a mesma mj tholo-
gla qne os Valachios, os dcoses pagaos nao fazem o
mesmo papel. Comludo a influencia do paganismo
bcsensivel no modo porque o povnsrrba considera a
acijao dos santos. Dr-sehia, como judicinsamcnle
observou o Sr. Hickicwez, que os poetas serbas, tno
elevados nos assumplos histricos e na epopca, lem
procurado restringir as ideas religiosas, fazendo-as
palpaveis e sensveis. U ma de suas leaendas mais po-
pulares nos pinta um debate que se eleva no eco en-
tre os sanios, e qne tem toda a apparencia de urna
conlestaro enlre os deoscs'do lympo. A semelhan-
ra he lano mais sensvel, quanlo Sanio Elias, a Vir-
gen e San Vaulalcao, que sao os hroes dessa lee li-
lla, eslo revestidas de fnneroes esscnsialmeule mv-
Uiologicas. O primeiro deslcs bemavenlurados ie
considerado na Servia como o dos, que Iraz o Irovilo.
. A Vrrgem dispoe dos relmpagos, < San PanlaleSo
das nuveus. Trava-se. pois, una discussiio entre os
liabilanles dorco. a O'Senbor, exclama o poeta, quo
eslranho milagro! Por acaso he um terrcmulo lie o
mar que Irovejando invade a praia"' Nao, nilo Irove-
ja, a Ierra nao Ircme, he o mar que ruge; sao os
sanios que se Jispulam no eco as heneaos: San Pe-
dro, San Paulo, San Nicolao, San Jolo, Sanio Elias
ecom elles San Panlalco.
A Virgeni se approximachoresa de seu irmo Elias,
senbor do trovan, e llie conla que ebega da India,
onde reina urna grande corrap^ao, porque os mocos
Me rcspeilnm all os velhos, os lilbos nao obedecem
mais a seus pas, os amigos se fazem comparecer mu-
tuamente perante a jirslira c os traaos se desafiara
para durllo. Elias, amado do Irovao, responde que,
apenas os sanios cheuem a se entender para repeli-"
rem as bonros, pe.lir.ui ao Senhor. qu llies en I re-
gu as chaves do linnamcnlo. Elles fecharao os sele
cos e pora os sellos em as nuvens.'afim de que nao
caia urna s eolia de chuva nein de orvalho, e ifin
baja noiles deluar por Ires anuos. I.ogo que os san-
ios dividiram enlre s as hen.;5i#; que Elias,' a vir-
gem c Sun Paulo licaram salisfeilos; que San Pedro
lomou vinho, o pao o as chaves clueco; que Joao
escolbeff a fralerni.lade e a hosplalidado, podem as
chave dos sele reos, que elles fecham un depois do
oulro, pondo seu sello em^rnuvens. S(i resla aos
Indios, vclTnfa%(M*eaMcku'a moloslia, convcrlcrem-
e e |iedirem perdSA" Acabamos evidenlenicnle de
assistir a una scenja do paganismo, e se nao fossem
os nomos dos pcrsfiagens, o oslvlo homrico do poe-
ma faria,a iUufae impida.
Entre as mimcrlsas e nolaveis rapsodia?, que for-
main o cycln dn principe Jizaro,' o ultimo grande
representante da independencia nacional, acharaos
Sanio Elias, quo, dehaixn .la forma de um falcan, traz
ao principe orna mensagem da Virgem Mara. .
(.(naudo os Serbas se arremessam ao sobrenalural,
leem como os Valaridos genios proprios para suas
tra.lirocs, os quaif nao dcxam de obrar sobre seus
espirite*. Desle i\umero s,1o os lila, seres phantas-
Ueo, tH'-s- ^Jftnlc amigos ou iuimigosdobnmem.
lanimados de senlimeptos slavos.
_______lia sein que se enroulre osses gnn-
aneos que se aprazem cm gninr-
corlar os membros em pedaens e fazc-lns Tervcr em
vinhn, se entretanto a familia nao obtiliha, a prec,o
de ouro, das altas autoridades eerlrstasticas de Cons-
tanlinopla. que a excoinninnlia fosse levantada.
Os liellcnos como os valachios deviam conservar
oin suas brencas religiosas veslii;iosdcsua cmlisaco
pacia. A despclo das invasiles liarliaras o da con-
quista otlomaiia.os maravlhososreslosdo pasauisino
eobrcni ainda as renies habitadas polos oreaos, e fa-
zeni recordar continuamente as brlhanlos recoiila-
rocs de'sua orgem. Enlrelanlo esses paizes fnram
mais profundamente aailados pelo rbrslianismo do
qu os principados da maraem esquerda do Danu-
bio. As Ira.lircs paguas tcm sobrevivido romoolo-
menlo do patriotismo, como o principal liluln de
aloria da nacao ; ellas nao sio 13o inisl liradas onm es
legendas chrittSas. Eulrolanl nao fra ditlicil cn-
conlrar nos coslumes religiosos dos greuos pralicas
querelovem incontcsiavclnieulc o paganismo. Tal
he o uso dn fazer dansar cm corlas pocas imagens
dos sanios romo densos familiares ao som da flaula
c dos Urobales ; lal he ainda o habito de ler carpi-
deiras de protLssao uosenlcrros, coin os cabellos des-
grenhados, soltando piodonlios*Eoinidos, c lingindo
dospedacara face. As fuios lanibeni sao geralmen-
le dedicadas aos sanios como outr'ora s nvniplias.
Enilim ha nos .ooslunios dos chrislilos gregos vesl&ios
da ntisa insliluioaodos saorilicios. (juandose lau-
ca os fiiii.laiuenlos de una rasa, celebra-se de ordi-
nario una ceremonia religiosa desuada a chama1"
as heneaos.do reo sobre os Irabalhos qne vao come"
car. Nao. lie raro que esta ceremonia soja seguida
do sacrificio de um rarneiro nudo um calo, rujo >an-
sneseilerrama sobre a primoira pedra.
A iniaanarao popular na Armenia tcm solTrido
isuilnieiile influencias nascidasdo genio mesmo da
liaronali.la.le; mas ilsliiielas'das que tem obrado 80-
brcoscliristaosdaTurquadiiEuropa.Esilndosnomeio
ilas naees asialieas, os armenios sii lem ronbecido
passasoirameute o paganismo groo-roniano. Em
rouipeiisaeao elles se ressenlcm do contacto de sua
cisilisaeAo primiliva rom as reliaios da Asia, com
as creneas da Persia c rom o judaismo. IValii nas-
empor excmplo as supci-sliroes relativas aos ani-
niaes, cuja carne passav a no Oriente como por im-
dura, e a esle respeilo, os arnionios se lembram an-
da da enumeracao, que o legislador hebraico don
(IOS versculos do terilico. Sabemos que esle povo
olha como um dos relos cssenciaos* de sua historia
a as-ero.lo QoGenic, de que a arca liuia parado na
IUVEKSAS PKOVINCIAS.
Kendimenlododia t a 10......l:(i,V.I?!37
dem do dia II........ (S-i
1.-734^961
Exportacao".
Rio de Janeirn, brigue naronal Sagitario de 2GG
loncladas. conduzio o segninte: 400 barricas baca-
Ibo, I dita quartnbas, 50 ditas e (.VI saceos assu-
rar, 400 ditos milhn, 10 dilns algodiio, 175 mullios
courinhos, 1,000 cocos, 151 rolos fumo, 70 pipas
agurdenle, 1 volunte salsa, 15 dilos amondoas, ':
dilns fruas.
Lisboa barca porlugueza (Iratidao condu-
zio o seguinlc : 18:10 saceos, (fi calas e 184 barr-
cas assuear, 3!)fi rseos niel, 11)57 couros salgados, 10
pranchocsamarello, 1,8:18 meios de sola, \ harsica
ginma, 100 Coco com casca, 3 lalas doce, 4 saceos
gingibre. sacca larinlia, G caixas rap, 1 cmbrulho
quers, 1 feixe varas.
Trieste barca brasilera Sorlc, de 332 toneladas,
conduzio o seguinlc : 3,800saceos com 19,000 ar-
robas de assuear.
Canal, barca iugle/a Bonita, de389 toneladas, con-
duzio, o seguinlc : 5,000 saceos com 5,000 arro-
bas de assuear.
Paraliiba, dale nacional Crhalaco, de 37 tonela-
das, conduzio o seguinlc : 11*2 voluntes Tazendas.'
lid barricas familia de Irgo, 1 caixa velas de car-
nauba.
itUCKHEltOlUA DE RENDAS INTERNAS GE-
RAES DE PERNAMBUCO.
Kendimenlododia II.......5258230
CONSULADO PROVINCIAL.
Henilimeiiiu do da 1 a 10. .t8:55l883(
dem do dia It..... 1:1653780
MOVIMErTO DO PORTO.
19:1175016
:om*-------
prai..a do recife 11 de fevereiro de
1854, AS TRES HORAS DA TARDE.
Itecitta xemanal.
Cambios Sacou-se a 28 d. por l>. eonlra Ic-
Iras a prazo de 60 dias ; c a 28 '{
e 28 3|8 com dTnheiro vista.' Se
a escasso/. do diuheiro continuar
lem de subir.
Assuear ----- A eulra.la nao foi 13o grande romo
a da semana antecedente, e as ven-
das do branca regalaran) de 23200
a 2v>850, e do masenvado de 13700
18900. A safra suppdc-se ser me-
nos um terco que a antecedente;
e por isso os possiiidores exigera
maiores precos; e os comprailures
mo se animam a fazer grandes
compras pela subida do.frele.
pouca probahildade de lucros,que
auimem a esperulacao.
Algodao----------A enlrad.i loi elevada a 372 sacras.
e a vendas regularam de 55700 a
5980!), e mesmo algumas pequeas
a 68 por arroba.
Couros-------------Ua falla e fnram firmes a 160 rs.
por libra.
Azeile-doce-------Vendeu-se de 33 a 38200 rs. por
galo.
liar all..o Tvemosuniearrcgamcnto de 2.700
barricas, o qual foi vendido acerca
de 138 a 138100, e retalhou-se de
11 a 133500 por barrica; (cando
em ser 8,000 barricas.
Carnesecca-------Checnu um pequeo carrogamenlo
do Rio Grande do Su I, o qual se
lem vendido de 492(10 a 43400 por
arroba ; o a de Buenos Avres de
39200 a 33800; fi.aram em'ser da
primoira 4.500 arrobas, e da se-
gunda 9,000 .lilas.
Carvo de podra- Vendou-se a 169 por tonelada.
Farinha de trigo- Negocoo-se 1.20) barricas rhega-
das de Nova Orleans acerca de-
223250 a 223300 por barrica. Pi-
caran) em ser hoje 9,000 barricas.
Os presos conlinuaram de -2:i$ a
253 por barrica.
----------Eli
Manleiga- hegaram 1,200 barris, mclade
franceza c mclade' inglcza o os
compradores eslao desanimados
pelo au2incuto do deposito que be
grande para o consumo.
Oleo-,- ----- Venden-se de 19700 a 197.50 por
galao 6tll cascos de madeira.
Quejos---------- dem de 18100 a 198OO por cada
um dos flainenzos.
Acones do banco- dem com 10 por de premio as
velhas.
Desconlos- Rchaferam-se letras de 11 a 12 por
% ao anuo, lendo havidu rail de
diuheiro 110 banco, que moi pou-
co desconlou osla semana. Est
demonstrado que o capital dosle
estahelccimento he insuficiente
para as provisoes da prar.a, e que
ha necossidade de um nulrii ou de
una caixa lilial do banco nacional,
para Irazcr os dcscoiltns ao preco
que se suppoz nao alterara, islo
be 8 a 9 por %.
Frotes Anda eslao subidos, ten.lo-se er-
fecluadn. o do assuear para o Ca-
nal e parios ingtezes a 90 por
ninei ir.in.i, '>& bnisilpims, 1 iliftnmnrquezn, 3 frn-
ro/.J..J ii;miluni:u'.'/.ii, 11 hopanhuliis, 10 iiigle/^9, 3
porlugue/as, c 3 sueca-.
PAUTA
dos prero* cnrrenle do acucar, alnodao', e mais
gneros do paiz, que re de*parlutm na mesa dn
consulado de Peniambaco, na semana de 6
a 11 de feeereiro de 1854.
Assucarcincaixasbrauco I." qualidade
i) n 2.a
i> mase........
bar. esar. branco.......
mascavado.....
refinado...........
Algodo cm pluma dn 1.a qualidade
2.a n
3.a n
n cm oar.ico ..........
Espirito de anuardcnle .
Agoardcnle oa.diae.i .
i neos
vos no perder-vas.
<* Vila Dcnram ionslanlemenlc ao lado de S. Elias
e da Virgem mas crtnras popularos dos serbas. A rol-
leccjio das poesas 'ariouacs da Serbia, publicada
por Mr. Vuuk Slepha'novitcli; contem muilas dessas
1. na quaes o vila be represculado em seu
carcter ao mesmo lempo'patritico e pilguo.
Perslie.aes dos Serbas nm enlc essencal-
>fMjo,_,|e unw orJem rau|0 inferor ao
v.la, e que nau deixa de ecupar igualmente, o(i an-
jranmaar as iraaginacoes. He o vampiro,
conee, > ssencialmeme ,_, lem r.
do paizes do Ba.,orvnuDl0i anle, i|e rrqneilr
asraca. germnica e celic. A ^^
de todos os pa.zes slavos, fuelle em que o vampiris-
noi lem derramado ma.s lerror. A, grandes calami-
dades, as epidemias, as fomes, .io deixam de ser at-
triboidaseeslaaecJomysleriosa, e nesle caso, des-
rac^dodaquelle que pode ser snspemido de ler em
si o eoracao do vampiro debaito da forma humana.
Reeonjiecem-no por urna palidez particular e pela
Iransparcnria vitrea da vista.
O lerror que elle inspira, poesna vdaem peri-
go,e vinganca popularse enfurece principalmente
contra sea cadver, porque o poderdo vampiro no
acaba com a vida mortal. Procurando sempre meins
de oflender, elle deixa todas as noiles seu tmulo
f ara obedecer a um odio inslinclivoda mil, Quer-
ncns seauu.la oricem ds genera humano, os
armonios lambem prolciidem Icr sido assoriados aos
primnos comeaos do christianismo ; consideran! co-
mo leudo pcrlonci.lo a seu paiz um dos Ires magos,
que foram runduzidos pela estrella milagrosa ao
presepo de Relhlom. Os armenios com elTcito tem
aliracado com a mistara de naluralsinn e de mvsli-
cismo, qne Ibes be proprio, as doulrinas do cvangoA
lho. Porlanto naodeve causar admirarlo a cslra-
nha familiaridadcrnm que sua imasinacao, arrcnie-
cando-sea perder de visla no mnrnvilhnso, lem tra-
tado por instantes os assumplos os mais sagrados.
Nesla ordem de orcarocs he que entra a historia
apoorypha da vida de Jcsns, conhecidn com o tilulo
de pequeo Ecangelho. Comquanlo as lcueudas que
se referem a conversan dos armenios c de seu apos-
lolo S. Gregorio, o illuminadnr, sejam muilo mais
vcrda.lciranieule christaas, tem comludo o cunho do
mesmo espirito de familiaridade. rujo mvslirismo se
aeoniiimoda alemdislo misrousas divinas com a mo-
ma ospiintaiicilade' que o aaluralismn. Quanlo
s pralicas, nao ha boje no mundo nm paiz, onde id-
las sejaiii em ali-umas o.casioes uto severas. A vi-
da asitica dos prinSeiros chrislans lirnu popular e
naeional cnlre os armenios ao lado da sciencia do
lam vJVer, Ainda nislo se manifosta a uniao das
duas tendencias contrarias, qne se aeham mulas vo-
zes alliadas enlre os povos asialicns.
Reconhe<;amos, porlahlo, nos coslumes rhrislos
dos povos do oriente a inllncnria do. sua nacionali
dado individual. Indcpcndonte da leudeiiria pin-a
o naturalismo, que tcm inspirado aos muldo-valu-
i-hios, aos serbas c aos bllenos urna repagnauria
v isivel pola Ihoologia, c que se tornou a razao es-
sourial do dogma de sua isreja, rada um dellcs (o os
armenios nao fazem cxccpcao) lem dado pois s suas
ireneas reliinsaso cunho do sua Iradioes. do seus
projuizosde suas supersliolcs primilivas. Essas le-
gendas, as anes se v confundir os elcmenlos os
mais diversos, mostrara quo o rlirsliaiiismo lem llo-
vido Iransigii- nesse terreno com as civilisaccs an-r
leriores. As preocuparnos pojiticas, que so tem
apodsrdo ao mesmo lempo de todas ssas raras,
desde o principio desle serillo, tem li.lo em rcsiila-J
do augmentar a forra dessa dc.Iicacao hereditaria
pelas tradiroes.quc elles ci-ccm proprias de sua na-
riniialUlade. (
Essa dcdioaoio,* que ancuas podem onnreber os
paltas ruja existencia lepnuza cm um principio na-
cional, es! hoje levada al a preocupacao a mais
ciilbusiasla cnlre os chrislans da Turqua da Euro-
l'jl:___'^s evolu^fies modernas de sua .-ii ilisae.io
se lem feilo em nomo de sua lingua nacional ; suas
osueraiiras Tuluras eslao rumiadas em suas recordar
roes.
