Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07555


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Full Text
;-.-.

4 ''
ANNO XXX. N. 32.
Por 3 mezes adiantados 4,000.
Por S mezes vencidos 4,500-
QUINTA FEIRA 9 DE FEVEREIRO DE 1854.
- --------------
* Por Anno amantado 15,000 <
Porte franco para o-subscriptor-
PERN
ENCAREGADOS DA SUBSCRIPGAO'.
Recife, o proprietario M. F. de Faria; Rio de Ja-
neiro, o Sr. JooPereira Murtins; Babia, o Sr. F.
Duprad ; Macei, o Sr. Jpasjuim Bernardo rio Mcn-
douo,a; Parahiba, o Sr. Jos Rodrigues da Cosa; Na-
tal, Sr. Joaquira Ignacio Pereira; Aracaiy, o Sr.
Antonio d*Leraos Braga; Ccar, o Sr. Victoriano
AugusloB |ges; Maranho, o Sr. Joaquim Marques
Rodrigues; Para, o Sr. Justino Jos Ramos.
CAMBIOS..
Sobre Londres 28 1/4 d. por 1000
Pars, 340 a 345 rs. por 1 f.
Lisboa, '95 por cento.
Rio de Janeiro, a 2 por O/o de rebate.
Aeros do banco 8 a 10 O/o de premio.
da conipanhia de Beberibe ao par.
da companhia de seguros ao par.
Disconto de leltras de 11 a 12 1/8 de rebate.
Ouro.
Mi;TAES. PARTIDAS DOS CORREIOS.
iespanholas. 2855500 a 295*000 Olinda' lodos os dias.
ticas
Modas de 65400 velhas.
de 655400 novas.
de45>000. .
Prata. Palacoes brasileiros .
Pesos cplumnarios. .
mexicanos .
lG5M)00l('.aruar, Bonito e Garanhuns nos dia 1 c 15-
163000 Villa Bella, Boa-Vista, E\ e Oricury, a 13 c 28.
955000 Goianna c Parahiba, segundase sextas feiras.
15930 Victoria, e Natal, as quintas feiras.
15J938 PREAMAR DE HOJE.
15800 I Primeira as 2 horas e 6 minutos da larde.
Segunda as 2 horas e 30 minutos da manhaa.
AUDIENCIAS.
Tribunal do Commercio, segundas e quinlasfeiras.
Relaco, Ierras feiras e sabbados.
Fazonda, tercas o sextas feiras s 10 horas.
Juizo de Orphiios, segundas c quintas as 10 horas.
1." vara do civel, segundase sextas ao meio dia.
2." vara do civel, quartas e sabbados ao mcio dia.
El HEMERIDES.
Fovcrciro 4 Quario crescenlc as8 hora, 18 minu-
tos e 48 segundos da tard.
13 Luachciaas4 horas, 14 minutse
48 segundos da nianha.
20 Quarto minguanlo as 8 horas 25
minnlos e 48 segundos da manhaa.
' 27 La nova as 2 horas, 20 minutos e
48 segundos da larde.
DAS DA SEMANA.
6 Segunda. As Chagas de Christo Senhor Nosso.
7 Terra. S. Romualdo .ah. ; S. Ricardo rei.
8 (juart. S. Joo da MaUa ; S. Corinlhia m.
9 Quinte. S. Apolinaria v. m. ; S. Ansberlo.
10 Sexta. S. Escollastiea v. irmaa de S. Beuk*.
11 Sabbado.S: LazVob.; Ss. Clocero eDesiderio.
12 Domingo, da Septuagsima ( Estaco a S. Lou -
renco extra-muros ) S. Eulalia v. m.
Ai
PAITE OFFICUL.
*

V

1 *

t
GOVERNO SA PROVINCIA.
Illm. e Exm. Sr.A associarao commercial desla
prara, lomando na denida consideraran o olicio de
V. Ene. em data de 18 de novembro do anuo prxi-
mo pasudo, tralou de indagar se seria conveniente a
v rormanu de urna cdmpaohia, que se encarregasse do
fornecimenlo das carnes verdes nesla cidade, s*J) as
bises por V. E investta^es c particular esludo para formar urna
opinio respeilo de lio importante negocio nao p-
He reoorfiecer que da encorporato de ama tal com-
panbi* posa esta capital colher as vanlagens qu V.
Ejtc. deseja preslar-llie. Parece pelo contrario i esla
associ(lo, qne dalivre concurrencia e plena liber-
" dade nesle ramo de negocio se devo esperar lodo o
qualquer beneficio compativel com a abundancia ou
escassez desla genero de. primeira necessidade sein
prejuio dos criadores. Entendendo' esla direcr.ln,
que a companhia para esle [ornerimenlo nao so po-
der, eacorporar em que os accionistas esperem dahi
colliervultados lucros, os quaes neoessarianienle ro-
cahirio m prrjuizoou dos Consumidores, ou dos
mesines criadores, conforme as circumslancias das
cstatOe.. Sao estas as breves rcllcvocs que a asso-
ciataoeommcreial deliberon levar ao conhecimenlo
de V.Eic, para que se digne toma-las na conside-
ie merecerem, pedindo despulpa de nao ter
Ido con mais proiuplidao ao respeitavel ofli-
Exc.
luarde i V. Exc. Sala da associaciio com-
Pernambuco 1." de fevereiro de 1851.
xm. Sr. l)r. Jos Benlo da Cunha e Figuei-
ilo digno presidente desla provincia.Ma-
to de Oliceira, presidente. Antonio
Jinorim, secretario. Conforme. O
.or, joaquim Pires Machado Portella.
urna companhia, da qual far parle o go-
da provincia, para o fornecimenlo de carne
taos habitantes do Recito e das freguezias dos
pos vizinhns.
. A companhia garante o fornecimenlo de...
Irias para os lalhos da cidade do Recife e das
as dos municipios vizlnhos, ou mandando
numero total de reres, ou se houvcrem
parteares que timbem tallicm, perfazeudo n que
o complemento de cem rezes.
Os particulares mataran as sua* rezes a
lloras marcadas pilo presidente ou pela cmara
primeiro qae a companhia, afim de que e*la saiba
** M cafo o numero de rezes aue consono. ... __. t
Arl. :t. A companhia mandar de vospera ao pro-To-nt*
priehtrio do Diario de Pernambuco o aununcio do
precj>pttrque ha'de vender a carne no dia seguinle.
Esse apret, ser marcado pelos priucipacs gerentes
da companhia, de rommnm acconlo com o inspector
da lliesooraria provincial, segundo o proco da com-L
pr.i d gado na (eir, e de niancira que a companhia
nunca deixe de ler un numero razoavel.
Arl. a> O preen da carne nao exceder de 130
: r. a libra no semestre de veriio, e de 93 no semestre
de invern. Se houver alsum caso de grande ca-
resta do gado, de modo que o proco da carne exce-
da de 95 rs. a libra lio semestre do invern, c 130
. no tcDtWu' do verao, acoofp.inliia sen alliviada
do sajfaid'.o ou de parte dellc. quauto baste para po-
der vender a carne pelas prccs ciina mencionados,
e ficaf* lucro razoavel. Se ainila assim nao se po^
deremsustentar os precos de 130 rs. no veriio, e 95
no invern ser acarneaBnnservado o sobsidio, ven
dlda pelo custo e mais oro lucro de 1 ';,.
Arf. ." Os lucros do capilal com que o gnverno
entrar para a sdciedade serao apidieados ,i obra do
hospitil de Pedro II. s|-
Arf?. 6." Os lucros serao repartidos pelos socios de
6 en5 meie. ^^
Desde que o novo empresario comeeou os scus es-
pectculos, tem elles caminhado de accordo com a
'ellra do contrato, quer quanto ao numero, quer
quanln ao genero de dramas, acliandu-sc ja o reper-
torio do llieatro soffrivelmenle adianlado. Demais,
lem o emprezario poslo em pralica os estorbos de
que he susceplivel par! merecer oacolhimenlo pu-
blico, .contratando os actores que a opinigo desigua
coma de mais tlenlo, onde quer que ellos se acliem,
e compondn com elles a actual companhia dram-
tica que pouco deixa a desejar. Urna prova da e-
dicarao ilo emprezario, que a directora folga de po-
der aqui registrar, he^ a viagem que no interesse da
arle elle fez ao Rio de Janeiro, com lieen^a de V.
Ex., em selembro prximo passado, Irazendo-noat
d'alli mais alguns actores dramticos, c um ncleo
de .baile c mmica, com que tem variado os espec-
tculos. ltimamente acaba de contratar urna can-
lora italiana, que aqui se acha como principio de
companhia lyrica, que pretende cdmpletar em pou-
co. se for auxiliado nesle empenho.
Mas os esforc,os que h emprezario lem fcito para
sustentar o crdito rto Ihealro em'Pcrnambuco, no
pe em que se elle acha, lem-lhc Irazid, e continua-
ran a Irazcr-lhe tan graves embalaros eprejnlzos at
o fim da empreza, que, se urna indemnisac^lo razoa-
vel o nao vier snstciitar, parece i directora que el-
le lera de sucumbir ao peso desses embarazos, com
que nao contara. ,
A experiencia dos fados tem moslradn i direclo-
ria que com urna suhvenco aiinual menor, de vinle
e qnalro conlos de ris se nao achanto concurrenle-
futura empreza, que deve comerar a Irabalhar de
julho, e cujas propustas V. E. lera de receber em
jnnhu ; a menos que se nao queira marchar em bre-
ve para tuna dcgeuerarao da arle, ou Ste nao preli-
ra ler um Ihealro incmplelo e de aldeia, no meio
lo urna populacao civiUsada e de apurado goslo co-
mo a nossa, o que nao he de crer. A adopcao de
urna verba da assemhlca provincial nesle.sentido',
he quanto a nos de primeira necessidade, e a direc-
tora se atreve a pedir a V. Ex. se digne inicia-la.
. No da 2 de dezembro ultimo, como pa"ra soleni-
nisar de um modo congruente o anniversario de S.
M. o Imperador, foi V. Ex. servido crear o conser-
vatorio dgBaliro de Pernambuco, lao anciosamen-
le dcsojai^^ e de cujo eslabelecimento lano ha que
esperar, em beneficio da arle e da vocaco. A di-
rectora val oceupar-se immeflialameute com a crca-
co - *MiiW'io. cprelendeoproicilar a exceiif"le dispo-
sii;ao de vario! meniuos de ambos.os seosVenl
quem lem dcscoberto talento dramtico, para[,ri"
meiros discpulos dessas escolas. Em scguii'/J^ri
> Jezem-
publieo desla cidade o Sr. coronel commandanle do
9. balalbao de infanlaria, Antonio Mara de Son-
za!
O marechal de campo commandanle das armas,
se deplora esle aconlecimeoto, se compre o penoso
dever de annuneia-lo guarnirn desla provincia,
ufana-se ao mesmo lempo de recordar-se que o brio-
so velerano, que acaba de deixar um vazio as filei-
ras do exercilo, ennobreceu a classe a que pertenecu
pela sua probidade, intrepidez e deilicaco monar-
cliia e s insliluices do paiz, ao qual servio por es-
pato de mais de 42 anuos, passados a mor parte nas
campanhas da Pennsula, de Montevideo, do Rio
Grande dnSul, de Sania Calharina e de Pernambu-
co. O comhae da villa de Sao Jos do Norte, em
S. Pedro doSul, foi um dos feilos d'armas do finado
coronel, que lhe atlrahio gloria para si, e sobre lu-
do para o balalho qne commandava.
Ferido gravemente no ataque da campanha deVia-
mao, jamis gozou de robustez,e mandada do sal pa-
ra combaler nesla provincia, soh a influencia de um
clima arden te, soffrendo os incommodos, c privatOes
inherentes natureza da hita, em que se cinpenhra,
seu.phvsico se deleriordu, c de tal sorle, qoe ja nao
lhe foi possivel ntilisar-se da permissao que o gover-
no nllimaroenle lhe conlerio para ir servir no sul
do imptrio. Seus dias eslavam contados, sna mis-
silo preenchida sobre a Ierra O marechal de campo
commemnrando estes actos de vida militar do sea
compnuheiro d'armas, satisfaz urna 'divida que o
mrito lem incontestavel direilo.
Declara que honlem mesmo, pela ausencia do
respectivo major, entrn no cumulando interino do
dito balalbao 9." de infanlaria o Sr. capilao JoSo
Baplisla deSouza Braga, que servia demandante.
Assgnado. Jote Fernandes don Sanloi Pe-
reira.
tilndido Leal Ferreira, judanle de ordens en-
aarregado do delalhe.
EXTERIOR.
t

ArX 7." O fundo social ser de 40:
l parle do governp.
Arl. 8. A companhia durara 5 aanos.
Ari, 9. A companhia sera obrigada a eslabelccer,
pertoRa cidade do Recife, lidm logradou"
gado "
r

onde o
endido em reir publica/ com-
endo-se 0 aoverno da provincia a facililar de
(lodosos me ios ecessarfo*, o possivei pem
j 10t A conipanha Picara 'sujcjl,i no princi-
ada semanj, a mandardelararpelo /)iartt
preco das diversas partidas do ga-
fe Hver comprado nas fcir.is na emana finda,
indicando o nom dos compradores.
Conforme. O oflleial mai'or. 9
Joaqwim Pire$ Machada Portella.
Illm. e Exm. Sr. Em cumprimento do respei-
lavel lucio de V. Exde 5 do corren le Janeiro, le-
var boje l directora do Ihealro de Santa Isabel
- .
presenca deV. Ex. o estado em que se Ma esle
Ihealro, seu movimatfto desde o l. de Janeiro de
1853, e as nec.essidades que elle actualmente recla-
ma, quer no deminio da moral, quer sol) o punto
de vista material.
Abrjo-se o anuo de 1853 oslando ainda ctrrendo
a empreza do bacharel Antonio Alves de SouzaC.ar-
valho. a qual expirou no ultimo de jiinhndessc mes-
mo anno; e nao sendo a d i rectoria de parecer que
rom elle se celebrasse novo contrato, como V. Ex.
fez vez por seu^ofjicio de 30de junhonlo auno pr-
ximo passado, foi V. Ex. servido entregar a nova
empreza a Manoel Goncalves Agr poreontraln que
coro elle celebrou em 14 de julho da mesmo anno.
1' .........,,|, i
brn, para que a solenre abertura do conservatorio
lenha lugar o mais cedo possivel.
A galera de roslumrs, creada pelo artigo 2 do
reglamento de 22 de Janeiro de 185.1i, he de um
grande uecessidadp moral par que o actores dram-
ticos e l\ricos se arrnupem sempre carcter, e ahi
as escolas do conservatorio faram a esludo historie
do quo lano rarecem. Em consequencia-, invoca '
dirccloria o anuir de V.. E4c. pelas boas arles, para
qoc.se sirva mandar vir da Europa* quanto antes a
reffrida galeria, cujo cusi cromos que nao exceder
i|e um cont de rcis, solicitando desde j a compexen-
te autorisacan da assemblca hrovincial.
Erna das primeiras neressidades maleriacs do Ihea-
IrWie a rniistriiccodcdonsvastosarmazens nofuinl*
do edificio sfts seus slo.is lados, um dclles destinado
recoUuwlis vislas, pannos, grandes pecas de madeira,
^ va de sala de pintura, com as necessarias condires
para semelhaule misler. E eomo esta constructaoc
nao pode fazer slidamente sem se aterrar urna part
do braco da marc que passa pelos fundos do Ihealro-
lambem a directora culeudeu dever reclamar esle
Irahiilho indispcnsavel.
O Ihealro precisa igualmente ser de novo pintado
leo, porque a pintura que receben logo que foi
construido .e acha j gasta ; c algumasde suas parles,
como os corrcdores.por ejemplo, eslao em um estado
indecenlissimo. *
Alm desles Irahalhos que sao de primeiro vulloe
para a execurao dos quaes V. Exc. se dignar man-
da* proceder ao respectivo orramenlo, etigindo da
assemblca provincial as competentes verbas, muilos
reparos e objeelos de importancia secundaria,mas nao
menos urgentes, necessita o Ihealro,para cujas peque-
as obras e compras, desejariames nos que V. Exc.
aoiorisassc desde j o engenheiro director das obras
publicas, o qual, cntendendo-e com o respectivo ad-
ministrador do llieatro, desse principio esses repa-
ros antes de comerar o invern.
He quanln nos occorre de importante, que deva-
mos levar ao conhecimenlo de V. Exc. no prsenle
relalorio.
Dos guarde a V. ExcPernambuco, diretoria do
llieatro de Sania Isabcl,3l de Janeiro de 1854.Illm.
c Exm.. Sr. conselheiro Jos Benlo da Cunha eFi.
giieiredo, presidente desla provincia.Jos Soares
de Azcvedo.Antonio Pires Ferreira.Antonio Car-
lus_ de Pinho Bornes.
Conforme, o oflicial maior, JoaguinuKPires Ma
citado Poriella.
I.-se na Gazett* de Londres (jornal oflicial) a se-
gnintc :
PROCI.AMACO.
est prorogado al 3 de Janeiro prximo vindouro,
ni's, de accordo com o nosso conselho privado, pro-
clamamos pela prsenle declaraba que o dlo parla-
mento ser ainda prorogado de 3 de Janeiro a 31 do
dilo mez, e ordenamos a nosso chancellcr dessa par-
te de nosso reino unido, chamado liraa-llrelanha,
que prepare urna comroissao par a dila prnrogacao,
e declaramos alcm disto pela prsenle que lie nossa
real vonfade e grande salisfacao,. que o parlamento
na dita dala de 31 de Janeiro prximo se renna eseja
reunido para a expedirn de diversos negocios urgen-
es e importantes ; o os lords espiriluaes e temporiles
e os cavalleiros, concilladnos e hurguezes e os com-
missarios das povoaroes da cmara dos communs sao
chamados pela prsenle, eklhcs lie ordenado conse-
auinlemcnte que sejam presentes em Weslminsler no
dia 31 de Janeiro prximo.
Dado em nossa corte de Windsor a os 29 de de-
zembro do anno de nosso senhor 1853, dcimo stimo
do nosso reinado.
Dos guarde a rainha a
l.-se no Times de 31.de dezembro:
A abertura do parlamento esl fixada agora pa-
ra 31 de Janeiro prximo, e poslo que nesse inlecval-
rdta, por presentes que estas cousas eslejam memo-
ria dos sexagenarios, serao bem novos e bem eslra-
nhos para os hnmens, cuja experiencia se limita s
questoes de partido, s dissentes intestinas, e s ba-
galcllas diplomalicausdjIj^ACoroo he sem contradi-
to a perspectiva.jH Rvav'a se e'cva unl
grao de forca d'aljfl fkJ4ig|j|dade que est ao ni-
vel rom a cirrumstaMe|M>Dr1'le c"e encara as tristes
realidades da guerra fravez dos beneficios preciosos
c conhecids de urna longa paz.
A lula que esl em vespera de apparecer, he feaU
mente lao formdavel, que se lem comparado, e com
ruzao, aquella que lermiuou dormitivamente rom a
deslrulean da liberdade grgga ecom o eslabelecimen-
to do intitulado imperio grego.
TenmspreseiUAi)cdi<*e_o-''n*ior capilao dos
lempos modernos, islo he, que estamos a ponto de
decidir se a.Enropa ser,republicana ou cossaca. Es-
las lires da historia, essas advertencias da genio' se
arhnm amplamcnle corroboradas na hita de claSsese
de ratas, que divide lodos os reinos, todas as cida-
des deste continenlc, que prometi ministrar ele-
mentos para urna guerra universal.
lima vez dado o sitial, milhOes de hmeos se i-
balarSo de loiUs as parles e lomarn parte nesse jo-
o horrivel c anguinolcnlo. Tal he a perspecliva
tque se oerece a nos, e eis-iujui porque o parlamen-
to se ver reunido. Elle lera de em grande parle
impedir, acalmar, dirigir, de domar a commocao u-
niversal. Se formos verdaderamente forrados a fa-
zer a guerra, emprehenderemos nossa larefa cora a
con vieran intima de que somos contrangidos ella, e
que a esle respeito nao livemos de escollier. Ser
urna queslao de necessidade : suj|biremo-nos a ella
intrpida"cdenodamenlc. Journaldes debis.I
Circular do ministro dos negocios es-
trangeiros da Franca a's legaco es
do imperador. *
, Senhor.
Os negocios do Oriente lomam um aspecto muilo
grave, para que en, no momento mesmo em' que as
circumslancias impOemtnovos deveros ao goyerno de
S. M. I., deixe de lembrar-vos osesforc,os, que nao
temos dei jado do f^zer no fim de prevenir as cnmpli-
racoes de que a Europa esla seriamente amca-
cada.
o A queslao dos Santos Lugares, mal apresen la da
ou mal comprehendida, linha excitado os alarmas du
gabinete de San Pelersburgo ; procuramos'acalmar
FOLII 1711,1.
(;
(Por Octavio Femillet.)


V
PERSO.\GENS PRINCIPAES.
Andrc Mossini, compositor c pocui.
) cavalleiro Carnioti, rico melmano.
oriui, rabrquittae professor de conlra-ponto.
Hmrlha, sua lillia.
tniibra, princeza 'alcom'eri.
, PRSONAGENS 5UBLTERSAS.
Martilla, camarista.
Iovmarqnezi ifarni.
Lady \Vilfon. /
Q principe Malisch.
O nmuiidc Sara.
MUti, criado.
A secnapassarseem Napptfs.
-
;, LEOXOBA, CAHMOI-1.
Leonora (percorrend a ala do Ihealro com o ocu-
lo): -*Porque razio. Carriioli, io me disse voss
unca nn* t palavra a. respeilo desse mancebo
li (dirinindu tambero seujocum): Quena
am.orpreza completa, minha princeza.
ora : Vosse he singular. Elle lem b/slan-
le tlenlo
CarMoli: Muilo talento..... mas que vil in-
grato 1, I
Eulocllebeinltraio?
Isjtossam ter lugar graves acontccimenlos, a allcn-
t publica se preoecupa j de um assumplo bem
importante, que ser* submetlido aos prximos deba-
tes parlamentares. Ser com efleito o primeiro par-
lamento que em nossos dias lenha lido de se oceupar
da grande queslao da paz ou da guerra.
o He mais que possivel que muilo lempo antes de
31 de Janeiro, os aconlecimenlos hilo de lerresolvido
para mis esla queslao, equeS. M., do alto do tliro-
no, deteri'i arnnnciar esse faci deploravel, islo he,
que a paz do que gozamos ha Irinla e oito innos, tem
deixado de existir. Ninguem pode pensar nas ulti-
mas noticias vindas do Oriente sem ver que.qualquer
que seja sua prudencia ou inleusoes pacificas, nossos
diplmalas e nossos almirantes podem a cada mo-
mento acliarem-se forrados a decidir entre urna cir-
cumsperro, que smente pode enclier de desprezo
os nomos ingle/, e francez, e a guerra activa.
a Seja como for, no momento em que escrevemos,
o primeiro choque fatal leve lugar, c se abri urna
lula, cujo (ermo nao podemos prever,. Se o dado ti-
versidolaneadoantesdarenniflodo parlamento, el- so linha passado o Prulh e invadido em plena paz
COBUEANDO DAS ARMAS. .
Quartel general do commando das armas de
Pernambuco, na cidade do Recife, em 8
de fevereiro de 1854.
OHSEM SO DIA X. 59.
Falleceo hontem e foi hoje sepultado no cemilerio
i^ssas inquiclacoes por meio de ejplicacocs loaes e
xoniplelas. Tinha-nos parecido que, reservando os
direilosda Porta, um debate desla natureza ganhariaj
em ser esclarecido longe do lugar em que linha na*
cidn. Nossa opiuiio nao foi.parlilliads pela Russia,
eo Sr. principe Menschikoffrecebeu ordem dse di-
rigir a Constanlipopla ; limilar-me-hei a dizer que,
se livessemos tido as vistas exclusivas que nos sup-
punham.so a reivindicacao de nossos anligos privile-
gios incnnlcstaveis, nao livesse sido sustentada 'com
lana moderaran, a missao ejlrao'rdinaria daquelle
embaixadnr, se lomara immedialamente oobjeclode
um conflicto, quesonbemos evitar.
a Acalmada a queslao dos sanctuarios de Jerusa-
lm.e, segundo o teslemunho do Sr. conde de NesseI-
rode, regulada de urna maneira satisfaelorra. usci-
lou-se orna oulra difficuldade. O Sr. principe Mens-
chikolt reclamon garantas para a conservaran dos
privilegios fla isreja grega. O gabinete'de San Pe
lersburgo nio esla belecia por algnm fado particu-
lar que esses privilegios livessem sido violados, e a
Porta, pelo contrario, conlirmava solemnemente as
immunidades religiosas de scus subditos chris-
(os.
Animados dodesejodeacommodar orna desintel-
ligeneia que, se de um lado dizia respeilo aos direi-
los soberanos do sullo, do oulro lado, i a ler cons-
cicncia deS. M. f. o imperador Nicolao, o governo
de S. M. I., de accordo com o de S. M. Britnica
procurou com cuidado o mcio de conciliar os inle-
resses ao mesmo lempo lao delicados e lo comple-
xos, qne nella se aclravam empenhadot. O gabinete
de San Pelersburgo nao pode ler esquecdo o zelo e
a lealdade que empregamos em cumprir essa diflicil
larefa; nem pode desconvir que a resistencia da Por-
ta em acceder a un) primeiro plano de transacrao e-
manado ^r conferencia de Vicua nao foi causa
nica de nosso mo exilo.
, Durante o curso deslas diversas negociarnos,
fados graves se linham produzido : um exercilo rus-
te ver cntao que lhe sao imposlos deveres, dos quaes
lodos os seos membros, a excepcao de um mui pe-
queo numero, nao lem a idea, eque sao muilo dille-
rentes da doce responsabilidade, que iropCe um me-
lhoramento e urna reforma pacifica.
A honra da Inglaterra, o equilibrio do poder, a
defeza do fraco, a repressao do forte, a condue-
la da guerra, a sabedoria das expedirnos, a
importancia sufficienlc dos armamentos, a es-
colha dos olliciaes, o rcconhecimenlo nacional pela
inlrepidez, as honras devidas a coragem desgracada,
as actOesde gratas rendidas pela victoria, c lalvezas
bumiliaroes, que arompanham os desastres e a der-
Lmmsra : Nao, deveras, nao o comprehendo.
Carmoli ( rindo) : Pois bem! que far elle
quando estiver casado?... Tratar dejardius?..... O
que he preciso ao poeta beoarlivre e a desordem
ilos demenlos Se deixarmos essa organisaeflo fogusa
sepullar-se na lelhargia da reliridade domeslica, nao
v que ella eahir fatal mente na ordem desses euge-
iihos particulares, desses tlenlosburguezes, quecom-
poem entre o almoco e o janlar operas de familia, e
romances de educarn? Talvez oile-me Byron, o
qual cason-se, e nem por isso deixou de ficar furio-
so? Sem duvida, porque leve a felicidade enorme de
ser muilo infeliz nesse casamento. Se nao o livesse
sido, se a inulher boovesse sabido captiva-lo, decla-
ro-lhe que leria passado a vida a catar raposas e la-
vrar suas Ierras O mundo ignorara seu nomo !
Leonora: E quem lhe diz* que esse mancebo
ser feliz?
Carnioti: Quem me diz? Elle vai casar com
urna sania, minha pobre princeza Por ora s ha urna
no mundo, c esse animal quer cassr-se com ella!
Confesse que isto li? para fazer quebrar a cabera con-
tra as paredes !
sonora : Que rata pessoa he essa enlo ?
Carnioti:.Marlha Senarios, a lilha desse vc-
llio inn-ico a Hernn, que he sen vi/.inhn no campo...
Ollie, pode ve-la all no camarote da frente, una
moca loara, de olhos a/.ues... Todos a miran)...
Leonora (dirigindo o oculo) : Ella esl singu-
larmente vestida, roitada!
Ciirnioli: Pode ser, mas o physco he excel-
lenle.
lAonora : E olio ama-a muilo ?
Carnioti : De lodo o corato 1
Leonora : E que quer qne lhe (ata?
Carnioti (rindo): Prince/.a, esse lato funesto,
que nao pude quebrar, nem com ameacas, nem com
.i auii/oiio*
Que suave melancola 1... E voss, nao diz nada*...
lima lagrim I esl choraifllu Buudade do co vosse
lem uina bella alma, princeza! Vou decididamente,
cunfiar-lhe minhas dores... Perderemos a dansa ; na*"
pouco importa Esta naiie triunrphal fui cruelmen-
te envenenada para mim, querida princeza... O glo-
rioso edificio de minha viil vai desaliar, se* senhn-
ra nao arudlr ero ineu soccorto... Foi quaudo sahi
dess Bisa .que receDi essa bprrivel noticia, msc mu-
ihm ojibilamente minha alegra em d, meusBluros
em cypresles... O meu poeta d-me um golpe
perviHidade atroz... quer rasad
Leonora : E que mal ha nisso?
Carnioti : Que mal ha nisso, princeza?... A se-
nhora nio falla srid*, zomba de sen servo.....Ah !
ah!... que mal ha nisso... he cousa delicise!
particular um servic,oiromeuso, que lhe custaria ape-
ras um sorriso... um sorriso, princeza, a sombra de
Urna apparcuctJ, urna bagatella de galanlaria, um
TiVila... Veja $ositao : he um grande bomem qne
se utota para conserv-lo si mesmo, sua arle, ao
p^) sacrificara sem hesitar um de rtieus
pode a senhora sacrificar um sorriso?
sen sec
bracos..
Eis a pe
Leona
(; Vide Diario n. 31.
O senhor he absurdo. Eis a resposla.,
, Pois bem! sinlo dizer-llie que a se-
ir nao ama a msica!
Leonora : Nn, a esse poni, concordo.
Carnioti:A senhora nao a ama! Ama-se co-
mo um criminoso, ou u3o se ama... Silencio I oiiea
bem aquilhi!... a cavatina de Isabel..'. Ia croce tri-
unfa !... {/alendo ricamente urna marcha) Kalapan-
lapan... pan... pan... (Bracos na sala: fosirein'.
Rmeein!) uvio ? E pensar que. esw aurora solier-
ba na<> lera meio-dia! Que! divina princeza, essa
1da nao rssga-lhe o corato?... Pois bem asenho-
ra fez-me a honra de convidarme parn ceiar esla
imite em sua casa., permilla-me que leve l o meu
joven pola coroado ; be s o que lhe peto... A se-
nhora lhe dir duas palavras de pollidez, e a peque-
a Srrtnrius nao sera mais deste mundo!... Nao va-
jo tazao para recusar-me orna cousa lao simples e
lo decente.
Leonora (rindo); Como"! o senhor acaba de
conlar-me que esse rapaz est louco de amores por
essa mota, e com dus palavras de pollidez, que en
lhe dissesse, j'ilga que a.desprezaria logo?
Carnioli : He um artista, querida princeza !
A senhora nao ronhece essa raca forte c dbil, se-
ductora e prfida!... Imaginarocs mais ardenles e
mais viduveis do que ischammas!... Corares vaido-
sos. Traeos, apaixonados e sensuaes !... Um allracli-
vo i resists el para ludo oque brilha, para ludo o
quo aliaga nrgulho, para ludo o quelisongea a aris-
tocracia natural e voluptuosa de seus instinclos!.....
O ouro, oliuo, a seda, o velludo, as flores, as maos
alvas e a herinina perfumada das duquezas eis-ahi
o que fascina, eis-ahi o que perde esses pobres man-
cebos !... Se o ineu laucar os olhos para esse borisnn-
le, esl seguro... Vou apresenlar-lh"o, nao be '! {Ia-
cania-se.)
Leonora : Por ventura quero lomar parle em
seus artificios diablicos?... O senhor be ridiculo.
Carnioli; Pois bem renuncio a isso. (Torna
a asienlar-se, e dirige o ocnio fallando com dis-
Iraccao.) f.reio que a "enhena tem razo, sria*lraba-
llio perdido... Duranlc o caminho j tenlei discreta-
mente! inculca-la, e para dizer a verdade, nada con-
segu.
Leonora: Prefiro crer que o senhor esl gra-
cejando.
Carnioli: Nao, princeza. Perdoe-me; mas leu-
do esgolado lodos os argumentos, i'nao sabendo a
que santo me encommendasse para desviar esse inte*
liz de sua ruina, tenlei desluinhra-lo apresentando-
Ibe vagamente, bem entendido, em urna 'casia nu-
vem o prestigio desoa alia sympathia.
Leonora : w- Mas isso nao tem nome!
Carnioli : He urna cousa ahoininavel 1... Pe-
co-lbe perdo com as mos postas ; mas a senhora
conhece-me. logo que a arle est em perigo, muta
mais lie sagrado para mim... Issoescapou-me no cor-
rer da conversarlo. Demais nao insist...
Leonora : Felizmente.
Carnioli : Sobre ludo quando vi o pouco caso
que elle fazia de minha insinuaran. Fiquei mortifi-
cado... O rapaz lem o curasao mais preso e a cabega
mais solida do que eu julgava.
canora : Mas que lhe disse o senhor? At
onde compromelleu-me para com esse poeta? Quero
saber disso.
Carnioli: Bem! compromellcu isso lio exa-
gerado, princeza! Dei-lhe a atender nicamente
duas provincias do imperio olloma no. As esquadras
da Franca e da Inglaterra linha devido aproximar-se
dos Dardancllos, e desde aquella poca, se o governo
de S. M. I. o livesse querido, suas fortas navaes te-
riam ancorado nas aguas de Conslantinopla. Entre-
tanto, se elle julgou necessario eslabelecer seu direi-
lo, nao foi de'algum modo seno para fazer sobresa-
hir mais sua moderacao. A natureza das relarues da
Kussia cora a Sublime Porta se linha lomado muilo
anormal para que o estado de guerra n3o succedesse
ao' estado de paz, ou para melhor dizer, era misler
que as musas lomassem oulra vez seu verdadeiro no-
me, e que a aggresso, de que o territorio turco linha
sido ohjecle, produzisse suas consequencias. Esla
mudanca nasituarao exigi um novo movimenln de
nossa esquadra, e a pedido do sullao, o pavilhan-
francez appareccu no Bosphoro no mesmo lempo em
que appareceu o pavilhan britnico.
o Todava, senhor, nao linhamos renunciado a es-
peranca de um ajuste, e de accordo com a Auslrja e
cora a Prussia.comoj o eslavamos com a Inglaterra,
proseguamos ainda esse fim pacifico. Novas propos-
tas, para cujo successo nao deixaremos de empregar
nossos esfortos, foram dirigidas a Porta pelos repre-
sentantes das qnalro potencia'.
n Nenbum tratado com a Kussia prohiba aos nos-
sos navios de guerra a navegarao do Mar Negro. O
tratado de 13 de julho de, lr.il, fechando em lempo
de paz as passagens dos Dardancllos e do Bosphoro,
reservava ao sullao a faculdade de as abrir em lem-
po de guerra, e do dia em que S. M. nos linha dei-
xadnlivreo accesso dos eslreilos, o do Euxino nos
era legalmenle adquirido. Os mesmos motivos, que
ifos linham retido tanlolempo.ua haba de Besika.de-
linham nossa esquadra no porto de Beikos.O gover-
no de S. M. I. linha a pelo leslemuiihar at u fim
seolimeulos deamizade, que elle professa para com
a Russia, e repel ir aos olhos do mundo' a responsabi-
lidade de urna aggravaran em um estado de Colisas,
qne lodas as suas tentativas nao linham conseguido
modificar.
o Demais elle se aprazia em pensar, segundo o
llieor dos despachos mais rcenles do Sr. general de
Caslclbajac, que o gallineto de San Pelersburgo, s-,
tisfeilo rom urna oceuparo, que conshlerava como
penlior, nao lomara de nenhuma sorle a oensiva na
lula, que lao infelizmente comeeou com a Turqua.
Parecia-nos que era bastante, que a presenr* dn
nosso pavilho nas aguas de Conslantinopla moslras-
se" nossa firme inlento de proteger aquella capital
contra um perigo repentino, e nao queramos que
sua apparieo prematura nas paragens mais prxi-
mas do territorio russb corresse o risco de passnr por
uma provocaran. '
O estado de guerra fazia possivel sem duvida, no
mar como em Ierra, um choque enlre as parles bel-
ligeranles; mas estavamos persuadidos que a nossa
reserva seria imitada pela Kussia, e que seus almi-
rantes evitaran) com o mesmo cuidado que os nossos
asoccasiQesde um encontr, esquivando-se de lomar
medidas de aggresso em limites que, se livessemos
podidosuppor o gabinete de San Pelersburgo anima-
do de inlenroes diflereules, nossa esquadra leria
cerlnmenle exerrido uma vigilancia mais activa.
i O aeniilceamcnto de Sinope, senhor, leve lugar
fra de todas nossas previses, e esle fado deploravel
modifica igualmente a alliludc, que leriamos desejado
guardar.
a O acco'rdo que se fez ltimamente em Vienna
entre a Franca, Inglaterra, Auslria e Prussia eslabe-
leceu o'caracler europea da queslao, que exisle en-
tre a Kussia e a Porta. As qnalro corles reconhece-
rara solemnemente, que a autigiiidade territorial do
imperio otlomnno era uma das condires do seu .p-
qnilibrio. A orcii| aro da Moldavia c da Valachia
constilue um primeiro al tentado contra essa rmegr-
dade, e nao he duvidoso, que as prohabilidades da
guerra pessam ofTende'ainda mais.
O Sr. conde de Ncsselrode represen la va, ha pon-
eos mszes, como uma coinpensac.ln necessaria ao que
elle chamava desde cntao a nosso oceupacao marti-
ma, a invaso dos principados danubianos.
o Ciemos, seuhot^ne heindispeusavel a nos rae-
dirinos por nossa vez a exlensao da compensacao, a
que nos dan direilo, nao s nosso ti lulo de potencia
interessada na existencia da Turqua,seno lambem as
disposjtiies militares j tomadas pelo exercilo rufso.
Devemos ler um penhor que nos garanta o reslabe-
lecimenlo da paz no Oriente em candieles que nao
mudem a dislribuito das furris respectivas dos
grandes estados dn Europa.
a Os gevernos de S. M. I. ede S. M. Britnica,
determinaram conseguintemenlc que suas esquadras
enlrnssem no Mar Negro, e combinasSem seUs movi-
mentos de modo que impedlssem que o territorio e o
pavilho nllomano ficassem exposlos a um novo ala-
-que da parle das fortas navaes da Russia.
' Os Srs. viee-alniiranles Ilamelin e Dundas vilo
receber ordem de communicar, a quera for de direi-
lo, opbjecto de sua miss3o, e nos comprazemos em
crer que esle procedimentn leal previntr os conflic-
tos, que nao veramos reherftar senao com o mais vi-
vo pozar.
O governo do imperador, repilo, s tem um fim,
o de contribuir para se conseguir, com condires hnn-
rosas, urna aproxmaruenlre as duas parles bellige-
rantes ; e seas circumslancias o obrigarem a se pre-
munir contra lemiveis eventualidades elle enn-
ianta de que o gabinete de jan Pelersbur-
go, que tem dado lao numerosas provas de sua sabe-
doria, nq querer expor a Europa, apenas reslabe-
lecida de suas convulsOes, a provares, que a Ilustra-
da razSo doMoberanos tem sabido poapa'r-lhe ha l-ao
longos annos.
Ordeno-vos que deis leilura deste despacho
ao Sr.
Assgnado Drovyn de lAuys. j>
. (dem.)
PIEWONTE.
Tarlm 29 de dezembro.
O senado se reuni para deliberar sobre a mensa-
gem em resposla ao discorso da roroa. Nao lem ha-
vido discussao, excepto aignmas considerarles do
Sr: Alberto Ricci sobre passagens do discurso da co-
roa relativas s fmancas e aos negocios ecclesiaslicos.
O Sr. senador Ricci fez volos pela prompla reslau-
rafo das financas do estado, c pelo promplo resol-
lado da lula relativa queslao ccclesiaslica, sobre a
qual os cidados oslan divididos.
O conde de t^avour, presidente do conselho, res-
pondeu succinlamenle s observacocs do marque/.
Ricci e o cnnvidou para esludar a ejposiro da silua-
cao finanecira publicada hojl pelo jornal oflicial.
Exprirfio o desojo de ver logo reslabelecido o equili-
hviti entre as receilas c as despezas, tanto mais quan-
ln so pode realisar tima economa sobre as despezas
ecrlesiaslicas. Quanlo queslao ecclcsiastica, o mi-
nistro respondeu, tpie o governo parlilhava o voto
expresso pelo Sr. Ricci. Ajuntou algumas palavras
insignificantes em si mesmo, mas que fa/.em pensar
que se proseguem as negociates em Roma.
Este incidente nao leve consequenci c o senado
adeplou a meiisagem, cujn Icxlo he o segurase:
Senhar, .
(i As nobres ejpressOes com que abristes a quinta
legislatura do reino, brilham com ossa franqueza e
lealdade, que sao a gloria da vossa casa. O senado
as ouvio com uma alosna respeilosa, nrgulboso com
razo de ver que as liberdades proclamadas pelo rei
Carlos Alberto, c que\ erara vossa virlode, repou-
sam de boje em diante em fundamentos solidos,
erara honradas pelos goveruos amigos, e que as po-
pularnos d estado faziam boui usodcllas.
Depois de ler consolidado a ordem poltica, e
(ornado nossa independencia objaclo do respeilo de
lodos, vosso governo se oceupou, com o cooperario
do parlamento, de emprplicnder reformas grandes e
uleis. O poder civil he reconduzido sua origem,
os obstculos que embararavam ha secutes o com-
mercio e a i&dusira desapparecem ; as communica-
tes inaleriaes e moraes (ornam-se menos eustosas e
mais facis, gratas eleclricidadc e ao vapor. Po-
dis, senhor. vendo oque se lem feito, regozijar-vos
dos beneficios, nos quaes leudes lido to grande
parle.
a Mas vos nos d /.eis que ha muilas cousas* anda'
por fazer, que filia ao edificio de nossas. financas
restauradas a coroa, sem a qual nao se pode dizer que
elle est acabado. O senado est convencido, que a
inteligencia c aclividade dos ministros de vpssa ma-
gostado serao i suaes srandeza da empreza, que a
reslauracao das financas se realisar pela consigna-
cao de novos recursos-e-de sabias economas, re-
commendadas pelo eslado do paiz e pela severidade
dos lempos. Elle esl persuadido de queso faropra-
licamente proveilosas reformaST'*elayvas prolec-
tao dosverdadeiros inleresscs igfreligiao, adnrinis-
raco dos municipios, avensino, seguranra pu-
blica, aos cdigos esos rocos de facilitara nossa ma-
zjslralura rspeilada.a prompta c segura administra-
rn da ju-toa.
a Dos, senhor, que abenr.i a boa fe dos princi-
pes como a dos novos, nao fallar confi.uir que
leniles nelle. Elle saber inspirar aos grandesjiode-
res senlimeutos de concordia e aos povos desejos rea-
lisaveis. O senado do reino, pondo antes de ludo,
segundo seu costume, o bem do re e da patria, ppde-
r dar aos vossos trabadlos um concurso, que no se-
ta intil. (Opinioni.)
I.-se no Parlamento :
a O projeclo de ortaroenlo para o anno de 1854
aprsenla para aodespezas um total de 149 milhoes
314,294 francos, 95 cen.; para as receilas, um total
de 123 milhoes 61,061 francos e 59 cent. Conse-
guintemenlc, ha um dficit de 21 milhoes 253,233 (r.
36 cen.. Dos quaes 13 milhoes97,300 fr. e 39 cent.
silo para aparto ordinaria, e 11 milhoes 155,926.fr.
c 97 cent, para a parle extraordinaria- Ss cumpa-
ramios eslas cifras com as de 1853, acharemos uma

