Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07552


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Full Text
SEGUNDA FE1RA 6 DE
aopar.
par.
B de rebate.
Moedas

Prata. PMac.; feos..... 15!
Pfio o...... 18980
mexicanos
^H I.

JAI IOJE.
Primeira as 10 horas e 6 minutos da manliaa.
Segunda s 10 horas e 30 minutos da urde.
Relacao, ter,
Fazenda, tercas e
Juizo de Orphaos.
i.* vara do civel,
2.' vara do civel, rruart*
iaeSo dessa divida, o
i mesmo pagamento
. em resposia de 19 de oulu- vo penhorado -e arremtelo para satisfarn delta,
endo sido os lugares de che- A prisao de que trata o art. 135 de regulamento de
mesma lliesouraria creados pelo de- 22 de junho de 1836, substitutiva da referida pena,
"i 30 da julho do mesmo anno, bem be s applicavel aos indigentes que nao tem meios
alguus de pagar, sendo que aquette que possue uul
escravo, se valer mais do que a mulla, nao est em
__ente dos
s serio
a ele-
s da an-
Hlmente se or-
I desobedientes s
os que sobraren
liando con-
annazens on
(jne. no caso de have-
proprielaries ou
isto no raso de
Baaaai lina i
_ abonar ao segundo escriplura-
uinta parte do ordenado do lugar
seceso, Uo smente desde a refe-
"" julho em diante.
11.
M pr~!i.'i,i .(.i provincia do Rio-de-Jaaeiro,
em resposta ao seo offlcio de 17 de dezembro ulti-
mo, m declara que Oca approvada a resol u ci que
deu i consulta di la freguezia dos Gam-
illos, s a procer- < rmenlos, que correm
no julio de paz s. do sello ; visto
ser a mesma solucao conforme ao artigo 52 do re-
giilameuto de 10 de julho de 1850, que sentn os
ditos procesaos e requerhnentos da referida laxa, e
ordem do lliesouro nacional u. 203 de *de agos-
to de 1852, que Mino declarou.
iria de Pernamboco, n ie tiendo
o titulo de dcolaracSo de' orde-
"petimlo a Jao Jos' Lopes,
aposentado no lugar de 3. escripturario dathe-
souraria da referida provincia, afim de que se llie.
vida cxeciirao. E porque do respectivo
eeeii-sc que anda em 15 de marco
lo referido empregado foram pagos os di-!
i iuco por ceuto do ordenado do lugar de
(rio da anliga thesouraria, e em 26 de setem-
lo mesmo anuo o sello do respectivo diploma,
sendo a iioroearao pura 'o referido losar datada de
36 de Janeiro de 1839, em cujo exercicio enlrou no
mesmo dia; ue se tte deu pase sem|
pagamento do mesmo sello; que someute em 6 de
setembro do auno Olido foi que o dito empregado
pafcou la materia do ordenado de es-
lliesouraria, em cojo exerci-
ii de 1850 ; e finalmente que
do lugar de 3. escrpturarioj
>agou os direitos
ido deste emprego em 14 de
I- 1853 : advcrle-se que a renda proveniente
idos nao he tmidamente eo-
se^to pan
la, e que se
reular de 30 de julbede 1851.
ocesso de divida de
ido do credoT
cnformidade do art. 28 I. do cdigo criminal
por conseguinte se recusar paga-la deve ser o escra- Paran
oovnuro vm provincia.
Exaedlaate do la SO alaIra da 1851.
OfflcioAo Exrn. presidente do Rio Grande do
, S" lereu o capilao do
taes circunstancias. A'vista de doulrina tao obvia h W*do balalhao de infantera, Francisco Manoel
ccrtamenle digno de reparo mover-se semelbanle Coemo dos Santos, que s. digne de expedir suas or-
quesljo sobre a intelligencia do citado art. 135 e ser den*, para que a thesouraria de fazenda daqoella
apoiada pelo procurador, fiscal a opiniao do aenhor i provincia saspendendo o pagamehlo da qantia de
do escravo que incorrera na multa daquclle artigo. 20J, qae o referido capitao consignou mensalmente
' de seu sold para ser entregue all ao sea procurador
O visconde de Paran, presidente do tribunal do Jos Luiz do Valle, remella urna jerlidao ou guia,
lliesouro nacional, reconhecendo os inconvenientes da qual conste al qnando foi paga semelhantepres-
que tem resaltado da deliberaran tomada eni sessao lacao, afim de que esse official possa ser pago aqni
do mesmo tribunal de,18 de outubro de 1851, em do sold por inteiro.Participou-^e ao commandan-
virtude da qual os empregados s tem direjlo per- |e das armas.
cepcao do. seoirveucimentos da dala do pagamento Dilo-Ao Exrn. marechal commandante das ar-
t^^V^Z I1 fTT^ 6a m88' *dandoaexpedicSode.oas orden.,
mesmo lempo a necessidade : 1. de fixar de urna ___ .
maneira uniforme desde quando devem percebe-Ios: *? pr,meiro aTars* "**e**o d >"!'-
2." de assegurar o pagamento do sello e direitos di- m remelU ao C0"W">nb> do presidio de
vidosdos mesmos litlos; revoga a referida dcli- *er.Mnuo>ni> P"eira oppdatnnidade.uma da* caxas
beraco, e ordena que de ora em diante se observe de ,ns,rumenloa cirorgicos, que eslo i cargo do mes-
mo hospital.
beraco, e ordena que de ora em diante se observe
o seguinte:
Art. 1. O vencimento dos empregados pblicos
ser contado do dia em que tomarem poase. e entra-
re no exercicio uos seus empregos.
Exrepluam-se os ministros de estado, e os officiaes
do exercilo e armada, que lera direiio aos veucimen-
los desde a data do decreto de nomeacao; os bispos,
que o tem percepcao da congrua desd a datado
suasagraeSo, e os ernpregaded do corpodiplomalico,
que contam o Vencimento do dia em que comecam
a viagem para o lugar do sen destino.
Art 2. A declaraco da posse sera escripia no t-
ginal seja feita por carta imperial, decreto ou portarla,
quer por ttulos expedidos pelos cteles das reparii-
ces nos caaos em que, por le ou regulamenlo, Ihes
compila o provimento do emprego.
Art. 3. Os empregados podero tornar posse e en-'
trar em exercicio independenlemeote de pagamen-
lo do sello ; mas smente a vista dos seus ttulos
de nomeacao compelenleraente sellados, e depois
de pagos, ou averiados o direitos que" forem de-
vido ao estado, se lhes abrir assen latan lo no lie-
soi
Ramenlo o juiz de lolha de pagamento, ou simplemente serio inclui-
" s dos nesU, se nao dependerem de fazer assentamen-
to, para poderem ser pagos, e.todava forem sujeitos
ac
!ul;
mL8 y6 Proeed". o reco- de se'lhes dar posse antes da apreseutacfto dos tilu-
11. ?. Quando convier ao bem do srvico que
qualquer empregado entre em exercicio do lugar, pa-
e for nomeado, antes da expedicSo do respec-
lulo, o governo, ou os presidentes das provin-
lelerminarao,, as ordens especiaes qtie para
ante fim expedirem s respectivas autorida-
Ihe deem posse. As referidas .orden cons-
uno do emprego, e nella se-!
a decUraeao > que trata o art. 2.,e a-
io o pagamento do sello e direitos devidos fa-
|zeudo^e o asscnlanento vista das mesmas com as
precisasidedarari
Art.5.oLogoqueJeinpregado,queUver sido assim
decreto ou o titulo de
reparticao oompe te n le, I
ios
, qu eslivercm laucados no
ser cassado e cancel lado ;
mno, que a
i/ieror,
resto da car-
Cea*,'
iloas-
mmandaote ila bar-
le Liverpool,
la( daque He
dezembro ultimo, l.qi
faltas dadas peles emprega-
' llll|g|||l linio o M(!rwolgMBoraosw>ebtftoesconYenienles. "*~~rtrinas do raio do norte" da casa dadelencao, lim do
ma especificados, sse qM.conlrato com David W. Bowman a factura dessas
podep abrir assenlamento no thesouro, sem previo <***
VaT?7!Zl?rim*'0aTtas, de9U: Dto-Aoc.ra" aiUio o thesoorarv provj
os sens ,_ nn7.wTn^r da de*peM fe" durante o m de dezembro do an-
i~r ufes as provincias do naJ,roPeii'e "o d'aqodleqoartel.
imperio, cajos lilulos sejam oirkialmcnle remetlidos
aos presidentes, ou s thesourarias de fazenda debJ
las, os quaes pagaran o ello e direitos quando eu-
io exercicio dos respectivos lugares.
Aosaposenlados, cujos servicos-lenham dese]
c n
Joao de Souza Canalho
vro do
ervicos da guarda uacio-
m proceden deixaiido de
i a falta commettida por ter es-
i do servico da mesma guarda
uor da secretaria, Francisco Ig-
mz, sando isto o que expreassJ
de 25 de maio de 1839,
>o se recominenda.
- 12 -
lo Pasa, em resposta ao offlcio
ultimo, se declara que o senhor
lela pena pecuniaria en
ciiegarVseu valor, na
Para
dao.
le nobre grali-
rpura de Tyro,
>^>^>^>^mr do Par-
>^>^>^>^>^>fire> celebres
adeza; aupfJ
uo agora\ o hlito
a liella torre,napulilana, elle segua
e o solpbo Vermelho, ecom iroagi-
lares fboloss as brancas velas das
nquo dos pescadores de coral1
as udas dormeoles af-
s cacan lado.
leste eo sem
nlupluosjda-
i Fertu-
dnha Mha,
peste que repares
dado anda
tem que ellas en-
js
/c*a<
sombras illaslres,
m boje este canio
disee al ao Vesu-
lippe al vffla de Bor-
lo um litlo peior
icasse i miaba maneira
he, minha filha, se alo
decer ao Deo do bon-
Ue tira a gorra,
neilafSo torna a co-
onfessar, Marina, que*eo
Cerlamenle.
Eis>me ebegado valhice, isto he
grande beneficio da vida pa-
parle des homens alguma
is pelaminlia parte nunca del-
ude,
la poacos homens lemelhanles a
ila mullo poneos, dizes bem. En-
ma sor le eousa prodigiosa 1er ea
im
ido, minha filha; mas '
cnsul^""
Sirt.f5"",,lnh*,ouvldo Ba,u- Mas onde ou-
vio^elle poishavinte annosoSo tenho locado
humilde papel de profeaaar... Ah lembro-me que
un mo as imporlunacoes das fnrioso e-
em^U" ,!iem* ae nm ""'nho de minha
eompos jan... Baile nao sqaecsu-se anda disso
.J?<*a.:-r'T'no.esqueeen-M. que lempas-
M< ls de urna noUe ao sa-
reno esperando oavi-lo coatra soa vonlade. Veste-se
oaacador, e vem esconder-se sombra daqnelle
jazmineiro como um namorado de Hespanha. En e
uertrudes o temos muilo bem conhecido. .
' no he que por
aera dude tinha euriosidada de saber o que
dira ou fana esse homem se eu Ihe tocaste smente
odoeompassosdomen canto do Cafoarto/
lo toctLrlo* ,MBd0 0rire ? *" fam0M can-
B, miento, minha
Ulha. como te promelll. Ja agora capaz de apre-
.i.T* prefir? re,er->Para asa solemnidade,
na qual derramaras bem lagrimas.
Martia: EnlSo, se eu nao me casar, nao o ou-
viral nunca ?
Sertoriu* : E porque nao le has de casarT One
hypolhesesingular 1 Que te falta entilo? Primeira-
ment. es graciosa e linda, posto que um pouco gra-
va para orna moca... Em segundo lugar, embora,
gracas a Deo, nao tenhas jamis lido nem devas ter
a impudencia de apresenlar-le em publico, o que be
da parle de urna mulher u ultimo grao de cynismo
possnes em msica tlenlos nao commans, o
[ot da. Quanto s
qualdades moraes, leu esposo achara em'li iodo o
lliesouro das sanias virtudes .domesticas. Keunc a
estas coosiderasoes de primeira ordem mena trezen-
los escudos de renda, o rendirnenlo aunual de mi-
wia.i.lBjSes, e erofim esta casinha que pretendo
Martha : Meo pa!
Strtoriu*': Rogando-le, bem entendido, que me
;v
L bdI* armario nm.,r,An ....
nacional, cm 16 de Janeiro de 185*. rconie de
MMoiat
ment perten
aaeSseriama
EXTERIOR.
. DitoAo mesmo, para mandar prescnlar ao jniz
Port 2 de Janeiro de 1854.
Acaba de ser publicada a lisia da exportacao de
vinho do Donro no.anno civil de 1853.
Asua lolalidade ascende a 55,811 pipas-11 ~, almu-
des! que vista dos presos que hao regulado nao
represerilam um capital inferior a tinte milhei de
cruzadot; e receben o thesouro por direitos e emo-
lumentos cima de qualroctnlot mil cruzado.
Esle resultado, que 13o vantajoso se figura, he de-
vido providente lei de 11 da outubro de 1852; ese
.o actual ministerio careoste (Toulra prova tocerto,1
slm da honrosa maoifestacao da associacSo mercan-
os i------
membros, por tal motivo, os algarismos agora produ- iia.mesma poca no anua passado
zidosseriamo leslemunho mMs eloquenle dos bene-
ficios, que aquella medida derramou pela lavoura do
Douro.
A axporlasao classilica-se da seguinte forma :
i e d'Asiai__
mporlanlift
ra effectoadas,
e mit por pipa; i
sua boa parle da expor
ao correrse
cado mais ; e com
corso, para paizes
requeslar menas a carrei
penw enlretida p
feita por um modo e
Os depsitos era Loni
maso etcesso do deposito rci
caladores aqdem convm
cas.
Nos outros porlos do Reino-Unido s
'quasi que extinctos nos Entados-nidos, no
no continente' enroen, d'onde
ha hoje menos tinho do. Porto por rentr
------------- <~ji* -. .-i... ..ireuica-w un wpuiii inrnia : soa jusla proporjao no augmcnlo ti
municipal da aegunda vara nm soldado de cavaHa- Europa. .........49,366 pipas, lige, nao boave-carrega^Sa forcadas,e que
na nan lavar im inUilso^^ jui. i.. .. -m 4 ~.r; -_.
Imerica.
Jado ReinoePossetsoes.....
tai- Oeea'nli..........
E di lugar s seguintes refleioes:
3,567
357
2,521
ra para levar.aos subdelegados deste termo os offl- A
ciot e edilaes relativos aos preparatorios da
jury, que tem de trabalhar no dia 17 do mi_
itzJ
nda, in- Kuropa.
leirando-o de haver deferido o requerimenlo que se refere a sua inforraa,cab sob numero 1005, no qual t-'"'*** iiiwi.
