Diario de Pernambuco

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Material Information

Title:
Diario de Pernambuco
Physical Description:
Newspaper
Language:
Portuguese
Publication Date:

Subjects

Genre:
newspaper   ( marcgt )
newspaper   ( sobekcm )
Spatial Coverage:
Brazil -- Pernambuco -- Recife

Notes

Abstract:
The Diario de Pernambuco is acknowledged as the oldest newspaper in circulation in Latin America (see : Larousse cultural ; p. 263). The issues from 1825-1923 offer insights into early Brazilian commerce, social affairs, politics, family life, slavery, and such. Published in the port of Recife, the Diario contains numerous announcements of maritime movements, crop production, legal affairs, and cultural matters. The 19th century includes reporting on the rise of Brazilian nationalism as the Empire gave way to the earliest expressions of the Brazilian republic. The 1910s and 1920s are years of economic and artistic change, with surging exports of sugar and coffee pushing revenues and allowing for rapid expansions of infrastructure, popular expression, and national politics.
Funding:
Funding for the digitization of Diario de Pernambuco provided by LAMP (formerly known as the Latin American Microform Project), which is coordinated by the Center for Research Libraries (CRL), Global Resources Network.
Dates or Sequential Designation:
Began with Number 1, November 7, 1825.
Numbering Peculiarities:
Numbering irregularities exist and early issues are continuously paginated.

Record Information

Source Institution:
University of Florida
Holding Location:
UF Latin American Collections
Rights Management:
Applicable rights reserved.
Resource Identifier:
aleph - 002044160
notis - AKN2060
oclc - 45907853
System ID:
AA00011611:07551


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Full Text
i O/o (le rebate.
10 0,0 de premio,
de Bebente ao par.
osao par.
12 i/8 de rebate.
...... 9W00
Prala.. Patacoes brasileiros..... 19930
Pesos columnarios....... 13*980
mexicanos...... 19801
eos meamos agentes,
^^p Pr essas ohservar.oes
Cerilla pnula, re-
nuina ou colhida
ira do extracto de
ceroia adequadamenle, e cora
k proceder s -necessarias ex-
lura coroadas de felizes rcsul-
leraeDes que esta
re le as-
de-V.
i gestade O Iinpe-
acade-
| 19 de
eHieiro
Ferraz, mjjiistro secretario
gocios do imperio, Frantc'de
i nm. e EjXtti. sr.
-Ri t Janei-
esente a S. M. o Impe-
**lS*> 4a Ordem Terceira de Sau-
ipos, ema qaal expe que
Joao Cario*
rdens. lerceras,
io e San-Francisco, decer-
r.uitos anuos Ihea foran
idos por alguns prelados des la dioc ese, e d
tea oosiulicos.'fazendo-se sillienle entre
Exc. de 17 de agosto ultimo, n. 9*, sob o qaal remel-
len unlro du jttix de direito da primeira comarca des-
sa provincia, consllaado sobre o destino qne deven
ter as mullas por elle impostas em correico, como
penas disciplinares, em virlude do art. 50 do regola
melo de de outubro de 1852, visto como nada dis-
poeatfere*ptomwm regulamento; cumpre-
significar a V. Exc., em nome de S. M. o I., que a
referidas multas estao comprebendidaa ni regrage-'
ral das oolras impostas pelos juizes e Inhumes, na
conformidade dos cdigos e seus regulamentos : e
por isso rulo resta dnvida que se lhes deve dar a mes-
ma applicacao a bem dos cofres municipaes.
Dos guarde aV.Eic. 'Joti Thomaz Sabuco de
Arujo. Sr. presidente da provincia da Pari-
hiba.
iiienni -----
Villa Bella, Boa-Vista, 1
Goianna e Pa rali iba, segundas
Victoria, e Natal, as quintas i
PREAMAR DE 1IOJE.
Primeira as 10 horas e 6 minutos da manhas.
Segunda as 10 horas e 30 minutos da tarde.
11834, [de cinta nie
impe- a mesa conjo
nnpto da
!ao governo
ia resolvido
{lio faz o principal
'correndo-se
Loove o mes-
1 quinto, quando mesmo a dita
lie era extensivo o pri-
fraot'
e .<- eaae priviiee ip-
rullo exterior .I rados fura do
uaado m:. o*) compeliste
peden* bmbo raterpealar, o-
> qe uuviua que so por,
pela le paraos ab-
is, pedia a ordem -teri
resentaiile fazer prevalecer a tuas preroaa-
ac.Jot Thomaz Sabuco de
c da provii
QOVBBHO DA PROVJMCIA.
' l&apadlaaio da la 28 Jaaeir* da M4.
OfllcioAo Exra. marechal eommandante das ar-
mas, inleiraudo-o de liaver ofiiciado nao s cmara
municipal desta cidade, para mandar effecluar com
a possivel brevidade, a abertura do quintal do quar-
lel.do hospicio, para prolongameoto da nova ra do
Piras, mas tambera ao major de cngenlieiros encar-
regado das obras militares, para dar principio a obra
do ediflUn, que nos termos do aviso, por copia, in-
cluso, se deve construir no predito quintal eom fren-
emeionad ra.Expedh-ara-se as ordena
Ao inspector da thesouraria provincial, di-
zeodo que, com a informacao que remelle, perc-
ouraria de (zenda, responde
da letra apreien-
eommendandoque negocie uesta praca e remeta a
lempo de seguir para a Europa al o tim do correte
mez, no vapor di companhii de Soulbampton, urna
letra de#*> i 12-3-2 a favor do ministr brasileiro em
elheiro Jos Marque* Lisboa.
A caraira muoMpal do Reeife. Constando-
me de ofllcio do presidente da commissao de hygie-
|M publica de 26 do cnrfntt re amareKa
ecomroellido alguns individuos principalmente nio
aclimados, hajam Vmcs. de recommendar aos res-
pectivos (i -ervem otciraroenle todo-
quinto as pealaras ir.uuicipaes determinan) acerca
da saude publica, id optan do-se as medidas lembra
das por vezas em idnticas circumslaucias pelo ex-
u bridado publica.
il do Cabo, declarando
que opporliniamente seo enviadas a assembla le-
gisWliva provincial as cuntas daquella cmara, que
para terem sjtaelhanle destino acompanhiram a
scuoflicio de 17 do crranle.,
barcacoes, e dos escrvos : e prestando flanea pelaj
quautia equivalente ao imposto.
nico. Esta funja ser renovada de seis em seis
mezea, Picando nessa occasiao os senbores obrgados
a provarem por meio de certidao da capitana do
porto, que osescrvos continan) a pertencer i mis-
ma IrioolncSo, e sero sujeilosao pagamento ns que
faltaren) sem ser par fallecimento provado, ou des-;
embarque ncsla provincia.
Art. 9. A capitana do porto nio admlur ma-
tricula escravo algum, sem qoe o respectivo dono
prove que lem cumprido o disposto no artigo prece-
dente.
Art. 10. Os capitaes e meslre* das erabarcace
parlciparao com antecedencia ao administrador do
consolado o dli e hora de sua sabida, afim de qoe
possa elle por si ou por algum empregado, visitar a
embarcado, serhpre que jolgar convenienle.
Palacio do governo de Pernambnco, 31 de agosto
de 1833. Jos Btntb da Cnra e Figueiredo-