Tudo que peilenoe ao seu passado tcm sido de-
clarado por ello involavcl. Os polacos tcm sido an-
tes de (mo eruditos, o so tem comprazido em res-
s-.iscilar as formas c o espirito dos lempos primitivos,
em lomar as legendas para modelos Iliterarios, pa-
ra reuns dos escriptores do presente, e quasi que
para a vordadoira fon^ de iispiracao, dos piiloso-
pbos, dos estadistas,' Em somata-, pode-so dizer,
que o espirito de uacioialidade domina boje com
mais forra que nunca as diversas raras chrislas do
Oriento, que elle conserva ha lanos serillos j sepa-
radas do Roma polos dogmas. < Continuar-sc-hn.)
'a)


Gcnebra.
de eai.ua .
rcslilada .
ranada


n
Licor

ranada

D

a
a
COMMERCIO.
fKACA DO RECIFE II DE FEVEREIRO AS 3
HORAS DA TARDE.
ColacOes ollieiaes.
Cambio sobre Londres a 28 d. 60d|v. a prazo.
dem, dem a 28 % d. 60 d|v a diuheiro.
Arenes velhas di banco de Pernambuco a 10 por \
de premio.
ALFANDEGA.
Rendimenlo do dia 1 a 10.....123:222937!!
dem do dia 11........11:379*110
134:6019-89
Descarregam hoje II deferereiro.
Barca ingleza Town of/Jcerpool mercaduras.
Brigue inglez llyron carvao.
Briaue inglezGlaucasbacalbo.
Polaca hespanholaJoan .Idelrfarinha de Irigo.
Barca francesa Comle foger mercaduras.
Escuna brasileraZelosao resto.
Importacao .
Brigue francs Margante, viudo de Marselha.
consignado a Olivcira Irmos & Companhia, mani-
feslon o seguiule :
2,500 toneladas sal; aos mesmos.
CONSULADO (JEIIAL.
Reiidmento do dia 1 a 10......2l:537}400
dem do dia 11........1:7305212
. 11. i;ija
ranada
...............garrafa
Arroz pilado diras arrobas, um alqticirc
em casca..........
Azeilc de mamona........
n i) mendoim e de coco. .
de pcixc........
Cacan..............
Aves araras..........
" papagaios........
Bolachas...........
Biscoitos.............
Cal bom............
reslolbo..........'.
rom rasca..........
muido............
Carne secca : .......
Cocos com casca........
Charutos bous.........'.
ordinarios....., .
resala e primor. .
Cera de-carnauba........
em velas ...........
Cobre novo mo d'ohra.....
Couros de boi salgados......
espixados........
verdes ..........
de onca..........
do cabra corlidos. .
Doce de calda..........
i> goiaba.........
secco ...........
jalea...........
Estopa nacional.........
oslrangcira, mao d'obra.
Espanadorcs grandes......
po.pionns......
Farinha de mandioca. ..'...
n milho ........
ararulu ....;..
EcijJo..............
Fumo Ikiiu ^,.........
ordinario.........
cm folha lmm.......
ordinario ....
n a i) restolho.....
Ipccacuanha .........
i ',.1111111,-1.............
Gcngibre.............
I.onha de aohas glandes.......
)) n pequeas......
loros ...........
Pfranrbasde nmarrllo de 2 coslados.
n louro "........
('..wlad.i do aniaiello de :t5 a 10 p. .
r. c 2 '. a 3 de I......
de dlo iisuaes.......
Cosladnho de dlo.........
Soalho de dlo...........
Forro de dlo............
Costado de lomo..........
I aisla. I i n ho de di lo.........
Soalho de dilo...........
Forro de dilo............
redro...........
Toros le tatajubn..........
Varas de parreira...........
aguilhadas........
quiris
28300
19900
19600
23500
13800
29560
63000
53600
>32tX)
19500
3500
9260
9100
3400
9100
l0
300
3180
4MIK)
13280
9"0
2JO00
19280
39000
una KOOOO
mu .'13000
\m io entrado no din II.
Da rummissio crvela brasilera a vapor Pa-
ruense, rommandanle o capilan lenle Francisco
Xavier de Alcntara.
Savios lahidos no mesmo dia.
Golhcmburgo e Slockolm brigue sueco Marta.
capillo J. A. Rodea, carita assuear e rouros.
Buenos-A}res por Montevideo polaca hespanhola
Mamquila, capitilo Narciso Paresy Duzall car-a
assuear e agurdenlo.
Canal barca ingleza fonila, capilao Johu Tavo
carea assuear. '
Pai abiba lale brasileiro J!j-alago. mestre Nico-
lao Francisco da Cusa, carga varios gneros. Pas-
sageiros, Jo8o Zereriuo Caslelln Brinco, Josu Anlo-
nio Pereira Vinaarec Jos Rbciro Guimaraes.
jVario entrados no dia 12.
Par.-i pelos porlosintermedios Odias e 15 horas cdo
ultimo porlo em 1) horas, vapor Gnanabar, de
500 toneladas. rommandante.o Io lente Torrezao
oquipagem 47. Passageiros para o Rio de Janeiro,
Exm. msjor conde Floreslan, lenle Antonio Jo-
s de Carvalhn Jnior, segando cadete Benjamn
Rodrigues da Cosa, Joao Manncl Gnncalves Dias,
Irinta e cinco cscravos a enlregar e ura soldado'.
Para a Baha, Jos AmancioOileiroe um soldado'.
Para Macei, Joao Emiliano l'cxcira Lima e seu
esrravo Esleva. Para Periiambaco, Antonio Joa-
quim Ro.lri.es Jnior, Dr. Manoel Alves Ferrcra
Serrao, coronel Tliomaz Roclior, o vice-con-
sul dollamburgo Jullia.i Tegenieier, Amonio de
Sonsa ICarvalho e seu esrravo pardo Raimun-
do, F'ranciscn Alvos de Souza I', n va lho Jnior e
seu escravo Boaventura, Jos Marques Camacho,
Jos de Azevedo Silva, Manoel Antonio Bastos
Raclkhffle, o Exm. brigadeiro Jos l.eile Pa-
checo, seu ajudanle de ordens. sen secretario,
qualro ordenancas, c o Indio Luciano criado do
. brigadeiro.
Terra Nova 22 da, barra Higloza llalhetau, de
203 toneladas, capilao Julio Mil un, equipagem 13,
carea hacalho; a Sclramm Whalely C.
Aracaty 11 dias, hiale brasileiro Ducidoso, de 43
toneladas, nu-iie .lefio lleuriques de Almcida,
equipagem 5, carga varios gneros; a Jos Manoel
Marlins. Passageiros, Antonio Jacinlho de Sam-
pae, Porfirio Alves Ribeiro.
Sacias xahidot no mesmo Rio de Janeiro brigue brasileiro Sagitlario, capi-
lao Manoel det-'reila Vctor, carga varios gneros.
Passageiros, Jos Mara Gnncalves Ramos coin 10
eseravos, Joaquim Josu Marlins e um esrravo, Ma-
nuel Eslevo Benvolo. Orlos ile Oliveira, Do-
mingos Jos Pinto Braga, 3 escravas e 9 eseravos,
todos rom passaportcs.
Soiilbsmplon barca brasileira Rufina, cum a mes-
ma carga que Irouxe. Suspeudcu do Lameiran.
. um
.
alqucire
aj
'
alqueire
alqueirc

. rento
EDITAES.
9480
69400
53000
n 99400
iisOO
3100
J800
rento 20100
1920O
n 3600
29500
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89000
3160
9160
3170
9090
153000
9180
3210
9200
9360
3280
I3OOO
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2.5OOO
1900
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29000
raooo
49000
(9000
29000
830IH)
/iStKX
:13(XH)
3230IK)
29OOO
29000
19600
3600
9,3000
una 12S0IH)
7J1KK
2IMKMI
1II3IKK)
K9OOO
63000
3S500
9000
59200
:1920o
29200
39000
19200
19280
13600
9960
quintal
. duzia
Em obras rodas de sicupira para rarros. par 4O9OOO
'D-mvm
cixos
Melaro........
Milho........
Pedra de amolar. .
" 11 filtrar. .
i) relilos .
Ponas de bol. .
Piassaba.......
Sola ou vaquela .
Sebo em rama .
Pellos de rarneiro .
Salsa parrilha. .
Tapioca ...'....
Unhas de boi. .
Salan........
Esleirs de pe -per i.
Vinagre pipa, ,
.. ranada
alqucire
-. urna
... .
.
. ccnlo
. mull.1
. ineio
. @
. urna
. 9

. cenlo
. t
. urna
163000
8160
I320O
3610
69000
9800
33600
9320
23000
59500
9180
209000
29560
3200
9080
9160
30-3000
O Illm. Sr. inspeclor da thesouraria de fazen-
da, manda fazer publico, que da dala desle a 30 dias
sern arrematados pcranle a mesma thesouraria, e
a quem mais dr nos termos do alvar de 14 de Ja-
neiro de 1807 as Ierras pial-riacs e mais perlences
da capella vaga de Nossa Senlinra do Socorro, cita no
ensenho Soccorro da frenuezia de S. Amaro de Ja-
boaiao : pelo que as possoas quo quizerem licitar, de-
veran comparecer na sala das sessoes da referida Ibe-
souraria, as II'. horas 1I9 dia 21 de feve re ir pr-
ximo futuro ; a.lvcrlin.lo que a arremalaco ser rel-
ia a diuheiro de conlado.
Secretaria da tbesoararia de fazenda de Pernain-.
buco 16 de Janeiro de 1854.O oflicial maior,
fmilio Xacier Sobreira de Mello.
. -r O Illm. Sr. iusperlor da thesouraria provin-
rial.'rm cumprimento da resolnoao da junta (la fa-
zenda, manda fazer publico, quo no dia 16 de fovo-
rciro prximo vindouro, vai novamcnle praca;
para ser arrmala.la a quera por menos lizor a olira
dos concertos da Adeia da villa Serinhacm, avaliada
em 2:7509000 rs.
A arrcinatacao ser fcila na forma dos artigos 24
o 27 da lei provincial numero 286 do-17 de maio
ile 1851, e sob as rlausula especiaos abaiso co-
piadas.
- As pessoas que se propozercm a esla arremalaco
eomparceam na sala das sestees (Ja mesma junta
no iba cima declarado, pelo i'ncio dia, competente
moute habililadas.
E para constar se mandou aflixar o presente c
publicar pelo Diario.
Serrelaria da Ibezouraria .provincial de Pernam-
buco 24 de Janeiro de 1851. O secrnlario, Antonio
tendr da .tnnunciacao.
(Uausulas espriies pura a arremalaco
,1. Os colicortos da radeia da villa de Serinhacm
far-se-hao de conformidac coin o 01-camulo appro-
vado pola diroolora em consolho e 'approsenlado a
approvacao do Exm. presidente na imporlancia de
2:7.503000 es.
2. O arremalanlo dar principio as obras no pra-
zo de um mes e devora conclni-lns no de seis mo-
zos, ambos couladus na forma do artigo 31 da lei
11 u ni ero 286.
3. O arremtente seguir nos seus irabalhos lu-
do o quo Ihe fr determinado pelo respectivo enie-
nheiro, naos para a boa exeriioao das obras como
0111 ordem de nao inulilisar ao mesmo lempo para
o sorvioo publico loilas as partes do edificio.
4." O pagamento da imporlancia.la arremalaco
lora lagar em iros prestacSc"13ai}cs; a 1 depois
de (ella a melada da obra: a 2" 'drpois da entrega
provisoria; o a lorceira na onlrega definitiva.
5.a O prazo da responsabilida-de ser de seis me-
zcs.
6.a Para ludo p.qiie nao se arha determinado as
presentes clausulas nein lio or^amonlo seguir-se-hq
< quo dispOe a respeilo a lei provincial n. 286.
Conforme. O secretario, Antonio Ferreira da
'tnnunriaro.
'O Ilhn. Sr. inspector da thesouraria provincia
em cumprimeiilo da ordem rio Exm. Sr. presidente
da provincia, manda fazer publico, qus no da 23de
fevcroro prolimo vindouro. vai novamente.a praca
para ser arrematada, a quem por menos fizer, a obra
dos concertos da cadea da villa de Garanbuus, ava-
liada em 2:2498240 rs. A arremalaco ser faita na
forma' dos arligos 24 o 27 da lei provincial 11. 286
de 17 de maio de 1851, e sob as clausulas especiaos
abaixo copiadas. ,
As possoas que se propozerem a esla Arrematasen,
eomparceam na sala das scsses da juula da fazenda
da mesma thesouraria, no dia cima declarado, pe-
lo raer dia, competentemente habililadas.
E para constarse mandou aflixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco 30 ile dezembro de 1853. O secrclario,
------Antonio Ferreira da Annunciarao.
Clausulas especiacs para a arrematado.
l.aOs_concertos da cadea da villa de Giiraubuns,
rar-sc-ho de conformidadc com o orramento appro-
vado pela directora em consclbo, e' apresentadn a
approvacao do Exm. Sr. presidente, na imporlancia
de 2498280 rs.
2.a O arrematante dar principio as obras no pra-
zo de ilnus mezes, e dever coucli-las no de seis
me/os. ambos n. 286.
3.a () arremalanlc sesuir nos seus Irabalhos ludo
o que lho lor determinado pelo respectivo ensenhe-
ro. nao so para Ima cxecuca.rdas obras, como em
ordem de-nao inulilisar ao mesmo lempo para o ser-
vico publico lodns as partes do edificio.
4.a O pasamento da imporlancia da arrcmalarSo
tora lusarcm Ires preslai;oes iguaes ; a 1.a, depois,
de foila a mclade da obra ; a 2", depois da entrega
provisoria ; e a :}., oa entrega definitiva.
5.a O prazo de responsabildade ser de seis me-
zes.
6.a Para (oda o que nao eslivor determinado as
prsenles clausulas nem no ornamento, sesuir-se-ha
o que dispoe a respeilo a lei provincial n.286.
Conforme. O secretario,
Antonio Ferreira da Annunciacjio.
Illm. Sr. inspector da thesouraria provincial,
em cuniprimenlo da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia, manda fazer publico, que no dia 16
de teveroro prximo viudoimr, peraulc a junta da
fazenda da mesma Ihesourara.nai mvamente pra-
ca para ser arremala.la a quem por menos fizer a
obra dos concertos da cadeia da villa do Pao d'Alho,
avaliada em 2:8603000 rs.
A arremalaco ser feila na forma dos arls. 24 e
27 da le provincial n. 286 de 17 de maio de 1851, o
sob as clausulas especiaos abaixo copiada;.
As pessoas que se propozerem a esla arremalaco,
comparecam na sala dassessoes da mesma jntenos
das cima declarados, pelo meio dia, competente-
mente habilitadas.
E para constar se mandou aflixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da Ihesonraria provincial de Pernamhu-
<.,.! 1 de Janeiro de 1855. O secrelario, Antonio
Ferreira d'AnnunciarSo.
Clautttlat especiaes para a arremalar'io.
1.a As obras dos reparos da cadeia de villa do Pao
d Albo sent Celias de conformidad.* como plano o
orramento, apprnv.-i.lus pela directora em cnisolim
o apieoul.idos 11 approvacao do Exm. Sr. presidente
na importancia de 8609000 rs.
_2.*. As nbras comecarao no prazo de 30 dias e se-
rn concluidas no de mezes,ambos contados de con-
formulado rom oque dispc o arl. 31 do regulamrn-
to das obras publicas^
3.a A importancia da arremalao.To sera paga em
tres prosternes sendo, a prmeira de dous quintos pa-
gos quando o arremtente bnuvor feilo mclade das
obras,; a segunda igual a primeira, paga no fim das"
obras, depois do recehimcnln provisorio, e a ultima
pasa depois do anuo de respousabelidade c enlre"!
definitiva. 8
4. Para ludo o que nao esliver determinado as
presentes clausulas ou no orramento, sogur-se-ba as
disposres da lei n. 286 de 19 de maio de 1851.
I.mi 1,irme o secrelario, Antonio Ferreira d'Annn-
ciarao.
O Illm. Sr. inspeclor da Ihesouraria provincial,
em cumprimeuto da ordem do Exm. Sr. presidente
da pian nria, manda fazer publico, que no da 2 de
marco prximo vindouro, vai novamente a praca
para ser arrematado a quem por menos fizer perante
a junte da fazenda da mesma lliesourara, a obra do
melborameuio do rio Goianna, avaliada em reis
50:6009000.
A arremalecSo ser faite na forma dos arligos 24
c 27 da le provincial n. 286 de 17 deSnaio de 1851,
e sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a este arrematarao,
compareram na sala das sesses da mesma junte no
dia cima declarado, pelo meio dia, competentemen-
te habililadas.
E para constar se mandou aflixar o presente, e pu-
blirar pelo Diario.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernambu-
co I. de fevereiro de 1854. O secrelario,
Antonio Ferreira d'AnnunciaiSo.
Clausula' especiaes para arremalaco.
1.a As obras do ..melhoramento do rio Goianna,
far-se-hao de conformidade com o orcamenlo,plantas
perfis approvadns pela directora e em consclbo, e
apresenlados a approvacao do Exm. Sr. presidente
da provincia, na importanra de 50:6009 rs.
2.a O arrematante dar principio as obras 110 pra-
zo de 3 mezes, e as cunciuir no de 3 annos, ambos
conlado* pela forma do artigo 31 da o n." 286. '
3." Durante a exerucao dos Irabalhos o arrem-
tenle ser obligado a proporcionar Iransilo as canoas
c han-aras, ou pelo canal novo, ou pelo leilo actual
do rio.