Antonio Lua Goncalves Ferreira pedo que, ficando
semefleilo a segunda avalacao que se mandou pro-
ceder no terreno de marnha numero 53 e alagado
nomero 53 A, que ficam nos fundos de urna sna pro-
priedade rio Alerro-da-Boa-Vista, prevaleca a pri-
meira em seu inleiro vigor, a devolveodo os papis Jfransa.
que compaohararn a citada informaso, afim de que
nesle sentido mande paasar/ao supplicanle ululo de
aforamento -dos mencionados terreno o alagado
49*3661
DitoAo mesmo, remetiendo copia do offlcio do ..A exPorUio Pra BreUnhacomoiev foi eon-
rrtidenle do conselho admfnislravo, eommunlcan- su,eraYelmen>,e n* do que ha mullos annes, e re-
i ip Hn xcnoi r___: j- u__;_-'__ salta.
_______________
do ler sido Manoel'Ignacio de liveira Braga mul-
tado pelo referido conselho nos termos do artigo 25
do regulamento de 14 de dezembro de 1852, na quan-
tiade8320rs.
DitoAo mesmo, devolvendo os papis que acom-
p'anharam a seu offlcio de SO de agosto ultimo, re-
panharam ao seu offlcio de 0 de agosto ultima, re- "? 'erraais connansa no genero, a por no
latjvos ao pagamento da escolta de guardas naetonaes, P*013!5 (em consequencia da -molestia ) por
qne ceuduzio recruUs do termo de Caruar naraet- n0-*nf ,nnar a l" tujeito i depreciaeao do valor
qoo conduzo recrutaa do termo de Caruar para es-
la capital, afim de que S. S. mande effecluar esse
pagamento, visto achar-se salisfeila a exigencia con- '
lida.em dito nfflcin. 24JJ por pipa
tida.em dito offlcio.
mllindo, para ser relatado em sessao da-mesma jun-
ta, o processo yerbal do soldado do segando batalhSo
ie infantaria, Joo Baplista Gomes__Partcit*ou-*>
ao marechal commandante das armas.
D'1 seal de marnha, accuJ
sando recebido o oQlcio em que Smc. propdz grati-
ficaco, qne julga eoavanienle abonar-te aos Indios
da-Escada. empregados actnalmenle no servico da-
deve ser paga nos termos da ultima parlada informa-
t*o que remelle por copia da thesouraria de fazenda-
lor das obras publicas, devolvendo
"pasosa para a eoiistruccao dos canos de ferro;
im cra rassaao e caucellado ; r--r t^ nninicjao uos canos oe ierro. rwr
severameale exlranha- fatende-setembem no assentamento e folhaa depa- "1"">*i' objectes que form.ro oystema di la- fle .diminolitajma axoorlarao na o R.. Pro.
o escrivo wunentoa. deetaracoe. convenientes. ^ trina, d raio do norte da casa dodelenco. fim da ^uTTrX^l^^J^l^' ?T
DitoAo commandante superior da giiardaanacio-
sle municipio, communicaudo haver onlciado
selorda lliesoursria de fazenda, para nao s
mandar ahrir os assentamenlos de praca do' clarim
Francisco Jos de Siqaejra e dos seis cmelas que
j<" s-i i^or( i^niiam (icwr -.-"'.*' oMirara p aos seu cornetas que
lliesouro, os quaes os pagarao depois se eontralaram para servir no lerceiro batalhSu da
da expedicao do titulo de declarado do vencimento esma guarda nacional, mas tambem ipara dars
da apoaMrtadatia. providencias no sentido de serem elles pagos de seus
.a rr^^.Vee'?Wmnas^um^n- ". ndo o dos cmelas a contar de 7 de
casdog. Sudeste artigo nombro do.nno prximo paatado.e o.doclarim do
Art. 7. Os termos de posse scrao asignados pe- l-"de deaerabronltlmo.Fex-se o oflleio de qne se
los dieres superiores das rcpariiooes, eos destes pe- Irala;
^iwpectivosmtoislros.presidentesdas^ovincia, ou Porlara-Ao agente da companhia dasbarcas de
esse escriptorario que encontramos as qninias-feir*
en casa da senhora Sanla^Fede e que se rz lao assi -
duamenle men parceiro noxadrez com grvala oran -
ca, pensas entao, Martba, qne elle he teriamenl e
apaixonado por esse jogot
Marlfut: Assim o creio.
-----. --.---- jpqiui (II9W...VCI
pai. como he bello o sol mergulhado no mar.
espectculo L (Deaoii
urna pausa ) Um poeta dira que o Dos Apollo,
Ptn ir vislur lauras Nrd.
* por un o.c.d. de ooro. leu hamidos juLcioi !
ie
prohende leu velho.e touco pai I Todava elles lo
a Roswein para ,a opera.
Bofe elle os achara mnilo clsticos!
--- io uo ajante.
[Levanta-se e pastis com agitaro.) S os tete pee-
cados mortaes carecem de um brazao, encarrego-me
Martha : ~- A. proposito, meu pai, nao he i>a ra defo'new-lo: urna penna.-e nm pincel, um cinzel e
csiranliir nao termos visto o senhor goswein lia in lis um "T00! JNa jerdade, Martha, parece-me qnejima
> nsBHAii ana.
do... s o canto de mi
tudo islo, dize-me sin
casares';
( SOrrindn e emharaca^
i que te
Mas, meo
Vmc.
for o homem que le
os brasas sem mer-
de quinze das?
Strtoriw: Nao, minha filha, elle
^Tn^rt!80 *? *" reP?u** PoeU e o mJ
posi^ao mesmo lempo nao he pequea tarefa !...
dVVn ? ""'" rade prYi pan ,aa BD"
vess^doenle? VmC-' M" aY ^ qqeeHe' ?9,i-
r rio, o cavall eiro
tarmwli que porpoaco uSo esmagou-me honiei ti na
raes, grlton-me de ama do carro: Bomdia. me ir..
Andr vai bem...Dep0| acrescenlou algumas pala
- -r v-.vjuti.ni, nicu i>u ; ene
iU ooiCe a opera do senhor Ttoswein...
SerloriuB (ticamente): Para tsla ooit< a ?.f
impoMivcl, Marlha 1
jKJwve, Al art na i SB |Uil1 es*" *($<"
Mar/i0:_Veja...issome lera preoecupa do lodo Pio "<
di. .11. vnr, o dia.
mdo) s a Theatro de Sai ,-Carlos.
Eslanoilo 15d0JMio primsira represenUca. a da To- ielhice! Ma
madad opera emires actos a [tribuida '?' (Z
as palavras e msica ao joven mae- Uro dal- nu. linr-i i3
-
la corte aogmenlar o iisplni lor desj
represen! ara-i imparienlemenle esperada p(. m mal
Sabe-se que o n Meslra
Cidades liansalicas .....1,156
Dinamarca
Hollanda.
Russia .
Sueca. .
Prastia.
456 74,000 pi
Hespanha.
Jl
562
215
116
15
1
sulla.
. t.
lia.
da sabida que d'alli leve para a Auslra-
2.o doi maior consumo*o paiz, pela falla deou-l
troivinlios.
de haver mais confiansa no genero, a por isto
mais esp eculacSo (em consequencia da ^noleslia ) por
ial, representado pelo direiio por saluda res
*em pipa, e titulo dequalifleacao 20J000 a
Os ou tros paizes conservaram-ee estaccionarios, me-j
nos a R ostia.
Atlri bue-se esta salatar mudenca ao fado de te^.
rem encarecido as Doccas os vinbosa estafados ,
qnecoijvm mais para aqaelles mercados, ou falta-
rem do todo, e serem por isso os negociantes russia-
no eo mpellidos a procnra-lofnosau verdadiromer-
cado.
America.
pipas
frao..-...........t,002
Estados-Unidos.........igjg ,
Terra-Nova..........164 i
vala* dS altos presos que aqu regulam, anda
exaltados pela caresta da agurdente, de modo
que hoj e, sera prejuizo bem se enlende, nao be pos-
sivel vi nderem-se no Rio de Janeiro violios por me-j
nos de 240*000 rs.' oi pipa, para oobrir o seu cusi.
E port inlo, nao ceando a exporlacao, de todo, fx4
fsame ule o eocarecimenln deve cansar damno ao
consun io no imperio, ea lavoura do Douro.
1 gu-
iar ; e nao desafia commentos. Nao lano assim a dos (16tn
Esladi is-Unidos. He diminuta. Nella infiniram as veiroeneontra-*!
mesm^ is cansas que se nolam na sahida para o Bra- Tem folio gra
sil, ecomo estes mercados leva?am na sua tolalidade imprensar
pe'lo 'menos 3)5 partes de vinhos baratos, que- no po- cacOes para o a
dem .hoje foroecer.-se, nao s pelas razOes aponladas
mi is anda por que, em consequencia da reslriccao
qu anulativa, os vinhos de ramo, oulr'ora exporta-
ve is para fora da Europa, ficam excluidos dst. be- poso
|rie ficio.
A exporlacSo para o reino e nossesaoes, nao merece
oidor eonsiderasao. Militam conlrajo seu aug>-
m nlo ;
:l. O injusto direiio que pagam os vinhos por se- cbar
Mota (3&000 w.) para o reino.
.Sertoriut: Espantoso? absolutamente nao;
indigno, he outra consa (Com urna emocao eres-
eente.) Sim, que esse mancebo, o qual eu nri
en i pdeos an nos de toda a ciencia de urna
vida, cojo genio fecundei ao fogo mais arden
zer o melhor sangue de meu craeJo, qu
nokn finarla nrimain. Iiah .1 (a.;.
Sao na sua physionomia risonha.
Na 1 i lacao todas as casas ou
soa jusla propongo no augmento toUl,d"i
'foram salisfazer necessidaqes legitimas.
No Porto nao he eonht
co poder exceder a 30,000 :i
liquides em franqua ; I
simo.
No Douro a arrota'
I i lia de, q inclusive o ^ '. d
409000
rao admittidat__
Os preco. d
to firmes.
Chegou' a poca de |
derarao.senS
porUcao, par
titado, so po
dium !
Sodivarsas
algumas parte?
cedente em
tabelecimenlu.
do bem fabr
qualdades, e
bre algum bafio.
A eaeassez he grand
lam pot i
30
601000 a
20g^^^^^^H
A aguarden
introdnesao i
mesma-
Nflo h
alambin
para as tabernas.
1839000 al
Tem-se (cito i:.
para ex;
da nao r
dos pele dral
cau-a a^^^^^^^^H
loops,
falla da .opprimeri
Bairrada.
Peixe salgado .nacional
Diz-se. que as arbitrariedades d
cado tem dac
RI de j
ser verdadei
ridaaea competentes,
Entretanto to para
inculpado pes
fazer con
O err
coromen
Sertoriut *h-l mn h-^ i n ter n""10' sangue de meu coraco, que esse
sabia
passa wuSiS^bS!luVSSw',Tuo que "vetoome.tre.o pal de aeu espirit I edeixe-oi
possa por lanonuso, e une nao tem bieudes. n nu- ni> ^nm m <. r..i .; ...
porta como um seu facaio..."! ndgno !
indica em nm manrihn I1.J i*"' u ql e P =0 "n O" Mcaio,..simisso he ind gno ...
qae^d'LT. mad6sedPb0,Dse.,,s<'m8' K*. "ha '". lenao* virto supporlar
Martha : Ainda nao renami n^, v T ,i,0.nos ,aol* I"" i0graBd6es...mas osla
i coj
. El
------.-----.---------------. =fc- .wj tvuiiireuiu
um filho...Sim, nm filho he a para verdade 1
Martha, abracando-o: Meu pai tenha smente
um pouco de paciencia, e ver que Indo'se ha de ex-
ate.^
Oh I eis-ah verso8...Reprehende. minha filha, r a- Sertorim: Tudo eal explicado, rainia filha.
-...........- -..... 9Btei
especie de maldsao pesa sobre este nome de artista,
deve es lar ooo o qual cobreo-se todos os que arroleam ou p-
oeU e c o m- l^"a ""V" *> toal... Eis-ahi esse Rosvein: se
humano leve o cuoho de urna alma
elevac e leal he obrando esevero semblan-
te desse maaeabo. Pois como ves, apenas deu don.
pasaos em sua fatal arrelea, ei-Jo que voltaje e a-
presenla a fronte de um traidor. Be preciso qne,
bom ou mi grado sen, elle escreva urna aeco vil
na primeira pagina de soa vida de artista.... hepre-
eii
'" filha, sabes que bouve em minha vida um momento
. terrivd: aqulle em que, prestes a colher nos applau-
Mas striame:
Andr,
Sertoriut (esfre
Ol! oh !... Mas di,
do canhao '... Mas fallemo. franeameola,
qual he a impressao
deasa crse f Que ae
Sfiotoea a chamada como i
^ndr : Acho-me en um estado
So-me fallar, andar, como
baixo de urna abobada par:
lo que tenha passado as Ir
do.minha uuverlur
vida no'terei nece
como um pa-
teobo um bello nts^^H
Sertoriut : Px
lisfeilo? A execuca
ma opusa a este respe
donna, toa orcheslr
Andr: Ayor'
nao soa ea quaLf"^a"fl
(ei debaito de qual]
od_
se mal estravagante i
Jfei
licolo engolr
las ve rigor p,
Iraiatt t la
i toU.vj CDncvi'Jo que eoieiidi.' <
homem tem
BBBBBBBWiCa ,
^^" ...^ i|:i.ii!,: es ue meu
^^^^^^^^^^^Ro e
Haaaa^LaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaV Pbrc, pHia^^^^^H
tor, tud me. bem enlend
nao pertf o nem de longe ii
vel casta
nto- fil'i'
naoleos > En -,
ouvir .
Martlut: Nenhama Assini
beiouMi faUnrieneraspeiio,
ni
rz<
jardo j
...Sem luvi
r-sei
1 -
_J:-
^jrton'u
que en tinha algum dired
pequea mensagem de la pai
gtr a noile tinha algutua razao ptr^^H
sloa* minatos,
-tnrlh-- i,:


dos; oppoi clcalos aos clcalos, e leve o bom tensa
de apresenlar |araumonlns eontradidorio* aooian-
potUMU i.