IHTERI
RIO SE JANEIRO
23d.Jn.ir. d. 185*.
Por -decretos de 16 do correle :
Foi concedida a demissao que pedio o juiz de di-
reito Francisco Xavier Pies Brrelo, do lugar de che-
fe de polica di provincia das Alagis.
Forra nomeados :
Chafe de polica di provincia do Espirito-Santo o I
ireilo Antonio Thomaz d Godoy:
dem da de Pernamb irilo Luiz
Carlos de Paiva TeUcira, fka
lo que o nomei.ra para ciiefede polica da provincia
de S. Pedro do Rio Grande do Sul.
Para a comarca do'f.inywiro, em Peroambco, o
juiz1 de direito Francisco Xavier Paes Bar
Juiz municipal e orphos dos termos reunido* de
IUgsahy eMangaraliba, da provincia do Rio de Ja-
neiro, o laardo Pndahyba deMallos.
dem idem do Pilar e Mimanguape, na provjneia
d Paraliiba, o bichare! Sebastiao do Reg Barros
Lacerda.
dem dem de P>>rto Feliz, Capivary' e Pirapora.
na provincia de S. Pauto, o bacharel Anlo
Uno Cesar,
;a.Rio d
o de .lane-
iio de V. Exc.
bcpergunli.
r Jalada
(Ualver-
duvida
-ocios da justira.
ao a re
Mo passado.
i administradle da juslira
amando providen-
le justira, convem cenfe-
sefim, a algnnv perma-
i oulro arbitrio occorre pa-
lio deve ficar embarazada
oslica.
Thotha; Sabuco de
pwinciadp Mari-
da justira.
o de 1854.
licio de V.
residente da provincia resol ve e manda que oa
obranca do imposto d lOOJ rs. por escravo exporla-
do para fr* da provincia, se observe o seguinte
REGULAMENTO.
Arli (loy rs. por escravo ex-
io para fdra i, anda que lenha sidoj
ilinuaraa ser cobrado pelol
:ensillado provincial, observando-se a escriplora{5o
ja adoptada.
Arl. 2. Os senbores, que sendo domiciliados na
provincia, levare seus escrvos, ou os
chamirem slarao sujeilos ao im-
posto. O mesmo se entender com os senhores do-
miciadosem outras provincias, que por esta se de-
ON
o, quenna prov
io consulado provincial;
no 1. caau por mt licados dos respectivo*
|.parochos e subdelegados ; no-2." com certidao.da
a Identidadede pes-
escrvoqi
p im-
ib pro vado no consulado provincial
recebedorii das rendas internas ge-:
iplo de venda, quando nao liver
nesta repartic^o por ser o escravo
ceder passaporte i escravo
alasai, sea qne por despich do dmiuistra
idas as provaa exigidas dos ar
rectores, seos caixeiros, ou pessoa
luaesquer. individuos qne especu-
s, Iteam snjetbs io pagamento do
'iaora prestada no consulado, pelos es-
ortarem como donos; se no
de passados oilo roexes, nao
Pfovat da polica, que nao voltaram
a esta provincia, ou que lendo vollado Irouxeram
comsigo os mesmos escrvos.
Arl. 7." Sero considerados exporlados, e por isso
aposto, os escrvos que se compraren*
"esl| i ara tripolacso de embircacoes, ca-
jos donos residan) m outras.
Al isentos do imposto dos escravo
que fuerern parle da tripolacSodasembarcacOes, cu-
jos donos residirem nesta provincia, provando peran-
le o consulado a posse dominio das mesmas em-
Foram removidos:
Oa comarca doBrejo, no Maranho. parp i do Rio
Formoso, em Pern'ambueo, o juiz de direilo Joo
Baplista Goncalves Campos, por o liaver pedido.
Da comarca dii Limoeiro para ,a do Goianna, na
dita provincia, o juiz do direitoaos Nicolao Rigaei-
ra Costa.
Dos termos reunidos de Porteo-Feliz, Capivary e
Pirapi'ira para o de Tanbilc, em S. Paulo, o juit mu-
nicipal e orphaos Antonio Jos da Veiga Cabra!, por
o Maverjpedido.
Do lermo dc-Paraly para o de Igoass, da provin-
cia do Rio de Janeiro, o jniz municipal e orphos
Francisco Ferreira de Paiva, por o haver pedido.
m m
Foram apresentados:
Na dignidade de arcediago da S de Olinda o co-
nego magistral Bernardo Raymnndo.de Souxa Ban-
deir*.
Em cadeiras de prebenija inteira da mesma S os
ennegos meos prebendados JoAo Jos Pereira-, e Joao
da mesma provincia, Manoet l.uizde Campos.
dem, idem, idem, do municipio de Larras, da
mesma provincia, Belchior de Ponles Reg Figuei-
redo.
dem, idem, idem,' do municipio de Oliveira, da
mesma provincia, Columbano Francisco de As-
Tenenle-coronet che fe do estad maior da guarda
n acional da villa da Feira de Sania Anna, na Baha,
Jos Ferreira da Silva Jnior. -
Teen te-coronel eommandante do 3." balalho de
infantera da guarda nacional do municipio de Sania;
Isabel de Paragoassu, na mesma provincia, Jos Pi-
res de Oliveira Martins, ficando sem effilo nesta
parte o decreto de i de junho do anno .passado, que
nomera para o mesmo posto a Goncalo de Ama-
rante Cosa.
Mejores ajndanles d'ordens do commando supe-
rior da guarda nacional do mesmo municipio, An-
tonio Jos Teixeire e Uldurien de Megalhfies de Ma-
cedo.
Capilo secrelario geral dito dito, Manoel da Silva
Vianna.
c,P',INn''lel-melredio dito, Anlonio Gomes
de Azevedn.
C-orgilo-mr dlo dito, Dr. Joio Lopes Rodri-
goes.
Major do 1. halalhnde infantaria da guarda na-
cional da capital e Soccorro, da provincia de Sergipe,
o capillo reformado de 1. liuha Muniz Telle
Meitexes.
Majores ajudaules d'ordens do commando supe-
rior da guarda nacional dos municipios de Olinda e
Ignarass, em Pernambnco, o bacharel JoSo Caval-
canli de Albuquerqne e Salvador Ueurtques de Al-
buquerque.
Capilla secretario geral da mesma (guarda nacio--
na!. Eduardo Daniel Cavaleanti Vellez de Guivara.
Capilo quarlel-meslre dito dlo, francisco da1
Cbagas Salgueiro.
Clrurgio mor dilo dlo, Francisco Jos do
Amar;
conservado o post de major que oecupava no
.balalhao da villa de-Santa l.uzia, em
eommandante da i. companhia do 2. bata-
HiSo da guarda nacional do Sibar Paci-
_^*ea*^"
y tino c i
vender ah -
do municipio do i
mercado urna pona de
c'iar bom pnf
urna.
Tem-se pi
cidade que
provincia e
e cndu^lo
vender ah
rise vende, i
e vende o gado Mssi
pelas con tas q
libra de carne ver
100 rs.
l'ublica-se o preco por qoe
dida aos acougues, e p
Conbecido esse dado o es
Mas porque he cllcum segr
idea do quaala
o gado paraca*
ses lucre
rencia, q
duzir. o gando a
criador.
preco do mercad
Desla vez U
estimar
Monlavad*. conl
OSr. Monie*
pela sua
prov i
1 fart
iuu fie m
Nada di
maoes.
depois n.'
> Baptisla de Albuquerque e Joao Baplista
'Mello.
cante.
No mesmo i
l teifoes vini, esse
ri. nio
dirigio-se aos religiosos e
, mis estes agra-
:om o almoQo fru-
drem-se
:im a caa,
ii excellenle
UBarJado para as grandes
vobou
ram a recusar essa of-
exlenuados
assar noi-
Rlar o*
o qoar
-> occuparSo mtnha cama
is palavras, elle os fez alravessar ama
a. a qaal termina-
de pedra estavam
ai cun didiculdade e acbaram-
rle ulo baviam oulras jaoellas
-as, nem oulra* saluda se-
^^^^^^Hin subido.
as e algurnss cadeiras de
u-se nesse quarl lem-
reseniimenle
le que nunca ella Uvera maior noces-
e igualmente mocas... alm disto d
A mnlher T
Giina*' m -8ur*J* debabi0. da >'8ilncia de
i conductores *...
Dormirao ainda maito lempo.
r |*b,','mot... a eaearidao noa he favora-
]'" Sf1^*,0 '"," deTO dint1 li"" Ph malher
o descobnu jazeodo aobre a larra, e recolh*u-o... be
aos meas cuidados on aos leus que. ur devida a des-
coberta...Ouves, Paulo?
Sim.
Alguns instante* depois Cine e seu irmo sahiam
da casa levando a padiola com os restos de Marco...
XVII
Flavia linhaseguido Gaelana com desconfianca.
Ellas chegaram logo, a um quarto formado pelas
pareces de urna lorrinha unen i torre Brande.
Esse lugar era inhabitado : mallas velhai, caixaa
arruinadas, cestos e aproas quebradas cobriam o chao.
A senhora assim o quiz! disse Gaetana mos-
trando o estado lamentavel do quarto. Pira qoe nao
aceitn o quarto vzinho ?... Veja.
E chegando a urna porta conligua, ella abri, e
fez ver um quarto bem asseiado.
Ftavi insisti em sua resolurao de passar a noile
junio do* reslos dijMarco, e.api>roxniando-* delles
poz-se q orar.
A senhora nao pode (Icar assim sem repouso
nem alimento, disse-lhe'Gaelann. Eis-aqui um ex-
cellenle cordial; elle ha de fizer-lbe bem
E abrandando o som estridente de sua voz, acrs-
eenlou :
Eia, nao me recuse A senhora he chrisla, e
Dos nSq qoer que a gente deixe-se morn
Flavia cedeu essss instancias; porem sea abili-
perraillio-lhe loear uot alimenl
Oie apresentaram.
cabo de meia hora
avia.
Na rreguezii de S. Jos de Aquiraz, no Cear, o
da extincta freguezia de Nossa Senhora *do
a da* Flores da mesma prirvincia Malhia;
reir da Oliveira.
egueiia de S. Francisco de Assii da villa de
Monte-Alegre, do bispado do Par, o dicono Jos
Vasques daConha e Pinlio.
taveram toerc da serventa Vitalia dos offiejos da
i'ivo do juizo dos orphaos da capital do Mara-
r
idicial e notas da villa
i, Kapnnel Alexandrino de
Barros Marlins.
Por decrelos de 18 do mesmo mez :
Foi aposentado, em atlencao aos servicos que lem
m*j
imdos Reis Pernes, eom o orde-
nado animal de 2005 rs., dependendo nesta parlo da
approvacflo d'assembla geral.
I oi concedida a demissao que pedio o Dr. Tho-
maz Jos Pinto de Cerqueira, do cargo de 2. sup-i
pente do subdelegado da fregnezia'de Santa Rita
dest corte.
"***i*-
Foram nomeados: ,
1.4. e 6. aopplenles do 2. delegado de polica
do municipio da corle, os Drs. Felicissimo Jos 1
re Purval, Fnncieco Prxedes d'Andride Perlence
e Francisco Lopes, de Oliveira Araojo.
Foram reformados nos mesmns pi/3,u5.
Mienje coronel conunandante do exljnrln 1.
baUlliao de iniantaria da guarda .nacional da Pom-
de infantaria da
i nacional de Porto Bello, cm Santa Calhari-
rina, Antonio Jos de Medci
i, i f m n-iii
Foi conmutada em 100 rs. para o hospital dos
lazaros da corle, a pena de 60 acoitcs, c ferro ao
|i por 30ilias, a que foi conderniiado o pardo Ma-
uoel, escravo do Francisco Borges Xavei
por sntehea do jury da corte.
Por decreto de 19do meamomez;
Foi perdoada a Jos I AndiieUa pena
i mez de priso e condemna-
doporsenl |e polica da ndade de
Macahcdipi ,;iro.
Bafii
WJ
.9f* **: 1864.
Nao ha como le.- aateUv qne te d orma-
qne a secca lem te
nao icham pastagem e umai e porMsso os
criadores es lera i ,e nil0
expdrem a vender por 20 ou 30, rere* que, pasudot
aignns mezes, podem vender por 40 c
o o que he vsrdade he
conslantemc
deno\
apparecimemo daschuvas na carta noli-
ciei.
A secca nao duroo nem 15 das. *usou alguns j sa
receios, nao" pelo lempo qu havia dorado,
que poda durar, e porsobrevirem nma occasiSo m
lo critica para a prodnccSo do milho, e'per lerein
do mais em geral as qoeimas, ao menos nos mn;
pios circumviziohot.
i ao sul nem o norte consta qoe haja ou le-
nha havido saces. *
ctllQ?.
Monlevade 12
1.Umadescripcaoi
Vinci, sua eslens.o e
Na^irovici
cinco prncipaes cordi!
urna s deltas encerra
Europa i
Icptao e_ pode
jsempro saoacoi
ro denominad*
la
los Uellas, ex
ferro mineral
durlo, nos foi
Irai
ue ue r-
cente.
du
nha havido secca.
Digam o que disserem respailo dt cris botina,
ou como ineihor uome hajaiqueappareceu nessa efir-
le, lenhu para mim qne, ou para aterrar a auloridai|e
qu parece tomar a peiio o acabar com o monopolio
da carne verde, ou uo intuito de urna especulaco
colossal que lizesse a alguem lirar o pe do lodo, como
I;i dizem, ou por qualquer oulro- motivo ignorado,
do foi preparado de anlemab aflni de se obter esse
liado.
tenho noticia de um laclo que me aulorisa a peo-
Vmc. ha de estar lembrdi
nb .eeldo, 12eguaa
lai lo e oulro.
larraialo
soi A breo, cform
nh a a i
mi nadoM
fat rica de J. A. Monleva
tur i comprimenlo deumi
lea uas.
. A Ir
lo, ondl^^^^^H
Cae, eslou cansada do ollkio qoeme obricas n
exercer... carejo de repouso, ooves?... Qoe me im-
porta qne osenhor Oniral se obstine ero ochar es res-
tos de seu fllho que os Colonna matarais, e te d cm-
coenta escudo de -lo descoberlo?... An-
tes quero ser pobn iregar om da raiiha
alma ao demonio... Comprehendes-me?
Cala-le, mnlher 1 responden Cine, carregando
as sobrancelha
Pela alma de'minha mai I nao, porque lie pre-
ciso que sainas emlim que ha uro inferno...'
Ilasla interrompeu Cine com colera. Ondees-
tia mullier
<-.Elladormeconlnvonlide... e... Ulve para
sempre... Quam raedera poder fazer ootro tanto I
acrescenlou ella com um necentn profundo, bai-
xando a vo,
VamdTl disse Cae a Paulo sem parecer dar
importancia as palavras de sua mulher. Irmao, aiu-
da-me
O dia vinha alvorecendo quando Cae e o irma
voltaram.
Eutao, disie .Gaelana ao marido, o demoni o
conduzio-le 9 bom porto'.'
Por toda a resposta Cine agilou nos,ares urna bol-
sa chen de ouro.
Es msisi'feliz do que mereces... Porm como.)
senbor Orsim podecrer'!...
I udo passoo-se manvilhosaroenle... O Iwm ho-
mem Apenas vio o cadver desmaiooi.. Oflerecemo-
iios para sepultar o cprpe, nosras serviros foram arei-
los, e ilaqui a algaeaas. lloras vio couduzi-lo cm
grande pompa par Sm-Jo8o-de-Lalram.
Agera qoe faras dessa gente que dorrae em nos-
sa-casa
Nao leudas cuidado, encarrego-me disso... Fica
aqu com a mulher, qu eu vou dar a liberdade ao
religiosos, e Paulo tratara de acordar os portadora
los.
>s eslavara recita udo as oraees pelos
>u na cscada, e quando elles pro-
inaa palavras, o bandido fez o si.{-
ieptindo: Amen.
im ainda ajoelhados quando elle en
levantaram-se.
i esiao livres, e poden*, sahi
Peco-lhes que desculpeui-me s I
eguranca vi-me forrado a le.
loca* pergunlou frei Giaco-r
Os religiosos fizeram o signa! da cruza guardaraiu
0 silencio.
Segundo assevexava Cae, Marco liuha recebido
os ollimfls deveres religioso*, e essa certeza, se he
que se poda crer. as palavras do bandido, tranquil-
Em todo o caso o que reslava-lhes fazer era sahi
rem quamo anle de soa casa.
Os religiosos desceram e dirigiram-se para o quar-
to que Fiavi upado; mas antes de entra-
ren), frei Giacomn disse a Cae:
ucro que ella saiba ao menos onde repnusa
aquelle que ella chora...
Issu he omito... nao posso, r*pondeuelle com
ar grosseiro e relirando-se.
As insIrucyOes dadas a Paulo pelo rmao nao ti-
nham escapado n Gaelana, a qual conhecia muito a
ambos para uo ler adevinhado o objeclo de soa con-
versarlo.
Assim, ella foi senlar-se junio da pequea biga--
gem dos peregrinos, e quando Paulo veio busca-ln
sh pretexto de pd-la sobra o cavallo, Gaelana res-
pondeu-lho nesse tom eelvagem e pduco agradavel,
quelhe era nat-inl:
Nao le inquietes... encarrego-me disso..... sao
sobejos de comidas e ninharias... nao he nada, acres-
cenlou ella com ar desdenhoso.
Alguns nslanles depois quando os religiosos
reram, as olfuas de Flavia e sua liagagcm foram
lielmente restituidas.
Nada piule exprimir excesso da dor,
portes de desespero da desafortunada rao.
acordando nao achou mais s reslos pr<"
quaes nao linha dilo um ultimo ade
Os hons religiosos lev
rada da eorrupro.
Ira habitaran
giosos du ful
1 Q"''1
Tde-1 ii
lai ite raa m^
ap par
soi iu debaixo das ai
loi i-se. deu p
penitencia, qaa Ue foraln
ella tin
sauta de San
Terminada
;5o, sepultar n
o resto de urna vida devss
l'raa langu
enfraqueciam de di
giosa a su-leuladj
cumplir sua l.ireTs.
Haviam doxe seculos qu
retiniam com aeelamsoe-
corda trioni
Petrarca era des
thuriasmoem favor
manos.
Esse di* lajl^^^^^^^H
&