4.a O arrematante seguir na eiccnro das obras
a ordem do (rablho que Ihe for determinado pelo
engenheiro.'
5.a O arrematante ser obrigado a aprsenla, no
fim do I. auno, ao menos, a q na ra parle das obras,
prnmpla, e oulro lauto no fim do 2." anuo, e fallan-
do a qualquer dessas condiees pagar urna mulla
de 1 conlo de rs.
Conforme. O serrelario,
Antonio Ferreira d'AuiunciarSo,
O Illm. Sr. inspeCTnr da thesouraria provinci-
al, em cuiupi-iiiieiilo da ordem doExm.Sr. presiden-
te da provincia, manda fazer publico, que no dia 2
de marro prximo vindouro, vai niamente a praca
para ser arrematado a quem por menos fizer, peranle
a junte da fazenda da mesma Ihesouraria, a obra do
acude da povoacilo do Becerros, avaliada cm reis
3:84.*5O0. '
A arremalaco ser feila na forma dos artigos 24
e 27 da lei provincial n." 286 del7 de maio de 1851,
e sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arremalaco,
comparecam na sala das sessoes da mesma junta 110
dia cima declarado, pelo meio dia, competentemen-
te habililadas.
E para constar se mandou alujar o prsenle, e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincia] de Pernambu-
co 1. de fevereiro de 1854. O secretario.
Antonio Ferreira d'Annanciariio.
Clausulas especiaes para a arremalaco.
1." As obras .leste acude sern faites de conformi-
dade rom a plante o. ornamento apprnvarios pela rii-
recloria em conselho, e apresenlados a approvacao
do Exm. Sr. presidente da provincia, importando cm
3*143500 rs.
2.a O arrematante dar comeen as obras no prazo
de 30 dias, c terminar no de 6 mezes, contados se-
gundo o artigo 31 da lei n." 286.
3. O pagamento da importancia da arremalaco
ser dividido em 3 parles, sendo urna do valor' de
dous quintes, quando houver feilo nielarte da obre.
oulra igual a 1. qoando aenlrrgar provisoriamente,?
e a 3.a de um quinto depuis de um auno na occasiao
da onlrega definitiva.
4.a Para tudo o mais que nao esliver especificado
as presentes clausulas, sguir-sc-ba o que determi-
na a le n.o,28fi.
Conforme. O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciaeao.
O Illm.ir. uispectord.i thesouraria provincial,
em cumpriincnto da resoliieao da juula da fazenda.
manda fazer publico, que arremalaco da obra do
5. lauco da ramificaran da estrada dosul para a vil-
la do Cabo, foi transferida para o dia 23 do cor-
rente.
Secretaria da Ihesouraria provincial de Pernambu-
co 11 de fevereiro de 1854. O secrelario,
Antonio Ferreira du Annunciacao.
Peranle a cmara municipal desla cidde. es-
tar em praca, nos dias 15 c22do rorrete, e 1.de
marro subsequenlc. a obra do novo maladouro publi-
co, qne deve ser construido no lugar da Cabanga, or-
eada em 150:0009 rs. Os pretendemos que quizerem
consultar a plaa, orcamentoe programla da obra,
podem-se dirigir em lodos os dias uteis, ao paco da
mesma cmara ; e para que possam tancar devetao
iprosenlar fiadores habilitados na furnia dn lei.
Pajo da cmara municipal do Recife. em sessao
de 8 de fevereiro de 1854.Barande Capibarihe,
presidente.lo impedimento do secretario, o ofli-
cial Manoel Ferreira Aceioli.
Peranle a cmara municipal desla cidade, osla-
r cm praca, nos dias II, 13 e 15 do correnfa, a
obra do aeabamenio de 50 pares de catacumbas, que
primeiro se fizeram no ccmilerio publico por conla
da municipal ida. lo. oreada cm rs. 1:4503425. Os
pretendenles podem comparecer, munidos ile flanea
idnea, nos mencionados das, no paco municipal,
onde Ibes ser presente o respectivo arrmenlo.
Paco da cmara municipal do Recife, em sesso de
8 de fevereiro de 1854.Baro de Capibaril/e, pre-
sidente.
O Dr. Manoel Clementino Carneiroda Cunha.juiz
de Direilo interino da primeira cara do crime da
cidade do Recife, e auditor de marinha, por S.
M. I. e C. que Dos guarde etc.
l'acj) saber ao* que o presente edital v rem, qne de
conformidade coin .1 dispusiere, do artigo 8. dn ro-
ulanienlo numero 708 de 14 de oulubro de 1850,fi-
ca assieuado e prazo do 60 dias. para denlro .lelle os
inteross.idus no casco e nos objeelos encontrados a
borlo da escuna. StMtu-Feira, apprehciulida na cida-
de do Nata!, da provincia do Rio Grande rio Norte, co-
mo suspeila de destinar-se ao conimercio lucilo de
eseravos, virem defender os seus direilns, peranle o
juiz d'.iu.ljlorm de marinha, e para que ebegue ao
conhecimenlo de lodos mandei lavrar o presente, que
ser publicado pela imprensa, e afiliado nos lugaies
do cosluinc.
Dado e passado nesla auditoria de marinha na ci-
dade do Recife, aos 10 de fevereiro de 1851.
Eu Joao Saraiva de Araujo Galvao, escrivaoo
csrrevi. Manoel Clementino Carneiro da Cunha.
O fiscal da fregnezia de Sanio Antonio rio termo
desla cidade, faz publico para c.uiliccimculo dos mo-
radores di mesma fresuezia que. pelo arl. 5". do (it.
3 das posturas municipaes em vigor, he inteiramen-
te prohibido laucar aaua limpa na ra das varandas
abaixo, lano de dia como de noile, sob pena de pa-
garen! a multa de 69OOO, alcm do damno que caiisa-
rem, c de 129000, se agua fr suja e infecta. Fre-
guo/.ia de Santo Antonio do Recite 9 de fevereiro de
1854.O fiscal, Manoel Joaquim da Silra Ribeiro.
DECLARADO ES.
mi
Companhia brasileira de paquetes de
vapor.
O vapor' Guanabara, commandan-
le ol. lenle Jos Leopoldo de
Noronba TorrezSo, espera-se dos por-
tes do mirle al 13 do corrente, e se-
guir para Macei, Babia e Rio.de Janeiro no oulro
dia da sua ebegada. Agencia, ra do Trapiche n.40.
segundo andar.
O commandank\rio eorpo de polica, de accor-
rio com os domis membros do consclbo do a.lrainis-
Iracao de Tardamente, e em virlude do disposlo no
af ligo 26 do novo regulaincnto de 2 de dezembro do
anuo prximo passado, faz scieule a quem convier,
que tem de contratar para o mesmo corpo os objeelos
abaixos mencionados, adterlindo que se forneeer o
panno azul para o fardameulo. As pessoas que qui-
zerem conlralar devero appresenlar suas propostas
em carta fechada no da 14 do corrente, pelas 10 lio-
ras da mauliaa, na sala ria secretaria deste corpo.
Bonetes..............371
Frdelas de panno azul........371
Calcas de dito...........371
Dlas de brini...........:7I
Capoles de panno azul......-. 37t
-Sapalos (pares;...........371
Bandas de iaa...........27
Bnlues ama relio-,
Quarlel do corpo de polica as Cinco Ponas, 10
de fevereiro de 1854.
Epipluinia Borges de Menezes Doria,
Teneutc secretario do corpo.
<^?E
SI?,
Correio geral.
As malas que deve coudnzir o vapor Guanabara
para os porlos do sul, principiam-sc a lechar hoje
,13) au meio dia, C depois dessa hora al o momento
de lacrar, recebem-se correspondencias com o pnrle
duplo : os jornacs deverao acbar-se no cuneio 3 ho-
ras antes.
Orlas seguras vindas do norte para os Srs. :
FrnncisroElias Rogo Dantas.J. R. I.asserre.Joa-
quim Amonio Cintra da Silva.Padre Joao Hercu-
lanoRego.Miguel Jos Almeda Pernambuco.
Companhu de vapores de Liverpool.
Espera-se de Liver-
pool o vapor Olinda,
roinmandanle Aaram
110 demora do costume se-
guir pura os porlos du sul e Rio da Prala. Agen-
cia em casa de Deane Youle & Compuubia, ra da
Cadeia velba n. 52.
Companhia eje vapores deLiverpool.
Espera-se dos porlos
do Sul o vapor Brasilei-
ra, Cox rommandaiite,
110 dia 16;depois da de-
mora do coslume se-
guir para Europa. Agencia em casa de Deane
\uuleOr Companhia, ra ria Cadeia vellia 11. 52.
Pete ronladoria da cmara municipal desla ci-
dade, se faz publico que do primeiro ao utliiqo de
marco, prximo futuro, se far a arrecadaco, buc-
ea do cofre, do imposto municipal sobre eslabelecj-
menlos, (candosujeilcsa mulla de 3 % os que o nao
fizerem no mencionado prazo.No impedimento do
contador.O amanucnse.Vanmco Canuto da Boa-
ciagem.
CONSEI.HO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo em virtude da autor isa-
cao do Exm. Sr. presidente da provincia, lem de com-
prar os objeelos siguiles :
Para a companhia de arlifices.
Algoilaozinho para camisas, varas 195, sapalos,
pares 78, esleirs de paltas de carnauba 78, lu.llanda
de forro, covados 50.
,2, halallian de infantera de linba.
Bunclosrom numero 2, 19, algoilaozinbo para ca-
misas, varas 18. grvalas de sola de luslre 7, cbou-
riras de ii.i para platinas; pares 19, esleirs de palha
de carnauba 19, purs de sapalos 19, hollanda de far-
ro, covados 1.50.
8. balalhilo de infantera.
liaii.leira imperial de seda 1, porte para .1 mesma
1, baste para a .lila I, rapa de oleado para a mes-
! ma 1.
, Meio balalbao dojCear.
Casemini verde, covados 60, hollanda de forro di-
los 3.50.
4." balalbo de arlilbaria.
Chonrteas de Iaa prcta, pares 101.
Provmeulo dosarmazens do arsenal de guerra para
a 1. e 2.a classes. *
Taboas de pioln, duzias 30.
Paraa4.aclasse.
Caixa com vidros 1.
5.a classe.
Sola branca garroteada, meios 50.
Fornecimenlo de luzes.
Azeile de carrapaio, caadas 360, dilo de coco, ca-
adas 30 i|2, pavios, duzias 6, velas ile carnauba, li-
bras 152 1|2, fio de nlgodao, libras 17.
Para a provincia do Para.
Scllins com todos os seus competentes arreos e ca-
licea.la- para acavallaria 14.
Para o arsenal de guerra,
liaste liara han.leira 1, mantas de Iaa 209, raves
dccunslruccao de 30 a 35 palmos 6, hadamos de meia
oitava .le. pollegada 6, lences de cobre de 6 a 7 pol-
logadas 8, nteteos K, arieiros II, exemplaros de li-
nhas curvas erectas 20, panno morluario I, chnellos
rasos, pares 200, copos rie vidro 24. Quem quizer
vender laes objertos, aprsente as suas proposlas em
carta fechada, na secrelaria do conselho, as 10 horas
dn da 15 do corrente mez. Secretaria do conselho
administrativo para fornecimenlo do arsenal de guer-
ra 8 de fav erebo de 1854Jos de Brilo Inglez, co-
ronel, presidente.erjiardo Pereira do Carmo
Jnior, vogal secrelariiJ,
O especlacolo annuiiciado para terca-feira 14 do
corrente em favor da cantera Adeodala Lasagna (por
inconveniente), tica transferido para quando se an-
nunei.ir.
AVISOS MARTIMOS.
Ceara' e -Acamen.
Segu no da' 15 do correule o hiale Sobraleiise,
uiilHbra Flor de Cururipe), recebe carga e passa-
geiros : Irate-se com Caelano Ciraco da C. Moreira,
ao lado do Corpo Santo, luja de massames n. 25, ou
com o capilao.
Para o Maranliao e Para' vai sahir
coma maior lirevidade possivel, por ta-
parte de sua carga, o brigue -nacional
Brilltante, do qual he capitao Francisco
Cardia : quem no mesmo quizer carre-
gar ou ir de passagem, para o que tem
bons commodos, dirija-se ao capitao. na
prara do commercio, ou aNovaes& Com-
panhia, a ruado Trapiche n, o.
Para a Balii segu com presteza o
veleiro hiate nacional Fortuna, capitao
Jos Severo Moreira Kios para o resto da
carga ou passageiros. trata-se com os con-
signatarios A. de Almeida Gomes & Com-
panhia, na rita da Cadeia do Recife n. M,
primeiro andar.
Para o Aracatv
segu em poucos dias por j ler a" maior parle de
seu carregamenlo promplo, o bem condecido e ve-
leiro hiale Capibarihe: para oreslo e ta-se na ra do Vigariu, n. 5.
Paraa Bahi,
o bom ronbecido c veleiro hiale Hoto Olina, sabe
por estes das por j ler a maior parle riesen carrega-
menlo a bordo: para o resto e passagciros,trala-se na
ua do Vigarto n. 5,
Para o Rio de Janeiro,
segu nesles das' a escuna Zelosa: para o reste da
carga, assim como para passageiros e esesavos a bre-
te, trata-se na ruad Vigario 11. 25.
LEILO'ES
t J. II. Gaensle}- farleo, por intervenro do
agente Olivera.de um lindo sorlimento de Tazndas,
principalmenle francezas esulssas, as mais proprias
1I0 mercado : loica-feira 14 do corrente, as 10lloras
da manliaa, no seu annazem, ra da Cruz.
GRANDE LEILAO.
O senlo Borja Ucraldes, quinla feira 16 do cor-
rente as 10 ':,' lioras da manhaa no seu annazem na
ra doCollego n. II, far nm grande lelao de di-
versas obras de marcenara, assim como de diversas
pecas de vidrli, e uniros milites objeelos que na oc-
casiao do leilao serao patentes.
SABBAD018D0C0RRE\TE.
RLA 1)0 COLUSOR) N. 14.
LEILAO' EXTRAORDINARIO
De urna grande porrao de livros. contendo di-
verjas obras religiosas, de direilo, lilleralura e va-
rios romances recreativos, lano em Trances como
em jiorluguez, e alguir.as obras lambem em latim.
. 0 AGISTE BORJA GERALDES.
lora o lelao das obras cima mencionadas as 10
horas em ponto, sem recusa de qualquer preco.
AVISOS DIVERSOS.
Prccisa-se de nm caiseiro : na ra Nova n. 39,
primeiro andar.
Ollerece-sc una mulhcr moca, para cozinhar
em casa .le familia, ftu de bomeiu solleiro : na ma
de Santa Cecilia,' pegado 3 tabernario l.araujeira.
NO
S. FRANCISCO DE PAULA
CACHANGA'.
Iloje, 13 do corrente, as 8 lloras ria noile, '
saldr o eslandarte do sempre applauddo S.
Francisco de Paula, sendo ronduzido por pas-
toras e marujos, visto o rcenle milagre que
prodgalizou para com elles na grande derro-
ta que no alto mar liveram no brigue desle
lilulo. ao que promelteram aconipanhar a ..
bandeira, logg aperas em paz ebegassem. em \
trra, ,uesla mesma noile, depois de erguida a
bandeira. principiaran as novenas, que dura-
rao at 18 do corrente, sendo porem no dia
19 a fesla, na qual presar o capelln do cor-
po rio polica, o Rvm. Sr. padre mesrtre Ma-
K noel I huma/, ria Silva, a larrie bem ameslra-
| dos o certeiros cavalleiros, depois de dadas as
fescaramucas do coslume, principiaran a tirar
as argulinhas, o que durar ale 6 lioras, em
| seguida canlar-sc-ha urna graude ladainha, \
S em cuiitniarfui tirar-se-ha o estandarte rom
S o mesmo aparate como em sua elevacso, e-ir
^ ser entregue a novajuiza, lerminani porem
^ lodo o festejo com um eranrie e magnlrn fo-
%? gode vista sob a .lire.-can do hbil arlisla o S1
M Sr. Joao Misuel Teiseira*f.im,' leudo de ~i%
^ quando em veziales subir : eis por lano v
:j; cm pouco dito o que mais se fura.
Pela primeira vara dn civel, escriviio Mulla, se
ha de arrematar em praca publica,de aluguer, a ca-
sa site na ra da Moeria perlenccnte Manoel Car-
neiro de Albuquerque Lcenla, por execucao qu
eonlra o mesmo move Joaquim Francisco rie Almei-
da, sonrio a ullima praca no dia 13 do corrente.
Jos Mara Uonra(vcs Ramos, rcliraiirin-se pa-
ra o Rio ile Janeiro, onde vai residir,e uno Ihe sendo
possivel despedir-se pessalmenle de seus amigos e
conhecidos, pela presteza di sua viagem. o faz pelo
presente, e all Ibes offorece o seu limitado presu-
mo.
Nos abaixo assignadosdeclaramos aorespeilavcl
corpo rie commercio, e a quem convier, que desde o
dia 1 '1 rio janeirn do correte anuo, litemos urna so-
ciedade para comprar e vender gneros de esliva nes-
la praca debaixo das rundiroes constantes do papel
rie Iralo, registrado do Irbnual do commercio desla
I ci.inrio, cuja sociedade uyrara richaix ria urina .te
' Paula i\ Sanios, sendo que ambosos socios miii da
I faciilriadc de gvrarein nomo riasucieriarie. Kecifo 13
' de fevereiro de 1851.Jos Smws de Pauta, Jos
Francisco dos Santos e Silra.