DIARIO DE PERN
de produzir este anuo resultados de serias
encas.
hopeo Bourgprfta tero sido colhido empeqatv
lidade, e anda liouve meuos em Bordelals,
rpidamente. O augmento do
^^^^HeaBeBeBeBeBaalaem^lb vari
ffefcouoMt
i POTCO*, O
133. Ueste erara II
lo, cuja dtstii
do a;
ios que se r
deavnllados lucros.
proposito fazer favores, conceden-,
compaohiasja existentes nosmer-
Vo*, alougaram-se as concessOes ; he
a alguroa obras mais se eiigtram ai 1ro-
os favores, mas o pentamento tem sido
r pender a balance em favor -das compe-
le se lev* em vista lem sido praen-
noes publicas leal, sido concedidas s
ite, eoscapitaese aspeqae-
spot coaseqeencia,temafluido ao gran-
eado das accoes. Quando se v testa dea
subscripftesos Bornee de um ou dous horneo* infUi-
alguus linanceirot reconheeido, cooai-
via grande fortuna ser adrnillido a ubscre-
Ja.
eripces etUo rechadas, ainda resta
candidatos, que apenas
-peronea, de obter o premio posicao de
no ato beviam podido obter anterior-
mente. A esla primeira tathegotia succedem ontra*
; novo emprehendedoret seguem os primeirot,
o cahe successivamenfe em lodos,
inte astfm aa tem-dado um impulso intei-
ramenli novo a conslrucsao dos caminnos de ferro,
n-se faito organisar numerosas eompanhtaa de
de todas aa naturezas, para ao maamo lempo
i novimeoto'geral de lanos capilaer, tem-se
companhiat finaaeeiras. Em pre-
nenlo, Valor das acetes tem consde-
nenie sabido ; e tem-se visto comprar eom um
capital a eventualidades das yantagens dos ca-
gados, e fcil seria colar aeches qae des-
em pouco lempo, lem na bolsa duplicado
Cada mu qner tomar parte nos resultados
do monopolio que se attribue a cada corapanhia,
ie ledas os lem mais ou menos, equa ae conside-
prami offeracido ao' deseovolvimenlo das
na.
turo sabe dixer se so tora andado depressa
18*. Ai obra* pnblicas, logo que do levadas
sa, que nao podem sostentar-se por moitoj
5o daualureza a offereoer peU sna conti-
o un sufucienic desenvolvimenlo aos trabalho
es. Os embarajo tinanceiros podem manifes-
numero consideravel da bracos "cavara
alisados.
o que nao pode contestar-fe que oa traba-
jos nos- camlnhos da ferro, se des-
os da agricultura, a nao he indlf-
trabalbadore que as demoli-
i attrahem a Paria.
orea ladottriaes, e ataida que
lo, tem mostrado qoe a Franca era
m economas disponiveis de que se
n todo dever-ae-b por algum tem-
oSerecimenlo de eapilaes, e nao dei-
n de aa ter am .vista qoe as companhias
eadas, tem eligido j as primeira'
e que a* oatras sero pedidas mais larste.
cliegsr a esta occuiao, os especuladores qoe
__empregado todos os seus fundos em aceces,
i;. .r.' anca de poateriormente aieanearem o bene-
rigados a limitar as suasope-
nesmo na baixa, urna parte dos ti-
de qoe forem possuderes.
crise que ae manifetlou no meio do
eliz ndverlencia, e urna prevenciio
ando umpaiz qmlqueresls muito
volvido era empreaaa arriscadas, ganhar lempo he
oenaa. Aos primeiros embara-
nteraa, asta marcha de augmento
> q ue a este motivo se.jontaram oa
irarara as colheilas. Beta depressa
irnos se rehabilitaran, a baila nao se
valoree foram sufticiantemente man-
duranle oullimo trimestre do topo.
Terceira parte.
igmento nos comesliveis e as mercaderas
lagar nos ollimos tres ritezes, origi-
\deficU na colheita, offerece nma aliene*
i para o fninro do qoe as grandes
inojoga dos fundos. Quando oscomesliveis
j, sera duvida, maitaa privacoea e tof-
" irla dea consamidores: mas, quer teja
entra meneira os negociantes que tem
tos reahsam enormes inlereatet, e
oulros lamentan que a policio nao
Os primeiros fazem grandes
pereorrer ea maut das, e as segoodos
am guarda contra oa efleitos da menor
mMU
miles, pode coneervar-ae a esperan-
;om feliz resultado. O eaaencial he que o
mmereio sobretodo, compreheoda
s, e nenhum meio emprega
Imalaromal. A maior falta que ttm gc-
commetler he procurar enlreler o paiz
fas ajustadoras, quando ao contrario le-
* se devem empregar pan obstar u an-
ee perigos futuros.
leii. gracia edopeto definitiva do syste-
ladeabsoluta da commercio, tem visto af-
irameasasde todoi os pontos do mundo,
rnou-se a grande marcado des cereaes.
ta ao gota daa mesuras vantagens, o falso
reUoa protectores, a a escala novel ap-
nenla dos cereaes tem impedido que aqu
um eommereJo regalar para os trigos ea-
o hbitos e as ralaeOaa faltam.
um e oulrft lado, o systeroa colonial, e os obs.
(oda a nalureza qoe opprimem o commer-
I^HtH, lam dado lugar a que no paiz falten
__O frates sabina muito em Inglaterra!
apezir dalo tem bavido chagada; ouanlo a
os malea de transporte faltam completamente,
transportas a o augmento dos precos que
^^^^^fcsslnm para determinar a escassez,
o t im poni do para, emquan-
i se morra de (orne, por falla da meios de
Nata momelo ha era Odesaa gran-
de trigo, que nicamente a falla de
permillidoconduzir A Franca! oin-
gos se psrdem igual mele nos
\pot nao poderem chegar aos porlos doem-
i nao se traa unicamenlc das remanas
y proprlamente, lam-
iterior mermo do paiz,
O Irigo eotlie os arma^
faza-lo penetrar at
caboia-
apor faltam,
!m dissoo
randa linha frrea
Trae raoarsos
impongo lea w numas i
de num-
cosohic
Este augmento exuBI
m dos mala
i rornaea as-
prima das
issancial para um gran-
a iodustrlas. Ue 60 a 80 fran-
i
Bm, a seu turno.
divos eaoqualse
asta tonga dealleoCar ; tem dado lugar a considera-
vel augmento no assacar, e tud) leva a acreditar qna
o aprovisonamenio dasleulll genero, teja nutavel-
menle compromettido.
As coloBias franceiss tem visto, depois da barda-
da dos negros, diminuir ai suas produccOes em assu-
ear: ellas forneceram com ludo, 80 a 90 milhOes da
kilagrammos, e este anao aspera-ee que nao fornecani
mais de 50 milboes; e pode ser qoe esta quaulidede
matma nao teja completa. Conla-se pos essenclal-
menle, para salisfazer as consumo, com a prodcelo
da beternba. Por fortoaa a colheita a beterraba foi
axcellanla, e julga-se poder calcular em 100 milboes
de k i logrramos o atracar que dalla se e,lrahir. J
muilos negociantes haviam faito as suas yeajtai, Bm
de assegurar-se do preco que eslava tbido, quando
de repente o augmento do preco no espirito de vinho
veta mudar todas as suas disposifOes porque pouco
la obteve da substancia da beterraba,qur saja em as-
sucar, quer em agurdenle. Qoando o preco dos 3
sextos eslava a 80 francos, lirava-se tanto interesse
oo assucar como no espirito'; mas vem offerecer ludo
quanto tt poeta axtrahir deata ultimo producto a 200
francos ; a hada cerlo um golpe de fortuna, que ufo
deve desprezar-se um interesse de 150 por 100.
Os fabricantes do assacar tem immedlatamenle
concorrido aos depsitos, a aprestado a comprar lodo
o estocar quanto hvtt dlsponivel, afim de fazer faca
s vendas; depois, nJo sa lem oceupado sanio ioi
jeos alambiques; todos nt catdeireiros tem ido pro-
carados para reparar os amigos,' e mesmo para os fa-
zer novas; e desla maueira'tem passado aa noites a
os diat; no Meio-dia tem-se procurado lodos os uten-
silios qua se podem transportar, e a maior aclivida-
de reina actualmente nesta industria. as estradas
dos departamentos do norte, se encontnm em todas
as direcc3es carros conduzindo recipientes, que ser-,
com para transportar a substancia da beterraba para
os estahelecimonlos prvidos de alambiques.
A escassez na colheita do vinho, acarreta lambean
um dficit, que se clenla em metade, mkeolheita >
assucar, doqaal o preso porconseqoencia subi. Hti
desla maneira que nos podemos convencer qua lodot
os ramos do commercio aa acbam ligados, e que ra-
ras vezes se toca ura tem que lodos os oatros se re-
cinlam.
Aelualmenle am homem que vende gneros ero.
Pars,,carece Ue um capital duplicado em relacaoan
do anno* passado, para ter o san armazem completa-
mente foruecio. O azeite, o atsucar, cha,' o sa-
bio, a plvora, emlim lodot os prepares osa quaaa o
assacar on a aguardante entra do qualquer maueira,
tem subido e apezar disso he diulcil, na maior parle
dos casos, peder elevar o preco da venda a relalho, a
propor^Oes guaes ao da venda em grosso. O aug-
mento por tanto a prove* mais aos negociante sen
grosso, do qoe aos negociantes i relalho. A estas he
sempre assnstador lerem oa seus rmaseos guarneci-
dos da mereadoria's caras, porque am ou outro dia
deve chegar a diminuido do valor.'
No mesmo caso em que se acha o comnterci das
especiarlas, est o commercio da teda, da lita, e Mos
os oulros finalmente.
De todos estes fados resultara esclareeimtinuM, que
pode ser nSO tejan despiezados. O paiz coinprelien-
der.tem duvida, depois das grandes experiencias
feilas pelos notaos vlziohos, e por alguns peqaenos
resultados j entre nrobtldos, que o futaro> perlen-
ce libardade commercial, sem a qual os povos to
mais desgracados em pocas de crise e duual nada
tem a recelar na prosperidode. w '
Attendendo a qoe oeste momento lado esl caro
em Franca, o melhor conselho que temos a dar a-
quellea qoe se acbam envolvidas nos negocios, tanto
pelo que loca aos valorea industriis, como as mer-
cadnriaa, be obrar sempre com extrema prudencie.
(Journal det Economista.)
(Jornal do Commercio de Lisboa.)
INTERIOR.
COMIESTONDENCIAS OO DIAITiXODE
PEaiAKBTJCO.
Para' 32 do Jamuro.
Desda a ltima barca, sabida, desle por lo a 2 do
cerrante, temo* estado em complela paamaceira a
respailo de novidades, e por semelhanle motivo pou-
co tenho a eommunicar-llie na prsenle occasiao.
O anno que acabou, lem confirmado atsereto
diversas vates por mira aventada, de que a provin-
cia vai gradaalraenta prosperando em sen com-
mercio.
Pela le tura da puWicacao, que Iranscrevo, f-iU
no Treze de Aroio, enaltecer Ymc. a qaaolidiide
a a qualidade dos gaeras exportados em 1853 ; e
posso astegnrar-lhe, qoe foi metilo augmentado o
(uantum dehesen relacio ao aune anterior, pal ti-
culatmeole a respeilo da borras*, cacao, unte*, a
castanKas.
Borraxa. \
Dita em lapatos.
Cacao.
Arroz pillado.
Dita em casca.
Uncu.
Salta parrilha.
Cravo.
Assncar.
Algodio.
Grude de peite.
Placaba.
Dita em amarras.
Cattanhas.
Oleo da cupahiba.
Coarot salgados.
Ditos seceos.
Farinba de lapioca.
Cumar.^
Guaran.
Caf.
Sola.
Estopa.
Cedro.
Macacauba.
Ho d'arco.
Alm destas mercadorias,
portad, parm rnenet noUveis. .
O rendimenk) da alfandega no anno lindo fei
do 1,060:533*U5 M., isto be, mais 283:2835546 rs.,
do qua no anno antecedente. O notavel accrescimo
da renda desta rapartifio he devidoespecialmente ao
augmento do commercio desta praca,.o qoe te com-
prova pelo quadro junto do mov ment das embar-
icaeoes entradat no porte em o dito anao, o qual fei
pela maneira segoinle:
Brasileiras de guerra..........4
mercantes......'..... jg
dilat vapores. 25
Americanas ditas. .....j6
vapor. ,....... 1
is ditas...........2j
ditas...........jo
138,740 arrobas.
36.170 pares.
310,140 arrobas.
52,424
30,155 alqneires.
18,006 arrobas
5,401
1,253
5,023
3,710
1859
3,822
140 polegadat.
69,141 alqueires.
5,096 cnidas..
648,920 libras.
26,699 cquros.
280 alqueires.
8,407 libras.
673 a
25 arrobaa.
1,136 meios.
175 arrobas.
243 loros.
75 >
1,120 palmas.
oulras mais foram ex-
ia sua naQio, Tirado e Guayag
iuieuius de diversas mercadera
compraram nesla prai llemlo, es
barco a-so logo para In.
>lo de Treza
mil colonos, que
de ot apretenlar emt j prazo da San-
nos. Consla-me que a primeira leva des celnos ha
desatar aqu em juuho, pan na batro me partir
para o seu destino naquelles mesroos vapores perna-
nos, que para semelhanle lim hio da esUr de volU
nesla capital em julbo. O capitao da corveta VUlar,
co mmandante de um dos ditos vaporee, j receben as
necesaaries ordens para dasempenhar este trrico,
das quaes foi portador o mesmo negociante Shuti.
Depois do tratado de commercio, e navega cao fio-
vial celebrado entre o notso imperio, a aquella rep-
blica, tem-se estrellado mala as relaoSes entre as
dais uacbes, e por la nao he raro agora ver chegar
i villa de Bga, on 4 cidade da Barra, na provincia
do Amasnos, barcos, canoas, ou balsas peruanas em
basca daJtzer algum eatnrnercio. Segando infor-
micoes, fae tenho obtidodo Alto Rio Negro, seme-
Ihanles relaoSes tem sido nette anno mais frequentes
do que dantas, e paametlem ser para o futuro em
escala muito mais elevada, te a nacegacao a vapor,
ou por ora a companhia do Amazonas te prestar sin-
ceramente a desenvolver as patriticas, e eivilisado-
rat vistas do nosso governo.
A noticia da morte da rainba de Portugal fei
recebida nesla capital com viziveis demonstrarles de
sentimenlo. Ot subditos porluguezes amasl lodos
pootaueamente te vestiram de luto; e os jornaes to-
dos, que aqui as pubjjgjp, deram aquella infausla
noticia tarjados de preie. O Treze de Maio, jornal
oficial attribue a f rotunda magoa entre nos experi-
mentada nao s a ser aquella augusta soberana pu-
blicamente reconhecida como urna virtuosa tenho-
fa, modello das mais earinhotat, a Vis princetas
eselaraeidat, como porque emfim extraordinario, 0
taiaaao orgulao tarrear quejante tm os paitos dos
Paratnse ao recariarems de que too anglica
erealura era ouir'ora j/rincesa do Grao-Par,
mgico, e primeiro symbolo da gloria desta pro-
vincia, logo ao atsomar a radiante aurora da in-
dependencia dette gigantesco imperio de Santa-
Cruz! Orgulko, que mais recresce pela doce eom'
templacSo das altas qualidade/ eiticas e tociast,
que ornacam aquella magnnima e clemente prin-
ceza, que por espaco de quasi 20 annos tio sabia-
mente def[endeu aliberdadedos Porluguezes, e dig-
namente soube sustentar com animo varonil a corda,
* o sceptro de seus illuttres ar.
O cnsul portugus fez celebrar no dia 9 na S
Catbedral, um officio por alma da augusta finada.