DIARI
^kos seus estrago*. V<
Hk menos nuiu


le Saula
ara a cidade,
i$. Emfim es-
deserto, est hoje
numerosas tropas earrega-
i que vao para a malla a sahem
ulrasquelem negocios coro
__j: aproveilando das estradas, e do tem-
i dt una da pontos que franquee! 10 pu-
o dos pralieos para a picada que deve r
loria, me parece qoe V. Exc. deve
preaenca o Sr. Francisco de Paula
-Joao-do-Madureira, homem
onbecedor deslas mallas, aven-
pao, o qual indicar a V. Eic.
rao acorapanhar, pudendo nesla
lilar os toldados inleiramenle ociosos
i S. Jlo do Madureira, toda a expedi-
ordensdo engenheiro, que devera,
phia bem ludada, tendo em vala
ro i
w peder con acert conherer a distancia a
lenidades a vencer, ea final o orca-
'eepeta desta lo importante va de com-
alia depende o grandioso porvir
neia. JoSo Antonio ~ie Afonleta-
o-Bie a lisia dos depatodos assembia le-
, cpnforme a apuracSo a qoe
J municipal desla capital.
incluidos na combioaejo de 50 Domes
ores os candidatos que vio
(*/. Masisto se deve entender rea-
knbnacSo lio tmente atcao 15 sep-
aixo nada Ihe poeso dizer per que nao
meque umi folha da opoosijao que
^ava apresenlou varias lista, mas que
kbinasao definitiva. Nao se.sou pou-
nlo indago o que vai pela casa a-
Rodriguea lera obtido urna volscao
rase acordado too larde
liora doalmoep. Vaieo-
, collegios maia prximos,
atoe que demoram alero
lo-Alegre aa recemmendcee*
aeleico.
la nao foram remetiidas as ac-
RomaO Januaria, que toda-
a assembia provincial de Minas
Gerau.
Alhayde 1,193
| Ales Gondin j 173
ilippe de Arenjo 1,166
^*o de Asis Lopes Mendes Ribe-
-br
cora pouca diflerenea, emqaanto o Sr. Dr. I. ? ^8, da P'i >P"> n healro deve ser;
Rayrooodo defend, no jury um famigerado reo, seu tJZ.!^ "1 *' Pariicnla^e,, Wo rneuno;
verem tortorado horrorosamente, por espato de mis _, _. M|UJ. __... .,
de ama hora, peodendo por diversa, sua vida J*! l .^fL *"i" *** *"'
de rlco eminente, lhe roob.ram ludo quanto .cha- Sc^ o ^Zm ZJ!! "crifle'M *
ram em caw.e isto com um descrmenlos.m ex.m- ll^ T ,W, a *" T"" q'""'1"
plo.obrg.ndo^ a acompanha-los na ,u, retirada ^ d'v''""'- "hores moradores
atlbngedec... Multa, pessoas. at meimo seu, ',"? ^ f 0S,en'ara.05 "H* 8" rdos
proprjo, parantes, foram capturados como autores ou m'Z1'/ ""Va ***"*" "" T"
cmplices deste allenlado; mas diz-se geralmente ff "H" TT TZl
,... n k.,.^. i. j-i-i j preo. A visla destas circumstancias nao podemos
-que nao obstante as altas diligencias da polic a, nio .., .., ., ,. .
h ,~.im. .i__A ., ,', resistir a um cerlo movimenlo de orgulho e de ba-
ba leza alguma de setem os verdadeiros culpados, ofia, muito embora seja ella ponco louvavel eW
Esperare que os debates do jury, onde se med- bocea propria. A|os,a obrinha, que ja se echa bas-
f-coronel Francisco de Paula Ramos
Ferraz da I.uz
Andrade Braga
iiiu Celso NoRueira
O'lo Ribeiro de Souza
rreira Csrbeiro
s de Mello
lasas Andrade
uso Das de Sduz.i
rreira da Veiga
ueir Tenido
rreira-Brelas
gal de Barros
rodeAraujo
osdaSilveira
s.Gomes
isconcello,
io Teixeira da Molla
de Miranda
^HCoeUno Ribeiro
oixeira de Gonva
iio Monleiro de Barros *
Carvalbo
de-Barros
teirado Amaral
[nda Ribeiro
_
^^^HrWi Dnarle
reir Monleiro de Ber-
^edesPiDio
de Caslro
o Gouvea
ente.'. ,
Joaquim da Silva Gomes
Mogor de Azeredo
^^^aquim da Silva Guimares
^^^^Hfe, Pereira
< de Mello
Iriie
rreira Prado
Ta lu Carlos da Silva
>clia
Iva Caedo
I '. IIHU
* An^D silveira .
'acao Teixeira Ce-
Brilo
nal 4o Commertio.j
1,152
1.123
v1.055
1,051
l,i9
1,0*8
el,0*7
1,018
1,017
1,013
997i
995
V7
965
961
945
990
867]
862,
852
848
831]
898,
805
78l
, 76*
744
7391
7ar^
J715
79
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66
635
599
57|
576
576
599
529
477
457
437
385
373
37
344,
343
jni
rversidade dos homen, lhe de Todo Poderoso, epr
presta a soa cooperarlo. de sua magnitude: mellmramenio
No principio do aruio prximo pastado, foi assas- m*''8 para derr
tinado no ric enlro dacidade, um tolda-_ tir-,n elU^ ---------
'.utm, '-.. nberla se fe* o- na a d,r* C*S4r *>'" "* ',oU '""'n
' Ni
viocia, e nao da capital; e qne um thealro deve ser
rio es senhoret dnutores Rayuundo e Benedicto,
ambos campeos de fama, delucidem essa descon-
fanos.
Oulros. robos lem-se pralicailo ao redor do leo,
mas pouca impressio lem produzido, por inleressa-
rem pessoas de.menor prestigio; triste orle do po-
bre, que, por ser pobre, nao commove ningueml
Eni fin, de agosto, foi atacada ponco distane, as
duas horas da Urde, n'urna estrada mui frequenlada,
urna escolla de qito soldados de tropa de linba e po-
lica, que Irazia para esta cidade tres sentenciados
pelo jury do Pereiro. No conflicto mnrneram tres
fpssnas: um soldado carregado de familia; um dos
nlenciados e um dos aggressores; ficou dutro solr
ilado gravemente ferido com ama bala e carocos de
chumbo, que lhe atravessaram 'a nuca de parle a
parte, rucando pelos otaos do crneo, e com Orna fu-
riosa cnUlda ua espadua direiU, qoe interissou o,
lecidos na exteusao de mais de palmo, e penelrou ale
ao corpo daomoplata. que dividi em parle.
Se o allenlado foi atrevido, mais atrevida anda
escandalosa he a conducta de seos autores, quedizem
se ler refugiado com suas presas para urna povoa-
clo do Cariri, d'onde escarnecem das autoridades lo-
caes o geraes, e liram-lhes lodo o prestigio. Domis
a mais ti vemos o degoslo de vermos esbulhado da
tubdelegacia deste termo um zeloso constitucional,
enjo ardor furibundo elevon, durante mais de qualro
corpridoi1 annus, acercar edevastar quolidiana-
meute casas, apprehender cidadSos pacifico, e sca-
los arbilrariamento na cadeia sem formalidade legal.
Realmente he de sentir que S. Exc. nos tenha im-
potsibilitado, por est demitsio, do observar al que
ponto chegnra y eslovamenlo desle empregadole a
paciencia dos bons e pacficos Ieoeuses, cuja melade
segurameole lhe he devedora de ler gastado, pelo
menos, urna noile na enxovia.
Ora, deixemos osles acontecimentos pouco lisonjei-
ros por oulros assumptos.
Emquanlo o Ico est lutando com estes embarazos,
a cidade vai tomando um grande impulso e desmen-
linllo em parle a opiniilo desfavoravel que se faz de
teus habitantes, noretf da provincia, Ucbando-01
de tacanhos, e de atrazados as ideas de progresso;
inculpaco esta qne talvez seja menos applieavel a
ell
Sao e posigao social, poderiam e deveriam ler promo-
vido entre eUes as ideas de melhoramento q.de en-
grandecimento.
Gratas aos esforcos do Rvm. Sr. vigario Trota, vi-
ducaclopri-
incu-
fallam;em-
lue nos enti-
lante adianlada, lem 156 palmos de Tundo, sobre
76 de largura total; a sala principal tem 42 palmos
de largura em toda a sua extensio, e corapoe-te de
senario com 42 palmos de fundo, da platea com 64,
e de nm vestbulo com 42, cima delle se aeha tam-
ben! um sobrado com 42 palmos em quadroajb qual
serve de salao. Dous corredores de 18 palmos de
largura, ende um de cada lado da sala, seos re-
partmenlos serviro Je armazens e de quartos pa;a
diversos usos. O frontispicio se coropde de duasor-
deus de archileclnra ; a primeka no rez do chao
lem 76 palmos de largura, e consta de urna porla
central coro duas jaoeUas de cada lado, formando
seis vaos, oeenpados 'por seis pares de columas sa-
lientes de ordem jnica, sustentando a primeira ci-
malha, cima da qual se levanla a frente do salao
com (res janellas e 4 vaos oceupados lambem por 4
pares de columnas da mesma ordem que as debai-
xo. Ellas suileoUm a segunda cimalba, sobre a
qutl se ergue um frontal Iriangolar, formando urna
altara d 50 palmos-. A freple se aeha edificada al
a altara do prmeiro andar; os corredores e um la-
do da sala eslao acabados, e do outro lado faltara 10
palmo* para chegar a altara definitiva. O material
todo est comprado e na obra, prompto para se em-
presar, 100 alqoeire* de cal vlrgem, 24 milheiros
de telhat, tdda a madeira de ceberla prompta e le-
trada ; caibros, lereas, ripas; o Iravejamento eo
assoallio do sallo e da tres ordens de galeras qoe1
admitle a sala. A edificacao e compra do material
lem sido lio'econmicamente administrada pelo Sr.
Jos da Boaventura Bastos, qoe com o Dr. Teberge
forma a cummissao administradora da obra, que a-
penas se tem gaalo at o presente 2:5008000 e jal-
gamos que com outro, 5009000 rs. (eremos a casa
prompta. Mullo influjo nesla emprexa o Ry. viga-
rio Miguel Francisco de Freitas, que nesla cidade
sempre tem-se apresenlado como um dos propugna-
dores dos seos melhuramenlos,. tanto moraes como
maleriae, com o telo incansavel da boa vontade e
do verdadeiro ministro do altar, nlo havendo para
elle obstculos quando trala^ de servir a outrem,
quer espiritual qer temporalmenle. O sea le-
lo be. ral que a nossa matriz boje acha-se libertada
de antigs usaocas e n'um augmento espantoso, e
osa cada passo bemdizemos a prnposla e a escojha
acertada de um lio digno pastor.
Mait urna palavra sobre o lo, e daremos por fin-
do este ja muilo extenso aranzel. A natnreza dos
seusserlOes, excellenle para criacSo do gado, a sua
leoetue.
vmhMsm.
343
34
provincia, ra-
ainlu pela soa
mtereio; ole,
eria oe.
igar, depois da
ponco presada.
a o seo.
oto dos
1 sHcoe-.
icordo uenhom
mos desapparecer as vwtis de curo e os ridiculos 'ila& eenlral, n'ora ponto imporlante da estrada
timOes dos templos, das raas e mesmo das rounies do p'nni P"* Pernambuco; a sua proximidade do
publicas, que parecan) ter invadido irrevogavejmen- Cariri, da sorra do Pereiro, de oulros mallos lo-
te; hoje s ariaam de chambres fra de saas casas ho- ?ares eicellentes para a agricultura, a grande faci-
mens velhos oa doenles, rancso, delraclore, da pre- lidade q<*e1m dse abastecer de lodos os'gneros
sent, ou aferrados pauegyristas do lempo anligo. de primeira necenidade, emfim o grande sortlmeo-
Predios commodos e vittosos sevl levantando, o ,0 de faxenda8 e eneros de .toda a qaalidade, que
Ico j conla bom numerle sobrados, e eolre eiles a5Bnrt!"n seo mercado, em virtude da facilida-
algum de bom gosto; j se vao subsluindo os anti- own qae lnal*m *"< do AracaU para e
gos e proverbiaes astelos das malas, por mobilias P8'3* Yarzea* do Jeguaribe, todo, n'om'a palavra,
bem soffriveis; a cmara municipal j dea principio convida os Icoenses a promover na sua cidade urna
a obra de asa comilsri, _que na veedade nSo tahir reir* mensal oa "W'. j existeneia ser para
Uo boa como pwlera ser, mesa com menor dispen- e,Ie* om "W01"1641 d riqueaa e prosptrdade de
dio ; ma, que todava se poder chamar rico para o "
lugar, se a edificacao fr bem administrada, o que
Dos permit^ | Mas de todos os edificios da cidade,
o qu mais ho. os seas habitantes, he sem dvida o
thealro particular, abra de urna tociedade por accoet,
na qual figura a maior parle das notabilidades dolu-
pw: e seja-lhes feila loda a jnstica, cop lodo o gotlo
m sua influencia
e seo dinheiro este melhorameiilo da soa cidade
natal.
Este magosto edificio qu# vai eom rpido anda-'
ment, he a verdade superior as forras e precisoes
do Ico, ninda talvez d'aqui a meio seculo. O lugar
onde est plantado he excellenle ; porque collocado
t largo da cadeia com a frente para o Rosario o os
fundes para a casa do finado Pedro Brasil, no al-
nhamento do sobrado do Bernardo DuarteeoSr-
dd Bom Fim, fita com orna vista (encantadora.
A ola
sao do Dr. Pedro Franciseo Teberge, que he a alosa;
e'a vida de seraellianle obra, a ponto de as *
quecer-se '
leiros com
nao lendo nocoes nenhumas de architetura, que se
aparte do que temos por aqui, quasi sempre com dif-
ficuidade he que o comprehendem; mas, graeas aos
esforcos de Uo benemrito filho da Franca, todos os
obstculos se vencem, e a obra vai pare diSle de nm
medo maravilhoso. o norae de Dr. Teberge ero nos-
sa provincia, mxime nos annaes do Ic, he e fica
sendo um neme histrico, que ha de pertencer a pos-
tt-ndade, porque so o sen genio empreliendedor, coro
sacrificio de seus comino Jos e ioteresses dara exe-
cn(Bo a aro tal orejelo, legando assim a nossa ctda-
i pobre de bons edificios, nm desla ordem que
a tem de embelezar muilissimo. Mil louvoresao Dr.
Teberge, que sendo estrangeiro, lem-nos pago a cor-
deal hospilalidade que lhe deviamot de nm modo in-
delevel, ligando o seu norae grata lembranca dos
Icoenses. Os accionistas qne tem eoBeorrido at o
presente sao os senhoret:
Bario do Ico.
Reverendissivo vigario.
ofDiasAXB>edo. .
ruinoso Das.
Francisco Manoel Dias.
Jso Manttet Dias.
Bernardo Jos Thomai de Aquino.
ogueira.
i nlo No gu eir.
lira Pinto Nogueira.
i Bastos de Oliveira.
. Jos Tlwmaz Artaani.'
seo Zabuln Almaida P.
illmeida.
Uamasceno.
fqueno.
rieS.
COMARCA DE 810 FURIOSO.
2S faaeire de 1854.
Por incommodos desande Isnho deixado de saliti
razer aos seu, desejos, dando-lhe milicias do que por
" esu comarca tem apparecido, desde a mlnha ullh
ma, qne iheenderecet em 10 do passado : agora*
pois, que roe vejo reslabelecido, cumprirei a msao
que mo' confiou, seguindo em todo tquelles versos
do salyrico poeia latino -.Parcere pertonii, exec-
re i viiiis. Don-1 he parte que o nosso Damasceno
vive com gosto para amparo de quem lhe diires-
peilo, e pretende no crranle anno apresentar suas
prodceles ao publico no que jolgo dar basUnte
praxer a todos, e principalmente a Vmc., que pode^
r assim apreciar o mrito lillerario deste insigne
'adM- .0*?ia qeometmofit Reslituicao; mas esle bixo de cooxa, macaco velho
ou convidado de pflra nao cahe neste logro, e de-
| aoda agora mui ocennado, prelendendo en-