Prccisa-se alimar duas. canoas que curreguem
1,500 lijlos caria urna, por ni mez: quem liver
annuuce ou rirja-se a passagem ria Magdalena, pa-
llara de Domingos Antonio da Silva Beirys.
A* dircco do ha ile de mascaras do
theatro de Apollo, scientilica aos socios
em geral, que a appresentacao de seus
convites devera' ser 'eita ate odia 15 do
corrente. i.
Tendo sido no Diario de Pernambuco do 11
lo corrente annunciada a venda da casa da ra do
Aragao n.l9,previne-se com lempo a quem convier.e
para evitar quesl&es futuras, que melado dessa pro-
prie.lariese arha sugeita a fazenda publica nacional,
por lianca prestada em favor rio actual collector ilas
reiulas geraes do municipio de Caruar o Sr. Paulo
jurdan da Silva.
derece-se urna mulber parda de mete idade
para u servteo interno de qualquer casa de homem
solleiro oa viuvo, com muila aptidao no exerrcio do
ama : na casa ultima no funilo da igreja do Rosario
11. 1, ao caminhar ra do Fogo.
Aluga-se a casa do Poco qne /o do fallecido
Sr. Dr. Gomes; tem 5 quartos, 2 salas, grande co-
zinha, cochoira, estribara, galinheiro, quintal, ca-
cimba, e esporo ttrrac0 : l'tem quizer. enlenda-se
com o Sr. te.ueaie-corniR'1 Barata,
LOTERA DORIO DE JANEIRO.
Aos 20:000,000 de rs.
Quinta ou sexta feira da presente sema-
na deve chegar do sul o vapor inglezcon-
duclorda lista da lotera da cmara de
Valenca.
Furto.
As 4 lioras da manhaa do dia II do corrale, Air-
laram do quintal de urna casa do aterro da Boa-Vis-
la dous cvallos, um caslanho e oulro pedrez, e cu-
mo se desse na mesma occasiao pelo farto, tendo sa-
bido algumas pessoas em procura, fararo encoolradus
airas ria matriz da Boa-Visla, e dirigindo-se a pessoa
que osencoiiioM ao'-ue vinlia na frente montado no
caslanho, esle deixou o oavallo sem que podesse ser
caplurario o que ao mesmo lempo que o oulro que.
vinba mais alraz den de redea ao russo em qne vinha
lambem montado, e desappareceu pela ra da Glo-
ria, oqual.bouve noticia, linba passado nos Affliclos
as 5 horas da manhaa ; ha loda loda a desconfisnea
que esle roubo foi dirigido por um negro que no dia
antecedente (inha fgido de casa, lem os signaes se-
giiinles : moco, baixo e secco, muilo picado das be-
xigss. e quando falla com pressa gagurja alguma cou-
sa, c quando fugio levou irma pequea corrente no
p, o cavado be pequeo lem em um qoarloumO,
cem nm (ravessao em cruz, e por baixo ora I., e a
marca mais visivel he urna feriria em sima da p da
mo rikeila : roga-se as autoririades policiaes a ap-
prehensao lano do negro como do cavatte, e levem
ao aterro da Boa-Visla n. \\.
Precisa-se de urna ama para casa de pouca fa-
milia, que saiba cozinhar e engoromar com perfairio:
na roa da Cruz n. 68, alraz do Corpo Santo.
t.iuarla faira 15 do corrente, tem de ser arrema-
lado 13 arrobas de junco de tecer cadeiras etc., e
mais 4 lainlwrctes bastante usados, o qne por execu-
caode Elias Emiliano Ramos, foi penburadu a Jos
Ferreira dos Santos, pelo juizo municipal da segun-
da vara.
O ,-irremalan le do imposto de20 %, sobre o con-
sumo das agurdenles do municipio do Recife, fas
sciente a todos os contrbuintes do dilo imposto, que
n pagamente a horra do cofre (ndou-se no da 31 do
mez prximo passado, e como por ignorancia muilos
nao leem pago, e para nao ausmenter cusas, espera
que al o da 8 do corrente venham resgatar suas
callelas ; do conlrario se proceder" execulivamente
contra todos que dcixarem de pagar no prazo cima
marcado, como determina b artigo 16 do reglamen-
lo que rege esle imposto.
Pedro Marciano dos Sanios, eiporte para fura
da provincia as suasescravascrioulas, de nomes Rita
e Mara.
O abaixo,assignado previne ao respeitavel pu-
blico, qne nnguem faca negocio com as letras se-
guimes, 4 de 1:0155 cada urna, 1 dte de 600, e 1
vale de 300 passados por Francisco Jos de Souza,
a favor de Jos Bolelho d Amula, cujas pertenec-
ram ao abaixo assignadu por testamento que" fez o
dito Jos Bolelho de Arroda, e se riesencatnioharam
de sua casa. Jos Ignacio Arroda.
Ordem terceirado Carmo.
O abaixo assignadu vem por meio deste Diario, dar
nm vote de graliriau a lodos os carissimos irraaos, e
muilo principalmenle aos que fizeram parte da me-
sa c coadjuvaram tanto com soas nfferlas, como com
seus bracos corporaesem tedas os actosque se fizeram
no anno prximo passado de (853, na igreja da nosa
sa ordem, assim como a delicadeza e bas manciras
com que o obsequiaran! uo lempo de sua administra-
cao, e pede desculpa de qualquer Talla commettida
de sua parle por falla de inlelligencia, O mesmo es-
pera de lodos os carissimos irmans, muito principal-
mente das carissimos que fazem parte da mesa ac-
tual deste anno de 1854, o coarijuvem da mesma ma-
notea, alim de se lzercm lodos os aclos com aquella
decencia que he devida a urna ordem (ao respeilaria
por lodos os fiis chrislaos, e pelo respeitavel pabliro
desla heroica villa e cidade de Pernambuco. O mes-
mo pede a lodos os carissimos irmus a prevenirem-
se de seus habites para assislirem a procissao de
Ciuza, que salte de S. Francisco,no i. de marco pe-
las 2 >j horas da tarde, assim como para a de Passos
e de triiimpho : lambem pede aos irmaos novicos que
lindaran! o seu noviciado a virem fazer soas profis-
s.'.es, afira de poder gozarem de tedas as garantas da
oidem.
Recite 29 de Janeiro de 185i.FrancUco Pinto
da Costa Lima, prior.
No dia 17 do crrente, se lia de arrematar de-
pois da audiencia do Sr. Ur. juiz do civel da 1. va-
ra, orna casa terrea na ra das Asnas-Verdes n. 20,
avaliada por 1:100$ rs.. por execucao de Joaquim
Pinte Alves, eonlra os berdeiros de Caelano Pereira
Gonralves da Cunha, assim como oulra casa terrea na
roa da Calcada n. 14, por execucao de Mara Mano-
ela de Jess, avahada por lbOsTri. : e he a nllima
praca.
Os .iniciaos do O." balalbao de intentara, snm-
mameule gralns aos. religiosos franciscanos, e car-
melitas, pela maneira porque se prestaran! gratuita
e voluntariamente, aos oflicios que se liveram de ce-
lebrar pelo eterno repnuzo do coronel commandante
do mesmo balalbao Antonio Mara de Souza ; nao
podem rieixar rie pelo presente meio leslemunhar aos
mesmos religiosos seus agradecimenlos por Uto pa, e
cnr.lusa acocan, bem propria do carcter daquelles
que saliendo riesprezar os faustos da vida civil, se
dedicaran) as dureza* do claustro. Aos mesmos re-
lielnsos pedimos dcsculpa da nlTensa quelites fazemos
as suas modestias ; e liles uffarereraos os nnssos dimi-
nuios mas sinceros preslimos.
RETRATOS PEXO"EEECTRDT _
Na atorro da Boat-Vlssa a. 4, tareeiro
andar.
A. Lettarle. tendo de se demorar pouco
lempo nesta cidade, avisa ao respelavel pu
blico que quizer blilisar-se de seu presu-
mo, de aprovcilar os poucos dias que lem
de residir aqu ; os retrates serao lirados com
loda a rapidez e porfeicao que se pode dse-
jar. No eslabclocimcnlo lia retratos i mostea
para as pessoas que quizerem examinar, e .
t aberio das 9 horas da manhaa al as 4 da
larde.
J. Jane,Dentista,
contina residir na ruS Nova, primeiro andar n. 19.
I). Umbelna Wanderte^Peiioto, directora do
collegio particular Pernamburann, avisa a quem con-
vier que inudou 'o seu collegio do sobrado da roa da
Cadeia rie Santo-Antonio n. 14, par o sobrado de-
fronte da ordem terceira de San Francisco, onde es-
tove a sociedade Apolleuea ; ah pode aceitar maior
numero de alumnas internas, por que tem grandes
salas tanto para aula, como para dormitorio e refei-
lorio. A aiinuin .-inte reconhecendo a falla qne ha
na provincia de urna casa de orillearn com loda a re-
nula ti rinde e boas accommoriaees, com sacrificio alu-
gou este preriio, no qual tem feilo enormes despezas
para montar o seu estabeiecimento de maneira, quo
suas ovens patricias sejam abi bem educadas ; a an-
nuncianle espera rnnliuuar a merecer a mesma con-
fiancaquelem lirio ate hoje. A annuiieiante 11S0
querendo enfadar ao publico com estirados annun-
eios, Icmbra que j lem dado pruvas do aoroveita-
mento de suas alumnas, e qne o Exm. Sr. director
geral da instrnecao publica liscalisou o seu collegio
no mez de Janeiro do correte anno. O ensino do
collegio be ler, escrever, ronlar, grammatira porlu-
gueza, doutriua christa, francez, geographia, dese-
nho, msica vocal; pianoe tlansai
Quem livor adiado um cabruha escuro por mi-
me Severiuo, que reprsenla ler 5 annus, com os sig-
naasseguinles: com camisa rie riscado de chite j
rola, calcas de riscado de algodflo trancado, sapalos
velhos nos ps, em cabello ; tem os bracos e maos
chcias de sarna, tem uma'cicatriz no peito esquerrin,
e fallo de um denle, na frente da parto inferior, o
podor levar ra Nova n. 19, que ser generosamen-
te recompensado. Esle cabrubn he forro, e protesta-
se eonlra quem o tivee occullo, oa que pretenda fa-
zer algum negocio.
Precisa-se de urna pessoa que lenha pralica de
escripia, pira se encarregar da escripia de 2 011 3 ca-
sas de negocio ; a Iralar ua ra do Oueimado, teja
de ferrauens n. 35.
D-se 1002000 rs. a premio sobre penhores de
ouro ou rala ; na ra do Queiraado n. 33, se dir
quem da. 1
. Boavenlura Jos de Castro Azevedo faz ver ao
respeitavel publico, que nesta riala tem comprado ao
Sr. Brax Vieira de Souza Guedes a sua fabrica de
chapeos, sila ama Nova 11. 52, (cando-o-mesmo
Boavenlura desonrrario do sclivo e passivoda mes-
ma, e se algiiem se julgar com direilo a esla venda,
comparecn no prazo de 3 dias, a eutender-se com o
mesmo Boavenlura.
Qnem quizer possnir ama rica rabera, tanto
em qualidade como em vozes : dirija-se a roa da Ca-
deia do Recite 11. 15, que com 200?> licar com um
bom e lindo iuslrumento.
Attencao ao masque.
Na ra Bella n. 36 preparam-se vestuarios de bom
gnsiu para .1 carnaval, as possoas que se quizerem uli-
lisar rimjam-se ornis breve possivel, e para que baja
lempo rie se apromplarom: na mesma casa mostram-
le ligurnos para a esculla do guste dosinesmos ves- .
surtos,
Joao Pedro Vogelej,
fabricante de pianos, afin.-f e concerlacom tode.a per-
teicao, lendo chegado recen lemenle dos portes da
Europa, de visitar as mclbores fabricas de pianos, e
tendo ganlio nellas lodos os conhecimentos e pralica
de cuuslrucces de modernos pianos, oOerece o sen
presumo ao respeitavel publico para qualquer con-
cedo e afinaoes com lodo o esmero, tendo loda a cer-
teza que nada ficara a desejar as pessoas que o in-
cumbam de qualquer trabalho, tent em brevidade
como em mdico preco; na ra Nova u. 41, primei-
O bacilares formado Joaquim Francisco,
Duarte,
continua a exercer a sna profiss3o de advogado na
casa da sua residencia, na ra Formosa, onde peder
sor procurado. "^
; Precisa-se de um amassador na padaria do
nnio, no Monteiro : a tratar no mesma,- ou na ra
ireira n. 69.
Rogs-se ao Sr. J. J. B. que haja de vir pagis
urna conta, la ra do Crespo 11.13, quando 0S0 vera
o seu nome por extenso.J. de Sigueira Ferrao.
iVos pais de'farailias dentro e lora da
a
1
'i

'
Lecclona-seem casas particulares as materias qi
consliluem a inslrucciu primaria do 2." grao, assi
que
assim
como recebem-se por um mdico estipendio pensio-
nistas; trata-se nu larga do Pilar u, 13,
_=* ^
lili.....
1 Ml1||lti w\t


DIARIO DE PERNAM8UC0 SEGUNDA FEIRA 13 DE FEVEREIRO DE 1854.
i
!
Roubo le um relogio.
No dia da esla do Sanio Amaro, as 7 Horas da noi-
Ic, quando o abaixo assignado eslava dando ninas li-
las para hciizer. l'iiilarain-lln-un relogio houele palele ingle/., com mostrador lanilienidennro
' crrente j baslanie (asa, a qual li-in o peso do 5
'; oilavas : por issn ropa a pessoa a quem hit ollc-ro-
nlo dilo relogio, de u appreltender, que reccher de
gialificaco 309000 rs. : na ma do Cahug n. 1 C.
Antonio P.ertira (Ir (Uretra Homo?.
Arrenda-se um sitio em Santo Amaro, com boa
rasa, mullas fmleiras e paulo para 12 vareas de leilo:
quem o pretender Hirija-se a rua da (loria, n. 70.
Alluga-se o lercciro andar da casa da na do
Visarlo n. 18 : (rala-se na mesma rua u. 25, no ar-
mazem.
' MASQU.
Na ma lo Cabuga', loja de jamdezns..
de piatio portas, tem un completo sor-! M ventl-se uin completo sortunento
timento de mascaVas, tanto de panno cu-! $1 t,e l^endos, fim e pxwas, nor-
mo de cera enrame ; assim como enfeites [ P1'"'08 ma,s l,ai>;os do I"1' Hi-
para boi-dudos de manas, raines e espi- W t,a I!
Aluga-se a loja do sobrado da rua Collegio do
n. 18, rom amiroao nova, propria para liberna : a
halar na loja do sobrado amarello da rua do Ond-
ulado a. 2!).
Sr. Mauocl l.nurenro Machado da Hucha, cn-
eadernador, que assiguon oslo Mario para n Sr. vi-
gario Manuel Vicente le Aiaujo. venlia a esla lypo-
sraphia para solver a mesma assigualnra, visto |ue o
Sr. vigano diz ne nada lem c""1 'sso-
llOMliOI'ATHIA.
O Dr. Casaiiova rniilmiia a dar cusidlas lodos os
lias no sen consultorio, rua do Trapiche n, t\, .
40 riBIJCO.
No armazem de fazendas bara-
tas, rua do Collegio n. 2,
.iu;\ium>\.
guanas para o mesmo.
Na noile de 9 pila 10 do rorreo le roubaram do
iplinlal da loja da rua do Hospicio n. 112, nina baria
de rame de 5 palmos de dimetro ; roga-se a pessna
a que'm for olTurecida, de a lomar c levar a lila loja.
pelo que ser bem gratificada.
Precisa-se de un rapaz de 12a 10 anuos, para
caixoiro de lalierna, aiuda que nao Icnlia pralica : na
rua do Pilar n. 141.
Aluga-se b saja da frente do primeiro andar da
casa da rua da Crur. n. 17, propria para bomcm sol-
teiro ou para escriptorio; a fallar no armazem de
leles do agente Aniones. ,
O abaixo assignado, professor particular de ins-
Irocciio elenienlar do segundo grao, residente noler-
ceiro andar da rasa n. 58 da rua Nova, declara ao
respeitavel publico e especialmente aos senliores pais
de familias, que acha-se no excrcicin le sen magia-
lefio, pioinplii receber alumnos internos o exleruos
para seren dcscipliuados ero materias de iiislniro.io
elementar,,c tainbeni em liramnialica latina c fran-
ceza.los Mario, Machado de t'iguciredo.
Na casa de modas le madamc lluessard Millo-
aau rcreheu-se pela Jo. um sortimenln de modas,
mo sejam : chapeos e tuuradus, camisiiihns c man-
cas, ricas lilas, luas de pellica curias e compridas,
di'.is de inalhas linas, flores liiis, cambraia de linbo,
Idos, baleias, eordoes de seda decores para vestidose
csparlilhos, etc. ele.
fffiftf Aloca-seo sobrado grande da Magdalena,
"*'"' que Dea em frente da estrada nova, o qual
se lia de desoecupar al o dia 1. de marco : a Iralar
no aterro da Boa-Vista n. 15, ou na rua -do Collrgip
u. l>, com Adriano Xavier Pereira de Blilo.
Bichas.