Foi extraordinario o coocurso tanto da nacionaes,
como de eslraogeiros. Aquello vaslo e grandioso
templo achava-te primorosamente decorado. As exe-
quias foram dignas da pessoa, qua era objecto da-
quelle acto religioso: Tanto o Exm. Sr. presdanle
da provincia, como o cabido da S esmeraram-te em
honrar Uo pa eeremonia com a maior pampa, es-
plendor e olemnidade possivel. A respailo desle
funeaal l-se ao Treze de Maio o teguiole:
a Quinla-feira 19 o Sr. Fernando Jos da Silva,
contal portuguez nesta praca, faz celebrar na cithe-
dral ai exequias, que a igreja preacreve, pelo eterno
descanco da alma d* rainha de Portugal a Sr. D,
Mara II. Occupava o centro de templo, quasi at-
lingiedo a sua abobada, urna rica, e elegante ca,
obra^i qual domlnava um sceptro, euma coroa' de
rei.'pfa frente do pedestal do cenotaphio via-se em
um escudo as armas de Portugal, cobertas de crep
prelo, Centenares de brandos, e tochas alumia-
vam o templo, e o tareaphago. Numeroso concurso
de Porluguezes e Brasileiros, que mixturavim suat
lagrimas por motivo da profunda dr, sentida pala
morte daqaella excelsa soberana, rbrnava a ceremo-
nia religiosa ainda mais edificante, do que ella he
em si mesmo. OfBciou de poulifical o Exm. e Rvm.
Sr. hispo desla dicesi, efez o panegrico das altas
virtudes da augusta finada o Rvm. conego Gaspar de
Siqaeira e Qiwiroz. Durante esta tocante, e 'bem
tecida oracao, era de admirar o silencioso racolhi-
raento de lodo o respeitavel auditorio, e a tristeza,
que se pntava no semblante de lodos! I? AaaUram
a este pomposo acto religioso os Exm. Srs. pres-
danle da provincia, e commandante das armas; eos
Illras. Srs. Dr. chei de polica, secretario do gover-
no, aj adn tes d'ordens, e princpaes autoridades ci-
vil e militares; o commandante superior da guarda
nacional, e crescido numero de offlciaes da mesma
guar em grande uniforme; muitat irmandades,
consideravel multidao de pestoai da ciaste do com-
mercio, e de outras das mais gradas da capital. Urna
gaarda de honra, composta dos dous balalhoas da
guarnicio, eslava postada i porta da S eom a* ar-
mas em funeral. As fortalezas, as embarcas&ea de
guerra, e as mercantes nacionaes, e eslrangeiras to-
dat lidham os teas pavilhoes ijadoa a meio 1 pao, e as
vergas cruzadas. No palacio da presidencia, e as
casas dos consales, da mesma maneira ae divizavam
as respectivas baudeiras arvordas am signal de lu-
to. As catas de commercio, e oatras portuguesas e
brasileiras, conservaran fechadas as suas portas du-
rante lodo odia. Fotn dia' de verdadeiro e so-
lemuisslmo lato! O Exm. Sr. presidente,' e o cabi-
do da S, nada poupanm para coadjuvar a boas in-
tencoes doSr. cnsul porluguez, e tomar por esta
orma aquella eeremonia religin digna da alia per-
sonagem, que era o objecto delia__Exuberante, e
lonvavel lestemuuho da fralernidade e aianca, qoe
ligara as duas nagoes brasileira e portuguesa 1!
o Comecou o funeral is 8 horas da tnaDhae, e ler-
minou pela 1 da larde.*
MaraanW M a Jamsirs a* 18M.
C por esta trra mundo poltico marcha regu-
larmente. 0 governo,-qua dianle de ti lio. cedo
nao lam de haver-se com eleicoes, era cujas pocas, 1
como Vmc. nao goora, da or empre seus
exallamentos mais ou menos perniciosos, e alm dis-
so, llevando elle reduzido i per fei U nnllldade a in-
fluencia da Estrella, esta acarigenose, que-corrom-
pia de ama maneira abominavel o corpo poltico e
social desla provincia paral y san do-1 he todo qual-
quer progresto a que ella poda aspirar ; congrato-
lado emfim, com o comporlamenio da verdtdeira op.
poticao, que aelualmenle exlite no pala: s calda
agora em laucar tuai vistas para aqaillo que provei-
to pode resultar provincia. Alm da multipllcida-
de de obras qna ae uolam em varias partas da cida-
de, como por mal de urna vez ja Ih'as tenho enu-
merado : a colonlsacao esea grande agente de In-
cremento i nossa industria tem tido ha lempos a
Haa parle o alvo aonde convergen especialmente to-
das as atteocOes da adminislracio. Alm da im-
portante colonia de operarios para o Arapapthy, a:
de indios no Jussaral, a da Santa Isabel, de estran-
geiros a a militar do Gurupy; consla-me que te!
orejela urna outra de.Indios em grande escalla, na
featii ilha de S. Jlo. San localidade sendo um
ponto Importante da nossa coila, aonde de ordinario
se faziam, ou ainda sa fazam grandes contrabandos,
tari com urna colonia de ser bem viajada. Alen de
qua abundante como o he alia de paite,, daverv com
tal producto lucrar bastante a provincia, depois
do pequea dispendio que tiver de fazer para mon-
tar 01 neeessaiios aprestes. A fertilidade dr Ilha
he geralmente reconhecida, da mesma maneira qua'
o lacroi a llrar-se de um semelhanle eslabeleclmen,
to. Segundme comraunica nmamigo, que lem seas
motivas, para saber, nesle vapor, S. Ex. manda a
lal respeilo consultar e Exm. ministro da marraba.
Ella noticia, declaro, don-a na boa f qua tenho da-
qnelle meu amigo
Para a colonia do Gurupy, eonsta-me que ja te
acha nomeado o eirurgiBo, que he um experimenta-
do pharmaceulico. O capallao ha o Rr.o padre Pa-
volida.
' ConUnnam a apparecer desla* e de ontros melho-
ramentoa importantes, qoe dentro em pouco a nona
agricultura ergoer-se-lu dasse marasmo em que se
acha para nes abrir as fonles da riqueza, eom eme
engrandecimenlo commercial da que lano precisa-
mos.
L Agora qae, eom a ordem^ oprogretso contena
o actual governo ai vistas deilodos os nossos polti-
cos, (excepta as arabicoes desee, parsitas da todas
at pocas) ha forajpso que se cuide seriamente os
raelhoramealot e grandeza do pait, E Vmc. bem
sabe que o primeiro meio a empregar pan chegar-
moa a este bello retallado, outro nao pode convlr-
nos seno o da colonisacio. Esta parece ser a opi-
niio dos grandes pensadores, qae bao estudado o
nosso paiz. A Iranquillidada publica marcha tam-
ben regularmente. Quanto seguranca Individual,
nada tenho a aarrar-lhe, sendo o facto dos ligeiros
espancamentos felos pelo Sr. commendador Joa-
quim Jos Muniz, irmo do Sr. Muniz, na pessoa
do oQlcial de juslica, Machado, no dia ti do cor-
rete, quando ease fazia-lhe, por mandada judicial,
seqoeslro em ura esenvo. Esta maneira de oppn'r
embargos a um aequestro, sem ao menos preceder
as ceremonias da vista, tem conservado o nono foro
em um verdadeiro exbabaquatur. A pasear ama
semelhanle doutrina, nao sel qem se prestar a ter
official de juslica, mormente quando por armas
apenas .Uverem- elle* a forea moral que ihea di a
meia follia de papel aonde esli eterlpto o mandado,
torca esta bam insigaillcaute pan am homem da
ealhesoria do Sr. Jeaquim Muniz!! O mandado
eraanou do Sr. Dr, Antonio Marceilino N. Gancal-
ves, na qualidade. de juiz municipal da 2.> vara ; e
coosloerando-se elle (nio sel se devidameute) como
desobedecido ; depois de haver officiado do modo
qua o caso exiga ; patsou a tomar conhscment do
faci o seo 1. supplente, qoe he o Sr. commenda-
djlr Barradas, o qual ja den comeco ae compleme
processo. Veremos em qae lato para: epormim,
apostarei sempre pelo nuia forte.
Oprolopapa da defunta Estrella, o J. Msriani,
e osqualro corifeos que 6 careara, deram ama de
desespero ao lerem por este vapor a noticia deque
pelo conselho de Miado e governo imperial foram
julgadas ligias a vlidas as eleicdw da cmara mu-
nicipal e dos joizes de paz da capital, que ullima-
mente liveram lugar.
O Sr. capltio Jos Valenle Cordeiro, militar de
reconhecida repalacio, acaba de ser removido, de
membro do conselho administrativo desta provincia
para a do Par, vndu pan eabsUtni-lo o Sr. eapilio
Jacarando. Nao lendo o Sr. capitao Valenle reque-
rido urna 4al mudenca, porm, julgando-se com el-
la batanle despeilado, consla-me que pardeado to-
da e qualquir vanlagem, est decidido a nao acal,
lar o.seu nov lugar.
A galera portuguesa Tentadora sabida desse por-
to cora am grande carregamenlo de assacar para a
Enrona, entrn" a 10 do crrante oeste porto em
agua aberta. Apaas chagada, principiou a descar-
regar ; mas lendo ainda a borde mil sacras de atsu-
cas, dirigio-se ao ces do commemtidor Porto para
encalhar, e examinarle o fundo, aflm de ver se
acaso-podia-se lomar a agua que ella fazia ; porm
em-ISumiio estado se achava, a de urna lao frgil
nos,
r*""!_
em lestaroenlo
Malla.
O invern anda nao q
nt limila-ss a Cazar-nos de
caranlonhas. Tem havido seus caj
Igumas febres perniciosas. Delia*]
90 de corrate tj solliciUdor <
Sr. Urbano Paz Nonato, Era am:
teeWa probidade, qoe deixou
numerosa familia. A a vaga
segundo mecontla, por maiid-
Morreu Umbem na dia 19, depaj
longa eofermldede^^^^^^^^^^^^H
xa, negociante, Albo 4* Portugal, oberta
de dr na familia, e o grande circo1 dos amigos qae
poetla.
, No dia 17, casou-se o ajudante d'etdea* do .
no, o Sr. Joaqun Antonio da Caafca, eom a
do rico negociante Luis Ferreira de* Sanio.
Iloniem foi atacada repeeUnamente da loucura, o
Sr. lenenU Antonio Carvalho, filho do.velbo brlga-
deirerefcrmedVu Sr. Carvalho.
Devo lizer-lhe, que foi geralmente por aqui saa-
dado o 1 (amento Unto phiico como moral, que leve
o ten ioiportanla jornal.
Um dos uoatos periodicoi o feiicitou, por este pu-
so de giganla que den Vmc na imprensa brati-
lelra.
A alfandega renden, do dia 2 do crranle i 14
28:41
Nesle momento acaba de
proveniente dos pi
rar saber de qoe oot
tundear o Cuanalara,
a sem espe-
chasse
Qoando
tanto fi
Saud
para -
tem es
aterra vapor.
raen
\
16
4
1
1
A 12do correte foi preso o Dr. Arneaud, de
ine por* vezes lile tenho tallado, pelo erime de len-
Sativa de aatastinalo na pessoa de sua mulher. De-
pois da perpelracao do allenUdo, qae foi em oulubro
'lo asno Sudo, o reo homiziara-se. Mas o processo
.eguio os seus termos ordinarios, sendo a principio o
ta-ime capitulado feriment leve, lano pelo sabdele-
ifado de polica, juiz formador da culpa, como pelo
juiz municipal, qae tuslentoa a pronuncia. Porm
agora o juiz de dlreito da 1.* vara am grao de recur-
eo reformou asentan;, e considerou o roineurso no
crinie de tentaliva de morte, expedindo immediata-
meeile o respectivo mandado de prlsio, que foi
pnomptamente cumprido pelo escrivao, por saber os-
le aonde, sa achava escondido o desgrasado, qae foi
tofjo conduzido cadeia publica desta cidade.
O Exm. Sr. consetneiro Reg Barros lem con-
tinuado a mandar fazer explorares pela polica,
n'algans pontos dos arrabaldes desta cidade, indigi-
tade serttres. Porem quanto nao te leer lirado destas
diligencias outro resultado senSo dispersar, e ame-
dronllar os foragidos, c 89 mesmo lempo fazer capa-
citar .vos acoutadores, qneo governo est disposto a
emprear os convenientes meios para os punir. Tam-
bem tivm servido este meio desoffrivel correctivo pa-
ra desanimar os wcravos fojCes, por [quanlo tem-se
notado que sao raros agora os annuncios pelas folhas
publica 1 deescravos fgidos, cousa que at aqai era
diariamente em lao grande quanlidade, que causava
sorpreza e meitoo suslo.
Este e uniros relevantes servicos tem "grangeado
aopresiilentedn provincia a estima, ecoadjuvacio
geni. f A impnmsa peridica pretla-lhe lodo o apoio,
indepeudente de cores politices, nao
na retaguarda, <\uanlo n
que Vm.
wiMlrnocSo era, ao qae parece, que apena urna ve nxa fq
Vasal fi
Aluda nao
deste anno.
tos fados, e eu confie pe
da faeoldada conservar.
po demorar asta.
Primeramente saina,
Exm. 8r. Carvslh enee
guete do erimlaom, 11
de entao para ci se lan
ido bastanti
s*s reprijd u d |
torHepan
eu por on
lo nico rao-
loica impe
la deamoralitaeao em que es:
lano* malea.
Lembrado etlar, do que II
d'nns tiros que em Nova Cru?
Ih, que ia em c
seguido o Dr. ebe
sua passagem por
Manoei de lal, pe
eom sua mu
quasi que 10 mes
quasi contigua a
he perigoso por aq
poi que alm dos desgasi
pobre diabo inda se lancar na hedionda
erime.
Esqueceu-me na minha primeira
no dia 10 do
de Ierra na villa da Ton
dorando5 minutos; felizrr
fez( porque apenas appareeer
malri, aago
u aiiq, por easa eeraafao :>la a paa^aaBja
ara des enforqnilhadr icio po vi
que no auge de ana dar peta exclnsio da chapa
ton: v djV
epi lisiado
Na chapa provincial
RUcaram-me, como til:
Batou vende ficar legrado;
Mea nao esloa desanimado,
Veo ten lar nova peja;
B peco a quera quer que saja
Que me alo vena* impeler -
Porque aa en mo zangar
Treme a ler 1 itoveja.
O homem tinha razio, porque foi enforquilhado,
poram a Ierra tremen.
Atada nao regrtssou o Dr. chefe de polieia,
real supponho nada lera conseguido, porque prolec-
lores aos criminosos nao faltar, e con o auxilie
les difficil ha pilharem-se.
A febre ainda conlinuam a ceifa ;
que em Ponta-Neara tenham amainado,
ergaer-aecom forraera exlrcmo aonde
cido numero da viclima, talvezqae mi
de recursos que all ha.