iliniinuicao nas despezas de 1 milhao 613,081 fr. e38
cen., com quanto nas despezas ordinarias baja ang
menlo de 6 milhoes 609 fr.
a O mi idslro nao se preoecupa de dficit dos 11 mi-
lhoes da parle extraordinaria, porque conla con os
resultados da conslrucrao do camiuho de ferro de
Alejandrino de Novara a Arona. Elle dirige loda
a sua atlcnrao para os 13 uiilhes do dficit daparle?
extraordinaria. Far grandes economas no orta-
mento do ministerio de grata cjuslira. Se as cir-
tumslandas geracs da Europa, disse o ministro, nao
fosseni oppostas ronvencao dos 5 por cento sardos,
cujo curso eslava ao par, o equilibrio desejado entre
as receilas c as despezas publicas leria nao oblido im-
mcdiatamcnle com o auxilio desla mui simples ope-
r.irao finanecira.
CMARA DOS DEPUTADOS.
.Sesmo de 28 de dezembro. O Sr. Carona d leilu-
ra do projeclo de memagem ao rei : tille he con-
cebido nesles termos:
Senhor.
' A cmara dos depulados julga-sc feliz de poder
estrear a sess'ovjirigiiido-se a vos. A nobres e ge-
nerosas expresses, com que ioaugurasles a legisla-
tura actual, comrooveram a nacae, que lem lido a
historia fiel dos actos de vosso'reinado. Ella' se re-
corda com orgulho qne vos combalestes valentemen-
(e pela independencia da patria ao" lado de vosso
magnnimo pai; sabe que Icfidesdado sabedoria e
moderaran poltica digna dos elogios do mando,
un> apoio efficaz e uma base sRlida na confiante qoe
lem inspirado vossa firmeza em lempos difficeis, bem
orno vossa lealdade inahalavel; congralula-se de
ler salvo, conjuntamente com vosco, (odas as suas li-
berdades, d ler protegido com vosso concurso a in-
dependencia e a honra nacional contra todo o a nen-
iado, e de trazer rom vosco, erguido e sem mancha,
o estandarte symbolo de nossos volos c de nossas es
peranras.
Esle nobre povo, Senhor, lem vosso augusto no-
me profundamente gravado no coracfio, c cerca de
su dedicarao e reconhecimenlo vossa pessoa sagra-
da e vosa,dj naslia. Temos as segurantas disln, nos
que sahidos de seu seio, participamos de lodos os
seus senlimenlos c de suas afleires. Agradecemos
a divina providencia denos ler reservado, a honra e
a felicidade de provar Europa, qoe o reinado da
lei esl consolidado nesla naro, na quajjmo principe
he o palladin da liberdade. Oxal que a felicidade,
com que elle ten dolado esle reino, seja o preludio
dos altos destinos, aos quaes confiarnos qne a provi-
dencia o lem reservado m seus decretos impenelra-
veis. Continuando "a obra ddMegislattira precedente
daremos ao governo de Vossa mageslade o coocurso
o mais efficaz, que nos fr possivel, para -dcseuvol-
vment da agricultura,,da industria e do commer-
cio, e para o aperfeicoamento e propagarn do ensi-
no e da inslracro.
Nenbum sacrificio nos ser rusloso, 'quando fr
exigido para a defeza da honra nacional, para a con-
sol ida rao e desenvolv menfo das insliluires Cbnsti-
lucionaes, qne vosso augusto pai inaugurou, e qne
orcscem abrigadas i sombra de vosso throno. To-
dos os nossos esfortos terao por fim facilitar esse pro-
gresso moral, intellectual e material, que he vida
das natoes.
n Senhor, unidos e grupados em derredor de vos,
sentimos crescer nossa coragem e nossas forcas. A-
praza a Dos abehroar e perpetuar essa oniao, c
guardar por muilo lempo a vossa mageslade, no amor
e reconhecimenlo de seu povo (Applausos.)
Esle projefto foi approvado.
He submetlido cmara o projeclo de lei se-
guinle:
a Art. I." O governo do rei he aulvrisado, al o
fim de marco de 1854, a receber as laxas e imposlos
directos e indirectos, e a pr>gar as despezas ordinarias
do estado que nao admillireui demora. Esta facul-
dade he concedida na medida fizada nos orcaraentos
de 1853, com as reductOes prdposlas nos de 1854.
Arl. 2. A percepcao das conlnhuicoes directa.
ser operada, provisoriamente cat publicarlo dos
mappas de 1851, cqnformeas de 1853 e'na medida
fixada para o dilo anno. '
a Arl.. 3. A faculdade concedida pelo arl. 5 da
Ieide3t.de Janeiro de 1852 ao ministerio das finan-
cas, de emitlir a plices do thasouro al a concurren-
cia de 21) milhoes de libras por anteeipacao das cou-
trihuiees. he renovada para o auno de 1854, nas
condi-x es estahelecidas pela tci.
A cmara approva por maioria da 86 votos cunlra .
13o projeclo de lei qu autor isa o ejercicio previso-
rio do orcamento de 1854. Depois continua a veri-
ficaejo dos poderes.
que a senhora me fallara a respeilo delle com mos-
lras.de inleresse, que me exprimir o desejo de ve-
lo um instante... ouvi-lo ao piano, e duas> ou Ires
cousas do mesmo genero. -
Leonora : Muilo obrigada, na verdade... e el-
le respondeu como antigamenlc : Sylvia Sjlvia !
Carnioli: Sv Ivia for ter'.- meu Deos.'sim.
Leonora:Era uma palavra. o senhor expoz-
rae em efllgie ao desdem desse rapazinho?
Carnioli: Ah! quer agaslar-se por semelhan-
te mizeria? {Leonora ergue os hombros,e rol tase pa-
ra a sala.) Ah! Hnahdil vai cantar sua grande aria...
Alientan, eu lhe supplico, he o damnle da nhra.
(Boabdit canta sua aria, a qual Iteacalhicla rom
traitsportes frenticos; toda o sala levantase e sa-
potea de entliusiasmo.) Se quer princeza. conlem-,
piar urna expressao de semblante verdaderamente
sobrehumana, veja a noiva do pola : ella esl ad-
miravelmenle bella e cntenle, nadando em sua glo-
ria c em seu amor, he um archanjo em exlase dianle
ilo senhor!
Aeonoi'a (dirigindo para ah o oeulo): Essa nip-
ra deve padecer do peilo. (A opera acabase : cha-
man, o maestro rom furor.) Oh nao spparcrern el-
le mi lim ?
Carnioli (levanlando-se, c dchi-ucando-se para To-
ra do ramarole): Ei-lo. Bravo!" Bravo, meu li-
Iho (Roswein adianlase nosecnario sondando. Os
bracos rompem com mais forca ; uma chuca de ra-
malhetes caite no srenario ; as mutheres em pe nos
camarotes applaudem agitando os teneos. Chamara
fosteein multas vezes.) Veja, princeza, por favor,
que ol liares elle Irora com" a Serloria... Cerlnmrote o
co vai fulmina-los... he mais felicidade du que a
Ierra supporta !... Convra confessar que ambos sao
eenlis... Bofe, emliin amem-se elles e casem-se.....
hav'era enm efleilo alguma musa de monstruoso em
perturbar a pura felicidade dessas duas bellas almas !
A senhora nao atira-Ihe seu raraalhele?
Leonora : Se isso podesse *ser-Ihc asradavel.
(lilla alira o ramal/tele ; sensaco na sala; mur-
murio de udmiracao ; todos os olhos dirigem-se pa-
ra sonora, a qual recosase na putlrona, e desa-
ta a rir.)
Carnioli : Que aconleceu ?
Leonora (rindo) :Oh! meu Dos! meu Dos!
Carnioli! meu lenco foi com o ramalhcle !
Carnioli: Foi tima'advertencia.
Leonora : Eu linha enrolado o pVdo raraalhe-
le no lento... en leude '.'
Carnioli: Enlendo muito bem. (Cn/ie o panno.)
sonora ;levanlando-se)Oh 1 fujamos. (tise.) Oh!
meu Dos! que aventura! tira lento magnifico! (To-
mando o fraco de Carnioli ella salte.) Seu pola
m'o vira Irazer? (Hi-se muilo.)
NA ESTRADA DE PONZZOI.ES.
Na mesma noite. Luar.
loswein ( caminhando lentamente ): .....Que
olhar'.n.J o linha observado naquelle baile... um
incendio de noite sua negra pnnilla rola em suas
profunde/as quenlrs diluvios, e partculas de ouro
como uro mar sombro incrustado de estrellas... Que
pensamenlos mysleriosos agilam-sc nessa caliera alti-
va debaixo dessa fronte paluda e enfadada?... Ah !
quem mergulhasse no abysmo dessa potica melanco-
la, nao acharia ah seno o vacun e o nada As prc-
ocenpatoes bagaes re uma mnlher. a rolina munda-
na! a lembranra de urna walsa, ou a conceptu de
um penleado!... Nossa imaginarao vida do ideal
edifica lodos os dias Sobr vaas apparencias esses
pretendidos typos romanlicos, que dissipam-se ape-
nas se Ibes loca, como elementos vulgares JNada ha
mais semelhaule debaixo do co. que uma mulher,
e uma mnlher Sao raras aquellas, ruja alma nao
dcsmenle os sonhos doces e profundos, que sua bel-
leza faz nascer... i Com emocao.) Querida Marlha .'...
querida verdado !... Camhiha algum lempo em si-
lencio.) Uma distraccao... he evidente... ella' fui a
primeira a rir-se disso... e todava no momento em
que oframalhete saliia-lhe dn mo, eu a conlempla-
va : seus olhos abriram-se repentinamente romo uma
niivrin, qne laura o raro... ella robrin-ine de rham-
mas '.... (Com colera,) Ah que Importa !... {li fil-
gtltl passos.) Esse mizeravel lento de renda qnei-
ma-mc S peilo!... (Tira e lanca-o fra.) Vai-le! (Om sopro de rento torna
a tra:-lo a /rus pt; ffle apanha-o. e para encos-
tado a unta artore do caminho.) Sao os perfumes
morlaesdn Oriente... ella ensopoa-o no veneno co-
mo un punhal indio Que quer essa mulher comi-
so? Eslou cerlo de que bem sabia -o que fazia!.....
Que quer comiso'.' Que diverljmenlo brbaro se pro-
poz? al onde teria levado ?... Ah I para que sup-
por o mal?... lima pensativa enlhusiasla lalvez, nao
obstante ser fidalga uma pobre alma captiva de
chimeras, que gasta em sonhos de menino suas eter-
nas horas de desenfado I... Snu eslranho a esse mun-
do... qnanlas vezes tenho desejadn penetrar no sane-
luario dessasociedades olympicaf!... esludar em mu
desses rur.iroes brazonados um idioma descouhecido
da lingua das paixOes!... Prestigio invencivel com
que nosdeslumbram essas altivas patricias! Parece
que sua belleza mais pura e mais exquisita se tem
pouco a pouco divinisado nos refinamentos de seu
lujo hereditario... Parece que seus corpos soberbos
sao feilos de uma substancia immorlal, e que so o
contacto de sua mijo deixa perceber essa delicia ler-
rivel. que petrificava os pastores anligos, visilados
pelas deosas amorosas!... Illusao ridicula'.... uma
hora... um instante me bastara para extinguir essa
ultima curiosidade de minha mocidade... icaria mais
tranquillo depois nao deijando aps de mim nenhu-
ma sedcelo viva, nenhuma sensato em pe... esse
ideal visto de perlo rahiria ein poeira como os ou-
troa... Ella mora perto daqai... sim um instante me
bastara... Eu poderia, sin Irahir minha palavra...
Ah I vergonha sobre mira corceo covarde, eu pre-
ferirla despedataMe cora asmaos! saugoe maldito
A manhaa e depois d'amaohSa os depulados Iraba-
Hiaro emsuas commisses. (dem.)
A nova sesso das cmaras piemonlezas Tni bre-
la em Turim a ff.de dezembro pelo rei. As ultimas
noticias que recebemos daquella cidade sao ile 2(i.
A cmara dos depulados nao linha terminado ainda
a vorilieacjln dos poderes dos scus membros, e to-
dava na sesso de 26 linha procedido a elcico do
sen presideute. O Sr. Boncotnpasni, que presidia
i cmara precedente, era o caudidaln do ministe-
rio; oblcve uma grande maioria, porque sobre 107
volos, reuni 74. O Sr. Prelo, candidato da es-
querda leve 20 smenle, c 13 volos se perderam cm
nomes, que nao (em nenhuma sisnitirarao polili'-
ca. Mas a cmara se compile de 206 membros, dos
quaes quas a nietade nao tomn parte no escrali-
uio, e a maioria, que nomeou o Sr. Boncampasni.
forma apenas o terco da cmara. Esla deirao, de
um biuii asouro para o ministerio, nao he coratudo
bastante, para apreciar coin alguma certeza' os^Mc-
menlos, de que se acha composta a nova cmara;
eis-aqui alguus esclarecimeatos-que temos raza pa-
ra crenuos exactos.
Nolou-se o arande m'imcro de elcilores que cm
todos os collegios quizeram participar a eleicfio dos
depulados: as recusas c ausencias foram'muilo
mais numerosas cm 18i8 e 1819; concla^^^nni
com razo que os costumes pblicos tem fcihv no-
laveis prosressos, depois do cstabelecimeiito do r-
gimen constitucional; que o goslo das instituirnos
lem penetrado por toda a parte na populacao. c
3ue loxlas as classes se achanv siuceramente dedica-
as ao Eoverno monarchico e liberal-, que o rei Car-
los Alberto fundn, eore Vctor Einanuel lem tan
felizmente sustentado. Essa solfa-iludo so nianifes-
lou al nos partidos que, em sentidos contrarios,
si- haviam mostrado al aqui chelos do m*volitado.
|iela ronsUtuirao, e se esfortavam |H>r destru-la mi
torna-la impraticavel. Elles se submcllem a essa
lei suprema sem enndiroes c seln reserva,e pde-sc
crer que finalmente a lem aceitado.
Tamben) se ohscrvou a ordem que rcnoii nas
eleirocs. Na verdade a prova nao era sem perigo;
os pretextos de asitarao nao faltavam. o se pode
lemhrar que se havia concebido alsuns alarmas.
en preferira derramar-te lora do minhas veas!
Lile aparta-.se a passos precipitados.)
L'M CAMARIM DA VILLA I-AI.CON1EKI.
Interior de uma sumpluosa ciesancia.
sonora recostada nos coxins de um ditan, o ca,-
valleiro Carnioli em pe brincando con^mma ca-
deira.
' Carnioli: Enlo posso esperar v-la em Ma-
drid pelo mciado de jun ho ?
sonora: Sim.
Carnioli: Sua conversac,ao.Je a de uma pessoa
enfadada, princeza. Se pata romper o curso de suas
ideas ceiassenios, que acha t
Leonora : 'Nao.
Carnioli: Qur que me rclire ?
sonora : Nao.
Carnioli (locando no teclado de um piano):
Quer que loque o canto de Boabdil ?
sonora : i Nao,
Carnioli : Quer que diga-! he o que a senhora
quer?
sonora : Diga.
Carnioli : A senhora quer ver n signor Andr
'Kosttein.
Leonora ( Iranquillameute ): O senhor he um
insolente; mas isso me he mui indiflerenle. Faro
tanto caso do voss. meu amigo, e do mjlndo inlciro
como de xima peta de cinco francos.
Carnioli: Do mundo inleiro, excepto o peque-
no Andr Roswein.
/sonora : Bem entendido.
Carnioli: Mais um pouco de paciencia, elle
nao larda. .
' Leonora(com a mesma negligencia) :Se elle
livessa esse incrivel alrevimenlo, misara o senhor
dizer-me iva face, que cu o receberia 1
Carnioli: l'erdoe-me, princeza, a senhora re-
cebe-lo-liia mal, passa-lo-hia no laminador de seus
rrucis desprezos, o remelle-lo-hia assim quebrado
sua noiva, isso nao padece duvida... mas, emlim
seria uma emocjio. Nem lodos os dias lem a gente um
pola aus seus ps.
Leonora : Diga logo que alirei-lhe o lenco vo-
luntariamente, e nao fallemos mais a esse res-
peito.
Carnioli i -r- Nao iImd isso.
sonora { assentansflpe no divn com violen-
cia ,: O senhor Mansa l'or ventura nao vejo
cltramcnU que o senhor o tensa'.' Seja Tranco uma
vez em soTvida OTenhoraJulsou que eu obedeca
servilmente, como uma escrava de harem, s odiosas
sUpsestes com, que me aloinienlou loda a noite !...
f?*onhar he um niiscravel!... Ah I cortamente le-
nbo pena desse'rapaz quo est bem innocciile de to-
das casas manobras... mas se vier, desgrasado delle!
Manda-lo-hei esboftear por um-criad(,^!ma-
gar-lbe-hei na face essaIndignas uspeiaa',
1 *
.1
3

v
M.leo ( entrando ): Ahi esl um mancebo,
que insisleipara que estacarla seja entregue se-
nhora princeza. ( ^sonora mna a carta, paisa-a
peta lista epoese a rir. '
Leonora : Sabe, Malleo, j (orno a cQtmar-le.
( Matteo sahe, a Carnioli. ) Que meaconselba ?
Carnioli ( muito grave ) : Princeza, he perigo-
so rir com a senhora : acSaho de ouvi-la qnalilicar
enm exlraordinaria severidade alguna gracejos, cujo
goslo poda ser equivoco ; mas cuja inlenrao cerla-
menlenaoo era. Ilumilha-me ler de dizer-lhe que
minha idolatra artstica nao chga ao ponto de im-
molar nos aliares de meu dolo os senlimenlos mais
inviolaveis da amizade e da honra; Para nao expor-
me duas vezes alaeserros, darei uma resposla seria
a uma pcrgunla que alias julgo nao s-lo : a senhora
nao dew receber esse mancebo.
Leonora : Porque ?
Carnioli: Porque seria um escndalo. Isto sal-
ta aos olhos.
sonora : Nao quera ha pouco que eu o con-
vidasse para ceiar ?
Carnioli :- Sem duvida ; mas he muilo difi-
reme, senhora, receber um bomem a titulo de con-
vidado a receb-lo em qualidade de galn castella-
no, que avenlura-se nas casas na l' de um ramalhc-
le, onde um lento cabido a seus ps. A distraccao
que a senhora leve cessaria de s-lo aos olhos do
mundo, se juslificasse de alguma sorle a maneira van-
lajosa pela qual esse rapa/ parece t-la interpre-
ndo.
Leonora : Nao pedio-me no inleresse orarte e
do universocivilisado, que usasse de garridice com
o joven maestro ?
Carnioli: Pedi-lhe alguns etfaodos de garradi-
ce, sim ; mas n3o um lanc/) de rede como esle!
Leonora: Convinha explicar-se, men amigo. '.
Carnioli : Vou explicar-me, princeza; anda
he lempo. Perder o lento nao he nada ; mas acolher
em sua casa alia noite aquello que o achou, isso tor-
na-se alguma cousa.. Acrescento que fra presumir
muito de meu bom humor, jlgar-me disposto a ale-
grar com a minha presenta uma entrevista desse ge-
uero.
sonora : A que horas parle para Ilspajiha ?
Carmoli: Logo que a senhora der-me que
ceiar, ou me pozer no andar da ra.
Leonora : Pois bem, saia !
Carnioli (loma o chapeo, sada profundamente a
Leonora, e dirige-se para a pona. Antes de sabir,
murmura rindo comsigo mesmo ): Oh I nao re-
presenlei mal islo! ( Sahe. )
Leonora: Malleo Matteo entra.) Faz en-
trar esse senhor. Ah 1 Matteo, viga no que le disse.
( Matteo sahe.)
(Contmiar-se-ha.J