, Alugain-sc c vendem-se bichas: na praca la In-
dependencia confronte a rua das Cruzes n. 10.
IIOMEOPATHli.
O proessor homeopathieo J. M. jL
Teixeira contina ;i dar consulta dS
no sen consultorio da rua da Ca- jg{
deia do Kecife n.-2i), primeiro an-
dar. No mesmo consultorio ven-
dem-se carteiras de 2i niedicatnen- jg*
tos, chegados ltimamente de Paris,
assim como tinturas de todas as (pa- q
lidads. ra
N. B. Aos pobres dao-se cnsul- p
las e medicamentos gratis.
enes, como a retallio, ailtaiicaii('o-
se aos compradores um s preco
para todos : este estabeleciment
alirio-se de combinacao com a
maior parte das casas commerciaes
inglezas, l'rancezas, allemftas e suis-
sas.para vender fazendas niais em
Conta do (pie se tem vendido, e por
isto ollerecendo elle maiares van-
tagens docjue outro qualquer ; o
proprietano deste importante es-
talieleci ment convida a'tolos os
seus patricios, e ao publico em ge-
ral, para que venliam (a* bem dos
seus interesses) comprar fazendas
baratas, no armazem da rua do
Cqllcgio n. 2, de
Antonio Ltiiz dos Santos & Ilolim.
Vcnde-se Jacaranda de boa qualidade : a Iralar ni
rua doCadoia ilo Itecife n. 17. primeiro andar.
Tudo sao iieclnnclins.
Corles de cambraias brancas com liahadns de ri-
quis-aiu^s u*tns, pelo diuiiiiulo prrrode ^S'KXI, ditos
rom barra de lindos desenlio a 33601) rs., ditos de
chita ruin urna barra laraa ao lado', fawuja- franre-
tM rom 12covados, e do ultimo goslo a 2Q5IKI cor-
le, ditos com una lisia a lado, fazenda miiilo lina
de bulas as cores a 2SI00. dilosrnm 1:1 covados, niiu-
dinbas de nina cor a 28300. ihila* esruras cores 1 Janeiro, de<
limito lixas de dilTerenles padirs a 160 rs. o covado,
(Uta* de nnvos patlroes. fnaitulo cassas franre/.as a
ISO rs.. ditas ramelas miudiiihas n 2(K') rs.. sarja de
ila prela da primeira quadade por ser imilla enenr-
nada a 560 rs'. o covado, alpaca prela e de cor multo
lina a 800 rs. o covado. e afamado panno eoum.en-
Iraiirado de urna s cura 180 rs. o covado, os milito
acreditados cobertores dealgodTo blancos da fabrica
de lodos. Sanios di Halda a (10 rs. cada un, case-
mira prela mullo fina a 2S500 e3S200rs. o covado,
sarja prela de seda muilo lina de superior qualidade
a 29300, merinos prclos por 198(10. 2S-VK), HgOOO, e
350O rs. o covado, asslm orno um verdadeiro soii-
menlo de oulras qualidades de fazendas que se ven-
deriio por menos preco do que em oulra qualquer
parle: na rua do Crespo, loja n. 1i, dcl)ias Temos.
Vende-se una parelba de ravalhis caslanbos,
muitn nnvos e j experimentados em carros: na rua
da Soledade n. 72.
Vende-se una casa para familia, urna oulra
pequea com armaran de lalierna. e um rancho na
Estrada Nova do ('.achanga, junio a casa do Sr. Ca-
CM PEQUEO TOQUE DE AVARIA.
A lsndo desacco.c en pira muilo enrorpado a 100,
120. o H0 a jarda: na rua do Crespo bija da esqui-
na que valla para a Cadcia.
Vende-se um liahilo'de eslamcnha. em hom
Vende-se bo rua da CaCtea Velliado
Itecilc, loja de ferragens n. i>, i-ape'de
Paulo Cordeiro multo fresco, viudo pelo
vu-por lmperatriz, a I ,"><)() a libra, qitni
comprarde") libias para cima a 1,2.">0
DKI'OSITO DE CAL EPOTASSA.
Na rua de Apollo, armazem de Leal
Res, tem superior pota&H da Kussia, ;lies
ladaiiltimainentc, c da fabrica no Rio de
uaiidaue bemcoihecda, as-
sim como caj em petlra, cliegada no ul-
timo navio.
\'ende-se urna cncheira na rua de liarlas, com
6 cavallus sellados e enfrciados. e sordos, proprios
para alusucl.; a tratar lia moma roibeira, ou nos
BairroH llaixus. sobrado II. 3.
Vende-se nina cscrava, cila, de idade 30 an-
uos. Cnlitilla, lava de Salan, taiubcni serve para lalio-
leiro oo mesmo para cugenho : dcfrmile do Trapiche
Novo n. 4.
CARMUL
Na rua do Oiieiinado, loja de niilldczas n. II, ven-
dem-se as mclbores mascaras de i ame, c por preco
muilo em cunta.-
Vende-se urna rorbeira rom algunscairos e ca-
vallos na rua da Senzala Velba o. 126 : quem pre-
tender dirija-sc a mesma, que arliar* com quem
iralar.
Vende-se farinlia de mandioca mili-
to superior, em saccas, e cliegada recente-
mente : no armazem de Machado <& Pi-
nlieiro, na,rua do Amorim n. 5, ou a
tratar no scriplorio dos mesmos, na rua
do Vigano n. i9, segundo andar.
V eude-se nina cscrava de meia idade, propria
uso. parajilgnm irmo 3. de S. Francisco : na casa l,:,r oservirn de campo ; na roa da Cruz n. 13, se-
Na rua Nova n. 33. no Bazar Pernanibucano,
Continua a haver grande c variado orlimenlo de fa-
zendas do metlior gosln, como sejam : corles de ves*
tidosdeseda para bailese para noivas. rnmeiras le
fil ile li iiliu bordadas, ditas de relrnz. chales de dito,
berlbasou lallios para vf.tolos (aulo prelos romo
branriis de fil de linbo c de seda, fitas de lodos as
qualidades, panno lino preto superior, casemira lila,
chapeos de pello .le seda para homem, os melbores
que appaieeem, bics de Monde, de seda c de linbo,
pontos de tartaruga para lram;a, ditos le bonarha
para alisar, o melbor que he powivel, pela sua^iira-
Qo. al fileles de. camapbeo. braceletes e rosetas a mi-
laQo le miro, o niais hem feilo que se piale desojar,
vesliinenlas para bailes masenrados. dcroslumes chi-
nez, turco, grego e camponez, com cabelleiras e mas-
raras, e oulras militas fazendas, que eslaro patentes
e a esculla los freguezes.
LOTERA DE N. S. DO ROSARIO.
No dia 11 do correte uo andaram ms ro-
das desta lotera pelo motivo de anida res-
uirembilheiesqueforcain o thesoui-eiroa
espttrap o andamento das rodas para o
dia 2.") do crvente : o resto dos btllietes
! aclinm-se a venda nos lugares lo costu-
rle.Otliesoureiro, Silvestre Pereira da
! Silva (iuinarftrs.
I). I.uiza Aunes de Andrndr l.eal. conlimia a
receber em sua rasa alumnas, pensionista', mcias
- Traspassa-sco arremlamenlo do um engenhn de pensionistas e exlernas. As materias que se eiisinflin
do sacristn da mesma ordem.
, Vende-se una rauda que carrega 1:800 lijlos :
a tratar na rua das l.nranjeiras n. 1S.
CALCADO A 720. MtK), 2500(1, 3000rs.
No aterro da Roa-Vista loja defronte da
boneca.'
Trora-se por sedulas aimla mesmo vellias, um no-
vo e complclo snrlinicnlo dos bem rouhecidos
sapales do Aracalv a 720. 800 e ludios a 29000
rs.. sapables de lustro da Babia a :!5000 rs., assim
liestas, innenlc e correnle.dlslanle lo Itecife 3 lesnas,
e da estrada publica menos de meia de hom raminbo,
a ponto de cliegarem os carros de cavallos l a casa
de vivenda, com boas e siiflii-iqnlcs trras de caima,
mandioca, miHio. fcijan. arroz, caf, ele. ele... muilo
perlo e em roda do engenlin', itous bous cercados de
san as mesillas que por vetes se tem annuiiriado; ad-
verlindo que as mensalidades das pensionistas e mcias
pensionistas scro pagas adianladas. em quarleis; lin-
dos os (fuaes M pais devCcao adiaular oulriis. Us
pais liearao salisfeilos pelo desvello com que ser.lo
(raladas suas filbas, epelo augmento que ellas lerflo
giindo andar.
1& o mais riese niais modernos chapeos de $S
9 seda e de palba para senboras, se riiconlram ^
seni|ire na bija de uindas de niadame Millo- @
@ chau, no alerro da Boa-Vista u. I, por um ;.(
5J preco mais razoavel de que em qualquer ou- @'
i lr* Par'''-
Vende-se um caa de pedia e cal noMangni-
r.oinn, um completo sorliinenlo de calcados frailee- ] n,l ifi : a Iralir no niesuai limar, pallara.
zas de todas as qualidades, lauto para homem como. Vende-ge o sobrado de dons anda-
para senliora,' meninos e meninas, um completo ,- i i u ., i
sorlifhenlo de pcrfnmarias: ludo por preco muilo '^ e so,i, n rua de Apollo n. 9, bem
rominndo. aliin de se apurardiubeiro. [como O dito de mil andar da rua da Guia
-- Vcnde-se a casa de sobrado n. 19. da roa do I n (i ., i...,.,,. .... ...... ,] rnllmn i, )!
Aragio : quem a pretender dirija-sc a rua dWle- "' ** ', "' ll'\Ul "a "*' cria n. 5. e na do Livramcnlo a fallar com Joa- segundo andar.
quim Jos de Abren Jnior Aviso aos rapa/.cs solteiros.
tuande snrl menlo de i oliles do fuslai supe-i ,., .... J ...... i. ,
rior, por diminuto preco ; palil.-s de brim liso e en- i -''ou loja de miudcziis da rua .lo Collegio n. Tubos avulsos de glbulos
trancado de todas as qualidades e precos ; pequeas I V "'"".",r'-'a" >"",,,JO-''"s d- minio goslo. he segre-
malas de conro. proprias para Miagem : lieas abulu- 'lo "",,lvn, I"" m,e se "au'"- u 'iuc l,e ; cllcs i",los
aduras para collcle, tudo mais barato qir? em oulra i ql
qualquer parte : na rua do Collegio n. 4, e rua da
Cadeia do Recite n. 17.
MASCARAS DE RAME. eozinhciro; etres prelas de habilidades e muilo
Vendcm-sc superiores mascaras le rame, por me-' """-"
nos proco que em oulra niialoucr narle : na rua da l ira mascaradas C tlieatros
t Vendem-se relogios de onro, pa-
tente inglez, os melbores que tem viudo
a este mercado, e do .mais acreditado
fabricante de Liverpool: em casa de Rus-
s! Mellors &.' Companhia, na rua da
Cadcia do Ilecic, n. C.
A(enca de Edwln Miw.
Na ruado A polln. 6, armazem de Me. Calinonl
iV Conipaubia, acba-se eonslanlemenle Ikiiis sorli-
menlos de laixas de ferro cnado c balido, tanto ra-
sa como fundas, moudas inetiras balas de ferro pa-
ra aniniaes, asna, ele., dilas para a linar ein madei-
ra de Indos os lamaiibose modelos os mais modernos,
machina'lioriminlal para vajar com forca le
i cavallos, cocos, pass:idciras de ferro cslanhado
Iiara casa ile purgar, por menos preco que is de co-
irc, csco veas para navios, ferro.la Suecia, e fo-
lltasdc llaudrcs : ludo por barato preco.
Na rita da Cadeia do Rccife n. OO, arma-
zem dellenrique Gibson,
vendem-se relogios de miro de slamete, de palcnlc
im.lo/, da inellior qualidade, e fabricados rio l.on-
dres, por preco commodo.
POTASSA.
No anligo deposito da rua da Cadeia do Itecife,
armazem u. 12, lia para vender, muilo nova potqgsn j 'a^UjmTitiiiiimM3^a6 a VuziaV loaibas' gran-
No pateo do Carino, taberna u. 1, vende-se ce-
ra para lunas de cheiro, a%0rs. a libra.
\ endem-se saceos com milbo, a 3JI000 rs.: no
armazem de lasso limaos.
_ Vendem-se s bem construidos arreios para
car,., de um c dons cavallos. ebegados ullimamenlo
de Iranr, e por preco muilo barato : na roa da Cruz,
ii. 20, primeiro andar.
ALMASAK.
Sabio a' luz a folhinlia de algibeirJ
confendo ale'm do Calendario o recula-
nicnto dos eiolumentos parochiaes ; o
linanak civil, administrativo, cominer-
(fial, agrcola e industrial ; augmentado
om ."00 engenbos, ale'm de mitras noti-
cias estatisticas. O >Cressimo de trabalho
C dispendio nao permittiram ao edictor
icnde-lo pelo antigo pi'ecp, e sim por
iOO rs. ; vendendose nicamente na li-
Vraria i. G e 8 da praca da Indeped-
dencia.
Ao barato.
Na rua do Crespo n. 5, ha um cmplelo sorlimenlo
de loall.as e guardanapos do Porlo, pelos procos se-
B Deposito de vinlio de cham-
^ pague Chateati-Av, primeiraqua-!
(A iidade, de propriedude do condi
^ de Mareuil, rua da Ciiiz do K.
'T? cil'c n. 20: este vinho, o meStor
@ de toda n champagne vunde-
(\ s<- ;l sOO -s. anh caixa, acha-
- S(! niiicamente.emcasa de L. Lc-
comte Feron & Companhia. N. B.
(^ Ascaixas sao marcada* a logo
($) Conde de Mareuil e (
'&) das garrafas sao azjJCfj

da Kussia, ameiicaua clnasileira, ero |wqiioiios br-
ris de 4 arrobas; a boa qualidade e precos mais la-
ralos do que era oulra qualquer parle, se afliancam
aos que precisaran comprar. No mesmo deposito
lambcm ha barris com cal de Lisboa em pedra. pr-
ximamente rhegados.
Vende-se a verdadeira salsa parri-
llia de Sands: na botica franceza, da rua
da Cruz, em frente ao chafariz.
NO CNSUI.TOKIO' HOMEOPATIIICO
do
dr.r.a.limo osr.ozo.
Vcnde-se a mrlhor de lodos as obras de medicina I
lioinopatbica 13~ O NOVO MANUAL 1)0 DR. |
(r. II. JAIIK J3i Iraduzi.lo cm porluguez pelo :
Dr. I. A. Lobo Moscozo: quatro volumrs enrader- [
nados em lons. 20KK) |
O t. vuliimc ronlendo a p.ilhogenesia dos 144
medieamciilos que no foram publicados sahir mui-
lo breve, por estar milito adiantada sua impressao.
Diccionario dos lrnios de medicina, cirurgia, analo-
inia, pharinacia. ele. etc. enca.lcriiado. 42 l'ina carleira d* -i liibos. dosmclhorcs c mais bem
preparados glbulos homopalbicos com
obras cima......." .
I"ma dita de :W> lubos rom as mesmas .
Hila, dita .'o 18 tubos.......
Dila de 144 com as dilas......
Carlciras.lc 24 lubos pequeos para algi-
bein.............
Dilas de 48 ditos.
-r- Na rua das Cruzes n, 22, vende-se um molcqne
rrinulo, de 1(1 anuos de idade. bonita lisura c hom
1 proco que' em oulra qualquer parle: na rua la '
Cadeia do Itecife n. 17.
Vende-se um bonilo cavado mellado, de dina- '
brancas e bons andares- Irala-se no primeiro arma-
zem Uo becco do (joncalves, junto ao A raojo.
Vcnde-se.urna lalierna em I-jira de Portas, rua
do Pilar, confrontando o boceo Largo, niiii bem cal-
culada c boas proporroes para Icr familia ; nao se
llovida dar prazo, urna vezqucsejaapcssoaronbccida
de crdito, ou aprsenle garanda ; este negocio ap-
presenla grandes vanlagens nao sii por eslar hem
coobecida como |>or qneseniiliiibeiro a vista o prc-
lendeule se pode cslalleleccr : trala-sc com fumino
J. P. da Ilusa, na rua da Senzala Velha II. 112, ou
no alerro da Boa-Visla, taberna n. 80.
lia na ruaNuva n. II. oufeilrs douradosc pralea-
dos para esse liui. is quacs enfeitessiiii transas de di-
versas larguras, conloes, burlas, palminlias, estrellas,
etc.. cot o que arranja-se o vpsluario o mais rico
possivel : asiles em qnaulo he lempo, pois s<> nesla
casa Baile le mascaras.
Vendem-se ricos vestuarios de mascarados, tanto
para bomeus romo pirra senhoras, Sendo a carcter,
assirn como mascaras, dminos, etc.. por commodo
preco : na praca da Independencia ns. 12, 14
cl6.
Vendem-se
, VINHO CHAMPAGNE.
Superior vinho de Bordeaux engarra-
fado ; vende-se cm casa de Schafheitlii
cV Companhia, rua da Cruz n. 58.
Vende-se caf pilado, tapioca doMa-
ranhao, charutos de S. Eeliv, e cera de
carnauba, tudo de boa qu;ddadc e com-
modos priscos: a-tratar na rua da Cadcia
do Herife. ii. ~, primeiro andar.