No dia 26 principiou a funecionar o jai
dade sob a presidencia do Dr. Rabello,
lo i ni er i no ; o priro*''
d'uma mulher
soura, a que j vaiopor appetacao, a u! PaafKmmV
por ene motivo nao appellou o lXr..
seseguirem, aim
Rocha, que os ou'
ma sntidadejSajvc qaes
riamea
O czar.
prov
maisr
tan p.i
corte,
Sigo O!
riten
aotoanai*
mpehe
tas liail
erlam offerec
tanutgen, que ot nter
,o*s
eonsun
dos mm<
falta do trigo, nao tem raeaa
espirar, f^H
res cemiterio da Sol'
S peatoas, geoda lio-
479, menore rnaacaltOW-tul, o
delodaatira s
A qnaruleua,- a que
Euro,
nado do'cholera -morb: aiada,
rocoii no fondo, adornou toda, ibrindo completa-
mente, depois de partir grande numero de suas de-
bis cavernas : acha-se ella inavcgavel, estendida
na praia. Talvez qne isto te deva" s pressas, qoe
segundo consta, houveram por parte do comman-
danle, bem ramosa facilidade que exista em que-
rer encalhar-se um navio Uo Uno como eme, eom
tanta carga ainda a bordo, e com lodo o panno er
vergas.
Nt nolle do dia 21 do correnle, liouve- na casa
dos educandos urna representacio dramtica n'um
thealrinho, qne foi aberto para, urna vez no mez,
diitrahir aquella mocidada, e ao mesmo lempo ter-
vir-lhe de desenvolvimenlo eo goslo qae se deve ler
pela arta. A comedia os Coafume Bacangtteiro.',
o duelo da Costureira eo Soldado e a larca do Ga-
go Toleiro, foi ludo composieao do proprio edu-
candos, como' todo o material do llieatro. A com-
posicio do que representaran, tem gosto no geral,
naodeixa de,ter sea lal ou qual sal, ridicularisan-
do soffriaalaienle. o que o seos autores liveram em
vistas. Tudo isto, unido poaca ou antesnenho-
ma pralica dos adore*, fazia lembror-nos da primi-
tiva poca da meninire do llieatro.
Esqaeceu-mdfzer-lheeni lagar competente que
a qssada da Estrella, no sen Estandarte, deafeitada
eom a minha correspondencia qae ltimamente veio
impressa, alera de brindar-me com bons epilhelos,
chama o sen jornal de patquimlU E qoe tal 1... Nao
se admire, pois que eu s nao be quem devia gramar
os couces daquella gente, por noticiar-lhe as ut^H
do dia, e sobre ellas fazeude as minha observaejE
ponho a Ivas o sol a meia duzia de individuo
entre ti pas oneam-so de'possuir joias como os Coques
ele, e i, iduos que a en dispar d'uma peo-
renlinu e oulros,
enlar
nal que lal voz
le que no U.
m elvagem voatria o rnagnific, asir1
bBbBbbbb em sua carraii
se erime era que paucas vezes (enhs oovide fallar a-
qui, se lem dado por mal d'uma vez pan vergoolia
da humanidade; ha pouco foi julgado um em Goianni-
nha, seealivesse familia teria rauita caulela.com
os (ae* verromeiros.
Todo mais por aqai contina inalleravel.
Para o centro j ha noticias de algumas chuvat,
ainda que poacas,porm em roda da capital contina
tudo secen. e o calor insuporlavel.
A farinha est a 30 patacas, a carnea 10, porm
da peior que tenho visto, o qoe nos val he, que o
xa, principal alimento da popolacto, contina a
bundar no mercado.
Sade, e o qne de melhor ha nesle mando, Ih* a
peteco, ate, ele.
reprodux
Saranes
que miaJatas
Heceoeatas
de Kio-Forro(
las qoe
co lisongeirat
tara. I
d.n rr I
ieira,
PuMiwaJ
Paranlba 3 da feveretro de 1864.
Logo qae melhorei do catarrhal, qnemeaccom;
leu de sorpreza, como lhe cnmmuniquei em 1
ultima, Uve urgente necessidade de ir a Mam:
pe comprar urna porfi d farinha, vista a abu
ca delia, qne diziam all' haver, e a sua f<
mercado, mas, alm da solemne logrneo poi
sei, no'eoconlraodo all lal abuodanca 1
Ihante genero, deixei de'eserever-llic
reos, o qoe cerLmenle, depois da f
contando em nada as lanas leguas,
cante pede, ou uo cavaUo do frad
num dizer.
Tal foi o motivo de minha
oual lhe neaso mil desculnas. a a
deve 1
J qi
temor
1 u..
f|ajBUk-eslev
i.io de


SttfiflBM^MlBSitiKBHtttlri
6 OE FEVEREIRO DE 1854.
=

alo espoci-
doa a
. Amigos sinceros dj
ipor- de suas exrelleoJes.qualidldes, no Ion:
do lempo, que entre nos ene .Sr. frcquentoa
a volitad
l nos
i de proprieda-
desla
iies, a i
l-me que tem
. :M-
eD*la-[
corpo
diligencias do
Ptf-j
e oo mei-
i me infor-
amanlieceado
enge
ntoihe
Quan-
Is vezes
vendidos aos
na Ser-
I que subsistir.
..laeu prdprio in-
HaTOcoidentaes, on-
__1 < tOe ganharem salarios
^artecparera las vantagens da civili-
o trfico abolido, o doposito da
de augmentar e de offerecer um
americana. A emigracao da
lis puramente facticia e temporaria,
existem
ieram fon disso embaraea-la anda. *
lies da Serra-Lea oppbzeram-se ao
ilhadoros negros aflm de impedirem
salaries se elevas.'
' missionarios Wesiyanos que iustruem os n-
jese!* i escravidao, e que esperara derramar
interior a luz do evangelio pelo intermedio dos
__fphyto*, oppoem-se coro todo sea poder erai-
graSo.
misionarios e sob :o imperio das desconflancas ins-
piradas pelo trafico, hesitam, apezar 4o seu
estado mixeravel, em deixarem-se transportar para
as irahas-Occidentas, onde receiam achar de novo
s grilboes da escravidao.
Nestes ltimos lempos com tudo, poderam-se
vencer essas resistencias parciaes, e as colonias in-
gjezas da America recebem boje regutormenje car-
rega mentes de emigrantes da Srra-Leua. Porero,
i, este recurso nao passa do temporario,
que elle seja bastante para preen-
rabalho que existe as InJias-Oc-
cidentaes (em 1840, s a Jamaica pedio 15,000
trabalhadores a sous agentes de emigracao). He
ptovavel lambem que o trabalho fornecido pelos ne-
gras da Serra-Leoa nao seja meaos insufflcieiite pe-
la
^effeito de que participa igualmente com todas as
: adundadas em civilisacao, con o indio'
pele-vermelha da America do Horte, bem como com
o Germano do lempo de Tcito, be a preguica. Es-
ademica dos povos primitivos s he cura-
do urna populacho de hbitos la-
ura, as Anlilbas, os negros acham-se
de europeos cujo temperamento o cli-
i nao lhes do,' de nenhuma ma-
^'oenmpto daacuvidade. Sera necessario
a essas colouias urna rafa
luaaute activa e industriosa, cujo exemplo
lacio dos negros e inspirar-
los infantes o mi-
negros livrs do
, qnanto os que habitm os estados do Norte
americana mostraram-se laboriosos. He
oducao dos negros da
ros e pf consaguinte mais
i que os das Aritilhas, nao venha
progressos maleriaes e
ada.
alliadores d'Azia. Estes
i aerados como muito remo-
ransporlados com vantagem para
iiaes. Sa Guyannaraportou alguns
lies, e deu-se pressa "era pedir
_lpro-
| tone-
inlerior
Aniilbas ingieras nao poderam re-.
mantidado sufficiente e em quali-
abalbo que Ibes faliou cons-
^Hi apparicao do rgimen da liber-
mais favorecida : em alguns
^Ejnais de 3,000 irabalbadores in-
RWj (23) e esta grande opera-
inomicos mu satisfactorios,
i Mala ni
mgkzas (veja-se o quadro cima )
teriam seguramente sido melhorai
- bem'organisaaa.;
Is nao andaram
as colonias
'lomaos.
*iw.UW ----------- .. .... unuiivio
roWemas s comocou a rece- deseas doa especies de trabalbo.
cuta.
Dol. 135.a fr. 5. . . 675
Provites.
20 lib,. de ar- .
rozpofraex."
a 4 dol, o
saccode 168
lib. *. d. 1,35.
Dha gh\f, sbjV i, 16.
------
Pormez. .d.2,60
Ou para 60
mezes. 156 dol. 780
Despezas annuaes.
2 cobertores a
80 c. d. 1,60
ljaqueta. 0,50
1 par d'hou-
(ts. 0,60

0*50 0,25

Dol. 4,70
Ou para 5 annos 23,50 dollares 117,50
Passagam para Calcula depois de a
,50
1852,50
__Deste modo os cinco annos do trabalho do Couli
contratado cuslavam ao fazendeiro fr. 1852,50,
ou, contando 300 das de trabalho por auno,
fr. 1,25 por dia. Desta sonima o empresario da
emigragao tiTava d'anle mi 20 rupias, on fr. 50,
isto be, quasi. 4 0/0 de commissao o traballiador
recebia tanto am dinheiro como em produeios fr.
1647,80, oufr. 1,09 por dia; o restante achava-
se absdrvido pelas despezas de transpone.
Ora, na mesma poca, o jomal de um trabalha-
dor Irt pagava-se na Mauricia de fr. 1,50 a fr.
2 (a taxa ordinaria era de fr. 1,60). Se os Cou-
lis ppdessem ser transportados para essa colonia,
Hvrs de contrato, ganhariam a differenea d it'.
1,09 fr. 1,60, ou em cinco annos Ir. 536 (25),
conservando de mais a inaprociavd vantagem de
poderem dispor livreaente desuas peanas. Ob-
servemos, com effeito, que alienando sen trabalho
por cinco annos, elles submettian^se a urna verda-
deira escravidao, eollocavam-se em urna ailuafao
em todos os pontos semelhante i dos aprendizes
irabalbadores negros antes da emancipacao definiti-
va. Em Bengala era m misera veis sem duvida,
mas pelo meaos eram senhores de ai mesmog, eram
livres.
A situacao dos migrantes Indiaticos tornou-se
peior aindaem consequencia dos abusos multiplica-
dos a quo esse systema de contrato dava lugar. As
companbias de emigracao enviavam sen *goBtess
aldeias mais mizeraveb de Bengala. Ah essas -
erutadores de baixa condieao seduziam os Couiins
com promesss tao maravilhesas qnanto engaa-
doras, o oxtorquiam ajustes 'de sua mizeria e de
sua ignorancia. Os contratados eram conduzidos
para Calcula, onde aequeslravam-nos em um arma-
zem de deposita at que os navios que deviam teee-
be-los estivessem promptos pan partir. Amontoa-
vam-nos nesses navios quasi como negros do. trafi-
co, sara tomaran nenhuma precaucao bygienica,,
como lambem sem guardarem a conveniencia dod
sexos. Dahi resultavaao mesmo lempo urna mor-
talidade considerayel e urna reyoltante immoralida-
de. (26) Alm disto era raro-que osavancosde
salarios estipulados nos contratos fossem entregues
fistoenleaosconiraiados* Oa. agentes snhailemos
retinham fraudulentamente a molbor parte delles.
Na Mauricia, aa Goo eram enviados para os cam-
pos antes que tiveaaem tempo d restabelecerem-se
das fadigasda viagem, e os razendeiros, abusando
do sua ignorancia e do sen isolamonto, sobreaarre-
gavam-nos de traualbo, diminuindo noo obstante
estado de ganhar peno do yis)
de 100 vezes a importancia
trabalho em seu paiz
que os emigrantes morram n> fo.
ciaprovou que depois de urna curta
i' ~ amiga
\M* leu
toeelir^se
txperien-
auseOcia
auasracoes. Em um palavra, viam reproduzi-
quadro da nroducGo^JUBearlrenMe todos os "so depbwaveis do Tegimen do
nltmJ! : aprendizado (27
Entretanto os fazendeiros nao achavam vantagem
algnma real neesesystema de eontraft^que dpprimia
otrabalhadoriDdiaticb. Elles pagavam na vorda-
padelas para torem -abalhadon* fr-inalho ajustado algum Unto mais bajfc
utidado sufficiente; eaw ^tro nio
a emigracao du maneira que a fferenea. A prova evidente desla superiorida-
de dos emigrantes sem gravar *. WDfewhe da raestna "desigualdade que nunca
dMXOIl lio AT^lir na Ua.itl.Uo ..t^.. ^.^ Kalafo^
deixou de existir na Mauricia entre
a nada
Hn e ir
JtBvmundu
ulica
or dl-
esie exame,
e aorta, qoe
2,000
Mauricia ; o
a bem resol irleal-
adopbido na Mau-
aos abusos mais!
taminarraos esse systema, obaerye-
a emigracao dos Couli*
So de ser. Sob o gover-
^^^^Kingleza, a India tornou-
:de os irabalbadores a-
ni enxame de agentes pa-
pMHflrv) arraslram urna existencia
los, o cholera e a fomc,
a? regioes, out'roratao
longala achanMe quasi
Entretanto a rapi indica
Pf
m duyida recobrar sua
isperidade se dcixassc de servir do tea aos
Ures da companhia ingleza,
A ilha Mauricia pedia trabalhadores. Bengala
a delles ; era natural qtie os bracos que
lavara aqui dirigissem-sa para ai onde
os primeiros quo
liste situasao que
na va de crear. Elles
contrataran! em 1 37) trabalhadores agri-
.ado, eederam aosfa-
106 com os quaes
aram consideraveis lucros. Tal foi a origem
da emigracao dos CouKs.
ompaimias seformaram para o trans-
iMratado pfazb. EBas reeebiam as.
las dos colonos mauricianos que caree-
balbo, contralavam trabalhadores por cin-
enrhareavam-nos, depois faziam os fazen-
reambolsar-lbes seus avances e sua commis-
o detalbe de urna dessas operaces.
iDortcqlo de um irabalhadur Cofli.
salari-
oa(seis me-
a cinco
i as por
. .
Vestuarios. .