caxar-se na, collecleria deSernbaem/ para o qne
tem bons padrinhos, -t grandes promessas de eerla
potettade da thesouraria, e dizem-me que he sea
competidor o Damasceno, qne em negocios de finan-
cas excede ludo quanto a antiga, musa canta.
Durante a roex pastado pouco ou nada houve por
Se rinhaera digno de ser levado ao seu conhecimento,
alero do segniole. No dia 30, um sobrinho de Jlo
Lopes, proprietario -do engenho Bsliet, cor retido
cavalhadas den um enconlrlo no cavallo de om sea
coropanheiro, qne immedialamenle fallecea. Nesle
mesmo dia, Bernardido Jos Arantes Atontado seus
moradores e algons prenles, pox em cerco o enge-
nho Carneiro, que se aeha arrendado a Jos Cesar
Marinho Falclo, afimd tirar umescravo, que len-
do fogido, ,e sendo por Aranles.enviado ao sobredl-
10 Cesar foi por esle severamente castigado, sem al.
tencae ao pedido qne lhe havia feito, o que eonte-
gmodepdis de calorosa altercajio. Consta-meque o
delegado mandara dispenar a gente reunida por
Bernardioo, indo o Gama inspector, encarreaado
dessa diligencia, e segundoaflirma-mo o"Damasceno,
nada encontrara, sendo nicamente o resultado des-
la diligencia a prlslo do facinora Manoel Coelho,
conhecide por l.indoa, autor da ama morte praU-
cada ha seis auno, napessoa de um filho de Mara
Imperial.
No dia 21 do crranle foi assassiriado no engenho
Gamelleira, de Serinhaem, EstevSo Jos de Medei-
ros, tendo-se o aasassrao immediatamente evadido,
o qual he anda desconbecido. Retta-me fazcr-lhe
alguna pedidos acerca de fferinhatrn, afim deeessa-
rem eertos abasos, que ceslumam appaneer. Em
Ptin" que escreva ao Gama,,
-lhe que se abslenh de comprar
Bdla) tegulo par
esteve o nos--o V'J^^^^^^^^^^^^^H
qoe se sollou, nao lomando a verdade
ia mandando desla para a melhor a nm dilec
No dia 28 foi a msica da raa do Mercado para o
engenho Carrapalo, e eontpu-me o mea compadre
tolcilador qoe na noile desse dia encontrara alguna
dos msicos fazendo versos a
Teimando qoe a Ierra
Nao sahe de um lugar,
Que o sol he quem gyra
Sem nunca parar.
No dia 19 do crreme, entra a ra Bella e o en-
genho Serra-d'Agua, foi assassinado Damiio, de tal
por Francisco da Barros, conhecido por Cliico-Dou-
do, o qual segundo oav dxer, se aeha homisitdo na
fregueziade Ipojuca, em um engenho que he consi-
derado como a America Inglesa.
O nosso promolor nao cesta de requerer qoe se
caplnram os criminosos, mas os seas desejos anda
nlo foram satlsfeilot, aem talvez o serlo. A bexi-
ga est lavrando com toda a forc^ nesla cidade, leu-
do ja feito numerosa, victimas principalmente en-
lre 0,J<>or1 qe roorrem em completo abandono.
No*dia 31 do passado chegou a esta cidade o ca-
pillo Manoel da Caoba Wanderley. e segundo dis-
se-roe o mea compadro solicitador, ,vera tomar o
commando da forja aqui exilente. Deos-o ilumi-
ne e o gue, afim de capturar o grande numero de
criminosos que se acharo dispersos por esla comar-
ca : tenho spprehensoes de que elle melhorare o es-
tado calamitoso ero qne vivemos, e o mesmo aflir-
ma-rae o mea compadra Bolo, do Liuoeiro, o qual
escreveu-me dandd-me ptima* inbruueoes. deste
official.
Em Una nada lera apparecido, Em Agoa-Preta
foi preso Jos Amaro, que se aeha pronunciado nes-
le termo por criroe de tentativa de morte, e foram
batidas as maltas do engeohp'Pereira, atimdedes-
mancljar-se um quilombo de ISescravos fogido
que ja accommelliam as estradas aos viandantes
para roubar, o conseguio-se capturar dona dos prin-
cipaes e oulros se recpUieram apadrinhado* casa
de Seus senhores, Evadio-se Francisco Aalonio de
Salles, que se acbfva reealhido i cadeia desla cida-
de ha 9 mezes sem colpa formada, lendo sido lti-
mamente requisitado pelo subdelegado de Agua-
Prela, cuja requisito affirmam-me.que ja foi para
este fim, sendo de notar qoe. o soldado que conten-,
to na faga foi remedido por aquella aatoridade pa-
ra a cadeia desla cidade, e depois de oito dias post
em liberiUde. Tenho-lbe referido o que sei acerca
desla minha comarca, e ao concluir a presente mis-
siva, affirmo-lhe que mensalmenle lhe envitrei duas
vetes, deixando de fazer mai, am'iudadamenle em
ratlo dos meas oeommodos de ssude, miolia idade
avancada o afazeres. Eaviam-lbe lembrncas, o Da-
masceno provado fica o Gama inspector, o Can-
dido alolado, que he conhecido por Gamella, o Fei-
j, qoe com procuradoriado glerioso Santo Amaro,
dea parte da rico, o Serafiro, ex-procuradi
Nossa Sen hora de Liv ramelo (que lambem n
mo emprego), o JoSo Cabeca ou Caixciro, de quem
Iratarei largamente' na minba primeira ; pois ho
ptimo charadist e mais alguma coosa. Desla mi-
nha freguezia aceite Vmc. recommendaces dos San-
Ios Vital, do Lopes, do Manual Henrqaes, do Bo-
meiro, prcteiidenle tubdelegacia dala cidade, pa-
ra o que diz ler bons empenhos,. do padre JoSo Go-
mes, do correspondente da Uniiio, domeusympa-
flhico. subdelegado, finalmente de toda a
celurum atnue paluscorum, entrando nesU nume-
ro cerlo cjo a quem est associado quanta maxella
se pode imaginar, e se abstenbo-m de
no me, he por me pedir o mea sympalhico date-
gado, a quem deseje servir. De Agua-i'
commendam a Vmc. o Ivo, o. Borges I.
quira Rtame e o Creatara, finalmente di:
Vmc. de seu amigo e patricio.
Honorio da Villa.
(Carta Par tic* lar,
feito urna lio rigoros
do, delicio,, acaba
rencas, lomando ai
las que nlo uerlencea a n*fl^^^^^|
policial das melh
recursos, nao poder
Ihode um modo lio
qoe fio bejpossivel resis)fc^^H
em algum povoado nao ene
se ha pequea, 'elle a au
Iroe aeode ; inhumac"
efle desterra o pernicioc
nterraroento
os le-nplos nlo
devida, crea irraan
regoem
e incalculaveisos beneficios m:
esle homem extraordinario l(
promovendo a feHcidade Inlem
habitantes, poupando'ao theso-,
licalares as sommas enormes, que er,
para a consiracao das grandiosas obras q
oido.aem outr'o auxilio mais dod.ue o de
Iho nafcocca, de um crucifixo ero urna n
J outra.
io deixado de dixer-lhe algoma coosa eer
da obra da matriz desta villa, porque com,
em servico quasi continuado desde oprii
|obra, para podar ro
gar. Agora,
ta a frente .
zer-lheqne o serv(
consiste: em um al
dastorr
tamenli
dos deroopalava
dados nos compelen
em um grande adro
re da frente da igre
minar em dnas columna
eadaria, qoe deita para
igreja ao longo da r
0entend
adminislrador
te, eninguem
verendissmo padr
d ser autori
disso; a minh
que quando algoma even!
'matos e os aprsenla aqui
o, olhos enredos nos bordados
Ihes vaar a cabera pisas costas.
Ignoro qu,
la-me qoe o
anno de &r
juntamente c
raovid
provine I
de rls, comqnan
dizer, he com que
Jos,
earal,
apoio naqoelles, qu
ora pelo seu respe
captara
o Navio, sli mwiailii e^a'termo e paaandorta pi
o de"Pianc, que I
que ha noticia em l

COMARCA DE miSSk.
SX ojaaeir* de 1864.
Ausente desta postivel di-
rigir-Ihe minha, lellras eom reglaridade, mas ama!
vez que naaposso escrever-lhe (odas as semanas, nio
deixareide facer lodos os mezes, e todas as veaea
que circumstancias extraordinarias a isso roe forja-
ren).
Hoje termina-sc o 1. raez do novo anno, irei dan-
do-lhe eon'ta do que nelle occorrea nesla .marca;
nos pimeiros dias appareceram boatos de que as
comarcas vizinhas o povo eslava em resistencia a ex-
ecuejo da regalamenlo dos nascimenlos e bitos, po-
rem laes boatos nao alteraran) ao pi ornar-
es), que nessa parte mostreo ler mais Ilustraran de
que o, seus vizinhos, qne ha> dous jane iros sonham
com tal regulameuto ha muilo suspenso em soa ete-
euc5o.
Ha dias ama mnlher de vida publica, por motivos
de ciames, ao eseorecer dirigio-se a casa de um ne-
gociante mondar nesla cidade, armada de urna pe-
dra, e arreseessaado-a sobre a malher deste, deu
com ella era Ierra, e jnlgando-se -nogada ret irou-se
para sua can, onde poneos momento depois foi pre-
sa, ejaesti sendo proces-ada ; a offendida dizem
qoe esto gravemente doente. No dia 25 as II hora
do da, om pardo- armado de- urna espingarda foi al
casa deoulro morador na roa, da Vlraco, para tirar
avldaauma raulher, que sendo sita amasia o dei-
xou, o achando-se essa mulher com outra, e o dono
da cata ledos junios receberam o liro, do qnal raaul-
too ficarem as duas miilliere, levemente ferdas, e o
homem gravemente, ponto de nlo se jalgar escape;
al esto data, anda nao foi preso o delinquenlt ape-
zar do grande empenho mpregado pela polica, ma
ejlouionveucdo que se elle nio se ausentar, breve
estar habitando o palacete da roa Direila. De ou-
lros lugares da comarca nlo roe consta que se pral-
casse delicio algara dorante este mez. ContU-roe
que o capilo Camisu, e alteres Azevedo andarn
pelo centro da comarca em basca de criminoso e al-
gumas prises eOectuaram.
Ma muito lalvez tenha onvjdo fallar no vinculo
d'Itamb, que pssoo Andr Vidal de Negreiros,bo-
je proprio nacional: esse vnculo ha muilo deseja o
governo aliena-lo, porem per falta de base para re-
galar a venda nao o tem feito, resolveu inventara-
lo para assim instruido poder dispor, mas ha 7 anuos
que insla por esse inventarioe nunca o pode conse-
guir ; agora, porem, Bracas a actvidadee zeio do nos-
so juiz municipal esto elle realisado! os terrenos ava-
llados apresenlam a cifra de -289:5003000 alera da-
queilesque o nlo foram por seren destinados para
Ingradoros pblicos das povoacoes de Pajras da Fo-
go e Timbauba ; esse terrenos foramajAiaits* por
menos de nut valores,-e por isso poslfli ahnotda
no termo* da lei de 6 do setembro dal850, excoda-
rao asomma de 300 conloe, capital esto queei
r recolher aos cofres pul
i, ao menos y.
dotado de om genio militar, vene
a lodo, os sacrificios e encommodos, acaba de
am-
ante vi;
o Rvdrr
am desped I
em urna ISo gran-
encontrar algnem q
Cada vez macn',
der e iuuen
nossa santo re;
por sacerdotxsda inteirn
sle o capuchmhbs. Coi
terreno religioso, lo
eondico, idade e c
vada confundida com a n
ver ama massa immenta i
Ihado e subtosso a voz do mini
cense senlava, levanlava, aj
mais homilhantc posiflo ; ver f|ue e,
os leva va a lhe enlregarem armas- pro*
i qoe elle considerar I
anie que as la-!
HssE
tos de luxo e
inslrumeulo precam.i
grimas, que ao mesm
ram, deraou-
povo,e
isso n..
lhe tero
bocea l
poder terre
la, vil-
com quasi loda a Torca aqui
exilenle, o. havendo percorrid o termo de Pi
voltara d Faxenda Caehoeh-a
de Misericordia, foto de reno i,
sos, sem coro ludo ler jocon! i
do-se a esta villa' no dr}12, e
partidas) nos dias 14 e 15T O delegado- fot*
formado de qne Jos Antonio, e oulros crr
desla comarca nlo lendo o apoio qne esperav|^^|
gressaram.; ignorndole eom ludo o logar oa
homisiaram, ou a
A chavas
animsram os credores o agri
muilas planUcoes, de qu
roa, foram substiloidas por om sol lerrivel.
louas lavouras ; porquanto se algons milh
ainda eaperar pela misericordia de Dos,
estn inleiramenle perdidos.
O calor de dezembro e Janeiro, que commami
le he acompanhado le enfermidades, tom-nos
presentemente muilo mai, nocivo do qu
lampos, j* por ser em extremo abrazador
quencia da falla de chuvas, jn pel etJraerj^^H
concurso de povo reunido as mistos, d'o
resultado calarrhes, pleuris,
oulras molestias, que vio Oagel
a populacao. Os adultos posto
lados de alguma, dess esi
vao sobrevivendo at lio:
lca:i'queaw'r'Ve eoscio irinwvi>.i