Vendem-se na rua da Cruz n. 15, segundo
andar, boas obras de labvrinllio feilas no Aracaly,
coiislaudo de Inalhas, lencos, cociros, rodas de
sai a, ele.
FARIMIA DE TRIESTE.
Primeira pinlid-idc:
Tasso Irmos avisan aos seus l'ipsuczcr., que lem
para vender familia de Iriso cliegada- ltimamente
Vende-se una mohilia de amarello. cm meio caslanbas piladas boas, a 120 rs. a libra : na rua das j de Tricsle. sendo a unir nova que daquella procc-
va I lados, lija, beniTeila e nova casa de- vivenda le cm seus csludos. Os pais que a quizerem honra-la,
sobrado luda em ideara, com alpendre de columnas I confiando-Ibes idias prezadas filbas, pudeao dirigir-
\t Bladeira e grades de ferro, muilo fresca, c com ale- 'ic ru:l '' ^-'"'o Rila (oulr'ora Kagundcsl n. 5, so-
gup e escolente vista ; rasas de engenbo, caldeira, "P"'0 ,lc "," andar, ao pe do de varando encarnada,
cjicaitamentn, estufa e estribara, Indo de pedra e viudo da ribcira.
cal, com lodos os seus perlinces, c em muilo bum es- Luiz Maunel Rodrigues Valonea rclira-sc para
lado, sulticiontes senzalas para os prclos, rasa de fari- | Porlusal a traanle sua sade.
provida le lodo o ece,sario ; e.vcellenle haiibo i 0 pUaixii assignado faz ver queja ha muilo mo-
anta Rila
uim Bap-
I ftCffO
i ha piovid.. le lodo o necessario : e.vcellenle haiibo o .-baivo assignado faz ver queja ha mnih
ni lima al la casinba apropriada. mallas v.rgens : rn econlinia a morar na rua dapraia de Sania
muilo perlo, hor a rom arvoras In.clifer.s, ..elusivo ,,. a, e.n casa de sen prenle Slannel Joaquim
una boa porreo de coqueiros ; bous sitios de lavrado- ,is|a._pracitcri Uamu ,/ flr,l0.
res, ele. ele. As caimas sao de muito bom assucar, o i _.-, *, ... .
de muilo rendiinento. Vendem-se as caimas novas, Jo,1 len,ll"lps Tboinaz vT, para .. Rio .le Ja-
ogadovacumeavallar: os prciendcntes diriiam-se !?***'q"e **JuIsar,mCTcOorMdomes-
aoeugeilho Tloresla deS. Amaro de Jaboalaoa tratar
com o prupriclario.
AVISO AO COMMERCIO.
Os abaixo assij^nados continuam
a iranquear a todas as classes em
geral os seus sortimentos de fazen-
das por baixos piveos, nao'me-
nos de nina peca ou tuna duzia,
a dinheiio, ou a prazo, conforme
se ajustar : no seu armazem da
jnaca do Corpo Santo, esquina da
rua do Trapiche n. -i-8. Ros-
tron Rooker & Companhia, nego-
ciantes pglezes. Os mesmos avi-
sao ao respeitavel publico que abri-
ram no dia o do corrente mez a
sua loja de fazendas da rua, do Col-
legio e Passeio Publico i. 15, di-
rigida pelos senliores Jos' Victori-
no dePaiva e Manoel Jos de Si-
queira Pitanga, para venderem
atacado e a retalho.
ATTENCAO, NICO DEPOSITO NESTA
CIDADE.
Paulo tiaiguou, dcntisla rcccbcu agua denli-
frice do lie. Picrre, esla agua condecida como a me-
lbor que lem apparecido, (e lem muilos elogios o
seu autor,) lem a propriedade de conservar a bocea
cheirosa e preservar das. dores de denles: tira o
gusto desagrdate! que d cm geral o charuto, al-
gumas golas desla non copo d'agua sao sullicieii-
tes; tambem se achara pdenlifrire escolenle para
a conscrvai.'a dos denles : na rua larga do Rosario
U. 36, segundo audar.
Deposito de carvao.
Aluga-s<; um grande armazem proprio
para deposito de carvao, a' beira mar, na
rua de Santa Bila.com trapiche para car-
regare desear re;:ar a <|
nalquer hora : o
mo, iiiieiran api o-enlar a- snas conlas na rua da Ca-
deia do Recife n. 52, alim de seren salisfeilas.
_ J. Cbardon, barhsrcl cm liellas ledras, Dr. em
direilo formado na universidade Uc Paris, eusina cm
sua casa, rua das Flores n. 37, primeiro andar do so-
brado que faz a quina da rua das 1'lores rom a rua da
I Concnrdi't, a ler. escrever, Iraduzir e fallar currecla-
mcnle a liugua franceza, c lambem d tienes particu-
lares em casa de familia.
--- Ouem precisar de um bpm forneiro para pa-
llara, dirija-ce rua da Cadeia de Sanio Antonio
ii.14.
- Precisa-se alagar um prclo escravo para o ser-
vico de padaria. ainda nao leudo muila pralica ; a
tratar na padaria da rua do Pires n. i .
Prccisa-se de mn negro ou una" negra para o
servieo interno e externo de una casa ; na rua Nova
n. I, primeiro andar.
Precisa-sc de um feilnr para um engenbo por-
to da praca, e que eutenda de lodo o Iraco do dito
e de plantarnos : quem eslivor as circunstancias de
o sor, procuro no sitio do Cajuciro, que l,i achar com
quem Iralar.
Precisa-se; de um caiieiro de 12 a 1(1 anuos de
idad para taberna ; prefere-se a algum chcga.lo ha
pouco ile Portugal< na rua larga do'Rosario nume-
ro 37.
ATTEXlAft.
Jos oncalves Braga faz srienlc ao publico e aos
seus ficguc/.cs, que mudou o seu cslabelecimeuto de
burbeiro, da rua da Cruz n. 53, para o primeiro an-
dar do sobrado ila mesma rua u. 48.
Do-sc 6OO3OOO rs. a premio rom segurancacm
una casa nesla prac,a : quem preleuder aiinnii-
cie.
Prccisa-se. alugar um prelo para o trabalho de
padaria, quer lenlia ou lulo pralica, c paaa-se licni:
e um homem fono para rcfiiacao, que lentia pralica:
as Cinco Ponas n. IIKi. '
Prdcu-se na tarde do dia 8 do crrenle um
q.iarlu caslaubo com frenlc aborta, tuna mo calca-
da, com rauda rapada, orelb.is acabaadas, em grao,
cun urna barroca na sarncira c com urna caugalba
robera lie estopa j usa.la ; quem o tiver aebado ou
der noticia se i he pagar sen Iralmlho. e pde-se di-
rigir ao engenbo liniao, na rregnezia de Iptijura, ou
a rua Dircita 11. 100.
Elerina los Sanios Pinbeirn. *om aula de pri-
meiras ledras na rua da Conceiciio da Boa-Vista,
casa n. 25, faz scienle as suas alu'mnas que j abri
nsu : quem pretender dirija-sc a esla Ivpographia Cruzes 11. 40.
caria lechada, com as iniciaos T.C. P. Fazendas para a (|tiarcsma.
LOTERA DO RIO DE JANEIKO, Vende-se sarja prela, hcsnanliula muilo superior ai
23J00 e2J800 o covado. slirA prelo maro a JlOO,
22800. 39200, SOIO e 5.3OIH) m. o evado, panno li-
no prelo superior a 29800, 4$000. SSOOft, 69000 e
7?(KK) rs. .1 covado. ca-emiea prela franceza muilo
elstica a 7.*>00(>, 85000, lOr-OOO c I2SO0O rs. o corle,
merino miiilii lino a :1900o rs. o covado, superior
priuceza a 800 rs. o covado, alpacas linas a 6iO. 720,
800,.!IOO. I9OOO e 19200 rs! o ....vado, c mitras limi-
tas fazendasqiie se veiidem baratas; na rua Nova,
loja nova n. 16, de Jos Luiz Pereira & b'ilho.
Chitas baratas.
Vendem-se cbilas finas de cures (ivas a 120, 1 id
160, 180, illi) e 210 rs. o covado ; na rua Suva, loja
nova n. 16, de Jos Luiz Pereira & Kitho.
0 Ao barato, freguezes.
^ Na rua .do Crespo 11. !), vendoin-sc cbilas
VJ francezas mullo finase de ires fitas a240
t"* rs. o rova.bi. corles de dita con. barra a 29000
jS| cassas l'raucensile lindos sustos a (HO rs. a
3; vara, rolles de brim para ralea de poro linbo, (?3
pg a 29IK) ; ditos de casemira, a 39500, -i-rjOOO e F^
tj& 59OOO; panno prelo lino a 2$XHro covado : $4
K? vcslidos pruinplos para meninas, do ultimo jj
Jifi goslo. com colleles a 59000; e outras muilas |a
isJ toen das por diminulus preces.'
Para o carnaval !
Lindas mascaras de rame o mais alvo e perfcilo
dencia existe no mercado.
des a 19500 rada urna, ditas regulares a :t}600, dilas
mais pequeas a 39200.
Vende-se um cavallo mellado fie bo-
nita figura, cirrcga baivo, esqtiipa e he
milito manso, tem arreios e seliim novo:
a fallar na praca da Independencia n.
18 e 20. .
Cheguem a pechincha.
tvciu;os de cambraia .le linbo, finos, a OO c 500 rs.,
dilos de seda de c'irde Irfs ponas, muilo grandes e
nuil franja a 800 rs. : na rua do Crespo, Inja da rs-
quiua que volla para a Cadcia.
\ PARA A QARESMA. .
Um lindo e variado sorlimenlo de fazen-
das pretas e de todas as qualidades.
Pan. lino prelo a 19000. 39200, 48500, 59500 e
69000 nO dilo azul a 29800, ;I9200 e IplMIO rs.. dilvj
verde ,1 880, SfGOO, 49500e .5.9OOO rs. o covado,
casemira prela cnfeslada a .59500 o orle, dita fran-
ceza nluilo lina e elstica a 79300,8SV1OelgOOO r...
seliin preto inarao milito superior a 39200, 1;*K)0 e
5.9500 o rovaibt. merino prelo muilo bom a :la2IKl o
as duas 1 covad... sarja preta nluilo boa a 29000 rs. o covado,
KWIOO ilita hespaiiboia a 29000 o covado, veos prelos de tilo
453000 de linbo, lavrados, muilo grandes, fil pelo lavrado
509000 a '.SO a vara, e oulras militas fazenda" de biun gesto ;
IOO9OOO na rua I. Crespo, loja da esquina que volla para a
Cadei .
@&&^S: &&$$?<
POTASSA BRASILE1HA. (g)
') Vende-se superior potassa, la- ^
(&\ bricada'no Rio de Janeiro, che- fe.
/rfj .rada recentemente, recommen- /^
(Si da-se aos senliores de engCnho os ^
* seus bons elleitos ja' experimen- ^
tados: na rua da Cruz; 11. 20, ai- W
'$ mazem de L. J.econte Feron S W
$) Companhia. ^
Veii.leni-secoborlores dealgoilo grandes a 610
rs. e pequeos a 560 rs. : na rua do Crespo nume-
ro 12.
Vendem-se pregoS americanos, em
barris, proprios para barricas de assu-
car, e afvaiade le zinco, superior quali-
dade, por precos coinmodos : na 1 nado
Trapiche Novo n. 1(3.
109000:
203(100
I3OO
Mutta attenruo.
Cassas do quadros muilo largas com 12 jardas a
29(00 a pea, cirios do ganga amarella de quadros
muilo lindos a 1-3500, corles de vestido de cambraia
ile cor com 0 1j2 varas, muila larga, a 25)800', dilo*
eoiu81|2 varas a 39OOO rs., cortes .lo mia casemira
para calca a 38000 rs.. e oulras muila* lazemla por
preru commodo : na rua do Cuspo/y loja da esquina
que volla para a Cadei. .
TAINAS DE FERRO.
Na (undiro' d'Aurora em Santo
Amaro, e tambem no DEPOSITO na
rua do Brum logo na entrada, e defron-
te do Arsenal de Maiinha ha' semprc,
um grande sortimento, de taichas tanto
de fabrica nacional como estrangeira,
batidas, fundidas, glandes, pequeas,
razas, e fundas ; e em ambos os logares
existem quindastes, para carrega- ca- J
noas, 011 carros livres de despe/.n. Osj*
precos sao' os mais commodos.
Oleo de liiihaca em botijas.
Vende-se 11a botica de Barlhulomu V. de Souzu :
na rua larga do Rosario 11. 30.
s
SALSi P.IIHLR.\.
DE
A
As iiunierosas c\|iericiirias feilas com .0 uso .b(
salsa pairillia em lodas as enfeniiidad.-s, originadlas
pela impureza do sanaue, e o bom evilo obtidXtia
I
aos 2l):000.sO0O de rs.
Na casa feliz dos quatro cantos la rua
do O'ieimado H..20.. vendem-se os leliz.es
biJhctcs, meios, quartos, oitavos, e vig-
simos da lotera a beneficio da casa da c-
mara de ValUnra. cuja lista chera no
dia f,. "
Vende-se nina escrava, com 20 anuos de idade,
perfeila eiiiommadeira e rozinbcira. por7O0{00Ors..
nina dita de 21, cozinha e lava hem. por 600*000
rs., urna .lila rom 35 anuos, quitandeira, rozinbeir.i,
e lavadeira. |ior 4009OO0 rs.. inda muala com 22,
cozinheira c lavadeira, por 6509000 rs., nina rabri-
nba rom 6 cu 7 anuos muilo galante, por 3509000
rs.. dons nesros, por 35030()0 rs., um dilo por 2009
rs.. um rrioulo de hiuiila figura, alfaiale. par 7.IO9
rs. : na rua da Senzala Velha n.70. segundo e (or-
rciro andar, que se dir quem vende ; um inolcquc
com 10 annos, por 0509.
I VERNICAS MIl.AlinOSAS: .
Cbegoii ii loja de miiulczas da rua do Collezin ir
I, urna liorrSo de vernicas milagrosas de jlillerenles I
nomos desanlos e sanias ; Nossa Senliora das Dores, ,
Sar-Miixnel. Nossa Senbora do Carino. Coraro de'
Jess e de Mara, Santa Anua. S3n-l;raiirisro, Aojo
da Guarda, e outras umitas que se dei.vainde aiimm- j
ciar; assim como urna si ande porcao de eslampas
de sanios e sanias em poni pequeo e graml
Depof to da fabrica de Todo* oa Santos na Babia.
Vende-se, em casa deN. O. Biclicr &C., na rua
da Cruz 11. 4, algodao lr|iicado d'aquella fabrica,
muilo proprio para saceos de assucar e roupa de cs-
cravos, por preco commodo.
. Na rua do Visarlo n. 10, primeiro andar, ha
para vender, rbegado de Lisboa pre-enleniente pela
liana Olimpia,oscsiiinlc: saccas de farello muilo
novo, CBia em grume c em velas com hom sorli-
inenlo de superior qualidade, mercurio doce c cal
de Lisboa em pedra, uovissiina.
'S) Os mais ricos e mais modernos cha- '&) ";;. r".a "lo ,!r"nl I'assamlo o rhafaiiz, conlimia cm
" pena de senhoras se encoulraiii sempre /w cocclivo esercicio, cseacliacomplclameule. inmilado
na loja de madama Thcard. por um preco *9] C"."1 'PParcIhos da primeira qualidade para a |icr-
rorlc |M>lo lllm. Sr. Dr. Sicaud, presi.h-nle da aca-
demia imperial de medicina, pelo ilhislrado Si: Dr.
Antonio Jos l'eixoio ein sua clnica, e em sua afa-
mada casa de gande na Gamboa, pelo lllm. Sr. Dr.
Saturnino dcOlivcira, medico .!< evercilo c por'va-
rios oulros mediros, pcrrnillcm boje de proclamar
allamenle as virtudes ellleazes da
SALSA PA1IKII.II.i
de
BRISTOL.
Vola.Cada garrafa conten duas libras de liqui-
do, e a salsa parrilha do Brislol be garanCida como
piiraniente vegetal svm mercurio, iodo, polassjum.
O franceza da rua da Cruz, em frente ao chafen/..
Vende-se em casa de S. P_. Johns- .
ton S Companhia, na rua da Senzala No-
va n. te.
Vinho do Porto, superior qualidade, en-
garrafado.
Vinho Chcry, em barris de piarlo.
Selhns para inolitaria, de homem e se-
nliora.
Vaquetas delustre para coberta de carros.
Relogios ile uro patente ingle/.. -
------Na botica da rua larga do Rosario'
n.3<,'ide liartholometi F. de Souza, ven-
Jdem-sepihilas vegetacs verdadeii-as, arro-
i Ijel'alleteur verdadeiro, salsa de Saiids
verdadeiV(^jermifligo" ingle, (em vidi-o
verdadeiro, vaT5yde Ijocca largacotn ro-
Iha de l-ale 12 lilwsT O aiiiiunciante-al-
liauca a (|uem interessar possa a veraCida-
dos medicamentos cima, vendidosetii
DAVID WILI.IAM BOWMANi cngenliciro ma-
chiuisla e fundidor do ferro, inui res|iei(osamcnle
aiiimuria aos senliores propriclarios de cngeiih.w, ,
fazendeiros. e ao respeitavel publico, que o seu esla- s-, botica -
lielccimeiiln de fciroinovi lo por menina de vapor,
ARADOS DE FERRO.