^no-
de
30 rfpias.
i
4
As pToptas companhias de omigracacr nao tira-
vam proveito dos vicios des systema. Se a emi-
gracao houvesse sido organisada de tal sortequo'a
liberdado dos trabalhadores fosse resalvada, natural-
mente teria tomadouma extensao mais' conderavel.
e os lucros dosagentes de transporte ler-se-hiam aug-
mentado proporeSo. '
Iramediatamente levantaram-se queixas geraos
contra osso modo de emigracao. Em 4838, o go-
vemador geral das Indias quiz acabar com elle, pro-
hibndo a exponacao dos trabamadres para a Mau-
ricia. 0 remedio era peior que o mal. Por um
lado commettam urna grave offensa contra a liher-
dade dos Coulis impedindo-lhes que fossem traha-
lbar ondejulgavam conveniente, por- ouiro lado,
redUziam ultima extremidade os fazendeiros mau-
riciaftg, nessa poca verdadeiramente famintos de
trabalbo. Em 1839, por suas enrgicas reclama-
eoes, quese reuniam as dos importadores, ,oi o ip-
terdicto levantado, e numerosas medidas regulamen-
tares foram tomadas para proteger os Coulis contra a
oppressao de que*haviam wdo victimas. Masem
pouco tempo reconheceram qoe essas medidas eram
impotentes contra abusos que tinham suas raizes
nasmesmascondicoes do systema de ajuste. Em 1841
finalmente, deeidurteo governo ingz operar urna
reforma radical, a supprirriir o systema de ajuste, e
a deixar por conta dos orcamentos coloniaes todas
as despezas da emigfacio.
A16 de jolho 3*1841, lord Stanley informouo
parlamento da mudanca, effectuadano modo de emi-
gragao, inteirou-o das medidas tomadas para pre-
parar a execuco do novo systema.
0 roubo dos indgenas, diz o nobr lord, nao
ser mais possivel, porque de ora emdianto um
fazendeiro nao poder mandar ninguem por sua
voltaram para a India com suas familias, tona-!
do alguns 50, ou tros al 350 rupias. Ser-lhes-
ha deixada toda liberdado de ficarem na Mauricia
ou ife vohrem para seus lares antes de acabados
os neo annos; todava neste ultimo caso, visto
que sua passagera para vir tora sido paga pela
colonia, a da velta flear por sua Conta.
Desgracadamente esse novo systema, que as
colonias mostravam-se geralmenie favoraveis, tem o
defeito de ser muito dispendioso. Os orcamentos
coloniaes sao inteiramente insufficientes para oc-
correrem as despezas de imporiacao e de reexporta-
5o dasmassas de trabalhadores necessarios i cultu-
ras. Por isso o systema de ajuste nao cessou anda
de estar em uso. 0 problema que indicamos e que
consiste em resilvar a hberdade dos emigrantes sem
gravar os orcamentos das colonias, esse problema
fica intacto.
Taes foram os paseos seguidos na emancipacao
ingleza. Todas as faltas commettdas durante o
eursodesta grande e admiravel operacao procedem
visivelmente de urna s e mesma causa. Desde
1807, os- philantropos da Grfia Brelanha nao qui-
zeram coraprehender que para aniquilar trafi-
co, era nectuario subitilui-lo, era necessario
forneeer trabalho livre as sociedades coloniaes,
para que ellas deixassem de-procurar trabalbo escra-
vo. Este erro deploravel ainda nao eslava disipa-
do em 1833. Deixaram aos ndgros mu pouco
numerosos das Didias-Oceidentees o monopolio do
mercado do trabalbo, sem preoccuparenMe de ne-
nhuma sorte das inevilaveis consequencias desee mo-1
nopolio; fecharam os omos peranto esta verdad
tao simples e tao dar quo a raridade do ulballio
devia acairelar inevitavelment a sobre-elevaco dos
salarios, eesta amina dos fazendeiros: a Inglaterra
pagou caro seus erres econmicos. Que sea e-
xemplo-nos aproveitel Emancipemos como ella
sem demora, porquanto a escravidao acabou o seu
lempo; mas emancipemos raemor do que ella. Sai-
bamos resolver um grande problema de dar aliber-
dde aos negros sem offender a prosperidade d hos-
ses colonias, semgrvar nosso ornamento com um
fardo oneroso. A experiencia ingleza tomou-nos
fcil a solujao delle.
m
Nossas qualro colonias, > Guadelupe, Martinica,,
Quozana, e Bourbon, cpntm todas urna populacao
osera va de quasi 260,000 individuos. Este po-1
pulacaohe quasi toda empregada na cultura de dous
gneros de exportacao, o assucar o o caf.
Segund a maiorpartedas avaliacee, urna popu-
lacao de 200 negros d, termo medio., 80 trabalha-
dores. Qeste modo, os260,000 escravos das nos-
sas colonias represen lamum pouco mais delOO.OOO
trabalhadores effecti vos.
Vejamos o que produzem o o que cuitem esses
100,000 trabalhadores escravos.
Pode-so definir um escravo, urna machina- que
produi trabalho. Toda sua ulidade e por conse-
guihte todo seu valor, reside na quantidade detraba-
Iho que forneoe. Umescrao que nao d servico
causa despeza e nao rende nada. He um valor.
Um trabalhadoT effectivo d, termo meu%
horas de trabalbo por mana, ou,8,120 horas por
anno. Os 100,000 trabalhadores negros das nos-
sas colonias fornecem por tanto annuahnente
312,000,000 de horas de trabalho.
Os colonos propnetenos quo recebem esta'quan-
tidade de trabalho mpTegam-a em Htilisar suas
pfepriedades; em reproduiir e augmentar seus ca-
pitacs. Se esse trabalbo fecundante chegsse a fal-
tar-Ibes, suas propriedades deixando de ser explo-
radas, perderan todeovalftseus'capitaes aniqui-
lar-se-hiam por nao poderem ser renovados.'
Toda a fortuna da sociedade colonial descansa pois
sobre esta emissao annual 312 milhoes de horas do
trabalho.
As despezas de produccao d'esla quantidade e
trabalhorecahem sobre,os colonos prtprietarios
ellas conslstm na importancia da substancia dos
260,000 escravos adstrfctos s rocas. Investigue-
mos approximadamente que somma podem essas
despezas subir annualmente.
Segundo M. Lavollee inspector das*Gnanj|s, eis
aqui quaes sao as despezas da manutenco de urna
fabrica de 200 negros. Notemos de passagom que
as grandes fabricas sao muito mais econmicas que
'as pequeas.
Fvotrtt. Em ma pojMilasao de 200 indivi-
duos, 100 podem tomar o seu sabbado em substitui-
cSo da fH'tnaria. Cultivam 100 quadrados ou
jardins que Ihos fornecem aroplalhente com que
subsistir. Esses 400 quadrados, por elles oceu-
pados,'poderiamsr alugados razio de fr. 1,20
por semana. (Essa lata a dos alleguis as Anti-
Ihas depois da emancipacao).
100 quaflrdos razio de fe 120 por
semana, fr........... 6,240
Os utros 100 recebem a ordinaria.
100. ordinarias,
2 librase 1/2 de bacalho)ifr.2.p. 52
2 cuias o 1/2 de farinha )semanas 10,800
Fetuarios Para grandes e peque-
nos, giboes, capoles de feitores fr. 3,800
A'psenlos 8 cabanas, cujo aluguel
pode-sc calcular a razio de fr. i,20 por
semana, techa usada as Anlilhas in-
gtezas............. .
Mdicos, medicamento*, despezas do hos-
pital...............
me faz o go4^^^^^^^^^^^H
tadoioaeoBti
o lempo Corr
nlre nos, prestand.
a seu pai e 9atisfai
fraternal e sttdn
Kecife, 5 de fevereiro de 1851
PIJLICAjjOES A PEDIDO.
B$lOfio dat penos que a pedido do Kam. e Retn.
Sr. bi/po-diocesano, tem contribuido com tuases-
molat,pera adiaiitamenlo da obra da igreja ma-
triz de minha frefuezia de San /os do tted/i,
f cujas emolas m foram entregue* por todo o mez
de Janeiro prximo pattsado, at 4 do presente
como abaixo se ce,
Oslllms. Srs. :
Manoel Gomei da Silva 108000
Joaquim Francisco do Azevedo 309000
Carlos, Augusto de Araujo 20*000
Manoel Francisco"da Silva Carrico 204000
Anaclelo Jos de Jlendonca 208000'
D. Joan na da Rosario GainMr&et Machado 165(000
loa JacomeTanio Jnior 168000
Manoel da Vera Groa Lins Mello 168000
Antonio da Paula Soma hti 16SO00
JuliSa Portalla da Sil va 1000ol
Manoel do Kego Lima 108000
Francisco ot da Corta 1 OjjrjOO
Manoel Cavalcanli Costa 108000
Franciieo Paz Brrelo lOgOOO
AntoDio deSqneira Cavalcanli 7868*
Antonio de Siqaeira Cavalcanli Jdnior 5ftO0O
Manoel Francisco de SouzaLeio 5O0O
Antonio de Paula Lelo Jnior 59000
Manoel da Almeida Lope 5*000
Joaquim de Almeida e SUva 58000!
Jos da Silva Campos &9000
Antonio Joaquim de Mello 5*000
Joaqalm Francisco deSouza Leo 5*000
Jos Dlai da Silva GuimarSes 3*000
Manoel Jos Crrela Braga '3000
Antonio Loa da Oliveira Azevedo. 1*000
Atgod!
Aasuear- -
Cotiros ----- sea
Bacalho--------VI
Sal
a
Carne secca------.H
Farinha de trigo- Ven
ca; i
n
Desconlos- Bebaii
_ porcenti
Fretes-------- Do i
a DO, i
eeio,
Ficaram
americana,
porlugeza-
284*680
N. B. No principio di cada mez mandare! publi-
car a rsU(3o do* conlribuintes, cujas emolas me fo-
rem en ircgues no me anteceden le, al odia da po-
vjerio, mrenco Crrela de Sai
ama p.
TI. A. W
d orna
ega
ileinil
. <^),A diOerenca de fr. 1,09 a fr. 1,60 d er
laWdiaafr.Jl.' Se deduzirmo. desla somma fr.
M) para as despezas da mudanca de lunar (ida
volla) reslarao fr. 535.
(26) A immoraliiladeresollanli da no observan-
cia da conveniencia dos sexos den Ingar, ha aicans
mezes (18 de marco de 1843) urna petato da ao-
dedade abolicin isla de Londres contrata emigra-
cSo dos tfabatfladores Indiaticos para a ilha Mauri-
cia. Esta pelirtio que Lord John Rusael encarre-
gou-se de apresentac cmara, prova quanlo o par-
Mo' RMlaiilropicO da Graa-Bretanbn aprecia mal os
veroadeiro inleresses das colonias e dos proprios
trabalhadore. fCo seria, com eheito, muito mais
sabio e muito mai simples rauduzir mitlheres para
Mauricia do qne impedir que os hotnens para alli
fossem? r
fl I Testemunho de Marick, Couli que regressou
ebemes nm aiUanlamento de seis m
rao) loiflnu luik),_
ns palos fiinilidosq
^^K (luiros Bj^^H
n Mais, nunca. Q
lava aatisfeiloii^^H
poda fazor? Odefah-
I en nail.
a i a is*
Saoroupa; di
capto o arroz e o
t o, e tratados da mesma V^^Hj
fies por me nos nao davain
arios nem vKeres sulncienles. O Sr. Rlhelro
4,992
2,500
Toial : fr. 28,332
Com as despezas extraordinarias de vigilancia
qu reclama o rgimen da escravidao, pode essa ci-
fra ser levada, sem xageracao fr. 30,000.
200 individuos do 39 mi-
lhoes para 260,000.
ma geracao eeerava produz as ntilhas de 7
7 annos el/2 de trabalho. Sendo quantidade
annnal de trabalho, que os colonos proprielarios
tero'de seos escravos, de 312 milhoes de horas, a
somma total de trabalho que pode forneeer urna
geracao {em 7 a 7 1/2 annos) sobe a 2 mil 340
milhoes de horas.
Em compensacao, esta geracao custa annualmen-
te 39 milhoes de despezas de subsistencia, ou para
7 a 7 1/4 annos 292 milhoes e 1/2.
Se a melropole resgatasse a geracao eserava de
suas colonias, teria por tanto que forneeer aos colo-
nos proprielarios 2 mil 340 milhoes de horas de
trabalho, e receberdelles em torna 292 milhoes e
1/2 do francos. {Contihuar-se-Iui.)
Necrologa de Antonio Jos' Tei-
xeira.
Atm da mora uso deve haver sent lembraaca,
ma ama lwnbranca qae ao* do corac3o ; qae ligne
al ma do vi yo o choro d nmrte, Sim, Morte, a
tu ineioravel, paraca que injustamente roobas dos
braco da familia caridosa um terna pai, dos affec-
los d consorte amante um Sel marido, dos (euros
Qlhos um arrimo inteiro. Assirn pn.segaecom la
aguda bipenne, nao respeoaodci o dourado dos pala-
m omizero tugurio dos pobres.
A morte parece injusta, quando recabe em um ho-
rnera qu por seu rofagaopbilantropo, exerce oeste
mondo s caridade, que todos nelle vfiem o amparo
de suas necessidades, que apegado ao Evangelbo dol
Padecente do Golgollia, eserce escrupulosamenle os
deveres de nm bom chrislao. Mu para que lembrar-
Ih* qu^e^eraiB sampre existir? para am este
padido m, qua seus olhoi sempre vendados, com
avidex oblileram oa trbles morlaes. Bat, Mor-1
- bajta, resta ao irmo amante, o chorar sobre a
lgida, derramar suas lagrimas, carpir seu
'.: elevar sua immerecida voz ao Creador,
]dar na roaftsRO dos justos o nico bem que
rra. Sim, fol Boje, 7 de Janeiro de 1854
o nico de sua existencia, pelas 2 horas da maabSa
deixou o ultimo suspiro, depois de urna vida eeliba-
ta, de urna idade foi receber a co-
rda desuasvin. isle a par dos espiriios
deficos que eulam hymnos de gloria ae oosse Dos.
Sim, Antonio, a tua prematura mais
urna prova de qae Dos eslava abrasado de leu aroori
loas voxes, leus hymnos ja tinham alead, e al
ebegado ao sen celestial Impyreo. La le havam
preparado um logar disiinclo como cora de ina
maosidao, como premio de toa vida pdica, paga de
lanos beneficios que derramaste sobre a hunaaida-
de. Tu orthodi ;so ,
nnlce sustentcn ribulo
que devieis a naiureza e ivindade j o pagastas :
las lagrimas se derramaram a com eHaa a toa vir-,
C, qae
feHz daqaelle que sobre tas* pegac r: le-
ra como-to por premio a virlude, por paga a bem-,
venturanca. O cypreale he agora o guarda de leu
carpo, o tmulo o leo jatigo, a solido e teq aro-
paro. O que Calera lagrimal, dirao, qu imporia
ver nm irmap a borda de ama sepultura, outro am
remota trra, com vestes taetootas, ae lastimando de
nm tao grande apartamento, uma mollidao inter-
rogando a essa aepnltora por aqaelle horoem, que
com lana caridade espalbava sobre ella a san bene-
volencia, apagara-lbe a sede, Tome.esaas neces-
sidades. Que importa lado isso se hoje v-e coroa-
do com um diadema mais brilhante, que o sol, mais1
ntido qne as estrellas, e tao refulgente como toda
a lux do universo. Consolai-vos, qne o verdadeiro
bem na Ierra he a virlnde io i vrrtude ; sem el-
la nao existe seno um monUo de raiitas, cumo sa
todo o universo, lora de seus eixos, nos quizesse es-
mgar, alirar-nos ao nada, d'onde saliimos. He
nesla contemplacao myateriuaa da morte, neste, er-
mo do sepulchro, aonde ao se nconlram vagidos ln-
guidos e recordaees. funestas que os varSes devem
por gratidao e homenagem, rendar aquella sepul-
tura, qne encerra nm' cadver fri como a nave,
um tributo, que mais larde oa mais cedo pagarSo,
por estar eseripto no litro immnlavel das lb da na-
tura.