"\
_-e*/*. j, '.... ..i \mirmmmmv




1
DIARIO QE PERNUMBUCO, QUINTA FEIRA 9 DE FEVEREIRO DE 1854.

------m-^iuijui-aciidu .causaran! essas
apprenensoes, pois que aperar da gjavidade das rir-
cumslanctas e a rapidez da crise UkrTtem explotadas
petos partidos exaltados, a Iranquillidade nao Coi
perturbada.
sae-se que no Picmontc lia prov incias, onde o
'i j exerco sua iotluencia som rival, o oulra on-
de domina o espirito municipal, mais indeponden-
le e mais fundador. O deputados pleitos debaixo
la influencia do clero porlencem ern geral ao par-
tido conservador, ao paseo que a inlluencia munici-
pal lie c!m utilidade dos candidatos do partido ra-
dical.
Quasi os don tercos dos deputados, que formavam
a i|ltinia cmara foram reeleitos (130 sobre 204) ; o
oulro terco foi renovado (74); mas dez deputados
Imam eleitos por dous ou por tres collegins. Os no-
vo deputados nao alleraram sensivelmente, ao me-
nos como se er, o espirito da cmara. Se o minis-
terio soBreti albinias pedas, foram recompenslas
por um .numero quasi igual de acqtlisres. Se a es-
querda radn-al gauhoii alguns votos, a dircita os
perdeu; masa direita que nao perdeu iieiihum dc
scus membros importantes, consesuio fazer eleger
lous oulros liomens consideraveis, os quaes certa-
mente lero loso autoridade na cmara, cm razilo
de sen carcter e, de sea mrito. A direita espera
minio do Sr. Costa de Bcauregard, eleito e'm Cham-
oorv, e que enega nu ranura precedido de urna re-
initacao de integridade e de Talento. A esquerda
lelo contrario, penleu seu orador o mais brillianle,
oSr. Broflerio, qoc foi vencido em ramios collesios.
Sr. Broflerio se tinlia Teito nolavcl pola farilida-
de de sua expressao sempre incisiva' e algumas ve
zes eloqucntc.
Em Genova as elciees pcrtcnccm lodas a extre-
ma esquerda; deve-se inferir dahi que o> espiri-
to revolucionario tcm feilo progressos na capital
commercial de- Picmontc'! O commercio entreunto
nao podeaviver sem a seguranza, que o espirilo rc-
voliirionario nao Hic dar jamis. Explica-sc o ca-
rcter das eleices de icuma por esta rrcumstan-
cia de qneessa ridtde est por assim dizer invadida
pelos exilados polticos de todos os paizes, e que se
torno uestes iillimos anuos sobretodo um lugar de
refusio, pelo que os aovemos vizinbos se tcm mais
de urna vez inquietado. Entre os novos deputados
Jo lienova ligura o Sr. Prelo, ministr dos nego-
cios eslranseiros do re Carlos-Alberto, desde 16 de
marro ale 19 de agosto de 1818; be elle que recu-
-"ii aceitaras indignes lito honrosas e Uto vantaio-
sas para o Piemonte, que a Austria tiulia oOerecido
antes da balallia de Cuslozza,' que o marecha! Ra-
'> le" ao exercilo pentontez a 23 de iulbo de
1818. '
A ima te Sardeuha du resultados inexperados:
em Cagliari, os novos eleitos nertncem lodos a
..piniao radical, ao pauso que na provincia do norteJ '-"""''" 'ras. u connecimenlo que liveram
em Sassary, os ex-deputados que linbam assentona! ProP"elas dosaconlcrimenlos loteros, foi o eilo
extrema esquerda, foram substituidos pelos candida- de revelages divinas, e he d'abi que deriva unica-
los da direita. ...
Em siunuia o partido da direita perdeu mais que
oanhoti ; o lado da esquerda ganbou mais que per-
deu. Rectateos que seja isto um bom symptoma.
O partido iiluislerial fica sendo quasi o que era;
r-seqne elle rene os dous tercos dos membros
da cmara, os quaes formam o centro dircito e o
eajro esquerdo. uppomlo-se a reaman de todas
as opposicocs. o ministerio teria anda a maioria
na vedade sio boas candil-oes. Be, i
.krtTxistem realmente c se nao de bo
que hayemos de saber logo.
O ministerio se felicita com razao do sen succes-
sn; lem plena confianrn na cmara que oaeteitores
acabam de lbe enviar; est convencido, dizem-nos,
de quo elle lbe dan o apoio uecessario para fazer
adoptar seus projeelos de lei c vencer todas as re-
sistencias ; aflirma que esta cmara igualar cm mo-
ilcracjto e sabedona aquella, cujo lugar oceupa; que
sus tetiberarOes forltficarao o principio eonslirn-
i-ional desepvolvendo-o, e assegurarao a prosperi-
lade sempre cresecnte do paiz. Convm rrermns
cm ludo islo, porque o dsejamos Uo ardenleincnlc
'miio o propno gabinete piernn tez. mas anda assm
nossa inquietarlo subsiste, e desojaramos que o nii-
, nisleno, sustentado pela maioria ds cmara electi-
va, nao esqnecesse que algumas vezes essas materias
lao compartas e tilo decididas no principio se can-
eara fcilmente, e depois eufraquecem poocoa pou-
co e desapparecem. Temos visto frequentes exem-
los, e nossa experiencia Talla alto.
Se roraprebendemos bem ludo que .sabemos de
Tiirim, o Piemonte est prximo a entrar em urna
nova pbase ; o -governo se propoe apreisentar outra
\cf neranle a< cawmtrzts nnriiu i..ui. j.. .: ___
te lagrimas. Mas Dos nao deu-nos o poder de
penelrarmos nesse oulro mundo por todas as viav
que a imprudencia humana lenlasse abrir.
Elle nos ordena que no elevemos at sua essencia
infinita pela adoragao, pela oragao e pela contempla-
cao de seus divinos al tribuios; cm sua inefovel bon-
dade elle di s nossns almas o alimento divino da Eu-
rhars|n, na qual o eco c a Ierra eslo smente sepa-
rado por um veo; elle quer qi: do fundo de nossa
mizera possamos invocara inlercessao dos anjos e dos
santos, que assistem em torno de seu llirono, e esta-
beleceti mesmo entre nos e as almas, que acabam de
purificar-se de suas faltas, urna le i de ciridade que
nos permute applicar-llies o mcreclmento do nossa
obras e de nossas proprias salisfacTies. Assim a ora-
cao, a invocarao, os sacramentos, o sacrificio da mis-
sa, e as praticas santas da igreja sao os lagos sagra-
dos que unem os chrislos ao mundo superior. Que-
rer penetrar nelle por outro caminho, procurar des-
cobrir por vias naturaesos ravslerios oceultos do co,''
ou os lerriveif segredos do inferno he a mais louca e
mais criminosa ompreza: he tentar perturbar .or-
den providencial, e fazer innuteesbirros para pas-
sar os liinijcs postos i nossa condico presente. So
apraz a Dos em casos infinitamente raros elevar at
olerecro co almas conhecidas, e reservadas para
seus designios, isso ho entao urna demgaco da lei
commiiin que o christo humilde nao procura, e que
lieos nao concede jamis aos vaos desejos da curiosi-
dade. '
Estas reflexOes nao se applicam porventura com
'gual jListeza lemeridade daquelles que lentam co-
nhecer as cousas futuras pelas experiencias de que
fallamos? O futuro est coberto a nossos olbos de
um veo mpenetravcl; elle he para nossa fraca iulel-
ligencia esselivro fechado com sete sellos, que nin-
guem pode abrir nem mesmo ver, uem no co nem
c na Ierra, nem debaixo da trra, senao o Lto da
tribu de Jud, o descendente de David, que oble-
ve pela sua victoria o poder de abrir o livro, e de
quebrar os sete sellos. S Dos em sua sciencia
infinita conbeceas cousas futuras, as quaes nao est*i
ligadas a causas necessarias, mas dependen) dolivre
arbitrio das crealuras. O conbecimenlo que liveram
mente a forc.a das propbecias para provar a verdade
da diiulrina evanglica.
O Creador, que em sua bondade nos dexon q co-
ohecimanto do passado para lirarmos d'abi lices
ulcis, recusou-nos em sua sabedoria o conhecunculo
do futuro. Nossa ignorancia a esle'refjeili^h\>
,. 'ndamentonecessariodasociedadehuman.^Como jn
como se diz, el- poderia esta sociedade existir um' s dia tendo o co- ,., r. ,
m quilate; he o nhecimenlo claro e distiuct. do futuro? Imagine-se 3P
sbita nos descourisse lodo o resto de nossos deslinos,
e o de nossos scmelhanles, os bens e os males, a vida
e amorte, no lempo e na elermdade? No mesmo que sois nossos amigos, por que a mo do Senbor pe
inhnln i naKtn.l.^.1. -____,__.._, _^___i.'__... ... t .
....... |.n.. i. .uomtiiii se propoe aprescnlar outra ""mi u" que peas uzesfia san razao .' Ora que
ez iierante as cmaras certos projectos de lei, que faz elle para ebegar ao conbecimenlo dos secredos lems combatido at qui.cl
IHMenamsusc.lar.liscusrf.es animadas c encontrar que Dossubtrahio a nossa vi0.x" i s, principios que nos parecem
poderosas resistencias. Ah est o perigo para o mi- 1*" i '^'WSo Interroga nao se deye concluir dah, que ac
llM'rmn I.1M no .....I,...,... -__ .___.!.-- nllS e\ leneiU* aS IHKlerosas resistencias. Ah est o perigo para o ini-
nisleroe para os poderes que a conslituicao lem
rumiado. Se o ministerio persistase cm seus pro-
jectn,,se repellisse absolufamenle lodas as Iransac-
.'"s, palera ser logo bem succedido; porm teria
enlesiali. lodas as molas do governo; e um da elle
caliiria falalmentc rom grande perigo das nslitui-
cocs. Por ter triumphado as eleices, elle deye
ser mais mpileradocm seu Iriumpho; nao se esqiie-
,.,.., -Ti...... r.r """"('""' """ "q"c- unasuaqueiiesque mereccram, pela sua inlide-
aque se abusisse dellc. ofienderia a maioria da lidade romnarlillnr i- V
cmara, que nao seria mais que urna maioria resig- "npart.Ihar seus supplidos; emfim poe-se
cmara, que nao seria mais que urna maioria resig-
nada, aleo dia cm que se deixasse levar por sen re-
sennicnto.
A moderado no governo dar ao ministerio a
naioria no agnado. Ora a conquista dcsla maioria
he. uma necessidaile para o gabinete, o qual teria
(Hididn oble-la fazendo nina ereaeao de senadores;
|Mtrcm reeuoii diante desle meo e fez bem, e espe-
ramos que persistir. Preferio dissolver a dBinnra
electiva e as eleices lbe deram razan. O senado o
'unipjelieuilera sem duvida, c fara por sua vez lu-
das af rnneessAes que n'au forein inrojnpaliveis com
sua diamdade e com os principios fuiilanientaesdos
quaes elle he o defensor. Se o ininisteru a o se-
nado se ilcuarein suUr por esse mesmo espirilo de
prudencia e de modefacau, esnseguirao, nao duvi-
lamns, reslabelccer enlr os poderes cunslitucio-
naes a boa liacinmiia um linimento pcrlurliasla, e o
governo continuaJEH sua accao enMiea e poderosa,
que o prolnngatln conflicto das tilias cmaras para-
usara rom grande prejuizo do pafe.
A liespanlia da neste mninenlo um cxtmplo liera
Inste; tambera l se mpcuhou ulna lula entre un
imnisli rinqne possutj a ronlianra da corda eose-
nailo, ao passo que a cmara elecliva se mustrava
antes favnravel do que contraria ao gabinete. O sc-
ado nl.n.ii a sua sem-razao por sua opposicjo in-
tempestiva, e.o miiistcrio, que se linba honrado 'rom
sua volla sincera consauiirao, pode sem prejuizo
|ra si e lalvez que rom applausos do grande nume-
ro d> iKinscidadaos.supeiidcr-Uieaiiiila uma vezo
sen exercirio. (Hala que nao succeda o mesmo cm
1 nrini, e que se comsiga enlcnder-se para fazer o
bem.
Pennillam-nos ma ultima oliservacao: a silua-
< geral da Europa j bem ameacada, "lendftangra-
var-so mais todos os diaae de todas as parles parece
|ierseii(ir-se uma crise violenta bo qual anda mal
iH-reililaism ; maseiiifim se easa irise rebentar, que
paiz, que governo no lera precisan de lodas as suas
rrSK*n'Pdiodos os sen recursos* E quein |h'h1c ili-
""r WH ser a |wrledo Piemonte lias complicacoes.
as demnlens. nos persns que \exarcm a Europa?
i* vonladc. em un ooinenlo semelbaute, aquellos,
qur sai. animailos de um palrii.lisriw. sincero faran
ralas lodos os' seus ilescontenlameutns c i-diario suas
nnenlOes, porque ilevem toilos oslar animados de
nnt s e mesine sontimenlo o amor ta patria, e reu-
mr-oe na piwecuc.lo de um s o mesmo lint; a con-
servarn da glor-
dependencia.
.-. ^ .... ... miii n.. ,- iiii:>iiiii un : ,| |-|l||-
gloria dk patria c suslentaclo de sua in-
(Idem.J
Fa*urai do Upo de Tlviar a clero de sua
Har o perico lea experiencia das
i tallante.
Jos Hippolylo (iubert.por misericordia divin'a,
e greca de santa s poslolica, hispo de Viviere, ao
riere de nossa dioeese sande e benjao em Nosso Se-
nhor Jess Clirislo.
Ha muilo lempo, charissimes cooperadores fal-
la-e milito no muodJMe pheoomenos Alraordina-
rw, attribiildos a eo seique agente ayslerioio, ps
quae jueja-so obler poodo-se as roaos de cerla ma
impulsiva apparente, e dizem, que respondem por
me de signes previamente convenclonados, as di-
versas perguntas que hes sao fetas.
Emqainto essas operarles apresenlaram smen-
le o carcter, de om exercicio puramente recreativo,
instante a perturbado e o susto eslarjam por toda a
parte; lodos os lajos se quebraran! ao mesmo lem-
po, e o mundo moral sera reduzido ao nada. A-
prendamos, pois,. a respelar a sania escuridao, em
que a Providencia involveu nossa existencia sobre a
Ierra; pois Indo o que Dzessemos para apartar a
nuvens, que oceultam as cousas futuras, seria urna
lenliva insensata de revolta contra asleis da sabedo-
ria eterna.
Mas se o bomem deve _encerrar-se no circulo
qne a mao de Dos tracou-lhe em roda, nao seria elle
duas vezes culpado, empregtndo para ultrapasar es-
S8 limite meios qne nao sao menos reprovados pela
religiao, do que pelas luzesjla san razao Ora que
retardes sao necessarias. e sao sobretudo doces e con- nacao, dispertam as paxoes adormecida e nue fnr mnn ...-------------------.----- ------------------
soladoras para a pobre crealura desterrada nesle val me.Um o foco impuro da trplice concupiscencia 3Lh 1"^|W,,H,^ll'lil"',IB, da colheila. Confessa o Moniteur que a delicien- .palmele na feira de sabbado passado, que lodo le mero espectador dcsUs gen
a nos depsitos francezes de, cereaes nao pode ser admiraran, : nao se pode aliriboir esta abuml.ncia ramento que presin, e pelo ,
avallada em menos de 10 mllhes de hectolros, de de farinha so ao preco, porquc em verdade anda deseapenhar a funecoe de a
cujaquanlidade quasi metade ainda existe para ser nao lie elle excessivu. atienta a grandeza da medi- ti eonHanea men emarnoA= 2*'..!. .... "
------.....*---------~ --a*"vi; vinii .j|it?tt;in til,
Mas sebamos lambem que Jess Chrirto, pela victo-
ria que alcancou com a carne, /anpou fra oprnci-
pe desle mundo ; que o poder externo do demonio,
cujos tristes effeitos encontramos 13o frequentcmenle
no lempo do Salvador e as idades precedentes, foi
singularmente enriquecido, e nao se exorce mais de
uma maneira sensivcl sobre o homem regenerado.scno
em raras circunislancias.que.Deos permitle nos desig-
nios desuajuslicae algumos vezes de sua misericor-
dia. Para que. pois, ha liomens bastante impruden-
tes que Icnlem reslabelccer o imperio desso eterno
inimigo do genero humauo, provoquem a serpente
esmagada pWo golpe' nue Ihe vibruu na cubera o pe
da muIAer, e coiividem-ua de alguma sorle para rei-
nar oulra vez na Ierra
Como se pode emfim encarar sem horror como se
pode ver, como isenlas de perigo para a salvacao
eterna, essas c0mmunica5f.es (om os espiritos do a-
bvsmo ? Demonios ou condemnados, ambos sao as
victimas da justicadivina ; Dos os tem maldito e
.arrancado da vida, que est nelle s. E vos que as-
piraes a amizade e a posse eterna de Dos, podei por
ventura crer que um commercio familiar nos seja
permiltidocom aquelles, que eslo na morlc elerna|?
NoSsasrelacoescomosseresdesgracados e malficos
nao podem ser, se nao relacoes do odio, de maldic.Ho,
de repulsao absoluta ; e queris eslabelecer de i-
verlimcuto, de curiosidade, e dirti, quasi de benevo-
lencia 1 'leudesesquecido por accaso a palavra de
San-Paulo: a Nao pode liaver commercio entre a
luz e as trevas nem allianca entre Jess Christo e
Belal .. ; e ess'oulro do mesmo apostlo: Nao
podemos fazer parle ao mesmo lempo da mesa do
Scnhor e da mesa dos demonios o ; -e finalmente a
lerrivel resposla de Abrabam ao mo rico, que pede
, que Lzaro venha derramar-llic uma galla d'agpa
em sua liugua abrazada : a Eiilrc vos e nos ha um a-
bysmo, de sorle que nao' se pode passar daqui para
vos, nem vir aqu do lugar cm que estaes. Assim
ludo se rene para vos fazer repellir as praticas de
que se trata ; ludo vosmoslra, que ellas sao implas,
supersticiosas, condemntveis por lodos os princi-
pios.
Por ventura nos ser necessario, depois do que te-
mos dito, fallar das communicagoes com essas almas
ja separadas de ns.masqoe nao estao ainda unidas
a Dos, esperando no purgatorio o dia do livramen-
10? A igreja lera determinado nossas relajos com
essas almassantas ; ella quer que as consolemos per
meio de uma recordado piedosa, que intercedamos
por ellas, que Ibes appliquemos o mrito de nossos
suffragios e de nossas boas obras. Mas a igreja nao
*pde approvarque lancemos nossa visla nesse lugar
de expiacoes ede lagrimas, se nao para retirar dahi
um temorsalular para nos, e ama til compaixao
para essas ajinas sollredoras, muilo menos ainda que
insultemos sua mizeria, querendo faze-las servir
le nossa v3a curiosidade. Ab n llies
aggresso andaz e injusta.
Entretanto, contra a espectaliva geralmente forma-
da tanto peste paiz como era Franca quando o desas-
tre de Sinope foi condecido, astevera-se agora que
as esquadras combinados nao cutraram no Mar Ne-
gro no dia 22 de dezembro, o, sejnm quaes fossem as
inlenroesdo embaixadoringlez e dos almirantes, ella
nao foram reolisadas. lim contemporneo al pu-
blicou uma carta de aulbeiiticidade um pouco duvi-
dosa, dzendo ser a resposla dada a 12 de dezembro
pelos embavadoros ingle/, e francez ao pedido que a
Porta fizera acerca do apoio activo da esquadra. Fi-
camos duvidosos quanto i veracidad^ desemelhantc
documento, que ainda nao foi confirmado por ootras
fonles de informagoes, e nao he authenlicado pelo
eslylo usual e assigualura de lord Slarlford ; mas
nao era segredo em ConstanlinopU a grande indi gua-
ca o que foi manifestada pelos embajadores e
pelas autoridades navaes em conscqucncia do despre-
zo dos seus conselbos, a que se poda principalmente
aiiribujr o lerrivel desasir em Sinope. O Copudau
Pacha mandara ao mar a esquadra de fragata turcas
com perfeito conbecimenlo de qoe o almirante russo
que commanda em Sebastopol em qualquer lempo
viria contra ellas com uma finca extraordinaria.
Osman Pacha permaneccu em Sinope, poslo que fos"
se duas vezes avisado acerca do perigo da sua posifSo
por Mustapha pacha, que passou em Sinope com tres
navio de guerra indoe vindo da cosui da Circasnia,
e que vollou salvo para o Bosphoro, ao passo que Os-
man permaneca em Sinope para ser destruido. Pare-
ce que em Sinope ha lmenle nina pequea balera
acommodada ao Servco, e que se chava mal provida
demunices. A esquadra fura sorprendida allia des-
peilo de repelidas queixas, e, posto que deploremos
a caiamidadeque so seguios e admiremos a coragem
desesperada dos Turcos em sua defeza, fora grande
injuilicd aus ofliciaes qoe commandam as frota alija-
das se fossem responsabelisados pelas conseqaencias
de um acto que de balde^procuraram prevenir. Se
as hostilidades, que actualmente parecem inevitaveis,
........------> "-uw parecem inevuaveis, """"iuiiuiii, e o nomieur lem rom clleilo annun-
lorem continuadas pela esquadras, brevemente se cad,> o eslabelecimento de um onneo de padeiror,
julgara indispensavel ao Irrampho das nossas opera- Por e do qual as padarias sacaro sobre a cidad
cues dettositar as mans do mmiuiiiniM nm;4R^ de Pars netos fnmlna rui.:,i.. ...._____.__ .
SOes depositar as m3os de competente ofliciaes
,- _,,^... ,aln UB compeienies oiuciaes > insiv iuhuo requerios para realisar as
europeus a nica direceao da guerra, o conseguir dos su" operase, e o thesouro municipal deve reparar
lurcos a mesma sorle de condescendencia e discipli- as >uas perdas, na esperanca de que podem ser recu-
na quo livemos ----- """
orle de condescendencia e discipli- asuas peruas, na esperanca de que podem ser recu- Seriara 9 hbras da noile do dia 1. do correnle
taula difllculdade em extorquir do Peradas por um augmento quaodoo preco do pao for *" quando se fez ouvir aqui o estampido de um
wpanhesquando entendemos tomar 'goldo ao padraoadopudo por ordera do eslado. E forte Irovao, o dual foi seguido por outro mekot
....., ,,,, uuucuiuaue cm exiorquir uos t~" i"" "" ugmenio quauaoo prego do pao for
Porluguezeae HespanheSquando cnlendemo tomar 'guB'ado ao padrao adoptado por ordem do estado. E
parle nas suas hatalhas da Pennsula. De outra sorte 8overno francez chama islo respeitar a liberdade
"Taremos condemnados a sueporlar o peso dos desba- <*a' 'ransaeges commcrciacs.
ralOS nnp imrU;..,.... ___ ..A nru.:.i I Ai ___1
ir dahi ,l0S que Pderiamos prevenir, e sem esta garanta
ilutar para nos, e ama mil compaixao nem P0llem08 "iar na defeza das posices mais
Imas sollredoras. mnii,, ,.,.. -,,,,1. .. "nportinle?.
tocante, com que ellas implorara continuamente nos-
sa piedade : Tende piedade de nos, vos ao menos
nas experiencias das mesas fallantes nos anjos que ,!n?"C,n", *], !' I*111- sidad, possa ser poderosamente augumentado pelos
Permaneceram fiei, a Dos, e os santos que II ^0^ o%1 tEtLr=L2S. t^JSZ+~* '"^ "Ue a
permaneceram liis a Dos, e os santos que por sua
victoria toniam-se semelbantes aos anjos : evoca a
as almas dos morios, que acabam sua expiado 00
~" ----**" "e"',*"' o pcsjuoa, iiuc luifidiji utr- serVKlii^ liara sprvir
purgatono; nao teme mesmo inlerpellar os demo- lencssasopcracoes.comoagenlesoucomolesterounhas,! lNorle rm ,a ,
ni, esses amos ,/ deral.iiln. d c. ,a ,. Snl.et,.,ino i... i .n ,i... ...:_ _____. : urle na Pf'mil^e"
njos, esses anjos rf decabdos de sen principado, d
as almas daquelles que mereccram, pela sua iufide-
era communicacao, nao seitom que alma do mundo,
da qual dizem qae a nossa he uma emanacDo. Com
efleito, segundo as narrajfles que nos tcm sido feilas
ou referidas nas folhas publicas, elle se dirige alter-
nadamente a essas dilTerentes classes de Lrilo a, ?,"* S P|,enon,cl,usi d 0ue /. *"'
aosouae, oede resnos.assnbr. 1," ..! ^? *^T- V" *<>am "<- P-
aos quae? pede respostas sobre qualquer materia
Ora, cliarissimo cooperadores, nao ser ludo
isso a reproduca dos erros grosseiros, das praticas
supersticiosas, que o cbrslianismo combaten, quando
--r------------,, ,,..,.,.... ,-. ,,,,,cl- "^o".a!iiii5iiui;ou5sejam exccuuaascomamaior
lem um altentado sacrilego contra a ordem esUbele- alacridade e efflcacia que as circumslancas pennlli-
appareceu no ^^^^Z^ZZ ^^^ZZZ^^^L "*" T* &'*"* ^ ^ P',Ca d0S abineles "*
arreigar entre os povos idolatras o brbaro, cando- Ma" lemZ ~ ll pbie.lic.. Londres e Paris, e o desejo dos embaixadores para
zindo-osa verdade, O paganizo dava um ipirio ritfs q'u^ .,TX^KZps To X -a'^- ^---cebe*-, caberia eu.^i-
ou um genio a todos nsnl.i.Hn.ni.v.i.0.. i;,..: ...:_,=_.. l "P me5as, naoetia dades navaes determnw nu modirf.nn,im.-1.
ou um genio a Indos os objectos,pbyicos; haviam
agouros eadevinlwspara predizerem as cousas futu-
ras; snas pvllionissas elevada*Sobre a mesa fallan-
te de tres |>s e agitadas pelo dos, am no futuro.
Todo o culto idolatra era uma communicacao inces-
sanle com os demonios. Scrates .eonversava com o
seu demonio familiar, Pylhagoras cra na alma do
mundo; a qual, segundo elle diz, anima asdifleren-
tes espheras, assim como o espirito anima'bosso cor-
po. O poela l.ucain descrevea os mysterios com que
e punliam em rclarSo rom' os manes dos morios, e
em lempos mais remotos ainda evocavam essas almas
do oulro mundo pira pedir-lhes a revelaco das coli-
sas ocultas, pois atr livro do Deuteronomio Movses
declara que Deo abomina aquelles que perg'un-
tam a verdade aos morios.
" Assim o sabio disse com verdade: Nada ha de
novo debato do sol. Qoera nao reconhece a afu-
mdadeou antes a perfela semelianja das operagoes
mvsleriosa, que. estiio boje cm voga entre uj, com
s velhos erro Nao be para eslranliar {que liomens leviarios,
que nao estao compenetradosdo senlimento religioso,
deixra-se levar pelo amor do maravilhoso a essas vias
lenebrosas ; mas o que admira lie, que christaos es-
clarecidos pela pura luz da f nao eslejam sfucienle-
menle delTendidos pelo instincto, ordinariamente tao
seguro da verdadeir piedade contra essas eslranbas
aberrafes. Como nao sentem elle oque ha de con-
denavel em operagf.es, cujo fim raanireslo he esla-
belecer relagOesjlireclas com uma ordem de cousas,
cuja cnlradnos he interdicta ?
11 Por ventura be o commercio dos anjos e das al-
mas dos santos, Ihes peguntaremos, que procuraes
em vossas experiencias pueris? Julgaes que Crea-
dor lenha sabraetlido esses espirito sublimes s vos-
saavontades/yja lodos os caprichos.de voss fanla-
sia? Alaqurtpoiados na doulrina das santas es-
criplurss, e no que ensna 11 igreja. ludamos crido
que essas intelligencias lito perfeilas eram nas maos
de Dos nobres instrumentos, de que elle se serve
para executar suas vootades soberanas ; goslavamos
de represenla-la a nos como ministros fiis, que ro-
-----j- ciem seu tbrono, sempre promptos a levar suas r-
nete sobre mesas ou oulro movis. Essas mese dens a todaa parte, annunciar seus mysterios e cum'
movem-sc, agitam-seem diversos sentidos, sem caosa prr as missoes qne sua misericordia ousuajustira
impulsiva apparente. e dizem. nue. resnnndnm or HiescnirfeV.