Na fttndicao' de C. Starr. S; C. cm
') mais'razoxcj de que em qualquer mira 1^/! fe''1' cmifec;a6dasmaiores pwwde uiaclunismo. Santo Amaro acha-se para veiider ara-
fA parle. A ] .'l?L,iH!lo.P.OT.^."\m*!lei!'lor q'"^"""1'.1'^1"1 los de ferro de. superior qualidade.
. a el-,
las, antes que se acabem, porqueseve.i.lem por preco que ha. c por preco eoinuiodo. e iiialiuente gates,
mais coiiimodndoque ein oulra qualquer parle. \ rendas e espeaulhas paraos vrslnarlos; ellas, rapa-
\cnde-e urna taberna sita na rua le Sanio ziad.i, nulo* que se acabem, na frenle do l.ivramen-
Vmaro 11.2S. rom milito bous commodos para fami- '. lo, loja de !". A. de I'iulio.,
lia. he bem afreguezada ; quem a preleuder dirija-se
a mesma que achar com q-iem lala:-.
Vendem-se velbulinasde todas as ires: (a,
J na loja do sobrado amarello, da rua do \!
$) Queimadu n. 2. (fi.
nic-iji lie modi<-n f li-it i-f na 1111 Ir. Ti-, i V" *u,a ,lcs,lc *"* :l''" coirenle, assim romo se or-
n o 11c mod.co.e tiata-se, na 111,1 lo 11 a- krecf ilc |)lis ,, f.,mli;ii inml ,llllis.,!,l. ,,e
piclie n. l, segundo andar,.
' OSr. Ricardo Dias Kerreira lem urna caria na
praca da Independencia 11. 6eS.
I'recisa-se de urna ama : na rua do 'Hospio ,
casa 11. 17.
ludo desla cidade para a de (inhuma Jlanoel
(iunealves de Albuquerque e Silva, perdeu enlrc
lubalinga e a taboleiro da Mangabina, urna carleira
coiileiiduiiclla 7'2009000 rs.; e porque lodo esse di-
ubeiro eslava em sedulas de .5005, 2009 c 1008 rs.,
be fcil descobrir-sc quem o achon, no caso de appa-
recer algtiem deslrocaudo sedulas desles valores, sem
ler proporcoes de as possuir : pelo que olerere o re-
flrido a quanlia do 1)009000 rs. a <|uem Ibe resli-
luir aquella quanlia ; e a de OOfflOOrs. a quem iiouciar a ppssoa que BChoil-a, e se possa rebaver o
diubeiro. iiromelb-nilo igualinenlc segredu iuviniavel
.piando assim o csigirem : quem, pois, liver noticia
desle adiado, dirija-se naquclla cidade, rua do Am-
paro 11. 44. e nesla, ao aburo da Boa-Visla 11.17,se-
gundo andar, e 11. 60.
Arrrnda-se um bom siliocm Boheribe, lem ra-
sa soffrivel com 0 quarlos, 2 salas c grande cozinha,
lent'eBlribaria para I i animaos, corral para vacas e [
grande cercado para as .ollar, lodo murado, lem gran- j
de baixa com capim a coctar todos os dias pranos
poneos de aninaes. podeiiihi-se esbjnder do lunanho
que a queir.'i la/.ei. leip algunias arvores de fructn, i
Inus grandesbanar.eiiaes. mil e lanos p '......Ir mi 1,: 1 in : -m v , "i_ 'c un !>s m> |i.io :
seu presumo, para ensillar suas lillias a ler, escrever
e entilar, lingoa nacional, coser chao, bordado, labv-
rinllin e marrar, por preco comuiodo.
l'erdcii-sc urna.ledra aceila em 28 de Janeiro
do corrente anuo por Kezende A Ivs da Silva, a fa-
vor de Custodio herreira Moiiliiilm, ha 0 mezes, da
quanlia de 5019000 rs. j.i passada as costas pelo
mcsnio Custodio, porcm nao datada ; perianto rima-
se a quem adiar, querendo entren-la, levar rua
doCollcgion..), lalierna de Manoel Anlonio dos
Sanios l-'onles. |>or ci^> favor Ibe firar siimmanieii-
le grato : nao obstante j se achincrn prevenidos tan-
to o nreilanle como o passanle de llflo a nag>r Seno
a elle proprio por ser o sen verdadeiro dono.
joao Jacinlho Fernandos Cbatn rclira-sc para
f.ira do impacto, c pedo as pessoas que lem peoliores
em sua man, que os venham liror no prazo de seis
dias.
ATTENCAO!
Na rua Nova 11. II, cxisleni e vedi en 1A e ricos e-
parlilhos dos melbores que ha, a lo.-ooo rs.. rbapcos
de seda para senhoras do Ultimo gusto, a 1."t9000 rs. ;
assim como ludo o que be prenso para fazer-se ns
mesmos. por evemplo. armaran, seda propria de co-
res variadas, fil de seda, aze, flores, plumas, bic.is.
lilas, blonds, ele, ele. Na mesma casa ha bico de
liloml prclo de lodas as laienras, romo lambem de
linbo c dese.la, c um riqui-simo sorlimenlo deresis-
Irosem alio |ioiilo, colloridos e de fumo de difleren-
les invoeaeoes : o ludo Iroca-se por pouco diubeiro,
com lano que seja i visla,
Com loque de a varia.
Ma lapidan larao a .1$>00 a peca : na na do Cres-
po, loja da esquina que volla para a Cadcia.
CALCADO BARATO,
110 alerro da Boa-Visla 11. .")8, loja de cal-
;adojuntoaosellctro,vendeiu-seos.seguin-
tescaU-ados francezes, muilo Ikmis, a di- sorlimenlo para cscolhec. c por pceo commodo.
ihe.ro, e pelos pre<;o8seguinles:. Ct'i;les de hila a l,vO.
7.S'000 1 Vendcm-se corles de hila larga franceza com al-
. Padaria.
Vcnde-se ama padaria muilo afreguezada: a Iralar
com Tasso & 1 maos.
Vende-se nina crinis de bouila figura e moca,
que sabe roziiibar, eugummar, coser, marcar, fazer
labyrintbo, corlar um vestido c vestir una senliora :
Irala-se na rua do Qneimadn 11. :MI. segundo andar.
Vendem-se Tardos de fumo para eliarnlos' da
primeira qualidade, iillimamcnlc chozados da Babia,
e por pceo baralissiiun : na rua da Cruz. n. 26, pri-
meiro andar, assim como um resto de 2,000 charutos
muilo bous.
Vende-se urna escrava engommadeira e cozi-
nheira : na na do Araiao 11. 35.
Conlinua-sc o vender corles de vestidos de rlii-1 J_, ,~,a. ,nnAns
la de barra, cores lisas c bonilos padroes. a 29210 Ud
rs. rada corle : na loja do sobrado amarello, da rua
do (Jucimado 11. 29.
Vestidos de seda.
Na loja rua do (Jiicimado 11.20, vende-se corles de seda do
quadrn .le novse iniMlcrnosnadiifs, pelo barato pre-
co de 219000 rs. cida corle. '
. Sedas para vestidos.
Na loja do sobrado amarello, nos quatro canloslla
rua do Oueimailo 11.20. vendein-se corles de vesli
dos de soda lisa furia cores, ditos de lila d. quadros
escoeezes, ditos de dita com flu
'$>) (?; sua arle, David NVilam Bowinan, desoja maispar-
^^^^^^ 4\' ^ ,. '-' '- : '^T-'^* -Ti'-^y : guildes, por tccdcilas grande sortiinenlii ja' promp-
No palco do Carino, lalierna n. 1. vende-sc to. em deposito na mesma fiimlFeao,- as quacs cous-
muiloboa alelria, a 210. I (midas em ana fabrica podem competir com as fabri-
\eudcm-se camas de ferro de nova u.voiran CT.bi.sem naizcslraiigeiro, lano em preco como em
rranceza, rom motas que as ra/.em minio maiieiras qualidade de malcriad primas c mao'de obra, a
c maclas, chc'-adas peto iillmiQ navio franeez. e,pni- saber:
proco muilo eonumido : na-lua da Cruz. n. 26, pri- Machinas de vapor da melhnr ronsIrucaO.
alocndas de caima para engenhos de I o. los os la-
manbos, mov idas a vapor por agua, ouanimacs.
ltoilas de agua, moinbosde venlo'eserras.
Manejos iudcpeiideiiles para cavallos.
Rodas dcnladas.
AiiIIiocs, bronzes c chumaeciras.
Ca ilhOcs e para rusos de lodos os tamanhos.
Taisas, pares, rrivose bocas de fornalha.
.Moinbos de mandioca, mov idos a mao ou poran
maes, c prensas para a dila.
Chapas de foga c Tornos >!e facililla.
Canos de ferro, I orne-iras de ferro c de. bronze.
Bombas pa{a cacimba c de repuso, movidas a
man. jior animaos ou vento.
(iuindasles, guinchse macacos.
Prensas bydraulicas ede parafow.
I'crragcns para navios, carrose obras publicas.
Columnas, varandas, grades e portes.
Prensas de copiar carias c sellar.
incito andar.
Vcmlcm-se licores de ahsvnlb e Kirsch* emeai-
\as ; assim romo chocolate franeez da melbor quali-
dade qiiolcm apparecido, ludo rbegado Diurnamente
de Vranca.e por preco barulissiino: na rua da Cruz,
n. 26, primeiro audar.
Na rua da Cruz 15, segundo andar, vendem-
se por preco cniumodo. saccas grandes ruin feiju
muilo novo, ditas com gonmia, c velas de carnauba,
puras e.cumposlas. ,
Prunas para rabea,
a 10 rs. cada una, muilo novas : na rua do
mado, loja 11. V.).
Vcinlcm-sccm rasa de Me. Calmoul & Com-
panhia, na praca do Corpo Sansn. II, o scgtiiiilc:
vinbo do Marsoillooin chivas de 3 a G duzias, liulias
cm novcllos-e carreleis, bren cm barricas muilo
grandes, aro de milaosorlido, ferro inglez.
MOENDAS SUPERIORES.
Xa fundicao de C. Starr &' Companhia
em Santo Amaro, acha-se part vender
moewlas de caimas todujtth-OTij" le inri
inodello e constrnceo muilo superiores.
ESCRAVOS FGIDOS.
Quci-
Desopparere.i no dia 27 do rorrele mez de
.lozend.ro. 11 escravo crioulo, do lime Pedro, repr-
senla ler 10anuos de idade, cor prela, beiens gressin.
nariz chalo, usa de hricii em una das orelha, lea
o dedo mnimo sa de hacia encarnada, caira de panno azul, r. cba-
neo de palba, ludo velbo, e levnu mais um haulzi-
nbo.le lulba pintado de verde com dillerenle roupa,
o um chapn de pello quasi novo, pur sso pode mo-
llar de trajo: rogi.se as autoridades poliriacs, capi-
laes de campo, ou 111C.-1110 qualquer pessna a apprc-
benslo do dilo escravo, o levn-lo a rua da aKleia do
Kecife 11. 13, ou na Ponte, de Celina, no sitio le seu
seuhor .Manoel Luiz oncalves, que ser icconipen-
sado de seu Iratialho.
, Desapparcrcu no dia 6 do corrente pelas 8 be-
ras .la maubiia. a prela Loorcura, de i.lnde'35 amos.
Oimas, carros .ic nia c aradosde ferro, ele. etc. I """" "':'i","" "^""S "> os sigiias seguiiies: al-
Alm da superiori.lade das suas obras, ja' geral- I '* '""wa. lem urnas marra lins pellos e as pernas,
"ida, David William Bowiiiau garanto c'"u" 'I. 'osse equciniadura ; levou panno daCos-
onfonnida.lceomos muidos e ,!,.- ''' vestido de chita o mais nina Irouj de ri.i.pa
AGENCIA
v_ _j- i -nr .i niciilerccoiibeci.il
Da Fundicao Low-Moor. Rua da amaiscvaoia con.
Senzala nova n. 42. nbosremellidos pelos senliores queso dianarem de '-m[f--- as autoridades |wlicin>. capilaes de cali
Nestc -stabcleciincnto rnnfini 1 t l.-i- """-r-lhc cncommendas. aprovcM.111.lo a .H-,a5iao pa- '""'s |,os'""!'" /I"' "llPr'liendendo-a leve.n-u. pi
fteste iM.iDKomujtQ.... .ontmtl.l a lia-! ra muiccCT ;||)S ses ,llH1crosus :msmc rrcamv.es ''''t-n-o Sanio .,.!,, quoserigcrterosaineule re-cora-
ver mn completo sorlimenlo de moen-1 preferencia com que lem sido por clles honr
para eiigcnlio, ma-
chinas le vtqior, e taisas de ferro batido
e eoado, de todos os tamanhos, para
; dito.
c assegura-llies que nao pon para esforcose
cas para continuar a merecer a sua cuntlanra
murado,: %
diiige,,-! ->":1'
i^g22E^^SS
mssss^s^m
do* termos de medicina,
anatoma pharmacia ,
Di octonario
cirurgia ,
etc. etc.
Sabio a luz esla obra indispenssvel a lodas
as pessoas que se dedieam ao esludo le.
medicina. Vende-sc por 19 '"s-, cncailerna-
do, un eoiisullorio ilu Dr. Moscozo, ma do
Collegio. 11. 25, primeiro ambir."
Hullas de be/.erro, par
Sapatoes de lustre para homem
\ Bor/.eguins elsticos
I Ditos de botoes
SapatOcsda Prussia
Ditos de histre para meninos o.sOOO
Vendem-se cerca de 800 formas de folha de
ferro para fabrica de assucar. pintadas, e que levam
tres arrobas rada urna : vendem-se muilo em conta
para fechar : na rua d Trapiche n. 3.
RICAS MASCABAS.
'iS'tiOO =1,mi,s piolas de mofo, pelo barato'preco de I96OO 1
,'.,,,., i rada r.irle: na loja do sobrado amarello da rua
*MMIU JQiieimadon.29.
'56] A r00 rs
6S*00
COMPRAS.
A :>oo
Superiores bonetes de oleado inulezes muilo pro-
.S'IKIO l'rios para a presente eslacao : na praca da Indepen-
l delicia ns. 21 a 30.
I Oleados piulados.
Vendem-se superiores oleados piulados, de riros
i padroes ede 5a8 palmos de largura, por monos
I preco do pierfirTTiulra qualquer parle : na praca da
Independencia, lujas de chapos nmeros 21, 26, 28
30.
AOS SEXMORES DE ENT.EMIO.
O arcano ta inveiicao' lo Dr. Eihtar-
do Stole em Berlin, empregatlo as co-
lonias inglezas e hollande/as, com gran-
de vaitagem para o melhorainenlo do
assucar, acha-se a venda', em latas de 10
haven.io nimio'hbi-as, iinlo com () mctliodo de euipre-
ga-lo no idioma portttjjue/., em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na rua la
Cruz, n. 4.
SAMS.
SALSA PARRILHA.
V cenle Jos de Brilo, nico agenle cm I'ernam-
liueo de B. J. I). Sands, chiinien americano, faz pu-
blico que ten. ebegado a esta praca una grande por- !"l'lh"r ill"ll 1"e f *"!'* pay impar
rao de frascos de salsa parrilha' de Sands. que sao !?I!5!.,^or??55.,?Jfe5!S!* ''
vcrdailciraiucnle falsilica.los, c preparados no Bio
de Janeiro, pelo .pie, se devem acaulclar os conso-
la (i de dozomhro.lolK.>3, rnsio um escravo
cabra, de nomo .Manuel, rom 1(1 anuos de idade.
pomo mais 011 menos, o qual lem os sieuaessesuin-
les : oxea um pouco de una periia. c be almima
cousa corcovado : lem falla de cabell, causa la ronliiuiariln de .arroyar |>os.!s ; aprsenla una
cicatriz em una das rovos ; Talla.muilo : lena vigi-
la ; e leou tres camisas novas .l'ak'mblo era ran-
eo ; 1 res calcas de ilgndftnziiilio azul lamUao novas.
I co ; tres calcas de algodAoziiilto azul lamben m>v,
una do duraque pelo, una branca, urna de ris-
ca.iiiibo ; 3 jaquelas, solido urna parda, una le chi-
--
do
la piola, e una de risrailiulio azul ; una enminda
pela, de bla, com lisias veriles > en.amadas ; um
par .le sapalns, hu par d'alparcalas o nina rede,
vi?'J3Jrjrf'S2r! r-s!,> ;srilvo foi do Anlonio llenriqucs de Almci.la.
Na rua da Cruz ii.' 15, segundo andar, ven- ''" ,('"' s' l'crtence acliialine..... ao abaixo assiuua-,
deni-se 170 pares de coluinos 1lcr011n.de lustre, "' 'l"c rcoinpensara com cen mil m'-h. .-. qiH'in o
400 ditos blancos c .50 Jilos de Imlins; ludo por fl=a""iu- e o conduzii a sua luja na'raa da raileia do
prern commodo. l'clfo 11. >. Antonia Herminio l'az de ('arralho.
Vendem-se pianos fortes de superior qualida-' ^ esapparcccu no dia 10 dc.mlul.ro do auno
de, fabricados pelo melbor autor liauburgec; na prximo pass.ido,j| escravo Elias, el ionio, de idade
i rua da Cruz 11. 1.