Recebe, alma justa, o nltimo adeos, men paito
unido com tea coracao fri cante a lonsa de la
campa, le abencoa, e la dessa eterea mansao dos
justos recebe o mulle pouco que te pude dar.
M.
dos precos corren
generas do pai-
consulado de Parilaa
Assucar emcaixas I
a bar.es,!
* mascavado.
o refinado .
Algodao em pluma de
Espirito de aunar
Agoardente cacha,
de eaana
f restilada. .
Genebra.......
Licor
Arroz pilado dnas arroba
era catea..
lAzeili
ni e de coce
Cacan .
Aves araras. .
papagaios......
COTOPOflPEMIAS.
Senhom Redactores.l)e partida para o Mara-
io deve dtixar sem reapaata ama anas
oe faz no sea jornal de hoje, um tal 9r.
li solemnemente que. b8o tenho escrip-
lavra oeni pro, nem contra a qu^tao do
riodico algum de
ir para os sabios poetas e
a ao lerem j jalquer escriplo sabem logo
ovar que son en
rnoiii.
\itesta res
^^^Be eontelho-o a in-
"1 queira rabiscar para .nao'
armar-se
Pero;; 1851,
GuiUierme Augusto Rodrigues Sette.
' sul"o~Sr. Adolpho de
Biscoitos..........
Caf bom.........
n reslolho........
. com casca. .
moido.....
Carne secca .
na) caer .
nfajnor
Cera de can,,
obra. .
espixadoi .
verdes.......
i de onra .
a de cabra cartdo
Doce de calda
eoiaba .
aecco ....
jalea..........
Estopa nacional......
estrangeira, mo i'
Espauadores gran
Farinha de mandi
" a 'amala .
Feijao.......
Fumo bom .
a ordinari
Ipecacaanha
baaaan. ....
Gengibre .
Leidia deachaa graades. .
pequeas.
tr,
Pranchas de amarello de
Coslado de amarell
ce iw'iSdr
b de dito limes
Costadinho de dito.
Forro de
Costado de louro......
Costadinho de dito......
de dito........
"dito.......
Toros de talajuba........
Varas de parreira........
b b aguilhadas .'........
B B quir'is...........
Em obras rodas de sicupira para carros.
eiius a
Melaeo.............
Milho.............
Podra de amolar........
n filtrar........
rebolos........
Ponas de boi. t........
Piassaba.............
vaqueta ........
Sebo em rama .......
Pelles de carneiro......
Salsa parrilba.........
Tapioca.............
Unhas de boi..........
Sabo............
Esleirs de perperi. .
Vinagre pipa. .
co;
Oto.
PKACAJ)0 KECIFE 4 DB FEVEREIRO AS 3
BOBAS DA TARDE.
ColacOes offlciaet.
Cambio sobre Londres a 28 d. e 28 1|5 d. 60 d|v.
Frete para Liverpool a 70| per tonelada de as-
euear em saceos.
Dilo para dito a receber em Macei a 5)8 por libra
dealgodffo.
ALFANDEGA.
Rendimenlo do dia 1 a 3.....
Tdem do dia K
Desearregm
Barca Ingleza
Barca ingleza
MOVIMENTO DO
Para
iVoptos entroaoi
borlas
manowm
guaira.
Marta Ba
adevui
oaa^tnaar.
Eoprazoo
tor doe artigo
------
norte, consignada a Aga
lia; a Fran
180 barris maofcisa ;
25 ditos
1 eaixa i
1 barr
1 caito
1 piano
8al~
tOoncuao
'ra a najBjBBBB
11:1181361
DIVERSAS PROVINCIAS.
Rendmentododia 1 a 3
dem do dia 4 ,
as capilaojas-fl
a, R8H
execuco ^
bM, manda.
Bjjajajajasi poti^rn oeoiru uu uinu
Ja para la^^^^H
ae qualqner tenha aforado
Pmmbarcaraa de caberla, ou f,


BBKWfMifc

DIARIO DE PEHAMBUCO,
Moreira Kios para o
^^^Bos, trata.
RA DO RIO DI. JANEIRO.
_*a mrafw' do* premios da 40.a
beaedteU do MonM Po garal da
1 d" *BlMkdo o.
L de toda i ,i; i I
ppare-
vidros,
os fran-
mbor-
milos objec-
^^H[do leilao'
(.tuarta-feira, 8 do cor-
as 10 1|2 horas da
manlin, o agente 'Anju-
|pes far grande teHedem
r__t armazem, ra da Cruz
[
qualidades, app-
diios de porcelana
I ^^^^Kco de mesa, candela-
de hronze dourado pa-
grandes pa
dada para
o de carnauba'
iperior feitas
ioseem,
ote, tata parejo doottu'aiHt Bnm per-
pe eei*eds8 ridziad dd cfcapeos de pa-
tf1 *! W*itfc.Mli>g>0 para
W npertocef ortfnarieCi gjw de ouro,
fadTmiilotalo, telo, dlek >'". urna
Mtz nw novo. sBuitoa ootra arligos
'3o apre-
m ven-
0*a tir otTarecido eonforme as orden
dia em
le de
1800 da
_ ^60*~-5757
576267935803588
A "so-; i- eravos de oro babi-
sos, I da Batirn hon-haeberto ir lera callean, lau-

2000 premios
Aluga-se a loja do sobrado da ra do Collegio
o. 18, rom armrco nova, propria para laberna': a
tratar Da Ioja*do obrado amsrello da ra do Quei-
madoi>
Deseja-at fillarao Sr. Manoel CavalcaDte de
br em Paolisla ou perlo, e ao
Sr. Jos roa', morador na Gorgneia :
naruada Cadeia do Recite n..
Jos.dos Santos da Ora, porluguez, relira-se1
para Lis
llOMEOrATHlA.
O profssor homeopathico J, M.
Teixeira contina a dar consultas
-no seu cnsul tori da ra da Ca-
deia do Recife n. 29,. primeiro an-
dar. Po mesmo consultorio ven-
l dem-se carteiras de 24 medicamen-
tos,.ebegados ltimamente de Paris, j
i assim como tinturas de todas as qua-
lidades.
N. B. Aos pobres do-se consul-
tas e medicamentos gratis.
1004000
40)000
208000
^^^MHPa "vam Hotel
i jam Hl)i tebr. in huslamle
lifis-ctpilaine
erden
cfien ge
inden. .
.udgern
pweo chegado do Rio de Ja-
Jezesnzcr, a negocio da ten
tojas de livro n. 9
ue Manoel
I oa sirva a he mais -sea caiieiro deadeot.
~ l.Bernardo Jote da Cata l alent.
"rer comprar ana sellim pa-
bpm, i
na* na do Sebo a. 22. Na
i bonita eabeeada de tranca
las, propria para eofeilar uro
norador na viBa do
orne Mara, Feli-
mna, Angola: consta
jo se evadir daquella
aciooadgs eacrav
baixo
nem alie-
N e> pmfkr seu dinliei-
em casos laes.
boe engenbo mora o Sr. I.ou-
ie pede venhaou
mpo$&C.
asa da ra larga
luoca, o qual lera boa
elender, drija-se i
o Buessard Millo-
neni de modas,
ios, ciraitinhas e man-
tas ecoiupridas,
as, cambraia de linho,
le corea Dar vestidos e
tilo sardo, vai ao Rio
caluro para taberna ; no
la Silva, profeseor pu-
. abri a soa
Magdalena,'
tralar
hi Collegio
DioSTzio Jos Ferreira relira-se para fura do
iroper:
Sr. Manoel Loorenco Machado da Rocha, en-
cadernidor, que assignou este fhario para o Sr. vi-
gario Manoel Vicente do Araujo, venhaa esta lypo-
graphia para solver mesma assignalori, vislo que o
Sr. vigario diz que nada teni cora isso.
Aluga-se 6 primeiro andar da casa da raa da
Senzala n. 36 : a tratar na ra largado Rosario n.
30, segundo andar.
Miguel Mara d'Astumpcao Lopes retiraste para
o Par.
Deseja-sesabar onde mora GuillierminaMiria da
Ihe entregar urna carta viuda de Fernando; na roa"
Imperial n. 125;
OMEOPATHIA.
O Dr. Casanova contina a dar cunsultas todos OS
dias no sau cousullorio, roa do Trapiche n. 14.
-T- O advogado J. J. da Fonseca m-
dou seu escriptorio do sobrado da quina
ida ra do Collegio, em quemorava, para
o pateo do mesmo h. 55? onde estai-a' b-
dos os dias uteis das. 9 horas da manha
at as 4 da tarde.
letiroupor surte no bilhi
1)0, um cavallo arreado do lenenti
ima.
renda-se imataupe
de Flores, freguez moente
e corrente, asm ois e bestas, e
capacidade fte ,500 8^3,000
paes : quem o ve', procure a Ma-
noel Joaquim i, na ra
da Aurora, u no engenho Fragoso.'
Jos Mara Goncalves Ramos retra-se para a
capital do Imperio, onde vai residir, e leva em sun
compauhia os segnintes escravos da sua propriedade:
Thomat, Jos e Mara, pardos, Trajano, Conslauc.a e
Illnminata, cabras, Antonio, Quarina, Floripda e
Joao, crinlo* : o annunciante previne a quem qnr
que se julgar seo credor, de apresenlar-se com docu-
mentos legaes, na roa larga do Rosario n. 12, primei-
ro andar, para ser pago, istn no prefijo prazo de 4
dias: declara mais o annunciante, que tem constitui-
do por seo bastante procurador, nesta praca, ao Sr.
Vicenta Jos de Brilo.
Norberlo Marciano dos Santos exporta para f-
ra da provincia o seu escravo, cabra, de nome Ger-
mano.
IIMMMsW
O Uf. CarolisslrFrancisco de l.ima, depois .
9 de sua viaaem ao sertao do Cear para onde %
foi chamado, aqu de novo acacha no ejerci-
cio de sna profnsao de medico; e residmdo
como est effeclivamente, na roa Nova n. 69,
contina a prestar-se ao publicoa pobreza, A
_ no quaato estejt a seu alcance, nao so no que dd
respeita as molestias do interior, como na ar- ja
~ te de partejar, e mais operares; com espe- m
_
39 das vas Onrinarias.
13, no Bazar Pernambucano,
contMa a haver grande e variado sortimento de fa-
(endas do melhar gasto, como sejara : cortes de ves-
ttdosdeaeda para balese para noivas. romeiras de
Ci de linho brdadas, ditas de retro?., chales de dito,
berlhasou lathos para vestidos tanto pretos como
brancas de fil detiriho ede seda, fitas de todas as
qualidades, panno fino prela superior, casemira dita,
chapeta de pello de seda para homem, o* melhores
que apparecem, bicos de blonde, de seda e de linho,
pontea de trtaro c. Mos de borracha
para alisar, ornen ivel, pela ana dora-
cao, alfineles de camapheo, braceletes e rosetas a imi-
larao de onro, o mais bem TeJo que se pode desejar,
vestimentas para bailes mascarado*. de costuraes chi-
nez, torco, grego e camponez, cojo cabclleiras e mas-
caras, e outras mollas fazendas, que estaro patentes
e a escolha dos fregu?
A pessoa que precisar de urna ama deleite, di-:
rija-se roa Direita n. 71, loja de ourives.
OQereee-se nina mulher de boa conduela para
dirigir a casa de um hnmern solleirn ou de pooca fa-
milia, cose, engomma e emende .dq cozinha: quem
precisar, di rija-se pra(a da Boa-Vista o. 30.
Precisa-se a tugar um ou dous andares com
commodos sufficieutes para urna familia estrangeira,
as principis roas do bairro nlonjo, oo
do Recife e Boa-Visla : a tralar na ra da Cruz n. 8,
jUaonqncie.
com 2 salas, 2 alcovas, e cozinha com janellas
para tres lados : a tratar na mesma casa.
c38M&WW:-*:? fe ti W H'
liECTROTYPO. ""
-Vista n. 4,
de te demorar pouco
ao respeitavel pu-
e de seu presumo,
iasque tem de re-
os com toda
pode deeelar,
! semostram
examinar: est a-
ia at as 4 da lar-
ll(PL
-3o venda nos logares.
no dia 11 de fevereiro
Hieles que ficar
j dia 10.O Ihesou-
Pertir* dd Ma Gdiniarias.
__de nasa ama que saiba cozinbar com
la Rita.
k una ama forra ou captiva para
o teir lUario de ama qasa de penca familia:
'SI* Id
TTdrisa-sd alegar orna ama para dentro de casa:
na otaca d Independencia n. 36 e 38.
A ibaiio aasignada. apesar de estar autorisada
para peder vender os penhores vei
seu poder viste ser case o trato, en
jandoqueelguuus peesodS tenhard^^^^^nneio
deste faz scente aos ditos senhor i nao
vierem resgalar ne prazo de 8 dias a contar efesle. os
pastar a vender para seo pagamento de principal ;
juroe. Recife i. de fevereiro de 1854
.-fnna Maria Theodora Per eir (uro.
No aterro da Boa-Vista, loja de miul
Sr. Manoel Cbral de Medeiros n. 72, te dr
da de 500 at 1:0005)000 rs. com hypolbeeaKm ca-
sas terreas..
. Ajteiicao.
Contina a estar fgida desde 11 de Janeiro proii-
ignaesseguintes: representa ler trn-
tos annos de idade, he alta < de to-
bem fallan lando
m ou senhor, oo mesmo qur ncia o
Dome eje Stperanc, tem rallar1 brande, andar mode-
rado, costas largas e bem Usas, rosto redoi
tanto folo.oiqos cora noduas escoras e'amarellos no
branco, o que d muito a conhecer qae leve
de, traja ) godao azul claro, panno da Cos-
iste mais
rido ou-
tra por onde qoer qu reta foi criada
desde pequea em Igurass, foi escrava nessa villa
de urna parda catada, que a crioa igualmente com os
e Traja-
i tonal*
> pegada la mesmo para etsaa partea, e
omu i por eslas baldas ha de
anda pposj-
CSo que esteja mesmo la para esras parles por ter
muilos conhecimentos eapazes de Ihe dar coito, cen-
tra os quaeso abaixo asignado protesta eom lodo o
rigor das Iris, eroga as autoridades policiaes, cap-
le campo e mais pessoas, que a apprehendendo
em ou mandem a seu legitimo senhor, no Recife,
roa dos Martyrios A. 36, taberna, ou recolherem-oa
cadeiadesta cidade ; e quem a levar a dita'casa,
recebera 509000 rsJote Gomes Ferreira da SUca.