flaido derramado na nalureza, nossa sollicitudc nao
eataslou-sc; porqaotojulgaroos queessa medapas
saria brevemente em nosso paiz; cujo espirilo volu-
vel acolite eregeila com igual faeildade lodasas 110-
vidades que appareeem no mundo. '
lioje, porm. cltaristimo cooperadores, nao dei-
xatae de ter appreheuses, e pensnos que he de
nesaedever fazer ouvir ,1 nossa voz. Essas praticas
bao lomado uma direceao iileiramenle diversa : en-
'f'gain-so a ellas rom um espirilo serio; pretendem
fazer detlas um meio de romper a barreira, que nos
separa de mondo invisivel, entrar em coimrninicl-
rao com os espiritos, pedir-lhes a revelacio dos acon-
lecioitalcN futuros, e das cousa da oulra vida; ele-
var-se emfim a dma ordem le conhecimenlos, que
nosso espirilo nao piule alcanrar com snas forjas na-
turaes. t) que na ricem pareca smenle um brin-
quedo .le pl.)sra divertida, boj, assemclha-se nlj-
ramente as operaroes mysleriosas da magia, da adVi-
nhacao e da nigromancia.
AdeaiUimojdelioavontadc'a desculpa doallra--
livo, e reconliecemos que, ao menos at aqui, essas
experiencias nao lem sido feilas com mJs intcncOes,
nem com um espirilo hoitil religiao; porm 'seas
patees que se enlregam a ellas, dignarentse de sub-
Irabir-se por um momento s impressoes engaado-
ra da imaginaro, 5e refleclirem com descanso, per-
rebertlo quanla lemeridade ha na pretengao de son-
dar os segredos occullos nossa vista, e se convence-
ro fcilmente de quo os meios empreados para es-
se fa, inda menos sao do que praticas absurdas
eheias de perigo e supersticiosas, que parecem re-
novadas do paganismo.
Ha em doma relagf.es enlro a inlelligencia do
bqmem, e o mundo wbreoalual dos espiritos. Essas
Bem diziamos a bondade divina pelas suas delica
das atleo$oes, e o pensamenlo de qoe eslavamos jn-
cessanlemeule debaixo dos olbos e da protecgo des-
ses mensageiro eelestes, enchia-nos de umaprofun-
flaveneraraoede.um respeilo allectoaco pela sua
presenga.
Tal he com efleilo a idea que a f ni d dessas
santas e puras rilelligeneias, o de suas sublimes
funce.>s. Porm linba jamis viudo ao pensamenlo
de um chriiao.que lieos houvesse creado esses espi-
ritas lo elevados, que sao seus amigos, eos principes
do co, para-faze-los esrravos do bomem ; i|e os ti-
vesse posto s orden de nossa indiscreta curiosidade ;
que os livesse, por assim dizer, prcndido'a lodos os
movis que adornan) as casas, e quizesse obriga-los a
responder chamada injuriosa, que Ihes faz.cm alor-
jiien.tandonmavnes.-i debaixo da dressfu. das maos/
Temos lid., nos livros sagrados que o bomem foi crea-
do re da Ierra, c que por esse ttulo recebeu o impe-
lid sobre lodosos animaos creados para seu uso ; mas
nao vemos cm parte alguma quewllc lenha sido reto
re do'co, eque as jcrarclias celestes lenham sido
sul.mcllidasssuas voutades to voluveis, e muilas
vezes taoinjuslas.
Assim nas experiencias, a que vos enlregaes, nao
lia nada menosTdo que uma profanaran da sanlidede
da obra divina, e um insulto grosseiro ao bom senso
clirisiao.
Que diremos agora quclleaftlS uo lemem diri-
tir-se ao inferno, para eear delto o espitjlo de 8t-
lanaz, porque lie a este epililnAaligno que faz*
representar 1. papel principal o ornis ordinario? Na
verdade iiio somos u, que fazerao divdos^a. ir
tervenoj. funeste dos anjos deeahido nas cousas hu-
manas. Sabemos e muilo, que elle So npaos eonse-
lheiros4)ars o bomem, que armam debaixo de seu
poslaequeduetotw, que obramllpsotni a imagt-
sou solire nos. a Miteremini mei, miseremini mei,
sultem ros, amci mei, guio manus Domini te-
ligi me. .
Poderiamos, se quizessemos, fazer um tratado, le-
var mais longe essas reflexOes e apoia-las eom mais
ile uma ampia demonslragao. Nada fora mais fcil
rias; temos solo de duas baleras, inclusive o gamem-
twn, dos cinco francezes de duas balera, o navio
Napolen a belicJs> 90 pega, infelizmente foi man-
dado para ToulodTafim de fazer alguns reparos. Ca-
da pavilhao j lera ou breve lera 11 vapores movido
por meio de roda. O Sanipariel (inglez) e o Char-
lemagne (francez) de duas baleras possuera uma for-
ga de vapor auxiliar. Em iddigao a esta poderosa
do que accumularum numero infinitle i'e'iios'do ^ua,,ra'exislem noBosphoropelo mena, .ele naos
'ivrossanl<, dos padre e dos concilios, que conlm, Cas e e?>PIciai a'm de fragatas c vapo-
a maneira a mais evidente, a condenaran das ,"'.' >rleq.08 a forSa combinada pode ser calcu-
pralicas, contra as quaes nos levantamos, on pelo
menos de pralicas de orna natoreza inleiramenle -
melhante. () que temos dilo be bstanle para os
christaos, que querem marchar 11.1 reelijan e na sim-
plicidade do Evangellio.
Se temos combalido al iqui.cbarissimoscooperado-
ebeios de perigos
admillissemos em nos-
r .........- ""- |mc.muus uriuui- ik vrniieira ciasse e trgalas que formam a
os ao contacto das mesas. Nao, somos antes levados esquadra do almirante Corr?. presentemente em Lis-
crer que estes faolos maravilhoso mo lem existen- Jtoa. Todava este navios provavelmente estao rft
d, senao na tmaginacao da pessoas, que tomara par- nervados para servirem de Lleo dafrola do alarl
lencssasonerarOes.cnmosenles n rnm.,i.imn..i... i uvieo ua iroia ao Mar do
fcolre os ofliciaes ioglezes c
Sabemos que ha entre ellas algumas. cujo carcter
exclue toda supposigao de artificio e de fraude. Mas
como, debaixo do imperio do enlliusiasmo, o bomem
mais sincero lorna-se fcilmente o brinco* de sua*
proprias illusOes.
Finalmente, qualquer qoe seja a opiniao que se
forme a esle respeilo. a forra de nossas observagdes
uhsisle. Quer os phennmcnus, de que fallamos, e-
. ~j---------------......... ^v...v ,...-
ras creagoes da exallacao do espirito, deve-se renun-
iar a experiencias que, 110 primeiro caso, commet
"ie^^n-nlemen^c^aSK^
periencias sao um dos mil ards de Satanizara per- ""'f^u.adra com***<"*>W Pa a esquadras
der as almas. A f nos ensina que elle he de uma fe- J.".6 u'fDa'10 do commando dettM autoridades,
cundidade- inexgotavel nas iuvengoes de sua mal- tem cia: Elle sabe, quando quer, Iransformar-se An anjo
ile luz para produzir com mais seguranga a seduco.
Vede a marcha hbil c clieia de astucia desta ser-
pente nlernal Ao principio, preoecupa os espirito
com o movimento das 'mesas, sao experiencias de
pbysica recreativa ; depois vai em procura das cau-
sas, assgna-lhe o fluido magntico. Atahi nada he
mais innocente. Oblido esse primeiro successo, elle
se apodera dessa disposigao natural, que leva 0 bo-
mem para ludo que he maravilhoso, para o arraslar
mais longe, e as mesas que gyravam, loruara-se logo
mesas que obram, e depois finalmente inetai fallan-
te*, animadas por espiritos de loda sorle. Desle mo-
1I0 he que aquelle, que he homicida desde o prin-
cipio, atfnsa da fraqueza e da simplcidade de bo-
mem para o perder passo a passo nos caminho te-
nebrosos, al o momento em que o precipita no abys-
mo. A tctica perversa que elle seguio para enga-
ar nossos priueiros pas, he a que elle emprega
lices as mais criminosa ; boa aslucia de que elle
se serve ainda hoje para arraslar os espiritos fuues-
'tos desvarios. ,
Obrigado.charissimoscnoperadires, pilo deveres
de nossa missSu, a preveniros fiei contra o lagos do
pai da menlira, 3 vigiar na pureza da f e na iionra
do nomc christao, jalgamos a proposito fazer-vos es-
las reflcxoes. Nossa carta nao be destinada a ser lida
do alto do pollito. O mal que assignalanos nao be
conliecido do novo de nossos campos; convm fazer
que elle, o ignore. Mas entregareis lodos os cs-
forcos de vosso zelo sacerdotal, ensobre ludo a anlo-
ridade do vosso cxcmplo, cm arredar dessas praticas
aquelles de vossos pairocha:.os, qu? forem bastante
imprudentes par se entregar a ellas. A este pode-
reis cominunicar a nossa carta, da qual enviaremos
muitos exemplares s parecidas, onde pode ser til
fazer que ellas crculem. Fazei-li es bem comprehen-
der que o chrislo deve abandohar os camiuhos obs-
curos e desviado aos impos e a lodos aquelles que
fecliam os olbos verdadera luz. Privados como
eslo da verdade. he por ventura para admirar, que
elles se agitem em-todos os sentidos em suas trevas,
. enes se agitem em- lodos os sentidos em suas trevas.
Sabemos lambem que Dos em seu inefavel amor procurando por novos caminhos, sem poder acharo
pelos homens recommendnu a cada nm de nos alimento de sua inlelligencia, que elles desprezam
-. desses espiritos celestes, nm de que elles recelier das maos da igreja ? Mas para nos que vive-
aSSeiil Pili *ns<(i priminiin a un* .ir.r..t.,i mne t\ ;.. J---------- >----- ....__.._ __.. .-_____
te o car.er de um exercicio puramente recreativo, nos guardessem em^osso caminho, e no. defeudes- nios no meo do, esplendore d, dogma ca. oleo que ZT^IS^^-^ "^ *** T*
7 \!~ P,0CUr0U ne"M elft'l0S "e "m '8en.: ""i''1 'd0Sfl8 *"*'** r* dc luz fal,a nosso espirito, que consolarn ao ZsZ^mtZZT TTI mar' '
D.tdo derramado na nalureza. nossa sollicitudc nao <"" diziamos ,1 bondade divina pelas suas delica- nosso coracao, que regra s nossas aerees, par que do! 1 a* lenbamcomeg.-
nosso coracao, que regra s nossas accoes, para que
fossemos correr loncamente alravez de caminhos pe-
rigosos, cm piocura de um bem, queja possiiimos
pela f, al que o abragassemossem vo,e face'a face
na eternidade ?
Dado em Viviera, debaixo de nosso signa!, com o
sello de nossas armas e rubrica de nosso secretario
. *#
1 /. JJippol'gto, hispo desvivi.
-------mal.------"
Londres 3de Janeiro de 1854.
Seja qual for o resnlladodas ne20ciacr.es que foram
enceladas em Cnnstanlinopla, servem para definir
com grande precissro a natoreza das reclainagf.es da
Turqua, e a sanecao dada a oslas reclamagf.es pelas
qitalro potencias, ainda que nao possamos antecRar
que ollas condiizem, na aclnalidade, a uma paz firme
e duradoura. O proedmenlo do governo turco nes-
ta occasiSo ha sido moderado c digno. A mudanga
que leve lugar no ministerio, pela remogo do pri-
meiro Copudan Pacha e pela entrada deHei.il Pacha
no Divn, se repula ser uma garanUa'addiconal da
prudencia e meiicrarao da Porta.
. Nesta conformi-
dade, os Icrmos recommendados pelas qnalro Polen- "." que lem acornete
cas parecem ler sido adoptados sem algnma altera- "s lempos dmenos difliculdades.
gao essencal ; e esja circumslanca he o mais impor- Masse olhTrms mesmo para os estadosmais ores-
.lanedad,spos,eaoJ:, manifestada em Venna para cen.e do conlinen.e, veremos que a respectiva con-
av,ar-.seaf..rga do comnromtsso conlrahtdo sobo digao de cada um delles he muilo menos salisfato-
protocolo de dezeinDro. A paciencia e o compor- ria. Em Franca oommercioja lem sido n.errom-
lamenlo manifestados pelo governo ollomano, depoi pido em grande escala pela pproximagao da guer-
das provocacc^ da .spec,. ma,s ,WU e oflensiva, ra. Os distric.o, mo*ufactrenos,e achara cons.er-
cnnstuue,,, um i, uloaddicchal ao apoio dn Europa ; nados, e, posto q00 os ^^ llo, prcluclos jco.
ea refieigao pela tom* das proposta, de paz quellie las estejan, immoderadamente alto,, camponezes
Orm-oOrneida nesto es^nio compleiariam a e- soflrernuniversalmenlaemcoiwqnencia daescassez
importantes.
A forga das esquadras ingteza e franceza combina-
das actualmente no Bosphoro monta a 44 velas, n-
nhecimento claro e distiuct do futuro' Ima-ine-se ~"-r"-w "r~",ua ""ra'uo. ah : nao mes ;=... no nospnoro monta a 44 vela,, in-
0 que acontecera, se repentinamente urna claridad^ o?f T. i."""' T. 5e"l"?eU,de repei, <*U ""0, de li,",, ,ra8alns e !. *
sbita nos descobris. touo o reslo de norSnt ;;^^^^^
Apressiio dof lempos he tao severamenlo sentida
na finangas do estado como na cidade de Pars, e
provavelmente ainda mais na bolsa particular do
imperador do que no thesouro publico. Desde mui-
lo que se trata de um empresliroo de 200 milhoes,
_ ma grande difllculdade se t.m encontrado para Ie-
de tres bate- va"' ava,ll mTiiii ca r.f r, uf,,1 i-_i-i!... ....
lada em60 vela pouco mais ou menos. Segundo a
larga somma da forga dos vapore, o peso da pegas,
a grtndeza destes navios era proporgao da capacidade
de cada um, e aperfeigao a que a artilharia naval aPPa"<:'do, e, poslo que a renda lenha sido elevada
se lera elevado nos navio ioglezes o francezes, he "
iudubilavelmente o mais bello armamento naval que
se lenha visto no mar, anda que em caso de nesces-
sidade possa ser poderosamente augumentado pelos
francezes reina a melhor inlelligencia, e osregimen-
los de signaos das duas esquadras foram trocados,
com um ajuste que, 1 ordem de dar vela, a esqua-
dra franceza Picar a sota-venlo, e*a ingleza a balra-
venlo.
Tal he o estado das preparares navaes das duas
potencias no momento em que as inslrucgOes para
enlrar no Mar Negro, qoe foram enviada a t do
passado, chegarem a ConsUnttaiopla ; e nao duvida-
mo que estas inslrugcs sejam exccul,dascomamaior
---- '-------------^ ..|..-0 imtuis uu Liuiepo e co untesier. e a narlo maw Tri-j *
para inlroduzr entre os povos os errse a, .pe- ma^exposla dele angelo, e Cli^rson Sa eff o
lices as mais rrininnua ',,.-, ,;, .i -__ -,- .". c' ivicoiaieu, U-
ie extremo rigor na peior esUglo do anno, nm mar
oscurecido por navoeiro, varrid por furacoes re-
pentinos e vilenlo, e ponco conliecido dos nossos
marinhero,, uma costa notoria em lodos o lempo
como noceYca iiatium, a mais inhspita das praias.
Fora evidentemente cumnlo de luucura e impoltica
expor a esquadra ao grande risco dos lempos, te os
almiraotes nao livessem um objecto e plano definido
de operagoes, segundo o alvo, que jolgam estar den-
tro do seu poder. O publico ueste paiz cotihece
mu pouco a difllculdade que be do seu dever con-
siderar e vencer. He provave! que as prahs seplen-
Irioiiaeseosportos do Euxinio eslejam bloqueados
pelo gello. Em estarces severa, oglfo de Odessa tem
estado coberlo de gello por dous.mezes seguidos, e a
navegagao daqnelle porto tica inlewompioTpor espa-
go de 39 das no anno, especialmente o mez de Ja-
neiro. O anglo de noroeste do Mr Negro, entre a
iMtcca do Doiepo e do Dnister, e a parte mais fra e
dessa e Octakow ao .naccessiveis por causa das
agoas. Sebastopol he apena accessivel nas operagoes
invernosas, e as melhores autoridades navaes mani-
retlam duvida acerca da possbelidade de sustentar
algum bloqucio cerrado na costa da Crimea c Cher-
son nesle lempo do anno. Befcrimos estes fados,
nao cm consequencia de alguma duvida ou suspeita
quanto ao servgo que as esquadras eslfopromptas a
executar, mas como advertencia contra o perigo dos
obstculos naturaes que podem encontrar. O clima
da Hossia, tanto por mar como por Ierra, he uma da,
principacs defeza daqnelle imperio durante conside-
ravel porco do anno, e nao podemos desfazera ordera
da nalureza. Pelo contrarjp, se alguma coosa d a
marinha ruma uma probabelidade de re^islir as duas
glandes potencias maritraja, do mundo, fora se ellas
prctendessem gastar a suas forras, affrontando o in-
vern e-M dementos, ao passo que o real antagonista
dellas existe sob o abrigo dos seus fortes, reparando
o seus navios para a primavera soguinle. O eslado
do lempo em Constanlinopla decidira o momento
em que as esquadra podem comegar a actuar. O
Mar Negro ltimamente tem eslado"(5o tempeluoso
que observamos pela, ollimas noticias.que o cruzeiro
russo fora obrigadoa procurar abrigo no Bosphoro, e
emquanloibsoul.erinos qoo a estagae sel.a torna
Times.)
_4_
Seja qual for o deslino que o novo anno encerr
na sua urna para as nagoe da Europa,e nao po- na,sa',in m V-l "T" "" "cio u"
demo reflectir nos, acomecimento, Se'um carcter SmCoT ZZZZT ST*"Z
---------..-..,.,., *..,, llo ,, sc-reiario, favoravel aos grande interesses da industria e da duas rl, rt oom;; 1
no" Primeiro domingo do advento, 27 de novemBro paz,-he eYidenteqneo, damnos occasionados pe!o Tenceme a^P^J^l^J^- ^^
"R ,ffi8- aclu.1 eslado das cousasuo Oriente servem nar, I ?1 1* *"*"*** u"" *. V
.... ----------^ imiruiriMft
aciuat estallo das cousasuo Oriente servem para aug- rceme fraca
mentar aquelles qne proceden! de outra cansas de
mizeria. Nesle paiz, a despelu do enorme arresc-
mo que leve lugar nos prefus de muitos artigo de
primeira necessida.le, temos menos razao para nos
queixar desle Tacto .lo que os nossos vizinhos. As
expurlagfies do anno passado excederam as de todos
os oulros SOBOS, c varas vezes no decurso desle bre-
ve periodo o augmeiilo no valor declarado do nosso
commercio tem sido na razao de mais de roilhao e
meio. Todos os bracos foram oceupados, excepto on-
de o trabalhoha sido distribuido pela loucura dos
movimcnlos populares, ou pela maligna influencia
dosseus delegados. A nossa comligao financeira he
saudavd : o taso rendmenlo excede nossa esti-
mativa e nossa despeza ; e, a despeito das graves
apprebensei^ guerra, o rundo pblicos nao lem
baixado mais do que lem acontecido frequentemente
cuja quantidade quasi metade ainda existe para atr
comprada e importada. Calcula-so que a l'ranra^L
r de pagar esle anno aos paizes eslrangciros aora
no 8 milhoes esterlino por genero alimenticios ; e
grandes orden acerca de cereaes vao sendo executa-
das ueste c n'oulros paizes por conta de importado-
res francezes. Este intempestivo rever, na prosperi-
dade do paiz se torna mais calamitoso em virtude da
excessiva aclividade occasiouadaporeslimulapte ar-
liliciaesde (oda a especie de especulagao, e lambem
pela medida absurdas i que o governo francez tem
recorrido para quebrantar a presso da escassez.
Com efleilo, a pratica do governo francez be tao op-
pola a lodos os aos principios de finangas, que lit-
leralmenle se propue a aiirontar um periodo de pe-
nuria publica, dispendendo largas sommas do the-
souro publico.
A cidade de Par ha sido levada ao absurdo ex-
pediente de ioderonisar a populago de Paris quan-
to differenga entre n prego actual da quarla parle
do pao c o que he correte n'um periodo de prego
baixo, e est encargo cusa actualmente ao thesou-
ro nacional para mais de 12,000 libra esterlinas,por
emana. Nao ha probabilidade de que a diflerenga
eja sensivelmente diminuida dentro dos cinco me-
zes segrales, eanles diriamos que o, prego ainda
ubiriam consideravelmenle. Ao mosmo lempo o
governo francez excita a cidade de Par a empregar
as classes operaras nos melhoramento da capital,
para cujo Ora se tem fallado em um cmpreslimo de
qualro milhoes cslerlinos, que deve ser salisfeilo, 03-
tendendo-so os direitos de anlinda al a linhas das
fnrlificiigOe, e por algumas laxas addicionaes sobre
objeclos de luxo. Por oulras-palavra, se devem
lancar laxas addicionaes sobre os alimentos da capi-
tal, alirn de que os alimentos da capilal possam ser
vendidos por baixo prego! He uma centradgao nos
termos. Comtudo o governo persile nesta Tillada
extraordinaria, c o Moniteur tcm com efleilo apnun
de Paris pelo fundos requeridos para realisar
----- ---*--. r"'Mu re.uaue aiMiiu aesenipeiiuai es lu.icroes ue seu ci en
nao he elle excessiva, ltenla a grandeza da medi- Iisse a conBanga que o geverno da pSvlnda nelle de"
da ; pois as saccas que ah ebegam com farinha ida posilou, qo.ndo o nomeou para semeUtante cargo "
d-aqui, nao comportan, mais .que doze cuias. e di- Era imposslvel, era querer mullo. Perianto repilo"
zem-me que dcilam abi o melhor de a,u. nin,.n. t. u____1___/..,.i-.. a. ih_.______ .
zem-mo que deilam abi o melhor de dous alqueires
.---------^.. --------- -........- uc uoi.s ,-uqucire o sr. francisco Lavaicenu at aiw pwrque deve-se
pela medida nova; esla excessiva irregularidade nas queixar de si nesmo.e nSo desea sobrenome, qoe cm
medidas em um mesmo paiz nao pode dexar de a- |,e innoce'nlimo : o. horneo, Sr. C. wrtcaoti, de-
carrclar grande desvantagem ao agricultor e ao con- vcm ser respeitados por seu sito, vir-
somidor, quando o commercio pode jugar com esla ludes e accoes dblinetu, c H I obre-
bola de mais, como acontece d aqui para ahi. nome,. Aceite o eonselho, V he de i a, e com
Comta-me que ehcaminhou-se ha pouco da ao elle muilo lucrar,
digno administrador desla provincia um, petiea'o, Foi convocada a primeira sesea ordinaria dojurv
assignada lalvez, e s por quem nunca planlou para 6 de margo.
mandioca, pintando esle municipio em lula com Anda por a'qoi um pelloliqgeiro, cajo nome ig-
uma lerrivel e iuevlavel tome por causa da saiiidj uoro, o qual na noile de 4 do correnle deu urna re-
da farinha, pedindo que a prohibir.* -da exportagao prcen(aca-o de pellolica. ao hab l(M desta cidade
nao fosse jamis Iludida com a licenga dadas por em uma casa nova ainda sem reparlimeato, que fui
S. Ex. Nao serei eu por corlo quem afllrme que arvorada para o dilo fim em thealro; dizem qoe o
anda abunda mandioca nete municipio, a ponto de divcrtimenlo esteve sem concurrenria ; de sorle qoc
resistir a uma maior exportagao sem que apparega avlia-se que por esta vez o (al siiaeilo nao tirou para
um sensivel desfalque cm tal genero, principatmeo-
.... ^,.;. uuiuuiuc i....,.. (euu.u, |iuui.l|>diiueu- pagar as uespezas qne leve de fazer com licenga, mu-
l e nSo continuar o invern, porm tambera nao sica, luzes, aluguel de casa, &c. De ce0aqadra
sei como nm governo esnesinhar assim uma indus- fui mal esrnlhM sei como um governo espesinhari assim uma indas
tria do paiz, qoe tanto tem solfrido, a nica da clas-
e pobre da ociedade ou ao menos a mais gerali e
o que me parece ainda peior como continuar a
-.-- ---- r-------- i, .ni" ""nunn o "m) c 101 IiailUO-se (te pCIOT .
impedir que soccorramo provincia de Pernambu- quella pela magreza e este pelo gorgulho, q
co aue esl mais faminla non me 1 I nni. n,mnan rr.nan a .. inn..n^. j. _- n. '
co que est mais faminla qoe li! pois quando o
.:!!.. ..: .la in__... ._
1 -V"- ......- >". s"c^ra i puo i|iiai.uo o luianuu e tuiuaiiciu ae mao gOto
milho esl a 10 e a 12 patacas aqukf quando muilo doque tem occorrido por aqui ; e adeos
Gbunda. a nonti, de ainda elar .alna v..n;A. -*r -o. .....
abunda, a ponto de ainda estar pelos brejos a e a
patacas, receia-se rome tal, tanta necessidade que
autorise medida vexalorias agricultura da man-
dioca ? #
Se qnerem, como apregoam o senhores da prohi-
birao, que o povo nao coma farinha por mais alto
prego, puxem pelos cordeis de suas bolsas, abram
compra franca a toda a larinha qu ver ao merca-
do, recolham-na i armazens suflicienles, e entao
quando se der a crise; com que tanlo conlam, abas-
tegam ao povo sera lucro, qne com islo farao jus a
aura popular, mis querer fazer cartera com o cha-
peo albeio, nao me parece ser cavalleirismo sem ar-
riscar sequer um real, querer passar por pai da pa-
tria nao etllnuo.
Seriara 9 hora da noibs do dia 1. do correnle
-------------------- ~-....uv<>... IIIMII-
mado. se far uma tentativa para emillirem-se apo-
lice do estado pelo prego do mercado do dia, sem a
inlervencaO de um coi.lratador. Al hoje se lem
eito todo osesforgos para diminuir quanto fr po
sivcl a despeza do eiercito e da armada, at usan-
do-se em muitos casos de algn petrechos ja aban-
donados ; mas na iiypolhese de uma declarado de
guerra, sera por consequencia necessario acrescentar
consideravel addigao a Torga presente do imperio.
Se te he o estado da Frange, quo tantas vezes ha
espanlado o mundo pela ilimitada extensao eelasli-
dd.de do seus recursos, qual ser o da Allemanha,
e especialmente da Austria, onde a eslagao foi igual-
mente ma, onde toda a alfluencia metlica lem dcs-
por meio de novas laxa, um dficit de 9 m
sempre exbaure o thesouro ? Os esforgos que o go-
verno austraco lem feilo para contrahh-umempre,-
limo at o presento K tem malogrado, e ctrtamenle
daqui por llanto nao encontrar maior fdicidade, es-
pecialmente eroquantoexistir a duvida com referen-
cia poltica adoptada pela corte de Vienna.para
cum a Russia e os seus antagonista,.Releva acres-
centar que a Turqua, com lodo, os seus protectores
o ainados, apenas encentra presentemente pouco
emprestadores ; e, se a guerra assumir um carcter
mais ampio, como he possivel, nao seremos sorpren-
dido por ver algn outro grandes imperios roduz-
dos ao mesmo eslado de indigencia, ainda que os seus
dominio incluam lodosos elementos de prosperida-
de nacional e de riqueza.'
i'ouco se sabe com exaclidao Acerca das financas da
Russia, mas sob alguns respeilo, ella tem solfrido me-
nos pela eslaco do que o occidente da Europa. A
colheita no soeste do continente foi abundante, e a
exportagao do Irigo ha sido altamente proveilosa.
Masa Russia he um paiz cuja aclividade commer-
cial depende em grande extensaodocapital a-lrange-
ro, e o golpe ja descarregado pelas appfehnsoes da
guerra nas ordinarias remessas monetarias dtafe
de outro paizes estrangeiros se lem tornado ex forte Irovao, o qual foi seguido por oulro _
fortes e pelo competentes relmpagos, livetr chu-
va ainda que fina toda a noile e na manida egui-
te : j alguns mai animosos estao plantando.
Contra a propredade nao sei qoe houvesse alten-
tado algum ; a iodividualidade pessoal, porm, nflo
esteve assim Ilesa, pois acaba-me de eonlar agora
um caranguejeiro, vindo do Salgado, qoe all, .no
1. desle mez, ja tarde da noile, foram bastante-
mente castigados com dous azdfcrragues um pai e
uma filha Indios, sendo o crime daqnelle o ter pre-
tendido livrar a filha da surra : quatro foram o
exeeutores da alta justira.
Sio 9 horas da mauha : o correio nao pode lar-
dar, adeos.
PEBNAMBUGO.
Saldo.
Em cobre. .
. olas.
COMARCA DA VICTORIA
5 de feverelro de 1864.
A semana passada devia ler communicado a Vmcs.
o assassinato de. JoSo de.Deos, perpetradjhpor Pedro
Antonio em Ierras do engenho Aurora da fregoezia
da Eseada ; mas sabendo desse facto isolado aguar-
de-ine para Ihes participar esla semana com o mais
que soubi";- O aai0 f0 pTes0j e acmi=selr-
gue ao ubdelegado do segundo disUiclo, o comman-
da,'le superior Francisco.'Antonio de Barros e Silva,
qe o est processando., Este assassinato foi com-
mellk". J^djywjeJOj/
No dia 27 houve oulro assassinato na pessoa de
Luiz Francisco Peixolo no lugar denominado Buraco
Fundo, Ierras do engenho Sel Ranchos da freguezia
da Eseada ; a morlc foi feila de emboscada, c o ma-
tador cscapon, como de ordinario acontece ; dizem Despeza dem,
que a polica procura descobriro seu aulpr.
Consta-me estar acabada a decantada feira de Fre-
xeiraspor influencias particulares, pedido do dele-
gado, que vio-se ohrigado a recorrer a esse meiojiur
nao ter forga : buhamosaqq; 7 .'..iniens do segundo
de(uzileiros, qu seretircram para o Rio Formoso, e
viramos snbstituir 8 homens de poliria, inclusive
um cabo e um sargenlo, dos quaes leudo ido para o
Recife bascar o o|do, vieran) a licar 5, para guafuar
os preso em uma eadcia ir.-nusima,Aizem que o
delegado lem cansado de ufficiar ao Sr. desembarga-
l nomens; 3 de di. e 3 noile, pa, a guardar os pre- u,
vomrnlediracil para a cummuuade mercantil nu- "lZTIpo.^.ordfD"n5M e S"ardi,s ""''"^ crm.panbo naajU*ima dr, por o sepsivd e
. A despeza do governo com o movimento de ira- "^Z^J,^L* **?-"* Sen"S> ^ m^^ >**
ntc^as masa de tropa, que ja" esli em marcha de
IiH-*c n>Fl^. .1_ ____
.oda, a pan do zzz z7tzr*:mc na ^.fr*da rares,ia dos eeneroi dc i,,i-
a guerra em toda, as fro-eira, da, ZTilIX" "*"* ****> *> < 1* rmpregado dorante
1-----------, ... |1C(I
a guerra em toda as froteiras dos eu lrrilorios.
deve ser enorme. O imperador da Russia tem levan-
tado algnn milhScs, retirando o scus fondo desle
paiz e de Eranga, e voloolariamente se lem solicita-
do contrlbuigftes por todo o imperio ; mas estes re-
curso sa-o temporario,, e ainda nao sabemos poroue L C"mpre eSla1salnlar *T?0 da ,ei i ao
meio extraordinarios s podem sustentarZ Z ,Zl ^.V^!" T eS?0"a5' "ue,ihem des,a rild^
le mal poda roui bem ser remediado pelo xm.
< -- -------- ..w tmuivi puiIJUC
meios extraordinarios s podem sustentar os esfurros
desle gener. Todo o interesse monetario da
Europa estao dispoflos a negara sua cooperarao a
ma polllicae a uma potencia tao contrara causa "V Pra esc01,as <)" vao do m.lto. e
d par, porque nao haveria lucro, rcaldo parTa 7?ZTt *" ^T' *K?"?A '""'
de uraemprestmo russo que fosse equ" en.elp! *-ta^-"?-a T*"1 rCpar"ao ,lesse **"*""-
-----!.....~* i|UII0ll-|IH.,|Mi;|'
da causada pelo depreeitimenlo geral de valor em lo-
dos o seguro pblicos. Todava esles ouslacolo
nunca reprimiram obstinados e fanticos governado-
re na Ilegitima gratificagaodas suas ambigOes ; ser-
vem somentc para tornar as conseqocncias do seus^
actos mais oppressivos e intoleraveis aos seus subdi-
lo. A guerra nunca acunleceu n'um lempo em que
o povo daEnropa se achasse meno disposlo a sub-
melter-se s devastagOesdo ambigao armada, em ad-
digao a oulras cansas de oppressao e penuria sob que
trabalha ; e sempre depositaremos as nossa esperan-
gis acerca do fim da contenda no resenlmento uni-
versa! e na reprovagao qoe he justamente calculada
para excila-lp contra* seu autor. f/dem. 1
INTERIOR.
COBBSFOm>ENCIA SO DIARIO SE
PERNAMBCO.
PARAHIBA.
Mazutntuape 4 de feverelro de 1864.
Quando lomei sobre mira a pesada larefa de com-
municar-lhe peridicamente o quo de mais impor-
mle fosse occorrendo neste municipio, resolv Te-
gularisar minbaa epstola, quanto ao lempo, fazen-
do sempre mediar o prazo de 15 das de uma a ou-
lra ; se ha casos, porm, que podem mai doque a
lei. ou antes do que os seus cxccnlores, por oais
CatSes que elles prelendan ser, nao lie para admi-
rar que o correio de hoj* lbe conduza lettras minhas,
fazendo assim en uma exeepgao regra ou preceilo,
que me mpuz : no contexto desla carta encontrar
Vmc. suflicienle razao desle meu proceder.
A presteza com que Ihe escrevi em dala de 28 do
dizem-me, porm, que a outra he
bstanle forte, queso vende por atacado, o qne de-
dica-se principalmente compra degenero de'pro-
duccao do paiz, para exportar para essa praga ; es-
lando teda a safra .le assucat;, que he oque mais
avulta nesle municipio, parece-me 4110 esla casa
tem de passar por um tirocinio ponco favoravel, len-
do dc hilar cora a competencia de oulra queja es-
tao encartadas nesle genero de negocio, e com gran-
des fregnezias ; baja, porm, da parte de seu ad-
ministrador perseveranga e prudencia, e procure el-
le nvcllar o mais que for possivel os pregos dos g-
neros aqui, com o que elles obtem nessa praga, que
ludo se Ihe facilitar ; pois tem sido muilo sensivcl
do mino passado para c a falta de pitaes suflicien-
les para a compra dos genero, que cortem no mer-
cado, e a esla frousidao nas compras, bem como
falla de nnurfnspeccao sobre a 13a que aqu se ven
, ..----------.......i "i"' >" 1 po". i.upreusa para cheaar ao rciiiieiu
de, lambem ao mao oslado da barra deve-se em do senhor, quem lenho privado de fervigo
priiio na ra n nrnntn n4;nt.^..i. 1. 1 _____
grande parte o pouco adianlamenlo desle municipio
e dos da cidade da Ara, Bananeiras e Guarabira
mandioca; esta sahida queja nao foi pequea, e
noticia de haver subido de prego nessa praga tal ge
ero, fez rom que aqn elle lambem levanlasse
98 rs. o alqueire, c sabe Vmc. o que aconleceu
velo ao mercado tanta farinha nesles oilo dias, prin
alropello em que se veem,maxi-
las gratis, quaodo cheg o sabbado nao lem com que
fagas a feira. He verdade qne a le manda abonar
Ss escolla qoe condnzcm os retraas, sold e etape;
mas nao se cumpre esla salular disposigao da lei; ao
-.......r------ --*------r -------- .w ic^iilo,
Sr. Francisco Cavalcanli da Atboquerque deve-se
s,

pagar as despeza qoe leve de fazer com licenga, mu-
foi mal escolhida para andar dando divaajgmeRts.
A farinha ja ha duas feirisque (em de teido algu-
ma cousa de prego ; pelo conlrario a carne t feijao
vo subindo, e lornando-se de peior qualidade, a-
. t
furando c o tornando de mo Rosto. Eis qaaoto sei
t Hcloricnte.
^ortaparUelar.) .
TIIESOLRARIA A FAZEDA PROVINCIAl..
Demonslrara 4o smldo exiiUltte na caixa do *-
ckcco de 1853 a 1854 em 31 i Janeiro dei8M.
Saldo cm 31 de dezembro
P- P.......220B9flcQ
Keceila no correnle mez. 8I4S749IOI
Despeza idem .^?
Saldo.....
Em cobre.....
notas. .

5ft703
-240:*B*0O0
30663aOK)
6!fc.03.980
_ 810^598703
2iO:2J8)P03
' O thesoureiri,
ThomazJos da Silva Gusmao' Jnior.
O cscrivo da reeeila edespeza,
Antonio Cardlo de Qiteiro: Ponteen.
Demomlracao' do ialdo eriilende na caixa de de-
psitos em 31 de Janeiro de 1851.
-P'P-
Receita
f-v..w .... ... ot> JUIWK l.
Saldo era 31 de dezenraro
no correle mez.
Despeza dem. .
Saldo... ..'.",
Em cobre.......
notes......
letras
1W:508J>55I
175360
139:9272it
70
139:177tttM
O'Btcsoureiro.
Thoma : Jos da Silva Gutmo' J
O cscrivo da reeeila e despoza,
Antonio Carduzo de Queiro: Foi:
Demtmstracao do saldo existente naeaixaesi eciul
do calcamenlo das ruai desta cidal^^M
Janeiro de 1854.
Saldo cm 31 de dezembro
P-P.......10:111910
Fteceita no correte mez. 463590
Despeza dem ....
i
.i
'^B
10i500
8:0519000
8:158^00
8:1581500
O lliesnureiro,
Thomaz Jos da Silca Giunio Jnior.
O cscrivo da reccita o despeza,
Antonio Cafdozo de Queiroz Fonkeca.
Demonstrarao'- do saldo existente na caita es-
pecial da cnnslruccao da ponte do Recife em 31
de Janeiro de 1854.
Saldo em 30 de dezembro

p.p.
Reeeila
110 correnle mez.
24:3127q
329480*-
Saldo.
Em cobre. .
u notas >.
1018219
21:584*000
2t:685jtl!l
3:0009000
21:68.59219
21:6859219'
O thesoureiro,
Thomaz Jos da Silca Gusmao Jnior. .
O cscrivo da reeeila e despeza,
Antonio Cardozo de Queiroz Honteca. '
I OHKSPOMltM l\.
Sis. Redactores. Rogo-lhes o favor de trans-
dor chere dc policta, fazendo vera necessidade .Je crever em seu coi.ceitaadi&rnal a seguinle necro-
^*'"* nem iwpusla tem tido ; oque o logia do Sr. commandaqte superior Francisco Xav-
fil'g ^"T I'- SOSd'aSUmrer0rCOde "''Carvalho, prozado av do meu amigo, o Sr.
Enlreas qualiiIaoVs que
nam a
eu sou
justo apreciador.
no mosaubiilo grao, or-
e das quites
----------- .....;i"....."I. eu sou jusm apreciador, a slavclmenlc o
semana neste, serviros, e em cooduega-o de recru- primeiro luS res^ilo filial, que o
1gratis, quando chega osa .hado na tenirumnii i,. ___ja._ ...J^b^bhI
liirnam o modelo "'osMMpJ
vgao de que esta mjttlia. lembranca nSo poderia
deixar de lisongear a sua,piedadc filial, que acaba
de passar por Uto.dura orgia del realiza-
e de acei-
to incumbida ; e de outra sorle serao tantos os em-
pecilltos, que sempre as escollas vollarao sem |tagar,
alm da perda do lempo infroclifermcnle gaslo
que abi terao em solicitar dito pagamento. A' vista
pois da falta de gente de tropa de iinhae de polica
---- ......-- r1'" ..itw*iiw ue uor o SOB
para destacar pelas comarcas, parece que seria bom iufimsO, quaulo seiiUdapea
que eslivessem destacadas as guardas nacionaes et
suas respectivas loca!idadel.do que, que se esteja a
exigir servgo, que cm lempos ordinarios ninguero
est obrigado a preslat^W:
No daj de Janeiro pTCxmo findo, peranle a c-
mara mudfcipal, prestou o juramento e lomou posse
do cargo de subdelegado do primeiro drJlriclo da Es-
cada, o tencalc-corooel Henrqoe Marques f.its, e
de subdelegado do segundo dislricto da mesma fre-
guezia, o commandante superior F'rancisco Antonio
de Barros e Silva, nomeagGes estas excellcntes ; por-
que estes senhores pelas sitas influencias e eslima
geral, que de lodos gozam, pdem fazer muitos bene-
ficios a aquella freguezia, que ha muilo vivi em
orphaodade ; all o criroe era commetlido impune-
mente, porque os criminosos nao eram presos, e alm
disto raros eram osprocessos que as autoridades da-
qnelle lugar faziara, ora por medo, e. a maior parle
da vezc por delcixo.
Na tarde do 1. do correnle sahio preso d eaa do
delegado de polica, e se acha recolhido a eadcia
desla cidade Francisco Cavalcanti de Aibuquerque,
que iiililulava-se scnhor do prcto Manoel, queja se
achava preso e somariado por causa de oflensas pby-
sica, e qne elle defenda como seu cscravo, apresen-
lando as autoridad papel de compra do mesmo ;
entretanto tendo o novo delegado, (p I)r. Crne) de-
nuncia disto, e pesquisando o negocio, veio t|o cn-
nhecimento por conlissSo do mesmo prelo, que elle
era escravn nao de Francisco Ca*alcanl d.e Aibu-
querque, mas im de Joaquim de Souza Carvalho
morador na razenda ikts Patorem Piauhy, d'onde ru-
gir, e qoe ha mezes j existia em poder do referido
Francisco Cavalcanli de Alhuquerqne.que Ihe rerom
mendava que dissesse ser delle escravo.
Este Sr. Cavalcanli lie do numero daquelles, quj;
por terem esse sobrenome, querem ter carta branca
para ludo fozer, e quo (..des por isso os respeilea.
Por esse facto que venlio de expor, e pelo qual foi
preso, grilou cite, que as auioridades desta cidade
eraminlmigasde sua familia, Islo lie da familia Ca-
valcanli, e que era preso por vinganca. Ol mizera Lima, seu digno enro.'o Sr.
das mzerias Para que o Sr. Francisco Cavalcanli c Irisle a esla cidade lomar sip,
cnxovalboo os seus prenles, cnlre os quaes exislem sados hombros o peso norm
muitos homens honrados e respeilaves, qoe nao pen- "
sam deslasorie, equejmnsserao capares de apa-
dnnhar semelhanles feih.s ? Porlanlo deve o Sr.
Francisco Cavalcanli de Albuqnerqu dizer, eu me
acho preso por metis feilo ; porque tendo um fa-
vo albeio om mea poder ha tantos mezes. J> fiz isto
publicar pela impreusa para chegar ao /cimento
porque nao fiz orna igual declaragao iW,^ as au-
-._ .. ,,, e llUaraUlrii. (oridades locaes, como devia, pelo conlrario ao co-
Durante o mez dc Janeiro exporlaram-se para essa ronel Ferrar, quando delegado, apresentei um pape!
cidade omdhnr dc 1,200 saccas com forraba de falso de compra deste mesmo escravo ; porque a to-
dos eu dizia, que o escravo era meu. emlnuei ai
1- mesnto escravo que isto dissesse ; porque Uve o ar- B.
a rojo de com um processo defender esse escravo, como morte deolarva que um dos tesoslos mais profnn-
. meu. Quera,pois. o Sr. Cavalcanli que Sr. dla- do qe levava a eampa era nao ler concluido lolal-
gado sabedor de ludo islo se lornasse insensivel, e um tenle esla trete. Ate* dos negocios financeiros
-------, ,,Uw... ,,.,., ./Clu ac, iciiruiauu peto cxrn. ia-ta cqp
presidente, mandando pelo seu njudanlc de ordens' ijuem se deava
formular prets para as escoltas quo vo do mallo, e
na dc
r otilado no nume-
ro dos seus primo
Seuaeid'
Xajjprte-
Mor cu o commaa^^^H
o lllnr1. Sr. Francisco 1^^^|
nunca assi'is chorado coramenda
Lima !
Repassado de ddr e saaajade noticiamos boje Uo
^S'P
T-lW
isco Pinto
Morreu um dos typos raais raros, mais citeaordi-
narios, e elevados que lyrveuiee coubeci
J nao existe aquelle' qoe pteerkheu cabMmenle
na Ierra as funegoea mais sHM, c dilRceis que
a religiao, a moral, e a sociedade presrrevem ao ho-
mem I
Depois dc uma longa enfcnaijlade, que lia muilo
lempo Ihhvia esgolado as fon;as, e enfraqueeido
o org.;iuismo4H-os(rou-se no leloda Odr. esse anciio
venerando,-no da 20 de-novembro, aonde. adespi-
lo dos cuidados, e esforgos inauditos de sua extre-
mosa familia, deu alma ao creador no primeiro dia
do correute anno, pelas 3 Iteras e 20 minutes lia ma-
Irngada.
A vida do Sr. commaiilante snperior Francisco
Xavier de CarvabSo he ama longa serie nao nter-
rompida de herosmo, patriotismo, honrado, recti-
dao, de todasas raais sublimes e raras virtudes!
A verdade foi sempre o pharol que Ihe galn os
passos ; a religiao a estrella poltar dc sua existencia;
a caridade uma dc suas raais praUJectas e queridas
virtudes.
Empreza temeTaria be te. cerlo querer narrar a
vida dc um bomem ulo cminenlcnieiile eraaordi-
naro : os seos foilos nao se escrevem ; esflteeatam-
pados cora caracteres indeloveis'no coi-acao de cada
um laquelloat que liveram a felecidade de: recorrer
a elle^ estao cscriptes uo coragau dos S. piilipfwn-
ses que hoje, ebeios daralmargura, ptalHam com
sentidas lagrimas sua perda Como hornera parti-
cular, e chele de familia neaatua* w> perigrBar .la
vida cumpri|Elk cabal e iKtnWideiniente sua mis-
poso^Bteemoso nunca leve oulro desejo qu3
nao fosse a feliddade de su^cotisorte, caja- perda
o amargaiiK'nle^teirou.
Pai desvelado trabalhou, naile e lia, em beneficio
le sua filha nica e dos netos, le que era arrimo
e amparo.
Quando a lei iidmatarcl e inflcihel
niuii a maiisaii dos juslos o Sr
eaolado
'e can-
plicaila
deseu^r^tMe^Wm^rn-rti.. {_
^leix-adas em cafeteo, ruto fjnha esrl.trecimen-
tos basiante, para o dirigteem. ,,. wndo_
se o-Sr. Xavter neste labyrinft.. mpenetravcl ; te-
meitdo as ronsequencias r,.,,,. _lia famma
se elle vtesse a rallar, recciamJo sobre Hdoqe*x-
emplos semelhanleaa.qnelle q,w lite causn a in-
subordiuagao de um' fcrm-o, .instigad,
m"J||jlc iniquidades *em conbeciilo e^HE
lai, riande ludo islo resoheaejue sua l1ma*es-
se irtistencao^e bens o ( caso raro ) depoi jesla
renuncia elfo se responsabilteou pelas dividas de se,.
finado genro, as quaes sem descango se propdz a pa-
gar, e de racto pagou muitas.'e, no leilo mesmo da
-icj



la rasa de seu Aado genro, a que* cora tanta dedi-
caran se consagren, leve logo em-vala velar pelo
taiuro dos IMios de sa filha, a quem sera liesilar
ludo sacrifleava. De. feito raaudou conlfnuaf no
tvrocinio a en neto mais yelho, empregou o oulro
no rommercio, o casou mais doas netas.
Prorimam e lutou, ajudadn de seus .-nicos,
em favor la candidalura de sen nclo, c nao levo
( oh 1 dr ) o prazer de rollier os louros da viclo-
ria, que, j doeiilc e cansado, linlia ganho.
Koi o pai mais extremoso, e desvelado por soiis fi-
llios, de quera era protector e amigo, e por quem
he Mo tristemente chorado.
Durante ana longa enfermidade o sen kilo fui
sempre rodeado de cus nelos, prenles c amiaos, e
principalmente de sua fillia nica, a viuvu do .Sr.
rommendador Pinto Lima a E\m. Sra. I), (guacia
Harta' e Carw tima, verdadeira herona mo-
derna, romposto de virtudes, arehchpo de perfe-
COcs, digna fllha emfim de t|o rcspeitavel vario !
(te esforro humanamente possiveis forara emproga-
ilos per na familia para o salvar.
A medicina, os cuidados, as preces, ludo foi es-
cotado, mat no Livro Eterno eslava escripia
aquella senlenra immulavcl ; o morreu qualro n-
nos menos qnatonc dias depoisde sen gcnro.
Amante da reharto de Jcsus Christo, elle nunca
se aparton urna linha de seus sagrados diclames ;
cicutou enm lidelidade espantosa os mais dilliccs,
c sublimes preceitea'da religiao revelada.
A "Fe, a Esperanza, e a Caridade, eslas Ires (ilhas
do i-u, nao o abandonaran! ncm mesmo no sed ul-
'imo suspiro.
Deoa e a Viraem Mara cram as palavras que
sahum de seos gemido 1 Heos e a Viraem Mario.
cram a lodo momento invocados por elle ale mor-
ree
Pedio todos os Sacramentos da igreja, e, rom re-
signarlo sublime c admiravel*, aarailcreu ao Eterno
ler-lhe dado lempo para preparar-se, c despedir-sc
de sua familia amigos..