'Jf *" #
PE FEVEREIRO DE IW.
I engenho jutiJ
_ madoda guar-
.ele, ex-c*m-
ministraco
'jjeino de T9 do passado:
neja de I do correnle,
^^^^^^B| niel ler em processo os
Jira
Toaquim Cantoso e Jos Lopes da
le um outro torio bem nolavel
horaria depois do alcance acon-
to escrlplor publico corre-nos a
Ras columnas do nosso perin-
I de sua narracao multe algum
jirs, mormeate emquanto nao
ifeza. Segundo consta, o faci ha
MT41I
BUCO.
Jt Ji ro que alcaneani
^Be Macei a l.
ichos publicado*
Ir.Ur. Luis Carlos da Paiva
reuuiram-se os coilegtos elei-
rovinc* do Rio
pelos
rneiro
He mu Tacil fallar-so de ama materia a sino, ma
he dillicil estuda-la'a fundo, principalmente quar
do nao ha um interesae immediato ; ludos fallara do
contrato, mas fallara sem conhecimenlo de causa, e o
resultado he dizer-se tanta falsidade e tanto absurdo
qu* reveja. Quando nos encarregarao da defeza
do contrae procuramos estudar a materia nSo so no
inleressedoscnntratadore, mas tambtm no nleresse
publico,porque sedebalia a questaocapital no Rio de
Janeiro, e confessamos que torco levados Umbem a
isso por urna especie de pundonor, rtndo que o con-
trato de Pernambuco fra atacado na cmara qua-
irienal pela depolac,o do Cear, e por interesses mes-
quinhes de bairrismo. .
Ora, seria muito bom que aquellos que boje re-
produzem os mesmos argumentos as mesmas aceo"
acBes banaes dos diputados do Gesr contra' o eon-J
trato, se lembrassem tamhem da* resposta victorio-
sas des depulados de Prnarobaeo nessa oceasiap, e
tao victoriosas que contrato foi plenamente justifi-
cado, e os seus inimiges perdrara o pleito. Tanto
impoem os eontratartores o prego dogado aosboiadei-
ros ou refazedors, que durante o invern, em que
aqoelles eram obrigados a tafhar a carne a 2JM0O rs.
um devedor id fazenda prMincia*
qoitacSo para habilitarse aqpncar
de algn* impostes, o Sr. escriplu-
wJo de |
qinfWe restava um debito de 400 e tanto) mil ris ;
mu nesla oceasiao sendo-llie Mostrada pelo Sr. es-
cripturario Cardoso a guia do procurador riscal com
a qual.ia entrar o raesmo Sr. Cardoso com aquella
quantia por parte do devedor, ,qoe era seo amigo, e
exigindo qoe adan tasse a crtidito da quilagaD, o
> na| aasercio do Sr. Car-
iloso e na guia que linha vatoj JUagados mezas co- rroba, convenio roais favoravel qne flzeram foi
nheceu-se que a certidao do *^Lopes vera falsa, e | de600 por arroba de carne, calculado o arroba-
eale declaron t-la dado do l
CIUIIKIADO.
*> pono de S.
te Minas, no
o mais
S con-
Icovas. e rou.
sames ve dos.
glo dos motivos, o te obriga-
u ao presidente da provincia a fazer abjumas mo-
es no contrato de 6 de junho de 1851 para
eato de carne verde papalago desla ci-
os no artigo anterior, publicado no Dia-
Permunbuco de 31 de Janeiro ultimo, que
das modlueagoe, em dala de t:i da.dezembraido
prximo passado, eslavam precisamente nos ter-
mos prescritos pela lei provincial 3tl de 3 de mato
do mesmo anuo, e dos pareceres da. conimissao no-
"r o seu juizo sobre o mesmo ne-
i tanto mais evidenjj: quinto se
lira da propria le, e dos parece-
ofnmwio.
lie artigo ao camproroellemos 'a
e queoas referidas modlftcac,0es o
llardo, assegirrando e firmando a fiel exe-
to de 6 de junho por parte do forne-
inpromisso he o que agora vanos
impenliar. E, porem, oalra nropo-
, que lem immedia la reiacao coro a-
-que a vista do referido contrato pr-
1 execucao dependa de habilitar os
foeeedores a cumpri-lo sera un prtjuio etrto
fallicelLigadas entre si. estas duas proposicies,
leo contexto tara o ohjeclo da presente artigo.
Km primeiro.lugar compre saber o que se deve
JTijeneficio da poputaco no contrato das
ual o ulerease do novo ueste bego-
ue dous fins regularan) o contrato
que deviam regular as mod:
melo certo e em quantidade suffici-
.sidades do consumo, e pisco o mais
endo a carne da mellior qualidade
listero, sempre sea
esto perfetUraente ligados entre si,
o lem ialeresse em comprar a carne
baix possive), he mistar que
asfazer as, necesidades
la, quando a baja em abundan
oor 6eu proco razoavcl paisa cliegar
xo possivel.qual se-
tifficiente para o consumo dia-
a cidade ? EmqMto
irio para o consumo o
ment em p ; e nao ha quem ignore, que o gado
perdetpor cabera mais dS urna arroba de seu peso
desde a reir, onde be recebido, at a occasio de ser
morto nesta cidade.
O qoe lem salvado o contrato de todas as roer-
gencias das eslacOes e dos atravessadores, o qu* o
lera collocadoem psito de aflrontar todos os riscos,
e anda os casos fortuitos, que acaba de renunciar
Ar.
Rio de Jau|
ras, e do
Imperatz
f*ronea,
lael'An-
mi de
avos.
II* porlos inlermedins8 das e f2 ho-
m<
commandanle o 1, tehente Joaquim,
Salom Ramos de Azevedo. Passageiro* para es1
provincia, Elieniie Chanlra. o reverendo vigai*
Antonio Jos de Otiveira de Jess Barboza e 1 es-
cravo, Fernando Alfonso de Mello Jnior, Pedro
Alerandrnb Aflbhsn de Mello e 1 escravo, Ma-
noet Jos da Silva Braga, Cypriano Zubia rnela,
Miguel Dommgues, Aureliauo Candido T. Bastos
el escravo, Dr. Jos AugueJo Cesar Nabuco e
Araojo, Braulio Ricardo Coelho, SalusUano Aqui-
no Ferreira, Bernardo Jos Correa S. Joaquim
},u/"0 Coelho e i criado, Manoet Joa Lima, Pau-
lo J. Telles Jnior, Ur. Jos Antonio Babia da
Cunha, Francisco Jos Telle, Antonio Netlo da
Costa Machado, Dr. Salustino Orlando de Araojo
Costa, Manoel Pereira Camello, Jos A. dos San-
tos Andrade, padre Antonio Jos da Costa, Candi-
do Elias"Amorim Lima, Dr. Manoel Sobral Pinto,
Antonio Manoel Caipos Mello, Mara Thereza de
Jess e 1 filho, 19 praeas e 3 p'retat forras.
EDITAES.
O Illm. br. inspector da tbesouraria de fazen-
da, manda fazer publico, queMa dala desle i 30 das
serao arrematados pera ule a mesma Uiesijuraria, e
a qiiem mais dr nos termos neiro do 1807 as trras materiaes e mais perlences
dascapella vega de Nos* Senhora do Socorro, cita o
engenho Soccorro da freauezia de S. Amaro de Ja-
boatao : pelo que as pessoas qnaquizerem liciUr.de-
verao comparecer na sala das sessoes da referida the-
souraria. as 11 % bor do dia 2i de fevereiro pro-
"ii turo adverlhido qoe a arremalac5o ser fei-
ntado
-------------------, ...... u iciiuiickii, ia n uinn*iro oe conlaoo.
nea maneira porque lem precedido era seas conve- Secrelaria da thesouraria de fazenda de Pernim-
niose tratos com orboiadeiros ; he a sua boa f e a buco ^6 deJne ua lealdade;Jie o conceilo que os fornecedores tem ** ^Bft-^reJro de Mello.
sabido grangear, o crdito qoe mereee'm saas firmas,
a infalibilidade de sens pagamentos; tanto que
r-n, que na provincia, manda fazer publ
ooiaueiros tem havido, que, runindo todos esses pa- fevereiro prximo vindouro, vai novamenle a braca
peis de crdito, e demorando a sua cobranca, tem Pr,,er arrematada, a quem por menoslizer, a obra
vindo pessoahnente receber do cntralo avulUda H2,-.!oncerS,!1i.Seia d? vil,a de Giranhuns, avl-
vindo pessoalment receber do contrato avalladas
soturnas^ al quantia de 3ft0eg(M0TS. Oque'acon-
.. .*.......- 7. ,- ,------~-- ^m"=i"- wnion arugos e da lei provincial n. 386
l*eiaanldoeontrato?qaebrasfraudolen(asdemar- de 17 de maio de i851,esobas clausulas especiaes
chanlu. mrw>fta r^lii .lo ^..i .< j.____ abaixuiconiadaa.
chante, moeda falsa de papel, e l de our, que
algn mal intencionados impingiam aos pebres boia- P"BOa*,,ae 1e PT0Pnenm arremataji,
delrosatrocodesnacredolidal ",p*b^.bM- EttXZ^ttPJ?*"***
delros a troco de loa credulldade.
nm pode ler pi eco fizo, o qual 'o n pelenleinente babililadai.
E para constarse maodou aflixar o presente e nu-