MOLEQE FGIDO.
AusentOu-se da casa de
icados ero I.on-
reo comni
POTAS
No antigo deposito da roa da Cadeia do Recife ,
armazem n. 12, ha part^^^^^^^Hbova potassa
da Rossia, americana c uenos bar-
ratos do que em outra qualquer parte, seaffi
aos que precisarem comprar. No mesr
tambero lia barra coro cal de Lisboa m' pedr
ximamente chegsdos.
. Vende-se arverdadeira salsa parri-
Iha d Sands: na botica franceza, da
da Cruz, em frente ao cbafariz.
NO CONSULTORIO HOMEOPATHICO
de.p.ilobVmosozo.
Vende-se a melhor de todas ai obras de medicina
fiomopalhira tssr O NOVO MANUAL DO DR.
G. H. JAHR ja tradnzido ero pnrtuguez pelo
r..P. A. Lobo Moscozo: qualro volumes encader-
Qadosemdous. 2OJ00O
O 4. volnme conlendo a pathogenesia dos 144
medicamentos que n3o forano publicados sahir mui-
to breve, por estar mullo adiantada soa impressao.
Diccionario dos tenaos de medicina, cirurgia, analo-
. ma, pharmaci. :cademado. 49000
Urna c s melhores 'e mais bem
preparados glbulos homopalhicos eom as duas
obras aci 40000
Dma dita de 36 tubo com as mesmat. '. 459000
Dija, dita de 48 tubos.
Dita de 144 cort as ditas .
Carteiras de 24 tubos pequeos para alci-
beira............
Ditas de 48 ditos. .*...... 20W00
Tubos avulsos de glbulos .... I5OO0
VINHO CHAMPAGNE.
Superior vinbo de Bordeaux engarra-
fado ; vende-se em casa de Schaflieitli
& Ompanb'ta, ra da Cruz n. 58.
Vende-se arroz gi^audo d
nbo, e cbarutos de S. Flix,, de 'br
lidades, e por presos commodos ; na
da Cadeia do Recife n. 47 prii
andar.
gada :-.!
da-se aos
tados:
mazei
milia, e
dir a q
n.28. segundo ai
Vendem
enverni
cada um, bem feitos, e por prer
da Conteirao n. i
Venderd-se cinco estars
ro proprias para parrciral, assin.
caixilhoscom vidros ou temi-
da miudezas on de pate
vel : na ra do Aragao n. 8.
Vende-se um prelo e orna
por 5500000 rs., sabendo a prel;
roa ettreila do Rosario n
Vendero-te cobertores de algod.
rs. e pequeos a 560 rs. : na ra de Cretoo
ro 12. V
Vendem-se pregos, ame
Jarri4 proprios para barricas d
unco, supe
COMPRAS.
Compra-se urna mobilia de Jacaranda, em mili-
to boro estado : na ra Direita, n. 17, se dir quem
precisa.
Compram-se ossos a peso : no ar-
mazem da lluminacao, no caes d6 Ra-
mos, travessa do Carioca.
Compra-se urna pequea redoma com o peso de
quatro oitavas de ouro, que lenha ambas as laces dd
chapado mesmo metal, sem vidro ; sendo ouro bom
senrWtio, paga-te pelo justo vttor : dirija-te ru
da Peoha, segundo andar, sobrado n. 25.
Vendem-se na ra da Cruz o. I j, segando
andar, boas obras de labynntho feitas no Aracaty,
constando de loalhas, lentos, cocirot, rodas de!
sais,ele
FARINHA 3E TRIESTE.
Primeira qualidade.
os avisam aos seos frefcuezc-,, que tem
para vender familia de trigo ..mmenle
endo a nica nova que daqu
dencia existe no mercado.
Bepoiito cl fabrioa de Todos, oe afeada* aa. Bala-
Vende-se,em casa deN. O. Rieber ('.., ua ra
da Ci
muiloprOpriopar. oupa de es-1
cravo,. por pre^o commo i
Na na drf Vigario n. 19, primeiro andar, ha
Eira vender, chegadn'de Lisboa ptesenlemente pela
arca Olimpia, o seguinle: saccat de farello ranito
novo, cera em grume e em velas com bom aorti-
eiu cealaccdedat n
soa arte, David
licnlarrr
guintes.
lo, em deposi
truidasemsv
cadas en
qnalid
saber:
Machinas de vapa
Moendas decaruu
manh'
Rod;i
Mam
VENDAS.
Novotelegrapho.
Vende-te o roleiro do no telegrtph'o que princi-
piou a ler andamento no dia 29 du corrente, a 240 rs.
cada um : na livraria n. 6 e 8 da prtca da Indepen-
dencia. -
Muitb boas e frajscaes ovas do sertao'.
idem-se vas dd tertSo-. na ra do Queimado,
loja d. 14.
FARINHA SE S. HATHEUS.
A bordo da garopeira Livraco, fun-
deada 110 caes do Ramos, tem para vender
muito superior farinlia de S. Matbeus':.
os pretendentes dirijam-se a Domingos
AI ves Matlieus, na rua'da Cruz n. 52.
, Vendem-se duas vaccas eom cria, e des quer-
aos bons para viagem, ludo por barato preco : na
estrada de Jejo de Barros, na quina do Olho do Boi,
controDle.0 silfo denominadoXaseala.
Vendem-te cora pooco oso os livros seguinlcs:
8-
lii Ra-di, Horatii Carmina, Tilo Lirias, Epstola Ci-
ceronis, Cicerons Orationes, Ord. verhorum Salus-
islory f Rome (por Goldsmitlisjdita de dita (por
Thnmas Morell), Thomson Ihe Seasous, Vicarof Wa-
kefleld, Jpphson.PaeU Milln, Uratoria Sagrada (por
Berna ecefles de problemas : no aterro da
Boa-Visto, loja de ourives n. 68.
Vendem-te duas mulatas que sabemeozinhar,
lavare engommar, por cominodo' prego ; os preten-
dentes dirijam-se i casa,do Sr. Francisco Baplista de
Almeida para as yer, e na praca da Boa-Visla, sobra-
do n. 10, acliarao com quem tralar.
Vendem-te xarupes de todas as qualidades : na
travessa da Madre de Dos n. 4.
na praca da In-
nciteo Igotcio da
leia de Sanio An-
cosa d seu senbor o
moleque Lpurenro, -ilbo do sertao do A-
racaty, com os signaes seguintes : idade
de 14 a 15 annos, rosto redondo, cor bem
preta, urna cicatriz em urna fonte, e pes
grandes; levou camisa de riscadinho azul
e cajea branca : quem o pegar pode lva-
lo a' ruado Trapiche n- 40, segundo an-
dar, ou na Passagem da Magdalena, no si-
tio da esquina do viveiro, que se gratifi-
cara'.
Joaquim Correa da Silva foi ao Para tralar de
seu negocio, e pela repentina sahida nao pode despe-
dir-te dos seos arpigos, aos quaes pede desculpa, e aos
meamos oOerece seu presumo naquella provincia.
lotera dorio de janeircl
Acliam-se a venda os bilbetes.da lote-
ra da cantara de Valenra, a lista se espera
vapor que vier do sul..
ris, tem e honra de pre-
fregue-
Ctdeia do Recife
mbem
Os mais ricos e mato modernos
Tpeos de senhpras se enc
''na loja de madama Theard,
e em qualquer
Haal
anho
jiha.
debro
na, movida
'No paleo do Carmo, taberna n. 1, vende-te
muito boa alelria, a 240.
Cliarutos finos de S. Flix.
Na ra do Queimado, n. 19, tem
gados agora da Rabia
chtrrntos dS. Flix, da acreditar
a de Brandao
precos m
Perra
CoIue
Predi

la roa da Cruz o, 15tseg
ilitaa com goranj
e composta
Primas p
a 40 rs. cada orna, muil
mado, lojan.49.
Vendem-se em casa de Me. Calmont '& Con>-
panhia.na pracadoCorpo Santn. 11, o ses
deMarseillt
em novel los e carrelei
grandes, ate de 1
AH PUBLICO.
de fazendas bara-
) CoUegio n. 2,
vende-te um completo sortimento
inas e grossas, por.]
> queemou-
tanto em por-
iancando- I
5 um s prcro
stabelecimento
o com a
mmerciaes 1
aasesis-
i:nds mu
idos 08
em (f e-
emdos
Toucadores a 2^400 qada um.
Vendem-se ricos toucadoret.com urna grande ga-
veta para ioilete das senhoras, s por 28400, he ba-
rato, cheguem antes que se acabe : na freule do i.i-
vramento.loja de F. A. de Pnho.
Vendem-se ricos leques.penles de tartaruga,di-
tos de bufa lo e de matea para alar tabello, ditos de d i-
t para alisar, braceletes de cornalina, adereces, al-
fineles de peito imitando muito a ouro fino e ludo
por muito commodo preco ; s paraajpurar dinheiro :
na.frente de Livramenlo, loja de F. A. de Pnho.
Vende-se urna laberna sita na ru da Calcada
n. 1, bemafreguezada e propria para qualquer prin-
cipiante por ter' poneos fondos : a tratar'na ra da
Madre de' Dos n. 36.
Vende-se i laberna nova da Capiing, sitoada
na propriedade do Sr. Joao Siroocs de Almeida, bem
afreguezada para Ierra pela sua boa loceUdade, e
com umjogo de bola, que rende o aluguel mental :
a Iralar na mesma, que se lar todo o -negocio.
-r Vendem-se saccas com milho, a 3JO00 rs.: ne
armazem de Taseo IrroSos.
Vendem-se os bem construidos arreios para
carro de um e doos cavailos, ebegadot ltimamente
de Franca, e por preco moilo barato: na roa da Cruz,
n. 26, primeiro andar.
Vendem-se camas de trro de nova invencao
franceza, com muas qae. as faiem muito maneiras
e mecas, chegtdas pelo ultimo navio francez, e por
preco muito commodo : na roa da Cruz. n. 26, pri-
meiro andar.
Vendem-se licores de ahsynth e Kirschs em rai-
za ; assfin como chocolate fraucez da melhor quali-
dade que tem apparecido, ludo chegado oltmmente
de tranca, e por precobararissimo : na ra da Cruz,
p. 26, primeiro andar.
ALHAM,.
Sabio a' luz a lolbinba de algibeira,
contendo ale'm do kalendario o regula-
mento dos emolumentos parochiaes, e o
almanak civil, administrativo, commerr
cial, agrcola e industrial ; augmentado
com 300 engerjbos, alni de outras noti-
Da Fnndicao' Low-Moor. Ra da
Senzala nova n. 42.
I! Neste estabelecimento' continua a ha-
ver um completo sortimento de moen-
das e meas moendas para engenho, ma-
chinas de vapor, e taixas de ferro batido
e coado, de todos os tafnauhos, para
AOS SENHORES DE ENGENHO
O arcano da invencao' do Dr. Eduar-
do Stolle em Berln/empreado.- as co-
lonias inglezas e hollandezas, com gran-
de vantagem pai o meSoramenti
assucar, acba-se a venda, em latas 4e 10
libras, junto com o metbodo de empre-
ga-lo -fio idioma portugnr., em casa de
,N. O. Bieber & Companhia, na ra da
Cruz, n. 4.
sapds:
SALSA PARRIUU
Vicente Jos de.Brilo.
buco de 15. J. D.:
asid
verdadeiramenle falsilicadi o Ro
de Janeiro, pelo que se cohsa-
midores de (ao precioso lali cahir ueste
engao, lomando as funestas consequencas que
tempre costumam trazer os medicamentos falsica-
ela mSo daquelles, que antepoem
males e estragos da human idade.
Prtanto pede, para que o piibt
lngua a vci ~a parrilba
de Sands dn falsificada u rcc. qui chega-
da; o annunciante faz ver que a verdadeira 'se ven-
de nicamente em sua botica, na ra da CoeceicS
do-Recife n. 61 ; e, aliu do. receituario que acom-
panha cada frasco, tem emhaiio da primeira pagina
seu nome impreesv, e te achara soa firma em ma-
nuscribi sobr o involloro impresso do mesmo
freos.
as pateas que se ded
medicina. Yeade-eejoi
dem-se 179 pares
400 ditos brancos
melhor
branqoi
goaleu
paraos
vicios nenl achaq
servir alcunia can estra-
ra Manoel (
da mr
oe m annos, sem
acia, optieaopara
Calcadas,!
I
>jjpndem-sei-elogios d orno, pu
ten-te ingez, por commodo pre-
go: na ra da Cruz n. 20, casa de
L. Lecoiite Feron A Companhia.
MADAPOLAO* BOM, A 3*0.
Vendero-te pecat de madanoUo da boa qt
com pooca averia : na ra da Cadeia Ven
primeiro andar.
ATTENCAO\
Je-te soperior cera de earaah
preco commodo assim
amarella corlida, e 3 aro
na ra da Madre de De
Vendem-se de 80t
lanle, sonido em cores e largura, propr
marao de igraja e de procistoes ; na rua-do Quei
du, luja de ferraren
RNEIR08.
Vendem-sc accas maior
as regulares, a 48800 rs: a sacea : na roa
mado n. 7, loja da estrelle.
ados e toalhas-
Vendem-se Iradas franjas brancas e de 1
cortinados; ditas de retroz eneradas para -^^H
e manlelelet a moderna, e mais barato lojas, na frente do Livrameoto, loja de rnkd^H
F. A. de Pinho.
rente, do Livramt';
miudezas deF. A. de Pinho, se di
leeira de ouro, e uro Ir
para retogio, obra multo bonita e gi
de dooih-
levlos, ludo
ostras sobre
Oh! que peehincha para o car
roa doQueiii
branda e amarell
m

eu as. 0 acressimo de trabalbo
e dispendio pao permittiram ao edict* V^Li T ^l? "* J*' P'
vende-lo pelo antigo preco, e sim por < andar' te Ia vender diversas
400 rs. ; vendende-se nicamente ^a7i- licas Para V1?' v,?la e *auta' ^
n. 6 e 8 da 'a Ut^H *pJam' quadrilhas, valsa*, redowas, scl.c
dencia. 4|ickes, modinha, tudo raodernissimo
iir TalaM
prime
Ddos, cbT
ammercn
1 rna^^H
Para a Banra sei
veleiro biatc nacin
ara]
rammalica lalina e fran-
Machaioit Figueiredo,
rnad
com<
tarde
1 eslrangeranno Be-
[muito Gel e aceiado: na
andar, aonde adiar
8 horas da man has as 4 da
r'ndesi
Cha
Vedem-se verdadeiro
jWeco muito commado :
B.
POTASSA E CAL.
da Russiae Americ
conun'
^^^^^Ba morada de ojta terr
^^^^^Hes proprios, m povoar."
Miguel n. 13 1 tambem
na ra da Praia deJ^H
n.lOe


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