DIARIO DE PERMMBUQO QUINTA FEIRA 9 DE FEVEREIRO DE 1854.
t
i

\

IteixouesmM8y-Weommendaoes"~raritativas,par.- A.este apparclho.se
bom de tamanho regular ; e a quarla, do marinhei-
ro, ilenominaijao esta que dte os fazendeiros ao caf
que conserva anda a casca loda ou parle dola, o
qu6 acontece rom aquellos carocos que nao eslao'
bom seceos.
Como (ica explicado lem esta macliina dous re-
ceptculos ou caixoes, um para os pruductos imme-
diatos do ventilador subitividido cm iluas reparlicocs
para o caf leve c para a cisca, oulro que routein
o cylindro das peneiras rom qualro reparlicocs, pa-
ra conlcr : i primeira, p iiesado ; a segunda caf
moido ; a lerceira caf bom o regular ; c a quarla,
marinheiro.
O emprego ta casca explicarei mais em baivo.
O cafe leve se vender sem mais prepararlo co-
mo esculla boa. v
O |i pesado se Linear Tora.
O caf moido dever ser lustrado c depois expor-
tado cm separado.
O caf regular ser tambera lustrado antes de o
vender. ,
O marinheiro passar novamente pela eslufla o
moinho ou ueste s.
4. Engenho para lustrar, polir ou buruir o caf
sem casca.
Esta machina j bi exceulada pcloir. Jacob Van
Erren. Segundo a minha opiniao dever ella ser
construila intciramenlc de ferro. Ella consiste
n'um pequeo cylindro de ferro fundido, ouco c fe-
chado, composlo de 4 6 pecas (para ser transpor-
avcl por cargueiros), em o qual se inove com gran-
de rapidez um cixo com denles ou liaspas curvas
cm forma da evolvente. Na parle'superior do cv-
lindro, o no fuudo de urna muega ha um orificio
para entrada continua, e no tope opposto e era bai-
xo, .outra abertura para a sabida lambem ronlnua
do caf.
Rcgula-sc o maior o racuor aro ile lustre que
se queralarao caf, laudo menor ou maior aroia .-i
abertura da sabida, c uu--i--mRi> velociilade ao
cixo central.
tio com Deoa que o quiz chamar para seu reino ce-
lte com a entrada do novo anuo morreu como
justo, placida e trauquilkincnfe morreu sem ar-
ranco, sem contonee* apenas doas lar-rimas se
deslisaram por sobre suas faces, e este foi o triste
aiiiiunrio da sua morte.
A F, a spcranca, e a Calillado foran na \ ida
constantes tocias sna a V, a Esperanca, c a
Caridade o levaram ao seio do Omnipolucle.
Como cidadio os seus fetos sflo tantos, too repe-
lidos, e altos que esta provincia inleira o sabe. Uni-
do com seu gcnro flzeraui nina liga tal em favor
da ordero, das Icis c da humaiiidadcTpie se
lornaram geralmente admirados, queridos. Em S.
I'hilppe, onde morava, o seu nomc he pronunciado
rom rcapeito e amor.
Foi semprc o refuao dos pobres que acharara lici-
te uiu pai iucansavcl cm espalhar benelirios, um
protector decidido, c recio. A gente grada arhava
licite o melhor dos alliados S. I'hilppe. consterna-
do, v bem ter pcnliilo o aeno benfico que velava
porspu destino ;sen(e pcrfeilamenlc que longos an-
nos pillarlo sem que a nalureza produza outro Xa-
vier e desesperado pela alllioao leracra que mil ma-
les siga ni tamanha perda.
Qoer dnranljusua molestia, como principalmente
no da do seu enlerramenlo, enrheu-se sua espacosa
rasa de pessoas que cerrando o cadver desprend-
an! sentidas lagrimas acompanhadas de clamores
piiuacntes. S. Filippe, ( na mxima parle ) enluc-
lou-se, e lodos os rostes banham-sc de um pranln !
Ede faci quasi lodos perder01 rom a morte do Sr.
roamandante superior Francisco Xavier de Carva-
11!
Sua familia perdeu -seu chefe. seu prolcrtor, e seu
amparo. Seos amigos, o lijado ais constante, e
v erdadeiro. A pobreza sua providencia na terra-
O uovemo, legalmentc constituido, um dos campeos
mais esforrados, c decididos, que desde a sua joven,
liidccoutou seus das por sen eos relevanlissra'os
prestados m prol do paiz que adoptara.
O Se. Xavier foi, em (odas as pocas que patria
prerisava de seu braco, unidos Cv reneos mais iiitrc-
pilos em conservar seus dircilos c suas leis. as
diversas frises, e aguarees por que esla provincia
lem panudo elle, reunindo numensos-amigos, pres-
la>a-ac com seu braco c fazenda, e marchando pa-
ra o lunar doperigo moslrava clai.amenlc que era
punce linha o sen sangue, q-aandn se Iralav a de der-
rama-te eaa bcnnlirio rmnmiini. Nao citaremos aqu
cada urna, de suas ace/ies magnnimas: basta que
ik recontemos que em todas as pocas assuslado
ras para a ordem elle foi sen suarda fiel. A repu-
tarlo, e prestigio que gozara no termo de Marago-
aipe era a maior c mais segura garanta da felicida-
dedeate termo.
Sna memoria ha de ficar immortsB domo seus fei-
Sepullou-sc o Sr. ron-mandante suppcrior Fran-
riaro Xavier de Car*l|(B na iareja malriz de Mara-
socipc, e o arompMhMentodc seu corpo que sabio
ilc eu eneenho foiInstdo.e numeroso, apezarda ten-
ca dislanria; apozante se ter enterrado no mesmo da
deseo fallecimenlo; apelar dftSipiosissinia crntva; e
pcssimoscamiiihns, apocar emfimdeser no dia prime}
rodo anoqe todos di a missa que ncsles
Orateretebra nfc obstante ludo sto
foi feomoj disse vanlittfentedeseucada-
ver numeroso, ctfM^^^^Boas nuis aradas
leste tremietti. Na cidade fc Maraaogir espera-
v.im-no, Irando sdc dor; e atli leve um enlrrra-
menlo|>om|Hiso, ao qnal ncorrera lodas as pes-
soassem distince dclasse :*ocaii8o funerario foj
rondnzido por etltel lea da gparda nacional que com
Mants conslajnados acpmpanharam sen chefe
sna ultima jaxidl.
(e quadro trWe', mas sklemue e magcsloi, cra
rniilcmplar-se na sabida t corpo sua desvelida la-
railia, seos protegidos beijarem, pela nllinia ez, sua
maoj fra Morreu !.... masa cora dr, justo j
lera cingidosua fronte 1
Em qualr anuos e meto vio sna familia, na ri-
sonha rvoee da esperanfa.rtmdc desabroxavam-lhe
florm lito fraaanlcs e mimosas, fenece.-em-se urna a1
nma com' a morte dos dons varees que. jamis serio
empecidos: o Sr. Tint Lima c o ir. Xavier!....
Mas mis, certos na justica, c misericordia do exlre-
ijeoo...........,......
Conduccao do mesmo a fabrica a 40
rs. poralqucire, (j se V que nao pode
ser por meio da nefanda cangalha). .
Conduccao de 180,000 arrobas do ca-
f ao mercado, e corarassao davenda-
gem, a 5i0..............
dem de 900 arrobas de potassa, a
60(1....................
Salario ilo adminislrador que deve
lerpralicae conhcciinenlosscicntificos.
dem do guarda-livros e fiel ... .
750 joruaes de trahalhwtorcs da 1.
classe a 1600.............
1,500 ditos de dilos da 2. classe a
lI0O ; ..............
Combuslvcl para a eslufla e o alan-
bique..... "..........
liaslose conrerlosdasmachinas,azei-
tcemclhoraniculodo cstabi'lecimenlo .
Material de cscriplura^ao c miude-
zas'...................
Juros de 10 porcenlo do cusi da fa-
brica ..................
dem do capilal uecessario para a de-
mora entre as compras c as vendas. .
5^
W&000JO0O
21:G00s000
97:2001001)
5O3000
3:6008000
. 1:2005000
1:200.5000
2:10000l)
6303000
3:5009000
1805000
2:i005000
2:4005 Soinma das despezas. Rs. 784:550OOO
RECEITA.
160,000 arrobas de cafe, lavado da.
melhor qualidade, a 55000 rs. 800:000000
2,000 ditas de cafe redondo ou pc-
rola, a OJOOO rs............20:000000
9,000 dilas de caf miudo lustrado
a 33500 rs...............31:5003000
9,000 ditas de caf leve nao lustrado,
a 29500 rs......:........ 22:500-5000
900 arrobasde jiolassa, a 53500 rs.. 4:9505000
6,000 medidas do agurdente vendi-,
das u fabrica mesma, a (!0O rs..... 3:6009900
quelle que descrevi no primeiro artigo, semprc he
um inarhinsmn de \ac-vm e romo tal participa
ilos inconvenientes dcslcs movmentos alternados, os
quacs era lodos apparclhos perlcucenles s fahriras
ara 111 les, objeelos do primeiro artigo, slo ,cuidado-
sanenle evitados.
Enaenlioca da Saudade, em 25 de setembro de
1853. Guilhcrme Jlemjamin ll'einchenck.
(Auxiliador da Industria nacional.)
COMMERCIOT-
CHACA DO RECIPE 8 DE FEVEREIRO AS 3
HORAS DA TARDE.
Cotac,6es olliciacs.
Cambio sobre Inglaterraa 281(4 d. 60 drv.
Descont de letras de 2 majes 1 ", ao mez.
Assucar raascavado escolliiuo a 13750 rs. por ar-
. roba.
ALFANDEGA.
Rcndimcnlo do dia 1 a 7.....8V:0i7699
dem do da 8 ........ 14:1513198
98:2013897
Somma da rereila, Rs.
dor, para separar do caf lustrado todas partculas
das casquinhas de porgamiuho c de papel, e assini
estar este producto prompto para eflborlacao.
Sendo pralicavel oque li no jornal de 28 dejhlho
oeste auno, que se vende na ra dos Invlidos n. 61
e caf redondo ou perola (impropriamente chama-
do moka) razio de 123800 rs. por arroba, sera
muito fcil e conveniente de obter csse mullirlo,
ligando por csse lima este lustrador c segundo ven-
tilador nm rvliodro de peneiras com malhas pro-
prias. Excusado sera dizer que esto apparetho lam-
bem dever calar prvido com receptculos sepa-
rados.
5'." Utencilios ncressarios para a fabriccao de
producios aeccisorios.
A, Para produzir azuardcnlc, prcrisar-sc-ha de
urna prensa forte que Cxlrlhc rpidamente c com
farilidade lodo o suro da casca fresca, oblida pelos
despolpadores, vasilha para a lermeniacao c um
alambique. Aquellas fazeudas que cultivara canna
j possuem estes sublimes objeelos, que com vanla-
gera se aprovcilariam para esle fin.
B, Fabriracao de polassa. A esta casca expri-
mida ajiinlar-se-ha lepoi- de secca as cascas prculu-
zidas pelos ventiladores para seren queimadas em
foges, que aqueccram agua para a lixivia, c qu#j
proredem a evaporar!) da mesma. 'Seiulo -islo um
proresso rniiMbidn o descrplo cm mullos lvros te-
Imoluaicos, ali-lenlio-rae de explicar as necessarias
vasllias, filtros e forno de calrioacXo e a coltocacao
mais vantajosa desles, smenle menciono, que jun-
tamente com a ciuza pcnduzida [la casca de caf,
aproveilar-se-ha toda mais aquella obliila arcesso-
riamentc pelos dfferenles trabalhos domsticos, e
outros de una fazenda.
Obtertardet.
1." Tudas as machi as c apparclhos cima mencio-
nados, lenho por vezes e com minuciosidade calcu-
lado c desenliado, e Uve occasiao de conheccr pra-
ticaincntc o.prestmo da maior parte deiles sendo
construidos por mira oy^or outros, ainda que sepa-
radamente nao juntos ncsla combinado ; lenho a
firme convic^ao, que o mclhodo cima exposlo he
o melhor c o raais conveniente para ecouomisar
servcos bracaes e a forca elementar motora, para
livrar os Irabalhadores da innucucia nociva do p c
do calor, para o fabricar o melhor possivcl, para
iililisar os productos arcessorios, e.emlliu. pura lirar
os majprcs productos dessa cultora motilada cm
certo ponto. .
2. He possvel que o caf, conservando 1 maior
parle de. sua rasca mais fina a de papel), obtenlia
no mercado maior pre<;o, por ficar asaim parecido
com o de Martinica. Fabricas construidas da ma-
nera nposla, iroduzem este caf antes do Ir ao
lustrador, rujo Irabalho ser nesla cvtpbialidadc
com vantagem su|)priuiiilb ale para oiiter maior pe-
so, que pela violenta frcelo, que.sofffe. o caf no
lustrador, semprc mugiiar um ponen; mas lem-
bro aqui que se podo graduar o lustre vonlade co-
mo cima expuz, e que o caf bem lustrado conser-
vanrato melhor a sua cor primitiva.
L Mas, severamente se devia condenar o uso qne
di7i'in ter alarais fazendeiros, de dar ao caf urna
|pr escura frclicia, com carvao, etc., devia haver
a este res|ielo da parte do governo urna austera vi-
gilancia policial, alim que nao acntela com o caf,
qpr he actualmente o genero do mais vital inlcres-
se para imporlantcs provincias do Brasil, como j
acontecen cm oulro lempo cora o ndigo, historia
esta geralmente condecida.
3. A quantidade de caf que se lera de prepa-
rar, e a forja elementar do motor de que pode
dispor. devein servir de base ao calculo do numero
c das dimensOes dos diflercules apparelhos. Olan-
lo maior a quantidade de caf para preparar, tanto
maior ser a utilidade da fabrica-'-mriajelirla que
produz animalmente 8,000 arrobas do caf j locra-
r grande vanlagenr, eslabeleceudd sna fabrica da
maneini indicada. Quem assistn ao insano liifia-
lho que tera e livcram os fazendeiros, principal-
mente nos dous ltimos annos para serrar os seus
cafs pelo mclhdo gcTalmenle cm uso, e quem sa-
be que apezar desle grande emprego de ser fas
racacs, smente conseguiram qnaldades med res
e nfimas, fcilmente me conceder que o cmf go
da qual abatendo-se a
portando.
despeza, im-
882:5003000
781:5503000
Detcarreijam hoje 9 (fe fetereiro.
(larca iogleza Tmcn of literpoolmercaderas.
liriaue inglez Byron idem.
Barca franceza Bonte Hoger idem.
Importacao
Escuna nacional '/.elot; viuda da Balua, consig-
nada ao musir, mauifeslou o segunle:
4 volumes fazendas, 1 volumediversos gneros, 1
caixa com 1 pedra marmore, 2 fardos e 1 caixa cha-
peos de pal ha. 15 pipas vinagre, 50 barris vinhu, 200
molhos piassaba, 8 duzias toros de Jacaranda, 11
caixotes e 500 caitas charutos, 1,900 quartnhas, 2
suecas caf, 400 ditas fariiiha; a ordem.
1 caixa fazendas; a Miguel Domingos.
12 pipas1 azeilede palma ; a Jos Rodiignes Pc-
reira
174 barricas feijo, 3 caixas diversas mercadorias;
a J. Keller.
2 caixas lencos de chita ; a J. II. Gaensly.
2 ca votes e 1 sacco plantas agrestes; ao meslre.
1.caixa charutos ; a A. Willers.
CONSULADO tiERAL.
Rendimento do dia 1 a 7.....
dem do dia 8 ........
resulte para o dono da fa um hricalu-
croauuual...............98:0003000
Abslciiho-mc de mitras modas observarles que
me occorrem sobre este assumpto, reccnndo ficar
enfadonhp*or,mi(i|tt*aso. Avista da impor-
tancia do objcrlo tratado, sobre o qual temos lo
poucasHlisciissoes-scculiflcas, e a vstado que csrre-
vi n'uma lngua que nao he a materna, e na qual
uunca live meslre, espero merecer indulgencia dos
lelores.
Engcnhoca da Saudade, cm 15 de selembro de
853.Guikrme Benjamn IVeinschcnck.
Arl. 11. Engenho horixonlal de piles
{com um dexenho}.
as acluaes cirrtimslancias do paiz, poucas occa-
siesse darlo de slabclccer una fabrica deslas
dcscriplasio primeiro artigo, fazendas que produ-
zem aiimialmcnte 8 mil arrobas e mais nao lia com
abundancia c fallara os bons raminlios pelos quaes se
poderiam ajunlar os productos brutos, do inaucra
que por necessidade ou talvez por coslume invete-
rado c aversao profunda contra innovaoes, ainda
qne sejam da mais palpavel utilidade, o aaricullor
lambem he o fabricante com manifest prejuizo seu,
e neste caso o mesmo eslimar poder servir-se de
machinas simples, ]>ouco culosas, dnradouras, fa-
cis de manejar e de um bom elTelo ; o ciigcnho
hnrisontal representado no desenlio juulo, rene es-
las qualidadesem alio cro como pralicamente cx-
pcrimenlei cora um engenho desles, para minha pe-
quea lavoura c para a de alguns visiulios dcale 3
annos al boje.
Pens que o risco explica a obra c junio as se-
auinles observarocs: ,
i: 9 cfTcito deslc engenho comparado corma dos
iisuacs artigos, leudo ambos a mesma torca motora,
lif quasi o dobrn ; a grande frccao que solTrcrcin as
mos de pilao vertieres cm suas guias ou mesas,
tanto no levantar romo no cabir nao d i mi n 11c o efiei-
lo das mos horisonlaes, por serem iseulas ileslas
frircOes,'''
2. Pela mesma razio
16:7931431
'2:9973196
19:7903647
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendimenlododial a 7......1:2933522
dem do da ci ....... 55$120
1:3483542
Exportacao".
Canal, barca ingleza llangcr, de 430 toneladas
coiiduzio oseaunre:6,050 saceos rom 30,250 ar-
robas de assucar. *_
Canal, pela Parahiba, barca Higleza A'orcafpde
303 toneladas conduzio o sesuinle:600 barricas
bacal ho, 300 saceos com 1,500 monas de assucar.
Parahiba, htle nacional ParaAifrano, de 37 tone-
ladas conduzio oseguinte :112 volumes motilados,
100 arrobas de carne, 2 volumes fazendas.
UECEBEDOKIA DE RENDAS INTERNAS E-
RAES DE PEUNAMBUCO.
Rendimento do dia 8.....*. 8^63312
CONSULADO PROVINfcJ-
Rendimento do da 1 a 7 JP. 12:7783576
dem do dia 8........ 2:2283871
15:00734 47
MOVIMENTO DO PORTO.
_ lati entrado. no dia.S.
BahalOdias, escuna brasileira Xelota, de 131 lo-
ncladas, capitSo Uenrquo Jos Viera da Silva,
equpagm 7, carga varios generas ; a ordem. '
Natos fallidos no mesmo dia.
Liverpool pela Parahibaliirca ingleza Commerce,
capullo Richard S. Machell, em lastro.
Ass(lale brasileiro Carolina, meslre Francisco
(ioncatves de Seixas. carga varios genero". Passa-
eeiros. Justino Pereira da Cunha, Jos Caplolino
da Cuiria Albuquqrque, ilylario Alhaydedc Vas-
concellos e sna mana, llermeneaildo Carneiro da
Canlia, Joan Severiano Correa Barboza.
ParahibaHiale brasileiro ParalUbano, meslre Es-
lacio Mcnilcs da Silva, carga varios seeros. Pas-
sageiros, Vicente Ferreira Lupes, Liberato Fruto
do Brasil Vidal, J. Francisco Lima.
EDIT
es.
O Illm. Sr. inspector da thesourari.i de fazen-
da, manda fazer publico, que sern arrematados pcranle a mesma thesourara, e
a quem mais dr nos termos do airar do 14 deja-
la e regamos Dos que chapura seu celeste impe-
rio as alma d'aqnclIpsdoBVfjpos de virtudes ratas.
ltequir i-
AfiHClLTliA.
Fnpara^io' do cat.
Examin todo e musen ai o mcllior.
Matnuto* f ae detem compor urna com-
.t btm organizada fabric, parapreparar
Apfarelhos para dcspolpar, islo he, que lram
c Meparma a casca.carnosa do caf maduro na ocra-
fia dacolheila fcila, wm coxos e lavadores em nu-
Idwiles.. 'quaes se conservani o caf
ir'iiorasSpara ser lavado ao depois.
la Wa os flus mais baixo
mo, fazemos votos em favor daquella virtuosa farai- da esluffa e mais apparclhos que projioiiho, libe. la u-
Ame Ibor,
llimlrod-
linacao de '.
a minha convic-
de ferro, colhji-
no de lijlos
1
Oejiindro^^recebe da tea elemen-
ou vapor), pelo n> ^wehauiro,
1 llamado t Bffrancez joint brist, o >da% deo-
ladas gSfiri's. um movmente r> iformee
mui Ienl4. Tendo o,cjndro 25 pi^ i compti-
mento f % de, diamelro, ser sufllcie, ara urna"
fabrica gramle, e sendo o groo da veh -^ule e do
rakirl*em reoulado, bastar nina sii pass. cat piara ficar convenientemente aereo. A eslufla
asaim, organimda, lie exccllenje para eco anisar
servidos bracaes. lempo c rombnstivel, nao eV^,, os
Irabaltadores ao calor e facilite as evaporaco .,_
3.* Rara tirar a casca do cafe secco, desi |,,k|^j
ou nao, emprega-se cora vantagem um 01, nii,js
moinhos excntricos ou ordinarios, Jfeados c m um
ventilador e nm sjstema de peueiras cyliralri g, ,je
maneira, que o caf passa por estes tres app n-elhos
em immedialo
niinadoe
lema cara
lilador, o
ra, em
caixaoa
ImhIh
lior doej
pelas
soauimento, sem ser tocadi
wa. O inoinhp despe ,B raf
rom este cahe 4o cano 0 ven.
leste separa ast- producto cag_
e e em caf bjm para qne j^, _m
com^eleules reparlirAetv q ^(
por nm cas2l( ?}riWnr^t ,1V
\"-t jooeiras, e soffre aqui urna no-
va ea 5*6 para o que ha un oulio caixo com
qualro dhTerenles reparlicocs sobre as quaes gira o
rj lindro. A primeira, ha o receptculo de p pisa-
do, areia ete, *ae casuafcmenle se pede oebar com
o caf ; segunda, de caf oido; a tereeira, do caf
ilo essa fabriccao da escravidao risornsa das esla-
{es, econoinisaudo o mais possvel servicos bra-
caes, oblcndo o melhor produelo c rediizindo os 2
ou 4 inczes que o caf colhido agora precisa para ser
convertido era genero veudavcl napraca2ou3 dias,
far nm grande beneficio a lavoura. lambem a
pequea lavoura poder participar desse benefi.-io,
liase 1 ido lions muites caniinbos praticaveis por
carros. Bous raminlios (gramle palavra !) he o
mais uecessario raelhoramcnlo material que esle
paiz precisa para prosperar e nao definhar, muito
mais de gue as subvences para os divertimeutos
urbanos, ilo. quacs smente urna pequea parte
dos eoutribniulcs fruem as delicias e eslao muilo
melhor aquinhondos de que a mor parte dos malfa-
dadoi lavradorcs, cujo Irabalho he talvez a nica
fonle primitiva donde emanara as rendas do estado,
do galillo dos negociantes, ele.
Urna coloiiisacao cm ponto grande, sendo os ro-
lnos donos o forcros perpetuos de trras propria
para este lavoura, ou mu ou oulro lugar as linlias
das estradas de (ferro que temos em expectativa, po-
derlo ottereeer occasiao favoravel para o eslabele-
rimente de urna fabrica deslas,sera ler panlacao pro-
liria sua, e ser para os colonos ou dojivs de peque-
a lmora una Torluna, porque a fabrica pode-lhes
comprar por alio preco pago a vista todo caf teao
que soja colhido,' e livra-los assini dos penosos Ira-
halhoR da preparacSo e da espera 'lo pagamente, e
faro simiiltaiicamcdte am muilo bom negocio para
o fabricante como passo a mostrar pelo seguinte ba-
lanto den'm anno de Irabalho.
Deve-ae conheccr bem as cirrumslancias locacs e
da epe%, para poder apreseniar um bataneo exacto,
como isto oeste ensejo nao he possivcl, vou ap-
pro"maudo-mc da verdade de adoptar cirrums-
tanciasHilodesfavoraveis, baseando-me sobre os se-
guales ados: supponho que a fabrica pode com-
prar annuslmeute 510,000 alqueju4i,le cafe ma'-
duro na occ&3 das colheilav O motor seja um
orrego d'agua que fornece a forca elcmcnlar de
15 ravallos, que seja exercida por urna ou iluas ro-
das de agua. O cSte da fabrica (machinas, casas
armnzons, etc.),xeplo o chao, ser segundo as lo-
calidades 18;iiB^ucm termo medio 2contosde
res, c poder ella preparar cm 12 horas do servco
1,500 a 2,000 arrobas, enuTo se formar o balanro
da fabrica de nm anuo, da maneira seguinte:
DESPEZA.
Compra de 540)1000 alqueices de ca-
f cm casca na occasiao das collteilas
osle ensenho he tambera
muilo dorador, as maos horisonlaes nunca precisara
ser renovadas, e quando depois de moilo servco
lenha-sc de substituir alaumas pocas, sa.o estas imii
pequeas (as manoplas, tangedeiras c rostros) as
quaes sendo suamecidas com chapas melallicas' no
lugar do ronlacto, alcancan^ nma durarlo limito
prolongada.
3. As maos de um enaenho vertical dAo em regra
25^as ilos niais bem construidos 32 pancadas por
minato. as maos horisonlaes pdcni dar no mesino
tmplale (i'< pancadas por esta razao c |>ela exhibi-
da na" primeira observacSo, o eugeuho Jiorisoutel
com menos da mcladdts maos de uniciiacuho verti-
cal, presta o mesmo servir leste.
4". speras demailciraque compoeesla machi-
na, so muilo mais pequeas d que as dos cuge-
nhos verticaes.
5. Podeudo-se collocar a roda dentada grande cm
contacto com qualqucr ponto na circumfcrencia da
pequea, permute essa coustruccao urna erando va-
riedade de propmvoesde niveisdo exo da roda d'a-
gua para com o das tangedeiras, cireumstencia osla
muilo aprecias el em localidades difUcics, e para dar
urna boa psito ao engenho un rejaeao com os ler-
rciros. Principalmente essa construccao he exccl-
tente quando aj2dajfjiaua lem deCcr quasi sub-
terrnea como figorei no desenho, e como aconte*-1
ce mulas Vezes ou como devia acontecer.
6. Por meio de urna alavanra de ruadera poern-
sc a Irabalbar, c param-sc as raaos sem esforcos al-
guns.
7". Essa conslrticcao pcrmille o fcil e eommodo
accesso todas partes do macJiinismo.
8". Deverao-sc chcher os cantes dos piles de
maneira que qualqucr seccao horsonlal (orina no
interior nm octgono ; nao pude indicar isto no dc-
senhp, por fallar Ingar para urna planta.
9. Quando ha graudc abundancia d'asua motora
e poura ferda, mrquando satisfaz punco servco da
machina, c se precisa economa e nao o empreao
apurado da forca lolal do nlotor, pde-sc construir
esse engenho rom s cixo. que simultneamente ser-
vir para fixar nclle a roda d'agua cas tangedeiras,
como fiz com o raeu engenho que" tera urna roda
d'agua, com o dimetro de 12 palmos smente c 3
tangedeiras para cada nma das4 maos horisonlaes.
O canal conduz para elle em cada segundo, 4 pal-
mos cbicos d'agua motora, que move alm das 4
maos de pilan simultneamente um ventilador com
S peneiras fixas n'uui grade niovel. eassiin aproinp-
te em 12 horas de servco descascando, lustrando e
separando 50 arrobas de caf seco com a casca toda,
ou 97. arrobas de caf despolpado, tendo o nico
servente da machida um serviro em nada penoso.
O ventillador Iraballiaiiilo com suas peneiras con-
somm aproximadamente a forra de iluas maos.
10. Sabcnilo a quantidade d'agua motora e a al-
tura que se pode aproveilar, carcular-sc-lia o nu-
mero das mos da maneira seguinte :' aiipliranilo a
0 1)
formulaF------sendo Fa forca de cavallos.
32,85
Q a quantidade d'agua n'um segundo cm palmos
cbicos, e Da ferda aproveiladaem palmos, todo
cm medida porlugucza, (formula derivada da Ihese
adoptada pelos Iuglezes, que a forca iieccssaria para
levantar em um mino!,. 33,000 libras a altura de
nm p, (peso e. medida ingleza) equival- forra de
4,12
umcavallo, ilieu enaenho lera este*--------------1,18
neiro de 1807 as Ierras materiaes e mais perlcnces
da capel la vaga de Nossa Sehora do Socorro, cita no
ensenho Sorcorro da fresnezia de S, Amaro de Ja-
bnaUto : pelo que as pessoas que quzerem licitar, de-
verao comparecer na sala das sessOes da referida tlte-
sourarla, as lt',' horas do dia 21 de fevereiro pr-
ximo futuro ; d.vcrtiudo que a arreraataco ser fei-
ta a dnheiro de contado.
Secretaria da thesourara defazenda de l'ernara-
buco 16 dejanrirA official maiojw
Emilio XatienSobrciradt'Timtoi *
As pessoas que se propoze'rem a esla arrematado
coiuparecain na sala das sesses da mesmaijunla nos
das cima declarados, pelo meio dia, competente-
mente habilitadas.
E para constar se mandou afllxar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secrelaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 8 de fevereiro de 1854.O secretario.
Antonio Ferreira d'Annunciaciio.
Clausulas especiaes para a arremalacao.
1." Asobrasdor lanro da ramilicaco da estrada
do Cabo, far-se-ho de Conformidad* "com a plaa,
perfis e mais riscos approvados pela directora era.
conselho c apresenlados a approvaco do Exm. pre-
sidente, na importancia de 29:2688.
2. O arrematante dar principio asninas no prazo
de um raez, e dever conclu-las no de dezeseis me-
zcs, ambos .contados na forma do arl. 31 da lei pro-
vincial n. 286.
:i.;i O pasamente da importancia da arremalacao
realsar-se-ha em qualro preslacoes iguacs i a 1.a
depois de feilo o primeiro terco das obras ; a 2. de-
pois de concluido o segundo terr,o ; a 3." na occa-
siao da entrega provisoria ; e a 5. depois dorecebi-
mcnlo definitivo o qual dever'verlicar-so um anno
depois do rerebmento provisorio.
4.* Seismezes depoisde principiadas as obras de-
ver o arrematante proporcionar transito ao publico
em'loda extncao do hinco.
5." Para ludo o que nao se adiar determinado
as prsenles clausulas nem no orc,aracnlo, seguir-
se-ha o que dspoe a respeilo a le provincial 11. 286.
Conforme.O secretario, Antonio Ferreira d"An-
nuncinc.o.
O Illm. Sr. inspector da Ihesourari.i provin-
cial, cm cumplimento da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, manila fazer publico, que no
diaA de marco proxiniff vnilouro, pecante a jimia
da Tazcnda da mesma thesourara, vai uovamenic a
praca para ser arrematada a quem por menos lz.er,
a obra do acude na povoarao do Buiqui, avahada
em 3::t00S000 rs.
A ai 'remataran ser l'eila na forma 27 da le provincial n.286 de 17 de maio de 1851,
c sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas qne se propozerem a esta arremalacao
cnrhparccam na sala das scsses da mesma junta uo
dia cima declarado, pelo meio dia, competente^
mente habilitadas.
E liara constar se mandou afllxar o presente e
publicar pelo Diario. '^Secretoria provincial de Pcruambuco 3 de fevereiro de 1851.
O secretario, Antonio Ferreira da .inminaafio.
Clausulas especiaes para arremalacao:
Ia As obras do acude do Buiquc sern fritas de
conformdade com a planta c orcamculo approva-
dos pela directora era conselho e apresenlados
approvarSo do Exm. presidente na importancia de
3:3003000 rs.
2a Estas obras dcverSo principiar no prazo de
sessenla ilias, c serao concluidas no de dez mezes,
cnnlai da dala da arremalacao.
3" A importancia desta arrcmalarSo ser pasa
erri Ires prcstacics da maneira seguinte : a primei-
ra dos dous quintos do valor total, qnaudo liver
concluido melado da obra, asegunda Wai a-pri-
meira, depois de lavrado o termo de rcceoneiilo
provisorio ; a lerceira final raen le de ura quinto de-
pois ilo recebimeuto definitivo.
4a O arrematante ser obrigado a rommunicar a
reparlh;ao das obras publicas cora antecedencia de
trinla dias o da fixo, em que lem re dar principio
a execucao das obras, assim como trabaluar segui-
damente quiuzc dias, alim de que possa o engenhei-
ro encarroado da obra a-sislir ans priinciros Iraba-
lhos. ^
5a Para ludo o mais, que nao estiver especifica-
do as presentes clausulas seauir-se-ha o que de-
termina a le provincial n. 286 de 17 de maio de
1851.Conforme.O secretario, Antonio Ferreira
da Annunci'irdo.
-r O Illm. Sr. inspector da Ihesouria provincial,
cm cump iineiito da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia, manda faer publico, que no dia 9