1, o eser
1 Weulai
ao Ierro
l!"t. V|
1:. f
Prc < -il |Mia um -alia, que 1,-
: .,: :. ;n-s. prin.'ipalirienir .'( Hurla, c que
ii^bulht: tambem con. arguns 'eseiaxos : send, lii-l e
diligente paga-fie bam : os pjclendeiilesiiijain-ae 1101
Herr da"Boa-Visla, lalierna D.SO.
a peso : 110 ar-
tn> caes do lta-
LliMCja .clccu ; 00
Compra-te um diccionario de portuguez fran-
eez : na rua do Cullogio, 11.1.
Compra-s sem foilio una correle de onro pa-
ro relogio : na rua da Cadeia de Santo Antonio 11. 5.
Compram-se ossos
mazem da lluminacao,
mos; Iravessa do Csnyora
lautipiam-se 12 enseries di
he.-co lias Baareiras, primeira i-a do vi.lra.a com ',
j.iiolla, Sdreila, mi proeme na liiaii.t -ii' Sr. i-i-
gUiriH. qiic lli* ilii qii.-iii quer.
Ciuii(T.-se ..na eaisa propr-ia para suardar
urna eade'ni'ia: da pr. ea da independencia, leja
ns. !'Je21.
, (ainipra-senihnsdeannanaies da china paia
- O collegio l'ernambiicaiio precisa de urna mu-, plaulas, al |,(JOO pes:"na tabernil da na do alerro
Iher para porteira do mesmo. collccio. devendo apre- da Boa-Vi-t.. ah se p.le dirigir os pfnlcndenle a
ontar ailosiados de son rondurla rio reverendo paro- qualquer hora.
iio e do sibddes.'.i'n ; as prelcndenle* dirijain-se ....
ao mesmo collegio, deiioiile-da ordem lerceira de S. VEWI5AS
Iranrisc, munidas d. allestades. ..... *^3
Declaram.K que tica.sein iienbum efioilo qual 1 M ,
quer Irai-.saeca.. qu. por ,entura pos-a appa.eeer so- iNOVtetegl'antlO.. < .
bio a I 11ra. a .is!.. f.n.ir de rs. I:4k7VO, aroila I v"-' o ron-ir.. ..... C.unha.V Kerreira e vencida eui 30 do agosto do 1 l""ual. ui-.dain. uto 1.0 da j'J ,;,, crenle, .1 2'.0 rs.
uni passado, |xir se ler desencamiiibadii do u.isso c1;",a "l" ; nl1 bvraria 11. (i o S da praca da indepen-
poder, eja acbarin>-nm rinholsajos da referida j,,,-''enca.
portaiiciapeloar. Eduardo Kerreira Bailar coinnli-l ~ .No beccu du l'eixe Frilo, sobrado de aramia
de setim |irelo c de c.'ues dminos o de papelilo com e
barba de cabellos para lodos os caracteres, assim como I domina para eilf'Otllinar.
com caracteres le aniniaes, ditas de rame com bar-, Vendem-se sacras com muilo boa colunia para cu-
ba de cabello : na rua do yuelmado 11. 71, jimio a gomiuar, c. fazer bolnbos : na rua do (Jiieimado 11.
11.
; loja de cera
NO ARMAZEM DE C.J.ASTLEY
ECOHPAXBIA; BLA DO TRAPICHI? S %,
ha para-vender o seruinte :
' ibras,
"1 ;-i!.".. .
........
.piidalario da mencionada c exlincla, tirina ; e entilo
ronsla do recilai que ao mesino Sr. passamo-
Rotteon ttookerli Companhia-
Para intelliiicnria do coiumercio desla provin-'
cia e fradella, se cninmunica quo a sotiedade que
gyrou-sob 1 liona de Mesquila Jnior & Carvalbo
em um armazem de assucar, est dissolvida pela mro-
le do socia Antonio Ma. lins de Carvalhn. e que a li-
..ohlacao da mesma JjM^dada polo Socio Mosquita
Jnior rom a iii\jjjM Ittft10'" Carvalho, licando
por issn evtiiic'ta ofl fc.subre.lila firma. O
eslinrls vteicdade,
de pao 11. 5. primeiro andar, vende-so urna burra
mellada, viinls do Bio Grande, bstanla gorda o Iro-
leia, propria para cabriole! : quem a qnizor com-
pra! dirija-se ao dilo sobrado que se vende por preco
commodo.
Obras de ouru, ,
como sejam : ulereos e meios dilos, braceletes, brin-
cos, allineles, bulos, aunis, enrenles para relogios,
ele. etc.. do mais moderno goslo : venilem-se na rua
da Cruz 11. 10. casa de BruiinPraegor & Compaubia.
Gor.ro de lustre
I Balancits deeimaes de 000
Ole de hnliaca em lalas .(/
Chinpgjie, marra v '"..
(''adns pan. iTiess.
tni.cls de la;, para torro .!<
Copo c .ali\ de idmordinario.
Vonnasdeloihu de Ierro, pintadi
titbrica de assucar..
I Pa I lia da India para empalhnr.
! A;o de Mi lat sorlido.
Carne de vaca em salm.una.
Lonas da Kussia.
[Espingardas de ara.
[.a/.ai-inasi: Cinvinotes.
: Papel H.: paquete, inglez.
I.aiio em talia.
[Brim de vela, da litissia.
Cabos de linho da Russia
Iidade.
j Cemento de Uambnrgo rtovo).
Chapeos e capolinhos.
Vendem-se chapos de btond para senhoras. ulli:
1110 gosln do'Varis, e niuil bem enfeilados a l';."!00
r ricos rapnljidios de grs ': ">apoles prelos t de
ciiie* com colleles. e -eui'ees a !2 e I5$00 rs.. cha-
les de 18a e seda a 000 e 33000 rs., dilos muilo li-
nos e grandes a 5XKMI rs., c.ii les de rasga de seda a
1 ,-:K :l rs:, cortes de vcslnfis 'le ba.ra .1. l'.a e ^ei1a a
K-:i:>i'i... c*.s,s Iraucozs 10.ule h,,.,- n '.UI.s. a ea-
ra; cerle- djtcassas .le han., e Ii-,.- a -J.-jtHl, e j.-SHI
r*... corles do cbMs triucer;**ij Tiarra a "-'Mi 1 :!
didus Imiuros.lci-aiol ra;.t ,le h.ar.. e hor.iii-
nii.lores de lao precioso talismn, de cahir ueste
encano, loman-lo as funestas consequencias que
sempre rosluiiiam Irazer os medicanteiilos falsilica-
.los e elaborados pela nulo daquelles. que. anlepoem
seus inleresscs aos males c cslrauos da bumauidadc.
Porlanbi pede, para que o publico se possa livrar precos o........los.
desla fraude n disliusua a verdadeira salsa parrilha
de Sands da falsificada e recenleiiienlc -aqu cliega-
da ; o annuncaiilc faz ver que a verdadeira se ven-
de iiiiicamenie em sua Indica, na rua da Conreicito
do Itecife n. (II ; e, atm lo receiluario que acomi
panha cada frasco, (ein cmbaixo da primoil a pajina :
sen lu'tnc mpresso, c se achura sua firma em ina-
nusci1pti sobre o uvotlorio iuiprgsso do mesmo
fracs.
32 an....., altura Wuular. meio fula, rosto um lauto
redondo, pouca barba, naiii chalo, meio rainhilodas
pernas, os pos mu lauto torios para dentro,..be ca-
noeiro, serrador o lavra de machado, c he muilo pro-
sista. Este escrio desappareccu do podio .lSr.
francisco l'aes Brralo, lav radar do eugonlio Caipora
da freguezia da EscaiaVy u_ abaixo assignado o cnni-
prnu an mesmo : quem o arq^rebender e levar'ao en-
genho Norneua, ser gcurrosiuVntc balbo.Manoel Tlioni de Jetar.
Aviso. *
Desapparoren no dia 2 de fcvrtciro deslc engcidio,
o meii efcravo .Miguel, crioulo, m pouco fula, de
VeuiNr-se urna negra, moca, sem v icio, e rom 'dado 30 anuo* pouro mais ou inrlios, com ossigbaos
Na rua do Trapiche 11. IV, primeiro andar,
vende-sc o seguate :pasla de lyrio florentino, o
os denles,
ixaudo hom
goslo 11,1 bocea e agradavel cheiro; auua de mcl
para os cabellos, limpa a caspa, e ila-Ihe mgico
lustre; agua le perilla, esle mgico cosmtico para
sarar sardas, usas, e embcllozar o rosto, assim co-
mo a untura Imperial do Dr. Brovvu, esla prepara-
rn luz os oebeHos ruivnsnu blancos,enmplc-alcnlc,
prelos e macios, sem daino dos mesmos, ludo por
habilidades
horas do dia.
rua do Cuiden cu o n. 40, al as S
LNCO, E O MAIS EITICAZ HliMEDIO
PAUA LOMBltldAS. '
'Fahnesieck's Vern>ifu.ge.
segiiiiilcs : altura regular, mita baiba, caboll
da calK';,i um pouco corridos, IMS ..imioIIi. o I
quonos, mein espadando, pos regulares, rspalbadi
cqm tachaduras us ralcahhares,] calx-ca coinprkl
chala, 1 ai is e bocea regular, bniros grossos. rost
redundo, um/pouco carrauriwlo nn'i algiius albas di-
lo. loxoii vcslitlo calca e r.-iMlisa afuU levou fo-
# .i..nii.,iiw., vx.iioiiu.jo, ..acole. le\on vestido calca <" camisa ani/. levou fi>-
Uemclli.lo'iHsla sen proprio autor de Nen-Vork, j n-rainisa de madapol-io, ceroull lo algo.Lio irati-
pel... navio americano .\ni lin I.inlil
. Vendem-se reiogms de onro. pa
/: t.ii-t.- ingle/., por comuiodo pec-
*?' !,: na riii. da V.vm. n. -0.
'i*l.. .cent!.' liT.ili 1.11

botica e ni llta/om -le drogas
1 na la <".h t 1.1 Velha 11, iil
le V-, ol
vende-se na
JV .le Oii le.
iisa .1.
pai
dos'aiWHMI.s.. .lns-de I a 5 nao ..los a W-IU ,. .> #> I- rs., ramhiaii.s abollas m anca. d.- caos ,:--i,> ,-,. ^M,; 4^ v., V-.ViV*'-"- Ti'*^**i^'%- ^^
o corle, lencos gi andes de si la (kiih hombro de se-, ** *" v~- ~
nboias a 2?00." e oulras minias fazendas de goslo i MADAPOLAO BOU, A 3S200.
pr
inicua 11 i.i-
I que se veodein barulas : 11:1 rua Nova, loja nova n,
l(i. do Jos l.uiz Pereira &: Hlho.
No escriptorio de Xovei \ Companhia, na rua
' do'trapiche ti. 31. lem para vender per proco muilo
. em eonlaossi g,linios ai hges : euros de lustre, mar-
ica casleli>. gramil* quautidioe de mjudc/.as ebegadns
,le (tamboreo todos nllinios llavos, chapos do Chile
de dill'ereiiles ipiali.l o!.-. ,lm| eos de filtro prelos e
paules, e onties objeclus (p.e setita prsenles aos
campriebnes.
A5SWI BS. A PECA, i ebegado do lio de Janeiro.
S.1 lujadc Ciuinarlesi& llriiriqnos, rua do Crespo v ... -.,,..
n. 5, vendem-se chitas de 'coros oscuras, om i.m is. i V'1 r"'' ''".N '1'*' ,J- l"i'"Ciro andar, lem
picno loque apoca. c!.u,:i covados. | gada reeeulomenlc da America.
Charutos de llavona.
Vendem-se pecas de madapoln de boa qualidade,
rom pouca a varia : na rua da Cadcia Velha n. 21,
liiiuieiro andar.
Na rua do Yigorio n. 19, primei-
ro andar, tein para vender diversas tiiu-
miiis pura iailU, vi'olao f. Ilatlla, c.iiiki
sejam,piailiilltas, valsas, redowas, sl..>-
tickes,' inodijhas, indo niadffl-ntssimo .
, ebe-
\iHleni-se Ion
u:,- .!,. H'i.ssia : no
'.imipanliia. a roa
Taisas
:\n titudica
llo'.vmiinii, na
do o chafan/.
... hftoza.1.
rmbzem de
i i Cmz n. i
V
O.
mcias li-
Htrbn ,v
\Y.
un, passan-
oa lo branro, cbapo do cenia, ti*> co de rortai
' ano.i, an toni falla de denles.I*n '' '"S das n.fio.
lorio* que nao estila brn ; i-.insip pi'oruia
a pioloco'io de pessoa rpj probb ''rer que.
nao se prestar a sniicib.-uil.; a,;t -^ '** issn prc juna qiiahioei ^'i l..i -*qem ,'uc "H^ilija
de in-, absin Oes.i iwga gf.,ci.,-ai
I ti... lie i o -Ionio -grado, lineo
ii ,apinia-ri..ov,to,i,
auteq.iM.juei des
loga e :
paru eu^eiiiiics.
de ierro ele ii.
rita do lii-ti
, coniintia itaver
comnleto sortimento de laixas de. (erro pas.a,loa noite. da cidade da Parabba do Sorie,
pm, rabia, de i.oiiic'Trajauo, escravo de Mam
ijue lauuarho, iicKoriaule dau.iea praca. e i
11,11
palmos
venda, i
de
.o-
sl.ihcleciiiienlo c.iiiltiia a Sfrar sob a firma e ros-
ooiiubilidadede Anlonio BoWlwi Pinto deilesqnla de boa qualidade ; vende-se por menos do que em
Jnior, assim como a sro cari;" o aereo o pas-i> da : oulra qualquer parle para liquidar ciutlas : ni rua d
Cruz o tu
Cruz i). |().
Uelogiqs de onro, sahonele, patente in-NAESQliINclJ)AKA DOCHESPON. 10, v.,.t.
u I i i i i i- i vendem-se verdailfirus riiaruios deHavana por
glcz- vendem-se chales le laa, escurqs, com pal- prce muilo roiumada: na ruada Cruz, aniiazem
mas de seda, 'proprios para andar por ca- *
POTASSA E CAL.
mn, cassas l'rancezns de 'cores a 506 rs. a V'ende-s<: potassa da Kussia c Auieiicu-
vara, riscudinhos IViico/.'s a 2,.D0O rs. o: mi. Superiores, e cal virgem.de Lisboa,
covado, camliratiis de salpicos de cores a tudo por preco mais commodo pie em
~, 200 o corte : cheguem Iregtteste, antes' nutra tpialcpier parle: na i'tia do Trupi-
ruiesp iciIi.-ii,. .'!m>d. I"., ai-djtizem de Bastos Irmaofc
Grasa ingleza de verniz para arreios.
Arreios para um e ilous cavallos, guarne- sa, pelo diminuto preco de2,506 rs. cada
edos Chicotes e lampeOespard carro e calniolet.
Curos de viado de lustre para cobertas.
Cnbecadas para niontttria, para s-'iihont.
Esporas de aeo pea tei '..,.
Cundido batido de Ti a 8
kk-ci. as ipiaes acliain-se a
preco commodo e com promptidao' :
embaivain-se ou cari'egam-sp eii rano
sem de.spe/.a ao cmipiiuloi-
Moinh'os de vento
-omhoinbasdcrcpuxoparn rosar borlase baila*
decapim, na fundicao de D. W. owmaii: na rua
do Brumns.ii, Sel.
Vl.MIO 1)0 PORTO MIJITO FUCO.
Vende-se superior vinho do Porto, em
barris de 4., 5. e S.: .#o armazem da rua
lo Azeite de Peixe n. I <- ou a tratar no
(M-iipfotio de N'ovnes & f'.ompanhit. m.
rua do Ti-:ipielie n. >'>
Ao, senliores de engenho.
Cobcrlores escures de algodiin a 800 rs., ditos mui-
lo grandes a oiieorpndus .1 ISiOO : lia rua da Crespo,
luja da e quina que valla para :i Ciilei,
pilaos deraiiq'" 1'" *p|'rl>eqdiiiri; e leem-?o n-
baxo assisiiailo.- Engenbo Craval ;> de feverein.
,!,, ts.1. I/or'i do A Desapnarcccii no .lia 28 de Janeiro
lioi
prximo
(.,,!! i,.i inosma ciado ; repn-eHla ler ( 3J an
ni.s .le idade. estatura lliedianj, rr Jo mdalo escu-
ro, serci. esbelto docerpii,olW|S graiiMo- e i-snres
sivos. labios grnssos, cao I .1.1 aib.s. ifenlos .> ,.-, le
aliares, ietri-la o d.,d.i a \alent, lov.m jarnoia
chapeo do c.iurn e um suirao rom algoioa imi|w ; |,e
ilesuppdr que vieM para osla nro\iiiria do Peinan,
buc: quem o pegar ou dr noiicia nesla cidade da
Olnda. a Cuelan.. Alvos de Smi/a Filanciras, ou" n.-,
dila rulado da Parablba, rua do Vaia.lotiio, seV
bem recompensado.
Pocio na noile de 7 do correle, mn escravo
pardo de lime Manoel, de 28auno* de idade, pomo
mais ou menos, com us signaos seguidles: estatura
baa, bailaulo barbado, lem fallas de denles a,.-,
frenle e Os pos 'bstanle grossos proveniente de bi-
chos: rnga-se a quem o appiebetider de .levar a
la do Crespo, loja da esquina, que \oil para a 6a-
deia ou a viuvi de Manuel Yravassia Saiinlio. i."
Cuialo do Bum Jardiin, que se icron,pensar.
Pern.i Tje ** H. T. d r*r1a.>- M.
- '
w


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