qoe
eze
^^a-1 o que
mu a "o verlo passado, qoan-
albio cliegarm I presos
que 125 rezes talhadaa
rara para o consumo, quando
nc. Islo prov* que squel-
riraiiaiii i emeertc-, das era devido a que
wtecer-se de carne
, fagindo de
as sua freguezias ; nos
i a aquella concurrencia o
5vaa80reze.
ate oas modificarle de 13 de
> consumo'! hoove diminuicao
arcado no contrato primitivo
i, apenas houve uraa mo-
ro das rezes moras de vespera, nao
intrato, porque delle nao consta que
rae* ser moras de vespera, pelo con-
-a artijo l.o, qoe para abasleci-
os aoutucuet em todo o dia penqm ter as re-
nte ene tempo ; mas d'uma exigen-
vartt cm a estaques, e por infinidade de accidentes
imprevistos como molestias do mesmo gado, oa da
gente, atugenlando os boiadeiros e condoctores da
fira^ Entretanto pode baver abundancia de gado,
e este nao poder descer, era atravessar os nossos ser-
loes, uem manter-se em certas paragens, tica n do as-
no ; para isto basta que
faem as chuVls nos- lempos proprios, quer as cba-
meda de enramar em ootobr e novembro, qaer as
priraeiras aguas de Janeiro. EnlSo da-se o qoe cha-
mamos commommente leeca qoe be a falta
de chova na slacao propria ; perianto, qner se
chante tteca, quer verSo prolongado, o cerlo he que,
havendo falla de chava no lempo competente, sof-
frem lodos quante traficara nesse genero, e foi o que
acontecen no anuo prximo passado aos fornecedo-
res. A essa calamidadc, que foi commum i toda*
a proaineias ti norte,chamou-se enlao impreciden-
eiao contrato!
Imprevideneia do contrato vejamos. Em Cariris
o linba o mesmo contrato cerca de 1,000 bois,
tnes da Sveira e oatro. O qne aconleceu dorante
ai iu verao prolongado ? grande paito morrea
por falta d'gua to anda l exilie. Qdereis proras ? podemos apre-
sar
a haviam diversos oonvenios'ou tratos com pei-
aa multo .conheeidas, para mais de 2,000 reies,
**mi) Joaquim Ignarie'Pereira, eorofiel EslevSo Ca-
valeanti, do Tab, Antonio Alves da Jobrega^ Mi-
uoeiG. d* Srwira, Francisco da Souza Nu*es, etc.,
Todos esses documentos extstem no archivo da
* por quem se quizer dar a esse traba-
Ihe.
Sett embargo dequeo conrratonaofoi.comosediese,
imprcvidenle, redobrou com ludo de interessedepois
da havia passado'; e sabendo que
ahavia um.engenho.quo linha
ma grande sola,propoz ao aeu pro-
lomes Pessoa lazer-lhe entrega de
rezes, pagando por cada caheca. 10(1000 r. de
pastagem ; pois bem, sabis quinto exigi o Sr. Pes-
soa por cada caheca dejado, que recebease do eon-
Irato em sua fazenda? apenas 258000 r. por cabe-
Saou 75^009000 por 3,000, exigindo logo um terto,
ou K:0JJIO00, adianlados. Supponiie que es-
f?ad u barato, o mais barato poasivel ao
contrato posto alli; nanea eria a menos de 208000
rs. por cabeca, epor conseqoencia viril a caslar-458
rs. depois da solta. PerganU-se, a como se poderia
laJharessa carne? Entaoo augmento do prejo-da
carne foi s em beneficio dos contratadores *
^Ctiii(ar--tt.;
P. S. Acabamus de ler a respeala do Liberal ao
oosao pnmeiro artigo sobre o contrato da carne ver-
b-% muito sentimos qao, etmnegocio to serio
n- um quo, em-uegocio iao serio,
ical, de um oostum* que se havia tornado adoptaste o tylo de facesia, improprio certamen le
lilA t*IDtlnrln *---'** .
certd cum a car-
nbrant, -jue a ninguem froveilva, em pura
lo ; foi este uso, ou antes abuso, qoe
?io, porque delle A-
iresullava para os consumidores. Ondeesv
a modificaao do contrato primitivo
necessidades d consumo, ellas eslSo
lieacoetcomo no contrito pri-
in ambo os termo sao obrigados os
salisfazer as justas exigencias do
. rom orna d i reren c bem natural,
"Wa* Jj eram os torne-
loa a pjdPVnieamenle 8 rs. por ca*
xaiWMifVe malar dtarlmenle dentro
. numero eslipulado, e agora dev'em pagar DO rs.i
lie, o valor de cada rez, quasi
anterior. Seria pois esse eog-
Teilu tambem era benfi-
f S* o interesse da populado
^^^^HfP" necessidades do consumo,
aalia podia exigir o presiden lo do
qoe o valor integro de rada rez,
.m de matar em detrimento do consumi-
er desapaiionadamente as modificaroes de
iiuro ver,que a autoridade publica, fa-
mprimonlo da lei, cercoq de garan-
to contrato ; e qne os lorneeadore!
jo de firmar obre bases ao-'
i las estipularOcs. Ao
i o augmen-
to do malar
ocrosamente
de urna discusso Uto importaole ; quando o nosso
eityl* foi pelo eonirerio revestido de austera civilida-
de. Por o,r, perraitta-no a redaecSo do Literal,
qoeacaberaos a tarefi do presente artigo, qoe anda
poe> prohmgar-M pela abundancia da maleria ; en-
tretanto lera lempo de concluir a ana respaila, e nos
0* a apreciarmos em lodo o seu contexto.
Jaitut.
COMMERCIO.
PRU DO RECIFE 8 DE FEVERERO AS
HORAS DA TARDE.
_, Cttaoes offleiaes.
frele para o norte da Europa97)6 por tonelada
assucar em saceos.
?! >l por tonelada dito era caixat
. dito70| por tonelada dito em sacco.
Dito dito dito5|8 d.-por libra de algodao.
Todo cora 5 % de primigem.
ALFANDEA.
Rendimonlo do da 1.....
dem' do dia 3 .....
turara p
em eumprimenlo da ordm do Exm. Sr. presidente
> frovioeia, manda fazer publie, qu no dia 23de
liada tm*m#mn. ArremMaSardser1i (,
'f"a;d*a arO)B2*27.da lei provincial n. 286
As pessoas que se propozerem a esta
r ---------. -w.-n-o juma ua lazenaa
tn ntfin 119 MmnlDiilMMBnla t.:i:i_.,__
Secrelaria d thesouraria provinetol de Pernam-
buco 30 de dezembro de 1853. O ecrelario,
Antonio Ftrreirada ^nuneiacSo,.
Clautulat ttptciaet par* a arremata^ao.
i.O concert da eadeia da villa de' Garanhiios,
far-se-hao de coutormidade com o orramenlo appro-
vai
"Ppro^Jaodo Exm. Sr. presidente, na importancia
de l;*249$z80 rs,.
2.' O arrematante dar principio as obras no praij
zo de dous raeies, e dever* eonclol-las no de seia
me^ambo coudos na forma do artigo 31 da lei
3.* O arrematante seguir nos ten Irabalhos lado
o qne lhe for determinado pelo respectivo engenhei-
ro, bao s para boa execurao das -obras, como ero
ordem deuao inutilisar ao mesmo tempo para o ser-
vsjQ publico lodus as partes do edificio'.
4. O pagamento da imporncia da arremalacao
lera logar emires presUeOe ignae ;'a l., depois,
de ffila a melade da obra ; a 2.", depois da entrega
provisoria ; e a 3. na entrega definitiva.
5.' O prazo de respoiiaabilidade ser de seis me-!
zes,
6. Para, tuda o que nao esliver determinado as1
presentes clausula emuo orsaroenlo,- seguir-se-h
o que dispoe a respailo a lei provincial n.286.
Conforme. O secretario,
Antonio Ferreira da Annunciaqao.
Illm. Sr. inspector da thesouraria provincial,
em eumpnmeolo.da ordem do Exm. Sr. presidente
da provincia, manda fazer pblico, que no ola 6
de fevereiro prximo vindooro, peranle ajnnta da
fazenda da mesma thetouraria, vai novamenle pra-
ca para ser arrematada a quem por menos fiza-a
obra dos concerlos da cadia da villa do Pao d'Alho,
avallada em 2:8608000 r-
A airemalaco sera feila na forma do art. 24 e
27 da lei proviiuial n. 286 de 17 de maio de 1851, e
sob as clausulas especiaes abaxo copiadas.
A pessoas que se propozerem a esta arremataso,!
comparecam na sala das sessoes da mesma junta nos
das cima declarado, peto meio dia, competente-
mente habilitadas.
J
Secretarla da thesoararia provincial da Pernambu-
co, 14 de Janeiro de 1854. O secretario, Antonio
Ferreira TAiinuncl
Clautulat eepeciaetpara a arrematadlo.
i,'l da eadeia de villa de Pao
d Albo serao tollas de corrfurmidade coto o plano e
orcaraenlo, approvados pela directora em conselho,
e apresentadns a approvac.o do Exm. Sr. presidente-,
ua importancia dciSSOjOOO rs.
i Asiobras come{arao n prazo dq 30 dias e se-
zes,ambos contados de co-
tormidade com oque dispoe o art. 31 do regalamen-
to das obras pobli.
i 3. A importancia d arremalacao sera naga em
tres presumes sendo, a primeira de dous qoidto pa-
gos quando o arremtame houver feilo melade das
obras j asegunda iguala primeira, paga no fim das
ohras, depois do recebimento provisorio, e a ultima
paga depois do ann de resnonsabelidade e entrega
definitiva.
4. Para ludo-o que nao esliver determinad as
no orramento, seguir-se-lia as r
disposicSes da lei n. 286 de 19 de maio de 18:
Confortm o secretario, Antonio Ferreira 4An
claran.
O Illm. Sr. inspector da tlustfuraria provin-
cial, em camprimenlo da ordem do Exm. Si-, pre-
sidente da provincia de 22 do correnle, manda fa-
zer publico, que nos dias. 7. 8 e 9 de fevereiro pr-
ximo vindouro, perante junta da fazenda da me-
ma Ibesooraria, se ha de arrematar i quem por me-
nosTizer. a obra doaeode na Villa Bella da comar-
ca de Pajeu de Flore, avahada-em 4.-O04DO00 rs.
A arremalacao ser feila ua formado arl. 24 e
27 da le provincial n. 286 de 17 de maio de 1851,
esob as clausula especiaes abaixo copiadas.
A pessoas que se propozerem a esta arremata-
al ala dasicasoet da mesma iun-
ifl.l-i^ 8L!.?!Lw?arado pelo meio dia, compe.
Confor
ra tTAnnunc.
Ihesouracia.provifKii
i Exm. Sr. presiden
>Hcc* qoe no dia'2
- a ora
O Illm
em comprim
da provincia, ma
mar;o prximo vin
para ser arrcmalajj^^H|^HpM*~ l
a junta da fazenda da
151iloran',nl0 do rio avahada em rei
50:6008000.
A artematrrjSo lera relia na forma do artigo 24
27 da lei provincial n.2S6 de 17 de maio de 1851,
esob ai clausulas especia abaixo copiadas.
As pessoas qo se propozerem a e: arremajayao,