ilc marco.prximo wndmini. vai novamente a praca
para ser arrematado a quera por menos fizcr.pcra-
te a junta da fazenda da mesma thesourara a obra
do ac,ude dePajede Flores, a\aliada em 3:1903000
rs.
A arremalacao ser fcita na forma dos arls. 24 e
27 da le provincial 11. 286 de 17 de maio de 1851,
e sob-as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arremalacao
enmparoeain na sala das sessocs da mesma junte "no
dia cima declarado, pelo meio dia, competentemen-
te, habilitadas.
E para constar se mandou aflixar o presente c pu-
lAlicar pelo Diario.
Secrelaria da jhesouraria provincial de Peruam-
Puco, 3 de fevereiro de 1854.O secretario, Anto-
nio Ferreira da Annunnarao.
Clausulas especiaes para a arrematarao.
1." As obras do acude de Paje de Flores serao
fritas ilc conformdade rom as plantas e oreanlenlo
apresenlados a approvaco do Exm. Sr. presidente
da provincia na importancia de ,3:1903000 ris.
2.a Eslas obras deverao principiar no prazo de
dous mezes, e serao concluidas no de dez nier.es
contar conforme a le provincial 11. 286,
3.a A importancia desta arremalacao ser pasa
em tres prcslacAes da maneira seguate.: a primeira
dos dous quintos do valor da arremalacao, quando
livor concluido a melado da obra: a segunda anal
a primeira, depois de lavrado o termo de recebi-
meuto provisorio; a lerceira filialmente dciimquu-
As pessoas que se propozerem a esla arrematarlo
coinparcram na sala das sessocs da mesma junta
no dia cima declarado, pelo meio dia, competente-
mente habilitadas.
E para canutar se raaudou aflixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secrelaria da llie/.ourarja provincial de Pcrnam-
buco 24 de Janeiro de 1854. O secretario, Antonio
Ferreira da Annuciacuo. ,
Clausulas especiaes pura a arrematara
1." Os comerlos da cadete da villa de Serii^iaein
far-sc-hao de conformdade com o orcamento appro-
vailo pela directora era conselho e apprcaentads a
approvaco" do ExnKdrcsidcute lla importancia de
2:7.503000 rs. ^fc
2.a O arrematante daraprinepio as obras no pra-
zo de um mez e devera conelui-his no de seis me-
zes, ambos contados na forma do artigo 31 da le
numero 286.
3.a O arrematante seguir nos seus Irahalhns lu-
do oque llic fr determinado pelo respectivo enge-
nheiro, nao s.para a boa c\ccur,ao das obras como
em ordem de nao inulilisar ao mesmo lempo para
o[servo publico lodas as parles do edificio.
. 4.a O pagamento da importancia da arremalacao
(era I usar era tres preslacoes iauaes; al depois
de feita a melade da obra; a 2a depois da entrega
provisoria; e a lerceira na entrega definitiva.
5.a O prazo da rcsponsabilidailc ser de seis me-
zes.
6.a Para ludo o que nao se aclia determinado as
presentes clausulas nem no orcamculo sesuir-sc-lia
o que dispoe a respeilo a le provural 11. 286.
Conforme. O.acrelario,' Antonio Ferreira da
ttnnunciarao. Sr
O Illm. Sr. inspeclnrda thesourara provincia
era, cumprimelo da ordem do Exm. Sr. presidente,
da proVuicia, manda fazer publico, que no dia23dc
fevereiro prximo vindouro, vai novamente a praca
para ser arrematada, a quem por menos fizer, a obra
dos concertos da cadea da villa de (jaranhuns, ava-
hada em 2:2493210 rs. A arremalacao ser feita na
forma dos artigos 24 e 27 da lei provincial n. 286
de 17 ile maio de 1851, e sob as clausulas especiaes
abaixo copiadas.
As pessoas que s propozerem a esta arremalacao,
comparecam na sala das sesses da junta da fazenda
da mesma thesouraria, no dia cima declarado, pe-
lo meio dia, competentemente habilitadas.
E para constarse mudou aflixar o presente e pu-
blicar pelo Diario.
Secrelaria da thesouraria provincial de Pernam-
buco 30 de dezembro de 1853. O secretario,
Antonio Ferreira da AnnuntiafSo.
Clausulas especiaes para a arremalacao.
i,' Osconccrtos da cadea da villa Garanhans,
far-se-ho de conformdade com o orjlmcnlo appro-
vado pela directora em conselho, c apresentado a
approvaraodo Exm. Sr. presidente, na importancia
de 2:2493280 rs.
2.a O arrematante dar principio as obras n pra-
zo de dous mezes, e dever conclu-las tm de sei
los'coutados na forma do artigo 31 da le
^
TA
l.llVMK E VARIADO ESPECTCULO
EM.BENEFICIO DA ACTRIZ
Leonor Orsat Mondes.
SABBADO, 11 DE FEVEBEIRO DE 1854. -
Subir scena pola primeira vez, a muito graciosa
e inleressanlc comedia em t arto,
A. MOEDi DE 24 SOLOS.
Traduzida do francez pelo actor Luiz Curios Amol-
do.
Personagens.
Samuel ltaol........
Endymon de l.a-Sonche. .
Jos Poirier ........
Andr Galfet ......
Pedrinho, joven camponez .
Baboliu. labelliao ......
Um negro........
Celeste Itiaol ......
Claudina Camuzol. joven cam-
po nc/a
Sr. Piolo.
Mendes.
b Costa.
K Sania Rosa.
Hiliern.
)i Rozendo.
N. N.
D. Amalia.
A beneficiada.
lelKuiriino*seus trabalhos ludo
o quelKe^ir determinado pelo respeclivo engeuhe-
ro, nao s para boa execucao das obsas, como em.
ordem de nao inulilisar ao mesmo lempo para o ser-
viro publico todos as PJttes do edificio.
4.a O pagamento da Importancia da arrema lar 5o
lera lugar cm Ires preslacoes iguaes ra 1.a, depois,
de feita a melade da obra ; a 2.a, depois da entrega
provisoria ; e a 3.', na entrega definitiva.
5.* O prazo de responsabilidade ser de seis me-
zes.
6.a Para ludo o que nao estiver determinado as
presentes clausulas nem no orcamculo, seguir-se-ha
o que dispOe a respeilo a lei provincial n. 286.
Cuuforme. O secretario,
Antonio Ferreira da Annunciaejio.
Seguir-se-ha pelo Sr. Ribeiro a aria do
v
Segoindo-sc o enararado o milito applaudido due-
lo, cantado pelo Sr. Ribeiro e a Sra. D. Gabriella,
VELHICE NAMORADA.
Segue-se pelo Sr. Ribeiro, pela primeira vez a iu-
leresjanlearia
DA POLKA.
' Seguir-se-ha a sempre muilo applaudida e engra-
nada comeda em 3 actos ornada de msica,
A VENDEDORA DE PEROS.
ORDEM l0 ESPECTCULO.,
V A Vendedora. 2' intervallospelo Sr. Ribeiro 3-
a Mocito de 24 sidos.
Os billieleMjMedos pelo actor Mendes para a reci-
ta cxiraorduauPtni seu favor, lem entrada ueste
beneficio.
Os bi Hieles acham-se venda em casa da benefi-
ciada, ra Bella n. 13, e no dia du espectculo no es-
cripliirio do llie'alro.
A beneficiada roga ao generoso publico desta cida-
de, haja de a proteger concorrendo ao se bene-
ficio.
Principiar s 8 lloras.
DECLARADO ES.
AVISOS MARTIMOS.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia de 22 do correnle, manda fa-
zer publico, que nos dias 7, 8 e 9 de fevereiro pr-
ximo vindouro, ^erante juila da fazenda da mes-
ma Ihesouraria. se ha de arrematar i quem por me-
nos zer, a obra do acude na Villa Bella da comar-
ca de I'ajeii de Flores, avahada em .'t-.OOOOO rs.
A nrrcmnlarao ser fcila na forma dos arls. 24e
27 da lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1851,
e sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esla arremala-
cao, csmparecam na sala dassesses da mesma jnn-
la, nos dias cima declarados pelo meio da, compe
ternemente haheliladas.
E para constar se mandou aflixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secretaria da thesouraria provincial de Pcruam-
buco, 24 de dezembro de 1853.O secretorio,
Antonio Ferreira d'Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arrematarao.
1, As obra desle arude serao feilas de confor-
mjdadeibm as plantes e ornamento, appresentedos
nesla data a approvaco o Exra. presidente da pro-
vincia, na importancia de 4:0043000 rs.
2.a Eslas obras deverao principiar no prazo 'do 2
mezes, e sero concluidas nh de 10 mezes, a contar
conforme a lei provincial n. 286.
3.a A importancia desta arremalacao ser pasa
em tres preslacoes da maneira seguinte : prime ra
dos dons qninlos do valor lolal, quando liver con-
cluido ametade da obra ; a secunda igual a primei-
ra, depois de lavrado o termo de recebimenlo pro-
visorio : a lerceira finalmente, de um quinte depo-
is do recebimenlo definitivo.
4.' O arrematante sc/ obrigado a communicar
reparlicao da obras publicas com antecedencia de
30 das, o dia >*xo em que lem de dar principio a
execucao das obras, assim como trabalhar 6e-
Euid.imente dorante 15 dias|ilim de que possa o en-
genheiro encarregado da obra assislir aos prmeiros
trabalhos.
5.a. Para lodo o mais que naoesliver especificado
as presentes clausulas, seguir-se-ha o que determi-
na a lei provincial n. 280, de 17 de maio de 1851.
Conforme. O 'sccrgio, Autanio Ferreira
o" Annunciacao.
O Illm. Sr. inspeclorfoa Ihesouraria provin-
cial, em cumprimenlo da rrsolucnda junte, manda
fazer publico quo no dia 9 de fevereiro prximo vin-
douro. vai novamente praca para ser arrematada
pcranle a mesma junto, a qnem por'menos fizer, a
obra do aterro e empedramenlo da primeira parle do
primeiro lan^o da estrada do norte, avahada em
28:09(13887 rs.
A arrematarao ser feita na forma dos artigos 24 e
27 da le provincial n. 286 de 17 de maio de 1851, e
sob as clausulas especiaes abaixo copiadas^
As pessoasque se propozerem a esla aqrfbnMarao,
comparecam na sala dassesses da mesroMBta,' no
dia cima declarado, pelo meio dia, i.ropetenlenicii-
le habilitadas.
E para constar se mandou aflrfar o presente, pu-
blicar pelo Diarto.
Secretoria da Ihesouraria provincial de Her iuibu-
co 9 de Janeiro de 1854. O secretorio, .
Antonio Ferreira d'Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arremalariio.
! Este obra ser feila de conformdade com o or-
namento approvado pela direcloria m conselho, e
Mala ilala aprcsenlado a approvaco do Exm. Sr.
presidente da provincia na mporlanciade28:096>SH7
o dej^B^oroMbiiujmliMlefiii
K^WltffKtWWnfp' ser oti
ilivo.
ado
32,85
ou approximadnmcule a foccade I 1|2 ravallo, e
consiiuiiudo o \cuidador cun suas |icnciras a forca
deduasiuaos, scmic-se que cada inao precisa para
seu conveniente indumento lii de forca de um ca-
vallo. Para um engenho rom 8 raaos c sen venti-
lador, serao portento precisos a forra de 10(4 raval-
los ou de 2 1|2, c tendo este urna roda-motora com
dimetro de 24 palmos, dever ser a quantidade
d'agua n'um segundo, 3 1)3 palmos cbicos segundo
o exposlo. ,
\\'. O custo de una mschina desta qualidade
com seu ventilador c tres peneiras,'(um ventilador
he sulliriente para 12 raaos) bem construida pre-
parando perfeilamenlc em 12 hprasde serviro 50 a
250 arrobas' de caf srco com a casca loda 011 o de-
liro de cafe despolpado, he 1:5003005,000300rs.,
excepluando-se o importe de snicos de serventes e
pedreiros, dos transportes e do falqucijo c scrraeem
de madeiras, objeelos estes muilo variaveis segundo
as localidades.
12a. Apezar do ser o effeilo desle engenho no seu
genero o mais satisfactorio possvel, uuuca se po-
der elle equiparar respeilo de sua qualidade e
da qualidade do producto, da economa da torta
motora empregadu e do lempo, etc. ao effeito da-
2.a O arrematante dar.r principio a obras no prazo
de dous mezes.'e os concluir un prazo de qinze
mezes, ambos contados de couformidade com o artigo
31 da le provincial 11. 286..
3. Desde a entrega provisoria da obra al a entre-
ga definitiva, serao irrematante obrigado a conservar
a estrada sempr em hora estado, para o que dever
ter pelo menos dous guardas empregados constante-
mente nesle serviro,e fra immediatamente qualquer
reparo que Iba for determinado pelo encenheiro.
4.a O pagamento desla obra ser felo em qualro
preslacoes ijuaes : a primeira depois de feilo o Ierro
das obras do laufo : a segunda depois de completa-
dos os dous tercos: a lerceira quando forem recebi-
das provisoriamente : e a quarla depois da enteca
definitiva, a qual lera lugar ura auno depois do rece-
bimenlo provisorio.
5.a Para ludo o raais que nao estiver determinado
as presentes clausulas, seguir-se-ha o que dispoe a
respeilo a lei provincial n. 286.
Conforme.O secretorio,
Antonio Ferreira d' Annunciacao.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provin-
cial, em cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. pre-
sidente da provincia, de 6 do correnle, manda fazer
publico, que nos dias 7, 8e9de marco prximo
vindouro, peranle a junta da fazenda da mesma Ihe-
souraria, se ha de ai rematar a quem. por. menos fizer
a obra do 4'lance daramiflcaglo da estrada do Sul
para o Cabo, avahada em29:9683.
A arremalacao ser feito na forma dos arls. 24 e 27
da lei provincial n. 28 as clausulo? epeciues abaixo copiadas.
a communicar
a reparlicao das obras ftM(rf(s9 antecedencia
Ir liinla dias, o dia-feui cm qiic.'teni de dar prin-
cipio a execotSo das obras, assim como trabalhar
sentidamente dnrante quinte dias, alim de qne pos-:
sa o engenbeiro encarreaido da bbra assisr aos
primoiros trabalhos.
V Para ludo o mais qne nao estiver especificado
as presentes clausulas scruir-sc-1ia o que determi-
na a le provincial n. 286 de 17 de maio de 1853.
O secretario, Antonio Ferreira da AnmmciarSo.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provincial,
em cuniprimenlo da resoluro da junta ila fazenda,
manda fazer publico, que no dia 16 de fevereiro
prximo vindouro, vai novamente a praca para ser
arrematada a quem por menos fizer a obra dos-con-
certos da cadea da villa do Cabo, avahados em
8253009 rs.
A arrematado ser feita na forma dos arls. 24 c
27 da lei provincial n. 286 de 17 de maio de 1851,
e sob as clausulas especia^ abaixo copiadas.
As pessoas qne se propozerem a esla arremalacao
comparecam na sala das sessftes da mesma junta no
dia cima declarado*pelo meio dia competentemen-
te babililaibs.
E para constar se mandou aflixar o presente c pu
Mirar pelo Diario.Secretaria da Hiesouraiia pro-
vincial de Pcrnamhuro, 24 de Janeiro de 1854.O
secretorio Antonio Ferreira da Annunciacao.
Clausulas especiaes para a arremalaco.
1.a Os concertos da cadea da villa do Cali far-
se-liao de conformdade com o orcamculo appro-
vado pela direcloria emarniisrlho, e aprcsenlado i
approvaco do Exra. presidente na importancia de
8253000 rs.
2." O arremataute dar principio as obras no pra-
zo de quinze das, e dever ronclu-las no de Ires
mezes, ambos conlados'dc conformdade com o arl.
31 ila lei n. 286.
3.a O arrematante seguir na execucao ludo o
que Ihc for proscripto pelo engcuhero respectivo
nao s |iara boa exceui;ao do trballo, como era or-
dem de nao inulilisar ao mesmo lempo para o scr-
yijo publico lodas as parles do edificio.
4.a O pagamento da importancia da arremalacao
verifirar-se-ha em ditas preslacoes zuaes: al" de-
pois de feilosdous tercos da obra; e a seuuida de-
pois de lavrado o termo de recebimenlo.
5.a Nao haver prazo de responsabilidade.
6.a Para ludo o que nao se acha determinado
as prsenles clausulas nem no orcamculo, seguir-
se-ha o que dispoe a lei provincial 11. 286.ou-
fornic.O secretario, Antonio Ferreira da Anmm-
icaro.
O Illm. Sr. inspector da Ihesouraria provinci-
al, cm cumprimenlo da ordem do Exm. Sr. presi-
dente da provincia de 21 do correnle, que manda
fazer publico que, uos das 14, 15 e 16 de fevereiro
prximo vindouro, peranle a junta da fazenda da
mesm tbe-SounSia, se ha de arrematar a quero
por menos fizer a obra do 5. lauco da rami-
lieacao da estrada do sul para a villa do Cabo, ava-
hada em 19:8003000 rs.
A arrematarao ser feila na forma dos rticos 21
e 27 da lei provincial numero 286 de 17 de maio de
1851, e sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
As pessoas que se propozerem a esta arremalacao
comparecam na sala das sesses das cima declarados pelo meio dia, competente-
mente habilitadas.
E para constar se mandou aflixar o presente e
publicar pelo Diario. Secretaria da Ihesouraria
provincial de Pcrnamhuro, 24 de Janeiro de 1834.
O secretario: Antonio Ferreira da Annunciaciin.
Clausulas especiaes para a arrcmalncao.
1.a As obras do 5." lauco da ramilicaco da estrada
do (laboseflio feilasjde conformdade comoorcamchto,
plantos e perliz approv idos )>ehi direcloria j'in ron-
selho e appresentados a approvaco do Exm. Sr.
presidente na importancia de 19:800O0O rs.
2.a O arrematante dar principio as obras 110 pra-
zo de um mez e dever conclu-las no de 12 mezes
ambos contados na forma do artigo 31 da lei nu-
mero 286.
3.a O pagamento da importancia da arremalacao
roalisar-se-ha era qualro prcstodes izuaes; a 1.a
depois de feilo o primeiro terco das obras ; a 2."
depois de ronrluido o segundo terco ; a 3.a na oc-
casiao do recebimento provisorio, e a derrndcira de-
pois da entrega definitiva, aqual realisar-se-ha um
auno depois do recebimenlo provisorio.
4.a Seis mezes depois de principiadas as obras de-
vora o arrematante proporcionar transito ao pulilicti
cm loda a cxlcncaodo lauco.
5." Para ludo o que nao se acha determinado
as presentes clausulas nem no orcamento, semiir-
se-ba o que dispOe a respeilo a lei numero 286.
Conforme.O secretario, Antonio Ferreira da An-
nunciaro.
O Illm. Sr.- inspector da thesourara provin-
cial, cm cumprigicnto da resolucao da junto da fa-
zenda, manda fazer publico, que no dia 16 de feve-
reiro prximo vindouro, vai novamente 1 praca,
para ser arrematada a quem por menos fuer a obra
dos concertos da cadeia da villa Serinbaem, avahada
em 2:7503000 rs.
A arremalacao ser feita na forma dos artigos 24
Pela contadoria da cmara municipal desta ci-
dade, se faz publico que do primeiro ao ultimo de
marco, prximo futuro, so far a arrecadariio, boc-
ea do cofre, do imposto municipal sobre stobeleci-
mentos, ficandosujeilosa mulla de 3 % os que o nao
fizerem no mencionado prazo.No impedimento do
contador.O amauiicnse,fVa/a>.'o Canuto da Boa-
tiagein.
O Illm. Sr. capilo do porto, pira tornar eflec-
livas as disposirOes do rcgulamento das capitanas dos
portes, mandado por em execucao pelo decreto im-
perial de 19 de maio de 186, manda, para conheci-
menlo dos interessados, publicar os artigos seguintes
do mesmo resulamcido.
Art. ll.Niugucm poder dentro do litloral do por-
to, ou seja na parle reservada para logradeuro pu-
blico, ou seja na parte qne qualqucr lenha aforado,
construir embarrarlo de robera, ou fazer cavas para
as fabricar encalliaitos, sem que, depois da licenca da
respectiva cmara municipal, ohlcnha a do capitio
do porto, o qual a nai dar sem ter examinado se po-
der ou nao resullsr dahi algum damno ao porto.
Arl. 13. Ninguen; poder fazer atorros ou obras
no litloral do porto, ourios navczaveis.scm que lenha
obtido licenca da cmara municipal, c pela cap^tonia,
du porlo seja declarado, depois de feitos os devids
exames, que nao prejudicam o bem estado do porto,
ou ros, anda mosmn os rctabolecimentos nacionaes
da marinha de guerra e os logradouros pblicos, sob
pena de dcmolirao das obras, e multa alm da indem-
nisacao do damno qi c liver causado.
Arl. 14. Nngucn. poder depositar madeiras as
prams nem conservar nellas, ou nos caes por mais de
cinco dias, ancoras, tecas de arlilharia. amarras ou
outros quaesqner objeelos que embflracem o transito
e servidao publica, anda que lenha licenca da c-
mara municipal. E quaudo para o deposito e demo-
ra de laes objeelos der licenca o cipilo do porlo sem
Erejoizo da sobrediU servidao, s se poder fazer da
atente da preamar das aguas vivas para cima. Os
contraventores, alm da mulla a que forem sujeilos
pelas posturas ila respectiva cmara municipal, sero
obrigadns a fazer escavar qualquer ara, que se acu-
mule em detrimento do porto.
Secretaruda caphania do porto de Pernamboco 3
de Janeiro de 1853.No impedimento do secretorio,
Manotl Ambrosio dx Conceicilo Padilha.
(str aberta a matricula da cadeira
de latirn do collegio das artes, na casa do
respectivo professor, emOHnda.
A pessoaquo bolou na caixl da adminislrncau
do correio uia caria sellada, e sem declarar a quem
he dirigida, nem para onde, queira comparecer ua
mesma adinfnislracao, alim djt poder ella seguir seu
destino.
l'elojui/.o Ae orplios da ridade de Olinda vai
praca no da 10 do correnle urna casa terrea, sita
uo Varadouro n. 10.
O vapor (uanabaru,
commandante o .1. r-
eme Jos Leopoldo de
Noronha Torrozilo, es-
pera-so dos portos do
norte at 13 do correnle, e sesuir para Macei, Ba-
ha e Kio de Janeiro uo oulro dia da sua chegada.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.
O conselho administrativo em cumprimenlo do ar-
tigo 22 do reculamente de H de dezembrade 1854,
faz publico que foram aceitosas propostas Domin-
gos .-Vives Matheus, Tinu Mnnsen & Vinassa, Joa-
qun) Antonio dos Santos Andrado e Souza & Irmao,
para fornererem : o 1." 400 alqocirea de faruha de
mandioca cm saceos le alcudao da Babia, c postes a
bordo, a 63500 rs.; o 2. 200 pennas de ganco a 800
rs. o rento, 4 milheiros de pregos raiqraes "a 437011
rs. ; o 3." 10 libras de estando m barra a680 rs.. 4
milheiros de preaosde guarnirlo, pequeos, a 13000
rs., 3 lences arossos delatan'de 32 libras a 13100
rs. a libra, 3 dilos de 34 dilas a 13100 rs. a libra ; 3
lenos ile lateo de meia ernssura de 24 libras a 13100
a libra, 3 ditos de dita de 26 libras a 13100 a libra ; o
4." 10 milheiros de preaos caixoes a 23200 rsi; e avi-
sbaos supradilos vendedores que devera recolher os
referidos objeelos ao arsenal de unrrra no da 10ilo
correnle mez. Secretaria do conselho administrativo
para fornecmenlo do arsenal de guerra 7 de feverei-
ro de 1851.Bernardo Pereiri do Carino Jnior,
vogal e secretorio.
CONSELHO ADMINISTRATIVO.'
O agenteBorja liiral-
des, quinta fera 9VIo
correnle as 10 horas da
mauha, far leilo'no
seu armazem na roa do
Coltesio, n. 14^de diver-
sas obras de marceneria
de tada a qoalidude ,
_ pianos inglezes, appare-
llios.ie hinca para aiuiueu ejantor, diversos vidros,
candelabros, serpenlioas.Ianlcrnas, candieiros fran-
cezes, chapeos de palha de trigo^pochimbos harnbur-
Cuezes, vacias quioquilhnrias, o Sntros inuilos objee-
los que serao patentes ua occasiao do.ieilao*
Leilao de figos e se va Ja, no armazem d Luiz
Antonio Aunes Jasme, defronte da alfandega, a von-
lade do comprador, quinte feira 9 do correte.
Vctor l.asne far leilao, por inlervoncao do
agente Olivcira, de um lindosorlimcnlo de fazendas,
principalmente .francezas e sussas, as mais proprias
Ido mercado: quinla-fera, 9 do correnle, s 10 horas
O conselho administrativo em virlude da auiorisa- hda manha, no seu armazem, roa da Cruz.
5o do Exm. Sr. presidente da provincia, lem de com- ------------------------__________________J
e 27dalei provincial numero 286 de 17 de maio ra 8 de feverciro de 54.Jos de Brit Ingles, ce-
de 1851, esob as clausula especiaes abarSb ro- ronel, presidente.Bernardo Pereira do Carmo
piadas. Atnior, vogal secretario.
Cao
prar os'objeelos seguintes :
Para a compnnbiadearlifices.
Algoilaozinho para camisas, varas 195, sapalos,
pares 78, esleirs de palha de carnauba 78, bol lauda
tic forro, covados 50.
2. h.iiaiiiau de infinitara de linha.
Bonetes com numero 2, 19, algodaozinho para ca-
misas, varas 48. grvalas d.e sola de luslre 7, chou-
ricas de .la para platinas, pares 19, esleirs de palha
de carnauba 19, pares de sapalos 19, hollanda de for-
ro, covados 150.
8." balalhao de infantera.
Baiuleira imperial de seda 1, porte para a mesma
I, liaste para a dita 1, rapa de oleado para a mes-
ma I.
Meio balalhao do Ccar.
Caseniira verde, covados 60, hollanda de forro di-
tos 350.
4." balalhao de arlilharia.
Chouricas de lila prla, pares 401.
Provimento dos arraaxens do arsenal de guerra para
a le 2. rlasies.
Taboas de pinlio, duzias 30.
Para a 4.a classe.
Caixa com vidros 1.
5.a classe.
Sola branca Garroteada, meios 50. '
Kornedmento de luzcs.
Azeilede carraa?caadas 360, dito de coco, ca-
lindas 30 i 2, pavifei, duzias 6. velas de carnauba, li-
bras 152 1(2, fio de .ilgodao, libras 17.
Para a provincia do Para.
. Sellins com lodos os seus competentes arreios e ca-
lieeadas 41:1ra a cav,diaria 14.
Para o arsenal de guerra,
liaste para bandeira K mantas .te laa 209, travs
-ucciio de 30 ,T35 palmos 6. badarnes de meia
polleaadn 6, lehces de cobre de 6 a 7 pol-
i, nteteos 16. arn#os tl,.\emplar-;s de li-
nbas curvas e rectas JOrpannn mortoarial,' chinellns
i'is, pares 200, copos de *dro 24, (^nwjuizer
venderTaciinlijectos, aprsenle as suas prjjposlas ci
caria fechada, na secrelaria do cbnselhl, mttQ horas
do dia 13 do corrate mez. Secretoria dn conselho
administrativo pnrafbrnecimento do arsenal de gner-
AVISOS DIVERSOS.
I
3
Para o Macanliao e Para' vai sahir
coma maior brevidade possivel, por ter
]arte de sua carga, o brigue nacional
uBrilhante, do qual he capito Francisco
Cardia : quem 'no^nesmo quizer carriv
gar ou ir de passagem, para o |ue tem
bons commodoB, dirij-se ao capttao, na
praca do commercio, ou aNovaes& Com-
paaliia, na ruado Trapiche n, 54.
-~- Para a Bahia sgue com presteza o
veleiro hiatc naci'inal Fortuna, capito
Jos Severo Moreira Ijios ; para o resto da
carga ou passageiros. trata-se com o con-
signararios A. de AJmeida jomes & Com-
panhia, na ra da Cadeia do ftecife n- 47,*
primeiro andar.
Para o Rio de Janeiro sahe 110 dia
12 do cor rente o brigtie nacional Sagita-
rio de primeira classe, o qual ainda rece-
be alguma carga, passageiros-e escravos a
frete : trata-se com o consignatario Ma-
noel Francisco da Silva Carneo, na ra
do Collegio n. 17, segundo andar, ou com
O capito a bordo.
Para o Acarac pelo Ceara',
segu o hiale Aguia nestes 4 dias ; recebe carga e nas-
sageiros : a tratar com o meslre a bordo.ou aoesaplo-
rio de Manuel Goncahes da Silva na roa da Cadeia
do Kecife.
Para o Acarac pelo Ceara',
4CU cm poucos dias o~nalac.no Bmulaeao ; recebe
carga e passageiros : a tratar com o capito do mes-
mo, ou no escriptoCMrde Manuel lioncalvcs da Sil-
va, na roa da Cadeia do Recife.
. Para Lisboa
sahe impretejrivelnieiitc no dia 13 do correnle a
barca Uraliano : para o reste da carga e passaceirns
Irata-se com os seus consignatarios Thomaz de Aqoi-
110 Konseca & Filho: na ruado Vigario 11. 19, pri-
meiro andar.
Para o Aracaty
segu em poucos dias por j ler a maior parte de
seu carrecamento prompto, o bem conbcetdo ve-
leiro hiale Capibaribe: para ofeslo e passageiros.tra-
la-'se na roa do Vigario, n. 5.
Para a Bahia,
o bem conhecido e Veleiro hiale Aoro Olinda, sabe
por estes dias por ja ler a maior parte de seu carrega
menlo a %6Vdo: para o resto- e pasiageiros, trata-se na
ra do Vigario n. 5,
Sesue para o Ass 110 hiale Amargoso, boje as.
qualro horas da tarde, HvlariOde Alhayde Vascon-
cellos l.eito Alhuqnerque o sua mana D. Mara jo-
s de Menczcs Leilao de AlbuqiWque, e oaolia^pi-
dn lempo para se despedirem de algumas pessoas de
soa amisade, o fazem |>or sto folha.
Para o Rio de Jtaeiro,
seauc neslesdias-a escuna Zelsa: para o resto carza, assim' como para passageiros e escravos a fre-
te, Irata-se na ruado Vigario n. 25.
LEILO'E "
Aluga-se a loja do sobrado n. 15 da ra eslreita
ilo Hosario, pro'pria para qualquer pequeo cslabc-
lcciinento : a fallar 110 andar da mesma.
Jos lluarle das Neves embarca para o Ro de
Janeiro o seu escravo Manuel, crioulo, de 2i annos.
Est era praca do Sr. Dr. juiz municipal da se-
gunda vara, para ser arrematada, e correndoai tres
pravas do estjlo, a propricdade'do Alio, na Boa-via-
eem, com as suas perlencas, penhorada por execocSo
de Misuel Ardhaojn Poslhumo do Kascimenlo aos
herdeiros de Alfonso JosNje Albuqucrque Mello, ea
ultima praca em que ha de ter lugar a arrcmatacfio,
he qiiarla-fera, 15 do correnle mez-
Pin paleo ilo Trro 11. 22, precisa-se fallar com
oSr. Antonio Alvesda Fonsera Jnior, para negocio
que nao ignora.A. /.. Mendes.
Pelo presente sao convidados os credores do
fallido Benlo Joaquira Cordero Lima, para compa-
recercm na casa.da residencia do Sr. Dr. juiz do com-
mercio da seirunda vara Francisco de Assis Oliveira
Macicl, na ra estreita do Rosario, segundo andar,
casa n. 31, nodia 13 do correnle mez, as 10 horas da
manlia. alim de nomearem administradores.O es-
crivo. Pedro Tertuliad da Cunha.
J. Cbardon, bacharel em bellas lettras, Dr. em
direilo formado na universidade de Paris, ensina em
sua rasa, ra das Flores n. 37, primeiro andar do so-
brado quo faz a quina da ra das Flores com a ra da
Concordia, a ler, escrever, Iraduzir e fallar correcta-
mente a lingo franceza, e lambem d IteSm particu-
lares em casaVe familia.
Francisco Ignacio Tinoco de Souza, muito
agradece a seus amigos, caos amigos du f'.ile-
cido seu muilo presado irmao Joan dos Santos ;
Tinoco de Souza, o obsequio de assisrirem as :
ezequias que Ihe lizeram na igreja ila Con-
,'ceifodns militares, e acompanhamenlo al I
ao cemiterio -, convida-os' agora para a missa.)
Ido stimo dia na mesma igreja s 5 1[2 horas
Wa manhaa do dia de seila feira, 10 do cor-
rente..
J. Falque exporta para o Ro de Janeiro oT
seus escravos Jos, Flix e Claudina, todos crioulos.
fe..
-^-" *-

___.
i-***-.-



b
DIARIO OE PERNAMBUCO, QUINTA FEIRA 9 DE FEVEREIRO DE 1854.
No deposito da rua Nova n. ">", e na padaria
da rua das I.arangeiras ti. (i. llavera do dia8 em di-
ante pies quelites das 6 as 8 horas da tarde, bein co-
mo lodos os .lias os excellenles pues de familia e cri-
oulo, e todas as qualidades de faltos, romo sejam,
imperial, familia e d,oec. bisenitinhos, ararula de ovos
e para, e bolos fofos.
Domingo, 12 do urente, o mnibus
' Pernambucana dar cluas viaaeus para
o Monlciro al Apipucos, sendo a pri-
" meira as 8 hors e a se guiida as 8 lloras
da manhaa, e regressar do Monleiro no mesmo dia
as 7 e as II horas-da nolfe : quem qnizer bilhete de
entrada, dirija-se rua das l.aranseiras n. 18 ; cus-
a cada tim bilhete 13000 rs.: adverle-se que nao lie
permillido fumar no mnibus.
Roga-se ao Sr. Francisco Rringer de Almoida
CiuodetbTavor de nlto se retirar para rra da provin-
cia sem que primeiro pague a quanlia que nao igno-
ra, do ahaivn assignado. colrahida ha .*> annos no
Passeio Publico.loja n. 9.Albino Jos Leile.
Aviso a policia.
Paulo Francisco de Mello Fcilosa dizem que as-
Mssinou a ccele, uo lugar de Piles, proviucia da
1 arahiba do Norte, ao infeliz Manoel Francisco Al-
ves, e hoiM m* nesla provincia, no lugar Anilina,
lislnclojl Nkvngi. emuilo pertrAle Timbaiiba.Ion-
oe se acha 1 destacamento de linha. que pouco ser-
vico pode alli prestar lioje pela muila amizade que
lem com as pessojs daquelles lugares respectivo
commandanle e subdeleeado, isto consla com toda a
certeza ao inimigo do crime.
l'm habitante de Piloes.
Na casa de modas de madame Buessard Millo-,
chau recebcu-se pela Josc um sortimenlo de modas,
como sejam : chapeos e toncados, camisinhas e man-
gas, ricas filas, lutas de pellica curias e compridas,
ditas de mallas linas, flores finas, cmbraia de linho,
filos, baleias, cordoes de teda decores para vestidose
esparlilhos, ele. ele.
t""aj* Alaga-ae o sobrado grande da Magdalena,
i-*"' que lira em frente da estrada nova, o qual
ha de desoecupar al odia 1. de marco : a tralu
no aterro da Boa-Vista u. 45, ou na rua' do Collegio-
n. 9, com Adriano Xavier Percira de Brito.
^ Precisa-se fallar com o Sr. Francisco Ignacio da
'.amara Pimenlel; na rua da Cade'ta de Santo An-
tonio n. 30, a negocio.
I)eis, alfaiate francez,
chegado ullimamenle de Pars, tem a honra" de pre-
venir ,10 publico, e principalmente aos seus fregue-
zes, que abri sua lenda na rua da Cadeia do Hecito
n. 40, primeiro andar ; (raballia de fcilio, o lambem
das faiendasa vonlade dos freguezes, a preco rom-
modo ; trabalha no genero mais moderno em tudo
para Amazonas e para os disfarces de loda a quali-
dade para o carnaval.
Jos Francisco Dias,
l>or ignorar a morada dos,Srs. abaiio declarados, faz
o nreseule annuncio afun de se dirigirem ou rnanoa-
rcm a rua do Crespo n. 14, a negocio que Ibes diz
respeilo: Manoel Bezerra Cavalcanli, Francisco Af-
fonso Ferreira.'Jos Flix da Bocha ff alcao, Jnao Pe-
dro Connives. Manuel Domingos Mara, Jos Ma-
noel dos Santos Vital, J0S0 Leile Torres (alindo,
Silvestre l.ins de Barros, Victorino Correa deS, Joo
Joaquim Kabelto, Anna Mara da Gloria, Francisca
Mara Franca.
Ouilherme Purcell participa a seus,freguezes,
que em attencao aos altos precos da farinha de trigo,
lem subido o orejo da bolachinha de sua fabrka, co-
nhecida por bolachinha de leile, para o preco de
I&i00 a arroba.
Desappareceu no dia 6 do correrte pelas 8 ho-
ras da manhaa, a prcla I.oorenca, de idade 35" annos,"
| la, magra, tem urnas marcas nos peitos e as pernas,
romo que fosse de queimadura ; levou patino da Cos-
a e vestido de chita, e mais tima Irouxa de roupa :
pede-se as autoridades policiaes, capites de campo e
mais pessoas, que apprehendendo-a levetn-na i praca
doCorpo Sania n. 17, que ser
pensado.
osamenle recom-
ra. todo servico:
ir.uiulio de
1 rua A11-
Precisa-se alugar um pn
no paleo do Terco n. 22 : e vend
moer caf quasi novo.
Alugam-se duas casas lem
^usla, oulra na Iravessa do Luna : ^^jtondVr.
'Irija-e rua doColleain n. 10, segundo andar, das
9 as 4 horas da tarde.
OITerece-se um rapaz brasilciro para caixeiro
de qualquer eslabelecimento tiesta praca ou fura del-
ta, menos de Jablrna, para o que suje"ila-se a servir
|wr algum lempo groloilamenle, at adquirir alguma'
pralica que Ihe di- direilo a ordenado : quern delle
precisar, dirija-sc prensa dos Srs, Joaquim Jos
terrena & Companhia, que se indicar a pessoa.
Manoel Rodrigue* da Cosa Magatlics pede a
lodas as pessoas qu lem penhores em sua mito j
vencidos,que os venham tirar no prazo de8dias,con-
lados'da data dest, do contrario sero vendidos para
pagamento do principal e juros, ficapdo os mesmos
sujetlosao resto, seis dilos nao chegarem, assim como
restituir aseos denos o que sobrar de seu pagamento.
Aluga-se por dais palacas diarias 11 m prelo pa-
ra lodo o servico: quern o pretender dirija-se a rua
da Praia, lypographia que foi do Diario Novo.
Bichas.
Alugam-seevendem-se bichas: na praca da In-
dependencia confronte a rua das Cruzes n". 10.
Augusto Cesar l.ins le Souza avisa a quern
convier, que deitou de ser caixeiro do Sr. Jos Can-
dido de Barros desde o dia I de fevereiro corrente.
Precisa-se arrendir um silio perlo delta cidade,
que tenha baixa para capim : na rua do Bangel u. 9.
HOMEOPATA.
O prolessor homeopatbico J. M.
Teixeira contina a dar consultas
no seu consultorio da rua da Ca*"
deia do Kecife n. 29, primeiro an-
dar. No mesmo consultorio ven-
dem-se Carteiras de 24 medicamen-
tos, cliegados ltimamente de Paris,
assim como tinturas de todas as qua-
lidades. .a*
msul-
lades. ^^t
N. B. Aos pobres daowRor
i e medicamentos rratisv
Precisa-se para nm enzenho distante desla pra
ca 5 leguas, de um feilor que enlcnda de servico de
campo, trato-so na rua do Queimado n. 30, segundo
andar.
Precisa-se deMous homens ainda mesmo escra-
vos. paga-se800rs. diarios: na rua largado Rosario,
fabrica de lamancus n. 1G.
Traspassa-ae o arrendamenlo de um engenho de
hestas, nioenlc c corrente.distante do Rccife 5 leauas,
e da estrada publica menos de mcia de bom cnmnho,
a poni de chegarem os carros de cavados al a casa
de vivenda, com boas. e suflicientes trras de caima,
mandioca, milhat, feijao, arroz; caf, etc. ele, muilo
perlo e em roda do engenlio, dous bons cercados de
.vallados, boa, bem feita e nova casa de vivenda de
sobrado (oda envldraca, com alpendre de columbas
drmadeira e grades do ferro, inuito fresca, e com'ale-
gue e excelleule visla ; casas do eiigeuho, caldeira,
cncaixamento, estufa o estribara, ludo de pedra; e
cal, com lodos os seus perleuccs, o em mnilo bom es-,
lado, sdfficientes wnziilas para os pretos, casa de fari-
nha provida de lodo o necessario ; excelleule hanho
em urna billa casiuha apropriada, malta* virgens
muilo perlo, borla com arvoras frucliferas, inclusive
urna boa porco de coqueiros ; bonsj silios de lavrado-
res,,elc. ele, As cannas sao de muilo bom assucar, e
de moito rendim|atlo. Vendem-se as canoas novas,
ogadovacnmeamllar: os prelendenles diram-se
aoengeuliu Floresta deS. Amaro deaboalao a'lratar
com o proprielario.
"O dono da taberna da quina do becro das Bar-
reiras n. 49, avisa as pessoas que tem penhores na
inesma, os venlia-.n tirar 110 prazo de 8 dias, do con-
trario serao vendidos para pagamento de seus dbi-
tos ; o mesmo nao responde mais por ellos lindo esle
prazo.
Precisa-se alugar um criado at
idr.de de 18 annos, para servico de urna
pessoa solteira : a tratar na travesa da
Madre de Dos n. 6, primeiro andar, das
10 horas asada farde-
Cnm quanlo leulia por esle Diario a digno ir-
mao secretario da veueravel ordeni terceira do pa-
triaren! S. F'rancisco desla cidade, oSr. Manoel Jo-
s de Azevedn Santos, convidado por parlo da mesa
regedora a lodos os carissimos minies da mesma or-
dem, para que liajam de comparecer na larde do 1.
de marco prximo, alim de ; cumpatiharem aprocis-
s3o de cinza.- Com ludo na qualidade de irmao ler-
ceiro da mesma ordem, rogo o peco encarecidamente
a lodosos mcus caros mulos, que deixandn de parle
qualquer motivo pelo qual lenham (endonado nao
compareccrem nos aclos feslivos da mesma nossa or-
dem, comparecam ornados com seus hbitos, as ho-
ras mencionadas pelo irmao secretario, para o fm por
elle icualmente declarado, primeiro de lodos os arlos
da veueravel ordem terceira de S. Francisco da Pe-
nitencia, puis assim o espera seu irmao em Jess
Uhris|o.
lotera de n. s. dclrosario.
As rodas desta lotera flfeim no dia 11
do corrente : os bilhetes actiam-se a ven-
da nos lugares do costume.O tliesourei-
ro, Silvestre Pereira da Silva Gutmaraes.
Victorino Tavares Ledo e Francisco Tavares
I.edo, subditos portuguezes, relirain-se para fura do
imperio.
Aluga-se a loja do sobrado da rua Collegio do
n. 18, com armrcao nova, propria para taberna : a
Iralar na loja do sobrado amarello da rua do Quei-
mado n. 29.
O Sr. Manoel l.onrenco Machado da Rocha, en-
caderntdor, que assignou esle Diario para o Sr. vi-
gario Manoel Vicente do Araujo. venha a esta lypo-
graphia para solver a mesma assignatura, visto que o
Sr. vigario diz que*hada lem com i-so.
. HOMEOPATHIA.
"O Dr. Casanuva conlina a dar consullas lodos os
dias no seu consultorio, rua do Trapiche 11. 14.
No iiterru d,i Boa-Visla, loja de miudezas do
Sr. Manoel CaVral do Medeiros 11. ~>, se dir quern
d de 500 at 1:0008000 rs. com hypolheca em ca-
sas terreas. 0
Precisa-se alugar uni ou dous andares com
rommodos sufficienles para urna familia eslranseia,
as principaes ras do bairro de Sanio Antonio, ou
do Recifee Boa-Vista : a Iralar na rua da Cruz 11. s.
011 an 11 inicie.
40 PUBLICO!
No armazem de azendas bara-
tas, rua do Collegio n. 2,
vende-se um completo sortimento
de fazedas, linas e fjrossas, por
precos mais baixos do-que emoti-
ti-a qualquer parte, tanto em por-
cOes, como a retalbo, amanendo-
se aos compradores um s preco
para todos : este estabelecimento
abrio-se de combinaco com a
maior parte das casas commerciaes
nglezas, francezas, allemaas e suis- ^
sas^pora vender fazedas mais em
conta do que se tem vendido, epor
isto offerecendo^le maiores van-
tagens do que outro qualquer ; o
proprielario deite importante es-
tabelecimento convida a' lodos os
seus patricios, ero publico em pe-
ral, para que venliam (a' bem dos
seus interesses) comprar fazedas
baratas, no armaaem da rua do
Collegio n. 2, deW
Antonio Luiz dos'Sanls & Rolim.
&
Na rua Nova n. 33, no Bazar Pemambucano,
caajlintia a baver erando e variado sorlimenlo de ra-
ziadas do inellmr goslo, como sejam : corles de ves-
tidos de seda para bailes e para noivas, romeiras de
fil de linho bordadas, dilas de retroz, chales de dito,
berlhasuu talltos para vestidos lano prelos como
brancos 'de lil de linho e Je seda, filas de lodas s
qualidades, panno fino prelo superior, casemira dita,
chapeos de pello de seda para homem, os melhores
ano apparecem.hico da Mondo, de eedn c de linlio,
pcnles de larlaruga para tranca, ditos de borracha
para alisar, o melhor que he possivel, pela sua dura-
co, al lindes de camapbco, braceletes e rosetas a imi-
|(So de ouro, u mais bem feilo qoe se pode desejar,
veslimentas para bailes mascarados, de coslumes clii-
nez, torco, grego c campunez, com cabelleiras e mas-
caras, e nutras umitas fazedas, que eslarao patentes
e a esculla dos freguezes.
JOS' BANDE',
entranrador de cabellos da casa imperial,
avisa ao respeitavel.publicn desla cidade, faz colla-
res, pulseiraa brincos, aunis, correnles. para relo-
gios, giboias. cordoes, Iranselins, lambem se faz flo-
res de cabellos, e qualquer obras que deseja : no
Ierro da Boa-Visla, n. 82.
* CASA PE FAMILIA. *
Urna senhora eslrangeira, vitva, e s lend de de-
morarle nesta cidade por alguna mezes, precisa um
alojamento e subsistencia decente em casadle familia
houesla, pelo lempo da sua residencia aqui : a fami-
lia que quizer prestar-se a esle convenio, queira
communicar por esle Diario para ser procurad;, ou
tleixar a sua inorada em caria fechada, com as ini-
ciaes D. M., na loja de livros do Sr. Figueira, na
praca da Independencia. *
Precisa-se de una ama : na rua do ITospicio,
casa n. 17.
Roubo de um relogio.
No dia da fesla de Sanio Amaro, as 7 horas da noi-
le, quando o abaixo assisnado eslava dando urnas li-
tas para henzer, ftirlaram-!he nm relogio de ouro.sa-
konete patente inclcz,com mostrador lambem deouro
e corrente j baslaule gasla, a qual lem n peso de ,i
}4 oilavas ; por ssq roga a pessoa a quem fr offere-
cido dilo relocio, de u appreliender, qbe receber de
gratificarlo HOjOOO rs. : na rua do Cabue n. t C.
Antonio Pereira de Oliveira Ramot.
Pede-se ao Sr. Jiio Francisco da l.apa aiinuti-
cte a sua morada, ou appareca na Iravessa da Ma-
dre de Uens n. 5, primeiro amlar, a necocio que llic
diz reatjllo.Antonio de Paula Fernandez Eiras.
Indo desla cidade para a de Goianna Manoel
doncalvcs de Albuquerque e Silva, perdeu eitlre
Ilahalinga e a taboleiro da Mansabina, urna carleira
contendo nella 7-2O0JJ00O rs.; e porque (odo'osse di-
nheiro eslava em sedlas de 500, 2009 e 1009 rs.,
O abaixo assignado, professor particular de ins-
Iruceao cjenienlar do segundo grao, residente no ler-
ceiro andar da casa 11. 58 da rua Nova, declara ao
respeilavel publico e especialmente aos senliorcs pais
de familias, que acha-se no cxerciio de seu macis,
lerto, nrompto receher alumnos internse externos
para seren desciplinados em materias de inslrticcao
elementar, o lambem em grammalica latina efran-
coze.los Maa Machado de Figueireilb.
Arrenda-se o engenho Tamataupe
de Flores, freguezia de NaV.areth, moente
e corrente, com fabrica, bois e bestas, e
capacidade para safrejar 2,500 a 3,000
piies : quem o pretender, procura a Ma-
noel Joaquim Carr.eiro da Cimba, na rua
da Aurora, ou no engenho Fragoso.
AVISO JURDICO.
A segunda edicto dos primeiros elementos para
ticos do foro civil, mais bem corrigida e acrescenla-
da, nao s a respeilo do que altern a lci da refor-
ma, como acerca dos despachos, inlerloculorias e di-
ftntlivasdosjulgadores; obra essa tao inlcrcssanle
aos principiantes em pralica que Ibes servir de fio
conductor ; na prasa da Independencia n.6 e8. .
Desappareceu da casa n. 21 da rua da Tr'emne
ao enlrar para a da Soledadc um par|de caslicae-s tle
prala.obra anliga fei.la Hfi Porlo com baslaule peso:
roga-se a quem forem olTerecidos a apprchenso dos
mesmos que ser recompensado.
Desappareceu honlem (i do corrente cfo sobrado
da rua do Livramenlo n. 20. primeiro andar, um
castical moderno de prala pesando l:r7oilavas,o qual
lem os signaes sesuintes : lavrado lem um palmoe
urna polegada de comprimcttlo, o bocal lodo recorta-
do e em um dos ps a marca da casa a quenfoi
comprado, a qual lio urna rarinhn com as iiuriaef R,
J. e d'oulro lado um qttadrinlio com as iniciaos V^|
B. : roga-se aos srnhores ourives, e a qualquer pes-
soa a quem fr otlerecido o dilo caslical, deo appre-
Itenderem emandarem levar a'di la casa queserao ge-
nerosamente gralificados.
Avisa-se a.pessoa auc encommendou ao capilao
de campo morador em lora de Portas, que peaasse
urna mulata que se chava fgida, que a mesma se
ncha presa e.que porissoa pode ir buscar na casa do
mesmo capilao de campo.
Dcseja-se saber noticia da Illm. Sr. D. Maria
(creio que) Machado Teixeira Cavalcanli, senhora
que foi do engenho Caclioeirinha ile Scrinhem ; essa
senhora j morou em algum lempo na rua do Padre
l'lorianu, pois muilo se agradecer a quem dtr noti-
cia da mesma senhora : na rua d'Apollo n. 9, segun-
do andar.
Attencao.
Pede-se encarecidamente policia que lance suas
vistas para certa casa na rua da Palma, ao virar do
becco da Remella a segonda. vlslo s se abrir a ho-
ras marcadas, ese junlar nella gente que pralica as
maiores infamias eaclnsdeimmoralidadc que privara
as familias vizinhas de chegarem as suas portas, por
isso se pede a policia urna providencia, visto ser gen-
te aquella que est hbililadissima para servir ao exer-
cilo.
Alaria Joaquina de Jess tem nns alicerces pa-
ra vender no aterro dos AITogados, cojos furos sao tri-
butarios aos herdeiros do fallecido Manoel Atilintes
Villaca: quem os pretender dirija-se ao mesmo lugar
no quarleirao do Sr. Gusmao n. 74.
Attencao.
Desappareceu no dia 2 do correnle a escravi mola-
la escura de nnrne Romana, reprsenla ter Iti a 18
annos,lem urna peqena cicatriz'debaixo da barba do
lado direilo j fechada, alia, secca. bem feita de car-
po : quem a pegar ou della der noticia na rua do
l.lueimailo n. 9, ou ama de Apollo em casa de Ma-
noel Pereira Lamego, ser bem recompensado.
Arrenda-se um silio em Sanio Amaro, com boa
casa, miiilas fruleiras e pasto para 12 \ arcas de leile:
quem o pretender dirija-se a rua da Gloria, n. ,70.
Precisarse de um homem para tomar conla de
urna taberna por balan, ou lambem se vende, ha-
^
vendo quem compre : a_ Iralar na praia do Caldeirei-
ro, n. 2, taberna.
Antonio Maia Corles exporta para fora da pro-
vincia o seu eacravo crioulo, de nome Manoel, idade
36 annos.,
Alluga-se o lerceiro andar da casa da rua do
Vigario 11. 18 : Irala-se na mesma rua n.'25, no ar-
mazem. ,
J. Jae,Dent8ta,
conlina residir na rua Nova, primeiro andar n. 19.
. Ofierece-sc una mulher para-ama de urna ca-
sa deppuca familia: quem pretender dirija-se a na
do Rosario da Boa Visla, 11. 3:1.
Fusio na hoite de'7 "lo correnle. mu escrav*
pardo de nome Manoel, de 8 annos de idade, pouco
mais ou menos, coro os signaes scguinles': estatua)
baixa, bstanle barbado, lem fallas de denles 51
frcnle e os ps bastante grossos proveniente de bi-
chos: roga-se a quem o apprehcuder de o levar a
rua do Crespo, |oja da esquina, que volla para a Ca-
deia ou a viuv* de Manoel Travassos Sarinho, uo
Cralo do Bom Jardim, que se recompensar.
MASQU. .
Pa rua do Cabuga', loja de miudezas
de quatro portas, tem um completo sor-
timento de mascaras, tanto de panno co-
mo de cera e rame ; assim como enfeites
para bordados de mantas, galoes e espi-
gtiilhas para o mesmo.
LOTERA DORf DE JHWEIR*.
.Acham-se vehrk 04 bilhetes da lote-
ra da cmara de Ven^: a lista se espera
pelo primeiro vapor que vier do snl, eos
pagamentos dos premios sero elfectuados
logo depois da d'istrbuicao das listas.
Os credores da massa fallida de liento Joaquim
Cordeiro Lima apresentem as conlas de seus crditos
por letlra, conta de livro, ou qualquer titulo, afim
de serem verificados pela c&mmissilo nomeada : em
casa de L. Schuler 5 Companhia, rtia da Cruz, islo
at o dia VI do corrente.
Prcisa-se de um homem para caixeiro de en-
genho e feilor do mesmo; quem esliver neslas cir-
cumslancias.dirija-se i rua da Praia n. 20.
Precisa-sede urna ama para o servico de casa ;
na praca da Independencia n. 36 e 38.
Deseja-se fallar com o Sr. Jos Maria Lemas por
causa de negocio, e roga-*c ao dilo Sr. annuncie por
esle Diario a sna residencia.
Jco Pedro Vogelev,-
fabricaule de pianos, afina e comerla com Inda a per-
feicao, lendo chegado recenlemenle .dos porlos da
Europa, de visilar as melhores fabricas de pianos. e>
leudo gauhukellas lodos os cenheciinenls e pralica
de ronslruccoes de modernos 'pianos, offerece o seu
presumo ao respeilavel publico para qualquer con-
cerloe afinac,oes com lodo o esmero, leudo* bula a cer-
teza que nada ficar a desejar as pessoas que o in-
cttmbam de qualqner Irabalho, lano em brevidade
como em mdico preco; krva Nova n. 41, primei-
ro andar.
di
AVISO"SO^tIM5fERCl.
Os abaixo assignados continuam
a iranquear a toda* as classes en
geral os seus soitimentos de fazen-"
qjt por baixos presos nao' mo-
nos de urna peca ou nina,, duzin,
a dinheiio, ou a prazo, conforme,
se ajustar : no seu' armazem da
praca do Corpo Santo, esquina da
rua do Trapiche n. 48. Ros-
I tron Rooker & Companhia, nego-
ciantes ingleV.es. Os mesmos avi-
saoao respeilavel publico queabri-
i-am no dia i) do correte ihiv. a
sua loja de fazedas da rua do Col-
legio e Passeio Publico n. 15, di-
rigida pelos senbores Jos Victori-
no d Paiva e Manoel Jos de Si-
queira Pitanga, para venderem
f atacado e a retalbo.
ATTENCAO, NICO DEPOSITO NESTA
CIDADE.
Paulo Gaignou, denlisU receben agua denti-
frice do Dr. Pterrc, esla a^ua conhecida como a me-
lhor que tem apparecido, { c lem rnuilos elogios o
seu aulor,) lem a propnedade de conservar a bocea
eheirosa epreservar das dores de. denles: Ufa o
goslo desdgradavel que d em geral o charuto, al-
gunas golas desta n um copo d'agua sao suflicieu-
les; Umbem se acitara po dciitifrice^xcellenle mra
a conservaca-o dos denles : naruabUa do Rtrio
n. 36, segundo andar.
Deposito de carvao.
Aluga-se um grande armazem proprio
para deposito de carvao, a' beira mar, na
rua de Santa B i la, com trapiche (tara car-
regnr e descarregar a qualquer horaf
preco he mdico,e trata-se na rua do tra-
piche n. 40, segundo andar. .
O Sr. Ricardo Dias Ferreira lem una caria na
** praca da Indepeodancia n. 6e8.
4te fcil deyobrtr-se quem o achoo, no caso de appa-
recer alguem destrocando sedulas desles valores, sem
ler proporcies ile as possuir : pelo qoe offerece o re-
ferido a quanlia de 1:0009000 rs. a quem Ihe resli-
'uir aquella quanlia ; c a do jOOSOOOrs. a quem de-
Htnciar a pessoa que arhou-a, e se possa rehaver o
inheiro, promellcndoisualmen'e segredoiuvinlavel
juande assim o exigirem : quem, pois, liver nolicia
desle adiado, dirija-se naqnella cidade, roa do Am-
paro n. 4 4, e nesla, an alerro da Boa-Visla n. 47, se-
cundo andar? e n. 60.
ATTENCAO'.
O deposito de farinha de mandioca do
trapiche doCuuha, mudou-se para ostfa.-
piobes do Angelo no Corjx> Santo, e ,i!!
acharao os freguezes grande sortimento
que jachegou, por pneco baratinhoe de
boa qualidade.
Havendo-se na noite do dia 5 do
corrente, tentado rouba o armazem de
fazedas que tem os abaixo assignados na
ruado Rrumn. 16, e estando os mesmos
dtsposlosa proceder criminalmente con-
tra o autor ou autores desla tentativa,
ollerecem. ii\giatilicuc;iode 100$ a quem
descobrir e fornecer provas contra os
perpetradores do delicio: pepmottendoo
mais nviolavel segredo, acerca de quem
fornecer esta prova seja qual fr a sua
candilo. Recre (i deievereiro de 1854.
Rostromlooker & C.
"*" ArriJa-se um bom silio em Beberibe, lem ca-
sa solTrivereom G qu'arlos, 2 salas e grande cozinha.
lem.eslribana para 14 animaes, curral para vaccas e
grande cercado para as soltar, lodo murado, lem Bran-
de bata com capim a corlar lodos os dias para uns
poucos de animaes, podendo-fe eslender do lamanho
queaqnpira fazer. lem algort. arvores de frucln,
dous grandes hananeiraes, mil c lanos ps de abaca-
lis j dando, c oulro*a ebeear : lambem vendem-se
as vaccas que lem que j estilo coslumadas ao pasto :
Hos pretendenles dirijam-se ao alerro da Boa-Visla
n.80.
Precisa-se de um feilor para um silio, que en-
lcnda de planlacOes, principalmente de borla, e que
Irabalbc (inbein rom algtms escravos ; semk fiel e
diligente JMigajjfcem orelendenles dirijJR-se ao
alerru da wa-IHB lawrmTn. SO.
ea T-eile
- Ruilhcnjie da Costo Cxhft
va ao Rio de J
Aluaa-se o primeiro e segando andar e soiao da
casa n. 1G da rua da Senzala flovn ; ,a Iratarnroa
do Crespo, toja n. 8,
. Vende-se um bole novo, proprio para navio ; a
Iralar no Passeio Publico 11. 13, uu noarco da Con-
cento, loja.
Fazedas para a quaresrua.
>cnde-e sarja prela hespatilml muilo superior a
2?.)IK c 26800 u covado, crtim prelo maco a 29100,
25800. 392OO, 49000 e 'JtK rs. 1. covado, panno fi-
no prelo superior a 2SSO, 4900O, SatOO, 9000 e
79OOO rs. o covado," casemira prcla franceza mu'lo
elstica a 79000, 89OOO. 1090IH) c 129030 rs. corle,
merino muilo fino a,38000 rs. o covado, superior
princera a 800 rs. o covado, alpacas tinas a 610, 720,
00, 900, 1S000 e 19200 rs. o covado, e mitras min-
ias fazedas que se vendem baratas; na rua Nova,
loja nova n. 16, de Jos Luiz Percira & Fillio.
Chitas baratas.
Vcndcm-se chilas finas de cores fixas a 120, 110
160, 180, 200 e 210 rs. o covado ; na rua Nova, loja
nova 11.16, de Jos LitiaPereira & Pililo.
\ ende-se um carro de qualro inda- patente in-
leira. qiialro asientos na eatxa e dous paraos holiei-
ros fora, ainda por eslrear ; os prelendenles pndem
examtna-lo na rua do Hospicio, cocheira do Sr, Can-
dido, el se Ihe dir com quem devem Iralar.
Vende-se nina casa na rua da Concordia anude
lem serrara c refinaco, e morada indepettdenle, e
com terreno no futido e do lado : a Iralar na rua
>ova n. 3.
Aobaratp, freguezes.
Na rua do Crespo n. 9, vendem-sc chilas .
franrcv.is muilo finas e >le cores fixas a 240,1
rs. o covado, corles dedila com barra a 29000 |
cass.ts francezas de lindos goslos a 40 rs. a
a, corles de brim para calca de puro linho,
JW00; dilos de casemira, a 39.OO, 49000 e
SJ0IMI; panno prelo lino a 29500 o covado ;
toalidus promplos para meninas, do ultimo
fcoslo, rom cuteles a SO0O; c oulras muilas
fazedas pnr diminutos precos.
COMPRAS.
Comprm-se ossos a peso : no ar-
mazem da illuminacao, no caes do Ra-
mos, Iravessa do Carioca.
Compram-se 12 enxcflos do laranja solela : no
becco das Barretras, primeira casa de vidraca com i
janellas a direila, ou procure na livrarra do Sr. Fi-
gueira, qoe Ihe dir quem qer.
Compra-se um veslido com uso, de sarja lisa e
mu capotinbo ou mantelete, sendo prel : lia rua da
Conceicao da Boa, Visla o. 54, se dir qnem compra
ou annuncie.
VENDAS
Novo telegrapho.
Vende-se o roleiro d novo lelesrapho que princi-
pioii a ler andamento 110 dia 29 do corrente, a 240 rs.
cada uro : na livraria 11. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia. r
@8@@ @^@@^@
g Os mais ricos e mais modernos chapeos de i%
m sedaedepalha para senhoras, se enconlram
setnpre na loja de modas de madame Millo-
chati, no alerro da Bo-Visla n.-l, por um
J$ preco mais razoavel de quo em qualquer ou- &
K (raparle. 2
S|@@@ S8SSS
Vende-se urna casa de pedra e cal no Mangui-
nd n. 46 : a Iralar no mesmo lugar, padaria.
Vende-se o sobrado de dous anda-
res e soio da rua de Apollo 11. 9, bem
como o dito de um andar da rnu da Guia
11. 4 i : a tratar na rua do Col lefio 11.'21
segundo andar.
A 59000 KS. A PECA.
. Na loja de (iuimuracs & Henriques, rua dn Crespo
n. 5, vendem-se chilas de cures escuras, com um pe-
queo loque de mofo, pelo barato preco de 59000 rs.
a peca, cnm 38 covados.
Vende-se urna laberja com poucos fundos, na
Iravessa do Paraizo, casa 11. 20: quem prelender di-
rija-se a mesma casa.
Vende-se um cscravo de nacao, meslre de olei-
m. "Hiende luslaire de planlacocs de silio, lambem
vende na rua: na Trempe ao vollar para a Sule-
dade n. 31.
No esc'riplorio de Nova & Companhia, na rua
do Trapiche u. 34, lem para vender por preco muilo
I em conla os segundes arligos : couros de lustre, mar-
ca caslello, grande qtiantidade de miudezas rhegadas
deHambnrao pelos ltimos navios, chapos do Chile
de ililferenles qualidades, chapeos de feltro prelos e
pardos, e oulros objeelos que seriio prescules aos
compradores.
Vende-se CARNE DE'VACCA c de porco de
llamburL'o, em barris de 200 libras :
CHAMPAGNE demarca conhecida e verdadei-
ra, havendo poucos aigos de reslo,.que se venderao
para fechar, a 219000 rs. ;
ACODEMII.AOsortido;
TAPETES DE LAA, lano em peca como sollos,
para forrar, salas, de bonilas cures e muilo etn conta.
OLEADOS de cores para forrar corredores, ele.;
OLEO de Imitara em lalas de cinco galoes : en
casa de C, J. Asllcy & Companhia, rua Uo Trapi-
che o. 3. *
Vende-se urna parda perfeila encsiiinmadeira e
coslureira.sahe vestir urna senhora com lodo acein, e
se pode afllancar a boa conduela, e no comprador se
dirs o motivo porque se vende e urna linda criou-
linha deidado 14 annos, propria para mucama ; um
mnleque de idade 17 annos, urna prcla com algirmas
habilidades e um pardo muilo bom sapaleiro e bo-
lieiro: na^tia da Gloria n. 7. .
Vendem-se na rua da Cadeia do Recife, loja de
miudezas de Antonio Lopes Pereira ile Mello & Com-
panhia, saccas com excelleule cera de carnauba, as-
sim como caixas com muilo bous chapeos de fellro,
cliegados ullimamenle do ltii de Janeiro, ludo se
vende por preco commodo.
* Vende-se um prelo de 28 a 30 annos de idade,
ptimo para algum siiio ou para eanhador de rua,
por ser de boa conduela e muilo saudavol, e vende-
se por preco commodo,- por ser com preciso : na
rua da Roda n. 52.
Vende-se por preciso urna mesa erande: n rua
da Conceicao da loa-Visla n. 54, se dir quem vende
ou annuncie.
Vende-se urna muala tem nlva, propria para
andar com crianca, pnr ser ella muilo carinhosa, ven-
de-se por um preco desgranado para liquidar-se con-
las : quem a pretender dirija-se a rua do Nogitcira
n. 25, segundo andar se dir quem vende.
Vende-se nm silio muilo haralo. na eslrada da
Vanea, com (0 bracas de frento e 39 de fondo, casa
para morar, rnjulus arvoredos, rio por delraz, com
boa amia, boa nxa para rapim ou verduras : quem
prelender dirija-se a rua de Santa Tin reza n. 22:
lambem se troca por urna casa terrea.
Vende-se um prelo da Cosa j idoso, mas has-
lanle robusto, o qual he meslre de assucar, muilo
proprio para qualquer senhor de encenbo : na rua
do Mondego. n. 135.
Para o carnaval !
Lindas mascaras de aramp o mais alvo e perfeilo
que ha, e por preco commodo, e istialmenle galoes,
rendas e espeetiilhas para os vestuarios; ellas, rapa-
radn. anles que se acahem, na frcnle do Livramen-
lo, loja de F. A. de Pinito..
Padaria.
Vende-se nma padaria muiloafteguezada: a Iralar
com Tasso & I raos.
Pecliinclia para os senbores eharuteiros e
taberneiros,charutos efumo. ,
Cheaou um complelo sorlimenlo de charutos de lo-
das as qualidades e para Indos os procos, assim como
um sorlimenlo de fumo da primeira qualidade: na
rua do Queimado, 11. 9, loja de fazedas dao-se
amostras aos compradores. ,
Vs-nde-sc urna criona de honila figura c moca,
que sabe c07.inl1.1r, enanmmar, coser, marcar, fazer
lahyrinlho, corlar um veslido e vestir, uma-senhora :
trala-se na rua do Queimado n. 30. segundo andar.
Rape Paulo Cordeiro.
Vende-se superior rap Paulo Cordeiro, chezadp
ullimamenle em libras e meias dilas e oilavas; na
praca da Independencia 11. 3.
* Vendem-sc 2 caixOes envidracadosenovos, pro-
prios para taberna, e 1 camo em bom uso. ludo por
preco commodo : na estrada que vai da Soledad pa-
ra o Mauguinho. silio iv. 5 ; no mesmo precisa-se de
urna pessoa que queira cobrar algumas dividas, dan-
do fiador ; faz-se bom negocio.
Vende-se nm cavall"rom lo'dns os andares, e
bemrarmido; no largo" da Sania Cruz, taberna n.
20, defronte do oilo da lorie.
Vende-se um moleque, rrinulo, de 15 annos de
idade, sem vicios nem molestias ; be muilo diligenle,
fazo almoco ccozinha o diario de urna casa, serve
bem a mesa, e aflianea-se sua cortlucla : na rua da
Cadeia do Recife, loja 11. 41.
Vendem-se 10 escravos. sendo 1 ptimo mole-
que de idade 16 annos, 1 bonito mualo proprio para
pasem. 8 ecravns mocas qne cnzinham, lavam, en-
gommam liso, e lodas de boa conduela, as qnaes dao-
se a contento : na coa Direila n. 3.
Conlinua-se a vender corles de vestidos de du-
la de barra, cores fixas e bonitos padroes. a 29240
rs. cada corle: na loja do sobrado amarello, da rua
do Queimado n. 29.
Vestidos-tle seda.
Na loja do sobrado amarello, nos qualro cantos da
roa do Queimado n. 29,- vende-se corles de seda de
quadrn de novo* e modernos padroes, pelo barato prc-
<;o de 219OOO rs. cada corte.
Sedas para vestidos.
Na loja do sobrado amarello. nos qualro cantos da
rua do Queimado n. 29. vondem-se corles de vesti-
dos de seda lisa furia cores, dilos de dita de quadros
escoceses, ditos de dila com flores, havendo muilo
sortimenlo para escolhcr, c por preco commodo.
Cortes de chita a 1$600.
Vendem-se corles de cbila larga franceza com al-
2iimas pi 11 tas de mofo, pelo barato preco de I96OO rs.
cada corte : na loja do sobrado amarello da rua do
Queimado n.29.
A 500 r.
Superiores bonetes de oleado inglezes muilo pro-
prios para a presente cslacao : na praca da Indepen-
dencia lis. 2i a 30.
Oleados pintados.
Vendem-se superiores oleados piolados, de ricos
padroes c de 5a8 palmos do larsura, por menos
preco do que em outra qualquer parle : na praca da
Indencndeucia, loja de chapeos .nmeros 21, 26, 28
e 30.
(iomma para engommar.
Vendem-se saccas cogjiiuuilo-boa soninia para en-
nraiiidr.e fazer bolinfeK : na rua do Queimado 11.
14. ,r t .
Palitos francezes a .1, i, e 9<000.
Vendem-se palils/rancezes, brancos de bretanha
de linho a 49000 rs.,'dilos (le brim de linho de cores
a 39000 rs. dilos de alpacas de cores, obra muilo bem
feila e da ullima moda de Paris a 99000 rs.: na rua
Nova 11. 16, loja de Jos Luiz Pereira & Filho.
CASBMJRAS FRANCEZAS
. a 4500 e 5^000 rs. o corte.
Vendam-se (asentirs de cores, padroes nevos e
muilojJlVlicas |*lo baralo preco de 49500 e 5OO0
rs" CSE ki '} rua Nova 11. 1(1, loja de Jos Luiz Pe-
reira*.#%-
Vcsttdos de la e seda a 8.S000 rs.
Vndemete corles de veslidos- de, lila cora qualro
barras de seda, fazenda nova c do ultimo goslo, pelo
haralo pTe?ode89OOO rs. o corle : na rua Nova n.
16, loja de Joro Luiz Pereira & l'ilbo.
Chapeos ecapotinhos.
Vendem-se chapeos de lilunil para senhoras. ulli-
1110 aoslo de Paris, e muilo bem enfeilado a 149000
rs., ricos rapolinbos do grAs de aples pelos c de
cores com colleles e sem riles 1 12 e 159000 rs., cha-
les de 1,1a e seda a 29000 e 39001) rs dilos muilo fi-
nos c grandes a 59000 rs., corles ilc rassa de seda a
I i90 S9OOO rs., cassas francezas tnuilo linas a 040 rs. a va-
ra; curies de cassas de barra e lisas a 29200. e 29800
rs., corles'de chilas francezas de barra a 29500 e 39
rs., vestidos hrancosdecmbraia de'barra e borda-
dos a 49000 rs., dilos de I a 5 baados a 49500 e 5
rs., cmbralas aberlas brincase de cores a 39200 rs.
o corle, lencos grandes de seda para hombro de se-
nhoras a 29OO, e oulras muilas fazedas de aoslo
que se vendem baratas : na rua Nova, loja nova n.
16, de Jos Luiz Pereira & Filho.
Vende-se farinha em saceos do Rio de Janeiro :
na ruado Vigario, 11.'12.
XIIA DE S. MATHEL'S.
Vendem-se relogis de ouro, pa-
tente inglez, os melhores que tem vindo
a este mercado, e do mais acreditado
fabricante de Liverpool: em casa de Rus-j
sel Mellors & Companhia, na rua da
Cadeia do Recife, n. 30.
Agenciada Edwln fiXaw.
Na rua de A polln. 6, armazem de Me. Calmonl
iSr Companhia, acha-se constantemente bous sorli-
mentos de laixas de ferro coado e balido, lauto ra-
sa como fuudas, nmondas ineliras todas de ferro pa-
ra animaes, agoa, ele, dilas para a rroar em madei-
ra de todos os tamanhos e modelos os mais modernos,
machina norisonlal para* va pnr com torca de
4 cavallos, cocos, passadeiras de ferro eslanhado
para casa de purgar, por menos preco que os de co-
bre, csco vens para navios, ferro da Suecia, c fa-
llas de (landres : ludo por barato prcep.
Na rua da Cadeia do Recife n. 60, arma-
zem dellenrique Oibson,
vendem-se relogis de ouro de sabonete, de patente
nudez, da melhor qualidade, e fabricados em (.nu-
il res, por preco commodo.
TOTASSA.
No antigo deposito dama da Cadeia do Recife
armazem 11. 12, ha para vender muilo nova polaa
da Russia, americana e brasileira, em pequeos bar-
ris de 4 arrobas; a lioa qualidade e precos mais ba-
ratos do que em oulra qualquer parle, se alliancam
aos que precisarem comprar. No mesmo. deposito
lambem ha barris rom cal de Lisboa em pedra, pr-
ximamente cliegados.
Vende-se a vrdadeira salsa parri-
Iba de Sands: na botica franceza, da rua
da Cruz, em frente ao chafariz.
NO CONSULTORIO HOMEOPATHICO
de
III!. '. A. LOBO H0SC0Z0.
Vende-se a melhor de lodas as obras de medicina
riomopalhica.es- O NOVO MANUAL DO DR.
(1. II. JAIIR .3 (raduzido em pnrluguez pelo
Dr. P. A. Lobo Moscozoi; quatro volumes encader-
iindos em dons. 2O9OOO
0 4. volumc contendb a palhogenesia dos 144
mcdicamenlos que n.'o faram publicados sahir mui-
lo breve, por eslar muilo adianlada sua impressiio.
Diccionario (los termos de medicina, cirurgia,' analo-
mia, pbarinaria, etc. ele. cui-aderuado." 49000
Urna carleira de 24 lulios, dosmelhores e mais bem
preparados slobulos homopalhicos com as duas
obras cima......... 409000
Urna dila de 36 lubos com as mesmas 459000
Dila, dila <'e 48 tubos....... 509000
Dila de 144 cpm as dila.......1009000
Car le ras de 24 luboj pequeos para algi-
beira............ lOgOOO
Dilas de 48 dilos......... 209000
Tubos avulsos de glbulos ..... 19000
VINHO CHAMPAGNE.
Superior vinho de Bordeaux engarra-
fado ; vende-se em casa de Schafbeitlin
& Companhia, rua da Cruz 11. 38.
Vende-se arroz graudo do Mara-
nhao, e charutos de S. Flix, de boas qua-
lidades, e por preps commodos : na rua
. F
'i metro
da Cadeia do Recife n. 47
andar.
#
Vendem-se na- rua da Cruz n. 45, segundo
andar, boas obras de labynnlho feilas no Aracaty,
constando de loalhas, lencos, coeiros, rodas de
saia, ele.
FARINHA DE TRIESTE.
Primeira qualidade.
Tasso IrmDos avisam aos seus fregueze", que lem
para vender farinha de trien chegada ullimamenle
do Triesle, sendo a nica nova que daquella proce-
dencia existe no mercado.
Deposito da fabrica de Todo* o Sontoa na Baha.
Vende-se, cm casa de N. O. Rieher & C, na rua
da Cruz n. .4, algoda Irancad/i d'aquea fabrica,
nluiln proprio para sarcos de assucar e roupa de es-
cravos, por proco commudo.
Na rua do Vigario n. 19, primeiro andar, ha
para vender, chegado de Lisboa presentemente pida
barca Olimpia, o seauinlc: saccas de frello muilo
novo, cera cm anime e cm velas com bom sorli-
menlo de superior qualidade, mercurio doce e cal
de Lisboa em pedra, novissima.
Os mais ricos e mais modernos cha- ($)
peos de senhoras se enconlram sempre />*
na loja de madama Tbeard, por um jrejo V*
mais razovel de que em qualquer Vfetra (A
parle. Z
\ endem-se com pouco uso os livros seguinles:
llislori.T Sacrir, Fbula. Phcedri. ialuslius, Virgi-
lii Rrrdi. Horalii Carmina, Tito l.ivius, Epislola Ci-
ceroni-, Ctcernnis Oraliones, Ord. verborun Salus-
lii, llislorv of Rome(por (ioldsmilhs)diladedita (por
Tlwinas Mrell}, Thomson Ihe Scasous, Vcarof Wa-
kelield, Jonbyn Paels Milln, Historia Sagrada (por
llernardinu), colleccocs d.e problemas : no alerro da
Boa-Vista, loja de ourives n. (8.
No paleo do Carmo, taberna n. 1, vende-sc ce-
ra para limas de cheiro, alHiOrs. a libra.
Vendem-se saccas cora milho, a 39000 rs.: no
armazem de Tasso Irmilos.
Vendem-se os. bem construidos arrcios para
carro de um c dous cavallos, cliegados ullimamenle
de Franca, e por preco muilo barato : na rua da Cruz,
n. 26, primeiro andar.
ALIIWAK-
Sabio a' luz a folhinha de algilieira,
contendo alm do kalendario o regula-
menta dos emolumentos parochiaes, e o
aimanak civil, administrativo, commer-
cial, agrcola e industrial ; augmentado
com 300 engenbos, alc'm de outras noti-
cias estat8tica8. O acressimo de trabalbo
e dispendio nao permittiram ao edictor
fende-lo pelo antigo prcro, e sim por
400_rs.; veqdendo-se nicamente na li-
vraria ri. 6 e 8 da praca da Indepen-
dencia.
Ao barato.
Na ma do Crespo n. 5, ha um complelo sorlimenlo
de .loalhas e suardanapos do Porlo, pelos precos se-
guinles: Rtiardanapos a 29600 a duzia, loalhas gran-
des a 4*500 cada nina, ditas regulares a 396OO, dilas
mais pequeas 1 39200.
Vendc-se nm cavallo mellado de bo-
nita fignra, carrega baixO( esquipa e he
muilo manso, lemarreios c sel I i ni novo:
a fallar na praca da Independencia n.
18 c 20.
Cheguem a pechincha.
Loncos de cmbraia de linho, finos, a 400 c 500 rs.,
dilos de seda de cor de Ires pontas, muilo grabdes e
com franja a 800 rs.: na rua do Crespo, loja da es-
Huijia que volla.para a Cadeja*_
parajTquaresm]
Um lindo e variado sortimento de fazen-
*das pretas e de todas as qualidades.
Panno lino prelo a 3000. 39200, 49500, 59500 e
69OOO rs., dilo azul a 29800, 39200 e 49000 rs., dilo
verde a 29800, 39600, 4500 e 59OOO rs. o covado,
casemira prela entestada a 59500 o corle, dila fran-
ceza muilo fina c elstica a 79500,89000e99000 rs.,
sclim prelo macan muilo superior a 39200, 49000 c
59500 o covado, merino prelo muilo bom a 39200 o
covado, sarja prela muilo boa a 29OOO rs. o covado,
dila hespanbola a 29600 o covado, veos prelos de fil
de linho, lavrados, muilo gratules, fil prelo lavrado
a 480 a vara, e oulras muilas fazedas de bom goslo;
na rua do Crespo, loja da esquina que volla para a
Cadei ,
T=
Venden-se saccas com feijao mola-
tinbo rauito rimo emuito'bom a 12JI000
cada urna : na rvta da Cadeia do Recife lo-
ja, n.
de vento
?8
"omboml
de capim.
do Brun
f
Dei^ft
pugne C
liduiL
de MareuiL
cite n.JLpr
. de toda a champagne vende-
10 se a ."jOOirs. cadacaixa, acha-
se nicamente em casa de L. te-
comte Feron & Companhia. N. B.
As caixas sao marcadas a fogo
Conde deMarcuil e os rtulos
das garrafas sao azues.
-baixas
Da rua
POTASSA RASILEIRA.
. Vende-se superior potassa, fa-
bricada no Rio de Janeiro, che-
gada recentemente, recommen-
Zk da-se aos senbores de engenho os 5
g seus bons elleitos ja' experimen- J
tados: na rua da Cruz n. 20, ar-
mazem de L. Leconte Feron &
Companhia.
cobertores dealgod*lfcrandesa 640
" rs. : na rua do Crespo num#-
Vendem-se pregos- americanos, em
barris, proprios para barricas de assu-
car, e alvaiade dezinco^superior quali-
dade, por precos commodos : na rua do
Trapiche No n. 16.
.Ytf'\,
. VINHO DO PORT MUITO FINO.
Vende-se superior vinho do Porto, em
barris de 4., 5. e 8.: no armazem da rua
do Azeite de Peixe n. 14, ou a tratar no
escriptorio de Novaes & Companhia, na
rua do Trapichen. 34.
Vendem-se fardos de fumo para charolo da
primeira qualidade, ullimamenle cliegados da Babia,
e por preco baralissimo : na n* da Cruz, n. 26, pri-
meiro andar, assim como um reslo de 2,000 charolo*
muilo bons.
Vende-se graxa ingleza de verniz
nieto, para limpar arreibs de cano, be
lustroso e prova d'agua. e conserva mili-
to o couro : no armazem de C. J. Astley
& Companhia, na-rUav^Trapicbe n. 5.
Aos senbores de eng-gnho.
Cobertores escures de algodaWgOO'rs., dilos mui-
lo grandes e encorpados a 1400 : jia roa do Crespo,
loja da esquina que volla paf a Cadeia.
Vende-se urna escrava engommadeira e ctrzi-
nhcira : nar.ua do Aragao o. 35.
Muita attencao.
Cassas de quadros muilo'largas com' 12 jardas a
290O a peca, corles de ganga amarella de quadros
muilo lindos a 19500, irles de veslido de cmbraia
de cor com 6 1|2 varas, muilo larga,* 29800,
com8 1|2 varas a 39000 rs., corles da meii ea
liara c^ca a 39100 rs., e rfulras muilas fazedas i>or
preco Wmmodo : na rua do Crespo, leja da esquina
que volla para a Cadeia.
Venderse urna catroca- de jogo de
conduzir assucar, de engenho com muita
facilidade, e pode conduzir 200 arrobas
de cada vez : quem a pretender dirija-se
a rua do Pires n. 28-
Charutosna rua do Queimado n. A.
Acaba de chegar um rico sorlimenlo de chorlos
vrelas e de S. Flix, e se vendem por menos preco
que em oulra qualquer parle : na rua do Queimado
11. y.
. Sapotis.
^Wendem-se mui lo bons sapotis tanto iridiados
para embarque, como maduros para a mesa diaria
assim como ps dos mesmos para plantar de muilo bou",
amanbo : no silio da Trempe sobrado n. 1, oae lem
aherna por baixo.
No palco do Carmo, taberna k. 1, vende-se
muilo boa nlelrla, a 10.
Vendem-se camas de ferro de nova inveneno
fraifceza, com molas que as fazem muilo manen-as
c macias, chegadas pelo ultimo navio francez, e por
prere muilo commodo : na rua da Cruz. n. 26, pri-
meiro andar.
Vendem-se licwes de ahs;. 11 Ib e Kirschs em cai-
xas ; assim como chocolate francez da melhor ojuli-
dade que tem apparecido, ludo rhesado ollima^Kle
de I-ranea, e por pre^obaralissimo : na rua daWuz,
n. 26, primeiro andar.
Na toa da Cruz n. 15, segundo andar, vendem-
se por preco commodo. saccas grandes cnm feijao
muilo novo, dilas com gomma, e velas de carnauba,
puras e composlas.
Primas para rabeca, .
a 40 rs. cada orna, muilo novas : na rua do Quei-
mado, loja n.49.
Vendem-sc em casa de Me. Calmonl Com-
panhia, na praca do Corpo Santn.11,o seguinle:
vinho deMarseiileem caixas de 3 a 6 duzias, linhas
em novellos ecarreteis, breu em barricas mullo
grandes, ac de milaOsorlido, ferro inglez.
AGENCIA
Da Fundicao' Low-Moor. Rua da
Senzala' nova n. 42.
Neste estal)elecimenT{r*oontina' a ha-
ver um complelo sortimento de moen-
das e meias moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ierro batido
e coado, de todos os tamanhos, para
dito.
AOS SENHORES DE. ENGENHO.
UAVnB ROWMAN, engenieiro ma-
chinisla e fuadidor de ferro, mui respeitosamenle
aiitiuiicia aos senbnres proprielarios de eusciihos,
fazendeiros, e aorespeilaveI"publico, que o seu csta-
belecimenlo de ferro llovido por machina de vapor,
na rua do Brum passnndo o chafaiiz, contina em
$fl'ec|ivo exercicio, ese acha completamente montado
com apparelhns da primeira qualidade para a per-
feila confecrao das maiores pecas de machinismo.
- Habilitado para emprebeuder quaesquer obrasda
sua arle, David William Bovvman, deseja maispar-
rulnrmeiite chamar a atlenraO publica para as se-
gundes, pr ler dolas erande sor I i ltenlo ja' promp-
to, cm deposito na mesilla fundicao, as quaes eons-
Iruidasem sita fabrica podem compel- com as fabri-
cadas em paiz estrangeiro, tanto cm preco como em
qualidade de materias primas e mau de obra, a
saber : ',
Machinas de vapor da melhor rnnstrucaO.
Moendas. de ranna para engenhos de lodosos la-
manbos, movidas a vapor por agua, ou animaes.
Bodas de aeua, inoinhos de vento eserras.
Manejos independen.les para cavallos.
Rodas dentadas.
AguilhOes, bronzes o chumaceiras.
Cayillioes e parafusos de todos os tamanhos.
Taixas, paes, crivos e bocas de fornalha.
Moiiios de mandioca, movidos a mao ou por ani-
maes, c prensas para a dita.
Chapas de fogaCe Tornos de farinha.
Canos de ferro, lorneiras de ferro e de bronze.
Bombas para cacimba c de repulo, movida* a
man, por animaes ou vento. ^
Guindastes, guinchse macacos.
Prensas hvdrauliras e de narafuso.
Fcrrarciis para navios, carros e obras publicas.
Columnas, varandas, grades e portees.
Prensas de copiar carias e sellar.
Camas, carros de maOe arados de ferro, elev, ele.
Alm da superoridade das suas obras, ja' geral-
mente reconhecida, David William Bon-man garanle
amaisexacla conibnuidade romos moldes e dese-
nhnsuemeuidos pelos senbores que se dignarem de
fazer-lhe encommendas, aproveitando a occasiao pa-
O arcano da invenrao' do Dr. Eduar- "a^dccer aos seus numerosos amigos e freguezes
a preferencia com que lem sido por enes honrado,
do Stolle em Berln, empregado as co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
de vantagem para o jnelhoramento do
assucar, acha-se a venda,%m latas de 10
libras, junta com o methodo de empre-
ga-lo no idioma portuguez, em casa de
N. O. Bieber & Companhia, na rua da
Cruz, n. Kf,
ir
SALSA PARRILHA.
V icente Jos de Brito, nico agente em Pernam-
huco de B. J. 1). Sands, chimico americano, faz pu-
blico que lem chegado a esla prara urna grande por-
co de irascos de salsa parrilha de Sands, que silo
verdadeiramcnle falsificados, c preparados no Bio
de Janeiro, pelo que se devem acaulelar os consu-
midores de 13o precioso talismn, tle cahir neslc
ensao, lomando as funestas consequencias qoe
sempre coslumam Irazer osmediramcnlos falsifica-
dos c elaborados pela mao daquelles, que antepocm
seus interesses aos males e estragos' da humanidade.
Porlanto pede, para que o publico se possa livrar
desla fraude c disliugua a vrdadeira salsa parrilha
de Sands da falsificada e recenlemenle aqui chega-
da ; o annunciante faz ver que a vrdadeira se ven-
de unicamhle em sua bolica, na roa da Conceicao
doBccifc 11."61 J c, aSrn do.receilnario que acom-
panlia cada frasco, tem embnixo da primeira pagina
seu nome iiiiprcssn, e se achara sua firma em ma-
nuscriplo sobre o invollorio impresso do mesmo
fracos. '
FARINI
A bordo da garopeira Livracao, fon-
deada no caes do Ramos, tem para vender
muito superior farinha de S. Matheus :
os pretenden tes dirijam-se a Domingos
Alves Matheus, na rua da Cruz n. 52..
Vende-se a taberna sita na rua dos AssogniJ
nbos. n. 20, a qual esta bem afreguezada para a Ier-
ra, por isso que vendo diariamente 209000 rs. cde-
manda poneos fundos, faz-se lodo o negocio agradan-
do a e.irauii.i, e ao comprador se dir o motivo por-
que se vende, a Iralar na mesma.
Muito boas e frescaes ovas dosertao .
Vendem-se ovas do serlo na rua do Qucifnailo,
oja 11.
it- -
') Vendem-se relogis de ouro, pa (g5
i ten-te inglez, por commodo pre-
y? co: na uajjdfl.'-Cruz 11. 20, casa de *r
@ L. Leconte Turo 11 & Companhia. (^
MAI)APOI.AO''BOM, A 39200.
Vendem-se pecas de madapula%de boa qualidade,
com pouca avaria : na rua da Citdeia Ve I ha n. 24,
primeiro andar. |
Na rua do Vigario n. 19, primei-
ro andar, tem para vender diversas m-
sicas para piano, violo e flauta, como
sejam, quadrillms, valsas, redowas, scho-
tickes, modinhas tudo modernissimo ,
chegado do Rio de Janeiro.
Na rua dO-Viizario n. 19, primeiro andar, lem
venda a superior flattella para forro desellins, che-
gada recenlemenle da America.
Charutos de Havana..
Vendem-se verdadeiros charutos de Havana por
preco mui lo eommado : na ruada Cruz, armazem
11. 4. -v '
POTASSA E CAL.
Vende-se poiassa da Russia e America-
na, superiores, e cal virgein de Lisboa,
tudo por preco mais commodo que em
outra qualquer parte : na rua do Trapi-
che n. lo, armazem de Bastos Irmao.
,v GANTOIS PAILHETE & COIS!SI- *>
NHTA.
Conlinna-se a vender no deposito geral da
rua da Cruz n. 52, o excelleule e bem con-
9 cetluado rap areia prcla da fabrior de Can-
% loiSaPailhele & Companhia, da Babia, em
@ grandosc pcqueiiasporces,peloprccoesUbe- Jt
5S lecido.
^9^9999m999W9>^g) I
CERA EM VELAS.
Vende-se cera em velas, 5a mais supe-
rior que ha no mercado (com diversos sor-
timentos a von^e dos compradores) che-
gada ultimronte de* Lisboa pela barca '
Gratidao, e por,preco mais baratado
que era outra qualquer parte : na rua do
Vigario n. 19,-segundoandar, escriptorio
de Machado & Pinheiro. S
Vendem-se duas casas das na noviar;ao da Boa-
V lagem : a fallar com Manoel Percira de Souza." mo-
rador na mesma pnvoacao.
>a rua das Cruzes, n. 22, vendera-se 3 cscravas
de lioiulas figuras e mocas, engommadeiras, cosem
chao, cozniham e lavam de salmo.
Vende-se urna cabra (bicho) com duas crias,
muilo boa de-Ieile ; turna da Senzala Nova n.40
pnmenn andar. '
.Vende-e_iima crionla robnsla e sadia. com
IESsegura-lb.es que nao poupara esforcose diligen-
' jpara continuar a merecer a sua cnniianca.
do termo* da medicine,'
anatoma pharmacta ',
>1 ccionarlo
cirargta ,
etc. etc.
Sabio luz.esla obra indispensavel a lodas :
pessoas que se dedicam ao eslttdo de
medicina. Vende-se por 49 rs., encadcrnoVj,
(lo. no consullorio do Ur. Moscozo, rua dpj
Collegio, n. 25, primeiro andar.
Na rua dCruzn. 15, segundo andar, ven-
dem-se 179 pares de coturnos de couro de lustre,
100 dilos brancos e 50 dilos de bolins; ludo por
preco commodji.
Vcndem-sc pianos forlcs de superior qualida-
de, fabricados pelo melhor aulor hamburgvci ua
rua da Cruz n. 4.
Na rua do Trapiche n. 14, primeiro andar,
vcude-se o seguinle :pasta de Ivrio florentino, o
melhor artigo que se conhecc para limpar os denles,
branquece-os e fortificar as getigivas, deixando bom
goslo na bocea o agradavel cheiro; agua de mcl
para os cabellos, limpa a raspa, e d-lhe mgico
lustre; agua de perolas, esle mgico rosmelico para
sarar sardas, rugas, e cmbellezar o roslo, assim ro-
mo a tintura imperial (lo Dr. Urown, esla prepara-
cao faz os cabellos ruivos ou Inancos,completamente,
prelos e macios, sem damno dos mesmos, ludo por
precos commodos.
Vende-se urna negra moca,.sem vicio, o com
habilidades: na rua do Cnldeireiro 11.'40, al as 8
huras do dia.
Vendem-se dp 800 a 19000rs rnvadosiievo-
lanle, sorlidn em cores e larguras, proprio para ar-
macilo de igrjo c de procissoes ; na rua do (jueima
do, loja de frrragens n. 14. .
NICO, E O MAIS EFF1CAZ REMEDIO
PARA LOMHRIAS.
Fabnestock's Vermifuge.
Kemellido pelo seu proprio autof de Kew-York,
pelo navio americano Xortlien Light : vende-se na
botica e armazem de drognsde Vicente Jos dcllrilo,
rua da Cadeia Vclha n. 01.
principio dfcoVuil
do Carmo n. 12.
um : na Camboa