comparesam na sala das sessoes da mesma junta no
da cima declarado, pelo meio dia, compc'en temen -
te habilitadas.
E para constar se maodou aflixar o prsenle e pu-
blicar pelo Diario.
Secretaria da thesonraria provincial de PernamboV
co 1. de fevereiro de 1854. O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciaro.
Clausulas especiaes para arremalacao.
1. As obras do ymel hora raen lo do rio oianna.
"seha de conformidade com b ornamento,plaas
e perfis approvado pela directora em conselho-, e
apres<
da provincia, na importancia de 50:6008 rs.
* n l'rrem,l"Dle dar principio as obra no pra-
zo de 3 mezas, e as concluir no de 3 annos, ambos
contado pel forma do artigo 31 da rei n. 286.
3.a Durante a execueflo dos Irabalhos o arrema-
tante sera obrigado a proporcionar transito a canoa
ebarcatas, ou pelo canal novo, ou pelo leito actual
do rio.
4. O arrematante seguir na execajlo das obras
a ordem do bfabalho que lhe for determinado peto
engenlieiro.
5- O arrematante ser obrigado a aprseqlar no
Un- I. anoo, ao menos; a quarta parle da obras,
prompla, e oulro tanto no fim do 2.anno,'e fafta-
d a qualqucr dessa condicoea pagar orna mulla
de 1 cont de rs.
Conforme. O secretario,
Antonio Ferreira d'Annunciaco,
al, era cumprnfento da ordem doExm.Sr. presiden-
te da provincia, manda fazer publico, que no
de marco prximo vindouro, vai novamenle a preca
para ser arrematado a quem por menos fizer, perante
a Junto da fazenda da mema thesouraria, a obra do
18U9500 povMSO de """ avallada em re
e 27 da lei provincial n.o 286 de 17 de raaio de5,
e sob as clausulas especiaes abaixo copiadas.
A pessoas gue se propozerem a esla arremalaeao,
compaream na sala da sessoes da mesma junta no
da clma declarado, pelo meio dia, comueleme
te hnbihladas.
E te mandn aflixar o presente, e pu-
blicar, pelo Diari r v
co 1. de fevereiro de 1854. O secretario.
Antonio Ferreira d'Annuneiacao.
Clautulat especiaes para a arremalacao.
L* As obras desle acude tero feila de cooformi-
aaae com a planta fe orcamenlo approvadot pela di-
rectora em conselho, e apresentados a approvacao
ifitS^' Pre"ideD,ed Provincia, importando em
..efcM&xX) rs.
2.5 O arremalanle dar cornejo as obras no prazo
de 30 das, e terminar no de 6 mezes, contado*, se-
gundo o artigo 31 da lei n. 286.
. .9 Pagamento da importancia da arrematacSo
teadrvidido en 3 parle, sendo urna do valor d
dous quintos, quando houver feilo melade da obra*,
oalra igual a 1. quando a entregar provisoriamente,
e a 3. de um quinto depois.de um anno na occasiio
da entrega definitiva.
4. Para luda c- mais que nao esliver especificado
as presentes clausula, seguir-se-ha o que- determi-
na a lei n.o 286.
Conforme. O secretario,
Antonio Ferreira d'Jnnuncidcao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provinci-
al, em cumpnmeiito da ordem doExm.Sr. presi-
dente da provinciafde 23 do correute, que manda
fazer publico que, nos dias 14, 15 e 16 d
prximo vindouro, perante a junta da fazen
ua thesouraria, se ha de arremalar a quem
teos fizer a obra do Unco da ramr-
iieacao da Iradaidosul para a villa do Cabo, ava-
llada em 19:80080! |
A arrematariio aera feila lia forma do artigbs 24
e 27 da le provincial numero 286 de 17 de maio de
tftot, e sob as clausulas especiaes abaixo copiada.
Aapeisoa- esta arreuialacio
coi
dias-aciDM declarados pelo meio dia, compet
meato habilitadas. ,
?,.!' se mandou afUxar o presente e
publicar pelo Diarfo. Secretaria da Ibeaouraria
provincial de Pernambuco, 24 dfe j
Osere CUt\wlatm*fl(MparaaarrematafSo.
lo Laboerao felasjde conrormidlliwoni oorrameuto,
pls
seibo e appreaenlados a approvarao do -Exm. Sr.
preadenle na importancia de t9:8088800 i
2." O arrematante da u s obras no pra-
de.um mez e dever conclui-tas no de 12 mezes
DEC
Asm? para os | i ' las que
melo d porte do horas ai
Ja!
claB
leira,
porlos
perial de l'l
menta do i n tere
do mesmo cegul
lo, ou seja i
blico, ou ity
construir eui
respeeliva cmara
do porto, o <
derto
pntemenle habel|ladas.
17:070*736
21:0748708
38:1458444
Detcarregai* hoje 4 di fetareiro.
JJiate brasileiro Anrora gneros do pajz.
Patacho brasileiro EmulacSo id'em.
Importacuo .
Mate nacional Aurora, vindo do Aracaiy, consig-
ad a Jos Manoel Marllns, manifest oteatrinle:
_ dacaiaa vela de carnauba, 91 raolhos esleirn,
/ 0uro?.a|8adoa, 279 meios de sola, 40 sacca toi-
jao. 64 dita cera de carnauba,'2 fardos cera amirel-
la.-fc ditassapalo; a ordem.
rS ov>* vel! le Manoel Martin.
..f de sola, 6 suecas gorara,
19 couros saleados, 10 molhos es! ouros
papichados, 1 caixo sapalos, 11 dito
rii* t*n,iDh & Finio.
kjliale -*a(jeWed, vindo, do Ass, consignado a
le croa ;
do do porto do
TlP"r mandn aftixar o presente e
publicar pelo Diario.
Secrelaria da Ihesouraria provincial de Pernam-
buco, 24 dedezembro rie 1853.O secretario,
Antonio Ferreira d'Annuneiacao.
Clautulat etpecian para a arremalacao.
.J/j*' abnt- -es,e ,ude ser0 f*tade eonfor-
mutade com as plantas e orcaronto, appresenlndos
nesia dato a approvaco o Exm. presidente da pro-
vincia, na rnportaneia de 4:0048000 rs..
."Estas obras deverao principiar no prazo o de 2
mezes, e serao eoucluidas no d 10 mezes, a contar
contorme a lei provincial n. 286.
3. A importancia desla arrematado ser paga
em tres preatacoes da maneira teguinte : prim ira
do don quinto* do valor total, quando liver con-
cluido melada da obra ;a segunda igual a primei-
ra, depon de javrado o tormo de recebimeoto pro-
visorio ; a lerceira finalmente, de ora quirito depo-
is do recebimento definitivo.
** 9 **rera,,nto ser obrigado a communicar a
repariicao da obra publicas com antecedencia de
dO 4ia. o da fio em que tero de ilar principio a
exeeueau das obras, assim cmo trabalhar e-
gutdamente dorante 15 dias.afim de que possa o en-
ahelro encarregado da obra asistir aos primeiro
Para lodo u mais que naoestiver especificado
"Utas, seguir-se-ha o que delermi-
il n.286, de 17 de-maio de 1851.
O secretario, Antonia Ferreira
oran > en
cinco dia, aac
o. quaesq
c aervMae put
mar ,
ra de taes objei
pelas postura
abrigados a fu
ue Janeiro de l
Manoel Ambr
ambos contados na forma do artigo 31 da
mero, 286.
3. O pagamento da importancia da arrematarlo
realisar^e-ba em quatro preslacoe ioaae; a'l."
depois de toito o primeiro terco das obra; a 2.
depois de concluido o segund ten ,a oc-
castodo recebimento provisorio, ea derradeira de-
pwsdaenireaadofluiuva, a qual reaiisar-se-ba um
auim depois do recebimento provisorio.
4. Seia-meze depois de priucipiada as obrasde-
vera o arrematante proporcionar transito ao publico
em toda a extenso do lau;o.
5. Para ludo o que nHo se, acha detenninado
na
-te-ha o que dispoe a rspeito a lei numero 286____
Conforme.O secretorio, Antonio Ferreira da An-
nunciacao.
O Illm. Sr. inspector da thesouraria provin-
cial, em cumprimeUto da resolusio da junta da fa-
zenda, manda fazer pblico, que no dia 16 de
reiro prximo vindouro, vai novamenle praca,!
pa
dos concert da eadeia da villa Serirmaem, avaliada
om 2:7508000 rs.
At arremataso ser feita na forma dos artieos 24i
5*5
de 1851, esob as ajausula especiaes abaixo co-
piadas.
As pessoas que se propozerem a esta arremalacto
compareeam na sala das sessoes a mesm junta
no da cima declarado, pelo meio dia, competente-
mente habilitadas.
E para constar se mandn aflixar o presente *
pulilicar pelo Diario.
Socreiaria da thezouraria provincial de Pernam-
buco 24 de Janeiro de 1854. O secretarlo, Antonio
Ferrara da Annunciacio.
Clauiulatetpeeiatiparaaarrematacao
'* O concert da cadetada villa-de Sermhaem
far-e-lao de conformidade come orcamenlo appro-
vado pela directora em conselho e appreaeiitdo e
i* del
-woWjouu rs.
2. O arrematante dar principi as obras n pra- {
zo de um mez e devera concluMas no de seis me-J
zes, ambos contados na forma do artigo 31 da leit
numero 286.
3. O "arrematante seguir nos seus *-
do o que lhe fr determinado pelo re
nheiro, nao so para a boa execucao d
em ordem de nao inutilisar ao mol
o servieo publico todas as partes
4. O pagamento da iinporlaii
tora lugar cm tres
de feila a mel.i
provisoria; e
"5." O prazo
zes.
6V Para Un
present
o que d
Consel
0 conseiho
sarao do Ext
comprar os o
Para a arocincia <
Sellins com tollo
befadas, para a ca
Para as offieina
'. -
Len^oes grossns de la l
bras, 6.
Ditos de meia groarara
25 arroba assucar brapct
roba araruta em ca
pequea cha.
denle branca,
sab|o, 2 can
mil prego ca
mil ditos de
24 ps de ferr
rarinha de i.
Para
1 basto para bao
de'conslrucri
mala oi lavad
pedra. 8 le
ros 16, II arieiros, 90 irfn
re I panno iBortuario, 201
razo, :4- copo de vidro.
Quem qu;
suas proposta
conselho, a* 10 Ihar,
vindon
- Secrc
cimento do arsenal
Jote de 1
nardo Pereira do
laro.
Est^' abei
de latim Jo coliegk
respectivo proHawi
Br,
Por ordem
Sr. accin i-
para pa
C30. I:
Joo tonaeio de Hdeini R,aa
SAB
Beneficio do a^^^^^^|
Execu ta
A PART I
subir i scena pela
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0 GAIA
No fim do
muitas peaaoas
e duelo
cantar a Sra.
do.
Depois do <:
REDOW
no qual tomai
obsequio
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na qual para n
i j presla-se a dnempeshi
por esla uoti
a pedido de
He este o
ficiado '
implora
Iher com seus
Osbi!
thealro.