TOS FGIDOS.

Desappareceu no nJZl a mez de ianeir um
preto. crioulo, por nome'Pedro, com o ignolse-
guirdes: eslalnra repfctr, ..naaro, descaro 3 da
car*,cm um signarlo dedo minino do p esoaetdo.
e levantado mais do que os oulros, dado d?30 an-
de <*
o assiglia-
qitem u
jia do
balito.
-e peqtu
(e nina pa
Hus, e i'
uo,py
" >*
como>
andar ct
C/m qttfc
rnuilos j
Ira os (
rigor ('
laes
a le>
1 casada,
.folio]
Saccas com farinha. P
Vendem-se saccas cnm farinha da Ierra : na
da Cadeia do Kcpife, Joja ns. 13e20, por pen -m
modo. _i"
,icias
lebcr
Vendem-sc lonas, brinzaG, brioso
as da Russia : no armazem de N. O.
Companhia, na fu da Cruz n. 4.
Taixas para eng301108-
Na fundicao' de fen ^e O. W.
Bo do-o chafariz conti a baver um
completo sortimento de^lJiis de Ierro
fundido e batido de 3 a 8 palmos de
bocea, as quaes icham-se a venda, por
preco commodo e com promptidao' :
embarcam-se ou carregam-sc em carro
sem despeza ao comprador.
fui escrava
a (riou igualmenleTom'o!
|r?mbem escrava do padre Trai.
r da aqu. no Recife,. lem feilo mi
ada la mesmo para osvM.,,,, .
,10 conhecida jior esla< halrial^B
lasaoucidadc, mas ba mulla sunoosi
. mesmo I. p,ra "PPH
ec.mcnl.Hi capazes de Ihe dar roilo cn
1 abano assignado protesta cnm lo.,,,:
is, e roga as tiluridades poiila "
po e mais pessoas. ,,He appreSlrla
.... mande a seu llliinQBll^d'?;'
ra!\f* Marijrios n. ;ifi, taberna, 01. reclmC-m *
cad>ia desla cidade: o quem a levar a 1 *
/recelara .505000 r,.~.}0slomel Fea%\*-
ji _; Desappareceu nodia 10 de oulubro do an.'
prole"'" passado, o escravo Elias ciinulo/T a T
12 arf"<". allura regular, meto fula ^i- ,. redo,^. pouca barba, h^'ntfflA Z
oei*. serrador e lavra de ndlado",7 emi oprt
r"''-ii^P,J?ttlV0. defPlVeceu *do pode, doSr.
r'Wia 2 Wea"-',i,vri,,,flrdW''>Caipora
,!r0i'kqth, : *Wm PP'"'**'*'- l^r ao en-
r !'. T Zf ',* Wiero-amenlelpag,. do seu Ira-
halliol-Manoel Tltnn de Jcstt*.
jT>esappareceu 110 .lia fe do Lssadd, o prelo
nrnt-nikl' Iaf XA .n.,
'
alca e zuarle azul, canusa de madapoln echapeo
de palba: quemnpegar roa da f,ail'e
Sa lesapparece correnle mes de
, esCT', me Pedro, repra- "
ler 40 anuos 0la, beiros gfos-
artz chalo, usa do brinco em urna das*erellias,
o dedomitfeno*do pa direilo levantado, levou
camisa de hala encimada, calca de panno azot. e
chapeo de palha, ludo velho. o levou mais >tra ba-
huznhote folba pinlado do verde com differenie
roupa e nm chapeo de pello qt.ajl ovo, por issu po-
de mudar de (rajo: rogare as autoridades- polidaes,
capi'aes de campo, ou mesmo qualquer Masqa a ap-
prelnnsao do diloescrajj.e lvalo a roa da Xadeja
dn Recito 11. 43, una Ponto de Uchoa no silio de
seu se nitor Maifcl Luiz onjalves, que scr recom-
pensado de scl""*rabalhof
Xotlia 6 de dezembrodea:), fusio um escravo
cabra, de nome Manoel, com 10 annos de idade."
punco mais 011 menos, o qual'lem os signaosseguie-
les : roxea 11111 punco de tima perna, c he alguma
cousa corcovado ; lem falla de cabello, causada pe-
la Qontinuacjto de carrejan- pesos ; aprsenla urna
cicatriz em una das coxas ; falla mnilo : loca'-viol-
to ; e levou Ires camisas novas .l'atondao cru bran-
ro ; Ires calcas ,[ alsodaozinh azul lambem novas,
iiniaileduiaqiie p-tn, nina branca, cAnua de rs-
cadinho ; .i jaquclas, Rendo urna jiarda/una de cbi-
la prela, c nma de scaditilro{zul:/ujn cwniznla
prcla, de laa, com lisias venlc^^nc"liMaa ; um
par de snalos, um par d'alptrralas e! urna rede.
Esto cscravo fui de Antonio ilonriques (te Almi-kla,
do Ico, o perlcnce arlualmenti; ao ahail
do, que /compensar com cem mil res
asarrar pT> conduzir a su loja na rua da
Recito 11. 5. Antonio Befwptto Va: de
AttencSo.
Conlina a eslar fgida desdi 11 de jancirAprtm-
mo passado, a prela Eperanca.de naaoBenglieila,
a qual lem os signaossesuinlrs : repr la lrlriu-
la e lautos annos de idade, he alia o retorcadajto 10-
(lou corpo, bem fllame, pfea-lhea liuguaiqoa\iido
diz sim uu senhor, ou mosimi quando prononcin o
mime de fcsperanea, lem fallai l'^^^
rodo, cosas largas e bem lisas, rc<(
lano fulo, olhos com nadua escurrkf
bronco, o queda muilo a cimheeej/f q
de, traja veslido de aTigiidao .-ri"! claro,
la j um Unto velho, norm^como na"i
roupa de casa, he de snpp('|
Ira por onde ujtior que es1
om
amarellos nu
eve frialda-
anno da Cos-
levasse mais
que tonha adquerido oul
' "'i* tf*> f<"' criada
"essa villa


Ptb.( TyB,dtm.r. de Farla,-1864,




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