DIARIO DE PERHI
*fcf**4.*W
^^V*^ que vemiam ^ a nem des
^^fcteresses) comprar fazendas
;a do~
iro para ea'iieirode
epto de liberna, o
il pratica do com-
i tn-brilluole
la Roda,
ie defronte tiothea-
aa, leve a (onda de ourives,
Ira, que ser generosamente
? para fra do
erceiradopa-
oriem da mesa
arissimos irmaos da
que liajam de com-
re-i
nw> nodavro. petos *ho-
irein a prncistode
que aquelles
m hbitos pos-
les, mandan-
la cada um em
Ifa^l la Rocha, en-
i> Sr. vi-
na a esta typo-
:natur, visto trae o
andar da casa da ra da
larga do Rosario n.
npro Lopes relirasse para
mMmtmm
^^^^Hnico J. M.
dar consultas
ua da Ca-
ineiro a|?r
sultorio ven--
i i camen-
as as qua-
respeuosamenle annunciam que no seo extenso es-
tabelecimenlo cm Sanio Amaro, continua a fabricar
coi
rt ara o uso da agricultura, navega-
ve que. para maior commodo dei
seus numerosos freguezos e do publico em geral, lem
tuerto em um Jos grandes armazens do Sr. Mesqui-
ta na ra do Brum, atraz do arsenal de marimba,
deposito de Machinas
construidas no dito sea' estabelecimnnlo.
A lli 'achanto os compradores um completo sorli-
meulo de moendas de canoa, eoin todos os melho-
ramenlos(aliuns delles novos eoriginaea) de que a
experiencia de muitos annos tem mostrado a neces-
sidade. Machinas de vapor debaixae alta pressao,
taixas de todo tamanho, tanto batidas como Tundidas,
carros de mo.e ditos pata conduzir frmas.de assu-
car, machinas para moer mandioca, prensas para di-
to, Tornos de Trro batido para Tarinlja, arados de
ferro da mais approvada construceo, fundos para
alambiques, crivos e portas para fbmalWas, e urna
inQnidade de obras de ferro, que' seria enfadonlin
enumerar. No mesmo deposito existe urna pessoa
inlelligenle e habilitada para recebcr todas as eo-
commendas, etc., etc., que os annuocianles contan-
do comacapacidadede suas ofliciuas e machinismo,
e pericia de seas otllciaes, se compromettem a fazer
executar, com a maior presteza, perfeico, e exacta
conTonnidadecom os modelos oudeseuhos, c instruc-
e6es que Ihe forem fornecidas*
m HOMEOPATHIA.
RA MS CRUZIS^. 28
No consultorio do profescor homopa tha
Gosset Bimont, acham-se i venda por
15,000 RS.
Algumascarteirascom 21 medicamentote*
os competentes livros, (elementos d homeof 4
pathia, segunda edicto.)
Grande tortimenlo da carteiras e caitas
de lodos os tamaitos por precos comm-
dissimo.
. 1 tubo de glbulos avulsbs 500
1 frasco de % nSa de tintara a
escolha.........-1JWO0
as que se dignarcm honrar este,
estabeleeimenlo eom sua confianca, depois j
de experimentados os medicamentos, nSo"
os adiando com energa propria de boas
prepara^Oes, podero torna-tos, e prouip*1-^-
tamenta Ihes ser entregue o iroporje. .(&
V endem-se saecas.com milho, a 3JOOO rs.: .no'
armazem de Tasso Irmaos.
Ifakndo
legua de fu .isas, le-
das novas, ^^Bpsqnt
^om i carros i 2,000 paes
'que he de para nm principiante.
de boa predilecto, -tonto de
auna como da legumes : vende-se
-"lieiro vista, e o mais a pagamento conforme se
convenejonar : os prelendeutes dirijam-se ao
iho Tamalape de Flore?.
GANTOIS PAILHETE & COMPA-
NHIA.
Conlinua-se a vender no deposito geral da
ra da-Cruz n. 52, o excellentc c bem con-
ceituado rap arela prela da fabrica de Gan-
tois Pailhelc '&' Companhia, da Babia, em
grandes e pequenasporcoes, pelo prec,oe*tabe-i
lecido.
SVLSV PARRILHA.
I)E -
As numerosas' experiencias feitos com o uso da
salsa parrilna em todas as enfermidades, originadas
pela impureza do sante, c o bom xito oblido na
corle pelo IUm. Sr. Dr. Sigaud, presidente da aca-
demia imperial de medicina, pelo Ilustrado Sr. Dr.
Antonio Jos l'cixolo cm sua dioica, e em sua afa-
mada casa de saude ua Gamboa, pelo Illm. Sr. Dr.:
Saturnino de Oliveira, medico do xercito e por va-
rios outros mdicos, permillem hoje de proclamar
altamente as virtudes efcazes da
, SALSA PARRILHA
m
. Nota.Cada gar nlem duas libras de liqui-
do, e a sal-. le Brislol lie garautida como
puramente vegetal sem mercurio, iodo, potassium.
O deporto desla salsa mudou-se para a botica
francezaS ra da Cruz, em frente ao chafariz.
Os martyrsa peraai&bucanos, tetinas a II-
bardade, us das rerolacojas salada id
1710 1817, pr nm la** ptraambneaao ( o
padre Joaantla Di Marti;
Acal parte desto im-
portante e curioso trabalho, .at boje indito. He a
biozrapliia de todos os periiainhucanos preeaainen-
S entraran), ou de qualquer modo se compro-'
ellcram na revoluto dos na da pre-
tendida repblica de 18IT, escripias as acrOes
de toes homens nb silencio do gabinete, por um pa-
dre dosnossos dias, e que ai mi a hontem conhecemos
led
mera-'
brosd. sa. O padre Joaquim Dias"
deixa-nos rer esses caracteres loz severa com. que
os encara, desenhando-os a granitos iraros; lera
elles sem duvida recimento para a
posleridade, quandoos honvr de julgar serene :
o desann do historiador.
Nao ha familia ero Pernambaco a quera este pe-
queo diccionario histrico nao diga respeilo de mais
vi-
vamente : coutm mais de 600 arligos.
Adia-se venda no palco do Collcgio, offieina de
encadernacc
VINHO DO PORTO MITO FINO.
Vende-sesuperior vinlio do. Porto, em
Mh da fabrica de ToSo !aio i lm-R
m casa de N
eco commtH
lar, lia!
.-hegado de menle pela
cas de farello muitoi
^||^^^^^^H^^^^LiiiaVLiiiaaiii^Ba^L:
Lisboa en<
mercurio doce e cal
gada i
da-se
seus b
tados
rriitr.ei
liOia a Banta.
Vende-se supe 50 comraod
ra daCadeia doRecifc mandar,
Os mais ricos e mais modernos el
peos de srnhoras se enconlra
na loja de madama Theard, por un
mais razovel de que em qualquer ou
I parle.
-sepre
barris, proprios pa|
No paleo do Carmo, taberna n. 1,
muito boa alelria, a 240.
Charutos, finos de S. Flix
Na ra do Quetmado, n. 19, tem che-
gados, ag ahia, os verdadeiros
charutos deS. Flix, da
ca de Branaao, os quai
precos mais commodos do qu
parte.
Couro de lustre
de boa qualidade ; vende-se por menos do
outra qualquer parle para liquidar cenias: Mr
Cruz u. 10.
Na roa da Cruz n. 15, segundo andar, vendara-1
te por prego commodo, saecas grandes eom feijae I
muito novo, dilas com gomma, e velas de caro
puras e compostas.
Viulio Bordeaux.
Brunn Pratger & Cempanhia, ra da Cruz 1
receberant ultimaniBUle St. Julin' M. margo!, em
caixas de urna duzia, que se recommendam por suas
boas qualidad
Primas para rabeca,
a 40 rs. cada urna, muito aovas : na ra do Raci-
mado, loja u. 49.
endem-se em casa de Me. Calmo
panliia, na praca do Corpo Santo n
vinho deMrseili
em novellos o car
grandes, ac.o de
AGK
Da Fundicao' Low-Moor. Ra da]
Senzala nova n. 42.
Neste estabelecinsento rrtini'
ver um comp
das e metas moenu
chinas de vapor, (
e coado, de todos, os tamauhos, para
dito.
AOS-SENHORES DE ENGENHC
chinisl
annuncia aos___
fazendeirs, e ao]^^^M__
belecimento de ferro me por m
a r^a do Brum pasean
Wcicio, ese ada complel.
com a
to, era
truidas
da, primeira qualid__
res pegas de
hender qn;
Bowman, deseja
ilteacao publica para 1
^^LaaaaaaaaaaaBBvja' promp-
hinaHde vap
das de caima p.
manho
Rod
Ma^^^^^^^^^^^^^^^H
Cavi rasos detoA
Taita*, pa
Moinhos de mandio<
Canos de ferro, 1
Bomb,
Hgoes, pira se
rian de Fernando; na ra
r consultas todos os
apichen. ti.
J J. da Fonseca mu-
brado da quine.
lemorava, para
estar' to-
s da manha
1 que saiba cezinhar coro
na Rila.
captiva para
de pouca familia:
jllegio, armazem
ira dentro de casa;
38.;
pesar de estar autorisada
dos que esttto em
dese-
r meio
res, que se os no
18 dias a contar desle. s
'gameulo de.principal e
uriio.
liudezas do
qnem
em ca-
Venden-se os bem constrnidos arreios para
carro de um e dous cavallos, cliegados ultimamenle
de Franca, e por preco mullo barato ; na ra da Cruz,
n. 26, primeiro andar.
camas de ferro de nova invenidlo
fram las que as fazem muito maneiras
legadas pelo ultimo navio francez, e por
preco muito commodo : na ra da Cruz. n. 36, pri-
meiro andar
Vendem-ae licores de ahsynth e Kirschs em cai-
tas ; assim como chocolate francez da melhor quali-
dadeqe tem apparecido, ludo chegado ltimamente'
de Franca, e por prego baralissimo : oa ra da Cruz,
n. 26, primeiro andar.
ALMANAK.
Saino a' luz a folhirtha de algibeira,
contendo alen do kalendario o regula-
mento dos emolumentos parocliiaes, e o
almanak civil, administrativo, couitncr-
cial, agrcola e industi'ial ; augmentado
edm 500 engenhs, alem de outras noti-
cias estatisticas. O acressjmo^ de trabalho
e dispendio nao pennittiram ao
vende-lo pel antigo preco, e sm
400 i~s. i vendendo-se nicamente na 1-
vraria n. 6e da praca da Indepen-
dencia.
Ao barato.
Na rna do Crespo n. lia um completo sorlimenlo
WPRAS.
sos
a peso :
no caes
no'ar-
do Ra-
barrisde4., 5. e 8.: no armazem da ra O arcano da invepca' do Dr. Eduar-
do Azeit de Peixe n. 14, o a trata 1
escriptorio de Novaes & Companliia
ra do Trapjdien. 54.
Vendem-se fardos de fumo para- charutos da
primeira qualldade, ltimamente chegados da Baha,
e por preco baralissimo : na ra da Cruz, n. -2
meiro andar, assim como um reato de 2,1)00 charutos
'muito bons.
Vende-se gra\a ingleza {reto, para limpar .arreios de carro, he
UStroso 6 prova d'agua, e conserva mui-
to p couro : no armazem de C. J. Astley
& Companliia, na ra do 1
do Stolle em Berln,' empregado nas co-
lonias inglezas e hollandezas, com -gra
de yanjagem para o melhoramemteJ
assucar, acha-se a venda, em lat;
ga-lo no idioma poiiu(r
N. ,0. Bieber & Comp:i
Cruz,' n. 4.
mente 1
aroai-
!!-)-
fazer-11
a prefereoc
arde.propno
es, ra
egunoa mo,
Iver annuncie
b ro bem
de loallms e guardanapos do Porto, pelos precos se-
guintes: guardauapos a 2J600a duzia, lallias
data 49500 cada urna, ditas regulares a 35600, ditas
nfcis pequeas a 39200.
CERA EM VELAS.
Vende-se cera em velas,, 'mais supe-
rior que ha no mercado (com diversos sor-
timentos a vontade dos compradores) che-
gada ultiufamente de Lisboa pela barca
u Gratidao, e por,preco mais barato do
qu era outra qualquer parte : na ra doi
Vgarion. 19, segundo and escriptorio
de Machado & Pinheiro.
Veude-se um cavallo mellado de bo-
nita figurt, carrega bixo, esqUipa o lie
muilo manso, tem arreios e sellim novo:
a fallar na pra^a da Iudepeudencia n.
Vende-se em casa de S. P. Jolms-
ton & Companhia, na ra da Senzala No-
va n. 42.
Vinho do Porto, superior qualidade, en-
garrafado.
Vinho Chery, em barris de quarto.
Sellins para montara, de homem e se-
nhora.
Vaquetas detystre.pra coberta de carros.
Kelogiosde uro patente inglez.
TIXAS DE FERRO.
Na fundicao' d'Aurora em Santo
e tambera no DEPOSITO na
rara logo na entrada, e defron-
1 'de Marnha ha' sempre
itimento de taichas tanto,
.cional como estrangeira,
andes, pequeas,
ios os logares
!'^":i despeza. Os
modos.
os, I mole-
Dposito de vinho de
- .(
lidade ade do < 1
de Ma Cruz do Re\
cife n. 20: este vinho, o melhor '1
de toda a 1 ne', vem
Qk se a -")6i'0l a, aclia-
tnicamente 1 de L. Le-
comte Feron & Companhia. N. B. |
A8ca'xa* So marcadas a fogo,'J
Cajde .deMarcuil e os xrtulos
>, briuse meia
nasdaRussia: no armazem de N. O. Bieber &
Companhia. na ra da Cruz n M
Taixas para engenhs.
Na fundicao' de ferro de D. W.j
Bowmann, na ra do Brum, passan-
do o-cliafariz continua haver uih
completo sortimento de taixas de ferro1
fundido e batido de o a 8 pabnos de
bocea, as qaes acham-se a venda, por
lao'.:
embarcam-se o cari-egam-se em carro
sem despeza ao comprador.
Vendem-se relogios de. euro, pa-
tente inglez, os melhores que tem vindo
a este mercado, e do mais acreditado
fabricante de Liverpool: em casa de Rus-
sel Mellors. & Companhia, na "ra da
Cadea do Rectfe, n. 56.
Afocia da Edwla VUw.
amado Apollo n. 6, armazem de Me. Ca'nionl
& Companhia, acha-se constantemente bous sorti-
mentos de taixas de ferro coado e balido, tanto ra-
sa como fundas, moendas i n el i ras todas de ferro pa-
ra animaes, goa, etc., ditos para a miar em madei-
ra.de lodos os tamaitosemodelos osmaismoderna*
machina horisoulal-para vapor com forcd^B
4. cavadlos, cocos, passadeiraj d ferro estanmWo
Esra casa de purgar, por menos preco que os'
re, esco vens para navios, ferro da Suecia, e fo-
lhas de flaudres ; ludo por barat prec,o.
Moinhos de vento
*om bombas dereputo para regar borlase baisas
decapim, na fundicao de Vi. Bowman: na ra
do Brumos. 6, 8e l.
i PA
Vicenle Jos de Brilc, ule em Per
buco de B. J
.b' .-- graodpor-
'Siode frasco de salsa panilha de Sands, q*
. e preparados 110 Rio j
devem acautela'.
10, lomando as funestas consequ
iMipre cosluniaiu Ira/cr os medicamci:
11V e eborados pela m.1o daqoetiet, que aaUepocm
seus ioterestes aos matos e estragos da horoajudade. I
desla fraude e di
ale Sands da falsificada e recenten) eaa- 1
da v o
de ni
do ltecife n. 61 ; e, al acom-
panba cada frasco, tem
sen nome impre?
jiiuscri po sobre o iuvollorio impresso do mesmo
Traeos.
Os amadores
o. 10. umffr!
I
Vendem-se relogios de ouro
^ tn-te inglez, por comuiod
W 90: na ra da Cruz n-,20, ca
SI L- Lecont Feron & Compan
vena
de, fabrica
roa da Crd
melhor artfi
braiii
gosto I
para o
Na ra da Cadeia do Recife n.' 60, arma-
tem delienrique Gibson,
vndem-se relogios de ouro de sabonetc, de patente I?1""
da melhor qnalidade, e. fabiicados em I.on- j "JS!"8
dres, por preco commodo.
POTASSA.
No anligo deposito da ra da Cadeia do ltecife ,
armazajp n. 12, ha para vender muito nova polassa
da Russia, americana c brusileira, em pequeuos bar-
ris de 4arrobas; a boa qualidade e precos mais ba-
ratos do que em outra qualquer parte, se aftlanam
aos que precisarem comprar. No mesmo de;
tambero lia barris com cal de Lisboa em pedra, pr-
ximamente chegado
Veude-se a verdadeira salsa parri-
1 ranceza, da ra
liafariz.
MADAPOLAO' BOM, A
Vende,m-se pej'as de madapolao de bo;;
com pouca avaria: na rna da Cadeia Velha n. 24,
primeiro andar.
Vendem-se cerca de 800 formas de folha de
Trro para fabrica de assucar, pintadas, e que levam
tres arrobas cada una : vendem-se muito em coala
para fechar : na rna da Trapiche n.
Na ra do Vigario n. 19.
ro andar, tem para vender diversas mu-
sicas para piano, violao e
sejam, quadrillias, valsas, re
tickes, raodinhas, tudo ni
chegado do Ri de Janeiro.
Na ra do Vigario iv. 19, -primeiro andar, tem i
i venda a superior flanella para forro desellins, che-
gada recentemenle da America.
Oleo delinhaca em .
Vende-se a oCt' na botija, e por me-
nos sendo em portad : na roa da Cadeia do Recife n.
47, primeiro andar.
Charutos de Ha vana.
Vendem-se verdadelros charutos de Havana por
preco muito commado: na ruada Cruz, armazem
Veride-sc urna loja com armarito,' que ha de
servir para charutos, 00 ostro qualquer negocio de
principianta na Irivessa da ra do Quemado, por
preco commodo : a fallar na'praca da Independencia
n. 3,1.
garopeira Licrago, Tundeada na

Domii _
retalle
cao fax as raboto* ror
pretos e macios, eai'd
presos.
SALSAPARR1
no- escriptorio de
i da Criiz 11. 52, e a
lol'ASSA E CA-
Vende-se potassa da Russia e America-
na, superiores, e cal virgem de Lisboa,
tudo ijmmodo que
ou-a qualqui ua ra do Ti
clien. 15, arm.
Rallos Trmr
creverain ao Dr. Bristol 11
e que se acba em nosso poder:
_
. Nosso
Em
dadet\_
dita 1
quizer tater -\
nos resol laria
\ me. Temue u)
sobre este assi)
daqui a um ni
muilo pi
ton, n.79.
Ficaru s orrj
.seus se
si A. i
Vende-se CARNE DE
Uamboi
CUAMPAI.
liar, a ijX
AC-0 DE
1. A L_
"^^^^
Sual este droguista nao pdde obler
ristol.
2. A superioridade da
-ands. ede 1
, ella tem manlid.
Ab numere
pan

mas ubics
22; I Tubos vtoos de
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